Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10374


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Full Text
v
amo ii. flMsao m.
Per tres meies adiaotados 5$O00
Per res mezes vacides 6JJ0U0
Porte ae cerreie per tres mezes. 07o
TER(JA FEIRA 24 DE MAIO DE 1864
Por auno adiando.....49$00O
Porte ao correie per um anuo. 3$00O
BNCARHKGAB03 DA SUBSCttiPCO NO NORTR
Parahyba, o Sr. Amonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga; Ceara, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & CL; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
HNCAB.REGADOS DA Si'BSCBIPCAO NO SUL
Alagfias, o Sr. Claadino Falco Dias; Bahia, o
IT. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
eira Martina A Gaspahno.
Oiinda, CfStiSoVE** KPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas el
sextas-feiras. I o La nova as 9 h., 14 m. e 2 s. da t.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'J 13 Quarto cresc. as 4 h. e 6i m da t
Altinho e Garanhuns as ternas eiras. Ui in < Pao d-Alho, Nazareth, Limoeiro; Brejo, Pesqneira, W M ll *- 4 m- e da m-
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob, 28 Uuarto ming. as 7 h. e 36 m. da m.
Boa Vista, Ouricury e Eiu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas eiras.
Una de Fernando todas as vezes que para aii sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/ dia.
PREAMAR DE HOJB.
i Primeira as'6 horas e 6 minutos da manhaa.
I Segunda as 6 horas e 30 minutos da urde.
PAR IDA LO VAPORES COSTEMOS.
Para o sal at Alagas a 5 e 2.5; para o norte at
a $ j a e S2 de cada mez Para Fernando nos
mas n dos mezes dejan, marc., maio, iul, set. enov.
_ n PARTIDA DOS MNIBUS,
e #* Recife : do Apipucos as 6 Vi, 7, 7 /,, 8 e
V 7a m-; de 0,inda s 8 da m. e 6 da tarde; de
. a a 6 Vl da "M d0 Caiang e Varzea s 7
da m.; de Bemtica s 8 da m.
5 K / kw T APP,UC0S 3 V, 4, 4 A, 4 A,
Jf'.Y 5,'/i e* da tarde; para Oiinda s 7 da
manhaa e 4 Vi da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
PARTE OFFCIAL.
como ludo consta de offlcio do 2o juiz do paz data-
do de 5 de abril ultimo, recominendo a cmara
- it \f j* auna tcru sxj ** ua (di I
ae; gara Cachang e Varzea s 4 >/i da tarde; para Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
IBemflca as 4 da tarde. I da tarde.
AUDULNCLA DOS TRIBN-AES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jurzo do commercio: segundas s li horas.
Dito de orphos: terjas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tersas e sextas ao meio
dia.
i
GQYERNO DA PROVINCIA.
ikaediente da dia 20 de maio de i 861..
Olkio ao brgadoiro rommandante das armas.
(Junra V. Exc. mandarme apresentar amanha
ao me o da o recruta I'aulo
de quii trata V. Jixc. emseu
rente.
Dito ao mesmo Queira
pode sVrpaga pela caixa de
IC batalhao de infantaria a
to*3?J!SSX^L!Z?* DOi COrp0" de 'i1' f|i,in,t0 considero ser o nohre senador pelo Rio
I S2a#.rJ^2LfflE me* S.d0 Sul e ,ambem nobre senador !or Mato
ador O Sn. Mrquez uf. Caxias :A emenda nao
_- ,------ ,._._------... ,, ,jUC u a cmciiuur i|u<; nao minha.
udquuiesjuizLs. adopta o que eslou dizendo, me responda onde es-! O Su. Visconde dv Roa-Visti _m- v Fvo-
Teres tcm o rei nullificar. mas embarazar a verdadeira creacao
:~r de artilharia. Eu deseja-
'sse concedida ao governo
auiorisaefos.
gerente da companhia Pernambucana.- r i /_.,..":I"D.;.0",_' ?condicao, no exeOetd
DLA3 DA SEMANA.
23. Sepunda. S. Basilio are. S. Desiderio b. m.
M. Ti)c;i. S. Antuiiio b.; S. Vicente de Leirins
20. (nana. S. GregOrM VII p.; S. Urbano p. m.
(i. Quiuta. p Fasta do Corpo dcDeus.
2?. Sexta. S. Joio p. m ; S. Banulfo ni.
2. Sabbate. Ss. Senador, Podio e Justo bb.
2'J. Domingo. S. Maxiniiano b.; S. 3Iaxiim> ni.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, do> proprietarios Manoel Figudroa de
Fana & Fimo.
me coi toda a urgencia copias das actas,
De 30 alferes
Despachos do dia 20 de maitf de 18fif. | W ^^f^Mmmmk^ e foi depois reduzi-1 gastos" de plvora nos exercicios de" artilharia
batalhao,
mandar
liver
que
ariigos
ment remettid-js s praeas do mesmo
deslacidas no centro da provincia.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de
por em liberdade. dando-lhe baixa se j estiver
com prac.a, o recruta Jos Gomes do Oliveira
provou isencao do recrulamento.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Reslitioa V. S. cobertos com otlicio do gerente da
companhia Pernambucana datado de 12 do corren-
te, os documentos qne vieram annexos sua in-
macaoide 18 deste mez, sob n. 232, alim de quede
conformidade com o parecer da contadoria dessa
thesouraria mande pagar ao mencionado gerente
per coma do ministerio da puerta, a qtiantia de
1:036030, provenientes de fretes c passageM da-
das por conla do governo a burilo dos va|iores da*
Iiiellaicompanhia.
Dito ao mesmo.Communico a V. S. para os
lins coavenientes que o inspector do arsenal de
marin participou-me em odicio n. 684 de Di do
eorrenle, lar nomoado interinamente uaquella dala
a Bernardioo Venceslao da Rosba para o lugar de
2" enfermeiro da respec iva enfermara, em subs-
tiluigq a Joaquim Ferreira Lima, que servia in-
terinamente o mesmo lugare o abandonou.
Dito lao mesmo.Ao alferes do 2-batalhao de
infanlana Tiberio Olegario Cesar de Burlamaque,
jue c.-t.i nomeado para commandar o destacamen-
lo de primeira linha da cidade de Nazareth, mande
V. S. abonar com urgencia o qnanlilativo. a quo
tem direito, para condueco de sua bagagem, bem
como passar-lheguia de socrorrimento.
Ditoi ao inspector da thesouraria provincial.
Devolvendo a V. S. as duas inclusas conlas na im-
portancia de 11*920, despendida desde 20deno-
venibro do anno prximo passado at 20 de janei-
re ultimo, com o aluguel da casa que servia de
cadeia na villa de Granito, e com o forneciraento
de luz para a mesma cadeia, o autoriso, de con-
formidade com o parecer da contadoria dessa the-
souraria, a qual se refere a sua informacaO de 18
do corrente, n. 181.a mandar papar ao' r.
noel Buarque de Macedo, indicado para sse fim
pelo Dr. chefe de policia, em ofhcio n. 538, de 6
deste mez, nao aquella quantia, mas smente a de
creio que em um dos relaorioi, disse ijuc tena de
recorrer guarda nacional. Assim tem aconteci-
do, e por tanto para que dizermos nos que a forea
tem sido de 14,000 pravas ? Ahi esto os raappas:
a forga tem ido muilo alm dasn numero ; mas
com que recurso ? Com o da guarda nacional.
A dfspeza por ventura tem-se limitado s 14,000
praeas ? Nao; ahi esto os balancos; e, por tanto,
para que illudirinos, para quo dizermos o que nao
f Diase francamente :
Nao posso fazer o servieo do imperio com me-
nos de tantas praeas, tenho difficuldades em reeru-
lar, nao posso preencher os corpos de linha, limi-
lar-me-hei ao que for posslvel obter com recrutas;
mas previno que esta furca sera prcenchida com
suardas nacion.ies e a despeza sera correpondente
1 ae conseiiuemia, senhoies, iko perleneo ao nu-
mero daquelles :v quem se referi o nobre senador
|ior Maltu-Grosso ; eu pertem;o oulra escola ; nao
ando procurando posicio um que me ade mais
moa use, nao, serriwres, o que eu disser aqui o
que aullo. Kespcilo os moas amigos, mas sein se-
gui-los cegamente, e, se adlnro prsenle situacao,
nao vejo que. tenlia deisado de periencerao verda-
deiro partido da ordonv ; porquanto esta silaaeio
nos garante a constituieo, o progresso reflectido
o respeito a autondaJe, sem que degenere em loe-
nospiezo das liberdados publicas.
Quanto reformas administrativas oeste ou na-
quelle ponto,u nulo nos senhoies que presmelo
;irrogar-sc o pursimo conservador muda vaeilla-
raxemos todos noje ama
Elias Franci
Sr. inspector
Isabel Antunes
ter provado
Jos
nente
,sfor='^rro,-In^
naJ"^0UA=de5&.......,.IEL*JA**jae*^j^ ?ap'-ai-e'. PmS Lfaiquror
estilo tanto na lforca que estiver emservW, Mas em logar dessa I t^^f^JSt^ ^ "*]
reputam um esbanjamento os! franqueza, para quw dizer-se islo outro : Quero r. ,,..!,.,,,.' m. ,'[.
11,000praCas, por que nao posso reerntar.?- E" faicmo^
para dar-se lugar a que o nobre senador pelo Rio
Grande do Norte diga tambem : Sim, no se
pode recrutar, sejam smente 14,000 praeas;
qnalquer
ao corpq de estado-
grande economa. Sr.
na guerra, pre
cmc-Lo.uuu. recruiauor. va no caso ue continuar a servir. Por isso ja aqui ciso que Ihe demos bom nessoal ne eia raai de
Joaquina Mana ds Espirito-Santo.-Exiba a sup- 'censure as promocoes neste pessoal, promocoes dirigir, hEfi.fflKW!
phrante a cert.dao do bapt.smo de seu neto. felas em pessoas que niio estavam no caso de pres- se um tadVtKTartHhartaatofrMdoa^
e.Jala,n,CJorde,ro "!"-. Campos-Informe o rserv.5o activo, e muito menos de ser promov- pos de SEXLVESZ-E^ISZE
que-
o Sr. te-
Sr. comrnandante superior da guarda
comarca do Kio Formozo.
Justino Eugenio Lavenerc.-Sellado volte
rendo.
Manoel Antonio Bonifacio. Informe
nente-coronel recrutador,
Manoel Pereira da Silva.-Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Mara do Espirito Santo Bandeira.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
Pedro Simiao da Silva Braga. Informe o Sr.
Dr. juiz municipal da primeira vara da comarca
do Becife.
se um estado-maior de artilharia e tirc-se dos cor-
pos de engenheiros e de estado-maior de primeira
clas.se o pessoal neeessario para essa creacao.
Senhores, deixemos que o nobre ministro da
guerra organise o seu estado-maior. Urna emenda
poder-se-ma mandar obrigando o governo a sub-
metter approvac. ao do corpo fcgislaivo a organi-
nhn PPr^Hn\q"and0fallneStacata' "^'e^odesse corpo; eu ni* a mando, com qanto
eili^ffi2f^VS^H:me*!ameS,n0 ?teJa resolvido a votar por ella; mas restringir
Z^nessoaS Sr,Zll, i?" e qUalqU6r U" 2CSte modo 1ue fe ,irR PeSoal Para esse TI
^^ri!2E*E5SS? -"' l^ooo cu v.ssc ,* de estado-maior e de engenheiros, com tanto
' Kp, rom S edlda-era ma" A' Te lainda mais "5o ?ede a despeza que se
f,/l*; TI mM,0i? rTeforn,a quand0 'a'- actualmente, embaracar de mais ao governol
LSft;t?SLSL! ^ TJrou,1oe.;ta. por que um corpo de estado ma.or de artilharia,
ra'^rjl;, t,s.eofflc,aes 1ue, n;m estavam no com quanto, segundo en entendo, deva ter tambem
. promov
nacional da | "As Por merecimento.
Em resposta a isso disse o nobre senador pelo
JO Grande do Sul, que o ministro da guerra de
18o9-i861, que era meu inn.io, fez reforma neste
estado-maior.
Sr. presidente,
a essa-mesma reforma.
na repartiefu) da guerra nao
o que estamos vend ; apenas creas
um corpo de estado-maior, j nao presta, muito
grande ; crea-se outro corpo de novo, mas dentr
o
cmara como
na outra, e entre tanto a realidade que marcam-
se 14,000 praeas, e que, esta forra nao chafando,
chamada necesariamente a guarda nacional, e faz-
se desper.a superior decretada para essas 14,000
praeas. Eis por que votei pelo mximo da forea
pedida, e votara anda por mais.
Sei que a guarda nacional tem obrigacao de se
prestar a taes e lafcs serviros, isto da lei de sua
creacao ; mas quero me se preste quando real-
mente liouver necessidade; o contrario disso sio
palavras, como j disse da outra vez, para illudir,
e o resultado, senhores, o eslremecimento que
geralmente se nota : promette-sc nao realisa-se, c
o resultado que todos desconllam, todo
INTERIOR.
ASSENBLEA GERAL
CMARA VOS SENHORES
SENADORES.
SESSAO EM 2J DE ABRIL DE 1864.
O Su. Visconde da Boa-Vista : Opponho-me,
Sr. presidente, emenda do nobre senador pela
provincia de Matlo-Grosso, que, supprimindo os
postos de alferes c lenles do corpo de estado de
l classe, determina que os captaes sejam tirados
Ma- da infantaria c da cavallaria. Nao ouvi ainda apre-
sentarem-se razoes plansiveis para que em um cor-
po como esse sejam supprimidos os primeiros pos-
tos. Faco urna idea muito differente da de muitos
85, pois que os 3920, provenientes do forneci- Srs. senadores sobre o corpo do estado-maior de 1*
ment de luz, devem ser satisfeitos pela cmara classe.
do Ex, que para isso se acha autorisada.Com- Tem-se allegado, como razao da referida suppres-
inunirou-se ao Dr. chefe de polica. sao, que as nossas escolas militares nao do nume-
Dito ao mesmo.Bespondendo ao ofllcio que ro sufficicnte de officiaes para ccmpletar-se o qua-
V. S. me dirigi em 3 de agosto do anno prximo dro desse corpo ; mas esta razao nao procede, por-
passado, sel n. 373, acompanhado das 4 inclusas que, a guarmo-nos por ella, seria tambem neces-
contas na importancia de 735400, despendida com sario alterar o quadro do nes.-o exercito. Tem-se
o sustento dos presos pobres da cadeia de Flores constantenienie dito que nao possivel preenchd-
. -,.<.,.. -.:"_""" '", '"------*""*? "' """'i"""', segunuu cu riiieimo, eva icr laiiiot'in h-mumuh c iiuu louos uesconuam, louos desesiie-
nreitnVo rU nlJr, \^' LS* i"'*? TJ6,6" afflt,|aBS de Pa,ente '"f"iores, deva ser principal- rain, nao ha maiscrencas. Reliro-me a uns e a
2!?,a ; ", S ta,"-bein de 0ulros 0t-niciaes mente organisado com offlciaes soperorerda arma,' outros.
li.fr,?fcTlfr,'C aPtVV' P Rc!ircm officiaes mie es,eJam no caso de preencher o fim Nos pregamos ideas no* parlamento, somos cha-
nr annell n, K22S*. c embarapado* ass,m Pa[? 1"? ^ i "eado. | mados ao governo, Irala-se de rel.zar estas ideas,
an for,m JJ^uS?a WK *! e'e5' nomens Eu nao adopte! a idea do corpo de estado-maior i e o que (atemos 7 Achamo-nos embancados, por'
q rnmJ Z,Ji t c es,a,]o:ma,or de 2" elasse- de artilharia s com o flm de dar mais um espaco! iue as ideas aqui pregadas nao sao no geral (linas
n,in?urn ] alw Presi(lente; lunlou para onde se possam estender os offlciaes de arti-' da reflexao e do esludo, sao palavras nicamente
nr i, Agi m c.r U 3S ma ; mas' ,hana ; nao' s"ores; quando me pronuncie! por para fazer elTeilo no moineuto. Se se est na opiio-
Ph mi ^ "* T1 3 abusos :- ,CaStS"' elle fi ^^ nef e^sidade que j disse aqui urna vez ifo e se se quer ganhar popularidade, fallase de
ro, e estouque Ihe custou vida. Nao em quejive a honra de expr minhas ideas ao se- j certo modo ; a opposiro sobe ao governo aeha-se
embaracada, nao pode realisar neuhuma de sitas
era possivel Sr. presidente, que elle podesse lutar nado. Depois notei que nao se comprehendia ge-
com abusos tao inveterados, nao era possivel que o ramente o estado-maior de artilharia como eu.bem
ministro da guerra tolerasse que officiaes perten- que no relatorio do Sr. Polydoro esteja elle definido
cenes aos quadro do exercito estivessem passeian- como eu o entendo. E' natural que o nobre mi-
do na corte e as vagas dos postos que el les dei xa- nistro da guerra, reconhecido geralmente por um
vamfossem preenclndas por officiaes reformados official muilo hbil na sua arma, e mesmo como ho-
em prejuizo da nacao, ern prejuizo dessa disciplina mem (Ilustrado, ponha em pralica a creacao deste
de que o nobre general tanto se apregoa defensor; corpo, quando a permissao Ihe seja concedida tal
nao era possivel que elle tolerasse o que se nota qual eu a aconselharia.
as caixas dos corpos ; nao era possivel que elle
tolerasse os osbanjaraenlos dos arsenaes ; lutou e
lutou infelizmente 1 Nao era possivel que elle to-
lerasse a indisciplina e insubordinaban que lvra
na oflcialidade do exercito, e que Ihe custou urna
folha militar, offlcialmente mandada
signada cm todos os corpos, folha
nistro era atrozmente atacada
mandada para assignar-se offlcialmente, por que
disto tenho provas : nos seus papis encontrei car-
Por conseqnencia, votando pela creado desse
novo corpo, nao votarei para que elle seja organi-
zado com os offlciaes do estado-maior de primeira
Rasen, nein t* pouco com offlciaes tirados do cor-
po de engenheiros. Estas duas armas devem con-
lada para ser as- tinuar com a organisaeao que tem, embora as es-
tem que esse mi- colas nao deern aiuda offlciaes para os primeiros
Digo que ella foi postos; elles virio um dia.
durante os mezes de Janeiro a abril daqu.-lle anno, lo, pela difflruldade ^ec^^uio^^i^ S"^lfe^nKcSrte ^ qUe *" "^
tenhoadizerqueem vista da informacao, junta a;ai_possivel preeuch-lo, devenamos por tal prin-1 fosse aceita, e quese recebessem
por copia, ministrada pelo chefe de polica, em 18 cipo rednzi-lo, como quere'm fazer ao estado-maior
do corrente, sob n. 586, mande V. S. processar essa de 1' classe.
quanlia para ser paga de coriforn.idade com o of- Tambem ouvi com
ficio do mcu antecessor de 25 de julho prximo excesswo, nao eslava
passado. e quando a assembla legislativa provin- les armas do exercito.
otal marcar quota para esse lim. visto pertencer gum dos que conhec.
ram instrucgoes aqui da corte para que essa folha
fosse aceita, e que se recebessem assignaturas nos
corpos. Isto que terrivel, e o ministro que se
Tomare agora em consideracao o discurso que
proferto o nobre senador pelo Amazonas. Achei
justas algumas, ou quasi todas as retlexoes que elle
fez ; adopto as emendas que elle mandou ; estimei
ver que o reparo por mim feilo sobre a emenda
que autorisava a reforma dos arsenaes de guerra,
sse
essa divida ao exercicio j encerrado de I8U2 a esteja
1863. -Conimunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Em vista da inclusa relacao
dos alumnos gratuitos e meio-pensionistas do Gym-
nasio Provincial, que me foi remedida pelo drec-
armas. O estado-maior de classe um corpo
seientiico; segundo o meu entender, o auxiliar
tor eral interino da instraceao publica, rom olll- mais neeessario administrado da guerra ; mas
ci de 18 do corrente, sob.n. 90, mande V. S. pa- nao um estado-maior como vejo ser considerado o
que nos notamos constantemente na nos-
Dito ao director do arsenal de guerra.Em ad- sa admini.-tracSo militar provm principalmente da
dilamento ao meu offlcio de 17 do corrente, tenho m applicacao desse corpo, qe tambem adininis-
a declarar a V.S. que o menor a que elle allude, trador. As: nossas repartlgoes por onde se faz ad-
Jos Maui icio Gongalves e nao Jos Mauricio de ministracTio propriamenle dila estariam em outro
Souza, como por equivoco
lirio.
Di-o ao mesmo. Contrate V. S. com o dono ou
mestre da primeira embarcarlo que se destinar ao
declarou em dito of- p, se fossem dirigidas por outro pessoal, de que
tambem um ptimo auxiliar, sem duvida alguma
o do corpo do estado-maior.
Se nossas escolas nao dao por ora numero suffl-
presidio de Fernando, a conduegao de 2 inferiores ciente de offlciaes, natural que para diante ve-
de infantaria e 3 soldados de artilharia que tem de nham a dar; c, se acaso o quadro do corpo ex-
deslacar para o mesmo presidie. cessivo em relaejio s nossas necessidades (o que
Dno ao mesmo.Mande V. S. recolher aos ar- eu nego),entao reorganisese o corpo, mas em re-
mazens desse arsenal, como requisitou o brigadei- lagao a essas necessidades, e nunca em relacao ao
ro comrnandante das armas em ullico n. 922 de 19 quadro do exercito.
ideas.
O Su. S11.VKIHA da Motta :V. Exc. est fazen-
do a historia e o retrato da siluacao nascente.
O Sn. Visconde da Boa-Vist. :Ser a desrrip-
co de todos, Sr. senador, eu nao sou daquelles a
que o nobre senador por Matlo-Grosso se referi re-
cominendando-lbes cavalherismo e que nao disses-
sein mal de actos em que todos lemos (ido parte ;
nao, Sr. senador, eu nao sou dessa escola. Acompa-
nhare os meus amigos senipre que for uecessario
e eu vir que elles marcliam bem ; leulio cenfian-
5a nas mullas crencas; em todos os temjios, as
grandes crises, teulio dado.provas disso. Compar-
tidlo este passado censurado, tenho parle nelle e
nelle lenho muitos inolivos de gloria ; despreza-lo
seria eulamear as condecoracoes de que me hon-
ro. Aprecio una casa que tenho na ra da Auro-
ra e que me foi olferecida pelo corpo do commer-
cio de Pernambuco, aprecio sobre uianeira una es-
pada engastada de brilhantes que me foi olferecida
pela provincia da Babia aprecio as condecoracoes
eos tilulos que me foram dados por meus serviros;
nao reneg, pois, o meu passado, nao sou destes.
(Ao Sr. Puianlws/ Quando V. Exc. tratou das for-
talezas...
O Su. Paiiamios :Nao me refer V. Exc.
O Sk. Viscoxk da Boa-Vista :>ei que nao se
referi, e, lo delicado como nao seria capaz dis-
so ; leudo entretauto fallado depuis de miiii, po-
der-se-ha suppr de alguma serie que fosse em
resposta ao meu discurso. Tratando das fortalezas
eu disse que se achavam tm um estado at de
1 t\t\ ,vir lj. j ... '----, ---- V---------------------i **""' ^piuuiitmo uas .nuc 1011'>.
cito; nao sei t al o nricinin nue drve esnhJerer I r ns de P/esil,entes.nuando o estado-maior tem de'adoptando a cmeiult do nobni senador, acaba de
essa relacao como succed entretantocon otns SS^i P?"6, E por 'SS *1U- es,ail9'ai'ir mostrar que o pensamento foi a continuaco, nao
11 nao tem o que fazer ; e por que sao offlciaes de foi base para se fazer urna nova reforma,
infamamos que vaoser ajudantes de ordens. | Estime! tambem ter ouvido que trabalhos exis-
Se os Srs. presidentes querem ter ajudantes de tcm fritos j para esse fim. Eu sabia que existam
i que o devem ler aquelles trabalhos; al poderei avancar que elles icaram | abandono;' que se achavam 110 estado da maior
ruina por nao serem commandadas por offlciaes
habilitados para isso ; foi o que eu disse, noten-
, do em vista deprimir estas ou aquella administrac-
gir, unto na disciplina, como na admimstracao mi- estudos anda a fazer sobre estes trabalhos e que j cao ; nao reneg o meu passado. lorio-me delle...
mar ; eis urna das razoes de meu modo de enea- seriam adoptados com algumas alterar-oes ; parece-! O Su. Silveiua da Motta :Bons offlciaes em
raro corpo de estado-maior. Para as reparligoes me que li isto em um dos seus relatnos. Por con- j fortalezas sem pecas de artilharia ?
militares o ministro da guerra tem no corpo de sequenciaera de esperar-se que esta reforma nao' O Sn. Visco.ndb da Boa-Vista :Nao sei se ti-
estado-maior o seu verdadeiro auxiliar, niio uesse fovasse muilo tempo a ser aprcseniada, e creio que nham ou nao pegas, ouvi sempre salvas.
corpo de estado-maior, como esta, de qualquer o governo se esforcar por apresentala quanto an- [ O Su. Silveiua* da Motta :De plvora secca.
ollicial, mas no verdadeiro corpo de estado-maior, tes visto que tao neeessario eeonomisar as des-' 0 Su. Viscou>e da Boa-Vista Como ia dizen-
corpo tambem de administradores.
O ollicial de estado-maior nao tao smente para
pezas da guerra.
! do, nao reneg o meu passado, e ahi mesmo lia de
dirigir columnas, nao s para levantar plant
do crrenle, os objertos mencionados na relacao
junta, os quaes pertenceram ao rancho estableci-
do na fortaleza do BrumCommunicou-se ao bri-
gadeirocommandanle das armas.
Dito ao mesmo.Sendo curtas as correntes com
iue foram ferropeados nesse arsenal os sentencia-
de campos de batalha, nao, para mais algum
cousa. Elles, alem do conhecimenlo da a
guerra, devem ter tambem os da administracao mi- e forea llxa.
Dttr. O ollicial de estado-maior sao os olhos do O S'u. Maik.uez de Caxias De guarnico.
ministro, os olhos do general, que penotram em to- O Sn. Visco da Boa-Vista : -... 'forra de
da a parte eliscalisam todas as repariiroes. S as- guarnigao ; nao acho mo. Cumpre-me notar urna
sim o considero verdadeiro. corpo de estado-maior, cousa a respeito dos corpos de guarnico. O de
e por isso seus offlciaes tem necessidade de conhe- minha provincia est quasi preenchido com volun-
cer de todas as armas e da administracao. tarios, que sao serlanejos, por que este corpo foi
_0 Su. Mauuez de Caxias : As necessidades
nao sao do exercito ?
O Su. Visconde da Boa-Vista : Nao; confor-
me V. EXC. d a entender n rnrnn ilrv "slirln.iminr I "r<" -------.--------V----------*"T' : "-, "i"- s.iu sei loiicius, pui iiuc csic lu uu iui
tem mab T^tX'ontnriUriS k\ .? como querco nobre senador que sejam os ca- creado nas comarcas de Paje e Boa-Vista. Deixei
'.r,. a.S;a.Sa'0u'?,s axl;,-r!D_u"?oes;._E:! Paes de estado-maior tirados nao da sua classe, urna companhia (esse corpo tem duas companhias)
bem; nao sei, pois, se o go-
. tent se lizer mover daquella
porventura o offlcial de estado-maior que sahe da provincia para outra, um corpo que foi ali creado,
escola servir por dous annos na cavallaria ? I e cujas pragas vieram-se alistar, certas de que nao
is o que se adopta em Franca ; aqu sahiriam da provincia. Em todo o caso, voto pelo
porventura, conhecido o Brasil ? Nos nao estamos j
ios militares Belisario Antonio Ferreira e Manoel todos os dias aqui a querer fazer estradas"? ~ E te- t &E2! .aque,les fluo aPrCDd,iram 9 rocioto no Becife : portava-se
Ferreira de Santa|Anna, baja V. S. de mandar ac- mos, porventura, cartas das provincias ? Conhcce- LSSfiEftltS!! *LS?!.!!!*!Lf. Nao v.ai vcrn!J .brara com le
crescenta-las de modo qu possam ser presas das mos nosso territorio ?
pernas cinlura, como dispe a ordenanca de 9 O Sn. Mrquez de Caxias : Para que sao os
de abril de 1805. engenheiros? ...........-,,.....,.. ^. .^^^ v-a.., >mrv
Diio ao director das obras militares.Recom- O Su. Visconde da Bo^-Vistv : Por usnar mSli^S^LSSS' S^j na0 me i>S a ,SS0- ar-,g0 ^ qual es,a ; mas cr,:io 1ue 8overno n5
ni,) ex- Em FranCa o olficial sabido da escola vai servir deixar de lomar isto em consideracao, tanto mais
jnendo a V. S. que d com urgencia as convenien- eu pelo co.ipo do estado-maior, Sr. general, au" ex
tes providencias para que sejam concertados al- cluo o de engenheiros ; tem este, com elfeito, altri-
guns dos lampedes na illuminacio do quarlel do buires peculiares, que, se assemelhando a al-1
batalhao de infantaria, que se arham arruinado
como declarou o brigadeiro comrnandante das ar
mas em offlcio n. 920 de 19 do corrente.
Dilo ao coiiiinandante superior da guarda na- estado-maior. J que fallamos em engenheiros,
SfilP.T,ar.C",' '|UC'' Se asfmel"and0 a "^ qualquer dessas armas. Coi
S e^asda,doeslado-ma.or,comtudoma.sseapro- ^cha capitaes para o corpo
* T-mnh r"lha-'a; ">* o nao nos amorisa cornos de infantaria e caval
LSSSS1?? a ,m')Vr1tanc,a e m,s-il 25 du bres senadores conessam qu
- estado-maior. Ja que fallamos cm engenheiros, nrodlunm mu cnnieienie
prir o que foi determinad* por aviso circular do ra reduzir-se o corpo de engenheiros, de ue temos rocQO ? Q ,m ior ..
ministerio da justiea de 25 de Janeiro ultimo, cum- engenheiros cicis, nao procede, porquanto sao cou-
pre que Y. S. remella com toda a urgencia e de sas muito distinctas.
conformidade com o modelo que Ihe foi enviado, o' Nao c pelo corpo do estado-maior, nao pelo
mappa de todos os carpos e rompanhias avulsas corpo de engenheiros, nao pelo augmento quo
do servieo activo e de reserva da guarda nacional possamos ter em nosso exercito dos homens da
sob seu rommandq superior, eodo armamento e sciencia que as nossas financas ho de licar em Pronuncici-me, pois, tanto contra a emenda,
co-reame distribuido pelos mesmos corpos, exigi- peior estado. So ellas tm estado em mo p e como tambem contra a 2"; minha opinio que o
dos or circular desta presidencia de 14 de margo, continuam em peior, segundo ougo dizer, por corpo de estado-maior fique tal qual existe. A ra-
lguaes noscommandanles superiores da guarda causa dos esbanjamenlos que ha nos dinheiros da- zao de, por ora, nao haver bastantes estudanles ha-
nacional do Cabo, Pao d'Alho, Santo Anlo, Nasa- dos, nao s repartiro da guerra, como a da ma- billados para a arma, quanto a mim, nao tem peso,
reto, Limoeiro, Rio Formoso, Palmares, Bonito, rinha, o at mesmo a das obras publicas; por por que esta razao seria bastante ponderosa para
Rrojo, GaraDhuns, Flores, Tacaratu, Boa-Vista e causa de outras desposas que nao vm ao conhoci- [ reduzir o quadro do exercito, visto que nao temos
Cabrob. ment do parlamente, e talvez sejam feitas pelos gente para preenche-lo, e muito menos do corpo de
Dito ao consumo admimsirativoAutoriso o ministros da marinha e da guerra, quando nao per- engenheiros.
conselho administrativo a comprar para forneci- tencem a estes ministerios. (Apoiados.) Em um paz novo como o nosso, onde se falla
ment de aimoxanlado do arsenal de guerra, os O Sr. Ff.iuus : Isso histrico... tanto em progresso, nao se deve reduzir os corpos
objectos mencionados no incluso pedidoCom- O Sr. Visconde da Boa Vista : E' preciso, scientificos do exercito. O progresso est na pro-
iiiunicou-so a iiiesourana de fazenda. senhores, que encaremos as cousas como ollas na ; pagago das luzes, dos conhecimentos ; o progresso
Dito ao delegado ao Lxu. Em vista dos receos realidade sao, e nao vamos aponlar males onde el- nao est na mera pratica rotineira. Eu respeito
manifestados |wr\ me. aoDr. chele de polica, um les nunca existirn). Eu, pois, nao posso me pro-' muilo o offlcial que rene pratica urna vasla
II de abril prximo lindo de que o cholera mor- nuneiar a favor da emenda, e muito menos pela thoona ; mas o militar s pratico..
tus se passeda cidade. do (.rato a esse termo, te- outra addicional, que manda tirar os capitaes das ; O Sn. Ferraz Entre nos basta bom-senso c a
nho a dizer-llie que ja em 27 daquelle mez remet- outras armas. rotina
ti ao juiz de direito dessa comarca urna ambulan- Pois, senhores, se as escolas nao nos dao pessoal O S.t. Viscosos da Bo^-Vista .... nao tem
cia com remedios apropr.ados para 0 tratamento para os corpos do estado-maior de 1 classe e de para -mim o merecimento dos outros. Nao sei que
daquelle mal, e agora remeti outra a Vmc. com engenheiros, como c que o havemos de achar na escriptor dizia ou que general... J o disse, ha
instruegoes impressas para a sua conveniente ap- infantaria, na cavallaria e no estado-maior de 2 muito que no pego m livros militares ; sou re-
plicacao no caso de se realisarem aquelles seus classe? E, se supprimirmos do corpo de estado- formado, cuido la da minha fazenda. Mas creio
recciosCommunicou-se ao Dr. chefe de polica, malor do I* classe os alferes e os tenentes, porque quo era Catao mais velho
escripte
:ido.
contra as emen-
dous anuos na infantaria e dous annos na cavada- i quanlo, tendo elle de conservar ahjuma forga na
na, onde vai conhecer praiicamenle a lctica de provincia, nao mandar outra em detrimento dessa
as. Como havemos, pois, de | Tambem ouvi urna razao em justificacao da ne-
de estado-maior nos cessidade de moverem-se taes corpos. Dizem que
1 vallara, quando os no-' estes corpos, sendo organisados com pragas da pro-
que nossas escolas nao vincia, com mais facilidade perdem a diiviplina ou
-cional de Oiinda o Iguarass-Para poder cum- direi aqui que, no neu entendei- a"raza'oDdad"pa- KesTindoT'LteVU^rf^S^a Um? lerau la'. )s noje desses corpos o neeessario ti- mente nesla razao. O nobre general, senador pelo
B10 Grande do Sul, conhece, por que tem tido bas-
de de conhecer todas as armas, tem necessidade da unte pratica, que corpos fecrutados em urna pru-
grande c da pequea tctica; nao sabe disso o no- vincia, quando della sahiain, tinham disciplina ; nao
bre generil ? Eser em nossos corpos do infanta- o continuaren! os soldados nos lugares onde sao
na e cavallaria que se ha de achar esse offlcial ? | recrutados que faz perderem a disciplina. Eu j
disse que a disciplina depende nicamente do che-
fe ; escusado dize-lo, lodos serao bons ou mos
segundo o chefe for bom ou mo.
E' verdade que se nota hoje no exercito a ofl-
cialidade dividida em partidos, o partido do major
e o partido do comrnandante ; mas nao de admi-
rar isto quando se manda que a offlcialidade do
exercito assigne folhas, cajo principal fim detra-
hir, desacreditar os seus superiores. Por conse-
quencia, certo eu de que a disciplina vem nica-
mente dos chefes, pouco me importa de que conti-
nu na provincia este ou aquelle batalhao formado
com pragas recruladas na mesma provincia ; e as-
sim, com quanto a razao que den o nobre senador
tenha seu fundamente, com tudo nao tal que me
deinova de dar o meu voto ao artigo tal qual se
acha, tanto mais quanto espero que o nobre minis-
tro lome cm consideracao o que acabo de pon-
derar.
Tambem direi ainda mais esta vez por que insis-
t em que a forga fosse maior do que a decretada,
e ento responderei ao nobre senador pelo Ro
. Grande do Norte, que, dando as razoes de volar
uem dzia que elle ti-! pelo mnimo da forga, disso qne assim obrava por
sobre suas bata-' que a forga que se decretara nao era preencluda,
e nisso llrmava-sc na opinio do nobre senador pe-
lo Rio Grande do Sul. Mas, senhores, outro en-
gao tambem ; o nobre senador pelo Rio Grande
do Sul, quando ministro pedics verdade, 14,000
piscas, mas em tedos os seus relatnos elle dizia :
Com esta foreft nao posso fazer o servieo ; e
so n. 143 de 26 de novembro de 1846 $ 2, achan- sartas estudos tao vastos, como nos corpos de es- Meu voto, entretanto. Sr. presidente, bem a pe-
do-se tambem fra desse termo os 3' e 4" juites de tado-maior e do engenheiros ? Ora, ser isto pos- zar meu, por que desconfi de minhas ideas, a vista
paz, c nao havendo suppleote algum juramentado, sivel ? Ser por economa ? Nao sei. I da opinio em contrario de senadores (So distinc-
0 $ l"> provincia quando se deram os ltimos aconteci-
meulos aqu na corle em 1862.
O Sn. Sii.vkiua da Motta :Isto do art. 6o do
Sr. Sinimbu'.
OSr. Visconde da Boa-Vista :Nao sedequem
, o parlamento adoptou, nosso ; eu mesmo que
votei contra digo que nosso ; mas votei contra.
O Su. Silvei -a da Motta :E' de quem votou.
O Su. Visconde da Boa-Vista :Achava-me em
Pernambuco quando se leu o que aqu houve cm
1862; nao vinha c hivia muito tempo ; entretanto
anotando que nas lileiraschamadas conservadoras
nao havia intellgencia, nem era possivel haver;
pois que desde 1853 que a poltica se moditicou.
Vim aqui um anuo, conservei-me ua provincia
depois, al que em 1862, os partidos ua outra c-
mara se adiando equilibrados, foi preciso dissolve-
la; fez-so urna nova eleigao,e eis ahi est urna nova
cmara. Em presenca della e sem olhar para es-
te, nem para aquello, o que noto I Vejo continua-
ren! ideas que eu defend, vejo u mesma fuso ini-
ciada desde 1853, que eu ahracei.
O Su. Silveira da Motta Muito bem I
O Sr. Visconde da Boa-Vista :V. Exc. nao ap-
plauda (ante.....
0 Su. Silveira da Motta :Eu applaudo, por
que V. Exc v as mesmas ideas.
O Su. Visconde da Boa-Vista :Nao vejo que a
ordempubliiaestejaamearada, nowjo j,ue o cons-
lituigo tenha sido mais frida do que outr'ora
(Ao Sr. bariio de Muritiba). Mais ferida, Sr. Mu-
ritba, porque algumas feridinhas temos todos
feito.
O Su. rarao de Mumtiba : -E' bom que V. Exc.
diga, jaque se refere a mim, quaes foram as feri
das que liz.
O Su. Visconde da Boa-Vista :Nos, nos.
O Sn. Baraode MunrroA :Est se referindo a
mim.
O Su. Visconde da Boa-Vista :Ora, porque me
hei de declarar em hostilidade a esta situagao que
o nobre senador por Goyaz chama nascente t Nao
vejo razao alguma.
O Su. Silveira da Motta :O Sr. Nabuco foi
quem chamou; eu oque Uz foi aceitar a denomina-
gao brilhante.
O Sn. Visconde da Boa-Vista :Apresentei-me
na situagao nascente e aceitei o que est, Sr. se-
nador; o que eu puder fazer para que ella conti-
nu bem, hei de faze-lc : cilo he de embaraga-la.
.Negar-lhe-h.-M meu voto o/ando eu vir que ella vai
mal, e V. Exc. tem visto que mesmo nesla discus-
sao lenho-me apartado,duste ou daquelle. Nao ve-
jo, pois, motivo para por me em hnstljdadc ; vejo
ideas que sempre defend, vejo na administracao
homens novos. mas tambem prvacipici bem novo, e
todos nos [nisipiainos tac aovos I E' bom que
vio appaiiecendo. tambem eulros- novo? para subs
muiremos .yaUms.
o-Ji que se reforma essa academia, assim como os
arsenaes de guerra ; nao assevero, mas creio que
nao errarel muito___
O Su. Silveira da Motta : E esta* rreform.4-
veis.
0 Su. Visconde da Boa-Vista:Tem havido tan-
tas reformas que os reformadores j nao se enten-
dem. Por eonsequeneia, quanto a administracao,
peco pelo amor de Deas que conservem alguma
cousa, nao vamos tao depressa. Nao vejo em ludo
urna reforma que ature dous annos; as secretarias
de estado, todos desejavam reforma-las e diziam :
Nao possivel com o pessoal que temos regula-
rwar o servieo ; appareee a auloriaacd para re-
formar as secretarias, sao reformadas' e. quando
se pede a reforma vai-se dizendo : Tambem nao
e possivel com os minguados ordenados que leem
os empregados, pdennos achar pessoal idneo pa-
ra isso 1 ; reforma-S, augmentam-se ordenados ;
mas ah vem oulro ministro que diz : Nao, a re-
forma nao presta, isto est mal feito. llontem
queramos Consultores, boje nao os queremos mais,
ja, nao servan ; quem pJe crer em tudo islo '
Quando eu abrir um relatorio e vir que se pede
urna autorisacad, poderei dizer___
Sr. Silveira da Motta : Isso com o Sr.
Nabuco ?
O Sr. Visconde da Boa-Vista : Nao sei com
q uem ; com lodos nos que autorisamos c depois
destruimos.
Para que V. Exc. pergunta so com o Sr. Na-
buco ou com Fuo ou Sicrano ? Dase a aulorisa-
eao a um ministro que pedio a reforma___V. Ex.
sabe que os ministros em nossa turra nao alurain -,
quem vai fazer a reforma i E aquelle que nao a-
pedio, e outro que tem pensamunlodiverso ; e
quando um que pedio a reforma chega a Cazo-la,
quem a vai encolar ? Multas vezes aquelle que
no parlamento se oppoz a ella, e la vai a reforma
pelos ares.
O que vimos com a reforma da repartiro do aju-
daute-general f V. Exc. desculpe se senpre venho
a guerra ; sao amigos hbitos de soldado reino
Sim, senhores, o Ilustre ministro de enio disse
que quera crear ama reparlico do tenente-gene-
ral e que n.io augmentara a despeza ; seu discur-
so deve ah estar ou slo esta em seu relatorio ;
fr,'''!!"se ?ssa reparticJo : vejam-se entretanto as
pianto mpor-
uhores, che-
nao esl bom,
e preciso reformar de outro modo. Itef irniou se
de oulro mudo, e, sj vier oulro, anda tornase a re-
formar Aqu est com o us vamos e temos
ido.
Por Ckosequeaeia, Sr. presidente, no que pro-
priamento administrativo nao sei quem conser-
vador ; a dilorenga esl em que conservador s-
mente aquello que, tendo obtido una reforma, a
defende com amor de pai o que vejo ; s bom
o que fazemos : nao ser isto ? Eu creio que sao
cousas que todos nos sentimos.
Desculpem me, senhores, torno a pedir, a fran-
queza com que fallo. Eu ha muito que nao me
vejo no parlamento, tenho estado fra da corle, ou-
go o que se diz na provincia; vejo que os melho-
res homens, os homens mais conscienciosos quasi
que nao acreJilaiu em nada. A opiuio esl des-
varada, nao se lixa ; sob esta m impresso que
fallo aqu 110 senado.
E' preciso, pois, fazermos alguna cousa que prin-
cipie a restabelecer as crencas; preciso qne se
acredite mais nos humeu' e nos principios, pre-
ciso que as ideas se estremein bem.
O Su. Silveira da Motta :Apoiado.
OSn. Visconde ua Boa-Vista :E' o que tenho
dizer, Sr. presidente, a respailo das emendas e
das rrtlexes do nobre sonador por Maito-Grosso.
esviei-me um pouco do assumpto, porque obnga-
ram-me a Isso ; nao costumo fallar teuo nas ma-
terias que eslo em diseusso.
Eu teria tambem de dizer algumas palavras a
respeito de urna emenda, que creio ler sido
apresentada pelo nobre senador pelo Amazonas, so-
bre a subsiitugao dos recrutados. (Ao Sr. Peuua.)
V. Exc. nao lem urna emenda neste sentido ?
O Su. Feuueiua Pknna : A respeito dos seis
mezes naoolfereci emenda.
0 Sn. Visconde da Boa-Vista: Achei muito
justas as rellexes que o nobre senador hontem fez
a este respeito ; mas ni posso mais continuar.
Como nos teremos muito breve nova diseusso so-
bre a repartiro da guerra, Dorma maio ei na
porta, ento terti a honra de responder ao nibre
senador por MattoGrosso, que, me parece, ira res-
ponder-me, porque o vi lomar notas; nao sei se
me dar esta honra.
OSr. Parvnhos : Hei de cumprir esse dever.
Pego a palavra.
Lreou-se essa repartic.io : vejam-se en
tabellas dos vencimetos, veja-seemqni
tara I E (icou ahi a reforma f Na o, sen
gou oulro ministro, e disse : Isto nac
PERNAMBUCO
ASSEVBLEA PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA DE 21 DE ABIUL l>E 1864.
PRESIDENCIA DO SB. CONSELIIEIRO TRIGO DB
LOUREIRO
(Conclusao.)
0 Sh. Jos Mara diz que constrangido que
entra na presente discussao, e s a circumslaucia
de ler dado o aparte quando o honrado Sr. Araujo
Barros disse pouco que os membros da minora
que se rotiraram da casa, protestando nao voltar
0111 quanto permanesse a forga, haviam desrespei-
tadp uina dehberagao da maioria, e infhgido a lei
que dar e expressa, sement por ler contesta-
do essa proposigo, o que imporia negar a luz, na
plurase do honrado membro a quem se refere, s
isso o. chama tribuna para explicar o seu pensa-
mento.
Observa o honrado orador que, quando foi lova-
do a contestar ssa proposigo o fez, porque lem
convceo de qnoaeasa nao deliberou sobre a per-
manencia da forga,, mas sim, que a resolugfio da
rasa foi nao deliberar sobre a permanencia ou re-
tirada da forga, deixando isso arbitrio da mesa,
e deixandp-o oomo urna prova de deferencia e con-
fanra mesma mesa, r.onseguiniemente na opi-
nio! do. honrado membro a retirada dos depulados
dA minora o o seu protesto de nao voltarem em
fqpauo.pocojutcer a torca, uo imporla um acto



- \

de desrespeito a urna deliberago da casa; e anida
menos urna infraoeao da le rcgulamontar; por
quanto a commissfio de policia pode (i
sem dep*0deocja do wtagj Ja casa
ti' lid"
adiad.*
I lar I a PfathUM *-- V*rt* felra >4 c Maio mandar reti-
efiYa -'"-"", pi\w ]itdi-j
Sr8aP.re.ra ose ,n,..
c A comito jS^0
anunado
A' 10, ou 12 de fevereirodo mesmo anno recebl
estas cicmsiancias entende o honrado mem
de obras publicas havendo'ex-
.v Cntralo do cngenhelro civil Jos Ma-
",B-- Alves Ferreira, nolou que no artigo 14 do
referido contrato se acha terminadamentc formu-
bro que o rc(|uerimento que acaba de ser apresen- lada aobrigago que tomou a fazenda de pagar ao
todo esi no caso de merecer a acqniescencia da dito empreiteiro os laucos concluidos una vez la-
casa, importar ello urna prova de deferencia aos vradoo termo de recebimonto provisorio ; e por-
membros que se retiraram, e cuja volla nao pdc tanto em vista das mesmas consideragoes que ex-
deixar de ser ambicionada por todos aquellos que penden, em seu primeiro parecer, de opinio que
des. jam o progresso moral, e material da provin- ae marque quota para pagamento de tudoquanto se
fia, por quanto elles traraoo valioso auxilio desua deve ao mesmo empreiteiro, afim de que Ihe nao
experiencia e de suas luzes, aflm de que a assem- venha a fazenda a pagar o alto juro de nove por
Mea faja leis sabias e justas. ceuto ao anno.Silveira lobo.Compeli. Reg
Tambera entende o Ilustre orador, que nao ha Barros.'
qoebra do dignidade para a assembla, dirigindo E'lido c remettido a commissao de polica a se-
:< seus monibros ausentes um ofllcio em que de- guinle indicago : .
clare que nao aceita as razoes que elles pretexta- Proponho que assembla legislativa provm-
ram a nao continuar a assistir as sondes, urna vez cial decrete o seguinte artigo additivo ao regimen-
que o fado da permanencia da torca, nao lillio de lo da casa.
una deliberago da maioria, e hoje a permanencia As informages remettidas a esta assemijiea,
dessa torca, quando reina a maior calma, o maior pedido de qualquer Sr. deputado ser-o archiva-
respeito, quando as galeras se acham, porassim das na secretaria, onde se tirar. com a possivel
dizer, desertas, parece antes denotar capricho, sem brevidade urna copia para Ihe ser entregue. b.
calculo, do que o desojo de manter a ordem. K.Campello. >
O Su. Paula Rutista :Sinlo bastante reno- E' lido e vai a imprimir o proecto deorgamen-
var-se a discussao ltimamente havida a respeito to municipal.
da forca publica, presente para manter a ordem O Su. .Sabor : Sr. presidente, tundado no re-
lias galeras. querimento peco licenga para dizer algumas pata-
Senhores, nao pense algum de vos, (|ue este fac- vras em justiticago de um projecto que
to podo sor alindo para este ou para aquelle apresenlar.
a itaiavra o Ur. Kgucira Oju, juit dos feitos da la- Minios dos nussos assignantes nos escreVeram, .....
zenda. acha-sc em exercicto, o despacha na ra das diz o Pags, perguntand.i-nos a etymologia do nome urna carta do finadoLuiz R'dr^ agradecemlo-me
Cruzes n. 41, segundo andar. que os Dinamanuieztis deram ao seu famoso navio
AmanhFia, irclas 7 horas e meia da manhaa. couragado Rulf Krakeir-Rol( e urna abreviatura de
celebrar-se-ha, no oratorio do arsenal de marinha, Rodolpho. Krake o nome de um monstro mari-
nma mlssa pelo descanso eterno do capito de mar nho, qne representa um grande papel na myiholo-
o guerra Lourengo da Silva Araujo Amazonas.
REPARTigO DA POLICA.
Extracto das partes dos das 23 e 24 de maio de
1864.
Foram recolhidos casa de detengao no dia 21
de maio.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ja-
cintho Ferreira Gomes, por disturbios.
gia scandinava.
Cerno a Phenix, o Krake o nico da sua espe-
cie. Habita o fundo do mar, onde oceuna um es-
paco immenso, e quando se move, os seus mov-
montos produzem tempeslades.
Permanece centenas de annos as profndelas
do Ocano, mas quando qder elevarse a superficie,
c dizendome que por oceupado nao poda ir ao en-
gonho mas que ia o Sr. Olivcira; apresentou-se
com effeilo o Sr. Oliveira : a sua chegada e recep-
cao foi muito apreciada e applaudida por todos os
herdeiros e pelos nossos amigos : eu me achava
doente e mandei portanto um filho meu (aquem o
Sr Olivcira ootr'ora tecia seus encomios) para re-
cebor e acompaoharo Sr. Oliveira da .praia para
a nossa residencia, em um domingo : poucos mo-
mentos depois appareceu o ditoSr. Oliveira no
meu quarto, interrogndome se eu a
vou
lado : elle devera sensibilizar todos us indislinc-
tamonte. (Apoiados.)
Uiscute-se agora um requerimenlo para que se
faca aviso aos nossos collegas ausentes de que esta
assembla nao acensa os motivos por elles apre-
senlades em um protesto para nao compancerem
osla assembla, e que assm sejam convidados a
continuarom a tomar parle nos nossos trabalhos.
l)igo-vos sinceramente que se todos vissem as
cousas pelo lado porque as encaro, este requer-
monto seria approvado unnimemente.
Se a ausencia dosses nossos collegas extraordi-
nariamente sentida, como *qui se tem dito, nao ha
um passo lao prudente, reflectido e agradavel to-
dos como esso do pprovar-se o requerimento em
discussao. (Apelados.)
m Su. Depitado : J deve ter acabado a
palian!
O Su. Paila Rutista :Se urna simples indivi-
dualidade deve desejar dar sempre preciosos leste-
nuinhos de prudencia e imparcialidad como a
maioria dota assembla ha da regeiiar um roque-
rmenlo, que Ihe olTereee occasio della patentear
a giandeza do son er-pirito, e que nao obra, senao
por justos motivos de iuleresse publico? (Muito
bem)
E, ou este requerimento soja approvado ou soja terpretagao que neste
rogeiado o que ha de mais inconveniente a con- meu projecto. ) meu
tinuac/io de recriininacoes ao procodimenlo dosses
nos.-us oollogas, (pie se ausentaram.
lia susceptibilidades, que as vezes dao lugar a
alguma dessas coleras e explosoes de momento sem
que por isso so possa logo tancar sobro ellas um
estigma. A calma, que ven dopois que mc-tra o
que o homoin. (Muito bem.) Somos todos colle-
gas, e nao devenios tor uns paraoulros, senao res-!
o seu vasto costado coberlo de rochedos sobre os disposto a fazer o inventario da maneira que me
qnaes vivem milhares de animaes marinhos, asse- tinha mandado propor ? Sou invanavel nesla par-
te, Ihe respond : pois bem, eu vim aqu para be-
j neflcia-los. Agradeo-lhe pela parte iiuc me diz
s respeito se assim acontecer. Sabe, disse o Sr. un-
Dia ii.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio Ro-' melha-se a urna ilha, qual os marinheiros aber
berto da Paz, por briga. dam com segurao^a, a menos que um capricho do
A' ordem do de S. Jos, Geraldo Gomes, sem monstre os nao arraste ao abysmo submergindo os respeito ...
declaracao do motivo. a elles e aos seus navios. Sahem ilhas do mar veira, que temos credores 1 Sei, o na minha carta
O chefe da 2 seccao, j que teem sido reconhecidas pelos navegantes, e Ihe fallei nelles, Ihe disse eu. Pois bem, de que
/. G. de desquita. que depois desapparecein sem deixarem signaos, maneira os haveinos de arranjar ? Quando elles
Movimcnto da casa de detenga, nodia 21 de Eram as apparicoes do Arate, cuja goela immensa estiverem presentes trataremos disto, Ihe respond
maio de 1864. engole as baleias e despovoa o mar. iolf ou Ro- eu. Eu vim aqui com poderes dos mesmos para
Existiam. ...
Entraram...
Sahiram...... 10
370 presos
1
A saber
Existem....... 361
O Sr. Presidente : Pode fallar.
O Su. Sabor : Como j me foi negado este
diroito urna vez...
Sr. presidente, o projecto que aprsenlo hoje tai-
vez pareca alguem que IllUo do despeito, mas
eu declaro francamente casa qne nao, elle viva
de ha muito em minhas ideas, e esta de conformi-
dade com os principios geraes da sciencia relati-
vamente ao systema repi esentativo.
Sr. presidente, niio menos do duas vezes eu te-
nhoescripto sobre os principios das maiorias. so-
bre as minoras no systema representativo, ou por
outra.sobre o predominio que exercem as maiorias
sobre as minoras. Eu eulendo que pela sciencia
do direito epola dourina do systema representa-
tivo, as minoras devem ser nao so representadas
francamente as cmaras por um bom processo
elelora, como tambem devem ser garantidas no
recinto das mesmas cmaras contra qualquer ca-
pricho que por ventura appareea da parte das ma-
iorias, assim como tambem contra a parcialidade
que por ventura possa existir da parto do presi-
dente da rasa contra as minoras. Nao quero com
isjo que so supponha, que eu vonho aqui dar a
entender que V. Exc. tem sido parcial nesta casa ;
sou incapaz disto, e protesto contra qualquer in-
sentdo se queira dar ao
projecto tem por lim ga-
rantir as minoras a franca exposicao de suas o-
pinioes nesta casa, e bem assim que seus pro-
jeclos sejam attendidos quando por ventura sejam
de ulilidade reconhecida. O meu projecto tem por
fim fazer com que o presidente que o orgao da
maioria guarde a maior iuiparcalidade na direc-
c,ao das discusses.
Teudo ftito estas reflexoes, eu pego a benevo-
Nacionacs.....
Estrangeiros...
Mulheros......
Estrangeiras...
Escravos......
Esclavas......
235
35
5
1
61
4
361
dolpho um here legendario, um dos companhei- tratar com os h'erderos a semolhante respeito, e
ros e servidores de Odin e o defensor da naciona- ludo quanto eu lizer elles approvam, me respon-
lidade scandinava. deu o Sr. Oliveira. Pois, sendo como Vmc. diz,
V-sc, portanto, que o navio Rolf-Krake tem um entraremos em arrumacoes para se fazer o inven-
bom nome. i lario, Ihe respond : e quanto no meu humilde en-
-------- tender, temos tres meios de fazermos as nossas ar-
i i utu i ni vii un i rumacocs, o : fazermos o Inventario para ver
IAHAKA ll Mili VI. o que temos, e o que se deve ; dar-se depois paga-
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 30 DE MARCO me"' fs credorf .',ela.^? hS'ramos^
rip ioci ; genho tem previlegio, portanto nypotticcamos o
engenho e todos os seus accessonos aos nossos
Alimentados a custa dos cofres pblicos----- 147. |
- Obituario do dia 20 de maio, no cemiterio
publico :
Prvulo que foi oncontrado na porta da igreja da
DE 1864.
Presidencia do Sr. Henr/ues da Silva.
Presentes os Srs. Barata de Almeida, Gustavo do
Reg, Seve e Gameiro, faltando com causa o Sr.
Mello, e sem ella os mais senhores, abre-se a sessao,
c fui lida c approvada a acta da antecedente.
L-se o seguinte
EXPEDIENTK:
Um officio do Exm. presidente da provincia, de
ioforme
MaTdVptinf Pernambuco, 75 annos, vtova, S. I f i^^a^T^X \ obra do
Joanna Francisca Los Pernambuco, 40 anno, fe||J| ajn'da conclusao. Nesta occasio
viuva, S. Jos ; dyarrhca.
miente.
Autonio Joaquim do Olivcira Baduom, Pernambu-
co, 32 annos, solteiro, S. Jos ; urna hepatite
aguda.
Dia 21.
pcilos e deferencias. (Apoiados.)
E como expresso dessas deferencias,
; lencia da casa para a leitura que vou fazer do meu
que o projecto. (IA).
requerimenlo em discussao deve sor approvado. Depais de algumas reflexoes de varios Srs. de-
itados, o projecto remettido commssao de
Eu concerdo com o nabre depuiado, que fallou putad
antes de mm, quando disse, que o que fora venci- polica,
do, foi simplemente que continuasso a torga sem
mais um ponto, e sem mais urna virgula. (Apoia-
dos.)
E como d'ahi j so quer deduzir que o vencido
fora, qne conlinuasse a torga at o fim das sea-
soes l
O Sr. Abacio Barbos : Ningucm disse isto
anda.
O Su. Palla Baptista : Parecia-me ter ou-
vido.
O Su. Jos Mara : V. Exc. leu o requeri-
mento ?
O Sn. Paila Baptista : Ouvi ler.
O Su. Jos Mara : Peco-lite que leia : desejo
ouvr o esclarecido juzo de V. Exc. sobre o reque-
rimento.
O Sr. Palla Baptista :E' o que estou fa-
zendo.
Senhores, eu persisto na minha opiniao de que a
presenea da torca desnecessaria; mas so a maio-
ria da assembla pensa, (ru ella necessari, isto
nao obsta a que o requerimento em discussao soja contrario.
approvado. l'm dlomma nos contrence dosta ver- Art. 1
O Su. Sabor pede a
quo ihe concedido,
retirada do seu projecto, o
(Contimiar-se-hu.)
REVISTA DIARIA.
A companhia de Beberibe paga o seu trigsimo
segundo dividendo, na razao de 3000 por apo-
lice.
Sao inslallou-se hontom a sessao do jury por
falta do numero, procedendo-so ao sorleio para
completa-lo.
lu data do 13 do corronte foram saneciona-
das as seguintes leis provinciaes, sob os os, 5l2,
593 e 594 :
Art. 1." Ao segundo eserivao dos feitos da fa-
zenda provincial Joao Vicente de Torres.Bandeira,
compete a mesma gralilicaco que pola lei u. 244
de 16 de junho de 1848, art. 29 % 2", foi concedida
ao ascrivo dos feitos da fazenda goral.
Art. 2. Ficam revogadas as disposigoes ein
Ficam concedidas as seguintes lotc-
dade. Assim, sendo approvado o requerimento, e I ras :
continuando a torca ou os nossos col logas compa-1 j |, ("ma de cem contos de res para as obras
recero, ou nao eoropareeerao. So primeiro caso da igroja do Nossa Senhora do Monte de Oinda,
(eremos a sati.-faco do ve-Ios aqui entro nos con-: devendo o producto ser entregue ao sen juiz per-
triboioda com suas laxes para acertadas deci-1 petuo, prestada a devida nanea,
sdes. So segundo caso ellos, mostrando-so impas- i i J 2." Duas de conio o vinte contos em favor
sivets s nossas atlencoes e deferencias, aggrava- da Sania Casa da Misericordia, como tim especial
rao sua siuacao, sondo qae em todo o caso a maio-! da canalisagao d'agua e gaz para o hospital Fe-
ria nao .- lera dado nina briHmile prova do tole-! dro II.
Joaquim, Pernambuco, 8 dias, Boa-Vista ttano. _,
Felippe, escravo, 8 mezes, Boa-Vista; intente cltro- Qu
nica.
Maria da Conceigiio, Pernambuco, 25 annos, casa-
da, S. Jos; bexigas.
Deoclecia, Pernambuco, 5 mezes, S. Jos ; es-
pasmo.
Manoel Felippe de Santiago, Pernambuco, 53 an-
nos, casado, Santo Antonio ; rheumalisrao.
Maria, Pernambuco, 1 da, Santo Antonio ; es-
pasmo.
Dia 22.
da Costa do Rosario, Pernambuco, 80
viuva, S. Jos; inflammago de intes-
Feliciana
annos,
tinos.
Joaquim, Pernambuco, a mezes ; Boa-Vista ; ul-
cera.
Camarina Mana de Jess, Pernambuco, 45 annos.
phtysica pulmonar
credores para sua garanta; continuamos com
o engenho em andamento, c com o producto das
safras e das cobrangas, podemos solver o nosso
debito, e afinal fazer-se partilhas. Segundo sys-
tema de pagamento : cada um herdeiro tirar
um escravo para o seu servico, e os mais com
a boiada, e o engenho arrendar-se aos credores
pelo prego, que se convencionar, e por tantos an-
nos quantos sejam precisos para amortisar o pas-
sivo.e nos vamos cobrando as dividas. Terceiro
finalmente : se os credores nao quizercm annuir a
urna destas duas proposges, temos ainda outro
meio, damos-lhes todas as dividas boas para elles
cobrarem e se pagarem, Picando em todas as hypo-
theses a massa do casal hypothecada aos credores
para sua seguranga at final solugao, e depois nar-
tirmos ludo o que ficar de rcin'a necete. Nada
disto querem os credores, me responden o Sr. Oli-
veira. Eu, que nao va outro meio de se poder
pagar de prompto o debito do casal, disse ao Sr.
Outro do mesmo, de 22 do dito mez de margo, 'r lUtm dop-sitava confianga) que en-
dzendo que, em vista do exposto pela mesma ca- a0 el' chama,se lodo o debito a si, e que nos Ihe
mar em sua informagao de 16 do corrente sob n. hynothecavamos todos os bens pagando-lhe 1 por
11 com referencia ao requerimento de Clemente ce'ito ao mez de juros por qualquer quant.aque
Soares de Carvalho, convem que continu suspensa elle livesse empatada ; com tanto que pagas o
a postura addicional de 21 de fevereiro de 1862 passivo.
at que a assembla provincial resol va a semelhao- ..A esla ">" observacao, me disse elle, que po-
te respeito.-Inteirada. e que se lizessem as con- d'amos vender o engenho para acabarmos com a
venientes commanicacSes. div,da- S,m'eu,,or' re*PO"l'. e tollos os l.erdei-
Outro do mesmo, de 28 do corrente, dizondo ros supponho eu, que se conformara.) com isto:
constar-llieque se esto fazendo obras nos edificios mas q^m compra Meo engenho r-erncoza com
incendiados na ra do Trapiche Novo, no lugar 40:000,>000 a vista para se pagar o passivo visto
em que, segundo a planta da cidade, tem elles de Qe os credores nao quorem esperar ? Tenho eu
recuar.afin de dar transito para o caes ; recom- Jiucm^ compre, me rospondeu o Sr. Oliveira,
mendouue ser isto exacto mande acamara Quem e, Ihe perguntei eu t fi o Tiburcio. O Sr.
"uanmnteaeni^ T.tnircio nao pode comprar Ferricoza por Ms|
21 deste Sim, convenho nisso. Nao se fez inventario, rela-
viuva, S. Jos ; dyarrhea. Poifp. apresenlado em ofllcio do engenheiro cordeador,
Tl,erez.a:l,ber,a' Afr,ca' W annos> S0lte,ra' Reclfe" a quem o senbor presidente da cmara tinha j or-
denado dsse um esclarec ment a respeito do que
0 exigir o Exm. presidente da provincia.Mandou-
se, pois informar a S. Exc. com a copia do mesmo
officio, e urna nota fornecida pela contadora, mos-
trando quanto se ha despendido com a mesma obra
Srs. redactores.E' bem certo o proverbio que
diz que. pelo dedo se conhece o gigante, esta ver-
dade se v bem patente na correspondencia, ou no-
ticias de Seriiihem, que Vmcs. inserirara na sua
Revista Diaria de 10 do corrente.
Quem nao v naquelle histrico fofo o proprio
Sr. Peres ? Nao era necessario, como nao foi, sua
a asignatura,
Davam-se irregularidades na qualificagao, que
all se proceda, o segundo juiz de paz quera que
sua vonlade preponderarse, apoado na polica de
seu Irmio, que faz poltica de aldea ; mas eis que
chega o ospalha-brasas, chama as cousas ordem,
reduz o juiz a figura de automato, e sua presenga
tudo emmudece : restabelecido assim o imperio
da lei marcham os trabalhos regularmente, porque
o homem direiio e nao quer saber de falsifica-
roes de acias, nein so prevalece de cargos policiaes
para influir em eleigoes.
E' verdade que este Hgurao de a-lda quer sem-
pre vencer, mas vencer em regia, e quando nao
coiisegue chura, mas de raiva I
De raiva sim, porque para elle indlerente ser
collocado em primeiro, ou em ultimo lugar, por
accordo de influencias ou por milagre e protecgo
de nina dolas.
Nao quero contestar as venlades do noticiador,
meu lim por ora mostrar que nao estou ceg
surdo, que conhego, eomo muila gente, a origem
dos louvores do prestante cidadao o Sr. Peres, e
que fico esperando as historias das Beclamag5es de
qualificagao que no seu tom habitual de ameaga
promette elle contar ; nessa occasio acompanha-
lo-hei como tor de sua vontade, dir-lhe-hei quao*
sao os postos de honra de cada um, e mais algu-
mas cousas que constituiro verdadeiros elogios,
sem serem os de bocea proarht,
O Seriiihnnhense
a semelhanle respeito como fr de lei.
respondesse S. Exc. que em ofllcio de
viuva, Boa-Vista
, Dia 23. mez sob n. 14, jhaviaacamaralhecommunicado
Isabel, .Pernambuco, 7 mezes, S. Jos convul-1 que ^^ aferca de seme,nan,e obra.
goes. .... ... ,ft Outro do subdelegado da freguezia da Boa-vista
Lourengo Custodio Jos Alves, frica, W annos, i Jo5|)Pacneco de QUHrga5 communicandoachar-se
soltero, Boa-\ isla ; phtysica pulmonar cxercjc0 do mesmo carg0 e prompto para o
Gregorio, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio que fosse do servigo pUlCo.-Que se respoudesse
i)M\ MCA. ^ i i, i.ip n ("iiiisr ^riprit*
Amonio, Pernambuco, 1 anno, S. Jos; dent.gao. 0u(n) do SQbde, j0 da fregue,ia de s. Jos, MsolaooMadepeadenrias Ihe fosse vendido por
,S/> liuhiu.. lir^.- ...miiiiiiiii,'m,In t..r milrailii un BU.WBIpUU rs.
conaram-se os bens, e deu-se-lhes valores.
Ohservaiam os herdeiros que o Sr. Oliveira que-
ra tudo por valores muito baixes. Passamos a
dar valores ao engenho e suas dependencias.....
65.-000000 rs., este valor causou grande emoco
de dissabor ao Sr. Oliveira, c houve entre nos al-
gumas conteslagOes, porque elle s quera que o
Anastacio, Pernambuco, 11 dias, Boa-Vista ; es-1 Jq5o ,,acheco A|ves','Commuuicando ter eulrado n
pasmo. ,_____.____ft1 ,_nne | exercicio do dito cargo em consequencia de havor
Joanua Mana da Conce.gao Pernambuco, 8J annos,; dado Q ofat> Q re ertivo proprietario.-
solleira, S. Jos ; dyarrhea. \ j ua| decjsao
Anua Francisca dos Santos, Pernambuco, 3 fe0utro do snbde,ejfado SUpp|ente da freguezia da
nos, casada, Boa-Vista ; elephautiase.
Anua Maria de Santiago.lPernambuco, 115 annss,
soltera, Santo Autonio ; velhice.
Felicidade Martha da -Cunta, Pernambuco, 37 an-
nos, casada ; Santo Antonio ; cancro.
Boa-visls, Decio de A(|uino Fonseca communican-
i do que tendo se apresenlado o subedelegado res-
: pectivo, deixra no dia 23 do corrente o exercicio
de tal cargo, e agradeca cmara a coadjuvagao
l que Ihe prestara para o desempenho de seus deve-
res. Inteirada,
Oulro do aferidor, informando sobre a peticao
que contra o mesmo fizera o Exm. baro de Muri-
beca ; d as razoes porque havia aprehendido as
ancoras de que faz menguo a dita petigo, e fun-
damenta as mesmas razoes com os rticos do rogu-
I lamento dado para a arrecadagao do dito imposto.
Mandou-se ao aferidor entregar as ancoras apre-
1 hendidas, eque ficasse na intellgencia de que as
nao podia reter sobre qualquer pretexto, e nem a
quaesquer otilras medidas, o que Ihe deve servir
de governo.
fiscal do Recife, informando favoravel-
reacia e moderaeco, como~arrcdar do si todas as
suspeilas do que syslematicameate quer ver-so llvre
da presenga dessos collegas ausentes para mollior
impor sua vontade.
I u Su .Dr.pi T.vno :Destas imputagoes que
me nao receto.
O Sit. Paula Uaptista : E' louvavol todo o valor
c energa no camprimento dos devores pblicos,
quando senao abandona, ou senao porde a razo. (J
dileinma, (pie licou exposto lilho da razao, con-
venc s-'in molestar a pessoa alguma: elle s pode-
r molestar o capricho. E, por tanto, voto pelo
rcquirimonlo. i Apoiados.)
A discussao lira adiada pela hora.
Continaagao da l* discussao do projecto que im-
pSe sobre ra|xciros.
0 Su. I'iiksidk.nti: :Tem a palavra o Sr. liuar-
quo.
O Sn. Biahoik :- (Nao devolveu sou discurso.)
Tendo dado a hora, tica a discussao adiada.
O Sis. Prksiuknte designa ordem do da e
levanta a sessao.
SESSAO ORDINARIA EM 22 DE ABRIL DE 1864.
PltESIDKNCIA DO SR. CONSELHF.IliO TRIGO DE
LOIREIRO.
A's i 1 horas da manhaa feita a chamada e
aebando-ae presente numero legal do senhores de-
butados, abre-se a sessc.
lida o approvada a acta da anterior.
O Sn. Primeiro Secretario d conta do se-
guinte
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do governo, remetiendo
a nota dos propietarios que residen! em suas ca-
sas colleetadat pela cnllectoria de Pao d'Alho, e
da importancia da dcima que pagam.A' quem
fez a requesgao.
Outro do mesmo, remettendo a imformago mi-
nistrada pelo inspector da ihesouiara provincial
cerca da pretengao do continuo da mesma thesou-
raria Jos Loiz Salgado Accieli.A' commissao
de pelicoes.
Urna petico de diversos collectores'da provincia,
pedindo a rvogacao da lei do orgamento de 1861
na parto em que reduza 9 or cento a porcen*
tageni_i|uo ellos percobiam pelo trabalho da arre-
eadaco das rendas provinciaes. A' commissao
de orcamenlo provincial.
Oniro de loao Carlos Cavalcante de Albuquer-
qne, eserivao de orphios do termo da Escada, pe-
dindo a reparacao do prejuiso que soffreu em vir-
tite do nina doliberago dosta assembla.A com-
missao do justiga civil e criminal.
Outro do bacharel Carlos Eugenio Douarche Ma-
vsgnier, pedindo que se Ihe mando payar a quan-
tia de 424200 que Ihe deve a cmara municipal
da villa do Cabo. A' commissao do ornamento
municipal.
E' lido c fica adiado o seguinte parecer :
A commissao de agricultura, commercio e
obras publicas, considerando de novo a petig o
des moradores as povoagcs do Lorelo, Piedade,
Oindeiase Corcuranas com M nformaces minis-
tradas pola ropartigao das obras publicas, com as
qnaes se nonforimoa S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, e de parecer que seja indeforida; visto
que segundo as nformaces citadas nao ha estu-
dos fettoc sobre a estrada pedida, pelos quaes se
possa saber ^nal a dirergao mais conveniente, e
qual o seu costo provavel, acrescendo a isto que
pelas posigoe* relativas das poyoagoej n o seria
rasoavel fazer pasear por ellas a estrada em di-
receo i estag o dos Prazeres, aehando-se leva-
das cm urna linlia aproximadamente pararclla
via fi.-rrea.
Quanto a partecomprehendida entre a estrada
do sul e a estago dos Prazeres, cominus o julga
que a pciicau pdc ser attendida 5 porm estando
isto provisto em um trabalno que a repartk;ao das
obras publicas se aeha preparando, nao convem
desde ja anticipar o seu juiso, e sim aguardava
concluso dos eludos a que so procede.
A commisso julga de seu dever declarar
esta assembla que a estrada a partir da povoag o
cima indicada at a c.-tag o dos Prazeres.deve ser
considerada como municipal por n o ser de inte-
rosse provincial, e somonte til aos habitantes de
una pequea parte do municipio do Recife.
i Sala das commissdes, 12 de abril de 1864.-
Catjipello,SUvelra Mo.Rego Barros, vencido.
UM POl'CO DE 111)0.
Concluimos do Sr. Cyrillo de Lemos as
PAGINAS INTIMAS.
Vil
Tudo o que vetn de ti; em que o teu olhar se
lita ; que roca a barra do leu vestido, sagrado, e
santo para m'im. Trago sempre comigo aquella
llor que me dste ; de vez cm quando liro-a para
beija-la, e a pobre florinha admira-se talvez de
verme cobri-la de beijos e festeja-la tanto ; que Outru do nscat uo cene,
eu pens : talvez os seus dedos tenham tocado esta' mentc a pretengao de Vctor Grandim, sobre ser
peala : talvez o seo hlito tenha batojado esta to-; dispensado do pagamento do imposto da casa que '* o valor de 4o.0005 Ihal
Fez-se pausa ; de tarde foram todos os herdeiros
com algumas pesadas do fura passar algumas ho-
ras no engenho Papagaio (dependencia de Ferri-
coza, e que meu cunhado Jos Candido das So-
ves por contrato com meu sogro e annuencia com
alguns herdeiros levantou) e depois do regresso
para Ferricoza redigioo Sr. Oliveira o documento
que se segu, e assignou com os nossos dous cu-
nhados Lourengo e Jos Candido s 11 horas da
noite do mesmo dia, em que se relacionaram os
bens : depois das tres assignaturas contidas no
mesmo papel, foi-me este apresenlado para eu as-
signar.
Retlexionei com bastante prudencia c criterio
na redaegao sagaz em que estao concebidos os
sete artigos, e disse ao portador que semelhante
papel eu nao prestava a minha assignatura, por-
que eu nao convinha na diviso dos bens sem que
os credores fossein attendidos as partilhas, por-
que o Sr. Oliveira nao fallava nos mais credores,
e s consagrou o terceiro artigo, exclusivamente
para si, como herdeiio e credor, ca respeito dos
mais credores, nada dizia : que tambem nao con-
g 3." Uma dita para conclusao da igreja de mi... Se ella ao menos dissesse a verdade na fora oceupada por Martinho de Oliveira Borges
Sossa Senhora da Penha de (ameloira do termo de sua signioagao!... Sem pre-viva!... com toja de fazendas.Deferio-sc.
Serinhaeni Acredia-me, Paulina ; talvez umerimeoque, Outro do mesmo, Informando sobre oque requer;
t 4." Urna dita em favor da igreja de Santo te vou dizer, mas a culpa nao n'a tenho eu. Amo- pedroMuller & Souza.deser exonerados do impos-;
Amaro das Salinas da freguezia da Boa-Vista. te contra a minha vonlade : amo-te porque nao ^ m se acj)a a dcver a casa n. 17 da ra da Guia,
c 5. l'ma para o cemiterio do tngazeira. 1 posso deixar de amar-te ; porque sou obrigado, ode outr'ora fora cocheira.e nella pretendem ago-
0." l'ma dita para conslrucco de um cemi- eonstrangido curvarme dianle de ti, e prestar-te, ra os supplicantos estabelecer um lalho de agou- \
nao esse culto banal que chamam impropriamen- gue; declara ser exacto o allegado pelos supplican-
te amor, mas uma adoraco sem igual por ser uma tes.Detono se no sentido da informagao.
loucura... I Outro do fiscal da freguezia da Boa-vista, mfor- lh tombein arl.gos, ao que nao
Qoeres saber como eu te amo_? Ouvo. I mando o requerimento, no .pial Francisco Gomes' cidade porque nao vira preparado
Havia cinco annos
nos transes mais crois
i extincta em mim a
depois que te amo tenho chorado multas vezes ; enllocada em terreno perlc
tenho derramado lagrimas do sangue, que me es- n. jiz qU(! examinando o terreno de que se traa, rr0(iorps dn m, i soro
caldam os olhos as tongas noites de vigilia, que I reconheceu que por ali niio ha trans to pubbco co-1 *SJ* "-*fJ 'SJ^St
torio na villa do Bom-Conselho.
7.- Uma dita a favor da irmandade acad-
mica de Sossa Senhora do Bom-Conselho dcsta ci-
dade do Recife.
S 8." Tres ditas em favor das obras das ma-
trizes de Granito, Ouricury c Santa Maria da Roa-
Vista.
t 9. l'ma dila para composico e impressao
dos trabalhos biographicos o histricos a cargo do
eidaclo Anlonio Joaquim do Mello.
t Art. 2. Revogadas as disposicods cm con-
trario.
Art. 1." Ficam desmembrados da comarca de
Tacarul e portcncente ao tormo do Villa-Bella to-
das as fazendas c mais territorios comprehendidos
no sitio denominado I.aga do Martinho, extrema-
do pelos seus antigos e primitivos limites, quando
era propriedade do referido Martinho.
Art. 2." A freguezia do Divino Espirito Santo,
de Pao d'Alho, lica dividida em dous districtos do
paz.
1." O primeiro districto comprehender todo
o territorio que fica do lado direito do rio Capiba-
ribe a partir da sua nascente.
2. O segundo dkirlcto comprehender lodo
o lerritorio da margem esquerda do mesmo rio Ca-
pibaribe.
Art. 3." A freguezia de Ipojuca fica dividida em
dous districtos de paz pela estrada real que vem
do Recito, principiando do Engenho do Meio al a
ponte do engenho Trapiche e d'ahi passando pelo
alagadigo de Pindobinha al o engenho Genipapo,
onue limita com a freguezia de Sorinhem.
c 1." O primeiro districto cqmprehender todo
o territorio do lado do norte e poente da referida
estrada.
2. O segundo districto comprehender todo
o territorio do lado do nascente c sul da mesma
estrada.
Art. 4 Ficam revogadas todas as leis e reso-
lucoes em contrario.
Entre as reformas bavidas na gestao interna
da Casa dcDetencao eque tem sido postas em eie-
ruco pelo seu digno administrador o Sr. Dr. Rufi-
no Augusto do A|meida, prima sem duvida a pra-
tica dos actos religiesos, que tanto concorrem para
se relormar os coslumes e amenisar as vicissiludes
da vida. Aquelle Sr., alm da missa nos das
obrigalorios e prdicas, tem promovido naquella
casa os exercicios do Mez Mariano, coma maior
dedicago, e compungo que se pode desejar em
semclliantes actos.
Foi capturado pela delegada de Goyanna
Francisco Pacs da Silva, processado por ferimento
lou para se Ihe vender o engenho, c quo eu nao
assignava semelhante escriptura. Quo tambem
nao convinha no artigo que est consagrado para
a divida do herdeiro Lourengo sor rateiada por
lodos os herdeiios, menos elle"Olivcira, que so ex-
cltiio de semelhante condicao.
Entend eu que dova refutar semelhante accor-
do, (dosaccordo Ihe chamo eu) e ratinoar-ffle o quo
ou quera para com o Srs. credores, o>tipulando-
dou agora pobli-
porqne nao vim preparado para semelhan-
te ermergencia, e por isso somonte don boje prn-
igao e conlinuarei em seguida,
do desabrimento c ms ausen-
ten! mimoseado e apresenlado
com cores negras, desconecituando-me para com
PUBLICARES A PEDIDO.
ATTENQAO.
Os crioulos Severiano e Delpaina (trido c im>-
Iher), tendo sido escravos de Joao Pereira de Lu-
cena, foram libertados pola viuva do mesmo Luce-
na D. Anna Rosa de Moura, com a condigo unir
de serv-la emquanto ella vivesse Os mesmos crion-
los ha 4 annos que servem a sua senhora e liber-
tadora, sem dar-lhes motivo de queixa; entretanto,
pjr causa sem duvida de alguem que malficamen-
te influe sobre ella, pretende a mesma sua liberta-
dora vende-los, tendb-os aqui no Recife para este
fim I
Sao pode este procedmento merecer o apoto de
pessoa alguma, e menos das autoridades; pede-se
portanto que niuguem o apoie, afira de que tal
venda se nao realise, porque ella ser nulla ; e
nao sendo ella feita, eviu-se uma demanda, da qual
pode muito bem provir a perda do valor que al-
guem porveutura der pelos mencionados crioulos.
Para que nao baja duvida sobre o que fica dito,
publica-so abaixo o titulo de liberdade, do qual
consta acbar-se elle langado as notas do tabelliao
Vieira de Mello, do Limoeiro.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da comarca de Li-
| moeiro.Diz Joaquim Theodoro de Vasconcellos
Araujo, como curador ad hoc de Severino e sua
mnlher Delphina, crioulos que a bem do direito de
(tilos seus curados se Ihe faz preciso que o eseri-
vao Vieira de Mello em vista dos autos de deposita-
dos mesmos seus curados, certifique verbo ad
verbum o theor da carta de liberdade que Ihes foi
oulorgada E assim pede a V. S. deferimento.
E. R. M.
D-se-Ihe Limoeiro 7 de julho de 1862.Res
Luna
Luiz Paulino Vieira de Mello, segundo tabelliao-
publico do judicial e notas, eserivao do crime e
civil vitalicio desta villaecomarca do Limoeiro,
provincia de Pernambuco, por S. M. I. e C, que
Dous guarde, etc.
Certifico que revendo os autos de deposito de
que faz menguo a peligAo supra, delles consta o
seguinte :
Digo cu abaixo assignado que entre os mais
bens que MMOQ, e bem assim um casal de escra-
vos, crioulos, casados, Severino, com idade do 15
annos, e Delphina, com idade de "^0 annos, enjos
escravos houve por meiago do unailo meu marido
Joo Pereira de Luceua, e como os pussuo livres o
desembargados de qualquer divida judicial, muito
de minha livre vontade e sem algum constrangi-
ineuto pelos bous servigos que me tem prestado e
pelo amor de Dos a ambos mando passar carta de
liberdade, advertindo, porm, cora a condigno de
me servirem durante a minha vida, e poderao go-
zar de sua plena liberdade depois de minha morte
e tora desta condigo licam forros, e forros os con-
sidero como se forros sahissem do venlre materno ;
o para que possam gozar de sua liberdade, pego s
jusligas tle S. M. I. e C, a quem esta fr apraBn-
do-lhe. deem inteiro vigor ; e por nao saber ler
nem eserever pedi Jos de Barros esta por mim
passasse e por mim assignasse.
Allinho, 26 de dezombro do 1860.Como tcste-
miinlia que esto passou rogo da forrante, Anua
llosa de Moura em presenga das testeinunhas abai-
xo assignadas.Jos de Rarros Lins, Basiliano do
Barros Corroa.Candido Jos da Silva.
(Eslava reconhecida e sellada.)
Iteneo
passo pensando em ti, e nos obstculos, que so op- mo allude o snpplicanto; em consequencia dos ter -
renos, alm do do estaleiro acharem-se amda em | ^^JUSi^S**
[mem ao nosso amor
De cada vez que considero esees obstculos ter- alagado, sendo porm o transito pelo lado das casas
riveis, sinto uma sultocago tal que some-se-me a de Antonio Jos Gomes do torreio; pelo que pare- u
voz, affjgam-se-mc os olhos em pranto, e p<-nso que ce-lhc altendivel o pedido do supplcanle. Que
vou finalmente raorrer ; mas ah a morte que voltasse ao fiscal para informar seo terreno de que j
tanto almejo; a morte quo seria uma recompensa se traa (mblico ou particular,
para mim, que eu receboria de mos postes, como \ requerimento de Francisco Bolcllio de Andra-
sornso nos labios, coujo um dom celeste, a morte de, arrematante da obia do aterro da praga do
s fiara os felizes I. T. Hospicio, concedeu-sc mais oito mezes de proroga-
Entretanto dizes que me esquecerei de ti, porque cao para a conclusao de seu contrato,
vivo entre mil mocas seductoras! Seductoras sao, Despacharam-se as petiges de Antonio Augusto
verdade ; mas como poderei eu ama-las so te de Araujo Guarita, baro de Muriheca, Domingos
conhego? Jos Barboza, Francisco Bololho deAndrado, Fran-
Muitas vezes tenho sido chamado homem de gelo cisca Gomos da Silva Saraiva (2), Jos Joaquim
por mostrar indillerenga s encantadoras bellezas, Alves, John Donely, Joaquim Barboza de Olivcira,
que vejo por aqui; insensatos I querem que um j ?s Ferreira Coelho, Joaquim Jos dos Santos,
o sol de porto, se extasi Jos Joaquim de Pinho Mondonga, Jos
to-
oceurrencias que se tem seguido, docu-
mentando tudo.
Pego-lhes, Srs. redactores, queiram dar pnblici-
dade a esta fiel narraco, bem que escripia em
linguagcm de matulo, c* muito obrigaro ao seu
constante leilor.
Antonio Jos Gomes.
S. 1.
Sos abaixo assignados temos concordado proce-
dermos amigaveluiente o inventario o part lita da
hiranca, ()ne nos ha de tocar pelo fallccimento do
tz de um reverbero I Mas eu os descul- Ferraode Figueiredo,Joo Augustode Lomos Duar-; l0""V'-*-'*}",'.";. ,,.' ,mi
nao le conhocem ; porque, como eu, te, Joaquina Dativo Tollos de Souza, John Gates, \:' ^reaiirateiada> proporcionalmo
leslumlirados pela la belleza divina, e Luiz de Moraes Gomes Ferreira, Manoel Victor de ^. I^Vn, h% i i?-' v erivos
nte todas as
2." Serem divididos os escravos por lodos os
homem que j encarna ( i "osso eai 0 sor Luilren^ Jos das Ncves com as
Oante da luz
no, porque
nao foram desluml. _
nao sentiram-se inflaminados pelo fogo ardenle dos Jess da Motta, Manoel Antonio Dias, Manoel Al-
teus olhos, nem se eleclrisaram ao sora da la voz, ves Ferreira, Maria Escolstica Semeana de Fre-1 nerueiros.
julgando ouvr uma msica celestial. \ tas, Pedro Muller Se elles, como eu, tivessem observado o teu ros- Santos, Tliomaz Joo das Noves, Victor Grandin, e I
to de fada tanto no prazer ruidoso como na doce |evanlou-se a sess-o.
melancolia, ora se expandinde como a flor do baile!
aos beijos voluptuosos do sereno da noite, ora se a
recolbendo em mudo pensar como a casta sensiti- Heuriques da Silva.Mello.Reg,
va : se tivesem visto teus olhos negros, volvendo-, .
se rpidamente, despedirein scenlolhas fulgidas
como bnlhantes de mil facetas, ou ento, pensati-
vos, langarem apenas de longe em longe hmidos
e tremulanles raios ; so tivessem sentido um ins-
tante a vida botar-Ibes no peito expontanea e vigo-
rota ao desabrochar de um teu sorriso, e notassetn
dopois quo o alent ia-lhes faltando pouco c poiico,
medida que teus labios se cerravam; como o
viajor sent o desanimo invadir-lhe a alma quando
v o nenuphar esconderse as aguas ; como nao
invejariam a minha sorle, o quantos perddes nao,
me pediriam da injusliga que me leein fe[to
Nao ha duas Paulinas no mundo.
3." Ser aquinhoado o herdeiro Francisco Xavier
de Oliveira, exclusivamente no engenho Ferricoza,
assim como, que Ihe ser papa qualquer quanlia
El, Francisco Canuto da Boa-Viagem, secretario | te W o mesmo senhor fr credor do casal no re-
subscrevi.-Barros Rogo, presldente.-Gamero. rend engenho.
4.' Que se tem estipulado valores para todos os
bens do casal, como consta de uma relago que
existe na mo do herdeiro Lourengo Luiz das Ne-
vos, assim ionio dos engenhos Ferricoza e Papagao
CORRESPONDENCIAS.
Srs. redactores.Acho-me na idade de 65 annos
sem que em todo este grande periodo me fosse pre-
ciso recorrer jornaes, (salvo para pequeos an-
nuncios commerciaes) porque procurei sempre evi-
tar occasoes de carecer oceupar a altengao dos
seus respeitaveis leitores Sinlo, porm, hoje ver-
me na dura precisao de trazer para o dominio e
conhecimento do publico, negocios que eu live sem-
Tu s uma pre em vistas conserva-Ios no mais profundo si-
daqnellas raras perfeiges, que o Creador se esme- lenco : pois o caso. ......di en-
era Luiz de Barros, acontecido no termo de Igua- ra Pm faier de secuto em secuto, para nao perder I Tendo fallecido o meu presado e respeiiavej .0-
-< ..---- J... I ...I ..^. ~ ___j.. lu-" ...... ... I ............ 1.. ..'. A*m Xtiir.1.1 nm *. IIP lUlPIrO (le
assu', lugar das Tres Ladeiras, no anno de 1855.
Tentando Wenceslao Bispo de Araujo assas-
sinar ao Sr. Manoel Francisco de Amorim, foi pre-
so as Cap-ieiras polo m Alexandre de Barros de Albuquer'ue, que Ihe ins-
taurou o competente processo.
Em um dosses das deve realisar-se o con-
sorcio daorpha Isabel Maria como Sr. Francisco
Maestral!, subdito italiano, com fabrica de chapeos
de sol a ra do Quemado desta cidade.
noiva foi creada no respectivo rcllegio, era
cargo da Santa Casa de Misericardia, desde seus
mais verdes annos ; e alm de uma agradavel
presenga, docilidade e mais predicados constituti-
vos de uma boa nii de familia, possuc uma voz
anglica que, aprnveitada convenientemente, fa-
la-hia urna cantora de ment. Ao noivo, pois, feli-
citamos pela acertada escolha que fez, desejando 4
ambos todas as felicidades.
Begstrando esta notciaJJque se refere umaor-
phaa educada naquelle po estabelecimento, nao 1
podemos deixar de encher-nos de prazer, por ver
qne a boa educaco que naquella casa se libcrali-'
sa, vai dando bons resultados, como tem acontec-1
do em Portugal, onde nao raro ver que homens 1
abastados toinem por esposas meninas expostas, ji.
por promessas feitas em prigo de vida, e do que '
escapam milagrosamente, ja por sympathia da lir-:
meza de educagao que se d uessas casas. Prasa '<
Deus que semelhanles exemphs sejara imiudos 11
o molde do bello.
Socega, pois, meu aojo
ler rival.

I gro Lourengo Jos das Seves em 25 de Janeiro de
Niio leas, nem podes 1862, tinham seus seis herdeiros de proceder-a.in-
ventario e-partilha dos bens de seu casal entre si,
sendo eu o genro que morava no engenho Perneo-
P. S.Agora que acabei a publicagao das pagi- za com elle desde 1847 ; quando elle fez a sua mu-
as intimas, vou justifica-1 as, mostrando a sua ra- danga para a provincia das Alagoas alguns oas
zoo de ser ; por isso direi que sao fragmentos de j depois que meu cunhado Lourengo Luiz aas i>e-
um romance indito. i ves communicou aos nossos prenles e amigos o
Fago esta declarago porque algumas pessoas passamento do dito nosso pal e sogra, cu me din-
tem Ihes dado uma interpretago diversa do que g tambem aos Srs. Luiz Pedro das Heves e fran-
cisco Xavier de Oliveira, convidando-os para pro-
cedermos inventario amigavel dos bens, que dei-
xou o sobredito nosso pai e sogeo, e como eu sabia
ellas na realidade significara.
0 SY. J. B. B. C. pede-nos esta publicagao
ANCDOTA EPIGRAMTICA.
Estava doente um padre
De uma idade j cresnda,
E prestes trans|>orlsr-se
Desta para a melhor vida.
Manda vir dous escrivaes
Que junto si faz sentar:
E dopois de grande pausa
Assim comega a fallar :
Vivi sempre como Christo
Neste mundo de illusocs :
Quero acabar como Christo
Morrendo entre dous ladroes.
que elle tinha pouco lempo antes do seu passa-
mento feito nesta praga um grande endosso de let-
tras ao nosso referido cunhado Lourengo, exig e
lembrei que quando elles (o Sr. Oliveira e Luiz
Pedro) fussem para fazer o inventario, que .convo-
cassem os credores do finado para por si, ou por
seus procuradores irem assistir ao nosso inventa-
rio para vista do estado da massa cntrarmos cm
alum roinmum accordo, ou darse aos mesmos
honrados credores pagamento no acto das parti-
lhas.
Nao dou publicidade as cartas de communica-
SSo e convite a que cima me reflro, porque nao
eixei copia dellas ; appello, porm, para a honra-
dez do Sr. Oliveira, e dos herdeiros do finado Luiz
Pedro das Seves para darem publicidade s ditas
carias.
-.iiciiC
Xarope alchooVco do veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos, ostabcle-
cido com botica na ra Direita 11. 88 om I'ernain-
; buco.
Este xarope o incontestavclmcnto superiorato-
dos os xaropos depurativos, de cuja composigao
o seu maior elemento a salsa parrilha, pois que se-
tena conbecido ser o veame mais enrgico para a
prompta cura das molestias, cuja baso essencial
depende da puriftcagao do sangue : assim pois so
lern verificado por m'uitas pessoas que se achavam
desengaadas, as quaes acnam-se boje restabeleci-
das com o referido xarope aleboolico do veame .
entretanto quo alguns, tendo usado do xarope de
Curinier, de Larroy, do salsa parrilha, de sapona-
ria, oleo do ligado de bacalho, c ontros agenti^s
dosla ordem nada eonseguirain. elle de fcil
digestio, agradavel ao paladar e ao olfato. Alguns
mdicos dosla cidade e da do Macei o leem re-
eommendado para a cura das
Impigons, tinha, escroplutla,
Tumores, ulceras, escorhulo,
Cancros, sarna degenerada, tluxo alvo.
Todas estas afleeges provem de uma causa in-
torna; nao ha pois razao alguma em crer que el-
las so podem curar cora remedios externos. Tam-
bem se prescrevo o xarope alchoolico ae veame
para o tratamento das alToeges do systema nervo-
so e fibroso, taes como :
Gotia. rhenmatismo, paralysia.
Dores, impotencia, esterilidade,
Marasmo, hypocondria, emmagrecimento
O xarope alchoolico do veame sobretodo, da
maior ulilhlade para curar radicalmente, e cm
novator de 45:0005, 'inclinado-so algumas partes pouco lempo o rheumatismo.
de herdeiros quo j existiam no dito engouho de
Advorlo-so que o verdadeiro xarope s se vende
nesta cidade na botica cima indicada do abaixo
assignado ; e em ouira qualquer parto que se tem
annunciado nao da mesma composico, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranhos.
No mez de abril prximo (Indo fui ataca-
do de urna fehte, <|tie pelo mo carcter
que; apreseiUoii na invaso fui logo subrnet-
tido ao tralnmento de um medico.
Aos nieilicainenlos aplicados cuidadosa-
mente por esse hbil professor zombou a
molestia, que marchando acelerada em pon-
eos dias se manifesiou incuravel, e como tal
fui desengaado pelo meu referido assisleu-
le, que classilicou-7 febre typlioide e acon-
sehou a minha familia para com presteza
me preparar dos soccorros espiritttaes, que
a morte era iufallivel. Nesle estado afflic-
, tivj os metis prenles quizeram escotar o
suas P^s\S^l^^^^!u'ti-no -^^0, e para esse lim chamaram
Jos Velloso Soares, como nosso maior aggressor,' ao illuslre homeopalna 0 br. Augusto Xa-
para por intermedio ser publicada no Diario de vier de Souza Fonseca, e com quanto este
Pernambuco. Estando eu boje par deste jogo in- jeclarasse que o meu mal no grao em que
fernal.que soV. S. o tem movido... nao quero mais menravcl ia tmlavia annlirar rriP-
que esta correspondencia seja publicada, pois nao .eslava ei.i incuravel, ta loilavta appnca me-
acbo razo alguma para isto, por cuja razo entre- dicamentos por assim aconselbar a cartuade.
gue dita correspondencia ao portador desta que Com prazer afflrmo, que logo com a pri-
0 meu mu digno compadre e amigo Anlonio Jos meiradjse a mortfera febre declinou.COm 3
Gomes, a quem previno quo nao Ihe entregando rt(mnil;, ,pr..pir1 M\mir; minhas faculila-
dila correspondencia que mande publicar esta no segtina e tercetra auqu n minnab latutua-
Diario para scioncia do publico, pois nao don mais des mtellectuaes, sabendo ja produztr o que
o meu consentimenlo para publicidade do dita cor- pensa va, e assim por (liante at completo
Ferricoza.
5.' Ter de ser nomoado d'enlre os herdeiros um
quo se incumba das cohrangas, para o quo Ihe ser
marcada uma porcentagem.
6/ A divida que ocas.d tem do pagar pelo her-
deiro Lourengo Luiz das Seves ser rateiada entre
lodos os inleressados a excepgo do herdeiro Fran-
cisco Xavier de Oliveira, tirando o mesmo senhor
Lourengo Luiz das Nevos obrigado a pagar-lhe logo
3ue suas pircumstancias op.-rmiitam, liypothecan-
0 todos os bens para garanlia dos mesmos.
7.' Todos os herdeiros sao obrigados a cumprir
fielmente tudo que lira dito cima, ficando sujeito
a pagar uma multa do 6:000i aquelle que se ai re-
pender do presente Iralo.
EHgenho Ferricoza, aos 16 do mez de fevereiro
do anno de 1862.Jos Candido das Seves.Lou-
rengo Luiz das Neves.Francisco Xavier de Oli-
veira.
(Eslava reconhecido e sellado.)
S. 2.
Illm. Sr. Francisco Xavier de Oliveira.Em con-
sequencia de diversas cartas suas, dirigidas mim
em desabono de nossos credores, acreditando em
respondencia.
Sem tempo para mais, sou de V. S. o mesmo
Antonio da Rocha Vanderleg.
12 de maio de 1864.
reslabelecimento em que me acho, gracas
Dos. Durante essa milagrosa cura o Sr.
Augusto nao perdeu tempo, niio descancou:




Piarlo Ae Permnmhn-n ... Te rea feirs t4 i> Malo H-iH%.
1
i
*;
a salisfaco Jra-se em sen semblante, e ludo
isso fez wrTn cspertmra de paga por sso que
linlia sciencia de minha nimia pobreza.
Se pois a falla de recursos pecuniarios
me priva pagar a lio hbil professor, meu
coiac/io supprindo esse deleiln vem pelo
presente declarar-sc eternamente grato a lio
prestimoso cavaliieiro.
Maio Io de 1864.
Urissino Gervazio Carneiro da C. P.
ECLABICOES.
Santa Casa
.lo
da Misericordia
Heelfc.
A Illm." junta administrativa da Santa Caga da
Misericordia do Recife manda faxer publico, que
no da 27 do crrente pelas 4 horas da tarde ua
sala de suas sessoes tem de ir praga as rendas
das casas abaixa declaradas, os licitantes devein
comparecer acompanhados de seus fiadores ou
munidos de cartas djstes.
Patrimonio de orpuios.
Rua do Imperador.
N. 2 particular e 81 publico, dous an-
dares.
itistincSo acadmica.
A' proposito de um contra-protesto saludo hon
(ein no Diario, duas palavras. dares. 1:202:000
S o imbcil procura essas distinecoes que re-' Largo do Paraizo
pupa com o Lom senso. ', N 4 di(0 e jk, rtl0i d0Us andares .. 9025000
So o pobre do espirito, aquelle a quem a na- RUa das Larangeiras.
tureza negou o dom de pensardeixa-se levar $ 5 dlt0 e 17 dito, casa terrea '.. 205,5000
por mu futilidades da vida. Ra Velha.
O acadmico que pensa e espera, procura dis- n. 8 dito e 32 dito, casa terrea.. .. 2O4OO0
tinego no trabalho, quer ser conhecido pelos seus Ra de S. Gonzalo,
fetos nao peto seu habito. '< ^. jo dito e 22 dito, casa terrea .. 1835000
O mais querer a escravido do goste, depois !" Ra do Pires,
da escravdao do ensino. N. 13 dito e 39 dito, casa torrea .. 1045000
Nao basta o bedel e os 39 pontos, preciso RUa da Lapa,
ainda a batina N. 40 dito e 11 dito, casa terrea.. .. ICOJOOO
E depois, autor do contra-protesto, j que se : RUa do Vigario.
finatisou pela dstinegao acadmica, creasse um n. 72 dito e 27 dito, dous andares .. 6035000
tigurino que representando a jurisprudencia, ca- ; Rua da Senzala Velha.
raetertame o futuro jurisconsulto. iN. 78 dito e 136 dito, dous andares.. 6515000
o contrario querer confundir o executor da n.80 dito e 132 dito, dous andares.. 4105000
h'i, rom o purilicador das almas; e escarnecer ^. 81 dito e 18 dito,casa terrea.. .. 192,3000
do vigario do Chrsto rindo-se da mocidade. N. 82 dito e 16 dito, casa terrea.. .. 2015000
E' o que ba-tapara saber-se o que pensamos a RUa do Pilar.
respet den idea que parece esquecimento. N 91 ,jt0 e 105 dito, casa terrea..
Recife, 24 de maio de 1864.
lu de muitos.
Vai no Oa 23 do torrente ubtM 9 horas da
manhaa em praca na porta do juiz de paz do se-
gundo districto da Boa-Vista, para se arrematar
um cavallo alazo.
No dia 27 do corrente mez depois da au-
] diencia do Illm. Sr l)r. juiz de orphaos tem do ser
arrematado pela ultima vez a r>-nda annual du si- '
tio denominado Viveiro do Munu, sito na rua Im-
perial.
A praga da casa n. 22 da rua do Tambi, fl-
cou transferida para terga-feira, hoje, s 11 horas
na sala das audiencias, perante o Sr. Dr. juiz de
orphaos.
Correio geral.
Pela administragao do correio desta ridade se
LBILOES.
LEIL50
DE
AVISOS DIVERSOS.
Queijos loiuYiiios, fogo da China, pre-
suntos para fiambre, rumo americano
em chambo ele e 10 barricas coiu
fariiha de trino.
HOJE.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
faz publico, para fins convenientes, que em virtude. dodisposl. noarl. 138do regulamento geral dos )u.cjos londnnos 40 ca.xas com rogo da China, 8
crrelos do 21 de deiembro de 1844, e art. 9 do caixtnhas cada urna de fumo amen-
decreto n. 183 de 15 de maio de 1851, se procede- Jano em ***? dita com 4 grozas de magos de
r o consumo das cartas existentes na administra- fumo americano em chumbo, 3 caixas com lijlos
gao, pertencentes ao mez de maio de 1863, no dia P->r impar facas 161 presuntos para fiambre, 10
N. 92 dito e 104 dito, casa terrea.
N. 94 dito e 99 dito, casa terrea..
"- N. 97 dito e 10 dito, casa ter(tia..
Pastilhas vermfugas de Kenip. x. lOOditoe 104 dito, casa terrea.
('.nangas atormentadas por vermes podem ser N. 105 dito e 94 dito, casa terrea..
alliviadas com urna s dse de pastilhas vermfugas ltosarinho.
lesas de mais no seu gosto para sercm regeitadas. Mirueira.
Estas pastilhas sao multo procuradas por quatro N. 4 dito, sitio........' .. 5
motivos ; ellas nao contm mineraes, nao precisam Estabtlecimentos de earidadr.
depois de prgame, effecluam o que se desoja sem nna de Nogueira.......5905000
causar dr, as enancas estao promptas a tomar Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
mis do que marca a receita. cife, 20 de maio de 1864.
O escrivo,
1635000
1631000
2545000|
1625000
1635000
1731000
i de junlio prximo, s 11 horas da manhaa, na
porta do mesmo correio, e a respectiva lista se acha
desde j exposta aos interessados. ,
Administragiio do correio de Pernamhuco 23 de
maio de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranga.
Corris piral.
Pela administragao do correio desta cidade se
faz publico, que em virtude da convengao postal,'
celebrada pelos governes brasileiro e francez, se- f
rao expedidas malas para a Europa no dia 30 do
eerreote mez pelo vapor francez Guyenne. As car-
tas sero recebidas at 3 horas antes da que for
marcada para a sahida do vapor, e os jornaes at
4 horas antes.
barril com carne salgada indo muito novo : terga
feira 24 do correte pelas 10 horas da manhaa no
armazem do Annes defronte da alfandega ; na
mesma occaso 10 barricas com farinha de trigo.
Associatfo Typographica
Pemambucaua.
Quarla-foira 25 do corrente, s 7 horas da noite
haver sessao extraordinaria do coselhe director
no lugar do costume.
Kecife, 24 de maio de 1864.
Jesuino Francisco Regs,
____________________1 secretario. -3
Instituto Archeoogico e Geo
grapkico Periiambucano.
llavera sessao ordinaria sexia-feira 27 do
corrente, s 11 horas da manlia,
Secretaria do Instituto, 3 de maio de
1864-
J. Soares d'Azevedo,
^^ Secretario perpetuo.
(I SACIIOSANTl F. FjXMKNCO .
CONCILIO DE TKENTO
Km l.itlin e prtfnsnex
DEH1CAOO F. CO.\SA,lAOO ,
Ass lllnstrissiinns e BrTorcnilissimos ltsl
ARCEBISPOS E BISPOS
i>\
4-III J \ l,l*ITA\l.
NOVA EDICAO
2 Miliiines iMir.-i 'ernalos
Est nos prelos da casa do Srs. Antonio Con
calves Gotearles A C do Rio de Janeiro, e ^
Signa-se em lVrnambura na livraria detiuimare
& Oliveira, rua do Imperador n. 54.
I
'
r
0 cirurgiao Leal mudoui -
PARA AI.l'Alt.
Aluga-se por prego commodo a casa da rua.Im-
perial n. 213. com boas aeommodagoes para eran-
do familia : tratar na padaria da rua Direita
e. 84.
Em conlifluacoc para liquitacao
DE
Miudezas e perfumaras.
Thomaz Teixeira Rastos, tendo de ir Europa
tratar de sua sade far leilo eiu continuagao,
Francisco Antonio Corroa Carduzo convida
-. i i aos seus credores a virem receber o primoiro pa-
a SUa reSlUCnCia da rUa dO gamento de sua concordata no dia 24 do corrente
' i lu i 1 o A nc funn"',."ao da rua do Rrum n. 84, devendo eesn
vJUeillia(10 para a rUa flaS oceesISo apreseniareo seus ttulos para ser anota-
C,rU7W Hfthtfu\(\ n ^fi do o dito pagamento.____________,
-V1U^C3 JSUUldUU II. OU, pil- Aluga-se o segundo andar do sobrado do bec-
Asi co Largo n. 1 r., por prego commodo : a Miar no
W mesmo lugar loia do barbeiro. na mes
meiro audar, por cima
.Nenhuiiia mi que j as tenha experimentado
urna vez, quer oulro vermfugo na sua casa.
A* venda por todos os primeiros droguistas no
imperio, e em Pernambuco por Caors & Rarbosa e
J. ua C. Hrav(. & C.
CQMME2CI0.
F. A. Cavalcanti Cousseire.
COMPANHIA
DO
No escriptorio da mesma companliia d>s-
tribne-se com os Srs. accionistas os folhelos
impressos confendo os trabalhos decorridos
Parnambuco paga o 12 divP no semestre do Io de novembro do anno
prximo findo 30 de abril do corrente, e
que foram lidos e approvados na sessao da
527:4225126 assemblageral de 21) do crtenle.
4-.325180 Escriolorio da Companhia do Beberibe,
-------------21 de maio de 1805.
0 escriturario,
Marcolino Jos Pupe.
NOVO H1C0 E PEttN.lHBICO.
O novo banco de
desdo a razao de 9 por aego.
Alfandega
Renlimento do dia 1 a 21........
Mera do dia 23.................
Administragao do correio
maio de 1864.O admnittrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Crrelo geral.
Pela administracas do correio se faz publico que
as malas que deve'conduzir o vapor coslero Sla-
manguape com destino aos porlos do sul at Ma-
ce somente, fecham-se amanhaa 25 do corrente,
s 3 horas da tarde em ponto.
de pernambuco 23 do I E^J&ft ? rintor^^d? agente Pimo! armazem Progressista, aon- \ ST
' M aa de difTerentcs miudezas e um completo sortimento i i_ *
acreditados de o acaruo
ugar loja
ra-sa urna canoa para familia
elil
na casa
bom es-
de difTerentcs miudezas
de perfumaras dos melhores e mais
fabricantes em seu armazem exposigao de Londres
ua rua da Cadeia n. 60.
Principiar as 10 horas em ponto.
LEILAO
iio.ii:
como sempre
fissao, chamado por escripia.
THEATRO
DE

Moviiiicuto da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
c i com gneros... 454
Volumes sabidos
com
com
fazendas..
gneros...
74
64
Oescarregam no dia 24 de maio.
Sumaca liaspanhola Talivinhos.
Rana inglezaAneur Jdle farinha de trigo.
Barca nglezaNethaion bacalho.
Lugre dinamarqueziVeobnofarinha de trigo.
Barca fraeeen Hw'rt Denisdiversos gneros.
Brigilfl portugiiezFlnrinda -idem.
liana americana Hoccardfarinha de trigal,
Recebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambueo.
Rendiraento do dia la21........ 21:7095872
dem do da 23................. 1:6795018
23:3885890
Consulado provincial.
Rendimentodo dii 1
demdo a 2!.
62:3335402
3:45-5720
65:7925122
MOYMENTO DO PORTO.
NUDKM mirados no da 23.
Jlio Grande do Sal 16 das, patacho nacional
SakipHedt, de 229 toneladas, capitn M;inoel
Jos Machado, equipagem 12, carga 13,000 ar-
robas de carne ; a Mua & Espirito Santo.
Barcelona45 das, sumaca hespanhola Talia, de
112 toneladas, rapito Jayme Mas, equipa-
sem 10. carga 159 pipas d vinho ; Johnston '
Pater i C.
dem 31 dias, brigue hespanhol Vigilante, de!
152 toneladas, eapitao Jos Mirancell, equipa-'
L'i-in 13, carga 216 pipas de vinho; Johnslun
Pater& C
Philadelphia 40 dias, barca ingleza Airan ble,
de 256 toneladas, eapitao J. A. Daaling, equi-
pagem 9. carga 2326 barricas e 199 meias com
farinha de trigo : Matheus Austin & C.
dem 31 das, barca ingleza Unio, de 183 to-
neladas, eapitao William Heard, eqoipagen 16,
carga 2241 barricas com farinha de trigo c
oatros genero; Matheus Austin & C.
Terra Nova26 dias, barca ingleza Netherlon, de '.
250 toneladas, eapitao Samuel Morrish, equi-' I
O caixa da companliia uommendadorTbo-
454 maz de Aqoioo Fonseca acha-se autorisado
a pagar no seu escriptorio rua do Vigario
1:>8 n. ID, das 10 horas em diante o 32" divi-
dendo desta cotnpanhia na proporco de 35
por cada apolice, adverle-se aos Srs. accio-
1 nistas (jue este pagamento deveser em inoe-
| da de cobre, visto ser na especie que o
mesmo Sr. caixa tem recebido dos arrema*
: tantes dos chafarizes desta companhia.
Escriptorio da Companhia de Beberibe, 21
de maio de 18(54,
O escriplurario,
Marcolino Jos Pupe,
_ O engenboOruno, com suas tetras de planta-
; gao de caimas, matas, edificios e utencilios, perten-
cente aos herderos do fallecido Joaquim Jos de
Miranda, vai ser arrematado em praga publicado
juizo de orphaos desta cidade, por tres annos, com
a base da renda annual de 5:2005; e o cscrvaodo
respectivo inventario daquelle finado o Sr. f'lo-
riano Correa de Rrito : os preleudentes que qui-
zerem concorrer arrematagao desse arrendamen-
to, com sciencia das eondices que deveo proce-
\ der, e habilitacoes que sao necesjarias para que
possam tancar*nessa praga ; poderie ler o escripto
que j se acha em mao do porteiro do juizo Ama-
ro Antonio de Paria. -
Tem de ser arremtala em praca publica,
!naria-feira 25 do corrente. linda a audiencia do i
Illm. sr. Dr. juiz municipal da 2a vara, urna casa I
, terrean. 12 na rua da Praia, freguezia de Santo|
! Antonio, assobradada do lado de detraz, com 21,
| palmos de frente e 63 de fundo, trapeira para o la-
do da frente, pequeo quintal murado, cacimba*
meeira, chaos foreiros, que se acha em armazem
j avahada em 3.5005- Escrivo Raptista.
Nao se tendo realisado hoje a arremntaco
do fornecimento de gneros para as dietas dos
doentes e racoes de empreados deste estabeleci-
niento, manda o Sr. director de novo convidar os
pretendentes para apresentarem suas propostas no
dia 25 do corrente, s 10 horas da manhaa.
Hospital militar de Pernambuco 21 de maio de
; 1864.O escrivo,
Jos Marcelino Al ves da Fonseca.
Iiispecco do arsenal de mariiiha
Faz-se publico que i commissao de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamento
decreto n. 1.324 de 5 de fevereiro de
S. ISABEL.
i:iii-hi:/.a
GERMANO ACOMIA.
to Recita da asslgnatura.
QUARTA-FEIRA, *t DE MAIO,
Tcr lugar a I representagao do magnifico dra-
ma em cinco actos, original francez
Terca-fcira 24ileniaio s 11 horas, *j? fatfZFQ
rua da Cadeia n 53 &l" 4
. ,-,.,. DE ,. A Aos 5.000SOOO.
luiamoblliadejacaraBda eoulra de: sexta-feira 27 do corrente mez se ex
trahir a primeira parte da primeira lotera;
da grea da Gapanga, no consistorio da I
Pelo agente Euzebo se vender em leilo duas
mobilias urna de, amarello e outra de Jacaranda
ambas novas e de gosto, guarda roupa, mesas, ca-
: mas, capachos, oleados para mesa etc.
PERSONAGENS.
Francisco Beaujolais...... Germano.
Conde de Varcnues.......
Luciano de Merens.......
Ral Darmanlires.......
Salta-nuvens.............
Dr. Teixier..............
Adhmar.................
Selgny..................
Remigio, rendero........
Condessa de Vrennos. ..
Helena................f
Joanna Vidal............^
Pedrisco................
Vendedor de limonadas
Tocador de realejo........
Pasleleira................
I'ma camponeza..........
Vendedora de ostias......
Francisco, criado........
Homens do povo, etc.
O Io acto passa-se um 1814, os outros 16 annos
depois.
Terminar o espectculo com a graciosa co-
media em um acto
A Yiuva das Camelias.
Comecar s 8 horas.
Thomaz
Victorino.
Lisboa.
Teixeira.
Porto.
Rorges.
Guimares.
Pinto.
D. Maria Postes.
D. A. Manjuelou.
Frcitas.
Barboza.
Leonardo.
1). Olimpia.
D. Virginia.
D. Leopoldina.
Leonardo.
DE
lua casa terrea na rua do Alecrim
numero (>'
iioji;
Terea-felra 24 de malo ao
nielo dia.
O agente Olimpio por ordein de urna pessoa que
se retira para fra da provincia vender em leilo
I a casa terrea a pouco lempo acabada sita na rua
ido Alecrim n. 65, em chaos foreiros cmara de
j Olinda, a qual paga de foro 500 rs. por anno. Os
j pretendentes desde j poderie examinar a referida
e para qualquer inforniago iiodero eotender-se
com o referido agente no pninero andar da rua
da Cadeia n. 48, aoneser effectuado o leilo.
J. Keller J C. faro leilo hoje 24 do corrente,
s11 horas em ponto, por interveneo do agente
Miranda, e por conta e risco de quem pertencer,
de algumas fazendas avariadas, d'agua salgada, <
| sendo sargelns c estopas, vindas
navio Zone na sua recente viagem para este porto.
A pessoa que annunciou no Diario n. 105 de
9 de maio de 1864. querer comprar duas casas em
prOmptO a qualquer Ora pa- Beberibe. pode dirigirse rua de Saou Rita do-
ra o exercicio de sua pro- j^mSMMQi WWNHm
Atl cada.
0 bacharel Lourengo Avellino de
Albuquenpie Mello, anligo advoga-
do desta cidade, tendo regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
rua do Imperador D. 10, onde pude
ser procurado jiara 08 misferes de
sua protissao todos os dias uteis
das 9 da manhaa s 3 horas da
larde, e oflerece como garanto a
seus constituintes a nao interrompi-
da pratica de 25 annos de advoca- i
fia. 0 mesmo aceita partidos B 9
tamhem nansas nos termos do in- jH
terior onde tocar a estrada d. Ierro*" jfc -
wm mmwmmm^mmm
Arrendarse urna casa com um silj na estra-
da de Joo de Barros u. 3 : a tratar naniesma.
Aluga-se urna casa na rua de Sana Hitan
35 por 205 mensae* ; a tratar no paleo w Carino
n. 7 segundo andar.
Preeisa-se de una ama para o servict inter-
no e externo de nma casa : na rua das Laruugfi-
ras n. 5. primeiro andar.
igreja de N. S. do Rosario da freguezia de
Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quintos acbam-se |
venda na respectiva thesouraria rua do
Crespo n. 15.
Os premios de 5:000^000 ate 10)5000:
sero pagos urna ora depois da extraccao i >
ai s"4 Bofas d.1 \XtU8, "e ~os ouIroTno da i z
seguinte depois da distribuicao das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
pagem 13, carga 2751 barricas |com bacaiho; 1854, o casco, machina, ealdera, appaiclhos, mas-
Sawnders Rrthers & C. Ireagao, veame, amarras e ancoras do vapor Pa-
Rio Grande do Sul17 dias, brigue nacional Mar- rahiba da companhia Pernamhucana de navega-
i/uez dr Olinda, de 200 toneladas, eapitao Agos-1 Cao costera, achti todos os objectos em regular
tinho Gomes da Silva, equipagem 12, carga! estado.
11,600 arrobas de carne; Rallar & Ol- Inspeccao do arsenal de marinha de Pernam-
vora. buco 20 de maio de 1864.
H. m. Rarbosa de Almeida.
Naviot sabidos no mesmo din.
Liverpoolbrigue inglez Zone, eapitao J. B. Co-
bley, carga asscear c algodo.
demescuna ingleza Boadicea, eapitao Andrew
Bawoke, carga assncar e algodo.
3DIT1ES.
Inspector.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia se faz publico que
nao tendo apparecido licitantes arrematagao do
I casco e mais pertences da escuna Lindoya, mar-
I cada para hoje, ka a mesma transferida para o
j da 23 do corrente, s 2 horas da tarde.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per*
~"~ I nambuco 21 de maio de 1864. Manoel Jos Pin-
O ltlm. Sr. inspector da thesouraria provin-! to, servindo de oflicial-maior.
al, em cumprimento da resolugao da junta da fa-' Por ordem do Illm. Sr, Dr. chele de polica
zonda, manda fazr publico, que no dia 9 de junho fago constar a quem conver, que se acha recothi-
proximo vindouro, perante a mesma junta, se ha do casa de detenco desde o dia 14 do corrente
de arrematar a quem por menos ze, o forneci- o prelo Jos, que fo preso no termo da Escada, e
ment dos medicamentos e utencls para a enfer-1 declarou ser escravo de Manoel Antonio, senhor
marta da casa de detenco desta. cidade, por tempo! do engenho Tejo do termo do Ronito.
de um anno, a contar do lu de julho do corrente j Secretaria da polica de Pernambuco 21 de maio
anno. ao tim de junho de 1865. As pessoas qne se de 1864.O secretario,
propozerem a esta arrematagao, comparegint na Eduardo de Barros Falcao de Lacerda.
sala das sessoes da referida junta, no dia cima Pela thesouraria provincial se faz publico,
mencionado, pelo meio da. o competentemente que a obra dos reparos do caes da rua da Aurora,
habilitadas, onde acharo presentes os formularios
e cond goes da arrem; rnandou publicar o presente pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 23 de maio de 1864.O secretario,
A. K. d'Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
ial, em cuinprimcuto da resolugao da junta da
fazenda, manda fazer publico, que se contrata por
tetnpo do tres mezes. a contar do Io de julho ao
tim de setembro prximo futuro, o fornecimento
de alimentario e dietas dos presos pobres da casa
de detenco* servindo de base a arrematagao os i
pregos seguintes :
Alimentagao.
Domingo alinoco e juntar 380 rs.
egunda-feira dem idem 386.
Terga-feira idem idem 380.
4Juarta-feira idem idem 3K0.
<)uinta-feira idem idem 330.
ijexta-feira idem dem 340.
Saboado idem idem 340.
Dietas.
N\ 1 380 rs.
N. 2 400 rs.
N. 3 640 rs.
N. 4 400 rs.
N. 5 400 rs.
As pessoas que se propozerem a contratar dito
fornecimento, aprsente suas propostas em car-
ias fechadas no dia 2 de junho prximo vindouro.
ao meio dia, na mesma thesouraria, aonde encon-
iraro as labollas dos forneciment >s e condignos
em frente do Gymnasio Provincial, vai novamente
praga no dia 25 do corrente, servindo de base
arrematagao o offerecimento de 24 0|0 de abati-
meuto feto por dous licitantes,
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 19 de maio de 1864.O secretario,
A. F. d-Annunciacao.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para o 7 batalho de infantaria.
Brim branco 1,250 varas, algodozinho 1,250
varas.
Para o 9 balalhao de infantaria.
Cordao preto de retroz 117 varas e meia.
Para o 7o batalho de infantaria.
Bonels redondos para recrutas 50. -
Quem quizer vender taes objectos apresentem as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 27 do cor-
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 20 de maio
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
Sebastiao Jos Basilio Pyrrlw,
Vogal secretario.
N'o dia 27 do sorrente mez vo prava de
venda, depois da audiencia do Dr. juiz de orphaos,
urna easa terrea na roa da Aurora n. 76, urna es-
com'aue deven, effectuar o mesmo contrato, sendo "ava o outros bens pertenrentes ao inventario de
habilitados previamente os fiadores. Kparacons- D- Mar.anna Joaquina da Tnndade.
tar. se mandn publicar pelo jornal.
Secretaria da tiieseuraria provincial de Pernam-, O Sr. Jos
buco 23 de maio de 1864O secretario.
A. F. d'Annunciago.
1 -e a reparti$M do crrelo
I carta recommendada.
r
Correio geral.
Augusto Galvo Pires queira dirigir-
afim de receber urna
/
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BKASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 2 de junho o vapor
Paran, commandante e capitn
de fragata Santa Barbara, o qual
depois da demora do costume se-
uir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: cncom-
mendas e dinherro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C.________
Para o Rio brande do Mal
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parle do seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
o eapitao Reiarmmo dos Santos Pinhero a bordo,
ou na praga do commercio.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sul espera-
do at o dia 30 do corrente o va-
por Oyapock, commandante o
primeiro tenente Antonio Maree
lino Pontes Ribeiro, o qual depois
da demora do costume seguir para os portos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, rua da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavega^Se eostelra a vapor.
laeei e escalas.
No dia 25, segu o vapor Mn-
mungnapc, commandante Moura,
s 5 horas da rde. Recebe car-
ga at o dia 24; encommendas.
_ passageiros e dinheiro a frete
at o da da sahida s 3 horas da tarde : escripto-
rio no Forte do Mattos numero 1.
k
Importante o variado leilo dos objectos
seguintes: tres mohilias de Jacaranda, ricos
espelhos para sala, guardas roupa, guardas
louca, apparadores, mesas elsticas, redon-
das, cuoipridas, quadradas^ oblongas etc.,
cadeiras de balance), de guarnir/io e para me-
ninos, cabides, camas de diversas especies e
finalidades, consolos, solas, Marquesas, sen-
do ludo isso de gosto moderno e novo ; e
jamben) cai&as de litas de seda, manteletes
de vellido, objectos de prala, ditos de luxo
e gosto para cima de mesa, relogiDs, qua-
dros, estampas, candieiros, lanlernas, um
grande tapete e finalmente alm de "outros
muitos artigos.todos os utencilios necessarios
para o fabrico de velas, e grande quantida-
de de livros de medicina.
0 agente Miranda por ordem de diversos
far leilo em seu armazem da rua da Cruz
n. 57, dos objeclos cima mencionados.
AOS 5:000,000
Bllhete garantidos
A' rua do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mu
to felizes bilhetes garantidos os tres quintos ns.
3383 com a sorte de 1:2004 e dous ditos ns. W
com a sorte de fiOOA e o de n. 3317 com os 3005
de "Liverpool no e ou,ras surles t ',H,<&. -5 e 204. da lotera que
se acabou de extrahir a beneficie da Sania Casa,
convida aos possoidores de ditos bilhetes a virem
receber seus respectivos premios sernos desenlos
das leis em seu estabelecimenlo rua do Crespo
n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilhetes garantidos da primeira parle da primeira
lotera de X. S. da Graca da 1 apunga que se cx-
tralnr sezta-feira 27 do corrente.
Presos.
Rilhetes nteiros..... 61000
Meios......... 34000
Quintos........ 14200
Para as pessoas que compraren)
de 1004 para cima.
Rilhetes........ 5*500
Meios......... 24730
Quintos......, 1-3100
Manoel Marlins Fiuza
llolcl Miao ilc madama
Ferro, rua
e tercei-
LEILAO
DE
Fazendas avariadas.
4|uarla*fcira 28 do corrente.
Southall Mellors A ('., faro leilo por conta e
risco de quem pertencer por interveneo do agente
Pinto, de dilTerenles fazendas inglezas avariadas,
como sejam : madapoloes, algodozinhos c cm-
bralas s 10 horas do da 2o do corrente em seu
armazem rua do Trapiche n. 38.
IEIIAO
DE
Una casa terrea.
O agente Almeida far leilo requerimento
dos administradores da massa fallida de Joaquim
Vieira Coelho & (", e por mandado do Illm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, de urna casa terrea
sita na rua das Cruzes n. 6.
inarta-feira 25 ..o corrente
emseu escriptorio rua da Cadeia do Rerife n. 48,
primeiro andar, s 11 horas.
leTlo ~
Qiiarta-f^ira ao meio dia.
Henriqne Rernardes de Oliveira, D. The-
reza de Jess Oliveira Hagalhaes, D. Ha-
rianna da Cnnlia Magalhes Oliveira e Jos
Pereira da Cimba, por meio do pre-ente ro-
gam a todos os seus parentes e pessoas de
sua amisade. sua assi-tencia missa do s-
timo dia que ha de celebrar-se na matriz do
Corpo Santo, por alma de sua mu presada
mi, sogra e irmaa no dia 25 do corrente
pelas 7 horas da manhaa.
to Trapiche 44, segundo
i i andares
Reste hotel os senhores qne o quizerem fre uen-
tar acharo sempre por meaos preco qne em ou-
tra qualquer parte, al mogo, jant.ir e lunch : ser-
I vindo-se durante a semana diversas sopas italia-
nas, como sejam, ra viole, talbarim, cursel, lasagne
e gnoecaki, feito isto com ledo o aceio c esmem
possivel. "'
Os senhores assgnaotes mensaes pagarlo muito
' menos qne os avulsos, pagando tamhem uns <; ou-
tros muito menos do (ue em outra qualquer parte.
E os senhores provincianos nesle hotel acharo
j todos os melhores commodos para assistirem du-
rante o tempe que esverem nesta cidade.
Aluga-se a loja de nma porta s na
roa do Crespo n. 4 com armaco ou sera
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesma rua n. 4.
Precisarse comprar urna mohilia de jaca-
randa ou de amarello em bom estado qi.dluenha
pouco uso : na rua Relia n. 36.
hachard
Fraucisco Auguslo du
adrogado
I>0 IMI'KIIAOII n.
H ffli"
Cst
i
AMA,
Precisa-se de urna ama para casa
milia : na praga do Corpo Santo n.
andar.
de pouca fa-
17, terceirO
Oabaixo assignado responde ao Sr. Jos An-
tonio Maraes que vez alguma autorisou o escravo
Joo, de minha mai, de ir tomar-lhe qaalquer cou-
sa, e ainda menos de fazer negocios de gr?nde va-
lor, como afirma. Quanto ao cavallo alugado pelo
dito escravo, j se acha o Sr. Marques de posse
I delle, como se v do recibo abaixo. verdade que
o Sr. Marques tem por diversas vezes tdo transac-
goes commerciaes com minha mi e meu cunhado,
mas nunca com o abaixo assignado. Recife 23 de
maio de 186 i.
Miguel Ferreira Pinto.
Declaro que me foi entregue nesta data por
mao do Sr. Miguel Ferreira Pinto o meu cavallo
rugo pedrez, quo o mulato de sua mi I). Antonia
Francisca Cadaval Pinto tiuha ido alugar-me para
ir buscar urna carga de fructas no dia 12 do cor-
i rento, e como son be do Sr. Miguel Pinto que nada
I do que elle disse do mulato foi axacto, tenho a
! declarar, que para ser satisfeito pelos dias que se
O agente Miranda vender em leilo urna escrava passaram do s";rvico do mesmo &, recebi a
maca, de bonita presenga c
ptima engommadeira e cosinheir;
zem da rua da Cruz n. 57, no da e hora cima in-
dicados.
LEIO
compleigao robusta, ^uanlja d(J m v m fQ. m pe|a escrava
'i de sua mi, mulher do mesmo Joo, e como lico
pago e satisfeito. passo o presente em que me as-
signo. Recife 22 de malo de 1864.
Jos Antonio Marques.
M
Para a Buhia
pretende seguir com muita brevidade a escuna na-
cional Carlota, tem parte de seu carregamento
prompto : para resto que Ihe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio rua da Cruz nu-
mero 1. _____________________________
Rio.de Janeiro.
O novo veleiro patacho Polyeena, eapitao Cy-
priano Antonio de Quadros, segu com brevida-
de ; recebe carga a frete e escravos, para os quaes
tem excedentes commodos : trata-se com Miguel
Jos Alves, rua da Cruz n. 19._______________
Araca.y
O liiate Sania Rila segu nestes dias : a tratar
com o Sr. Quintal, no trapiche do algodo.
Para.
Vai seguir em poucas dias o patacho Thereza,
eapitao Joo Correia Lima, tem o carregameuto
quasi completo, para o pouco que Ibes falta trata-se
com os consignatanoj Palmeira t Reltro, largo
do Corpo Santo n. ', primeiro andar.
Vende-se o patacho brasileiro Thereza, de
lote de 175 toneladas, prompto a navegar para
qualquer parte : os pretenientes podem-se dirigir
a bordo para o examinar, que se acha fondeado
DE
Movis e outros muitos objectos
Sexta-feira 27 do corrente.
NO AI1MAZKM DA RUA DA CADEIA N. 49.
(Sem limite.)
O agente Olimpio far leilo de diversos movis
Dovoa e usados, pelo maier prego ao correr do
marte I lo para fechar cuntas de vendas.
Dar principio s 11 horas em ponto.
mmmmwmm
Preeisa-se de urna ama de boa conduc- "
ta, para una casa de pequea familia, ^
e principalmente para andar com urna fl
manea : na rua do Rangel n. 25, segn- |
do andar.
Toda attenco
Perderam-se na noite de sabbado, 21 do corren-
te, desde a rua do Crespo at o armazem do sal, na
Roa-Vista, diversas cartas dirigidas a diflerentes
negociantes da villa da Independencia, (fiuarabi-
ra), contendo urna deltas duas letras sacadas por
Izidoro Netto & C. em 26 de abril
Guarda livros.
LI!a&0
DE
8 Ca\asde linhaS eiU BOYelOS, 2 ditas ra)" contendo urna deltas duas letras sacadas por l'm guarda livros que dispoe de'algumas horas
ti dilisi imii (nt.'u'i HO cmpIApc ilo Izidoro Netto & C. em 26 de abril prximo passa- encarrega-se de qualquer escripia, que nao seja
M UlUts ei UIIW, Ot tartoes ue dQ contra Q Sf Candido d(j A|biiqU(frmie Monlene. demasiadamente grande : a tratar na livraria dos
litas de Seda lisas e laVIUJas, 11 U dQ- gro; sendo nma dellas de 1:3994320 j aceita por Srs. Guimares A Oliveira.ru* do Imperador n. 5i.
ainda

sellar; outra de rs.
Ama
Na praga da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e podras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Aluja-se nm sitio na estrada da Ponte de
(Jchoa e a marg m do rio, pouco adianto do Illm.
Sr. commendadir Nery Ferreira, tendo banlieiro,
, palanque, galinlieiro e outras aeommodagoes; e
! outro dito no Monteiro, em frente ao oito da igre-
i ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, rua do Crespo n. 15, ou estreita do Rosario nu-
mero 38.
Madama Ferro,
proprietaria do hotel italiano sito na rua do Trapi-
che n. 44, tem a honra de participar aorespeitavel
publico desta capital, a em particular aos senhores
empregados do commercio que acharo todas as
segundas e quintas-feiras a afamada sopa de ra-
viole, como assim todos os outros dias outras es-
colindas sopas italianas; isto estar prompto das
10 horas da manhaa s 4 da larde, horas nuuto
proprias para lanche ; alianeando-lhes que os pre-
gos sero os mais razoaveis possiveis, e de que es-
pera toda a concurrencia.
Escmo fgido.
Fugio da rua das Cruzes n. 30, no dia 22 do
corrente o mulato Arisiides, escravo da Sra. Mari-
nha Amalia da Silva ; o escravo de estatura bai-
xa, magro, e tem 19 annos, tem urna quemadura
no lado direito do rosto, lovou calca o camisa bran-
ca, cjaqueta preta : graiifica-se a quem o for le-
| var sua senhora, prote?tando-se desde j com
j todo o rigor da lei contra quem o tiver oceultado.
Precisa se de um caixeiro que lenba alguma
i pratica de botica : a tratar na rua da Cruz nt
Gregorio l'aes do Ainaral vai Lisboa
Precisa-se alugar nina ama que saibS lavar
o engommar, e todo o servigo interno de casa na
rua da Imperatriz, casa n. 9, segundo andar.
Cari H. Frese relira-se com sua mulher para -?
a Europa.

zias de meias pr homens e senho- ^"e'l|,,i?nnor1.cl a'nda.por
... r.. 1:3784440, sellada, porem sem aceite : quem as
ras, b0l0eS,anlliaS e ph^SphorOS de .iver achado e as.queira restituirlo podar fazer p^is^. ^ uraa am, que saiba Wm mm
1 e engommar para casa de pouca familia : na rua. '
Sexta-feira 27 de maio.
O agente Pinto far leo por conta e risco de
quem pertencer de todos os objeclos cima men-
cionados, existentes no armazem da rua do Tra-
piche n. 40, onde se ffectuar o leilo as 10 horas
do dia supradilo.
na loja do Gallo Vigilante, rua do Crespo li-
to que a mais ninguem podem servir.
do Queimado n. 51.
Precisa-se de urna ama que cozinhe e saiba
engommar : a tratar na rua da Lingoeta n. 10.
Da cocheira de Claudio Dnbeux furtaram do .
sabbado para o domingo um par de lanternas desanaO-sefallar-ll)P a negocio tle
LEILAO
M
l'm terreno com 37 palmos de frente
na rua ilo Sebo.
Sexta-feira 3 de junho.
O agente Pinto far leilo com autorisaco dos
Srs. lleuroa & C, do seu terreno da rua ro Selio
junto a casa que fui de Joanna dos Passos hoje
em frente do trapiche do Exm. Haro do I.ivra- Rartholomeu Lourenco, s 11 1|2 horas do dia aci-
carro, coig o n. 65 : roga-se a quem for eflorec-
das, ou mesmo as ti ver comprado, de leva-las ao
escriptorio do mesmo Claudio Dnbeux, que se pa-
gar a Importancia por quanto as tiver comprado,
nem se proceder contra a dita pessoa, urna ve/
que declare a quem as comprou. Alem da paga se
recompensar a quem as levar ou souber a quem
foram offerecidas.
Se me t tes
novas de uortalice: na rua do Queimado n. 47, lo-
d<)! ja de Pedro Tinoco.
Nao se sabeatio a residencia do Sr.
Francisco Xavier Mendos Jnior, e proci-
seu inlei'cs-

se, pede-se-llie que
Crespo lojan. 18.
compareca a rua do
. /.
ment, e para tratar, com os consignatarios
meira & Heltrao, 'argo do Corpo Sanio
*-o andar.
n. 'i,
Pal-
pri-
ma dito em sen eeeripterio rua da t.ruz o. 38, on
do poderao os pretendentes obter qualquer tnfor-
magoa respeito.
O juiz dosfeitos da fazenda despacha MPoreeguraacapeahoivs eu Orna
|rua dasCru7.es casa n. 41. semindo ^f^\ proeura-lu.. petjMqae fiz
,i. "" 11 leja de calcado na praca da Indei
Raymundo Mge. cidado francez, retira si
para Europa
Poupando tempo, trabalho, passienea rji-*
nheiro rom a compra dos ebamins a nova inven-
cao di Sr. Hrowm, vende-se em casa dos Srs. Os-
borne rua do Imperador n. 78.
Dinheiro a premio.
D-se a quantia de BOU} pelo tempo que se con-'
cordar a um e meio .por censo ao moz recebendo-
a conlolo,
esto iK'gocio
Independenai d
Sr. Porto n. 39.
"\


.'=
Diarto de leraamhne Tcr SEGUROS DE VIDA EM MTUALIDADE.
A dlrcccao do BANCO UNIAO tendo eblids do governo de S. M. F. a autorisacao para estabele
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desdo j toraa subscrpcoes annuaes por urna
so vez, debaixo das seguintes condicdes :
Com perda de capital e lucros;
Dito capital gmente;
Bito lucros smente;
devendo a primeira liquidaeilo ter lugar no Io de Janeiro de 1859.
As vautagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smenle se co-
lheo juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alem
d'sso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condenes
. subseripcao, dos que fallecem. Tambera partido pelos socios gobreviventeg ludo aquillo que os so-
* morosas nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
correrem pela falta de cumprimento do compremisso social.
As liquidacVs sao pelo svstema dascompanhias hes|nhoIas, Tutelar e outras; e para se poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 105, publiea-se a seguiste tabella basea-
da sobre a experiencia de muitos annos decompanhias desta natureza :
Em H anuos Era 10 annos Em 1 j annos Em 20 annos Em 2o anno.
GRANDE FABRICA

Por um menino de 1 dia a 1 anno 1105 4005 '.)<>n5 2:9005 4:7005
de 1 anno a 2 '. de _ a 3 8<> 2965 7205 1:6005 3:5005
de 3 a 4 80_ 2805 7105 1:5605 3:4005
de 4 a 15 865 "2705 7005 1:5505 3:3505
Por una pessoa de 15 > 20 > 8f>5 2705 7005 1:5405 3:3305
i > de 20 a 30 865 2705 7105 1.5605 3:4005
> de 30 > a 40 > 865 27$ 7205 1:6000 3:7005
de 40 a 50 905 3005 7505 1:8085 5:0005
As entradas por urna s vez dao resultados muito superiores as annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Raneo Uniao, Jos da Silva Machado.F. M. van
der Niepoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &. C, ra da Cruz n. 1.

i
\
lUEMMS BARATAS
FAZENDAS BARATAS
PAR ACABAR. NA LO JA DQ BARAflIftQ
Ricos vestidos brancos bordados a 105 e 125.
Rales inglezes de arcos e croch a 35, '*5 a >5.
Cammnhas e manguitos muito bem enfeilados a 35-
Grande sortimento de liiazinhas muito boas a 300 e Um) rs.
Soutcmbaniues e capas de seda, merino c cambraia bordada.
Rramante de linho muito largo a 25.
Organdyso cassas francezas finas a 480 rs.
Canibraias lisas, fil de linho liso, cambraia de salpicos.
Lindos cortes de la Mara fia de 85 a 1S5-
Mimnsos vestidos jnponezes a H5- i
Variado sortimento de chales em qualidades e (trefes.
. M.isseWna-j'brancas com pinta <1c cor.
Grosdenaples pretos de 15600, 15800 c 25-
Lencos de cambraia bordados a capricho a 15-
Madapolo barato a &SOO.
Vndese madapolao bom e perfeito a 55800 a peca com 20 varas.
Ddos estes arjigos e outros muitos se vendem por procos que admiram na ra do Cres
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
4-RA DO CRESPO-4
Esta fabrica, a mais anliga e acreditada d'esta capital, adiarse de novo montada com um
variado sorlmendo de chapos de sol inglezes e francezes, assim como de ludo quanto diz respeilo
sua prolissao, como seja superiores sedas, alpacas e panno de todas as cores e qualidades, ar-
maces e mais preparos para apromptar chapeos de sol vontade dos freguezes que se digoarem di
honrar este estabelecimento.
Cobre-se c concerta-se toda e qualquer qualidade d'estcs ariigos com a maior perfeicao e pres-
teza, c ludo por precos muito rasoaveis.
Ronito sortimento de bengalas precos cemmodos.
4 -- Ra do Crespo -- 4
5 M
4 VELHA ENCYCLOPEDICA
Respcltavel estabelecimento de fazendas rna do
Crespo numero 19.
DI
JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecido a proteccio das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
OSproprietario nao descansa um s momento para bem servir aos seus freguezes, fa-
(; Ko encommendas para
Inglaterra, Franca, Suissa c Allctnanlia
j| das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
evende-as por precos que admiram.
Importante estabelecimento
DE
Vazndas
Precisa-so de urna ama para casa de poqu-
ita familia : a tratar na ra Nova n. 23, segundo
andar.
5 c CB g -i o 'n _i a -9 i i-.. 15 3 t. _. n 5 - 2. s o -5 4 B O ta
_ (* -1 B a 3*
Q _ - o V B H
| o 0 c c r. _ _ a -. vi _. ._ B -i 2 d. o -- 3
_ s fi o 'Ji p 3 >J. M 1
Fabrica de licores e perfumaras.
Neste fstnhelecimcnto compra-se effectivament*
garrafas, botijas e frascos de gonebra vasias, assim
toda a esprcie de frascos de perfumaras : na ra
do Amorim n. 12. __________
Compra-se urna escrava de neia idade quo
nao tenha vicio nem achaque, que nao exceda de
."5005 C005 : qiiem liver, dirija-se ra do L-
vramento n. 29, que se dir quera quer comprar.
Compra-se um sclhm inglez um bom uso :
a tratar na ra do Crespo u. 18, toja.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
molhados, ou que tenha sido caixeiro de alguma
taberna, sendo Portuguez, com idade, pouco mais
ou menos, de 1G 18 annos,: a tratar na ra da
Senzala Nova n. 4.
Bh'
Fabrica Oonceifiio dta
Bahia.
Andrade & Reg, recebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
3i da ra do Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos do assu-
car, embalar algodao empluma etc., etc.,
pelo prego mais razoavel.

m
y.
Precisa-se de um bom cozinheiro, e de urna
ama para engommar e lavar : no sobrado n. 32,
ra da Aurora.
Est para alugar-se a casa terrea n. 39 da
ra da Unio : quem a pretender, dirija-se a ra
da Aurora n. 10, qfe achara com quem tratar.
wm mmm^wwmm
JES Na ausencia do Dr. Caetano Xavier Pe-
H reir de Itrito o Dr. Cosme de S Percira ^
: 8 far suss vezes na qualidade de medico JR
2M a pedido do mesmo ; scus dientes pode- ^^
^S rao dirigir Kua convites ra da Cruz B
^ n. 53, I" e 2 andar no bairro do Keri- H
m fe, c para as con.-ujtas todus os das das
^ 6 as 9 da manhaa ah o encontraro ^8
, H sempre prompto. *v"^
^. O Di. S IVreira ernpregar todos os ]j
ffi seus e.-loiros para salUfazcr a COO&anca ^
^ do seu colli'ga e amigo ausente. H
teda. la, itnho f godo.
j. de
Ruado Crespo numero IJ,
RECIFE.
Vende liaratissimo.
Importante estabelecimento
DE *
Fazendas
di
Seda, laa, liuito > aleis*
jb- mmm 7..a,
Ra do Crespo numero 19
RECIFE.
Vende baratissimo.
Aluga-se a casa terrea n. 77 ra Imperial,
caiada e pintada de novo, rom bastantes commodos
para familia : a tratar ra do Qucimado n. 14.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n- 37,
rna do Amorim : a tratar ra da Cadeia n. 62,
segund"
>f\r\
VENDAS.
l'ma pessoa (|ue se retira para fra rendo-
uma cama de armaeo com lastro de palhinha,
com muito pouco uso : a tratar na ra do Quei-
mado n. 71.
Feudo.
Vende-se superior feijao mulatinlio novo, cni
grandes c pequeas poroocs : na ra do Vigario
numero 2G.
Vndese o armazem da ra do Trapiche
n. 48, de Monhnrd & C, vinho superior de Bor-
deaux eliegado ultiinament.
o hva
numero I
Defronte do arco de Santo Antonio.

I.BANTE
(V Vi*
84Largo da Santa Cruz84
No grande armazem de molhados denominado Aurora lrilhante, o respeitavel pu-
blico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros alimenticios que
vem ao mercado e por precos sempre commodos nomo se ve da tabella seguinte :
Latas com massa de tomates nova a
Maanteig ingleza flor a libra a 800 e
Dita segunda sorte a 640 e
Dita frauceza a 600 c .
Dita dita em barris e rneios a 530 e
Tnucjsljo de Lisboa arroba 8800
c Xbra a.....
Choartcas novas a libra a
Queijos do reino novos a
Cha hysson muito superior a libra
Dito dito mais abaixo a 25,2r5'iOO e
! perola a libra ....
Dito preto muito lino a .
Dito mais abaixo a IfiGOO e .
Cafdecaroco primeira qualidade
arroba 95 c libra
D',A mais abaixo arroba 85300 e
libra......
Arroz do UaranhSo o melhor pos-
sivel arroba 35200 e libra .
Dito da India arroba 25800 c libra
Alpista arroba 4-5800 e libra .
Painco arroba 35 e libra
Fariha em saceos grandes igual
a de Muiilieca ....
Charutos tinos caixado 100 a 25300
35 o......
Holachinlias de soda arroba 040 c
Latas com litas muito novas a
Ditas pequeas de varios formatos
Latas eum peixe ensopado de posta
Ditas com ostras a 720 e
Ditas com marmeJada a libra .
Ditas com ameixas francezas a
15400,25200 c ....
Caixinhas de ditas com bonitas es-
tampas a 15600 e .
Ditas com figos ....
Latas com frurtas em calda .
960
720
640
360
libra ... 600
Boifies com graxa 97 320
Duzia de latas de grasa a 15120
Massas para sopa a 480
320 Ameixas francezas libra 640
720 Passas a...... 480
:5iM(0 Figos de comadre novos a 320
35000 N'ozes arroba 45 0 libra 160
25360 Amendoas a 320 e 360
34200 Ateitonas de Elvas em frascos a 800
25300 Conservas francezas c inglczas o
25000 frasea a...... 800
Pidvo do Porto libra a 320
300 Sag e sevadinha nova a 240
Violtos especiaos do Porto caada
280 35800 e garrafa 640
Dito muifolinoa caada 75 e garrafa 15000
120 Dito da Figueira puro a garrafa
100 360 c caada..... 45000
160 Dito de Lisboa a garrafa 480 o ca-
200 nada a 35200 e 35800
Cognac verdadeiro a garrafa a 15280
6.5000 Servcja das verdadeiras marcas a
duzia a 65 e...... 75000
45300 Gomma de engommar nova arroba
720 35800 c libra a 120 e 160
25000 Farinha do Maranho a libra 160
15400 Verdadeira matarana para papa
15200 arroba 85300 e libra ... 480
800 Saceos com farello de Lisboa .
720 35300 c 35800
TijoLs de limpar facas a .
35800 Massoscom palitos finos para den-.
tes a...... 200
15800 Garrafas com mol de abelha novo a 800
15500 Ditas cum diversos xaropes a 300
560 Ditas com genebra delaranja a a 15200
Acaba de chegar casa de J. Falque, um completo sortimento dos melhores albuns para retra-
tos que se possa encontrar, e por precos commodos, sendo para 30 100 retratos.
Assim como albuns para desenho, cscriptae msica, muito ricos c por isto muito proprios para
hdi 11 mili
O abaixo assignado, liquidatario da extincta fir-
ma de Vidal e Bastos, pela ultima vez avisa aos
devedores da mesma firma, que venham pagar seus
dehitos at o dia 13 dejtinho, depois desta data
teriio de ser entregues os meamos a irm procura-
dor para os cobrar judicialmente. Hecife 13 de
maio de 1864.
Joo Carlos Bastos Oliveira.
Na ih cstreila do Itosaiio n. M
presentes.
A. OO CRESPO 1
em resmas para cigarros, do verdadeiro : na ra da Cadeia do Recifc n. 13 c ra do Cabuga n. 2 B.
LIQUIDACO
p*
.... ,NSIRIi
23Largo do Terco-23.
Joaquim Simao dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar o fazer urna grande
vantagem a quem seu amiazcm frequentar, e vender por menos do que outro qualquer annuuciante,
. para isso tem um vantajoso sortimento tanto neste armazem como fra e para melhor servir o publico
o annunciante scientilica aos seus freguezes que tem frequentado este estabelecimento que de
\ hora em diante terao a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
1 seu prompto pagamento.
Attencao.
' Caf do Rio de primeira c segunda sorte a 270 e, Dito em caixa da Bahia dos melhores fabricantes
de 15200, 25400 35 e
300 rs.
100 rs. a libra e 25400 e 35
libra e 45800 a
43.
xsser

rw

I Arroz pilado a 80 e
a arroba
; Milito alpista limpo a 170 rs.
arroba.
: Toucinho de Santos e Lisboa a 210 c 280 rs. a libra.
1 Passas de carnada a 500 rs. a libra e 105 a caixa.
Azeite doce de Lisboa lino a 640 rs. a
45800 a caada.
Dito de carrapalo a 320 rs. a garrafa e 25240 a
caada.
Massas para sopa alelria, macarrao e talliarim a
480 rs. a libra e 105 a caixa.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos em magos de 50 a 65 o milheiro e a
640 rs. o cent.
Phosphoios do gaz viudo de conta groza 25300.
Manleiga franceza a 600 c640rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Biscoutos e bolachinhas de soda a 15300 e 25.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
garrafa e! Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
nloadas a 500 rs. a garrafa e caada 35800
c 35500.
D-to de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa eum caada faz-sc abatimento.
Dito bronco proprio para mista a 640 e 500 a gar-
rafa c em caada a 35 e 35500.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grande abatimento.
Advocado Alfonso de Albu-
qnerqne Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
leiras, porm, na villa do Cabo._______________
protestantismo.
Na luja de ivros de J. Nogneira de Souza, ra
do Crespo, recebe-se asignaturas para a segaiate
obra que se est publicando na Babia.
RbfutacXo
do protestantismo comida em dezoilo epstolas en-
derezadas a um amigo por outro amigo que se as-
signa oFiel
Befi.exao.
A' vista do incremento, que entre nos, tem to-
mado insolentemente o protestantismo, podc-sc as-
severar sem exageracao, que a dita obra contm
a mais completa refntacao d'aquelles heterodoxos
principios. Mandada organizar pelo sabio e ve-
nerando metropolita, o seu autor desempenhou do
modo mais satisfatorio a missiio de que fra en-
carregado. O methodo, a lucidez com que os as-
sumptos sao tratados, a crudirao histrica, e as
armas do raciocinio mais forte e victorioso, por si
ruesmos recommendam aRefutado do Protes-
tantismonao s ao clero por qnem a fe ensi-
llada, mas a todo verdadeiro christao que professa
os dogmas c a doutrina da religiao catholica apos-
tlica romana.
A obra dar 11111 volume de quarto francez com
250 paginas pelo menos; o pre?o d'asslgnatura
o de 55, e por consequencia o mais mdico pos-
si vel.
_______________________O editor.__________
Precisa-se de um escravo para todo o sor
vico de casa : a tratar' na ra da Cadeia n. 20.
Precisa-se de um rapaz de 14 annos, com
pratica de taberna : na ra do Caldeireiro nume-
ro 94.
un
Ra do Queimado n. 49 e b.'> est
acallando a pechincha.
Pegas debieo com 10 varas
a 200 rs._____________
Vende-se a taberna da ra Imperial n. 143,
com poucos fundos c i casa tem commodos para
familia : a tratar na mesma._____________
Machinas para algodao.
Vende-se urna machina para descarocar algodao
e um motor com todos os pertences para trabalhar
com 2 ou 4 cavallos; a qual descaroca 120 arro-
bas de algodao por dia, sendo nmito maneira no
trabalho e de mu fcil transporte para o centro :
ella acha-se montada e o comprador pode ver o- .
seu trabalho, cujo resultado se garante.
Tambera vendem-se machinas para descampar
algodao movidas a braco, de diversos lamanhos
tanto americanas como "inglezas, as quaes dcscaro-
eam de 20 60 arrobas de algodao por dia con-
forme e tamaito da machina, garantindo-se tam-
be m o resultado de cada urna. Todas ellas seacham
montadas na fabrica da travessa do Carioca n. 2,
caes do Rmos, onde os compradores podem so
dirigir para ver o seu trabalho e tratar sobre seu
preco.______________________________________
Queijos do Serid
Dendem-se queijos do Serid muito frescacs a
800 rs. a libra : no largo do Carme, esquina da
ra de llorlas n. 2.
ou flna .i vnnt:i
1
MACHINAS EPTENTE
de
Per
ti* a bal liar nio para
descarlas* algodao
i-wnr.iCADAs
Plant Brothers & 0.
OLDAI
NO
Armazem de fazendas
DE
Custodio, Carvalho & Companhia.
99 KUA llO O !_ HAIO 99
Pecas de panno de linho fino com 20 varas pelo baratissimo preco de 105 peea.
Cambraia adamascada branca peca 35-
Leiieiuhos para meninos e meninas a 100 rs.
Lencos bramos para algibeira a 25 a dwzia.
Toalhas de fustiio de linho duzia 45-
Tosidas adamascadas de linho pelo barato preco de 35500 e 45 cada urna.
Lazinhas de urna s cor para roupa de meninos e senhora.

Respoodendo ao aanuncio do Sr. Miguel-
Ferreira Pinto, annuocioide 17 do corrente, o-
abaixo assignado nenhuma duvida podia por de en-
tregar o cavallo ao escravo Jo.o, de sua mai, sem
ordem, pvs por outras muitas vezes omandou bus-
car, assim como cousas de maior valor, e sempre
entregad par conhecer que o Joao llie mcrecia
toda a conflaaca e capacidade, tanto para toda a
v'ia familia cono para o publieo, sempre o conlieci
l.-i- seu fiel, f, se por acaso tinha desmerecido de-
via publica-lo pelo jornal.
Jos Antonio Marques.
Na ra do Imperador n. 14 recebe-se por alu-
gncl una escrara boa engommadeira.___________
Aviso
Qualquer pessoa que se juigar eredora do pala-
cio da Soledade (posto que esta casa julga nada
dever a pessoa alguma) aprsente seus ttulos no
pr.is de oito dia-, a contar da data deste. Palacio
da SoUdade 21 de m_io de 1864.
mino
Arrend_-se ou vende-se o sitio Dorias, junto ao
palacio episcopal em Olinda, com bastantes arvo-
redos de rueto, baixa para eapim, e cacimba com
boa agua de beber: que_ pretender, dirija-se
ra da Cruz n. 60, luja de eera, que achara com
quem tratar._______
t- Precisa-se alugar urna escrava que saiba
bem engommar e cozinhar : a tratar na pra^a da
Independencia ns. 37 e 39.
Torna-se a prevenir no Sr. Paulino
Manoel de Sfozq Oliveira nviiador no cn-
genho Caxoeira villa da freguezia de Seri-
nliem que nao pode vender aescravaFran-
celina, e a todos, os escrives e tabellies
pa,ra quo nao passern escripiura d-i rnestna.
Aula particular.
i.na \va n. .. creciro andar
O abaixo assignado provsiondo pela directora
geral da instruccio publica para ensinar primeiras
letras, latim e francez, cunlina a leecionar as
supraditas materias, c anda admitte pensionistas
de menor idade.
A pratica de 18 annos consecutivos no exercicio
do magisterio, sua inteira dedicacao e o aproveita-
mentode seus-discpulos sao garantas para aquel-
es que Ihe quizercm confiar a educafao de seus
ilhos.
Jos Mara Machado de Figueiredo.
Caixeiro
Precisa-se de um] caixeiro pralico cm taberna :
no largo da Santa Cruz d. 12.
- Aloga-se urna l>na casa, terrea com muitos
commodos, no lugar do Pilar e bom sitip, por pre-
go muito commodo, caiada e pintada de novo :
quem pretender, dirija-se ra da Cruz n. 44,
primeiro andar. __________
Precisa-se alugar urna prcta que saiba cozi-
nhar e engommar : quem a tiver, dirija-se a ra
do Trapiche n. 4, que achara com quem tratar.
Aliiga-su um primeiro andar que sirva
para escritorio, d-se preferencia as ras
do imperador, Crespo, Queimado, Cruzes,
paleo do Collegio e Rosario: quem quizer
alugar annuncie.
Na rna do Crespo, toja n. 18, existem cartas pa-
ra ns Srs. Dr. Elias Frederieo de Almeida e Albu-
qnerqua, Alexandre Jos gimplicio, alferes Anto-
nio Lobo Afberlim de Miranda Henri'jues, D. Gui-
Ihermina Leonoldina da Silva, D. Catharina Veri-
diana d'AssumpcSo q Christina .(aria d.a Gpn-
ceijao.
2
Aluga-se o sobrado de um andar com boas
accommodagoes para grande familia, grande quin-
tal murado e portao, sito na ra Imperial n. 162 :
a tratar na padaria da ra Direita n. 84.
Aluga-se a casa da ra do Hospicio n. 28.
esquina da ra do Destino, propria para negocio,
com commodos para familia": a tratar na ra do
Mondego n. 47, padaria.
mm mmmm m ssn. sim
y| CJoiupauhia fldelldade de g|
8egros martimos e ter-
restres estabeleeida no
m Rio de Janeiro.
SI AGENTES EM PEPNAMBUCO
8 Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
S de, toraam seguros de navios, mercado-
S rias e predios no seu escriptorio ra da
_j Cruz n .1.
Precisa-se de ama ama para casa de pouca fa-
milia, que cozinhe e faca o servico de compras : a
tratar na ra da Senzalla n. 22, segundo andar.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da roa Imperial : na ra da Aurora
numero 36.
Antonio Luiz de Oliveira
bre Lisboa.
Azevedo saca so-
CICERO PEREGRINO
Ra do Livramento n. 19
Primeiro andar.
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova-i9
Frederieo Gauticr, cirnrgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com saperio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
:JKUMj
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixeira de Mendonca Belm, "nesta typo
graphia.
SSSo
D-se dinheiro a juros : no segundo andar
do sobrado n, 6 nos Marlyrios, al as 9 do dia, e
das 3 da tarde por diantc._____________________
Aluga-se o segundo andar de sobrado da ra
do Pilar n. 10 com commodos para grande fami-
lia : a tratar com Jos da Silva .Neves.
Preeisa-se de urna criada livre on escrava,
que saiba cezinhar e comprar : na ra de Santo
Amaro (Mundo iNovo), sobrado onde morou o Sr.
Dr. Sabino. i_________________________
Arrenda-se o engenho Jangadinha, distante
desta praca duas legoas.bom moedor de aguae com
proporcoes para fazer se> 2,000 paes de assucar an-
nualmeote : a tratar no engenho Cavallelro conti-
guo ao mesmo engenho, ou na ra de Santa The-
reza u. 38._________________________________
Precisa-se de um caixeiro para taberna, que
tenha alguma pratica da mesma e d fiador de sua
conducta : a ti atar na ra do Principe n. 32.
Alug-se v segundo andar e soto do sobra-
dositonarua da mperalfiz n. 36: a fallar na
primeiro andar do mesmo.
Oadvogado Eduardo de barros pode
\ ser procurado para os misteres de sua
' prolissao, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde cm diante na casa de sua
residencia ra da Saudade n. 15.
Trocam-se tres parles do engenho Queimadas,
na freguezia de Barreiros, junto a cidado do Rio
Formoso, muito bom por ser peno do embarque
meia legoa, com multo boas trras desafrejar tres
mil paes, me de anirnaes, por predios nesta praca,
casas ou sitios : quem quizer, dirija-se ra los
Pires, casa terrea n. 54, que ahi achara com quem
Jratar, a qualquer hora.______________________
" Precisa-se de 1 ou 2:0005 a juros, dndose
por garanta um predio de muito maior valor: a
tratar na rna do Aragiio n. 28._______________-^
A pessoa que annunciou querer alugar um
andar para escriptorio, na ra do Queimado, Ro-
sario, etc., apparega na ra do Cabug n. 9, pri-
meiro andar.___________
Est para se vender urna mulalinha de boni-
ta figura, do lo anno-, que sabe coser, engommar
e cozlnha alguma cousa : quem a pretender com-
prar, dirija-se ra do Imperador, segundo andar
n. 79, do manhaa das 7 s 9 horas, o a tardo da? 3
s 6 horas.
m'M 'Mm m
_,___^,______ --. rv-^ n*"1. .
8 Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
I fectivamente por todos os Baquetea sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
| deudo logo os saques a prazo seren des-
gS contados no mesmo banco, na razao de 4
8 por cento ao anno aos portadores que as-
8sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.

Deseja-se fallar com o Sr. Joaquim da Pon-
seca e Silva, na rna do Imperador n. 46, animem.
Est para ;dugar-se a rasa lerna da roa dos
Onararapes n. 67, com 2 salas, 2 quarlos, cuzinha
fra e sotao : os pretendemos dirijam-se a ra do
Crespo n. 2o, loja da esquina._________________
Jos Joaquim IVreira de Mendonca vai Eu-
ropa._____________________________
Jos Joaquim de Pinho Mendonca vai Eu-
ropa.______________________________________
O abaixo assignado ruga a pessoa que lhe ti-
rou da agencia particular do Sr. Joao Jos da Silva
Lagos, na ra do Vigario, urna carta viuda de Ha-
manguape, na qual contralla um saque do Sr. Joao
Vieira de Azcvdo contra as Srs Marques Rarros &
C. esta praca, da quantla de 605^800, restituir
na casa da residencia do abaixo assignado, no pa-
teo da ribeira de S. Jos n. 2o, ou na loja da ra
do Livramento n. 23. Por esta vez perdoa-lhe a
graca com tanto que nao baja npeticao. Recife
23 de maio de 1854. j
______________Jos Vicente (jodinho._______
No caf Restaurant do commercio, ra do
Trapiche Novo n. 22, tem quartos mobilhados para
alugar por mez._____________________________
Precisa-se de una ama para casa de rapaz
solteiro : na ra do Qucimado n. 47.
Precisa-se de urna ama que saiba engnmmar
e cozinhar, e paga-so bem : no becco da Ruia n.
2, primeiro andar,
Hudolph Leuiwritsin, subdito dinamarquez'
relira-se para fra da provincia.
No largo de S. Pedro n. 26, so dir quem
tem para alugar um negro e um moleque.
Precisase de urna ama de leile : a tratar na
Capunga, uu da Amizade, casa cora porlo de fer-
ro ao lado.
Estas machinas
podern descarocar
qualquer especie
de algodao sem
estragar o fio,
sendo bstanlo
duas pessoas para
o trabalho; pode
descarocar urna
arroba de algo-
dao cm caroco-
ern 40 minutos,
* &L WWl' ou ,8 :,rrouas
por dia ou 5 ar-
robas de algodao
ipo.
Esta machina
a nica que
possue as vautagens de nao destruir o fio do al-
godao e de fazer render o dobrode qualquer oa-
tra com menos trabalho, a sua introdueco pan
as provincias deste imperio ser de muito valor
para lodos os inleressados na lavoura do paiz.
Assim como machinas cm ponto grande do mes-
mo systema, para seren movidas por anima, s
agua oo vapor, as quaes podem debcaroesr 18 ar-
robas de algodao limpo por dia.
O algodao descansado por estas machinas tem
muito mais estimacao MI mercados do Europa e
vende-se por maior preco.
As machinas se achara venda unicamenie em
casa de
Snuiiders Krolliers k C.
V II. praca do Corito Santo
RECIPE.
Os nicos agentes ueste paiz.
Santo Antonio
Acha-se venda na typographiada ruado Impe
radorn. 13 a troten, do glorioso Sanio Antonio.niti
dainente impresso, em uui folheto, obra indispensa-
vel para os devotos do mesmo santo.
Vende-se orna taberna e junto a mesma tem
casa de morada, no lugar do Cacbang.
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COMPRAS.
Compram-se cruzados novos, moeda portu-
gueza, a 840 rs.: no armazem da ra de Hortas
n. 2, quina que volta para o largo do Carmo.____
i.ompra-se effecUva-
mrnte
ouro e prata em obras vainas, pagande-se bem
na ra larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
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110TIC\ E IHKKVIll
BARTHOLOMEU a c.
Rna Larga do Rosarlo n. 34.
Vende:
Ventosas de gomma elstica,
i Esmaltes para ourives.
I Fundas inglczas.
Vidros de bocea larga rom rolha.
compra se
constantemente ouro e prata em obras velhas : na
amiga o feliz loja de billieles de lotera da praca Tinta branca em iMssa para pintura fina a 200 rs
Ja Independencia n 22. la libra.
\
i


Hilario ile l'frnHtubiifo -- Ierra Iclra 84 de Mal e i8*4.

m m
t
\
(irande liquidacao
de fazendas na leja do Pavao, ra da linperalrii n.
GO, de Cama k Silva.
Acfla-so este estabelecimento completamente sor-
tido de fazendas inglezas, francezas, allemaes e
' suissas, proprias lano para a praca como para o
malo, prometiendo vcnder-se niais barato do que
em outia qualquer parte principalmente sendo em
porcao e de todas as fazendas do-se as amostras
demando licar penhor ou mandam-se levar em ca-
sa lelos caixeiros da loja do Pavao.
4$ chitas do Pavo.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-'
lo barato proco de 240 e 280 rs. sendo tintas stgu-
res, ditas francezas finas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estrellas,'
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na |
loja do Pavao ra da Imperalriz n. 00 de Gama & .
Silva.
As cassas do Pavo a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se linissimas cassas persianas cores fi-,
xas a 320 rs. o covado, dilas francezas muito finas,
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o [
eovado, finissimo organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a J20 rs., isto na loja do Pavao ra da
lmperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
As laazinhas da exposiro do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pal]
mos do largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco de500 rs. o covado, dilas enfestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e dilas deumas cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautemharques e
caribaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da lm-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
9s chales do Pava*.
Vendem-se irnos chales de crepon estampados
pclobaraje.-^e-de 65, 73~, 8*, ditos de ponta re-
. Sonda a 75 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125, clrtos pretos lisos a
5& ditos de cores a 4o00eS& ditos de merm
estampados a 23 e 3, ditos de laa a 15280 e 23,
de Pavao ra da lmperalr n. 60, de Gama &
Silva.
fuendat pretas para a ftcarr sina vende o Pava.
Vonde-se grosdeiiapte preto muito superior a
1SB00,-dito a 15800, 23, 500, 250' e 33, JO-
reanliirue prelo muito superior a 35 c 23800, sr-
V^S
X>iim^
Catite ameida?
ATTENCAO
ti IARCO 1IO CJAKMO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE

'%
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de roolljados toaos primorosamente escribidos, por isso apresss-se o propietario em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos procos, a flaneando todo c qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Pede-se toda attencao.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao ileixom passar desapercibida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se a
japrmi hespanhola mnii encorpada a 23,'feto na Hbras que wlgarmente coram no commercio por8#890 a 9#, o proprietario em sea
leja do Pavao ra da 'lmperatriz n. 60, de Gama armazens-a-llice este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confuscs em trecos
i "Sirva. j r
0 PavioTOiile para luto. Manteiga ingleza perfeitameute flor, a 8oo rs, | rs. a duzia 1 ,ooo rs. a garrafa, garante-se
l\- f.rf i
m
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalbo por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100$ para
cima tero mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientiticam mais que
odos s seus gneros sao recetados de sua, propria encommenda, razo esta para px.e
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo e 1$ rs. a libra. | Vellas de carnauba- e composicao de 3o a
dem franceza a mais nova do mercado a 6oo 36o rs. a libra e de lo.ooo a i i,ooo rs. a
rs. a libra, e 58o rs. em barril.
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
4i0 rs. a botija, e em dusja ou em barrica
ter abatimento.
T^nde-se superwr-setim da China fazenda toda
e la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, i>aletois, capas etc., i>eto bara-
to preco de 23, 2JB0O, 23500 o covado, cassas
p.elas'lisas, chitas pretas largas e estradas, chiles
de merino lisos c bordados a vidrilho, manguitos
comgollmhas eoutios muitos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do if avio ra
da lmperatriz B.4Q, de Gama & Silva.
(>s cfli|iinl)(is do Pava
Vende-se os mais modernos corpir.hos de paro-
braia ricamente lnmlados e enfeitados a 7 e85;
na loja do Para, ra da Imperalriz >e. 60, de Ga-
ma & Silva.
Ge vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdonaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo hnrato preco de
405, sendo fazenda que sempre se, vendeu a 1005
1^05 ; ditos do eanbraia braoeoscfcaBMBtt bor-
dados a crocita, sendo uroprios para baile e casa-
mento a 10, 13, 20 e 305; dilo-ffle aa com lindas
barras a 18 o 155 ; is=to na bija do Pavao ra
da Imperatrie n. 60, de Gama & Silva.
Os pauuos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
preco de 25, 35500,35 e3500, ditos muilo tinosa
45, 55 e 65, corles de casemira preta enfestada a
45, 45*>00 e G5, casemira preta fina de urna s
largura muito una a 15800, 25, 25500 e 35, cor-
tes de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi-
ras enfestadas de urna s cor proprias para caiga,
paletots, collet2s, capas para senhora, roupas para
meninos a :I4 8 39500 o covado, feto na loja do
Pavao, na da;mperairiz n. 60, de A milpa do l'avo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
cos duenda muito boa a 123, ditos muito finos a
165, 20?, 255 e 305, caigas de casemira prela boa
fazenda a 45300,55, 5, 75 e 85, paletois saceos
de panno preto a "5. ditos de casennra de cor a
05 e 73, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos debrim de cores, caigas de casemira
ilo cor a 43, 53,65, 75, ditos de eaxemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo s. 25500, ditos
de cor a 23 e S3500, dilos broncos muilo finos,
sto na loja do Pavao, ma da Imperalriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortiua<1os do pavao.
Venilem-se r3s cortinados proprios para janel- *
la o camas pelo tanto prego de 95 o par, sendo o
melhor que ha no mercador na ra da Imperalriz
n. 60, de Gama & Silva.
Ast'jlchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
;orias para cama pelo barato prego de 53-cada nma
ma ra da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva
.ls prcealas do Pavo.
e 4 Idem franceza a 6oo rs. a libra, e 58o rs. cado.
sendo m barril. Passas em caixas de l arroba'/ e '/i a 7,5oo,
Cb uxim'a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libas 3,6oo e 4,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem,perola a ,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 8oo
cima a 2,7oo, I r& a libra.
Idem'hvsson o mais superior que se pode Marmcladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo c de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra.
a.5oo rs. Ervillias secas muito novas a 16o rs. a libra.
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de Imco muito nova a I6o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. Ervilbas francezas em latas a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
bras para cima a 2,2oo. Fumo do chapa americano a I,4oo rs. a libra
dem do Ilio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,1)00 e 4,8oo rs. a lata. Presunto para hambre inglezes a Too e 800
dem prelo o melhor que se jide -desojar rs. a libra.
neste "enero a 2,800 rs. Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatas mnito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. 1,000 rs. e 60 rs. a libra.
dem mais baixo bura para negocio a i,5oo Massas para sopa macarrio, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a fibra.
dem miudinho proprio para negocio a 1,000 Cognacverdadeiro inglez a 8,oo rs. a caixa
rs. a libra. ; e8oors. a garrafa.
Quoijos do reino chegados neste ultime va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia7oo rs. a
por a 3,loo. i garrafa.
Meza mais seceos viudos por navio a l,7oo. Charutos em grandequantidade e de todos os
dem prato os melberes e mais frescos do
arcado a 76o rs. a libra,
dem londrino a Ooo rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porco que temos em ser.
Bteoeitos em latas de 2 libras dasseguintes
fabricantes mais a creditados a l.Soo,
2,ooo, 2.ioo, 3,ooo e 4,ooo rs- a caixa,
os mais baixos sao dos que por ahi se ven-
dem a 2,ooo e2,5oo rs.
Caf depremeira qualidade a 8,000 rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria, Massas para sopa macarro, talharim e aletria
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra. | a 48o rs. a libra e em caixa ter aba-
Idem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. ment,
a libra. dem estrellinha, rodinha epevideem caixi-
Idem perola o melhor que se pode desejar a nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,7oo rs. a libra. 2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
dem preto muito fino a 2,*>oo rs. a libra. libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra. ; Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra. nhos de 600 a l,ooo rs. o caixo.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a canta, e Erva dooe a 64o rs. a libra.
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinbas de
l.'iiMi rs. cada urna.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
Traques a 2io rs. a carta e8-jl a caixo.
7oo a i Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmao e nutras militas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de I.oo a l,8oo rs. a lata.
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos em caixas de I arroba, '/j e 8 libras
nuino, velho secco, especial lagrimas do- i a 8,000 4.000 e 2,ooo rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinho branco de quinlo, marca B
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du- j & Filho a 6U,ooo rs. o barril.
que do Porto de 1834, vinho do Porio ve- j Marmelada imperial dos m lhores conservei-
lho superior, madeira secca de superior! ros de Lisboa a 64* rs. a 1 tmhade 1 libra,
qualidade, vinho do Porto superior D. La- ha latas de 1 ','* e 2 libras.
izl.de 1847, lagrimas do Douro espe-. Massa de tomate empatasdouradas de 1 libra
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. | a 64o rs. a lata.
a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa Ameixas francezas em caixinbas elcgante-
com urna duzia. mente enfeitadas de 1,00o a 3,ooo rs. a
Bolacbinha de soda especial encommenda e a; caixinha, tambem ha latas de 1 '/ a 6 li-
mis nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a I bras de 1,2oo a 4,Soo rs. a lata,
lata. I dem em frascos com tampa de rosca a 1,60o
Biscoitos inglezes das melhores marcas emi rs. o frasco.
Vendem-se as m*is lindas precalas quetcm vin Porassoccas asmis novas o ao mercado chegadas pelo ultimo vapor fran-
<"., pelo barato prwo de 600 rs. o covado, duas
de UslrLiha muito imudiuhas proprias para estidos
e roupas de meninos -o meninas pelo Inrale preco
de:500 rs. ; s o Pavio ra da ImperatriE .u. 60.
loja de Gama & Silva.
iU souteaobarques do Pavo
lO^ e 15$ so o Pavo.
Vandem-se os mais todos souteanbarques tem'Vindo ltimamente de laazinha e caxemira ri-
camente bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato preco de 103 e 153 ; fazenda^esla
queei ontras lojas se wadem por 203 c 255,
so para liquidar : na loja e armazem do Pavao
ra da lmperatriz n. 60 de Gama & Silva.
As ebitas do Pavo '$400 v
-lHOU oerte.
Vendea-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos com dez covados a 25'i00, fazen-
da muito Uia, e que nao desbola, s na loja do Pa-
vao i.mii esta pecluncha ; a ra da lmperatriz n.
00 de Gama fi Silva.
Las de una s cor.
Vendem-se laazinhas de urna s er, sendo en-
carnada, azul, eiuzenla, cor de cal, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baralisimo prego de
$W o covido, fatenda muite lina s o Pavo, ra
da lmperatriz u. S;lva.
Pauuo de linho.
Vendc-$c panno de linho com i palme* de lar-
guia )TO\ir'io para leoces,toalhas e ccroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
cooa 10 palmos de largura a 25500, algodiiozinho
monstro cbm8 palmos de largura a 15, pecas de
Hamburgo com 20 varas a 95, 103 o H5, pe?asde
madapola fino a 73500, 3, 93 e 103, ditas de
algoduzirtho a 63, 63500 e 75, o outras mullas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
alirn de apkirar diriheiro : na loja do Payao ra da
imperatrie n. 60, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
ramos de largura.
bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo> que
lem vindo io mercado pelo barato preco de 25800
rs.a vara ; f> na loja do Pavao de Gama & Silva,
au* da lmperatriz o. 60.
.48 precalas do Pavao
Veadem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato preco do 600 rs. o covado, ditas de bs-
trinha muito miudinhas proprias para vestidos c
e roupas de meninos e meninas pelo barato preco
de 300 rs.: s o Pavao ra da Imperalriz n. 60,
lojc de Gama < Silva.
Os baloes do PavSo.
Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcos tan-
brancos como de cores, sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebrarem a JJaOO e
de :)5 arcos a 43, ditos de jnusselina com baba Jos
, a 43, ditos para menina a 23 e 33 : na loja do Pa-
iv ra da lmperatriz n. 60, de Gama A Silva.
O Pando vende 8
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pia, com lindas harpas de sida, sendo ene-
jados pelo ultimo .vapor francez pelo barajo prego
rie 83 cada um : s na loja do Pavao ruada Irope-
raarcas: Oshorne, -Crakntl, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maianlio a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arrolia.
dem da ludia muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a hora.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3io rs. a libra.
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e r*.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a o,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaco pautadoe liso a 3,ooors. a resma.
dem de peso pautada c liso a 3,ooo rs. a
resma.
dem a zurde botica ou fugueteiro a 2,2oo rs.
a resma.
demembrulho de 1,2oo a l,4oo rs. a resma.
na, Pec-nic, Fance, Machine e outras umi-
tas a l,3oo e 1 4oors.
Polves chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
Idem-ein latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
deCrakneU'in latas de a libras
bruto a 4,ooo rs.
dem ingieras em barricas a mais nova do
mercado a 2,."ioo rs. a barrica e 2lo rs. a
libra.
Cartee mimos ou para anjos i|ue vo as procis-
sijes a Ooo rs. cada um.
de 83
rs. a liira.
Figos de comadre em hta de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a 1,400 e-2,2oo
rs. a lata.
Idemem caiiinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arrolta.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casta mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a ooo rs. a garrafa, c 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e ooo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a casada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicao a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a.duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,aoo a arroba.
Garrames com 4 /' garrafas de vinho supe-
rior a 2,ooo rs. com o garra fo.
dem com 4 '/j dilas de venagre a 1 ,ooo rs.o
garralao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
1 o.ooo rs. com a ancoreta
dem em pipa puro sem o batism a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Ror-
deaux fazenda muilo especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerolles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Boteflm,
morangos, limao, caf, Iaranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a l.ooo
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata,
dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 3,ooo rs. cada um.
dem prato a Ooo rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs.a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o.000 rs., e
a 72o rs. a garraf
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas i Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejam B A F., PRR, JAA, outras i Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas, Porto, Lisboa e Figueira ; i a I600, 2,ooo, 2.5oo e 3,5on rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do' dem suspiros de Jos G. P. a 2,4oo a meia
Porto fino em garrafa, e em esnada a! caixa.
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor; Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
do Porto. a 24,ooo rs. ogigo, ede l,2ooa 2,ooors. a
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas! garrafa.
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.: Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Garrafoes com o garrafas de superior vinho i ma.
do Porto a 2,2oo rs. com o garralao. dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais j 4,000 rs. a resma.
Matarana a 32o rs. a libra.
proprio para a nossa estaco por str mais
fresco a 2,4oo rs. com o garralao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branco o mais superior que vem ao
Ameixas francezas em latas de 1 '/> 'Dra a
,2ooe8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,00o rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Moslarda preparada em potes muito nova "&
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Ron. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a o,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a 800 rs. o molho e 000
rs. o cento.
Chocolate porluguez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo f s.
dem em garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a aiToba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs. a libra e 2,loo a arroba.
Peixcs em latas a i ,00o rs. a lata j promptb
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,000 rs.
iilho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
nosso mercado a 56o rs. agarrafa, e a i Vasos inglezes de l a 16 libras vasios, muito
4,3oo rs. a caada. proprio para deposito de doce manteiga
Velas de esparmacate as melhores neste ge-| ou oulro qualqer liquido de 1,000 a
ero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por
grande porco.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
3,ooo rs. cada um.
haver i Licores das melhores marcas e mais finos
a l,ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a \ Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de Iaranja em frascos grandes a
l,2oo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas a
6,000 a duzia e de mais a 5oo rs a garrafa
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Botijes com 10 garrafas de azeite doce a dem embotijas e meia*, sendo preta da
5#5oo. I muito creditada marca T de 6,000 a 7,800
Caf de l.1, 2.1 e 3.a qualidade de 26o, 3oo rs. a duzia.
e36ors. alibra, doCearde8,ooo, 8,7oo, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. IJarinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,8oo alijlo para limpar f^cas a 16o rs cada um.
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra, i Cominho a 4oo rs. a libra.
45 ttim lJireitM 45
Oicam! oLamll!
CALCADO
Bom e novo, a primeir.i imcoMdade para a san-
de e aforinoseaiiiento do individuo !
Mcu Dos !... que ps de pavao se lobrigam por
essas ras! que figura horrenda e nauseante a
de um paleto^ bem talhado sobranreiro a .um
gue neado e bambaleante dcscubriudo una ponta de
botina salara e carcomida I !
Santa l rapazesl sacudam na praia esses malditos gneit*
e eoinprem :
Borzeauins de Xantes S50iH\
Ditos francezes du bezerro 7-5.
Ditos francezes de lostre para horr.cm 8#.
Ditos para senliora.de lustre, enfeitados, .'5300.
Ditos para senhora, aspia alia, lr80.
Botinas de menina 43500.
Dilas de cores pata menina 23000.
\ Sapatoes de NaatM do duas solas 55-
Ditos de sola e vira iS'OO.
Sapatos de boriacba para senhoras 15300
; Ditos para meninosi5000.
Sapalos de lastre para seuhora 15.'
Dilos de tapete para homem e senhora 800 rs.
j Dilos da liga constitucional 300 rs.
; Gbineloes rasos do Porto a 13600.
E um sortimento comple.o em sola, vaqueta*,
couros, bezerro francez como nenhum, rouro de
! lustre muito grande, e luiloquanio pertence arta
| de S. Chn>pim. ______ ____
F1VELJS
de, non e com pedros.
Nao eslava bem a aguia branca deixar ficar lo
grande parte de sua boa freguena sem evas
apreciadas livelas de aijo e com podras, e por isso
apressou-se em mandar buscar o bello sormento
I que araba de receber ; 6 bem assim as necessarias
I fitas, cujos novos e bonitos padroes as rbrnam agra-
, daveis aos oihos de todos ; resta, pois, que os pre-
tendentes, munidos de dinheiro, du ijamse ra
: do Queimado, loja d'agnia hranca n 8, onde tam-
bem ha bonitos cintos bordados com borlas, ttc.
Extraordinario sortimento
de perfumaras.
A superioridade das perfumarias tpie a afilia
branca vende osla incoiitestavelineiitereeonliecida,
,e isto confirma a grande eitraccao que Ihe* fio
I dando os apreciadores do bom. A agbia branca,
porni, tendo sempre em vislas o bem servir a sua
boa frcguezia, tanto da cdade como do interior,
mandou vero extraordinario sortimento que aca-
ba de receber, vindo conforme suas reronimenda-
eSes, sefnjjre da melhor qualidade, sendo :
Agua de Cotoftia em 'arn>ks^4m{'ro^aPn^SSr'
e moldes.
Dila dita em frascos redondos e quadrados.
Dita dita ambreada em frascos verdes.
Agua ambreada para banhos.
Dita balsmica e deolriflco para conscrvaco das
gengvasc dentes e bom balito d\ bocea.
Dita de flor de Iaranja.
Dita de rosa o dita de Florida.
! Una de lavander e toilet.
i Dita deatluniense para alisar e segurar os ca-
bellos depois de alado.
Dita de Mallabar e Hoide para Ungir os cabelles
Bauha transparente e lafornesa.
Ditas linas em frascos de diversos moldes.
Dita dita era bonitos vasos de porcelana.
Dita dila em latas.
Dita dita em copiuhos, sendo creme, duqueza c po-
mada imperial.
Balnmiihos de vidro com perfumaras.
Camuas rom O frasqunhos de cheiros.
Cosnieliqne (ou pomada) superfina.
Exiiaetos linos e de agrada veis cheiros em bonitos
rraseos.
Dito frangipane, cheiro novo* mui agradavel.
Dito de sndalo.
Bsseneias concentradas, com dillerenles e finisi-
mos cheiros.
Leile virginal para tirar garlan.
Dito de cacao para amaciar a culis c conservar-
Ihe o lustre.
Uacassar perola.
Oleo philocome superfino.
Dilo de babosa.
Opiata ingleza c franceza.
i Pos e coral e de Lubin para dent' -.
Saboneles finos quadrados e redondos.
Ditos finos em caixinbas de tres.
Ditos muito finos para barba.
Dilos creme do amendoa em vasos de vidro a por-
colana.
Tnico oriental de Kcmp.
Vinagre aromtico.
Dito ou leile d'irts para acabar as espnhas do,
rosto.
E assim muilos outros objertos de goslo que na
compra dos quaes o pretndeme ser salisfeito
por deixar os cobres na loja (fgala branca, ra
do Queimado n 8.
Oltjccios de phnutasta viudos
para a aguia branca.
A aguia branca receben novos e bonitos objec-
tos de pbaniasia, algnns dos quaes nunca vistos
aqni, sendo :
Bonitos adereeos completos feitos de perolasfalsas.
Ditos ditos de pedias, por cuja perleieao e bom
posto quasi >e na distinguen) das vrdadeiras.
Lindas pulsaras de mosaico.
Dita dita de plelas falsas tanto para senhoras
como para meninas.
Dita de chapa de cr>stal com listas douradas.
Dita de mi nalina branca, azul etc.. ele.
Bonitos alfinetes e anneis para grvalas.
Bonitos ponles de roncha, obra de apuradogosto.
Outros traviesos com podras para meninas.
Bellas goarnicoes de nenies duorados, ornados
com caixos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de fino dourado e
com pedras.
Oulras a tai tarugadas, nada inferior a aquella.
Voltinhas de aljfar branco o decores com rruzes
d<> pedras.
Esses e oulros muilos objertos acham-se a venda
na ra do Queimado, loja da aguia branca, n. 8.
mknm E-KoKiros
expe/h'i$ donrm/as
A aguia branca em continnariio de snas eiv -
mendas mandn vir, e acaba do recebe gandes
espelhos dourados eom mui bonitas e modernas
molduras, e vidros de primeira qualidade, vista
do que o pn lendente que sabir de rasa munido de
dinheiro e com disposifiio de o gastar na compra
de um desses bonitos espelhos, dkhrlr-se roa
do Queimado. Inja d'aguia branca n. 8, qn^scra
bem servido. Tambem ha esp.'lhos qnanraik>s sor*
tidos em lamanhos, e com molduras douradas.
Passas mnito novas a 8,ooo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag multo novo a'8o rs. a libra.
Mestarda mglez em p a I/? o frasco.
Cebollas a 81 a caixa e l,2oo rs. o molho.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Vassouras de piassaba de dous arcos de fer
ro a 32o rs. cada nma.
Latas com hanha refinada com "10 libras a
fc|5oo.
al de Lisboa e. potassa da
Knssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesmaruan. 12, arabos os gneros sao novse
legtimos, e so vellera a preco mais barato do que
tjan tqualquerj parte.
Para familias.
chegailo na nova loja-de miudezas na ra Di-
reitaWL 101, nm rico sortimento de modas, e os
martos desejados enfeites do rede rom troco, ditos
com litas cascarriiha, ultimo gusto, a o3 cada um,
garantindo-so as familias, o desafio de outro quai-
quer que se aprosente do melhor nesta fazenda.
Rl'A DA MADRE DE DOS N. 1.
venda.
Agua de Vichy, dita de Srlfz naluraes, muilo
uteis para molestias de bexiga aquella, e esla (de
Seltz) para.padccimentos de estomago, dita sulphu-
rosa das caldas da rainha para molestias cut-
neas, como dartros, impigens, ele. ; assim como
agua das fumas da ilha de S. Miguel, utilissima
para combaler azias e quaesquer inflammagoes do
tubo digestivo. Estas aguas garantem-sc em sua
pureza, sendo a sua eficacia j bem conhecida,
tanto dos senhores mdicos, como do publico. Bo-
tica do Joao da C. Pravo & r.
Farinha para aninaes
gi^nel.
Vende se a 23 o sacco : no trapiche Barao do
Livramento, no Forte do Maltos n. lp.
Farinha, farello e milito ,
No grande armazem de molhados denominado
Brilhante Aurora, no largo da Santa Cruz n. 12, lia
grande quantidade de saceos, grandes com rarinha
de Goianna, muito nova a 53300. ditos com farelo
de Lisboa com 120 libras a 55500, ditos com mi-
lho novo (24 cuias) a 35800, e em porco se far
abatimento.__________________.___________
Vndese urna carroca para ser puxada por
um s boi: na Cruz de Almas, sitio ao voltar para
Beberibe.
Linlia.
Na loja da Aurora, ra larga do Rosario n. 38,
vende-se linha de carretel azul ferrete a 20 rs. o
carretel, e sendo em duzia alflnrs, dita de dila
branca do n. 80 i 120 com 100 jardas a 20 rs. o
carretel, o a duzia a 200 r.-., pois muito propria
para as costureiras allnbarem qualquer costura
que seja lina, assim como lamben) lem grande sor-
timento de qualquer qualidade.
Alg" para saceos de assiicar e roupa deescravo; tero
para vender Antouio Luiz de liveira Azcvedo -
C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
~~ VINHO PURO.
Chegou nova remessa de anciretas com supe-
rior vinho puro : vende-se no escriptorio de.E. R.
Rabel lo, ra da Cadeia n. 5o.
Vende-se a prec,o barato urnas cento e tantas
estairas de palha da Russia que vieram encapando
fardos de balaios, muilo proprias para os armazens
que exportan) trastes para fra, e mesmo para ra-
pa de fardos de algodao : a tratar na ra larga
do Rosario, deposito n. 3ta
Farinha de mandioca
de Santa Calharina, e da mais nova que ha, em
muitos bons saceos e a preco rommodo : no ar-
mazem do Annes defronte d alfandega.
de
porcelana e escurra* jf
deiras de vidro *
A aguia branca tambem manden vir bonit w jar-
ros de nereeilana doorada e de differeutes tama-
nhos ; assim como escanadeiras de vidro, objeetos
esses sempre necessanos para o b->m aceo das sa-
las ; resta somente que o comprador diria-se com
dinheiro loja d'aguia branca, na na do Queima-
do n. 8, onde sera servido com agrado c pincori-
dade.
rfe la; \\o\ lomcm e, s nli'U'a.
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, ven-
de mui boas meias de laa pan hoim-m e senhora,
e pretas de laia e de seda para padres.
\ iilui ilu Porto superior
fin caixas de una e duas duzias : tem para ven-
der Antonio Luiz de liveira Azevedo& C, no ?ea
escriptorio ra da i ruz n. I._______________
Farinha de mandioca si|irriur
em saceos grandes: vende Antonio L ni/. A Olive-
ra Azevedo & C, no seu esc ijilono ra da Cruz
numero i.
A 20500 o cento.
Cbarulos franci-zes : no bazar pcrn.irnbueano,
ra larga do Rosario n. 30.
Vende-se um carro novo de volta inteira pa-
ra trabalho da alfandega ou conduceao ie *$t
por prego coinniodo : a tratar na fu do Aragao,
casa n. 28.



i
PUrU e FerMtoea Tcrya fe ir 4 4e Mato 1 !*.
k^'-i;
.'-.
#
g Largo da^jb
m;Santa Cruz ;^*$f^ ^
Esquina da
rua do
n. 12. '^W35' %F ^&r Sebo n. 12,
BRILIIANTE AURORA
Hu:i da Senzalla IVova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemde Lo*
Moor libra a 120 rs.

Ura confeito e especifico para
expellir os Vermes.
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandos Pires tem a honra de participar ao respeitatel publiqp
que hoje abri ura novo estabelecimento de moldados denominado Brilhante Aurora, ao
largo da Sania Cruz n. 12 esquina da rua do Sebo n. 18.
O propnetario deste novo estabelecimento pedo a todos os seus amigos e freguezes e
ao bfiiHvulo publico dcsta cidade e do interior, a sua protecciio para este aciado estabele-
cimraiu, certos de que em temfO algum abusar da confianza que at boje Ibes tem de-
positado.
No novo armazem cncontrar-se-hasempreum grande sortimento dos melhoresgeneros
que vem ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, certode que em parte
aiguma se vender mais barato e melhoresgeneros tanto em porcao como a retalho do
que no armazem da Hnlhante Aurora.
A >atisfaQ?io da Hrilhante Aurora O vender muito e muilo barato, mais a dinheiro
a tabella do preco de seus gneros scrao mudados todas as semanas : J
;'
Cha de limitas qualidades.
Cha iterla a 35 e 35200.
Dito nxim muito superior a 35.
Dito rniudinho a 25T>00 p. 25800.
Dito bysson rniudinho a 35.
Dito mais graudo a 25800.
Dito redondo muito boma 25, 25500 e 25800
Dito nreto em tnassos envollo a 15600 e 25.
Espennacete fino o masso a 540, 600 e 6*0.
Velas de carnauba arroba 105e libra 360.
Dita de eomposioao arroba95500e Iibra320.
Charutos nao ha ijuem tenha melhor sorti-
mento em caixas de 100 e 50 todos dos
nielbores fumos de S. Flix de 25 a 85
a caixa de cem.
Cafe do Rio arroba 85500 e 95 e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 35200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Mai anillo arroba 25500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
No8S arroba 45 e libra 160 rs.
Amendoas libra 210 rs.
Alpista arroba 45800 e libra 160 rs.
Pnico arroba 55 e libra 200 rs.
Sevala arroba 25500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
Passas novas raixinbas de 16 e 8 libras a
IJSOOe 155; Oe libra a 360 rs.
Doce da rasen da gaioba caixoes erandes a
15200 e 640 rs.
Saceos com Minina, arroba 55500 muito
boa e libra 180 o 200 rs.
Dila de ararula verdadeira arroba 85 e li-
bra 400 e 480 rs.
Aletria e macan ao a libra a 400 rs.
Eslrelinba muito nova a libra 480 rs.
Presumo novo de lamego para .panella a
560 rs. inteiro e libra 640 rs.
Chotiricas e paios novos a libra 800 rs.
Ceneja branca e preta a duzia a 55300 e 65
Vinagre de Lisboa puro a 15600 a caada e
2*0 rs. a garrafa.
Cartas rom foso da China a 220 e 240 rs.
Toucinho de Lisboa arroba 85800 e libra
280 rs.
Dito de Santos muito novo igual ao de Lis-
boa arroba "5 e libra 240 rs.
Figos d-' Ci madre a libra 280 rs.
Queijos do reino muito novos a 35200.
Bolachina ingleza nova a harriquinha 35.
Tijolos de limpar faoas a 160 rs.
Masis com palitos para denles a 160 rs,
Grozas com palitos do gaz a 25200 e 200 rs.
a duzia de caixinhas.
Latas com graxa duzia 15 e 100 rs. a lata.
! Boifles rom dila 97 a 280 rs.
, Vassouras do Porto de piassava grossa a
-500 rs.
Mnlhos com soblas novas a 15-*
i Saceos grandes com farinha nova a 55-
CL .4 KIII
MME
Ameixas francezas novas em latas a 15400,
25 35500 rs.
Ditas em caixinhas muito enlejiadas com
lamias estampas a 15400, 15600 e 25.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tngoez a 152iiO e 15 a libra.
Mamielada imiiorial dos melhores conser-
veiros de Lisboa a libra 600 e 640 rs.
Latas cora diversas frnctas em calda a 500 rs.
Ditas.coin ervilhas a 700 rs.
Ditas cora massa do tomate a 600 rs. a libra.
Ditas rom liifos ermeticamenle fechadas
15600 e 25500.
Dita oonn peixe de posla ensopado a 15.
Ditas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas cora linguicas flninhas vindas neste
vapor a 655>0.
Ditas comsardinhasdoNantesa36e600rs.
Ditas com bolachinha de soda nova a 2.
Ditas rom biscoutos inglezes varios ttulos
a I54U0 rs.
Frascos cora mustarda prepprada a 400 rs.
DihKi-oni a verdadeira genebra de larania
a 15120.
Dibs grandes dnas garrafas de hollanda 15.
Ditos rom urna garrafa Si.Ors.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Dito com ditos de mexid^s e ouras a 700
SOO e i.
Ditos rom azeilonas e ervas a 15.
Capachos para portas pintados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Hauluiga ingleza flor a 800, 900 c 15.
Dita .-ogimda sortea 640 e 720 rs.
Dita lerceira snrte a 400 rs.
Dita franceza nova de 64 a libra 600 e 640.
fe) Dita dila de 63 a 540 e 560 rs.
di Dila ingleza em barril a 600, 720 e 800 rs.
T Dita franceza em barrite meiosa 530e540.
& Huilla de porro refinada propria para ba-
M nba de cabello a 440 p em barril a 400 rs.
: "'Visillos finos ha
o melhor a
melhores au-
65 c 75 e
garrafa,
caada e
destejar.
Vinhn do Porto em caixa dos
lores a 125,145 e 165.
Dito era pipa a caada 55500, f
garrafa a 720. 800e 15.
Dito seni muilo /no a'15280 a
Dito Maiieira a 15400 a garrafa.
Dito da Figueira puro a 45500 a
garrafa a 040, 560 e 500 rs.
Dito de Lisboa a 35200 e 35500 a caada c
garrafa a 400 e 480 rs.
Dito bramo puro de uva a 640 rs.
Dito mais baixo a 480 e 5 0 rs.
DitoBudeaux branco e tinto a 75 e 85 a
caixa e garrafa a 640, 8 0 e 15.
Dito moscatel a 95 a duzia e 15 a garrafa.
Dito de caj clarificado a 15 a garrafa.
Cognac verdadeira a garrafa 15 c 15280.
Li.oies finos em garrafas braucas a 15 e
lo80 rs.
Azeite retinado a garrafa a 15.
Capils de varias frurias do paiz a garrafa Ditos <'"" l'artllo de Lisboa a580.
500 rs. Cominos, erra doce, pimenta e folha? de
Garra loes com 2,> garrafas de genebra de tooro a libra 400 rs.
hol la ma 83500. Balaios para costuras de meninas para di-
Gopos 'anidados para vinho e agua a duzia' versos precos.
35300,41500 e 55500. Caisfles vasios para plantacos de muita
Ditos do cores a 65500 e ~&. qualidade.
Assiin corno mtiitos oulros objectos que deixa-s;: de r.iencionar. mais Indo de pr-
meira qualidade por precos baratissimos.
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LETBEIRO VEROS.
Neste estabelecimento ha sempre ura sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
g rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
j?, grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
gg homens e meninos.
># Casacas de panno preto, 350 e 305000
*** c"'-....."-"" :1'"- on* 255000
15a,
75.
Wk Sobrecasacas dem. 305 e .
tes Paletos kteu e de cores, 255,
S 205, IU e......
B Ditos de casetnira. 20-J,
125, IO e .
'M Ditos de. alpaca, :>. 45 e
fi*' Ditos ditos pretos, D5.
M. We......35500
>, Ditos de lirini e ganga de co-
5 tes, 45500, 45. 35500 e. .
zK Ditos branco de liuho. 5,55 e
SJ Ditos de merino preto de cor-
& do, 105, 75 e.....
Calcas de casemira preta, i 25,
W, 85e......
Ditas de cores, 95, 85 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 55000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 45500 e. ,
105000
75000
35500
45000
55000
1
Jfc_
-" fji Ditas de brim branco e de c-
-$g res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
j Golletes de velludo preto e de
Sg cores, 95 e......
M Ditos de casemira preta, 55 e
^ Ditos de ditas de cores 55
^ 40e........

t<\: reservada urna pechincha de excellenles
baratos de um dos melnores fabricantes da Ha-
iii, najes se rendrai muito baratos por tercm um
poqneno toqoe de furo algnmas caixas : na rua
ta* de DeW "',8' M0U> d larg ^ Al" TraP'ch'> Novo n. 8.
Ditos de setim preto. 55000J
Ditos de ditos e seda branco,
.60 e.......55000:
Ditos de gorguro de seda
pretos 6 de cores, ($5, 55 e 40OOO
Colletes de fusto e brim bran-
co, 30500,30 e 20500
Seroulas de brim de linho,
I 25400 e......20000
,imn Ditas do algodo, 10600 e. 10400
{ Camisas de peitos de linho,
40, 30 e......20500
Ditas de madapolo, 20500,
20 e........ 10600
Chapeos de massa, pretosfran-
70000 cezes, 100, 90 e. 80500
700001 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
; Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......60000
Collariiihos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
tas. 5
20500 Toalhas parroslo, duzia, 115,
1 e........60000
70000 Chapeos de so!, dealpaca, pre-
40000 tos e de cores.....40000
Lences de bramante de linho. 30000
30500 Cobertas de chit chineza.. 20500,
t t vf 2S,S ffip^: vifXf tiaf
GAZ GAZ GAZ
por pre^o reduzido.
Vende-se gaz da melhor qnalidde pelo
pre o de 100 por lata de 5 gales : no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
40000
40000j
20500
^
Vndn-se a arrancio e pertences da taberna
di S iledade, rna de Joao Fernandes Vieira n. 64,
Diuito alrecoexada e em boa localidade.
Pastillas fmhgm
DE KEMP.
Os monillos ns pedein grito*, ])rque
ellas sio do cheiro, sabor o or agrada-
veis. A elegMicia, a si-guriilade de ac-
fo, o inoffeiisivo das
Pastilhas Vermfugas de Kemp
A l'XK DA St"A
CompnsHae exclusivamnile"Verdal,
sao estas pois as snas iaelliores e mais
completas d tudta as reeomiiiendafSes
qu se possa faeer o cun iii>ta nucSo as
colloeu na categora d'nm favorito uni-
versal.
A superioridad- das
Pastilhas de Kemp
sobre todas as preparacGcs destinadas
para o mesino fin devido sua sim-
ples composiyao o seu aroma agrada-
vel c rapidez e infallibilidade com
que alcanca a deetruicSo total das
LOMBRIGAS.
venda as boticas de Caors & Barboza,
rua da Cruz, e Joao da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos.
RIVAL SEIYI SEGUNDO
Kua do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, esl continuando
no seu progresso de vender baralissimo :
Laixa^ de superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordao branco p3ra vestido e espartilho. vara 20
ris.
Linhas de carretel (150 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
Candes de linba Pedro V (200 jardas) j muilo
conbecida a 40 rs.
Grozas de pennas de ac de muitas qualidades e
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas porm tinosa 500 rs.
Caixas com calungas muilo bonitas para rap a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
, Pares do botes para punbo muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Croza de botos de louca pratiados, o melhor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para unhas muito finas a 400 rs.
Escovas para limpar denles muito superiores a
I 200 rs.
! Libras de 15a de todas as cores (pesada) a 75-
Caixas de phosphoros de seguranza a 160.
; Ditas de papel amizade pautado e liso a COO rs.
Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
i Cadernos de papel branco e do cores, pequeo, a
I 20 ris.
, Cartas c taboadas para meninos a 80 r^.
. Caixas com superiores iscas de acender charutos
a 40 rs.
Carreteis'de linha Alexandre (200 jardas) de cores
a 0 rs.
Baralhos para vollarete muito finos a 240.
Cartas de allinetes francezes muito linos a 40 rs.
I Meadas de linha f-xa para bordar a 20 rs.
Pares de sapalos de tranca muilo superiores a
15600.
Papis de agulha com um pequeo toque a 10 rs.
Croza de bolocs de madreperola muito finos a
560 rs.
Cartees e caixas de celcbetes francezes superiores
a 40 rs.
Doni-ts para meninos muito finos a 15500 c 25.
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Croza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
: Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de r3p com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
I l'ecas de fita do linho muilo boas n 40 rs
Peales de la^o muito bonito-, a 15-
Enfeites de laco de todas as cores a 1530U
Rodas cora allinetes francezes a 20 rs.
i Caixas com qoatro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de familia a 80,160 e 320.
; Caivetes de duas folbas muito finos a 320.
! Pares de sapalos de laa para meninos a iOO rs.
' Sapalos de n anca para senhora e para homem, os
j melhores que tem vindo, e por preep muito barato:
l quem quizer ver, veoha rua d Queimado ns.
49 e 55, e ver tudo como bom e barato.
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, differentes qualidades, mais barato que em
Sualquor parte : no armazem de E. A. Burle &
., rua da Cruz n. 48.______________________
Machinas Inglezas
jpara descarocar algodo as melhores que
tem vindo a este mercado : rua da Senzaia
Novan. 42, em casa de S. P. Johnston
&C,_____________________________
Vende-se a taberna do largo do Terco n. 21
com os gneros ou sem elles e das melhores neste
lugar: a tratar no Conservativo largo do Terco
n. 23.__________________________________
No armazem de fazendas baratas de
Santos < oelho, rna {o Queimado, u.
19, vende-se o seguinle
Attenrae.
Pechincha
Peras de algodo com urna pequea a varia pelo
baratissimo preco de 55.
Cobcrtas de chita da India pelo baratissimo preco
de 25 e 25500.
Leneoes de linho pelo baratissimo preco de 25-
Len^oes de bramante de linho fino pelo baratissimo
preco de 35200.
Lencos de cambraia brancos proprio para algibei-
ra pelo baralissimo pre^o de 25 a duzia.
Algodo enfestado com 8 palmos de largura pelo
baratissimo preco de 15 a vara.
I Bramante de linho fino com 10 palmos de largura
a 25500 a vara.
1 A toa Miado adamascado proprio para toalhade mesa
pelo baratissimo preco de 25000 a vara.
Pecas de cambraia de forro a 25600 e 35200.
Toalhas alcochoadas proprias para raaos a 55 a
duzia.
Esteiras da India, proprias para forre de sala,
de 4,5 e 6 palmos de largura.
Corles de calca de ganga amarella de listras e
de quadros, pelo baralissimo preco de 15200 o
corle.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratsimo prec de IO3OOO
a peca.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
em qualidade da fazenda. pelo baratissime preco
mm
rua 110 or 1: MI A IM> \. 45,
Passando o becco da Congregarlo segunda casa.
NOW1DADE.
Pereira Rocha & C. aeabam de abrir na rua do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial
onde o respettavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado osquaes
erijo vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
aerio vendidos
e
Arroz do Maranho, da India e Java a 60, 80
e 100 rs. a libra e 15800 a 25600 e 35
a arroba.
*meixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 15600 en fuscos grandes a
25500.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 1250OO, 15400, U600 e 25.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.'
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 45C00 a arroba.
Azeite -doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa. 1
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
1 $300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs..
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 35000 a harri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porcor efinada a 440 rs. a libra e;
eembarrila 410 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 15600,
25500, 25800 e 35000 a libra,
dem preto muito superior a 25000 a libra, j
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 15800,
25000, 25200, 25500, 25800, 35000 e
35500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 85500 e 85800 rs. a arroba,
dem londrino chegado no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
Carines de bolinhos francezes muilo novos e
muito bem enfeitados a 700 e OOOJrs.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a
libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra. -
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oilo libras e canastrinhas de 1 arroba a
15800, 55500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 65200 a frasqueira.
dem em garrafoes de 3 e 5 gales a 55500
e 75500 cada um com o garralao.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 rs, a duzia.
Licores muilo finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 15800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 960 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 60<> rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para sopa : esti ellinha, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
45 a caixinha com 12 libras.
Nozcs muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparada pela primeva arte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Amendoas confeitadas a 900 r. a libra.
Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
25 e em caixo a 64o rs.
, Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
, Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo_a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lampgo "em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos fiamengos do ultimo vapor a :t$100
dem prato.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
1 Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
I libra.
Figos em caixinhas ermelicamente lacradas
i a 15600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
-ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, 0. Pedro, D. Luiz I, Mara Ha,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 95000 e105000.
dem em pipa, Porlo, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 35, 35500
e 45 a canadu.
dem branco de Lisboa muito fino, a 500 rs.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e "5500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 15
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quem comprar de 1005000 para cima te*
! r o abate de 5 por cento.
\
RUA 11ACA11EIA DO RjUCIFjE *. 53.
NOVO E
GEAlfDH A*.UJLZmM DE MOLHADOS
RUA i>A CA1IEIA RO RjECIFE I. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na rua da Cadeia do Recifen. 53, um grande e sortido armazem de molliados de-
nominado Umo Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sortimento dos melhores
gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quaes seo vendidos em porcoes ou a retalho por precos asss
commodos. J
- Vcndp-srt um cabrioiei americano coratjoa-
ro rodas e *m-, assenats : n;> rua do A ragas nu-
mero 37.
CHEGADO PELO. VAPOR.
S para o vigilante.
Gra&de sortiinenio de fivelas osetas e com pe
drinhas de muito lindo gosto assim como fitas pa- de S60 rs. o covado.
rs Pintos pretos c do cores para vas raesmas flve- Ricos cortes de laa de barra Maria Pia a 1&5-
las que so vendo pelo barato precede 15500 e 25: Pecas de cambraia 'Je salpicos pelo haratissimo
s no vigilante rua do Crespo n. v. I prego de 45-
Manteiga ingleza especialmente escolhida
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 25800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra*; cha hyson proprio para negocio a
15500 rs. a fibra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, caplain, seed.. bornez e
outras muitas marcas a 15350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50o rs. a libra e 35 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhoree qualidades
quesepodedesejar de 75500 a 85000 a
caixa e 70 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 109 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porc3o e de differentes
marcas'acreditadas que j se venderam
por 14 e 455 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar' de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
15200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
800 rs.
Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
458O0 a caada.
Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
55800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
milito proprias para mi rao, a 1520'., 15500
e25.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
Sardinhas de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina.
vezugo, cherne, linguado, lagosimha, a
15300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
ris.
Cbourifas e paios em latas de 8 emeia libra
por 75-
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra
85600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra 45 s
barrica.
No/.es muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca mello a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
15200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-! ^ muilo novo a 240 rs. a libra.
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra..
2 libras a 600 rs a libra. I Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades ^rar"ta verdadeira a 320 rs. a libra.
que ha em Portugal em latas hermtica-1 Cevada a 120 rs. a libra e 35 a arroba.
mente lacradas a 500 rs. i Alpista a 160 rs. a libra c 45800 a arroba-
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra. Catatas mrj"o novas em gigos com 40 libras
por 15500.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 95 a arroba.
Macias epmchegadas neste ultimo vapor, Caj* do Cjg* muito superior a 280 rs. a li-
muito perfeitas, s vista se faz-o preco.' r j?.ra. e 85*00 a arroba.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750 V ?' ProPno Para negocio, a 85.
rs. cada um. Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 25800
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de \rr.^ An ___ ,u Q.rtft
I libra a 640 rs. a oh *
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a; Ve7 spertnaceli 5f)0 ^ |jbra ,
Chocolate francez, o que ha de melhor MU' .ff? *LfoLenl -"'"- Qcm
genero, a 15200 a libra. ,as de carDauba refir,ada a 320 rs" "
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1. MaCarrao, talbarim e aletria a 480 rs. a li-
Cerveja branca e preta das melhores marcas bra era MM ^ faz abatimento.
2!i? n^mercadoa 50 rs- 8arrafae Estrellinha,pevideearrozdemassa para sopa
5800 a duzia. ; a 600 rs. a libra e 35 a caixa com 6 libras.
Cognac inglez de superior qualidade a 800 Palitos de dente lixados com flora 200 rs.
e 15200 a garrafa. o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs;
Licores francezes das seguintes qualidades: I o masso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
e de outras muitas marcas a 15 a garrafa \ libra.
e 105 a caixa. .Banha de porco refinada a 480 rs. a fibrae
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
95 a duzia. i Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mosiarda ingleza em potes j preparada a lix, em caixas inleiras ou em meias, de
400 rs. | 15600, 25.e 35.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vind'os de conta propria
a 15cada um. j de casa particular.a 400 rs. a libra: iutei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abatimento.
rt\
ks
Ossenhore que compiaren} de 1005000 uaracima, terao o descont de 5 por cerite, pelo prompto pagamento.
K-------. .A L,. .
.^ -.___


Diario le Per*ananee T 0 PRINCIPAL
DE
SILVA & SOZA
Ra do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo-se o proprietario d'este armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhe o titulo de principal,
por ser o mais bem localisado desta cidadc, e como m dos socios terina de partir para a Europa, afim de alli escolher os memores
gneros, desde j se pede ao respeitavel publico toda a attenco, nao s para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
za, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 36, seitas todas as pessoas que fre-
quentarem estas casas de que aro urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
guem melhor do que nos pode offerecer tantas vanlagens como as que se ebservam nos armazens:
ALL ANCA! m* *o Imperador n. *.
PROGRESSISTA!! ra da* cre. .. se.
PRINCIPAL!!!r,,a do Cpe8po n 9
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 10 rs.a libra,
dem franceza, a melhor e mais superior do
nosso mercado a 64o rs. a libra e' 6oo rs
em barril ou meio.
Banha de porco refinada e muito alva a lio
rs. a libra, ecm barril a 4oo rs. -
Cha hysson, o melhor neste genero especial
eucommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem hiera menos superior e que em outras
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- dem emgarrafes com 25 garrafas a 8,ooors.
mazem 2,2oo rs. a libra. Cerveja das melhores marcas de 5,ooo a i
dem uxim, o melhor que pode haver neste 5,5oo a dzia e 5oo rs. a garrafa,
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade.; Cognac superior a 8oo e l,ooo rs. a garrafa,;
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-! e em caixa ter abatimento. I
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a; Marmellada imperial dos melhores e mais
1,2oo a Ib., vende-se por estes precos em afamados oonserveiros de Lisboa em latas
razao de nestes ltimos navios ter-se rece- de libra, libra e meia e 2 libras a 6oo rs.
bido grande porco deste genere, a diffe- Conservas inglezas em frascos grandes a
Vinho do Porto em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e |
i,4oo rs. a caada.
dem em garrafoes com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Batatas em gigos de trinta a tinta e tantas li-
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco.
renca de preco de 6oo a 8oo rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio cmlata de I at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., oeste genero e o melhor possivel.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
75o rs. cada nm.
dem franceza de todas as qualidades de
legumes e fructas a 5oo rs.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs
Palitos para dentes 12ors. o mago.
qualidades como sejam craknel, vorcitia dem lixados muito finos a 14o rs.
pic-nic, soda, captara, seod, osborne e ou-
tras rauitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda era latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a i,6oo e
2,6oo rs. cada una.
dem em caixinhas de 8 Ib. a2(5 rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa
a 54o rs.
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
a libra e 10,ooo a arroba,
dem de composicao emmacadas a 32o rs. j
o maco e 9,ooo rs. a arroba. i
Massa de tomates em latas a 6oo rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 6oo rs. a lata.
Ameixas francezasem latas de libra e meia e Ostras em latas muito bem preparadas a
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
mesmo, conlendu libra e meia de ameixas.
Champagne da mana mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a 18.ooo rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bornean* das melhores qualidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-1
xa e 64o rs. a garrafa.
Cai xas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e 1 o.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; ueste genero ha grande porco e de
differentes marcas muito acreditadas que
j se venderam por 11,000 c 15,ooo a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Cambes, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros eomo Cherry e Madeira para 12,ooo e
i3,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa:Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 56o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero vindo de
cncommenda a Ooo rs. a garrafa, e 4,5oo
rs. a caada.
l,ooo rs.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
- caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
dem talharim, macante e aletria a 4oo rs.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranho a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 8o rs. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 8oo, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oo rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5oo
rs. cada um.
Mlhos inglezes em garrafinhas com rolha de
vidro a 6lo rs. cada urna.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassava com dous arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
urna.
Escovas de piassava proprias para esfregar
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lala muito bem preparado: savel,
corvina, pescada e outros a l,ooo rs. a
lata.
Ervilhas portuguezas e francezas j prepa-
radas a 64o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba.
dem do Bio muito bom a 28o a libra e
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
dem de Java a loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Chouricas e paios a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo umpouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 2io rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidada a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muko superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,ooo rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Bio de Janeiro,
de l,5oo a 5,ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 8oo rs. e cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixao.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a libra.
Cominhos cerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella muito nova a 1 ,ooo rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra e 6,ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e l,loo rs.a duzia
O VEliiriIlIIKO
PRINCIPAL
E
GRANDE ARMAZEH
DE

<1 ii
MOLHADOS
RITA DO IMPERADOR
N. 40

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Ontr'ora ra do Collegio
DE
DARTE ALMEIDA
Z) x
-O i
c.
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Antonio Fernandes Duarte Alraeida, dono dos acreditados armazens Pngremw
e Unto e Commercto, e ex-socio do ProgressoProgressista acaba de abrir hoje um nu-
tro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Osborn.
O proprietario deste importante estabelecimento, conhecendo que o mais rico e espacoso
armazem que presentemente se tem aberto tiesta praca, deliberou denominado VEBDADEI-
BO PRINCIPAL ; sem duvida pede dizer, j pela pratica e conhcimenlo que tem destas
casas, que e este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
quenelle preside, como no completo sortimento que effetivamente recebe de sua propria
emeommenda.
O proprietario do grande armazem'VERDADEIBO PRINCIPAL gloria-so em ser o
I primeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reina va nos precos dos gneros de
! estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seus gene-
j ros, por onde va e v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizcm esses. .
que, mordidos e queimados pela inveja, dizem nao vao l I... Illudel... desenganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trilho que pisa, nunca mais consentir que se
venda um objecto de 50 por 100. O systema do Verdadeiro Principal 6 vender muito
draheiro e ganhar pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
carrega.
Pede-se a matar aUenco.
O proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protec-
c5o para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode ofierecei
as vantagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bem pede a todcs os Exms. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, certos de nao terem occasio de se arrependerem.
Mais atteu^o.
O VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular lodos os Srs. de ingenuo e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encommendas este estabelecimento, garatin-
do-lhes o proprietario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparo esforcos para
fielmente cumprirem os pedidos que vierem inderessados.
Ao publico,
O incansavel proprietario pede a todos os Srs. e Sras. que, quando tenham de man
dar seus pedidos seja ein carta fechada ou com grande recommendaco ao VERDADEI-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratist.
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza dos portadores tem este sobrado urna botic;
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin-
tadas de verde, as hombreiras Duarte Almeida & C. e por cima o VERDADEIR;
PRINCIPAL.
Amendoas confeitadas com bonitas cores
a 1)5000.
Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
c lf a libra.
Dita franceza muito nova a 6oo rs a libra
sendo em barril 580 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos
Massas para sopa muito novas, fui desembar
cada ltimamente pevide: rodinha e es-
trellinha a 500 rs. a libra o 3d a caixa com
8 libras.
Macarriio, Aletria e Talharim a 400 rs. a libra
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 14400
a caada.
Dito emgarrafes a l&OOO'cadaum.
| Bolijes com 8 a 9 garrafas de azeite, o me-
lhor que se pode desejar, a 5$ cada um.
Palitos de dentes em macos com 20 maci-
nhos a 120 rs. cada um.
Palitos do gaz a 2(5200 a groza, 20 rs. a
LOJS DO BEIJA FLOR.
lia do Queimatlo numero (3.
Oravaliuhas para senliora.
Vi'iuVpi-s'' lravalfilias de'diversos qostos mais
moderos a 7O e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-Ilor n. 63.
lilas para deltriim de vestidos.
Vendem-se litas para debrum de vestido de linho
com l varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
irado, loja do beija-llor n. 63.
Pints iravessos.
Vendem-se penies travessos de caracol na
fronte de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-tlor n. 63.
Papel lieira ilouiada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e J1300,
dito de er de beira dourada a J510U : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
" Anvelfipes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cr a GW rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
tlor na roa do Queimado n. 63.
Vollas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a briibante vende-se a 13 cada
urna : ua roa do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de metas muito fiBas a
i200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeites de Ota.
Tendo recebido enfeites de tita pretas e de co-
res mais modernas i|ue se estao usando a lacada
um : na ra do Queimado, loja do beija-llor n. 63.
lila de Ua preta para debrum.
Vende-se fita de laa preta para debrum com 16
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Filas de un lio para bordar vestido
Vendem-se litas de linho para bordar -vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pece s quera tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Botos de madreperla.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senliora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja. do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestid.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a pega : s quem tem por este pre> a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se Ota de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas largaras para
enfeilar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e ftrfos.
Vendem-se facas e Barios de balanco de 1 bo-
o a 55300 a duiia, dita de 2 botes a 6*400:
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Domio8.
Vendem-se dminos muito finos a 5200 e
11400 ua loja da beija-flor da ra do Queimado
a. 63.
BAIRRO DO RECITE, RA DA CADEIA N. 50
O mais novo e o melhor
JJ1J AKEM WE MOIilIADOS
Esquina defronte da ra da Madre de Dos
de 33 a 20700 rs.
Dito perola especial qualidade a 2#600
e 20800 rs.
Dito hyeson o melhor que se pode desejar
a204()O e206OO a libra.
Dito hysson e da India muito superior a| caixinha e 200 rs. a duzia.
202(O e 2/400. j Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
Dito do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8, libras el0000 a duzia.
a 10000 e 10200 a libra. Ceblas muito novas a 540 rs. o cento e
Dilo preto muilo especial a 20800 a libra. 800 o molho.
Dito mais baixo a 10300 e 10000 a libra. Traques de primeira quaiidade a 80300 a
Queijos chegados no ultimo vapor a 30000.1 caixa e 240 rs a carta.
Queijo prato chegado neste ultimo vapor a Charutos Ipyrangas em meias caixinhas a
800 rs. a libra. 20000.
Ditosuisso Parmezo o melhor e mais Ditos Suspiros de Thomc Pinto al 0600.
fresco que se pode desejar a 800 rs.a li- Ditos Avaneiros do mesmo a 10(500.
bra, sendo de 4 libras para cima a 780 rs. Ditos Regala Imperial a 10600, garante-se
"Xova exir08(ode fazendas
baratissimas.
Loja da Arara-* ua da Impor liiz n. 50.
proprielario deste grande esl.ibelecinieniM, L'u-
renco l'ereira Mt-ndes GuimarVs. promette ;em-
pre vender barato para apurar dinh iro.
Ciraude pechlncha, corles le eas-
Ug; sa a 0OOO.
?fc Vende-se cortes de cas.-a franceza para rostidos
K a 2, ditos a 2*500, cortes de cambraia de pabvas
&jg solas com 1 vara de largura a 2>, utos cnm ba-
K bados a 3 : na ra da Imperatriz n. .*>6, loja da
. aB Arara.
!,>. Bramante de Hallo a 3#'00.
vjW Vende-se bramante de linho de 10 palmos de
o Q largura, proprio para lencoes, a 25200 .i vara,
&?/! panno de linho de 4 palmos de largura ;. 640 o i,V' ra, Iwmburgo de linlma 4i0, 5'i(i e (iOii rs. a va-
o ^ i ra, brclanlia de linho lino a (i'M) 800 r<. a rara,
- brun de linho branco a 1500, I5'00. 1,30(10 :}
a vara : na loja da Aran, ra da lni| Filo de liulioa hM i.
Vende-se lil de linho muito lino a 800 rs. a va-
ra, dito de cor e branco a 160 r>. o aovado, t;>rla-
lana de cor a 640 a vara : na ra da Imperan ii
n. o.
Cortes de casemlra a '..
Vende-se corles de casemira d>- o-r a 24. ditos
finos a 35, cortes de sn? franceza a I500, dito
de hriin pardo a 15800a 25 : ra da !inp.r.tn/.
t.56, luja da Arara, de HeaaaftoHnarai's.
Chitas da Arara a 8 40 rs. o co-
vado.
Vndese chitas escuras e claras a 240 e 280
rs. o covado, ditas rrancezas a 320, .160, 100 c 440
rs., riscados lrancez.es a 180 rs. o covado, porfOV
rao de liuho para vestidos a 80 rs. o rovadt* fi.s-
tio de cores a 300 rs gangas para cairas p jali-
tots a 440 e 500 rs. o covado : na ra da (ropera-
triz n. 56.
A Arara vende balrs a 30.
Vende-se baloes de 15, 20, 25 e 30 arcos, dos
melhores que tem vindo ao mercado, a 35, :'5".00
e 45,6 ditos de brillantina a 45. meias para se-
nhoras muito finas a 300, 400 e 320 rs. o par, di-
tos para meninos a 1#280, para acabar, na leja da
ra da Imperatriz u. 36.
A Arara recebeu rfovos soulenibanjues pretea
de grosdenaple ricamente enfeitados, e os vende
por 225 e 235, capas pretas muito b>-m enfrjldas
e manteletes de grosdenaple de superior qualida-
de : na loja da ra da Impt'ralriz n. 86.
Cassa oryandjs a 240 o rovxito.
Vende-se cassa or^andys para vestido, a 40.
280 e 320 ris o covado, cortes de dito rom 14 co-
vado* a 55, ditos de laa eom barra a 85 na ra
ila Imperatriz n. 56 de Mendes Guimarae*.
A Arara vende madapolao francez enfostado a 40.
Vende-te pecas de madapolao franei'z enastado
a 45, dito inglez com 24 jardas a 5300. 75, 85.
95 e 105, pecas de lgodao enrorpado a 35, e.65
75 : na ra da Imperatriz n. 36, l"ja da Arara,
Grande sortimento de roitiia
felta.
Vende-se palilois de panno preio \ l-'>. l^S, 8-5
e 65, ditos de meia casemira a 35-">O0, 45300 e .)
Jilos de brim fino a 65, 25300 e 35, ralea do brun
25500 e 25, ditas linas de brim pardo a 35, di-
'as de brim branco a .'15500 e 15, semillas de 'i-
iho a 15800 e 25, camisas francezas Unas a 25200
253OO, ditas de linho a 35, pan* de meias a 200
!40 e 320 rs., grvalas finas pretas o escuras hur-
ladas as puntas a 15, ditas para minos 1MO e
00 rs., colarinhos de linho a4O0iv s na I. ja
la Arara, ra da Imperatriz n. 56, loja de Meles
Guimares.
Grande peehineha de laziuhas
a se 4o rs.
Vcnde.se laazinhas para vestidos a 240, 320,
4' O e 300 rs. o covado, ditas muito linas de ro es
Hzas, proprias para capas e vestido* de senhorns n
650 rs. o covado, ditas escuras moitu finas a 640
rs. o covado, ditas do 4 paleos de largura rom
palmas de seda a 720 o covado, popelina muito li-
na de ricas palmas a 15200 o eovadn : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara n. 56.
Fazendas para senhoras. golll-
nhas a SOO eltt.
Vende-se golinhas para senliora a 200,320 etfnO
rs. cada urna, cami.-inhas para sennorara 15.15-^0
e 25, dilas muito finas com gollinhas a 45C0 ; ua
ra da Imperatriz n. 56, leja da Arara.
A Arara vende fazrndas para
luto, cassas a 3> rs.
Vende-se cassa prela lina a 320 rs. o covado,
laa preta para luto a 640 rs. o rovsdo, ilpaka
prela a 500, 640 e 80t)rs., bonibazina a I54UO o
covado-: na ruada Imperatriz n. 56. I> >ja e ai na-
zi-iii da Arara, de Lourenco l'ereira Mendes Gui-
mares.
Cortes de chita a 8||4e.
Vende-se cortes de chitas de cores Asas rmn 10
covados a 25400, ditos linos a 25800. ditos de ris-
cado francezes com 1-4 covados a 35 : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
O
tr
o
Antonio da Silva Campos, successor do amigo Xaseimento defrftnte do beceo Largo, bem co-
nhecido j ne*ta praca, acaba de transferir o seu estabelecimento para a casa cima indicada, onde
os seus benvolos amigse freguezes, bem como o respeitavel publico em geral encontrarao o mais
variado, escolhido e melhor sortimento de moldados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do csla-
belecimenlo.
O annunciante, tendo feito urna completa reforma no tocante a casa e gneros, possuindo bons
correspondentes na Europa para remessas de conta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
teccao de todos os amigos do bom barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a cooCianea com que se dignarem de o honrar.
Em resumo, "visite o respeitavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lhe al-
guns gneros, e entao ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que
nenhum oulro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de precos, agrado e
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimenlos idnticos teem oflereeido aos
concurrentes, serio manlidas neslc em grao maior.
INJECCO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO.,
GRIMAULT E C'.A PHARMACEUTICOS EM PARS
Novo traumento ireprai com as folna de Matlco, rre do Per, para a tura rpida e infallivel
da Gonorrhea sem reccio algum da contracco do eanal uu da inflanimaco dos intestino. O clebre
doutor nicord, de Pars, ter renonciado. desde sua apparitfo, ao emprgo de qualquer outro tratamento.
Emprea-se injrr^a no comco do fluxo. as capsulas em todos os casos chronlcos e Inveterados, que
r'esistirao as preparacoe* do eopahu, cubeba e s injeceftes com base metalliu. .,,,,.
Depsito eral: em Taris, em casa de MM. Grimmii e c, pharmareutiros, 7, ra de la Feuillade;
em Lisboa, JB-A*atlBk* ata C-CrHi Jnior no Porto, Miguel fm de MM Fer-
relra: em o Rio-de-Janeiro, Gestas, 102, ra S. Pedro; em Bakta, JMe-Ca*tan Ferprlr-E.lB.
beira- em Rio-Grande, aaaanl- *- **
saaum e O, ra
le-Janeiro, Qeataa, luz, ra a. txuro; mu oni,.m- Grande, Jeaquta de Gadoy; em Jaranho, Ferreira e C"; em Pernambuco,
da Oux. 22 i ssuaa, e naa principaea pbarmacias do Brazil.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barboza
Empreza daiUumina#o
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacSes
(por escripte dando o nome, morada, data, etc.),
devem ser feilas no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os machinistas mandados para atlender a
estas, apreseniaro um livro que os reclamantes
deverao assignar logo depois de prompto o servico
reclamado isto para que a empreza fique sciente
de baverem os mesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.
Vende-se alpaca preta a 50U rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
; 700 e 800 rs., fina de cOrdao a 800 rs para pale-
tot, prineeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, laazinhas preta
pira senhora que estao de luto a 720 o covado :
a ra da Imperatriz n 56. A loja est aberta at
s 9 horas da noite.
lina da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. JolinstonA C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
(aes bronzeados, lonas inglezas, fo de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Grande peehineha.
A 200 rs. o ovada.
Cambraias escuras finas a 200 rs. o covado para
acabar ; nao se do amostras para que se ac bem
logo : quem quir.er, venha comprar no armazem
de fazendas de Custodio, Carvalho & C, ra do
Queimado n. 27.
Vendem-se arcos de pao para uso de pipas
ltimamente ehegados do Porto : a tratar na ra
da Senzala Nova n. 4.
Dito londrino um pouco duro por virem
em navio a 500 a libra, e sendo inteiro
400 rs.
Bolachinhas em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a f.#300 rs.
Dilas em latas grandes a 2^000 rs.
Dilas em hilas de 5 libras de Craknel
4;>000alata.
Bolachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2>200 a barrica e i 00
a libra.
Ca toes com bolachinhas francezas de diver-
sas qualidades H 000, 800 e 1,9200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
2S00.
Bocetascom doces de Portugal ricamente
enfeiladasa 2?>500, conlendo: peras, pe-
cegos, rajabas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra c 75500 a
caixa; tambem tem meias e quarlos.
Amendoas de casca molle a 200 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
4000 a arroba.
Figos em caixinhas e latas hermticamente la-
cradas a l#5i>0 e 20500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
e das seguintes marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Ghamisso,
Velho secco, Vctor Emmanuel, D. Pedro
V, D Luiz, especial vinho velho do Porto
e outros muitos a 9$, 10$, 12i$ e i$ a
duzia e 1$ a l.-rioo a garrafa.
Vinhos em pipaPorto, Lisboa e Figueira
das melhores marcas a 3#800 a caada e
500 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 2#800
a caada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.'
Dito Lavradio muito fresco, n3o levando com
posico, a 560 a garrafa e 4<$000 a caada.
Vinho branco de uva fina a 600 a garrafa e
4#500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 2 5800 a
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6|?500 e 70000
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 10200 a garrafa, garan-
te-se que por este mesmo preco d pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem.
Licores francezes e portuguezes dos melho-
res autores a 800, 10000 e 10500 a gar-
rafa.
Cervejasdas melhores marcas a 50500 e
60 rs. a duzia; tambem temos ordinaria
por muito menos.
Marmelada de todos es fabricantes de Lisboa
em latas de 1 libra a 600 e 640.
que silo charutos que j se venderam por
2 SOOO e 2-5800, alm destas marcas tem de
todas as mais que costumam vir i nosso
mercado.
Genebra de Hollanda em frasqueras a 60OO
e 560 rs. o frasco.
Dita de laranja a 1>200 o frasco 6 120000 a
caixa.
Dita- embotijas de Hollanda a iiOrs.
Cominhos muilo novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba ter abatimento.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 10000 a libra.
Pimenla muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo a 040 rs. a libra.
Alfazeina nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 80000 a arroba.
Chouricas e patos a 040 rs. a libra.
Banha a mais nova e alva que se pode dese-
jar em latas de 10 libras a 40000 a lata.
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AGENCIA
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FNDICAO DE LOW-MOQB.
Una da Sentada nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
. i um completo sortimento de moendas e meias
SWrfTlcr '"a Ubi P -* Para enenbo' machinas de ^
alva e dura a 400^a libra tchas de ferr0 td A de todos og
Copos laptdados a 4;>800 a duxia e ioOO.; h djtf)s
Ameixas em Irascos grandes a 20500. '
Ditas em frascos mais pequeos a 10400.
Ditas em latas de urna e meia libra a 6 libras
a 10200 e 40000 a lata.
Molho inglez rolha de vidro a 800 rs.
Prezuntos inlczes para fiambres muito no-
vos a 800 rs. a libra.
Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
Conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
Cognac inglez a 100000 a duzia e 10000 a
garrafa.
Dilo francez a 80800 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 2)000 a garrafa e 320000 a
duzia.
Sabo massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 90000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Dilas americanas a 640 rs.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C.
ra da Senzalla Nova n. 42._____________
Vende-se ou d-se soeiedade. entrand i eom
dinheiro, n'uma taherna, a qual est pm hom lu-
gar : quem interessar, falle no armazem Conser-
vador, no largo do Terco n. 23.
Vaccas.
Na Piranga, sitio defronle do sitio do Sr. Mlllet,
vendem-se 4 vaecas hoas leiteiras rom erias.__
Vende-se urna taherna com prnn* fundos e
"em afreguezada : na ra doRangel n. 17.
ESCRAYOS FGIDOS.
Fugio do engenho Marianna da comarca de
Goianna, provincia de Pernambuco, o esclavo do
i nome Maximiniano.o qual fui comprado un anuo de
! 1850 Domingos de Si.uza Barros, que o tulla re-
Papel almaco pautado e lizo a 20400 a resma. J-j, y-gule ^^^ ^^
Dito de peso pautado e lizo a 30 a resma. j,ravo ,, ^ sgnaes seguintes: baixo, gmaao,
DilO azul proprio para botica a 20 a resma.! hasunte barbado, bem preto, idade de 4o anuos;
Velas de soerniacete a 500 r. a libra.e sendo' pouco mais ou menos: qualqu-r ness..a que o
em caixa a 520. !' no mesmo "V"* *"
Ditas de carnauba do Aracaty a 90000 a arro- recou,en
ba e 320 rs. a libra. -
Farello de Lisboa marca N a 40000 a sacca.
Tijollos para limpar facas a 160 rs. cada um.
Peixe em latas j preparado a 10000 a lata.
Chocolale hespanhol e francez a 10000 a libra.
bem
ATTEIiCAO
Acha-se fgido o esrravo "de mme Faustino, de
idade 40 annus, pouco mais ou menos, cor fula, at-
ura regular, grosso do corpo, bem cspadaiido, liar-
Caf do Bio primeira sorte a 80JO a arroba nado, c j com algn* cabellos brean* na barba,
e 300 rs. a libra. I bracos e pernas grossas e bastante cabelludas. Ir
Dito de segunda a 80400 e 280 rs. a libra. 'do a8 P6" s arqueadas, porm nao mu.to, coM
Arroz do'Maranho, Javt e India de 20600 a
30 a arroba e 100 rs. a libra.
Alpista muMnovo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 40500 a arroba.
Cevada muito nova a 20500 a arroba e 100
rs. a libra.
ma andar cm sambas, e as vezes embriaga-se bas-
tante por gostar muito de beber : portante roga-
se s autoridades poliriaes desta e das provim-ias
limitrophes, que o facam apprehender e leva-lo a
seu senhoro major Antonio da Silva Ounao, na
ra Imperial, assim como roga-se aos capitaes de
campo a apprehensao do dito escravo, que sero
bem graiicado.



IHnrl de PeraailMie Terca lelr 4 e Malo de I *4.
LIiTERATURA.
Diieilo coDstliiieional.
BEI.IGIAO DE ESTADO.
Vamos dizer duas palavras sobre esta grave e
importante questo dodireito constitucional.
Se lia urna verdade incontcstavd, que dispense
longa demonstraran, c quo ist na consciencia de
iodo, ijue o hornera nm sor esencialmente re
do nao lerio
verse.
a mesma facilidade
A religiao de estado nao pode deixar de ser a
ein desenvol-
| dos corpos que o representara, porque, como nos
A" esla objecco podemos vanidosamente respon- dil T")'88'00115 e Preciso ver o estado na familia,
der com o que disse em urna das suas preleccoes n0 rei' nos gandes o Illm. Sr. Dr. Jos Liberato Barroso, digno lente da uma I*1"' em ludo 1ue representa o poder que
governa.
Assim, pois, s a religiao do estado tem um
culto publico e commum, mesmo fra das egrejas,
tanto quanto permiltem os seus ritos e lithurgia.
S o ministros desta religiao e que percebem
honorarios dos cofres pblicos para sua subssten-
a professam podem representar a nacao, como en
tre nos acontece.
nossa Faculdade. Por ventura, pergunta elle, a ga-
rantlada liberdade, a manifeslacao do pensamenlo,
se estende at o ponto de se prestar proleccao, e
facilitar a propagacao do erro ? por certo que nao.
Nao coagir a propagacao da verdade, nao limitar a
Mofo, e que so a religiao Iba pode Irazer a fdici- mo*tutt&o do pensamento, anda quando erro-
ade, bem, peta qual ello constantemente suspira o neo' ',,mir aflup||e 'l"e PON" i Hs a garan- cia-0 es,a rel,8iao A ^'epde ser ensinada nos
anhela possuir. ,ia da HNrW* Mas dar a crenca absurda a con- estabelecimentos de educacao; so os individuos que
A reliniao, ja o disse al-tuem, um ol.jerto de **? nec>'*ri* Pra que ella so propaue, ga-
tao alta transcendencia qne penle ella codera to- ran"r a BeeB$*' ades,r*v* da ordem.
do os objectos terrestres ; to necessafia que Sem duvnla a liberdade de consciencia, conside-
em a sua exigencia seria inipossivel a existencia rada como um fado psychologico, nao pode cahir
da humanidade. Sem ella o hoinem doixaria de sob a aegao da autordade publica, mas desde que
ter hoineui; porque deixariam de existir as rea- a crenca se manifesta, o cuitse torna necessaria-
ces que o prendera ao sen Creador. mente um objecto da polica social, porque o exer-
E' a religiao o nico lapo que nos liga Deus, a c'n0 dese cu" pode ferir interesses sagrados do
adra que prende a ereatura ao Creador ; a re- es,;,do-
ligiao que nos faz entrar no acertado eaminho de | Ainda podemos oppor a essa objecco apresenta-
llaquc auxiliando raza, en- da pelos nossos adversarios o que nos ens.na o
ser dotado de indiligencia e Eira. Sr. conselheiro Pimenta Bueno, talento que
liberdade, e a obra mais perfeita do Creador, o est cima de todo o elogie,
roi dos seres que foram laneados Ierra, o Ente .
- guando o culto, diz este grande e distincto
Tem vlnle e cinco metros de comprimento e d>-
ze de largura. Muitos dos canos de barro que le-
vavam agua a esse grande reservatono, censcr-
vam-se ainda nos seus lugares. A obra do pe-
dreiro toda feita de tijellos, mas as abobadas sao
de pedra de cantara perfeitamente unidas. Inter-
namente, as paredes da cisterna sao cobras de
uma especie de estuque ou de reboco tito duro que
tem resistido quasi todo.
Ao passo que o lugar onde foi a cidade de p-
tera est hoje deserto, ou antes, nao habitado
seuao por alguns frades que por couta do conven-
to de Pathmos administrara uma grande quinta si-
tuada no meio dessas ruinas -, uma soffrivel povoa-
fo oceupa o terreno onde oulr'ora existiam os
E'.o que nos occorre a dizer sobre lio impor- edilicios da amiga Lampa ou Lappa. Essa peque-
tante e debatida questo.
Fevereiro de. 61.
Caetano M. de Furia Neves.
nossos deveres
sina que o hi.mcm,
nico destinado eumprlr no mundo flus elevados
c ublimes ; ella, finalmente, que tem de unir
urna vida passageira c ophemera a uma existencia
duradoura e dorna.
O homem nao desoja somonte conecher o que v
elle aspira ainda a verdado infinita nao procura
somante o bem, procura o bem infinito : mas, sen-
do certo que s em Deus se pode encontrar a ver-
dade completa, o bem infinito,' por isso o homem
nos apparece sempre cm relarao com Dous, pres-
tando um culto ao seu Creador, sondo doste mod
um ser naturalmente religioso, pnrquanto a reli-
giao nlo mais do que o complexo das retacos
que prenden) o homem Deus, a ereatura ao seu
Creador.
Se o homem 6 naturalmente religioso, como aca-
bamos de ver, tambera polo mesmo titulo um ser'
SOClavel; o, sendo a sociedade uma reunio de lio-
publicista brasileiro, nao se encerra s no sanctu-
ario do coracao e da consciencia, quando passa a
ser externo, a manifestar publicamente o seu pen-
sameulo, a sua crenca, ou seja pelo ensino, ou pre-
dica, ou pelas ceremonias, ritos ou preces em
commum, quando nao se trata mais smente da li-
berdade de consciencia, e sin da liberdade de cul-
to, ento tem lugar a intervenco do legitimo e in-
disputavel direito do poder social, j para nianter e
defender a sociedade, j para proteger, ou simples-
mente tolerar ou nao estes ou aquelies cultos e os
seus ministros.
Com effeito, ser justo, ser conveniente, que
ura culto, muitas vezes absurdo venha estorvar o
estado na integridade do sua f ? julgamos que
nao. A sociedade tem com effeito, como j alguem
disse, a obrigaco moral de respeitar as diversas
mens, e nao podendo ter e.la um fira diverso uo "!" .! (*?fl 7 ^'^ C'ad'
Om individual de cada ura de seus membros, se- ^ T T ^ CrenfM "*"* pa"
gue-se quo a religiao, nocossaria ao individuo nao! bl,camen,c "wnircsladas, porque seria para ella o
o menos a sociedade. D'ahi o dizer Plutarco que' H^KffS" ?S ** "%** S me,'S
n f .. V u d,LU "1"- i de sua de>truicao,seria preciso que ella cerraje os
n ennn Z ""* T~ ~^H^^S^-*35U23S
Su TT' "m eSUd SCm re"g,a0' Sem Cre"Ca riad0 Mbmef,i.h : a religiao a base dos deveres
sociaes e diluido o alicoree o edificio nao se pode
nos deuses.
Sauto Agostinho, juntamente com todos os gran-
des hmeos do ihristianismo, tambom diz, que a
verdadeira piodade, e o culto do verdadeiro Deus,
tao as bases de tuda repblica.
O pouco que acabamos de dizer serve para pro-
var que a rehgO necessaria a sociedade. Ad-
miitida, porin, como niio se pode deixar de admil-
tir essa uecessidade, convm agora saber se todas
as BacSaa, como laes. devem ter a sua religiao, ou
por outra, se em todos os paizes deve haver uma
religiao de estado.
E' pois esta, como j distemos, uma grave o im-
portante questo, principalmente por ser uma das
mais debatidas entre os publieMas.
Rousseau o disse :nunca se lundou estado al-
gura tem que a religiao lite serviste de baso.
Com effeito, desde que tivermos admitlido a r.e-
cessidade de urna religiao n sociedade, a religiio eslado euncedc a tod0ii os cultos egual protecjo,
conservar era pe.
Serrigny tratando do systetna que concede egual
proteccao a todos os cultos, diz-nos que este syste-
ma torna a conducta do poder cheia de perigos e
difllculdades, porque nao se apoia sobre a lgica, e
deixa o estado sem bussula ; e sem um ponto de
apoio o estado, nao tendo uma religiao que apr-
sente como verdadeira, prolegendoopinies contra-
rias, c que se excluem mutuamente, parece care-
cer de convicfao em sua conducta.
ra, nada mais contrario, conclue o mesmo
escriptor, influencia dos hoinens, encarregados
de diriyir seus semelbantes, que a falta de taes
qualidades.
A ausencia de uma religiao de estado leva-nos
i-ertaiiieiite a bem Instes cousequencias, porque ou
A 1LHA DE CRETA.
Recordarees de viageiii.
na cidade tem diversos nomes ; seus habitantes
chamam-a Argyropolis, cidade de prata : Palueopo-
lis, cidade velha, ou simplesmente Polis, cidade ;
mas os camponezes dos cantes vizinhos, nao sei
porque, muitas vezes a dosignam pelos nomes de
Gaidouropolis, cidade dos burros; ou Samaropolis,
cidade das albardas. Referiramnos quenesse lu-
gar j tem sido morios individuos que sao porta-
0 patz : caracteres physicos t produccoes naluraes. dores de cartas era cujo enderezo se l alguns des-
(T i rmiMt' ses nomes injuriosos.
{Lontinuacao.) Os amadores de anliguidadcs cncontram ahi bas-
Em certo lugar.esbarramo-nos com uma estrcita feo ,an,es in5CrpGes c ^^ nmMs qs ^
da|porondens embrenharaos cheios de terror. Nao ainda existem das grandes casas de banhos, pro-
o a mao do homem que a abri, como em Askyfo, vam a opu|encia dessa cidade no ,em dos ,m
fot a torrente quo cavou essa-abertura: Quando raanPfl. Vr.; m,,___._,
^ ^..u. raaores. ro muito grande a sua importancia an-
nao ha endientes, da passagem, mas quando a tes da conquista ; pertencia-lho um desfiladeiro,
chuva ou as neves derretidas engrossam a torreen- sem apresentar passagens muito difflceis, atraves-
le, oceupa ella todo esse espago, precipila-se furio- sa asaltas colimas que ligam os Muntes-Brancos
sa sobre as paredes de marmore que a conteem, ao Ida. E' esse, pelo meio da Iba, o eaminho
agglomera na garganta ondas e escuna, e, como se mais curto de um a outro mar.
esperasse abalar ou deitar por trra o rochedo,
atira de encontr a elle as arvores que arranca da
monlanha. Ento, como l dizem no paiz, fecha-s*
a porta, e os habitantes de Samara, todo o lempo
que duram as aguas, ficam bloqueados dentro do
desfiladeiro sem poderem descer nem para Haghia helatohio sobiie
Reumeli, nem para o mar.
,(Contmuar-se-hu)
Exposicio Internacional de Lon-
dres em l.M>'.
MACHINAS EM GEItAI. ; MOTORES IIV-
UIIAIILICOS ; PELO BACIIA11EI. ANDH l'INTO IIEBOU-
~ C**i '" TENENTE DO CORPO DE E.NGEMIEtHOS.
Mais adiante, as montanhas afTastam-se de novo,
formando como que um vasto circo, no meio do \ A indus,'"ia emprega actualmenle de preferencia
qual ha uma moita de altos cyprestes e grandes '. duas sortes de machinas motrizes :machinas
pinheiros, os mais bellos tal vez que vi nabina e vaPr> e machinas, hydrauhcas.
que cobrem com a sua sombra uma velha egreja Uem 1 de receote invencao, a machina va-
meio arruinada. Pouco mais cima, em um bos-! Pr> universalmente empregada, oceupa hoje o
que de pltanos e de carvalhos nasce urna abun- j primeiro lugar entre os motores. As causas dessa
dante fonte que nunca scea. Depois torna a es- j primazia sao bem conhecidas. A possibilidade de
treilar-se o valle, e, profundo, aperlado, sinuoso, I empregar a machina va|wr por toda a parte; a
sobe al as vizinhancas de Samara. Samara nao faculdade de proporcionar sua forca ao effeito que
tem mais do que uma duzia de casas que a torren- se iuer produzir, por maor que elle seja ; sua In-
te divide em dous grupos. Atrae desse povoado,! dependencia completa dos rigores das estacos,
acaba o valle sem se esperar; e acha-se o viajante taes sao os justos ttulos pelos quaes considerado
mesmo em baixo dos montes mais altos de toda primeiro dos motores,
aquella cadeia, e, por entre as abenas que Ihe ficam | As machinas hydraulicas succedem immediata-
de estado se nos apresentar como um corollario,
como uma ronsequencia lgica.
Entre todas as necessidados do estado, nonhnma
se aprsenla com um carcter de maior urgencia
do que a q*e affaslar os membros do mesmo estado
da irreigio, dos mus costuraos, consequencia in-
falhvel da ausencia de principios religin*. E'
mistor alin disso previnir sempre as supen-liebesi
as praticas aixmrdas, e a idolatra, na qual os lio
mons podoriain rair em pouco lempo, se nao hou-
vessera sacerdotes que pregassem as verdadeira?
douti iuas,dogmas mais rasoaveis, principios de mo.
ral mais puros e mais conformes ao bem da socie-
dade.
Em taes circumslancas a scenca poltica, que
deve considerar es homens como realmente sao,
deve saber que ellos sao em grande parte Dcapa-
zes de oscolher uma religiao. E sea justiga 0|.pe-
se a ijue pela forca os liouieus sejam obligados a
adoptar tal ou tal religiao, a mesiiia justicia induz
o legislador a olferecer o bcm-ficio de urna instruc-
cao til, quo ello possMI abracar livremente ou re
pellir. ra, para isto ter lugar sem duvida ne-
cus-ario escolher uma religiao, e dar-lhe um ca-
rcter offlcial.
Anda mais, no meio de muitas religies, que se
disputam a primazia, comprehende-se muito bem
que a maor parte dos homens vacillariam na osco-
Iha da que houvvssem de adoptar, e conservar-te-
hiara na iiidifferenca, seo etado, se a ankedoria da
sociedade nao indcasse qual a mais preferivel.
O estado tem necessidades, diz ura escriptor, que
nao sao outra cousa mais do que o complexo das
necessidades das suas parles componentes, e ellas
nao pdem ser satisfolas senao com o auxilio da
religiao, que a sua mais forte columna, que o
seu mai solido fundamento. E se verdado que
a unio a condicao da religiao, como admillir-se
no estado um mixto de differentes religies impon-
do cada uma dogmas e preeolos diversos ? So-
ria cimentar a confusao onde s deve reinar a
maor ordem, seria plantar a dosumao onde deve
predominar a mais firme concordia. A f, Pla-
to mesmo quera o reconhece, a f o fundamen-
to da sociedade humana ; mas que f pode ter ura
estado que autorisa e garanto, a mulliplicdade de
religies 1 A f uma, como Deus um; c o esta-
do prometiendo proteger as diversas religies, que
se acham plantadas no mundo torna-se inlM a to-
das ellas: elle nao pode seguir este eaminho sera
dar a entender, como diz o padre Ventura, que
para elle nao ha nada de verdadeiro c de justo no
que toca a religiao.
Dizem, porm, os sustentadores da opiniao con-
traria :o estado dovo porraittr todas as religies,
e proteger egualmente todos os cultos, porque, como
diz Portahs, o essencial para a ordem publica e
para os costumes, nao que todos os homens te-
iiliam a mesma religiao, mas que cada um soja
afferrado a sua, pois quando se tenlia a certeza de
que as diversas religies, que se autorsam, con-
teem preceitos moraes, contom uma porgo de
verdades, mister que cada uma deltas seja obser-
vada com zelo.
Aquellos que professam a doulrina de que o es-
tado deve proteger egualmente todos os cultos pa-
rece que podemos oppor com vantagem o que nos
diz o mui eloqueute c sabio padre Ventura de Rau-
lica ; segundo o qual uma senielhante doutrina
sunpe, ou que todos os cultos sao verdadeiros, o
que um absurdo, ou que todos sao Talsos, o que
uma blasphemia : acereseentando o mesmo Ilus-
tro escriptor que nonhura governo poderia seunr
esta theoria sem dar a entender que considera to-
dos os cultos com a mesma indifferenca, e os en-
volve no mesmo desprezo, sem dar a entender
quo para elle nada ha de verdadeiro e justo em lu-
do que diz respt-ito religiao.
Pdo-se ainda dizer que o estado propagando a
e ucle caso nao tem culto proprio e nem f,
atheu ; ou entao nao protege a uenhum, e nem
paga os seus ministros, e entao ter de ver a ava-
reza, a negligencia, tomar a si a proteegao dos
cultos.
Nao ha duvida que todas as vezes que niio hou-
verem mimstros pago, cuja subsisleucia sejainde-
pendeule das revoluces succesivas que so sucee-
dem uo epaco ; nao ha duvida que lodas as vezes
que se puzer no homem a religiao em conflicto
cora o raleresse, aquello resultado de que acaba-
mos de fallar ser inevitavel, porque, como diz
um distincto publicista, Tourgot, obrigar um cida-
do a pagar directamente os ministros da religiao
tornar onerosos os seulimentos religiosos, que as
dutraccAu do mundo para uns, e o trabalho para
outros, j conibaiera forteraente.
Eutre muitas religies permiitidas ou toleradas,
porque nao ha de ser licito ao poder social tomar
sob sua proteccao e fazer propagar aquella, cujos
dogmas mais se harniouisam rom o principio da
por cima da cabeca, avista, no azul do cu, o Eli-
no-Seli, que o mais elevado de todos esses pinca-
rosrival do proprio Ida.
Um eaminho, a mais pergosa de todas as estra-
das da ilha, e que s praticavel em alguns mezes
de verao, parte de Samara, e, por escabrosos e
horriveis precpios, vae ter a uma alta esplanada*
situada no cume dos Montes-Brancos e que se cha-
ma o Omalo, (ao p da lettra o nido). O Omalo
portence provincia de Selino. S tem commu-
ncacao cora Sfakia por uma vereda onde raras ve-
zes podem passar animaes de carga. As proprias
muas esto expostas a serem atacadas de verligem
e j se tem visto alguraas rolarera com carga at o
fundo do abysmo. Esse eaminho chama-se Xylos-
cada (escada de pu), porque em certos lugares,
para se poder por o p sobre o rochedo, fo neces-
rio enllocar de uma outra pedra, troncos de cy-
prestes sobro os quaes deitaram algumas tahuas
muito mal reunidas.
Um pessimo eaminho, onde, porm, passamos
com a nossa bagagem sem o menor desastre, vae
ter de Haghia-Heumel s pedregosas e frias plani-
cies de Anopols e Aradhena, cortadas por utna
profunda e estrela fenda, onde o eaminho desee e
torna a subir em ziguezagues.
Os cyprestes espalhados pelas encosta dos mon-
tes sao de um tamanho mediocre, mas em ccrlos
lugares os carvalhos chegam a bellas propendes.
Essas planicies, que s produzem cevada, formam
com o valle de Haglua-Roumeli, essa provincia de
Sfakia, que, do lado da Canea, s accessivel por
esse raedonho desfiladeiro de Carp, onde fcil
auioridade, cora as legitimas exigencias da ordem | corlar a marcha do invasor logo aos primeiros pas-
publiea ? aquella que prega a candade, o amor
entre os homens T aquella, emflm, que pela santi-
dad.' do seus dogmas e pureza de sua moral mais
se casa com as teud<-ncias do coracao ?
Finalmente quando uma religiao, as circuns-
tancias da que acabamos de fallar, tem sido pro-
fessada muitos annos pela totalidade dos habitan-
tes de um paiz, tem certamente essa religiao con-
trahido bastantes relceos cora a moral publica, e
sos. Nao conliero paiz montauhoso que a nature-
za lenha fortificado cora tanto esmero, e que por
ella esteja mais bem preparado para sarvir de
abrigo independencia rustica, e s longas resis-
tencias de uma raca vencida e de urna religiao
perseguida.
O resto da provincia de Canea nada mais apre-
senta to notare! como essa gigantesca cidadella
com suas prodigiosas muralhas c estreilas portas
eria diftjl (Z M PUC CODhecido- e ond
sena aiiucil fazer concertar obras de for h,
annos erara as rodas pendentes por certo vantagem era dar preferenciall!
> entregados para utlsacao do hydraulicas de conslroccao asar ri.d~ .......
as suas mar- quanto possivel for, os aperleicoameuios actual-
calculado, que tnenle prescritos pela sciencia.
prescriptos pela sciencia.
Considerada sob esse ponto de vista, a roda
ex-
ressionado por essa considoraces,
Girard, engenhoiro civil, em Paris, dedicou-se ao
esludo de nm receptor hydraulico, especialmente
apropriado a a prove lar a forca motriz de grandes
mente em importancia s machinas vapor.
O emprego das machinas hydraulicas restricta
as localidades em que existem quedas d'agua sua
forca limitada pela quantidade d^agua que fornece I dra^ica de lado> d um novo svs,ema de s,,a '"
a nascente e pela altura da queda, sua marcha su-. vensa0' -, ^ -__vi
jeiU influencia nociva das seccas e endiente* I As ",od,nca8es 'n,roduz,das. Pr *fr. Sageb.cn,
As machinas hydraulicas utilisam a sua forca na-1 s5 bi
tural, e nao exigera portante despeza alguma para
oseucusteio; as machinas vapor, pelo contra-
tes e assim impedir que a agua embarace o seu
movimenlo.
foda hlice.
Nao ha muitos
os unieos receptores mupregauus para unnsayao uu nyarauncas de construejao a
trabalho motor desenvolvido pelos grandes rios, derem ser feitas de madeira as proximidad T
trabalho motor alias muito consideravel, c que no- local, em quo teem de sereslabeleidas- rumnr
derla ser vanidosamente aproveilado por eslabele- d n0 (.nlaDl0 ntroduzir em sua construcoao !'
cimentos industriaes, collocadot as C1"'"! ,n,r- -.......--------! *
gens. Assim, por cxemplo, se ha
o lthodano proJm um trabalho motor superior ao
de 300,000 cavallos dynam.cos. posta por Mr. Sagebien mais um modelo a Manir
Irapressionado doi- essa considoraces. M. L. D. (.mWir.n.i5A an nmi m u h.-1 g r
na con>iruceao do tima roda hydrauhca era condi-
ges anlogas do que uma machina em boascondi-
cos para ser importada.
Pde-se consultar com vantagem sobre o svsio-
massas d agua animadas de pequea velocidade. ., 0 .. BUU,C "J1-
Em 1853 resolva Mr. Girard esse importante _,aJ.._C0."s'ru?ca0 darodaSagebien o novo trata-
problema, constrnindo na grande fabrica de M-
nier A C., cm Noisel-sur-Marne, uma roda hydrau-
lca, de construcoao intoiramenlc nova, a qual pro-
duzia o trabalho motor de 40 cavallos dynamieos,
funecionando com uma queda apenas de meio
metro.
Dous annos depois conslruiu o mesmo engenhe-
ro uma segunda roda de forca de 30 cavallos mo-
vida pela mesma queda.
O novo receptor hydraulico fo denominado pelo
seu Ilustre inventorroda-henee de eixo horizon-
tal, ou turbina sem dorectrizes.
Distingue-se principalmente a roda-helice por
ter o seu eixo parallelo ao lio da correte, em lu-
gar de Ihe ser perpendicular como isso acontece
as rodas pendentes c em todas as outras rodas
vertieses, l'de-sc dizer resumindo, que a roda-
helice urna turbina sem distribuidor, tendo sua
roda motriz collocada verticalmente e em direccao
perpendicular corrente.
O novo motor, alin de aproveitar uma frac'cao
mui consideravel do trabalho desenvolvido pela
queda d'agua, independent da alteracfio do seu
nivel em tempo de endientes. Era virtude de sua
conslrucgao especial, c de ficar essa roda colloca-
da atravs da corrente, acontece que as endien-
tes uma maior quantidade d'agua acta sobre a
roda e compensa assim a diminuigao de altura da
queda. Esse effeito, novo e singular, foi plena-
mente confirmado pela observacao na primeira ro-
da desse syslenia estabelecida por Mr. Girard, a
qual trabaIhou sem alteracao nolavel n'uma en-
diente, era que o Mame chegou a cobri-la comple-
tamente.
A roda Sagebien, de que nos vamos oceupar, po-
de funecionar como a roda hlice cm quedas de
muito pequea altura ; porm muito mais volu-
mosa, e nfio se comporta to bem as endien-
tes.
As rodas hlices sao feitas inteiramente de
ferro.
Hoda Sagebien.
Mr. Sagebien expoz o desenlio de uma roda hy-
T^^t!Z^^^^0M^t'\i^ grande parte do a uno. lima pennsula
e para manter e melhorar a mesma moralidae.: motanhosa
Aqu podemos siq.por com o grande Tapparelli,
, o Acrotiri, antigamente caboKyamon,
sopara o golpho da Canea da baha de La-Sude,
que, as suas profundas aguas abrigadas do todos
os ventos, poderia conter todas as esquadras do
mundo Era bastante substituir por fortficaces
mais bem construidas e bem armadas o caslello
veneziano, que existe na ilha de La-Sude, que esl
situada entrada da baha, para que ficasse sendo
esse o mais bello porto militar que se pode ima-
ginar.
O Acrotiri est hoje em grande parte deserto e
que uma sociedade, na qual todos conhecam por
urna revelaeao infallivel, seus deveres para como
Creador, e o recorihocem como tal, por um com-
mum accordo ; em tal caso devenios dizer com o
mesmo sabio escriptor, que a sociedade obriga-
da a aceitar e cumprir esses deveres/e deve tomar
tanto quanto estiverem seu poder as medidas ne-
cesarias para que se nao desviera os seus mem-
bros do cumpriineuio de seus deveres na ordem ,
exterior.
sabio visconde de Donald ensina-nos que fra niio produz senao olveiras; essas arvores que pe-
da uuidade poltica e da lindada, religiosa nao ha la maior parte pertencem aos grandes conventos
salvaeao para a sociedade. I de S. Joao e da Santissima Trndade sao pequeas
Sondo assim, e sendo a primeira a consequencia e sem al'Parencia> PW*" da o azeite mais doce
da segunda, claro que era ura ciado onde forera e ma'S fin0 que Se faz em toda a i,na-
garantidas e eusuiadas diversas religies, os neg- O me' do Acrotiri passa tambem. pelo melhor
co publico de forma alguma pjdera marchar re- I"0 na em Creta. E' de suppr que no tempo dos
gularmcnte. j Venezianos, dos quaes ainda se encontra por toda
As razes que acabamos de expender, sustentan- U^H^f arruinadas- ,oda essa va"ea
doanecessidade de uma religiao de estado, pode- /^ CU,,,Vada 6 PrdUI'SS admira^is **#*
riam at certa ponto carecer de forca se nos refe- No golpho de La-Sude comecam as lindas cam-
rissemos um paiz composto de fracees diversas, P'nas de Apocorona, dislrido comprehendido entre
adherentes diversas religies, mas no b.iperio do os Montes Brancos, seus prolongamentos que se
Brasil ellas tem cortamente um poder, a que ne- e,ci,dem at Acrotiri e o ro de Murzulla, e o an-
As auligas rodas de lado, construidas com todo o
esmero e estabelecidas as melhorcs coudices
aprovelavam apenas de 00 70 por cento do tra-
balho motor produzido pola queda d'agua, e per-
diaui por tanto de 30 40 por cento. Essa perda
consideravel de trabalho motor era principalmente
attribuida a agua que passava entre a roda e as
paredes do canal sem produzir effeito algum, con-
| traeca o da vea fluida, e ao attrilo nos munhes do
eixo da roda.
Calculando no eratanto a quantidade de traba-
por essas cansas, achou Mr.
e nies-
por ceuto do trabalho produzido pela que-
da, e que por tanto havia outras causas que con"
corriain mui forteraente para diminuir o elfeito til
das rodas hydraulicas dessa especie.
A observacao dos pheiioraenos que acompanhain
a entrada e a sabida d'agua as rodas hydraulicas
de lado, fez ver Mr. Sagebien, que as causas que
machina vapor reservada para Ihe vir era au-1 nao se levavam era cunta, erara principalmente os
xilio quando as duas causas extremasseccas choques d'agua contra as pal helas da roda na eu-
enchentesvm alterar senao impedir de todo a trada, e os movimentos desencontrados della du-
sua aecao ranle sua ,,aSagen, pela roda, isto que as anli-
se as minas de carvao de pedra, o comhustivel j j i i .- ___i -. i
. i"7"1"' u luiiioumivu Ras ro(}as do lado satisfaziam mal ao precedo geral
mais conveniente e o mais gera mente emiiroeado -j i
.. e cni|in.Biuu ue |,res,de a construcoao dos motores hydraulico
as machinas a vapor, sao raras no nosso paiz. as' ,
,. j.. a< .... ; i fazer de modo que a agua entre sem choque e
quedas d agua, pelo contrario, ah, abundara de! saia sem ve|or,dade.
raaneira excepcional: nada portanto mais natural
do que aproveitar essas fontes de forca motriz, e A Pri,neira causa-o choijue d'agua as palhc-
faze-las concorrer para o desenvolvmento de nossa las das rodas desde mui, reconhecda como
industria nascente. produzindo una grande perda de forga viva nos
Foi a consciencia das immensas vantagens que moturtS hidrulicos dessa especie. Foi para evitar
colheria a industria brasileira cora a ntroduccao e choquo d'agua nas Palhe,as das rodas Por baix.
generalsacao no imperio de machinas hydraulicas, |Ue Beneral Poncelet Ihes deu a forma curva, e
rio, tem por motor uma torga artificial, que ne-
cessarlo crear na occasiae em que tem de ser em-
pregada. D'ahi resulta inmediatamente, que em
geralo emprego das machinas hydraulicas i
muito mais econmico que o da machina vapor.
Assim, pois, se sob o ponto de vista de sua in-
teira sujeico a vontade do homem, a machina
vapor reputada o primeiro dos motores, as ma-1
chinas hydraulicas, por ou.ro lado, Ihe sao sempre | mut0|. mnm
preferidas pela economa do seo cusiera nas loca-1 Sa b era II)Ult inferr w
lidades enrque a existencia de auodas daaua tor-1 ...i u. i -i
. ua lul mo a JO por ceuto do trabalho produzido pt
na possivel o seu emprego.
Principiase a introduzir na grande industria o
emprego simultaneo dessas duas sorlcs de machi-
nas, no intuito de ulilsar adequadamente as quali-
dades especiaes de que ellas gozam : nesse caso a
machina hydraulica funeciona ordinariamente, e a
construidas segundo os principios acluaes da scien-
cia, que nos levou a emprehendor o estudo dos di-
versos systemas que se apresentassem na exposi-
cao internacional de Londres.
Vamos1 aqui resumir os dados, que conseguimos
obter, sobre a conslruccao e sobre as propriedades terna de construcoao, mas tambera no modo de fa-
dos motores hydraulicos que mais se distmguiram zer enlrar a aguanella.
assim conseguiu'duphcar o effeito un dessa especie
de rodas.
Para annullar o mais possivel a perniciosa in-
fluencia das duas causas cima apontadas, Mr. Sa-
gebien modilicou a roda de lado nao s no seu sys-
no grande concurso internacional.
todas hydraulicas.
A modificagfio introduzida na conslruccao da ro
da, consiste principalmente om inclinar as suas
nhuma objeccao pode oppor-se com vantagem.
O Brasil ainda nao era uma nacao hvre e inde-
pcndenle, e j os seus habitantes professavam a re-
ligiao calholiea aiiostolira romana, religiao que do-
mina va ento cm Portugal, de quem eramos colo-
nia. Ora, em ta. s circunstancias, sendo declarada
independente a nacao brasileira, tendo de estabe-
lecer uma lei fundametal, quo adevia reger, nada
havia de mais natural e juto do que declarar o oliveiras v-se alvejar mullas aldeas. Ha nesse
legislador conslituinle que a religiaocatho'icaapos- cantao bem int^ressantes ruinas, especialmente as
tolica romana continuara a ser a religiao do esta- de duas cidades que em outro tempo orara conta-
do. Cora effeito, elle assim o fez no artigo 3" da das entre as mais celebres de Creta, ptera e Lam-
nossa coiislituifo poltica. pa. ptera, collocada ora uma esplanada de difli-
Vejamos agora, porm, o que se deve entender cil accesso, que hoje tem o nome de Paloekastro,
por uma rdigio do otado, quaes os seus priyjlc- dorainava a baha de La-Sude, onde tinha o seu
tgo Messapos, que forma a fronteira oriental da
provincia da Canea.
O territorio de Apocorona uma planicie : sao
grandes declivios, com colimas que pareceriam al-
tas, cora valles que pareceriam fundos, se cima
delles nao se elevasse a massa enorme dos Montes-
Brancos.
O terreno quasi lodo cultivado : por entre as
gios, e quaes as suas prerogativas entre as deraais
religos toleradas.
Uma rellgo de esta.de, diz um nolavel publicis-
ta, aquella, cujos preceitos drigem e dorainam as
leis'do estado, aquella, cujas doutrinas* sao prote-
gidas pelo poder, mella era que o poder publico
verdade de sua religiao, acceitando nm culto como ] er, ou se o suppde crer, do mesmo modo que.es
o miro verdadeiro, e nao dando egual pp.tecco a (.articulares creem-ma religiao qne professam,
todos os outros, nao favorece a liberdade de cons-
ciencia, pois que os cultos que nao forera do csta-
aquellas, eniOm, que tem imperio sobre nossa con-
ducta pessoal.
porto, Kssamos. Parte do recinto dessa cidade
existe anda, construida em certo lugares, de po-
lygonos de marmore, e em outros, de bellas pedras
de cantara semelhanca dos muros de Messenas,
porm, o que ptera nos deixou de mais curioso
sao as suas numerosas e vastas cisternas abobada-
das: sobretudo uma, que tem tres arcadas, nao
pode deixar de ser admirada ainda mesmo depois
de se ter visto as inmensas cisternas de Constan-
linopla.
Os motores hydraulicos, actualmenle emprega- palhetas de modo que *formem um ngulo de 43
dos, podem ser divididos em duas grandes das- cora a superficie da agua no momento em que a cn-
ses : na primeira ficam comprehenddas as rodas contram.
hydraulicas na segunda as turbinas, tambera co-
onecidas pela deoominacao "de rodas hydraulicas QuaDt0 il adfl,,ssa0 dagua' u ea regulada por
horzontaes. I duas adufas-
As rodas hydraulicas mais commumente usadas A primeira dessas adufas, a que fica a montante,
sao : vertical e se abre debaixo para cima ; deve ficar
completamente aberla quando a roda esl em ac-
1. As rodas por cima, cujo rendimento em ca0; serve para dar agua roda, c para p la a
geral superior ao de todos os outros motores hy- secco quando necessario visita-la.
draulicos. Reputase sobretudo conveniente a an- a- .
,;- .,/ "IC"" "P- a sfgunda adufa se ada immedialamente a ju-
plicacao dessas rodas em quedas d'agua pouco .
..i, i..,.. _____^.-j.j V, sante da primeira; abre-sede cima para baixo e e
abundante, compreheudidas entre tres e dozc me- .
tros de altura inclinada de modo a ser tangente a circumferen-
; cia exterior da roda. E' com ella que se regu-
2.'As rodas de lado, que, estabelecidas emboas a quantidade d'agua, que deve despender
condices, podem dar um rendimento comparavel roda.
com o das rodas de cima. A simplicidade de sua
construegao permille fazelas, como as preceden-' As no^^'^posices adoptadas por Mr. Sagebien
tes, inteiramente do madeira na localidade era que Provaram excellentemcnte na pratica ; suas rodas
tm de ser empregadas. Applicam-se as rodas de drt lado lim rendimento de 80 90 por cento,
lado com vantagem a quedas comprehenddas en- ao pass0 que com as an,igas mui dirai'ilmente se
tre cinco e vinte e cinco decmetros.
E' desta especie a roda exposta por M. Sage-
bien.
3. As rodas por baixo, que marcham com velo-
cidade superior de todas as outras. Podem ser
feitas com palhetas planas ou curvas : as prime!-
ras estad-Jioje quasi abandonadas por ulilarem
apenas um quarto ou um quinto da forca da que-
da ; sao hoje substituidas pelas rodas de palhetas
obrmha 00 70 por cont. Alin de darem esse
extraordinario rendimento, que raras vezes alean-
cam as turbinas e as rodas por cima, gozara as ror
das Sagebien da piopriedade de poderem funecio-
nar com vantagem cm quedas d'agua de mui pe-
quena altura.
I Teem comtudo as rodas Sagebien dous inconve-
nientes.
O primeiro que, para produzirem lodo o seu
curvas, geralmente appellidadas rodas Poncelet, effeito, devem, como as antigs rodas de lado, mar-
que podem gyrar com a mesma velocdade, e dao cliar mu lentamente, e isso obrga a complicar a
no enllanto um rendimento de 50 60 por cont, transmisso do moviraento da roda motriz s-nia-
As rodas Poncelet sao feitas quasi sempre inteira- chinas utensis da fabrica, quando ellas devem tr-
mente de Ierro ; em rigor, porm, sao somonte balhar, como quasi sempre acontece, com velocida-
suas palhetas curvas qne exigem o emprego desse dd niml superior.
metal.
4. As rodas pendentes ou rodas de barco, que
se movem sob a acciio de uma corrente indefinida.
Utilisam essas rodas quando muito um juarlo da
forca motriz da corrente; movem-se mm lenta-
mente, e sao incapazes de produzir um trabalho
motor consideravel. Alm disso, o seu effeito til
dirainue consideravelinenle na occasio das en-
O segundo inconveniente das novas rodas pro-
duzido pela ineiinaeo dos raios, que abriga a dar-
lhe- grande dimetro, e augmenlar-lhes portanto o
peso e o custo.
O desenlio exposto por Mr. Sagebien representa-
va uma roda feila de ferro.
Parece-nos, porm, que essas rodas podem ser
feitas de madeira, como as rodas hydraulicas de
Chentes, e isso obriga a muni-las de um mecans- lado, das quaes ellas nao differem senSo pela indi-
mo especial para eleva-las ein occasio de enchen- nacao das palhetas e por dimensoes.
do de motores hydraulicos de Mr. Armengaud, ahi
e acharao desenos e considerares Ihturcas, que
nao leriam lugar na simples exposigo que tele-
nas.
ItottMf.
A nvenco das turbinas commummente attri-
buida por uns a Sgner o por outros ao Ilustre
gemetra allemao Euler.
O exame. porm, das machinas imaginadas por
Sgner e Euler fez ver que ellas diferam nolavel-
menlc era sua conslruccao, e querem alguns que
tambem em principio, das turbinas actuaos.
E' Mr. Burdin, engenheiro do corpo de minas
francez, que sao verdadeiramento devidos os
primeiros estados sobre as turbinas ou rodas
hydraulicas horzontaes, e incontestavelmenie per-
lenco ao distincto engenheiro Mr. Fourneyron, seu
discpulo, a gloria de ter realisado pratoamenie as
ideas de Mr. Burdin, construndo a primeira turb
na, que prestou servidos reaes industria.
A primeira turbina Fourneyron foi construida
no anuo de 1827 era Pont-sur-COgnon (Haule-
Sane.)
Em outubro de 1832 lirou Mr. Fonrneyrou ura
privilegio para construir exclusivamente, durante
anime annos, os novos receptores hydraulicos. que
elle denominouturbinas Fourneyron ou rodas
presso universal e continua. A denominara de
turbina tinha sido anteriormente dada por Mr. Bur-
din
Os excedientes resultados ohtidos por Mr. Four-
neyron attrahram a attencao dos engenheiro* c
constructores para a nova especie do motores. Um
grande numero de sysiemas de turbinas foi poste-
riormgpte proposto. D entre essas turbinas urnas
podem ser consideradas como modificares da tur-
bina Fourneyron; outras, porm, formam uma
classe distincta, que tem por typo a turbina Fon-
taine-Baron. Destingue-se principalmente esta tur-
bina por mover-se nella a agua verticalmente, ao
passo que nas de sysleraa Fourneyron a agua se
raove horizonlalraente, isto do centro para a cir-
cunferencia da roda motriz.
Apezar de depender intimamente a natureza do
receptor hydraulico que se deve empregar era una
localidade de suas circunstancias especiaes, pde-
se comtudo afOrraar em geral que o emprego das
turbinas mais vantajoso que o das rodas hydrau-
licas.
Essa superioridade geral das turbinas sobre as
rodas hydraulicas ficar bem patente por um sim-
ples parallelo entre ellas e as rodas hydraulicas
por cima, as que melhor utilisam a forca das que-
das d'agua.
As rodas por cima, bem construidas e conve-
nientemente estabelecidas, podem ulilisar 70 a 80
por cenlo do trabalho motor produzido pela queda
d'agua ; o rendimento das turbinas, bem que em
alguns casos superior, fica quasi sempre compre
hendido entre os mesmos limites.
O emprego dessas rodas smente vantajoso
para quedas de tres a doze metros de altura ; alm
desse limite o grande dimetro que deve ter a roda,
obriga a reforcar proporcionalmente o seu viga-
menlo, e angmcntar-lho assim considcravelmente
o peso. A's lurbinas, pelo contrario, se adaptam a
quedas de qualquer altura por nao ser necessario
que o seu dimetro crespa com a altura da queda
e era rigor, para as alturas superiores a 12 metros
sao ellas os nicos receptores hydraulicos que se
podem empregar com vantagem. Lembraremos que
duas das primeiras turbinas construidas por Mr.
Fourneyron, foram estabelecidas em S. Blaiso, na
Floresta Negra, em uma queda de 108 metros de
altura para substituir um grande numero de rodas
por cima superpostas, que muito mal utilisavam a
bren motriz desenvolvida por essa cnoi me queda
d'agua. Cada uma dessas turbinas era da forca de
00 cavallos, c no cuitante tioham pouco mais de
meio metro de dimetro.
Nos munhes das rodas por cima prduz-se sem-
pre um grande attrito devido pressao exercida
polo peso da roda c d'agua motriz que ella contera
quando se ada em aceo. Esse attrito occasiona a
perda de uma fraccao consideravel de trabalho
motor; nas lurbinas esse inconveniente insigni-
ficante, por isso que todo o attrito se resume no
piao sobre que gyra o seu eixo.
As rodas por cima, como as rodas de lado, mo-
vom-se muito lentamente : as nicas rodas que po-
dem marchar com velocdade comparavel das
turbinas sao as rodas por baixo, cujo rendimento
porm muito inferior ao das turbinas.
A propriedade das turbinas, de marchar a gran-
de velocdade, preciosa, porqnanto permitte sim-
plificar o systema de transmisso de movimonto do
motor s machinas utensis, quando ellas devem mo-
ver-se rpidamente.
As rodas por cima, como todas as outras, func-
cionam mal durante as endientes : a agua do ca-
nal de jusante, em quo ellas ficam entao immersas,
absorve a mor parte do trabalho motor. Nas tur-
binas de systema de Fourneyron nao existe esse
inconveniente : trabalham quasi sempre immersas
no canal de jusante. Nas de systema Fontaine-Ila-
ron cumpre adaptar-se-lhes oapparelhohydropneu-
matico de Mr. Girard, para livra-las inteiramente
da influencia nociva das enchentes.
A essas razes, que estahelccem em principio a
superioridade das turbinas sobre as rodas hydrau-
licas, accrescentaremos duas outras da maior im-
portancia para o caso que nos oceupa. da importa-
c,ao desses motores no nosso paiz :
Io Ser o cusi das turbinas inferiores ao das ro-
das hydraulicas de egual torca.
2o Ser mais fcil o transarte das turbinas. O
peso de uma turbina geralmente um quarto do
de uma roda hydraulica da mesma torca.
Essas considerares nduzem a cro"r que na im-
portacao de motores hydraulicos se deveri lar pre-
ferencia s turbinas tanto mais que as rodas hy-
draulicas, nos casos em que razes especiaes acon-
solharem o seu emprego, podero ser construidas
de madeira do paiz nas proximidades da localidade
em que tiverem de ser estabelecidas. As vantagens
provenientes de sua conMruccio de (ferro, nao pa-
recen) na verdade assaz valiosas para compensar o
seu alto prego e as difllculdades de sua importagao.
(Contimtar-se-haJ
ERNAMBUO. TTP. DE M. F. P. A FIlUQ
...
MMBI


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