Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10372


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Full Text
i
AHffO XL. IfMEftO 116
Por tres mezea adianiailgs 5JO00
Pf tres Mezes vencidos 6J0
Porte ao correio por tres mezes. #75(1
SABBADO 21 BE MAJO DE 1864.
Por amo adiantato.....49$00O
Porte ao correio por mn anao 3f 00U
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga; Gear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
saazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
VNCARRBGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Baha, o
Tr. Jos Marlins AI ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
dir Martina A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahjr
navio.
Todos os estafetas partem ao '/ dia.___
EPHEMERIDES DO HEZ DE MAIO.
S Loa nova as 9 h., 54 m. e 2 s. da t.
13 Quarlo rese, as 4 h. e 61 m. da i.
21 La ebeia as 11 h., 4 m. a 20 s. da m.
28 Quarto ming. as 7 h. e 56 m. da m.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 2 horas e 5't mrnntos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 8 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marg., maio, lu, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 /& 7, 7 Vi, 8 e
g i/, da m.; de Oiinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatiio s 6 '/a da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 A, *. 'A. Vi,
5, 5 'A. Vi e 6 da tarde; para Oiinda s 7 da
macha e 4 >/i da tarde; para Jaboatiio s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 >/i da tarde; para
Bemflea s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: secundas e quintas.
Relagao : tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: torgas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DUS DA SkMANA.
16. Segando. S. Mo lhpHMMH|Mi
17. Terra. S-Paarhonl Bayssat
is. (juana, s. K.-iix de CmojSn f.
19. (Juinia. S. Pedro Olestm.. f: S. Ivo f.
2li S.-xta. S. IWnardmo M Sena f.
21. SabhauV Ss. Manos Theop..mpob.
22. Domiago. S. Rita l Carnet viov.
ASSIGNA-SI
no Recife, em a linaria da praca da Indi pcacwia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueirua de
Faria & Fitbo.
PARTE FFIGIAL.
tarios que residem em snas casas eolleetadas pela
collectoria da cidade de Nazareth.a quem fez a
requisicao.
utro do mesmo, remetiendo
mar da cidade da Victoria.A' commissao de ne-
gocios de cmara.
Outro do mesmo, remetiendo por copia o contra-
to celebrado em 10 de novembro ultimo com Ma-
pelo menos possivel que alguosdos nobres deputa- com a idea do projecto em discussao ? Eu digo urna medida que livre os caixeiros brasileiros da
dos signatarios do projeclo deixa de me acompa- V. Exc. Nao de le, mas todos nos Sabemos, que guarda nacional, afim de que o commercio fique
nhar no debate em que me verei s, pelos motivos' os guardas nacionaes para se isentarem completa- isento da imposicao de que se acha sobrecarregado
as posturas da ca- que V. Exc. e a casa Bao sao estranhos. mente do servico, pagam animalmente a quantia por este projecto, e que perdera assim a sua ra-
GOVUM DA PROVINCIA.
Expediente do dia 1S de maio de 1861.
OlncioaoExm. presidente da provincia do ro noel GoncalvesNunes Machado para a construegao
randa do Norte.-.No primeiro vapor da cumpa- da estrada de Rujary a Go.auua.-A commutao
nhia Pernambucana que seguir para o norte serao de obras publicas. ____
nhia de ca vallara 'na neticao da mesa regedora da irmandade do
O Su. G. Campei.lo :Supponho que os que de 1204000, sem ter em eoasiderago as desperas zao justificativa,
assignaram o projecto bao de defendc-lo. que a cada momento sao creadas pelos usos e eos-1 Creio que isto nao offensivo dignidade dos
O Sn. Sii.vkiu \ Lobo : Sr. presidente, vozes se turnes dos corpos, pelas reformas de fardamentos,' poderes geraes.
ho de levaniar fra deste recinto contra o projeclo armamentos etc. V V. Exc. que estando em pro-! Ha ainda urna outra vantagem indirecta, mas
m discussao, alguns se tem aventurado a injuriar porgo correspondente o imposto de 2004000, ao que eu julgo de alguma importancia, vantagem
os autores do projecto. (Nao apoiados) Mas, eu, que pagam annualmenle os caixeiros brasileiros que resultar do contacto em que necessariameule
creio muito pamente que essas vozes que se tem que se querem tsentar do servico da guarda na-1 se achariam os commereantes estrangeiros com
de caval l !na peucao ua mesa regeuora ua innauuaue uu levantado contra o projecto sao injustas, que essas cional, fiea estabeleeido o equilibrio, haver igual- os brasileiros, e d'ahi o congrassamenlo dos Brasi-
de>sa provincia os objectos mencionados na relagao Santissimo Sacramento da cidade da Victoria, pe- opin5es que o fulminam como ante-humanitario, dade de condices, e os commerciantes podero leiros com os estrangeiros; creio que a
por copia inclusa, do que don sciencia a V. Exc.. dindo preferencia para correr as loteras que Ihe ante-social, contrario aos principios da sciencjai aceitaros caixeiros brasileiros semterem em con-
Dito ao brigadeiro eommandante das' armas__ foram concedidas para os reparos da mesma igre- economa, como indigno de um povo civilsado, sao sideraco as grandes despezas que esses caixeiros
Podo V. Exc. nomear o coronel reformado presi- J*-A' commissao de petigoes. mal fundadas. sao hoje obrigados a fazer com o servico da guar-
-dente do conselho administrativo, Antonio Pedro de -Outro da mesa regedora da confraria de Nossa la um aparte) i da nacional.
S Brrelo para servir de vogal no conselho de Sonhora do Amparo de Goianna, pedindo a appro- o Sn. Silveiha Lobo :Eu fallo em geral. Me parece que para urna assemblea tao dlustra-
Aa na. gr presidente, j se v que em vista destes factos
, e outros que seren acreditados por mim, que a
1 serem certos, teriam de lacerar-me o coracao, eu
tenho necessidade, pelo menos de apresentar o fin
O Su. Sir.vi Ramos :(.Vi.> devolveu sen dis-
curso.)
OSn. Awnmstf :(ia devolveu -eu distar.
Val mesa e apoiado o seguinte r*i|iteri-
meoto :
Requeiro qne se consalte a casa se aaam oa ojo
retirar a assijmatura quepreslei ao projecto. S. R.
Carvalho Moura.
A discussao Ota adiad* pela hora.
O Sn. PnKsuHiMTK designa a ordem do da le-
vanta a sessio.
investigaeo que tem de tomar conhecimento do
faeto de que argido o coronel do estado maior
de segunda classe Antonio Comes Leal. Fica as-
sim respondido o seu olflcio n. 908 desta data.
Communicou se ao coronel presidente do conselho
administrativo.
Dito ao mesmo.Remello V. Exc. para ter o
conveniente destino a guia de 4 pravas de primei-
ra linha que sob o commando do alferes do corpo
de polica do Maranhao, Antonio Washington Jan-
sen Lima, vieram para esta provincia escollando
sentenciados de Justina do Piauhy
Dito ao mesme. Deferindo o incluso requeri-
menio do soldado do 9" batallio de infantaria Eli-
ziario dos Sanios Leal, sobre que versa a sua in-
formacao n. 888 de 17 do corrente, autonso V.
K\c. a dar-lhe baixa aceitando o paisano Manoel
Jos de Souza.que o supplicante offerece para ser-
vir em seu lugar.
Dito ao mesmo.Passo s mos de V. Exc. para
ter o conveniente deslino, copia das alteracoes oc-
eorridas com os militares da guarnido desla pro-
vincia que se acham fra delta.
Dito ao inspector da thesouraria de lazenda.
Transmiti V. S. para os convenientes exames
os inclusos mappas do movimento pessoal das
enfermaras dos hospital militar na primeira quin-
zena do crreme anno.
Dito ao Dr. chefe de polica Faca V. S. des-
embarcar do vapor Apa, afim de serem enviados
para o presidio de Fernando- na primeira oppor-
lunidade os sentenciados de justica da provincia
do Piauhy, mencionados na relacao junta.OIB-
ciou-se ao res|ectivo juiz municipal para remetter
as suias dos sentenciados de que se trata.
Dito ao capito do porto: Faco apresentar
V. S., para ter o conveniente deslino depois de
inspeccionado o recruta de marinha, Isidoro Joao
Francisco de Miranda.
Dito ao director geral interino da instrurgao
publica-Respondendoaos seu* oflkiosdelie 19 de
abril ultimo, sob ns. 67 e 75, tenho a dizer-lhe que
pode mandar comprar mil exemplares do fo-
llieloconlendo as novas carias para aprender
a lr, composlo pelo professor jubilado Salvador
Jlenriquede Albuquerque, e adoptado para o en-
cino primario em tods as aalas da provincia, a-
lim de serem nos termos do artigo 60 da le n.
369 de 14 de maio de 1855 destri huidos pelos a-
lunioos pobres das mesmas aulas, nao excedendo
e$sa despeza da quaniia de 804000 mencionada
no segundo dos seus citados ollicios.
Dito ao mesmo.Em vista de sua informacao de
16 do corrente, sob n. 88. mande Vine, admitlir
no Gymnasio Provincial como alumno externo
gratuito, o filho de Francisco Xavier Rodrigues de
.Miranda, de nome Nilo Rodrigues de Miranda, a
pie se refere o requerimenlo e mais papis que
inelusos devolvo.
Portara. Os senliores agentes da companhia
Brasileira de paques vapor fagam transportar
para a corte por conla do ministerio da marraba
no vapor .4// o imperial marinheiro de tercera
classe Agostinho Francisco
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande dar transporte al Macu, no vapor
que seguir para o norte em lugar de proa desti-
nado a paasageiro de estado, a Malinas Carlos de
Araujn Maciel.
Expediente do secretario do gorerno.
(lucio ao brigadeiro eommandante das arma?.
Por despacho desla data aulorisou-se o direc-
tor do arsenal de guerra a mandar concertar os
objectos mencionados no pedido a que alinde o
ofllcio de V. Exc. n. 873 de. 14 do corrente; o que
commumeo V. Exc. de ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia.
Despachos do dia 18 dr mtio de 1861.
Ileiiafriwrntos.
Antonio dos Sanios Cordeiro.Nao ha vaga.
Bailar & Ohvcira. Moslrem os supplicautes
que a barca pe teiice-lhes, e que se acha desem-
barazada pelo tribunal do commercio.
Dr. Felippe Nery Collaco. Informe o Sr. di-
rector interino Jus Querno do Nasciu'iento. Prove que vive
etu companhia de sua melner.
Luiz Antonio Barboza de Urilo. Informo o Sr.
rerrulador dos municipios do Recife e Oiinda.
Victoriano Luiz Franco. Informe o Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
vacao de seu compromiso.A' commissao de ne-
gocios ecclcsiasticos.
Oulro de Jos de Souza Cabral c outros proprie-
tarios residentes na cidade da Victoria, pedindo
da como esta, nada mais preciso dizer acerca des
te ponto.
Passarei a otros pontos, e responderei a alga-
mas objeccoes que foram apresenladas em um cora-
urna medida afim de obstar a entrada do gado dos o meu projeclo, as razoes que me determinaran)' municado em que vem allusftes prfidas contra a-
lerrenos destinados a plantacoes.A' commissao a assigna lo, o modo porque eu entendo a doutrina quelles que assignaram o projecto, contra aquelles
de posturas. | nelle consagrada, em flm todos os motivos que me i que arroslraram lodos os despeilos, todos os inle-
Outro de Joao Falque e Antonio Machado Gomes -levam a que eu entre ainda hoje em sua discusso! resses do grande e poderoso commercio de Per-
da Silva, pedindo urna proroga?ao do previlegio perante ma assemblea lo Ilustrada como esta. I nambuco, apresentando este projecto.
que Ihes foi concedido para estabelecer nesta cida- Com relacao a constilucionalidadu do projecto, | O-Sr. Buaruue :V. Exc. ainda nao fallou em
.a.. > I 1* AnH.A.!npn .1 ....I i..r...-
as relafoes de amizade, que as diversas naques tem
comnosco pelas relajos commerciaes, seriam mais
desenvolvidas, os homens seriam melhor condeci-
dos, os Brasileiros melhor acollados, ou antes des-
appareceria esse desconceito desfavoravel qae os
negociantes estrangeiros ormam dos Brasileiros.
Eu devo agora cessar a exposico dos motivos
que me levaram confeccao do projecto, tanto
REVISTA DIARIA
A sesso do Instituto Anhtologico e GrwfrnfttiC"
Pernambucano tem lugar no dia 27 do rorrrtrie.
Acha-se aberlo cora o prazo de trinia da.' a
inscripqo e processo de habtlila<;oe< para o ora-
curso da cadeira de philosophia racional r moral
do G>mnasio Pernambucano.
de carros de praca. A' commissao de peticSes. eu creio que ser intil qualquer reflexao minha
lido e approvado o seguinte projecto : I porque ainda est em pao parecer da illusire com-
A commissao de agricultura, commercio e obras misso que declarou-o conforme aos principios
publicas a quem foi presente a rupresentacao dos conslitucionaes, c dentro das raas dos nossos pode-
terrenos sitos s inargens do canal da ra da Au- res. Com relacao a idea do projecto, casa pude
rora, precisa, para poder emitlir o seu parecer, que manifestar o seu juizo em contrario, mas segundo
seja a representacao remedida ao Exm. presidente o parecer supponho que nao ha mais opposicao
da provincia para obter as informaqoes sobre as possivel, visto ter sido elle approvado.
questes seguintes:
Io Com que condices foram dados os terrenos
de marinha de que trata a peticao.
2* Se a obrigacao d construir os caes fronteiros
aos terrenos de marinha nao geral para os con-
cesionarios.
3 Se alguns proprietarios as mesmas condi-
ces que os peticionarios, tem feito o aterro dos
terrenos de marinha que Ihe foram concedidos.
4" Se a despeza dos caes construidos margem
desses terrenos antes de 1822 correram por conta
dos proprietarios ou do thesouro nacional.
Sala das commissSes, 19 de abril de 1864. -
Campcllo.Silretia Lobo.
remetlido mesa e apoiado o segointe reque-
rimento:
Requeiro que de preferencia a qualquer outro
trabalho, seja quanto antes publicada a discussao
batida nos das 16 e 18 por occasio do se tratar
do requerimenlo para a retirada da tropa.Silva
liamos.
O Su. Jacobina pronuncia-se contra o requer- d0 Dobre deputadb,
ment, por entender que nao conveniente alterar- preferivel esperar
se a ordem adoptada na publicacjio dos trabalhos
da casa.
O Su. Silva Ramos justifica seu requerimenlo.
Vai mesa e approvada a seguinte emenda :
Em vez das palavrasa discussao havida nos
il < 16 o 18diga-se :as sessoes dos das 16 e
18.Buarqur.
O Sn. Nabob : -(Nao devolveu seu discurso.)
OSn. Jos: Mutta presta o seu assentiment ao
requerimenlo para quo o publico tenha logo co-
nhecimento do que se passou na casa com relaqo
permanencia da forya.
Encerrada a discussao o requerimenlo appro-
impugnadores do projecto e declaro que nada
Propondo-me apenas a fazer algomas considera
ces, a explicar o meu pensamento, a minha inten
jao, v V. Exc. que eu nao preriso enlrar n'um nhb com o cominumcado.
grande desenvolvimenlo da materia, mas me O Sr. Silvkira Lobo : Nodisse a quem attri-
necessario, me indispensavel passar um rpido buia o communicado, per consequencia nao tem
olhar por toda ella, alim de mostrar que o projecto applicaco os apartes dos nobres deputados, e so-
feito conforme os principios da sciencia, e esl \ bre tinto nao attrilmo esse communicado a nenhum
communicado algum, por isso pergunto-lhe a que : deputado com umita atlencao.
communicado se refere. I O Sr. Silva Ramos : Eu devo declarar que
O Sr. Silveira Lobo :-Refiro-rae a um com-: fui chamado ante-sala, mas voltei logo,
municado queappareceu no Jornal do Rtcife e que O Sn. AnAno Barbos : Eu tinha necessidade
trago aqui, lalvez com a pretencao exagerada de : urgente de sahir, mas nao sala para ouvir o nobre
refuta-lo. (deputado.
O Sa. Biarquf. :Declaro que nao sabia desse O Su. Silveira Lobo : Agradeco muito estas
communicado. ] attengoes. Passarei adiante. _
O Su Silva Ramos :-Eu tambem sou um dos | Devo deixar de parte, porque nao esta em dis
mais quanto vejo, que alguns' dos nobres deputados Em sua viagein procedente do Rio de Jan>-
que me prestaram sua benvola atlencao e deseja- ro para esta cidade, falleceu o Sr. Helxior M:mel
vam ser convencidos, abandonaram as suas cadei- d'Araujo, cpilo do brigue Timador, na altara de
ras:.. 18- e 50" de ialitude sul e 39" de longitude orri-
Um Sr. Depitaoo : Sem protesto. dental.
O Sn. Silveiha Lobo para nao me oavirem. Km data de 30 do passado foram sanrriooa-
0 Sn. lir.MiorK : Eu teaho ouvido o aobre das as seguinies leis provinciaes :
Arl. i.' A freguezia de Cruangy errada pela
le n. 527 de 4 de juiho de 1862 lonura a deno-
minacao de freguezia de S. Vicente, cuja rapella
ser elevada a cathegoria de matriz.
Arl. t" A nova freguezia licara perVncundo
ao termo e comarca de Nazareth, e coiupretn-nde-
r sotnente o territorio desmembrado da frrguczu
de Nazireth e o julgado de paz de Cruangy no ec-
clesiaslico soraeote, licando rolituida a freguezia
as toreas da assemblea provincial.
O Sr. Hi mi y i k : -Achava bom esperar pela im-
pugnago.
O Sr. Silveiha Lobo : V. Exc. creio que sabe
perfeilamente que j alguma prevencao existe nos
espirilos a esto respeito, e pois d esperar, que
me preste sua benvola atlencao, tanto mais quanto
sabe que sou bisonho na iribuna, (nao apoiados) e
que tenho bem pouras esperanzas de em tempo
algum poder melhorar; devo pois merecer a atlen
falla
dos nobres deputados que se acham presentes.
O Sr. Soares Bbandao :Acho o communicado
te- i cusso. e nem vem ao caso refutar a opinio do tal de Itamb o resto do terreno que pela citada le
Sr. communicante, com relacao s discussoes havi- 527, havia sido desmembrado,
das na assemblea geral acerca das aposeniadorias, Arl. 3." Ficam revogadas todas as disposinies em
direi todava V. Exc. que innmeras discussoes contrario.
da ordem daquellas, que se levantaran por occa- Art. 1." Fica restaurada a villa da Floresta na
sio das aposentadoras sao de muito proveito. povoacao de Fazenda Grande, comarca d Tacara-
0 Sn. Arai jo Barros : Pelo menos intimidara ni, servindo de limites do termo os mesmos da fre-
os ministros. guezia do mesmo nome, bem como brailando-se
O Sn. Silveira Lobo : Sr. presidente, eu dis- cera o termo de Villa-Bella pelo riacho d'enire ser-
se a V. Exc. c a e>la Ilustrada assemblea que ape-1 ra, e com o de Tacaratu pela fazenda nacho do>
as pretenda fazer una exposico acerca do pro-1 Mandantes, Poco da Pedra e Mandacar
em termos muito convenientes, apenas sustentando
a opinio contraria do nobre deputado.
O Sr. Silveira Lobo :Eu digo ao nobre depu-
tado, que se tivesse a certeza de que esse commu-
nicado que me retiro era do individuo de quem
pens que seja, era tocara nelle, tanto asco tenho
dessa creatura.
O Sr. Be arque :-Isto nao vem nada ao caso ; o
gao de V. Exc. que falla perfeilamente e muilo nobre deputado deve manifestar o seu juizo pouco
Ilustrado. se importando com isso.
O Sit. Blarque :A minha obscvaco foi tao O Su. Silveira Lobo :Nem me importo,
simples, que nao podia dar lugar a esta reclamarlo Tem-se dito tambem, Sr. presidente, que o pro
simplesmente obervei que era jecto em
pela impugnaco do pTojecto, toes de '
mas nao que eu quizesse dar normas ao nobre de- clamaco
pillado. Peco-lhe que me desculpe se o meu aparte slenle
o incommodou. os tratados, eu esperarei que se leam os artigos i essa imposicao .
OSn. Silveira Lobo:-Apenas pedi a sua bene- desses tratados que sao feridos pelo projecto em commerciantes estrangeiros demillissem de suas: de Ubrobo, o qual hca reunido
volencia. discu^ao, e rnia argumentare!; mas por ora li- casas aquelles de seus caixeiros que lhes precies-; que sera a sede de ambos.
Com relacao aos principios da sciencia, nem en milflme a dieer simplesmente que alguns tratados sem non servieo. Eu devo dizer a v. fcxc, que Art. v rieam revogaua
pelo proprio facto de ler calculado exactamente a contrario.
jecto para destruir alguns juizos formados fra
desta casa, e mesmo para responder a urna publi-
cado que havi sido feita n'um dos jornaes desta
capital. .
A primeira considerado dessa pubheacao o in-
digna de ser acceita pelos Brasileiros, e indigna
de ser acceita pelos Brasileiros, porque nos nao de-
venios, nao podemos dignamente lazer ou deixar
de fazer ludo quanto pedem os commerciantes es-
Art. 2.. Picar desmembrada da freguezia d*
Fazenda Grande e pertencendo a de Tacaral a
serra Negra.
Arl. 3." Ficam revogadas s dwposicoes em
ceutrario. >
t Arl. 1.* fica elevada cathegoria de villa a
povoacao de Salgueiro, ua comarca de Cabrob e
para ella transferida a sede da mesma comarca,
i Art. "* novo termo lera por limites o* mes-
mais as Uzea-
miiifos e o Ar
perlencentes a
a villa e termo
ao de Salgueiro.
disposices em
sere o mais proprio para fazer urna proleccao, nem promettem reciprocidade
quantia que correspondera s despezas feitas pe-1
los Brasileiros com a guarda nacional, deixo ver a i
tenho a pretencao de innovar, de acrescentar cou- O Sr. Blarque :P le dizer todos,
sa alguma aos principios j estabelecidos, o que i O Sr. Jos Mara :Eu julgava que nesses tra-
: seria urna verdadeira inutilidade. lados de commercio, que o Brasil tem feito com as
i Trata-se de que, meus senhores ? Trata-se do outras potencias, em nenhum ha reciprocidade.
i commercio. ( Trocam-se outros apartos.)
Qual c o principio applica ve I ao commercio ? A | O Sr. Silveira Lobo : Ha na letra dos tratados, tos entendem, eu tfabelecena a imposicaooe
Arl. I." Ficam approvados, e como laes Uzea-
do parte da le do ornamento do exercicio prximo
toda a luz que nao ti ve por lim excluir absoluta-1 nudo de 1862 a 1863. os crditos supplemenures
mente os caixeiros estrangeiros, porque, so eu ti-j aberlo* por portaras do presidente da provincu
vesse semelhante flm em vistas, eu faria como mu- (de 8, 27 e 30 de junho, 3, 7, 21 e JO de juino, 1/ e
I liberdade. Ora, a liberdade do commercio nao pode 0 que nao ha de fado, e nao ha tambe n por cir-' 1:0004000, ou outro despropsito desta ordem eu
0 i existir senao quando todos concorrerera livreraen- cumslanciasespeciaes do Brasil, aonde os filhos do ] elevara essa impsicao ao maior grao poss ni.
te prolissao do commercio. Pergunlo a lodos os paiz sao massacrados e opprimidos pelos seus pro-! Por conseguinte nao tive por flm, era toi espiruo
.._..:.... iHBm,,jc|0 excluir inleiramente os caixenos es-
que tra-
e aguar-
vado e a emenda rejeilada. liberdade. Cira, a liberdade do commercio nao pode 0 me nao ha de fado, e nao ha tambe n por cir-11:0004OUO, ou outro despropsito desta ordem, eu
OSr. Silveiha Lobo justifica e manda mesa
seguinte requerimenlo:
Requeiro quo se inste pelas nformacoes que
acerca do numero de negociantes brasileiros esta-
belecidos nesla cidade pedi ao governo. S. .
Silveira Lobo.
O Sn. Nabou pede preferencia para ser discuti-
do o projecto acerca do contrato da empreza Cam-
brn ne.
SEGIW'DA PARTE DA OROF.M DO DIA.
3a discussao do projeclo substitutivo de n. 11
que eleva a freguezia, a capclla de S. Vicente, era
Nazareth.
E' approvado sem debate.
2- discussao do projecto n. 18 que rene a fre-
guezia da Vanea os terrenos a quem do riacho
Timb.
O Sr. Gervasio Campello pronunca-se contra o
projeclo.
O Su. SoauesBuasdao manifestase em favor do
projecto, o qual posto a votos e approvado.
1" discussao do projecto n. 67 que crea o impos-
to de 2004 sobre cada caixero estrangeiro.
membros desla assemblea: os Brasileiros concor-
re m prolissau de commerciantes 1 Nao; as cir-
cumstancias em que se achara, os privara quasi
que absolutamente de exercer a prolissao de com-
inei dantos.
Meus senhores, cu niio quero fazer injuria, nao
quero fazer njustica aos commcrcianles estrangei-
ros cora relatad a este ponto; se eu li vesse de
aecusar alguem, eu aecusaria lodos es>es ovemos
prios irraaos.
Mas para cingir-me ao programrna
cei, devo ficar aqui quanto aos tratados,
dar-me para a leitura d'elles.
A outra aecusaco que ainda hoje feita pelas
ras desta cidades, pelas loja, botequins e tabernas
que o projeclo excede os poderes de urna assem-
blea provincial, que o projeclo offende a constilni-
cao. A este respeito eu devia apenas referir-me
passados, tuda essa serie de leis vexalorias que I ao parecer da commissao, mas devo ainda declarar
urna mo de ferro maligna, e mall'eitora tem langa- a V. Exc. e a casa que eu nunca cogitei que o pro-
do sobre a nossa sociedade, privando-a doselemen- jecto em si trouxessem consequencias que podes-
tos naturaes do desenvolvimenlo, npnrimindo a sem ferir a constituirn, e ainda menos que elle ex-
populago com litis inteiramente poltico?, com fins cedesse as altribuiges desla assemblea.
exclusivamente eleitoraes. E, eu assim me expri- ] (fn dos bons direilos do projeclo, note v. Exc.
mo, |iorque as leis que tem sido promulgadas, e que um escndalo que eu vqu commeller com |
entre as quaes devo notar a lei da guarda nacional, relacao a opinio geral, em quanto a mim errnea:
sao um grande bice ao desenvolvimenlo do com-; quegrassa na populaco desta cidade, e quic de
mercio, da livre applicaco da populagao iudus- iodo o imperio,
tria em todos os seus ramos. Um Sr. Deputado :Se
Com elTeiio, Sr. presidente, nos vemos que os | metta.
O Sr. Presdeme :Tem a palavra o Sr. Silve- }{rasiitiros qe se' querem dedicar ao commercio
ra Lobo. nesta capital e quasi em todo o pan, acham pri- i cndalo, eu entendo que devo dizer a verdade ao
O Su. Silveiha Lobo :Sr. presidente, deve pa- mero qUe |lu|0 uma |,e;, na |e ja guarda naci- \ povo, embora contra a vonlade desse povo.
recer estranho que eu tome a palavra sobre um na|^ qUe os poc merc dos caprichos de quem (Ha um aparte. )
projeclo que se acha em discussao antes que neste qUer qUe es|ej;, de n^^ de5sa gr;inde machina de u Su. Silveira Lobo :Este o meu modo de
recinto ma voz se levante para o combater. Mas, e|e^5es_ i pensar, aquellos que pensara diversamente, neces-
Sr. presidente, ( preciso fazer preceder o projecto se em gerai tojos os Brasileiros estao sujeitos ariamente se escandalisam cora a opinio opposla,
de algumas consideracoes, preciso explicar o; a e#sa pea se nrt0 ps|fr|() em gUi)es circumstancias mormente quando esl ella em coniradircoes cora
meu pensamenlo, preciso fazer baquear certos os ee|rangeiros residentes no imperio, como po- a opinio geral do povo que nao tem a instruceao
PERHAMBDCO
ASSEMBLEA rROYI.\CIAL.
juizos mal fundados, certas vozes quo se leem le-
vantado fra desta casa contra o projecto era dis-
cussao e que se baseam em juizos temerarios, qur
contra mim, qur contra os nobres deputados que
o assignaram. Sr. presidente, deveria mesmo dizer
alguma cousa acerca das razes que me conduzi-
rain assgnar o projecto que se acha em discos-1
dero aquelles concorrerem cora a mesma vanta-
gem a prolissao do commercio ?
Dir-se-ha que neste caso o remedio nico, reme-
dio inteiramente efrlcaz, seria uma lei geral que
livrasse os Brasileiros dedicados a prolissao do
commercio dos incommodos da guarda nacional.
O Sr. Soaues Brando :Apoiado.
sao, por que, minios factos, mudas circumslancias 0 s Silveira Lobo E' uma verdade, mas nem deste imperio, que a naluralisacao dos estrangeiros
parecem apontarem-me como um grande indiscre- por is0 eu j|0 diSpensado ao poder legislativo \ e um nial, quando eu acho qae um bem, que e
to, que levantou o alarma nesla capital, so por urna provincial de alguma cousa iniciar, provocando' uma idea que deve ser seguida por todos os que
velleidade, s pelo desejo d parecer muito patrio- mesmo por ^ta forma uma disposieo geral com 1 eeguem a doutrina liberal. Eu digo V. Exc. por
ta. Abster-rae-hei porm de consideracoes neste applicaco materia. ] que o projecto deve trazer em maior ou menor cs-
senlido, e passarei, antes de entrar na materia do () Sr j0S|> Mar|A _Se esperarmos, pela dispo-: ca|a este resultado. Deve trazer este resultado por
necessana, e v em todos os pensame.nlos e pala-
vras que o conlrariam uma opposicao aos seus in-
teresses.
Mas dizia eu. que uma das grandes vantagens,
dos bons direilos do projeclo era promover a natu-
ralisacjio de muitos estrangeiros ; e sabe V. Exc.
que uma opinio errnea seguidajiela po0riao | tenctio^ ^^ ^ ^ ^ ^^ ^ ^^
gao, porque agradeco sempre es sacrificios que se
fazcm meu favor.
21 de agosto, 3, 18, 19, 2.>, 26, 28 e 29 de srleinbro.
ludo do auno passado, desuados a occorrer s
despezas com as verbas es|iecilicadas nos segua-
les paragraphos:
8 1." Despezas judiciaes.......
2. Porceulagein ao- eraproga-
dos do juizo dos fetos da
fazenda............
5 3. Heparos o conservando de
estradas e pontes........
4." Aposentados............
s 5." Erapregados do consulado.
6." Porceulagein dos promolo-
res fiscaes, collectores e
cscrives...............
7." Aluguel de casa para bar-
reiras..................
g 8. Aluguel de casas para pri-
so e quartel da forca po-
licial fra da capital.....
5 9. Illuminacao da casa de de-
tenco .................
5j 10 Heslituigos.............
$ 11 Expediente e asseio do
Gvmnasio provincial.....
Ari. 2." Eira igualmente approvado, fazeudo
julgo olTeusivas dignidade daquolles parte do orcamento vigente, o crediio >uppleinen
que assignaram o projecto. (L.) tar aberlo por portara do presidente da prov ira a
Attribue'-se-nos m f, que Iludimos o povo^f de M de outubro do anno passado, na imuoruuua
sustentarnos doutrinas absurdas, ignoramos intrff- de 3:8104000 e oesl.nado a verba-resiuuicoe*
t Art. 3.* Ficam revogadas as dispo>ioe> em
contrario. >
ItBVAItTtCXO DA POLICA.
Extracto das parles do dia 20 de maio de
1864.
Foram recolhidos a casa de detoueao
do proje
trangeiros.
A terceira razo que o projecto e llusono,
porque os estrangeiros augmenlaro o prego das
inercadorias na razo do imposto.
Esta razio suppoe. que na praea de Pernamburo
nao ha um s coiiimercianle brasileiro, porque a! J
nao ser assim, se os commerciantes estrangeiros, 11
por causa do imposto, elevassem o preco de suas j J
fazendas, e lizessem assim recafilr o imposto sobre
os consumidores, duas, tres ou qualro casas brasi-
leiras que existissem, 'lucrariain niuitocom isso,| j
porque, tendo comprado na mesma razo dos ou-
tros, poderiam vender mais barato, e conseguiute-
mente venderiam mais.
O Sr. Amyntiias : Acceito o seu argumento.
O Sr. Silva Lobo : exe isto mim, nao se
comprometa, que eu tenho cosas largas.
J v, pois, a casa, que ainda esla razao apre-
escandalo nao com- sentada pelo tal communicante prova de mais ou
I nao prova nada.
I:000#UW>
xsmtm
10::t33466t
l:iMim
4:9774214
9I74VV
724000
i :W4t>W
8554600
2164750
1104301
OS.. Silveiha Loro :Quanto a mim nao es- Permilta-se-me agora que eu leia algumas relie-
ramente
sciencia
os elementos da economa conimercial,
jue s pode ser cotihecida pelo tal articu-
lista, por essa capacidade transcendente. Conclue
elle o seu artigo, dizendo que a assemblea provin-
no dia 19
polica, Ma-
stai declara
neste
., antes de entrar na "materia do
SESSAO ORDINARIA E.\l 13 DE ABRIL DE 1801. projeclo, a dar algomas explicaedes acerca do mo- jj-gj (rera(> ,emos muit0 qUe aperar
do por que foi eile confeccionado, e por que obti-!
ve as assignaluras de alguns dos amigos qne tem
assento na casa.
Sr. presidente, por consideragoes que nao quero
agora expor, havia meditado, e resolvido apresen-1
tar um projecto no sentido do que se acha em dis-
cussao, e esse projeclo era, no meu entender, mais
EoWDorlrySarem slanl de pea efflcaz, mais completo acerca do bem que se dse-
a'eil^
PRESIDENCIA DO SU. CONSELHKIUO TllliO DE
LOLREIRO.
A's 11 e mcia horas da maoha reunido nume-
ro legal de Srs. deputados,
Abre-se a sesso.
Lida a acta da sesso anterior, foi remedida a
mesa seguinte indicagao :
Propomos que esla assemblea provincial deixe
de
pe
Pa...
Pao da assemblea provincial, 13 de abril de
Wk-'-AqHino FonsecaAraujo Barros. Silva
Hwiws.BaarqucCarvalho toura.Gongalves
da Silva Maranhao.Anninio Tavares.Silva
Barros.Joaquim do linio Barros.Gervasio Cam- tanto por urna dessas razoes qae nao sei explicar,
vello.Ferreira Jacobina.-Dr. T. de Ijmreiro.
Dr. Pereira de Brillo. Nabor.Diodoro.Joao
Braulio.Lopes. -Teiieira de Mello.S Pereira.
Andrade Urna.
E" approvada a indicagao c levanta-se a sesso.
SESSO ORDINARIA EM 19 DE ABRIL DE 186*.
PRESIDENCIA DO SR. CONSBLUEIRO TRICO DE
LOUREtRO
A's 11 \ horas da manha feita a chamada e alguns amigos especiaes, de alguns senhores depu-
aehando-s presente numero legal de senhores d> tados, a quem dedicava e dedico especial sympa-
putados, abre-se a sesso. thia, as suas assignaluras para o projeclo; e foi
K lida e apiirovada a acta da anterior.
! qae todos aquelles que se acharera actualmente na
e-1 posico de caixeiros, guarda livros ele., tero tam-
cial nao tem o direilo de emiltir sua opinio acerca
] desta materia Sobre este ponto,' nada direi, por-
I que pode ser que uma deciso da assemblea venha ; de maio.
sanecionar (al doutrina. A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de
Eu vejo que tenho cansado a casa (nao apoiados.): noel Autonio de Oliveira Maugueira,
O Su. Blarque :Eu o ouvi com muita at- \ cao do motivo. .
.-- I A' ordem do Dr. delegado da capital, Jos, escra-
vo de Galdino Tliemistocles Cabral, a requerimenlo
deste.
A' ordem do subdelegado do Recife. Amador.
Deveria concluir e esperar pela impugnago do' escravo de Jos Mouleiro de Siqueira, jwr ferimen-
projecto, mas vacillo, depois das razes que ex- tos ; Manoel Mondes Ferreira Guimaraes, para re-
pendi no meu mal alinhavado discurso, se devo ou | ciuta.
nao enlrar em consideragoes geraes acerca do modo \' a
O Sn. Soares Branoao : J dirigimos uma re- posirao
preseniagao ios |ioderes geraes neste sentido. i bem'conveniencia em se naturalisarem e lerem as-
0 Sr. Silveira Lobo : E' porm, muilo natural I s|mi nao s as vantagens do nao pagar o imposto
que o poder geral nao tome de prompto uma pro- j a m de outra forma fieariam snjeiUis. como a de
videncia. se prepararem para serem futuros negociantes.
O Sr. Jos Mara :Nao tome, deixe estar. \jm dos outros ben* indirectos que eu julgo de-
Out-o Sr. Deputado : -Pode ser. Vor produzr e projeclo ser o de animar a popula-
0 Sr. BiAitouK :Eu estou ouvindo o orador \9 i industria, faz-la sajeitar com melhor boa
1 com mnila atlencao, desejo muito que continu. I vonlade s condigoes de caixeiros, e prepara-la as-
O Sr. Silveira Lolo : -E eu desejava mais que jm para um futuro mais vantajoso e melhor.
fosse para rae ajudar. A populago desanimada, como se acha, o que
_ _. : .... ihe resta ? A agricultura. Mas nos sabemos o que
O Sr. Buarque :-Eu tenho minhas duvidas e j a agrJcuUura'emre ns com os restos dos costu-
raes h-udaes que ainda temos, ns vemos que o tra-
er redigido nestes termos:
V V. Exc. que, conforme declarei, o mea pro
jecto tinha urna idea mais ampia em favor do com- hei de expor ; se o nobre deputado m as resolver,
mercio brasileiro da capital de Pernambuco, entre- declaro que voto pelo projeclo.
de-
Secretario d conta do se-
0 Sr. Silva Ramos : E eu tambem.
por uma dessas coincidencias communs encontrei O Sr. Silveira Lobo :Mas eu posso affiangar
em mo do mea distincto cr.llega e amigo o Sr. Dio- ao nobre deputado que nao poderoi ler es*c prazer,
doro Catanho, o projeclo que se acha em discussao, por que o nobre deputado salte pcrleitamente que
projecto que continha pelo menos a idea capital, o nao tenho torcas nem habilitagoes para o conven-
pensaincnto mais culminante, que eu havia emilli- cer ( nao apoiados.)
do em meu projecto. Aceiiei por deferencia ao, O Sr. Amynthas :Argumenta mudo bem, tem
mea collega, sem observacao do qualidade alguma, muita lgica.
e com a rectido de espirito que presumo ter em O Sr. Biarquk : Eu acho ate que o nobre
todos os actos da minha vida, solicite! de putado tem ido muito bem. ,
0 Sr. Silveira Lobo Muilo obrigado, e so be-
nevolencia.
O Sa. Bu arque : Eu vejo plantado no sen sem-
blante a mais profunda conviegao a respeito de lu-
do quanto est dizendo.
O Sr. SiLVEinA Lobo :-Agradego o juizo que faz
do meu carcter.
Com relagao aos principios da sciencia, eu pode-
ria j concluir ; se nao ha a livre concurrencia por
causa da circumstancia de que fallei, circtimstan-
jrdem do de Santo Antonio, Antonio Jos uV
as suas
deste modo, Sr. presidente, que certamente fazen-
do justiga as minhas intenges, assignaram sem
grave e previo exame o projecto os Srs. Amyotas
e SiWa Barros, que se achara prsenles.
O Sr. Joaquim Reg Barros :Enlo elles sus-
tentara.
0 Sr. Amyntas :Nao tenha medo.
O Su. Silveira Lobo :Creio, Sr. presidente, que cia que se oppoe essencialmenle a essa livre con-
esses nobres cavjlheiros se por ventura modifica- [ correncia, como possivel qoe queiramos ns m
O Sr. Primeiro
suiote
EXPEDIENTE.
Um ofllcio do secretario -do governo, remeden lo
a intormagao ministrada pelojuiz de direito de Na-
zareth, relativamente ao estado da cadeia daquella
cidade.A' quem fez a requisigo.
Outro do mesmo, enviando a tnformagao dada
nela reoarticao de obras publicas, acerca do abaixo ram suas opinioes, o seu modo de pensar em rea-. char de accordo com os principios da sciencia, con-
\ 'iirnado dos haoitantes do 2o districto da fregu- gao ao projecto, nao o modificaran! em relagao as servando o statu quo ? Como nao poderemos lan-
7T*h Afosados e que acompanhou o offlcio des- intencees de que rae julgavam possuido, quando car mo de uma medida que possa restablecer o
fiwinbl datado do do corrente.A* com- solicitei as suas assignaluras. Entend que devia equilibrio, que possa ir animar a essa classe ja sem
miSA de nh'ras nublicas. fa'er esta declaraco, este trago histrico no nasd-. esperaneas acerca desse meio de viaaj
"ouTrodomSr,^ ment do projecto! porqae senio presamlveU l W como que o equilibrio lira resubetectdo
balhador quasi que um servo da gleba, o peque-
no agricultor na tem a menor garanta. A' nossa
populacao menos abastada restara pois as artes, os
ofllcios mechanicos, porque o commercio, esse
grande elemento da riqueza das nages, lh ve-
dado pelas razoes que acabei de apresentar.
O Su. Jos Mara : E algumas outras razoes
polticas.
O Sr. Silveira Lobo : Em terceiro lagar, jul-
go que o projeclo traz o alargamenlo das associa-
coes, porque mudos commerciantes convir ad-
mitlir seus caixeiros como socios, uma vez que pe-
la sua conduela, applicago e modo de proceder,
elles o merecam, e o alargamento dessas associa-
coes ser muito otil. ____.
A quarta vantagem preparar um *g9
nacional inlroduzir no noviciado de caixeragem
!S.tViros que devera para o futuro oceupar a
indenendente oosicao de negociantes.
,noK ni discussao ainda traz mudas ou-
tras Kens indirectas mas que nem por isto
deixara de ser muflo reaes. .
Nos sabemos que o commercio entre nos, no
Brasil e em toda a parle, uma polestad, nos sa-
bemos que o commercio de Pernambuco quasi
que em sua totaildade estrangeiro, logo, esse com-
mercio ter grande interess* em promover uma
revogago da (ei da guarda nacional, ou por ontta.
como o mais imprudenle dos membros desta casa
(nao apoiados.)
O Sn. Jos Mara :E' melhor nao discutir isso.
O Sr. Silveira Lobo :Devo receber o prudente
conselho do meu nobre collega; nao entro nessa
apreciagao. porque eu temo de ir ferir susceptibili-
dades, temo poder sahir do proposito em que sem-
pre estive de raosirar-ine moderado, em ludo e por
tudo, em lodos os casos.
Tenho concluido.
A discussao fica adiada pela hora.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requeeimeoio :
Requeiro urgencia para se discutir o projeclo de
preferencia a ouira qualquer materia al-que seja
elle votado.Jote Maria.
OSr. Jos Mara:-(Nao devolveu sea dis-
curso.)
O C Campfxlo diz. que desejava que algum dos
membros da commissao de '^ "Jg?8^
-larar caixeiros Tr de re.irar-se a torga que guarnece
a asamblea! era cujo casftdar o sou voto ao re-
Lerfmenlo de urgencia, ou se essa torca tem de
Mrmanecer anda"depois da discussao do projecto,
Frioe enlo o levar a votar rooira a nrgencia.
O Sn Silva Ramos (pela ordem) : Levanto-me
para dizer que nao pode ter lugar o requenmealo
do aobre deputado que acaba do assentar-se.
O Sr. G. Camhello .Nloflz requerimenteypedi
uma explicago,
O Sn. Silva Ramos :A torga se acha aqu por
nma dehberagao da maioria, por conseguinte s a
casa poder dizer quando a torga deve retirar-se,
e qualquer respost da nobre commvss3o ser sem
fundamento (apoiados.)
Encerrada a discussao e posta a votos a urgen-
cia anprovada.
Continua a discussio adiaw.
aquelle de Jos Ignacio Pereka Torres, areqoeri-
menlo do procurador e do respectivo senaor, eo
ultimo por embriaguez e insultos.
O chefe da 2" seccao,
J. G. de MrsqmHt.
Passageiros do vapor Apa, sahid.. para os
porlos do sul : Augusto Frommel, soldado An-
tonio Bezerra de Mello. Joaquim da Silva Torre*,
sua senhora e 1 esccava, Dr. Silvio Torquinio > il-
las-Boas, Francisco-Marques Rodrigues, Manori de
Ges F sua cunhada D. Carolina festv4>M
Teoente Luperrio Gatagem Lhamploi^e e >ua se-
nhora, deserTor Jos Gomes Ual, soldados Airara
Rozendo da Silfa e Aniouio Jos I-erreira, Pedro
Aurel.ano da Cruz Muniz, Dr. Caelano Xavier Pe
reirade Brid, e I criado, Domingos Franei de
Souza Leoo t criado, Jos de Carvalho P-es de
Andrade, l escravo de Francisco Gomes de Mallos
Jnior, M*noel Marlins de Frailas, 1 escravu de
Souza Monteiro, 2 ditas do Aduano Augusto de A.
Jordo, 1 dito de Jos Eugenio da Silva Ramos, 1
osevoraaore-iditode D. Itolphina Carran) de Fredas, Maooel
do Amaral, Manoel Jacintho, (.. Broadley, de>cm-
bargador Joaquim Teixeir Pxixoto de Abreu e
Lima e 1 criado, Aprigk) Aalorno da Silva e e-
cravos, 1 escravo de Joao AU* da Cruz, 1 dito*
de Jos Joaquim Gomes de Abreu, D. CUra A laide Paes de Andrade e 1 e*crava, i escravo* de
Albino da Silva Leal, toditos de Tranquillo !>>
Fernandes, hachare! Fabio A. de Carvalho H*i5.
sua senhora e 7 filhos, sendo 4 raaiores e i meno-
res, 1 criada e 9 esmw, tenante coronel Dionisio
Rodrigues de Mello Castro, Joao A. Curgel do Ama-
ral, riuardo Gongalves Valente Jnior, Or hm
Francisco do Nascimento Jnior, vigario Jom; c-
xandre G de Mello, G^orge M. Real y 1 escravo do
Rocha Lima & Guiraares, U ddo de Luiz Fonsec
Macedo, Pedro Augusto fr Mendop^a, Dr. Domir,.


Piarla m ggrgMfcggg Sabbadn ti re Main ele i4.
gos lose Alvos da Silva, Jos Dusrlc Rfbeiro, Aa-1 Durante desesete das atoes ilo carrasco separar da a seguraura, e a mais -"niiiiti appiicacao,
gusto Pater Cesar, Joaquim dai Vlrgens Urna, un- [a cabera da Victima,Ibi ell.r submeltida -i esto no- empregou a quantia de 3:2073300 m 30 apolir.es
penal marinMro Agostioho Francisco, 1 escrava vo rgimen, e depois do morte nconti
ue i>. Ilelmti ,i Joaquina Teixcira.
Moviinento da casa de detenco, no da 18 de
na .i de 1861.
A saber
Existiam. .
Entraram .
Sahram. .
Exislem. ,
Nacionaes .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeira .
Esc ra vos .
Esc ravas .
359 presos.
10
4 >
363
254 .
36 >
3
1 >
66 >
3
363
Alimentados custa .los cofres pblicos. 146
poi
llio temas no tubo digestivo.
O Dr. Fidler, de resde, conlentou-se em fazer
iguaes experienciaes em coelhos, gatos e gallos,
dando-lhes a comer a carne cheia do vermes. Pas-
cados alguns das, achou as trichinas no peritoneo,
e depois nos diversos msculos da economa.
O fim do sabio doutor era descobrir um remedio
contra a affeccao trichinal.
Os diversos medicamentos queexperimentou fo-
ram inefflcnzes.
S urna temperatura de 50 R. pode matar estes
entosoarios mas, romo ie ve, impossivel em-
pregar este meio therapeutieo, porque equivaleria
a cozer os denles por causa da doenca.
L-sc na Cruz :
O MEZ l>K MARA.
O mez de maio para nos um mez de santa
Movimento da enfermara "do da 19 do maio alegra e de doces consolaces, e tambem deveser
de 1864. para muitos o mei de todas as esperancas.
Tivcram baixa : E' um complemento de santidade o um novo
Genoveva Mana da Conceicao, febro inllamraanle. appellopm os coraedes ulcerados; os bons eo-
Luza Mara da Conceicao rheumalismo. contram a ronfirmaco do seu bem eslar e os pec-
Manoel Jos do l.vra, anemia. cadores o iacentivo para conseguirem todas as
Joaquim Jos da Silva, tumor. boas resolucoes.
Jos Antonio Luiz de Andrade; rheumatismo. Entre lodos os mezes do anno, o mez de maio
Oiiititaiuo do pa 19 dk maio, no cKHiTBRio era aquelle que, preeriveltiieute aos outros, devia
NMJCO : ser consagrado Maraporque 6 o mez das fio-
Francisco Antonio Goncalves, Pernambuco, 35 an- ros, em que os campos se malisam de verdes rei-
nos, vuvo, Boa-Vista, gastro enceplialite chro- j vas, em que os passaros sollam suas vozes harm-
nica, niosas, e em que o ameno zephyro c o co puro
Luiza Francisca do Rosario, Pernambuco, 80 an- parece sorrr-se para a trra.
nos, viuva, Recite, entente clironica. E' um de/er nosso propagar o culto dessa vir-
Mana. Pernambuco, 18 anuos, S. Jos, convulsocs. gem, como a mais s'anta das creaturasporque
Olympia, Peiuambuco, 1 mez, Roa-Vista, con- ninguem a excedeu em mritos e em virtudes, e
vnlsocs. foi ella entre todas as mulheres a que leve
Mara Joaquina do Patrocinio, Pernambuco, 42 an- a honra inclavel de trazer em seu seio vir-
nos, solteira, S. Jos, congesto cerebral. gin.nl o verbo feito carnee por essa razo a
Luzia Rosa da Trndade, Portugal, 67 annos, viuva, igreja conta que a Divindade nao teve horror em
Afosados, hepatiie rhronica. habitar as entranhas de urna mulher.
Manoel, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos, espasmo. Dianle, pois, desta maternidado, que tornou Ma-
Herotiries Carolina de Moma .iccioli, Pernambuco, ra to bella como a la, to radiante como o sol e
24 annos, S. Jos, tubrculos pulmonares. I arrebatadora como a aurora, nos devemos dedicar
um bymno de amor, porque ella nossa mi, e
a consumacao dos seculos.
Imposto* eoireiios de ex-
pediente na alfandega.
nenntravam-se-1 da companhia e vai depositar em mn dos haucos Impressese expediente.,
desta praca, estabcleeidos com aulorisaeio do gu- Aluguct do escriplorio...
a de
Porcentagem do caixa...
Compra de 30 apollces da
companhia, por conta
do fundo de reserva...
Pagamento do 31 divi-
dendo............... 31:209*000
Dito de ditos anda nao
pagos............... 8893200
Por saldo em caixa, que
paisa ao seguinte se-
mestre..............
11 POICO DE TtlIO.
sera ate
Os homens que desconhecem a economa de nos-
sa sania religiao, nao sabem dar o valor devido a
Transcrevemos do Jornal rio Commerao, de Lis- essa leroco, que lem por fim regenerar o mundo
boa, o ipie segu : j actual; e a razo desse mal simples, porque sen-
deste seclo ll a l'rimeiraobrigacao de urna parechia instruir
ellas usam Povo_ sobre urna instituicaj tao preciosa, visto
Os trajes das damas no principio
difeiiain essencialmeDte dos que
hoje.
Enio era a ullima moda
cia, salinera as damas
se propa-
, o extremo da etegan-
passeio ou irem igreja
de v.-ndo muito decolado, e manga curta. Os ves-
tidos eran espatos e curtos, e a cintura tambera
curia. De maneira que as mulheres mal disfarca-
vam as formal do seu corpo.
Hoja o vestuario das damas composto por tal
modo, que as formas do corpo se oceultam em am-
pias capas, manteletes e mantos.
Os vestidos que em 1S04 se levantavam do chao
um ou dous palmos, boje sao rocaganles, e vo
arrend as ras.
Os vestidos sao afogados, e os chales ou capas
oceultam cuidadosamente os hombros e as ena-
doas.
O p, que neutras eras se deixava ver, com sin-
gular cuquetismo, agora esconde-se como envergo-
nhado.
Os bracos oslentavam as suas frmas esbeltas,
agora somem-se as manguinhas e as mangas dos
casaros e das capas.
Emlim, as damas no principio do seculo, anda-
vam embocadas n'uns chapeos de abas compridas
e dc nm feitio exquisito.
Mas, segundo parece, a auloridade policial, em
1804, emliirrava rom o vestuario ligero das mu-
lheres, e tralou de previnr que a moda
gane.
Perdeu o seu tem|K>, porque ainda existe mnita
gente que se lembra, o que at usou deesas modas,
havendo ainda alguns vestidos dessa poca guarda-
dos preciosamente.
Adiamos a copia de nina circular da intenden-
cia geral da polica, aos cr.rregedoros de bairro
desla cidade, atliu de obstar ao uso das modas do
lempo.
F um documento curioso e caracterstico riahy-
pocrsi.i da poca ; dizia assm o intendente geral
da polica :
fiesta intendencia consta que algumas alfaa-
tas denominadas modistas, inventam diariamente
modas e vestidos para pessoaa do sexo feminino,
espantando boaeeas qoe fazem, e outrasvezes flu-
rinhas em pintura, para cojo lim lem ganhadn al-
guns artistas ; cujas modas lem levado ao ponto de
(aserem com que algumas das mesinas pessoas ap-
parecam no publico qnasi nuas, e em trajes tao in-
decentes que escandalisam a modestia e provocam
os homens fins libidinosos. Vmc. norlantn cha-
mar Ma presenca as ditas alfaatas ou modistas
que a->is|jrem no seu bairro, e depois de as adver-
tir seriamente para se abslerem de fazer vestidos'
as pessoas do sexo feminino, de forma que oft'en-
dam a modestia e sania religiao, que temos a for-
tuna de professar, e eniffm alneios daquelle en rae
ter c gravidade de que tanio se bonrou sempre a
naci portuguesa, llies far assignar termo em que
se obriguem a execneo do referido, debaixo da
pena, no caso que conhnuem a praticar o que Ihe
prohibem, de serem reclusas na casa da correceo
do castello de S. Jorge desla cidade, cujos leos
depois de Vmc. os julgar por sentenea, os remolle-
ra secretaria desta intendencia juntamente com
urna relacao dos nomes e moradas das referidas
alfaatas ou modistas. Rccomim-ndando muito
Vmc. que esta diligencia seja exeeulada com aquel-
la prudencia o moderaban que ella exige.
Deus guarde VmcLisboa, 26 de marco de
1804.Diogo Ignacio de Pina Manique. i
Pouro depois dessa poca o Rvd. Fr. Jo de S.
Cyrillo Carneiro, carmelita calcado, pobHcava um
prospecto de uia obra sua contra os Francezes e
contra as modas leminnas.
A respeito desta; diiia que na referida vlira se
mustia va mulhiirs uas, como anriam, ja as espadaos, j
nopeito. j nos loaros, fazerem-se mais fonnosas
Saianriose, e viran ti oreja de cabera descobrrta,
mas lamban conscntir-io qnem nelas lem auto-
dade.
Apezar da perseguirlo feta s aifaiatas ou mo-
distas, ape/ar das vociferacoes dos mais escrupu-
losos, os vestidos curtos e decotados, as mangas
curtas, os perneados monstruosos triumpharam e
as senhoras do melhor tom nsavam as modas pros-
criptas.
O mais notavel que mesmo no invern, as mu-
lheres nao d.ixavam as suas modas favorita* pa-
rece que nao senfam o fro.
Comtude aperar da immodestia dos trajes de en-
tao, e do recato dos de hoje, os costames de a nao valem mais que os do principio deste seculo
que a fe nao pode vir seno pela palavra, os liis
nao lendo entao quem Ibes faca comprehender a
extensao theologica desse cullo, expein-se a pro-
ferirem o que nao devem.
Poi pela oraco e pelo culto de Maria que os
apostlos comecaram a obra da predica Evanglica.
Por toda a parte nos acharemos traeos da gran-
de devoco que elles tiveram por ella : na Haspa-
nha venerado o antigo santuario de Nossa Se-
Bhora del Pilar, que deve sua origein a Santiago ;
na Antiochia a S. Pedro, que inaugurou solemne-
mente um oratorio a Santa Virgein ; S. Joo fun-
dou sob a invocaco de sua uiai ado|diva a bella
igreja de Lyda S. Bernab edificou a primeira
greja em Milo em honra de. Maria ; no seio da
Francase encontra milhares de capellas erguidas
pela piedade dos liis, onde se celebra esta gran-
diosa devoco, no centro da Inglaterra, fonte de
lodos os erros protestantes, exislem centenares de
capellas, em que se fazem a devoco do mez le
Maria.
Os capuchinhos, residentes nesta corle sao para
bem dizer, os nicos que celebrain as glorias de
Mara, em que fazem ver at novo por suas expli-
cafOes evanglicas, as glorias e as grandezas de
Maria.
Feliz, pois, o povo que consagra Rainha
co esta ardente devoco.
que se-
Transcrevemos da Semana Ilustrada o
goe :
Coehi'iro de tiUnirg Se quizer, j.
Carrorciro. Como j Ihe diche, sem a sella pe
los bnte e cinco mal rato. Ora beja se eu perciso
de engana-lo ; bamos, Relmpago 1

J nao se fagem mais negochos nesta trra,
aquillo era animal para mais de binte oito mal ris.

Ama. Porque razo aquello cavallo nao come ?
Criado. IC porque nao lem lugar na barriga.

To.Nao me juraste de nao fazer mais dividas,
qnando ha lies mezesie dei dinbeiro para pagar
lado qufilo devias .'
Soln-inlio.E verdade, me'i lio, e cumpii o meu
juramento. Desde entao nao eontratli mais divida
alguma, sement deixei de payar as nue eu linha.
verno, em quanlo nao livor igual desiino,
6413478, vencendo o juro que su aiustar.
TRANSFERENCIAS DE ACCES.
Fizeram-se durante o semestre 24 termos pela
transferencia de 462 acetes. O seu preco regulou
a 653000 e provavel que nao dminua, por se-
rem muitos oscompradores que ainda as procu-
ram. A relacao junta mostra quem sao os actuaes
accionistas e o numero de acedes nue cada um
possue.
DIVIDENDO.
Posto que se mostr pelo balance- licar em caixa
o fundo disponivel de 9:1413202 ris, nao se pode
nam convra fazer oesla occasiao dividendo maior
de 33000 ou de 6 por cento sobre o capital de 303
rs. por accao : primeiro, porque eiwjuanlo nao bou-
ver deciso do governo imperial sobre a quota do
fundo de reserva que deve liear persislndo, ne-
cessario cumprir-se o arl. 40 dos estatuto que pro-
hibe fazer dividendo maior desses 6 por cento, e
que se conserve sempre em depesito quantia sul-
cente para a ir satisfazendo com o menor sacrificio
possiyel: e segundo, porque alm desta prevencao !
e de j ser preciso sorlir o armazem de reserva,
mandando-se vir de Inglaterra algumas torneiras e
canos de differentes dimensOes, cenvm que cons-
tantemente se deixem sobras para acudir s eveu
tualidades que de momento apparecero,de ma-1
iieira que os dividendos nunca sejam menores de
.13000 por ac-fo, e nao urnas vezes de 33200 e ou-
tras de 23400, como j lem acontecido. Devo ain-
da observar que esse saldo vai ser. depositado em
um dos bancos com vencimento du juro, para se ir
empregaudo proporcao das necessidades que se
derem.
MELHORAMENTOS DIVERSOS.
0 encanamento geral tem 12 pollegadas de di-
metro, e com a presso que nelle se opera, em
consequeucia da maior altura donde parle, capaci-
dade para fornecer tres vezes a agua precisa a ac-
tual povoaeao, mas como nao da mais de 2,400 a
2,500 canecos por hora e o consumo diario de
18,000 20,000, pouco mais ou menos, nao se po-
de obler a porco necessaria em menos de 8 a 9 ho-
ras. E" verdade que foruecendo dentro desse es-
pado de tempo, islo das 6 horas da manha aa 2
ou 3 da tarde loda a agua precisa, acham-se pro-
vidas as necessidades publicas, porcm nao ainda
de um modo inleiramente satisfactorio, pois que
quando se abrein todos os clufarizes ao mesmo
lempo, a agua escacea em muitos delles, deixando
assm de prestar uas occasioes mais opportunas, o
prompto servir,* que se deseja. Este inconvenien-
te, au podendo deixar de existir sempre, pode'
comtudo ser minorado, fazendo-se alguns melhora-
meotos, que a boa razo o a|experiencia tem lem-
brado, o por isso cumpre-me aponta-los, deixando
aos mais entendidos e profissionaes a aceitacu que
merecer. Consisiem estes melboramentos: pri-
meiro em augmentar a presso da agua no enca-
namento, elevando mais tres ou quatro palmos as
paredes do acude; e segundo em se estabelecer de-
psitos em cada um dos bairros desta cidade, como
j tem sido lemirado par ilguns dos meus ante-'
cessores. O primeiro fcil de por em execuco,
e com pequea despeza, tal vez nao excedente "un
coala de ris, porque s consiste em elevar corneal
e lijlo a muralha da frente do acude, que j se
acha feita, e em aterrar mais este 'espaco, eos ou-
iros lados onde for preciso, com o barro ou Ierra;
do monte que Ihe fica contiguo. 0 segundo perin !
mais dispendioso, e para nao prejudicar de mo-
ment e de urna s vez, os rendimentos da compa- i
nhia s pode ser levado elTeito em tempo mais
opportuno, quando se acharem accumulados fun-' .. ***. .
dos sullicientes ou se julgue mais acertado emittir Folha dos dividendos dos
novas aeces. semestres anteriores .
Tenho-me lembrado, em vista destes inconve- i Dila do 32 dividendo a
nientes, de que lambem se pode conseguir o mes-' ,. J*.Pr accao. .
mo fim e tal vez com melhor resultado, substtuin-! vencimento do esenptu-
do-se esses grandes depsitos, por um em cada cha- I ,,.rar0 da Cu,pPannia
farz que contenha de 300 400 canecos. 1 Dl' Uos administradores
Nao posso j emittir opinio segura este res-! das "ras .,.".
peito, por nao lor ainda ohtido informaces exactas ""'naes dos irabainadores
do ferro e madera que convm empregar nesses
novos chafarizes, do modo que devem ser construi-
dos e do seu cuslo,_ mas parece-me que o importe
de todos, quando nao seja menor, nunca exceder
o daquelles grandes depsitos, e que se islo se ve-
rilicar deve-se fazer a construccao ou a encom-
menda de 11111 ou duus |>ara experiencia, e se esta
mostrar que su de utilidade e conveniencia, collo-
careiu-se os mais quo forem precisos, propor^o
dos meios pecuniarios que se derem.
3853824
2913327
1803000
7433820
-------------5:6973857
3:1073J00
32:0983300
43:818*330
84:821378"
do Beberibe, 13 de
Escriplorio da companhia
maio de 1864.
O caixa,
Thomaz de Aquino Fonseca.
Ilalaiiro da companhia do Beberibe, em 30 e
abril de 1S61.
DEBITO.
Empreza do encanamento.
Pelo seu custo....... 536:8003000
Apolices da companltta.
Pelas que perteneci ao
fundo de reserva..... 3:2073200
Caixa. Por saldo que pa-
sa ao seguinte semestre 43:8183530
3*3:8253730
CHED1TO.
Capital. Por 10,736 aeces
a 303......
Fundo de reserva. Pelo
que se acba liquidado
as seguintes especies,
a saber :
Em 50 apolices da com-
panhia ......
Em dinheiro ....
Dividendos de semestres
anteriores. Pelos que
existem a pagar. .
Lucros e perdus. Pelo li-
quido que se applica ao
actual dividendo .
Por dito dito s despezas
do seguinte semestre..
336:8003000
3:2073200
6413478
3:8483678
1:8273850
32:2083000
9:1413202 41:3493202
583:8233730
de Beberibe, 13 de
Escriptorio da companhia
maio de 1864.
O escriptorio,
Marcolino Jos Pupe.
Oreamcnto da reccita e despeza da eowpauhia do
Beberibe, para e semestre do V de maio
31 de miliiliro de 1X(i, t 1 do auno nancri-
ro da companhia.
HECEI1A.
Saldo em caixa em 1 de
maio de 1864 43:8183530
Rendimento dos cbafai i-
zese bicas..... 38:0603000
Dito das pennas d'agua
concedidas a diversos. 6:6333420
88:5113950
1:8273850
32:2083000
6003000
1:3503000
empregados na limpeza
do acude e do encana-
mento fra da cidade .
Porcentagem do caixa .
Alnguel do escriptorio .
Expediente o aceio do
mesmo ,,,...
Concertos das obras
raes da empreza.
Fundo de reserva .
e-
E' do Sr. Cyrillo de Lemos esta poesia :
COMO EU TE ADORO.
Como en te adoro s se adora a vida
Doce pastada n'um sorrr de amores,
Quando inda a errnca nao esl perdida,
Quando no mundo s se colhem flores.'
Como 011 le adoro s se adora o beijo
Terno penhor de una paixo ardente,
Beijo de virgein corar do pejo
Que assoma as faces no rubor silente.
Como eu t adoro s so adora o instante
Em que se escuta pela vez primeira
De um aujo lindo o divinal deseante
Em que revela-se urna vida intuir.
Mas o segredo que no peito occulto
Nunca dzer-lo chegar minh'alma ;
Sempre hei de amar-te com eterno cullo
Sem ir pedir-te o que as paixSes acalma.
Nao deve o bardo que no mundo chora
Incommodar-te rom seu triste canto ;
Embora salba que o soffrer devora,
Embora o peito se me affosue em pranto.
E' meu destino padecer perdido
Pallido, aSVto divagar no mondo,
Sem ter qoem onca mea final gemido,
E o corno deite de orna eova ao fundo.
Porm que importa que minh'alma estale
Jtas duras ancias de mais dura sorte,
Se quando a vida n'um suspiro exhale
Os meus ameres nao me rouba a morte 1
Sim, o leu nome descera comigo
A triste escada da fataf morada,
Para no gelo do mortal jazigo
Aliineiiur-me esta paixao amada.
Segundo se l na Gnzeta Medica es physiologls-
tas allomaos flzeram ltimamente iiteressantes ex-
iieriencias sobre a iransmigraco dos vermes in-
testina es.
Sustontarara urna mulher sentenciada morte
com cysticercos engenhosamente meflidos em
carne do porco, chouricos do sangue, etc.
RHatorio ta compaiiliia do Cclicril',
aprcsfnladt na scssAfttle 20 de nii o
de ISGi pelo seii director Joo Gou-
fal ves da Si iva.
Senkores accionistas da companhia do Beberibe.
Tendo-vos j dado cunta do que occorreu rom
os negocios desta companhia no 1 semestre do
anno desta administracao, contado do I. de maio
do anno passado a 'i6 de abril do corrento, vou
agora praticar o mesmo relativamente este 2.* e
ultimo semestre, seguindo, para melhor conher-
mento das alteracoes que se deram, a ordem das
materias que n'aquelle 1." expend.
RALANCO DO ACTIVO E PASSIVO.
O balanco junto mostra circumstanciadameote,
segundo pens, o que se arrecadou c despendeu
durante o semestre, bem como o saldo quo ficou
existindo, e a applicacao que deve ter ; mas para
qoe fique tudo bem demonstrado, ainda darei so-
bre elle algumas explicacocs.
CAPITAL.
Tendo-se liquidado, conrorme a vossa approva.
i;o, as conlas do capilale empreza do encana-
mentofazendo-sc na escripturaco os competen-
tes assentos, apparecem agora estes dous ttulos
com igual importancia, mostrando ter sido o capi-
tal de 336:8003000 ou de 10736 accoes a 503000
cada una, rom que directa c indirectamente en-
traram os accionistas, consnmmido" todo, como
realmente foi, na construeco das obrase augmen-
to da empreza.
RENDIMENTO DOS CHAFARIZES E PENNAS
D'AGUA.
0 rendimento dos chafarizes tendo sido arrema-
tado, como j vos informei no meu anterior relato-
rio, por tempo de um anno, contado do I." de ja-
lao do anno passado 30 de junho do correute,
pagameutos mensaes de 6:3333333, continuou a
ser arrecadado oeste ultimo semestre nos termos
da mesma arremataco. porm devendo dar a im-
portancia de 37:9993998, s produzio a de-
37:6833998 por se ter levado em conta ao arrema-
tante da freguezia de S. Jos e da povaacao dos
Allugados, em cada um dos mezes de novembro e
dezembro, conforme o ajuste com este feito, a im-
portancia de 1383000, em'quanto o chafarla da-
quella povoaeao nao dsse agua pura, em estado
de ser aceita pelo publico.
Quanto s pennas d'agua concedidas particula-
res, o numero de 116 que existia em 31 de oulu-
bro ultimo, acha-se hoje elevado a 138, e j produz
o rendimento semestral de 7:8943160, mas como
es arrematantes dos chafarizes tem direito im-
Devo, porm, advertir que feita aquella obra no Despezas eventuaes
acude, nao julgo por ora de urgente necessidade a -asido .....
construeco desses depsitos, nem mesmo de gran-
de proven, se nao para os casos extraordinarios'
que por acaso occorram, de apparecer algum des-
mancho no encanamento que o prive de dar aiua,
em quanto nao se lizerem nelle os precisas con-
certos.
Nao digo que essa obra no acude produz todos os
elidios que se procuram, mas eu a julgo de muita
conveniencia, porque :
Primeiro, pode fazer dar pelo mesmo encanamen-
to mais um oilavo ou um dcimo d'agua em igual
espaco de tempo, e esta diflerenca nao to peque-
a que mereca ser desprezada; '
Segundo, eleva a agua no acude, a d3ndo-lhe
mais profundidade, evita mais a accao do sol e a
creaco dos vegetaes que nelle apparecem, e con-
tinuamente necessario detar fra ;
E terceiro, facilitar e mais promplamenle, pela
maior presso e orca da correte, a limpeza do en-
canamenlo as occasioes em que para este lim se
abrein os registros ou torneiras.
A experiencia fcil de fazer-so pouco pouco,
sem risco de perder-se toda a despeza, efevando-se
as paredes do acu-le smente dous palmos, para se
vero elfeito que produz, e entrar-se melhor no co-
4503000
7433827
1803000
1503000
2:0003000
1:0003000
9:1413202 49:0523879
38:8593071
i--------Bra
88:5I13950
Escriptorio da companhia do Beberibe, 13 de
maio de 1864.
O director,
Joo Goncalves da Silva.
O vice-director,
Justino Pereira de Parias,
O caixa,
Thomaz de Aquino Fonseca.
Os secretarios,
Padre Antonio da Cunha Figueiredo.
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
justificado, o platico que me coohace faz-me jus-
tica.e a Justina do publico recta cerno a de Deus!
Em quanto a mmha reputaeo scenica na qualida-
de de artista dramtico, confesso que nao mio na arte, mas o publico para quem tive a hon-
ra de representar era quanto me dediquei a essa
vida, gostava de mlm... applaudia-me.... coroa-
va-me... agradeco ao publico. Se um ou oulro me
antpathisava... desculpe-me porque nao tenho
culpa. O mesmo Sr. Faringhea foi um dos espec-
tadores que mo applaudio com enthusiasmo! e ho-
je... o que o mundo! Oh susceptibilidades!
Em referencia as burracheiras e orgias em que
o supradito Sr. farinykea me destina na sociedade
um papel de bnrracko e oulro de larapio, aceuso-
me de nao ter propensao mesmo nenhuma para os
desempenhar, e o mesmo publico desta cidade
testemunha, e diz com toda a torca de seus pul-
infles mente o Faringhea!
Ti atando do segundo communicado sem assgna-
tura, mas do mesmo autor, impresso na Ordem u
334, emque conta ao publico a historia de um di-
nheiro adiado e me honra com o titulo de ladro...
responderei (nao a elllu) mas ao publico, fque
neste ponto que se sneerra todo o chisto desta
jeremiada! Bem, loquei na tecla principal, e saiba
o publico que o motivo do despeito que contra mim
exerce este miseravel, porque preso muito a mi-
nha honra e nao quiz fazer o favor de servir de
credor phantaslico n'uma questo de quebra de
um seu amigo e acolyto... porque na qualidade
.de testemunha de um adiado... nao pude consen-
tir que o meu indisposto saciasse a sua gana no di-
nheiro alheio com o titulo de applica lo a obras
pas, cuja applicaco (no meu entender e no de to-
dos) seria oceultamente subtrahida, e particular-
mente applicada ao presumo, vinho e queijo, como
elle hayia idalisado antes antes da indi/ferenca.
Fiz muito bem, flz muito bem em cspalbar annn-
cios a fim de descobrir o pobre matulo que soflria
a perda dodinheiro, porque felizmente appareceu
e foi embolsado (bem contra os sentmentos cons-
cienciaes do depositario) mas paciencia I Foi urna
accao louvada por todos! fui urna obra de carida-
de que me aceuso praticar. Por direito salvei tres
consciencias... live mao pago, por ijue nao rece-
bi do matuto nem ao menos umObrigado.No
entretanto nao me arrependo.
Respectivamente a sociedade thealral,particular,
diz ainda o miseravel detractor que eu por expe-
culaco organsei essa sociedade e que depois ne-
guei aos socios o direito que tinham aos emolu-
mentos do theatro, fazendo-o vendido plianlaslica-
mente a ummorcego de igreja(bichinho que
abomino, e com quem nunca tive relaces de ami-
sade, nem transaeces commerciaes) e fazendo es-
ta venda para Iludir os inexperientes socios (como
elle presume) lempos depois desmanchei o theatro
utilisando-me das taboas do mesrno para fazer a
armaco da minhaciganeira.. .Mente o ca-
lumniador e mentem todos que com elle fizerem
curo.
Felizmente possuo um documento bastante forte
assignado pela maioria de cincoenta e tantos so-
cios, prescindindo do direito que ao theatro tinham
e facultndome os poderes de dispor do theatro
como bem me approuvesse em virtude do mesmo
me ser devedor da quanlia de 1973000 e nao exis-
lireni outros recursos pelos quaes eu podesse ser
indemnisado desta quantia, seno os de venda. Es-
to documento nao o faro publico nesta occasiao por
julgar desnecessario.
Tenho respondido por mim.
Agora cumpre-me fallar lambem pelos amigos, e
aproveito a opporlunidado para responder por dous
amigos victimas igualmente comigo das calumnias
monstruosas do miseravd defamador
O primeiro o Sr. Joaquim Ferreira Ramos
(Quinquinzo) estabelecido cum padaria nesta ci-
dade, mo^u de muito boa reputago e de muita pro-
bidade, cujas excellentes qualidades o fazem res-
peilado e estimado por todos que. o conheccra, mas,
anda assm estas boas qualidades nao o pozeram a
salvo dos golpes vonenosos da monstruosa e furi-
bunda espada do calumniador.
O Sr. Joaquim Ferreira Ramos abslcm-su de res-
pender em forma ao calumniador ou aalguem
que se oceulta debaixo da sombra do mesmo por
que presa muito a dignidade de seus sentmentos,
e tem d de prejudicar mais o crdito do amigo de-
lapidado que infelizmente se acha suspenso por
lea de aranha, aguardaudo-o para o fazer em lem-
po mais conveniente, e quando chegar essa poca,
entao o publico conheccra a que lado se collocar a
probidade, se ao da Inexperiente victima delapida-
da, se ao do attribuido delapidador.
O segundo o Sr. Joo de Azevedo Ramos (mor-
cego do greja) caxelro nesta cidade, de um esla-
belecmento de molhados do Sr. 'Antonio Lopes
_a, muco de nobre comporlamento e honradez,
| e que na sua profisso de eaixeiro tem dado sem-
pre exuberantes provas de sua probidade, mere-
(eeado por estas qualidades a nteira connanca dos
, patroes a quem lem dedicado seus servi^us. E
, para dar um ailestado da sua conducta ah temos
o seu ex-patro o Sr. Jos Noguara Bastos, na ca-
sa do qual exerecu o seu emprego caixeiral pelo
espado de 4 annos.
Fique portanlo convencido o Sr. Farinahea (vul-
gacho) Sacco de Palha, que calumniadores da sua
ordem jamis podem assassinar rcpulaces illiba-
das, porque o publico que o conhece julga-o tal
qual infame, vil e abjecto!
Preyino-oque nao vollarei mais imprensa para
disentir com sua merco, nao s pelo motivo de
nao estar resolvido a gaslar cera rom ium de-
funto, cumo tambem por entender que entreler
correspondencia com suadespresivelsenhona
descer at ao seu nivel.
Desculpe as minlias rigorosas expressoes___
mas, tuna vez que teve abondadede chamar-me
aordempela Ordem, achei conveniente fazc-lo
nos cerca e debilita, e de mi
menos solfeemos, considera aqSSto S'
pode proporcionar qualquer un m \Ttu- *
consolador e de m.igac!, suave pTranossos'T
nm*Cir,n0 am.fande bemfeitor Os S "
Lanman & Kemp residentes em Water Sbeet .'
9, fabricantes da agua florida, tornara se Pois
grao dignos deste
.. urna
icao de |WJe. Esta excel-
louvor.e o seu annnclTpae \SiSK
nutra columna desta edicao fcWe fc?,
lente agua ou adiniravel liquido usS D1n
usos ordinarios de banh.^, e por m diivula um
SfflSSS" agrada'vel, ilssm como
raaisdeln-ado e delicioso perfume que |&S!
A' venda as boticas e lojas de perfumarias.
COMMEBCIO.
BJW BANCO lie KM4INC9.
., Alfandega
SS mT K U "........ M57JI ir
iem ao da.0................. 23:947309o
502:60432 Hovlmeuto da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
f com gneros..."
86
194
Volumes sahidos
c i
cora
cora
fazendas...
gneros...
-----2W>
90
604
694
Correspondencia de Gniamia.
Vcuho tarde mas anda chego a
tempo.
Pela parte que compete nao lencionava respon- >Jdiariopelo Diario.
cu- d'" a um artiK inserido na folha A Ordem, n.
nhecmento se deve ser desprezada ou se deve con- >lco,n a asignatura Faringhea porquanlo
tiiMMHT o resto logo em seguida ou em oulia qual- wnsidcro-o de uio pouca importancia que responder
quer poca. e conferir ao autor honras que nao merece ; mas;
CONCLL'SO. i imaginando que o publico fique na duvida de quem I
Sao estes os esclarec memos que me lembro sJerti> vis, I"0 Sr- Faringhea leve a delicadeza i
dar-vos. \ de oceultar o raeu legitimo nome, resolv vir eu I
Agora resta-me agradeccr-vos o conceto que vos \ n,e^n? tJar-me.a conhecer.
merec, elegendo-me para o lugar que tenho occu- desprezo e a que todos os homens de brio do-
pado, e pedir-vos a mnlia desobriga e suosttuico; ytim votar a ^rtos communicados nojentos que
per oulro que melhor o desempenhe. ordinanamenie preenchem as columnas dos perio-
No posso lambem, nem devo deixar em esque- i d,cos. e* l^aes nao s provocam nauseas ao leitor,
cimento os meus companheiros de administracao, como tambem polluem a reputaco das folbas que
que me coadjuvaram no cumprimenlo dos meus ",cs daojiublicidade, ainda as mais conceluadas
deveres, e a quem tributo os meus sinceros pro-, Pa P''ao publica; porm como ha lberdade de
testos de eslima e consderago, pelas mane ras! imprensa qualquer sandeu pode disparatar larga, ^.SSS^^S^l^i,^^^' pel
""lidade publica com ler- iraiamenlo i|ue sempre Ins prodigalisou como
De sua impureza, despresador,
Antonio Bustos Pinto.
PUBLICARES A PEDIDO.
Os abaixo assignados, nfliciaes do 9o balalho da
guarda nacional de Olinda, por occasiao de deixar
o commando do mesmo batalho o Illm. Sr. leen-
te-coronel Man-el Anlonio dos Panos e Silva, por
ter sido nomeado chefe do estado-maor do com-
mando superior da guarda nacional dos municipios
de Olinda elguarass, nao podendo abalar em seus
peitos o desejo muito natural de dar urna demons-
Descarregam no da 21 de maio
Lugre dinainarquez-AVco/mofarioha de Irieo
Patacho hespanbol-Job-sal.
Barca inglezaRoiuildmercadorias.
Barca francezaSaint Denisdem.
Briguc portuguezFtorinda -dem.
Iinportaeo.
Brgue porluguez Florinda, entrado de Lisboa
consignado Euzebio R. Rabello, maoifestou o se-
guinte : ,
15 pi(ias e 13 barrs vinho, 10 pipas vinagre, 2(i
barricas alpiste, 88 caixas cera em velas; a Tho-
maz^de Aquino Fonseca.
33 barris vinhotbranco, 4 pipas, 4 natal e 20
barris vinagre, 36 caixoies velas, 3 ditos mana.
20 barrs chouricas : a Manoel Joaquim R. e Silva
i Genros.
39 pipas, 12 meias e 35 barrs vinho tinto, 10-
ditos dito branco, 100 ditos azeite de oliveira : a
Euzebio R. Rabello.
50 ditoo loucinho, 60 ditos milho mudo ; a E.
R. Rabello.
35 pipas e 30 barris vinho tinto ; a Palmeira i
Belirao.
9 jipas e 20 barris vinho, 25 ditos e 25 caixa-
azeile de oliveira, 4 caixas bolaxaca, 3 caixes |K)
lame ; Thomaz de Aquino Fonseca Jnior.
26 barrs vinho ; a Marques & Silva.
50 barris loucinho, 6 caixas mercurio; Cunta
Irmos & C.
2 caixas man ; a J. da C. Bravo.
1 barril vinho ; a Vicente Jos de Brlo.
i caixote fructa secca ; a Caetano da Silva Pe-
gado.
1 caixa sapatos de tranca ; a Alves llamburger
C.
1 lata carne salgada ; a Joaquim P. Arantes.
1 caixo balanca decimal ; a Antonio Henriqucs
Rodrigues.
120 caixas batatas ; a Joaquim Jos Rodrigues
Canda.
25 caixas cera em velas ; a Domingos Rodri
guesdcAlmeida.
2 barrs vinho ; a Francisco de Assis Brlo.
25 caixas ceblas; a Jos Joaquim de Lima
Ha i rao.
44 barricas alpiste, 150 caixas ceblas, 480 mo-
Ihos ditas, 161 caixas, 73. metas e 100 quarlos de
ditas passas ; ao capto do mesmo.
7 caixas, 4 fardos e 3 barricas drogas o medica
mentas, lios, oleo de aincndoa, mamadeiras e chu-
padeiras de vidru, brochas, pedra-homc.lsal amargo
papel surtido, etc ; a Jos Baplista da Foneeca
Juniur.
23 caixas cera em veas; a Thomaz Fernaiides
da Cunha.
23 caixas cera em velas ; a Domingos Rodrigues
de Andrade.
Custodio Jos Alves Gu-
a Antonio L. de Oliveira
animal ; a Rabello c
a Luiz Jos da Costa Amo-
a Manoel Ignacio d-_-
Jos ib-
Mara
In-
delicadas com que sempre me tralaram.
offendendo mesmo a moralidade publica com ter-
Escriptorio
maio de 1864.
da companhia do Beberibe. 13 de
,1,, para a imprensa
crreme e encontrou-a em dia e com aceio e clare-
za, apresentando por balanco os saldos das diversas
verbas que consltuem o activo e passivo da com-
panhia.
Parecendo commissao muito satisfactorio o es-
tado da companhia, devido por sem duvida as boas
adminstraseos que a tem gerido, no numero das
quaes esl a actual administracao, calende a com-
missao que, approvando-se as conlas do semestre
lindo apresenladas pela direceo, se tribut esta
superior, durante o tempo que juntos serviram,
, veem hoje o fazer do alto da imprensa.
Maneiras urbanas e delicadas, sinceridad.; de ca-
racler para com seus subalternos, bondado e pure-
za de coracao para com todos; espirito de atae
bem entendido, honradez a toda a prova, foram
de no" r,rmes ne^16 proposito marchara descaradamente' u.ualit,an",. Je ontras, que sempre Ihe reco-
mos obscenos sem que por isso solfram a mais la
ve pena I
O director, Ha intlividuos (como bem diz o Sr. J. Feliciano
Joo Goncalves da Silva. i ^e Gaslilho) ha individuos que consideram o jornal
Illms. Srs. accionisuis da companhia do Beberi- um.PorU) franco de inmundicias, um poste da in-
be.- A commissao fiscal da companhia examinou i Ju;ia e da calumnia, um maladouro de reputgoes,
a escrpturai;o rio ultimo semestre do 1- de no-,"
vembro do anno prximo passado 30 de abr'
portaocia das que forem concedidas dentro do tem-1m 25 df arailec'menU> Pela sua dedicayao aos
no da arrpmalaeSn c rm..i.. ,..._""V: .- negocios da Companhia.
negocios da companhia.
Escriplorio da compaobia do Beberibe, 13 de
maio de 1864.
Joo Ignacio de M. Reg.
Jos Pires Ferreira.
Manoel Joo de Amonita.
Denienslraro do mrmente da caixa da eompaahia
do Beberibe no semestre Hada do 1 de aven-
are de 1863 3 de abril de 1861.
DEBITO.
Por saldo em caixa em 1
de novembro de 1863 39:3715206
Pelo que recebeu dos ar-
rematantes dos chafari-
zes e bicas d'agua.....37:683998
po da arremataco, so compet companhia al
30 de junho prximo vindouro, a de 6:0S9765
correspondente de 1:0095960 por mez.
Esto rendimento das pennas d'agua deve ir em
grande augmente, por serem muitos os pretndan-
les que ainda as procurara.
OBRAS E REPAROS.
As obras que se fizeram no corrento semestre,'
apenas se limitaram concertos, porm assm;
mesmo arada importaram era 1:728*000, porque
alm dos ordinarios quo sempre apparecem, fei i
preciso fazer de novo toda a coberla da asa do
acude que se aehava arruinada, e mandar oons-
Irnir algumas torneiras e canos curvos que se fa- j
ziam ndispensaveis bem do se meo.
Os ramaes que do encanamento geral do agua dem dito das penas d'a
aos particulares, sao feitos custa destes, e por j gua contratadas com
isso quereodo o Sr. Heorique Bernardes de Olivei-;
ra, morador na Passagem da Magdalena, substi-
tuir o que Iba pertenca o seus visinhos com ca-
nos de maior dimenso, que nao se achara ven-,
da, foi preciso ceder-lhe 127 de 4 e 5 pollegadas
de dimetro, dos que existiam em deposito, pela
mesma quantia de 9594400 que haviam custado.
com condicao porm de ficar sendo esse ramal
propriedade da companhia, para o empregar em
tudo o mais que conviesse.
FUNDO DE RESERVA.
Ainda nao consta ter sido despachado o requeri-
mento que a directora, em consequenca de vossa
deliberagao, levou a presenca de S. M. o Impera-
dor pedrado novamente a substituico do art. 40
dos estatutos que trata do fundo de reserva, pelo
que anteriormente existia, e foi indicado de 3 por
cento dos lucros lquidos. Entretanto julgando a
mesma directora que em lodo o caso se devia dar
a importancia de 3:848*678 ris j arrecadada to-
para a seu salvo, e acobertados ""f^ram permanentes.
com o manto do anonvmo, salisfazerem seus torpes; n Kccea. I)0,s era despedida o Sr. teuente-corone
desejos, e como os ses desejos sao torpes e vis, s *""*! ne*sa bora so'^mne, esta prova bem robus
robus-
eierno dos
diversos............. 6:807*183
dem dito de Henriques
Bernardes de Oliveira
por diversos objedos
que se Ihe forneceu... 939*400
43:450*381
84:81*787
CRDITO.
Pelo que despendeu com
o seguinte :
Reparos no acude e ou-
tros lugares.......... 1:758*143
Ordenado do escritura-
rio.................. 600*000
Dito dos administradores
das obras............ 1:350*000
Folhas dos conservadores
do acude............. 416*640
torpezas, vilezas, infamias c calumnias baslam... l, 5lmlicatiya de recmhecimonto
porque torpezas, vilezas, infamias e calumnias sao al'aixu. assignados, e um abraco fraternal dos com-
as distincUs qualidades moraes que atteslam a no- Pauheiros; dc armas que se separam, mas que por
breza de seus caracteres, a religiao que professam. s"a vez ."ert.ce'n s6"5 diminutos prestimos e ser-
e a doutrina que aprenderam nocatbecismohedion- v'^s a Iao d,ls"ncto cavalleira
do da seita dos miseraveis. rrancisco Luiz Viraes, capitao da i' companhia
Desu ordem o infame detractor da minha e ">nimandante interino do baulho.
honra I Francisco Martras dos Anjos Paula, capito da 4'
Curapre-rae previnr ao publico que nao venho "SS5 flsca'.mterino do batalho.
imprensa fazer minuciosa descripcao da vida par- Cbrys'ov*<> freir Pinto, capitao da / compa-
teular e publica desse aventureiro, nao Ihe descor- L .. An n i .- j
tino o veo que occulu o grande numero de indig- fi ,Vunes d *>!. "f da 8- companhia.
nidades e roaroteiras de toda a especie, porque pa- **!* Joa,l",m d L'ma, lente e commandante
ra o bographar ipsis verbis seria preciso (sem exa- .iSP~Sr ,. j -
geraco) comprar aoSr.Figueiroa todas as colum-^0^ do \asconcellos, lente da 7-cora-
nas do seu jornal pelo espaco de tres das sem se Panma. .
adrmtt.r mais nenhum artigo, e como islo nao p- ..jgjgg j08e Ferre,ra de Aim>l*> enante da f
de ter lugar sem graveprejuizo da parte offlcial do m['l" ,ia\rv i r i .,.
governo e dos annuncios do estylo (e mesmo por "TSLSffciS! Cvalcanle ^ Albuquer-
envergonhar-me de por calvas mostra), resumo- iu;-n2f2 tZLc\Zpa",h,a-, ^ -
AntoHio rerreira IjOoo, lente da 2* companhia.
e simplesmente a apresenta-lo aos olhos do pu
blico, como se apona no meio da sociedade Ilus-
trada, o hornera baixo e vil que se despreza.
Leitores, o meu depressor nm destes pobres
diabos destituidos de vergonha, de sentmentos, de
pundonor, e de ludo aquillo qoe por qualquer pe-
quena injuria que recebemos nos faz subir o rubor
as faces. E' um desses desgranados que levara bo-
fetadas na praca publica e que no oulro dia vo
subraissos e nsonhos beijar a mo daquelle que
Ihe enrubecem as faces impdicas I (tal Ihe succe-
deu, tem succedido, e ir succedendo). E" repug-
nante?... pois a sua especialidade I E pode o
publico sensato acreditar nos aleives que este mi-
seravel ha publicado contra mira? tenho conseten-
ciaque nao.
Tratarei agora de desfazer as atrozes calumnias
que esle monstro me arguio.
No seu primeiro publicado da Ordem n. 351, em
que se acobertou com o mantoFaringhea,teve
o poder altissimo de mimosear-me com a desnatu-
ralisaco dos sexos... Despe-me das insignias de
horaem, e veste-me as saias de mulher I infame!
e no entretanto nem com a forca da vontade, nem
com o auxilio das leis o posso obligar a reparar
essa injuria, punindo-o rigorosamente n'um tribu-
nal do responsablidade. Nao me importa. Estou
Francisco Alexandre Dornellas, alferes da 5* e
commandante da mesma.
Vicente Ferreira Nunes di Paula, alferes da 2*
companhia
Joo Francisco da Lapa, alferes da 7" compa-
nhia
Francisco Ludgero Nunes Vianna, alferes da 3'
companhia.
Antonio Francisco Guimares, alferes da 3* com-
panhia.
Manoel Ignacio da Silva Braga, alferes da 3* com-
panhia.
Manoel Norberto da Costa, alferes da compa-
nhia.
Jos Pedro da Cosa, alferes da 2* companhia.
Francisco Pedro Celestino, alferes da 8* compa-
nhia.
Flix das Mercs, Munz, alferas da 6* comna-
nhia. v
Antonio Jos Conrado, alferes da 5a campanhia.
O perfume alo heanfepherfo oc-
cidental.
(Extracto do jornalA Chronica 23 de iunhol
dc 1858. '
Agua llorida: no meio do oppressivo calor que
0 ditos batatas ;
maraes.
20 barricas alpiste
Azevedo ; C.
10 ditas nozes, 62 caixas caslanhas; a Paulo
Ferreira da Silva.
20 barricas carvo
Branco.
t5 barris vinagre ;
rim.
20 pipas e 25 barris vinho
Oliveira & Filhos.
4 barris vinho ; aL. A de Squera.
60 ancorlas aaeitonaa ; a Manoel
Souza.
_ 1 caixote yidros para alampada ; a Jos
Goncalves Vera Guimares.
5 c ascos azeite de palma ; a Tasso Irmos.
20 barris vinho ; a Jus Secuudino Pereira
choco.
4 barris vinho ; a A. B. Lasserre.
6 barricas sal amargo, 6 caixotes pnecs, ihere-
bentina, espirito de sal amoniaco, catatabas, oleo
de cidra, dito de erva-duce, e drogas medie inaes
a Joo da Silva Faria.
Vapor francez Guame, entrado de Bordeaux,
manltostoo o seguinte :
2 embrullios amostras, i caixa fazendas de al-
godo, 17 ditas bonets, merceana, camisas, pentts.
fazendas. chapeos, roupa,calcado, etc.; a Henrique
& Azevedo.
1 caixa fitas ; a Jos Morera Das,
1 caixa pregos, 1 dita amostras de calcado ; a
Ch. Leclers.
I volume papel e drogas; a Ch Weiber.
1 volume amostras; a Gomes.
1 dito bijoutena para relogios ; a Delouche.
1 volume roupa \ a Antonio Luiz Domingos.
1 volume doce a M. da Costa Vaienie.
1 volume amostras: a Joaquim Ramos.
1 volume papel ; a Manoel Jos de Aguar.
1 volume dinheiro a Manoel Ignacio de Oli-
veira.
1 caixa pentes ; a Isidoro Netto & C.
1 caixa mantelletes ; ao Dr. Souza Leo.
I caixa roupa ; a Buessard Millochau.
1 caixa fumo, 1 dita luvas, litas e chumbo, 1 di-
ta perfumara ; a Vaz & Leal
I caixa msica ; a Vignes.
1 dita orgo ; a Miguel Jos Alves.
2 caixas papel; a M. A. de Maccdo.
1 dila mai roquius, 1 dita luvas de pelca, 1 dita
arligos de modas ; a Monteiro Lopes i C.
I caixa bijoutena e arligos para relogios ; a D
P. Wild 4 C.
1 dita sedas, 1 dita roupa, 8 ditas fazendas de
algodo, 2 ditas dita de la, 3 ditas dita de dita e
algodo, 25 ditas vinho ; a J. Keller & C.
3 caixas calcado, 80 barris manleiga, 11 caixas
quejos ; a V. F. da Costa.
17 ditas queijos, 1 dila qoadros ; a Theodoro
Chrisliansen.
1 caixa luvas e escovas ; a viuva Leeomle.
1 caixa livros, 1 volume ditos; a Jos ogneira
de Souza.
2 caixas fazenda de algodo, 6 ditas chapeos,
mercearia, ealcado e obras de marcineiro, 1 dita
sedas, 1 embrulho amostras, 1 dila chales de lia,
4 ditas luvas e calcado ; a Linden Wild 4 C.
5 caixas chapos de palha, ditos de feltro, bone-
tes ; a Christiani $ Irmos.
1 caixa chapeos de palha e ceurinhos; a Joa-
quim de Souza Maia.
1 caixa chapeos de sol, 1 dita fazendas de seda
a F. A. Dammayer.
3 caixas modas e chapeos, 1 dita mercearia, 1
dita drogas, 1 dita chapos e fazendas ; a E. A.
"Burle 4 C.
1 caixa roupa e fazendas, 1 dita modas, 1 dita
fazendas de algodo ; a Ferreira Araujo.
2 caixas bichas ; a J. A. P. Serodio & C.
2 caixas calcada; a J. P. Arantes.
2 ditas bijoutoria, 1 dita relogios, 1 caixa esta-
nho; a Lehmano frres.
1 caixa ornamentos de igreja ; as irmas da ca-
ridade. J
1 dila livros; a Segismundo A. Goncalves.
1 caixa objectos de photographia ; a Eugene
Blum.
120 caixas queijos ; a Brander Brandis.
15 caixas queijos ; a N. O. Beber& C
65 ditas ditos, 1 volume cartas gsographicas ; a
Tasso 4 Irmos.
2 caixas mercearia; a Alves Hamburger dt C.
50 ditas agurdente ; a Wilson & Hette.
10 meias barricas vinho; a Saunders Brothers
4 C.
13 caixas vinho, 1 dita modas, I dita panno; a
R. B. Lasserre.


c
1 caixa faiemlas de seda, 2 embrnlltos amostras,
1 caixa grvala.- a Carvalhoot Nogueira & C.
1 barril azeite : a Louis Puech.
i dil > vjulio ; a Antonio do Oliveira.
i caitas chatos e fazendas de lia, 1 dil bijoute-
ri.i, I rarlio amostras : a Flix Sonvage & C.
1 rain Ufen I.is ; a Min'nrd c C.
i larri- c it \oi vinliua ScUaflfc -itli.il t C.
8 camas aimdlas, t itlia pastidias le Vicliy, 7
ditas sardiuhas ; a Joo da Silva Paria.
CO caixas 1 caixa ferragens ; a T. Dubarry.
4 dita bichas ; a Ramos e Silva.
2 caixas sedas ; a Manoel Aio.
1 barrica vinho ; a Mendeboure.
Ueeebedoriat de rcudav Internas
ceraes de peruambuco.
Rendimento do dia 1 a 19........ 18:6564994
Man do da 20................. !:28o51b8
it:9391iffl
Consulado provincial.
Rendimeuto do dia 1 a 19......... 58:28946:1o
dem do dia 20................. 1:3554251
59:644486
MOYIMENTO DO POETO.
.Vil ro. sabidos no dia 20.
LiverpoolEscuna ingleza Rose, capito W. Bas-
tard, carga assucar e algodao.
LiverpoolPatacho ponuguez Ganbaldi, capito
Antonio l'into de Campos, carga assucar e al-
godao.
New-YorkPalhabote inglez Belle, capito Walker,
carga assucar e outros gemiros.
Nao houve.ram entradas
Observaro.
Suspenden do lamaro para Valparaizo a barca
inglesa Corocoro, capitao Lamb, coin a mesma car-
ga i|ue trouxe de Liverpool.
Apparoee ao norte urna barca franceza.
EDITIS.
ton sel lio adnrinistrativo.
ctms.'llio administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra ten de comprar os objectos se-
guinles :
Para os hospital militar.
Potassa caustica 1|2 onca, almiscar 2 on$as, an-
gelin 2 oneas, parisiana 4 libras, gommii de bato-
I t libras, labuca aguda I libra, fio* de liobo 24 <
libras, oleo de mero 1 onca, felo 2 oocas, oleo de
cupahiba 1 libra, sanguessugas 24, cubebas ion-
gas, oleo de ponas de viado 2 oneas. manteiga de
antimonio 2 on^as, sulfrelo de potassa 1|2 libra.
Quem quizer vender taes objectos, apresentem
as suas propostas em carta fechada na sf,.cre'ar!a
do conselho, as 10 horas da manhiia do da 23 do
corrente.
Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 16 de maio de
1864.
Antonio Pedio de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastio Jos Basilio Pynho.
Yugal secretario.
O cidadao Manoel da Silva Ferreira, juiz de
paz do 2 districto da fregoezia de Santo Antonio,
contina dar audiencia as quarlas-feiras e saboa
dos, s 10 horas da manhiia, na casa de sua resi-
dencia em a ra Direita n. 10, pnmeiro andar;
sendo iwrm esses das empedidos, dar audiencia
nos dias antecedentes ao meio dia. Despacha des-
de as 8 horas do dia s 5 da tarde.
ArrematacSo
PERSOSAGEiS.
. Luizde Cames........... Germano.
No dia Si do corrente. terea-eira s IVm> Car|os de Mendonca.......
Francisco Morena da Costa.
Guilhertne Carvalho & C.
Henrique Pedro da Silva.
Joaquim da Silva Reg.
Dr. Jos Rento da Cunha Figueiredn.
Jos Joaquina Alves de Amorim (2>.
Manoel Alves Guerra.
Alexindre de Barros Albuiiuerque.
Manoel da Silva Mendonca Vianua.
THEATRO
DE
S. ISABEL
LEILAO
DE
88 pecas de ehaly, (i ditas de la, 29
rarles |,ca ic de algaiio, fiO
grozas de UHt cliifre para fol-
eles e paleluts.
(Com avaria.)
iio.ii:.
O agente Pinto fara leilo requerimento de
| Henrique A Azevedo, em prsese, a e com autori-
saeo do cnsul de Franca e por conla e risco de
: quem pertencer de urna caixa marca U AM n.
1531, coin os objectos cima mencionados a qual
: cahio; o leilo ser effectuado s 10 horas do dia
supradito no escriptorio do referido agente ra
; da Cruz n. 38,
UtMlltl 4CMIII4.
-Recita da aaolg
SABBADO, 21 DE MA10,
Subir seena o torasanle draaia
actos,
i neo
A. V. da Silva Barroca faz leilao por interven-
! cao do agente Almeida, de fazendas avariadas
HOJE AO MEIO DIA
em seu armazen na ra da Cadeia n. 4.
LUZ DE C.MES.
da manhaa, depois da audiencia do Sr. juiz: Qei or-1 D pedro de Atnayde......
phos, vae a praija por arrendamento ineonai a i r
razJu de 1:500* por auno, a propriedade denomi-
nada Barbalho, sita na freguezia do- Poco V*
nella, reqoerimento de D. Candida Rosa Paes
Brrelo, por si e como tutora de seus fl nos.
E' um grande silio, com una excellente casa,
coin todas as commodidades para familia, e com
duas grandes e excellentes baixas de capim, mu
mais de
! Fernando de Noronha.....
Ruy daSilveira...........
D.Rodrigo...............,
Antonio, escravo.........
D. Catharina de Atnayde...
Laura, criada............
Um criado.
Tliomaz.
Coimbra.
Lisboa.
Borges.
Guimaraes.
Victorino.
D. A. Marquelou.
D. Leopoldina.
Leonardo.
O Dr. Jos N'icolau Rigueira Costa, juiz de di-
reito da comarca de Olinda, e presidente do tribu-
nal do jury, por S. M. I. que Dos guarde etc.
Paco saber, que durante a primeira sessao ordi-
naria'do jury deste anno, que sob minha presiden-
cia leve ullimanieule lughr ueste termo foram as-
sidoos os Srs. juizei de faeto seguintes :
Joo i'ereira da Silva Caldas.
Pedro Ruarque de Macedo.
Jos Pereira Brandao.
Antonio Ribeiro de Albuquerque.
Jos Maria da Lapa.
Jos Antonio da Silva Accioli.
Francisco Ludgero Nunes Vianna.
Manoel do Saciamenlo da Silva.
Flix Mantillo Falco.
Jos Victoriano Delgado de Mello.
Francisco Serfico Gomes do Rcgo.
los Antonio do Naseimenlo.
Tbomaz de Almeida Antunes.
Fredenco Augusto Yellozo da Silvelra.
Francisco Xavier do Couto.
rhobias de Santa Rosa Carmelitano de Barcenos.
In.ii. Franeisco de Oliveira.
Christovao Pereira Pinto.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Manuel Nurbei lu da Costa.
Raymunda Nonato da Cimba.
Manoel Ignacio da Silva Braga.
Manoel los Martin*.
Antonio Francisco Guimaraes.
Jos Bmygdio de Cliristo Leal.
Joaquina Mendcs da Silva.
Jos Gera'do de Lima.
Luciano Eugenio de Mello.
Francisco Marlius dos Alijos Paula.
Jos Felippe dos Santos.
Jos Policarpn de Frenas.
Joio Maxiiniano dos Santos Estockel.
Manoel Marques de Santiago.
Jos Eustaquio Maciel Monleiro.
Dr. Aureliano Augusto Pereira de Carvalho.
Manuel Franciso de Moura.
GaBdiio los Serpa.
Antonio Jos Gonctlves de Santa Auna.
Jos .iiitoniu da Rocha.
Joio Canelo Prospero Montanha.
Sizisiiaiido de Sooza Ramos.
Manoel Pinto Francisco Rodrigues dos Santos.
Demetrio de Azevedo Amorim.
Joo Pereira da Silveira.
Antonio Joaqoim Rabello Pessoa.
Francisco Xavier de Moraes.
Acendino Goncalves Rodrigues Franga.
meuto felo por dous licitantes,
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam
buco 19 de maio de 1864.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para o 7" batalho de infantaria.
Brim branco 1,250 varas, algodaozinho 1,250
varas.
Para o 9" batalho de infamara.
Cordao preto de retro! 117 varas c meia.
Para o 7* batalho de infantaria.
Bonels redondos para recrutas 50.
Quem quizer vender taes objectos apresentem as
suas propostas era carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da maiiha do dia 27 do cor-
rente.
Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 20 de maio
de 1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente
Sebastio Josr Basilio Pyrrho,
Vogal secretario.
Tribunal da retacan.
Feitos parados na secretaria da relacao por falla
de pagamento do respectivo preparo.
Aggravos.
Aggravo do juizo de paz do 2 districto de
Santo Antonio.
Aggravante D. Alexandriua Duperron; aggrava-
do o juizo.
Aggravo de instrumento do Liinoeiro.
Aggravante Joo Leandro Barbosa ; aggravado
o juizo.
Carta testemunhavel do juizo de direito de
Peuedo.
Aggravante o Dr. Manuel Yieira de Mello; ag-
gravado o juizo.
Appellacdes civeis.
Appellaco civel do juizo da fazenda da eidade do
Recife.
Appellanles Jos Rabello Padilha e outros ; ap-
pellada a fazenda provincial.
Appellaeao civel do juizo da fazenda do
Recife.
A 23 do corrente.
O agente Oliveira far leilao de variedade de
fazendas itiglezas avariadas, recentemente impor-
tadas e de outras de differentes qualidades para
fechar certas contas, inclusive urna porcao de li-
nha preta em meadas propria para sapateiros e
seleiros, como princeza para atfaiates :
Srpnda-feirn 23 do torrente
s 11 horas da manhaa em nonio, no armazem do
finado Henry Gibson, ruada Cadeia do Recife.
LEILAO
DE
Movis e outros artigos.
Ski;i:m)v-ffii:a s 10 UOKAS.
O agente Miranda far leilo por ordem de um
eslrangeiro que se retira para a Europa dos ob-
jectos que adornavam a sua casa : urna mobilia de
Jacaranda, cadeiras de bataneo, ditas de guarn-
n^ignmy Wfcoaalat Marque- ^2SJ&r^<**,^ ,Ua>
lou e os Srs. Lisboa e Teixeira.
A empreza, sempre que pode, Linea mo do pre-
to rendosas, com proporeoes para darem .* seBle drama por ser elle querido d putdice, pois
6:00 por anno, accrescendo a pai de tuao |fiue nie recorda os assombrosos feitos do grande
urna grande olaria e bem montada. nhU.ft poeta guerreiro, que depois de tantas glorias aca-
- Pela thesouraria provincial se faz publico, ^ no*Soiamento e na miseria,
que a obra dos reparos do caes da ra ua Aurora, E, um magnjtico exemp|e
em frente do Gymnasio Provincial, wi novamente Tenninara 0 espectculo com a linda comedia
praca no dia 25 do corrente, servindo de base a ,, ^ m(JSc
arremataco o offereennento de 24 0[0 de anati- "
Tnbulacilo e ventura,
Matriz de Santo Antonio.
JUM.l lfr> do Ir.tpic'ie n. 44, m'hiiiiiIo e terrei-
ro ailares
Ueste hotel os senhores qoe o quizerem re uen-
lar acharo sempre por menos preeo que em ou-
tra qualquer parte, alrooco, janlar e lunch: ser-
vindose durante a semana diversa* sopas italia-
nas, como sejam.raviole, talhatim, curset, Ins.igne
e gnoeeaki, feito isto com tedo o aceio e esmero
possivel.
Os senhores assignanles mensaes pagaran moilo
menos que os avttiso, pagando tamboin uus e ou-
tros milito menos do que em oulra qualquer |rte.
Tendo de se proceder a eleicao da nova mesa i E os senhores provincianos neslo hotel acharo
que tem do reger esta venerav'el irmandade, convi- lodos os melhores commodos para assistirem du-
do a todos os irmos para comparecerem no do- rante o lempo que esliverem nesla cidade._______
mingo 22do corrente pelas 9 horas e meia da ma- Muoa-sc alni iIp urna muta A n
nha, no consistorio da mesma irmandade, alm I ff^fn r\.L l I
de em mesa geral se proceder a eleicao. r"a do Cl^ 4 c *? ou sen
Consistorio da irmandade di Sanlissinio Sacra- tilla, para tratar em casa de J. Falque na
i a-uto da freguezia de Santo Antonio, 18 de maio i ursina ra n. 4.
de 1864. gagUBUasattW MH3BWHU0K1
Joao da Cunha Soares Guimaraes, WOwwoMiamfOW ImexiWmom'Mii
. 1 DENTISTA DE PARS
1!)IIua Meva -19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaedes de sua arte, e col-
loca denles artiOciaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos denuncio.
MIK.Viaill-!
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Lava-se e engomma-se com prumptido
asseio : na ra Augusta n. 5.
CASA 1H FIiUM
AOS 5:00().000
Bllhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas ilu costune
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mu
to felizes bilhetes garantidos os tres quintos ns.
3353 roma sortede 1:2004edous. ditos ns. 487 Teixeira de Mendonca Belm, Desla lypo-
com a sorie de 5005 e o de n. 3.117 com os 3005 rnh;
e outras sortes de 100-5, 405 e 205, da lotera .|ue (
Comecar s 8 horas.
Amanha
Doming, 22 de maie de 1864
Recita extraordinaria
Livre da assiijualura.
Represenur-se-ha o muito apparatoso drama, em
cinco actos,
vidros, trem de cosinha etc., etc.
Em consecuencia do leilo ser effectuado na ra
de Santo Amaro casa n. 8,estar asordens dos que
quizerem comparecer, m omnius postado na ra
do i'.res|ni, as horas mencionadas.
LEIIiAO
DE
'a LLIZ DE CAMOES.
Dar fim ao espectculo com a comedia em um
A Viuva da Camelia,
Skui-vua-kkiiia 23 no couhente.
O agente Pestaa legalmente autorisado vende-
r por urna pessoa que se retira diversos cscravos
de ambos os sexos e com habilidades a saber :
Joanua, crioula de26annos, engomrnadeira, peri-
___ ~ < i ta costureira. marca e faz labyrintlio tudo com per-
feico ; Maria, crioula, idade 28 annos, eng^muia,
cosinha e cose perfeitamente ; Marcelina, idade
Na qual estrear o artista Jos de (ratas Car- u annos, cose; Franeisco, idade 13 annos, mula-
neiro, ltimamente chegado do Rio de Janeiro, por t0; Severino, idade, 13 annos, crioulo: terca-feira
contrato da empreza.___ ________ 23 do corrente pelas 10 horas da manhaa na porta
PERSNAGENS DA COMEDIA
Alfredo Coq-Heron...... Freitas.
Madame de Montaubin.. D. Maria Puntes.
Clara, criada........... D. Bernardina Pontes.;
Comecar as 8 horas.
Grande galera de vistas mo-
dernas.
lina da Inijii' ati-iz n. o3.
Todas as nuiles elTectivas.
O director deste salo far mudanea de oras
vistas s 8 e as 8 1|2 horas. O salan estar aberlo
das 7 horas em diante. Entrada 500 rs.
AVISOS MARTIMOS.
L'onipanhia PernamliBrana
do armazem dos Srs. Palnieira A; llcltro.
Emcontiiuacaoe para liquilaeo
Teiic.afeiiia 24 oe maio.
e
Miudezas e perfumaras.
Thomaz Teixeira Bastos tendo de ir Europa
tratar de sua sadde far leilo em coulinuago,
para iiquidaco e por nlerveneo do agente Pinto,
do differentes miudezas e um completo sorlimento!
de perfumaras dos melhores e mais aeruditados
fabricantes em sen armazem exposico de Londres
na ra da Cadeia n. 60.
Principiar s 10 horas em ponto.'
se acabou de exlraliir a Denelicio da Santa Casa, \
convida aos possuidores de ditos bilhetes a virem
receber seus respectivos premios sernos descontos
das leis em seu estabelecimento ra du Crespo
n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilhetes garantidos da primeira parle da primeira
lotera de H. S. da Graca da Capuuga que se ex-
trahir sexta-feira 27 do corrente.
Presos.
Bilhetes nteiros..... 65000
Meios......... 35000
Quintos........ 15200
Para as pessoas qu.; comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55300
Meios......... 25750
Quintos......, 15100
________________Manoel Martin* Fiuta______
O SACUOS.YNTO E ECUMNICO
CONCILIO DE TRENTO
En latlm e portugnez
Minino eomaoMM
Aes lllaslrissiwus t Keverendissimos Senhores
ARCEBISPOS E BISPOS
M
HUIMA I. I 1 T A \ A .
.NOVA Eig.VO
2 volumeseiicalernailos.
Est n'osprelos da cisa dos Srs. Antonio (ion-
calves (iuimares & do Rio de Janeiro, e as-
mmmmm v&tmm mmm
Oadvogado Eduardo lie Barros po ser procurado para os mistervs de sua
prolissao, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia ra da Saudade n. lo.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo saca so-
bre Lisboa._________________________________
i-amnialica c arillimt'iira pe* prfes-
sor Castro Nunes.
Acham-se no dominio do publico, na t\-pographia
da ra do imperador n. 15 a grammalica e arith-
metica organisadas pelo professor Castro Xunes,
aaoptdas pelo eonsellio director, e approvadas pelo
Exm. Sr. presidente da provincia^ |>ara as aulas de
j instrueco primaria. ____________________
Trocam-se tres parles do emienlin Ouciinadas,
' na freguezia de Rarreiros, junto a cidade ib) Rio
Furmoso, muito bom por ser |>erlo do embarque
meia legoa, com muito boas trras de safrejar tres
mil pes, ine de animis, por predios nesta praca,
casas ou sitios : quem quizer. dirija-se rua dos
Pires, casa terrea n.5A, queabi adiar ruin i|uem
tratar, a qualquer hora.
signa-se em Pernamhuc na livraria de Guimaraes
& Oliveira, rua do Imperador n. ii\.__________
PARA ALCGAR.
Aluga-se por preeo commodo a casa da rita Im-
perial n. 213, com boas aeommodaofies para Bran-
da familia : tratar na padaria da rua Direita
. 81______________________________________
Francisco Antonio Crrela Cardozo convida
aos seus oradores a virem receber o pi imeiru pa-
. gamento de sua concrdala no dia 24 do coi -rente
? nc fundicSo da i ua do Brum n. 8'i, devendo nessa
occasio iipresenlarem seus tilulos para ser anota-
do o dilu pagamento._______________
m
O backartl
Fraucisct Augusto ta
adoogado
l\VK DO I.MI'EIIAUUU N. 69.
m
D. Rila Francisca de Carvalho Paes de An-
drade, de aceordo com a Sra. D. Francisca da Cu-
nda Bandeira de Mello, arreada o engento l'na,
: eopeiro, sito na comarca de Santo Anto : trata-se
! na estrada do Roeariaho, sitio do nairimonio dos
orphos, ou na rua de S. Gonyalu n. 10._________
Aluga-se um sitio no Jacar, irada que vai
para Agua Fria.com casa nova de podra e cal, com
bastantes cotiunodos, e o silio com mollas fructet
ras de todas as qualidades : a tratar na rua Direi-
ta n. 6i.
Xavegaco costelra a vapor,
Appellanles Jos RaheTtoPadilha e outros ; appel- Farahilia, Natal, Mario A r ac li, Ccar e Acarara,
arfa a tmoimI .\u da 21 do crrente as o hu
lada a fazenda.
Appellaco civel do juizo municipal desta
cidade.
AppcHantes Monica Igooi da Silva e o tutor do
menor Joo ; appellada Thereza Catharina da Con-
ceicSo.
Appellaco civel do juizo municipal desta
Tendo sido multados, |K>r nao terem comparec- | cidade
do, e nem mandado escusa legitima os Srs. jui/.cs Appellantes Tasso & Irmos
Luciano Jos Moutuiro, na qnantia de 1805000.
ras da tarde segu o vapor l'a-
lahyha, commandanle Martins.
Recebe d sde j carga al o dia
20. Eneommendas, passageitos
e dinheiro a frete at s 3 horas da tarde do dia
da sabida : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
Pedro Nunes Vianna, na quantia de 1705000.
Franeiseo Lopes Machado, na quantia de lo05000.
Vntonio Lopes de Oliveira na quantia de nO-jOOO.
Luciano de Moraes Sarment, na quantia de 505-
Antonio Nunes Leal, na quantia de 305000.
Jos Nunes de Paula, na quantia de 205000.
Todos na razao de det mil res por da.
E para constar mandei lavrar o presente, que
ser allixado nos biliares do costume, c publicado
pela imprensa na forma da le.
Dado a pastado oestt cidade de Olinda. sob moa
sitial, e sello deste juizo, ou vaina sem elle ex
c
e outros ; appellado,
Dr. Joo Jos Pinto Juuior.
Appellaco civel do juizo municipal do Cabo.
Appellanle Manoel Ignacio de Jess ; appel lados
Antero Vieira da Cunha, sua multier e sua mi.
Appellaco civel do juizo municipal do
Linioeiro.
Appellanle Manoel Joaquim de Souza eco como
tutor ; appellado o conego Joo Bernanuvem Ma-
ciel.
Appellaco civel do juizo municipal de
Barruiros.
CMPANHIA PEKNAMBUCANA
M
Vavegaco costelra a vapor.
Macei e escalas.
No dia 25, segu o vapor Ha-
manunape, coniinandante Moura,
s 5 horas da larde. Recebe car-
ga at o dia 24; eneommendas,
passageiros e dinheiro a fele
al o dia da sabida s 3 horas da larde : escripto-
rio no Forte do Mallos numero 1.
). Thereza de Jess Maria avisa ao publio
que tem mudado sua residencia desde o dia 6 d
corrente, da comarca de Pao d'Alho para a de Li-
~ga~se o segundo andar do sobrado do bec- mociro, e reside na vil
mesmo mime.
DE
Fazendas avariadas.
ttuarta-feira 2*i do eorrente.
Soulball Mellors A; C, faro leilao por conta
rMM de qnm pertencer por interveii^odo agente
Pinto, de diirerenles fazendas Ingieras avariadas,
como sejam : madapoloes, algodiozinhos e carn-
eo Largo n. 1 .-*, por prego commodo : a tratar no
mesmo lugar loja de barbeiro, na mesma casa
comprase urna canoa para familia em bom es-
tado. __
AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de penca fa-
milia : na praca do Corpo Santo n. 17, terctir
andar.
e nc ai)
Xarope alchoolico de veame, pi-.'parado pelo
braias s 10 huras do dia 23 do crreme em seu pliarmaceulico Jos da Rocha Prannos, estele-
armazem rua do Trapiche n. 38. i cido com botica na rua Direita n. 88 em Pernam-
Na praga da Independencia, loja do ourives
u. 33, eompram-se obras de ouru, prata b podras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de eu-
eommenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem da dinheiro a premio._____
i>onte de
Aluga-se um silio na estrada da I
l'clioa e a iiiarg m do rio, pinico adiaste do Illm.
buco. | commendador Nerv Ferreira, tendo bantieiro.
Este, xarope e incontestave mente superior a to:, DataMUB nheiro outras aeommodacoes; e
| dos os xaropes depurativos, de cuja cumposicao e [ J)u|ro dj,0 no M()nI(.rtl, ,.m frente ao oito da m-
o seu maior elemento a salsa parrilha, pois que se ,ar com Antonio Jos Rodrigues de Soa-
Para a llnhia
Appellanles Francisco Alexandre Dutra e sua mu-
Iher ; appellado o tenenle-cuionel Thomaz Alves
como lulor de seus filhos. pretende seguir com muitabrevidade a escuna na-
oi-a, aos 3 das do mezde maio de iw>. Appellaco civel do juizo municipal de Icional Carlota, tem parte de seu carrega ment
E Francisco das i'.hagas lavalcante l eoa. es- Rar reros. proinplo : para o resto que Ihe falta, trata-se com
o snbscrevi. -Jos N.colau Appe|lan[e FrancisC Ue Macedo Lima
crivio interino do tarj
Rigueira Costa.Vaina sem
i/ueira Costa.
sello ex causa.Ri-
i do o pardo Felizardo por seu curador.
3GLABACGES.
Appellaco civel do juizo municipal
de Sobral.
Appellanle Joo Ferreira de Carvalho appella-
appella-i os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio rua da Cruz nu-
mero I.
anta Casa da Misericordia do
ltecifc.
A Illm.-'junta administrativa da Santa Casa da rao e seus filhos.
Misericordia do Recife manda fazer publico, que Appellaco civel do juizo municipal de
no dia 27 do corrente pelas 4 horas da tarde na Garaiihuns.
sala de suas sessee tem de ir praca as rendas i Appellanles o alferes Jos Vicente de Almeida
.las casas abaixo declaradas, os licitantes devem Valonea e sua mulher; appellado o major
comparecer aconipanhados de seus fiadores ou Jos Alves de Oliveira.
Klo Grande do Sul
Vai seguir com hrevidade a barca nacional Amf
com mo-
l,-.i,i ] uo, para o ipie nai' mCira, rt
Appellanles Jos Lopes Rarrcira e saa mulher; da Cadeia n. 26.
appellados Euphiosiua da Silveira Padilha Mo-
a i- u .-. w..i.... a-, Coniij H-.nrt.ora ile Mello1 > ai seguir com hreviuaae a narca nacional a
dorA.:eiS^ve atasaA *^ mftsaisai1!
' v Hainrit 'do' l,ara m,e lrala-se com Balthar 8 Oliveira,
LjEIIAO
DE
1 lili! C:.s;t ICiTea na rua UO Alecrim tem condecido ser o veame mais enrgico para a
ii ii nippo lio i prompta cura das molestias, cuja base essencial
_, Q, ; depende da pin ificaco do sangue : assim pois se
Xer^a-felra oe malo ao eaTvariQcado por muitas pessoas que se achavam
nielo dia. onnnganadas,asqnaesacnam-se hoje restabeleei-
0 agente Olimpio por ordem de urna pessoa que das com o referido xarope alohooKce de veame ;
se retira tiara fra da provincia vender em leilo entretanto que alguna, leudo Otado do xarope de
a casa terrea a pouco lempo acabad. sita na rua : Curinier, de Larrey, de salsa parrilha. de sapona-
za, rua do Crespo n. 15, ou estreila do Rosario nu-
mero 32.
MOTA
O abaixo assignado, liquidatario da extincta fir-
ma de Vidal & Bastos, pela ultima vez avisa nos
com i referido agente no pnmeiro andar da rua
da Cadeia n 48, aondeser effectuado o leilo.
IiEIJLAO
DE
Urna casa terrea.
O agente Almeida far leilao requerimento
dos administradores da massa fallida de Joaquim
Yieira Coelho dt C, e por mandado do lllm. Sr.
Dr. juiz especial do commcrcio, de urna casa terrea
sita na rua das Cruzes n. 6.
I ii ;ii'i;i -fe i i-a 25 Jo corrente
em seu escriptorio rua da Cadeia do Recife n. 48,
Beuto
Para o Klo Cirande do Mol
pretende seguir com muita brevidade o patacho |
nacional Carolina, tem parte do seu carregamenlo ;
lprompto : para o resto que Ihe falta, tratase com P"ero andar, as 11 horas.
1> capito Beiarmino dos Santos Pinhelro a bordo,
ou na pra?a do commercio.__________'
Appellaco civel do juizo municipal de
S. Miguel.
Appellanle o tenente-coronel Joao Correia de A-
raujo ; appellados o capito Jos Midinio de Car-
s I hcuuh c ,..,, ---------- 20*000 valll Moreira c outros.
Appellaco civel do juizo municipal do
Porto-' alvo.
Appellante Dr. Jacinlho Paos Pinto da Silva;
*0o5000 appellado Alexandre Bernardino de Mello.
Appellago civel do juizo municipal do
2045000 Porto-Calvo.
9025000;
1835000
1045000
1605000
Appellante o bacharel Maximiano Lopes Macha-
do ; appellado Patricio Jos Froire Mariz.
Appellaco civel do juizo municipal de Ma
ranguape
6035000
6515000 Appellante Faustina Thereza de Jess, mi da
4105090 liberta Severina ; appellado Faustino Francisco
munidos de cartas destes.
Paliimoni de orphaos.
Roa do Imperador.
N. 2 particular e 81 publico, dous an
Largo do Paraizo
N. 4 dito e 29 dito, dous andares
Rua das Larangeiras.
N'. dito e 17 dito, casa terrea
Rua Velha.
N. 8 dito e 32 dito, casa terrea..
Rua de S. Goncalo.
N\ 10 dito e 22 Uito, casa terrea ...
Rua do Pires.
N. 13 dito e 39 dito, casa terrea
Rua da Lapa.
N. 40 dito e 11 dito, casa terrea.. ..
Rua do Vigario.
N. 7i ditoe 27 dito, dous andares ..
Rua da Senzala Velha.
Jt. 78 dito e 136 dilo, dous andares..
5.80dito e 132 dito, dous andares..
N. 81 dito e 18 dito, casa terrea.. ..
T. 82 dilo c 16 dito, casa terrea.. ..
Rua do Pilar.
V 91 dito e 105 dito, casa terrea.. ..
X. 92ditoe 10* dilo. casa terrea.. ..
N. 94 dito e 99 dilo, casa terrea.. ..
N. 97 ditoe 10 dito, casa terrea.. ..
Ti. 100 dito e 104 dito, casa terrea. ..
N. 105 dilo e 94 dito, casa terrea.. ..
Rosarinho.
T. 3 particular, casa e sitio......
Mirueira.
N. 4 dito, sitio.........
Estsbelecimrntfts dr earidade.
llhade Nogueira. ... .
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
ife. 20 de maio de 1864.
O escrlvo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
- O engenho Bruno, com suas trras de |danta-
j) de cannas, malas, edificios e utencilios, perten- RelaCBu dilS CarWlS MftUlS existentes
>.>nip aos herdeiros do fallecido Joaquim Jos de .
Miranda?^ >erarrc,n.;.a,loein praca publicado aBIiniSlraCa ll CQITR1 fiesta
juizo de orphos desta cMado. por tres annos, com ciilMJe para OS mjjftfl alai\(l de-
a base da renda annual de 52005; e o esenvaodo *
resiH'divo inventario daquelle Uado o Sr. Fio- ciamnws
I nao Correia de Unte : os prelendenles que qui- Augusto Franklin Moreira da Silva.
zereo concorrer arremataco desse arrendamen-, Alexandre Luande.
to,
.ler.
' in mao do prteiro do juizo Ama- Elias Jos dos Santos.
Rio de Janeiro.

AVISOS DIVERSOS.
O novo veleiro patacho Polycena, capito Cy-
priauo Antonio de Quadros, segu com brevida- '
de; recebe carga a frete e escravos, para os quaes
tem excellentes commodos : trata-se com Miguel
Jos Alves, rua da Cruz n. 19. ^^__^_
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado para a rua das S
n __ i _.i_ o/ ; a
romniendado para a cura das
Impigens, liana, escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancros, sarna degenerada, lluxo alvo.
Todas estas aflecces proven) de urna causa in-
terna; nao ha p >s razao alguma em crer que el-
las se podem curar com remedios externos. Tam-
bem se presereve o xarope alchoolico de veame
para o tratainento das aHjCOOe do systema nervo-
so e fibroso, taes como :
Gotia. rheuiiialisino, paralysia.
Dores, impotencia, eslerilidade,
Marasmo, hvpocondria, emmagrecimenlo
O xarope'alchoolico de veame sobreludo. da
maior utidade para curar radicalmente, e em
pouco lempo o rheumatismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesta cidade na botica cima indicada do abaixo
assignado ; e em outra qualquer parte que se tem
annunciado nao da mesma composicao, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranhos.
(tara
maio de 1861.
J0S0 Carlos Bastos Oliveira.
Alaga-ae a segundo andar dama do Impe-
rador n. 79: na rua do Cresol n. 15.
Para o liaranho e Para.
O patacho Beberibe a seguir com malta brevida- UfUZeS SOl^UO n. 00, pri"
de recebe carga e freses para Maranho 300 rs. 1 ,
, por arroba, e para o Para 360 por arroba ; ira- meirO anCir. D01* Cima UO
Appellanles o capitao francisco da Rocha Hollanda ta.se com os seus consignatarios Antonio Luiz de"*v"v ** 2T *
Cavalcanti e sua mulher : appellados Jos Ben- 0liveira Azevedo C. no seu escritorio rua das | armaZeitt I rO?l*eSSlSta, aOn-
to de Mello e sua mulher. | Qrazes ni. i
Appellaco civel dj juizo municipal de
Alagoa-Nova
\t rua estreila lo liosario n. 34
Advogado Atfonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; nas sexlas-
feiras, porm, na villa do Cabo.
O protestantismo.
Na loja de vros de J. Nogueira de Souza, rua
do Crespo, recebe-se assignaturas para a s.-guinte
obra que se est publicando na Baha.
RaruTAgO
do protestantismo comida em dezoito pistolas ea
derecadas a um amigo por outro amigo que se as-
A pessoa que aununciou no Diario n. 10o de ^gn* 0_pe|
9 de maio de 1864, querer comprar duas casas em Rkklexxo.

Iraca y
4105000
1925000 fraga, como adminitrador de sua mullier.
2015000 Appellaco civel do joizo municipal de
Bananeir.'.s.
Appellantes Jos Barroso de Carvalho e outros ;
appellados Manoel Januario Bezerra Cavalcanti e
seus filhos.
Secretaria da Relacao, 20 de maio de 1864.
Domingos Aflbnso Ferreira.
Secretario da relacao.
i orrei.
1635000
1635000
2545000
1625000
1635000
1735000
O hiale Swifn Rtta segu nestes dias : a tratar
com o Sr. Quintal, no trapiche do algodao,
Para o Rio de Janeiro
O patacho nacional Capnan segu impreterivel-
mente no dia 22 do corrente, s recebe alguma
carga miuda e escravos a frete, para os quaes tem
excellentes commodos : trata-se com os seus con-
signatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.____________
Para
de o acharo como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fisso, chamado por escripta.
Vai seguir em poucas dias o patacho Thereza,
Lima, tem o carregaineuto
Pela administraco do crrelo se faz publico que
as malas que tem de conduzir o vapor costeiro Pa- .- rr FJ
! rahiba. com destino s provincias da Parahiba, Rio "P''.a **? f rJ '
Grande do Norte e Cear, fecham-se hoje (21) s 3 ?u"'Mn^anos
5805000 horas da tarde era ponto : os jornaee serao rece-- = &- Sa 4 primeir0 andar
a do Re- b-dos at 1 hora, e as cartas admettidas a seguro ao uo,',u oa ,vu u v
at 2 horas.
Hos 5.000SOOO.
Sexta-feira 27 do correnle tnez se ex-
trahir a primeira parte da primeira lotera
da reja da Capimga. no consistorio da
igreja de N. S. do Hosario da freguezia de
Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quintos acham-se
venda na respectiva thesouraria rua do
A' vista do incremento, que entre nos, tem to-
mado insolentemente o protestantismo, pode-se as-
, severar sem exageraran, que a dita obra contm
a mais completa refuiaeao d'aquelles heterodoxos
principios. Mandada organisar pelo sabio e ve-
nerando metropolita, o seu autor uYsempenhou do
modo mais salisfatorio a misso de que fora en-
carregatio. O methodo, a lucidez com que os as-
sumptos sao tratados, a erudico histrica, e as
armas do raciocinio mais forte e victorioso, por si
raesmos recommendam aRefulaco do Protes-
tantismonao s ao Clero por quem a f ensi-
nada, mas a Uwlu verdadeiro christo que profesan
os dogmas e a doutrina da religio catholica apos-
tlica romana.
A obra dar um volme de quarto francez com
2o0 paginas pelo menos ; o preeo d*asslgnatura
o de 55, e por consequencia o mais mdico pos-
sivel.
O edilor.
CORSrlO GERAL
LEILOES.
BWMfciS rjjpo ". e Ras .asas M
Os premios de 5:0005000 ate 1O5O00
ser5o pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribni?o das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza. I
LEIO
tem coneoner arremalacao desse arrendamen-, Alexandre Luande.
\ com siiencia das condicoes que devem proce- Braga & Antunes.
V u habiliacoes que sao necessarias para que Carlos Augusto de Faria Veiga.
)ssam laucar nessa jiraca ; podero ler o escripto Daniel Guimaraes & C.
'i......_ ^s .. ....rioirn dn iijo A ma- Elias Jos dos Santos.
que j se acha
ro Antonio de Faria.
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo.
DE
Fazendas avariadas.
Hoje s II horas em ponto.
Mills Latham & C. fara<) leilao por iniervem-ao
do agente Pinto, de madapoloes e algadotinhoa
avariados, existentes em seu armazem rua dn
Cruz n. 3R, em continuacao venderiio tamben al-
gumas fazendas de lei limpas para fechar facturas.
Quem annunciou ouerer comprar urna mobilia
de Jacaranda de pouco uso, com lampos de pedra,
pode dirigirse com 5005 no bolsn ama da Cruz
n. 32, segando andar, onde se dir quem a lem de
ptima construeco e bom goslo._______________
Precisa-se de um escravo para iodo o ser
vico de casa : a tratar na rua da Cadeia n. iO.
Beberibe, pode dirigir-se rua de Santa Rila nu
mero 11.
ATTEi^AO
Ad-ocacia.
O bacharel Lourenco Avellino de
Albuquerque Mello, antigo advoga-
do desta cidade, tendo regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
rua do Imperador n. 40, onde pode
ser procurado para os misteres de
sua profissao todos os dias uteis
das 9 da manhaa s 3 horas da
tarde, e offerece como garante a
seus constituintes a nao interrompi-
da pratica de 25 annos de advoca-
da. O mesmo aceita partidos e
tambem causas nos termos do in- 2K
terior onde tocar a estrada de ferro,
*'.^: W 'tf 1 -3* 11
Arrenda-se urna casa com um sitio na estra-
da de Joo de Barros n. 3 : a tratar na mesma.
Aluga-se urna casa na rua de Santa Bita n-
3o por 205 mensaes: a tratar no paleo do Carmo
n. 7, segundo andar.________________________
"Confraria de Santa Rita de
Cassia.
Em neme da mesa repedora declaro que deixa
de haver a fcsia de nos padroeira em o domingo
22 do corrente. como eslava determinado, em ra-
Zaode nao haver-se promptih>ado o novo sino e numero Co.
algumas alfaias que deven servir na mesma fes- i thesoureiro da conlraiia de N. S. de Livra-
ta, a qual sera com antecedencia aanuaenda, meu|0 ,icc|;ir.v ;,0 rmjfo qe p,.,|i em annun-
Consistono da contraria de Santa Rita de Cassia cio pUO|cado no Diario de lioutem (20) deflnieJO
18 de maio de 18i. jd seu requerimento dirigido mesa, que pode.
Angelo Custodio Rodrigues Franca quando (|U7er pr0Pllrar ,i,0 requerimento em po-
_____________________kscrivao._____________ ,0T ,|e||e thesoniriro, e nSo esperar que o mesmo
Precisase de una ama para o servino nter-' o v levar sua casa, sabendo o irmo nao ser
O bacharel Jos Roberto da Cunlia 9
les innudou o seu escriptorio de advogacia
paa a rua du yueunado n. 32, 1." andar.
onde pode ser procurado das 9 horas da
manla s 3 da tarde.
Deseja-se fallar com o Sr. Hathtas Jo-
s de Carvalho, que residi no Rio de Ja-
neiro, e como se ignore onde inora faz-se o
presente: na rua larga do Rosario n. 3,
segundo andar, das I ;is 9 da maulwa e das
2 aso* i\i da tarde.___________
Precisa-se de urna ama para todo o pervico
de casa, forra ou escrava : ua rua da Conrordia
no et
ras
i externo de urna casa : na rua das Larangf-i-; islo obrlga^ao de quem nao seu criado.
n. 5. primeiro andar. I Augusto Jos Teixei
Teixeira.


Ffoderico Gaulier leudo do lazer uuia viagem
(Europa, deixa o sea subnnho Jo5o Leroux encar-
la assi-mdo TnTrtrm ,m mesa resede- 'TC*aU.0 da direccio do seu gabinete, aflancaiido ao
vbiaaus *'K ?r MmuIreeSm sP*,toTO publico em gerA. e em particular aos
" numerosos clientes que o lem honrado cora a sua
-confianca, que elle se acha habilitado para fazer ;
suas vezes na sua auseaoia, que ser de curta du-
racao.
Frederico Gautier faz urna viagem Europa,
e deixa por seus procuradores aos Srs. Luiz Jos
da Silva Guimares, e seu sobrinho Joao Leroux,
segundo resam as proeuracScs.
1,111 UVIU'lll c m*
Hccife
O aba
ra, couviaa aos seus irmaos para
po consistorio da mesma, no dia 22 do frrente.
I II horas da manhaa, para a bleicao da mesa
que lem de reger no anno de 1864 186*. Ueci-
fe 19 do maio de 18G4.
Francisco Xavier de Oliveira.
Eserivo interino.
na lamuu
andar.
a ir atar ia n* Sin u. i'. segundo
;<-"-
O abaixo assignado, cora sorpresa acaba de
ler o annuncio qoe no Diario de 17 do crreme
vera subscripto pelo Sr. Feliciano do Reg Barros
Araujo cotn relacao a urnas ieiras pelo meeme
Arrenda-se o engatillo Jangadinha, distante
desla praca duas legoas, bom modor de agua e com
aceitas a favor do" abaixo assignado;' e somonte proporcoes para fazer-se 3.000 paes de assucar ati-
era respete 00 publico, vem expr o que ha acer-; nualmente : a tratar no eugenho Cavalleiro conti-
ca da materia desse annuncio. guo ao mesmo engenlio, ou na ra du Santa lne-
O abaixo assignado jamis se negou a entrega \ reza n. 38._____________________j________
de cinco letras das mencionadas, em consequeneia i __oflerece-se un maco para caixeiro de co-
da venda de melado do seu engenho ao Sr. Justino' brancas em qualquer casa", qur por meios doceis,
Pemra de Faria, tanto que o referido Sr. Felicia- qur judiciaei^quem pretender, dirija-se ao Mon-
no nao tendo as procurado houve urna correspon- e0 n. j,
dencia de cartas entre elle e o abaixo assigaaod
convidando que viesse sua casa para ultimar
este negecio, o que nao so ellecluou, nem tao penco
appareceu elle, como tratara posteriormente, as
horas e no dia determinado entre ambos, na casa
do concunhado do abaixo assignado Jos Riheiro
Guimares, onde tendo sido esperado at as U l|2
horas da tarde, s veto a npparecer muito depois,
quando linha a certeza deque ja all nao se ada va
o abaixo assignado.
Nega-se, porm, o abaixo assignado a entrega
da sexta letra a que se refere o mesmo Sr. Feli-
ciano, isto, a relativa ao primeiro anno, porque
esta Ihe pertence de pleno direilo ; visto que refe-
rc-se ella a lempo em que nao estava vendida a
meiaco do engenho, c nao de presumir quo o
Sr. Feliciano quizes.se plantar no engenho sera pa-
gar a respectiva renda ao seu proprielario.
Alem disto, declara o abaixo assignado, que essa
letra j fui por si negociada, firmado no direilo qoe
lhe assiste e resalta do que lera exposto, parecen-
do-lhe que assim ha desfeito as prfidas insinua-
ces implcitas no tal annuncio.
No entretanto para lamentar a posicao falsa em j
que se collocou o refundo Sr. Feliciano, que eslan- j
do para casar com urna sobriuha do Sr. Justino
Pereira de Faria, se presta a semelhante proceder
para satisfazer a este senhor, a quem nao obstante
tai pelo abaixo assignado declarado, antes da venda
da meiacao do engenho, pertenec' si a renda do
anno que corra, como lhe fura aconselhado |or
advogado de nota desta cidade, nao sendo todava
isto expresso na respectiva escriplura por nao que-
rer o abaixo assignado prolongar disputas com o
mesmo Sr. Justino, que foi quem mandou-a passar
as notas do tabellio S por meio de urna copia sua.
Disto tem intuir sciencia o Sr. LaurentinoJos
de Miranda, por liaver acompanhado em seus in-
cidentes esse negocio como medianeiro, visto j
ter o abaixo assignado cxgolado toda a paciencia
em presenca do abuso queaquelle senhor fazia de
sua qualidade de credor.
Terminando esta exposicao do facto e suas rela-
coes, o abaixo assignado declara ao Sr. Feliciano,
que nao obstante seus infortunios, sempre se tem
portado am lodo o decurso de sua vida com honra,
sem que jogasse com letras alheias, nem usasse
de iranquibernias jamis: e para prova disio ap-
pslla para o testemunho do corpo do commercio
desta cidade, du qual por muios annos fez parte.
Nesse appello nao receia o abaixo assignado urna
sentenca que lhe faca subir o rubor s faces; o
que porm nao podera darse para com muilos
honrados que por ah ha.
Sem que o abaixo assignado queira entreter po-
lmicas, nao soflfrer com tudo impassivel que o
aggridam ; e nesse terreno nao fugir a discussao
no campo em que a quitaren] collocar.
Recife 18 de maio de 1864.
Jos Candido de Barros.
R0SARI0-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artiQciaes tanto por meio de
molas como pela pressae do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a voulade de seus donos, tem pos
e outras preparacocs as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
No dia 17 do corrente desappareceu ou fur-
taram urna mutum, (passaro do Para,) cor preta, e
tem as pontas da cauda cor de caf e o papo : ro-
ga-se, por isso, ninguem faca negocio, e por favor
avise ao abaixo assignado, morador na ra da
Praia.Claudino do llego Lima.______________
.vluga-se o sobrado do um andar com boas
accommodaees para grande familia, grande quin-
tal murado e portao, sito na-ra Imperial n. 162 :
a tratar na padaria da ra Direita n. 84.

D. Idalina de Siqueira da Costa Mcnezes
viuva do Dr. Jos Raymundo da Cosa Me-
nczes convida a seus prenles e aos de seu
fallecido marido assim como a seus numero-
sos amigos, para assistirem a missa do 7" dia
que se celebrara na capclla do ceiuilerio pu-
blico dosta ciil.ule no da sabbado 21 do cor-
reme, s 7 horas da manhaa : agradecendo
desde j a estes e a lodas as pessoas que de-
rain proras de affeico a seu sempre chora-
do consorte, assisliiMO as exequias que so
celebraram n convento da veneravel ordem
terceira de S. Francisco.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 33,
i c 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o excrcicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias d olhos ;
2o de peito:
3o dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
Praticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus 1
j doentes. gg
Na coclieira do Antonio Refinador vende-se
urna oplima parelha de cavallos pretos ja manca
no carro e iniiilo boa : a pessoa que quizer com-
prar dirija-se referida cocheira.
Precisa-sc de um caixeiro com pratica de
molhados, ou que tenha sido caixeiro de alguma
taberna, sendo Portuguez, com idade, pouco mais
ou menos, de 16 18 anuos,: a tratar na ra da
Senzala Nova n. 4.
mmmmm-m ******
I,Sociodaile Recreativa Nova Iho.jK
De ordem do Illni. Sr. presidente sao >di
convocados os Srs. socios para se reun- iS
rem em assembla geral damingo 22 do P
corrente s 10 horas da manhaa, afim de >M
procederem a eleico da nova directora S?
que tem de funecionar de maio novem- S?
bro prximo futuro.
Sala das sesses da sociedade Recrea-
tiva Nova Unio, 19 de maio de 1864.
O 2* secretario,
Pereira.
ai anua te mandioca
de Santa Caiharina. e da mais nova que ha, em
trittitos bons saceos e a preco commodo : no ar-
mazem ifo Annes dcfronW da alfandega.
1'ar.i familias.
chegado na nova loja de muieas na rna l)i-
reita n. 104, um rico sortimento de modas, e os
muitos desejados enfeites do rede com froco, ditos
com filas cascarriiha, ultimo gosto, a 35 cada um,
garantindose as familias, o desafio de outro quai-
quer que se aprsente de melhor nesta fazenda.
ou na a voiitatle do comprador
___
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s, \_______________
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> Ja Ra du bri m
y. 54.
>l .. ST v ^ i i
ATTENCAO
9 LAUCO DO C !AIH 9
GRANDE SORTMENT
DE
F1VELAS
de neo e com yedras.
Nao eslava bem a aguia branca deixar ficar to
grande parte de sua boa freguezia sem essas
apreciadas fivelas de ac e com pedras, e por isso
apressou-se em mandar buscar o bello sonimento
que acaba de receber ; e bem assim as necessarias
- fitas, cujos novos e bonitos padroes as tomam aera-
mensalidades que lhe esiao a dever, ikhs at o pre- daveis aos olhos de todos ; resta, pois, que os pre-
lendentes, munidos de dinheiro, dirijam-se ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8, onde tam-
bem ha bonitos wntos bordados com borlas, etc.
Extraordinario sortimento
O abaixo assignado, irmao da con(raria de
N. S. do Livramento, pede encarecidamente ao ir-
mao thesoureiro que lhe d definicao de um reque-
rmento que melteu em mesa para ser pago das
sent nao tem tido despacho algum.
Francisco Themoteo da Fonseca.
O padre Tranquillino Cabra I Tavares de
Vasconcellos, regedor interino do Gymna-
sio, tendo de celebrar urna missa pelo re-
pouso eterno do professor de philosophia o
Dr. Jos Raymundo da Costa Menezes, con-
vida aos Srs. professores c empregados des-
se estabelecimento, assim como aos amigos
do finado assistirem esse acto de caridade
e relgiao, na capilla do me?mo Gvmnasio,
no dia 21 do corrente pelas 9 horas da
manhaa.
de perfumaras.
PARA A FESTA.
DARTE & C.
Participam aos seus numerosos fregueses e ao publico em geral que acabam do
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como verlo pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprielarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100$ para
cima tero mais o a 10 por cento de abatimento, os proprielarios scientificam mais que
000 S *e ft*n fnnrnc c3/i ra/*aKilao At% mmmm tuMAMi. ************** A m ...,.,r.. .,..(., %Ann MHJH
a seus gneros sao recebides de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo e l& rs. a /ibra., Vellas de carnauba e composico de 32o a
dem francesa a mais nova do mercado a 6oo! 36o rs. a libra e de lo.ooo a l.ooo rs. a
rs. a libra, e oo rs. em barril. | arroba.

ba de receber, vindo conforme suas recommeuda-
coes, sempre da melhor qualidade, sendo :
Olimpio Dornellas Cmara participa ao res- Agua de Colonia em garrafas de diversos tamanhos
.rilavel publico, que do dia 16 do corrente maio de e moldes.
1864 por diante, se assignar em lodos os seus ne- [ Dita dita em frascos redondos e quadrados.
godos, tratos, etc., etc., por Olimpio Ceelho da Dita dita ambreada em frascos verdes.
Silva: porm as reparticoes publicas vigorar a Agua ambreada para banhos.
sua antiga firma at o fim do corrente exercicio, i Dita balsmica e denlrifice para conservacao das
principiando sua nova firma naquellas reparticoes I gengivase dentes e bom hlito da bocea.
A superioridade das perfumaras que a ayua
branca vende est incontestavelmentc reconhecida,
e isto confirma a grande exnraccao que Ihes vio
dando os apreciadores do bom. A aguia branca,
porem, tendo sempre em vistas o bem servir a sua
SSRSf elJ^^itaS^S: lZ.t ^*rcliDada muilalva 46rs- Ge?Sr7de LWllanda cm. ^i'8 de onta a
e segurar os ca-
cabellos
m
m
Alnga-se a luja na ra da l'unhan. 1, propria
para negocio : a Halar na ra da matriz da Boa-
Vista n. 36.
Perdeu-se na madrugada de 18 para 19 do
curente um leuco de grade com ramos, com 42
paos de largura, desde a ra da Impcratriz at a
groja do Carino : quem o achou e quizer restituir,
pode fazc-lo na loja do funileiro da esquina da ra
da Aurora, que se licar muito agradecido.
Precisa-se de una preta quitandeira, ou um
uioleque : a tratar na ra de Hurtas n. 106.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, que
tenha alguma pratica da mesma e d fiador de sua
conducta : a ti atar na ra do Principe n. 32.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 19 da
i ii i da ramboa do Car rao : a tratar com o solicita*
dor Manoel Luiz da Veiga, na ra da Gloria nu-
iii-im 94.________________________________________
Est desoccopadu para alugar-se o armazem
no aterro da Roa-Vista, aonde leve eslahelecimen-
to lia i Keller : a fallar com los P. da Cunha,
ra da Cadeia, escriptorio n. 21.
Tendo-se malignamente espalhado que %M\
o abaixo assignado se queixra de que, S
5 tendo o finado Exm. Sr hispo mandado J^ '
hf dar-lhe pelo seu secretario e mordomo o
S Sr. I). Jos Antonio dos Santos Lessa a ^|
(S! quantia de cera rail ris, que este smen- B
Sfe te lhe dera dez rail ris, venho declarar y&
yj solemnemente pela imprensa que c isso S '
SB; nina falsidade, e que nao pode o abaixo m
5j^ assignado consentir que paste com o seu ) i
silencio, e pivjuizo do referido Sr. sccre- ^
tario, a quem sou obrigado por muitos ti- JR :
tulos. vj/
Luiz Jos de Franca,
Rarbeiro.
r- Aluga-se a casa da ra do Hospicio n. 28.
esquina da ra do Deslino, propria para negocio,
com comraodos para familia : a tratar na ra do
Mundego n. 47, padaria.
mmm mmmmmm m
jg| C'ouipauhia delidade de
seguros uiaritlsuos e ter-
restres estabeleeida no
Rio de danclro.
ACENTES EM PEI'NAMBUCO
5 competentemente autorisades pela direc-
I toria da comnanhia de seguros Fidelida-
s de, tomam seguros de navios, mercado-
SS rias c predios no seu escriptorio ra da
B| -Cruz n .1.
>:
0 Dr. Fernando de S e 11-
buquerque
tenha a bondade do mais breve que poder, dirigir-
se ao solicitador Leopoldo Ferreira Martins Ribei-
ro, na ra da Imperatriz n. 40, tratar de certo ne-
gocio de seu inleresse, e que o mesmo nao ignora.
Precisase de urna ama para casa de pouca fa-
milia, que cozinhe e faca o servico de compras : a
tratar na ra da Senzafla n. 22, segundo andar.
- Avisa-se as consenhores do engenho Rarra
do Dia, e mais pretendentes, que no dia 31 deste
corrente mez de maio de 64, corre praca por ar-
readamente o referido engenho, sito na freguezia
c termo do Bonito.
Para a villa do Rrejo da Madre de Dos pre-
cisa-se do urna senhora Portugueza que nao seja
moca, para tomar conta da administracao de uraa
casa de familia : a tratar na ra do Sebo n. 22.
ouno largo da Assembla n. 20.
Aluga-se o primeiro e segundo" adareTda
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.
Precisa-se comprar urna mobilia de jaca- i
randa ou de amarello em bom estado que tenha
pouco uso : na ra Bella n. 36.
4,a m m~
ma mulher muito sadia offerece-se para ama-
m-fliar: quem precisar, dirija-se ra do Jas-
inim, na Boa-Vista, casa da esquina.
Joaqnim da Silva Castro vai Europa, levan-
do era sua cumpanhia sua senhora e 2 filhos.
\q publii-0
o abaixo assignado tendo de retirar-se desta
provincia, deixa encarregado da eobranca do im-
porto dos camarotes e cad-iras d.M especUculos
quedeunodiaslOelSdo co-rente no theatro
de Santa Isabel, aos Srs. Zebedeo Carlos Cesar e
FHho, e agradeeo aos Srs. que seinteressaram pelo
anuunciantr, anUMundo-lhe hm eterna mudad
e ao respeitavel publico Pernambucano as nao
equivocas provas de proteccao com que o honrv
rain nos mesraos coneertos.
Cuidi.
AlUga-se uraa casa terrea com 4 quartos, sita
na ra do Jawnim, e dase por preco commodo :
zi. ra do Alecrim n 10.
i CICERO PEREGRINO
Ra do Livrameiito n. 19
8a BS
Primeiro andar.
'MMWt fflffi HS9I ffiffillSS
abaixo assignado tem justo e contratado a
sua arm.-ic.il na ra Nova n. 58 com o Sr. Antonio
Rog* de Snuza, e como o mesmo nao tenha con-
' trahido divida alguma sobre a mesma, faz este pa-
ra quem se julgar credor do mesmo, apresentar
seu documento no praso de laes das, na ra larga
do Rosario n. 30.
Bento Jos Pereira Macedo.
D-se dinheiro a juros : no segundo andar
do sobrado n, 6 nos Martyrios, at as 9 do dia, e
das 3 da larde por diante.
i Dita de flor de laranja.
Dita de rosa c dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dita de atheniense para alisar
bellos depois de atado.
Dita de Mallabar e Hoide para tingir os
Banha transparente e lafornesa.
Ditas finas era fraseos de diversos moldes.
Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
Dita dita em latas.
Dita dita em copinhos, sendo creme, duqueza e po-
mada imperial.
Bahuzinhos de vidro com perfumaras.
Caixinhas com 6 frasquinhos de cheiros.
Cosmetique (ou pomada) superfina.
Extractos finos e de agradaveis cheiros em bonitos
frascos.
Dito frangipane, cheiro novo e mu agradavel.
Dilo de sndalo.
Essencias concentradas, com diferentes e fimssi-
mos cheiros.
Leile virginal para tirar sardas.
Dito de cacao para amaciar a cutis e conservar-
Ule o lustre.
Macassar perola.
Oleo phlocme superfino.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lubin para dentes.
Saboneles finos quadrados e redondos.
Ditos finos em caixinhas de tres.
Hilos muito lios para barba.
Ditos creme de amendoa em vasos de vidro e por-
! celana.
Tnico oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dilo ou leite d'ires para acabar as espiuhas do
rosto.
E assim muilos outros objertos de gosto que na
; compra dos quaes o pretndeme ser salisfeito
por deixar os cobres na loja d"aguia branca, ra
do Queimado n. 8.
Ohjcctos de phantasia viudos
para a agula branca.
A aguia branca recebeu novos e bonitos objee-
&<&j\/lr^jg<$kj&0!lgi' &wi-MiMifzx los de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
Aluga-se a casa terrea n. 77 ra Imperial, ?,',u!; feni' : ,.,-., ,
caiada c pintada de novo, com bastantes rommodos Ht?K S2?!p,8 fe'-,0i de ^rlas hi-
para familia : a tratar ra do Queimado n. 14. l'tos litoide pedras por cuja perfe.cao e bom
'---------------------------------|--------.-------. gosto quasi se nao di.vtinguem das verdadeiras.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 3/, Lindas pulseiras de mosaico.
ra do Ainorim : a tratar ra da Cadeia n.62, Dita dita de perolas falsas tanto para senhoras
segundo andar.___________________________ como para meninas.
TINTURARA ^'la ^c cnaPa c'e crystal com listas douradas.
Tinge-se com perfeifo' para **^WS*l?S&
em vante, com o novo excrcicio de 64 6o.
0 fiscal da freguezia de Santo Antonio pr-
cisa para o servico da limpeza da mesma de dous
serventes : quem es tiver entenda-se com o mes-
mo fiscal no paleo de S. Pedro n. 4.
mmmmmm mmmmmmmm
Fabrica Conceicao da M
Baha.
Andrade & Reg, recebem constante- |5g
mente e tem venda no seu armazem n. f
34 da ra do Imperador, algodo d'aquel- g
la fabrica, proprio para saceos de assu- *<
car, embalar algodo empluma etc., etc., 'ff^
pelo preco mais razoavel. W
Preeisa-se de um bom cozinheiro, e de urna
ama para engominar e lavar : no sobrado n. 32,
ra da Aurora.
Alugiiel.
Aluga-se o 2o andar do sobrado da ra Velha
n. 20, c a casa terrea da travessada Bomba n.10 :
a tratar na ra do Sebo n. 24.
Esl para alugar-se a casa terrea n. 39 da
ra da Tniao : quem a pretender, dirija-se ra
da Aurora n. 10, que achara com quem tratar.
aS Na ausencia do Dr. Caetano Xavier Pe- jbfg)
^ reir de Brilo o Dr. Cosme de S Pereira ^2
M iara snas vezes na qualidade de medico '0
S|| a pedido do mesmo ; seus clientes pode- (a)
i rao dirigir eeus convites ra da Cruz H
n. 53, Io e 2" andar no bairro do Reci- 3R
fe, c para as conmltas todos os dias das SK
6 s 9 da manhaa ah o cncontraro ^
sempre prompto. /i\
O Dr. S Pereira empregar todos os f
seus esforcos para salisfazer a conlianga S
do sen collega e amigo ausente.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
tera abatimento.
w
_
Cha uxim miudinho vindo de conta propria, Massas para sopa macarro, talharim e aletria
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra, a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
Idem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.' ment.
a l'ura- dem estrellinha, rodinha epevideem caixi-
Idem perola o melhor que se pode desejar a j nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas do
2,7oo rs. a libra. ,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra. libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra. Boce de goiaba em caixas de diversos tarait-
Idem mais baixo a l,8oo rs. a libra. nhos de 6oo a I,ooo rs. o caixao.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e Erva dooe a C4o rs. a libra,
a 16o rs. a libra. Traques a 2io rs. a caria e 8 a caixo.
Boltnho francez e em caixinhas de 7oo a Peixe em latas muito novo; savel, pescada,
1,5oo rs. cada urna. corvina, salmo e outras muitas qualidades
Vmho do Alto Douro vindo do Porto engar- preparada de escabeche 2. a arte de cesi-
rafado garante-sea superioridade deste vi- nha de I,2oo a I,8oo rs. a lata,
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos em caixas de i arroba, /i e 8 libras
nuino, velho secco, especial lagrimas do- a 8,ooo 4,ooo e 2,ooo rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinho branco de quinto, marca B
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du- Filho a GO.ooo rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m* Inores conservei-
lho superior, madeira secca de superior ros de Lisboa a 64e rs. a Utinhade 1 libra,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu- ha latas de 1 '/* e 2 libras,
iz I.de 1847, lagrimas do Douro espe- Massa de tomate einlatasdouradas de 1 libra
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. a 64o rs. a lata,
a garrafa e de lo,ooo a If.ooo rs. a caixa Ameixas francezas em caixinhas elegante-
com urna duzia. mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
Bolachinha de soda especial encommenda e a caixinha, tambem ha latas de i '/a6 li-
mis nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a bras de 1,2oo a 4,5oo rs. a lata,
lata. dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
Biscoitos inglezes das melhores marcas em; rs. o frasco.
Iatinhasde2 libras a l,3oo rs. a lata. Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras suisso a 1,2oo rs. a libra,
de 0,000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a Conservas inglezas das seguintfs marcase-
8o rs. Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor o frasco.
a 3,000 rs. cada um. Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., o
dem prato a 9oo rs. a libra. a 72o rs. a garraf
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sai dinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamBA F., PRB, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas, Porto, Lisboa e Figueira ; a I600, 2,ooo, 2,5oo c 3,5oo rs. a caixa.
de 48o, 000, 0G0, 64o e 800, rs., e o do dem suspiros de Jos G. P. a 2,4oo a meia
Porto fino em garrafa, e em nada a caixa.
3,ooo, 3,5oo, 4,ooo e 6,000 rs. o melhor Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
do Porto. a 21,000 rs. o gigo, e de I,2oo a 2,ooo rs. a
cor, e o mais barato possivel:
Rangel n. 38, segundo andar.
COMPRAS.
Compram-se cruzados novos, moeda portu-
gueza, a 840 rs.: no armazem da ra de Bertas
n. 2, quina que volla para o largo doCarmo.
( ompra-se e/fectica-
mtnte
ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
na ra larga do Rosario n. -24, loja de ourives.
na ra do Ronitos pentes de concha, obra de apurado gosto.
Outros travessos cora podras para meninas.
^^^^^ Bellas guarnieses de pentes dourados, ornados
mmmmm^m^S!': com i-aixos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, lodas de fino dourado e
------------ com pedras.
Outras a tartarugadas, nada inferior a aquella.
Yoltinhas de aljfar branco c de cures com cruzes
de pedras.
Esses e outros muitos objectos acham-sea venda
na ra do Queimado, loja da aguia branca, n. 8.
It A \C O l \ IlO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Ajenies eiu Pernambueo
AnIonio I.11 z de Oliveira
Azevedo k C
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Rarcellos, Lamego, Cevilha, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azcmeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
AJuga-se o segundo andar do sobrado da ra
do Pilar n. 10 com commodos para grande fami-
lia : a tratar cora Jos da Silva Hotos._________
Engenho.
HArrenda-se o engenho Jardim da freguezia do
Fabrica de licores c perfumaras.
Neste estabelecimento compra-se effeclivamente
garrafas, botijas e frascos de genebra vasias, assim
toda a especie de frascos de perfumaras : na ra
do Amorim n. 12.
Compra-se um piano usado, que seja moder-
no, e tenha boas vozes : quem o tiver dirjase
fabricada travessa do Carioca n. 2, Caes doBamos.
Compra-se
constantemente ouro e prata em obras velhas : na
antiga c feliz loja de Mneles de lotera da praca
da Independencia n 22.
Compram-se acedes do novo banco de Per-
nambueo : na loja da ra do Crespo, de Andrade
& Reg.
Otimpram-se cruzados novos, moeda porlu-
gueza, a 840 rs. : no armazem da ra de Bertas
n. 2, esquina que volta para o largo do Carino.
YENDAS.
Vende-se a taberna do largo do Terco n. 21
com os gneros ou sem alies e das melhores neste
lugar: a tratar no Conservativo largo do Terco
n. 23.___________________________
Farlnha, farelo e ilbo
No grande armazem de molhados denominado
Brilhante Aurora, no largo da Santa Cruz n. 12, ha
grande quantidade de saceos grandes com familia
de Goianna, muito nova a o500, ditos com farelo
de Lisboa com 120 libras a 54500, ditos com mi-
lho novo (24 cuias) a 3800, e em porcao se far
abatimento.
Vaccas.
Na Piranga, sitio defronte do sitio do Sr. Hillel,
vendem-se 4 vaccas boas leiteiras com crias.
Vende-se a preco barato urnas cento e tantas tamanhos para ditos.
eslairas de palha da Russia que veram encapando
fardos de balaios, muito propras para os armazens
ItfMVM
espel/ms dourados.
A aguia branca em continnaco de suas encom-
mendas mandou vir, e acaba de receber grandes
espelhos dourados com mui bonitas e modernas
molduras, e vidros de primeira qualidade, vista
do que o pretendente que sabir de casa munido de
dinheiro e com lisposicao de o gastar na compra
de um desses bonitos espelhos, dirigir-se ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8, que ser
bem servido. Tambem ha espelhos quadrados sor-
tidos em tamanhos, e cora molduras douradas.
JAB ROS
de porcelana e escarra*
deiras de vidro
A aguia branca tambem mandou vir bonitos jar-
ros de porcellna dourada e de differentes tama-
nhos ; assim como escarradeiras de vidro, objectos
esses sempre necessanos para o bom aceio das sa-
las ; resta sement que o comprador drija-se com
dinheiro loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 8, onde ser servido com agrado e sinceri-
dade.
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, ven-
de mui boas meias de la para hornera e senhora,
e pretas de laia e de seda para padres.
AGENCIA
FNDICAO DE L0W-M00B.
Ra da Senuila nava a. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garraoes com .: garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem como garrafa de vinho da Figueira mais
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,ooo a
4,ooo rs. a resma.
proprio para a nossa estaco por ser mais Malaiana a 32o rs. a libra.
fresco a 2, loo rs. com o garrafo.
dem com o garrafas de vinagre a I,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 060 rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, eem cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino a 61o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de 1,000 a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,aoo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a Chouricas as mais frescas do mercado a 800
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Boiijcs com 10 garrafas de azeite doce a
5$5oo.
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l,2oo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas a
6,000 a duzia e de mais a 5oo rs a garrafa
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,000 a 7,8oo
Arados americanos e machinas para
Cabo moente com o rio Pirapama distante da es- exportam tra'stes para fra, c mesmo para ca- lavar rOpa: em casa de S. P. Johnston 4 C.
tacao de I|juca urna legua e de Olmda legua e d rf d ^ a tratar na rua ,argii raa fa Senzalla Nova n. 42.
meia : quera quizer entenda-se com o Sr. Fihppe %t DJ*l" .inn., 1,1 ------n;-------------=---------:-------r-----
meia : quem quizer entenda-se com o
Santiago da Luz na raa do Apollo n.
engenho Arand com Manoel Antonio
t "'P"" do Rosari' deposito n. 36.
Gomes. Vende-se urna taberna
Vende-se a armacao e pertences da taberna
da Soledade, rna de Joao Fernandes Vieira n. 64.
muito aremiezada e em boa localidad?.
Vndese urna carroca para ser pujada por Vende-se um cabriole! americano com qua-
Amaro (Mundo i\ovo), sobrado onde morou o Sr. um s boi: na Cruz de Almas, sitio ao voltar para tro rodas e dous assentos : na rua do Aragao nu-
Dr. Sabino. Beberibe. mero 37.
Precisa-se de urna criada livre ou escrava,
que Milu ceznhar e comprar: na rua de Santo
e junto a mesma tem
casa da morada, no lugar do Cachang._________
Caf de I .*, 2.1 e 3.* qualidade de 26o, 3oo rs. a duzia.
e 36o rs. alibra, doCear de8,ooo, 8,7oo, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. .Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Vrroz da India, Java eMaranho de 2,800 a, lijlo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Com i nho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
Canella a l.ooors. a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Mestarda ingleza em p a 1$ o frasco.
Cebollas ;i s> a caixa e l,2oo rs. o molbo.
Vassouras de piassaba de dous arcos de fer-
ro a 32o rs. cada urna.
Latas com banha refinada com 10 libras a
1 V:>000.
RUA DA MADRE DE DOS N. 1.
venda.
Agua de Vichy, dita de Seltz naturaes, muito
uteis para molestias de bexiga aquella, e esta (de
Seltz) para padecimentos de estomago, dita sulphu-
rosa das caldas da rainha para molestias cut-
neas, como dartros, impigens, etc.
agua das fumas da ilha de S. Miguel, utilissima
para combater azias e quaesquer inflammacoes do
tubo digestivo. Estas aguas garanlem-se em sua
pureza, sendo a sua ellicacia j bem conhecida,
tanto dos senhores mdicos, como do publico. Bo-
tica de Joao da C. Bravo & C.
Farinha para animaes
granel.
Vende-se a 2 o sacco : no trapiche Barao do
Livramento, no Forte do Mallos n. 15.
Vende-se una barcaca prompla a fazer via-
gem, carrega de 120 130 saceos, e faz-se todo o
negocio; tambera se vendem bois mansos e pro-
prios para carroca : a fallar com o tenente-coro-
nel Manoel Joaquim, nos Afogados.
Queijos do Serid
Dendem-se queijos do Serid muito frescaes a
800 rs. a libra : no largo do Carmo, esquina da
rua de Hortas n. 2.
Linha.
Na loja da Aurora, rua larga do Rosario n. 38,
vende-se linha de carretel azul ferrete a 20 rs. o
carretel, c sendo em duzia a 20q rs, dita de dita
branca de n. 80 120 com 100 jardas a 20 rs. o
assim como \ carretel, e a duzia a 200 rs., pois muito propria
para as costureiras alinharcm qualquer costura
que seja lina, assim como tambem tem grande sor-
timento de qualquer qualidade.
da Bahia
e ro.ipa de escravo; tem
Algodo
para saceos de assucar
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
('.., no seu escriptorio rua da Cruz n. I.
lcatrlo.
Vende-se alcatrao recenlemente chegado, em
barris : na rua da Cruz n. 23, primeiro andar, de-
posito no trapiche do Cunha.
VINHO PURO.
Chegou nova remessa de anciretas com supe-
rior vinho puro : vende-se no escriptorio de E. R.
Rabello, rua da Cadeia n. .35.________________
Vende-se urna canoa aberta e bastante gran-
de, sendo nova e bem construida : quem a preten-
der, dirija-se rua da Cruz n. 44, que achara com
quem tratar; e para ver, na ullima doca da rua
do Brum defronte da fabrica de sabo.


Grande liquidatfio
te faieudas na luja do Pava, ra da Imueratriz h.
GO, de ania Silva.
ArOa-sc este estabelecinieoto completamentesor-
tido de fazcndas inginas, francezas, atiendes e
suissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo era
Sorgo c Miadas as fazendas dao-se as amostras
eiando flear penlior ou mandam-se levar em ca-
sa petos caixeiros da toja do Pavo.
ls cuitas do Pavo.
Vendem-sc superiores chitas claras e estufes pe-
lo barato prego de 40 e 280 rs. sendo tintas segu-
rw, ditas fraucezas linas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e eslreiU9,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavo ra da Imperatriz "n. 60 de Gama &
Silva.
As cusa do Pavo a 240, 280, 390 e 320 rs.
Vendem-se finissimas eassas persianas cores li-
jas a 320 rs. o covado, ditas francezas muilo finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
eovado, fiuissimo organdy matisado cora desenho6
miudinhos a 320 rs. o covado, eassas garibaldrnas |
muilo finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da ,
Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
As iaazinhas da etposiro do Pa\5o.
Vendem-se as mais modernas Iaazinhas mossan-!
bique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal*
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
proco de 500 rs. o covado, ditas encestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de amas cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
trlbaMes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavo, ra da Im-
peralriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se linos chales de crepon 'estampados
polo barato prero de 6*, 7*, 84, dites de ponta re-
arada a 7* e 83, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 124, ditos pretos lisos a
.'->*, ditos de cores a 45300 e o*, (ttos de merm
estampados a 25 e 35, ditos de l&a a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 05, isto na loja
de Pavo ra da Imperatriz ti. 60, de Gama k
Silva.
Fazeatts pretas para a Vmde-se grosdenapte preo muito superior a
15608, dito a 15800, 2*,25500. 2*80'i o 35, mo-
reastique preto muito .'nperior a 35 c 24800, sar-
G prora hespanhola muito ncorpada a 2*, isto na
ja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 hrvJo vrude para Inte.
Vende-se superior Telim da China Tazenda toda
3c la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
jtio para vestidos, paletois, cpasete., pelo toara-
Jo preco de 24, 8*360, 24500 o covado, assas
Vjretas'lisas, chitas ipretts largas e estreitas, chales
de merino lisos e'berdados a vidrilho, manguitos
romgollmhas e oitros muitos artigos que se ven-
dem por preces 'Fncoaveis : na leja do iPsrwio ra
da Imperatriz n.'ft, de Gama & Silva.
)s eorpinuos d Pavo
Vende-se os mais modernos corpiihos de cam-
bra a ricameitls bordados e en'fellados a 7 e 85 ;
na loja do P*ve, ra da Imperatriz n.60, de Ga-
ma \ Silva.
Os vestidos d Pavo *
Vende-se-?icos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente borfiados a veludo pelo barato preco de
405, sendo 'fccenda que sempre se vendeu a 1005
e 1 O ; ditos de cambraia ihrancos ricamente bor-
dados a crocite, sendo proprios para Itaile e casa-
mento a 10 Vi, 20 e 305; ditos de lila com lindas
barras a IH e 155 i isto na loja do Pavo ra
da Imperara n. 60, de Gama k Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-so panno preto muito superar pelo barate
preco de 24, 25500,35 e3500, ditos muilo tinosa
45, 55 e-64, corles de casemira prcla entestada a
45, 4*S0C-e 65, casemira prcla fina de urna-
largura muito lina a 15800, 25, 25500 e 35, cor-
tes de casemira de cor a"S*, o*'00 e 65, casemi-
ras enesicias de urna s cor proprias para calca,
palelots, celetes,' capas para senhora, roupas para
meninos :. j c :!>.'iiKl o-eovado, isto na loja-Bo
Pavo,-rcf.dalmperatric n. 60, de-Gama & Silva.
A roupa Tu Pavo.
VundoB'-se paletots de panno preto sobrecasa-
cos fazenda muito boa a 25, ditos muito finos a
165, 28a,--** e 305, caicas de casemira prea bea
fazenda a 3500,55, 65,34 e 85, paletots sacecs
de panno, preto a 75, di*c de eascnr.ra de cor a
65 e 73, Idftos de alpaca preta, ditos de merino
preto, diter.de brim de cores, calcas de casemira
de cor a 4*. 55,65,75, ditos de caxemira da
Escoss a 85, ditos de l*m pardo a 550, ditos
de eer a 9g c 25300, ditos brancos muilo finoe,
sto na toja do Pavo, ra-da Imperatriz n. 60, di
Gama & wka.
Os cortinado* do pavo.
Yiinfoan un ricos cortiodos proprios para janel-
la e camas.pelo barato \iwy de 1*5 o.par, sendo o
melhor que da no mercado : na ra da Imperante
n. iii. .1. (i.ii.-ia A Silva.
As colchas id Pa\o.
Vendis-?e colchas de linho alcochoadas pro-
prias para caaia pelo baratMreco de 55-cada umn
na ra da laaperalriz n.60, de Gama &-6iWa
tidjireealas o pavo.
Vendem-sc. a mais lindas.precalas que lem vin-
do ao mercado chegadas pele ultimo vaper ran-
pelo bara'rs preco de 600-rs. o covado, dita-
mm?-
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importaute.
ESCOBltIO-$E AI J\AIi
0 verdadeiro e piincipal arniazem de nolkados o do
BAL
Acaha de receber de sua propria encommenda ura grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o propietario em
nlTerecer aos seos freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, afiancando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
maeem.
Pede-se toda atten$to.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Ncste armazem c no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se a
libras que vulgarmente correm no commercio por 8#890 a 9^, o proprietario em seH
armazens da-lhee este valor, sendo om pagamento, e isto para evitar confusoes em trecos
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, | rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
e l# a libra. que os melhores que temos tido no mer-
Idens franceza a 6oo rs. a libra, e 58o rs.. cado.
sendo em barr, Passas em caixas de l arroba '/s e */ a 7,5oo,
Cha xim a 2,7oo rs. a libra, de 8 libras 3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs, a libra
para cima a 2,rjoo. garante-se seretn muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras paca dem corinthias proprias para podim a 8oo
-cima a ,7oo, rs. a Mira,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desej'ar a 2,&k> e de 8 rfe-as para cima Lisboa a 6oo rs. a libra.
Ervilhas secas muttenovasa JSo rs. a
IZA
9
Mufiueni contestar esta verdade.
A fanaa far correr esta uotiela.
A uosteridade bendir o nooic do Baliza.
Actualidade IBatel palmas de coutcutauento!
TT
A
dem pralo os mclliOFee c mais fr-cscos do
mercado a 76o rs. a lii.ru.
dem londriao a Goo rs., e sendo inteiro a
5oo rs. aflibra, vendo-sc por e&e preco
pela porrao que temos om ser.
Biscoitos em'latas de 2 libras das-seguintes
marcas: tobme, Crakml, Mixed, Victo*
ria, l'ec-Hh, Fance, Machine eoute'as mu-
tas a I,3oce 1 4oo rs.
Polvos cliegaoss ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latac grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha detraknel etn .latas de S libras
bruto a l,eco rs.
dem ingle/as em barriCM a mais nova do
. mercado a 2.'*oo rs. a bae-rica c io rs. a
libra.
Ca les com l'as fraoceus proprios para
mimos ou para anjos que vito us procis-
soes a Goo rs. cada um.
Peras seccas as aitin novas de aereado a 4oo
cez, pelo oara'ia t -rs. o covado, unas! "' '' >i:k
de listrinha wuito mudinhas pwprias para olidos figos de coaud em htas 4e 4et libias
libra.
Grao e bico muito novo a 16o rs. a libra.
Erviltias francezas em latas a 6oo rs.
Potes-com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial
Presento para fiansbre inglezes a 7oo e -8oo
rs.-a libra.
Cliouricas e paiosmnito noves a 64o a libra.
Batatas muito nevas em gigos de 34 libra a
4,ooo rs. c 6o t. a ultra.
para negocio a I,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletria
4oo rs. a libra.
aL2,5oo rs.
-dem menos sB5>erior a 2,4oo e de 8 fibras
para cima a 2,3oors.
dem proprio 4>ara negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do l\io em latas de 2, 4,6 e 8 libras
cada uma^ 2, 3, 3,5oo-e 4,8oo rs. a lata,
dem preto e melhor que se pode -esejar
neste genao a 2,8oo rs.
dem menos superior a-esse que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oc rs. a libra,
dem mais bajxo bom
rs. a tibia.
dem miudinho proprio.pira negocio a l,aoo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. .a>caxa
rs. a IItp. e 8oo rs. a garrafa.
Queijos do fino chegadas neste tfimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo fs. a
por a 3,loo. garrafa,
dem mais seceos vindos por navio-a l,7oo. Clnrutos em grande quantidade e de todos os
Sem mitras nem coreas para ornar a fachada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresse.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marrhe-marche do desacreditado Progresso; arme a tenda d>
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a sua of}5
grande insobordinacSo fingindo desconhecer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de pe filar-se e fa/er a q'j
continencia doestylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento lera continuamente na melhor ordem ludo o '. ..
seu trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde o mais simples camarada at x"
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes. {' S;
Entremos oa materia : (''
SENTIDO!
o;m vi DO III\.
Desde ti.* publicacSo deste annuncio at segundo aviso Manuel Pedro de Melle, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Livramento ns. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco
ceiito
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2,ooo, 2.O0Q, 3,ooo e 4yoco rs. a caixa, [^
os mais baixos s5o dos q por ahi se ven-
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Gtrfe de premoira qualidade a 8,ooo rs. a ar-
roba e 28o-rs. a libra.
iyen de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e 26o rti. a iibra.
Arroz do Maiatiico a loors..a libra,3,ooo rs.
a arroba.
Idanda India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo-rs. a libia.
:Idea mais baixoredondo a 2,-Goo rs. a libra.
dem da India canprido a 2,&-w rs. a arro-
l)a, c 8o rs. a libra.
Veilfcs de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
rdba, e 3(>o rs. a libra.
por ceiito menos
qne qualquer dos seus amaveis collegas que por menos aununciar. Qualquer objecto qae nao chegue a conlento dos se-
nliores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas que mmarem no centro da provincia.
0 dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimento algum.
Declaraco importaute.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se acha o Baliza associado
ao armazem Unio Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Recite.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sim das ideas liberaes dos progresistas de todo o universo aos senlimento mais ntimos de seu coraco.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
J30C QSEL
LIQUIDACAO
?m
23Largo do Terco23.
Joa^uimSimSo dos Santos tendo de se retiiar est resolviilo a liijuidar o fazer urna (rinde
vantagem a quem seu armazem (requemar, e vender por menos do que oulro qualquer annunciante,, meiro andar,
para isso tem um vantajoso sortimento tanto neste armazem como ora c para meliior servir o publico
o annunciaate scieotlica aos seos freguezes que tem frecuentado este estalielecimenio que .1 -
j Kea da Scuzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhes inglezes, ctndeiros c casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Fnrelo de Lisboa
da marca N, fitwgado ltimamente : na roa do Vi-
gario n. 19, primeiro andar.
Solrims de cantarn.
viiiilas de Lisboa : na ra do Vigaiio i. 19,
pn-
Idem de sebo muito dura lingindo esparmace- i hora em diante terao a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poe pelo
lacradas hermebcunente a i.4oo e2,2oo
rs. a lata,
ldem em caiiiobaa de 8 libras a !,8go, e
"i" rs. a libra.
JS'c&s muito novas a 140 rs. a lira, e 4,ooo
n. a arroba.
3 roupas de it>oinos e meninas pelo btrato preco
de 500 rs. ; 6.: Pavao ra a Imperatriz u. 60,
loja de Gama k Silva.
Os-soiiteanbarques 4o Pavo
10# e XAftsa o Pavo.
Vendem-se op.aais lindos sooteanbarques *ii vindo ultimaiaente de laazinia c caxemira ri-
camente bordados e enfeitados, aires muito deliea- Amendoas confeitioas a 9oo rs. a libra,
das pelo barato pre^ode 105 e loi>.; fazeodaesCa
queem oulras lujas se vendem por "205 o io$,
M pira liquidar : u* loja e armazoe do Pavao
irua.Qj Imperatriz c. 60 de Gama k Silva.
A* hitas do Pavo sejMOO e
SHVO o corte.
Veiid-m-se cortes e chita com doze covados
cada arte, ditos com ei covados a 2#fc00, fazen-
da amiiQ ba, e que nao desbota, s na (ota do Pa-
vao lera su peehincha.; a ra da Imparatriz n.
60 de Gima & Silva.
f-as de nata s cor.
Vendea.v-se Iaazinhas de urna s cor, seid en-
carnada, azul, cinzenta, ciir de caf, lirio claro, li-
rio ro\ cr de perola pelo Laratissimo preeo de
(i'id o covado., fazenda muito lina s o Pavo, a ra
da Imperada ii. 60 loja e armazem de Gama Se
.Silva.
Pauuu de Hall*.
Vende-se pauso de linho com i palmos de lar-
gi>a proprio para lences, toalhac e ceroulas pelo
Raffltn preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
co 10 palmos de largura a 2*500, algodozinho
nnukv.ro com 8 palmos de largura a l&, pecas de
Harauurgo com 20 varas a 95, 10* e 11*, pecas de
madapolao fino a 7*500, 8*. 9* e 10*, ditas de
sJgodounho a 6*, 6*500 e 7*, e oulras mu tas
fajeadas brancas que se vendem muito baratas
atj de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
imperatriz a. 60, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largnra.
Vende-se bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo^que
tem
re
aua da Imperatriz n. 60.
As precalas do Pavo.
Vemjem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas de lis-
trinha muito miudinhas proprias para vestidos e
e roupas de meninos e meninas pelo barato preco
de 500 rs.: s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loje de Gama a Silva.
Os bales do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tan-
brancos como de cores, sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebrarem a 3*500 e
de 35 arcos a 4*, ditos de musselina com babados
a 4*. ditos para menina a 2* e 3*: na loja do Pa-
vo roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O Pavo vende 8#
Vendem-se os mais lindos cortes do vestidos a Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
Miria Pia com lindas harpas de sida, sendo che- onde se mudou oantigo e acreditado deposito da
Jados t>el ultimo vapor francez pelo barato preco mesma rna n. 12, ambos os gneros sao novse
4a SI cada um : s na loja do Pavo rus da Impe- i legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
ratri o. 60, de Gama & Silva. wu tqualquerparte.
dem de casca mole a 32o rs.
Vino6 engarrafado* no Porto e Lisboa das
segtintes marcas: dque, genuino, vettw
seeco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833., duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
mareas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco 4e uva pura a 64o rs. a garra-
fa c 4,000 a caada.
dem superior a Soo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,800 a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas poueo conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a Canad.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, uvada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 l/t garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 '/ ditas de venagre a l,000 rs. o
garrafao.
S?J!rJiSSffi^^ai^ Vi^re PRRemancoretasdeO caadas a
s.a vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva, lo,000 rs. com a ancoreta
dem em pipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. caada.
Caixas com l duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin' Botefim,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimeHta a 1,00o
te 36o rs. a libra.
dem'de esparmaotea 54o rs.aUbra, eem
cakxu a 52e rs. -
Papel o melhor que se pode desojar para os
Sre. epregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaeo pautadoehso a 3.000rs.. a resma.
seu prompto pagamento.
Caf do Rio de primeirae segunda orte
300 rs.
Arroz pilado a Oe W0r. a libra c 2*400
a arroba
Xilho alpista limpo a 170 rs. a libra > 4*800
arroba.
AtteneSo.
a 270 e
e 3*
dem de peso pautada e liso a3O00rs. a Toucmho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra,
resma. ; Pascas de carnada a 300 rs. a libra e 10* a caixa.
dem a zul.de botica OU Cugueteiro a 2,200 rs. '. A"*e (loce de Wshn lino a 610 rs. a garrafa e
a resma,
dem emhrulbo de 1,2ooa I,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 l/$ libra a
I,2ooe8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Motos ingleze6a 800 e t.ooo rs. o frasco.
Musanla preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado potivel a 1,80o e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Don. Tenente verdMeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800rs. o molbo e 000
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
I o,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinba de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,ooo rs. a
arroba.
4*R00 a caada.
[ Dito de carrapalo a 320 rs. a garrafa e 2*240 a
I caada.
Hassas para sopa aletria, macarro e talharim a
480 rs. a libra e 10* a caka.
ChoHrtcasas mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos ojii macos de 50 a 6* o milheiro e a
640 rs. o cent.
Dito em caixa da Babia dos melhores fabricantes
de 1*200, 2*400 3JE e 4*.
Phosphoros do gaz viudo de conla groza 2*300.
Hanleiga franceza a (00 e640rs. a libra.
Dita ingleza ilor a 800 e900 rs. a libra.
Biseoutos e bolarhjnbM de soda a 1*300 e 2*.
Vioho do Porto engarrfalo a 800 rs., garante-se a
ulterior qualidade.
Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
nhecidas a 500 rs. a'garrafa e canada 3*800
e 3*500.
Dito de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a gnala .; un canada faz-se abatnenlo.
Dito branco proprio para missa a 640 e 500 a gar-
rafa e em canada a 5* e 3*500.
Bolachinlia americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grjude abatiineulo.
MAMAS DEPATElWE
de trabalhar ni So para
desearoear algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAM
' ti ira l sem seg undo.
Na ra do Queimado ns. 49 e 55. loja de miude-
zas de tres portas, est resolvido a vender ludo
quanto tem no seu esiabelecitnento por precos que
a todos admiram, assim vejam e admirem.
Vende-se alpaca preta a >00 rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a iiO, 600,
700 e 800 rs., lina de cordao a 800 1 s para pal-
tot, prinreza prela a 800 e 640 o covado, bomhazi-
na preta lina a 1*400 o covado, Iaazinhas pnMa
para senhora que estao de luto a 7!(l o covado :
oa ruada Imperatriz n. 56. A loja c.-t abena at
s 9 horas da noite.
/Jotica e armazem de
drogas
Rna do Cantiga n. II.
Cruz Gurda.
DE
e a umea que
possue as vanlagens de nao destruir o fio do al-
godo e de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introduccao para
as provincias dcsle imperio ser de multo valor
i para todos os inleressados na lavoura do paiz.
Assim como machinas em ponto grande do mes-
) mo systema, para serem movidas por animaes,
agua ou vapor, as quae podem descarogar 18 ar-
robas de algodo limpo por dia.
O algodo desearocado por estas machinas tem
Gomma a 80 rs. a libra e 2,ioo a arroba. \ muito mais cstimacao nos mercados de Europa
Peixes em latas a l.ooo rs. a lata j prompto vende-se por maior prego.
As machinas se achain venda umeamenie em
Frascos com superior hanha para acabar a 200 rs.
1 Banha transparente a melhor que ha a 600 rs.
I Banha japoneza superior e garantida a 800 rs.
Estas machinas j Frascos de oleo verdadeiro babosa a 500 rs.
podem desearoear Ditos de oleo verdadeiro que tem urna maozinhaa
qualquer especie I J00 rs.
de algodo sem Din de oleo superior Phi locme a 800 rs,
estragar o fio, Sabonetes pequeos e muilo finos a 60 rs.
sendo bastante Ditos inglezes. uperior-qualidade, a 160 e 320.
duaspessoas para Ditos de bola muito finos a 240 e 400 rs.
o trabalho; pode Vinagre aromtico e cheirose, garantido, a 1*.
desearoear urna Frascos de agua de colonia muito finos a 400 rs.
arroba de algo- Ditos de dita verdadeira e que se garante a 600
dao em caroco ris.
cm 4ft minutos, Ditos grandes tambem verdadeira a 1*200.
en 18 arrobas: Frascos de rheiros muilo linos a 200, 320 e 500 rs.
por dia ou 5 ar- Ditos de agua de colonia grandes a 640.
robas de algodo Pares de ligas muito linas para senhora a 500 rs.
limpo. Pegas de fita branca de linh >, superior qualidade,
Esta machina a 100 rs.
Grvalas de seda muilo bonitas e superiores quali-
dades a 500 rs.
Caetas de osso lisas e torneadas muito finas a
40 rs.
a comer-se.
Farello de Lisboa marca
grandes a 4,000 rs.
N. e Biato saceos
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se o patacho brasileiro Thereza, de!
lote de 175 toneladas, prompto a navegar para,
qualquer parte : os pretendentes podem-se dirigir
a bordo para o examinar, que se acha fundeado |
em frente do trapiche do Exm. Barao do Livra-1
m-mlo, e para tratar, com os consignatarios Pa -
meira & Bellro, largo do Corpo Santo n. 4, pn-, damente 11
meiro andar.
casa de
Sannders Brothers & C.
X. II, praca do Corpo Nanto
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz.__________^
Santo Antonio
Acha-se venda na typographiada ra do Impe
radorn. 15 a trezena do glorioo Santo Antonio.mti
damente impresso, em um folneto, obra indispensa-
1 vel para os devotos do mesmo santo.
Duzia de lapis muito finos c fortes a 240.
Tranga prela lisa o melhor que lia a 80 rs.
Escovas para limpar denles muito linas a 200 e
408 rs.
Pentes de volta para meninas regacar cabello a
500 rs- .. .. ..
Ditos dourados para meninas regatar cabello a 1*.
Filas para collar esparlilhos muito linas a 60 rs.
Varas de fila com ilhuzes para vestido a 100 rs.
Abotoaduras da muito costo para collete a 120 rs.
Frascos de oleo de maag muito superior a 100
ris.
Agulhciros de Jacaranda muito bons para agulha
a 200 rs.
Espedios de Jacaranda e brancos de columnas a
2*500.
Duzia de facas e gaifos com dous boloes, muito
finas a 6*.
Duzia de facas e garios, cabo branco, cravadas, a
2*800.
Pegas do entremeios muilo bonitos a 700rs.
Juaijiiim Martinhu da
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilla de Bristol.
Pastillas a>> 111aradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lclalo de ferro do Dr. Thermes.
Rob da Lafecleur.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Cuy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peiloracs balsmicas de Gu\.
Pilulas da vida.
Burel franciscano (mesclado) para imagen^
Injecgao Brow.
Xarope de citrato de ferro de Cliable.
Pilulas contra sosoes.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bailx*.
Xarope alcoolico de vellaine.
Alm destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
rar, preparados chimicos e pharmaceuticos que se
vendem por commodos precos.
Grande pechineliii,
A 200 rs. orinado.
Cambraias escuras finas a 200 rs. o covado para
acabar ; nao se dao amostras para que se ac Lera
logo : qnem quizer, venha comprar no armazn
de fazendas de Custodio, Carvalho & C, ra do
Queimado n. 27.
GAZ GAZ GAZ
per preco redo/Ido.
Vende-se gaz da melhor qnalid- de pelo
pre o de 10 por lata de 5 gales: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8._________________
AOS FlMtlNTGS
Est reservada una pechincha de excellontes
charutos de um dos melhores fabricantes da Ba-
ha, cujos se vendem muito baratos por ten ni um
pequen^toque de furo algumas caixas : na ra
da Madre de Dos n. 18, defronle do largo da Al-
fandega.
Empreza dailluminacao
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e rcclaniagoes
(por escripto dando o nome, morada, dala, etc.),
devem ser feitas no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os machinistas mandados para atlender a
estas, apresentarao um livro que os reclauantes
deverao assignar logo depois de prompto o servido
reclamado ; isto para que a empreza fique sciente
de liavercm os mesmos senhores sido devidumeu-
te attendidos.


..-....., m> m. > 41 l4.
5>
9
g Lju-go da ^
Santa Cruz ;|
n.12.
Ku da Seazalia ftava n. 42.
Esquina da
ra do
Sebo u. 12;
Neste estabelecimento vendem-se: tachas dt
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
tioor Uva a 120 ra.
C LAR 111
# Pf^nif la Moila.
BRILHAME AURORA
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandos Pires tcm a honra de participar ao respeaxel publico
que tioje abri un novo eslabelecimento de molhados denominado Brilhunte Aurora, ao
largo da Sania Crui n. 12 esquina da rua do Sebo n. 12.
O propnelano desle novo estabelecimento pede a to Jos os seus amigos e freguezes e
ao benevulo publico desU cidade e do interior, a >ua proiece/io para este aciado eslabele-
cimento, cerlos de que ein lem:o algum abusar daconlianca que at hoje Ibes tero, de-
positado.
No novo armazem encontrar-se-ha sempreumgrande sortimeoto dos melboresgeneros
que vem ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, certode que em parte
algiiiua se vender mais barato e melboresgeneros lauto em porcao como a retalho do
que no armazem da llrilbanle Aurora.
A .atisarao da Itriihante Aurora vender niuito e muito barato, mais a dinheiro i
a tabella do preco de seus generes serio mudados todas as semanas :
ACUA FLORIDA
Do Murrav A* Lannmn.
Ameixas francezas novas em latas a 13'OO,
e 3,1501 rs.
Ditas era caisinnas rnuito enteladas com
bonitas estampas a 15400. 1*600 c 20.
Chocolate francez, hespanhol, soisso e por-
tuguez a 10200 c i& a libra.
Maimelada imperial dos melhores conser-
vemos de Lisboa a libia 600 e 640 rs.
Latas com diversas fructas em calda a 500 rs.
Ditas com ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas .om lijos ermelicamenle fechadas a
1GOO e .'00.
Dilas com peiae de posta ensopado a 1$.
Ditag coa ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com lingojcas fininhas viadas neste
vapor a (nO.
Ditas com sanlinhas doNantes a 360e 600 rs.
Ditas com bolachinba de soda nova a 25.
Dilas com bisrontos inglezes varios titolos
a 1*400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Daos com a verdadeira genebra de laranja
a 15120. '
f Ditos grandes duas garrafas de hollanda i*.
Ditos com urna parrafa 5(0rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
.&- Dito1 com ditos de mezides e oulras a 700
a}R 800 e 15-
(&*> Ditos cum azeitonas c ervas a 15.
Capachos para portas (untados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Manleiga inglesa flor a 800, 900 c 15.
Dua segunda sortea liO e 720 rs.
Dita lereelra sorte a 400 rs.
Dita franceza Dora de (!4 a libra 600 e C40.
tff) Dita dita de 63 a 540 e 560 rs.
W Dita ingleza em barril a 600, 720 e 800 rs.
%y Dita franceza em barra e meiosa 530e50
A Banla de porco retinada propria para ha-
nha de cabello a 440 e em barril a 400 rs.
viuhos finos ha o melhor a
dse jar.
Vinho do Porto em cana dos melhores au-
tores a 125, 145 e 165.
Dito em pipa a caada 55500, 65 e 75 e
garrafa a 720,800 e 15.
Dito xeivz maito fino a 15280 a garrafa.
Dito Madeira a 15400 a garrafa.
Dito da Figueira puro a 4*500 a cariada e
garrafa a C40, 560 a ;;00 rs.
Dito de Lisboa a 3*200 e 3*500 a caada e
garrafa a 400 480 rs.
Ditobranco paro de uva a 640 rs.
Djto mais baixo a 480 e H 0 rs.
Dito Bordeaos branca e tinto a 75 c 85 a
caixa e garrafa a CIO, 80O e 15.
Dito muscatel a 9,5 a duzia e 15 a garrafa.,
Dito de caj clarificado a 15 a garrafa.
Cognac verdadeira a garrafa 15 e 15280.
1.1 >res finos em garrafas brancas a 1* e
1*280 rs. !
Azeite refinado a 'arrala a 15.
Capils lie varias Inicias do paiz a garrafa
000 rs.
Garrames com 25 carrafas de cenebra de!
hollanda '.'.
Cilios lapidados para vinho e agua a duzia
3*500, 4*500 o 55500.
.jft. Ditos de cores a 65500 e "5.
ffiS Assim e, nio muitos outros objectos que deixa-se d
meira qualidade por precos baralissimos.
Cha de multas nalidades.
Cha perola a 35 e 35200.
Dito uxim muito superior a 35.
Dito miudinho a 2*500 e 2*800.
Dilo hysson miudinho a 3*.
Dito mais graudo a 2*800.
Dito redondo muito boma2*, 2*500 e 2*800
Dito preto em massos envolto a 15600 e 2*
Espermacete lino o masso a 540, 600 e 640
Velas de carnauba arroba 105 e libra 360
Dita de composicao arroba9*50e libra320.
Charutos nao ha quem tenha melhor sorti-
mento em canas de 100 e 50 todos dos
melhores fumos de S. Flix de 2* a 8*
a caixa de cem.
Caf do Itio rrroba 8*500 e 9* e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 3*200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 2*500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Nozes arroba 45 e libra 160 rs.
Amendoas libra 240 rs.
Alpista arroba 45800 e libra 160 rs.
Painco arroba 55 e libra 200 rs.
Sevada arroba 2*500 e libra 100 rs.
Sevadinha c sag novo a libra 240 rs,
Passas novas caixinhas de 16 e 8 libras a
2*500 e 1*5(0 e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
1*200 e 640 rs.
Saceos com gomma, arroba 5*500 muito
boa e libra 180 e 200 rs.
Dita de aramia verdadeira arroba 8* e li-
bia 400e480rs.
Alelria e macarrao a libra a 400 rs.
Estrelinha muito nova a libra 480 rs.
Presunto novo de lamego para panella a
5(50 rs. inteiro e libra 640 rs:
Choiirieas e paios novos a libra 800 rs.
Cerveja branca e preta a duzia a 5*500 e 6*
Vinagre de Lisboa puro a 1*600 a caada e
240 rs. a garrafa.
Carias rom fugo da China a 220 e 240 rs.
Toucmho de Lisboa arroba "8*800 e libra
280 rs.
Dito de Santa
boa arroba
Figos drf coma
Queijos do reino muito novos a 3*200.
Ilolachina ingleza nova a barriquinha 3*.
Tijolos de limpar faoas a 160 rs.
Massos com palitos para denles a 160 rs,
Crozas com palitos do gaz a 2*200 e 200 rs.
a duzia de caixinhas.
Latas com graxa duzia 1* e 100 rs. a lata.
Hoioescom dita 97 a 280 rs.
Vassouras do Porto de piassava grossa a
400 rs.
Molhos com sebolas novas a 15.
Sacros grandes com fufaba nova a 05.
Ditos com farello de Lisboa a :i*8(X).
Coniinhos, erva doce, pimenta e folhas de
Inuroa libra 400 rs.
Bal&ios para costuras de meninas para di-
versos precos.
Caixoes vaslos para plantacoes de muita
qualidade.
e mencionar, mais ludo de
Este raro onao delicado perfume
qnasi que uextinguivel e to eli'eio de
mimosa fragrancia e frescura como o
Micado chein. das proprins verdecen-
tes flores. Durante os taan calren-
te* do vero o seu tizo torna-se iuiineii-
teniente aprazivel e desejavel em con-
sojih'mcr da mfliiencia refrijricante e
MWvo que ella pruduz sobre a pello:
em quantn que uzada m banlio ella
imparte o corpo lnguido e caucado
nina certa elasticdade de vigor e torca.
Ella imparte transparencia a* feice*.
c remoce pannos, fardan e bertoe}a* di
sobre ix pelk.
GOJUMERG
RUA DO ifLEIUA1IO N. 45,
Passando o becco da Congregado segunda casa
mtim bt '"
NOVIDADE.
Pereira Rocha C. acabam de abrir na rua do Queimado n. 45 uro armazem de molhados denominado "'" />.
lnrt "9?tevel publ,C0 enC0Btrar semPre um P^ sorliment<> ^ melhores gneros que vemTnoSo ZrtfTSSS
fl 2l p,orprecos mmt0 resridos come resPeilavel ^^^ver pela 5* ^ ^TLi^'bi2
e boa quahdade dos gneros comprados oeste armazem. se G Dom Pes0
*Tm n?1: \ ^ VSirVft S 5aSW e pa0S mut0 novos a m a "Pa,itS d0 az a *** rs- 8">sa.
a arroba ^ } r *t\ a ^ 1 ^ss!ts mHl nVas a 48re- bra.
... fpl-M.. *. iCevadinha de franca mudo superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs a lihra
kmjm ftancezas em latas e em frascos a rs. a libra. p^^ a 200 a libra.
IJ200 e 16600 emft.-scos grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
2,5500. Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
41 em caixinhas elegantemente enfeitadas dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra.
0 TDKKO ORIEfflL DE fflP
FABA OS CABELLOS,
S urna propnraco admiravcl para lim-
par. aformosear, conservar e restabele-
Qflr os cabellob.
A venda as boticas de Caors de Barboza,
rua da Cruz, e Jo3o da C. Bravo A C, rua
da Madre de Dos.
Nova exposiclo de azendas
baratissimas.
Polvo secco muito novo_a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
aTaSS) SlSnS?S d3S ^^ Fg,*d,e rKmadre 6 ^^r r^^19^*mwU*>*Wm vapor a :i*ioo
a zouuu, I400, lCOO e 23. de oito libras e canastrinhas de i arroba a' dem nrato
Amendoas com casca muito novas a 280 rs. 1800, 5#500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4*000 a arroba. Farinha de trigo a 120 rs. a lihra
Azeite doce francez muito fino em garrafas Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
grandes a 960 rs. a garrafa. a 560 rs. o frasco e 65200 a frasqueira.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa. dem em garrames de 3 e 5 gal5es a 5500 KtaTim 4
Araruta verdadera de malarana a 320 rs. a e 70500 cada um com o garrafo. Vlas de Sba pura a ?60 rs a libra
Graixa a 100 rs a lata e 10100 rs. a duzia. dem stearinas muitS superiores a*600 rTa
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. I libra. mmm rs. a
dem, qualidade especial e garrafas muito Figos em caixinhas emticamente lacradas
grandes, a 10800 rs. a garrafa. | a 1;5600. *i.idua:>
dem garrafas mais pequeas a 800 rs. Vinho do Porto engarrafado o melbor que
ha neste genero e de varias marcas, como
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sanlinhas de Nantes a 360 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
>s milito novo igual ao de Lis- tB
a 75 e lihra 240 rs. Kj$
ladrea lihra 280 rs. ^
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs.
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs. I dem, "garrafa forma de pera e rolha de vi-
a lata- dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
Ditas mglezas muito novas a 30000 a barr- nheiro.
quinha e a 200 rs. a libra. Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
Banha de porcor efinada a 440 rs. a libra e barcada de pouco a 960 rs. a libra, e da
e em barr a 4t0 rs. de segunda qualidade a 800 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
20500, 20800 e 30000 a libra. dem de tempero a 400 rs.
dem preto muito superior a 20000 a libra. Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
Cerveja preta e branca, das molhores marcas dem em lata a 640 rs.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa Marmetada imperial dos melhores conservei-
1 e 50800 a duzia. ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Inn-Ri Mtntrii .1 0g"aC ng,cJn9 a 9P n' a garrafa- Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
p Ly a /"** nnA A impewiri n..)rj. Conservas a 720 rs. o frasco. 800 rs
Uproprietano desle grandeostabelecimento, Lou- iA(,m eA rlp npninri ,730 iAom roninP o kc\\ rc
rengo Pereira Mendos Gui maraes, promette sem- !, S? e PeP no- a '-"rs. Irlem regular a oOrS.
! pre vender liara to para apurar dinheiro. 1 ,em> so ae azeitonas, a 750 rs. Massas finas para sopa : estrellinha, pevide,
[ Grande perfiladla, cortes de eas-' Charutos dos melhores fabricantes da Rahia rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
sa a t^OOO. e especialmente da fabrica imperial de 4.A a caixinlia com 12 libras.
Vende-se cortes de cassa franceza para vestidos. Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra,
a 2*. ditos a 2*500, cortes de. camhraia de palmas 20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
30500 a caixa. de cozinha a 10 rs. a lata.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320 Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
rs. a libra e 80500 e 80800 rs. a arroba. Palitos de (lentes a 120 rs.
dem londrino chegado no ultimo vapor a dem de flor a 200 rs.
900 rs. a libra. Amendoas confeitadns a 900 rs. a libra.
Carines de bolinhos france/es muito novos e Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
muito bem enfeitados a 700 e 600|rs. 1 20 c em caixSo a 64o rs.
^.2^
g&iaSg
pn-
mmmwmmwwmmmmmMm
NO
titn a z r. n
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M-
*m
uta 'm yffiiinii\j)i>-
LETBEXRO VERDE.
Neste eslabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as quahdades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
i*x rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
- grande e variado sortimente de fazendas de todas as qualidades, para senhoras
'.5 homens e meninos.
300000
250000
100000
70000
30500
^ homens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 e......
^ Ditos deeasemira, 200, 150,
'* 120, 105 e......
i Ditos de alpaca, 50, 40 e .
*& Ditos ditos pivlos. 90, 70.
.50, 40 e......35300
Ditos de brim e ganga de co-
res, 405UO, 40, 30500 e. 30000
Ditos branco de linho, 60, 50 e 40000
5 Ditos de merino preto de cor-
'M do, 100, 70 e..... 50000
yM Caifas de casemira preta, 120.
m *0d, 80e......
g Ditas de cores, 90, 80 e. .
ti ^'^s ^e me'a casemira de c-
ffl res, 50000 e.....
S Ditas de princeza e merinopre-
?% to de cordo, 40500 e. ,
gB Ditas de brim branco e de c-
m res, 50, 40500, 40 e .
} Ditas de ganga de <^res, 30 e
;:? Colletes de velludo preto ede
Ditos de setim preto. 50OOOJ
Ditos de ditos e seda branco,
.W e.......50OOOj
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e 40000'
Colletes de fustao e brim bran-
co, 30500, 30 e 20500
Seroulas de brim de linho,
204O e......20000
Ditas de algodao, 10600 e. 10400
Camisas de peitos de linho,
40 30 e .... 20500
Ditas de madapolao, 20.500,
L.2*.0-....... 10600
1 Chapeos de massa, pretos fran-
70OOO cezes, 100, 90 e. 80500
700001 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
1 Ditos de sol, de seda, 120,
40000; 110, 70 e......6jjoOO
; Collarinhos de linho fino, ulti-
40000 j ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
20500 i tas.
20500 Toalhas para rosto, duzia, 110,
! e......
cotes, 90 e......70000 Chapos deso, de alpaca, pre-
0
60000
m Ditos de ditas de cores 50
i '**........
40000
tos e de cores.....40000
Lences de bramante de linho. 30000 ME
30500 Cobertas de chita chineza.. 20500 m
Sii('?r'i-t.\-i a toiUs
wjuro 1 rom 1
SRoosVEIK
wnbecrdaMtiii>4coi ira
, nei clicas, nem irctc.
Gonorrbeas
Faot a
m DUNAND
APREMI 1854
BlennorrhiKlti.'is ull Piensas rsbaldei.
luar en: HPvreilo um lisnnn.
solas com 1 vara de largura a 2*, ditos com ba-
ados a 3* : na rua da Imperatriz n. 56, loja da
! Arara.
lira 111:1 ule de linho a 3,1200.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos de
: largura, proprio para lences, a 2*200 a vara,
pauoo de linho de 4 palmos de largura a 040 a va-
1 ra, liamburgo de linho a 440, 540 e 600 rs. a va-
ra, bretanha de lyiho fino a 640 e 800 rs. a vara,
brim de linho hrarieo a 1*200, l*i00, 1*600 e 2*
a vara : na loja da Arara, rna da Imperatriz n. 56.
Fil de iiuho a MOO rs.
Vendc-se fil de linho muito fino a 800 rs. a va-
ra, dito de cor e branco a 160 rs. o covado, tarta-
tana de cor a 640 a vara : na roa da Imperalriz
n. 56.
Cortea de ensemira a 98.
Vndese cortes de r.'sumira de cor a 2*, dilos
Onos a :<*, cortes de panga franceza a 1*600, dito
de brim pardo a 1.5800a 2* : rua da Imperatriz
n. 56, loja da Arara, de Mondes Goiniaraes.
Chita da Arara a 210 rs. o co-
vado.
Vendc-se chitas escuras c claras a 240 e 280
rs. o covado, ditas fraucezas a 320, 360, 400 e 440
rs., riscados francezes a 180 rs. o covado. gorgu-
ro de linho para vestidos a 280 rs. o covado, fus-
tao de cores a 500 rs gangas para calcas e pali-
tots a 140e 5011 rs. o covado : na rua da Impera-
Uiz 11. 5b.
A Arara vende balics a 30.
Vende-se baldes de 15, 20, 25 e 30 arcos, dos
1 melhrires que tem viudo ao mercado, a 3, 3*500
, e 4-5, e dilos de brilhaniina a 4*, meias para se-
nhoras muito finas a 500, 400 e 320 rs. o par. di-
los para meninos a lj?280, para acabar, na loja da
rua da Imperatriz n. 56.
, A Arara receben novos soutenibanjues pretos
de grosdenaple ricamente enfeitados, e os vende
por 22-3 e 255. capas pretas muito bem enfeitadas
e manteletes de grosdenaple de superior qualida-
de : na loja da rua da Imperatriz n. 56,
Cassa organihs a 210 o corado.
Vende-se cassa orgadys para vestide a 240.
280 e 320 ris o covado, cortes de dilo com 14 co-
vados a 5-3. ditos de laa com barra a 8* : na rua
da Imperalriz n. 56 de Mendes Guimaraes.
A Arara vende niailanoto frantfz enfoslado a 40.
Vende-se peras de madapolao francez entestado
a 45, dito inglez com 24 jardas a 6*500, 7*, 8*,
** e 10*, pecas de lgodao encorpado a 5*, 6* e
7* : na rua da Imperalriz n. 56. luja da Arara.
raude sortimeutode roupa
feita.
Vende-se palilots de panno preto a 125. 10*, 8*
i e 6*, ditos de meia casemira a 3*500, 4*500 e 5*,
j ditos de brim lino a 6*. 2*500 e 3*, calca de brim
a 2*500 e 2*. ditas finas de brim pardo a 3*, di-
| tas de brim branco a 3*500 e 4*, seroulas de li-
nho a 1*800 e 2*. camisas fraucezas finas a 2*200
e 2*300, ditas de linho a 3*, liares de meias a 200
240 e 320 rs. grvalas finas pretas c escuras bor-
dadas as pomas a i&, ditas para menos a 800 e
500 rs., rolarinhos de linho a 400 rs.; s na loja
da Arara, rua da Imperatriz n. 56, loja de Mendes
Guimaraes.
Cirande peehincha de lazinhas
a 2IO rs.
Vende.se lazinhas para vestides a 240, 320,
4"0 e 500 rs. o covado, ditas muito linas de cores
lizas, proprias para capas e vestidos de senhoras a
630 rs. o covado, ditas escuras muilo finas a 640
rs. o covado, ditas de 4 palmos de largura com
palmas de seda a 720 o covado, popelina muito fi-
na de ricas palmas a 1*200 o covado : na rua da
Imperatriz n. 56, loja da Arara n. 56.
Fazendas para senhoras, golll-
nhas a 200 e 3SO.
Vende-se golinbas para senhora a 200,320 e 500
rs. cada urna, camisinhas para senhoras a 15,15280
e 2* ditas muito finas com gollinhas a 4*500 : na
rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
X Arara vende fazendas
Into, eassas a 300 rs.
Vende-se cassa preta fina a 320 rs. o covado
laa preta para luto a 640 rs. o covado alnak
preta a 500. 640 e 800 rs., bombazina a l*too o
covado : na rna da Imperatriz n. 56, loja e arma-
zenida Arara, de Lourenco Pereira Mendes Gui-
maraes.
Cortes de chita a %#ioo.
Vende-se cortes de chitas de cores lizas com 10
covados a 2*400, ditos finos a 2*800. ditos de vis-
auto francezes cem 14 covados a 3* : na rua da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Mara Pa'
Bocage, Cbamisso e outros a 800, 900
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa.
Jdem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 1080o rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao de outros que deixamoi
de mencionar, e que ludo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
RCANTIL
RITA l>\.l A1SES V DO RI3CIFE Ma 53.
NOVO E
ORAHDB ASMJlWML DE MOLHADOS
1IUA A CA1IEIA UO 11ECIFE !. 53.
Francisco Fernandes Duai
.jarte acaba de abrir na rua da Cadeia do Kecifen. 53, om grande e sortido armazem de moihatius da.
nominado ln,ao Mercanid Neste grande arnmem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sortimento S mLr
commodr VCm a mePC la"10 Cslrangeiros' coai Iiacionaes' os rs. a garrafa e
Manleiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 10200 a caada.
em barril se faz abaiimento. Azeite doce renado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meto. t 40800 a caada.
Prezontos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flaraengus cliegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo pralo muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 20800
rs. a libra.
50800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1020", 10500
e 20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a 1:' Fr? "?" 5,aJ Sa!
Iu7,m h..ar. mri.,tn ..!;.. Li. rrucias em calda das melhores qualidades
05OO rs aTbDraPr0!,r, *" ^*l haem Portu*al em lal
Chl preto moito superior a 20 a .ibra. u2^* J rs' rra
Biscoutos inglezes em latas coffl differentes % _^" ".fi? a
qualidade!. como sejam craknel, victoria, 1!m^m*.mm a *f rs" a "bra- ,.,
iiiauelez soda' cantain spPd hnniP? p Amndoas de casca molle a 400 rs. a libra.
EES AXf a'lSo. ^ 6Z e Ave,3as muilonovas a 20 libra.
Sardinhas de Nantes a 340 rs. oqiiiirloe 560
rs. meia lata.
Lalas com peixe em posta : savel, corvina.
vezugo, cherne, linguado, lagosiinha, i
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maga de tomates em latas de 1 libra a*00
ris.
Cbouricase paios em lalas de 8 e nieia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca*a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a lihra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
para
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-1
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo,
vapor a 50u rs. a libra e 30 um quarto ; Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
e em caixa se faz abatimento. j 1'bra a 640 rs.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li- Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
bras a 800 rs. | libra-
Champagne da non* mais snDfirior anal Chocolate francez, o que ha de melhor neste
hermtica- Cevada a ,20 rs- a ,ibra e 30 a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 brai
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
a li-
ma rea mais superior que:
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo, I rJXV u?
trnranlP-sP a snnPrior niiali.brift. Chocolate hespanhol a
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor, Caf do Cear mui, superior a 280 rs.
muito perfeitas, s vista se faz o preco. i f" e 8<*400 a arroba.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750 Cafdo Bio, propnopara negocio, a 80.
rs. cada um. Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixiio.
a I.-
ibra.
garante-se a superior qualidade. T "Fa"' ^200 a libra.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades Genebra de laranja em frascos grandes a 1. Macarrao" talharm e alelria a 480 rs
que se pode desejar de 70500 a 80000 a CftrveJa b^ca e preta das melhores marcas Dra em caixa faz abatimento.
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa. jjejf m mercado a 500 rs. a garrafa e Estrellinha, pevide e arroz demassa para sopa
Caixas com vinho do Porto superior de 90 5*800 a doza. a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
a 10 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste: Cognac inglez de superior qualidade a 800 pa|los de dente lixados com flora 200 re.
genero ha grande porfo e de differentes e 10200 a garrafa. 0 masso# dlos lixados sem flor a I (>if r.
marcas acreditadas que j se venderam Licores francezes das seguintes qualidades:! o masso com 20 massinhos.
por 14 e 150 a caixa, como sejam: Duque Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 8GT3. a.
do Porto, Lagrimas do Dooro, D. Luiz,! ^ outras muitas marcas a 10 a garrafa, libra.
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nec-j e 100 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
tr do 1833, Doqne Genuino. Marrasquncde Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a 90 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inieuas on
10600, 20 e 30.
em meias. da
T ............- """ "'"' tJii tomar em seuredo em lU.mn.
Injeccao curativa e preservativa
DapQSito (jeral m Pernambuco rua da Cruz n. 22 em casa de Carosa Barbo
lofelllvel
b> .'-:.ita um
enl9 i
'ntr.
Salitre refinado, superior qualidade, vinlio Bor- ...
deaux, differentes qualidades, aiais kuato que en. i Vinno oranco (ie superior qualidade, vindo Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conta rironria
C,
400, 480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Mostarda ingleza em poles j preparada a
400 rs.
qualquer parte : nc arm;
rua da Crut n. 48.
de E. A. Burle &
Machinas Inglezas
para descaropar algodao as melhores que
tem vindo a este mercado : rua da Senzala:
Novan. 42 em casa de S. P. Johnston'
& C, 1
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 5001 a 10 cada um.
rs. de barril. Sal refinado a 500
rs. o pote.
de casa particular, a 400 rs. a libra iutal>
ro se faz abatimento.
Ossenhore] que compraren! de 1000000 para cima, ter3o o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.


Irio e PcramlMM abbad* ti Ae 4m l4.

I
1
/
0 PRINCIPAL
LOJA DO BEIJA FLOR. RIVAL SEM'SEGUNDO
DE
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo-se o proprietario d'cste armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhe o titulo de principal,
por ser o mais bem local sado dcsta cidade, e como um dos socios tenlia de partir para a Europa, afim de all escolhcr os melhores
gneros, desde j se pede ao respeitavel publico toda a attencao, nao so para este armazem, mas tambera para o grande armazem Al.an-
ca da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
qu'entarem estas casas de que faro urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar era outra parte, porque nin-
guem melhor do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! rua do imperador n. 5.
PROGRESSISTA! raa cr..*e8 .
PRINCIPAL!!! rna do Crespo B e
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 1/5 rs.a libra,
dem franceza, a melhor e mais superior do
nosso mercado a 64o rs. a libra e Goo rs
em Lanii ou meio.
Vinho do Porto em barril muito especial a Farinhade ararnta verdadeira a32ors. a Ib.
Banha de porco refinada e muito alva a 4io
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
i,4oo rs. a caada,
dem em garrafes com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
Pbospboros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs..a groza*
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassara com dous arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
urna.
bra a 2,5oors. o gigo e 8o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo Escovas de piassava propras para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. J casa a 32o rs.
casas se vende V2 600^." cista neste ar- dem em garrafes com 25 garrafas a 8,000 rs. Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
mazem2 2oo rs libra.*' iCerveja das melhores marcas de 5,ooo a! a lata,
dem uxim' o meihor que pode haver neste 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa. ] Pexe em lata limito bem preparado: savel;
genero a 2 600 alb. garntese a qualidade.' Cognac superior a 800 e l.ooo rs. a garrafa, corvina, pescada e outros a l.ooe rs. a
dem nieto muito especial a 2,000 rs. a li-' e emcaixa ter abatmento. 1 lata.
Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas ja prepa-
afamados conserveiros de Lisboa em latas radas a 64o e 72o rs. a lata,
delibra, libra e meia e 2 libras a 600 rs. Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
Conservas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
legumes e fructas a 5oo rs.
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a
l,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razao de nestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porcao deste genero, a diffe-
renca de preco de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Hio emlata de 1 at 6 Ib. a I,4oors.
a Ib., neste genero o melhor possivel.
Biscoutas inglezes em latas com differentes
dualidades como sejam craknel, vorcitia
pic-nic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras militas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de sdaem latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixbilias hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l,6oo e
2,6oo rs. cada urna.
dem em ciixinhas de 8 Ib. a20 rs. cada urna
Passas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,000 e 800 rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, fiascos de vidro com rolha do
mesmo, contend 1 libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior quetem
viudo ao nosso mercado a I8.000 rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bordeaos das melhores qualidades (pie
se pode desejar a 7,000 e 7,5oo rs. a cai-
xae 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ouo rs. a duzia, e 9oo e 1,000 rs. a
garrafa; ueste genero ha grande porcoede
liVivutrs marcas muito acreditadas que
j se venderam por 14,000 e 15,ooo a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D.Luis, Camoes.Mdeia sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. acaixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
480 e 56o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
tem luanco o melhor ueste genero vindo de
eaeommendaa 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
r. a ranada.
libra, e 9,ooo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao a loo e 120 rs. a libra.
! Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs. dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para dentes 12o rs. o maco. j Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a Mo rs. Avelaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs.
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
a libra e lO.ooo a arroba,
dem de composico emmacadas a 32o rs.
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a, lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Chouricas e paios a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a Ubra ou a
8,50(1 rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de superior qualidade
chegado neste ultimo vapor a 56o rs.a Ib.
AI lista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
Massa para sopa estrellinha muito novaem dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
dem talharim, macarrao e aletria 1 ioo rs.
dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranhao a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as-)
marcas que ha neste genero a 800, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5oo
rs. cada um.
Mlhos inglezes emgarrafinhascom rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sanie muko superior e medicinal a
l.,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,060
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Kio de Janeiro,
de l,5oo a 5,000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixao.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino mnitonova a 36ors. alibra.
Cominhos e erva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
i Canella muito nova a 1,00o rs. a libra.
Rua do Queimado numero 63.
CmaliitAas jara seniora.
Vendem-se gravatinhas dediversos gostos mais
moderos a 720 e 800 rs. : na rua. do Queimado,
loja do beija-Oor n. 03.
Fitas para enrnm de vestidos.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na rua do Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
I'entes Iravessns.
Vendem-se pentes traveseos de caracol na
frente de borracha a 300 rs.: na roa do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira delirada.
Vende-se papel beira dourada a 1*200 e 1*300,
dito de cor de beira dourada a 1*100 : -na rua do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Aavelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a',400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na rua do Queimado n. 63.
Vulus de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruies de
pedra imitando a brillante vende-se a i* cada
urna: na rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de bms.
Vendem-se camisas de metas muito finas a
1*200 e 1*300: na rua do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeites de fita.
Tendo recebido enfeites de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 1* cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-Oor n. 63.
Fita de lia preta para debrum.
Vende-se fita de lia preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a pega : na loja do beija-flor roa
do Queimado n. 63.
Fitas de linh para bordar vestido.
Vendem-se filas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pee* so quem tem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Bolees de nadreperola.
Vendem-se botos de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para puuuos de senbora a 320
rs. o par : so quem. vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fu de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita do velludo rete com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco i a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fita de reliado bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qoa-
resma : s quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas largaras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos fes-
tes que se pode encontrar : na loja de beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e arfos.
Vendem-se facas e garios de bataneo de 1 bo-
tijo a 5*500 a duna, dita* de 2 botes a 6*400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Vsperas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor 63.
Domines.
Vendem-se domines muito finos a 1*200 e
1*400: na loja de beija-flor da rua do Queimado
n.63.
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CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de fivelas pelas e com pe-
driuhas de nmilo lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas five-
. las que se vende pelo barato preco de 1*300 e 2*:
i siio vigilante rua do Crespo n. 7.
Queijos llamcngos chegados no
por e muito frescos.
ultimo va-!Alfazema a2oo rs. alibra e 6,ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e l,loo rs.a duzia.
Vende-se ou d-se sociedade. entrando com
dinheiro, n'uma taberna, a qual est em bom lu-
gar : quem interessar, falle no armazem Conser-
vador, no largo do Terjo n. 23.
Rua do Queimado ns. 49 e 53, loja de iniudeas
de Jos de Azevedo Mala e Sirva, esl continuando
no sen progresso de vender tiaratissimo :
Caixas de superiores brelas de ceta e massa a
40 rs.
Cordo branco para vestido e esparlilho, vara 20
ris.
Liabas de carretel (150 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
Cartes de linha Pedro V (200 jardas) j muito
conhecida a 40 rs.
Crozas de peonas de ac de limitas qualidades e
sBperiores a 500 rs.
Caivetes de duas foihas porm finos a 500 rs.
Caixas com calungas muito bonitas para rap a
100 rs.
Pranja branca e de cores para toalhas a 160.
Pares de botes para punho muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tmteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Groza de botes de looca praliados, o melhor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para minas muito finas a 400 rs.
Escovas para limpar denles muito superiores a
200 rs.
Libras de laa de todas as cores (pesada) a 7*.
Caixas de phosphoros de seguranca a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a (00 rs.
Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
Caixas com superiores iscas de acender charutos
a40rs.
Carreteis 'de linha Alexandre (200 jardas) de cores
a tiOrs.
Baralbos para voltarete muito finos a 240.
Cartas de alfinetes francezes muito finos a 40 rs.
Meadas de linha I xa para bordar a 20 rs.
Pares de sapalos de tranca muito superiores a
1*600.
Papis de agulha com um pequeo toque a 10 rs.
Groza de botes do madreperola muito finos a
560 rs.
Cartes e caixas de clcheles francezes superiores
40rs.
Donis para meninos muito finos a 1*500 e 2*.
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito novos a 2*200.
Aria preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espeUio a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Pe^as de fita de linho muito boas a 40 rs.
Pentes de taco muito bonitos a 1*.
Enfeites de laco de todas as cores a 1*300.
Rodas com allinetes francezes a 20 rs.
Caixas com qualro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabenetes de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas foihas muito tinos a 320.
Pares de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por preco moito barato,
quem quiser ver, venha rua do Queimado ns.
49 e 55, e ver tudo como bom e barato.
No armazem de fazendas baratas de
Santos < oelho, rua do Queimado, n
49, vende-se o seguinte*
Attencao.
Pee hincha
Pe,?as de algodo com ama pequea avaria pelo
baratissimo preco de 5*.
Cobertas de chita da India pelo baratissimo preco
de 2* e 2^500.
Lencoes de linho pelo baratissimo preco de 2*.
Leiicoes de bramante de linho lino pelo baratissimo
prego de 3*200.
Lencos de cambraia brancos proprio para algibei-
ra pelo baratissimo preco de 2* a duzia.
Algodo entestado com 8 palmos de largura pelo
baratissimo preco de 1* a vara.
Bramante de linh fino com 10 palmos de largura
a 2*500 a vara.
Atoalhado adamascado proprio para toalhademesa
pelo baratissimo preco de 2*000 a vara.
Pecas de cambraia de forro a 2*600 o 3*200.
Toalhas alcochoadas proprias para mos a o* a
duzia.
Esleirs da India, proprias para forro de sala,
de 4, o e ti palmos de largura.
Cortes de calca de canga amarella de lisiras e
de quadros, pelo baratissimo preco de 1*200 o
corte.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratissimo preco de lOiOOO
a peca.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
em qualidade da fazenda, pelo baratissimo preco
de 360 rs. o rovado.
Ricos cortes de laa de barra Mara Pia a 19*.
Pecas de cambraia de salpicos pelo baratissimo
preco de 4*.
Vendem-se arcos de pao para uso de pipns
u I ti maneota allegados do Porto : a tratar ua ma
da Senzala Nova n. 4.
ESCIAYOS FGIDOS.____
Fugio do engenho Marianna da comarca de
Goianna, provincia de Pernaiiiburo, o estrave do
nomo Maximiniano.o qual foi comprado ao amo d-i
1850 Domingos de.Suuza Barros, que o linha re-
cebido em paga de fazondas, visto que nesse lem-
po era estabeecido em Pernambnco. O mesmo f s
cravo tem os signaes seguinies : baixo, gn-sso,
bastante barbado, bem preto, idade il 45 aonos;
pouco mais ou menos : qualquer pessoa que u
traga a seu senhor, no mesmo engenho, ser bem
recompensado.
Fugio do engenho S. Monde, comarca o> Ni
zarelh, na madrugada do da I9.de fcvereko >.'o
corrente anno, urna esrrava de neme Josopba, p*r-
tencente Lauentino Comes da Canta Ftorofra
Beltro, a oual tem os signaes segundes: crioja,
estatura regular, eurpolenta, cor fula, pesgrai
e grossos, testa saliente, pernas mssas, muito 'is
posta, ladina, dentes perfeitose limados,nariz Ca
lo, rosto largo, cabellos carapinhos, olhos vivo- e
um tanto espantados, com 30 anuos de idade, iou-
co mais ou menos. Foi comprada no Rerife ao
fallecido Joao ios de Gouveia, tendo vindo de fr-
rapatos, comarca de Limoeiro. De|ois que foi com-
prada tem feilo diversas fgidas, e sempre se dir4-
gindo para Carrapafos e seus arrahaldes. par o 'I i
j pasoa mais de anno em nina de sota f(ipa, ton
dosido abi apprehendida, por Uso prcume-s- pe
para ahi se tivese dirigido, oupara os sertes. Do
feito, ella para Carrapatos se dirigi, tendo sido j
vista ahi, e ainda por ahi se conserva Se porveu-
lura d'alii sahir ser para ir para TaquarMioga,
Cimbres e seus arrabaldes: rogase ,is autor i. l\
des policfae?, ca^iiaes decampo e qoalqaerpejisoa,
a sua captura, e leva-la a seu senhor. no refenlo
engenlio, ou na praca do eommercio aos Sr. Ib-
noel Ignaiio de Oliveira (\ Filho, que receber.i
1005 ilegratificacao. ProceJer-se-ha na forma ik le
contra quem qner que a onservar em seu poder
ATTKNCaO
Acha-se fgido o escravo "de mine Fau>lmo, !>
idade iO anuos, pouco mais mi nu-nos, cor fula, al-
ora regular, grosso do corpo, bem espadando, bar
hado, e jnom alguns cabellos brancos na barba,
bracos e pernas grossas e bstanle cabelludas, leu
do as pernas arqueadas, porm nao nmilo, costu-
ra andar em sambas, e as vezes embriagase bas-
tante por gostar muilo de beber : portai.to rc/a
se s autoridades polieiaes desta e das provincia
limitrophes, que o facam apprehender e leva-lo a
seu senhor o major Antonio da Silva Cusmo, na
rua Imperial, assim como roga-se aos capitaes de
campo a apprehensao do dito escravo, quo serao
bem gratificados._________________________
Ausentou-se da casa do abaixo assipnaiio, no
dia 14 do corrente, o seo escravo pardo de nene.
Aleixo, offlcial de alfaiate, que ltimamente trala-
Ihava na loja dos Srs. Bastos A Hagalluiea, o qujl
tem os signaes seguintes : magro, calvo, pima
barba, espinhas no rosto, e anda calcado : rogado
s autoridades polieiaes e capitaes de campo a ap
prehenso de dito escravo, que serio recompensa
dos; na rua do Vigario n. II, ou rua da Impera-
triz n. 16.________
Acha-se ainda fgido desde 12 de outubro de
1862 o escravo Antonio, eptimo offlcial de sapatei-
ro, cora os signaes seguintes : alto, clieio do cer-
no, sem Darba, cabeca comprida e puntuda para
traz, testa bem saliente, olhos pequeos e rases,
bebjoa grandes e virados, e tem em umdelles.se
me nao engao, urna cicatriz quasi redonda, e
creio ser no beico inferior, proveniente de urna
queda, que visivelmento ve-se, representa ter 40
aunes ou memis, anda muito moco, talla pouco e
brando, porm bem, por ler vindo pequeo de An-
gola, e ser criado no Rio Formoso, e depois seu
senhor o finado Joo Pinheiro (atole, mudou-*o
para o Recite, onde o comprc em 16 de junho do
1854. Recea-se que elle ande trahalhando em al-
guma loja de sapateiro no Rccife,occuliamcnte,ou
em algnm outio lugar. Reeommendo. pnis, s au-
toridades polieiaes e capitaes de campo, ou a qual-
quer pessoa, de apprehende-lo e leva-lo ao enge-
nho Gindahi da freguezia de Barreiros, ao abano
assignado, ou ao seu correspondente no Recife o
Sr. Joao de Siqueira Perrao. na rua do Queimado,
que sero bem recompensados.
Antonio da H. Hollanda Cavalcanti.
Fugio no dia 8 de fevereuo deste anno, do
engenho Gindahi da freguezia de Barreiros, a es-
crava parda Josepha, com os seguintes signaes
alta e cheia do corpo, cabellos carapinhos, porm
grandes, e tra-los sempre perneados, tem urna fs-
tula embaixo do queixo, proveniente de urna flor
de dente, que creio j est fechada, porm erenu
nos caiiellos. cose bem eostura cha e engoinrha,
gusta de andar bem Irajada, porm n.uito tmut,
julga-se que estar rom o nomo mudado, c pacsa
por torra em qualquer parte : quem a apprehen-
der e lvala ao propietario, no referido engenho,
Antonio da Rocha IL.Cavalcaoli. ou no Rci-ife ao
eu correspondente o Sr. Joao de Siqueira FerrSo
5er generosamente recompensado.
LISTA GERAL.
\)V
DOS HIKMIOS DA
f9
. 1>\UE DA O. LOTERA, A BENEFICIO DA SANTA CASA DA MBEBICORDIA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 537 DE
DE ENFERMOS POBRES REMETTIDOS PELA POLICA, EXTRAHIDA EM 20
21 DE JUNHO DE 1862, PARA PAGAMENTO DE DESPEZAS JA' FEITAS COM 0 TRATAMEN10
DE MAIO DE 1804.

NS. PREUS. NS.
l 3* 136
37
:t 20* 39
6 5* 43
10 1005 48
13 55 51
14 53
13 34
21 68
2o /O
29 74
30 _ 73
31 76
32 82
34 83
38 86
39 II
40 __ 92
41 93
43 10* 94
45 5* 95
47 202
18 b
49 - 7
52 9
33 16
57 18
65 mm 19
67 __ 22
69 10* 24
71 5* 23
73 27
76 _ 30
77 _ 31
81 10* 34
86 5* 35
80 100* 36
90 5* 42
94 44
99 . 55
100 10* 50
5 5* 62
8 65
9 __ 68
ti 71
13 7
11 78
20 82
21 84
2; 85
27 86
28 90
20 93
l'RFMS. ft. 1
3* 296
98
0* 303
5* 4
7
8
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5* 13
22
23
24
28
31
tooa 32
55 33
38
41
45
47
__ 49
56
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_ 62
66
67
105 70
5* 71
76
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79
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10* 83
5* 88
_ 90
_ 91
_ %
98
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7
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--- 29
32
--- 34
--- 35
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5*
600*
55
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5*
NS. PREMS.
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55
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73
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87
92
94
98
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5
8
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21
23
25
27
28
33
37
38
41
43
48
50
51
56
59
2
72
76
78
79
80
82
84
89
91
600
4
5
6
13
15
47
10*
5*
NS. PREMS.
628 5*
38
39
40 -
42
47
31 -
52
53
51
60
3
67
68
69
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79
80
82
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17
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53
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5*
.NS. PREMS.
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93
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23
24
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36
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43
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5*
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o*
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3*
NS.
963
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1000
3
4
I
7
9
11
22
25
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31
33
41
42
43
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61
2
63
64
69
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76
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98
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9
11
13
14
13
H
18
19
25
27
28
29
30
PREMS. NS. PHE
5* 1137
_ 39
__ 40
M 42
_- 51
_ 53
__ 61
_ 65
_ 68
72
_ 81
85
_ 8C
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^_ 89
mm 95
99
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5*
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5*
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NS.
1302
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65
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92
98
99
1403
4
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15
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35
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9
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5*
NS.
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NS. PREMS.
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12
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14
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22
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27 -
28
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34
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45
47
48 -
4 -
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31 __ 94
37 _ 97
40 _ 98
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44 11 __
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46 15
47 17 20*
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58 22 5*
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66 5* 26 __
67 27
71 30
73 32 .
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93 60 mm
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NS. PREMS.
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2935 5* 3083 3*
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N
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5*
10*
5*
40*
55
40*
5*
5:000*
5*
20*
8*
24*
6
O 6*crilo, $vtria*o Jouf Ae Maura.
P$n.Tw de M. F. de Faria i Filho.1864.
NS. PREMS.
3239 53
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45
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50
51 -
34
60 -
62
65
69
70
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76
77
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90
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2
3
9
10
12
13
14
16
17
20
22
25 -
34
36
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300*
5*
/_
^


IHwH efe Perahmtm abluido tf de Malo de f <*4.
LITTERATDRA.
lxposifo Internacional deLon
dres em !.
am ; edelles se eonseguiu tao felzes resudados quo
nos parece dar j urna solacio satisfactoria do pro-
blema da transmssao impressa dos despachos.
TKLEGnAPHOS DE AGULHAS.
Os telographos de agulhas, aventados por Cooke
hf.itomo sobiie os telegraphos elctricos, ron e Wnea,stone, foram os primeiros que funcoiona-
ANTuluo PKiuuaA UBUOWGA8, 1 xsnknte uo coKPO ram c,n Hnhas telegraphicas de alguma extensao.
H i:.v,.mii:iuus. i A simplicidade de sua conslruecao os torna pou-
Depois do sua invcneao, nos principios do seculo ^ SUbCet',lveis de modificaees : assim, veem-so
actual, a lelegrapbia elctrica Icm feilo uotaveis na exPscao niuilos modelos do apparelho primi-
progressos.
E' .|ue se comprchendeu immedialamenlc que a
ele. Irici lado dava a soluto do problema da coro-
nvaniracao rpida, e que se proourou aperfeirar
e*m invengo com o fin de torna-la de urna appli-
cacao fcil e econmica em todas as parles do
mundo.
0 telegrapho elctrico, son o ponto de vista de
soa utilidade universal, c, como a machina vapor
o a locomotiva, um dos impulsores do progresso
dos lempos modernos, lunumeras teem sidoassuas
applwajSes.
As nacocs o empregam para suas relaces poli-
titiras ; a adimiiistracao e a polica dos governos
teem nWle um agente seguro de urna promptido
mro-nparav.'l ; o coramercio o utilisa a cada ins-
tante para as transronos, os particulares para a
sua correspondencia ; e nos caminhos de ferro, elle
o melhor instrumento de seguranza.
Muito rcoentomente em alguns paizes da Europa,
o t -legrapho elctrico comecou a prestar servieos
de grande monta navegacao. Um systema de
posto) tclegraphicos, eslabolerido ao longo da cos-
ta, faz eonlieeido em cada um o estado athmo8-
Huerico dos oulros. Quando urna tempestade
amcaca em um posto, o telegrapho d'ahi a an-
nuncia a todos os outros em qne ella pode in-
fluir ; e em cada um por meio de signaos, adverle-
so aos navios que navegan) vista da costa para i
que se ponham de resguardo.
Considerado o telegrapho elctrico, como o agen-
te das rclacSes mutuas entre dous pontos, em mul-
tas circunstancias pde-se dzer que elle reduz aN)arelno de Mr- tret nao foi apresentado
melado as distancias. na exl,0S,Ca0 o que ahi existe foi fabricado pela
. casa Digney-Frres, de Paris. que tem uilimamen-
Ass.ni. se, cm casos eventuaes, um ponto de um ,e introducido alguns aperfeicoaraentos era dffe-
uiz oecessila da proleccao ou de soccorros de um rentes classes de telegraphos.
omro, elle quasi annulla o lempo que tomara um 0 telegrapho de duas correntes
vo de Wneatsione. A nica innovado nelles in
iroduzda o motor de uiducyo magntica, alim de
disponsar o uso de pillias voltaicas para a produc-
cao das correntes elctricas.
Os manipuladores girantes dos primeiros appare-
lhos foram substituidos por oulros em forma de te-
cla. Essa tecla, que nao senao urna alavanca de
primeira ordem, faz systema com urna barra de
ferro doce, collocada em frente dos polos de um
feixe de imans permanentes em forma de Cerradu-
ra. Os movimentos descendentes, que se dito ao
manipulador, fazem passar a barra de ferro dame
dos imans; e islo da lugar a correntes de induccao
que os los da linha levam ao receptor da estafo
correspondente, e ahi p5em em movimento as agu-
Ihas magnticas, que fazem os signaos.
Os apparelhos de agulhas com motor de iuducc
magntica sao expostos polo engeuheiro de telegra-
phos.Mr. Henley seu inventor.
TELEGHAP110S DE MOSTRADOR.
Ha um numero consideravel desses apparelhos
em todas as exposices de telegraphia mas pelas
innovaces que apresentam todos podem ser inclui-
dos em dous grupos :
1. Apparelhos de motor eleclro-chiraico, de cor-
rentes inversas.
1 Apparelhos de motor de induccito magn-
tica.
Foi o afamado constructor Mr. Bregue! quem
primeiro fabricou telegraphos de mostrador func-
eionando pela aeco de correntes de sentid in-
verso.
essa ranlagem nao real, porque apenas se pode
ler bem em um receptor de mostrador 50 60 let-
tras por minuto.
Urna vantagem mais positiva desse telegrapho
que se pode maniplalo inegolarmente em que
a exactido da mensagem seja prejudicada. Por
isso esses apparelhos prestara-se multo bem ao ser-
vico das estradas de ferro, onde os despachos sao
muilas vezes transmitidos por pessoas nao ades-
tradas no manejo dos telegraphos.
TkLKGIUPHOS DK CORIlKlfTES DE INDUCCAO.
A applicacao das bateras de induccao magnti-
ca aos telegraphos de mostrador devida ao cele-
bre physco inglez Mr. Wheatstone.
Assim, obtem-se o transporte do ponleiro do tre essa rodinha e o gume de urna alavanra collo-
manipuladorde urna letra onlra peloabaixamen- cada em baixo della, a qual faz systema com a ar-
madura do eloctro-iman. Quando urna corrente
enrreio para levar o pedido de auxilio at este
{ionio, e os soccorros podem ahi ser providencia-
dos e enviados quasi ao tempo em que a sua ne-
cfssidadc se lizera sentir no lugar que os recla-
mara.
Essa consideracao nos leva a crer que o lelegra-
plio elctrico, que de grande utilidade nos paizes,
on lo ha vias de communicacao seguras e facis,
seria anda de mainr presumo naquelles era que
de Mr. Digney
s dilTere de um telegrapho de mostrador ordinario
lelas disposicoes, que coutm para o uo de cor-
rentes de sentido opposto.
O manipulador, em lugar de produzir na passa-
gem de urna letlra para a seguinte, ora urna cor-
rente ora urna interrupco, produz alternadamente
correntes positivas e negativas.
0 receptor, em vez de conter um eleclro-iman
ordinario, funeconando pela accao de urna corren-
as rclacr.es dos centros principaes de populaco I te qualquer, e deixando de obrar quando essa ac-
com as ouiras localidades sao lentas e difflceis. cao ces-a, contm um systema de electro-imans,
E' neste caso que ainda se acha o Brasil, onde as CUJ effeilo vara segundo a direceo das correntes
vias de communicacao regulares sao em pequeo e e,n numero. > anteriormente produzidos.
O seu estabelecimento actualmente a necessi. I ESe systema, da invenfio de Mr. Siemen, cons-
dade mais urgente do nosso paiz, a que eslo di- la de um electroimn ordinario de dous carreteis
asea meios de communicacao estradas or- T n"C'eS d elef ,r-man es,ao semP"-e mag-
u de ferro, canaes ou rios tornados na- i nt!'SadS COmo P' DOrle dc uma a*ulha m**
recta e intimamente ligadas todas as questes, que
dizem reepeito ao seu progresso tanto moral como
material.
Sejam esses
diaras ou
vejaveis, a sua construeoo ser sempre lenta e
muitos annos se passarao antes que seja effectuada
a igaod das grandes cidades do liltoral com os
principaes centros de produrco do interior.
A execucao de urna rede telegraphiea nao exige,
nem tanlo lempo nem tao avultados capilaes. En-
tretanto por meio dclla, o governo c os partcula-
r.s coinecariam em breve a colher alguns dos be-
neficios da facilidade das relacoes entre as diversas
parles do imperio, c quando para o futuro, se hou-
vcsc estabelecido as vas de communicacao, o
Brasil possuina todos os elementos de seguranca e
de adiantamento, que actualmente concorrem para
a cujas barras interiores foi ligado um dos polos de
um man permanente, porexemplo, no polo norte ;
dessa sorle, independentemenle de qualquer cor-
to de suas respectivas teclas ; e, emquanto o seu
movimento tem lugar, por um systema anlogo ao
que exige nos manipuladores de mostrador usuaes
as correntes de induccao sao emttidas para o re-
ceptor pelo flo da linba.
Quando o ponteiro para, ha in&rrpfao de cor-
rente na linha, por isso que a batera de induccao
posta entao em cemmaniraciio com a trra. Nes-
ta occasiao o receptor nao solicitado por crreme
alguma, e o seu ponteiro tica estacionario ; mas
quando o do transmssor posto em movimento,
como a cada letira que elle;passa, o apparelho d
induccao emitte uma corrente, ora directa ora in-
Na exposicao ingleza de telegraphia veem-se mui- versa, o ponteiro do receptor percorre simullanea-
tos apparelhos com bateras de induccao magneti- mente o mostrador respectivo indo de letlra em
ca, alguns dos quaes construidos segundo dous sys- letlra.
temas privilegiados desse professor. | E' um syslema semelhante ao do telegraoho de
Esse genero de telegraphos recommendado Mr. Henly, que faz andar o ponteiro do receptor
como de grande vantagem para a communicacao sob a influencia das correntes inversas enviadas
entre estabelecimentos commerciaes distantes, per- pelo manipulador.
tencentes ao mesmo proprietaro, que precisem es- As rtsnnclSnl! ,. ,.
tarem correspondencia constante umeomontro. JnJnT ,elegraPho' CUJ exame ,er-
minamos, previnem os inconvenintes dos do syste-
Tambem sao convenientes esses telegraphos para ma de Mr. Henley. Nelle a rotacao que se da ao
servir como os apparelhos movis que em certas apparelho de induccao antes de eoOMcar a traus-
linhas de caminhos de ferro acompanham os trens, mssao e que cootina em quanto ella dura, pro-
e para as commmunicacoes temporarias, que se es- duz constantemente correntes asss intensas para
tabelecem durante as operacoes miliures. eUecluarem a repetico da mensagem do receptor.
Dispensando o uso de pilhas chmicas, esses ap-1 A aaulada casa Sieinaas & a|$k fa Bor,.
parelhos funcc.onam a todo o momento por si s, lambcin expoz lo|egrapllos de mostrador, com mo-
independen emente de qualquer preparaco. j ,or dt iaiaC(^ ^^^ teQ(l ^^^ seme
Era geral, as correntes elctricas, que servem \ lnanles ao de Mr_ Heuley.
trausmissao das mensagens, sao nelles produzdas i
pela rotacao de uma massa de ferro doce diante | bom arranJ desses telegraphos em pequeas
dos polos de um man permanente. !caixas coulendo lods os instrumentos de um po-
No primeiro systema de Mr. Wbeaistone a ro- to lele6raPh,C0 e a M ecucao de todas as suas
taco'dada manivella do transmssor para'faze-la i P"'" S ,0rDam mUt0 ^com.nendaveis.
percorrer o mostrador, era communtcada por um ) A telegrappia com correntes de induccao may-
systema de rodas dentadas a um par de carreteis "etica est presentemente muito em vga na In-
enrolados de fio de rame, os quaes gyravam em Blaterra e na Allemanha, e sua applicacao parece
frente dos dous polos de um feixe de imans. i (luerer estender-se progressivaraente. MM. Sie-
A relacao entre o numero de denles das rodas menS Uf *! "* Se'e an"S qUe S em""e8am' e
erau.,queapassagemde uma letra do manipu- ZSS VaD'agem ""^ "*"***
lador segrate correspondencia a urna raea re- *
voluco do systema dos carreteis, o que pela in-1 UmParados com os apparelhos que exigem pi-
nello passa. a armadura attrahida levanta o papel
e o encosta rodinha cscrevente, que deixa nelle
um signa! maisou menos longo, conforme a dura-
Cao da corrente. Ve-se, pois, que nesso apparelho
a aceito da eleeireidade tem por effeito 9tnente
aproximar a lira de papel do orgao escrevenle at
que elle produza ignaes, para o que no preci-
so presso alguma, porquanto basla que o papel
toque a carnada de tinta que guarnece a borda da
rodinha.
Nos outros sytmas a accao elctrica devia ser
mais enrgica, poique traba de por em movimento
a rodinha escrevenle com as pecas que a pe em
rotacao.
A grande sensibildade do receptor escrevente
Mr. igney dispensa o emprego de reais, o que
importa uma grande economa de torca motriz.
Sua rectifleaciio muito simples, consistindo em
dspor a armadura de sorle que, quindo attrahida
pelo electroimn o gume de sua alavanca, leve a
tira de papel a tocar a rodinha escrevente. Dcpois
de numerosas experiencias sobre todas as especies
de telegraphos escrevontes, o governo francez pre-
feriu o systema Digney para o ser vico de suas li-
nha telegraphicas. E' este o maior elogio que se
possa fazer desses apparelhos.
Na bella colleccao de MM. Siemens i Halske,
de Berln, notam-se alguns telegraphos escreven-
tes do systema Digney, cuja applicacao aquel les
fabricantes adquirirn! por contrato cora os inven-
tores.
Mr. Siemens introduzu nos receptores oscreven-
les o eleciro-man de armadura magntica de sua
invencao, que descrevemos quando examinamos o
telegrapho de mostrador de MM. Digney Frres.
Esse systema de eleclro-iman foi combinado pa-
ra obedecer a correles de sentido opposto, mas
per uma pequea modificaco pde-se faze-lo obrar
por meio de correntes de um s sentido alternan-
do com nterrupcoes, como de ordinario emiltem
os iransmissores de signaes Morse. Basla para
sso collocar a armadura magntica, que passa en-
tre os polos Pe p dos dous ncleos do electro-
fluencia dos imans orginava uma corrente eletrica lhas vo,taicas> aquelles lm sobre eslesa vantagem man, de modo que ella (que ordinariamente mu-
de induccao. i econmica de irazercm comsigo a fonlc de sua ac-
., 5a0' CUJ effeit0 na0 soffre variacao no decurso de
Como essas correntes, produzdas successiva- i muitos annos.
mente por cada meia revoluto, erara de sentido Os fabricantes os recoramendam para os paizes
a L2! ir? <"yy*era cons,ru- **, ^ ^^^ de sua accao
m
do para funecionar sob a aeco de correntes alter-
nadamente positivas e negativas, sendo que a ar-
madura do seu eleclro-iman oscillava peio effeilo
contrario deltas.
E' na exposicao da companhia universal de Te-
em qual-
quer temperatura; pois dispensara o uso de pilhas
chiraicas, que dizem, nao fuoccionam bem como
grande calor desses climas.
TELEGRAPHOS ESCftEVENTES.
Os telegraphos de mostrador, assim como os de
netica.
O man permanente curvo, e a seu polo sul est
reunida a exlreraidade da armadura, que nos tele-
graphos de mostrador rege o escapaiueulo do pon-
leiro do receptor, a qual por essa disposicao se con-
[ serva maguelisada e um modo contrario ao dos
ncleos o eiectro-iman.
Essa armadura passa enlre os extremosp, p
desses ncleos, e, em razo da egualdade de sua
aeco atiractiva, maotida em equilibrio no meio
do miel vallo que os separa.
Quando, porra, uma corrente, que supporeraos
posiliva, passa nos los do electro-imau, ella modi-
o cngrandccimenlo da industria e do coramercio "ca estado magntico dos ncleos delle, augmen-
tas naces mais cultas. tando a furca de um P, e diminuindo a do outro p.
Pondo termo a essas ideas de progresso que nos En,ao a arn,adura cede a altraccao preponderante
/orara suscitadas pelo objecto de nosso trabalho, de "'" P aProxin'a"se d 'ado.
vamos encelar a exposicao de nossas observac-oes Se a corrente positiva interrompida, os polos P
sobre os apparelhos telegraphicos apresentados no e P readquirem egualdade era sua accao magntica
grande concurso industrial. : o nao ha razao para que a armadura se mva da
APPARELHOS TELEGRAPHICOS. | PS'a ',Ue ^''^ B"8' M U,0a CUrrel"e neal-
_____ v vera a passar no eleclro-iman, ella produz uma
Tres classes de telegraphos elctricos leem tido I magnet.sacao inversa da que causara a corrente po-
:ao i os telegaphos de agu- mn> 0 p,,,,, p ellfraf(l]tCe em ,|Uan,0 p se refrca>
Ibas, os telegraphos de mostrador, e os telegraphos
esc revales.
O telegrapho deagulhas,pelasmplcdade de sua
construcao, e porlanto por seu mdico custo, e
anda mais, pela rapidez de traosmisso a que s
(presta, foi por muito tempo o mais usado as gran-
is linhasda Europa, e anda hoje geralineule em-
progado na Inglaterra.
As combraaces dos movimentos lateraesde uma
ou duas agulhas formara nesse telegrapho as diffe-
rentes letras do alphabeto : assim, necessario al-
guma pralca para podor-se enviar e receber men-
ageo por meio desse apparelhos, e somonte em-
bregados especiaes nesse servico sao capazes de
effeciuar a correspondencia telegraphiea.
Nos caminhos de ferro e as operacoes de cam-
nnnha militar, conveniente que os despachos te-
legraphieos |iossam ser Irasmillidos por uma certa
orlem de agentes, em geral sem pralica de tilser-
ijo. A este fim se prestara os telrgraphos de
mostrador, em que a correspondencia feta por
meio das proprus lettras do alphabeto; o que pe
O seu uso ao alcance de toda pessoa intolligente sa"
ftendo ler e escrever. Nao porm, possvel ob-
ter cora os apparelhos de mostrador a rapidez ne-
cessara scommunicacoes das Imitas telegraphicas
de grande movimenio.e elles leem.assim como os le-
Iigraulios de agulhas, o inconveniente de nodei-
jsarein dos despachos, que Iransniittem.tracos pelos
quaes se possa fiscalisar a sua exaclido, Unto na
remeses como na recepcao.
E' essa a primipal qualidade dos telegraphos es-
crevontes, e a que os fez adoptar rom grande acei-
taco pir toda parle. Dando lugar a grande rapi-
dez na transmssao, o telegrapho escrevenle repro-
m as mensagens em signaes convencionaes noap-
|)arelho receptor. Alm disto, pelas suas disjiosi-
foes particulares esse apparelho presta-se cora mui-
ta facilidade a outras necessidades essenciaes do
servieo das grandes liubas telegraphicas.
A exposicao internacional aprsenla modelos
dessas tres classes de telegraphos, modificadas e
sperfeicadas. Tamben) notam-se uella alguns no.
vos apparelhos tendentes a tornar de applicacao
santajosa algumas invences modernas j ensala-
das, masque, at agora, nao tinham sido apresen-
ladas em condices de praticabilidade.que indnzis-
sem a sua substttuico em lugar dos apparelhos em
voga.
Vcm-se telegraohos de transmssao automtica,
de syslemas differentes, com o fim d servirom as
lindas de grande movimento. iiota-se a generali-
sacao dos apparelhos funeconando com crrenos
inversas, e em muitos a inlruducrao de baleras de
induccao magnelica para substituir as pilhas vol-
taicas.
Os apparelhos impressores em typo ordinario so-
bresanen) pelas novas combraaedes que apresen-
meiro systema do professor Wheatstone.
Mr. Henley, engeuheiro de telegraphos, expoe
tambera apparelhos de motor de induccao, em que,
como nesses de Mr. Wheatstone, as correntes sao
causadas pelo movimento da manipulacao. Esses
apparelhos se recoramendam pelo seu pequeo vo-
lunte e pela simplicidade de seu mecanismo, que
os torna de preco inferior ao de todos os outros do
mesmo genero.
No telegrapho de Mr. Henley a manivella do ma-
nipulador faz systema com 2 discos de cobre gy-
rando com ella em um mesmo eixo vertical. Esses
discos tem lxos na peripheria 26 segmentos de
ferro, 13 em cada um, alternando os do disco su-
perior com os do inferior.
Defronte desse discos existe fixo um feixe de
imans permanentes em forma de forradura, entre
os ramos do qual eslo col locados dous carreteis
eurolados de rame solado cora o fio de seda. A
rotacao da manivella faz passar successiramente
os segmentos de ferro doce dos 2 discos diante dos
polos dos imans fixos, e isso d origein a correntes
de induccao no fio dos carreteis, alternadamente,
de direeciio opposla.
Essas correntes sao levadas pelo fio da linha ao
receptor, e ahi magnetisam os ncleos de seu
electroimn, ora de um modo, ora dc outro, con-
forme sao negativas ou positivas.
O extremo de uma barra magntica oscilla entre
os topos desses ncleos, sob a influencia dessas ac-
ces oppostas, e, como o seu oulro extremo tem a
forma de urna ancora actuando sobre os denles de
uma roda de espancamento, as suas oscillacees
promovem a rotacao passo passo dessa roda e do
ponteiro do mostrador ligado a seu eixo.
Acontece no transmssor que cada corrente cor-
responde passagem de um dos 26 segmentos dos
discos de cobre, ou ao movimento da manivella de
uma letlra seguinte; e, como de cosume, cada
corrente produz no receptor a passagem de uma
parte da roda de escapamento equivalente des-
locaeo do ponleiro de uma leltra outra.
E se ha concordancia entre as posicoes primiti-
vas do transmssor e do receptor, coocebe-se que
consecutivamente este indicar as letras marcadas
naquelle.
A produecao de correntes causadas pela propra
manipulacao, como tem lugar nos apparelhos que
acabamos de examinar, simplifica o seu mecanis-
mo ; mas nem sempre essas correnles lera a ener-
ga neeessana para exercerem eleito nos orgos
de um receptor collocado grande distancia, so-
bretodo no comeco da manipulacao, quando as
correntes nao tem anda adquii ido a sua intensi-
dado normal.
A segunda disposicao de Mr. Whealstone obvia
a esse inconveniente. Os apparelhos a que foi ap-
que as correnles inversas se transmttem com mais phcada sao lambem expostos pela companhia uni-
velocidade e efnVacia nos fios telegraphicos do que versal de Telegraphia privada,
as de um s sentido separadas por nterrupcoes. A
***?"* qU! Vem modelos desse Pri" agulha, tm o inconveniente de nao deixarem tra-
Cos da correspondencia que transmltem. Entre-
e a armadura attrahida pelo ultimo.
V-se, pois, que a alternacao de correntes posit
vas e negativas produz a oscillacao da armadura
que governa a roda de escapamento. Pela accao
de um motor de relngo, essa roda gyra successi-
vamente a cada corrente de uma parte de sua cir-
cumferenoia, correspondente no mostrador ao n-
gulo de urna letra com a prxima.
Ora, como na passagem de uma letra seguinte
o manipulador emtite uma corrente, o ponteiro do
receptor mnea de uma leltra ; e por essa relacao
de feitos comprehende-se que se possam combinar
os movimentos do transmssor e do receptor deraa-
neira que a letlra era que pare o manipulador, seja
indicada pelo ponteiro do receptor.
Diversas vantagens se obtem pelo emprego das
correntes inversas, e pelas novas disposicoes adop-
tadas por Mr. Digney :
1." Tornar-se apto o telegrapho de mostrador a
funecionar em grandes distancias. Isto provm de
tanto, muito til para a fiscalisacaoda exacta
reprodcelo das mensagens que os proprios appa-
relhes deixem, em signaes convencionaes ou cm
caracteres ordinarios, copias das communicaces
recebidas.
O seu manipulador consiste em um mostrador
alphabetico com um ponteiro, rodeado de teclas
descarga dos los percorridos pelas correntes elc-
tricas nao sendo instantneas, quando correnles de
uma s diroccao se succedem com curtas interrup- corresnnd<>ndo s lettras e aos signaes que o mos-
Ces em lindas extensas, muitas vezes nao ha entre trador conlm.
ellas lempo sufiiciente para se operar a descarga receP,or como de nm telegrapho di mos-
da corrente anterior, e a linha recebe correle ,rador. mas te dimensoes menores No manipula-
segrate antes que tenha voltado ao estado neutro. dur existe, em um dos lados da caixa que o coo-
Desla sorte os effeiios das eorrenles soccessivas ,m' u,na manivella por meio da qual se produz a
vao-se accuraulando, e era pouco tempo a iufluen" ""a?50 de uma barra de ferro doce em frente de 2
ca das iulerrui>ces se torna msensivel grande electro-imans unidos aos polos de um imn perma-
disiancia. Quando, porm, em lugar de interrom" nen,e curvado em forma de ferradura.
per-se a crrente l.mea-su na linha uma corrente Essa r!acao origina correntes do indcelo, al-
inversa, parte della neutralisa instantneamente a teniavamente de sentido inverso, de que o tele-
corrente que volla, o outra parte vae produzir no BraPbo se serve para a transmssao das lettras das
apparelho receptor o effeito que della se espera. mensagens pele modo que vamos descrever. Quan-
2." Pela adopeo do eleclro-iman de armadura do ,odas a* 'eda* estao levantadas, o movimento da
magntica di Mr. Siemens, dispensa-se o usadas manvella da batera de induccao se transmita ao
molas antagonistas, que nos outros receptores de Pn,,',ro do mostrador, e elle o percorre Ihvre-
mo.-tradnr sao necessarias para affastar do electro- men,e-
man usual a armadura reguladora do escapamen-: ^ se uma tecla abaxada, dus effeitos sao
lo, quando as correnles sao interrumpidas, molas P'-0'111*"10
cuja tencao preciso allerar amiudadas vezes para Uma has,e a ella ''*ada vae collocar-se no cessorios que traz mui pouco augmenta o peso que
p-la de accordo com a inlensidade das correntes eaminho de urna peca lisa ao eixo do ponteiro, e com a armadura tem e ser movido peto effeito das
elctricas, de sorte que ellas possam promover a at- obs,a a seu mv'mento qaando elle tem chegado correntes electrices sobre o electro-lman.
traeco da armadura, qualquer que seja a sua in- i m fnte ,da letlra correspondente. A cas SiemoneA Halsk tamtem expoz alguns
lensidade. enCnlro com **&* da ,ecl destaca a modelos de receptores tondo a rodinha escrevente
poca unida ao ponteiro de urna roda dentada, em ligada armadura doVIec.tro-iman, tao simples e
3. Torna-se muito sens.vel o receptor, porquan-1 e e,|a ehlava engrazada> e essa roda wtim a fmJ ^ M de ,. V
lo mesmo fracas correnles passaodo nos fios do receber 0 movimento da manvella sem ^e o pon- Mas, evidentemente, a melhor disposicao de te-
clee ro-unan a. erara o estado uugoeuco dos seu. ,ero de||e ,c ^ e,crem|do com linta> Cu por
ncleos, e dao lugar ao movimento da armadura, Elre|an, se se abaixa uma outra MLt pri. Mr. DignPVi e de que essa casa tem ura privilegio
que rege a rotacao da roda de escapamento. meira ,9Vantadai hasle ^ ea tr deJH de desde fo
Em geral, os telegraphos ordinarios de mostrador oppr-se passagem da peca ligada ao ponteiro, e A rodinha escrevente gyra pela accao do maehi-
transmittem at 60 lettras por minuto. Com orna- essa peca, engrazando de novo na roda dentada em nismo de relogio sobre um eixo, cuja posicao in-
nipulador de dupla correte de Mr. Digney pode" movimento, 6 conduida por ella al encontrar o variavpl.
se enviar correctamente at 80 100 ledras: mas obstculo da tecla abaxada. | A tira de papel que recebe os sigtaes passa en.
Foi o que, pela primeira vez, Morse, inventor
americano, conseguiu por meio de seu telegrapho
escreveute, que por esta propriedade leve mui
grande aceitaco, e foi em pouco tempo introduzi-
do no servieo telegraphico internacional dos prin-
cipaes estados da Europa.
O telegrapho primitivo de Morse escrevia qs des-
pachos com signaes convencionaes, que eram fei-
tos em relevo, era uma tira de papel em movimen-
to, por um estylete de ac, o qual pela accao de
um electro-iman era levado a penetrar por mo-
meutos cm uma ranhura, existente na superficie
do cyliudro sobre que so enrolava essa tira de
papel.
O apparelho constituido dessa sorte tinha diver-
sos inconvenientes :
i. Os signaes era relevo nao eram bastante cla-
ros e legiveis.
2." A sua formacao exigia uma forte pressao do
estylete, a qual tendo de ser oblida pela accao da
cleclricidade (razia a necessidade de correntes mui-
to enrgicas para a reprodcelo das mensagens
Assim em geral o receptor nao era movido pela
correte emitlida da estacao correspondente pelo
fio da linha, mas sim pela corrente de uma pilha
local, que um apparelho especial chamado reais,
obedecendo s correntes do transmssor punha in-
termitientemente cm communicaeo com o eleclro-
iman do receptor.
3." O ajustamento do estylete para produzir s2-
naes em relevo introduzindo o papel na ranhura
do cylindro, que elle envolve, era uma operacao
tonga, dfficil e incerta.
Em 1856, um dungaro, Mr. Jodn. enipregado as
lindas telegraphicas da Austria, obleve um privi-
legio para um telegrapho escrevenle, em que o
estylete de Morse era substituido por uma rodinha,
que gyrava sobre seu eixo quando o maedinsino
do relogio punda a lira de papel em movimento.
Essa rodinha eslava em parte mergulhada em tin-
ta ; e, sendo unida extrcmidade da armadura de
ura electroimn, parlicipava das oscillaces que a
intermitlencia das correntes elctricas uella pro-
duza.
Assim, quando a armadura era atirahida, a ro-
dinha embebida de tinta marca va na tira de papel,
em que tocava, pontos ou lindas, conforme a dura-
Co da allracco. B, quando o electroimn nao
eslava magnetisado, a rodinha levada pela armadu-
ra se afasiava do papel, e este corra sem receber
signal algum.
As dsposicoesgjp apparelho dc Mr. John eram
um pouco compliWdas. porque havja a combinar
e movimento de rotacao, que a rodinha escrevente
recebe do machinismo de relogio, de maneira que
elle nao fosse erabaracado pela oscillacao que Ihe
transmute a armadura do eleclro-iman sob a in-
fluencia das correntes interrompidas.
Existe na exposicao um apparelho com organis-
mo semelhante ao do de Mr. John, mas da maior
simplicidade que se Ido pode dar, apresentado pe-
lo celebre fabricante Mr. Brguet.
O eixo da rodinha escrevente traz uma roda
dentada muito leve, que engraza com uma outra
maior recebendo por meio da tira de papel o mo-
vimento da rotacao dado pelo machinismo do relo-
gio aos cylindros que a puxam.
Um Ngeiro rolo do feltro impregnado de tinia
azul est juxiaposto constantemente ao gume da
rodinha escrevente, e a molha com trata.
O engrazamenlo das duas rodas dentadas ar-
raigado de modo que a oscillaco da pequea com
o orgo escrevenle nao interrumpe a transmssao
do inovuueuto da outra. Desia sorle elle se tor-
nera continuamente de Unta, e entreunto pelos ac-
to mais prxima de um P do que do outro p. Es-
te polo p justamente o que augmenta em forra
magntica, pela influencia das correntes que o
transmssor emitte. Assim, a influencia deltas le-
va a armadura para p, afastando-a do polo P ;
mas assim mesmo ella fica mais prxima deste do
que do polo p, de sorte qne, quando as correntes
cessam e esle polo p perde a sua preponderancia,
a armadura obedece arrio de P de que est
mais perlo, e volla sua primitiva posicao. As-
sim lm lugar as oscillaces da armadura, que
para por em movimento o machinismo do relogio
flue arraata a tira de papel peta influencia da
cleclricidade A primeira corrente, que chega
ao receptor, faz pndar esse machinismo, e elle s
para depois que a trausmissao acaba. Por esse
meio a mensagem escripia, sem intervencao de
pessoa alguma: e nao necessario, como nos ou-
trjs telegtaphos, dar-se por uma fcampainha elc-
trica aviso ao agente do posto que recebe, allm dc
que elle colloqueo receptor em condices de repro-
duzr a commanica^ao.
TBAjtSmaaOMg AUTOMTICO.
Os novos receptores escrevenles por sua grande
sensibildade pdem prestar-se a escrever mensa-
gens enviadas com muito maior velocidade do que
a que tem lugar actualmente pela iransraissao a
raao geralmeute em voga. E' que a formacao de
cada ledra, abaxando mais de uma vez o manipu-
lador por lempos mais ou menos breves, exige a
recordado mental dos signaos que a compoem ; e
por maior que soja a pralica, essa operacao loma
algum tempo, que se ajunta ao da execucao dos
elementos que tormam as ledras. Alm disso, nes-
sa manipulacao muilo delicada muitos erros esca-
pan) que alteram a exaclido da transmssao.
Se fosse possvel effeciuar a transmssao dos sig-
naes Morse por um meio mecnico, a que se po-
desse dar tanta rapidez quanta se precisasse, con-
seguir-se-hia fazer a correspondencia telegraphiea
com toda a presteza consentanea com as condices
dos receptores aperfeicoados. Os fabricantes Sie-
mens & Halske, de Berln e Digney Frres, de Pa-
ris, e o engenheiro inglez, de telegraphos, Mr. Al-
ian, apresentaram tres apparelhos para a transms-
sao automtica; os dous primeiros dos signaes Mor-
se, e o 3 de ura novo alphabeto inventado pelo seu
autor. O apparelho exposto pela casa Siemens,
sob o nomede Transmssor automtico de typostem
uma disposicao anloga de ura apparelho inven-
tado pelo proprio Morse para o mes.no fim ; mas
fundado em principio inleramente diverso. as
experiencias a que foi submetlido, conseguio-se en-
viar com ese Iransmissor 80 palavras em um mi-
nuto por um s fio a uma eslacao distante 2,000
mlhas das quaes 50 submarinas Examinemos as
disposicoes do apparelho de M. Siemens.
As correntes elctricas sao produzdas por uma
poderosa balera de induccao, na qual se pe em
rotacao uma barra de ferro doce em frente dos
polos de muitos imans reunidos, o que, como sa-
bido, origina em cada meia revoluco da barra
uma corrente de sentido opposto. Para aproveilar
as vantagens das brrenles inversas, Mr. Siemens
dos signaes Morse transmitidos.
A adopcao desse syslema de eleclro-iman ainda
deu mais sensibildade ao receptor escrevente Dig-
ney, e porlanto hablilou-o a funecionar em mao-
res distancias com uma forra motora relativamente
menor.
Observase, entretanto, em opposicaoa essa gran-
de vantagem econmica que os telegraphos muito
sensiveis sao sujeitos influencias das correntes ac.
cidenlaes, que, por causas meteorolgicas, se pro-
duzem multas vezes as linhas telegraphicas. Essa
consideracao nao nos parece asss valiosa para con-
trastar as vantagens reaes que a sensibildade dos
receptores proporciona ; a economa de torca mo-
tora e a rapidez de correspondencia. Visivamen-
te, a rapidez da transmssao das mensagens depen-
de da sensibildade dos receptores, e sempre que
um apparelho fr sensivel s correntes arlficiaes
emttidas pelo manipulador, elle o ser tambera s
naturaes da alhmosphera.
O facto que os receptores com eleclro-iman de
armadura magntica se achara em maiora na ex-
posicao da casa Siemens & Halske, e justamente
foram adaptados nos telegraphos em que se notara
mais esmero na consiruccao e aperfeicoamentos de
outra ordem.
A casa Digney Frres, de Paris, adoplou tam-
bera esse systema de electro-iman em um telegra-
pho escrevente, que tras comsigo um apparelho de
induccao magntica, por meio do qual se produzem
as correntes que servem para a Iransraissao.
O movimento da manipulacao offectuado inme-
diatamente sobre o apparelho de induo.riio, o qual
emitte correnles, ora de um senlido ora de outro,
cuja accao aproveitada para produzir no receplvr
os signaes enviados.
Sendo as correnles de induccao alternadamente
de sentido opposto e de duracao inslanianea, nao
era possvel cmprega-las com um eleclro-iman or-
dinario para se escreverem os signaes Morse, cuja
formacao exige correnles de duracao variavel. O
eleclro-iman de duas correnles, de M. Siemens,
produtindo effeitos somente pela aeco de corren-
tes, e nao os alterando por sua interrupcao, o effei-
to de uma corrente uma vez producido pode per-
sistir emquanto nao se promove a emissio de uma
outra de sentido opposto.
E' dosse modo quo, pela adopcao do electroimn
de armadura magntica de duas correntes, se pode
transmitir com correntes do indunjo as combina-
Coes de signaos que compem as latirs do alpha-
beto Morse.
A applicacao das bateras de induccao magntica
aos telegraphos esrreventos iavaneia de M. Sie-
mens, que a aprsenla om um pequeo telegrapho
muito porttil, em que a traeco da tira de papel
produzida ra.i por meio de uma manivella.
Duas nutras innovaces sao expostas por esse
afamado fabricante em um bello apparelho proprio
para linhas submarinas : o reais de correntes in-
versas, e o manipulador para a transmssao de sig-
naes com taes correntes.
O principal orgo do reais Siemens o seu elec-
Iro-iinan de armadura magntica, que. obedecendo
a correnles de senlido eupusto, fecha o circuito da
pilha local a Ira vs do receptor pela accao de cor-
rentes de uma direceo, e o interrompe pela das de
sentido inverso.
O manipulador para duas correntes difiere em
alguns delalhes do transmssor ordinario de Morse.
No estado de repouso, o manipulador de M. Sie-
mens estabelece, como de costume, a communica-
cao da linha com o receptor de seu posto : mas,
dando-se-lhe um movimento lateral, a manobra
para a formacao dos signaes pe o fio da linha al-
ternativamente em relacao com o poto positivo ou
com o negativo da pilha. Ja disseraos, fallando do
telegrapho de mostrador de correnles inversas de
M. Digney, como as correntes inversas se prestam
a maior rapidez de correspondencia do que as cor-
rentes intermitientes de um s sentido.
A n e u tra 11 sarao que as correntes inversas pro-
duzem eutre si, na occasiao da descarga dos tios
por sua accao opposla, as torna de muito til em-
prego as linhas submarinas, onde a descarga es-
pontanea das correntes de volla muito demorada
por existir grande quantidade de electricidade con-
densada sobre as faces da carnada isolanle de que o
lio raelallico envolvido.
E' sera duvida por essas razos que Mrs. Sie-
mens it Halske applicaraui nos seus telegraphos
para linhas submarinas, disposicoes para a traos-
misso de despachos cura correnles de dous senti-
dos.
Alguns apparelhos, expostos pelas casas Digney
Frres e Siemens & Halske, contm m systema .HNaJUBCO. TYP.
misso dos signaes Morse tivesse logar pela emis-
so dessas correntes; e para reproduz-los elle adop-
tou um receptor escrevente contendo o seu eleclro-
iman de armadura magntica.
O transmssor automtico de Mr. Siemens usa
de typos feitos em chapas de cobre cortados na
borda em partes salientes e reinlranles, as quaes
por uma combinacao muilo engenhosa com as cor-
rentes inversas de induccao produzem a Irans-
misso dos signaes do Morse. Esses typos sao jux-
tapostos uns aos outros om reguas de melal lendo
uma ranhura para segura-Ios; e assim se compoem
as palavras da mensagem. A borda inferior dessas
reguas traz uraa cramelheira, que se ajusta ao
paseo de ura parafuso sera tira, quando ellas sao
collocadas cm sua posicao respectiva na mesa em
que se faz a trausmissao. Um syslema flxo sobre
essa mesa traz uma peca movel munida de um
gume vertical, que uma mola apoia constantemen-
te sobre a superficie dos l y pos reunidos na regua,
quando ella est em seu lugar. Desta sorle, quan-
do se d a regua um movimento de translacao, o
guie da peca movei ora corre sobre as partes sa-
lientes dos typos, ora cahe as reinlranles, e assim
oscilla intermlenteinenle. Uma baste vertical, que
Ihe est ligada, participa dessa oscillaco, o que a
leva de encontr ora uma posta cm communi-
cacao com a linha, ora com uma outra T. em rela-
cao com a trra.
Um mesmo systema motor serve para por em
rotacao simultneamente o app.,reldo inductor e o
parafuso sem fim, que engraza na regua dos ly-
pos : e lia uraa lal eombioacio entre os movimeo-
tos da regua e da barra de induccao, que a cada
meia revoluco rjesla barra (que causa uma cor-
rente) a regua se move de uma certa quantidade
As correntes elctricas vera ler pela massa metal-
liea do transmssor ao systema movel, cujo gume
corre sobre os typos, e, quando a regua passa de-
baixo delle, a hasle vertical elle ligada toca
pona L quando o gume asenta em partes salien-
tes, e a pona T.qnando elle cahe as reinlranles
No primeiro caso, correnles successivas positivas e
negativas sao enviadas pela linha, e vao produzir
no receptor, aquellas o contacto do orgo escre-
vente com a tira de papel, estas a separacao. No
segundo caso, ha Inlerropco de correntos na li-
nha, e no receptor contina o effeito da uMtna
eorrenle.
Assim, em quanto o gume percorre as parles sa-
lientes dos typos, a breve duracao das correntes
de induccao s produz no receptor pontos separa-
dos por pequeos iolervallos. Mas se o gume cahe-
em uma reratrancia depois da eraisso de uraa
eorrenle positiva, produz-se uma interrupco, e o
effeito da correule perraauece uo receptor, que
produz um traco era lugar de um ponto. Se, ao
contrario, a interrupco succede uma corrate
negativa, conlinuando o seu ofteito no electro
imn do receptor, o orgo escrevente tica por mais
tempo separado da tira de papel, um mais tongo
intorvalio branco deixado enlre os siguaes.
Comprehende-se agora como, por uma combinacao
da grandeza das partes salientes e reratranies do>
typos, se possa com elles eompor os signaes de
Morse.
O modo extremamente engenhoso por que M.
Smiens conseguio rcproduzir esses signaes por
meio de correntes inversas, lor^a o seo apparelho
capaz de transm-sso rpida e segura a grande
distancie, o que pode obter o transmssor que varaos
examinar.
Exposto pela casa Digney Fkdres, de Pars, esse
transmssor do systema anako ao do um appa-
relho desse genere imaginado por Baio, o invajMoT
do telegrapho electro-eimico, e consiste em dous
instrumentos distinctos ; o perfurador, e o trans-
mssor propriamentc dito.
O perfurador consumido por um systema de
duas ou mais alavancas, por cujo manejo'se fazem
em liras de papel buracos rectangulares, repre-
sentando pela dimensao e pelo arranjo os sgnaos
do alphaboto Morse, que traduzem a mensagem.
\
sendo de duracao variavel, produzem a formacao I Cmw'nou scu apparelho de modo que a trans-

Continuar-se-ha.)
U8 M. F. F. & FlLflO
*


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