Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10371


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Full Text

/
ANUO 11. ROMERO 115.
Por tres mezes adiantados #$000
Por Ires mezes vencidos 6JUUU
Porte aocorreio por tres mezes. 75'
DIARIO
*p t
>> mUntt
SEXTA FE1RA 20 DE MAIO DE 1SW.
Por aso adantado.....i9J00O
Porte ao correio por um anuo 3JUU
"ENCARltEGADOS DA SUBSCRiPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Brasa; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C: A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Alagas, o-Sr. Claudino Falcao Das; Baha, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
eira Martins A Gasparino.
PARTIDA DO ESTAFETAS. EPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO
iinda, Cabo e hscada todos os das.
Iguarassu", Goyanna e Parahyba as segundas e .
sextas-feiras. I 5 Ln* nova as 9 h., 54 m. e 2 s. da t.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'J 13 Quarto cresc. as 4 h. e 61 m. da t
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. I i ina p.heia a 11 h -. m a un a. ..
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro; Brejo, Pesqueira, 11 n., 4 m. e 20 s. di m.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob.l 7 h. e 56 m. da m.
Boa Vista, Ourirury e Exu' as quartas feiras.
Serrahaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
filia de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/i dia.
PREAMAR DE HOJS.
Primeira as 2 horas e 54 minutos da utde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
PAKTIa DOS VAfORES COSTEIROS.
Pira o sul at Aiagas a 6 e 25; para o norte at
a iW a e de cada mez > Para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s t A. 7. 7 V, 8 e
8 /i m:' 0de Olinda s 8 da m. e 6 da Urde; de
Jaboatao as6/t dam.; do Caxang e Varzea s 7
da m. de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 31/ 4, 4 /, 4/,,
5, 5 Vt, o Vi e 6 da Urde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 Vi da Urde; para Jaboatao s 4 da Ur-
de ; pra Cachang e Varzea s 4 Vi da tarde: para
Bemflca as 4 di tarde. i
PARTE 0FF1C1AL.
G0Y1R10 DA PROVINCIA.
Eipcdirntc do dia 17 dr maio de 1861.
Oflico ao brigadeiro commandante das armas. |
Sirri-ie V. Exc. de mandar (tur em liberdade o
Tccruta Firmino Perein Lucas dos Sanios, visto
ter sido julgado incapaz do servigo do exercito,!
cotno consta doofflcio de V. Exc. de 14 do corren-!
le, son n. 872.
Dita io mesmo.Autoriso V. Exc. a mandar ad-'
miiiir novameute no exercito, alm de servir o \
lempo eoropetnentar jwr que > obrigado o ex se- .
gundo sargento do stimo balalhao de nfantarial
('."lirado C mgalves Meirelles, visto nao ter podido
reilisar o< meiot de salisfazer ao substituto que
apresentou em seu logar, a quantia que Ihe pro-,
metiera por esse servigo, como se v da informa-
gao do V. Exc. de 11 do correte, sob n. 871.
Dito ao mesmo.Respondo ao ofllcio de V. Exc. i
n. 882 de 16 do corrente, declarando-lhe que nao foi'
aprescnlado nesse quarlel-gencral o recmia.Cande-
lilao Celestino da Fonseca, por se ter evadido da !
enfermarla de mariuha, onde se achava em trata-'
monto, como me parlicipou o capito do porto cm
ofticio de bonlem.
Dito ao inspector da tliesouraria de fazenda. j
Transmillo V. S., para seu conliecimento c do-
villa exeruen, cima do aviso que me dirigi o
Exm. Sr. ministro da blenda em 23 de abril ulti-
mo, acerca da representago dos negociantes des-
ta pnca Maia A Espirito Santo, relativamente ao
elfo que deixaram de pagar as duas vias de le-
Kas as quaes por esse motivo liraram deudas na
rerebedoria de rendas desU provincia, cujo admi-
nistrador mandou lavrar termo de mulU e rivali-
daeo prosegu ndo-se nos demais termos para a
respectiva cubranga.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. ehVcluar ao en-
genheiro Paulo de Oliveira, encarregado pelo go-
verno da investigago meniralogira nesla provin-
cia, o pagamento das despezas que ha feito com
transportes, regulando se pelo mximo da tabella
aimexa ao decreto n. 2,22 de 10 de maio de
1862.
Dilo ao mesmo. Transmuto V. S. para os
f:ns convenientes a inclusa copia da acta do con-
selho administrativo do arsenal de guerra datado
de If do corrente.
Dito ao mesmo.Remctto v. S. para seu co-
nliecimento e execucao, copia do aviso circular de
23 do mez lindo, determinando que, por no ter
sido ainda vetada a le do oroamento que deve vi-
gorar no prximo futuro ejercicio de 1864 a 65,
deve essa repartigo, na despeza com os differentes
serviros cargo do ministerio da justiga naquejle
exercicio regular-fe pela distrihiiigo do crdito
anni>To ao aviso de 21 de abril r>a>iln,
n qual esu presidencia remetteu V. S. copia em
16*ile maio do mesmo anno.
Dito ao mesmo.Mande V. S. ajustar contas e
pasear guia de soccorrimento ao tenente do stimo
bataKiio de infamara Lopercio Gahagem Cham-
l'loni.que lem de seguir para a Hahia a fruir tres
mezes de licenca que obteve do governo imperial.
Commumcou-se ao brigadeiro commandante das
armas.
Dilo ao mesmo Communico V. S. que S. M.
a Imperador por decreto de 5 do mez lindo houve
por bem declamar avulso o juiz de direilo Joaquim
Genealres Lima por ler deixado de entrar em
exereido na comarca do Brejo da provincia do Ma-
ranhao dentro do prazo que Iho foi marcado.
Igual communicaco se fez ao predito ha-
chare!.
Dito ao Dr. ehefe de polica.Devolvendo in-
cluso o autoamento e interrogatorio que proce-
deu o dilegado de polica do distiirto desta capital
relalivamenle orcurrenca havida entre alguns
estndantes da provincia do l'ianliy e o voluntario
do exercito Clemente Pereira, teno a declarar
V. S. em resposta ao seu officio n 5'i4 de 7 do
corrente, que a pessoa a quem pertencer, ocomo
escravo, aquelle voluntario, deve reclama-lo ao
governo imperial, depois de provar nos termos da
lei o M'ii dominio.
Dito ao diredor do arsenal de guerra.Mande
V. S. fornecer ao segundo lenle de artilharia
Jos Amonio Ribi iro de Freilas, como solicilou o
brigadeiro commandante das armas em officio
n. 886 de 16 do corrente, os objertos mencionados
no incluso pedido os quaes sio necessarios para os
pa de primeira linha na praia de S. Francisco em
Olinda C<>mmunicou-se ao brigadeiro coinman-
danle das armas.
Dilo ao mesmo.Visto que o menor Jos Mauri-
ci) de Sotiza, por molestias que Htflre, acha-se ini-
poasibililade de continuara servir na conqianhia de
apreinlizes desse arsenal, como declarou o rirur-
gio ene irrogado da n.sportiva enfermara em seu.
parecer datado de 15 do corrente, mande V. S.
entrega-lo Thereza Cesara de Jess de quera
llhn, fletado desligado da referida coinpauhia.
Dito ao mesmo.Contrate V. S. com o dono ou
mostr do hatenacinna Sergqmno que tem do se-
guir para o presidio de Fernando, o transitorio do
segundo sargento do quarto balalhao de arlilharia
a p Miguel dos Sanios Ciimaraes, que para all
destaca.Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das arma?.
Dito ao mesmo.Em vista da sua mformacao
D. 316 de 16 do corrente, autoriso V. S. a mandar
.ulmitlir na conipanhia de aprendizes desse arse-
nal, quando houverem vagas os menores Manoel e
Scveriano, filhos da viuva Francisca de Assis,
urna vez que esu satisfaca as disposices constan-
tes do artigo 4." do regulamenlo de 3 de Janeiro
de 1842.
Dito ao director das obras militares.Remetto
incluso por copia o officio do brigadeiro comman-
dante das armas n. 888 de 16 do corrente para
<|ue V. S. em vista do que elle expoe, me apr-
sente com brevdade o oreamento das despezas
a fa/.er-se com os reparos necessarios ao Fartim
denominadoMontenegroalim de poder servir
de quarlel iropa que vai ser exercitada em
alirar ao alvo.
Dilo ao capillo do porto.-A' V. S. serao apo-
sentados, para terem o conveniente destino, depois
de inspeccionados, os recrutas de marnha Pedro
Jacintho de Barros e Amonio Francisco da Paz.
Dilo ao director das obras publicas. Para satis-
azer o disposto no aviso da reparttcao da agricuh
tura, commercio e obras publicas, datado de 25
de abril ultimo, remetta-mc Vmc. copias das plan-
tas parciaes de que ti ata o seu officio de 6 da-
qoelle mez.
Dito ao Ihesoureiro das loierias.Em vsU da
sua informacaode hoje, dada com referencia ao
roquefimento da mesa regadora da irmandade do
Witihor Bom Jess das Dores do S. Gongalo nesla
idade, autoriso Vmc. a entregar mediante a ne-
cessarias camellas ao Ihesoureiro da mesma ir-
mandade Jos Miguel dos Anjos, o beneficio da
lotera cxlraluda no dia 10 do crrenle em favor
das obras daquella igreja, do qual prestar o mes-
mo ihesoureiro contas na estacao competente.
Communicou-se ao inspector da thesourana pro-
vincial. ..
Dito aojuiz de paz mais votado do disincio
da freguezia do Garanhons.Cnmpre que Vme.
me informe com urgencia como Ihe foi recommen-
dado em meu officio de 26 de marco ultimo qual a
razio porque deixou de reunir no da marcado na
lei, a junta revisorada qualificaco dessa fregue-
r.ia no corrente anno. .
Dito ao administrador do correio.Communico
AUDLSNl^A DOS TRBUNAE8 DA CAP/TAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaso: tercas e sabbados is 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s li horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas is 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meie
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da Urde.
DAS DA ScMaNA.
16. Segunda. S. Joao Nepnmncrnn morgo m.
17. Terca. S.Purnoal Halonf.
18. QBarta. S. Flix de Canlali. i.
19. (Juinla. S. Pedro Celestino f.: .S. |to f.
20. Sexta. S. Beinardino de Sena f.
21. Sabliado. ka. .Marros e Tlf'i|i-'inpk.
22. Domingo. S. Hila de dada viuv.
ASSIGNA-SC
no Recife, em i livririi da praca a lavlcpf n>learia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figneiroa de
iFaria & Filho.
a Vmc. para seu conliecimento, que segundo cons- E' o caso. O cidadao Antonio Querino tem por ,
tou de officio da secretaria de estado dos negocios aforamenlo perpetuo o sitio Ulinga pertencente ao O porto Dea varridod navio '
da agricultura, coniinercio e obras publicas, de 30 patrimonio da extincta villa do Cande, entrando Acaba de desembarcar do" Apa o Sr. Dr Sin-
de abril ultimo foi nessa data nomeado Jos Jea- as condicoes do contrato a clausula de poderem val Odorico de Moura, presidente nomeado'para
qmm de banta Anna Guerra para o lugar de aju- os indios all moradores, rocaros malos precisos as esta provincia, fazendo-lhe urna guarda de "
dame da agencia de aruaru, vago por demissao suas lavouras ; prerogativas igualmente faculUdas
concedida a Manoel Jos dos Santos, com e venc- a todos os outros indios em os demais sitios afora-
menlo do agente quando fizer as suas vezes. dos do mesmo patrimonio, e jamis contestados pe-
Diio a irmandade de S. Jos de Riba-Mar desta los foreiros.
cidade.Nao pudendo o conselho de qualificacao Apoados em seu direito tinham varios indios
da guarda nacional da parochia de S. Jos desta d'aquelle sitio; ha alguns mezes sem a menor ob-
cidade, fnnecionar na respectiva matriz por se jeccao ou obstculo de Antonio Querino, derruba-
do capoeiras e aberlo rogados para obterem em
lempo proprio o sustento necessario s suas nudi-
llos pauprrimas, abastecendo igualmente os mer-
cados visinhos com os remanescenies de seu iraba-
llio, quando entra em scena esu nova ordem de
Nesta quinzena 6:3l8As:(- Paco da assembla provincial, H de abril de
1864.Jos da Cunha Trixetra.
rillMRIll.V PAUTE DA OIIOF.M DO DIA.
Segunda diseussao das emendas offerecidas em
honra, terceira ao projeelo n. 22, acerca da fazenda mo-
postada no caes Varadouro as continencias do es-1 dlo.
tylo. Amanhaa lomar S. Exc. posse peranle a Sao approvadas sem debate.
cmara municipal, e entrar no exercicio de sua Primeira diseussao do projecton. 74. que conce-
; importante missao, em a qual Dos o auxilie para de 6 mezes de lirenca com vencimentos ao secre-
bem
adiar esta em obras, recommendo irmandade
de S. Jos de Riba-Mar que conceda permissao
para aquelle conselho irabalhar como convm no
consistorio da sua igreja.Coamiunicou-se ao
presidente do predito conselho.
PERlAMBCO
esttido; que nenhum perigo aniearava j patz. e aja*
porlanlo nao devia ter-se dado a dissoluco.
E' preciso Sr. presidente, cerrar os dan, a#
esiudar a historia |mlitica. n.o querer nh-rprrfar a
constituico no seu verdadeiro sentid, e nio con-
sultar a razo nem as paixoVs, para poder impug-
nar o acto da dissoliicao da cmara.
E' rerdade, senhores, ipie, segundo o principios
de direito publico consiitucHtnal, o poder modera-
dor deve ser o mais cautelloso possivel no u se direito, por isso mesmo que o acto da ! da cmara pode acarretar jara o pan mu tos en-
baracos, muiu rommoco, minias desorden, a^ae
; |ior sso s se lauca man delle em rasos extr
Dito ao gerente da companbia I'ernambncana. cousas, e oceupa a cade ira da presidencia o Sr.
Communico a Vmc. para sen conliecimento, que Dr. Felizardo.
segundo conslou de aviso da reparticao da agri- Immediatamente fez S. Exc. a inversao das au-
cullura, commercio e obras publicas, datado de 3 toridades da provincia, queja Ihe refer, no sentido
do corrente, sob n. 6, foi por decreto n. 3,261 de do partido de que chele, cabendo aquella locali-
28 do mez lindo, prorogado por 2 annos o przo dade era partilha aos dous sobredilos individuos,
concedido a cmpanhia Pernambucana de navega- cheios de odio e rancor contra os pacficos indios,
gao cosleira por vapor pelo decreto n. 3,149 de 3 por nao commungarem suas opinies polticas e
de setembro de 1863 para a distribuicao das res- sdenlos de vinganca pela derrota que all soflre-
pectivas acedes. ram na ultima tonlenda eleiloral.
Portara.Os senhores agentes da cmpanhia Poucos das se passaram de nova dominaciio, e
Btasleira de paquetes a vapor mandem por dis- o castigo nao se fez esperar. Antonio Querino faz
posicio do conselheiro Manoel Rodrigues Villares,
nos termos do aviso da reparticao da agricultura,
commercio e obras publicas, de 30 de abril ulti-
mo, as 3 passageus de estado a r de que dispoe o
goveruo no vapor Paran, quando regressar do
norte. onimunicou-se ao predito conselheiro.
Dila.O presidente da provincia, tendo em vista
um requerimenlo ao actual jniz municipal, primer
ro supplenle em exercicio, que despachado sem
o manir exame ; apresenta-se aos rogados daquella
pobre gente cora ollioiaes de justica e mais de \ in-
te homens armados; arranca para cima de 36 mil
cvas de mandioca, alm de muras pequeas la-
vouras ; e reduz os infelizes indios, donos das ro-
o que represenrou o juiz mnnicipal do termo de gas, inaior miseria, sem que possara lungr ora
Nazareth, em dala de 18 do mez lindo e 9 do cor- "
rente, eoque dispoe o arl. Io do decreto n. 1,294
de 16 de dezembrode 1853, resolve nomear a Or-
lando Mequilino de Almeda para servir tempora-
riamente os oUlcios de tabelli.o do publico, judi-
cial e notas, escriv.o do civel, capellas e mais an-
nexos que eram exercidos pelo tabello e escri-
vao Franklin Alves de Souza l'aiva, durante o im-
pedimento deste.Commuuicou-se ao juiz munici-
pal de Nazareth.
Expediente do secretario do goTerno.
mugir, ou esperar a menor reparaeao a lio enorme
alternado I
Eis una pequea amostra das scenas de violen-
cia, arbitrio e devastago qae se execulam sob o
reinado do chefe, presdeme em exercicio.
Em Cabaceiras o novo delegado andou aos
supajios com Bento Beruardino dos Sautos, por
questes particulares, querendo ainda era cima
traucatia-jo; e, apezar do ajuntaaienlo de mais de
cem pessoas que o caso reuni, aquelle conseguio
evadir-se! Poucos das depois Ciryllo de Souza Ca
ASSE1BLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 12 DE ABRIL DE 1864.
PRESIDENCIA DO SR. CONSELHEIRO TRICO DB
LOUIlKinO.
Ao meio dia feila a chamada c achan-
do-se presente numero sufflcienle dos Srs. de-
pu lados,
Abre-se a sessao.
Lida a acia da anterior approvada.
0 Su. Primeiro Secretario d conta do se-
guinle
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do governo, remetiendo
por copia o ofllcio quo remellen o director das
! tario das obras publicas.
E' approvado sem debate.
Continua a segunda diseussao do projecto n. 6,
que supprime a villa de Nossa Senhora do O', c ele-
va cathegoria de villa a povoagao de Ipojura.
O Sr. Ci niia Teixeira :(Nao devolveu seu ds-'' Mas, Sr. presidente, se acompanharmo os aron-
enr*;) j lecimentos polticos de nosso pan, se bnearmo-i
A diseussao fica adiada pela hora. urna vista retrospectiva pjra o periodo rte 1.1 Mh
O Su. CiMiiA Tkixf.iha rejur urgencia para se i nosque mcliou de una a outra dis-oloc;io, ere-
disculir o projeelo at ser volado. : ,0s que o remedio da le fui appl.cado em temm,
\olada a urgencia e nao havendo mais quem pe- qUe 0 acto da dissolueo foi justo e n^re*ariu, f i
disse a palavra, ella encerrada, c approvado o : prudente e sabio,
projeelo. a cmara dos deputados e deve ser, a gnarria
OSn.Ci niia Teixeira (pela ordem) pede para avangada, o baluarte das liberdades poMica*. o
que sejam preferidos na ordem dos trabalhos os m0|0r enrgico dos progresos sociaes. Sna mi*sio
projecto de maior inleresse publico, entre os quaes indispensavel, mas por sua hnp memn nao
se nota o que impoe sobre caixeiros estrangei- sem perigos ; e desde que ella se p> n Iota na
ros.
Officio ao inspector da thesouracia de fazenda. valcauli. acompanhado de dous sequazes, bolou os
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda trans- KalaI'os n liberto Caetanp Victorino de Barros,
mmir a V. S. a inclusa ordem do thesouro sob 1u,e lev^ a audacia de, neste lempo de progresso,
n. SHi cobrar-llie quairo mil ris, e, no lugar do% Poci-
ED1TAL. nnos' Pspegoulhe urna tremenda surra, que o re-
2' secgao.-Secretaria do governo de Pernam- Uuz' a m,sero estado-
buco, 17 de maio de 1864.Pela secreUriado
verno se faz publico, para conhecimento dos inle-
ressados, os despachos proferidos pelo Exm. Sr.
ministro da jusliga, em requerimenlos desta pro-
vincia, do 1" de Janeiro a 31 de margo ultimo,
abaixo declarados
O Sr. Joo Teixeira (pela ordem) pede que tam-
bem seja preferido o projecto n. 40 que j se acha
na ordem do dia.
O Sr. Souto Lima (pela ordem) pede preferencia
tambera para ser posto em diseussao o projecto
a cidade a povoagao de Pedras de Fugo.
SEGUNDA PAUTE DA ORDEM DO DA.
do anno prximo passado. A quem fez a requi-1 Contina a diseussao do projecto de torga po-
sigao. i ||pja|
JES? li,m,hSQm0' ,Men.fc ,orma?0 m' i S- 1'HKsiDENTE :-Tem a palavra o Sr. Silva
rastrada pela thesourana provincial, acerca da pre- p,arros
***&..** Pf*BCi?e9 Antonio da Silva Cavalcanti,! 0 s(' SlLVA Bar,os :._Sr. presidente, depois de
tilado provincial. A comraissao haverem rallado lano e lio dislinelos oradores so
bre o projecto do fixagao de forga policial, depois
obras publicas acerca da planta da estrada de Goi- (ue eievJ
anna Pedras de Fogo, soliciuda en 27 de abril '
A' quem fez a requi-
de ordenados.
Ouiro do mesmo, remetiendo as informagoes so-
licitadas em 31 de margo preximo passado. A'
quem fez a requisigo.
Outro do mesmo, remetiendo copias dos contra-
tos celebrados com o engenheiro civil Jos Mame-
de Alves Ferreira.A' quem fez a requisigo.
Ouiro do mesmo, remetiendo as informagoes e
mpeno da
i a da-
todava
de se haver desenvolvido com lucidez a questao
poltica debaixo de todos seos pontos de vista, ,
porcerto. lemeridade de minlia parle erguer mi-
nha frara voz neste recinto para aventurar algu-
mas proposicoes acerca de urna questao de Unta
magnitudc.
Mas, Sr. presidente, nao venho a tribuna na ps>-
ni querer prestar o seu apoio poli-
prestadas pelo director geral da mstruegao publica, ,iCil que domJna', |1|u ^ aolua, no venh0 ainda
..^A Te,xeir* '"' cruelmente espancado o ctda- acero da pretencao do professor elementar da censurar a ,narcna ^^ desle ou daquelle par-
dao Guilherme Nunes da CosU, que ficou cora a v"la do Cabo, Claud.no dos Santos Lopes Castello, ,UOi Vei.lio,sim, a tribuna, senhores, era primeiro
cabega toda quebrada, o roslo complelaineute.desfl-1 Branco.-A quera fez a requisigo. |gar dizer a ,|)inha provinPa e ao pail 0 nuc wa
rado e ledo corpo Uagiciado. Eslava ungido as ul-1 Ouiro do mesmo, remetiendo a raformagao mi- e 0 quc lire,endo, d'onde vim a para onde von: em
lunas noticias, e nenhuraa esperauga se nutria de : rastrada pelo Lxm. prelado diocesano e dos viga-, segund0 avelurar aleuraas palavras em relaco a
sua existencia. So fallou dous dias depois do n<" da *'?c*d* e Sexinhaem, relalivamenle ao pro-i d,versas proposigoes avangadas nesla casa contra o
Joao Valeriano Pessoa de Lacerda.-Offlcio de martyno, quando pode reconhecer alguraas pes-;jec'o n 14 creando uraa|freguezia na capel la de pariido progressisla, e especialmente responder
Joaiifa.I'rejudieado 7de margo. soasde sua desditosa familia, e varios amigos que^ WMbeuhora.de Garaelleira.- A quem fez a re-: um topjco do discurso do nobre deputadopelo 3
Joaquim Jos Morei'ra de Aguiar.dem.dem, i cercaYan SU ''o de dor, declarando euto que | "$> districto, o Sr. Gaspar de Drummond, quando dlsse
-10 de margo. seus verdugos forara dous capangas do lente co-1 Ouiro do mesmo, remetiendo a mformagao mi- que Mcds0 do processo eleiloral o 5 distric-
Firm.no Pomposo de Mello Falcao.-Idem.- ronel Melfonso Ayres Cavalcanli d'Albuquerque,.,r"Pf' Exm. Sr. prelado diocesano acerca t0 tinha-se transformado emum vasto acampamento
actual delegado do Sr. primeiro fice presidente ne do projeelo n. 33.A' archivar.
termo de Pales
Novas noticias assustadoras circulam do se-
gundo districto da provincia, que no me atrevo a
dem.-29 de margo.
O secretario do governo,
Dr. Francisco de Paula Salles.
Despachos do dia 17 de maio de 1861.
Hi-querimenlos.
_Antonio Jos de Castro. A" vista das informa-
goes, nao se funda na lei a pretencao da suppli-
canle, e por sso a deliro.
Augusto Cesar Fernandos Eiras. Satisfaca a
exigencia constante do parecer fiscal.
Benediaio Jos Pereira.Como reqner.
Elias Francisco de Souza Uarros e outro. As-
signando, volie querendo.
Eliziano Gomes de Mello.Os papis do suppli nha' a1meaCad0 maiores insultos em sua
cante foram rumettidos ao governo imperial ^ e bens> "? *}l\ Pr-s'S0sse por mais lempo.
Francisco de Assis.-Aprsente os menores ao Sua propnedade ficou entregue ao cuidado de
Sr. director do arsenal de guerra, quando elle exi- dous "lnus ?ue .x'ive'" Sl,a cmpanhia, dos
gir. quaes um, o Dr. Adeuno Candido Carneiro da Cu-
Irraandade do Senhor Bom Jess das Dore* erec- Dha' Ienen,e coronel do balalhao de artilharia des-
ta na igreja de S. Congalo desU cidade.-Dir'ija-se 'e ,nu1DIC|P'0.. acaba de_reccber urna ordem de 8
ao Sr. Ihesoureiro das loierias "ias "t Pr,sao a cumprirem-se na fortaleza do Ca-
Isabel Anlunes de Moura Informe o Sr Dr |edello> subcerlos e especiosos pretextos de falla
chefe de polica. "e ^imprmenlo de servico da guarda nacional,
como commandante do citado baUlho. Parece que
Ouiro do mesmo, remetiendo as informagoes mi-
nistradas pelo director das obras publicas, acerca
das obras concluidas e reparadas nos ltimos cin-
referir por carecefem de collrmagao mas que i ^ annos.A' quem fez a requisigo
trazem todos asss apprehonsivos e verdadeira- lfna petigo dos eleitores da freguezia do Pogo
mente contristados pela sorto dos conservadores' da Panella, pedindo para que fique sera elfeito a
entregues pelo Sr. Dr. "Felizardo a sauha de seus alterago da divisao dos dous disirclos daquella
agentes n'aquellas paragens. : freguezia, que fez a cmara municipal em 1860.
Na Taquara continuam as perseguigoes contra a ', A' comraissao de estatistica.
importante familia do Abiahy, poni de ter se re '
tirado para esta capital seu chefe o respeitavel te-
nente coronel Manoel Florentino Carneiro da Cu
pes
Jos Gomes de Sonza.Prove iseneao.
Joao Antonio da Paixao.Requeira' pelos canaes
competentes.
Jos Francisco Marinho.Informe o Sr. director
do arsenal de guerra.
Joao Bento Rodrigues.Informe o Sr. recruta-
dor dos municipios do Recife e Olinda.
Joao Lola de Carvalho Informe o Sr. director
do arsenal de guerra.
Jos primeiro, Africano lvre. Em vista da in-
formaco nao lem lugar o que requer.
INTERIOR.
se procura a lodo transe cansar a paciencia do
meinbros d'aquella considerada familia, para leva-
! la praliea d'alginn aclo de disespero, afim de ler-
' se justificada occasiao de perpelrarem-se gra-
! vissimos alternados sob a capa da autoridade, que
(actualmente cobre seus adversarios antigos e ran-
corosos.
O recrutamento, de que Ihe fallei as minhas
antecedentes, contina a ser executadocom a maior
intensidade, pelas uovas machinas de| perseguigao
jdisseminadas na provincia nteira, produzindo s-
! ros vexames, e as mais vivas reclamages de in
militar, em una verdadeira praga d'armas.
Eu disse, senhor presidente, que vinha a tribuna
dizer a niiiiha provincia e ao raeu paiz o que son.
Eu sou, senhores, talvez o mais fraco e o mais
obscuro merabro desta casa, (nao apoados) mas
que, amando sinceramente o meu paiz, desejo v-lo
marchar avante na carreira do progresso: eu sou
apenas um pobre mogo, que saturnio a 4 mezes dos
bancos de urna faculdade de direilo, novel ainda
na carreira das letras, baldo de conheeimentos,
(ao apoiados) falto de inlelligencia (nao apoados)
c, sera experiencia dos negocios pblicos, pouco ou
freguezia na Capunga, alienta a impossibdidade do i nada deri;j ,^ em d me vju
parocho da Boa-Vista administrar o paslo espiri-; nascef,. i.\ao apourfos.
Outra dos moradores da Capnnga, Manguinho e
Ponte de Uchi, pedindo a croagao de urna nova
lual.A' coniraisso de eslatislica.
Outra do commendador Manoel Gamillo Pires
Falcao, ex-tbesourelro das loierias desta provincia,
pedindo a reslituigao da quantia de 1:5605 rs.-
A' commisso de peligoes.
Outra de diversos proprietarios de terrenos silos
na ra da Aurora, pedindo a construegao de um i recndito ponto desta provincia oceupa
caes naquelle lugar.- A comraissao de obras pu- damenl0 ma cadeira na representaC
blicas.
E' lido e approvado o segunte parecer :
A commisso de peligoes, quera fii presente a
petigo de Ulisses Cockles Cavalcanli de Mello e
Joao Pedro de Jess da Malta, langadores do con-
sulado provincial, na qual pedein a esta assembla
umaajudade custo para cora ella formaremos
langaraenlos dos difierentes impostes da treguezia
de S. Lourenco da Malta, Jaboatao, Varzea, Mur-
beca e Pogo da Panella ; bem como que mande
pagar 2005000 rs.a cada um dos supplicantes que
despendern! nos annos de 1862 1863 e de 1863
186i, de opinio que sendo o servigo a que se
referem os peticionarios obrigago do encargo de
O que pretendo ? Eu pretendo, senhores, o futu-
ro da palra, e a felicidade de todos os Brasileiros,
pretendo unir raeu vol aos daquelles qua almejam
a prosperidade do paiz, e a umao de todos os Bra-
sileiros.
D'onJe vim Eu vim do mais remoto, do mais
>ar imnvreci-
representago provincial,
(no apoiados) eu vira do legitimo e verdadeiro
triurapho das urnas, (apoiados) vim d"onde vieram
todos os meus honrados collegas fapoiados) e venho
concorrer com os meus fraeos exforcos para os
melhoramentos de que tanto precisa esta heroica e
importante provincia.
E para onde eu vou? Eu \ou, senhores, para
onde me levar a senda do progresso, eu vou para
onde forem todos os Brasilciros livres, amantes da
patria e da liberdade. (Applausos.)
Definida assim, Sr. presidente, a minha posicao
| O ministerio, e muit mais quando es*a lula ,
mada de paixoes vehementes, de excessos, le oAos
irrilantcs, de as^iragoesptireaeticis.qual o avio de
evitar os males resultantes dessa exageraca e ia-
I tolerancia J E' dissolver o gabinete. dir-tik--h>> os
nobres deputados ; mas, >enhores, qoanlns ;^bi-
les se dissolveram durante o curso de urna a outra
dissolugao 1 I'ois estar sempre a razo da para*
da cmara, e nunca da parte di ministerio, para
que seja sempre este quem deva retirarse f
Quando o poder legislativo acha-se em divergen-
cia, cm desliarmonia com o poder rxtrutivo. qaan-
do inaioria das cantaras nega u seo apoto a* m>
verno, qual o recurso, o meto mais f.vil e am
conveniente em semeliiantr caso f E* sea dissolver o gabinete. Mas, partir o motivo da di-
vergencia sempre da parle do poder riet-atr*
Estar >empre nesie o erro, a swa razio E nntaa
circumsUncias sera sempre o niiaislerw qoem dn>
ve retirarse dianie da maioria da cmara ? no
certamenle.
Durante os 14 annos de nma poltica fatal, es ga-
binetes succediam-se uns aps antro*, foram ma-
mados ao poder os principa* homens da aaMea
decahida, ga>taram-se. e-iragaram-se, pur rat por
mais que lize-sem nao podiam permanecer na po-
der com as cmaras turbulentas, cmaras qoe nao
exprimiam a vooude nacional : de sorte qne
era possivel encontrar ministerio mw aa
zesse.
Ora, 14 annos foram bastantes para qoa a i
conhecesse a necessidade de nm aptwll i aar.
para que, por urna nova eleiro, manifestare o sen
juizo e desejos.
Predomine ou no urna raern, intente aa no
urna poltica fatal, desde que dase um desarme*
iuconciliavel entre a cmara dos epatado a mi-
nisterio, o poder moderador, e. peta aaiureca das
cousas, chamado a examinar, e em soa ruejerVa-
cia apreciar onde emende estar a raan 9a da
parte da cmara cumpre dissolver o ministerio, sa
da parle deste cumpre dissolver aquella, e de***
aclo consultar a nago.
Consultada a nago, Sr. presidente, vio-se que de
ceno o erro no parta dos ministerios e sisa da c-
mara ; vio-se que a nago no eslava sab-fr-iu
com a cmara dissolvida, por que poucos linea as
seus meinbros que voluram, que foram n-fauau ;
vio-se que a nac.io ronjnrou a poltica lacaaha que
governava o paiz ; e apresenlou urna cmara rom-
posta dos brasileiros mais importantes e em sean*
liberal.
O poder moderador porlanto como chave de leda
a organisaco (toliuca, velando sobre a aaaantan-
go da ordem, independencia, equilibrio e harmo-
na dos mais poderes poltico-, em na alta jusftra
e sabedoria sou be bem coohecer aonde iHiava o rv-
ro e o motivo da desliarmonia entre a ranura e
ministerio, entre o poili-r kaMatma e eiecntivo.
O Su. G. de Dhl'mmu.iu : Nunca vi maior aar-
monia entre os dous poderes do une na sessao da
1861
O Su. Silva It\uro> : No ha tal, tanto aoova
desharmonia, que durante o anuo overaaram a
paiz tres ministerios, e um delle-, o de 54 de amo.
leve apeuas de existencia cinco das ; o qne e*m
demonstra a desharmonia e o desaccorJo que havu
entre os gabinetes e as cmaras.
E pela organisago da nova cmara. Sr. ersi-
denlt-, ola demonstrada a toda a luz, que a nago
no se achava salisfeila com a |MHitica derabida,
que retardara o progresso da paiz. que erandes na
PARA1IIBA.
para deputados ; e ai delle se preslou seu contin-
gente aos conservadores; ento nada ha que o
isenle, logo amarrado e enviado ao chefe vice-
presidente.
O cutello das demissoes do Sr. Io vicepresi-
dente ainda no cessou de Irabalhar ; mas de 260
tora
d
Ib
enl
dio Guarita, promotores dos termos de Areia e
al- Souza, nicos conservadores que ainda oceupavara Ramos.Manoel Netto.
jue posigoes offlciacs, e que se presuma seriara con- L llJo e approvado o segrate parecer :
. servados, no s pela qualidade dos cargos, que A commisso do peligoes, revendo a clica
17 de maio.
Aps a despronunca em primeira instancia, dos
vereadores da cmara municipal desta cidade, que
foram suspensos e mandados responsabilizar pela
adminislrago transada, o Sr. primeiro vico-presi-
dente Dr. Felizardo T. de rito, ordenou que elles
fossem logo impossados n'aquellcs cargos sem es-
perar, como Ihe cumpria, a ultima palavra da rela-
go do districto.
Esia resolugo arbitraria, e originada do espiri-
to de partido que dirige a prsenle administrago,
esl em opposigo manifesla aos avisos nmeros 76
e SU de. 11 de julho de 1842 e y de margo de 1849,
e n. 244 de 4 de junho de 1862, e uo pode ser at
li huilla seno ao sic vol sic jabeo do dictador que
governa esta infeliz provincia.
A cmara municipal, reconhecendo a infraegao jamas podero ser qulificados de confiaga, co-
da le neste aclo do vicepresidente em exercicio, ra0 piqas moderagao e honeslidade do seu carac
que devia ser o primeiro a dar o exemplo de res- ter probo e justiceiro, que todos inspirava ga-
peito e acalamenio aos preeeitos legaes.redexionou randas,
sobre consulta a S Exc. acerca do objecto, para
no lornar-se connivente em semelhante arbitrio, e O Sr. Jos Felippe, digno inspector da the-
teve em resposla que ul consulta era ociosa, pois souraria desta provincia, lutou com grandes emba-
a presidencia no ignora va as disposigoes dos cita- ragos e difflculdades para irazer a sua reparligao,
dos avisos, e que, por couseguinte, cumpriise a or- que semclhava um cabos, ao estado de regularida-
dem I | de e exaego em quehojese acha, dando-lhe inaior
Em vista d'esla inlimagao terminante e peremp- trabalho a insubordinago e espirito altaneiro de
toria, a cmara curvou a cabega e executou o uka- alguns empregados protegidos do seu antecessor,
se licando, todavia, provado que S. Exc. vio- que tinham o emprego como meio de vida.
Ion a lei por mero capricho, ostentando o mais O novo inspector, porm, que no poda trans-
soberano desprezo pelas decisoes do governo que gir com seus deveres, troco de zumbaias e baju-
regulara a materia. lagoes, rompen com certas inmunidades injusti-
Esto, pois, impossados e funeciooando na cama-' ficaveis e inadmissiveis, conseguindo, post tantos
ra municipal, os vereadores suspensos e mandados tantosque labores, trazer aocumprimentodos seus
responsabilisar, dependendo aimia da relago do deveres, os taes refractarios d&suas obrigagSes.
districto a conlirraago da despronuncia, ou a re- NesU quinzena entrarara na inspeegao desla
forma da senienga exarada no respectivo processo, capital 1,480 sarcas de algodo, que se venderara
conforme aquelle tribunal entender em sua sabedo- j aos pregos de 235500 234800 |tor arroba. An-
na I los das noticias do paquete fraucez lizeram-se com-
Oh tmpora I oh mores t | pras deste artigo a 244200 re. por arroba em ter-
Quando dos altos poderes do estado partem os ra, e depois da sciencia dessas noticias de 245409
maiores alternados contra a arca santa das nossas 245500, com muita animaco e procuras: Nesla
liberdades publicas, no muilo que um dictador mesma quinzena despacharan)-se c seguirara para
da forga do Sr. Dr. Felizardo antecipe o juizo da Liverpool os segrales navios inglezes :
relago n'aquelle felo, sera a meuor reverencia a Barca Seraphina com 980 saceos de algodo,
t.'Vi egregio tribunal. consignada Carvalho & Pilho.
At ver no Urde. Barca Vision com 770 saceos de algodo, con-
A polica da Jacoca, autorsada pelos mandes da signada V. P. Maia & <".
arlualidade, perpetrou o vandalismo mais escanda- Patacho Sagitta cora 830 saceos de algodo, con-
loso de que lemos noticia, coniia os pobres e labo- signado P. P. Borges.
riosos indios d'aquella localidade para saciar vin- A alfandegarendeu o mez de abril lindo......
gangas eleiloraes dos celebres Antonio Querino e 26:1445486.
. felices familias honestas, langadas em circumstan-1 cas assz criticas, pelo espirito de parlido mais i xai1os l>r le, que seja indefenda a dita petigao.
detestavei e revollante, que preside lo horrivel; PaC da assembla, 12 de abril de 186i.Silva
cagada i Ramos.Manoel Netto.
; o'se olha ao estado, qualidade, profisso, ida-1 *f lid e approvado o seguinte parecer ; I
de e condico do individuo que se prende para o A comraissao de pet.gojs revendo a peligao de
recrutamento ; o que so procura indagar s e Jos Luw Salgado Accioli, continuo da ihesouraria
nicamente com quem votou as ultimas eleigees provincial, na qual pede a esta assembla que Ihe
conceda a conlinuago da gratificago de 2005 an-
nuaes qne percebia por accresciuio de trabalhos
alheiosseu lugar, a qual foi suspensa no ultimo
de junho de 1862, de opinio que o peticionario
devia firmar seu pedido em informago do respec-
tivo inspector, mostrando a necessidade dos serv
Jindrosa, mas cu como Brasileiro, como monar-
chisla, e como verdadeiro liberal no devia guardar
nesta casa, manifestados os meus seiiiimentos, eu- les nadaran resultar de sua comiimaro e perma-
trarei era outra ordem de considerages, o na de- nencia na dincgo dos negocios pblicos, e njne
monstrago dos motivos que me trouxeram a Iri-1 para o seu de-envolvimenlo, para seu pr-qrreswo,
buna. para sua felicidade convmha que novos hun>>n>,
Sr. presidente, de ludo que se tem dito nesla ca- novas ideas viessem dirigir o paiz...
sa, o faci para mira mais grave, e mais impertan-1 O Su. G. Din m.mo.nd : Novos homens, diz bem.
te, e que merece urna seria e prompta resposla o O Su. Silva Raiiros : ___vieram >alva-h>do
da censura feila ao acto do raonarcha brasileiro,' estado de abatinienlo em que se achava. quando
o acto da dissolugao da cmara des senhores depu-. tudo obstava o progresso e fekeidadc da na., jo bra-
Udos. sileira (apoiadoa, muilo bem).
O Sh. G. DumnoNit : Por caulella vou lite
Disseram, senhores, alguns dos meus honrados dando uin n5l) a|10iad0
collegas da opposigo que o aclo da dissolugao da i yM s [)KP, TAD0 : Gregos e Trvanos ena-
camara foi inconstitucional. i cordaram n'isso.
Sr. presidente, esta questao seria e muilo me- 0 Sn. Josii Mkm.v :-Mas o Sr. Caspar de Drum-
Pago da assembla, 12 de abril de 1864. Silva
Pedro Carduzo, procnsules liberaes da mesma vil-
la, e boje sous dominadores discricionarios. em to-
da extensao do vocabulo,
Nesta quinzena 8:4535933.
O consulado provincial rendeu no mez flndo...
17:4405047.
cetigo do
Unte. (No apoiados.)
Sr. presdeme, para mim inquestionavel que, o i
acto da dissolugao da cmara, longe de ter sido in-1
constitucional, foi pelo contrario um aclo de pru-
Joaquim Jos da Cosa, que requer a esla assem- dencia, de verdadeira jusliga e sabedoria, foi um
bla urna inderanisago pelos prejuizos que solTre- acl0 verdadeiraraenie constitucional, e de grande
ra como arrematante do pedagio das barreiras do a|Cance poltico.
Um Su. Drpltado :Bastava estar as altribui-
cSes do poder moderador.
O Sn. Silva Bahhos :Bastava isto, verdade,
mas|noobstante,haver quem dissesse nesta casa que
Manguinho e Capunga, em consequencia dos des
vios da Estancia e Baixa Verde, que perraittiam li;
vrc passagem a carros e cavalgaduras, que por ali
seguiam para se furlarem ao pagamento do peda-
gio as mencionadas barreiras ; de opinio visto
no proceder esta razo, porque os ditos desvos
j exisliam antes da arremaUgo, que seja iadefe-
rida a peligo de Joaquim Jos da CosU.
Pago da assembla 12 de abril de 1864. Silva
Ramos. Manoel Netto.
E lido e approvado o seguinte requerimenlo :
Rcqueiro que se pega cora urgencia presiden-
cia da provincia, que mande quo o consulado pro-
vincial informe respeito do seguinte :
Quanto rendeu nos ires ltimos annos em que o Imperador, a quem a constituico
estove por arrematar o imposto de vinte por cento $5 concede o exclusivo direito deprorogar
mond Cartbaginez.
O Sn. Silva Barros: Do seio da grande i
ra das cmaras, Sr. presidente, foi lirado o icati-
! nete de 15 de Janeiro, este gabinete veio ptrale
i s cmaras aprcsenlar ao paiz all representado o
seu programnia poltico, a sua norma de conducta,
veio em -omina definir-se |rante o pail.
E o que di-se, jiois, o gabinete peranle as ca
ras e o paiz ?
O Sn. G. Diii'Mao.f o.: No disse nada.
O Sn Sn.v. Bamos : Disse o scgninle
remos a mais severa economa dos tinhriro ai
eos de modo a fazer dos orgamentos urna vr
queremos a alierago da li de 3 de dezn
sentido de dar mais garantas a lilierilaile
dual e separar a polica administrativa da jooVia
ria: queremos a revisan da legislaco saace a anar-
, -. i in iiiKirinu.H l C flirt* Uva I kl^'\.v Jmm"*- F~
esse acto havia sido inconstitucional, e por .sso, nao da na'cilinal no mluil0 pan.cularmeni da alnmr
assentando a censura era principios verdaderos, 10 onus do serv(.0 ordina7JO unerr-m* o aosift a
sendo injustaie pengosa a aecusagao, enmpre-nos ,avoura C;nmereio pela reforma, da tegi^toro
deslru-la, contesta-la, e rcsUbelecer a verdade
desse fado politicoadraltido c consagrado pela cons
tituigo como salvatorio do esUdo.
0 aclo de dissolugao da cmara, como sabem
os nobres deputados, exclusivo do poder mo-
derador cujo chefe supremo e nico representante,
hypothecaria, e desenvoivimrnto da* vias d* ram-
raercia; queremos em summa o governo da ar:K'
pela nacao, isto que as eleicu sajara ama rva-
idade (apoiados).
Eis, porUnio, senhores, e resnm o erogram-
ma do gabinete ; c, depois te promesa*
no arl 101 i jeifRs, lo animadoras e Uo Mieraas.
e duvidar-se do pairiolisoio. e hberalrioio i
da agurdenle de produegao do paiz consuraida"n | ad"iar-"a "aTserubTa g'era'l edissolver a cmara dos rio? l^^da^*^d*.|l.tfc JinjJ.
brada a arrecadagao.Aquino.
E' lida e approvada a redaego do projecto n. 9
desle anno.
E lido, julgado objecto de deliberago e manda-
do imprimir o seguinte orojeclo :
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co, resolve :
Art. O presdeme da provincia mandara pro-
ceder aos estudos necessarios, no caso de so nao
haver ja procedido i elles, para a factura de urna
eslrada a partir da Cha do Cachito, na de Naza-
reth, para a villa do Limoeiro. .
Arl. 2 Rtjasados os devidos estudos, farao go-
verno da provincia contratar pelos meios j esta-
belecidry na lei a factura dessa, em Unces de 3,000
brac,*
Art. 3* Pan as respectivas despejas, aera desig-
da annualmenle a quol de. 400005000.
estado, convocando immediaumente outra que a
substitua. '.
Ora, desde que o Imperador em sua alta mstiga
e sabedoria entender quo convm para a salvagao
do estado, usar do direilo e faculdade que Ihe con-
fere a constiluigao publicado imperio no citado ar-
tigo, elle o faz contfitucionalmenta em virtude da
le. Logo no se pode Uchar de inconstitucional
um aclo que feto em face e em virtude da cons-
liluigo.
Comprohende-se qne a ecnsnra no feta ao
monarcha, que involavel e sagrado, mas ao mi-
nistro pela referenda, porm assim a aecusagao i
melindrosa, c cumpre destrui-la.
Disse-os, Sr. presidente, que o arlo da dissolugao lado da
da cmara foi injusto e inconstitucional, por une -a gabinete
constiluigao s o permute em casos exirm^ M. mJoi^ro *:, '.mnerio- era liberal, araila
ros, isto nos casos em auc o mgir o \a[cao do beral.iuhno (apoiados).
No obstante, Sr. presid**, as lisongeiran aro-
messas que encorram o programma do gabiarte,
alguns deputados liberaes, anda nao atfenos, nv
lerpellaram o gabinele, que uVclaras.se se rra tm
no liberal; eeosunrim o programo por aejpv
ci pouco Mplieilo; negaram alinal a eaisleneia,
do partido progressisla.
O gaamele veio iterante as cmaras a darlaraa
que Ho fazia questao de palavras, a que a Mea.
sendo a mesma em sea uYsenvoiviamnto, n>mr aa
importara que se Vne chamasse liberal me**;*.
do eu conservador moderado, co-.;tU||0 qm as
principios o;.sem liberaes. *i, oe, se os danav-
O|posigao fl,am questao de paiavra. t
disse a sr. conselheiro Jo- "


I

Mari < >"'wVBm ... Hexin frir, ** Mato c*> f Itl.
Ora, Sr. prseiente, depois desea manitestacSn,
dessa dcclaraeio lo solemne, tao explcita, e lio
lisonyeira do ^bnete, o que restava ao paiz ?
acreditar sinceramente as promessas do mioisle-
lio e quando limito aguardar os factos. 1'oiUnU,
Sr. presidente, toda a guerra feita actualmente ao
ministerio o poltica dominante 6 injusta e in-
conveniente.
Para que, pois, senhores, essa divergencia entre
liberaos e progressislas T Anda esta dilTereiica de
principios? Quul a Imtia divisoria (|ue nos sepa-
ra ?
Um Sn. DEruTADO : Veja aquelle aviso de 4
de evereiro dirigido ao presidente do supremo tri-
fcunal de justica, que bella doutrina encerra 11
Aquillo que ser liberal, muilo liberal, libe-
ral is-imo.
O Su. Silva Barbos : Eu nao quero responder
por todos os actos do gfemete, nao qttiTo s.intni-
ca-lo, porque, sendo o gabinete coinposio de. bu-
meus, u sendo os tiomens por sua natureza falli-
veis, inuito natural que clles possam comineUer
alguns erros, alguns desvos ; mas devo, entretan-
to, lembrar ao nobre deputado que o acto de apo-
sentadora, a que se refere o avi.-o, < do gabinete
passado, u porUato sobre elle deve pesar a ceu-
sura.
(Ha un aparte.) ,
V Nao pomo, portanto, Sr. presidente^ deixar de
acreditar eni hoineus de Unta illustraro e patrio-
tismo, como os que se acliain hoje no poder, nao
posso de.xar de acreditar as palavras do Sr. con-
sellieiro Jos Bonifacio, Das de Carvalho, Zacha-
rias de Goes, e outros vultos importantes de que se
compe o gabinete de 15 de Janeiro ; nao posso
descrer do seu patriotismo e desconfiar da sineeri-
dade de s.as palavras, de suas crticas, e doem-
penho que >iau de ter effi executar o programma
que apivseotarain.
Porunto, Sr. presidente, depois de manifestacoes
to solemnes e lo lisungeras, parece-me que a
guerra que a opposicao leo feto ao partido pro-
gressMa injusta, sem fundamento e antipoltica,
e que tcnd>: ulvez a por um bice, um obstculo
marcha progressiva do paiz (a|K)iados da niaio-
na).
Sr. presd- nte, a opposicao que se ha feito ao
partido progressista lem versado mais sobre factos
sobre palavras, do que sobre principios e ideas;
tanto assiin, que um dos nobres deputados da op-
posicao, o meu honrado collega o Sr. Dr. Sabino,
delirando tiesta casa suas crticas polticas, em na-
da dvj-io dos principios cousignados pelo part-
do progressisu,
De feito, duendo o nobe depuUdo, que o seu
partido, o partido do sou cora cao, e que anda nao
tiuha chepudo a reinar entre nos, era o partido da
coiistiluicao poltica do Imperio com todas as suas
bolinas, com todas as liberdades e garantas.....
O Su. Sajil\o Oleoa to : Essas palavras sem-
pre difTcreiu abruma cousa.
O Su. Silva Huaos------e tendo o partido pro-
gressista por lim governar o paiz pela ronslilui-
co; querendo a liberdade, mas a liberdade. nos
tormos da consluico, claro que o partido do
nobre deputado nao outro senao o partido pro-
gressista. Logo nao lem razio de fazer opposicao
ao partido, cujas ideas e principios sao os mesmos
adoptados pelo nobre deputado.
Eis a razo, senliores, por que o disse, e repilo que
a opposicao feita pelos nobres deputados ao parti-
do piugressisU injusta e inconveniente ( apoa-
dos.;
ao omito distineto administrador da provincia, o Un Su. Ukmtauo : r. te imit-.jiea.sast. "* neniare iptai o mt.-r. sse puliuco que exige a
Sr. Silveira de Sonza, como tambem de aluma O Sn. Silva Barbos :E, escriplore* de nota, divisan da freguezia de S. Lourenco da Malta ; se
soite deixa ver una insinuaco pouco digna do publicistas distinctos nos ensinarn,qm nos partidos a divisa que se pretende a mais natural c mais
carcter patritico e liberal to districlo. unidade de pensamento, para que a partido possa existe, e Analmente para que nos diga qual a ma-
Sr. preidente se ha na provincia nm circulo li- realisar suas ideas, sustentar em summa o princi- nrira porque leve noticia desta necessidade a Unto
beral e que dispensa dequalquer auxilio do gover- pi de rentra| no para vencer eleicao cerUmeiite o quinto, que Q Sn Jos Mauia :Mas nao ha escriptor que diar. porque, senhores, coahoeondoiic a bote oo-
mesmo a deleito das baioneus do poder serapre diga ser preciso ha ver presidentes, vice-presidenles, demos com facilidade couhecer a causa e o fnn a
vencers eleicoes, sempre triumpuou em suas secretarios directorios, etc. que se altinge.
w,t O Su. Araujo Barbos :E a mesma cousa. Sr. presidente, em mea espirito pairara dnvidas
O Sr. Silva Barros :Sr. presidente, o nobre e receios mu serios; eu estou quasi convencido de
est envolvido na mocad
meus reeeios se fundara
geral homens do part- quaes os nossos principios, quaes as nossas bandei- em que, senhore-, nenhuma reclaraacao dos habi-
|ras;e, no emUnio, Sr. presidente, adinira-me que,! tantes oestes duas freguezias, fui presentada ca-
idas.
Por mais esforcos que empregasse a oiigarchia,
quands tudo esUva debaixo de sua terrivel com- depuUdo a quem respondo, conclaio o sea discar- que algum trama poltico est
reatad o quinto districlo sempre raandou para so interpellando este e aquelle lado, pergunlando que ora se discute ; estes mt
e esta casa e para a
do liberal. (A|*iados.)
na prxima eleicao.
Um Sn. Deputado :Declarou. E', Sr. presidente, com profundo pezar que vpjo
O S. Jos Mara :E que nao o fizese, quem a apresenucao de medidas desu ordem quereve-
tem obrigagao de apresentar bandeira sao os par- lam que so e sd se procura Mkfew caprichos,
tidos, nao urna individualidade. exercer pequeas vingancas, pondo-se a parle o
O Sr. Silva Barros :Mas, se tinha por finicen- interesse publico que devera servir de barreira a
surar ao partido progressisu por nao ter bandeira, taes desmandos.
era preciso que nos dissesse qual a bandeira que E' com magoa que vejo se procarar a realisacao
segua e quaes os a^us principios. de factos Ues jiara se preparar, ainda repito, a
O Sr. Jos Mara: Nao censurei o seu partido, conquista das urnas.
S. Uurenco da Malta fui a nica fregueza que
disse que elle nao tinha principios d.dinidos, e se
os tinha, eram os do partido conservador.
O Sn. Silva Barros :Tem-se mostrado que es-
se partido est foem definido perante o paiz, e que
tem bandeira conhecida.
Entretanto, Sr. proidente, o nobre deputado dis-
se-nos sempre alguma cousa em relafao a sua po-
ltica, disse-nos que era apenas um soldado rebelde
do antigo partido liberal.
O Sr. Jos Mara :Obscuro e insubordinado,
foi o que eu disse.
O Sn. Silva Baiinos : Insubordinado.
O Sr. Jos Mara :Ha um difTereuca entre in-
subordinado e rebejde.
O Su. Silva Barros :Entendo Sr. presidente,
que scmelhante doutrina prejudicial entre nos,
Este faci demonstra que o corpo eleitoral do ao passo que o nobre depuUdo indagon pelos nos-1 sa a respefco de scmelhante divisao, ao passo que
quinto dislricto lao liberal, tao patritico, que sos principios, pela nossa bandeira, nao se dignas-! por outro tado se antev o desejo, com scmelhante
murrio a despeito de todos os e.-forco, a despnto *e Hier* qnaes.os seus prtneipios, qual a suaitnwttrf, de preparar-se orampo para conquisU
das bayonetas do governo, em todas as pocas as bandeira? das urnas
niais veriiginisas do predominio vermelho, sempre'
veuceu as eleicoes, sempre triumphou no senlide
de suas ideas.
Portanto hoje que o partido progressista garanti
a liberdade de. voto, que a opiniao publica lluvia
trumphado, que nao havia compressao, que esta-
vamos no jioder, nao era preelso bayonetas, e nem
o auxilio do goveruo para vencer eleicao.
Mas, Sr. presidente, eu nao pretendo contestar o
facto de ter ido forca para o quinto districlo, quero
apenas justilica-lo, quero dar a razo e os motivos
que obrigaram ao digno administrador da provin-
cia, o Sr. Slveira de Souza, a mandar alguma for-
ca para o quinto districlo.
O Su. Araujo Barros : Isso esl lao explicado
que nao se. pode dizcr-mais nada.
O Sn. Silva B.uutos : Sr. presidente, quando
deu se a dssolucao da cmara e tratou-se de mar-
car o dia para a eleicao de elelores, comecaiam
desde logo a apparecer boatos aterradores de que
os conservadores de Paje diziam de publico que
pretendala vencer as eleicoes ainda que pizassem
sobre cadveres.
D Su. Silva Burgos : Eu sou testemunha de
um conservador que disse que haviam de vencer
as eleicoes aiuda quando pizassem sobre os cada-
veres de seus adversarios.
O Su. SilvaBauiios :Eis-aqu, senhores, urna
voz insuspciu que se ergue para ajudar-me; o no-
bre deputado foi testemunha occuiar do que se deu
em Pa|ed,e continua o que eu disse.
Nao smenle cornaui esses boatos, Sr. presiden-
te, como outros mais serios e de mais importancia
e que conrmavaui cssas ameai;as.
Dizia-se que os conservadores estavam traba-
Ihando em cartuxame, em municoes; sabia-se que
alguns iiniiaiu em seu poder armamento e armlal
da nacao, jcomoromiiiandanies de guarda nacio-
nal, e ja como autoridades policaes, que lia pouco
baviain dexado o poder, os quaes, leudo sido re-
quistado a entrega pela autoridade policial, elle
mandaram enlrcgar, segundo estou nforuiado, um,
dous ou Ues clavinotes velhos, litiudo-se com tudo
o armamento.
En face, |is, de taes boatos, c das circumsun-
cias que os cuicavm, o delegado de polica offlciou
por vezes ao presidente, commuuicou-lhe todas as
oecurreiicias daqnella comarca, e pedio lhe provi-
dencias tara mauutencao da ordetu publica.
Se, pois, Sr presidente, o Sr. Suveira de Souza
se uegasse a dar as providencia que deu, e se ti-
vesse havido derramameuto de sangue em Paje,
nao seria, e com raziio, censurado o presidente, que
escapou do caUclisma eleitoral na ominosa presi
delicia do Sr. Slveira de Souza I I
Hoje nm mais istoquer conceder a administra-
cao da provincia.
Pois beni seja adoptada semelhante medida, mas
ao menos Oquein patentes as causas que a origiua-
ram, ao menos seja ouvido o prelado diocesano.
O Sr. Aires Gama : Nao quero dizer que se
nao i mea.
O Sr. Gaspar de Drummond : Adopte-se, Sr.
presidente, o prujecto, e o paiz que conlieca que o
principio de utilidad* publica que prevalece neste
negocio, a retirada do pruneiro ju'z Je paz, afim
de que o seu lugar sej.. preenchido por quem de
accordo com a actualidade promette com aptido
actualmente perigosa; por que, senhores, quando prestar bons servicos eleluraes I Mas Urde o co-
se traa de pugnar pelos intresses da patria com nherer o erro porm sem remedio,
prudencia e nuderacao, quando se trata deflrmar Tenho concluido. Ilequeiro que se ouca a esle
as verdaderas bases do partido liberal, nenhum respeito ao Exm. hispo diocesano,
soldado potitiro desse partido deve ser insubordi
nado; o nobre depuUdo, portantodevia ter delinido
melliur os seus principios polticos.
O Sk. Jos Mara :Que importa a provincia
conhecer os meus principios pllicos, quando eu
nao sou ch-fe de partido?
Um Sn. Deputado:Est no meio, nao pertence
a nenhum.
Outro Sr. Deputado :Elle disse que era libe-
ral exaltado.
O Sr. Silva B.\nnos: Sr. presidente, j aqu se
tem dito, e nao foi anda contestado r.om vantagem,
que os principios do partido progressista sao os
mesmos do partido liberal com alguma modifica-
cao, e modilcacfio satular, que a differenca est
nos homeus e nao as ideas; o partido progressis-
REVISTA MJHA.
A sociedade recreativa Corybantina d a sua
reunio do correute niez no dia 25 d:-te.
Anie-hontem deu-so em una taberna da ra
Bella, nina subtraceo de algum dinheire existente
na gaveU do balco, sem saber-se quem fosse o
autor, pois encontrou-se a portada mesma taberna
abena pela alvorada e os caixeiros a dormirem a
bomsomno.
Nao tendo havido violencia pessoa nem cou-
sa, e por conseguinte sendo nm furto, hmitou-se a
polica a avehguaces ligeiras, como requeriam o
ta nao iiuer reforma da constitmcao, nao quer por S lan, mlV|UaJn, odo'10 **ton* garan-
e**mol.n senado temporario: mas os nobres de- ndo a probidade dos caixeiros, attnbue o facto a
Sr. presidente, disseram os nobres deputados da podeudo evitar o erJfii nao o eviUs-e,i|ue pudendo
ojipo.Mcao que forain ligueiros, que coucoireram
para a orgaaisacio do partido progressisu, masque
hoje deixavaiu de peiieucer a elle por que viain
que elle tinha por lim montar una nova olijijar-
chin. E houve at quem dissesse creio que o no-, sangue, procurou manter a ordem e orevenir as
Lre depuUdo pelo pruneiro districto o Sr. Dr.
Aquino. que se deri'ot'ju una oligarclua de metas
de $fia para montar-se oulra de f$ descleos.
Senliores, coiiiolioinein livreoindependente, como
progressista e venladeiro liberal nao |misso dei.\ar
passir de>apercebida,.e sem resposu urna propo-
si^ao desla ordem.
Senliores, o partido progressista, que se acha
hoje uo |ioder, o verdadeiio partido liberal, e os
principios liberaes repellem a idea de olvgarchia.
Quaes .-ao os fados, s> Hilares, que deinoiistrain
que o paludo pcoAreasiatt qu< r ni nUr nesta pro-
vincia urna novaoljgarchia ?
Qu-ierao os uuliies depulados trazer para exem-
plo o facto do parlid progressista ter levado em
una li>ta trplice o nome do Sr. conscllieiro Paes
Brrelo, por ler pertencido ao partido conservador?
Creio que nao, por que o Sr. conselheiro Paes Br-
relo, um dos mais distinctos niembros do partido
progressisu, foi igualmente na lisia triplico para
senador iilio, dous liberaos im.uo aVoeliM, d..us vultos
muito imprtanlo doaulig partido liberal, impor-
tantes pelos seus serviros pn slados ao paiz, por
prevenir as des irdens e conjurar a tempestado que
all aineacava nao o lizcsso ?! (A Entretanto, seuliores, como pre.-ideiite da provin-
cia ccorreu a lempo de evitar o derramaineulo de
desoldeos, diz-se que o prndente coagio a liaer-
dade do voto 1
J o disse, e repito, Sr. presidente, no quinto dis-
triclo nao se preci.-ava de fusca para se vencer a
eleicao asa sentido liberal ; mxime depois que su-
ba ao poder o |iarldo progressisu, que o povo |io-
de inanifc>ur-se livremeuie, de modo que os ver-
inellios virainse obrigados a abandonaras urnas,
porque nao cuntavam ci ni o povo, nao tinliam vo-
lantes, e nao queriam mostrar a sua completa im-
po|iulandade.
Um Sr. Dufutado :Nao tinliam povo jiara que
as bayonetas ?
O Su. Silva Barros : Isso j esl sufficente-
inente explicado.
O Sn. G. Druumokd :Poique nao queriam ser
ma->acrados pela forca do governo.
O Su. Au u jo IIauh'os :Peco-lhe pelo amor de
Ueus que nao acredite em tal oousa,
O Su. Silva Binaos :A respeito lo quinto dis-
triclo podern dizer o que quizereni, mas a Verdadf
asta que se esta difundo
U Su. Silva Haiiuos :Sr. presidente, eu devia
coucluir aqu o nieu discurso, a hora e.-l adiania-
ex*-mplo, o senado temporario; mas os nobres i
putados, que se dizem mais liberaos do que nos,
querem o senado temporario, queresa a reforma da
con-litnico I
Um Sr. Deputado : Urna terca parte da cma-
ra dos deputados pensa assim, posso a3severa-lo ao
nobre depuUdo.
O Sr. Silva Barros : V-se, portanto, que os
nobres deputados nao representara os verdadeiros
principios, as verdaderas ideas do partido liberal,
e por isso que nos acharaos era divergencia.
(Apoiados e nao apoiados.)
Sr. presidente, nao quero mais abusar da pa-
cieucia Ja casa, vou terminar, mas antes de o fa-
zer devo francamente declarar que presto a miiitia
adlieso franca e leal a poltica que domina a si-
luaca
muito
de Souza, ao Sr. Dr. chufa de polica, e ae digno
vce-presidente o Sr. Souza Lefio.
Presto a minha adheso franca e leal a poltica
dominante, porque vejo que ella a nica capaz
de arrancar o paiz do estado de aliatimeiito em
que se aeha, e promover o seu mellioramento, a
.-ua f'-licidade.
Presto o meu sincero apoio ao Sr. Slveira de
Souza, por que um administra-'or inlellsfente,
Ilustrado, recto, e que lem feito urna adiniuistra-
cao cima de todo o elogio, e de que a provincia
o ha de applaudir. (Apoiados.) Pernamburo, pois,
ainda nao vio um administrador mais nslineto,
rapoiadi) mais inlelligente, (apoiados) mais activo
e mais Ilustrado. (A|ioiaduS, omito bein.)
(Trocam-se apartes.)
Diga-se o que quiz r, elle manteve a liberdade
do voto, c ahiest o corpo eleitoral de h"je que na i
o de hontem. (Apoiados ) Eo que quer islo dizer?
mera negligencia de ter sem duvida dormido a
porta aberta.
D'Agua Preta escrevem o seguinte :
J deve saber da mortc do nosso amigotenen-
tc-roronel Miguel Alfonso Ferreira, sendo ella ori-
ginada de urna queda, a qual apenas sobreviveu 7
das.
i A queda foi dada mesmo a p, pelas 7 >$ ho-
ras da noite de 7 do corrente, no paleo do eugmho
era urna excavaeo que se fizerapara tirar barro,
afim de upar a estribara e a destilara.
< Morreu com j'l annos deixando urna esposa e
II (litios na maior consternacao, no que os acom-
panham os numerosos amigos que lhe lamentara a
perda, bem como toda esta populacao, da qual era
So actual, que presto o meu sincero apoo ao qnerido assaz por suas .|nalidades e cinismo.
to digno presidente da provincia, o Sr. Slveira | RemeMem-nos o seguinte :
i.v,.r r*. h-r. i ,i.p,9 ae diuno Sr. redactor da Revista iarw.-Dando Vmc.
183, e qoe morrea cow as ar
lallia de Aljubarrala a 1% V atesto sW tlC
Na igreja a pa do hapiiitmo fhta V
de um valor antigui-imo, mihUs Hu
quatro leoes que dVvorasa neos lasas.
E no thesouro ba ricas aNMas,
para admirar. O mue da inreja r.,v
coa a ser usado pela igreja iasis ***** a
culo.
E" do Sr. Cyrillo de Lemos
a monte.
UM PUCCO DK TIIMJ.
O Jornal do Commercio, de-Lisbea, eonta o se-,
guintc :
Ja chegnu a Marselha a bordo do paquete Pelase
a embaixada japonesa, que sabio de Alexaadna do
Egypte a 9 do corrente.
A nova embaixada compne-se de trinU e tres
pessoas, isto : tres cmbaxsdores, dous eonse-
llieiros de embaixada, dous primeirns secreUrkis,
dous segundos dits, dous addidos copistas, quatro
interpretes, dous porleiros, dous mestres de cere-
monias e quatorre criados.
Vem ambem nm secreUno interprete da Icga-
co de Franca no lapa. A ventara um sonho, -os*o a vida
OsembaixadorosdeiwisdevisiUremaFrancaede Pesrtelo mortal a existeocia.
traiarein coni o governo imperial^dingein-se a In-; k* .-, nmrle ura bamor qiie nsai sneridn,
glaterra, Hollanda, Suissa e Portugal. | Qua| bal-amo derrama a Providcaria.
EsUs celebridades, que visitaram ltimamente o Na ventura a uilaeia dos engaa,
nosso paiz, pnhlicaram o seu Diario, seudo editor Na vida entre mil magnas tritml.imn,
o livreiro Ton-Yah, cm Yeddo. | S na marta, ane alcuuham .le i\rnt*.
Entre dlfferentes cousas que se referem, diz-se Lm termo emlira aos male< encoatraMos.
que os povos do occidente teem mu pequea diffe-
renca uns dos outros ; que os vestidos sao os mes-
mos. assim como as armas, ainda que urna nacao
as maneja melhor do que oulra, parecendo que os
francezes sao aquelles que teem a prunazia.
As ceremonias e honras sao muto facis, e as \ du : em caso de perigo, os liraatcs s__
honras que se prestam a um soberano sao quasi as pdanteme da corroagem, e rsta ik-a hvre
mesraas que se fazem a urna pessoa de classe in- j dos cavados.
ferior, isto tira-se o chapeo, faz-se urna pequea! Acreditamos qoe seja ama boa lvrn.-"..
reverencia, e com isto esta ludo acabado. as au- nao ser de certo incllior, nrra igual, pea
dencias dos principes nao havia cortinas para os cao que della vimos, a que se devw a as
sejiarar dos enibaixadores; e al as princezas es- guez, o Exm. Sr. Diogo Man pie.
tavam sem veos, e sentadas tao altas como os so
beranos.
Os senhores sao muilo .
mente civis, permiltindo aos japoneses comerem e : ra Oriental do Passi-io, em bisar *V vr Me a>
beberein mais do que era eostume, conforme as Prado, ou era qualquer outro aoato fera V T- r
suas ceremonias. As classes baixas, sao menos ci-11
vis, e moslravam sempre claramente, que pensavam
que o< japonezes sao feos.
Entre as mulheres ha militas bonitas, sendo urna
dellas a iinperalriz dos francezes. As imilheres
i-orrem do mesmo mo lo que os homeus. Com o lim
de pareeerem altas, usam chapeos altos.
As europeas dansam multo, mesmo as senhoras
de maior consideraco. Costumam encosiar-se aos
bragos dos homens, e umitas vezes se veein os ho-
mens rorrendo pelas ras levando mulheres pelo
braco. Os japonezes acredilam que s-as mulheres
eram as esposas dos homens com quem iam. As
mulheres em geral gozam de demasala liberdade,
e as de maior considerado usam dos mesmos ves-
tidos que as das classes b.dxas. O vestuario das
mulheres, especialmente noite, nem sempre de-
cente. A excepcao das hollandezas, todas as outras
mulheres ficarri ahaixo das francesas.
l-S-se na Nsee .
Em Madrid experimenlaiaro-se, ha anor, a-
arreios de novo ysi^ma para m ravabtr. 4e ura.
*. experiencia fez-se no Prado, e > re-uSLvta agra-
*s>
a*r"
Esta |H>ri;m teve contra guez e porloguez de le. e ser a rspcrirsjru
polidos, at demasiada- no campo de Sant'Anna. n>> laraf Grawlr pm
IMMiMMI DAS 4I1S.
SESSAO EXTKAORDIN'AKIA AOS i W. .% i
B8fJH,
Prexidtmrin ito Sr. Bnrrt sVa.
Presentes os Srs. Ileuuqno da Suva. Ibarali
Almeida. Seve, Maia, e Gamer. failas>lo rom
sa o Sr. Mello, e sein ella o mu* *enl**i. .
se a sesso, e lida e approvada a acta 4a ;
denle.
Leu-se o seguinte
KXPEIMKNTE:
Um ofleio do Exm. presdeme da arwsaen. V
i 3 de fevvreiro ultimo, diz>ii-K em ^Mucmi a da
cmara de 17 do mesmo. -,.i. n. 6 ipie, em i di>po~lo no aviso u. ili d-- IH de f--vweir>i *> *)
Os homens'so groVseirs"spep e algum tanto, I.*", nenhuma i......mpalibil. iiv ba aa acraia-
gnlhosos; nao trazem armas, e raras vezes usam cao do cargo de ju.z as paz m o e rm
suas inieliigencias. illusraijoes e virtudes cvicas. I da, a casa ja se acba fahgada, mas forcoso res-
Atrn disto, senliores, o Sr. consellieiro Paes Bar- ponder anda a alguns argumentos do nobre dep-
relo, pi la elevaco e lealdade de seU carcter, por lade, mador que me juecedeu, aiuda que lenlia de partido liberal da provincia, que a Di
sua Utustraeao e dedicaeao as ideas progreswsus, ma>.-ar por mais algum lempa aos meus honrados de de liberdade de voto, e que desejav
una gaia'ntia mleuiie deque a (lolilica seguida|eeUegas. (Nao apoiados.
as nutras provincia* havia de ser a mesma para
Pernainbuco, como bem o disse o Sr. Marlinlio
Campos ua tiiliuna braseira (apoiados e nao
apoiados, cruzaiu-.-e diversos apartes.)
Nao suu cu que o digo, senliores, o Sr. Marii-
nbo Campos, urna voz muto autonsada do partido
liberal, urna voz insuspeita, um liberal muilo dis-
tinclo ( apoiados. )
Sr. piesidenle, o nobre depuUdo pelolerreiro
disii uio, o Sr. Jos Mana, disse que o partido pro-
gresM.-U lnliaos mesmos principios que o conser-
vador, que nao havia divergencia ou dilTerenca en-
tre um e outro.
Quer dizer que houve plena liberdade de voto,
que era i>to o que ha muilo auiliicionava o grande
ue a nmito tmha s-
a manil'oslar-
se por meio das urnas.
O Su. Jos Mara :O povo concu das urnas.
(AiMiiados )
O Sr. Silva Barros :-LaMmo, pois, profunda-
mente, Sr. presidente, a divergencia que existe
enlre inenibros do partido liberal, e desejava, como
O Su. Sabino Olegario :Neste ponto eslOU ds-; liberal que no, como Pernaaraucano, que os meus
Corde com elle. j honrados collegas, que se dizem gemimos, unissem
O Su. Silva Baaos :Eu mostrarei, porm, ao, seus esforcos aos no>s..s, e assun pugnar pelo bem
na sua ultima Revista una noticia da ponte de S.
Joo, falln era um photographo que all se achara.
Orto de que Vmc. jamis deixa de patentear
o ment dos nossos patricios, compretiendemos
para logo, que nada lhe disseram sobre aquelle ar-
tista e viraos, pertnrttindo Vmc. acrescentar alguma
cousa noticia.
O photographo ora mogo nosso comprovin-
ciano, o Sr. Agio Kio Pedro da Fonseta, que foi
discpulo dos Srs Stahl, Simth & C, cm cujo esta-
iieleciiiiento estove tres anuos. O discpulo nao lem
desmentido a pericia dos mestres na arle photo-
graphica, deveudo, comludo, muilo asna habilida-
de e aos iucausaveis esforcos em aperfeicoar-se
nesta bella arle. Acha-se elle boje com o Sr. Os-
Jiorn. Diversas pessoas fn teem coiihecinento do
seu trabalho e as vistas da ponte de S. Joao, que
forain dev.lamente apreciadas pelos Srs. engeiibei-
rus, attestam o seu adiaiitamento.
O Sr. Agio nao s traballia pela photograpliia
proprainenle dita, como por alguns dos seus di-1
versos ramos, taes como o.ambrotypo e inelamo-
typo.
t Eis, Sr. redactor, as lnhas cmacrescimo a no-
Liria referida. Inserindo-aseui BOa Revista lile tica-'
r obngadoUm dos seus assignante*.
De Pao d'Allio escrevem-nos em dala de 18 o
seguinte :
Nada de novo tenho para transmittir-lhe. A
quasi um mez nao chove, pelo que o miino e feijao
esto a porder-sc. A fariuba, milho e feijao
nal
toa
lo
a
org
as dislinrcoesdas suas classes. Parece que toda a
gente, mesmo as pessoas de consideraco. frequen-
lam os cafs. Os altos funecionaris frequ-m-
tain mesmo os theatros. Os japonezes senliram nao
poder entender tudo o que all se passava. Quasi
toda a gente tinha oculos de theatro, os quaes, tai-
vez por distraccao, dirijiam sobre os japonezes.
Os negociantes sao orgulhosos, e os tenderos
nao Bostan que os compradores mechara muto as
suas fazendas. O* japonezes desgo cora o eostume qne teem os europeos de ter carne
crua exposta venda as ras. Comer carne
multas vezes bem para a saude, mas para que a
apresenlaro cm exposicao a toda a gente ?
Em Pars e Londres a gente corre (anda) muilo
depressa, exactamente do mesmo modo que fazem
os japonezes em seu paiz, quando ha algum in-
cendio.
As casas sao lao alias que de vem cahir com
qualquer terramoto. Parece com tudo queresistein
muilo aos incendios.
Continuamos do Sr. Cyrillo de Lemos as
PAGINAS INTIMAS.
VI
Ah Paulina, porque nao ha de estar no poder
do liumein augmentar a velocidade do lempo na
ausencia, e coilar-lhe as azas na feicidade ? Co-
mo eulo passariam rpidas as tangas e angustia-
das horas da desgrana, etnquant que a ventura
absorveria toda a nosa existencia t
Leonas desejos de um espirito anda mais lonco !
Qual ProinetliL'ii ao roobedO, sinlo-me atado por
cadeas de ferro a esta ausencia Infinita, em que o
alnilre da saudade lacera me a alma rom >ua* gar-
ras de bronse ; e nem ao menos me aermiifo
soltar um gemido, desprender um ai, ou derramar
una lagrima I
No meto da sociedade cm que vivo, onde a ale-
gra trausluz em todos os olhos; onde o sorriM
paira era lodos os labios ; onde o prazer parece o
nico alvo, qne Visam todos os pen-amentos; nm-
guoi
em
om continua inquieacao
E s'Deus sabe quantos nfelizes c.unn eu, ama-
tando aps si a desgrasa como se fura a propria
sombra, mostrara todos um rosto ein que a us-
cara da felicidade nao deixa percelier os estragos
da ilesvenlnra, e pionuiic am lisongeras banalida-
des para nao soltarein gemidos pungentes !
Sabes o que esle sutfrer incessanie ?
Subes que nome lera esta tortura sera lira?..
Nao, nao sabes I
Pas bein, eu vou te dizer : chamase amor.
E" 0 que eu leuho -, O que me fax BofirW o
que me vai matando pouco e pouco, como 6W
lena'., que se ai-aira ao ironco da ai vore robusta e
frondosa, at beber-lite a seva. e derriba-la exhaus-
ta e sen vida.
ou ollicial da guarda na ,ii il lm. ir*b
Outro do mesmo de do .liw< mri de I
ropondendo ao que lhe liragmi a raasata i
mesmo mez, son n. ">: declara .11*? 1
nir-se a assemiila lej?Haiiva provm
inellida ao seu conliecunentu a aaalaan, rttf ao-
provac.au provisoria peile a i ranura a sen
citado'otile 10, visto que lhe aao arece araaa* x
sua materia, e Bsnajajf oulra ja a|pruvaala pmr bi.
a qual deve continuara ser observada, cas ta-
lo nao fi'ir regularmente rev -gala. lis>irada.
Outro do mesmo. de *> >U lrr*r lindo, comuiiinicaiido que uVve ler tagar sisal
de marco corrente a urna tun ta larde a
ra da sesso ordinaria da as-etwhfcia sr niasai, rr-
coiniuenda a cantara munieipal
rar a igreja do Corpo -auto, aimi de
ali a uiissa votiva do Divino E-ptnlo Sal la-
ten ada por que ja foi eomp ida vinrthanle oC*".
Outro do mesmo. de ll 1I0 rrferiJn mci de Wre-
reiro, dizendo que sendo a cra^. Sm-au e
presso dos districios. da rmpete tru da 1
Ideas legisUlivas provuiciae-, e n.ii das n
em vista do di|iOsi no | I* do ari. M doxtaad-
dicoiial. cuno esclarece oavi<< a. :i*5 de W aV *r
lembro de 18WI. nao pode pat ish> s-r affrvaa
a divisan dos dii Instas de que trata a cansara?au-
uicipal era sen ollicio -W. 17 .lo rorrease a H'
que assun tica 1 e-p..ndid<>.Inleirana.
Huiro do mesmo. dizendo que lridh> 4etemmwm*
o governo imperial que se proceda a ttnr> ^.;
ura depuUdo a a-semlda geral pnt I*
eleiloral desla provincia, alim .le r |n>
a vaga proveniente da 1*Murar do c-
Francisco Xavier Paes lUire. para 1
miiiKirn e serrrlario de esUiiii d geiros, recomm oda a cmara inuaKipal qn nn
lemos do aviso n. 12 de li jiilein ES lS%f. r*#r-
ca rom toda a brevi.Ude a nrrr-sartni "C-L 1-
jinzes de paz das Irrgiiezias destr waaicn 1 p*t*
que conv."|uem para a referida ekir. ir> r*s*r-
iivos slandres, ns nanas vaam sanaas^ea a* das r
uuitu iiyu. que usam loos us i.uii-.uu. n....- ....-
guein sabe, nem ao menos suspeita a ngonia lenta oe abril v.nd.mro que para 1^. +***
co aeeitaram o nonio, do Sr. Saldai.lia Mariano.
Outho Su. DsnartaDO : O Sr Saldanha Mari-
nho fot el. ii" por que enlmu na chapa do governo.
O Su. Aualjo Baiirus: Nao houve lal chapa,
afllanc.i llie que nao houve
O S*n. Costa IIiukio :Chapa na eleicao de se-
nador houve.
o principio do liberdade com o principio da autoii-, OSn. Presidente levanta a sesso. tendo mar-
de, mas quer que o principio da liberdade predo- cado a ordem do dia.
mine sobre o de autoidade, quer em suuiina mais
expauso no principio da liberdade.
O p.-.ilulo conservador, porm, quer o principio ..
da autoridade com o principio da linerdade, ver- Deurso4e Sr. d>imUdu baspar de Drummond, no
dade, mais quer mais amplude, mais exp.in~fn
mez de abril.
O Sn. Araij Barbos :JBscmvn <|ue o Sr. Cos- de principio de autoridad.', quer era summa a su- j O Sr. Gaspar de ih;i mmond : A pouco, Sr. pre-
ta Bil, no eisse que o governo deu chapa, em que | premacia deste principio sobre o da liberdade, Eis, ( sidenle, reclainei contra a ib-claracao do jornal da
ia ta Lem o aeme do Sr. Saldanha .M..rmlio. portanto, senhores, nina ddlereuca bem notavel, e casa de que o piojeclo n. 18 deste anno, tinha sido
O Su. Costa Rhwim :O nobre deputado esl bein caracterstica dos dous partidos. approvado sem debate em tirimeirailiscu-sao, mal
envenenando a que digo. O nobre deputado rensnrou amia o partido pee- sabia que essa deelarac.o era o .innuncio de que
O Sh. Abav U.Minos: -Nao eslou lal envenenan- gmestRia nesta proviucia por ler consliluidu um este sena hoje o resultado de scmelhante projecto.
do, estou mandando cscrever o que o nobre depu- directorio------
ta.io disse. O Su. Jos Mara :Nao censurei o partido pro-
0 Su. Costa Hiheiro : Pois eu nao disse nada gressista por isso, fallei era geral.
isso. O Sb. Silva Barros :.... mas ao passo que
O Sr. Silva Barros :- Outros actos, senhores, censiirou e emonslram anida que nao leraos por lira crear haver obediencia e obediencia cega aos chefes.
nova oligarrhia: que o |iarlido progressi.-ta lera O Sr. Jos Mauia : 1 orno iso t Eu ?
procurado dividir com a maior igunidnne possivel, O Sn. Silva B.vunos:Disse qne se devia seguir
sem outra disiincco que a dos lalenlos e virtudes,! aos chefes...
s cargos pblicos, qu r polticos, quer civis, e quer O Sr. Jos Mara :Eu o que disse frique para.
mHtareS. E-U cmara por exemplo urna nrova j ser membro de ura partido era preciso nao s alis-
\iva do que acabo de dizer ; aqu se achara homens tar-se as lileiras desse partido, como prestar ju-
de todas as cures e couducoes polticas, de quasi | ramento de liil. lidade aos chefes
tudas as classes e lodos de differeiites familias.
Se recorrermos a guarda nacional veremos que
os postos mais importantes, como os de lenenles-
corones. commandantes superiores leein sido dados
a cida.ifios de ddlereiiies familias, e quasi lodos a
homens que periencism ao antigo partido liberal ;
como muito bem odeomn-diou o meu honrado col-
lega peo segundo dislricto, o Sr. Araujo Barros
com o* propnos dados escriptos, e nommalmenle.
O Sn. Costa Birrhio :Eu nao acredito nislo.
O Su. Silva Barros : Disse pois que era preci-
so alistarse, prestar-se obediencia, etc.
O Sr. Jos Mauia :Nao censurei isso.
Contra a miaba expectativa V. Exc. acaba de
siilimetter discussoo mencionado projcclo I I I
porque ignorava nteiramente achasse na ordem
du dia, e miiilia eslianheza sobe de ponto quanq>
vejo que s ile|iois da reclaraacao que acabei de
fazer, que assim se procede, ao passo que oulros
pn-jecNs, que contera medidas importantes sao
postas margem I !
Grande por cerlo a necessidade da divisao da
freguezia de S. Lourenro, qne sem ella a patria
correra eminente perigo 1
que esia reunido a quio
I lio de qaalitkacao da guarda nacional.
Hoje se extrahir a lJ parle da -i' loteria da
Santa Casa da Misericordia.
REPABTICAO DA POLICA.
Extracto das partes do dia 18 de mao de
mi.
Foram recolhidos casa de detem,ao no da 17
de majo.
ordem do subdelegado de Sanio Antonio, Ha-
noel Fiorano Rodrigues Campvll, Francisco Se-
baslio de Barros, arabos para averiuaroc< poli-
caes ; Joaquim Domngues Theopbilo, por distur-
bios, Consuiitino Liberato, por embriagues; e It0-
que, escravo de Francisca Candida da Silva, re-
qui-ijao desta. /
ordem do de S. Jos, Jos Rosa, para averi-
guarlo.
ordem do da B i.i-Visia, Domingos Francisco,
IzidroBapiisJa doBosano, Sebastia 1 Biplista e Cal-
dillo Francisco Guiarte, para avoriguaeoes poli-
caes.
A ordem do do Peres, Mauoel Ventura, por sus-
peilo de ser escravo.
Quero porm esclarecer-me, quero ler motivos I
que justifiquen) o meu voto, e por esla razo fare;
algumas cunsidera^ocs.
Sr. presidente, 6 principio corrente, qne s o m-
Presse pul Meo devenios ter em vista na divisan,
O Sr. Silva Ba-ros :Se o nobre deputado rec-. subdivisao c rreacao de freguezias, 110 entretanto,
tilica suas ideas, eu passo a ontro ponto. i nao posso comprehender qual elle seja na materia
verlentc.
Quando, Sr. presidenta, se qniz restaurar a fre-
O Sr. Jos Mara :Nao rectifico, contesto que
livesse dito.
O Sr. Silva Bahhos : Entretanto esta as mi- guezia da Luz, esta assembla entendeu que devia
nbas olas, e appello para a casa. | desmembrar da freguezia de S. Leurengo da Mal-
0 Sr. Araijo Barros :Hisse que para se en- ta um territorio, em cuja eomprehenso haviam
O fin Cu.niia Teixeiha :Os que sustentavain a trar em um partido, era preciso que sta tivesse dezanove engenhos, e a grande propredade S.
velha olvgarrhia taiubein diziatn assim. chefe, e que, os qne seguiam ao chefe presiavam- Bento onde posteriormente se levautaram mais
Or. Jos Mara :Nisto eu estou de crordo lhe obediencia, etc. quatro
com o nobre depuUdo ; isto de olygarehia pala- O Sr. Jos Mara :Perdn. Eu disse que nao1 Semelhante desmembracSo, que importa va, nem
I pertenria a partido algum, porque, servi-ine at mais, nem menos, do que a separacSo de quasi
Sn. Depitado :EsU em opposicao coma dcslas jialavras : nos lempos que cerrera s se meiade da fregnezia de S. Lourenco, fn approvada
esquerda. pode ser membro de um partido, quando se tem pida lei n 336 de 12 de mato de 1854, sendo di-
OS11. Jos Mauia :Mas nao estou em opposicao alistado as lileiras do partido, quando se tem ju- versos engenhos da freguezia de Iguarass, sepa-
conij'0 rado bandeiras e prestado obediencia cega aos rados desta e unidos aquella, e tudo isto, Sr.
O Su'. Silva Basaos :Se, pois, Sr. presidente, chefes. presidente, foi feito porque o Exm. prelado diote-
teui sido isto a marcha do parlido progressista, eu i O Sn. Su.va Barros : Bem; se se explica por sano exigint semelhante cnmj>en*acSn para dar a
nao veio razo alnuma para que os nobres deputados essa forma, eu aceito a explicacao. sua annuencia a restaurado da fre*nezia_da Luz.
digam que o pariido progressista tem por lim mon- i O Sn. Jos Mara :-Eu n5o disse portanto que S;pn de toda n-jlavidaiwe 6. Egc. gnaoarcis
vriad
padi
tra semelhante (uoposigao
pro
apoiados.)
pillado di;, que
snen
mente ped apalavra.
niinhas olas foram mal loma- 6er muiexlen-a c rendpsa sem grvame do parocho
dret respectivo poderia soffrer semelhante desmembra-
em seu territorio.
8r. presdeme, vou entrar na parle principal do das, nao insstirei mais ueste ponto; mas, diret resp
eu discurso, diego ao ponto para que especial- sempre que, se se censura ao partido progressista cao
ule iw.ii u i.ui,, i./w imt ion iiiiei'iono neste caso, censttrem Um- O
yn._.
dos de Iguarass tornam a pertencer a essa rregue-
peiio por vezes que o /uiaui parte do dnctorioo eximio patriota Joa-
mandado Una forja quun Kanes Machado, Alfonso Ferreira e Urbano.
O chefe da 2" seccao,
J. G. de esquita.
Movimento da casa de detencao, no da 18 de
mao ue 1861.
Existan). . 352 preses.
Entraran). . 15
Saturara. . 8
Existen). . 359
A saber:
Nacionaes . 251
Estrangeiros 36 .
Mulheres . 3 >
Estrangeira . i
Escravos . 64
Escravas . i .
ps- ein lam-
po providencie a cunara para n r ptwaic a
legto eleitoral o lino das alas. manilou-se ex|iedir asorden* coavirairalrs. enjaan-
10 a lognntzi, rntonmon.
Outro do miImIi legado siipplrnte em etrrcirm !*
frogueni da n.a-M-t.i. Bnans snsgnnsailoBi
solbciianio. em vssni do .m-di-|M>-in .* 51 I"*
srts. SI e 03 do ii$olala 31
1812, que da as mesraas ailrii>u;rs liolicia, era alguns do arl. ."H .1 mr-m re-.o .
ment aos d dejados e siiImI -lealo* 4V anliru un
providencia qualqorr, pira que a r
colaros O de aiiigurl. mo iran-ilern a amlr -
que os anime- s imgm moa eaanaaanns ao (
ou as ca 101 a< OsNai .ida orna UMeiB4 Cwu.
por que sendo mullas MOan rairoc^a anchad.-
t. o amor ; esse 1111x10 n.'oov. un ......... .. j ,~...................... .
loras; esse dspota cruel, uno nao so de dos pe- vetes disparara os amma>, smm
tares que causa, assim como tamliciu nd coula as m o vian.iaoic- por f.111.1 de um -
lelicias, que prodigalsa aos seus favoritos guie e as-im Ucaia m.i.U- Vrtas
cs Hin-il ifMaaa
aHrjtii POSlO ein dlsi..--.!.> ileillr-rmlr anitmr
do Silb le.e.L'a lo. rural ree;ind>-se tt ni
a roinimsso de polica par* loriuuur
ueste sent.10.
Por esta aeonaalo Ir. Il.irata rcnjuercsi r
a|lpl'OVa.lo que se I. Coli.iiH-lld.lsse U.l.S-1 a I
ma commisso para formiuai nina ,.-.in
tolo di- senao pernilttir que -e rsrjvjs-.n,
E' o amor
turas
za
d
E' o que eu leulio e o mal de que morro
E tu nem suspeilas islo !
E vives -diz sem me daros Ulvez o mais ocioso
dos leus pensaiiieiilos, a mira que S pnso ein U,
e que le consagro at os momentos mais preciosos
da mulla vida '
Allegaco estpida 1
Como poderia cu deixar de consagrante esses
momentos, se s os le.il.o qoando eslou jonto de por que u i>*o i.-muvi a.iuu.ai- os
11? I
Ja ni-111 sei o que dfga
P.rdda, e ama-rae, porque tudo isto e exeosso
de paivo.
que tanta despeza lera tiazid. a-j g.vr, m> t > -
parlicul..ivs.
nutro do 2' suppieiile do juiz 4.: paz 4>-
trelo da fiague/.i.i dos Ai -'.. I..-, c.Hiin ansraol..
que por arhar-se inrommudadu aaw y- dta rin
O ConservMlor sobre a caihedral de Braga diz o reeer para praaiav jur..iin nt >. o '|ue Uinttm*+*
seguinte : | meltoorar-*e.tntumao.
t edificio tao amigo, qne o fazem do lempo de Outro do a di fasta, dizmlo qoe o d-ern ** i,
Jpiter O-yrs (vindo llespauha pelos anuos do oolobrode 1831. revug.a
inundo 2,l'6'.l), e que servio aos romanos, romo se de outubro d i^'\ ...n u .pie as i^iSr^M-
colligedeunia 111-cripco que esl na parede da nirip.irs 11.10 live-s. 111 \. eurao sw a>w sauam
porta de S. Geraldo, d la lo de ra. approvadas pelo presidente da lr**sra. e aas.
O edificio embico amigo,de forma alfUm lano que |ielo Vd 1 arl. Ul do arto ad*riaal. r arf. I
abatida e angulosa, anda que bastante vasto, frito da iatsrpretacaa do Msna asta, Sslo^gasaaai .-
de cantara. posturas ser revngadis mu propoHa na- n rstt-
0 conde D. Heonque de Borgonha e Senhor do vas cmaras, lhe parece u>m ara-ia au iran\
Portugal apenas comuletou e amplioii esU calhe- delinilivainenle appruvala a talara Je .par srat .
dral. pelos annos de era vulgar 1097. requeninenio que devolverte UunsaSs
A igreja cm si pobre em objectos de arte, pn- Carvalh.. -m.io o ,ie-.*t.o da i**-**
rmocoro notavel pela sua belleza ; o revest- que licas-e sii-|h-i,s. dua |h.siuia asea
ment das paredes, a radeira do arcebis,* e os as- awt-jia prov.neul. aas sr uu^sm.
sernos dos 32 cuneaos (at 1834) sao de pao santo ci.o etc.-l'o-t.. mi discuss*. o N\ nWasa r-1
priinorosamente lavrado, coberto de riquissimas partera c d clara : que a cmara aauamsnssa *>
douraduras com a maior pompa e o melhor go Sobre os espaldares das cadeiras do curo achara- bdocimentos de coligue* u-sie ou aainnSSc tmur.
se coll(K-adus os mues e brases das mais nobres una vez que coimera a iiH-onvra^cia r anstanr
familias de Porlaeal, One tiveram autiganieule a debes ikkIo raanMar .. sonsfa puMirx investidura de canonicatos de Braga. 1 tura leve s \*>r ii.u rogaatat ues nenacan, asan *
evitar qu.-i\umes censuras, ,llte ^ b
O Conde D. Henrique jaz nesta caihedral na ca- j^dn a ranura iodr|*eiiucBt oV
pella-mr, em acanhado monumento, sobre elle es- poS|Ura negar ssa luvnra na leas de
U o vulto do conde cora armadura completa IfalU- ^r atrom inionlii al 11 alawssls preiudsnnrs a
,MT.
di
34*
Alimentados cusU dos cofres pblicos. 14i
Movimento da enfermara do dia 19 de mao
de 1864.
Tiveram baixa :
Manuel Framisro de Sant'Anna ; febre.
Jos, escravo de Manoel Antonio ; dyarrha.
Pas.sageiros do brigue nacional Trovador, en-
trados do Kio de Janeiro :Custodio Jos Cuellio,
Francisco Manoel Alvese i escravo.
Passageiros do paUcbo nacional Ihereza, en-
trados da Babia : Durante Baphael, Pedro ViU
de GeAiveiisia, Nicolao Durante, Frali lio Geovau-
sia. *
Passaifeiros da barra fraoceza Spkere, sabi-
,...._ ----------.-. _.,._*, 9 raasaariro* oa uan nanc.c outiei r s.
por ter um directorio, nesta caso, censitrem Um- O que vemos, porm hoje ? o qne se P"*/ 0S para 0 Lne :_F. F. Kellar e sua familia.
"os que e.s|es engenhos que foram desmi>mbr<.- "
disli ii-to G. Di uii.ond. p>>
Jnminoso discurso, disse, e re
presidente da provincia linlia
fiara o quinto districlo, que o liaba convertido ein S"e pois o partido progressista merece censura por
jiraea d'armas. ter um djie. tono, meiecc-a tambera onutigopar-
0 8h. G. Dbusuond :A relaco que eu aprc- tido libeial,
sentei u.w f'rovs. O Ss. 4os Maiua : Nao havia directorio.
O S Su va b"UM,;i ^r' Prei'a(>n,<' nieu si- O'Su. Silva Barmos :Houve, e o nobre depu-
looei.ine.iaiiarie'ileii.,1''"'' e haver proferido urna Udo nao pode contestar isso, ale se clianiava a
^M^SnVtT^wi .7>al '"^rprtiado, se,ja (ruubide.
indesculniwel 'e or Uido eu nao dvia Couservar- Por Unto isso nao defoito, nao ponto de cen-
me silencioso sara> *< conlri"'' Nesta assercSo do nobre depotado, senhores, eu como em ioa\| mais, necessano haver um ceulro,
vojo, nao s um voto de censura a zia, eque se pretende hoje alm dessa restitnlco,
red'uzir a freguezia deS. Lourenco a nm territorio
lo pequeo, que qnai impossivel ao respectivo
parocho subsistir com semelhante beneficio.
E paia que fim tudo isto se pretende 1 Sera por
ventura o interesse publico que o exija? me. pa-
rece que nao. mxime a altender-se a informacao
dada pel arelado na poca da-restaora$3o da fre-
guezia da Luz.
Oulras sao as causas, eu as conheco e as conhe-
ce todo o publico quo pos julga, abstenho-me por
pra de as referir sem que ou^a ao nobre autor do
prject, a quem provoco, para q,qg com clareza
O-ppir t
bridade publica, e |>or M sua
gue a liceii.a pedida. Indeleras-sr a arl >>
Outro do eniteiibeiro cor>Vainr.
requerimeiib no qual Mau I Patrio ilu }
to |M-de para que ilie seja roncedsd
muro de sua casa siu a ra 1
130, lic.iiido o dito muro ua tra
1
a
Obituario do da 18 de mao, no ckmiterio
publico :
Francisco Lopes, frica, 36 annos, solteiro, Becife;
aaciio.
Manoel. Pernambuce, .13 horas, S. Jos ; congeslo
cerebral.
Suzatl Marta Marsella, Pernamburo, 33 annos, ca-
sada, Boa-VisU ; laryngete ulcerosa.
Joaquina Hvppohia de Almeida, Pernamboco, 31
anuos, casada, Sanio Antonio ; gasirite.
Mara Francisca da* .Nevas, Perflambuco, 80 annos
yiuva, S. Jos ; paralysia.
lhe o braco esquenlo e a modireita) fui erigido no
auno de lol3 pelo arcebispo do Braga D. Diogo de
Sonza ; e lem a seguinte oaertue&u : I) O. M. I).
Enri.-o Vngarorum Itegis filio. Portug Gnoa, Esle
eonde eia libio de Henrique de Borgonha e de. Si-
biila. sua raulher, lilha de Belnaldo, conde de Bor-
gonha (veja-se a chroiiica da abbadia de Fleury,
composta por um benedictino, que contera a hnto- clara nada naver a oiqnir. unu vez
na do que se p ssou d sde 896 a 1110.) a uecessai ia a-rdeacx. Maudou-se
Advirta-se que a mscnpco gravada no tmulo
esta toda cheia de erros acerca di patria e pas do Oulro do mesmo, informando o
referido conde, que morreu na cidade do Asturga, em que Joo Kapu.Mi pede para User oaas i
em 1112. sobrado de sua pi opi ledaj.-, siii> aa raa r
A rainhaD.Thereza, caslelhaua, Senhora de Por- do bairroda lasrvsata ; derUra qoa o
tugal. inulher do conde D. Heiiriqu* tambem jaz pelirioiano, bein 0*110 ue que he-*n v-
nesU catliedral, na ca|iella-mr, em frente do tu- vinte palmos de altura, estando
mulo do conde sen marido, leudo sobre o tmulo aliuhameiilo, o coto as soieiras
o seu vulto, e com cora real. ra conveniente. I.onrcdru-s*.
Esta seuhora falleceu ao Io de novembro de Outro do mesmo, informando o
113(1 qual Antonio Velloso, pede para ajM HW snja e>m
O infante D. Alfonso, filho de el-rei D. Joao I, cedido fazer urna solea eos mu casa a. M da raa
que morreu de 10 annos de idade, a 22 de uuvem- das Cinco-Pouus, diz qne lendo n caso da peSkrv
bro de 1400, jar. umbeni nesU caihedral. O seu nano as dimensoes das posturas, nada se nWaV
tmulo de bronse, colierto por un pequeo bal- rece a oppor, salvo na parir par sr. rrVro as> van
daquiuo, e do lado da cabeca esta um anjo de joe- das iaoellas que julga nao Iba oVvcr tar aaaaosM
Ihos; toda esu obra nao de primor artstico, mas senao de conorroidade cmn as analuras, a aaaca-
no ieiu de ter ura rerlo mrito, e um dos pou- mo elle pede.Coiicrdeo-se.
eos monumentos de bronte deste paiz. Outro do fiscal de Santo atois iairisa 1 u-
Bm ura claustro desta caihedral Umbem jaz o ce- voravelmente a prelencaode I apojai oV Sasau
lebre arcebispo do Braga O. Lourenco, que uta no- Maia.Cowed*u-e.
uvelmente llgurou durante o cerco de Lisboa, em 1 Ou'ro J" administrador do eemiterio na
'ILE6VEL


Mwrw wtj rre*m**M-* ** * it4.
i
t do loaa, reatettoajta Ojjpapp* ios enrvame- tint ora- que ora candidato, ora ipw o au da, para dar maute-iaga..'!. no. -cuiiimoi... uun.u.
tos foitts no utesino titabiaeinenoem loJoo mez ora, wndo, a. uoclarar-se as folha publicas, que exredo a eomprehenso humana !
de fevureirt pagado.Ao procurador. I *te nOtna sentido, j muita larde, don lugar Prescmda-se porm, ftcssas ennsiderncoe* que
Outro do administrad. o ciittterio d freg- qpo os fW)?rosista protegassem a aloi^Io do por si fallara bem ilfn para rrpnlnr a arrusarSo, o
a di! S. Loutenco da SlaU, rautettendo tambera o Sr. Ur. Bnto contra o cauddU> do respectivo cnlre-se um aprectagao, anda que rpida, ita srm
inappa.oos enterramentos qw se theram naquelle: < ffiraatarin, por amor di qual o mesma Sr. Jno figurada, o conhecer-se ba quaulo ella destituida
estaboteameDiu desde 21 at 31 do Janeiro ultimo. Thlxeira e os Srs. Corta Ribek* eat&an Luiz das condigo-'S de oredibiltdade-.
Ao> procura*) .Ccsatio.dn Htg^ qa4trraiaarta*gns, andando em De feitonaosallega-como causadaserna des-
A arqueriiaunln d Sr. Birtiaiunas da.Sila^ tait | r i .iiwaa da porta, em porta, a pedir tos.- cripta nenlrama off.-nsa pessoal contra o ex-com-
dou-st-ordem ao procurador para manda enllocar, Faltou o eorrwp.iiW.-nt.: /erdade, diga porque,' mandante da illa de Fernando, mais puro e sim-
ralos-nas boceas de entrada e sahida dos canos de tendo eu declarado pelos jornaes ipie ilaixava de plesmente o facto de haverCalisto-fcito leves
esgota existentes as freguezias de S. Jos, e bem ser candidato em 2? de margo, e sendo a respecli- fermentos em um senleociado !
assiin na de Santo Antonio. | va eleieo em 17 de abril, o espago d> 26 das era Pois por tao leve falta pode a razan humana
2 .arcos imi.stro.' : a diversos.
ora
liT
u seBiuute :
8,7u arrobas de charque,
em bexigas, 2 barris tambas.
Histe nacional Gai iMili. entra.lo da Balita, con-
signado a Tasso Ai tanto*, maniestou o se-
grate .
eneros estrangeiros j despachados para con-
sumo.
300 sacro* farelo; aos mesmos.
Estove em praga, e I1''!rr'? por Rento 'porderoaisMifRcicnre para que qellesqut trioca/n comprehender que o commandante de Fernando, xa? com 230 espingardas para caca 2 caix'oes cora
Joaqajnr Gomes a qtranria dte 3898460 a olira do sobre os negocios du partido escnlhesscm um can- anda o mais brbaro, faria applicar castigo tao 890 fuinos para ditas ; a ordem
aterr a faxer-se na traversa do Quiabo da fregu- didato e o lleem triumphar as urnas, se por atroz ?l.........
zia das Af'gados. Mato eslava arregimentado o partido e o candida- O bom senso por si bastante para conhecer que
espactiaram-se as petleoes do Dr. Antonio Joa- to fosso tal (pie reunisse numero de votos sufnVien- admittida a causa assnnada, nao poda jamis pro-
qnim Morai-s e Silva, Braz Marcelino do Sacra- te para o iriumpho: ninguem, por certo.ounlestar duzir o efTeiioque se Ihe attribue.
mema, Constantino Alves da Silva, Clemente Sia* a vedado desta minha proposico, e uso tanto O bom senso ainda dicta que quando applicado
res de Carvall*, Kdnardo Boorfeois, Francisco mais ijuanto nao havia distancia a vcor-se para tio grave castigo por tao leve falla nao seriaoi des-
Antonio Mor- ira, Francisco de Barros Correa, Fran- que aos eleitores fosso communicada a resolucao presados,por quem o ordonasse, os nieios tendentes
cisco Gomes da Silva Saraiva, Joaquim Jos Ra- daqrielles quem competa velar sobre os neg- a evitaros seus funestos effeitos; e tanto senabas-
mos, Jos Raymnndo da Natividade Saldanha, Jos' cos do partido. | lante para tornar patente que a circumslanria
l'iiviraFranco, bacharel Jos Bernardo Galvao Al- Faltou o correspondente verdade aida. por- allegada de nao haver podidoCahsto ser conduzido
coforado, Joaquim Antonio l'ureira, Jos Luiz de que, quando deelarei p>*Ns jornaes que deixava para o hospital nao passa de um infeliz recurso,
Abneida Maitm-, Mm i -I Jote Lopes Guin iraes, de ser candidato, ja os Srs. rommeadador Antonio cuja fertilidade resulta da insensatez que lora pre-
Manoel Theodoro Siiiides de Carvalho, Manoei Pa- de Souza Leo, primo do Exm. Sr Domingos de ciso atlribuir ao supposto protogonista da
tr;io flo Nascimenli, Mana da ConctHco Versa, Souza Leo, jieutao na presidencia da provincia, e scenaf
Manoel Tavares de Aquino, R.imao do Reg Bar- o Sr. Antonio Francisco Xivter Paes de Mello | Pois allega-se que artificios fwnm empregmlut
ros. Tranquilino Agot-llo Pessoa Dutia, e levaatou- Brrelo, irino do finado conselheiro Paes>Barreto, pira meoterr o facto rm um dtdaio t cticttmslan-
< a sessao. baviain declarado em uina reuui;io da commisso ctas que diffkitatte juslioi o sn* eoaltrcimenl;
Ea, Francisco Canuto da Boa-Viagem, secretario oncarregada dos negocios do partido proaressista, e deixa-se presumir que era ao menos houvesse a
a sobscrevi. Barros Reg presidente. RegoMaia. de (jue faziam parte,que alguns eleitores da fre- previdencia deempregar os meios para qao o cas
.. eoamar-se Ventura e ora Manoel, niio sa-
1.1 .ho nacional Vnm,,. ...ralo do H.o Grande bendo ao reno a ra onde mora, duvida/.do sor a
ul, consignado a IJalt ir \ Uliveira, maniestou ra das Larangciras ou do Imperador, em casa de '
una D. Maria Bacelina : nuera ti ver direito
eir,
131 ditas de graxa
IEIL6ES.
Cezario da -MHIo.-Gameiro.Leal Seve.
tivesse o resultado que se Ihe assig-
SESSiO EXTRAORDIX.VRIA AOS 16 DE MARCO
DE 1861.
JPtetukacta ilo Sr. Barros Reg.
retentas os Srs. Seve, Cexano do Mullo, Maia e
guezia de Jaboato e Muribeca, ja so hariam com- ligo nao
promettido a votar uo Sr. Caetauo Brito,declara- na ?l
cao esta da qual ti ve noticia por intermedio do Sr.! Quando a aecusacao excede os limites da possi-
conego Rochael, na assembla provincial, nma vez bilidade e da verosnnelhanca, torna-se por simesma
' que na quaudade de primeiro secretario da com- inacrediiavel.
uiissao deixara de comparecor aquella reuniao, I Calisto a traicab ferira gravemente ao sargento
G.iuu'iro, faltando rom cansa oSr. Mello, e sein el- sendo que igual declaracao j havia foito anterior- da aldea cujas ordens servia : foi preso e sub-
a os mais sonhre>, abre-se a sesso, e fot lida e mente o Sr. Dr. Hamos, em urna .mira reuniao da mettido ao castigo corporal sempre atlmiltido na
aparatada a acia da antecedente. commisso cima mencionada, tendo isso mirar em ilha de Fernando, a que Ihe fi applicado com *
Le se o seguinte minha presenca e na dos Srs. Floriano Corroa de severida.ie ana o ca*o pedia, e con as formalidades;
KXl'ElliMe.: Critoe padre Rochael, sendo que entaoaeeresren- ali observadas no da seguinte noute morreu
l'inofTI.'io do Exoi presidente da provincia, di- lou o Sr. Dr. Ramos queera impnssioel que vol- contra a expectativa de todos, eat do proprio me-
zendiaque para satiaazera nwolucaoda-assomWa tassem atroz os eleitores que se haviam compro- dico. Eis o facto.
iegi>iaiiva provin.ial, preste acamara municipal imniido para com o Sr. Dr. Castao de tirito. Foi a niorte o resultado do castigo? E'o que
ama relacodosestabelerimentoscommerciaes nes- J se v, pois, que nao foi a falta de tempo que resta provar.
ta cdaile, pertencenie a cominerciautes brasileiros. levou o partido progressista a jnao escolher ouiro OSr. Dr. Godoy tendo comecado pelasua srena
Q.ie se fomecesse. candidato e a vot-ir cerradamente no Sr. Dr. Caeta- de horror.uutedeu de ver acabar pelafarca redi-
l uta i^tieaucnm despacho da presidencia man- do Xavier Pereira de Brito. cala -. XesU, disse elle que uina commisso en-
daii.lo iuforiuar, na qual elemento Soares dn Car- Faltou anda verdade o correspondente do carregada de vistoriar o cadver declarou que a
vallio, rejtreseut ao Exm. presidente da provincia Corlvio Mercantil quando diz que quebrei langas morte fra devida a suicidio pelo envenenaiaento,
aciTca .la execuco da postura addi.-ional de 21 de coi faxor da eleigao do Sr. padre Farias, andando e accrescunlou que nao havendo apparelhos e nem
fevertira de 1862, pri.himndo estabelecimentos de em commisso com os Srs. Dr. Costa Ribeiro e ca- reagentes chiinicos nao poda ebegar-se tal r-
acougues nos pavimentos terreo.* das casas de so- pitao Luir. Cesano do llego a pedir votos de porra sullado!
!n 11. e das de sota., altea em favor de sua pre- em porta, e digo que falln a verdade o correspon- Xo entra em mea proposito averiguar se o exa-
tencaoo despacho que obrivm da presideucia de dente, porque apenas fomos eu e aquellos senhores me procedido no cadver consiitue" urnafarca
17 de stteinhro do inesmo anno,mandando instan- casa dos Srs. Dr. Antonio Justino de Souza, Ca- redicula -,como o denomina o Sr.Dr.Godoy: direi
sao, res.dvou-so informar deconormidade com o lores pela freuuozia dos Afogados, niio se pudendo, assistenoia de tres oIBciaes, e sendo feito como fui
parees* do adyogado. j portanio, dizer que andamos de porta em porta a por quem tem um grao scientflco, e que se deve
Ootro do joiz municipal supplenle da 2" vara, | pedir votos, urna vez que s fomos casa de tres considerar habilitado para chegar as conclusdes da
Dr. Manoel Gentil da osla Atves, communicando eieitoios. sciencia, offerece a garanta que a ei qner que te-
haver entrado no dia ido corrente no exercicio do j E' verdade que iraballiei pela eleigao do Sr. pa- nha. Mas anda quando iufuu-iado fosse o juizo
nesuio cargo.luleirada. dre Farias, e esforcei-me por ella tanto quanto pu- mrdico anda assim seria preciso que por meio re-
Oulro do jiiiz de nal do Io dislrictn da freguezia de ; e tinha para as>im proceder tantos direitos guiar se provasse (|uc a morte fra resultado do
de S.mto Antonio, fuaquim Antonio Carn.-iro, com- quanlos o Sr. Dr. Araujo Barro* e outros prgrcs-
muncando ler recobido o offi.'io da cmara de 2 sislas que esforg.rain-se pelo trtumpbo da candi-
do convine, em que o scieniilicava haver o Exm. f dalura do Sr. nr. Caetano Brillo.
presdante da provincia marcado o dia 17 do abril, Bestabetoridoa assiin o< fados, resta-me pedir ao
prximo futuro para reunir-se o collegio eleiloral,' correspondente do Coerci Mercantil que, sempre
que tem de eleger um deputado pelo districto que tiver de oceuparse de minha pessoa. procure
traduzr os fados como elles se doran, pois que
nao cstou disposlo a consentir que de perfidias e
com tesaboa de mea carcter se tire vaulagum
em favor de quem quer que seja.
Itecife, 19 de uiaio de 186i.
Joo Francisco Teixcira.
Gneros nacionaes.
1,000 quarlinhas. 2* molhos piassava e 30 cai-
xas con 1,431 arrobas de salas braneo : a
ordem.
i a|or nacional Am, entrado dos portos.do nor-
te, mauifestou o seguinte :
Do Para
Gneros estrangeiros j despachados para con-
sumo.
*caixa e i fardos fazenda de algodao, 514 barris
mautAiga ; a ordem.
Gneros do Per' importados pela mutua fron-
trira.
6 caixas e 7 fardos chapeos do Chilo ;a ordem.
So rollos com 41 arrobas de salsa ; a ordem.
Do Maranhao
Gneros estrangeiros j despachados para con-
sumo.
WO barrisjnhos manleiga, 80* barricas genebra ;
a ordem.
1 cal xa chales encarnados ; a Mouhard.
30 sarcos penenla da India ; a Manoel J. R. e
Silva c Genros.
Hecebedorl:) de rendas Interoas
gerties de Pernaiaibiieo.
Rendimento do dia 1 a 18........ 18.3134534
dem do da 19................. 34344O
quem livor direito ao
mesmn, compareca para se averiguar a posse e'
rtom.nio subdelegara do Peros 17 de maio de
1864.O subdelegado,
Aloxandrlno Mariins Correia Rarros.
- 0 engenho Bruno, com sua* trras de plana-
gao de caimas, matas, ediftVios e uteneilios, iierten-
cente aos herdeiros do fallecido Joaquim Jos de \
Miranda, vai ser arrematado em praga publica do
juizo de orphos desU ctdade, por tres annos, com
a base da renda annual de 5 2004; e o esenvaodo
resiiectivo inventario daquelte tinado o Sr. Flo-
riano Correia de Bnlo : os pretendentes que qui-
zerem concorrer arremaiaca* desse arrendamen-
lo, com sciencia das condignos que devem prix^e-
der, e habililaeoes que sao necessarias para que
possam langar nessa praga ; poderao ler o escripto
que j se acha em mo do porleiro do juizo Ama-
ro Antonio de Paria.
Nos das 13, 17 e 28 do correnle mez, depois
da audiencia do lllm Sr. Dr. juiz dos orphaos, lem :
de ser arrematado por arrenda ment a renda an-,
nual do sitio denominado do Vivejro, silo na ra
Imperial, sendo a ultima praga no dia 20.
Por ordem do Dr. juiz de direito
primeira vara criminal em exercicio da
especial do commercio declaro, que ;is
dieiicias coniinuain a sor nos dias de
gunda-feira, mas ;is 1) horas da manhiia em
qaanto durarem os trabadlos do jury e In-
dos estes, s II, como estava estaheleciilo.
0 escrivo do juizo especial do
mercio,
Manoel Maria R. do Nascimenlo.
DE
l>Milsnain|MH*iH.. t .",1*M,iH
rs., se ma ;i,0,S4,ra ra ktrm t
m,Hn rm vks-
U4MK
SeiU-frira 11 d rtrrrttr harta rm
O Sfwsts Finio fara teiln ihjsiiHh
admini-tradores da ma*a MM ,le Aatnn
reir da Silva (rom l-j de br^ib< ta ra
Crespo) e por mandad do li| Sr. Ir. ihi
Cial docomm-Tcio, das divida- activas.!
tes referida nana, as 10 hnras tfis
lo em sen e LfclLiO
DE
da
do
au-
se-
lw-4 iil.irlnaa pr-t Brti.-thr t
mndpir.i coa va^r forra de 14
cavallts e caltleira Torra e 20 r .taNsj
com-
18:6oo49Hi
MOVIMENT DO PORTO.
desta provincia, para preencher a raga provenien-
te da nomeacao do conselheiro Francisco Xavier
Pao Barr.lo, para o carao de ministro c secreta-
rio de estado dos negocios e>trangeiros; consulta
a cmara onde deve se reunir o cullegio.Man-
dou-st responder <|ue na igreja matriz da freguezia
de Santo mloiiio.
Ouiro do subdelegado supplente em exercicio da
fr.guezia da Boa-vista, Decio de Aquino Fonseca,
represvniando sobre uina cstergueira existente no
fundo do quintal da cusa do estrangeiro Wilsoo,
na roa do llospi i o, proveniente dita esterqjiera
da liona ou b-gact de mamona, que ali fra depo-
sitada, a .pul exhala o mus nauseabundo clieiro,
e tem feito enrommodar milito a Unios os morado-
res do Campo Verde, que reclaman providencias.
Man lose ordem ao li-cal rusptctrvo cara foser
As tradiegoes honrosas nem sempre airigam o
funccionario publico contra os assallos da ca-
lumnia I
O cidadao encanecido no servigo do paiz, honra-
do cun a couQauca e disliucgao de seus superiores,
e Considerado por seu carcter e procedimenlo,
multas vetea vic ima de juizos dosfavoraveis, de
aprecages injustas !
A ina f, o odio, a|vinganaa e quasi sempre as in-
fonnages bebidas em taes fouius fazein sentir seus
remove-la,e que se communicasse esta resolugao ao elfcilos contra o funecionario publico que,domina.
referido subdelega lo. do por seutunentos nobres, tranquillo descanga na ;
Ouiro do advogano, informando sobre a prcten- convicciu de haver cumprido os seus devores e
gao de Thouiazia Maria da Conceigao a respeilo da no bom conceito de seus concidados !
coiisii-oreo de uina intia agita toa fundos de sua E' urna triste verdade .pie uao pode ser deseo-
casa na roa Imperial, os .paos faz.-m frente para nkncida I Mas igualmeate corto uue o bom no-
caslipo soffrido. Ora esta pro va nao foi produzida,
e jamis poder ler tal carcter e forga a simples
allcgagfk) Brotada em suspeius iatornaoo**; e bem
ao contrario a prova que j boje conliecida sobre
esse faci que constituie a aecusacao do Sr. Dr.
Godoy da em resultado a mais cabal ranlradigao
dessa sua aecusagao; ella foi produzida em 11
documentos annexadus mu conimunicado que o
Sr. coronel Leal fez publicar no Diario de Venina-
buco de bontem, e nada deixa Oesejar sobre as
seguntes proposicoes : 1* quo e castigo corporal
applicado a Calisio estava aulorisado pelo proprio
governo; 2a que esse castigo fui de menos de 800
chibatadas ; 3' finalmente, que delle nao proveio a
niorte Calalo,
O que levo dito pois, como um protesto contra a
infundada aecusago dirigida a una pessoa que me
6 tao cara por mais de um titulo, sirva ao mesmn
lempo de lenitivo ajusta magua que nesle momen-
to deve sentir aquello que victima de tai aecusacao
tem a forga e resignogat precisas para nullilicar
tudo quinto a maledicencia ou a vinganga houve-
rem forgieadu !
Radie, 18 de maio de 18154.
Antonio Gomee Miranda L-al.
PBLKAJES A PEDIDO.
a esirada de f-rro, declara que c bem fundada a
duvoa uno i ni a eanaaa em toara ler llcenga pa-
ra tal Coiistrucoan, tanto mais qoantO tendo es-
trada de feno "urna polica e regras espottaes de
.- gnranga, assiin foi .1.terminado no regulamento
n. 1938 il 26 de abril do I8S7, que deu providea-
ci i- a om respvilaInde'orio-s.
outro do escrivo da Innan lade do Senhor Bom
I !> dos Pdssos do Cirpo SsnlOi coniidando a c-
mara, deord-m da mtjsa rogedora, para acom|ia-
nliar no dia 10 e 11 do correnle a procisso de
nie-ino Senhor.Inteirada.
Ouiro .'o admiui>tradur do eenitorio publico
desla ctdade, ditenda que a innan lade da matriz
doC rpo Santo j tem eatacumbu para inhumar
os cadveres do prvulos, pelo
rad ir dar guias quando Ihe forera exigidas.Qu
-' commonicassri ao procurador.
Ouiro do fiscal >lo Recifo, pedindo bnavesse a ca-
lima de inandar pagar ao cirurgiio Jos Antonio
Marques a quaaua de 124200, importancia .! tres
exam a saniUrios que liz-ra no- das 20 de Janei-
ro e 23 .: 9 da fevereiro, e b ni assim urna corri-
da Ra 7 .lo correnle Mandou-se pausar mandado.
Outro do fiscal la fregUeZW de Santo Antonio,
infonnan I > a petigao de i^ nstantino Alvos da Sil-
va, ni qual pede para armar urna palhoca no caes
d.> liamos, alim de bella trabalhar de canteo, de-
clara n.io haver iiiconvenicrve na conceSsao pedida,
por quanto nao embaraga o transito publico, e con-
correr pira que nao se aecuniulo ali tanto lixo.
Concedeu-se.
Outro dn llscal de S Jo-, commuaicando haver
fallecido no da de boje o guarda municipal da-
queda freguezia, JoSu BapU4a de Kreila*. e pro-
p6e para subslitui-ln a Antonio Alvos Lima,
Quanl" a primeira parte inteirada, e quauio a se-
guu-la foi approva.la a pro|H>sta.
Outros (2)do administrador docemileriopublico,
da freguezia de S. I.o ireueo, remetiendo os nap-
pas dos enlerramentos que all se lizeiam, desde
i! do fevereiro 10 do crranle.Ao procurador.
Despacharam-so as petieoes de Antonio Pereira
Je M .ora, Antn o Francisco da Cunta, !>r. Anto-
nio Joapiim de Mocaos e Silva. AntonioFenandes
VellOS
be.
Pa
c.i Joaquim Lopes Ferreira, Francisco Mun.z de
Souza, Francisco Antonio de Miranda Duran, Frank-
liu Beijamini Theoloulo Petx.uu, Francisco Jni
Cabial, Joaquim Jos Bello, Jos Feliciano Portel-
la, Jos Ferreira da Silva, luiO Franci-co de Amo-
rim Lima, Joo Augusto de Lemns uarte, Joo da
ne adquirido por irrefragaSH'Jo provas de dedica-
cao causa publica permanece ndelevel,resi-tindo
com rigor as Ottsadas prelencoes de fazo-lo ma-
cular !
Feliz aquelle que por proprio mereciinento tem
conijuistado a Con.sideraca social Com a mes-
illa rapidez com que sao felas nulliticam-se as
mais acerbas aecusagdes contra elle dirigidas e
quasi sempre as victimas de laes aecusages en-
coniram compeusago na elevaco do conceito de
que gozam I
K' o que suceede ao nieu tio e amigo, o Sr. co-
ronel A. G Leal.
O Sr. deputado Jo.s Leandro de Godoy na ulti-
ma parto de sen discurso publicado no Jornal uo
pie pi lia o proco- Comiwreio de 2o do mez pausado, declarando que
la fazerattutscenn de horrorMoa de um fac-
to occorrido na ilha do Fernando q.ie ser tal
como foi descriplo imito depoha contra o Sr. co-
ronel Leal, ex-commaudaiite da mesma ilha.
Cortamente, o Sr. d.-,miado Godoy foi induzido
por iHormacoes eivadas de malevolencia senao
da mais torpe vinganga. E' pormlamenlavel que
liouvessem assiin abusado da boa T de um repre-
sentante da naca.i, e aluda mais que elle nao con-
Seguiudo conh*-cer a impuridade da fo.-ile de suas
informaees Uzease a sua serna de, horror sein
atteuder que nao tinha conhecimeuto pessoal e
nem prova dos factos, nella doorrijilus e que com
as cures corrugadas de que a revislira ia grave-
monte offender a um militar que niio aolsHidera,
e cojos servigos a causa publica, nao podiams er-
Ihe descouheeidos I
A prudencia i\ menos exiga que como repre-
sentante da nago com os ampl-'S meios que tem
a sua disposigao oblivesse previ menle as precisos
e verdad, iras informagoes sobre o facto ref.n i lo :
mais nem sempre o deputado opposicionista cede
lal exigencia : odesejo de encontrar fados quede-
ponnhain contra a administrarn do paiz ieva-o
muitas vozes alm de suas intenges e dos seus
sentiiiieiitos".
Sem que a invoque tora naturalmente o Sr. Go-
doy esta, senao jusiilicaiiva, ao menos attenuanl.^
do sen procedimenlo ; c imparcial como deve ser
Nauios entrados no dia 19.
Rio Grande do Sul28 dias, barca nacional Nor-
ma, de 214 toneladas, capito Frederico Jos
Praies, equipagem 12, carea 10,500 arrobas de
carne ; a Maia & Espirito Santo.
dem20 dias, hiate. nacional Arthur, de 136 to-
neladas, capite Raymnndo Jos de Souza Lobo,
equipagem 0, carga 8,000 arrobas de carne ; a
A mor m Irmo.
Babia7 dias, patacho nacional Therrza, do *75
toneladas, capito Joo Correia Lima, cqnipaxem
9, carga fannha de trigo e outros gneros ; a
Palmeira Si Bellro.
dem5 .lias, hiate nacional Garibaldi, de 109 to-
nelada*, capito Custodio Jos Vanna, equipa-
gem 8, carga assacar e farelo ; a Tasso & Irmao.
Ro de Janeiro14 dia*, brigue nacional 7Vowi-
dor, de 220 toneladas, capito Jos Casemiro de
Gouveia, equipagem 13, carga 800 harneas com
farinha de trigo; a Marques Barros & C.
dem 14 dias, lugre dinamar.piez Nicoline, de
114 toneladas, capito Lindernann. cqnipaKem
7, carga 78fi barricas, 5t50 saceos, 48 meias bar-
ricas com fannha de trigo; a Amorini Irmo.
Buenos-Ayres2fi das, brigue inglez Cd/./fr, de
200 toneladas, capito Irwin, equipagem 10, em
lastro ; a Amorim Irmo.
Rio Grande do Sul -20 dias. barca brasileira Lau-
ra, de 237 toneladas, rapltao Antonio Theodoro
da Silva, n-inipaaem 13, carga 10,000 arrobas de
carne; a Baltar & O iveira.
Sabidos no mesmn din.
Bio de Janeiro e portos intermedios Vapor brasi-
leiro.tp'i, commandante o primeiro lente Al-
roforailo.
Havre-llarca franceza Sphere, capito Ribes, car-
ga algodao e outros gneros.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
i tiritr/i
(EHlV.M) MOIlllU.
9a Reelta da assl:n ilur.i.
SABIIADO, 21 DE MAIO,
Subir scena o interessante drama em cinco
actos,
LUZ DE CAMES.
Thoniaz.
Coimhra.
Lisboa.
Rorges.
Coima raes.
Viclorino.
D. A. Marquclou.
D. Leopoldina.
Leonardo.
PERSONAGE.NS.
Luiz de Camoes........... Germano.
('arlos de Mendonca.......
1). Pedro de Alliayde......
Fernando d. Noronha.....
Ruy da Silveira...........
D. Rwlrigo...............
Antonio, escravo.........
1). Catharfna de Athayde...
Laura, criada.......'.....
Um criado...............
A empresa, sempre que pode, langa mo do pre-
sente drama, por ser elle querido do publico, pois
que Ihe rteorda os nssombrosos (Mos do grande
poeta guerreiro, que depois de tantas glorias aca-
ben no isolamento e na miseria.
E' um mngnitiro cxemplo I
Terminar o espectculo com a linda comedia
cm um acto, ornada de msica,
Trbulacao o ventura,
na qual baan parte a Sra. D. Anlonina Marque-
lou e os Srs. Lisboa c Teixeira.
Cotnecar s 8 horas.
Sexta-fetni 20 ./. crenle .i |0 I/i
Imns.
O agente Pinto fara Iwtto a reqiw ristent a-
luioslrador da mana fallida .le K.sir.Hi Rmmt *
C, e p..r mandado do lllm. Sr. Dr. juiz ^ernl 4
commercio, da machina, vapor, c ralOnro
mencionados perienrrnies a rrfrri-t
10 l|2 horas do dia cima 4>io n ra da l'.ruz n. 38 ; pudendo os .rete
j examinaren! os referido ot.|
(fabrica de gaz).____________
IB
Sc\la-rcira 20 de m>\ 11 k.ra-s a
ru la (ladei-t n: a.1, arojaira
Por coola e ordem de quem |MTtrrr ._ m
BMOhta vtrndera em IsMa I spym^
L'm carro de 4 rodas c,m arr.ios de. metal prus-
I cipo, ludo qussi novo.
l'm sitio defronie da iirrep itos. Afl
cm caixo, com :MW palm I i nr.- e I 4k
fundo.
Um predio bom novo de mstotiperinr a MMSJ#
seudo casa de |-)rta e 7 janell.is.4 piarlo-, i ssafcv,
cosiulia fra, cacimba, lanqm- par.. Itnh.v k>-u
U' pes de larangi-ira.s, sap.>U-, e Oa* arrt, *
junto a esta 3 ditas pequen:^ s-MsVa-
cipto da ra da AasitaaV, ObBOMga .4 a
querda entrando peta pirada de S. i-.-e ta* I
guinbo n. 23, 21, 2-'i e 215. na casa graadt;
Sr. Antonio Itoherto Fillm.
ajpaM
LtlUO
i *
ra m
4iU Ir
> Saaia
DE
Sobrado de 2 tafore*
Aguas- 'er es i 7i>, e i
mu itiilir r solat da na
II i ii 75.
iioji:. #
StiUMra 21 dn aarraata 11 h-ra, rm r
"i asente Piulo fara |eil.\.. tmm mi., i-.-c.
liqui.tlanos .la mas.a fallida d I -.' nr.mi.. ta-
los dos predios acuna de. i| i p^r> m i uta
mesma Statro, as || Ir ra- .lo dn -npr ata
seu escriplono da ra da Crin n. M.
s^*
IEIIjAO
DE
DEGLA1AC0ES.
Grande aaleria de vistas mo- B* w ^ ampo edificada r
COMPVNHIA
uo
Au;te huita peitor! A academia mdica de Berln leva perfeiamenle
razao, em seu ju.lcioso juiamento em pronunciar
o sueco da bal.-amica anacahnita mexicana como
um especifico positivo e iufallivel para todas as
irritaeoes ou inllaiiimaeoes da garganta.
sos bronchios.
Nao ha m-nlium caso de roiupidao, tosse, ca-
tarrho,_ exc.inacao da garganta ou irriiagao dos
broncliios que paisa resistir as suas admiravois
qualidades anti-irrilanies. Ella rtsMde a voz
quando perdida ou enfraquecnla. produzida pelas
alfeccoes ou sensaeo -s .le aspereza no palato ; faz
cessar a expectoracao sangoinea e iuipede a a.cu-
mulagao de mucosidades nos orgios da respiracao
que parlera dos pulmo.
ES1
reunido
numero
denrns.
o
egai tos
Srs. acoonsla para ter lugar a assembla
geialaimuHciatla para litijp, san novamenle
convijados os triesmus senhores a se reuni-
o do* v>rTem m ^a do crrante ao meio da no
osflwptorie 'la mesma compauliia, alim de
examinar a* contas do semestre findn, ap-
Idovar o otramentodo semeslre viinJonro,
pruceiler-se a eTOCOO da nova dministracao
e tratar de diversos BOgflcioa conslanles do
lelalruio do Sr. director, preveiiudd-se
desde j que na confot inidade do ata. It
dos estatutos a reunilo ser considerada
o numero de'
;?s, aiviimistas que com|iarecer nesle dia.
es.
inleirainente dilferenle na sua composigao de lo- j completa e ter tfTeitO oun
dos os mais peitories inaniilactiirado.s de fructa-
ou outros quaesqner ingredienies venenosos.
A.lia-se a venda as lejas de Caors A Barbosa o
J. da C. Bravo & C.
COMMEfiCIO.
\iivo saco m nmmww.
O novo banco de Parnambuco paga o 12" divp
dendo a razio de 9 por aecao.
Alfantlega
Rendimento do dia 1 a 18........
dem do dia 19.................
449:019-581)3
27:1:I7-V2I7
-------,-.................. ------------- ... ..,< | i m j it \ i ni 11 i i t mu uiin i nr- i: s-i
los... Arcianja Mana dos Aojos, barao de Mor-! para ajuizar da veracidade da sua exposigao, tem-
*ca, Glaodino Pabco Furrtira da Cruz, Firmino po vira um que esclarecido couheca o erro a que o
acheeo Gomes, Pranei-eo Jos da Silva l-rancis- levaram, e a necessidade deem casos taes guardar
476:6574110
Woviaicuo da alfaudega
Volumes entrados com fazendas..
cora gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
93
327
ato
134
441
Descarregam no dia 20 de maio.
373
de maio de 18(ii,
0 escripturario,
Marcono Jos l'upe,
Con.selho ailiuiul^lrnlivo.
O consellio administrativo para forneeimenlo do
arsenal de guerra lem de comprar os objectos se-
gurlos :
Para os hospital militar.
Polassa caustica 1|2 onya, almiscar 2 ongas, an-
gelin 2 oncas. parisiana
ta 2 libras, lalniga aguda 1 libra, iios delinho24
libras, oleo de mero I nn$a, feto 2 oncas, oleo de
cupahilia I libra, sanguessugas 84, culi, bis 2 on-
gas, oleo de ponas de viado 2 nagas, manleiga de
antimonio 2 oncas, sulfrelo de potassa 1|2 libra.
Qu.-ni qoizor vender laes objeclo*. apresenlem
as suas prouestas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 23 do
correte.
Sala das sessocs do conselho administrativo para
forneeimenlo do arsenal de guerra lli de maio de
1864.
Antonio Pedro de S farreto,
Coronel presidente.
Sebastian .los tnsilio Pi/irlio.
Yugal secretario.
O cidadao Manoel da Silva Ferreira, juiz de
paz do 2 di-lricto da frepjfietia de Santo Antonio,
contina dar audiencia as quarlas-feiras e sal.ba-
dos, s 10 horas da m mia, na casa de sua resi-
dencia em a ra ireila n. 10, primeiro andar;
| sendo porm esses di .s empedidos, dar audiencia
nos das antecedentes ao meio da. Despacha det-
IIlia da lllljlP all'Z O. 53.
Todas as Bat* elf.-ctivas.
0 director desle salo far mu.lauca de novas
talas s 8 e as 8 l|2 horas. O salan catar abcrlo
das 7 horas em diante. Entrada 800 rs.
AVISOS MARTIMOS.
t'ompmlii.i Pcniaiiiliuciuia
ne
VftTOcafAti <*o.((-|ra a vapor.
Faraliilia, Natal, lacia, Arar;>l>, Cetra c Arararn".
. No da 21 do corrente isSno-
A-jt[-i^A^k rahijha, commandante Mariins.
--'^^JBfc '''''"'"' '' "'"' :| rarSa rilr -lia
'*' iT^irwsnrjy 20. Eneoiiiincndas, pnssugeiros
c dinheiro a frete ate s 3 horas da larde do dia
da sabida : oscriplorlo no Forte do Mallos n. 1.
COMPA X MI A~PE R.\ AMBUC ANjT"
K
^lavega^i custeira a vapor.
laici v escalas.
No .lia 2i\ segu o vapor Mo-
vniini'i'ii>e, commandaiiie M.mra,
s .'i Iioras da larde Recebe car-
ga at o dia 24; encommendas.
passageirns e dinheiro a fele
i d.a da sabida s 3 lloras da larde : e-rriplo-
lio no Forte do Mallos numero 1.
P-
uva ti Bnhia
4 libras, gomma "de bala- pretende seguir com muita brevd.ide a escuna na-
cional Carlota, tem parle de seu rarre^amento
prompto : para o resto que Ihe falta, traase com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Olivera
Azevedo C, no seu escripiorio ra da Cruz nu-
mero 1.
as resras ipie doA-eui conduz-lo ao conbccimeulo
da verdade e a sua exposico iu seo da represen- Rarca ingleza Romtddiversos gneros.
laco nacional. Barca francezaSaint Denisidem.
Verdad* que se ao deputado opposiconista p- Patacho hespanhol Job -sal.
de ser concedida esti ezplicago, nao ella re.ebi- i Briyue. porluguezFtorinda -diversos gneros.
| vel eip relaco quelle que, sustentando o governo, Lugre dinamarquez Sicohnofarinha de trigo.
Cnnha Soares Gui.n..res, J n l'iulg R'beiru. Jote nao impellido pelos mesmos motivos; e o Sr. Dr. I I ni ]>iul nvo.
Alfonso llonloiix, Jow Ignacio Al ves Joao Raiioai, J,d0 Silveira do Souza, era seu aparte coudo no flarca imzleza Ramal, entrada de Liverpool, con-; de as 8 oras do da s 5 da tarde.
J.wquim de son Maia, Dr. Jos., lei naruo u.uvao citado discurso, julgou a bem dar contlrmagao do! signada a Saunders Brothers & C, manifestou o O hosi.iial militar dsia gnarnieo contrata
Aleo/orado John Cales, Manoel Ferreira Franca, f,,-,,,, dizendo ser el,o verdadeiro I Mas esla con-1 se/u.nte : 1 por um trimestre os seeros declarados na relaclo
Mana da (.oncejcao \.egas, Mano,, ra raros de (|,nna?ao, por honra do p.oprio Sr. Silveira de S>m- 93 fardos e 86 caixas fazendas de algodao, 21 que a esto segu. Os pretendentes comparecam
Aquino, Manoel Jorge Urne.ro (2), Manoel \ ictor; u, nao p le ser entendida senao com relaco ao ditas dita de linho, 16o gigos, 21 barris e 3 cestos i uo da 21 do correnle, pulas 10 horas da mania,
:, I -ns Molla, Manoel llodii^ues Una, M.moel j facto em si o nao quanto descripeo delle bita., louca, 200 barris chumbo de mume.o, 6 caixas c j com suas praoslas era carta recitada na uual de-
PairoUp N .-cimento, Rufino Maa..e da Lruz i.ous-, Qe cerl0. 0 Sr. r. Silveira de Souza que coarte- 1 barrica cobre, 63 pecas cordoallta. 2 correles,: clare o menor prego. Hospital militar
seiro. rtiome I.drigues,la i.unha (3), luomaz. Jos j Ceu a qualidades e servicos do Sr. coronel Leal, a ; 46 barricas e 21 caixas ferragens, 1 barril pregos, i nambuco, 16 de maio de 1864.
eo- quem distinguir com sua conlianca incumbindu-o 11 caixa e 1 feixes balancas, 1 volunto e 1 caita O*escrivo,
Itio ii.raude do Wul
Vai seguir com hrevidadoa barca nacional Ami-
zaile, oulr'ora Recife, recebe carga a frete coinuio-
do, para oque tratase com Ballhar & Oliveira, ra
da Cadea n. 6.
-rvm ti Hit) de Jte*Ttt
o brigue Brlisario segu com brevidade, e pode
receber alguna carga : trata-se com os consigna-
tarios Marques Barros & C, largo do Corpa Sauto
numero 6.
Para o ltio Grande do Hu
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, Van parte do seu carrettamento
prompto : para o resto que Ihe falla, Irata-se com tinado, escarra.l.i ras. i .p.-t.-. ti^nn*
o capito Beiarmino dos Santos Pinheiro a bordo, *! r.-logi..1 orno mni c--ri-in.- s
prop' ios, e si'in rara roM>o4 rji
S2II palini de Treme eI0 V rao-
do a Mu ta estrada > Jaoj e
Ranos.
IIOJK
Seila-Mra 30 tarttatn as 11 i|2 bar.
O agente Pinto levara I i h-i.. Man
casa rom 2 salas. 4 quait .-. I pj >.m-U>. dbjaaakn
coainha, iranaitua art, sarraoja na n >.>m
grande aterceiro ajnbi di cansaai cna
niaugiieiras, jaqu.ir..- e :.ra(jc.-,rj- : m
ii ll.lo sera elTeelua.la as II l|2 kuras tu av
pradilo ra da Cruz u. (.-ri-
do aginas.
1,1 II.AO
l'K
GogBM e wisky.
IIIUK
Sc\'a-fei-:i 211 do corrale i hora
II ajenie Piulo (ara leilo ciu aSJStr>srw b>
Sr. coii-ul ingle? e p-T milla e n- .. ,1- q ,,-u ... x
bncei ta ') caixas com t. donas de eirr.f- r -m
w.sky e 3 eaixas com :i dorias de garraO* mat
i'. '' 1 hora do .lia ai-una dil o -. u s<-ria-
torio ra da CrtM n. 38.
LEiLAO
10.
iioji:.
Sp\lafi'ir;i 2(1 do ctrrrolf as 11 itrn-
0 agente Miranda lev.ira BaaMataati a MI* rwc
delibera, o do Sr. Or. joiz rapa* .1 4a i-iMiiiacrraB,
as dividas a livas di m.ia i laiima
Cametro Pinl-i, m iiMBurtattia 1 s,t-
a saber : &6I4A018 rs. aai 1.1..- k M->*77 r-.
em conlas. (I maior lance di. bHIa ptjnatli aas>
vira de ponto de partida para os i-fT
lieilanles.
I'.mIio.Io de-.!.- j.i o- Srs. pr :-ii b r.r \ minar
as lepas e a l.'laeio dos il, : ,1 .. ;n
poder do mencionado ajenie.
O leiio sera Ifeetu.i to em seu arniwem .la ra
da Croa n. 7o.
Ll 11.AO
1
Iota mobiiia dejacaraicla. I i-ihiiimhU
2 cabillos (! aistaictlo. I bid. I e rtetn, I
com pr.-nsa. 1 ine-a As pinlio. I cin
lu/.es, I jar lan'.-rni. I lana ,b-
t>
1 .Mo pa>
iManaar* tv a
qual
de Per-
da Conceico, Theo-
doro Bensoii dos Santos, Victorino Jos MonteJro,
Vctor Grainlin, Victorino Joaquim de Souza ; e
levantou-se a ses-o.
Declaro en lempo que roquenmento dr, Sr. Ga-
do commando da ilha de Fernando por o casio dis estampas, 1 dita papel, "I fardo fio, 400 barricas
rocfamocSts feitas o anno Bastado pelo c .nsul dos eerveja, j'O barris manleiga de v.icea, 12 caita* e
Esiados-L'udos nao poda decentemente confirmar 82 meias cha, 1 barril carne, 1 lata quedos, 50
a scena de horror do Sr. deputado Godoy, tauto
meiro, mandou-se orden ao Bical da loa-vista pa- mait ruianlo passaudo-se ella durante a sua admi-
ra remover a ara que se tem tirado da abertura nistrago, como presidente desta provincia, nao
do cano que est azendo o-iospector das obras consta* i|ita houvesse providenciado no sentido de
militares, dcposiand-a em frente do hospital. serem punidos os actores da tal scena de horror !
Eu, Francisco Canuto da Boa-vlagem, secretario q Sr. deputado Godoy, como elle profano e de-
a subscrevi.Barros Rcgo, presidtnte.Barata de clarou,quiz fassora sua scena de horror :-se-btin
Almeida. Ganieiro.Bego e Albuquerquo Reg.
COMMUNICADA.
O.bacharel Joao Francisco feixeii* e
o roiiespon ente to Carreit Mer-
ln U l )
Fallou verdade o correspondente desta pro-
vincia para o Carreta Msrcant, (piando cm a
correspondencia datada de 27 do mez piscado, o
publicada ni |Uclle jornal en o numero 123, de 4
do correnle, assim se exprime :
t 0 con li lato di panido progressista era o Sr.
1 Dr, Joo Teixeira, vi-io terse resolvido que, no
caso de <--e escull lo senador qualquer dos de-
. pata I .s qne entraran na lista triplico, o eandl-
1 dato ana o Jeve-se sujastitnir fosse progressista
Je origem liberal.
i Em fivor do Sr. Joto Teixeira opinaran sem-
. pre o Sr. Dr. I'eito-a a .. seOJ amigos ansia cl-
1 dado, e lo i is o< depaUdo* progrossistas .pn ah
, se eham. O fado, p .ron, de nao ler o Sr. ||\
i Teixeira tido consistencia fn sUa vontade,
o disse inelhor o fez
Tratando do failecimenlo do sentenciadoCalis-
loque havia recebido o castigo corporal alias au-
lorisado na ilha de Fernando pelo governo, e prati-
cado pelos commandant'S, diz que Caliste
b.ata levemente ferido a outro sentenciado ; que
por esle faci o ex-co unante da ilh.i mindou po-lo
no xadrez e dar Ihe 850 pancadas de raiz de gano
Icira, conservando o de grilh.-s aos ps e algumas
aspabas que tornado urna s chaca e dilacerado
Ihe deixaram o c ir o arcando no lugar do sup-
plieo, sein que o podessem conluzir para a enfer-
marla ; e que no di 1 seguinte restara apenas o ca-
dnver do infeliz, anda posto cm f-rros1 o
As-iui desoripto o ficto nma verdadeira sw^q
de horror I Mas e.st longe da verda.lo, a loga aira
esia.app.ir>-ga em tola a sua porea, o horror da.
scena servir apeoas para ooufutllir os que a
pbaiitasiarain.
queijos,
saceos pimenla, 40:i ditos arroz, 52 toneladas de
carvo de pedra, 80 ditas de pedra para lastro ; aos
consignatarios da dita barca
lili fardos e 90 caixas fazenda de algodao, 1 di-
ta papel ; a S mlha.l Meliors c C.
1U0 gig'ts e 3 barricas louca, 55 ditas barrilha
retinada, i barris tintas, 1 dita sal, 20 fardos e 1
Jos Marcelino Alves da Fonseca.
Rrlarao a que se refere o presente unnnncio.
Assucar retinado lino, aletria, arroz pilado, azei-
te doce, bolacha, bolachinha ingleza, b..la de araruta, biscoulo, banana, carne verde, carne
de pnrcoj carne saldada, chocolate, caf muido e
em carneo, cha hysson. cognac ingles, carvo em
saceos, doce do guiaba, doce de banana, farinha da
mandioca, familia de trigo, farinha de araruta,
ou na praga do commercio.
Para o Itio de Janeiro, a frete barato, est
carregando o arfgse brasileiro Imperador, de boa ,
marca e com cominodos para escravos : a tratar
no escripiorio Amorim lrm.>.% rua da Cruz n. 3,
ou com o c.npiiao Jos Rodrigues Prats, na praga !
do commercio.
io de Janeiro.
0 novo veleiro patacho Polycena, caplao Ci-
priano Antonio de Qua.lros, s^uue com brevida-
de ; recebe carga a frete o escravos, para os quae
tem excellentes comnv.dos : trata-se com Mifael
Jos Alves, rua da Cruz 11. 19.
Para o Maranhao e Para.
0 pala.-ho firtrt'tbe a seguir com minia brevida-
las.arawix a
la rua aV "Cr^p* aat-
caixa fazeuda de algodao. 1 dita oleado, 1 dita ob- carro, manleiga ingleza, manleiga jle porco, mar- ta-se coi
ject.18 de escripiorio, 2 ditas ferrolhos, 10 pecas de nielada, ovos paes da 2, 4 e 6 ongas, lenha em Oliveira
ferro, 5 tachos. 25 barras de ferro, 2 caisas rao- achas, rap, sair, sal, toucinho, tapioca do Mar- Cruzas 1
tarda, 9 ditas o 1 jarro conservas ; ordem. nhao, atliartt de piassava, vinagre e Lisboa
50 barris bren, 80 chapas para fogo, 3 barricas vela de spermacelc, ven de carneaba vela de ce-
tampo?, 12 ditas ferragens, 8 fardos lateada de li- ra branca de meia libr- Vip l0 braneo yinho de
nho; a S. P. Johnaon & C. Lisboa, vinho d- 7.orlo>'vlnho genuino.'
p de recebe carga e fretes para Maranhao 300 rs.
f'-ijao preto, frango, galiuhas, leite, laranjas, na- por arroba, t> para o Para 360 por arroba ; ira-
" com os seus consignatarios Antonio Luiz de
ira Azevedo & C. no seu escripiorio rua das!
n 1.
nhao,
12 fardos fazenda de linho. 5 caixas dita de a!
godo. e 60 ditas sabo ; a J. Pater & C.
47 tardo e 6 caixas fazenda de aigpdao, 10 di
las lentas de dito ;aF A. Burlo & C
12 caixas phosphoros ; a Ferreira & il-
1 barrica e 2 caixas ferragens j a p
b C,
3 caixas hiendas de a'- .. Tll,m, ,r
|irj(K .godao ; a Tliomaz Jef-
fazend'
cheus.
. rente Vian-
Araea y
hiate SamVi Rila segu nestes dias : a
at* Zal aimago paulado em resmas, papel de Imllanda, com o Sr. Quintal, no tiapicbe do algodao,
, ***"eln fit;,'it:;ei.1,re,a e,n garrafi"' ""Tara o Rio de Janeiro
Para o ex tediante.
is cm dnzia, pennas d'ago cm raixinhas, pa-
feries.
1 caixa
de linho; a Phipps Brolbers
Sanguesiigas. O patacho nacional Capuan segu iin(iretcrivel-
H ispital militar de Peroambuc>, 16 de maio de ment ll0 ], 22 do correnle, s rocvbo alguma
1864. carga minda o esrravos a frete, para os tratos Ion
O escrivo, excellentes commodos : trata-se com os seus con-
Jos Marrelin Alves da ransoca. sgnaurins Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A; C,
Pola suboVIeguru do Peres foi ^M^hoOiUM n^ se|) ,,.CI ptrio roa da Cruz n. 1.
rede, 1 burra de leu, nata
iiteiicihos cattanlti na baja
mero 10.
Oageitb-SimiM-s a. repiercit. n"
Irad.res ttittaasa filoda .! Juaq .> Virira (>-
1110 Aj C,e in;unl.i.|<> .lo libn. Sr. I>r. joii m-
rcilo aatMW do cxuiii icio. Lu Mant^dao *-
i.ctos ariatn aataaianata taa-taaoti aa i> a
leaceiro andar do saOrttV da rita lo Crasa* a. M
HO.lt.
Sf \ta-feira 20 I rorrele s td ktm
LFJLAO
DC
tS8 peras de chah, U Jilas e b, >
rbrioes com hitos le Utotan, ft#
*'-i\s de i'0l6*s.tN chifre para eti-
le-es e palrloi.
(I'.>m avaria.
MabbatW 91 de mal*.
O agente Pinto fara leilu a re.|u- ranea'. t
H< nrique A AwtOn, cm pir.'ettja t ron aatari-
sac.ao do cnsul Je Franca e pm cuiiU c n-< m*
quem pert-nev de Urna caixa narra HA* a.
1531- ron O* irjectos ima incaciinw'
catno; o ii-iUo ser efj tucl i j. II baca # n
supradito > e-ciipturio do rcfcri t agen'-- nt
da Cruz. n. 38.
LEILaQ
A 2'\ do coireate.
O agente Oiivrira fara Mito jri^.la+ AV
fazendas aflatas arara) b, i .iii>Mii^nto imanr-
ta.las e i!e fechar cortas conlas. la urna pnrra tVS-
uha pr> ta em meadas prtprU |nra saatttiraa
seleiros, cuino prtatata para alfiam :
S fjunila-fi'in |3 ''o r^rre^le
s 11 horas da m .oh j al n < arnunna O
finado ile.ir\ Qiosjn, ruada Cadcia do 0-
i-
MUTILADO


>

i
Eiii conli tuttcaoe |Mt liqtjHaco
Teur.v fkiha 24 dk maio.
Miudezas e perfumaras.
Tnomaz Telxeira Bastos tendo de ir Europa
tratar de sus salo far leilao em continuar;*),
para lii|iiidaro e por intervenga!) do agente Pinto,
lo difereutes mitiJezas e um completo sortirnento
de perfumaras dos inelhoros e mais acreditados
fabricantes em *eu armazem exposigo de Londres
na ra d i Cadeia n. IX).
Principiara as 10 horas em ponto.
LEILAO
DE
Fazeudas avadadas.
Negunda-feira 23 do correte.
Soulhall Mcllors & (1, farao leilao por conta e
risco de quem pertenrer por inicrveneodo agenta
Pinto, de dilTerentes fazendas inglezas avanadas,
como S'jam : madaiwloes, algodozinhos e cam-
braias s 10 horas do dia 23 do corrente em seu
armazem ra do Trapiche n. 38.______________
LEIJLA
DE
Lua casa tenca na ra do lccrim
iiiinicni i'l't
Terca-feira -i i de malo ao
nielo dia.
O agente Olimpio |wr ordein de umi pessoa que
se relira para fura da provincia vender em leilao
a casa terrea a pouco lempo acabada sita na ra
do Alecrn) n. 65, em chaos foreiros cmara de
Olinda, a qual paga de foro 500 rs. por anno. Os
pilledenles desde ja poderao examinar a referida
e para qualquer infonnacao pdenlo enlender-se
com o referido agente no primeiro andar da ra
da Cadeia n. 48, aonde ser effectuado o leilao.
AVISOS DIYEBSOS.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
mejro -roldar, por cima do
armivem Progressista, aon-
gijt o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fssao, chamado por escripta.
$
Aos 5.000*000.
* Corre hoje.
Scxta-feira O do corren le mez se ex-
Iraliir a primeira parle ta lerceira lotera
da Santa Casa da Misericordia, no consisto-
rio da greja de N. S. do Rosario da
freguezia de Santo Antonio.
Os burieles, meios e quintos aeham-sc
venda na respectiva thesouraria na do
Crespo n. i 5 e as casas commissionadas.
Os premios de 5:OO->DOO at iOO
sero pagos uroa hora deiviis da extraeco
at s 4 horas da tardo, o os oijtros no dis
seguinte dopois da distribuico las listas.
O thesoureiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CASA U POHTIM.
AOS 5:000.000
llilhctes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume
O aballo assignado lendo vendido nos seos fe-
laes billetes garantidos o bilhete iuleiro n. 2545
com os 5:0004. e meto n. 1793 com 1:2005 e o
qnintode n. 7i(> com :i0('-5, e ouiras rooitas sor-
lea de I00& io.j a 20f, da lotera que se acabou
de extrahir a beneficio do Gymnasto, convida aos
possuidores de ditos bilhetes a" virem receber seu
respectivos premies sern os descontos das leis em
gen e>tabeleeimcnto a ra do Crespo n. 23.
O inesino tem exposto venda os noves e felaes
bilhetes gara ruidos da primeira parle da lerceira
lotera da Sania Casa da Misericordia
tralni.i scxta-feira 20 do correte,
Precos.
Bilhetes inleiros.....
Meios.........
Quintos........
Para as pessoas que comprarem
de 00S para cima.
B'Jfcetes........ 5*500
Meios......... 25750
Quintos......, 15100
Manad Martina Fiuza
ruiaodade do ^"Sacramento di ma-
Iru de 1 Fr- fedro lioncalves do
hecife
O abaixo assignado, por ordem da mesa regado-
ra, convida aos sena raos para comparecerem
no consi>torio da mesma, no dia 22 do correute,
s 11 horas da manhaa, para a eleicao da mesa
que tem de reger no anuo do 18G4 1865. Reci-
te 19 de raaio de 1804.
Francisco Xavier de Oliveira.
_______ Escrivo interino.________
Fugio do engenho S. Mondes, comarca de (a-
zarelh, na madrugada do da 19 de fevereiro do
corrate auno, urna escrava donme Josepha, per
~
----------
Ao publico.
na familia
Frederico Gautier tendo de lazer urna viagem andar.
Europa, doixa o seu sobrniho Joio Leroux encar- _
regado da direcco do seu gabinete, flaneando ao
respeiiavel publico em geral, e em particular aos
numerosos clientes que o tem honrado com a sua
conlianca, que elle se acha habilitado para fazer
suas vezes na sua ausencia, que ser de curta du-
racao. _^___^___^________^^_
Frederico Gautier faz urna viagem Europa,
e deixa por seus procuradores aos Srs. Luiz Jos
da Silva Guimares, e seu sobrinbo Joao Leroux,
segundo resam as procurares.
Precisa-so de urna ama para ata de peque-
a tratar na ra Nova n. 23. segundo
Arrenda-se o engenho Jangadinha, distante
tenceole Laui entino Gomes da Cunha" Poreira desla praca duas legoas, bom moedor de agua e com
que se ex-
65000
.3000
15200
Matriz de Santo Autouio.
Beltro, a quaJ leu) os signaes segrales: cnoula,
estatura regular, corpolenla, cor fula, ps grandes
e grossos, testa salieote, pernas grossas, muilo dis-
posia, ladina, dentes perfeitos e limados, nariz Cha-
to, rosto largo, cabellos carapinhos, olhos vivos c
um tanto espantados, com 30 annos de idade, pou-
co mais ou menos. Foi comprada no Recite ao
fallecido Joio Jos de Gouveia, leudo vindo de car-
rapatos, comarca de Limoeiro. Depois que fo com-
prada tem feilo diversas fgidas, e sempre se diri-
guido para Carrapatos e seus arrabaldes, por onde
ja passou mais de atino em urna do suas fugas, len-
do sido ahi apprehendida, por isso presume-se que
para ahi se tivesse dirigido, ou para os sertoes. De
feito, ella para Carrapatos se dirigi, tendo sido j
vista ahi, e anda por ahi so conserva. Se porven-
tura d'ahi sahir ser para ir para Taquaritinga,
Cimbres e seus arrabaldes : roga-se s autorida-
des policiaes, capitaes de campo e qualquer pessoa,
a sua caplura, o leva-la a seu senhor, no referido
engenho, ou na praca do conimercio aos Srs. Ha-
noel Ignacio de Oliveira & Filho, que receber
1005 ilegraliflcaco. Proceder-se-ha na forma da le
contra quem quer que a conservar em seu poder.
O abalxo assignado, com surpreza acaba de
ler o annuncio que no Diario de 17 do corrente
vem subscripto pelo Sr. Feliciano do Reg Barros
Araujo com relacao a unas letras pelo mesma
aceitas a favor do abaixo assignado; e smente
em respeito ao publico, vem expor o que ha acer-
ca da inaleria desse annuncio.
o abaixo assignado jamis se negou a entrega
de cinco letras das mencionadas, em eonsequencia
da veuda de metade do seu engenho ao Sr. Justino
Pereh-a de Faria, tanto que o referido Sr. Felicia-
no nao tendo as procurado houve urna correspon-
dencia de cartas entre elle e o abaixo assignaod
convidando que viesse sua casa para ultimar
este negecio, o que nao se effectuou, nem lio pouco
appareceu elle, corno tratara posteriormente, as
horas e no dia determinado entre ambos, na casa
do concunhado do abaixo assignado Jos Ribeiro
Guimares, onde tendo sido esperado at as 5 l|2
horas da tarde, so veio a apparecer muilo depois,
quando tinha a certeza de que j alli nao se achava
o abaixo as.-ignado.
Nega-se, porm, o abaixo assignado a entrega
da sexta letra a que se refere o mesmo Sr. Feli-
ciano, isto, a relativa ao primeiro anno, porque
esta Ihe pertencede pleno direilo ; visto que refe-
re-se ella a tonino em que nao eslava vendida a
meiagao do engenho, c nao de presumir que o
Sr. Feliciano quizesse plantar no engenho sem pa-
gar a respectiva renda ao seu proprietaro.
Alem disto, declara o fcaixo assignado, que essa
letra j foi por si negociada, Armado no direilo que
Ihe assislee resulla do que tem ex|Mjsto, parecen-
do-lhe que assim ha desfeito as prfidas insinua-
ces implcitas no tal annuncio.
No entretanto para lamentar a posigao falsa em
que se collocou o referido Sr. Feliciano, que estan-
do para casar com una sobrinha do Sr. Justino
Pereira de Faria, se presta a semelhanto proceder
para sali>fazer a este senhor, a quem nao obstante
foi pelo abaixo assignado declarado, antes da venda
da meiaco do engenho, pertencer si a reuda do
anno que corra, como Ihe fura aconselhado por
advogado de nota dcsta cidade, nao sendo todava
islo expresso na respectiva esrriptura por nao que-
rer o abaixo assignado prolongar dispulas com o
mesmo Sr. Justino, que foi quem mandou-a passar
as notas do tabelliao S por moio de urna copia sua.
Disio tem inteira sciencia o Sr. LauronlinoJos
de Miranda, por haver acompanhado em seus In-
cidentes esse negocio como medianeiro, visto j
ler o abaixo assignado exgotado toda a paciencia
em presenca do abuso qneaquelle senhor fazia de
sua qnalidudo lo eredor.
Terminando esta exposieio do faci e suas rea-
coi-, o abaixo assignado declara ao Sr. Feliciano,
que nao obstante seus infortunios, sempre se tem
portado em todo o decurso de sua vida com honra,
sem que togasse com letras alneias, nem usasse
de tranquibernias jamis; e para prova disto ap-
pslla para o lestcmonho do corpo do commerco
desta cidade, de qual por muitos annos fez paite.
Nesse appello nao recela o abaixo assignado urna
sentenca que Ihe faca subir o rubor s faces; o
que porm nao poden dar-se para com muitos
honrados que por ahi h.i.
Sem que o abaixo assignado queira entrever po-
lmicas, nao sofTrera com ludo impas.-ivel que_o
aggridam ; e nesse terreno nao fugir a discussao
no campo em que a quizerem collocar.
Recife 18 de maio de 1861.
Jos Candido de Barros.
proporcoes para fazer-se 2,000 pes de assucar an-
nualmente : a tratar no engenho Cavalleiro conti-
guo ao mesmo engenho, ou na ra de Santa Tbe-
reza n. 38.
OfTerece-se um moco para caixeiro de co-
brancas em qualquer casa, qur por meios doceis,
qur judieiaes : quem pretender, dirija-se ao Mon-
dego n. 85,

TBUVIO PINTO BAN-deiba tendo transferido sua residencia para o sobrade n. 2 da ra de Catinga, ahi pode ser procurado para os misteres de sua profisso, ou outro qualquer negocio. O 8* O ZT -1 T 1

Precisa-se de um caixeiro com pratica de
molhados, ou que lenha sido caixeiro de alguma
taberna, sendo Portuguez, com idade, pouco mais
ou menos, de 16 18 annos,: a tratar na' ra da
Senzala Nova n. .
Fabrica Conceciloi" da S
Babia,
^ Andrade A Reg, recebem constante- H
< mente e tem venda no seu armazem n. vm
34 da ra do Imperador, algodao d'aquel- |
| la fabrica, proprio para saceos de assu- H
car, embalar algodao empluma etc., etc., &
pato preco mais razoavel.
Precisa-se de um bom cojinheiro, e de urna !
ama para engommar e lavar : no sobrado n. 32 '
ra da Aurora.
-RA ESTRKITA
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artQciacs tanto por meio de
molas como pela pressiio do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
flqucm a vontade de seus donos, tem pos
e outras prepararles as mais acreditadas
para conservadlo da bocea.
No da 17 do corrente desappareceu ou fur-
taram urna mutum, (passaro do Para.) cor preta, e
lem as pontas da cauda cor de caf e o papo : ro-
ga-se, por isso, ninguem faca negocio, e por favor
avise ao abaixo assignado. morador na ra da
Praia.Claudino do Reg Urna.
Aloga-se o sobrado de um andar com boas
accommodaedes para grande familia, grande quin-
tal murado e porto, silo na ra Imperial n. 162 :
a tratar na padaria da ra Direita n. 84.
Aluga-se metade de um primeiro
ra Direita n. 4.
andar na
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias
2o
3o
Alague!.
A.luga-sc o 2o andar do sobrado da rna Velha I
n. 20, e a casa terrea da travessada Bemba n. 10 :
a tratar na ra do Sebo n. 24.
O Amigo do Poco acha-se venda na livra-
ria popular, ra do Imperador n. 67, a 80 rs. cada '
olha.
Est para alugar-se a casa terrea n. 39 da ''
ra da Iniao : quem a pretender, dirija-se ra I
da Aurora n. 10, que achara com quem tratar.
D. Mana Rosa do Espirito Santo Amazo-
nas, D. Amolia da Silva Araujo Amazonas,
D. Leonor de Araujo Amazonas Villas-boas,
e o Dr. Silvio Tarquinio Villas-boas, viuva,
lilhos e genro do finado capitao de mar e
guerra Lourenco da Silva Araujo Amazonas,
convidam a seus amigos para o caridoso ob-
sequio de assislirem a urna miase, que se tem
de celebrar na matriz da Boa-Vista, pelo
descanco eterno d'alma do mesmo finado, na
sexU-feira 20 do corrente pelas 8 horas da
manhaa, pelo que desde j se confessam
gratos.

_D. Idalina deSiqnoira da Costa Menezes
viuva do Dr. Jos Raymundo da .Costa Me-
nezes convida a seus prenles e aos de s>:U
fallecido marido assim como a seus numero-
sos amigos, para assislirem a niissa do 7 dia
que se celebrar na capaila do cemiterio pu-
blico desta cidade no da sabbado 21 do cor-
rente, s 7 horas da manhaa : agradecendo
desde ja a estes e a todas as pessoas que de-
ram provas de affeioao a ;-eu sempre chora-
do consorte, assistin'do as exequias que se
celebraram no convento da veneravel ordem
lerceira de S. Francisco.
de olhos;
de peito :
dos orgos geniti
urinarios. ggj
Em seu escriptorio os doentes se- a
rao examinados na ordem d suas S
entradas comecando o trabalho pelos |
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d sjfl
0 as 10 da manhaa, menos nos do- Wt
mingos.
Praticar toda e qualquer opera- S
cao que julgar conveniente para o |
prompto restabelecimento dos seus i
doentes. gl
Ollerece-se urna ama para o servico interno
de urna casa : a tratar na ra do Soreg no qua-
dro das casas pertencentes ao padre Antonio, n. 7.
(iarlas (lcSera;|ie c acci
para os Srs. Drs. Francisco Augusto da Costa, Joao
Mara Loureiro Tavares e o esludante Antonio Jos
Rodrigues das Cotias : no Forte do Mallos n. 1.
Na cocheira do Antonio Refinador vende-se
urna oplima parelha de cavallos pretos ja manca
no carro e milito boa : a pessoa que quizer com-
prar dirija-se referida cocheira.
Aluga-se a loja na ra da Penha n. 1, propria
para negocio : a tratar na ra da matriz da Boa-
Visla u. 36._____________ _______
Precisa-se de 6505 7005 a juros sobre hy-
potheca de um escravo : quem desejar fazer dito
negocio, dirija-M ra do Queimado n. o, que all
se dir com quem se deve tratar.____________
Aluga-se a casa da ra do Hospicio n. 28,
esquina da ra do Destino, propria para negocio,
com cominodos para familia : a tratar na ra do
Mondego n. 47, padaria.
Tendo de se proceder a etoicJo da nova mesa I
que tem de reger esta veneravel irmandade, convi-
do a todos os irmiios para comparecerem no do- r
mingo 22 do corrente pelas 9 horas e meia da nw-
nha, no consistorio da mesma irmandade, am
de em mesa geral se proceder a eleicao.
Consistorio da irmandade d > Santissimo Sacra-
mento da freguezia de Santo Antonio, 18 de maio
de 1864.
Joao da Cunha Soares Guimares,
_______ Escrivo.
Ao publico
O abaixo assignado lendo de retirar-se desta
provincia, deixa encarregado da cohranca do im-
porte dos camarotes e cad-iras dos espectculo
que deu nos dias 10 e 18 corrente no llieatro
de Santa Isabel, aos Srs. Zebedeo Carlos Cesar e
Filho, e agradece aos Srs. que seinteressaram pelo
annunciante, protesiaiido-lhe >ua eterna gratido
ao respeitavel publico Pernambucano as nao
equivocas provas do proteccao com que o honra-
ram nos rnesmos concerios. *
Guidi.
tmmmmammmmmarmmmmamwmmk.
Perdeu-se na madrugada de 18 para 19 do
corrente um lenco de grade com ramos, com 42
paos de largura,'desde a ra da Imperatriz al a
igroja do Carino : quem o achou e quizer restituir,
pode faze-lo na loja de funileiro da esquina da ra
da Aurora, que se liear milito agradecido.______
- Precisa-sede uina preta quilaudeira, ou um
a tratar na rna de Hurtas n. 106.
Fugio do engenho Marianna da comarca de
Goianna, provincia de Pernairibuco, o escravo de
nome Mixiininiano.o qual foi comprado no anno de
1850 Domingos de Souza Barros, que o tinha re-
cebido em paga de fazendas, visto que nesse lem-
po era estabelecido em Pcrnainbuco. O mesmo es
cravo tem os signaes seguinles : baixo, grosso,
bastante barbado, bem prelo, idade de 45 annos;
pouco mais ou menos : qualquer pessoa que o
traga a seu senhor, no mesmo engenho, ser bem
recompensado.
Easrenho.

JArrenda-se o engenho Jinlim da freguezia do
Cabo m ieiiie com o rio Pirapama distante da es-
tacao de Ipojuca urna legua e de Olinda legua e
meia : quem quizer enlenda-se com o Sr. Filippe
Santiago da Luz na ra do Apollo n. 34, ou no
engenho Arand com Manoel Antonio Gomes.
mmmmmm.
as .Na ausenea do Dr. Caetano Xavier Pe-
C ""eir de Brito o Dr. Cosme de S Pereira
85 far mas vezes na qualidade de medico
jgg a_ pedido do ine-ino ; seus clientes pode-
5 rao dirigir seus convites ra da Cruz
n. 53, 1 e i- andar no bairro do Reei-
e.e para as consultas todos os dias das
6 s 9 da manhaa ahi o encontrarlo
sempre prompto.
O Dr. S Pereira ernpregar todos os
seus esforcos pira aatisCaur a contianca
g do -ii c illega e amigo ausente.
m***M*M&M ****
Aluga-se a casa terrea n. 77 ra Imperial,
caiada e pintada de novo, eo n bastantes coinmo los
para fam lia : a Iratir roa do Q leimado o, 14.
iro and ir di sobrad) n. 3",
O Sr. Antonio Joaqun) de Souza tem urna
carta na ra da Aurora n. 48, segundo andar, on-
de fui entregue.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, que
tenha alguma pratica da mesma e d fiador de sua
conducta : a datar na ra do Principe n. 32.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 19 da
ra da camboa do Carmo : a tratar com o solicita-
dor Manoel Luiz da Veiga, na ra da Gloria nu-
mero 94.
E~t desoecupadn para alugar-se o armazem
no aterro da Boa-Vista, aonde leve eslahelecimen-
to Joao Keller : a fallar com los P. da Cunha,
ra da Cadeia. escriptorio n. 21.
*s**mm mt-mm __
Tendo-se malignamente espalhado que
o abaixo assignado se queixra de que,
tendo o finado Exm. Sr bispo mandado
dar-lhe pelo seu secretario e mordomo o
Sr. D. Jos Antonio dos Sanios Lessa a
quantia de cem mil res, que este smen-
te Ihe dera dez mil ris, venho declarar
solemnemente pela imprensa que c isso
urna falsidade, e que nao pode o abaixo
asignado consentir que pasee com o seu *
silencio, e prejuizo do referido Sr. socre- ?5
lario, a quem sou obrigade |>or muitos li- $K
lulos. ffi
Luiz Jos de Franca,
Barbeiro. fv
mm mm*m mmmm
Compnnhia Qdelldade de
seguro martimos e ter-
restres estabeleclda no
Kio de JTaaeiro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & ('..,
competentemente autorisades pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, toiiiam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
a
Precisa-se de um menino para caixeiro de
urna taberna : a tratar no becco do Campello nu-
mero 4.
Temos a salisfacao de aununciar ao publico i
que vai ser dada ao prelo, urna vez que o numero I
das assignaturas d para cobrir as despozas da I
impresso, a tradueco feita por pessoa competen-1
te, do clrso rnAnco da pedagoga, por Mr. Dali-:
gault, em 1 vol.
Esta obra, urna das melhores, e talvez a mais
acreditada das" do seu genero, foi destinada aos
alumnos-mestres das escolas normaes primarias da
Franca, e aos instituidores em exercicio.
Se a vulgarsaco de semelhante trabalho se fa-
zia necessaria enlre nos, que apenas possuiamos a
obra de Degerando, impressa ha annos no Bio de
Janeiro, e aqu um pouco raro, hoje torna-se ella
indispensavel, atienta a rreaejioque acaba de pas-
sar na assembla provincial,de urna escola normal
primaria ; cumprindo notar que Degerando, parti-
dista do ensino mutuo, nao ensina, como Daligault,
a reger praticamente urna escola pelo methodo si-
multaneo, geralmente adoptado, e pola nossa le
regulamentar da instruecao publica mandada ob-
servar as aulas.
Que melhor compendio para os alumnos da es-
cola normal ? que melhor guia para os actuaes |
professores? Convidamos, pois, aos candidatos ao
magisterio primario, aos professores, delegados lit-
(erarios, o. a todas as pessoas encarregadas da edu-
cacao da mocidade, ou simplesiiiente curiosas de
tal assumpto, a prestarem a sua assignatura para
a impresso da iraducco do curso pratieo de Pe-
dagoga de Mr. Daligault, cujo prospecto se acha
para tal lim em todas as livrarias desta capital.
Urna pergunta necessaria.
Nao sendo o annunciante assignante do Diario i
de Pernambuco, s agora que Ihe chegou ao co-!
nhecimento de que a Sra. D. Thereza Adelaide de
Siqueira Cavalcanti em um annuncio que, por re- \
pendas vezes tem publicado contra seu marido o \
Sr. Burgos, isto logo depois que se findaram as in- j
quiricoes das lestemunhas n'uma causa que esle :
Ihe encaminha pelojulzoecclesiastico, nelle chegou
a aventurar que o dito seu marido romprnva teste-:
munlias para irem depor aqudlo que lites dava a ]
estudar por escripio I portanto, de absoluta ne- j
cessidade saber desla senhora qual ou quaes as
testemunhas que se deixaram vender. de espe-
rar que a mesma senhora que Uvera tido tanta co-
ragem para assim, como em tudo mais com verda-
de, se exprimir ; tenha agora igual coragem para |
indicaros nomos destas testemuuhas contra <|uem
lancou semelhante estygma.
' _________tlm'das viole testemunhas.
Antonio Barbosa Carneiro, subdito portugnez,
vai ao Aracaly tratar de sua saude.
Quem quizer alngar nm escravo que traba-
Iha pe feitamente com carioca, dirija se ra es-
treita do Rosario n. 43, primeiro andar, que acha-
ra rom quem tratar.
^Sociedaile Recreali\a Nova l niao.#r
jt< De ordem do Illm. Sr. presidente sao JMS
^S convocados os Srs. socios para se reun- ^5 i
^ rem em assembla geral damingo 22 do 9
H corrente s 10 horas da manhaa, alim de
^ procederem a eleicao da no\M directora
flR que tem de funecionar de maio novem-
K bro prximo lindo.
H Sala das MSsSes da sociedade Recrea-
jtz ti va Nova Unio, 19 de maio de 1864.
xas 0 2 secretario,
B Pereira.
INJECTION BROU
PERFUMERA mdico-hyginica
Be J.-P. LAROZE, Qulni, Farsucnici k U Imeb espedal t Para
Estos productos son el resultado de la aplicacin de las leyes de la higiene i la per-
fumera, que se eleva y convierte en farmacia de la belleza, encargada de atender ala hi-
giene del cutis, cabellos y dientes, que todos son rganos un importantes; sirven pra evi-
tar y destruir las causas de las enfermedades que su hermana primognita, la fariatia
propiamente dicha, est llamada curar.
Utn dentfrico para curar
ios dulaif. de iMitH.iN; el frasco .
inmcdiaiaincnie
. i tr.
POLVOS DEarnriUCOS ROSADOS, ron Ij.,50 de
magnesia, para emblanquecer y consenar loa
dienl- ; el Iijm o........1 rr. SO
MATA dentfrica para rorticar las encas y
evitarla tietr^lifins dcnlales 1 fr. M
curativo DENTAL, para curar los dientes ca-
riados antes dr la rmplomadiira, y evitar los ahee-
sos y dolores; el ti .1s.11 con el MM ntenlo. i fr.
acda LBUCODERJUMA, para conservar la her-
inosuia de la lea y las ruucioues dla piel;. el
** .........S tr.
SPIrllTU DE AIU RECTiriCADO complemento
ocl locador de la boca despus de cada comida
el frasco ........i i h. 25
JAON LENimro MEMCDIAL, fm/ locador ;
* la violen, almendras iiharrjs, ramillete, etc.,
ci jabn. ...... .JT^r. r.ai
ABO LENITIVO medicinal, con yemas de
noevo, para evitar las si irtas en el cutis, hendiduras
y cnrrrmcdadrs de la piel; i la violeta, ramil-
lete, etc.; el jabn........ 2 tr
JABN LENITIVO MEDICINAL en
polvos. Es especial para la baiba, como tambin
para el tocador de las inugeres y nios; el
ffasco
2 tr.
Nm. se.
AOUA LOmAL, para conservar J
cabellos, loi iiIh ando sus rafcr ; I ti
ACXTIE DB AVELLANA* fMUTIMII*, para *-
imiliai i la sequedad y atona de los cakcw; I
frasco.............2 Ir.
VINAGRE DE TOCADOR (OFERTO*. I HU
biado por su suavidad y wm ntiali; H
fiasco.............I rr.
COLD CRZAM SUPERIOR, para camervar el ciin
blanco, Iresco, difano, y evitar la* fiinii w
de uso de los aleles; el bote. I Ir. M
AGUA DB COLONIA IOFERJOR, con imkttitm
i-I. I.i estabilidad de su jh i fume la lace baarar
para el tocador, baos locak-s y gruei ara ; (t
Irasco..............I tr.
PASTILLAS ORIENTALES del doctor l-anl ClaatM,
para quitar el o ot del tabaco y neulralia-ir ha RaV
tos fuertes; al caja........ I y 2 tr.
AOOA DB FLORBS DB ALRITCRMA. tmmmfttm
muy buscado par desunir las rowra cer y refrescar cintos rganos ; el liasen. I ti. aS
BSPnUTV DB MENTA UFERrOM. E* el asa*
perfecto tnilis|iensable cinuptemenMi VI '.-
dor de la boca despus de la ONBida; I
frasco............| fr. z>
POMADA CONSERVADORA con quinina aaara.fr
fortificar los cabellos, hernaoseailoa y evitar asat
se pongan canos antes de tiempo; el bote, i Rr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfumistas, peloqwros,
mercaderes de modas y novedades. Venta por menor : En la raria ... roe
Neuve-des-Pctils-Champs, 26.
Expediciones: en casa de J.-P. LAROZE, ru de la Fonlainc-Molirc,39fr,cTiPiris.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que acompaan cada producto.
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS AMARGAS
De J.-l*. LAROZE, Quimico, Faraaccnlico de la Esctela perisr t ttm
Este Jarabe, al regularizar las funciones del estmago 6 intestinos, destruve esas
indisposiciones proteiformes, y hace abortar las enfermedades de que son signos prrrur-
sores. Mdicos y enfermos han reconocido que restablece la digestin, haciendo desa-
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos, v calambres, que
son t:l resultado de digestiones penosas. Su gusto agradable, v la facilidad ron qur se
soporta, lo han hecho adoptar como el cspccllieco infalible de las enfermedades imtvm-
sas, gastritis, gastralgias, clicos de estmago y entraas, palpitaciones, males de co-
razn vmitos nerviosos. Su accin sobre las funciones asimiladoras es tal, pe los
mdicos mas ilustres lo han adoptado por esci|iientc real de los dos primeros agentes
teraputicos : el Ioduro de potasio y el Proto-Ioduro de hierro, hitis
observado que bajo su iullujo el primero pierde su aceion irritante, y el ryaavala
su efecto astringente.
JARABE DEPURATIVO
DE CORTEZAS DE K'AMMAS AMARGAS
CON IODURO DE POTASIO
El Ioduro de potasio, administrado en solu-
cin Imjo furnia slida, causa al enfermo una
gtan repugnancia, determina accidentes que
In obligan renunciar i rsle eficaz remedio.
l;ni(lo al lambe de cortezas de naranjas, no
rauta ni gastralgia ni desarreglo del estmago
i Intestinos, y gracias tala salvo conduelo,
las curas depuradas pueden seguirse (in inter-
ruprJon, en las afecciones escrofulosa;, luner-
rulosM, eancrnf.-is, y en las segundarias ter-
elarlas, inclusas las rcumlicas, de i|iic M su
mas seguro espeehleo. Ij dosis tsi driinidade
lal mani'ra que el mdico U varia como quiere.
Kl Ira.-cu i 4 fr. 50
JARABE FERRUGINOSO
DE CORTtltS DE SARSMAS AASCAS
con PROTO-IODURO de HIERRO
la asociacin de la ral frrea can el Jarato
de cortezas de naranja es tanto mas racional
cuanto que este Jarabe, empleado soto para
esliinular el apeldo, ai-mar la secrecin del
iugo gstrico, > por consiguiente, regularizar
las funciones abdominales, neutraliza loa tristes
efectos de los ferruginosos y de los iotlurn pe-
sadez do cabeza, couMiparion, dolores epwd*-
trico), al paso que facilita su absorcin. I)i
suelto en el Jarabe, se toma y soporta fani-
niente, por hallarse en el estado puro mas
asimilable; y asipuede seguirte la cura de lo*
estoni plidos, prdidas blancas, anrmia,
afecciones escrofulosas v raquitismo. El frasco i
4 fr. 50.
Los Jarabes de J.-P. LAROZE estn siempre en frascos especiales 'jamas en medias
botellas ni frascos redondos. Expediciones: en casa J.-P. LAROZE, nie de la Fontaine-
Mohcre, 39iis. Depsito general: farmacia Laro/.e, ruc Neuve-des-Petits-Champs, M
y en casa de lodos los larmaculic-js antiguos de Francia y del Estrangcro.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que acouipaan d cada producto.
u
n
s
I?
<
C=J

O
r/s ^.^^^
i
i O
es m
i.
o \ i
Vende-se na ra do Imperador botica franceza n. 38.
7*

0 Dr. Fernando de Sa e Al-
buquerque
tenha a bomlade do mais breve que poder, dirigir-
se ao solicitador Leopoldo Ferreira Martins Ribei-
ro, na ra da Iinperalrii n. 40, tratar de cerlo ne-
gocio de seu interesse, e que o mesmo nao ignora.
> O abaixo assignado, nio da contraria de
N. S. do Livramento, pede encarecidamente ao ir-
rno ihesoureiroque Ihe de definicao de um reque-
rimento que melteu em mesa para ser pago das
mensalidades que Ihe estao a dever, pois at o pre-
sente nao tem tido despacho algutn.
i Francisco Themoteo da Fonseca.
AV'SQ AOS SRS. MDICOS.
Cura caarrlios, losses
coqueluches, irritar oes
nervosas SO dos lirn-
chios todas a doen-
' cas do peito; hasta ao
doeoie urna colhe rchdva deste xarope D' Kobget.
Dr. CHABL:, em Pariz, rata Viviennr. so.
Pars, 36,RuaVivienne, D*
Sirop du
orFORGET
CHABLEMDECIN
A viso.
O Sr. Juliao Tertnl'ano Mnnteiro, que rln-rou da
Europa no dia 29 de mareo pr\im<> pas-al... m.
pique inglez Maqdttlena, 'srvase mandar Irvar ao
escriptorio do Dr.J. Campo-, praea de Pedro M m.
2, sobrado, a enconimemla que trnu\e oV l.nkaa
para aquelle doutnr. ou mandar dinr <> dito *-
criplorio a sua morada, alim de ser procuiassa a
dita encommenda.
[
CICERO PEREGRINO
Roa do Livrameuto d. 19
Primeiro andar.
O padre Tranquillino Cabral Tavares de
Vasconcellos, regedor interino do Gymna-
sio, tendo de celebrar urna missa pelo re-
pouso eterno do professor de philosophia o
Dr. Jos Raymundo da Costa Menezes, con-
vida aos Srs. professores c empregados des-
se estabelecimento, assim como aos amigos
do finado assistirem esse acto de raridade
e religiiio, na capella do me-iuo Gymnasio,
no dia 21 do corrente pelas 9 horas da
manhaa.

Nociedade de segaros mutuos
de vida Installada pelo Banco
Unio na cidade do Porto.
Olimpio Dornellas Cmara participa ao res-
peitavel publico, que do dia 16 do corrente maio de
1864 por diante, se assignar em todos os seus ne-
gocios, tratos, etc., etc., por Olimpio Ceelho da
Silva: porm as reparticoes publicas vigorar a
sua antiga firma at o lim do corrente exercicio,
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio principiando sua nova firma naquellas reparlicdes
Luiz de Oliveira Azevede & C escriptorio na rna cm vante, com o novo exercicio de 64 6o.
da Cruz* do Recife n. 1, esto autorisades desde j -----------:------------------------------------------
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec Hoillii IMo l'0|>lllcir IVriiailli'll'-.illi.
mentos que forem necessarios, as pessoas que de De ordem da directora convido aos senhores so
DASENFERMIDADAS ESSKXl'AKS, ASAFFKO
COES CUTNEAS. F. AI.TERAgOESDO SANGUE.
lOOOOcurasdastmpingens
mstalas, herpes, sarna
:omixoes, acrimonia,eaU
'crfoes, viciosas do san-
Ygne; virus, e alteracoet
do sonle. (Xarope vegetal sem mercurio). Depu-
rad.a- tccctitea iitvtios 1IIMIUIN
tomao-se dous por semana, seguindo o tractamento
Demiraliro: cm re-adonas mesmas molestias.
Este Xarope Curado da
ferro de III AIII.E. cura
innnediu lamente qualquer
pun/arao, relaxa rao,
e drbilidade, e igual-
mente os luios e flores brancas das muflieres.
Esta mjerrao benigna emprega-se com o Xarope da
Citracto de Ferro.
HeaMrrai1aus, Pomada que as cura em tres dias.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i as aflecfoes cutneas e comixoes-
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do aV Chabie, cada frasco vai accompahado os
tldelo.
Verule-sc na ra do Imperador botica
franceza n. 38.
DEPURATIF
dn SAING
PLUS DE
COPAHU
1HITI) *
BAXCO I \i VO
ESTABELECIDO NACIDADE DO PtmTO
Aijeulrs em Pcrnanbar
Antonio i-uiz de Oliveira
Azevedo C.
Sacam pdr todos os paquetes sd>re o
mesmo banco prazo ou vista, sutare a
caixa filial em Lisb.ia, e agencias em Fi-
gueira, Coinibra, Aveiro, Vizi-u. ViBa-
Real, Regoa, Vianna de CassaB*, Guima-
res, Barcellos, Limegn, Ovilhaa, Hra^a.
Penafiel, Hraganca. Amaranf>>, Ararra,
llha da Terreira,'llha de Faias, liba ra
Madeira, Villa do Conde. Valeara, Bast*.
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fale, a
oito dias vista ou ao prazo que se nwvm-
cionar.no seu escriptorio roa da Cnat
n. 1.
Aluga-se o primeiro e
casa n. 193 da ra Imperial
numero 36.
segundo
: na ra
andares da
da Aurora
1
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, que cozinhe e faca o servico de compras : a
tratar na ra da Senzalla n. 28, segundo andar.
- Avisa-e aos consenhores do
do Dia, e mais pratftadeotm, que no
corrente mez do maio de 64, corro praca
sejarem concorrer para tao til e benfica empre cos comparecerem no domingo 22 do corrente,
as.egurando um futuro lisongeiro aos associado s io horas da manhaa, na sala das sesfoes, afim hortaleiro :"a pessoa que se julgar habilitada, di- niaiu, troco, estupro c a
O abaixo assignado tem justo c contratado a de consltuircm a sesso ordinaria da assembla rija-se ra de lionas n. Si, que achara cora i mmica c a tucar piano, Imk
sua armaco na ra Nova n. 58 com o Sr. Antonio geral para ser apresentado o relatorio do semestre quem tratar._________ '
Roges de Souza, e como o mesmo nao lenha con- "ndo, e bem assim para tratar de negocios jmpor- ~pi^cWsc comprar nina iiii.hilia de jaca-
trahdo divida alguma sobre a mesma, faz este pa- jantes, pelo que a mesma directora pede nao baja rand ou ,ie a.nar.-llo em bom estado que tenha
rendamenlo o referido engenho, silo na freguezia
e termo do Bonito.
engenho Barra ra quera se julgar eredor do mesmo, apresenlar Wla, por quauto j porduas vezes nao se lem reu- uso na rua Ue||a 36
,o dia 31 deste seu_documonto.no praso de taes dias, na rna larga "tlZ^VZZ^t sWas- tw,.n,n --------- _. ^ ,-.
AMA HE LHTK
por ar- do Rosario n. 50.
Bento Jos Pereira Macedo.
Para a villa do Brejo da Madre de Dos pre-
D-se dinheiro a juros : no segundo andar
do sobrado n, 6 nos Martyrio, at as 9 do dia, e
Aluita-sc o torc
ra do Amorirn
W!jU0d andar.
cUa-sn de urna senhora Portugueza que ne'seja as 3 da tarde por dianteV
ara tomar conta da admioisti acio de urna ------B::-----------r:
_ moca, pa
a triUr rua da (alea n. 62, casa de familia : a tratar na rua
ou no largo da Assembla n. 20.
do'Seijo n. 22. Nesla typogi'aphia precisa-se fallar ao
Sr1 Francisco Pereira Lagos.
Secretaria do Monte Po Popular Pernambucano
17 de raaio de 1864.
Bernardo Falco de Souza.
_ 1" secretario. Urna mulher milito sadia offerece-se para ama
- O fiscal da freguezia" de Sanio Antonio pr- mentar : quem precisar, dirija-se rua do Jas-
cisapaVaoservVodalimpezadamesma de dous mim, na Boa-V,sta, casa da esquina.__________
serventes : quem es tiver enlei;.'*-se com o mes- Joaquim da Silva Castro vai Europa, levan-
mo fiscal no paleo de S. Pedro n. 4. lo em sua companhia sua senhora e 2 lilhos.
Aluga->e o segundo andar de sobrado da rna
do Pilar n. 10 com commndos para grande fiai
lia : a tratar rom Jos da Silva .Xeves.
Um rapaz Portugus, casado tambero e-m
urna Portugueza, oflererese para ipultyi r.
uho que nao diste muilas le^oat oVsta rada
j ensinar primeiras letras, coser e a bordar V
No engenho Peuanduba precisa-se de um boro las qualidades abaixo indicada, i linha. Ba.
miro ; assim nmrn a
Indo isso eona toda a par-
feicao : o senhor de en:enho que qoisrr dar Ww
educaco a seus lilhos e com alguma eriwoniia aai>
.leve daaprenr : os prelendeotes diniaat-se a rtm
das Calcadas n. 41.
Perderam-se oito chavinbas amarrarlas
um corda : roga-sc pessoa qne as leaka
o favor de mndalas entregar aa loja de Sr. a-
buco, na rua Xova.
Jos Porlella, Hespanho!. vai pera
Aluga-se urna casa terrea com 4
na rua do Jasmim, e d se por preco
M rua do Alecrirn n. 10.
>
I



"iV-
lM*rie> WP av nn *
'

Uetel ilihano c adama.ferro, raa
de Trapiche b. 44, segundo e tercei-
roaudui'fs^ 4^%#V^ffVI
Neste hotel os sheresqnaoa,uiteremfre sen-
tar acharo sumare por meiws pre^o que em ou-
tra qualquer parte, almoco, jantar e lunch; ser
vindo-se durante a semana diversas sopas italia-
nas, como seiam.raviole, talharim, cursel, lasague
e gnoceaki, feito isto com todo o aceio e esmero
possivel. i
Os senhores assignantes mensaes pgaro muito
menos que os avulsos, pagando larobom uns e ou-
tros muito menos do que em outtt qualquer parte.
E os senhores provincianos nesie hotel acharu
lodos os melhores commodos para assistirem du-
rante o lempo que estiverem nesta cidade.
Aluga-se a toja de urna pojta s na
na do Crespo n. 4 com armario ou sem
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesmarua n. 4.
DENTISTA DE PARS ~~
49Hm Non-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
fas todas as operarles de sua arte, e col-
loca dentes artiflciaes, tudo com superio-
ridade e perfetcao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tn agua e pos denlificio.
Prvcsa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixetra de Mcndonca Belm, nesta lypo-
graphta.
1
Oadvogado Efluardo de Barros pode
ser procurado pai a os misleres de_sua
profissao, das 7 s 9 horas da manira, e 1
das 3 da tarde em diante na casa de sua 2
residencia ra da Saudade n. 15.
mm& mmmm mmmmm
Antonio litz de Oliveira Azevedo saca so-
bre Lisboa._______
Grammatk* e ai'iilunciii-a elo profes-
sor Castre Niires.
Acham-^e no dominio do publico,a typographia
da ra Vlranerador n. I" a grarorsatica e arilh-
melica organisadas pelo professor Castro Nunes,
adoptadas .peto conselho rector, e approvadas pelo
Exm. Sr. 'presidente da provincia, para as aulas de
instraccao primaria._________________________
Trocam-se tres panes do cmwnho Queimadas,
na treguara de Barraros, junto a cidade do Rio
Formoso, muito bom por -ser-perro do embarque
meia legoa, com muite boas trras de safrejar tres
mil pies me de animaos, por predios nesta prava
casasou sitios : quera quizer, dirija-se ruados
IPires.casa terrea n.54, que ah achara com qwetr.
tratar, a qualquer tiera._________
"^.Precisa-se de Tima criata livre ou serava,
que saina cezinhar-e comprar: na ra 4c Salto
Amare (Mundo Nave), obrado onde moroooSr.
iDr. "Satiino.
TUSTUKAR1A.
Tinge-se com perfei?o para qualquer
cor, e o mais barato .possivel: na ra do
Kanfel n. 38, segundo andar.
X0MP&AS.
Compram-se cruzados no vos, mooda porlu-
goea, a 8W rf.: no armazem da raa de Hertas
n. i, quina que volta para o largo do Carmo.
tompra-se efectiva-
mente
ouro e prata em obras vellias, pagndose bem
na ra larga do Rosario n. -k, loja de ourives.
Fabrica de licores e perfumaras.
Neste eslabelecimento compra-se effectivamente
garrafas, botijas e frseos de genebra vastas, assim
toda a especie de frascos de perfumaras : na ruav
do Amorim n. 12.___________________________
Compra-se um piano usado, que seja moder-
no, e rnha bas vozes : quem o tiver dirjase
fabricada travessa do Carioca n. 2, Caes do Hamos.
Compra -se
constantemente ouro e prata em obras velhas : na
artiga c feliz loja de bilheles de lotera da praca
da Independencia n 22.______________________
Compram-se acede? do novo banco de Per-
nambuco : na loja da ra do Crespo, de Andrade
& Reg.
YENDAS.
Vende-se um cabriolei americano com qua-
tro rodas e dous assentos : na ra do Arago nu-
mero 37.
4 Acaba de reoeber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
e molhados todos primorosamente escoltados, por isso apressa-se o proprietario em
Est reservada uma pecHfacha de excedentes offerecer aos seus reguezes e ao publico em geral a seguate tabella dos seus gneros e
charetos-la um dos memores fabricantes da B*- resumidos preoos, aGancando todo e qualquer genero vendido neste bem conUecido ar-
hia, cojos se vendem multo baratos por lerem nrn j mazem.
Pede-se toda atten$o.
O prapreetario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico m geral
que nao doease passar desapercibila a seguinte tabella:
AVISO.
Nete ;armazem e no largo do Carmo n, 9, armazem Progressivo, recebem-se a
libras qoe vulgarmente corran no commercio por 8|>890 a 9,5, o proprietario em se
rmaseos da4b.ee este valor, sendo cm pagamento, e isto para evitar confusoes em troco.-
pequeno loque de foro abrumas caixas ; na ra
da Madre de Dos n. i8, rkfronte do largo da As-
sembl.________________________
Santo Antonia
JMta-se venda na^pographiada roado!Impe
TVidor n. 15 a trezcim to glorioso Santo Ari'.ooiojniti
duuxmte impresso, enruin folheto, obra indispensa-
vu! 'para os devotos Bomesmo santo.____________
inpreza 4a illmniaco
3BK
gaz.
Todas as vendas de apparelhs e recla.nacocs
devem ser feilas-ne armazem da Tua do Imperador
n. 31. OsTOartiimstas mandados para ariender a
estas, apresentaro um lvro qoe os reclamantes
devero asignar logo depois de proropto o servijo
reclamado ; isto para que a empreza ftjue sciente
de havef>3ni osmesmos senhores sido devidamen-
te aileaxUdds.
Qcem tiver e faiter vender uma MWHfttfl
Jacaranda tende itewpos de i^dra os oaosoles e
me-a de meiode sata, e eir. twm uso, anuira'ie
i para ser procurada.
Arrenda-se-c engenhc'Garra, sw nfrefrae
aia da Escada,t3is proportoes para dous 'tres
miipes, e eKceHeiUe d;;.jiBa : a tratar no-ece-
"nhoBamburral na mesma frtsuezia.
0 baehartl
Fraufisw Augusto da Cea
M\CHI\VSIIEFATVrE
de r:sl.'lliar mao para
(It.vann'ar algodn
pamciaaa
Pr Plaiit Brotiers & C.
OLDAI
: Bitas machinas
pddcm dcscarocar
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba '/i e V* ^ 7,5oo,
3,6oo e t,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
garante-se serem muito novas, e graudas.
800
m^
adiogdj
Ra fo LMi'RBAton K. 69.
- D. Hita Francisca ido Carvalho Paes-te An-
drade, deaccorde com a Sp. D. Francisca -da <'.u-
Dha Bandeira de*llo, arrenda o emjenho I na.
eopeiio, .-tu Daecmarca decanto Anto : tiCa-se
na estrada ds itosartnho, sitio do patrimonio dos
OFpfcaos, ou oa-ronde SiCon.'alo n. 10.
Aluga-se-um lio no Jacar, evtrada que val
>pua Agua Fria, oc casa neva do pedra e cali com
bastantes coan-.ode, e o sitio com muilasifrHCtei-
ras de todas as quidades :a tratar ua ruairei-
tan. 6^____________________________________
D. Thereca-ttciesus'llaaia avisa *> pbico
.-queism muado sua residoscia desde o dat'- corrente, da oamarea de- Pao- d'Alho paca:a de-li-
mooiro, e reside na ovilla do?smo nonae. *
Manteiga ingleza perfeitaaiente flr, a 800 rs,
14 a'Mira.
Ideen franceza a 600 rs. a libra, e 58o rs.
sendo-era barril.
Cfe uxim a 2,7oo rs. libra, de 8 libras
paractPia a 2,600.
iem perda a 2,800 rs. e de libras p;irt dem coriutbias proprias para podim a
cima-2,700, | rs. a libra,
dem hyeson o mais .-superior desejar a 2,6oo e de 8 libras para cia' Lisboa a 600 rs. a libra.
a ,5oo rs. ; Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
IMeminfnos superior a 2,4oo ede 8 libras Grao debicomuito novo a 16ors. a libra.
para cima a 2,3oors. Ervilhas francezas em latas a 600 rs.
;iUem:proprio para negocio aS,3oo, de 8 li- Potes com sal relinado a 48o rs.
bras para cima* 2,2oo. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem r|o Rio em Iotas de 2, 4, 6 e 8libras; fazenda especial.
cada uma a 2, 1,3,500 e 4.80o rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a7oo e 800
;Idem.freto o melhor que se pode desejar1 rs. a libra.
neste genero a 2;'8o rs. Chouricas patos mnito novos a 64o a libra,
(joaiquer especie iildeniBienos supewor a^esse que se^vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
eMn 'arda S-f P011' 2 e 2'<00' 4'8<)0 rs- a ,il,ra- 4'000 r8' e rs- a '*ra-
sendTr bastante Wemvmais baixo:fcam para negocio a .iiooMassas para sopa macarrao, talhrim aletria
duespessoas jmra) rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
otrabalho; (.k i,jeiI1 miudinho prqrrio paranegocic a ,5oo Cognacverdadeiro ingiez a 8,5oo rs. a caixa
fs. a libra. e 8oo rs. a garrafa.
Quetas do reino thegados uoste ultimo va- dem franeez a 7,ooors. a duzia e7oo rs. a
por a 3,loo. garrata.
Ideai mais seceos ?indos,por navio a:l,7oo. Charntosem grande quantidade e de-todos os
prato ts albores e-itais feseos do! fabricantes .mais a creditados a l.,5o,
Mrcado a 76o-rs. a libra. 2,oeo, 2(ioo, 3,ooo e 4.000 rs. a caixa,
machina: dem londiino *tioo rs., e sendo intro a: os mais baixo6 sao dos que por ahi se ven
destrocar una
arroba de aho-
de em cai em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por da ou w- ,
rotas de algado '
dintpo.
Esta
AMA
Predsa-se de ama-fna pare casa de ^ouuc- fa-
milia: na prtea de lorpo-Santo n. 17, aeroeir-s
andar.
*Ea praca4a IntepeadMcia, loja de urht
n. :t:!,-fiomprant-se citas da.QKo, prata 6 pedou
pretoaas, assim wo no faz qualquer obra de-en-
commetda, e too e utalquer concert, e puli-
mente- x dir qaatn da ditiheirc a premia.
jtEga-se o Uchoa e. inarR ai dona?, pquos adiante do Ilr..
- Sr. comSsndader Ner.y Ferreira, tendo banieiro,
, palanquO; galinhem t-aulras ommodaces; o
aatro dito no Monteno,.eai fronte.ao oitao daigre-
a : atraer com Aotonic Jos Rodrigues de Sou-
ai, ra ide-Crespo o. lo,.ea cstreiia do Rosar .nu-
,/cero "42.
e a nica <|ue !
: possue as vantagens de tiie destruir o lio d si- ]
1 godao e de farer render .dobr-odc qualquer en-
tra com doikm traba lito, a -sua ntreduccao para :
as provtocias-dcste imperic*er. de multo valor
. paratoios os-ioteressados-na lavoura do pair.
Assim contc achinasom.pontagrande do mes- \
' mo sysiema, para seienj anovidas por animaos, ,
agua ou vapor,as qoaecpot^m desetrocar 18 ar- Polvos chegados utti.iiamenteoc Portoa2o
robas dealgodj limpo pardia. rs.e libra.
Oalfadao enrocadopar estas machinas tm dem.:n latas sraftAes a 2,ooo rs. a lata.
muito Kais-osaiacao n.sur.cadus do turoiia ,-e n ,i u i f. i i i ...
veode-sopor-matorpreeo. .Baladitiha deCratel em lataede o libras
As maebiMts-ee acham nda aoiamenie eer.' bi"utG a i.ooo rs.
asa de dem liflgleaas em lrrcas a ma'.s novada
Sa;ers Brtiierg & C.
tioc rs. a libra, vende-se ,por este p6*ec-o | denva 2,ooo e2,5oo rs.
pek porco quedemos cm or. Caf de premeira qualidade a 8,5oo-r a ar-
KsoflCes em latas de 2 libras das segukites ; roba* 28o-rs. a libra,
marcas : Osloe, Craknl,3ili\ed, Victo-'. dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria. Pec-nic, Facoe, Machioe-e outrasimui-1 roba e 26o rs. a iibra.
tas a I ,:ioo e 1 Aso rs. Arroz do Maranlfo a loors..a libra, 3^-0 rs.
X. II. pri<;a du f.ui'|M>*;iul(
RECIPE.
Os ddom agentes neste |,a*L
merts.do a 2,9oo-fS. a barrica e 2o rs. a
libra,
artescrom bolas ftancezas proprios para
mimos ou para anje- (jue vio ol procis-:
soes a 6oo rs. c:ui tih.
Vende-so z. Soledad,-, ina de Joo Fereamlus Vieira n. 64, IftMaiLaAwa*!amaia nAsaadn i^wraVi a inn
nwito areneuda e em Iwa to-jlidade. acerasseicas as mat no.as uo mercada a -too
1
r.'
'iiitoixo ssignado, hquid*(ario d;i extincta Cr-
ma.iio Vjdalit Bastos, pola aiiliina vez avisa aw
descriares da.mesma finua, que venUs pagar seu
(li-ln.i-. at o d:.i I'i de juilm. depois desta data
terc de ser entregues os meataos ,a un procura-
dor paca os.corar jud'cialineBte. .Hecife lo de
maio de liii
.i jao Cario* JiMtw Olivara.
Aliuease. c egundo andar da ra .do Impe-
radora. T): na-ua do Crespo fl lo.__________
Preoisa-se de um forneiro ede mn.Emassa-
dor que sa&am deinpenhar sea taujar, que pa-
ra fra da .cidade : puem quizer, diija-se a roa Di-
iv 11... padaria da vi uva Machado &. iibo .n. 8-i. que
l achara caai .quem tura lar.___________________
i\a rH^eslreiU do Kosari u. 34
Vendle tuna preu rnharti. acostumadaao
-servico de rampoc lavagem der.oupa, o que faz
.com pfii"fecao, mgfne pode sor applicada a ou-
ros servidos, o amz egrinha de 7 -S awios, 1 .-
nitapeca : iu ra d Cadeia do .aaU; ).->H, pri-
Bsir-a andar.
Vendem-M .rallos novoste do bonita figu-
ra : -r.n Santo Amare das Salina^ -sitio jen. o ao
^tafcdtjcimento do J^aabrone.
*Vende-se a armacao do depsito do erco
Largoioo Hecife, por p^io commodo : a-tralar no
i ate^tno-
Escravos Deuda.
.jjdvogado Affonso de Albu-
querque Mello,
^)de er procurado a qualqtwr hora ; iut fiextas-
jeiras., porro, na vdla do -Caoo.________________
O proiesiaulisuio.
N;i toja de ivros do J. .Nogueira de Souza, ra
do Ctesit, recebe-se as*gaaluras para a seguiate
obra <4ee est publicando na Bahia.
do prdtestastismo comida em dezoito epstolas en-
derecadas a um amigo por oulro auiigo signa oPiel
Rkflexu.
A' vista do cremento, que entre ks, tera to-
mado insolenteieonte o protestantismo, pode-se as-
severar sem eiagerac,ao, que a dita obra contm
a mais completa refutacao d'aiiuelles heterodoxos
principios. Mandada organisar pelo sabio e ve-1
serando metropoiita, o seu autor desempenlum do
jaodo mais satisfatorio a missao de que lora en-
uregado. O methodo, a lucidez com que os as-
sujiios sao tratados, a erudicao histrica, e as
am&s do raciocinio mais forte e victorioso, por si
roesmos recommendam aUefutarao do Protes-
tantismonao s ao clero por quem a f 6 ensi-
llada, mas a todo verdadeiro ehrisiFio que protesta
os dogmas o a doulrina da religiio calholica apos-
tlica romana.
A obra dar um volume de quarto francez com
230 paginas pelo menos; o preo d'asslgnatura 6
o de 55, o por consequencia o mais mdico pos- i
fiivel.
O editor.
Deseja-se fallar com o Sr. Mathias Jo-
s de Carvalho, que residi no llio de Ja-
neiro, o como se ignore onde mora faz-se o
presente: na ra larga do Rosario n, 36,
segundo andar, das 6 s 9 da manha e das
2 s 3 l|2 da larde.___________________
Precisa-se de uma ama para todo o sei vico
de casa, forra ou escrava ; na ra da Concordia
numero 65.
Jffos das 27 do corrente e 4 de juoao prximo,
serio .venidlos em hasta publica pelo juizo de or-
phos.do tormo de ;\azar*tl;, 32 escravos de diver-
sas idades.e qualidade?, cjjar procos baico?, para
pagamento de dividas attendidas nos aventar os,
dos Gaadcs Antonio Luiz Peteira Palma e Fortuna-!
to Philadeipho Camello l'essoa. As arrematagoes
serao a dinhoiro visu; aire elles ha booiins
crias.
Alcatlm
Vende-se alcatro recentmosle chegado, em
barris : na ra daOuz n. i3, pgteiro andar, de-
iwsito no trapicue Co Cunha.
RA A MADKE DE DEXS X. 1.
i venda.
aua de Vichy, n de Seltz naturaes, muito
uti'U para molestias de bexiga quelU, e esu (de
Seltz) para padecimeolos de estomago, dita sulphu-
rosa c. s caldas da raiaba para molestias cut-
neas, eomo dartros, impigens, etc. ; assim como
agua da fumas da tina de S. Miguel, utilissima
para ombater atlas e quaesquer inllammaooes do
tubo digesb'vo. Estas aguas garantem-se om sua
pureza, seado a sua effleaW-a j bem coulecida,
tanto dos seobores mdicos, como do publico. Bo-
tica de Joao da C. Bravo & C.
Liiiha.
Xa loja da Aurora, ra larga do Rosario n. 38,
vende-se linha de carretel azul ferrete a 20 rs. o
carretel, e sendo em duzia a 20o rs, dita de dita
branca de n. 80 120 com 100 jardas a 20 rs. o
carretel, e a duzia a 200 r., pois muito propria
para as costureiras alinharem qualquer costurt
que seja fina, a.>sim cerno tambem tem grande sor-
timento de qualquer qualidade.
Fariuha para aiiimaes a
gi^auel.
Vende se a 2J> o sacco : no trapiche Barao do
Livramento, no Forte do Mattos n. 15.
Vende-se uma canoa aberta e bastante gran-
de, sendo nova e bem construida : quem a preten-
der, dirija-se ra da Cruz n. 44, que achara com
quem tratar ; e para ver, na ultima dora da ra
do Brum defronle da fabrica de sabo
Queijos do Serid
r-S. a iii r.i.
Rgos de.comadre eaititas de 4 e* libras
lacrados hermeticaniEte a l,4oo rs. a lata.
Idfetn ein.caixinhas de libras a l48oo, e
4o rs. aJibra.
Nwi-.'s muilo novas a ICkl a libra, e ,900
r&.a arroba.
Ameadoasconfeitadas a9osrs. a libra.
dem de casca mole a 32o pe.
Vinhf engarrafados no Ponto e Lisboa -rl
segwintes msreas: duque, .genuino, velho1
seceo especial, lagrimas ooss, vioho es^
pecia J). Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de d34, vinho do
Porto, selho-aisierior, madeica secca. Por-
to superior ;R. Luiz I, e outf.ts muitas
mareas, eta caixe de uma duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o r. a garra-
fa e 4,ooo a caada-
iiem superior a Soo t. a garrafa e 3,2oo rs.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figae'ra das
arcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Soo rs, a garrafa.
(deis de marcas pouco cofthecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a inais pequea
eomposo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia,, sevada muilo no-
a arrdba.
dem da-India muio superior a 2,9ooirs. a
arroba, e loo r-s. a libra.
dem BK.rsbaixotedondo a 2,6oo rs. a libra.
dem ta Judia comprido a 2,4ao rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellsdecarnailba do Aracatya 9,ooo-fs.ar-
roba, .'36o rs. .a .libra.
dem de stbo mudo dura fingindo esparmace-
te 36o M. a libra.
dem de eeparmaoetea 54o rs. eibra, .e.em
caixa a 52e rs.
!?apcl o luelbor que se pode desojar para-os
Srs. emppegados pdicos a 5,ogo rs. a res-
ma, j se vudeu por 7.ooo rs.
dem almaeo pautado e liso a 3,ooo rs. a resma.
Mein de peso .paulada e liso a3.^ooors. a
resma.
Idesa a zul de b&ta ou fugtieleiro a ,2oo rs.
a *esma.
dem embrulho de 1^200 a l,4oo rs. a esma.
Ameijas francesas eun latas de 1 '/i .Icbra a
1,2*o e 8oo rs. a libra.
dem em frascos de 3libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo n. tambetn temos em
% frascos para 1, 4oo rs,
(Conservas inglezas a 7oo rs, o frasco.
Malhos ingjezes a 8oo e l4ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2o rs.
Latas com 2 a 4 libras decajuseccoo mais
besa arrancado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tsente verdadeia a 6,8oo rs.
a duzia.
Farioha demnutUoea
de Santa Caibarina, e ta mais nova qne ha, em
inultos bonS saceos e a proco commodu : no ar-
mazem do Aunes defronle d alfaudegn.
Para familias.
chegado na nova loja de muu*ezas na ra Di-
reila n. 104, um rico sortimento de modas, e os
muitos desojados enfeites do rede rom froco, ditos
com lilas cascarriiba, ultimo gusto, a 5-5 cada um.
garantindose as familias, o desafio de oulro quai-
quer que se aprsenle deaiclhur nesta fazenda.
on fina a vontade ilo eomprador
F1VELAS
Graif
e liquij
de fazradas na li>ja .^* Pava*, nu a lf nHm r.
CO, de 'Urna A Ma.
AcOa-se este esubele.Wuenu i
lidude fazondas in^N-zj \ frai.r
lUrin, |.ropiias taiitu tai* a i-ra^a
mato, piiiioltenilu ven b i --V-
em oulra qualquer parte pruV'l -
porfi e de Uida> as fazendas a^m m
deixando licar penhor M MMaMi -e let^r em '*
sa |>elos caiieiriM da loja do l'a\ i
As chitas d Paiuii.
Vend-in-si- Miperton* (bHHdanatr arfara pe-
lo barato pref -n ti :
res, ditas francezas linas a a. >\>> *<'. 4*W r
SOO rs.. o rov.i'ii.. diias pretal larf-- *
rUeados esrocezes finos a 2o :- \ m+ *.
loja do Pavau na da Imperan iz n. H >- Saau A
Silva.
As castas i Patita 210. *S0, W '
Vendem-sc liii->imas i~.-as j. .
xa> a 3S rs. u rovado,dU* fra
a 2iO e 2S0 rs., ditas ingzcza a '0
rovado. linissimo organdjr malisa '.>
miudinhos a :I20 rs. o eoi
muilo linas a .20 rs.. isto na loia i
Imperairiz n. 60, le lama A Si
As lazinhu da opear* da Pav
Vendi-iii-.-o as mais nnnb-rna- !
hique rhegadas pelo uliiiu vaj- irn.n i
de uma s cor ou de listas miudi..' m I
mos de largura, proprias para v
roupa para meninos c capa, e j '
preco deoOO rs. o cov.id, dia-
:#

;
rx
Wm -i
54, ditos de cores a 4A50O e 5, tfib* o>
estampados a %& e ."MJ, diti* de lia a lis**
ditos de retroz preto para Into 5 i m k
do l'avao ra da liiiperatriz a. >'. V
Silva.
Fazendas prrtas para a qnarram ti
V.indc-se grosdonapl' prcbi mc'to
14600. dito a 14800, 24, 24-100,24*)
reantique pelo muilo .-nperior a .14 t
ja [ii i-la hi-spanhola mnito enrnrp>la a
*
resma ci k t Fsrt"
marri^ x
.,*
ii.*-
GiftAHDES E BONITOS
espellms (to tira dos.
A {.ruia branca em cunlinnacao de suas encom-
menda mandou vir, o acaba "de receber grandes
espelhos dourarios com mu bonitas e modernas
moldurat. e vidros de primeira qualidade, a vista
do queo pretenderte que sabir de casa munido de
dsoheiro om disposielo de o gastar na compra
de m dessts bonitos espelhos, dirigir-se ra
do Que imada, loja d'aguia braoea n. 8, qoe ser
bem crvido, Tambem ha espelhos quadradot sor-
lidoi era tauas/ios, e com molduras douradas.
JAIt RO;
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo i rfe pOfCS tana C eSCOT) 'tt
c 6,ooo rs. a duzia tntetras. *
(trras de vtdro
de oca ecom pedras.
Nao eslava bem a aguia brauca deixar licar tao
grande parte de sua boa freguezia sem essas,
preciadas flvelas de an e com pedras, e por isso
apressou-se em mandar buscar o bello sortimento
fine acaba de receber ; e bem assim as necessarias j
fitas, cujos novos e bonitos padrees as tornam agra-
daveis aos olhos de todos ; resta, pois, que os pre- jar i baldes a 720 rs. o r ovado, di:..- sancOM a
tendentes, munidos de dinheiro, dirijam-se ra "X* c W J "'lo so na loja do tova i.u J to-
do Queimado, loja d'aguia branca u. 8, onde tam- peratriz n. 00, de Gama A Silva,
bem ha bonitos cintos bordados com borlas, etc. Os chales da Pavt.
Extraordinario sortimento J0t2V^]*.i2:ZZZ L:x
Aa iun>ftimonAfl do"da a 7* e ^ dUo* ^mn* nnaa
\Kj [)cl lllllltllltlr*. :a_retroz com vidnlho a I24,ito prrl-rt
A superioridade das perfumaras que a agina
branca vende esl incontestavelinente reconhecida,
e isto confirma a grande extraceao que lhe> vao
dando os apreciadores do bom. A agola branca,
porm, tendo sempreem vistas o bem servir a sua
boa freguezia, lauto da cidade como do interior,
mandou ver o extraordinario sortimento que aca-
ba de receber, vindo conforme uas rerommenda-
coes, semprc da melbor qualidade, sendo :
Agua de Colonia em garrafas de diversos tamanhos
e moldes.
Dita dita em frascos redondos e quadrados.
Dita dita ambreada em frascos verdes.
Agua ambreada para banhos.
Dita balsmica e dcnlrifice para conservado das
gengivase denles e bom hlito da bocea.
Dita de flor de laranja.
Dila de rosa e dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dita de atheniense para alisar e segurar os ca-
bellos depois de atado.
Dita de Mallabar e Hoide para tingir os cabellos
Banha transparente e lafurncsa.
Ditas linas em frascos de diversos moldes.
Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
Dila dita em latas.
Dita dita em eopiuhos, sendo crome, duqueza e po-
mada imperial.
fiahuzinhos de vidro com perfumaras.
Caixinhas rom 6 frasquinlios de cheiros.
Cosmetiqne (ou pomada) superfina.
Extractos finos e de agradavois cheiros cm bonitos
frascos.
Dito frangipane, cheiro novo c mui agradavel.
Dito de sndalo.
Essencias concentradas, com difierentes e finissi-
mos cheiros.
Leite virginal para tirar sardas.
Dito de cacao para amaciar a culis e conservar-
Ihe o lustre.
Macassar porola.
Oleo philocume superfino.
Dito de babosa.
Opiata ingloza e franceza.
Pos de coral e de Lubin para denlos.
Saboneles linos quadrados e redondos.
Ditos finos em caixinhas de tres.
Ditos muilo finos para barba.
Ditos creme de amendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de Komp.
Vinagre aromtico.
Dito ou leite d'ires para acabar as espinbas do
rosto.
E assim muitos outros objectos de poslo que na
compra dos quaes o pretenderte ser satisfeito
per deixar os cobres na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 8.
Objectos de phautasia vindos
para a aguia branca.
A aguia branca receben novos e bonitos objec-
tos de pbantasia, alguns dos quaes nunca vi-i"-
aqui, sendo :
Bouitos aderecos completos feos de perolasfalsas.
Ditos ditos de podras, por cuja perloioao e bom
gostoquasi se nSodistinguem das rerdadeiras.
Lindas pulsoiras de mosaico.
Dita dita de petlas falsas lano para senhoras |
como para meninas.
Dita de chapa de cryslal com lisias douradas.
Dila de cornalina branca, azul etc., etc.
Bonitos alunles c anneis para grvalas.
Bonitos penles de concha, obra de apuradogosto.
Outros traversos com pedras para meninas.
Bellas guarnioos de pontos lloarados, ornados
com caixos 'de uvas, feilos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de fino domado e
com pedras. -
Outras a lartarugadas, nada inferior a aquella.
Vollinhas de aljfar branco e de cores com cruzes
de pedras.
Esses e outros muitos objectos acham-se a venda
na ra do Queimado, luja da aguia branca, n. 8.
va a 80 rs. a libra, g 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 */j garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafio.
dem com 4 '/* ditas de venagre a 1 ,ooo rs. o
garralao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
l5,ooo rsr com a ancoreta
dem empipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa c 1, loo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e porttiguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botetm,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenla a 1 ,ooo
Vassouras vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a 8oo rs. o molbo e ooo
rs. ocento.
Chocolate portnguez hespanhol e francez de
8oo a I.ooo rs, a libra.
Genebra de Hollondaem frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oO rs.
Idemem ganafesde 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rg. a groza e 2o rs. a
caixa.
A aguia branca tambem mandou vir bonitos jar-
ros de porcellana donrada e de differentos tama-
nhos ; assim como escarradeiras de vidro, objectos
esses empre necossarios para o bom aceio das sa-
las ; rosta somonte que o comprador dirija-se com
dinheiro loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 8, onde ser servido com agrado e sinceri-
dade.
ssiJkl)
A aguia branca, na na do Queimado n. 8, ven-
Idem de dentes lixades em macos grandes; de mui boas metas de lia para homem e senhora,
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.oo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a i 4o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs. a libra e 2, loo a arroba.
Peixes em latas a I,ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
e pretas de laia e de seda para padres.
Cal de Lisboa e potasas da
Rnssla.
Vende-se na roa da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o artigo e acreditado deposito da
Dendem-se queijos do Serid muito frescaes a mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
800 rs. a libra : no largo do Carmo, esquina da legtimos, e se vendem a prec<) mais barato do que
ra de Horlas o. 1 ru tqualquertparte.
Vende-se o patacho brasilciro Thertza, de
lote de 175 tonelada?, prompto a navegar para
qualquer parte : os pretendentes podem so dirigir
a bordo para o examinar, que se aclia fundeado
em frente do trapiche do Exm. Barao do Livra-
menlo, o para tratar, com os consignatarios Pal-
meira & Bellro, largo do Corpo Sanio n. i, pri-
mero aodar.
Vende-se uma haroaca prompta a faler via-
gem, carrega de 120 130 saceos, e faz-se todo o
negocio; tambem se vendom bota mansos e pro-
prios para Barroca : a fall.r com o tenerte-coro-
nel Manuel Joaqun, nos Afogadus.
ATTKN(M
Vende-se uma negrinha de II annos com algu-
mas habilidades : na ra das Larangeiras n. 18,
segundo andar.
Cognac.
Vende-se rognac francez em caixas de duzia:
no escriptorlo de Bothe Bidoulac, ra do Trapiche
numero 11*.
Plvora.
Vende-se plvora ingleza fina, em barr* de 2o
libras c. h. em lotes a vontade dos compradores, e
par preco mdico : a fallar noescriptorio de Itothe
k Bidoulac, ra do Trapiche n. 18, aonde as amos-
tras So paleles. >
loja do Pavao ra da Imperatnz
& Silva.
O Pavie f ade para tal.
Vendo-so snptrtar sotim da daa I
de laa sem lustro tendo 6 palmos i-
prio |iara vestido*, palitols, rapa* i-
to proco de 24- 24200, 24300 r i
prelas lisas, chilas prelas largas 11
de merino lisos ebordadas a \i-
conigollinhas e outros muilos arli. ,
dem por prreos razoaveis : na luja 4 rara.- ras
da Emperatriz n. 60, de (ama A Silva.
Os csrptakes ra^aa
Vende-se os mais moderno-* curpiako* 4t rjm>
braia rtaSHMsM burdados e en(oii*l.- 1
na loja do Paria, roa da Imperan iz n. ">. *-
ma A Silva.
Os te sudas de Paio
Vende-se ricos vestidos do gn it
camente lardados a vcludo
U)5. sendo fazenda que sempro
e 1-05 ; dito* ib> i-am.ir;>i.t I i
dados arruche, sendo prrios |>aia l ui
monto a 10. 15, 20 e MU; dil.- .
barras a 18 e 154 ; isto na ra
da Imperalriz n. t, m fiama A >.va.
Os paaMs d Pavao.
Vende-se panno prrto muito-i:
preco de 4, 2-S500.:5 e 3?300, dito ssaals
i. :S o f.5. ivries de casemira r>ro|a tainlada a
14, 40500 e 64, caemira preta m e ih *
largura muito lina a 15H. ". ".T6le 14. asti-
les de casemira de cor a : 5. "i' '' : > -
ras eastsiaslas ie uma s<> cor proaria pera rstra
paletols, colletos, capas para seaswra. rpaa pira
meninos a 54 c .liMI o <
l'avao, ruada liiqieratri/ n. ( A reupa de 'aic.
A'oodem-se ptieMs de panno | >
cr.s fazenda muilo Ihi.i a 12'.. di'..
164, M|, 253 e 5(1 >. caira* d.
fazenda a 4500,54. 4,' 74 e H4. pebiS -
iie panno preto a 75. ditos de ra- .ra 4e rar >
64 e 74, ditos de alpaca pn ;
preto, ditos de brim de ores, r.i!. .-
de cor a '5, 55- 65. 75, 'b'o* i
Escossia a 54, dito* ie brim pard a 24
de cor a 24 e 25500, ditos braa*..* i.
sio na loja do l'avao, tua da Ims ralrr I
'Jama A Silva.
Os cortinados ele patSo.
Vendem-se rico* rortin.'
ia e camas pelo barato |>n e i
melhor (|iie lia no morcado": i
| n. 60. de GiSH \ Silva.
AsnUtias te Paiaa.
Vendem-se colchas
pnas para cama pelo barato pn
na ra da Imperalriz n. 60. de (i:.:; i w Sirva
Mm prcralaM do Pave.
Vendem-se a mai* lindas pfsntas ejne
do ao mercado dmgadas pelo tttmm vapor sVae>
cez, pelo barato proc.i ile lino r-.
de lisirinha mnito miiidinba* pr<>pr;.i*para restas'*
e roanas de meninos c nii-nma* i k SM
de ."iOO rs. ; mi i l'avao a ra da I. :
loja de (jama & Silva.
Os sonteanbarqurs do Pata* a
10 e f 5# s o Paro. %
Vendem-se os mal* lindo* soatraatoavsan -re
tem viudo ultiinain-nte de hiatMki a caxnmr
camente bordados o enfeiladmi, ebtrt mmib4Ur>-
das (lo barato prego de o e l.'5 : i-i i
que em outras lojas'se vendem \" s para liipiiilar : na loja e anaatem da Pa; .
na da Imperalriz n. 60 de 'ama A Mea.
As chita* do ratio *4Q r
SOO o corte.
Vendem--e corte* de i-hila cosa 4mr> i
cada corle, ditos com des rovados a iMf*. '
da muito boa, e que nao i na kya d '. --
rao [cm esta perhiBJfba a roa da taaperatrz a
60 de Gama ,\ Silva.
l.as de nana *o cor.
Vendem-se latiubas de urna -.. rdr, asad
carnada, azul, cin/.enta, cor de rale, lirio dar, it-
rio roso cor de perola pelo l.arali--inv frerp dr
6M) o covado, fazenda muito lina ... o Patio."i n a
da Imperatnz n. 60 loja e armazem de fleo a
Silva.
Panne de liaae.
Vende-se panno ib' i-.iho com \ patata* i
gura proprio para laagott, toallas e rerboaa* ia*
barato preco de biO rs. a vara, braman* de lser
com 10 palmos de largura a 255i. ahrndaaataa>
monstro com 8 palmos de largura a 14. prra e
Hamburgo com 20 varas a 94. I i h.,
madapolo fino a 75500. 85, '.i.j |04, ditas aV
algodaoznlM) a 64, 64"00 e 74. cuir
fazendas brancas que se vendem mirto barata*
alim de apurar dinheiro na loja do Paria roa da
imperalriz n. 60. de Cama & Suva.
O bramante do Pavo cam mrt
palmos de largura.
Vende-se bramante de linhoparo. moi'obaK raa
doze palmos de largura o inelhor a mab frF*_f^
tem vindo ao mercado pelo barrio i-
rs.a vara ; s na loja do Paro de .au.a 4 BsV*
aua da Imperalriz o. 60.
As prccalas da Pava.
Vendem-se as mais lindas prora.a* :
do ao mercado cheg.ida* pelo ultimo vapor fraarrz.
pelo barato preco de fino rs. n
trinha muito mudinha* proprias para traetiaV< r
e roupas de meninos e mininas pH > i.aram pt
de d'OO rs. : s o Pavo ra da Imperalriz a. tt).
loje dt (ama \ Mira.
Os liales do Patio.
Vendem-se crinolina* ou l.al.Vs de 5'>arra taa-
brancos como de cores, .culo a.,
sao os melhores por e nao qvehrarem a
de 55 arcos a 15. ditos de miissrlioa rom bata
a 45, ditos para menina a tfe34 : na b>ja vo ra da linpei.ili iz n. 60, de Gama Stlra.
O Paran vrnic N*
Vendem-se os mais lindos corle* de v.-i:.. a
Marta Pa, com lindas harpas ndr r- --
gados pelo ultimo v.i|or franc i .
de 84 cada um : ai na loja da Paria rtj i i i
ratriin. 60, de Gama vV Silva.- w



's
Esquina da
ra do
Sebn. 12
KR1LI1WTE Mlldl
\(5VO E
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandos Pires tem a honra de participar ao retprttaiet pnMiro
qne hoje ahrio um novo estabalecimento de momados denamiaado UrUhante Aurora, ao
largo da Santa Crua n. 12 esquina da ra do Sebo n. I*.
U proprietano deste novo estabrleei metilo pede a lotos o& seus amigos 0 fregona e
ao benevulo publico dest* cidatle e do interior, a Ma protoeeao para este aciado eatriete-
cimento, cerlus de que em lein.-o alguin abusar da confia&ca que at boje Ibes tem de-
positado.
No aovo armazem encontrar-se-ha sempre uragTaodesortimentodo6 melhoresgeoeros
que vein ao nosso mrcaloe por precoso mais mdicospossiveis, certode que em parte
algnma se vender mais barato e memores gneros tauto em porco eomo a retalhe, do
que no armazem da Brilhanle Aurora.
A satisfacao da Brilhaute Aurora vender mnito e muito barato, mais a dinheiro ;
a tabella do preco de seus gneros serio mudados todas as semanas :
uiarm e r era
ftexta fera #e Malo e !!.
tilia da Seottlta Hva b. 42.
Neste estabeleeiraeoto vendern-se:) tachas oV
ferro coa do libra a 110 rs., denude Loa
Moor libra a 120 rs.
lTm })escobrimcnto Es
i.
0 .Mundo Sfirutiiw MiinimavnfHte o apprm.
Ameixas francezas novas em latas a !'i00,
U e 3J500 rs.
Ditas em ramullas muito enfeitadas com
bonitas estamos a 15 VIO, (jOO e i.
Chocnlate francez, hesi>anhol, smsso e por-
tuguez a l-)2"0 e 15 a libra.
! Cha de multas qualidades.
Cha perola a .1 e 35200.
Dito umm muito superior a 35.
Dito nudinho a 25500 e 25800.
Dito tnsson miudinho a 35-
Dito mais graudo a 25S0O.
M;v7:;::rdVKaaaSaS,^^oerr-
Latas com diversas inicias em calda a 500 rs.
Ditas com ervilnas a 700 rs.
Ditas eom massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas com lucos ermeticamente fechadas a
15000 e 25500.
Dia- com peixe de posta ensopado a 15.
Ditas com ostras para frigideras a 720 rs.
Ditas com linguieas liuinhas vindas oeste
vapor a 655-0.
Dias coiu.iardinliasdoXan.es a 360e 600rs.
Ditas com hulachinha de soda nova a 25-
Ditas com biscoutos inglezes varios ttulos
a 15400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira geuebra de laranja
a 15120.
Ditos grandes duas garrafas de hollanda 15.
Ditos com urna garrafa StOrs.
Ditos com. conservas de pepinos a 800 rs.
Dilo- com ditos de mexid.:s e outras a 700
800 e 15.
Ditos com azeitonas e ervas a 15-
Capachuo para portas pintados de varias co
res a 6110, 700 e 800 rs.
Manteiga ingleza flor a 800, 900 e 15.
DtU secunda sortea 640 e 720 rs.
Dita terceira sorte a 400 rs.
Dita franceza nova de 64 a libra 600 e 640.
Dita dita de 63 a 540 e 560 rs.
DiU inKleza em barril a 600, 720 e 800 rs.
Dita franceza em barris e meiosa 530 e 540.
l). nlia de cabello a 440 e em barril a 400 rs.
\ Julios unos li:i o
desejar.
Dito preto em massos envolio a 15600 e
Espermacete fino o masso a 540, 600 e 640.
Velas de carnauba arroba 105 e libra 360.
Dita de eomposicao arroba 95500e libra 320.
Charutos nao ha quem tenha melhor sorti-
mento em caixas de 100 e 50 todos dos
melliores fumos de S. Flix de 25 a 8S
a caixa de cem.
Caf do ltio arroba 85500 e 95 e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 35200 e libra a 100
. e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 25500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Nozes arroba 45 e libra 160 rs.
Amendoas libra 240 rs.
Alpista arrotia 45800 e libra 160 rs.
Painro arroba 55 e libra 200 rs.
Seva.la arroba 25500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
Passas novas ramullas de 16 e 8 libras a
25500 e 155 0 e libra a 360 rs.
Dore da casca da gaioba caixoes grandes a
15200 e 640 rs.
Saceos com goninia, arroba 55500 muito
boa e libra 180 e 200 rs.
Dita de ara ruta verdadeira arroba 85 e li-
bia 400 e 480 rs.
Aletria e macarriio a libra a 400 rs.
F.strelinha muito nova a libra 480 rs.
A ComposirR* Vitatahuita
Peitontl Ue kmf.
m Per -'.--paco de muito tuiuyo se La.uzaJo ex-
tensamente cm Tan pica paca,- cm d
TSICA pulmohab,
CATAHRHO, ASTHM1,
BROHCHITE, TOSSE COIYLSA,
CHUPO O GAER0TI1H0,
Iaflamma9des da Garganta e e Pelto,
e isto com nn resultado t:a felia o vefdadei-
rn.nei.te assombroso o pao on madeir t.'um
arvorc A que chambo Anvcviivita, e que st> .
se encontra no Mxico.
A Composiipao Anacahuita Peito-
ral d-3 Kemp um Xaropt delicioso, intei-
rainente differente na sua composieo de
todos os mais Pcitoracs c Expectorante ma-
nufacturados do fructos astringentes, cascas
e nes, te, o mesmo nao conten nenlium
Aculo Prustico on outros quaesquer ingre-
dientes venenosas.
Todas as molestias e affeceoes da garganta
e dos pulmoes desapparecera como por um
mgico encanto, mediante a accao desto in
eomparavel e irresistivel remedio.
venda ras boticas de Caors 4 Barboza,
ra da Cruz, e Jlo da C. Bravo 4 C, ra
da Madre de Dos.
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
(te economia domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.
DESCOBKIO-Sfi UI\Ui
0 verdadeiro e principal armazem de molhados o do
BAL
IZA.
Presunto novo de lamego para panella a
880 rs. inteiroe libra 640 rs.
lllclllOl* a Chourirao e paios noves a libra 800 rs.
I Cerreja branca c pela a duzia a 55500e 65
Vinho do Porto em caixa dos melliores au- Vinagre de Lisboa puro a 15600 a caada e
lores a 125,145 o 165. 2' rs- a garrafa.
Dito em pipa a ranada 55500, (5 e 75 e [Cartas com fojro da China a 220 e 240 rs.
garrafa a 720, 8o0o 15 'Touniiho de Lisboa arroba 85800 e libra
Dito \eivz muito lino a 15280 a garrafa. ^ rs-
Dito Madeira a 15400 a garrafa. Dl, Sanios muito novo igual ao de Lis-
Diio da Figucira puro a 45500 a caada e I,';| am,l,a 73 e libra 240 rs.
garrafa a 640, 560 h 500 rs. E '?os (l" comadre a libra 280 rs.
Dilo de Lisboa a 35200 o 35500 a caada c I Q'"'1.!11* do reino muito novos a 35200.
garran a 400 e 480 rs.
Dito brinco puro de uva a 640 rs.
Dito mais baixo a 480 e 5 0 rs.
Hilo Iloideaux branro e tinto a 75
raixa e garrafa a 640, 8 0 e 15.
Dito tiiiiseaiel a 95 a duzia e 15 a
Bolachina ingleza nova a barrqainna 35-
fijlos de linipar faoas a 160 rs.
Massos rom palitos para denles a 160 rs,
Grozas com palitos do gaz a 25200 e 200rs.
a duzia de caixiuhas.
garrafa. ,"u''s rom. Rraxa duzia 15 e 100 rs. a lata.
Dito de cajo clarificado a 15 a garrafa. i J'"'00*Pora di,2 l7 -80 r!-
Cognac verdadeiro a garrafa 15 e 1-3280. vassouras do Porto de passava grossa a
tf|> Licores finos em garrafas bramas a 1& c ,1;(1" rs-
Sw l8() rs. Molljos com Rebolas novas a 15.
,-, CapUes de varias fruclas do paiz a garrafa !,,I,,K r'"" f'm,|,,) d,! I'is,"vi ;> : ..,',., 500 rs. Cominlios,ervadore, pimenla e tomas de
' Garrafoes com 25 carrafas de geiebn; del lonroa libra 400rs.
hollanda85500. Balaios pa costuras do meninas para di-
Copos laoidados para vinho e agua a duzia vJ'^>a procos.
35500,45500 e 55500. '' v!,s'"s l'ara plantafiJes de muita
Ditos de cores a 6551M) e 75- 1 qnalidade.
Assioi como muitos outros objectos quedeixa-se de mencionar, mais ludo de pri-
meira (ualidade por precos baralissimos.
ova exposifilo de azendas
i)aratissimas.
Loja da Arai-ii-nun (la iiii|ii- .-li-iz n. fi.
Opro|irietarin deste grandeestabelecimento. Lnu-
ren^o IVreira Mendes Guimaraes. promette sem-
pre Vender barato para apurar dinheiro.
, <- raudo pechincha, corles de cas-
sa a .Mt mi o.
Vende-se cortes de cas>a franceza para vestidos
a 25, ditos a 25500, cortes de cambraia do palmas
solas com 1 vara de largura a 25, tos com ba-
badas a 35 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da
i Arara.
llramanle de linho a .i*o.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos de
largura, proprio para lenres, a 25200 a vara,
panno de linho de 4 palmos de largura a 640 a va-
ra, hamhurgo de linho a 440, 540 e 600 rs. a va-
ra, hretanha de linho fino a 640 e 800 rs. a vara,
bnm de linho hranco a 15200, 15400, 15G00 e 25
a vara : na loja na Arara, ra da Impcrainz n. 56.
Filo de liuho a HOO rs.
Vende-se fil de linho milito lino a 800 rs. n va-
ra, dito de cor e hranco a 160 rs. o rovado, Im la-
tana de cor a 640 a vara : na ra da Imperatriz
n. 56.
Corcs de casemira a 2.
Vende-se corles de casemira de cor a 25. ditos
linos a 35, fortes de .ganga franceza a 15600, dito
de lirim pardo a 15800a 25 : ra da Imperatriz
n. 56, loja da Arara, de Mendes Gtiimaraes.
Chitas da Arara a 'ilO rs. o co-
vado.
Vende-se chitas oscuras e claras a 240 e 280
"JJjfeaJLfefr-4&&i&S>-<@&&$}b <3$T> r^^^^ rs.oeow|do,ditalrancetasa 320, 360, 400 e 440
^jtW ^&XX0* t^Se^gr *&&?*&? *y&V* w., risradosfranceiesalSOr.. o colado. Borm-
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por GRiMAl i,t e C, pliarmaceuticos deS. A. I. o Principe NapoleSo, laureados
da Escola de pharmacia de Paris, ra de la Fcuillade, 7.
Erta nova rombinscSo rene debalxo de um ppqueno vo'ume una forma aeradavel e um giwtn lelicioo.
Ha niuitn que os medicasdescjavfui aidenlimcnie a reuniSu distes du^ medicamentos, e todava, aperar
ilM niainret estbrqMt, nem n Mirarla medica, nem os quimicns os mais divinen o podiro conseguir
liracu | orm |icrcveran;a buman arhau-M buje a^soriadas ertai duas poderosas eubslan-
ca*, quina, o tnico, repiauraiior por excellenria, o ferro, a bazc de nosso sangue, c conseguinte-
menle o reparador des fortn e da i-amle alierada au perdida.
As oole-iins contra as qi nurriiria, talla*drinrastiuarao, dores d'eston>at.'a, faslio, dlgestoea penuNU c tardas, flores brancas,
nn n.-ti uac>.- ilillini.-. a Ivmpbatismu, o cmpoLreciiiicnlo do tangue, as escrfulas, os estragos produtidos
; i las mola -Um aypbilitlcu.
Ha ai i nas um auno que o Xarope dn quina e de ferro foi appticado nos hospilaos de Paris, e elle
boje ii nn .1 earm-nto mais em v^a, substiluindo, |>or assiin diier,os medicamentos fenuginosos c-nhecidos.
O pros ei lo enerrra numeroso. cerlitlcados de mullos memluos da Academia de Medicina e professore
da faculdade que atiestan que esie precioso medicamenio o conservador da saude por cxeellcncia, e
< reeon-tiiuiitc da economia animal, indispemavel s pessoas que habitu os paiiea quentes, como
preservativo iias epidemias.
Aclia-se i venda no ilcjiosilo erral, em Paris, na pharmacia GrlmauM e C*, ra de la Fcuillade, 7;
m tboo. ra caza do .-nr lioilrlso dn Cola-Caralh*. Barral eC no Porto, na pharmacia do
r Miuin'l Jo- fr Soma Fcrrrlra; no fio-de-Janeiro, em casa da ilum Prlxato e Blnlz, ruado
Sabio, II; na Baha, em casa do m'ii J*r-Carlano Frrrrlrn-Enplnhrlra) no Hio Grande, em casa do
sftr Joaqun te Godo?; no Jfnraii/nio. em casa dos Srs Fnirii-u o em Pernambuco, em rasa
lo Sin n.riii.oniii. o 11 iiii.i.co a> xauaai em casa dos Srs niioiim e C, e bem assm nas prin-
cipae* pliarmaeas do lirazil e de Portugal.
Deposito geral era Pernambuco na da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
LIOIIIMCAO
MnEsVATIVO
23largo do Terco23.
Joaquim Simao dos Santos t,>n1o d' se retii.i'r e vantafrom a miem sen armazem freipientar. e vender por menos do (pie oulro qual pier annunciante.
'- o tem tiin vantajiiso snrtimento tanto ueste armazem como lora e para meliu.r servir o publico'
o .mnonciante wientifle aos sens fre5rne7.es que tem he neutado este
hora en diante ter.in a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraran,
seu proniplo pagamento.
cao.
estabelecimeoto que de
cm outra poca pelo
Attengi
Cnf1* do Rio de primeira e scjiinda sorte a 270 c
VIO 1 s.
Anoz pilado a 80 c 100rs. a libra e 2,5400 c 35
a arroba
Miliin alpista limpo a 170 rs. a libra e 4800 a
arroba.
Toucinho- de Santos o \.h boa a 210 e 280 rs. a libra.
Passas de ramada a ."00 rs. a libra e i05 a caixa.
A/'otp doce de Lisboa Ono a Ci rs. a garrafa e
43801) a ranada.
Ditu de carrapaUi a 320 rs. ,1 garrara e 22iO
caada.
Ma-sis para sopa aletria, macarrao e talbarim
480 rs. a libra e 10-3 a raixa
irisas as mais novas .1 800 rs. a libra.
eiiarutosem macos tte S6 a 6,5 o milheii'o e
(i'iO rs. o eenlo.
Dilo cm caixa da Babia dos mulhores fabricantes
de 15200, 25100 35 e 45.
Phosuhorns do gaz vindo de coma groza 25300. .
Mauleiira fianceza a (100 rs. a libra.
Dita inglc/.n flor a 800 e 900 rs. a libra.
lli-coii!i)s e bolaehinhas de soda a 15300 c 25.
Vinho do Porlo engarrafado a 800 rs., garante-se a
RUperior q.ialidade.
Dito mi) pipa Pifraeira das marcas mais bem co-
ntiendas a 500 rs. a garrafa e caada 35800
a e 35">00.
D lo de Lisboa especial para negocio a 300, 400 e
a 440 a garrafa c cm caada faz-se abalimento.
Dito hranro propria para mi-sa a G10 e 500 1 gar- ''a*10 francezes mm 11 covados a 35 ua ra
rafa e Pni caada a .*5 c 35"00. j Imperatriz n. 5G, luja da Arara,
a Ilolaebinba americana a 200 rs. a libra e cm bar- --------------------------------
rs., rimados francezes a 180 r. o rovado, gorgu-
ro de linho para vestidos a 280 rs. o rovado, fus-
tao de cores a 500 rs., gangas para Galeas e pali-
tols a 440e 500 rs. o covado : na ra da Impera-
triz 11. 50.
A Arara vciule Ules a 3$.
Vende-se baloes de 15, 20, 25 e 30 arcos, dos
mrihores que lem vindo ao mercado, a 35, 35"'00
e 4-5, e dilos de brilhaniina a 45- nvias para se-
nlioras ninilo finas a 500. 400 o 320 rs. o par. di-
los para meninos a 1.^280, para acabar, na lujada
! ra da imperan z 11. 5ii.
A Arara receben novos souteinbarqiie-; pretos
1 de grusdenaple riramente enfeilados. o 01 vende
; por 225 e 255, capas pntas muito bem enfeilndas
6 manteletes de grosdcnaple de superior qualida-
, de : na loja da ra da Imperairiz n. 50.
Cassa onjandis a 210 o covado.
Vende-se cassa organdys para vestido a 210.
1 280 e 320 ris o covado, cortes de dito com 14 co-
i vados a $&, ditos de laa com barra a 85 : na ra
Ida fnperalrii n. 58 de Mendes Gaimaraes.
A Arara vi'iiili'iiiaila|iolaofiaiircz mfoslailo a l..
Vende-se pegas de inadapolao francez enfestado
I a 45, dito inelez com 21 jardas a 8J9BO. 75. 85.
105 e 105, pecas de lgodao encorpado a 55. 65 e
j 75 : na ra ta Imperatriz n.-5fi, luja da Arara.
Grande soi Hncalo de roupa
feltu.
Vpnde-se pautte de panno, prelo a 125. 105, 85
e 05, ditos de meia casemira'a 35500, 15500 e 55.
dilos de brim lino a 65, 25500 e 35, calca de brim
a 25500 .1 i$, ditas linas de brim pardo a 35, di-
tas de brim hranco a 35500 o 45. Pernales de li-
nho a 1.5800 e 25. camisas francezas linas a 25200
e 25500. ditas de linho a 35, pires de molas a 200
240 e 320 rs., grvalas linas pretas e escuras bor-
dadas nas pomas a 15, ditas para menos a 800 e
500 rs., rolarinlios de linho a 400 rs. ; s na loja
da Arara, ra da Imperatriz n. 56, lujado Mondes
Guimaraes.
Grande pechineha de lazinhas
a IO rs.
Vende.se lazinhas para vestidos a 240, 320.
4"0 e 500 r<. o covado, ditas muito tinas de cores
lizas, proprias para capas e vestidos de senhoras a
650 rs. o covado, ditas escuras muito linas a 610
rs. o covado, ditas de 4 palmos de largura com
palmas de seda a 720 o covado, popelina muito li-
na de ricas palmas a 15200 o covado : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara i\. 36.
Fazendas pura senhoras, golli-
u luis a 9OO e :*>.
Vende-se golinhas para senhora a 200,320 e 500
rs. cada urna, camisinhas para senhoras a 15,15280
o 25. dias muito tinas com gollinhas a 45500 : na
ra da Imperalriz n. 56, luja da Arara.
A Arara vende fazendas para
lulo, cassas a 300 rs.
Vende-se cassa preta tina a 320 rs. o covado.
laa prea para luto a 610 rs. o covado,'alpaka
prela a 500, 010 e 800 rs., bombatina a 15100 o
covado : na ruada Imperairi? n.5t>, laja c arma-
zem da Arara, de Lourenco Percira Mendes Gui-
maraes.
Cortes de ehlla a 'ifi tOO.
Vende-se cortes de chitas de cores fixas rom 10
covados a 25400, dilos finos a 25800. dilos de ris-
da
Mngiiem contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posterldade fcemdlr o nome do Baliza.
Actualldade Batel palmas de ronteniamento!
Sem mitras nem coreas para ornar a fachada de seus annuncios, e as perlas do edificio em que habita. < Baliza *e
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Soprc embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso: arme a ifla :Q%
dos falsos apostlos da sioceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele fnalmenle a ia j^j
grande insobordinafiio fmgindo desconliecer os seus superiores, deixando-se Dcar sentarlo, em vez de peililar-se clavera
continencia do estylo, jtorque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento lera cnntinuamenle na melhor onlem bul
seu trem de guerra e no mais complecto movimento, o sen presumo pata bem servir, desde o mais simples ramarada ao>
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
orden no IIIA.
Desde al.* publicaco deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Melle, proprictirin do grande :irnu/>m
do Baliza estabelecido ra do Livramenlo ns. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Chico por cento monos
qne qttalquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qnalquer objecto qwe nao cheguc a conb'nlo des o>
nhores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas que moraren no centro da provincia.
0 dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem conslrangimenlo algum.
Declaraco Importante.
falso o boato que tem fcito espalhar o soldado soprador da rua do Queimado de que se acha o Baii/a mjaaW
ao armazem Uni'io Mercantil aberto a rua da adeia do bairro do Becife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza 6 ligueiro.
Ligatura sim das ideas liberaes dos progrossistas de todo o universo aos senlimenlo mais ntimos de m aim-io.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamenle conservador.
| Kmi (l.i Senzalla i. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4 C,
sellins e silhoes inglezes, candieip^e r*M.
Caes bronzeados. lunas ingleza, 1.. !* vh.
chicles para carres | montana. anrw para
carros de nm e dmis cav;ilits. er-b^He*i*e
ouro patente inglez.
A'ooao da Haba
para sarros de assnrar e ronna eV rarrav..; ma
para vender Antonio I.uiz de Othwira Ai. .erf4
. C, no sen eseriptorio rua da f.ruz n. I.
Snlrirns ilc ttmfann
vindas de Lbaoa : na rua ij Umm l'J. ari-
miiro andar.

FEITA
N0
A K W A ZKJI
DE
^kW^ %i ^%%^
I
&b-
X.TX0 VEKOE.
Nesle estabelecimento ha sempre um snrtimento completo de roupa feita de
todas as quididades, tambem se manda fazer por medida, ;i vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melliores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
305000 D'los d" se,'m preto. .
25#000 Ditos de ditos e seda branco,
rica ha gi
abat monlo.
Na eorhoira do Antonio Refinador vende-se
urna ptima parelha de ravllas pretos paraaman-
:. r no carro, e muito boa : apessoa que quicer
cjuiprar, dirija-se a refeiida cocheira.
>
Vende-se no armazem da roa do Tni-
Diclie n. 1S, d Monhard A <;.. vinlin snpe-
^ .tioi'.'icVA'rdeayx, ebegado ulmaineiilc,
Veade-se alpaca prela a S00 rs. o rojado.
Vende-se. alp;:. a preta para vestidos a 500, 600.
700 e 800 rs., lina de cordao a 800 rs para pale-
to,, prinrea prrta n 800 o 610 o rovado. hoMoxi-
na nreU lina a 1,5100 o covado, lazinhas prela
pan senhora que natito de lubi a 720 o covado :
ni ruada imperatriz c. 50. "A b.ja est abertaat
as 9 horai da noite.
Airir.
i

4 Casacas de panno preto, 330 e
9| Sobrecasacas idem, 305 e .
)tL Paletos idem e de cores, T&,
S 205, 135 e......
25 Ditos de casemira, 285, 135,
m I5,t05e......
JR Ditos dr. alpaca, 35, 45 e .
M 55, 45 e ......
j|< Ditos de brim e ganga de co-
9 res, 4530(1, 45, 35300 e. .
^ Ditos branco de linho, 05, 55 e
'S* Ditos de merino preto de cor-
M dao, 105, "5 e.....
<$ Calcas de casemira preta, 125,
M 105, 85 e......
> Ditas de cores, 95, 85 e. .
_& Ditas de meia casemira de c-
res, 55000 e.....
m Ditas de princeza e merino prc-
M to de corda, 45500 e. ,
jK Ditas de brim branco e de c-
i res, 55, 45500, 45 e .
*y Ditas de ganga de cores, 35 e
S Colletes de velludo preto e de
55000I
65 e.......
IO50OO Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 05, 55 e
75000 Colletes de fustao e brim bran-
3550 co, 35500, 35 e .
Seroulas de brim de linho,
35500 25400 e ......
Ditas de algodo, 15600 e. .
350OO Camisas de peitos de linho,
45000 45, 35 e......25500
Ditas de madapolo, 25500,
550OO 25 e........
Chapeos de massa, pretos fran-
75000 cezes, 105, 95e. .
75000 Ditos defltro, 35, 45,35300 e
Ditos de sol, de seda, i 25,
45000 115, 75 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
45000 ma moda.......
Sortimento completo de grava-
25500 tas.
25500 Toalhas parroste duzia, 115,
e........
550003;
45O00-*
25300
25000 '
15400 I
15600 ?S
85500
25000
cores, 95 e......75000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
45 e .
450OO tos e de cores.
Lences de bramante de linho.
35500 Cobertas de chita chineza.. .
VIMIO IM i;m.
Chepou nova rama* de am vtts nm sape-
!! rior vinho puro : vende se no eacnfdi de R. R.
Italiello, roa da Cidria n. V5.
"0 o manmtl do plantador d ali-
^ do. por Tnrncr. contrntio mm
sesuIntcN capitulws :
Sj I" Melliodos ordinal n,~ di iillm.i il< alp-xtan.
t 2" System:. a|ierr<"ro.i'lo da cultura da aigedas
pelo Dr N B. Canal
')' llisio.-ia natural do aqjodBB) *n* e-|-re.
varledaib-,
1 Molestia e inserto-; dmomlMN dn 1I1 mfc.
5* Analye da (ilanla de al^iNlao rom r la.-a., a
ap|ilicacao dos eslrnme*. elr.
ti" CoiisiiiiMi do alt'ixlaoe irahVu di al-.'-wt^n.
7 Historia do algodao c do erif eB|i.,
d.o.
K e*la obra urna compila-o d.i- arlisne rir jnr-
naes de agricultura, e em geral ib* rnHBam r%-
criplos que ne-les ullintos aiin>e> lem ahul a la
nos Estados do Sol da t niao Aniern-ana arma da
cnllura, prodnecao. mmmrrrio. hi-tnria ra'nral.
ana Use rhimica. e ludo mais i|iianta An r- -ana
este importante genero de pmdiKran jiriiaoa.
Pode-se dizer que e>k Mmml a aan nm r.*m-
plela que exi*te vibre a malcra, sendo m> ine-im
|em(>o iheorico e |iraliro.e encerrando toda* as *-
liria* relativa! a -emclhanie asnmpto.
Vende-se a ('^5 o cxeuiplar. na hvraria dr M. f.
de Paria A; Kilho, iraca da Indepeodenria niiia
ros 6 e 8.
O Uvro do Para.
obra adoptada para o uso das man primars 1
provincia, conlendo : vida de Ni*s<> Sti.bi-r Jr_
Chrisio, o vigario, fbulas, o b >m h>m<>m lii ira\
qnadni|>edes utei. moral nr.itici, o prf. r f-
mari 1. Simao de Nanlua. anfeaVa 9 : r iir ntu,
da hysiene. receiia< neressarias. o Brasil re
se no Ikfife, na hviaria de M Ki^u.-irna de "a
iV Killio, (iraca da Independencia ns. 6 e 8.
45000
35000 joX
25500 4tl
m
S
* *W\ sT\ &\ /a/Ta
DE
DE
J. VIGNES.
IV. ... UIA DO 1HPERAUOII \. .
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz eonheeidos para que seja neressario insistir
ia superioridade, vantagens e garantas qoe offerecem aos compradores, qualidades oslas itic
sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas ipin oflerecem aos compradores, "qualidades oslas iucontcsta
veis qu e .elles tem delinitivamente conquistado sobre todos Os que tem apparecido nesla praea ; pos
suindo um techado e macbinismo que obedecem todas as vontades e capriclios das pianistas, sen
nunca 'alliar, por seretYI l'abricndos de proposito, e tor-se feilo ltimamente melhoramenlos importan-
tissimos pala o clima desie paiz -. quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazetn-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expsic5el
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas do:
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, differentes qualidades, mais barato que em
qnalquer parte : no armazem de E. A. Burle &
(',., rua da Crnz.a. 48.
Ven.lem-se arcos de |io para uso de pipas,
ltimamente ahogados do Porto : a tratar na rua! memores amores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo verdid.c por
da Senzala Nova n. 4. procos commodos c razoaveis.
AGENCIA
FWDIC0 LOW-MOOL
lna da Sruulla aova a. 12.
Neste estabelecimento contioa a
nm completo sortimento de mnnda
uioendas para engenho, machinas de rapar
e tachas de ferro batido e coado, de umm m
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em rasa de S. P. Athnslon dr 4L,
rua da Senzall Nova n. 42.
Grande ppchiVhi.
h ?00 rs. o ral-Ha.
Cambraias escuras Baa* a 200 rs. o rnval
acabar ; nao se dao amostras pira qn.- se a.'
Inga : qnem ipiizer. venha raaami ao
de fazendas de Custodio, CarvaHio & C, raa
Queimado n. 27.___________^___________
FrcU) de t *sbon
da marca N. chegado nltmamente : na rua d Ti-
eario n. 19. primeirn andar.
Vende-se on d-se soriedadr. emra*d>
dinheiro, n'uma taberna, a aaat rsta em
par : qii'in interesar, fall no arimiem
vador, no largo do Terco n. 23
y
MOTLADO


Otario fte
mextm frira O m Walo ie t4

1


0 PRINCIPAL
DE
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo-sc o proprietario d'este armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-Ihe o titulo de principal,
Dor ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenlia de partir para a Europa, afim de all escolher os melhores
troneros desde j se pede ao respeitavcl publico toda a attencao, nao s para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
cV daVua do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progresista da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
mentarem estas casas de que fatuo urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque biq-
guom melhor do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se ebservam nos armazens:

O \HKItll uto
PRINCIPAL
ALLIANCA! raa aperador .. *.
PROGRESSISTAH roa aa Crniea
PRINCIPAL!!!pua do Cre9po n e
n. S6.
E
GRANDE AIIAZEH
DE
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 15 rs.a libra.
dem francesa, a melhor e mais superior de
nosso mercado a 64o rs. a libra e 6oo rs
cm barril ou mcio.
Banha de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor neste genero especial
Vinho do Porto em barril muito especial a: Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
64o rs. a garrafa, e u,ooo rs. a caada. Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza-
l,4oo rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior qualidadc a
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Batatas cm gigos de trinta a trinta e tanjas li-
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra,
cncommenda do propietario a 2,7oo a Ib. Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo Escovas de piassava propnas para esfregar
dem dem menos superior e que cm outras rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. | casa a 32o rs.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- dem em garrafoes cora 25 garrafas a 8,ooors. Sardinhas de Nantes muito novas J2o rs.
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em bra a 2oo rs.
Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassa?a com dous arcos de
ferro prendeudo o cabo a 32e rs. cada
urna.
MOLHADOS
RA DO IMPERADOR
N. JO
Outr'ora ra do Colleglo
DE
?**
i, u. i- "
mazem 2,2oe rs. a libra. i Cerveja das melhores marcas de 5,ooo a
dem uxim, o melhor que pode haver neste; 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savel,
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac superior a 8oo e I.ooors. agarrafa/ corvina, pescada e outros a l.ooe rs. a
e em caixa ter abatimento. lata.
Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas ja prepa-
afamados consentiros de Lisboa em latas radas a 6lo e 72o rs. a lata,
de libra, libra emeiae 2 libras a 6oo rs. .Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
Conservas inglezas em frascos grandes a! libra, e 9,ooo a arroba.
75o rs. cada um. | dem do Rio muito bom a 28o a libra e
dem franceza de todas as qualidades de 8,5oo rs a arroba,
legumes e fructas a 5oo rs. Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra,
a lh., neste genero o melhor pssivel. j Mostarda franceza em potepreparada a4oo rs {dem de Java a loo rs. a libra.
Biscontos ingleses em latas com differentes Palitos para dentes 12o rs. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
qualidades como sejam craknel, vorcitia dem lixados muito finos a 14o rs. Avelaas muito novas a 2oo rs. airara,
nic-nic, soda, captain. seed, osborne e ou- Velas stearinas a 56o rs. a libra e cm caixa Noyes muito novas a 2oo rs. a iiora.
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e I0,ooo a arroba.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a
l,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razao de nestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porcao deste genere, a diffe-
renca de preco de 6oo a 8oo rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio em lata de 1 at 6 Ib. a 1,4oo rs.
tras militas marcas a 1,33o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos cm caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l.Goo e
2,6oo rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 Ib. a 2(5 rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a lh.
Araeixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Cahinlias com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, fiascos du vidro com rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Clsampagne da marca mais superior que tera
vindo ao nosso mercado a 18,ooo rs. o gi-
go, e i,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades que
se pode desojar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porfoede
differentes marcas muito acreditadas que
ja se venderam por 14,ooo e I5.ooo a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Cambes, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia finoe ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,(100 rs. a caixa.
Yvalio de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
480 e olio rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero vindo de
encomtnendaa 6oo rs. garrafa, e 4,5oo
rs. a ranada.
8,5oo rs. a arroba.
dem de composicao emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,000 rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l,ooo rs.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.a Ib.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a fi-
bra e 4,6oo a arroba.
Pamco novo a 18o a Ib. e 5,ooors. a arroba.
Sabao massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
Massa para sopa estrellinha muito novaem dem mais baixo umpouco a 16o, 180e2oo
caixas" de 8 libras a 3,ooee 5oors a libra,
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
dem macarr5o mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que pssivel a 24o rs. alb.
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oors. a libra,
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Farinha de Maranho a melhor que presen- Copos lapidados proprios para agua a 5,000
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
manas que ha neste genero a 800, l.ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha oes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a ft.ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 6io rs. o caixao.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
SO O Oi o
._ .b != .i *-
1 i i ijj : l V
', -o -o t -c c->e K?
&12& DUARTE ALMEIDA # C. 0000 >
Antonio Fernandes Duarte Almetda, dono dos acreditados armazens l'rogressivo
e Unido e Commerao, e ex-socio do ProgressoProgr essista acaba de abrir boje um ou-
tro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. sborn.
O proprietario deste importante estabeleciment, conhecendo que o mais rico e espacoso
armazem que presentemente se tem aborto nesia praca, defibei ou denomina-lo VERDADEI-
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, j pela ptica e conheimento que lera deslas
casas, que este um cstabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceto
quenelle preside, como no completo sortimento que effeti valente rea'be de sua propria
emeommenda.
O proprietario do grande armazem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser o
primeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reioava nos precos dos gneros de
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de sous-gene-
ros, por onde via e v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem esses. .
que, mordidos e queimados pela inveja, dizem n5o voll... Illude!... desenganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trilho que pisa, nuna mais cpu&e&r que se
venda um objecto de 5,5 por 105. O systema do Verdadeiro Principal vendar muito i
dinheiro e ganhar pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
carrega.
Pede-se a malor attr aco.
O proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico cm geral protec-
co para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode nlterecei
as vantagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bem pede a todcs os Exms. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, certos de nSo terem occasi5o de se arrependerem.
Mais nltenc.
O VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular lodos os Srs. de ongenho f
mais Srs. do centro, queham mandar suas encommendas este estabelecimento, garatin-
do-lhes o proprietario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparo esforcos pa'n
fielmente cumprirem os pedidos que viercm inderessados.
Ao publico,
Oincansavel proprietario pede a todos os Srs. eSras. que, quandotenhaindeman
dar seu pedidos seja em carta fechada ou com grande recomraenaae3o ao VERDADE1
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratisl
americano o Sr. Osborn, c para mais certeza dos portadores tem este sobrado urna bntic
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin-
tadas de verde, as liorabreiras Duarte Atmeida 4 C. e por cima o VERDADElUc
PRINCIPAL.
Amendoas confortadas com bonitas cores
a 15000.
iManteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
ella libra.
Dita franceza muito nova a 600 rs a libra
s^ndo cm barril 580 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desejar, e
No arnazera de fazeri s ba*ab* c
Sallas arito, na i Qaeiaaia, a
19, vde-st a seguale-
Alteara.
Pec/iincha
Pacas de algodo rom ama pt-ipuna avara $tti
baraii-imo pr^c Ae Si.
Cuberas de rhila da ludia pelo l*ariK-iB.o hw
de ii e 200.
I^nfo-s de linho pelo baralissimo preri !< 3J.
Lenfues de bramante de Kobo ffoo pHo' taralirIrm
preco de ^Ml
Lencos decambraia branros proprK yr* a*|iart-
ra pelo baratis-imo |irec Ar i4 :i lun i
Alg'Klio enfesUdo rom palmos de brpura p**>
baratissiino pneo de \S a *.
Hrainnnle de linho Tino rom 10 pal** V 'arjn
a S4300 a vara.
Atoalhado adamascado proprio para 1. afta 4r m
pelo baratissiino preeo do il**< a vara
Pepis dccambraia de iJirro a S5i'>n :iaiW.
Tolbas alcoehoadas propria para mtkm a -' J
duzia.
, Ksi.iras da India, proprias para fcjrr l* sala.
de 4, S e 6 palmos di- largura.
Corles de ralea de canga amarvlla e ftfry
de qnadros, pelo baratbsimo preco IJW
i'lli'. _____
Camhraia ailama-raila rom 90 varas, pMfrm
para eorliuado, pelo baratissiino prer iOjOvO
a m
Miras laaiinlia" para vestido, faz oda a <\*%n
o,ue ti-m viiulo ao mereado, M em qualidade da falencia, pelo baranss.wn pr9>
de 50 rs. o rovado.
Micos corb-s ile laa de barra a Mara Pa a I' 3
l'o^as de cambraia de salpicas \- lo ktfliT a.
pre^o de h. ^____________________
Sal relinado em lindos potes de vidro a 5oo Pimentadoreinomuttonovaa 36o rs.a libra
rs. cada um. Cominhos eerva doce 8 3^0 e 4no rs. alb.
Mlhos inglezes em garrafinhas com rolha de Cravo da India a 600 rs. a libra,
vidro a'io rs. cada urna. [Canea muito nova a l,ooo rs. a libra.
ohmios flamcngos chegados no ultimo va-' Alfazema a2oo rs. a libra c 6,000 a arroba,
por e muito frescos. iGraixa a loo rs. a lata e I,loo rs.a duzia
LOJA DO BEiJA FLOR.!
|.;iia do Queiiuaokt numero 63.
1
Cravalinhas [. a seHhora.
Vedcm-so pravalinhasde diversos gostos mais
mod.x-us a 70 e 800 rs. : na ra do Queiwado,.
loja dt bcija-llur n. 63.
Fitas para delirui de vestidos.
VenteD-se Otas para debrum de vestido de linho
com 12 vara- a 'iixi rs. a pee : na ra du Quei-
mado, teja do beija-flor n. i.
Peales Iratessos.
Vendet-se pentes traversos de caracol na
retiic de borradla a 300 rs.: na ra do (jueima-
do, luja do beya-Oor n. 63.
I'apel heira dflwaila.
TahdiB-fle papi I beira dourada a 1,8200 e 1,8300,
dito de cr (Jueimado, k>fii do lieija-lii>r a. 63.
Autelopes.
Vendem-se auvelopes de diversas qualidades
bramo a WK) re. e de cor a CiO rs^ para cartas de
visita a 400 rs-, preto a 720 rs. : aa loja do beija-
flor na ra do Ullas de aljfar.
Tendo recobida ottas de aljfar tora cruzes de
pedra imitando a bridiante vende-se a 15 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor d. 63.
Cataisas de rafias.
Vendctn-se camisas de meias mosto finas a
11200 e 15300 : na ra do Queimado, toja do bei-
ja-Hor n. 63.
Enfeiles de lila.
Teedo recebido enteites de lita pretas* de co-
res mais modernas que se esto usando a 15 rada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor o. 63.
Fila de laa ireia para debrum.
Vende-e lita de laa preta para debrum rom 1
varas a 900 rs. a pera : na loja do beija-flor roa
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido.
Vendem-se litas de linho para bordar vestido
ou roupiuho de meninas com 40 varas a 640 e,
800 rs. a pvce s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Met>8 de madreperola.
Vendem-se botes da madreperola mais moder-
nos que t rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-fler numero <53.
Cita de velludo para bardar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-sc fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qna-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas largaras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos ros-
los que se pode eneontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado a. 63.
Facas e garfas.
Vendem-se faeas e partos de bataneo de 1 bo-
tad a 55300 a duzia. ditas de 2 botoes a 65400 :
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Vtsporas.
Vendem-se visporas moho flnss a 800 rs. : sa
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito Anos a 15200 e
IJrWo: na luja d botfa-flor 4a ra de Quetmado
B.63. l
RIVAL SEM SEGUNDO | kivalsem segundo.
Itua do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudfzas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est continuando
no seu progresso (Je vender baratissiino :
Caixas de superiores brelas de cola e massa a
40 rs.
Corilao branco para vestido e espartilbo, vara 20
ris.
Linhas de carretel (150 jarda?) de superior quali-
dade a 60 rs.
Cartee* de huta Pedro V (200 jardas) j muilo
condecida a 40 rs.
Grozas de peonas de ajo de umitas qualidades e
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas porem finos a 500 rs.
Caixas com caluugas muito bonitas para rap a
100 rs.
Franja branca c de cores para toalhas a ICO.
Pai es de botoes para pouho muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
iO rs.
Tiuleiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
100 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs.
I'itas |iara unhas muito finas a 400 rs.
Bocomg para limpar dentes muito superiores a
200 rs.
Libras de laa de todas as cores (pesada) a 75.
Caixas de phosphoros de seguranza a 160.
Duas de papel amizade pautado c liso a 00 rs.
Dius com 100 anvelopes omito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
Caixas com supriores iscas de aceuder charutos
a 40 rs.
Carreteis de lioha Alexandre (200 jardas) de cores
a SOrs.
Baralhos para voitarete muito finos a 240.
Cartas de altinetes francezes muito finos a 40 rs.
Meadas de linha f xa para bordar a 20 rs.
Pares de sapatos de tranca multo superiores a
15600.
Papis de agulha com um pequeo toque a 10 rs.
Gioza de botoes de madreperola muito finos a
560 rs.
Carines e caixas de eolchetes francezes superiores
Tionets para meninos muito finos a 15500 e 25.
Magos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Groza de phosphoros do saz mnito no vos a 25200.
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para eutreter meninos a 80 rs.
Peras de fita de linho muilo boas a 40 rs.
Pentes de l.ico muilo bonitos a 15-
Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
Rodas com allioeles francezes a 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de familia a 80, 160 e 380.
Caivetes de duas folhas muilo finos a 320.
Pares de sapatos de laa para meninos a '00 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por precu muito barato:
quem quizer ver, ven ha ra do Queimado ns.
49 e 55, e vera ludo como bom e barato.
Na ra do Queimado ns. 49 e 55, loja de miude-
zas de tres portas, est resolvido a vender tudo
quanto tem no sen estabelecimento por precos que
a lodos admiran, assim vejam e adnnrem.
Frascos com superior banha para acabar a 200 rs.
Banha transparente a melhor que ha a 600 rs.
Banha japonesa superior e garantida a 800 rs.
Frascos Oe oleo verdadeiro babosa a 500 rs.
Ditos de oleo verdadeiro que leui urna maozinhaa
! 500 rs.
Diios da oleo superior Philocome a 800 rs,
Sabonetes pequeos e muilo linos a 60 rs.
i Ditos inglezas, superior qualidade, a 160 c 320.
Hitos de bola multo linos a 240 e 400 rs.
I Vinagre armnalico echeirose, garantido, a 15-
I Frascos de agua de colonia muito finos a 400 rs.
Ditos de dita verdadeira c que se garante a 600
ris.
Ditos crandes tambem verdadeira a 15200.
Fraseos .tu cheiros muito linos a 200, 320 e 500 rs.
Ditos de. agua de colonia grandes a 640.
Pares de ligas muilo t'mas para senhora a 500 rs.
Pegas de lita branca de linh), superior qualidade,
a 100 rs.
Grvalas de seda muito bonitas e superiores quali-
dades a 500 rs.
Caetas de osso lisas e torneadas muito finas a
40 rs.
Duzia de lapis muito finos e fortes a 240.
Tranca preta lisa o melhor que ha a 80 rs.
Escovas para limitar deules muilo finas a 20' e
400 rs.
Pentes de volta para meninas regaear cabello a
500 rs.
i Ditos donrados para meninas regalar cabello a 15-
I Fitas para enfiar esnartilhos muito finas a 60 rs.
' Varas de fita com ilhozes para vestido a 100 rs.
Aboloaduras de muito gosto para cllete a 120 rs.
Francos de oleo de macaca muito superior a 100
rk
Agulheiros de Jacaranda muito bons para agulha
a 200 rs.
Espelhns de Jacaranda e brancos de columnas a
23500.
Duzia de facas e garfos com dous botoes, muito
finas a 65.
Duzia de faeas e garfos, cabo branco, cravadas, a
25800.
Pecas de entremeios muito bonitos a 700rs.
Na roa da Cadeia do Recife, defronte do nec-
eo Largo n. 25, vndese om braco de balanca
grande, (autor Romn) inda novo, duas [echaduras
grandes de broca tambem novas, nma rorrem> de
ferro que serve para amarracio de bie on canoa,
e urna grade de ferro para varaoda. Nesta mesma
rasa da-se urna boa porcao de ppdra a quem a
qolzer ir buscar, pagando por ella nicamente o
importe deste annuncio.
CrIEGADO PELO VAPOR.
S para e vigilante.
Grande sortimento de velas pretas e com pe-
drinhas de muite lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mermas ve-
las que se vende pelo barato preco de 1530 *:
sobo vigilante roa 49 Crespo o. 7.
Massas par a sopa mnito novas, foi desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha e es-
trellinha a 500 rs. a libra e 3$ a caixa com
8 libras.
Macarrao.Aletria e Talharim a 400 rs. a libra
Vinagre fresco a 200 rs. a gartafa e 1#40(
a caada.
que ontro rmalquer n3o vende por menos Dito em garrafoes a 17,000 cada um.
de 35 a i&lOO rs. Bolijes com 8 a 9 garrafas de azeite, o me-
Dilo ^perola especial qualidade a 2)9600 Ihor que se pode desejar, a 'ft cada um.
e 2*800 rs.
Dito hysson o melhor que se pode desejar
a 40*00 e 2K)0 a libra.
India
Palitos de dentes cm mucos com 2.0 maci-
nhosa 120 rs. radaum.
' Palitos do gaz a 2^200 a groza, 20 rs. a
Dito hysson e. da India muito superior al caixhilia e200 rs. a duzia.
2^2' 0 e 2/400. \ Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
Dito do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8, libras e 1^000 a duzia.
a 15000 e 15200 a libra.
Dito preto muilo especial a 25800 a libra.
Dito mais baixo a 15300 e 15600 a libra.
Quejos chegados no ultimo vapor a 35000.
Qtieijo prato chegado neste ultimo vapor a
800 rs, a libra.
Ceblas muilo novas a 540 rs. o cento e
800 o molho.
Traques de primeira qualidade a 85500 a
caixa e 240rs a carta.
Charutos Ipvrangas em meias caixinhas a
25000.
Dilosuisso Parmezo o melhor e mais Ditos Suspiros de Thom Pinto a 15600.
fra bra, sendo do 4 libras para cima a 780 rs.
Dito londrino um ponco duro por viren)
em navio a 500 a libra, e sendo inteiro
400 rs.
Bolachinlias em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a 15300 rs.
Ditas cm latas grandes a 25000 rs.
Ditas em latas de 5 libras de Craknel a
4->()u0a lata.
Bolachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 25200 a barrica e 160
a libra.
Ca toes com bolachinhas francezas de diver-
sas qualidades a 600, 800 c 15200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
25500.
Bocetascom doces de Portugal ricamente
enfeiladasa 25500, contendo: peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra e 75500 a
caixa: tambem tem meias e quarlos.
Amendoas de casca mol le a 20 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
45000 a arroba.
Figos em caixinhas e latas hermticamente la-
cradas a 155O0 e 25500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia viudos do Porto
e das seguintcs marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,
Velho secco, Victor Emmanuel, D. Pedro
Ditos Avaneiros do mesmo a 15600.
Ditos Heoalia Imperial a 15600, garante-se
(pie sito charutos que j se venderam por
2-MiOO e 25800. alm deslas marcas tem de
todas as mais que eostumam vir nosso
mercado.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 65000
e 560 rs. o Irasco.
Dita de laranja a 15400 o frasco e 125000 a
caixa.
Dita embotijas de Hollanda a 440rs.
Cominhos muilo rovos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba teta abatimento.
Krva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Canda amito nova a 151)00 a libra.
Pnanla muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo a 640 rs. a libra.
Alfazema nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 85000 a arroba.
Cliouncas e paios a 640 rs. a libra.
Banha a oais nova e alva que se pode dese-
jar em latas de 10 libras a 45000 a lata.
Dita propria para banha de cabello por ser
alvae dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 45800 a duzia e 5500.
Ameixas em frascos grandes a 5*'0O.
Ditas em frascos mais pequeos a 15400.
Ditas em latas de urna e meia libra a 6 libras
a 15*00 e 45000 a lata.
Molho in^lez rolha de vidro a 800 rs.
Prexuntos iagtoOBS para Hambres muito no-
tos a 800 rs. a libra.
Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
V. D^Ltiiz, especial vinho yelho do Porto CoBservas nglezas a 640 e 800 rs. o frasco,
e outros muitos a 95, 105, 125 e 145 "
duzia e 15 a 15200 a garrafa.
\OVA I AUKII V
LICORES E PERFUMARAS
A' rea de Aawriai. a. 11.
Por varrja r ataratf.
.Veste novo eslabelerimenl enristrara*
os freguezes todas as qualidade d<- U-PhU- oimi
tuosas, fabricadas com huas a- r ,
por i-so livres de ser norivas ; o qn.- n:>
rom as que sao fabricadas -^m n>.-'k.i*. r jf3*
rereilas que o> rharlataes anniu um vefcrfrr <
como j lemos lido iMia-o ..-\.i. v.t*un>
res coloridos rom substainias tn n, i
a o licrtr de rusa culi rido com veru.e!li.v. (/><
do Me chumbo) e o de amenrt.as na.-ri*- nai i -
reHo francez ilu claoumlo de ehumlm, fciicea*ra>-
rao algumas perluiuaria de >up>'i>r mi.i^jilr *
commodas em preco. Tudo se *eml, i i |
mnito rtmavefo, trazrndo os frcf"ie o
que a todos habilitam a rnmprareni bar i->
Aproiuplain-se encomnn'iMla.* mm hrn^atV
rigurotamrate bem acondicionadas, l.nl.. \m* .
tro da provincia, romo para ra iia.
Hrbidas KsrmiTi -v-
Licores de todas as qualblailes em sarrafa* fWt
Dito, Jilo, em garrafas brancas
lenebra igual a hnllandeza.
Dita de laranja superior.
Vguardenle d"aniz.
lita de borlelaa pimenta.
tita do reino superior,
tita de flor de laranja, roe muu;i;dae por -*r e%-
tomachiea.
Dita de eanella.
Alcool de 'y- a 38titrtier.
Pkhfi muu
\gua de Colonia commum-
iila ambreada.
Dita almiscarada.
'lita itanbi em* lalinhas de quatro orra> pi i*u> pr:
as familias econmicas
llanha para tingir de preto os raMl
soja lencos branros.
Lcile virginal em fMt linhas, prof^i* par r
barliciros caliellereiro.-. I us nelleia a rutis c tira as manrlias da i
Extractos variados ; banha em aso* mti, #
extractos linos em frasquinh.' r.c.^
GAZ GAZ GAZ
per prev*o remiUlm.
Vende-se paz da melhor q. alul ile p!r
pre o de 105 por lata de j gal>- w r-
mazem do Caes do Ramos a. MlM 4k>
rrapiche Novo n. 8.
Machinas inglrzaft
para descaroear algotirio a> nn-lli s r#ii:
lem vindo a oataaMOi: ra ^wah
Nova n. 42, em casa de S. P. J.-t Maa
~ ATfEfjAi
Vende-sc um lindo inole.pie t i d- IA *ara
I i annos : ver e tratar, na rna do II >sj
mero 40.
ESCRAVOS FGILOS.
Fugio no dia 8 la IpwaVRM *', 4t
enpeaho GtadaW aa lrrfBH*i d-- i-oi,. *>%
eran parda Jurapha, com m w$t H
alta e chata do rorpo, raa*Hu*i car.,; tim
grandes, r Ira-Ios srnipre |mti. urna I
tula embaixo do qui ixo, proveiuein i 4m
de lente, que ilTIo j lit feliaW;.. | i <:. rr*4k
uns cabelios cuse bem tro-tura el :ia r rt-p.mm ,
gita de .rular bem trajad.i, \* ? '
|tila-e que es'ara con. o nome n'u-'aih.. r **
por lorra em qualquer parle : quem ; j.;r.k der e lvala ao pioi.rieiario. M r. ttn$ r^'nfc,
Antonio da llocba II. Cavalcanii. m i.
si-u correspoiidenle o Sr. Jo > Si;i.< ira Ferra.
ser genero-ani:'iili' rerompfiwaa".______^_
Acba-se anda futido et l te rtiraw *V
1862 o Barrito Antonio, ptimo i fbv .i ib- i-aa-i-
ro, eoin ns signaes -egnintes : alio. cIi-h. >!> n r-
l'o, sem barba, rabera cumprwla e i -m> Iraz, lesla bem .-aliente, olhos pequen., r ,
lricos grandes e virados, e lem em om 1He. ta
me' nao ra)|aao, urna cicatriz iu..-i reitomte, a
rreio ser no beico inferior. pnivenNntV e MMk
queda, iwe visivelmenle ves.-, r- prr-eMa trr *0
anuos ou nieU'.s, anula nui.to nnn;o. fa'la fumrw e
brando, pnrm hiin. por ler viinl.. |qiiriM> A-
gola, e ser criado no ltn> K.tiih'-". e aVpt** *rm
senhor o linadu Juan PikWM CaaJ, ww'w -a
paran llecife, onde o rompre em lt> (! i'^*-*' *-'
I8."i4. Heccia-se que elle sfjtfi tr.iaM'aml. >m a4-
guma loja de sapaleiro no Rerife.o.culi on algiim outio lugar. IWciiinniendi. pot-. aa >
toridades (toliciao e rapilaes de raoipu. ou |M.>I
quer pessoa, de appn Inmile lo hMM > ar*ty-
nho Gindahi da fivguezia de Ban. r. -. a. aarw
assignado, mi ao sen correspon'tfitir w> K
Sr. Joao de Siqueira Ferror rw ra i
que serao bem recompen-ailo-
Vinhosem pipaPorto, Lisboa c F'igueba
das melhores marcas a 35800 a caada e
500 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
meos conhecidas a 400 a garrala e 25800
a cariada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, nao levando com
posico, a 560 a garrafa e 45000 a caada.
Vinho liranco de uva fina a 600 a garrafa e
45500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 25800 a
caada.
Vinho Bordeaoxem caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 65500 e 75000
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes veno ao
nosso mercado a 15200 a gai rafa, garan-
te-se que por este mesmo preco d pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem.
Licores fraDoezes e portuguezes dos melho-
res autores a 800, 15000 e 15500 a gar-
rafa.
Cervejasdas melhores marcas a 55500 e
65 rs. .a duzia; tambem temos ordinaria
por muito menos.
Marmelada de todos os fabricantes de Lisboa
m latas de 1 libra a 600 e 640.
ipieira Feriaor na ra lo Quemm4#
a reco ,
Antonio da R IMIanda Uvalra**.
Cognac inglez a 105000 a duzia e 15000 a
garrafa.
Di lo francez a 85900 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 25000 a garrafa e 325000 a
duzia.
Sab3o massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 95000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado e li/.o a 25400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 35 a resma.
Dito azul proprio para botica 25 a resma.
Velas de sperinacete a 560 rs. a libra,e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 95000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Karellode Lisboa marca N a 4*000 a sacca.
Tijollos para limpar facas a 160 rs. cada um.
Peixe em latas j preparado a 15000 a lata.
Chocolate liespanbol efrancez a 15000a libra.
Caf do Rio primeira sorte a 85 00 a arroba
e 300 rs. a libra.
Dito de segunda a 85400 e 280 rs. a libra.
Arroz do Maranho, Java e India de 25600 a
33 a arroba e 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 45500 a arroba.
Cevada muito nova a 25500 a arroba e 100
rs. a libra.
No ilia scgiiii-la-feira 16 ilo crrena
pelaf 9 horas ihi itia. sabio do -om Arra,
moradia de Fiamixo Jorge d* Suiza. sen -
cravo pardo Jos, a pretexto de procurar *****
nhor, tendo 18 annos de idaoV, a'iora "P"*r>
corpulento, mnito rtesembarar* arf*r
fallas, bonitas feires. e -em defeilo- : -in-in f
gar far favor de' leva-lo ao mesmo iti *> m* rea
da Gloria rasa do Sr. J.-aquim J"^ F-rr-rra Fa
nha ; e mesmo assim rom n Um le rompra-h', par
isso que vende-se e se {raiihVa._______________
\mm*
Acha-se fogido o esrravo de me Faa-ftm*, V
idade 40 annos. pouro mais ou mrf**. n* mm. al-
ora regular, grosso do rorpo. bMii i-;.,!>i. har
bado, e j coai algua- cala-Ui Uanros aa (rea,
bracos e i-ernas gros-as e bastante rabeliurfar, re-
do as tiernas arqueadas, i nrro > mmm, n-m
ma audar em sambas, e as rtm* rmtm?-** aaa-
tante por gustar mo*o de Mwr : prmfc rapa-
se as autoridades (mliciaes oVsia e ita Kvinrms
limitrophes, que o far/am ajiprrbi-t.iVr I '^a-t a
seu senhor o niajor Autonio la Silva irn-m.. a
ra liniierial, a*4m como roga- a!" nWhe< 4a
campo a apprehensao 00 dito escreret
bem gratilirados.______^__________
Ausentou-se da rasa do ataise
dia 14 do Corrente, seo esrravo jardo
Ateixo. oftVial de alfaiate, qn> iilnn
Ihava na hija des Sr. Ba-ios *
tem os signaes f-mtmiiia; : aara*. rah,
barra, espionas mt n+\ e ama ratrami: raga i
s autoridades poliriaes e capttie* V rama a aa>
prehenso de dito prravn, que rar
dos; na roa *> Vifario a. II. oa
tria n. 1*.


Mario dr r*r
co Sexta felra e> ele Halo de 1 #4.


LITTERATRA.
A 1LIU DE CRETA.
lUeordifOcs de Tiagem.
I
O pa:: caracteres physicos e prothicres naturats.
s ruinas.
planlacoes de oliveiras qu existen na parte inte- ligciras. Ao mesmo torapo scduzidas pelos lucros, za tem o quer que seia de africaao. O oue torna logo que entra y primavera, ^.-n ..i.e o^nitp MTot grecas gu* a.,,!, ,-----
riordopaiz, as praias sitias extreml-fades dos cuj partima ffio? era oflrecida, as cidades de Cre-' ainda maior essa semelhanca, urna aldea deA- choveri? Qozeram.pois, ter agua trrenle, uau < a. fori, disimrsaraai ** h
ta abrlaraseus portes aos pirabas da Cilifija.forne-'vradores egypcios edificada ao p dos mures da foBle onde as mulheres, podfrsem. senreceto, % t#flaanio eraposiml m^ J, 1T1
*f saaj equipa- cid.de. ao rair da urde, enctir as graDa*,mphoras, e^ sw ,rra c tnlto ornara catad,
valle?.
rara chegamm, a Qnal, a m decs.v^.trinm-
pho, sena mistfcr queje dsse una grandj perfi-
dia, al,'uma traigao odiosa como essas deque o-
ram victimas os Lyolanos e os Apolluniatas; en-
tao o odio exasperado at o delirio por longos an-
uos de hostilidades nao interrumpidas, de insultos
Rde reciprocas preVocares, rompa era Irorrivcis
crueldades, cevarido-se em feroies vingancas, elija
a lemos em algumas paginas de
ciam grande numero de recrutas
por sua vez, ou foram tomadas de assalto, e em 66
antes de Jess Cliristo, um Metello por ter defini-
tivamente siijugad a liba, mereceu o appellido
de Crtico.
Nenham paiz no mando vejo, para quem a con-
[Continuaos.)
Os llelleuos bem cedo comeratam a espalhar as
plagas detentes numerosos grupos de intrpidos
colonos, o a povoar de cidades acliecnses o dornas narracao tal qua
os valles do Ida e dos Lnnca-Ori ou Montes-Bran- Polybo, ainda nos faz estremecer,
eos. Nessas encarnieadas lutas, obscuras e sangui-
Antes de tornarse essa populacao demasiada- nolentas, que nem seqiicr tinharn por movel ondes-
mente numerosa e densa, Creta, as n.ais antigs culpa, como as guerras de Alhenas ou de Sparla, ^"^'eTao ^
iradicocs que a Grecia tem conservado, apparece- urna nobre amhirao prompta a praticar grandes
nos reunida sob um nico dominio que representa coosas, nesses furiosos conflictos nos quaes de
o nome legendarias de Minos, e, gracas a essa reu- ordinario a victoria era para o partido que mais
nio, senhora de todos os mares, que banham as atrevidamente violava os -juramentos prestados nos
suas praias. altares dos deuses, bem cedo exlinguram-se e
A thalnssncracia de Minos, isto a supremaca dosappareceram.lodos os sentimentos elevados e to
martima que Creta alranrra durante esse perio- do o patriotismo helnico,
do iateiramcnte primitivo, foi sempre celebre na Apesar das instancias de seus irmaos
Greeia : seus bisloriographos e oradores militas nen,(lj 03 Cretenses recusaram-
Descobrirom una corrente no lado septentrional
da montaba, em cajo vrtice opposlo existiam
do conti-
se a'tomar parte na
.ezesallodemaellaonando mais tarde fallam do glJerra dos Medas e a coadjuvar a Grccja amea.
imperio martimo, que fundaram em proveilo de da m ,oda; as da
Alhenas, no decurso do V seeulo antes de Jess tados no manejo das armas pela educacao'
ChrWe, os Them.stoeles, os Ansttdes, os C.mons e ^^ gm JJJ^ J^
os Fereles.
exerci-
dorica e
fim do
| V seeulo antes da nossa era, tomaram o habito de
Infelizmente, os lempos que se seguiram nao cor- aluarem-se em toda acesia do Mediterrneo a
responderam a esse cometo, que pareca promet- qualquer nac.;io que pudesse pagar os seus ser-
lar tanto. Ao paseo que outras ilhas, muito meno.: vicos.
res, c muito menos favorecidas da natureza, como | Aomesmo lempo, quando nao havia urna po-
sejam Olio?, Rliodes ou Sanios, como Thasos mes-1 tencia como Alhenas, e mais tarde a Macedonia e
no ou Egina, brlhavam em certas pocas com in- Roma, para lazer a polica dos mares, sahiam de
comparavel esplendor, Creta, desde o comeeo dos: todos os lados de Creta denodados piratas, que in-
tempos histricos at os nossosdias, tem-se conser-! festavam o Mar Egeu. Durante tres seculos. Creta
vado sempre no segundo plano, e, longe de susten-! nao foi mais do que um covil de piratas e um ni-
tar essa posieio preponderante, que por um mo-' nho de mercenarios. Celebres como archeiros e
ment oceupou, tomou urna parle bem fraca as i formando una exeellenlo infamara lgeira, em
grandee lutas em que se jogaram os destinos da' toda a parte se encontram Cretenses trabalhando
Creca. ^ p0r conla dos 0Ulr0S) e mettdos em todas as pen-
Entrelanto, nao foram bracos nem riqueza que dencas, em todas as expediees militares da oc-
feltaram Grecia : desde as edades heroicas ella aiO, e sempre promptos a venderem-se a quem
reconhecida pelo nome de Creta das 100 cidades,
s, e eotnpravam-lhes us eser.i vos e onSctos que j Tendo vindo para Creta como stdados de Ibra-' manhSr, laVJfr a la com grande estrepito ; rrrrt Ju-
dies iam' roubar as iostaj da Italia, e at as por- hm, esses camponezes doEgypto e daSyria, Acaran Kar o*"^ os pastores podessem levar stus reba-
tas de Roma. Era muita imprevidencia eSudacia : \ depois que acabou a guerra, e raandaram buscar nhos Me* : roniade.
aflnal, Roma perdeu a paciencia um exordio ro- gnas mulheres e filhos, on casaram com aMcana,
mano desembarcou na ilha.-apezar de alguns trazidas para ahi como escraas. 8m vez de esta-
triumpbos passageiros e de forte resistencia, as belecercm-se no interior da cldadr-J formaram nessa construidas em amphli
princlpaes eidndej capilularam todas, cada urna praia um cantinho do Egypio. | rhenia ; (oraran a mon.anha, e levaran a agua'ao
Ao ver essas casas brancase baxas, quasi sem ja-'$u' da "idnde.
nellas, esses telhados achatados e cobertos de folh.v \ ,,a dous aqueducios abortos na rocha viva, que
gem secca, essas mulheres musulmanas, rabes ou 'alizmenIe acontecen serem um luo calcreo mui-
nubienses, sentadas sem vu na soleira das portas,',0 brando I um.,ein metro e 35 de largura, so-
aa passo que outras voltam da fonte trazendo na i bre 2 n,e,ros e 30 Je altura, o outro de menores
cabeca grandes bilhas de barra vermelha o segn-! dimensSes. E" verdade que amlH)s elies tem per-
rando-as com os dous bracos, que parecem de urna' dido a'gunia cousa de sua elevacao, em consequen-
lella estatua de brenze, dir-se-hia qae se est as'm dos grandes depsitos feios pelo trabalho dos
plagas do Della, ou em algum lugar perlo de Da-' seculos. Parece que empregaram mais cuidados
miella ou da Alexandria.
O que concorria
mais perfeita
*FV
brcatomijolis. e os restos que o lempo tem poupado
das reinas dessas numerosas cidades, os magesto-
sos destroces das grandes obras de utilidade pu-
biiea, que ahi se fizeram para apropriar o terreno
as necessidades dos habitantes e s exigencias da
vida social, finalmente, todos os vestigios que seu
slo ainda conserva desse longnquo passado, reu-
nidos aos tesiemuohos histricos, servem para pro-
var que Creta, nos tempes da antiguidade_ possuiu
urna riopnlacao das mais compactas, das mais opu-
lentas, c d^s mais activas.
O viajaute que explora as costas da ilha, que
percorre seus valles e restos de portos, encontra
por toja a parte profundas cisternas cavadas nos
os ou construidas, com grande despeza, de
roehed
um in heravel cimento, aqueductos abertos na ro-
cha vi ra, costeando monlanha ou atravessando-as
de ladt lado, para levar agua a distantes cidades :
v dianie de si abrirem-se vastos caminhos como
esses ejuibecidos pelo nome laby i tho de Creta e de
onde saliiram todos os materiaes dos edificios da
Poderosa GortyoM : por todos os lados emfim, se
Ihe aprsenla variados momentos deuina industrio-
sa riqueza, armada de todas as artes contiendas na
Grecia, e governando como soberana senhora um
iovo de escravos seus.
Qual a razio, pois, porque no qindro que nos
traeam as historias geraes das diversas fortunas
da raca Grega, e das differonles formas de que seu
genio SDCcessivamesta se tem revestido, nao figura
Creta Mnio como urna recordarlo T Porque raziio
exerceu ella, durante os acontecimentos que se de-
rain na sua v ta e lid pooco scnsivel T E como a geographia s
seria nsufficiente para no-lo fazer prever antes
mesmo qae a historia viesse confirmar taes previ-
soes, qne em parte alguma os Gregos obedeceram
mais dcilmente a sua tendencia innata pela inde-
pendencia municipal ; em parte algnma foi mais
rigorosamente applicado o systema da anlonoma
das cidades visinbas e rivaes ; nem no Peloponeso.
nem na Greeia uentral, nem as cosas da Asia
Menor, nunca se constituu tao grande numero de
pequeos estados separados c inmigos dentro de
um espato tao limitado.
Essa divi.-ao j tinha comeeado no lempo de Ho-
mero.
t No rucio do mar profundo, diz elle, ergue-se
urna trra f< rtil e risonha, a ilha de Creta, habita-
da por grande numero de bomens, immensa popu-
lacao que vive espalhada em nvenla cidades, fal-
lando diversas linguas. Ha Adieos,Eteocrrtenses ras ? Faco-te cidadao romano; e gosars sem
pre das minhas boas gracas, respondeu Cesar. O
Cretense, ao ouvir isso, deu urna gargalhada o
replcou : Um direito poltico para nos Cre-
tenses, urna asneira revestida de um titulo ; nao
temos outra mira que nao seja o ganho, nao dis-
paramos as nossas flexas, nao trabalhamos em
ierra ou no mar senao por dinheiro. Eu tambem
s venlio aqui por causa do dinheiro. Quanto ao
direitos polticos, podes guarda-Ios para aquelles
que os disputao e que compram essas frioleiras a
nHa do seu sangue. O cnsul riu-se, e disse ao
Cretense : iPois bem 1 Se aleanearmos o bom
xito da nossa empreza, dou-tc em paga mil dra-
chmas.
quem
mais dsse.
Por esse meio, os mais habis, os mais salientes
dessus aventureiros chegaram muitas vezes em
paizes eslrangeiros posicao de ministros e de ge-
neraes dos prncipes a quem serviam : o grosso
dos soldados contentava-se emjvoltar para sua trra
levando em paga alguns escravos,e urna rica parte
dos despojos da guerra ; mas em todos esses aven-
tureiros, offlciaes de altos postos ou simples sol-
dados, nota va-se a mesma fal'ta de moral idade, o
mesmo despreso cyoica da f jurada. Por esse
njotivo, a reputagao dos Cretenses era delesta-
vel.
A Grecia mostrou sempre indulgencia para com
a esperteza feliz e a hbil mentira, e para prova
disso, ahi lemos Pallas, a deusa da sabedoria, que,
naOdyssa, felicita raui seriamente Ulysses pelo
talento e desembarazo com que sabe mentir, entre-
tanto, eraopinao geral, mesmo naGrecia, que os
Cretenses ultrapassavam s limites dessa faculda-
de. Cretense, tornou-se synonimo de mentiroso ;
dzia um proverbio popular que era permittido
proceder maneira dos Cretenses, cretenciar
quando se tivesse de tratar com um Cretense, isto
, engaar a quem quzesse engaar.
E' tambem muito conhecido o celebre syllogis-
mo, que, das escolas gregas pasara para todos os
nossos compendios de lgica, e cuja primeira pro-
posicao esta: todos os Cretenses sao mentiro-
sos.
Horneas que assim despresavam todas as consi-
deracocs e barateavam adignidade pessoal, deviam
preferir o dinheiro a ludo; e com offeito os Cre-
tenses nao estavam mais desacreditados pelas suas
trapees* do que pela sua ambicio. Sao tao ami-
gos do dinheiro, dizia Polybo, que consideram nao
s necessaria como at gloriosa a posse de gran-
des cabedaes. Em summa, a avareza o o amor
do ouro est.lo de tal forma enraizados onlre os
Cretenses, que sao elies os nicos no universo pa-
ra quem sao lcitos todos os meios de ganliar di-
nheiro.
A proposito do um Cretense, que os acasos de
sua vida avenlureira lanera na Italia, no lempo da
guerra civil, Deodoro de Sicilia refere-nos urna
christosa ancdota, que pinta bem ao vivo o carc-
ter nacional dessa gente :
Contaque um Cretense veio ter com o cnsul
Julio Cesar, offereceu-se para servir como traidor.
Se com o meu auxilio, disse elle ao cnsul, ven-
ceres os teus inimigos, quo recompensa me da-
I primeira vez, depois de mutos neculos, as guer-
{ ras intestinas deixaram de assoiar a ilha, e pouco
I a pouco apagou-se at a lembranca das odiosas e
sanguinolentas rivalidades de outr'ora. Sob a in-
fluencia da paz romana, como diz Plinio, Creta pa-
rece ter attingido a um gru de riqueza o de pros-
peridade, que at entao Ihe fura desconhecido.
Suasituacao insular livrou-a, durante muito
lempo, das invasoes que devastavain o continente,
e durante todo o curso do V e VI seeulo da nossa
era, foi ella urna das provincias mais povoadas e
mais florescentes do imperio do oriente. S no
VII seeulo, quando os rabes se tornaram senho-
res do mar, que ella comecou a soffrer ; depois
de ahi terem feito grande numero de invasoes,
em 82o, os Musulmanos apoderaram-se da ilha to-
da inteira.
A cdade de Canda deve a sua origera e o seu
nome ao largo fosso kandak em rabe, que os con-
quistadores cavaran) roda do campo, onde se en-
trincheiraram depois do seu desembarque, pouco
distante das ruinas de Cnossa. Kicephoro Phocas,
em 961, restiluiu Creta a sua denominacao gre-
ga, que ella conservou at a poca da quarta cru-
zada.
Depois da tomada de Constantinopla pelos Lati-
nos, essa ilha tornou-se a mais importante posses-
sao de Veneza no Mediterrneo. A repblica de-
pois de ter victoriosamente defendido essa real
conquista contra as sublevages dos Gregos Cre-
tenses, incitados e auxiliados pela inveja de Gene-
bra, tornou-se senhora absoluta della no meado do
XVII seeulo. Entretanto, os sultoes ottomanos nao
podiam resignar-se a deixar para sempre, as mos
de Veneza, urna posicao tao vantajosa, tao bellos
portos e plagas tao feriis.
Travou-se a kita em 1645 : depois de longas
alternativas de victorias e de revezes, depois de
um cerco que durou mais de vinte annos, e que se
tomou celebre pelo genio pertinaz de Morosini,
pela heroica e louca intrepidez de La Feuillade e
dos Francezes que serviam sob suas ordens, Can-
da capitolou em 6 de setembro de 1669. Depois
disso licou Creta em poder dos Turcos. Apezar
da gloriosa parte que ella tomou na guerra da in-
dependencia, e das victorias que expediram os
Musulmanos das suas fortalezas. Creta, conquista-
da de novo pelo sultao, como a Mora pelas forras
de. Ibrahim Pacha, foi restituida e garantida Por-
ta Oitomana pela conferencia de Londres em 1830
Tal a historia da ilha de Creta, tacs foram as
vicisitudes porque passou a populacao grega, que
sempre soube manter-se, apezar de todas as inva-
s5es e de todas as conquistas; mas a sua actual
situacao que deve especialmente chamar a nos-
sa altenrao. Quer-se saber quaes sao os princi-
paes caracteres physicos do paiz e os seus mais no-
taveis aspectos ; pergunta-se quaes os fructos que
da a ierra em qualquer ponto em que o homem to-
ma o trabalho de pedir-lhe que os produza, de que
arvores se revestem os montes nos lugares onde
nao os despiu a incuria do pastor ou o ceg furor
dos barbaros, qual a bella raca de destros e co-
rajosos monlanhezes alimentados pelos feriis val-
les de Selino e pelas inaccessiveis gargantas de
Sfaka. Algumas recordaees pessoaes servirao
para satisfazer a es o esperamos, farao comprehender quanto proveito
resultara para o reino da Grecia se desde a sua
origem se tivesse unido a elle a ilha de Creta, e
que novo accrescimo de riqueza e do poder isso
traria para o novo estado.
Como a maior parte das ilhas do arrhipelago, Cre-
ta cortada por urna longa cadeia de montanhas
que se estende de leste oeste, de urna oulra
margem da Iha. Essa cadeia composta de tres
montanhas muito dislinctas que se destacam de um
modo saliente, e a primeira vista parecem formar
outros tantos corpos tsolad<, tendo, porm, o maior
magnnimos, Kydontos, Dricos de flucluantes pe-
nachos, e Pelagos do raga divina. Entre as cidades
a Bttb liUssUe Cnossa, onde durante nove annos
reinou Minos, amigo do grande Jpiter.
Pouco depois, comecou a dominar o elemento
drico, e imprimi s institueoes civis e polticas
das repblicas cretenses, assim como ao dialecto
que ahi se fallava, um carcter interamente par-
ticular, e tao original que ailraliiu a silencio at
dos amigos; porm nenhuma das tres grandes ci-
dades dricas da ilha, Cnossa, Kydonia e Gorly-
nea, consegua,apesar de longas e pertinazes giu-r-
ras, conquistar urna sepromacia bastante uotavel
para poder dspr dos recursos de toda a Creta
conforme Ihe aprouvesse, e para reunir as forcas
em urna Bccio cummum.
As cidades de segunda ordem, como ptera,
PolyrrliHiiia, Lampa, Axos, Elyros, Hierapytua, li-
gando-se conforme as circunstancias ou capricho Z^Ui^l^r^o
da occasia., ora rom Kydonia, ora com Gurtynea mun()o de de f
cu com Cnossa, eleroisava m a luta, obstando a
que qual pier do partidos obtivesse urna victoria
decisiva e pudesse fixar urna duradoura prepon-
derancia.
Foram egoahnenle infructferos os esforcos re-
petidas'vezes empregados para ligar entre si as
cidades iieien-es, por meio do laro moral de urna
impareial eraMeracio. Varias vezes, encelada
com o nomo de sijncrelismo, termo que, passando
para a no>sa lingua, adquriu urna significaran
intcirainenie. oietaphorica, e bem difireme do seu
primitivo sentido, essa liga nunca tomou consis-
tencia; fui sempre incompleta e frgil, e nunca
('.-: p 1 a dar Creta a unidade poltica, collo-
raudo-a e.'ii estt-lo de fazer sentir o seu poder no
contiitpfnlo e as ilhas vizinhas e de defender afoa-
lam-nte a ua independencia contra qualquer ag-
gressao estrangeira.
para que a illusao fosse ainda
e mais completa, era haver nesse
lempo, peno da cdade, acampada em barracas,
urna tribu inteira de rabes engl.azis, que a mi-
seria obrigra a fug.r da frica. Bem pouco pre-
ciso para essa gente sustentarse e veslir-se I Fazem
as barracas com quatro pus fincados no chao, e
cobrem-as com um tecido de junco e de tiras de
urna fazenda escura feila de pello de cabra.
O nico vestido, tanto dos homens como das mu-
lheres, e urna especie de camisola de panno cinzen-
to. Quasi todas as mulheres, muito cedo tisnadas
myrradas e como que curtidas por essa vida ex-
posta
com o maior ; dividido internamente em duas
partes, um rogo por onde corre a agua, e um cor-
redor por onde pode muito commodamenle circu-
lar o guarda encarregado de inspeccionar o aque-
dueto e de conservado em bom estado.
Alguns camponezes mo asseveraram que tnham
entrado no aqueducto e caminhado mais de urna
hora, sem encontrar obstculos e sem chegar ex-
tremidade delle. Segundo dizem esses homens,
parece que ha, de espaco om esparo, urna especie
de baca cavada na rocha no lugar por onde corre
a agua ; eram sem duvida destinadas a fazer depo-
sitar ahi a agua, ajudando-a assim a desembara-
rar-se da areia e das materias eslranhas que poda
trazer na sua corrente.
ao vento, ao sol e chuva, sao hediondas
assim cobertas de trapos, e as tintas com que pin-! Ainda ll0je' essa correDle nunca scca- e e,l
tam o queixo,os hombros e os braros, nao Ihes dao'(,uc fcrlilisa a I**" lierdade construida dos restos
a menor graca; em geral parecem verdadeiras'da grade e aUiv* cidade-
quantidade de merradorias qne os pir
amontoado na ilha. Ri'ferin fk
occnlar que havia ahi lo^a asntV
tos dos quaes n.lo podi.m ir
os rqpbra ; os mais preric*o %A dos em alpendres fcitos de titm
ser construidos A pres-a ; ontrw
nados em montes na praia. Eran f;z"wfa<
lis, lilas luvas e rha>p<- >- de-tinr. I>s m
de MliM e de l'ra : i uno na ilha A
ainda nao se tinha adaptado 1* *
ludo isso ficava na praia, al qoe por 1
favoravel Iransarco M >podespni
ses productos de una sangmaaria
dos fardos de si'ilas jazia UmlH-m 1
regamento de papel: mas em ritiuai hh*^ i
diam fazer desse pajd, a n'to rr ftinlm garda*
Logo que os Ingiezes ilrsi^mfcarr.irawi aa il
das essas merca loria- forun -'!'-ir*ta*.
intermedio dos cnsules, anncoclon ao* 1
paes porios do Mcliierrane. q> ftim *
les cojos navios tinham s.do .a mandar reconhecer e arrecad ir o qne llm 1
cesse. Bem poucos m apres>iiiaram : ^ zos ja se liiiham dado a mtes e Me a aaaMK as
pessoas que tinhan sido viruas asMes ja t rav
tavam com iao. Durante algun Omp niM' lina
se ludo no mesmo estado ; nuilo* i^-rt-n m es-
tragaran esperndose que H<9*r nos, oulros foram subtrahidoi, c pooo a
sem se saber como os armazens li.-aram vaurs. 1
do o papel foi entregue ao governo greg, ajat
nesse lempo, com C^ipodi-lria. roav-r.a a Ufrar
Os Polyrrheneos nao se contenlaram em ter con- mailos decretos, e a gastar naita lala
aessaa* *
feiticeiras; mas, entre as que sao ainda muito mu
cas ha algamas bem bonitas, e ?s vezes passan- seguido seu P,inciPal empenho, abastecendo de 1 cretanas.
do-sc por urna barraca, v-se sahr um rosto espe- agUa corrent, a cidadc> assegurando, por meio Depois de ter lanzado os oilv sot>re Hr+m
cial e engrarado onde brilham olhos de admiravel de ,ruden,es precaui,'es, a conservacao dos aqne- se, caminhando para o >ul, rontuia-e a ttmmt
nexo entre si. Vem a ser o monte Dict (hoje Las
siti 011 Sitia) leste; o lia (hoje Psiloriti) 110 centro; Monle-Dictymneensc. Do conventi
e os Itonles Brancas (Lenca Or, hoje AsproVonna | dessa eslreiu lingua do trra, nao ha senao
Apezar de tanta perversidade e corrupco, os
Cretenses rangloriavam-se dessa vida de bandidos
que preferan a qualquer oulra. Atheneu conser-
vou-nus, aitribundo-a ao poeta Hyhrias, urna can-
gao cretense onde transbordam o insolente orgulho
seu desprezo por este
fracos que elle desfructa
rom desdem.
Possuo grandes riquezas, rantava o Cretense
nos seus festins : a minha lanca, a minha espa-
da, e o bello escudo que protege o meu corpo. Sim,
com isso lavro a trra e colho; com isso fabrico o
saboro-o vitiho, sueco das ovas, com isso lenho
escravus que me chamam senhor. Esses nao tem
animo para possuirem urna lauca, urna espada, ou
um bello escudo que Ihes proteja o corpo. Todos
elles prostram-se de niedo e abracam-rae os Joe-
Ihos, exclamando : Meu senhor I e grande re
Quando a sombra do poder rqinano, crescendo
sempre, comecou a estender-se sobre o Oriente, os
Cretenses parecan querer anticipar a conquista,
dando elles propros ao senado justos motivos de
quena e plausiveis pretextos de intervencao nos
negocios da ilha.
Os Romanos nao empregavam mercenarios ; nos
Nem |wrfia ser de outro modo com todos esses rampas da baialha, eram elles mesmos que traba-
psti "i.'is e siiikhp.s valles que vio ter ao mar, e Ihavam : havia, porlanto, muito mais a ganhar no
qii*s -i' eoinmiinicam entre > por altos desfila- servic." dos tyrannos da Grecia, dos reis da Mace-
deir..s on ,-or gargantas facis de defender. Cons- donia, do Ponto ou da Syria.
tr,n-em no Ing^r mais apenado da passagem, urna As cidades cretenses, que comcavam a coohe-
de-as granan torres feilas sem cimento, de enor- rer o i.erigo e a ter medn, debalde promettiam of-
i>ie i- aros d marmore apparelhados com esine- flrialmento Roma enviar-lhe es auxiliares que
"' '.....i"'"i-' '"'irt existen) algumas apenas ra- ella.redamava fundndo-se nos tratados ; os ar-
cual.s f-'is se uios, no centr.nlessas montanhas dieiros cretenses anluiam semfvre a alistar-se seb
onde q.ia..|iM equena guarnirn seria bastante as bandeiras dos inmigos de Roma, attrahidos pe-
para g.Mi.:.r pis caminhos que vao ter cidade- laauducao do avuludo t-anho. Em todos esses
seml. 1'M.i tarniie-ii cercada de fortes muralha" e exereitos, que a conquista de Roind leve de disper-
mi Mda e,.,.. faua eminencia de onde se podes- par no, gps outro, enconiraram-se sempre Cre-
MrfeVitte* 1 eiiegaroinimigo. ,pnsHS. pelipiie, Antiocho, Perseo, Nabis, Mithri-
.v- a- r., p.es, a guerra entre estados linas- dates, contavam. entre os seus mdhores offlciaes,
iroph* e.nlM ...miiiuar e continuava de geracao aventureiros cretenses; exerrilados as guerras
;a... Hu> uutro resuludo mais do .ue o das nnmianhas e ferteis cm estrategias e variadas
ou montes Sphakiottiei) a oeste, assim chamados na tanhas esteris e nuas.
antigudade, ou por causa da nev que Ibes cobre
os cimos durante grande parte do anno, ou antes,
se nao me engao, por causa da cor esbranquieada
que quasi sempre apresentam esses montes, forma-
dos de urna rocha calcrea que imita muitas vezes
o marmore.
fulgor. Tanto na aldea dos Egypcios, como no
acampamento dos emigrados de Benghazis, s se
ouve o som rude e guttural da lingua rabe.
Entrando na cidade, nada ahi achamos de nota-
vel. E' rodeada de fortificares no svstema moder-
no, com muralhas, cujo cimo mal excede altura
do fosso; ha cinco baluartes com esplanadas de
ierra, que seriam cobertas de relva se nao'estives-
sem sob o sol do Creta.
O fosso; que largo e fundo, serve provisoria-
mente para cultivar legumes. O bazar nao tem
onginahdade alguma; nao se encontram ahi senao
fazendas europeas de inferior qualidade. A nica
cousa mteressanle sao os restos de edificios pbli-
cos e particulares dos venezianos, o porto as arma-
zens, as galeplas que rodeam o lago cobertas de
um toldo, as casas dos nobres venezianos, algumas
das quaes anda eslao bem conservadas, e com seos
brazes por cima das portas.
Muitas desses habitaroes sao ornadas de moldu-
ras no gosto dos seculos XV c XVI, mas nenhuma
dellas se assemelha, nem de longe, aos palacios do
grande Catal
O luxo provincial dos fidalgos da pCandia nunca
podera egualar em bom gosto e magnificencia ao
dos patricios da metropole. Tal vez tambem, como
quasi sempre acontece, tivessem sido destruidas as
mais bellas cousas.
O que resta, porm, das egrejas latinas, depois
convertidas em mesquitas assim como dos conven-
tos que eram dependencias dellas, ludo feo e in-
significante. Quanto aos vestigios da antiga Aydo-
na, apesar das assercoes de algnns touristos do
seeulo passado, foi-nos impossivel descobrilos nem
na cidade nem nos seus arredores. As delligenclas
que fizemos para esse fim, tanto eu como o meu
companheiro de viagem. M. Len Thenon, um dos
meus collegas da escola franceza de Alhenas, nao
tiveram o menor resultado, (evidentemente a cida-
de moderna empregou as suas conslruccoes o que
podia ainda subsistir da antiga cidade j cantada
por Harnero.
ao ha, pois, em Canea cousa alguma quo possa-
demorar ahi por muito lempo o viajante, e pode-
rlamos ter-nos internado pela ilha antes que come-
casse a m estaeao, dirgindo-nos para o lado occi-
dental, para os interessantes dislrictos de Selino e
de Sfakia. Duas horas de marcha ao oeste da Ca-
nea, por escalvadas e feias colimas, conduzem
Platania, urna aldea que deve o seu nome aos bellos
pltanos que ornam as margens do seu rio. Pouco
mais longe, v-se o convento de Goma, situado
como o nome o indica, no extremo ngulo do gol-
pho da Canea, no principio do cabo Spada, antojo
ponta
mon-
durtos. Como aos outros Gregos, nao Ihes bastava
que urna obra fosse til, queriam tambem que fos-
se bella.
Ao menos, urna das duas fontes parece ter sido
disposta e ornada de maneira a formar um monu-
mento quo nao devia ser destituido de certa origi-
nalidade e grandeza. Ao lado da entrada do sub-
erraneo, ha urna gruta que sem duvida era consa-
grada nympha daquella corrente ; ainda se v
ah um nichozinho que provavelmcnte continlia al-
guma figura.
Pouco adianle, em um monte do ruinas, encon-
tramos os restos de urna cmalha e molduras jni-
cas muilo bem trabalhadas e do melhor gosto. A'
vista de taes fragmentos, de suppor que fra da
gruta e diante do aqueducto houvesse urna elegan-
te fachada onde com arte se achassem combinadas
a entrada do sancluario, e a abertura por onde cor-
ra a agua. A' dircita e esquerda, o rochedo.
corlado a prumo, parece ter sido coberte de mar-
more.
A pequea planicie, que fica por detraz do gol-
pho de Kissamos e que formava outr'ora um dos
arrabaldes da Polyrrhenia, conserva anda o nome
puramente grego de Mesogca. O cabo Corycos.
rajan ingremes montanhas cercam-a oeste, hor-
rivelinente rido e descarnado ; nem urna aldea,
nem urna estrada. Um pessimo trilho, onde, mes-
mo quem vae montado em tiestas, tem s vezes ne-
cessidade de apear-se, vae ler defronte da pequea
ilha, ondo se acha Grabusa, castcllo que representa
um importante papel na historia das guerras de
Veneza contra os Turcos, e as recentes latas da
independencia grega. O lugar mais perigoso c o
conhecido no paiz pelo nome de Kaki-Scala, que
traduzido ao p da letlra quer dizer ruim escoda ;
grandes muralhas de urna bella rocha vermelha
despenham-se a pique na agua profunda e azul
de certa distancia, mal se pode acreditar que urna
cabra ou.um esquilo possa, agarrndose s sinuo-
sidades da pedra, passar por entre essas fragosida-
des, e entretanto, homens e animaos por ahi pas-
sam ; de que modo? nao se sabe, mas passam.
Nesse sitio ludo singular e admiravel : a cir da
rocha, sua forma exquisita e irregular, as innme-
ras saliencias, as agudas ponas, e finalmente a idea
de que basta dar-se um passo em falso para cahir
em um abysmo, onde nao ha esperanca de sal-
varao.
As ilhas Grabusas e a cosa, que Ihes fica fron-
teira, sao lugares nao mesnos agrestes. Domina
esse todo.oafilado pincaro do monte >Corycos, escu-
ro, triste ee--calvado ; ao norte e ao sul prolonga-
se urna alta c medonha penedia. As pequeas ilhas
de que semeado o mar, pouco distantes da trra,
nao sao mais que ridos rochedos, cortados em
despenhadeiros, que se erguem do meio das ondas,
como enormes cidadellas. Una das menores a
que coBim a celebre c quasi invencvel fortaleza
que os Venesianos conservaram al 1696, quando
j tinham perdido a Caadla desde 1669. S se pode
desembarcar ahi por um dos lados, e do porto do
desembarque al a plataforma do castello preciso
subir urna ingreme ladeira, que facilita uiuio a de-
feza. Entre a'costa e a ilha, oestreito forma urna
especie de baha, onde pdem ancorar, sem receo,
em qualquer estarao, os maiores navios.
Nao foinos ilha, nao tullamos barro que nos
transportasse, e gastaramos muito tempo se quizes-
semos da praia chamar falla os poucos soldados
que ahi se acham de guarnicao. Da costa, avista-
se tanto as praias como no alto sbreos rochedos,
os restos das numerosas casas coustruidas pelos
Gregos, durante a guerra da independencia.
Presentemente os nicos habitantes de Grabusa
sao uns quarenta soldados que, commandados por
um velho alferes, ahi passam 4 mezes a fumar e a
dormir; mas, na poca de que fallamos, e durante
muitos annos abngou milhares de homens, que de
toda a parte corriain para pr-se sob a proteceo
desses temiveis rochedos e das numerosas pecas
de artilharia de que elles se achavam guarnecidos.
na cidade de dezoito mil almas pouco mais ou me- iarCha da" Mra ^t T?' T Grab"f ,cahiu em 2 dos chr,slaos' *"*.a
nos, toda calada de branco, despida de jardins e de T,, 2 1 T SI T "'" "^ a'a"Ue T? ^ "'"* "^ ""
vari do situada a cidadella tinha yerno por Dimitri Kalerg, que entao era muito jo-
ligaro com as montanhas vizuhas ; por iodos os ven e hoie ministro da Grecia em Pars Imme-
le longe as oulr.s lados norrivejs desfiladeiro'Jrecipicios> J^JZ! Zl^Z Tara "se Co
ou profundos valles que vao ter aos Montes- asy|0; erara especialmente Cretenses com suas
mulheres c filhos; e bem assim Hydriotas, Spezzio-
Parte dessa cdade ainda existe, assim como tas-c Roumeholas.
grande numero de cmaras cavadas na rocha, e Todos esses exilados, laucados ahi pelas virto-
que sem duvida formavam os fundos de outras ras dos Turcos, tratavam de vingar-se e de viver
lautas casas. Reconhece-se tambem os restos do do corso, pois a ilha nada produzia nem mesmo rel-
penbolo e de um templo, junto ao qual se acham Ta para o gado trazido do continente. Bem depres-
varias inscripces em louvor de alguns imperado- sa, urna quatidade de pequeos navios, armados
Acrotiri; para o oeste, urna ilha e um cabo nao res romanos, e entre outras, urna coosagrada a em guerra, vleram collocar-se ao abrigo das formi-
menos esteris e tristonhos. Forma o fundo do A(lr'an porm o que a Polyrrhenia nos deixou daveis bateras da fortaleza : faziam invasoes no
quadro a imponente massa dos Moules Braneos; o de n,ais 'nl(-'i"essaote, sao incontestavclmente os seus territorio turco, roubavam de l gneros e escra-
que falta a essas montanhas para serem verdadei- acueductos. vos, ou apprehendiaoi no mar os navios ottomanos.
ramete bellas, nao altura, mas sim a nitidez dos
contornos, a distinecao o onginalidade das fr-
Essas montanhas dividem a ilha em tres regioes
dijlinrtas, rada urna das quaes tem o seu aspecto
e o seu carcter particular. Como foi Caoea que
nos levou o vapor que, por Syra, poe em commu-
nicacao com a CreU, Alhenas e a Europa, e como
a Canea situada mesmo na raz dos Montes Bran-
eos e no centro do terreno que esses escabrosos
pincaros dominam, da Canea que partiremos para
visitar a ilha, e seraregio ocridental a primeira
que pereorremos.
Depois de ter atravessado a cadeia que liga o
Cabo Spada ao ponto central dos Montes-Branros,
achase o viajante, no segundo dia de marcha, na
eparchia ou districto de Kissamos. A capital desse
districto Kissamo-Kasleli, aldola de urnas vinte
casas que deve a sua importancia administrativa s
muralhas de urna pequea fortaleza, outr'ora cons-
truida pelos Venezianos, como atieslam duas ins-
cripcoes latinas, que se lem por cima da grande
port de entrada ; a mais moderna de 1633, de
um Conlarini, que poz essa praca em estado de de-
feza, quando j a amearavam os Turcos, que d'ah
a pouco tempo se apoderaram della.
Durante a guerra da independencia, todos os Mui
sulmanos da eparchia, sentindo-se muilo fracos
para entrarem cm combate, reliraram-se para o
O primeiro aspecto de Creta, quando se desem- castello de Kissamo e ahi sedefenderam por muilo
harca em Canea, nao corresponde expectativa do
viajante; esperava-se cousa melhor dessa trra,
que por seus habitantes era outr'ora comparada ao
paraso, e onde os rabes, nos primeiros das, de
sua conquist, julgavam reconhecer a trra de leite
e de mel, qne Ibes descrevia o Alcorao.
tempo. Dzimou-os a peste, e, depois de longos e
horriveis padecimentos, acabaram por entregarse
aos Gregos.
Ao sul, pouco distante de Kissamo-Kastdi, a al-
dea Palmo Castro oceupa um pedacinho do terreno
onde outr'ora exista a Polyrrhenia, urna das mais
A Canea, que, como nao resta duvida, occapa o imporIanles cidade$ da amj ^ Essacj(Ja(J
lugar onde existiu a antiga Kydon>a, e urna ppeque- era stuada sot)re
arvores, essa elegancia, esse agradavel e
aspecto que qua
cidades turcas.
roda da Canea estende-se urna pequea planicie grane
pedregosa e crestada do sol, que, na estcao em que
pela primeira vez vi essa trra, no mez de setem-
bro de 1857, j ha muito lempo eslava despida do
seu nico ornamento, as pobres messes que com
grande difflculdade ellas produzem ; para leste, sao
os escalvados e tristes rochedos de Chalepaedc um
enorme e montanhoso promontorio chamado o
mas. Gragas excessiva transparencia do ar, os ficava muito distante, e alm disso, era bstanle o
olhos podem acompanhar essas subida*, sondar os sol dos primeiros dias do verao, para faze-lo seccar.
despenhadeiros, e alrancar esses cumes arredonda- Porlanto, quando a cdade se tornou re* e popu-
dos e todos sementantes uns aos ontros; sempre losa, era diffleil coutentarem se com as cisternas,
a mesma ausencia de vegptaclo, a mesma nudez, a como deviam tee feito os primeiros habitantes,
mesma cor de trra acinzentada. Nao ha ama fio- Quando nao ha senao a agua de urna cisterna, for-
resta para sombrear a fralda da monlanha, avis- casamente nos tornamos avarenios della ; nao se
ta-se apenas urna ou outra olivoira l no fundo de bebe agua sem um ceno receio, e quasi que se sen-
algum valle. te remorsos quando se lava as maos. E' que, se
Perlo da cidade, os campos sao cercados de im- se chega a esvasiar o reservatorio, s a chuva o
A cidade, na altura em que fra edificada, tinha O cerlo que nessas paragens e cora povos taes,
falta de agua ; o rio que corre no fundo do valle os corsarios fcilmente se transfurmaram em pira-
ronb.i de <,!,!,!* rel>anhos e a devastaco das subtiu-zas, eram os Cretenses a flor das suas tropas mensos aloes 5 todo esse terreno, toda essa nsture- pode encher, e em Creta, assim como emAttieaJ
tas ; as escunas e brigues de Grabusa dentro em
pouco adquiriram o costume de apprehender no
mar, quando se offerecia occasio os navios mer-
cantes dos paizes da Europa ; muitas equipagens
inglezas, francezas e italianas foram massacradas,
sendo saqueado o carregamento de seus navios.
Nao era possivel tolerar taes ademados ; em feve-
reiro de 1828, veio urna esquadra mgleza postar-
se defronte de Grabusa. Os mais temiveis piratas,
os quo erara culpados de maior numero de crimes
se tinham evadido : foram quoiraados todos os
essa costa rida e desert, oaroulra-** d ata apa*
co amigas ruinas. Sao as da ci ios velhos autores, Phaiasarna. Apezar t ser si-
tuada no continente, Phaiasarna devia ser >rasai
lo inuxpugnavd cono Graba-* na sua iIIm. A o
dade oceupava urna espiaaatia nuil designa*, qae
se acha no alto de un grupo de eleva
concentrados entre o nar e ana pecpasai
Do lado do nar era ella narre*nvei
da palavra. Sao pridigiosos roeh.-4.is, 1
dem firmar o p os pombos que faxeai mil
burao das podras, e que ao meaor ranr
en bandos. Do lado da Ierra, Piulas
cgualmente bem defendida. Priaww
guardava a, na planicie, a dupla miiralha
da de torrees quadrados. Una perto a"aas. pir
detraz dessa edificar), ergue-se peana aae aaa
offerece lugar algum de acresso a iin ser ulve
para as cabras. S em um lugar, um Vrhve
bem ingreme, mas que permit* ascea^i.,
a urna depres>, urna especie de larga I
cortava a cidade pelo meio.
Dahi, duas cscadas, melad.* tlhada
rocha, e metade formadas de lagedos iraoiss t
oulra parte, iam ter s duas plataforma*, aais
eram construidos os edificios e a< ratas, aana
exislem vestigios desses degro*. r nwpiiaH -
guimento delles j esteja m-iilo interrnaipiax fa-
ra rhegarmos ao alio apezar de ni enroairara
ninguem que se oppuzesse a no-wa subida, e V krr-
moi, para rebocar-mos, um rampnnez ayil roa
un cabrito nontez, mais de d.-z vezes siivea* a
ponto de quebrar as rosiellaj. i^nem cnaaegaat
galgar essa subida, pargunta a si mesa., ao aV
que maneira podera o loimigo apmzerar-se aV ana
tal cidadella (isso parece cousa inaaoosivel aV ttt
tentada), as sin, cono qae os eos hititww
podan sahir dahi. Para que ana popalaran rica,
activa e civilsada cono essa que deiaon *>>sea|sas
de seus longos trabalhos, se resigaasse a'
sim, seculos, entre o cu e a ierra,
limitado cune desses ridos rorkedos, ajae tr-w-
hiam s propros para servir de atorada aa ajana
s aves de rapia, era preciso que se arasasr esa
grande desorden o estado social da ilha, t ajae a
paz c a seguranra nao 1 n gniao amara arinar-
se nella de un modo duraduure.
O que devia lomar ainda mais iniiimli esa
residencia, que em Phaiasarna n:io aavia raa
Foi a sede que correu romnosro * De|iois de muilo penar na* an-a da praia, i aa.
j bem lonpc des-as singulares rumas.
rom urna pequea fnnle que giiej iva
rurli.'do lodo rob.Tto de mu<2o. Pr
eslendera os galhus duas curtas e rajtM
ras, que parecem querer conservar-saima. pT*aa
Ierra para que a sequiosa fullugen respire a to-
nuda frescura da fi-nte.
Todo o terreno, que circula Phatsaraa. n.
ando e triste romo a pint a nordeste a ,iha, s
passo que, dahi a algunas leguas., para lato
do sul, cntra-se en un burro rouherita prio a-
me de Enia-Choria. que nrie dizer as mm <
e que todo cheio de bosques e de agua
mas onde nao se encontra quasi ve. verda.leiramenie antigo ; que as p-ipular.ie.
arigiram ern Creta as primeiras rida.l.-s a
da liicalidade onde se estbeiaceraiii i> dic-
tada pela amenidad.- do lagar nem pela f filial ia
do solo, mas sim pelo constante rui.la>k> de se pf
legerem contra os visinhos, qi-e etaaaamamm im-
migos, pelas imperiosas necessidades da gnerra
e da defesa.
Entretanto, | um lugar encantador e**e a aira
de Enia-Choria I E' muilo agrailavel. ao Jhc aV--
ses rochedos esquentados pelo ol e deses eierets
areaes, raminhar-se de repeate a sonl*>aa
veiras, de pltanos, de rastanheiros. entre nadaaas
regatos de onde se exhala um ckeiro activo t r-
teliia ssfeammt
Para os artuaes habitantes de Crea, o V
tingue esse Cantn de todos os oulros, o a an-
tas e caslanheiros, que o robrem; essa tren>a
arvore muilo rara em todo o re>u>iia ilaa.
esperialmenle perlo da all>'ia de Elos. qae 1
vou o seu velho nome hellenico. o rastaaamr
chega dimenses que nos admiran.
De todos os bellos sitios qne se 1
nossos olhos durante os dous dias qae
nesse bairro, o mais agradavel o raaa 1
onde ebegamos em urna In-lla tarde
fundo corre um pequeo rio, em cuja
v, ora plantaeoes de ohveiras, ora
tos, onde, por entre as tmargiieiras e o
[Ojo, cresce o trigo denso e perfumado.
ma, nos dous lados das cotiaas. asS
laaa-sa na-
des castanheiros, rujas enormes raiaes aa regada
por numerosos e rpidos riacho*.
Chegado o oulono, clao nadaras e frartes, c
por entre as arvores. caminhaaaa de vagar rasa a
cabeca bai xa, os olhos filos no raia, e
com o p as folhas serras, andan a* mas
as enancas procurando as caslannas 1
chao ; sombra das arvores na
cullam as casas dispersas na floresta. Se ni
se a luz do da aqui mais alegre e radiante, 1
hia que ama Ierra de accidente
pr-se qae se est no Lmaoslo o* na
perlo de orna dessas pobres heraaaes, aaaV aa
rastsnhas sobsliluem as btalas, a cara e i,
e sao, durante tofget meses, a nairo smente das
camponezes.
Cenliaaaraeaa)
ERNAMBUCO.^ TTP. ul H. V. .m ruJS



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