Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10370


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Full Text
AMO XL. HUMERO 114.
Por tres mezan adan lados 5JO00
Por Ires mezes v-,nr.iils 6JFU0U
Porte ao correio por tres mezes. 0750
01HTA FEIRA 19 DE MAIO DE 1864
Por aaao abantado.....19)000
Porte ao correio por ura annt. 3$00U
DIARIO DE PERNAMDUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Ararat v.
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Hanoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcio Dias; Babia, o
rr. Jos Martins Al ves; Itio de Janeiro, os Srs. Pe-
eira Martins & Gasparino.
EPHEMERfDES DO MEZ DE MAIO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS. .
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-reirs. 5 Laa nova 9 h., 54 m. e 2 s. da t.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru', 13 Quarto rese, as 4 h. e 61 m da t
Itinho e Garanhuns as tercas tetras. t{ Laa chei asllh 4 m 9V d- m
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, ,a *} m- e s- m-
.Villa Bella, Tacaratu, Cabrob, *H yuart0 minK- as 7 h. e 56 m. da m.
Ingazeira, Flores.
Boa Vista, Ouricry e Exu' as quartas reiras.
Serinhaem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Barre-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
liba de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partero ao M da.
PREAMAR DE BOJB.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da Urde.
I Segunda as 2 horas e 30 minutos da maoha.
pARniM DO VAPORO LOSlUROa.
Para o sul at Alagas a 6 e 25; para o norte at
a ifc**" 7 e22 de cada mez' para *"'ernando ns
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jal, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
. ** Recf : do Apipucos s 6 Vi, 7, 7 / 8 e
8 V, da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboauo as 6 v, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Retire : para o Apipucos s 3 /*, *, 4 '/* 4 /*,
5, 6 Vj, Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4/da tarde; para Jaboatao s 4 da Ur-
de ; para Cachang e Vanea s 4 /i da tarde; para
Bemfica as 4 da urde.
AUDuiNOa DOS 1 RlbUNAES DA CaPITaL
Trbunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meie
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da Urde.
DIAS DA S-MaNa.
16. Segunda. S. Jalo Nepomucen. nmm m
17. Terca. S. Pasrho.il hUjraant
18. Quaila. S. Flix de Canlalie* I.
I!. Oiiinl.t. S. Pedro Celt-lm.. f.: S. Iw> f.
20. Sexta. S. Iternardinu !- Sena r.
21. Sabliado. Ss. Marcos Tbetq* mpo b
22. Domingo. S. Rila de Cassia viuv.
ASSIGNA-SI
no Retire, em a livraria da praea 4a
ns. 6 e 8, dos proprieurios Mal
Faria & Firfco.
tUrtTu de
PARTE FFIGIAL.
PROVINCIA.
do dia 14 de iiiin de
GOVfllM DA
Coiilianacao do expediente
1804.
OIHcio ao Dr. chefe de polica.Remetiendo por
copia V. S. as inclusas relacoes dos trabajado-
res la estrada de ferro, recunimeiido-lhe a expe-
dicao de suas ordens am de que, nos termos da
.i- das coinlicoes, que baixarain com o decreto n.
1,030 de 7 de agosto de 1852, sejaiu elles isentos
do recrutamento.
Dia 16.
Oillcio ao brigadeiro commandante das armas.
Em cumprimento do aviso do ministerio da guerra
de 22 de abril ultimo, determine V. Exc. ao conse-
llio econmico de 7 batalhfto de infantaria que res-
Dito ao mesmo.D V. S. as providencias ne-
cessarias aliiu de que >ob minha responsabilidad.'
e emquanto o governo imperial nao resolver o que
Ihe parecer mais acertado, se continu a pagar em
E' este o terceiro vapor, depois das ultimas or-
os devidos tomiios os vencimenlos dos oflBciaes em- dens imperiaes, que aqu chega e j ia sonhisman-
pregados no quartel general do commando das ar- do tudo, e mu lampeiro se saf'ava antes do tempo
mas, visto que se acha esgotada, como consu do marcado : com tudo semelhante incerteza na hora
ollino por copia incluso, a verba por onde correm da sahida causou serio atropello e transtorno a to-
os respectivos pagamenlos dos que desejam que a lei seja fielmente observa-
Dito aojuiz municipal de Nazareth. Remello- da, com especialidade em negocio de tal natnreza
Ihe cinco laminas com puz vaccinieo solicitado por pois que o desarranjo gral sobre tudo para o
Vmc. em data de 8 do rorrete, afim de ser conve- commercio.
nientemente applicado. i Isto, porm, nao admira, porque nos c pelo im-'
UUo ao coronel Francisco Joaquim Pereira Lobo, perio havemos de ir sempre com ascendescenden-
Tendo o governo imperial exonerado V S. do lu- cias e afllhadagem, em que o paiz grande e sin-
gar de re rotador dos municipios do Recife e Olio- guiar I
da, e iionieado para o referido lugar o tenente-co-1 Deixemos o vapor e a sua pressa e vamos ao
ronel reformado da antiga guarda nacional Felicia- que serve, que sao as noticias.
no Joaquim dos Santos ; como tudo constou-ma do Da provincia do Amazonas nao sao de maior bu-
aviso de 30 de abril ultimo ; as*im o communieo portancia, embora o Jornal do Amazonas, aioeta
ponda com brevidade as observaedes contidas no V. S. para seu conhecimeoto OIBriou-se tambem record os actos e os rescotimeotos que nutre con-
iocluso relalorio da contaliilidade da guerra com j ao noineado, e expedlram-se as demais communi- tra a presidencia do Dr. Sinval, que no vapor ulli-
vfrreiiria as contas relativas ao Io semestre de cacoes. rao d'aqui parti, transferido d presideote para a
1862, juntando ao mesmo tempo a relaco nominal
dos membros daquelle conselho, a que allude o fi-
nal do ciUdo relalorio.
Dito ao director das obras publicas.Inteirado Parahiba do Norte,
do eonteudo de sua informarlo de 13 do corrente, Os actos da presidencia do Dr. Adolpho de Bar-
sob n. 132, dada acerca do offlcio do empreiteiro ros em geral iam agradando. S. Exc. visitara
Dito ao mesmo.Transmiti V. Exc. os inclu- da estrada do norte, engenhero Jos Mamede Al- inesperadamente as reparticoes publicas, reconhe-
sos processos de couselho de guerra dos soldados' ves Ferreira, datado de 28 de abril ultimo, tenho a cendo que ellas nao seacham montadas con veoien-
Josino Alves Ferreira e Joo BaptisU 2o, este do dizer que concordando Vmc. em que o terreno da temente, e que alm disto o seu pessoai em muito
9 batalho de infantaria e acuelle do 2* da mesma | subida do Araripe de boi qualidade, e podendo casos o menos apropriado.
arma, afim de serem compridas as senlengas pro- \ por essa razao dispensar o empedrament-> de Mac- A mesa de rendas tambem ja eslava inslallada
eridas pelo conselho supremo militar de justica Adam que all devia execular o mencionado on- sob a direccao do empregado da alfandega desta
nos mesmos processos. genheiro, creio de maior utilidade publica que capital, major Felippe Pereira de Mello Marinho
Dilo ao mesmo.Em cumprimento do aviso do aquelle servico seja applicade ao lamjo da estrada Falcao.
ministerio da guerra de 23 de abril ultimo, sirva- de Olinda, onde a natnreza do terreno e o sea mo O commercio em geral no tinha recebido bem
se V. Exc. de dar-me a sua opinio sobre o que no estado delle necessitar, nao me parecendo entre- o estabelecimento de semelhantereparticao, porque!
requerimento junto pede o 2o cadete 2 sargento do taodo procedente a coosideracao de ser sse me- a sujeila a urna regular fiscalisacao e ao pagamen-
10' batalho de infantaria Antonio Fernandes de Ihoramento limitado a exlensao de 200 bracas, to de dlreitos, a que at aqu se eximia mais ou
Souza Cousseiro. ; igual a que devena azer o empreiteiro na predita menos, pela communicacao franca que havia com
Dito ao mesmo.Constando de aviso da repar-, subida do Araripe, visto que feito ello, tem-se con- os estados limitrophes
licao da guerra de 29 de abril ultimo, que se con-1 seguido em todo o caso urna vantagem relativa, o O que agrada a uns lprejudicial a outros, e por
ceder ao 2 tenente do 4 batalho de artilharia a que torna indifferente a probabilidade de auferir tanto o commercio, de eerto, ter repugnancia em
p Olympio Aurelio de Lima tmara, 3 mezes de aquelle empreiteiro maiores lucros, circumstancia ir prestar-se fiscalisacao, mas que teuha pacien-.
icenca com sold e etapa, para ir tratar de sua esu que nao prejudica os interesses pnblicos. cia porque a lei igual para todos t
saiie na corte : assim o communieo V. Exc. Assim, pois, recommendo Vmc que exami'! Do Per as noticias sao por uto lado affaveis, e
para seu conhecimento scientilicando-o de que nando o lugar indicado pelo empreiteiro no lanco por outro nao mu animadoras para as relacoes in-1
i-oiiipauliia de paquetes vapor se offiria para dar de Olinda, junto a ponte da Tacaruna e effectiva- ternacionaes desu repblica e do Brasil,
urna passa^em aquelle offlcial, devendo a respecti- mente o que necessita se a dar Ihe andamento desde j.Communicou-se O vapor Pastaza tinha soffrido um peiueno in-
ao predito empreiteiro. ; cendio na cmara do commandante, de que nao re-
portara.O presidente da provincia attendendo sultou grande destruico; entretanto pelo rigor
va importancia ser descontada pela 5* parte do seu
sold, segundo dispde o citado aviso. Communi-
cou-se a agencia de vapores relativamente a pas-
sagem.
Dito ao desembargador Anselmo Francisco Pe-
relti Omstaodo de participacao da secretaria de conceder-lhe 3 mezes de licenca com vencimentos.
estado dos negocios da justica de 9, que por de- na forma da lei, para tratar de sua sade nesta ca-
creto de 4 deste mez S. M. o Imperador houve por pita!.Fizeram-se as necessarias communicacoes.
bem noniear ,V. S. para o lugar de fiscal do tribunal I Dita.O presidente da provincia attendendo ao
do commercio desta provincia; assim Ih'o commu- que requereu o bacharel Jos Bernardo Galvo \l-
meo para seu conhecimento e afim de que entro coforado resolve designar o bacharel Antonio Joa-
logo em exercicio independente de titulo, que apre- quim de Moraes e Silva para servir de procurador
sentar no praso de tres mezes contados desta data, fiscal ad hoc no inventario a que se est proceden-
ao que requereu o juiz municipal do termo de In- com que sao tratadas as Iripolacdes dos navios pe-
gazeira, bacharel Joaquim Ferreira Chaves, resolve ruanos, tinham desertado varias pragas, especial-
Pizeram-se as demais communicacoes.
Dilo ao Dr. Jos Pereira da Silva "Moraes.Com-
munieo V. S. que, segundo coustuu de participa-
cao da directora geral da secretaria de estado dos
negocios da justica de 7, S. M. o Imperador por de-
creto de 4 do corrente houvo por bem remover
do pelo juizo municipal da 1* vara nos beos deixa-
dos pela rnuiher do major Sebastian Antonio do
Rrjjo Barros, visto ser lilno do supplicanle o actual
procurador fiscal da theswurana provincial.Fiz-
ram-se as necassarias communicacoes.
Dita.O presidente da provincia tomando em
ment estrangeiras.
A' Moy'tamba j linha ebegado o coronel com-
mandante do corpa que se creara na provincia do
Loreto.
E e segundo se presume os Peruanos nao veem com
bons olnos os Brasileiros, haja vista as barbarida-
des e inju-ticis dogoveroador demittido Steveo.
A hjuatemij tinha partido de Loreto para este
porto sem maior incidente, alm de um pequeo
encalhe na sua viagem.
Pesoas vindas do Per' e que vao all constan-
temente no vapor Inca, desconllam dos preparati-
vos de navios, vapores, armamento, offi'iaes, en-
V. S. para o lugar de chefe de poii<-ia desta provio-! coosideracao o que expoz o inspector da thesoura- genheiros e engajamentos que faz esta repblica ;
cia.Exuediram-se as mitras rommuniraces. ra provincial em ofUcio de 14 do corrente, sob n presumem de si para si tanto afn, untos prepara-
Dilo ao Dr. Aimio Jos Tavares da Silva.Com- 177, e usando da attnbuico que Ihe foi conferida tivos hao de dar que razar no Amazonas ao Brasil,
munico V. S. que, segundo conslou de partic pelo art. 3* da lei n. 575 de 5 de abril ultimo, re- Nao estranho que os Peruanos Tallam em des-
pacoes da directora geral da secretaria de estado solve abrir um crdito supplemntar na impartan- conlentameito com o imperio pelos fa-tos succe-
dos negocios da justica de 6 e 7 deste mez, S. M cia de 3:718^412 para a continuacao no corrente dblos com os seus vapores; pela poltica de reclu-
0 Imperador, por decretas de 30 do mez lindo e 4 exercicio dos venrimentes dos empregados aposen- i siio do no Amazonas, e polos limites do seu terri-
no correte, houve por bem exonerar V. S. do tados. Kemctteu-se copia desU portara thesou- torio, cuja commisso que anda l em Manos, por
cargo de chefe de polica desia provincia e desig- raria provincial parte do Brasil, se muito temesenpto e trabalhado,
nar-lhe a comarca de Olinda para nella exercero Dita. Os Srs. agentes da companhia Brasilera nada tem prodnr.i.Io, e neohum proveto e vania-
a Baha por cunta do ministerio da guerra, no va-
por que se espera do norte, aos soldados volunta-
rios Antonio Bezerra da Silva e Antonio Jos Fer-
reira, e.-te do esquadrao de cavallariae aquelle da
companhia do artfices daquella provincia.Com-
ni cacoes.
Dito ao mesmo.Em addilamento ao meu offirio
desta data recommendo V. S. que a bem do ser-
vico publico, continu no cargo de chefe de polica
desta provincia al que se aprsenle o seu sue-
co ssor.
Dito ao Dr. Jo.- Nicolao Rigueira Costa juiz de
direito de O.inda.Por decreto de 30 do mez lindo
S. M. o Imperador houve por bem remover V. S.
dessa comarca para a vara dos feitos da fazcoda
desU provoiia, o que Ihe communieo para seu co-
nhecimeoto, remellendo-lbe a inclusa nota da im-
portancia dos emolumentos que tem de recolher a
estacao competente, alim de obter a copia do de-
creto de sua remoco, e entrar em exercicio.Fez-
se a respeto o necessario expediente.
Dito ao capito do porto.Faco apresentar V
S. orecrula de marinha Manon Rodrigues de Se-
na, alim de que Ihe d o conveniente destiuo de-
rmis de inspeccionado.(Communicou-se ao Dr. che-
fe de |iolica.
Maiidoii-se apresentar para o mesmo fim, os rc-
crutas Joao Pereira do Rosario e Amonio Jos Lo-
pes, por alcunba Fortes.
Diloao inspector do arsenal de marinha.Deter-
da marinha de 29
municou-se ao commandante das armas.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande transportar al Maco, no vapor que
seguir para o norte em lugar de r destinado a pas-
sageiro de estado a Francisco das Chagas Oli-
veira.
Expediente do secretario do governo.
de lido corrente, sob n. 874.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
O Exm. Sr. presideote da proviocia maoda trans-
miiiir V. S. as cinco inclusas ordens do thesouro
nacional, sob ns. 49 e de 51 54, e bem assim urna
minando o aviso da reparticao a marrana ue i general, sob n. 397. 1 das principa
de abril ultimo, que so nao deve mais admittir rae- Dl|0 \ ;ocie,iaJe *.|enomnaila Uniao dos Mestres; residente em Lima.
noralgum na companhia de apnnd./.es art.lices de ArcnilecUira NaVal nesta provincia. O Kxm.! Eis o convite e as bases para o congresso :
desse arsenal ate que lique reduzdo aoO o iiun.e- Sr (ire:;iuenl(, da prvin(.ia manda C0,n,nunCar \ n ,,MA- *l E ,ANR,K0 D 186,4-.
ro dosexistt-nles : assuno communieo a\ S>. para ejade Uniao dos Me-tres de Architeclura Na-' O abaixo assgnado, ministro de relacoes exte-
seuconhecimento e devida execuco. va, nes,a pruvinca que em aviso dt 13 ae'abri| rieres do Per', tem a honra de reraetter ao Exm.
Dila ao director do arsenal de g J ultimo derlarou o Exm. Sr. ministro da a/ricullu-'Sr minis,ro de negocios eslraogeiros de S. M. o
V. S. fornecer ao 7 batalho d infantaria 500> ca- ra cmmerc.o e obras publicas, que so poder ser
mizas e ..00 calcas por coma do pedido geral, feito ,umad,iem considerago o regulamento apresenia-
em Janeiro do corrente anuo.Communicou-se ao
brigadeiro commandante das armas.
Dito ao mesmo.Em cumprimento do que de-
termina o aviso da reparticao da guerra de 28 de
abril ultimo, mande V. S. rarnecer ao corpo de
guarnicao do Cear o foroecimento constante das
notas juntas por copia, sob ns. 1 e 2 de 25 daquelle
mez.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenoa.
Participando rae o Exm. Sr. oiioislro da agricultu-
ra, commercio e obras publicas em oflicio de 6 do
corrente, sob o. 12, haver oessa data solicitado do
da fazenda as oecessarias ordeos afim de que essa
com a quantia de ..
do pela mesma sociedade e que incluso devolvo,
depois que for confeccionado de conformidade com l
a legislacao do paiz.
Despachos do dia 16 de maio de 186!.
Rrqaenmentos.
Tenente-coronel Antonio Carlos de PinhoBorges.
Informe o Sr. Inspector da thesouraria de fa-
zeoda.
Caetano Gomes Cavalcaoli.Passe, querendo.
Ku/.iai 10 dos Santos Leal. Iudeferido em vista
da informac/io.
Florinda Mara do Rosario.Informe o Sr. Dr.
thesouraria seja habilitada uum
100:0005 para pagamento dos empreileiros da pon- c", .Ju 1
te de ferro do Rec.re, da segunda prestaco a que JP*b*" Prazeres.-Nao hareodo a sup-
iera direiio na forma de seu contrato, cujo paga- P cante provado tsencao legal, nao tem lugar o
ment se eTecluara logo quefr satisfeita a condi- WS^-. .
cao respectiva : assim o communieo V. S. para
sen coohecimento.
Dito ao mesmo.Pode V. S. conforme radica em
seu offi'io de 14 do corrente, sob n. 242, mandar
remetler ao collector do municipio de Po-d'Alho a
nuantia de 3005 para occorrer ao pagamento dos
vencimenlosdorespeclivo destacamento na presen-
te quiozena, devendo es.-a quaotia ser entregue a
pessoa qne para lc;va-la a seu destino for designa-
da pelo brigadeiro commandante das armas.OD-
ciou-se a este para designar a pessoa de quera se
trata.
Dito ao mesmo*. Tomando em consideracao o
que pondera o brigadeiro commandante das armas
no oflicio junto por copia datado de 15 do corrente,
recommendo V. S que mande pagar mensalmen-
te ao res|iectivo proprietanu Ignacio Luiz de Brito
Taborda o aluguel que se for veocendo da casa em
que funecona o quartel general do mesmo cora-
mando.Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dito ao mesmo.Consta de aviso circular do mi-
nisterio da guerra de 30 de abril ultimo que na
rnesina data se solicitara do da fazenda a exped-
cao de ordens as thesouranas de fazenda, deca-
rando-lhes que contina em vigor provisoriamente
para as dspotas daquelles ministerios, no exerci-
cio de 186V1865, a distribuicao de crdito frita
do arsenal de guerra.
Miguel Pereira do Valle.;Motem lugar.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIAS RO RA
RIO RE pi:h.\ajibito.
par.
Beln, 10 de maio de J864.
Escrevo-lhe esta um pouco atropelladameote.
O vapor Apa chegou domingo s quatro horas
da tarde. Hontein at s duas horas uxlos coota-
vara que elle sahisse ooute, porque eram estas as
por aviso de 16 de abril do anoo prximo passado, ordeos no correio, na ageocia, e os annuncios nos
sendo que brevemente se providenciar a respeto jornaes, pretirindo-se desta forma as ultimas deter-
do crdito para obras militares : o qne communieo minacoes do governo, que mandam que os paquetes
V. S. para seu coohecimento e direccao. 1 no Para se demorera 24 horas de sol.
i?6!. r.n Crtn,ra ?r*em ',1r'meira' ist0 e- matenaes e de poder normal, em nada prejudica
para que ticasse para hoje, completando o tempo n*m coarcta a liberdade de cada estado, para que
faca no sen rgimen interno as mudaocas e inoo-
vacoes adminislralvas que sejam conducentes ao
augmento de sua prospendade particular.
f." Ajustar urna convenci internacional para ,
facilitar a correspondencia epistolar, de maneira
que este vehculo tao uecessario s operarnos mer-
canlis e ao progresso da civilisaciio, teoia toda a
seguraoca, garaolias e franquezas que sao indis-
peosaveis promneo dos interesses pblicos e pri-
vados em proveito das sociedades americanas. E'
preciso que a communicacao nao seja custosa, que I
o segredo das cartas se respeitc at ao phanalismo [
e que a consciencia do homem, confiada militas
vezes t dos governos, nao seja nunca, nem por '
motivo algum, revelada nem escarnecida, com que-
bra e ohVnsa da digndade das nacoes, com menos-
cabo da justica e com transgressfio das leis lauto
moraes como civis.
3:* Comprometterem-se os governos, era troca da
uniao estabeletida, a proporcionarem-se reciproca-
mente todos os dados estatisticos que deem urna
idaperfeita de sua riqueza e de suapopulaco, dos \
meios oaturaes e artificiaes que possuam para a de- i
feza commum, para desenvolver-se ora individual,
ora conectivamente e para formar um conjuncto
homogneo que sirva de g.iraotia paz geral, de res-
peilo s instituicocs fuodaraenlaes.
4." Estabelecerem todas as medidas e accitarem
todo os principios que conduzam a concluso de
todas as questdes sobre limites, que sao em quasi
todos os estados americanos causa de qnestoes in-
lernaciooaes, de animosidades e mesmo de guerras
tao funestas honra, como prosperidade das na-
coes.
Estados que estiveram em outro tempo sujeitos
in -suia dorainacao nao estranho que, separados
pela emancipacao, tenham com rrequentes discus-
soes e dillerenjas sobre territorios e sobre outros
direitos do mesmo genero para cuja solucao se nc-
cessitam de negocia^oes conforme com a civlisa-
co actual, cora as oecessi.lades reciprocas das sec-
caes aioericaoas e rom a cooveOieocia geral do
continente.
5. Ficar irrevoga\elmente abolida a guerra,
substituindo-a com arbilragem, como o nico meio
de transigir todas as faltas de inteiligencia e moti-
vos de desaccordo entre alguma das rapoWicM sul
americanas. Nosso crdito, nosso bem etar e nossa
felicidade commum reclamara a adopeo desta me-
dida, na qual eslo cifradas as esperanzas da Ame-
rica.
6.* Banlr todos os pretextos que possam servir
de fundamento atraicoar a causa americana, dei-
xando consignados s peuas moraes que merecam
todos aquellos que, por inesquinhas paixes, assig
narem corapromssos contra a independencia de
algura dos estados, contra as suas instituicoes e
contra a estabilidade da paz geral. Esta declaraco
tanto mais precisa quanto della dependera, era
grande parle, os destinos ulteriores de todo o coo-
tioeote. >
Desta provincia tambem nao sao muitas as novi-;
dades que agora Ihe pos-o transmittir.
vpois de varios concenos, um alraoco lauto em
que foi offertado um rico alnele de brilhantes, e I
ura sarao na noite de 30 do mez lindo Arthur Na-
poleao, vamos voltar ao marasmo antigo e inspido
dos nenhuns passateni|ios e diversdes desta cidade.
La segu, pois, hoje este distinti pianista com ,
destino a Europa por essa provincia, deixaudo-nos'
agradaveis e sympathicas recordarles das bellas
notes era que o ouviraos no theatro Providencia.
Elle, nao menos se deve recordar do norte do |
Brasil, porque se cora enthusiasmo foi applaudido |
no Maranhao, tambera foi bem recebido e festejado
no Peni por nacionaes o estranguiros.
Elle, como Ihe dizemos, para ah segu e com
franqueza manifestar as recepcoes que teve as
duas provincias do imperio.
Aquientrou no da 4 o vapor Pastaza, trazendo
reboque o bngue peruano Prospero, que tinha
seguido em Janeiro ultimo com fazendas, materiaes
de guerra e olliriaes, ce, para os porto* do Per.
Entrn, tambera ha dias, arribada por falla de
lastro a barca norueguense Ehirum que anterior-
mente havia sabido deste porto para a Europa.
O Diario do Grao Para traiiicrevendo ha dias as
ultimas noticias vindas de Lisboa pelo brigue Li-
geiro, descreveu o estado consternador dos povos
das illias de Cabo Verde, produzido pela fome e
miseria rom que estao bracos os habitantes da-
quelle arrhipelago.
ltimamente soubemos pelo mesmo Diario que
o Dr. Morera, cnsul portuguez, promoveu nesta I
provincia urna subsenpeao, que nesle paquete !
reineltida ao goverao de Portugal, tiuntand o seu |
(iroducto a 2:0005000, para ser applicado a bene-.
licio dos referidos haiiitantes soccorro raui bem I
recebido p >r todos, qu*r pelo raotivo a que deu j
causa semediante subscripcio, qur pelas sympa-
thias que em geral goza tiesta praca o referido
cnsul.
Estaraos agora no tempo do Espirito Santo e pelo
que temos visto este anuo, a festivi lade est maito
quein da dos m lis aooos. E' verdade que desta
vez nao andarara os pendoos, bandeiras, as bande-
jas, zabumbas e as coras pelas ras de porta era
porta, cora um rancho de raulheres ou devotas e
devotos a pedir esmollas para o esplendor da festa
do real imperio do Divino Espirito Santo, e por
conseguinte o fervor pelo culto sincero e verdadei-1
ro nascido do intimo d'alma, parece que arrefeceu
nos coracoes de taes carolas; mas ao menos a so-
ciedade e rebgiogaoharam com este passo. ou por;
deliberacao do festeiro ou do Exm. bi j se nao v semelhantes mascaradas e mesui 1 es-1
cndalos nos pedidos de esmollas para o culto di-
vi oo I
A oossa religiao deve baoir de si, oo culto e ma-,
ofestaeoes exteroas, certos usos e costuraos dos
povos, que podendo ser rauito uteis e iuooceotes
era certas pocas, degenerara era actos menos dig-
nos na actualidade.
Tudo tem o seu tempo ; a exteriondade, o ap-
paralo e o maravilhoso foi bora e proveitoso para
lempos idos e menos Ilustrados, luje os povos ci-
vilisados reconhecem a impropriedade dessas ma-
oirestacoes extraohas ao catln>licisrao, que desvir-
tuara a religiao, porque esta deve ser a coavircao
iotima e profunda de se adorar a Deus, Supremo
Bem, cora ioteira pureza, sincero fervor e nao os-
teotosa caridade I Deixemos de pliilosophar sobre
os raaos usos e costuraes introducidos pelos nossos
anlepassados na religiao ; deixemos isso, porque
nao commungtmos as ideas dos que sustentara a
religiao theatral e trgica do ferro, do rogo e do
medo ; que Dos tem ira, raiva e que afinal se ha
de tingar da sua mesma obra, como o menino, o
louco, o impetuoso que tendo arranjado um brin-
quedo e por este haver sahido fura da medida dos
seus desejos, o arroja ao chao, dospedaga e calca
aos ps !
As nomeacoes que nos trouxe o Apa para os jui-
zados municipaes desta provincia, e de orphos da
capital, que se achavara vagos, n;io deixam de
agradar, porque as interinidades por melhore* in-
tencionadas e illustradas que sejam, sempre.se re-
ceniera de uraa inexplicavel dubiedade. .
Tanto estas nomeacoes, como certa rf f"'*-
cao porque vai passando a guarda nacional do mu-
nicipio da capital, que tambem acaba de chegar,
t,Uds^Udtnalos e outros satiseito* com
as cousas desta actualidade, e outros anda ospe-
rancados pelo que se podera Tazer t... Eram o ho-
mem pde e IVus dispde I .
Acaba de chegar do Maranhao a ala direita do
baialhio 5o de fuzileiros, nos navios de guerra Be-
hrrihe e Tonelero e no vapor A/ni, ao todo uinas
200 pracas, pouco mais ou menos.
Consta que esta forca vai para S. Paulo de Ta-
balinga, fronleira do os*o territorio com o Per',
e por isso v que as nossa* apprehensoes acerca do
Brasil e Per' n,io sao totalmente destituidas de
fundamento; mas tanto a forca de trra como a
de mar que aqui tenus nada, vista do que se
vai observando e cima dissemos.
O commaodaole da estacao naval que tinha ido
ao Maranhao, rerolheu se na sua romnussao, assim
como os navios supramencionados, excepto o Mara-
nhao, que aqui (cara estacionado.
A Iguatemy entrou do Loreto nosabbado 7, noi-
te, sem ser esperada, com tanta brevidade.
Do commercio nada sei. Por emquanto nao tem
havido fallenrias, e pelo que tenho observado o
movmento, taolo no mercado como neste porto
animador.
O rendimenlo da alfandega do mez finio foi de
188:3215, da rerebedora provincial de 58:1205 e
das oulras repartieses-de impostes de 9:3845.
O movmento de navios e passageirosnodito mez
foi o seguinte :
BUTRADM
12
6
3
NAVIOS
Brasileiros....
Ingieres ......
Fraorezes ....
Portuguezes. ..
Peruanos .....
Dinaraarquez..
Hanoveriano...
Norueguense. .
Total.........
rASUMIROS
Ilespanbes...
Portuguezes...
Peruanos .....
Inglezes.......
Francezes-----
Snisso........
Boliviano.....
Belga........
1
2
1
0
0
25
KVriUDOS
1
14
5
4
2
1
1
1
Total......... 29
NAVIOS NO PORTO.
DESCAIU'.A.
Progresso, Mate brasileiro.
Jeme Ida, brigue francez.
Ltgeiro, dito portuguez.
Ora, patacho dinaraarquez.
Nova Cintra, barca portugueza.
Mara, patacho ioglez. .
CARGA.
Hfnri/iie, brigue brasileiro.
Daunstless, patacho ioglez.
Harace Bell, hiate dito.
Belem, barca dita.
Emite, barca fraoceza.
SAHIOOS
15
5
4
i
2
0
1
1
13
SAIIIDOS
I
61
64
16
2
0
0
0
147
ltimamente o Dr. chele de pobria teve rar-
. teza que o criminoso clava morando em Ierra* >
coronel Antonio Carne ir o, romuuMMbato wprir
de Pastos-bons, e indicaram-lhe o locar ?irto dh
morada do criminoso. Amtm exp.il o Dr. ea*-
fe di: polica no dia 30 do mez pauten MR tariA
la de Pa-los-bons rom linlas as >eguranr.i-, *>*4o
o lugar distante desta capital para mais de "* le-
guas.
A escolta effectuou a prisao te ti., i
le criminoso no lugar indicado ero P*
Houve resistencia do criminoso contra a
; da qual resulten sahir aquelle rom Iros Htm
leves, c no dia 16 do correle foi elle recuNN*> t
cada desta capital.
O criminoso logo que rhegon a pr.-~-nra >
Dr. chefe de polica, derlarou que ia a Barva.
passar lempos, mas que sua residencia era R"R.
era Pastos-bons era Ierras do coronel Antoouo Car-
neiro, onde j mora va a mais de II aaao* lab a
proteco do mesmo coronel.
Pela mesma escolta, mandn Dr. ehete *
policia prender a Egidio Jov Ferreira. promiacta-
do no termo de S. Concalo deede W57 por le-
raentos graves, e que lainU-m eslava bta*uailn
em Pastos-bons, o qual foi tambera preo r roen
Ihido a 16 do rorrete na ra.W.i desta raaiul.
Releva dizer que o criminoso Feti|ip>: Vry
ou Jos Rodrigues esta pronunciado no Oar^
pela iiiorte d'aquelle vigario Jus Cahfc Ti-
xeira.
Urna ontra pnso iraportante araba reafcoar
o delegado do termo de Prinripe Imperial, a !
teve lugar no da 27 do mez passado, e Ih ada
criminoso Pedro Tavares, pronunciado desle ISBK
como autor da barbara niorte de Jueaal da M Rulhoes, feila no termo da Independencia. e raj
criminoso deu muito trabalbo a polica para ser
preso.
O assassinado era bora pai de familia, e dei-
xou a viuva rom div. rsos albos menores.
No da 17 do rorrente, o preso da radia *~
ta capital Francolino Jos Coriteiro, eondemnadR a
prilio perpetua cora trabalho, teoioo eva-kr se na
occasio em que o carrereiro pausara as 5 ara-
da tarde a visita na radoa, de sorte que anda pede
sahir do corpo da guarda, onde d>-u-se graad--
lucta cora os soldados, dos quaes sab-ram iros le-
ridos gravemente, arhandose ura em ritro de
vida, sahindo tambera o preso lerido, e mw ni se
renden a priso depois que cabio com urna peta-
cada na caliera.
t Est trabalhando o jury desta capital sob a
presidencia do respectivo juiz de direito Itr. A Mo-
mo de Souza Mondes, e promotor o Dr. Jn* >4e-
ronso de Souza Lima, que ten k sido renowidoda
comarca de Peraruinca para a da capital, asjwi*
e exercicio no da 16 do corrente.
Exislera nao menos de 16 i.r.>ce>so* parae
rem julgados no jury, e quasi todo* de ru* pre-
essa repblica
Entretanto o nosso goveroo vai de xando as cou-
sas do Amazonas correrera como as suas aguas;
apenas aqu temos urna estacao, de nome naval
coioposta de um brigue (Maranhao), um brigue
escuna (Tonelero), duas cannoneiras (Igualeimjte '.
Biberibe); a Iguatemy est s ordens da corarais-
sao de lmites, e o vaporsito Piruja no rio Negro i
tambera s ordens da presidencia do Amazonas.
Tudo islo pouco vale, porque, nao ser des-1
arrasoado dizer-se, se. os plan n sao verdadei- j
ros, nestes negocios ha mo oceulta de poltica es-1
trangeira, que de cerlo nao pode ser outra se nao I
O Henriqne deve seguir para Lisboa at 20; o ,5.
vapor Apa segu boje as 10 horas da manhaa. o Dr. Deolindo Mendes da Silva lloara eba-
1 --------I mou 0 jornal Modrrarao,.t res|R>ns.tbiUda*le MVSNl*
DIARIO DE PERNAMBUCO JSfiVr*Ue^,m-. J" "
Pelo vapor .4pd, recebemos cartas e jornaes do
norte do imperio, com dallas : do Amazonas 27
do passado, do Para 10, do Maranhao 12, do Piau-
hy 8, do Cear 14, do Rio Grande 16 e da Para-
hyba 17 do corrente.
Amazonas k pab. A carta do nosso corres-
pondente da coala de quanto occorreu.
Mahamiao.Procedeuse no dia 11 a eleieao
para ura senador, no collegio da capital, sendo vo-
tados os senhores :
Conselliero Furtado ----- *7 votos e 2 separados
Coronel Isidoro Jansen ..57 2
Dr. Nunes Goncalves 53 2
No di 1 lu abrio-se a assernbla provincial,
Meando a sua mesa assim organizada :
Presidente, Dr. Gentil Homem.
Oflicio ao brigadeiro commandante das anins.- '-. a 'gle. sempre mu fcil e geilosa para tirar pro-
O Exm. Sr. presidente da provincia manda deca-' yeito da nossa actual situacao, ou antes para me-
rar V. Exc. que acaba de expedir ordem ao di- lnor *"**' de f"** 0i paizes porque os fortes,
rector do arsenal de guerra para mandar satisfaner! considerara os fracos como seus feudos I
o pedido de uleosis necessarios a guarda do hospi-1 APc"r do lue levamos dito, o governo peruano
lal militar que vera aoitexo ao oflicio de V. Exc. i aral,a de eraprehender a reabsaca de ura pansa-
Io secretario, Dr. Pedro dos Sautos.
2* dito, Frankhn dos Ruis.
Lo-se no Publicador :
Ha dias veio reraettido pelo delegado da villa
do Ical ao Sr. Dr. chefe de policia desta capital,
ura individuo, que nao quiz de modo algum decla-
rar o lugar d'onde rinda, e o do seu nascimentn,
dizendo apenas que se Chuara Manuel. Peranto
o Sr. Dr. chefe de policia presistiu na mesma lei-
ma, assim como pranla os cnsules de vanas na- Pernaiobuco, o Exm.
blicasse o jornal, um individuo ronherid" I
me de Maooel Piuic, rerdadeiro mendigo,
do se oos diz I
o No dia 20 do correle, assomio a pre
do jury o juiz municipal Dr. Jse Manoel de Fre
tas, por ter dado parte de doente o Dr. jan de
direito M-ndcs Jnior.
No mesmo da 20 foi Mao.M'l Pinir re--.pm>ia-
vel do jornal Moderaran, ronderonado pele deten-
dooa pena de 6 mezes de priso e malta corre-
pondeote a meta Je do lempo |>or rrime de injii
rias escripias no mesmo jornal entra o Dr. Des-
lindo.
No dia 3 do corrente. na villa dos rVo*. bri-
garara Francisco Antonio da Silva e La da (>R>ta
Bandeira, saindo amitos feridos ; oraia ptr*a*m
(lamante, c estao sendo pnvesiadjo pete
gado.
No dia 22 do corrente premien o Dr.
de polica, na cap tal, Francisco Flix, protuoriad
lor furtode aniuiaes no termo de a'itp-niaior.
t No corrente raez foi pronunciado prlo sob
delegado dos Picos, o Dr. Hay mundo Ribeiro loa-
res por crime de calumnia
Ckah.L-sena ContlilmaTo
Hontein (7) que foi o 1" lia do pa->
desta para a nielhor vida do venerando Usyo V
e Ke*in. Sr. I. Ia4a da fo-
mento grandioso e imitador da civlsadora Franca,
o qual tem por firatraduzir em tacto o convite para
um congresso dos estados da America meridional,
iniciando por este modo urna poltica allavel e de
progresso, tanto para as repblicas hispano-araeri-
em duplcala expedida pela reparticao do ajudaote 'canas- co,no l,ara '"SSS Vis,a do Cnvil? e
oonm-ui s.ii. n -(07 i das principis bases dirigidas ao oosso ministro
Imperador do Brasil, copia aulhentica da circular j
| que oesta data dirigi a alguns dos governos das
1 repblicas bispano-americanas, convidando-os a
formar um congresso que estreite as relaces de
todas ellas e resolva as" quesies suscitadas pelos
seus respectivos interesses.
Para que este pensamento possa ter fcil e promp-
ta realisacao, o abaixo assignado se dirigi nica-
mente s repblicas mais visinhas, sera que por
issodcixe de aceitar a adheso dos de mais gover-
nos da America.
Uns dos assumpios que mais attrahe a attenco
do abaixo assignalo, que mais ordinariamente ser-
ve de origem grandes quest-*, e que mais at-
tencao exige, por isso mesmo que lera sido o me-
nos discutido depois da mdepeo leo.-ia do conti-
nente, o relativo limites. O extenso e poderoso
imperio do Brasil, sem duvi.ta o que mais inte-
j rosea tem as delimitacoes territonaes, porque
viziobo de muitas das repblicas americanas.
Verdade que o governo de S. M. o Imperador
i tem convencoes especiaos com o Per', e as ter
provavelmente cora oulras repblicas sobre lirai-
i tes, porin o governo peruano er que a sua leal-
i dada e as boas relacoes que conserva cora S. M.
; brasileira, Ihe iinpde o dever de instruir V. Exc.
da mencionada circular.
ges, que foram convi lados a exaraina-lo na ca- nfleacio Marques Perdigo, celebraram vana-
deia, para aonde foi roraettido era custodia. Eu- missas na nossa cathedral pelo repou-o eirra
teude as linguas ingleza, allantan.' Iranceza, e o d'alma do Ilustre finado, tazendo-se no bm d<-
liespanliol, persistindo, porm, em fallar nica- missas n eocoramendaeo do rostume, onVon-1
mente o portuguez, com esse forte solaque de nete acto S. Exc. Revm., que tambem se dw*)
origem saxonia, que nao pode oceultar. rezar una raissa |iela alma do su finad euMop.
t 0 Sr. Dr. chefe de polica maodou ultima- que Dos leiiha em sua eterna gloria.
mente ter cora elle ura -oldado allerao, engajado c Os apollaos da S e diversa* p 4ei
no nosso exercilo, que se acha no forte de S. Luiz, capital, e bem assim a rnmmunidade do ruHan
cuuiprindo senienca. Depois de uraa longa con- dos educandos artfices. as>istiram ae>leartor.
rerencia, e talv.-z slimulado por goles de gene- ligioso, que nos consta ter id promoridi .-! %
bra, que aiieleceii, abandonou a persistencia era Srs. Revds. Antonio Nogueira deliraren. A>*el*an-
que se achava, e enlo dedarou chainar-se Frede- dido da Guerra Passos, llypoliio Gomes Bra.il r
neo Stower, que era prusiano de Saxe-Weimar, vigario Antonio Thoraaz Teiieira Galvo, mi
e que veio par* o Brasil, cora a legio alleinaa, no procodimenio muito louvaino-1. por no* paree-T
tempo da guerra com Rosas, declarando o nome um testemunho de gratido, que aquelle* oan-iw-
do major do seu batalho, que foi julgado exacto sos sacerdotes quizeram render a iwei>ria A> *>
pelo eompauheiro, que o interrogara, o que twsto prelado, que os ardonaava
livesse viudo ao Brasil na mesma legio, nao tinha Na serra da Meruca, termo .te Santa Aooa
todava a menor idea de Frederico Stower. Disse um mando brbaro abusando das boa* iiter>
mais, que veio por trra do Ro Grande do'Sul, do missonario padre J Thonvu. que n-mai'-
e que pretenda seguir na mesma perigrinago at lhara sua raulher,para conlia^ nelle er-hV sob-
ao lugar de seu uasennento, visto faltar-lhe os missa, vislo qne ella procuraba setarar-se oVtt-
Bernardo Galvo Alceforado.
Designo o bacharel Amonio Joaquim de Moraes e
Silva.
Tenente-coronel Joao Correa Brasil. Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Bacharel Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
Volte ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda
para expr o que Ihe occorrer.
Manoel Tneodoro Marques.Remettido ao Sr.' Nada seria mais grato ao abaixo assignado, do
coronel recrutador para attender ao supplicanle. que ver a um representante de S. M. lomar parte
Manoel Nunes Vianna. Informe o Sr. director, as dehberages do congresso; mas de qualquer
meios de o fazer de outro modo.
t Os seus cabellos e baritas sao extremamente
longos, e a camisola de la azul, que o cobre at I
s pernas suja; trazen lo coaisigo nicamente urna |
pelle decarueiro, uraa saeolla cora o caxirabo, o
isqueiro, e uraa garrafa d'ag ja lira eolio; desca- que viajar.
co, e coberta a.cabcca con ura velho chapeo de Le se no Pedro H:
teitro. < Consta que das pesquisas que a patela tem
Enprehendeu urna to Ion.-a viagem, na qual procedido bordo do patacho portuguez J&ftraam.
gastou mais de um anuo, segundo diz, tem tudo nada tem encontrado de sedutas ral-a*.
abusando, dizemos da -ubmissao que a-pietl
seibos produzrara, a assassinara baibarameale.
Lt'--so no Ce rense :
O invern lera sido abundante em toda a pro-
vincia, e por tal modo que ja causa tranibarna na
mo os mais leves indicios de que tenha nada.
Rio grande e paratba.aua occorreu, o-1
reca ineiiro.
sto dado que fazer a rauda genio, que de conti-
nuo se apreseuta pona da cada para visitar o
excntrico viajante, havendo cada qual julgado-o
a seu modo, e at dando-lhe qualidades que na
meute de muilos, o homem quasi um ente phan-1
lastico... ou um santo co pengrioaco por este
valle de lagrimas. |
Outras pessoas, porm, mais cordatas, o dao
como ura hornera de baixa con liccao sem ter nada
da recoramendavel em si, notavel apenas por ha-1
ver afrontado todos os riscos e encommodos de MNAR|A EM y Qg ABIL I* MoA
uraa viagem por trra do extremo do imperio a a
PER1UMB0C0
ASSE1HEA PMtTICIU.
modo que seja, o abaixo assignado acreditara fal
tar a um de seus principaes deveres, so deixasse
de anouociar o convite para ura congresso ao go-
verno imperial, que americano e que taolo inio-
resse deve ter as questdes relativas deliraitaco
territorial.
O abaixo assignado aproveila esta occasio para
reiterar V. Exc. as seguranzas de alta considera-
gao, cora que tem a honra de $ubscrever-se, de V.
Exc. mui atiento e mui obediente servo. Juan
Antonio Ribeiro. Exm. Sr. ministro dos oegocios
estraugeiros de S. M. o Imperador do Brasil.
As principaes bases da circular que se refere
a nota supra sao I
! Declarar que os povos americanos represen-
tados no congresso formara uraa s familia, ligados
pelos mesmos principios e por idnticos uteresses
para sustentar sua independencia, seus di re tos au-
tonmicos e sua existencia nacional. Esta declara-
cao sobre a mancorarauoidade de vistas, de torcas
esta provincia.
Antes de hontem conseotio era cortar os ca-
bellos e a barba, e j vai deixaodo esse ar mis-
terioso cora que, a priocipo se apreseotara. Ha-
veudo mostrado desejos de mudar de roupa, a po-
lica mandou-lhe dar uraas calcas e camisas.
Piauhv.Escrevem-oos da Therezioa :
.Existia no termo do Marvo sob a proteccao,
segundo se diz.a garantiente, do rta*yf>
mandante superior Antonio Fernandes de Vascon-
ceilos, um celebre e valente criminoso com o uo-
me de Jos Rodrigues, sendo seu verdadeiro nome
o de Felippe Nery, autor da inorte do padre Jos
aldino Teixeira, feita no anno de 1847 nafre-
guezia de Sania Auna da comarca do Cralo da
provincia do Cear, de cuja freguezia era aquelle
padre vtgario, quamlo foi assassinado.
PRESIDKKCIA DO SR. MBOVJ 'W'
LOtRRinO.
(Concluido i
O Sr. G. Caoprxo juslihVa o seu reqoeriaaeaa.
o qual jtosto a voios e regeiado.
Contraria a discussao da forra nolieial.
i Su. Presiderti Tem a patarra Sr Joer
Mara.
O Sr. Jos Mara : Sr. prcideate,
orcupar-rae da materia do proferto
permita V. Exc. mo eu aproreite o primriro
sejo que se me oflerore, para manif.- 4*r a i
profundo reconheciinento aos eletfctro da > a-
tricto que me honraran com os seos rotos na oba-
co de 15 de oovembro.
Residado ka 12 anuos tera >
lendu iteOjcado sua causa i
Dito criminoso, relirava- se para a comarca de vigias, como fizeram io .^ i-----j. -.-....i....i a., u.rtnhSn raid.. ..nin g.jks; sera talentos nem iliostraca
ajioiados) sem servico*, H
chefe de polica dfiigenciava su prsao em M.M-
ro, elle pela pruleccao que Uaba, passava-se ora.
factlidade para a comarca Pastas-bons. |
Pastos-bons da provincia do Maranhao, onde enlo gas; sem tlenlos nem
j raorava. de sorte que quando e. Dr. Gervasio, apoiados) sera servic*, i
sam a
prosligioso, eu recoohefo, 8r.
hura direito tinlu solicitar um
sa; a unlo'estire senof* *slo eearranebfo. fas


Diarto de PcrBfcwe Quinta f r Ira I Te Malo 4e 1 4.
/
nao me atrev a nodir a mens honrados compro vin-
cianos a honra da oletean, (|ue dona aos cuidado*
o. aos ex forros de alpnis amigos dedicados, o
nimia bondade do- iruifo rieitoral. Emjae cjr-
cumsiaiieias, Sr. presidenta, v V. Exc., que, mais
do que iuali|uer dos nobrcs depnlados cmqucm
sobejam as qualidades que infelizmente nao pos-
suo, (nao apoiados) para bem desempenhar o hon-
roso mndalo que me foi confiado, eu devo sen-
jir-mc preso por iinineosa gratidao esse corpo
eieitoral, que nao jnlgou meu nome indigno de
figurar a par do de meus honrados collegas, (nao
apoiados) que faiem parte desla assembla.
K se verdade, Sr. presidente, que pelo facto da
eleigo nos temos contrahido um compremisso de
honra e urna enorme divida para com a provincia,
divida que s pode saldar o mais acrisolado pa-
triotismo unido nm grande talento e acurado
esludo de suas necesidades, V. Exc. e a casa
coinprehendeifo sem duvida quanto di-vo temer a
responsabilidade que pesa sobro mito, eu que me
rceonlicgo inhabilitado para corresponder devida-
mente a coiilianra, que tem mim deposilaram osses
etatores. (Nao apoiados.)
ses lugares; emendo quesera mais conveniente
que se diminnisse alguma rousa do sold dos of-
liciaes.
(Trocam-se alguns apartes.)
0 Su. Jos Mama : Anda emfim esta urna
daquellas medidas que podem deixar de surtir todo
o effeito que nos temos em vista, porque V. Exc.
sabe que se pode indemuisar o offlcial pelas des-
peas da polica secreta; e quanto a isto nos nao
' podemos tomar medida alguma.
O Su. Sabino Oleoario : -Se o negocio to se-
creto qae nunca se sabe o que por all se gasta I
O Su. Jos Mara : Votar pois por algumas
destas emendas, ser urna cousa sem resultado al-
gum para a provincia; os males que lodos nos la-
mentamos te rao de continuar.
L'm Sr. Depitado : Fagamos a nossa obriga-
gao.
tambem contra o principio de obediencia passiva
em pdliiica.
O Sn. Cuniia Teixeir \ : ^-Tornos protestado alta-
mente.
O Sr. Jos Mara :Ja declare! que nao quera
referir-me aos nobres deputados, ja declare! a ma-
neira por que devia ser entendido ;j disse os par-
tidos hoje tinbam seus chefes, sub-chefes, directo-
res, etc. etc.; que para alguem pertencer a um
desses partidos era preciso prestar obediencia a
osses chefes, acompanha-los em todo, ao que eu
nao eslava disposlo.
N'outro lempo tambem haviam partidos, mas sem
esse systcma de organisagoes ; acompanhava-se as
ideas, mas nao os homens.
( Cruzam-se diversos apartes. )
O Sr. Jos Mara :O qne certo qoe os no-
hres deputados me nao convencerlo en declaro
O Sr. Jos Mara : Eu. Sr. presidente, devia i que nao me submelterei a fazer parte de um par-
pr termo a estas niinhas palavras, e deixar de tido desta ordem.
Agradego
ro-lhes que
cao.
aos nobres deputados, mas assegu-
issuii ; digo-o com intima convic-
emaranhar-mo na qucsio poltica que se tem agi-
tado nesta casa, na qual eu confesso V. Exc. que
entro com o maior embaraco. V. Exc. sabe quan-
to diflicil a qualquer discutir pela primeira ver
diantc de una assembla Ilustrada como esta a
O Sn. B. Franca : A questao se o partido pro-
gressista tem apresentado principios.
O Sn. Jos Mara :Estou respondendo aos
apartes dos nobres deputados, quelles que enten-
dem que as minhas palavras ha alguma cousa de
que me dirijo, mormento quando o orador tem offensivo, estou explicando os termos em que me
consciencia de sua propria incapacidade, e conhe- -expressei, mostrando que nao quiz offende-los.
ce que nao possue iienhum desses dotes que o po- Agora quanto a questao de principios se o partido
dem fazer recommendar quelles que o ouvem. progressista tem ou nao apresentado principios eu
i \'iii n i ii'i fin. V &*%....: _.'. 11 ___________ '
(Nao apoiados.)
Demais, Sr. presidente, cu vejo, c todos nos sa-
entrarei n'ellee justamente o que passo a fazer.
Um Sr. Deputado:-O nobre diputado disse
Um Su. Depitado :E' modestia.
O Su. Jos Mara :Tenho muito poura modes-
tia, o nobre clepuladu ha de conhec-lo para diante,
mas recoiiheco e confesso minha fraqueza.
En l retan le Sr. presidente, asseguro V. Exc.
que achanda-me animado dos melhores desejos,
procurare! soccorrer-me s luzes dos meus nobres
collegas, e sempre que houver de proferir um voto
Beata casa, niar-me-he pelo que tor justo; pelo
que fr de i iteressc da provincia, sem que actu
em meu espirito consideradlo alguma de qualquer
nutra natureza, liara o qne felizmente me acho
collorado n'u na bella posigo, a da imparcialidade
entre os partidos em que s divide esta casa; cporl como estou, sem saber dos factos que nelia se tem ; aquelle outro para dar lugar aosapplasos que de
is circumstancias terei de me adiar! passado, era urna imprudencia, talvez urna loucu- todos os lados desta sala ouvi partirera em apoio
hemos, que a casa acha-se fatigada com a discus- muito bem que os principios do partido progressis-
sao poltica, muitos dos nobres deputados que mos-ta, sao os mesmos do partido conservador (nao
tram maior zlo, e maior interesse pela prosperi- apoiados da direita, apoiados da esquerda )
dade da provincia, se tem pronunciado ja em dis-1 O Sr. Jos Mara :Para demonstrar esta mi-
1 cursos, ja em apartes, contra a continoago da dis- nha proposico, cu nao me remontarei ao anno de
la que voio estabeleeer nesta provincia o partido
conservador, dar torga ao elemento conservador;
o Sr. de Boa Vista que era entao representante das
ideas polticas do Sr. marquez de Olinda, que hoje
se diz ser o chefe do partido progressista, e o
homem mais importante do paiz.
O Sr. B. Franca :A familia Cavalcanti apoa-
va os principios liberaes quando rompeu a revo-
lugo de Minas, e at se falln em que se pretenda
apresentar um rompimento idntico quelle para
os mesmos fins; depois porm que appareceu a
administrago do Sr. de Boa Vista e que este se lan-
cou nos bracos de seus parentes, o partide praieiro
passon a eombater a familia Cavalcanti.
O Sa. Jos Mara : Isto nao multo exacto.
O Sa. B. Franca : Ora, por esta forma I..
O Sr. Jos Mara : Ento como quer que eu
falle?
O Sr. B. Franca : O nobre deputado quer
contestar tudo que est nos jornaes daquella
poca.
O Sn. Jos Mama : Se cu fosse consultar o
que se escreveu naquella poca, encontrara urna
grande opposicao a essa familia; mas o que digo o
sustento, que o partido praieiro em 1842 nao
tinha por fim principal fazer guerra a essa fa-
milia.
O Sr. B. Franca : era eu disse principal.
O Sn. Jos Mara : Essa guerra era um meio
de que se servia o partido liberal para remover
obstculos.
t acao por elle aprrsentada em seu discurso, quan-1 O Sn- Ami n..------
doavancou qne a dilfcrenca qne ha de liberaes (m tot*E^ ~ "*re
para progresistas ser de 8 para 10, que um os',, j,-uwi o.
poder ser liberal como 10 e outro liberal eo- o Sr Ai-j ^u.;~Pbr'fiLl
mo 8 ; servindo-rae deita argumenUco eu disse era liberal h^-'
entao (e o nobre deputado ao me pode contestar),!
que o partido conservador do Brasil nesse caso de-' taj0j por,.ue e os antros, estando ca
veria tambem sar considerado como liberal ao m
nos como 2.
Ponpejii
1 Su. Jos Mara :Dmm
abierta*'par,arn ,,
JOVW
POr.^e,',i,er.?,:?,^.r?d!:!Ierl0|p>'vr.exa1Udo. coo em IHi-.i *,
por que se rege esle paz ser liberal, anda que f \'Z rXet^' \,^ll.Z **"
seia como dous. n " ***;*
aja
O Su. B. Franca da um aparte qne nao ouvi- '
mos.
O Sn. Jos Mara :Pois os eonjervadores nao
querem o goveroo representativo ? Eesses homens
nao soriio ao menos liberaes como dous ?
O Su. B. Franca : Crio que nao comprehen-1
den bem o meu pensamento. O partido conserva-
dbr quer a liberdade e a monarchia, mas quer a
liberdade de forma que o principio liberal fique
inteiramentc soffreado, soloposto, morlo pelo prin- f
cipio da autoridad* o partido progressista quer Se o par^di t .,tZS tea
tambera a autor.da.le, mas nao quer um grao de ^ da irainora,b(]c c ^ Z^'
aulondade que suffoque inteiramenle o principio ; nas _sr presidente iii ^^^^YT^.
de liberdade, quer antes a preponderancia deste ciaio^do |,arlj;^ j^, ,**
sobre aquello tra a lei que reformon a^rda 1^
.21 A-J^J?-*" LTl?'-..?1"^!. al6A. "-i? i lci d.e 185- '" '' W7 ou de
O que eu quero, ver o ir
beraes, o que qoero a re
presentatno. o qne quero a* o-
nao sejam expedidos a puna V bav*****< -
que triumpbeni as ideas iilMnes. *** .
portando que sm favorrea a P-ilr a a
que Sandio ou M..rtinhoft.pje prriu.tira.fc
lado" *Wf*M Eo,*> *wat 1-
0 Sr Jos Mu.iv _e xMm qae m H>r>l
quero discutir agora, mcsino porque nao occasiao; predominio dos conservadores
opporluna,- os principios do partido conservador ; ca j0 sr. nurquez de OIimU '
mas declaro a V. Exc. que tendo ouvido que o par- j o partido liberal clama va que a guarda
!">. lii i
a rpora Ja refr-
sto em mnit
s.
Ditas estas palavras, que espero sejam acolhidas
pelos etettcrus do 3 districto como a expressao
sincera de meus sentimentos de gratidao, en passo
a oceupar-mel da materia que se discute.
Voto,Sr. presidente, pelo projecto que liza a forga
policial e contra as emendas. Vota pelo projecto
porque elle intuida vigorar urna Ip anterior, c que
j teve a sanctjo da assembla provincial, urna le
que foi reconhecida necessara para as circumstan-
cias de entoj que supponho nao sao differentes
das actuaes.
IImSu. Dkpi-ado :U projecto altera.
O Sr. Jos Maria : Era muito pouca cousa.
O Su. Arai'joI Barros :-Altera a lei do anno
passado, e manda vigorar outra lei anterior.
O Su Jos Haba: -Quando assim seja, anda
qne o projecto mande vigorar urna lei anterior que
nao a do anno passado, eu acho que isto muito
rasoavel, porque a lei do anno passado sendo apre-
sentada nesta can, se bem certo estou, por urna
maioria que era lofensa a administrare, necessa-
riamente devia ressentirse do espirito da opposi-
<;ao que se faza lao presidente da provincia. Por
tanto a lei mandando vigorar urna outra volada por
urna assembla Ique marcha va de accordo com a
admnstragao, e julgou entao necessario e conve-
niente o numero |de pragas e organisagao dada ao
cer|K> de polica, tem j em seu favor a opinio do
corpo legislativo da provincia.
Voto pelo projrjrto tambem Sr. presidente, porque
5o me jiareceram procedentes as razoes apresen-
tadas pelos nohr?s deputados que o combatem, a
excepcao da de falta de conlianga no administra-
dor da provincia e no chefe de polica; mas dato
declarar V. Eic, que volando pelo projecto nao
me lenta) compromettido a dar nm voto de inteira
conlianga a esse presidente e ao chefe de polica.
Eu nao tenho razio por ora para os censurar,
nao tenho razao tiara desconfiar tanto delles como
desconfiam os nobres deputados, mas naturalmente
sou muito pouco inclinado confiar plenamente
nos adminiyfradores.
Entretanto, entendo que votando-se a forga con-
signada no projecto, niio se habilita o presidente e
o chefe de polica para commetter abusos, que
alias podero prajticar quer seja o numero de pra-
vas o que se acha consignado no projecto, quer seja
superior ou inferior .....
O Su. Sir.vEinA ILobo :As emendas tendera a
cortar al^uns abusos.
O Sn. Jo6 Mawa : Sendo o numero de pracas
maior ou menor, sempre que o presidente e o che-
fe de polica quiztiem abusar, e commetter axces-
sos, o farao.
; ra niiuha tratar de poltica na assembla de Per-
nainbuco.
; Tudo isto, Sr. presidente, devia sem duvida dc-
: mover-me do proposito de oceupar a attengo desta dade da provincia, como tendo feito
casa, mas com, ou sem razao, eu sou impellido a neflcios a ella pelo lado material.
pedir aos nobres deputados, que.se dgnem dispen- O Sr. B. Franca :E' incontestavel isto.
dessa administrago___
O Sr. Cinha Teixeira : Menos da minha parte.
O Sn. Jos Mara-----como amigo da prosperi-
mmensos be-
| sar^me alguma attengo, porque anda nao vi nos
; discursos a que tenho prestado a maior attengo,
' nem dos que tenho lido publicados no jornal daca-
0 Sr. Ci'nha Teixeira :Eu contesto.
O S. Maranhao,:E pelo lado moral tambem.
OSr. Jos Mara :Sr. presidente, entendo que
sa que se tenha tratado de questao poltica pelo la- quelles que hoje assim se pronunciam em relago
do porque em met humilde pensar devera ella ser a administrago do Sr. Barao de Boa-Vista, aquel-
- les que dizem nesta casa que o Sr. de Boa-Vista fez
mimos beneficies materiaes a esta provincia, con-
correm para animar o esbanjamento dos dinheiros
pblicos.
Um Sr. DEPUTADe :Isto outra questao-
O Sn. Jos Mara : E' questao que se
questao que se prende
tratada; e esta, Sr. presideute, a razo que me
! leva a dizer algumas palavras em relago a essa
questao porque me parece jer cstylo parlamentar,
que, quem quer que tenha a honra de oceupar um
1 assento n'uma assembla, manifesta seu modo de
pensar sobre as questoes polticas, ou por meio do
j discurso, ou por meio da votago, acompanhando' immediatamente a outra.
I quelles que se lera pronunciado. Ora, divergndo j I'm Sr. Deputado : A questao se houveram
cu grandemente dos dous lados... ; melhoramentos materiaes multo importantes que
Lma Voz :Dos Gregos e dos Trvanos. anda hoje ah esto.
U Sr. Jos Mara :Nao s dos Gregos e dos! O Sr. Jos Mara :A questao diversa, pre-
Troyanos, divrjo tambem de alguem que nao ciso saber se as obras se fizeram com a devidaeco-
uem Grego nem Troyano, mas sim Carthagincz. j nomia, se nao se esbanjaram os dinheiros publi-
Divergindo dos meus honrados collegas na ma-1 eos, anda mais, se a administrago dtspendendo
neira de apreciar a situacSn poltica do paz, nao' esses dinheiros nao infringi a lei, se tinha autori-
4>odendo por tanto simplesmenle com o meu voto! sagae para fazer essas daspezas; e estas questoes
manifestar o meu modo de pensar a respeito desla j lgam-se de tal forma, que se nao pode tratar de
questao, vime como que forgado a rouar o tempo umasem apreciar a outra; e por tanto entendo que
a casa, para o que coucorre muito a confianga que se nao deve elogiar o Sr. Visconde da Boa-Vista
tenho de que o* nobres deputados nao duvidarao | por ter fcito por exemplo um caes, que entao se
dispensar-me essa complacencia que os espiritos denominou Boyr e que hoje se chama caes de
elevados costumam a ter sempre para com aquel- tantos de tal moz, sem que se entre no exame da
les a quem a natureza nao dotou de talento. despeza que ah se fez, sem que se indague sr o
L'm Sn. Deputado : Nao tem applicago aono- suor do pavo foi devidameute poupado ; e se nos
bre deputado. ehegarmos ao conhecimento de que obras feitas por
0 Sn. Jos Mara :Tambem o nobre deputado', aquella administrar costaran) o duplo ou o triplo
nao pode ser jui/. disto, porque conhece-me ha pou- j do que deveiiam cstar, entendo que por esta Tor-
cos das. ma em vez de fazer-se um Beneficio a provincia se
Sr. presidente, urna vez que esto em voga nes- j Ihe fez um mal, por a,ue os dinheiros assim despen-
ta casa os protestos, e devendo eu cingir-me aos didos se estivessem nos cofres, podiam ser appli-
estylos, comegarei protestando que de minha in- cados outras necessidades.
lenco cumprir o rigoroso dever que tenho de res-' O Sn. Franca : E' por isto que se diz que
peilar a todos os meus honrados collegas, que da essa administrago nao foi boa a todos os res-
minha intengo nao offender a nenlium em seu ca- ] peitos.
racter individial, nem mesmo como membro de O Sr. Jos Mara: Mas digo que senopdo
partirlo poltico. Eu, pois, pego que se no correr' elogiar, porque eu que fui testemunha destes ca-
da discusso me escapar alguma expressao que j sos, que presenciei os esbanjamentos que se de-
possa ser considerada oflensiva aos meus nobres: ram...
collegas, el les me advrtam dsso porque estarejj
sempre prompto corrigr qualquer expressao rae-
l'ina das novas
dade dada ao elief
[lisposigoesdo projecto, a facul-
! de polica para propdr os otll-
ciaes do corpo de urbanos. Eu nao vejo necess-
dade dessa disposigao, mas tambem nao descubro
Bella inconveniente algom. V. Exc. sabe, e creio
que nenlium de nos ignora, que os presidentes
mareham sempre de accordo com os chefes de poli-
ca, c todas as propalas qoe estes apresentam para
os cargos policiae sao sempre feitas de accordo
com a primeira ao orinado da provincia.
Ya Sn. Depitado :Mas alguma vez nao pode o
chefe de polica es ar em opposigo?
O S>. Jos Maiiia :Quando isto se d. respondo
ao nobre dcpiiiadjo, que me honra com esse
aparte, o presidenta' tem a seu alcance os meios de
se livrar dessa opppsigo. (Nao apoiados) Mas isto
caso que raras vezes acontece.
Um Sa. llEi'i tadi :Mas acha i|ue a disposgo
do projecto nao l|oa ?
O Su. Jo- MariA :Ache que nao necessara,
que poda dispensar-se mas e talvez mesmo, (nao
posso entrar as intengoes do nobre deputado) um
voto da i onlanca, liado ao chefe de polica.
O Sn. Aiwuo IIaiiiios :E um meio de dar
maior torca moral ao chele de polica.
0 Su Jos -Mama Entretanto, estando a forga
urbana imnied'alar icote dependente da aceao do
chefe ile polica, s suas ordens. parece de razao
que seja elle a pesioa competente p:,rl indicar ao
presidente (unes os homens de sua maior conlian-
ga. Mas digo V. Exc. que para mim esta ques-
tao nao tem a menor importancia, porque se o chefe
de polkia esiiver em harmona com o presidente,
as nomeagdes pai tiro de qualquer delles, (senao
parlirem de alguem que nao seja nem presidente,
nem chefe de polica.)
(lia nm aparte.)
O Su. Jos Mara : Mas isto lem-te dado, hade
oar-se era todos os lempos, eno c oprogresso que
ha de acabar com isto.
Por otas eonsideraroes declaro que estou dis-
posto a votar pelo projecto e contra as emendas,
sem qne por isso se entenda que pcrieiico a direi-
ta, nem deixo de pertencer a esquerda. Nao te-
nho, como j disse, razo de desconfanga do presi-
dente da provincia, e formo muito bom conceito do
Sr. Ablio aquem conhego desde os bancos da aca-
demia e considero como magistrado independeule,
prono e Ik nrado.
Um Su. Deputado tQue tem merecido todo o
conceito.
O Sn. Jos Mauia : E' verdade, oue alguma
cousa se pode di2er d'elle em relago a poltica e
eleicao. mas y. Exc. sabe que tem-se admitlido no
paz >|tie isso nada importa.
Um Su. Deputado :Tem-se entendido mal.
O Su. Josi: Mauia :-Bem ou mal tem-se enten-
dido assim.
UmSu. Deputapo:-Os que querem inaugurar
urna poltica nova deve acabar com isso.
_U Su. Jos Mauia : Mas elles nao o consegui-
ro. Os nobres diputados sabem perfeiumente
que se elles_quizessem inaugurar urna poltica com
principios lao severos, nao tinham chegado nunca
ao poder, isto posso eu assegurar aos nobres depu-
tados.
Sr. presidente, eu devia por termo ao meu dis-';
curso.....
O Sn. Sabino Olegario :E oque diz das emen-
das que prohiben! expressamente a nomcacao dos
olficiaes de polica para delegados e subdelega-
dos?
O Sr. Jos Mara :Eu digo ao nobre deputado
o que pense a resppito.
Pens que nos nao podemos legislar a esle res-
peito.
O Sn. Sabino Olegario : A legislagao j est
fcila, isto verdade, ha urna lei que prohibe isto,
mas tem-se abusado em todo o paz.
O Su. Jos Marm : -Entendo que isto est legis-
lado, que nao pode ser delegado quera nao tem re-
sidencia no termo. Ora, se isto est estabclecido
por le geral, que necessidade ha de procuraruws
nos dar maior torga a essa lei?
Um Sn. Deputado :Se ella nao tem sido execu-
tada.
O Sn. Jos Mara:Perde-me; por esta for-
ma nao se dar maior forga disposgo; os pre-
sidentes conlinuaro a abusar da mesiua forma,
porque se elles nao se importam com orna dispos-
cao geral, orno se importaro com uina disposgo
provincial desla ordem T
Um So. Deputado : Considera-se deraittido o
offlcial.
O Sr. Jonic Mauia : Est isto consignado na lei ?
Eu quizera que se apresentasse urna emenda no
-entido de perder o offlcial urna parte do sold,
mas acho demasiado considerarse demittido o offl-
cial, que ver-se-ha era grandes difilculdades quan-
do pelo presidente fr nomeado para qualquer des-
principios
se apresentava ao paiz sem dzer muito clara e
positivamente quaes eram os seus principios, a que
(ira se diriga, o que quera.
(Ha um aparte.)
O Sr. Jos Mara : Mas, Sr. presidente, dis-
se eu que nao me remontara a essa poca, nem
; quera acompanbar ao nobre deputado, porque se-
ria preciso roubar iramenso tempo a casa fazendo o
histrico do partido liberal de Pernambuco desde
que teve comego at aos dias do progresso. Eu
pois, tralarei de poltica progressista partir da
poca em que, a meu ver, leve ella comego.
Sr. presidente, eu creio que os nobres deputa-
dos roncordaro comigo que o partido progres-
sista, principio chamado da liga, teve seu nasci-
[ ment na memoravel sesso de 1861.
O Sr. G. Dkummond : Eu ponho-lhc minhas
duvdas.
O Sr. Ahaujo Barros : -Teve comego.
O Sr. Jos Mara :Ahi comecou; o partido da
liga leve comego ao abrirem-se as (amaras em
i 1861. V. Exc. sabe que o partido liberal que con-
| lava um numero nao muito limitado de deputados
I na cmara temporaria, reunido a um grupo de
, conservadores moderados, assenlaram em hostili-
sar gabinete da que era presidente o Sr. Ca-
I xias.
Um Sn. Deputado :Isso foi em 1862.
O Sh. Jos Mara :Perdoe-me, foi em 1861.
V. Exc. sabe que entao nao faziam parte dessa
liga muitos dos homens importantes boje do parli-
i do progressista, entre oulres o Sr. conselheiro Za-
0 Sr. B. Franca :V. Exc. leu isto em que jor- COrpo's de linha.
nal?
O Sr. Jos Mauia :Tenho ouvido dizer, e tam-
bem tenho lido, por que tem-se escripto muito so-
bre o partid* progressista.
l'erguuto agora aos nnbres Iralian fui +i-
teucein ao partido progresista : fin *
nobres deputados que a guarda nacional *? ,
que d'antes era f iitien-iu ime a suarda iirniil
O Sr. B. Franca :Mas de quera tem ouvido ? s'ea e|ecva ? f
0 Sr. Jos Mara : De diversas pessoas e te- A cK nyrM. t,.,.,. >.---_,.,-. l~.
nho lido em diversos jornaes. X g' w MS^% TE^E -2L. *.
O Sr. Auaujo Barros : Pertencentes ao partido J?.?*' JoSK Ma,,ia "E unu "* 4o *"*> *
progressista ? I L '' D ,,_
0^1-^S;^par,idoap^^^
8L:- Eu nao disse, nem me I ^Z?^-^^** ?
sss qua esse par,ido no tenha a,,re- ^^iseiOSMsrs, **
Um Sr. Deputado':-Se tem principios, a argu-! fff"Am;!f:fe'!). ..
mentagao do nobre depulado pouco tem adan-' E" "'a>'ora "t-miaoa estere^-.
taj0. k p ^ mas iK-rgunto. 0 partido prugrcMuia rompr-
coawra
mette-se a promover essa ret.irm.i *
Se me nao respondem, entao nao s*
tcude-los.
Um Sn. Deputado :Et mais que
O Sr. Jos Mara :Entao nao ouvi.
O Sr. B. Ruaca :IM li-eaca para um i
O Sr. Jos Mara :Dou brenca para I
O Sr. B. Franca :O partido
outado entender que era um partido com priuci-1 *** fm ''wdo qo.- quer a
pos liberaes. da.8uarda nacional no sentido liberal, w frr :>.
O Sr. Jos Mara : Nao me basta isso para
O Sr. Jos Mara : Quando me levantei, j sa-
bia que pouco havia de adantar.
Mas, Sr. presidente, vendo o Sr. ministro do im-
perio declarar que o partido progressista era libe-.
ral, muito liberal, liberalissimo, (apoiados da es-
querda) e seus collegas com e silencio creio que
o apoiarara...
0 Sn. B. Franca :Basta isso para o nobre de
chegar esta concluso, porque o Sr. Jos Bouifa-, Dera
reforma da le de ,'i de dezembro no
ci declarou tambem que pouco se importava que
; diarias, que com todas as f-rcas sustentou esse, o chamassem liberal ou conservador, que nao ha-
ministerio na cmara. Entao, Sr. presidente, diziain va differenga entre liberaes e conservadores mo- *'" *]**?*..; H*
orgos muitos autorisados da opinio liberal, disse i derados e progressistas. pr?u. *" 0.." ? "Deral-
o Diario do Mo de Janeiro :iM estamos ligados | Cortado tanus vezes o fio do meu discurso, que
i ra
Quer o nobre depulado que o partido faca
thecismo de poltica ?
OSh. Jos Mama Qoero que proceda rota
nos attenciosa.
Agora, Sr. presidente, eu entrare na poltica, e
passo a dar a razo porque, centra meu maior (to-
sejo, nao me posso asseular em nenhum dos lados
em que se divide esta casa.
Nao sou progressista... Nao sou progressista por-
que eulendo que esse partido nao tem os principios
definidos como aqu se tem aprpgoado.
Eu nao farei aos illu.'lres caracteres que o com-
Mas as vezes procu-
DM Sn. Deputado : Ja est muito discutida
essa questao.
O Sn. Curva Teixeira :
ra-se azer revi ver.
(Ha oulro aparte.)
O Sn. Jos Mara : 0 que nao quero que
de urna administrago que procede assim, no lim
de annos se diga que foi muito boa porque fez
obras.
O Sr. Cumia Teixeira : Al urna infraccao
da lei feila pelo Sr. Silveira de Souza, acerca de
poe, a injuria de dzer que elles formara nm partido uma estrada de Goianna, ja foi apadrinhada com
sem principios; mas, direi Sr. presidente, que es- esse manto de beneficio publico.
ses principios, essas ideas nao esto bem clara- Sn. Jos Mara:Mas dizia que nao me
mente determinados, ou nao esto definidos de for- remontara a essa poca, porque discord neste
ma que, nos os pequeos, nos-que nao oceupamos pomo, e sinto muito discordar do nobre deputado
posico elevada na sociedade.que nao estamos apar o Sr. II. Franga, cuja capacdade eslou affeito e
desses grandes movimentos pblicos, possamos ralinuarei a respeiiar.
alguns conservadores moderados para o fim | nao podorei reatar, eu lerabrarei agora ao nobre sR^si-n^R
commum de derrotar o ministerio; nos estamos I depulado que o partido liberal tinha diversas re- aj*"-cff**?^J*"?**
dispostos a prestar-Ibes apoio, porque nos prefer- formas a realisar, e passarei enumera-las, dse- "a, .' '" "''
mos os homens moderados aos exagerados mas a i joso de que os nobres deputados qoe sao progres- '
situago nao 6 nossa.O nobre deputado deve i sistas me digain se sustentara ou combatem essas
recordar-se de que o orgos do partido liberal da j reformas, sustentadas cm lodo o tempo petos li-
crte assim se expressara. beraes,
O Sn. Benedicto Franca : Mas hoje nao se I Eu perguntei outro da ao nobre deputado se o !
pensa assim ; o partido progressista de hoje nao i partido progressista quena a revogago da lei que
o que era nessa data. i iuterpretou o acto addicional.
O Sr. Jos Mara :Entao se dza : a sita- O Sr. B. Franca : -Nem todos os liberaes tam-
eao nao nossa, ajudemos os nossos amigos para! bem a queriam.
de mos dadas derretarmos o ministerio Uaxias.' O Sr. Jos Mauia :Mas era idea do partido li-
Quauto a questao de principios elles nao estavam beral que foi sempre sustentada,
de accordo, cada um conservava-se em seu posto. O Su. B. Frani; :De todos nao, alguns pensa-
Depois, Sr. presidente, essa I ga foi tomando vam assim.
maior consistencia, e entao assentou-se em que; O Sn. Jos Mara : Era dea do partido li-
fizesse ella ata partido, e foram entrando para a beral.
I liga homens respeitaveis e importantes, como o Sr.. O Sn. B. Fiian(,:a :Nao, senhor.
Zacharlas e oulros, assentou-se em noraear um di-' O Sr. Jos Mara :Nao na principio poltico
rectora), o qual formularia o programma do novo nenhum que seja unnimemente adoptado por to-
partdo, sendo esse directorio, se bem me record, dos os membros do partido,
composto dos Srs. Nabuco, Zacharas e Souza O Sn. B. Eiianua :Appello para os orgos da
Franco. poltica liberal, para que o nobre deputado me
Nos, Sr. presidente, esperavamos a cada momen- mostr que esse partido sustentava semelhante
to ouvir a palavra desse directorio, esperavamos principio.
com anciedade ouvir o programma desse partido; O Su. Jos Mara :.Nao posso apresentar ago-
novo que nos quera dirigir ; mas o que verdade ra todos os jornaes liberaes de 1810 para c, mas
que esse programma anda nao appareceu at lio- atlirmo que traiavam disso.
je ; ou porque esses homens se nao quizessem O Su. I!. Paahba : Nem poda querer sto. O
desde logo comprometter com a situago, ou por partido entenda que a le tinha defeitos, mas qoe
que nao podessem chegar um accordo sobro prn- nao deveria ser toda revogada. porque isso impor-
cipios, c entao entendessem que o melhor era dar taria a revogago de urna parte da conslituico
comprehender oque querelle.
Nao sou progressista, Sr. presidente, por que, se
eu nao estou engaado, se alguui conhecimento
posso ter das ideas e principios desse partido, eu
creio poder avanear que sao as Ideas e principios
Tambem discord do mea collega e amigo em
que o partido liberal lvesse uascido em 1812, como
elle disse cm seu discurso.
O Su. B. Franca :O partido praieiro.
O Sn. Jos Mara : O nobre depulado, disse
do partido conservador ( apoiados c nao apoiados, partido liberal ou praieiro.
reelamagdes na direita. ) Discord disto, porque o partido liberal mais
Os principios do partido progressista sao, sem l- antigo.
rar nem por, sem uma vrgula de mais nom de bu. II. Franca : O partido praieiro data de
menos, os principios do partido conservador. ,?
O Su. Joag Teixeir :E isto depois dos deba-; ".HL'OS Mara : O partido liber.i
tes havidos na cmara dos denotados
O Su. Jos Mauia :Depois e antes,
O Sn. Auaujo Barbos :Admira-me como os
beraes o acorapanham 1
O Sn. Jos Mauia :Esta a minha questao,
a razo por (pie acabo de dzer, qne nao posso j
tambem pertencer esquerda.
( Ha um aparte. )
OSr. Jos Haba :Sr. presidente, cu declaro
em 1812 a denominago de praieiro, mas era esse
mesmo amigo parlido" liberal que sempre houvc
i.! em Pernambuco, ora esse mesmo amigo partido
liberal qoe sempre esleve de accordo com os ho-
fi mens liberaes de todo o Brasil.
Um Sn. Deputado : Appareccram ideas em
1842 que nao tinham sido proclamadas at
ento.
O Sn. Jos Mauia : Quaes eram ?
fallo mesmo como inemhro de lgum desses parti-
dos, por que V. Exc. sabe perfeitamentc que nos
lempos que correm nnguem tem o direito de dzer
que liberal, conservador, progressista ou regres-
sisla, s por qne ahraga as ideas que ronstiiueui
esses partidos, e necessario para alguem poder fal-
balalha ao poder, aiim de apossarem-se das redeas
da administrago, salvo-----
Um Sn. Deputado :Salvo o direilo das partes.
O Sr. Jos Mara :Salvo o direilo das partes
quando se tratasse de partilha : o certa que o
programma fieou em projecto.
Assim, Sr. presidente, na sesso de 1862 apre-
sentou-se esse partido com o nome de progressista,
mas declaro V. Exc. que de todas as denomna-
goes essa me parecen a menos propria.
Um Sr. Deputado : Progressista o que ha de
mais moderno.
O Sn. Jos Mara :Nao de hoje, j n.-< minis-
terio de 21 de maio elles se chamavam amigos do
progresso.
Em 1862 esse parlido se apres<,ntou forte, ao me-
nos em maioria na cmara dos diputados, que con-
seguio derrotar o ministerio de 2 de margo ; mas
d'ahi ha pouoosdias, nao tendo torgas sullieieiites
se retrou, o depois tanto os progressistas, como os
iiberaes e os conservadores assentaram era apoiar
o ministerio do Sr. Olinda, que se apresenlou ao
tendo como bandera
que nao fallo aqu em norrio de partido algnm, nao' ? Sn. Deputado : Conlia a oligarcha de fa-
milia que reinava na provincia.
O Sn. Jos Mauia :Eu creio que ento nao
se fallan de oligarcha, o parlido praieiro nao ti-
nha por lim somonte destruir a influencia da fa-
milia Cavalcanti em Pernambuco, teve fins muito
mais nobres; c o nobre deputado sabe perfeta-
<) Su. Jos Mauia : Essa le da nlerpretacao
revogou una parle do aclo addicional, tirou s as-
semblas provineaes certas regalas qae o aclo
addicional ibes havia dado.
O Su. B Franca Perdoe-me, esla que a
questao.
O Su. Jos Mauia :Eu nao posso agora entrar
nessas largas apreciacoes polticas, mas...
O Sh. B. Franca :V. Exc. esta engaado.
O Su. Jos Mara :___digo (pie esla era uma
das ideas do parlido liberal. Nao quero indagar
se o parlido tinha ou uo rasan ; mas era urna
idea desse partido que elle se propunua a realsar
(piando sabase ao poder.
Agora pergunlo aos nobres deputados membros
do partido progressista : o parlido progressista
aceita e pretende realsar esta reforma ?... (Pau-
sa.) Respondam-me sim. ou nao.
OSit. B. Franca : Nao era idea de todos os
liberaes.
O Sn. losa Haba :Ao menos respondam-me
com franqueza.
O Su. B Franca : O nobre depulado nao devia
apresentar as ideas de um ou outro individuo, rana
lar como liberal ou conservador alstar-se as filei- inenlB (lue pertenecram a esse partido em comego
ras dos partidos, prestar obediencia aos chefes, pro- ''aracteres muito honrados dessa Ilustre familia,
testar acompanha-los quas que as cegas ( recia- niarquez do Becife, homem muito probo, muito
mages. )
OSn. Saiiino Oi.ecauio :-Ser assim para al-
guem, mas nao ser para quem tem a dignidade
para repeilir as imposigoes pessoaes.
O Sn. Jos Mauia :E' preciso, Sr. presdeme,
que se aliste as lileras, que se jure bandera, que
se preste obediencia aos chefes...
O Sn. Silveira Lobo :Obediencia cega.
O Sh. Jos Mauia. .. o que nao se usava nos
lempos ero que eu abr os olhos para a poltica.
Y. Exc. sabe que hojo os partidos tem um direc-
torio com um presidente, um vice-presdente, se-
honrado e digno da maior ronsderago e muitos
membros proeminentes dessa familia, perlencerara
ao partido praieiro.
Um Su. Deputado : Oque prova sso?
O Sr. Jos Mara : O que prova que o par-
tido praeiro nao teve por fim destruir predominio
dessa familia.
Um Sh. Deputado : Nao era s isso.
O Sh. Jos Mauia: .Nao sei como se pode
dzer que o partido praieiro em Pernambuco era
um partido formado para fazer guerra a uma fa-
milia.
O Su. B. Franca : Beccorra aos jornaes prai-
os li, eu acompauhei
Pouco se discutan) os
creanos, conselheiros, tnesonreiros etc., etc.; tu-
do sso exige uma obediencia, uma disciplina, uma er>s 'tossaepoca.
cousa que o meu modo de ver se parece com o re- 4-^f" E AUIA ~ *iu
gulamento do conde de Lippc ( nao apoiados, recia- as diseussoes.
macos.) O sr. B. Franca :
la uma disciplina meus nobres collegas ; eu te- PrjnP'<; de partido,
nho visto homens distinctos deste era daquelle par- bR- JosE Mau1v lsl succede em todas as
tido serem aggredidos, insultados por-cus eorre- P003- As questes de principios depois de dis-
ligionarios, s por que divergem delles n'uma ou cull(ias uma yez, ficam como que esquecidas, fl-
n'outra idea. cam margem e trata-se das questoes de occasiao
I'm Sn. Deputado :Isto verdade. discutem-se as questoes pessoaes, mas nnguem
O Sn. Jos Mara :Quando fallo desta forma dira 1uo iss0 Principio poltico de um partido.
O Sr. B. Franca di um aparte que "
nao quero fazer a menor injuria aos membros des-
ta casa, a ningucm de frad'ella, a partido algum,
nao fallo deste ou daquelle ; fallo de todos os par-
tidos do paiz, e declaro V. Exc., que fallo de to-
dos os partidos do paiz, por que eu sei mais do
que se passa no Brasil em geral do que particular-
mente o que se tem passado na provincia.
um aparte que nao ou-
vimos.
O Sh. Jos Mara : Contesto i?to. O partido
praieiro lutou com a influencia dessa familia forte-
mente, como todos os partidos tem lutado contra
os seus adversarios que estao no poder-, mas de-
claro que eu que tlz parte de partido liberal nnn-
E eu, Sr. presidente, que fui sempre soldado obs- ca ouvi dizer que elle tvesse por fim especial fa-
curo, mas insubordinado do grande exercito libe- zer guerra influencia da familia Cavalcanti
ral, eu que nao estou disposto a seguir chefes, por O Sr. B. Franca : E" o que me causa asom-
que a mim nnguem me conduz, nao posso fallar bro, 6 ver o nobre deputado sustentar semelliante
em nome do partido algum. proposigao nesta casa.
O Sn. Sahino Olegario :Nem aqui ha quem se O sn. Jos Mara : Entao porque?
deixe conduzir. i O Sn. B. Franca : Porque eram os princi-
Outro Su. Deputado :O nobre deputado pode cios capitaes do partido praieiro, a guerra a familia
estar mal informado cm algumas cousas. Cavalcanti.
O Sr. Jos Mara : Por que nao ? O Sr. Jos Mara : A guerra familia Ca-
0 Sr. B. Franca :Se eu fallar talvez o con- valcanti era um meio.de que se lancava mo para
conseguir fins muri nobres, muito elevados que
esse partido tinha em vistas.
Jn;? Franca : A familia Cavalcanti an-
tes de 1842 sustentava principios liberaes.
O Sn. Jos Mara : Qoem contesta isso ?
O Sr. B. Franca : Depois afastou-se do par-
tido liberal pela entrada nelle de algumas pessoas
que comegaram a guerrear essa familia.
O Sr. Jos Mara : O partido praieiro aecusava
venga.
O S. Jos Mara :-Sempre que quzer, ouvi-
lo-hei com muito gusto.
Entrando na demooslnagao da minha primeira
proposigao, isto que b5o so acham bem defini-
dos os principios do partido progressista, ou que
sao elles os mesmos do partido conservador...
Um Sn. Deputado :Era quanto aos factos o ne-
gocio anda peior.
O Sn. Joao Teixeira :-0 que admiro que em a administrago do Sr. de Boa Vista, e alguns dos
quanto o nobre deputado diz isto, es nobres depu
tao que esto na direita nao protesten).
O Sn. Ahaujo Bahkos : Nos nao discutimos era
apartes.
O Sn. Joao Teixeira :Agora.
O Sr. B. Pranca :Admira que nao protestem
membros dessa familia nao estavam em tudo de
accordo com essa administrago. Nao isto o
que o nobre deputado quer dizer T
Portento v-se qoe -o partido praieiro nlo tinha
por fim destruir Influencia da familia Cavalcanti,
tinha por fim destruir a influencia do Sr.de Boa Vis-
paz, tenao como bandera a sua pessoa e o seu
passado, porm nada de principios......
Um Sr. Deputado :E como programma a falla as Ideas do partido liberal,
do thrnno. O Su. Jse Mauia :Sao ideas do partido libe-
0 Su. Jos Mara:-----tendo por programma ral, e appello para os que sabem da historia do
a falla do throno cm que estavam consignados os partido liberal desta torra.
principios do parlido conservador que se havia re-' OSr. B Prahc :Foram alguns liberaes mais
tirado das posigoes. exagerados que proclamaran] essas ideas.
Depois organisou-se o partido progressista com O Su. Jos Mara :Naquelle lempo nunca Ofl-
um directorio geral e commissocs provinciaes. ; vi fallar em exagerados.
Um Sr. Deputado : Isso foi na dssolugo. OSn. B. Prnnca : Ento, na3 tem lido com
O bu. Jos Mara : Antes mesmo dsso teve bastante cuidado' a historia dos partidos polticos,
lugar a dssolugo da cmara ; e cu declaro a V. porque em todas as .-pocas o parlido liberal lera .
Exc. que procurava sempre ver expostas as ideas tido moderados e exaltados, desde 1KI7 al hoje. enmata os retratado. Si ra porque< rerrais*-.
(Ha um aparle.)
O Sr. Jos Mara :Nese tempo nao
ideas manifoiavam-**
eram coolweidas de lodos, eraw
publicada1.
0 Sr. C. Teixeira : E anda se diz qoe o par-
tido progressista quer mais do que o partido li-
beral.
OitroSr. Deputado :Que da laoitin *>
parlido conservador vermelho *
O Sn. Jos Mara :Sr. Gaspar, tas fawr r
res|K)nder ?
Quem tem procorago o Sr. Gaspar.
Mas eu posso dizer que o partido
quer o qne quer a actualidad*? ; qtier a
lei oe I de dezembro, como a quer o Sr.
ras e o Sr Cassanso.
(Onzam-se muitos ajarles, i
O Sr. Jos Mara :E* a inesma rua. pur a reforma do Sr. Uassanso unu repelo-* 4a r
forma do Sr. Say.io lbaio. pois o partid ct-
vador nao lao retroprad como N dii. eu* ip-r
a mesina cousa que quer o partido i como hei de ino-Irar ao nobre depulado.
(Trocam-se alguns aparte-
O Su. I. I'kvnia Quero que me da i
cousa a resp-lo los ll O Su. C Teixeihv :- Estamos lirmes ao
posto.
O Sr II. Fka.m;a : UoMeslo rednndaarMr. nobles deputados tem dito que qnerrm a tiBla
de dentro dos limite- da e. n-ii.oir.Vi isl->
i|iierem os BrngnastNBa.
0 Sk. S.OLBGAMO :Pelo meu la>l> a-ihi a r- -
poiisaliili'lade ; eu e-i n H IMPMI ..u.-tilnrioujl.
(lia muitos outros apMM <
(Dorador assenla-se.y
Um Sh. DiriTABO :F.' preei-o |.i\ar r.n-.
miar o orador a fallar que vai innii" Irm.
OSn. Jos Mahia :-ilev.int o i
caricarillo eimpianio < nobres <\ u'iil"- I llavara.
O Su. ('.. Teixfirv :l'ontinua' q i- vai mm'-
bem
l Su. Jos Mara Acha que vou muito nem
Talvez logo va por la.
O partido liberal quera extinguir o avillaar.
ligo da enmata.
l'ergunto : o partido pro-iessi.-ta q*-r a. .- .
com e-se aviliante BMtffB '
Eu digo aos BOBfi s d vejo que, o que se |>r. p.> BN*aaajajaaJi a *tiai^-
cao do castigo para os voluntarios. < .< rutam
sabe V. Exc, (pie anfo para com' r-eratatSM aa
razo de nm par orna, o que riaaMa taamm
do castigo de (Ilibata aqitelles .jii- \
cito por sua muito livru vont.nl.'. I.. >' '* -:, -
esse rastig < degradante sqnell*s q
arranca tos do o do suas familias para r
vr no exercito Se iv i njala pan um aata -
cao creio qm s< ra antes a f.ivr i i
.loque dos voluntarios. (Apoiados.< Kn
mais acertado qne te acabaxa t
cadetes, que os lilhos das |-s-".is
sem no mesmo p de gualda '
cidailos. porque se a--, o I
esse castigo, qoe not- kririam i
Ihos, nos qiieeiu resultado najas
aristcratas, o que quer dizer k
O que quer dzer snjeitar somenie
m a e i
sr oli- -' v
* sda'.!.
para mmm b-
iu- rrrdaaVtr
-.i d.-rmrr>. '
ao raatfpada
jue esse parlido pretenda realisar quando subisse o Sn. Jos' Mauia :Declaro ao nobre deputa-
ao poder. : do que tenho lido muito pouco a historia do paiz,
Eu li entao, Sr. presidente, depois de dissolvida n0 me julgo apto para tratar dessas qnestdei
acamara, e do orgamsado completamente o partido eslou certo deque apreca-las-he mal, o dou-me
progressista nesta provincia, no orgao desse part-, ,,Ur muito saiisfeito em ser esmagado pelo nobre
do, denominado Proijressistu, um tratado do nietha- depul.ado nessa discusso
physica poltica, em que se fallara muilas vezes em : o Sn. B. Frahca :o sou capaz de esmaga-
olygarchia, em ostracismo, em soberana popular, |0) ,nas ,eConhe*go a fraqueza de sua argumenU-
perlenceiu
feliz ?
a classe mais de-amparada, mais u;
OSr. B. Krhm.v : A abolieao do ra^aja da
chbala nao tem sido considerado entre as mm-.
idea poltica, lano que o partido lib-rai bbjhji
poder e nunca extingui este castigo.
O Sn. Jos Mara : Fu respondo qui-
ero autonoma, no liberalismo do Sr. marquez de gao, quando diz que nao haviam liberaes exaltados procede, emborao partido liberai fenlu -**>*.
Olinda, nos^eus grandes servigos, etc., jogo de pa-
lavras, de muilo mrito sem duvida, muito proprio
para ser lido n'uma academia de sciencias, mas
que para os homens de minha acanhada inlellgen-
cia (nao apoiados) nada exprima, nada esclare-
ca.
O Sr. Amynthas :Nao apoiado.
O Sh. Jos Mara : E' verdade, Sr. presidente,
que depois se tem dito que o partido progressista
naquella poca.
(lia um aparte.)
O Su. Jos Mauia : -O que disse que era idea
do partido lbeial revogar a lei que nterpretou o
acio addicional, nao me retiro poca de 1831 ;
a lei de inlerpretaco pesterior 1834, do do-
minio dos conservadores.
O Sr. B. Franca : Pois bem ; em todas as
(e disse-o nesta casa o meu honrado collega e ami- pocas existiram moderados e exaltados.
ro o Sr. Benedicto Franca), tem por fim realisar as]. Sr Jos Mara :Nessa poca, digo eu, nao
reformas exigidas pelo partido liberal dentro dos
limites da ronstitugo.
O Sr. B. Franca : Disse que os principios do
parlido progressista estavam dentro do terreno legal
e constitucional.
O Sr. Jos Mara : E' justamente isto que me
poder, porque V. Exc. salte perlV-tarneate
as razoes que se oppozcram a que o partido I
ral realisasse muitas das suas ideas, qoae- a* W-
liculdades com que lutou o partido liberal dna-
te esses cinco annos.
(Trocan-se diversos apartes.)
OSr. Jos Mara : Havia isso que catn *e
rhamava oKgarrbia do senado ; V. Exr. -ake qae
o parlido liberal nunca teve as raaos naftas para
obrar.
O Sr. B. Franca :V. Exc. aao aprsenla
haviam dstincgdes ; de 18(2 por diante existiam jornaes da opinio liberal consignada a Mea
liberaes e conservadores, e os liberaes sustentavam aboligo do castigo da chbala.
essa idea : nesle sentido que eu me exprimo.
0 Sn. B. Franca :Nao havia distinego no jor-
nalismo, mas havia differenga no modo de pensar.
O Sr. Jos Mama : Anda, Sr. presidente, o
parece vago, ou de accordo com o partido conser- partido liberal desse tempo.qtie sopponhoser o mes-
vador, que quer tambem a liberdade bem enten- mo dehoje,quesupponhoseropartidoliberalque ha
,;,,/,, I decontinuar a existir no paiz despeilo dos pro-
0 Sr. B. Franca :Perde-me ; o partido con-! gressistas (apoiados da esquerda) esse, partido di- dos da esquerda.)
O Sn. Jos Mara : J disse ao nobre
que nao posso ir revolver os jornae* dea
mas entretanto essa idea < do partido liberal.
(Ha nm aparte.)
O Sr. Jos Mara :-0 que eston duenda ka de
ser escriplo, ha de ser publicado, a cato a
co ajuisar se eu estou aqu improvisando, i.'
servador quer sotopor ao principio de liberdade o
principio da aotoridade.
O Sr. Jos Mara :Nao nos disse ello isto.
O Sr. B. Franca :Tem-no mostrado pela legis-
lagao, por todos os seus actos.
O Sr. Jos Mara :Mas elle nao diz isto. E eu
direi ainda ao nobre deputado, servindo-me de seu
argumento; o partido conservador querendo como
quer, o governo monarchico representativo...
O Sr. B. Franca :O partido conservador ainda
nao disse que seu fim poltico era o desenvolvi-
mento do elemento democrtico comido na consti-
tiicao ; falla em nome dos principios de aotori-
dade, etc.
O Sr. Jos Mara :O nobre deputado acaba de
dizer que o partido progressista quer a liberdade
bem entendida, c eu tenho ouvido a muitos distinc-
tos conservadores usar destas palavras : nos
queremos a liberdade bem entendida, queremos a
liberdade com a lei, o que nlo queremos a anar-
chia prejudicial felicidade do paiz.
O Sr. Cubha Teixhra : E aqui mesmo j se
disse qne nao havia no Brasil quem nao fosse li-
beral.
O Sr. Jos Mara : Eu o disse era nm aparto
aoSr. Benedicto Franca, servindo-me daarguraen-
(Ha um aparte.)
O Sr. Jos Mara :Ora, emende
putado, qne o partido liberal s
ment, era destruir a influencia da
canti.
O Sr- B. Franca :Tinha o
zia tambem querer a revogago da lei que creou o
censelho de estado, por ser inteiramente inconsti-
tucional.
O Sr B. Franca :Eu acho o contrario
O Sr. Jos Mara : O nobre deputado acha o
contrario ? Nao quero contrariado ; pode ser que
tenha sobeja razo, nem eu actualmonte estou di- truir a influencia desla familia,
zendo qual a minha opinio ; digo que o partido ra todas as posigdes ; o nobre
liberal, com ou aera razo, entenda qoe a lei do contestar isto. ^^
1840, que creou o conselho de estado contra as O S. Jos Mara : Eqoe peaJafta
disposigoes do acto addicional, (porque o aclo ad- hoje essa pobre familia T
dicional extingui o conseibo de estado creado O Sr.C Teixeiba :
della.
anaco an-
m aanaa-
CaTat-
extmguio
pela consrituigfo), era inconstitucional, e exiga a
sua revogacSo.
Pergunto aos nobres deputados : o partido pro-
gaessista pretende realisar essa reforma ?
O Sn. B. Pranca :Se o nobre depulado apre-
sentar de 1812 para c uma poca em qoe esse
principio fosse professado...
O Sr Jos Mara :A le do conselho de esta-
do de 1810, logo a opposicao ella posterior
I80.
O S. Abauio Barros :E o partido liberal boje
qner essa reforma f
O Sr. JOs Mara :Eu nao sei, estou pergnn-
tando aos senhores.
boas nao ter
OSr. Jos Mara -Nao
nao compart Iho dessa ai
festa contra essa familia,
garcha.e se me revoluvaqoaadaanata
rebelda a lodo proposito, o ensatarse
um individuo somente porque era
partido, nao posso ver imnassivet.
lempos, fallarse a cada momento es
mus olygarchia.
(Ha um aparte.)
0
Sa. G. DauMMom :I
O Sr. Jos Mara :Nao
questao de vontade.



Diarlo de l*ert*flilni^o -.. i|iiln<;i rVir JA I* M:tf 4c i84.
lempo nao oucp
S. Oi.kgaaio .Ha bem
wt ama verdade iaoj:lara.
R quc.-to devontade.
0 Su. Josk Mauia :f!o est multo clara, nem
eu quero multa luz sobre ella. Vamos adiante.
Sr. presidenta, anda me arrisco a ser contesta-
do i-lu uobre deputado a quem den-java sempre
ai-iinipniliar nesta casa ; mas declaroque nao pode
anda comprehender...
Su. B. Fiavana :Nao tem razo, porque te-
nho-nie manifestado mnito claramente nesta casa.
O Su. Jos Maiiia : Formo o melhor conceito
das"opinies do nobre deputado, e se nao o tives-
so nuvido dizer que perlencia ao partido progres-
sista, eu duvidaria disso, porque conheco scus
principios polticos. (Apoiados.)
Vejo, porm, infelizmente que o nobre deputado,
apezar do sen grande talento, apezar de suas ha-
biliacoes, nao qnem dita o programma desse
partido, vejo por exemplo que o nosso nobre col-
lega o Sr. Aranjo Barros nao acompanha muito
fielmente no mesmo terreno.
O Su. A. Banana :Muto obrigado.
O Su. Josk Mara : -Nao acompanha muito fiel-
0 S. Josk Maia : Est, sim, senlior. dos da direiia e e>q:iei\ta, por outro Tado me orgu-
0 Su. Ahauo aiiuos : E tenr apresentado Iho de ver que de todas as provincias do Brasil, foi
essas reformas ?
O Sr. Jos Mara : Fez mais do que isso,
aprosentou una reforma coirstituicao.
L'm Su. Deputado : A cmara dos deputados
nao, un mombro da deputaco da minora.
O Su. AiiAM Bunios:-Que nao foi julgada ob-
jecto de delibcraeo.
O Sr. B. Fkrnca : Se o nobre deputado reco-
nhece que o partido liberal existe na cmara, co-
mo duvida que essas reformas apparecam f
O Sr. Jos Mara : Nao est em maioria.
Pernambuco aquella em que o partido liberal ira-
moiliatamenle proti5lou contra essa lajta, que o le-
vara a renegar seus principios, se honroso de
continuar ; masut partido lilieral nao levo duvida
em arrepeuder-se, em confessar seu erro, em vol-
tarios seus arraiacs.
Em relami a provincia, eu deeui'0 a V. tixc
que nao nosso dizer que a eleicao fui livre, pelo
contrario entendo que fo ella leita corno na mitras
liarles. Quanlo as aeeusaeoes i)iie ns ntdina depu-
tados tem feito a aduiini.-iraen, nada direi porque
versara sobre bolos censurareis, mas i;io commuiis
que se fossemos fazer de cada um delles um ca-
i pitulode aceusaco, mi que nao tiaveria umpre-
tu t>R. Dkputado :E esse pouco que temos sidente que nodevesse ser ponido,
feto tem sido considerado como um acto de re- Conclundo, cabe-me agradecer i V Exc e aos
i ben" r u ,- meu grados collegas a attencao qu me presta-
I O Su, Josa Maiiia :Nao e isto um acto de re- ram. (Muito bem.)
belda, apezar de que pelas novas ilusorias a mais Tendo dado a hora, ficaa discusao adiada
(Gruzam-se muitos apartes que interrompem o leve desobediencia ao directorio acto de rebelda,
orador). Eis aqui as razos, Sr. presidente, porque nao
O Su. Jos Mara : Desta mancha nao pode- posso aeompanhar aos nobres diputados, nao posso
rei continuar, tanto mais que a primeira vez estar com ellps, em quanlo me nao disserem que o
que fallo nesta casa. Mas apezar do todas as nter- partido liberal quer anda hoje o que quiz em todos
rupcoes bem ou mal tenbam paciencia que eu he' os lempos,
de dizer ludo. O Sn. Conha Teixsira :Tudo que o nobre dc-
Usi Sr. Depctado : Ento lem de naufragar., putado apresentou aceito, e ainda mais alguna
O Sr. Jos Mara : Paciencia ; hei de eucon- cousa, una reforma no senado, etc.
trar sempre orna taboa que me conduza ao porto.
O Sr. Presidente designa a ordeni do da le-
vanto a sesso.
agan-at*
Wewmtr-
_
OSn. B. F-anqa
iboa qut
Etc. acensa o partido
mente quaulo aos principios, ha suas dfferencas | progressista porque nao tem j pos'to em pratica
' esses principios ; mas o partido liberal existe hoje,
nos modos de pensar. E aqu mesmo quantas dif
ferencas se bao manifestado entre as deas dos no-
bres* deputados 1 (Apoiados da esquerda.)
O Su. B Franca : -Me parece que nao.
O Sr. Jos Mara : Parece-me que sim.
O Sr. A. Barros :Estou em perfeilo accordo
com o nobre deputado.
OSr. Jos Maiiia :- Quanlo a principios T
O Su. A. Barros :Sim, senhor. Nao me te-
nbo manifestado, porque nao discuto em apartes.!
O Sn. Josk Mara : Tenho ouvido Untos I
O Sr. A. Bauiios :Um ou outro.
O Sr. Jos Ma ia :Mas, Sr. presidente, ia cu
dizendo que o partido liberal pugnava tambetn pe-
est na cmara, tem liberdade de manifaslar-se, e
nao apresentou estes principios : logo nao pode o
nobre deputado argumentar contra o partido pro-
gressista, sob pena de tancar e estigma tambera ao
partido liberal.
I'm Sr. Drpitado : Alguus liberaes dessi-
dentes j dizem ao governo que se identifican! com
a maioria se elle apresentar as reformas.
(Trocam-se muitos oulros apartes, sussurro as
galeras).
O Sr. Jos Mara (continuando) : Sr. presi-
dente, eu tenho apresentado algumas ideas que
em meu humilde entender eram do partido libe-
REVISTA DIARIA.
Comoj deixamos hootem dito, nodia 16 do cr-
reme oi recolhido ao cofre da Santa Casa da Mi-
sericordia a importancia de 6:24oOt>0, producto
do concert que teve lugar no palacio da presiden-
tido progressista tinha sido assim chamado, porque na ^m Proveiio dos bospilaes de caridade.
as ideas moderadas, exclua os K~s. esj-ihelecimentos auferiram por certo um
O Sr. Jse Mara :Sr. presidente, dsse um
dos nobres deputados quem respondo, que o par-
"issista |' '
todas
foi o Sr. B. Franca qnem o dsse nesta "eue'-'p ae valor nesse gracioso obulo promovido
por varias senhoras desta cidade ; e cresce a sua
abracando
exaltados
casa.
Eu declaro V. Exc. quesupponbo que o nobre imPortancia relativa tanto mais quanlo elles se re-
deputado est era erroe em erro manifest, porque, sonten} de deficiencia de meos para soccorrerem
Sr. presidente, eu vejo faierem parte desse partido osorPnaosucsvaldus, ex|>ostos, enfermos e aliena-
progressista os liberaes miis exaltados da corte e aos em "umero de C37, que de presente ali exis-
por nao
que nao
_Jvo para
sua populacao computada em crea de cem mil al-
mas como a desta cidade, a qnal se resenle
tambera de outros cstabelecimantos apropriados a
idntico flm.
O Sn. B. Fbanca :Eu nao o chamo exaltado.
O Sn. Jos Mara :Oh I Pos o Sr. Ottoni ja nao
liberal exaltado? OSr. OUoni nao o homem
las franquezas provinciaes. ral ; perguntei se o partido progressista abracava! que se apresenlava dizende aos eleitores que so
O Sr. B. Franca :E' exacto. esses principios, essas deas, se quera essas refor- j mandassem para acamara deputados que pugnas-
O Sr. Jos Mara :-Ora gracas a Dos mas, e os nobres deputados responderara-me com sem pela reforma do senado ? O Sr. Olton quo
O Sb. B. Franca : -Gracas a Dos nao : o no- o silencio; os nobres deputados parecen) por esta' quer a reforma da conslituico, nao liberal exl-
tale deputado qno esta imprestando ao partido l-1 forma protestar contra ella, porque eu nao posso' tado? Pode dexar de ser considerado tal T
beral principios que nao eram delle.eram desta ou adraillir que nao se actiem demasiadamente hab-1 OSn li. Franca d um aparte que-no ouvimos
daqu. lio liberal. ; litados, elles que oceupam posieoes muito impor- OSr. Jos Mara :- liberal exaltado neste !,a0 P|as "istituiciies ; que sob sua admnistracio
OSn. Jos Mara :Pois nao quer qued gra-liantes na poltica, para me responderom sim ou sentido; nao quero dizer que exaltado exprima e rramnecido zelo, quer na parle econmica das
5a a Deus j nao, e se os nobres deputados nao responden) urna Idea diversa. ?. .,',uer na d'sinbui?o conveniente d'ellas,
Sr. presidente, devo resumr-ma o mais possi- porque nao querem, nao abracam nenhuma des-
vel; mas nao posso dexar de carecer da altengo! sas reformas, que o partido liberal tinha abra-
E pois, serio para desejar que o exemplo dessse
concert fosse seguido ; que essa pratica de cari-
dade publica nao morresse em seu desabrochar ;
que mesmo se lancasse mao de outros meies de ca-
ndado para constituir recursos extraordinarios
cado.
da casa por mais algum tempo.
O partido liberal quera franquezas provinciaes,
queria a administracao provincial mais indepen-
denle da adininistraco geral, quera que a recei- ] O Sr. Jos Mara :Mas anda o nao est para
ta provincial tivesse mais desenvolvimento, que uiim, o o nobre deputado ha dome permittir tarabem
nos tvessemos mais dinheiro para que Sr. presi- um pouco de liberdade no meu modo de discutir,
dente, nao passassemos pela vergonha de receber Sr. presidente, sou
annualmenie creio que um soccorro miseravel de para poder continuar.
J6:(KX).J para obras publicas. i Pens que por esla forma o partido progressista
Pergunto : quer o partido progressista esta re- nao tem as mesmas ideas, que tinha o antigo part-
forma T j do liberal, punso que o partido progressista quer a
O Su. B. Franca : Espere pelos actos. | conservago a respeito de todas as nossas institu-
') Su. Jos Mara :Espere pelos actos I Istodi- es, quer a reforma da le de 3 de dexembro no
zein lodosos partidos, todos os governos; islo disse- sentido em que a queriam os conservadores, enlen-
ramos conse vadores lambein. Mas urna siluaeao le que se deve realsar alguma reforma municipal,
uova, uma poliliea que sobe agora ao poder e que reformas que tambem estavam comidas no pensa-
se diz liberal e regeneradora deve declarar se quer mente dos liberaes, mas a respeito da qual nao fa-
as franquezas porque pugnava o partido liberal rfaun quesio os conservadores.
O Sr. B. Francv. : Qaer, mas nfu por essa Portanto, Sr. presidente, eu concluo este tpico
O Sr. B. Franca :Este ponto j est muito dis- .
cundo. gressist; como dizer-se por tanto nesta casa, quo se^eracoes, que vao casa dos expostos, ao colle-
o partido progressista nao quiz aceitar os liberaes 10 aos trphaos desvalidos, ao hospital Pedro II,
exaltados ? Sr. presidente, o partido progressista ao* Lros, n* da que queiram, qualquer hora,
quer nao s os liberaes exaltados, como osconser- seren esperados ; e entao vero que nao so-
Sr. presidente, sou forjado a repetir as palavras I vadores exaltados, como os vermelhos, (apoiados Jnos. nyperbobcos, convencendo-se por si do quan-
da esquerda) como todos, com tanto que se maule- sao dignos laes estabelecimenlos de screm bafe-
nha no poder; no proposito de dominar o paiz, o Jaa<>s pelo hlito vivificante da caridade.
partido progressista nao faza objeccao a respeito *~ -'0 d,a 26 do crrante, pela \ horas da
das crencas dos que se Ihe agregavam, e para niim, e" !u?ar a procissao de Corpus Chrtsti, qi
maneira.
O Sr. Jos Mara : Mas eu quero saber em
que sentido o partido progressista quer essa refor-
ma, porque tambera pode ser que se queira uma
reforma tal como apresentaria o Sr. Sayiio Lobato
ou o Sr. Euzebio poriju-- nao sao reformas taes
que deve realisar um partido, que se diz seguir as
ideas do partido liberal.
Podar-se-ha dizer que ha mais franquezas pro-
vinciaeg, porque o president' tem mais attrbui-
r/> >s dr nomear continuos c bedeis para as repar-
ticoes genes, porque tem mais esse meio de cor-
rupeo ? De corto que nao.
o Su. B. Franca: Quaes sao as franquezas
que a nobre deputado quer ?
O Sa. Ios Mara : Nao quero cousa nenhu-
ma ; nao tenho estudado a materia, nem occa-
suo de manifestar as uiuih is ideas 11'unia diseus-
sao desta ordem. O quo digo que o partido libe-
ral quera franquezas provineiaes, quera que se
dsso mais expanso a recela provincial para que
as provincias livcssein mais meios de satislazerem
suas neeessidades, sem estar na dependencia da
corle como temos estad > sempre, e era sobre laso
que pondi-ssem, medissessemse tambem queriam essas os outros membros do partido, pergunlo : porque
franquezas. razio vos, senhores, conduzisies este partido libe-
0 partido liberal, Sr. presidente, quera ainda a ral de Pernambuco a ligar-so com os conservado-
reforma da le de :i de dezembro, nao smenle pa-
ra dar mais garanta liberdade individual, como
se pretende agora, mas para dar toda a forez para
restituir u.-liluieao do jury todo o explendor e
iinpurlancia que illa tinha antes das reformas, pa-
ra extinguir osjoizes inunicipaes, que esse parti-
do consideravajuizesinconstitiicionaes, pr nao se-
rem vitalicios, para separar a polica administrati-
va ila polica indiciara etc.
esta a razo por que esse partido nao quer defi-
nir os seus principios.
O Sr. Ci'nha Teixeira :Creio mesmo que o
nobre depulado pelo 5o districto outr'ora perlencia
ae numero desses a quem se tem chamado exal-
tados.
O Su. Jos Maru ; -Isso era outr'ora.
Sr. presidente, se passarmos dos principios para
da tarde.
que o il-
annualraenle na
nio Dominaues de rigu*r*|u, .w |((1|iim ,|,. Son-
1 Ka"-;'-1u- Jl,'',n Busson- Jos'' Gle.ne.,1 < ,
valcanii de Allniquerque, Clomenta d Arauj.) U-
ma. Eilanislo Ilaplista, B. de *n*, Fr.,.u-,s-
AntonioFarlo, Mariano do S..1/.1 Kalifu.
Seguom para o su I :
Amonio IViviri, Manuel Joaquina, Kunno do
Paula Paixo, Manoel Joaquim da Luz, Joan Fran-
cisco Lopes de Souza, Antonio Joaquim Teixeira
Barbosa, Francisco Gil f.astello-Branco e i escra-
vo, Joao Baptista Trindade, segundo tenenle Esta-
nislao Breewodonski, Antonio Pioheiro Oma, n.
Anna Chaves llosa Polkbet, uma praca de poliria,
tenente-coronel Antonio Joaquim de Magalhacs
Castro, sua senljora, 1 camarada, i cali, sua or-
denaniw e i criada, Antonio Valadao torges a ua
senhora, Pedro Cesar Jansen Costa, sua senhora,
1 lilho o 1 osera va, Honorata Maria de Jesns, pri-
meiros tenentes Candido Jorge Sonher Barbosa,,
Jaciniho Fernandes Bibeiro, 2 soldados, Jos .do o tncali,lo rmm, segundo r**re 1 Vtni- .
Amaral Valenie el cscravo, 4 pracas do exercito, ,!(. aq>.ir.-IH> inventad.. |l0r um o* < pT
VitalinoJosedoNascmcnto, Clara da Aprsenla- jrsbo.irgo, n.)r meio do qual-e p.-*X55rtJa
cao e 2 filhos menores, Lourenco, soldado Joo
Ba|iiista Gomes, 4 recrulas para armada, 7 ditos
para o exercito e 7 escravos a entregar.
Passageiros do brigue porluguez Florindn,
yindo de Lisboa : Jaciniho Jos Nuaes Leite,
Manoel Homem de Carvalho, Jos Doraingues,
Joao Francisco Nunes Baiaon Pas.
Passageiros do brigne nacional Almirante,
sabidos para o Bio de Janeiro :-Francisco Lou-
renco Castello Branco Jnior, e 10 escravos a en-
regar.
i M.rif-fhm, parta de atarsvfaa, um x>rr-fi
na pian A r^ilba "sii.i rr-n roa
migada e o mparto da inraii pararki 1
tinha -ido rol da ;- I mar \:
>hmi dVntm o :
o AtUu parden -:.! ir-
cif'. astas ri> rUff-w. r'Ma.nx n'iima
mar t-sta muito mo ii .,,,... ruar
Ierra.
Adras, Julia, sueste lol
fiiai-da-o para lemhran. m
T.-ii amg.! VhXtm loa 'dieta).
Pasafairs do Attm.
S isto ,. ,.laP|o, o prnnetr irxii-m *
gio do Alian.
Fez-sc O rnmnotrai r.datnrio i, m
deve averiguar a aiilh.-niin.i..|- .1. f^-v. e da a
signatura.
pivs,'nea i fi-rro e aci>, de quakiavr
istija iM-cullo, ciuiki. pnr i-x-miibi. n'uan raru"a>
niadeira. n'uma parrde. Este apparelhn. diz 1 J'ihihuI ti* S. Prlmlmry>,
sei mnilo til, nao s ao< guardas da aHiajaiifa
para a revistado* fardos, i-tr mas lamkem para
as tropas que andam a busca oV d<^KMaa> aranm*
enterradas 011 escondidas ib- qmlqiKr aofrn mM
O ministro da guerra romprnu mo-M ifpare-
llios desles queforam enviad as ir-pa-
do meu discurso dizendo que nao vejo, nao descu-
bro a dillorenca que ha entre conservadores e pro-
gressslas, quanto aos principios e por esla razo
uo posso aeompanhar os nobres deputados.
Agora uirigindo-me para esquerda direi com
toda a franqueza : nao se porque razo vos que
vos dizeis liberaes, vos que sois liberaes, que sois
chefes do partido liberal, que lendes
afluencia sobre esse mesmo parddo.
O Su. Costa Hiubiiio :Chefes nao.
O Su. Jos Mara :Directores.
O Su.-Sabino Olegario :Eu
disto.
O Sr. Costa Bibeiro :Somos soldados. principios, para nao motivar reelamacoes, era ino- ~ m;i ''arla ^ Tacarat do da do corren
O Su. Jos Maiiia :Perdoc-ine ; os nobres de- do de pensar dos liberaes que o governo devia ter u'- "'* segrale :
putados sao muito distinclos, teein nomos muito todo o respeito a cmara dos deputados e que s .* eapilao Barros, delegado de polica, cont-
imporuntes em sea partido, nem eu estou fazendo- em uma occasi.io extrema, s quando fosse indis- "ua a eommelter no respectivo exercicio arbitra-
Ibes um rumprimentu ; eslava fra de niinha pro- pencavel salvaco do paiz, poda ella ser dissolvi- '"edades. Ha dous das mandn metter 110 tronco
vincia ha amitos annos, mas conheco muito bem os da : mas a opinio contraria modo de pensar dos cRiadao Francisco Vianna Valpasso, pela simples
nobres deputados, nao pessoalmenie, mas por ou- conservadores, sSo os conservadores que eiilendem "ff0,??, saber, por denuncia da um Rosas, que o
vi-los nomear como membros importantes dess* que, por d c aquella palha
partido. i representantes da naco para
Ora, so os nobres deputados teem essa impor- facilmeuie urna cmara em .
laneia no seu partido, se sao chefes ou directores, contrario. uma explosao da parte dos bpprmidos ?
Ora, Sr. presidente, eu declaro V. Exc. que compadeca de nos. 1
nao vejo que houvesse motivo juslo que desse lu-: -"'ndam-nu? a segninto rectifieacao :
gar a dissolugo da cmara, entendo que mais na- j J;e,1;o. eni sua coneeiluada ttansta de boje
lural sena que se retirasse o ministerio Olinda e 'I? Guilheriniiia Augustads Hircos fallecer
ustrissimo cabido costuma fazer
cidade de Olinda.
O prestito saldr da respectiva calhedral.
^'p lugar denominado P da Sorra, na fazen-
da Taculiar, termo de Tacarat, foi assassinado
Luzia de tal por seifenteado Izidoro Gomes de S,
que sabr ella descarregou um clavinote.
, O delinquente havendo reprovado o casamento
os lacios, ento eu-direi V. Exc, que o partido t seu l?ai Agostinlio Gomes de S, vivia em des-
progresssta nao s conservador como conservo- narmonia com a madrasta, subindo esta a tal ponto
dor exaltado. delle aoroveitar a ausencia do pai e eommelter o
Sr. presidente, nao tao moderna, nao tao no-
va como se disse a denominaco do partido pro-
gressista-, o ministerio do Sr. Olinda na sua segun-
da phase, na sesso de 1862 tornou-se decidida-
uma grande mente o chefe do partido, e a poltica seguida por uistrirto desta cidade, foram capturados pelo res-' maginaco. A
i este ministerio nao pode ser por forma alguma P***? r. Dr. delegado os criminosos de morte cao do csame
considerada como poltica liberal. V. Kxc viu Sr. Ja,iuim de Oliveira Mangueira e Luiz de Oliveira
' presidente, que depois da dissolueo da cmara... M:'ngueira.
nao sou nada Devo fazer uma outra observado. Amanbaa se extralur a prmeira parte da
Sr. presidente, era modo de pensar, j nao digo '"reeira lotera da Sania Casa da Misericordia.
IV POICO IIK l lili.
Na RevolurSo de Selembro l-se o que segu :
Salve, mais sublime invencao do seculo XIX,
pedestal da formosura, mystico involucro da en-
cantadora base das (libas de Eva, mgico enlevo
dos olhos masculinos, laco armado fragilidade de
todos os seres que senebriam com os doces efflu-
vios da companheira do homem I
fiotinhas de sallo, a vos estas humildes rabiscas.
O grande Slelphlug, e os pequeos sapateiros
desta nobre trra de Lisboa vlein paru mim mui-
to mais que o inventor da plvora, porque Rodol-
pho Sewarlz descobrio o meio de destruir a especie
humana, ao passo que aquell'outros fabricam as
machinas da propagaco da mesma especie.
Ora essa de cabo de esquadra. Que utopia I
Nao ra, leilor incrdulo.
A existencia humana, por isso que frgil, e
epbemera cifra-se em qualquer petH rien. rrrbi
gratia.... no salto de uma botiuha !
E eu dou a razo do meu dilo.
Folheando o registro parochial destes ullimos
quinzc annos enconlrei, com grande pasmo meu,
um augmento na razo de 30 p c. as hendaos
matrimoniaes em relacao aos ulltmos quinziennios
anteriores.
Chegaria a sociedade a convencerse da incon-
veniencia do celibato 1
Enlenderam os inconstantes lilhos de Japbet que
o mundo carece de alargar a sua populacao, por-
que a guerra da America lem extinguido muilos
herdeiros das glorias e desdouros dos senhores
scus papas ?
Ou inculiria a buNa da santa crusada-o espirite
religioso nesta geraco de s\ baritas, aonde ha tan-
tas ligacoes illicilas, e resolver-se-hiain todos os
CORRESPOlfDElf CUS.
referido crime, sai|ueando-lhc a casa c pondo-se ao peccadores desle valle de la-rimas a ajuslarem as
fresco a seu salvo, sem que arada haja sida captu- suas amias com Deus, para eslarem habilitados a
raoo, a despelto das diligencias da polica local. ] suecumbir a qualquer apoplexia ?
-Nos mattos do engenbo Roncador, do segn-1 EwrOca exclame! eu. depois de dar tratos a
rvadores que eiilendem '''" '.,<: saber, por denuncia da um Rosas, que o
t, se podem mandar os al0 Valpasso quera mandar publicar uma narra-
a suas casas, e fazer-se 5 Jos fados criminosos, pratieados pelo dito de-
n sentido nteiramente loi='ad" ', AJe on'lu irt'"os parar 7 Nao se recea
Dos se
:Como se dirige (ani-
de depulado provincial,
adher, e j eipitquei a
dissesseis a esses homens quaes asiduas, queti-
Dheis em vista realisar ?
O Sr. Sabino Oi.kuaiuo
bem a mim na qualidade
divo declarar, que nao
razo.
(Trocam-se outros apartes.)
O Su. Josk Mauia :Porque razio, quando os
Mas perguno : o pariido progressista quer isio? conservadores procuraran) o vosso apoio, nao Ihes
Os nobres deputados dzeui ijue o partido pro- dissesles quaes os vossos principios ?
gressisla quer a reforma da le do 3 de dezembro (Troeam-se apartes.)
mas nao dlssaram era que sentido. O Su. (osta Rueiuo :Nos pertencemos a um
(Trocam-se apartes). pariido que desde ha muito tem manifestado seus
O Sb. Josa Mara : E* o que quera o Sr. principios; conseguintemenle nao bavia necessida-
Saya 1 Lobal 1 a diOerenca osla em que a rofonna de de reproduzi-los, quando se dizia que essa liga
fita peloSr. Zacharias em logar de ser feita pelo nao importara a renoncia dos principios de cada
Sr. Sayo Lobato.
lu Su. Depctado : Hoje querem-se mais re-
formas do que essas do Sr. Sayao Lobato.
11 Sa. Josb Mara : Quaes sao ellas ?
OSr. Coima Tmzkira :Achoque esto se
comproraetteodo.
O S Jos Mara : Diz-se, Sr. presidente, que
11 iriido progressista qoer a reforma dalei de 3
de dezembro ; eu acbo que o projecto do Sr. Can-
sanso fui approvado pelo pariido. porque o Sr.
CansaBsaofazia paria do naioisteiio, era ento o
brasileiro mais benemrito, o salvador da patria
para i partido que comecava.
Um Su. Deputado : Hoje ?
11 Su. Jogg Mama :Hoje o Sr. Zacharias que
esta na ordelil do da
M is a reforma da le de 3 de dezembro no sen-
li 11 desse pi'ojoi'.lo aprosenlado pelo Sr. Cansanso,
que e o que pderi passar, e duvidu que passe,
res paia formar o pariido progressista sem que fosse chamado um outro ministerio, anda que fos-. ,6 (ll) andante raes, apresso-me a declarar que ha
um.
O Sr. Jos Mara :O que os nobres depulados
contestara.
Mas porque vos Ihes nao dissesles : nos que so-
mos liberaos de todos os tea)pos, que tamos prin-
cipios e ideas realisar, anda permanecemos nas
mesmas ideas e nos meamos principios 7
O Su. Costa Bireiuo :Sempre se disse isto.
(Nao apoiados da direita.)
O Sb. Cumia Tkixeiua :Sempre se disse que
niiguem renegava o seu passado. (Apoiados da es-
querda.)
Su. Jos Mara : Mas se os nobres deputados
estavam na lirme resoltieo de nao renegar o seu
passado, e os seus adversarlos que prufessavam
ideas inleiramenle oppostas tambem as nao rene-
garam, a consequencia que nao podiara estar
unidos um s momento.
I'm Sn. Dkcltado :Realisou-se a liga, e quan-
se de cor llovido-
I'm Su. Dkpotado :OSr. Eusebio.
O Sn. Jos MauaI :Sim, c que duvida ? Sera
lalvez Su melhor que 0 passo que se dea
Mas, Sr. presidente, eu vi que 0 pariido liberal
em vez de senlir mais este golpe que soffria, em
vi7. de lamentar, que ainda uma vez o governo
I lancasse mo de um recurso desta orden), quando
i nao era isto necessaro, eu vi que esse partido li-
beral foi o prmero a applaudir um golpe -deesa
II.11,1 IV.' '. .
I'm S Dkphtado : Nao resta duvida que a
dissolueo era uma neressidade.
O Sr. Jos Mauia :Nao estarn esgolados lo-
dos os meios, deva-se prestar respeito sempre a
opinio publica representada pelo? seu> deputados.'
Um Su. Dkpi tado : A opinio publica que
exiga essa medida.
O Su. Jos Maiiia : Eudisejava muito OOvir os
(ingano em somelhanie data, visto como lendo sido
testemunba ocular de seu passaniento ao auiaohe-
cer do da 13, s por engao se Ihe darla o da 16.
E porque para o futuro possa haver precisao de
alguma certulo do da, mez e anuo, em que s,:
deu o seu faUeciraenlo, rogo V. S. se digne do
fazer publicar as prsenles linhas, que Ihe agra-
decer o seu constante leitorC. 1!.
1'iL'i-ife. 18 de nmio de ISIi'i
Conven) que a polica da loa-Vista lance
suas vistas providentes para os lados dos Colhos,
onde os assallos propredade se reproduzem dia-
riamente, abalando-se portas, destelhando-se casas,
e mudndose os que adiamos larapios.
Conimunicam-nos o seguate :
t Existo um individuo que dzem ser lonco
para lados dos Aflictos, Cruz das Almas, e Ar-
raial ; o qual invade quand.....enos so espera os
sitios o casas, a ponto de ter posto as familias em I
parque na occasiao de disculir-se muito possivel loaos principios se disse que se aceitava o que os
que os homens se separen), e enlo nos temos chefes do pariido mandassem do Rio de Janeiro.
muito que ver, porque nao possivel que isto O Sr. Jos Mauia :E' justamente porque eu
continu... censuro essa disciplina a que os nobres deputados
I'm Su. Deputado : Nao acredita na fuso ? sujeitam os partidos. Pois, seuhores, o que quer
O Sn. Jos Mama : Qual fuso I Mas, Sr. pre- dizer nos aqui nnirmo nos em um s cor|Ki, deter-
sdenie, se isto o que se pretende, se c isto o que minados a constituir um partido, que nao era de
o pulido progressista qur, isto qner tambem o occasiao, realsarmos a fuso, esperando que do
partido conservador vermelho ; para se approvar Rio os chefes mandassem os principios que deca-
o projecto judicial como esl concebido, nao valia 'nos aceitar ? I
1 pena uma mudanca cmplela de poltica, nao va- Um Su. Dbputado :O centro de Iodos os parii-
lia a pena que se tivesse, digo sem medode errar, dos est na corte ; e secada pariido nao tivesse
que se tivesse feto uma comoleta inverso 110 um centro, ento ca
consternaco, obrigando as mesmas a conserraren)
fechadas as portas de suas casas, e a eslarem sem-
nobres depulados, se amanbaa um ministerio en-
lerider que deve pedir a dissolueo desta cmara.
L'm Sn. Deputado : Enlo por esla seu princi- Pre COBJ receio de ver este maluco dentro de
po nao se deve fazer acto algum bom. casa. _
O Sa. Jos Mama : Nao cacto bom, porque Arada pela inanhaa do da 16 do torrente
nao esl de accordo com o preceito constitucional, quasi e victima delle o taberneira da i.ruz das Ar-
que s permiti a di
estado vxige; e se a ...
o estado nao perlgon, no meu modo de entender, o cha; de sorie qne seo laucada a pedra com
aclo da dissolugo foi uma infraccao manifesta do "' larca, nao existira agora o pobre taber-
preceito consiiiucional. (Nao apoiados.) neiro.
OSr. Jos Mauia :-Agora osjno apoiados sao Pedemos moradores dessas e radas pro-
de lodos os lados. Rem digo que eslou s. videncias a quem compete da-las contra esse
O Sn. (',. DaciiuoND :-Eu apoo-o. ,nfel,z "aluco.
O Su. Jos Mara : Apoio por demais. Movimento da casa dedelencao, no da 16 de
Mas consumada a dssolnco da cmara, o an- '
1 com o preceilo constitucional. lisselucao'quando a salvarlo do "'as- recebendo uma pedrada na cabera, que esse
a cmara nao sendo* disso'lvida, maluco Ihe atirou causando-lhe uma grande bre-
lirasil, dennttiiido iodos os fuuccionafios da poli-
ca, ponto de que nao existe mais um supplenle
ue subdelegado que pertencesse a poltica de-
cada.
O Su. Costa Ribeiro": Isto nao se deu em Per-
nambuco.
O Sa. Aiiaujo Barros : O nobre deputado
disse outro da que s exislia um.
cada um faria o que quizesse.
O Su. Jos Mara : Mas Pernambuco nem sem-
pre recebeu da corte o santo e a senha a respeito
. de poltica, muias vezes deliberou por si livre-
mente. Como Pernambucano eu lamento, Sr. pre-
sidente, que em Pernambuco se realisasse uma
i uniao monstruosa, precisando que da corte vesse
a palavra de ordem.
I O chefes do partido praieiro, os membros dessa
Outro Sr. Deputado : Censurou que na pro- brilhante deputacao praieira nao se subordinarao
vincia ainda existisse um vermelho. assim ; nao se que recebessem a palavra de ordem
(Trocam-se outros apartes). dos directores da corte.
O Su. Jos Mara : Para islo, Sr. presidente, I 0 Sr. Joao Teixeira :Eu disse que o centro
para que a reforma fosse feila per Pedro e nao do partido eslava na corte, e que se esperava a oc-
por Paulo, era necessaro que o paiz passasse pela casio de acharem-sc os deputados reunidos para
ommocao porque passou t Que se considerasse deliberar-se sobre esse assumpto, porque s assim
o paiz em perigo eminente ? V. Exc. sabe muito poderia haver umdade de pensamiento para todo o
melhor do que eu, que a conslituico do estado partido liberal do imperio,
permitte que se dissolvaa cmara dos deputados-1 o Sr. Jos Mara :Nao posso concordar com
guando a salvago do estado o exigir. Ora, a ca- semelhaate doulrina.
mar dos deputados foi dissolvida, logo considerou- jjm Sr. Deputado :O caso que eu tenho es-
se o paiz em perigo muto eminente. E qual era tdo a espera dessa discusso, e at aqui nada de
esse pengo eminente t Era que a le de 3 de de- noVo.
zerabro que tinha de ser reformada, nao o devia o Sr. Jos Mara :Ha de chegar para as ka-
ser peta Sr. Sayo Lobato, e convioha que o fosse (endas gregas.
pelo Sr. Zacharias f Sr. presidente, por esla forma sou obrigado tam-
Eu pedera ainda apresentar outras ideas do bem a affaslar-rae dos meu honrados collegas, e a
antigo partido liberal, que nao devem ter sido es- afasiar-rae cora dr, porque eu desejava nao estar
queridas. I s.
Um Sr. Diputado : A reforma do senado. O Sr. Cima Teixeira :Nao est, nao.
O Sb. .los Mara : Nao, a reforma do senado O Sr. Jos Mara : Mas, Sr. presidente, o que
ataca a conslitueo, e eu fallo dentro dos limites quiz dizer reunir-se os liberaes com os conserva-
da conslituico. Ha ainda outros principios de que
eu podara tratar, mas bastara estes.
Pergunto ^ws nobres deputados progressistas, e
elies nao me respandem; se querem ou nao a rea-
lisacao dessas ideas.
O'Sr. Joao Teixeira : O Sr. Araujo Barros j
Jeolarou que nao aceitava esta nossa bandeira,
O Sr. Auaujo Barros : Sou opposto a esta
bandeira ? Agora queeu se que esta a sua
bandeira.
O Sr. Joao Teixeira : Foi sempre a bandei-
ra do pariido liberal.
ri'roeam-se utros mn.OS apartes).
dores, e elegerem deputados que, era vez de repre
seiiurem as opioides de seus eoastituiotes, vo
disentir na corte os principios que devem ser dic-
tados a esses constitumos ?
Nao comprehendo isto, para mim theoria in-
teiraraente nova. Eu entenda que os partidos
elegam homens que fe achavam dominados das
verno imperial, o governo do Sr. Olinda colirio o
Brasil de circulares em que recommendava mais
plena e absoluta liberdade do vol.
Uma Voz : -E nao bouve!
Outra Voz :Nem uo Cear ?
OSr Jos Mauia :Qual liberdade do voto! O
nobre deputado o que v aqui v no Cear, v em
toda a parte; nao bouve eleiQo. 1
O Su. Araujo Barros : -a eleicao do Sr. Jos
Antonio de Figneiredo nao foi livre!
O Sn. Jos Mara : Qual livre I Houve ele
da) livre em parte alguma? Eu sei que o uo-,
bre deputado que me da esse aparte, quer que me
pronuncie tambera a respeito da eleicao de Sergi-
pe, e para ir ao encontr do seu desejo, declaro
logo que estimo e aprecio muto o Sr. Lopes Notto,
que o jolgo com todo o direito de ser deputado por
Pernambuco, mas que a eleicao de Sergipe foi de-
vida ao dedo do govorno tao smente (nao apoia-
dos, trocam-se apartes.)
O Sr. Jos Mara : Nao houve eleicao aqu,
nem ali. O qyo verdade que se apresentou uma
reaccao completa, o que verdade que o gover-
no vencen a eleicao em toda a parte como quiz e
como bem Ihe pareceu.
OSr. Araujo Barros : -Os Srs. Theopltlo Ot-|
toni. D. Manoel o oulros liberaes de grande nota,;
disseram que esta ele i gao foi a mais bvre que tem
havido. 1
O Sr. Jos Mauia : porque sao de grande i
nota, se fossem de pequea nao pensavara assim.'
Um Sr. Depuiado :Sao os cheles.
O Sr. Jos Mara : Eu j disse que nada teaho
com os chefes.
Exisliam.
Entraram
Sahiram.
A saber:
Exslcm.
Nacionaes .
Estrangeiros
Muflieres .
Estrangeira .
Escravos .
Escravas .
393 preses.
8 >
10 >
sn
249 .
35 .
5
1
60
3 >
353
Alimentados cusa dos cofres pblicos. 149
Movimenlo da enfermara do da 17 de inaio
de 1864.
Te ve baixa :
Manoel Gomes da Silva Jnior, febre.
Tivcram alta:
Gulherme Antonio de Siqueira.
Pedro Antonio C. da S. Pedra.
Movimenlo da casa de deteneae, nodia 17 de
maio de 1864.
Existian...... 351 presos
Entraram..... 11
Sahiram...... 12 1
A saber:
Existem....... 351
(Ha um aparte.)
67
Nacionaes..... 247
Estrangeiros... 36 1
Mulheres...... 4 1
Estrangeiras... -i >
Escravos...... 61
3 >
Alimentados a custa dos cofres pblicos___
Movimento da enfermara ao da 18 de
de 1864.
Tiverapi balxa :
Francisca Mara da Luz, interra i tiente.
146
maio
suas ideas, das suas opiniSes para reallsa-las, para tanto concluir.
po-las em pratica, mas acho que lima completa O Su. Sabino :Nao o deve fazer sem dizer-nos
anomala quo um partido eleja deputados para de- qual a sua poliliea.
pois saber os principios que ha de seguir I
(Trocam-se alguns apartes.)
Sn. Jos Mara :Eu nao posso crr que um
ministerio que manda fazer uma eleicao da manei-
ra por que esta se fez, embora recommendasse a
liberdade do voto, seja nm ministerio liberal.
(Apoiados.)
Sr. presidente, nao cheguei ainda qaarta par-
te do que pretenda dizer, por ter sido tantas vezes j
interrumpido e desviado do caminho que rae havia
tragado, eu nao pretendo roubar mais tempe ca- Francisco, escravo de Ignacio, Joaquim de Souza
sa, e deixarei por slo de tocar em muitos pontos; Leo, ferida contusa,
deixarei mesmo de explicar alguns apartes que Tiveram alta :
tenho dado nesta casa, e qne poderiam ser enlen-' Agripino Leandro dos Santos,
didos de forma dilferenle daquella por que eu de-! Antonio Francisco da Silva.
sajara que o fossem. | Quintiliano, esorav* do Dr. Gervasio.
O Sn. Nabor :Nao offenden a ninguem. Passageiros do vapor nacioa.il Apa, vinodo
O Su. Jos Mara :Estou certo d'isto. Vou por Par* e portos iDienaedios :
Antonio Das, Arthuv Nanoleao. Alexandi I
iioleo, Pedro d Ateanlara Miigalhes, sua senho-
ra e 1 escrava D. Haymunda Mana de Miranda
ei eu, depois
causa da extraordinaria desentelo-
Cao do casamento sao as botinas de sallo.
O pantufo que caleavam as mulheres da edade
media era o embry da bolinha, mas o pantufo
era estpido, desgracioso, sem prestigio e por isso
causn a desgraca de muila miilher.
A chinella, o sapato de entrada baixa, embora
ebeios de arrebiques, presos peina com o volup-
tuoso nastro de seda nao exeitavara seno pansa-
metilos lascivos : amor e penlieo Messalina,
Marin, Ninon e Marg&rida Ganthier ; foram infe-
lizes, porque nao usavain botinas. Foram marlsres
do sapato de entrada baixa.
Maria Magdalena rehalnlilou-se, porque trazia
nos niveos e beatos pes emolduralos n'uin calcado
muito seuielhaiite rainha do seculo.
Uma botinha justa, elegante, de propor^oes mi-
nsculas, cinglado um p pequeo, leve como o
de uma alveloa, continuado por uma |ierna rolica,
e torneada,'.robera por uma mea linissima, aira-
yez da qual trauspareee. o rozado da palla-, e ludo
isto sobre um alpeadre de saias rozagantes a va-
porosas, vendo-se urna renda aqui, um folho acola,
orna franja mais alm.... ludo isto aos olhos de um
ente sensivel um mundo de fehedade.
Ante um par de botinhas assim, dispara-nos a
herrada sella o amor, este eonyerte-se n'om deso-
jo, e o desejo sonta mysterio.-as delicia*.
Ora, a bolinha quo faz islo tudo iinpoe-nos reca-
to c respeito na sua caslidade e modestia, mas o
desejo da BOSse recr;see ; fi por lim para 0saciar-
mos declaramos a hellade qne seiiiimlo-uos inspi-
rados pelo seu p ousamos solicitar a sua mao.
D'aqui o casamente.
A regra geral esta.
Ha excepces, e essas eiicontram-se nas segra-
les especies :
Na botinha esltixada que serve s vuvas sem
heranca, s mies apoquentadas, e s tas da tor-
ce ira sec^o.
Na Botinha mercenaria que sabe i ra s para
lins Itticitos o descrdito de sua especie.
E na botinha A#genrraia, a qual calca sempre
um p grosseiro. mais digno do lamanco'e da bola
de si monte.
Esta aberracao encentra-se lanto na burgueza
como na>aristcrata, e sohretudo nas esposas e t-
Ihas de alguns bardes e coniniendadores. seja di-
to como parentheses.
A botinha tentadora, mas|austera, que revela
mysierios, mas nao os deixa ver, queseduz, afine
e encanta, e que nos faz sonhar com a virgem e
com o padre, essa o inais poderoso motor do sti-
mo sacramento, e os servicos que presta socieda
de sao relevantes o dignos de terem um altar no
cenlro deslas columnas aonde Ihe fago a popa.
J hoje as mes segredam s lilhas enomoradas :
Menina, queros que elle te espose, calca a boti-
nha mais elegante que encontrares, e mostra-lh'a
na ra a descuido.
E eu creio que hade chegar lempo em que os
namorados inverlendo a formula patrarchal sedi-
rjam aos futuros sogros nestes termos :
Venho solicitar-lhe o p de sua filha.
Gents beldades que Deus eavou Ierra para
nos daivni o ante gozo do Paraso, lembrae-vos
que uma mulher sem botinha's de salto urna mu-
Iher incompleta, pois como disse Stendhal:
Diru commence la femme, Partiste Fachve.
Se queris atormentar os mor taes, usae botinhas
de salto. %
E' do Sr. Cyrllo de Lemas esta poesa :
MIT.IIKU OU ESTRELLA T
Definir-te, forraosa, posso acaso
Se te escuto fallar, se nos leus labios
Vejo o fogo de amor lavrando em chammas,
E' mulher diz-me logo a voz do peito ;
Mas se vejo teus olhos pensalivos
Despedirem olhar sentido e trmulo ;
Se contemplo a belleza inimitavel
Que me faz remontar ao Deus supremo ;
Se admiro essa aureola de esplendores
Que te envolve n'um circ'lo luminoso,
E' estrella t me diz ento minh'alma.
Assim vivo ora em duvida, ora crendo
Ter emm dasroberto e distinguido
Sea belleza ideal.se esses encantos,
Que le servara de adornos seductores^
Sao sonienL do cu, ou se causen tem j
Da paixo acreilar o puro incens.
Se creio que s mulher, amo-te e muito ;
Deixo alegre correr meu pensameato
Pelas plagas ignotas do futuro,
Mil castellos dourados construindo,
Mil dse jos de amores saciando.
A' teus ps me supponho ; tea escravo
Obedeooao signal dos teus oleares ;
Teus caprichos de prompto satsfaco;
Teu caminho de flores ataaelo,
Me julgando ditos se un sorriso
Por instantes vagueia nos teus labios.
Se porm acredito que s estrella,
AjoeHio-mo a tarde, so appareces
Sob a forma de Vrtpet; miligandck
A tristeza quo o std deixa ao snmir-sa,
(tu enlo de.inan.tiaa. antes d'aurora.
Te comeinplo. no cu, ErlreHa-d'alva,
Mais fermola: tiiiinoV
*0 S". Jos Mara : J o disse uma vez, mas i Cont" eaeu maride Gandid HeteoJoro de Souza ^ar^lorrto ^""arnho
para satsfaz-lo repito que sou nm soldado muilo | Miranda, alfrraa Antonio W. Jansen ["?H"> q,w sacode ilas azas o sereno
s, 4 presos e 3 mulheres, Francisco Marques
Rodrigues. Francisco Candido de SonzaCabral,
Te saudando no anto mavioso.
OSr. Jos Mara : Entendo, Sr. presidente, obscuro o insubordinado do exercito liberal, sigo
0 8. Josk Maria: 0 uobre deputado nao deve que essa anomala foi a causa do desgasto, dessa as ideas liberaes, acho quo s ellas podem fazor a .
Ungir esta pergunla a mira, mas quelle lado lula immediala que se deu ua provincia de Por- felicidade do paiz, (apoiados da esquerda) mis s-. Francisco Rufino de SantAnna, Joaquim da ron- De qualquer w4o emlim eu te Hola.lru :
(olhando para a esquerda). Eu digo ao nobre de- nambuco. melo as deas, os principios, nada lenbo com *ea-oSilta^a escravos a entregar^ Joaquim de Coraaeslrella, i adoro, mulher, MW-|e,
putado que o partido liberal do Brasil existe e nao Devo, porm, dizer V. Exc. quo, se como Per- chefes, nao e8nro que elles rae deiu o santo, v a
Jia de morrer as maos do pariido progressista. nambucano lamenlo que homens que unidos po- sen.ha, mircho para onde entendo, pc.ra onda dcs-
0 Sr. Anjuo Barros : Est na cmara dos diam fazer inmensos beneficios ao paiz, se acltom cbro a bandeira do partido liborai, sem que s.eja
deputados
1 em lula abarla, coip.0 sa ucham os nobres daputa- necessario que alguem, me guie.
Mello Azeivailo, Dr. Jenmymo Cabral Rodrigues,
Dr. Francisco de Maltas D.ourado, Angelo Antonio No Courier {Jc ...
de Faria, Davina Alfredo Tasares, Francisco do noticia <^'r6 '*" cnconlra-se a seguint
Oliveira Lima, Melquades ^e %\mm, Jos Anto-1 'm g. ,, 'rf"a.u,*'0 do vaPor A[las ... ,
. -lu ".^ida da alfandega, que rondava no litoral
V*. redactores.fajaaji \* pessoa de quera Vv. Ss. receben .. anaarar sa*a-
cripto pela mi de meus IUImk. ., evfira raanV-
nuada publieaeo al arara' 1 taa, jaifun t
conveniente que a minlu rei.-ii a aanaHanananM
sempre.
Mas em attencao as renVxiVs fau* pnr n a.
lustrado cavalheirn a quem d--vi> ro|><
considei aeo, venho rogar a > /. S. an 1
mandar retirar do prh a Jila minha
denando aquel le ullrajanli- annunr
meille elaborado pelo- t d-
adquirir as vanlagens e s\iiqi.iiln.is ,pie m+t+r?.
I'iamenie sinto Hjtnrar fwn r^pmK.iv.q msm
do meus lilhos. porque .1- mna-i aar
ver manitado para pnN-iMer rriunualm-nt-. *n m*
resla implorar do puldii-o illtffr.fi......-!.>. a
da a desculpa eiiiitempl.ir 11 pira ..piella .|n*.
cuitada, nao tata o que fa/..
De \'v. |a\ ainiio I :i--iirnanle
dadaaM Cactus rVrrnni de n*rpn p. v Uwm.
FBUCAtES A PODO.
No mez re abril prximo Minio fui ntio-
do de 11:11:1 fi'lir.1. njtu |>-I- mo ciracter
queapit'Sjjuliui na iiivasn fui \g *tmet-
lido ao traiamenlo de um mcilico.
Aos medie.iuientos ai|ilii-.r|..< cmfoim*-
mente por tifi Imltil orofe** n 1 a
molcsiia. ipio niiirliiiiiloai e'-.i.li ajaBpa>>
eos ditt sn iiiaiiicsliiu iiiiiiravi'l. > c iny tal
fui desengaiiado pato nieii ref.ri !. n*>lB-
le, qiie classi(kou-r ebre Ijplmailu e aoav
selliou a iiiinlia fannli.i para > 4*rtM
me preparar dos soccuitim -ioi hi '.-s. ,|^e
a morie en inf.illivi'!. tale li.b. iHar-
tivo ns meus p.iii'tili's .pn/rr.uii -.\3t
Ultimo recurso, e para i-ssc U<\\ .limuraej
ao Ilustre liomeopallia u Sr. \iioii.-n. Xa-
vier de Smi/.a Fnnsi'c.i. > rom ipiinii. eslej
declamase qun o m mal m fvii fin >|iat
eslava era ineuravel. .1 ImI.ivi .1 r-r i.-.ar nav
dicaini'iilo.s pnr assim aeuiis.-lli.ir a i-.irKal.
Com piM/.er allinno, ipn- taja r un 1 pr.
I metra dse a murlifera Mam aWai>ii.i-oia a
segunda v lerceira adijuiri iiiinliis fi ulda-
des inlellecliiaes, sabimdn ji pro luzir > i|iie
pensara, e assim por dianle al.- c<>i)4>i*-ln>
raslabe'lecimenlo em que me acl is
Dos. Durante essa iwbgraaa cara Sr.
Auajustonao perdeu iiuiipu. nao iW-s
a susfacio Ua-M em seu -.mil,imt. 1 mam
isso fez se.n esperama da paga pnr 1 -. qu*
thlha scii-ncia de minii nimia p V
Su pois a lilla de recui i.i.n*h
me priva pagar a tan iialiil p*ofr*ss..r, aun
ceracao Suppriiido esse deeilo rem ;.
presente declarar-se cierna
prestimos!) raraiheiro.
Maio I "de ISlii.
Irissiihi Ucrriizin Curuen ilii C *.
rolrsi*.
A civilsaco niudiiii a qu.' tantos ammm 1
custado a humaiiiil ale, 1 Ha <' n-ianteearane mi Io-
ta com o espirito dupaa i... \~ 1,
passado negra, sobre o qual d mi
veo to denso que o 1 1 saaprr. anr*
que BjBjajen leem-se dr-.-uvolvido nunmma itmm i
dade verdadeiimenle meriv. i eni IVraaud.u.
sohretudo na fla-se. il'unde d.-via-n -11
com toda a energa ib- uma bmcm* cm-m A* vi-
da e de enthusia-uio pnr Indo ajeante tnaaVe
generean, ajaaaaaaai idiar dnaaaaaa araaVaaira.
Ao passo que por IinIo o universo prmt* r -a
lisar os sonlios dourndus da hnmmwljr tab-ira.
os acadmicos, nao dizemn- bem, .
oiles, procurara fazer ruiiaaf Mana nana
coodeuinadas. As di.-tinceuVs, r os.-Hiea-! i
classes, dManMajai aaaaaaaaaa, anaaaBBffjaa mar
ter cabimento entre os aataa anemna r-rri*i
mente enlre nus. onde r.-ma 1
dade entre os cidadus, s.'iid> ~..m- uW di^r *
dislincyo aquelles que. por aam asnees e virtn-
des, se tornaiiin ola' -
Np se comprehendo |is i|ue se p^ra ao forer-
no uma dislincco que separo e* acaaV micii d>w
outros cidados. Que utilidad ouMira dafci
resultar f .Nenhuma. Que pode | ell
car f .Nada, absolutamente nada. K' urna aVuar-
cao sem base, e cuja idea n.> era de ttmtm aV*
concebida por uma eorporac-J. d.maV mtamtmi-
devem deraanar os pnucipios de ifiialitade arv
ternidade para a raassa dos cidadau>.
A necessidade do espirito de cla-^o. aaa m
graudes arrmenlos de que so sorvrm para ,
tica-la. EsU- espirito, para u..-. nao pntk M
de uma distiueco puraiueme material catar r a
pedida, esle espinlo deve ser lilbu de ua t*i*rtpm
mural, de um principio. *ym/Nj/A, o qur -o r
pode conseguir rom uiu afatraan rtomoaj-"* Je re-
sino, o que justamente nao se da m aoexa Fanal-
dade. '
A emulayo tambem enleiuk-mus nao poete *-
rivar-se de senit-lhaiue causa Aqnrlio ajaw *
fr levado pelo desoja de instruir-*-, at> avaVr*
ser por essa frivulidade.
Quanto a economa no traju tanatea) < -am-
ina, porqae lodos sabem que os acamnaae*, <-tnt-
Ihem justamenle o laclo mai usado para ir a Fa-
culdade. Ksses moros pobres porlaana aao aaaV-
ro ter vergonha alguma em aureseatar-ae cana
um trajo pobre, pois ah arharao mintoa
iguaes. Alm de que ooonomia tao pe*
deve provir de outra causa rwnu da
laxa, que na realidade eutaso para 1
pobres.
Assim pois, nao ac bando funda moa
loavel que juslilique essa prvlenfo de
demicos, protestamos de aosa parle eaaWra Ua.
Racife, 18 de maio de I8M.
____*
Salsa de Kri>lai.
As enfermidades esternas produzom
zes resultados lem veis e se a macal
saiigue, o qual a causa das mofas, 1
Dea do seu veneno medanle o um da
de Dritol (o alisiersivo mais podkroo da
se conhecem) os doenles au s busrariam ai.
mi vo, mas sim tambem iransmubriaja ana
lermdade a seus l'nlius como uma taraaca
dita.
As pessoas de ambos os mim sonarn a
os periodos da vida, que esle adisaravol o 1
paravel remedio vegetal cura do un anaaira
fnia c radicalmente as (haga*, erupcio-*. -
nflaminacoes glandulares, rhuemalisaaaa a
mais molestias anloga^ iurluiama a_a_
merruriaes que d<;;,iiguiam 011 conlrahom a^
edes.
AcJrw-ha venda em kalna h r.
los badnareuliros d Brasil o 001 Periaanfeoop
Bravo & C. e Caors A ftirbosa.



Diarlo de rtrmamhm** julmta felra 1 de Malo de 1 4.
COR10 GfcHAL
i
Para o Rio de Janeiro
Illms. Srs. directores da companhia de navega- ( Mara Rodrigues do Nascimento, o qual lancou o,
can vauor do Maranho __^uiotiio Carvalho de ; termo de protesto do theor segumtc :
A meidaagentei d u eompauteTna cidade de Tormo de Kotesto._Aos 9 de malo de 1864, na I ~ ~ ___ Tlls do ..., O patacho nacional Cap*** segu impreterive.
SSktSBmS Bwuffi*. precisa para cidade do Reeife peante mim na sala dasaudien- telaeio d caria seguras viatas do nerle pele mente no d.a 22 do correte, s recebe algn
issovecn requerer Vv. ca comparecen o supnlicante por seu ba.tante i vapor. Apa-, para es senderes ahauo deca- carga miuda e escravos a frete, para os qoaes tem
bein de seu direilo, por isso
Ss. se dignem de autorisar o Sr. grenle nesta procurador o solicitador Joaqun) de Albuquerqne i raaos:
daie a que declare ou atieste em vista do archivo Mell<, disse peranlo nmn e as testemunlus nfra Augusto Fraoklio Moreira da Silva Guimarese
da mosina companhia, de-de quando o supplicanle assignadas que reduzia a protesto o cometido de Oliveira.
serve, e s deixou alguma vez de preencher os de- sua petico retro, a qual offerereu como parle do joa<|uim da Silva Reg,
veres'do seu cargo, concorrendo assim para que presante; e de como asssim o disse, e prolestou Comniendador Joao Baptista de Castro e Silva.
fossem ferdos os nteresses da dita companhia, ou aocei este termo ;eu Manoel Mara Rodriguesdo Dr. Jo capisirano Bandeira de Mello Flho.
se o supphcante desempenhou sempre as suas obri- Nascimento escrivao oescrevi, Joaquimde aidii- j0s Rodrigues de Souza (2).
gacoes eum zelo e boa vonlade que Ihe cumpria querque Mello, izidoro Moreira Cesar, Claudio i* Sebastio Jos da Silva,
ter na sua qualidado de agente. Duheux .
O suplicante teni conscenca de haver sempre E mais se nao continha em dito termo ae pro-
promovido os interesses da rompanhia na qualida- testo aqu copiado. ....^..t.st.unnnhas fa* publico que as'malas que tem de conduzir o
de de seu agente na cidade de Granja, ede algum tendnsuppbcanteprodiizido*"^S,BUI
xcel lentes commodos : trata-se com os seus con-
signatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo& C,
no seu escripturio ra da Crua n. 1.
LEILOES.
Correie ge ral.
Pela administracao do corrcio desta cidade se
,.....------...u.^, OUo.B..... tnaonbm"^lZ ,is^hram minh vapor nacional Apa para os portos do sul, sero
modo ate se disvanecc de ter concorrido, como en- sellados_e preparados >" lfp" nton(.' a3 fechadas hoje (19) as 3 horas da tarde : as cartas
correu, perante a assembla legislativa provincial ronclusao. e nelles ei e proieri a seuu,uv* u ad|neUJcJas j seguro scrao recebidas at 2 horas
do Oara, para que fosse decretada asubyencao
que e>ta companha tem daquella provincia pela
navegacao da linha co.-teira ale all.
Nestes termos pedo e espera o supphcante que
Vv. Ss. se nao recusaro a deferir a sua peticao.
E. R. M.
Maranho, 7 do margo de 1864.
Antonio Carvalho de Almeida._
Nos dias 13, 17 e 20 do correte raez, depois
Em vi*ta do que pede o supplicanle na pelicao E em virtude da qual o referid
tro feita directora desta companha, cahe-me passar o presente edita) pelo qual r
aclarar uue o supplicanle servio de agente da por citado e referido supphrado pa
. <- i J. _.*^ II.. ii .,,, n..-i,, iiii.i iluiitrn ili> in,li,"id.i m
^Hei^rlfistficada a ausencia de Lu.z Antonio> ^.JKW **>**
Ferreira dos Santos, que se mostrou achar-se em
lugar incerto,
editos
de mato
E
copi
E em virtude da qual
IEIIAO
HOJE
luiuia-feira s 11 horas.
DE
Cadeiras, consolos, commodas, mesas elstica e
de nutras especialidades, camas franceza, de ar-
mario, alm de outras de ferro, sofs, marquezas,
vira de ponto de partida para os olTerlas dos Srs,
licitantes.
Podeudo desde j os Srs. pretendentes examinar
as letras e a relacao dos devedores, existente em
poder do mencionado agente.
O leilo ser effectuado em seu armazem da ra
da Cruz n. 7o.
LEILAO
DE
Urna mobiba de Jacaranda, 1 commnda de dito
2 cabidos de amarello, 1 bid, 1 carteira, 1 mesa
com prensa, 1 mesa de pinho, I candelabro de :
luzes, 1 par de lanterna, 1 cama de Cerro com cor-
tinado, escarrad-ras, tapetes, figuras de porcela-
na, 1 relogio de ouro cora correnle e l dito de pa-
rede, 1 burra de ferro, faiendas, armajo. e mais
iitenc.lios exisleules na loja da ra do Crespo nu-1 suinpfos sa
O prolcnlaa(i.
Na loja de iivros de J. Notu-tra de 1m,
do Crespo, recebe-se assigaatiir* para
obra que se esta publicando na Batea.
RUFI'TACAO
do protestantismo comida em dezoii eptete* m-
derecadas a un amigo por oulro aiuigo i
.-igoa oFiel
lalin
A' vis do incremento, aue
mado insoleniemeiite o protestatitisn. pode ji aa-
severar sein exagerar, *|ue a dita cara roa*
a mais completa refutaro daaaeMee ncterataM*
principios. Mandada o'rganisar acta aaa a ve-
nerando metropolita, o seu autor uumninann d
unido mais salivatorio a mi*so V ana (ra ea-
carregaJo. o uiethodo, a lucidez com ana aa aa-
mero 10.
0 agente Simos requermenlo dos adminis-
trad >res da massa fallida de Joaquim Vieira Coe-
Iho & C, e mandada do lllm. Sr. Dr. juiz de di-
retro,
deelar
para que compare-
mesnu rompanhia na Granja desde que ella come- ga neste juizo dentro do indicado praso.
cou a funecionar, que sempre preencheu os deve-, E para que chegue ao conhecimento de todos
res de seu cargo com zelo e boa vontade, que le- mandei passar o presente que ser publicado pela
vou sempre envista promover os iuteresses ap iniprensa e afflxado nos bisares docnsUime. Re-
dita companha, e linalmente que sempre prestou cife, 12 de maio de 1864.-Eu Maaoel Mara
as suas emitas em forma ; nada constando at hoje Rodrigues do Nascimento escrivao o subscrevi
em cintrarlo do que o supplcanto allega e acuna
deixa declarado.
E' o quanto posso altestar.
Gerencia da companha de navegacao vapor do
Maranho, 8 de marco de 1864,
O gerente,
Jos Joo Altea dos Santos.
Illms. Srs. directores da companha de navega-
cao vapor do Maranho. aballo assguado,
leudo servido de agente da metala companha na
cidade de Granja desde que ella coim-cou a fazer
a navegacao da linha costera do sul d--sta capital
at a do Ceara, mediante a reinuneraco de um
cont de ris por auno ao principio, e depois por
oto ceios mil ris al ltimamente, promoved
sempre os interesses desta companhia, desempe-
nhando as suas obrgacoes com zelo e ponlualida-
de, e prestando as suas contas regularmente como
nao pode ser iguorado deta merilssima direc-
tora.
Succedendo, porm, ser dispensado o ahaixo as-
sianado da comniissa em que. se. achava, sem ter
juaneado irregularidado alguma, como se prova do
atteslado que Ihe oj dado pelo Sr. gerente desta
companhia, tolva lmenle, como parece ao ahaixo
assignado, por desojar esta merlissima directora
cortar maiores dwpezaa jiara bein dos interesses
da companhia, nomeando como julga o abaixo as-
signado quem sirva por menos honorario do que
aquelle que o mesmo abaixo assignado estava per-
cebendo ; propoe-su elle a continuar no dito cargo
de agente naquella cidade, sem percepdk) de ven-
cimento algum em uinato e-ta companhia nao po-
der occorrer a maiores despezas, |iagando ella to
somonte ao liel dos rmateos cargo da airara
(quem quer que elle for) o ordenado de 200,3000
annuaes.
O baixo assignado tendo servido companhia
desde o seu coineco, e eiiqienhando-se sempre |iara
que ella atlinja o grao de pros|ieridade que fora
para desojar cuiiseguir-se, (juizera concorrer com
o seu fraeo contingente para q e tanto se realisas-
se, e de.-l'arte, como fcil avahar, ver lamben)
prosjierar e desenvolver-s" o coinuiercio com todos
os demais ramos de industria de sua locahdade.
Neslas circumstamias espera o ahaixo assignado
a reaotoeio desta meritissima direcloria.
Maranho, 9 de margo de 1864.
Antonio Carvalho do Almeida.
Rerehi do lllm. Sr. major Antonio Carvalho de
Almeida, agente que foi desta companhia de nave-
gacao vapor do Maranho na cidade de Granja,
a quantia de oito ceios e trinia o quatro mil seis
centos e noventa e dous ris, por saldo de conta.
Maranho, 10 de marco do 1864.
Rs. 834^592.
0 gerente,
Jos Joao Alves dos Santos.
rido escrivao fez primeira vara criminal em exercicio da do D"
' especial do commercio declaro, que as au-
diencias continan) a ser nos dias de se-
gunda-feira, mas s 9 horas da manhaa em
quanto durarem os trabalhos do jury e fin-
dos estes, s 1 i, como estava estabelecido.
0 escrivao do juizo especial do com-
mercio,
Manoel Mara R. do Nascimento.
Tristao de Alencar Araripe.
LEILAO
DE
DECLAR1C0ES.
COMPANHIA
DO
Nao se tendo reunido numero lexl dos
Srs. accionistas para ter lugar a assembla
geialannuHCiada para lioje, sao novamenie
convidados os mesmos senhores a se reuni-
rein no da 20 do crtente ao"meio da no
escriptorio da mesma companhia, afim de
exauunar as contas do semestre find', ap-
provar o ornamento do semestre vindouro,
proceder-se a eleico da nova adnohUracSo
e tratar de diversos negocios constantes do
relalorio do Sr. director, prevenindo-se
desde j que na conformidade do ai t. 16
dos estatutos a reunio ser considerada
completa e lera effeito com o numero de
accionistas que comparecer neste dia.
Escripturio da Companhia deBeberibe, 13
de maio de 186i,
0 escriplurario,
Marcolino Jos Fupe,
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo jtara fornecimenlo do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guimos :
Para os hospital militar.
Potassa caustica 1|2 onca, almiscar 2 onc.as, an-
gehn 2 oheas, parisiana 4 libras, gomma de bata-
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA
GEKM\N0 &C0IMBRA.
9a Recita da asslgaatura.
SABBADO, 21 DE MAIO,
Subir scena o interessante drama em cinco
actos,
LUZ DE CMES.
Fazendas como sejam:
Vestidos de seda e de la, manteletes, chapos
para senhoras, chitas, cassas, lencos de linho,
bretanha, madapoloes, algodozinhos, camisas,
cohetes, espartilhos, chales de la, brins de linho,
grvalas, luvas, loques e outros artigos.
HOJE
Thomaz Teixeira Bastos, tendo de ir a Europa
tratar de sua saude far leilo para liquidaco e
por ntervencao do agente Pinlo, de todos os ob-
jectos cima mencionados existentes no armazem
da Exposico de Londres ma da Cadeia n. 60, s
10 horas em ponto do dia cima dito.
Em continoaco annunciar-se-ha o dia para a
venda das perfumaras, miudezas, obras de ouro
com brilhanles e mais objectos do referido ar-
mazem.
PERSONAGENS.
Luiz de CainSes........... Germano.
Carlos de Mendonca.......
D. Pedro de Athayde......
Fernando de Noronha.....
Ruy da Silveira...........
D. Rodrigo...............
Amonio, escravo.........
D. Camarina de Athayde...
Laura, criada..........
Um criado
Thomaz.
Coimbra.
Lisboa.
Borges.
Guimares.
Victorino.
D. A. Marquelou.
D. Leopoldina.
Leonardo.
DE
15 barricas roiu nozes c 10 ditas com
familia di reino
ME
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer de lo barricas com nozes c 10
barricas com familia do reino era um ou mais lo-
tes vonlade : quinta-feira 19 do correnle pelas
10 horas da manhaa no armazem do Annes.
LEILAO
DE
88 pecas de chaiv, ti ditas de la, 29
chi'Iocs com bicas de aljtodo, tiil
rozas de hot>sde cifre para col-
letes e paletot*.
(Com avaria.)
Sabbado 91 de malo.
O agente Pinto far leilo requerimenlo de
Henrique & Azevedo, em presenca e com autori-
sago do cnsul de Franca e por conta e risco de
quem pertencer de um caixa marca H&M n.
1531, com os objectos cima mencionados a qual
cahio; o leilo ser effectuado s II horas do dia
supradito no escriptorio do referido agente ra
da Cruz n. 38,
LEIUO
DE
COMMERCIO.
NOVO IU\C(I DE PEIMHHIICO.
O novo banco de Parnanihuco paga o 12 divP
dendo a razo de 9 por ac^o.
EM 17 DE MAIO DE 186*.
O banco desconta na prsenle semana a oito por
cento ao anuo al o praso de quatro mezos.e a nove
por cenlo at o de seis mezes, e faz empresUmac
sobre ttulos commenriaes, e toma saques sobre as
pracas do Rio de Janeiro e Haba.
Alfaadega
Rendimento do dia 1 a 17........
dem do dia 18.................
fc|7:337J933
31:962^530
418:5191663
Movlmcoto da alfandega
Voluraes entrados com fazendas.
t t coin gneros..
Volumessahidos com fazendas..
t t com gneros..
181
272
------456
66
759
------ 825
riescarregam no dia 19 de. maio.
Barca ingleza RonnlAmercadorias. ,
Barca francezaSaint Deuisdem.
Patacho hespanhol Yol -sal.
Brigue iwrtupuezFlomla -diversos gneros.
Recebedoria de readai loternas
gciMcs de Peraambiico.
Rendimento do da 1 a 17........ 16:5405088
dem do da 18................. 1:7t.7iS6
18:31353i
MOVIMENTO BO PORTO.
Nnuios entrados o dia 18.
Para c portos intermedios 7 das e 13 horas do
primeiro por lo e do ultimo 9 1|2 horas, va|ior
nacional Apa, de 917 toneladas, commandante
Io lenle Alrofurado. equipagem 52.
Lisboa das, briguc portuguez Ftorinda, de 223
toneladas, capito Jnaquim Augusto de Souza,
etpiipagem 11, carga varios gneros ; a Amo-
rim Irmo.
Bahia5 dias, j.atacho nacional Pattna, de 175 to-
neladas, eajiitao Manuel de Az.evedo Canario,
equiparon) 9, carga 8000 arrobas de carne a
Bailar & Oliveira,
Saludos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrigne nacional Almirante, capi-
to Jos Moreira Maia, carga assucar e outros
gneros.
Rio-Grande do SnlBrigue nacional Esperanza,
apito Jo- FernanJes Teixeira, carga assucar
e agurdenle.
EDIT1ES.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe offleial da m|-
riaJ ordera da llosa e juiz de direito especial do
Mui(iK.-rcio nesta cidade do Rente de Peruam-
bueo por S. M. Imperial e Con-litucional Sr. D.
Pedro II a quem Deus guarde etc.
Faeo saber aos que o |>resente edital virem e
delle noticia tiverem que por parte de Manoel Pe-
reir Lemos, me foi dirigida a pelicao do liieor
seguiule: ,.
Iilm. Sr. Dr. juiz do commercio.Manoel rVrw*
r* Lemos, quer protesijr conira Luiz Antonio Fer
Urna linda parelha de cavallos pretos e um ca-
vallo para cabriolet ou montara pelo agente Al-
meida.
HOJE
ao meio diana esquinada ra do Crespo junto a
A empreza, sempre que pode, langa mo do pre- luja dos Srs. Maia A Irtiio._______________
ente drama, por ser elle querido do publico, pois ~ _^
que Ihe recorda os assombrosos fetos do grande *\*r ^*I poeta guerreiro, que depois de taas gloras ac- V_3 ^fUTS Jv.
bou no isolamento e na miseria. Vw< ^-^^ ^-
E' um magnilico exemplo I # i > ot>c IM
ta 2 libras," lahca aguda 1 libra, lios de linho 24 Terminara o espectculo com a linda comedia 1M Illas lia lili (ir la lli'li (le 0,O0o,14
libras, oleo de mero 1 0115a, feto 2 oncas, oleo de ein um acto, ornada de msica, 1 _s gaiwIa S 084 532 CH1 letras e
cucahiba I libra, anguessugas 24, cubebas2on- m_l1-^, ,. ,,*..i,mwm, "' aMll'in .
gas, oleo de puntas de viado 2 ongas, mantriga de IriOUla^ilO e VeiltUra, 283,10 TS. C1U Vales-
antimonio Songas, sulfrelo de jiotassa 1|2 libra. na ,oinam parU, a Sra. D. Antonina Marque- Sexta-feira 21 do correnle s 10 horas em ponto,
O agente Pinto far leilo requerimenlo dos
administradores da massa fallida de Antonio Pe-
reira da Silva (com loja de fazendas na ra do
Crespo) e por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz espe-
cial do commercio, das divida? activas, perlencen-
tes referida massa, s 10 horas do dia cima di-
to em seu escriptorio ra da Cruz n. 38.
LEIIilO
DE
Urna casa terrea na ra do Alecrn!
11 limero fo
Terca-feira 2t de malo ao
nielo dia.
O agente Olimpio por ordem de urna pessoa que
se retira para fra da provincia vender em leilo
a casa terrea pouco lempo acabada sita na ra
do Alecrim n. 65, em chaos foreiros cmara de
Olinda, a qual paga de foro 5D0 rs. por auno. Os
pretendentes desde j podero examinar a referida
e para qnalquer informago [tolero entender-se
com 3 referido agente no pnmeiro andar da ra
da Cadeia n. 48, aonueser effectuado o leilo.
ao trau.los. a erudieo ntorira, .
armas do raciocinio mais forte e virtomo, nar H
mesmos recom.nend^m aKefotario ftmu
tantismonao s ao clero por uri afe -
nada, mas a lodo verdai rhni> ne wntmm
os dogmas e a doulrioa da religo cathotira af-
tolica romana. "
aA 0b" (,ar ,M" de qiurm (wi rana
2.W paginas Klo menos ; preco **.+rm*mn i
.. .**' e f01- cousequencia nvs nn>ltei> pos-
sivel.
OeAior.
Quem quizer vender taes objectos, apresenlem |ou e os Srs. Lisboa e Teixeira.
Comegar s 8 horas.
AYISOS MARTIMOS.
Ctimp-iiihi.i PernambHiaaa
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 23 do
corrente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
forneciraento do arsenal de guerra 16 de maio de
1864.
Aifon'o Pedro de SA Barreto,
Coronel presidente.
Sebastio Jos. Basilio Pyrrho.
Vwgal secretario.
O cidado Manoel da Silva Ferreira, juiz de
paz do 2o districlo da freguezia de Santo Antonio,
contina dar audiencia as quarias-feiras e satina-
dos, s 10 horas da manhaa, na casa de sua resi-
dencia em a ra Dimita n. 10, primniro andar;
sendo porm esses di.is empedidos, dar audiencia
nos dias antecedentes ao meio da. Despacha des-
de as 8 horas do dia s 5 da tarde.
Consulado de IWiugal
Por ordem deste consulado o agente Almeida po-
ra em leilo no dia 23 do correnle, porta da casa
ila asociaco commercial, dos segointes bens per-
lenceules ao espolio do finado subdito de S. M. Fi-
delsima Joo Biptista la Rocha : urna casa na
Ponte dos Carvalhos, so com a armago, e 2,700
telhas, avahada por 90$, os escravus, Berna do de
lOannos, e Lucina de 8, avahados, quelle por
930,5, e esla por 650,5.
Delegada de pliia do Io distrido do
lermoda riadc do Krif II ^e
maio de 1864
Foi aprehendido e ac.lia-se ree.nlhido a casa de
detengao um escravo de nome Jos, o qual declara
pertencer ao proprietario do engenho Massangana,
quem se julgar com direilo ao mesmo dirija-se
delegacia de polica do Ia dislricto do termo desta
cidade.
Foi tomada a um menor urna lenta de prata,
quem se julgar com direilo a mesma procure-a na
delegacia do primeiro dislricto do termo desta ci-
dade.
O delegado,
L. A. Martina Paraba.
O hospital militar desta guarnigao contrata
por um trimestre os gneros declarados na relago
que a este segu. Os pretendentes comparegam
no dia 21 do corrente, pelas 10 horas da manhaa,
com suas propostas em carta fecha-ta na qual de-
clare o menor prego. Hospital militar de Per-
nambuco, 16 de maio de 1864.
O escrivao,
Jos Marcelino Alves da F->nseca.
Relarao a que se refere o presente annuncio.
Assuc'ar refinado lino, aletna, arroz pilado, aze-
te doce, bolacha, bo|achinha ingleza, bolachinha
de ararnta, biscouto, banana, carne verde, carne
de porco, carne salgada, chocolate cafe muido' !^ionll ClJ//o/(I> tem parte de seu carregamento
LtlL\
DE
Xavegaco costera a vapor.
Farahiba, \atal, Maco, Aracaly, Cear e Acaracu'.
o dia 21 do corrente s 5 ho-
ras da tarde segu o vapor Pa-
raluiba, commandante Marjjns.
H.c'be d sde j carga at o dia cavallos e caldeia torca 'e 20 c vatios
20. Encommcndas, passageiros Sexta-feira 20 do corrente ds 10 1)2
e dinheiro a fele at s 3 horas da tarde da dia horas
da sabida : escriptorio no Forte do Mallos n^ 1.1 0 agenle pjnt0 fara lo|So renuermenlo do ad-
l'ni machina perpen"icular de serrar
madeira com vapor terca de 14
ministrador da massa fallida de Kostron Kijoker &
C., c por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, da machina, vapor, e caldeira cima
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer Lora pa-
ra o exercicio de sua pi*e-
fissao, chamado por escripta,
Aos S.000S0O0.
Corre amanha.
Sexta-feira O do correnle mez se e.\-
trahir a primeira parte da terceira lotera
da Santa (lasa da Misericordia, no consisto-
rio da ifreja de N. S. do Rosario da
freguezia de Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quintos acliam-se
venda na respectiva thesouraria ra d<
Crespo n. 15 e as casas cotnmissionadas.
Os premios de 5:000r>000 at 10300i
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
Xavegaco costera a vapor
AlareiO C CSCa'aS. 10 i|2 horas do dia cima dito no seu escript.,..
No dia 2o, segu o vapor Ma- ra .la Cruz n. 38 pudendo os pretendentes desde ate as 4 horas da tarde, e OS outros no Oa
mangitape, commandante Moura, j examinareiii os referidos objectos no gazometro seguinte depois da distribllico das listas.
' no^eu escrhiono ser5 P3^08 uma hf,ra del)0S da "tracac
s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 24; encommendas,
passageiros e dinheiro a frete
al o da da sahida s 3 horas da tarde : escriplo-
1 io no Forte do .Mallos numero 1.
"COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaeo costera a vapor.
Parahvba, Natal, Maco, Aracaly, e Cear.
No dia 21 do Torrente s S
horas da tarde seguir para os por-
tos cima indicados, um dos va-
pores da companhia. Receber
carga at o dia 20. Encomien-
das, passageiros e dinheiro a frete at 3 horas da
larde do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Mallos n. i.________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costera vapor.
Macei e escalas.
No dia 25 do correnle s 5 ho-
ras da tarde, segu um dos \a|>o-
res da companhia. A carga ser
recebida at o dia 24. Encom-
mendas, passageiros e dinheiro a
(rete at o dia da sahida as 3 horas da tarde : es-
criptorio no Forte do Mallos n. 1.
Pura a Buhia
pretende seguir com muita brevidade a escuna na-
(fabrica de gaz).
tyn carneo, cha hysson, cognac inglez, carvo em
saceos, doce de goiaba, doce de banana, farinha de
mandioca, farinha de trigo, farinha *He ararula,
f'-ijo prelo, frango, galinhas, leite, laranjas, ma-
carrao, manleiga ingleza, manteiga de porco, mar-
nielada, ovos, pes de 2, 4 e 6 oncas, lenha em
acha*, rap, sas, sal, toucinho, tapioca do Mara-
nho, vassouras de piassava, vinagre de Lisboa,
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo c C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.
Rio Grande do Sul
Vai seguir com nrevidade a barca nacional Ami-
- zade, outr'ora Recife, recebe carga a frete commo-
vela de spermacete, vela de carnauba, vela de ce- ao para 0 aue trata-se com Rallhar & Oliveira, ra
ra branca de meia libra, vinho hranco, vinho de ai Cadeia n. 26.
Lisboa, vinho do Porto, vinho genuino. '----------------------------;-------:--------------------------"
Para o excediente. ti t'ii n ilih til' t II tii'i f<.
Lapis em duzia, peonas d'aco em camnhas, pa- ff''*" "lU ,,C J "."C'' "
pe almaeo pautado em resmas, papel de Indlanda, o brigue Belisario segu com brevidade. e pode
marca grande em fothas, tinta preta em garrafas, receber alguma carga : trata-se com os consigna-
Por aiuguei.
Sanguesugas.
Hospital militar de Pernambuco, 16 de maio de
1864.
O escrivao,
Jos Marcelino Alves da Fanseca.
tai ios Marques Barros & C, largo do Corpo Sauto
numero 6.
reir dos Sant"*. seu devedor de tima leltra da 'ra das Larangeiras ou do Imperador, em casa de
quantia de 2294780 '
1839 quatro mezes
rompida a pivsenw.'"
Para o Rio Grande do Umi
pretende seguir coto muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
Pela subdelegada do Peres foi apprchendido o capitn Beiarmino dos Santos Pinheiro a bordo,
e recolhido ca-a de detencao tim rapaz de cor ou na (iraca do commercio.
parda acaboclado, iior suspeiio de ser escravo por -_--------=.r---------;-------;--------------
ter as costas be cicatrizadas de marcas de baca- Par? Rl! *eJumro, a frete barato, esta
Iho, e que nem qniz declarar o seu verdadeiro oarregando o br.gue brasileiro Imperador, de b-
nome, e nem onde morara, pdet-r a idade de 17 '"a^^lm/f"*0S,S. "?n*?* a lra,a,r
sisa ^nsnswn = EIi-~--- 4
rasgada c |>aletot de panno, descalco e sem chapeo, ao -'""^r":.------------- --------______________
ora diz chamar-se Ventura e ora Manuel, nao sa-. KiA flA .Tj)TlAl*n
tiendo ao cerlo a ra onde mora, duvidando ser a | ^ uo "'
O noVrt veleiro patacho Polycena, capitao Cy-
>IIUO
Sexla-feira 20 de maie s 11 luirs
rl* Por conta e ordem de quem pertencer o agento
Euzebio vender em leo o seguiule :
Um carro de 4 rodas com arroios de metal prin-
cipe, ludo quasi novo,
Um sitio defronte da igreja dos Afflictos casa
em caixo, com 300 palmos de frente e 1,000 do
fundo.
Um predio bom novo do cusi superior a 12:0003
seudo casa de porta e 7 Janellas,4 quarlos,2 salas,
cosinha l'ra, cacimba, tanque para banho, bastau-
te ps de larangeiras, sapotas, e oulras arvores, e
jumo a esta 3 ditas pequeas edificadas no prin-
cipto da ra da Amizade, Capunga Nova es-
quenla entrando pela estrada de S. io> do Man-
guinho ns. 21, 24, 23 e 26, na casa grande mora o
Sr. Antonio Roberto Filho.
LEIO
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CAS* ll\ FOKTIJVl
AOS 5.000,000
Bilhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costutue
O abaixo a*signado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilheie. garantidos o bilhete inleirn n. tSU
com os 5:0005. o meio n. I7D3 com 1:2004 e 0
quinto de n. 740 com 3003, e oulras mudas sor-
tes de 1003, 405 e 20-5, da lotera que se aeabou
de extrahir a benefteiu do Cymnasio, convida aos
possuidores de ditos bilheles a virem receber seus
respectivos premios sem os. deseuntos das leis em
seu eslabelecinienlo a ra do Cresiw 11. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilhetes garantidos da primeira parte da terceira
lotera da Santa Casa da Misericordia que se ex-
trahir sexta-feira 20 do corrente.
Precos.
Bilhetes nteiros..... 6*000
Meios.-........ 35000
Quintos........ 15200
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 55800
Meios......... 25780
Quintos......, 13100
Manel Martin* Fiuza

DE
Sobrado de 2 amlares di rna d s
Amias-' o- es n 70, e um dito de
um audar e soto da ra de Saoia
11 a n 75.
Seita-feira 2> d* corrente as M oras em ponto.
O agente Pinto far leilo com autonsaco dos
liquidatarios da masa fallida de Jos Antonio Bas-1
tos dos predios cima descriptos pertencentes
mesma massa. s 11 horas do dia supradito em
seu escriptorio da ra da Cruz n. 38.
DE
Urna casa de eampo edificada em ches
|irup> ios, e sitie com cemmod s com
820 palmes de freule et/0 de fun-
do a beira da estrada de Joo de
Barres.
Sexta-frira 20 do correte as H 1|2 horas.
O agente Piulo levar novamento a leilo uma
casa com 2 salas, 4 qua tos, l gabinete, dispensa,
cosinha, tres quartos fora, terraco na frente com
grande sitio terceiro depois do da cscala) com
mangueiras, jaqueiras, eoqueiros e larangeiras ; o feiras, porm, na villa do Cabo.
O padre Tranquillino (]abral Tavares de
Vasconcellos, ng.dor interino do Cymna-
sio, tendo de celebrar uma missa pelo re-
pouso eterno do professor de philoophia o
Dr. Jos Raymundo da Cosa Menezes, con-
vida aos Srs. professores e empregados des-
se eslabelecimento, assim como aos amigos
do finado assistirem esse acto de randade
e religio, na capella do me-mo Gymnasio,
no dia 21 do corrente pelas 9 horas da
manhaa.
Grande galera de vistas mt>
demias.
Ra da lape alrix :a.
Todas as nuiles enVciivas.
O director deste salo far nudanra de nava
vistas s 8 e as 8 l|2 horas. O sala aura jamo
das 7 horas em diante. Knlra-la 5H rs.
Iest'ja-se fallar c s de Carvalho, ijne residi M Kw le Ja-
neiro, e como se ignore onde niora U/.-ne o
presente: na ra lai^'a do Rosario n. 3*.
segundo andar, das t s! da luinha tete
i s '\ l|i da larde._________________
Nesia tyimgrapliia precisa->e l.i '.r
Sr- Francisco Pereira Lago?.
mm mmm-x ***.**
j^Sociedadr Recrratna \a I hm <>;
j De ordem do lllm. Sr. presideni*- W Mg
S convocados os Srs. BMiei para se r-iiiu- 3
jPj rem em assembla geral domingo 22 11 ^
]G correnle ia 10 horas da manh-t. atim -U- 'j
^2 procederem a eleico da nova d
41 que tem de fum-nonar de maio a novea-
"j bro prximo lindo.
2 Sala das ses-e da MkM R^rea-
X| Ufa Nora l'nio, 10 de raim de IXGV
0 t* s**reiarw.
Pereira.
Fugio no dia 8 de fevereiro de?te itw, lo
engenho Cuidahi da freguezia de Karmro. a v
crava parda Juseplia. com os segointes signaa :
alta e cheia do cor|K, cabellos raraptnltos, icrHn
grandes, e tra-los sempre |-nicailo<. tem d*i ti-
tula embaixo do queixo. proveniente de imm dar
ilc (lente, ipie creio ja M fecha-la. inven ereoa
ti ns calicllo-. rose bem vo-lura rba e i-nfmmta.
go>la de andar bem (rajada, poiein nimio saftu,
jnlga-se que. e*iar cou, o ni'ine mnrfado, e >*'*
por torra em qualquer parte : quem apivrheti-
der e leva-la ao proprietano, n referido mn-ntn.
Antonio ila Itocba II. Cavali-anti. ou o ReeitV ao
seu correspondente o Sr. Joo ile Mqueira Ferrio,
ser guncnxjmeiiic reeoiinwn-a-l"._____________
Acha-se ainda fgido d-s-le 12
1862 o escravo Antonio, ptimo oflirial de safalei-
ro, com os signaes seguintes : all*, t^en iIh rt-r-
po, sem narlia. caliera Cinprida e |Kilihla aara
traz, testa bein >ahenle, oIImis iieipien-'
beicos gramles e virados, e tem em omdVIle*. *
me" nao enjiano, uma cicatriz quasi Piimuto.
creio ser no Meo inferior, proveniente te umr
queda, que visivehih-nte ve-se, r> pre-enla fer V*
annos ou mcns, anda milito moco, falla nanrae
brando, porui Uein. |ir ter rindo peipeno de An-
gola, a ser criado no Rio FivimiM, e de|N* -ea
senhor o finado Joo Pinheiro Ctele. nwate para e Heclfe, on^le o comprc em II ile pinte) na
IbM. Bnmwee ejna alto anda iraiaihand en al-
guma loja de sapaleiro no lien fe, o.-.- .lumeMe.oa
em algum oulio luyar. R-imini-'inl
toridacles polet quer pessoa, de appre|ieiide-lo e b;va-l> a e*jre-
nho Cin.laln da fn-gu-zia de Birreir.^. M ii
ISSianadO, MI M sen (rrc-|Mni.V-le B-"et*
Sr. Joo lie Siqneira Ferro. na ru iloljiieimad.
que sero bein r Anl iiioOa K lloll.inda l.ivaW-mu.
lec(Hitni-avi>>.
Salx'inlo eu pliysicameule queoronlra-a'i> fme
o digno Sr. Carra*n*M m ditann m-cnr iv>t^ mtm
coiiceiluadissiino Ih-irio d' Pernamhf-;.. .-ni
posta ao inu primeiro aviso centra m >"
do primeiro andar de um ilos predi-i* d.i ra la*j.
do Rosario, nao d-fesa feita p.-l-,-
siin cpontaiieaui'nli' init-rpie' ol.i aatn ducn '^*r-
raapaua em auxilio daquehes e.is mi-jorn
ciiciuivi-iiilio tendo a iluer-llie -| I
o eximio Sr. Carra-pma aKu-le *>- m>radv<'
segundo andar, > erroie-.i e ni fumlaiie-o:
causa ; e perinilta-me dizi-r-lbe qm- o Sr iUtrax-
pana lalla a venale, per quan > ni iwella *
que OS >ei|s C0iislituniti"> uianife-Uraiil a.pe U e.--
leuma ou eftVrvesreneia tima il> |t>ene.> Itejw Me-
cho, o uobre interprete d is >l -linq irt>> .
em companhia ilo Sr. insferl ir I *?
gpgnndo andar, saber a caos. >h> mun iitte tei-
Xou toda a vi-inli:inca n'uiu complrlo al.
lo:o iiue eu liles conlc u m coi 11 te, bu $r. Cr-
r.isiana o primeiro que brad.iu cnira lal #r.vnV
iiienlo ib.- Iiouicii- te gro>seiro-. e it e.in ul ve-
hemencia que a' me f.z a l>Mira -le | .i.rar ntm
eadeira, su|ipondo que VttH |miw-!-c AiliMato-
Ihe o vocabulo /v/i/cu m putnH-i, | a- n'm me.
considero to pecunioso c un i o iligno irra-f*a.
Para mecorrigire sabir d. i^ixiiaiNi.i nal njnj m-
lalHiro, neces>iio da f.uiiii lia que ao ruMve Onanj
pana sobeja. Je sois touj.n- le- virtre .^Ir-
i) aune i i| i lua ri-inla
O abaixo a-sij!iiail", irin. da rmtlrana te
X. S. ilo Livrameiilo, p.-il- eoearernUmeitle ir-
mo thesoureiro que Ihe d delimeao te im re|ai-
itneuloque iiielliii eui BtJt para str pao da*
mensaliilades que II- est. a ib i
sent nao tem tido ile-pacho algum.
Franei-eo Themnleo la F.-nseea.

\a lui esln-ia de Rosario n. 34
Advog-ado Affonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
leilo ser efreeiuada as 11 1|2 horas do dia su-
pradito na da Cruz u. 38, escriptorio do referi-
do agente.
DE
Cognac e wisky.
SeVa-lVira 20 de corrale a
O fiscal t'a freguezia de Santo Antonio pre-
cisa para o serviqo da limpe/,a da mesma de dous
serventes : quem es tiver entenda-se com o mes-
mo flseal no pateo de S. Pedro n. 4.______
Olimpio Doruellas (.amara pailxipa
(ieilavel publico, que do dia 10 ite rivrente malte
1864 por dianU-, se assigoara em lA* o* vw ne-
gocios, IralM, etc., ele, por Ubiqno ia-Vi ta
Silva: porm as reparlieiVs publicas vtgovara a
sua anliga firma al o liui do ovr. nte nnnri".
prmcipiahdo sua nova lima naqieiU ni Mrtfin
em vanle, rom > novo exen m-m> de l't a W.
Nenie l'io i'eviUr Ytmm-M m.
De ordem da directora convido ao* s-inhe --
cios comparecerem no dumingo 2t lo euneni.-.
s 10 horas da manhaa, na sala das e-i.--.
de constituirein a >osao ordinaria ta
geral para ser aprcseniado o relalorio lo
lindo, e bein assim para tratar de nrgueio* m
tantea, pelo que a mesma direcloria neta nw
falla, por quauto ja por ituas vezes nao e ten
nido p< r falla de numero.
Secrelaria do Monte Po Popular Pern
17 de maio de 1864.
Dernardo FaJrao de Swua.
I* ntrerio.
9; saccada em 7 de Janeiro de urna Maria Bacelina : quem tiver direito ao pr.ano Antonio de Quadro, segu com brevida-
zes fe nraso, atim de ser nter-! mesmo, co.npareca para se averiguar a posse e de; rorete carga a Irete e escravoS Praoe qnaes
fao.tporqse o supplicado este-'dominio, subdelgacia do Peres 17 de maio de tem excedentes commodos : trata-se com Miguel
AdS seiihurcs rtMBfiXUialcs.
Pelo presente avisare a ntenta cnnunivriai
les que nao lacain !M'K>m-io al^um coin mm -vten
da quaiilia de l:20U. saca la peio Sr .\.nH de
____ i htra J!S^TGZlS^^y!^^ ti^J:AZ&90**
O agente Pinto far leilo com aulorisaco do rtevedores da mesma firma, que venham pagar seus JSava a rente^a la tina t|iaaiiniiaS ,
Mlin ATTKNC10
Sr. cnsul inglez e p<>r conu e risco de quem per- dehitos ate o da 15 dejunbo, uepois ae>ta oaia ------------..-------,----------- .--------
tero de ser entregues os mesmos a um procura- "" fnamL a ,"orn,,- -
1864.O subdelegado,
Alexandrino Martins rorrea Barros.
O engenho Bruno, com suas Ierras de planta-
ja ausente em lugar incierto, requer V. 8. digne-se
admilti-lo a justiliear a ausencia e sendo quanto
baste o julgue por sent-nea mandando passar carta
edilal por 30 das na forma do e.stylo. Pedo V.
S. deferimeuto e receber merc. Joaquim de
Ibnqtieriiue Mello.
E mais se no continha em dita petieao aqui
copiada; na qual dei o despacho do livor se- abase da renda annoal de 5 2004; e o escrivao do
guinte: respectivo inventario daquelie finado o Sr. Klc-
Sim; c para a jnst.71',ago marco o dia 9 do cor- nano Correia de Brito : os pretendentes que qui-
ronte mez depois da audiencia Reoife, 7 de maio xeretn concorrer arremalapao desse arrendamen-
de 1864 Alencar Araripe. lo, com scioneia das condifdes que devem proce-
E mais se nao continha em duV. despacho aqui der, e habiliacdes que -io necessarias para que
pOjado, iwssam laujar nessa pra{a ; ^dero ler o escripto
Km virtude do meu despacho fora a mesma pe- que j fe acha em mao do porten'J S- ill" Ama-
tla9 owtribuida aq escrivao deate juuu Manuel ro Aniouio de Faria.
Jos Alves, ra da Cruz n. 19. _
Para o Maranho e Para.
O patacho Beberibe a seguir com muita brevida-
Cruzes n 1.
/%raeai Y
O hiate Santa Rita segu nosles dias : a tratar
com o Sr. Quintal, qo trapiche do algodo,
tencer de ficaixas com tduzias lie garrafas com .
wisky e .3 caitas com 3 duzias de garrafas com dor para o cobrar judicialmente.
cognac, a 1 hora do dia cima dito em seu esenp- maio de 1864.
torio ra da Cruz n. 38.
Recife 15 de Dunc,e
LEILAO
iraia-
10.
D. Rita Francisca de Carvalho Pan mt Am-
Joo Carlos Bastos Oliveira. draj(>> ,|c acc..rdo rom a Sra D. PraarnMa da Cj.-
Aluga-se o segundo andar da ra do Impe- nha Bandeira de Mello, arreada o
rador n. 79: na ra do Crespo n. 13J__________ copeiro, nto na comarca de Sanio Aman
------rr:------:. -------: ._ tulln.|., n Da-se dmhe.ro a juros no segundo andar ra de S. Goneato
do sobrado n, 6 nos Martynos, ate as uo uia, u _r:------------------------"Z2_------
das 3 da tarde por dianto^_____________________I Aliiga-o um sitio n> Jararr,
O abaixo assignado tem justo e contralado a
sua arinaco na ra N iva n. 58 com o Sr. Antonio
O agente Miranda levar novamente a leilo por Roges d Souza, e como o mesmo nao lt*nha con-
deliberaco do Sr. Dr. juiz especial do commercio, trahido divida alguma sobre a mesma, faz este pa- .
as dividas activas da massa fallida de Antonio ra quem se julgar credor do mesmo, apresentar D. Therez de leau* Mari ai>a
Carneiro Pinto na importancia de 7:896*5795 rs. seu documento no praso de taes dias, na ra larga que tem mudado sua residencia Oeste n du *
a saber-3-61W918 rs. em letras 6 4:281*877 rs. do Rosarlor. 30. correnle, da coman-ade Pao d Alt f
em comas' 0 inaior lance do leilo passado ser-1 Benlo Jos Pereira Macedo. moeiro, e reside na villa do
Sexta-feira 20 de corrate s 11 horas
para Agua Fra, rom caa noa de atra. ** eaan
bastantes commodos, e o sitio con rnoiu Ir arte i-
ras de todas as qualidades : a iraUr aa rea Diret-
U n. 64. _______



I
:
i
i
/
Diarlo de Pernanabueo Quinta felra 19 de Malo d im-.
Ao publico,
Frederico Gaulier lendo de lazer urna viagem
Euroiw, deixa o scu sobrinho Joio Leroux encar- _
rugad., da direcco do seu gabinete, aflancando ao and,r
respeitavel publico em geral, e em particular aos
numerosos clientes que o tem honrado coui a sua
conianca, que elle se acha habilitado para fazer
suas vetea na sua ausencia, que ser de curta du-
raco. ^___________^^^ ___________
Frederico Gauticr faz urna viagem ,Europa,l
e dt-i\. por seus procuradores aos Srs._ Luiz Jos
da Silva Guimares, e seu sobrinho Joo Leroux,;
segundo resamas proruragoes.__________I
Arrenda-se o engenho Jangadmha, dislanle
desta praca duas legoas, bom moedor de agua e com
propones para fazer-se 2,000 pes de assucar an-
aualmente : a tratar no engenho Cavalleiru conti-
guo ao mesmo engenho, ou na ra de Santa The-
reza n. 38.
Offereoe-se um moco para caixeiro de co-
brancas em qualquer casa, quer por meios doceis,
3nr judiciacs: quem pretender, dirija-se ao Mon-
egon. 8$, '
cosi-
.-Precisa-se de alugar urna preta boa
nheira, na ra do Crespo n. 17, luja.
Precisa-se de urna ama para casa de peque-
a tratar na ra iNova n. 23, segundo
/
fc
si II i ? ff a 2. a v O? O o 3 > ! O 1 O
S i i 9 <" a. $*-, l || 3 D> O -i 3 W o 3"
s H o o O. -o ce a o c o o. 5 W ~ O s g?| w a. I 3 i o 1 2. i


(Lili PB\\.MBICA\(I
A reunio familiar do corrente mez ter lugar
na noite dojjia 10.
A direcco do Club Pernambucano pede aos
Srs. socios que teem por costume infringir o art.
10 dos estatutos que prohibe a entrada de meninos
menores de 12 annos, para que nao continuem as-
, sim platicar para nao collocar a mesma direcco na
necessidade de fazer rcsneitar as disposicoes dos
mesmos cntalo com medidas enrgicas.
Club Pernambucano, 9 de maio de 1864.
B. J. Barata de Almeida,
'____________________Presidente.________
Holel italiano de madama Ferro, ni* .,7?J"/''0'^se de uma SSi que isaa as hai>-
,l T- ;h- I ii : C ****** para um arn.azern de molha-
(le lPplCHC B. 44, M'illlldo e wrttt- <>os. que teja lid, sizudo c intelligente, e d (ador
l'O ailda res asna condu(ta "a ra do Imperador n. 46 se di-
v'' ra quem o deseja.
este hotel os senhores que o quizerem fre uen- ------s----------i--------------------------------.______
tar acharo sempre por menos preso que em ou-'. ~~ w. engenho Peuanduba precisa-se de um bom
tra qualquer parte, almoco, janUr e lunch; ser noramiru : a pessoa que se julgar habilitada, di-
vindo-se durante a semana diversas sopas italia- r,Ja-s a ra de Horlas n. 82, que achara com
quem tratar.
Aluga-se o primeiro e
asa n. 193 da ra Imperial
numero 36.
segundo
na ra
andares da
da Aurora
O abaixo asignado julga conveniente fazer
publico, que tendo de relii ai -se para o mato, atim
de tratar de sua sade, pedio exoneraciio tempo-
rariamente do lugar que tem oceupado' romo cai-
xeiro da casa commercial do Sr. Jos Augusto de
Araujo.
Recife, 14 de maio de 1864 .
_____________________Ubnuiode Canalho.
Quem precisar de um moleque para todo o
servico, por alucueis mensaes ; dirija-se ra do I-encoes de iinlio pelo baralissimo preco de 2*.
\o ai'iiiazeiu ce fazeu^
"S
iie,
bai-olas
hxnlos oHho, ra d Q*ioiado
19, vende-se o seguale
AUeace.*
Pec/iincha
Pecas de algodao com urna pequea avari pelo
baratsimo preco de $$.
Cobertas de chia da InJia pelo baralissimo preco
de 23 e -'itX).
u ji v *r
Livramento, sobrado n 8.
Deseja-se saber se nest cidade ou provincia
se acha algum filho ou neto de Marta das Dores,
natural da freguezia de S. Salvador da villa dos
Arcos em Portugal, lilha legitima de Pedro de
BKtASIwiS em cSd0defiC "- nas' ^mo sejam,raviole, U.harim, curse., lasagne,
malfa.JoUdBrePWitaS*Barro"*1 hacend' bs "*'"**f*** **** *> B Quc"l '^ ** 'aberna da ra de Joao
Lteum nellS fhr noUcifdesta senho menos que os avulsos- Wando ,amb'n uns e ou" Fer"andes Vieira. m** i ravessa da ra Bella
fc. os senhores provincianos nesie hotel acbarao
lodos
lo.- Santos .Vunes Lima, ra Nova n. 08, para os-
le participar a quem deseja saber.______________
Precisa-sc de um caixeiro de 15 16 annos
para um armazem de sal : a tratar na ra Impe-
rial n. 221.
Precisa-se de ura caixeiro com pratica de ^'a> Para tratar era casa de J.
moldados, ou que tenda sido caixeiro de alguma mesma ra n. 4.
taberna, sendo Portnguez, com idade, pouco mais
ou menes, de 16 18 annos,: a tratar na ra 4a
Senzala Nova n. 4.
1864
os melhores commodos para assistirem du-1 Precisa-se comprar uma m-bilia de
rante o tempo que estiverem n^sta cidade. | randa ou de amarello em bom eslado
Aluga-se a loja de uma porta s na P"uco "so na ra Bella n. 36.
ra do Crespo n. 4 com armaco ou sem
Falque na
que
jaca-
tenha
Antonio Jos Gomes scientilk-a a quem Ihe
quizer fallar para deixar o seu nome e moradia
Lencoes de bramante c linlio lino pelo baratissimo
preco de 34200.
Lengo's decambraia braneos proprio p;.ra algibei-
ra pelo baralis>iin j pceo de 23 a duzia.
Algodao enfestado com 8 palmos de largura pelo
baratissimo preco de 13 a vara.
Bramante de linho lino cun 10 palmos de largura
a 23500 a vara.
Amainado adamascado proprio para toalhademesa
pelo baratissimo preco de 23000 a vara.
Pecas decambraia de fbrro a 23600 6 34200.
Toalhas alcoclmadas propiias para mos a 53 a
duzia.
Ksteiras da India, proprias para forro de sala,
de 4,5 e 6 p.iIrnos de largura.
Cortes de calca de panga amarella de llslras c
de quadros, pelo baratissimo preco de 13200 o
corte.
Camhraia adamascada com 20 varas, propri.i
para cortinado, pelo baratissimo preco de 10:000
a pe^a.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhnr
que tem vindo ao mercado, tanto em gosio com
FrH3sco Pinto Ozono cofflcua a col-
locar duulcs artiliciaes tanto por meio de
moles etnio pela pressito do ar, nao re-
cebe .|a alguma sem qe es obras nao
liquen: t vontade de seus oaos, tem pos
e ourns prepara^es as mois acreditadas
DBret)Dservaco da bocea.
No ta 17 do corrente tesappareceu ou fur-
tara u:?. muliini, (pas-^aro do Vara,) cor preta, c
tem as postas da caula cor de caf e o papo : ro-
ga-sc, porisso, ninguent face negocio, e por favr
avise ao aballo assignado. morador na ra Ob
Praia.(audino do Reg Lima.
Ataga-se o 80bra4i de um andar com boas
ancoaoaaoafdes para prande '-ainilia, grande quin-
tal murado e portao, ato na ra Imperial n. IOS.:
a tratar r.a padaria da ra Birerla n. 81.
Alaga-se nietade *lc um iprimeiro andar hi
VK. I>.i la n. 4.
O Dr. Cosme 4e -S -Pereira con-
I ne a residir iu> irua do Cruz n. 53,
ii" -e 2o andar, tade pode ser procu-
nato para o ei-encicio de sua prafts-
medica, e com especialidad*
I -soicre e seguinie
Io molesi*s
2o
3"
m Fabrica Coticei^rio da m
| Babia, m
m
Andrade & Reg, recebem constan?--
j mente eterna venda to seu armazem n.
ig 34 da ra do Imperador, algodao il'ar.-.-'l- .,
B la fabrica, proprio para saceos de tssa- W
||s car, embalar aeetae em pluma etc^ te, ^
J pelo prego mis raesavel.
Precisa-se de um iom
ama para engemmar clavar
roa da Aurora.
WMfg8-a|a|
9 DENTISTA DE PARS
** t!l_kiu \nva _4 8
m
Nova -19
cirurgiao dentista,
19Km
Frederico Gautter,
faz todas as operares de sa arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecera.
Tem agua e pos dentie.
certa razio porque faz o presente.
cozinheiro, c de urna
: no sobrado n. 32,
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Joj
Teixeira de Moodonca Belcm, nesta tj-po-
grsphia.
A viso.
O Sr. Juliao Tertuliano Monteiro, que chegou da
Europa no dia 29 de marco prximo pascado, no
pique inglez Magdalena, sirva-se mandar levar ao:
escriptorio do Dr. J. Campos, pra^a do Pedro II n.
2, sobrado, a encommenda que trouxc de Lisboa i 1
liara aquelle doutor, ou mandar dizer no dito es-'J
criptorio a sua morada, afim de ser procurada a
dita encommenda._____________
Aluga-se o segundo andar de sobrado da ma
do Pilar n. 10 com commodos para grande fami-
lia : a tratar com Jos da Silva Noves.
ou Una a vuntaile do comprador
Pede-se a quem qaer que tiver adiado um
formal de partilhas datarte que noirwenlario que
se procedemnos'bens deixados pelos'futlecidos com-
inendador Autonio^Luiz Goncalves ;Fi-rreirae sua
niulber, tocou a neta menor dos mesmosAn-
na, queira >levar ao a^criptorio do ")r. Codeceira,
ra do Queimado n. 8, primeiro andar, que ser
recompensarte, ficando-lhe por isso mullo obrigado.
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os imsteres de sua
profss5o, das 3 da arde em diante oa casa de sna
residencia ra da Saudade n. 15.
Antonio t,uiz de Olivira
bre Lisboa.
Azevedo saca so-
Um rapaz Portuguez, casado tamhem com
urna Portugueza, oflerece-se para qualquer enge-
nho que nao diste militas legoas desta cidade,
ensinar primeiras letras, coser e a bordar de todas
as qualidades abaixo indicadas, linha, 15a,
matiz, froco, estuplo e a ouro ; assim romo a
msica e a tocar piano, tudo isso com loda a per-
feicao : o seohor de engenho que quizrr dar boa
educacao aseusfithos e com alguma economa nao
deve desprezar : os pretendeotes dirijam-se ra
"3
r.
O
T
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^~r -~~--.^~ -^ ^
^iffiJk^
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C rlb I. -1 i
' Ir ]
**- .- -- m* . 1
ra do BRIM 7*1 34,
f y. p. ii \ di riisTi. \ V V%P0R
Ataguel.
Aluga-se c 2" andar do sobrado da ra
n. 20, e a casa terrea da Iravessatn Bomba n. iW:
a tratar na ruado Sebo n. 24.
*) Arnifi ilu Pdvi: ;icha-se
ria popular.-ra
folda.
V,.|ha I 01* CaslPO NuneS Perderam-se oib
amarradas com
Acham-se no dominio do .publico, na typographia um cordao : rogase pessoa que as tenha achado
da ra do Imperador n. lo a grammatica e ariih- favor de manda-las entregar na loja do Sr. a-
metica organisedas pelo professor Castro Nunes, buco, na ra Nova.
de oios;
de, pato :
dos oi'gos getiiti ]
urinarios. ;
tEin seu escritorio os doentes se-1
rao examinados >na ordem de suas ]
eniradas come<,aado o tratmlho pelos ]
Gentes de ollios.
Dnr consultas todos es dias d sj
6f> lOda manliSe, menos nos do-j
imingos.
doUn^rir^V'n^'eld; ^^^^^'^^^^^^^'tl ~ ** ******> ^panhol, vai para MaceiT"
uo imperauor u..i>7, a oo i, ceaa Lxm. Sr. presidente da provincia, para es aulas de -----------------------------------------------------
iostruneao primaria. rrecisa-se de um firneiro e de um amassa-
----------------------r77----- dor que saibam desempenhar seu lugar, que pa-
am-se tres prteselo engenho eaeimadas, ora da oidade: quem quizer, dirija-se a ra Di-
na de Barreiros, junto a cidade do Itio ^ pa(Jaria fla viuva Machado & Filho n. 84, que
Est.para alugar-se a casa terrea n. 39 da
ra da llniic : quem.a pretender, dirija-se'rua
da Aurora n. 10, quoacJiar com quem tratar.
Fugiodacasa de-seu senhor namanhfiade 1G
do corrente cscravo.de nome Franci>eo, teado
os signaes se|?jiiiles : bflixo, pnuca barca, ifalla
inslroccao primaria.
Troc
na freguezia
Formoso, muite bom por ser perlo do embarque
meia legua, com milito'boas trras desrejar tres
mil |ies, me de aniniaes,,por predios nesta (iraca,'
casas Pires,casa lerrea n.54, quealii achara-rom quem,
Iralar, a qualquer hora.
rVecisa-sc de uma cicda livro ou escrava, i
muito descansada, ifalU.de urn dente na frente, lie- que sata cezinhar e comprar: na ra d Santo]
vou camisa e ralea azul de algodao, este esciavo
foi comprado ao Sr/Fraucisco dos^Vianna inora-
de-se as autoridades polirtiaes'e capiies de ca:n-
t>o a captura do mesmo scravo entregar no
Forte do MaUos n. 3 ou na ra da 4'raia n. So,
que sera r>com|K:nsailu a quem competir.

Amaro .(Mundo Movo), sobredo
Dr. Satino.
onde ipoiou o Sr.
3Ioba.

tBratk
iCSo qut
ItraaapU
lOIL'S.
ara toda e qualquer opera-
jalgar eonvenientj para o
reslaDeleuinento dos seus
ftVreee
de IMM-OMa:
dro das asnas
se una ama para o servico intenta"
a tralar na ra do-Sovego no mil
pertencenUis >ji padre A^iionio, n. 7.
para os 6v.-. I
r.arlas tle Sergiae e acei
Rodricnes fia
rs. I'rancisco Augusto da Costa,Joao
Mara Lnimirn Tavares* o-studante A.ilonioJosc
Cotias : no Porte do Halles n. 1.
Na cockoira do Antonio Itelinailor vende-se
urna opiiHa,i.ar.'llia de eatvHoa pelos je. manca
no carro e maito boa : a penooa que qiiiaer com-
prar dirija-se..! referida roHmia.
D. Mara Rosa do Kspirito Sant Amazo-
nas, D. Amalia da Silva Araujo Amazonas,
I). Leonor de.Araujo Amazonas Viitas-boaa,
e o Dr. Silvio Taniuinio' HMIasiboaa, viuva,
fllhos e jrenro.Jo linado apitao de mar e
foerra Loureaeo da Silva Araujo Aaaatooas,;
|.eoiividam a seiis amigos para o cartfoso ob-
sequio de assisirem a urna missa, que se tem
de celebrar na matriz da Boa-Vista, pelo
l.te.-canco eterno d'alma do iriesmo tinado, na
eexta-feira 20 do^coirente palas 8 huras da'
manhaa, pelo qje desde j se confoosam
ratos.
,'recisa-se de um menino jara caixeiro de
urna taberna : a trat.-o becco Ido Campelo nu-
meio .
Quera livor c qoiier vunJer uma ,'Jacaranda leudortainpos de pedra os canslos e
mea de meio de sala, e em bom uso, anuuncie
para ser procurado.
! O abaixo assignado iicerentlo efi'ectuar a
compra do esiabafticimeolo ds. Guilhurme Joaquim
da Silva flraga, awsa ao reapertavel imbco para,
no caso de al^tiem e jiilgar com algum direito,
apresentar-se no pcaso de Iros dias. Recife 10 de
maio de'i't.
Joao Francisco fiorgesiFerreira.
Amnda-sc o-Mig(>nhO'Garra, sito na fregu
zia da Escada, tem .iropurfoHS para dous tres
mil piles. e. excelleir;e d'airua : a tratar'C0 enge-
nho Bambumal na nu-sma freguezia.
l achara com quem tratar.
It 1 \ o v\ i io
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
lenles em Peniawbueo
Aiiioui** L,niz il< Olivelra
AxevedmlC
Sacam por todos os .paquetes sobre o
i -mesmo banco prazo ou vista, sobre a
1 -caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
1-gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
; Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
! raes, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Braga,
I enafiel, Braganca, Amarante, Angra,
i tilia da Terceira, lina de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oiveira de Aaemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao praeo qi."' se convea-
cionar.no seu ecriptorio ra da Crui
u. 1.
NOVO KIVAL
. '
DI ffl I U El
10lina do Queimado16
Saboneles de familia a 80, 160, 240 e 320 rs.
Alaga-se i loja na ra da Fenlia n. I, (iropria
para nefocio :.i Iralar na ra a matriz ta Uoa-
Visia n. :(j.
Precisa-se fie (J.ill-5 700$ juros sobro hy-
poflieca de um scravo : quem desojar lazor dito
inegoeo, dirijan a a ma di Oueimado n. 5, que ahi
dir com '|ieir. se deve tratar.
Aluga-se il tasa da rui do Hospicio n. 8.
inina da ra do Destino, propria para neganio,
ou commodos ara familia : a tratar na ra 4o
iliMidego n. 4". paiiaria.
- Fugio do faeno Marianna da Marca it
Gaianua, proviaoa de Pernambnco, o*scravode
n i.- M ivimiiiiajio.c i.uai foi comprado no auno de
8i0 Domingo)! de aza Barros, que o tilia re-
bebido em paga de fazendas, visto que oe*e lem-
po 6ra estabelecino em li'ernambuco. O mesmo es
erara tem os signaes seguinies : baixo, grosso,
bastarrte barbad,, be ni preto, idade de 45 annos;
pouco mais ou ineiios : qualqur pessoa que o
Iraca a seu senlidr, no meomo engenho, ser bern
recompensado.
mmmm&smmmmm
I Cat*anhia Odelldade de
seguros inarfaios e ter-
resa>cs estabeleeida no
Rfode tPaaelro.
MITni EM PEPNAIi#oCO
Antonia tuiz de Oliveira Az**-do C,
competenlaBiente autorisados pela direc-
tora da eompanhia de seguros Fidelida-
de, tomam se,guros de navios, mercado-
6 ras e predios ao seu escriptorio ra da
<>ruz n .1.
iFrecisa-so de um<" ama
urna asa de pouca fcimia :
Cruz n :J2,
pac o servic-i de
a tratar na ra da
O iKickat
Fraaokes Vi^usio adoegado
Kl'4 DO I1P8-!AD0R fl, (69.
COMPRAS.
- Alaga-se ornarlo aniarcom soao de -casa
da rtua do Trapichen. 18 : a fallar no escriptorio.
Alo _.!-.' ihoi. .a-a na fresuezia do Poco da!
No dia seginida-feira l do corrente nez
pelas *t heras do dia. sabio rio sitio do Arraia!,
moradia e Francisco Jorne de Sunza. o seu es-
cravo pardo Jos, a pretexto e procurar outro se- panH"R> travessa d?. Casa Foree, com 2 quartos. 2
nhor, tendo 18 annos de itialo, altura regular, ^alas, <\izinha e quintal ^soffrk'el, por 8$ mensal :
corpuleatq, muilo desoaabara^ado as acedes lraiar com o eserivao docommercio Muafi
fallas, bonita,; feicoes, e sem d/eilos : quem o pe- Mana,
gar Jar favor de leva-lo ao mesmo sitio ea na ra
da Gloria c.a do Sr. Joaquim os Ferrara Pe-
nda ; e mesmo assim com oSro.ie compra-i, por
isso que reada-M c se graulica.
Respoiidoiido ao Sr. lua fiatoBM Margues,
declara o abaixo assignado que lutihuma ordem
deu ao mualo io.o, esciavo de sua zni, para ir
buscar o ea val lo de que trata, como alDrma eaae
sendor, e perianto nao pode ser rcspoasavel peto
extravio que possa solfrer o mesmo Sr, Marques.
Ro-ife, 17 de maio de 1864.
Miguel Ferreira Pinto.
Temos a salisfa^o de aununciar ao publico
que vai ser dada ao piejo, urna vez que o numero
das asignaturas d para cubrir as despezas da
imprescao, a tradueco teta por pessoa competen-
te, do coso en.uico i> cedagouia, por Mr. Dali-
gault,eui I vol.
Esta obra, uma das melhores, c nivea a mais
acreditada das do seu genero, foi destinada aos
alumuas-merrs das escolas normaes primarias da
. Franca, e aos instituidores em exercicio.
{ Sea vulgarisaco de semelhaiiie trahalhose fa-
ifa Detestarla entre nos, que apenas possuiamos a
obra de Deaerando, impressa ha annos no Rio de
Janeiro, e aqu um uouco raro, hoje lorna-se ella
indispensavcl, atienta a rreacao que acaba de pas-
sar na assembla provincial, de urna escola normal
primaria ; eumprindo notar que Degerando, part'
n A ] dista do entino mutuo, nao ensina, como Daligault,
^*"^ a reper praticamente uma escola pelo metnodo si-
j mujtaneo, geralmente adoptado, e pela nocsa le
. regulamentar da instrucco publica mandada ob-
lenna a in^idade do mais lireve que poder, dirigir- servar as aulas
l solicitador Leopoldo Ferreira Martins Kibei- Que P.,e|hor compendio para os alumnos da es
Jo da Silva Ranaus, medico fela Uni
versiuade de Coimltra, da consultas em
sua caa das 9 s 11 atoras da eianha, e
das & a6 da tarde. VisRa os doentes
en suas casas regularioenle as horas
para isso designadas, saivo os casos ur-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer occasiiao. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente da 6
s 8 horas da aianha.
T.-m sua casa de sade regularmente
montada para reeeber qualquer doeote,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 2500
Terceira dita.... 24000 >
Este eslabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario spera que elle conti-
nu a rnerecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
(Qmpra-se e Afectiva-
mente
1 ouro e prata em obras v-ams?, pagando-se bem
na ra .larga do Rosario n. -2t, loja de ourives.
Fabrica de licores e perfumaras.
Neste AstabeSecimcnlo conijra-^e elfeclivamente
garrafas, botijas e frascos de gcBebra vasias, assim
loda a especie de frascos de perfumaras : na ra
do Amoriw n. t.
Compra-senm piano usado,
no, e tenha bas oxea : quem o ti ver ilinja-se
fabricada travessa do Carioca n. 2, Caes do Ramo:.
C wsiulieii'o.
Compra-se um preto cosinheiro, moco boolla fi-
gura e sem vicios : ca ra do Sol n. 23._______
- Compra-se uma cecrava de 30 a 33 aunos de
idade, que tenha alguraas habilidades, e que saiba
vender na ra : quem iwr dirija-se ra de Hor-
tas a. 68, que adiar cota quem tratar.
Compra se
constantemente ouro e prata em obras velhas : na
annea feliz loja de bilheles de loteria da praca
da InciVjM-ndcncia n 22.
Compram-se accoes do novo banco de Per-
i nambuco ; na loja da ra do Crespo, de Andrade
& Reg.
TENSAS.
Vende-se a armaco do deposit do becco
Largo no Recife, por preco commodo : a (ratar no
0 Dr. Fernando de S
buquerque
AMA.
Precisa-se de nma ama para casa de pouca fa-
milia : na praca do Corpo Santo n. 17, terceiro
andar.
mesmo.
Farelo a 3SOO.
a sacca, azeite de carrapato a 25 a caada e
rs, a garrafa : no armazem da Estrella largo
Paraizo n. 14.
Vende-se no arma/.em da ra do Tra-
Canudos de cosmelique a 60, 120, 250 e 500 rs.
Caixinhas de pos para denles a 1(50 rs.
Frasquinlios de pos, soeiedade Ingienica, a 800 rs.
Paroles de pos de airoz a 500 e'6i0.
Caixinhas de ditos com boneca 15600.
Frascos de oleo .le babosa a 500 eG'iO.
Frascos de oleo ('bilocme a 720o l-j.
Ditos de banda lina transparente 1 720.
Ditos de agua d, colonia a 400, 800 e 15-
Ditos do extractos a 400, C00, 800 e 15.
Ditos de banda (raneen a 400, 600 e 800 rs.
Garrafas do agua de Lavando lo.
Ditas de agua florida (legil ma) 15280.
Escovas |iara dentes a 160, 320 e 480.
Ditas para cabello .1 600, 15 e 155(X>.
Ditas para unda a 800 rs.
Dilas para roupa a 640 e 15.
Penles de bal.-ia a 40, 320, 400 e 500 rs.
Ditos de tres laces a 640 e 800 rs.
Ditos que fechain como caivete a 500 rs.
Ditos de borracha com cosas dooradasa 15280.
Ditos de massa em caixinhas a 400, 600 e 8u0 rs.
Ditos de laco e virados para alar cabello 15-
Ditos de nnrrafa CMiialiado, a balo 45000.
Ditos de marrala pelos a 25500.
Ditos de tartaruga 'i-j.
Ditos domados para marrafa 15.
Ditos dourados para regaco 15.
Ditos diios com pedrinnas ioVon 2-1.
Ditos de borracha com recorlcs ideinSOO rs.
Pecas de tranca de caracol a -H rs.
Duas de franja para cortinado 35.
Luvas brancas de Jouvin 15 1; 25500.
! Ditas de Escocia para montara a 500 e 15-
I Conservadores sem laco a 800 e 15.
I Ditos com laco a 15 e 15280.
Bonitos adereces douradus com pedrinhas 3*1000.
Puls+iras de coalas e missangas a 6io.
Ditas de comas enm pe-irinhas 15.
Ricos^iutos com Uveas do pedrinhas 35-
Ricas fivelas com pedrinhas para cinto 25.
Voltas e coral pequeas e grandes a 400 e 1 f.
(Iravalinas de se,da com passadof a 640 e 800 rs.
Dilas do seda para laco a (40 e 800 rs.
Ditas com casearrilba as ponas 15.
Dias com drilbo as ponas 15280.
Bonitas toncas do selim para baptizado 35-
Ditas de bbmde dem J600.
Dilas.de laa a 500 ,; 800 rs.
Sapatiohos de merino para daplisado 15600.
----------------- j Ditos de lia paracrianea a ido, 6(H) e 8iKl rf.
que teja moaer- Capachos do Porto de 4,1 1,2. 5, 5 Ii2 e 0 palmos
a 500,000, 700, 800 c 900 rs.
Itonilos botes para ponbo a 160, .'20 e 600 rs.
Tesouras Onasgrandes e paaut-nas a Gao rs.
Odas com toqu" de ferrugera a 60 o 120 rs.
Pitas e conloes para esparlilho a 60 rs.
Oiiavas de retroz prefo a 140.
Brincos pretos e de core.- i balo a 320.
' Roseta* domadas e ireus a 240,
Oroloi de armaco ',.
Halas de. core para bomeni e menino a 200 rs.
Ditas pelas para senhora a 320.
Carleiras can agolhas sortidas a 040 rs.
Caixinhas com 100 agulhas francezas a UO.
Caixinhas com 10) agothas Victoria a 320.
Casca veis de Into a 60 e W rs.
Vernicas de latao, duas faces, a 20 rs.
Dilas de vid o, anas faces, a 40 e 80 rs.
Anneis de vidrode diversas Cores a 40 rs.
Tinteiro o ari.iro de lalao a 1-5200 15600.
Caixinhas de pennas ealig aphicas 15280.
Dilas de pennas de lauca e moznlia a 720.
Pacoles de papel amizade liso a 600 rs.
Caixinhas de papel amizade paulado a 720.
i Ditas com 100 anvelopes 800 r-\
Baralhos de carias francezas a 200 e 320 rs.
I Candes de 14 pares de clcheles a 40 rs.
j Ditos de 24 pares de codhetes a 40 e 80 rs.
Caixinhas de clcheles a 20, 40, 60 e 80 rs.
Massos de grampos a 30 e 60 rs.
Ditos de palitos lidos linos a 210.
Duzia de caixas de pliospboros a 160.
mallo Aolonin
Acha-se venda na typograpbiad mai
rartorn. 10a tiezcna la pavlan !" '. ... 1
'mente impresso, em nui otlieio, -bra ufai awa-
vel pt os devoto-; do mesn-o anl.
Vendes uma barrara wva A" iitaer a-
gens, bem con>trulo^de 43 rana-, I., :*>*. 1
.linheiro ou mesmo a pr**. ,..., n,r.-a b- >
tuinas IflMnSrTN na iiubti.i
Beato de llarro> Fejo.
Empreza (laiUiimna^r"
Todas as vendas de apparrlhrr. rr.-laaaarw-i
(por e.ciiplo dando o nome, mirada, ata, 1
devem sef (rila* 110 armazeni ua riw d> hM"
n. 31. Os mi, inmolas mandadus |wra i,-a* r a
stas, apresenlaio um litro qm- aa i-rUm*'--*
devero assignar logo depois de fru irtir
reclamado ; islo para que .1 t-mpr-/.'
le llave re os misinos v^uhotts -td devtaawN
ie atlendidos.
MACIIiNASHEPVrEVfE
de trabalhar me M*a
decaroear alsjoio
raavBBaaaa /
Por Plant Brothers & (J.
0LU\1
. narMkas
jo fetii^-rar 1 r
Maaiiavr ',
ev iefaai *?-n
e-lia|.r a It.
>-n4i aer>KMi'M
do>i--u> k-1 ,
i
T'-jtt ', a ?-
dJM ^::l c .
em '> lml-'i
o IH arr ft
>>,r dbaea 1 -r
M alg !.'m
e a M tfnr
Doasne as vaMaawaM k lia ibisituir ;i>. > 1
-odao e de fazi 1 renib 1 o dubrn .U- pjl.|arr Mt-
Ira cun liieno- Iralialho, a -u
aa provincias desle unperio aad '.' iiiw .
para iodos aa laaoranaaaM na kaeaan j, 1 aw.
Assim como machinas mi p.m'o
me ay.-tema, para seren movida* m
agua ou vapor, as qu.ie> pndtMo
rodas de algodao bmpo p-ir na.
O algodao descantead por estas nia.'birta: -.
muito mais otimacao nos mercadas rf-r Kikuv
vende-sc |>r maior presa.
As macbinas aeham a venda unieaiaaaw na
casa de
Saunders Uralker i <;.
X. II, praca do Corp s.xaf
RKCIKK
Os nicos agentes neste paiz.
Vende-se uma negrmlia S 11 11.r .-, t r-n
moleipie de 6 annos : na roa do Imperador I
armazem.
Vende-se em Santo Amaro, pas-aawl> u
pital inglez, um terreno com .100 pibaa* >W l
e 700 c tantos de fundo, foro l !* r*
retalba-se de 30 palmos paia runa: > unlvn- -<
vende urna canoa de carreira, e um.....ira pw*
oara conduzr an'vi ou j"lo c
que se faca : a tratar rom Anin, .1, 1
deiros, (alterna confronte o rhafariz n t>- lrica.
.Na ('o, lien a ,lo Antonio l. 1,' -
urna opiima parelba de ravailo- pr.i aarnaaniao
sar no carm, e imnto boa : a p. Ma <|uu >.
comprar, dnija-sea referida rnrnrin. ^^^^
Veiiilc-sc alpaca preta a ItMI rs. laiade.
Vende-se alpaea preta para vestidos a a. *V,
700 e 800 rs., lina de corda 3 a rs tan .
mt, prineeza prrta a 800 6-40 oi..ad... Um<..-t-
ia preta lina a 15400 o eovado, l.i../n.: ,-
oara senhora que estao do lu a 72) o eri
na ra da lui|>eralriz n. 56. A toja --'J aav.-ta ate
aa 'J horas da nuite.
GAZ GAZ UVA
por preco redil/ll-.
Vemle-se gazila mcllior <\
pre o de 10,5 por tali iln I frita : no ar-
iniizem do Caes lo Ramos n. IH e ra dn
rrapiche Novo n. 8.
HOlia KltK(M,\R!\
iiartholomkii a c
lina l^arga do Rosarlo n. 34.
Vende:
Ventosas de ^oinm.i ela>iica.
Ksmailes para oarivee.
Fundas loglea*.
Vidms de beera larga rem riha.
Tinta branca em massa para pealara fuu a M r
a libra.
Nacliioam imaj;lrza
para ilest.i.onir .ilgixlao a.s inelh'>rea mw
lem vimlo a oslo inricado : run I-i
Nova n. 42, sajaj casa ile S. t. Jot>olM
AC,_____________________________________
Vende se a armario e pntmrr* 4 mher*
da Soleil.nl,', rna .1,! Joio PWaMd \ a a\ ",\
muito alreuuezada e em boa lo, ab.l .;..
Vende-se uma mulata av :M) aanmjM **>*.
madeira. coznfia bem a lava l aataV m prat-a
la Boa-Visla n. 30, segundo andar, a p. ,|..
fariz.
BOTMtBiHTHHLOW.yi;.
do
Dita de facas e ganos a 3 e 45-
oV.\n. i|,nDBra,r" "' 0.a traur de certo ne- cola normal f quo melhor guia para os actuaes
g^ciode 5eu mteresse, e que o mesmo nao ignora, professores? Convidamos, pois, aos candidatos ao
1 CICERO PEREGRINO
Una do Livramento n. 19
Primelro andar.
m
magisterio primario, aos professores, delegados lit
terarios, e a todas as pessoas encarregadas da edu-
cacao da rnocidade, ou simplemente curiosas de
tal assumpto, a presiarem a sua assignatura para
a impresgao da tradurcao do curso pratieo de Pe-
dagoga de Mr. Daligault, cujo prosperlo se acha
para tal Um em todas as livranas desta capital.

Urna pergimta necessaria.
-N;io sendo o annunciante assiunante do Diario
del eniambuco, s agora que Ihe ehesou an co-
nhecimento de que a Sra. D. Thereza Adelaide de
Mocledade de seguros mutuos
de vida lustallada pelo Banco
l'nio na eldade do Porto.
O* agentes nesta eidade
Luiz de Oliveira Azeved
da.Cruz doKecife
m!fn'!fra6S?naiI!.raS e preto1, l0d0S S e6clare"ci a ****! que o ditoVu marido comprnva inte-
melos que forem necessanos as pessoas que de munhai para rem tenor aqudlo aue thes dava a
sejarem concorrer para taout.1 e benfica empre estad,,,- 'por enripio fi portaZ'de iZJSV
as, egurando um futuro bsongeiro aos associado cessidade saber desta
testemunha
Siquera Cavalcanl em um anuuncio que, |>or re-
pelidas vezes tem publicado coulra seu marido o .
1'" 1 ? Pro0Vin?a- Ant0n' Sr- Kri ist0 > dP"is 1^ se Andarn, as in- '
Vi',^"KSSSli!! ^.^^^l-'oiui;oeceleS^Ico,nellchegou f
M'ini ira qual Ol quaes as
que se deixaram vender. de espe-
TINTUKARIA.
c/wi nprffic'm nara nniimmr rar 1Ut a m"sma senhora que livera tidu lanta eo-
perieigao para qnalquer raRem paraassjrn cornoein lud maisCm Dmla.
Tinge-se
cor, e o mais barato possivel: na rua do de,"se exprimir ;"inhTatora iMaTearage ni
Rangel n. 38, segundo aHdar. indicaros nemes dess testeraunhas contra quem
------------------------------------------------ lancou semelhante estvgma.
INJECCAO BROAV.
Remedio infallivel contra *as gnorrheas v
ntigas e recentes, nico deposito
- Anto.no 0,ri,o>aCarneiro,sui.d.to portuguez, :^if a "'Yf'n rl0 -
i an Araesiv im.. a ... *?-*. ar. commondador Nery herreira,
tica (ranoeza,
coSM.
rua da Cruz n.
na bo-
22, pre-
"~ Quem quizer alugar nm escravo que traba-
ha perfe.iainente com carroca, dirija se rua es- ,.
trena uo nosario n. W, primeiro andar, que acha- za, rua do Crespo o. 15, ou estreita do Rosario nu-
r cora quem tratar. ero di.
Na praga da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d diuheiro a premio.
RdKS^^' !9i.J*t3' Vil i.C'afi^.
0 bacharel Lonrenco Avellino de {
Albuquerque Mello, antigo advoga- 3R
do desta cidade, lendo regressado R
ella, tem aberto o seu escriptorio rua do Inrijeudor n. 40, onde pode agf
ser procurado para os misteres de 2
sua profissao todos os das uteis
das 9 da manhaa s 3 boras da
tarde, e ofTerece cunw garante a
seus constituintes a nao interrompi-
da pratica de 25 annos de advoca-
da. O mesmo aceita partidos e
tambem causas nos icrmos do in- .
terior onde tocar a estrada de ferro. jf$
mm-mmmmmn-mmw
Aluga-so um sitio na estrada da Ponte de
pouco adianto do lllm.
rreira, tendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras acommodaedes; e
outro dito no Monteiro, em frente ao oilao da igre
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou
piche n. 48, de Monbard & C, vinho supo- \ Diu de eolhpres de cha a 800 e'5.
rior de Bordeaux, ebegado ltimamente,
Kscravos venda
Nos dias 7 do corrente e 4 de junho prximo,
sero vendidos em hasta publica pelo juizo de or-
phos do termo de Nazareth, 3 escravos de diver-
sas idades e qualidades, c por precos baixos, para
pagamento de dividas attendidas nos inventar os
dos Inanes Antonio Luiz Poreira Palma e Fortuna-
to Philadelpho Camello Pessoa. As arrematares
sarao a dinheiro vsu; entre clles ha bonitas
crias._______________
Vende-se ou d-se soeiedade,
diuheiro, n'uma taberna, a qual e
gar : quem interessar, falle no armazem
vador, no largo do Terco n. 3.
Vende-se uma barraca prompia a fazer via-
gem, carrega do lO 130 saceos, e faz-se todo o
negocio; tanibem se venilem bois mansos e pro-
prios para carioca : a falla- com o tenente-coro-
nel Manoel Joaquim, nos Afogados..
Alcatro.
Vende-se alcatro recentemente chegado, em
barris : na rua da Cruz n. 23, primeiro andar, de-
posito no trapiche do Cunta. _______^^^^
RUa
DA MADRE DE DOS N. 1.
A venda.
Agua de Vichy, dita de Sella nampes, mulo
uteis para molestias de bexiga aquella, e esla (de
Selizi para padecimentos do estomago, dita, sulpiu-
rosa das cablas da rainha para molestias cut-
neas, como dartros, impigens. etc. ; assim como
agua das fumas da ilha de S. Miguel, iitilissiina
i Pecas de casearrilha de seda a 5.
Dilas de casearrilha cimenta de la IfSOO.
i Ditas de lita branca liara debrum a KM), OO e
40 rs.
Ditas de tiras bordadas a 5 u 5'iOO.
Ditas de enlremeios bordados a 1300 e 25.
Ditos de lila de velludo eslreila e lama a 800 rs.,
15000, 15200, 15400, 25, 35, 45. 35, 65 e 75
Varas de Uto de velludo a 100, 160, 200, 240, 320
400, oOO, 000, 700, 800, 900 o 15.
Varas de fila'de velludo lavrado a 160 e 240
Ditas de cor.lo de la m.itisado para quadros
______^__ i 320 rs.
entrando com ^ilas d( *P* P*ra balao a 100 rs.
ta em bom lu- D,ta* de galio brinco para os mesmos a 100 rs.
Conser- D,,as ,lu Iramoia o balado a 80, 100 e 240.
Duas de hico das llli.is a 120, 160 e 200 rs.
Dilas de Mees e rendas a 80, 120, 160 e 200 rs.
Dilas de bicos pelos a 120. 200, 320 e 480.
Ditas de franja de seda a 400, {OA ,. fioo rs.
Dilas de franja rem vidrilho a (00. 700 e 800 rs.
Ditas de. galao de seda prelo a 400 rs.
i Ditas de galao de la para debrum a 160.
i Ditas de galao dj seda para debrum a 120 e 240.
I Ditas de labyriniho grade a IrO, 200, 320 e U10 rs.
Ditas de lila degiwlonaple do 4 o o dedos, o mais
rico que se pode desojar para lacos a 15600 a 25,
ha bvros de usnas dos objectos cima espeeili-
cados.
pastilla, |
Itua larga do Rasaric a 11
\ emir :
Todos os remedios do Dr. Cbabb-.
Capalas a inieccao ao matico.
InjeccSo Paugi "
Puulas do Di, Alian.
roana do Dr. Lavle.
Pillas do pobre-homem, eac-lleui-.- r-ajj ana
niatismo.
Plalas para sc/.es.
Pillas e unpucntn llanaraf.
I'hosphato ferro de Lerrs."
Todos os remedios de san
anacahuita, salsa de IJri>ti.l. etc. clr.
B nota muros inedit-ameii! is e e*ni iaf
que sempre se encontrar em iliu I
Na rua da Cadeto d tana, aVtanja **r-
co Largo n. 23, ven le -se um braco de b.il
irrande, (autor Roma) inda novo. Uf I rind
grandes de bmea lambem nv.i<, aa i
ferro que serve para amarrar d
e urna grade ,|,- f^rro para va'randa. .\--u fi
casa d-se urna boa porro de p> >lra a ff^m *
quizer ir buscar, pagando |*>r ella m:
imporle desle anuuncio.
Vende-se uma preta rodu-ta. ae.,-tu.-4fa tm
servico de campo e lavagem de nanaa, a fea *<
com perfei^ao, mas que pode ser .ii'idhaU a <"\
1 tros servicos, e urna negrinha de 7 a aiw, a>>
nila peca : na rua da Cadeia d R.rife n. 50, pri-
meiro andar.
zrrENQAo.
Vende-se um lindo ajanajni b i nd V II pira
14 annos : ver e tratar, na rua do Hospicio aw-
mero 40.
Vendem-se 4 caallos novo c de Uiiua !>
Fariuha deinandioea
de Santa Camarina, e da mais nova quo
mata bons saceos e a preco commodo :
mazem do Aunes defruntu d alfandega.
Par-i familias.
em
ar-
E cliegado na nova loja de miudezas na rua Di-
para eomhaier azias e quesquer inflammai;es do reita n. 104, um rico sorlimento de modas, e os
tubo digestivo. Estas aguas garantem-se em sua miiitos dearjados eafaltea do rede com froco, ditos
ra : m Santo Amaro das Salina*,
eslabelecimenlo do Cambroii.
Ei
Vende-so urna ncimiiha
mas habilidades : na rua
segundo audar.
mu ; m> ,
n
!e II aenea un *?-
las lanannnaa an.
C'ocnae.
Vndese cognac Iraarwi omeaoM e> aaai
no escriptorio de Rothe llidoulac. rua du Tiapkbn
numero 18.
Plvora.
Vende-se polv.-m inglrza lina,
libras c. b. em lotes a vonude ti. >
em harn *: ti
pureza, sendo a sua efflcacia j bem condecida, com flus ca>carriiha, ultimo goslo, a 35 cada um,' par preco mdico : a fallar nn e^nidono rfr Roi'te
tanto dos senhores medi.MS, como do publico. Bo- garanlindose as familias, o desalo de outro quai- & idoulae, rua do Trapirhe n. I. aooJe ab aa..s
tica de Joao da C Bravo & c. quer que se aprsente do melhor nesta fazenda. I ma alo patentes.
MUTIL


Diarla de rej-namlmeo Quinta letra 19 e Malo de tit*.

8 Santa Cruz |
n. 12.

Esquina da^
ra do
Sebn. 12
Roa da Senzalla \o>a n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas dt
'ferro coado libra a 110 ra, idem de Lo*
Moor libra a 120 rs.
SALSAPAEEILHA
BI1LH4NTE AUROR.i
mve e
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires tem a honra de participar ao respeitavel publico
que hoje bro um novo estabelecimento de molhados denominado Brilhante Aurora, ao
largo da Santa Cruz n. 12 esquina da ra do Sel) n. 11
O proprielano desle novo estabelecimento pede a lodos os seus amigos e reguezes e
ao benevulo publico desta eidadc e do interior, a sua protcccao para esle aciado estabele-
cimento, certos de que em tcm'0 algum abusar da confianza que at hoje Ibes tem de-
positado.
No novo armazem cncontrar-se-hasempreum grande sortimento dos melhoresgeneros
que vem ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, cerlo de que em parte
alpunia se vender mais barato e melhoresgeneros tanto em porco como a retalho, do
que no armazem da Brilhante Aurora.
A satisfacao da Brilhante Aurora vender niuito e muito barato, mais a dinheiro ;
a tabella do prego de seus gneros serio mudados todas as semanas :
Ameixas francezas novas em latas a i'iO,
-3 e:; -i-jOO rs.
Ditas em caixinhas muito enfeitadas com
bonitas estampas a 15400. 15600 e 2.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 152U0 e 15 a libra.
MannelaJa irai>erial dos melhores conser-
varos de Lisboa a libra 600 e 640 rs.
Latas com diversas frnctas em calda a 500 rs.
Ditas com ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas com figos ermeticamente fechadas a
15600 e 25500-
Ditas com peixe de posta ensopado a 1-3.
Ditas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com linguicas flninhas vindas neste
vapor a 655u0.
Ditas comsardinhasdoNantesa360e600rs.
Ditas com bolachinha de soda nova a 25-
Ditas com biscoulos inglezcs varios litlos
a 15400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira genebra de laranja
a 1512".
Ditos grandes duas garrafas de hollanda 15.
Ditos com urna garrafa 5W)rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Dito" com ditos de mexides e outras a 700
800 e 15.
Ditos com azeilonas e ervas a 15-
Capachos para portas piulados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Manteiga ingleza llor a 800, 900 c 15.
Dita segunda sorte a fiiO e 720 rs.
Dita torceira sorte a 400.rs.
Dita trancen nova de 64 a libra 600 e 640.
Dita dita de 63 a 540 e 560 rs.
4#> Dita ingleza. em barril a 600, 720 e 800 rs.
Gy$J Dita francesa em barrite meiosa 530 e 540.
1- Banlia de porro retinada propria para ba-
$Wf uha de cabello a 440 e em barril a 400 rs.
^Pviuhos finos ha o uiclhoi- a
desejar.
Vinho ao Porto em catea dos
lores a 12-5, lije 165-
Dito 0:11 pipa a ranada 55500.
garrafa a 7S0, 800c 15.
Dito M-rcz muito lino a 15280 a
melhores au-
65 e 75 e
garrafa.
caada e
'lia de umitas qualidades.
Cha perola a 35 e 35200.
Dito uxim muito superior a 35-
Dito miudiulio a 25500 e 25800.
Dito hysson miudinho a 35-
Dito mais graudo a 25800.
Dito redondo muito boma 25, 25500 e 25800
Dito preto em massos.eovollo a 15600 e 25.
Espermacete lino o masso a 540, 600 e 640.
Velas de carnauba arroba 105 e libra 360.
Dita de composirao arroba95500e libra320.
Charutos nao ha'qucm tenba melhor sorti-
mento em canas de 100 e 50 todos dos
melhores fumos de S. Feliz de 25 a 85
a caixa de cem.
Caf do Bio arroba 85500 e 95 e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 35200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 25500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
I Nozes arroba 45 e libra 160 rs.
Amendoas libra 240 rs.
Alpista arroba 45800 e libra 160 rs.
Punco arroba 55 e libra 200 rs.
Sevatla arroba 25500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
Passas -novas caixinhas de 16 e 8 libras a
25500 e 155i'0 e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
15200 e 640 rs.
Saceos com goimna, arroba 55500 6 muito
boa 6 libra 180 o 200 rs.
Dita de aramia verdadeira arroba 85 c li-
bra 400 e 480 rs.
Alen ia e macarrao a libra a 400 rs.
Estrellaba muito nova a libra 480 rs.
Presunto novo de lamego para panella a
560 rs. inteiro c libra 640 rs.
CI1011 ricas e paios no vos a libra 800 rs.
Cerneja branca e prela a duzia a 55500 c 65 v
Vinagre de Lisboa puro a 15600 a caada e > 2'i0 rs. a garrafa. jT*
' Carlas rom fogo da China a 220 e 240 rs. dqS
JToucinho de Lisboa arroba 85800 e libra vgH
880 rs. (**1
i Dito de Santos muito novo Igual ao de Lis- C^
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de .
ESCRFULAS.
TJXiCERAS,
CIIAttAS-AXTlGAS,
ENfERMIDAMS SPMLITiCAl.
Erysipelaa, Ithoumatisnio,
Nevralgias, Escorbuto,
ele, eic, etc.)
que tein grangeadp e dado o alto re
11 o me :i
Salsaparrilha de Bristol

i
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.
an:M oitnij)-*i: tiivtr
0 verdadeiro e principal armazem de molhados o do
i
BAL
por todas partos do
sinente devidas
universo, sao to
nica Legitima e
Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PftKPARADa BXCU'SIVAMSNTB l'OK
I VMIW & KK.UP Mediante a receita J >r. O. Bristol.
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joao da C. Bravo A C, ra
da Madre de Dos.
Nova exposieao de azendas
baratissimas.
IZA.
Dito Madeira a 15400 a garrafa.
ito da Figueira puro a 45500 a caada e! _. boa arroba 75 e libra 2*0 rs.
prrafo a C40, 560 e 300 rs. ?? de comadre a libra 280 rs.
Dito de Lisboa a ri,500 e 35500 a caada e geiJ?s ''" IV',UI "'"" ovos. :!|5200o,
garrafa a 400 e 480 rs i Uolacboa ingleza nova a barriquioba
Dito braeo puro de ova a 640 rs. Jr**" -le limnar faoas a 160 rs.
Dito mais haixo a 480 e 5-0 rs. ^assos eora Pa,!0S nara dcn,?s a 1C0rs-
Grozas com palitos do gaz a 25200 e 200 rs.
a duzia de caixinhas.
Latas rom grasa duzia i e 100 rs. a lata.
1 BoiSes 10:11 dita 7 a iHO rs.
Vassouras do Porto de piassava grossa a
100 .
Molhos com sebolas novas a 15-
Saceos grandes eom farinha nova a 55-
Ditos rom farello de Lisboa a 35800.
Cominhos, ervn dore, pimenta e folhas de
lomo a libra 400 rs.
Balai is para costuras de meninas para di-
versos precos.
I Caixdes vasios para plautacSis de muita
qualidade.
ludo de pri-
g?) Dito Bordeaos braoeo e tinto a 75 c 85 a
'.' ciixa e garrafa a 640, 8..0 e 15-
Dito niuscatel a 95 a duzia e 15 > garraf;i.
'Si? D" de caj clarificado a 15 a garrafa.
Cognac verdadeiro a garrafa 15 e 15280.
Licores linos em garrafas brancas a 15 e
15280 rs.
Azeitt; refinado a garrafa a 15-
Capiles de varias frucias do paiz a garrafa
500 rs.
Garrafoes con S5 garrafas de genebra de
hollanda. 85500.
Copos lapidados para vinho e agua, a duzia
35500. 15500 e 5-3500.
A Ditos ib: cores a 65500 e 75.
fe^ Assim como mullos outros objectos que deixa-si de mencionar, mais
j meira qualidade por precos baratissimos.
Win,oLr.o.H i,ii,\in).,i i;ai alii \o
XAROPE DE RBANO IODADO
Segundo os ntlestados dos mrdicos dos Itospila^s de Parii, mnignados 110 Prospecto, c
a apprnvacao
de rarics Acadmicos, este Xarope empresa-s com oinaior succefso, em lugar do OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO, aoqual elle realmente iuperior. Cura as moletias de peito, as escrfulas, o lymphatismo, a
pellidci e inollea das carnes, as perdas i' appetite, e regenera a conslituicjae purificando o sangue. Em
rammi o mais poderoso depurativo conhecido. Eli''nunca canea o estniasoou os intestinos como o
ioduro de potassium e o ioduro de ferro; e administra-se com a maior elllnicidadc aos meninos sujeitM
aos humores 011 ao entupimento das glndulas. O Domar Ciwenavr, do hospital deSan'I.uii de Pars,
o recotumenda d'cm modo intelraniente particular as molestias da pelle, conjunctamente com as pilulas
que teem seu nonio.
Deposito geral : em Parit, en casa de MM. GrlmauH e c, phannaceuticos, 7, ra de la UuilUde
O) Lisboa, en caa de Rodrigo da contu-Cai-ulho; no Porto, en casa de Miguel Jo.i do Souia-
rerrelra; em o Rio-dt-Janeiro, *luva
Prlxoto o Dala, ra do Sabio, 11; em Baha, en casa de
Jo*-Cuetauo Frrrrlra-KNplnkelra; em Jlio-Crande, encasa de Joaqala de Corto?; em Ifaran-
ho, en casa de remira e C-; em Pernambuco, shoaaa o C-, ra da Crus, 52; souaa, e as prlncipaes
ptennaeiM rio Braiil.
Deposito gcral em Pemambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros Barboza
LIOUID
23Largo do Terco23.
Joaqnini Sunao dos Santos tendo dse retiiar est resolvido a liquidar e fazer urna .
vaniagem a quemsea arnw.ein frequentar, e vender por menos do que outro qualquer annunciante,
para sso lem un vantajoso snrlimentu taulo ^e^le armazem como fra e para melhor servir o publico
o annunciante scieotiflea aos seus freguezes que tem frequenlado este estabelecimento que de
hora em dianle lerao a vaniagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
son prouipto p;igainenlo.
Attencao.
270 o i Dito om caixa da Babia dos melhores fabricantes
Caf do Bio de primeira e segunda sorte a
J00 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 25100 c 35
a arroba
tbo alpista limpo a 170 rs. a libra e 45800 a
Toueinho'de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. s libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra c 105 a caixa.
Azeite doce de Lisboa lino a 640 rs. a garrafa c
45800 a caada.
Pite de carrapato a 320 rs. a garrafa e 25240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarrao e talbarim a
480 rs. a libra e 105 a caixa.
l'.uouricasas mais novas a 800 rs. a libra.
Guarnios em macos de 50 a 65 o tnilheiro c a
040 rs. o cento.
de 15200. 25400 35 e 45.
I'liosphoros do gaz vindo de conla groza 35300.
Manleiga fianceza a 600 rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Biscoulos e bolachiuhas de soda a 15300 e 2.
Vinho do Porlo engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
Dito em pipa KiKueira das marcas mais bein co-
nhecidas a 500 rs. a garrafa e caada 35809
e 35500-
j D;to de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa eem caada faz-se abalimento.
Dito branco proprio para missa a 640 e 500 a gar*
rafa e em caada a 55 e 35500.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
I rica ha grande abatunenlo.
|.oj;t tl,i Arara-Hna da Imper^triz n. 56.
Oproprictario deste grande estabelecimento, Lou-
renco Pereira Mendes Guimarae?, prometi sem-
pre vender barato para apurar dinheiro.
Ciraade pecblncha, cortes de eas-
sa a fono.
Vende-se cortes de cassa franceza para veslitlos
a 25, ditos a 25500, cortes de cambraia de pahuas
solfas com 1 vara de largura a 25, Jilos com ba-
bados'a 35 : na ra da lmperatriz n. 56, loja da
Arara.
tramante de linho a 2300.
Vende-se bramante de linbo de 10 palmos de
largura, proprio para lences, a 25200 a vara,
panno de linbo de 4 palmos de largura a 640 a va-
ra, bamburgo de linbo a 440, 540 e 600 rs. a va-
ra, bretanha de linbo lino a 640 e 800 rs. a vara,
brim de linho blanco a 15200, 15400, 15600 e 25
a vara : na loja da Arara, ra da lmperatriz n. 56.
Fil de linlio a MOO rs.
Vende-se fil de linho muito fino a 800 rs. a va-
ra, dito de cor e hranco a 160 rs. o covado, tarla-
tana de cor a 640 a vara : na ra da lmperatriz
n. 56.
Cortes de casemira a "g.
Vende-se cortes de casemira de cor a 25, ditos
finos a ;, rentos de gaag franceza a 15600, dito
de hrim pardo a 15800 a 25 : ra da lmperatriz
n. 56, loja da Arara, de Mendes Gnimaracs.
Chitas da Arara a 3-iO rs. o co-
vado.
Vende-se cintas escuras e claras a 240 e 280'
rs. o covado, ditas francezas a 320, 360, 400 e 440
rs., riscados franceses a 180 rs. o covildo, gorgu- j
rao de linho para vestidos a 280 rs. o covado, fus-
tiio de cores a 500 rs.. gangas para calcas o pali-
tots a 440 e 500 rs. o covado : na ra da lmpera-
triz n. 56.
A Arara vende balees a 3$.
Vende-se baldes do 15. 20, 25 c 30 arcos, dos
melhores que tem vindo ao mercado, a 35, 3-5500
e 45. e ditos de brilhantina a 45. meias para se-
nlioras muito linas a 500, 400 e 320 rs. o par. di-
tos para meninos a ls28, para acabar, na lujada
ra da lmperatriz n. 56.
A Arara recebeu DOVOS soutetnbaniiies pretos
de grosdenaple ricamente enfeitados, e os vende
por SS| e 25-3, capas pretas muito bem onfeiladas
e manteletes de grosdenaple de superior qualida-
de : na loja da ra da lmperatriz n. 56.
Cassa onjanilvs a "iill o covado.
Vende-se cassa organdjs para vestido a 240.
280 e 320 ris o covado, corles de dito com 14 co-
v.ujos a 55, dlloe de laa com barra a 85 : na ra
da lmperatriz n. 56 de Mendes Gnimaraes.
;V Arara vende madapoln francez enfoslado a i^l.
Vende-se pecas de madapolao francez enfestado
a 45, dito ingles com 24 jardas a 65500, 75. 85,
05 e 105, pecas de lgodao encorpado a 55, 65 e
75 : na ra da lmperatriz n. 56, loja da Arara.
Cirandc sortimeutode roupa
feita.
Vende-se palitots de panno preto a 125, IOS, 85
e 65, dilos de meia casemira a 35500, 45500 e 55,
ditos de brim lino a 65,25500 e 35, calca de hrim
a 25500 ,i 25, ditas finas de- brim pardo a 35, di-
tas de brim branco a 35500 e 45, seroulas de li-
nho a 15800 e 25, camisas francezas finas a 25200
e 25500, ditas de linho a 35, pares de meias a 2O0
240 e 320 rs., grvalas finas pretas e escuras bor-
dadas as ponas a 15, ditas para menos a 800 e
500 rs., colarinhos de linho a 400 rs. ; s na loja
da Arara, ra da lmperatriz n. 56, loja de Mendes
Gnimaraes.
Grande pechincha de laxlnhas
a 40 rs.
Vcnde.se lazinhas para vestidos a 240, 320,
| 4"0 e 500 rs. o covado, ditas muito finas de cores
lizas, proprias para capas e vestidos de senhoras a
650 rs. o covado, ditas escuras muito finas a 640
grande r$-o covado, ditas de 4 palmos de largura com
palmas de seda a 720 o covado, popelina muito li-
na de ricas palmas a 15200 o covado : na ra da
lmperatriz n. 36, loja da Arara n. 56.
Fazendas para senhoras, golli-
nhas a OO e 390.
Vende-so golinhas para senhora a 200,320 e, 500
rs. cada una, eamisinhas para senhoras a 15,15280
e 25, ditas mnito finas com gollinhas a 45500 : na
ra da lmperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara vende fazendas para
luto, cassas a 300 rs.
Vende-se rassa preta fina a 320 rs. o covado,
la preta para luto a 640 rs. o covado, alpaka
preta a 500, 640 e 800 rs., bombazina a 15400 o
covado : na roa da lmperatriz n. 56, loja e arma-
zem da Arara, de Lourenco Pereira Mendes Gni-
maraes.
Cortes de chita a S#400.
Vende-se corles de chitas de cores fixas com 10
covadas a 25400, ditos finos a 25800, ditos de ris-
rado francezes com 14 covados a 35 : na rna da
lmperatriz n. 56, loja da Arara.
Xingiiem contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posterldade bemdir o nomo do Baliza.
Aetnalldade Batel palmas de contentamente!
Sem mitras nem coreas para ornar a fachada de seus annuncios, e as pollas do edificio t-m que babila, Baliza s*
content em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso: arme a lemla
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a mu
grande insohordinacao flogindo desconhecer os seus superiores, deixando-se Bear sentado, em vez de pe filar-*- I fazer a :
continencia doestvlo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor nr.Iem hi i
scutrem de guerra e no mais complecto movimento, osen presumo pata bem servir, desde o mais simples cantarada at#-
"o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
ordeh no da.
Desde a I." publicaco desle annuncio ate segundo aviso Manuel Pedro de Mello, propietario
do Baliza estabelecido ra do Livraineiilo ns. 38e:J8 A vender a todos os seus freguezes.
do gr.itiiJe
iiiin/'-ni
Cinco por ceto menos
que qualquer dos seus amareis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao ihegue a conteni Vs >-
nhores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas que morarcm no centro da provincia.
0 dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimenlo al-tum.
Declaraco importante.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soplador da ra do Qtteimado de que se ada i. Baliza asso iaUi
ao armazem Unio Mercantil aborto a ra da Cadeia do borro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
K entre-tanto o Baliza ligueito.
Ligueiro sim das ideas liberaes dos progressistas de todo o universo aos aentimento mais inliino.~ de >-n .
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
:-:>
: ,:-:: ,u;&g3\t&?^T&Q'
wmMMMMmm-&MmmmmM^mmwmm
, -':
ia.i da Sen/illa 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnst..rt \ C.
sellins e silhes inglezes. candi.'iros e fwli
caes bronzeados. lonas inglezas. l-. ]> vi.
chicotes para carros e montara, arren ; pira
carros de um e ilous cavallos, ei '> !
ouro patente inglez.
NO
A R W A Z K 51
DE
Alfsdt
(la ibia
para saceos de assucar e ronpa de mttwm -. t-m
para vender Antonio Loa oV Olivrira Ai -14
C, no mu r- riplorio ra d.i Cruz n. I.
' CHAPEtlR.
Ricas chapelinas de paiha de Italia e rhaj'
Mara l'ia rhegadot no ultimo nfot aa
da Independencia ns. lie 16.
RA DO QUEIMADO NUMERO 11
Lja de fazendas d uqhsU) Frederic dos Santos Porto.
Chapeos para senhoras.
Chegaram de Pars as mal* lindas chapelinas c chapeos de palha da Italia para senhoras.
Kicas capas e foutcnilarques de sed-r preta e"casemira de cor para senhoras.
Cortes de superior morentique branco para vestidos de noivas.
Camisas inglesas minio superiores para homens, peitos, punlios e colarinhos de iinho.
Chapeos de seda para cabecea e chapeos de sol de seda inglezes.
Lencos de labyrintho francezes a 1-3 rada um.
Camisas de menino muito superiores.
Cortes de la de barra para vestidos de senhoras de 13 a 18$.
A inesma loja tem o maior e mais superior sortimento de
Kstcii-as para salas.
Xcsie estabelecimento encontraran os senbores que precisaren! torrar suas
ot-'a C qualquer quantidade que desejarem de 4, 5 c 6 palmo? de largura, sendo
superior e por mdico prejo.
-alas com esleirs,
a qualidade
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. "56, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novse
legtimos, e se venden a preco mais barato do que
aru tqualqnernarte.
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
aeuix, differentes qnalidades, mais barato qne em
qualquer parte : no armazem de E. A. Burle &
, ra da Cruz n. 48.________________
Vendcm-se arcos de pao para uso de pipas
mullo ltimamente llegados do Porto : a tratar na raa
I da Senzala Nova n. 4.
IETRSIRO VEK,
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambera se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambera, tem un
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
30)3000 Ditos de setim preto. .
23^000 Ditos de ditos e seda branco,
Solrns de
vindas de Lisboa : na ra
moirn andar.
canUiri
do Vidrie n. I.\ arj-
Y1N1IO PIRO.
Chegon nova remata t aac mm m
rior vinho puro : vcnd-'-s<- w, ,
ltabello, ra da Cadeia n. V>.
-I
l a.
Casacas de panno preto, 35)J e
Sobrecasacas idem, 305 e .
Paletos idem e de cores, 286,
205, me......
Ditos de casemira, 20$, 15,3,
m, me......
Ditos de alpaca, 5(3, 45 e .
Ditos ditos pretos, 90, 75,
550003
55. 45 e
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. .
Ditos branco de linho, 65,55 e
Ditos de merino preto de cor-
U e.......
105000 Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
75OO0 Cohetes de fustao e brim bran-
35500 co, 35500, 35 e .
Seroulas de brim de linho,
35500 24o e......
Ditas de algodo, 15600 e. .
35000 Camisas de peitos de linho,
.45000 W, 35 e......
; Ditas de madapolao, 25500,
do, 105, 75 e..... 55000 25 e........
Calcas de casemira preta. 125,. Chapeos de massa, pretos fran-
105, 85 e...... 70 'cezes, 105, 95e. .
Ditas de cores, 95, 85 e. 75000 Ditos defltro, 55, 45,35500 e
Ditas de meia casemira de co- Ditos de sol, de seda, 125,
res, 55000 e.....45000 115, 75 e......
Ditas de princeza e merino pre-
50O0
to de cordo, 45500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Cohetes de velludo preto e de
cores, 95 e......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos ~de ditas de cores 55
45 e........
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
25500 tas.
25500 Toalhas parroste, duzia, 115.
i e........
75000 Chapos deso, dealpaca, pre-
450OO tos e de cores.....
Lences de bramante de linho.
35500 Cobertas de chita cbineza.. .
55000i
45O0OJ
25500
25000
15400 j|
24500
15600
85500
25000
65000
640
5
65000 i
45OOO I
35000 p
24500 m
^\%%\^\
DE
DE
j\ VIGNES-
X. &&. lll'l 0 IMPERADOR X. 53.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assax conhecidos para que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que olTerecem aos compradores, qualidades estas incontesta
veis uue elles tem deiiitivamntc conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
I siiindo um teclado e marhinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
' nunc falhar por seren fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos tmportan-
tissinios para o clima deste paiz quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores. ,,.,,
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blondel, de Pars, socio
enrresnondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as e\posices.
No mesmo estabelecimento se acha sempre nm esplendido e vanado sortimento de msicas do.
melhores autores da Europa, assim como harmnico? e pianos harmnicos, sendo tu4o vendido por
precos commndos e razoaveis.
o manual do plantador do .ilso-
do. por Tnrner. eoateado o
scgiiintejt >:ipilulos :
1 Methodos ordinarins da cultura iln .ik Lmi
i Svslema aperfeicoado da cultura do ^i^oaV
pelo Dr N. B. Cloud.'
3 Historia natural do algodao, suas eperie.
variedades.
4 Molestia e insectos destruidores do jigtm.
5 Anal\se da planta de algulao com rel^i* a
apidicacao dos eslrnmes, etc.
ti" Consumo do algoriao e iraucu do algtNkM*.
7" Historia do algodao e do engenho >l- alpa-
dan.
esta obra tuna compilaban do* arlifna df gf.
naes de agricultura, e em geral do rm-lhorr* es-
criptos que uestes ltimos annos tem rahi nos Estados do Sul da l'niao AmerirajM arena a
cultura, producto, commercio. Iii>I aualyse cliiinica, e ludo mais quanle diz refM
este importante genero de produce*, a^rtrata.
Pdese dizer que e-te M-itwil a obra *> raaa-
pleta que existe soltre a materia, seado a mmmm
lempo theorico e pratico. e encerraado toda* a >>
ticias relativas scmelhante assoropa.
Vende-se a 04 o enem|dar. na Wvraria M. T.
de Paria Filho, praca da Indepenila-ncu Bae-
ros 6 e 8.
O Uvro do Poto.
obra adoptada para o uso das esrolas primarias 4a
provincia, contend : vida de N'i*o Stalwr Jnpa
Cbristo, o vigario, Tabulas, o bom bamem I
quadrupedes nteis, moral pratira, .
mario, Simao de Nantun. mximas e|
da hypiene. receilas necessarias, o Batt
se n Recife, na livraria de M. Fifroeiraa t fn
& Filho, pra^a da Independencia ns. i e M
AGENCIA
FUNDICAO DE LOW-MOOI.
Ra da Se aulla ara a. 41
Neste estabelecimento contina a
um completo sortimento de moeoda* 11
moendas para engenlio, machinas de
e tachas de ferro batido e coado, de todos m
tamanhos para ditos.______
Arados americanos
lavar ronpa: em casa de S. f.
ra da Senzalla Nova n. 42.
>*C
Grande pechincba.
A 200 rs.e revade.
Cambraias escuras (mas a rs. o cotan
acabar ; nao ae dao amostras para qoe s*
logo : quem qnier. tpnh* rempr
de fazendas de Custodio,
Une i loado n. S7.
Carramo A C. M O
Foreto de i.inbon
da marca X. chepado ltimamente
gario n. 19, primeiro andar.
na mi
i, U
MUTILADO
am^aVk^.


'
Otarlo dc rerMMtaM Quh< felra I e Hnlo ele f nm
'
PRINCIPAL
DE
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo u. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo-se o propietario d'este armazem associado cora o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver d3r-llie o titulo de principal,
por ser o inais beti localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir para a Europa, am de alli escolher os melhores
gneros, desde ja se pede ao respeitavel publico toda a attencao, nao s para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
za, fia na do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 36, sertas tedas as pessoas que fre-
quentarem estas casas de que aro urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar cm outra parte, porque nin-
guem melbor do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! ra do imperador n. 5?.
PROGRESSISTA!! da ,** .. .
PRINCIPAL!! pna do Cpespo n *
Vinho do Porto em barril muito especial a Farinha de ararnta verdadeira a 32o rs. a Ib.
64ors. a garrafa, e 5,ooo rs.a caada. Phosphoros do gaz a2oors. a duzia e
o versamkkF
PRINCIPAL
E
GRANDE AKMAZE))
U 2
I
DE

p
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza*
1,4oo rs. a caada. ; Bolachinha americana em barrica
dem em garrames com 5 garrafas. rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a lijlo para limpar facas a 12o rs. cada um.
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-1 ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oors. o gigo e 8o rs. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo' Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
Sllllf
iiiiifli
OOO Om
MOLHADOS
RA DO MPERADOR
\. 40
Outr'ora ra do Colicgio
DE
MIARTE ALMEIDA $ C.
VVELAS
de tico c com pedrmg.
Nao eslava bem a agina branca eVixar arar
grande parle de sua boa fti |iii ..... este*
apreciadas Bveht de ato e rom -.r *
apressou-se em mandar buscar o !
que acaba de receber ; e bem a->im
Mas, cujos novos e bonitos padroe- t i, rnam arr*-
daveis aos olhos de todos nata. I <-. ip ,,
tendentes, munidos de dinheiro. eirijaaa-w- a rna
do gueimado, toja d'agnia branca n on4c :-
i ha bonitos cintos bordados rom borlas. rfr
.miento
tf ""'"!- Vjj Ti """""> ''nios Doraaios rom harta
mHo ?g extraordinario nriimei
IlHl |3 BaSof' .\ A superioridade das perfumaras
"; o = -y. Y; branca vende e.-t ineoitlesL-velmi i
iHI-
||J|

a 3,ooo
rw* A"tonio Fernandes Duarte Almeida, dono dos acreditados armazn TroT/^t'o
e Untao e Commercio e ex-socio do ProgressoProgressista acaba de abrir boje um ou-
iro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Osborn.
0 propnetano deste importante estabelecimento, conhecendo que o mais rico e espacoso
?,Ii?1DnM?*P,resentemfnte ^ temaberl Desla Prafa, deliberou denomina-lo VEUDADEI-
IPAL ; sem duvtda pode dizer, ja pela pratica e conheimento que tem deslas
este um estabelecimento que nada deixa a desejar,
casas, que
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 15 rs.a libra,
dem franceza, a melhor e mais superior do
nosso mercado a 6lo rs. a libra e 6oo rs
em barril ou meio.
Banha de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem dem menos superior e que em outras' r caoaa, HUt3 t .
dem uxim, o melhor que pode haver neste 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Peixe em lata muito bera preparado: savel, J
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac superior a 8oo e l,ooo rs. a garrafa, corvina, pescada e outros a l.ooe rs.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li- i e em caixa ter abatimento. i lata,
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a j Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas
4,2oo a Ib., vende-se por estes precos em! afamadosconserveiros de Lisboa em latas radas a 64o e 72o rs. a lata,
razao de antas ltimos navios ter-se rece-j de libra, libra emeiae 2 libras a 6oo rs. Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
bido grande porco deste genero, a diffe- Conservas inglezas em frascos grandes a libra, e 9,ooo a arroba.
75o rs. cada um. dem do Rio muito bom a 28o a libra e
dem franceza de todas as qualidades de i 8,5oo rs. a arroba,
legumes e fructas a 5oors. j Arroz do Maranho a ioo e 120 rs. a libra,
a Ib., neste genero o melhor possivel. ,Mostarda franceza em pote preparada a 4ors dem de Java a loo rs. a libra.
Bisanuos injjlezes em latas com differentes Palitos para dentes 12o rs. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
renca de proco de 6oo a 8oo rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio emlata de 1 at 6 Ih. a 4,4oors.
qualidades como sejam craknel, vorcitia
pic-nic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras muitas marcas a 4,3o rs. a lata.
dem lixados muito finos a 14o rs. Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra,
a 54o rs. i Chouricas e paios a 7oo rs. a libra.
Bolachinha de sdaem latas grandes a 2,ooo dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
rs. cada urna. a libra e 10,ooo a arroba. 8,5oo rs. a arroba.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas. dem de composicao emmacadas a 32o rs.
e muito proprias para
2,6oo rs. cada una.
mimo a 1,600 e
o mago e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 6oo rs. a libra.
dem etn caixinhas de 8 Ib. a 2$ rs. cada urna Doce em calda das mais especiaes fructas da
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
mosmn, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a IS.ooo rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades que Farinlia de M.iianhao a melhor que prsen-
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cni-j temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 8o rs. alb.
Presuntos de Lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.a Ib.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra c 4,6oo a arroba.
Europa a 6oo rs. a laU. Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Ostras em latas muito bem preparadas a Sabao massa, amarcllo e castanho a 22o e
1 ,ooo rs. i 24o rs. a libra.
Massa para sopa estrellinha muito novaem dem mais baixo umpouco a 16o, 180e2oo
caixas de 8 libras a 3,ooee 5oors. a libra.
dem talharim, macano e aletria a 4oo rs.
dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
xa e 04o rs. a garrafa.
Caixns rom Vinho do I'orto-superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, c 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porco e de
differentes mareas muito acreditadas que
j se vendern) por 14,ooo e 15,ooo a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, I). Luiz, Camoes, Uadeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia linoe ou-
Licores muito (nos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 8(>o, l.ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos glandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Cgypto a 8oo rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.'
O propnetano do grande armazem VERDAEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser o
a jprimeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos precos dos gneros de
estiu, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seus gene-
e francezas ja prepa- ros, por onde va e v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem esses. .
que, montidos e qoetmados pela inveja, dizem nao vfiol!... Illude!... desenganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trilho que pisa, nunca mais consentir que se
venda um objecto de 55 por 103. O systema do Vcrdadeiro Principal vender muito
dinheiro e ganhar pouco, e com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
carrega. '
Pede-se a malor atten^So.
O proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protec-
Cao para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode offerecer
as vantagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bem pede a todos os Exms. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, certos de nao terem occasio de se arrependerem.
Mala attenco.
O VERDADEIRO PRINCffAL pede, em particular lodos os Srs. de engenho e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encommendas este estabelecimento, garatin-
do-lhes o propnetano que tanto elle como os seus fmulos nao pouparao esforcos para
fielmente cumpnrem os pedidos que vierem inderessados.
Ao publico.
O mcansavel proprietario pede a todos os Srs. e Sras. que, quando toaban) de man-
dar seus pedidos soja em carta fechada ou com grande recommendacao ao VERDADEI-
RO PRINCIPAL na na do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza dos portadores lem este-sobrado urna botica
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a! PRINCIPAL.
,, 1,2^oS" ?.libra.: ,. Amendoas confeitadas com bonitas cores
dem de Sante muito superior e medicinal a a 1,5000.
*'3( Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
e 1> a libra.
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin-
tadas de i verde, as hombreiras Duarte Almeida d C. e por cima o VERDADEIRq
los como Cherry e Madeira para !2,ooo e Papel almaro pautado o melhor que ha nes-
t3,ooo rs. a caixa.
te genero a 4,5oo rs. a resma.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a 5,000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Massas para sopa muito novas, foi desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha e es-
trellinha a 500 rs. a libra e 3$ a caixa com
8 libras.
Macarrao,Aletria e Talharim a 400 rs. a libra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 10400
a caada.
Dita franceza muito nova a 600 rs a libra
sendo em barril 580 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos Dito em garrames a 1?>000 cada um.
de 30 a 20700 rs. Rolijocs com 8 a 9 garrafas de azeite,
Dito perola especial qualidade a 20600 hor que se pode desejar,
e 20800 rs. Palitos de dentes em macos
Dito hysson o melhor que se pode desejar | nhos a 120 rs. cada um
a 2*400 e 20600 a libra. paitos do gaza202OO a' groza, 20
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figoeira a 4oo, Sal refinado em lindos potes de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a 36o rs.a libra.
rs. cada um. ICominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Molhos inglezes em garrafinhas com Irolha de Crnvo da India a 600 rs. a libra.
vidro a 64o rs. cada urna. iCanella muito nova a l,ooo rs. a libra.
Queijos fiameugos chegados no ultimo va- Alfazema a2oo rs. a libra e 6,000 a arroba.
480 e 56o rs. a garrafa, 3,000, 3,2oo e
:!..')!ni rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero vindo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs. a caada.
por e muito frescos.
[Graixa a loo rs. a lata e l,loo rs.a duzia.
L0J4 DO BEIJA FLOR.
Kua to Qtieimailo numero 03.
Craiatinliss para seadora.
Vpftdem-se teravattahas dejdiversps gostos mais
modi rnos a 73i e 800 rs. : na ra do Qncimado,
loja do beija-llor n. 63.
Filas para debrum de vpslidos.
Yeadem-M Otas para delirum de vestido de linho '
com 12 varas a 100 rs. a peca : na ra do Quei-1
mado, loja do nrijn-flor n. 63.
ppntf iravessos. superiores a oOO rs.
Vendem-se pentes travessos de caracol na Caivetes de dnas fothas porm Anos a 800 Ira.
rentode borracha a oOO rs.: na ra do Queima- Gaisas com caluiigas muilo bonitas pad rap a
do, luja do beija-flor n.,63. IOO rs.
Papel Itrira dourada. 1 Franja branca e de cores para toalhas a ICO.
Vende-se panel beira domada a 15200 e 15300, Pares de botos pa/a punho muito bonitos a 120.
dito de cor de beira dourada a 1>1U0 : na ra do Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
Queimado, loja do beija-flor n. 63. I 120 rs.
Aurelopes. Tinleiios de vidro com superior tinta a 160;
Yendom-.-e auvelopes de diversas qualidades Hitos dc,barro ro"' superior tinta a 100 rs.
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de Gr?s de botoes de louca pratiados, o melhor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para unhas muilo tinas a 400 rs.
Escovas para limpar dentes muito superiores a
Libras dc laa de todas as cores (pesada) a 75.
Caixas de phosphoros de seguranca a 160.'
Ditas de papel amizade pautado e liso a < uo rs.
Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e do cores, pequeo, a
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na rua-do Queimado n. 63.
tollas de aljfar.
Tcndo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brilhante vende-se a 15 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ia-tlor n. 63.
Eufeilcs de fita.
Tendo recebido eufeites de fita pretas e "de co-
res mais modernas que se estao usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de laa arela para debrum.
Vende-se fita de laa preta para debrum com 10
nras a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Filas de linfa* para bordar vestido.
Vendem-se utas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a poce s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
fotttes de madre perol a.
Veodem-se bolees de madreperola mais moder-
nos que lem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fila de velludo prele com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se Ota de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
afeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e farfoa.
Vendem-se facas e garios de bataneo de l bo-
to a 55500 a duzia, ditas de 2 botoes a 65400 :
na ra do Queimado, leja do beija-flor n. 63.
fitaara.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito Anos a 15200 e
15500 : na loja de beija-flor da ra do Queimado
n.63.
RIVAL SEM SEGUNDO i iva/sem segundo.
Roa do Queimado ns. 49 e 00, loja dc miudezas' *Na rua do Queimado ns. 49 e 55. loja de miude-
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est continuando zas de tres portas, est resolvido a vender tudo
no seu progresan do vender baratissino : quanto tem no seu estabelecimento por precos que
Caixas dc superiores obreias de cola e massa a i lodos admirara, assim vejam e admiren).
40 rs. Frascos com superior hanha para acabar a 200 rs.
Cordao branco para vestido e espartilho, vara 20 J!anlia transparente a melhor que ha a 600 rs.
ris. Banha japoneza superior e garantida a 800 rs.
Linhas de carretel (150 jardas) de superior; quali-' Fras<,os de oleo vcrdadeiro babosa a 500 rs.
dado a 60 rs. Ditos de oleo vcrdadeiro que tem urna mfiozinha a
Cartoes de linha Pedro V T200 jardas) j| muito OO rs.
conhecida a 40 rs. Dilos de oleo superior Philocme a 800 rs,
Grozas de peonas de ac dc muitas qualidades e Sabonetes pequeos e muito finos a 60 rs.
Dilos inglezes, superior qualidade, a 160 e 320.
Ditos de bola muito finos a 240 e 400 rs.
Vinagre arematico e cheirose, garantido, a 15-
Frascos de. agua de colonia muito finos a 400 rs.
Ditos de dila verdadeira e que se garante a 600
ris.
Ditos grandes tambem verdadeira a 1,5200.
Frascos de cheiros muilo linos a 200, 320 e 500 rs.
Dilos de agua de colonia grandes a 640.
Pares de ligas muito finas para senhora a 500 rs.
Pecas de fita branca de linho, superior qualidade,
a 100 rs.
Grvalas de seda muito bonitas e superiores quali-
dades a 500 rs.
Canelas de osso lisas e torneadas muito nas a
40 rs.
Duzia de lapis muito finos e fortes a 240.
Tranca preta lisa o melhor que ha a 80 rs.
Escovas para limpar dentes muito finas a 200 e
400 rs.
. Pentes de volta para meninas regacar cabello a
500 rs.
Ditos dourados para meninas regacar cabello a 15.
Fitas para enriar espartilhos muito finas a 60 rs.
Dito hvsson e da
25>0 e 2/400.
Dito do Rio em latas de 2,
al000el#200a Kfere.
Dito preto muito especial a 2#800 a libra.
Dito mais baixo a 1^300 e l>GOO a libra.
India muito superior a
4, 6 e 8, libras
caixinba e 200 rs. a duzia.
Graixa em latas muilo novas a 100 rs. a lata
el;>000 a duzia.
Ceblas muito novas a iO rs. o cento e
800 o mollio.
Traques de primeira qualidade a 8f>00 a
A superioridade das perfumara-
branca vende est lnco1wUT>ai 1
e isto confirma a grande exir.n-r \,
dando os apreciadores do bom. A agina tic j
porm. temi gempreen vistas o bta -
Ma frcguczia, tanto da fMMh naa lo tmttrwt
mandou vero exlraordin.ili" sortinitMt'" ipe ar-
1.1 de receber, viudo conforme lias nriTamriirfa-
ees, sempre da melhor qualid.-nb .
Agua de Colonia em garrafas de i!ivcr>.-tamai.ir
e moldes.
Dila dita em frascos redondos > qoadrado*.
Dila dila amt.rcnda em lia-.,.- vrrde-.
Agua ambreada para banhov
Dita balsmica e dentriffre para ronsm-.-: .' dj
genpivase dentes e bom hlito da bafea.
Dita de flor de laranja.
Dila de rosa e dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dita de alheniense para alisar c aafjm I a-
bellos de|iois de atado.
Dita de Mallabar e lloide para lin^ir os jIk !
Banha transparente e bdbraen.
Dilas tinas em frascos de diversi
Dita dita em Imnitos vasos de parca! 1
Dila dila em latas.
Dita dita em copinhos, sendo rreme, duqu..-.. t -
Diada mpciial.
Bahuzinhos de vidro cen |ierfon)aria<
Caixinhas com 6 Irasquinbos de chnru-
Cosmetique (ou pomada) superfina.
Extractos linos e de agradareis ch. ir
frascos.
Dito frangipane, cheiro novo e moi agratlaveI.
Dito de sndalo.
Essencias concentradas, com dinVremv fai.*-
mos cheiros.
I.eile virginal para tirar sardas.
Dito de cacao para amariar a culis e \.a- rjt-
Ihe o lustre.
Macassar perola.
Oleo philocome superfino.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lnbin para denlt-s.
Saboneles tinos quadrados e redondos.
Ditos linos em caixinhas de tre<
Dilos muito finos para barba.
Dilos creme de amendoa em vasos de vidro e pee-
celana.
Tnico oriental de Kemp.
v inagre aromtico.
Dito ou leite d'ires para acabar as e.pinhas do
rosto.
E assim muitos outros ahjeaaai la pean rae >a
compra dos quaes o pretndante sera
por deixar os cobres na loja d agina branca, na
do Qncimado n. 8.
Objcctos -de ptaaniasla virjrlaa
para a .isnla tornara.
A aguia branca recebeu novos e bonii- obje-
tos de phantasia, alguns dos pjaes num-a. veWr
ai|ui, sendo :
Bonitos aderecos completos feitos d> ;
Ditos ditos de pedras, por coja perfeicio a Wm
gostoquasi se na distinguen! das vrdaiVira*.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de pendas falsas tanto para -eaBarae
como para meninas.
Dita de chapa de rrvstal com listas di-ur.':.
Dita de cornalina branca, aznl ele. etc.
Bonitos alfinetes e anoeis para grvalas
Bonitos pentes de concita, obra .i. .
Outros iravessos com pedras para 1.
Bellas guarnicoes de pentes di
com caixos de ovas, feitos de aljfar. i*ra --
0 me- bliine.
a -i) cada um. Oatrai igualmenie bellas, toda.- de r.no daaaadae
com 20 maci- n (;"m iR'drf A .
(luirs a tarlarngadas, nada infcr
Voltinhas de aljfar branco e de eM "'i Toses
rs. a 1 de pedras.
K.-.-es e outros muitos afeatenl a> laat-sea v adja
na rua do Queimado, loja da agnia beat
Queijos chegados no ultimo vapor a 3#000. caixa e iO ra. a carta.
Queijo prato chegado neste ultimo vapor a charutos Ipyrangas em meias caixinhas a
800 rs. a libra. | 2i5000.
Ditnsuisso a ParmezJio o melhor e mais Ditos Suspiros de Thome Pinto a I^600.
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li- i)jtos Avaneiros do mesmo a 1,5000.
bra, sendo de 1 libras para cima a 780 rs. i Ditos Regala Imperial a 1-5600, garante-se
Dito londrmo um pouco duro por virem
Caixas com superiores iseas de
atOn.
Carreteis'de linha Alexandre (200 jardas) de cores
a 30 rs.
Baralhos para voltarete muilo finos a 240.
Carlas de allinetes francezes muito finos a 40 rs.
Meadas de linha f'xa para bordar a 20 rs.
Pares dc sapatos de tranca muito superiores a
15600.
Papis de agulba com um pequeo toque a 10 rs.
Groza de botoes dc madreperola muito Anos a
560 rs.
Cartoes e caixas de clcheles francezes superiores
a40rs.
Bonets para meninos muito finos a 15500 e 25.
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para enueter meninos a 80 rs.
Pecas dc fila de linbo muilo boas a 40 rs.
Pentes de lago muito bonitos a 15-
Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
Rodas com alfinetes francezes a 20 rs.
Caixas com quatro papis de aguihas imperiaes a
Saboneles de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
Pares de sapatos de lia para meninos a 400 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
nielhores nue tem vindo, e por preco muito barato:
quem quizer ver, venha rua do Quetmado ns.
49 e 55, e ver tudo como bom e barate._____
Na rua da Cadeia do eci-
fe n. 50.
Tem para vender nm'balcao multo bom, urna
batanea, pesos e sens pertences, 3 eaiXSes para
caf, arroz etc., etc., 2 flteiros para amostras de
talharim, macarrao e outros objectos, tem mais
um armario envidracado muito bom e propri pa-
ra taberna, vende-se em coma.
acender charutos Varas de fita com ilhozes para vestido a 100 rs.
Aboloaduras de muito gosto para collete a 120 rs.
Frascos de oleo de macaca muito superior a 100
ris.
Agulheiros de Jacaranda muito bons para agulha
a 200 rs.
Espolhns de Jacaranda e brancos de columnas a
25500.
Duzia de facas e garfos com dous botSes, muito
finas a 65-
Duzia de facas e garfos, cabo branco, cravadas, a
25800.
Pecas de entremeios muito bonitos a 700rs.
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CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de fiveiaa pretas e com pe-
drinhas de muito lindo gasto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas flve-
las que se vende pelo barato preco de 15500 e 25 '
s no vigilante rna do Creapo n. 7.
cm navio a 500 a libra, c sendo inteiro
400 re.
Bolachinhas'em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a I #300 rs.
Ditas em latas grandes a 2*000 rs.
Ditas em lulas dc libras de Craknel a
44000 a lata;
Bolachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2*200 a barrica e ICO
a libra.
Ca toes com bolacbinhas francezas de diver-
sas qualidades a 000, 800 e 1,5200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
;>O.
Bocetascom doces de Portugal ricamente
enfeiladasa 2*500, contendor peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra e 7#50O a
caixa: tambem tem meias c quartos.
Amendoas de casca molle a 260 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra c
4;?000 a arroba.
Figos em caixinhas e latas hermticamente la-
cradas a lj|500 e 2r$500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
e das seguintes marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,
GRANDES IffOfhTfiS
espelhos domados
A aguia branca em connuacao de >aaa en ;i>-
mendas mandou vir, e acaba de r
cspelhos dourados rom mui beaMai BM
molduras, e vidros de primeira ' do que o pretndeme que sabir de aaM wiih 4*.
\ dinheiro e com dispwieio da e ;a^lar na rentara
I de um desses bonitos espelho*, < dirkir-ee a na
do Queimado. loja d'afan branca n. x. p.
, Iniii servido. Tambem ha espribos ijoaraih-*
J2rS SEPE es,! venderam l>r I asasarra ss^cs^
2*600 e 2,*800, alem destas marcas tem 1 k v
todas as mais que costumam vir nosso i H
mercado. **
ROS
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 0*600 de pOrCeldH e VSCi- l(l-
e 500 rs. o frasco. ,
Dita de laranja a 10200 o Irasco e 12*000 a
caixa.
Dila embotijas de Hollanda a 440rs.
Cominlios muilo novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba ter abatimento.
Erva-doce muito nova a iOO re. a libra.
Canella muilo nova a lOOO a libra.
Pntenla muito nova e iimpa a .340 rs. a libra.
Cravo muito novo aGiOrs. a libra.
Alfazema nova a i00 rs. a libra.
deiras de vtdrn
A aguia branca tambem mandi n vir 1 1
ros de porcellana dourada e de dilfcri >l*i laaM
nhos; assim como eseamdeir
esees sempre amanta para o h>m u*. i
las ; resta somente que o comprador dar^a-ee tmm
dinheiro loja d'aguia branca, na rna da |mb>
do n. 8, onde ser .-mido com agrrd.
dade.
&
tie la para baaiem e st-thara.
A aguia branca, na rua do QommaeW b. a. vea-
de mui Ima- lona.- de U. (ara hume e Manea.
ESCRITOS FUGOS.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs.
libra e 8i*000 a arroba.
Chouricas e paios a 040 rs. a libra.
Banha a mais nova e alva que se pode dse-!e |)relas de lai;t e de p**"*-
jar em latas de 10 libras a 45000 a lata.
Dita propria para banha de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 4*800 a duzia e 50500.
Ameixas em frascos grandes a 2s>o00.
Ditas em frascos mais pequeos a 1#400.
Ditas em latas de urna e meia libra a 0 libras
a i $200 e 4*000 a lata.
Mlho inglcz rolha de vidro a 800 rs.
Prezuntos inglezes para Dambres muito no-
\ ji' '( Hl III r* 'i !tl \V\
Velho secco, Victor Ejmmanuel, D. Pedro jMostarda preparada a 200 rs. o pote
V, D-Luiz, especial vmho velho do Porto 'conservas inglezas a 640 e 800 rs. o
e outros mu. os; a 9^, m,W c 14^ a ^ i()mo d
duzia ela 1^200 a garrafa. garrafa
Vinhos em pipa-Porto, Lisboa c Figueira DUbofrancez a moo a duzia e m rs_
das melhores marcas a 3*800 a caada e
500 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 2#800
a caada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, n5o levando com-
posicao, a 560 a garrafa e 45000 a caada.
Vinho branco de uva una a 600 a garrafa e
4#500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 2#800 a
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6#500 e 75000
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 15200 a garrafa, garan-
te-se que por este mesmo preco di pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem.
Licores francezes e portuguezes dos melho-
res autores a 800, f fJOOO e 1I500 a gar-
rafa.
Cervejas das melhores marcas a 55600 e
05 rs. a duzia; tambem temos ordinaria
por muito meaos.
Marmelada de todos os fabricantes de Lisboa
em latas "de i libra a 600 e 640.
frasco.
IrJOOOa
garrafa.
Palle Brandy a 2*000 a garrafa e 325000 a
duzia.
Sabo massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 95000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640rs.
Papel almaco pautado e lizo a 25400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 35 a resma.
Dito azul proprio para botica a 25 a resma.
Velas de spermacete a 560 rs. a libra,e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 95000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farello de Lisboa marca N a 45000 a sacca.
Tijollos para limpar facas a 160 rs. cada um.
Peixe em latas j preparado a 15000 a lata.
Chocolate hespanhol efrancez a 15000 a libra.
Caf do Rio primeira sorte a 85700 a arroba
e 300 rs.a libra. .
Dito de segunda a 85400 e 280 rs. a libra.
Arroz do Maranho, Java e India de 25600 a
35 a arroba e 100 rs. a libra.
AhpisU muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 45500 a arroba.
Adiase fgido o esrravo de n- ote Faustoso, a>
idade 40 annos, pouco mais ou ra
ura regular, grosso do corpo, bem r^aedade. bar-
bado, e j cem alguns cabellos hranm* na 1 .rW
bracos e pernas grossas e ba&tante raMliirfa-. ara-
do as pernas arqueadas, porm sao awam, <
ma andar cm sambas, e as vezes 1
tante por gostar muito de beber
se as autoridades policiaes desta e 1
limilropbes, que o facam apprebeneVr a H-b a
seu senhoro major Antonio da Silva Lasaa*
rua Imperial, assim como rogase aos
campo a apprehcnsao do dito eacraw.
bem gratificados.
ffzt
&mm)
O abaixo assignado avisa as mondad 1
e rapilaes de campo, e pes>oas partiriilarrs.
no di a 12 do correnle ve casa do;
nado o mulato Me. com os fe"***
falta de dentes, barbado, de idade -V) ai
mais ou menos, meio descerado e bala 1 _
te, escravo da Sra. D. Aotooia Fraoci-ca CadaerJ
Pinto, veio mandado do seobor imirn, Xtoi
Ferreira Pinto, alugar um cavallo rom raapaSa a
eassoaes para ir bascar ama carra d (
ra doce, e al o prsenle sao aaf
naes do cavallo sao os seguintes: 1
trado, aberto de cima, anda baixo ate meio.
foveira, carnudo, espinhaeo eorroado, carn* mm
prida, grande, tem urna cicatni anda por arar,
da cangalha, ao p da pa, do lado direito > *tMi
cerlo no ferro, mas lem alguns ferros : graiifira-se
bem a quem o pegar, levando ao Caminbo \ -'
ou Chora-menino.
___________________Jos Aafcmto Marqoes.
Ausentu-se da casa do abaisv a*siaa*>-
dia 14 do correnle, o seo escravo pardo de aamee
Aleixo, official de aifaiate, que altiaaaa>eaae 1
Ibava na loja dos Srs. Bastos MepaMea, a 1
tem os stgnaes seguintes : magro, calvo,
barba, espiabas no rosto, e aaaa ral
s autoridades policiaes e capities de campo a aa>
aae seria

Cavada muito nova a 25500 a arroba e OOS^. a^o'do'ViJST l
rs. a libra. triz n. 16.


litarlo e Pfrntmbnfo 4|uln<:i fHra 1 le Malo r fl 41.
faculdade que toem de reservar eid seus cofres o Se actualmente gozamos da vaniagem de um
pspelmocda do governo, como garanta dos buhe- cambio nao s egual, como superior ao par da le,
tes que eniitiem, conservan) em deposito urna part cumpre nao perder de vista a necessidade de em-
desse papel, que deixa de faxer o ofBcio de meio pregar todos os meios para que elle se conserve
circulante. Os documentos existentes no Ihesouro naquella escala. Assim pensando, nao estou to-
mostram que a importancia lestes depsitos era a davia longe de apoiar urna medida, que faculte a
I circulacao de algumas classes de notas do banco
| do Brasil as provincias onde existirem taixas li-
."> 45:000.5000 aes, sendo taes notas pagaveis na caixa matriz
1,636:8504000 obrigatoria, e as filiaes facultativamente at onde
7:000,5000 poderem supportar os scus depsitos meiallicos.
573:800*000 Reconheco a ravidade desta medida, c a ne-
1:4005000 ceiSdade de aze-la acompanhar de outras nrovi-
8:0005000 deucias, para que se nao substitua um papel irrea-
"z^ft^wvi "save1, 8aran,'do Pe, governo, por outro emitli-
==!==L3==:= do de conla particular; mas estou persuadido de
Deduiindo-se, portanto, daquella somma de... que, feitas algumas modificacoes no actual reg-
30,094:4405000 a que ndica esta demonstracao, men dos baucos, nao traria a medida inconvenien-
apparece o resultado de 27,310:9905000 como cir- tes, antes vanlagens.
culacio real do papel moeda em notas de 14000 ... ,.
^.ru^ .nn.nm IftnTr>n ^^ A pnmeira das providencias seria facultar ao
at 105000, 1005000 e 2005000 porque as demais !" *, .
.... banco do Brasil o poder conservar as duas canas
classes teem sido ja realisadas. ,. KL .
da Baha e Pernambuco urna parte do seu fundo
t Para se formar, porm, um juizo seguro a tal disponivel, para assim facilitar a realisacao do tro-
respeito indispensavel attender-se circumstan- c0 por moeda correnlei quando fosse procurado
cia de que nao este o nico agente fiduciario da nas ,)las provincias.
circulacao. Com o papel do governo concorrem ... .
nas transaras do mercadoas notas emit.idas pelo 'A s<*unda **** do ^no banco'
banco do Brasil e por suas caixas fihacs, que sao ?ua' ^fa au 0ar ?a1ues ** a praca de
, ... .... .... Londres, fetos peas ditas canas sobre depositas
acceitas nas estacoes publicas, e os bilhetes emitti- K .. ,
LITTERATURA.
ferro de D. Pedro II possa fazer das are,oes, que o
governo possue, tanto porque presumo que esta I
despeza se far antes do exercicio de que trata-
mos ; romo porque aimporuncia desse algarismo
antes o pagamento de um cmpreslimo ja consumi-
do, do que a despeza annua : nem tambem a de
Rr.vM. Sn. D. Joxo da PiniFiCAQo 2,000:0005000, que o banco do Brasil resgatarc
a' ni;noni\
Do Exw. B
Mahoiifs Prnoico. hispo i>i Peunambuco.
I
II -je a mnsa rhristia vibra saudosa
As curdas do iraude. Quem Ihe embarga
S.MiiJas finias no exhalar seus cantos
A is ps da cruz, em hora tn solemne ?
Fiel transmonta de ntimos Recios
K lit ao longo, em solido (irofunda,
Na ei-lade dos morios.Ninguem ouse
It i ibar-lhe, a inspiraeo que se derrama
l> um i|uadro lao lgubre. O rypreste
Que al ondea verdenegro e triste,
E o silencio 8 a quielncao dos tmulos,
(jue apenas quebra o murmurar das preces
N i r.cinlo agrado, symbolisam
U o pensaniento oue s pode a rrenca
N i mundo comprehender. ampio mysterio
I i i-rosivel aos soherlms rft=gos
IV- audaz philcisophiaimmensa ideia,
Grava sagrado, portentoso arcano,
0>io o poeta eathulico percebe.
A ilubia luz que inunda o sanctuario,
Q te se diffund'' trmula, funrea,
V r entre as sombras, Ihe desenlia ao vivo
Di denudado o limpido horisoiite,
Que II
O espectculo este.Kmbora avulte
Solitaria nei-ropole, surgindo
D'eom a meiionha cerraeo da noute,
Mais adiante Ihe alvorere o dia,
T. o rrente o ve magnifico e formoso
luminar-se cum o esplendor sereno,
Que Ihe desee do empyreo. Quanlas vezes
A morte exprime singular victoria,
Majestoso triumpho que preenehe
Do eoracSo a frvida esperanca f
Q.tantas vezes os ltimos momentos,
Sao o ditoso prologo, o prenuncio
Das delicias do cu E taes segredos
Q'iem os sondon jamis T S ha quem legre
l'!orpreta-ln., quando a f Ihe apona
AV-m desta existencia o marco extremo,
D'uudc comrca a luz da eternidade.
111
Efe o que vejo, a scena que observo.
T inge-me a dr, ao contemplar extincto
Vuoeratido aneiio, ministro Ilustre
Do supremo Senlior, que Ihe outorgra
Trecioso deposito na Ierra,
F que o pozera porta de seu templo,
f.uno um dos chefes mais luis, mais justos,
T ira giiantar-lhe em meio deste povo
Do E-aiigelho a sempiterna heranca,
A doulrina do amor, a iei sublime,
Di indican a nrnrruptivel norma.
Era um modelo da chnslaa piedade
Esse prelado insigne que a morte
T ira sempre roubou-nos. Quem o visse
A cnxu^ar as lacrimas do pobre,
A consolar a viuvez sujeila
A is transes do infurlunio, a dilatar-sc
V ii raridade smn igual com os orphaos,
Com os desvaliilos que o buscavam ledos,
Qie iam beijar-lhe a man, que iam pedir-lhc
Amparo e piuteccito, que nao cessavam
De supplicar-lhe a pastoral clemencia,
I ilfra nVile f um desses raros
Caracteres christaos d'anligas eras,
TSo raros hoje n'este infau.-lo sceulo
D'1 indilferenca n srdido egosmo.
Anda era mais.A patria que adoptara,
O.ide exrfria o alto sacerdocio
Com tanto alan, com lao distincto esmero,
Com lauto zelo e lao subido esforco,
D've-lhe iiiuio : apostlo da egreja,
Era elle mesmo um defensor solicito
Da ordein social; o a historia aponta
De seu nobre civismo um claro exemplo,
Cuja memoria os seculos nao gastam.
IV
Es por que eu choro a irreparavel perda
Do prpslanle prelado ; eis p Unir meu pranlo ao de Israel que hoje
I.lie commemora em fnebre apparato
S. us bellos feitos, e. Ihe envia o canto
De d-->pedila borda do sepulcro.
A' magna de Siao prende-se inteira
Minha magna tambem ; sinto cm ella,
E, fumo a elia, o conejo me punge
M'egH nioineiito a mais cruel saudade.
Mas adiante, lera deste cortejo,
Que a dr toggere, que o dever inspira,
Atrav z destas sombras luctuosas,
Deste painel que a todos amargura,
Desles emblemas de martyrio austero,
lia p'ra sua alma venturosa estancia,
La no seio de eus. Alma tao pura,
Coracao como o delle, ampio ihesouro
De candara, d'amor, fonte inexhausta
fie exVmplar caridade, alm s'expandem
A' luz do tea, em mysticos deleites,
E l viten) p'ra sempre, e l florescem,
J\"o eterno gozo de ineffavel graca.
V
A homenapem paguei-a respeiloso
Ante a cruz do Senhor, (^om os olhos utos
Ka cidade dos inortos, que nos cerca,
Mas com o spirito a penetrar anrioso
IV,i cidade dos vivos, onde a cienca
Kos faz aehar o inclyto prelado:
Ti bulo humilde, sim, mas espontaneo,
Porque a mu Nunca mentoi, e menos o faria
Ant* as aras de Oens, e em frente a um tmulo.
6 de maio de 1864.
A. fl. de Torres Bandrira.
recolber caixa da aawrtiaacio, porque no estado
de deHciencia da renda ordinaria para fazer face a
esta despeza, julgo preferivel continuar em vigor o
que dispe o art. ii S V da Iei n. 1,177 de 9 de
' selembro de 1862.
A toballa n. 7 mostra as alterac-'s, que se dao
na actual proposta comparada com a Iei do orna-
mento, que rege o correte exercicio na parte re-
lativa ao ministerio da fazenda e como essas alte-
rages acham-se minuciosamente explicadas na
mestna tabella, julgo intil oceuparme em justifi-
car aqu o orcamento do dito ministerio; poresse
motivo a ella me reporto.
t Se deste ministerio se deduzissem as despezas
qu as Ieij tcm posto a seu cargo, e que pertencem
a oulros ministerios, como sejam os empregados
das classes inactivas, que depois de sua aposenta-
taco vem pesar indistinrtamentc sobre o algaris-
mo dos aposentados e de repartirles extioctas :
bem como asconsignacoos para pagar as garantas
de juros a que se ebrigaram as provincias do Rio
de Janeiro, liahia e Pernambnco. c a estrada Uniao
e Industria, rujas addicoes importamem.....
l,442:06459u, seria a despeza peculiar deste mi-
nisterio de 15,7l3:.13750z7 embora nao fosse ella
reduzda no total das despezas i Estado.
A tabella n. 8 indica a importancia da despe-
za dos inactivos, relativa a cada ministerio, excep-
tuados os veneimentos dos reformados do exercito
c armada, que continuam cargo dos ministerios
da guerra e marinha. Nao pretendo con estas ob-
sarvaces pedir que se altere o disposto em nossas
leis, mas to somente dar a conhecer que, para
calcularem-se exaclamente os encargos de eada re-
partirn, esta circumstaucia nao deve ser perdida
de vista.
t Os soldados do exercito de 1863 -1864, segun-
do os documentos existentes no ihesouro, constam
da tabella n. 9.
i Laucando uma vista retrospectiva para o exer-
cito'de 18621863 t para o corrente, eu conside-
ro digno da mais seria atlenco o dficit de nossa
receita, j verificado no primeiro pelo exame de
suas emitas, e no actual a vista da Iei, que o de-
cretou e do augmento que deve produzir a neces-
sidade, por vos mesmo reconhecida, de dolar me-
llior algumas das verbas desse exercicio.
< A progressiva ele vacio da despeza, deque tra-
ta o relatorio de 1863, nao lem sido acompanhada
de augmento correspondente na receita ; antes nos
ltimos exeicicios as causas j referidas oeste ar-
tigo fizeram descer as randas abaixo das previsoes
do thesouro, e, embora nao sejam ellas permanen-
tes, comodisse, influirao anda no corrente e talvcz
influam no futuro exercicio.
t A fonte principal de nossa receita nasce, como
sabis, dos dreitos de importacao e exportacao,
que representam mais de 4/3 da renda do Estado :
foi principalmente nesses direitos que se operou a
redueco. A guerra dos Estados Unidos, fazendo
diminuir a importacao des productos do algodao, e
as minguadas safras do caf, nosso principal gene-
ro de exportacao, produziram, romo era natural, a
dimnui(ao da renda, que dahi tira sua origem. E'
de presumir que uma favoravel reaeco venha
restituir ao seu estado anterior as prinripaes fon-
tes de nossas rend-s.
E-la esperanca animada pela maior colheita
do caf, que se annuneia anda mais elevada para
o prximo anno, bem como pelo desenvolvimento
de diversos ramos de nossa industria agrcola, quaes
sejam o algodao e o fumo, que em algumas provin-
cias ao norte do imperio tero anillado, c concorri-
do para o augmento da renda no actual exercicio ;
mas nao dado determinar com preci>ao nem
quarito, nem em que gru crescerao as rendas ; e,
na incerteza de um futuro mais prospero, aconse-
Iha a prudencia que sejamos cautelosos e provi-
dentes.
O corpo legislativo tem j manifestado que se
acha animado das melhores inleuces para corlar
todas as despezas desnecessarias e reduzi-las tanto
quanto o permitlirein as conveniencias do servico
publico ; mas, quaiquer que saja a economa, que
d'ahi resulte para os cofres pblicos, nao poder
fazer face ao avullado dficit que se annuneia.
Assim, embora se faca nas despezas do estado,
como e de rigoroso dever do governo, a mais seve-
ra economa e o corpo legislativo reJuza a despeza
s proporces do absolutamente necossano, uo se
couseguira obter somma, que possa occorror iui-
poclaucia do delicil nos dous exercicios, sem recor-
rer se ou converso da divida fluctuante, prove-
niente de bilhetes do thesouro por autecipacao de
renda, em divida fundada, ou elevaco de alguma
quola nos impostos, que venha auxiliar as opera-
ee- do crdito.
e Pelo 7- da Iei n. i,'77 de 9 de selembro de
1862 foi o governo autorizado a continuar a cobrar
nas alfand. gas, at o fim do correte exercicio, o
imposto addicional de 2 o 5 por cento sobre o va-
lor das inercadonas despachadas para consumo,
seguinte :
Na caixa matriz do banco do
Brasil.....................
Nas suas seto caita liliaes.....
No banco Bural e Hypoihecario.
> da Baha............
de Pernambuco......
do Maranho........
tuna e convenientemente, como reclamatn, as cir-
cumslancias do paiz.
dos pelos quatro estaoelecimentos bancarios de
que cima fallei.
O quadro n. 10 mostra que o valor das notas
de todos estes estabeleciraentos, em circulacao no
lim de fevereiro prximo passado, era de........
de suas notas, evitando assim a accumulacao do
meio circulante, que feito o emprego para que f-
ra removido, deve naturalmente voltar ao poni
de partida. Por este modo se Vealisaria naqnella
praca, para oode convergem na mxima parte as
. nossas transaccoes commerciaes, a liquidacao del-
53,200:9605000, incluida nesle computo a pequen ^ J^JJ o ^^ do ^ J J ^
^*^.^*W^?* abertoporcontadoemprestimo gratuito feito ao
Hypoihecario e Commercial e Agrcolaque anda goverDO
nao vieram ao troco, depois que o primeiro desses.
bancos deixou de ser erpjssor, e o outrd llqai-; E es'a operaco estara comprehendda na
doa.se letra de seus estatutos, porque havia de evitar a
____ ...,Hj.i maior importacao de ouro, sendo, como sabido,
. Beunida, pomnto, a somma de todo,o papel que umj ^ fc ^ j
mll^^TmtX!SitSSSZ tometalhco causada antes pela necessidade de
ou mais exactamente, a de 80.011.a0|000 se de- um agenl9 geral da circul 5o para as provincias
duzirmos da referida somma a ultima presiatao de ^ o do que JJ^ para q ^.^
500:0005000 que o baoco do Bras.1 recolheu a ca- m m( nspira gran(]e r8Ce|g Q perjgo qu(j Je
xa da amorlizaco no mez de abril ultimo. Con- _
, \ _._ ea___..l- vir da adopcao da pnmeira das indicadas medidas,
frontando oste algansmo com o que se enconlra no V_
relatorio apresentado ao corpo legislativo em 1862 se por ventura affluir ao troco por ouro maior som-
por um de meus Mostrados antecessores, relativa-1 made netas na caixa matriz, tanto porque em cir-
mente ao anno de 1860, nota-se que, sendo a cir. cumstncias normaes nao elle para temerse, co-
culaco nessa poca de 84,413:7515000, e boje de! n porque em circumstancias extraordinarias p-
80,013:9505000, ha uma diminuico de meio cir- de o banco recolher caixa matriz parle de seus
culante de 4,399:8015000 comparados os dous pe- depsitos meiallicos existentes nas outras caixas,
OS JH-.KDIfiOS.
(laoltar/So do hespaahol.)
Melius mori qnam mendicare.
fP'iufo.;
A mendicidade um modo de vida como outro
quaiquer, e muilo commodo, porque so vive sem lam-
trabalho, sendo tambem cerlo que a proflsso de I am,"C;io desej.i. scodo necewaii
homons, digo, tallan por efaaa d w hnmnm *-
rarter digno, franco e leal, os q nem se humilham ao aoderoM, i
caminho sem Ibes importar rom a
E'les mendigo*, que se i
teem. justo conle*a-b>,
cessiia o horacm para vi ver m wmtmtr.
lento de se roiibecerem a si pro arma. E i
lado deste conhecimenlo o *yie*aa, fme adaav
Nao Bodn ai por si rlKTrar ao m a *>
ajae hm
0 OUEVIE PELO MUNDO.
Darnos pm seguida a concluso do relatorio do
anual ministro da fazenda, apresentado essem-
Ida gcral em principios do mez corrente :
Na mesma tabella e*t contemplada nicamen-
te a despeza classificada at o exercicio de 1862
4863, drixandu incluir-se a do corrente, por na.
cxi-urein no tli^souro lodososbalaucos nacessanos
fiara que seja liquidada ao menos at o mez do
exercicio.
t Conorme os orcamentos dos diversos ministe-
rios para o exercicio de 18651866, a despeza
avahada do seguinte modo :
Ministerio do imperio.......... 4,698:2675958
da justica...........
de estrangeiros......
da marinha.........
da guerra...........
da fazenda..........
da agricultura......
3,123:4525501
737:1445999
7,600:1065034
14,012:9145873
17,155:401'5836
9,161:5355945
56.588:8235246
Oreada a receita em........... 52,0t 0:0005000
ftesulu um deOcit de.......... 4.588:8235246
Compre anda observar que na despeza do
ministerio da fazenda, cima calculada, nao se
comprehtode a das chamadas, que a estrada de
riodos.
t O banco do Brasil c suas caixas filiaes. bem
como os bancos da Bahia e Pernambuco, desde que
abriram o troco de suas notas por ouro, jamis
deixaram de realisa-lo nesta especie. O primeiro
desles eslabelecimentos contina a fazer sacrificios
para importar melaes, aflm de manter o seu crdi-
to o execular as disposicoes legaes, que o obrigam
a ter sempre provimento de ouro para o troco de
seus bilhetes.
Alternando para a exlensao de taes sacrificios,
eu nao duvido aconselhar, como medida digna da
vossa atlenco, a cunhagem gratuita de todo o ou-
ro que o banco levar casa da moeda em barras
rundidas nessa otlicina nacional.
E' sabido que o banco do Brasil troca, a par
de seus bilhetes, as cautelas dadas pela casa da
moeda aos particulares que entregam ouro para
fundirse naquelle estabelecimento, no intuito de
augmentar o seu deposito metallico, concentrando
assim em seus cofres o ouro, que teria de ser ex-
portado, se nao acbasse to fcil e comm>xlo meio
de cenverter-se em moeda circuanle.
c O pequeo prejuixo, que resultara desta favor
ao banco, seria compensado pela distribuicao das
moudas brasileiras em troco das notas do banco,
por *e accommodarem mais aos nossos usos, -
cando reservadas as moedas estrangeiras, que te-
mos admiltido como uacionaes, para os trocos, que
deinaudarein as remessas para o exterior.
t Occupando-me deste a .sumptojulgo dever cha-
mar a vos>a atlenco para urna providencia que
considero de utitidade publica.
t A Iei n. 1,083 de 22 de agosto do 1860, no seu
art. 1. i i, desmonetisou as moedas de ouro de
55000 : as que oram cunhadas, ou se conservam
em depsitos pblicos e particulares, ou tem sido
exportadas como mercadoria ; a casa da moeda,
porm, deixou de cunha-las.
t A restiluicao deslas moedas circulacao preen-
cheriaum vacuo, e se elle nao sentido anda, por
circularem as olas do governo do valor de 55000,
ter de apparecer, logo que ellas sejam resgata-
das, ou forem preencher a circulacao das provin-
cias, onde nao existem bancos ou caixas filiaes de
emisso. Bastar notar que, sendo o mnimo va-
lor das moedas de ouro o de 105000, e de 25000 o
mximo das de prala, nao se encontrar valor in-
termediario para os pagamentos das quantias en-
tre aquellos dous valores ; essa falta seria perfei-
tamente supprida com as moedas de ouro de 55000
as quaes, pela facilidad-: de transporte, danam um
substituto satisfactorio s notas de egual valor.
t Accrescenlarei anda, para corroborar o que
tenhodito, uma judiciosa reflexao do provedor da
assim como o imposto addicional de 2 por cento casa da moeda a este respeito
sobre a exportacao.
t Embora psteja eu convencida de que pela re-
soluco de 16 de abril ultimo j est o governo au-
torisado a mandar continuar no futuro exercicio do
18641865 a cobranca desses iin|Kistos, se a tempe
nao for volada a nova Iei do orcamento, e para o
c A distancia que separa as moedas de ouro das
de prala, conim um verdadeiro salto, que nao en-
contra exemplo nem na naco de que descende
mos, nem entre os governos da Europa que mais
se tem oceupado de melhorar o seu systema mi
notario ; iiuiltemo-los, pois, dando circulacao
um valor em ouro correspondente ao systema que
que tenho expedido as necesarias ordens, espero
que no orcamento consignis essa mesma autorisa- ,emos abra?ado- A W*o Pr,an,<> da med,da
cao nao s para o exercicio de 1864-1865, como *** de f",e arat? de.,ra,ar convm ^ f
oara o de 1865-1866, que. segundo presumo, nao ****" a temP de ,ornar sens,vel a
,Kidem dispensar esses direitos addiconaes. ausenf,a das raBedas de 5A0-
Meio cumiante.
E' geralmente sentida em todas as provincias
a falla de moeda de troco : na corte mesmo ha oc-
O meu Ilustrado antecessor, tratando deste as- ^g^ em ()ue e,ia embaraca os pagamentos, e o
sumpto no seu additamento ao relatorio de 1863, g0verno instado para dar providencias que re-
compromelteuse a dar nesta occasiao maior des- Ilieeie 0llia, ^ todas as partes ^ pjj, a re.
envulvimei.to ao que vos dUsra no comeco da pri- messa desU moeda e governo proCura suppnr
meira sessao deste anno ; cumpre, pois, que eu sa- ,8 reConheeida necessidade, enviando notas de
Hataca este solemne compromisso. | p^uenos valores, e activando a cunhagem da moe-
Pelo quadro n. 27, annexo ao relatorio apre- da de prata, alm de haver ja convertido em notas
sentado na sessao de 1863, v-se que o papel-moeda de menores valores muitas das sommas que lem
circulante no imperio at o da 31 de marco da- substituidas nas classes superiores: agora mesmo
quelle anuo, era do valor de 32,09l::M5 em notas trata-se de substituir as uotas de 2005000, eo seu
de 15, 25, 55, 105, 205, 505, 1005, 2005 e 5005. valor Vl,a a c'reu|acao em d 105005. Por
Keunindo a este valor o de i:O4650U0, lquidos de mais esta razao seria justificada a providencia de
1:4405"00 em notas de diversos valores, que o que cima fallei
ihesouro mandou pagar provincia do Para por Convencido deque nao deve rasar o resgate
aviso de 8 de agosto do mesmo anno, e que nao do pa,,e| luoeja jo governo, embora com algum
e>tava cumpreliendido naquelle saldo, era a somma do,.,,, 0 estado, porque a nossa receita nao
total de 31,094:4405. offerece margen) para o pagamento de
Este valor acha-se rednzido a 30,094:4405000, j.000.0005000 annuaes, e o recurso s operaces
iior ter o banco do Brasil cumplido regularmente de crrtjll0 augmenta a destaza annual com os ju
a obrigaeo, que cntrahira, de retirar todos os an- ros correspondentes divida contrahida, observo
no a*ouiina de 2,000:0005000, que nos praxos que este sacnQcio' compensado, em parte, po que
manados foram por elle entregues, em notas j concorre para dar fitidade ao cambio, conservan
mutiiisadas, caixa da araortizaco, incumbida do.0 ^ menos ao DV(.| do va|or leizal, e evitando
deste reeolliimento, como o prova a respectiva es- desfarte a despeza, que annualmente ararretava
cnpluracao. esla VPrDa d() orcamenlo na remessa de fundos pa
Pela sua parte o governo tem feito os paga- ra fra do imperio.
mentos das sommas recebidas, e acbava-se quite
at o fim de marro prximo passado.
c Toda a somma cima referida n5o est actual-
mente na circulacao. Os bancos emissores, pela
t Desde o anno passado o cambio romecou a sn
bir, e tem oscillado entre 27 e 18 pence por 15000,
nao s nesta praca, como nas da Babia. Pernam-
bueo e Maranho.
nas quaes n obrigatorio o troco, o que Ihe nao
ser diffic.il, alienta a distancia, a facilidade das
communca^oes e o emprego dos n-eios de que
sem em taes momentos lancar mo os eslabeleci-
mentos de crdito para diminuir a circulacao de
seus bilhetes.
E pois que, estando nos acostumados circu-
lacao do papel, deve elle emigrar para as provin-
cias, onde nao existem caixas filiaes, ou bancos
emissores para fazer ah o offlcio de meio circulan-
te, e este facto vae j sendo reconhecdo, parece-
me chegada a occasio de attender-se tambem
conveniencia de habilitar o governo para conceder
a creaco de novas caixas que reclamarem as ne-
cessdades do commerco, estenden lo as suas opc-
racoes a urna s ou mais provincias, sob proposta
do banco do Brasil, fixada as regras que em taes
concesses devain observar se, ficaiido livres as al-
leraces de estatutos no quo nao for contrario a
essas regras.
Faltamn^s dados para calcular com exactido
ou anda aproximadamente, a parte da circulacao
que feila com metaes preciosos. Os que poderia
furnecera casa da moeda nao di sufflcientes; de-
mais, nao conhecemos a somma de depsitos parti-
culares que devem existir em grande quanlidade,
especialmente no interior, nem as quantidades ex-
portadas em retorno de nossa imiiortaco. Pelo que
respeita moeda de prata, as exigencias do com-
merco e as necessidades do consumo diario nao
podem dispensar uma parte della, anda quando a
conveniencia aconselhe a sua exportacao, porque
o agio a favor dessa moeda a faria voltar do estran-
geiro, ou impedira, a sua sabida, desde que subis-
sc a lal ponto que lornasse preferivel o seu empre-
go no mercado interno. O governo tem altendido a
mendigo tem feito grandes progressos, como todas
as cousas desle inundo.
Na antiguidade eram os mendigos uma gente
miseravel ou viciosa, nascida da classe mais nfi-
ma da sociedade, e que iam pedir uma esmola ao
rico ou ao remediado, esmola que recebiam ou
nao, e que at s vezes os faziam ter algumas pe-
nas, cora que o vicio de mendigo era castigado.
Eram, sem duvda, as leis d'aquellcs lempos
inuito melhores do que as nossas. Pelo menos as-
sim o demonstrara os resultados. Segundo Hero-
doloos Egypcios nao^toleravam nem mendigos, nem
vagabundos. Cada distncto tinha o seu chefe de
polica, ao qual lodo o cidado dava annualmente
conta dos seus meios de subsistencia. Tambem
succedia outro tanto entre os gregos, se devemos
crer nas seguintes palavras de Plato : c Nao ha
mendigos em nossa repblica, e, se algum exerce
este vergonhoso offlcio, logo o magistrado o obrga
a sahir do paiz. Um dos prmeiros deveres dos
censores romanos era perseguir a mendicidade, e
as leis eram nesle ponto to rigorosas, que decla-
ravam terminanlemente que era melhor deixar
morrer de Tome aos mendigos vagabundos, do que
soccorre-los, pois que assim ninguem era cumpl-
ce da sua ociosidade. Potius exped! inertes fame
per ir quam in ignavia favere.
Os hospitaes, que Constantino fundou em bene-
ficio dos christaos livres da escravidao, chegaram
a ser por certa forma seminarios da mendicidade,
cuja praga se extendeu ao depois por toda a Euro-
pa. Chegaram a publicar-se editaes contra a men-
dicidade vagabunda, e com a prohibico expressa
de nao serem soccorridos seno aquelles mendigos,
que estivessem impossibihtados do trabalho, lendo
dest'arte em (tala as autoridades superiores o li-
vrarem os estados desta gente abjecta, miseravel e
perdida. Mas dous seculos depois a fundacao e o
exemplo de uma ordein religiosa fizeram reprodu-
zlr a raca dos mendigos. Os frades poderam fazer
respeilar as suas regras, mas os meodigos nunca
poderam legitimar as suas.
Desde aquella poca teem os governos pretendi-
do acabar com a mendicidade, mas anda nao po-
deram conseguir lal.
Hoje, gragas a Dous, j temos em Portugal mu-
tos eslabelecimentos de beneficencia, e todos os
dias a classe media e a aristocracia se oceupam
com louvavel zelo em procurar a felicidade do po-
bre e do desvalido. Mas nao ha duvida que hoje
como antes grande e numero dos mendigos, que
encommodam nas ras, nos passeios, e por toda a
parte, aos transeunies. K' que a mendicidade nao
mais do que o pretexto, dos que aborrecem o
trabalho, e tambem dos que teem muito amor pela
propriedade alheia.
Ha paes que obrigam aos seus filhos a que men-
diguem nos cafs, nos passeios, s portas dos tem-
plos ou dos theatros, e que vivem cusa do ver-
gonhoso offlcio, que do s pobres creancas, as
quaes, sem receberem outra educacao, e maltrata-
das frequentemente pelos seus proprios paes pois
que Ihes nao Irazem tanto dnheiro, quanto elles
querem, adquirem os peiores vicios, nao sendo
para extranhar-se que, aos 15 ou 20 annos come-
eem a visitar as prsoes, e que se costumem a pas-
sar nellas muito lempo, acabando por fim com a
grilheta aos ps, -n'um presidio, ou na mao do
algoz.
Nao ser diflcil encontrar em varios pontos do
nosso Portugal hediondos lupanares, onde se acoi-
tam grande numero de mendigos, que teem seu
chefe, e seu systema de operaces, e a pralica dos
mais repugnantes vicios. Entre estes costumam
encontrarse cegos com visia, cpxos que correra
como loucos, quando chega occasio, e lolhidos,
robustos e saos como os flamengos, e mies de cin
aar
sempre os auxilien.
Para isio deve o hornera rcannciar
pendencia, ira, r empre o rhif^u n
iiimar-je a esperar, riVg.r viole vetm a
que dez vexes hou techada, frli
diz um sabio escripior franca, uleW MM
o senhor, e a onira a seu laca.
Sob esle ponto de visu ha mendigo em\
as classes da sociedade; ha-o* em eotaiea, as i
dustria, no commerco, na liUrraiura. aa i
nas artes; em todas as proflV4 ha,
que sao em geral as nullid.ulc ,,
de condices da intelligenria e persewraftra para
oceuparem quaiquer emprego, a aad ser pea
amor de Dos.
O aelor, de quem o poldiV ro linmu.
quem v e ouve com absoluta imlilTerenra. w
mais do que um mendigo, quando vae emir aa
elogio a um redactor de peridicos *
N'.o um mendigo o qn> faz um prdJi*, |
que. sem ter praticado feito algum Butavet.
concedam uma cruz insignilirante *
Nao o lambem o alfaiate, qne rotlVa a
loja defronte da de outro. e que e*ta
ra fazer um casaco por menos 2506D re '
aquelle ?
Nao mendiga tambem a mulher jovea t team
que recebe com fagueiro seinbiaote, e
mais do que a todos, a um veHto
porque este pode fazer a JM>aal
com quem se case ?
A phrase, que acabo de sobiinhar, mm eom-
mum entre as mulheres da preseoif i
tratam de um hornero solleiro. qiie i-m
nheiro, annos e vicios. E-la phrase aa> i
tra, e muilo melhor d que lodo os
tnmes, que se escrevem agora, e
ram n'outro lempo, qual o verdaoViro i
SiCUlO.
Nao mendigo o governante. que e*e por
pencados ou |>or suas torpezas, e qm* rom i
sos ou pro|slas quer ganhar as ^ inparatax, jm> n
tornem a enllocar no perdido po-to ?
iNo um mendigo o bom moro pobre, em seti
cita casarse com mulber rica ?
Nao tambem um mendigo aquHi> >pi (aa ee-
tentaco de ser amigo do poderoso, e de^uaaamr
ao pobre, que algum dia f.i sea verdadeiro amia T
Nao mendigo o rurandeiro ignora, vmt
pa o titulo de medico, e que .innonria
gordas, que cura todas as enfermidade per
eo precc ?
(luiros muitos exentlos poderia lar de
digos, que o nao parecen), mas pee em
e min!" mais importunos e exigentes do >
les, que pedem esmola* em lugares pubii
Mas que o mead go desta ultima ela-se. em
fallimos, quando coosegue ver satisfeita a sea
bico, ao depois um montro de iarati
aquelles mesmos, a cajos ps se demm m'-mn lem.
po, nao ha menor duvida ; tambem certa ew> -
ca indifferenle a toda a desgrana alivia, e ^ae se
(orna incapaz de fazer por outra pea*ta m a amad-
lo que a elle Ihe fizeram. O mais repogaamv efe**
moca base das suas aeeocs.
Parece-nos que, para nao ser mendigo, nem r
uma, nem de outra classe, o meiaor irr amar ao
trabalho, coostancia e f.rcas para MaVer ea rwe-
zes da fortuna, a f na Providencia, eje*, mactfav
ta do que os homens. d a cada um o aa spvt
L
esla necessidade, e procura satisfaz-la, importan-! co ou mais lilhos, as quaes nunca os literam. mui-
do regularmente prata em barras, e fazendo con-
vert-la em moeda para occorrer .ao troco miudo
que a reclama instantneamente, cuno j disse
e, pois que a moeda de menor valor a de que
mais carecemos actualmente, trata-se da cunhagem
de preferencia de maior valor.
Com referencia a este assiimpto devo dizer-vos
que abundo nas consideraces feitas no relatorio
do anno de 1862 por um de rneus Ilustrados ante-
cessores, a respeito das moedas de prata de 200 rs.,
ruja demonetisaco seria prejudicial s pequeas
transaccoes, deixando um vasio entre a moeda de
prata de 500 rs. e a 40 rs. de cobre, assaz incom-
moda para as classes menos abastadas. Sustento,
pois, a necessidade de continuar a sua cunhagem,
ede espalha-las pelo mercado, proporcao que o
uso commum as reclamar.
c Besta-me oceupar a vossa atlenco com o que
tem occorido a respeito da moeda de cobre, cuja
substituico foi incumbida ao governo pela j cita-
da Iei de 22 de agosto de 1860.
Os ltimos relatnos derara conhecimenlo de
todas as diligencias que se havia feito para que el-
la livesse completa execuco e fosse salisfeita esta
necessidade publica. Anda prosegue o governo
em adquirir as precisas informaces para resolver
com acert uma questo de tanta gravidade.
t Tendo sido formulado, conforme os ltimos re-
latnos vos informaran), ura projecto de decreto so-
bre o valor, peso, titulo e dimetro das novas moe-
das, c submeltido ao exarae da seccao de fazenda
do conselho de estado (que interpoz sobre elle o
seu parecer), foi o governo obngado a sobr'estar
na soluco dosle assumpto, porque as propostas
recebidas para a cunhagem da dila moeda Ihe fize-
ram sentir a necessidade de novos esclarecimentos
do estrangeiro, os quaes foram pedidos pela refe-
rida seccao, e'acabam de chegar pelo ultimo pa-
quete de Souihampton.
tos rapazes chorando, porque, dizem elles, teem
os seus paes no hospital, o que assim nao e,
emana, outros typoa que, anda que differeules na
forca, sao todava eguaes no fundo.
Para esta familia nao ha asylos de benefieencia.
Como sao em geral uleis para o trabalho, e o
trabalho que os assusta, eis o motivo porque con-
siderara urna grande desgraca o entrarem em tae>
estabeleciraentos, onde se d albergue ao pobre, e
onde se Ihe pede apenas pouco trabalho, quando a
edade ou as enfermidades nao o proslram, ou en-
fraqueccra totalmente seu organismo.
Ha outros mendisos, que podiam viver honesta-
mente sem mendigar, mas para quem o pedir
um vicio incorrigivel um costume que por cousa
alguma deste mundo abandonariam. Uma que
outra vez se enconlra algum desles mendigos mor-
to no meio da ra, ou n'algura sitio solitario, nao
diflcil, analysando as suas roupas, encontrar"
Ihe bastantes pecas, quo o miseravel guarda va
sem outro fim do que para satisfazer a vil idea de
possui-las.
Ura autor francez falla-nos de um mendigo, que
todos os dias se collocava nos italianos, ou na ra
de Provence, em Pars, decentemente vestido, e a
quem das duas para as tres da tarde se aproxima-
va uma criada, que o servia, com o fim de dizer-
Ihe que j eslava prorapla a comida. Uma hora
levava a comer aquelle homem e logo tornava ao
seu posto, e segua pedindo esmola, ate que ao
anouteecr tornava a criada a levar-lhe um capote
de resguardo, ou um guarda chuva, quando o lem-
po eslava mu. Ali se conservava al s 10 ou 11
horas, retirndose depois para sua casa : e isto
tinha lugar quolidianamente.
Dissemos no principio deste artigo que os men-
digos eram gente miseravel, nascida da classe mais
nfima da sociedade.
Mas ha, alm dos mendigos desla classe, ou-
t Entendendo o governo que um assumplo de tros, que s se dfferonceiam d'aquelles, porque
tanta importancia deva ser encarado por todos os nao pedem esmola pelo amor de Deus para com-
lados, e que Ihe cumpria examinar se, concluida a prar um posinho, sendo que por outro lado Ihe
nova casa da moeda, poderia a moeda de cobre ser compete a mesma denominaco.
fabricada e cunhada no imperio, exigi do prove-1 Tdos os homens, que sem merecimenlos pro-
dor da dita casa minuciosas informaces sobre a prios qUerem medrar com a proleccao dos que oc-
despeza provavel com o fabrico e cunhagem dessa CU|)am dl>tictas poetede, sao mendigos. Pedem
moeda no imperio tendo em vista: | ^^ ^ g que njnguem ,em obr,Racao de dar.
< Io Que a cunhagem dever fazer-se no novo Ibes, o que nao ganharam, e o que nao merecen
edicio.
i 2 Que a casa da moeda receber os metaes
para a liga, ou rnente as chapas j preparadas.
f 3 Que convira efTectuar-se a moedagem com
toda a rapidez.
t As informaces do provedor foram remettidas
seccao de fazenda do conselho de estado ; e, co-
mo (al deciso se prende a de outras propostas pa-
ra o fabrico e cunhagem desta moeda no exterior,
a sccgo aguarda s informaces pedidas para in-
terpr o seu parecer.
Chamando a vossa atlenco para todos os ob-
jectos de que tenho tratado nesle artigo, o governo
espera de vossas luzes que providenciareis oppor-

O paiz
A ILH.t DE CRITl.
Keeardacees e> riaar.
I
mi
le
de
caracteres pki/sieot e pnwcSer
t ruinas.
A ilha de Crea, mnheridi. no oceid^m
edade media, pela nome de ilha de Candb
vasta e mais Ma de todas as ilhas do ar>
grego; c a Sicilia do Mediterrneo orWmtai
potica legenda d teslemnnho da
maravilhosa fertilidadedc pie ella gota**
amigos : foi ah, dizia-se, qu>- em um
vezes revolvido pelo arad. Ores eVa a loa
deus da riqueza, tradieo ipi" um mo-too mar-
da em versos verdaderamente digaot da aan a
liga.
Dirgese Ceres, e. convidamax. a vir de sx.
habitar essa Grecia, tanto lempo asotmb r esteni.
lembra deusa lod. os favore ipie oem/era a
derramou sobre esses campo*. ruj
prompio a retribuir com asara a
fr confiada :
n dil que Jasion, loul couvert de poosvirre.
Premier des laboureurs, avec toi ful Ueureea ,
La hauteui des pis vous deroba ame deaax,
El Plulus, qui se plan daos les riles i
.Naquil de vos amours sur uo irne de
A exlensao dessa i I ha, a variedade das prodar-
cesde suas praias e campias, as alu- aWe.er
na sua origem, sombreavam bbjbb] Ttintm.
completamenle descoberlas. as espaeosas ra i adae
e os bem abrigados porlos de suas costo i
trionacs, fiualmeuie a sua situara,
entre o Peoponeso, de cuj* pru
naes parece ser uma contiuoacao e a
Lybia que ella avista ao sul, 'u.lo ssm
tes vantagens, bstanles circom-laarias I
que pareciam dever assegurar Crea aa* esaw
brilhaoles destinos.
Enlretanlo, se a encarar mos de pene, se toav
carmos os olhos para a carta gcograptoiea, aa
vistas forma allongada da Na. e fot
difneuldades que uma tal mnogaraea* i
ao estabelecimento da unidad-- politH-a.
Essa impresso anda mata viva a <
que indo de Malla para a Siria, costra
gas cretenses |ara abrigar-se dea veni.x e i
e sobreludo naquelle que
percorre seus cam|ws e sube
cas.
V estender-se, quasi em liaba recta, eaa am
exlensao de cerca de trala e eme* masas, a eada
de moutanhas, que forma cerno ea a eaaaam aar-
sal de Creta; elle a v elevarse e afctfaar-sc, re
erguer-se e curvarse de novo, apenar aae vma>
que faz, ou eslreitar entre a* saas
padas e o mar, profundos valles, i
que por assim dizer, nao teem
Estes mendigos humilham se muito mais de que
aquelles, que na ra pedem uma esmola ao tran-
sente. Naiwleao dizia de cerlo Ilustre mendigo :
Nao sei a razo porque este homem, tendo mais $ ^^ ^ ^^^ e tao ^
oito pollegadas de altura do que eu, me obnga a fleClJr ^ tam basta-fcs$ ^
abaixar-me, para ouvi-lo quando Ihe fallo. j nm Veneao ^g, ^l4^ ^
Estes mendigos teem sempre na memoria aquel- seguisse esrapar ao retalfeaaaeMe
le vulgarissimo rifo : Dae-me pi e chamae-me as desastrosas consequeneia, a qa
Imco. Geralmente os homens, que se amoldara esse Syglema levade a
ao carcter, de qnem pode servidos, e que soffrem
sera periurbaco os maiores desaires, sao o mes-
mo que caes leaes, lambem as mos que os offen-
dem, guardando o rancor e a vinganca, para
quando encontrara uma occasio propicia; estes
(CiiBaiiai t**mj
KRNaMBUCO. flP. uf s.P. F. di
"v


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