Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10369


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Full Text


i

AHIJO XL. HOMERO 113.
Por tres Befes adiaivUidos 5$O00
Por tre* mezes vencidos fjJjOUU
Porteaocoricio por tres mczcs. 750
ftft \1. 5"*v

OARTA FEIRA 18 DE MAIO DE B64
Por ano i6>-Ud>.....1
Prte ao eorrio por ano
jJWt
2M0ff
PERNAMBUCO.
ENCARREGAD03 DA SUBSCRPQAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrno de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Brafa; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNGARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudno Falco Dias; Bahia, o
rr. Jos Martius Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
eir Martins & Gasparino. I
EPEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
I PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguaras.su', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Carnaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limociro, Brejo, Psqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Hha de Fernando todas as vezes que para ali sahirl .
navio. I Primeira as 1 horas e 18 minutos da tarde.
________[Segunda as 1 horas e il minutos da manhia.
5 La nova as 9 h., 54 m. e 2 s. da t.
13 Quarto cresc. as 4 h. e 61 m. da t.
21 La cbeia as 11 h., 4 m. e 50 s. da m.
28 Quarto ming. as 7 h. e 56 m. da m.
PREAMAR DK HOJE.
navio.
Todos os estafetas partem ao /, dia.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a & e V; para o norte at
*"fia* 7 e 2S ^ eada mez' Para ornando nos
as i4 dos mezes de jan. marc., maio, jui, sel enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
L **** ec'fe : do Apipucos s 6 '/i, 1, 7 V, 8 e ,
b /, da na.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de Juizo do conunercio: segundas s 11 horas.
H*b0*to2 a* V da m.; do Caxang e Varzea s 7 L., .. ^ ...
da r?.. de Bemfica s 8 da m. *,lt0 DoRecife; para oi Apipucos s ijL 4,4 /,,4>>/,, Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
H>> 'A, a Vi e 6 da tarde; para Olinda as 7da Ain *^
manhaa e 4 V da tarde; para Jaboato s 4 da tar-
Se_LB*ra achanga e Varzea s 4 /i da tarde; para
IBemflca as 4 da tarde.
AUDf2NCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quinta*.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
dia.
DAS Da SJUUNA.
16. Segunda. S. Jola pomnr>>nn noana
f7. Terca. S. Pasdioai B.xh.nf
i*. Quarla. S. Flix de Cintanw f.
1!'. Quinta. S. Pedro Gatada f S. I** f
20. Sexta. S. Bernar.liao V Orna f.
21. Sabha.lo. Ss Marros Tin i*po o.
i. Domingo. S. Itiij le Gasxa vmbv.
ASSJGNA-SI
Segunda vara do civel: quartas e zabbados.a 1 horafe Vl's,Tos" SSVm
da tarde. |Paria k *"
Vito.
PARTE OFFiClAL.
GOYERSO DA PROVINCIA.
Expediente do dia ti de maio de 1861-
Ofllcio ao brigadeiro conunandante das armas.
Srvase V. Exc. de mandar por em liberdade, dan-
do-llie baixa se ja estiver alistado, o recrula Joo
ilaymundo Nepomuceno, visto ter provado isenco
do recrutamento.Communicou-se ao coronel re-
crulador.
Dito ao cnsul de Portugal.Respondendo ao
olficio de 19 de abril ultimo, que o Sr. cnsul do
Portugal dirigio-me acerca da arrecadago e liqui-
dabas da heranca dos orphos de Jos Ferreira dos
Santos Porto, cuja viuva passou segunda nupcias putados,
com Joo Monteiro de Oliveira Guimaraes e se li-'' A"
bou sem deixar flhos dcste segundo matrimonio, e
para a qual se considera o Sr. cnsul competente, i
e nao o juiz de orphos deta cidade, que insiste
ra o ser pelas razoes constantes do oficio que di-
rigi ao Sr. cnsul em 13 de abril, o eu devolvo !
como me pede ; cabe-me dizer que em vista do
Josepha Maria do Espirito Santo. Nao
lugar.
Telcsfrro Marques da Silva Jnior. Informe
tem rio abaixo, todo o terreno ao lado do sul, que ac-
tualmente pertence ao referido termo do Brejo.
da Rapoza
Art. %' O district de S. Caetano
Sr. commandante^ superior da guarda nacional da comprehende todo o territorio d'aquella freguezia,! forc* policial.
A discuseao Oca adiada pela hora.
SKCUIIDA PAKTB DA OHDEM DO U1A.
i a segunda discusso do projecto de
comarca do Rio Formoso.
PERNAMBGO
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE ABRIL DE 1864-
PRESIDENCIA DO SR. CO.NSELHEIRO TRIGO DE
LOUREIRO.
A meia hora da tarde, feita chamada e achan-
do-se presente numero sulllciente dos Srs. de-

a sessao.
Lida a acta da anterior approvada.
OSit. Phimeiro Secretario da conta do se-
guinte
EXPEDIENTE.
Um ofllcio do secretario do governo, remetiendo
a copia do otcio em que
j c o da cidade de Caruar todo niais terreno que | 6 Sr. G. Camprllo (pela ordem) dn nue t
em virtude desta le se desmembra do termo do sido dado pela ordam o orcamento provincial e
Brejo da Madre de Des. nao sabendo se na prxima sessao ter elle de ser
t Kevogadas as disposicoes em contrario. submetiido discusso em primeiro lugar apres-
'lacn d assembla provincial, 11 de abril dasa-se em offerecer um requerimento para que ao
18b./. do Rtgo Barros.J. Braulio Correa t' contrario do que se tem pralicado nos annos ante
! oilva.
quantia de 6:24o{>, importancia do beiielicm que
produzio o concert organisado pela mesmaExma.
senhora e outras senhoras em proveito dos hospi-
taes de caridade.
Hoje sustenta a Santa Gasa de Misericordia nos
diversos estabelecimentos pios seu cargo 637
pessoas.
Concluto-se hontem o concurso da ihesoura-
ria proviHcial com a produccao da ultima arara
! de grammalica nacional, em que examinou o Sr.
ores, seja a reeeita do orcamento discutida de | Miguel Archanjo Mindello.
a assemniea legislativa provincial de Pernam- preferencia a despeza, urna vea que so assim flca- \ Os coBcurreotes foram approvados em dilTeren-
ouco,.resol ve : r casa habelitada a saber quaes sao as despezas tes raos de elassificaco, conforme as prevas que
* Art.- ': As freguezias de N. S. da Luz e.N.S. qu^pode autorisar. deram.
de Pao d'Alho pas
1 da Gloria de Goit, comarca
sam a formar um termo.
t Art. 2.* Fica elevada calhegoria de villa a
povoacao de N. S. da Gloria de Goit, que ser a
. sede do termo.
Art. 3.- Fica pertencendo freguezia de N. S.
da Luz a propriedade ou engenho Pocjnho, des-
membrado assim da de Santo Amaro de Jaboatao'
pela estrada que vai desta povoacao at a estrada
publica no lugar chamado Bomba, e d'ahi pela
mesma estrada publica, at o riacho Tamboat-
meirim, ficando desmembrado para a mesma fro
Vai a mesa e apoia-se o seguinte requerimento : Depoisda manhaa se cxtrahir a primeira parte
Requeiro que a spgunda discusso do projecto da terceira lotera da Santa Casa de Misericordia.
o director da reparticao
d.sposio no art. 50 da convnco consular celebra- I d;s obras publicas expoe as razoes porque- ainda gneadi Luz o erreno"daU"de's Anto ne"sa'di-
da entre o imperio c o reino de Portugal em 4 de nao mi possivel ministrar o mappa dsmoostrativo reccao at a embocadura do riacho TaDacur se-
abril de 1863, manifota a competencia do Sr. das obras construidas e reparadas durante os cinco guindo os limites d'ahi pelo curvo dcste riacho at
cnsul para a arrecadaco dos bens" deixados por ltimos annos.A' quem fez a requisicao
inorle da predila viuva. Outro do mesmo, remetiendo um ofllcio da cama-
U inventario feito em 18o8 por fallecimento do ra municipal da villa do Bom Conselho, em que
Santos Porto nao poda determinar a competencia c*pe as necessidades do seu municipio.A' com-
do juiz de orphos ou a nacionalidade dos orpoaoi, missao de orcamento municipal,
que enlo eram considerados Brasileiros, para o Lina (etlcao de Miguel Candido de Medeiros
aso. actual,
Rtembro de
sitiar.
Estando, porm, o inventario feilo por morte de
Santos Porto concluido como pondera o juiz de or-
phos, ao lempo, em que era este o competente,
Dio pode ter iHgara remessa, que delle pede o Sr.
cnsul, nem ftcar aquelle inventario sujeito sua
jurisdiccao, podendo entretanto ser-lhe fornecidas
M certidoes ou informacoes que foreni precisas
pira o segundo inventario, e que o Sr. cnsul soli-
citar do prcdito juiz de orphos.
Renov ao mesmo Sr. cnsul os protestos demi-
nha perftita estima e ronsideracao.
Dito ao capito do porto.Paco apresentar V.
S. os recrutas de marinha. Manoel Pereira da Silva
e Francisco Acacio Silvestre, afim de que Ibes d o
conveniente destino, denois de inspeccionados.
Communicou-se ao Dr chele de polica.
o lugar em que comer-am as trras de propriedade
do mosteiro de S. Bento.
Art. 4. Ficam revogadas as
contrario.
Pajo da assembla, 9 de abril de 1864.CtinAa
Teixeira.Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.Di
que se acha regulado pela lei de 10 de ',n,0> P^dindo o privilegio de dar bailes mascara-1 dorg jlpiano.-J. do Reg Barn
e 1860 e pela citada convencao con- dos no theatro de Santa Isabel por quatro annos. I sabino Olegario.Caetano 1
A' commisso do pelicoes.
Ouira de Antonio Jo's Duarte Coimbra e Germa-1
no Francisco de Oliveira, emprezario por tres an-
nos do theatro de Santa Isabel, pedindo urna sub-
Outra de Joo Gomes da Silva, escrivao do cri
me e civel e segundo labelliodo termo do Bonito,
os.Costa Ribetro.
Xavier Pereira de
t
de lei d orcaniento comece pelo titulo segundo
que trata da reeeita, e que as emendas offerecidas
em segunda e terceira discusso parte do orca-
mento que trata da despeza com o Qm de criar ou
augmentar qualquer verba da mesma sej indica-
da qual a do projecto que deve soffrer diminuicao
ou suppresso afim de ser conservado o equilibrio
entre a reeeita e despeza da provincia qualquer
que seja a alteracae feita ao projocto da commis-
so do orcamento provincial.G. Campello.
O Sr. Buarque :(Nao devolveu seu discurso.)
(Conttnuar-se-ha.)
REPARTI VO DA POLICA.
Extracto das partes dos dias 16 e 17 de maio de
1864. .
Foram recolhidos casa de detenco no dia lo
de maio.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de
Pas>ageiros do vapur ingles Qanm.
para Sotilliam>Utn e porto- iniernwOHS :
Jala Lapes da Co*ta Araujo. GanHi Ham PW
ry. Theodoro E lt.-irn>r<*.|M.tn--l a>
Paiva, Francisco Alves Veifa,
, Cook, Ernesto A Gaspar. E izeUo
| ro. Contamino Nopel, Joo K>r-i*Ht
Teixeira Pinto ia lafaMaa, Jm
maraes a Ma sennora, S-rapliim AMnm ",-lri
gues Guimaraes, Joaquim de Soou r Sh
sua senhora e 1 tiilio menor. J
Santos Fonles, Custodio Anl->nio S>ar-'-. I.u
Ionio da Silva. Jos Mjrtu- Barra r I aja
menor, Joo Anlomo IVreira l/esea, Jo^-
de Oliveira, Cuidido Frawirn Soare,
Kernardino de Moraes Jjs Fra-tso mmes M
Sanios.
REVISTA DIARIA.
disposicoes era
Acha-se em exercicio da promoloria publica des-
ta capital o Sr. Dr. Jos Paulino da Cmara, ullima-
menie nomeado para esse cargo.
Teve hontem lugar a apuraco dos votos
Brito para u,n deP,ado assembla geral por esle pri-
0 Sn. Diodoro manda mesa o seguinte reque- S%.*SSi vZfp^^T'^n" elei"
rimento que 6 approvado : bT \;aelano Xav>r Pereira de Brillo.
Requeiro que novamentc se exija da presiden- Llirm "0 commando interino da fortaleza
veneao,ahmdeque |K>ssam manler o cosleio da cia da provincia com toda urgencUTprecisa l\n- Tav/rl *'
sua companh.a, A' co.nmissao de orcamento formafoes que foram podidas acercada creacao da 'TaVares-
_ I inspeccao do algodo.Diodtro Ulpiano.
O Sr. Nabor :(Nao devolveu seu discurso.)
O Sr. Araujo Barros (pela ordem) diz que o
,.. ojecto que vem de ser lido to vasto, contm
l.ao de noias do referido tenno.-A comm.ssao de disposicoes lo variadas, nao sabe e mesm se con-
*aP ,Tin)lnal- -n tm elle materia que possa considerar-se exorbi-
utra da Irmandade de Nosta Senhora doTergo, | ,ante das andMc* da assembla, pelo que antes
capilo Tiburcio Hilario da Silva
pedindo a supprcssao do lugar de primeiro tabel- projecto que vem de ser lido to vas
l.ao de notas do rajando tenno.-A comm.ssao de disposicoes lo variadas, nao sabe e mes
justir-a civil e criminal. j ,m elle materia que possa considerar
' lante das altribuicoes da assembla, pele ,
" de ser julgado objeclo de deliberacio entende que ,0ZraX hT pr^a"D0el *""'*?*. S,|vali An"
I deve ser submetiido commisso de cnstituigo e Rila NVv SL *'***' ?r:,An,on M?r,a
poderes, e nesse sentido vai mandar mesa urna .e.iar a NtfVe:'' ?Ub,in? P?reira da I-aria, Jos Joa-
pedindo preferencia das quatr loteras que Ihe fo-
ram concedidas. A' commisso de petices.
i luir da irmaodade de Nossa Senhora do Rosa
rio da Boa-Vista, pedindo preferencia para a ex-
Foram nomeados, pela presidencia era o !
de crreme, para a junla administrativa da Santa
Casa de Misericordia :
Provedor, desembargados Anselmo Francisco
Peretli.
Vice-proveder, baro do Livramento.
Thesoureiro, Jos Pires Ferreira.
Mordemos Dr. Manoel Ferreira da Silva, An-
poderes, e nesse sentido vai mandar
Di to"ao "mesmo MandeV.s". por em liberdade iraccao das lotera"* que Ihe' foram concedidas.A' j yai a mesa e apoado
o recrula Manoel Joaquim Duarie, visto ter prova- commisso de pelicoes. I ment :
do senfo do recrutamento.Communicou-so ao E 'do e approvado o seguinte parecer : Requeiro que o projecto seia remeitido com-' V J pa V,nodo Mon,e Carmello, Dr. Jos
coronel recrulador. A commisso de agricultura commercio e obras miss3o de CODSti,uicao % ^ni -S. R.-Arauio
Dito ao coronel recrutader.Remello por copia pimlu as examinando a pelicao de Joaquim Jos Borros.
quim Anlunes, Antonio Jos Gomes do Correio,
o se-uinte reaneri-' ?r' Antoi,ioLHercula" de ^>^ Bandera, Dr. Jos
rl Raymundo da Cosa Menezes, Fr. Joaquim do Espi-
mesa e apoiada a seguinte
Vai tambem
emenda :
E' tambem commisso
Rochael.
O Sr. P. Baptista (pela ordem) diz que o reque-
. publicas .
V. S. as inclusas relaees dos trabajadores da Lobato, para que osla assembla mande desapro-
cslrada de ferro dos termos dos Afogados e Mun- pria-lode duas casas sitas no Barro Vermelho, jun-
lieca, recommendandolhe a expedico das necessa- te a valla da estrada da Victoria, de parecer
ri:is ordens atim de que, de conformidade cem a 0* Que seja indeferida, visto que, segundo a informa-
das condicoes que baixaram com o decreto n. 1,030 fao da reparticao das obras publicas, nao preci-
de 7 de agosto de 1852, sejam elles isentos do re- so fazer-se a desappropriac para a conservacao rjmenio que acal de Ver apresentado',ao"'esi'a'd
ci utamento. da estrada, e se acharem as casas arrumadas pelo accorri0 com os preCedentes dos parlamentos, que
Dito ao commandante superior da guarda na- ene'te natural da accao do^tempe, nao como allega fo^i* dar o seu voto eonsciencioso acerca de to-
cional de Olinda e Iguaras.su.Expeca V. S. as
suas ordens, para que seja postada em frente da
calhedral de Olinda, o 0* balalho de infamara da
yuarda nacional sob seu commando superior, aiim
de acompanhar a procissio de (kirpus-Chrisli, que
d'all tem de sahir no dia 26 do correnle, as 3 lio- l'nmeira discusso do projeclo n. ou uesie auno, expresso no regiment, sendo pratica c
Antonio de Figueiredo, Amaro de Barros Correia,
Joaquim da Silva Castro, padre Antonio da Cunha
Figueiredo.
Francisco dos Santos Bino, como desertor do exer-
cilo ; Manoel Bernardino de Sena, para rerrula.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Geraldo
Damio Jos de Barros, e Manoel da Costa Soares
o primeiro por briga e o ultimo para correccao.
A' ordem do subdelegado do Recife, Manoel Go-
mes de Oliveira,' por briga.
A' ordem do de Santo Antonio, Paulo da Guia,
por disturbios.
A' ordem do de S. Jos. Anionio Simo da Silva,
para recruta.
No dia 17 :
A' ordem do delegado do terceiro district, Joa-
quim Jos de Oliveira Mangucira e Luiz de Olivei-
ra Mangueira, ambos pronunciados em crime de
morte, o primeiro como aulor, e o segundo como
cmplice.
A' ordem do subdelegado do Recife, Januario
Jos da Rocha, por briga.
A' ordem do de Santo Antonio, Joaquim Gomes
Colho, para averiguares em crime naianca-
vel ; e Antonio Vicente "Guimaraes, por embria-
guez.
A' ordem do de S. Jos, Manoel Jos da Motta
Carneiro, por briga.
A' ordem do da Boa-Vista, Serapio Calacestro
Jordo, por embriaguez; Izidoro Joo Francisco,
para averiguaees policiaes.
O chefe da 2* secyo'
/. G. de Mesquita.
Baptisados e casamentos havidos na fregue-
zia de Santo Antonio no mez de abril de 1864 :
Henrique, brauco, filho legitimo de Thomaz de Fi-
gueiredo.
Emesia, branca e Severo, flhos de Alexandrina da
Silva Cardoso.
Donara, branca, filha legitima de Antonio da Silva
Pessoa.
Passageiros do vapor Parama, ah** pan
os porlos do norte :
Dr. Luiz lunario Lerpoldo d<> A. Maraatn 11
polica, escravo, Henrique I Inicien, virar P"*
sS^ ras dA-r?3 c'!sr- "m M'"a m"" de vas
ot legislacao.-s. H., F|onano f^,.^, de BrjtU) Df I?nacjo Joaquim de
Souza Leo, Dr. Jos Mamede Alves Ferreira, Dr.
Joaquim Pires Machado i'oriella. Dr. Auguitode
Souza Leo, Gustavo Jos do Reg, Vicente de Pau-
la de Oliveira Villas-Boas, Joaquim de Almeida
Pinto, Antonio Ferreira
Cosme, tillio legitimo de Manoel Francisco Al-
ves.
Manoel, pardo, flllio de Mana, escrava de Joaquina
Jos da Cosa Fajozes.
Rosalinda, parda, tilha de Joanna Marcelina de
acerca do contrato por ella feito com Carlos L.
Canibronne, para limpeza e asseio da cidade. i approvado*
E'approvado sem debate. O S. NAuon-(pela ordem) pede
Primeira discusso do projecto n. 67, que eleva seu projLTlo
cathegoria de villa a povoacao de S. Jos de Be- q gR RoriaAkt
zerros.
E' approvado sem debate.
Primeira discusso do projecto n. 72, que equi-
para os veneimeiitos dos empregados da thesoura-
ria provincial aos da geral.
O S. Gervasio Campki-i-o manda mesa o se-
guinte requerimento, que apoiado :
Requeiro que o projecto v commisso de or-
dnalos.S. R.G. Compeli.
Vai mesa a seguinle emenda, que tambem
apoiada :
Sem prejuizo da primeira discussijo. S. R.
Jacobina.
Encerrada a discusso, o projecto approvado
com o requerimento e a emenda.
Continua a terceira discusso do
deste anno, que concede urna subv.
conlos ao Instituto Agrcola, para o
de urna fazenda modelo.
Vo mesa e sao apoiados os sepililes addi-
livos :
A referida subvenco tlcar dependente de um
contrato celebrado entre o governo da provincia e
o Instituto, para a tiscalisaco dos negocios deste e
mais condicoes relativas aos nteresses da mesma
a retirada do
do, levado por esse precedente da
dio a retirada do seu projecto. Acho que o nobre
deputado nao tem razo para assim proceder, e foi
por este motivo que ped que o projecto fosse tam-
bera remeltido commisso de legslaco.
Um Su. Deputado :A's commissSes reunidas.
O Sn. Rochael : E' verdade.
Consultada a casa decide esta que o Sr. deputa-
do nao retire o seu projecto, o qual vai as commis-
soes reunidas de conslituico e poderes e leg
I laeao.
Campello (pela ordem) pede igual-
sicao feita assembla pelo Sr. F. M. Duprat.
PIIIEIRA PART DA 0"DKM DO DIA.
Primeira discusso do proiecto n. 73 oue autori-
sa o governo a despender uantia de 10:0005000 Z*%ftJ ^desTc .^^^0^^
cora o pagamento da resti.uieo do sello de heran- SSrlcSnSra^~? "- rt.^Lt
preteiro, como o
C desie mez, dizendo-lh, que em qu.mlo nao bou- s'dera facullativas e nao obi igaiorias para com os rasa para
ver deslgnacao do oflieial que subsiitua o chefe do proprietanos, as posturas da cmara municipal, merjte-
slado-mior desse commando superior, deve elle acerca do contrato por ella feilo com Carlos L. p0l0 a volos Q requerimento e a emenda o
ser interinamente substituido em seu impedimento '
pela forma determinada no art. 7 do decreto n.
1,654 de 6 de abril de 18o4.
Dito ao conselho de compras navaes.Promova
o conselho de compras navaes a compra dos objec-
tos do material da armada, constantes do seu ofll-
cio de hontem datado, os quaes sao precisos para
provimenlo do alraoxarifadode marinha.Coinmu-
uicouse tbesouraria de fazenda.
Dito ao ronselho administrativo. Promova o
conselho administrativo com urgencia a compra
dos medicamentos constantes do incluso pedido, os
quaes se fazem precisos na pharmacia militar
para completar a ambulancia que se destina co-
louia militar de Pimrnteiras. Communicou-se
thesouraria de fazenda.
Dito cmara municipal de Flores. Correndo
por conla da cmara municipal do termo de Flo-
res o fornecimenio de luz para a guarda da cadeia
da villa do mesmo nome, recomraendo referida
cmara que mande nao s inderanisar o respectivo
delegado como este soliciloii era oflHo por copia
junto outro do chefe de polica n. o'8 de 11 dea-
te mez, da despeza feita com aquelle fornecimento,
como tambera satisfar a que cora elle se for fa-
zendo. Co.uinuiiicou-se ao Dr. chefe de po-
Jiei.l.
l'ortaiia. Os Srs. agentes dacompanhia Brasi-
leira de paquetea a vapor manden dar transporte
al o Para no vapor Paran em lu.'ar de r desti-
nado pasaageiro de estado ao bacliarcl Manoel
tal las Brrelo, juiz municipal da capital do Ama-
collas.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasleira
de paquetes a vapor, mandar dar transporte at o
I'ar no vapor Parama, em lugar de proa destina-
do a passageiro de estado a Emigdio Gelulio de
Oliveira.
Dita.O Sr. agente da companhia Pernambuca-
a ni ia Je transportar at a Granja, no primeiro
vapor que seguir para o norte, cm lugares de r
ile-tin.idos a passageiros de eslado Antonio Car-
valho de Almeida e a D. Constautina Jaciutha da
MolliL
Dita.O presidente da provincia tendoem vista
oque inforiuou o juiz municipal da 2' vara cm 12
do crrente, sobre o requerimeuto do tabelliao
Francisco Baptista de Almeida, que oble ve licenca
para Iratar de sua saude, e o que dispe o arl. Io
iln decreto n 1294 de 16 de dezembro de 1853, re-
solve noinear a Ismael Augusto Cavalcanli de Mel-
lo para servir provisoriamente o ofllcio de tabel-
lio de notas desta comarca durante o impedimen-
to do referido Baptista de Almeida.Fizeram-se seu decurso.; Diodoro -G. CampelloJos MariaJos Joa-
as neeessarlas communicacoes. Tende dado a hora. quim do Reg Barrost Baptista.
Dita.O presidente da provincia tendo em vista O Sn". Presidente designa a ordem do dia e le-' Foi o projecto approvado por 21 volos contra 9.
o que informaram o commandante do corpo de po- van la, a sessao. j Votaram a favor da emenda que limita a sub-
jR>ia em olficio n. 181 de 18 do mez lindo e o ins- ------------ : venco 4 annos smeule os Srs. Joo Teixeira
pector da thesouraria provincial era 3 do corrente SESSAO ORDINARIA EM li DE ABRIL DE 1864.! Costa Ribciro -Cunha Teixeira -JacobinaSoares
sobre o requeriinenio do tem-nte da 4* companhia presidencia do sr. co^selheiro trigo de BrandaoSilva Ramos-Sabino Olegario-J. do
daquelle corpo, Francisco Paulo de Souza Mala-' louhkiro. __ Reg BarrosDiodoro-P. Bapn'sUAraujo Bar-
cueta, que ora inspeccao de saude fot julgado inha- As !1 e meia horas da manhaa feita a chamada rosFrancisco PedroArminoSilva Burgos
ruhlado para o servico militar, resol ve aposentar e achandose numero legal dos Srs. deputados, ;Goncalves da Silva -Buarque-;Andrado Lima
a este cora os vencimentos proporcionaes ipio Ihe Abre-se a sessao. j Silva BarrosMaranhoB. FrangaG. Campello
dito corpo, nos termos do an. 2- da lei provincial; O Su. Primeiro Secretario d conta do seguinte Joaquim do Reg Barros-^Ayres GamaRochael;
provincial, cm
concedida ao Instituto Agrcola
subvenco annual de 25:0005,
una fazenda normal ou enge-
nho modelo destinado a cultura da canna e respec-
tivo fabrico dbassucar.
Arl. 2" Esla subvenco ter lugar smente
por quatro annos.
Arl. 3o A referida subvenco lear dependen-
te de um contrato celebrado pelo prosidenle da
n.i* P.im\ a_____.*- j! provincia como losiiiulo Agrcola para a nscalisa-
3deS de qeTi 5ST Z o- &> dS neg0COS des,e e ,nais "** rela,ivas
recer c"In'^Vun, pro lio W'%&lJ i SSLVJ^SLT PrVQC,
nobre deputado ; rao pela qual o nobre deputa- pv .^ fa Tn~
,.omm .....de crear-se urna escola de
;! agricultura nesla provincia, poder o governo es-
tabelece-la nc referido
filho de Mequelina Fancisca Cor-
parda, filha de Agoslinha Maria do
Sanio.
Damio, branco, filho legtimo de Manoel Francisco
Alves.
Ignez, crioula, filha de Silveria, escrava de Mana
Archangela da Paz.
Martinha, branca, filha legitima de SatyroSeraphim
da Silva.
Hermenegildo, filho legitimo de Augusto Cesar
Cousseiro de Mello.
Paulina, parda,, filha da prela liberta Jeronyma da
Silva.
Virginia, branca, filha legitima de Fclisbino de Car-
valho Raposo.
Virgilio, branco, filho legitimo de Jos Joaquim
Alves.
Eugenio, branco, filho legitimo de Luiz de Pa-
ria.
Virginia, branca, filha legitima dellerculano Bufar-
te dos Santos.
engenho modelo, ficando i g |j b f de Franfisco Antonio
targo uo presidente da provincia as despezas com deMirinla
o edificio necessario para dila escola e seus acces- Demelri0j ,)r:inco/,|ho iegilimo de Genuino Jos da
Rosa.
revogadas as disposicoes em
i son os.
Art. 5" Ficam
, contrario.
No dia 14 do correnle, convite do Sr. Mar-
tineaux, engenheiro que executa a ponle de S.
: Joao sebre o Capibanbe, foi cssa obra visitada
i pelos engenheiros : director das obras publicas
provincia suje.tando-se o referido contrato a ap- Qas c |egados que pagaram -os |ierderos de Joao
provagao desta assembla. -marque. Vi(,ira Lima deLuJzb Jos da Sj|va
.>o caso de ser creada a nova escola de agricul-, Approvado sem debate,
ura nesla provincia o governo podera estabelece-. segunda discusso do projeclo n. 45 que altera
la no engenho modelo creado pelo Instituto Agn-; os |imites da freguezia da RJainna dos Ao os de Pe.
cola, ficando a cargo do governo as despezas com ; tj-olina
edifkie necessario ao estabelecimento da escola e E- appr0vado sem debate e dispensado o inters-
seus accessoris.-Si.ccru Lobo. licio, requerimento do Sr. Francisco Pedro.
Addvo para ser collocado convenientemente : Contina a terceira discusso do projecto n. 22
A subvenco- sera satisfeiia, depois que esta as- que subvenciona com S5:O0OjW0O annuaes o Insti-
semblea em *ua primeira reuinao, posterior a fun- lul0 agrcola para a creacao de urna fazenda rao-
dacao da fazenda modelo, tiver recouhecido que de|0
esla se acha fundada de modo a produzr resulta-,
S. U. Cunha
Sr. Martineaux.
- po-1 ^as-^ jjssk'ae rvsssi
; pelo orcamento precsava de modilicaces, foram
1 estas levadas elfeito com todas as garantas de
seguranca, pois, segundo nos informara, foram
"a
a qual, tanto o respectivo am-
ana engenheiro nao |>ouparam
I de modo que hoje parecem at deslie-
os reforcos suppleraenlares, que forara
i executar para seguranca dos esteos do
dos vantajosos para a provincia
Teixeira.
E-la subvenco tora lugar smente por quatro
annos. Agres Gama.
O Sr. Nabor :-r(Nao devolveu seu discurso.)
O Sr. Ramos : Nao devolveu seu discurso)
A discusso tica adiada pela hora.
SEGUNDA PARTE DA ORDKM DO DIA.
Encerrada a discusso procede-se a votaco no-
minal requerimento do Sr. Aquino Fonseca.
Votaram a fvqr do projeclo os Srs. Jacobina
Soares Brando-Araujo Barros-rmnioGon-
calves da SilvaAndrade LimaMaranhfioS
Pereira -LopesAmynlasAyres GamaRochael
Silva RamosJoaquim do Rogo BarrosSilvei-
; ra LoboFrancisco Pedro-Silva Burgos-Sil va
Continua a segunda discusso do projeclo de for-; Barros-BuarqueB. Franca -Teixeira de Mello ;
ca policial. i e contra os Srs. Joo TeixeiraCunha Teixeira
0 Sn. Gaspar de Dkummod (Nao devolveu Cosa RibeiroAquino FonsecaSabino Olegario
seu di>curso.j
Tendo dado a hora.
O Sn". Presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sessao.
SESSAO OBDINARIA EM H DE ABRIL DE 1864.
PRESIDENCIA DO SR. CONSELHEIKO TRIGO DE
LOUHKIRO.
As II e meia horas da manhaa feita a chamada
n. 276 de 7 de abril de 1831, combinado com-o ar-
tigo 3 da de n. 436 de 26 de maio de 1838.Fize-
ram-se as necessarias communicacoes.
Despachos do dia 11 de maio de 1861.
Reqnerimentos.
Francisco Baplila de Almeida.- Passe portara
concedendo a lieen^a requerida.
Barharel Joo Carlos Augusto Cavalcante Vel-
loz pagM portaria concedendo a licenca reque-
Alferes Jesuino Deocleciano de Souza Bruno. de S. Caetano da Rapoza, e todas as aguas do ra-
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa- cho Carapotos, desde sua tiascenea at sua toz no
./enda j rio Capibanbe, assim como desle ponto peto dito
EXPEDIENTE. je contra os Srs. Aquino Fonseca eSlveira Lobo!
Urna petico de Jos Luiz Salgado Accioli, conli- Foi approvada a emenda por 27 volos contra 2.
nuoda thesouraria provincial pedindo a continua-
co da gralilicaco de 2005000 que percebiam os
seus antecessores.A' commisso de pelicSes.
Sao 1idos e julgados objecio de deliberaco e
mandados imprimir os seguinte projectos:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resol ve :
Art. l. Fica pertencendo ao lerm da cidade
Foi igualmente approvada a emenda do Sr. Sil-
veira Lobo acerca da creacao da escola agrcola,
sendo rejeiladas as domis.
Terceira discusso do projecto n. 9 que restaura
a villa de Floresta na povoacao de Fazenda Gran-
de na comarca de Tacaratu.
E' approvado sem debate.
Continuaco da segunda discusso do projecto
de Caruar. a parle do termo do Brejo da Madre n. 6 que supprime a villa de N. Senhora do O", e
de Deus, comprehendida nos limites da freguezia 'eleva villa a povoacao de Ipojuca.
O Su. G. Drumhond cede da palavra.
O Sn. Cunha Teixeira :(Nao devolveu seu dis-
curso.)
esforcos
cessarios
mandado
centro.
A' esse servico sujeilou-se o mesmo empreilero,
apezar de nao ser isto obrigado nem pelo orca-
niento da obra, nem pelas clausulas do contrato.
Este comporlamento de un contratador do paiz,
que, esqecendo seus interesses, nada oppoe s
exigencias dos engenheiros do governo e executa
servicos custosos, que nao obligado, sem fazer
i'eclamaccs, digno de consideradlo.
A ponle de S. Joo j pode ser entregue ao tran-
sito, fallando-lhe apenas pequeos aperfeicoamen-
los e um dos reforcos dos esteos, para que seja
entregue ao governo.
Um photograph, que all tambem estivera, ti-
rou diversas vislas da mesma ponte, tanto em pla-
no como en reccoes.
Pelo vapor Mamanguape recebemos jornaes
de Sergipe ale 9 e de Alagoas al 16 do correnle.
Era Sergipe leve lugar, no dia 3 do correnle, a
abertura da assembla provincial, ficando sua me-
sa assim organisada : presidente Jos Goncalves
Barroso, primeiro secretario Dr. Gustavo e segun-
do Dr Pmentel.
De Alagoas apenas encontramos o seguinte no
Mercantil :
t Tiveram lugar na villa do Pilar no da stimo
do fallecimento do Exm. e Rvra. Sr. i). Joo da
Purificafo Marques Perdigas-, solemnes exequias
pela alma do mesmo illustre finado.
i 0 Rvd. vigario daquella freguezia, Jacintho
Candido de Mendonca, secundado pelos seus colle-
gas os Rvms. padres mestres Jos Henrique de
Amorim, Jos Candido de Vasconcellos, Jos Tel-
les da Costa, coadjutor Custodio Francisco de Mel-
lo, Nuno Theodoro da Costa, Jes Gomes de Mello e
Manoel Pereira Baraeho, nao falto a ultima ho-
nunagem devida ao seu sentido prelado, sendo
Joilas todas as despezas pelo Rvm. paroeno e sa-
cerdotes assislentes.
Chamamos m attenco dos leitores para o rc-
latorio apreseniado assembla geral, na segunda
sessao da 12.* legislalnra, pelo Exm. Sr. ministro
da fazenda Dr. Jos Pedro Uias.de Carvalho.
__Nu dia 16 do correnle recebeu o commen-
dador Jos Pires Ferreira therouroiro da Santa
Gasa de Misericordia desia. cidade da Illma. e
Exraa, Sr*. D. Maria dos Anjos de Souza Leo, a
Maria. branca, filha legitim de Pedo Duarte Rodri-
gues Franca.
Lidia, parda, Bina legtima de Francisco Dornellas
Mendonca.
Joaquim, branco, filho legitimo de Felino Jos Vaz
de Oliveira.
Jos, branco, filho legitimo de Francisco Antonio da
Silva.
Amelia, parda, filha de Felicia Soares de Souza.
Ercida. crioula, filha de Jacintha Tranquilina de
Souza.
Henrique, branco, filho legitimo de Claudino Lopes
de m i ve ir.
Mara, branca, filha legitima de Giradino Lopes de
Oliveira.
Manoel, Maria, Fabio, e"Belarmino, pardos flhos le-
gtimos de Amancio Jos dos Santos ; preso.
Manoel. pardo, tilho de Isabel Mara da Concei-
c-
Margarida, branca, filha legitima de Francisca Go-
mes de Mallos.
Secundma, parda, filha de Luiza, escrava de Igna-
cio Joaquim Alves de Sanl'Anna Peres.
Antonio, branco, filho legitimo de Seraphim de Sen-
na Jorge.
Joao, branco, filho de Antonio Jo.
Belmira, parda, lilba de Isabel Maria das Dores.
Lucas, pardo, filho de Maria de Carlos Roek.
Urna filha legitima de Dlogo Jorge da Costa; licen-
ca, (falla a certido.)
Urna filha de Carlos Dubeux ; licenca (falta a cer-
tido.)
Casamentos.
Dr. Pedro Dornellas Pessoa, com Carolina Severa
dos Anjos.
Fortunato Ribeiro Baslos, com Joanna Francisca da
Cruz Braz.
Joo Ernesto de Sailes, com Francisca Delphina de
Souza. .
Antonia Jos Pereira, com Joaquina Mana da Con-
ceiijo.
Francisco da Silva Falho, com Joaquina Rodrigues
Maia. .
Jos Correa de Mello, com Justina Mana da Lon-
ceicao.
Santo Ai
HoA-
Movimento da casa de detenco, no da 15 de
maio de 1864.
Existiam. ... 358 preses.
Entraram... lo i
Sahiram. 3
Exstem. ... 355
A saber:
Naconaes m
Estrangeiros 36
Mulheres ... 3
Estrangcira .. 1
Escravos ... 62
Escravas ... 4 i
35S
Alimentados eusta dos cofres pblicos. 149
Movimento. da enfermara do dia 17 de maio
de 1864.
Tiveram. ,axa :
Thoin- Verfemo Corcft,. febre infhmmaloria.
Diezmo Severno ternes, idem.
da Silva Burgos e I escravo, vi.'an J ;*> K
lisia dos Sanios e I criado. Dr. rtai Je Ale*-jt
Araripe e I til lio. J >n Murnen. Hriinn Ju*> T%-
ria, Joio Bolln, Geraldo vm. ematad de A Ilniannica. Dr. Manoel r.aklas Barrefc>, ha da
Moita Correa Lima. Joo Jo-. k, Bat-
atera e 2 lilhos. Dr Luiz E RnJtx*^ Tumi
.Antonio da Costa Alecnm. Emy^dk i' li >
Oliveira. Torquato S. da Silva Plato.
Passageiros do vapor nacin il
viada do Aracaj e panal inierroedios
Guilherine ae Souza Moura. Pnrro *> &mn
Freir, Joao Deniz da Silva Jnior, ra?** An-
tonio Joaquim Rodrigues da nVIto. IU) I
Monteiro Machado, vigario Dcniaann Jw dn M-
va, Antonio Theodoro de Almehta, Jaa YHfc~>
Soares.
Obituario do da 16 k m\m*jm uarnn
riBLico :
RayiiMimla Maria da Gloria, Pernantboro. Wan>
nos. olleir.i. Boa-Vista |>hlx -ira pulmonar
Henieteria Maria da CaahvBt PVrnaml
annos, viuva, Santo Antouio ; twVrraa i
nar.
Francisco. Pernambuco, I anuo. Santo Annn>.
una hepaiiie.
Cosma Maria do Nasrim-mio. PernamtMm, 35 na-
nos, solteira. Sanio Anamio i
Profiria Leopoldina .le Amonm Luna
co, 28 anuos, solleira. Boa-Viita ; natya
monar
Mara, Pernaiiibuce, |H rnnte. S. i<>s .
Emilia. Pernambuco. 18 in-v.e- Sanio .%
gas tro he pan te.
Guilhenuina Augusta de Barro* Pi-raaamari 91
anuos, solteira, Boa-Vista : anazarra
Pelona Francisca Gomes, Pernambuco. W aaan.
Poco da l'anell.i. viuva ; liyilni|H>:a
Manoel Pedro di- Souza, I' rnan*j' u. 37 an>>
rasado. Santo Antonio ; ni terculo \ Estephama, Pernambuco, '. m.z-s Jab>aio ; er>
si|H-la recolhida.
Dr. Jos Raymundo C. Caall M -n-te-, P-rninana
co, 44 anuos, casado. Santo Anlomo i man mi
cera cancerosa.
Mana Magdalena, frica, o annos. solteira ten-
fe ; intermteme.
Julia, escrava, 2 annos. Santo Antonio; ) jrrV
rhronica.
Manoel, Pernambuco, 2 annos riovol-i-
Dw 0
Delmra. Pernambuco. 2 annos,
gaslro interne.
Anna Liberta dos Anjes, 22 annos. soliera.
Vista ; phhsica pulmonar.
Thomaz. baarta, frica. H."> aanjaa, sottenm.
fe ; cncephaliie.
.>ntonio, Pernaniliuco. 2 annos. S. Jos
Andreza Mana da loataajia, frica. *> anno->.
viuva. Boa Vista : anjanj mt-rite
Maria, Pernambuco, 14 mezes. Boa-Viu : dea
tico.
II POI l.l) BE TIW.
L'j-se no Memorial d.- I.illi-, n <-uini
Meslre Y... sendo chamada ao notrl
achou-se em presenca de um lindo ra;oz. *> tal-
las dores, com suissas lonra< mfcrnOu i
u nina capa de juiz. como usam os danriv" pnrm-
enses.
O elegante mancebo pedio Ihe para a mtnhi
seguinle um par de Itoias de vermz
Mestre Y... prmnelleu e volioa para ua ra-a
radiante de alegra.
Pobre Y... !
l'ra quarto de hora tpala, imxire 1... Jn, p*r
seu turno, chamado ao aaaj a santo rom a mtr.mn
encommenda e a mesma alegra.
Infeliz /....!
Na manhaa seguinle V... rheftou pri
O mancebo adlllirou as Uilt- e exptrrn
A direita caleava a maravillia, |iorem a
nem por gei'., nem |>r fon mirara '
O fregui-z anata, griuva rom as >i** dn*
calos, fazia esforcos de arrancar a prrna, nucun
nada.
Meslre Y... apiedoii-se e foi o primeiro a on>-
recer-se para levar a miseravel tola e ntrtte-la na
forma.
Foi acceito o offererimenlo com a coadnpo r
que mestre Y... voltaria com a bula na nwana
seguinle as 8 horas em ponto.
Meslre Z... cliegou, por seu torno, e nena sn-
tisfeito, porque a bola esquerda carava 01* mu
lava, |)orm a maldita bota direila paf mudo
entrava t
'/.... pegou n'ella penalisado correo,
nada, a melle-la na forma, em quanlo
cebo Ihe gritava que nao fallasse com etta
ha seguinte.
Baliam oilo lioras, da manhaa seguinte.
os dous mestres se encontraran a oqmna ne n*n
ra.
Y... levava urna bola esquerda eZ... tevava
urna bola direita.
Ambos iam na mesma direcc, fing* nne a
nao viam, mas ol'audo se coui o can* do oMw e
dizendo ambos comsigo : ....
A quem dabo levara elle a juella hatl _
Os dous sapaleiros. na quali.ta.te .te *****.
*o muilo invejosos um do ouiro, e, a ^*-{ *-
casio, nao tinlwm de que, orno os *>*ea tenar
ja devem comecar a pHBBBnW.
Depois de terem gravemente perrorrido ra
em toda a sua ezlenso e lado a lado. anMrara*-
se reciprocamente, vendo que ambos b-tavam n
mesmo destino; porm mais e*ni|-farkM tVaran
quando Z... oovio Y. pergunUr peto sm re-
guez da perna direiU c que Y... rernanvfrn a
Z..., quera fallar ao seu hontem a nrma r
querda; mas o dono do hotel levou-lhes, a amfen*
ao ultimo ponto, diaendo-lhes que o nvinre ;e
procuravam tiuha partido ha urna hora esoten I. la
mente calcado rom um par de bolas do vevuw.
das quaes facilmenle compnhenderain one rata
um tinha graluilamente lornecido melad-.
Enraivecidos, foram, arto continuo jnaaranaa
partida de piquet para saberem qual nuo doaa m-
caria com as duas melades reslanle*.
E ah esta a razo por.pie boje apparefe na vi-
draga de Y... uro par do botas de vern. 4
rentes urna da nutra, e porque ello
quando Ihe pergunum para qaaa
Hl-A.
osajaofda.
nao resfonne
!
Pede nos a pubhcaco seguinte


___
,---------------
OLE SOfFIJES?
_______^_-_r-_-_:_-_:=
O que sofTres, meu querido,
Men igjeno
Cotnr'n i
Diz-me quem le f*r*<*er,
Quem le cariaos a dcserer,
E vi ver
Cota aMWeao?
Quando n'um olhar pntr'ora
Bell'aurora
Te sor ra,
E t pulsaras altivo.
No calor mais expresivo,
Sempre vas
T'eu senlia t..
N'esse olhar em cpio o desejo
D'om beijo
Saciaste,
No sentir a fehre ardente
L)o nome que docementc,
Fremcnta,
Balbueiaste ;
N'esse olhar de confidencia,
De soenoia,
E (Kiesia,
Qne nos (pus .lias mais bellos
Traduz da cadaia os los,
Qu'cm desvellos
Te ciogia!
Por um olhar, eu dei a vida,
To querida,
Al de mim I
Julguei ver n'ella a pureza
De amor em a singelleza.
Mas a lacertan
Eu vi eniiiin!
Quando na vida eu viva,
Nao descra
Do anuir-,
, Mas o amor imperfeito...
E chaga que lavra o peito.
Seu fftVilo
Faz horror!
Fui per elle fulminado,
Desterrado
luda pequeo;
Dcu-me n'um favo de niel,
O pomo agreste o cruel!
Lihci o fl
Do veneno!
Hoje vivo para o tmulo,
Qu o cumulo
Do soffrer.
Doixa-me viver morrendo,
No amor sempre descrendo,
Maldizendo,
Ale merrer!
Oh I eu bom sei que o amor
una flor
Espinhosa.
Mas meu corage o que queros?
Se a plaa as mulheres,
Que requeres.
D'uma rosa?!..
O Commeixio do 'orlo coala o que segu :
Por participara!) do director da alfamlega de An-
gra de Herosmo consla que, no da 22 de marco
ultimo, fra arrojado a cosa do norte da ilha de
S. Jorge o bergalim hespunhol Alijorca, de 209
Un-lillas, per ii'inriiii.- ao porta de lliiiau. BtMB car-
lagaiueiti de algodo, procedente de Matamoros
para Liverpool, sendo oarrrgadores Maz e Larra-
che, e recebedores E. R. Languorlhy &C, de Mau-
chesler.
Coosta lambem que esle navio, de que fra ca-
p I o D Blas Benito de la Tone, esta va tripulado
por oito boinens da barca maleza lliari-atlia, capi-
tn S. \V. Clemente, que, navegando do CardilT
para NVv.-Voik.coin carrogameulo de ferro, fora
pique no dia 17 do asesino mez de margo ul-
timo, eaIranio MI aquella gente lio dilo lierganliui
em cousequenca de o lerein encouirado aban
donado.
Os fragmentos do bergantn) produziram-----
290510o re*, e quanle ao campamento, salvou-se
urna parle d'elle, e la proceder-se sua venda.

Por parlicipacHO do director da alamlega de
Pona Delgada Consta que, sobrevindo um venda-
val de noroeste, na noite de I" para 18 de margo
iiIii n >. ahalroara e patacho iuglez Suzan rom a
escuna da moma nago Aris, capitao H. Martel,
procedente da Madeira, para Londres, e..m 81 cas-j
eos de viiiiio d'esta ilha, e outros objeelos, leudo I
torada em Punta Delgada para completar ocarre-'
gaiente com laranja e seguir denota ao porto do
.eu destino ; que em eonseqnenoa prra da ava-
ria que solrcu por eAVilo d aquella acoiilecunento,
o capitn rcceiou affronlar o grande temporal que
biia, dirigimlo-sc por is.-o cosa, e enralhanito
na praia de Rusto de Cao, salvando-se a tripulago
e a carga; que a dita escuna fra arrematada :
e que, e:n ronsequenoia de licar ioleira e enea-
Ihar em "sitio abrigada, poda cffeciuar-se, sem
Trata-se da lauiilleaeao d fr. Diago de Cdiz,
j da orden) dos Capuchos.
Para estefim chegou Hespanha um comniis rio pontificio, viudo de Roma.
alarlo aW P-fNwea ftaarta frlrta, 13 *e Mal* aU Hti.
inrnflWeTO c

y
*-
COMMUNICDOS.
9, pedindo sepultura para ocadver tepite, porAn, ineorrigiveis o lorholeiiius, que pratiearein actos prenenga da ra
margem a resalva nuiiiisado, alera de testemu- da natnrexa desuno menciona davem ser castiga- brara a osle acto,
nhos insuspeitos. dos-eorporalnvc.:.'; nao sendo necessario sobre-
Do que llca transcripto, v-se bola que o Sr. de- carrgar a correpnn putado Godoy attribue-me um vardadeiro assassi- partes de semelhanie natureza, que versam sobre a
nato, e comquanto bein podesse maraviihar-ma de | polica do presidio, que Vmc. deve manter, partici-
das mais pessoas que as-
que sem fundamento se me flzesse aecnsacao to pando smente as oeenrrencias extraordinarias.
grave no sei i da reiiresentaeo nacional, assim' Dos guarde Vine.Bal
O Sr. ypriii Feaeloi.
Aceito a entrega que fez o Sr. Fenelon do meu
communicado de 9 de abril ultimo, publicado no,
Diario de 4 do crreme, aos homens entendidos
na materia : elles que o apreciem e julguein
Permita lambem o Sr. Fenelon que eu faca ap-
pello a esses niesmos homens para que julguein o
que S. S., apezar de proflssional, nos lem d.lo em
publico ; fiquemos entretanto cortos que esses ho-
mens apparererao, e cu terei o prazer de ler os es-
criplos prolicieotes do Sr. Fenelon em resposla
el les.
Sinto ter neorrido no desagrado do Sr. Fenelon,
pelo fado de pretender argumentar com S. S., lei-
go como son na sua icttcia, e dando aos termos
lechnimos sentido vulgar : entretanto os homens
entendidos que nos julgueni e digam qual de nos
est em peior siluagao, so eu, que na opinio do
Sr. Fenelon, dei aocepg.'n coinmum aos termos da |
ciencia, se S. S., que contesta aquilto que se le. nos
jroprios autos em que funecionou, e que diz que
n pretraca da Urd. L 4 tit. 56 nnllo lleno jure
o titulotdo Sr. Castre.
Direi como o Sr. Fenelon : nao possivel discu-
tir com S. S., que, nao obstante se ler demonstrado
que nao houve penhora em duas casas do sitio do
Manguind, que tenho ailinluio. contina a asse-
verar, firmado em penhora, que a fmeada tem prio-
ridude. Deixo este ponto, e bein como as conclii-
soes que de minhas palavras tem tirado o Sr. Fe-
nelon semelhaiira da intelligencia que deu a Or-
denagao que cilou, para serem apreciados pelos
homens entendidos.
Pensa o Sr. Fenelon que a cirenmstancia de se
aovar o requer ment de vista fi. 78 e a senten-
ga de adjndicaciio as lis. 98 v. e 99, nio prova que
aqnelle fosse anterior a esta. Parece que desta vez
a escapatoria nao foi prolissional : urna de duas,
ou a peligao foi encartada nos autos depois da sen-
tenga, e em lugar anterior esta, o que talvez nao
queira admittir o Sr. Fenelon, porque uto denun-
ciara mais urna rregularidade, ou entao, a terem
seguido devdamente os respectivos termos, deve
concordar em que a vita foi pedida anles daquella
sentenga, urna vez que o mesmo Sr. Fenelon nao
ha de querer lambem admittir que s depois de
reunida a pelicao aos aulos e depois da sentenca
fosse ella despachada pelo juiz, que neste caso an-
dn de dianie para iraz, o inte anda menos admis-
sivel .
Estou persuadido, porm, que, mesmo lego, co-
mo sou, passo afflrmar que o Sr. Fenelon est em
um erro indsculpavet neste ponto : lea o pubhco
a seguinte certidao, que tambein servir de respos-
ta aos Srs. procurador fiscal e juiz dos feitos da fa-
zenda, que nsisiem em fazer acreditar que Castro
s veio jnizo depois da senlenca de a IjudicagSo :
Illm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda.O Dr.
c Manoel Ruarque de Mace lo Urna requer a V. S.
se digne de mandar, que o crivo Miranda, re-
vendo os autos de execucao da fazenda pro vi n-
cial contra Francisco Cavalcante de Albuquer-
f que, Joao Carneiro Machado Rios, e outros, cerli-
fique em que da foi despachado o reqnermento
de fi. 78, em que Antonio Jos de Castro pedio
t vista da mesma execnc&o, relativamente ao sitio
t e casas da estrada do Manguinho, dando-llie tam-
hem por certidao o iheor da stilenca 98 v. e
fi. 99. Pede i V. S. awim delira.E R. M.
Ccrlilijue. Recife, 7 de maio de 18oi. Do-
t mingues Silva.
Antonio Jos de Oliveira e Miranda, escrivao dos
t feitos da fazenda provincial na primeira e se-
gtinda instancia desta provincia de Pernam-
buco, etc.
Certifico que dos autos de execug.ao de senten-
ga da fazenda provincial contra Claudio Dubeux
e outros fiadores de Francisco Cavalcante de Al-
huqnerque, consta, acerca do que pede o suppli-
< cante na pelicao retro, ler sido di>spachado o re-
quorimento, em que Antonio Jos de Castro pe-
dio vista da referida execucao, em cinco de mar-
t co de I8G2. Certifico iikus ser o theor da sen-
lenca, de que trata n mesmo supphcante, d fr-
na seguinte : Nao leudo havido lancadores
ao sobrado da ra da Laraogeira n. 21, prrten-
nenie Clandio Dubeux e ao sitio e cusas de
t $. os do ttiinguinho de Joao Carneiro Marhado
' Itios. os nei por adjudicados fazenda provin-
cial: e portanto mando que ditos bens sejan in-
corporados aos proprios provinciaes, pagas as
i rusia*. Rcife, 2 de agosto d 1865. Francis-
co Domingues da Silva.
Nada mais se conrinha em dita senlenca aqu
Helnie.Hle Cuidada dos proprios aulos aos* quaes
me reporto. Recife, 12 de maio de 1864. Fiz
t escrever e assigno. Em f de fardada.Anto-
nio Io d'Oliveira c Miranda.
Eiilciido que nada mais devo accrescenlar,
aguardando e juzo dos homens entendidos : deso-
jara ser convencido do contrario do que he i affir-
mado, e se assim acontecer, coufessare o meu er-
no acontecen, porqde ja nao se e-tc.mha hoje
procediinentosemelhantc, atienta a facilidide com
que se aeeitam certes oarracoes.ombora ufknsivas
das roputaodes mais bein firmadas.
O Sr. Dr. Godoy foi victima de algum novellei-
ro, e por isto que acreitou que era mim se ani-
nhiiu a idea perversa de fazer morftT um horneas
a pancadas. o exarto que o sentenciado de
que tratou o Sr. Dr. Ooloy soffresse o ca-tgo de
8o0 pancadas ; nao tambein exacto que o pacien-
te u*li vesse, de guillos a0S ps quanda fui eaii^a.
falacia do goverua ds
Pernam*ae, 5_de abril de 1850.Honorio Herme-
lo Carneiro Leao.
Sr. eaamandante da Iha de Feroaudo.
t i jjnfornie.J '> Rabcllo Pdlha, ajudanlo.
Documento n. >.
Em satisfagao a portara suppra, cumpre
Cerrado o erarte" eacentrei o Cerebro no seu
estado normal, sem iafecea sanguinosa seas le-
sao alguma ouira que denotarse solfrimento, qur
de algnmas de suas meoinranas, quor de sua pro-
priamassa.
Nao tendo ciioMsrado Jese aigunia qne indi-
casse ler sido a morte proveniente de castigo, nem
de alguma molestia anterior elle, e tendo certeza
de que algum veneno por mim desconhecido t cojos
tragos nao me loi possivel seguir, oecasionou a
morte, recnlhi o estomago como cima menciwnei
para que no caso de duvida seja possivel por meio
dizer conaB-cominaudanie da forea que assislio ao de experiencias medicas-lgaes, vir-se ao contieci
ment da verdade.
Presidio de Fernando de Noronha, 9 de de-
casligo iaeTagido no da 7 de Uezeinbro do anuo pre-
trito, ao sentenciado de jusiiga Antonio Pereira
Calisto.qoe o mesmo fra castigado com setnenlas zembro de 1863 Dr. Levino de Ra>los Varella.
e cincuenta chHaladas pouco mais ou menos de j Jos de Cerqueira Lima, capitio.Luiz Antonio
do ; assim como exacto nao que o mesmo pa- raiz de gamcteira em consoquencia de haver o dito Ferraz Jnior, alteres. Fraucisco Joa da Silva, 2*
cente depois de castigado licasse reduzdo a urna senieuoiado dado duas piinhaiadas moraos no sar- tenenle.
s chaga, e com o corpo dilai-erado a ponto de toar gento da aldea Thomaz Francisco de Ges, lendo sido i Conforme.Jos Rebollo Padilha, ajudant.
arcando no lagar do sunplico, sem que o podes- rocolhido depois do casligoao xadrezda aldea aonde Documento n. 11.
sem conduzir para a enfermara ; e que fallecenJo foi completamente medicado pelo Dr. Levino de | Quartel do commando do presidio de Fernande
no dia seguinte se tomassem caulellas para que os Radios Varella, podendo afflancar, que a morte do de Noronha, em 12 de dezembro de 1863.Illm. e
outros presos nao soubessem que de-tino levara o dito sentenciada fra ocoasionada por um motivo Exm. Sr.Haveudo o .sentenciado de jnstica Anto-
cadaver, afim de que se pod*-1* explicar a morte qualquer e nunca pelo castigo, e iilo alrmo p*lo nio Pereira Calisto, na manhaa do dia 7 do corren-
corno resulta.lo de suicidio per meio do veneno. modo perqu se fz semelhanie. acto e pelo promp- te tentado contra a existencia do sargento d'aldeia
Sim, nada disto exacto, Sr. Dr. Godoy, e para to tratamento que recebera, nao tendo sido enviado ] Thomaz Francisco de Ges, daiidolne a iraico e
que S. Exc. fique sab-mdo a verdade do fado, e para a enfermara, para se evitar o contacto do' em pleno dia no porto do novo edificio que lica
jamis sobre o respeitavel publico paire a menor mencionado sentenciado Calisto com o sargento daJ no largo do quartel deste commando onde traba-
sombra de duvida sobre esle mesmo fado, referir! aldea Thomaz de Ges, por constar que aquella pre- Ihavam mais de sessenta homens, pedreiros, carpi
como elle se passou. e bem corlo estou deque o tenda acabar com a existencia deste.
proprio Sr. Dr. Godoy, a quem alias nao deve serj
as e srvenles, duas punhaladas ua reguo cor-
respondente ao veriicc ao omoplala direilo, cando
logo o mesmo sargento em estado mortal, cahindo
por Ierra com grande anciedade e laugando sau-
gue pela bocea, como bein prova o corpo de delic-
io que mandei proceder no respectivo sargento,
que junio levo consideracao de V. Exc. acompa-
uliado do ferro turante e lino que se v a margem;
e seudo preo imuicdiaUmente o assassino que
perseguido por quasi todos os operarios, s aspira-
vam viugamn-so d'aquelle, que sem piedad.- dis-
fechara tal golpe sobre quem passivamenle os di-
riga no servieo: este assassino que j sendo acos-
lumado a perpotrar crimes d'e.-la ordem como fez
ao Sr. do engerido de Tab Eslevo Cavalcanli. pal
liadepulailo Dr. Silvino,. disu.irauilo-ltie um uro,
nessa cidude mesmo na casa de dolenco dando
tambein iguaes punhaladas a traigo no sentencia-
do que aqu se acha Joaquina tm Flix E-pada e
mudos outros fados por elle praticados fazia com
que se Ihe applicasse um castigo exemplar, a vista
pois de semelhante afoiteza e parajjue servisse de
correccao a furas iguaes e em lugar onde a segu-
ranga individual n>ais que em ouira parle, tanto
custa a ser maiilida; leudo alm disto em vista
as recominendages dessa presidencia em ollicio
de 3 de abril de 1850, mandei severameolo casli-
ga-lo na tarde do momo dia 7 coin pouco mais de
Quartel de desiacamento de artilharia no pre-
desconhecido o meu carcter, me far a devida sidio de Fernando de Noronha, 12 de abril de 1864.
justica, rec .nhecendo que a morte de Onusto nao Jos de Cerqueira Lima, capillo comtnandante.
foi resultante do castigo que fiz itflingir-lhe e que Documento n. 3.
nao proced barbara e atrozmente. i Cumprindo com o dpusto na portara cima,
Eis o faci : declaro que asisti o castigo feiio ao sentenciado
No dia 7 de dezembro do anno passado, pelas Antonio Pudro Calisto por ler dado a iraicao duas
9 horas da manhaa, pouco mais ou menos, o sar- punhaladas no sargento da aldea Tnomaz Fiancis-
gento da aldeia Thomaz Francisco de Goes, que se co de Ges, tendo sido pouco mais de setecentas
achava encarregado de dirigro servieo da obra do chbala las, findo o qual foi com seus ps para o lu-
novo edificioarsenal do presidio, onde traba- gar destinado seu tratamento.
liiavam cerca de sessenta sentenciados, deu por! Quartel de Sant'Anna no presidio de Fernando
falla nom-), servente da mesma obra, e nao sendo estajea! Perreira, capitao.
a primeira falta de Gdisto, o man lou procurar e f Documento n. 4.
castigou-o com 3 chihatadas; retirndose Cafeto, i i Satisfazendo a poruria supera, devo declarar,
o sargento foi at o portiio do edificio, onde se de- que assisti ao castigo feto ao sentenciado Antonio
morou olhan.lo para fra ; nesta occasilo, e quan- Pereira Cabslo em dezembro do anio Iludo por ler
do Calisto tinha tido tempo apenas para armarse aquette sentenciado protttndid assassinar ao sar-
de um instrumento perforante, foi o referido sar-' g.nto da aldea Thomaz Francisco de Ges, cujo
geoto ferido pelas costas por Calisto, que havia castigo foi de setecentas c lanas ch>batadas, tendo
conseguido entrar para o edificio be'a berta do seguido o dito sentenciado para a aldea anude foi
cano de esgolo, receliendo duas punhaladas na re-; logo plo Dr. Levino de lia.-ios Varella, tratado.
gio correspondente ao verlice da omoplala direi- < Presidio de Fernando de Noronha, 13 de abril
ta ; ooffendid i llcou em estado mortal, a lancar i de 1864.Fraucsco Jos da Silva, 2o lente.
muito sangu pela bocea, o Calisto foi immediau-1 Documento n. 5.
mente perseguido pelos mesmos sentenciados, ser- Em virtude da portara suppra, declaro que r
ventes da obra, e sendo preso foi |nsto de macho marchando encorporado ao destacamento assi>ti o seteceetas cinbaiadas; eiitenli dever ser logo no
aos pese logo depois ni -indo no tronco. castigo que soflr^u o sentenciado de justiea Anto- da do alternado para fazer recuar, outros que
O sargento foi immediaiamente entregue aos nio Pereira Canso, por haver esto dado tricoeia-; nutrein iutengoes semelhantes.
cuidados do medico e do capello. j mente duas punhaladas no sentenciado Thomaz c Tendo sido castigado, e de tocona com o se-
Grande era a irruagao entre os proprios senlon-1 Francisco do Ges, que se achava sfrvindo de sar- guma cirurgio encarregado da infermaria, Dr.
ciados coelra Caliste, todava como elle a!g rns ha- geuto da aldea e admiustrande ao servigo: o mes- Levino de Bastes Varella, ordenei que o sou trata-
va all, turbulentos e incorrigives, e sendo costu-; mo seiiieuciado Caliste foi castigado nssa occasilo ment fom feite em um dos xadrezes da aldeia,
me em casos taes c;tstigar-se corporal monte, oqne eomsoteivmas-e Untas embaladas e depois de cas-'onde se lem tralado mudos outros turbulentos, vis-
te nao convr que estivesse na infermaria onde se
achava tuortaluieiite ferido o referido sargento da
aldeia.
c Ptdas 7 horas da noite do dia seguinte, tv.* par-
te do alleciuienio do assassino: matute como elle
era, o castigo feto nao poderia solirevr a morte,
cuja opinio geral fez com que o mesmo segundo
cirurgio mo propozesse faz.-r autopsia no cada-
ver, no que concordoi, nomo mo unta commi.-sao
de tres otli- iaes para assistiren a este acto, cuja
resultado lambem offerego em original conside-
racao de V. Exc.
provete a occaso |iara observar V. Exc.
que om um lugar solado como esto, habitado pola
manir parle por homens desalmados e afeites a
crimes, cujo numero de 1089, que guardado por
urna diminua guarnicao de eento e eiucoenta pra-
cas, sendo sempre uina parle doslas da e-coi ia do
oxereito, (mao fado que persegue este presidio) cu-
ja conducta inmoral e debochada est em paralel-
lo com a ijaqnelles, s urna iiohcia muilo severa
os poder canter, menos que nao perigue a exis-
tencia dos habitantes em geral deste presidio. ^
Deus guarde V. Exc.-Illm. c Exm. Sr. Joao
Silveira de feoaza, presidente da provincia.
Antonio (lomes Leal, coronelcommandante in-
terino.
< Conforme.Jos Rabelle Padilha, ajudant. ,
pelo presidente de.<4 provincia em 1850, coaselnei-1 ligado foi com os seus ps para o lugar em que de-
ro Honorio Hermeto Carneiro LeSo, depois mar-: va ser tratado.
quez de Paran, foi declarado dever pralicar-*e, | e* o qoanto me olTerece a declarar.
como do documente sob n. I v-se, netihuma duvi- fina de Fernando de Noronha, IJ de abril de
da t ve em mandar ca>lga-lo com embatadas, 11804.Lourenco Jos Romn, alteres.
como amigamente se praiicava com as proras de | Documento n. 6.
i i nha, perante teda a forca existente na ilha, com Em comprimento a portara suppra, declaro
seus ofliciaes frente e peranlo lambem os sen-!qUt 0 sentenciado Antonio Pereira Caliste foi cas-
inconv nienle algum, o desembarque de todo o sen j T" Co"'o coslumo fazor sempre que me achoem
carregamento que ha d ir ao seu deslino n'utitra 'alta.
embai eucao. Recife, U de maio de 1864.
Buarqve de Mcedo.
A pisse da inwrlea, a explorada das minas H. R.-Esta correspondencia est leita desde 9
peruvianas e mexicanas, tivoram por elfeite ang- I do enrente, so rallando inserir no seu corpo a tit-
mentar nottvelmente o capital melallico dos dif- i lidao cima transcripta, que, nao obstante ter sido
feroiites p.ivos, mas prodnzio naturalmente una! pedida por um requi-rimento que fui despachado
baixa notavol no valor dos metaos preciosos. ; no da 7. so podo ser paseada, depois do repetida
Prli com......t'e-te sefalo, em lIO. o augmente exigencia, no da 12, tendo ehegado ao meu poder
da explorad do ouro r da prata, no mundo lodo, honlem. .6 de maio de II
desde o \V seculo exceda a 40,000 inilhes e meio
de francos.
A exploingao da California o da Australia en-
grossou muito esta cifra.
Desde a anliguidadc mais remota at hnje, a ex-
ploracao de nmo d urna inassa de materia do
valor'ile 50,&8 tinllies de francos e a da pra-
ta uma massa do valor de 51,802 inilhes de
francas.
Nio se cuide, porm, que estas soturnas repre-
senta! inoniaiihas. t) poso de ouro explorado
nao vai muito alm de 15 milhvs de kilogranunas
e o la prata um pouco inferior e 243 inilhes e
meio de kilograuinas.
Parece qne ns tres reinos de Inglaterra soffrem
astrictos eoiisoqueii'-i.is de tuna Icrrivel episoolia,
que sobre ludo llagetla a Eecosxia.
O coronel Antonio Ciomes Leal e
<> Mr. ilciiut:!..o lie. fos Lean-
dro dcCiodoy liuconcellos.
No discurso do Sr. deputado Godo; publicado no
Jornal de Coaaaerne de 25 do mea passado, l-ee
o seguinle :
Chegou a minha vez de fazer a muha scena
de horror. Hoje disse-nos S. Exc. o Sr. presiden-
te do con-elho, que u governo nao se de.-leuil>r.tra
da ilha de Fernando, o que para all' nuudnu em
nowmhro um oflical iiihiIo iitolligenle e illustra-
do o Sr. coronel Rcaurepaire Roban, esiudar os
moos de melhorar e regular a adnunislrago da-
i|Uelle presidio. Sr. pre-idente, a visla, sem duvida
muito proveitosa do Sr coronel Ueaurepaire Ro-
Acarno doenle dos animaos pode prejudicar a I han, nao suavisoit o animo feroz da gente que go-
sade dos consumidores, e crear nm foco de epde-' verna a ilha. Saina S. Exc. que depois de ter esta-
ntas, pornt os marchantes nao fazein caso disso. i jo all o Sr. Roban, no dia 7 do dezembro do anno
Em Londres s aguas corrompidas do Tamisa prximo passado um sentenciado por nomo Cali-v-
jnntamse as carnes de radon doentes, e tudo des
apparece naqnelle abysmo em que se movetn tres
millioe- dr individuos.
Ha um m-z, en plena paz, a mais opulenta ci-
dade do gloho, est condemnada pela fraude ao
m\< esiantoeo r gimen.
Co;n teda o ouro, nao abtem se nao carnes, que
s para tancar ao* caos serviviam.
Por osle utiplicio e pelo das aguas do Tamisa, a
cidado quMxase, grita, e a questo foi levada ao
parlamento.
Se nao lomamos enrgicas medidas para suppri-
mir a infame espocolagao da< carnes nocivas, ex-
clamnu un inombro, nao taremos outre remedio
se nao latermos-nos legumisias.
Nao ni carne que Cmlres snflre ns effoitos
da fruido c fhittlcagao; todo o reino da alimenta-
cao 6 invadido pelo falsificadores.
* As folhas diarias annunriam quotldi.inampnte
condemnagoas dos falsificadores de carne, das be-
jida-, do leile, da s-alchi- haria. da morreara etc.
A falsificago lavra romo a nndoa de nzeite
Pede-nos o Sr. R. a publirncao desta parodia :
HtMMBDflK
Minha Ierra tem bellezas,
Que as ouita torras nao tem :
Mil encantes e primores
No seu sle se contm.
As aves nos seus gorceios
Despertain mais as paixoes,
Os poiios #;o mais sousiveis,
Mais teruos os coraces.
Seus ribeiros crystalinos,
Por onde a brisa riela,
Tem tnaV graga e mais encantes,
Inspiram mais poesa.
As virgem sao mais fonnosas,
Mais tornas o mais constantes
Tem mais attractvos bellos,
Mais affeigao aos amantes.
Nio permita Dos, qne en morra,
Sem que torne a contemplar
A mimosa patria minha,
Por quem vivo a suspirar,
Sem que oh seas das risonhos
Torne ainda a desfrudar.
lo, trovara hita com outroe Ihe lizera uns f. rmen-
lo- levos. Em outro qualquer lugar o humen) teria
sido processsado e punido; em Fernando, porm,
as coosas regulam-se mais summum e brbara-
mente.
O Sr. Lopes Netto : C>*m a raiz de gamel-
leira.
O Sn. GoDny : O commandante da ilha fez
prender o infeliz no xadrez da aldeia ( a casa
onde estn os presos) e inandoudar-lbeem seguida
leraui 4 horas da tarde) 850 pancadas da raiz de
gamelleira '
O Su. Manoei. Joaquim (com indignacao) : E'
um assassinio I
O Sh. Tjoooy : 0 pobre homem recebeu esse
| brbaro castigo de grilhos aos |is e algemas nos
pulsos, e, saciada a inaudita harbaridade de seu
algpz, o desgranado < ra urna s chaga, e dilacera-
do lite deixaram o corpo i|ue ahi ficou arcando oo
lugar do supplirio, sera que o |>odessem conduzir
para a enfermara t No da seguinte restava apenas
o cadver do infeliz, anda |>oslo em ferros.
O Su. Manori. JoAOfiM : Que assa^sinio I
O Su. Godoy : Morlo o homem, vai ver V.
Exc. a farra radcula que se seguio a este assassi-
nato brbaro. Tomaiam se cautellaa para os un-
iros presos nao saberem que deslino levara ca-
dver, e em seguida Doraeou-sa umi commiliiB
para xamina-lo, e ella declarou que Caliste se ha-
via suicidado por meio do veneno! Assim explica-
ran) um fado que era o resultado das 850 panca-
das que o misero recebara.'
0 Sn. Silveuia db SouzX : 0 fado verda-
deiro infelizmente, eu o confirmo...
O Sn. Godoy : Seria enfadonho mencionar
nqui os artificios que se ethprgaiam para envol-
ver o facto em.um ddalo de circumstancias, que
lizessein ajusiica perde-l de olho. Diroi apenas o
seguinte : -o cvnio da victima foi sepultado no dia
B, o medico da ilha pedio a commandante, no dia
9, brenca para /azer autopsia cadavrica, atim de
Verificar o envenenamento, Como se em Fernando
houvessem apparalhos e reagenie.;chimbos neres-
|sarios para um tal desrohrimeuto I E' qne preci-
sav4.se da alguma cotisa que iizesse crer o sup-
posto suicidio de Calisto.
Lembro, porm, ao nobre ministro da jusiiga
que se mandar plo primeiro vapor qu.? seguir pa-
ra o norte proceder a oxaine no livro da corres-
pondencia da enfermara da ilha, deparar all >;wn
um documento que servir para ajudar a jusiiga
no descobrimento do crime, coofflcio datado de
(anclados, achandose o paciente apenas algeinado,
porque assim se cosiuma pralicar desde que alguns
se lem precipitado e corrido da forma, sen-to pre-
ciso coimnetter-se excessos para serem agarrados.
r rilo o castigo de puueo mais do 700 embatadas,
Caliste nao mostrou signaos de grave incommolo,
e com os seus pro i-i is ps foi para o xadrez da
aldeia, onde entregue aos cuidados do medico, ne- j
iiliuui syinploma apreseoiou qne Iizesse receiar pala
sua existencia. Tudo iste pravo coin os documeutes
sob n. 2 a 7.
No dia seguinte, pelas 7 horas da noite, achan-
do-se o medico, o capello e outros empregados ein
meu quartel, appareceu o enfarmeiro dando parte
ao medico que Causto havia expirado ; o medico
admirou se, alenlo o esuulo om que o havia dei-
xado, e chegou a dizer nesta ocoa-o que do cas-
tigo nao pdia ler provino a morte. porque pelo
eu eslado de robustez poda te-lo -supportado
mai ir.
Ordenei lago qne o cadver fosse conduzido pa-
ra a capaila do cemiterio ; o que se fez, licando
ein deposito para proceder-se no da segninte ao
auto de vistoria e de identidade de peama. No nu-
tro da, o medico olficou-ino pedindo que consen-
tase fazor autopsia no cadver de Calisto, pois que
linha razos para suspeitar que a morte tora re-
sultante envenenament (documente n. 8), ao
que respond permiiiindo, e matan! 3 olfiafles pa-
ra as>i.tirein ao acto, (documento n. ). O resul-
tado deste acto o que se le no documento sob n.
10, do qual se v continuada a opinio do que nao
fra a morte resultante do castigo e sim de enve-
nanamonto, embira nao pdesse ser indicada a
substancia venenosa emprrgada, sendo que por isto
fra depositado o estomago em um frasco com es-
pirito.
- De tudo isto dei conta rircumstanciada ao pre-
sidente da provincia, que ento era o Sr. deputado
Dr. Joo Silveira de Snuza, como se v do docu-
mento sob n. II. Aecrescentarei ainda que o fran-
co con tendo o estomago extrahido do cadver de
Calisto foi |wr mim entregue ao meu Metassar, <>
Sr. tanenle-coronal LuizJn- Montero, para que
em todo o temiio fossem feitos os exames neces-
sarios.
Deixo de responder parte do discurso do Sr.
Dr. Godoy, na qual se refere um exame de li-
vro para verificar nao sei o que, porque o Sr. Dr.
God'.y nao explcito a esle ropeito ; entretanto,
direi sempre : aceito qualquer exame tendente aos
uious actos como commandante de Fernando, e o
provoco uiesn 10.
Occupar-niebei enm a pessoa de Caliste parafa-
20-I0 conhoeido, porquanto, sendo a piesto prin-
cipal a ventilar-sese en poda rastiga-lo corporal-
iiioiilee a>laudo para islo autonsado a respeito
dos sentenciados que por sen com|n>rtamentn o
moreces>em. devo mostrar que Caliste eslava neste
caso.
Antonio Teixera Caliste era um raboclo de Ins-
tlelos ferozos, como mostrou sempre; elle foi
quem trotea contra a existencia do coronel Esteve
Cavalcanli de Albuquerque, pai do Sr. deputado
Dr. Silvino Cavalcanli; ene lentou ainda contra a
existencia de Joaqnun Jo> Espada, feriudo-o com
punhaladas a traigo quando se achava preso na
casa ile doteiigo ; pile, sempre turbulento e incor-
rigivel, dava sempre trabalhos no presidio, e leo-
lando centra a existencia do sargento da aldea,
sem duvida que devia soffrer o castigo corporal
que cu eslava au'onsado a inlbngir-ihe, embora
estivesse rajeMo a acgo criminal, para o que fiz
proceder ao competente corpo de delicio que remet-
li ao governo, como consta do rilado documento
sob 11. II.
Dispensa-lo nesle caso do castigo, seria alm de
injustiga, um lerrvel exemplo, muilo principal-
mente quando a guarnic-o da ilha era ento dimi-
nuta a mais do que nunca me era preciso fazer va-
ler a minha forca moral, porque como elle havia
sentenciados de" in-tmetos farozes e tu bulen'' s
com os quaes infelizmente se iiiancoinunnii ote-
i.ente rafiirinado Manrique Tiberio Capisirano, para
desmorabs;u"-me, o que obrigou-me a pedir soa
exouerago de escrivao do presidio, e sendo nisto
satif.-)to, o tiz recolhar preso a capital onde est
respimdeudo a conseiho. E-to tenente foi quem
por isto mesmo se fez echo dessa impoiagi, ruja
aloivosia infelizmente nao conheceu o Sr. Dr. Godoy.
Nao concloire sem dingir-me ao 8r. deputado
Dr. Silveira do Souza, a quo n nao posso daixar de
eslranhar o aparte confirmativo do fado, empre-
gando a palavra -infelizmentesalvo se quiz refe-
nr-se nicamente morte.
O Sr. Dr. Silveira de Souza deve lembrar so da
necessidade que tinha de nao doixar sem corree-,
gao severa e inmediata os sentenciados que a ma-
reciam, necessidade que crescia de ponto naquolta
quadra,_ porque havendo na ilha urna pequea
guarnicao, ao mesmo tempo que eu pedia o seu
agmente S. Exc. como presidente da provincia,
ordenava e inslava que eu rcmettesse para a capi-
tal parte do que aili havia, pelos motivos qne ex-
penden em sua carta de 4 de julho de 1863 que
conservo, ordem e instancia que eu satNIiz.
Concluo pois, appellando para o juzo desprove-
nido do publico, com a garanta do meu carcter,
da maledicencia, dos desaliados que lenho adqui-
rido assim por causa do commando de Fernando,
como do mitras commissoes as quaes s tenho
procurado corresponder conflanca com que o go:
verno me tem honrado.
Recife, 17 de maio de 1864.
0 coronel Antonio Gomes Ial.
Domnente n. 1.
Fico inteirado do quanto Vine, relata-me em o
sea offlcio n. 35 de 31 de Janeiro do correte anno,
relativamente as occurrenclas qae no mesmo Vmc:
menciona.
< Em resposta tenho a adrerti-lo, que os presos
tigado com setecentas e noventa rhibatadas por ter
ferido gravemente ao sargento da aldea Thomaz
Francisco de Ges, sendo depois conduzido andan-
do al o lugar destinado para ser tratado, acompa-
nhado de um homem at o lugar citado.
t Esta a verdade, o que afllrmo por estar pre-
sente na occaso do castigo.
Presidio de Fernando, 12 de abril de 1864.
Jos Rebello Padilha, 2o lenente.t
Documente n. 7.
Cumprindo ao determinada por V. S. na por-
tara suppra, tenho a declarar qne o sentenciado a
rite anuos Antonio Pereira Caliste, f i com elfeite
castigada com pouco mais de .-elecentas chibatadas
por hawr dado a traigo uo sargento da aldea Tno-
maz Francisco de Ges duas punhaladas ; e quanto
ter o rofirido sentenciado depois de casligado, ido
ou nao com seus ps para o lugar onde devera ser
tratado, respondo pela affirmativa.
t Esta miuha deciarago feila em face da ver-
dade.
4 Presidio de Fernando, l de ahril de 1861.
Luiz Antonio Ferraz Jnior, alferes.
Documente n. 8.
Illm. Sr.Participo V. S.que falleceu hnntem
s 7 1/2 horas da urde o sentenciado de justiga An-
tonio Pereira Caliste, que se achava em iratamento
em consequoncia do castigo de_selceentas e tanta*
ebibatada*qae solTrera no da 7.
f Como tio c possivel conceder que o mesmo
sentenciado tculia fallecido das conlu--is resultan-
tes deste castigo, sendo elle um homem forte, ro-
busto e sadio, e suspeitando cu alm disso |ior al
guns
existe envcuenameiuo, rogo V. S. a neeessaria
lermisso para proceder a autopsia do cadver e po
CORRESPONDENCIAS.
Sis. mlactores.-Nao me sendo eslranho a be-
nevolencia com Vv. Ss. acolito a todos que recor-
rem aos seus auspicies, e est ao conhecimenlo das
leis geraos o provinciae-, rogo Ibes muito encareci-
damente que por sua benigna hondada, liajam de
iniittir sua opinio esclarecando-ine sobre o facto
que paso a ex por nao obstante j ter decorrido
bastante lempo que leve lugar, porm milito
na-
symptnmas apreseulados pete doente, *ll},! i tural que quera N una hinloadase esqueca, mas
aqu-lle que a recebe sempre a traz na lembranga :
Eisof.icto: sendo eu morador na freguezia do Rom
der assim firmar o maniatad a Ul re-pello. 1 jarmm> e esiamto aulorlsado para vender uina par-
Deus guarde .V. S. Enfermara militar do |(, (|e lerr3s n,(S suurb0s da villa do Itomto. veio
presidio oe Femando de Noronha, !) de dezembro A minna Mta pranci.>co Antonio de Souza Vianna,
de 1864. nuAdor MnoeNe lugar coiuprar-me a dita parte
t Illm. Sr. coronrl Antonio Gomes Leal, digno Je torras, como do fado compma por um cont de
commandante interino desle presidio.Dr. Levino 1 r(.s ejj>5,..||lt eil ,me fo;se u villa do Limneiro pa-
lle Ba>tns Varella. I gar 1 correspondente siza a vollasso com o recibo
Conforme.Jos Rebello Padilha, ajudant. J() C0u,.C[r parase pasear a escrlplura,o logo
Documeuio n. 9. ,|0 chegon nos dirigimos casa de um escrivao, e
De posse do seu offlcio agora receido,^ devo |ias5;1(ja ,|Ue f0| a escriplura, o comprador recebeu
a copia e o recibo do colleclor, e roiirou-se para
seu domicilio, logo que o colleclor do Bonita, (ni
sabedor de sua allegada, se dirigi a ella exigindo
a siza, difr-ndo que Ihe partencia, o comprador re-
pugiiou e apresenlou-ihe a copia da escriplura, o O
recibo do colleclor ; nao ipiiz attonder e a deci-o
fui que nao Ihequerendo pagar por bem Ihe man-
dava fazer penhora. o comprador vendse em tal
dizer-ihe que concordo 110 que me diz, em fazer a
autopsia no cadver do sentenciado d>i ju-tica An-
tean Pereira Caliste, assim como previno queieuho
noinoado aos Srs. capital -los de Cerqueira Luna,
alteros Luiz Amonio Ferraz e o 2 tenente Fran-
cisco Jo- da Silva, para assislireni a esse acto.
Deus guarde Vmc. Quartel do commando
do presidio de Fernando de Noronha, 9 de dezem
brode 18153.Antonio Gomos Leal, coronel cem- rto 9 iembrando se qae e tinha sillo a ongem
mandante interino.Sr. Dr. Levino do Rastos Va-
rella, cirurgio encarregado da enfermarla mi-
litar (leste presidio,
c C.uforme.Jos Rebello-Palilha, ajudant.
Documento n. 10.
d elle ter pago a siza em Limoeiro pedio-lbe o
prazo de oilo ou dez das cm quanto vinha cuton-
der-se contigo, veio e communicou-mc o que levo
dito.
Ora o meu cnnstituinle nao devia perder por que
quem paga a siza o comprador, esta nao quena
perder reclamando ter sido en origein do ella ter
pago em Limoeiro, como de facto, pois me adiara
cucoinmodado de molestias que me privavam de ir
villa do R mito, passar a escriplura. e estava per-
suadido que como fosse siza que pertence ao the-
Autopsia do cadver do sentenciado de justiga
Antonio Pereira Caliste, feita no dia 9 de dezoinlno
de 1863, na dcima sexla hora depois do fallec-
mente.
t Tendo fallecido o sentenciado de justiga Anto-
nio Pereira Caliste, 24 horas depois de ter sido cas- souro geral, que nao seria prejuizo pagar em Li-
tigado com setecentas e Untas embaladas, pelo cri- moeiro 5 vista de. taes oerorrencias o que fa?er ?
me de ler tentado assassinar com dua* punhaladas resignei-mo e appellei para o supremo tribunal da
ao-argento da aldea Tnomaz'Francisco de Ges, e paciencia, de ratona algibeira entregue! sessenta
nao me sendo po sivel explicar o fallocimeuto ra- mil ral* ao comprador para ir satisazer ao collec-
pido do mesmo anntaMM* pelas eoniuses resul-' t >r do R O'to, e iste Ihe p.isson o recibo de ma-
tantes do castigo que solTrera, havendo alm disto 1 nu-cripto que inclus 1 remeti para Vv Ss. manda-
suspeilasde ler-se o mesmo se suicidado com veno-: rem inserir abaixo desta.
no, ''orno fazian err alguns symptoinas apresen- A doclaragao da Vv. S-. servir da bussnla para
Udos por este doente pedi ao Ilim. Sr. coronel com- mim e oulros mais de man quilate para nao cahi-
mandante interino deste presidio, permisso para rem em semelhantw f irquilhas, e por tudo Iba fi
proceder a autopsia no cadver daquelle sentencia- cara sendo grate seu consunta.leitor.
do,e sendo nomeada urna commsso comnosl dos
Srs. capitao, Jos de Cerqueira Lima, alferes, Luiz
Antonio Ferraz e o 2o tenente Francisco Jos da
Silva, pratiquei a autopsia no cadver na presenga
dostes senhores e de multas outras pessoas resi-
dentes neste presidio, achandose os resultados se-
guintes : o ca'itaver de um homem forte, robusto e
estreinamente musculoso, offerecendo em diversas
ragioes do corpo e principalmente no crneo cica-
trizas provenientes de golpes; a pelle das costas
apresentava ns signaes do castigo que soffren. no
dia antecedente, atacando o instrumento com que
M castigado rnente a eplderme, esUndo a derme \
completamente -intacta, nao havendo por couse-;
quencia fibra alguma muscular doscobarla; no
paito a na regio lombar apresentava signaes de
veelosas recentemeule tiradas.
Pela incio da pelle das costas e da parte su-
perior do paita achava-se sangue coagulado entre
adarme e as malhas do teeido celular adjacenie.:
A faca do cadver estova serena, nao apre-entando
por consaquencia as rripaces que se encontram
em urna morte de asphixia.
< Atiertn othorax encoutrei os nrgos nelle con-
lides o seu estado normal; os pululos de um ho-
mem vigoroso apresentaram-sa rom o seo aspecto
normal be-, aojado, sem roglas sanguneas, e
Joao Manoel de Souza Vianna.
Bom Jardirn, 30 de Janeiro de I8M.
Recebemos do Sr. Kranrisco Antonio de Souza
Vianna a quaniia 603000 correspondente quan-
lia de um couto de res por que coraproo ao tesia-
menteiro Joo Manoel de Souza Vianna urna parto
de torras de seis cenias bragas da frente com meia
legua de fundos no lugar denominado Hiacho-Secco
deste termo cujas trras perlenceram a finada D.
Mana do Sacramento.
Arrecadaco dos impostes graes do Bonito, 28 de
margo de 1860.
Os arrematantes por compra.
Jos M'irquts ito Fonceca e Mello.
Odiloa Austrich Brayncr.
PBLICACOES A PEDIDO.
riaiuv.
Ao Exm. *ir. nilalstro da Justina.
lima questo importante.
Quando dissemos em nosso segundo communica-
do publicado no n. Si deste jornal que o Sr. coronel
sem laso alguma que denotasse solTrimento ante- Ozorio nao era capaz de apreseniar um documente
rior : o roracio de tamanho regular apresentou-se por onde prevale que Luiz Mandy havia sido ma-
iguaimanle sao tanto exterior romo interiormente ; trn-ulado romo seu escravo, nos exercicios do 1830
na pericardio aclmu-sea qoantidade d'agua normal; 1891 e nos anteriores, no entantoque o maincu-
nes veotuculos e auriculos nao havia sangue roa- lou como tal nos exercicios posteriores, dissemas
guiado e as suas vlvulas estavam em perfeito es- urna verdade, e para prova disto, ets o documento,
tad". que a este resuello podemos oblar.
1 0 ligado apresenlava-se de tamanho e rr or- Illm. Sr. inspector.-Cumprindo o despacho
maes, incisado, apresentou um lecido 'firme e sem de V. S. com data de 24 deste mez proferido no
coagulas sanguneas. oflUcio da 21 do mesmo do Dr. chefe de polica da
0 bago e os rins estavam em perfeito estado, provincia, tenho a declarar acerca do que nelle faz
0 estomago bastante valumoso e cheio de liquido, objerto, que examinado os livros existentes nesta
foi por mim previamente ligado e depois separado seeco, de tangamente e receila da laxa sobre es-
do cadver e recolhWo em um frasco cheio de al- cravos, pela alfaudega da cidad9 da Parnahiba, ve-
cool rectificada, cuja tampa foi amarrada e lacra? nliquei que entre diversos de propriedade do coro-
da cos, o sinele do curomandanie deste presidio na ne| Jos Francisco de Mtra.nqa Ozorio nos hvros
relativos aos exercicios, isto de 1831 185]
II. i se ae| incluiao o laugamcnlo do esrravo da
forma seguinle:
N. la, neme Loz, mulato, idade a> tt as-
nos :de 1852 18S3 fl. 3, n. 9, aome Lan, *.
turaldade Parnahiba, dada 30 aaa> > MSI a
1854 fl. 4, n. 9, nome Luiz. naturalidad^ ParaalM-
ba, idade 31 anuos :4B 19JB 1856 a I. 4. *
nome Luiz, naturalidad* Parnahiba, tdade .15 an-'
nos : de 1856 a 1857 ai enasta laneaavea Ac
escravo algum de propriadada do inenrionaao rtnt-
nel Ozoriomiv |..n
ualurddade Parnahiba, idade 35 annos de |n>
a 185! a 0. 3. n. 6, nome Luiz, aaturalidade Parna-
hiba, idade 36 aoaos.
Tendo-se alterado a frmala 4a esrripturaraa *>
lanramankt da tan solnv rtrrv en, de 185 a 1860, p- *^ ^e t**4m-u* ,,
nao se mencionan o- nomes tta esrravo* larxa*w
e somante o numero dos nertenrriMes a ras wa
individuo, reenrri a relago archivada nesia rtrin
dos escravos do referido coronel Ozorio rtala4a a>
-' do 11.1ve111i.ro da 1858. e por rila 'rranta, a-
dos a matricula na altaudoga da Parnattiha. raj>
hvro ainda se conserva naqueha repariH-, e m
dua relago deparei com o mime do r*mvo Lata
Mandy, subre n. 5, mualo, idade 34 anews, aaei
Brasil, ofliciorarpina. Ob*erva-se que a niatri'n
la indicada conlimiou a vigorar ans eiamn*
suhscquenles e lera de continuar para o* futnrue.
sujeila a soffrer apenas as alleracOes orrnrndas r
que occorrerem.
\oslirios ile lanrameatoetecnia dt tara$&hr^
escravos do es riicio de I8.'i0 a |IC| t do* mmUrm-
res nao se encoatra a iac'Hso dr rterntt, dt ***
Iaz com os de piopri/dade d* cnoart Ozmri,
Primeira secgo da contadura da nVsnurana
da fazenda do Pauhy, Ide jan.-iro de 1864 Srr-
vindo do chefe de seeco, Estanislao amemlre*
Pi reir.
V-se por la uto com toda rlareza. qne Un Man t
o obstante ler sido baplisado em I nii. romo ru
deuionslraiio pela compelente ceriKlo lrau*rnpu
em nosso priuieiro rommunirada, edr ler por r>m-
saguinte a nlado de 28 anuos al 18511, nunca fu
matriculado como escravo e por iso qae dissr-
inos que o coronel Ozorio couiocon a matrieata-to
orno lal daquella auno em diante prque Luu
Mandy nao o quiz acomnanhar mais as elVirae.
E por ventura o goso da lil>ar.ia espago de 18 anuos, inan-a e pacinramante a tara
do coronel Ozorio nao a razo mais que suflli lile
para que esse nao t.ntasse cousa alginna muir a
liberdade do infeliz a ipiem olla como livro at aquella dada, qualihcand.- aia
guarda nacional em 1848, qnamto fazu parte 4
propria junta qua lile adora, segando Arua prova
coin o documeuio transcripto era nos* segniala
communicado ?
Nao, o Sr. coronel Ozorio ka de curvar-e atoan
da lei e da verdade, e ha de eoovrnrrr^se de aar o
goso da liberdade portant h-mpo mea cons^nii-
mento titulo legal e leguimn para que Luiz Man-
dy |ossa dalla gosar dosassombrailaineale. iHg.
porl. I. 2* art. I,2*j:j. Correa Teltas. Beat. 4a
aeces 5 26.
O escravo consegue a sua liberdade por brarari.-
da lei, ou do senlmr, e no caso verleate. e evmVirt>,
que a alforna de Luiz se O|ierou por baoetri. da
le. Borgrts Carneiro, tom. M.
E alm disto deve o Sr. coronel Oinrto sahrraa
quando se que^liona se alguem livre na esrravu.
esta acgo ou oxcepro gosa de muilo* previlegne.
concedidos em favor da liberdade.
O Sr. coronel Ozono talvez queira desrnl|ar-sr
dzeudo que com li 1 f se ..pp.'e a 11 horda*- de
Luiz, porm i-io o que e omtetodo par tod*-
que fian a Luiz Mandy gosando pacificamente 4e
mu liberdade na cidade da Parnahiba a fare <>
mesmo coronel Ozorio, Unto que a.lin.rarom -
lodos quando de 18.51 em dianie virara a prrsrgai-
go feila pelo mesmo coronal a Luiz Mandy.
0 Sr. coronel Ozorio devia lembrar-se qor nj-.
havia de ler -empre a cidade da Parnahitu laaai
BM feudo; devia lambrar-sa lambem que algum
da o infeliz Luiz Mandy havia de arhar urna v/
ipie clamasse Lem alte contra a barbaridad* de ou
acto; devia lemlM-ar-se linalmanle que teda eaw
seu procedimenlo seria descortinado ****** 4
mundo militado, e que nao licari.i asquiento p^r
lano lempo dentro da pequea cidade da Para
bina.
A ma f do Sr. coronal Ozorio, segundo ana cons-
ta, lem ehegado a ponto do ter desda o lias dr
1852 al hoje o infeliz Luiz Man.l) ui.-iimIo na tar-
ro* dentro de sua propria casa, sean que ningur**
o |KiSsa ver.
Krli/.iiieiito podemos oblar urna copia dos inter-
rogatorios que l.aixo se si-gua, e por rites ajui..ra
0 publico a o governo de bom corace do Sr. cura-
nel Ozorio. Ei-los:
Auto de perguntas Ntas Iteberto Jn-r Kil 1-
ro. Aos II das do mez do fevereiro de |8ti4. aota
cidade da Theresina, na rcretaria da (M^H-ia. oimIo
se achava o respectivo chafe Dr. Gerva*<> Camprlto
Pires Frreira.comparecou Hollarte, a quem owrs-
nio chofe fez ai pergunias tuinlas
IVrgunlado qoal o seu noina, alado. e*ud-i
naiuraiidado, residencia r prolissao I ltep.-mle 1
chamarse Boaetlo Jos Kiheiro, idade dr 44 aom-.
viuve, natural do C.ara, morador na roa da Dr
desla cidade. e sapateiro.
Pergniilado se ja m-rou na cidado da Paraa-
hiba, em que anno, e se foi na mesma cidado guar-
da nacional t Responden que ja moma nanda!-
da P.unahiba desda 28 de marro de 18:5!, imii
prova tom seu pass..|Mirle que agora ine-uw apr-
senla, al (uvero i ro de 1855, era que >e rrtimu
para esta cidade, sendo que desda 1841 que tarea
como guarda nacional na cidade da Parnahiba. ta>
zeiido'ervicos da sargento, no amanto que o -.1
posto ora o da furriel, que s deiX"U l servir
na guarda nacional d'ab \>r algum totapa, jta
! estove oeaupadfl na m> sma culada como msif-rinr
da quartoirn cujo titulo agora mcsino apre-eni.
1 datado de 13 da Janeiro de 1851. aignato peto
detonada de. eauto, Ev.,ristn da Silva M.-iteie.
Pergunlado so na cidade da Parnahiba conheceu
e pardo Luiz Mandy, com quem esle inerava, r
i lambem foi gnania o..ci.nl na mesma fafa-
, de t Kespoudeu i|ue conheceu na cidade da Par-
nahiba ao pardo Luiz Mandy, e *e o vir anda h^>-
conhece, que uinrava com o coronel Ot>>rio, itentr
; da inesina idade, .: que vio a Luiz M udy nV ciu-
1 turna, natauan a grana.ioira haaaaa erreaja te
1 guarda nacional na cadoia coro ello ros|>on UetUt.
Pergunlado so durante o tempo qiw l.mz Man-
dy e.-tava ua guarda da cadei.i prestando -eu*rr-
vi;. is ii.io era mandado prora-sar prUi coronel
! 1 Izorio, c se nao era reclamado como seu esrra-
j tu ? Itespondeu, que durante o lempo, que Lmr
i Mandy preslava seus stv;os de guarda iiacinil
' na cadea da Parnahiba nunca l..i prorui
\ coronel Otaria, enem nunca este roolamou .pic-iir
fosse su escravo, pila menos duraate lemiiara
qne elle rcspondeule morou naciUda da P*ra?lu-
: ba, cuuvin diz.-r que na me-ina ci lade seiprr
leve a l.uiz Mandy coin 1 pe-ea hvrr, e nunca
pessoa alguma Ihe disse o contrario-, a que piaa-
1 do Luiz Mandy entrava de guarda na rudoia se
retirara nidia seguinle quando a guarda ora rc-
dida ; convin.lo tambein lizor que por nimias vrzes
vio a Luiz Mandy no quartel do desiaraniniio da
Parnahiba, onde esla convencido que Untos ns *u-
habiUules, segundo elle respndeme presme, a-
bein de tudo i-lo.
Declarou finalmente, qne muito se admimn
3ii mdo (muco tempo, vio ne-la cidade um -uj-:i.>
a Parnahiba de nome Luiz, com uina preratoria
do coronel Ozono, procurando Luiz Maody,eaa
escravo.
t E nada mais disse, e sendo lide o sen interro-
gatorio, r, adiando couforme assignou como chefe
de polica.
Eu Miguel de Souza Borge- l^al CisteJlvBraR.
co, amanuense da polica o ascrevCervaMo Caav
pello Pires Pe reir. IVli-rto Jo- Kiboiro.
Aula de perguntas f.-uas a Jo- co. Aos II das do rara de f-vrrrrode 1864 aou
cidade da Theresina, na socreuna da pnliria, oade
se arhava o res|ieclivo chofa, Dr. ilerva-io Canim-l
lo Pir.-s Farreira; pelo masmo tai interrogado hn
rrgorio l'erco pela man. ira segando :
t Pergunlado qoal o seu nomo, idade, tiad>, aa-
turaiidade, residencia eprefisaot Repomi^u ena-
i mar-se Jos Gragorto Perro. idale ;18 ano, caada,
natural da provincia de Pernambuco, morador
nesta cidade e aifaiata.
c Pergunlado se ja morou na cidade da Pamata-
ba, quando, e se na mesma cidada enaltaren a Lata
Mandy romo guarda nacional ? ResponoVa aar
morn na cidada da Parnahiba desde os la* t
1842 at 1S52, am que se inudou para rsla rvlaaV,
e que na cidade na Parnahiba vio Luiz Mandy.
quem rondare pcrfeitamenle, como guarda na-
cional, de nnluro, pan ona e bayoneta, a qual
morava com o coronal Ozorio, assim como vio par
uina \vz Luiz Mandy votar as eteiefcs aa mmthe
da Parnahiba, nao se rerordande em qne aaaa. e
nem quem eram os memhro da mesa etaiearal,
ronvmdo dizer que va Luir Mandy piianraoarnta
como guarda nacional as ras da cidade da Par-
nahiiia ende s ouvio dizer que elle era escrav 4a
1851 em dianie, e que antes disto paawa saatare
como livra.
E nada mais disse, e depois de Ibe ser (ida sea


.% O eugeahu denominado d Agua, do Sr bacba.el
fian.-.*-. Joao andr daCu.il, i* esu liypo-
thecado liara pagamento de urna __*"___u<> esta ern
grao c\ecut;ao, proi emente da Iwsnca de mi-
ha esposa, deixada por seu finado *1o, Renrique
Copoe (.y rao, senJtor que fui desse engenho 5 e j
inlerrogeterio t o aehar conforme assignoucdhi o (qiftjwF qTiie for) o ordenado de SorjOOO
\ "t"Ka^-ufde&iluBiri Leal Caslello-tran- "o^ivoassi^oado tendo servido eampanha Peta adminislracao do correto desta cidade se
m MMmMriS orrn-vj -Gervasio Can- desde o seu comeeo, n mpmh.ini se sempre para tn publico que en, viriurte da convenci pastal
i_%.V*n"KeY^ ('ueella a,,inJa ,gr.w de prosperidad.) que fra celebrad., pelos goverana brailciro efrancer.se.
r^- -_,v (Vo i.hjn e rrogrnso.) para desejar conseguirse, qnizera concorrer cora o expedidas malas para a Europa no da Id o
o seu raco cotiuogonte para que tanto so realisas- crreme pelo vapor inglez Unida. As tafias se-
se, o desi'arte, como ficil avaliar, ver tamban rao receidas at:( hura, antes da qa fOT "Y1*
prosperar e desenvolver-o coinmercio cora t-nlos da para a sahida do vapor, e os jornaes at 4 li-
os demais ramos" de industria de sua kx-al.dade ras antes. Administrarlo do correio de Pernam-
1 Nestas circu..lamias espera o abaixo assignado buco, 9 de mio de ISoi O administrador, o-
a resoluto desta nieritissi.na directora, niiagos dos Pasaos Miranda.
Maranho, 9 de marco de 186. Coilftllxtlo ortOi.'.
Antonio Caryalbode _*____*. ^ e5,e C0Bsalado ,-.__ m,|,|ico que lem de ir
- -.-.-; Receb do Illm. Sr major Antonio Carvalho de ,_ Almeida, no da quarta-Mra 18
.ande. |V)rler a pe ora a n^w nao effor- AlmeL(tat ,gIlle ~e M destacompanba de nave- corrt.,lle)Buma c,rr0Qa de ,,ua< rodas e um boi.
tuou, p^^JS^^^nES^^l.' 8aiu a vapor do Maranho na cidade de Granja, ^^nic\o o*t*o do timdo Uni,M da Silva,
aereseendoqaee^ engeuho e>to obrigado ao com- a quantia de oito eentos e tr.nta e quatro mil seis JJ_ na rua do Imperador porta de Maia,*:
primelo de todos os legados, e mais d.sposicoes cenlns 0 noventa e doas ris, por saldo de eonta.
testamentarias de Gyrao e de ua esposa sendo a Maranho, 10 do marco do 1861.
minha esposa, e a do Sr. Francisco Joiio sobriuhas | 83_4o92
cenca de Ate. tazenda. sendo inventarame o Sr. Jos Joao Alves dos Santos.
Francisco Joao, e testamente.ro o Sr. barita-do Rio _____
For.uoso.
Depois de urna lutadealguns annos, fajptfica Plalas vegetaes assuearadas de
de Iguarassu (daquellu lempo) a partillw, que da IteiMp.
mesma appellei para o respailavel tribunal da re- a saude depende principalmente do estado do
Ucao do U-stncto ; que ludo aniisllou.ein vista da estomago, do flgado e dos intestinos, vigorise-se os
lesao enorme contra a minha esposa, orgos digestivos, regularse-se a accao do ligado,
Contiauou ainda a lula; mas annui ura accor- reslabeleca-se a actividad* natural dos orgaos se-
nin.l'i n. ..-.:..:______.. ._______.. .. __: .._ _._ ______-. _
Mari* *V ^^tMt*>* Qws^ta tr\r* 1S df Wal# d I **.
CMl'ANHIA PliflNAiMIiLhSAUA
(Jorreio reraL
GOMPANIIIA PERNAMBUCANA
B
Xavegnc stelra a vapor.
Macei c esculas.
No dia 15 do correnle s 6' ho-
ras da tarde, segu um dos vapo-
res da companhia. A carga era
recbala at o dia 2i. Encom-
Iru.ai Marlinlio (tara apresentar, dentro do praso de 15
dias, seus ttulos no mesmo consulado, alim de se-
rem verilicad*. Pelo mesmo sao convidados os
henMiw habililados a successao do espolu do B" hT^^W Ine! ,f' paf?elro'1 C ,d,n^eir" a
nado subdito fmtmpn Antonio da Csta Fanas te o da da sabida as 3 horas da larde : es-
para virem reeeber o liquido do mes.no espolio, criptono no Forte do Mallos n. I.
dentro de 1S dias da data desle, lindo os quoeS| R|o brande do Slil
sera o mesmo espolio remeilido ao deposito puWi- ya| s#i|fnir com brevidade a barca nacional Ami-
co de !>isboa. Recife H de maio de II zade, outr'ora Hecife, recebe carga a frete commo-
DE
Navegue! eosteira a rapor.
ParahjUa, \ul. Sacie, Araealj, e Cear.
No dia 11 do correnle s 5
horas da tarde seguir para os par-
tos cima indicados, un. dos va-
liores da companhia. Receber
____ carga at o dia 10. Eneommen-
das, passageirose dinlieiro a frete al 3 horas da. O agente Pinto Tara leilo requei -ment dos lio larde do dia da sabida : escriptorio no Forte do admiuistra reir da Silva (con. toja do faiendas na ra do s bmu& ^^ e ^^
Dhidns na mpn-tftnH i de ,S68,42
rs., senil 3,0S4o31 on lelisi e
283,10 rs pin les-
Sr\U-fi'ira 21 de frrenle s 10 horas em
Mallos n. 1.
ra do
1. Sr. Dr. juil espe-
4S .kOIMKOOII.
Corre lepoi d'ai
S;xla-feira H\ lo corrrnff mn -
traliir a prfeneira parte da Sania Casa oks*Ii-
Restrio di
ariosa-*
Crespo) e por mandado do !. j< -.-,,.
cal docommercio, das dividas activas, pertenen- Tnaa na respectiva tbesnurarn i
los referida massa, s 10 horas do dia cima di- Crespo n. 15 e as casas c*
lo em seu oscriplorio ra da Crin 11. 38.
LLIO
Nos rifas- 13, 17 e 1 do correnle mes, depois ,j0) para 0 ue lra,a.se com Balthar & Oliveira, ra
da audiencia do Illm Sr. Dr. )ui dos orphaos, lem ,ja {^g;^ n J6.
DE
Im* machina perpen"icular de serrar
raaeira esn vapur forra de 14
cavallus e calJei Sextorfeira 20 to crvente s 10 l/
/horas,
O agente Pinto far leilo requerimentn do ad-
ministrador da massa fallida de Roslron Rooker &
C, e por mandado do Illm. Sr. Dr. juir especial do
commercio, da machina, vapor, e caldcira cima
mencionados pertencentes referida massa, as
tO 1|1 horas do dia cima dito no seu escriptorio
Os premios de 5:000*100 ale I'**
sero pagns urna hura d-p>is da i
at s 4 horas da larde, e os outros
seguinle depois da riistribuico das I
O thesoureim,
________Antonio Jos*: Rodrigues de
m\ 1)4 FOKTUU
AOS 5:(HKL000
II i Hit-tes gartMSd
A' rea do Cmpt i. 23 f rasa i
0 abano assignado lenito vento n>
lizes blh>'ies garantidos o bilMe i4nf a
com os 5.0005. o Meto n. I7V3 <
i.....- -..... -~. iuiwiiwiiynH a v.......-. i --p ^ |- arretnalido por arretnamenlo a renda an-1 .....
do, anda com pr-juizo meu ; e procedeu-se ami- cretivos mediante o uso das pilulas vegetaes assu- ", d ... j,.nnmjtia,i0 do viveiro itouarua1 ntuii, Mu ta m.on'u
gaveluwnle a partllba dos ben de Gyrao, e pelo caradasde Kemp. e adyspepsia, a constpao, a S& acto da mesma, fo. que lerelusar a referida hypo- flatulencia e as caimbras do venire desapparece-. Pe|a thesouraria |J.0VncJal se faz publico, o brigne Belisarn segu com brevidade, e pode,
ine. a, damlo-se aessa partiiha ao Sr. baclurel ro como por encanto. auc as arremitacoes das obras da conservacao da reeeber alguma carga : trata-se com os consigna-' ra da Cruz n. 38; podando os pretendcnles desde qmniode n. 7U) rom :hniA. e nutras **
na.icisco Joao como inventarame, a quaatia de Nao podem existir estas enfermidades sem que .lr,,,' d ,' lr. marr0 dp i nOO bracas do larios Marques Barros & C, largo do CoriK Santo j examinarem os referidos o.bjectos no gazometro, les de 100-j, ii > o. di lotvriaoae v a
-3<:5U em dinhe.ro para pagamento da venlena este saudav^l aperivo conserve o vigor o a regu- u" Z?. reuaros do caes da ua da "
do testamenteiro ; decima de heranca ; legados e |ari(,ade das funrfSes intestinas. Auro a em freX do So toram transferi-
ma.s disposiedes tesiamenlarias de Gyr.ta t de sua As #&* de Kemp sao summamente agradaveis, i*nnoScwo
Si7*i I!1"",'10 cinco TT |wra.,a?b?v-ra5?; *'**?' i8eml,|as de,,,H,a a "s'wr!B,d" ;Lu,b*- i Secretaria da thesouraria provincial de Peruam-
pella do engenho, na qual esla sepullado favrao e laocias mioeraes c adequadamenie reguladas espe- h .. rf ,8fi, vt.re..rif
depositados os ossos de sua esposa, liadoSr. Fran- ci.lmente para as molestias peculiares do bello DUC0 "* "^ mB, ae 5^p. tfA^uiicia&o.
. I O engenho Bruno, com suas Ierras de plant-
is todas as Pnacipaeso-1 ^de ^f ^^ SHMM e utencilio, perlen-
MBMb Uors & Barboza Mnte aa< herd,.iP(>s 00 ^1^^ Joaquim Jos de
.V.
# i
swe-
sexo.
Achar-se-hao a venda ota todas as priacipaes bo-
ticas em Periiainhitco as
e Joao da Costa Bravo 4 C
afeeo Jt.o ; sendo que, n> es'paco de nuis de 1G
anuos, que fallecer Gyrao, tenha sido acabada a
capella, estando no musmo estado (lalvez pe.or) de
que quaudo fallecer Gyro; nao obstante pedir em
seu testamento as suas duas sobriuhas, minha es-
posa e a do Sr. Francisco Joao, que antes de com-
plelnremse dous anaos depois de sua morto, a ca-
pella toase acabada, e que nella quera que fosse '
sepullado. ___ ... _
^A^nil.iaf.ijulgadaporscntengaaSdejuIho pj^ |^j ^ fgMl WK
Ea u minha esposa lemos envidado todos os es
O nevo banco de ParaaraUjeo pasa o l" divP
deudo a raio de 9 por ae$ao.
..Ifandega
Hendimenfo do dia 1 a 16........
dem do dia 17.................
Movlmcuto da alfandega
furtos, ja com o Sr. leslamenleiro e j com o Sr.
Francisco Joao para cumprinieoto de todos os le-
gados, e para acahar-se a capella ; e nao temos !
conseguido : ncorrermos a jusic.a, verdade ;
mas q.ianlas dilliculdades, nao encontraramos, es-
lando esse engenho 9 leguas distante da cidade do,
Recife ? Cumpre-me tambem dizer, que o Sr. tes-
taineuleiro, j devera ter ol.ngado o Sr. Francisco
Joao ao cuuiprifnenlo de lodos os legados e acabar
a capella, que para isso recebeu a vcnteita, e_resi-
de peno do Sr. Francisco Joao, e emquanlo nao es-
teja provado emjuiao, que todas as disposigoes les-
t ..neniaras esto religiosamente cumpridas, o Sr.
Francisco Joao nao p le vender pngenho d'Agua,
se o comprador ao cuiiiprimeiilo dos legados, que
fallan para seren cumpridos, e acabar a capella ;
visto que tiyro em seu (estamento diz, que as
suas Hibrinl.as Ikam obngadas de acabarem a
capella, para o que deix.ivacinco conlos; e mes-
mo julgo que nao pode ser hypolhecado.
A partillia a.nigivel dos bens de Cyrao, correu
pelojuizo de direilo da primeira vara civil desta
< idade, canario do Sr. esenvo Baplista, por ter
passado em rirtode de le provincial, o engenho
d'Agtra do termo de lguara>su' para o do Recife.
A vista do expendido, parece-me qua tenho o ri-
goroso dever de fazer cumprir as lisposicdes testo- Rendimentodo da 1 a 16.".......
numero 6.
Para o Rio 4.r;iolc lo *nl
pretende seguir com muila brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamenio
prompio ; para o reslo que Ihe faifa, (rala-se com
o capilao lfciririii.o dos Santos Pinheiro a bordo,
ou na praca do commercio.
Para o Rio de Janeiro, a frele barato, osla
Miranda, vai ser arrematado em pra^a publica do carregando o brigue brasileiro Inperaihr, de boa
juizo de orphos desta cidade, por tres annos, com marca e com commodos pora escravos : a tratar
a base da renda annual de 5:200*; e o escrivaodo no escriptorio Amorim Irmos, ra da Cruz n. 3,
respectivo inventario daquelle Uado o Sr. Klo- ou com o capilao Jos Rodrigues Prats, na pra^a
riano Correia de Brito : os prelendeules que qui- do commercio.
zerem concorrer arremalagao desse arrendamen-
lo, com sciencia das condicoes que devem proce-
der. e habiliacoes que sao necessarias para que
Rio de Janeiro.
(fabrica de gaz).
i III iO
Sexla-feira ?U de maio s 11 Imras
i-11 --- da Cndeid i''-, armazcn
Por conla e orde.n de quem pertencer o agento
Enzebio vender em leo o seguinle :
Um carro do 4 rodas com arreios de mclal prin-
cipe, tudo quasi novo,
L'm sitio defronte da igreja dos Afflii los casa
em caiao, com 300 palmos de frenle e 1,000 de
fundo.
Um predio boni novo de costo superior a 11:0005
seude casa de pona e 7 janellas,i quarlos.l salas,
cosinha fra, cacimba, tanque para baiiho, bastas-
te ps de larangeiras, saixitas, o outras arvore~. a
que sao necessarias para i q novo veleiro patacho Polyrena, capilao Cv
possam lanzar nessa praga ; poderao ler o escriplo prano Antonio de Quadros, segu com brevida- junio a esla '.i ditas pequeas edificadas no prin-
qne j se acha em mo do porleiro do juizo Ama- dc. rePe|,e |>arga a frele e escravos para os quaes j cipto da ra da Amizade, Capunga Nova a es-
ro Antonio de Faria. tem excellentes comnvKlos : trata-se eom Miguel querda entrando pWa estrada de S. J.s do Man-
Pela subdelegacia do Peres foi apprchendido Jos |ves rua da Cruz n_ |g_
e rerolhido casa de detenco um rapaz de cor.
de exlrahir a i>m-li.o d*. C>iimu>i
j possuidores de ditos bilhelrs a vin-aa
I respectivos premios -em os d
! seu csIrtbeUriiirenlo a rua lio Crespo m. C
I O mesmo lem c*i>*to a venda im rv# r
bilbeles garaiilbtos da priineira |rlr b U*r
I lotera da Sania Casa da siBli SSS1 ff m rv
I trahira sexlafeira 10 da SBS me.
Prees*.
Bilbeles iiHeiros
Meios. .
Quintos.
Para as pessoas ipi,- roniprama
de 10OA para rima.
Bilheles........
Hatos......... Sfftd
Quintos........ IVf
.tf Volumes entrados com fazendas... 167
t c com gneros... 49
Volumessahidos com fazendas... 149
i com gneros... 498
402:83:1*160
14:704l/3 pardi| acaboclado, por suspeiio de ser escravo por
,., ...,.liq ter as costas beta cicatrizadas de marcas de baca-
___l___ ma0> e 'luu nem *>Q'Z declarar o seu verdadeiro
j nome, e nem onde mora va, pode ter a idade de 17
annos, tem um deleito na mo esquerda, e o rosto
Aruca, y
0 hiate Santa Rila segu nestes dias : a tratar
No dia seganda-fan '"rrewf-* a!
Miguel querda entrando |>.'la estrada de S. Je*d do Man- pelas 9 horas do di.i. sabio ito iSSi a*
guinho ns. 2:|, 14, 43 e 40, na casa graude mora o moradia de Pramlsta. JSfsa 4 i ..
Sr. Antonio Roberto Filho.____________________ i cravo pardo Jaaf, a anSaatoda pr(>iirar
nhor, leudo IS atino- de cl.l. alian i
116
609
nescarregam no dia 18 de maio.
Barca ngleza Ronnldmercadorias.
Barca fraucezaSaint DenU diversos generoo.
Hecebedorla de realtx lateraas
geraea de Pernambiieo.
Rendimento do dia 1 a 16........ 15.240S346
dem do da 17................. 1:3055742
16:5465088
Consulado provincial.
dem do dia 17.................
34:8974961
1:3765358
34:1745319
MOYIMENTO DO PORTO.
mentaras de Gyrao ; procedendo eu assim cumpro
um sagrado dever para com as cinzas de Gyro e
de sua esposa c para com a sociedade ; pois quan-
do cumpro eom os nieus deveres, nao me importa
com as eonsequeocias.
Mais este floal.
I'nei mais, que dous accordos do respeitavel
tribunal da relaco passados e.n juljado, respon-------------
sab.h.sou o Sr. Praaeise Joio pala quaotia de. Navios mirados no da 17.
3:9635, ua ube a minha esposa por beranga de AraPaty e por,s intermedios4 das 1 horas,
seu pai, Jos Antonio Alves da Silva, na sob-part- T.ipr nnciortat UamaiiQHape, commandanlc Ma-
Iha. que agora se proeedeu ; se porveutura minha noc| R) dos Santos M-ura.
sagra, que est na companhia do Sr. Francisco Navios saludos no tnrsmo dia.
Jote, nao tiver a dito muatfa para entregar-me pira|lv|ia Brigne |*ortuguez Coiynba, capito
'pai ece-me que assim acontecer) ; porque ja de- flenrique dos Santos For'naudes, carga lastro de
<-laiou, que se anda possuia aL'iins bens, eslavam a en potler de sen genro, o Sr. Francisco Joao; tea* (;,,MalBrigue port(i>ruez R-l-innuao, -capilao Joao
do uiinli i angra bardado da meiaciu de son man- Epjphamo da Silva, carga assucar.
do, a .planta de 39:0005 em propriclades, a|Oli- Observadlo.
es da companhia de B-b-r.b', j >ias de brilhan- Siispendeu do lamaro para Maeei a escuna
tes, perolas, obras de ouro e prata, dinln-iro em ngieu Presidenta, capilao R. Hooper, com a mes
pe^as de ouio, bous escravos, loda a mobilia e ,., carga (jUt. irouxe de Ciidx.
unido boas dividas. i____________
Est o Sr. bacharel Francisco Joao, rosponsavl
pela parle de ininl.a itposa, pela razo de ter re-
ebi lo a quaotia de 21:0005 (dml.eiros do casal)
ja rumo procurador bastaste de minha sogra, ja
como enca-regado de todos os negocios do casal,
e ja cuino ^'renle, e socio de minha sagra de una
li.i.la, que declarou ter estabeleciilo de Vulva Al
ves di Silva* Genro ; e
EDITAES.
Devendo a cmara municipal desla cidade
proceder no dia 17 do correnle a apuraeo geral
de,yutos para nm deputado assoinbla geral le-
, ;'ta,i;,rs'to'sem"se'pro.;-de"r ilativa pelo 1; di-tricto desta provincia, convida,
E.J\\SSSHt Kv^vslTesla negocio res dos d mis co.legios do ^ dislricto a assis-
e a razan por-pie se nao pari.ll.ou a dita qoanlia M a este acto no d.a indicado
de _l :lii, el coupara sol.-pan,ll.ar-se, quesde- I ..o da cmara n.un.c.pal do Bsafesn Misls
pois de 13 annos que procodeu-se agora ; toado de 11 de maiode 1^-Lidx S___T_to^l__H?
en lutado na primeira m'tancia, no le.noo do juzoIVgo, pres.dente.-l-ranc.sco Canuto da Bo_via-
de d.reito da primeira vara civil desla cidade. | geni, secretario.
O respeitavel publico desculpe os errus e a mas-
sada.
Recife 14 de maio de 1861.
Marcelino Jos Lopes.
DECLARARES.
Sadatpa^ com o Sr. Qmntal, no Irapiche do a.godo,
ora diz chamar-se Ventura e ora Manoel, nosa-j Venila-si' a bar.a.a Parai/uasi, nova
bendo ao ceno a rua onde mora, duvidando sera e mu|0 bem COnstruiJa,' (le lotagO (le 20
rua das Larangeiras ou do Imperador, em casa de nr(>tpnrl>r nilp ve-la no
un.at). Harta Bacelina : quem tiver direito ao caixas. quem a preienatr pone ve ia no
mesmo, comparefa para se averignar a posse e Caes (10 Ramos, aonue esla lunueaila 6 a
dominio, subdelegacia do Peres 17 de maio de tratar na na do Crespo loja de fazendas
1864. subdelegado, n 7
Alexaudnno Marlins forma Barros, i ;I-------------------------------------------------------
Ddepcia tic *_!< a "O 1 tricf do n Par Maranho e Para.
O patacho Brbrrtbe a seguir com nimia brevida-
de recebe carga e freles para Maranho 300 rs.
por arroba, e para o Para 360 por arroba ; tra-
ta-se rom os seus consignatarios Antonio Luis de
Oliveira Azevedo & C. no sea escriptorio rua das
Cruzes n 1.
LiJUO
lei-neda ciade do Hecife II e
maio de 1864
Foi aprehendido e acha-se recolhido casa de
detestas nm escravo de nome Jos, o qual declara
pertencer ao propietario do engenho Massangana,
queinse jiAjai eom direito ao inesmo dirija-sc
delegada de polica do 1* distrelo do termo desta
cidade.
Foi lomada a um menor urna lenta de prata,
Para o Rio de Janeiro
0 patacho nacional Capitn segu imprclervel-
mente no dia ii .! correte, s recebe alguma
LSIL OES.
LEIIitO
DE
Lina loja de fnzciid >s, m<>vei<
c joias
quem se julgar com direito a mesma procure-a na carga muida e escravos a fele, para os quaes lem
delegacia do primeiro dislricto do lerna) desla ci- excellenies commodos : tratase com os seus con-
dade. signatarios Antonio Loizde Oliveira Azevedo 1S1 C,
O delegado, no seu escriptorio rua da Croz n. 1.
L A. Marlins l'ereira. _____________________________________
O hospital militar desla guarnicao contrata
por um trimestre os gneros declarados na relami
que a este segu<\ Os preponientes comparc.am
no da II do correnle, pelas 10 horas da manha,
com suas proposfas em carta fechada na qual de-
clare o menor prega Hosoital mllar de Per-
nambuco, 16 de maio de 1864.
O escrivo.
Jos. Marcelino Alves da Konseea.
Retarda n me se refere 0 presente annnncio.
Assucar retinado lino, alelria, arroz pilado, azei-
te (toce, bolacha, bolachinl.a ngb_ta, bolachinba
de araruta, biscoulo, banana, carne verde, carve
de porco, carne salgada, elucolate. caf muido e
em caroeo, cb hvsson, engaSE inyrlez, carvao em
saceos, doce de giaba, doce de banana, farinha de burra, una eartoira, O fazendas da loja da rua
mandioca, fai ndia d.- trigo, laaba de araruta, Livrainento u, 46.
feijo prelo, franjo, galinlias, torta, laranjas, na- HOvIl']
carro, manteig ngleza, manlei_a de porco, mar- q agente Piulo fara leilo A requerimento dos
melada, ovos, pes de 4, 4 e 6 oncas, lenha em curadores INcaes da massa fallida de Jos Fran-
acbas, ra|i, sair, sal, toiici.iho, tapioca do Mar- Cjs(!0 Brandan e por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz
nho, vas vela de spermacele, vela de carnauba, vela de ce- n.encionados pertenec.les a referida massa : o
ra branca de meta libra, vinlio branco, vioho de tojiio ser eff.-ctuado na loja da rua do Livramen-
Lisboa, violto do Porto, vinho genuino. to n. 46, devendo principiar s 10 horas em pouto
Para o exaedieute. _o dia cima dito.
Lipis em dnzia, pennas d'aco em caxinhas, pa-
pl almajo paulado em resinas, papel de tmllanda,
marca grande em folha*, tinta preta em garrafas.
como sfjm:
Urna niobilia de amarello, 1 candelabro, 4 lan-
tornas, 2 jarros, 3 mesas e 3 radejras.
L'm relugio, 4 pares de argolas, 2 brincos e urna
pulseira _c coral.
A armaco, candieiro e registra de gaz, urna
do
Por aluguel.
Sanguesugas.
Hospital militar de P'-rnambuco, 16 de maio de
1864. ,
O escrivo,
Jos Marcelino Alves da Patiseca.
COMPANHIA

Jllms. Srs. dreclores da companhia de MkWga-
5_o a vapor do Maranho. ..iiiomo Caryalho de
Almeida, agente desla companhia na. cidade de
Granja e actualmente nesta cidade, precisa para ; ^O.
JiL'iu de seu direito, por sso vem requerer Vy. J^O
&., se dignen de aulorisar o Sr. gerente nesla ci-1 "T-n se ter)||() reun,i0 ,lumeiO
lade a que declare ou alteste em vi>ta do archivo .,::,,, iP ia-,r- n ___> _l_n
da mesma companhia, desde qnando o suppiicanie Srs. accionista, pau ler lagar a a^emblea
serve, e se deixou alguma vez de (.reencher os do-' geial atmuHCiatla para tinje, sao novamenie
veres do seu cargo, eonrorresdo assim pira que |convidados 08 mesmos senhdrcs a se reuni-
MSem fendos os interesses da dita companhia ou rem n ja _0 (I.) COirente ao meio (lia lio
se o .-upplieanie deseiiipenhou sempre as suas onri- ,,_,, ,i.; -rm ,i.,
gacoesco.n zeio e boa vo.uade que Ihe cumpria escnplono da mesma companhia .afina de
lar na ssa quaidade de agente. | examinar a? contas do semestre lindo, ap-
Osupplcante tem consciencia de taaver sempre provar o ornamento do semestre vindouro,
promovido os nteres.ses da companhia na qualida- nn,ceder.se a eleico da nova adminislracSSo
le de seu agente na cidade de brama, e de algn. |'">'^"-^ ,_.,-.. _______..__1j
jorreo, perante a asamblea tofialativa provincial relaloi o do Sr. director, prevemndo-se
16
iderada
de
a sua peii.o". accionistas que comparecer neste dia.
Escriptorio da Companhia deBeberibe, 13
-correu, perante a asMunbia HMialaliva provincial relalono Uo sr. uirecior, preveinnuo
.|u Cena, para que fosse decretada asubvenco (]est|e j que na conformidade to ai I.
1B0_^CTtttaetoira allH rW**1^dos eS-lttOS a reuniao ser cmsiden
WS*esieMS peda eespera o sopplieaato qoe COtnplell O teta effeito com o numero
Vv. Ss. se nao
. R. M.
Maranho, 7 de marc/ de 1864.
Amonio Carvalho de Almeida.^
Em vista do que pede o supplicanio na pettoio
retro, feita direcloria desta companhia, cabe me
declarar que osupplirante servio de asente daf
mesma com|ianliia na Granja desde que ella come-.
<>ou a f.inccionar, que sempre preencheu os deve-
les de seu cargo com zelo e boa vonlade, que e-
vou sempre em visla promover os mteresses da
dila companhia, e linalmenle que sempre |.restou
as suas contas em forma ; nada constando ale bofe
m contrario do que o supplicanlo allega e acuna
deixa declarado.
E' o quanlo posso alleslar. .
Gerencia da companh.a de navegacao a vapor do
Maranho, 8 de margo de "1864.
O gerente,
Jos Joao Alves dos Santos,
lllms. Srs. directores da companhia de navega-
de maio de 186i,
0 escriturario,
Marcolino Jos Pupe,
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimenlo do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guimos :
Para os hospital militar.
Poiassa caustica I \i onca, almiscar 2 ongas, an-
gebn S nuca-, parisiana 4 Miras, gomma de bata-
ta 4 libras, labuca aguda i libra, ios de linho 24
libras, oleo de mero 1 onca, feto 2 ongas, oleo de
cupahiba 1 libra, sanguessugas 24, cubebas 2 on-
c.as, oleo de ponas de viado 2 tingas, mantoiga de
antimonio 2 oncas, sulfrelo de potassa 1|2 libra.
Quem quizef vender taes objeclos, apresentem
as suas propostas em caria fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 43 do
Por ordem do Dr. juiz de direilo da
primeira vara criminal em xerekio da do
especial do commercio declaro, que as au-
diencias conlinuam a ser nos dias de se-
guntla-l'eia, mis s 9 horas ta manha em
quanto doraran os trabalhos do jury e lin-
dos estes, s H, como eslava i-stahelecido.
-0 escrivo do jui/.o especial do com-
mercio,
Manoel Mara R. do Nascimenlo.
IHJIjAO
DO
Deposito da rua da Lingocta n. G.
HO*fl<]
QCARTA-FfailA AO MEIO DI...
O agente Miranda fara leilo por ordem do Sr.
Haternus Leuz do quo consta o sen eslabelerimen-
to a saber : annaeao, depsitos para bolachas, ba-
taneas, pesos, vidros, caudino gaz, re veja, cog-
nac', licores, vinhos, NSCOUtos, bolachiiihas, conser-
vas e outros mtvilos gneros.
DE
Sobrado fie 2 andares li na da
Aguas-* er es 11 70, e um dito de
um andar t solao da rua de Sama
Ran 75.
Seita-feir. 2' do correnle s II horas cin ponto.
O agente Pinto fara leilo com autorisaco tos
lquidatarios da massa fallida de Jos Anlonio Bas-
tos dos predios cima de^enptos pertencentes
mesma massa. s 11 horas do dia supradilu em
seu escrplorio da na da Cruz n. 38.__________^
DE
lni casa de campo cdilicafa em chaos
pro* ios, e sitio con coiiuhoiI -s com
820 palmos de frenle 670 de fun-
do a beira da estrada de Joao de
Barros.
Snla-feira 20 do nrnatf m H 11! horas.
O agente Pinto levar novamenie a lef.o urna
casa com 2 salas, 4 .piarlos, 1 gabinete, dtepeaae,
co>inlia, tres quarios frai, terra^-o na frenle com
grande sitio (tereeiro duph d da caasSS) com
uiangueiras, jaqueiras, djia-iros e larangeiras ; o
leilo sereltoetuada as II l|i hora do dia su-
pratlilo rua da Cruz u. 3S, escriptorio do referi-
do agente.
DE
Cognac e wwy.
.Sex'a-fi'ii:i .0 to correHe I bara
O agente Pinto far leilo com aunrisario do
Sr. cnsul ingle, e puf conla e risco di- quem par-
tosear do # caitas cos 0 dmias ih? garrafas com
Wtoty e :i caixas com 3 dalias >e irrafti^ SM
eecnae, 1 hora do dia acuna diu M seu esfriy-
lorio rua- da Cruz n. 38.
corpulento, milito dseml,nra_>to n_s irrt
fallas, ln>niias fejeiV*. e <, r ov-f.-ilo- : qmrm pe-
gar far favor de' Iva4e ae an <" ti raa
da Clona rasa do Sr. Joa-piiin Ferr^ir P-
nlia ; e i.v*sm is>o que vende-se t se gratilka.
Itesimiidendo ao Sr. 1W Anfeato _Lr^*x.
declara o afeSiSO a--.gi.ado que ni 'SlilWi.t rSpta
_-u ao mualo Jo". >, amas aai mu. *r* ir
buscar o ravnlto ile ipie Iraii, rimn. -iSriu. r>n
senbr-r. pa/SMNa aSapMi -^r re^wT'av^l prtm
extra) jih- |n>-:i soffrer n ui.-m.. *r __-<)-
Hcc.fe, 1/ tto mai de |n>i.
Miiruel Feri.-ira PS.
LEILftO
r Mi &U
felfa 20 ib crrente s II hn*
(Vagante Miran.!a levar nova.nente a leilo par
Telaos a satisfavo de anauwui
que vai ser dada ao prrto, mn S
das assignatnras d'vp ioiprost, s irailnrc:V> r.-ii. pir yr**nk
le, do ranso ntrn:o i r_Dv;-j\. p^T SS". SM
gaull, em I vol.
E-la obra. i:ma da mHhflre. e laton > -_
ac.voitada das ilo .u _rrv r-. U >k aw.iS Si
Hlitutus-mestre*>\;r- rserf.is iV'iiro pciiwn.
Franca. < aos m-Muilorc -10 1
Se a vnlgarisaeo ito KiaaHb-wMe m*aSh> _h
zia nece--ana eiiire _Ss p_i ai-*' |kmaM_Ml
obra de Dcierando, SSWSIBS ha jum w Kl
laneii;'. | npii un. SSS r_r-. hoje u-rm--*- SI
indiipiiaiavet, aSeal \ rt 1 fofai .*__ A- aoa_,
-ar na assemldea pr>ctiai?l.to nina nato 1
mimarla ; eastprlssa asar >* iera_.
di-la il 'ihIho. cmi rrrma, eme
a reer praiie.niienie una -reta i*-' > nn-Sl!* -
mu"aneo, geraimeaie ariSaSSSs a pHa ** tor
regulameMar da m>lrsvfJS) pi'blir.i iiummm a^-
servar nas aula*.
Que melhor compendio wi ns -liimuw da *-
cola normal >pie __H__S m'l par* m f'_
profes-^ire- l'.onvi.l.iin,,-., yi. :*r~ i jnfclil aa>
ma^'i-lerio primario, ao- \-- ~ >>m**, *-t>^_* B*-
torartoa, e tosasw paMS_sas__Mt'P-Sa. -^.t ^a-
c icao da lil'-lilade. 0:1 -itrj>to>lflr-::i- n"< St
tal a>s. implo, a pri-Maif n ..ira a^-KKiiwra
a lilipressao da Iraducejo '. U r- 'frito- *
dagopia de MS DiHn_aS), r 1 r
para tal Im aai Mas as iivri^.-.'.S~in rj^_i.
Ka ru estrrit d Assaris s 31
Advo^aifo' Atf.nM lk .Vllm-
qu#rqne XjHV.
pode ser pnN'tir..ito a qualipn-r kora ; *_ !<\t__>-
! feiras. porcm, n i vill. do Citx.
^ri-
O fiscal da .resne-ia >b;
Bita para o serv > i11 linn> -/ i!a
lid^^S',,:!:,i nofiscal no pai.od,
deStaracSo .lo 9r..Dr. juiz wpecal do- commercio. | mfnmm ,,.,,, v,.r mmm -
r_\
DE
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EMPRE1A
grkim &(onuvv.
Recita extraordinaria
Livre da assi.jnaliira.
(rande espectculo l}ric,-d'amatico.
QUARTA-FEIRA, 18 DE MAIO.
Represenlar-se-ha o muilo apparaloso drama, em
qualro actos,
os, *,' yl' s, santuarios,
pianos e ont' s innitus objectos
MI
, No AI.M.VZKM DA HUA A CaDIA DO RECIPK S. 48.
S II UiUIA.N DO IDA.
0 agente Olimpio tor* Iciln de diversas obras
I novas e usadas de mareineiria e outros muitos ob-
ijectos.
Na mesma occasao vender urna cscrava de 30
< annos pouen mais ou menos.
Quiita-feini s 11 koms.
DE
Cadeiras, consnlos. commodas, mesas elstica e
de ouiras especialiifeoN-s, camas franceza, de ar-
i macao, alm do otUras de ferro, HtMs, marquezas, j
qudros de pimrescas paisagBns e eitampai colo-
ridas de mulheresrvipieas, retogtos para algibeira-
e de mesa, vaos-, candieireK faa a albnns.
I O agente Miranda far b-iio dos objectos anima
mencionados, en seu wmaten* da rua da Crat/
n. 57.
CarneiroP.nli.ni Impirtaiicia de 7:(H)ik67!l3i-r:>.:
a saber : 3:6i4f9*8 rs. em letras e 4:1814877'r".
em contas. O inator lance dn leilo passado ser-
viri- de ponto de partida |iara s oll-rias dos Srs-,
lieitantos.'
KH.den.lo desde ,' os Srs. pret'mientes examinar
as letras e a relaeiO' dos devedores, eistenle em
poder do mencionado agente.
0leilo ser elbeluado em sea irflMSM da run
da Cruz n. 75. _______.
UilLlO
Sma mohilia deiacaraiil, 1 comnmda- de di
1 cabidos d" aintvrcHOi 1 bid. I eartoira, 1 n>e-i
com prensa, 1 mesa ds pinho, 1 can -I labro de 3
luas, 1 par de fcjierna, I cama de ferrt^nm c>r
tiuailo, escar.atl-iras, tpeles, lisuras d* ptlSi'M
na, I relogio dt? ouro cota correnle e ildho de pa
rede, 1 burra d* frro^ U-o-i las, anna;-*. e mais
OtMcUbM exisleotot na toja da rua do-Crespo au
inoro 10.
O-agento Simoe requerimento tb* adminis-
Ipjd -res da roas-a fllit tto Joaqun Vieira (iM-
Ino A_ C, e mandada do Illm. Sr. Dr. juiz de di-
reilo especial do commvieio, far kile -dos ob-
toetos cima mencionado existentes na lojai e
tereeiro anda/ do sobrad da rua do-Crwpo n~ 11):
*e*ta-fetrjB2D do _r.rrente s-il) bssa.
1T!S0S SITEESOS.
LEILO
DE
FazensK e<_w_io sejam:
Ion perito am__SMiai aH .'. -
todas as mas-as. il... .**
de [imilla ouroOsm. ou Hilr.vr.ranp* Mi aa
ru; ti- Pires n. :*, Ubwwa. _
Antonio lt>rbaCaniei cSMB>paaa_SS_a;
val ao A r acal y l.-ator de >in ^.>-_____________
Auseni-'ii-M da ass la SS* _*-aato. a
da 14 doc-rren> o seu __BSBM p-ir* .to Mae
Meta*, tdlical da aljiate. .|i:.- ; UinaaMtt liato-
Ihava na loja tkt~ _*s. BSatoa u VI.-.
lem aa sipseei iap___-_a ___*_, a*. ****
barba, espinhas n r>>-to, an-l
s aiitoridade- palMaM caiis- tto :_**' :
preh.-nsao de dio srav.i. .\<:,- -r i
dos; na rua do /igario n. I oh r* de I
tria a lt>.
Uiau pfTKttiita rimara.
X;" sendo o jaawncianic a.-;_na*a- 4-. I>irm,
de PerMinhnru; s a_ora |-- lh-- rars>ai .
idr*iineuto tle me a Sra. la rSerMa A tobi to A*
S*u<-ira Cavatonli em un_ ^imiiiim-. (__. r*'-
iMtoto-' vezes Sr. Burgos, ito ?*> tl-ii-.i- fea >v_vraMi _* wa-
quinfoe- das iesiemunhis n bm %n,-
lt)w encamiai>a petojm/..- kate^SaavaadS1 '
a aventurar i ^m- > dii.....- nS jmnr-w
manilas paru-urtm def'ir ,t^mUo -fe* me 4mn
eslndar por eMrift e portento, atontai. ee-
cessidade saU desla SBfcsSl *! en 91
te-temunhas ipi* se .I'.wjiii v^^itor Y. fc-
rar que a mSOa senh-wa.-jue i*>-ra it-S r
ragem para.a*sim, romocm tu-V manrmn ***
de, se exprimir ; tonta apura ecmi -*_s^
indicar o- ansm tiia- -tomoek* r*$m-
o vapor' do Maranho. O abaixo assignado, corrente
endo servido de agente da mesma companhia na Sa)a ^ SCSS5gS ,j0 conselho administrativo para
idade de Urauja desde que ella comecou a razer fornecmenlo ^ arsenal de guerra 16 de maio de
a navegacoda loha costeira do sul de.-la capital 186i>
at a do Ceara, medanle a remunera.ao de um Antonio Pedro de S Ban-eto,
cont de ri- por anuo ai principio, e depois por Coronel presidente.
oilo ceios mil ris al ltimamente, pToinoveu Sebastiilo Jos Basilio Purrko.
semine os nteres-es desla companhia, deseinpc- Vgal secretano.
uliaedo as suas eSrigarda* com zelo e pontuabda- 0 (.^a^ao Manoel da Sirva Perreira. jais de
de, e prestando as suas cuntas regularmente comb az d(| 0 dislricto da fregoezia de Santo Antonio,
nao pode ser ignorado de.-la ineriiissi.ua direc- cunlnu| dar audiencia nas t
toria.
Succedendo, porm, ser dispensado o abaixo as-
sicnado ila eemmissae em que se achava, sem ler
praticado irregularida le alguma, como se pro va d-i
tti-slado que Ihe fui nado pelo Sr. gerente desla
companhia, lalvez smento, cuno parece ao abaixo
assignado, por desejar esta nteriissima direcloria
cortar BMiores ckspetli para limn dos interesses
da eoOJ|>aitoa, amneando como j;-, 0 abaixo as-
s quartas-feiras e sal.ba-
dos, as 10 horas da manha, na casa de sua resi-
dencia em a rua Direta u. 10, primeiro andar;
sendo porm essos dias ompedldos, dar audiencia
os dias antecdeme* ao mel dia.' Despacha des-
de as 8 limas do dia s 5 da larde.
toiisulaio de l'orlU!i;il
Por nrdem de.-te consulado o agente Almeida po-
ra em leilo no da 23 do coi rente, _l>om da casa
0 eirurgiao Lea mxim
a sua uesi^encia (k rua ^'"^fiE-i
Queiiuio part a rua das
Cruzes sobrado a. 36>. pri-
meiro antlar, por- ci_aa do
anBaa^m Progreesfeta, aon-
de o acliarao como) sempre
in*> to*ton*mto.-.
No fim do primeiro acto oSr. Guidi cantar a
grande aria da opera
I DIJE FOSCARl.
No lim do segundo acto o mesmo senhor cantar
a aria da opera
Ve.-tidos de seda e de fcia, manteletes, chapeos
para senhoras-, chitas, cassts. lencos de Uho, rxrtnm1.i-. Q nualfiV__)iP U_l nfl-
bretanha, iwtdapnliViS. algedozinhns, camisas. piU!_l|MAI a I^UiUvJIK ilUla Jia
colletes, espartiihos, ebatos de aa, brins- de linho, -_ ar_W.Pin t_A Ulfl nrft-
gravaias, Uww, le|i*etMilros ariigos. |Il W ajACIult/lU W-v OUft j/iv~
T_S_St!L,V^TV- fc^o- chamatto por escripto.
i tratar de sua saud fciru leilo para .pmk.cau e
por intervencio do afete l'inlo, de, todos os ob-
IL UL'UiU. jeclos cima'in^nronados t-xistentiti 110 armazem
Dar fim ao espectculo com o muilo applaudido da Exposteao La-res, rna da Ca.leia n. 60, s
duelo final da opera
IL POL1LTO.
10 hnras-em popto d.dia cima dilo.
Em onnaeo amiunciar-sc-hit .o_dift para a.
1 vendadas perfamarias, m.mtousv obras de ooie.
com anthanles e mais objectos do referido ar-
Cantado pelo Sr. Guidi e a Sr. D. Jacinta Pirri. i niaainv.____________
Comecar s 8 horas.
ATISOS MAErfIMOS.
w
^ado O':;.,,, sirva por menos 'honorario do que da a-sociacao comn.ercial, dos seeiintos b?n*I""
Tojudle que o ...,-s.no aba.xo assignado e.-tava per- teucentes ao espolio ^ J *"*'; 5": ",
cebando; prop.-ts elle a continuar no d. lo cargo delissima Joao B iptl.-ta da. Rocha urna casa_na
da agonto aaquella etdade, sem percepeio de en- Ponte dos Can-alhos,^ c^i, j armacao, c a/1J()
cimentoateum mn quanlo e-ta uompanhia nao po- telhas, vaii.da |ior 90*. s esci^v1; > Per"a-_0de
der occorrer a maiores despezas, pagando ella lo 10 annos, e l.ucina de 8, avallados. aqtKJ9 por
smenle ao liel des armazens cargo da agencia 930, e esta |or CoO.
-15 barricas rom soies e 10 litis com
fot inhs As reino
(Jninla-ftira 1 do corrate.
D, Mar Rosa-lo Espirito Santo Amao-
nas, D. Ameba da SWa Araujo Amaz-.n i-.
D. l*on,rto Aran>i Aaionas Tillas-boas,
e o Dr. Silvio Tar.msnio V.Ha<-boas, v.uva,
lhos e enro. do Sflodo aSpiOto de. mar e
suena CoHrenc- di Silva Arauj-j Amazo-vts,
couvidam a seus. am_gos para o caridoso ob-<
sequio do a-sisiicein a um i mis-a. que te lem
do celebrar itt matriz da Hoa-Visla, pelo
de>canQo eterno d"alma do mesmo linad >. aa
sexlafeira O_.v correle pelas rl h.ras di
manha, peto quo desde j so confes.-am
gratos.
Ht j....... im\*mmmmmmm
m\i\mm\
O alaixo assienatln, liqt_btar>.-. A afiWA
ma de-Vidal a _U.-*s, peb* uMiem *- um
devedores da mesma .firma
dbitos ato o iba fi de jn-iho. A-,*-* i
lera* de ser aaUsjSS) a w*"ni"- I
d-ir para os cobrar jn_toialmnie B-rt** l~m
ma_o de I84.
Joo r_*rl>- la-t--_v.bT_.-ir i______
Aluga-se urna pe*-oa para *tor ton _.
BUMiiedio-, o ea-a dop-mi de tor-.to _>-r_(hMB
Loito. Xa mesilla wo to->o totto ier__________
- Abifsv-sc o stfi.idi anAv >li reA Jo (~_fe>-
rador n. 79: na ro Cre-p.> n. I-V
Dar se dlnhfiro a j n
d'i sobzado n, fi no- Mulyn -.
das 3 da tanto por diaalc
M a* *!,
Precisase de um menino para raixeiro de
urna taberna : a (ralar no boceo do Campello nu-
Oagenie Pe-lana fara l.-ilao por conta e risco meri> |
I ______ ,___________________________________
Pitra n Ihihia
Prende seguir com ^f^^
cional CurfoM, tem pane oe j^ p< m ^ m pfTmrrr ,io 13 barricas com ReSJS e
promplo : para o resto que im jw (>Vi.Jr_ 1,,,,-ripas (.OTn farirdia to reino em um o;i mais lo- ( Preeisa-.-o do unu ama para o servil-, t-
os seus consignatarios An" ^ Cnu nft_ tM VOBtl^ ..uinu-feira 19 do correnle pelas urna casa de pasea familia ; a tratar na rua da
Azevedo & C, no-seu eserqio | _o hwas da mauhaa no aripazem do Annes. Cruz n. 32.
mero 1.
I) abaixo a--.gu > Ui lem m-t > i
sua arieafo na ru. X >\.\ n. 5< ri o ^r
Rog tic Sonta, > r<*ai>* me-m ase
traludu divida alguma sobre a n ba ^i f-
ra quem se julgar rre si-u ik>'umento n > i r.t -> I Rt J*as<. aa ru. tot^a
do Busario n. 10.
_____________Beato J- I'.: -.._ Sar^*'.
Custodio Antonio Seoras, n.**. toto
do-sc de tolos o- -en- h rapt^tox -
viaitem, vem ior nvio eSSB d pnlr .
eer o sen diminu p MSB**
aoo-lo tonriona residir.
rMBde 4. **n.
Qiipm qnizer almiar n'ii -sera-o qnr :*ba-
Iha peifeitamenle com rartvea. dirSa raaM
ireita do Besarlo n. \X priim.riae.lar. i.
r com quem tratar.
ILEGVEL


.

Fuglo da ras* dc 9eu sonhor qa manhaa do 16
do r<*r rent o escravo de nome Prancico, tendo
os signaes seguintes: balxo, pouca barca, falte
milito descaucada, falM de um denle na frente, le-
vou camisa e caiga azul de algodo, este escravo
foi comprado ao Sr. Francisco Jos Vianna mora- vonlade de meus pai's, e mo so pelo inveneivel
der no Arraial en,2 de.marco des teanno : pe- leraor quc estes me inspirara queS me
de-se *sln?*d^U"V,-!.W *L~ ?'"" reeoocilie4 ostensivamente com elle, .mando alias,
no a captura do mesmo escravo a entregar no en, particular, memos na melho nteHigencia.
CLUB PEKWWWO
tora lugar
O Hr. Ponrc de Leva.
O Sr. AntonTo Carlos l'ereira do Burgos Pont
de Leso insiste cm facer persuadir ao publico, .pie
eu me separei de sua companhia e Ihe jiropuz ac- A reunifio familiar do corrate aiez
cao de divorcio, sem qoe para isso tivesse motivo "te do *
algum fundado, mas. a/raslada lio smeate pjr directo do Club Pernamhncano pede aos
movimento estraolio, chegando sua velleidadc ao Srs.^ios que teem por estume infringir o arl.
ponto de imttikar, qoe eu vivo sob a presso da W dos estatutos que prohibe a entrada de meninos
menores de 12 annos, para que nao continen) as-
sini praticar para nao rol locar a mesma direccao na
necessidade de fazer respeitar as disposir&es dos
ario ac i-crannirmca marta fe Ira 18 de Main te %%**.
\
mesmos estatutos com medidas enrgicas.'
Forte do Mattos Uoi, na ra da Prata n. 33, E d tudo islo" tira e e raoivorme inmmo- I Club Pernambncano, 9 de maro de 1864.
que sera recompensado a quem competir. d>r de 0V0) propond.me uma Wo rescisori* do R- Barata de Almel
Precisase de alugar urna, preta
uheira, na ra do Crespo n. 17, luja.
Precisa-se de urna ama para casa de peque-
a familia : a tratar na ra Nova n. 23, segundo
andar.
y-
=> E' S
2 ffi 3 s --"
ub
O
8.8
9 a
3 *
S 9 $.
3 w 5T ->
1 B S 2 3-
g o g. 3
" -> o -J 3
CL & -
n g !

accao
boa cos- divorcio, na qual allegou as mais revoltanles falsi-
dades.
Pedia o decoro qne eu me abstivesse de traier ;i
luz publica esta desgranada questao, que o Sr.
Burgos tem procurado dar urna triste celebridade.
Entretanto, toreada pelo indigno e insidioso pro-
cedimeuto do Sr. Burgos, vcuho, bem meu po-
zar, fazer |>erante o publico as seguintes solemnes
declaracoes, que seriio repetidas emquanto o Sr.
Burgos nao se convencer de que deve deixar-me
sem incrrupco,viv?r tranquilla e socegada. Nao
quero, com meu silencio, dar urna apparencia de
verdade ao romance que o Sr. Burgos inventou e
espalha, e favorecer assim os seus tenebrosos pla-
nos.
I Eis aqui as minhas declaracoes :
Sahi da companhia do Sr. Burgos e refugiei-me
na casa paterna para Ihe propor a accio de divor-
cio, nao porque fosse isso movida por vonlade
Almlda,
Presidente.
Aluga-se o primeiro e segando aadares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 3R
Deseja-se saber se nesta cidade ou provincia
se acha algum filho ou neto de Mara das Dores,
natural da freguezia de S. Salvador da villa dos
Arcos em Portugal, til ha legitima do Pedro de
Souzae do Joannadc Lima, e que tendo ficado or-
pha de pai e mai, foi criada em rasa de eu pa-
drinho de baptismo fallecido vigario da fregue-
zia de S. Joao Baptisia de Parada, contigua a mes-
ina villa, o padre Manoel Jos de Barros, havendo
alguma pessoa (pie possa dar noticia desta senho-
ra far muito favor em coinmunicar ao Sr. Joao
dos Sanios Xunes Lima, ra Nova n. 58, para cs-
le participar a quem deseja saber.
eslrauha, mas sim em razio dos incomportaveis i possivel.
ENGENHO.
Arrendase o engenho d'agua, denominado Jus-
sara, sito" na freguezia de Ipojuca, distante legoa e
meia das estardes da Escada e Ipojuca, com trras
massap para safrejar sem grande marcha : a tra-
lar-se na ra do Livramento com o Dr. Ignacio
Nery da Fonsera.
Holel iUliaoo de raailama Ferr, ra
de ira piche b. 44, segundo e tercei-
roaudai'fs.
Neste hotel os senhores que o qoizerem fre uen-
tar acharao sempre por menos preco que em ou-
tra qualquer parte, almoco, jantar e lunch; ser
vindose dorante a semana diversas sopas italia-
nas, como sejam, raviole, talharim, enrset, lasagne
e gnoceaki, feito isto com todo o aceio e esmero
O; abaixo assignailo declara que havendo
passadoi doze letras de 7005 cada urna e mais seis
de 505 ao Sr. tenente-coroncl Jos Candido de
Barros, pelas rendas futuras do engenho Monte-
video, que cntao perlencia ao dito Barros, seis
destas letras de 7005 a vencer-se a primeira em
mato de 1805, e as mais a seguir todos os annos,
ficarao sem valor algum c tem de serem restitui-
das ao mesmo abaixo assignado, por baver o dito
tenente-coronel Jos (bandido, feito venda de me-
lade do referido engenho ao tenente-coronel Jus-
tino Pereira de Farias, sem que estipulassa a cou-
tinuacao do arrendamenlo, como foi avisado pelo
dito tenente-coronel Farias.
' Declara mais para tirar toda duvida, que as le-
tras a que se refere deviam ser logo entregues na
conformidade da escriptura de arrendamenlo, om
a qual obriga-se o niesino tenente-coronel Jos
Candido de Barros aentregai ao abaixo assignado
a todo tempo que Ozesse venda do dito engenho ;
e como al o prsenle anda nao u Otease, o abai-
xo assignado Taz esta declaracao para que se nao
allegue duvida em tempo algum.
Reeife, 16 de maio de i 86 i.
________ Feliciano do llego Barros Araujo.
Married on ihe 16 th. at ihe Eflancia rhurch
and afervoards at Ihe brilish eonsulate, Wiliam
Geuige Fennelly lateofManehester toTherezaMary
Dowsley of Ibis city. No cards.
Casou-se no dia 16 do corrente na groja da
Estancia e depois no consulado inglez, William
George Fennelly mtnial de Manchester com D.
Tlureza Maria Dowsley desta cidade. Nao se dis-
triltuem carios.
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
Uchoa e a maig m do rio, pouco adianle do Illm.
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras aconunodaco'-s; o
oulro dito no HDleiro, m frente ao oitao da igre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, ra do Crespo n. 13, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.
Aluga-se urna rasa na freguezia do Poro da
Panella, travessa da Casa Forte, com 2 quartos, 2
salas, cozinha e quintal solfrivel, por 8A mrnsal :
* ratar co,m o escrivo do commercio Manoel
Mana.
Joao da Silva Ramos, medico pela L'ni
versidade de Coimbra, d consultas em \
sua casa das 9 s II horas da manhaa, e '
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes i
en suas casas regularmente as horas i
para isso designadas, salvo os casos ur- I
gentes, que serao socrorridos em qual- i
querocusiio. D consullas aos pobres-!
que o prururarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente I
montada para receber qualquer doente, j
ainda mesmo os alienados, para o que j
tem commodos apronriados e nella pa- \
tica ijualquer operario rirurgica.
Para a rasa de sade.
Primeira classe 35000diarios.
Segunda dita.... 25O0
Tenceira dita.... 25000
Este etahelerimento j bem acredi-
tado pelos bons servidos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianza de que sem-
pre tem gozado.
A11%.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na prara do (k>rpo Santo n. 17, terceiro
andar.
Aluga-se as casas da ra do Mondrgo ns.
69 e 71; para ver esli as chaves no n. 73, e tra-
ta-se com Paamte Vianna & C, ra da Cadeia,
nJH. _____________________
Na praga da Independencia, luja de ourives
n. 33, comprm-se ol>ras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
comrnenda, e todo e quah|uer concert, e igual-
mente se dir quem d diuheiro a' premio.
^"dt^'*'-'"*'^'*'A' W'ViTWK^^
4d ttada. jjS
0 bacharel Lnurenijo Avellino de js
Albaquerqae Mello, antigo advoga- M
do tiesta cidade, tendo regressado j^
^ ella, tem aherto o seu escriptorio i|i
|T ra do Imperador n. 40, onde pode >
ser procurado para os misteres de 5
sua profissai) todos os (lias uteis a
das 9 da manlma s 3 horas da
tarde, e oflerece come garante a
seus consilituintes a nao interrompi-
; da pratica de %6 annos de advoca-
S ca. O mesmo aceita partidos e
j tambem causas nos lermos do in-
mmmmimwmmmx
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
molhados, ou que tenha sido caixeiro de alguma
taberna, sendo Portuguez, com idade, pouco mais
ou menos, de 16 18 annos,: a tratar na ra da
Senzala Nova n. 4.
m
I
m
m
martyrios por que me fez passar o S/. Burgos, du-
raute dez longos annos que vivemos junios. Sahi
de sua companhia por causa de suas repelidas e
escandalosas infidelidades ; sahi porque j eslava
caneada de soffrer toda a sorto de mos Iratr.men-
los: sahi porque a inmlia vida corra imminente
perigo ; sahi porque nem o meu corno, nem o
meu espirito tinham mais forcas para supportar to
longo e insoffrive! tormento ; sahi, linalmente,
poique j linha pago rom usura o passo impru-
dentsimo, que dra, e de que muito me tenho ar-
rependido, em casar-me, contra a vonlade de meus
prenles, com o hornera mais refalsado que o cu
cubr'.
Em ludo quanto tenha feito este respeito, meus
pas nao figuraram senao como meus naturaespro-
tectores. Quem sabe que tive firmeza e resolucio;
bastante, para casar-me, ainda menor, contra aL
vonlade de meus pais, n5o acreditar certamente,'
que boje, vinte annos depois de meu casamento,
seja constrangida, por vonlade de meus pais, a vi-
ver separada do Sr. Burgos. Elles, pois, nao exer-
ccram e nem exercem a menor violencia sobre a
miiilia vonlade, a qual nunca foi mais livre do
que na resolucao que tomei e conservo de viver
completa e perpetuamente separada do Sr. Burgos
Vivo tao satisfeita c feliz em companhia del les,
quanto jiossivel i urna pessoa, que tem muitos
e grandes motivos de desgosto, e em lodo o caso graphta.
inlinitamente mais satisfeita e feliz do que vivia na '
companhia do Sr. Burgos.
Fara, portanto. o Sr. Burgos, o que Ihe suggerir
a sua at boje nao igualada malicia. Finja a niinha
letra e assignatura, para inculcar que Ihe escrevo
carias ; diga que vivo opprimida por meus pais,
mas que enlrelanto o eslimo e almojo pelaVossa
reconciliacao"; compre teslemunhas para irem de
|ior aquillo que Ihes d a estudar por escripto
prive-me da doce salisfacao de ver meus fllhos e.
de os ter em minha companhia ; invente finalmen-
te quanto sua frtil imaginario parerer conve-
niente para allingir o fim qese propoe. Com
ludo isso, e concedendo mesmo que nao houvesse
jusliga na trra, s poderia lograr o seu fim prin-
cipal, que annullara sentenca de divorcio, e res-
tahelecer a rommunhao de bens, para ter o direi-
to de participar da pequea heranca, que me ha
de vir por morte de meus pais, quem Dos, por
isso mesmo, para martyrio do Sr. Burgos, ha de
conservar a vida por muitos annos.
E nao conseguira senao isso, pois que nao la-
vera poder algum sobre a trra que me ohrgasse
a vver mais com um ente, quem, por lanos e
to justos motivos, do fundo d'alma aborreco e des-
preso.
Tliereza Adelante de Sigucia Cavahanti.
V inhiba mullicr Tliereza Adclaide de Siqueira Ca-
TaicantJ, dijiia lillia do Sr. commendador Anto-
nio de Siijueira Cavaleanli, senhor de Marta-
pagipc.
Fe; com verdadeira indgnacaoquedeparei no
Diario de Pernambueo de 30 com urna historia to-
da romntica e lgubre a meu respeito ; mas cer-
tamente de muito mau gosto, para todos aquellos!
que a leram, j saliendo dos promenores passados,
que seguiram a separa cao de minha tnulher, effei-
luada iraicoeiraniciite no engenho de meu sogro,
onde com ella e meus fiihos, na maisperfeita har-
mona passavamos a fesla de natal ; nella, o mari-
do desditoso, regeilado com despreso, figurado
como um homein cheio de vicios e de crimes, e a
mulher que diz o ter abandonado, figura como urna
esposa virtuosa e disiincta, que someuto por nao
ter podido mais supporta-lo, rom razio a sem ser
wr suggesioes de pessoa alguma, o aborreca o
des/irezava I
Se a esposa que houvesse realsado o seu casa-
mento por amor e smente por amou nao abando-
nasse algumas vetes o seu marido, sem que este
dsse causa,eniio Jamis teramos de lamentar
lanas desgranas que se dao quasi todos os das I
Eutretanto, graras a providencia, sou um desses
hoineus bem conhecido na sociedade por meu com-
portamenio, c assim ppde-se melhor ajuzar das
declamacoes sempre vagas, que partem no intuito
de me ferir cruelmente do lado dessa senhora, que
coitada, j nio sabe de ijue meios pode soccorrer-
se para agora justificar a sua separacao, para
cohonestar as perseguicoes inauditas exercidas
por seu pai protector I
Nao quero, eu o protesto, entrar n'uma discus-
sao vergonhosa pela imprensa, que de ve ser sobre-
manera inconveniente a minha propra mulher,
acerca das justas razos que actuam cm meu es-
pirito, para pretender annullar a celebre seuten^a
que me condemnou, decretando o divorcio : tanto
mais boje, que muito confio na boa organisacao da
juslica ecclesastica, de cujos tribunaes s podem
(iresen temen te partir decisoes justas e eminente-
mente jurdicas em favor de quem tiver de seu la-
do o direito e a justica.
Para os tribunaes que devemos appellar de
nossas questoes, elles sao os nicos compe.tenies
para as decedir.
Assim posto, os fingidos protectores de minha
mulher,-devem-sc convencer, que nao
Os senhores assignantes mensaes pagarao muito
menos que os avulsos, pagando tambera uns e ou-
tros muito menos do quo em outra qualquer parte.
E os senhores provincianos neste hotel acharao
todos os melhores commodos para assistirem du-
ranle o lempo que estiverem nesta cidade.
Aluga-se a loja de orna porta s na
ra do Crespo n. 4 com armaco ou sem
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesma ra n. 4.
1DENTISTA DE PARS
19Ra Xova-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e eol- g
loca dentes artiiciaes, tudo com superio- !
ridade e perfeico, que as pessoas enten- jfl
8didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixeira de Mendonca Belm, nesta typo-
Pedc-se ao proprietario da casa da ra das
Trincheirasn. 17, ou a queai suas vetes flzer, que
ordene a quem mora no sobrado aue nao bote rou-
pa a enxugar em cima do Mkado do visinjio, sob
pena de ser obrigado judicialmente a Upar a pare-
de do oitao, ou botar grades fitas para impedir o
despejo at d'aguas ptridas.________
obrado moMIhado.
Aluga-se o primeire andir do sobrado da ra
Nova n. 39, com a mobilia nella existente : a tra-
tar no mesmo sobrado, das 9 horas da manhaa s Leneoes de bramante de linhoflno pelo baratissimo
4 da tarde. preco de 3*200.
Lencos derambraia brancos proprio para algibe-
ra elo baratissimo preco de 25 a duzia.
de largura pelo
Nt aromen (te fazendag baratas de
Salios i oelho, na du Qucimado, n.
19, veadesee seguate r
Attence.
Peclneha
Pecas de algodao com urna pequea avaria pelo
baratissimo preco de 3$.
Coberlas de chita da India pelo baratissimo oreen
de 2* e 2*500. K
Leneoes de linho pelo baratissimo preco de 2*.
O abaixo assignado julga conveniente fazei
publico, que tendo de retirar-se para o mato, adra iXS,rZriJfl
Z traur" de sua sade, pedio eoneracio terapo- ^KssSfSSo d 1* f5S
2tt"*J=Lr-EftSMt BrSiTjffiTnoIL' Si
xeiro da casa commercial do Sr. Jos Augusto de
Araujo.
Becife, 14 de maio de 1864 .
Libanio de Carvalko.
palmos do largura
a 25300 a vara.
Atoaihado adamascado propropara toalhademesa
pelo baratissimo preco de 2*000 a vara.
Pecas de cambraia de forro a 2*600 o 3*200.
para lodo o j Toalhas alcochoadas proprias para mos a 3* a
duzia.
Esleirs da India, proprias para forro de sala,
Quem precisar de un moleqne
serveo, por alugueis mensaes ; dirija-se ra do
Livramento, sobrado n 8._____________________i Ksteiras da india, proprias para
Precisase de um cixeiro de 12 14 annos, ide4. a e 6 palmos-de largura,
rom alguma pratica de taberna : a tratar na ra"! Cortos de caifa de ganga amarella de listras e
do Imperador n. 81.
Vai para o Rio de Janeiro Manoel Amaral.
de quadros, pelo baratissimo preco de 1*200 o
corte.
Cambraa adamascada com 20 varas, propra
Precisase de urna pessoa que tenha as habi- para cortinado, pelo baratissimo preco de lOlOOO
Htacoes necessarias para um armazem de molha- i a pega.
dos, que seja fiel, sizudo e intellgente, c d fiador j Ricas liaznhas para vestido, fazenda a melhor
conducta : na ra do Imperador n. 46 se di- que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
>anfo Antonio
Acha-se a venda na lypognpfciada nudo I
radorn. 13 a tiezena do glorete Saato Inim
\
llmenle impresso, era ubi fulbeto, obra
vel para os devotos du mesmo santo.
Veude-se urna barraca nova t nutie na-
gens, bem construida, de 45 raixa*. boa veirira. a
dinheiro ou mesmo a praso, a>im oftVr.rj itm
firmas: a entender-se na roa Din-ira rxm Sr
Benlo de Barros F.ij.
Empreza da illuminacfio
gm
Todas as vendas de apparelnos rrrlanacin
(por escripto dando o nome, morada, dala flr >
devera ser hites 0 armazem da ra do 'mt i ni ii
n. .i t. ()s maeliimsus mandados para Ulcn^rt a
estas, apresentario um livro que o>
leverao assignar logo de|iois de iroaipt i
reclamado ; isto para que a empreza
de baverem os mesmo senlK*es Md., d,n
te allendidos.
MCINVS EPTEME
de 4rabalhar a as* para
descarocar algodi*
I Alillli AOAs
Pw Plant UrotheiN & C.
0LDA1
r quem o deseja.
No engenho Peuanduba precisa-se de um bom
hortaleiro : a pessoa que se julgar habilitada, di-
nja-se ra de Horlas n. 82, que achara com
quera tratar.
A o publico.
Quem tiver conta com a taberna da ra de Joao ]
Fernandos Vieira, dirija-se travessa da ra Bella!
n. 8, no praso d tres dias. Becife 16 de maio de'
1864-
em qualidade da fazenda, pelo baratissimo prero
de 560 rs. o rovado.
Ricos corles de la de barra Maria Pia a 19*.
Pecas de cambraa de salpicos pelo baratissimo
prego de 4*.
ou Una a vonlade do comprador
Precisa-se comprar
randa ou de amarello em
pouco uso : na ra Bella n.
urna mobilia de
"un estado que
36.
jaea-
tenha
Antonio Jos Gomes scientiuca a quem Ihe
quizer fallar para deixar o seu nomo c moradia ,
por escripto : em Santo Amaro ra do Imperador "9
botica franceza; no Reeife ra da Cruz n. 30, es-
criptorio do Sr. Temporal : assevera que apenas
receba qualquer indicagio promptamente procura- i
r a quera Ihe quizer fallar, .nao tem assistencia
certa razao porque faz o presente.
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser prorurado para os misteres de sua
profissao, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia ra da Saudade n. 13.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo saca so-
bre Lisboa.
Aviso.
O Sr. JuliaoTertul-ano Monteiro, quechegou da
Europa no dia 29 de marco prximo passado, no
P&que inglez Magdalena, sirva-se mandar levar ao
escriptorio do Dr. J. Campos, praca de Pedro II n.
2, sobrado, a encommenda que trouxe de Lisboa
para aquelle doutor, ou mandar dizer no dito es-
criptorio a sua morada, afim de ser procurada a
dita encommenda.
LQJ'A 0)1
46Uua do
RIVAL
hiide;
M
Qucimado16
'! Sabonetes de familia a 80, 160, 210 e 320 rs. *
.------- .... ------------... ..,.. ----- Canudos de rosmetique a 60, 120, 230 e 300 rs.
- Os bdhetes inteiros ns. ot9, aba. 806 e: 3087 Caixiuhas de pos para denles a 160 rs
da I parte da 3- lotera da Sania tttsa da Misen- Fras.|uinhos de pos, sociedade hvg.enica, a 800 rs.
cordia desta ridade, pertencem ao capilao Manoel, pacotes de ps de arroz ww e-e"w. '
Cardoso de Menezes Brrelo,-do engenho Paly, em Caixinhas de ditos com boneca 1*600.
Ser8'Pc-____________________________________| Frascos de oleo de babosa a 3(K) e G40.
Aluga-se o segundo andar de sobrado da ra Fiascos de oleo philocome a 7-20 e 1-3.
do Pilar n. 10 com commodos para grande lam- D'l0> de banlia lina transparente a 720.
lia : a tratar com Jos da Silva Neves. | Ditos de agua de colonia a -400, 800 e 1*.
Ditos de extractos a 40i), 600, 800 e I*.
Ditos de banha franceza a 400, 6O0 e 800 rs.
Noticias!
Noticias!
Noticias l
Noticias!
Noticias!
Xovos arranjos.
Novos arranjos.
Xovos arranjos.
-Novos arranjos.
Novos arranjos.
Retratos de 3* por 1*300.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*300.
Retratos de 3* por 1*300.
Retratos de 3* por 1*300.
Retratos de 3* por 1*300.
Retratos de 3* por 1*300.
Retratos de 3* por 1*300.
. Retratos de 3* por 1*300.
Retratos de 3* por 1*300.
200 retratos tirados por da.
200. retratos tirados por dia.
200 retratos lirados por dia.
200 retratos tirados por-dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de 3* por 4*.
Retratos de 3* por 4*.
Retratos de 5* por .4*.
Retratos de 3* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 3* por 4*.
Retratos de o* por 4*.
Retratos de 3* por 4*.
Retratos de 33 por 4*.
Retratos de 3* por 4*.
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na gelera americana.
Na galera americana.
Ura rapaz Portuguez, casado tambera com
umaPortugueza, offerece-se para qualquer enge-; "^1 anTl^
nho que nao diste muitas legoas desta cidade, i SEE2n?nM/bKn\! IMfl
ensnar priraeiras letras, coser e a bordar de todas! g SSSlfiB 3* e 48tf
asqualidades abaixo indicadas, linha, lia, i SEXKKAo iVloS
matiz, froco, estuplo e a ouro ; assim como a gg nEt3St*R
musir e a locar piano, ludo isso com toda a per- K ara r i a a Hlo 11
feicao : o senhor de engenho que quizer dar boa o.\.^Ya T-.Su "U 400 o TOO rs
educacio a seus fiihos e com alguma economa nao BSdniSK "a 040 soo rs
JaTrSfas n 't eMeS ^^ rUa Se^chn como^uSe'^OO rs.
das laicauas n. 41.__________________________ Di[os dc borracha C0I|1 coMas 00^ a
Aluga-se metade de um
ra Direita n. 4.
Perderam-se oilo chavinhas
um cordo : rogase pessoa que as tenha achado
o favor do manda-las entregar na loja do Sr. Na-
buco, na ra Nova.
Jos Portella, Hespanhol, vai para Maeei.
*280.
primeiro andar na Ditos de maesa em caixiuhas a 400, 600 e 800 rs.
________________ Ditos de lago e virados para alar cabello 1*.
amarradas com u'l"s ^ marrafa esmaltado, a balao 4*000.
Ditos de marrafa prelos a 2*300.
Ditos de tartaruga 4*.
Ditos dourados para marrafa I*.
Ditos dourados para regaro 1*.
Ditos ditos com pedridlias dem 2*.
Ditos dc borracha com recortes dem 800 rs.
Pecas de tranca de rararol a 80 rs.
Ditas de franja para cortinado 3*
IstMI
podeintlcsTMVfar
luaiqurr r*fmr
de alg*J.o wat
estragar fc>,
sendo
duaspesMMi
olrabalho; pi
descansar unta
arroba le aten-
di ra ranr*
em 40 liaali'i,
ou 18 arrobas
por da ou ar-
r 1.. de alfalfe
impo.
Esta mai-lnna
a unir ifKt
possue as vanlagens de nio destruir o im d> al-
godio e de fazer render o dobro de qualquer on-
tra com menos trabalho, a sua uiirudiir.-io par
as provincias deste imperio ser de muito alar
para todos os interessados na lavoura do paiz.
Assim como machinas em ponto grande do 10. -
mo systema, para serem movida* por iiwmv-.
agua ou vapor, as quaes podem desrarorar 18 ar-
robas de algodio limpo por dia.
O algodio desearocado por estas machinas u-m
muito mais e-lmiarao nos mercados de Europa e
vende-se por maior preco.
As machinas se acham venda uniramenie em
casa de
Sauoders Rrothers & (',.
X. II, pi'aca do (orno Mani
RECIFK.
(> nicos agentes nesie nata.
Vende-so urna negrinlia de II annos. um
moleque de 6 airaos : na ra do Imperador n. m\
armazem. '
Vendem-se arcos de pao para uso de pipa-
ultimamenlc llegados do Porto : a tratar na rna
da Senzala Nova n. 4.
\mm se
um boi rom carroea, nu trora-se por nin ra
que tenha andares na I'assagrm, no riB do Dr.
Firmo, se dir quem.
Vende-se um bou sitio, denominado Jgo da
Bola, na ridade de (llinda, rom boa rasa de Mitra-
da, cacimba, tanque para banho, com bastantes ar-
vores frurliferas : a Iraiar nn mesmo.
Precisa-se de um fornero e de um amassa-
dor que saibam desempenhar seu lugar, que pa-
Ta fra da cidade: quera quizer, dirija-se ra Di-
reita, padaria da viuva Machado & Filho 11. 84, que i Loras brancas de Jouvin 1* e 2*300.
l achara com quem tratar.
BAXCO IJMliO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pcrnamliuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & ( .
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
ries, Barcellos, Lamego, Covilhia, Braga,
Penaflel, Braganra, Amarante, Angra,
lina da Tercera, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oto das vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Destes precos s nos dias uteis.
5 Destes precos s nos dias uteis.
falsas e calumniosas impulacbe's, e nem mesmo as! Precisa-se de um criado, e prefere-se um que
lamurias ou a vonlade suprema de urna mulher, seja boleeiro : na ra estrena do Rosario n. 28.
que do o direito de se obler urna sentenca de di- ____,. ----------rr.----------------------------
vorcio. Grammalica c aritlimeiiea pelo profes-
0 direito firma-se na le, e pois nenhum magis-! op (]isll'0 N1IH6S.
trado que se preza, pode a seu talante exorbitar-se.'i > t j n- .
offende'ndo de frente a lei expressa m these, dan' J.Acham:s.e no!.dm0 Io ?^J*tyPOgrphia
do como Ihe apraz por provado, allegaroes nao pro-
vadas, e em sua senienfa falsamente fundando-se
em provas que nao existem nos autos ele.
Esta minha questao de accao rescisofia da sen-
tenca de divorcio, que tanto "ha inrommodad aos
protectores de minha mulher est affeeta aojuio
erclesiastico, nao devemos, pf.rtanto, prevenir o
seu juizo com laes publicarles insidiosas, e outras
da ra do Imperador n. 13 a grammatiea e arilh
melira organisadas pelo professor Castro Nones,
adoptadas pelo ronselho director, e approvadas pelo
Exm. Sr. presidente da provincia, para as aulas de
instruego primaria.____________ _______
Trocam-se ires partes do engenhoQueimadas,
na freguezia de Barrelros, junto a cidade do Rio
Formoso, muilo bom por ser perto do embarque
quejandas pairanhas proprias para illudrem aos raeia legoa, com muito boas trras de safrejar tres
espiritossuperficiaes. mil paes, me de anirnaes, por predios nesta praca,
E por isto que declaro solemnemente, que por casas-ou sitios : quem quizer, dirija-se ra dos
minha parte me recolhendo ao silencio, poderao el- Pires, casa lerrea n.34, queahi achara com quem
les e minha mulher dizer tudo quanto Ihes sugge- tratar, a qualquer hora,
rir contra a minha honra e reputacao,
da direi, aguardando-me para
soes de nossa rasa.Antonio
tfurgos P. de Len.
porque na-
as'ulteriores deci-
Carlos Pereira de
Precisa-se de um bom
ama para engommar e lavar
ra da Aurora.
cozinheiro, e de urna
:" no sobrado n. 32,
Pedese a quem quer que tiver acbado um i
formal de partilhas da parte (fue no inventario que
se procedeu nos bens deixados pelos fallecidos cora-
Attencao
s
Aluga-se urna casa nova em S. Amaro defronte
da casa | quartos, 2salase cozinha : quem a pretender, di-
nja-se prara da Independencia n. 22, ou defronte
da mesma.
mmwmm mmmjmmm
m Fabrica Conceicjlo da M
S Bahia, &
S Andrade A Bogo, recebera constante- *
fW mente e tem a venda no seu armazem n
:>A,' 34 da ruado Imperador, algodiod'aquel-
r* la fabrica, proprio para saoros de assu-
'gt rar, embalar algodao em pluma ole
&L pelo preco mais razoavel.
mwwmk.mmrBm
Arrendase o engenho Garra, silo na frage
zia da Escada, tem premi-cSes para dous tres! L'st para alugar-se a ea
iwl nacs e exrcllentc d'agua : a tratar DO jutge--,nnada tlflao : quem a pretend
nho Bamburral na mesma freguezia. M Aurera n. 10, que achara
Precisa-se de urna criada livre ou escrava,
que sai ha cezinhar e comprar : na ra de Santo
Amaro i Mundo Novo), sobrado onde morou o Sr.
Dr. Sabino.
Offerece-sc um cozinheiro inglez, o qual
perfeito em sua oceupacao : na frente do arsenal
de raarinha n. 6.______________________
Mobilia.
Quem tiver c quizer vender urna
mobilia de
mendador Antonio Luiz Goncalves Ferreira e sua Jacaranda tendo lampos de pedra os consolos e
mulher, tocou uela menor dos mesmosAo- me.*a do meio de sala, e era bom uso, annuncie
na, queira levar ao ascriptorio do Dr. Codeceira, para ser procurado._____________
ra do Queiinado n. 8, primeiro andar, que'ser ~ 0 abaixo assignado querendo elTeetuar a
recompensado, ficando-lhe por isso muito obrigado. compra do estabelecimento de Guilherme Joaqura
da Silva Braga, avisa ao respeitavel publico para,
no raso de alguem se julgar rom algum direito,
apresentar-se no praso de tres dias. Reeife 16 de
maio de 1864.
Joao Francisco Borges Ferreira.
- Precisa-se ce urna ama que saina cozinhare
engomraar : na ra do Imperador n. 46, primeiro
andar
Joaquim da Costa Lima (da Parahiba) julga
nada dever, mas se alguem se julgar credor, quei-;
ra apresentar sua conta ou titulo na ra do Quei-
mado n. 10, que promptamente ser pago.
Aluguel.
Aluga-so o 2 andar do sobrado da ra Velha
n. 20, c a casa terrea da iravessada Bemba n. 10 :
a tratar na ra do Sebo n. 24.
Precisa-se de um caixeiro de 15 16 annos
para um armazem de sal : a tratar na ra Impe-
rial n. 221.
COMPRAS.
Comprase e/fectwa-
mmte
ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
na ra larga do Bosario n. 4, loja de ourives.
Ditas de Escocia para montara -\ 300 e I*.
Conservadores se'm laco a 800 c 1*.
Ditos cora lago a 1* e 1*280.
Bonitos adereeos dourados com pedrinhas 3*300.
Pulseiras de contas c niissangas a 'iO.
Ditas de contas com pedrinhas IJL
, Ricos cintos rom Hvelas de pedrinhas 3*.
Ricas livelas com pedrinhas para cinto 2*.
i Voltas de coral pequeas e grandes a 400 e 2*.
i Gravalinhas de seda com passador a 640 c 800 rs.
Ditas de seda para laro a 640 e 800 rs.
Ditas com cascarnlha'nasponas I*.
Ditas com vidrilho as ponas 1*280.
Bonitas toncas de selim para baptizado 3*.
Ditas de blonde dem 1*G00.
j Ditas de lia a 300 e 800 rs.
I Sapatinhos de merino para haplisado 1*600.
j Ditos de la para crianza a 400, 600 e 800 rs.
Capachos do Porto de 4, 4 1|2, 5, 3 1[2 e 6 palmos
a 300,600, 700, 800 e 900 rs.
i Bonitos botes para punho a 160, 320 e 600 rs,
, Tesouras nasgrandes e pequeas a 6H0 rs.
Ditas com toque de ferrugem a 60 e 120 rs.
Fitas e cordes para espariUho a 60 rs.
Oitavas de retroz pret 1 a 140.
Brincos pretos e de cores balio a 320.
Rosetas douradas e prelas a 240.
! ((rulos de armayao 4*.
i Meias de cores para homem e menino a 200 rs.
[Ditas prelas para senhora a 320.
j Carleirascom agulhas sorlidas a 640 rs.
! Caixinhas com 100 agulhas francezas a 240.
! Caixinhas com 100 agulhas Victoria a 320.
Cascareis de latid a 60 e 80 rs.
1 Vernicas de lati, duas faces, a 20 rs.
Ditas de vidro, duas faces, a 40 e 80 rs.
! Anneis de vidro de diversas cores a 40 rs.
I Tmteiro c arieiro de lalao a 1*200 e 1*600
; Caxilihas de pennas caligraphicas 1*280.
Ditas de pennas de laura e miozinha a 720.
1 Paroles de papel amizade liso a 600 rs.
Qni'ijos frescas
a 2*300 e 2*200 ; no armazem da E-trella. largo
do Paraizo n. 14.
Vende-se cm Santo Amaro, pagando hos-
pital inglez, um terreno rom :KHi palmos dr frenle
e 700 e tantos de fundo, foro de '.10 rs. o palmo,
i retalha-se de .'10 palmos paia cima: c lamlk-m *e
vende una canoa de carrein. e nina nutra |.; >ri 1
; para eoadwdr arca ou lijlo rom p-qu u 1 r.*
I que se fara : a tratar rom Antonio do lt*o Me-
Oeiroc, taberna confronte o rhafariz ao p da fa-
brira.
Na rorheira do Antonio (Mhdav aaMi
urna ptima parelha de raraNai pnate paraamaa-
Bar no carro, o muito boa : a pasan ipie quizer
comprar, dirija-se a referida rorheira.___________
Vende-se alpaca prrla a :>0U rs. rade.
Vende-se alpara prela para vestidos a &*>. 600,
700 e 800 rs., lina de ronn I 800 rs para pale-
tot, prnreza preta a 800 c 640 o rovado. Pomlozi-
na preta fina a 1*400 o rovado, lazinlias preta
para senhora que esli de luto a 720 rovado :
na ra da Imperatrz n. 56. A loja Mi al -1 ta at
s 9 horas da nole.
GAZ GAZ GAZ
per prevo rediizido.
Vemle-se paz da melhor rjasM de [elo
pre;o de 10;? por l;ita de gtl>s : no ar-
mazem do Caes do Hamos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
IIOTICi EliR Fabrica de licores e perfilmarias.
Neste estahelecimcnto compra-se effeclivamente
garrafas, botijas e frascos de genebra vasias, assim
toda a especie de frascos de perfumaras : na ra Caixinhas de papel amizade pautado a 720.
do Amorim n. 12.___________________________ 1 Ditas cora 100 anvelopes 800 rs.
- Compra-se om piano usado, que seja moder- '^rallios de .arlas francezas a 200 e 320 rs.
no, e tenha boas vozes : quem o tiver dir.ja-se 1 r'a1l",e,s d i4 I,ari'? de clcheles a 40 rs
fabricada travessa do Carioca n. 2, Caesdo Ramos.; J?".08. d.e S* I-*9, df loW)? ?*, e9^rrcs'
_-------------------------------------:-------------------- Caixinhas de clcheles a 20, 40, 60 e 80 rs.
Cosinheiro. Massos de grampos a 30 e 60 rs.
Compra-so um preto cosinheiro, moco bonita i-, Ditos de palitos lixados finos a 240.
gura c sem vicios : na ra do Sol n. 23.
- Compra-se urna escrava de 30 a 35 annos de j
idade, que tenha algumas habilidades, e que saiba
vendera ra : qnetn tiver dirija-se ra de Hor*
tas n. 68, que achara cora quem tratar.
Compra-se
constantemente ouro e prata em obras velhas : na
amiga e feliz loja de bilheles de lotera da prara
da independencia n 22.
VENDAS.
Duzia de caixas de phosphoros a 160.
Dita de facas e-ganos a 3 e 4*.
Dila de colheres de cha a 500 e i*.
Pe^as de cascarrilha de seda a 2*.
Ditas de cascarrilha rinzenia de la 1*300.
Ditas de fila branca para debrura a 160, 200 e
240 rs.
Ditas de tiras bordadas a 2* e 2*500.
Ditas de ntremelos bordados a i500 e 2*.
Ditas de fila de velludo estrella c larga a 800 rs.,
1*000, 1*200, 1*400, 25, 3*, 4*. 6*. 6* e 7*,
BARTIIOLOMKF A C.
itna Larga do Hosarlo n. 21.
Vende:
Ventosas de gomma elstica.
Esmaltes para ourives.
Fundas inglezas.
I Vidros de bocea larga rom rolla.
Tinta branca em massa para pintura lina a 200 rs.
a libra.
Machinas inglezas
I para descarocar algodao ;is melhores ipie
tem vindo a este BOtada : ra da Senzala
Novan. 42, em casa de S. I*. Jolrob-n
AC,_______________________________
Vende-se a ariaacao e aertaatas da i.it#rna
da Soledade, rna de Joao Fernanilrs Vieira n. M,
muito afrecuezada e em boa ah.la'l
Vende-se. urna muala de 'M) aManJam rnjmm-
madeira, cozinha bem e lava de mU> : na prara
da Boa-Vista n. 30, segundo andar, ao pr do rha-
fariz.__________________________________^^
BOTICU..KTIILJIE *t
Ra larga do Rosara a. 3 i
Vende:
Todos os remedios do Dr. Cluble.
Capsulas o injerrao a y matieo.
Injeccio Faugi
Pilufas do Dr. Alian.
Pillas do Ur. Laville.
400,500, 600, 700,800, 900 c 1*.
Varas do fita de velludo lavrado a 160 e 240
1 Dila- de cordo do la matisado para quadros
Vende-se a armacao do deposito do boceo 320 rs.
Largo no Becife, por preco commodo : a tratar no Ditas de aspas para balao a 100 rs.
mesmo. | Ditas de galio branco para os mesmos a 100 rs.
i Ditas dc tramoia e babado a 80, 160 c 240.
: Ditas de bico das libas a 120, 160 e 200 rs.
Ditas de bicos e rendas a 80, 120, 160 e 200 rs.
Vende-se urna negrinha d" II annos cora algu- Ditas de bicos prelos a 120, 200, 320 e 480.
mas habilidades : na ra das Larangeiras a. 18, f>iias de franja de_seda _a 400, WOe 600 rs.
segundo audar.
Varas de fita de velludo a 100, 160, 200, 240, 320. Pilulas do pohre-nomem, excellentes contra rketa-
ATTKNC40.
O Amigo do Poco acha-se
ia po|
folha.
. venda na livra"
na popular, ra do Imperador n. 67, a 80 rs. eada
O hachard
Francisco Augusto da
adeogado
RVK 00 iMPEnAOOR N. 69.
Costa
ier, .dirija-se ra
com quem tratar.
'Aluga-seoquartoaaiiar.com solio da casa
ilaja do Trapichen. 18: aullar no escriptorio.
Cognac.
Vende-se cognac frencez em caixas de duzia:
no escriptorio de Rothe Bidoulac, ra do Trapiche
numero 18._________________________________
Plvora.
Vende-se plvora ingleza fina, em barris de 23
I libras c. h. em lotes a vontade dos compradores, e
par preco mdico : a fallar no escriptorio de Botho
A Bidoulac, ra do Trapiche n. 18, aonde as amos-
tras sio patentes.______________________
Farelo a 308OO.
a sacca, azeite dc carrapato a 2* a caada c 260
rs, a garrafa: no armazem da Estrella largo do
Paraizo n. 14.______________ '
~ Vende-se no armazem da roa do Tra-
piche n. 48, de Monhard A (-., vinho supe-
rior de Bordeaux, chegado ltimamente,
] Ditas de franja com vidrilho a 600, 700 c 800 rs.
Ditas de galio de seda pelo a 400 rs.
Ditas de galio de la para dobrum a 160.
Ditas de galio de seda para debrum a 120 e 240.
Ditas de labyriulho grade a IzO, 200, 320 e 400 rs.
Ditas de fita degrosdenaple dc 4 o 5 dedos, o mais
rico que se pode desejar para lacds a 1*600 e 2*,
ha livros dc mostras dos objectos cima especifi-
cados.
Farinha demandioea
de Santa Camarina, e da mais nova que ha, em
muitos bons saceos e a prero commodo : no ar-
raazera do'Annes defrbnlo d alfandrga.________
Para familias.
chegado na nova loja de miudezas na ra Di-
reita n. 104, um rico sortimento do modas, e os
muitos desejados enfulles do rede com froco, dilos
coai filas cascarrilha, ultimo gosto, a 5* cada um,
garanihdose as familias, o desafio de bul no qua-
quer oue se aprsenle dc melhor nesta fazenda.'
matismo.
Pilulas para sezoes.
Pilulas e ungento liollovay.
Phosphato ferro de I-erras.
Todos os remedios de Kemp: pastilbas, pillas,
anarahuita, salsa de Bristot. etc. E muitos outros medicamentos e especialidades
que sempre se encontraro era dila botica.
Na rna da Cadeia do Becife. defronte do are-
co Largo n. 23, vende-se um braco V bateara
grande, (autor Bomao) inda novo, duas fc-ctrtdara*
grandes de broca tambem novas, urna correte de
ferro que serve para amarrario de bote on rano,
e urna grade de ferro para varanda. Nesta a jm
rasa d-se urna boa porcio de pedra a qwnt a
quizer ir buscar, pagando por ella naieaawala
importe deste annnncio._________________
Vende-se nina preta robusu, aro>tuiaa.ta ao
servirr.de r.ainpo e lavagen de roitpa, o que tez
com perfeico, mas que pode ser apajanan a an-
tros serrinos, e urna negrinha de 7 ann *, Bo-
nita peca : na ra da Cadeia do ladh n. 30, pri-
meiro andar.
"TMgAOr
Vende-se um lindo moleqne de ilade de 13 para
14 annos : ver e tratar, na ra do Hospicio no-
mero 40.
Vendem-se 4 eavallo* nov.x o de bonita Usu-
ra : om Santo Amaro das Salinas, sitio jnnvao
cstabelccimento do'Cambrone.


4Hri flf.^CWW Mitaca '*r
Wf -**r
*-
1
(irande quida#io
de faieadas u toja do Pavio, ra da Impmti i b.
W, Je ttMia *Nh .. ,
Aca-sc este astabelec I Bienio completa mrnloior-
tidode fazendas hyletas, francezas, alletnaes e
suissas, propria tanto para a praca como para o
mato, prometteiilo vender-se mais barato do <|ue
em outra (ualqfter parte principalmente sendo em
portau e de todas as fazendas do-se as amostras
deixando ficar pentior ou mandam-se levar em ca-
si pelos caixeiros da toja do Pavo.
As chitas do Pavo.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato preco de M) e 80 rs. sendo tinusstgu-
rts, ditas francezas linas a 320, 340, 360, 400 e
COO rs., o covado, ditas pretas largas e estrellas,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado isto na
loja do Pavao ra da Imperatnz n. 60 de Gama &
Silva
As cassas do Pavo a 210, 280, 300 e 320' rs.
Vendem-se liuissimas cassas persianas cores fi-
zas a 320 rs. o covado, ditas francezas muito linas
a 2'0 e 280 rs., ditas ngzezas a 240 e 280 rs. o
covado linissimo organdy matisado com desenhos
miudinhus a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laziuhas da tiposirao de Pavo.
Vendem-se as mais modernas liiazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de una ? cr cu de listas mindihas com 4 pal;
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
pirro de 'OO rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de qnadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas imtisada muito linas a 600 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita lambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Maria FU com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas *e una s cor parda, azul, cAr de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaWes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 c 100 rs., isto so na loja do Pavao, ra da Im-
perariz n. 60, de Gama' & Silva.
Os chales de Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 6, 73s 8. ditos de porta re-
donda a 75 e 84, ditos |-etos ricamente bordados
a retro* com vidritho a 125, ditos pretos lisos a
5, ditos de cores a 45300 c 55, ditos do merino
estampados a 25 e 3,drtos de lita a (5280 e 25,
ditos de retre-r (ircto para luto a 65, isto na loja
do Pavio ra da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
Fazendas pretas para a qaaresma veade o Pava*.
Y.mde-se grosdenape preto rnif'o superior a
15600, dito a 15800; 25, 25,"W0, J80' c 35, mo-
reantique iprcto rnoj >uperior r. 35 c 25800, sar-
ja preta hespanhola tnuito encordada a 25, isto nr.: Prezunto para timbre
lja do PaSo ra da Imperatriz n. 60, de Gama q^ uxm mininho vi
9 LARCO no i a no 9
GRANDE SORTIMENTO
C LAR 111
DE
C011MERCIAL
RA DO OIIBIHAIIO M. 45*
. Paseando o becco da Congregado segunda casa.

PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participan! aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam d.
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquei
annunciante, como verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
naos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1000 para
cima terao mais 5 a 40 por cento de abatimento, os proprietarios scientifleam mais que
odos os seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabeleciwttUo.
MffiUeiga inglexa flor a 8oo o 10 rs. a /ib j Vellas de cariMuba e composicao de 32o z
dem francesa a mais nova do mercado a 6oo 36o rs. a fcbra e de lo,ooo a i i ,ooo rs. a
rs. a libra, e"S8o rs. em barril. arroba.
*dem de porco retinada muito alva 46o rs. Genebra de Hollanda em botijas de conta a
a libra.
ammud
NOFIDADE.
Pcreira Itocha&C. acabam de abrir na ra do Qucimado n. 45 um armazem de molhados denominado Claiim autrnerami.
onde o respeitavel publico encontrar sempre um.completo sortimento dos melhorcs gneros que vem ao nosso mercado, twqca
aero vendidos por precos-muito resumidos como o respeitavel publico "ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom pe*
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
\rroz do Maranho, da India e Java a 60, 80 Cbouricas e paios muito novos a 800 rs. a, Palitos do gaz a 2200 rs. a p
e 100 rs. a libra e 10800 a 20600 e 30, libra.
a arroba. i Cevadinha de Franca muito superior a 220
Kmeixas francezas em latas e em frascos aj rs. a libra.
1,5200 e 10600 emlitits grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
25500. Ervilhas portugnezas a 640 rs. a lata,
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas dem seccas muito novas' a 200 rs. a libra.
com ricas estampas no interior das caixas( Figos de comadre e do Douro em caixinhas
a 124000,15400, 15600 e 25- de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
\mendoas com casca muito novas a 280 rs. I 15800, 55500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranho a 160 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 45G00 a arroba.' Farinha de trigo a i 20 rs. a libra.
\zcile doce francez muito fino em garrafas Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
grandes a 960 rs. a garrafa. a 560 rs. o frasco c 65200 a frasqueira.
dem de lisboa a 640 fs. a garrafa. dem em garrafoes de 3 e 5 galoes a 55500
Araruta verdadeira de malarana a 320 rs. a e 75500 cada um com o garralao.
a Soo
rs. a libra.
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
5 Silva.
0 1*9 ao vende pra luto.
Vndese superior setim da China fazenda toda
de laa s;m lustro tendo 6 palmos de laCMM P-ro-
pno.para vestidos, paletots, rapas etc., |wlo liara-
as prtm de 23, 25200, W'oOO o covado, cursas
giretaslisas, chitas pretas largas e estrevavctales
de merino lisos c bordados a vidrilh. mnnjuitos
oigollinhas 3ootros mc'itos arligos qte -se ven-
dom por prepts razoaveis : na loja do Pawae ra
de 'Itnperatrc n. 60, de. Gama & Silva.
Os corp#!ws do Pava
Venderse os mais irodernos coqMWhis liraia rimnente bordados e enfeilados :. 7 e 85 ;
wa hija duTavao, ra da Imperatric .'Ct, de Ca-
ima & Silvc.
Os ve* idos do Pat
Vende-re ricos vestidos de grosdcnaple preto ri-
camente bordados s veludo |wk) terdie preco de
405, MB c 10 ; ditos de cambraia lirancos ricamente bor-
dados a croch, seodo nroprios para baile e casa-
mento*. 10, lo, 20 e a05; ditosde lia com lindas
barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Si toe.
Os nannos do Pavao.
Ven:'.e-se panne preto muito pense pelo barato
preoo de 25, 25300,35 e 3?o00, ditos muito tinosa
45. o e 65, cortes de casemira prela enfestada a
45, 4o00 e65,cascmira preta lina de urna s
largara muito tina a 15800, 25, 25S00 o 35, cor-
tes de casemira 6c cor a 55, 53500 e 65, casemi-
ras"osfrstarias de urna s cor pro|irias para rala,
paletuts, collete, capas para svenhorr., roupas para
meninos a 35 e 35500 o covado, Ms na loja do
I'av na dafr.iperatriz n. 60, de* ama Cv Silva.
A roupa do Pavo.
V;:idem-sc fletis de panno proto sobrecasa-
ceslazenda muito boa a 125, ditos niuito liuos a
1C5, 03,-2o&e 305, raleas de rasamira prcta boa
fazenda a 4*S90,55, 65,'75 '5, paletots saceos
de panno preto.a 75. ditos de caseintra de cor a
' 65 e 75, ditos de alpaca reta, ditos de merino
prro, ditos dobrini de cores, cnloac de casemira
do cor a 45, S, 65, 75, ditos itc caxemira da
Eseossia a 3, ditos de brirn pardo& 25501, dikis
do-cor a 25 e S.5O0, ditos bnmoos muito finos,
sto: na loja do i?ivao, ruada tmiierariz n. 60, de
Gama 4 Sirva.
Os cortinados d -pavao.
Videm-M 'os cortinados propftes para janel-
la ociimas pelo barato preco de !'*- o par, sendo o
melhnr <|iie har.o mercado: na ra a Imperatriz
in. 60, JUcolchas de Pajito.
Veniem-seooiihas de linho alcoshoadaa pro-
prw< para cania ,-co barato preae ie 55 cada mua
.na-ra da Im|e5'riz n. 60, de Carne* Silva
As pteecalas do PMM>
Vaadam-M as t-.iais lindas (.recalas que tem vin-
do ao mercado fcagadas pelo ultimo vapor fran-
.coz, pele barat pfeco do 600 rs. fi -covado, ditas
-de lislnnia niuito-s.iudinlias propriactpira vestidos
e roupas de nqpiaes e meninas peloibiralo preco
de 500 rs. ; s o Pavio ra da Imperatriz n. 60,
taja de.Cama 4 Silva.
tf>6 souteanbarques de Pavao a
ttff e 1* so o Pavo-
V^ndem-se os mate lindos soo^anbaroues que
leaa-vindo ltimamente de laazinliae ca-uixnira n-
caaieiite bordados e esfeitados, cores muito delica-
das *elo harato pre?o-de 105 e. 155 5 fazeBdaesla
que z> oulras lojas se vendem por 205 o 55, 6
s pa liquiiar : na-leja e armazem do Cario
ra dt /mperairiz n. -C de Gama 4 Sil-va.
As efalas do Pavo 044 e
tSOO o corte.
Vendem-ee Sirtes de bita com doze ovados
cada corte, ditas <-om dez ovados a 25400, fazen-
da muito boa, -e -que nao dasbota, s na loja do Pa-
vao tem esta peeuincha ; a iua da Imperatriz o.
-60 de Gama & Silva.
Las de nena s cor.
Vendem-se laziuhas de urna s cor, sendo en-
cimada, azul, eiozeata, cor deeale, lirio claro, ii-
Ifjo roxo cor de perola pelo baratissimo prego de
6Vi o covado, fazenda muite fina t> o Pavo, ra
da imperatriz n. 60 loja e armazim de Gama 4
S.vx
Panno de linho.
Veade-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences, toalhas e eerotjlas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
ndo de conta propria, i Massaspara sopa macarrio, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e mento.
dem -estrellinha, rodma e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. acaixinha e a 6oo rs. a
libra.
Hoce-de guiaba em caixas de diversos tama-
ngos de 6oo a i,-ooo rs. o caixao.
Erva dooe a 64o rs. a libra.
ITpaques a 24o rs. carta e 8> aaixo.
d?8Ke em latas muito novo ; savcl, pescada,
corvina, salmo-e outras murtasqualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de l,2oo-a i,8oo rs. a tela,
uho, das seguintes marcas : Duque, Ge-^igos emcaixasde i arroba, l/t e 8 libras
numo, velho secco, especial lagrimas do- a 8,ooo 4,ooo e 2,ooo rs. a cnxmha.
es de 1819, vinho especial D. Pedro V., 'Barris de vinho tranco de quinto, marca B
-vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-! & Filho a 60,eoo rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos mt Ilones conservet-
Iho superior, madeira seoca de superior ros de Lisboa a 64e- rs. a htiifoade 1 libra,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lo-! ha latas de 1 Va o 2 libras.
cial, vinho do Porto de *,ooo a l,2oo rs. j a 64o rs. a lata,
-a garrafa-e de lo,ooo a*4,ooo rs. a cafes Ameixas francesas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
"o meltior do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem nyson de superior qualidade a"2,6oo rs.
a libra.
dem perolao melhor que se podc-desejar a
2,7oots. a libra.
dem prots muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixoipouco a 2,ooo rs. a libra.-
Idem mais baixo a 1,8oo rs. a libra.
Casfcmhas maitoinovas a 2,ooo ts. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bonho ft-ancez e em caixinfcas de 7oo a
l,5o3 rs. cada urna.
Vwiho'o Alto Bouro vindo d Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
caixinha, tambem ha latas de 1 V a 61-
com urna'duzia.
*olachinha-de soda especia! encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. c bras de 1,2oo a 4,5o& rs. a lata.
lata. dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
Riscoito in^ezes das moMiores marcas om rs. o frasco.
Iatinhasdc2 libras al,Soo rs. a lata. .Chocolate portuguez, hespanh3l, francez e
lti3m inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras! suisso a 1,2>o rs. a libra.
de 5,ooo a 6.000 rs. a 'ata, e em libra Conservas inglesas das segomtts marcase
800 rs. Mixde-Piclos -e cebollas simples a 75o rs
Queijos dorein chegadosi^elo ultimo vapor | o frasco.
a 3.000 rs. cada um. Ancoretas dewmho colares a Eo,ooo rs., e
dem prato a Doo rs. a libra. a 72o rs. a garraf
'Vmho em pipa das mais acreditadas marees Sardinhas de Nsnles a 32o rs.e latinha.
como sejamB F., PR, JAA, outros Charutos das mais acreditadas marcas de
murtas marcas, Porto, Lisboa e Figueira;! a I600, 2,000, 2.5oo e 3,5oo rs. a caixa.
o"e 48o, 5o, 56o, 64o e 800, rs., e o do dem suspiros de Jos G. P. a*,4oo a meta
Porto fino em garrafa, -e em ojiada a caixa.
3.000, 3,5oo, 4,000 e 6;5oo rs. o melhor Champagnhe a-mshordo mercado de I2,ooo
do Porto. a 24,000 rs. e.gigo, e de l,2oo-a 2,ooo rs. a
IdsaiBordoauidas mais ac*editadas mar-cae' garrafa.
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,ooo rs. a caixa. Papel greve pautado ou liso a 3,590 rs. a res-
Garrafes com 5 garrafas de superior vinhc
da Porto a 2,-2oo rs. com e garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho a Figueira mak
p?eprio para c nossa estadio por ser maie
fresco a 2,4oc rs. com o gsrrafao.
ma.
dem de peso pactado ou lizo -da 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Matarana a 3o pe...a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 283 rs. a li-
dem com 5 garreas de vinagre a l,2oo rs- [ bra.
com o garrafao. Palitos do gaz a 2,2o3 rs. a grosa e Soo rs. a
Vinho branco o mtis superior que vem a duzia.
nosso mercado z 56o rs. .garrafa, e a ,asos inglezes de 4,a 16 libras vaaiee, muito
proprio para deponito de doce manteiga
ou outro qualqner liquido-de -/)oo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das meihores arcas e mak finos
a l,ooo rs. a garrafa-e em caixa (erabati-
mento.
Cogaac verdadeiro inglez a 9oo rs. agarrafa
e Chounicas as mais frescas rs. a libra.
Genebra de laranja em irascos granee* a
l,2ee rs. o frasco.
a vara,
com 10 palmos de largura a 2*500, algodozinho ,- Franca a 24o rs a lihra
monstro com 8 palmos de largura a t, pe^as de I sevaoina UC r ranea a 240 rs. a nnra.
Hamburgo com 20 varas a 9*. m e HA pecasde I Saffu mmto novo a 28o rs. a libra,
madapolao fino a 7A500, 85, 9* e lOvS, ditas de Mestarda inglcza em p a 1(5 O frasco.
a1so.iriozinho a 6*300 e U, e outras muitas Cebollas a 8^! a caixa e l,2oo rs. o molho.
fazendas brancas que se vendem muito baratas |
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavao ra da
imperatriz h. 60, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largura.
Vende-se bramante de nh puro, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo niie
tem vindo ao mercado pelo barato preco de 25800
rs.a vara ; s na loja do Pavao de Gama & Silva,
aua da Imperatriz n. 60.
As precalas do Pavao.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas de lis-
trinha muito miudinhas proprias para vestidos c
e roupas de meninos e meninas pelo barato preco
de 300 rs.: s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loje dt Gama \ Silva.
Os bales do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcos tan-
4,2oo rs. a caada.
Velas deesparmaeaie as melhofes neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o mace, e em cai-
ta ter grande abatimento por haver
grande porco.
Azeile dooe em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francs refinado a 8oo rs. garrafa.
Krvilhas francezas e puiUiguezas a lata.
Bocetas eom doces seccoc de Lisboa -e 3oo
a 3,5oors. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo r. a libra, e a Ser-veja das mais acreditadas marcas a
9,ooo js. a arr-sba. | 6,5oo a duzia e de mais a $oo rs a garrafa
Botijes cora 10 garrafas 4a azeite V*a dem embotijas e meras, sendo preta a
vioo. muitooreditadamarca T de,5oo a 7,8oo
Caf de l.1, 2.a e 3.* qualidade de 26o, 3ao rs. a dcaa.
e 36o rs. alibra, doCear de8,5oo, 8,7oo., Pimenta do feino a 34o rs. a ufara.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranho a lio rs. a libra.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,8oo a Tijol5 para Impar facas a 16o rs. cada um.
3,ooo a arroba,. e de 8o a loo rs. a libra. Cominho a ioo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos. Caoella a 1 .ooo rs. a libra.
Vassouras de passaba de dous arcos de fer-
ro a 32o rs. cada urna.
Latas eom banha refinada com 10 libras a
4#5oo.
DE
DE
J. VIGNES.
X. 5.. RA DO IMPERADOR \. ..

Os pianos dcsta antiga fabrica sao'hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre a
- branC*,Snor ti?vhc Sbrarem "Ss e sua superioridade, vantagens e garantas que oljerecem aos eompraJorcs, qtulidades estas mcontesta-
so ^.^IIS;.. K veis que elles tem defmitivameute conquistado sobre todos os que tem apparecido.nesta praca ; pos-
que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
_ de proposito, o ter-se feito ltimamente melhoramentos imporun-
., quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
0 PavO V6n<1C U> NO veis aos ouvidos dos apreciadores. .
...,., de vestidos a Fazem-se conforme as encommondas, tanto nesU fabrica como na do Sr. Blondel, de Pans, socio
Vendem-se os ma hbw correspondente de J. Vtgnes, em cuja capital foram sempre premiados em tedas >s exposicoes.
Maria P.a. ^^J^^lJ^irmp^o Ne mesmo estabeliliment se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
* 85PadaUuolr naHoja doPavao ra da Imp- por meihores outores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo ludo vendido
ratriz o. 60, de Gama & Silva.
Graixa a 100 rs. a lata e liJlOO rs, a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 1*800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vt-
dro, a 1(9000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 960 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
1,5300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas ingieras muito novas a 3t5000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porcor efinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 410 rs.
Cha hysson, huchine perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Cerveja preta e branca, das meihores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos meihores fabricantes da Bahia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Ca do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 e 80800 rs. a arroba,
dem londrino chegado no ultimo vapor a dem de flor a 200 rs.
900 rs. a libra. I Amendoas confeitadas a 900 rs. a libra.
Carles de bolinlios francezes muilo novos e Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
muito bem entortados a 700 e 600|rs. | 20 e em caixiio a 640 rs. -
Passas muito novas a 480 rs. a lil ra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a Brlra
Painco a 200 rs. a libia.
Polvo secco muito novoj 400 rs. i libra
Presuntos de Lamcgo em calda uV reile *
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo Mi[i o- a I'*'
dem prato.
Sal refinado em frascas de vulto a eti-
cada um.
Sardinhas de NoMet I 3f r*.
Sng muito alvo c novo a 260 rs. a iibr*.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a
Tijolos de limpar facas I I 40 l
Vellas de carnauba pura a W8 rs. a 1 f-ra.
dem stearinas muilo superioni atiOOr. a
libra.
Figos em raixinlias crmrtfcameiiie lacrad
a I 600.
Vinho do Porto engarrafado o m.l'.or
ha neste genero e da \ arias inarr.i
sejam : Velho de 1813, Duque m Porle.
Madeira, I). Pedro, D. Luiz I. Maria Pa.
Bocage, Chamisso c outros a 800, !HX t.
10000 a garrafa, c em caixa com \m* du-
zia a 90000 e 100000.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra. dem empipa, Porto, Lisboa e Ftgoeiraji
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. alibra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos meihores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas linas para sopa : estrellinlia, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
40 a caixinha com 12 libras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparad pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de (lentes a 160 rs. o masso.
Palitos de (lentes a 120 rs.
480, 500 c 560 rs. a garrafa c 30, 3*.01
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc c S. Juii>n a 7<>
e 800 rs. a garrafa, e 70000 I 7,5500 r*.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 185.4, a li
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garra?* t
1-S200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muilo grande i I ->s**0 rs.
Alm ilos gneros cima rnei
mos grande porco de outros ije.e rimar! rjg
de mencionar, c que ludo ser ven lulo ; ->r
pecas c carnadas, tanto em porres como
retalho.
Quem comprar de 100(5000 ptfi rima te-
r o abate de 3 por cento.
UNIAO MERCANTIL
RIJA I1ACADEBA H RECIFE tf. 53.
NOVO E
GEA1TD3 AaMASBM DE MOLHADOS
RA DA CAREIA 110 RECIFE IV. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Recifen. 53, um grande esortido armazem de mo ,
norxnado Unio Mercantil. Nesic grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sor lmenlo drs n:
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porges ou a relall.o jm fmfm ssj
comuiodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida
de primeira quaiitladea 800 rs. a libra,
en barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril
oumeio.
Prezcntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a
qualidade, chegados neste ultimoapor, a 50800 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
10200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
800 rs.
Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
408OO a caada.
500 rs. o frasco e
a
72 rs. a libra.
Queijos flamengos ehegados neste -ultimo
vapor a 20800.
Queijoprato muito fresco e novo a 6iO rs.
a libia.
Castanbas muito novas'a 120 rs. a libra e
e 30OSO a arroba.
Cha uxi o melhor que ha neste genero,
mandato vir de conta propria a 208 rs. a !ii-;.i.
, Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para raimo, a 1020", 10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo rtieia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos meihores conser-' ^^.-T'1" nT0 a 24 "'a ,,br.a;
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a Cevad.nha de FranCaa 200 r,. a obra
Sardinhas deNanlesa 340 rs. OfMrtoc
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : s.v
vezugo, cherue, linguadc, lagostinia, a
10300 rs.
Salmo em latas, preparado jiela r.ora ttt"
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em alas de 1 libra i
ris.
Chourigase paios em latas de 8 e Mil M ra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a tra *
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs I lil a I '* *
barrica.
2 libras a 600 rs a libra.
Cha hyson uito superior a 2#560 rs. a l-!Fruclas em calda das meihores qualidades A/aruta verdadeira a 320 rs. a I
bra : cita bvson oroprio para negocio a nnA hapm pnrlllOTi ftm ia.AS hrmp,ira. Cevada a 120 rs. a libra e-d a
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
libra.
bra ; cha hyson proprio para negocio
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenlesj^'^g^jto novas a jg rs. a libra,
qualidades, -como sejam craknel, ttetoria,' Eaendoas de casca molle a 400 rs. a
piquelez, soda, captain, seed, bornez e Avelas mul0 novas a 200 rs a libra,
outras muitas marcas a 10350.
fioachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinlias hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 105fiO.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada orna.
Pas6as muilo novas, ebegadas neste ultimo
vapor a 50o rs. a libra e 30 um quarto;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 600 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Farinha do Maranho a ISO rs. a libra
libra.
arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 408H)a srn o-
Batatas muito novas em gigos com 40 Ir
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com m.-is de W
da um.
Amei"s"confe'itada de" diversas cores a Caf lavado de primeira qualidade a M i
800 rs a libra a llbra e 9d a arroba-
Maesas e peras chegadas neste ultimo vapor,, CtB w!o7 .nT'" "^ '?
muito perfeitas, s vista se faz o preco. D e FP wv arm,,a-
Conservas inglezasem frascos grandes a 750 Cafe do Rio, proprio para neg-.o,ah
rs. cada um.
Arroz do Maranho a 100 rs a libra e ?
Ervillias francezas e portuguezas em latas de A|T0Z d iava 80 rs a |lhra ,rm
1 libra a 640 rs. arroba
Eryilhas seccas muito novas a 160 rs. a Ve||ag de spermaccli a im r5. ,,.. ,
ra- 540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o a&3>-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixao.
a -
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Vinhod,B7rto laranja em fJrasC0.s|grandes* lll^rriojSilSri Mi IH r?.
eme s pode desejar de 70500 a 8*000 a Cerveja branca e preta das meihores marcas j bra em caixa ^ faz abatimentn.
caixa e 720 a 800 rs a garrafa. 9ue ha no mercado a 500 rs. a garrafa e Eslrellinha,pevide earroz dems pan <- r
xas com vinho do Porlo superior de 90 3*800 a duzia. % | a 600 rs. a libra e 30 a caixa ron. I As*
a 10 a duzia c 900 a 10 a garrafa; deste Cognac inglez de superior qualidade a 800 Pa|los de dente lixados com Hora 200 t*
genero ha grande porco e de differentesj e 10200 a garrafa. 0 masso, ditos lixados sem flor a l;0 r.
marcas acreditadas que j se venderam | Licores francezes das seguintes qualidades:! o masso con
por 14* e 150 a caixa, como sejam: Duque
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de egommar muilo fina a 80r. .
e de oulras muilas mat cas a 10 a garrafa j libra.
e 100 a caixa. Banha de porco refinada a 4h0 rs. a 'it i -
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
90 a duzia. j Charutos dos meihores til U '. !
400 480 e 560 rs. carrafa, e 30, 34200 Mostarda ingleza em potes j preparada a lix, em caixas inteiras ou em meias, -m
e3500 a caada. 400 rs. | 10600, 20 e 30.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Moslarda ingleza em po, em frascos grandes, Presuntos do remo, vmdos de cenia pro)
do Torio, Lagrimas do Donro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto,-Figueira e Lisboa, a
tiprecoscmmodosrazoaveis.
j engarrafado a 640 rs. agarrafa e a 500 a 10 cada um.
rs. de barril. iSa' refinado a 500 rs. o pote.
de casa particular,a SOO rs. a libra; ir.ie-
ro se faz abatimento.
Ossenhore que comprarem de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
i


tsario
Un 19 de Malo de !!
Largo da ly^mp-
I Santa Cruz Ir
tr^-.
i n. 12.

*.
.-..
Esquina da
na do
Hua da Senzalla \ova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas dt
ferro coado libra a HO rs., idem de Lew
Moor-libra a 120 rs.
srahde CURA
P.IR.4 TODAS AS MOLESTIAS IM>
Sebo n. 12^ BBiBL i I!E U DRIIU'
llttlLH.WTE \l'B0B\
9TOVO E
GRANDE ARMAZEM DE MOLDADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires tem a honra de parlieipar ao respeitaxel publico
que boje abri uro novo estabelecimento de moMjadus denominado Bi litante Aurora, ae
largo da Sania Cruz n. 12 esquina da ra do Sebo n. 12.
O proprietano deste novo estabelecimento pede a todos os seus amigos e fregnezes e
an benevulo publico desta cidade c do interior, a sua protereo para este aciado estabele-
cimento, certos de que em tem/o algum abusar da confianza que at hoje lhes tem de-
positado.
.No novo armazcm encontrar-se-liasempreum grande sorlimento dos melhoresgneros A
que vein ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, certo de que em parte y
algoma se vender mais barato e mehores gneros tanto em porgao como a retalbo, do
que no arniazom da Bnlhanle Aurora.
A satisfago da Brilbante Aurora vender muito e muilo barato, mais a dinheiro ;
a tabella do prego de seus gneros serio mudailos todas as semauas :
^S^ST nOVaSOm ,atSa ,*A0' de multa* ,||j 1|,,
Ditas em raixinhas muito enfeiladas com haperola a 3* e 35200.
bonitas estampas a 1*400, 1*600 e 2* R'. "".'"J.muiio superior a 35.
Chocolate francez, liespanho su.sso e por- ff &*]& "I*800"
tugues a 152u0 e 15 a libra. Rlt0 h>sson m,rt,n.a 2*
Marmelada imperial dos melhores conser- mais graudo a i#800
ve.ros de Lisboa a libra 600 e 640 rs Rito Teoa0 n,ml lma25,25500 e 25800
AS
Latas com diversas filelas em calda a 500 rs.
Ditas com ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. ajibra.
Ditas com figos emticamente fechadas a
1*600 e 2*300.
Ditas com peixe de posta ensopado a 1*
Ditas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com lingiiiras fininhas vindas neste
vapor a 6*3'0."
Dilas com sardinhas doNanles a 360e 600 rs.
Ditas rom bolachinha de soda nova a 2*
Dilas com biscoutos inglezes varios ttulos
a 1*400 rs.
Fraseos com musfarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira genebra de laranja
a 1*120.
Ditos grandes duas garrafas de bollanda 1*.
Ditos com urna garrafa 5^0 rs.
Dito> com conservas d.e pepinos a 800 rs.
Dilo- (
800 e 15-
Ditos com azeilonas e ervas a 1*.
Capachos para i>ortas pintados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Manteiga inglesa flor a 800, 900 c 1*
Di la segunda sortea 640 e 720 rs.
Dita terceira sorle a 400 rs.
Diia franceza nova de 64 a libra 600 e 040.
Dita dita de 63 a 340 e 560 rs.
Dila inglesa em barril a 600, 720 e 800 rs.
Dita francesa em harriae matosa 830e540.
B.niha de porro relinada premia para ba-
nlia de cabello a 440 e embarril a 400 rs.
Dito prelo em massos cuvullo a-1*600 e 2*.
Espermacete fino o masso a 540, 600 e 640.
Velas de carnauba arroba 10* e libra 360.
Hila de composicao arroba9*5O0e Iibra320.
Charutos nao ha quem tenha melbor sorli-
mento em canas de 100 e 50 lodos dos
melhores fumos de S. Flix de 2* a 8*
a ca xa de cen.
Caf doBio arroba 8*500 e 9* e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 3*200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 2*500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Nozes arroba 4* e libra 160 rs.
I Amendoas libra 240 rs.
DE TODOS
FIZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.*
1H>< OICHIO-SI \IIWI
0 verdadeiro e principal armazem de molhados o di
Alpista arroba 4*800 e libra 160 rs.
rom ditos de mexides e oulras a 700\ PiR<:? urulf l',ra, ? *
P |5 Sevada arroba 2*500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
Passas novas caixinhas de 16 e 8 libras a
25300 e 1*5-0 e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
1*200 e 640 rs.
Saceos com gomma, arroba S5500 muito
boa e libra 180 e 200 ri.
Dita de araruta verdadeira arroba 8* e li-
bra 400 e 480 rs.
Alelria e maearrao a libra a 400 rs.
Kstrelinha muito nova a libra 480 rs.
Presunto novo de lamego para panella a
560 rs. iutoiro o libra 640 rs.
Chcuricas e paios novos a libra 800 rs.
Cerveja branca c presa a dnsia a 5*300 e 6*
% i.hos linos ha o niclhor a
desejai*.
Vinho do Porto em caixa dos melhores au-' Vinagre de Lisboa puro a 1*600 a caada e
torosa 125,145 e 16*.
Dito em pipa a caada 55500. 65 c 7* e
garrafa a 720, 800 e 15.
Dilo xerez muilo lino a 15280 a garrafa.
Dilo Madeira a 15400 a garrafa.
Dilo da Figueira puro a 44500 a caada e
garrafa a C40, 560 e 500 rs.
Dilo de Lisboa a 3*200 e 35300 a caada e
garrafa a 400 e 480 rs.
240 rs. a garrafa.
I Carlas rom tono da China a 220 e 240 rs.
jToucinbo de Lisboa arroba 8*800 e libra
280 rs.
Dito de Santos muilo novo igual ao de Lis-
boa arroba 75 e libra 240 rs.
: Figos do comadrea libra 280 rs.
Qurijos do reino muito novos a 35200.
llolachina tnglcza nova a barriquinha 3*.
, Tijolos de limpar faoas a 160 rs.
Massos rom palitos para denles a 160 rs.
* Grosas com palitos do gas a 25200 c 200 rs.
a duza de eaixinhas.
Latas com grasa duzia 15 e 100 rs. a lata.
Jloioes com dila 97 a 280 rs. .
Vaswmras do Porto de piassava erossa a
100 rs.
: Molhos com sebnlas novas a 15.
; Saceos grandes eom farlha nova a 55.
-, Caniles de va;ias frucias do p.i a p.-irraf:! Ditos com farello de Lisboa a 3*800.
SOO rs. Comnnos, erva uom, ptiueuia c mims de
i Garrafes rom 25 carrafas de genebra de- louroa libra 400 rs.
hol lauda 85300. Rala ios para posturas de meninas para di-
Copas lapidados para vinho e agua a duzia versos oreos.
3*500,4*500 e 55500. Caixoes vasios para planlacos de muila
Ditos de cores a 65300 e "&. | qualidade.
Assim como muitos outros objertos que deixa-sc de mencionar, mais ludo de pri-
nieira qualidade por piceos barassimos.
: \-. "fio T59? ^SbtSVr TfiS- Sffljr :^:::^? ^wxr^:'
Ditobranco puro de uva a 640 rs.
Dito mais baixfl a 480 e 5 0 rs.
Dito Bordean! branco e tinto a 75 e 85 a
caixa e garrafa a 640, 8 0 e 15.
Dito museaiel a 95 a duzia o 15 a garrafa.
Dito de caj" clarificado a 15 a garrafa.
Cognac verdadeiro a garuara 15 o 1*280.
Licores finos em garrafas braucas a 1* e
1 80 rs.
Azeite refinado a garrafa a 1*.
NJECCAO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO..
GRIMAULT E C' PHARMACEUTICOS EM PARS
Novo IralanMUUl (ire|Mrmu COUI as folln de Mallro. rvore do Piru, |iura a cura r|iiilu e luliilli ni
da (rtinorrliia sem necio alenm da cntraci;o do canal mi da iiitluiiimacSu dos intestinos. O clebre
loiilor Rlronl, de Pars, ter renonciarto. desde sua appariQao, ao emprcuo de qualqucr oulni tratamenlo.
Emprega-ae mjrrrao no comijo do limo, as capsulas am lodos os ca.-os chruuicus e inveterados, que
rcalstirio as prcparac.5e do copahu, cubetia c as Injeectc* com base metallica.
Depaitn geral: em Paria, em ca?a de MM. Grimnuii c c, pharmarcntlroa, 7, ra de. la Feuillade;
em / .i>!"", Jnar-%Koalliilio .-Flrn; cin o flio-de-Janriro, Gealas, 10}, ra S. Pedro: em Baha, J lielm; cm Ro-Crande, Joaqun de Godo;; em Haranho, Ferrelrn e C"; em Pernambuco,
hoiim e C, rna da Cruz. 22; Souaa. e as prinripaea pharmacias do llrazil.
[(oposito geral em l'emambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
ARMAZE
23Largo do Tert30~23.
De Remp
Compostas dos dois novos resinoides cbam-
meute Urces de Morenrio ou ontros venenos!
mineraes ou metallicoa, ao di* ssande titili-f
daile nos paizes clidos em cazos de
DYSPEPSIA, EKCHAQECA,
Con>tipacao ou Priza do Ventre,
PADECIMETOS DO FIGADO,
Affeeqflte Biliosas,
HEM0EP.H0IDAS, CLICA,
kloricia,
FEBKE GASTRO-HEPTICA,
E iilrasrnfrrniiilinlr>nIotas.
Ellus vao rpidamente substituindo os anfigoa
purgantes drsticos.
A venda as boticas de Caors A Barboza,
na da Cruz, e Joao da C. Bravo 4C, ra
da Madre de Dos.
Nova expsito de fozendas
baratissimas.
Loja d.i Arara-fu da liujier4riz b. 56.
Oproprietario desle grande estabelecimento, Lou-
rengo ['reir Mendes Guimaraes. prometi sern-
pre vender barato para apurar dinheiro.
4rande pechisseha, cortes de v:\s-
sa a *>> !
Vende-se rortm de cassa franceza para vestidos
a i&, dilos a 2&SO0, corles de cambraia de palmas
solas com 1 vara de largura a 25, Jilos com ba-
ados a : : na ra da Iinperairiz n. SI), luja da
Arara.
Bramante lie lindo a SOO.
Vende-se bramaste de linlio de 10 palmos de
largura, proprio para lenres, a 25200 a vara,
! panno de linbo de 4 palmos de largura a lilO a va-
ra, liamburo de linhoa 440, 510 c 000 rs. a va-
ra, bretanba de linbo fino a 640 e 800 rs. a vara,
bnm de linho branco a U200, 1400, 15G00 e 25
a vara : na loja da Arara, ra da lapcratris n. o.
Filo de uho a HAO rs.
Vende-se fil de linbo muilo fino a 800 rs. a va-
ra, dito de cor e branco a 4C0 rs. o covado, larla-
lana de cor a 640 a vara : na ra da Imperatriz
n. S6.
Cortes de casemlra a 2.
Vende-se cortes de casemira de cor a 2.5. ditos
finos a .'(5, corles di paop franceza a 15600, dilo
de liriin pardo a 15800 a 25 : ra da Imperalriz
n. 56, loja da Arara, de Mendes Gnimaraes.
Chitas da Arara a ftO rs. o co-
vado.
Vende-se dulas escuras celaras a Silfo 280
rs. o covado. ditas franeprac a MO, 361), '00 e 440
rs., risrados Irancezes a 180 rs. o covado. gorpu-
ro de linbo para vestidos a 280 rs. o covado, fus-
tao de cores a 'ix) rs.. rangas para calcas e pali-
lols a liOe 500 rs. o covado : na ra da Impera-
lriz n. 56.
A Arara vende balees a '.\->.
Vende-se baldes de 15, 20, 25 e 30 arcos, dos
melhores que tem tindo ao mercado, a 35, 35500,
e i-3. e dilos de brilhaniina a 45, ineias para se-
nboras muilo linas a 500, 400 c 320 rs. o par, di-
tos para meninos a ls280, para acabar, na loja da
roa da Imperalriz n. 56.
A Arara receben novos sonicnibarqnes pelos
de grosdenaple ricamcnie enleiados, e qs vende
por 225 o 25-i, rapas pretas muilo bi-m enfeiladas
o manteletes de grosdenaple de superior ipialida-
de : na loja da rna da Imperalriz n. 56.
Cassa uryamhs a 250 o covado.
Vende.-se cassa organdys para vestido a 2i0.
280 c 320 res o covado, corles de dilo com 11 eo-
vados a 3$, ditos de laa com barra a 85 : na ra
da Imperalriz n. 56 di- Mendes Gnimaraes.
A Arara vende madapoln franrrz CNfustado a A.
Vende-se pecas de madapolo franci-z enfiestado
a 45, dito iiiylrz com 2i jardas a 65500, 75. 85,
!l o 105, pecas de lgoito encorpado a 55, 65 e
7& : na ra da Imperalriz n. 56, luja da Arara.
I-rumie sortimeuto ile ronpa
felta.
Vende-se paliiots de panno prelo a 125. 105, 85
o 6,3, ditos de meta casemira a 35500, 45500 e 55,
dilos de brm fino a 65, 25500 e 35, calca de bnm
a 25500 >-. 25, dilas linas de brim pardo a 35, di-
las de brim branco a 35500 e 45. smolas de li-
nbo a I58IK) o 25,camisas francezas linas a 25200
e 25500. dilas de linbo a 35, pares de ineias a 200
240 e 320 rs,grvalas finas pretas e escuras bor-
dadas as ponas a 15, dilas para menos a 800 e
SOOrs.colarinliosde linbo a4()0rs. ; s na loja
da Arara, ra da Imperalriz n. 56, loja de Mendes
Gnimaraes.
t-ramle pechlucha le lazihas
a 2JO rs.
Vende se laazinhas para vestidos a 240, 320,
4"0 e 500 rs. o covado, dilas muito finas de cores
IZA.
\niiei>i contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posteridade hemdir o nonte do Baliza.
Actualldade Ilatei palmas le contenta
Sem mt'iris nem coreas para ornar a fachada de seus anniincios, e as nulas do edificio cm que babila. Bnlm *>
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do piogivsso.
Sopre embora o maldito Clarisa, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Pngress4.: annralfwb
dos falsos apostlos da sinceridade no teatro, da realidnde na pratica dos negocios commcroiaes. revele ialmei4e mh
grande insobordinacfio fingindo desconherer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez le peiflbr-*' c b/rr a
continencia do estylo, porque o iniansavel Baliza sempre fiel an seu juramento lera continuamente na melbor or ten M-lo >
seu trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde u mais simj.les catnank asr
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
sentido:
ordeh io da.
Desde a 1.a publicaco desle annuncio at segundo aviso Manuel Pedro de Mello, propictario do grau#k' .irma/em
5 Cinco por ceuto menos
qne qualquerdos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualquer ohjecto que nio chegue acntenlo d> .<.
nitores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas que moraren no centro da provincia
0 dinheiro receido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimenlo algum.
Hcclarauo Importante.
falso o boato que tem feito espalhar o tetante soprador da ra do Qucimado de que se Mhl o fk\iix njMtnda
ao armazem Unio ercantil aberto a ra da adeia dubaino do ltecife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E niiir-uiniii o Baliza ligueiro.
Ligtieiro sim das ideas liberaes dos progresistas de todo o universo aos sentimento mais inlimos le ><'ii n>rara>
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
?gX3 GSftv JZX. QS? ^


BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N. 50
0 mais novo e o mellior
AW.faAWAHS. HE MOfilIAllllN
Esquina defrone da ra da Madre de Dos
Taa il.i Senzall 42.
Vende-se, em casa de S. I'. Jonn^ton C
selbns e silboes infriezes. ramlieinH ^ r^
?aes bronzeados, lonas m
chicotes para carros e BMnsta, ^rr
carros Je um l ilons cavalk. n+f* ,
ouro patente injrlez.
Vt-nde-M- uina torear" ,m rTr s IS sw
eosJISeanasd : ...ra irair, ha ra .1 in ^r
n. 8.1, s|!unilo andar.
para saceos de
Antonio da Silva ('-ampos, successor do anti;o Xascimento. defrone do becco Largo, bem co
nbecido j nesla praca. araba de transferir o seu
os seus benvolos amibos
variado, escolbido e me
beletimenlo.
r'- djl Inflia
a>-ucar e roiipa de nVMM Mi
para vender Ant..nin l.uiz le rtiv. ra A*-r**J
L, no sen pseriptorio rna da Cruz a |.
yende->e ou rm so.H-.larf,T ttnm au
, dinheiro. n urna lab.'rin. a ,pi..l Mi n t-a ta-
par : quem Intfrrsmr, f..|ie no ari
nvo no larpo do Ten a. t\.
cimBiTk
Ricas chapelinas de palhade Mh e r|M
fia Pa, rh.-t,'ados no ullinio va.r
* a
araba de transferir o sen eslabelecimenlo para a casa cima indicada, onde ja Ind.'iH-nd.ncn n t ** pn^*
os c fregnezes, bem como o respeilavel publico em feral enconlrarao o mais-------------------' '____________________
llior soiluneiito de molbados, a par do accio, elegancia e bom rgimen do esta-; Sol ifu f /// tu n / rin
O annnnciante, lendo feito urna completa reforma no locante a casa e finaros, possuindo boas -?-
correspondentes na Europa para reffiassas de conia propia, aeba-se convencido que merec.ra a pro- |
leccao de lodos os amibos do bom e barato, a (pial desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
*> Vifari a pri-
merecer a coi.llaiifa com que se dignaran de o honrar.
Em resumo, visite o respejlavel publico o novo o superior armazem Movimento, rompre-lhe al-
(juns gneros, e enlao Reara conveiicido da realidade do presente aviso, Tendeando por si mesmo que
iienhum oulro estabelecinunlo o serve melbor que osle, seja em eoniinodidade de preeos, agrado e
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas.
Kinalmenle, ludas e qnaesquer garantas que estabelecimenlos idnticos tecm offerecido aos
concorreiites, serao mantidas neste em grao maior.

lizas, proprias para capas e vestidos de senhoras a
650 rs. o covado, dilas escuras muito linas a 610
rs. o covado, ditas de 4 palmos de largura com
Joaquim Sima dos Santos tendo de so reinar est i esolvido a liquidar e fazer urna grande palcas de seda a 720 o covado, popelina muito li
vanlagem a qnemsen armazem frequentar, e vender por menos do que ontro qualqoer annunriante,
liara sso tem um vantaJoso snrtinieototanto neste armazem como fra e para melhor servir o publico'
0 annunciante scientlffca aos seus fregnezes que lem trequenlado este estabelecimento que de
hora em di me lerao a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em otitra poca pelo
sen promplo pagamento.
na ra da
fJaf do Hio de primeira e segunda sorle a
300 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra c 2,5100 e
a arroba
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e i.VMn
arroba.
Atten^ao.
270 e
Dilo em cai\a da Babia do
de 15200. 25'i00 :I5 c 4*.
Phospboriis do gaz viudo de eonta groza 2*100.
Maniciga francesa a (100 rs. a libra.
Dita inglesa flor a 800 e !>00 rs. a libra,
b.-coulos e Itolachinlias de soda, a 13300 c"2Ji.
Toucinbo de Santos e Lisboa a 2'i0 e 280 rs. a libra. I Vntho ,1o Porto engarrafado a 800 rsT, garan'e'-se a
Passas di carnada a .*iOO rs. a libra e 10.3 a caixa. i superior qualidade.
Azeite doce de Lisboa Bao-I 6W rs. a garrafa e Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
4S00 a caada.
Dito de carrapato a .120 rs. a garra'a c 2240
ranada.
Mansas para sopa alelria, maearfSo e talbarim
480 rs. a libra e I0 a caixa.
Chourieas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos em macos de oO a (>$ o iiiilhoiro c
CiO rs. o cento.
nbecidas a 500 rs. a garrafa e caada 3S800
a i e :i")io.
]) lo de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
hO a garrafa e em caada faz-se abatioiento.
Dito branco proprio para mi rafa e em caada a 5,5 e 33500.
a ; llolachinha americana a 200 rs. a libra e om bar-
rica ha grande abatimento.
na de ricas palmas a 15200 o covado
Imperalriz n. 56, loja da Arara n. 56.
Fa*nul,is para senhoras. golli-
nlias a OO e ato.
Vende-se golinhas para senhora a 200.320 e500
rs. cada urna, camisinhas para senhoras a 15.15280
, e 5, dilas mmto linas com gollinhas a 45500 : na
melhores fabricantes nra da Imperalriz n. 56, loja da Arara.
A Arara vende fazrndas para
luto, ea9sas a SOO rs.
Vende-se'cassa prcla lina a 320 rs. o covado,
laa prea para lulo a 640 rs. o covado, alpaka
preta a 500, 610 e 800 rs., bombazina a 15400 o
covado : na na da Imperalriz n. 56, loja c arma-
zenida Arara, de Lourcneo Percira Mendes Ciii-
maraes.
Cortes de chita a 904OO.
Vende-se cortes de chitas do core* fixas com 10
covados a 25400, ditos finos a 25800. ditos de ris-
cado francezes com 14 covados a 35 : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
84Largo da Santa Cruz84
No grande armazem de molhados denominado Aurora Brilbante, o respeitavel pu-
blico encontrar sempre um completo sortiment dos melhores gneros alimenticios que
ven ao mercado e |>or precos sempre coinmodos como se ve da tabella segu uto :
Latas com massa do tomates nova a
libra.....
RA DO QUEIMADO NUMERO 11
Lja de fazendas d A ntjst fttderic dos Sanios Porto
Chapeos para senhoras.
Uiegaram de Pars as mal lindas ftapTinas e chapos de palha da Italia para senhoras.
ir rapas e sMfemtnrqns de seda preta o (-asentir de cor para senhoras.
portes de superior niorentique branco para vestidos de noiva*
nnn^ R ^^^'?'i"r't ''ar:i *Z"ft ^to* l,unh^ c colarinlios de iinho.
Lnapaos ao pela para cabrea e chaos de sol de seda nslezes
i.eocos ile labyrintflo franceses a 13 cada um.
Camisa* de menino nvaM superiores.
a vestidos de senhoras de 135 a 185
o mais superior sorlimento de
Kstclras para salas.
Corles de laa de barra para
una loja lom o maior
Neste esiabeie, | eni i wmkom qm prectearem torrar snati salas com
Ji la o qualquer quanl ele ;.. '. rcni ik i, 3 e 6 ptm
operior e por modiec :'r"ro.
Cal de Usboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na rna daCadeia do Roe i fe n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
aru tqualqner. parte.
320
720
35000
3-5000
Maanleig ngleza flor a libra a 800 e 960
Dita segunda surto a.640 e 720
Dila franceza a 600 e 640
Dita dita em barra e rneios a 550 e 560
Touculrode Lisboa arroba 89000
e libra a.....
Cliouricas novas a libra a
Queijos do reino novos a
Cha hvsson muito superior a libra
Dito dlo mais abaixo a 25,25400 e
Rito perol i a libra ....
Dito prelo muito lino a .
Dilo mais abaixo a 15000 o .
Caf de canco prioieira qualidade
arroba 95 e libra
Dito mais abaixo arroba 85500 c
libra......
Arroz do Maranhao o melhor dos-
sivel arroba 3*200 e libra .
Dilo da India arroba 23S00 c libra
Alpista arroba 458iK) e libra .
Painco arroba 55 e libra 200|
Farinha em saceos grandes igual
2-3 >T>0 Amendoas a 320 e
35200
25)00
25000
300
280
lioioes com graxa 97
Duzia de latas de grava a
.Massas para sopa a .
%meixas francezas libra .
Passai a
Figos de comadre novos a
Nozes arroba 43 e libra
0
Azeitonas do El vas em frascos a
Uouservas francezas e inglesas
frasco a......
Polvo do Porto libra a
Sag e sevadinha nova a
Vinhos especiaos do Porto caada
55800 e garrafa
'iio muitofinoa caada75egarrafa
120 Dito da Figueira puro a garrafa
100 560 e caada .....
161] Dito dn Li-ba a garrafa 480 e ca-
nalla a 35200 e ....
ingnac verdadeiro a garrafa
A
.
\
ira, sendo
esleirs,
a qualidade muito
Charutos finos caixa do 100 a 25500
35 e.....
Bolachinha de soda arroba 640 e
Latas com ditas muilo n ivas a
Ditas pequeas de varios formatos
Latas com peixe entonado fe posta
Dilas com ostras a 72) o
Ditas com mirmelala a libra .
Ditas com am-ixas francezas a
15400,25200 o .
Cais.ln.has da ditas cjm bonitas es-
tampas a 15600 c ,
Ditas com,figos .
Lata,- com fruclas em calda .
da marea N,, chegado ltimamente : na rna do Vi-J %'-f".!39^\ .-ffKl,^^^ -*? ?%*:
&&r 'tjss-esir T83 e33*^a
a
a de Mnribeca y- 65000 rveja das verdadeiras marcas a
Siililre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, differenles qualidades, mais barato que en
qualquer parte : no armazem de E. A. Burle &
(1, ra da Cruz n. 48.
Fureto de Lisboa
ca N, chegado ultimai
gario 11. 19, primeiro andar.
1520O
800
720
35800
15500
St
1550(1 Gomnia de oogommar nova arroba
720 35SflOo libra a 120 c
2*00(1 Farinba do Maranhao a libra
15400 Wrd id ira mat.rrana para papa
arroba 85500 p libra ...
SOOiSaeriis com farello do Lisboa
35500 e .
Tjol .s de limpar facas a
Mkso; com palitos finos para den-
les a
1 SIDOlGarrafas com hil de abelha novo a
Ditas com divenes tarops a
Ditas oom penebra de laranja a
600
320
15120
480
OU)
480
320
160
360
800
r,
HOO S
320 ^
240 A
640 Y\
15000 Cj
45000
358K) 1
15280 75000 1
160 J
160 S
C
480 $
3-J800 ^
200
800
500
13200
vindas de Lisboa : na na
andar.
VINHO PVRO.
Chrgou nova reinesa de am- *rta na ,.
rior vinho puro : vende se n e.-enp.Tu. Habello, roa da Cadria n. 55.
o manual do planladr m %av
do. por Tisrnrr. cmnien4* mm
secninte eapifnN :
1* Mitltodos ordinarms da cultura dn ->'f-lrm_
2" S\ sienta apeifeicoaib a rullura d. )
pelo Dr N t Cloud.'
'1* Historia natural do aJgoda. nm iraiiiw.
variedades.
'y Molestia c imrata dntsejiOwi.i *> <>pBi
5* .Analyse da planta de al-r.i.l. nm ;
apibeai ao d->s e-l ruines, ele.
(i" O'nsiiNio do ripdn>a irafim db
7" His.oria do algndao e o en^uS.. a|
dao.
K esla obra urna rompilacao artigan j
naes de agrieiilinra, e em geral tos aw-ffw*
crifitos que hpIh uliiin. ann>x 1.1a jafcnin a I
nos Estados do Sol da Iniao Aiu cultura, proilnciao, rnmmcreio.
analysu clumica. e tmio mais
esle imiiorlanie genero de proilnera
Pode-se dizer que r e>lc W-otn./ a abra tmm- 1
l>lela que exi>te sobre a materia, ewta an aa-^aaB
l>iii|>o Ibeoriro c pratico. e encrrr*$t* trat> 1 a* lev
licias relativas -'iochariiea*iip*>
Vende-se a 65 e nWBnar, a livrariu W.
de Faria & Fillm, prara da litak-peudrurfe waaa.
ros 6 e B,
O Urrn do rovo.
obra adptala para o uso b ee> provinrii conlendo : rila -- N
Christo, o vigarto, f-lmb*. o Ifi
quadruiiede- nl.-i~. moral pralira, L
mario, Simao t Nanlua, mxima* e pe
da hygiene. rear*ta Mneanha. Brad
se no Ilecife, n hvraria ito M. KiK>ieira du fl__
& Filho, praca da liidi-pendeoria >. trS.
Farinha de muaiif*
da mais nova <\iv ha clvgvlo Ir Sanr 1 dra.riau ;
a bordo di patarbo Pul /ni, anmra i ili-friiuas en
trapiche do Bara > do LivraoMOlo arw 4o at-
gudao.
AttlNCU
FNDICIO DE LOW-HOn.
Ra da Scaulla aara a. 41
Neste estaliolecimento continoa a
om completo surtimento de anaatn
moenilas para engunho. machima re
e. tachas le forro hatillo e erarlo, l
iiiuanhos para ili|rs.
Arados aroericanoa rrtnrninai ana
lavar rotipa: em asa i f. Jnhnstn ^ ft
ra da Senzall flova a. 4*.
'N
MJ TIL AD


/
4* I
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O PRINCIPAE
DE
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
Teodo-se o proprietario d'este armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhc o titulo de principal,
por ser o mais be localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir par a Europa, afim de a]li escoldcr os melhores
ipaeros, desde j se pede ao respeilavel publico toda a attenco, nao so para este armazera, mas tambero para o grande ai niazem Alian-
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 30, sertas tedas as pessoas que /re-
quemaren estas casas de que faro urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
goem melhor do que nos pode oferecer tantas vantagens como as que se ebservam nos armazens:
ALL ANCA! ra do lacerador i. 51.
PROGRESSISTA! r-a da. Cre8
PRINCIPAL!!!rHa do crespo *'
n. 3.
Vinho do Porto em barril muito especial a Farioha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Glo rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada. Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e! 2,2oo rs. a groza-
l,4oo rs. a caada. iBolachinha americana em barrica a 3,ooo
dem em garrafoes com 5 garrafas. rs., e em libra a 2oo rs.
Aaeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolo para limpar facas a 1 2o rs. cada um.
04o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinte a trintae tantas h-j ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a (,ooo Escovas de p'rassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
casas se vende a2,6oo rs., custa neste ar- dem em garrafoes com 25 garrafas a 8,ooors. Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
raazem 2,2oe rs. a libra. i Cerveja das melhores marcas de 5,ooo a! a lata. i
dem uxim, o melhor que pode haver neste 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, 'Peixe em lata muito bem preparado: sirve!,
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac superior a 8oo e i.ooo rs. a garrafa, corvina, pescada e outros a l.ooe rs. a
dem pelo muito especial a 2,ooo rs. a li-j e em caixa ter abamento. i lata,
bra. e mais baixo, porem muito soffrivel a, Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas j prepa
ManU-iga inglesa a mais nova e fina ebegada
neste ultimo vapor a I,? rs.a libra.
dem francesa, a melhor c mais superior do
nosso mercado a 64o rs. a libra e 6oo rs
*-iii barril ou meio.
Banha de poico refinada c muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha Uysson, o melhor neste genero especial
cncnmmenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras'
O VKKOAIIEIHO
CIPAL
E
GRANDE AMAZE.H

FrVELJS
de ac e cmn pemt.
W eslava bem a af uit branra deiar ftrar nV
grande aaria de sua hoa frrgu. ua h m es as
apreciadas fWeU* da ac e- ju k:Jr-<. t |* .-.>
apressonse em mandar bascar o [ I mi wH
que aal,a de rereber ; e bem a
DE
o o o sis
i- i- t- i- re t- ^
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greooo o;
MOLHADOS
RUA DO I n PE K A DO II
N. 40
Oar ora ra do Colleglo
DE
l,2oo a Ib., vende-sc por estes precos em
razio de nestes ltimos navios ter-se rece-
/
afamados conserveiros de Lisboa em latas radas 6o e 72o rs. a lata,
delibra, libra cmeiae 2 libras a 6oo rs. Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
bido grande porcSo deste genero, a diffie-! Conservas inglezas em frascos grandes a libra, e 9,ooo a arroba,
renca de preco de 6oo a 8oo rs. a libra 75o rs. cada um. I dem do Rio muito bom a 28o a libra e
do que se vende em outra qualquer parte. dem franceza de todas as qualidades de 8,5oo rs. a arroba,
dem do Kio em lata de 1 at 6 Ib. a l,4oo rs. | legumes e finetas a 5oo rs. Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
a Ib., neste genero o melhor possivel. | Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Biscoutos inglczes em latas com differentes Palitos para dentes 12ors. o maco. I Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
qualidades como sejam craknel, vorcitia dem lixados muito finos a 14o rs. Avelaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra,
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e IO,ooo a arroba. 8,5oo rs. a arroba,
dem de composifao emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba. chegados neste ultimo vapor a 56o rs.a Ib.
Massa de tomates em latas a ttoo rs. a libra. Alpista muio novo e limpo a 46o rs. a b-
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 6oo rs. a lata.
Ostral em latas muito bem preparadas a Sabo massa, amarcllo e
, l.ooo rs. i 24o rs. a libra.
pic-nic, soda, captain. sced, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,3O rs. a Uta.
Bolachircha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos -cm caixinhas hermticamente lacradas
e araiito proprias para mimo a I.Ooo e
2, IdciiK'in caixinhas de 8 Ib. a 2$ rs. cada urna
-r'assas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Amaixas francezas em latas de libra e meia e
Sobrasa l,2oo, 2,ooo c 8oors. a libra.
Cainlnhas com ricas estampas a l,4oo rs.
c*da urna, frascos de vidro com rolha do
nvesmo, coulendo libra e meia de ameixas.
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o a Ib. e 5,ooors. a arroba.
castanho a 22o e
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors a libra,
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs,.
Champagne da marca mais superior que tem; dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
vindo ao nosso mercado a I8.000 rs. o gi-
,to, o l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bordeara das melhores qualidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e Glo rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e fo.ooo rs. a ducia, e 9oo e 1,00o rs. a
garrafa; neste genero ha grande porroede
differentes marcas muito acreditadas que
j se venderam por I4,ooo c lo,000 a cai-
xa .'nmo sejam: Draque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Ornos, Madeira sec-
.1. Nctar. Centikio e Malvasia fino e 011-
iros como Chcrry e Madeira para 12,ooo e
I3,ooo rs. a caixa.
Vmho de pipa: Porto, Lisboa, Figueirs a 4oo,
io e 56o rs. a garrafa, 3,000, 8,2oo e
3,000 rs. a caada.
dem brnnco o melhor neste genero viado de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
re. ?. caada.
Cevadnha muito nova de Franca a 2oo rs. a
liltra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Fariufaa de Maranho a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty maito alva a 80 rs. alb.
Licores muito tinos de Bordeaux e todas as
marcas que ha nesle genero a 800, l.ooo
e !,2oo rs. a garrafa.
Genfera de laranja em frascos grandes a
l.ieo rs. cada um.
Tmaras do Hgypto 8oe rs. a libra e em
caixtinhas de 5 libras a 3.5oo rs.
Papel almac.0 pautado o melhor que ha nos-
te genero a 4,000 rs. a resma.
dem mais baixo umpouco a 16o, 180e2oo
rs.'a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra,
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
ura DARTE UMmk c-
Antonio Fernandes Duarte .Umeida, dono dos acreditados arnSslw^Sw
e Umao e Commercm e ex-socio do frogressot'rogressista acaba de abrir hoie um G-
iro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Osborn.
O proprietario deste importante estabelecimento, conhecendo que o mais rico c espacoso
arroazemque presentemente se temabeelo nesia praca, deliberou denomina-lo VEBAhEI-
RO PRUSCIPAL ; sem duvida pode dizer.jji pela pratica e conhcimenlo que tem destas
casas, que e este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado accio
quenelle preside, como no completo.sortimeni que efievamente recebe de sua prouna
emeommenda.
O proprietario do grande armazem VERDADEIRO PRINCIPAL gloi ia-se em ser o
a pnmeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reina va nos precos dos gneros t
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seus gene-
ros, por onde va e ve o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem csses. .
que, mordidos e quemados pela inveja, dizem nao vaol!... Illudc!... desenganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trilito-que pisa, nunca mais consentir que s
venda um objecto de 50 por 100. O systema do Verdadeiro Principal vender milito
dinheiro e ganbar penco, com elle que sem medo die, que bailas de papel o vento as
carrega. F
Pe*Ie-M* a muior allinv...
O proprieUno pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protec-
c2o para o novo estabelecimento, garantindo ao mesmos que ninguem mais pode offerecei
as vantagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bera pede a todo os Exms. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, cortos de nao-terem oocasio de se arrepeaderem.
Mala alteavco.
O VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular lodos os Srs. de ngenho 1
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encommenda* este estabelecimento, garatii.
do-lhes o proprietario que tanto elle como os seus. fmulos nao pouparao esforros par.
fielmente cumprjrem os pedidos, que vieren inderessados.
Ao publico.
O incansavel proprietario pede a todos os Srs. e Sias. que, quando lenbaa de man-
lT ^^fn SCJa em carta fecl,ada ou "" pande recommendacao ao VERDADEI-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40,jnnto ao Sobrado em que mora o retratista
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza dos.portadores tem este sobrado urna botG.
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem o portas de frente pin-
rde, as hombreiras Duarte Almeida d C. e por cima o VERDADEIRq
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix c do Rio de Janeiro,
de l,5oo a fi,ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64^ rs. o caixo.
Lenrilhas, excellente leguine para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Sal retinado cm lindos poles de vklro a oooPimentadoreinomuitoQovaa 36ors.alibra.
rs. -cada um. | Cominhos eena doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Molhos inglezes em cai-rafinhas com rolha de Cravo da India a 600 rs. a libra.
vidro a t4o rs. cada urna. Canella muito nova a 1,00o rs. a libra.
Queijoe llamengos chegados no ultimo va- Alfazema a2oo rs. a libra e ,00o a arroba.
por e muito frescos. | Grana a leo rs. a lata e l.loo rs. a duzia
PRINCIPAL.
Amendoas confeladas com bonitas cores
a 1(5000.
1 Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
Copos lapidados propnos para agua a 5,ooo e 11 a libra
rs^a duzia, queem outra qualquer parte Dita franceza" muito nova a 600 rs
a libra
s-ndo cm barril 580 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos Dito em garrafoes a 1000 cada um.
Bolijoes com 8a9garrafas de azeite, o me-
lhor que se pode desejar, a 5$ cada um.
Palitos de dentes em macos com 20 maci-
nhos a 120 rs. cada um.
Palitos do gaz a 25200 a groza, 20 rs. a
caixiulia e 200 rs. a du/.ia.
LQJA DO BEIJ& FLOR.
Uuu doQueimailo mimeio 63.
Cravalinlias para seHkora.
RIVAL SEM SEGUNDO I final sem segundo.
de U a 25700 rs.
Dito perola especial qualidade a 2600
e 25800 rs.
Dito hysson o melhor que se pude desejar
a 2^4OOe256O0 a libra.
Dito hysson a da India muito superior a
252' O e 2/400.
Dito do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8, libras
a 15(100 e 15200 a libra.
Dito preto muito especial a 25800 a libra.
Dito mais baixo a 1531)0 e 15600 a libra.
QueSps chegados no ullimo vapor a 35000.
Queijo prato chegado nesle ultimo vapor a
800 rs. a libra.
Ditosuisso Parmczo o melhor e mais Ditos Suspiros de Thom Pinto a 15800.
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li- Ditos Avaneiros do mesmo a 15600.
bra, sendo de 4 libras para cima a 780 rs., Ditos Regala Imperial a 15600, garante-se
lina do Queimado n?. 49 c So, loja de miudezas
de Jus de Azevedo Maia e Silva, esl continuando
no se\i |so de vender barali.vsimo :
Caixas de superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordao braico para vestido e espartilho, vara 20
ris.
Vonrtern-se sravatinhas de diversos gostos mais
moiernos a 70 e 800 rs. : na ra do Queimado,
k>ja di- t*uija-flur n. 63.
titas para drbrom de vnslidos.
tr*enera-se Utas para duL con; U varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei- ^^^ & *** rau"
^ j ^t: tiL*. i xisttr *muitas quaMades -
Vend-jm-fie peales travessos de caracol na i^uivetes de ama loilias parte linos a 600 rs.
de l^rrachaaoiq rs.: na ra o Queima- ^aixas com ealungas muito bonitas para rap a
Na roa do Queimado ns. 49 e 55. loja de miude-
zas da tres portas, est rVsulvido a vender ludo
(juanto tem no sea esiabelcciounto por precos que
a lodos admiran), assiin vejaoi e admiren).
Frascos com superior banha para acabar a 200 rs.
lianha transparente a mellwr que ha a 600 rs.
Banha japoneza superior c parantida a 800 rs.
l
do, ion dote-ija-Oor n. 63.
Papel bHra durada.
Veude-se papel beira dourada a (209 e 1 300,
dito de f'.r de beira doura>la a 1U0 : na ra do
. Quem.rtdc, li-ja do beija-flor n. *i.
Anvclopes.
VenAm-e aavelopes de diversas qualidades
brancoa ?OO-r-t". e de cor a 640 r., para cantas de'
tisiu a 400 rs., preto a 720 rs. : aa loja do'beija-
flor na roa i!o .<<)ueimado n. 63.
'.sitas de aljfar.
Te.ndo rwebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a briihante vende-e a 15 cada
jma : i.'arua do Queimado loj;> do beija-fW n. 62.
Cansas de recias.
100 rs.
franja branca c de cores para toa 1 has a 160.
Pares de botes para pnnho amito bonitos a 120.
Gaitas com soldados de chumbo mu tu bouios a
Ji'o rs.
Tiateiros de vidro com superior tinla a 160.
Hites de barro com superior tinta a 100 rs.
Groea de botes de louca pratudos, o melhor, a
160 rs.
Te.-ouras para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para unhas ntuilo fna a 400 rs.
Escovas para limpar denles muito superiores a
200 r.
Ufaras de laa de toda* as cores (pesada) a 1$.
Caixas de phosphoros Linhas de carretel '150 jardas) de superior quali- hraf(,* de oleo verdadeiro babosa a 500 rs.
dad a 60 rs. 1 i,w de oleo verdadeiro que tem urna maozinhaa
1 500 rs.
I Ditos de oleo superior Philocnme a 800 rs,
SaboneU-s pequeos e muito linos a 60 rs.
Ditos inplezes. Miperior qualidade, a 160 c 320.
Ditos de bola muito tinos a 240 e 400 rs.
Vinagre aromtico e cheirose, garantido, a 1.
Frascos de agua de colonia muito Tinos a 400 rs.
Ditos de dita verdadeira eque se garante a 600
ris.
Ditus grandes tambcm verdadeira a 15200.
Frascos de eheiros muito linos a 200, 320 o 500 rs.
Ditos de agua de colonia grandes a 040.
Pares de ligas muito rm para senhora a 500 rs.
Pegas de fila branca de linlu, superior qualidade,
a 100 rs.
Grvalas de seda mullo bonitas e superiores quali-
dades a 500 rs.
Caetas de osso lisas e torneadas muito finas a
40 rs.
Duzia de lapis muito finos e fortes a 240.
Tranca preta lisa o melhur que ha a 80 rs.
Dita* de tiapeamizade paulado e 'liso a bOOrs. Escovas para limpar dentes muito finas a 200 e
V.mdem-se cambas de meias muito finas a Ditas com 100 anvelope* muito superiores a 800 40 rs.
Dito londrino um pouco duro por virein
em navio a 500 a libra, e sendo inteiro
400 re.
Bolachinhas em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a l#J00 rs.
Ditas cm latas grandes a 2#000 rs.
Ditas em lalas de 5 libras de Craknel a
4$0 Bolachinha ingleza di'sembarcada ltimamen-
te muito nova a $tO a barrica e 160
a libra.
Ca toes com bolachinhas francezas de diver-
sas qualidades a 600, 800 e 10200 cada
um.
bem ha bonitos cintos bordad emm hwf u
Extraordinario sortiraento
de perfumarais.
A superioridade das Mtem ijn'5 a a
br.mca vende esl inmutlav.-Ii, ur- 1 wt.ktt. "a
e isto confirma a grande e\irarran que \b>-, \ "M
dando os apreciadores do l#om. A ayuta lra .a,
porm. tendo empreem vistas o -. rvir a boa fregoezia, lano da < idade Cuimi iU> uMi*m
mandn ver o extraordinario sortiiiieulo qm a*a.
ba de receber, vindo '.informe sua. rr..nniiefcJ-
c6es, sempre da melhor qualidade, sen .u :
Agua de Colonia em garrafas de direr- tamaahw
e moldes.
Dita dita em frascos redondos e qcidr.-iYr
Dita dita ambreada em frax-js mi,.
Agua ambreada para bandos.
Dita balsmica e denlriflce p.ira ron-crvr:,.io ia
gengivase denles o bom hlito da borra.
Dita de flor de laranja.
Dila de rosa a dita de Florida.
Dila de lavander e loilet.
Dita de alucnense para alisar e securar s ca-
bellos dejis de alado.
Dita de Mallauar e Hoide para lingir os rA> ?i
Hanha transparente e lafornc.-a
Dits finas em frascos de diversos m I
Dita dila em Imnilos vasos de porrelaba.
Dia dita em latas.
DitadiU em copinos, sendo reme, dmiueza 11-
mada inq-rial.
tlahuzinhos de vidro cen perfumai i..-.
Caixinhas com 6 frasquiuln s de rh.
Cosmelique (ou pomada) superfina.
Extractos linos e de agrada veis tMm ca tiTiHi
frascos.
Dilo frangipanc, cheiro novo c mui agraJavi.
nilo de sndalo.
Essencias conceniradas, com dinVrente e lint***.
mos eheiros.
I.eile virginal para tirar sarda-.
Dito de cacao para amanar a natii I 1 vac-
Ihc o lusire.
Macassar perola.
Oleo phlocme superfino.
Dito de babosa.
'piala ingleza c franceza.
'os de coral e de Lubin para d.-ntes
abneles finos quadrados e redi.mos
litus linos em caixinhas de tres,
utos muito finos para barba.
)io< creme de amendoa ero vasca de vidro e w*-
relana
Tnico oriental de Kemp.
ii lito ou leile d'ires para acabar as optun-s
rosto.
E assim muitos ontros onjcrtns de pMo y ro
ompra dos quaes o preti-denle sera ai frite
>ior deixar os robres na loja d'jguia ItraM-a, ra
lo Queimado n 8.
hjrofo c pilaaitaisla vluCM
para a agnia hrau A aguia branca receben novos e Um-tiis okjrc-
ts de phaotasia, alguns dos quaes nunra tsM
aqu, sendo:
lioinios aderecos completo* feilos di' |t la>h:>a.
Ditos ditos de pedras, por cuja pe i mi
gosloquasi m nandislingut-m da< r.iad. irr
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de pendas falsas lano para scalkiae
como para meninas.
Dita de chapa de cnstal com listas curada--.
Dita de cornalina branca, azul ele ce
Bonitos allineles e anneis para gravaba
llonitos lenles de concha, obra de apiir.-iigosH.
(luiros travataos com pedras para m.mi.
Helias guarniroes de nenies donradi .rsaaa
com eaixos de uvas, feilos dealjufar. obra -m-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de fino la*.) t
Com pedras.
i (luirs a la ra rogadas, nada inferior a ..i|:
Voliinhas de aljfar branco c de (M tan *raMi
I de pedras.
Esses e outros nimios ubjeclos arliaiii->e a \erda
. Graixa em latas muito novas a 100 rs: a lata | na_rua do pueimado^ loja da aguu aaaarava. a
etj>000 a duzia.
Ceblas muito novas a o40 rs. o cento e
800 o molbo.
Traques de primeira qualidade a 8/00 a A affoi branca em cominnacSo de ,
caixae2i0rs a carta. mendas mandou vir, e rala de 1 taBH
Charutos Ipvrangas em meias caixinhas a ""'"'lhl's d"urail"'i ,,{"" nilli l"",|,;
molduras, n vidros de primeira qualidade, i *M>
do que o prelendento ie sabir de ra.-a njru.'o 4*
dinheiro e com ds|iosicao de o ga-lar r. iremiia
de nm desses bonitos espedios, .'ir-sr rva
do Queimado, loja d'agiua branca n. H. qor.ira
Mein servido. Tamben) ha-csprlhoe. qinli. ,
tidos em tamanhos. e com moldura.- doui
Massas pare sjia muito novas, fui desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha e es-
trellinha a 500 rs. a libra e 30 a caixa com
8 libras.
Maearrio, Aletria e Talharim a 400 m. a libra
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa o 10400
a caada.
GRANDES EBGHTOS
cspclk'is douruiitts
20000'.
que sao charutos que j se venderam por
2.-3600 e 2fl8()0, alm destas marcas tem de
todas as mais que costumam vfr nosso
mercado.
JABRCS
Genebra de Hollanda em frasqueiras a G800 fife pOf'Cl(WU
c 500 rs. o frasco. ,
Dila de laranja a l|2O0 o frasco e 12^000 a
caixa.
Dita embotijas de Hollanda a 440rs.
Cominhos muito novos a iOO rs. a libra e
sendo em arroba teta ahaftatento.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
e esrorr*
deiras dv vidro
A aguia branca tamben) mand< 11 vir Im nit jai-
ros de porcellana dourada e de difireme., i
nlios ; assim como esearradeiras de voli... i ^r*
esses sempre necessari' para o limn ; i., ia. >a-
I las ; resia somenie que coiupraior din;?- m
'dinheiro loja d'aguia brama, ama ii
agrad
.
t
14200 e 1430O: ua rua do Queimado, luga do bei-
ja-or a. 6*
EnfeHes de fita.
Teodo recebido eufeites de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a Ifcada
um : ua na do Queimado, loja do beija-Qor a. '.
f Fita de la preta para delirum.
Vendee fita de laa preta para debrnm com 10
v.iras a flOO rs. a peca : na loja do beija-flor roa
do Queimado n 63.
Filan de hube para bordar vestido
Vend-in-ee fitas de linho para bordar vestido
ou roupinb" de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pe^e s quero tem loja do beija-flor
' rua do Queimado numero 63.
Rutees de audreprrala.
< Vendem-se boioes de madreperola mais moder-
nos qi'e tem vindo para punhos de senhora a 380
x. o par : s qnem vende por este preco na
rua d hila de velludo para bordar vestido.
Ventle-se Ota de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a pt-ca : scVquem tem por este preco a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
t Pita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernas proprios para qua-
resma : s quero tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
fenfeitar capas on manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
na do Queimado n. 63.
Paeaa e garfoa.
Vendem-se tacis e garios de balaneo de 1 bo-
to a 55300 a dozla, ditas de 2 botes a 64400 :
na rua do Queiirlado, loja do beija-flor n. 63.
Mayan*.
Vendem-se visporas maito finas a 800 rs. : na
rua do Qneimado,! loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
vii..ni.sA dminos muito fin na a 15200 e
para meninas regacar cabello a
ris. 1 Penles de volta
Cadernos a>papel branco e do cores, pequeo, a' p^ re-
aO ris. Dito dourados para meninas regalar cabello a 15.
Cartas e taboadas para roeoinos a 80 rs. F'tas para enfiar espanilhos muito finas a 60 rs.
Caixas coro supriores iscas de aceuder charutos Varas de fita com ilhozes para vestido a 100 rs.
a 40 rs. Abotoaduras de muito nosto para collete a 120 rs.
Carrejis de lila Alexaadre (200 jardas) de cores Fiscos de oleo de macaca muito superior a 100
a f rs. I*-
Agulheiros de Jacaranda muito bons para atmlha
a 200 rs.
llaralhas para voltarete muito tinos a 240.
Cartas de alfmetes franrezes muito finos a 40 rs.
Meadas de linha f a para bordar a 20 rs. Espelhos de Jacaranda e brancos de columnas a
Pares de eapatos de tranca multo superiores a 2J500.
15600. I Duzia de Tacas e garfos cora dous botes, muito
Papis de apulha com um pequeo toque a 10 rs.! finas a 5-
Gioza de bote do madreperola muito fino a Ddza de facas e garfos, cabo branco, cravadas, a
560 rs.
Cartes e caixas de celchetes francezes superiores
a 40 rs.
Howfs para meninos muito finos a 15S0O e 25-
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter meniuos a 80 rs.
Peras de fita de linho muilo boas a 40 rs.
Pentes de Ueo muito bonitos a 15-
Eufeites de laco de indas as cores a 15300.
Rodas com allmetes francezes a 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
Pares de sapatos de 13a para meninos a 00 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para hornero, os
melhores que tem viudo, e por preco muito barato:
quera quizer vr, ven ha rua do Queimado ns..
49 e 53, e vera tudo romo bom e barato.
Na rua da Oadeia do Eeci-
fe n. 50.
Tem para vender um balco muilo bom, urna
balanca, pe")* e-seus pertences, 3 caixes para
caf, arroz.etc., pte, i fltelros para amostras de
talharim, macarrao o outros objentos, tem mais
25800.
Pecas de entremeios muito bonitos a 700rs.
rafa.
Cervejasdas melhores marcas a 5)j500 e
65 rs. a duzia; tambem temos ordinaria
por muito menos.
. Mamielada d todos os fabricantes de Lisboa
fKPoa '"a d> beija-flor d rua do Qaeimado.um amano enidra$ada mpi| boaa e propne pa- laa que sevende polo barate preeo de 1500 25 1 ,miltlM.|i- 1 iik-, n ,,0 AAn
ToT 'r' ,a^rna? vende-se em coma. Isono vigilantema do Crespo n. 7. em laias ae 1 inwa a ouv e OH.
mai delicadas que se pode desejar
^OO.
Bocetascom doces de Portugal ricamente
enfeiladasa 2500, contendor peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas, alpercb
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra e 7)5500 a
caixa: tanibem tem meias e quartos.
Amendoas de casca mulle a 20 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
40000 a arroba.
Figos em caixinlias e lalas hermticamente la-
cradas a HSitO e 2,0500, de 4 e 8 libras.
Vinbos em caixas de duzia vindos do Porto
e das setjuinles marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,
Canella muito nova a 15(100 a libra. i do n. 8, onde" sera' serido com
Pimenia muito nova e limpa a 34( rs. a libra. (
-^-^f..., oa,xinDas L *,"%? aa Cravo muito novo a 640 rs. a libra.
Alfazema nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 85000 a arroba.
Chouricas c paios a G40 rs. a libra.
Banha a mais nova e alva que se pode dese-
jar em latas de 10 libras a 45000 a lata.
Dita propria para banha de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a t800 a dnzia e 5500.
Ameixas em frascos grandes a 25">00.
Ditas em frascos mais pequeos a 15400.
Ditas em latas de urna e meia libra a 6 libras
a 15*00 e45000 a lata.
Mllio inglez rolha de vidro a 800 rs.
Prezuntos inglezes para Hambres muito no-
vos a 800 rs. a libra.
Velhosecco, Vctor Emmanuel, D Wdro.MBBt|fd| preparada a 200 rs. o pote.
V, D Luiz, especial vmho velho do Porto conservas inglezas a 640 e 800 ri o frasco.
de laa par* 1 oiiicm o s- nlt**ia.
A apuia branca, na rua do (Jueimado n. K. v.-
de mui luas Meias de laa para lioiuem e sentmia.
e preas de laia e de seda para padres.
Graiide pochincba.
A 200 rs. ravadt.
Cambraias escuras fma< a 200 rs. o rovad.1 para
I acabar ; nao se dio amostras p.r.i pie -r arabia
l'go : qnem quizer, venda comprar no armazew
de fazendas de Custodio, Carvalho ft C.. m 1
Queimado n. 27.
EscsiYos ruemos.
p P
co a
GO P
1 e-t-
e outros muitos a 95, 105, 125 e 145 a
duzia e lf5 a 15200 a garrafa.
Vinhos em pipa Porto, Lisboa e Figuei' a
das melhores marcas a 35800 a caada e
500 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira do marcas
menos conheeidas a 400 a garrafa e 25800
a caada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, n5o levando com
psito, a >60 a garrafa e 45000 a caada.
Vinho branco de uva Qna a GOO a garrafa e
45500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 25800 a
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 65500 e 75000
a caixa.
Dilo muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 15200 a gai rafa, garan-
te-se que por este mesmo preco d pre-
juizo, e s se en contra nicamente neste
armazem.
Licores francezes e portugueses dos melho-
res autores a 800, 15000 e 15500 a gar-
.CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimentode flvelas pretas e com pe-;
drinKas de multo lindo gosto assim oomo fitas pa-
ra sintog pretas e de core para as mismas flve-
Cognac ingles a 105000 a duzia e 15000 a
garrafa.
Dilo francez a 85300 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 2*000 a garrafa e 325000 a
duzia.
Sabao massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 95000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada tuna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautadoe lizo a 25400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 35 a resma.
Dito azul proprio para butica a 25 a resma.
Vela de sperinacete aSOrs.alibra.e sendo
em caixa a .120.
Ditas de carnauba do Aracaty a 95000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farello de Lisboa marca N a 4000 a sacea.
Tijollos para limpar facas a 160 rs. cada um.
Peixe em latas j preparado a 15000 a lata.
Clwcolaie hespanbol e francez a 15000 a libra.
Caf do Bio primeira sorte a 85J00 a arroba
e 300 rs.a libra.
Dito de segunda a 85400 e 280 rs. a libra.
Arroz do Maranho, Java e India d 25600 a
35 a arroba e 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 45500 a arroba.
Cwada muito nova a 25500 a arroba e 100
re. a libra.
ATTENC40
Acha-se futrido o escravo de n< m< PaoMir.n, te
idade 40 annos, pouco mais 011 nvmis, mr fnla, al-
ora regular, grosso doeorpo, bem 01 .idado, bar
hado, e j cum alguns cabellos hrann* na l-*rfca,
bracos c pe mas prossas e bstanle rabHlwta*, Ira-
do as pomas arqueadas, porm nao inuito, r>aa-
ma andar em sambas, e a vezes embnaiia-e bas-
tante por gustar minio de beber pMMMa mira-
se s autoridades pnllriaes desta das provincias
linutrophes, que o facam apprehendrr e leva-lo a
seu seuhor o major Antonio da Silva Gusmii, na
rua Imperial, assim como rotra-se ana capi.ics re
campo a apprehensao do dito escravo, que serie
bem gratificados.
SU).
O abaiioassignado avisis autoridades poiiriaes
e capiaes de campo, e pessoas |iarticuiaie>. que
no dia 12 do crvente veio casa do abaiio asig-
nado o mtalo Joao, coro os sif nae* s.yuimes .
falla de. denles, barbado, de idarte oO annus pose*
mais ou menos meio descorado e bebe ?giianlrr-
le, escravo da Sra. D. Antonia Francisca i'..i'a .ti
Pinto, veio mandado do senhor rnoro, Mqrnel-
Ferreira Piolo, aJujrar uro cavatto nao canii-iha e
cassoaes para ir buscar urna carga de lara.iia* pa-
ra doce, e al o presente nao apparerido O* sia;-
naes do cavado sao os segninles: rao i*dret. cas-
irado, aber*i de cima anda Iwiio ate meen, frente
foveira, camodo, espinhaoo corroado. canda mm-
pnda, grande, Mm urna cicatriz anda por arar.
da cangalha. ao p da pa, do tarto dtrem na.- e*i.n
ceno no ferro, mas lem altnns ferran : praiiea-se
bem a qnem o pegar, levando ao CanMaho .Noto
ou Chora-menino.
Jos Antonio Marqaes



Diario eje Per
ce Qnarli fe Ira 18 de Halo dr fl -*.
LITTERATORA.
A dlaenssiio havlda na cmara
do Srs. deputados a proposl-
to da petlcaoJaiirard. (')
Bm julho (lt; 1862 escrovemos algores um artjgo
intitulado A Facilidad? de dircito de S. Paulo, que
ii i reren ser transcripto cm alguns jomaos do nor-
te do imperio o as honras da inipugnagao, mormen-
te no peridico Aclualidade, do cuja redacgiio fazia
paite o Ilustro Sr. I)r. Pedro Luiz.
Os Correspondente de S. Paulo o Pernamburo
pera O Cuireio Mercantil, Diario do lio, Jornal do
Oimmercio, Aclualidadc e Constitucional oceupa-
rain-se lainbem coui o DMM pobre escripto.
Emlim o Ilustre deputado o Sr. Dr. Marlim Fran-
g fea procurou refuta-lo em urna publicago que
es'ampou n.is paginas do Jornal do Commercio, no
da seguinte aquelle em que sahiu o nosso mencio-
nado ai ligo.
Aquello escripto, pois, nao passou desaporce-
bido.
Nos nos congratulamos por este resultado, c
mais nos congratulamos por tersido elle attribuide*|
as peonas de cidadaos eminentes.
As verdades incontcstaveis, posto que contesta-
da?, que entao enunciamos, acabam de roceber
nina sanego eslrondosa nos fados que todos tem
presenciado na actual cmara dos Srs. deputados.
Comparando as duas Faculdadesde direito, fize-
nns sentir que. o philosopbismo allemo de Kant
difundido em parte por Abrens, e levado s ulti-
mas cousequencias por Schclling, por Tebergien,
co:igracado com as heresias ridiculas de Voltaire,
o rom os mt''jos insensatos de Byron, que fundou
una escola, conhecida na lilteratura pelo nonie de
escola satnica, domina soberanamente a Faculda-
de de S. Paulo, verdadeira Ninive peccadora (no
ponto de vista catholico) na pbrase de Ma.ssillen;
e Humos' tainbein sobresahir o espirito religioso,
as ideas orthodoxas, a philosophia christa que faz
o fundo da educaco moral e intellectual da moci-
dade que frequenta os cstudos, do direito na Facul-
dade do Itccife; c finalmente Dzemos sentir que se
o liberalismo ultra da revolugao franceza perverta
O'J adulterara todas as nocoes do direito, da moral
c da philosophia, que se aquella hecatombe mons-
truosa baria sido a boracnagem da impiedade e da
ioucura densa razao e ao deus salvacao publica,
c que se na Faculdade de S. Paulo Mirabeau valia
malt que Jess Cltristo. a Faculdade do Kecife nao
off-reeia to desconsolador espectculo, porque ali
o cstndo do direito ecclesiastieo tem sido sempre
urna verdade porque ali a razo philosophica ven-
cida pela razo calholica.
Militas nutras consideragoes fizemosns no men-
cionado artigo, que agora nao reproduziremos.
A discowdk) batida na cmara temporaria, a
proposito de um projecto de le, que concede algum
terreno ao padre Janrard para a edficago de um
templo catholico tem sido tnuito luminosa, muito
importante.
Os illustres Srs. Drs. Pedro Luiz, Junqueira, Ma-
c lo, Liberato e Figueiredo fizeram a-respeito bri-
Ihflntes discursos; de parle a parte a diseusso foi
levada a prende altura, as eminencias das maio-
res controversias religiosas que se tem dado no
mundo.
Embora lendo essa diseusso nos lembrassemos
fla comedia de Racine Les Plaidenrs em que se fal-
la de um advogado, que tendo de defender um ga-
lo que havia Untado um pedaco de frango assado
rementou-aa a No e ao diluvio universal, nao po-
temos deixar de dizer, que os oradores se mostra-
i'jm pL'ifi'itameiite convictos das assergocs e con-
sideragoes que exhibirn), que patentearam gran-
de talento e illustracao, eque a victoria licou do
Jado dos que defendern) as instituicSes do catho-
li'cismo.
O que panol notamos, e a ninguem ter escapa-
do esta cireiraistancia, que alm do Sr. Dr. Jun-
queira, que estadoa o dircito em Peraambuco,. os
defensores do catholicismo e das suas mais respei-
lavis instiluicoes foram dous lentes da Faculdade
do Retn?, os Srs. Drs. Liberato e Figueiredo. O
Sr. Dr. Silveira de Souza ainda nao tomou a pala-
vra nesta diseusse, mas estamos cerlo de que S.
E'vc, se fallar, se collocar ao lado dos seus Ilus-
tre.- collegas de magisterio.
E' por tanto inncgavel que a Faculdade de di-
reito do Hecife caracterisca c eminentemente ca-
toliea.
So este* fictos niio ronstitnem provaprovada, abi
estio ns brilhanles artigos dos Srs. conselhelroAu-
tran e Dr. Tarquinio,.e um promellido peloSr. Dr.
Drummond, (lodos lentes da Faculdade), para cor-
roborar plenamente as nossas assercoes.
Portan lo, razao inteira tinhamos nos quando, ha
t'ws iiunus, faziamos as consideragoes que extraa-
mos no presente artigo.
Nao sabemos se a physionomia altamente religio-
sa que ai>rfsenta a Faculdade de direito do Rerife,
c um refltxo do espirito religioso do povo pernam-
Lucauo, ou se, em grande parte, o povo pernambu-
cano deve este espirito religioso aquella Faculda-
de ; o que sabemos, que esse povo guarda zelo-
so como um legado de honra a crenca de seus a-
voengos.
Talve/, que a luta heroica qne elle leve de sus-
tentar contra o estrangeiro protestante (os Hollan-
di'7"s) acuella immortal resistencia, muito contri-
bofese para a conservagao de sua f religiosa, para
tais radicar naquelles nossos compatricios suas
crengas caiboiicas.
O d> fi-n-ores do dous Termmii da patria nao
poderiam iboxar sera amparo, expostos aas ultra-
ges dus invasores, os deuses lares e penales da fa-
milia pernainbucana.
Niio tomamos a empreza de defender nesle arti-
go rii'in as innaas de caridade, nem os lazaristas,
ii. ni os ca|jurhinhos, e nem os jesutas : tamben)
nao nos compre refutar o Sr. Dr. Pedro Luiz quan-
do avancou qne aquellas tres primeiras ordens re-
ligiosas erain atientes ou nuncios mascarados do
jesuitismo, porque o Ilustre fluminense nao pro-
vou n*m poibria provar tao grave proposico.
Alguns Tartos apontados por este Ilustre deputa-
do parec'-ram-nos dignos de consideraco, clles se-
rio rertmnente tomados nessa consideraco por
quem de direito.
O que notamos no discurso do Ilustre iluminen-
fe f"i um certo espirito demasiadamente livre em
materia nrttoJMaa (desculpe-nos S. Exc. esse nos?o
jni/.>) demasiadamente irreverente, qnando refe-
ras.' s mstitiiicoes catholieas e at ao soberano
pontid'-e, a rhefe do catholicismo, ao vigario de
Jesns-Christo, ao successor de S. Pedro, ao chefe
visirelda egreja mperecivel fundada pela victima
sacro-santa do Calvario
9
n *
W
(*) Apr.-cundn, como apreciamos, este bello ar-
tito, ifius Finfaiiios de traoncrever em nossas co-
Iummmn. na., inviernos todava dfxar de discordar
do J-V.-II .-ri|ii..r, no locante as repugnancias que
maoif. pii> mi Hra-d, que |wr certo ddles mais necessita
que o- c.o>crvan) no seu seio.
(A Iiedacco.)
Sympathisamos por certo com o talento, mas
nunca com a ^reverencia, contra o que ha de mais
veneravel, najn com a impiedade por mais bri-
Ihante que seja. Preferimos ouvir a crioc re-
petir o nal decorado eathecismo, a oovir arphiHp-
picas impas e sacrilegas dos refugiados polticos
na Taberna dos fran-marons de Londres.
E' verdade que ha em mathemalica umademons-
l*co que se chama a demonslracao da verdade
pelo absurdo.
Essa demonstraco encontramos nos no livro do
Sr. Bussjr, sobre os Conspiradores na Inglaterra.
Esle o ultimo e infallivH paradeiro da liberdade
em materia de relgiao, de moral e de direito pu-
blico interno c internacional I
O Ilustre fluminense, joven e puro como so
encher de horror, repassando'aquellas tremendas
paginas, o um suor fro coar-lhe-ha pelos membros
quando, em espirito, contemplar aquelle fnebre
pandemnium que vive e cresce sombra da hos-
pitalidade ngleza, qne se para a virtude foragida
urna guarida santa, tambem urna vasta cloaca
tanuinea das fezes-da humandade.
O Sr. Dr. Figueiredo, no discurso que proferiu
ltimamente, sollou urna proposico importante,
que tal vez faca que seu nome seja lancado no livro
negro dos iofieis I S. Exc. ergueu sua voz para
condemnar os desvarios e os crimes da revolucao
franceza I! !
A revolucao franceza 11 Nao ha estancia mais
celebre na portentssa epopea da historia universal
do que a famosa revolucao poltica, social, econo.
mica e religiosa de 1789.
Witruvio escreveu : Antes de edificar pre.
cisa destruir, o depois de ter destruido preciso
edificar.
A revolucao de 1789 destrua tudo, mas nem lu-
do reedificou!
E' certo que a situacao da Franca e da Europa
inteira era intoleravel ; certo que o trplice des-
postismo clerical, olygarchico e real esmagava o
corago e as entranhas do povo com suas manoplas
de ferro, ao mesmo fompo que langa va vaidoso e
desdenhoso, das janellas de seus palacios resplan-
decentes, a um faminto e odenlo proletariado, os
remanescentes de seus banquetes vitellianos, como
opulento cacador torpes crnicas miseranda ma-
tilha de seus caes de caca I
E' certo que todas as sciencias moracs receberam
um grandioso impulso nesse horrendo e brilhanto
calaclysmo E' certo que os discursos e os pare-
ceres de Mirabeau, de Barnave, de Thouret, de
Seys, de Clermont, de Tonnerre. de Boyssy-d'An-
glas, de Mauty, de Talle; rand e de Lalli Tollendal
illusiraram a humandade, e abriram novas vas ao
progresso social do mundo I Tudo islo cerlo,
inconlestavel.
Mas se as iunundacoes do Niio fertiltsam as pla-
nicies visinhas com o limo de suas aguas tambem
destrem as planlacoes, os parcos cabedaes.e o mal
argido tugurio do misero lavrador.
A rcvoluciio franceza tomou por empreza o me-
Ihoramento da condicao social do hornera ; mas na-
da fez em beneficio do homem moral, em beneficio
de seu mclhoramento interior, de sua intima ind-
vidualidade. Essa gloria pcrlence exclusivamente
ao chrstianismo.
Mas, mesmo no ponto de vista social, custa de
quantos crimes, de quantas violencias, de quanlo
cynismo, de quanta profanacao, de quantos sacrile-
gios, de quantos assassinos jurdicos e em massa,
foram os- beneficios qne aquella celebrada revolu-
cao legou lentamente victima da humandade I
A revolucjio franceza foi urna hecatombe mons-
truosa e mil vezes criminosa em beneficio, reconhe-
cemos, da citilisaco social do mundo.
E' cerlo que daquellas premissas tem decorrido
principios salutares, profundas aileracoes no direito
publico dos povos, grandes melhoramentos para a
condicao do homem !
Mas quando ante nossos olhos se aprsenla o es-
pectculo fnebre e sangrento de Luiz XVI, de Ma-
ra Antoinelte, da prucoza de Lmbale, e dos Gi-
rondinos subindo ao Cadafalso para expiaren) cri-
mes imaginarios ou faltas desculpaveis, e a gui-
Ihotina passeaudo por toda a Franca, como trophu
de victoria, e os templos e claustros profanados e
arrasados, os altares do Chnsto polluidos, as ima-
gens dos santos despedazadas, o terror p atado em
todos os semblantes, as proscripcoesdcSylla resur-
gidas, a miseria ostentando seus andrajos impdi-
cos, o urna vil prostituta, symbolisando a deusa
razao, erguida em triumpho as pracas revoltosas
do lado do deus salvacao publica, entao s acharaos
um nome para qualilicar aquella sinistra pagina
dos annaes do mundo, e esse nome o de infa-
me I com que Voltaire em um dia de ioucura
qualilicou o Redemptor da humandade I I
As apreciacSes radicalmente oppostas que teem
sido feitas da revolucao franceza teem por origem
as differentcs faces por que pode ser encarado
aquelle espantoso cataclysmo.
Sismondi, escrevendo sobre as lulas e as invec-
tivas dos partidos, fez nos seus admiraveis E ludes
sur les constitu^ons des pleuples libres, as seguintes
considerares que teem perfeita applicago ao que
acabamos de dizer :

Nos somos, diz elle, como os escolares de urna
academia de pintura, asseotados em amphilheatro
em torno de ura grupo immenso esclarecido por
urna luz incerta e desegual; cada um de nos nao
apanha com a vista seno'imperfeitamente urna pe-
quena parte do osjecio que temos cm frente ; de-
pois, insensatos, quesiionamos, porque o objecto se
offereceu aos nossos olhos, sob aspectos diversos,
sobre as imperfeicoes das imagens dos outros, que
nao se parecen) com as nossas; sobre as oppostcoes
de nossas prolisses de f polticas e religiosas.
Assim o inmortal conde Jos de Maistre apre-
ciando a revolucao franceza, as suas Considera-
tions, especialmente no ponto de vista religioso e
catholico, condeinnava-a uestes termos : a E' pre-
cisamente, porque a revolucao franceza, rm suas
bases, o cumulo do absurdo e da corrupgo moral,
que ella eminentemente perigosa para os povos.
A saude niio contagiosa, a doeoa que o mui-
ias vezes.
Assim tambem o Ilustre pensador Vctor Consin,
apreciando a mesma revolucao, dehaixo do um pon-
to de vista especialmente philosophico, diz na intro-
dureo do volme que contm ns seus Discursos
polticos Meus principios sao de fcil expesicao,
el les consisten) na inteligencia e no amor da revo-
lucao franceza.
Eis os dous extremos personificados em dous
escriptores eminentes, em dous luzeiros da civilisa-
gao do mundo.
Um homem, porm, extraordinario por urna ex-
tranha anmnalia, resumiu em si, em dous perio-
dos de sua vida, aquellas opp"Stasopiui5es, aquel-
|es senlimentos contradictorios.
O padre Lammenais foi esse hornera.
Qnando em 1854 falleceu.em Paris, Lammenais,
um peridico publicou delle urna biographia em
que fazia ver que effe eminente escriptor havia
sustentado nos pnmeiros annos de sua vida ideas
IX et tltalie, e ahi encontrar documentos effl-
ciaes irrecusaveis.que confund rao sua aeredulida-
de.oncherao de viva satisfaco seucoraojo genero-
so de joven e de christao.
Una profundo historiador, eujo nome sempre- r
pronunciad* com grande respeito pelos que pre-
sara e cultivara a scioncia de Herodolo e de Tliuci-
XVIII sicle el sasitualion actuelle! foi assim que didas, Canlu, na brilhante introdcelo de sua Bis-
elle escreveu o livro intitulado- Institutions des er-1 foia Universal assim qualiflea a missSo e os ser-
ques, obras cssencialoiente catbolcas I foi assim; ricos da egreja romana : Ao lado do poder do
que elle cscreveo o seu "monumental Estay sur gladio se erige o das ideas, que ndependentc do
radicalmente contrariass que com tanto calor sus-
tentou posteriormente, porque no segundo periodo
de sua existencia elle enearav a revolucao franceza
par um aspecto inteiramente di vetan, dehaixo de
um ponto de vista totalmente difTerte.
Foi assim que em i80fcclla escreveu as Refle-
xions sur Vtat de Teglise em Frauce pendant le
seu rival, sustenta o progresso em suas lulas con-
tra este mesmo poder do gladio, para impedir que
elle varille ; entao tira novo elemento entra na
narracSo, a historia de Egreja. A egreja represen-
tando o povo e admittindo a emancipaco de lodos
os que so/frem pela conquista e pela]forca, nao des-
troc de um s golpe a escravidao, as violencias le-
gaes, as gloriosas rapias ; mas Ihes oppoe urna
doulrina que as reprova e um Deus que as con-
demna.
Nao estar ainda satisfeito o Ilustre depuiado ?
Nos poderiamos multiplicar citagoes brilhanles
de autoridades competentes e insuspeitas para pro-
var, at o infinito, que o mais puro liberalismo
perfeitamente se concilia com o mais puro catholi-
cismo ; mas entao feriamos escripto um livro, o
nos nao temos essa unci.
Mas (alvez o Ilustre deputado, para esmagar-nos,
nos chame de ultramontano, nos aecuse de ultra-
montaismo I
Este pretendido ou real estygma, que j se tem
lancado sobre alguns calholicos zelosos do imperio,
merece urna resposta conveniente, decisiva, termi-
nante.
Ei-la :
Metternich, o mais legitimo representante do ve-
Iho despotismo europu, revoltado contra as justas
aspiracoes de liberdade e independencia da penn-
sula italiana, que elle esmagava directamente na
Lombardia e na Venecia, indirectamente na Tosca-
na, Modena e em Parma, por intermedio dos ar-
chiduques austracos, e as Duas Sicilias pela pre-
potencia sinistra de um tratado secreto, dizia :
X Italia nao oulra cousa mais do que urna ex-
pressao gcographica.
Nos tambem, mas com muito mais direito e ra-
zio do que o eminente diplomata austraco, dire-
mos ao illuetre deputado : Ultramontano e ultra-
mentanismo sao meras expressSes geographicas ;
ellas s podem tor significacao e applicaco em
animara o pequeo ncleo de oradores c de es- pkisicamente, porque Roma est alm dos
criplores que se formava em torno de Mr. de Mon-1 ^ ^ ^^ ^^ di ^ e m0).fl,.
n r j mente, porque se referem s chamadas liberdades
Esta, pois, reconhecda a existencia de urna grande escola e nao pequea, como diz em outro
l'indifference en moliere de religin, onde diz :
t toda dssidenca com o papa um chisma culpo-
so ; nao ha salvacao sepan na f, na autoridad, e
no dogma rgido ; a tolerancia religiosa urna es-
pecie de hernia, e a egreja gallicana um protestan-
tismo mais pernicioso do que o de Cal vino c de Lu-
thero I
Foi assim ainda que elle collaborou honrosamen-
te para o Conservatvur com Vielle, o conde de Bo-
nald e o visconde de Chateaubriand I Foi assim
aiuda que depois de 1830, elle escreveu o Avenir
cora Montalembert, Lacordaire e Gerbet, onde tra-
tou de conciliar hbilmente as ideas liberaes com
os principios veneraveis e conservadores do catho-
licismo I
Mas foi assim tambera que era 1831, elle publi-
cou o tremendo pamphleto, altamente revoluciona-
rio e anti-catholico Les paroles de um croyant, se-
guido de L'esclavage moderne e do Livre du pea-
pie, que odesligaram completamente de seus illus-
tres amigos, que nao podiam acompanha-lo as
vas tortuosas e criminosas da demagogia I
Mas convm que fagamos ver ao Ilustre depu-
tado fluminense, o Sr. Dr. Pedro Luiz, a qoem es-
pecialmente nos dirigimos, a perfeita conciliagao
do liberalismo com o catholicismo.
O Ilustre deputado nao pode desconhecor os es-
criptos de Falloux, do principe Alberto de Broglie,
de Lacordaire, de Ventora, e do conde de Monta-
lembert. Pois bem ; todos estes eminentes escrip-
tores sao profundamente, caractersticamente ca-
tbolicos e profundamente e caractersticamente li-
beraes.
Luiz Veillot, que alm da catholico ultra con-
servador, em urna brochura intitulada Le Pope et
la Diplomatie diz o segrate : a No reinado de
Luiz Felippe, os calholieos militantes na poltica
tinham aceitado a carta. Elles coutavam adiar
nella a conciliagao da religiao e da liberdade mo-
derna. A' testa delles eslava M. de Montalembert;
o este nome diz tudo, etc. O clero em massa
neanlos a respeito de rada lie
nerteneera, tratar de todos *
qae ella cartte.
Nem o eapaeo dererrido
gao do ultimo relalorio e do sea aAln
feroce bastante experiencia pera prear aova ae-
didas, alm daqoella* que rea foram f mlrida
nesse e anteriores documenta* a das a ar
gencia das circuinstancfas me sarfjj a matar-
vos.
Assim, estando vos informa-l* b*I aare aV
lustrado antecesor das mai* nnpurti
solidariedade do governo con o governad'x Que-
reis a prora, d"lsto dada pala historiad Aeampa-
nhae-nos. ^
Havia er^lnUaterra no fim do XVII aecuto om
re chamado Stuart. Esse re era o poder por qo
tinha a mao a armada e o oxercito. Mas pelo vi-
cio de seu carcter e de sua poltica, nao era a au-
toridade.

A autoridade eslava em oulro logar n'outro lado
do estreito. Para todo Inglez liberal, tinha o no-
me de Guilherme d'Orange. Tambem, logo que
Guilherme poz o p no solo da Inglaterra, le-
radode visinho visinho sobre os bragos da nago rencias. que se (Wam ate > lim do >mm a> M,
inteira, chegou ao throno como a urna entrevista loeraftar-me-Ad agora ee eme w sagmrtm. rao>
de antemao preparada. Era a autoridade, foi o po-! pletando desle modo o quaJro dos Iraanltoii aa>
der. E senhor, no tendes vos mesmo sem o querer ] nuaes, de qae se deve d-ir-vos ruaU.
feito essa distinego em vosso artigo do Monitor 1 > Tratarei antes de tudo da jostitaar a anea
Fallas-te em algum lugar da ralla da ilha d'Elba, I proposta do on-amenlo.
se temos boa memoria, Luiz XXIII reinava. Eraoj t A tabella "n. I mostra a rereita
poder porque commandava a admnislrago e o cadada desde o exercicio de |8Vi
exercilo, e entretanto pela falla do tempo ou de
sua cOrte nao era a autoridade. A autoridade esla-
va em oulro lugar, segundo vosso parecer, sobre
um roebedo no Mediterrneo. Tambem logo qae
Napoleao saltou em Carenas.que seu nome fluctuan-
do de bocea eni bocea sobre 'a acclamagao do cam-
po, quebrou como um tiro de canho a porta das
Tulherias. Na vespera era autoridade, foi no dia
seguiute poder.
Acharis por toda parle, aqu ou ali esta perpe-
tua anlhiiese% Na America no ultimo seculo, o
poder era o gjrernador inglez, a autoridade era
Whashingtoo. Era Franga o poder era Luiz XVI, i,e WW*B" a reiM,3 ordinaria e eitraurJeaaru
kVoda
,StiiI8W, e o exanie de eeo fcf irirm i caa-
firma as apreciagtV* exaradas ae rHalort, a ajar
rae refer, a respeito do Wreseimraao da resrfa
dos exercicios de 1838 1159. 1859 a I8M> e de
ullimamente encerrado de 1862 a 186.1.
Nao julgo necesario repetir nora* naiil.
ragocs sobre este ponte, e limito me a araliar a
renda do rxcrcicio de 1865 1866 ** i
que poaaaa o thesonro.
Estima -la-hci primriramenl*'
exercicio actual de |hc,.i a \*>,\
t Vs.' da tabella n. i, .pie ao seme*' i
em retorieaa
lugar o llustre ex-redactor do Univers (orgo do
partido ultramontano em Franga), cujos chefes sao
Falloux, o principe Alberto de Broglie e o conde
do Montalembert.
Mas quer o Ilustre deputado ver como se conci-
lia o n ais vivo liberalismo com o mais vivo catho-
licismo, lea esta pagina de Montalembert, do seu
oxcellente livro intitulado De interets catholiques
au XIX sicle, e nao se admirar mais do que o
Sr. Dr. Figueiredo condemne a revolucao franceza,
| sendo liberal, obrigando esse Ilustre lente a de-
clarar que era liberal, sim, mas nao muito liberal.
t Sem duvida a infortunada Polonia nao tem re-
cobrado esta independencia que o papa Clemente
XIII recommenava em termos tao tocantes e tao
imperativos. Victima do mais doloroso abandono
mennais foi um dia deste numero, por herticas e
attentatonas da liberdade, da autoridade e da dig-
nidade do pontificado romano, o da unidade da
egreja unirersal I
Mas, o* Brasil nao sabemos o que seja ullramtn-
tao, o que seja ullramontansmo.
Ou se catholico, ou nao se catholico ; no pri-
meiro caso, a autoridade da egreja deve ser aceita
sem exame era materia de dogma, e respeilada em
materia de disciplina ; no segundo, s pode caber
aos infi.uis os nemes de protestantes, apostatas,
schismaticos e heresiarchas ou a denoramagao ge-
nrica de acatholicos.
No regimem da impiedade, a liberdade nao tem
peas; podero adoroar-se, pois, cora o nome que
mais bello e mais sonoro Ihes parecer. Entrelao-
! nao v ainda luzr a aurora da reparagao que Ihe! to, convem que declaremos : nao desejames a vol-
ser feila quando tiver abjurado toda sohdarieiade
com o espirito revolucionario.
Mas para quem sabe a que ponto & desgraga
melhoia as ragas que nao desesperara de si mes-
mas, para quefn conhece os thesouros do coragem
resignago que vivem no fundo desses coragees
la dos jesutas ao imperio ; reconhecemos os seus
brilhanles servigos no passado, mas tambem pen-
samos que esta ordem religiosa est inteiramente
caduca e condemnada as sympathias do povo, ae
espirito mais liberal e esclarecido do seculo XIX !
Deixemos ao velho e nebuloso Egypto e aos po-
dilacerados para quem pode medir a enrgica"- j os msticos e ascticos das Indias cis c trans-gan-
tour pratica da religiao, o inconlestavel mell.o-; K01'" 8OTerno omnipotente dos padres, a theo-
ramento dos costumes, a inabalavel fidellade[CTiC,i-
verdadeira f, que revela cada suspiro e cada ago-
na de'sla nacao inextinguivel, para quem er em-
fim na misericordia e na jusiiga, irapossivel re-
nunciar a esperanga de um melhor futuro, e cror
a Polonia mora para sempre, em um seculo que
viu renascer a Grecia e a Irlanda.
Mas nos temos cousa mais explcita, mais clara
; a olferecer ao Sr. Dr. Pedro Luiz, e sao os seguin-
i tes trechos de urna carta que,, em 21 de outubro
de 1860, dirigiu ao muito Ilustre conde de Cavour
o muito Ilustre conde de Montalembert:
Era Veneza sustentaes urna causa justa.
Em Roma sustentaes urna causa injusta a todas
as luzes, mesmo sob o ponto de vista italiano.
Todas as liberdades civis e polticas, que cons-
umen) o regimem normal de urna sociedade civi-
hsada, longe de prejudicar a egreja, ajudain o seu
progresso e a sua gloria.
A theocracia s adraissivcl na infancia das na-
goes, assim foi em parte da frica e da Azia, as-
sim foi tambem cm parte do Novo Mundo.
Convm aqui entretanto rectificar tres erros his-
tricos, que commetteu o Sr. Dr. Pedro Luiz, quan-
to avancou que os assassinos (Luiz V morreu de
hexigas) de Henrique III.de Henrique IV e de Luiz
XV, ou que Jacques Clemente, Ravaillac eDamiens
eram jesutas.
O Ilustre deputado est completamente engaa-
do ; Jacques Cleraente era rfomiiurono e instru-
mente dos ligueiros; Ravaillac, que liaba sido
clero mestre de escola e solicitador, era apenas ir-
mao converso qnando assassinou Henrique IV, e
Damiens que frnfou assassinar Luiz XV, que tinha
sido soldado, e criado dos jesutas, sm, mas havia
muito tempo que estava sem emprego quando pra-
a autoridade Mirabeau. Mais tarde na mesma Fran-
ga, o poder era Carlos X, a autoridade a revolu-
cao de julho. Em Portugal, a alguns annos, o po-
der era D. Miguel, a autoridade de Mara. Na
Blgica, o poder era o re de Hollanda, a autori-
dade era anacionalidade. O drama inteiro da his-
toria nao c outra cousa mais do que, pensndose
bem, o duello do poder e da autoridade ou antes e
elevagao conlinna do facto ao direito, da forga
idea, da violencia, persuago, do constrangi-
mento liberdade I
recentes do que os da tabella
a. ; a ao o* eja>-
Mas do momento em que a sciencia poltica niio
reconhecer um poder justo nem injnsto, em que
Hobbes, sando do tmulo, vier de novo affirmar
que todo o poder, por isso s que poder, ne-
cessariamente justo, seja icgo, seja realidade,
entao nos o declaramos altamente, o dobate est
frado. A revolugao franceza ura erro. E* pre-
ciso langar de cnvolta no mesmo Pantheon, Marco
Aurelio e Tuerio, Washington e Machiavel. O
hornera caido no estado de cadver ideal como na
companhia de Jess, nao tem outra esculla -que o
mrito de sua obdiencia. ObJcce por naturesa.
Vae, gado, onde o Senhor te impelle e pasta onde
elle te permilte pastar. A propria le urna su-
perfetago nesla ordem de ideas. O chicote basta.
Nao esse vosso pensar. Sr., apressemonos
a declralo. Entretanto, vos tomaes a vossa con-
ta o principio de que lodo poder vera de Deus, W^3I:0W*S a qnal rom os daseme *
amata petate* a Deo. Chepas um pouco laiia.li4 *"**. yP*ji *
raportou em 2D(>.":58ima).
Se lomassemos por base este altaritmn. ara
liar-se-hia a reeetla d> lodo o ei*rrn-> em
44.0T1:162O0O, oo em mUM iW-
dos os depsitos lquidos, qoe se pnaVm
lar em 1.000:000,9000, pois qoe del
o termo medio dos ltimos ete unen*, penada ew
incremenfo da renda.
Esta estimativa, porm. qn<* a>eata seaev
a renda de um semestre, no qnal poaro acauum
as causas, que fazem esperar um memor toar >
para a riqueza do paiz. anda aria mreaBadeta.
por nao entrar nella arcada de semesere adm
cional.
Segundo os elementos, que sernram pare a
organisago da tabella n. .1. p.le est r--ata sar
calculada em 2.6UO:OOoOO, .1 ajalj m
o total da receU a UJ| 1:1621000.
Ex'slem entreunto n taeseoro dados i
sede-
coii>iaiii da tabella n. 3, comereewademte
3 triraesire do auno liiuncmro. na ipiaJ
monstra a arrecadago al haja ca
gando-so proporcionalinenle a dea
taules o avaliando-se a do semestre aeMasesaai
na mesma importancia que a do eiercH ,
rior.
< Este calculo da em resuluda a
l'rou aquella tentativa de regicidio, attribuindo os
Liberdade o que mais convm egreja, porm historiadores este abominavel -crime ao geral des-
contentamente que entao havia contra aquelle rei
em guerra aberta contra o parlamento.
Quanto tentativa de regicidio que houve na
noite de 3 de setembro de 1758 contra D. Jos 1. de
Portugal, diremos ao illuslre deputado que no-
breza porlugueza, aos Taveras e as Aveiros, o nao
aos jesutas dere ella ser attribuida.
O renoral padre Malagridae seus dignos corapa-
nheiros foram apenas victimas innocentes do go-
verno desptico e violento do raarquez de Pombal.
Consulte o Ilustre deputado a erudtissima flis-
fonn da Companhia de Jess por Chretneau Joly ;
ou, se nao quizer 1er obra tao volumosa, o bello li-
vro do Sr. Dr. Ovidio da Gama Lobo, intitulado
Os Jesutas peante a Historia : e urna grande re-
volugao se operar certamente em seu
cora urna coudico indispensavel, de gozar ella
tambem essa liberdade.
Nao v o Ilustre deputado concillados neste mag-
nilico quadro o liberalismo e o catholicismo ? Ve-
neza symbolisando nelle a causa da liberdade cru-
cificada.; Roma, a causado catholicismo martyri-
sado ?
E um mesmo homem defende com a mesma pen-
na a independencia da Italia e a liberdade do pon-
tificado I
Esse quadro por certo muito mais consolador
do que o que offerece a vil taberna dos refugiados
polticos em Londres, onde Salan glorificado
t por ter sido o primeiro martyr, o primeiro revo-
lucionario que revoltou-se contra a' tyrannia de
Deus I I .
(i illusire deputado fluminense praticou a gran-
csclarecido
de irreverencia de referir-se ao actual ponlifice ro- espirito.
mano com palavras saturadas do mais soberano Este escripto j vae longe \ mais duas palavras.
desdem, da mais pungente irona. O Ilustre de-
putado, ajm da irreverencia, commetteu gravissi-
raa nju'stiga contra um dos mais illustres e dos
A civilisagao material cousa muito apreciavel,
assim como a civilisagao intcllectual o tambem ;
mas a civilisagao moral o primeiro e o mais nobre
mais dignos papas que tem tido a christandade, dever dos governos chr.sios, dos eowrm* catho-
desde os tempos primitivos da egreja universal I heos.
A illuslre cmara dos Srs. deputados faz tambem
Lacordaire, padre, mas liberal, quem vae res- ^ nQ des,e jmper0 e|,a ,aber cum.
ponder ao rilustre deputado. be||amenle seus nobillissiraos deveres.
Em sua magnifica brochura. De la libert de Terminand0i diremos com Villeman em seu
Tltalie et de TEglise elle assim se exprime : Fot magninco escripto intitulado fU France, lEmpire
Po IX quem pela forga de seu exemplo arrancou e |a p t, ,Que vossos telegraphos eletricos
perplexidade de Carlos Alberto o estatuto consltu- j s m rapidos romo 0 ra0 e como a luz I Que
cional doPiemonte I Foi elle quem, resuscilando i y^os cabos sub auamcos tornem-se, se possi-
do tmulo de Paulo IV, depois de trezeotos annos, ye| mM mn os duos mun(los Mas que a
as centelbas sepultadas da liberdade italiana ateou .,., /,.,. \ mn.
. _,__,.. i grandeza mora l nao falte jamis a oiui e a ma
de urna extremidade a oulra da Pennsula, a es- ,
peranga e o ardor I E' verdade ; Pi IX nao fez e
proseguir sua obra ; mas quem o interrompeu,
quem o feriu de nioite ? Ah I o universo o sabe I
O sangue do conde Rossi cobre, a todos os olbos,
o papado, com urna jnstificagao que nao peecor
jamis. Aquelles que vram este illnslre anciao,
envelhecido no amor da Italia, o nos servigos da
liberdade, cahir sobre os golpes de um sicario s
portas da assembla nacional convocada per o pos a pensar, e o que mais a pensar cm com-
IX, estes perdoaro sempre ao pontfice de ter de- nium 0 poder que s quer ser o poder rennncia a
sesperado de sua poca t autoridade e desapparece n'uraa revolugao: a au-
Mas, quem sabe se o Ilustre deputados nao rejei- ,or pe|0 contrario, que nao senao.aulonda-
tara o esclarecido e respeilavel juizo do autor das e^ acaba ^ chamar a si o poder em um ou outro
Conferencias f dia, por que afinal urna nagao sempre mais for-
Pois bem ; lea o Ilustre fluminense a erudita te que urna dymnaslia.A Providencia quiz que
brochura de Arlhur de Graodeff intkulada-Pie assim fosse por edificagao do philosopho, e para a
jamis
Luiz FnANCisco da Veiga.
(Correio Mercantil)
TROPLONG-RESPOSTA AO MONITOR.
(PRINCIPIO de autoridade.)
(Conclusao.)
Em um poro chamado pelo progresso dos tera-
Sr. : o bispo de Araicns ros precedeu, e ao axio-
ma havia juntado llualmente mesrao o poder de
ero, mesmo o poder de Domiciano. Supprimistes
ero eDomiciano e tiveslcs razio. Pois bem, a-
pesar da suppressao, o principio nos parece sus-
peito, por ter feito m Igura no passado. Era a
palavra d'ordem de Tniago t como sabis e de
seu digno apostlo Jeffnes.
Todo poder vera de Deus I Isto, francamente;
excede o alcance de nosso espirito, por que se todo
poder vem de Deus, vem egualraente de Deus em
todos os paizes. Ora eis Deus obrigado por nosso
principio a ser catholico em Paris, calvinista em
Londres, lutherano em Berlin, grego em Moscow,
musulmano em Constantinopla, boudhista em Pe-
kn, e tantas vezes diverso de si mesmo que elle
tem necessidade de passar por nao sabemos quan-
tos processos de metempsyeose, na pessoa do po-
der.
Ides mais longo, Sr., e remontando do bispo de
Amiens Bossuet, declaraos com o eloqoente theo-
logo do absolutismo que niio permittido nunca
levantar a mao contra um dynastia, por que urna
dynastia, sempre moldada com um limo particu-
lar, j o dissostes.e sempre sagrada por si mesmo,
de. alguma sorte sobre esta trra urna sombra
errante da divindade. Noli me tangere, vossa
divisa. Tendes reflectido bem sobre vossa pala-
vra, e escrevendo-a, tendes tomado sentido em nao
ferir vossa primeira admiraco ? Admiraes por
certo a poltica de Napoleao no exterior como no
interior. A consideraes como a obra do maior ge-
nio, entretanto, rede, baria em Lisboa a dynastia
de Braganga, e elle a despediu ; em Madrid
dynastia de Bourbon, confiscoua; em aples
inda a dynatia de Bourbon, varreu-a ; cm Haia
a dynastia de Orange, expulsou-a; cm Slokolmo a
dynastia de Wasa a reyesou por urna dynastia le-
vantada no club dos Jacohnos;em Roma a dynastia
duas vezes sagrada de S. Pedro, fechou-a a chave
no palacio de Fonlaiuebleau ; em Londres emfim
a dynastia de Hanover ; seguramente a deportara
para Calcula se em Bjlonha livesse podido aira-
vessar o estreito I E deixamos de fallar em todas
as dynastias microscpicas da Allemanha de que
elle fez um montao para destruidas de um olpc
ou iransforraa las era novas realesas. Dizei-uos,
Sr., que revolugao tem jamis feito .era uina s
circulo de relogio egual hecatombe de dynas-
tias ?
Acabamos, queremos entrctanlo dar urna ulti-
ma resposta a vossa theoria em facto de liberdade.
A liberdade boa cousa segundo vossa opinio
na Inglaterra. Quando a Franga a pratica de In-
glaterra, entao tratar-se-ha disso. At entao a
liberdade deve estar posta de lado. Mas nao se
adqure a pratica da liberdade senao sob um re-
gimen de liberdade. Que diris de um msico
que quizesse ensinar a locar rabeca, e comegasse
pendo a rabeca n'um armario ? Urna me nao
quera que seu filho fosse tomar banho antes de
saber nadar. Esta me, Sr., seja dito com e res-
peito que rae merecis, convinde nisso, vossa
theoria.
Paramos aqu, por que para fallar dignamente
da liberdade seria preciso ter antes de tudo liber-
dade I Mas antes de passar alm temos levantado
acabega para o tecto, c vendo esla lamina aguda
desde hoje suspensa sobre a cabega do escriptor,
temos deixado cair a penua, e calado o pensa-
mento.
E. Pelletan.
0 QUEVAE PELO MUNDO.
49,5?) 1:080523o, muito menos (astado da ritrU-
do, do que o obtido pela labrlla n. t. aormmaf) a
renda publica tem augmentado na segando semrv
tre do corrente exerririo.
i Comparado o referid) algarismo rom e a>
16,313:2275000, orgado no r.dator ataer pare
o exercicio de 18621863, v-*e que esrede aesay.
approximando-se da soturna de 'l.twn M14
em que se calculoo a receila para a ewrririe
de 18641865, e ronfinnanda a aroao-wrja eaa>
lda no mesmo relalorio, de qne a dimiemei da
renda daquelle exercicio era ara farto *\-m-\m*i
que seniio deveria repetir.
Entretanto, observanda-se que na rafa-ate da
tabella n. 3 se contempla a reada da irimaire se-
mestre do exercicio, muito interier a ieae na de
produzir o segundo, e attendendo a qoe. hi^ib
por esie modo, a de 1162 IH63 na minnnarnta
importancia de 46.343:2275000. eleroa-e Mdma
47,o30:6595>'MM) sem os oVposit.H, pd>* opar-et
com todo o fundamento que. se a rreda d- ear-
rente annn nao altingir ao algarismo da......
51,000:0005000, orgado para o de 1864 -KfJL
pelo menos exceder de 5t).000:00i>500.
Vo felizmente dosapparerendo ao raann*. ajm*
influiram para a diminuir* da renda ao eavmr-io
de 18621863, e se, era presenga de dedos i1
satisfactorios, calculoiise na "lredita im-Hirtaant
a do exercicio de 1864I86, parece que a *>
seguiute nao Ihe dere ser inferior, aates ma**
avantajada.
t O ineio, ijue acabo de empref ar para a ara-
liago da receila, nao o indicado na le, a
determina qne a receila se orce pelo termo
da renda dos tres exercicios anteriores.
t Ordinariamente os orcameatee na a*m m*
feilos desse modo, porque concoma tanem;
ment ou diminuirn da renda de
alguns exercicios. que entram no ra
especiaos a que indispcnsarel atten**r
A tabella n. 4 comprova esta aeeerea*. am o
termo mi-dio nella calculado resulta do rresnaJ
algarismo da renda realisada ae eaerrm aV
18611862, que solTreu roasiderarel
no seguinte 1862IM.'t.
c Mas semeHiante decrescimeato. t
demonstrei, nao rontinuou no corrente enemr.
o qual, ja no 1" .semestre, proiiuza matar rereila
do que o de egual periodo do anleri-ir. etpanm >
v da tabella n. 2. comparada rom a de a. 4 da
precedente relalorio : e. ronlirmados a.ieim *s ral-
culos anteriores, nao me parece temeraria a aen-
tago do orgameuto na contormidade da le, ejmt
aprsenla quasi idntico resultado.
Mostra a tabella n. 4 qne o lerme madm da
receita ordinaria e extraordinaria dos aras almai
exercicios de 50,101:2155000, feito o ratral oefa
totalidade dos artigo* da renda arreradada.
< No se dere, porm, considerar esta ammn
como rigorosamente exaela. por emaaa* ii|aiaae
rendas ha, qne por sua n.-itnreza t.'-m om atcarkuax
prnrtotO, o qual nn emlanto pode variar ruatormr
o termo medio porque calculado.
t A.-sim, adoptando-se os nr;emaaue aar-iaes
das thesourarias de fazenda, e araJiando *c a rea-
da do municipio da corle nao acto termo mam
de alguns arligos. mas tambem pelo <|tie rrilmca
te outros darem produzir, orgaajiaa h a t.b la
n. 5, que d un total de 51,479: Il6|00a.
< Este resultado excede ealcariawdaarf
to da renda de 18641865, sem contar rom a
portancia .em qne se araliam o* tajuliii
e f-nr conseguintr pode estimar-se
em 52,000:0005000 a rereita do exerrieio i
1866.
t Por todas estas razes assim oreai
rereita, comprehendido o producto dea i
addicionaes de 2 e 5', sobre a imeeriare e de t,
naexportago 'creados pela lei a. 1,114 de V da
setembro de 1860.
< Tratando da despeza publica aae npeaiiu a
que se tem dito nos anteriores relatoriee a i
1) miios em seguida o principio do relalorio do
actual ministro da fazenda, apresentado esem-
bla geral era principios do raez corrente :
< Augustos e dignissiraos scnliores represen-
tantes da nagoEra desempeuho do derer, que
me iuipe a le de 15 de dezembro de 18 'O, passo do elerado algansmo a que ella tem
a expr-vos o estado da repartigo da fazenda, do te ltimos lempos. O augmento aja*
que fui eucarregado por decreto de 15 do Janeiro ser observado na tabella n. 6, qoe apreaetMo
do crrenle anno.
t O pouco lempo que tejiho exercido, e a ne-
cessidade de ser presente aos trahalhos legislati- \ ^ Pie deixar de ser avallado,
vos nao me permitliram ainda adquirir os conhe-
cimenlos praticos de una repartigo de lana im-
portancia o tao complicada, como a da fazenda,
para que eu possa entrar em grandes deseuvotvi-'
lin i so: iic nte de mostrar qne o orame alo
exercicio de 18651866,
para.
rlmjamm^omdnv
KtVNambuco. ro. a* m. f. r. a




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