Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10366


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Full Text

I
AMO XL. SOMERO 110.
Por tres Mezes arfia nimios 5|O00
Pw tren mezes vencidos 6$0U0
Porle ao correio por tres mezes. *7oU
ll.'.JIH Hli
SABHD0 14 DE RIO DE 1864.
Por aii aiiaBtado.....19S00O
Porte a*etrreiporuiu hu |Q0U
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARBKGAD03 DA SUBSCRIPCO NO NOllTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrno de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymu da Costa.
Alagas, o Sr. Claudino Falcad Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
-eir Martins A Gasparino.
EPHBMEHIDES DO HEZ DE MAIO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Paran y ba as segundase.
1 sextas-feiras. 5 Lna no u 9 h., 54 m. I 2 s. da t.
I Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Carnaru', 13 Quarto rese, as 4 h. e 61 m. da t
Altinho e Garanhuns as tercas Teiras. | ji Lua che, M h h., 4 m. e 20 s. da m.
Iogazera, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrobli QQar nng. as 7 h. e 56 m. da m.
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas eiras.
ENCARI\EGADOS DA SUBSCRIPCO NO SL Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua I'reta e Pimenteiras as quintas eiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partemao '/i dia.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as tO horas a 6 minutos da manhaa.
Segunda as ID horas a 30 minutos da tarde.
PARIRA DOS VALORES COSTEMOS.
Para o mi at Alagas a 8 e 2S; para o norte at
- V j 5 de cada mez 5 Para amando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, iul, set enov.
i PARTIDA DOS MNIBUS.
o .?*" "fe : d0 Apiparas as 6 '/i, i, 1 Vi, 8 e
8 y da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6'/, da m.; do Caxang e Vanea s 7
Ida m.; de Bmnfica s 8 da m.
Do. Recfe: para o Apipucos-s 3 >/z, 4, 4 /,, 4 >/*,
5, 5 Vi, 5 V e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4'/, da tarde; para Jiboato s 4 da tar-
de; para Cachang e Vanea s 4 Vi da larde; para J Segunda vara do civel: qnartat a sabbados a 1 hora
[Bemtlcaa4da urde. I da Urde.
AUDD2NC1A DO 1RIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quistas.
Relajad: tercas e sabbados s 10 horas.
Faxenda: quinta* s 10 horas.
Jtiizo do commercio: segundas s- i i horas.
Bito de orphaos: tercas a sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
PARTE OFFICIAL.
GOVKKIHO DA PROVINCIA.
Continuaru do npedirntr do dia 9 de maio
de l.sC.
Oflicio ao commandante superior da guarda na-
cional de Olinda e lguarass.Ao coronel Fran-
cisco J<>aquiui Pereira Lobo, que declarou haver
transferido a sua re*idenca para o municipio des-
ta capital, mande V. S. passar a guia de que trata
o artigo U do decreto n. I,l.'i0 de 12 de marco de
1853.
10-
Oflicio ao Exm. prosidento da provincia das Ala-
gas.Tendo de ser remettidos para essa provin-
cia no 1 vapor da compauhia Pernamhucana dez
caixdoj contendo artigOS de fardamentn que o bri-
gadeiro commandante das armas tem de remeller
para Tacaratu. Ouricury e Ex com destino
praeas do 7* e 9 batalho-ts e corpo de guarnicao
desta provincia ali destacadas, rogo ;'i V. Exc. se
digne de providenciar para que taes eaixes sejam
transportados at ridade do Penedo em alguns
dos vapores da companlua Bahiana.OfQciou-se ao
gerente da companhia Pernambucana para dar
transporte at aquella provincia aos eaixes de
que se Irala.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Respondo ao ofllcio de V. S. de 23 de abril
ultimo, sob n. 13 declaraodolhu que, segundo se
t da informaco do presidente do conselho admi-
nistrativo de 9 do correte sob n. 28, junta por
copia, j foram comprados pelo mesnn conselho e
remettidos para esse presidio os objectos mencio-
nados no pedido que veio annoxo ao ofllcio desso
, commando n. 100 de 18 de oulubro do anno pr-
ximo passado, com cxcepeo dos vidros para caixi-
llios e lampies por nao ter rindo especificada a
dimenso d'aquelles, de duas podras de aliar e de
24 verrumas de guarnicao por nao terem appare-
cido proponentes.
Ofllcio ao conselheiro presidente da relacao.
Qucira V. Exc. tomar na consideracao que "mere-
cer o incluso requerimento em que os presos Joao
Camello de Namli e Joao Pereira Machado, pe-
dcm o julgamento do processo em que sao reos.
Dilo ao brigadeiro commandante das armas.
Por parte do capito do porto ser apresentado
V. Exc, para que se sirva de manda-lo alistar no
exercito, se for para Isso considerado auto, o re-
cruta Condiliano Celestino da Pontee. Offlciou-se
neste sentido ao capito do porto.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc de mandar
por em liberdade, o recruta Joao Nanas da Costa
que apresentou izencao legal do reerutamento.
<^ommunicou-se ao coronel recrutador.
Dito ao mesmo.Em solucao ao seu ofllcio de
tontea datado, sob n. 841, tenho dizer que de ve
y. Exc. convidar por meio de edilal Jos Caeta-
no de Albuqilerque, afim de que esto prove o seu
dominio sobre o soldado Silvestre Manoel Vicente
Ribatro, que por elle reclamado como eseravo.
Dilo ao inspector da thesooraria de fazenda.
Mande V. S. satis/azer ao capito de enganhoiros
Domingos Jos Rodrigues o pagamento das gratin-
caeSes de que trata o meu ofllcio de 3 do corrente,
sem embargo das ponderacoes feitas por V. S. em
seu ofllcio de 9 deste mez sob n. 233, a que res-
pondo.
Dito ao mesmo.-Transmuto V. S. para seu
conherimento e fin conveniente, a inclusa copia
da relacao, que me foi remettida pele presidente
com o ofllcio de hontem, canteno os valores e par-
ticularidades das notas emittidas na circulaco
por aquella estahelecimenlo durante o mez de
abril ultimoOfllciou-se tambem ao Inspeclor da
thesooraria provinciale communicou-sc ao pre-
sidente da Caixa Filial.
Diio ao mesmo.Tomando em consideracao o
que expoz o capellao da colonia militar de Pimen-
teiras padre Vicente Maria Ferrer de Albuqucrque
em ofll'-io de 6 do corrente, recommendo V. S.
qoe ni lependenteineiiie de atiestado do respectivo
direeloif mande pagar ao supplicante os seus ven-
ciinentos por intefro inclusive a gratificaco que
perreba pelo ensino de primeiras lettras, tudo
relativamenie ao mez de abril ultimo em que este-
ve nesta capital, onde foi chamado a servido.
Dito ao mesmo.Respondendo ao ofllcio que V
S. me dirigi boje sob u. 237, tenho a dizer que
pode mandar pagar soh minha re nos termos do artigo 5* do decreto u. 2,884, de 1
de fevereiro do 1852, a ajnda de costo, a que, na
importancia de looaooo ten direiio o inspector
nomeado para a alfandega da corle bacharel Fabio
Alexandrno de Carvalho Reis.
Dito-ao mesmo.Autoriso V. S., nos termos de
sua uformaco de hontem, sob n. 23o, dado com
referencia' a da contadura dessa thesouraria, a
man lar pagar no ca'm de esquadra do corpo de
guarnicao desta provincia Francisco Xavier de Oli-
veira. a gratiliiucao de I6J000, a que tem direito
por hav.T appreheodido os soldados desertores do
10 batalho de infantaria Agostinho Branco e
Ezeiuiel l'ereira dos Sanios, como se v dos do-
cumentos, que devolvo, cohertos com ofllcio do
biigadeiro commao correte me*. -Communicou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas.
Dito ao mesmo.Aiiendende ao que no incluso
requerimento expoz o promotor publico da comar-
ca do Pao d'Alho bacharel Bartholomnu Torquato
de Suiza a Silva, recommendo V. S., que consi-
derando abonadas a< faltas, que por doente deu o
supplicante conlar de 2i de fevereiro ultimo at
o tim de abril prximo li ni i, mande pigar-lhe in-
tegralmenle os seus veucim-nios relativos aquello
tempo.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. qu con-
siderando abonadas as faltas que deu por doente o
juiz de direilo da comarca de Goianna. bacharel
Francisco Goncalves da Rocha contar de 22 at
o ultimo d abril prximo lindo, mande pagar-lhe
os seus vuncimentos re id vos quelles dias como
pede no incluso requerimento.
Dito ao inpecinr do arsenal de marinha.Ap-
provo a deliberacao, que, segundo o seu ofllcio de
4 do corrente sob n. 677, lomou V. S. de continuar
a mandar preparar na botica do finado Luiz Pedro
das Nevcs, soh as mesmas condices do contrato
com elle celebrado, os remedies necossarios en-
fermara de marinha e dos africanos livres, em
quinto o conselho de compras navaes nao faz novo
contrato com qualquer boticario.
Dito ao mesmo.Mande V. S. alistar na compa-
nhia de aprendizes marintifiros o menor de nome
Antonio Perreira da Silva depois de inspecionado.
Dito ao mesmo.Declaro a V. S. er.i additamen-
to ao meu ofB<;i.> de 4 do corrente qui deve ser
admiitido na companhia de aprendizes artfices es-
tando as condices da lei, e nao na de aprendizes
inarinheiros o menor Francisco de Oliveira Galvo,
de que trata o meu citado ofncio.
Dito ao mesmoPelo seu ofllcio de 10 do cor-
rente fiquei iuteirado de t-rom sido entregues ao
alvicireirodo tclegrapho asbandeiras, gallardetes
e otros objectos pedidos para o referido tele-
grapho.
Dito ao director do arsonal de gderra.Mande
V. S. ferropiar com cvluia presa da perna cintu-
ra o< senteciados ex soldados do 2* batalho de in-
famara Belisario Antonio Ferreira, e Minoel Per-
reira de Sant'Aooa, que tal fnn llie sern apresen-
tados por parte do brigadeiro commandante das
(rina._CommuDteou-se ao brigadeiro cominan-
Uanle das armas.
Ditoao ooramandante do presidio de "Fernando.
Pela informaco junta por copia.ministrada pelo
director do arsenal de guerra em 2 do correntesob
n. 308, com referencia a materia do ofllcio desso
DUS DA SKMaNa.
9. Segunda. S*. Gregorio Nazianzra dr. a rar
10. Terra. Ss. Blanda a l'iiiUd.-lpli mm.
11. Quarla. Ss. Faino e Anaslaci 12. Quinta. S Joaniia prinn/a v s aMM.
|13. Sexla. S. Pedro K.-^alado f. ; S. S rvaeo m.
jli. Sabbade. S. AlhanaMo I. ; I Gil.
1*. Doinia.a Ja Kspirilo Sanio.
ASSKJNA-SE
no Recite, em a livraru da praca da ladapmdaacta
ns. 6 a 8. doa proprietarios Manoel Piguerroa i
Paria 1-iTio.
AssignadcHSolidonio T Antonio Perewa dt>
Lago.
Conforme -Jos Ignacio de Medeiros Reg Mon,
commando de 29 de marco ultimo, sob n. 39, vera fero, capttao encarregado do detalhe.
V. S. que foram remettidos por aqnelle estabeleci- j
ment para esse presidio, no palhabole Artista,'
800 alqueires de farinha de mandioca, cuja medi-
cao foi regulada pelo novo padro da cmara mu-
nicipal, e fela em presenca de um vogal do con-
selho administrativo, parecendo por tanto que leve
lugar nessa ilha o extravio da farinhi a que allu-
de o citado ofllcio, que fica assim respondido.
Diur ao superintendente da estrada de ferro.
Em additamento ios meus ofllcios de 30 de Janeiro
e 9 de fevereiro ltimos, declaro aa Sr. superin-
tendente interino da estrada de ferro, em respo^ta .
ae seu de 7 do corrente que para evitar conflic-' Nf. se*saP e ** ? corrente foi lido na cmara
tos e a bem do servico fica autorisado o engenhei-; elect!va Pel,,r- Jaa Chnsostomo de Abreu c Sou-
ro fiscal a dar tambem passes gratuitos dos que 7a,mln,s!ro das obras PWicas, na cmara dos de-
tem oireito o governo nos trens da mesma estra- Pulaaos. um extenso relatono e um projecto de lei
da Commuiiicou-se ao engenheiro fiscal. Para aPProvar contrato da venda do caminho do
Porlaria.O presidente da provincia, atienden-1 l*no ?0 ,sul e concessao de varios prolongamonlos
do ao que requereu o juiz de direito especial do do aclua! ""nho de ferro de Evora o Beja.
commercio bacharel Ti isto de Alencar Araripe,' ,u ca,l)inllo de ierro do sul vendido por mil e
resol ve conceder-the 30 dias de licenca com venci- !0lt? conto.s de res, ficandoosconcessionarios obn-
mentos na forma da lei, para tratar de sua sade.: *aoos a_alargar a va, para Ihe darem as mesmas
Communicou-se thesouraria de fazenda e ao ; a,raensesdo caminho de Evora o Beja, e a cons-
conselheiro presidente da relacao. i J[u,ren| u concluirem as estacSes que Ihefaltam.
Dita. 0""presidente da provincia, atlendendo ao !0$. Prolongamontos novamente concedidos, com o
que requereu o escrivao da casa de detenco desta I Sl>sidw do 18 conlos por kilmetro, sao de Evora
da ser graduado conforme as ierras : de Ifi a"
'M& rs. O-imposto do fabrico, ser de 100 rs. por
kilogramma. Os direitos de entrada sero : taba-
co em rolo 1*100 rs., em folha 1*300 ; charutos,
24 rs.; oulras especies, 1*600 rs. ; tudo por ki-
logramma.
I OltltlISPOMIKM I AS lftO DJLA
RIO DE PKRAABBItO.
LISBOA.
28 de abril de 1864.
Monsieur de Savjre ."ei chamado ao posto de
secretario da legaco fraraoza na curie de Lisboa
em subsiiluicao de Mr. kt-marquis de Dampierre,
que esl agora disposicSo do ministerio dos
negocios estrangeiros.
Foi declarado par do reino por 60 espheras
O aVnw>taci; e reduzdo de 73 a 50 por cenlo brancas, contra duas paelas, o Sr. Vaz Breto, que
dos rtireKos de entrada, com permissao do governo era depulado na actual legislatura
poder abate-lo quando conheca que do syslema re- i Foi aprosenlada (na parJamento pelo governo)
suliam fraudes. ^ urna proposta de lei, pedindo autorisaro para
A daiar do de junho de 1864 permitlido o decretar a reforma consular.
cidaile Joaquim Theodorico de Albuquerque Mar
nhao resol ve conceder-llie 30 dias de licenca com
vencimentos na forma da lei para traur de sua
sado.Communieou-se ao inspector da thesoura-
ria provincial.
Dila.O presidente da provincia, altendendo ao
que requereu o juiz municipal e de orphaos do
termo do Rio Formoso bacharel Rufino Coelho da
Silva, resolve prorogar por um mez a licenca com
vencimentos de que gosava para iratar de sua
sade.
Despachos do dia 11 de maio de 1861.
Rtqiterimentos.
Amonio Francisco de Oliveira Rozellez. Infor-
me o Sr. in>pector da thesouraria de fazenda.
Augusto i.esar Fernandos Eiras.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Antonio Henrique de Miranda.-Informe o Sr.
desembargador provedor da Sania Casa de Miseri-
cordia.
Bento Martiuiano de Souza.Passe portara con-
cedendo a brenca pedida.
Domingos Lopes de Sant'Anna.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Felicidade de Sant'Anna Conceico.Nao tem
lugar.
Irenio Marinho de Oliveira.Informe o Sr. com-
mandante do presidio de Fernando.
Irmaudade do S.-nhor Bom Jess das Dores erec-
ta na igreja de S. Goncalo desta cidado.Informe
o Sr. thcioureiro das loteras.
Jos Miguel dos Anjos.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial
Joaquim Theodorico de Albuquerque Marauho.
Conceda-se a brenca pedida na forma da lei.
Jos Bezerra Lias.Informe o Sr. commandan-
te do destacamento da villa de Ouricury.
Manoel Jos Dantas.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
D. Mara Vtmancia de Abreu Lima Bastos e o-
tros.Informe a Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Bacharel Rufino Coelho daSilva.-Passe portara
concedeado a prorogacao pedida.
Sebastio Jos de Arruda.Terminando em 14
do corrente o prazo legal dentro do qual devia o
supplicante apresenlar o seu titulo, s o governo
imperial o pode attender no que requer.
COMANDO DAS ARIAS.
Quartel yeueral do commando das armas de Per-
ii;iinI.are,na cidade do Kecife, 11 de maio de
1861.
Ordem do dia n. 321.
_ Devendo dar-se a precisa c necessaria instruc-
cao aos cornos desta guarnicao, quanto ao servico
das armas Mini do que fazem uzo, nao s no
modo de armar e carrogar, como nos exercicios
de fogo ao alvo, e lendo-se j estahelecido urna
Imha de tiro na praia de S. Francisco na cidade de
Olinda, determina e general commandante das ar-
mas que, a comecar pela primeira companhia do
2 batalho de infantaria, sejam para all envia-
das as praeas nella existentes, cujo numero nao
deve sermmor 30, exclusive os ofllciaes e in-
feriores, o quando aconleca que alguina nao te-
nlia esse numero, ser a parle complementar pre-
enchida pela companhia immediata, e assim por
diante, at a 8.'
E lho do arlilluria a p por espaco de lo dias, a-
presentando-se alli aquella que houver de su-
bstituir nos dias Io e 16 de cada m^z
mentada pelo rancho do dito batalho,
respectivo Sr. cominandaule remeller as suas cun-
tas ao batalho a que a forca pertencer, aflu de
ser salisfeita.
E' nomeado para se encarregar desta instruccao
o Sr. 2 tenente instructor do referido batalho
Jos Antunes Ribeiro de Freita*. que observar
tudo quanto Ihe tem o mesmo general determinado
a esse respeilo, pdenlo fazor os pedidos do que
for uecessario para que deesa instruccao se possa
colher os mais proficuos resultados. Ella dorar
ter lugar duas vezes no dia, sen lo de manhaa das
6 s 8 horas, o de larde das 4 6.
para o Crato por Estremoz, de Beja para a fronlei-
ra, e de Beja para o Algarve, com as mesmas con-
dices geraes do contrato do caminho de ferro de
Evora e Beja.
A venda do caminho do Barreiro e ramal de Se-
lubal, bem como as novas concessdos, sao contra-
tadas com a companhia ingleza que acaba de cons-
truir os caminhos de Evora e Beja com urna soli-
dez e perfoico, que estas linhas podem ser consi-
deradas como modelos, o como um dos mais bem
acabados caminhos de ferro da Europa.
Como cima disse o caminho de ferro do Barrei-
ro foi vendido agora pelo governo por 284 mil li-
bras. O governo tnha-o comprado om 1861 por
210 mil libras a urna companhia que tinha no sen
contrato alguns privilegios e isences que nao tem
as oulras companhias.
A companhia ingleza que comprou agora ao go-
verno aqnelle caminho do ferro, fica sem os antigos
privilegios, iseoges e tarifas, e com a obrigaco
de reconstruir toda a via, tornando-a igual em lar-
gura aos oulros caminhos de Ierro portuguezes
contralados em 1860.
A somma dos novos kilmetros a construir ser
approximadameute de 200. Porm a parle do Gua-
diana at a fronteira de Hespanha, fica adiada para
mais tarde. O caminho em todos os seus ramaes,
ser construido com obras d'arte para duas vas,
menos no do Algarve.
O ramal para o Algarve ser construido com
urna s via e lera declives excepcionaes, indispon-
saveis para atravessar a cordilheira de montanhas
que separa o Algarve do Alentejo. O governo con-
cede companhia 18 comes do subsidio por kilo-
metro. Parece que os Irabalhos, exceptuando a
continuaco do Guadiana at fronteira, devem
estar construidos dentro de 5 annos. Aflirma-se
tambem que no conisto se considera a eventuali-
dade futura de ser o eaminbo do Barreiro prolon-
gado at Caxilhas, quesera oterminus de toda a
redo do Alentejo.
O cntralo foi assgnado no da 21 deste mez.
A companhia obriga-se a azer a navegaco do Te-
jo entre o Terreiro do Pago e o Barreiro, smeute
para o transporte de passageros, em barcos segu-
ros e de grande velocdade.
O pagamento das 224 mil libras ao governo ser
feilo por encontr em urna terca parte das presta-
Qes da subvencao das linhas a construir. O con-
trato fra discutido e approvado em conselho de
ministros no da 20.
O pequeo caminho de ferro do Barreiro s Ven-
das Novas transformen j algumas leguas de ter-
reno, que ha poucos annos eram urna charneta,
em formosssimos vnhedos, extensas plantaces de
olival, horlas, cearas, habitacus e populacao. Os
novos caminhos de ferro faro o mesmo no resto
da provincia, anda inculto, que quasi ludo.
Diz-se que, seguros deste resultado, os novos
concessionaros tralam de levar cabo a cousli-
luico de urna empreza de colonisacao do Alentejo
com o capital de 500,000 libras.
Alentejo, com a rede de caminhos de ferro que
va possuir, pode produzir em ponto pequeo a mi-
lagrosa Iransformaco que se operou em grande
parle da America Septentrional, depois que as sua*
solides foram airavessadas pelo poderoso e excep-
cional instrumento de civilisacao, o vapor.
Dou o primeiro lugar a este facto, ne>te rotros-
peclo quinzenal, porque, sem conlestaco, do
summa importancia para urna vasta porco do
paiz. O contrato da renda feilo pelo goveruo tem
sido bem recebido pela opiniopublica, porque tu-
do que tende a alargar a esphera dos nossos re-
cursos matenaes, esl na ordem do da. O cami-
nho de ferro do sul, administrado pelo governo,
ser ali- eomquanto livesse frente o bem conceiluado e
devendo o i honradsimo engenheiro portuguez Sebastio do
i Couto, nao fazia j seno onerar o estado. A recei-
j la em milito pouco exceda a despeza, e o material
i ia-se deteriorando de dia para dia.
E' de esperar, pois, que a sua approvago pelas
cortes, seja negocio de pouca demora.
Em relacao poltica interna, porque em tudo
se inlromalle a poltica; o primeiro lugar lena ca-
bido nesta caria ao negocio do tabaco, de que j
Ihe t.iili'i na minha de 14.
O governo, como enlao Ihes disse, havia decla-
rado na cmara electiva que nao admillia altera-
I cao alguma no projecto de liberdade de fabrico e
estobeciment de machina* ea construceo de edi-
ficios proprios para a manipulaco do tabaco. Em-
ira, o prpjecte (em 49 artigos, 'sendo os mais im-
portantes os que vo aqu mencionados, e aquello
que estatu que o imposto sobre a cultura do ta-
baco as ilhas ser igual ao que pesar sobre as
de mais culturas.
A di>cusso progride na cmara dos pares. Os
membros desta casa parlamentar, que eslo habi-
tualraente residindo fra da capital, tem vindo
quasi todos para reforcar as lleiras dos seus ami-
gos, porque afinal ba divergencias. O Sr. conde
d'Avila tem combatido enrgicamente o projecto ;
alguns dos mais notaveis oradores o tem aconipa-
nhado.
A commisso de legislago da cmara dos de-
ro achava-se vistosamente ornada de mbeiinres.
gruialdas e lesMoa ; e tinha para all id l-iear a
philarmoniea Coniiihnrense. serosa todas as a5e*-
pezas briOMiiienie satisfejtas pelo visror.de de Ta-
veiro. O po-jo que enajenan os passageros solliiu
sua rhegada prolongados viva.
DaqueUa- estacan voltaram os passageiros. |or de
Coiinbra tinham ido, em numen de dkus u> I ''
junlaiiiente oom a philannonica Cooiinbriceeaa, e
as militas.pessoas que de Taveiro qtsMorain vir a
cidade.
As 4 honas da Urde parti novo comboio pra o
(lutados apresenfou o projecto seguinte, relativo norte, (idesejo de ir no caminho de ferro
abobvao da pena de norte.
< Fica abolida a pena de morte em todos os cri-
mes, excepluando-se es orimes militares, e sujeitos
a esta pena pela lei militar, que forem commettidos
em tempo ou acto de guerra enlre Portugal e al-
guma naciio estrangeira, por individuos que facain
parte do exercito ou da armada.
Aos crimes a que pela, legislacao actualmente
em vigor era applieavcl. a pena de morle, ser ap-
phcada a de traliaHios pblicos por toda a vida na
frica oriental. Esta pona nao susceptivel de ag-
gravacao ou redueco.
vivo, que os empregados da estacao se viam am-
baracadoe na venda dos bilhetes. Poi aeceaMno
acresceular mais alguns wagoas iraetles qoe es-
tavam desuados. Os passageros deste coeafceso
excediam a 900.
Muite-povo se achava novamente na estacao ^ara
presenciar este espectculo. Calorosos viva* foram
dados ao-partir do coinboio.
as estaces de Souvellas, Mralhada, e a'al-
gumas das seguimos, tiraram minios pas>ageiros,
folgando e diverlindo-se, es|erando pela rhegaa
do coinboio, que os devi. ira/.er paia Gmeabra aa 8
sumptuoso*, que se teeni dado aeeta
f ao da cmara dos deputados do da261 .. ao^^lore^ SSASffStS t^^^S^^1^^
foi presentada polo governo urna proposU de lei: por exame de tcullavos provarem ter tal enfer- um:i S toeoeVotiVa o c.Mnt, ^ *Tlo
K^rir a f maS dUS ?'eieS "renfUf < miBdadt; 1 n^ Pssam Sfirvir,nos i1""" P,,li- resultou terem os passageiro i ZSm u.'na Vra7
do contrato do Ubaco aos actuaes arrematantes, eos. Nestes casos a pena estabelecida neste artigo de demora, podendo s cheeat a Uuimore a meta
visto nao haver tempo al ao dia 30 do corrente, sera substituida pela de degredo perpetuo na Afri- oitt>. >WULUUJ su -">* uwuhit mmwm
era que terminar a actual arrematarn, de ser, ca oriental, acompai^hada de prisao com ou sem \ ignorancia da causa dessa damora lea eoen
convertido em lei o projecto que se est discutndo trabalho por Una a vida m lugar de degredo. ,,ue ein Cont.'ra se es|iveso com muiio comUIo
na cmara hereditaria. Esta sulistituicao do pena ter A lugar no julga- nas pBSsoas que se espera va no comlmw
ro logo apresentado pela commisso orespecti-1 ment, se os factos em que ellas se fundara j en- Cinfim aclia-se inaugurado o caininbo de ferro
vo parecer sobre esla proposta, dispeosando-se o to existirem, ou depois por deciso do juiz em cu- de Taveiro Villa-.Nova oJc-Gaia Resta afora pare
regiment para este parecer entrar immediatamen- ja comarca residir, se os sessenta annos de idade satisfaier m rdelas votos do publico que e abra
te em discusse, na generahdade e na especialida- se completarem, ou a enfermidade sobrever du- ao transito todo o caminho-de I isboa ao Porto
de simultneamente, segundo se resolveu. i rento o cumprimenlo da pena imposta. o baiJe que leve lugar na noie do da 11 do tm
voto do Sr. Footes, foi, que o governo em vez | Aos menores de dezesele annos, a quera nos i renu>, dado pelos Exuis condes de Penahrl m se
de fazer passar vapor esta proposta de lei, deve- [ termos do cdigo penal deve ser applicada a pena najaciu, na ra Nova de S Mamede em Lisboa, lei
ra lomar a admnistraco por sua conla em quan- de prisao perpetua com trabalho em substituigo um d0S ,nais suinutuosos
to se nao resolve o negocio, era vez de ir metter da de morle, ser imposta a pena de degredo per- capital.
Eis a descripcao que delle faz nm dos
mais li Jos :
Neste palacio as suas salas, casa a> jaalar.
gabinesles, e mais accessorios sao um ver Jijeara
primor d ai te, pelos muitos rustosos e varudos
objectos que em si conten.
Nesta estancia mora alli com Ss. Eses, a ele-
gancia, a urtianidade, e a perfeita granan.
Nunca se fez melhor uso do poder da riqueza e
da posica- social,como Ss. Eses.
Todava deve ser mencionado, que o gabinete
da Exina. Sra. condessa de Penafiel, .-e e retra-
to do seu Exm. pai, circundado das aspada da tea
uso, como militar; a em om mostrador ledas as
suas gra-cruzes. placas, hbitos e mrdalha* ene
Ihe foram conferidas, pelos teas servicos a chave
de camariia da Sra. I). Maria II e do Sr. D. PV-
dro V, e as fardas do seu uso; como igualmente a
rica caixa para tabaco, que Ihe dera Francisca I.
imperador da Auatria, quando o Exm conde de
Penafiel, foi buscar, sua lidia a Sra. I). Maria Leo-
poldina Josepha Carolina, archiduqueza "Aus-
tria, que casou em 13 de maio de 181? om o Sr
D. PeJro d'Alcantara, principe real, depois re IV.
O resto,' pode ser aggravada com prisao no lugar de degre- 0 ^^^ em Portugal.
! do, a qual comtudo nao se prolongara alera da du- xuj0 ,,|,aiito ha de nobre e eleganle em Lis-
boa acorreu aquellas salas onde se pissaraui deli-
ciosos momeutos.
algumas dezenas de contos na algibeira dos contra- peino nao aggravado.
(adores em urna nova arrematarn sem ira- Aos crimes a que pelo mesmo cdigo era ap-
ea. Abundaram no mesmo sentido os Srs. Casal pliravel qualquer das penas perpetuas de trabalhos
Ribeiro, Carlos Bento da Silva, e Aragao. Declarou pblicos, pristo ou degredo sero applicaveis s
o ministro da fazenda que o contrato por eslesdous raosmas penas, porm temporarias, noexcedendo
mezes continuara com as mesmas condices, o que a vinte annos de duraco.
os contratadores j tinham aceitado ste novo A perda dos direitos polticos continuar do
ajuste. mesmo modo a ser applicada, ou seja como pena,
0 projecto foi approvado. ou seja como effeito de penas temporarias ou per-
Contina pois, a discusso na cmara heredita- petua*, nos casos em que estas ticam subsisiiodo.
ra, mas ninguem duvRla que a opposico fique em Fica do mesmo modo reduzdo dez aunos o
debandada. __ : mximo da duraco das penas nos casos em que o
Na manhaa do dia 23 do corrente, urna commis- cdigo penal os mandava apphrar temporariainen-
so dos operarios da fabrica do tabaco apresen- i te, fijando o mximo em quinze annos.
to-se no governo civil de Lisboa, pedindo I ir enea As penas temporarias, ou sejam de dez, ou de
para celebrar-se um meeting dos mesmos opera-, vinie annos, nao podero ser aggravadas em quan-
rios. j to a sua duraco. Quando, porm, houver de ter
No metting, era que reinou tranquillidade, asesn-' lugar a aggravaco das ditas penas, observar-se-
tou-se em requerer cmara dos pares a diminu-. bao as regras seguintos :
cao dos direitos do tabaco em folha o augmento ) < As penas de Irabalhos pblicos e de prisao
at 25400 nos direitos dos charutos. No mesmo podem ser aggravadas, sendo applicadas no ultra-
requerimento protestar se-bia contra a expropria- mar.
cao das machinas. Celebrou-se a reuniao em urna i < A pena de degredo pode ser aggravada pelos
casa na campo de Santa Clara. Nessa casa nao ca- modos seguintes : Sendo para a frica oriental,
biam mais de cento e tantos 'inens.
superior 1,400 pessoas, Acou porta. I do, a qual comtudo nao se prolonga
la quem aflirme que estas reunides, alias pacifi- rayo delle ;
cas, sao manejadas por traz da cortina por adversa-; Sendo para a frica occidental pode ser ag-
rios da situacao. O ceno que o jornal sem-offl- gravada para a oriental;
cial um destes dias, pronunciou o Quos ego... em | Sendo para a India pode ser aggravada para
relacao a cmara dos pares. a frica occidental.
O artigo de que passo a transcrever-lhe um Ir-1 A allenuaco das penas lera lugar nos termos
cho, allribue-se ao proprio ministro da fazenda, o seguintes
Sr. Lobo d'Avilar, anligo jornalista.
A cmara dos pares pode discutir o projecto, c
t c por em quanto o que esl fazendo. Observemos
o seu ulterior procedimento, e se elle for conlra-
rio s disposicoes terminantes da carta : se ella,
t na phrase do Jomnl do Commercio tomar una
verdadeira iniciativa em assumptos tributa
TOS K.NTAO HA N\ MKSMA CAIIT O 11EMEDIO PAIIA
MANTKII OS MUROS DE CADA L'M DOS PODEIIES DO
ESTADO.
E' claro que a espeelaliva da reforma da cmara
dos pares o remedio proposto pouco enigmtica-
mente.
Eis a situacao poltica enlacada com a queslo
da liberdade do tabaco.
Ha dias aflirmava-se que havia receios de urna
crise, mas as pessoas que mais de perln observan)
A pena perpetua de perda dos direitos polti-
cos poder ser substituida pela suspensao do eser-
cicio delles pelo lempo de dez vinle annos;
As penas temporarias por vinte anuos podem
ser exercidas na sua duraco at dez anuos.
A duraco das penas temporarias por dez an-
uos poder >er reduzida ao mnimo de tres annos.
t O menor de quatorze annos que commetter al-
gum erme que pelo cdigo actual corresponda
alguma das penas maiores. pralcando o tacto com
discernimento, ser condemnado prisao com tra-
balno ou sem elle por tempo que nao exceda to-
le annos.
< Todas as oulras pecas continuaro a ser ap-
plicadas pelo modo estahelecido na legislacao ac-
tual.
E' o governo autorisado alterar, em harmona
as alteraces da atbmosphera parlamentar suppoe, com esta le, os artigos do cdigo penal, cujas dis-
C'iin fundamento que o ministerio nao ter de ca- posices se acharen) modificadas por elles. >
Foi publicado o decreto, permiltindo que o
capilal social do Banco l'niao seja elevado 5.000
O mesmo Sr. 2" tenente tomar nota da appli- venda de tabaco ; mas um conjunciivo de circuns-
tancias que seria longo descrever-lhos, fez com
que, d'accordo com a maioria aceitasse urna tran-
sacao proposta pela cmara hereditaria, eteve
cacao de cada individuo, e formar as competen-
tes tabellas do effeito producido por cada tiro, de
conforinidade com o que se acha regulado, cujo
trabalho enviar semanalmente ao quartel gene- que ceder, seno no campo dos principios, pois se
ral, acompanhado de urna relacao nominal dos
individuos que faltaram a instruccao e cm que
das, entendrtndose para isso com o Sr. offlcial
commandante da forca.
O Sr. commandante do 2 batalho de infantaria
mandara entregar ao do 4o batalho os seus alvos,
que alli se conservaro durante a instruccao do
seu batalho.
manteve illoso o principio da liberdade e extinc-
cao do monopolio, com tudo no prazo.
A cmara dos pares tambem pela sua parte ce-
deu, pois de primeiro pareca estar na resoluco
terminante de s admittir o exclusivo, quer por
arremataco, quer pelo svstema rgie, ou por con-
ta do governo.
As tres commisses reunidas, todas ellas do gre-
hir agora, que a maior parte dos atlrictos e reluc-
tancias se tinham suavisado, mormvnte na cmara
dos deputados, onde foi mister empregar muitissi-
mo taclo poltico para levar a maioria a urna re-
consideraco honrosa.
Diz-se porm, que no ultimo periodo, ou antes,
nas ultimas semanas da legislatura, a benevolencia
dos representantes do povo para com o governo
caracterstica e mais pronunciada. Estas ideas,
foram um pouco acerbamente emittidas peloSr.
conde d'Avila, que chegou na cmara alta a dizer
que na ultima sesso de urna legislatura, a cmara
electiva perde a sua autoridade para negocios de
rande importancia, como este que se est venti-
indo.
Na cmara dos deputados, o Sr. Pereira Das,
protcstou em altos clamores contra aquella suppos-
ta otTensa collectiva; a cmara apoiou, e por lim o
orador alludio s gra-cruzes e ao titulo de conde
que ornam o Sr. Avila; comparou a independencia
dos que hostilisam o governo acceitandolhe favo-
res, com a dos deputados, que nao os esperan) no
campo eleitoral por parte do governo e votara
como entendem Repito, amigos redactores, somos
de urna susceptibilidad.' demasiadamente meridio-
nal. As raberas exaltam-se por urna phrase, as
palavras sao como as cerejas, e s duas por tres
estariam as duas casas do parlamento a despicar-se
em palavriados improductivos, se nao houvesse fe-
lizmente muita prudencia para restabelcer p equi-
librio das conveniencias, e urbanidade parla-
mentar.
O Sr. Domingos de Barros, deputado, na
sesso de 23 do corrente, apresentou a cmara um
projecto de le para a sabida dos vinhos do Minho
pela barra do j'orto para os portos do Brasil, em
contos de ris.
Coimbra assisiio, como ultima hora Ihe no-
liciei, inauguraco do caminho de ferro de Avei-
ro Villa-Nova de Gaia no da 10 do correute
mez.
Este acontecimento encheu de intima salisfaco j
os habitantes daquella cidade e de muitos pontos
do dstricto, que ali vieram presenecar ene acon-
tecimento.
Nas hospedaras j nao era possivel receber
mais passageros, temi de fiear muitos em casas
particulares, e por toda a cidade se va um mov-
mento extraordinario.
Ao romper da manhaa comer^m a dirigir-se pa-
ra a estaco do caminho de ferro um concurso im-
raenso de pessoas de todas as classes.
Dentro em pouco achavam-se cuberas de povo
todas as eminencias prximas. A phil'armonica
Boa-Unio tornava ainda mais animada esta gran-
de reunio pupular.
Pouco depois das 7 horas parti o comboio, le-
vando perto de 500 pessoas. Quando a locomotiva
eomeepu a mover-te, calorosos vivas partan) d'en-
tre a mull lo, os quaes eram correspondidos pe-
los passageros que am nos wagous.
Na estacan de Souzellas, achava-se bastante po-
vo. e tocava a philarmonica Restauraco, de Can-
ta nhede.
Na Mealhada, pelo espaco de um kilmetro, ha-
via de um e outro lado da estrada bandciras a pe-
quena distancia entre si. A concurrencia de povo
na proximidade da estagao era muito grande. To-
cava ah a phitarmouica de gueda.
A estacao de Magofores eslava vistosamente em
O mesmo general commandante das armas ten-' mo da cmara alta apreseotaram no dia 15 o seu
do em consideracao que hocessado os motivos que parecer. O relator foi o Sr. Jos Maria Eugenio
deram ao augmento de forca dos destacamentos da de Almeida. As commisses acharam a rgie into-
fortalea do Brum, e de forte do Buraco, e a def- i leravel; a arremaiacio, ineompativel com a nossa
liej-neia do pessoal para o servico da guarnicao,' poca, e s admissivei n syslema de liberdade pre-
determina que de ora em dame sejt este forte posto pelo governo o approvado pela cmara dos
uarnertido por um destacamento de praeas do deputados.
batalho de artillara a p comnosto de um in-1 Dos 24 membros de que se compoe as commis-
ferior (ipie ser o que actualmente nclle existe.) ses. squalro assignaram vencidos. Os restantes
quanto se nao resolve cabalmente a questo dos, bandeirada, e achava-se all grandeconcurso.de
vinbos do Douro, cujo actual regulamento impede povo no concedi de Anadia. Tocava a plulasmo
dous cabos e nove soldados ; e aquella fortaleza
por out 'o destacamento d mesmo oatalho com-
posto di i um subalterno, um inferior,' 3 cabos, 12
soldados e 1 tambor; devendo recolher-se aos seus
coritos todos es olR.-iaes e mais praeas exce-
dentes.
E po s> que com essa reduccao tornase desne-
a continuarlo do conselho econmico
proviso io estahelecido para o rancho da mancio
nada foi taleza, linda que seja a actual quinzena,r
deixar
rotarain pelo projecto, vindo da outra casa do par-
lameuto, que no entanto solTreu algumas altera-
ces que o tornaran) mais aceitaveL
O parecer foi publicado na folha officjal, o Dia-
rio de Lisboa.
SegunJo elle, autorisa-se o governo a contratar
cora a actual companhia, e, nao querendo esta,
cora outra qualquer, a duraco do monopolio al
30 de junho, isto por mais dous mezes.
Passados 10 dias depois da publicarn da lei, o
elle de funecionar e ser considerado ex- governo |or em praca a arremataco do inonopo-
tinto, laVranlO'Se o competente termo. i lio por seis meaes, do 1" de jqlho 31 de dezem-
0 respectivo Sr. commandante remetiera ao bro. Nesse proco sero comprehendidas as fabricas
quartel
exmelo
mais de
destino
04*
general com o relalorio dos trabalhos do
conselho no corrento anno os livros e
cumentos archivados para terem o devido
latalhao de artilharia fornecer de ran^
cho os i lons destacamentos pela, maneira qqe JuU
gar ma s acertada-
de Lisboa o Porto com tolas as machinas e bem-
feilorias. Os utensilios que actualmente nao sao
propriedade do governo, sero expropriados por
utitidade publica.
A manipulaeao do tabaco ser permitlida s nos
concelhos de Lisboa, Porto, Olivaos. Villa Nova de
Gaia e Belnqi. O imposte sobre ae licenc d> ven-
aquella exportaco, e est privando o Minho de
valiosissimos interesses que Ihe oflerece o merca-
do do Brasil.
Est-se tratando de organisar urna compa-
nhia destinada aos melhoramentos materiaes na
cidade de Lisboa, como creio ter-lhe ja annuncia-
do. E' seu promotor o Sr. S. L Cohn infatigavel
em promover por lodos os modos a realisacao desta
empreza. Esta idea tem merecido a proteccao da
imprensa, gosa de rauilo favor na opinio pu-
blica.
O que sobre tudo torna mais sympathica a em-
preza a falla de habilitacoos para as classes me-
nos abastadas.
Kslas, e principalmente as desvalidas nao achara
quasi predios oude se possam abrigar, pelo aug-
mento exaggerado das rendas. Noras ras e novas
praeas eslo sendo precisas bem como o alarga-
monto de mudas que tem o carcter de verdadeiras
arterias da capilal pelo seu transito quoldiano.
E' de crr que a empreza, urna vet fundada em
condices. serias prospere como preciso para o
melhoramento desta grande cidade.
No dia 29 de abril corrente, pela 1 hora da
1 tarda, houvera recepoo era grande gala no real
paco d'Ajuda, por ser o anniversario da outerga da
carta constitucional da monarchia, por S. M. iiupe-
l rial o Sr. D. Pedro IV de glorio recordaso.
nica da villa caneca do concelhe.
Em Oliveira do Bairro tambem se achava muilo
povo.
Em Aveiro a concarrencia era extraordinaria.
Tocavam as duas philarmonicas da cidade e suhi-
ram ao ar grande numero de foguetes.
Do Porto foi estacao das Devezas immensa gen-
io a esperar o comboio.
Durante todo este tempo era a liona do caminho
de ferro percorrida em sentido inverso por outro
comboio, que vinlia de Villa-Nova de Gaia.
Pouco depois do meio da rnecou estacao de
Coimbra o comboio, trazondu do Porto e torras in-
termedias numerosos passageros, que quizerara
vir lomar parte nesla festa. De Coimbra traba no-
vamente alfluido ao local da estacad um grande
concurso de habitantes da cidade, e acadmicos,
para irem fazer a honras aos seus hospedes.
O entusiasme publico a chegada do comboio foi
muito grande. Subir un ao ar raudas gyraadolas
de foguetes e \otoa a philarmonica Boa-C'nio,
Na cidade suuiraui au ar algumas gyraudolas, e
tocarara (esvalm 'iiie os sinos de Santa Cruz, por
ordem da cmara municipal, que tinha as pinedas
dos pacos do cousnltut embanderadas.
Pouco dei.is da chegada do comboio, parti o
mesmo para Taveivo, condiuindo um grande nu-
mero de habilan'.es da dade. A estacao de Tavei-
Ainda esta pendente a divisad das 20,000 aceces
do instituicu hvpothecaria. A menos que te ejnei-
i.a correr o risco de se abrir subsenpro pubix
o banco by|Mlhecario do I*..rio lera oV ronlesMar-
se s com 4,000 acres. lican.lo c Chamico, 6,000 a companhia UttaMa Publica e
com 3,500 o Sr. Jos Izidoro Guedes. E neJe sen-
lulo que ser lalvez ultimado o negocio e eila
conlecijo definitiva companhia trance* i
Nao |>or falta de zelo, nem de e.-forv'os empre-
gados pelos Srs. Miguel Osorio e Eduardo Soveral.
que o banco hypolhecario nao consigue as .OH
aeces; mas sii porque se cunlou um pouco lard-
neste negocio.
No da 12 do corrente, como Lite disse, ao O-chai
das malas deixou o Tejo |>ara ir levar soceorr*
ilesgracados habitantes das ilhas de Cabo-Verde a
corveta vapor Estephanin.
Acrvela, segundo con-la, leva mai* de 300
saceos de milho, 800 de arroz, cante, farinha, ral
deires e panellas para facilitar a dislribuicao dos
ranchos e medicamentos para aecudir ao* doenle*
Va i a bordo, alm do novo governadur, J Guedes de (^rvalhoe Mener.es, o Dr, Macan- -.;
secretario, o Dr. medico Jaimes Nicolao Salb> mu
lo conhecido e acndilado m provincia, e eiBeren
tes oulros empregados paMieae.
A Estephania va i/ba d.- S. TMaga dir
mente, e deve chegar aJii em poucos das, | o commarolante recebeu ordem de empregar par
esse lim lodos os meios de que |oder dispor.
E' provavel agora, se o governo continuar
mandar soccorros anudado* e com proiupti-tk
que nao haja a lamentar desgracas lo gramVs
como os que referirn) as ultimas noticias dalli
recebilas.
A companhia IMit Mtrainlil dirigi ao gc no urna represenlaco, olTerecendo-; a uuuiUr
conduzr graluilameirte para o Cabo-Verde tudo*
os generes que o governo quizer enviar, dando ao
mesmo tempo p.is.-agem gratuita aos iiileliit.-, <|ur
preteudereiu sabir de Cali-Verde para oulros por-
tos, e que se apreseotarem com guias do goveraa-
dor geral ; (cando a cargo do goveroo someate a
despeza do susUmUo dos emigrados.
Pelo oflkio siguile se contoece o horroroso es-
lado dos habitantes da ilha de S. Thiatco.
lllm. Sr. gerente da coinpanb* l'nio Mer-
cantil.Lisboa.S. Thiago 30 de margo de fM%
Hoje s- 1L horas sahire desle porto. Tive a*tui al-
guma demora, porque levo oilenla c nove passa-
geros para S. Thora, e live de arranjar relresee.
Nada mais Unho a relatar V. S> que inga res-
pailo.a uiivk. A fome, nesla ilha, meitoailu.
Nao se v seno esqueleto* pela* ras. Todos o
dias pela manhaa apparecem cadver. N ba
maiiiiiniMdos. Estimavara bem o nnlho que me
trouxe no vapor. Se V. S. fallar ao aumslro neatt
sentido, queira-lhe pedir que mande quaaio ante.-
abundancia de gneros, pas urna obra de mise
ricoidia. Ninguem faz idea, nem at^oxiaanan,
das tristes circunstancias. eu> que est estedesfra-
cado povo. __ .
Do V. S. muilo atinlo veneradorTh*/**i. *y
Oliveira. mamm
O ministro da marinha pedio autorisacao par.
emprear 60 conlos.de res em soccorro ous mese-
raveis habilanles das ilhas de Ubo->erle.
Publicouse a conta da despeza lena cora
crvela uqn* da Terceiea, deitada ao mar nc du
8 do crrenle. ,
Daquella eonla se v que a importancia zerat ea
despeza do esJaleiro de rs. 1 lO.oSJOl ajen
bouve para menos em despeza no material, compa-
rando losa com a uliima corveta de igOitl typu a
S da Banikirit, a dfierenea de 14eV337 r. p^ a
nelada, apezar de ser empregada uesu conslriwfo
muilo maioi quautidade de teca, em que sote I
quasi lOJKiOA a differenca )de valor st-mlo igual a
verba de 'i;U0i empregada na madeira de caiva-
IIiij em arabos os navios, o que affianca maior Javier
e porlaolo maior duraco ; que, posto kr a anea
corveta mais de 130 toueladas do que a S da eVn-
deira, nao obstaute a di!J)culdade re. ullle teaav
penoridade de diraenses das madciraty tantea
aquella menos 32oj^04 rs., ha vendo a nawaa-
gao do que ja se provra cora a conrfrnteja aa
CurveU ajadle Joo, na qual retoaren* .
supenoiidade do systonu de trelas senra o J.
einprwtadas, pois qm a Dnqne Icrrcirn, a>


*?** m h\r wr ri
maiores dimenses ao quo a &i Vi ftiiiVro,_eu5- os estudos o clculos meteorolgicos. Mr. Lever-
tou menos 7:2i45i8 rs., na titliiliila-l.: da tno de sior, director d*o observatorio meteorolgico de Pa-
olna. ou, en quanto rada tonelada im|tortou em rto, remarte quotJUnameute pelo telegrapbn para
t Ca ,1,1 lt,l iI'/.iii'h /\n -.-.-. -*--------- .-=.- .,__ L_* .1__
21,5213 rs. ; ca,la t.m.'lada da & cuslou 3l32o rs. rao de obra. Em summa, cal-
colando o lolal, e o auyinento do tonelagem, vera
a ser a economa effcciuada 13:323*5504 rs.
Diz-se que deutro ein poucos das o ministro
das obras publicas apresenUra um projecto, auto-
risando o governo a contrahir um einprestmo com
appiuaro s obras do inelhorameoto da barra e
porto ile Vienna. Os encargos do emprestimo sa-
rao pagos pelo imposto especial que na alfandeg
daquelia cidade se cobra com destino s preditas-
Obras.
Ora sendo necessario dar maior desenvolvimos
to aos trabalhos, para que elles sejatn proficuos,
nao ha meio de o couseuuir, senao eontralnndo o
alludido empresumo ;alias, com a publicarlo de-
morada de pequeas somatas nada se coma-gue,
porque o invern vem destruir ludo quanlo se fez
no vern.
(i mo bom porto de Mtrja Vianna deveria ter
merecido lia muilo lempo mais alleiigo ; dando-se
de mais mais a circuinslancia de possuir urna
excedente e vasta doka incompleta verdade ;
masipie limpa, acabada efeilas as devidas commu-
niraces com a barra, ser urna cousa importante
e pouco dispendiosa comparativamente com os be-
neflcivs que resultan) desta inclhorameiiio. l)iz-sc
que o euipresiinio destinado concluso e lini-
peza dessa di>ka.
O ciiniiierci do Pollo lucrara tanabem muto
com a ezeeocao do projecto. Os navios, que com
destino ao Douro, se viam, por causa do tempo,
obi igads a arribarem a Viga eucontraio um
bom abrigo em Vianna do Castello.
Ki-rei o Sr. I). Luiz, S. M. a rainha, o prin-
cipe U. i arlos e o principe de Joiuville, que che-
gou aqu a 13 no paquete Oneida de Southampton,
sahiram do paco d'Ajuda no ilia 17 do corrale s
9 horas e um quarlo da manha. echegaram Ma-
ta as 11 e 3 quarios.
lina guarda de lumia do regiment de infanta-
ra ii. 7, que pitucas boras antes luilia chegadu
aquella villa, esperou os augustos viajantes, proxif
mo do palacis onde se acliavain tmbela as autori-
dades mis e militares, e o eorpo do asylo dos li-
llms dos soldados.
Antes de rh<-gasn SS. MM. teve lugar a commu-
uho do preses, prestando-se o capito Salgado,
director do asylo, a mandar a banda de msica
dos asylado* que aesistio este acto, o tocou com
bastante perfeico.
Esta bauda lambem tocou durante o janlar de
SS. MM., que fizeram alguus elogies ao Sr. Holti,
nieslie da bauda e a quem esta deve o bello
ad-auamento ijue revella.
SS. .MM. ficaram salisfeilas com sua bella ppa-
rencia e perfeiia disciplina que moslraram os asv-
lados.
Sua Magostada el-rei I). Luiz houve por beni
por ca la regia inserta na ordem do exercito n. lo,
condecorar com as medalhas militares d'ouro e
prala, seu augusto pai o Sr. O. Fernando. A caria
regia que llie con tere oslas medalhas a se-
guale :
Mullo alto e muilo poderoso principe e senhor
D. Fe'uaudo II, re de Portugal, duque de Saxonia
Coburgo Gotha. marechalgrneral, meu muitoama-
do, presado, e querido pae, irmu e amigo : Eu
1). I.uiz, por greca de Dos, re de Portugal e dos
Algaras, etc.. envo muto saudar vossa roages-
tade, como aquelle que sobre todos amo e preso.
Tendo sido instituida, por decreto de 2 de outubro
do anuo prximo passado, a medalha militar para
galantear o valor militar, bons serviros, e exein-
jilar comportameiito dos individuos pe teueentes
aos exercito de Ierra e mar, e ceuiprazendo-ine
cm reeonbeeer que vossa magostado evidente-
mente se conferem os J 2" e o", do artigo 4 do
mcsinn decreto, em priineiro lugar pela sabodoria
Sconsuinmada prudencia cora que em lempos
iffiVeis vossa magostada exereeu a regencia des-
tes reinos durante a meiioridade do meu augusto
irmao, 1). Plro V, de mu undosa memoria, e em
segundo lugar pelo distnelissimo comportamento
com que vossa inagestadc conslanlemenie se lom
appiicil) aodesempenha das maceaos do eminen-
te posto que conserva no exercito ha mais de 28
anuos : por estes motivos be i por boa e me aprM
onereeer i vossa magestade a medalha d'ouro, de
que traa o citado j 2., e a de prala mencionada
no s ">', esperando que vossa magestade se digna-
r aceitar estas condecoraeocs, como um novotes-
teinunho do ronsideraco e apresa por mas excel-
ias virtudes e relevantes Servaos em jtrol da ua.
0o a do exercito.
Muilo alio c muto jtoderoso principe e senhor
destino, o Sr. I. Pedio .tlontezuma do Mexieu, de
quem ha lempos noliciaram do Porto a sua raa-
gada.
o nosso observatorio um boletn do lempo provavcl Este cavalhero, d'uma educacao esmerada, o
nos principaes pontos do mundo. grandes conhecimentos, a quem as malfadadas guer-
r Consta que o ministro das obras publicas val ras do seu (aiz privararn da >ua collosal fortuna
ordenar coustrueco da ponte sobre o rio Douro desde 1857, veio aguardar, entre os habitantes do
na Regoa para ligar esta villa a estrada marginal Porto, o momento proprio para as* suas reclama-
uued'ali segu at ario To. lo, estrada que alias cSee; ci agora que ludo all mudou de face, e se-
nao esl construida de todo, ma que sera ulti-
mada.
Para a conclusJo da estrada e feitura da ponte
levantar-se-ha um emprestimo, cejos juros e amor-
Nova de Gaia.
E' em Danco Lusitano que se transforma a
tompanhia Universal segundo o projecto de esta-
llos, que se disculo em Lisboa, na casada As-
sociacaoCommercial, ra do Alecrim.
A commisso cleita para confeccionar o raesmo
prnjeclo, usando da faculdade que pela mesma as-
sciubla Ihe fui conferida de alterar o programma
em qualquer dos pontos que julgasse conveniente
nos in ciesses dos subscriptores, assim o emenden,
por Ihe parecer, que o titulo primitivo, por dema-
siadamente lato, nao era bem cabido.
Tora, segundo o mesmo projecto, a sua sede em
Lisboa, sendo o prazo da sua duracao interminado,
mas pudendo liquidar no fim de 30 annos, se a as-
sembla geral assim o resolver por maiorla para
se verificar no seguinle anno.
O fundo capital do t-stabelccimento ser de doze
mil conlos de res, divididos em aeces de cem mil
res.*
Realisar-se-ha por emisscs. sendo a primeirade
quatro mil cootos, ja subscripto, julgando-se consti-
tuido o banco logo que lenha realsado a quarta
parle do fundo emiiiido. As outras emissoes sero
qnaiido a assembla geral o resolver.
gundo instruccoes que reeebeu, parti a entender
se com Maximiliano I; porra, muto breve voltara
a* Porto, a fazer eonduzir para o Mxico o cada-
ver de sua esposa e fllho, duposiudos ne cemiteno
da Lapa, na capella dos Srs. Guimares, e ambos
fallecidos em Loimbra, bem como seus dous lilhi-
nhos, que tambera all ficaram, ao cuidado d'um
seu amigo.
Recebeu-se mala de Timor. As noticias
Ideui tiv dcmoiir e construir ciades, villas o al-
dsias,
dem de___
Igualmente se enca rega de reraelter diuheiro
para o nutro mundo.
Nao tem limites as suas transarees, nem de-
pende de pessoa alguma ou do governo. Ter qua-
renta gerente e oitenta substitutos, alm do accom-
modar todos os pretndenos. O quadin dos em
pregados internos ser de orto centos. mas poder
elevar-se a dous mil se preciso fr.
O qiudro dos empregados externos ser depois
fixado pela gerencia.
Gerentes e empregados prestarlo fianca idnea.
Os gerentes activos vencerlo 20:000000 cada
um. e os substitutos, estando inactivos, melado.
Os gerentes activos terao mais a porcentagein de
40 por cento sobre o lucro bruto de cada anuo,
-A.
mai de
i, -.-----------------. i\a llt/i-iM*' *\r y\Ji vwaU .iVUI U M IHl/ttf VI (HU UO t il'ld .H1M'',
a esu provincia aleaocam a 24 de dezembro do com tanto que o ordenado c Dorcoutaaem uao exce-
anno biido. u da a 100:0005 por cabera,
tmna havido em illy frequenles abalos do ter- O fundo do reserva ser de dez milhoes.
ra, sem todava causa-em desastres. O mar bavia Se os governos de Portugal e Brasil derem urna
3 cerca de sete ou oito metros, subvengao conveniente, esto banco encarrega-se
atora dos limites ordinarios, ameagando os baros de fazer um'raminho de ferro por mar. sobre cor-
ae Biiao e Sicca. ti^a boiaule, para que no mesmo dia se possa ir e
Loniinuavam alguns trabalhos de obras publicas, vr a qualquer parte dos dous re
o estado geral era satisfactorio. Nao occorria no- monstruosa que de per si s elevar
possa
nos; empreza
o n na este banco s
p. a u nuvens.
d#T.!SS Trea h, ,r^l0,r da er.ola Polytecbinica Esla empreza ser seguida de outras de idntica
de Lisboa o Sr. Sebasliao Lopes CalWeiros de Me- nalureza.
AnoamaJr d eSUd U,a'r' e 6X eovernador da Contina a dissidencia entre a commisso ins-
_ Tnrr. ,*.. .1. ,al,ado'a do projectdo banco Delcredere e fomen-
uma lininniH, ZZ, ,* ^i'0'* da.formaca? de ,0 nacional, e os suttscriptores que nao qnizeram
boa aT.K nn^ri? UC, u V,a ferrea L,S" SN^ eondigdes impostas pela dila commis-
Arriilos P C M',,ra a comerar em s5 Mra a ratfiVaeo das assenaturas.
n ment da raa Ibti. dedeteacS,
Existiam. Euiraram. Sahiram. . . 347 im M M .
Existen. )r * 391
Naciones Estnwgetrw Mnlkerea EstrawfTMra Eseravos Escravas . . 3t % 1 C3 4 .
Alimentado* a cusa dos cofres ,
Movimenio da casa de detenon
mai de 1864.
Kii-n.uii...... 352
Enlniram..... ; i
Sahiram...... |g*
A saber
As accoes ratificadas sommam 64:001 represen-
. ~"<- raunmiM na nmmm- iadas por 1581 subscriptores. Tendo a assienatu-
do ssSSr 2ff"2 para Te cdflci0 d0b H^'08 n $i'10 de e0:00 mil 5es. faam a ratificar...
aoconcelho seja construido no atorro da Boa- 15:399.
Exislera....... m
Nacionaes..... i.-.s
Estrangeiros... Mulberes...... BMraagaifM... Escraviis...... Eacrava;...... 37 1 1 4 i l
Vista.
Noe
-___'- ... ,_. Ao mesmo tempo que a commisso nslalladra
nmSfSfK** "."e'r "ot-?- ,u a |)edi"d0 lue oi esututos seja.u devolvidos,
covemneTL^KS2l"S= conselno do A associacio commercal de Braga est lgale
fcoi ?ncA,S f"ernda'fM T ,:on,r*10 "?.ra lefinilivamenle constituida. Tendo os seus eslalu-
LSSSS^.hS f ">ov,do a vapor alun tos sido approvados por decreto de 17 de marco
SnmlViLmiM ,ancnaAwoia,aqual*eaehae ultima, reuniram-se os associados era assembla
geral^no^ia 14 do ecrrantt, para proceder .le-
assembla geral.
japoneza.
Consta que j parti para a Europa a nova em-
baixada. Vem tratar com as potencias, segundo
diz o Times, com as quaes o Japao negociou tra-
tad s, sobre algumas alleracfles nos mesmos tra-
tados.
A polica do governo civil capturou no dia
12 de manha o italiano Pielro Santi, companheiro
dos quo j eslao presos pelo assassinato do cai-
xeiro do cambista Percira.
Os libanos que esto presos por causa do al-
ternado da calcada de Sama Anna, sao Giuseppe
Demario, que foi o priineiro capturado e que veio
para Lisboa no da 28 de fevereiro no navio fran-
cez Fhre lAiuise em viagem de Londres, onde o
faecinora era conhecdo por Viceuso Maggi. Giu-
seppe Demario vinha cm rompanha de Leopoldo
Ferrari, mas este nao pode ser capturado. O segun-
do preso, e que o foi no dia It, chegou a Lisboa
no di 2 de abril no vapor inglez Fartar, etn via-
gem de Londres, e chama-se Pietro Santi, tendo
vndocompanhado de Cesar Venxi, qno no da 9
pela manhaa sahio para Glasgow, no vapor Ailta
Crnig. O terreiro preso o dono da hospedara
Unittnlia, Hermenegildo Govetti. A polica est
convencida de que os miliantes sao anda mais, e
nao perde a esperanca de os por a bom recato.
A commisso d engenheros, encarregada de
examinar a linha ferrea do norte, de parecer que
a secrao desde o enlroncamento al Soure se pode
abrir j circularan as mesmas condicTtes em
que foi aberla a de Coimbra ao Porto.
Ficara, pois, a seceao de Taveiro a Soure, ape-
nas, iniransitavel.
Esla inPrnrpgao s de 20 kilmetros e pro-
vm das duvidas que ha sobre o local onde deve
ser feila urna estago. Esses 20 kilmetros serao
percorridos em mala-posla. Era todo o caso espe-
rase que toda a buha de Lisboa a Villa-Nova de
Gaia seja explorada em junho, havendo por essa
oeeasiao grande festa dada pea empreza conslruc-
lora.
\ commisso da fazenda de accorde eom a
de commerrio e arles, apresenlou no dia 19 na
cmara o sen parecer relativamente representa-
ran da rompanha l.'niao Mercantil, para ser inter-
pretada a le de 13 de jun'ode 1863, que conce-
den um subsidio empreza que lizesse a navega-
cao para frica, Arores e Algarve.
O parecer concle assim :
A commisso de parecer, depois de ouvida
a commisso de coramercio e artes, de accordo
cora o governo, que nao necessaria a interpreta-
fjfo da carta de le de 13 de junho de 1863, para o
raso de que trata a represeniacao da companlna
daSru-rernadorKer(al da "&?" M da collocasao da prjme.ra pedra no edificio deno- Para asta foram eleitos :
2 j'l P" U'Z '' e'U Da-?** t da aber,u" Presdeme, o Sr. Miguel Jos Raio, vice-pres-
ra i escola ingleza na mesma cidade. dente oSr. Francisco Cazimiro da Cruz Texera, e
saaso o vapor Baruo Je Aiiarim, do porto de secretarios os Srs.: Joao Baplista Lopes e Francis-
a para Moraintque, o governador geral noraea- co Jos Pereira Magalhes; e para aquella os Srs.:
do para esta ultima provincia, o conselbeiro Auto- Luiz Jos de Maitos, presdeme, Antonio Joaquin
rao do Unto e Castro. Viera, secretario, Joao Evaagelsla de Souza Tor-
Recoaimecarara os trabalhos, na corveta Damiio, res e Almeida e Francisco Antonio de Araujo Ro-
so a direecao de novo cotistructer. drigues, directores, e Jaronyino Jos Pereira P-
Pelo oftleio do governador geral ao governo de uheiro, tbesoureiro.
S. M. acerca da provincia de Satary, se v qual Tambem uo dia 14 se reuuiram os subscriptores
D. Fernando II, re de Portugal, duque da Saxonia | l'nio Mercantil, e que ao governo pertence fazer
Cobargo-Gutha, marecbal general, meu muilo
amado, presado, e querido pai, irino e amigo.
No*so Senlior naja a augusta pessoa do VOSSa ina-
gestado em sua continua guarda.
Escripia no paro da Ajuda, em 30 de marro de
1864. De vossa magesiado extremoso Hlbo, Luiz.
Ju-ir Geri/rdo Remira Pa$$o$.t
Bl-re o Sr D. I.uiz e S. A o prncipe de
oinville, foram no da Mis II horas a oordodo
'I"*'' MiiuMIo, assisiu um exercico de fogo ao
lvo llxo e Oucioante colloeado en faentedaTra-
iria. .
O oonselhii admiuislrativti da A-sn.-i.rao Pro-
motora da Industrial Fabril, approvaado a propos-
|a dii seu presidente Fra lesso da Silveira, dirigi a
el -re. pido iniiisii'iio das obras publicas, una re-
irescntaeo do ihour segaiola :
Senhor.Oensmo industrial, sendo, romo deve
i'f. essencialmento pratico,exige exposieo perroa-
ente le machinas, modelos desenlias, que facili-
lein a iiistrncco prvflriona'
Para
o uso que julgar ronvenienle das anlorisaroes que
por esla lei Ihe foram concedidas.
No dia 9 entrou em disrussao ua cmara elec-
tiva, e no dia 10 foi approvado 0 projecto do lei,
pelo qual os sargentos porta-baodeiras, porta-es-
landartes c eadetes que raziam parte do exercito.
at 2-" de abril de IHi8, sao reformados no posto
de alferes, ficando addidos aos batalhoes dr vete-
ranos. ,
Estes infelzes, vctimas da sua fidelidade s
bandeiras-quejuraram e defendan), eram anda
um pretexto vivoe lormalmenli! contra os principios
de tolerancia polilca e de generosidade partidaria
lao conforme s mximas da Jibenlade, e essen-
eiae* nos regfmens livres, mas que os homens f-
cilmente esqoeeent no meio das lurbaroes polil-
cas o guerras partidarias, que acrendem e inflam-
niam as paixoes, com lodo o squito desastroso de
odenlos e odiosas consequencas,
Bste projecto setnelhnnte a oulro qne j foi]
approvado, beneficiando algumas pravas da junta
do Porto, assim como agora foram beneficiadosal-
so quem a vir a podera cabalmente avahar. slao O dito prejeclo j subi a saucro do governo.
all empregados mullos laques de Eupias, e os Urna commisso presidida pelo Sr. Francisco Xa-
desertos autigos se rao mudando em terrenos co- vier de Souza Torres e Almeida, e composta de
bertos de cafe, de algodao e de outras plaas, mais tres inembros/ est encarregada de todos os
cujos productos fazem boje a riqueza das refritos trabalhos at consttuieo do banco
mierlropicaes. Ao raesmo lempo assegoro V. Exc. E' para o da 9 de maio prximo que esta desli-
juo aquella provincia, que al agora era o foco nada a nauguraco dos iribuuacs de primera as-
das mquietacoes desto estado, hojea que se pode tanda no palacio de juslica, era S. Joao Novo.
Esle edificio, que pertenceu aos extuctos frades
de S. Joao Nova, e que ltimamente servia de hos-
pital militar, foi convenientemente arranjado, de
maneira que/quem o vio autos de principiaran as
; obras, pasma da iransformaco que n'elle se ope-
rou.
Tudo quanlo pertence a justica all va ser reu-
nido. Tribunaes do civil e crirae, deposites publi-
cas, carlorios dos respaelivos escrives etc. Os jui-
ao arreiidainenio do lliealro desde o primeiro de
jiiniio do anno correle, al sabbado de Alleluia
de 186o, por l:5QJl ,
J que fallamos de llieatro, tracaremos algumas
bnhas mais em que, resumidamente, aprcsenlare-
mos algumas noticias sobre as rompanhias que
actualmente funecionam nos Iheatros desta ci-
dade.
A companlna lyrica conlinda com vida vigorosa
e promeitedora. A prima-dona Safon e tenor Lim-
berli vieram arranca-la do marasmo era que jazia
cahida. Os seus cspertaculos sao concorridss-
mos, e os applaosos dispensados aos cantores prova
signillcativa do agrado do publico.
Isabella |Alba detxounos (ara Ir s Ierras de
Santo Cruz deleitar os dilltlanls. A noite de sua
despedida foi um triumpbo para a bella cantora.
Teve una ovaeio brilhante e enthiisaslica. Can-
lou-sa a Mmlka, opera ein que Alba desafiara a
cada momento os bravos e os applausos dos seus
admiradores. Para a substituir j chegou de Lis- i
boa a prima-dona Falvini.
O beneficio de madama Safon devo ser tambem
urna noile de recordarles para a eximia cantora.
Se nao houve aquelle ruidoso apparaloqueem taes
srrutas esl por costume usar-se, houve urna com-
pleta enchenle no thealro, applausos c chamadas
sera cunta a beneficiada sccna,e,o que mais vale,
presentes de valor e eslima, como ella receben de
seus admiradores. Cantou-se a Traviata, que, na
actual estafo, era a segunda vez que suba
scena.
De thcairo porluguez, infelizmente, nada pode-
mos dizer. Nao ha rompanha nenhuma regular,'
, se algum espectculo se annunria, em beneficio,
a apenas so representara comedias sem valor nem
merocimento I
Os meninos florentinos dorara ltimamente dous Manoe, esrrav j, |fc.nlt) Kjt f
beneficios em seu favor, e virara coroadas as suas -jeve alia
esperanzas pois em ambos elles o llieatro tuve urna
quasi nchente. Owtlario do wa 12 a.
Temos agora urna companlna cquestre e gvm- pIBLU
nastica no thealro Circo, composla da bons artistas. Malinas, escrav, frica. 50 annos
haz parto da companlna Pnce, que esla em Lisboa., Vista urna liepame
Fez no domingo a sua estra, que Ihe foi proveilosa Seveno l'edro Antonio de C
em applausos e pela concurrencia, que foi a mxi-
me que o thealro poda comportar.
Abriram lermo de carga : em 11 a barca
Aielayde para o Rio de Janeiro ; em 13 a barca
l'nio para o Para, e o patacho Marcial para a
Babia.
No da 21 entrou barra de Vianna do Castello
o brigue Mentor, procedente do Rio de Janeiro.
Entraran) no Douro : em 19 a barca Claudina,
de Pernambuco, e a barca Douro, da Baha; e em
25 a barca Monteiro U, do Rio de Janeiro, por
Lisltoa.
Sahiram : em lo a barca Mari* & Amelia para
Aracaj ; em 24 a barca Si/infiaHtia para Pernam-
boca, a barca S. Manuel I para o Rio de Janeiro,
e a barca brasleira Noca Cardina, para o Rio-,
Grande.
Eslao fi a da barra a barca Restitu aro e a ga-
lera Amisade, procedentes dos porto do'Brasil.
II d*
12 .
Alimentados a rusta dos cofres pnbliev*___
Moviuienlo da uferinaru w dta i.i a.
de 1864.
Teve baixa :
Jos, eseravo de Roa Mara da Cor-H-v>.
rvalho.
co, 30 annos, casado. Iloa-Visla:
leslia.
Gerlrudes Rj-lrigues Collado, Pernambaro, 7P>
nos, viuva, Recite: hepalite.
Leandro, eseravo, Pernambuco, 6 annos.
Recite ; dyseoleria.
PERNAMBUCO
reputar mais permanentemente tranquilla Cora
a cultura nao smente cessam os elementos physi-
cos da rcvolla e da desordem; mas vao-se habi-
tuando a viver pacficamente do seu trabalho,
aquetles que da rapia e das correras armadas
faziam antes o seu modo de vida,
RBYJSTA DIARIA. ,
A' bordo do vapor Guienne vieram da Europa
187 passageiros, sendo 6 para Pernambuco e os
demais para o sol.
Em Pars fallecen, o dislinclo medico do Rio
de Janeiro Dr. Francisco do Paula Candido.
Ainda contina a fraude do algodao que vem
do nosso mercado, com grave prejuizo para o com-
prador se nao passa a ser minucioso em extremo
antes da compra.
PORTO.
36 de abril de 1861.
O Sr. hispo do Porto voltou passada a festa da
paschoa, a oceupar a sua cadeira de par. S. Exc.
nao quizlicar silencilo ua questo eniro o Sr. mi-
nistro da juslira e o Sr. bspo de Coimbra acerca
da nomeacao do escrio da cmara eclesistica
daquclla diocese.
Na sesso de 14 do crrente, contra a expressa
Ao abrir-se, na prensa dos Srs. Manoel Igna-
ci de Oliveira Lobo Filho, urna sacra de algo-
zcs, advogados, delegados, conlaJores, emlim lodos i do, descobi io-se estar ella incendiada inlenormen-
es empregados de Justina, leera gabinetes privati- te, .lalvez por casualdade no acto de ser onfardada
vos.
A construccao do edificio nao se presta a tudo
que era necessario fazer, tendo-se por isso de acom-
no serian. Neiihum accidente resultou.
O espectculo dado pelo Sr. Guidi; na ter-
ra-feira, no (hcatro de Sania Isabel, to fovoravel-
dsposic.io do regiment que prohibe a eitura dos altura conveniente a sua exteaso.
discursos escriptos, o ^r. hispo do Porto leu um Para faclidade dos visitantes, collocaram-se le-
discurs adherindo a doutrna que o Sr. cardeal treiros indicativos pelas paredes, e as portas dos
patriareba expender a semelhante respeito em carinos leera OS uoines e a indicaco das varas a
se.ssao anterior. Repelndo tudo quanlo ha um anno que perleiiceai os respectivos escrives.
modar os reparos necessarios coaforuie a disposi-; mente acolnida pelo publico. Bsaa senhor, na aria
^o d'elle. Mas, meanw assim, as salas destinadas j do l'oliuto, patenteou que nenhuma modilicaco
aos tribunaes .-o espagosas e bem dispostas, ha- soffreu sua voz desde que sabio de enlre nos. A
do, apenas a lamentar o nao se Ihe poder dar a | ana do Attiln, cantada pelo Sr. Bovio, deu a co-
nidia dito contra o queslonado decreto de 2 de ja- A direecao das obras esl a cargo do Sr. procu- algor o
isby rador regio Cantillo Aureliauo da Silva e Souza,i davei
saiisfazer a esla eaigeacia, deseja o conse-
lao administrativo da Assix-iaco Promotora da In- guns convencionados de Bvora-Monto.
dustra Fabril organisar un intiseu industrial, e! Entrou no dia 23 do cofrente no Tejo, pro-
propo--se a promover no crreme anno anda a|Cedendo de Gibraliar, urna esquadra austraca
insiiiuico d'esle el.ilieleciiii\'iito se as seyuintes
basestorem acoihidaa pelo governo de vossa ma-
gestade.
Art. 1." O musen industrial, propriedade parti-
cular iios instituidores, na le quem lefalmeata, re-
ptesentar, ser eewbeleeido em um edificio do es-
tado.
A:t. 1. As despena de compra, cnlloeaeao e
cosiservaeao de material do musen serao todas pa-
gas pelos nioprirtarios do estabelecmento.
Art. "I." llavera um eonsclho teclmico, nomeado
pelo govrrno, para a escoma dos ohjectos que de-
vem constituir ascolieroes dn museu. A direc^o lao de fragata conde de Lacarias.
composla pelos seguintes vasos
Nao a vapor Kaiser, com 92 peras, 920 pracas
de goarnigao, forca de 800 cvanos ecommandada
pelo bario de Rock.
Fragata a vapor D. Joao tAustria, com 31 pe-
cas. 100 pracas, forra de 580 cavallos e cominan-
dada pelo capillo de fragata conde de Eseorenv.
Fragata a vapor Frederick; coiii 22 pecas, 470
piaras, forra de 430 cavallos e commanda'da pelo
capito de fragata conde de Sipplenj-cr.
Vapor Impmliz hube!, com 6 pegas, 150 pra-
. cas, jorca de 400 cavallos e commandada pelo ca
do museu regularse-ha, para a Instilnicao, e para
as oceessira aequisiedes, pelo voto d'esie conse-
Ibo.
Art. 4. O museu estar, durante quatro das e
quatro nuiles de cada semana ( que nao sejam do-
n)iu.'"S,uu oulros forjados ) disposico dos esta-
belecimritos de insirnrrAo que n governo desig-
nar e servir para o ens'ino pralico. As despezas
do serviro, illuminarao, naiaoaa, etc. nesles das se-
rao pagas pelos Cofres do estado.
Nos oulros das o musen estar inteiramente
disposico dos seus proprielanos, que pdenlo ad-
niittir entrada por bilheles pagos ou por assigna-
turas, ou como aos seus inteiesses mais convier, sen-
do por sua ronta a- despeas*.
Ait. ."i' Fara parte do estabelecmento urna h-
Miotiec.i de livros industriaes. Para a escolha dos
Uvros, ilar o conselbo seu voto. As disnosicoes
dos artigos 4." e 5'. sao applicaveis bibliotheca.
Ar(. 6. O governo assegurar o juro annual
de 7 por cento no capital embregado na acqnisicao
das oldleccVi do museu e dos livros da sua hibl'io-
Vem commandando esta esquadra o almirante
bar So da Vb-stoff.
Em brews dias vao ser trasladados para o
sen fatigo em Aveiro os restos mortos do grande
orador Jos Estevao. onsta que o acompahliam
at a eslaca-i docaminho de ferro diversas eorpo-
races, e entre ellas a soeiedade acadmica Gremio
promotor das classes estudiosas.
Deve chegar um destes dias a Lisboa urna
deputacao de cstudanles da universidade de Coim-
bra, que vem pedir ao governo perdo d'acto.
Suas Magestadese a corte tomam luto por
rlnte dias, em demonstraran de sentimento pela
morte de Sua Magestade l-rei Maximiliano II de
Baviera, da archlduqueza Heldegarda, sua angus-
la rmoa, da Landgrave de Hesse, Lniza Carlota.
Setuhal a Ierra natal de Manuel Mara Bar-
bosa du Bocage, acaba de pagar a este grande ge-
nio una divida de respeito e admracao.
Div.-rsos mancebos patriticos o amigos das let-
tras, conterrneos do poeta, vendo que Setuhal nao
possua em si um nico signal que aos pasteros re-
nhecer o valor de suaexcellenle voz de leuor, que
apenas precisa de escola.
As honras da noule cabem, sem duvida alguma
ao duelo final do l'uliuto, que foi muilo applaudido
pelo publico. A voz da Sra. Pieri lem bastante
exlenso, sendo ao mesmo tempo agra-
neiro de 1862 que regula os concursos dos presby- rador regio Cantillo Aureliauo da Silva e Si
teros quo liverera de ser apresenlados as paro- esl oreada em cerca de onze conlos de res,
chias, nos canonicatos e nos diversos beneficios, Continuara com progresivo desenvulvuneulo
disse que tendo os padroadits .sido creados" pela as obras da nova alfaude^a. f.' immeiiso o nume-
igreja, nao podiam ser derogados pelo decreto da ro de operarios que all irabalham diariamente, e,
dictadura doSr. Pedro IV do o de agosto de 1833, podemos diz-lo sem recelo de errar, que excedo
sem que primeiro so provasse que a sua institu- a OO.
cao nao linha sido aquella, e conclulo sustentando A despeza que se lera felo considuravel; pois
que o reverendo hispo de Coimbra se houve com *M dezembro do anuo passado sube a 141 conlos
legabdade na recusa em aceitar o individuo no- de ris, miniado a que se teve de fazer com o co-
meado pelo governo para o lugar de cscrivao da ranamenio, ra, etc., etc.
cmara eeelesiaslica O edificio est repartido em tres corpos princi-
Esta questo de diretos do estado e dircitos da P'"tes> os lateraes, o destinados pai a armazens, e
igreja urna queslo velha que tarde ser resol- do centro para as repartieres respeclivas al-1 ao juiz municipal aim de ter lugar o procedimen-
vida. faudega. lia anda as exireinidades deus arma-! to criminal que couber no caso.
Espera-se que por todo o prximo mez de maio : zens para materias iullammaveis. O edificio laca A missa que a irmandade acadmica celebra
se abra circulago a parte do cainuho de ferro bras andares, com jauellas espafOSM; as frentOS aos domingos lera lugar amanha s 10 horas por
que falta para por a capital do reino a poocas lio-' principaes sao feitas de cantara e as laleraes de causa da festa do Divino Espirito-Santo,
ras de distancia desta cidade.. Acbam-se ja em ex- | grosaa alveaaria o cantara. j Uuntam foram elevadas em frente do collegio
O caes esl j a meia altura, e na graude exlen-! do '. Bernardo as armas pontificias, por concessc
sao dos rmanos do lado dreilo. A aseada que ; de S. S. Po IX, protector desse intrnalo.
corresponde ao lad<* central lera ja o primeiro I A' noute houve illuminarao no respectivo edili-
Iuhco. co, locaiiilo pelas 8 boras ein frente delle a musir
Us fundamentos do corpo central esto ronclui-. dos menores do arsenal de guerra diSrenles pecas.
dos, afora nina pequea parte, que a conveniencia | Este aborto o edificio visila.de inuilos cavallei-
continuar. No centra que ros e senhuras, que eram obsequiados Cavalbeirosa-
fuidaineutos do caes, em mente pelo digno director o Si*. Dr. Bernardo'Pe-
Essa senbora ranlou com muilo sentimento o
amuiiie. o allegro Al suon delt ur/ia anglica -
com bastante animaco.
O Ultimo pedaco o Sr. Gudi cantn lao bem, que
o publico o appludo com enlhusiasmo.
Consta-nos que anda um concert pretenden)
dar esses senbures.
Antonio Pereira de Souza toniou um recrula
do podar de u.na patraa viuda do quarteiro da
Malbada dos Beia, termo de Flores, rom o fim d
ser entregue ao respectivo delegado; em conse
quencia do que esle, coinmunicou logo o occorrido
ploraco os dous exiremos desta linha -"de Lisboa
ao Carregado, e do Porto, ou inellior diremos das
Devezas (Villa Nova de Gaia) at Taveiro, povoacao
pouco ahaxo de Coimbra, fTilland i por conseguinte
ser aberto ao trajelo o Irco que va da cstaco de
Taveiro i\o Careegado.
Esto parte da va frrea acaba de ser inspeccio- das obras nao permite
nada neta commisso de engenheros que o gover- faltara compleiar os
no nomeou para este lira
consta, approvativo.
Como sabido, a parle do caminho de ferro de
Lisboa ao Cirregado foi aberla ja ha alguns airaos;
a de Taveiro a starreja coraecou o servico publi-
co no principm do corrento anno, o a de starreja
a Villa Nova de Gaia est era exploracao desde ja-
Iho.do auno passado.
h grande o progresso que se tem feito na viaco
accelerada; sao inmensos os melhoramentos que
dell lem provindo ao paiz, mas certo que tiara
se tirar a mxima uilidade dos camiubos de torro
mistar as estradas ordinarias que communiquem
as povoacoes de certa importancia com as estacos
das vias frreas. Temos, verdade, algumas ex-
cellenies estradas de primera ordem nao tantas
quantas seriara para desojar, mas faltani-nos as es-
Iradas districiaes e mnnkiuaes.
Para dar abjura desenvolvuuento mais viaco
ordinaria est destinada para o anno economa/de
1864 a 1863 a quanlia de 1:320:0005, com a ap-
plicaco seguinle :
Para estudos 30 conlos, para construrcoes de es-
tradas do primera ordem mil c quarenta cotilos, e
para estradas districiaes e muiiicipaes duzenlos o
eincoenta conlos.
A abertura do caminho de ferro de Villa Nova
de Gaia a Coimbra poucos visitantes tem atrahido'
ao Porto, antes, pelo contrario nimios porluenses
tecni feito dgressoes a Aveiro e Coimbra Aquella
cidade lem alllui.lo muilas pessoas e familias da
Bairrada e Coimbra, e especialmente do Porto.
Nenhuma oceurrencia desagradavel se tem da-
do na linha. Para aecudir a qualquer eventualida-
de quo por ventura occorra tein-se conservado urna
machina aecesa na eslacao de Aveiro.
No dia 22 effectuou-se na casa da bolsa urna
reunan de varios capitalistas e commercianles pa-
ra pedirera ao governo uraa lei orgnica de ban-
cos. A lia foi approvada, e boje acha-se exposta
assignatura publica a repre-eui o'.iu ptdmdo a fei-
tura da dita lei.
Vem muto a proposito incluirinos aqui um an-
e COJO parecer, seguudo grande exteusao, mas no lado esquerdo vo muto
I adiaiilados.
thera, roinpeiindo ao ronselho teclmico, nomeado cordasse a memoria d'iquelle tiorteoloso engenho,
polo "overno, exerrrr a necessaria insperran, e ve-' resolveram abrir uraa subscripeo, para, cora
rilirarem cada un anno a quanlia com que se deve producto d'ella, mandarem fazer una lapida rom-
contar para juros no orcamento do estado. memorativa a fim de ser collocada na casa em qu
Por esla maneira ornanisa-se immediatamente o "aseen Bocage.
museu industrial, que Iodos censderam indispeosa-, Todos desejosos, de que lao piedosa obra se rea-
vel par| o nosso adiantamento fabril, facilitase o lisasse, contribuirn) coraos seus donativos.
estu lo de muilas questoes praticas, at boje adia-, Foi no dia 10 do concille, por volla das o horas
das, e (iproveita se a iniciativa particular para me- da larde, em quanlo a soeiedade Philarraonica Se- nuncio ou carlaz inaouscripto que ha dias appare-
Ihoraini'iitos publico', abrindo exemplo e cercando tubalense tocava o hyrano de Setuhal, e ao ar sub- cea afflxado na esquina da ra dos loglezes, que
o estimulo, que dever promover outras tentativas rara algumas gyrandolas de fogueies, que a to! urna satyra mania de formar bancos,
de igual ou maior vaniagen. singla quanlo significativa lapida foi assento, no O franco des bancos.
O nteresse da fazenda publica liga-se perfela- meio dos mais enthusiaslcos applausos de toda; Capttal.................... 1,000,000,0005000
mente cHim o interesse dainsirucco, visto que ape- urna povoacao occorrida ao local da festa para Em accoes................. 100:0004000
as exige o jnro de una parte do capitel erapre- prestar um tributo de homenagem ao genio, um 90 % pagos logo no acto da subscripeo. A sub*-
gado eiri ttenellcio do ensino. testeraunho de adrairaco ao poeta. cripeo fecha-se amaaha ao meio dia. J est
Em presenta desta representacao o coBselho es-1 O lilho mais veho do principe de Joinville | subscrevido metade do capital,
pera que o governo de vossa magestade se dignar, va servir era a nossa marinha, oceupando o posto: Este banco para todas as castas de transaccoes
de i lente bordo da corveta Eslephania. \ de todas e quaesquer nalureza, ou sejam com-
Dizeni que vai ser elevado a conde oaSr. Jos, merciaes, industriaes, agrcolas, coloniaes.
Maria Engento d'Almeida. Empresta dinheiro a todos, ricos e pobres.
- No da 13 desle mez chegou no Oneida, de Desconla letras, escriplos, accoes de todas as
empiezas do mundo, e fundos de todos es gover-
nos.
Sacca e remette sobre todas as partes do mundo
conhecidase incgnitas.
Abre comas correles, e abona qualquer juro a
tomar a sua proposta na consideraco devida.
O principe de Joinville foi visitar o observa-
torio meteorolgico do infante do D. Luiz. Rrco-
nheren i confessou que esto importante estabele-
cmento merece a boa reputacao que tem fura do passagem para Franca o Sr. "Pereira da Silva,
'']?'.. antigo depulado do parlamento brasileiro.
y Jir'cir.r ronviden o principe para visitar as! Sahiram no dia 13 para Cadix no Bretugre o
X ,ioir,^e5 da e-tola nolle,''nica; mas sua empresario Alegra com a soa quadrilba de baftdfr
m Vwr,?, M..n:' p.0,,!a dispor de ma,s ,em- ilheiros, relos, e mocos de forrado, aflm de dar
-":!.!:....--___ ;"*tor, ah'do pelo bom touradas a portugueza em Sevilha e oulras torras de quem l quzer raetter o seu dinbeiro.
Hespanha. Toma seguros de predios, movis e fazendas, e
r ao di- Na corapanhia figura urna mulher que bate as I lambem sobre cacos de navios, por premios mu
norae que o rrrommenda.
Em uma carta recente de
s;;:,i,;s^^^
usados por Matiry s observaeoe metparologieas
feilas a bordo dos navios de guerra portuguezes
tille pedia que Ihe remeltessem d'estas observaedes
quantas podessem, morinente as que lit-essem re-
Ter um ramal especial para segaros do vidas e
mortes, pelos clculos mais vantajosos.
Toma emprezas decaminhos do ferro, pao, pe-
E' uma mulher de mil demonios.
O conde da Vldigoeira, primognito do marques,
de Niza, sabio tambera no mesmo da para Sevilha, dra a lama.
lacoos com os Ac.re, ponto impomnbssimo para i'^BffS^r. d'.Ui seguir ao seu' '^t'SSS^^^TXr-
lena do Carino.
lecoiumendamos ao Sr. subdelegado da Pas-
Os carris de ferro para a conduegao da pedra saftuu da Magdatena nm individuo que trabalha
ein fiadaria d'ali, a que, tendo o costme de erabor-
iMcnar-se, quando o faz incommoda a todos que
mocara naquellas parageus.
Anda aiilc-honteui andou elle por ali a invadir
os silios armado de um prego da pona abada, rom
risco de conunetter algum crine, causando no en-
tretanto sustos as familias.
Ein grao de recurso para o Sr. Dr. juiz de
dreilo da 2' vara, teve provimenu o intentado
apoto Sr. Pedro Alai udrino de Barros Cavaleanli
no procesan contra ello promovido pelo Sr. Tltomaz
d'Aluieida Souto.
Inl'ormam-nos qu de ordinario a ra da
Florentina obstruida, na faclidade do transito de
carros, por um mnibus que, depois do respectivo
servico pela amanhaa ali lira estacionado al ter de
sabir larde.
A tolerancia disto lem dado j lugar a alguns
abalroaueiitos, o anda na quinla-feira ia-se dando
cousa peor; e pois, convui (pie o respectivo pro-
e material, para as obras do caes, aatto j "eolio
cados.
Esto concluidos os armazens subterrneos de
um dos lados, eanda-se a trabalhar na cobertura
do palm que Ibes da entrada, que de abobada de
aresta e cantara.
Os trabalhos para a construccao do priineiro an-
dar aeras do atontaste voadiantadissimos, achan-
do-se j all columius e travs de ferro, feilas ua
fundicao de Massarellos.
A galera Europa, ebegada ltimamente de
Inglaterra, conduzo a primera remessa do mate-
rial para o palacio de cryslal.
Tudo quanto nadamos dizer para mostrar o
adiantameiito do palacio da industria seria pouco,
atteudeiido ao seu progressivo incremento. Nao
nos lembra que outra obra, 'com lauto trabalho
como esta, fosse to adanlada em lao limitado
tempo.
Isto denota claramente a niel I "enca o acert
II POICO DE TIW.
O Staiulard conia o seguintf
O regiment n. 20 de negros dos F-iado^-fnid..
teve uma revista em Union-Sauare e rerthm **-
damas de New York uma bandeira por ellas Mr
muta.
Eite presente r-ra acnmpanhado da segatnt'
measagrm, que as mais bellas e mais ricas
naram em raassa :
Nos vos damos esla bandeira romo a
btema de lberdade e de confian-,j cjiiid
dos votos e preces que as mulleres jes^
zem pela nossa salvacao commum. mma p-nh-r :
vessa dedirarao fiatria. Quando lanrar< <
olhos sobre a sublime divina Deus a lifi repil
seja no ararapamentit, s^ja no nv-io du
tes, lembrai-vos que lambem um pmhor di
ra e de amor da parte das dooztllas >u
moiropole, que o seu pensamento vos sernira. -
se jnlgaro gloriesas do vosso heroisna, Wi?.
rurar os vossos frrimenlus. e que espafbirin n-
hre acuelles que forem vi, timas da na dedMBBK
benros e lagrimas.
A honra e o amor '
E' urna derlaraeo.
Eu nao assisli a sata revu, mas cersMseaf-asa-
ine que centenas de jovens donzella. aniavw
lindas, percorriam as lilrras, abrarandn e arari
ciando os negros africanos, que se nao i majnm a
estas deasonstracjlaa.
Formou-so uma soredade para oVstrnir aa sre-
juizos de raras, e mais de dnzentas dasacls* !
New-Yoi k juraram esposar o negros qoe a |
ponpar e que nao ficarem muilo invalido.
E' do Sr. Cyrillo de Ionios esla p a msjsjsj \ i
Oh I mama, en j fui mnlo hnda
Tire olhares de muto fnlpor,
Porm ludo na Ierra se finda.
Moje vivo das irevas no horror.
Dos mana olhos o naga*eatt para.
Pelos labios me passa o snrrir,
Mas o uiiiudo parere-mo escuro,
Mmha viu deixnu de luiir.
Se eu podesse viver esqu-
ite que rere a na noite sera fim.
Poderla soflrar esta vida
Que me faz infeliz, ai de mim !
Eu quizra ter vista somante
Para ver o leu rosSO, marnaa,
Quindo noite me bellas silente,
Ouando rens moarunlar de manbaa
.Nos inens sonhna le vejo *9o boa
Sobre mim os laaaallm Otar.
Que meu peilo sentido resa
Aos gemido do meu solucar
Tenho u'alma um punuentr
Que me faz breve morte querer,
Poi nao posso no leu meigo ro-lo
A bondade materna rever.
Quantas vezes nu'nh'alma suspira
Por um raja le vista fugaz I
Porm log i meu animo espira
Quando o sol sua luz n.lo me Iraz.
Para todos e iba torlaro.
Para mim rlaridade nao |em '
Se eu podse, inda mesmo bem caro.
Comprarla o meu dia lamben !...
F.u ronheeo, mama, que anoitce
Pelo fri que e-tou a scnlil ;
Adeus/aiibo, o sereno ja de
Ab.'iicoe-ine, eu quero dormir.
com que as obras sao dirigidas, e a boa vonlade preanu so absteuba desse costume, ou pruvideu-
que lia de que, denlru era pouco. o porto veja cia para que nao eontiuue a ser deixado ua ra o
coocluido o mais alto padrao da civilisai;ao econo- mnibus, se islo feito sem sua scieiitia.
mita. Depois d'amanha extrahir a 3- parte da 4'
Era reuniao da assembla geral dos accio- lotera do Gymnasio.
nistas do thealro de S. Joao, que teve lugar no da O conselbeiro Jos Bento da Cunha e Fguei-
14 do correnle, foi unnimemente approvado o r lo contina a advogar no seu escriptoi o, ra do
projecto de representcao, que deve ser dirigida as estrella do Rosario n. 28: e de boje era liante eu-
i orles, pedindo o augmento de subsidio para a carregar-se-ba tambera de causas no foro eccles-
companbia portugueza, e resolveu-se que a repre- astico.
seniacao fosse collocada em lugar conveniente, j Por erro de reviso sahio, em nosso numero
para ser assgnada por lodos os cidados que quei- d hontein, n'ura annuncio da arremaiai;o de rao-
ram associar-se no pedido, soeiedade proprieta-
ra do mesmo thealro. E' pela imprensa que op-
porlunainente lera de ser annunciado esse local, e
em que a representcao sera patente.
Foi por proposla do Sr. Jos Maria de Souza I
bo, apresenlada eui sesso anterior, que se che-
gou este resultado. S. Exc, usando dapalavra,
expoz em termos to plausives e convenientes, a
necessidade do augmento do subsidio para as com-
panhias lyrica e portugueza, que a assembla no-
meou uma commisso, composta dos Srs. Maria
de Souza Lobo, Augusto de Carvalho Vasques de
Mesquila, Eduardo rajos, Augusto Pinto Moreira
veis, Gusmo era vez de Guimares.
Chamamos a attenco dos nossos leitores para
a correspondencia do Sr. Pedro Alexandrino de
Barros Cavalcanti, que vai em oulro lugar.
Envani-nos a seguinle noticia :
Nao se podendo effectuar a festa de N. S. da
Soledade de Santo Amaro da cidade Nova per falta
de meios, pois que constando a eleiro de 61 pes-
soas, apenas 6 derain esporlulas, e estas bem
pequeas, pas-a-se a entregar a estas ditas espor-
lulas, assim como a algumas outras pessoas, que
nao pertenecido a eleico, o fizeram.
Quando a mesma Mi de Dos proporcione
a feitura do projecto de representcao, a qual
commisso deu coma do seu encargo no dia 24,
como cima mencionamos.
E' de justica que as cmaras atlendam repre-
sentcao que em breve Ihe vai ser enviada. O Por-
to, segunda cidade do reino, nao pode passar sem
uma boa corapanhia lyrica, e menos pode dispen-
sar a portugueza, mas composla de bons actores e
que funeciune regularmente.
da Costa e Manoel Alberto da Guerra Leal, para meiosji quem deseja festeja-la sinceramente, nao
havero entraves que islo obste.
RRI'ARTK; \0 da polica.
Extracto das parles do dia 13 de maio de 1864.
Foram recolbidos casa de detenco no dia 12
de maio.
A' ordem do film. Sr. Dr. chefe de polica, Ma-
nonl Pereira da Silva, para recrula; Jeaquin Jos
da Silva, Antonio Jos de Freilas, o Jos Cabral
Para isto sao ne- de Arruda, por estarem processados, vindos do
cessanos meios, e -esses s Ihe pdem vr por termo do Liinoeiro.
meio do subsidio do governo. A' ordem do subdelegado do Recite, Manoel
Tambem ltimamente se renia a administra- francisco, por insultos Manoela Joanna Guilher-
oao e conselbo fiscal do mesmo thealro para re- mina, para corrercao.
solverera sobre tres propostas apresenlada para a A' ordem do de Santo Antonio, Joaqnim Ferrera
prxima futura poca theatrai, uraa do emprezario Pinto,.por embriaguez; Lmza Maria da Conceicao,
dos theatros de Cadix e Gibraliar, outra do Sr. para averigungoes pollciaes.
Joao Manoel Martins (.osla, para a conpanhia A' ordem do de S. Jos, Franrisco Amonio d'Oli-
portugneza e outra do governo para arrendamento veira, para averiguacoes policiaos.
do thealro, cora a clausula de o traspassar ao om- A' ordem do da Boa-Visto, Joanna Mara da Con-
prezario a quem fr concedido o subsidia.. ceicaq, por briga e ferimentos* Balbina, escrava
Por ser a que mais oonciliava os interesses da de Joo Bernardino, por insultos,
casa com os do publico, fai aceita a proposta do O chefe da seccao,
governo, em consequencia do que se vai proceder /. 0. dt Mesquita.
Continuamos do Sr. Cvnilo de Lcaue as
iisasui nrssssa*
IV
Amas-asa sempre, nao '
Enmura contra mim es conspira
ro, e a iuwja inieiru'.i.l.i c birla >e teva
de mim. vomitando a bala eiii|R\'oulta na, o ten amor eslendera >otire imiu as suas;
brancas, reaiiiinando-me con seu ollur
dor.
E o que soria do mim se a.im nao f.'ra I
Eu que s vivo a luz dos leus ollares ; >$me -
unco o soiii de las palavras que resfisatoln)
balito suave,oque mnaasaa li u ura
lamente eslranlio ?...
S aquelles que nunca* araarara poder) i
que un esquecimento nao mala; que rspr*
do ente, que si deveria nos dar amor en Inca A.
amor, nao sulloca a vida no peilo, e nao desfledaca
o intimo d'abna.
Se soiilies-.es as dores crues que me assalurass
quando julguei-me esquecide por li I
Se ura instante rae vsses a bracix con essa aj.>
na lenta, a que se chaina desesperanra '. t enm-
lomplasses as lagrimas que me saltavam d>>* i
arrancadas pelo desengao, e sorra* pela
desespero ol I como enlo me adorara-
que redobro de rarinlioso amor nao d-wjiriar b-
zor-me esquecer esse loriiM-nto con faiBijj w-i-
jos nao buscaras apagar os Irania
lagrimas de fugo, que entao ehrei ?___
Sim, fui bem funda a miaba dor ;
foi inmenso o prazer que ne doto,
despediros de mira, lagrimas de sa
ram-te nos olnos, tremrram algn to
gos e sedosos cilios, como se eav
ceiassem mostrar-se, e finalmente
liosas pelas faces ; econo se isto anda na* bna-
(asse, filaste os olhos no chao, e, eos m asee
incendiadas de pudibunda rubor, e a me trina i
pelo {iranio reprezado, nurmurasle baiSMStw :
nao le esguecas d nin I
Anjo, nem ao menos to con heces I
Quem, depois de ver-u una vea
rer-se de li .un s iusianle, estpwceria |
ser, o lugar em que nasceu. a a mai,
o aealenlaram no berco-
A Revoluciio de Setentn coota :
Dizia um hespaabol muto iorbado
cendencia :
Meu pai foi o hornera qne mais i
mundo.
Ora essa, Ihe tomn admirado e I
um que o esculava ; entao o que foi tea pai t
Foi eincoenta annos tambor I
O Dr. Bowring, que foi muitoa
ral de Inglaterra na China, acaba de
museu britanmeo de Londres a saa
lerco de insectos dissecados qne


Diarlo e Prrnamhnr* %nbtVifl,> 1 \ rir Malo r l*4.
nada menos que 8i,20u individuos dessa iatercs-
sante divisad do reino animal colhidos na China,
na India r em outros pases da Asia.
a
Os zclos m te manifcstam bruscamente indiram
qae se desccna do ohjecto amado ; se com certa
prudencia quo se desconlia do si wesmo.
Sao ettes como todas as enfermidado* da imagi-
nario a que de mais coasas se alimenta e a que
uenhum remedio a cura.
Um cioso falla sempre maisdo que-d*seja.
Os zelos nascem sempre com o amor, mas nao
morreo com elle.
O cioso occupa-sc sempre de buscar um segre-
do, cuja descoberta destrua a sua ventura.
lia muius especies de ciumes ; os mais raros
sao os do coracao.
Os lelos nao provena do amor qae se senie, mas
do que se pretende inspirar.
Nao lia nada tan iiii|>.>i tuno como um marido
cioso ; mas nada ha mais humilhanlc que o mari-
do que nao padece esse mal.
COMMNICADOS.
0 uriuieiro coufereute Pe.iro Alevan-
d i ii i tif Barros.
Tenlio at hoje guardado o maier silencio sobre
a correspondencia publicada no Diario de Pernam-
buco o. 32, dd 4 de marco ultimo, relativamente a
desagradavel occurrencia, que teve lugar oa alian-
lega desla cidade, no da 5 de fevereiro deste an-
uo, entre mim, e o Sr. Fbomax Das Sonto; porque
uguardava o resultado final de um processo que,
por crime de calumnia, foi contra mim instaurado
oo jimu municipal da primeira vara, em con queueia de quexa dada pelo memo Sr. Soulo. Go-
mo, porm, ti-nlia decahido semelhante prorosso,
sendo julgado millo pelo digno juiz de direito da
segunda vara desta capital, julgu de meu dever
nao demorar por mais lempo, uo a resposla, que
a nao m.-rece de eerlo o escripto; mas a explica-
ba o que de miriha conducta devo ao publico, e o
restaoeiecimeuto da verdade totalmente desfigura-
da u'.i<|Ut'lia correspondencia.
No dia o de fevereiro prximo passado oceupa-
va-me eu na coutinuacao da .-anida de um despa-
cho de facas da casa Mello Lobo 4 C, despacho
que era agenciado pelo Sr. Souto, mas qus estava
assignado pelo despachante Joaquina Francisco Al-
ves Mouteiro; porque, cumpre bem notar, o Sr.
Sonto nao aclualmeiUo nein despachante gcral,
nciii ajudante de despachante, nem caixeiro des-
pachante, e, por conseguinte, nao se acha habilita-
do por titulo legal, para agenciar negocios alheios
aquella reparticao, como exprsvo no respec-
tivo ivgnlainento artigo tii8 paragraphos 2, 3 o 4.
No mcio dVsse trabalho, fui iulerrompido pelo
Sr. Ludgero Teixeira Lopes, que veio pedir-me pa-
ra sobr'estar na saluda do despacho que. eu liuha
entre naos, e dar precedencia a sahida de outro de
larris de tintas da mesma casa comniTcial, da
qual despachante aquelle seuhor. Prestei-me
sem a menor diffleu|daM a este pedido, qae me
parece*) rasoavel, e declare loe'o que la dar saluda
ao despacho de tintas.
-Xa qui-ixa, coulra mim dada em juizo, diz o Sr.
Souto, que foi eile quem me pedio a preferencia
MU favor do segando despacho; assim como que
eu, longo o altender n'este pouto, comecei a
maltratado. Nada dioso exacto. Invoco a este
resuelto nao so o tesleinuuho do Sr. Souza e Sa,
socio da rasa couiuieivial, a que pertenciam bies
nii-rcadorias, e que prevate se acha va. Como o do
propno Sr. Teixeira Lopes, que nao deixar em
sua conscioiicia de confirmar ambas estas miuhas
assevriaeoc-.
Puocu depois retirou-se d'alli o Sr. Teixeira Lo-
pes; e eu, dirigiudo-me aoSr. Souza eSa, disse
em tom de gr.irej.i, com o melhor humor, e sem a
mais fugitiva menean de olleuder a niiiguem :
> Os senhores (referindo-iiie ao despaciante Tei-
xeira Lopes, e a elle negociante, que cortamente
nrarregr aqueile de fallar-mu sobre a preferen-
cia) u.-aram agora de um eshlo parlamentar, pe-
Otado para Sohr'eslar no despacho das facas, e dar
sahida ao- da- tintas,ai quai de outio modo nao po-
d lia ser hoje conferido, a vista da all leuea de
trabalho.
Niuguem, por mais prevenido que esteja, poder*
descubrir n'esias minlias simples a al joriaes ex-
pns-ies o menor vislumbre de cen-ura, e menos
ainda de injuria a quem quer que seja.
Parece, entretanto, que o"8r. guate nao o balea-
dea assim; porque, elevando a voz de nina manei-
ra Ue-couiumual. pretenden repuihr, como ufleusi-
vo, o termoparlamentar.
Nao iodaguei eotao, nein quero indagar agora a
causa d'e.-sa iiistiuctiva repugnancia do Sr. Soulo
a resuelto de una patarra, de que alias se servem
outros para exprimir a suprema urbanidad* da
abrazo.
Mas tanibem nao pedia consentir, quecontinuas-
se a fallar all no tom arrogante, com que comeen-
ra a sua replica. Lembrei-lhe, portauto, que a
preferencia, por mim dada a sabida das tintas, f-
ra concedida ao Sr. Teixeira Lopes, que a bavia
solicitado, e nao a elle, que a niuguem representa-
va n'aijuelle lugar.
A mulla calina e a advertencia, anida pulida,
que oppui a essa primeara provoracao do Sr. Sou-
to, nao Ii verana o poder de o fazer entrar no co.no-
diineuto, de ijue nao tivera motivo para sabir. Pe-
Jo contrario, coulinuoii a inllainmar-se ; e, dirigiu-
do-se para a porta, ilisse eui|iliaticaineule : Se o
seulioi suppoe que me mndala sabir da casa, co-
mo fez ao despachante Mouteiro, esta eugauado
porque a.......nao o Eira.
O Sr. Souto estava decididamente no deliberado
proposito de me fazer perder a caima e a paCi-n
ca, de que ja dera prova diante da primen a pro-
vocac.io, que me laucara. Todava, nao me deixei
arrebatar peta ludiguacao, que a qualqucr outro,
ru meu caso, as-altana de Ccrlo. Reagt, com ener-
ga sim, mas sem excesso, contra essa aggresso
violenta, e sem causa.
Laucei a f.iie de quem, tao sem motivo, me ag-
gredia, a reeordacao de um fado verdadeiro, cin-
bora vergoulioso, cin que o Sr. Sonto se achou en-
volvido, lia doiis anuos. A" essa reeordaeio oppoz
o Sr. Soiito inna injuria, que de.-przo, porque ella
nao capaz de cbogar at niin. Aprcssei-me, co-
mo era Oeve meu, em levar toda e-ta desagrada-
vel uceurreuria ao conhecinieiito do Sr. inspector
da alfande^a, a quem me queixei do modo porque
fon provocado, e da injuria, que acabava de ser-
me ii rogada.
E>la, e smente esta que a verdade do que
entilo se paouo.
Da fianca exposicao que della venho de fazer,
urna euusa se eulbe, e que, sem nenhuma razio,
fui provocado, aggrdido e injuriado, e.m occasiao
e lugar, em que atercla as fuuccoes do meu imii-
prego, por |>essoa al exlrauha reparticao ; vislo
que uo -e achava devidameule habilitada para all
diligenciar negocios de oulrem.
Poda coiiteiitar-me com o que fica dito ; mas
devo chamar a atleucaodn publico.para quem escre
vo, e a eiiju juizo me submello, para o facto. que
cima me refeii, e com a recordado do ipial disse
que respond as provocacoes do Sr. Soulo. Tra-
go-o para aqui lauto por este motivo, como lain-
lieui por me parecer que a elle, porventura, se
prende por um sentimeuto ou de dwspeito, ou de
vingaiica este outro occorrido ullimaiurnte.
o dia o de fevereiro de 1862, da mesma forma
que uo dia 5 de fevereiro deste anuo, em que teve
lugar a scena la-timavel que acabo de referir, acha-
va-me na conferencia da porta. A coincidencia
destas dua- datas, e a dos fados occorndos nm
cada una deltas polem inuili bem ser mero effei-
10 do acaso ; mas todava cumpre te-las em algu-
na couta.
Por esse mesmo Sr. Thomaz Das Souto, que era
entao despaclwuU) geral, foi-me apreseatado na-
qiielle dia o despacho de urna t'aixa com biscoilos
desjacho processado no mesmo da, e cuja promp-
ta sahida era por elle solicitada de mim com em-
penho.
E xa minando o despacho, conceb suspeitas a seu
rujpeito, por ter si lo feto pelo pw bruto, segun-
do a propria declaragao uelle contida, quanto alias
os despachantes, prevaleceudo-se do favor da le,
coslumam declarar as sua- notas para despachos
o peso liquido das mercadoria-, qio a tarifa man
da pesar pelo bruto, para serena os despachos foi-
tos por aquelle peso.
Assim, depois de p.esada acaixa, ordenei fosso
ella aborta pelo fund. Pedio-mo o Sr. Sonto que
nao a ftaMN abrir por aquelle lado, para nao es-
tragar o zinco, e sim pela frente, por onde o havia
sido da primeira vez. Aunni a isso, como costu-
t,io annuir a qualquer reclmatelo, ou pedido, que
me Maraca no caso de ser atteudido.
L'ianii.iei, porm, com mmuciosidado o conte-
do da caixa. ecom ff.-ilo eneonirei, lem dos bis-
coitos, sedas, luvas de pellica, penles de tartaru-
ga, roupa feita, calcado e outras mercaduras de
valor.
|)e tudo isso fu aprehensa,como rigorosamen-
te me cuuipria. A approheiis i o f,M julgada proce-
dente at a ultima instancia O cinteado da ca xa
foi vendido em leilao, oo despchame Soulo solreu
consc-iuencia desse acto, cumpriado a uena cor-
reccional, qun por essa occasiao ihe foi imposta, de
seis mezes dosuspensao no exercido de suas|func-
cocs na alfandega.
Hecordei esse faci ao Sr. Souto, quando por elle
violentamente provocado. Regro-q agora aqui aos
que me lem para que encontrem nclle a uniea
explicaejio possivel da injusta aggressioque soffri ;
aggressao tan brusca, ijue, sem esie longinquo
precedente, lalvez a mim mesmo parecesse anU-s
ftlha de urna deploravel allerago das facilidades
mentaes, do que do intuito de provocar um con-
flicto, que eu estava bem longo de esperar naquel-
le lugar, naquella occasiao, e, sobretudo.com seme-
lhante pessoa.
Hecife, 13 de maio de 1864.
Pedro Alcxandrino de B. Cavalcanli de Lac-erda.
O Diario de Prrnambuco de 11 do* correte pu-
blioa um communicado, que tem por epigrapjie
HuUa fatuitas sine patrono, sb a rubrica
outro calholico.
Nesse communicado, o tal Sr. caiholico, censra-
me por haver lomado a defeza das opi otees e dou-
tri as do Exm. Sr. Dr. Pedro Luiz. Tenho a de-
clarar ao tal Sr., que, sob a capa do anonymo,
(no que ainda provou ser jesuta) a mim se diri-
ge, que nao estou disposto a perder o meu lempo
dande-lhe resposla ou travando dscusso com
elle.
Tenho muilo prazer cm ser solidario com o
digno deputado fluminense, e confio em Deus que
os sermoes do Sr. calholico jamis me converte-
rao.
Para deixar anda mais patente o seu parentes-
co com a companlua. o Sr. calholico marchou de
inexacldao em inexactido, ora chrismando-me
de Alcibades, ora dando-mc como estudante do
4 auno da Paculdade. Foi sempre a divisa dos
jesutas mentira e a falsi lade, o Sr. catlisli-
co anda nesta parle mostroa ser digno lho de
Loyola.
as quero queslas com jesutas : detestos
lano quanlo os desprsn.
Recife : maio 13 -1864.
Alilciades Pereira da Silva.
lncorri uo odio gratuito dos actuaos dominado-
res desta trra, e consta-me que" serei punido, sem
culpa, com a demissao do emprego que exerco
por titulo vitalicio ; e como pode acontecer que
apotrera perante o governo imperial um pedido,
que ni fiz, nem estou disposio a fazer, venho de-
clarar qu, quando cahir sobre o humilde parti-
dor e distribuidor >to termo de Goyanna, o castigo
annunciado, se realisar mais lima njusti$a, e
mai- urna i minora lid:ule da nova era.
Goyanna, 8 de maio do 1864.
Joo Gomes de Souza.
este pelume indtsiruciiVei o)ima,iei:e ii" ooj. iio da if,e i,,n, runmi. aoin i iiii. iitiivi" al S'.ivm snhi>h*
' mesmo
da.
que ha tocado to puro deh>io#o eomo ao pnn e-iiiorecuneu'.i *4id:il!>, porem, Irxrre-oulro allimoreItrtgue inglex Hme, capitao T. Gard-
cipio. No salao calido, no banho, como enf.i- movinient. >Mi sir)r- la. no tan lo-se actualmente bas-
n.ula(in de rtajwil.
cipio. Ao saiao canuo, n ujimiu, t-uiuw eni.i- iu>iiiiniiio i>,n suwij. iiotaiiio-se aciuaimcmebbs- ner, carga assucar. Por esteeowiilado faz-* nul'tiro q- ina Vir
guatorio aiouwtico ; como aroii.i lino o del cade inoie a -iividade, y, p.ivc.i dover aiiriimrr-se Valparaizo Brigue hanoveriano Amista, cnpio *'wlao d ajirnit'Almeida. m. di i .piarta-fcira |*
para o leaco, volidos e a pei le, ou diluido, como pnucipainieule a opioifio. I.uto dos rom;radoTes ; Philipp Sap, carga assucar. do crrenle, ama rarn-ca de iln.i rmU >!,
meo anto-lrnlanle para de.ois de se ter feito a e -uto d .- vendedoras <| i liuadu Harnm* eTa Mea
barba, sobte.uj.ie excede a todas a* mais agua* h'itihd.i los u-. ConNn^-s A* vwidas ao periodo SHspendPU do lamaro para Macelo a galera in- ,1)liv?lr, >.r Imperad.t a ihti.i Haia *
! aromticas para o lou ad h incluindo ale mesmo desta rvit t monuiii a urnas 140,000 saccas. Nos- gleza Satllite, capo James Forsey, eom o mesmo
essa i;w afauada^gua de Colattia da Joio Mana tes ultimas das o ala-odio do Brasil em ser tem si- lastro quo trouxe do Rio de Janeiro.
CORRESPONDENCIAS.
Deelara$o.
Como o Sr. Fradcisco Gomes Castellao diz em
sua correspondencia publicada hontem, que o de-
ferimonlo que den de ser fallecida a genbora I),
Mariana da Cunha Teixeira foi para isto habili-
tado pelo requorimento que copin para e admi-
nistrador do eemilerio publico em que se pedia
por certidaoo obtuario da mesma senhora, e nao
declarando que o mesmo requerimento lem por
despacho, de nao constar nos lvros docemiterio,
haver a senhor.i D. Mara tallecido : o abaixo as-
signado apre.-sa-se assim o fazer.
Adiniuistracao do counterio publico, lfi de maio
da 1864.
O administrador
Manoel Luiz Yires.
Sis. redactores.Chegando a jsta cidade em um
dos ltimos das, soabecom pasmo quo durante a
minia ausencia haviam sido malignamente derra-
mados alguna boatos desfavoraveis miaba ropa-
tacan, como chafe de familia que preso ser.
Ignorando a fonte que pos-a atlrihuir essa*
wr.-oes, que nada lem de fundadas, pois vivo ho-
nestamente com miaba familia e entre os gozos de
perfeila fehcidade conjugal na villa do Bonito, on le
son estabelecido com ca-a de commercio, procure
informar-uie de alguns amigos sobre a proceden-
cia dessas ver-oes, e ate hoje lean sido inuleis as
in i ulias pea piizas.
Enireanto, occorreu um fado que, parecendo
leralguma relaeo com as versoes que motenho
referido, mo indi^nou sobremodo, e exige de mim
urna explicacao publica e solemne.
Honrando-ine em ser Porluiruez, nao sou daquel-
les que so visam a fazer fortuna, dislembrainlosc
da palria que Ihes den o berco. Bem ao contrario :
tanto quanlo cabe em meus renorsos, tenho procu-
rado concorrer com o meu contingente para toda*
as assocUcSes c empastas, que os Portugueses
aqui residentes se bao leinbrado de eslaJMiecer
eom os olhos filos na patria.
Levado deste desinno, assoeid-me desde annos
ao Gabinete Portugus de Leitura, cajos fias uti-
lissimos sao inequvocos. EiuL-ora rosidcnlc no
Bonilo, c nao imdendo quasi gozar das vantageiis
quo essa empresa offerece aos seus associados.con-
linuei a contribuir sempre, cumprindo ri.-ca o-
deveres que me sao iinpostos pilos estatuios da
casa. *
D'esl'arte, liaba direito adquerido merecer be-
nvolo tratamento do parte dos gerentes daqnelie
eslabeleciinento. para cuja inanutdicao concorro na
ratao de minhas forjas. Aconie-eu-me, no entanlo,
que, dingindo-ne ao estabeleciaooto m una das
ultima- notes em compaobia de meu primo i ami-
go Francisco Muniz Puntea, e pe lindo ao anearre-
gado do material da casa que me ministraras nina
lux para contemplar as efigies de SS. M3S. Pe-
dro II e D. Pedro V, que all estao expostos ob-
servacau dos concurrentes ; negou-se esse enpre-
gado saiisfazer mea desejo, desconhrcendo por
este moJo e desrespeilando os mcus direilos como
socio.
Roclamo, pois, para este flm a attobcao dos di-
rectores do eslabeleciinento, para qae se raspetem
as regalas que sao cada socio garantidas pelos
estatutos. Aquelle que ful ao desaoipenh dos
seus deveres, deve ser resp-itado no exorcicio de
seus direilos.
Recif*. 13 de maio de l6.
Anlonio Jos Botelho.
PU3LICAC0ES a PEDIDO.

O capitao reformado e offiejal da imperial
ordem da Rosa, Antonio Cordeiro Caleo j
nao existe. N dia 12 do crranle o famin-
lo Atropo- com a mortal tesoura corta o fr-
gil fio de sua existencia, e com suas hrri-
das irmaa< Cilo e Lachases, fazem estre-
mecer a pavorosa morada com nm ronco
medoiihu que de suas negras fauces soain de
satnico rego-ijo. Na maior conslernacio
jizeui hoje M.rgarida Bezerra Cavaleanti,
nove filhos e tres netinhos orphos de pae e
.mai sem achar lenitivo as copiosas lagrimas
que derramam pela perda de seu idolatrado
esposo,qurido pae e carinhoso avo e neces-
sano orotedor. eos de hondade, snecor-
rei a tao amargurada familia que religiosa-
mente vos supiiiica que a ttio desamparis.
Alia sunt juduia Dm.
Mmha chara mai, a implacavel parca aca-
ba de nos roubar esposo e pac. O Eterno
nos consol e nos conforte para constante-
mente orarmos por sua alma, para que a te-
nha na mansao dos ju abencoe. Este lirado de dr receba minha
presada mai na Ilha d" Itamarac, que da
Escada me dirige seu inconsnlavel lilho
Francisco Cordeiro Cavaleanti.
Engenho Sapucaia de Baixo, 20 de abril
de 1864.
O perfume do hemlspherlo
oeel tienta!.
0 perfume o mais balsmico e aromtico de
qnautos s conhecem, 6 por sem duvida a asna de
florida de Mnrray & Lanmin. E' o verd^ielro
espirito, a verdadeira essencia da* flores encerra-
das qnl Asmoda em umi garrafinha do crystal.
0 seu aroma fresco qual o de um ramalhete
reccm colindo e comooslo de odiriferas flores, e
mesmo depois que ente marcha e perde seu cheiro.
de Javina.
Acha-se venda em todas as principaas droga*
ras e lujas de perfumaras.
COMMERCIO.
.\vo mx:o m m\\\M\m.
O nevo banco de Parnambuco paga o 12 divP
dendo a razo de 9 por accao.
Alfa o dega
Rendimento do dia 1 a 12........ 315:8144527
Mem do dia 14................. 17:009400
332:82349:56
EDITAES.
do procurado, especialmente as qualidades supe-
riores; tambetn lizeram-se vendas avultadas a
chegar.
Assucar.Desde a nossa ultima revista o merca-
do tem estado mais eu menos agitado, com irregu-
landade no precos. Segundo annunciama< no nos- O IHm. o Exm Sr. general commandante das
so postscriptum do dia -8, os direitos reduzidos armas, em execucao a deliberacao da presidencia,
proposlos no dia anterior pelo ministrada fazenda communicada em oflicio de hontem datado, manda
deram lu^ar a algum movimento, e em resultado polo presente maridar aa Sr. Jos Caelaoo de Al-
oe compras especulativas, realizou-se em alguns buquer a prorar o dominio legitimo que lem sobre
poneos casos juna subida de 1 0 a 1/0 em 112 ib. o soldado Manoel Vicente Itibeiro, que foi recia-
asta animacao, pnrm, durou poucu tempo, e o mado como son escravo, e para este flm remetti-
mercado ficou em apathia at que a cmara dos do da corte por ordem do ministerio da guerra de
rnmmuns approvou a proposta do ministro. 22 de dezembro do anuo passado, e se acha preso
os novos direitos comecaram a vigorar em 16 do e encostado ao 2" batalhao de infamara, sem que
tioviiucnto da alfandega
Iruios, assim romo |tla <..< nnlnrr i
Mariinho para aarasealar, dentro 4.. praws 15
das, seus htulos no mesmo rousul*di. aam ete-
rem verificados. Pelo mesmo -.i convida-** a
herdeiros habilitados a su I r|dto da aj-
ilado suhduo portuguez Anioiiii. da Ota Panas
para virem reerber o liquido di mrsmo cifolf.
dentro de 15 das da data Wle. li*t <* leraes
sera o mesmo es|>olio remritido ao drisiia mm-
CO d-' j.-Ih>:,. H,.,-if,. ii ,|,. ni..i.. r \M\.
Se ha de arrematar prlo juiz de crfdlMH dru
ta cidatle, pala* batas da manb.ia. na ra-a dM
audiencias, o-exuinle : nna- ra*a larrea Ma aa
ra de S. Miguel, freguezia si Afagaiai n l*>. p*-
la quantia de 8V0. no da II do tornas, ca* es-
crate se acha em maodo poru-irodn MH'.n> jm>.
Nos da- I'!. 17 e H do crreme mu. aesais
da audiencia do lllm Sr. f>r. juiz o> or** tna
i por nrrcinamenio a rend aa-
enominado ib. Viveiro, sil aa raa
ultima praca no dia 90.
157
comprar com franqueza, |tor terem que sofTrer a nambuco, em 12 de maio de 1864.
concurrencia de partidas do Continente que gosam I francisco Camello Pessoa de Lacerda
do direiio reduzido de 12/10. Tem havido, p*is, Tenenle-coroel secreUrio.
urna ralla de ammagao, e comquanto a firmeza dos j Devendo a cmara municipal desla cidade
uo^suidores tenha feito subir o preco, captivo de' proceder no dia 17 do crrante a apuraciu geral
| direito de 6 d. a 1/0 em lt2 Ib., termo medio, de votos para um deputado assombia geral le-
: ,e,l|-!"J rHllo mullas vendas as quaes o importador' gjslativa pelo dstriclo desta provincia, convida,
**10 neo""" vantagem lem eelhido da reducto nos de conformidade com o disposto no art. 25 do de-
m"' i. cret0 n- *G* drt 2 de a8ust0 de i8w). aos eleil-
no ao Brasil em ser nao nos constam vendas, e res dos dous collegios do mesmo districto assis-
nao temo conhecimenlo de trar.sac.Qao alguma a |rein a este acto no dia indicado.
Heeebedoria de readUx Internas chegar Jepois da revenda dos 4,200 saceos da Pa-1 Pa?0 da cmara municipal do Recife, em asedo
gerae de PeraaaablICUt. rahyba, pelo Esperanza, noticiada uo post-scriptum de 11 de maio de 1804 -Luiz Francisco de llanos
Voluntes entrados com fazendas...
< < com gneros...
Volumessahidos com fazendas...
com gneros...
63
94
132
678
THEATKO
DE
Oescarregam no dia 14 de maio.
Brigue hespanhol Cienfusao vinhos.
Barca francezaSaint Dentiidem.
Rendimento do4a la 12.....
dem do dta i'fr................
10:8R64:i9
1:7605800
Consulado provincial.
Rendraentododiala 12......... 41:9914050
Idem.do dia 13................. 1:6374051
43:628*101
da nossa ultima revista.
Para o Continente os compradoras ainda se nao
apresentam com olleras convenientes, mas atreve-
12-62741^9 "l0'nS a 'ovar um pouco as nossas cola^oes, como
B segu:
Para o Continente.
l)e Pernambuco, brauco, 31/0 a 33/0.
Dito, ma.scavado, 27/0 a 28/6.
Da Babia, branco, 30/6 a 32/6.
Da dita, masca vado, 27/0 a 28/0.
Para o Mediterrneo.
De Pernambuco, branco, 3> 6 a 33/6.
De cliio, mascarada. 2/70 a 28 0.
Da Baha, hranci\3l/0 a 32/6.
Da dita, mascavado, 27 0 a 28/0.
PRECOS CDHttEXTES.
Lonret, 23 d abril
Fundos iuglezes.
Do banco, 2.18 a 240 por 100 ex dv.
Consolidados 3 "'. 91 <8 a !)l 3/4 por i 101)
Heduzidos 3 %. 89 3/8 a 89 5/8 |>or 100 ex div.
Novos 3 "/, 89 3/8 a 89 5/8 |>or 100 ex div.
Fundos cstrangeiros.
Silgas (25 fra. 1) 4 '//#, 89 a 101 por S 100 3|;-
Brasileiros 1839, J859 5 %, 100 a 102 ,** 2 100 gp, dilos j M:xrin]^ de 30/0 a 31/0.
Reg, presidente.Francisco Canuto da BatVria*
gem, secretario.
De ordem do Sr. inspector da alfandega se
faz publico que no dia 10 do frrente ao meo dia,
c a porta da mesma, sern arrematadas em hasta
publica as mercadorias abaixo declaradas aban-
donadas pelos direilos por R. W. Lelham, 30 da-
lias de colarinhos de algodao forrados de papel por
34000, 5 duzias de ditos de linho 154, 3 duzias de
grvalas de seda sem molas, peso liquido verifica-
do 1|2 libra 34, 1 duzia de lencos brancos de linho
54132, 4 duzias de pares de mcias curtas do aluo-
dao, graudos, para homem 94600 : cuja arremata-
cao livre de direitos ao arrematante.
4* scelo da alfandega de Pernambuco 13 de
As vendas de que temos conhecimcnlo em L- i maio de 1864. O 2o escriplurarm,
ramal sao as seguales : | Caetano Gomes de S.
Em ser 1,800 saceos de Pernambuco, Canal, de Por osla secretaria se faz publico para conhe-
1 *L ^' cimento de quem possa iuteressar, que ca 1,100 ditos de dito, mascavado fino, de 31/0 a detencio se acha reco bido um prajo de nome Emi-
S. ISABEL.
mu
AmauliAa
Dihii, 15 li'iiLi'oMr I sii
Jleeita extraordinaria
Litrr i as.sijaalara.
Kepresentar->e-ha inda ultima vez r a pedid da
muilas [icssoas. o ini. res.-anle drama em ciarw ac-
tos, ornado de msica.
4 Vi %, 88 1/2 a 90 1/2 por 100
1 1803 4 i/2, 87 1/i a 87 3/4 por 100
ex d.
Confederados 7 /, 54 a 56 por 9f 100
Egipcios 7 %, 100 1/2 a 101 1/2 11er i. 100
Gregos com juros desde 1840 5 "/, 24 7/8 a 25 1/8
por 100
Gregos Coupons al 1846 5 o/., 11 1/2 a 12 por'
100
llespanhoes 3%, 53 a 53 1/2 por 100
dilToridos 3 \ juro actual 2 1/4, 45 3/4 a
46 1/4 |>or 100
internos (I Peso) 3 %, 49 1/2a 50 1/2
por 100
pas>ivo.s*ex!ernos 3 %, 35 3/8 a 355/8
bao, remetlido com oflicio de 9 do correte 11 ...
delegado de polica do tormo de Serinbaem, on le
1,000 dito* de M icei, velho, a 29/0. declarou ser escravo do Portuguez Antonio de Oli-
500 ditos s 60 caixas da Babia, velho, a 29/9. reir, estabelecido com padaria oa villa de Pao
1.150 dilos da Parabyba, de 29/6 a 30/0. d'Alho.
A chegar 8,900 saceos de Pernambuco, Canal, I Secretaria do polica de Pernambuo 13 de maio
de 29/9 a 30/0 no caes. i de 1864.
2,100 ditos da dito, Americanos, a 31/0 no caes.
3,500 ditos do Rio Grande, a 30/6 no caes.
3,0U<) ditos da Parahvba, a 30/6 no caes.
5,800 ditos do Rio Grande, a 31/0.
2,200 ditoc do Muanho, de 30 3 a 31/0 no ces.
3,100 ditos de .lazarelh, a 28/0
4,400 ditos da Baha, pesos da descarga, para o
Reino-Unido, a 29 6. '
3.')0 ditos doG-ar, a 31/0.
3,000 ditos do Cuaca, a preco que nao transpirou.
100 ditos e 109 caixas da llahia, a preco. que nao sv^>
transpirou. &;
Eduardo de Barro- Falcad de Lacerda.
Secretario.
DEGLARAGOES.
por 100
Hollan.lezes (Fl. !2 -1) 4 / 100 a 102 por se 100 ., m ui(0. Jo Mace na ^^ a 30/0 da
61 mv; .. de-carga.
1, i- 1, Khfa!i,*2J?" % m r+ .a, 2,000 ditos de Macei, na costa, a 30/0 no ces.
lb.l.a.ios(frs2ol,.,/,6/-*a68por 100 g^ Apresentou se em le.lao um abundante
Mexicanos cotn atrasadodesdaJulho 18o* mclus- guppriineilItt do d(! ClJll.-10i Vende..do os i.nporia-
ve .1 /0. UM *> 7/8 por f 100 dorHj (.0||, fraiM||ieM ,orilar,,m a baixar bem 3/0
Mexicanos 1864 cautelas b "A, 1/8 a 3/8 por 100 0i|) ,| |(| M (|u,|jllai|es d.,s ^^.s agalas.
.-""'"- ... a / ofl Teve lugar no da 13 do crranle o segundo-leilao
Nova Granada 3 /, diferidos juro actual /., 30 da companbia boJIaudaza debaixo do u.vo sy.te-
COMPANHIA
a 31 por 100
Portuguaxes, 1853, 3 %, 48 1 2 a 49 por 100
Dos 1856 1863, 3 %, 4S 1 .'2 a 49 jior 2 100
Dos. 1863, caiu. 3 /, 1/2 a 1 pr.
Russos 1822 5 % Sil a 91 pw 101)
1862 5%, 87 1/2 a 88 1/2 por 100
1864 5 /.. 1/2 a 5/8 por 100
4 '/< %> 87 a f8 por S 100
3 %. 5,! a 55 nm IO0
Sardos 5 '". 85 1/2 a 80 1/2 por U UMI
Tilicos. 1854 6 %. 89 a0 por 2 100
1858 6 %, 08 3/4 a 09 I/i por 100 '
1862 6% 71 n 71 1/2 por 100
. 1863 6 %, 67 a 09 por 1O0
Internos (Jedjidio d'ouro 1) 6 %. 52
3/8 a 52 5/8 por 101)
Venexuelauos 3 / |uro pagare! 2 /* 23 1/4 a 23
3/4 uor 100
' na. enlistando de 82,500 saceos, Manan lo os pro-
cos de 1/2 a 1 centono ; apaup" pois das noticias
favoraves que se contiuiiaiu a recabar do Rio de
Janeiro, a procura para o CoiitiiK'Ulc estove poueo
animada, o tendo cessadoa para os Esiados-L'nidos
1 j nao sao conseguiveis as olleras que ames se fa-
1 ziam para camas no mar, de o.lo que temos a
! rednzir para 68/0 a 69/0 a nossa solacio de cargas
. d-.< Otiud First do Rio para o Couliueule. A nica
venda).que nos consta no mar a de 2,560 saceos
do Rio, tiood First baixo, pelo A'/e/i/ a 67/3 para
i o Coiitiuenle.
As partidas em ser iambein foram pouco procu-
radas, vendendo-se apenas para o Bltico urnas 400
saceos do Rio, ordinario superfino, de 73/1) a 74/0.
UlTeieceraui se em leilao 1,356 saceos pela Dea.
mas bou ve poueos laucos, e todos foram Mirados.
Km Liverpool venJerani-se MO saceos do Rio a
a 1802 o o7 1/2 a 08 1/2 por 2 100 gg/d
Cacao.As quali la les das posseasSes inglesas
continuaran: a ser procuradas, obteudo-se preco
extrem.s. O de Guayaquil o do Para sio lambem
procurado-;, mas o da Balda nao aena extrarcao
por pivyos relativos, e das partidas oflerec.idas ape-
na- reiiaVram-se 44/0 a 43/6 uns 200 saceos de
qualidade superior em lole- escolbidos.
Venderain-si: em Liverpool 370 saceos do Para
Nao se tendo reunido numero legal dos
Srs. accionistas pira ler lugar ;i a&embla
geralanniinciailii pua Imje, sao noramente
conriilados os mesmos senhores a se rettni-
rein no dia 20 Jo corrente ao meo dia no
esci'iptiirio da mesini OiBftaiiliia, aiim de
exaninara-comas do semestre dudo, ap-
novar o ornamento do semestre rindouro,
proceder-se a eleicln da nova administraban oa fattojM na ataarnaato *> rol l> Uaa.
e tratar de diversos negocios constantes du atai as aaaa* rme as
Terminar n cspectaruln com a linda i nirtli
em um aclo. ornada de msica.
o mmm \ p\
Comeeara a- H h ia-.
___
for motivos jnslilk.iceis mu\ l*d><0B.-
gar o especlaculo aiiniinci.i le para ajR
Grande galera de vistas 4110-
dernas.
Rua da iiii]>.-r:i Hoje cslaroo o leu es as se^aiate
litm:
i-Real santiiaiioia ll"in baajl aa M-nit aaa
suburbio- le Brasa,
2 Cidade de Itraea.
3Cidade do Porto.
4 1 ,id.nl.'de C.oiinlia.
.'Cidade de Li-b m.
tiR-latua M|HMtn de D. Pedro I no largo i*
Roci no Rio de Janeiro.
7O largo do paco api libado de :mm r-at>-*a
a nao Vasco da Cima, linea di registo e i'dit
(iraca do commercio toda illamina4:i pida i>-raaa
a a
Banco Brasileo e Portuguez, 3 1/2 a 4 pr. por ac.
Raneo de Londres e do Brasil. 21 a 22
Banco de Lon. Buenos-Ayres e Rio daPrata, 10 a
12 premio por accao.'
Cambios.
Lisboa 3 m/iL 32 porSf
Pin lo 3 m/d, 52 |>or 2
Rio de Janeiro 00 d/v. 2G a 2b' 1/4 por nominal.
Aiiislcrdain 3 m/d, 11 l'.l 1/2 a 12 Opor tfest
Hamburgo : m/d. 13 8 1/4 a 13 8 1/2 por i
Pars :i m/d, 2.J-2 1/2 a 23 07 1/2 por t
3 d/v. 23 17 1/2 a 83 27 1/2 por
Marselha :i m/d, 23 62 i/2 a 23 1/2 por 2
Genova 3 m/.l, 23 lio a 23 70 por
Trieste 3 m/d, u 75 a 1180 por 2
Vicua 3 m/d, H 73 a II 80 por 2
Madrid :i ni Al; 48 1/8 a 48|H.-so
Cdiz 3 m/d, 48 1/2 a 48 peso
etaies preciosos.
Orno, em barra, de le 77 s.!) d. p. aupa de p.
Moedas hrasileras novas 77 s. H d. idem.
Oncas bespanhobts 70 s. G d. a 7li s. 9 d dem.
patrias, 74 s. 0 d. nban
Piala em barra, de le o s. 1 1/2 d. dem.
Patacas mexicanas5s. 3 1/id. dem nominal.
Coliimnares. l'.arolus 3 s. 1 d. dem
Censados novos 4 s. 11 3/4 d. lruie.
Pecas de o francos, 4 s. 113/8 d. dem.
Gneros de iniportacao.
Algodao de I'eriiainlmco, 251/2 d. 28 1/2 por Ib.
nominal,
do Maranhao. roda. 26 3/4 d. a 29 por Ib.
relalorio do Sr. director, prevenindu-si
desde j que na conformidade do art 1(
dos estatuios a reuniao ser &>Bderada
completa e ler.i elTciio com o numero de
accionistas que comparecer ueste dia.
Es-'ript to da Cunpanliia de Beberibe, 19
ie maio de ISIii,
0 escriplurario,
Ifarcolino Jos Pape,
O Oidado Manoel da Silva l''erreira. joil Se
paz do 2o di-tricio da fre.iiezia dd Santo Antonio,
contina dar audiencia nasquartas-IViras e sanea-
do*, as 10 horas da m mia, na rasa de sua resi-
dencia em a rua Diruita n. 10, primeiro andar;
sendo porm esses das empedidu, dar audiencia
DOS das antecedente- ao meio dia. Despachadas-
de as 8 horas d da as 5 da larde.
4 O lllm. Sr. in-peclor da inesouiaria de fa
senda desta provincia, em rirtude da ordem do
tribunal do Ihesouro nacional, S"b D. 43, de 13 de
abril prximo passado, muida fazer publico que
Jacaranda.Vendoram-se 00 coucoeiras da Ba- no dia 21 de corrente, s 2 horas da tar-le. perante
bia, de 10 13/0 a 12 3/0 por tonelada, termo unta da mesma llie-ouraria, estar em hasta pu-
medio 11, p 24 loro- d ine.sma procedencia a blica para ser arremata lo, a quem mais dar, o cas-
i^7 l3/i por tonelada. Nao bouve entradas; coe maispertencesda escuna Untoija. Aspas-
; posto que nao alteremos as nossas coiaeoe-, deveni soas a quem conrier a dita arremaUcSo, devero
repinarse uoiniuaes. i comparecer na referida thesourara no da e hora
Pao-Bra.-il.O mercado contina na mesma apa-' indica los.
horas.
O salo oslar abarle ale o dia 15 do cor
Entrada 500 i
ATISOS M1BITIM3S.
COMl'ANIII.v PERNAVBL'C \N.\
M
.avegavo cost Parahvba. Natal. Maca, liara'-., r icari.
No iha il Ai a
horas da tai di ra r"r-
tos cima ndbadn. um **> v.
pore- da cnui|ian 11 Iv-cclwrk
carga ai<-o dia ;' Kih-ooik
das. passaifi-iros e dmlieiro a frrspalr i
tarde do da da sahida : esrnptorio no K-.tte
Mallos n. I.
Itio Ais andr lo .:!
Va seguir com Maridada a kavaa leJanal .!<-
saaV, ouir'ora Rteff, r*eeW carea a f--w mam
rt
nominal. j Escuro e muito escuro, 38/0 a 38/6 por 112 Ib.
maquina, 263/4 d. a.29 d. por aai,.i..s.-Sobre o Kia de Janeiro nao con-tam
, .. ..no",J11..; ,,, transan-Oes. jja praca de lionteui elTectuarain se
da Baha, 26 12a 27 1/2 d. por Ib. nom. .
\ Assucar do Brasil, branco, 30 s. 6 d. a 34 s. 0 d.
por 112 Ib.
Captivo de direitos, mascavado. 26 .-.0 d. a 31 s. 0
d. por 112 Ib
Secretaria da thc-ouraria de fazenda de Per-
nambuco 13 de maio de 1864. Manuel Jos Pinto,
serondo d afflcial-maior.
Consrlli administrativo.
Oconselho administrativo, para forneciment > do
arsenal de guerra, lem de comprar os objetaos se-
guidles :
Para a enfermara de Fernando de Nomnha.
Farinba de Irigu 6 barrica-, assucar refinado 6
arrobas, cha bysson 20 libra-, banha de porco 1
arri ba.
Para a cscripturaco do almoxanfado do
mesmo presidio.
Tinta preti para eererer 24 garrafas, peanas
de acti tina.- 12 caixas, papel aliasen pautado 11
resmas, canelas de espinho de quandii 6 carles,
papel matta borio cadernos.
Para a offleina de sapateiro do mesmo.
Sola 600 meios, vaquetas 400, couros de cabra
1,000. martelos 6 duzias, limas chatas 6 duzias,
algnmas sommas sobre Li foi de pouca monta, por haver grande falla de pa- melas. retragos de vidros 2 caixas, vasadows 100.
thia em que lem estido por tanto lempo : ap mas
de resein quando faz-se al6uma pequea venda
em rotalbo.
Couros. Continuando a falta dos salgados do.
Rio Grande, nao houve rendas em ser, nas honre
algum negocio em cargas* CtH*gar a ti d. por cou-
ros de Ikm, COm tara d 6 Ib. litamos sem exis-
leucia dos seceos do Hio Grande, mas ha alguma '
procura, a no-sas eotatjoa* uodem c uisiderar-se j
lirmes. Quanlo as mais qualidades do Brasil, de
crer qu couros novo- de boa qualidade encentra-.
riaui compradores s nossas cotacfjes.
Sebo. -Em muila apathia, e redolimos 6 112 Ib. as nossas colat;oes do da America merrdio-
uai, como segu :
De boa cor, 40/6 a 41/6 por 112 Ib.
Sollrivd e e.-euio, 39/6 a 40/o por 112 Ib.
estar em hasta |m. ; d'J- l"'ra ) que trala-se com Ital.liar 'M.veir..
da Cadea n. 5i>.
COMPANHIA BRASI.T.TRA
DE
PAQUETES .4 VAPUK
E' esperad. ds |mh-Io-
at odia 17 do correle n vapta*
Apa. cioumaielaiile
It-in ule Alcanforado, o qual e-
pois da demora do co-:ume se-
porlo.- ilo aal.
Desde j recebein-*- aasaaairas encaja- a
carga que o vapor p*aar (m.liiiir. a qoal #>
ser embarcada no ilia de *ua chegada, ca iiaiBMO)
das e dinheirn a (ral" atl ha da sabida a> 2 ha-
ras : agencia, rua da Cruz n. I. fsrriptorio de An-
tonio Gande OUrera aaora* | C
Armz do Brasil, 10 s. 0 d. a 21 s. 0 d. iwr 112 Ib
Nao ha.
Caf do Hio, 60 s. Od. a 74 s. < d. por 112 Ib.
lavado, 73 s. 0 d. a 82 s. 0 d. por 112
Ib.
pe; bouve bom suppriiueiilo de letras sobre o
Porlu, ragulanau o cambio umbem a 32 por 90
dias e papel curto em i>roiiorc,o.
M.taes preciosos Desanpareceu a aninwcitono-
tada na nossa ultima revista, e tendo cessado por
emitanlo a proaura para a India,
procos.
Para o arsenal de guerra.
Telhas de ferro 130.
Para o corpo da guarnicao.
Papel almago 2 resmas, pennas de ac 2 caixas,
ditas de ave 50, tinta prcta 2 garrafas, laps de pan
bailaran! os 2 duzias, arca prela 2 libras, cartas de abe 12,
grammaticas portuituezas por Monte Verde, ultima
P. S.- Algodao. O mercado hoje tem estado fir- edicao 3, arilhtnetieas por Avila 3, paulas de Ira--
, n ,._ ... na i, r. o.rtiuo'iao.1> iiieri.aiiu iiiijt: iuiii t-Mauii ni- i ini^.t" .>. at inoiieura- |ior nvn o, |>ioi Cacao do ara, a7 s. 0 d. a 59 s. Od. por 112 b. provavelmente as vendas inontarao a 15,000 lados 12, pedras para escripia 2, cre.oes 6.
dem da Babia, 42 s 0 d. a 44 s. 0 d por 112 Ib. il)m sa,.ca,_ c^^.,^ Ullia venda do da Para o 7 batalhao de infaotaria.
Tapioca do Rio, 13/4 d. a 5 1/2 d por Ib. Parahvba a cVgar a 28,1. Bonets para recruias 50.
do Para I % d. a 2 por Ib. dem. Assucar.-Vendeu-se a carga pelo ilargaretta,
Couros do Brasil : constan.io de 8,400 saceos do inascavo de Pernam-
Seccos salgados, de 24 a 36 Ibs., 5 >/i d. a 6 1/2 d. bui. ;i a(J/6 para 0 i^^Usido.
por Ib. Caf.As noticias que se acabam de rereber
Seceos, de 8 a 22 Ibs., 6 /,i a 7 1/2 d. por Ib. dos KstaH0..l;I1,1oj tera ain0 |ugar a mais procura
Verdes, de .18 a 51 Ibs., 4 d. a 4 1/2 d. porlb. |lara 0 cafe d., Rio. 0s possoaidores das partidas
Do Kio do Janeiro ___ em ^p e|BVaram ^ suas preMuaei; sendo pe-
^^A*! "S,'< a 4 d. por Ib. nom. qU(.a a quant.dade desponlvel.
Cun-iam-no-i as seguiules vendas no mar :
Do Kio Grande :
Verdes, de 63 a 70 Ibs., 6 d. por Ib.
de 44 a 50 Ibs.. 4 5/8 d. a 5 d. por Ib.
Seceos, de 28 a 34 Ibs., 8 '/, d. a 9 i/4 d. por Ib.
de 20 a 24 Ibs., 7 /* d. a 8 '/, d. por Ib.
Chfres de 9 a 16 oncas, 9 s. 0 d. a 13 s. 0 d. por
123 frouxo'.
Hiidra 3,%10 saceos do Kio, Good First, escuro,
a 70/6 ; e.-ic afio est na costa.
West india 4,000 dito- de Santos, de linda quali-
dade, a 71/9 para n Reina-Unido.
Vendeu-se tambem ha algum lempo a carga do
cmtZ^29s-d-a32s-VM.59jtF~ptm*^m t,br"'
[pecacuanha, 8 s. a 8 s. 3 d or lo. firme. -' '! --piaia^aa
Jacaranda do Rio, 2 10 a 16 por tonelada no
mina!.
> da Bahia, 9 a 2 13 por tonelada no-
minal.
Mercado monetario.No da 16 do corrente o
banco de Inglaterra elevou o seu de-ennto para 7
por cento ; julnava muitos que havera nova subi-
Quem quizer vender laes objectos aprsenle as
suas prepostas em caria fechada na secretaria do
conselhe s 10 horas da manha do dia 18 do cor-
rate.
"Para o nono batalhao de infantera.)
117 i]2 vara- deordo preto de reiroz.
Para o segundo e stimo balaltioes de infantaria.
6 3|4 covados de casemira.
378 botos grandes prat. ados rom o n. 7.
162 ditos pequeo- pi aleados rom o n. 7.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornec.imento do arsenal de guerra 11 de maio
de 1864.
Antonia Pedro de S Brrelo,
Coronel, presidente.
Sebastin Jos Basilio Pyrrho.
Vogal secretario.
A requerimento de Jos Joaqulm da Cunha,
testamenteiro de Joao da Silva Mereira, tem de ser
arrematada em praca publica, sabbado 14 do cor-
! rente, flndu a audiencia do lllm Sr. Dr. juiz muni-
The- cipal da 2" vara, urna casa terrea n. l narua da
inra par:
COMI'ANHIA I'KIINAMBUA.N\
DE
Ibj'avegaco eoslclr^ vapor.
N.
No dia 2o ib> rorrele a- .' fci-
ras da larde sepu
re> da companlua V r.ir;a -r
rwebida at o di 2i. Knnaa
mondas, passagt-rus r oiui.i-iro a
Irete at o dia da sabida a> 3 luirs da lar.b- : e*-
criptorio no Forte do Mallos n. I.
COMPANHIA BASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos pori> do -ni i naasnafi
^t o da 16 d" raaarati vaaar
Paran, commanJanie ra|ataa
de fragata Santa It rl.ara. o de|M>is da di mu d caMuntr se-
guir fiara os porlos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e esagaja-je a
carga que o vapor poder condu/ir, a anal drarr
ser embarcada no da de siu rhcgaiU: caeoea-
mendas e dinheiro a frete at o dia da saluda as t
horas, aijencia rua da Crui n. I. i^*rrir*>ria aos
Antonio Luiz de Oliveira Azevettn A C
MOVIMENTO BO PORTO.
Navios entrados no da 13.
Rio Grande do- Sul23 das, barca nacional
reza, de 87 toneladas, capitao Jos Gaspar Pes- Praia, freguezia de/^"to Antonio. ssonrailada do Ces (Jo Ramos, aiMiile e-t lun^l-*!:! ^ a
tratar na rua do Crespn lja c lasaste
hirn n H-hia
pretende seguir com muia brrvidaeY a rvtiaa aa-
ejflaal Carlota, lem parle i* ii arr.aiai ale
pronipto : para o resto qne Ibc fHa. trla-^ rtiea
os seus ron-iKnaiarios Antonio Lint aV iNirnra
Azevedo & C, no seu escritorio rua da t>w aa-
mero I.
Venil-sc a bar.ara Peraijmnu. aira
e muilo lietti consiruida, de l-dava ile 10
caixas: quem a p elrmler ptaie ve-la as
tana, ciuipasrem 13, carga 13,000 arrobas de car- lado de riotraz, com 21 palmos de frente e W de
ne secca; a Bailar & Oliveira. fundo, trapeira para o lado ita frente, pequeo
da na rennio semanal da dirercao em 21 do cor- Ro de Janeiro20 dias. m-iitoe nacional Sella, quintal murado, cacimba meeira, chaos J*>*tfj*,
rente, e reina anda bastante incerteza quanlo ao de 204 toneladas, capitn Henrique Rio, equi- que se acha em armazem, avahada em 3:.>0000.
futuro, o que entorpece mais ou menos a marcha panem 14, carga 9,000 arrobas de carne; a Escrivao Baptista. ^
das iransai roe-comnurciaes. Amnrim Irmo. "I (lOl'PPlO ?Prjll
Na praca 'o dosconto de letras de primeira or- NewY.uk -33 das barca inuleza Voijager de 328 yvxiwu a^x/iui.
dem apenas urna fraroao abaixo da taxa do ban- toneladas, capitao B. Wylie, equipaKem 10, car- Pea adnuni>tracao do correio dosia cidade se P'"
az publii-o que om virtulo da convencao postal ""
n. 7.
ga madeira; ao mo.-iao rapuao, velo refrescar, faz pu
me
d
i de Inglaterra ga madeira; ao me-mo rapuao, velo rerrescar. taz publico que om virtuto da convencao postal '"' <<"<"< cit
Fundo*.-Ein'consequencia do estado aotual-do Livenwd-43 das,barca iugleza Ronald, de 393 celebrada pelos governo brasiiero cfraucei.se- Oliveira Azevedo
creado monetario e da situacao pnlitica.tos arceos toneladas, capilao II. Baskfill,equipagm 14, car- rao expedidas malas para a Europa no da 13 do >"> n_l._______
fundos especulaiivo* enntinuam a soffrer oscil- ga fazendas e outros gneros; a Sawnders Bro- corrente |>elo vapor inglez Oncfa. As carias se-1 Para o Rio de
Para o Mamaba* r Var.
O patacho Beberibe a -egiiir com umita ar-vida-
de recebe carga c Ir** para Marantia 3Bb rs.
por arroba, c para n Para 3fil |mr arr> posial 'a-sp rom ** en>ignaiarii s Anfania l.nve a>
ei, se- Oliveira Azevedo C no ru r*cri|*iOi> raa aaa
lacons violentas e quasi dianas.
Algodao.Logo depois da no*sa ultima revista o
mercado cdirou mai4aninjacao,eoatinoaadao mo-
vimento at ao da 14, quando o mercado lornou-se
menos animado, e com a elevacao do descont no
_ Janeiro, a frer Kirat e-e
tners 4 C rao recebidas ate 3 horas antes da que for marca- carregando o briene bra>ilcro Imperador. aV a>*
Calho de Lima 103 dias, galera americana Ala- da para a sahida do vapor, e os jornaes at 4 tin- marca e com commo.b:- para escrav. : a tratar
tanta, do f>99 toneladas, capitao I. E. llames, ras antes. Adiniilraeai> d
ai a. *
equiugem H. caiva guano; ao capitao veio re- buco, 9 de mai.)de 18340 administrador, Do- ou com o capitau Jo-c Rod'-gucs Pral* aa praca
frescar e segulo para Antuerpia. I mingos dos Passos Miranda. I do commercio






Diarto de l'emambue abbad* 11 de Malo de 1N4.
s
ParaoMamuhoePai'
pretendo seguir coni muita brevilide o patasiia
nacional Beberibe, leva parte t seu carregamento
pron)|)l : para o resto que lite falu, trata-se- os seus consignatarios AntoHie Lun de Gliwira
Azevedo em seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
tara o Mu de Janeiro
o brigue Beluario segu com brevidade, e pede
receber alguma carga : tratt-e com os consigna-
tarios Marques Barros & (1, largo do Corpo >Santo
numero 6.
Para o Rio Ciramle do 3
pretende seguir com muita fareWdade o patacho
nacional Carolina, tem parte de feu carregamento
prompto : para o resto que (he (alta, trata-se- rom
o rpita Ueiarmino dos Santos Pinlieiro a lerdo,
ou na praca do conimercio. ________^^
Xa t.
A barcaca Mstica Ctdade sepa*!fiara Maco>eni
escala por Cunlia, Pirangi e Kio Grande ; .anda
recebe alguma carga : a tratar com o mestre Mi-
guel Jos da Costa, na esi-adinto._____________
Bottonir.r K*ad.
Wanted on che shipand carpo of thc'Britishliar-
que C(HOCofo,capm. ttios. Umfa, aJout4:0i5mo-
re or less for her expenses at ibis port, lo aoable
said vessel to proceed onher vojage to Valparaso.
Sealed tt-nders to lie ad>lres the British onsulale, and to be opened in ttoe pre-
sence o H. B. U. cnsul >u Jnndav mxl,.iC !li
Insl, at 1 P. M. Rerife 13 th may 1864_______
lllsco maritlMO.
A barca inglezaCmocoro.capitioThoniaz Lam;.
precisa da quantia de 4:0004, pouco mais oa me-
nos, sobre o casco e carea lo dito navio, para as
despezas feilas neste porto, de forma que possa se-
guir a sua viagem Valparaizo. Recebem-se pro-
postas cm carta fechada, no consulado britannico,
dirigidas ao rapitao ; cujas serio ateras na pre-
seiira do cnsul de S. M. I!., na segunda-feira 1C
do corrate, IJhura da tarde.
---------
nwmm FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
4-R1 AO CRESPO-4
0 cirurgiao sLeal mudou
a sua residenda da ra do
ueimado j^oa a ra das
Cruzes SG&rao n. 36, pri-,
meiro andar, por cima do,
armazem P^ogressista, aou-(
de o achario como sempret
prompto a qualquer hora par;
L a aT/nmMA fia na nrfl. Esta fabrica, mais antiga e aerditada d'esta capital, acha-se de novo montta com nm
I a U uXCrvJVxU U.D ovia pi n --vanado sortimendo de dliapos de sol inglezes e francezes, assim como de tudo quanto n respailo
tiaaSn rli3Tttfwta T\(\V A>rinte 't sa Profl!?So IlovlU, Oudfcliu.*/ yVl Cot/lipi*. maedes e mais preparo* ,para apromptar chapeos de sol a wontade dos freguezes qae se dignaren da
honrar este estabeleeiisento.
Cobre-se e concerta-se leda e qualquer qualidade d'estes arligos com a maior perfeso e pres-
teza, e tudo por presos omito rasoaveis.
Bonito sortimeoto.de bengalas prijos cemmodos.
corredcpils damauha. L _________^^Jl**^______________
Segunda-feira 16 do correle mez tem
lugar a extracte da terceira parte da quar-
la lotera do Gvirmasio. no consistorio da
igreja de N. S. do Rosario da freguezia
de Santo Antonio.
Os burieles, meios quintos acham-se a
renda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15 e as casas commissionadas.
Os premios de -5:0000000 at 10*000
serao pagos urna hora depois da extraccao
at s i horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
O-thesoureiro,
Antonie lote Rodrigues de Souza.
II veiiaiii:iko
PRINCIPAL
a-m &oeosooo.
S*
Armazem de fazendas
DE
Custodio, Carvalho & ompanhia.
m:a. no 411 Ein viio si
E
GRANDE ABXAZEX
DE
\ '- -~ ~ ~ --'
, -o -o -a -c c-o i
i n a n n a _
- "/
f a GJ 1 1 livi
oooo
LEILOES.
LEILAO
Dai dividas activ s de Francisco Gomes
Castello-
IIOiVK
0 agente Pestaa por conta dos administradores
da massa fallida de Francisco Gomes Castellao e
desparti do Illm. Sr. Or. juiz especial do com-
mercio expor de novo em leilo as dividas acti-
vas do mesmo Castellaa na importancia conforme
a relaeSo de 6;2u8Jli( : sabbadu 11 do correnle
pelas 10 horas da manhaa na [torta da associacao
cammercial._______
LEILAO
DE
2 duzias de eamisas, o ditas de grava-
las pretal e de cores, 3 ditas de
meas, o ditas de lences, 1 dita de
camisa de mei < e 4 liares de botins.
iioji:
Mahbado 14 de niaio ao meio dia
O agente Pinto far leil.o por (ronta e risco de
qiiem pertcncer de urna caixa cornos ohjeclos ci-
ma mencionado' com toque de avaria d'agua sal-
gada : no da e hora cima dito em seu escriptorio
ra da Cruz n. 38.
DE
hlAiins.
CASA A FORTUNA
AOS 5:000.000
Bllhetes garantidos
A' ra do Crespa n. 23 e casas do costume
< abaixo assignado awsa ao publico que se
acham venda em seucstabelecimento e as ou-
!ra rasas do costume os feiizes hilhetes, meios
quintos garantidos da terceira parte da quarta lo-
tera do Gymnasio, que se ectrahir segunda-feira
IG de corrente.
Os premios serao pagos cerno de costume.
PreeM.
BiJhetes inteiros..... 114000
Meios......... 34000
Qinatos........ 14200
Para as pessoas que eomprarem
de 1004 para eiiua.
Bilhetes........ o400
Meios......... 247O
Quintos. ....... 14100
Mantel Martins Fiuza
ARTISTAS ECHAMOS E LIRERlES
DE
PERNAMBUCO.
De ordem do Illm. Sr. director faca saber a to-
dos os senhores socios que est designado o dia 16
do corrente, s 7 horas da tarde, para sesso ex-
traordinaria desta sociedade, para cujofim os con-
vido.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechanicos
e Liberaos de Pernamlmco 13 de maio de 1861.
Basilio Barros,
_________________1.a secretario interino.
Offerece-se urna mulher para ama de liomem
solleiro, sendo para comprar, cozinhar e engom-
mar : quem precisar, dirija-se na da Senzala
Velha, sohrado n. 28.
Ncfiunda-feira l do correte.
(I agente Miranda requerinirnto do adminis-
trador da massa fallida de Antonio Carneiro Pin-
to, e por despacho do Sr. Dr. juiz espi.cial do
commerrio levar a leilo as dividas activas do
mesmo fallido, na importancia de 7:8%47'.a rs. a
saber : 3:6145918 rs. em letras e 4:2814877 em
comas : no dia acuna mencionado cm seu arma-
zem da ra da Cruz n. 57.
0Sm nmiRiiricntcs desde j podem examinar
as lemas e a relacao los deveoores, existeotea em
poder do menr onaJoagente.
HE
Hontem, 12 do corrente, foi perdido um hilhe-
te da 3 parle da 4" lotera do Gymnasio n. 2239
que tem de ser extrahida no dia 16 : roga-se ao
Sr. thesoureiro, caso seja premiado, o nao pague
sean ao abaixo assignado.
Jos Jacinlho de Carvalho.
Quem annunciuu querer comprar urna casa
em Belieribe, dirija se ra larga do Bosario n.
18, segundo andar.
ATIXCiO.
Na noite de 1 para 2 do corrente mez de maio
de 1864 fugio o preto Jos Antonio, escravodo
abaixo assignado, representa a idade de 40 annos,
pouco mais ou menos, alto, possante, cor fula,
tem falla de dous lentes na frente, pouca barba,
bracos linos, peinase ps bem feitos, um pouco
careaodo, toma agurdente, embebeda-se, toma ta-
baco e fuma, suppoe-se que anda no districlo do
Cabo, por ter pertencido ao Sr. Krancisco Jos da
Movis c objectos e clcetro-plates co-
rnil st'jam:
ros |iara Horra, 6 frascos, I Iteren, 1 imllet de ja-
raml rom tampOde podra e espelho com louea de
porcelana. 1 eommoda de Jacaranda, 1 lavatorio,
1 toorador, I guarda roupa de mogim, 1 appara-
dor, 1 mesa elstica para 20 3" pessnas. 1 gran-
de apparador, 16 eadeiras, 2 camas de ferro; 2 di-
las de vento, 1 appanlho de louca para janlar, 1
tlito para almoco. copos, clices e'garrafas deerys-
tal, trem de co.-iiflia, toalhas de mesa, cobertores,
lenqes e nuiitos outros objectos.
Grande pechlnefaa
Cambraia branca laucada propria para vestidos e cortinados pelo barate pre^o de 34000
..cada peca.
Toalhas de linho adaouscada para mesas a 34300 e &4 cada urna.
Guardanapos de linho franjados a 34 a duzia.
Toalhas de linho para rosto a prego de 44, 44500 e 124 a duzia e urna 360, #0 e 14-
Ota pechineha.
Cambraia escura verdadeira organdys a preco de 240 rs. o covado.
Balos para senhivas e meninas a preco de 24500 a 34 ada um.
Pil de linho liso vara 300 rs.
Panno de linho do Porto on 10 palmos de largo proprio para lences vara 24-
A VELHA ENCICLOPDICA
Respeltavel estabelecimento de fazendas ra do
Crespo numero 11. *
DR
JOS GOMES VILLAR.
irado Merecido a proteefo das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
Olproprietario nao descanga um s momento para bem servir aos seus freguezes, fa-
zendo encommendas para
Inglaterra, Franca, Suissa e Allemanha
das melhores fazen das para
Senioras e para homens *
evende-as por precos que admiram.
MOLHADOS
ra no 1 n vi:ka iiok
\. 40
Outr?ora ra do Colleglo
DE
DUARTE ALMEIDA $ C.
Importante eslabelecimento
DE
Fazndas
DE
Seda, lia, linho e aigodo.
Jh JJ'itli's 7IJ.A1,
Ra do Crespo numero 19,
RECIPE.
Vende haiatissimo.
Importante estabelecimculo
DE
Fazendas
DE
Seda, ISa, linho e aigodo
de
Ra do Crespo numero 19
RECIFE.
Vende baralissinio.
MI "
Antonio Fernandos Duarte Almeida, dono dos acreditados uoSS Prn
e Unio e Commercio, e ex-socio do l'rogressoProg essista acaba le alirir Imk>
tro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Os
O proprietario deste importante eslabelecimento, conhecendo que o mais rifo *VswaM
armazem que presentemente se tem aberto nesia prava, deliburou denomina-lo VKKD\6r.l
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, j pela pratica e conlicimento que t.-m U-stu
\ casas, que este um eslabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado arrio
quenelle preside, como no completo sorlimenio que efetivamente recebe de sua priora
I emeommenda. ^^
O proprietario do grande armazem VEHDADEIRO PRINCIPAL gbiri.->-se em jrr >
primeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos pren* l.,s umerm e
estiva, adoptando desde a sua priman casa, em publicar todos o> presos ile mi ft^.
ros, por onde vil e v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem rsses.
que, mordidos e queimados pela inveja, dizem nao voli... Illude!... di-iiymcmjj"
e*sses maldizentes, que emquanto andar ni trillio que pisa, nunca mais consentir nur se
venda um objecto de 55por 10$. O syslema do Verdadeiro Principal vender mwrio i
dinheiro e ganbar pouco, com elle que sera medo diz, que bailas de papel o \,-nto a*
carrega.
Pede-se a maior attrnfio.
0 proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico m peral pmlcc-
fo para o novo eslabelecimento, garantindo aos mesmys que ninguein mais pode nflerrrrr
as vantagens que se presta a olTerecer este importante eslabelecimento. O PRINCIPAL Um-
bem pede a todos os Exms. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao doto esul.ei.vi-
mento, cerlos de nao terem occasio de se arrependerem.
Mais atteneo.
0 VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular todos os Srs. de mpnho e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encommendas este estabelcimenl... garatio-
do-lbes o proprietario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparo esfcur.* para
fielmente cumprirem os pedidos que vierem inderessados.
Ao publico,
O incansavel proprietario pede a todos os Srs. e Sras. que, qnamlo t.-nliam te Ba-
ilar seus pedidos soja em carta fecbada ou com grande icc.mm.-ii.larri.. a.. VEKOAHD-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o r. tratota
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza dos portadores tem est.- sobrado una hmii
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frenlr po-
tadas de verde, as hombreiras Duarie Almeida & C. e por cinta o YKRDV.DUK0
PRINCIPAL.
Amendoas confeiladas com bonitas cores
a IdOOO.
I Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
e 1<5 a libra.
Dita franceza muito nova a 600 rs a libra
s^ndo em barril 580 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desejar, e
Manas para sopa muito novas, ft> desembar-
cada ltimamente pevide: r->dinJu e es-
Irelliiiba a 300 rs. a libra e -te a caixa coa
8 libras.
Macarrao, Alelria e Talbarim a iOO rs. a lilwa.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 19Hj
a caada.
que outro qualquer nao ven le por menos Dito em garrames a l.-jiWOcada um.
LIQUIDACAO
ZEM CONSERVATIVO
23-Largo do Terco-~23.
de 3$ a 2,5700 rs.
Dilo perola especial qualidade a 2^600
e 2,5800 rs.
Dito |ivsson%o mellior que se pode desejar
a 2'i00 e 2:>G00 a libra.
Dito bvsson e da India muito superior a
202-O c 2/400.
Dito do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8, libras
a 1,5000 e 10200 a libra.
Dito preto muito especial a 2,5800 a libra.
Dito mais baixo a 1(5300 e L-5G00 a libra.
jQueijos ebegados no ultimo'vapor a 3,5000.
Queijo prato chegado neste ultimo vapor a
800 rs. a libra.
BotijSes com 8a9gwaH aacste,
llior que se pode desejar, a 5-> caifa
Palitos de denles era macos cm #>
nhos a 120 rs. cada mn
Palitos lo ,Mza25200 a groza, 20 rs. a
caixinlia e 200 rs. a duzia.
Graixa em latas muito novas a KM rs.alafa
e1<|006 a duzia.
Ceblas muilo novas a 340 rs. o neato e
800 o molho.
Traques de irimeira quaiidade a H-dlO 3
caixa e 240 rs a carta.
Charutos Ipvrangas em m-ias caixinitas .1
20000.
e fazer urna grande
qualiiuer annuncianle,
cente ao Sr. major Jos Francisco de Barros Reg,
ser generosamente rei'oi.ii.ensado pelo mesmo Joaquim Simio dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar
aoaixo assignado, lavrador do dito cngenlio. j vantagem a quem seu armazem frequentar, e vender por menos do que outro
__________________Jos (.orrea Leal._____ ; para jSj;o lenl um vantajoso sortimento tanto neste armazem como fra e para melhor servir o publico
l'lilinl.Ul' to Sr Hoill JeSUS dos P'ISSOS annun|,'ai,le scenlifica aos seus freguezes que tem frequentadn este estabelecimento que de
hora em diante torio a vaotagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
seu prompto pagamento.
Attencfto.
Ditosuisso Parmezo o melhor e mais Ditos Suspiros de Tliom Piulo a ItiOO.
fresco que se pode desejar a 800 rs.a li- Ditos Avaneiros do mesmo a l*WN>.
bra, sendo de 4 libras para cima a 780 re. Ditos Regala Imperial a I -5000, {.'arar'
di Rccife.
Em nome da mesa regedora convido aos nossos
rntias comparecerem no dia lo do corrente, na
igreja do Corpo Santo,
s 3 horas da tarde, para Caf do Rio de primeira e segunda sorte a 270 e
Urna grande urna para 40 chicaras, um a ppare- i acornpanhar a p-ocissao do Divino Espirito Santo, j 300 rs.
lho para cha completo, colheres, garfus, facas, lu-
do de electro-piales, da melhor qualidade.
Terca-felra 13 de malo.
A' mu tiImperador 11. 49, 2o andar.
O agente Pinto autorisado por um estrangeiro
lito moda de residencia far leilo de iodos os
objecto* cima Rescriptos, existentes no segundo
andar e soto do sobrado da ra do Imperador n.
49, onde se etrecluaro leilao no dia 17 do cor-
rente, devendo com.rar as 10 horas em ponto.
LEIUO
HE
Um excelleute sitio.
Tcca-feira ao meio dia.
O agente Miranda competentemente aulorisado,
vender em leilo um excedente sitio na estrada
do Hosarinho, comprehendendo COO palmos de
frente e mais de 2,0J0 de extensao, alargando
muito para o fundo,
Contm o sitio abundantes arvores como sejam :
mangueiras, jsqueiras, sapotizeiros, pmbeiras,
etc., etc.
Ttin no fundo do silio urna mata de grande ex-
tensao e abundantes madeiras, de diversas quali-
dades, e d'cnde se pode tirar leuha para vender
tolo o anno.
Com duas immensas baixas de capim eapazes
de sustentar multes eavsJIos de vero invern.
Alrn de oulras^ommodidades quo offerece o
sitio, accresce a de urna bella, gramle e moderna
casa, com ralas e qiiarto< espa^osissimos e frescos,
assim romo grande estribara e grande coinha.
O leilo ser elfeetuado ao meio da em ponto no
armazem da ra da Cruz n. 57.
O mesmo agente est prompto a dar a todos os
pretendentes as mais ampias informales.
LEILO
DE
Fazendas como sejam:
Vestblos de seda e de laa, manteletes, chapeos
para senhoras, chitas, eassas, lencos de linho,
breanlia, madapolVs, algodozinhns, camisas,
eoUeles, espartilbos, chales de la, bros de linho,
grvalas, luvas, laques e outros arligos.
Qniota-feira 19 de malo.
Tnomaz Teixcira Bastas, tendo de ir a Europa
tratar de sua saude far leilo para liquidado e
por interveneao do agente Pinto, de todos os ob-
ji'itns cima mencionados existentes no armatem
da fcxin.Niea.) de I/.ndre<, rua da Cadeia n. 60, s
10 horas em ponto do dia cima dito.
Em continaacSo annun"iar-se-ha o dia para a
ven.ta das perfumarlas, mmdezas, obras de ouro
com bnlliantes e mais objectos do referido ar-
mazem.
|ue sahe da igreja de S. Francisco.
O escrivae,
______________________JosdaCunha.
Precisase de 6003 a uros por lempo de seis
mezes, s ibrc hypotheca em escravo ou escrava : a
tratar na rua d'o Vicario n. 21.
A pesoa pie amiunc.iou querer comprar
una casa na povoaco de Beheribe, dirija-se rua
do Hospicio n. 41, que ahi dir-se-ha quem vende
urna excellvnte casa all, c margen daquellas
cristalinas aguas.
Alusa-se o sobrado de um andar e soto no
pateo do Tenjo n. 2, pintado de novo, com commo-
dos para grande familia : a tratar no mesmo.
AiTendamento.
Frcyuczia dos Afogados.
Um sitio com casa no lugar da Piranga, urna
olaria na rua do Quiabo, um sitio com casa na rua
do Bne: a traUr com Francisco Carneiro Machado
Ros Jnior na mesma freguezia, ou com o tenen-
te-coronel Manocl Joaquim do Reg ^Ibuquerque.
Augusto Fromincl, subdito allemo, vai para
a Rahia.
Arroz pilado a 80 c 100 rs. a libra e 00 e 34
a arroba
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e 4800 a |
arroba.
Toucinho de Santos c Lisboa a 210 c 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra e 10-5 a caixa.
Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. a
4800 a caada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa e 25240
caada.
Massas para sopa aletria, macarrao e talbarim
480 rs. a libra e 105 a caixa.
Chourigas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos em niazos de 50 a 63 o milheiro e
640 rs. o cento.
Dito um caixa da Rabia dos melhores fabricantes
de 15200, 25400 35 e 45.
Phosphoros do gaz vindo de conta groza 25300.
Manteiga franceza a 600 rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 c 900 rs. a libra.
Riscoutos e bolachinhas de soda a 15300 e 25.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
garrafa e' Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
nhecidas a 500 rs. a garrafa caada 33800
e 35-iOO.
B'to de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa e em caada faz-?e abalimento.
Dito branco proprio para missa a 640 c 500 a gar-
rafa e em caada a 53 e 35500.
Rolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grande abatimento.
I
AVISOS DIVERSOS.
i PrecKvsc do um caixeiro para taberna e
pi* M ad'ir a sua conducta : na rua do Pilar nu-
mero 135,
Trocam-se tres partes do engenho Queimadas,
na freguezia de Barreiros, junto a cidade do Rio
Formoso, muito bom por ser perlo do embarque
meia legoa, com miito boas trras de safrejar tres
mil pies, mije de animaes, por predios nesta pra^a,
casas ou sitios: quem juizer, dirija-se rua dos
Pires, casa terrea n.54, que ahi achara com quem
tratar, a qualquer hora.
Ilavendo o Diario de boje publicado um annun-
cio por parte de Maria Elias Corroa Peres retiran-
do de mim a procurado por ella passada para b-
ter sua carta de emancipaco no juizu de orphos,
e levantar o deposito ; e se bem que eu esteja con-
vencido que nao foi a signa ana e sim outrem o
autor do citado annuncio. jul/uei de meu dever
prevenir ao publico que nao pode produzir mais
effeilo a merma reiirala da procurado porque j
estando pastada a referida carta de emancipado
pelo eartoria do escrivo o Illm. Sr. Rrito, nao |,>-
de ter ouiru lim dito annuncio teno traduzir a
mtenco (ou alguem por ella) de sao pagar o sar-
vji> prestadi) por mim c pelo advogado que por
ordem da mesma coutratei para conseeui^o da dita
emancipaco-e mais servicos ; mas tal meio ir-
risorio alem de improficuo, e s poder produzir
um effeilo que mostrar os bons desejos e pontua-
bdade da signataria do mesmo annuncio, e seria
melhor que me pagasso ou vesse ajusfar conlas
enmigo atim de pagar-me o quo anda me reta. i
Recife 13 de maio de 1864.
______________Joaquim de Souza C'rne.____ I
Iriaaodade acadeiuiea de .V. S.
do Bom Conselho. ,
Em nome da mesa reg-dora convido a todos os
nossos irmSos comparecerem domingo (15 do
correte) s 3 horas da tarde em o nosso consis-'
torio, afim de aeompanharmos a procisSo do Difi-
no espirito Santo.
Joaquini Correia de Araujo Jnior,
secreta rio. ;
Acaba de chegar casa de J. Falque, um completo sortimento dos melhores albuns para retra-
tos que se possa encontrar, e por precos commodos, sendo para 30 100 retratos.
Assim como albuns para desenho, escriptae msica, muilo ricos e por isto muito proprios para
presentes. x
4-RUA DO CRESPO--*
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direceo do BANCO UNIAO tendo ebtida do governo de S. M. F. a autorisacao para estabe le
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripeoes annuaes por urna
s vez, debaixo das seguidles condicoes :
Com perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smente; \
devendo a primeira liqnidacio ter lugar no 1* de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
I he o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao portera tirar nennum resultado; mas alm
disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subiscripi;o, dos que fallecen. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumplimento do compremisso social.
As liquidares sao pelo systema dascompanhias hespanholas, Tutelar e outras; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 105, publica-se a seguinte tabella basca-
da sobre a experiencia de rouitos annos decompanhias desta natureza :
En .'i annos En iO annosEnHS annos En 20 annos Em 2S anno.
Porum menino de 1 dia a 1 anno 1105 4005 9003 2:8003 4:7063
> de 1 anno a 2 905 3005 7505 1:7005 3:7005
, de 2 > a 3 > 865 2965 7205 1:6005 3:5005
de 3 a 4 865 2803 7105 i:o605 3:4003
, de 4 a 15 863 2703 7003 1:5503 3:3503
Por urna pessoa e IS > i 20 803 2703 7003 1:5403 3:3303
, de 20 a 30 863 2705 7105 1.5603 3:4003
. do 30 ? a 40 863 *75 7203 1:6000 3:7003
. de- 40 a 50 905 3005 7505 1:8005 5:0005
As entradas por urna s vez dSu insultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Uniao, Jos da Silva Machado.F. M. van
ii-r Niepoort. _
Agentes em Pernarobuco : Antonio Luiz o Oliveira Azavedo C, rua da i,rui d. i.
Dito lontlrino um pouco Juro por vin-m
em navio a 500 a libra, e sendo inleiro
400 rs.
Bolacliinlias em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a I #300 rs.
Ditas em latas grandes a 20000 rs.
Ditas em latas de 5 libras de Craknel a
40o0alata.
Bolachinba ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a .-)2H0 a barrica e 1G0
a libra.
Ca toes com boiachinbas francezas de diver-
sas qualidades a (><)0, 8J0 e lrJOO cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
24800.
Boeetas com doces de Portugal ricamente
enfeiladasa 2#500, contendor peras, pe-
cegos, rainbas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra e 70500 a
caixa: tambem tem meias e quartos.
Amendoas de casca mol le a 2t0 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
4#000 a arroba.
Figos em caixinhas e latos hermticamente la-
cradas a 10500 e 20500, de 4 e 8 libras.
que sao charutos que j so \. 11.ln.1111 \
2-SIOOe2.081H. iili'in lisiasmanasleinil>
todas as mais pie uslumam vir ;i n>s$>
mercado.
Genelira de llollanda em fias.pi.-ii as a r.^tif
e 560 rs. o frasco.
Dita de laranja a 1)200 o frasco e li>Ot)M a
caita.
Dila embotijas de llnll;iii.la a iiors.
Cominhos muilo novos a itK) rs. a libra e
Beodo emanaba ter ahatimenlo.
Erva-doce muilo nova a 4(M rs. a libra.
Canda muito nova a I0OOO a litn.-i.
Pimenia muito nova o limpa a 3io rs. a libra.
Cravo muito novo a(!40rs. a libra.
Alfazema nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 80 r.. a
libra c 80000 a arroba.
Chouriras e paios a 640 rs. a libra.
Banha a mais nova e alva que se p'le ileae-
jar em latas de 10 libras a 40000 a lata.
Dita propria para banha de raMlo por ser
alva e dura a 400 rs. I libra.
Copos lapidados a 40800 a duzia c :il5oi.
Ameixas em frascos grandes a 20500.
Ditos em frascos mais peqinws a l->WN>.
Ditas cm latos di- urna e meia libra a 6 libras
a 10200 e 40000 a lata.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto M(-,n10 ill},|ez ru|ha dt vyro a M)0 .
e das seguintes marcas: Duque do Porto, prezunt0s inglezes para hambres muilo no-
Duque Genuino, Maleira secca, Chamisso, { xos a g^) rs a |,|)ra_
Velho secco, Vctor Emmanuel, D. Pedro ,-Mila,.ja preparada a 00 rs. o [>te.
V, D Luiz, especial vinho velho do Porto| conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frase.
e outros mudos a 90. 100, 120 e 140 a Co(?nac ing|M a JO0OOO a duzia e |ooo a
duzia e 10 a 10200 a garrafa.
Vinhos em pipaPorto, Lisboa e Figueba
das melhores marcas a 30800 a caada e
800 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 0800
a caada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, nao levando com'
posic5o, a 560 a garrafa e 40000 a caada.
Vinho branco de uva una a 600 a garrafa e
40500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 20800 a
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 60500 e 70000
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 10200 a gairafa, garan-
te-se que por este mesmo preco d pre-
juizo, e s se encontra nicamente ueste
armazem.
Licores francezes e portuguezes dos melho-
res autores a 800, 10000 e 10500 a gar-
rafa.
Cervejasdas melhores marcas a 50500 e
60 rs. a duzia; tambem temos ordinaria
por muito menos.
Marmelada de todos os fabricantes de Lisboa
em latas de 1 libra a 600 e 640.
80(100 a duzia c 800 rs. a
garrafa e 320000 a
garrafa.
Dito francez a
garrafa.
Palle Brandy a *000 a
duzia.
Sabio massa a ItOe 40 rs. a lilira o nHhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 0000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautadoe liz> a 0400 a resou.
Dito de peso pautado e lizo a 30 a resma.
Dito azul proprio para b'tira a a resma.
Velas de spermacete a 560 rs. a libra.o sendo
em caixa a 520.
Ditos de carnauba do Aracaty a 00000 a arro-
ba e 30 rs. a libra.
Farol lo de Lisboa marca N a 4 5000 a tara.
Tijollos para limpar facas a 160 rs. cada am.
Peixe em latos j preparado a 10001* a lata.
Chocolate hespanhol e francez a 15000a libra.
Caf do Rio primeira sorte a 80700 a arrota *
e 300 rs.a libra.
Dito de segunda a 80400 e 280 rs. a libra.
Arroz do Mafauho, Java e India de 20600 a
30 a arroba c 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 40500 a arroba.
Ccvada muito nova a 20500 a arrota e 100
rs. a libra.

j^BMim------
<~-
- m -


Diarla de Pcrnaaufrqeo amiwaau *
'
Na noite de terca-tcira, 10 do corrente, um
- pelo
branros : quem o apprehender leve-o rua esta* dito com o letre.ro am.zade, 2 pulseiras lamben de
ta do Rosario n. 28, ou ao sitio do eonselueiro Jos ouro, sendo urna de gosto antigo, bordada a buril,
Benio. na Ponte do Uchoa, que ser recompensado, e outra de conchas rom urna quebradura do um
-------------------------------------------------7 lado, l volta de coral presa na mencionada cacle-
CLUB PEttNvlIBUCANO
ter lugar
James Uviler S C, administradores
da massa Bullida de Joaquina Vieira Coellio
O Mr. Poncc de Len.
O Sr. Antonio Carlos Pereira de Burgos Posee
, de Len insiste em fazer persuadir ao publico, que
A C, tendo de cumprir o disposto no an. eu me ^|iarei d(! g(M (.ompanhia,, n,0 ,,ropuz 3c-
859 do COdigO commcrcial, conviJam aos ?fu, (|t divorcio, sera que para Uso tivesse inuiivo
ira (redores da uwsina lirma a Hie? enlie- algum fundado, mas arraslada lio smenle por
-___ ni,.tiin.inl., wt>4>k l,MnJn en l-..||(.Jade 30
da
que
Sis CieJoieS da Uieina 'lima a iiic whv- <"b"."' '"""o, m airasiao wo suiin.-nio v<"
' .'. i -,nn iti\viMitt\c\ nr.170 movunento estranho, chegando sua vellcidadc ao
garem os seus ttulos no inprorogavjaiprora pwto de iC{c^ e=u vivo 5b a pres..-l0 da
de 8 (lias, que designado no reienao am-j .vonlade de meus pais, e que s pelo invencivel
A reuniao familiar do corrente mez
na noite do dia 19.
A direceo do Club Pernambucano pede aos
Srs. socios que teem por costume infringir o art.
10 dos estatutos que prohibe a entrada de meninas
menores de 12 annos, para que nao continuem as-
sim pratirar para nao collorar a mesma direceo na
necessidade de fazer respeitar as disposiedes dos
mesmos estatuto com medidas enrgicas.
Club Pernambucano, 9 de maio de 1861.
11. J. Barata de Almeida,
______________________ Presidente.________
EXGESHO.
Arrenda-se o engenho d'agua, denominado Jus-
sara, silo na freguezia de Ipojuca, distante legua e
meia das estacoes da Escada e Ipujuca. com trras
massap para safrejar sem grande marcha : a tra-
tarse na roa do Livramento com o Dr. Ignacio
Nery da Fnseca.____________________________
Hotel italiano de madama Ferro, roa
do Frpiche n. 44, segundo e tercei-
it> andaras.
Neste hotel os sensores que o quizerem fre uen-
tar acharo sempre por menos preco que em ou-
tra qualquer parte, almoco, jamar e lancha ser
vindo-se durante semana diversas sopas italia-
nas, como seiam,Taviole, talharm, corse, lasagne
c gfoccaki, feite isto com todo aceio c esmero
possivel.
"<5s senhores assignantcs mensses pagar muito
menos que os avulsos, pagando tambein lias c ou-
".ros muito mrnos do que em aira qualqaer parle.
E os sentares provincianos neste hotel acharo
todos os menores commodos para assstirem du-
rante o tempe que estiveren nesta cidade._______
Alega-se a toja de urna poeta s na
ra do Crespo n. 4 can armado ou sem
ella, pora tratar ein casa de J. Falque na
mesma rua n. 4.
KMHMffftKHMMT
S DENTISTA DE PARS
19Roa Nora-19
tfrederico Gaotier, cirurgio dentista,
fas todas as operafoes de -eua arte, e col-
leca dentes artificiaes, tudo com superio-
Tidade e pererc&o, que as pessoas enten-
8 Idas Ihe recoahecem.
Temageae psdwitificio.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixeira de Meedonca BOirrj, nesta ^po-
grapbia.
ta c 1 par de rosetas de ouro com 3
coral dentro de urna caixinha : roga-s
autoridades policiaes e mesmo aos senhores ouri- i n 9I.nn
ves, a auem for offerecido algiun dos mencionados, *uugx" "P"
Nirada da Ponte de
objectos, o obsequio de os apprehender e levara! Aluga-se um sitio na estrada da i orneue
ra da Concordia n. 2, ou Nova n. 45. __ Uchoa e a marg.'m do no, pouco adianto do llltn.
-------------------------------------------~~------------ Sr. cominendader Nery Ferreira, tendo banneiro,
O abaixo assignado adverte pessoas que tem
objectos peuhorados na sua mo, que os venham
resgatar no praso de 13 dias da publicado deste,
do contrario sero vendidos para seu reembolso,
perdendo os seus donos lodo o direilo de reclma-
los emqualquer lempo. Recife U do maio de 1864.
Fredehco Gantier.
Aluga-se urna boa sala com 2 quarlos, na
ra da Cruz : a tratar na ra da Lingoela, liber-
na n. 3.
dar de novo, propondo-me urna accao rescisoria do
divorcio, na qual allegou as mais revollantes falsi-
dades.
Pedia o decoro que eu me abstvesse de trazer
luz publica esla destacada aneado, que o Sr.
Burgos tem procurado dar urna triste celebridade.
Entretanto, toreada pelo indigno e insidioso pro-
palanque, galinheiro e outras acommodac5es; e
outro diio no Monleiro, em frente ao oilao da igre-
ia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za roa do Crespo n. 13, ou estreita do Rosario nu- cedimento do Sr. Burgos, venho, bem a meu pe
zar, fazer perante o publico as seguintes solemnes
A pessoa que qnizer comprar urna negra de
bonita figura, dirija-se ra Direita n. 21, primei-
ro andar. __________
mero 32.
Francisco Alves Monleiro Jnior, depositario
da massa fallida de Jos Antonio Soares de Aze-
vedo, convida aos credores da mesraa para rece-
berem a importancia que Ihe compete em segundo
rateio, no praso de 13 dias, e lindo esle, qualquer
PROGMMMA
&&i
DA
Precisase singar um moleque para lodo o
servico : quem o liver dirija-se ra da Cruz nu-
mero 11. ___________.
Ordem tereeira doGarmo.
A mesa rejredora da venerawl ordem tereeira
de N. S. do Carmo, convida a todos os seus charis-
simos irmaos para comparecerem no dia 15 do
correnle, pelas 2 horas da tarde, na nossa igreja,
para acmpanhar a procissao do Divino Espirito
Santo recto no convento*? S. Francisco.
Consistorio da veneravet ordem lewira de N.
S. do Carino do Recife 10 de maio de 18lii.
Francisco Jos dos .Santos Jnior.
Secretario.
declaracoes, que serao repelidas emquanio o Sr.
Burgos nao se convencer de que deve deixar-me
sem in errupgao.vivr tranquilla e socegada. Nao
quero, com meu silencio, dar urna apparencia do
verdade ao romance que o Sr. Burgos inventou e
espalha, e favorecer assim os seus tenebrosos pa-
quantia que deixe de pagar sera recolhida ao de- n(
psito geral. Recife 27 de abril de 1864. js aqu as minhas ecIarac5es .
Sahi da companhia do Sr. Burgos e refugiei-me
na casa paterna para ihe propor a acyao de divor-
offeroce-se urna pessoa para caixeiro de pharma- ci, nao porque fosse isso movida por vonlade
cia bastantemente habilitado. estranha, mas sim em razao dos incomporlaveis
Na ra Direita n. 135
;roce-se urna pessoa para caixeiro de phar
bastantemente habilitado._____________
- Alpuma pessoa que tenha de fazer cobran-! ") I' que me fez passar o Sr. Burgos, du-
Mamanrrnane nueira e encarreaar de r;iult ei longs annos |ue vivemos juntos. Salu
f? J 11 ipe-,t JT. L aTrnl ni- de sua companhia por causa de suas repetidas e
gas ... umuKu.iic c ^"^'g r de sua companhia por causa de suas re|wtidas e
Z n* ^ P ^ escandalosas infidelidades sahi porque j eslava
""***------------------------;---------j5-----t candada de soffrer toda a sorte de mos tratamen-
Aluga-so urna casa na freguezia do Poco oa tos. sanj por(|Ue a mnr,a vida corra imminenle
Panella, travessa da Gasa Forte, com 2 quartos, z perigo ; sahi porque nem o meu corpo, nem o
salas-, cozinha e quintal sofirivel, por 85 mensal: meU espirito tinham mais torcas para supportar tao
a tratar com o escrivSo do commercio Manoel ^ ioago e |D90n;rve! tormento ; sahi, tlnalmente,
Marta._________ porque j tinha pago com usura o passo impru-
Aluga-se a -
66: quem pretender dirija-se a raixa filial.
casa terrea na ra Imperial n. i dentissinro, que dra. c de que muito me tenho ar-
' rependido, em casar-me, contra a vonlade de meus
prenles, com o homem mais refalsado que o cu
cobre.
Em tudo quanlo tenho feito esle respeito, meus
pais nao figuraram senao como meus naturaes pro-
tectores. Quem sabe que tive firmeza e resolucao
Na fundnjo da Aurora, cm Sanio Aman
recisa-se de dons moldadores, paga-so bem.
- Precisa-se de nm criado, e pr<>fere-se um que Na rua l,nnenal n. 1, vendem-se 3 meas
yt*,a bnlecn-o : na raa eslreita do Rosario n. 28. I .w iu impwi > >
-^-------------------------------------------------i i boas leiteiras comeras.______________________
- Precisa-se de um pnmeire ou segundo andar ; -----A^ndam-se os engenhos Cajabuss^ Caja- bastante, para casar-me, ainda mener, contra a
^ nii'jiiciniii -r p__._ j_ 0., ,_j. Vintadi (lo mniw niic Mu anwAIhiri nManiMb
3lopicio, Aurora, Concordia, ou "mesmo casa ter-
rea as ras
nominado Cidafe Nova : qucrai liver aoanieie ou "^Sw^mh GrtW B.' ver separada do Sr. Burgos. Ellos, pois, noexer-
procure na lOjs <1e fazendas r. 71 da rua daIm- I es,"" a_,..L '
peralriz. _____
em urna das spgcfBtes ras : [raga da Boa-V*te, h^^S sitS na remicatia do Cabo, sendo o vonlade de meus pais, nao acreditara certamente,
,urora, Concordia, ou mesmo casa ter- ou-"'L 0 sedo de animaes, perten- 1u.t hoe' v,l,le annos ^^ de ,,,!U casamento,
S Formosa, Un.ao .idfti Nova : muwi liver annancte ou ctni^ao mu.ki ro u ........_j.-..n------- ._:._:--------
tratar com Gabriel Aifiooio.
O adVgadc Eduardc de Barros jjedo
ser procurade para s misleres de_sua
proiissa, das 3 da t*rt>e em diacte na casa de-sua
residencia rua da-Saudade n. !">.
Precisa-se de urna ama para todo c ervico
de nma casa : na>rua da! Concordia n. 65.______
Na rua deltaperadoru. li toma-se por alu-
guel urna escrava boa-ongommadeira.
Antonio Lui: de Otrvelra
bre Lisboa.
Azevedo -f.ca so-
0 bacbaiPel Jos. Roberto da Cunlia.'al-
les mitudtiu ocu escrintorio de advogaeia
paa a rua de <}aeimmla a. 32, 1. adr,
onde pode sor procurado das 9 horas da
manIwa M4 tarde.
Grammatita e arilliiRi'tira pelo ^res-
sor Casrro Nuncs.
Achani-se no dominio do publico, na typjgraphia
da rua dn'lmperador D.V5 a grammatica e arith-
meiica organisadas pelo professor Castro Nunes,
adoptadasipeloconselhcdirector,eapprcvadas pelo
Exm. Sr. presidente da provincia, para as aulas de
instruegae primaria.
AMA
Preetsa-se de urna ama para o servido interno e
externo de urna casa de poura familia : a tratar
na ruada Senzala n. 22, segundo anfar._________
MMoga-se una escrava para todc o servido de
casa : a tratar na-rua da Roda n. 17, pnmeiro
andar._____________________________________
fio deposilO'do paleo do Cama n. 5 precisa-
se do um caixeiro de 12 14 annes, que tenha
alguma pratica, prere-se Portugus : a tratar no
mesroe.
mwmm mmwKF
J Frecisa-se'felar, com urgencia, aos Srs. 2Bg
iStltaixo declralos, na rua deSanta The-
- Na rua do resfio u. 1( deseja-se fl!<:r com
o Sr. commewladur Manoel da Vera Cruz Lins e
Mello, a negocio qu llicila respeito.___________
Deseja-se fallar.iwm.urgencia ao ex-letatorio
ila.loja n. 33 da rua larga do Rosario, negocio
tendente a armac que anda existe n.t rsesma
oja : roga-se, poif, ao.mesmo, que annunoii sua
morada, ou dirija-&e ;i diiaJoja. das 10 horas da
manliaa at ao miio 4ia. ^______________
~ Manoel Martins de.Freltas, subdito portatuez.
relira-se para o Rio de Janeiro.____________^^
reza, junio casa n. 20 :
M& Miguel Pinto da Cmara.
^ Jos Ferrt>irade Maltos.
Jfe Manoel JoaiPina.
^5 loio Antonio de Paula Rodri13r.es.
F.'-lannino Ai'MS de Carvalho'Cesar..
JPS Miguel Finio da Cimba.
'! Jos Antonio de Moura.
5 Antonio Matoso de Andrade C&ininlia.
Antonio de Moura.
Jiai|uiin Jos Pacheco.
Jcaquim de Hollanda Cavalcare.
Recife. G de maio de 18G4.
m
_
a da Silva Ramos, medtea pela t'ni
versidade de Combra, d csosultas ent
sua casa das 9 s H horas da manha,
S das tas 6 da \arde. Visita os doeotes
en suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salve os casos r-
^eates, que sarao soccopridos cm qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procucarem no hespital Pedro II,
aonde encontrado^ diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de saude regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem conwiodes apropiados e Mita pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Priineira elasse 35000 diarios.
S'gunda dita.... 25500
Tereeira dita... 25000 >
Este estabelecimento j bm acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietaFio espera que -elle conti-
nu a merecer a contianca de que sem-
pre tren gozado.
ceram e nem exercem a menor nolenria sobre a
minha vontade, a ^oal nunca fui mais Kvro do
que ea resolu{o que tomei e conservo nSe viver
completa e perpetsaonente separada do Sr. Burgos
Vivo lio salisfeta c feliz eai companhia deiles,
quano possivel ama pessoa, que tem muitos
e grandes motives de desgosto, c em todo o raso
iiiimitamentu mais satifeita e feliz do que viva na
^esta e procissao do Di-|
vino Espirito Santo*
erecto no convento dej
S: Fmncisco.
No lia 14 ao meio dia ter lugar a ben- ^
cao solemne do apostolado, quo no da sc-
"uinle dever ser conduzido c exposto a
vista dos liis. Nesta occasio sero exe-
culadas bellas e mintanles pecas mar-
ciaes, pela msica do U' batalliao de in- Wk
fantaria do exercilo. ^L
A' noite haver malinas.
A alvorada o dia 15 ser saudada pe- V
la msica marcial acompanhada do entre- jd
pito dos fugeles, depots da celebracao H
do sacrificio incruento.
As 10 horas em ponto principiar a %jj
missa, orando ao EVangelho o profundo e >;
eloquente pregador da rapella imperial
Fre Joaquim do Espirito Sanio e execu- >jg.
tando a orchestra o Rvm. padre me>tre ^
Fre Candido. jR
Denois da festa far-se-ha distribuiciio >&
de esniolas |>elos necessitados que se acha- ^
rem presentes. JJJ
As 4 horas da tarde sahir o Divino ^
Parclito em solemne procissao, que per- 1
correr as seguintes ras : rua do Impe-
rador, praca de Pedro II, parte da rua do %
Qneimado, Livramento, Direita, paleo do
J^ Tcrto, travessa de S. Joao, rua Augusta,
a& Mailyrios, Hortas, paleo do Carmo, rua >3&
da Camboa, Flores, Nova, Cabug, larga ^
!H do Rosario, parle do Queimado, Cruzes, <&
iM travessa de S. Francisco recolher. A
mesa regedora pedo aos moradores das ^
referidas ras o obsequio de limparem as wm
testadas de stias casas, mesmo porquedei- y&Z
xar de passar por aquellas que nao se ^
acharem preparadas para isso.
A noih; haver.1 Tf-Deum, orando o oxi- ijf
mo prestador e Rvd. padre mestre Auto- '^
nio de Albuqucrque Mello. Depois se- m
guir-se-ha o acto da tirada da bandeira. ^
O secretario, ij
Manoel Cardozo de Souza. J(r
HonVm urna hora da tarde entraram no pn-
meire andar do sobrado n. 33 da rua da Cruz, re-
sidencia do Dr. S Pereira, onde se acliava hospe-
dado o reverendo padre Jos Pinto, que ha pouco
ehegara da Baha, abriram um bah do dito padre
Ihe furtaram 37 pecas de ouro de 1050(10, 125
Ao iiiiia/.eiu ne Htei4*a Iwnaias de
Sanios < orillo, roa do.Quriir.f, a.
19, veHde-seo seg-iiolc
AUeo.
Pechincha
Pecas de algodao rom uiua pequea liaratiifiuio preco de 55.
'.olleras de chita da india pito baratsimo fff'
de 25 e 25m
l.enc.K's de linho pelo bar.ilissimo prfrn <\> *5.
I incoes de bramante de linho Um peto bar.iisk
pr^co de 35201.
Lencos deca nbraia branto* propri i para a%*et-
ra | c! !,-ir:,!;--',mn pretil r J-* i i'uria.
Alg.'d.U i'::! -I:l.i n.w i (ardura ^>>
baiali:-::n': pnco de 15 a vara.
Bramante de liilw lino rom I" n
a 24500 a vara.
Aloalhado adamascado pmMfa p;iru u^.luiiemtm
pelo barahssimo preci d-; -Vcm ...ra.
Pecas de rambraia de forro a 23
Toaftiaj alcochoadas proprias para mj./sa*!
duzia.
Esleirs da ludia, proprias para I n tm.
de 4,5 e 6 palmos de largura.
Cortes de calca de tanga amarr.i de JW
de quadros, pelo baralissmio prec.> de 15*
corte. __
Cambiaia adamascada com JO vara*. |M
para cortinado, peto baratissimo pceo o* '^
a P*'03-
Ricas laazinhas para vestido, faz. n*t a m^*
tem viudo ao mercado, Unto em
que L _
cm qnaliilade da fazenda, pelo baralisio fn?
de 500 rs. o covado.
Ricos corles de lia de barra Maru fia a r
Pecas de eambraia de salpiros peto bar**
preco de 44-
m
m
m
m
0 adwgado fons de AHu-
querque Mello,
com escitiptorio na itia eslreita do Rosario n. 34,
encarregt-se de qaaeeqaer cansas crimes, civeis.
militres e ecclesiaslicas. Coinpromette-se a en-
caininhar com a matar brevidao as appollagoes
que lheforem confiadas ou a relacao e ao tribunal
de commercio do dwtricto, ou a relaciio ecelesias-
lica. Bacarrcga-se de defezas perante o jury
destfl cidmle, ou dos termos proatanoa, dando a par-
companhia doSr. Burgos.
Faca, portart*), o Sr. Burgos, o que Ihe suggerir
a sua at hoje nao igualada malicia. Finja a minha
!;letra e assignatura, para ruculcar que Ihe escreyo
'cartas : diga que vivo opprimida por meus pas,
mas que entretanto o estimo e ahnejo pela nossa
reconciliacio ; compre testemunhas para irem de-
pr aquille que Ibes d a estudar por escripto -.
prive-me da doce satisaco de ver meus filhos e
dos ter-em minha companhia; invente finalmen-
te quanto sua fertd imaginario parecer conve-
niente {tara altingir o lim qtte se propoe. Com
1 tudo isso, e concedendo mesmo que nao houvesse
justica na ierra, s"poderia locrar o seu lim prin-
cipal, que annullar a seulenca de divorcio, e res-
tabelecer a communho de bons, para ter o direi-
lo de participar da pequea heranca, que me ha
de vir por monede meus pais, quem Beos, por
isso mesmo, par* martyrio do Sr. Burgos, ha de
conservar a vida por muitos -annos.
E rao conseguira senao isso, pois que nao ha-
vena poder algum sobre a trra que me-ebrigasse
a vver mais cem um ente, quem, por tantos e
to justos motivos, do fundo d'alma aborrego e des-
preso.
Thereza Adelaide de Siqueira Cavalranli.
em sedulas, e 35300 em prata e duas lunetas, ten-
do j no sabbado passado desapparecido um relo-
gio de prata, fabrica coberla. do mesmo padre, e
una luneta de prala do Dr. S Pereira. O r. S
Pereira por si c em nomc do reverendo padre Jos
Pinto, roga s autoridades policiaes que facam suas
pesquisas, afim de descobrir o autor deste crime.
Seguem para o Maranhan no vapor nacional
Paran os francezes Joao Bellan, Joo Durrieu e
Joo el Bruno.
Aliso aos Srs. de engenho
>e chefes de fimia.
.rrenda-se o^ngenho (!arra, sito na fregu
zia da Escada. ten; urooonoes .wra dous tres
mil pief e eicelleite d'agna : 'a tratar no engo-1 te condujo; a!
nhollauburral na niesma freguezia. jSaspor
D consultas verbaes e por escripto ; promolie
todo o lello, segurancae actividad.', garantidos por
urna pralica e experiencia de quasi 20 anuos.
Pode ser procurado a toda a hora, menos as sc\x-
M^BOS.en^-^c^e^v^en^^,^^^^^^ das 9 horas s 4 desse*
blico desta cidade, que na fabrica de sabio da rua ^fiS-B^e man
do Rango! n. 34 vndese constantemente sanao M-&WM-&M&<& IMfSS
ainarello uiiassa de superior quahdade, tanto cm gg
caixas, corao a retalho, .1 200 rs. a libra. Escusa- 3R
do conif.rarem n'o iis tabernas a .880_c 320 rs., A
i|uando na fabrica o p-.ulcm haver.pur laomdico ^
preco; portanto o proprielario desta fabrica espe- SR
ra do respeilavel publico toda a coadjuvacao por ^
esle benefie:* que Ihe faz, reduzindo oj>vi-eco desle ^g
1 genero de pameira necesaidade. _________ 9&
Xoticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
\ o Licias!
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
5ovos arranjos.
3ovos arranjos. ,.../
Retratos de 35 f 55>00.
Retratos de 35 por 14300.
Retrates de 35 por 15300.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 34 por J5S00.
Retratos de 35 por 15-"00
Retratos de :15 por 1-5500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 14500.
200 retrato* tirados por dia.
200 retrato tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por da.
200 retrate* r*Jos por dia.
Retratos de 54 por 44.
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por -44.
Retratos de 54 por 45.
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 44-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 34 por 45-
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Rua do Imperauor n. 38.
Rua do Imperador n. 38.
Rua do Imperador n. 38.
Rua do Imperador n. 38.
Rua do imperador n. 38.
Destes precos s nos dias uteis.
Pestes preces su nos diasguleis.________________
Ao publico.
O abaixo assignado, tendo obtido senlenca con-
tra o Sr. Pedro Alexandrino de Barros Lins em
um pleito que contra o mesmo moveu no termo do
Bonito, sendo ella alinal confirmada pela relaco
do districto, e soffrendo no dia 23 de abril dons ti-
ros quando segua cora sua familia para S. Bento,
que Ihe toram mandados dar por seu desalmado
contendor como se veriltcou com a prlso de um
dos sicarios, em cujo poder foi encontrada urna
uublieo que nao tendo intri vtn mal nue Ihe possa sobrevir de boje em diante
s Pode partir do Sr. Pe Iro Alexandrino de Barros
1 publico e
todo mal que Ihe possa
s pode p?rtir do Sr. P
Lins, a quem responsahilisa pcranie o
,WB*Sde maio de 1864. A rogo de Cristo-
vS M Machado, ChrUtovo Rolngues Teiseira,
Precisa-se llagar um escravo para tralialhar
nesta lyp<>graliia, diana, emanal ou moasalmen-
te, conforme agradar : n.l liviana ns.i e 8 da
praca da Independencia.______________________,
AMA.
Precisa-sede utia ama par* casa de pavea fa-;
muta : na naca .do Corpo Stnto n. 17, lojaeiro
andar._______"
Aloga-se as casas da roa do MoHdego ns. I
9 e7.1; para ver lf as chaves 110 n. 73, e Ora-
ta-se.ejm Prenle Baana
n.37.
A' minha mullter Thereza Adelaide de Siqueira Ca-
valcanli, digaa lillia do Sr. comnicndaiMr Anto-
nio de Siqueira Cavalcaitri. srnhor de Marta-
fagi|ie.
Foi com verdadeira indignacaoquedeparei no
Diario de Pernambuco de 30 com urna historia to-
da romntica e lgubre a meu respeito ; mas cer-
tamente de muito mau gosto, para todos aquelles
que a leram, j sabendo des promenores passados,
I sas portier em alguna deiles proai'radores de ron-I qu seguiram a separacao de minha mulUer, elTei-
luada iraicoeiramente no engenho de meu sogro,
oude com "olla o meus filhos, na mais perfeita har-
mona passavamos a fesia de natal; nella, o mari-
do desditoso, regeilado com despreso, figurado
como ura hcinicm chcio de vicios e de crimes, o a
mulher que diz o ler abandonado, figura como urna
esposa virtuosa e disiincta, que somento por nao
ter ijoilido mais supporta-lo, com razao e sem ser
por suggesfSes de pessoa alguma, o aborreca o
desprezaca 1
Se a esposa que houvesse realisado o seu casa-
mento por amor e rnente por amor, nao abando-
aasse algumas vezes o seu marido, sem que este
dsse causa,entao jamis teamos de lamentar
(lanas desgranas que se dao quasi bulos os dias 1
Entretanto, gracas a providencia, sou um desses
hemens bem conh'ecido na sociedade por meu com-
: portamenio, c assim pode-se melhor ajuizar das
! declama^es sempre vagas, que partem no intuito
I de me ferir cruelmente do lado dessa senhora, que
cuitada, j nao sabe de que metos pode soccornT-
se para agora justificar a sua separaeo, para
cohonestar as persegui^oes inauditas exercidas
por seu pai protector I
Nao quero, eu o protesto, entrar u'uma discus-
sao vergonhosa pela imprensa, que deve ser sobre-
Precisase de um pequeo que tenha pratica
para caixeiro de urna nadara : a tratar na rua da
Malriz da Boa-Vista n. 33.____________________
Na rua da Roda n. t conlinua-fe a mandar
comida para fra ; e na mesma casa precisa-se de
um prek para u servico interno e externo.
COMPRAS.
& C rua da Cadaia,
AllnCacii.
B 0 baeharel Lniamiro Aveilino de 9
M ibugnerqoe Mello, anligo advoga- M
^ do desta cidade, leudo regeeasado
jH ella, tem aiterto o eu escriptorio yg toa do Hiperador n. 40, onde j)ode m
5 ser procurado para os misleres de S
H sua prolufiSo todos os dias otis ff
^ as 9 da uianliia s 3 horas da
^ Urde, offerece corao garante a |g
jag seus coDstitiiintes a nao interrorapi- y
S da pj-atica de 25 annos de advoca- 9
p* ca. O meslo aceita partidos e S
tambein causas nos termos do in- s^
lerior onde tocar a estrada de ferro. &
Vktmmm
Jos Joaquim Gomes Teixeira deixou de ser
aixeiro do abaixo assignado desde o dia 9 de maio
e 18t>4.
Luiz Freir de Andrade.
D se 10:0004 a premio sob hypotheca
.an predios ne*ta pra^a : a tratar na rua
; da Crespo n. 17, Ha.
Osa pata aligar.
AlugtU a casa da rea do Mondejo n. 7, tem 4
.jvi.ii ins.e. i salas, cozinha .tora, quintal e cacimba :
uala-sena rua da CadHa no Recife 0. 29.
Xa praca da Independencia, .toja de ouri ves;
n. 33, comucam-se obras de ouro, prala e pedras i
preciosas, ,asm como se fai qualquer abra de en-
commenda, e iodo e qualquer eoncerlo, e igual-
mente ce dir .quem d dinluiro a preinto.
A ma
Precisa *e de aaa ama para todo o servia/ in-
terno de tuna .casa de pouca familia : na rua da
Gloria n. 80.
0 Dr. Fernando de S e Al-
buquerque
lenta a bondade do mais breve que poder, dirigir-
se w solicitador Leopoldo Ferreira Martins Ribei-
ro, na rua da Imperatrz n. 40, tratar de cerlo ne-
gocio de seu nteresse, e que o mesmo nao ignora.
Pariiilia de amlioca
da mais nova que ha chegado do Santa Catharina :
a bordo do patacho Poltcena, ancorado defronte do
trapiche do Baio do Livramento junto ao do al-1 r'ija-se praca da Independencia n. 22, ou defronte
god.m____________________________________ '' da mesma.
Precisa-sede um caixeiro com pratica de | Aluga-se um criado mulato com bouila fignra
molhados, ou que tenha sido caixeiro de alguma (e fiel : a tratar na Soledade, casa n. 11
Compra-se um sobrado de um ou mais anda-
res, em boa rua, e que estoja cm bono estado : a
tratar na rua do Crespo, toja n. 20 II.
Comprase effct rt-
menle
ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
na rua larga do Rosario n. -4, foja de ourives.
Fabrica de licores c perfumaras.
Neste estabelecimento rompra-se elTeciivamenle
garrafas, botijas e frascos de penebra vastas, assim
toda a especie de frascos de perfumaras : na rua
do Amorim n. II___________________________
Compra-se mobilia usada de toda a qualida-
de : na rua Novo, arniazom de mobilias du Pinto
Compram-se moedas de ouro nacionaes com
1|2 0|0 de premio : na rua da Cadeia n. 55, ar-
mazem.____________________________________
~ Compra-se papel le diarios a 45 a arroba :
na rua das Cruzes u. 39, taberna._______________
Compra-se um preto cozinheiro, sem vicios, bo-
nita figura e mogo : na rua do Sol n. 23, sobrado.
Farlnlia le mandioea
de Santa Camarina, e da mais nova qus ha,
mnilos bons sae-os e a prero ci.nuiv lj M
mazem do Annes defronle da alfand.. l
Compra se
constantemente ouro e prala em obras velhas : na
anliga e feliz loja de bilhclcs de loteras da praca .,' Pjra n.....moa a l>2W', para ar
Nova exiM)sitvao de iazendas
bariitissiTiias.
Loja da Aiara-ua da iniper Iri/ 5f.
Oproprii'lario rtesle grandeeslal^h. m. ii!i>, I >t
renco IVreira Mendes Guimar-s. |.r. 11 'e
pre vender barato para apurar dinh iro.
Cirandepccliinclia, eortrs de eaa-
sa a 9HJOOO.
Vende-se cortes de cas>a franreza par., vr>lnl"'
a 25, dilos a 2A."00, corles de ramhran -le pakm-
solas com 1 vara de tean .1 *-V Su* cm *-
bados a 33 na rua da imperatrz n >', toja te
Arara.
tramante de linho a *<.
Vende-se bramanle de linho de H' 1
largara, propno para lenccs, a 23J"*' '
panno di linho de 4 palmos de teryin 540a va-
ra, hamburgo de linhoa 440,544 1 I < 1
ra, bretanha de linho fino a MI ION r- a
bnm de hnlio bnacoa 13200. I3ib. W*D
a vara : na loja da Arara, rua di hni i-ra*ri O. 5C.
Filo de iinho a H90 rs.
Vende-se fil de buho muito fim> a 800 rs a ra-
ra, dilo de cor e branco a \W n.
lana de cor a I40 a vara : na rua da
11. -'i.
Cortes le ca.seinira a Vende-se corles de casemira ile 1 1 '
finos a 33, cort>s de gantca fraaeraa a l-.'('.>"
de lo im pardo a IJIOO 1 || na da I
n. .W, lujada Arara, do Mcode>(j
Chitas da Arara a 5640 rs. -
vado.*
Vende-se chilas escuras celara* 1 :V> a &Q
rs. o covado, ditas franeezas n 320. fio. '< '< I
rs., riscados francezes a 1X0 rs. c.>va.W>, p 1
rao de linho pata \< -iiilo< a 2WI r-
lao de cores a 500 1 -.. |*MJM M*a rat 1-
lote a UOe 500 r. o covado : na 1
Iriz 11. 50.
A Arara vcinli' baliirs a
Vende-se baloes .le 15, 20. 25 e 30 arrrs. ftw
nii'lhores (pie Irm viudo ao ioiT'-.til.. 1 ^.ZJSB
0 'i-j. 6 dilos ,|e l;iilli.niliii,i .1 ':".. -,!.*-
nhoras mulo linas a 500, 100
1, aa fc-jrt te
da Independencia n. 22.
YENDAS.
Para familias.
chegado na nova loja de miudezas na rua l>i-
reila n. I0i, um rico sorimienio de modas, e os
muitos desejados onfeites do redo rom froco, ditos
maueira inconveniente a minha propria mulher, com filas eascarriiha, ultimo gosto, a 5 cada um,
acerca das justas razoes que actuam em meu es- garantindn-se as familias, o desalo de outro ipiai-
m
1
*
pirito, para pretender annullar a celebre seulenca
que me condemnou, decretando o divorcio : tanto
mais boje, que muito confio na boa organisaeao da
justica ecclesiastica, de cujos tribunaes s podem
presenlemente partir decisoes justas e eminente-
mente jurdicas cm favor de quem tiver de seu la-
do o direilo e a juslica.
Para os tribunaes oue devenios appellar de
nossas quesioes, elles sao os nicos compleme*
para as decedir.
Assim posto, os fingidos protectores de minha
mulher, devem-se convencer, que nao sao as suas
falsas e calumniosas impulacoes, e nem mesmo as
lamurias ou a vonlade suprema de urna mulher,
que do o direilo de se obler urna senlenca de di-
voreto.
O direito firma-se na lei, e pois nenhum magis-
trado que se preza,pde a seu talante exorbilar-se,
\lugam-sc caas terreas limnas e fres- WS offendendo de frente a lei expressa em these, dan-
cas na rua dos Prazeres, Boa-Vista : a IM docomollie apraz por provado, allegacoes nao pro-
tratar do Jado direito quarta casa, ao en- S i "das, e em sua sentenca falsamente fundando-se
Irar. SRje,n provas que nao existem nos aulos etc.
l)-se diaheiro a juros em grandes e gffi Esta minha questao de acro rescisoria da sen-
uenas quantias : a fallar na botica do *** [tenca dedirorcio, que tanto ha incommodado aos
peq
Sr. Gameiro.
m
A fenco.
Aluga-se urna casa nova em S. Amaro defronle
protectores de minha mulher esl alTocta aojuizo
ecclesiaslico, nao devenios, porlanto, prevenir o
seu juizo com laes publicaoocs insidiosas, e outras
quejandas palranhas proprias para illudirem aos
cspiritossiiperfieiaes.
E por isto que declaro solemnemente, que por
da casa |do Sr. Gomes do Correio, a qual tem 31 minha parle me recolhendo zo silencio, podero el
quartos, 2salase cozinha : quem a pretender, di-
taberna, sendo Portuguez, com idade, pouco mais
ou menos, de 16 18 annos,: a tratar na rua da
pnate Nova n. 4. __________________
O padre Geovanni Frota, subdito italiano, re-
(ira-se para Europa.
(i-mandade do divino Espirito S nto
De ordem da mesa regedora convido a todos os
hossos irmaos para comparecerem em nossa igreja
lomingo 15 do corrente, s 2 l|2 horas da tarde,'
ilim de. encorporados, irmos acompanhar a procis-
: o do Divino Espirito Santo que tem de sahir do'
i onvento de S. Francisco, e para o quo tomos con-
Idados pela respectiva irmandade. Consistorio da
I '.aii'laile 12 de maio de 1864.
A. A. dos Santos Porto.
Escnvo.
Afnam-se
travista, rua larga

jwm
Fabrica Gonceicao da j
Baha.
Andrade & Reg, recebem constante- 1
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da rua do Imperador, algodao d'aquel- \
la fabrica, proprio para saceos de assu- "*
car, embalar aicodo em pluma etc., etc., j
pelo preco mais razoavel. i
Aluga-se o primeiro e segundo andaros da
casa n. 193 da rua Imperial : na rua da Aurora
numero 36.
les minha mulher dizer tudo quanto Ihes sugge-
rir contra a minha honra e repulacao, porque na-
da direi, aguardaodo-me para as ulteriores deci-
soes de nossa causa.Antonio Carlos Pereira de
Burgos P. de Len.__________________________
Precisa-se de um bom cozinheiro, e de urna
ama para engommar c lavar : no sobrado u. 32,
rua da Aurora. *
fc'
Deseja-se saber se existe nesta cidade algum
I prenle do finado Theotonio do Res, natural de
bispado
o
3#000.
pianos pelo preco cima: no hotel Nespereira de cima, freguezia de Roccas bispa,
larga do Hosario, se dir qnem alia. de *! (outr WiZ"a) dorein07(d lor^,'
___ ---------------------!------------- qual veio pora esta provincia em 1790 e oceupou
Perguata-se ao I,.... que foi de presente mas- af.u a|jr,mR cargos governativo.,e morava no Fr-
rate fra desta cidade, se elle e que sustenta a sita ,e 0 Mallos no bairro do Recito : a pessoa que
(ameba, ou a Camelia a elle, como diz a voz pu- fhr interessada, pode dirigir-se rua da Palman.
I lica.Anastacinha.______________________ 3^ a|m dt receber noticias agradaveis por seren
Precisa-se. de urna ama secca : na rua dos de grande inleressc.__________________________
jlartyrios n. lo.__________ _____________ Quem tiver um prelo c qneira alugar para
O Sr. major Candido Emigdio Pereira Lobo mandados, dirja-se padaria da rua das Cinco
t urna carta vinda da Babia, neste typographia. pootas n, 98.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava que
saiba engommar, cozinhar e tenha bom comporta-
ment : na rua das Cruzes n. 36, primeiro andar.
Pagase bem.
Quer-sc saber quem um moco de 20 e pou-
cos annos, com o nome de Jos, um tanto pardo, e
de estatura alta, que fez um roubo, segundo dizem,
a seu pai, nao se sabe de cerlo oude morador,
dizem que filho de Pernambuco ou do Aracaty,
trouxe dous cavallos, e ferrados : a
cer, mande lodos os documentos ao capil
Antonio Pessoa de Andrade e Dr. Joaquim de An-
drade Pessoa Fortuna, na Granja. Pacatuua 13 de
abril de 1804.______________________________
Se a Sra. Mahanna da Cunta Teixeira
viva como se diz pelo Diario de Pernambuco de 12
do corrente, pede-se a mesma senhora ou a quem
della tiver noticia, que tenha a bondade de decla-
rar por este Diario a rua e o numero da casa em
que mora a mesma senhora._________________
Aluga-se nm moleque para todo o servico :
quem precisar dirija-so a praca da Independencia'
ns. 14 e 16.
quer que se apresen!.: 1I0 iin-lhor n.'.'la f.i/.eiida.
Vende-se cobre de forro velho, mas que ain-
da presta para eoncerlo de embacacocs. urna pe-
quea bomba de cobre, e um sino com 20 libras :
na rua da Senzala Nova n. 37.
AWlftQJaO
Sature refinado, superior qoalidade, vinho Itor-
deaux, differentrs qualidades. mais barato que em
qualquer pane no armazem de E. A. Hurle &
C-, rua da Cruz n. 48.______________________
iieijos do sertao.
Chegou aos armazens da Brilhante Aurora e Au-
rora Brilbanle, no largo da Santa Cruz ns. 12 e
84, esquina da rua do Sebo, os verdadeiros quei-
jos do Serid muito freseaes.__________________
ATfENQAO.
Vende-se a parle de um sobrado de um andar e
sotaoem perfilo esiado.livre e desembaracado, nn
urna boa rua do bairro do Recife, bem como um
lindo molequinho de idade 7 annos, e um prelo
proprio para silio idade 33 annos : na travessa do
Carmo n. 1.
o manual do plantador lo algo-
dao, por Tni'iiei*. eoutendo os
seguintes captulos :
Io Methodos ordinarios da cultura do algodao.
8o Syslema aperfeicoado da cultura do algodao
pelo Dr N. B. Cloud.
3 Historia natural do algodao, suas especies, c
variedades.
4* Molestia e insectos destruidores do algodao.
5* Analyse da planta de algodao com relaco a
applicacao dos eslrnmes, etc.
6 Consumo do algodao e trafico do algodao.
7" Historia do algodao e do engenho de algo-
dao,
esla obra nina compilaran dos arligos de jor-
naes de agrieullura, e em geral dos memora es-
criplos que uestes ullimos anuos tem sabido a luz
nos Estados do Sol da (Jnio Americana acerca da
cultura, produccao, commercio. historia natural.
analyse chimica.'e ludo mais qnanto diz respeito
este importante genero de produccao agrcola.
Pode-se dizer que este Manual a obra m.iis com-
1 ao ^raraiy, p|eta (jue exsle souni a materia, sendo ao mesmo
quem penen- j,,,,,^ nieorico e |iraco,e encerrando todas as no-
ipitao I nomaz tcas relativas a\ semelhanleassumpto.
1 na da Imperatrz n. 31,
A Arara ran-lw novos -.'Ulentharinte* &****
de graadenapte ncamenie enMatdte **
por tli e 233, capas pr< I M miiil.i te
e iiianteb'tes de grosdenapl intatai
de : na loja da 111:1 da Imprratrii a "it.
Ilassa mijandj.s a 2O ..
Vndese eatn itfadyi aat y l flft
280 e 320 ris o covado, eortrs AV .!i;< > :n 14 t9-
vados a .">-3, ditos de la 1 reas bat na ina
da Imperatrz n. 36 df Mendes <.
A Arara.Yriulriiiada|inl,ifian-ri .-oslada V
Vi'iule-se pecas de mola,.. I.' ''*
a -i. ibloinylez KM -i 1 1M < < 75. **.
!I5 e 10-5, pecas de teoda
7 : na rua da baperatr n. ''. l-j. da AiWj
Uranle sorfinaeatode rcmp4
feita.
Vende-se palib.ls d>- panno preto 1 I.' j
e li-5, dilos de mera rasemira ,.
dilos de Iiiiiii lino a 1*5, i**\ a :Uj. r% te ton
a -;,:i(K) a 25, ditas linas de brim pm > a 4^
las ile brim braneo a 3JJIM e I ,
nho a 15800 e 2,S, camisas ran.;... atea* a ijCiate
e 2">0O. ditas de liobo a !i. ;
240 e 320 rs .grvalas linas pit-u- ,
dadas as ponas a 1-5. dita- para m t > "
500 rs., eoiarinaos da Imku 1 MM 1 i ai
da Arara, rua da linj^raiii/. n. 1 1 a>
(juiuiares.
Cirandr pc a C l rs.
Venda.se laazinhas pai 1 <-,..n,le< a 40, M9.
40 e .'i(K) rs. o covado, iliti> imiili lie..- .1. .
lizas, proprias pai a rapas ,;
030 rs. o covado. dila> e-i
is. o covado. ditas de 4 pain:..s .! ..; ,. 1
palmas de seda a 720 < r eliaa utott ft-
u.'i de ricas palmas a I2o0 o coval.. aa a da
hnperalriz a. W, Ha da Aran n >>.
Pazeutlas para seahoravi. gollt-
nhitu a OO e 3*4.
Vende-se golinhas para senlxKa a ; '!2> ^VS
rs. cada urna, ramisinbas para >,nlnra- 15. i2"^
e 2fi. ditas muito lina- cmn anKnnaa 1 i !50Q an
rua da Irnperairiz n. 5f, >j 1 da Ansa.
A Arara vende fazenda
lulo, eassas a 3 Vendase cassa prela lina a 32l> 1
la prela para lulo a 64U rs. 1%
prela a 300, (140 e 800 rs., b.m:!
covado : na ruada loip.-ratru 1
ziiii da Arara, de Lannap l'erera ataan
maraes.
Jortes de chita a #.
Vende-se cortes de cuitas de roie i.w..
covados a 2-5400, dilos linos a 2-58ii". dan i
cado francezes rem II ro
imperatrz n. 36, luja da Arara.
Na 111.1 daCadeia ilop,e,fe .'...fioi,. : :
Largo n. 23, ha para vender um 1 \
haniquinhas vasias que foram Ai N'lWhinha. n..-
tos raixoes vasios de lodo;
de ferro cm obra, principaliii.11'.. |.n i-u-rratv
..', Va
nos telhados por ja tcreui servido oi,
50 de arcos de ferro, tan'o para pinna
na, ludo cm bom e-i
que se vender a 320 r.-. : iri
ca de ferro e latan, de r
Vende-se a 63 o exemplar, na livraria de M. F.
de Faria & Filho, praca da Independencia nme-
ros 6 c 8.
O Uvro do I*ovo,
obra adoptada para o uso das escolas primarias da
provincia, conlen lo : vida de Nosso Senhor Jess | la, 2 mesas compridas. da I df II
Chrislo, o vigario, fbulas, o bom homem Ricardo, i de bom amarelh, algmn >* f
quadrupedes uteis, moral pratica, o professor pri- qnadros para sala das I 'daa >
mario, Simo de Nantua, mximas e pcnsamenlos,! lefio, 5 canos de ai 1 ara 1
da hygiene, receilas necessarias, o Brasil: vende- ratos por Iba banraainnn 1--^. e n
se no Recife, na livraria de M. Figueiroa de Faria de ferro rara varan la. i. :. I',1 [latanaK <
6) Filho, praca da Independencia ns. 6 e 8. | rata.
:ih n


aviario me rer
ftabbado 14 ele Malo e tSt.

Largo da
--.Santa Cruz
u. 12.
Kna da senzalla ftova. h. 42.
Neste eslabelecimento vendem-ge: tachas de
(erro coado libra a 110 rs., dem de Loa
vfoor libra a 120 rs.
Esquina daj
ra do
Sebn. 12.:
BRJANTE AURORA
VOVO E
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jus Fernandos Pires tem a hetera de participar ao respeitavel publico
que ln'je abri un novo e.-tabelerimento de mqHiados denominado Brilhante Aurora, ao
largo da Sania Cruz n. 12 esquina da ra do Sjjo n. 12.
O propnetano de ao benevulo publico desU cidade e do interior, a sua prntercao para este aciado eslabele-
cimento, cortos de que ein leuipo aiguui abusar da conanea que at boje Ibes tem de-
positado.
No novo armazem encontrar-se-ha semprejumgrande sortimento dos melhoresgeneros
que vem ao nosso mrcaloe por precos os mai* mdicos possiveis, certode que em parte
alguma se vender mais barato e melhores gneros lauto em porcao como a retalho, do
que no armazem da Brilhante Aurora.
A salisfacao da Brilhante Aumra vcBderimuito e niuito barato, mais a dinheiro ;
a tabella do preco de seus gneros serao mudados todas as semanas :
Ameixas franrezas novas em latas a 1.5400,
O Prrftme da Mtt!;j.
AGUA FLORIDA
De Mnrrav Este raro quilo delicado perfume
que inexlinguivel o to cheio de
mimosa
fragrancia
25 e 34301 rs.
Ditas em camuas milito enlejiadas coro
bonitas estampas a 1AW0, 1A60 e 2.
:Xj Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 12 Marmelada imperial dos melhores censer-
veirus de Lisbua a libra 6U0 e 640 rs.
Latas coa diversas fruc4asein calda a 500 rs.
Duas rom ervilhas a 700 rs.
Hilas com massa de tomate a 600 rs.a libra.
Dita* con liaos ermetica mente fechadas a
l*tt)0 e stsao.
Ditas com peixe de posta ensopado a 15.
I lilas (oh i ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas i-om Imguicas ftaiohas vindas neste
vapor a 6J*t Dilas com sanimbas 4o Sanies a .160e400 rs.
Ditas rom bulachinha de soda aova a 25.
Dilas com biscoutos inglezes varios litlos
a I5W0 rs.
Frascos com mu-tarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira geuebra de Urania
a 14120.
Ditos grandes duas garrafas de hollanda 15.
Ditos ruin urna garrafa SiOrs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Dito oran ditos de mexidos e outras a 7U0
800 e 15.
Ditos com azeilonas e ervas a 15-
Caparnos para tortas pintados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Maiiteiga inglesa Bur a 800, 900 e 15.
jSl Dita segunda sortea 640 e 720 rs.
Ra^i Dita terceira sorte a 400 rs.
&$> Dita franceza nova de M a libra 600 e 610.
rt r> Dita dila rte 63 a 540 e 660 rs.
^jJA Dita inglesa em barril a 600, 720 e 800 rs.
'tjjr Dila franceza em baratan meiosa 530 e 540.
_$2 BaiilU de porro refinada propria para ba-
nlia de cabello a 440 e em barril a 400 rs.
>:' \ tubos Anos ha o melhoi*
desojar.
Vinbo do Porto em caixa dos
teres a 12-5,145 e 164.
Dito em pipa a caada 54300, 65 e 75 e
garrafa a 720. 8iK)e 15
Dito xerez omito lino a 15280 a garrafa.
Dito Ma Dito da Figueira pino a 45500 a ranada c
garrafa a 04, 56 e 500 rs.
Cha de mu i lis nulidades.
Cll perola a 35 e 35200.
Dito uxim muito superior a 34.
Dito miiidiubo a 24500 e 24800.
! Dito bysson miudinhu a 35.
Dito mais graudo a 24800.
Dito redondo muito boma24, 24500 e 25800
Dito preto em massos envollo a 14600 e 25.
EsWmacete fino o masso a 540, 600 e 640.
V|las de carnauba arroba 104e libra 340.
Dita de composico arroba95500e libra320.
Charutos nao ha queni lenha rrielhor sorti-
menlo em caixasde 100 e 50 todos dos
i melhores fuios de S. Flix de 25 a 85
a caixa de cem.
Caf do II io arroba 85500 e 05 e libra a
\ 320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 35200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 25500 e libra a
[80 e 100 rs.
Gr io de bico a libra 160 rs.
ErVilhas seras muito novas a libra 200 rs.
No m arroba 45 libra 160 rs.
j Au endoas libra 240 rs.
Al| ista arroba 45800 e libra 160 rs.
1 Paitico arroba 55 e libra 200 rs.
i Secada arroba 25500 e libra 100 rs.
i Sciadinha o sag novo a libra 240 rs,
i Paisas novas raixinbas de 16 e 8 libras a
2*500 e I5" 0 e libra a 360 rs.
Doi e da rasca da gaioba eaixoes grandes a
15200 e 640 rs.
! Sacos com gomiua, arroba 55500 muito
joa o libra 180 e 200 rs.
Dit; de araruta verdadeira arroba 85 e li-
*ra 400 e 480 rs.
Ale ria e mar-arrio a libra a 400 rs.
Esli elinba milito nova a libra 480 rs.
Pie nulo novo de lamego para panella a
60 rs. inteiro o libra 640 rs.
a Gao tricas e paios novos a libra 800 rs.
! Cer '(ja branca e preta a duzia a 55300 e 65
melhores au-! ^m P"8 de Lfcnaa I"11"0 a 15600 a caada e
' 40 rs. a garrafa.
Car as com fugo da China a 220 e 240 rs.
Tou-inho de Lisboa arroba 8581X) e libra
!80rs.
Dito de Santos muito novo igual ao de Lis-
lioa srmba "5 e libra 240 rs.
Fig( s d.- comadre a libra 280 rs.
c frescura como o
delicado ebeiro das pmprias verdecen-
tes flores. Durante os mezes caloren-
tos do vern o sen nao toma-so. minen-
teniente apiazivel e desejavel em eon-
EQqnenca da intiuencia refrigirante e
suave que ella produz sobre a pello:
en quanto que usada 110 bauho ella
imparte o corpo lnguido e caneado
urna certa elastieidade de vigor e toreo.
Etta imparte tronepanncia ns feiqvx,
c rcuiuc't panno*, Midua e bertoejas d<.
tutii apeU'.
CLAKIMI
COMMEIiCfAL
RA IIO Ol Klm %IIO \. 15,
Passando o becco da CongregacHo segunda casa.
tiAniE mmu )i
NO VID A DE.
mvio n I*ei?,ra .** c- acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 uin armazem de molhados denominado Chrhm C^mmertrnU,
onoe o respeitavel publico encontrar sempre am completo sortimento dos melhores gneros que vem ai nosso mercailo.
aerao vendidos por precos muito resumidos como o respedavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garanle-se o Un
e boa qualulade dos gneros comprados neste armazem.
rrozdo Maranhao da India e Jara a 80 e Chouricas e paios muito dovos a 800 rs. a Palitos do gaz a 2*200 rs. a crou.
100 rs. a libra e 2*400 a 2,5800 rs. a ar- libra. passas mtiito novas a km rs. a lihra.
. ro.ba- Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito nova a OO rs. a
4 menas francezas em latas e em frascos a rs. a libra. IPainco a 200 rs a libra.
15200 e 10600 e m frascos grandes a Grada a 80 rs. a libra. polvo aten muito novo a 400 rs. a libra.
20OUO. Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em rabia ib* a/nle e
idom em caixtnhas elegantementeenfeitadas dem seccas muito novas a 200rs. a libra.! muito novo a 40rs.
^anivl estampas D0 intoriurdas c*1* 1 F'gos de comadre e do Douro em caixinhas Oueijosflamengos do ultimo vapor a 2Mtt
Uln.
a 125000,1,5400, U600 e 23. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
Amendoas com casca muito'novas a 280 rs. 1,5800, 5^500 e 280 rs a libra.
a.,iDra- Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
, Alptta a 160 rs. a libra e a 4,5600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 00200 rs. a frasquei-
ra.
res.
dem [rato a 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 00 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 32a rs.
Sag muito alvo e novo a 2*0 rs. a titira.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Lisboa a 3300 e 3>00 a caada e Q"1' J"s ll" r,'i,ui muito aovoi a .13200.
garrafa a 400 e 480 rs.
33.
D
Ditubranco iiurodo uva a 640 rs.
Dito mais baiio a 480 e S 0 rs.
Dito Bor>auz branco e tinto a 75
caixa e garrafa a 640, 8 0 e {&.
Dito muscalel a 95 a rfuua e 15 a garrafa.
Dito drt caji'i rlariflrado a 15 a garrafa.
Cunar venlailcir.i a (nrrab 15 e 13280.
Liinics linos em garrafas brancas a 15 8
j 13280 rs.
^ A7.it.- refinado a carrafa a 13-
('.apiles oe varias troclas do naiz a carrafa
BOO rs.
1 ; c.ni tS irarrstfas do ucnebrs de
hollanda 83500.
Coj'os lapidados para vinlio e agua a duzia
0, M800 c o3-"i00.
Ditos de rorea a (i5'ii>0 e 73-
lV'li china iu.nleza nova a barriquioha
Tijulos de limpar fao.is a 160 rs.
Mastos nuil palitos para denles a 160 rs.
85 a Orlas rom palitos do gaz a 2520Ue 200 rs.
a duzia de caixinhas.
Lat s rom graxa duzia 15 e 100 rs. a lata.
Huiiescom dila !I7 a 2S0 rs.
Vas loaras do Curto de piassava ttrossa a
00 rs.
Mol ios com sedlas novas a 13.
San os grandes com farinha nova a 53-
Dit Con inlios. ervadoce, pimenla e folbas de
I uno a libra 400 r>.
Bal? ios para costuras de meninas para di-
[ersos precos.
CaiJoos vasios para plantacors de muita
kualidade.
?
Assim como muilos nutrns ohjpctos ijue deix
T' meira qualidade por precos baralissimos.


i-se de mencionar, mais tudo de pri- ras
mmmmmmmmm
NO
ARHAZ!
DK
^
%
.71
4ftif t IDD ^IMlB'^
IETREIBO TE!m,
Neste estabelecimento ha sempre um sort ment completo de roupa feta de
jdas as qualidades, tambem se manda fazer 3or medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores profes ores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de to las as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 30500
Sobrecasacas idem, 300 e 250000
Paletos idem e de cores, 250,
200, i;c>e...... 100000
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 105 e...... 70000
Ditos de alpaca, 50, 40 e 30500
Ditos ditos pretos, 90, 70.
50. 40 e...... 30500
Ditos de brim e ganga de c- .
res, 40500, 40, 30500 e. 30000
Ditos branco de linho, 60, 50 e 40000
Ditos de merino preto de cor-
dao, 100, 70 e..... 50000
>ai>
de setim preto. 50000]
de ditos e seda branco,
e....... 0OOOj
de gorguro de seda
prbtos e de cores, 60, 50 e 40000^
Cohetes de fustao e brim bran-
co, P05OO, 30 e 20509
Seroulas de brim de linho.
20AHO e......20000
Ditas t^ealgodao, 10600 e. 10400
CannY
Ditas de cores, 90, 80 e.
Ditas de meia casemira de co-
res, 50OOOe.....
Dilas de princeza e raeriapre-
to de cordo, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Cohetes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
s de peitos de linho,
40,!30 e......20500
Ditas de madapolo, 20500,
, 24e|........ 10600
j Calcas de casemira preta, 120, | Chap 5a de massa, pretos fran-
m 100, 80e......70000 cezes, 100, 90 e. 80500
70000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
40000 110 70 e......60000
! Collarinhos de linho fino, ulti-
.40000 ma boda....... 640
Sortimento completo de grava-
20500 tas. 0
20500 Toalhak para rosto, duzia, 110,
le........60000
70OOO Chapis deso, de alpaca, pre-
40000 tos e de cores.....40000
Lences de bramante de linho. 30000
40 e........3<5oOO Coberts de chita chineza..
20500

Para mover machina dedes-
carocaralgodftoou de qual-
quer especie.
Vende-so um excellente o novo caixao para tra-
liilliar com cavallo, servindo de motor para ma-
drina de descarocar algodao nu para guadiuer ou-
tro rai.-ter: a tratar na ra Dircila 11. 84, muito
barato e muilu econmico pela simplicidade.
Vendem-so arcos ,1e pao para uso de pipas
n'timarnente allegados do Porto : a tratar na ra
da Scnzala Nova n. 1.
GAZ GAZ GAZ
for 1r<*< rednrfd*.
-se gaz da melhor qualid de pelo
1105 por lata'de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
Forefo de Ushoa
da maita N, chegado ltimamente : na ra do Vi-
gane ni '.9, primeiro andar.
t) Wm ORIENTAL DE KEMP
PARA OS GABELOS,
E nina prepara<;o adtniravcl para lim-
p:ir. afonnosuar, conservar e restabole-
ccr os cabellos.
venda as boticas de Caors 4 Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dos.
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudezas
de Jos de Aievedo Maia e Silva, est continuando
no seu progresso de vender baratissimo :
Caixas de superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordo branco para vestido e espartilho, vara 20
ris.
Linhas de carretel (150 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
Carios de Imita Pedro V (200 jardas) j muilo
condecida a 40 rs.
Grozas de peunas de ac de multas qualidades e
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas fullias porm finos a 500 rs.
Caixas com calungas muilo bonitas liara rap a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalbas a 160.
Pares de botes para punho muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Grata do botes de louca pratiados, o melhor, a
ICO rs.
Tesouras para costura, n mais 'Superior, a 400 rs.
Dilas |iara unlias muilo finas a 400 rs.
Escuvas para limpar denles muilo superiores a
: 200 rs.
Libras de laa de, todas as cores (pesada) a 1&.
Cnixa* de phospboros de seguranza a 160.
Dilas de papel aniizade pautado e liso a lOO rs.
Ditas com 100 auvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Carlas e laboadas para meninos a 80 rs.
Caixas com superiores lacas de aceuder charutos
a 40 rs.
Carreleis de linha Alexandre (200 jardas) de cores
1 a O rs.
llar..l!ios para voltarete muito finos a 240.
Carlas de allinetes francez.s muito tinos a 40 rs.
Meadas de linha 1 xa para bordar a 20 rs.
Pares de snalos de tranca muilo superiores a
1-5000.
Papis de agolha com um pequeo toque a 10 rs.
Groia de botes de uiadrcperola muito finos a
560 rs.
Candes e caixas de clcheles franetzes superiores
a 40 rs.
Dnela para meninos muito finos a 10500 c 20.
Macos de grampos superiores e linipos a .'10 rs.
Grozade phosphoros do gaz muito novos a 25200.
Area preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreb-r meninos a 80 rs.
Pecas de fila de linho muilo boas a 40 rs
Pentes de U50 minio bonitos a 10.
Enfeites do lac> de todas as cores a 10300.
Rodas com allinebs francezesa 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas mperiaes s
240 rs.
Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas folhas muilo finos a 320.
Pares de tpalos de la |ara meninos a 00 rs.
Sapalos de tranca para senhora o para homem, 0-
melhores que lera vindo, e |ir prec>i muito barato
quem quizer ver, ve.nha ra do Queimado ns
49 c 55, e ver tudo como bom e barato.
Kim l se m segundo.
Na ra do Queimado ns. 49 e 55, loja de miude
zas de tres portas, est rest.lvido a vender lud(
quanto tem no seu esiabelecimcnto por precos qu<
a lodos admiram, assim vejam e admirem.
Fiascos com superior banha para acabar a 200 rs
Danha transparente a melhor que ha a 600 rs.
lianha japmicza superior c garantida a 800 rs.
Frascos de oleo vndadeiro balicn-a a 500 rs.
Diles de oleo verdadeiro que tem urna mozinha^
I 500 rs.
Ditos de oleo superior Pbilocome a 800 rs,
Sabonetes pequeos e muilo linos a 60 rs.
Ditos inglezes, superior qualidade, a 160 e 320.
Ditos de bola muito tinos a 240 e 400 rs.
Vinagre arwmatico echeirose, garantido, a 10.
Frascos de agua de colonia muito finos a 400 rs.
Ditos de dila verdadeira e que se garante a 601
ris.
Ditos grandes tambem verdadeira a 15200.
Frascos de rheiros muito linos a 200. 320 e 500 rs
Ditos de agua de colonia grandes a 640.
Pares de ligas muit" linas para senhora a 500 n>
Pecas de fila branca de linh 1, superior qualidade.
aiOOrs.
Grlvaias de seda muito bonitas e superiores quali-
dades a 500 rs.
Caetas de osso lisas e torneadas muito finas a
40 rs.
Duzia de lapis muito finos e fortes a 240.
Tranca preta lisa o melbor que ha a 80 rs.
Escovas para limpar denles muito unas a 200 e
400 rs.
Pentes de volta para meninas resacar cabello a
500 rs.
Ditos dourados para meninas regacar cabello a 10.
Filas para enflar espartilhos muilo finas a CO rs.
Varas de fita com ilbozes para vestido a 100 rs.
Abotoaduras de muito posto para rollete a 120 rs.
Frascos de oleo de macaca muito superior a 100
ris.
Apullviros de Jacaranda muilo bous para agulha
a 200 rs.
Espelhos de Jacaranda e brancas de columnas a
20500.
Duzia de facas e garios com dous botes, muito
finas a 60.
Duzia de facas e garios, cabo branco, Bravadas, a
20800.
Pecas de ntremelos muito bonitos a 700rs.
Vende se sal do Ass, a bordo da escuna
Erufstina : a tratar com Pameira & Reltro. lar-
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a'raixa a 100 r
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a dem, qualidade especial c garrafas muito
10300 res. grandes, a 10800 rs. a garrafa.
Bolachmnas de soda, latas grandes, a 20 rs. dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
_.a ,a.ta- dem, garrafa forma deprae rolha devi |
Ditas tnglezas muito novas a 3,^000 a barri- dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-'
quinha e a 200 rs. a libra. nheiro.
Banha de porco retinada a 440 rs. a libra e Manleiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisbwa e Fitranra a
e em barril a 4< 0 rs. barrada de pouco a 800 rs a libra, e de 8 480. 500 e 560 rs. a garrafa e 3A. 34MO
dem em garrames de 3 e 5 galesa 50500 Tijolos de limpar facas a I40r.
e 70500 cada um com o garrafao. Vellas de carnauba pura a 30 rs. a R-
Gomma do Arcaiy a 80 rs. a libra. "1 bra.
a lata e 10100 rs. a duzia. dem stearinas muilo superiores a 600 rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores minio tinosa 700rs. a garrafa. Vinbo do Porlo engarrafado o mrihor qac
ha nesle genero e de varias man as. en
sejam : Velho de 1815. Du|ue d<> hirto,
Madeira, f. Pedro. D. Luiz I. Mara a.
Bocage, Clwmisso e ootros a 80H. im>
10000 a garrafa, e em caixa com uau m-
zia a 90000 e 100000.
Cha bysson, huchin e perola a 10600, | libras para cima se far tima differenca.
20500, 208OD e 30000 a libra. dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
dem preto muito superior a 2*000 rs a li- e em barril lera abatimento
Dra- 1 Massa de tmales em barril a 480 rs. a li-
Cerveja preta e branca, das melhores marcas bra.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 55800 a duzia. Marmelada imperial dos melhores conservei-
Cognac ingle/, lino a 900 rs. a garrafa. ros de Lisboa a 60 rs. a lata.
Conservas a 720 rs. o frasco. : Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
dem, s de pepino, a 720 rs. 800 rs.
dem, s de azeilonas, a 750 rs. dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Massas para sopa: macarro, talliarim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e Pcixe etn latas preparad pela primeira arte
30500 a caixa. | de cozinlia a 10 rs. a lata.
Caf do Bio muito superior a 260, 280 e Palitos de denles a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a palito de denles a 120 rs.
arroba. dem de flor a 200 rs.
e 40 a caada,
dem braneo de Lisboa mnito fino a 500 n.
a garrafa,
dem de Bordeaux. Medoc e S. Juhen .1 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux cChateauluminide 1854, a l#
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a gair^a
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muilo grandes a 10KOO rs.
Alm dos gneros cima menrtunados te-
mos grande pnrrao de nutrns pie .:. \3m1m
de mencionar, e que tudo ser Tendido par
i pecas e carnadas, tanto em |Mrr tmu i
retalho.
Quem comprar de 100:5000 para orna le-
ra o abate de 5 por cen.-.
BAIHRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N. 50
0 mais novo e o mellior
Esquina defronte da ra da Madre de Dos
a A & $mm%p
Antonio da Silva Campos, sticrcssor do ulico Nasrimcnto, defronte do becco barpo, bem co-
nliccido j nota pr.nea. araba de Iransferir o en esiabelecimcnto para a casa cima indicada, onde
os seus benvolos amigos e regoeieo, beiB como o resneilavcl publico em geral eaeontrarao o mais
variado, escolhido e mellior sorlinente de molhados, a par do acoto, elegancia e bom rgimen do esia-
belecimcnto.
O annunrianie, lendo folio ama completa reforma no locante a casa a gneros, possoindo baaa
correspondentes na Europa cara remessas de coala propria, acha-se convencido que merecer a pro-
teccao de todos os amigos do bom e barato, a (pial desnVj reclama, asseverahdo-llies quejmai- des-
merecer a coiifiaiifa com que se dignaren) de o honrar.
Em resumo, vfeile o rospeilavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lbe al-
auns gneros, c enlo Ocar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si me.-mo que
nenliuiii OUtro eslabeleeine-nlo o servo melhor que este, seja un coinmodidade de procos, agrado c
delicadeza, ou legalidadede pesse medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garaniias que estabelerimentos idnticos leem offerecido aos
oiicorrentes, serlo manlidas no-ie em grao maior.
INJECCAO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO,
GRIMAULT E C' PHARMACEUTICOS EM PARS
^n^o lialaiueiitu ^irparado iuiii H f..iii le Mallro, iirrc d Pcru.psra n tura rapin trinfallivel
da Gonorrhea sem recelo iKiim da conlraccfo do canal ou da Humnelo dos intestino*. 0 celelire
rimitor Rlrord. t\e Paris, ter renonclado. desde sua auparicao, ao cmprcgn de qualquer nutro tratamento.
Kmprega-se a injrrra* no i-oruco do fliixo. as capsulas em lodos os casos chronicos e inveterados, que
r DrpMtn geral: em Part, em casa de MM. GrlmavU e C, pliarioaceuticos, 1, ni de la Feulllaii;
em Lisboa, J..c \g.ilnh d Conta-ralbo Jualari no Vorto, Mlanrl lame de Saaaa F~
reir; em o Hio-tle-Janeiro, Gralaa, 102, ra S. Pedro: em Hnhia, Joit-Cartano Ferrrlr-Epla-
arlra-, em flio-Crande, Joaqun de Goday; em Haranho, Frrrelra e C; em ernambuco,
siinuiu e C", roa da Crui. 52; sonsa, e as prineipae* pharmacas do Brasil.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros d Barboza
VVELAS
de o en e c>m yedras.
Dita de Mallabar e Hoide para tingir os
lianha transparente e lafornesa.
Duas linas em frascos de diversos moldes.
Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
Dila dita em latas.
cabellos
Nao eslava bem a aguta branca deixar (car tito | Dita dita em copinhos, sendo creme, duqueza e po-
grande parle de sua boa frcgiiezia sem essas mada imperial,
ureriadas (ivelas de ac e com pedras, e por isso ....,,., ,
4 reS-^e em mandar buscar o bello sorUraento Bahuamhos de vidro cm perfumaras,
/ueacaba de rereber ; e bem assim as necessarias Caixinhas con, 6 frasqumhos de chairas,
lilas, cujos novos e bonitos padroes as lornam agra-
daveis aos oihos de todos ; resta, pois, que os pre-
lendentes, muuidos de dinheiro, dirijam-se ra
do Queimado, loja d'aguia branca n 8, onde tam-
bem ha bonitos cintos bordados com borlas, etc.
luinh
Cosmetique (ou pomada) superfina.
Extractos finos e de agradareis cheiros em bonitos
frascos.
go do Corno Santo n. 4, primeiro andar.
Extraordinario sortimento
de perfumaras.
A superioridad-* das perfumaras que a aguia
branca vende esta incontestavelmentereconhecida,
e uto confirma a grande exirareao que lli"> vao
lando os apreciadores do bom. A aguia branca,
porm, lendo sempre em vistas o bem servir a sua
ta fregoezia, tanto da cidade como do interior,
mandn ver o extraordinario sortimento que aca-
ba de rereber, vindo conforme suas reroinmenda-
Q*e, swnpre da mellior qualidade. sendo :
Agua de Colonia em garrafas de diversos lamanhos
e moldes.
Dita dita em frascos redondos e quadrados.
Dita dita ambreada em frascos verdes.
Agua ambreada para banhos.
Dita balsmica e dentriflec para conservacao das
ceneivase dentes e bom hlito da bocea.
Dita de flor de laranja.
Dila de rosa e dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dita de allmense para alisar e segurar os ca-
bellos depois de atado.
Dito frangipane, cheiro novo e mu agrada ve I.
Dito de sndalo.
Kssencias c-jnreBtradas, com differentes e finissi-
mos cheiros.
I.eiie virginal para tirar sarjas.
Dito de cacan para amaciar a culis e conservar-
Ihe o lustre.
Macassar perola.
Oleo philocome superfino.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lubin para dantos.
SabonUAs finos quadrados e redondos.
Ditos linos em caixinhas de Ires.
Ditos muito finos para barba.
Ditos crome de amendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de Kemp.
Vinagre aromaco.
Dito ou leite d'ires para acabar as espinhas do
rosto.
E assim muitos oulros nbjeclos de gosto que na
compra dos quaes o pretndeme ser salisfeito
por deixar os cobre? na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n 8.
Objcctos ilc |>hnnia*la JaalM
para a agula bruma.
A agiiia branca receben nru Immi,. 4^ee-
tos de plinii'a-ia. .11 ;_ 11 r i de- ipiaes BWar^ *L'4a
aqu. WBdo :
Bonitos adereco* roatfMoi tallaa V|i-t- l-i fil>ar
Ditos ditos de peilra-. por rnj;. | rleiciu U-m
"gosto qu.isi se nao distingu m H \. iJ^dVira.
I.imias pelseiras ele awato.
Dita dita de p. rolas falsa., tanlo |>ira -ctiaaraa
como pan iiieiiin.i>.
Dita de chapa de ci\-l;.l (.Ho listas diHiradha.
Dila de ci.rnaliii.i branca. a?ui 1 le. Mr.
Booilng alfinet.s e aune,- para ^rr...ia-.
Bonita peata de anarta. obra t 'A"t>*>H.
Huiros lrav.'.-.-os eoai ptaTM pan inrmna*.
Bellas guarnices de naalai iaaeaaW, niuiw
com caixos de ovas, feilos de al>4ar, obra t-
blinie.
Oulras iguahiieiile Ik'.s. lata d. fino uVucmM e
con pedras.
Oulras a larlarugadas. nada iiifrrw^ u :.i|ii>lfc.
Vollinhas de aljfar branro e d 1 ,,m rraaa*
de pedras.
Bsaes e outros muilos efcjirta arnaa-na venda
na ra do Queimado. loja da Afta Unan n a
GRANDES E BONITOS
espelli s donn/tts
A aguia branca em ronlinuacao de -n.- e
mendas mandou vir. acala de mn 11 1
espelhos dourados com miii UnMla-^ e n it*-r
molduras, a vid ros i pfinwlta ajaataaaV, .uxia
do que o preteawak a aahiv ti i..- anai lo e
dinheiro a com dis|>osicao de o ga-lar na r de um Mam bonitos eaariaaa, i do Queimado. loja d'agoia luam-a e ,. aaa]
neiii servido. Tambem lia c.-|i.-ll qnadi 1 ^^.
(idos em lanianlios. c rom molduras ovuiatla>.
JAht ROH
de porcelana e escurra'
(le ras tle viihru
A aguia branca tambero mand.u vir In.r.ii o jar-
ros de porcellana dour.ola e de differei.ie> tarna-
nlios ; assim como escarradeiras de virti, n'jrrtut
esses sempre necessanos para o b-Kii acci da* sa-
las ; resla someiile que o comprador dirija e rom
dinheiro loja d'aguia branca, na ra do Qin iawi
do n. 8, onde ser servido com aerado e naem-
dade.
He la aara btnf a e s* ih-n.
A aguia branca, na na do Queimado n. fl. van-
de mui boas meias de laa para homem e sentara,
e pretas de laia e de seda para padres.
CH a I'OST1
Ricaschapelinas de palha de Italia e ch|>eaa a
Mari 1 Pia, rhegados no oliimo v;q or na praca
da Independencia ns. I& e 16.
Snlrns ile canta nu
viudas de Lisboa : na ra do Vigario a.
meiro andar.
19. prv
A 2 *> O r.<
Continua-se a vender sacros de milho a SA5Qa ;
na ra Direita o. 4.
Grande pechincha.
A 200 rs. mW*mm\
Cambraias escuras finas a 200 rs. o rovadn pan
acabar ; nao se dao amostras para que v arataa
logo : quem quizer. venha cumprar do arraaaaaa
de fazendas de Custodio, Carvaaw & C, raa a*
Queimado n. 27.
VINDO PUHO.
Checnu nova remeasa de arelas eom aaaa
rior vinho puro : vndese no ascripiaria de B. K
Rabello, roa da Cadeia.n. 55.
Vende-se muito barato um carro
(as, em bom estado, c arreos novos rtiapiadoa da
metal principe : na ra do Imperador, rueheira
numero 23._________________________________
Santo uto ni 1
Acha-se a venda na lynogranhiada ruado iaaaa-
radnrn. 15 a trezena do glorio*o SarHe A
(lamente impressn. em n*r folhcln.abra ii
vel para os devotos do mesme sanie



A
i
Grande li it hit ni as na laja do Pavio, ra da Iwperalrii a.
60, de Gana k Silva.
AcOa-se este estabelecinienlo completamente sor-
tidode fazendas-inglezas, francezas, aJlemaes
suissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo veuder-se mais barato do que :
eni outra qualquer parte principalmente sendo ero
porcao e de todas as fazendas do-se as amostras
deixando licar penhor ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da luja do Pavo.
As chitas de Pava.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-j
lo barato prece de J40 e 280 rs. sendo tintas stga-
ra, ditas francezas tinas a 320, 340, 360, 400 j
500 rs., o covado, ditas (tretas largas e eslreitasi
riscadus esrocezes linos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama <5t
Silva. 11
As cassas do Pavio a 210, 280, 300 c 320 rs.
Vendem-se linissiiuas cassas persianas cures li-
sas a 320 rs. o covado, ditas franrezas muito finai
240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
(ovado, finissinio organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinap
muito (loas a 320 rs., isto na luja do Pavao ra da ,
Imperatriz o. 60, de Gama i Silva.
As laziuhas da eiposicao do Pavo. i
Vendem-se as inais modernas lazinhas mossanj-
bique cliegadas pelo ultime vapor francez sendo
de uina s er ou de lisias miudiuhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimu
preco de 500 rs. o covado, ditas oufestadas trans-
parenies du (uadnnhos a 500. 400 e 360 rs. o coi-
vado, ditas niatisadas muito linas a 500 e 400 rsi,
ditas mais baratas do que chita tamben) maiisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covad^t, I
e ditas de. una s cor parda, azul, cor de lyrioe,
perola proprias para vestidos, saufembarqes e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocers ja
800 e 400 rs,. isto s na loja do Pavo, ra da Im-;
perati iz n. 60, de Gama & Silva.
Os cbales do Pavo.
*aMarlo 14 4c Halo de .
NIO MERCANTIL
RIJA DACAIIEIA IIO KKi IFE M. 5.1.
NOVO E
ORAWDE ATUAZmU DE. MOCHADOS
RA DA CADEIA DO 1IECIFE I. 53.
nnmna^rnrCS?0 Eernande,s Daarte acaba de abrir na rua da Cadeia do becifen. 53. nm grande e sorti.lo armazem de roolnaoo o>-
i^rn- Mercantil. Neste grande armazem encomiar senipre o tesj.eilavel publico um completo sofiimei.i d.s n> i.. ,i
nmmriiS8 mercado' tanU) "W,*W. como nacionaes, os quaes serio vendidos em porves ou a lelaldo por pan mmm
Acaba de receber de sua pmpria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em
Vendem-se rios chales de eraran estampados offerecer aos seus fregu/es e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
pelo barato preco de 6*, 7*, 8*. ditos de. poma re- resumidos precos, afianzando todo e qualquer genero vendido neste bem conhectdo ar-
donda a 74 r s.5, ditos pretos ricamente bordad) jjiazem.
a rctroz com vidrilho a 12*, ditos pretos lisos a t\ i i i_1_ -
Pede-se toda atten#io.
O proprietario pede a todos os senhores cheles de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
5*, ditos de cores a 4*300 e 5*, ditos de merino
estampados a 2* e 3*, ditos de la a t*280 e 2*,
ditos e retroz preto para luto a 64, isto na loja
do Pavo ra da Imperalriz n. 60, de Gama &
Silva.
PMaMH pretas para a quaresma vcade o Pavio.
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
1*600, dito a 1A800, 25, 2J500, 2480 e 3*, irio-
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se a
reantique preto muito superior a 34 e 24800, sar- j libras que vulgarmente correm no commercio por 85890 a 9$, o proprietario em sei
t/tfSok ro S&nSmi^(Snta armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes em traeos
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, rs. a duzia i,ooo rs. a garrafa, garante-se
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida ViDagre de Lisboa a 200 r?. a garrafa e
de primara qualidade a 800 rs. a libra, 1(51200 a caada.
m-??11 Se faz aba.liment0- Azeite doce retiuado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-1 800 rs.
cado a StJO rs. a libra, e 520 rs. em barril Azette doce de Lisboa a 640 rs. a carrafa e
Doomei: 44800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Ib.I lauda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a 5,5800 a frasqneira.
/20 rs. a libra. r k ,
Q^?S3Srchegados Deste -HSftTMSWJffi
Queijoprato muito fresco e novo a 640 rs. f^propriasparamimo.a i&to-, 1*500
a libra. B 2Q-
.i
& Silva.
0 Pava vende para luto.
Vendo-so superior selim da Chiua fazenda toua
de la a sein lustro tendo 6 palmos de largura pro-
pno pitra vestidos, paletois, rapas etc., pelo bara-
to prego de 24, 24200, 24500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreilas, chalqs
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
conifc-ollinhns e outros muitos arligos dem por prreos razoaveis : na loja do Pavao ru
da Imperajrii n. 60, de Gama & Silva.
Os eorpiihus de Pavao
Vende-ce i braia ricamente bordados e enfeilados a 7 e84
na luja i\o Pavo, ra da Imperalriz n. 60, de Ga
ma Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a vellido pelo barato preco de
405. Sendo fazenda <|ue senipre se vendeu a 1004
e 1--0-5 ; ditos de eambraia branros ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento' a 10. 15, 20 e TOS; ditos de laa com lindas'
barras a 18 c 154 ; isto na loja do Pavao ra
da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
preco de 25, 3*VfOO,3f eaSOO, ditos muito linos a
4-3, 33 e 03, corles de easemra prcta enfestada a
44, 45300 e l>3, easemira preta tina de urna s
largura muito lina a 14800, 25. 23300 o ^4, cor-
tes de easemira de cor a 35. 35300 o 65, casemi-
ras entestadas de una s cor proprias para calca,
paletots, colletes, capas para senhora, roopas para
meninos a '13 e .'IjoOO o covado, isto na loja do
Pavao, ra da Imperalriz u. GO, de Gama & Silva.
A roupa du IV. ao.
Veadeavae paleWS de panno preto sobreeasa-
cos Eaxenda muito boa a 124, ditos muito linos a
105, 20, 235 e 304, calcas j^ easemira prela boa
fazenda a 44300,55, S5, 7J e 83, paletots saceos
de panno preto a "5. ditos de easemira de cor a
65 a 5, dilos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos debrim de cores, caigas de easemira
de cor a 45. 35,64, 73, ditos de ca\emira da
Escossta a 35, ditos de brim |iardo a 25o0ii, ditos
de cor a 34 e 25500, dilos lirancos muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatriz u. 60, de
Gama i Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para anel-
!a e camas pelo barato preco (!' 05 o par, sendo o
mulhor ipic bao mercado : na ra da Imperalriz
u. 60,de Gama \ Silva.
As colchas do Pavo.
Vende'm-.-i' colchas de linho alcoclioadas pro-
prias para cama |iel>i barato preco de 55 cada nina
na na da imperatriz n. 00, de Cama & Silva
As preealM do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas i|ue le.m vio-
do ao mercado cbegasVs pelo ultimo vapor fran-
cez, [icio barato preco de 000 rs. o covado, ditas
de lisirinba muito inudinhas proprias para venidos
e roupas He meninos e meninas pelo birato jircco
de 500 rs. : s o Pavao ra da Imperalriz n. 00,
loja de Gama & S Iva.
Os soueanuarqucs do Pavo
104 e 15Jf so o Pavo.
Vendem-se os mais lindos soiiteanbanpies que
tem viudo nltimamente de l.iazinha e caxi-mia n-
caineuie bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato proco de 105 e 135 ; fazenda osla
qne m oniras lojas se venden por 2n5 e 235,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavao i
ra da [moeratriz n. 00 de Gama & Silva.
As chitas do Pavo 9400 c
*#MOO o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos com dez covados a 25'O0, fazen-
da muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
vao tem ota pechmcha ; a ra da Imperalriz n.
60 de (Jama .\ Silva.
Las de cima s cor.
Vendem-se laazinbas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, ein/.enta, cor de caf, lirio claro, li-
rio rov> cor de perola pelo baratissimo prego de
640 o covado, fazenda muito lina s o Pavo, ra
da hnperatri n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linlto com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo
barato prego de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 almos de largura a 25300, algodaozinho
monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas de
Hambiirgo com 20 varas a 95, 104 e 115, pegas de
ma.lapolo lino a 74300, 85, 03 e r05, ditas de
algodaozinho a 65, 65300 e 75, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
tmperalrit a. 6o, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de. largura o melhor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato prego de 24800
rs.a vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva,
ana da Imperalriz o. 60.
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pebr ultimo vapor francez,
pelo barato prego de 600 rs. o covado, ditas de lis-
trinha muito miudinhas proprias para vestidos c
e roopas de meninos e meninas pelo barato prego
de 300 rs.: s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loje de Gama a Silva.
Os bales do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou baldes de, 30 arcos tan-
te brancos como de cores, sendo americano* que
sao os melhores por se nao quebrarem a 35800 e
de 33 arcos a 44, ditos de mnsselina com babados
a 45, ditos para menina a 25e 35 : na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O Pavo ven-ie M
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mari* Pia, com lindas barpas de seda, sendo che-
irados pelo ultimo vaoor francez pelo barato prego
Ju g cada un: na ioja do Pavio ra ua liaue-
mriz a. 60, de Gana Silva.
e l() a libra.
dem franceza a tioo rs. a libra, 'e 58o rs.
sendo em barril.
Cha umiii a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
dem perola a 2,8oo rs.
cima a 2,7oo,
dem hysson o mais superior que se pode
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima
a d,Boo rs.
que 6 os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas emcaixasde 1 arroba'/e '/i a 7,5oo.
3,6oo e i,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libr*
garante-se serem muito novas, e graudas.
e de 8 libras para dem cerinthias proprias para podim a Sot
rs. a libra.
Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
Lisboa a Coo rs. a libra
Ervilhas secas muito novas a i6o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra,
lrvillias francezas em latas a 6oo rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito noyos a fi4o a libra.
a
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras
para cima a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de i, 4, 6 e 8 libras
cada una a 2, 3, 3,3oo e 4,8oo rs. a.lata,
dem preto o melhor que se pude desejar
neste genero a 2,8oo i s.
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. i.ooo rs. e 6o rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a l.iioo Massas para sopa macarrao, talharim aletria;
rs. a libra. > a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a I,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs.a libra. ; e 8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a i
pora :i,loo. garrafa,
dem mais seceos vindos por navio a l,7oo. Charutos em grande quantidade e de todos os
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 34000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de cenia propria a 2)5800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
^ 15500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoutos inglezes em latas con differenles
qualidades, eomo sejam craknel, victoria,' 7? s
piquelez, soda, captain, seed, bornez e k
onlras muitas marcas a 15350.
Bolacbinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas bermeticamenle lacra-
das, muito proprias para mimo a 15500.
Caixiobas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapora 50"rs. a librae 35 umquarto;
e em caixa se faz batimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Sardinhas de Nanita i 340 rs. oquarloeSCC
rs. meia lata.
La las com peixe em posta : Wm\ MMn\
vezugo, cberiic, iinguado, lagosiinU, a
15:H'0rs.
Salmo em latas, preparado pela nova m*
de cozinha, a 00 rs.
.Maca de tomates em latas de 1 libra a *'AX
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e meia Imv
par 75.
Toiicinho de Lisboa a 320 rs. a libra
8M a arruta.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra r 44 a
barrica.
Saj muito novo a 240 rs. a libra.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
15200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a r-eva,)|nba de Franca-a 200 rs. a libra.
2 libras a 6U rs a libra. Farit.ha do Maraidio a 120 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades Araruta "erdadeira a 320 rs. a libra.
que ha em Portugal em latas hermtica- Ceva(la a '- rs- a >hra e H a aafea,
mente lacradas a 5oo rs.
Peras seccas mnito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
oasde casca mulle a 400 rs. a libra.
aHibra.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garante-se a superior qoalidade.
Avelaas muito novas a 200 rs
Amendoas ennfeiladas de
800 rs. a libra.
Macas e peras rheladas nesle ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muilo novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Vioho Bordeauxdas melhores qualidades |Genebra de laranja em ftannagraa a V*. I BtoCTrT^rSrwfejrt afeiinVa"W r
que se pode desejar de 75500 a 85000 a; Cerveja branca e preta das melhores marcas j Dra em'cajxa ^ faz ahatiinenio.
Alpistaa 160 rs. a libra e 45tn>0a arnde-
btalas muito novas em gigos com 40 iibrw
por 11800.
Cebollas a 15 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
diversas cores a ^3^ 'aV3('o de primeira qualidade a 300 n.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a i -
bra e 85400 a ai roba.
Caf do Bin, proprio para negocio, 85.
Arroz do Marauhaoa 100rs. a librae i^sot
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermareti a 560 r?. a libra t
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba remada a 320 rs. o
so e a 95 a arrvdva.
Doce de goiaba a fiiO rs. o afean.
a ..
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 10 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porco e de difTerentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14 e 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Dnnro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figneira e Lisboa, a
400,480 e 5o rs. a garrafa, e 35, 35200
e 35509 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
que ha no mercado a 500 rs. a
5*800 a duzia.
e 152"0 a garrafa.
Licores francezes das segnintes qualidades :
garrafa e Esirelliriha,p#'videf arroz dematsararai
.] "00 rs. a libra e 35 a caixa ma 6 libra.
Co?n.aS.,nJ?!ez es,1Perior qualidade a 800. paltng de denle lijados rom Mr a 200 rs
o massn, dii< litados s>ro Or a 160 re
o masso com 20 massinbns.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des (lames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
e de outras muitas marcas a 15 a garrafa lihra.
e 105 a caixa. Banha de porro refinada a 480 rs. a libra
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
95 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mosiarda ingleza em potes j preparada a1 lix, em caixas inleiras ou tm meias, da
40rs. | I500, 25 e 35.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de eanM propr
a 15 cada um. | de casa particular, a 400 rs. a Itbi a inle-
Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abatimenlo.
Mein pralo os melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra,
dem londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela ponan que lemosan ser.
liscoilos em latas de 2 libras das seguinles
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2,eoo, 2,ooo, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ah se ven |
dem a 2,000 e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
Os senhores que comprarem de 1005000 para cima, lerao o descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamento.
marcas : Osborne., Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machine e outras mui-
tas a 1,3oo e 1 4oo rs.
olvos ohegades nltimamenle do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em tatas grandes a 2,ooo rs. a lata.
I alachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
lihra.
Car lites rom bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que \"io as procis-
ses a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em bitas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4ooe2,2oo
rs. a lata.
dem ein caixiiihas de 8 libras a l,8oo, e
2'io rs. a libra.
Nozes muito novas a I iO rs. a lihra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas eoofaitctdas a 9oo rs. a libra.
fdm de casca mole ,-i 32o rs.
Vinlios engarrafados no Porto e Lisboa das
seguinles marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D Pedro V, Aeetar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior I). Luiz I, e outras muilas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco Je uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e .1,2oors.
a caada.
dem ein pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a Canad.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicao a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 '/* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafo.
dem com 4 ','* ditas de venagre a 1,000 rs. o
garrafo.
Vinagre PBB em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e 1.4oo rs. a caada.
Carxas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
dean* fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portugueses das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeitn, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, caneila, cravo, rlela pimenia a l.ooo
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranho a loors. a libra, 3,oop rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar-
LOJA DO BEIJA FLOR.
Una do Queimaito numero 63.
Cravatitihas para senhora.
Vendem-se gravatinbas de'diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-llor n. 63.
Fitas para debrum de vestidos.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, loja do beija-llor n. 63.
Pentes travessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a iOO rs.: na ra do Queima-
roba, e 3o rs. a libra.
dem de sebo muito dura fingindo esparmace- Ao> lJa do heija-flor n. 63.
te 36o rs a lihra ,>aI'el *** tlourada-
dem de esnarmacete a 54o r^ a lihra c pm Vende-se PWei l,eira dourada a 15200 e 1300,
KitmiK t.spai tnactit a wwn. .uinia, e em dito de cor de beiradourada a 15100 : na ra do
caixa a ;izh rs. Queimado, loja do beija-tlor n. 63.
Papel o melhor que se pode desejar para os Auvclopes.
Srs. empregados pblicos a 5,000 rs. ares- Vendem-se anvolopes de diversas qualidades
ma, j se vendeu por 7.ooo rs. uranco a 00 rs. e de. cor a 640 rs., para cartas de
I na da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston < C,
sellins e silhes inglezes, caodieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Machn* iitglrzaft
para descarorar algodao as melhores que
tem vindo a este mercado : ra da Senzala
Novan. 42, em casa de S. P. Johnston
&C,_____________________________
Cal de Lisboa c potassa da
Raanla.
Vende-se na roa da Cadeia do Recite n. 26, pan*
onde se ruudou o antipo o acreditado deposito di
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novost-
legtimos, e se vendem a preco mais barato do qu>
aru tqualrruer parle.
Algjo^o
dem almaco pautadoe lisoa 3,ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma.
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
llor na ra do Queimado n. 63.
tullas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
dem a zul de botica ou fugueleiroa2,2oo rs. pedra imitando a brilhante vende-se a 1 cada
a resma. uma : na rua d0 Queimado loja do beija-flor n. 63.
Idemembrulhodel,2ooa l.ioors. a resma. Camisas de meias.
4mpi\is fnncevas em litis de 4 ** lihra i Vendem-se camisas de meias muito finas a
Ameixas irancezas em latas ue i % urna a {m e i&m na rua do Queimado ioja do bei.
I,2ooc8oors. a libra. ja-flor n. 63.
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o Eufcites de Gta.
frasco valle l.OOO rs. tambeui temos em Tendo recebido enfeites de fila gretas e de co-
frascos para I 400 rs res ma's niodernas que se esto usando a lacada
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco. ura : na ^^6*25 OZftiSf" "' ""
.... i D o ,. rila de laa preta para ilelirum.
Mol .os inglezes a 8oo e 1 ,ooo rs. o frasco. Vende.se flta de laap etaF para dehrnm com ie
Mostarda preparada em potes multo nova a varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-Dor ma
2oo rs. do Queimado n 63.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o >w Filas de linho para bordar vestida
bem arranjado. possivel a l,8oo e2,8oo! Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
rs lita oa roupinho de meninas com 40 varas a b4 e
c ... nn 800 rs. apecc squem tem aloja do beija-flor
serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,8oo rs. rua ^ Queimado numero 63.
a duzia. Buloes de madreperola.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo Vendem-se botes de madreperola mais moder-
C 6,000 rs. a duzia inteiras. i nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
Vassouras de piassava com 2 arcos de ^~afB^
vindas do Porto a 32o rs. Fiu ^ TeHu(Jo p,,., bordar mldo#
Cebollas muito novas a 8oors. 0 molho e 500 Vende-se fila de velludo prete com 10 varas a
rs. 0 cenlo. 900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
Chocolate portuguez hespanhol e francez de loJa do beija-flor' da rua do Queimado n. 63.
8oo a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqoeiras a 6,ooo I
e 56o rs. o frasco,
(dem era botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a bbra e
1 o,ooo a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs a libra e 2,4oo a arroba.
FiU de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qna-
resina : so quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
friaja prela.
Vende-se franja preta de diversas largaras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos qoe se pode encontrar : na loja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garfas.
Vendem-se facas e garfos de halanco de 1 bo-
no a tfoOO a duzia, ditas de 2 botes a 6*400:
n rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Visporu.
Vendem-se vsperas mnito finas a 800 rs. : na
roa do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dennos.
Vendem-se dminos muito finos a 14200 e
Peixes era latas a i ,ooo rs. a lata j prompto 14400: na loja de beija-flor da rua do Queimado
a comer-se.
FareUo de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
I*ixe
Vende-se pixe da Sueeia muito barato : no ar-
mazem da bola amarella no oito da secretara da
Delicia.
(I flirello
n. 63.
CHEGADO PELO VAPOR.
So para o vigilante.
Grande sortimento de fivelas pretas e com pe-
drinhas de mnito lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para n>**mas Ova
las que se vende pelo barato preco de 1*500 e XA:
s no vigilante rua do Crespo n. 7.__________
87
O o w r PC O p- o 1* H ce ce m o p^
O S8 02 w p- m p- p 1 p-B
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C3 O ct> p O B o es P P-So Cfi o
S5 p-p S K P-O
B CD
Attiic.o
A
Presuntos inglezes chegados no ultimo vapor a
680 rs. a libra.
Salpices e chouricas do melhor fabricante deste
genero a 710 a liUa.
Chourifas em latas de oito libras, mu superiores a
64300 a lata.
Ameixas em potes grandes a 35, e menores a SJioOO
dem em latas ricamente enfeitadas hroprias pa-
ra mimos a 1*300, IfiloO, 1*600 e 3*800.
Doce de goiaba em cai&es, o melbor que ha a
1*800.
Queijos amengos vindos no uliimo vapor a 3*.
Licores mu finos, garrafa, a 14600, 1*800 e 2*.
Conservas mui novas a 800 rs. o frasco.
Vinho do Porto o mais delicioso possivel, engarra-
lado, ha oito annoslll sem exagerado.
Manteiga ingleza flor a
800 rs.
Vende-se a dinheiro vista no antigo e mui
acreditado armaszem de.molhados de Joo Bai>ti>ta
Gomes Peona, successor de Francisco Jos Leite,
na rua do Imperador n. 46.
da Rabia
para saceos de assuear e roupa l Hrm >n
para vender Antonio Luiz de oiiv.-r .-vr'-ve4*4t
C, no sen escriptorio roa da Cruz n. I.
Vende-ce o compendio de i-hilplita imr 'e-
ruxei : na rua do Queimado n. '.<
Vende-se uma barraba nova riar
pens, bem een>trui"la, de i caixa-, I i
dinheiro ou mesmo a pr.iso, as*im > ( i";, r -
firmas : a entender se na rua Mnn> cuwi o Rr
liento de Barros Fej.
Vendem-se linguas ceas muito nper:
e por preoo em ('uta : a bordo du palkal i .!/
roio Mull', fondeado ao pe da escadinhi di Cal
legio._______________________________
Vende-se alpaca prela a 5011 n. l r. \ ,in.
Vende-se alpaca preta para v.--i
700 e 800 rs., tina de corda a W(hi i |
Utt, prineeia pn-la a 800 e 640 aroa4a, I u.la i
ua preta lina a 1*400 o rovailo, laazh>Has ira
para senhora que e>tao de lut a 72o a rovadn :
na ruada Imperatriz n. 56. A loja -! i il>'rtaal'
as horas da noiie.
Botica e urmuzcm de
drogas
Rua do Cantiga n. II.
DE
Joaquin Marlinho da Craz Cerrria.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Pristo!.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pasiilhas vermfugas de Ki'inp.
Elixir de citro lactato de ferro do Dr. Thennes.
Hob do Lafeeteur.
Xarope depurativo d'odorefn de ferro de Gny.
Xaropepeitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peitoracs balsmicas ile Guy.
Pilulas da vida.
Burel franciscano (mesclado) para imagcn>.
Injeeijao Brow.
Xarope de citrato de ferro de Cbabie.
Pilulas contra sesoes.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bail\>.
Xarope alcoolico de vellame.
Alem destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para don-
rar, preparados chimicos e pnarmao-uticoa qne sa
vendem por commodos procos.
Empreza da iUamimicao
gaz.
. Todas as vendas de aiparelho* e rerlamafae*
(por escripto dando o nome, mirada, dala, nr \
devem ser felas do armazem da rua d< Iiii|ti
n. 31. Os marhinistas mandados para anaan a
esla, apresentarao um livro que os rerlaiiunrrs
devero assignar k>go denois le prooi|*> u **t*\a
reclamado ; isto para qoe a empreza fique >riii*
sido devitlaiurav
, de haverem os mesmos senhores
i* a libra, "nao sebo de! te aUendidos.
Vendem-se sacros rom farinha a mai
qne ha no mere*, e mnito Boa : ao armai
Annes deronte da
mvr
AGECvCli.
FUWDICAO DE L0W-M00B.
Roa da SentaUa nova a. 42.
Neste estabetecimento continOa a haver
nm completo sortimento de moendas e meia?
moendas para engenbo, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o
ttwaahos para ditos._________________
Arados americanos e machinas par
Vende-se a taberna da caes d'Apollo
t^7 qawna saaWval nagocia 4b bebidas, altn de al
das formiaas e canios : vende-se no armazem da gom maia 4a comesveis, boa para um prifH*
bniaamareln no oilao a secretaria de poMda, a piante por ser depoucos fondos : qoem prelender cwf rautas): para tratar, na roa do Imperador canpo a apnretansaa 4a ano mmm,
500 r. a canda. dirija-so a mesma. i D. 3, sagondo andar, beta grakados.
lavar ronpa: em casa de S. P. Johnston de C.
roa da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se uma barraca qne carrogl 1S0 sac-' roa Imperial, assim roron roga-ee ao rapties
escbato memos.
ATTENCAO
Arha-se fgido o escravo de m-me Faustino, de
idade 40 annos, pooro mais on menos, cor fel, ai*
ura regular, grwsso *^ bado, e j <* alguns caarn brann m bara%
bracos e {ritas gmssasc baslaate cabelludas, lea-
do as pernas arqueadas, parm na muito, roanv
ma andar em sambas, e as me* rmbnaga-sa ta-
ante por gustar mnito 4a betiar : pnrttato raaa-
se as autoridades pnfiaes da*n a sa aruviaras
limitrophes, que o tacan apnrohender e leva-ht a
sen senhor o major Amonio da Silva G


/
Mario de PtraattknAM abl:ilo 14 de Male de 14*4.
TTERATRA.
de pgar cm armas, lem o seu lugar nos campos
da batalha; augmenlem no numero o estojam
promptos medida que o perigo se torna maior.
< Cidadios.Ha um ponto para quo chamamos
a vossa attengo. As autoridades austraca, ero
i Lembrg e na Galitzia, empregam todos os seus
0 QUEVAE PELO MUlOu.
Umh carta de Varsovia (^cripta a Gazelte Rus'
se de S/A Petersburgo, ronim os seguintes pro- esforgos para provocar um conflicto que apresen-
lll.llol. -
fez, de alj
tiiia :
berta que lia lempos se tassem como o comeco de urna insurreicao para
i li>
que andou de caudilho por onde llie pagaran, in- dtnheiro, qus os padres agenciaran, era too iniig-, que engrinalda as magesiosas frontes desses iQtrs- c\ro ,,l)e aquell
cendiando palacios para roubar mulheres, e fa- nificante, que nao mereca a aitencao do governo. pidos var5es, novos meteoros obscurecidos pela im-
zendo nutra cousas semelhantes to proprias do
secuto '
Como aturar um ministro que veste sotaina, se
temos utro que veste casaca ?
Como aiui ar um re velbo, que abeneoa, e ora
por seupovo o pela humanidade, se temos um rei
que nao lomead estra
esses nomen", contra esses providenciaes tnstru-
mentes de sal vacio <|ne os espiritas forte* estragam
toda a f >rea de seus pulmoes; contra ellos que
. so levaiiUm as milicias do Averno... A ingralidao
quando porm avultar, sera 0 maj, nfrodos vicios.
A lgica dos fados e o mais imponente
De sorle que o Sr. Ricasoli flcou armado para a
todo lempo dizer : Quando o dinbeiro de s. Pe-
dro insignificante, nao passa de negocio de lber
dade e conscieocia
negocio de se oceupar a aitencao do governo-
Que acautellado nao o Sr. barao! Que servido
tas membros do governo occulto da Po- justificar as suas barbaras perseguigoos. Para este ; mC0( que proteje os Uieatros, e anda todos os dias nao Ihe fez o Sr Drofferio
c disse na minlia
fim lera dado as suas tropas ordens sobre a mancira
precedente carta que I"**" s devem conduiir Para M,'* r8V0"a'
entre os plapeis encontrados cm casa do overo* P^*""" a ***** dos cidadaos ******
dor revolucionario da cidade Ladislao Boguslawski. Aitencao, pois, e prudencia, vigilancia e per-
gurava urna lista nominal dos membros do gover- severanga Conservemos a attitude que at agora
no nacional. temos guardado. Deus lia de abengoar os nossos
Como sabe, todos esses perMfens f(,ram ^f'rCos eroroalos dando-nos a victoria. A nossa
presos na ntesnia norte-. Alm de Apolinario Or-
dynirr, deque ja llie fallci, a polica prenden um
Sikorski, guarda da floresta. Encon-
a lista dos agentes da polica dedi-
verno nacional: alguusj foram assas-
crto Joo
trouce-lhe
ca Ja no gd
ainados.
No domicilio de Sikorski, prenderam-se dous
mancebos, Miguel Macliewski, esludantc da univer-
palavras de ordem 6 : Actividade, perseveranca
o dedicacao o uosso fim a constituicao da Polo"
nia lvre.
sidade de N
mancebos a
lt iguslawskk.
O Wunderer publica o seguale :
Recebemos boje urna noticia terrivel, mas au-
llientica. Na parte occidental do governo de Var*
sovia ficam situadas tres aldeas quasi exclusiva-
mente habitadas por camponezes orthodoxos, s
alguraas familias de camponezes polacos tinham i-
abaratn de ebegar da casa de Ladislau cado na(]uenas a|dt}as. Uma nformagao offlcia|
Entre as outras pessoas presas, me- mos,ra que Mis ^.^ fam||as foram massa.
arsovia, e Ignacio Sikorski. Aquelles
rece partcu ar mencao. um tal Aurelio Seuger. A craQas excepgo, pelos camponezes russos, os
visita domic liara, que se. verilicou em sua casa- quaes lancaram depois fogo s habitacoes das suas
proluziu o dcscobrimento de numerosos impulsos victimas. O cura da egreja catholica, que resida
da polica nacional de Varsovia e do secretario de 'u,na daquellas tres aldeas, partilhou a mesma
cstado.de proclamares revolucionarias e o que ain- sorteaos seus paroclianos; foi lanzado s chata-
da mais importante, do nma cifra doalphabeto1 nas pelos Russos.
mysicrioso que servia a correspondencia dos revo-' Na Gazette de Moscow l-se o seguinte :
lucionarios entre si. J f imp0ssivel diler que pu es,eja resUbele-
Entre os papis que se encontraran! em casa cida na Polonia. As guerriihas anda infeslam o
de Ladislao Boguslawski, hava um pedaco de pa-' paiz, conduzindo os camponezes para os bosques,
pe que dizia que a typographia do P. B. se encar- j matando os subditos dodicados ao governo, langan-
rcgava de fornecer os imprcssos para os falsos pas-
saporles com a assignatura do grao-mestre da po-
!i 11 de Varsovia.
com a sua espingarda de caca ?
Catholicos de hoje, que nem ao menos teetn pe-
la religiao do Calvario um pouco de zelo e de pu-
dor, que pela suas seitas tecm os sectarios das
falsas religioes I... Nao vedes, que os mullico-
res protestantes, que os proprios
se de vos ?
E venham fallar-nos em Antonelli...
ultimo.
Estaile da questo : pula-
iras do Sr. hispo d'Orleuns.
Temos visto com profunda dr hoinens de bem,
idolatras riem- mesmo al uus cliristos, deixaremsc levrnosla
queslao romana deplora veis illusoes, decid ndo
Deixemos que a onda assoberbe, nos os crentes com uma penna eslranhamente leve as grandes
nescios do filho de Mara A mao, que cscreveu questoes que aquella se ligam, dando em pasto a
no festim de Balthazar, anda pode escrever outra discussao dos ignorantes, e publicidade mais pe-
vez I O braco, que deteve os reis barbaros, con- rigosa, pensatnentos temerarios, o sacrificando
serva a mesma forca I Paraos novos Julianos a- com inexpnmivel presumpcao d'espirito iuleresses ees
dos ar-
guin-ntos, i^ o |iiimeiro raciocinio da ver.lale. Base
rndeslruriivel de enconlro a qual v.'io >e desfazer
todos os esforcos do sophfsma ella encara ini|.a*si-
vel e indilerente a corngem de seus mangos;
deseancando sobre os dados imperiosos da verdade
provavel ella zofliDa du lodos os iftques, c|ue Ihe
po-sam dirigir os espritus picvinidos por uma na
f njustitleavrl.
O (iliilosopho pode muitas vezes enganar-se em
seus argumentos de razio, e seu engao aelta justi-
ficarao possivel na fallihilidade de seus ineios cog-
noscetivos ; mas aquelle, que prornrand) ler a his-
toria as deliciosas paginas de agradareis roman-
ces, trahe de proposito sua verdade c sua f, esse
nao pode deixar de ser repellido pela opinio sen-
sata e refleclida, que quer ver- no historiador o ca-
rcter sitado e circunspecto e nao o espirito avas-
sallado pelos arroubos de romnticas imagtna-
,.o e rtgrw, .rfc. i
dores de um grande direiln, tem ja a* i_
recompensas de seas immenmM irabaskM.
E nesla relaco el o iemiu para r<>n Rml
ArrancandiHido estado t barbaria entipie^n. e
ofierocendo Ihe as mximas saluure* nnasi&a
moral, Hiles fn inaram ao mesnm i>>mpo a Hjiwfcj
de do individuo, da familia e dfesU*v lh> iwl*\
do |ior que smente reaberendo e erastrawbp
deveres, que a>'oui|anham o ente rarionat Ketr,
< que elle i'on-i'.'ue constituir o pafn n
bem es) .r e ser til aos lis senv-H i) ho-
rnero que desn.nlKiv i santi lade da- rrl;K.V- )f*e
o prenden em soned.id asfti ee eresW 4e
intelli|wocia e rebeixj a prunasia de ss
aquellu que vivo <>mrte para si, desaneasas e
sajttad. sentiinentos do corara iSMbJB d SM-
gestoso titulo de rei da crearo.
Da familia j>or que al,rin.J o caiisibs m sesv-
limentos moraes pelos tramit.-* d aaaor, qae *e
reausa o grande dester,Uum da bejmaaadr. O
amor e a chave me abre o rono do tiasarai aus
grandes sentimentos e s grand.'-* arroe*... A fa-
a e o fecundo d->po4iiu
Verifi'-ou-se uma busca mui minuciosa na in-
dicada typographia, fuita pelo coronel Dergaman;
ai nada descubru que dsse o menor vestigio de
falsos passaportes; masencontraram-senuin raixa
pertenrehte a uro dos operarios typographicos cha-
mado Pedio Rieff as mais suspeitas cartas. Rieff
declarou que aquellas cartas Ihe tinham sido con-
Ihdas por um dos seus prenles chamado Stanis-
!u Tarnowska. Fo encerrado na priso da muni-
cpalidade. Segundo se colheu do summario, aquel-
lo Rieff era u n membro importante do governo na
-cional.
< O agento da Polonia Konjck, cuja prisao Ihe
niencionei, fez confissoes e tndicou um grande nu-
mero de outros agentes do 8 districto que perten-
cian como elle a organisacao nacional. Todos es-
tro ja em ferros. Dous dalles, chamados Rojanski,
o Kawski, tinham estado encarregados da distrihui-
c3o das cartas de seguro do governo nacional. To- L-se no Journal Officiel de Varsovia :
inda voga a mesma predieco O Galilea faz um e principios, que bispos reunidos em concilio s
esquife I
As portas do inferno nao prevalecerao.
Amar, crer e esperar.
19.
Paitaras do Sr. Guizot.
O Sr. Guizot nao suspeito para a impiedade ;
nao dos ultramontanos, raca de animaes fero-
zes, em que lodos os impos da moda fallam, sem
que saibam a significacao do nomo. Oucamo-lo:
A uniao dos poderes espiritual e temporal no
pontificado nao foi um facto systematicamente
procurado e alcancado em nomo de um princi-
pio racional, onde uma pretengao ambiciosa : a
razo e a ambico tiveram nsto a sua parle-, mas
foi a necessidade, uma necessidade intima e con-
tinua, que verdaderamente produziu e tem raanti-
do este facto atravs de toda sorle de obstculos.
< Cumpriudo e para cumprir sua msso reli-
giosa, excrcendo e para exercer seu poder espiri-
| tual, o poutificado teve necessidade absoluta de
i independencia e de uma certa medida de autori-
do mao dos dnheiros provenientes dos impostes,
etc. Para se ficar convencido do que a vaneamos
basta ler o Dziennik Powsrechmy, jornal oflicial. A
insurreicao enfraqueceu talvez na Polonia, mas nem
em toda a parte foi ainda esmagada, e a paz e a
.ranqoillidade nao se pode dizer que estejam res- maleria,. adqiMTbWS, prmeiramente em
Roma, depois nos arredores de Roma, depois em
O numero das tropas que oceupa o territorio
do reino da Polonia, tem quasi duplicado desde o
comeco da insurreicao. As autoridades, lendo
sua disposcao um tao consideravel numero de tro-
pas (uns 10,000 homen), esto habilitados a man-
dar marchar a cada momento columnas movis
que nao dao treguas aos guerriihas, nem Ibes dei-
xam descanso. Pode assegurar-se que a insurrei-
cao jamis so torna a desenvolver como no anao
passade, e que nunca mais tomara as preporcoes L
outras Ierras da Italia, successivameale e por di-
versos ttulos ; principalmente como magistratura
I municipal, depois como propriedade territorial e
! em virtude do poder poltico inherente entao
propriedade, finalmente a titulo de soberana ple-
na e directa.
que ento tomou : mas uma vez que nao foi suffo-
cada durante o invern, tambem se nao pode dlzer
positivamente que possa ser vencida antes do ou.
tomno. >
do* os agentes presos, pertencem ao 8* districto, j
confussaram o seu crime indicando as pessoas quo
dalles recebiam cartas de seguro. (Iracas a esta
desrobert do majar Rydzowski, a polica de Var-
sovia, expurgada, poder de futuro exercer uma
ar cao niis efficaz.
t Os papis que se encontraran em casa de Bo-
gOSlavski tnosliam que os revolucionarios vigiam
allcniauenie todos os actos do governo, paraly-
sando-os quanto possivel. A causa, s pdc cx-
plicar-se pela conveniencia dos funcionarios (dedi-
cados era appanncia ao nosso governo) com o go-
verno nacional.
% Citare apenas um facto; num pedaco de
p.ipel encontraramse escripias as seguintes pala-
vras :
t Hoje enmecou a polica russa a impressao dos
passaportes. Extrahiram-se dous mil exempla-
4 ros por dia. Esta impruiso ha de continuar por
t seis dias; indispensavel entrar era retardes
enm o mpressor, alim de se oblar, quando mais
t naosnja uro exemplar. Esta impressao esta vigia-
da por sete guardas.
O goveruo nacional quera poder fazer tirar ao
mesmo teropo as suas imprensas, impressoes se-
melii.tnti's para os seus falsos passaportes. Recen-
teniente preiijeu se um grande numero de pessoa
munidas de pasaportes falsos. Nesso numero fi-
gura um joven chamado Dimitri Ktaehowa, ao qual
se. encontraran papis importantes que provam a
sua filicao no governo nacional.
O governo nacional eslava cm aturadas reta-
cees cotn os revolucionarios das outras cidades,
mesmo com os (|ue residem alm da frontera. Em
casa de Ladislao Boguslawski, encontrou-se a cor-
re.-poiidenca deste individuo com a polica nacio-
nal de cracoVia.
c Por uma resoluco do lente do reino, datada
de 8 de abril, foram condemnadas a pagar multas
as seguintes pessoas :
O proprietario Feli Kadlubowsk, i,500 ru-
blos (3:600000.)
t Os propietarios Theophilo Skrzynsky, Ro-
dolpho Janszewski, Matheus Sikorski e Leopoldo
Sokoiowski, cada um em 1,500 rublos (1:200,5000)
t Os irmaos Joao e Henri me Boones, esludantes
da universidade de S. Petersburgo, cada um em
300 rublos (4005000); o proprietario Roberto
Hirszenfeld, 100 rublos (805000).
i A importancia das multas impostas s naquelle
dia 8 de abril, nao inferior a 13.100 rublos (ou
10:480*00).
V
Le se na Patrie :
c As pessoas e a governanca vieram ao ponti-
ficado como um appendice natural e um apoio ne-
cessaj-io de sua grande situaco religiosa, pro- i
porcao que esta situado se desenvolva. As doa-
caes de Pepino e Carlos Magno nao foram se nao
um dos principaes incidentes deste desenvolvi-
mento ao mesmo tempo espiritual e temporal,
cedo comeQado, e continuado pelos instinctos dos
feros como pelos favores dos res. Foi para tor-
narse chefe da egreja, e para s-lo realmente, que
o papa foi feito soberano de um estado,
S 20.
Ainda o Sr. barao Ricasoli.
Eis o que escreveu o correspondente de um a-
credttado jornal do imperio, em carta datada de
24 de Janeiro do corrento anno (1862) :
t Ricasoli ha explicado em differentes discur-
sos a siluaeao da questao romana. ltimamente
dssono senado, que era Roma se cumpriria a sor-
te da Italia e da humanidade, sem que todava se
possa marcar j a hora do triumpho.Talvez nes-
te momento, dizia elle, estejam amadurecendo os
nossos deslinos. Entretanto, hei de tnanler inaba-
lavel a allianca com a Franca, cora a qual rei
sempre de accordo neste empenho.
Fatal cegueira do espirito satnico 1
Ricasoli oonta com o triumpho, e apenas tem
locaran) trmulos, c temeriam agitar como as co-
lumnas do templo 1
Ah I Sem duvida a santa egreja pode ficar sus-'
pensa entre a trra e o cu, e nao adherir neste
mundo senao mao invtsivel quo a sustenta ; sem
duvida o vigario de Jess Christo, como o propro |
Jess Christo, peregrino apostlico, pode n<7o ter
urna pedia para descancar a cabeca, ao passo 'u-:
as raposas teem uma toca, e os passaros do cu um
nmho (Mal. VIII, 20.)
Esta situacao seria muto profer vel que pro
punha um escrpto muito afamado. () Mas os
nossos irmos na f, que poderam conceber e nu-
trir taes pensatnentos, permittam-me que liles di-
ga : tomaran bando por uma philosophia elevada
i detnais.
Certos ou quasi certos de terem um abrigo para
a ultima hora, e um padre para darlhes a ultima
benco, esqueceram de todo, quo grandes, que im-
mensos interesses seram compromettdos por laes
calamidades, e nao virara, que a caridade e a con*
ciencia naopodem permttir aquein quer que seja,
aceitar com tal sangue fro o desastroso futuro, que
as desgracas da egreja romana acarretariam Roma>
Italia e toda a Europa.
Nao, nao se trata de fazer experiencia : todos
nos importa saber aproveilar as lgoes da Providen-
cia; e os golpes de raio com que esta nos ha des-
pertado.
E' preciso finalmente, depois de tantas agitagoes
e tormentos, depois de tantos desvarios e peusa-
mentos avenrnosos, quando a trra treme e tage
,debaixo dos nossos ps, mister remontar aos ver-
daderos principios; mister que nos prendamos s
condicocs inviolaves e essenciaes da socied.v
de. E' rasler reconhecer que, no propro interesse
dos povos, a soberana tem ttulos, que sao a salva-
guarda e a vida das nacoes. E' mister convir, que
o poder publico temdireitos-, que para com elle ha
deveres; que ha preceites apostlicos ordenando a
obediencia e o respeilo a esse poder; que os apos-
tlos nao sao utopistas e vos discursadores; que
ha um S. Paulo, o qual disseSede submissos s
potencias (Rom. XIII, I); que ha um principe dos
apostlos, prohibiu servirse do aome da liberdade
como de um ven hypocrila para cubrir a maldade
e a revolta (I Pet. II, 16); que ha um S. Judas, que
esligmalisou esses horaens perversos, que despre
sara toda a auloridade, que blasphemam de toda a
magestade (S. Jud. 8); que ha finalmente, como
disse Bessuet, ura filho de Deus, que disseA' Deus
o que e de Deus, e Cesar o que de Cesar.
ada-
Invoquemos, portanlo, anda uma vez o teslemu-
nho da historia.
Quem desconhece os grandes beneficios presta-
dos a humanidade pelos lilhos de Santo Ignacio com
a execucao de suas importantes roisses f Quein
ousar por em duvida a inmensa glora, que al-
cancaram levando aos ennfins da Ierra a uneco da
verdade atirantada pelo facho inexlinguivel da f 1
Olhae para o Levante... vde-os subtrem os de-
cantados montes do Lbano, arrimados na forca in-
gente docajado de suas virtudes; segui-os no atra-
vessar os extensos e arenosos dsenos da Thebai-
da... que vos parece? O sabio que vaecom-
passar os restos da anlignidade as sohdoes da
frica e da Azia, tmn de certa jus nossa admi-
rayo; mas ha ahi feito mais grandioso e adraira-
vel ; 6 algran desronhecido Bossuet explicando a
palavra dos prophetas sobre as ruinas de Tyro e
Babylonia. >
Nada ha que atemorisa o espirito desses intrpi-
dos emprehendedores : nem a inudaiicade clima,
nem o rigor dasestaces, nem o excessodos traba-
mos, nem o mu trato dos habitantes, nem o furor
das epidemias, nada aavora seus coraces abra-
sados as llammas da caridade. Chetos de un vi-
vo ardor pela causa da verdade os padres Xavier,
Tartlln, Jacques Cachod. Buchet, Royer e oulros
tomam sobre seus hombros o pesado encargo de
acendetem o facho da f nesses coraces empeder-
nidos pelo germen da desnrenca. E qual seria
o seuiuieresse f oque podena dominar no espiri-
to desses novos Paulos para realisarem^ima tao
admiravel abnegacao f quaes eram suas terrenas
recompensas i nenhumas; os nicos movis de
tao heroico procedimeuto eraro s e somenie o
amor verdade eo cumplimento do de ver, que
Ihes impunha sua msso evangelsadora.
Ao passo,que assim penelraram as luzes no te-
nebroso cahes do Levante, a China parlicipava
egualtnente dos mesmos beneficios. Os padre
Rleci, Adao Schall, Verbieit, Parenin, Premare e
outros nao Acaran somenos aos luzeiros do Levan-
te. O jesuta, que parta para a China, diz Cha-
teaubriand, annava-se de telescopio e compasse.
Apparecia na corle de Pekiu com a polidezda cor-
te de Luz XIV, rodeado do cortejo das artes e
ciencias. Drsenrolando mappas, gyrando globos,
tragando espheras, ensinava aos mandarn* espan-
tados o verdadeiro curso dos astros e o verdadei-
ro nome do quero os dirige as sua* rbitas. Dis-
sipando os er>os da phystca, atacava os erros da
moral ; repunliano curacao, como sua legitima s-
de, a simplicidade, que delocava do espirita Com
seu proceder e sciencia, o mssionario ins|iirava
um tempo profunda veneragao a seu Deus e alta
estima do sua patria Eraro ao raesmo tempo os
mestres da f e os mestres da sciencia.
E as missoes do Paraguay ? (pirro desconhece
sua grandeza e iniporlaneia ? Voltamlo suas vistas
para as espresas florestas do novo mundo a com-
Htuhia de Jess descubriu nellas um frtil terreno
para plantar a arvore da cruz. E desde esse mo-
mento os bravos soldados de Santo Ignacio nao
descancaram. Invdando todos os esfergos, affron-
tando todos os perigos e zombando de todas as dif-
ficuldades elles conseguiram levar efleito a obra
de seus formosos projeclos.
O Paraguay que apenas conlava setenta annos
de existencia conhei da e que ainda gema sob o
Estes principios bao sido extraordinariamente duro pesadlo da selvageria transformou-se logo
...." ."- : ... em nma be la repblica christaa, que tiorescxu
sconhecidos, e forca confessa-lo, de certa tempo rt0 l|c cen(0 vm(e annos_
0 gabinete de Copenhague dirigiu urna circular duvidas sobre a hora I Era o que aconteca Ca-
aos gabinetes estrangeiros, na qual protesta contra
o bombardeamento de Sonderburgo.
As ultimas correspondencias de Duppel do os
Prussanos a 60 metros da praga.
vour___ E os designios de Deus em favor da sua
egreja 1 Desses nao cogita Ricasoli, porque elle
Ricasoli, Mafoma italiano sabe, que o poder tem-
poral dos papas contrario ao espirito do Evan-
gelbo. Faria rir, se nao provocisse lagrimas...
.uma carta de Copenhague diz quesereuniuj AmaQurecem os D0SS0S destmosf dsse Rica.
no da 9 do corrente uma assemblea popular, sendo ; ...
____,,, .- sol. E quero disse a Ricasoli, que o carpinteiro
por esta occasiao assignada uma mensagem ao par- H
lamento italiano. N'esia mensagem diz-se a Italia do esquife de Juliano nao tara mais esquifes ? E
que a causa dmamarqueza irma da causa Italia- quero Ihe disse, que o domador das tempestades do
na, porque os inimigos que a Italia combateu era mar da Ga|ila> nae po(Jer affronUr todas as ,em.
Milao e .pie combatera anda em Vneta, sao os ^^^ ? QUem ||,e disse, que o forte contra as
que a Dinamarca encontra em Frederica e Dup- p,,,.,^ do inferno, ser raco contra as portas de
pe. o
Viclor-Garibaldi ? (1)
A sefrnmt',proclamacao, dimanada do partido
nacional na (fjlitzia, foi afiliada em todas as cida-
des, a par do manifest do imperador :
t Cidado!.
A comni'issao do governo nacional creada para
fnnccioiiar na Galitzia, disse na sua proclamagao
de 14 de fevereiro, que em presenga da luta abena
com a Rnssia, aquello governo eslava resolvido a
nao se affastar do programma expoto no seu pr-
rieiro manifest, e que s pedera a Galitzia que
fosse o auxiliar indirecto da Polonia. A nagao po-
laca, obdecendo ao seu governo, conervou-se per-
leramente tranquilla na Galitzia, e soffreu com pa-
ciencia todas as perseguiedes das autoridades aus-
tracas.

i Em todas as occasies o governo nacional po-
laco e a nagao polaca na Galitzia, provaram que a
sua volitado era ajudar os seus irmos combatendo
contra a nsurpagao da Rus>a; mas repelliram
sempre toda a idea de uma revolugo na Galitzia.
C "ove no austraco porm, estabeleceu o estado
Je'siiio na Galitzia, e ameaga com as mais terri-
veis perseguiges os filhos fiis do paiz, que auxi-
liam os seu* irmaos na guerra contra os Russos.
Diz-se quo esta medida fo tomada com o receio de
qne o governo nacional e os Polacos tivessem
lencao de organisar uma sublevagao nesta provin-
cia.
Mas o verdadeiro motivo do esUbelecmento
do estado de sitio nao o receio de uma revolugo
na Galitzia, o desejo de vir em auxilio dos
Bussos, incapazes de submetter orna nagao de he-
tes que ceoibaiem pela sua existencia. Preten-
den! acabar com o movimento nacional; querem
at mar-Iba us fracos soccorros que recebe dos IV
laeos ua Galitzia, e estendein a mao aos mortaes
Inimipos da Polonia, para mais depressa chegarem
ao exterminio da naco polaca.
Cidados.O numero dos raimigos da nossa
piatria augmenten em consequencia d'isto; mas a
insurreicao anda nao esta vencida; ha de existir
for iiiuii.. lempo. Perseveremos tambera nos nos
nossos esforcos, o continuemos a auxiliar os Pola-
cos qne rombatrm pela Polonia. Quanto maior
or a tyraonia em que vivemos, e mais odiosas fo-
rera as pcrM-guiges a que eslivermos oxpostos
maior ha de ser a nossa actividade. Reunamos di-
Bhciro, compremos armas e niuniges, e damos
ludo quanto nos pedirtm aquelles que raarcham
cara o combate. A valente mocidade da Polonia,
e em geral todo) os que estao em circumslancia
E a Franca ? Se Ricasoli falla como acabamos de
N uma corresponda de Turin e-se : .
ouvir, empenhado como esta, no seguranca ao ca-
A Opmwne desla manhaa (3) contera um ex- tholiciim0t COnhecdo como em maleria de ama-
tracto da Chromca Vneta do mez passado, no qual urecimento de destinos, e apezar de tudo protesta
se descreveu o armamento de Austria em Veneza camjnhar sempre FraDC4| porque couta
com uma complacencia, cuja exageragao nao ha Franca
exemplo. Aquella Chronica obra da comraisso
veneziana que rosidiu era Turin. Se Ihe dermos E tonta. Com a Franga de Luiz NapoleSo, que
crdito, o exercito austraco actualmente de do Janeiro deste anno apresentou-se como pre-
180,000 horaens, e esto tomadas as medidas ne- destinado, para dar Deus oque de Deus e
cessarias para o reforgar com mais 100,000 homens Cesar o que de Cesar. Infeliz Franga 1
em menos de uma semana. Isto as precises de Luiz
material estao preparadas era todos os pontos, e aitieias
trabalha-se sem descanso para completar as fortifi-
cages do quadrilatero.
Nao obstante esie jneparativos da Austria, o
governo italiano esta perfeitameute convencido de (
que nao ha de ser atacado ; e como esl muito re-
solvido a nao dar pretexto para a guerra, a posigo
conservase a mesma, e ainda se nao v como pos-
sa mudar. S o partido de argo podena langar
logo plvora; mas em quanto Garibaldi estiver era
Inglaterra nada tentar esse partido.
O pensamento do governo italiano que a con
Napoleo trabalhando as liberdade
I
Boro proveito, Sr. barao Ricasoli ; nao ser,
porm, mu, que tenhaes algum cuidado com o
vosso companheiro de viagera, sobrinho de seu feo.
Um chegou ao throno, coberto de gloria com a
fronte Iluminada pela luz do genio, tendo enchi-
do o mundo com o seu nome ; o outro veiu das
ras de Londres e das prises de Hatn. Um velho
de sotaina assigoalou o principio da queda do pri-
meiro ; o que ser do segundo ?
Queira Deus a Historia de Cesar nossa ser assig-
de
para c. Para couduxir os espiraos desvairados de
uma outra pona da Europa, convm talvez (ter-
rivel oportett dizia Bossuet) a existencia dessas
iaversoes violenta, dessas espantosas commoges,
que o nosso secuto assiste ha 60 annos.
Convir ainda, que esses principios sejam viola-
dos de novo
augusto, no mais paternal dos soberanos? Depois
de to grandes e tao terriveis liges ao menos nao
venham, em nome de um chrislianismo escandalo-
so, bater palmas a cada nova revolugo que abala
o slo europeu ; nao sejam mais perseguidos com
anathemas os poderes, que ousam defender-se, e
por o direlo ao servigo da ordem, porque fazer tal
sera consliluir-se muito culpado culpado de uma
temeridade infinita, o menos que se pode dizer;
culpado de um esquecimento profundo dos precei-
tes evanglicos; culpado e cmplice, de bom ou
mu grado, d 'sses sentimenios odiosos, que se oc-
cultam no fundo de todas as paixoes revoluciona-
rias!
Permuta o cu, que renasga a calma nos espiri-
tes, depois de tantas tempestades; que a simples e
forte verdade guarde d'ora vante as inlelligen-
cias e os corages, que tao grandes liges produ-
zam, era fim, para todos, fructos de reparagao e
retrocessos de sabedoria, de ordem e de paz na
liberdade e na justiga!
i
ferenci dinamarqueza" ser o germen 'do futuro nada por um imperador... Muito terao a gauhar
congresso, e que, assim como em 1836 a questao os typographos e os lvreiros, e tal collega trar
de Italia foi suscitada a proposito dos negocios do graude honra aos modernos escriptores.
Oriente, poder tambem ser concluida em 1864 por -'
um congresso reunido com o fim especial de por Se vencer em, qual ser o
termo questao dos ducados.
Trata-se s do saber se se conseguir regular
a questao italiana, sem disparar um numero de ti
ros propercionado sua importancia. Mas seria
prematuro formar a este respeilo quaesquer con-
jeeturas. Ba>ta-me ter-vos feito conhecer como
aqu se encara a questao geral, e como se espera
tirar partido della. Pode acontecer que Garibaldi
perto
Foi essa a grande obra dos jesutas.
t Etn poucos tempos elles formaran de- seus do-
ceis neophylos ebreiros, artistas, agricultores esol-
dados, escreve Joo Alzog ; Ihes procuraran ar-
mas e artilhara para se defenderem de seus vizi-
nhos e os amoldaran assim pouco pouco aos h-
bitos regulares da vida de familia e da vida civil;
a execugao das leis era confiada miraras Mi-
na pessoa e seu representante raas i giosas. Os jesutas tinham se reservado-o cuidado
dos doentes ; seus eonhecimentos mdicos, a en-
genhosa e prudente habilidade dos padres no meio
das epidemias ftequentes e perigosas do paiz, Ihes
asseguraram rpidamente o imperio das almas.
O zelo de que elles se achavam possuidos, e o
interesse, que mostravam na realisaco de sua
obra magnnima, lizeram com que a colonia pros-
perasse e augmentarse prodigiosamente. Aquel-
les que pouco antes s sabiam manejar o arco e a
flexa dormindoo somno perigoso de uma falal in-
dolencia, j conheciam o Uesfructavam as doces
consequencias da sociabilidade, ja se viam no gozo
das sinceras relaees de familia repousando inal-
teraves na sagrado descango do lar domestico Sua
vida eslava guardada, sua propriedade eslava ga-
rantida e elles faziam a doce paz dos senlimentos
do curacao.
As missoes do Paraguay nao reclamava grandes
desenvolvimentos : esto cima de toda contesta-
gao. Era sublime ver o jesuta de quando em
quando encontrar traspassado petas flexas dos sel-
vagens o corno de algum de seus companheiro,
resar sobre elle a oragao dos mortos e caininhar
impvido setnreceiar o mesmo resultado... Se
melhanle ao soldado no campo de batalha, que dei-
xando atraz aquellos que Ihes roubou a mao da tnor-
le, marcha dbassombrado ao encontr do inimigo,
assim o jesuta, beijando o chao em que descao-
cou desfallecido o consocio de suas fadigas, avan-
za' corajoso para aquelles que reronhece seus al-
gozes e que se confessaro seus carrascos.
c Scenas dessas repetidas a cada instante, ob-
serva Chateaubriand, assombraram as hordas bar-
baras. Algumas vezes pffluiam em redor do pa-
dre desconhecido, que Ihes fallava de Deus, e lita-
vatn o cu que o apostlo Ihes apontava ; outras
vezes fugiam-no como um encantador e senliam-se
transidos de terror extranho ; o religioso seguia-os
esleudendo-lhes as maos em nome de Jess Chris-
to. Se nao poda rele-los, pianiava a sua croz ero
lugar descoberto e ia esconder-se nos bosques. Os
Os jesutas, os (auristas e as irnias de caridade
defendidos per si mesmos no tribunal da razo
e da histeria.
(Confinuarao.)
V
Temos at aqu arnmpanhado o Sr. deputado Pe-
dro Luiz em suas terriveis invectivas contra a rom-
pan!) de Jess, forca que concluamos essa parto
de nosso escrpto.
Arada nao havemos feito mencao de todos os av,zinhavam-se vagarosamente para exa-
l nutrimos a louca prelengao de ^"seguir Va-; M jma(i ^^ ^^ "^ csse s.
s nnai Ha ia caUanao o mssionario entao sahn-
louca
roos somenie esbogar o quadro
missoes.
Nao ha abnegacao maior que a daquelle que, des-
presando todas as terrenas considerages e se dei-
xando levar soraente jielos recolhidos accentos de
sua consciencia, saeritica familia, patria e bero-
------ T r-ruBiradii
sentimentos e essas acede, rvprodu-Uv amata
e man bettej na dilatada arena lo cama -,
O clu i.-tianismo, banindo o amor pagu. aaa
material planlou a s.-m>-nt do r,r laderoamor ime
b^tii depressa germinan^, lego frurtiMrmi. lraa
cultor ddtn sein.-nte (01 o padre, e no Bra-d M a
jesuta... Foi o j.'i'iita que eit>noti ao Mm> daa
sel vagens a o I liar con respeilo e venerara tw
merece, a parte inifgrante de sea ser,'
que completa sua vida... Fui o jesuta >jue
o pao ver sen filho o snrc-Mor oV ^^ ame, a
continuador de sua rxi>t-neia... Foi ,> j<
resguardou o santuario di familia di) ro.
quilainenlo que a continuara a coi
barbaria...
Do estado por que a felici lade it eMada raav
pleinente necessario da felietdade da familia
Quando a familia e convenieatemeni- Topetuda
quando os diretos que a rvolvam se araam r-r
cados das necessarias garantas, o paiz ai. **-
deixar de marchar as verdadeiras viaa J> amt-
meuto e das prosperidades. A poaca da nindn
nao pode ser seno a mesma poiatca du
gyrando era bases collossaes por ser mam i
o circulo que ahrange.
Essas verdades que deixamos minda a i
repousain na mais pura mural sw-iai. ai i
taro a un-nor rouie>lagao, esli acaM da i
ve controversia.
Ora se assim e se essa obra nrodif *t*a drn-
da aososforeos incangavei> da tomtnimltm t Jmm.
como negarse os grandes beneficio* ipie etta dr
ve o Brasil T
Quem |H>de contestar os importa ates *arn< da
incansavel .Nobrega ? nao ha magaeta, da 'a his-
toriador Southyy.cujos talento* deve oftraeil
tos e lo per ma nenie* servirs; t devesan
como o tundidor dessa *y>tema ta esT
seguido pelos jesnitas no Parafoay. Ora.
nao perder de vista que Soutbav ioiuhjo
rado dos jesutas.
_ Os traeos que nos deixaram os jeeaas asada
to bstanle vivo ; o* alis moaunrM mar
legaram faz-nos recordar com saudade esar* <
pos idos em que sua voz grave e mage**** i
bava as I ages do templo prorlamawln
m verdade ata entao des contienda peto*
filhos dos bo4<|ue*.
Os innmero* templos que erigiram s
tanto* Icsteinunhos ipie prole.taro malra a i
que se Ihes faz, sao outras tantas pr..va-
dos iimrensos l>en* que nos oerasiimaraa,
da boje, convertido* em repartige* poMieae. e 4
pidos de sua antis-s riqueza e magestaeV. Htm,
uma prova da aeeao civilisadora que el
esses padres e do quanto foram ule* a
paiz.
pena que sua passagem lenha sido de i
la durago, e que boje choremos si falta, i
que a iiidifierenra nao lavrawe esa tao graad ra-
la, talvez que a itnpiedade nae lvanla*>e tw att
a arroyante cabera. Infelizmente, ruad
grandes cousas o tornaren)-se rara* ; infc i
o* erandes actores pouco se deitam ver.
Finalisando a synlhese que preHadasaa i
lar dos alts feito* da cimpnnMi-i de inu*\
voncluso um sentimenlo de dor pela aa
parigo entre ne- e nina henean *.>bre sua i
ra. Prasa a Deu* que de novo ella veaha
sobre nos, o manto de seu* beneficios;
mente hoje que moral a reclama a a rali
espera.
esse o sincero voto de nossa coaaeiea
VI
A porfiada luta entre a verdade e a era, entre a
razo e a f, entre o ratnolirismo e n pr mo nao nova, tem seu berro no hrreo >la hama-
nidade. Em toda a tonga edade, if-
vessado o geneio humano, ella tem
seu papel revesiindo-se de forns dfl>-rrMrs A
guerra ao* nsJHirto* religiosos e un de s*aa* ta-
ces mais proeminentes, e sua ftoru devida m.
protestantismo.
Mas porque ana opposigo lo ule titaaili-
ciinentws? qual o fundamente que a jiinlimn t >
a classe social que mais ser vicos lem tri>lad> a hi-
iiiaindade ?
A lei e a vida, escreve Martinet em se JEda-
Meia ia humem, vein do alto, A fc. a esfx-r***.
e a caridatle, que sao ir* elemento da ti i-ace
chrisia, nao se popularisam em um estad, aa *c
mantea nella seno por meio de grande reserva-
torios e grandes centros. As |*-cpicoa inlmt
pelas quaes vive a sociedade, st,-.seiwpre arana*
gao de virtudes superiores, como as escvts ett
mentares ero que se m-lruero o Baaa, >at> aas re
(lexo das escolas ero que brbara as aMa- cien-
cias.
Ora quaes sao esses grandes toro
de inoialidade ? donde parfam
dilfuiidindo-.se pela athmospbera -<
hoje as cstraitas dos res e dos iavaa,
e dos subailos i Km face da evel-ni verdade >U
hisioria nao se pode negar a influrncia prreaaaat-
ranh' ao claustro na civiusa^> modrrna t'rlaa-
tro fot o centro vivilica.tor da* graades nle. I* a
alalaia vigilante pela coa-ervagi dos v.-fUt
principios, adulterados poto piulo-,>plii>mo aa ras
pura. Su nao fora elle eiopregar iodu >-m *.-
siduos esforcos para sustentar a inviuiabiUdaaV da
sublime deposito a estrada do progrrysu ler si*
obstruida pelos destroc* do paganismo a a viesa-
ra da verdade tena se tornado mus demtoi-
io*a.
Falla-se na media edade ; mas qual f-. *. pa-
pel na marcha vital da familia humana paaaa.ea
grandes males, que nos legou ella A me.a da
de lem certaineiile st-u* erro* porque a huauai.ta
de nao inf.dlivel uro momento *e.pi r drt>ar\i.
leticia : a enfermidade da iateUjrnr a* dotar.-
sa consecuencia da primeira queila,
< O liberalismo moderno, ob-erva acaMa ea-
criptor, que nao nos soube dar, sot o aaaae de b-
berdades con.slilucionaes, sena os andinos de dr-
potismo mai* illiuutado, nos represen as aanti-
ges da media edade romo Mitro* tantos ucrae
curvados ao jugo do ab>oluiisnio r. Iigiose a aaM
gnal da sua salvagao. O mssionario entao sahin- c0 Mas u coiararj dis>0 e ,,,,,.
do sbito do seu escondrijo e aproveitando a sor- inollslrao pe|a i,i,,oria. l)i f omaae
preza dos barbaros, convidava-os a deixarem uma ,|U(S ^ ^ com ,u,.jjM e iMutm .
vida m.seravel, para gozarem das docuras da so- toaa4 as |itM,rda,|es civis e na#*Baa, e qae aafettaa-
cit-dade. mente sublime esforgos para realisa-laa eaasaa-
0 aspecto da morle nao assombra a alma do ,Uuces m, Taan i ^
sorU do papmlo 1 vida eterna regios inhspitas, desconheeidas i"^*^ SJaSu aalrrif ?* Tu* a ^ ^ia ^^ J*0010 *> *r,"ta nt* *
Nao tenhaes cuidado dizem nos catholicos os plagas. Oh santa le. da caridade evanglica I A ^SK-g"' n e oelu rebanho ora ao* Sf'a'SSC ""'ti >S"U**' m
liberdadeiros gariba.dioo, O papa ser indepen-: do miginarra ^^n p^SSRi SfiSS J tSUtt^Sff^
dente, lera subvens abundantes tudp se tai, g^g^ BS S^^^r^ZT^^:^^ =t KSSrT'SS?V5"
pelo esplendor ta soberana espiritual. in exeelsts de Belhlem repercutrodo-se no espagado ,;_._.: ^ itiuigo ao cvangeino. a veruadeira i
. Irelogio do tempo... a sua clemencia. sao de sua moral e de sua p-diiiea Wa
E eis que um membro do parlamento italiano /?Mn>fS e docete omnet gentes; < nnnea vos as- Eis os trabamos evanselisadores dos jesutas, qual se regulou e aiuda -e retrata o
e'os%euVn7oc7dam de"urri!i'mneTra aunToeMeia se encarregou de provar a siocendade de tees pa-1 sustem nem as difliculdades das linguas, nema que elles reproduziram na Guiana Antlhas e No- moral e progresivo das faruMades hoa^ataai.
deac^oo^asi^^^ lavras. Diz o correspondente ha pouco citado : | differenca dos costumes, nem o poder dos priuei- va Franga" EoBra^ E etsa verdade > I nT|HhT *>
so/niin elle ha de i.ronunciar em Londres nao dei- P'o* nao interroguis o curso dos nos, nem a di- sentamenlo de suas crencas ? quem u fez partid- iramigos. Mazzini que se conti!ma o aeeasadar
ari de no dar dentro em pouco a conhecer onue Brofferio interpellou o governo acerca do di- receo das montanhas ; ide sempre caminho dire- liante das. tmmensas gragas do Calvarle T ojesuita. I publico da egre o .lo papado, Mazatni, me e-rre-
naestereH-eito! nheiro de S. Pedro, collecta permauente, cuja ap- to; ida emo vae o raio daquelle que vos enva, Podem os rebeldes Inhos da cruz esbravejarera no; vendo sua obra sobre-.4 Itati* em mmntm^s
reveno neaco setnure contraria ao sncean a aos inte- Cl" '<>' a Palavr. aue cha,,K)a atm a f,da e f"rof de ?eu herel,ru onth"s,^mo- nao consegu- com a hberdaee nviUsvcte motnm-mk-dux, i.,,
__________ pllc,,?ao e e npre conirana ao socego e aos inte ^^ ^ .^ ^ rau Jamaig ras>rar as ma|s be|las pagma. da ^..^, conYerte.,a uin ,,D. Ily suyaadirc tmmtt ia.
resses da lulia. Ricasoli, segurado o exataplo de | E ewa |em gjdo a |nha de cndUPta dos missio-! na patria, nem quebrar a harmoniosa cadeia da contra a doutrina da egreja e qae (aa mai de a.-M
Appfndiee s LirfS sobre a infailibilidade e e Cavour, declarou, que o diobeiro que os padres narios catholicos at hoje. Estranhos aos reclamos tradgao popular, qne repele ernn profundo respei-
noder Irmooral dos oaaas agenciaran) sob o nome de S. Pedro, era lio Insig-1 da trra elles tem levantado suas vista, para o cu te o nome venerando dos Vieira dos Nobrega, dos
P ntiieante une nao mereca a altencio do overoo ie procurado engrossar as Uleiras dos exordios do Anche e de mu.tos oulros. Qne importa que a
mucante, que nao mereca a aitencao ao governo, ( A[Ussini0 yi)l doerro, ostentendo uma falsa erudigo, pre-
e que alinal de contas era-um negocio de conseten-j e1 bello v-los galgarem montanhas, que pare- 'tenda trincar a verdade dos factos, se ella encon-
cia e de liberdade duas cousas que elle respetta e ciam inaccessveis, para iransi>ortrem eomsigo a tra em cada consciencia um desmintido, eemea-
palavra de lei ao endureciito reinado dos crios das da semblante um signal de reprovago ? A lucia
trevas; atraves>arem rdanles desertes e iuiper- nao nova, nem ude terminar, a vida do chris-
meaves florestas para levaren) ultima evidencia tianismo nao mais que uro longo eucadeiamento
o triumpho da fe assenUda as sinuosidades do Gol- de martyrios, rujo termo nao pode ser asslgnalado
gotha... Sao elles os onreiros do Mostr, que nao na serie dos lempos.
descangam no trabalho das vinhas... Sao os de- O Brasil tem uma divida c uma divida sagrada
da* declarado de aue o dinliciro de S. Pedro tu- positarios dos talentos do Evangelho que se mus- pagar aos jesutas. O seu rwonhocimento de-
ua uawia^Ho ... ... tram infatigaveisna reproduegao de novas conquis- vera ser eterno como eternos serao os beneficio*
gociode consciencia e tiberaaae, lia outra que o tas na aeenimilago de novas victorias... quo Ihe prodigalisaram esses inveterados apostlos
---------------------------------------------j Foi nessa sublime tarefa que os jesnitas mais se da f.
(i) Releve-mo o leitor a energa da expressao. disiinguiram : o Ijevanto, a China, o Paraguay, a Se a vida moral de orna nagao depende das re-
Pelo Dr. Aprigio Jvstinno da Silva Guimaraes.
(Condusao.J
fODER TIMPOBAL.
Palavras vas I A realidade a &eguinte :
Como aturar ura velno, cuja ascendencia choga' thollcos I
atPedro-pescador.que contra longos annos perdidos Na reSp0Sla de Ricasoli deve notarse que, antes
protege. Assim ficou o negocio.)
Ate j se ncommodam com as esmolas dos ca-
era um convento, gastes sobre livros de uma sci-
encia estpida, a theologia, se temos do outro lado
ura homem quasi analphabete, isto Iluminado
pela candura o innocencia da mais requintada
ignorancia ?
Como aturar um homem, qne na sua mocidade
O ssuranto governa-me. Se rae licito, repelirei Guianna, as Anlilhas e Nova-Franga sao outros gras que furtifiram a consolidago de sua autono-
como Cesar Canto t Bssa impossibiiidade filiia untos trophus, que lornam iramarcessivel a cora, ma (icios pnucipios que predominaran) no cdigo
miserave! da incuria e do modo, que tama indiffe------------------------------------------------- de sua eduragao, se suas artes e industrias, se
andou obscuramente a ensinar o Evangelho, sof- rente entre o criiie e a virtude, entre as obras dQ () Peosoque o Sr. bispo de rleans alluda a seu commerciu e suas leis nao podem prescindir
frendo o martyrio e as privacoat, se temos outro, homem e a de Dous. nao a ambictonaw.i alguma das brochuras smi-officracs da Franca, ida parte, que devem influencia desses principios,
invectiva edade media, e o anesaea aja aas a
(Continmar-ict.i
Em os arligos publicados nokDsariM e e 4 aa
corrente deraro-se os seguintes ariaa typographicos:
Diario de 3. Col. 5 L 153, stfarmia par jas*-
rada.
Mesma col. I. 1C1 ochase ao por araaer m
do no.
Col. 6. 1.22 proposta por protesta.
Mesma col. I. 85 incuUas por insulsas.
Dfirio de i. Col. t. I. 57. Senory por Sisaren
Mesma col. I. 1V8 falla por para.
Recife. 7 de mato de Idea.
J. Cuerna ia Sttra
PKRNaMBIU).- TTP. Di K. F. F HLb


Full Text
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