Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10361


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Full Text
9fc

Por trw aezes aoMaiUos .
Por tres mozos veicfdos .
Forte ao cor reio por tres aoios. 4750
ARIO
UBI L 1|K
Por mo aliuUi*.....191000
Pofte- ao comi ^or n tu* 3$W#
RNAMBUCO.
INCARRjfGADOS BA SUB8C3WP?O NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima'
Natal, 0 Sr- Antonio Marqnes da Silva; Ancaty,
Sr.A. de Leaos Braga; Cear, o Sr. J. Jos d
O i reir; Maranbao, O Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, 01 Srs. Manoel Pinheire l C; A-
maamas, o Sr. Jeroymo da Costa.
INCARR1GADOS DA 8UB3CPJPCAO NO SL
Alag*!, o Sr. Claodino Faleo Dias; Babia, o
Sr. Jos Martios Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martin* Gasparrao.
PARTIDA DOS ESTAFETAS. KPHJMOOUDIS DO MXZ DE MAIO.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias. I
Iguarasstf, Goyanna e Panhyba as segundas e| ,
sextas-feiras. 5 Ln* ""^ > n. e 2 s. da t
Santo Anteo, Gravat, Bezerros, Bonito, Cmara', 13 Qnarto cresc. as 4 h. e 61 m. da t.
Altinbo e Garanhnns as tercas feiras. 21 Loa chai*as 11 h- 4 m. 30 a. da m.
Pao d'Alho, Naxareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,|M r? K' ., m
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Caferobo,jw Qaart0 m,nf' as 7 h. e 06 m. da m>
Boa Vista, Ouricury e Era' as quartas feiras.
Sennhiem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-I '
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.! PRKAMAR DE BOJE
fina de Fernando todas as vetes quepan ali sahlr[_. .
navio. J Prmeira as 6 horas e 6 minutos da raanhia.
Todos os estafetas partem ao '/t da. 1 Segunda as 6 horas a 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEDtOS.
Paro sol at Alag* aS el5 pan o norte at
*Gr*fftl 7 M da cada mez; para Fernando nos
das Iftaoe meses dejan, marc., maio, iul, set enov.
^ ~ PARTIDA DOS MNIBUS.
,?** Recife : Apipucos as *Ujr 7 t/b 8 e
8 Va df m- ? de Olinda as 8 da m. e o da tarde: de
Jaboatfc soM/, dam. do Caxange V*r*eaas7
^tP^^"80 as 8 da m.
2o, W1.; **** o-Apiputt
MVmfi.1)
manhi
pan o-Apipucos as 3 % 4, 4 /* Va.
> e 6 da tarde; pan Olinda as 7 da
4 Vj da tarde; para Jaboatib as 4 da tar-
de; para Cachang o Vanea as 4 Va da tarde; para
Lis 44a tarde.
AUDIENCIA DOS TRTBNABS DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundase quintas.
Reiacao: tercas e sabbados as 10 horas.
Fasenda: quintas as 10horas.
Juio do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 horas,
Prmeira van do civei: tarcas sextas ao meioj
di. '
Segunda vara do eivel: quartae e sabbados al honl^. ge ,
da tarde. I Paria O pW.
DIAS DA SEMANA.
9. Segund*. 9s. Gregario Na
10. Teres. Ss. Blanda e Pbi
11. Quarte. Ss. Fabio e Al
11 Qulola. S. Joanna pfinceta v.; S. .lere
13. Sexta. S. Pedro Regatad* f.; & Servar sa.
14. Sabbade. S. Alhaaasto a. 1!. Gil.
15. Domingo do Etatrias I
AMKHA-
PARTE UFF1GIAL.
^^S^^^^^^ lili ^^m^
fcWHUW Di riOVINGIi.
lipetaUe de lia 4 e maie de 1804.
Oficio ao nrigadero commandanle das armas.
Pode V, Ese. despedir do servico da pharmecia
do hospital militar o pfearmaceutieo civil contrata-
do, Carlos Felippe Rabello de Miranda, visto ter-se
presentado o patrmacaulieo de corpo de sade
do exercito Manoel Francisco de Oliveira, que foi
transferido da provincia de Malto-Grosso pan
su, segundo declarou V. Exc. em sea oUcio de 3
do correte, sol n. 004, que Sen aseim respondido.
Communicou-se ao inspector da thesouraria de
fazenda. i
Dito ao Dr. chefe de polica.Informe V. S. so-
bre o que eipae Kttiario dos Santos Leal, no ulti-
mo periodo do reqaerimento que aqui junto, com
referencia ao acto de sua prisao.
Dito ao inspector da thesouraria de fatenda.
Recommeodo a V. S. que mande pagar ao Dr- Caeta-
no Xavier Pereira de Brito, sob minha responsabili-
dade, no caso de nao ta ver crdito para esse fim, a
ajuda de custo, que Ihe compete como deputado
assembla geral legislativa pelo 1* districto desta
provincia.
Dito ao roesroo. Transmiti a V. S. a inclusa
folha era duplcala, a fim de que, nao havendo in-
conveniente, mande pagar os veoelmentos relativos
ao mez de abril ultimo, dos effleiaes en carrejados
do recrutamento oeste municipio e no de Olinda.
Dito ao mesrao.Deferindo e incluso requeri-
mento do t* lente de 4* balalhao de artilharia a
!, Jos Joaquim Ferreira de Paiva, que faz parte
do contingente do mesmo batalhao estacionado na
Baha, reeorantendo a V. S. a expedicao de suas
ordeas para que do 1* deste mes cesse o abono da
prestacao raensal de 154, que consignara nesta ca-
pital, convindo que essa repartico reraetta the-
souraria de fazeoda daquella provincia, pan os
devidos efleitos, a competente gua de suspensao
de pagamento. Communicou-se ao brigadeiro
commandanle das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Em
vista do incluso pedidoe nao havendo inconvenien-
te, manda V. S. adiantar ao ibesoureiro pagador
da repartico das obras publicas conforme solici-
tou o respectivo director em officio de bontem, sob
n. 110, a quantia de 6:5004000 res, para occorrer ,
as desuezas com as obras por administraedes a car-
go d'aquella repartico no crrante mez.Com-
rnunieou-se ao director das obras publicas.
Di|o o mesmo.Annuindo ao que solicitou o
chefe de polica em offlcio de hontem, sob n. 532,
recommando V. S. que em vista dos inclusos do-
ninentos, a nao havendo inconveniente mande pa-
jar a Manoel Joaquim, propriotano da casa que
servio de quartel do destacamento de polica, exis-
tente na eoerusilhada de Belem, a importancia do
aluguel da predia caa, vencido desde 17 de mar-
co da auno prximo pausado al 17 de Janeiro ul-
timo, a rano de 54000 reis meosaes, fazendo pri-
meiramente processar a quantia que pertencer ao.
exercico encerrado de 1862 1863, para ser satis-
.-ia quaado a assembla legislativa provincial
marcar quota para esse fim.
Dito ao mesmo.Restituindo o certificado que
veio annexo ao offlcio de 28 da abril ultimo, sob
n. 161, com que V. S. impugnou o pagamento da
ultima prestacao da obra da reconstruccao da bom-
ba, que desabou na estrada do Pao d'Alho, prxi-
mo ao engenta Mucambique, tenho a dizor em rea-
posta ao citado offlcio que, em vista da ioforma-
cao, junta por copia, ministrada a esse respeito
pelo director da repartico das obras publicas, em
dala da hontem e sob o. 121, mande V. S. eflecluar
sse pagamento, conforme j se ordenou, sondo o
respectivo arrematante! dispensado da multa era
que possa ter incurrido pelo excesso que se deu de
poucos das na entrega das obras do seu contrato.
Dito ao deserubargador provedor da Santa Casa
de Misericordia.Concedo nos termos de sua in-
forraacao de 3 do correte, a liceoga que pede no
incluso reqoerimento Francisco Maestrali para ca-
sar com Isabel Mara educanda do collegio das or-
phas.
Dito ao commandanle superior da guarda nacio-
nal do Bonito.Remello incluso por copia o offlcio
que em 10 de abril ultime, rae dirigi o U-nenle
Leoncio Loiz Pinto Ribeiro para que V. S. nlo s
informe a que praeas se deven os vencimentos
constantes dos prets que elle apresentou a collecto-
ria dessa villa e nao foram pagos visto como por
ofcio do 1 de selembro do anuo passado se man-
dou dissolver o destacamento de guardas narionaes
que ah exista, mais tambera adviria a esse offlcial
que segundo o dfsposto no artigo 40 do decreto n.'
1332 de 1854 nao elle o competente para exigir
o pagamento de vencimento do destacamento que
commandou.
Dito ao capitao do portoMande V. S. por em
iiberdade, e recrnia Antonio Jos da Santa Anoa
que provou iseocao do recrutamentq,
Dito ao mesmoPaco apresentar V. S. o re-
cruta de marinda Francisco Pereira de Paula, atim
de que Ihe d o conveniente destino depois de ins-
eccionado.Communicou-se ao Dr. chefe de po-
cia.
Dito ao inspector do arsenal de marinlia.Mande
V. S. admltir n.a companha de aprendizes mari-
ndeiros o menor Francisco de Oliveira Galvao que
ser presentado por parte do desembargador pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia.Coromuni-
con-se ao provedor.
Dito ao commandanle do corpo de polica.Ao
soldado do corpo sob seu commando Francisca Jos
da Silva que>4o julgado inhabilitado para o servico
em inspeccao de saude, como consta de seu offlcio
r>. 208 de 3 desle mes, mande V. S. dar a baixa que
pedio.
Dito ao raesroe.Ao paisano Manoel Tiburrio
de Oliveira que foi migado apto, como consta de
sua informado xl> desta data, mande V. S. en-
gajar para o servio dp corpo sob seu commando.
Dito ao mesmo.Mande V. S. por em Iiberdade
o leme do corpo sob san commando Manoel Fer-
nandes da Albuquecque Mello, visto que do parecer
doconselho de investigacaoa que elle responden
nao consta que houvasas e san parla inlencao em
defraudar a fazeoda nacional na somma que exis-
tia em ten poder por estar oammaadando a 2.S
companha dassa corno.
Dito ao mesmo.Era vista da sua informacao n.
257 de 3 desle mez, mande V. S. excusar do ser-
vico do corpo sob seu commando o furriel Jos Fe-
lippe .le Santiano mediante substitulco do paisa-
no Flix Bezerra d Figueredo que para isso foi
julgado apio.
Dilo ao director das obras pnMkas.Pelo offlcio
qoe Vmc roe diriga m 18 de afcril ullimo, sob n.
118, fiquei inteiradofde bnver o engenheiro Lieu-
thier cooiraUik>eem''r)r. Aojjustode Souza Leao
a substituicao mediante a quantia de 504000 reis,
de cinco estivas, que s* acham arruinadas na pon-
te sobre o riafeno Caj>ir5.Commiinlcou-se a the-
souraria provincial. i
Ditoao Dr. Joaqon Frarjcrsco da Para.Fico
sciente de ler sido V. Rvhis. eteito como me parti-
cikiu em seu offlcio de hontem, vinario capitular
desta dioc .ido. Sede Epitcopale
vacante. Comaibnifao'-a%> i thesouraria de fa-.
senda.
Dito ao tbeseureirodas lotetM.MandeiVmc. en-
tragar, tediante al nupwssrias csAVtUs ao the-
soureiro da irasH^KJOo Saoussinw Sacramento
da m.itrii da 8. j da Mal.
rtxtrajwo a favor das
i daqvaits Bjairiii
Dito aojuiz de direito do Limoeiro.-Informa cumpre appliear, subslstem em grande parteas
Vmc. se anda continua a grassar nessa fregueria oulras raides que as commissdes eneontraram
a> varila, jue segundo me commnnkou o delegado em 1845. Apenas a representacao nacional, hoje
de polica desse termo em 28 de marco ultimo, ap
parecer aecommetiendo a muitas pessoas, pan
cujo tratamento enviei medicamentos e designei
para applica-los o cirurgio da guarda nacional
Antonio Francisco da Cunha.
Dito ao juit municipal do termo de Cimbres.
inteirado pelo seu offlcio de 18 de abril ultimo, de
ha ver Vmc. pelos motivos nelle declarados, dei xa-
do de convocar o conselho municipal de recorso,
cujos trabalhos deviam tar comeco no da 17 da-
quelle mez, tenhoadizer que devendo findarem-se
o da 30 de julho vindouro os trabalhos da juata
revtsora da qualiftcacio da freguezia de Cimbres,
convoque Vmc. guardadas as formalidades da lei
mais desembarazada dos bices entao creados e
mantidos pelo antagonismo extremo dos partidos,
poder realisar melnoramentos qus entao, a des-
paito dos mais apreciaveis desejos, nao poderam
ser convertidos em actos legislativos.
A cammisslo, combinando as aspira$des com
aexequibilidade, limitou-se a consignar estes me-
Ihoramentos qoe a opimio publica mais imperiosa-
mente lem indicado. A commissao est intima-
mente canvencida que em materia de reforma
cumpre caminhar pausadamente e com grande
tanto, para que, suppondo-se crear novas garantas
sociedtde. nao se deslroam as existentes.
Cinco sao as ideas principaes, que parecaram
do prbcedfmento do juiz de direito a mesma atlri-
buicao que confere s relacoes o art. 454 d regn-
4 sete e as mais a cinco. Dislhbuir-
novamente creadas os menbros das
ajuaes que excederem o numero legal e lamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842.
erem; gozando dp predicamento de mais Fra do caso em que lente a dita provoca-
o de aoflguidade os que Ibrem para cao rx-ofllcio, a sentenea da absolvielo era im-
ald-Grosso, urna vez que nao sejam na- mediatamente ejecutada, sendo posto em tiberda-
las provincias on.aellas residentes. |de o reo absolvido.
os membros das relacoes existentes, que :. < 11. Ficam revogados o art. 80 da lei de 3 da
lerimento forem dtetriboldos pelas d flezeipbro de 1841 a a parte final do art. 4* da lei
Goyaz8*ito:Gro$so, como os que para ellas forera 'uV 40 de junho de 1835 ; e limitadas a disposi-
novames nomeados, terao direito, se 'o requere- coes dassa lei aos caeos ecrlmes indicados no art
rem, a serJransferidos para oulras relacSes era della'e aos de rnsurrei^JJo.
que sevfenflcar qualquer vaga, urna vez que te- i' |'8. O recurso de que t
nhara
o referido conselho para o da 15 de agosto, anm dever presidir confeceo da reforma de modo a
de tomar conhecimento das reclamacSes que por satisfazer a opiniao : 1*, separacao entre a polica
ventura tenham deixado de ser allendidas peta e a jastica: 1-, restitoir aos magistrados perpe-
predita junta bem como das que se derem na qua-1 toos e aos juizes reconhecidoS pala eoostituicao a
liflcacao da freguezia de Alaga de Baixo qae a alta missao de julgar, tirando-a dos juizes lempo- qual
asse lempo deve ter concluida j os seos traba- rarios e dos agentes dd poder eseaovo amovivefs to.
lhos.Communicou-se cmara municipal daquet- ad nutum ; 3*. conferir a magistratura maior ln-
la villa. dependencia, augmenUndo aos magistrados, sa-
ponaria.O presidente da pVovmia, eanfor- gondo as Coreas do thesouro nacional, os recursos
mando-se com a proposia do Dr. chefe de polica, iudisoensaveis pan sustentar'dignamente a sna
pesicao elevada; 4*, crear garantas em torno da
constante do seu offlcio n. 519 de 29 de abril ul-
timo resolve, de couformidade com o art. 7 do de-
creto n. 120, de 31 de Janeiro de 1842 crear um
districto de sobdelegaeia com a numeracio de 4* e
denominacao deSitios ovosno 4* do jultado
de paz da freguezia do Ouricury, o qual tara por
districto o territorio comprehendido naquelle, e or-
dena que nesie sentido se expecam as convenientes
ordens.Communicou-se ao Dr. chefe da polica.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta do Dr. chefe de polica n. 518 de
29 de abril ultimo, resolve nomear para os cargos
policiaes do districto de Sitios Novos (4* da fregu*
zia de Ouricury) creado por portara desta data os
cidados seguiotcs:
Subdelegado.
Tenente Benedicto Fernandos Rodrigues Coe-
lho.
Supplentes.
1 Joaquim Jos Gomes.
2." Corolano Gomes de Souza.
3. Capitao Goncalo los Rodrigues.
4.* Joao Fernandes Rodrigues.
5. Jos Gomes Perreira.
6.* Wenceslao Ildefonso de Urquiza Japiasau' e
Aragao.
Commnnlcou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren a sociedade Amor ao Prximo, insti-
tuida nesta cidade, e em vista do que dispoe o 5
do art. 29 do decreto n 2611 de 19 de dezembro de
1800, resolve nomear para' o lugar de presidente
da mesma sociedade Galdioo Jos Peres Cam-
pello.
Dita.O Sr. gerenta da companha Pernambuca-
na, mande dar transporte at o Rio Grande do
Norte em lugar de proa destinado a passageiro de
estado Jos Joaquim da Neves Canella.
Dfsaaeies o da -i > it de 1814.
Requertmentos.
Antonio Mara Pereira do Lago.D-se. ?
Ernesto Antonio da Silva Luis.-Informe o Sr.
inspector da tdesouraria de fazenda.
Francisco Marques da Fonseca Pitta.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Francisco Jos da Silva. -Dirija-se ao seu com-
maadante.
Jos Francisco do Reg Barros.A proposta do
supplicante s pode ser aceita, mediante fiaoca,
se o supplicante ebrigar-se fazer a casa perce-
bende o pedago da barreira correspondente a 18
mezs.
Commendador Joaquim Lucio Monteiro da Fran-
ca.Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zeoda.
Jos Felippe' Santiago.Dirija-se ao seu com-
mandanle.
Jlo Mauricio de Almeida e Albuquerque.In-
forme o Sr. commandanle do presidio de Fer-
nando.
Marcolioo Antonio Xavier.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Manoel Pereira da Costa e outro.Informe o Sr.
commandanle do presidio de Fernando.
Manoel Pedro Goncalves.Informe o Sr. director
do arsenal de guerra.
Miguel Pereira do Valle.Passe portara couce-
dendo a licenca que requer o supplicante.
Paulo Ferreira da PaixSo.-Concedo o praso de
30 dias, devendo este ser apresentado ao Sr. capi-
tao do porto.
INTERIOR.
RIODK JANEWO.
14 de atril de 4804.
Na sessao de hontem, foi lido o segrale pa-
recer :
A commissao de justica criminal, encarregada
de examinar a proposta de reforma judiciaria offe-
recida eonsideracao do corpo legislativo em 14
de agosto de 1862 pelo entao ministro da justica,
depois da haver applicado toda a sua alteacao i
um assumpto lao importante, vem boje apresentar
o resultado do seu exame e estudo, submettendo
Ilustrada apreciaeo deca augusu casan as
enjendas e additivos que Ihe parecerara indispen-
saveis para que a dita proposta melhor satisfaca
aos reclamas da opiuro e s verdadeiras neoessi-
dadas do patz.
< O rgimen ndieiaro, oreado pala lei de 3 de
dezerabro de 1841, vigorosamente combatido pela
impjreasa e no pariameolo, nao pode baje subsistir
con as inesmas condiedaa de sa eroaeao, e nesta
pona esli da actrdo as diversas oaiaies polti-
cas queouir'or se debatiam. Entretanto, animada
dos auditores desejas, a commissao nao desconnece
que a-reforma a o mbalbe qua van aprsenla nao
tao completo quanto fura para desejar-se.
J em t4S, sofe a ingueocia de um governo
liberal e nata tiaa cmara exprimindo essa opi-
niao, os dgaos membros das comnyssoes. reunidas
de justica criminal e de consttuco, laborando
um projedo de resoiaeao cere* da reforma da
lei de 3 de dezemjiro de 1841, a**aaU*am como
base do seu trabalho:que nao ara opportuno
naquella actualidade aptasentar um syslema judi-
clario completo, nem aiuda grandes. stranhas
nnovacoes, ao que se aciava eslablocidu. por
aquella legislaban, j porque a exiierjasra sobre
ella nio linda sido bastante paira parlpilamenle
orientar o legislador prudente sobre tod^s os seus
defeitos ; ji porqpe as grandes reform^obra im-
portarem o trans, irno e vci lia gao das Meas, dos
habitse posicoe.^ e a pVrda de muios accassoros
a auxiliares execuli vos, irarim tambem a necessl-
dade de augmento de despera, que o estado do
thesouro .publico mal poder sofrer ; ji, final-
mente, e mais que. ludo Ulvez, porqua sqniajhanta
obra, exigindo inuito lempo para a sua
(Bscussio a atpr^vafif.. legisUiva, ,
cii*pqo4prosa,,naq podefi pretpj do prompto re-
medio aos mates resultante dos vicias qi
datejjfsna.juiiicjarAf,3qa daiambro,
eram ralmrot recqB>*cfdoi ,nela
dojaji,et sidamaamania oonfowados
Iiberdade individual, de modo a cohocar o cidadio
a salvo das prepotencias arbitrarias; 5*. restitoir
de alguma forma ao jury o carcter que Ihe fes-
seneial e que tao offeodido ha sido com o eereea-
mento indebito de soas attribnicdes.
c Pelo que respaila a separacao eptre a polica
e a justica, a commissao encontrn serias difflcul-
dades solacio do problema as condiedes terr-
loriaes a na disseminaeo da populacao do pata.
Mas pansa que fica accommodada esta grande ne-
cessidade com aquellas condesas, transferindo-se
raes annog de exercicio.
Emllcavet as relacoes o disposto na f* parle
do art. f* no J 4* do mesmo artigo.
AGjI substituam-se as palavnsse proce-
der pojp modo seguintepelas palavras : se guar-
dario atsegnintes regras :
Ao|MTdo j 2^ upprimani
irsqfjll pronuncia, e a
por isto im
- Saf|H4ma-s o n. 1. tb "
AbW.'tf nere-se a.iwmerar* para 2, aeres-
cente-sjbnOm: todos "w mais juigamentos, ex-
cepeo nrts-corpf, cuja decisao ser tomada
por toddd tribunal, serio proferidos por tras juizes,
sendo urit relator com voto e dous sorteados.
t Substhuase n. I pelo segainle, cotn a numera-
caode3: Art
Os proenradores da corda e fatenda nacional,' Uticos.
_ que trata o art. 28idbeo-
digo do processo criminal ac convertido em ag-
uo auto do processo.
Ao art. 19 altero-se a numeracio para 17.
t Ao art! 20 altere-sea nnmeracao para l8.
c Ao art. 21 altrese a numerario para 19.
i Supprima-se o art. 22.
t Ao rt. 23 altere-se a nnmeracao para 20.
t Ao arl. 2% Mlere-se a numerario para 11.
Ao art. 25 altere-se a numeracao para 22.
< Substitua-se o art. 26 pela seguinte com a nn-
meracao de 23 :
Os juizes de direito que forem nomeados de-
[ sembargadores eslarao sojeitos s regras estabele-
; cdas nos arts. 2, 4* a 8' do decreto n. 560 de
28 de junho de 1850, quanto aceitacio e exer-
' cicio dos novos lugares.
Additivos.
A pronuncia nio suspende os direitos po-
nas provincias, serio jotaes as causas em que nao
forem impelidos.
< Accrtecente-je o seguinte n. 4 ;
< Os desembargadores que servem nos Mbmnifis
do comawrrio nao fteam inhibido de ofiBctarem as
respectivas reraedes, devendo os presidentes destas,
no fim "te cada tnennin, designar as qae devem
das aotordades policiaes para os juizes monici-' servir naquelles tribunaes. O" governo. Ibes marca-
paes dos respectivos termos e seus supplentes por' r uma'gntincacao pelo acerescimo de trabalho.
fregoezias a altrbuicio de formar colpa at a pro- t SubsOtoam-se oart5eos831' ** P01*88"
uuncia exclusive, e eonferindo aos juizes de paz a
de ptocessar e julgar as contravenedes e deliclos
deque trat o art 11 J 7 da cdigo do processo
criminal, com appeOacao para o juiz de direito.
< E, pare obstar aiada quaesquer abusos, a
cammisso a|argou a esphera das garantas indiri-
duaes creadas pela proposta.
O segundo desidertum parece i commissio
plenamente sattsfoito, j pea referida separacao,
j pela limitcio das altriburcoes dos juizes muni-
cipaes ao simples preparo aos processos eiveis e
guintes
< Art 8. Na prmeira instancia os juizes de di-
reito BceumufaTiaa jarisdlcfio civil e criminal.
< f i* Na corle e as eapitaes da Baha e Per-
nambuco os juizes do commercio nio exercerao se-
nao a jarisdkcio especial, os dos feitos da fazenda
e os de orphios s accamularao a criminal, assim
como os auditores de marinha e guerra da edrte, a
o auditor de guerra do Rio-Grande do Sol.
t 2* A Jorisdlrcio erphanologica da edrte se-
r exerrida por dous jotaes, e haver mais tres de
execocio das sentencas nos termos onde nao resi-' jurisdlOcio commum, dos quaes um lera a seu car-
direm os joizes de direito. go a prjpjradoria de capellas e residuos.
Desde que a altrbuicio de pronunciar a jal- < Jf'Na cAptes da Baha e Pernambuco ha-
gar Oca pertencendo aos juizes de direito, de I Ten oinw]aizes de direito, sendo um dos feitos da
misler o augmento numrico das relacoes, para : fazenda, apiro do commercio, outro de orphios e
que os recursos nao fiquem burlados. A proposta' dous de jarisdlceio coramum,.dos quaes um ter a
crea sete relacoes, cojos distrletos o governo mar- seu cargo a provedoria de capellas e residuos e ou
cari, consultando a commodidade dos povos.
t Diminuindo o numero dos membros do supre-
mo tribunal de Justina e dos desembargadores as
relacoes actuaes, e supprmindo os juizes munici-
paes nos termos da residencia dos juizes de direi-
to, pde-se augmentar os ordenados a gratifleacoes
aos magistrados de maneira menos gravosa aos
cofres pblicos, que alias reclamam a mais seve-
ra economa. As commissdes de 1845 davam como
urna das basas dessa reforma o aforismo poucos
juizes t grandes ordenados. A Commissao pensa
que sarisfez quanto era poesivel esse desidertum.
< Pelo que respeita As garantas individuaos, a
creacio da flanea provisoria, com obrigacio ex-
tensiva ao caso de prisao em flagrante ; a obriga-
cio imposta ao carcereiro, guarda ou administra-
dor de qualquer prisao, de nio receber preso, em
tro a auditoria de marinha e guerra.
Ao | 3* Altere-se a numeracio para 4; sup-
primam-se-as palavrasque exerceramat oceu-
pari: diga-se -que accumularao, o primeiro ; o
mais eomo no paragrapho.
Ao | 4* Altere-se a numeracio para 5*, e subs-
tiiuam-se as palavraspelo menos tres annospe-
las palavraseffectivamente tres annos.
t Ao g 5* Altere-se a numeracio para 0*: e subs-
titua-se pelo seguinte :
< A substituido as comarcas de mais de um
termo far-se-ha pelos juizes munielpaes respectivos,
segundo a ordem que fr designada pelo governo.
Neste caso, no lugar da residencia do juiz de direi-
to, juizes sobstilutos muuicipaes prepararlo as pro-
cesaos.
Aos IS 6* e 7* Altere-se a numeracio para 7* e
caso algum sem que seja acompanhado de ordem j 8 ; e faca-se referencia, nio aos {% 3,,.5 e 6", mas
ou mandada escripio da a'utoridade competente
a obrigacio de darem os formadores de culpa as
causas por que nao concluram o processo no ter-
mo legal, e a responsabilidade que Ihes corre no
caso de nao seren procedentes essas causas ; a
competencia dos juizes do direito para concederem
habeos corpus aos deudos de ordem do ebefe de
polica, e oulras garantas, qua melhor sobresahi-
rio da discussio da proposta, e das emendas e ad
sim aos H 5, 8* e 7*.
f Ao arl. 6. Suppriraa-se essa gratiicaco-
ato Ara da prmeira parte.
Ao art 8. Depois da palavramunielpaes
Mcrescenu-se dos tormos.Depois das palavras
execucao das sentencas accrescenie-se com
exclusio d todas as decisoes de que couber appel-
lacio ou aggravo de peticae ou instrumento, as
quaes serao proferidas pelos juizes de direito,
di'vos offerecidos : demonslram que secollocou: t E asegunda parle "do artigo seja substituida
de feto o cidadio mais a salvo dos excessos da au- < pela seguinte:
tondade. f ^ ^j^^ oa residencia dos juizes de direi-
t Eiaflm, reduzindo-se a tres das o prazo para a to sib estes exclusivamente os preparadores no ci-
appellacao das senlenjas absoiolorias, eonvertende-' Tel e executores das sentencas.
se era provoraeao a novo julgamento na sessfto pe- Subsiitua-ee o g l'pelo segainle :
rtodien segainle aappellacio de gue trata o art. 79 a formacao da colpa at a pronuncia cxdosi-
1* da lej de 3 de dezembro de 1841, erestringin- ve compete ao jarz municipal no seu lermo, a jun-
do-se esse procedimento aos crimes inaflancaveis, tmenle a sen sqpplenles as freguezias em que
parece commissao qoe se resiituio ao jury urna o mesmo nio residir,
parte bem importanio de sen esplendor. o governo nomeari para este flm dous sop-
c A commissae procurou com as emendas e addi-' penles por freguezia.
tivos ofterecidos inlroduzir novos melhoramentos as autoridades polleiaes, eflectoando a prisio
no exercicio do poder judicial, em bem da jurlspru-: em flagrante de qualquer deiinqoente, o passarao
dencia e dos direitos do cidadio. immediiumente i ordem do juiz forraador da cul-
A eammisio, nio obstante o estado qae fez
sobre a materia, nao se desvanece do haver confec-
cionado um trabalho perfoito. Ella espera que o
assumpto ser melhor esclarecido pela luminosa
discussio que porventura se suscitar no seio desta
augusta cmara, e em materia o transcendente
aceitar, as emendas que tendam a dotar o pait d
urna methar tegislaeo judiciaria. Ella se reserva
para a aiseussio dar os motivos era que basa as
modincaces que apresentou proposta e as razdes
que a tornam aceitaveis, assim como as emendas e
additivos ofleretdos.
pa, e darlo providencias neoessarias para prompta
remessa do preso e comparecimento das teslemu-
nhas perante o mesmo jaito, a qnem remetterio
parto clrcumstanciada do meto. Alm das indga-
teos a que hooverem procedido ex-offlcio, execu-
tario todas as diligencias q os jatees de direito.
municipaes ou seas supplentes requisitarem para
o esraavecimesMo da verdade.
- t Aecresceute-se o segainle :
< i 1* Aos fuizes de paz, alm das suas actnaes
attribuice.*, compele o julgamento das contraven-
- e dos deberos deque
"- ta o^rtS,r2 J rdfodfgo .
dulgencia da cmara descuipa da imperfetco da
seu trabalho, de parecer que entre em discussio
a proposta rom as emendas e addidvoS que tem a
honra de eftereeer.
Sala das comnflksoes, 11 da abril de 1804.
Antomo VicenU do Nascimento FeUosa.J. L da
Cunha Paranagu.L. A. Barbosa de Almeida.
i substittii'am-se o art. i da proposta e seus g|
pelos seguintes : ^ DmJ>
t.Art |. O supremo tribunal de justica flea re-
duzido a treze ministras. Esta disposicSo nio pre-
judica os direitos dos actuaes que excederem este
numero; nas os lagares gao serio preenchlds lo-
go que vagarem.
< O Julgamento ser por todos os ministros
nal, com appeflacio para o juiz de direito.
t Ao g 2.* Altere-se a numeracio para S>
Ao J 3.' Altere-sea numeracao para 4.
i Aoart. It. Depois das palavras-promotores
poblipos -ecresCente-se :-serio enradores ge-
raes de orphaos e promotores de capellas e resi-
duos.
Subitiluam-se o art 12 e seus paragraphos pa-
losseguiBlM:
i Os chefes de polica serio nomeados d'enire
x magistrados, doutores ou hachareis em direito
qua teohamqpairo asaos de prauca do foro ou
servioo de aaWnistraco ; mas nio obrigatoria
pan os primeiros a nomeafiio, salvo o casp de
sabstuuicio moiDanUaca.uue entretanto nao o pre-
presentes, pluralidade de votos, no da designado judieara om sua antiguidade de Juiz, nem nos veo
palo presidente. Todayla ser adjado pa,r>, a confe- cinjeatos, se^e^njaiar,
rancia seguinte, se algum dos ministros que nao g aaieo. Os impedimentos do ebee de polica
autos pedir este
"ufe
espaco^panos
tveresn visto
etammar.
g f> Pica competindp ao supremo tribunal de
justica tumarswntos qjl uniformism no Imperld
a jurisprudencia, rettmpienfo a questijps que Uf-
jam fla festri** competencia do poder JtfWal. Bi-
ses asientos serio publicados pela ir -
raezes depois de sna publicacio esUh
da direito e torio forca obrigatoria,
n? forem derogados pit alterados por dcisi
pOner lgRfim fu. '' ^ri^
g .3* Na* causas crimes baveri ratisto da to-
das as sentones* daOajqva* pro/enda* amnHlm
lastncia pelos juizes e tribunaes, sempre que as
Au s aeiilimca* prblar'das.no .foro.mUitr.
i i* O ministro que, presidir interinamente o tri-
bu! dio Os* inhibido dejuJgar. o, fojto, .pe, ante-
riormeffto ver visto
t Subsiluam- o art 3 a o g p pelos, seguate*:
t ArL ^. Alm das rebodes aoUn#s, haver
eGoju
juizes : *
oU cortoiic* radoaid*a qi
ia e a de Pernarabaco oate* *
serio preeacliidos, sempre que ror possivel, por
nosneacio qua guarda as condicoe* d* effectva. O
governo podar em qualquer lempo designar o
opulento do ebefe de polica.
t Ao art 13. Suppnron>Tse as palavras em
Ao.art 15. Jiere-s'* numaraco para 14 ; sup-
primap-a a palura^-sa lor, iwierido-e ac-
cra*cente-! rgiro, guarda ou administrador de qaalquer pri-
saa, recebar prfQ algm sem qoe seja acompa-
nbado de'ordam ou mandada escripto da autorid*-
Supprima-sA o art 16-
A. art. 17. Altere-se nnmeracao para 15, e
iaam-sa as palavrasampliada assim dis-
'" do artigo. x
Aoari ^|tore-sea,mmJer*wpanl6.
Substituam-so os gg 1*>2> e 3* desle artigo pe-
los segrales :
g i.* A appellacao rx-oJ/tio e de qae trata o art
Ti I ir d*>| dnide daembro de^jlt, fle* oopr
vertida em provocaoio a novo julgamento n*. a**
sioirainadjai*, n iwMtada *as armas iunajtt-
veis, dando a juta de direito seaiean o* fflMa-
m&wV$u^ios^ Mtoreer* cere*
Arl. Quando se nao tenha podido formar a
culpa dentro do prazo marcado na lei, os juizes
municipaes e seus supplentes, nos despachos em
Jue ordenarem a remessa dos autos aos joizes de
ireito, e estes as suas sentencas darlo os moti-
vos que os impedirn], os quaes os sajeitario *
responsabilidade, se nao forem procedentes.
t A falta desla declaracao ser considerada co-
mo carencia de motivos que justifique o proce-
dimento.
Art. No caso de tentativa o art. 101 do cdigo
do processo criminal s appleavel, quaado a pe-
na do crime, feto o descont legal, no caso em que
esse descont tem lugar, atliage o mximo que
se refere o mesmo artigo.
Art O reo preso, que fr eondemnado pa-
na de prisio com trabalho, nio ser obrigado a es-
te, pendente a appellacao. Confirmada, porra, a
sentenea, ser levado em conla no imprmenlo da
pena o terapo de prisio simples, que o feo ver
soffrdo desde a sentenea da prmeira instancia,
quando esta ror proferida dentro d- dous mozes
depois que o reo ror posto em deteeao, ou desde o
da em que se corapletarem os dous mezes de de-
tencao, se dentro deste prazo nio hoover sido pro-
ferida a sentenea.
, i O disposto neste arligo nao ter logar, se o
reo preferir o cumprimento de prisio com traba-
lho, nio obstante a appellacao.
Art. O lempo de prisio imposta em virtude de
redcelo de multa ou d satisacio do damno,
quando o reo nio puder paga-la, nunca ser maior
que o da pena principal; a em caso algum passa-
rdequatro annos.
i Da sentenea que julgar a reduccao da llqoida-
cao da malta ou da satisfacio do damno, tem lu-
gar o recurso voluntario, inlerposto a arbitrio das
partes, para o juiz de direito.
i Art Nos cases em que tem logar o procedi-
mento official da justica, os promotores pblicos
podem intervir em todos os termos do processo,
nao obstante haver parte aceiisadora.
t Art Os advogados qae liverem mais de seis
annos de pratica effectva da advocada, na qual
se tendam distinguido, ou oilo annos de servico de
alta s'dministracao, poderlo ser nomeados Juizes
de direito.
< Art. A pronuncia nao obriga prisio os me-
nores de qualorze annos; nao sendo os menores
de sete, era caso algum, sujeito* a processo.
Sala das commissdes da cmara dos depata-
dos, em 11 de abril de 1864.Nascimento Frito-
sa.J. L da C. Paranagu.Barbosa de Almeida.
Eis a proposta a qae se refere o parecer :
Augustos e dignsimos senhores representan-
tes da naci. De ordem de sua Magestade o Im-
perador tenho a honra de apresentar-vos a segua-
te proposta :
c Art. 1.* O supremo tribunal de justica ser
dividido em duas secedes, ama criminal para co-
nliecer exclusivamente das causas crimes, e outra
civei para conhecer das causas eiveis.
< g 1.* A scelo criminal ser composta de seis
ministros e a civei de 10.
< g 2.* O governo designar os ministros qae
devem pertencer a cada urna das seccoes.
3.* As secedes sero presididas pelo presidente
do tribunal e as conferencias deltas nio terao tugar
no mesmo dia.
4. A revista ser julgada somanto pelos mi-
nistros que viram o feito.
5. A divisan do tribunal em secedes nio ter
lugar quando elle julgar os deliclos e erros de offl-
cio cajo conhecimento Ihe compete.
Art 2. Os ministros do supremo tribunal de
justica vencerlo o ordenado de 4:800^000 e a gra-
ticio d* 4:800*000.
< Art 3.a Para o julgamento das cansas eiveis e
crimes em segunda instancia crear-se-hio, alm das
relacoes actualmente existentes, mais sete, sendo
seas respectivos districtos os seguintes :
< Para e Amazonas.
< MaranhAo e Piauhy.
< Cear e Rio Grande do Norte,
t Pernambuco, Parahiba e AJagoas.
c Baha e Sergype.
< Corle, Rio de Janeiro e Espirito Santo.
< S. Paulo e Paran.
t Rio Orando do Sul e Santa Camarina,
c Minas Genes.
< Goyat. i -
Mato Groase
i g !. Os membros da relacio da corte
reduzdos a 15. Os das relacoes da Baha
nambuco a 11. Os do Maranhio a 7. As relacoes
de Goyaz e Mato Grosso so comporio de 3 mem-
bros, e todas as outras de 5, distribuindo-se por es-
tas novamente creadas os membros excedentes das
relacoes existentes.
< g 2.* Nos juigamentos das causas eiveis e cri-
minaos pelas relacoes se proceder pelo modo se-
guinte i
!> As pronuncia* e recursos de pronnacla se-
iSd proferidas peto deserabargaor a qaem fr' o
feito distribuido.
1* O ja da pronuncia nao Oca impedido pan
o julgamento.
< 3.* As appeilacqps e revista* eiveis e crimes
serio sempre vistas a julgadas por tres desembar-
gadores.
4.* O julgamento dos crimes de responsabilf-
dad*, ordem de habeas-corjm, prorogaedes de in-, pedido por qoslquei
ventrios e aggravos, serlo decididos por tres junas ^ Art.J
sendo um relator com voto e dous sorteados.
i Art 4. Os desembargadores vencerlo o orde-
nado de 3 OOOOOOe a gralificacaa de 4.200*000.
c Art 5.' Na capital do imperio, alm dos juizes
de direito privativos dos feitos da fazenda, do com-
mercio e auditoria de raannh* e uana, **$*
mais ccoune de direito, dous cora jurisdiccie
dos folios da fazenda, o segaada a da i
terceiro a de orphios, e o osarte a da
de capellas e residuos.
| a .\a capital da provincia da 1
ver tres juizes de direito, qaa
tivameoto a jurisdiccao rivHe rrmwai
mente ocenpar o primeiro a van i
zenda e provedoria de capellas *
gando a do commercio e o toreair* a da l
i V Na corle e ddades onde I
para a substiioieio dos jotaes 0* 1
meados na corte pelo governo tsapesi
vietas netos presidentes, na i
cscolhidos entre os formadas as arana asta
tem ao menos tres annos d>? prsaV do 'sam
r^o estes supplentes, quando soaal
mas graiiflcaeftes dos mizas do i trea
bititados para seren nessjaetMie* Mam
de prmeira entrancia logo que tenista1
mente servido dorante o prazo de trssf
potado todo o lempo de exercteto
nbam e anda vencido en
O governo decretar o i
pelos juizes de direito entre si W\
S 5.* as comarcas que tira
termo para a substiioieio dos
ripii I mm moataipaas mi
na ordem que o gavera* i
Jue se ti ver dado a vaga ou
ireito respeaTO mnamo fa _
cipaes (acta* supptomcs daa [_
como preparadores someala m |
lindo ao juiz de direito i
Unitivo.
i g 6.' as comarcas esa eme s* dar fMa de
juiz municipal para a sabstita*Bs> da jaas a
reilo ser virio os juizes moi
lmitrophes pela ordem da
comarcas e proximidades daa
para a flm de proferir* aa .
tlcando os substituios moaieipaaa i
regados smente do preparo do* lahaa.
g 7 No impadimsans an falta
ttulos dos juizes da direito, da qae
3.*, 5.* e 0.*, os juizes substitua
mirlo plenamente no respectivo L
diccio propria do juiz da direito.
Art. 6. O* juilas da diraa
nado 1:600*000 e a gra
Essa gralincacao ser da I
liverem eomptelado 10
de 3;2D0*000para os que
nos, e de 3:800*000 paraos que I
20 annos.
Os jotaes de direito qoe i
annos de eOaetivo exercicio i
seiiibargador.
Art 7.* O governo designara os
devem ser cabecas de comarcal.
< Art O* Ficam abolidos aa
municipaes que por si s* i
forem cabecas de comarca, team tssstadas aa ei-
vel as ailribuicoes dos jotaes
mais- termos ao nreparo a pracessa da tsaas eene-
cucieana saalencas.
Gesnpat eteosfvamente ana jateas ateate
em prmeira instancia no seta prepare a satga-
fleam
e Per-
meato dos faltos aos lermo esa ana
bem assim o julgamento da* (ana*,
los juizes municipaes as i
< g 1.* No crime as atlrttjateO s, qas tasa i
fe de poiicia, os jotaes asm '
subdelegados de polica, de formar a
gar os crimea de roatrataatdw da |
trat a art 12 g 7.* de cdigo i
ficam limitadas at a pronaaria i
elusiva, eompolindo aos joizes da airai
toas sentencas, deveada para esta lasa
mediatamente remanidos os aaaamsa i
t g 1* No exercicio da jurtoateeie i
jnizes de direito, alm da fnratacii da cala* jaV
gamenlo dos enmes, qoe pala legtalaeai vigaate ja
sao de sua conspelancia, tono amia a ssssssatss
aiirbuicdas :
< 1.a Formar culpa cnmalativssaanta asna as ss>
tras autoridades nos i
de sua residencia.
1* Pormar culpa arta
de que trata a lei n. S02 de 2 da J
commettido no termo de sa* i
i 3.a Processar e julgar i
mes de conirabando cosnmeN
julgar os proeessados
outros tormos.
c g 8.* Os juizes nranicipaea cas
ceesar privativamente nos
do contrabando al o jnlgaraeeta atatastaa, a I
mar culpa nos especiaos da lei de 2 de jato
1850 at a pronuncia exemsive.
< Art. 9.a Os juizes mnaieipaas aaataa ai
denado de 600* e a graliftccaada 13
que forem reconduzidos a ti versan i
anuos de Hfcrtivo exercicio veaesi
o da 1:400*; <
direito ranearb aMm do san i
Acacio de 2:000*.
t Art 10. Os joizes
ficam abolidos, serio
dada al qae pesaam ser i
a perceber os ordenados anta
nio excdara ao periodo da na i
t Arl. 11. Os
g 1.a juiz de direito d prmeira varajar rada,j man dado
ordenado de 600*, e oa da carta, ai
buco a gratificando de 1:80"*, ss i
marca a gratiOcaco de 100*. O* .
ternos vencerao aa mesma graMaz
cenes aos efleciivos.
t Art 12. Os chefes de poiicia serio i
d'entre os doutores on baratre* am
c g 1.a Em seus impadhnaatos *
dos por pesaos idnea, qoe arman
nudo em direito, designado pato
oa corte e saVmteeaaa
houvar sapotela a> assaeaq
8 2.a Nao obrigatoria
ceitcio do logar de chefe da poneta,
de substituicao momentnea.
Os magistrados, porm, qoe em
farem nomeados e servirem, eoeoi__
antguidade na classe que perteaceraal
Art 13. Os chafes de poNeta vei
denado da 1:600*, a mais o da corta a
de 4:400* ; o das provincias da nata*, n
buco. Rio-Grande do Sol, tBoss-Gcrare a S.
a gralmcacio de 3:200* : a o*
cas a gratihcacio de 2:400*. sea*
Inores venciroenlos que
magistrado*.
Os subsiimtos dos chefes
as memas gralifleacoes
Art. 14. As uraUncaifce*
2a, 4a, 0a, > 11 e 13 depende
ci, nio podendo em caso algosa
joer motivo,
offlcial de justie qa*
dem de prisio em virtude da
aflaocavel devora, *e for requerida,
reo |resooc*miMorldadB ame \
go,, na ausencia Ossta, perante I
que urja competent, e a ar~
provu^iaraeote a fla*c* a
ou dfliMito sumeiente pan qoe i
A obrigacio do official ser* ei
seu cargo a provedoria de capellas a,r**U>
jnix dos reitos da fazenda exercera cumutativaraen-
I Ia Na* capiuet das provacias
axen toajuriijgjl
omoi prflajjjjjjjjjjjjjWecu^r* o pnr
daprt-
I Ia lgoal procedimento ter
da prisio em lanranto, quaado i
aV
m


~XrtTl6. ..
las parte* nos' propossos poHciaes serSo-seniore
r.m
MHRfeMO de estatistira, dirigi civil 6 ec-
ra entro nos, talla de bracos, hila dj
U de Miado profesrinal* ou especial
Bu, senhores, reconheno quo esta
varia cora lodo o empenho procurar a
daos
mam
saratanamente r\dux4d*s *JfflW P10 eeerltab. riesiastica, tejido examinada o prese" ?&"
Art 17 Vmnro me nVWlesdvfl efferiaar < de 4tt creando freftatfc o etigiodo em matriz a
*/_" ,u,\ ~r5r.",a "^i' ..m. rti.. a. -ii. ^ tSa nanrn sa nha esta natri- dadeiramente efflcaaes, demandara lar*
Mal* ale t4.
proporco quo elles me forem
- portar, o per tanto me parece que a re
sigo do artigo.
A appellacqo* sentenca de absolv- guexta pertace'm os termos desmembrado
rao nos processos criminag*'ever er interpon deveatorganisar a ova, eaem tambem jk
dentro de tres das.
| I.* Fra do raso dofjft 791,1. da le da 3
79 1.1
ca de
absolvilo se-
" poeto em H-
de dtembro de 1841, a senac
r immediatameute execunma *
berdade o reo absolvido. '
art. 97 da referid tai ser eateasivo aes cruaes
de que trata a lei de 10 de junho de 1835.
-y-r X- Os prazos falaes para seguimento o apra-.
sentaco dos recursos de despachos ou sentencas
criminaes nao tem apptica^a< aos que forem inter-
pastos pelea promotores pblicos, cojas taitas ou
laexaclidws uto impartan) a presenpcao dos mes-
mos recursos, mas lio somonte a sua reapon-
sabilidado. ,.
Tambera em neabum caso serao prcjudicados
os recursos interposlos fc-oflk*o, ou por quakjuer
parte; quando sor jusa de taita, erro ou omissao
marea ou eamaras-perionceo, de opiaiae que se
ouca a Exm. prelado diocesano, para depois poder
Ormar seu parecer.
Sala das commissdVs, 6 de abril de i***.
Finsco Mro.^-urgu.'
nao, julgado obfecto de deUberacaa, e maada-
do imprimir, o segrate orejelo de le :
Foram presentes -commissio de fazei
orcamento
tonio Alves
tetis macotaas de til o" fcil applieacao
de grande tanlagam para a economa do
machia** toe sao inteiramente desconfe-
aos agricultores, e que postes em exer-
o unaairaxemta, traro a grande vantagera de
e a maneira praiica de salos,
todas .essas medidas de maia arta transrtencia,: Para dar casa urna idea aproximada do estado
devoremos esperar ou fveio gera*a%uma *nll- da tatouna-entre nos, basia observar, eomejaob-
da saltadora, vbjto tus lude nos ala possivel sortea o aobre presidente da pnmam> na sao re-
ir. latera, ajamando a ranna termo amate 48 par cea-
Sedeare que se falla no estado aeesquinho aa' to > masar, tira-se entre nos, 4,5 e por eento,
ricauwa, a primefcn cana que s diz quo ha d'oode se iaduz fcilmente o estado de alraaa, o es-
de braco; e os ateios, es espedientes para lado prima** em que se achaa asna latoura, a
sa obtarau, almarvea tedas ai attene&es. Eu, po- os-processea que sao empregados no fabrico do
rm, Sr. presidente, afrasto-me^ desta^ opintanat assuear.
y ou. AooBifA \ Assinvinesiuq os tnouiuros do
ordarara.
Vamos a ttr, tamos
cora este lirado elles
se
tam desla ass___
ao priouiro a quanlia de 1 ATitbtt r. de princi- bo de apresentar, largas consideraees, porque eltas tentar se cora este meto,
pal e cusas provenientes da sentenca que obleve como que sao um nouco extranhas ao assumpto. despertam.
contra a fazenda prouincial, e que juntou a sua Tenho por tha unicamante offerecer breves consi-! Em mmha opinio, repito, a medida que esta as
petico para o effeitoda restituir-so-lb a impor- deragSes em sustentacao de minhaopinio, sem o sembla pode tomar de raais fllcacia em bem da
tancia da decima de heranca indevidamente pga, Intuito de estabelecer urna larga discossSo obre a lavoura, a crescSo te am eetabeleeimeato desta
e ao segundo a quantia do 9:000# proveniente materia. ordem.de un eakbeteeiaeato prauoo, eemse-
tambem de sello ao legado pago indevidamente Para sustentar o projecto que tive a honra de of- gando lugar o desenvolviraeoto da viacao, a crea-
iTdo'ittiio" a titerera seguimento e apre-' pelos herneiros de Joo Vieira Lima por doacao erecer apenas se faz preciso estabeteccr asne- eiodenovas estradas, e o aperfeicoamento das que
hRSiSXSl^ Luis losa 4a' StSJSS^^iSlSSSS I S ^ ^cultura denba e morre. Mas
Soasa reclama' urna quantia que Iba avjda em lerenda. en perguotar quando ^qao urna industria qual-
virtude de sentenca proferida contra a fazenda por! Como drata, 9r. presidente, nao acho que a falta quer deBnha e morre ? E quando o lucro dos oro-
ara trihnmf-ompetentf considerando que esta aa- di bracos seja o maior mal da agricullura, ernem ; "getos em geral nao paga as despezas da produc
i Vr rt ta itacao em lempo
Art 19. Os juizesdedireitotem uas suas eo-
marta cotupelenci i parajCtmcessio de kabeat-ir-
pus aos Vndos de )roem..ao cliefe de palwia.
Ar4. O. K' estunalti'awo estrangeiros residen-
tes no Imperio a ta*i*ade de requerer kabtat-
corput.
Arl. 21. Ficam supprimidas as correcoSes.
Art 22. As ilisposicoes da lei de 10 de junho
de 1835 sao cxclusitamcnto applicaveis aos casas
crimes iudii-ados no arl i* a mesma lei e aos
de iosurreicao.
% Arl- tf- No foro dascidades em aue houver
reJafA. so pederu. excrcer as fuuccees de solici-
tadores os lormads era direilo.
< Art. U. uatro anaos depois da pnblicaoao
desta lei so pedero ser Borneados para os lugares
de supplentes de juiz du direilo, de que trata a {.i"
do art. 5*, os formados em direilo que na pratica
da toro liverein exercido dous anaos pelo menos
as functes de solicitador.
< Art 25. As disposiedes dos arts. 2 e 3* da lei
xi. 799 de 14 de selembro de 18oi nao sao applica-
?eis iasliluicao das novas relaces.
Art. Sao applicaveis aos dusembargadoras
as disposiooVs dos arts. 2, 3, 4* e 5 de decreto
n. O, d 28 de juulw do 1850.
Pac", em J4 de agosto de 1868. *& Un*
Fasira Uunansao de Stnimbu.
sembta iaraconhecouodireitoquelemosherdeuT entendo quo os noasos maiores exforcos devam ser cao, e nao deixa pelo menos algum resultado liqui-, cuna que, alm de ceder o thealro <
deJoko Vieira Lima a resliluicao do sello pago pelo dirigidos no sentido da colomsacio estrangeira. do para a subsistencia m industriosos. Ora, se a sua beoeoleucia delicadeza de
fegado feito por este ultimo ao hospital de Pedro Esta casa sabe quantos exforcos se tem emprega-, isto o que sa d para coin a cultura da canna, con-
II, como se
por 1
v do
naracer cm separado da com-- do para asse flm sabe perfeiumente as coaside- (vni procurarmos meios de faaer mais commodas
miasao de teeislaco aoorovade .m sesso de 27 raveis sommas que tdra costado a colouisagao* sa- as desoeas da pr de abril do anno uassado considerando aue nao be infelizmente tambera quaes sao os resultados ,esse resulda eosinar os agricultores osproces-
que se tem tirado. sos mata aperaicaados, livra-lu dos grandes gas-
Antes deludo, circurastancias especiaes origiaa- tos da produccao e da coodeocao, procurar dasen
das do clima de nusso paiz, influem poderosamente, volver entre nos a industria de tranaporte, vi#to
opuoera sempre urna barreira quasi invensivel a que ella nao existe raaliaeote, parquanto estbale-
colonisacau untre nos, o em segundo lugar pergun- cer urna estrada, a eataaetooar a industria dos
Ihe mais permittido oppor cousa alguiua ao ven-
cido, de parwer que se adapto a seguate re-
solucao : ;
Arl, utico. Aa presidente da prawnc Hca
aberiA, uaj Qfodito de 10:1774816 r*- pa" P8a-
HaKOIAS IA
PKBTAHBl'CO.
Parahjba, 2* de abril ir 1S41.
Tetan'me cripto pelo vapor rosteiro, era data
de 24, poderia eximir-me de faze-lo nesta eecastSe,
visto a poueo que ha oeeorrido nesse intervalo,
digno de mesciouar-se.
laattanto, para aso perder o cosfume, e mesmX)
nao ser aotnmado d remisso, von 9enipre inteira-lo
desse pmico, aflia de satisfazer a curiosidad* de
seas leitore 5.
Coatinda esta fafeliz nrorineia sob a administra-
e*Ttterin do 8r, Or. Pelisardo Toscano de Brito.
H rti-llo dA demissdes amda nao cessou sua
obra destruidora. 9. Exc. procede, com assWroo
untado, na completa extincoaedos conservadores
e saspeilos. de todas as posiedes oflieiaes.
# dislricto oocunou de preferrncia sua allen-
rao. A maneira bruscaj porque ousou repeirr os
candidatos de prito, mereca exemplar castigo, e
He o teve applicado por nto de mestre!
O 2 districto. ja bstante acommodado ao s\ -te-
ma nuguiie. e onde se sppnnha nada haveria a
respigar-se, est passando pelo apurado cadinho do
chafo passideate, que, cowo bom obreiro, vai subs-
ailuindao-inaterial tibio, par outro vhjorose e cojhk
eUtdn.
A eleicao municipal que bate porta encontrara
a provincia montada grrrmenU no sentido de par-
tido ratgado, oceupando todaS as poskjoes gente
seotrad* e dupost* a obter, por todos os raeios,
um triumplio, que nao invejamos.
Ha bem poueo lempo que o Sr. Dr. Fesardo,
peto UetprrUidor, clamava contra os seus adtersa-
rios, senhoreados dos cargos policiaes, alardeando
imfimencMt do partido rsgalo na provincia, e
ouiras quejandas bravatas, aUribuinOo sua derrota
comprendo official. Hoje, c I locado na cnala da
adininistraciio, S. Exc, se livesse contetenria dn
pmpiia /orea, poderia provar evidVnoia sua po-
pnlandade, preseindmdo da reacc" revolianteque
opeiyju, antemlo a imparcialidad era toda altu-
ra, e prevando ao imperio as prximas ekicoes, a
rmliule daquelJa assercao.
Mas S. Exa, que sabe- o terreno em que pisa,
que versado em nenocios.de elaieao, que bem
conbeea a robustez e prestigio do partido conserva-
dor d provincia, voltou as costas cohermeia,
armou a gudhotina, a nao dexou um nico adver-
sario ea iioicao de intorpecer-ltie a popularidad?
que alardea, alim de obter urna victoria sobre os
seus contrarios, que da outra sorte jamis conse-
guira !
E' assim que os agitadores das raassas, c falsos
apostlos da liberdade manife-tam ao paiz o que sao
e quanio valem ante a opimo popotar.
Foi demiuido da directora da instruccao publica
o Sr. Dr. Oiugo Velho 1 avalcante de Amuqnerque,
sendo nomeado, para substitu ln
Florentino Meira de Vasconcellos.
Ha muito qaao Sr. Dr. Diogo Velho ostava vota-
do ao exterminio; sua sorte eslava decretada, e
indicado o nomeado. Mas o 1* vico-presidente de-
morn esto acto, para ler o posto de expedi-lo
cargada de. nos so anta provincia OSr. Dr. fe-*
lisardo dasejava coatpriniontp-lo, em seu regrasso
da corte, com a portara de demissao, porm fui
illudido ena seus clculos malignos.
Informado que, peto ultimo vapor, o Sr. Dr. Dio-
go ttavia e.scripto a um prximo prente para rej
quei er sna exoneracao, S Exa, exerciandc seu
fenio, tratou de expedir-a demissao immediatamen-
te, antes que chegasae a petigao.
Toilos os horaeos de senso e bem intencionados
lamentara o vacuo que o Sr. Dr. Diogo deixa, pela
illu-tracao e inteltigencincom que servia to ira-
portante lugar ; a tasemos votos para ana o sea
sucressor, a quem nao negamos algnraas hxWlUa-.
oes parao exercicio daquelle eiuprogo, torne-se
digno da benevolencia publica.
- Para as bandas da Jaroca foi assassinad
cadetadas am iadividuode nomo Antonio da Penha,
sepa/iito nasN inonmadas.
to tacto, revestido das circumsUnctas mais
horriveis, um dos producios aKri buidos ao levaiv
tameato do aspinte publico, e o predulio de series
desufnsisados por aquella^ arredores.
O crralo eota prestes a faenar a malla dasto
vapor, parteen asaba aqa ponto fiaal.
gua, da religio, dos costuraese miihare de autras me que altaado oprojacto da creaca de urna ta
embaraoos, a entre us bao de seiupre offerecer zenda noriuai, Java a enteader ajue a que se pre-
difflculdades calooisaco, ou quando nada dimi- tenda ora unu. fszonda madak, vtodo pouca a*
nuir as suas vantagena, principalmente alientos os \ caso a quajilieacao ; u*av se o aub/adapuiao, nao
sacrificios que nos custar. 1 ebslaate estag mi abas, patavras, eatetde que pode
Expresndome assim,. nao considere a casa, melhor salar o iater essa da proviocia os saos
que oppoulio-rae a idea da colonisaco, nao, enlen- cofres, eu accito qualquer emeoda, com tanto que
Pernanv
muitas outras condicoes, como por exemplo a falta
da capUaes, a (alta do conhecimento dos verdadei-
ros svstemas e raelbodos de trabajfco, a falta de
hbitos de trabalho livre etc. T
Suppor-se-ha que esses colonos que npartasso-
mos senara todos homens habilitados e praticos na \ meuespirilo paca apreeeatar o projaeto em dis-
um mew pasa que essa iodostria ap-
pareca
Faitas estas ligi*ta consideraees, nao era or-
den), mas pela maneira per que-ellas m foram oc-
corrando, e por trma tai que julgo ler apenas da-
do casa ama idea das rzaos que actuaran ara
agricultura, que viessem aqui easiaar-oos os me-
Ihores processos 4a trabalho T Inclino-me a crer
quo-.no, e para isto bastara smente considerar,
mas que dos paiies iTonde elles nos devffl vir,
nao ha a cultura da canna, que aquella para a
qual mais ae nacessilam des&es bracos am nossa
provincia, a era seguido lugar a diffareaca da Hn-
cussao, passarai a tasar alaumaeaeasideraf oes com
relaco ao discurso do nobf a dapuudo pato segun-
do distrtota.
As obsarvacoes que apseseutou e aobre deputa-
do foram, .priraeira os termos em que concebido
o projecto. 0 urajelo na raaltdada n. wsqoa
so astaJfStoca.uma fazand* modato, mas pareceu-
do que esta deve ser protegida e animada, mas nao
precipitada e arrastada, como tem sido aje boje,
prodziudaos resaltados que se tem visto. En-
tendo que os bracos naciooaes detidaiuenle apru-
veitados e racionaimente dirigidos, podera muito
bem supprir a falta de bracos de quenas resen-
timos.
A respailo de capitaes para a agricultura entre de vida.
Ha possa. satislaser ae dasejo d aobre depuiadis
de garantir completamente a provincia coaita a
desvio dessa verba do fu para que votad*. ,
Qaaato.a aao ter o instituto agricola dado siga*!
de vida, a* parece apa. Uto aa* argumeato pro-
cedente contra propicio, porque es nobres depu-
tados ao podem asse varar qua ella nao daca sigoal
menlo'drmtHes dTe'io*de"legados c horn-! to, de qta nos valeriam, de que nos serveriam iraosportes sao cousas diflereales, as estradas sao
rdetiitos Imia Jos de Soma aa importancia esses bracos para encontrar entre nos fatta absoluta apenas
1:477581* rs. e aos herUmtas da ioao Vieira
Lima na importancia de 9:00& retogadas as dis-
posicoes em contraria.
< Sata das comraissdes, 6 da abril de 1864.
Bunrqutde Macdo.i. Hego Barr, Dr. Ptreira
de Brito. -i
E' lid* a approvado o seguinte reqoerimento :
c Requeko que se solicite do Exm presidente
da piovincia iiiformacoes sobre o seguinte :
i.' Quantas prorogaeoes foram concedidas a
Francisco Botelho de Aodrade arrematante dos
coacertos da panto sobre o rio Jaboato.
% Sa aa prorogaeoes foram todas concedidas
sob proposta d reparticao das obras publicas.
3.' Se iodo o material erapregado ostava as
condifOes do contrato.
Copia da correapoadeBcta havida entre o
director das obras publicas e o empregado fiscal
dos rncenos da ponte.
5." Se u arrematante foi multado.
6.* Se a obra foi terminada dentro do praxo
concedido para este fin.Compeli.
Sao lidos, julgados objectos de daliberaijao a
mandados impranir. os seguinies projeclos :
1 A assembla legislativa provincial de 1'
buco, resalvo:
rtica, amo. Fie* restituido ao termo de Cim-
bras, aa comarca do rejo, o nacho de Cupili, per-
lencente freguezia de Alaga de Baixo, que fura
desaAnexado desle municipio e anoexado ao de
Flores pesa lei n. 437 de 26 de maioda 1858.
< Revotadas as disoosicoes em contrario.
Paco da ssewblea provincial de Pernambuco,
5 d abril de 1864. Anin lo*" da Stsa
Barro*.
a A assembta legislativa provincial de Pernam-
buco, resojve:
n Art l. Pica transferida a sede da matriz do
Senhor Bom Jess da povoaco do Ex, comarca
de Cauron, para a capel I: com a mesma invoca-
co da villa do Granito, da diu comarca.
< Art %. limara revogadas as disposic5as em
cualratio.
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 5 de abril de 1864.Vaacco Pe-
dro*
E' lida e approvada a redaccao do projecto a 14.
l'IIIMKIIIA I'AIUK DA OHUKU UO M.V.
Segunda discu.sso do projecto n. 9 deste anuo.
< A assembla legislativa provincia de Pernam-
buco, resojve:
t Arl. L Fica resteurada a villa da Floresta na
povoaco de Fzeoda-Grande na comarca de Taca-
rai, leudo por limites a freguezia deste nome, bem
cuino o riacho de entre-sorra, que limita com a
freguezia e termo da Villa-Bella, e as fazendas Ria-
cho dos Mandantes, Poco da Pedra e Maudacar,
que limitara com a freguezia e termo de Taca-
ral.
1 Art i." Fica perlenccndo freguezia e termo
de Tacarat a Serra-Negra, .desmembrada da fre-
guezia de Fazenda-Grande.
ArL 3. Revogadas as disposiQes em con-
trario. -
t Pago da assemhla provincia de Pernambuco,
5 de marco de 1864. Francisco Pedro.-Silva
Burros.Vigarto Siloa Burgos.Buarque,Bene-
dicto Fianra.Pereira de Brito.
E' approvado sem debato.
Segunda disi ussfw do projecto n. 26 deste anno.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
de
nos, priraeirameute vemos que nao esta as nossas
torgas crear estebefecimentos de crditos, que to-
nham por lim auxiliar essa mdustria, e dar-Ibes
desenvolrimento; por conseguinte deixa de expor
a este re~speito algumas consideraees, entendendo,
porum que a medida do maior vautagem que se po-
derla adaptar era beneficio de nossa agricultura,
seria a creaco desses estabeleciinentos, porque,
oberada come se acha a agricultura da provincia,
entregue as garras da u.-ura, parece que o nico
Um Sa. DtPiABo :At, hoja as pravas de vida
que tem dado 4 ler o diulwiro em deposito.
0 Sa. SoAHit BtuHoo :E' justemeote a que.
tem baviao ate boje mas isto devudu em parte
segundo me parece, pequea quana que existe
em deposito, a qual uao oOereCia base para qual-
quer operacao. Po*so, porm, assevarar aos ao
bres deputados, que o actual presidente da provin-
cia nutre os melhoree dqsqius da fazer acordar o
instituto do lethargo em quo tem permanecido al
mei de vra-la dos embaracos com que lula, se- hoje, 0 estou muito certode que a sua boa vontade
a a creacao de bancos agrcolas, para que os
agricultores se livrassem desses tremendos piros,
yeixames e fafus de capitaes, porque tanto soffrera.
Isla, porm, nao importa muito para a discusso
do projecto, e eu nao me estendere mais sobre es-,
te poni.
Feitas estas consideraees, resta mostrar qual a
utilidade que poderia resultar da um estabeleci-
mento aonde se aprendossem prallcaraente os me-
Ihores mplhodos, oslmelliores systemas de sgrlcal-
tura, cstabeleciraeotos aonde se devenam empre-
gar bracos livres, e por conseguinte urna escola
aonde se mostrara porque forma os bracos livres
podera servir, podem ser prpveitosos agricultura,
entre nos.
Achoque entre todas as medidas ernbem da la-
voura esta a raais proveitosa para nos.
No estado de abatrniento e quasi ruina em. que
se acha a nossa. agricultura, sao muitas as causas
que se podem apraseotar como motoras, como effl-
cienles desse resultado, e catre cssas eu notarei o
nosso systema de trabalho,o systerpa rotinelro que
at hoje na sido seguido. (Apolados).
Dir^nf-ho que esse systema se pode combater
cem os estabelecimeutos scieniiucos de agricultura j
mas esla observacao que me parece ser apre-
sentada, eu respondo dlzendo : que Ao nosso esta-
do actual sao prefer veis as medidas de mais
prompto e momentnea eficacia, que por conse-
guinte nao sao as escolas agrcolas la o convenien-
tes quanto os eslabelecimentos praticos de orden)
daqueltc que pede o projec'.o.
O eslado rotneiro em que se acha a nossa agri-
cultura, o arierro que tem os nosso* agricultores
Art. 1. Fica desmembrada a povoaco
o Sr. Dr. Joao Pauellas. da freguezia de Quipap, pelos limites do a essas pralicas antigs, e pelas quaes se uxerce o
1 respectivo districto, e encorporada do Aliinho. trabalho, por assim dizer, da maneira primitiva, e
t Art. 2. Fica sendo a sede da freguezia de Qui- dos lempos de ignorancia, esse afierro tal que
pap' a que era antes da lei n. 508 de 29 de maio, nao sao ouvidos nem acreditados os pnnripos e as
dontrinas mais bem aceitas em oulros paiies, e en-
PERNAMBUCO
E
kssmWk PROHUUL.
SESSAO OWWJRTA EM "DE AtRIL BE 1^54-
PIIESIDEJC.IA DO SB. CONSKUUUaO TJIIG0 >l
LOBEIRO /.,
Ao raejo dia, feita a chamada e acnado-sc
presente numero suficiente dos Sr*. deputados,
*br-se a sKS&o.
Uda a ut da' anterior approvada,
O Sr. Primeipo Skcketakio d canta do se-
** BlPEWENXr?.
Df oulcio dos Srs. depotados Ayres do Albu-
querque Gama e Francisco Rorhaql P. de R. Me-
dems,. parlicipandi) que deixara de comparecer
boje, por terem de ti&iiar os eslalielclmenlos de
lpa petjcao de Francisco Antonio das Chagas e
JoajHuu Cavalcanli de Albuquerque eoutro*. fia-
dores de tinado Francisca Cavalcanli dq Albuquer-
aj^^HEmatante do imposto de 845O0 por ca-
de 1861, a qual fica revogada.
t Art 3. Ficam revogadas as leis edelibcracoes
em contraria
Paco da assembla provincial de Pernambuco, faclos-^ uwwoham
sinadosnos melhores tratados.
A' que se ha do
recorrer t E nuster que aos
factos, mister que se falle
Joaquim do Reg Barros.^
j" mais rebeldes, que a linguagem dos tactos, pre-
l?-te^rW%l^-7*^m^J,?\w'^*Miwim que convence aos espir.tos
Joao Braulio Correa e Silva.Denstame* da Sil- m,. ^5" "Q \ 0T.~..m a f-^inT ,*.
veira l^bo.-Vigaiio Jeronymo Jov 7^3 ^| ciso que se empregue essa lgica quefereosolhos,
^lTlZif'ir<\^UO~Jm Itn A 'os sentidos,a lgica dos factos a qual at*v dado
Uma.iodoro llpiano. resistir 6 ,
O Stt Silva B tacos :-Sr presidente, sendo pra- j ^^^ dosB^^ agricultores contra as
tica desta assembla, mandar sempre consultar o. ||1T;*^ 11 aaa aferro as orticas anttaaTes-
Exra.,prelado diocesano sempre que se trata d J^^XS *?& B era
creacao, suppressao ediv, aoda freguezias eu nao ^ ^ ^, ; yi
set porque razao a respeiw, do projetto dmese J peinetasemprehendidaB poralgunsdos ais
Irata.deixQu de ser respetado oedever por .&,o, | ^ ^ ,em s^0 d J rasultedos
Sr. presidente eu vp mandar nnmjh| ^ ma0eira..neonveniente e incompleta por que
afta de que sobre a projecto se solicito oaseuti- w|tt9do pmiaaMm Portanto, Sr. presidooteTpara-
memo oe^. jsxc. turna. ___ M^ ce-meque os esiabelecimentossoientiflcosseromais
Val a mesa e e approvado o segututo requert- Mnv^ienIft8 n(n ^^ maispar4 0 futoro> uulndo
*,.,., __a -', *..i tivermosdado os primeirospassasnoseaelhoraaiea-
^Zqal^?PJ^ "-56s,,Ja"u-! tos agricolas, quando. os neVaoVagriculteres salir
Exm. prelado diocesano. Selva, vere^ d a,una /rma COVencid imi& nas VM:
c
vi do o
8 oS J. do Reg :2-(Nao devolveu seu discurso.) *
O Sa. Silva Burgos pede para retirar o seo, fe- j
querimento no que a casa actede.
Entra em primeira discusso e approvado sem
debate o projecto n. 44 deste anno que crea o logar
de contador e distribuidor no juizo dos. feitos da
fazenda.
No estabelecimento de que trata o projecto nao
ser smente exercido o trabalho manual do plan-
to da canna, e de .nianipulaciio dp assucar, deve
tambem praticar-se a economa rural, o melhor
systema de dirigir estabeieclmeatos desta ordem,
a maneira mais conveniente para o tratameulo e
trabalho dos animaos empregados nos trabalbos,
etc. ele.
, Entra igualmente em discusso o projecto n. 36
deste anno, que decreta a abertura de urna estra-
da a comecar do lugar da Doraba na estrada de l JE2TU',rej 6mp.^2L ga .
Joao de Barros, e lerraoar na povoaco da Bebe, ro1lado um meHwramente mna-prompto e mais
ribe, desigaaodo para isto* quantia de 40:0CaU. i eQic^> ^var os nossos lavradurqs a, por esse sys-
V auoroKaaa sera debate "^^ ^ tema, melhorarem qnanto fof possivel os seusaa
sWmra discusso' do uroiaclo n 22 deste anno i)im de cultivar o terreno, faxeHhes eontiectdos es
qu*comTade a subvencag ue 2j:00* o usluto meares instrumentos e machmas 4e'lywra, fo-
agricoU par* o eslaoelecimeoto de urna fazenda r;
rt&
tjecto
G. Cam'prllo manifsta-se contra o pro
O Sr, StARas Bo-uioo :Sr. presidente, milito
que aetuaram no meo
espirito para apresentar e prejeeto em dtaeusso,
considerando principarroerde que 6 com atogtoa
dos ract6,'rme ferem os sentido.*, 6 qo nos pode-
remos obter alguns resultados mfs promptos, o
tongeTstr'X d^iTar de .ouvarTzekT'cTra 'uTo *. ^/torios cpm relacao ao aperreieotme.te
_.!"_.. a....j. _-,- a. ,:,.,;. .__. i,: da nossa lavoura.
beca' egafldos mtinfcipios do AeJfe elioiapn*, ,na
no.lrm(ude, 1857 1860. pedlado um ajtateso,-1'-
eo daquella arr*failia?W-A' coroms-
de peliciVes.
Outra de Maaoel Pereira do Couto administrador
nobre daputado pelo 2- districto sempre so map;
{esta quamlo se trata de estabelecer alguna med;,1
da de alcance para a provincia.
Ms Sr. ttfesdflnte, na presente oeeasiao me pa-
rece que a inipugnae^o que o nobre depotado aca-
ba de Tazer nao justa, nao msoavel. Entendo,
410S, que o projecto est em ortdle&es de merecer
"a anprovacp. desta casa. nSo obstante essa pipog-
dep&ra* reparos.de estradas, pediDdo ser coom-
derailo ,coroo erapregado publlcA-r-A* coaimissjo
de lejgWa'co.
Ooira de Jos Mifuel do Espirito Saptp, pedin-
do que se Ihe marque quola para emiclusao da
obra da eapella de Nossa Senlmra, dp Rosarlo da.
viltadv Cabo.A' commissau de orea puta jrq-
THftde Joio Viconte Ferraira
udo em 23 de nove
4-
lado com todos os
JegislacJo,
da nossa lavoura,
L ste foi o pensamento, que Uve ramo amar d
projecto, agora rejamos os meios de realisa-lo.
Se a provincia por ventura procurasse ter am
desses esiabetecrmerrtos s suas proprras expensa^
eam dispendio J seas cflrt eo creio qr tomarta
urna tarefa cima de suas torcas, e um retaque
a.levara a esquecer lautas iicessiaMles queTan-
bera sao de graqde alcance. J> que maaeira pede-
ria proceder esta aisembla para reatfsar-se essa
ue a efle acaDa de fazer q meu nobre amigp
a.depotado,pela 2 districto,
rei primeiro de apresentar casa as razqes
de,conveniencia'pnbllca que actuarm em.meu,es-
pirita antes, de offerecer eohsfderacao da casa......
este projecto, e depois dlsso exhiblre os mptlvus urn estabelecimento baocanO datera ter togmenu-
porque entendo qoe nao sao c*biveis as observa'- i.db,' sendo nessodever edidar do progressoda nossa
cues apre-entadas pelo meo filustre coflega. lavoora, me pareeeu qoe orna stdiveneSo dada a
. Sr. Residente, de toda aparte' scer|uem 051 esse insfituto para um semelhante flm,-r1 o meto
maf afictivos clamores pelo actual stayKiife d-rmaisconfcnieatede quqpodefta ranear rafe a pro-
da agricultura dopai^
poderes, pblicos do estado abrumas,queneslaparle no.serei conlestdo, nem afora
- providencias que tendera A nos' preciso malar, a^seprolvimento.
L- de;sem; O Sr: JAQoam :~Cm mefo e
far superar muitas dificulddas.
Nao quero, maia cansar a paciencia da casa,
(nao apoiado-i), apresentando as razes que tive am
mate para offerecer projecto sua cousidarapaa, I
Seoao tenho fallado com ordem (nao apoiadwsX
como tora para desojar, poto menos pacoce-meque
de miabas palavras a casa ha de inferir quaes as
razos que levaram-me apresentacao do projecto,
e podera resolver e votar como
sabedor a. (Muito bem.)
A discusso tica adiada pela hora.
SEGUNDA l'AKTK oa ohdem do da.
Continuacao da segunda discusso do projecto de
torga policial.
0 Sa. Gervasio Campello (pela ordem) __ faz sen-
tir a uun venieocta de ser adiada a discusso polti-
ca para depois de vitados os ornamentos a nesse
sentido mandou mes o seguinte requerimento :
1 Requeiro o adiamanto da discusso do projecto
de forea policial para depois de votado o orcaraen-
lo.-S. B.-C. CampeQ.
O Su. Buarqle (pela ordem) diz que na forma
do regiment tem. o requerimento da ser votado
quando ti ver de encerrar-se discusso de projec-
to, devendo a discusso versar sobra um* a outra
cousa.
O Sa. Araljo Barros :(Nao devolveu seq dis-
curso.)
Dada a hora Oca a discusso adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem de din e le-
vanta a sesso.
RIMSTA MAlli
Na sesso de ante-hontem a assembla.na hora do
expediente, approvnu um requerimento do Sr.
Buari|ue paca que fosse nomeada urna commisso
afim de examinar no iatervalto das sesadas, as re-
parlieoes piovineiaes, inclusive o corpo de polica,
e estudar os melliores meios de melhora-las.
Fallaram a favor do requarimeotp os Srs. Jaco-
bina, Buarque e Sa Pereira. e contra o Sr. (. Cam-
pello.
Para essa commisso foram nomeados os Srs.
Jacobina, Ayres Gama, Soares Brando, Silva Ra-
mos e Rochael.
Approvou a redaccao do projecto de orcamento
provincial cora algumas emendas, lendo faltado so-
bre isto os Srs. Silva Ramos Sil veira Lobo, Buar-
que, Goncalves da Silva, Gervasio Campe!to e-Jar
cobioa.
Approvou um parecer da. commisso de polica,
coicedendo seis mases de licenca cora todos os
vencimenlos ao offllal-maior da secretaria da as-
sembla Francisco Duarta Coelbo, faltando contra
o Sr. G. lampello.
Entrando na ordem do dia, approvou em segun-
da discusso o addtivo olferecido era lercaira, ao
projeoto n. 24 que devide ara dous districto* de paz
as freguezias de Pao d'Aiho e Ipr^uca.
Entrando na terceira di-cussao do projecto de
orcameata municipal, faitou contra um dos arttgos
0 Sr. G. Campello, a a favor o Sr. Jos Joaqotm do
Reg Barros, sendo afina! approvado.
Approvou em terceira discusso o de o. 13 que
concede urna gralilcacao de 3004000 a cada um
dos esenves dos faltos da fazenda provincial. Pal-
laran) contra os Srs Silva Ramos e G. Campello, e
a favor o Sr. Jacobina.
Approvou em segunda as emendas aprestadas
em segunda a projecto que concede diversas, lote-
rias. din eenim 1
Approvou em terceira discusso o proiecto a 17
que croa a inspeccao do algodao, tallando contra os
iSrs, G. Campello e Silva Ramos, volando a favor os
Srs. Jacobina, Soares Brando, Araujo Barros, Sou-
'lo Liqu, Goncalves. da Silva, Andrade Lima, Na-
bor, Maranho, S Pereira, Lopes, Amintas, Jos
foaqnim do Reg Barros, Rochael, Joaquim do Re-
g Barros. BapBsta. Sil veira Lobo, Silva Barros, R.
Franca e Teixeira de Mello, e contra os Srs. Armi-
nio, G. Campetlo, Avres Gama, Silva Ramos, Ftaa-
cisco Efedro, Silva Burgos e Buarque.
Fica empatada urna emenda ao mesmo projecto
que toma facultativa a referida nspeceo.
Approvoufem terceira o de n. 56, que interpreta
a postura da cmara desta cidade, acerca do con-
trato Cambrone, tornando-o facultativo para.com
os aroprietarios.
Approvou em nroannica discusso os projecto^
que approvam s postoras das cmaras municipaaa
idea, em minhs opnlao de grande eowrenipwcta ti de Iguarassd e Ipojuca. '"""
Me paree, que achando-se craado nesta provlncta' Apjrhvoo em segnnda o de n. 9, que transfer
oiinrperial Instituto de AgrtetfUMra, hpondo este liara si frgtiezr* do Granito a-*rSr. Bem Jesns do
instituto hoje j de um capital. Que achando^eenf' Ba.
Refattoa em segpnA dlscossfe o de n. 71, qne
iguala o ordenado dos empregado* da tbesooraria
pantaculo no Sai
companhia dramanca,
Nos intervalloso SK*MM> canta re, ca radiar, a
grande aria do Po/misj *?. Bovio a arta do A<-
fita e aquello Sr. a Sr*. Pieri o duelo Boal do
Poliulo, que tantos appainsos mereceu qoeade foi
cantado entre nos pela ultima eompanhia lynea, da
qual fazia parta o mamaafr- Gejpli.
0 vaimr Pu-mk&a, entrado uontem dos por-
m de sua escala, fot portador de noticias do Cear
kf 30 do passado a da Parahyba at 7 do cor rente.
1 No Cear esteva dous data a corveta ao guerra
Weberibe, com o pavNho 4o chafe do 3* districto
ppvat.
1 No.Rio Grande e Paralqpfc* nada ocoorreu qa*
ereca menco.
Para o dia 1S do eorrente aebain-sa coavo-
cadas as reunioes das Juntas de qualiflcacao das
ffeguazias do Poco da Panalta a Varzea, nos con-
sistorios das respectivas matrizes.
Em consecuencia do passamento de S. Eic.
Rvma. foi transferida, para domingo prozimo, a
fasta de Nossa Senhora da Soledade, na eapella de
Santo Amaro da Cidade Nova.
Depois damanha* tem lusar o concert dra-
raaiico-instruraental era beneficio da nossa interes-
sante patricia, a menina Aaelica Botinf, cuja vo-
cago musical conhecida de toda esta cidade, que
ncfla ba recoahecido um verdadeiro genio a des-
abrochar sob o influxo benfico de urna mal carl-
nhosa a ae contacto de um mestre solicito, qoe por
ella so desvela como o sonlio le sua imagmaco de
artista.
Secundado pala sociedade Melpomene Pernambu-
de Apollo, leva
representar o
drama do Dr. F. Tavora Un mutttrio de Familia,
pretenda a menina Anglica Bolini corresponder
a preteccao que lite tom sido liberaiisada de modo
lio gracioso.
0 concert dividido em sais secgoes, tres das
quaes serao oceupadas pelo drama, e das outras
tres, a t* peta grande phantasia militar sobre a
Marcha Popula- da opera Figlia uVl Regiment,
piano pela banebeiada com acompanharaente da
orenasira, regid* pato Sr. SmeUz ; a 2* pala paao-
tasia da- Talbetg sobre a opera Mais m .Egipto,
piano pela mesma beneficiada ; e a 3* finalmente
pela phantasia brillante da opera J due Fosear 1,
rebeca atada peta beneficiada; que assim revela
pela primeira vez maia esse lado de maaife$tac*o do
seu tatemo musical.
0 concert ter flm cora a scenacomicaA u-
Ulo muglo-trasUeira, que sa seguir o hymnu ua-
connl.
. Al* sesso judiciaria do jury de Olioda eu-
eerrou-se no dia 2 do eorrente, tendo sido presidi-
da peto juiz de direilo da comarca o Sr. Dr. Jos
Nicolao Rigueira Costa, e servindode promotor pu-
blico interino o Sr. Dr. Domingos Josa Alves da
iilvjk
Funccionando durante os 15 das da lei, nesse
lapso julgaram-sa doae reos, cujos crines a resul-
tados focain os seguintes :
4 par ferimeoto* gravas, sendo dous absoteidos
1 oondemnado ,
1 por furto.de animaos, absorvido ;
1 por tentativa da roubo, dem ;
t par dita da bomkidio, caoderonado ;
4 por homicidio, sendo absolvido um e outro coa
demaade?
1 par violencias, cendemnado;
1 por complicidada am tentativa de homicidio,
absolved;
l por orimede daroao, condemnado ;
1 por fermentos levas, foi a aeco julgada pc-
rempta, em virtude d decreto do 1 de selembro
de 4860. .
0 Sr. Dr. juiz de direilo appellou das dccisoes
que absolviam os reos por homicidio, por tentativa
de roubo e por complicidada em tentativa de homi-
cidio, sendo qne dexarara da entrar em juramen-
to os reos por homicidio Estaaistao e o preto escra-
vo Seraphim, o primeiro per nao haver numero
sufflciente de jurados parato julgaweuto, em con se-
quencia de recusas feitas por parle da jusca e pola
defesa, e o segundo por nao haverera comparecido
quasi todas, as testemuahas.
Adveg,-iraiii petante o tribunal os Srs. Drs. Jos
Bernardo Gaivo Alcotorado Jnior, Manuel Joa-
quim de Miranda Lobo, Jos Rodrigues Pereira J-
nior a Aureliauo Augusto Pereira de Carvalho, e
es acadmicos Antonia Jansen da Mallos Pereira a
. Pedro Jansen Ferreira; asskn como servio de pro-
entender em sua, motor ad hoc em dous julgamentos o Sr. Dr. Cyrilto
Marioho.
Acha-ae encarregado da pharmacia do tinado
Luix, Pedro das Neves o Sr. Braz Marculino do Sa-
cramento, pharmaceulico bem conhecido ueste ci-
dade por suas habilitar-oes, sendo assim de espe-
rar quo a taoguezi* daquelta pharraaeia contine a
ser bem e devidamente servida ; pois o Sr. Braz
oo omittir^ estorcos e boa vontade certamente
para com pronclencia attingir a es.^e deslerntum,
com o que prestar tamhem um servico aquella fa-
milia, que ora praotea a perda de seu honrado
chefe, de quem s houve por heranfa um bom
nome.
Peda-se-nos a seguinte rectifleacao :
Srs. redactores. -Dando a illuslre redaccao do
conceltuado Diario de Pernamburo, noticia da tras-
lada jo do cadver do Exm. prelado diocesano, da
eapella ardento do palacio da Soledade, para a S
de Olinda,'declara ( sem duvida pelas informaeSes
inexactas que Ihe ininistraram ) que ao sahir do
palacio episcopal, q fretro foi carreuado pelos ir-
raos do Espirito Santo e do Santsimo Sacramen-
to, e pelos inssionanos capuchiohos rei Egjdio e
rei Seraphim, etc.
Ueste declaraco se conclue, que nenhum ,pa-
dre se prestara a carregar o virtuoso hispo, a ul-
tima prova de obediencia e de respeito.
t Nao lendo assim acontecido, por amor ver-
dade, vimos pedir Vmcs. qoeiram em rectificacSo
declarar nas columnas de sea jornal, que o cada-
como todos o viram)
* **--------
o )frirtomar~aW~5
^^ernira aa Srlra, Jale Jea Qmtm
Jos da Costa atam,feqoim 3mi
cisco Aftooso do BajajIMIo,
Silva, Vanoel PerHM aos S
noel Thomaz dos Santos, Lata
Ludgaw Joaquim daPa
oor, i eeerava com 1 ha* l
Paaugeiros dd vapor
sabido para a (ranea e panos I
(Immtrme Perataa de '
gilto ertmJ, Maaaal Jas Ali
Joaqataa Lean, D. Jaaa
do Rata rite. '
e 1 criado, He o r qoe Brama, J
Silva, Jos Narcisa 4e
entregar a Antonio T. da
Q ,, J'arenlhA
^TVTuaatTJIi aurnn*.
Passagairos da Tapar 1
Irado dos portes do norte :
Caetaao Daaist aa Canmlaa,,
). Mana da Soledade, D.
Antonio Rozando da Casta
Braga, Francisco Candido Santra, Jaa'
Chaves, Carlas Aoseao Petarte,
Fernandez, Pedronw Jas P
thur Pinto da Abren, Fraaeiseo Lata I
senhora,2 iihoaaaaaaras 1
Cosa Amorim, Migad de Ara ajo
cravo, Dr. AddNao AMiaiu r
Goncalves Valste e I fttwdoi
quii Gurgel do Amaral,
ral, Fabriciaoo Napoieo do Rom I
Vires, Torcuata Selntaiaao da :
eisco Candido Correa Lian, Jaa
Luis, 2 pracas de liaba do exerciea, 3
entregar.
Passagelros de peteri.ii petfgaaa
hido para a ilha de S. Migad:
Manuel de Reg Soares, saa sanana e eMax.
Joao Ignacio Coelho e saa senhora, Maaaal Caara,
e sua seahoaa, Praactaea Jaio
Marta Fitoroana, e Praaataaa
Omtvaiho do du 4 m
n'Kii :
Marta, escrava, Arica, W 1
ta, liepatite chroaica.
Jacrneao, eseraro, S. Beata,!
Vista, varila.
isaaeth Kaeotaxeo. NHaWrra, 2* 1
Sanie Aosoatat gaearite fad,
Manoel, Pernambuco, 7 mese*, Boa-Vista,
coes.
Francisca AMoaia da SRea, PeraaaMaMa. Wl 1
vinva, Saa Jea,
Thereza, liberta^ frica, 1
tnbereolee
Fehapo, Pernambace, 9 atas. Sea

Anglica, Pernambace, 14
Jos Joaquim de Santa Aoaa, Ptraiejama,
nos, soitetro, Boa-Vista,
acordar 03 que
HMfl Pe aparte do sobra depotado. primeira lotera da igrrja da S Goncato.peio plano
m a lavou- i mitta-me a casa e descolpe qne en r apresentan-
provincial aos da tbesooraria geral.
I Pbtnf apprwadas aetadacedes de todos os pro-
jectos qoe haviam passado em ultima dlscqssab.
?isa*.
Liptua u
E' traduzido > Fenetoa e
ih nomens pnssaae conaa m
rham pela rnanba, qae 4 1
pisadas aas pea
As gertoe dos borneas
ondas de am rio eadatase;
o tempo, qoe teaa
immovel.
Tu mesmo, neo filbo, aaaa
mesmo, qoe gosas agora de
e t.io fecunde em preseras,
la idade, nao mais qoe o
logo depois de abena.
Tu vers medar seos*
sonhas, os doces prazeree qa*
torca, a sade, e alegra sa s
soono: de ludo isla s to restar
branca ; qae a veNiir*,
prazeres, vw earogar tea rosta,
po, enfraqoecer teas meawros,
ra^o a origem da alegra, desgastar-te
te, fazer-te temer o telar,
ludo, excepto a dr.
Este tempo parece estar baga.
Ah I tu te engaas, mea atoa, e*\
e-lo que chega : o qoe veta
t peno de ti, e o presente qae pasea vai 1
porque se acaba no momcate ca i
nao pode voltar.
Nao contes pois, mea tibo, cae* a
conserva-te no eaminbo ral* a
des por cansa eo teluro.
Procura alraaear per luuiaawi paras, a
da justica om lugar aa feliz morada da pac.
L-se no .tfonifrur de la
O ministro da goem em Bertia
casa das irtnaas de S. Carlea
Treves, drooito irmaas para rea
les e dos feridos prnsstaaoa ae Slreif,
E' urna bella homenagem dad* a
I ica por um governo protestante.
A Gazeta du Mei escrere o
Ha alguns das v-se aaar u
um veneravel religioso revesado do
dos frades de S. Bernardo.
O ftm de sua riada a nossa
interessar todos aquelles, qoe aao
aos prodigios de dedicarse e
humanidade.
Este bom velho se acha
superiores, de reeolber fundos
reconslruco de orna destas
que a candade ratholica baria
perigosas |tassageas dos Alpes, 1
de sculos, os boas e
ver do Exm. St. bispo fora, -
carregado nao so pelos dous referidos capuchinhos P_ -. ^
e algum padres, ao sahir do palacio da Soledade, | "V* de expor 8M T1"
cerno tambem substituido depois pelo provincial. J1"'1"- {nU ^t-H* as roanas a eV
doscarmelistas frei Jorge, pelos padres Lino, ^^[TJli^^^r^^^^7il^
tmho, Tranquilino, branles, vigario de Mu ribera.!} g*''*,^ST55a^**-- Ta-
pa ir B.mdeira, e oulros padres irrnaos de S. Pe-. > lr iir,:J1, ,,.ir^- aja m m**
Sro, os quaes alternavain ajudados pelos irmosidol^^^SfrtS^ZJStA
^^SS^SSSSmSi Satd^ulS^'orn urna abneg>oTV qa. a a
ttoTOi'^ ae I7.a
sendo psi espiritaat dtodoi
direilo de prestar-lhe as ultimas homenagens
respeito, amor, e candada.
Os pailret que carregaram o fretro. >
HEI'AUTIC.VO DA|POLICIA.
Extrac da liarte do da 7 de malo do 1864.
Foram recolhidos casa de detencao no dia
de mato.
de
pltal creado no Monte Ceir.
Quando Napoieo foi Italia
180o, afim de sercoroadoei
re de fadiga e fno aa
devendo porm a vida a
taleiros.
Seus dignos successores
a sua ensarna, t
estes
JUbas,
A ordem do Han. Sr. Dr. ohefe de polioia, Fea-. JW-rem *a ^i** dos
cisco Alves da Brito, a Manoel'Jos Pereira da Sil-
va, ambos para recruta.
A' ordem do subdelegado do Rerife, Joaquim Pe-
dro e Custodio, escrava do eapitao Trajaao, ambos
por briga.
A' ordem do de Sanio Antonio, Cyprtano Pereira
da Silva, Mataqutas Venancio Porto, e Mari Tho-
:reza da Paz, todos por embriaguez, e Raimundo,
esenavo de Antonio Carneiro ae Marros Montar-
royos, par fgido.
A' ordem do de Sao Jos, Joaquim Francisco da
Quriroa. e Francisca Liberato por briga, Joanna
Baptista, Anna Joaquina Marta da Coneaicte, para
aorreccao.
' ordem do da Boa-Vista, Maurino Antonio,
Fraacisca Jos Ribeiro, para averiguaedes poli-
ciaes.
O ehete a 2# saeco,
J Q. de Mesqmita.
Morimento d* cas* do detencao no dia de
maio de 8frt.
a Mar
A saber
Existlam .
Entraratn. .
Sahlram- .
Existen). .
Naciones. .
E,strangfciros
Mnlheres. .
Bstrangeira
Escratos .
Escravas .
330 presos
6 -Vi
~S45
519 presos.
9
i
3
1
141
Alimentades costa dos cofres pnriinciaas
Movlmento da enfermaria do da 8 de maio
Tova baixa :
Joo Mauricio Gomes da Silva, intermitente,
Suspendendo-se a tessio emquanto redlgia-se a | Passageiros do hiate nacional Sd Banano, ea-
act*dos trabalbos desse da, ful potico depois ell* trato da Itha do Pernando:
contfnuada, e approvada a acta. I Segando sargento Jos Raitd- Silva Pessoa,
Em seguida foram encerrados os trabamos le- cabos Jos da Silva Braga e Eacharras Paes d Ea-
ITtorBtib. gistatltos do prseme' anno: carnacfo, amqier/tra Antonio' Ftadeisco "
(H So.vaRS raw?o :-Ea apreelatl mal Atitaanu a< exraMb* aprlmelta parte da J3 sphta.los, i mujher;_ei_l[ t|n5boT
4 ^"^^^^-7^^
t i*yi>fdtiiu9, a iiiutiiui c wirfuui whwvi
Joao PTancwco d STtrir, Maborf *atteo. de
MaUadoeonT rw*cfe*or*lm, por W#ni extraordlnaTiaa, sendo o matar premio tj^,;lifco*t^b&A&!*s>.
rWe;
Amanha do os Srs.
Basta Ann#,: tbeatord^franrisco dea
Guidi e Bovio am es- noel Francisco dos Santos, Manoel Pereira
seiba.
Da Rrrilo EscoUastica
te poesa :
iraasereveanao a i
UJt BBUO.
Morena
De faces da
To melga, lab Hada f
Escuta um pedida
Do peito sabido
D'am pobre cantor.
Elle arte cm >
De daMe am s* I
DooaeUa oaariaa, .
Estrella que a vid*
Tiroa-aje das trvae,
MM
Quei
lapoaea aa
Nao creas aaa-na. I
OCanda o toa pja.
Nao vs,
Aolyrie,
t**
SrgulaaO
O exeaapto d* rosa
Alteada a
E
Caoseote; nao
Nao tremas; aao
Nao lujas-eje
Um beqb ana peca,
Qae unto appetena,
Me queres aagar 71...
-Nab^dmeepejo
S peco-te aabaeja,.
Si derea-me o .baje,

J


CORTO A AT
ItEOO.
ib occJJSrt-lea femp


em
bsso entreiininente de domingo? Pois v si
i escriTi exacto ; a li, que cmuj en, lio impressio-
ado Araste ouviodo-Q, offereco-o, leu.
Era u eaptal i nfofea provincia. Emrjmda-
mingo arhei-rae. em casa mu ora corapanhoiro
ste^pat^WMrablr-me.
flo taraou turnio que a froxa arela de um tre-
medal horrr*el do iristen, principiaste a fugir-ese
de w>b os ps.
r : Para tae nio afondar de todo vesl-me, eeis- cada3 lilhos, 1 exposto. E1 sabidoa'aW-
ma camiuho
-acrilfo.
f
uss pas-
i lajviarn
\
das ras para a casa do um velho
ir
La, as ailadas aguas do oceaso, ainda psa-
eo haria se atorara Miebo e ji tiohamos trevosa
noite.
E' ludo quanto me lemnro notara ao sabir era
basca tjg antidoto para aquella lethargia. que nao
E qual se o Lethes vadeado houvera, caflnhei
nao sei por onda, ramiabei como nlo sei, naml-
nhei lempo esquecido. [
Dous longos e agudos assovios, como derjnem
esforc^-se por calar gargalbada* stridentes.sferam
morrer mi mees ouviaos.
Deti ve-ate, rao per eocanle, nem mais
o pode conseguir; metis ps como que se
enraisado no chao.
Oh I meus ant*ro, M nm despertar h#rvel
aqaeHo! MU reate continuarse minh'alma quel-
la especie de Hzatelo as ososas d'esle mDdo I
Has abes outrbs innmeros relmpagos de todas
as partes a se ruzareni no espaco, pareeiant que-
rer incendiar a abohoda dos os I
E o aterrador retrar de troves a mll.aram
ronco raivosos de artilharia gigantea, eonra a
obra prima do divino archlthecto.
E o furioso aqullao pascando airavs da pjegra
ramagem de doas altos e esgnlos arvoredos, sibi-
lava medonho I
V
E meu chapeo l se foi n"om reemolnho in-
fernal que, nio podendo brrebeotar-me, aroorme
contra um obstculo eom que, rapMo, abraeel-me.
E ponen e poue toi serenando a tormenta,
raros o amortecidos eram j es relmpagos, e mal
te ouvia o longo roncar o trovfto caneado.
Todo silenciava; e a loa surga plida e bella
no meio dos oos, como rimlda noiva ao despertar
a manhaa da-primelra noite nnpeial.
VI
E ea de joelhos ainda flr orna oraeio a Dos,
lieijei a minha sagrada tabua de salvacao e ergu
me atnito.
E priacipiei a observar lado em derredor de
niim ; nao posso dizer-vos o que em mim passou-
se ao ver que me havia levantado des ps de urna
cruz.
S sei que de aovo quii ajoelhar-me, mas de
balde, um fri intonso penetrando-me al a me-
dula dos ossoiotricara-me os ruembros.
VH
Nao longo, estavam anida es esgnios arvoredos
que so apresenlaram ao rlarao dos relmpagos,
ram dons Ingnbres eyprestes.
Aqui, alli, alm, eram alvos tmulos, quaes a
formaren ras quaes solitarios e sos; todos maic
ou menos cercados de flores e sustentando pequea
cruz.
Entre dnas alas de arbustos lloridos, em frente a
nma rapellinha, sobre um chao hmido e frouxo,
eis-me esiatna da morte!
VIII
Cada vez mais intenso oontiauava o- fro a pelar-
me, e urna brisa impregnada de .ftidos odores,
l>rneava-me, impertinente, no rosto.
Nao havia mais duvida, pisa va um chao de ca-
dveres, respirava um arde tmulos, encerrava-me
nm cemiterio.
A horas moras da noite, na sombra Jhabitaco
dos que j foram, tendo per rt campanario' o
agoureiro mecho; morrese, morre-se mea Dos!...
IX
A minha primetra idea, foi deixar tao lgubre
morada; alguma cousa porm prendia-me, a nao
consentir-me um s passo em fra; fipiei.
Procurando outra sabida a lo penosa siluarao,
leml.Tei-ate de ir depositar aes ps de altar urna
supnlica pelas almas necessitadas.
Eiicninrohando-rae para a rapelllnha psde ver
airares de ama estreila fresta da porta que era fe-
chada, luz no interior; talvez se podesse en-
trar I
X
Ainda nao tinha vencido a metate da distancia,
quando de nao lunge minha direita, veio-me um
ronca lio eio como s o dara resonando a
morte.
E nao s um, porm j muitos sahindo da mes-
w lugar, formavam urna roncara roedoaha I o que
era raen Dos !...
Novo Prometheo, jonpido por cadeis de terror
ao rochedo da solidan, daceroume a alma o cruel
abutre do desanimo I
XI
Lembrei-me ento que estovamos sendo sssola-
dos pelo cholera ; bern poda lar vindo algum des-
granado estos os merlos sera te-lo fulminado a
peste I
Ah meus amigos, esta idea centuplicoa meus
martirios 1 Na* eria aquillo ura despertar enlre
iuumeros cadiverest I ...
O recobrar-se a vida no fundo de nma cova, ton-
do-se por sobre si o cUumbado peso de mortos, de-
\eser horrvel!...
XII
E continuara!... Mae' nao > me atemorisava
ao cenirario dava-me coragem ; que me havia
acordado em rom oseatimento da clarldade.
Salva o desgracaiio das garras da merle I de-
pressa, t>enoai leile ede U 1 bradava-me urna voz
iuferior-Salva!
Quasi de um pulo acbei-rae as bordas de im-
mensa cova, foi borrivel! Avaacaraa>me faosos
mil demonios I...
XBI
Eram 5 horas da manhaa do da seguate, qaan-
<1 tornei a mim j vendo om -pessoa eittranha a
mea lado, seitihdo nm cheiro Insupporiavet de
agurdente,.eetreaieei I
O que vem a, ser isio? nterroguei-a com voi
trmula, ter-me-hia accommettido o cholera ? Bis
o que me responden:
Pelas 2 horas da madrugada, fui acordado por
um grito agudo, vindo l de fra, ieraatet-me e fui
?e* o que serla.
XI
Encontrei V. S. cabido junto te ama oeva;
aflicta, troaxe-o nos nvu> bracos para se/ai, onde
tanbo-o tratado at agora.
Tal vez viesse, como fazem muitos mocos, chorar
sobre algiinvleanuio ou conversar com os defun-
tos e e aceu, mh> sei porque...
L na rora deftei ainda alguns percos comendo
os defunlos; qnem sabe se ne ferata a eaosades-
a ^k jliaAinaAAk m
rj uanmv I
ir
para a
. ira odos
UpsicSes, fei ds
*'
DlAPMlIr
ino
mulher; app.'llados
mulher.
Ao meio-dia neeTrMi^a a sesso.
ves, de Pj oh o -
aplisla Pedroso e aa
Esta MaSsttca lionfosa^ e excede todas aa dea
paizes estrangei
' As ezposicoes sfe ferias em grande trainero de
Mtbd legtimos, pofs que nao posstvel que em ol-
io tiasel meo tos Raja um llegrtimo, sendo para no-
tar que dos irrfltimos multes fleam em poder das
mies.
Em Lisboa a proporcao do nnmero das expo**
WSBs"s4ro tlesTiascImemos ^e i par 3,5, ls
srieerik de Lisboa conrorrem etoostos de'alheios
dlstritios. N,aqnenecanYutocompt;:a-setodeodte'
WHo de Lisboa, mas este carreg* com os exposto
de cutres.
E para nolar qae em Arelro onde menor,
proporelonalmente to nnnjero de exposlcfies, sendo
a proporcao do-HU>Tb exposices para odos
aicaentos, de I-para 6M.
Ma proporcao singular, e nao *ba outra qtte
a Iba aproxime seqaer, pois a mate favoravel de-i
pois fesa,ea do Foaehal, qua da 8 para 34,2.
Pela esta tiene aaeesbmada, a proporcao dos bi-
tos fara as exposices, quasi de um oi' por
um aascido
v
Biz o I'mafo qiui a aegunda-feira deu-se se-
pultura a mulher tal vez a mais velha de Yizeu, a
Sra. D. Mana Brigae do Carmo Barros.
Eslava em seu perfeito juizo, morrendo com tld
anuos, (1 mezes-e 4 dhtst
Deuda de orna cafof leieio asss ngoreaa, e de
urna vida votada por assim dizer a trarufullidad*
do espirite e- pratiea 4a virlude, e anuos nare-
clam pausar por esta sendera sera (be imarimirem
os vestigios da sea desiraifao;. pete que oeaaervou
seropre em sua physionomia es traaos que caracte-
risam as almas bem 'tdadas.
A sua morte foi como a sua vida tranqtifna e so-
cegada.
Segundo o Exckoiiarte MetUco, a polica de Ber-
ln publicou um relatorio para demonstrar a gran-'
de efflcaoia que Tem o acamo dos res na preveo-
cao da bydrophobia.
Esta medida policial comecou a ser usada no fim
irleir. at moi it-
M-tori (JKiNliv
esravaiaiHNraBRea:RO'#|{ntad'Ag(M, ganda es desaagaasdo polos nshl
m parttea a miaba esposa, e qttaado &- gand* eu a Maeet, s. amina pjAo-rar, q *
'ffi* P"M eogenho foi munida a m darlara- acompanliass at a rasa do Sr. <^ritiaoo par ver
eae por nwn escripia e firmada, aja oxiaJ dizkjojMlgaB edio.eatM*
MB|te.parp o eagenhe d'Agua a eatroga^uW^MI-o Ib estatl
icharel Francisco Jeio, e que de proMrac #ira sangoef e UM*'-
ella, coiapleta rhM>e*ia> fr*|dwa, a ponto
^aais se iwIbt por em p, no fim de urna -
a BUlte dt
"liewU ftrtif
nedic o lllm. Sr. Dr. Ped d A-
thtjde Lalat Isrgr^a.
4 VMMssem dar eumpri
de 1833,edeSde eolio oi dcrescoodo coosidravel
menle o numero de bvdropnobias.
Assim em 1851 honre 107 casos, em <8t ainda
94; d'ahi-por diante : em 1854, 3 em 1819, t em
1857 nenhum de 1858 e 1860, I em 661, 3 em
1862, e 10 em 1863.
O relatorio ola porm que de 1846 a 1851 bou-
ve tambem muito poucos casos, supposto que a po-
lica nao ti vase anda interviado; e portan to
possivel que nos sobos em qe a molestia se pro-
nunciou mais, haja actuado alguma influencia epi-
dmica.
immck jubigimU
Si^ue om medico que -goza tanto conceito co-
o hhblIHsimo partefro, como o lllm. Sr. Dr. Pe-
dro de Athayde lobo Mostoso, fiao precisa db elo-
gios de ningusm, e menos de om pobre artista co-
mo eu : itesejtva jwdnf inorar minha gratidao,
minha mmMBteMK6thi falta-me tudoV ate a> uculdade de poder cscrver
um panel que podesse apparecer em publico, fosse ilgW'd^6b'ere^ocrai1er:
No dia 3 do correle achaaD-se atiaba mulher
em mao estado por causa de ,am parto, recorr ao
lllm. Sr. Dr. MfeeoW^'qWr}rnao se fez esperar
em correr luHaaasasMejmildc de um pobre artis-
U : ahi r*.*au,] e45*ai*1<> a-pai** aonsum-
nradjb em laes operacos que nao era possivel espe-
rar mais, sem que a paciente correase grande pe-
rico, o Sr. Dr. Mascse praticou a extraer^ por
meio dos instrumentos com aquella delicadeza e
pericia que todos toe recwhocem, o apezar da en-
cravaco da cabeca da enanca mais de 24 horas,
a paciente douco sorau.
violenta erysipeM afea sato* e na perna esquerda,
o que causoaTIjanMiaM lo parto e produzio-lfie
urna dr agudfssimX botATxo venlre, que p-la s
portas da morte.
Po KssaMilo'aBedllakB>.l>>.>MaaNM'em-
enhou'todas as suas Canoas, de sua ciencia, e in-
wyhs'eitre?^zesrjbr'(jra a fflinfrcasa,. e sem
esparanoa da inear recaaipansaeenia a'qao Dos
d aos bons. conseguio salvar a. miaba doent e
rostabelec-h.
Nada lenho, asea acaso: reita-ma a saMido o
o reconhecimeolo, e esse mesmo receiavaj pateo-
tea-lo ao publico,nao quera onender o Aenndre
pesaeas
meneo
Parece-me que agepte do engenho d'Agua inai*
~Lse com a minha cari* a julgaram quejo
ru, |% por
los paMb Re
orados,
men
na
garrafa aaHowie A C
ra elle no ds- I ca xa fe
arroz, 6 barris clmmo de awah,In
2 cai xas* lemas**, .1 di as rafn*, t aorr
bo em canos, as relx>* e TOS barras sVlara
Patn Nash C.
3 f*rdos lonas, 7 dhos barbaale, f datas
Barricas rerarjs ; a
larape atotto de veame j se ada
lado de passear em eaaa, desapparseaaa a
leneia, e as escarros de sasgae;
ligada.
No usa da segsaada j acbai en estado de hz*-le
passear pete seo stio tedas as maabias. Aeahaaa
-------- rerrageas, 107 rnhtme fcja
nadada:,, de liae de Has, | rafia eftaa* dr asi do
*alaudao, 1 dito objeetes de eseriilM LSsi>
mettau & C
8 caltas toados de Moho ; a Mdar UrO C
3 cartas liaba de ahj.4 tratara e PJa *,
Quando uHHalfflaainii fazer
22^JJ^'**' W ** fr _necc*ario peis^que^jenho receUso eartaa de Maeei, a qda
iSPSP^PE-yW* tet*te4iagtos a pugnar
sei recorrerls4eis,de meu pa e quando cumpro
com o metfffirw.'llfao'a'o petos meios legaes das
n^UaMatrd^atsWalhbtees de miaba esposa,
aao Oto maso a eon a*eonset|uflcias, bem podem
saber ; pois, Uve a (orco nateasara para tetar 8
annosoaiusiica darifla de bniarass com o Sr,
posa ; no lempo que exerceu os lugares de sua-
plenciasdojuizmundpaledeifoado, e tsto ds-
polsdareTH^tt,d*148,'-estandoa villa ebel da
tropas e brocessos crmes, quanlo mais agora.
. F y^dVbAe-tenca eneonirrljusbca no justa
da auesenipre ejjcuntreia no respeilavel iribunal da
retejo to dltmrto, onde as melgueiras das te-
zSes ertormes das partilhas e oairas cousas de tes-
tamentaria, tudo cabla por torra.
cormassaese, cora que
neis que, tenho recebi.
raeni -ftafuisi- se me coaasaanma o aeo bom estada.
Nasu adalestia os expositores de iiiiKtlaa Ale
acaaaeNiam baahe saltados, apenas anaado a"eltes
iraum, dizem ser applcados contra as asrrefuMa,
'BWnoohoadria, eitberisaao, aaasaorraaa, racila*
mo etc.; entretanto vi este bom resoltado ao IMe
do Sr. Cheisaaao, e ooctos Metes isoaes teaho te-
to as molestias sphylteas, e oseras auattaa qae
com o uso do tarop alcoolico de veame tem ae
eattea ii radical.
O Sr. Dr. Silva medico hbil da Maeei, aepdto
ae ter appiieado a um sen decuMb da raeamatisme
o xarope alcootlee de relame, logo aao' elle se
poz em estado de largar as moletas, das -que an-
dava arrimado, e aconsemoa qae eoMiaoaase ees
o usa do sesmo xarope coajuaaiiawBis om es
basaos salgados, com qae se tem dado muito bem,
e asa des mdicos, qae ate es Maeei tem coov
pteta .ccaMaaea as prsaaraedes da relame per
I mira -laiaM, petes beas resaludo*, que tem obtMto
delicadeza de tao esasplato medico, pe^o-lhe des
i culpa laaaro-a;roa naisatM prora da banda
de de IlUta. r. Dr. Psdro ds Albayde Lobo Hos-
coso.
Red fe, 5 Ae maio de 186A.
Fortunato de Jetus Raphael.
aN1 jJi'.HHl W
Tto qtz mamtaf fazer a penh'ora Sem que pri-1 cas sos elitea ~
meiro escrevesse a dito carta^nandatido d.zer que Quando alguera se v com losse vai ao medico,
anda esl*f&WW*f*rftfWeiT rr,nJ. -1 esta-o examlaa e declara -o senhor est aectado
da niesm.ssAtJfqas'prdJflaJ tfeu ; e a respost i dos pabnoes-o deonte desanima, com esta sentoa-
querecebifw prendaaem ao meu escravo com e ea eateade oslar son atis cura, quando os tactos
fyfVnHJ I? faiar su*" d rime de e a experiencia teem demonstrado ees amitos, toa-
^bT^j**-...- '. daiiractiradaolasjaraaropriado, se teem salw
zuii loro* loso de publicar a referida carta que'do; e assim tplicain maitos expositores de me-
dirigi ao Sr. Francisco Joan, para o respeilavel pu-; didua.
blice cada yo mais saber a maoeira porque, elle Ora, nesta provincia temos MrHNtede boje e
Per cerlo sspaotaram-se V. S. flcoa sssomlirada
i multo lUtrirat, a unta gente Um suecaddo a
mesmo)...
Mas nao fot aaa, sao a horas da madrugada,
V. S. j e-st bom, pode sabir da sacarislia da ca-.
pella a recoaustam aaoito bem o meu iraba-
-teo.
Oqueqaeres? diasedbe aa j dep. quaslla justi?a
prompto e recebeado a cbafAo aw me eutregava,
dize e tegue-me
XVI ------^^
Tao somonte que V. S. a ninguem diga ter
eneootrad o esnlerto abwt i podem-me tirar o
nico emprego que toabo, seu covsiro e nao uou
para oulra rousa.
Proinelti, a sabi alirando-lUe urna moeda de prala
que encomret no boleo.
Acoolerimento to singular, impressionou-me de
modo a niolesiar-me por algansdias.
ContH-o a meus amigos e cottegas; nns riram
se, ootros tornaram-se tristes; naisse-me :ser
oe-o Carlos.
J era-o em minha alma e para sempre tal-
vetl...
TRf nv% AL n\ REFAGA O.
SESSAO EM 7 DE MAIO.
PRESIDENCIA BO EXU. SB.'COaSSUUlBO
SILVKUU.
As (i 'j horas da manhaa, presentes os seabores
desembargadores Caetano Santiago, Gitirana, Lou-
rengo Santiago, liis e Silva, Almeida e Albuquer-
que, Multa, IVretli, Accioli, Assis, e Doria, faltan-
do sem participacao o Sr. deseinbargador Uchoa
(lava lea ni i, abrio-se a sessao.
O Sr. desorabargador Guerra, procurador da co-
ra, nao compareceu.
Passados os feitos e entrogues os distribuido?,
deram-se os seguintes
JDLGAMENTOS
Appella^des civeit.
Appellantee, os herdeiros de JeSo Henriques daj
Silva ; a p pe lado, o Dr. Adolpho de Barros Caval-
cant de Lacerda.
Conflrmada-a son tonda.
Appellantes, Dr. Joto Ferreira da Silva ; appel-
lado, Joaquia Jos Atws Lima.
Reformada a senteaca.
Appeilante, Jeronvmo Jos Figueira de Mello i
appellado, Ooofre-Munia Ribeiro.
Reformada a seatonca.
AppeUa(u crnes.
Appeilante, o juizo ; appeitados, Eugenio VeHez
de Mello e oqlro.
A' novo jury.
Appeilante, Jos Pedro Xavier da Costa ; appel-
lada, a juslica.
Absolveram o-appellanto.
DILIOEMCIAS CTVKIS.
Com vista ao Sr. Dr. curador geral
A oppellafao ciW.
Appeilante, Jos Joaqaim da Rocha Paria ; ap-
pellado, Frederico Augusto Velloso da Silveira.
DrucNcixs cutses.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
jnstica
Ai appella^oes crines.
'Appeilante, o juizo; appellado, Fortunato Pe-
relra de -Souza.
BESKNACO DE OA.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
dasosJocdo es*.
Appelianto, bacharel FelippeCarneiro de Oteada
Cmpete; a|ipellados, Jos Duarte Raagel a ou-
tros.
PASSAGES.
0 Sr. deserrmargaflor Caetano Santiago pessou
ao Sr. desoMbarg&dar Gitirana
A appeliaQ civel.
Appeilante, Manoei Gamillo Pires Falcad ; ap-
pellado, Paulino Pires Falcao.
0 Sr. desembargador Gitirana passou ao Srr
desembargador Lourenco Santiago
A appellaqao crina.
Appeilante, o juizo ; appellado, Manoei Jeronymo
A appeila$aojM)el.
Appeilante,o brigadeiraGaspar ae Beaezes Vas-
noncelles de Drammond ; appeltea, ajonU da
Santa Casa da Misericordia.
OSr. desembargador Res eSHra passou ao Sr.
desembargador AlmeWa e Aibftqsjerqne
A o/ipelvicda cfv&L
Appeilante, Ernesto Augusto Meattmba e Silva:
appellada, D. Maria Joaquina Accioli Waaderley.
Ao Sr. dosembaraador Mulla
Appellaro oet.
AppeHante, Domingos Jos da Costa Gotmaries ;
appeltada, D. Isabel u Chatas Gurmaraes.
Q Sr. desembargador Molla passou ao Sr. des-
embargodor Jteresti
Malaca apaioala Sital.
- Apechante, Aoton Torquato reHppe Mm ; ap
pellado, Manoei Rodrigue doSantos.
&Sr. desembargador Perwtt passou ao Sr. des-
embargador Accioli
A apav ffetffo criwu.
AppeHante, JoaoGoases; apaeHada, a j
0 Sr. desembargada Doria ae Sr. desembarga-
dor CajissjsAJataMaajK.^^ _. ^__,
PBLiciES i ramio.
isas
dos por
em jul
u escra'o apresenluu-se-mo
AppellatUe, o Dr.
aialafl,& Jaajaa
Ao Sr. desembarga
Appeilante, Candido Alves de Barros ; apostada,
sstatwtica dos et-
ntes, ana nsUcoa.
O Dimr 44 Litb pablica
posto, no reino e sjhaa ad#ae
anuo de 1861 a 1862.
Por asa estatteltoa socoahacom os segninies re-
saltadot: -
A poaalaeao do Une e HMa>, ata 861 W V...
1.035330 almas.
Os aa-oinaatoi no asesino anao foram 132:230.
O* etaostos a carge das roda, em 30 dejuallo
Je 1841, era 3!7s4.
A* oipotseda ao tapo de 1361 a 1862 foram...
obila aos exposios no mesmo anuo, foram...
l:Wa. ______
rfldftjfas
.00.
As appeUacats civeis.
a (azoada t appeMada, D. AfJaa el-
pbi na P*e Brrelo.
.Ao Sr.'desembargador Gitirana
AppdlafSo crine.
AppeHante, o juiso; appellado, Portaatto Porei- U* faiteado com o
ra de Souza. tg
Appelianto, o mito; apDelrado, o brigadeiro Gas-
par de Menezes Vascoaeehos de Drnratnond.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago
As saaW/sfes* erims.
Appallanto, atesto ; apasasio, Moaoel Ignacio
Correa. .
Ao Sr. desembargador Res e Silva
Appeita^Oes crpna.
Appeilante, o.prbatetar j- appellado, o escravo,
Graaoria.
Ao Sr. asembartador Akaeida e AJaitqaerqoe
a A flaaelierdo crime.
Appallanto. Francisco Antonio Per eir Boto
appellada, a justjea.
Ao Sr. desembargador Motta
A apa/sede mato.
AaaaHaatft, Leandro'lose Je enaeira a oatro
ssp
desesabaraador Assat
At aiissffisVi datis.
appertados, Francisco Cavalcaifl" de AlBuquerqoai k'
Appeflaate, o
tista da Silva.
1 Mi A HOR
Sobre a catapa da vana. ara.
f. Rosa Praairlsca daCaa
crlf o, offcrcrlrl i sen II-
Iho. e men amigo, Ray-
m nodo H. de Car ralbo.
A motta de um jeslo encae de dr acuel-
les que o ama vara, cobre a ierra de luto; po-
rm d motivo a rima fesla no co !
As ligacoos do amor e os laces da amizade
teem nimio imperio sobre o eoraco, para
qno se pssa evitar a dr e coqter as lagri-
inas, qoando dosapparece da lista dos vivos
odbjeeio qae nos Inspffava aqoetiej doos sen-
timentos.
Chora, peis, meo amigo, que sao justas toa
dr e toas lagrimas, e derxa a fesla para o
co. que tambem justa a sua alegra
Para honrar o Md horae, desprendiste te
dos braeosdee toas,Trieste para bem tenge
ganhar as lutas Iliterarias urna cora que,-
era breve, to ornar a fronte, pensando, ain-
da um dia, ir-deposita-la aos ps daquella
Sue le deu o ser, que, nos nriraeiras annos,
troo-te os mal Seguros passos, que ensinou-
te a balbueiar as prlmerras palavras e que
derramou-te no eoraco o germen das virtu-
des de que era depositara: eslava, porm,
eseripto no livro dos destinos que, nem tas
virtuosa mai gozara asea ventora, neto tu
realfsarias lo leuvavol qaao nebre ambi-
cao!...
Km mais urna espemnea .qne murebou em
ten eoraco, mais nma libra que estaba nelle,
mais urna lagrima que rolou de leas olhos.....
Paciencia f e preciso repeiar.os decretos do
Sufsreino Legisladora *? **
Chora, antretaoto, que sao j astas taa dr e
toas lagrimas.
E l, no reino (Ta fuz" e da bemavenluran-
ca, echoam os hymnos que os anjos entoam
ao redor do fhrouo do Senhor, porque mais
nm juste transpoz as portas da tremenda eter-
nidade, porirae mais urna alma pura libran-
do-se as nuvims de setfm, voou para as re-
giSes do espirito, e parqne mais ama flor foi
ornar os perfumosos Janiins l de cima.'
DWxs, pois, que o co se regosje em fes-
las, porque tambem justa a sua afegria.
'Eira morreo para a ierra e para ti, mas
vive agora para o co e para os anjos.
E quando, um dia. Anda a tira peregrnia-
^ao, voltares Ierra tatal,e encontrares, era
vez dos brabas de taa 1carinhosa mai para
abracar-te, osjiraeosde bma cruz erguida
sobre a lage- que ebrir os seus restos mor-
ales, deposito, ao derramares sobra alta at
tus* lagrimas de fiirw, esto Bor.ique te affe-
rero, humilde, verdade, porm rica de sen-
tn\ento e rqscmdtm dos perfumes da Recife... de maio de {884.
'A.
ATTENCAOIf
Domingo, 17 do correte, maudei am de meus
esclavos xn engenho "Ajua-, d Sr. facharel Joo
Francisco Carttoh*o tfa Cunaa, entregar-lhe urna
mfnhaearta, sobre a qoanria qae o mesmo Sr. ha-
chare! resl-me da heranca de rrmtna esposa, pro*
ecdfdadMSOeogenhe, e tratando de varias cir-
cunstancias da heranca de meu sogro, que ainda
jgiaaaaaas i Paaaainaa laii miin ikiiua-
tem procedido para comgo, e o quanto tenho sof-
rido ; poLs, se tacos dita publicaco pilos mo-
tivos expendidos e porque o Sr. Francisco nao tem
cumprido o.que asseverour-me em sua carta
Hesto-mesommarasntoaprasVcer ao lllm. Sr.
tenente-coronel a soltura ae mea escravo, fazendo-
me a honra de eserever-me, e ao mesmo senhor
roitero os meus proteslos de aespeilo e estima.
O respdluvel/publii-o desrulpea massada.
Rerito, 30 sv abril de 1864. -
mirria -garulHiiD Jbsf Lopts.
Slsn de DrisloK
O grande pnrleador do sangne.
A aafca preparai^n ardial e penuraa para a
cura radical dos mais perigosos o confirmados ca-
sos de escrophuJas ou mado re, chagas amigas,
leieesos, tumoecs, abceeeos, ulceras e todas a
quafidades de ernpgSes escabrosas escropnulosas
a lejHQma-saisaparnlba Britol. preprala por
Lanman Kemp.
E' igualmente um remedio cerlo para rheuma-
tismo, empigens, tinha, escorbuto, tumores brancos
e affecces nevralgicas. debtidade gcral c nervosa
dosystema, falta de apetito, languidez, tonteiras,
e todas as molestias do flgado, febres, feb'ros bilio-
sas, fros e ictericia.
0 melhoFk e emTnn o nico remedio certo para a
cura de todas as molestias provenientes de um es-
tado impuro e viciado do sangue.
Os que soffrem destas molestias podem estar na
certeza quo nao tem a menor partcula de substan-
cias mineraes, mereuriaes, oii outro qualqur ve-
neno nesta medicina.
Ella nteiramenle innocente, e pode ser" toma-
da por pessoas no raajor eslado de fraqueta ou as
crianzas mais delicadas sem Ibes causar o menor
mal.
na mw im* sn!Mnr3Wr^9 fmfa ^msj^nw'a#mnCIl*
cos e imiUees que atistem, pediado a legtima
salsa dt Bristoi pajarada wicatneatapor Lanman
t^nrp.
vea da era casa de Caors dt Barbosa e J. da C.
Bnrvo & C.

_a?L
aspensT astucia passadas,
na tarde de qutnta-
a^BsaTJaaat&,V?
tregarA a minfta carta a setbora do eogaabo ( m>-
nlu eaakaoa, e qos a sanaesa Dio diss** que seu
Wtlyaloa.
0 tarop etherio de veame por mim preparado,
muito tem aproveifado 30S que soffrem desta wtt
lestia," e de lamentar-se, qae, no obluario desta
cidade a maioria dos que sucumbem de tubrcu-
los pulmonares, sem procurare, o recurso de pra-
tlco e do experiente, que Ibes podesa eaattntabaro
nielo de sua sal vaci.
0 Sr. Braga com loja de ferragens na, tna
Direita, foi desengaado por deas habis m-
dicos, acha-se bom com o trtamento por mim
presera*.
A Sr." Jerouyma Mara da Conceigo, moradora
na travesea do Monteiro n. 1 achando-se desen-
gaada, tambem mim recorrou o acha-se resta-
belecida.
m sobrinbo do senhor professor de Nazerelh do
Cabo, acha-vi bos,oo>ns se v Oe sua corta abaixo
transcripla.alm de oatros factos, que poderia aqu
ijnenetenar. M'f'A t **.
* A r*ir*sic a deslrofcio e a magraz de lodo
eorpo, em oonse<|neneia de chagas; tubrculos, e
eoucreccSo dos bofes e de eropyeroa atreptea ner-
vosa, e ounras mofestias que -vtcianl ot humores,
danto escevftnbj, alporcas, gallioa, astlma, botigas,
sarampo, elr.
Na phtysica, ebegando ao esudo de grarWa*, o
rrae muito pode roncorrer para a safraeo do
aoente e ajolr os medicamentos o ar do campo,
eiercicio conreaicntoe dieta, a qual ndeve ser
de neahtrma eousa qnente, ou de dimeil dlgeslao;
e a bebida cumpVe que seja de nata reza branda e
fresca.
Ttido a sea ali.-aoaio se ha de dirigir a moderar
a acrimonia dos humores, e a nutrir, e sus ter o
doento, para o que preciso reduzi-lo ao uso de
vegelaesc leile.
roda comisa e bebida, que se tomar ha de ser
era pouoas porcoes, para e*iur que o exessao do
cnyio fresco opprima os bofes, e accslere muito a
' '' ^*^^^mr-amr esiHBrajiii,
Muitos dtieaa dosla taofesn* se teem entregtm
ao uso do orce de flgado de baeamo, e outra pre-
paraaes de resmas blsamos, sem que Aellas
tonhatn tirana pmrefto; ealgaos etpositores do
meWcaa cambatem com moita razio esse trata-
ment.
ET costiime carregar e estomago do doente com
medicamentos, oleosos e baa>aBHco i porm estes
em vez de tirar acaiisa augmsataro-na, esquen-
taftdo o sangue, ao mesmo teou que tirara o
apetito, relatara es solidas, a atada toda torta per-
niciosos.
Todo^ue so nser para extinguir a tosse, alm
medfes de uaturezaTB reenle e raimante.
at '
mando aoasuva em casa, mas ue a car eta- da enmtrn, o'aue fsssofesuaV* MPTir be fctos' nesta tfrrmWade, porque, aao s
' a apagar a sede qnando acomettoto "
l mas tambem a rTresrar o sangue.
..(tes esta imfefmWade, quando o seu
i o pjrovisede cal aae a lebre tnica os
aoontatto, frescrarosaet sacos de uro lra.au
esa asta dacata d'agna com aaidante
esa ata grande copa para istnrar nm
Alandega
Reodimeato do dia 1 a 6 ........
dem do dia 7 ...............,.
hora/u ordaas, petironttado-lho ae peta ret
saarsy a* fcs cv.tB.
l^qsw^sw**
la, ratuondeu-lbo que upara f/caaA^rVst 7+ com^ aviam ao'acomettimentoaa febre,e pela
tuoit, ai aonhad4asaaJagfeiajfijiAy avinliita xarupe ribwlo de relame. Tenho acn-
ser moradora na mesa eMada, Quando elto^es- sellado, queAfan.9 *djftve|J'taes de natureza Mrige
com o rnvdoq* Ite'aaemAasttias por acida, como Iaranjas, umoes, pitongas, uvas etc., Brigue
je lwmens fiMaUo^ arrridas, todo e tpplicac ssV plantos amargosas, que fortineam "
:passantaraeWdo ara paprliata osa pao r
nqoeaivi;
ce-me queja se rtl applhande Jwjnrrerbisjr,' e o e "JfflWj a#a.
e- o estomago, e servem ao mesmo lempo paradesiruir,
?ofur para o enaeaho
e sendo apre dissera qae elle tinha vi
fe sedatar os asertsos do eaBjeafte ls*m de fugi- pora- tratar de
rem para o roeu poder, e o mandara prender no
troaco. .'
Pelas 6 hora* ds,lasds d^ajasapo dia segunda-
feir,, o m^smo grupo u tMetis p cpodiiram
arntrradoT iulSetogacit Ite^sftozfa *IlaW-
rbae da Malta, arana esteta preso at o referido
Mi ateta 'jaira -ti-le mdatela tabde-
tefaaao mamlara buscar daaritfc), o latorrogara
e o mandara soltar, ordenatldo-lbe que tognsso
para a casa de sen senhor, com a carta qu Ihe
dart para aretv*, a qeal roeU, sendo-
oaiarigida pete ditel. tV. taaaate-coroaei but
, B-raaeisco de Barres Usgo, dizeoJe-me qu asauia
o dito ATSr.* O. Joaquina da S Brrele, tondo una
enge- sua sscrava faRecida desta moleoia .ntintetalda ao
o Red- tiltaMiadiiibg mtIMuti'NMjma psatirar-me
eotro saravo, ae
re-
curso do ar; por que a va frrea nos proporcio-
na, pois oe em ponco lempo nma pessoa que exis-
te esto cidade faeilmento se transporta para as
ultimas estocos de Gameleira e Una, logares arr-
io do Bonito e de antros pontos que sao considera-
dos sertao, quanto mais qne os aiesraos lugares
ja bao sao mos, segando, pens, prntcipalmenie ae
rerao.
Mas dir-te-hanma pessoa pobre nao tem mate
de se transportar e d'alli estar isso se respou-
de, que, naquelles Ingares existom casas vasias e
allagam-se por preco eommodo, e mesmo muitos
gneros de primeira neressldade, alli se vendem
pelos meemos precos qoe aqu.
Aquelles, pois, {que esliverom neslas cirenms-
tancias, eu Ibes facilito explicar os meios pelos
qaaes se derem regar, e Ihcs fornecerei os medi-
camentos gratuitamente.
Nao oVixarei de advertir ao publico, Iqae as mi-
abas prepnra^es de veame sao reunidas rom ou-
tros ingredientes, e com el les tenho obtioo ptimos
resoltados ; nao se engae o mesmo publico com
ontros, que por ah se annunciam, cujas prepara-
rles ignoro, assim eom o aproveitamenlo delles
aos enfermos, qnem por ventora tenham sido ap-
plicados ; cada um responde por si, e en afflrmo
Com ver.ade qne aqui teoho relatado, cojos me-
dicamentos nesta provincia s vendo em miaba bo-
tica aa roa Direita n. 88.
Jo*> ira Rectoi Paranho*.
Naztreth do Cabo, 7 de setembro de 1843-
Jllm. Sr. Jos da Rocha Paranho.' om e maior
prazer levo ao conhecimento de V. S.. que o doen-
te que V. S. acha-se administrando-lhe remedios,
acha-se no todo restabelerido, portante, nada ente,
tende desapparecido no lodo a toase, tem moita
disposico comida o acha-se nutrido. Deixou de
tiimar os olamos remedios que V. S, receiteo no
dia 30 ilo pissado, resta agora i V. 8. mandar-
me dizer (pial a dieta que o doente deve conser-
var e por quantos lempos, mencionando as comi-
das qile devora osar daqul em diante.
Resta-me agora agradecer V. 8. o cuidado que
tomn ao tratamento do meu sobrinho, abaixo da
Dos, derido o sen resubeteeimento a pericia de
V. S., e par Isso ple V, S. sempre contar com os
meus diminutos prestimos, e dosejarei em todo o
lempo dar urna prova do me reronhecimento.
Deseja V. S. todas as venturas, por ser de
V. S. muito respeitader e obrigadissimo criado.
Fr(mdsc9 Beringuer Cesar ifr Menezes.
Wlm. Sr.Tendo eiieitado do corpo eleitoral de
nosaa heroica provincia a admisso de meo obscu-
ro nomo na luda tripue, que foi oflererida ro-
ra na ultima eteico, Coosegm isto, e do modo o
mais nobre e iHongeiro a mim, que por tao grande
considerar me coafesso eternamente agradecido.
Da tribuna pariateemar eu me dirig aos eleitores
de minha provincia, e Ibes tribntei a liomeaagem
Uevida pelo ltalo de suprema honra que ate bavam
ceacedida. -
Pela ramenfavel morte do Sr. conselbelro Fraa-
cisco Xavier Paes Brrelo d-se nova vaga no te-
nade, e nova eteicao vai proceder Pernara-
baao.
Apresento-me eramente, repotande de minha
dignidade consultar ao mesmo corpo etevtoral se
nos pencos meios decorridos da eietcao em qae fui
considerado tenho em abroma coOsa desmerecido
dO conceito em que se dignara m ter-me eeeleite-
res pernambucanos.
E porque tmtio censelenea de mim, como tenho
intima convir-clto da dignidade, independencia e
flrmeta do carcter de V. S., nao duvido contar
rom a sua valiosa coadjuvacao em nrol de minha
candidarsta aa eleicSO qne se vai agora proce-
der.
Ausente do campo onde a elecao vai ser espu-
tada eu nio cont sean eom a hondade, e honra
de V. S., em cujas mmdades roano ptoaamente.
Sempre flfitie nos principios libertes, para trum-J
pho dosonaes nenhum esorco e sacrificio tenh.
peopdo me repulo no caso de merecer a contl-
nuaao V sea apnte'.
Fice as sua'orden.
J)e V. S. amigo, patricio, criado e obrigaao
MtupiiM SaUtutk Varraao.
Rio de Janeiro, 7 de abra" de t9ti.
C0MME1CI0.

nm mto o pk\ibiic.
O novo banco de Parnambuco paga 0'1S divP
endb t razio de 9> por tecio.
M da m-
iBaa
aVAta-
M
tss
1 fardo lecidoa ""
randa.
4 fardos teridos de las e :
thers A C
2 fardse 3 caitas rateadas mixtos de II
ri de atoodo, 1 caita ctupeat da sstr 11
Nogoeira
5 barricas torrageos ; a MeMo Lobo 4 C
' 5 caitas palitos de fugo ; a A. A.
19caltas e 3 fardos toados V aatsMaots i-
nho, n cartas machinnmo ; a IL Uadataatat A C
500 carta sabio, 41astas a i i
13 fardos a 7 caitas l
J. Pter &C
8.1 estocas de ferro, t larras a Na; aa
do Livramenio.
2 caitas cassas de ahjoaao ; *
1 catea tecidos de algodio e lia;
Azevedo.
17 fardse 11 caitas tocadas Je
dem.
! 23 caitas e 5 barricas feraaras a I
descarocar algodo, 6 harneas
4 alados dftoa de ferro, 1 eaita l
nos d'agna, 2 cartas lecidoa de
rica mtanos para caf, 2 voteaui a
ras de ferro, 43 folhas de dita, I
de munifo, 10 raizas enxofrryj
4 caita palitos de foto, 3 ditos
t dita pnente* para as ditas, l
iW ferttes de arco de dito, f f
P. Johnston C
Brigue mglez loiu. entrad. de Liiupaat ca
eignado a MHs Latham & C, ijadatoa m sa-
ffUinie :
J00 taenr arroz, SO barricas _
Uto caustica, 15 caita tocatas do 1
ricas e 68 faites de ferro ; a Pa
2 caixas teridos de algodo; a E. A. aterir C
3 fardos dem: a Ha be SrhnteMaa C
3 calas tecidos de algodio; a Saaaataa A C
53 barricas obras de metal e ferragaas; a Para-
le Vanna A C
7 cateas e I fardos temaos n> tlgaaas, ac tea e
de algodo e la ; a Junes Ryder A t
2 caitas linhas ; a Vaz Leal.
3 caixas tecidos de algodo; a I
veAo.
10 Inris oleo, 1 caita obieetos
Caors & Barbosa.
1 caito brinqoeoos para
Soulhall Mellors & C.
1 cascos azeite de palma, 30 harriras aasafl
20 caixas linhade algodo, 111 ditos lectdO de <
e de linho ; a T. JeRerie.
68 tardos e 79 caixas lecidoa de laaho e 4a al
do; a Mills Lalbara k C.k
3 "caixas ether solfurico -, C. Storr. k C
300 caixas sabio, 3 caixas
J. Paier & C.
2 caixas tecidos de linho e de aspada* -. a I
Fenton.
6 caitas tecidos de linho e de aigaeBe; a |
ps Brotaerar C.
50 gittot louca, 3 fardos tenas, a caixas phas-
phoros, 15 barris barraba, 25 dito- dito rtiaaita, I
caixa burra de ferro, 30 feites a 300 barras de ter-
rn canas folhas de cobre, 10 raMes amaba, S
barricas tinco, 1 caita miodezas. 4 caitas Msaaav
tos, 30 fardos e 19 caitas teridos de basto, V aaja-
do e de lia ; a ordem,
13 fardos e 5 caitas tecidos de asaoaao ; a F. C.
de Olivera.
16 fardos e 10 caitas tecidos de atoadas a da V
nho. 46 barricas enchadas, S fitas vidrssy 3arraa
de estonho, 9 barricas ferrageas e terrea da ra>-
gominar; a Isidoro XeMo 4 C
25 fardos e 10 caitas ssceeot de ibjiiala. te 1-
aho, de lia e de algodioe lia, lean
sol de seda e de algodio, I caita
criptorio ; a R. Ligbtbown & C
11 barricas cerris, 1 barril prego : a
& Helt.
1 barrica batatas; a J. Calis.
1 caita tecidos de algodio e lia ; a!
& C
5 caitas teridos de algodo; a J.
* 51 toneladas lastr de pedra ; a!
thers 4 C.
4 caitas e C fardos tonas e toe lata
a Ferreira 4 Maiheus.
2 fardos cobertores de lia, 1 caita i
petes, 2 ditos chapeos da feltro, 4 i
tecidos de algodio. de lia e de taa e i
C. de Abreu.
7 fardos e 1 caixas tecidos de atea asi e i
a Adamson Howie & C.
4 caita selins, 4 fardes x. 1 eaita i
punas, 1 dita ac tendido, 30 barras a 1
de ferro; a S. P. Johnston & C
10 barris cerveja ; a Laiz Poce.
1 caita ferrageas ; a J. Ctftrie.
1 caita roupa; a A. A. Al
i caltas e 2 fardos tociaos da :
Son AC.
13 canas eb ; a M. I. dcOliveira
Escuna dkumarqoeza A/Tiaoco, >
burgo, consignada a Manoei Juaaaaaa
va & Canros, manifesu>u o seginato :
4 caitas obras de barro ; a Lteaa WsH AC
2 caitas brinquedos ; a Moatuire Lope IC
24 batftoas e 2 caitas drogas, 13 i
fas vasias, 1 fardo rolbas de ceraJca ; a J. d"!
Parta
100 caitas velas* steariaas, 100 (Mas. tMO ras-
rliras, 1,000 prrafoes e 302 barricas ; a M. J.
e Sifra & Gt-nros-
Exomrtses.
Brigue iaglet -V Dmmtut, camota para a
Caaal: 4,550 saceos coas 22,750 arrobas da i
mascavado.
Paucbo aortoguez Murta 4a Gloria, i
pafa Lisboa: 1983 sacres cosa I4.MS
assucar raaMcavado e 15 .
SuniacaaraeoiBa. R 4 C
da Prato: 175 barricas a 1,704 arretar gfj a-
bras do assarar braaco, 300 barrica esa
robas e 17 libras ds dito saasravado.
Patacho inglez Saartta, earretoa pava
peto Para: 1,110saceos com 5,6001
car mascavado.
Brigue inglez Quee* a/ lar Pipas,'
Liverpool: sOOO taceos rasa 5JM)
ucar mascavado, 675 ditos cesa 1SKJ
1 libras ds algodiw.
AC

iiiiatmigy
orlaajPOfbs, d. alm
IZdBjlmimsfso ana I nal sisa j atsataast *^ J
TTWOtotasriTiss; o tas a ouvj CTTTII IU*jIIUs>3
i t com gneros
Vaaamw eaaddoi
a
com
cosa
1,564
M
1.701
ABC
Itesearrssjam ae dia 9 de maio.
ingietOfArito-bacasbo. t
ingletJasafsaanaas.
Escuna mgteza SAmpeiastadas.
aVcana ingtea -asf-oartao a paira.
aVguohooovarsami--tVroaalariaaaaa triga
imnorlajio.
Esoatu irqrteza /testos, entrada de Uvorpool,
consignada aUdbe SeMuiOMau k %., manifestou o
B
ALPANDEGADt
PACTA DOS rBXCO DOS
EiroaTACAO. tatas
MAMM I8o4.
'Mercadtjriaa.
, ftatausij tea o tarap de ve-'
tento.a atMIiaraab imasaVitiralmPtoi.
i A sesteara d Sr. Aatoaia Jsaaaiai ateaarato
foi desengaada por teteoia tsajaos desta otead,
faevTt
carta impressa no Jornal as Recife do 9 de feve-
"rfetfmiu. do V^mnteMreW Sana-
ala Joia asvm ale tetstda, foi tombem dMeot
ganade por tiabeis medieos, e roai> tjtmi do
votern acata se eomitotaawnte re
as emMtenmaafw
d. Maiatt
o atoa escravo Praacitco, que Ihe Krji rwe'tUde tiamianrsmsaassmm
pres7dThgenbo atoa p#*ixy4tAfi*'JT efle i 0 Sr. Antonio Cbrtostea Pagl, Hite, do Sr. CNH-
Applaotes, Maaosl Blu. de Honra a aatros i afdtlae tees batAnay jtte. tWram, Ote d,-Mntoftgt, |>roTr^arte a ahelenlo
e atampMhaya.'tJgmda' 1amaksysia9t de MWkm, prlmtero bom ooboeiio b|
*^m > 'nId* *B5es scravos, a ttiaSwii ia^Ma7e^aW (^nsja-eatAn^MMMMMMJl. domingo 17, foram pa- rttrtt, aaWisfl>d d^amoHia fStn^H
lado, fVaflchcOWp-l^iSn^tar*atus, amstea ^ i?aanda-teira nado por tdtote rardieosr ttrA**ft prtri a fM
se apreseataram no engenho. | e aHI coatiaoou em (ratanienlo. al ac
1> cseos, 13 caltas e 1 saneo eom ti ata, pao
*s*tp>a*i sal amargo, te Vi waadoaa, draga e
raizas medicinaes, OsarfjirtaM dolpeara e
4 caixas ttoMe slfarteo, 15 lates sberbentina ; a
J. da C Bravo & C
40 aarWbas aapbsliu-, a atesad Wrmmo Far-
ttf.
10 rWttavtaerry: a tVittte & Oiaoolac.
15 barricas mantoiga, 31 barricas cerveja'; a
J. Osaearriaaa r-gate
11 M Maosle algodio e aleacas iH
reir A Araujo.
fOrartaspahtos
Tase Irmas.
44 Vsimne*
de ftige, 100 ditas
de algodio, coberlp-
e linho; a Augusto Carvo vegetal
>" Gaseraas de si
a Braga Son 4'C Cjrt dr
otttrtafte,-
4*A. YU
100 saceos
Uem restiUda eu do reto
klein caraca.....
Ideat genclra. ....
klem atcool eu espirito de
ardento.......
Algodio em earoco
dem em rama ou em lia
idaaaaasMsaaMatsa.
IsVaa^sscaaaado ou pilada
HjBffl hralirfl. .....
dem refinado.
'Azeite de
Batatos alimenticias.
Bolacha otdiaarte.
Idamzuu
Caf bom
Caibros.....
Cal......
sabio ; a Idam brasa* .
flanw anm fnjqaet
Carneiros ....
Mata
arroba
dem idem
<3rs .'
Cevados (porros).'



Cdoa* (eeoees).
eeato
libra
uai
cento
libra
um
js de boi, salgadas ..
dem idfin sacros espichados. -
dem vt-nl' ,
idoia cabra cprtidos. .
idem de onca .....
Doces seceos.......
dem em gela ou massa. .
dem em calda......
Espanadores grandes ....
dem pequeos.......
Esteiras para Torro de esnvas
de avia.......
Estopa nacional......
Farinha de de mandioca. ,
dem de aramia .
Feija* de qualquer cmdlidade. .
Frecnaes ........
Fumo em lolha, bou ..
dem ordinario ou restolho -
dem ere rolo bom......
dem ordinario ou resiolho
GaNinhas........
Gomma .
Ipecacuanlia (raU).
Lenna em acbas .
Toros..........
yabas e esteios....... um
Mel ou melaco.......caada
Milbo....... axreba
PoWasi'i '.'..'. ntal
dem de jangada..... um
Pedras de amolar..... juma
dem de filtrar.......
dem de rebelo.......
Piassapa,........ molte
Ponas, ou chaires de vaccas ou
novhos........- ceto
Prancboes de amarello de dous
copiados....... um
seo
170
140
ioo
3*0
ItOAOO
O00
310
500
t tlMft
2*006
i
cento 155000
arraba 1*600
alquaire 1*000
ObtrmfloP
Suspenden do lamarte .para a Baha epataono
ingles Potit*, eanuio D G'Down, comamesma
carga que troaxe de Te, Nora.
EDITiSS.
venda, depois da onteera
da ? vai. ncmh a tesante-teria an"Yfcbrlno
Teiaelra Leite, teda em A togados, a airen* n.
84, roate -tenten. A, nudo Metoenlombo ns.
j&) e 0* A, un pequeo sitio- ite porto te ftetoco-
lomM

arroba
c
um i
arroba

urna
arroba

cento
4400
1*800
5*000
14*000
8*300
8*0t0
5*000
600
1*9
25*00
1*600
14000
8*000
100
900
3*000
5*rW0
S*008
840
4*000
1*100
.116
5*000
de kMVO.
libra
.
10*006
10*000
1*000
> 110
alqueire 400
arroba 15*000
5*500
7*000
2*KK)
110*000
73*000
urna,
duzia
arroba
quintal
urna
Cento
2*800
1*066
6*000
200
10*000
8*000
6*600
500
de 1864.
Sal.......
Salsa parrilla.
Sebo em rama. -
dem em velas. -
Sola em vaqueta.
Taboa* de amarello. .
dem diversas.
Tapiocas......
Tatajuba. ......
Travs ......
l'nhas de boi
Vassouras de piassava. ... >
Ditas de timb...... >
Ditas de carnauba..... *
Vinagre.........caada
Alfandega de Pernambuco, 7 de maio
(Assignados):
O 1. conferente, Antonio Carlesde Pinko Borges.
O 2.* conferente, Jos Tkomaz de Aguiar.
Approvo. Alfandega de Paermnbuco, 7 de
maio de 1864.Pae de Andrade.
Conforme. O 4. escriturario, Joo dot San-
tu Porto.
Recebedorla de rendas Internas
geraes de Pernanibuco.
Reudimento de dia 1 a 6........ 3:5i???2
Idemdodia7................. i:161jHt7
4:705*705
Consulado provincial.
Rendlmentododiala6......... 'H^f!?!!
Idem.dodia 7................. 10:442*117
24:105*303
PRAQA DO RECIFE
M MAIO DE 1M*4.
AS TRES HOHAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios........ Saccou-so sobre Londres de 27
Vi a 28 d. por 1*000, sobre Pa-
rs de 343 a 345 rs. por fr., e
sobre Lisboa a 95 por cento de
premio,subindo os saques da se-
mana a 60,000.
Aleodo........ O desta provincia venden-se de
6 23*500 a 24*000 por arroba,
o de Macei, posto a bordo, a
25*000, e o da Parahvba, tam-
bem posto bordo, a 24*000.
Assucar........O hratteo vendeu-se de 4*000 a
5*000 por arroba, o somenos
a 3*700, d mascavado purgado
de 2*850 a 3*000, e o bruto de
2*550 a 2*750.
Agurdente.....Vendeu-s. a 80*000 a pipa.
Couros.........Os seceos salgados venderam-se
de 170 a 175 rs. por libra.
Arroz..........O pilado da India vendeu-se
a 2*700 por arroba, e o do Ma-
ranho a 2*000.
Azeite doce.....O de Lisboa vendeu-se a 2*600
por galao, nao havendo do Es-
treito.
Bacalho....... Venderam-se tres carregameu-
tos preco occolto. Retalhou-se
de 13*000 a 15*000 por barri-
ca; ficando em deposito 5,400
quinta es.
Batatas.......r. Venderam-se a 2*500 por gi-
go de 36 libras.
Bolachinha......Vndense a 2*200 a barriqui-
nha.
Carne secca.... A do Rio-Grande do Sul ven-
den-se. de 2*400 a 4*500 por
arroba; fleando era deposito
28,000 arrobas ; no ba da do
Rio da Prata.
Caf........... Vendeu-se de 8*500 a 9*000 a
por arroba.
Cha............ dem de 1*900 a 2*300 a libra.
Cerxeja......... dem de 5*200 a 5*400 a du-
zia de garrafas. _t
Farinha de trigo. Retalbou-se de !3*TO0 a 25*000
por barrica de Philadejph e
New-York, e de 25* a 26*000
de Trieste; ficando em ser 1,000
barricas da primeira, 1,500 da
unda ; assun como um car-
,'ameitn de 1,906 barricas da
ultima e .TOOJda franceza, ambos
srmazenatfos, e qoe nao abriram
venda.
O Illa. Sr. inspector 4a thesouraria jre^"51*1
em cumpnmento da ordem do Bxm. Sr.'proswt
teprovinaia de 30 de.abril preximo nteyaaanda
fazer publico que rib dia 16 do crremete* lugar
novo concurso para praencnimeBt* da vaga de !
eseripiurario da mesma tteseorana, teveudoos
pretendeotes ser examioados na grammatiea da
ngua nacional, scripairacao por partidas dobla-
das, arOhmetica e snaerapplicacdes enm especian-
dado a redcete de meedas, pesos o medidas, ao
calculo de descont e jaros simples e composto,
sendo preferido os qne iwerem boa leltra e soube-
rem liornas estnangeicas.
Os pretendentes deverao apresenr seas raque-
rmenlos nesta thesoucana core documentos em
que proven que sao menores de inte anuos e tem
bom eomportamemn.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da tliesouram provincial de Pernam-
buoo, i de mato de 18*4.
O secretario
A. F.da Atmunciepto.
O Dr. Ernesto de Aquine Fonseca, cavalbeiro da
. ordem de Christo, juiz de orphaos e ausentes da
cidade do Recife e sen termo, por S. M. o Impe-
rado^ que Dos guarde etc.
Faco saber aos que o presente edita! virem que
a requerimento do Dr. Manoel do Nascimento Ma-
chado Porlella, curador do prodieo Valeriana Man-
so da CosU Rois, vai a praca por tres annos o ar-
rendamento do engenbo do Meio, de Ipojuca na
comarca do Cabo, por 1:100*000 aonaos, de cujo
engenho consenhor da qoarUparle o predito pro-
dio.
Epara consUr roandei passar o presente qoe
ser aflBaado nos logares do costume, depois de ter
transitado pela cbancellaria do supremo tribunal
da relaco do districto.
Dado e passado nessa cidade do Recife de Per-
nambuco, em 23 de abril de 1864.
Eu Plonano Correa de Brito, escrivao, o fiz es-
erever e subscrevi.
Ernesto de Aquino Fonseca.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, oflBcial da im-
perial ordem da Rosa, juU de direito especial
do commercio da cidade do Recife de Pernam-
buco e seo termo por S. M. L e C o Sr. D. Pe-
dro U, a quera Dos guarde etc-
Facp saber pelo-presente edital e delle tiverem
noticia que Joaquim de Souza Maia & C. por seu
advogado me dirigi a petico do theor segrate:
Illm. Sr.-rDizem Joaquim de Souza Maia & u,
que lando requerido a cilacao pela precatoria 4n-
clusa, sendo ter sido ella devolvida com cerlidaode
que nao foi encontrado o supplicado Joo Ferreira
de Souza, capitio que foi da escuna nacional Enu
ta, e seja ignorado o lugar da residencia do mes-
mo supplicado, como onde possa ser encontrado,
vem requerer V. S. citacao por edital com o pra-
zo da lei, marcando V. S. dia e hora para os sup-
plicantes produzir a prova da ausencia do suppli-
cado, e incerteza do lugar de sua residencia, assrm
pedera ao Illm. Sr. Dr. juiz de direito do commer-
cio deferiroento, por merc.-Advogado, Castello
Branca _
E mais se nao continba em diU peticao, na
qual dei o despacho do theor seguinte :
Sim, marcado o dia damaohaa pelas 12 horas
da manhaa. Recife, 19 de abril de 1864.Alencar
Araripe. .
E mais se nao continha em tal despacho aqu
transcripto e produzmdo os supplicantes as suas
testemunhas qoe depozeram convenientemente
acerca da ausencia do supplicado Joo Ferreira
de Souza, o respectivo escrivao fazendo sellar e
lreparar os autos, me os fe conclusos e nos quaes
dei e profer a sentenca do theor seguinte:
Hei por justificada a ausencia de Joao Ferreira
de Souia, que se mostra estar em lugar nao sabi-
do dentro do imperio, pelo que mando que seja
citado por edital de 30 dias, para o fim requerido
Recife, 29 de abril de 1864.Tristio de Alencar
Araripe.
E mais se nao continha em dita sentenca que
aqu flea transcripta, por forca da qual o respecti-
vo escrivao Manoel de Camino Paes de Andrade,
que esta subscreveu fez passar o presente edital
com o prazo de 30 das, pelo qual e seu theor cha-
mo, cito e hei por citado ao referido supplicado
ausente Joao Ferwira de Souza, para ver ser-lhe
assignados os 10 dias da lei, a sua letra e protesto,
coujunlamenle com os demais respoosaveis da
mesma letra, que j foram citados, comparecendo
ante esle juizo allegando tudo quanto fr a bem
de seu direito c jusiica sob pena do se proceder a
sua revelia: Portante toda e qualquer pessoa p-
rente ou amigo e conhecido do mencionado sup-
plicado ausente Joao Ferreira de Souza, poder-
Ihe-ha fazer sciente de todo o expendido.
E para que chegue ao conhecimenlo de lodos
mandei fazer o presente edital com prazo de 30
dias, qoe ser afiliado nos lugares do costume e
publicados pela iroprensa. <- _
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 7 de maio de 1864 Eu Manoel de
Larvalho Paes de Andrade, escrivao o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
' Pela thesouraria provincial se faz publico,
que as arrematac5es das obras da conservacao da
estrada do sul entre o marco de 12,000 bracas do
engenbo Massangana e reparos da parte do caes da
ra da Aurora, em frente do Gymnasio provincial,
foram transferidas para o dia 12 do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 6 de mao de 1864.
A. F. d'Annuociacao.
Secretario.
De ordem do Sr. inspector da alfandega se
faz publico, que fica transferida para o da 10 do
crrente a arremalacao annunciada por edital de 4
do mesmo, relativo a 18 saceos com sementes de
1HEATRO
DE
S. ISABEL
gemm i coiih
Graide e*ectacilt Ivrka^rMutie*
LEILAO
DE
"mtrjtm*; prU gas, frictrirt,
' porta rtilagiti e i6**utr.s -
jeetts t uniort,
Sefnnda-iVna-9 4maio6ia 1 aeras Ida wite.
O agento Pinto autorisado peJo Sr. J. J. Keller,
fir MMad seWreerva de preeo de todos os ob-
jectos de raarmere cima NaeioaMba- existentes
em sua Joja roa da Imperalriz n. 9, das 6 s 9
oras da noile do dia cima dito. Em lempo de-
elara-se que se faz todo e qualquer negocio core a
armaco e movis da mesma loja._____________
Um si isitaaleri.
TERCA-FEIRA, 10 DE MAK) DE 1864.
Subir i seena a linda e etistosa eomedaem
tres aelos, oreada de canto,
0 MEWC6 A PO
No inlenrallo do primeiro ao segundo actOjO Sr.
Guidi cantar a aria da opera IL POLIUTO, a
carcter. no
No intervallo do segando ao bsreeiro, o Sr. fcu-
genjo Bovio cantar a aria de tenor da opera
TTII A
No fin da comedia, o Sr. GuidLe a Eima. Sra.
D. Jacintha Piri canUrio, pediOo, o duelo uoal
da opera L POLUTO. M
Terminar o espectculo com a chistosa comedia
em um acto,
POR CAUSA
UM PAR DE BOTAS.
OSr. Smoltz por obsequio aoSr. Gaidl regar a
orchesta no dneto quo tem de ser cantado pelo
mesmo Sr. Gaidi e a Exma. Sra D. Jaclnlh a
Piri.
Comecar s 8 horas.
THEATRO
DO
DE
l%ir.(*fmacoeav4ra^a e Hf-
femteg aveis 4a loja 4a roa 4a
Inftratm a, 9.
AOS 10:000.000
M llheces garant don
i: na Cresfe a. U e casa ,-alona
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mal-
te flizes bilbetes garantidos o meto u. 423 com a
irte de 5:000*. n. 2217 com 300* e outras ttoi-
ussortesde 100*, 40* e 10* da lotera qoe
te acabou de extrahir a beneeio Ja matriz de
Barreiros convida aos possuidores de dito bilbetes
a virem receber seus respectivos premios sen
descont algum em seo estabelecimente rua do
Crespo n. 13.
0 mesmo tem exposte a venda os novo e afor-
tunados bilbetes garantidos da prmeira parte da
primeira .lotera de S. Goncalo qoe se extrair
no dia 10 de maio prximo pelo vantajoso plano
das loteras extraordloariaaj
Os premios serlo pagos como de costme.
o
concert de Angelina Bottlnl
Em consequencia da morte do Exm. e Rvmd.
Sr. bispo diocesano, fica transferido o concert
para quarta-feira li do corrate.
Grande galera de vistas mo-
dernas.
lina da ImperatrlX n. 53.
Hoje estar* patales as sepintes
vistas:
iReal santuaiio do Bom Jess do Monte nos
suburbios de Braga.
1-Cidade de Braga.
3Cidade do Porto.
4ddadede Coimbra.
5Cidade de Lisboa.
6Eslataa cquestre de D. Pedro I no largo do
Roci no Rio de Janeiro.
SeaonaBira t de nan m neie dia en pente.
O ageate Pinto autorisado pelo Sr. J. 1. Keller
far Mo no dia e hora cima dito da armaco
da soa loja da roa da Imperatriz n. 9, assim como
de diferentes movis constando de mesas, sofaes,
marquezas, lavatorio, cadeiras d guarnicao, ditas
de balanco, camas de ferro, e outras objectos que
estaro ao exame dos concorrentes.
i ni

LEIU
Graa4e sartiuaeato 4e ferro* tara nar-
ciaeiro e aorives, iasirnaientos e
ferras para 4ealistas, iastraaifit.is
4eciror|ia, tedras 4e aliar, arioqae
4as, ava Ibas, testaras e aiaitts os-
tras arjectas.
HOIE.
Megnnda-felra 9 de malo s IO
horas ena ponto.
J. J. Keller tendo de retirar-se para Europa far
leilo por ntervence do agente Pinto e para li-
quidacao e todos os objectos cima declarados,
existentes na ?ua loja rua 'da Imperatriz n. 9
deveado principiar hora cima indicada.
Em eentimiaelo vender-se-ha a armadlo e mo-
vis da dita loja. ______
Bilbetes inteiroa 11*066
Metes......... 6*600
Quartea.......... 3*000
Kara aa peaaoaa qne compraren
de 100* para cima.
Bilbetes........ 11*006
Meios......... 6*160
Quartos......, 1*750
Mmm+,1 Jfnrtu FSkm
Atyguet. '
Aluga-se o segaadn andar do sobrado da
roa Veiha n. 20 : alratar na rua do Sebo
n.t*.
O Sr. Antonio da Reg Soares nao se
pode retirar para a llha de S. Miguel sem
se entender ante? com seus credores Car-
valho, Nogueira A C ____________
Aluga-se a casa n. 148 da rua das Cinco Pon-
tas: trata-se na rua da Cadeia, armazem n. 36.
AUlinfal ALPAIATES
"erjMmhtbco.
A directora da 1
tas Alto
os seos ir
sesadas para itm da roa <
ro andar, peto aun 1
qoe allegavam a longaade ao]
Apollo, como cama 4a
agora em comparecer ana
a ser aos mesmo* dial.
A directora eoaaa ne cn 4 <
os socios, e por *so
nos seus trabamos.
Secretaria da 1
Atraales 7 de maio de 04.
*>r
a nao Vasco da Gama. Barca do registo
praca do commercio toda Iluminada pela occasio
dos festejos do casamento do re D. Luiz.
Hoje mudam-se novas vistas s 8, 8 li2 e 9
noras- X- A ~ .
0 salao estera aberto at o da 15 do corrente.
Entrada 500 ris.
LEIUO
DE
Unta casa terrea ena enana nro-
prioa altnada na estrada do
Mangninnn.
Terca-feira t6 eerreatc, s 10 horas.
O agente Olympio acha-se auterisado vender
em leilo publico a casa terrea de pedra e cal em
chaos proprios sita na estrada de S. Jos do Man-
guinho n. 15, a qaal Oca defronte da igreja e tem 2
salas, 2 quartos e quintal. O leilo ser effeetnado
no dia e hora cima, no primeiro andar do sobrado
da rua da Cadeia do Recife n. 48, aonde encontra-
rio bs pretendentes o referido agente para "qual-
quer Informadlo.___________________
DE
Francisco Teixeira Barbosa avisa aos seus
freguezes que mudou a sua offleina de funileiro da
rua Dreita n. 2 para a rua larga do Rosario n. 20,
onde se acba prompto a sau'sfazer qualquer en-
commenda com promptidio._________________
Precisa-se de urna ama qoe saina coziohar,
para casa de pouco servico: no pateo da Ribeira,
numero 5.______. ______^__
Joao Martins de Barros vai Eurapa, levan-
do em sua companhia seu filho Carlos, menor de 6
annos, e delta por seos procuradores durante sua
ausencia, em 1 lugar a sea socio o Sr. Antonio
Jos Silva do Brasil, em 1* aos Srs. Loiz Jos da
Costa Amorim & C, e era 3 aos Srs. Mendos &
Coelho.___________________________
Alnga-se urna escrava que cozinha, lava,
compra, e muite fiel : na rua do Imperador nu-
mero 50.
; : :
^Jargo.do.paco apjnhado^de povo vendo^ ^.^ ^^ ^^ J0J|S de ira.
4' seceso da alfandega da Pernambaco 7 de maio
de 1864.O 2o escripturano,
Caetano Gomes de Sa.
Jos Francisco Pires, offlcial da imperial ordem da
Rosa, tenente-coronel e commandaote do 4o ba-
talhao de infantaria da guarda nacional do mu-
nicipio do Recife, por S- M. o Imperador a quem
Deas gurdemete.
Faco saber a quem interesar possa que, em vir-
tude da le, teoho convocado para odia 15 do cor-
: I*......Vendeu-se a 12*000 a sacca conselhos de qualiflcacao das fregqe-
?.H J "_? *"?. J procederem reviao da meama ..qaalifleacao, cu-
AVISOS HAMTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavegaeSn eostelra a vapor.
Parahjba, NaUl, Maea, racalj, Cear Aearaei*
Granja,
No dia 7 de maio prximo s
5 horas da tarde segu o vapor
Persinunga, commandante Ratea,
para os portes cima indicados.
___________Recebe carga at o dia 6. Encont-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o da
da sabida s 3 horas da tarde : escriptorio al
Forte do Mattos n. 1
Rio Grande do Sal
Vai seguir com brevidade a barca nacional Ami-
zade, outr'ora Recife, recebe carga a frete commo-
do, para o qoe trata-se com Balthar 4 Oliveira, ro*
da Cadeia n. 26. __________
COMPANHIA BBAftit.FJrlA
DE
PAQUETES A VAPOIV
, E' esperado des portos do norte
at.o da 17 do corrente o vapor
Apa, wmmandante o primeim
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume s*
gira para os portos do sul.
Desde jrecebem-se passageiros e engaja-se a
carga que b vapor peder conduiir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua ebegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 1 b4
ras: agencia, rua da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira" Azevedo & C__________f
la e o uro e otros mu tos objectos.
Terca-feira IO do corrente.
NO ARMAZEM DA ROA DA CAOKIA DO RECIFK N. 48.
O agente Olimpio far leilo de diversas obras
novas e usadas de marcineiria, e de um bonito ca-
briolet, joias de prata e ouro e de oatros maltes
objectos.
Dar principio s 11 horas.
Qaarta-feira, 41 do carrate
a II horas.
O agente Miranda, em sea armazem da rua da
Cruz n. 57, no dia e hora cima indicados,, far lei-
lo de diversas obras de marcineria, taes como:
urna commoda, um guarda-roupa, camas francezas,
aparadores, mesas, cadeiras, sofs, cabides, quarli
nheiras, assim como tambera vasos de marmore i
porcelana, laniernas, candieiros, etc., etc.
Precisa-se fallar, com urgencia, aos Srs.
abaixo declarados, na rua de Santa The-
reza, junto casa n. 20 :
Miguel Pinto da Cmara..
Jos Ferreira de Mattos.
Antonio Jos Pereira.
Manoel Jos Pina.
Joo Antonio de Paula Rodrigue*.
Berarmino Alves de Garvalho Cesar.
Miguel Pinto da Cnnb.
Jos Antonio de Monra,
Antonio Matoso de Andrade Coimbra.
Antonio de Monra.
Recife, 6 de maio de 1864.
O provincial e man
do Carino doria cidado,
nao equivoca prova de
cimento aos beaenH e
Eelado oeste atente D. JUU
irques Perdigan, aera cea n ana
dia qoiou-fetra (II do cerrante) iililrir
um oflkio sotena* pola ana aten, a* mnv
soas que quinimm anisar a em* ata t
candado e religio emaparoenm an
convento do Carmo ao matean* dia.
Joaquim de
com sua sennera
villa do Paco de
nota, onde reside, por
primo Manoel de Souza Caan
ionio de Souza Cante
feetsa ; e nesta praca
ernandes da Cante e Jet
Monra, ficando lambe Ir.
Oliveira dt Fuo es
declara qoe nada
alguem se julgar com
so de oito dias, procurar
Recife, loja de ferragens n. 44.
lave a anana atemna, en
a direooalaaav pH*,a*arn-
ocarar na raa da Cadma 4
branca an
Os senhores qoe teem coma aa tete t tterafem
da rua da Imperatriz n. 43,hcamenveran nan*>
lo antes irem pagar, pote nao pnwinn) enanvar
toda vida, do contrario terio de
relacao publica em dita loja.

Alugamse dous sobradosnnm
modos, sendo o andar e seta* a
tyrios n. 4, e 1* anear da mn d* A|
48, assim como a teja com arman
oa esquina da roa de Hortas n 30, i
e livre dos impostes qoe se chava a
neira qoe o pretenden!* ai* tena nan m
trar com os gneros para garlar : nm
tender, dirja-se rua Imperanar u. 44,
ro andar, amiga rua do CoUegte, a a*
brado da roa de Aguas Vare*,
Quem tiver urna
ribe, qoe qoeira vender,
para se tratar do negocte.
Qoiota-feir, 12 do corrate
aa II horas.
O agente Miranda, requerimento do Sr. Aadr
de Abreu Portg, e por despacho doSr. Dr.juiz mu-
nicipal da Ia vara, far |ilo das merradorias e
mais objeclos pertencenles a Carlos Antonio Van-
, der Linden ; a saber : 85 barris com alvaiade, 1
; dito com potassa, 5 pipas com vinagre, grande qoan-
tidade de garrafees e botijas com bebidas espiri-
tuosas, 5 caixas com phosphoros.-sjma machina
para apertar rolhas, urna estante com livros, un re-
gistro de gaz e seus pertences, alm de outros mui-
tos objectos.
O leilo ser effectuado na roa da Cfuz.
Lonca....
Manteiga.
5*500 por garrafao regular, e
3*800 pequeo.
A ingleza ordinaria vendeu-se
a 320 por cento de premio sobre; .ggg g8 JgrJJ1
a factura
Passas..........
Queijos........
Toucmho.......
VmtMw.........
Telas..........
Descontos:-----..

Fretes...-......
aa
A franceza vendeu-se a 000 ra.
por libra, e a ingleza a 900 rs.
a dita.
Venderam-se a 7*500 a calxa.
Venderam-se a 7*500 a caixa.
Os flamengos venderam-se a
2*800 cada um.
0 d Lisboa vndeu-se a 8*000
por arroba.
O de Portugal vendeu-se de 206*
a 215* a pipa, e os estrahgeirDs
a 200*000.
As de composicao venderatn-e
a 520 rs. o pacote de seb velad.
O rebate de letras regnlon de 8
a 10 por cento ao a Mo.
Para o Canal inglez a K^-1 do
lastro para Liverpool de 30 a
326. e do algodo a 1 fr. por
libra.
jos conselltesserwintenoeoB#i4orios das igre-
jas matrize das referidas fregnezias, dando prin-
traballios s 0 horas da raanlia do
rario por tempo 4 1* das
consecutivos.
E para constar mandei fazer o presente que sera
affixado nos lugares mais pblicos das ditas fregue-
zias, e publicado neta imprensa. .
Quartel do commando do 4o batelhao de infanta-
ria. da guarda nacin! do monteIpio 8o Recife, 4
de maie de 1864.Jos Francisco PWri.* r"*' Un
MOTIMENTO DO P01TO.
Nano entrado noital.
llha de Fernando 10 dias, hiato nacional Sergi
vano, de 54 toneladas, capilao Henrique Jos
v Vieira da Silva, equipagem 7, em lastro; aomas
rao capilao.
Naci tahido no mesmo dio.
ranja e portos intermediosvapor brasileire Pdr*
stnunga, enmmandante Ralis.
o* entrados no da 8.
Cdiz35 dias, patacho rw.*panbol Job, de 86 tee
ladas, capito Miguel I/opes, equipagem O, car
ga nal; a.Arana Jhon.duki410 das, galera ingleza Jaspe, de 578
teueladas, capilao Taylor, eqnipagem 21, arte
M de peixe, ao cipio. Vete refrescarais^
amo para Brcm^n.
ncl pauehoperwgnez Sonta, capillo
le Siquejra, carga assnear, mel r-
Para o Marankio e Para.
O patacho Beberibe a seguir com muita brevid^
de recebe carga e fretes para Maranhao 300 r
por arroba, e para o Para 360 por arroba; tr
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
Oflveh-a Azevedo & C no sen escriptorio roa. di
Croles B ______
limo
DE
Uma casa de cana* e sitie com arvoredes,
alnas de frente e 670 de fonda,
estrada de Jeo de Barres,
Qnlnta-felra 1* de
fO
la, i keina da
naalo. "
Sebastio Antonio dos Santos, subdito portu-
guez vai Europa.
Aviso aos Srs. de engenho
e chefes de familia,
Avisa-se aos senhores cima e ao respeitavel pu-
blico desta cidade, qoe na fabrica de sabio da rua
do Rangel n. 34 vende-se constantemente sano
amarello massa de soperior qualidade, tent em
caixas, como a retalho, a 200 rs. a libra. Escusa-
do comprarem-n'o as tabernas a 280_e 320 rs.,
ijuando na fabrica o podem haver por tao mdico
preco ; portanto o proprietario desta fabrica_ espe-
ra do respeitavel publico toda a coadjuvacao por
este beneficio que lhe faz, redozindo o preco deste
genero de primeira necessidade. __________
O abaixo assignado faz sciente ao. respeitavel
publico, e com especialidade ao corpo do commer-
cio, que tendo de retirar-se temporariamente desta
cidade'- para tratar de sua saude, tem feito so-
ciedade em commandila com Joo Luiz da Silva em
seu estabelesimento de taberna sito na rua da
Moeda n. 29, sob a razab social de Joao Luiz da
Silva & C, oqual competente para gerir dito es-
tabelecimento d'ra em diante, competindolhe ar-
recadar o activo, e pagar o passivo do annuncianle
em conformidade do contrato que assignaram. Re-
cife 25 de abril de 1864 Jos Antonio dos Santos
FontesJoo Luiz da Silva._________________
Offerece-se para-alagar um raoleque que sa-
be cozinhar e fazer todo servico de casa : quem
precisar, dirija-se praca da Independencia nu-
meros 13 e 15._______________________
Gasa de commisso de escravos na ra
do Imperador a. 48,.tereeira aadar
Nesta casa recebem-se escravos por commisso
para serem vendidos por' conta de seos senhores,
nao se poupando exforcos para aue os mesmos se-
jam vendidos com promplido afim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a vehda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como aflanca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos____________
Olferece-se ama Portognesa ana ama ancana
de pouca familia, a qual faz lodo o atre* de par-
ta roa da Senzaia Vetea a* scaaa
tas dentro
andar ao p de
uma coeneira.
Dase 500* por hypotneea *> amn i
sendo o servico pelo jaro, oa compra ic an
va : quem tiver, dinja-se toja da La-a. raa da>
Queimadon 59.________________________
Precisa-se de um caixeiro pan aman. 4e
12 14 annos de idade: aa raa no Sebo a. 64, m-
berna._______
Aluga-se a casa n. 17, nafran a
com 3 quartos e 2 salas* cano d*
para a cambo, dando-se licenea a
pejo pelo portao da otaria jante a teta
mar banhos salgados: alratar aai
olaria n. 13.
i
ai
Quem precisar da quantia de 600* al 81KJ*
dando por seguranca nma preta escrava que saiba
ngommar, pode procurar na teja do Sr. Porto, na
O agente Pinto, legalmente antorisado fara lilao prac ^ independencia ns. 37 e 3S, para tratar-se
ir conta de quem pertencer de uma casa clan 2 aas COndic5es e ajuste, pois ah se dir a pessoa
,s, 4 apiilns, Jtemete, diapeata, mate, 3
rios fr, terrado na frente ; edificada a beira
O padre Francisco Viaana* nnnn>ia pr.-
fessor publico de primeiras tetras da rinan 4* .ta-
zareth, d cumprimeolo ao qoe mnaden ner em
sua carta, dirigida raa do Monde*, *bria aa-
raero 13.______
Perderam-se no dia 5 do
e duas tarjas da irmandade & J**d
na volla de Olinda para o RncfcV, *e
at a roa do Imperador : qonm aa
quizer entrega-las, dirija-se rea
sario n. 45, qoe ser ntumpi*iii_
Da-se a qoantia qne
theea em esrravos : na rn
segundo andar.
mnaS7,
Dinheiro
Na loja do arco da ConWcad
d 1:000* a jaros de I 1|2 Ojo
praso com boas firmas.
Bio de Janeiro.
c
.0 brigue Imperial Mari,nJuiro segu cem brevi-
dade, e pode receper alguma carga : trata-se com
es consignatarios Marques, Barros & Q-, Urge do
Corpo Santo n. 6.
Para o Rio de Janeiro, a frete barato, est
rarregando o brigue brasileiro Imperador, de boa
marca e com cemroodos para escravos : a tratar
no escriptorio Amorim Irmos, rua da Cruz n. 3,
ou com eapUao Jos Rodrigues Prats, na praca
lo commercio.__________
Para oMaranio e Para
por _
0m^tmm*^mtimmmilimm*'L,*t* '
qua..
da estrada de Joao de Barros com gran le sitio (ter
ceiro do lado direito depois do sitio da Cscala)
cora mangueiras, jaqueiras, cpqueiros e larangei-
ras; o leilo ser effectuado as 11 horas do dia
cima dito, na rua da Cruz o. 38, escriptorio do
mesmo agente, aonde se dar desde j quaesqiier
nformac5es a respeito.
tmsm
Coaselho administrativo.
arsenal
seguintes
ATEOS MfElSOa.
-------------------1------------1i--------n------------------r
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da rua do
a rua das
qoe pretende Tazer este negocio.
Spai^ para
ttJS^tt^Vtt&Qni sobrado n.
meiro aildar, por
pn-
cima do
SM^xnrate^XVVn^o Pro^essSsta, aon^
Sfffr^ acharao " iic- jrlmeiro andar. ____
IISBW/1
Na rua do Corredor do Bispo n. 21 precisa-
se de uma ama para cozlnbar, ensaboar e fazer
compras, paga-se bem.
Aluga-se ura excellente moleque : na rua da
Boia, sobrado u. 16*. ',.'..._____________.
Precisa-se alngar um escravo para trabalter
nesta typograhia, diaria, semanal ou mensalmen-
te, conforme agradar : na. nnrana ns. e 8 da
praca da Independencia._____________
Francisco Ws Veiga, subdito portnguei,
relira-se para Europa, e deita por seos procora-
doxes, em } Ogar o SK Domingos Jos da Cunha
Lagos, em S* logar o'Sr. Domingos Jos da Co-
nha. .......
fJBBUMS HHHHjjB
CICERO PEREGRWO
Roa 4o Livrameata a. 49
'
Para o cerpo de gnarnieao.
1 resmas de papei almaeo, 2 caixas de peanas
de ac, 5 pennas Oeave, il garrafas de tinta prete, gueoora orevHia- -, -^Aa
2 duzias de lapte de pao, 1 libra te arela preta d ^ receber alguma carga a frete e passage.-. ftSSaO, CaaniaO Or eSCTipta.
para escripia; W eartas de b c, 11 taboadaa,_d ^r trate-se com os consignatarios Marques, Bar-
,piwpjto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua ptb-
mtmntteaa prtogonia^per Moote-Verdo, una
edico, 3 ntbatete-.Boanyila. 3 pautes, 11
uesiads, 2 pedras para escripia, 6 oreioes.
Para o arseaal.do fuerra. .
' 10 caixas folhas de flandres finas de 16 POlega-
da4eoomprimente e 19 ditas de largura, 10 cai-
xasne24dtasdedito e 14 de dita* dita 20 cai-
xas de faitea pequeas finas.
Para o 7' batelhao de infantera.
50 bonetes redondos para racrutas,
Quem quizer vender tees objectos apresentem a
suas propostas em carta fechada na secreter do
conselho, s 1Q hora daananhaa do da 11 do cor-
rente.
gala das sessoesdo conseibo administrativo para
foraerimento de arsenal de guerra, 4 de maio
de 1664.
Antonio Pedro de S $arrtp,
Coronel presidente
Sebastio Jos Basilio Pyrrhq,
Vogalagcfetaria
ros c C, largo do Coipo Santo n. 6, ou con? o ca-
pitao Heprique dos Santos Fernandes.
Para n Hln rande dn ni
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte te s*u carregtmento
prompto : para o reste que lhe (alte, anta-te com.
o eapHo Beiarmlno dos Santos Piohntro n bordo,
oana prata do commercio. *
COJnTAJHIA BBArHaUtnA
DE
extraordinaria
Aos 10:000$OOQ e 3:0O0$O00.
Cnrre aaaanhia.
Terga-feira 10 do corrente mez ter lu-
gar a extraccao da primeira parte da pri-
maira tolera, da igreja deS. Goafalo, no
consistorio da igreja de N. 8. dp Rosario
aperado ^ freguesa de anto Afllonio.


Printelro andar.
MHnManaWen
Na rua de S. Francisco; sobrado n. 8, da re-
sidencia do escrivlo Silva Reg, precisa-se de ojn
criado.
*
"
AMA.

Precisa-sede orna ama par* casa te pouca fa-
milia : na praea do Corpo Santo n. % terceiro
andar. ____________
ftt
PAQUETES A VAPOR
JL atndia ^tocorrentaTtpor Os biihotos. mois quartos athara-se
Prate, commandante o capitn venda na respectiva thesouraria i raa do
nefragateS*nttE*rban,o qual Crespo n.-15 as casas coTitmiABlorad.
NodialOdoand. ..^.a W*"^
etetel^.i 2*B^n^speho>ates Ma^.Paarn te mandaseninteiroa treta uo
M ^olA^t^
e Silva.
eheoM: .neam- jegointe deppisda dstr*Pico Ate listas.
ite&ditoaii-* '. o tttasoureiro,
a. VMaivipno de, Aatooo Jos Rodrigos do Soo-.
Alnga-sa^as casas te roa do Mondego ns.
9 i 71; para ver tete as chaves no n. 73, e tra-
ta-se com Prente Vianna & C, rua te Cadeia,
n. 57.______ -____________l
_ ProfosnaPa.
Precisa-se de nma senhora que tenha haBilila-
eftes neeeiteriad para entinar primeiras letras no
mato : a tratar aaian Volaa n.B.
Precisa-se de tima ama de leite : na roa es
treite do Rosarlo n..3jj, pnmelrt andar:
Joo Baptete da Medeiros, com prensa de al
goda* sita no Forte d Waitos, faz saente ateon
do commercio desla praca, quedo,f de teW Oes-
te corrente anno n aan.aaaaiao ooma seu so-
cio o Sr. Forman toad Otante Sampaio gyraudo
alarma aooittde Jote Baptetelfc Fortuna.
O'ia jara ataaf-
Alagase a casa.te rte.^.H^teio '..^em 4
quartos e 1 sate* coziana t^f-apinUl e cacimba :
trata-sen* na da Cadeia no Recife o. 19.
Na fondico te Aatnra, ean
precisa-se de don* mtildidnrm,
Jos Antonio dos Sanios
S. M. R, retira se para fra te telarte.
por seus pi oearadores, em ~taan teg
Domingas Bernardino da Cate*, em
Sr. Joaquim Francisco da Sirva
ceiro ao Sr. Manoel Soares Pte*
Pede-se ao Sr. tfie*onreiro das
nao pague o bilbele inteiro n. 1130 te H
! lotera da igreja de S. Gosplo^aiij
boje 7 de maio. e ptrteaee Hawai
Laja aara alifar
Aluga-se a loja do sbrate sil* teanteCar-
mo n. 18 : a traur no
andar.____________
A pedido de san ian-te piante n i
ticias de Joo Evangelista Pire*,,\
gal : na rua do Oneiaaate, toja te I
de Carvamo.
Oflereee-se nm cajfHraran late te
nos, com pratica te ni pana, par i
*m qualquer lugar te a*fae r qa
dirija-se rua do Imperater a W.___
Quem precisar temaa amate a*
taroenio, dirija-se roa te Iteapinn a I
Hatel iUliaao 4eaadaM ierra, na
4aTraiickei.'4lvicfHtc
ro aaarfs.
Neste hotel e eabena
tar acharlo sempre per i
tra qualqoer parte, aM
vindo-se durante a semana m*
as, como sejam, ra viole, umartea, i
e gnoceaki, feMo Macen
possivel. ___
Os seolioresassignnteesmen
menos qoe os aviso*, tegaate i
tros multo teo* te'Oaunnal
E os senhores nfovteetetem l
lodos os nvlhores commoda
rapte o tempo qne i
Precisa-se para orna rasa estraageira
tas qaiUndeiras, 1 prete de ensate, e I
de 14 annos, mais oa roen-a, para nr
regulando o preco um com o ouiro l
pagos semanalmento, com soStenO* !
liano, rua do Trapiche n. 44, se dir
Para uma casa estrangeira
nma ama de b^m comportamanto,
adr =
pequea familia : dirPJn-se ao
do Trapiche n. 44.
i -
Alogara-se doas pequeas casa* a
Soledad : -tratar te raa te ana)!
Pelo presente por mhai
tempo, qa pertH nm
correr no da 10 te
ura meio bilhete da
tantos: esperb ocr* vendedor se tomn nota do
Ambos sao garantldte.
-s-S'


1

O Sr. Antonio
de Len insiga 8
eu me sopan
co de divor
algum fum
jrnowaieato estranho, c
Mear, que
AJMvK
ilusivamente com elle, quando alias, |
vivemos na tnelhor intelligeocia. ,
tira elle motivo para me incommo-
jMRlVaaoo, propondo-me urna acojo rescisora do
t-t* qual allego* as mais revottaates ta-
nanin ?decoro qoe eu me abstivesse de trazer
ia esta destacada questao, que o Sr.
Mforam procurado dar urna triste celebridade.
pMplIpaf, toreada pelo indigno e insidioso pro-
vento do Sr. Bcrgos, venho, bem meu pe-,
zar, faaer parante o publico as seguintes solemne!
declaracoes, que serlo repelidas emquanto o Sr.
Burgos nao se convencer de que deve deixar-me
eminet^rocao,vivar tranquilla e-sooegada. Nao
com meu silencio, dar urna apparencia de
~nBwTnroanoe que o Sr. Burgos inventou e
Jba, avoreeer assina os seus tenebrosos pa*
tn ras rainhas declaraces :
Dmpanhla do Sr. Burgos e refugiei-m
rna para Ihe propor a aceao de divor-
gue tosse isso movida por vontade
ras sim em razio dos taeoroporlaveis
ty ros por que me fez passar a Sr. Bargas, tu-
rante dez tongos annos que vivemos juntos. Sahi
de sua cpfpnanhia por causa de suas repetidas e
escandalosas infidelidades ; sahi porque j estaya
candada de soffrer toda a sorte de roaos tralamen-
tos; sahi porque a minha vida corra inminente
perlgo ; sahi porque nem o mea corpo, nem O
mea espirito linham mais torcas para supportartao
longo e lasofrivel tormento; saj, analmente,
porque j fiaba pago com usura o passo impru-
dentissimo, que dra, e de que muito me tenho ar-
rependio, em casar-me, contra a vontade de meus
parales, com o homem mais refalsado que o cea
cobre.
Em ludo quanto tenho feilo este respeito, meus
pas nao flguraram senSo tomo meus naturaes pro-
tefltorea. Quem sabe qae ti ve firmeza e resol ci
atestante, para casar-me, anda menor, contra a
vontade de meus pas, nao acreditar oerlamente,
eja constrangida, per vontade de meus pas, a vi-
ver separada do Sr. Sargos. Elles, pois, nao exer-
'ceram e nem exercem a menor violencia sobre a
minha vontade, a qual nunca toi mais tivre do
que na. resolutas qe tomei e conserve de viver
completa e perpetuamente separada do Sr, Burgos
Vivo tio satisfefta o feliz em compaahia del les,
quanto possivel vina pessoa, qoe tem muitos
e grandes motivos de descosto, e em ledo o caso
infinitamente mais satisfeita e feliz de ano viva na
compaahu do Sr. Burgos.
Faca, perianto, Sr. Burgos, o que Jac suggerir
a sua te boje nao igualada malicia. Pinja a minha
letra assigoatora, para inculcar que the escrevo
cartas ; diga qne vivo opprimida per meus pas,
mas aue entretanto o estimo e almejo pela nossa
rooenoitiaco ; compre testemunhas para irem de-
por aqoillo qoe Ihes d a estndar por escripto^
prr*e-me'dad*oe satisfacao de fr meus Albos de os ter em minha companhia; ira vente Analmen-
te taanto ^aa frtil imaginario parecer coorc-
oie-aie para atlingir o lim que se propoe. Com
tnao tfsso, e-concedendo qiesmo jnica na 'terca, s poderia lograr o sen flm prin-
eipal, que ennuliar a seoteaca de divorcio, eTes-
tabelecer a cemmuuhao de bons, para ter o direi-
3o de participar da pequea heranca, que me ba*
de *vir por inerte de meus pats, :* quem Dos, por
isso mesmo, para martyrio to Sr. Burgos, ha de
conservar vida por muitos anos.
E nao conseguira senao isso, pois que ne ha-
ve ra poder-algum sobre a larra que me obrtgasse
* -viver oais com um ente, quem, pbr lautos e
tabjjastos motivos, do funde tt'slraa aborreco"* des-
preso.
Thereza Adelante de Sejuc-a Cavatcmti.
A' iinainwiher Thereu Aflaide de tiaaiira Ca-
valcanti, digna lilha i* Sr. eomnendaar Ante-
, aio de %?ira Cavakaut. senher de arta-
b o con verdadeira iodignacao que deparei no
.Diario deiPtrnambuco dcSOcom urna historia to-
da romntica e lgubre a meu respeito i anas cer-
tamenie dennuito mau gosto, para todos aquelles
'quea leram,-j sabendo dosipromenorcspassados,
que segurac a separaeso de minha mulher, effei-
Uuada. traicoeiramente no engenho de meu sogro,
onde com,ella e meus ilhos, na maisperfeita har-
mona passavamos a festa dematal; nella. o mari-
do desditoso, regeitado com despreso, figurado
comoum tiunera rheio de-vicios e de criates, e a
mulher que diz o ter abandonado, figura enmo urna
esposa virtuosa e distincta, que somente por nao
ter podido mais supporta-!o, poruggesfde de pessoa algema, o aborreca o
deiprczava !
Se. a esposa que bouvesserealisado o eu casa-'
mente por amcr e somente por amor, nao abando-
narse, algumae vezes o seu marido, sem ue este
dase causa,*ento Jamis teriamos de .lamentar
antas desgracas que se dao (jiusi todos os das I
Entretanto,gracas a providencia, sounm desses
hemaas bera coahecido na soeiedade ,por meu com-
porlaajenio, e assim pode-se methor ajuicar das
deolania^es-sempre vagas, que partem no intuito
domeitorir cruelmente do lado4essaenbora, que
collada, j nao abe de que metes pode soccorrer-
se para agora justificar a sua seaaraca, para
cohonestar as perseguicoes inandrtas esercidas
por sen ipai protector I
Nao fuero, eu o protesto, entrar n'uma iseus-
sao vergonbosa ,peU imprensa, que deve ser obre-
maneira neonvenieuu a minha propria mulher,
acercadas justas raeoes que actan em ten es-
pirito, paca-pretender annullar a celebre sellenca
que me condemnou, decretando o divorcio : tanto
mais boje, que nuiito confio na boa organtsa^au da
jnstiea eecleriastica, de cujos tribnnaes s podem
presentemente partir ecisoes justas e emmefite-
aienie jnridicas en facer de quem tiver de sen la-
do o direito e a junica.
.Para os tribuoaos aue devemos appellar de
nossas questoes, elles sio os nicos competentes
pace as decedir.
Assim posto, os fingidos protectores de minha
muaW, devem-se convencer, que nao sao as suas
falsas* calumniosas imputacoes, e nem mesmo as
iamurias ou a vontade suprema de urna mulher,
^ue do* direito de se obter ama sentenca de di-
vorcio.
O dimito (irma-se na lei, e pois nenhum magis-
trado que ie preza, pode a seu talante exorbitar-se,
oikodendo de frente a lei expressa em these, dan-
dooaio Ihe apraz por provado, atlega^es nao pro-
vada*. e em tiua sentenca falsamente fundando-se
em provas que nao existem nos autos etc.
' Esta minba questao de acedo retciwria da sen-
tenca de dworcM, que tanto ha inrommodado aos
protector/ 'de miaba mulber est aHecta ao juiao
ecetnsiafeo/nao daveinos, portante, prevenir
seu juizo com taes publieafoes insidiosas, e outras
quejandas patranhas proprias para illudirem aos
espirites sperficiaes.
E por uto que declaro solemnemente, que pop
enfea parta na reoolhendoaj silencio, podero el-
jes e minha mulher dizer tudo .guante Ibes sugg-
ry contra a minha honra e reputacao, porque na-
da direi, aguardando-me para as nltenores deej-
fides de nossa causa.Antonio Carlos Pereira de
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N 50
O mais novo e o melhor
AH^IV/i;U DE MOliH AI10*
Esquina defront da ra da Madre de Dos
Antonio da Silva Campos, sueeessor do antigo Nascimeoto, defronte do becco Largo, bem eo-
nbeeido j netta praca, acaba de transferir o seu estabelecimenlo pare a casa cima indicada, onde
os seus benvolos amigos e freguezes, bem cono o respehavel publico em geral eneontrarao o nais
variado, escolhido e nelhor sortimento de molhados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esta-
belecimenlo. ...
O annunciante, tendo feto urna completa rerorma no locante a casa e generes, possuindo bons
correspondentes na Europa para remetsas do conta propria, acba-se convencido que merecer a pro^
spa de lodosos amagos do bom e barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a conflanca com que se dignaren de.o honrar.
Em resumo, visite o respeitani publico o novo e superior armazem Movimento, compre-llie al-
guns gneros, e entao ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que
nenhum potro estabelecimenlo o serte nelhor que este, seja em xommodidade de precos, agrado e
elicaleJ|M1egalidadede pesse _
mUsninte, todas e quaesquer garantas que estabelecimentos idnticos leera oflerecido aos
concorrentes, sero manlidas neste em gito-'Maior.

T090S
^^ FAZEI FtVOR OE m ESTE (SnciO
da economia domestica que se vai tratar.
- O assumpto importaute.
IIKSCOItlIlO-m: AFIJMkX
O verdade'o eprindpal armazem de molhados o do
ApjBt-se a loja de ama porta s na
rna do Crespo n. 4 com armaco ou sem
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesma ra n. 4.
a Onceitf)
Baha,
I
Andrade & Bego, recebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da raa do Imperador, algodlo d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar aigedao empluma etc., ele,
pelo preco mais razoavel.
Empreza da lumina^lo
gaz.
Todas as vendas do apparelhos e reclamacdes
(por escripto dando o nome, morada, pata, etc.),
devera ser feitas no armazem da ra da Imperador
n. 31. Os machinlas mandados pare attender a
estas, apresentarao um livro que os redamantes
devero assigaar logo depois de prompto o servico
reclamado ; iste para que a empreza fiaue sciente
de haverem os nesmos sensores side devidamen-
te attendidos._____________________________
Aluga-se o primeire e segando andares da
casa n. 193 *t ra Imperial : na rna da Aurora
numero 36.
Dr.FeTnandode S e Afcqnerqim,
Flix Pereira de Arante ten'bam a honda-
de de se dirigirem ra da Imperalrk
n. o mais breve possivel, entende-
reni-se com o solicitador Leopoldo "Fer-
relra Manins Rbeiro, negocio de seos
interesses que os mesmos senhores nao
ignorara.
Ahjga-s um sitio na estrada da Pont* de
Uchoa e a marg?m do rio, pouco adianto do Illra.
Sr. commendador Nery Perreira, tendo banbeiro,
palanque, galinheiro e outras acommodagdes; e
oatro dito no Montero, em frente ao oitao da igre-
ja : a tratar m Antonio -/os Rodrigues de Sou-
za, ra do-Creepo-n. 15, ou estreiu de Rosario nn-
mero 32. __________
Franetseo Alves Monteiro Jnior, doposittrio
da nfassa fallida de Jos Antonio Soares de Aze-
vedo, convida aos credores da mesma para rece- \
berem a importancia que Ibe compete em segundo.
rateio, no praso de 15 dias, e fiado este, quaiqner
quantia^uedeixe de pagar ser recomida ao,de-
posite geral. Recife 27 de abril de 1864.
DENTISTA DE PARS
\9Raa lava -19
Freerico Gantier, cirurgio dentista,!
faz todas as operajoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
rMade e perfetcao, que as pessoas enten-
didas lhe reconaecem.
Tem agua e pos denuncio.
Mez de Maria
Vende-se este livro conforme o uso do
hospicio da Penha a l& cada livmho: m
livrari n. 6 e 8 da praca da tndqiendeocia.
Na praca da Independencia, lop de ourivs
n. 33, comprem-se obras de owo, prata e peoras
preciosas, assim como se fas quaiqner obra de en-
commenda, e tedd e qualquer ooncerto, e igual-
mente se dir quem d dinbefro a premio.
Precisa-se fallar ao Sr, Antonio Jos
Teixira de Mendonga fielni, nesta ivpo-
^rapbia.
i
Aluga-se una padaria com muitos commo
dos e todos os pertences: na ra da Concordia n.l
62, taberna.
Na<|itc sobre lortwtgal
O abaixo assignado, agente do banco
i mercantil Portuenseneeta cidade, -saca ef-1
i 'lectivamente por todos es paquetes sobre'
o mesmo banco para o-Portoe Lisboa, por
I qualquer omma, vista e a praco, po-
| dendo logo os 'saques a prazo seretn des- |
[contados no mesmo banco, na razio de 4
' oeatomoonno aos portadores que as-
; m lhe eouvier : nasmuas do Orespo n. |
8 ou do Uaperador n. 4il.
Joaquim da Siva "Caatro.
IZA.
COMPRAS.
Compra-se nm sobrado de um ou mais anda-
res, em boa ra, e que esteja em bem -estado : a
tralar.na roa do Crespa, 4oja n. 20 B.
Comprase efectiva-
mente
ouro e prata em obras vethas. pagntn-se bem
na ra larga do Rosario n. 4, loja de onrivos.
Compra-se urna-negra que s^jaroo^a;
saiba engemmar: a tratar na ra estrena do
sario n. 24, primeiro andar.
Maiguraa coateaUr esta verdade.
A faama far carrer esta noticia.
A. pasterldade aeaadlr o Btate da Baliza.
Aetaalldade I Batel palma de cantea
Sen mitras nem coros para ornar a fechada de seus annuncios, e as portas do edificio em qae habita, o Baliza se
contenta em tonar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre enhora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso; ara a teaa
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratka dos negocios commerciaes. revele fioaaeate a mu
grande insobordinac3ofingiado desconbeceros seus superiores, deixando-seficarsentado, em vez de perfilarse eaaera
continencia do estylo, porque o incansavet Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordena lodo o
seu irem de guerra e i atis coraplecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde o mais'simples Lanandi at-
o ans atto general da prwaeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
ORDEM DO III i.
esde a 1.a pablkac5fl deste anuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazeai
do Baliza estabelecide A roa do Livramento ns. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
qoe qualquer dos seas amaveis colegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que n5o chegue a contento d
nhores compradores, pode ser devolvido ainda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
O dinbeiro twoebidp pelo genero qne nao agradar ser restituido sem constrangimento algum.
Declaraco luaportaate.
falso o beato que tem foito espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se acha o Bauza asaviado
ao armazem Unie Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Recife.
A liga entre s collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligneiro.
Ligueiro siadas ideas iiberaes dos progressistas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de sen eoraeSo.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
Iftadanoa deeskbelement&
agente de leiles Olimpio transferid
ua agencia liara a ra da Cadeia do Hecife
n. a8.
Compra-se urna taberna bem afpegueada e
que tenha morada junta: a tratar na ra Direita
numero 3S.
usenteu-se ha 20 dias, da casa de seu -se-
nsor, a preta Phereza, com os seguintes signaos :
banca, com 'falta de um dente na frente, ps gros-
sos, o tem maFeas de esoropkulas no pescoco, anda
nesta cidade, e diz ter licencado senhor para tirar
subsoripcao para libertar-se : quem apegar leve-a
ao 9t. Salgado, aa ra do Queimado. Q msmo
Br. agradeceraquem a pegar, protestando usar
dos recursos Jegaes contra quem a occuitar.
Alnga-seacasa lerreagrasde da ra fia Pon-
te Vena n. i8,eora com modos para grande /ami-
ba : a tratar na ra da Matriz da Boa-Vista a. 54,
com Antonio Joaquim Ferreira Porto.
Precisa-se de nma ama qne saiba cozinnar e
lavar, para casa de familia, prefere-se que seja de
algunta adade : quem quizer, diraja-se ra da
Cruz n.t, primeiro andar.
Comprase urna neara que seja ada, _
vicios o boa quitandeira, prefere-se on erra, nao
excedendo st* 4 .annos de idade : na mesma
casa compra-se urna mesa para jantar,oslando era
bom estade; na praca da Boa-Vista n. 3.
Compca-se eiTertivamente ouro e prata era
obras : na praca da Independencia n. 21
Comprase urna casa terrea com bons com-
modos para grande familia, e que tenba bom quin-
tal, as fregueeias de Santo Antonia, S. Josou
Boa-Vista : aitraar no canario do tabeihao Porte
Carreiro, ruado Imperadora. 48.
Roa da Senzalfa Nova n. 42.
Neste efitabelecimento veadem-seTtacnas de
iferro ooado libra a 410 rs., idem de Lor
Moor libra a 120 rs.
NOVA
IIC A
LICMES E PERFUMARAS
A" roa do Anerin, a. 12.
nar varejo e atacado.
N'este novo esubelecimento eneontrarao sempre
os freguezes .tedas as qualidades de bebidas espiri-
tuosas, fabricadas cora tedas as regras d'arte, e
Attenco
no ultimo
chegados no ultimo vapor a
do melhor fabricante deste
com _
por isso livresde ser nocivas, o aae nao acontece
ora as que ao fabricadas sem elhodo e pelas .
receitas que es harlatSes annunciam vender, pois. Licores mu finos, garrafa, a 1,1600, 15800 e #.
como j temos iido oceasio de tr, vendem lico- i Conservas mui novas a 800 rs. o frasco.
Presuntos inglezes
680 rs. a libra.
SalpirSes e chouricas
genero a 720 a libra.
Chouricas em latas de oito libras, mui superiores a
64300 a lata.
Ameixas em potes grandes a 34, emenores a 24500
dem em latas ricamente enfeitadas, proprias pa-
ra mimos a 14300,14400,14600 e 24800.
Doce de goiaba em caixSes, o melhor que ha a
14800.
Queijos llamengos vindos no ultimo vapor a 34.
Fabrica de licores t perfumaras.
Neste estabeleotmcnlo compra-se elleetivaroente
garrafas, botijas-e irascos de genebra vastas, assim c9,orioos co"a substancias venenosas, como se- [ viono do Porto o mais delicioso possivel, engarra-
'toda a especie de frascos de perfumaras aa roa Jf 8 licor de r06* colorido com aprmeJbo ( Bi-oii- faJo, ha oito annosll! sem exagerago.
do Amorim n. i!.
.inga-so a casa terrea o. 8 oa travessa das
Barreiras, com grande quintal e anida para a
camboa: a tratar deronte da mesma, aa otaria do
Sr. Zacaras.
Precisa-se de urna preta escrava para ama de
casa de pouca familia, s para cozinhar, lavar e
engommar : quem quizer, dirija-se ra da Sen-
zal Nova n. 39, na taberna que volta para o beeco
Largo. ____________._______________
Jos Francisco Gomes dos Santos vai Euro-
pa tratar de sua saude.
Compra-se unta negra de meia idade, e alu-
garo-e duas que sejam boas qnilandeiras : a tra-
tar na ra Augusta n. 39.
Compra-se wutwlia usada de toda a qualda-
de : na ra Nova, armazem de mobilias do Pinto.
VENDAS.
Vende-se sat do Aseo, a bordo da escuna
Ernestina; a tratar com Palmeira & Beltro, lar-
go do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba co-
zinhar e engommar : a tratar na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39. '______
Na ra larga do Rosario, loja de ourives n.
24, paga-se bem a urna ama que tenha bom leite, e
que nao tenha filho, preferindo-se pessoa. de con-
dico livre.
Preeisa-se de nm menino que tenha pratica
de taberna : na ra do Padre Kloriano n. 41.
Precisa-se de uaj caooeiro e que saiba an-
dar com um bol : quem quizer, dirija-se em San-
to A maro^rn^de^I^nd^roone.
Precisa-se'de dm rapaz de 12 id annos, ou
um homem de 30 40 annos :
dia n. 38.
na ra da Concor-
James Ryder 4 C, administradores
da massa fallida de Joaquim Vieira* Coelho
d C, .tendo de cumprir o disposto no art.
fnlflilil fhligfl fBllIlFiTJal convidam aos
raeelha de eavallaa.
Malveira, orfna na larga do Rosario n. 34.
IIOTK E DROGARA
BARTHOLOME & c
Raa Larga da Rasarla n. 4.
Vende:
Ventosas de go'mraa elstica.
Esmaltes, para ourives.
Fundas inglezas.
Vidrs de bocea larga eom rolha.
Tiiila branca em massa para pintura fina a 200 rs.
a libra.
de
o bacbarel Lotueoco AveIIno de
A^boquerque Mello, antigo advoga-
do desU cidade, tendo regressado
ella, tem aberto o se escriptorio
ra d Imperador q, 40, onde pode
ser procurado para os misteres de
oroflss,3o todos os dias uteis j
das 9 da manhaa s 3 horas da
ollterece como garante a
i tuintes a So interrump- j
nesmo aceita partidas e
,em cauMS nos termos do in-
terior onde tocar a_estrada de ferro.
lsa-se de onr SsW 'ddnheird; e de nma
enannaiar e lavar n sobrado n, 32,
tm da Aurora. ____________,__________
l-.i una ama que alba coznar
e engommar: na ras do Crupo, n. 18, prweiro
andar.
niuius eswu
sibilitadbs de rever a relacao de que traja
aqoelle artigo. .quu
Francisco Pereira de Medeiros subdito plr-
tuguoz retira-se para a Europa.
que a lodos habilitan a compraren barato.
Aproniplam-se eaeommendas com brevidade e
rigoroianenle bem acondicionadas. Unto para den-
tro da provincia, cora para ra della.
Bebidas espirituosa.
Licores de todas as qualidades em garrafas pretas.
Dito, dito, em garrafas brancas.
Geoebra igual a hollandeu.
Dita de laranja superior.
Agurdenle d'aniz.
Dila de horleku pimenta.
Dita de canella.
AHool de 3*> a 38"Cartler.
a 1'EHFfJlAIUAS.
Agua de Colonia commum.
Diuarabreada. ?. .;;,;.0
Dita almiscarada.
Dita das Nymphas..
Banha em' latiobas de quatro oacas proprias para
as familias econmicas.
Banha para fingir de preto os cabellos, e qne nao
snja os lencos braneos.
Loite virginal em garr. barbearos e cabellereiros e uso domestico. He-
neOc'ia a cutis e tira as manchas da pede.
Extractos variados;-banha em vasos dourados, a
extractos tinos em frasqoinhos ricos.
rana tumiULim -v r.
Rna larga de Rtsaro n. 31
Vende:
do 4e chumbo) e o de amendoas colorido com ama-' Manleiga iogleza flor a 14 a libra, nao sebo de
relio francez r6-caromato de ckuaoj Encontra-1 *W rs.
rao algumas perfumaras de superior qualidade e Vende-se a dinheiro vista no anligo e mui
commodas em preco. Tndo se vender por precos acreditado arraaszera de molhados de Joo Baplista
marta razoaveis, razendo os fregoezes ds meios Gomes Penna, suceessor de Francisco Jos Leite,
na ra do Imperador n. 46.
P" K w c o o n sr*?5. STop?
TABOCAS
Veadem-se tabocas
ylUnaattd^sac
Iftnlea
no armazem da bola ana
ria da poliqia-, u ..
conTvidrl-
-*+-
B)
g.-t-."'l5:fr5-S"g.i
a 2 i _
B 2 5
g.oS
__arate um carro
gas, em bom estado, e arrpios novos chapiados de Todo os remedios do Dr. Cbable.
metal principe : na roa d Imperador, cocheira CaaajUaae injeoeaoaoaattoo,
numeref23.
. Precisa se de um caixeiro de 14 16 an
cpm pratica de taberna : a tratar na ra do Crfs-
'-
----
Perdeu-se urna caixa de rap, de tartaruga, cam
aros de ouro, tendo na lampa una chapa do m s-
-Iw laaaa iniaiaw Mi i> n -
BB-wqaat nn aa lallpaa miiiaii Mi i> Bi a ^a n
a achar querendo-a restituir a entregar na ra
dalmpmtrft n, 12, loja, qoe ser recompensado.
Euzebio Raphael ftabello tendo de seguir
para Europa no prximo vapor Omida, dcixa por
seus bastantes procuradores e gerentes de sua casa
commereial nesta praca, em Ia lugar aos Srs. Da-
niel C. Ramos e Pedro Rodrigues de Oliveira, era
2* aoSr. Joaquim Jos Rodrigues da Cunha, em
3" ao &>, Manoel Cqstodio Peixoto Soares.
--' i
av
a^^H~
axTsarVico d
Uu.6o.
Na ra larga do Rosario n. 33, vende-se nma
prensa de copiar cartas, e quatro fiteiros proprios
para miudezas, tndo em muito bom estado.
GAZ 110:0110 RS.
a^ lata con o galoes-: na ra do Crespo 16, ar-
mazem da louca de Duarle Pereira & C.
! 'lIl II I I ^^^ lelil I
etoen sib, 1 Ho, 1
;metica de Bezout, tudo
atlas
ein bom
Vendo-se wn ciartfe
asufloVa,po
oaraiodo : na i
de
ata Isabel n.'lo, desdeas 10 horas at as 2, e
Vende-se a arma^ao da laDerna da ra da
Senzala Velha n. 32 : a iratar ao primeiro andar
per-cima-da masma. \______________
Vende-se nni bem sitio con boa casa de pe-
drae cal para familia, e tambem se troca por um
casa, o pretndeme voltando o resto do wlorque
anta valha,nos lagaressegm'ntn: Caponga,Man-
ginhooo Bo-Vta i os prolendentee podem diri-
gi--se Capunga Nova para tratar eon a viuva do
sj. Jo o Evangelista da Costa e Silva.
t Vende-s ura pbrado dfe dous andares, site
n^ praca da Boa-VMvt quemo pretender, dirija-
sejao cartorio 3q tabelliao Portocarreiro, na ra do
Imperador.________________'
' Na ra Imperial n. I, vendem-sa tres vadfca
muito boai lejteiras, com crias.
Injeeeao Fangal
! Pilulas do Dr. AUaa.
Pilulas do Dr. Lavillo.
Pilulas do pobre-hornera, excellentes contra rhen-
matismo.
Pilulas para sezSes.
Pilulas e ungento Hollovny.
Phosphatowrro de Lerrs. '"
Todos os remedios de Kemp : pastflhas,
anacahoita, salsa de Bristol, etc. etc.
E muitos outros medicamentos e especialidades
que sempre se eneontrarao em a i ta botica.
^tenlfem-se s^cloT gffif'lrini als' nova
que lia no mercado, e mvn fra'a : no armazem do
Amies defronte da alfandega
-i
"g S e
, a. o, a>
2 O as O
B
o


RIVAL SEM SEGUNDO
Rna do Queimado ns. 40 e Soy
de Jos de Azevedo Maia e Sdva,
no seo progresso de ventar h
Caixas de superiores obrasaa
40 rs.
Cordao branco para vestido e
ris.
Linhas de carretel (1S0 jardas) de
dade a 60 rs.
Candes de liona Pedro V (200 jalda)
condecida a 40 rs.
Grozas de peanas de ac de
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folbas paren nana aat rs.
Caixas com calungas a
100 rs. ^^
Franja branca e de coras para mamas a Na.
Pares de botoes para poaao nana banana a i
Caixas com soldados de rbanfcn nana Imaiii
120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tima a MM\
Ditos de barro com superior nata a Mn rs.
Croza de botoes de lonca ariinda, a anabar
160 rs.
Tesouras para costura, o nan aaparnr, a M rs.
Ditas para nnhas moite
Escovas para limpar d
200rs.
Libras de la de tedas as
Caixas de phosphoroa de
Ditas de papel amizade p
Ditas com 100 anvelopes
ris.
Cadernos de papel branco a m cares,
20 ris.
Carfas e taboadas para anaanas a 99 rs.
i)a7#.
alna
aatars.
al
iseasa
e24V
>r.
on fina a vontade do comprdora
pillas,
i4 2ft0 rs.

Continoa-se a vender saceos de milbo a 24500
na ra Pireita n. 4.
Venae-se
i-se a meude do sobrado de dona anda-
ros n. 21 da raa do Padre Plariano-4 a traur com
Frederico Chaves, ra da Imperalriz n. 19.
Vende-se um carro americano de quatro ro-
das a quatro assenios, pinado por um cavallo : na
Tua do Hospicio, cocheira do Candinbo.
Farinha de mandioca para
animaes.
Vede-se por barat prego no Forte do Matto n.
13, trapiche bario do Livramento.
Carnauba do Aracaty.
Vende-se constantemente na roa da Cadeia n.
57, armazem de Prenle, Vianna & C
Vende-se urna barcaca nova de quatro via-
Sins, bem constraida, de 45 caixas, boa veleira, a
nheiro o mesmo a praso, assim oflere^a boas
Armas: a entenderse da ra Direita com o Sr.
Beato de Barros Feij.
vaeBi-se lingus seccas muito superiores,
e'por preco em cobu : a bordo do palhanole Ar-
roto malho, fondeado ao p da escadibba do Col-
leglo.
Caixas com superiores
nafre.
Carreteis de linha Alexanre (200 jarda*) 4 eamt
abvra,
Baralbos para rollaren nana anos a Sbf.
Cartas de alfinotes fraaeaan nana nna a M'm.
Meadas de linha f>dxa para bordar a 20 r>.
Pares de sapatos da traaea nana snaartnni a
14600. ^^
Papis de agolba eon na panaaaa nana alan
Groza de botoes de anattpatan nana tama
560 rs.
Candes e caixas de eekhetes
aaOrs.
Bonets para mininos naito fa_
Macos de grampos superiores e I
Groza de phospboros do gas
Arela prela muito saperiar a MW r.
Caixas de rap com espeno a MR) rs.
Realejos para entre ter ranos a n) rs.
Pecas de lita de linbo naito han a 10 n
Penles de laco mam bonitos a 14
Bnfeites de laco do todas aa catea a
Rodas com alunctes francaaaaa 2* rs.
Caixas com quatro papan I
240.
Sabonetas de familia a 80,1M a 3n%
Caivetes de duas folbas nan ana a 320.
Pares de sapatos de na para anaanas a 40 r*
Sapatos de tranca para te abara a pan anana, n
melhres que tem rindo, a par artea nana aara*o:
Sera quizer ver, vean a raa 4a Oaanaaaa aa.
857 e ver tndo cono i ana a barata.
AGENCIA
FUIDICiO DE LOW-MOGI.
Raa da saanaa aova a. 41
Neste estabelecimento conliaQa a
am completo sortimento de moadmt
moendu para enaanai, auraaiai da
e tachas de ferro batido e coado, de
tananhos para ditos.
Arado anorkaaoa~e*
lavar roupa: em casa de S. P. J
roa da SejuaUa Nava 41.
CarleaB
Chegou aos grandes arana de niliili da
Brilbanw Aurora e Aurora Brlbante, aa laraa aa
Sania Crn os. 12e 84,S nnlaoVira rara' t V-
rid a 320 a libra.
>



Diaria te
toaganena tW
1
Esquiuick]
.Santa Cruz IJHMft JK* ifiK rua d*
n. 12. ^^^^ F "^?^ Sebo u. 12.1
BKILHWTEVIRORA
MffVO E
GRANDE ARMAZEM DE
Francisco Jos Fernandes Pires tem a honra de participar ao respeimel publico
que boje abri um novo estabelecimento de molbados denomina* Bnlltante Aurora, ao
largo da Santa Crur n. 12 esquina da ra do Sebo n. 11 __.
O proprietano deste novo estabf leciment pede a lodos os teas amigos e freguezes e
ao benevulo publico desta cidade e do interior, a sua proteccao paraaate aciado estabele-
cimcnto, certos de que em lempo algum abusar da cflBfiancaque Me boje Ibes tem de-
No novo armazem encontrar-se-ha sempre umgrandesortimeote dos melhoresgeneros
que vem ao nosso mercado e por precos os mais mdicos posoiveis, certo de que em parte
alguma se vender mais barato e melhoresgeneros tanto em porcao como a retalho, do
qu'u no armazem da Brilhante Aurora. -
A satisfazlo da Brilhaau-Amnra veaier muito e muito barato, mais a dinheiro ;
a tabella do prapade seus pavos sero mwMos todas as semanas :
Cha de nanitas qnalidattes.
pjh pe rol a a3|'e 3*200. .
Pito uxim muito superior a 3*.
Dito miudinbo a 2*500 e 2*800.
lito hysson miudinbo a 3*.
Dito mais graudo a 2*800.
Dito redondo muito boma 2*, 2*500 e 2*800 f
Dito preto em ir.assos envolto a 1*600 e 2*.
Espermacete fino o masso a 540, 600 e 640.
Velas de carnauba arroba 10* e libra 360.
Dita de composicao arroha9*500e libra320.
Charutos nao ha'quem tenha nwlber sorti-
ment en canas de 106 e 50 iodos dos
melhores nios de'S. Fvlix de 2* a 8*
a caixa de cem.
Caf do Iiio arroba 8*508 e 9* e libra a
320 e 280 rs.
Arria de Java arroba 3*200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Marannao arroba 2*500 e libra a
80.6 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Nozes arroba 4* e libra 160 rs.
Amenduas libra 240 rs.
Alpisla arrolla 4*800 e libra 160 rs.
Painco arroba 5* e libra 200 rs.
Sevada arroba 2*600 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag nuvo a libra 240 rs,
I'assns novas caixinhas de 16 e 8 libras a
2*500 e 153' 0 e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
1*200 e 640 rs.
Saceos cun giimuia, arroba 5*500 muito
boa e libra 180 c 200 rs.
Dita de aramia verdatleira arroba 8* e li-
bra400e480rs.
i Aletria o macarro a libra a 400 rs.
Estrelinha-muito nova a libra 486rs.
i Presunto novo de lamego para panella a
560 rs. inteiro e libra 6i0 rs.
Chouricas e paios novos a libra 806 rs.
Cerveja branca e preta a duzia a 5*500 e 6*
Vinagre de Lisboa puro a 1*600 a caada e
240 rs. a garrafa.
Cartas rom fojro da China a 220 e 240 rs.
Tonrinhn de Lisbya arroba 8*806 e libra
266 rs.
Dito de Santos muito novo igual ao de Lis-
boa arroba 7* e libra 240 rs.
Figos d* comadre a Hora 280 rs.
Qiieijos do reino muito noves a 3*200.
Bolachina ingleza nova barriquinha 3*.
Tijolos de li'mpar faoas a 160 rs.
Massos rom palitos para denles a 160 rs,
Grozas com palitos do gaz a 2J200e 200 rs.
a duzia de caixinhas.
Latas com graxa duzia 1* e 100 rs. a lata,
i Boies com dita 97 a 286 rs.
de piassava grossa a
^^m tnaaaaaa aatoMni--a> Cana
Sai
19 yeie-se 9 segante' vados a *, ditos
BBBBBnA^naUk ^LW
mmnka.
IM4
Jltofraaeei nMii*
SMadtaalgodao com ama pequea a varia peto
ssiaBefcreco de 5*.
CMirtas bVchita da India pelo baratissimo prece
de i* e 2*500.
Lencaes 09 Huno pelo- baraHatimo preco de 2*.
issiro*
da Imperatru n
A Arara leae
. Tendjfte
w%$, ftlo-inL
9* e 10*, pecas de lgodao enrorpado a 5*, 6*
7* : na ra da Imperatriz %- 56 Wada Arara.
rl
Cirande sortianeatfodc raupa
tesan,
Vende-se parltoW* pamw preto a lt*, 10*,49
Lencoei de bramante de linho fino pelo baratiaroS a 6*. ditos da meia casemira a 3*500, 4*300 e 5*,
atecefle3*200. 11 ditosd*brim fino*, 2*M6 e 3*, caica de brim
Lencos de cambraia brancos proprio para algibei*' a 2*500 a 2*, ditas finas de brim pardo a 3*, di-
asneio baratissimo preco de 2* a duzia. j tas de brim branco a 3*500 e *, seroula* de li-
AfeoiM entestado com 8 palmos de largura pelo nho a 1*800 e 25, camisas fraacexas finos-a 2*dD0
baratissimo preco de 1* a vara. | e 2*500, dilas de linho a 3*, pares de meias a 208
Bramante da linho flno con lO-palmos de largura 240 e 320 rs., grvalas finas pretas e escuras bor-
.11*500 a vara. ; dadas aas ponas a 1*, ditas ara meaos a 666 e
Ameixas franeezas novas em latas a 15406,
2* e 3*500". a.
Ditas em cafetotas muito eaMadas con?
bonitas estompas a 1*400, Ifato e 2*.
Chocolate fraaocc, hespanhol, stoeee e por-
luguez a t*X) e 1* a libra
Mannelada iaaerial dos melhores conser-
veiros de Lisboa a libra 600 e 6*6 rs.
Latas com diversas fructas em calda a 500 rs.
Ditas rom ervilbas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas com figos ermelicamente fechadas a
1*600 e 2*500.
Ditas com peixe de posta ensopado a 1*.
Dilas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com lingoicas fininhas vindas nesle
vapor a 6*5o0.
Ditas com sardinhas doNantes a 360 e 600 rs.
Ditas rom bolachinha de soda nova a 2*.
Ditas eom lianato eugiozes varios Itrios
a 1*400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos eom a verdadeira genebra de laranja
a 1*120.
Ditos grandes duas garrafas de hollanda I*.
Ditos com urna garrafa 5(>6rs.
Ditos com conservas de pepinos a 806 rs.
Dilo- com ditos de mexides e outras a 700
800 e 1*.
Ditos com azeitonas e ervas a 1*.
Capachos para portas pintados de varias co
res a 600, 700e'860rs.
Manteiga inglexa flor a 800, 960 c 1*
Dita segunda sortea 640 e 720 rs.
Dita terceira sorte a 400 rs.
Dita franreza nova de 64 a libra 600 e 640.
Dita dita de 63 a 540 e 560 rs.
Dita ingleza em barril a 600, 720 e 800 rs.
Dita franceza em barris e meios a 530 e 540.
Rmha de porco refinada propria para ba-
nda de cabello a 440 e em barril a 400 rs.
1 viuho* finos ha o nielbor a
desejar.
Vinlio do Porto em caixa dos melhores au-
tores a 12*, 14* e 16*.
Dito em pipa a caada 5*500, 6* e 7* e
garrafa a 720, 800 e 1*
Dito xerez mnite flno a 1*280 a garrafa.
Dito Madeira a 1*400 a garrafa.
Dito da Figtieira puro a 44500 a caada e
garrafa a C40, 560 e 500 rs.
Dito de Lisboa a 3*300 e 3*500 a caada e
garrafa a 400 e 480 rs.
Dito branco puro de uva a 640 rs.
Dito mais baixo a 480 e 5 0 rs. *
Dito Burdeaux branco e tinto a 7* e 8* a
catxa e garrafa a 646, 8 0 e 1*.
Dito muscatel a 9* a duzia e 1* a garrafa.
Dito de caj clarificado a i* a garrafa. ,_
diHiac vuruadeiro a garrafa 1* e 1*280. Vassouras do Porto
Atoalhado adamascado proprio para toalha de mesa
pelo baratissimo preco de 2*000 a vara.
Pecas de cambraia de forro a 2*600 e 3*206.
Toalhas alcocboadas proprias para oaos a 5* a
duzia. ______
ATTENgAO.
Algodo avadado.
Pecas de algodo com um pequeo toqae de
avaha pelo baratissimo preco de 5*500._______
Os Casos
m mmm
l)n porinz rarao
aa
ESCRFULAS,
O ERUPCOES ESCROFULOSAS,
Uleews de toda a especie.
STFHILIS, 0tT MAL VENREO,
S0O rs., coiarinho de bobo a 4rJ6-rs.; s na leja
da Arara, na da Imperatriz n. 56, lojade Meados
tuiuisres.
Ciraade pechinclia de laziobas
a 40 rs.
Vende.se laazinhas para vestides a 2(0, 320,
MI e 56f> rs. o covado, ditas muito finas de cocos
lizas, proprias para capas, e vestidos de senboras a
850 rs. o covado, ditas escuras muito Unas a 640
rs. o covado, ditas Se 4 palmos de largura com
palmas de seda a 750 o covado, popelina muito fi-
na de ricas palmas a 1*200 o covado : na ra da
iniperatrrz n. 56, foja da Arara n. 56.
Fazendas para se a lio ras, golll-
nhas a 2QO e 3tO.
Vende-se golinhas para senhora a 200,320 e500
rs. cada una, camisinhaspara.senliorasal*,. 1*280
e 2*, ditas muito finas com gollinhas a 4*500 : na
ra da Itaperatrz n. 56, loja da Arara.
A Arara vende wmm para
lato gasea a rs.
Vende-se cassa preta fina a 320 rs. o eovado,
15a preta para mo a 658 rs. o covado, alpaka
preta a 500, 640 e 800.13., bombaziaa a 1*400 o
covado : na ruada Imperatriz n. 56, loja e arma-
zeru da Arara, de Lourenco Pereira Mandes ui-
maraes.
Cartea de ehMa a IfM*.
Vende-se cortes de chitas de coras usas coa 46
cavados a 2*400, ditos finos a 2*800, ditos de ris-
eado francexes oora 14 rotados a 3* : na ra do
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
brancas a 1* e
400 rs.
Molh's com sebolas novas a 11.
i Saceos grandes com farinha nova a 5*.
garrafa ^'lt,s com forell rte Lisboa a 3*800.
Licores finos em garrafas
1*280 rs.
Azeite refinado a garrafa a 1*.
Capils de varias fructas do paU
500 pg, Cominhos, erva doce, pnnenta e folhas de
Garrafoes com 25 garrafas de genebra de louro a libra 400 rs.
hollanda 8*500. i Balaios para costuras de meninas
Copos lapidados para vinho e agua a duzia tersos precos.
3*500,4*500 e 5*500. i Caixoes vasios para plantacoes de muita
Ditos de'cores a 6*500 e 7*. qualidade.
Assim como muitos outros objectos que deixa-sc de mencionar, mais tudo de pri-
meira qualidade por preros baratissimos.
para
1IAOTE
84~Largo da Santa Cruz84
No grande armatem de molhados denominado Aurora Brilhante, o respoitavel pu-
blico encontrar sempre um completo serliuiento dos melhoresgeneros alimenticios que
vem ao mercado e por precos sempre coinmodos como se v da tabella seguinte :
'
Maanteig ingleza flor a libra a 800 e
Dita segunda sorte a 640 o
Dita franceza a 600 e .
Dita dita em barris e meios a 550 e
Toucinhode Lisboa arroba 8*800
e libra a.....
Chouricas novas a libra a '.
Queijos do reino novos a
Cha hysson muito superior a libra
Dito dito mais abaixo a 2*, 2*400 e
Dito pemla a libra ....
Dito preto muito fino a
Dito mais abaixo a 1*606 e .
Caf de carie,) primeira qualidade
arroba ') e libra
Dito mais abaixo arroba 8*500 e
libra ......
Arroz do Maranhiw o ntelhor pos-
sivel armba 3*200 e libra .
Dito da ludia arroba 2&800 e libra
Alpisu amiba bSSOO libra ,. .
Painco arroba 5* e libra
Farinba em sacos grandes igual
a de Muribeca ....
Charutos linos caixa do 166 a 1*566
3* e ..... .
B'tlachinbas de soda arroba 646 e
Latas eom ditas muito o>vas a
Ditas pequeas de varios formatos
Latas com peine encopado de posto
IHtas com ostras a 720 e
Ditas com marinelada a Ubra .
Ditas rom amoixas Iraocezas a
1*400, 2*400 e .
Caixinhas de ditas eom bonitas es-
tampas a 1*600 e
Ditas com figos ....
Latas eom fructas em calda .
960 Tatas com massa de tomates nova a
720 libra ...
640 Boides com graxa 97
560 Duzia de latas de graxa a
Massas para sopa a .
320 Ameixas franeezas fibra .
720 Passas a......
3*000 Figos de comadre novos a
3*600 Votes arroba 4* e libra
2*160 Amendoas a 320 e .
3*666 Azeitonas de Elvas em frascos a
2*500 Conservas franeezas e inglezas o
2*000 frasco a......
Polvo do Porto libra a .
300 Sag e sevadinha nova a
Vinho* especiaos do Porto caada
280 3*800 e garrafa
Dito muito lino a caada 7* e garrafa
120 Dito da Figueira puro a garrafa
100 560 e caada .....
1W Dito de Lisboa a garrafa 486 e ca-
66 SHa a 3*2006 ....
Cognac verdadeiro a garrafa a
6*060 Se.rasja das verdadeiras mareas a
dna a 6* e.....
4*566 So*a d engommar nova arroba'
720 3f600 e libra a 120 e .
2*0S0 Faria do Maranho a libra .
1*400 Ve.ritadeira mitarana para papa
1*260 arroba 8*50) e libra .
806 Barcos cdrn farello de Lisboa .
720 3*906 e .
Tijol >s de limpar facas a
3*860 Massos com'palitos Unos para den-
tes a ......
1*81)0 Garrafas com mel de abelba novo a
1*500 Ditas eom diversos xareDns a
560 Ditas com genebra de laranja a a
TENORES,
Ebnllides<
BERTuEJAS,
i
IFydwpisia,
HERFES,
Dar tros,
ERYSIPKLAS
ESrORBVTO,
Tiulia,
GHA&AS ANTIPAS,
Rheu;mati'sno r^rorie,
DEB1LIDADE (i ERAL.
NecviMaiaio, AwmJpiis.
FiLTi m \mtm. mm,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA, .
Mfflll i US HCM,'
Rrtf urto m li-inas.
EMACIA^O,
Ou exiDtcigiiveitnetit&gerul da earpo, prove-
iticnte.do estado vicioso do sangvr,
KFUJIMACES CHMSCAS,
Affec9oes Chronicae do Figado,
Aamm cojk todas ab mais simii.hantes mo-
1.katas, l'rincipai.mhntr qcando sao
catsaas, ou ritoDix.iDAS pelo inri
livrs rso no Wkrcukio ou
QlINIKO,
Aaaiaa cwo lmar pelo fm>nenaa 4a AR-
SENiCO a antriu prc|M*a^'ea Mhfc?ro:
Todas estas Ei#ermidades prompta e effica&
mente cedein benfica, poderosa e
purificantes qualidades da mu
justannente afamadff
slvmbrii ji \ m wmi.
k venda Das boticas de Caors Barboza,
ra da Cnu, e Jlo da C. Bravo 6 C, roa
da Madre de Dos.
Na ra do Vigario ns. 8 e 13 vende-se urna
escrava e um escravo (pecas) cor preta, mocos,
e robustos, proprios para engenho.____________
Vende-se um sobrado de um andar na raa
das Trincheiras : a tratar na ra larga do Rosario,
leja n. 31
9 IiARCO 00 CARMO
DE
RUI A FESTA.
DUARTE & G.
^
640
1*000
4*000
3*800
1*280
7*000
160
160
3*800
tTTELAS.
de ac com pedras.
Nie eslava bem a agnaa branca deixar Acar Ao
pande parte de sua Se* fhegnezia sem esats
apreciadas Avalas de ac e eent pedras, e por iaeo
bgaressou-se em mandar buscar o bello sonimento
| que araba de receber ; e bem assim ae necesearias
fitas, cujos novos e bonitos padrrjes as tornara agra-
daveis aea otho6-ite4odo6; resta, pois, que os pre-
tendentes, munidos de dinheiro, dirijam-se ra
do Qoeiraado, loja d'aguia branca n. 6, ende tam-
bera ha bonitos cintos bordados com borlas, etc.
[Extraordinario sortimento
de perfumaras.
A superioridade das perfumaras que a agufe
branca vende est iocontestavelrnente reeenbecida,
e isto confirma a grande extraccao que lhe vio
dando os apreciadores do bora. A aguia branca,
pon-o, tendo sempre em vistas o bem servir a sua
boa fregueria, tanto da cidade romo do interior,
mandou ver o extraordinario sortimento que aca-
ba de receber, vindo conforme suas recommenda-
c5es, sempre da melhor qualidade, sendo :
^gua de Colonia em garrafas de diversos tamanbos
e moldes.
Dita dita em frascos redondos e quadrados.
Dita dita ambreada em frascos verdes.
Agua ambreada para baubos.
Dita balsmica e dentrifice para conservagao das
gengirase denles e bem hlito da bocea.
Dita de flor de laranja.
Dita de rosa e dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dita de alheniense para alisar e segurar os ca-
bellos depois de atado.
Dita de Mailabar e Hoide para tingir os cabellos.
Baalia transparente e lafurncsa.
Ditas Anas em frascos de diversos moldes.
Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
Dita dita em latas.
Dita dita em copinhos, sendo creme, duqueza e po-
mada imperial.
Bahuzinhos de vidro com perfumaras.
Caixinhas com 6 frasquinbos de cheiros.
Cosinetique (ou-pomada) superfina.
Extractos finos e de agradaveis cbqiros em bonitos
frascos.
Dito frangipane, cheiro novo e mui agradavel.
Dito de sndalo.
Essencias concentradas, com differentes e finissi-
mos cheiros.
I.eile virginal para tirar sarjas.
Dito de cace para amaciar a cutis e conservar-
lbe o lustre.
llacassar perola.
Oleo pbilocome soperfino.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lnbin para denles.
Saboneles ftnos quadrados e redondos.
Ditos Anos em caixinhas de tres.
Ditos muito finos para barba.
Ditos creme de amendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de Eemp.
Vinagre aromtico.
Dito ou leile d'ires para acabar as espinhas do
rosto.
E assim muitos outros objectos de gosto que na
compra dos quaes o pretaodeate ser satisfeito
por deixar os cobres na loja d.afuia branca, ra
do^uefmadon 8.
Objectos de pbaatasla vlodos
para a agala branca.
A aguia branca receben noves e bonitos objec-
tos de phantasii, alguns dos quaes aune vistos
aqui, sendo:
Bonitos aderecos completos feitos de peroles falsas.
Ditos ditos de pedras, por cuja perteicao e bom
Nova exposicao de fezendas iSJSiSffSS" *" ,en,ad"r,s
baratissimas. DiS^?. ""s wf" Brt0"s
Loja d *r.rt... da luper.lri. .. 56. <% ^21%,%*"
Oproprietario deste grande eslabeleclitientq, Lou-
renco Pereira Mendes Guimaries, promeUe sem-
pre vender barato para apurar dinheiro.
Grande pecblacba, enres de cas-
sa a **.
Vender cortes de csea raneeza fiara vestides
a i*, ditos a 1*500, orles de cambraia de f*fcnas
solas com 4 vara de ternura a t*t dieos eom ba-
badosa3* : na rae de Imperatriz a. W, teja 4a
Arara.
Bramante le Usaba a l|IM.
Vende-se braniile de kibo de 16 ealeies le
largura, proprie para lencesj a 3*906 vara,
panno de linho de 4 palmos de largura a 640 a va-
ra, hamburgo de linho a JM, 9w e 600 rs. a va-
ra, bretanha de linho Hno a 616 e 666 r. vara,
1 ibrim de linho branco a 4**, 1*400, 4*606 e *
a vara : na loja da Arara, roa da Imperwriz o..
Fil de linho a 8H rs.
Vende-se fil de linho muito flno a 800 rs. a va-
Partioipam aos seas numerosos freguezes e ao publico em feral qot
receber de sua propria encommenda, o mi od e completo aorianens se
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos *0 per cesto qm oann
anmoeiaBte, como verso pela sagmate tabella qne abaixo Datamos, gansmndo
nos proprietarios na s o peso cerne a aualidade de seus gneros.
AfliOe
Todos orsenbores que comprarem para negocio ou casa particular de 100*
ama terao mais 5 a 10 por cento de abatnenlo, os proprietarios scitiiacan ana
odos ss seus gneros sao recebide* de sua propria narnaimaaai, raxa esto para
vender por amito nenes do case outro qsalquer estabeieermento.
Sfanteiga ingleza flor a 58o rs. a libra. i Veilas de carnauba
Castanhas maito novas a iooe n. a caa, e
36o n. a libra e de i0,000 a H,oss rs. a
arroba.
Genebra de Ifollaada esa botaya ae. eooto a
44 rs. a botija, e a
tera abatimento.
Massas para sopa macairio, I
a 48o rs. a libra ei
meato,
dem estrellinha, rodinha e pevide eat
nhas de 8 libras, muito besa cnbiuin ae
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinba e (toa rs.a
hbra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tassa-
nbos de 600 a i.ooo rs. o csiiao.
Erva dooe a 64o rs. a libra.
Traques a 81o rs. a carta e 84 a cao.
Peixe em latas muito novo; savd,
corvina, salmo e utras muitos 1
preparada de escabeche 1.a a arte de 1
nha de l,2oo a l ,80o rs. a tata.
Figos em caixas de 1 arroba, */ *
a 8,000 4,000 e i.ooo rs. s 1
Barris de vioho branco de quinto,
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de Too a
l,5oo rs. cada ama.
dem francesa a mato nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a Ubra.
Prezunto para fianbre a 800 rs. a Ubra.
Cha uxim miudwiQO vindo de coota propria,
o melhor do mercado a 2,800 rs. a hbra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a Ubra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra. jl
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a Hbra.
dem mais baixo pooco a 2,000 rs. a libra.
Mem mais baixo a 1,800 rs. a libra.
Vinho do Alto Donro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco,' especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Bu- 4 Filho a 60,ooo rs. o barril-
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m-lhores
Iho superior, madeira secca de superior ros de Lisboa a 64s rs. al
, qualidade, vinho do Porto superior O. Lu-! ha latas de 1 */ e 2 libras.
iz 1 "de 1847, lagrimas do Douro espe- Massa de tomate em latas domadas de 1 libra
cial, vinho do Porto de l.ooo a l,2oo rs. a 64o rs. a lata,
a garrafa e de io,ooo a 14,ooo rs. a caixa Ameixas franeezas em caixinhas stopnto-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo re.
a 3,000 re. a
caixinha, tambem ha latas de I Ve a 6 a-'
brasde l,2oo a 4,5oo re. a tato.
dem em frascos com tampa de rosea a l.fea
rs. 6 frasco.
Chocolate portugus, ratapaabal, iraaess a
suisso a l,2 Conservas inglesas das segoats marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75a re
o frasco.
Ancoretas de vinho colares s 5e,ooo re., a
a 72o rs. a garraf
Bonitos alffnetes e anneis para grvala
Bonitos pentes de concha, obra de apurado gosto.
Outros travesos com pedras para meninas.
Bellas guarnicoes de pentes donrades, ornados
com caisos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de flno doerado e
com pedras.
Outras a Urtarugadas, nada interior a aquella.
Voltinhas de aljfar branco e de eres com cruzes
" de pedras.
Esses e outros mohos objectos acham-se a venda
na raa do fieeimado, loja sa aguia branca, n. 6
com urna duzia.
Bolachinha-de soda especial encommenda e a
mai6 nova que ha no mereado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitoi inglezes das meUteres marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Wem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos de reino ehegados pelo ultimo vapor
a 3,ooo rs. cada um.
dem prato a 9oors. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o re. a
como sejamBA F., PRR, JAA, outras' Charutos das mais acreditadas
rauitas marcas, Porto, Lisboa e Figueira; a 16oo, 2,ooo, 2.5oo e 3,5oo re. a
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs.. e o do dem suspiros de Jos G. P. a 2, loo a
Porto fina em garrafa, e em caada a caixa.
3,000, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor Champagnhea melbordoinercadode I
do Porto. >24,ooore. oglgo,ede l,2ooa2,000re.s
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas garrafa.
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.' Papel greve pautado ou liso a 3,5oo re. a rss-
Garrafes com 5 garrafas de superior vinhe i ma.
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao. dem de peso pautado ou liso de 3,Seo a
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais | 4,ooo rs. a resma.
proprio para a nossa estacSo por ser mais Matarana a 32o rs. a libra,
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao. j Milho alpiste e painso de 16o a Seo re. a k-
Idem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs. bra.
com o garrafao. Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grasa e 2oo re. a
Vinho branco o mais superior que vem ao duzia.
nosso mercado a 56o rs. agarrafa, e a Vasos ingleses de4 a 16labras
4,3oo rs. a caada. j proprio para deposito de doce
Velas de esparmacate as melhores neste ge- ou outro qualquer liquido de !,oso a
ero de 56o a 64o re. o maco, e em cai- j 3,ooo rs. cada um.
xa ter grande abatimento por haver Licores das melhores
espelh'ts do ara (los
A agua branca em continuacao de sua* enoonv
mendas mandou vir, acaba de receber grandes
espelhos dourados com mui bonitas modernas
a libra, ba caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
*a*a muito novo a 28o re. a libra.
Mustarda ingle/.a enrod a Id o frasee.
Cebollas a SS a caixa e f ,2op rs. o nnrV>.
1 1 -^-\-------'
ra,drto fle eflr e branco a 160 rs. o covado, tarla- molduras, e vidros de primeira (fualidade, vista
tana de cor a 640 a vara : na ra da Imperatriz do me o pretndeme qoe ?amr de casa munido de
9n. 56. dinheiro e 00 Metcio de gaataT aa sompra
de um dasses^boaltss espethos, dirig*-e 4 ru.
do Queimado, loja d'aguia branca 8, que bem servido. Tambem ha espelhos quadra* sor-
tido&.em tamanhos, e com molduras douradas.
RA DO QUEIMADO NUMERO 11
Lojade fazendas d* Auglisl Fredec dus Sanio* Pot
Chapeos para scnknrns. _
Chpgaram de Pars aa mai1 lindas chapelmas e chapeos de fwriaa da baja pan eaStosn.
Ricas casas hontembarques de. seda preta e casemira de rdr para senboras.
Garles de superior reorentiet branco para vestaos de mirras. ..
Camilas mglezas muito superiores .para homens, pflftos, ponhos e cotariubos de Jiano.
Chapeos de seda para cabrea e* cha pena de sol de seda inglezes.
Lencos de labyrlniho frani-ez** a f cada um.
Cami Cortes de Ma de barra para vestidos de senboras 6c t83la 16$
A mesma loja tem o maivr e ais snperier airtimwM) ^o
listel ras para salas.
Nesle eatabejefiimeotoenconirai imre qne preetaarera torrar snas salas rom esteiras,
;,tda e qua-junr fpen*idde que desejaran de i, Se 6 palmus de largara, sendo a qualidade mallo
.&perkr e par mojice Pt*W-_
Vende-se alpaca preta a 566 r. e esvaT"" hors multo flan a 00,406 386 r*. o par,
I rj nde-e alpaca 4*eu para vestidos a 606, 600, tos para meninos a U180, para acabar, na toja da
Pr WKtP ra?ntol|. 706 e 800 rs., fina de rordo a 600 rs par naie- ,ro* da Iwperajria a. K
Vende-se gaz1 melhor qrttid-de pelp tot< pxi*,air'te* 606 e 640 covado, bombaii- A Arart recebeu novos soutembarques pretos
urti n rlA llUt'nnr lata dp naWWa no 3X- na HVt8flnB a <*W o covado, laazinhas pfeta de grosdenaple ricamente eoMadDs, e os vende
ptap ae l* por una ae o gaioes no ar ^ ^^^ ffl-o ^ |ufcj a m o C0TJ^ nw We V, capas pretas mait bem enfeitadas
jnatem do Caes do Ramos n. M e ra 0 .teratriz n. se. A loja est abena ate .manteiMeade gosdenaple de superior qoallda-
Tr.piche Novo n. 9 horas da nc- \ pe : na loja da ra da'tmperatrt n. W.
*
enres de casemira a 1g.
Vende-se cortes de casemira de cor a %if ditos
:- finos a 35, cortes de canga franceza a 1*600, dito
de brim (tardo a 15800a 25 : ra da Imperatriz
I o. 56, loja da Arara', de Meadas Guimaraos.
Chitas na Arara a tn# rs. n -
vann.
Vende-se chitas escara e
if$. o aovado, ditas franeezas a
rs., riscados francezes a 160 r*. o aovado, gorgu
rio de linfao para vestidos a 266 rs. o rovado, So de cores a 800 rs gangas para calcas atRaU-
tots a 4i0e SOOxs. o covado : narua da tapera-
ltrtc-n-466.
A Irara vesde haMes a 10.
Vende-se ba(5es de fS, M, 28 e 36 arcos, dos
JABROS
dars a M6 e tso de vorcelana escama*
\ 36,360,466 e-*W r .
detrs rf* vufro
GAZ GA2 GAZ
A aguia branca tambem mandeu ir bouKM jar-
ros de poreeilana dourada e de deferentes tama-
nbos assim como escarradeiras de vidre, objectos!
nmei Wiiaim aBceenriee para o bom aceto das sa-
tas; rasla somente que e eomprader dirija-se con
venae-se oaroes ae la, au, d dinheiro loja d'agtata branca, na raa do waimiH
mplliewe que lem wndtiaenewaflo, aa,saow do a 8, oaienf serado com agnaa a aaeeri- '
a5.e ditos de brilhannaa_,jnteias para se- ^e '
di-
M
de la par i lem e 8*nhra.
grande porcao.
Aziie doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez renado a 8oo rs. a garrafa.
Ervilhas franeezas e purtugueas a 64 rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oe rs. a libra, e a
9,ooo is. a arroba.
Botijes com 10 garrafas de azeite doce a
555oo. '
Caf de i ', 2.* e 3.a qualidade de 26o, 3oo
a l,ooo rs. a garrafa e ean caixa tari
ment.
Cognac verdadeiro ingiez a Ooo rs. a
e-lo,6oo rs.a catxa.
Chouricas as mais frescas do mercado a
rs. a Ubra.
Genebra de laranja em frascas
l,2oo rs. o frasco. ^ M
Serveja das mais au editadas
6,5oo a duzia e de mais a Seo rs a
dem em botijas a meias, senda
muito creditada marca T ae ,ioo a 7
rs. a duzia.
e 36o rs. alibra, doCeart de8,Koo, 8,7oo, PimenU do reino a 34o rs. a Bara.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. Farinha do naraaa a 14o rs. a!libra.
\rrozda India, JavaeMaranho de 2,8oo a Tijolo para limpar facaaa 16fC ratona
3,000 a arroba, e de o a loo rs. alibra. Cominho a aoo rs. a libra.
Passas muito novas a 8*800 a caixa e loo Erva doce a fibra.
Caaehaa 1 .osera.a Libra.
Vassouras de piassaba de
re a 32o rs. cada orna.
Latas cora baoba refinada com
i lana.
ar tor-
io
\ V R (
Srauxio ua allelaooa lo* oietlluua do* Sut|MUM de SaVO, O
Cents
1
BACALHA0, o qual rilerealmenaeaferlel. Con n'anjaaiai mJ*
BallidM moUau dst f -**. anotas d' ppatHe, e nyera umma o mais paclsroa* aoorattve ortecida. BBaawaea eaaj
7~Z?TaZ ...^TinT w,, i. a., .,1-i.^n m cean aattor
de palto, as
, uiMtlMuto
*
Wurodaj^ta^uoj^fcdna^^ ^kiitol toSaaT Lato
Itwumorwtso W>enUlulUiwmda tHMlall, e""?^?",. ,'M, mtaav^asaBBteasa*amanto*
orermmld,uminodotiitetiinente|rteotw mfm^tm -^a
tintoMiMM. f^aal uu
Depsito geni: em Poru, a casa de HB.
em Utboa, en epu
farrdra; ra o "
J Carta> Fi ll ll '""_ r^TL^. 11. a.'TI
-M*,e*aw*i^*Micta*ii inalaii.etoM aafw
totnwatotaatoana.
I.toBabl
: em raro, cu caaa e mm. -m i -w -_-----fc m^^ *- a^_
ZRio-iTjaSfZro. i... tHitoi .toaas,_nn f***, It tJan SSStoya totoi
''^'^Sr^!^i,^^U.^toOrTn,I^^
Depsito geral em Pemambuco roa
mmmmtmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
da Cruz n. 22 em casa de Cares
CHEGAOO FLO VAPOR.
Senara o Tigaate.
Obi ato
Grande sortimento de. flvetas arete eoom pe-
drinhas de omito liado fosto asstm coa.as pa-
A^braWnamdoQneirmwlon.i? ren-f-a atetes pee* l-ftasasi mato
d> nTboas meias de lia para horaem e setmora^ Jataue se i
f fpSas de taia e de seda para padres. ^ no vigt|,ntetNb erwa.-b.ir ^ tqnaquerlpsrte.
Vende-se na ra da Cabda db
ideas nndonp;
anuas raa n. 16,
ondeaemndoapaniD s aatab



, y- ... a*..
RA DO QUEIMAIM W. *
Passando o becoo da Congregarlo segunda casa,
NOFWADE.
Pereira Jlocta & C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molbados denominado Clarm Ommertml,
onde % respeiUve publico encontrar sempre un completo sortmento dos naelhores generes que ven a oseo mercado, oe qnaes
aeras vendidos por procos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo menciooada ; garante-s o bom pea
e boa qnifidade dos gneros comprados oeste armazem.
rwrolfBrankSo, da india e-Java a 80 e Cbxraricasepaios multo noros i 8W rs. a Palitos do gaz a 2*200 rs. a grosa.
PRINCIPA1
f
SILVA & SOUZA
Eua do Crespo n. 9, espina da ra do Imperador.
Tendo-ee o proprietario d'esto aransaom asseaiado com o Sr l'anlo Ferrcira da Sirva, resolver dar-toe o Mato da
por ser o m% bem localisado desta cidade, a como mn dos socios tenha de partir pan a' Europa, afim de ato caulaar t
gneros, desde ja se pede aa respeitavel pnhtice toda a attencSo, nlo s para este armazem, mas tambera para o grande armazem ban-
ca, da*y dn imperador n. Me para obemsortido armazem Progresssta da ra das Cruzes n. 36. sertas todas ai pesaoaa que fra-
quentnreaa estas eaaaa de que (ario urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque sin-
gue melbor do qne nos pede offerecer tantas vantagens como as que se observara nos armazens:
JO rs. a libra e 2JJ4O0 a 20300 rs. a ar-
roba.
A meiaas francesas em latas e em frascos a
15200 e 10600 em frascos grandes a
23500.
Ubra.
Cevadinha de Franca muito superior a 226
rt. s libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilbas portuguezas a 640 rs. a lata.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas moito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo seccomuito novla 400 rs. s litara.
Presantes de Lassego em calda de aserte e
murtotHwo a84rsi
Queij(* flamengos de ultimo vapor a 20400
T*S.
Jdemnratoa 40 rs. a libra.
Sal refinado m frascas de vidro a 08s.
cada um.
Idean em caixinbas elegantemente enfeitadas dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
cnn ricas estampas no interior das cairas Figos de comadre e do Douro em cartinhas
a f2066t>, 10400,10009 e 20. < de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
Amendoas com casca maMo novas a 280 rs. 108OO, 50500 e 28 rs. a libra.
ft libra. Farinnado Maraanio a 120 rs. a libra.
Alpietaa oes, alibraea40OOOrs. aar> Farias de trigo a 120rs. a libra.
roba Geoebra de HoHanda verdadeira marca VD*Sardbas de Nantesa 32rs.
Azeite doce francez muito fino em garrafas! a 560 rs. o frasco e 6*200 rs. a frasquei- 'Sag moito alya o nmtnt rs- a libra.
grandes a 060 rs a garrafa ra. Toueinhode Lisboa a 320 rs. a libra.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa. llera em garralGes de 3 e 5 galoes a 50500 Titolos de limpar facas a 140 rs.
Aran verdadeira de matarana a 320 rs. a e 70500 cada um conu>.garrafao. i Veins de avasuna pura a
libia, OommadoArtcatya 80 rs. a libra, I b*a.
Avelias mulo grandes e novas a 180 rs. a Qrahra WO rs. a lata e MftWlft. aUtoil ^fiem stearinas muito superiores a 600rs. a
libra.
Batatas multo novas a 40 rs.
Bisouuto* Inglezes de diversas marcas a
10MOrts.
BolaeWnnas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30600 a barr-
quinan a. *MH> n. a libia.
Banba de porco refinada a 440 rs. a libra e
eembatrtMtiOrs.
Cb hysson, huchin e perola a 10600, ,
20500, 0880 e 30000 a libes.
dem preto moito superior a 20000rs. ali-
ebra.
Cerveja preta e branca, das melborqs marcas
que vena ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duna.
Cqgnac inglz fine a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o irasco.
Ideas* si de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melbores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica imperial de.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000,20200, 20500, 10800, 30000 e
30300 a uto. __ ^ [
Orlo de bico a W r. a flbrl.,",w
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas ruis pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi,
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
abwro.
Manteiga inglesa perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e .Eigaeni a
liba.
Vino do torta engarrando o melbor qas
ha neste genero e de varias marcas, como
setam: Tedio de 4815, Duque do Porto,
Madeira, .Pedro, D. Luiz L Mara P,
Bocage, Gbaaraee e outros a 808, 880 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna do-
zia a 90000 e 100000
barrada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far urna differeuca.
dem francesa muito nova a 580 rs. s libra,
e em barril lera a batimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos memores conservei-
ros'de Lisboa a 60o rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, irascos grandes, a
800 rs.
Ifiem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talbarim e ato-
tria a 480 rs. ,
Nozes moito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Cafe do ao muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300m a libra e 70808, 80 e 80500 rs. a i palitos de dentes a 120 rs.
arroba. |em de flor a 200-r s.

i i i
i i
480, 500 o 888 rs. a garrafa e 80, 90860
e 40 a caada.
dembranco de Lisboa muito fino a500 rs.
a garrafa.
dem de Bordean, Medoc S. Men a 700
e SOOts. a garrafa, e 70000 e705OOrs.
aduzia.
dem Morganx eChateaulum'ai de 1884 a 10
a garrafa:
dem moscatel, a 80TJ rs. a garrata.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
40208 rs. a caada.
Kirsk garrafas milite grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao de cutres que deixamoa
de mencionar, e que todo ser rendido por
pecas e carnadas, tardo em porcoes como a
retalbo.
Quem comprar de 1000000 para cuas ta-
ri o abate de 5 per sent.
jes e fructas a 5oo rs.
rda franceza em pote preparada a 4oo rs
para dentes 12q rs. o maco,
nados muito finos a 14o rs.
Stearinas a 56o rs. a libra e em caixa
aftftOrs.

MERCANTIL
^uedo,Rte^m4ata4e4.ate4-lb. a Moqj^ ,
. a Ib. neste geaero o melhor.possiyei,
BiscGutojMngteMS em, latas com. dulerete
qualidades, como s^am crakaeL vorau*
pic-nicjsoda,captain.seed. osboraeo*
trasmuitsmaia*a,l,35ors.a.Ua- j ^.
Bolachinha de sdawn latas grandes, a 2,oop nn de carnauba pura e refinada a 300 rs
rs. cadanipa. I a libra e fO.ooo a arroba.
Figos em calxhmas liermeticameute lacradas tykm *> conrposicao emmacadas a 32o rs.
e muilo proprjas para mimo, a |,6oo e !-amaco>e 8,ooo ra. a arresta.
2,600 rs. cada urna. ifeansa de tomates em latas a Meo rs. a libra
dem em caMmas de 8 ib. a 20 rs. cada urna 'paseiam caula dasmahespeciass anefas da
, a a 6oo rs. a lata.
UmeLxasftncezasem latas de libra e mea e '#tSras. m latas muito *em areparadas a
3 libras a l,2oo, 2^000 e 800rs. a ffBra.: '[.liBak
fCarxinhas colir ricas estampas a l,4oo rs. 'Massa.-^para-sopa estrellinla. muito: aova em
cada'urna, frascos de vidro com roma do caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors a libra.
mesmo, contendo libra emeia de ameixas. |tesi hdhsrim. macarrio e aletria a 4oo rs.
Champagne da marca mais superior quetcm Mem macarro mais baixo a 24o rs. a libra.
vindb ao nosso mercado al.ooo rs. o gi-' fesndinba muite nova de Franca a2oa rs.a
go, e ,8oo rs. a garrafa; garanle-se a su- liara.
perinr qualidade. $ag o melbor que possivel a 24o rs. a
Tinlio Bordeaux das memores qualidades que raciona de Maranhao a mellior que prsen-
se podedesejar a 7,000 e7,5oo'rs. a ca- temoate tem viudo ao nosso mercado a
xa e 64o rs. a garrafa. 14o rs. aclibra.
Caixas com Tmho do Porto superior de 9,ooo^ &mnpa do Aracaty moito aiva a 80 rs.a Ib.
Licores muito finos de Bordeaux e tedas as
RA JOACABEIA DO RECIFE
NOVO E
Ma 53a
RA DA CADEIA IIO RECIFE 53.
Francisco Fernandos Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Recifen. 53, una grande e surtido armazem de moHiados de
nominado Unido Mercantil. Neste grande armazem encontrarasempre o respeitavel publico um completo sortimeolo dos melbores
gneros que vea ao mercado, tanto esvanaeiros, como nacionaes, os quaes serio tendidos em> porcoes ou a retalbo por preeos asst
Manteiga ingleza especialmente escomida Vinagre de Lisbea a 200 rs. a garrafas Sardmhas de Nantesa 340 rs. oquar4oe56C
de primeira quaWade a 800 rs. a libra, 10200 a caada. j rs. meia lata,
em barril se faz abatimento. ; Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina,
Manteiga franceza aawts superior do mor- j 860 rs.
cado a 360 rs. a nata, e 55rs. ombarrtl Azeite doce de Lisboa a
ou meto. 40800 a caada.
Prezuntosioglezespara fiambre, de superior :Ceneora de Hollaoda a 500 rs.
qanadade, ebegado oeste ultiaM vapor, a 50800 a frasqueira.
640 rs. a garrafa e
a frascoe.
7201%. a libra.
Oueijos flamengos chegados neste ultimo
apar a 20800.
Quet)opra*o muito fresco e aovo a 640 re.
s'han.
Castanbss' muito novas a 120 rs. a Obra e
e 30080a arroba.
Cha ox o raetbor que ha neste genero,
mandado f ir de costa propria a 20800
rs. a libra.
Cb byson amito superior a 20560 rs. a li-
bra ; eb byson proprio para negocio a
10900 rs. a fibra.
Cha promoito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas eom dArenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, raptis, seed," bornes e
outra* rautas marcas 10350.
Boiasbiaaa ae sads em latas grandes a 20.
Figos .aai taitinoas hermticamente lacra-
das, multo proprias para mimo a 10580.
Calxinhas de 4 e 8 libras de figos fle coma-
dre a 40 e 2* ada urna.
Passaa muito novas, ehogadss neste ultimo
vapor a 50" rs. s Hbra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francesas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 ra.
Champagne da.marca mais superior qns
tem mda ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qusUdaa.
Vinno Vordeaox das melbores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
eaiaa e 120 a 800 rs. a garrafa.
Caixsaessnviaaoaa Porta soaerior de 90
ftfdazts, e 880 a 10a garrafa; deste
genero ha grande porc3o e de differentes
marsas acreditadas que j. se venderam
poq 448.a450 aeaka,como ljam: Duque
dO Porto. Lagrima do Douro, f). Lo,
Caoes. Ilsdeirs secco Carcarellos, Nee-
ler 4n.-83aL Duque Genuino.
Vinaoide eipat Rosto, Figoeira e Lisboa, a
dewpnc
wv*
VioUo Iwsaco de superior qualidade.
t%2
vindo
840 re. agarrafa e a 800]
H.
vezugo. aerne, liguado, Iag06tinba, a
10300 rs.
Salrao em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 4 libra a OOt
ris.
Caixinhas com ameixas francesas, ornadas
com ricas eslampas na rain exterior. ICoouricase patos em latas de 8 e meia libia
muito proprias paramimo, a 1020", 10500*
e20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
sendo meia libra de ameixas franeezas, a
40200.
Marmelada imperial, des melbores cooser-
veiros de Lisboa, em tatas de 1 e meia a
2 libras a 800 rs a Mera.
Fructas em calda das melbores qualidades
que ha em Portugal ea tatas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras scese muito novas s 640 rs.a Hbra.
Nozes multo novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avalas awitonovsa 200 rs a libra.
Amendoas con fe itadas de diversas cotes a
800 rs. a libra.
Macas e peraseheasdss neste ottimovapor,
moho pet4Has, sA alista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750'
rs. cada-um.
Brtifta#franeetMO'portegieHB em hrtasde
; 1 libra a 640 rs,.
Ervilbas seccas muUo aovas a 160 rs. a
hbra.
Cbocolitefranees, o que ha demeraor oeste,
i. joDerq. aliOO a Tlbra.
Ck)olMebsi)aobelali200alibra.
Geaebrs de hrrsitja em frascos grandes s 18.
Cerveja branca e preta das memore* marras
qne ha oe mercado a 500 rs. a.garrafa e
atOOOa
por 70.
1 Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra
60600 a arroba.
Bofaxinha ingleza s 320 rs s libra e 401
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinba do MaraohSo a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a Hbra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpiste a 160 rs.a libra 40880a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libra
por 10500.
Gebollasa 10 o motbo com mais de 100c-
da n.
Caf lavado de, primeira qualidade a 300 n,
s libras 80 s arroba.
Caf do Cesri moito superior a 280 rt. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf dp Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz doMaraabaOatOOrs. a Ubrae20800
a arroba.
Arroz Kjm a 80 es. a libra e 2f400 a
arroba.
Vallas do aperaueeti a 564 rs. a ubre a
540rs. se fsr em caria.'
Vllas de carnauba reflnads a 320 rs. o mss-
so-e a 90 a arroba.
Doeade goiaba a 640 rs. a siaae.
Msctr rfoitarhsrr e atetria a 488 n. -
bra; em caita se faz abatimento.
Es-eioha.pawde eacroz demassa para sop.
m 688sa> fS Har a 80 a^aixa.ownfi.liBss.
Cognac ingles desoperfOr qoaHdadea808 patHet de dente IrxaaVa eom flor a 888 ra
e #20tfagkrratt.
Licores franceses das segnintes qualidades:
Anizete de ntodeaoT, Wttsir des Damos
e de ootras multas marcas a 10 a garrafa
e 100 s caixa.
Marrasquino de tara a 808. rs. a garrafa e
Odsdaais.
408>'08060ts.a garrafa, e 90', J0W8-Mostarda ingiera em potes j preparadla
400 W*
MosUrda inglesa em p, em Irsaeoagrandos,,
a 10-cadsusa.
8 refinado a 500 rs. o poto.
o masso, ditos Usados sem flor 1160 rs
omasso com 20 massinbos.
Qomma da engamsaar moito fina a 80rs. a.
11*...
Banba de porco refinada l 489 rs. a Horas
400rs,em.l)arrilpoqueod. a #
Charutos dos melbores fabrican tes da S. Fa-
Hx, en eettns tafeirae on em sasiat, a>
10800, 20 e 30.
Presuntos do reina, atados da canta pwpwa
daessarartic^,a400rt.alibra;iiai-^
n so1 Sh'iuimbbb'
senborei WVM*nmmMIWW*Wfa& o J^Ai'^ S W cepto.mjjQ.nrompto pagamento.
AULIANCA! m imperador
PROGRESSSTA11 rm. .a Crm*ea
PftlNaPALHI
SI. &.
a. 3.
m
Manteiga inglesa a mais nova e fina chegado Vinaodo Porto em barril muito especial a
neste ultimo vapor sBoo rs. a bbra e de 8 64o rs. a garrafa, e 5,oo rs. a caada.
libras para cima tera abatimento. Vinagre pw de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
dem franceza, a melbor e mais superior do* l,4oo rs. a caada.
nosso mercado a 56ors. a libra e 52o em dem era garrafbes com 5 garrafas.
barril-or meio.^ Ajete doce de Lisboa simerior qualidade a
Banha dte porco refinaf}a emuito atva a fio 64q.rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
rs. a libra, e em barril a 4oo rs. Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
Ch hysson, o melhor oeste genera_especial br a 2,5o rs. o gigo e 8o rs. a Ubra.
Fartnliae araratavardaaelra >32o ra. al.
Pnosphores do gas- a 8eo'rs. a daa e
2,2oo rs. a groza*
Bolachinha americana em barrica a J.ooo
., e em libra a 2oo rs.
Tijolo para IrmpJaV faca? s *20 rs. rada oas.
Vassouras de piassava com dous anos de
ferro preudendo a.fiabo a 32u rs. cada
urna.
i de Hollanda a mais superior a 6,ooo Escoras de piassava proprias

savel.
a
encomniepo^o^pTvjpriefarioa t,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que era, otras rsr a frasqueira e 56o rs. o irasco. casa s 32o rs.
casas se vendes 2,l6oors., costa neste ai^'Mememgarr-ifoes com 25 garrafas a 8,ooors. Sardinbas de-Nantes muito non Ko rs.
mazem 2,2oe rs. a Wbra. kjeneja das melhores marcas de 5,ooo a a Tata.
Man uxim* o mellior que pode,haver nesfa 5.5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Peixe em lata mnilO'baa pr .
genero a 256oo aib. garaote-se a qualidade.. [Cognac superior a 8oo e l,ooo rs. a garrafa, < corvina, pescada e outros a 1,eoo rs.
dem preto muito especala 2,ooo rs. a Ib- : e em caixa tera abatimento. tata.
bra, e mais bao, pocem muito sourivala MSrmerlada imperial dos melbores e mais Ervittm portuguezas a franrezas jb
l,2oo a Ib,, vende-se par estes procos em i. afamados conserveiros de Lisboa em latas
raz3o de oestes ultimas navios tor-serecer deljbra, Hbraemeiae21ibrasa6oo rs.
bido granito poroo destegenero,. a differ ^ooservas inglezas em frascos grandes a
penca de prego, de 6oo a Seo. rs^alibra, Lj''r5o'*r9. cada um. '
dequese,eud|temo^aiqualqHer e 1 o.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; Oeste generola grande porcSoede
diflerentes marca muito acreditadas que
j se venderam por 14,000 etS.ooo eai-
xa oomo a^ara: Daque do Porto, Lagri
do DoUr, 4): Luir, Camdes, Madeira sec-
ca, Nctar, Cenuma e Malvas fino e ou-
rs. a
radas-a 6Jo e 718'ts. a lata.
Caf tarado de primeira sorte a 32o
libra, o O.ooo a'arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a fibra e
8,900 rs. a arrota. -
Arroe do Maranhao- a #oo o ft/t n. a 1
dem de Java a toa ra. a abra.
Amendoas de tasca saoto-n 4oers. a
Avela muito novas1 a8oo rs. o libra.
Noiesmuvto novas aleots. ahbn. ;
Chouricas o paias^a Ma> re. a ubra.
Toucmbo do Lisbea a 386 rs. s Hbra oaa
8,5oa rs. a arwba.
Presuotosde 1 isssatoida oaperior quditfadj
chegados nesta^uWanvaporaSdo ra.am.
Alpista muite nova tara a 4,6oo a wat*.
Painco nowa 18o-afav aS.oonrs. a arraaa.
Sabio massa, araaraaW e castaaha a tfa a
24o rs. a libra. ,
dem mais baixoum^ouco a 16o, I80e2e
xs- a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade
l,2oo rs. a libra,
dem de Sant mullo superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados prqpf ws para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parto
7 e 8,000 rs.
Charutos dos nrelhpres e mais afamadas fa-
bricantes de S. n$xe do Rio de Janeiro. '
de l,5oo a S.ooo.a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molbos gran-
des e 8oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 64. rs. o caixo.
marcas que ha neste genero a 8oq, l.ooo
e I,2oo rs. a garrafa.
Ueoebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a libra e em. LentiThas, excellenteI^nrme para sopegui-
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs. sado, a 24o rs. a libra,
tros como Cherry e Madeira para 12,0000- papel almaco pautado o melhor que ha nes- Ervilbas seccas j descascadas a 2oo rs. a
13flOoo-rs.a Vinho.de pipa: Porto, Lisboa, Figuoiraa 4oo, Sal retinado em lindos potes de vidro a 5oo Prmentodoreino mudo-nava a 86ors.alihra.
48o e 56o rs. a garrafa, 3,oooj 3,2oo e rs. cada um. Cominhos eerva doce a32e e 4i>o rs. a Ib.
3,5oo rs. a cenada. Molbos inglezes em arrafinhas com rolha de Gravada India a too rs. a libra.
dem branco o melhor uesto genero indo de vidro a 64o rs. cada urna. Canells amito aova a 4,oo rs. a libra,
encommeadaa 600 rs, a garrafa, e 4,5oo Queijos flamengos chegados no ultimo va- A8fcas4asa2eo rs. abra e <>,ooo a anana.
rs. a caada. por e muito frescos. I Grahar a loo rs. a tato a 1 ,loo rs. a duzia.
*___________________________________________________u A -______________________________________,_______________'. .'.-------------------------1 a m. ~------------------------------
MaBvaanmfana^afta^nnft
FLOR. Jg>^ Cbfgoa ora refugia!'* imcyn-aM mi
, /2SSSbV. rior vtnbo puro : yaade-M ao. escwuluriu de E. E.
6X ^I^Ba. M TS& Rabello, ra da Cadaia d. 55.
LOJA DO BEIJA
Rtu soQueimaiio numero
Cnvatinhas pava abara.
Vendem-se gravatinhas (^'diversos gostos mais
modernos a 220 e 800 rs. : na ra do Queimado,
toja do beija-flor n. 63.
Filas aara debrua >, vestid**.
Va4cause titas para dabriim de vestido de liaho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, foja do beija-flor n. S3.
anCDWS n dVMawS.
Vealom-se peotes twwrcstwo Oe carao! oa
freose de twrracha a 600 rs.: na raa do Queima-
do, toja do ticija-osr a. 3.
Paaei beira surada.
Yende-se papel beira dourada a 1,3200 e 1*300,
dito de car de beira donrada a l100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor b. 03.
SBff WpW.
Vomimnft aAvttepes Se diversas qualsdass
braucoa 80 rs. decora C40 rs., para. cartas de
\-sita a 400 rs., preto a 720 rs. : aa loja do beija-
nar na ra do Queimado n. 63.
tollas le aljfar.
Feado recebido TOtias de aljoTar om cruzes #e
pedraimitisaSaa briUnrtB vtmioK a 14 eaOa.
maa: turna doQuaiotado lo> do(bija-Oor n.6S.
bms 4e ncias.
Vendem-se camisas de meias uito finas a
1*200 e 1*308: na ra do Queimado, loja do bei
ja-flar m. S.
UAMM >&*.
Teadarscebidoeoeitesdefiu prettse da flo-
res mais modernas um : na roa do Queimado, loja do beija-flor n. 3.
PHa lefia aOMasara leiraa.
Vender flta le lia prett para Oebrum eom lt*]
raraa 009 re. apera : aataja da Mi~
o Queimado a 63.
ritas le lina* pan karar vestis*
Veodem-se fitas de liaho para bordar vestidoj
on roupioho de meninas eom 40 varas a 640 e
860 rs. a pee* s qnetn tem loja do beija-flor
ruaaaQualail aamera OS.
atiea la malitaeral
Vsarm su boipe de mal nepcrolt mata modera
nos s;u tem liado pana paubos da senaora a 320.
rs. o par : s quem vende por este preco na
do Queimado, toja o beija-fter nameVo S. '
BU lesveltads ptra Itrlar vestH*.
Wsads-a Ota4eTilaOoprtecoa> tOnrai a
9005. aa*aa : s aam Mas por te p*en 'at
Vender flt de velludo relo bordada de di-
versos costos e mais modernos- proprios pan a^nrf
j a* MHaa a tejad betja^or
43.
Praaja preta.
enfe!ttr capas^mantelete* os mais^ftodbf gos-
los que m pode eneeotrar : na teja do belja-BW1
ru a Quetaiatoa, x.
Facas e farfas.
Vadavaasue aardtlaa|ta,
^r"____
do baiia-flor a.
Vendem-se domin muito finos a i;
M409: na teja 1 ta4vlfer 4a raa da
a. 08.
ra
A ia>tae da Bal'*
para sacras de assocar e roana de escraro; tesa
pan vender Antonio Lua de Oliveira Aieredo 4
C, no seu escriptorio ra na Cnn n. 1.
Veade-se o compendio de [ihilosopbia por G-
ruzer : na rna do Queimado n. 9. ________
i,ia*-e> de laailha
Vcnd^m se em casa
Nova n. 44.
de Christiani A Irmo,
rua>
WW AHEivfjKr AO VrfrflAKTf.
Oaslodio Jos Aires (iuimaraes avisa ao respei-
tavarapabUoo e os oew fregneses, que achando-se
as obras la loja do Vigilante concluidas, e acban-
do-se as portas abenas a conrorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo galle
QBO ssacha no espaeoso e alegre campo, pirarne-
cidoiBs indas flores e muilos outros objatao de
bem gosto, que tanto sastisfeito se acha, apaesenta
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
vennam ver para crr, pie s asslm poderao apre-
ciar, acbarao um grande sortmento de fazenda*
teBdeotes miudezas, tanto para grosso como para
r^Uiho. qu todos serlo sortidos a vontade, mesmo
ailaaer regoez de fon ae nSo poma vir esta
ataca Hjoortm dirigir-se a este u aa batee iinenti>
taaeado seas pedidos por eneio de cartas, e pode-
Fagio do peder aasabaiao as*ignalo o *m
scravo de nome Aleix,, %aa bouveram por ra-
ipra que flzeram em hasu publica aos heroetro O
!jos>rancisro da Cnn, -Setihor do engenho Ptate
onOe provswl se 1*00 afcWftado. W"*v
d trinta annosde idade paaae > o >eM, rae,
ipreta, secco do cutho : ri>a-se a nuem o pegar le-
ive-o ao armazem de assuear, no largo aa Asjem-
biea, que sera recomprasaBa.
Uoa dadttva lev 4 C,
propria canta, eoano dos qne recebe
naaspiiaaces._________________
aaa>aaaiaa Sal aannaaaaaa naiaiilit Basan a fltOfi re
v*m*r%,a~Wm l do Queimado, leja .
Sarisfttaa Jeaaaasdlax-a
de Sanu Calharina, e da mais nova que ha, em
muitos bons saceos e a preco commodo : no ar-
mazem do Annes defrome da alfandeya.
Vende-se a dinneir tima parto ao
predio da raa da Auaora a. 8, cootuo ao
palacete do Sr. viseando da Boa-V^ta; a
tratar na loja da ra do Queimado n. 31.
ESCR1Y0S"'nrciDos.
Fugio do engenho Itanhengoinha, IrepaMia
ide Pao d'Alho, no da W de abril prximo pasado,
liaarmwteaae da nume .Atnaaiato. v ilaaV te il
Hu da Seizalla a. 41
ende-se, em casa de 8. P. Johnston & C,
simoes inglezes, candieiros e tasti-
izeados, lonas inglezas, fio devela,
para carros e montara, arrotos para
aiiua uo uinu aons cavutos, o retugiuB or
Jijltttil Ingles.
saaa tatftlrsaa
slgodao as aadhosof sajtsj
WM rcado: rttl di
em asa de S. P.
annoa, mais ou menos, taataaao de 6 palana cwa
pouca drnVrenca, bem le le eorpo, ps e persas,
secco e espigado, cabera granoV e mal fetta por
jdMrite, ibos grmes, vla ai|ieaf iiraBlai
taUa.aprossada. tovoaiaaaiaa e een>Ba V alsji ldajrsa.cha|)o de pal* rata; en moteaac a-,
trou nesta cidade no oa 30 oe abril pn>HBH> paa>
5ado, e-no pateo ni Snsla'flu W -saiaaOo aa d
o intrato awleana,, liaJS.psla taasad
30 fui visto ne arco de Santo Aatonio, ojo
icrer que elle rontn"
purtanto, roga-se as
asaa jnam pparaaaater,
cotarra-*. wontmeaK L
Sltam-no a ra do Qniliaado a. ^ n**'*?.
renholunbengumna, *"aajr Mr
aa toaqaaa Crrete a-^Pasuaaiito,aai
gnt^4>^orTajialiBte>^Mn.
;inaan^Be>tes arral^ds:
as antoriiaal jdtiiaes HaH-
apti toa I ..Osa nes par*-
Amncii)
aasa>o sanaaa aaa^B
Jcba^doaatoa-u--------------------------------
idade 40 ano*, poorajaataot^i bbmivm a*-
ura regular, grosso do coreo, bem ypaatertdu, bar-
bado, e p, cwn atgnns easnaaa^naaaaaaaaas
e peras grassaa a I
do as petnas j
andar em L
I por toe* ~------------ j
ratoaaaaOatoaai _
. "_ __
tnapetlii, nlanH
.s.
' HeEHEI


m>*********- i^m >eMttwiafc tt

LITTERATR
d.
O principie 4a aetirid
A voz publica vas a|r|
pr,
racta, metaphysica, vaga
da contemplado do
er ao mesmo tempo, tomar
ara corpo, qraa gura que a mostr a vbta do que
passa e que (%: i-la.
uidade T ff ne/sf nofio coimJJ frk |esar ao
'?*> V mSo -na Biao dessa severa "me
Indo de incaroae.o.
* Onde de^wwclr
cimente idea de jastica de que a figura
mada : Poderia com effeito, sem degradar
inferido no Monitor s
de. Esse boato, nao tem sido, qoc
mentido nern por vos, neai por pessoa alguma.
Temo puis a todo risco a liherdade de vos diri-
gir esta rcsposta. Se sois autor do artigo, esta
carta ir naturalmente aseude,io,_ Sena^no- ^S a^r^n^utt^
nnhn nnc son hnm np.ns-irtnr nar* ao nensaraeS ._:.,___-_ ........ *^' H
um despota tem seropre nm lado engaador. O
despotismo, isto o peder de fater todo, que tai-
pelle innevitavelmente a usar tuda, a necessidade
praho que sois bom pensador pare nao pensardes
como o Monitor. Em qualquer estado da causa,
como vedes, tomando-ves piarte, aebo a quera
fallar.
de jusii__
qae lavamoa ella e eta, ira contrato, eil* de r 0Dde defeeMBcariWlbT N.fmi "nbmem como
mando e eu de obediencia. .Emquanto ordena no na monarcnIa absoloia T Mas quera nos garante
sentido doacelrato,>de,vo obedeaer; sob pega de qae a yonlAe desse hornera seja a justica, e que
ser criminoso^ no caso cpntrarfb, contrat est ^ja a justica, que elle unir amanha o qae quii
rote. A obediencia assim coipprebendida oio traz' *-
comsigo ncuhuma idea, de liumiljiacao. Poraue me
tubmeltendo antoridade, me submeito realmente
um poder superior a que a mesraa autoridade ,
m anca possa dinerencar a agora serena e gran-
di sa da antoridade dessa Eamnides de serriso si
ni tro, a qae podis dar o nome qae tos aprouver,[
al ro-lo jramos, senbor, por notsa immortal (e feita em pi
iviccio, adocenemos passado era rae* porgte a. ter ai
te ra dos vivlf uossa vida ter sido eaffleidnte-
mente preencWda ; teremes um quieho posto do
lado paja o faturo, ture; i feata hoaa de
repoinlk Jo K k.
Assim ara priraeiro ponto est decidido no de-
bate. O poder, isto a forca, debaixo de sM fti-
lo de honra, nao a autoridade. A autoridade e o |
direito, o direito a lei; mas ha loi elei, e prai8,"1'^'?0 V&. SFPW&ft ,eit0 & ,ei ?com
saberseestaaexpressaododireitoescriptopela ^V^l^J^J^JS! **'** *
idode, porque
a primeira obrigada a submetter se. Por isso que i ^ j^ja ^q, ,*. irritado peto tumo de incen-
2 antes de tudo son de vosso parecer onde dependemos do mesmo poder, estamos, ella e eu, | ^ a prope^sao infallibiHdade pelo habit da
adulacio, um favorito, ama amante, um jesuta, a
i, porque se a devocao e urna virtu-
laria nega-lo? tambera a virtude
daquelle que nao tem, outra, como bem se tem po-
mo lia autoridade, nao ha liberdade : ajunlo mais no p de egualdade, e por isso que a miaba sub-
nao na sociedade. Mas o que que entendis missao voluntaria, a victoria de minha liberda-
por autoridade ? Essa a questao. Porque urna de. A submisso que nao voluntaria, nao fe tub-
palavra s tom valor pelo sentido que produi no missao; nao mais'd que a revoita ou rebeliao
espirito. Nao s o sentido que exprime, mas jus- espacada. *s como essas.dqas pa^Vas-^air-;^^"^InP"tcu"lo1 aqrii Im
lamente aquelle que e proprio da poca em que se dade o liberdade to rrequntemente e sem motivo
vive. Assim a palavra virtus quera dizer forca, oppostas urna a outra na llgua potitica,ni sao*
porque a forca era outr'ora a gloria suprema da senao a eflgie e reverso de ama mesraa medalha.
huraanidade. Hoje a forca, gracas a Deus! est Quem diz antoridade diz liberdade e reciproca-
longe de ser ama virtude. A palavra sacer por mente. (1)
muito tempo signiflcou sagrado e maldito ao mes- i Collocando-me, senhor, nessa ordem de ideas
do lempo, nao temo declarar que qaanto
mo tempo. Verdade que fot no lampo em que a '
Providencia so chama va laialidade. Ora, hoje
tbrono de Hespaoba ou de Portugal I
Este rei Mal matar de'm ftclo de moco a
resfalar e a um signal do padre Letellier, far um
boilocausto de quinhentojMoil protestantes para ap-
piacar a justica do Senhor; ter a pajxo de con-
gtstar, e pora a nacao arregimentada para ir ga-
libar do outro lado da frooteira, pouico mais ou
cima
ninguem dir qu.*oem sej| maldito porque V \^** ^ZS^tZ^,^e,os tntos homen3 l^*m%m*A
" lado em bataibas-, ter a sania de construir, e fa-
r seis vetes bancarrota se or preciso, j^ara cons-
truir o palacio de Verstiles; qtuntas lagrimas es-
tas pedras no* nao costaram I Far que syafaar,
esealgueru disser alguma eeusa, elle ter urna
paiz e mais a autoridade for modelada de accordo
e sagrado. | a essa iQ^jQ^nj,, roas a autoridade ou para me-
A palavra toda, o sentido qae tnio, nio Ihr dizer a justica em acr;5o, ser respeida, pdr-
isso urna verdade, senhor? O que pois a autori-; que achara na consciencia de cada cidado urna
dade ? acato, em um momento dado, a posse do i verdadeira cmplice disposta com antecipaclo a
poder ? Vejamos.
Havia outr'ora, d'oulro lado do Mediterrneo,
um estado governado como qualquer oulro estado.
Nao' digo melbor governado, mas simplesmente,
governado. Ali nm horneo reinava durante sua
vid,a, porque habitava usa palacio sumptuoso, e
guardado. E coa #Uto liaba era torno de si to-
do o miudo detalhe do poder ejecutivo sem repli-
ca, o bastao, a estaca, o jauzaro, o espio. Ti-
nua mesmo um ministerio completo, mas como
achava que era indigno de sua digudade fallar a
om ministro, traafmtita-lfae a palavra por urna es-
pacie de ioterprete-claoiadoImar. Urna mu-
llier Jtoe agradava, loma va-a um homem o desa-
giadav,,mandava^he corlar a cabeca sem mais
outra tonnalidade ; um baaqueiro era muito rico,
mandav-lhe applicar com bastonadas na planta
lho prestar sen concurso. E quanto mais for res- rMpg6to prorDpta na ^^ A jus^ aio ^
peitada, unto mais ter menos necessidade de
frfa para impr obediencia.
Se porm pelo contrario a jda de justica fr
pouco conhcida, e conseguinlemeote a autoridade
injnsta, nao s ella'provocar a posico eorao ter
de recorrer forca material para compensar a
obediencia pelo constrangimento. Em Londres
vejo per toda parte a erdem, e nao vejo soldados.
A razio dlsso ? A razao porque a autoridade ali
reina em todo seu esplendor pelo facto da liberda-
de. Todo cidadSo prestar-lhe-hia auxilio .sendo
preciso. Em Milit pelo contrario, vejo um ejer-
cito sempre em ordem de batalha e entretanto a
cada sopro do rento, oaco locar rebate na Lom-
bardia. Tirae a concluso. Assira lodo aquelle
que por um poder forte para fortificar a autorida-
des pos para Ihe easinar a dividir cora quem de di- de no & mi> J0 ae n w saa rr1ueM- p-
der forteautoridade iracaeis a verdade.
reito fosse o dinheiro de sua oaixa. Quando sua
alteza sabia ra, cada om de seus subditos o sao-
da*a cora transporte, e como 8. A. era graciosa,
lht pagava o curaprimeolo por intermedio do car-
rasco, sempre posto a sea lado para esse fim, per
medida de-polidez. Nanea Jrauve poder algum
, mais forte do que este. Man forte I esperae...
Este homem reinava, se pode-se dizer reinaro
matar e ronbar. Mas no flm de (res ou quatro an-
, nos, mais ou menos, e antes menos qae mais, nm
outro homem, o primeiro que apareca, pouco im-
portando qual, musulmn aatheotlco ou apstata,
mesmo Italiano, pots viu-se isto, achava que o rei-
nado j durava muito, a u'uraa bella manliaa amo-
tinando o povo em sua passagera, ia a frente de-
um bando de aventareiros forcar a porta do pala-
cio, arrancar delle pelos ps o soberano da vespe-
ra e oceupar de algum modo o leito inda queme
do poder. Punha a mao sobre o thesouro de sea
antecessor, e at era seu srralho; decapitava co-
mo elle, empalava como elle, bem como do mes.
mo modo conttscava e sandava por intermedio do
carrasco, at que tbe chegava a vez de dar a cam-
balhota, por essa razao poltica escripia a cada pa-
gina da historia que o poder que vem ao som do
canho se rae ao som do tambor.
Ser assira que entendis que deve ser a antori-
dade, senhor ? Seguramente aao. Vejo ahi om
governo, porque emfim ha a mobilia que constMue
o quo se chama governo segundo a religio de Ma-
homet -o ccele, o cadi, o janizaro, o espio, o
conacho, o Imara. Mas nao tbe vejo o principio
de atabelidade que apreteataes a nossa imagina-
cao. Nao vive e se vire de relance. Nasce e
morre sempre por urna tragedia A constiluicao
de Argel era apenas o simplesmente a Iheoria es-
cripta do acaso, de quatro em quatro annos, em
lettras de sangue no soalho do palacio. Nao im-
porta que ura dey, por mais attndivel que fosse
osse dey, me viesse dizer com o sabr na mo :
Respeita-me, son o .principio da autoridade.Podes
ser o sobre, responder-ilie-hia, mas de certo nao
s a autoridade, o menos sea principio. E a pro-
va que comecas ameaeaado-me com a espada,
para me mostrares que s o principio da autorida-
de f O principio se mostra por si mesmo. Tam-
bera o Sr. Bourmont pode bombardear Argel com
toda a paz de consciencia, sem temer fazer um ac-
to revolucionario e quebrar em Casbak a arca san-
ta de toda sociedade. Apenas fot dar ama vassou
rada nessa espelunca.
O que digo de nm estado barbaresco, senhor,
pedera dizer de todo Oriente. Nunca houve auto-
ridade no vordadeiro temido da palavra, em Cons-
taatinopla, como em Ga&bak Perguntae-o antes
a onda do Bosphoro, que cada cometa aovo, le-
vava em sua torrente murmurante a eabeca d'um
tulto. O poder, em paiz mosulmano, d o crin
feliz ou se estimaos antes, o successo, e sobre a
porta do srralho, urna palavra sempre escripia
por todo sempre Ao puis audazA autoridade
cao pois a poste do governo, fugitiva e eondem-
oada a polar de eabeca em eabeca, como de cas-
cata em cscala. Porque a autoridade traz neces-
sariamente a idea de duracao, de Qxidade, de re-
gularidade, de harmona Onde ella existe, exis.
te plenamente, immutavel, sem intermittencia e
partifba.
- Que quer isso diter, senao que o poder nao
constitue autoridade? p grao turco um poder, e
cutreundo sempre Ihe faltou autoridade. Todo
tratante que cotamaoda dote traiantes raja, diz
Jaequemont fallando do reino de Labore; E en-
tretanto o raja nao tinha autoridade. A antorida-
de pois alguma causa mais que o grao, turco e
rajas, que o jaaataro e MU. porque ludo isto nao
mais qae um farto, e a autoridade urna Idea:
vos o dissestes primeiro, intitulando o artigo.
Principio da euloi Hade.
Qneideaessa peatica. A antoridade s a
autondade f^H ^BM olhos a representacao
armada da juso^^^^nm a espada levantada,
sobre nossa canecas paralizar fespeMar a justica*
E' por ser justa que rtdpeftjvel, e nio por estar
armada, tjiua arma nada tem fazer, entrones*
to de respete, w/rA *'JraWlb ludo rrspeito-
. M. A rot do socale ^ WiJef e| plano atre vida-
, mente o qae este diz sote* eaucio do futura Tos
e eu, senhor, pasaretns, mas aste palam"tftoi
ptaar, porque a eipresOo da verdade.
A autoridade faltando proprmente, a
mais alta nojio 4ejqst|ca;qu a hamanidade poj-
s* attioifir em oro,iioonto dado. Por jm m
a justica, e atea aotat rptaHiie cnof.wme ao
. intinfto oV>Wn'TtflpBB> comasom da alma hnma-
na em **&<$, P #^r#J* |K
ownte tem direito a nosao respeilo. 0 respeilo,
a
Se porm a autoridade a justica em acedo, on
de est a justica, dir-me-heis, perqu signal reco-
nhece-la, como a desembaraear da abstraceo, pa
ra a constituir logo em autoridade ? E' o misterio
que vou ensaiar penetrar com toda atteocao que
mereeam a sereridade do tempo e a magestade do
problema. Sei que o tempo da sphinge vetton,'e
que devorar todo aquelle que a interrogar ao
acaso. Ne me importo, tenho f em minha toa-
rada ten ordenado a publicidade
fl
_ i
em sua cdiranouvesi
das audiencias
um assessortfinumeravel ^ fM uso deslas pl
Estas porcenta
do
amas
. Esse juiz em ultimo recurso, sao todos
mao de Deus n eonscieasia bgnjana antes, de ser ^ qu pr0senleam; todo mundo Eis por que
transcripto pala mo do lgidlqr sobre urna olha cada tribunal obrigado a motivar"seu juizo.
de papel, preciso indagar alt d tudo come e
por quem" a lei deve ser feita, sob que reserva e
com que garanta.
A isso respondemos : a lei deve ser feita pela
opiniao publica, sabedona viva do paiz, regular*
mente constituida, pela eleicao, em poder legislati-
vo, e apenas feita deixada sob. a guarda a mesraa
opiniao publica era repouso, para velar a cada ins-
tante em sua execucao. Porque nao basta que a
opiniao publica faca a lei, nocessario de algum
modo que ella esteja continuamente i refazti-la,
sempre que o juiz a ti ver de por em execucao ou
applica-la.
.. Isnknttr Pr.
mrutbto da ocwdedr rwsfj
colltfcfet de praftdot
no musen i "
CLAas
t planta que produz o cacao i
. ndo, c foi originariaoieate
nBes que coaquteteraat
rooteniros hHtaaM- Orara
Ora oque eos funaraentos de tuna sentenp,
senao om appollo ao pablieo I n porque esse ap-
peyo, se oo que urna saliedoria instioctiva ha cora-,
lentaooUestk o prMhet|D \ queffpira
olera Jbam j%asa toa hoi"
f Oreum trjnstga Has
bras e veris logo se ella gozar de mesmo respei- noticias insignificantes ;
to no paiz, e se o gozar por si. gosurera os mexicanos mate .
Vedes, senhor, a lei desejada o preparada peto tH\tmto proprio seeo pora as
espirito publico, discutida e volada em participa- cttmtado, ao recebar ama jtoroo,
cao com o espirito publico, apoiada e sustentada groada aproe* dando a r^tln t
pelo espirito publico, era cada minuto de sna exlt- ma qq alimento dos deoces.
tencia, observada, examioada e vigiada, emlim, PasctaVee tmuto uesoo
sem cossar pela liberdade da palavra, e deve ser tomasseni nelle Mteresse,
Ueste baixo mundo a nica e rerdadeira antori- Hoje mais estimado iw fOotJoaalrfii
qae na ra-Bretanha, anea a
viccio, espero arrancar-lbo o segredo. R ros, se-
nhor so desaprovaes a tentativa, nao deixareis ao
menos de approvar a coragem. A coragem do es-
pirito agora assaz rara para merecer essa honra.
Mas urna reflesao se aprsenla nesse momento
a mea espirito. Peco, com medo de esqaeeer-me
permissio pasa vo-la submetter. Valha o que valer
Acaremos cora a consciencia tranquil a.
Sois presidente do senado e tambera presidente
do tribunal de cassacao; sois o primeiro entre to-
dos os homens deste paiz que fazem ou interpre-
tara leis, e portante se nos nao engaamos, o re-
presentante o mais alto, depois do imperador, do
principio da autoridade, e entretanto hoje crdes
dever entrar em explicacoes com o publico, e a
que respeito? Precisamente a respei to da autori-
dade !
A autoridade, a vossos olhos, nao est suficien-
temente provada por si mesmo, prorada porque
pode dizer : ego sum qui sum, pois que a prora do
facto tendes precisio de juntar a prora da idea?
Vos podereis constranger e boscaes conrencer.
Ah I comprehendestes primeiro, e nos felicitamos
por isso vosea intelligencia, que o facto oeste mun-
do possue quando muito o corpo, mas nao a alma
e qne nisto se parece com o amor infeliz dessa mu-
Iher da Biblia qae estendia os bracos a sea amante
e s pode car com o manto delle.
Mas a alma lirre por natureza e por toma-la
preciso agarra-la em sua natureza, isto em sua
liberdade. Agarra-la em sua liberdade, persua-
d-la; persuadi-la reconhecer-lheaotecipadamen-
te o direito de consentir na persuacao. Toda dou-
trina que nao Ihe reeonbea esse direito de consen-
so nao verdadeira. Nao traz consigo sua prova,
porque pede ao noasiraogimento a coacao urna
conviccao supplementar. E' nodoada do violencia
e por isso suspeita. Tem tanto valor ante a cons-
ciencia quanto tem a cooflssao arrancada peta tor-
tura.
Como vedes, tenhoret, a autoridade deriva da
liberdade, ou antes a liberdade em sua forma
mais suprema, a liberdade unida em um mesmo
principio e passada ao estado de afflrmaeio. Em-
bora vossa brochura queira dizer e contrario,o fac-
to mesmo de sua publicado a desmenie. Porque
publicando-a vos dirigs intelligencia esserteial
mente lirre de cada leitor, que nao pode rasoarel
mente approva-la senao sob condicao dt a poder
contradizer.
Sois to erande quanto se pode ser peste mun-
do pelo titulo e pelas fuuccoes, e entretanto ha al-
guma cousa qae pondes cima de nm cordo e da
urna toga com arminhos. O qae ? A necessidade
de ter razao. Dtus mesmo tem necessidade de ter
razao, disse em alguma parte Bossuet. Assim fa-
zendo, senhor, rendis nomenatem seguraawate a
soberana do peusaraento. Agradecer-vos-lamos
se nosso reconheeimento podesse ter algum valor a
voseos olbos. _, 3
Voltemos a questao, Ou nos Iludimos psodifio-
samente ou eremos haver demonstrado que a sim-
ples posse do poder, fura de toda a idea delle, pode
sera forea, a astucia, a lotera do acaso, a fortuna
da audacia, lado o que se qoker, menos, a autori-
dade. Autondade, para merecer esse Mame, de-
ve ser josta por essencia e sob essn posder a consciencia do justo umversalmente den
ranada na sociedade. Porque desde o instante em
qieo justo nao existir egualmente o inttmete do
justo para Ihe facer echo na mutidao, ento tudo
mais terom os a fazer do que acabar codftlasses,
romper lileiras, e vollar ao estado Oa bailara, lo-
ahi, Senhor. Vamos adianto.
Onde est ella pois? Na lei.
dade; nao a procuris em outra parte, porque a
lei a sabedoria suprema dos scalos resumida
era um texto escrlpto. Sira, a sabedoria suprema,
diremos depois sob que condiedes. Sempre ante
ero sna imraudavel mageslade, hoje 0 qne ser
amanhaa; o qae quer para nos, quer egoal mente
para todos, nao traz comsigo nenhnma oeeasiao de
erro, nem vicio, nem capricho, em certeto. Aris-
tteles o disse, e com roseo, Senbor, pode-se tornar
a dlze'r sem medo de ser pedante. A lei t a intet-
ligencia tem pavtito. Hesiodo eserereo antes del-
le ; perdi, Senhor, ama ctacio enema entra, pelo
que parece, Hesiodo tinha pois escripte: Urna tda
[jjeralmene recebida vma dmndade.
E com effeito tomaramos voluntariamente a lei
por urna segunda providencia proposta sobre esta
trra a nosso destino. Vede antes. Estamos aqui
sobre ponto do globo chamado Franca trinU mi-
Ihoes de existencias diversas e mltiplas ao infini-
to, entrelazadas urnas as ootras, urnas dando,
oufras recebendo, urnas pagando, outras sendo- pa-
gas, uas guardas de todo trabalho accumulado
pelos seculos, transportado de geraco em geraee,
como por urna perpetua rodagem, e entornando-o
sobre e slo para nelle provocar om trabalho novo,
outros tomando por emprestimo essa riqueza ja
creada para crear anda a riqueza e repastar ata-
da sob a forma de economa a potteridade e todas
inquietas, todas espantadas, todas impellidat per
necessidades, todas exaltadas petas paitos; e to-
dos entretanto vamos e voltamos, circulamos em
paz e com ordem em velta da sociedade como em
torno da mesa posta com um hnmenso banquete,,
tem que empurremos o cotovetlo do visinho, nem
toquemos n prato servido a seu gosto.
E' isso bastante ? Nao. Estao ali com, mil, qui-
nhentos ra hpmeos coberlos de ferro o bufale, ar-
mados de espadas e espingardas. Teta sea dis-
posico armazens do plvora capase de fszerem
saltar a Borona inteira, se aecaso tivessem esse- de.
tejo.
Estao todos no ponte de vista da faret, peden ser
amanha senhores 4 todo o trabalho e de todo a
(elicidade da naeo.
Quem pod-lo-hia suspender ? E entretanto ettes
pssam e nos passamos, ha sempre entre ns o po-
der modo e terrivel da lei, por impedir que- se ar-
ranque um s de nossos cabellos, o qne se nsnrpe
urna s alegra de nosso lar. Em rao tentariam
affastar essa potentia com a ponte da suaa _bayone-
las. Suasmaos quebrar-se-hiara n'tm ea neutro
dia nessa tentativa. Mas, se o que nao possivel
tal consegnissem, haveria urna torra deshabitada
demais no mappa-mundo, e essa torra seria a
Franca.
A autoridade desappareceria levando comsigo a
sociedade para o exilio, e a torca reinara como o
leo em um deserto.
Quem tri, pois, no meto de tantos interesses,
de tantas necessidades semetbantes ou contrarias,
sta paz, essa seguranca, essa ordeeacao, essa gra-
vilacao harmnica de cada molcula humana no
meto social, quem faz qne cada um de nos tenba
leu direito e sua esphera tragada, que cada qual
'eolia cohnanca na vida, e trabalho em sua obra
sem receto de perder urna gota de suor, se nao a
lei, a lei s, a lei sagrada, mais potente que o mais
forte, pois que, comraanda aquelle que commaoda.
como aquelle que obedece ? Ella nata nosso fa-
do, eompanheira mysteriosa que nos segoe passo
passo sobre nosso camnho, que vela nosso tra-
vesseiro que protege a enanca desde o venire de
sua mae, que tem sempre un dedo poste sobre o
ven da moca, que levanta o Samaritano fcrido, e
nos dte a cada instante: Marcha sem Mt pois es'
tou aqui.
O' grandeza das grandezas, sombra de Deus ca
bida sobre a Ierra, poderemos amar-te bastan le, e
ssaz glorificar-te em noasa pobre iingua ? I
i Mas pensaste bem nisso ? Poderiara responder-
nos ; aecaso a le ser sempre a repressSo da jus-
tica neeessariamente, semp/e liberta da colera e
das paixes ? ignoraos aecaso qae sempre que a
iajastica tem querido temar' um aome respeilavel
tora lomado o nome da lei para ferir saa viciima ?
orventura fatiou tais para taneeionar to mundo
las as violencias ?
,Ser por ventura muito difflrl colar aacha"
- rotulo de papel e dizar-ihq depois Mofe I
ndo o rotulo que tora a lauta de matar f Acaso
tnquisieo nao era' atoa lei, a revogaeao do
edicto de Nantes outra? Acato nao com urna
toi M mo que o vencedor tara sempre oppri-
mido e pratertplop rencioo? Ah^sa toroardes
tai cdigo de etrcumttanccw a o apertardoa, taris
pelle verter tangue como do urna epooja. (2)
|j Previmos a obJeccSe. Nao basta, com effelio
: De oetra sorte, a lei interceptada ou desconhe-
cida Qcaria no cdigo como letra roerla e enriosi-
dade impressa, sem nunca tornar-se reaiidade.
Base principio admittido que a lei a razao pu-
blica convertida em decreto, bom determina an-
tes de tudo o que dore eaoir sob a arcao da lei o
qpe deve ser a ella eslranho, porque a lei nao seja
aloal a primeira usurpaco.
O que pois, qae deve (toar fra da toi ? Pre-
cisamente o que serve de faser a lei, fazendo a opt*
A lei, eis a aotori- nio publica, a liberdade de pensar. Sem isso, a
lei nascida do peasamento seria mais poderosa do
qpe o poder donde emana. O en se rollara
centra a causa, e o acto contra a facnldade por des-
tru-la.
flado.
A este litlo, fcilmente respeitada, fatlmeate C0lll
ebedeclda, porque nao apanha ninguem de irapro- ge coatomida e 1838
riso, desprevenido, e cada qual nSo tem seulo des- de arralis e o consumo
eer em si mesmo por achala indita em sua cons- eni0
cie"r,a- ..^ At .1 Urna gramto qoaotlafc
Eis o que trabamos a.dizer, senhor, em resposta do Brasil. Oeste em
a vossa brochura, e dizendo-o eremos ter sido fiel a no Amazonas o
tradicao de nossos paes da revolucio. Parecla-no
por instantes que estrellamos sob as vistas dessas
sombras doces e cavas, sentadas agora em sua im-
mortalidade, e qondeixando eahir sobre nos do arto
de. sua apolbeose uu> rato de sua f, diziam-nos :
t Sao smente nossos Sirios aquellos que corlo*-
eam a aatondade no lei e que fazem sabir a le da
akna da nac^o. >
RPrninvAit.
nome de cacao do Maraobao e Far !
Na colleccao brasMecra nao a
Ki^tealro l.trrxiarltmal dr 1 >
are tm 1 .
(Qaaijjaanaa)
O ebi a fetba de certas-especies oo varieda-
des de plantas perttneenles ao gaere do tkm bo-
tnico. A plantas que ptoducem estes folhas sao
oriundas- do mundo velho. Comtudo foi na China
que as primeiras folhas se colheram, e se usaram
em iafost como bebida, /te- grandes- quaBtidades
at boje consumidas em qualquer dos- mundos sao
tiradas d ali. S a Gra-Bretenka. per si coasome
annualmnie 80 mlhns de arralis de eh impor-
tados da China. Tambem se ultfva este planta no
Jpo, Jara e India, e nesfe ultimo pato procede,
seta duvida, tu Assam ; fot iniroduiido com fe-
liz resuitadO'no novo mundo, onde, posto que nao
tenha sido* preparado para proveito commercial,
e sabido qne a planta ll prospero:
Na exposioae de 1851 nao apgareceu cha do no-
vo mundo, e ao Brasil cabe a honra'de ter tentado
a sna cultura para nos commtrciaes. Nos ltimos
25 annos tem-se frito varios esfosept para cultivar
cha no Brasil} e pela primeira vez os negociantes
era Loodres- tireram occasio de-examinar o eh
do Brasil; ao todo 19 amostras de cha preto e
verde foraro apostas pela provincia de Minas-Ge-
raes. Todas estas qualidades apresentaram consi-
deravel arte ni-stia manipntacao, mas farta-lhes o
delicado aroiaa- que tanto recommenaa> ocha da
China. Tambem'tem um tifeiro gosto amargo que
o cha chinez quasi ne tem. Ao mesmo tempo nao
ha duvida que-estas amostras maoitslam eonside-
ravel adianuneoto para a perfeica>qae Ibes faria
achar venda noMnerrado europeo.
Estes especimens peecam provavelmente pela
preparado ; e a este facto que convem chamar
a altencao do eutiivador de cha no Brasil. Os mes-
mos defeitos -te dao em menor gruno-eh da In-
dia ingeza, e eran muito mais perceptireis antes
de obter-se o auaJUp de trabalbadetes-ehinezes na
.cultura e prep;ieetao do cha.
O valor do eh para toraar-se depende da saa
A qnaatidade det-ta sabslaocia varia eaa
differentes espteinwns, mas fetalmente tnaier
as melhores ipalidades. A quanttdade media de
theina em um arratel de cha d uns 210 grao,
oa 3 por ceeto-^ todava o parece qae o procos-
sos te nsaoipiilacao de roma abjuran affeetem a
quanlidade de theina mas desenvotrem os leos
aromticos dos qoaes depende o gosto.do cha. Da
mesma maneirai<|ue os vinhos devemoonter o per-
fume e alcooh. assim tambera o eh deve con ter
tanto aroma nomo theina, e e preep-de ambos de
pende mais- do sabor do qae d substancia real-
mente alimentaria.
Fez grande ijppressao nos jurados- cb do Bra-
sil, e anieOeodt que promettia ao-futuro o deseu-
volvim<'otiv de um importante ramo de industria,
conferirn duas medalhas.uma aoJardim Botnico
de Minas-Geraes, pela colleccao ue-amostras de eh
xpostas, a a entra a ama rolletes de eh Ja fa-
zenda do TAetmrriro.
Mate fParaguay Ihea ou cha do. Paraguay.)
O nico, compartimento da eaposico em que o
mate se aohou. exposto foi o brasileica Esta planta
ainda se nao consom a Europa come artigo de
commeroio,,tem todavia um grande interesse para
aquetles- que estndam o alimento.do genero huma-J
no em um-ponto de vista phlosophico. O Dr. Ste-
nhouse foi. o priraeiro que deecobriu um principio
activo, no mate, qae elle chamou. faraguaine. To-
mou-se grande interesse neste descoberu quando
se achou qae este principie-era idntico era eora-
posteo ao do cha e do caf:
As plantas que produzera. o. mate sao varias-es-
pecies de ilex, genero ao qual pertence o azevinho
europeo. Estaa plantas enestem em grande abun-
dancia as florestas do Brasil, preparara-se ahi
deUas tres surtes de mate : Ia, o gomo da fulha,
que o raelhor : 2*, as. fulhas seccas sem serem
tetradas ; 3*, os pequeos ramos e folhas torradas.
O mate preparada no interior das florestas on-
de a planta cresce. Depois de seccas e tetradas as
folhas e ramos sao empacotSdos em pelles de novi-
IftoR emquanto estiohumfdas, e cozidas com agalha.
Poueo pouco toroanirse rijas e seccas, e sao as-
sira trazidas ao meneado. Urna das pelles assim
preparadas fui exposta na colleccao bcasileira e ex-
citou grande interesse.
O mode de temor mate no Brasil Mere do qpe
se lisa para o cha ou ato ra Inglaterra.
Deita-ee ura pouco do mate em. urna cabaeaou
taga com una pouco de assucar. Iniroduz-se eoto
um canudo que tem um pequen globo com orifi-
cios no uneY>; esto oa de metal ou am namteiw
coador tecidu como cestmho, to o material d mate
ordinario
Lanca-se nto agua ferveote na mistara, e o li-
quido, dapois da infuso por tempo snUBtieute r em
esudo o toutar-se, surve-se p*-lo tubo.
Q aate a Una da theina, contera uu* pouco de oleo
aromtico e acido lanuico, mas nao ha dunda que
deve o seo valor como bebida Ihotua. Calcula-
se que para cima de ou milhes do arralis desta
suhsuocia se coasomom auauaimeote oa Amerita
do sul.
Na colleccao brasileira forana expostas varias es-
pecies de ilex, todas as quaee se usam na manufac-
tura do mate. U'aqui se v que a noco la feral-
mente em regado que nao ha sanan urna aspete
de ilex que d cha errpaea.,.
A que*iao de estenoer o us desta planta para
usar-se como bebida d ama das de maior iateresee
venda delle entre os habiiahti
ser dito^ uehaver bem.femol, np *baver ||0f, le' ei.,rt *\n W ^"A jorque neste u',^ d^^ativo noTemret
crime tO virtade. A sociedade aeabarfc Nada ** l>'"uU M -fl biec.que redig.r de l.beVdade, o nico .aguador. A ea lado ele- P*^ H""J<>. >
A lei separada de sea principio-, deixara de ter
rain de exlsr, luctuaria ao renco eoteo a fecha
destacada do ramo.
Assim nada de fazer lei contraria a facnldade
destrnada a fazer a lei, por dlreilb natural ou tri-
no, efwmae-o como amientes. Wt se pordesgra-
ca, o tegislader mnMar o pensaoteato pbbtto con-
cedeado a urna parte da nacao a patavra qu nega
a outra, se o prtori flzer a partilha, quo homem
algum pode fazer neste mando, do que acredita
ser erro e do qne er# ser verdade, esto mente por
contra tolpe a opni;*, falsete a balaota, eaba
langa falseada nao parle dar por ama vez se nao
falsos pesos.
B porque- recosamos a nm homem,' seja e-meter
genio e o celebro mais eucyclopedico de-seu-lempo,
o poder de- dictar so a lei a seu paiz ? Bl que osse
homem, seja quem for, por isso que -umse li-
mitado, tem neeessariamente as vistas mais curtas
que a sociedade inteira oecupada a mergiHhar sna
vista nfinteino problema da-tea destino; 'qae o
genio o mais digno por todos os respeitodesse no-
me, a historia ahi est tras sempre em si' seu
gran de loneura, anda que seja no espirito' de ta-
tema ; qae ha impaciencia e murtas veze cobra
em sua concepeo, como Jos d'Austria oa fpsaiquer
outro reformador, a escolha do leitor; que elle
sent que vida Ihe escapa, e quer ferer en-
trar no estrello limite de sna vida tudo quanto so-
nhou para a sociedade; que elle precipUn>cm
urna mo febril o- ponleiro do retogio, e apon essa
va tentativa para acoelorar o passo da hora,, cae
no laco da norte-e leva contigo toda a sua obra :
em qnanto qae a roultido, neeessariamente- lenta,
trabatbando coro o tempo, paro e tempo traftalba,
e acha n'outro secuto em duracao, o que gastou em
lentido no secuto lindo.
O qae drnmos de um homem, pdeme* dizer
eoai razio de uro. partido. Um partido exclusiva-
mente investido do direito de Caaer a lei iteaea-
priebo ter fetalmente as mesma paixet qoe-em
homem, as mosmas enfermidades, at metmas-lu-
soes, as mesntns- precipitaces. kiWiz dopaiad- 1/1 j
vidldo era duas classes irreconciliaveis de iteaets-
tes on ideas f porque nesse paiz aeaino seanre
despedacada em' duas e sempre sob as armas de
urna parte de outra, nao apnsentar se nao- a
guerra civil de pensamento.
Nada de justica nem consciencia, porque-ser
preciso submetter para noses-submeltido, expri-
mir para nao-ser opprimido I' A le neste caso, nao
ser mais do-que a dominaeao irritada do reneedor
sobre o remido, esperando adfttfurra do vencido
sobre o vencedor I (3)
Onde e qnando pode pois a lei ter o carcter au-
thentico da justica ? Em uaaporo e noterape*m
que esse pavo for levado pelo mevinteato notaral
do progressO' a multiplicar-se de tal forma era s e
diversificar a existencias, a dispersar e bterarchi-
sar de tai firma seus interesses pela scienciai e pe-
la industrie, pelo eommereio e agricultura, que to-
das essas- qoantidades sociaes, spalhadas ao infini-
to, se limitando e se aplacando urnas pelas outras,
se enlacando e se entrriaeando urnas as outras nao
postara dar passagera ttenhama idea ealusiva,
e pelo irresistvel arrastamento da lgica,, domi-
naeao exclusiva dessa idea.
Que preciso, adinitridaessa hypothes, para que
urna idea chegue ao estado de geoeralidade, isto
de opteiao publica, eto urna sociedade- to variada
e to.enredada de iuleuigencia e do arcao?
E* necessaro que essa idea corresponda ao lado
verdadeiro de cada ama dessas situag&es diversas
e torne-se assim sua rerdade coraraum, porque a
harmona de militas pretencoes, visinhas ou gas-
tadas nao e nao podo existir senao na verdade.
A una opiniao assim experimentada, podis con-
tar sem medo a obra da leia le er a justica.
Seria possivel de entra forma, grande Oeus I que'
urna doutrina poltica que fallanhoroens vralos de
todos os pontos do horisnate, qu os toma em ludas
as circumstaheias as mais complicadas da sociedade,
que possa atravez de lodos os crivos vivos desti-
nados neste mundo a separar o grao do jote, que
fez necessarteteentea parte-de cad um porque caite
qu tir, que essa doutrina possa ooovertr um a ora es-.
ses milhes de espirites diflerentes pela origen e
tradicao, edregista-lot n'um mismo syraboto,
organisa-los em maiitria, sem ser a verda-
de, on o qu* o mesmo sob outro nome, a usti
ca ? Ento preciso seria desesperar na Ierra da
justica e verdade, e chamar ao acaso, sujeitar a
sorte d cruzados debaixo do manto, esperar em silencio a
sentraca do destine I
Mas nao a opiniao publica assim formulada o
quanto do verdadeiro e justo o hemem. failtvel po-
de aira acar na spera senda do progresa. Dou por
prova disso a paz profunda e a prouperidade sem-
pre cresctnte da America, no meto das ronviilses
e miserias da Europa (4) O que prova, em (defini-
tiva, que o pensamento publico arbitro supre-
mo da lei por fazer on j frita, que sempre e sob
toda a especie de regiraem monarchico ou repu-
blicano, o legislador sent a necessidade de ter a
opiniao de seu lado. O que com effefte, o 'qne!
chamamos preamhuto, exposicio de motivos, po-
rm, pr jecto, senao .nm appelloae paiz, ara pe-
dir-llw cem aoteeipaeao essa adhesAoreftctida que
constitue verdaderamente a autoridade f
Tambem que senSo rra/eni) dtrois de ter *ntre-
l\S^t^^7^^^t^ ^V ^^ Pr anises ohimto.
no silencio 0 direito de Ui7r\ lei nSopodia es- 2?l*f*ffl0 Pf ae rauS de ettt' e UaU corao
Ur inteiramente entre quinro moros sefire algo- "fwlf X ,t. -akv
mati ordena de oadeirat. Vara eer tegialadnr effl- J6"" poderse tornarjse agradavel M*fa-
risre^iS
grande variedade de
mentes da planudo
cestos antes de usados
e o cuidado que to
< qne torna 0 cacao
Posto qne o cacao
e mate em anortas
priedades, comtudo
curioso rootef elle am aviones
Ikeobromina, o qual a
cote a thetaa, etperiali
aecao na economa aeiceai
Com elfeite, nao tu
a rbeobromina se coorerte o
O principal distieetivo O
qnantidade de manteiga tm
crias carne, e assim, ateca do-
cootem et elemeatee de
ciae de amorato.
Bit aqui a analrse de no
catn-:
M
s
i
Iheoevomina
Manttea....
AlbtwMn e
Amd.........
Gomat........
Fibra leobota...
Materia eotoraeto
Ata*..........
Asseaienteasio
didas debatxodo
mis). Sao entfe) frvidas
cb. Sao lambeat
massar a- qae
Chama-se isto macea de
Tomarse raed
colate. Bita
cacao tacido,
materiae-para ihe-cW e
modo obutotete
applicadO'em faceoza le
a intelligencia
ca nistr-a OitaiBa
Aastri,. iMiaiUit
lulia.
Aparte degiait ont m
cao sO osa apretante ma pete jai
te, e este o BrattL
Os juntdut francoara e .
monte e- rhecettii esposa per W.
conasrttnindbe poreltevacea Mdacte
do,ei
mente qo em:
em materiM MUnenas o eje* i
unoia. aiteatl.
porces prouria* ta
duzdo em qoantetadui
de lerreao que
a ter mu griece iiwtlir tea >
binada com a.soa tceeumit teco
remunerara os
br i sacio, e a
os mate delieadet
cacao dere cada rez rate
dado dos indastrtoeot
tes.
Cabe aqui fallar
eriginariamente
Mxico para dar gotte o
baunilha.
A parte da picota de .
produiido por dihVrrMe
orebidascas, mais pai
nilea aromtica. Esta
abaadaoria no rafee
prieciptlmante pan a
do Mxico. E" silvestre,
cultivada no Brasil;
tem alfjtos exceltentee
fino arotaa, e proprtoa
ou nos outros artigo*
a baunilha. O aso da
nenie- da Europa do qae oa
sua unporUco aaaoal
laes.no Heioo-Uaide.
por este delicioso aromatice
menla, e se o seu.eoste feeae
sumo seria maior.
X Brasil dere-baror
ra, a produceao Oeste artigu.
montar medida qae osea jane a peana a* al-
cance das matea da populabadesloeoqojq pos-
es europeos.
A qualidad da banana
vem do Brasi oo toa
cados como a do Mxico,
ver duvida que no Brasil ba oa
at melhores qualitf
cado.
mondo o camnho das flornttas.
lOsarieto tada um^touataaei^eaiiaracntoae brocadotobre^erftIba nm^ segundo'HiSlader ano- ch*jmn.J. ..^^ ^l.,Jl,.'
hama-los le. para por urna palavra iransferma-tos nteri, e WvfeivoL om eblleaorador perpetan, qo ^^f1^^^^^ ^^a*^.
m iuslca. '" ^perpetno, que vote cera o nlo com os_ veteates, SK.^n4rT**iS'^^ ** q"

lo Para ser justa,finecesarto que,, 1el seja ^ffSS^tW^
sob certas cundidos. o cem certas garantas, s pela sua presenca a caannhar sempre rto me-
ie Ihe impoe, tanto quanta pottivel, % oiriga- Ihogos^inho.
sao etaat a Eatefae-na
'U
9 f J5JW.? vo^ Parecer> senh0
dade pois para vos, como para nos, a mais ^
noco de justica que urna sociedade possa attingir r^ (
era um momento dado de sua histeria. Mas est f a ,
im ....i uraasmett^ perqu iitottOi awbut peto honra (3)i Solugnbreoqoattreherendo tpentnbppo
(I) A autoridade sera norma, sem ku*e, ,en Uri^tos VvAtlvbr esta tiiiMao.' Tivessemes de efc.dold, que Que~ioMaieot.ese? Oestito#ulieo. Sna
vigilancia e sohretudo sua opposico wM *o
aprumetaa. mise>ia qut venHJi,
2 ZS^^^T^mZ^^ ^^rn^i^P -n^. Ah r s, ass^Ou. do ^ A liberdade pois cmibina-se p^rfeiteuieate com a Mea da boa reutede, conseguirmos distinguir fe i (*) Infelizmente a bnlhante oousfeitacao do or-
adW-pow urna e ootrafiiao de*e .fanrJLrea da Jastica, dertwiroqde a mais 9tiV>^^^J^^Tt!^^l^S^!l^-qM
.guante qoher-mas quanto dever1 e pe&ttlf b toTif^. >.<,.........u..,,7T>________^., os estados do sul lutam peto direito, qne
coto enVit, nio nio pode ser agttonMenaniM o (&r justo. '(2) OBriisilq/ o4tf4..-..
cado cota o totto da inieUigeoaa leoio o lirre ai* O traductor.) I (O traiuctur.)
tambera
,(..*. (0lA^. "8S*
Po^aganaranl
Ontro carioso producto do Brasil sie os beles de
Tin varias partes do grande valle do Amatorias,
nasce urna i-lanta ronherida d< butanfeos pelo
nome de Paulhnta sorUis. O s^a tracto, qusnde'
i
Outroobjectode lux), tanaoi
necessarios para vida, ojo
Novo Mundo, o fumar.
Atada qne argncwn e
treta ea Asia, e artera
fumar, o genuino Nieol
ma em toda a parte do i
America.
O fumo deve a sna
dota pteoecptM qaa
systema nervoso cerno ani coi tone
te oicotios e oleo de tabaco.
A quanlidade de nicutraa no i
8 por cent*; 4 tentad |
de qualquer d'esles dea agotaos <
apreciado. Como no riebo o ao d i
icuol c theina, assim no
nicotia*, ante4 a pnparaoto
cuidado qae toe da o varar.
Para qae o fumo orasen o i
que nao tenba
trariu, fazer-lh i
que se pro lo fe..
Paren e ram etetebe cm oca
vadu, e pode suponr aoaau
a procura emirato luuado. ___
Grandes qaaobdad>a de loaao feram nataeea
t das na npeiefe> teatragoaatel^ete IWfc,_t>
i o ocao tMtetgao *m~ *tw ^^
iba gado dWagradeve, aate, tota m-
sr-lh o o toragratMvtt ^ can Qtba
maduro, >*olhMo e torrado, deou de que moi-. w noe se
caotes brpsifetroa <*
era lolha aofes de '
la fumo picado,
O baro da Oi
Hltont* tabaco de
numt.PatetaMrentra oetn
eus charutos, que tonara i
na Buroi-a *e o preoo leaiee t i
suasqne rettem
do e amassado esprasaioenle comag"*- 4'*** postot charuto* e rigsrros da ota e^MttaaOe >
ento feita em rolos, e rozida ao calor do sol. i ios fabricantes oa Srs. 1000 e Cutan ere. T. A.
Para temar-se,rasua-se o rolo t dejja-se_fl 00 em, Mertude, e i. i. tiente, eetmvorac dan jan n
coefo honrosa.
ef
na


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