Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10360


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Full Text
* AMO XL. flDM0 KM.
Por tres aezes *di-utt* o$O09
Por Ires muzts vcmm 6J00U
Ptrtc te cwreio t>or tres aezes. 0780
DIARIO
*. ** ftt*

a
SABBSO 7 BE MAR DE 1864.
Por hm iaiitadn.....i9$0O
Porte o correio por ara nao, 3|000

i
BNCARREGADOS DA SUBSClliPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araraty,
Sr. A. de Leuios Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Mauoel Pinhoiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRrPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Baha, o
r. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins VC-asparino. ______I
PARTIDA DOS ESTAFETAS. EPHEMBRIDES DO MBZ DB MAIO.
Olinda, Cabo e Escada todos os das.
IS5SSiSMM e ***** "" SWBd" 1 J*m as 9 h., 54 m. i s. da ,.
Santo Anto, Grvate, Bezerros, Bonito, Caruarn',) 13 Quarto cresc. as 4 h. e 61 m. da t.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqwira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacarata', Cabreb,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem. Ro Formoso, Tamandar, Una, Barrei-!
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahi
navio.
Todos os estafetas partem ao Vj da.
ti Lna cheia as 11 h., 4 m. e 20 s. da va.
28 Quarto miag. as 7 h. e 36 m. da ro-
PREAMAR DB HOJR.
Primeira as 4 horas e 30 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas e 54 minutos da aaaha.
PARTIDA DOS VAPORES COSrEIRO.
Para o sul at Alagas a 5 e 2*; para o norte at
a Granja 7.eM4) cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, raarc., maio, ful set enov.
PARTIDA DOS OMNIBiS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 A, 7, 7 /a, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s O da m. e 6 da tarde -, de
Jaboario s 6/. dam.; do Caiaug e Yarzea s 7
da m.; de Bemfteas8 dam.
Do Recife : para o Apipucos s 3 /i, *, Vi, 4 Vt,
5, 7j> 5 Vi e 8 da tarde.; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 >/i da tarde; para Jaboato s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 V. da tarde; para
Bemflcas4datarde.
AUDDJNCIA DO TRIBU.NAES DA CAPITAL.
Tribuna) docommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s IX) horas.
Jnizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphoa: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do cirel : tercas e seitas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA 8EMa.\a.
2. Segunda. S. Maphalda infanta de Pactfil
3. Terca. S. iiodoptano ra.; S. Amaro m.
4. Quarta. S. Montea viav.; S. Fluriauo m.
o. Quinta cga Ascenso do Senbor.
6. Sexta. S. Jeo anle-pnrtam latinam.
7. Sabbado. S. Emnitlo b. m.; S. Flavia m.
8. Domingo. S. Heladio i.
AS81GNA-SB
no Recife, em a livraria da praca 4a 1
na. 6 e 8, da proprietano ataen F
Faria 4 Fimo.
PARTE OFFICIAL.
WTERI10 DA PROVINCIA.
(lujilrauaro do eipedienle do govf rao do dia 2 de
m* ie 1804.
Officio ao conselho de compras navaes.Com a
inclusa copia do aviso da repartirlo da marinha de
13 de abril prximo lindo, transmuto ao conselho
de compras navaes para os devidos effeitos, um
exemplar do aviso regalamentar expedido em 30
do marco ultimo, declarando as mullas que d'ora
em dianle se devem impor nos contra'os que forem
celebrados para compra do material necessario ao
servico e consumo da armada.Igual copia remet-
teu-se thesouraria de fazenda.
Dito cmara municipal de Garanhnns.Re-
meti cmara munieipil de Garanhuns para seu
conhecimento e devlda execocao o incluso exem-
,plar do Jornal do Recife n. 94 de 26 de abril pr-
ximo Ando, cometido a Id provincial n. 869 de 5
daquelle mez, que estabeleee posturas para o seu
municipio.
que commandou na cidade de Nazarelh durante os
mezes de Janeiro marco deste anno, por isso que do ajudane general.
essa despeza nao excede prevista as tabellas e Da 3
regulamcnto em vigor como recommeoda o aviso Offlcio ao Io secretario VasserobltW'iJpsrMiva
circBlar de 17 de Jufho de"!52, por quato sertdo provincial.De ordnm. de S. Exe. o Sr. preidento
a agua fornerida segundo o numero de pracas, o da provincia, devolvo V. S. eoberto com as in-
seu cousummo ser sempre o mesmo quer estas formacoes da thesouraria provincial allm de ser
pracas se achem recolhidas aos quarieis dosjes- presente a essa assembla o requerimento de Fran-
ivos corpos qaer aos dos"elacanihtos. dbisco Pereira de Carvalho que veio annexo ao ofll-
ito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao capito pi de V. S. de 23 de abril prximo frad, sob
cala sob ns. 394 a 5; expedidas pera rparticao da mam de que se fazom- os- homens de estado.
j Suas anlitheses desanimam-; com ettas corla a ca-
ivete as questes mais complicadas e vai por
diante seu caminho como so- as tivesse resolvido.
Quando elle perde-se as nuvens o nao se enten-
c nao se
dfr a si-proprio, cbovem-the applausos de todos o
inais amarellos. Qoaato mais iotelllgivel mais
; applaudido.
A originalidade de seu modo de vida pro va o
' que elle se devo esperar. Leva regularmente a
! Mr at as duao ou tres horas da manhaa, livros
um alninro por parte dos Akigoanos, pela ba presi-
dencia que ftzera na provmtria de Alagas, o segun-
do com um janiar, dado pelo viseonde do Abaet
por ter mimoseado ao tritio deste com um diploma
de deputado pela provincia de Minas. Para dar
mais solemnidade ao acto foram convidados os re-
presentantes da provincia de Minas em ambas as
cmaras i o piestdente da tramara temporaria.
No brinde de honra alludio o visconde a escolha
de senador, as felicitacoes dirigidas ao here da
festa e terminou vtctoriando-o pelo liemvindo 1 Es-
aente durante o mez de abril aitimo, as func- V. S. para ser prcsonte assembla provincial le-! poot mais oa menos, levanta-se, vai ajudar a
ao capitao I
de engenheiros Dominga Jos Rodrigues como pe- n. 90.
de mis dous inclusos requerimentos as gratilica- Dito ao mesmo.Em additamento ao men offleio ; da moda em que faz ampia oolheita de suas anti- \ te brinde indica que o jantar tambem teve por lim
coas a que liver direito por haver exercido interi- de 30 de marco ultimo, sob n. 72 passa as maos de theses predilectas. Dorme at 11 horas da manhaa escorar a popularidad do novo senador, que pe -
* deu limito desde que elle se lembrou de cavalgar
um boi para entrar no senado. O senador Firmino
adivnhou o brinde porque nao aceitou o convite,
como se lt> no Constitucional.
Em quanto o presidente do senado procura de
balde suster borda do precipicio a popularidadc
j lao minguada do senador Ottoni, a cmara vita-
licia vai conquistando lodos os dias novos foros
estima e eonsideracao do paiz.
Nao faa idea dos despropsitos comidos nos pro-
jcctos de fixacfio de forras de mar c de (erra apro-
vados pela cmara temporaria e remettidos ao se-
nado. Nunca a cmara foi tito balda de conheri-
mentos de marinha, como actualmente, quando tem
no seu seio urna alta patente da nossa armada e
roas de encrenheiro encarregado das obras do me-
llioramenio do porto destt cidade e 4o fiscal da
pone de ferro do Recife, urna vez que nao baja
inconveniente em taes pagamentos.
frito ao capitao do porto.Maride V. S. por
lihprdade o recruta de marinha, Francisco Acacio
Sihwstre que Ihe foi apreseniado hoje, visto ter
ella seu favor iseocao legal.
fiito ao mesmo. Faco apresentar V. S. os re-
crfkas de marinha Caetano Gomes Cavalcanti,
Gaatediano Celestino da Fonseca, Antonio Dis de
Soaza'Paulo Ferreira da Paixo, e Adolpho Soares
isla ti va provincial as inclusas notas dos proprle-
rios, que residem em suas casas collectadas pelas
iollectoriasdo Rio Formoso e Iguarassu' com a dc-
laraco da importancia da decima qde pagam no
embrrente exercicio.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda transmit-
ir V. S. para o lim conveniente as 2 inclusas or-
dens do thesouro nacional datadas de 8 e 15 de
abril ultimo, sob n. 40 e 44.
Deaaache tia 3 de auia it 1884.
Requerimentos.,
Dito a cmara municipal de Barreiros.Sendo a da-Silva, aflm de que Ihes d o conveniente iesti- Alferes Antonio Bezerra da Cuolia.Informe o
crearlo, divisao, e suppressaode districtos da com- no. depois de inspeccionados. Sr. commandante superior da guarda nacional de
potencia das asseroblas legislativas provinciaes, e __ ^j[0 ao commandante do corpo de polica.P-' Nazaretb.
nao das cmaras municipaes em virtndedo dispos-
to do 1 do art. 10 do acto addicional, como es-
clarece o aviso a. 395 de 19 de setembro de 1860,
nao pode por isso ser concedida a
licitada pela cmara municipal da
ros em seu officio de 16 de abril ultimo, para a
oreacao que fez do dstrirto de Paz a que alinde.
Diio ao commissario vaccinador.Mande Vmc.
apresentar na secreuria desta presidencia algu-
mas laminas e tubos de puz vaccinieo para se-
rem enviados ao delegado do termo de Flores, on
de reina a varila.
Dito ao commandante do vapor Paraense Nao
se tendo estipulado no contrato celebrado pelo con-
selho de compras navaes com Wilson Hett & C,
para fornecimenlo de carvo de pedra, a condico
de ser este peneirado, e parecendo que alm da
difllcoldade de eneontrar-se quero se queira SBRel-
lar a tal clausula, tornar-se-hia desta sorte o for-
necimento daquelle genero extraordinariamente
dispendioso para a fazenda, nao pode par isso ser
.-aiisfeia a exigencia comida em seu officio de 21
de abril ultimo, sob n. 97, no sentido de ser o va-
por sob seu commando supprido de carvao pela ma-
neira indicada.
E porque em dito officio d Vmc. como razan pa-
ra solicitar senielhanle providencia a perda da
niaior parte do carvo por vasar este pelas grelhas
da foroalha esse navio, tenho a declarar-Ihe que
a bem da economa dos di unciros pblicos, deve
Vmc. fazer conchegar as referidas grelhas que se
acharo apartadas, com o que se evitar o inconve-
3oV. S. fazer engajar para o servico do corpo sob|
sea commando os paisanos Manoel Paes de Alhu-
qarqne Cavalcanti e Jos Paes Barbosa apresen-
approvacao so- tados com o seu officio n. 20. de 30 do mez fmdo. informaeo.
villa de Barrei- :_ 3__:
Augusto Gezar Fernandos Eiras.Informe o Sr.
Inspector da thesouraria de fazenda.
Diogo Jos da Costa.- Nao tem lagar vista da
Dito ao mesmo.Ao soldado do corpo sob seu
commando Flix Jos des Santos, que concluios f-pector da thesouraria de fazenda.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.Informe o Sr. ns-
u
0 .
sea engajaraento, como se v de sua informaeo] Francisco Rufino do Reg Brrelo.Informe
n. 201 de 30 do met Ando, mande V. S. dar a bai- Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
xa que requer. Francisco Xavier Rodrigues de Miranda.Infor-
Dito ao commandante superior da guarda na-; me o Sr. regedor interino do Gvmnasio.
cieoal d Olinda e Iguarassu.Expeca V. S.as. Flix Jos dos Santos.Dir'ija-se ao seu cora-
suas ordens para que o commandante do batalho mandante. ,
n. 9de infantaria da guarda nacional sob seu caro-' Francisco Beringuer Catar de Meneze*.Passo
preparar o almoco, alnwca, fumi seu charuto,
vai para a cmara on rica em casa para assignar
niguas papis ou examinar outros. Quando nao
dia ili conferencia do ministros ou de despacho
em S. Christovao, ouve alguma seca on d audi-
encia, e depois deita-se e de barriga para cima le-
va a lr como j disse, al alta noile. Quando o
nobre anuyo falla, os nebres amigos acodem e com-
primenta-o como a sopa ao niel. Este ministro
o rival no gabinete do presidente do conselho e
os elogios e applausos com que reeebido na c-
mara vao por tabella ferir ao seu rival, envido
cota indtfferenca glacial.
O ministro da guerra, como ha de saber, foi
muilu patulea. Fiel s snas antigs amisades, que acaba de ser ministro da marinha; quanto aos
vem sempre rodeado do alferes e lenles refor-1 da forca militar de trra nao fallemos nisso. Por
mados de seu lempo que o nio deixam um ins-1 isso os dous projectos de leis annuas sahiram da'li
tante so. A athmosphera de incensosem que elle \ verdadoiramente monstruosos.
horas, rondnrido do lllin. cabido de erax alcito.
carregado allernativamenle peta aohraxa, riera
povo.
Nesse trajelo, dohravam oj siaos da
ouviam-se os caticos dos padres, os
instrumentos marciaes, e o qae mais f
a falta do pastor, cuja memoria imprima
em lodos os scmblan'es :
A cathedral vrstio se de lato, e apraaaalaa em
seu seio urna eca colossal, onde se actavam gra-
vadas todas as piases memoraadxt da vida da>
egregio pastor.
Foi no centro desse monumeato. e eatre asa pa-
ristylo que llcou depositado o nosso veaerrad ara-
lado diocesano, de sandosa e eterna memeria.
Offlciou o Rvm. deo e vigario eaaitaaar Dr. Jea-
quim Francisco de Paria, tendo por dtarano a ca-
nego Firmino de Mello Atedo e sab-liaroao o ea-
nego Antonio Jos de Sonta Gomes.
Fura ni absol ventos do casi rom dotare aa flvaa
cooegos thesoureiro-mr Pedro Jos da Qaajraa e
S, mestre escola Marcellino Antonio V
cediago vigario Joo Jos Pereira e
Joaqun doea I ves Ferreira da Cruz.
Com mais espago daremos a dwcrip.io
cato.
do superior nao so mande postar no dia 5 do
crtente s 5 horas da tarde urna guarda na s de
Olinda onde tem de ser depositado o corpo do
Efcm. Sr. bispo D. Joo da PuriAcaco Marques
Perdigao, mas tambem marche com o predito ba-I
tamiio no dia 6 s 8. horas da manhaa para a fren-
todaquella igreja, aflm de fazer parte da forca m-
cmibida de assistir as honras fnebres que com-
peten) ao mesmo Sr. bispo.Comrounicoo-se ao
commandante das armas.
Diio ao commandante superior de Nazareth.
Deerindo o requerimento do alferes secretario An-
tonio Claudino Alves Gomes sobre que V. S. infor-
man em seo officio de 16 de abril prximo rindo, o
auloriso a mandar aggrega-lo ao batalho n. 18 de
infantaria da guarda nacional sob seu commando
superior.
Dito ao iuz de direito de Nazareth.Remeti
Vmc. seis laminas com o pnz vaccinieo solicitado
Diente de que se trata, accrescendo mais que, ten-! em ^ ofljcto e do o carvo deCardff a quahdade especial de
promptamente adherir-se segando sou informado,
deve isso tambem concorrer para tornar proficua
aquella medida.
_ 3 .
Officio ao Exm. presidente da provincia da S.
Paulo Tenho a honra de acensar recebidos os
exemplares dos relalorios e documentos que V.
Exc. se servio remetter-me com o seu officio de 17
Dito ao jurz de direito do Limoeiro.Tomando
em eonsideracao o que expoz o inspector da the-
souraria provincial em seu officio de 9 de abril
ultimo, sob n. 130, transmiti Vmc. a melosa
coata das despezas, aa importancia de 289*180
rs., feitas com o sustento dos presos pobres da te
dala dessa villa durante o trimestre de Janeiro
marco deste anno, aflm de que, estando em termos
a dreoila coata, seja authenticada com o sea
de mareo utotoo. vistecomo prescreve a circular desta presiden-
Dito ao Exm. presidente da protincia do Para-'CA de 20 de junho de 1859, sera qae nao poder
n.-Com o offleio de V. me. de 24 de marco ul- produzir os devidos effeitos.
ttmo, recebi dous exemplares do relatorio rom que, )ro ao director gertl da instruceao publica.
foi abena a assembla legislallva dessa provincia, P-ra satisfacer a deliberaco da assembla legis-
e dous da exposicao apreaentadaa V. Exc. por oc-; laMva provincial, Informe Vmc. acerca do qae pe-
casiao de assuroir a sua administracao.
Dito ao Exm. Sr. Dr. Adolpho de Barros
canii de Albuquerque Lacerda, presidente da pro-, a- Boa-Viagem. *
4>ilo ao director das obras publicas. D'
.- .uva provincial, miornie vmc acerca on qae pe-,tre ^^^ perpetuar em Um quadro,
Caval- i**- m*^e^ae^to Ateandrtno Ayresda' presIe admiravelroenle o assumpto, a
da oro- .*x0' fifcssor Pabhco de "*fc*o etementar 5esso lar4o dd|o muoliao c^ismo.
portara na forma requerida.
Joaquim Theodorico de Albuquerque Maranhao.
Informe o Sr. Dr. chefe de polica.
Marcelina Dias.Nao tem lugar o que re-
quer.
Miguel Pereira do Valle.Prove o que al-
lega.
Paulino Juvencio da Silva.Informe o Sr. di-
reelor da instruccao publica.
en tio respira o embriaga por modo tal que tudo
es<|uece.
Sabe que o ministro de estrangeiros o Sr.
Dias Vieira ; nao sei se preciso dizer mais al-
guma cousa para se calcular o que vai por aquel-
la reparlirao O Ilustre senador aceitou essa
pasta com a mesma neumtica suficiencia com
que aceitou a de marinha, e aceitara outra qual-
3uer, e anda mesmo o commando dos exercitos
a Crimea ou da armada do Bltico. S. Exc. nao
PER1UMBDC0
ASSEMBLA PIOYIUIAL.
O ministerio aceitou tudo quanto Ihe arrumaran!
s costas, mas no senado deixou correr revelia
todos os lilhos queridos da maioria amarella que, SESSAO ORDINARIA EM 5 DE ABRIL DE
niorreraro de ictericia A mortandade foi horrivel, |
suecumbiram as pobres criancinhas som haver i
quem Ihes dsse um caldo ou Ihes applicasse urna i
fomentaco. Os Zacharias e o Das Vieira aban-
donaram a casa para nao v-las morrer; coitadi-
nlias! tinham nascido-invisiveis.
As discussoes do senado nao tem lulo replica,
cao, e o estudo das nossas cousas nao foram des-1 offerecdas em primeira itiiranio,
terrados de todo deste paiz. rossa consderac;o o seguate pa
se altera nem mesmo quando sua maioria se m-1 toda fenle sensata d gracas a Deus quando v que
surge contra elle, ou aao pode lr em franco/ nes a razao, os conhocimentos pralicos da administra
dias de despacho as notas das ministros estran-
geiros. Tem em sumroo grao o mrito alias hoje
i muito vulgar de nao dizer nada quando falla.
I OSr. Brusque aceitou ingenuamente sua posico
i de calouro, diz que vai estudr, e est estudando.
Os ministros da fazenda e obras publicas sao no
ministerio os representantes genuinos da deputa
PR8SIDKNCIA DO SU. CON.SU.HEI00 TUGO frC
LOUBUMO
(Cendoaia.>
ORDEM DO DIA.
Entra em primeira discusso a arojecto
guinte :
A commisso de agricultura,
obras publicas, tendo examinado al
projecto de le a. 4 do 1801 e as diversas i
veas
. parecer
Se o systema representativo entre nos nao esti- A commisso de agricultura,
vesse para o verdadeiro systema representativo obras publicas, considerando que a i
como o macaco est para o homem, acredite que acudes nos serios ac IVrnainboco,
esle ministerio j teria de ha muilo abandonado o j salisfater s necesidades publicas, lean
posto, nao pelas derrotas que tmsolTrido no sena-10 estado saniUrio em algumas localidades e i
Theodoro Rarupk.Dirija-se aodirectordasobras 5o minetra acrescentada com os votos dos depu- do, mas pelas victorias que nao tem alcancado na i nem outra consa deveria aronlerer,
publicas. I fc.d08 a em ella dstribuio diplomas na verifica-
... cao de poderes. Nao primam nem pela sua acti-
vidade, nem ce Ihes suppoe influencia aecessaria
para imprimirem direcea machina governa-
ti va.
Tal ministerio, tal cmara. E" preciso apreciar
aorigem donde esle sahio para bem o compre-
hender. A cmara nao nem mais nem menos
' seno o que a situacao permitlio que ella fosse. A
geologa assigaala urna vegetaco especial cada
Por mais bem informado que esteja do occor- tnsforniacao pela qual passa o globo .
rido nesu corte por occasio da entrega da conia amos. O mesmo parece dar-se no mundo poli-
cvica ao honrado bario de Mootserrate, nao pode Uco-. ^s do individuahsmo, do tomo da intelli-
azer idea vista dessa solemne demonstrado do en,c!a e ^fr*0. ??,? PPdcm sar^ir a lona'
BIO a>K JANEIRO.
23 de abril de 1804.
informado que esteja do
' espirito iMiblico
O espectculo
rotar na superficie habilita?5es iguaes s das po
foi grandioso, quem o presen-! de enthusfaamo pelos principios, crencas sin-
ciou nao oosquecernunca, Aspessoas que concor- "ras das conv.ccoes enrgicas. Nao se compre-
rerama elle erara das mais conspicuas e respei- ende Miraboaa na corte de Luiz XIV nem uraa
lavis ; foram carcajadas em mais de mil, apesar Mnfueira florescendo nos glos po ares.
de nao terem comparecido empregados pblicos' .A cama ca' a Ireceosos das delagoes dos espi5es depticia que J.'* sfr-. P" r nenhuma i dea nao pre-
Bio faluvam ao acto, porm mais de mil que equi- e,S8 'er ideas, para emeamente oneopar o lugar
, r "^ ino Alllrnj iiMiunrqm l....l^ <,,- i,. m.tivi.lnn a
valen ao decuplo.
Se a pintura histrica estivesse adianlada en-
a que se
memoria
cmara temporaria.
Os ministros lodos tem applaudido as suppressoes
e emendas do senado, desistirn! de pugnar pelas
suas opinioes com receio de desgostar a maioria,
ou para nao pedircm votos de banco em banco. O
ministro da guerra chegou a dizer a respeito dos
castigos corporaes, que elle se declarara contra a
extinccao driles, mas a cmara entendeu o contra-
rio e elle, resignou-se.
A situacao lao forte, como apregam seus cory-
que hab- \ pheus, acredite pois esta a crenga geral nesta
corte, contina
a toleram.
A siloaco nao tem torca para resistir a golpes
enrgicos e repetidos. A emigracao se operara
no momento em que se creasse um centro de altrac-
cao para ella, porqu esta na consciencia de todos
ue a liga nao foi seno urna sociedade em cunta
rante o verao impossivel liropar as ;
tadas que de dia em dia se tomate i
s pessoas e animaos, que dolas
consequencia da pulrefaccao di
cas vegetaes, e ser esta cansa de i
tivada pelo calor proprio da estacanSendo a har-
tura de pocos artesianos a unir maaeira de lorar-
cer agua potavel no vero aos habilaates da trale.
e podendo, segundo as circumstaacias loeaes, ea-
tar esta obra menos do que a coastrneeao de ana
acude sempre sujeito um desabasaanto par er-
a existir porque os conservadores > cumslancias imprevistas on caso de (orea aaaiar. a
commisso propde esla assembla o adamele da
projecto n. 4 de 1861, e pede a vos-a
para o seguinte projecto :
c A assembla legislativa provincial de
buco, resol ve:
Art. 1. Fica o presidente da provincia
e participacao destinada especular em transac-1 rlsado a mandar fazer por um cayaanare
vlncia do Amazonas.Inteirado pelo seu offleio de
7 de abril praxmo lindo de haver Exc. tessa
dala prestado juramento e entrado no exercicio
do cargo da aVasiannte dessa provincia; cmpre-
me aoaivBrar V. Exc. que sempre me encon-
trar disposlo a execular suas orden* quer sejam
relativas ao servico publico, quer ao particular de
V. Exe.
Dito ao Cxm. Sr. Dr. Freelis de Andrade Bote-
lho 4o vina-presidenle da provincia de Minas-Ge*
caes.Accusando reeebido o ottlcio de V. Esc. de
.r de abril prximo Ando, em qne me communica
lia ver na qualidade de seu 4 vico- presiden te tomado
conta no da 2 daquelle mez da administracao des-
sa provincia, lenho a satisfacao de declarar V.
Exc. que fielmente serao enmpridas as snas or-
garatdaa
ao director das obr* Se fosseroqs dignos da constiinicao q eternos,
a SQaS 0F^ para "as as as listas de senadores que fossera de
"^'Tli^r6^'^0 2S. *A.V*\!??:f em diante apresenudas escolha da coroa.
Vmc.
que outros oecuparam, basta ser um individuo, e
adamis. Odecretodet.de maio dispersou os
antigos deputados, e o ministerio exigi apenas a
ao reeleicede certos e determinados individuos
sendo-lhe inteirnmnte indilTerente os seus subs-
titutos. Estas exigencias foram attendidas, e os
brao "de Moolserrate figurara em t(h [ *abit<''>s preenctiem admiravelmente sua mis-
com a frente da igrja matriz da freguezia do S.
Lwrenco da Mana, devendo esse orcamento ser-
me enviado com brevidade para o flm conve-
niente.
Dito ao Dr. Esteno Benedicto Franca Cons-
tando de participacao da directora geral da secre-
taria de estado dos negocios da juslica de 19 de
abril prximo linde que por decreto de 29 de Ja-
neiro ultimo S. M. o Imperador houve por bem
iiamear Vmc. para o lugar de juii maatehjml a
de ortWWt do termo de VtHa-Bella nesta provin-
cia : assirolho commumeo para sea eonhecimen-
ta, e aflm de,, prestado o juramento do estyle, entre
deus quer tendaraaoservieopubMco, quer aopar-logo era iertjcio independeole do titulo,.nao
licular de \. Exc. aaresentar no praao de 3 metes contados desta
Dito ao brigadeiro commandante das .armas. daia.Fizeram-se as domis communicacoes.
Ditoao delegado do termo do Limoeiro.Iafor-
das
Sirva-se V. Exc. demandar por em liberdade,
dando-llie baixa se j estiver alistado, o -recruia
Pedro Jos de Santa Anoa, visto I ir provado isen-.
^So legal, '
Dito ao mesmo. Remeti por copia V. Exc,.
para seu conhecimento o aviso de 13 de abril ulti
mo em que o Exm. Sr. ministro da guerra declara
qae o recruta Jos do 0' da Silva que allude o
officio de V. Exc. n. 280 de 16 de fevereiro desto
anno, deve continuar no servico.
Dito ao mesmo.Para cumplimento do disposto
no aviso de 18 de abril prximo lindo, sirva-se V.
Exc. de informar sobre o que pede D. Mara Be-
nedicta Domemck no incluso requerimento.
Dito ao mesmo.De conforrrudade com o aviso
da reparucao da guerra de 20 de abril ultimo, re-
mello Incluso o requerimento do major do 4 bata-
lho de animara ap Carlos Pelippe da Silva Mu-
s e Abreu sollicitando dispensa da reposico de
rae Vmc. cora urgencia se a varila anda reina
com inteusidade nesse termo, visto que convm
ponpar aos cofres pblicos a despeza que se est
fazendocom o cirnrgs encarregado do tratamen-
to dos desvalidos accommettidos desse mal.
Dito ao thesoureiro daa loteras.Attendendo ao
qae me requereu o vigario da freguezia do Ouri-
cury, recommendo Vmc quo faca correr extra-
oadi Hartamente sem prejuizodas que ja obtiveram
preferencia urna parte da lotera concedida em fa-
| vor des obras da igreja daquella matriz.
Dito ao gerenie da Companhia Pernambucana.
Respondo ao seu officio de 2 do crreme di/en-
do-lhe que pode fazer seguir para o norte o vapor
Psrsinunga ao dia e ora indicado no citado officio;
quanto porm sahida do Mamanguape para o
sal, fica adiada como convm ao servico publico
A imprensa pernambucana coberta de elogios
em lodos os circuios, mais esclarecidos desta cor-
te pela justa e brilhante defeza que ella tem feito
dos capuchinhos, lazaristas e irmas de caridade,
essa milicia tao distincta do catholicismo.
Nesta questo, cerno em todas as mais, o gover-
ao tem se abetido de intervir para se nao compro-
metter com algnos dos crypheus da situacao nas-
eenlc.
A aova ara, como o ex-presidente dessa provin-
cia, para se defender qualificou esta pobre actua-
ldade, destingue-se principalmente por suas in-
di nages ante-eathoiieas. S no dominio desta po-
da ser estampad na folba odaciai o acto de Sexta-
feiraSanta, 29 d marco. Os ministros o.leram e
j>arece-me que deixaram cahir de adrairao o
sao, oceuparo o espaco que acbaram vasio.
Todos os dias a cmara toma urna face nova.
Qeein a v aa segunda nao a reconhece na terca-
(eirn. E' como um lago exposlo todos os venios.
Qualquer palavra a irrita e desespera, o menor
aceao a socega e iranqu'lisa. Quando as galenas
acodem aos symptomas de temnestade, reina cal-
mara podre, quando a superlicie do fagq lisa
cues polticas. Hoje cada qual (rata de se arranjar
levantndose com os lucros que Ihecouberam na
liquidacao.
Os homens honestos que entrarara na charola
suppondo ser outro o flm della, cstao amuados sem
saber como se ho de decidir na dura rolisao em
que se acham. Apoiar a aclualidade, metter as mos
e os bracos as amarellidoes da nova era, para
elles impossivel, passar para os arraiaes oppostos a
m vergonha o nao consente Remettem-se ao si-
lencio, como o melhor partido que podera tomar, a
espera de novos lempos, novas ideas.
O Dr. Silveira Lobo um dos que pensam
assitn. Dz-se que est resolvido a abandonar bar-
cos e redes e ir para Minas tratar de sua advo-
cada.
Elles dizem que nao ha mais partido conserva-
dor, entretanto o que exacto que nunca houve
como o espethb, em breve elle se agita e as ondas j partido progresssla. Inventaram o nome para urna
se alevantam sobre as ondas. enanca que havia Macar e nao nasceu. Ligaram-se
Diz-se ao mesmo lempo que a opposico toda uns poli lieos ambiciosos impellidos pelo vente que
a cmara e que toda ella ministerial. E em um soprava de pontos oppostos do quadrante, para re-
caso como ao outro se diz a verdade. A cmara nao partrem entre si as posicoes offlciaes e chamarain
serve a nint;uem principio ou serve todos e a esta liga partido progresssla. Irrisol
dos geolgicos necessaries para a abenara da anea*
artesianos, nos lugares da provincia de f
co que sortrem de grande falla d'agaa potavel
uso de seus habitantes.
< Art. O presidente da praviana (ara a ac-
quisieo dos instrumentos aeceetariot para aafa
esludos e para os irabalhos definitivos, segarnaa a
indicaco do engenheiro encarregado da serviro.
c Art. 3.* Heconhecida a possibilklade da i
lura de um poco em logar conveniente, a
te da provincia mandar logo proceder
Ihos detinilivos.
Art 4.a O presidente da provincia poder de-
pender com o pessoal e as verana indicada na
arligos precedeules a quaota de !O:00U*V.
Sala das commissoes, 19 de mareo de 1804.
G. CampeUo.Rego Barros.
O Sh. Silva Baibos diz qne, para poder prestar
o seu voto ao projecto que se discate, precisa, qne
a illuslre commisso que o 'onleanenoa sadajne
esclarece-lo, dando as razdes justicalivaa da anea
mo projecto.
O Sr. Gervasio Camello d as exptieaeae pe-
didas pelo honrado membro, o Sr. Silva Ierren
todos os pmrcipios. Parece que a sua feigo carac- As prouiessas das reformas principian! a ser j o Sh. Silva Barros : Sr.
terislica a servilismo hvpoc'rita. Emperliga-se to- cumpridas por modo irrisorio. Ao projecto do Al- apresentado esta casa um
da cero velledades de liberalismo de opposico ao meida Pereira autor isando os presidentes a oomear i construir diversos acudes no sav desta
foverno, roas smenle at ao ponto em que pode
quelxo ante o taleulo e inslrucco religiosa do seu principiar o comproraetiimento.. mas apenas ella o
aulor. Se o ConitifMcioW nao houvesse denun- divi*a no hortsonte desanda precipitadamente enco-
Ihenao-se como d caracol a sua concha.
Cada dia que passa sem a noticia de dissolucao
ciado o escndalo s consciencias calliolicas, at
boje o ministerio nenhuma providencia teria dado.
Ouando fallo em ministerio nao supponha que
acredito na existoncia real de urna enldade assim
chamada ; obedeeo a urna impuiso .de habito.
Ha sete homens que se denominara ministros, mas
nao ha ministros; sete homens que se reunem em
do ministerio causa geral assorabro. Ninguem sup-
puoha que o Zacharias podesse dirigir ministerio
por mais de tres dias, mas lodos supponham que o
15 de Janeiro era um ministerio, c nao a justa po-
sico de sete hmeos fazendo cada qual o qae Ihe
n"..i i P*ra d,a 8 -0 crtenle.
qudii- i i>rtP|o-j. fl nrp
^TTXH "nJW^ma ^S^TdT'' Portaria-O presidente da provincia, tendo em
dade de major flsea do rne-rao batalho e de di* ^ resultado do concurso, que se proceden
rector de ooras de forliacacoes, para que V. Exc, '" ,. n orotitOQ ^-^ r,*oiven(wnea
fazendo sellar o mesmo requerimento, sirva-se de $^fj^JgS^
dnPetrolina Amonto Francisco de Moara, de Ca
informar acerca de semelliaote pratencao, eaplir
cando como pode esse offlcial accumular o exerci-
cio de fiscal de um corpo e de director de obras.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar por
em liberdade, dando-lhe baixa, o recruta Manoel
da Circumcisao Freilas, se anda nao estiver lina-
lisado o praso de que trata o artigo 23 do regula-
uieiilo do 1 de maio de 1858.
Dito aa mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
pdr em liberdade dando-lhe baixa se ja estiver
hrobu Sabino Anisio de Faria, e de Fazenda
Grande Juvencio Temporal. Communicoa-se ao
director geral da instruccao publica.
Dita.O Sr. gerente da Companhia Pernambu-
cana mande transportar at Penedo no vapor Ma-
manguape em logar de r destinado passageiro
de estado Jos Firmo Pereira do Lago.
UOV lia I111III3IIUS 9CIO IIUUICI13 iJU^ OCWMV %. .
certos e determinados dias; assignam o expediente Pa*sa nela caboca.
das secretarias, do aos amigos os despojos dos fjll-eimento do Paes Brrelo esteve para des-
adversarios, mas nao 7 partes homogneas absorvi-; anchar a ifrejralia. O Olinda apresentou logo o
das em urna unidade de pensamento e de aeco. f.ehu candidato, o Sa e Albuquerque o Urbano e mais
A liga de boje nao revelou ainda urna eapaci- Ijberaes genpiiiosindicaramoChicriorro .Vnhuma
dade poltica de vulto ; tem sido Iluminada ape- 'ieisatc^ata S/*^.ao.8ild*l!1.aM,a!!?,ho-
as por phosphorescencias.
Depois dos rudes attaques do Sr. Plmenta Bueno
todos pergnntam pela tao premettedora reputacao
do Sr. Zacharias de Goes e ninguem d noticia
della. O autor do enfesado opsculo, sobre as at-
triotrieOes do poder moderador, que o Sr. Olinda.
Me convintia em odio ao Sr. Sayo
mas o que fez elle? Cabalou com varias deputa-
edes para Ihedarcm urna pasta. Ministro zonibaria
elle de todos os S e Albuquerque e Chichorro; fl-
xaria a escolha em quanto que os outros licariam
ibuchaado no dedo. O ptana era tao fino que llcou
transparente. Os protectores do S e Albuquerque
e-dn/Chicherra o comprehenderam e a pasta da
nto, jiem m j*\&:f^ifiZ ^ Sot Sn^o "ameTcou
quanto vale, nos seus discursos proferidos no se
nadd, nos seos actos, aa nenhuma direceao qae
tem dado s cousas publicas.
Na cmara dos deputados elle nao inspira con-
flanca a grupo nenhum apesar de ter a pasta ds-
posicao de todos, smente a inspira ao deputado
a quem despacba ou a cujo pedido atiende, r
romper, nal nao roropeu. Parece que este illuslre
eorypheu da situacao lio corajoso como pruden-
te. Itesmanga multo, mas por flm acaba sempre por
calar-se quando nao multiplica protestos de ded-
cacao.
Tambam dava-se pouco pela continuaco da
>^J7^*Pf^.*-^^
uu Thoni Gnrald. dos Santos, que SaSlTS SE%?i ffi^SjKS" v
provou iseoco do recrulameoto.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico V. S. para seu conhecimonto que
segundo consten de officio da secretaria de esudo
dos negocios da agricultura, commercio e obras
publicas de 21 de abril foi concedida Eduardo
Antunes de Mello e Albuquerque a demissao que
pedio do lugar de agente do rorreio de Nazarelh,
a nomeado para o substituir Demetrio Jos Pinto,
vencendo 50 por cento do rendimento da agenda,
sendo-lhe Usada a gratificarlo annual de 120W0
para Ihe ser preenchida no"caso em que pela per
eeatantea aan nwlaca esta aanaai I tu* I "w,w
nmrucaeao'se fez ao adminisirador do crrelo des-
ta cidade. ***
Dito ao mesmoParlecipando o hachare! Vir-
gilio de Gnsmo Cnemo, que em 09 do mea Ando
e aa qualidade do 2* supplente, asmmio o exerci-
cio do cargo de juiz municipal da 2* vara desta ci-
dade : assim o communico a V. S. para sen co-
nher intento.
Orto ao mesnw Em vista de que pondernn es-
sa theeonrana em soa informaeo de 20 de abril
ultimo sob a. 202, autorrso V. 0. a mandar pagar
ao alferes JasamaDepc.ler.isno de Sonta Bruno
nao a quanna de 364540, como pede no requer-
meato documentado qae devolvo, mas smente a
E' ama feli-
cidade anciosamente procurada ser alvo de suas
invectivas. J negocio sabido. Apenas chama
que elle snpannha miando fez a alliaaca com os li-
be raes do sul. O ar redmenlo do Saraiva ia lican-
gner Cesar de Menezes, resolve, de conformidade acUTas^,,rnlc^ ^ S00'** ? e arredie j iam sendo
com o 1 art. 31 da le n. 369 de 14 de malo de S^l latino Sat blloo dos capnchtanos, moda, como que forraavaro um centre de attrac-
1055. e de acedrdo cora a informaeo do director- \ZtlXga^^orirTn^ir^in^ pedia le- ?ao para o qual convergi alguns astros errantes no
geral interino da instruccao publica de 30 de abrlT t^T'Xl nnraon desaBnoaalmimasnotas,! W' El11U8 P"a i** > I" lemra-se
uiimo sob n 80, onvido* o conselho director coiH Ha? ^ Sffles KEffte do a necessidade de urna raissao especial para a qual
ceder ao referido professor a graiificaco, corres- InSf^ nomeado o Saraiva, dando-se-lhe por assessor, se-
pondente qttarta parte do'seu ordanado. vistd ^J'0S para quem talhou as carapa5as, agorar flundo rev-oa 0 Saidaoha arinho, o aacy aa/wre
cantar mais de 28 anno? de magisterio.Commu* \ No ^ se-uinte ei-los a pedir explicacoes, e elle da siiuaeH a lavaras Bastos, un das vicmas do
nlcoa-se ao director geral. \ J& ZIXT, fhSrf ffi* rEe fthi mo- laP? canedunista do preamente do conselho e ao
_ aa d taes e de to sabido quilate que d ah mo-
DitaO Sr. gerente da companhia Pernambuca malp6 olfondidos e offensor sao vistos a passear
aa raanoe dar transporte>ate Penedo no vapor Mo- de braco ^^ ^ debaixo das galeras, desper-
kintniapc, em lujrar de r destinado a_passageir | ,,nd(> \ jnveja doS 1de a Ma turno desejariam
tambem merecer iguaes apodos.
certos e determinados empregados, agora approva-1 fuj esse projecto requerimento de um d
do na cmara temporaria chamam prog le da des- deputados remedido a commisso da obra
centralisaco administrativa. s leis bancadas do Cas, para sobre elle dar o sen parecer,
Ferraz foi apresentado como reforma o projecto in- o urna medida geral sobre essa oeceasM
lnguido do Souza Franco destinado a providen- > se resente a provincia. Vejo boje, Sr.
ciar sobre sociedades nue nao existem c nao exis- ,, a iilntr<> mirmiiin A* obras aablk
ciar sobre sociedades que nao existem
tirao to cedo, e oulro do Saldanha Marinho para
perpetuar os directores do banco do Brasil de que
que a illuslre commisso de obras poMiea*
tando casa o presente projecto es
do que Ihe foi remedido, apresenta a idead a an-
faz parte o senador Oiton e cujos rendimentos se torisar o governo a mandar fazer os
orcam por 8:0004 annuaes. A reforma da le das
reformas judiciarias principalmente notavel pela
creaco de substitutos de juizes municipaes as pa-
rochias nomeados por 4 annos, meio de consolidar
por esse tempo a dominaco actual.
Remato esta dizendo-lhe que o conselheiro Euse-
bio parte para Europa no paquete inglez de maio,
na esperanca bem fundada da que Picar ali rate-
ramente reslabelecido de seas incommodos. E' o
que lodos desejamos.
(Carta particular.)
gicos necessarios para a abertura de poce i
nos, de preferencia aos acudes.
Sr. presidente, nao serei eo, a quem
conhocimentos proflssionaes da materia,
demne a idea dos pocos artesianos, que i
vantagem, tanto mais, sabendoque esaaa _
sido ensaiados com o melhor resnitade aaa dwar-
sos paizes todava ignorando a soa paOcaanad.
temendo que nao se ponha em exequitbaade na nai-
de estado ao professor publico de instruccao ele-
mentar da villa do Onriertry Martinho Jos de Je*
jos e era lugar da proa a uro seu criado. *
Coiiuauat* da expedante i secretari da gver-
n, ...a.>.c naiedelSO.
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
! De ordem de S. Exc a Sr. presidente da provincia
communico V. Exc. qae por despacho desta dala
aatorisou-se a director do arsenal de guerra a sa-
tisfazer o pedido do major commandante do corpo
a gnarnioo a qne atlade a officio de V. Exc. n.
780 de 20 de abril prximo Dado.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.S.
importancia d despeza por alie fcka com < torne- Etc. p Sr. presidente da provincia, manda trafis-
cimento de agua para o uarte! do destacamento raittlr V. S. as rtelos* oNeus lo diaera duph-
.0 })

Nao sel se perteneem ao numero dos invejosos
os qne andam s a perguntar de eaoeir emoa-
deira se o Zaeliarlas lem dito algttma coasa con-
tra elles ; mas pesso affiancAr-the que o enanc-
la d< botos'oa lagartixa j est despachado, eo
libertina tem ter letra aceita, se no dia do aewri-
mento a nao ft'r cobrar, qae a ter etidossado a
ootWW.
O aalnislfe de imperio a ultima esperanca dos
Httoraes, mas de certo nao anda o Msalas dos
anta relio Ida ardentemen te esperado. Nao s po-
d negar tatito ao Sr. Jos Bonifaro, IHustraeJo
ana facMdadeem exprimir-se, mastopre-
Motoeaa sua pirase, tio saperfklal comqnanto
l'aftecte profuodidade. qng afo parense* tordo
qual par n era deuda na raparacao.
Cernotdssem as Bio-grafidenses um jantar em
obsequia ao general Neto que da parte dos- Brasilui-
ros residentes no Estado Oriental veio pedir ao go-
verno imperial etlfrsse de governo de kaootevMo
satisfaco coadjna,oSr. Saraiva e o sen secretario
l foram fazer a honras do jantar, imprudencia
que, como, era de crr, lera desgostadp a toda gen>
te seria.
Mas o que se ka da-fasar? A stlnaeSo emjnan-
tmeme gtstronaaatea. E' justo que es dolos do dia
sato veneradas 'segando as especialidades do sen
culto. A quadtf, o da iatelKgnea nem do co-
rceo, mas <;, barriga, i na lautas mesas onde
e-Jadiviad"aaVf adorada como mais Iha apraz.
ODf r.otagaax-pria>ittadaAlagoasafoio
pretexr-j de urna adoraeJe sooenlanta, bem cerno o
** or Outni, f\**<*> tionhaeide pelo editoe-
"W.ro tMnrimf. 9fiilfo'fal obsequiado ows
DIARIO DE PERNAMBUCO
Teve com etreilo lugar quinta-feira (5) tar-
de a trasladaco do cadver de S. Exc. Bvma. da
capella ardenle do palacio episcopal para a S de
Olinda, como se achava determinad).
'A's 5 horas da tarde sahio o prestito de palacio,
desfillando pelas roas do Correder do Bispo, do
Pires, e Rosario, praca da Boa-vista, roa e largo do
Hospicio em direceao de Olinda, e formado pelas
irmandades do Espirito Santo (2), do Santissimo
.Sacramento e Alinas da Boa-visla, de S. Jos de
Agona e de S. Benedicto, dos Marty ros e de S.
Pedro dos Clrigos, pelas ordens leroeiras do Carmo
e S^Praneiseo, pelos missionarlos capuchinhos,
pelos religiosos franciscanos c carmelitas, pelos
Rvms. padres Lazaristas, e peto cabido da S de
(Miada, alera de um numeroso e immeaso con-
curso de pessoas da populaco, que porfia que-
ran, restar seu couiingeute a urna tal ceremo-
nia sendo o- acompaariamente calculado em tras
| so paiz, en tenho serias duvidas
I voto ao projecto.
Nao desconhecida de ha muito a grande i
I sidade que sentem as nossas popalacdos da M
de agua para os osos domsticos, pera i
e animaes, eat hoje teem sida os aeades, i
dos ero alguna lugares, o nico n
lancado mao para obviar a aaaa
que, Sr. presidente, se tenha levantado nata nana,
voz contra a construeco dessas acede*, tem qne
alguem tenha avancao qne o acode nrcgaalaan.
a sade publica.
A vantagem dos acudes ja c de ha maile raca-
nhecida, es lugares em que elles teem aba ca
iruidos teem melhocado extraordinarinaaaaaa de
coodices, a soa construeco aataralmente
entretanto, que a constraccao dos poce r"
sendo de fcil construeco, pode nio
mclhores resultados; accrescendo nana
deve ser muito superior ao costo i
outras razdes, Sr. presidente, ao nio aaaannr
roen voto ao projecto que se discale.
O Sa. Silva Burgos :8r. piudiaH. vete
tra o projecto em discusso. c ata
dor no serto desta provincia, conner
d'aga que soaVem os povos de moitas
do interior, vendo que os acudas teem at I
duzido os raelbores resultados, que,
mil pessoas.
Ao aahir do palacio o fcrelro foi carregado por
irmaos do Espirito Santo e de sacramente e pelos erara inhablavis por falta d agua aa
Rvms. misionarios capuchinhos fre Egidio e fre '-
Saraphim, sendo-o da ra do Hospicio por diante
at a S de Olinda lo vado pela populaco.
Ocaixao era seguido pelo carro do prelado, que
dirigido pelos criados da casa, trazia a mitra e o
cajado.
Em seguimento iam dous cavarlo de estado ;
anta dos qnaes segua o carro fnebre, puchado a
sois cavallos. tendo robera de hito as armas do
hispano, e Analmente o esquadro, a tropa de in-
fantaria e urna guarda de honra do nono batalho
di infantaria da guarda aacteoal.
Sendo o venerando prelado assim oonduzdo,
desde a palacio da Soledad*; (ai da urna legua)
ate-Onda, ahi aeguio do lfnjadouro peto Paaao
caaMaano ale a calnedral, onde ebegou pelas 8
ferteis e muito importantes pata
agudas, nao ha razio boje para qne
construeco seja condemnada, para
dos pocos artesianos.
At boje, Sr. presidente, ao Tejo njajat
dade publica nao tem soffrido com a
de acudes, como diz o nobre mamara da
sao ; por duas vezas que a aun*"
cominettida do aleteo, eo it
oiar, qu, lugares onde existan acode, i*naj
na auaootre, i
Iratootlaan
aoaracoaM
pe'q.oa, eVlufar de acodas s eoottcsam
nada soHrerara, enlrtanlo pnaoolroa, i
nao eiitliara, soffreram e tonYorant aari
Entreunto,Sr. P*d*'*'*"!*l
itail
un napa.
arlasiaaos.
Mas, praiar--ha
oosto paiz

HEBVEl



fe


oda
oMM^Blwm sahe senao>rcmos ^ HuMlir rlo *pcesenuda em lo.
mullo (InSk em pura l*ri*,X*eraLaddc ser uno ra ao afpk K> oxeaesimfe) provincial, faltn
esses-pocos artesianos '"\T^M rfeavels enW codlr $ffTjbart|ue e a Wor o
*. ."*; aalfcavp MtVara zaYarateravcfeda-Gara*- vT
despender mu*'^ cootos de res com esses enssios Approvou em tercelra discussao o prefecto n. 13
o urajelo da com-
feaferito a soffrer falta
>Tso, Sr, prest denle, eu
espero que a casa tne a
O Sk. Gervasio Campi
feotes oradores, susleo
anrarae.
O Sr. S Perkma mamfeato-se contra o projocto,
fazendo sentir que ojgsteflMes pocos arrasanos
ja fot ensatado nesta provincia, nao produtlndo o
menor resultado, qae tum qoaato nao conteste a
vaniagem. que inha,n {Ty}\ttM^ os povos artesia-
nos em ontrcs palies, a sua pratieabilldatte nesses
paizes, todava, nao la provado que no Brasil pos-
san elles ler o tnesmo successo ; entretanto que a
^anHqrern dos acudes es*1 sanee ionada pela expe-
ricncia ; e quando essas efeWtrtKcees sio Jeitos
convenieaienvato. uando eraos depsitos d'agoa
sao conservados Ihnpo, como leve oct-aslao de ver
tu villa do Inga e outros logares, a sarie publica
nada soffre, pelo contrario, as rondicoes hygienieas
sao as me Inores, na abundancia de producios ve-
geues nesses rugaros, Tracto, legumes, ele, tendo
os povos o maior cuidado em conservar em bom
Por oMU mates, o honrad memhro dedara que
negar o seu vol ae projecto. pelo menos em qoaa-
tosemeprodasirim raneesbastante fortes, que o
eonvwican da snperioridade dos pocos artesianos
era rebae aos acudes.
Encerrada a discussao e posto votos o projecto
r*>ta4oi
Tercelra di scussie do projecto n. 14, que eleva
vMto o povoad do Salgueire, na comarca do Ca-
irob.
E' approvado.
Segunda dtseiisse do projecto n. 45.
Vai i mesa e apoU-se o sef ointe artigo subsiitu
vil
sentara. Por
o Ojelo, o Approvou *m wrceira.com tim substitutivo, o
_raetSa> ato n. 14, que
*)* aft proee- os terrenos oomprone.
Approvou em sgnda, o profacw oa iatsrpre-
u m postaras da cmara dista cidade sofero o con-
trato Caasbronno, dizendo nao aeren as posturas
obrigajorias para com os propietarios, apeando
o intersticio.
Approvou em primelra o de a. 98, qoe concedo
ao coronel Jos. Pedro Velloso.da Sijveira dtspen-
MJ i- .- at.lrt nalft fe> daenfe?**** % lefeafejaiaVIl'ferifeV
Ut7S I"" TlvJU UIIU JJInl n Ut> *UI al invjwyiiim wr
provincial.
Approvou em torceira o projecto n. II, acerca
dos professores primarios.
Continuou e approvou em segunda discussao o
de n. 17, que crea a inspecejo do alfodao, dispen-
sado o intersticio.
Approvou en terceira o de n. 76, qoe croa na
offlcio de 1* tabellio de azareth.
Approeoo em prnneira o de a. 99, que sapnti-
rae em Cabrob o quinto dbtricto de juiz do pac,
dispensado o intersticio. __^
Approvou em segunda o de n. 77, que cooeede
f I- torta i rmaiKfee do Mosto Senhora do Monte
do CMinda, com diversas emendas, conoeondo
igual favor outras irmandades, dispensado o tn-
terstieto.
Approvou em primetra o de n. 69, qoe transiere
para o Granito a fregunia do Sennr Boa* Joans
do Eko, dispensado o intersticio.
Approvou ora segunda o de n. 34, qoe prohiba a
raes, dispensado o tmersitcw.
ApreHon em segnnda dfetrnssao
orcameMo muniripul, fafeaonm os Srs.
- qnlin do Reg Barros, Gonenlvn a SMva e J. tanga
Barros, o fot orle voU.to, sean o intersticio afea*
A gralificacao de 300*000 marcada por le para pensao.
o oacHrjo do juii dofritos da faieoda provincial, A ordem do da defeata <
ser* peressMa |Kir cada um dos dous escrivaes, t'
ajo carpo $e acham os referidos cartortos.6.
projecto do
Jos Jeav
discBssao
dos do os.
O ato-Oasnujom
tino.
O Sa. Silva Rasms
dos projectos n. 69, W e 7), e tereen
3, 77, 17 a a
Heoiein uto funocionoo aaseentaa per aUa
de numero.
Acerca da arribada da barca inglesa Cora-
coro, em viagera a> Liverpool pan Valparaso, ao-
I hemos as seguintcs informando*: poswea: san 4o- i Sr. Barfeosa snaan>to pee** da meu ajntgo Xa*
de peltee, eu ava- poi* san anida de Liverpool, oMnecanasn o aa-j vas, amne eoMiaqae eNa
lwi inwawamiamenle a (Hgsculdaoe da uref de que
sustento o projecto suosiitu-
r. prosidenle, desde que
ibranie sorriso
i aaa labios
[aspontadeii
CodoMlrsv Inda nao tem a pureza
Da verdadeira belleza.
meo pa tova com asguma peaeoe,
ment, asetm como se V. S. r
chamar o Sr. Jos* Alvos Barfeesa para tratare* de
ne^wtoa coa aju pai, esporo qna V. S. tonha a
bondade de me relatar todas as circnmsiancas qne
Mnarai lagar nreioisatomsto -esto traTsIa.
meouvel pierda, daoao-me iieenca para faaer uso
da sua resposia, conforme me coavier
Son com estima e inuiu conaidaracao de V. S.
amigo e criado obrigade ..
Recite, 4 de mate de 1864. Terdadeira bellnta a es eneonwa
Antonio Framcitco dmSttm. f os entes, qna a paitao feom toada sentom,
Illm. Sr. Antonio Francisca das Novas. Eca Jesses piHin?AliaM afa^ajhiftm
resposla a ana carta, a bera da vardade declaro qoe Cnlre as galae da-viaatriste flm;
entrando na botica de seo Inado pai, e mea prosa- Singnem algaras hraeniB asta belleza,
do amigo Luiz Pedro das Noves, ao dia 3 do cor- Que s nasos onde as dores da desgraca
rente, ao meio dia noneo aus eu menos, eocon- em planudo os litros da trastean,
trei o Sr. Jos Alvos Barbosa, que tratara da nano- Oaoe ,re0 w escuU oai de raim I
co de eobranca com o fallecido, sube disto parque
na orcasiao nao querendo me aproximar deles que
conversavam, mea amtgo dlsse-mo pode asssiir
belleza
purezaj
olhos
o volvere
cabellos
de negra
no rosto alvo de I
se pintam delinee
iocerto do amfe
vuitvci.^vain, v sitju
que o Sr. Jas Airas Baeboaa sto tratanto de saa
eobranca, en rstr? i ana, e eoonscrai-ase na catana
da belien at o Sr. Barbeta unir, earandaineeto
ocaaasanv Bn reir, i non amigo Laan Pedro das fie-
ves Peala ras amato, o tase-me moa amigo Fiantes
accuuwjtoco do emprefos nrovinciaes cent es ge- nao se pene ana*.das m aasto nrando, con sent
Illa so
Peto<
.NocaeHnfetoPnlersamsertraraqo
Be amargores crois de eterna dar:
BT ahi que entre prantos da saudade,
i)esatoe*nnolo*rorraiotodad
Dto>IU-u.mlUto*lnk. isvj
termos, e
em lugar do valor scietiliSo*.
Na* sef se fallo eom ar magistral, mas sa o (seo,
nao assevero orna cousa ao depois de ler sido con-
tentona eom datos irreensnrate,..,,,,,
Se minha oooaraiiednda- as assercoes de Sr. Dr.
taaianja da Meedo ndaseote, come diz S. S. nao
sel omw posan nawMcar o continuar a aaravarer
S. S. qua-ahsaadapanfenrou predios em iM, aja*
ji nrnns d demmis enrase do Sr Castro, asad n
sita draiw neMM predio por este paja, e feve-
rnrade IflWem virtude de Unto datodeda 61.
.Era para evitar graciolas ironas que eo he va
protestado aio vettornaas > imrtanv qae pan
ceno nao
ora
Cyraima. -fnum Omeiu Meofermdo.
l" Ella a* cores nao tem, da metga aurora,
teanasaranoapie. a qraifaavae *W|^ **<> P*
I haaras anearan aahantna
va bstanle alterado, e Unto isto fora real qoe pas-
sados pMcraemswtraestonmnoipiraaqizeixasvse n
d^mTraT- .V2ZZZ?TS, 9^&^&!S?*
ESLS[> ^itoTardoato e fugidia,
Anua uoite,oWeoi'*>,asolidao.
ui-ii.s i i .ni i. imiHiiia.
(itnraieiBos.
vincil
nao lamben raan* qas
8. ft. i por santa de aras ras
sembla provincial da
nao sabia da aato-saU
por laara at. S.f
Devo dizer com frannaraa,
pafriDtfcmoda qaast unsnh
broa da assombta, qoando r______
dbs da admiiuMracM da nrevnsca, r
nlo faria seulo fosse a isso impetlido pela -i ii.kT7h!^!a. --^^-
vei qae sofereasna mesa enestova
algamas talfeada de metnoU,
sen pai conMn>etaneia,eUe
fui quera eran, mnagai nata
o Sr. Barfeosa o ifmndoa chamar para iratar de
negnos; declaro mas? qm ranea fui rasa do
i sean/Ida mtus Wararra coflegas a honra de ser
ia raranrarafeid-i; porque, lenae de eraitlirnieu
juizo acerca das prtiodes apresealada nesta ra>a,
na apreciseae da jwtiea dos peticionario-, nao po-
dendo cootfmar a todos, eu loria semduvidade
rrriifliaaiifini >' ^ "frrjllr8jti ifTrtifinln
pilao e o piloto a fozer libaedw tortratmas, qoe
levaram;os um esudo de torper da sensiUlidade
tal qne os rmpossiWtou de dirigir o navio, eom
grave risco para todos, por nao harar pssaoa a
bordo qoe os podrase substituir. Em tal emergen*
^ cu deixou a trlpoUcao qoe o navio nsgnisse sem-
rf, uS podondo 'della ds'pen- pre, alim de ver se encontraran aloum navio qne
t entend sor de meu devor lmar os sorcorresse, o qoe com effoito so rratisoa ne
sobre mi% Iftjo e q a al tarar trabalho que esta, casa da ft)do pascado na lat. T35" Sietong. Sa>
l)Qiuu6ae_pac bmn couliar-me, nao tunho recuado l 34" O, pasado Ihes apfnreceu o patacho portogoee
peranlo consideracap alganiaTe tonno somente pro- Etperanca, capito Jos Perwra Duque, em via
curado prodafera rom teda a jestica, sendo sempre gem da ilha Terceira pata o Rtode Janeiro.
o niais escrupuloso possivd quando tenho de lavrar I Ac-edeodo ao pedido da tnpoteeao, o caasuo ao
amnha sinmtra aatnsn, porque c faoil, e maite fa- seo piloto Maooel Martins de Frenas, cata ordens
ds arribar ao porto qne julgasse mais eonrantento,
o qoe elle realbou vindo ao nosae.
0 piloto da barca fallecen na viagem e o com-
mandante aperar de estar sendo medicado no hos-
pital inglez, suppe-se nao escapar.
Agita-se entre os Srs. consoles de Portugal e
, Inglaterra ,a qneslao de saber quat a paga que de-
igretifeiafo igual qne percebe sen. ve ter o piloto FreiUs, por quanto pelas Iris mari-
, o oscrivio dos feiios da hienda pv [mas cab-Mie metade do valor do casco e carga
\incial; eu aisse, &r. presdeme, sem qoe hato ahi- o navio,
aneara anaradiacio, como parecen querer dar a Quarta-feira prxima fli) canttm os Srs.
entender o noUe diputado que me preceden, Gqldi e Bovio, n'um espectculo do Santa Isabel,
CMdisraqoH a proteoeoera de jasflea; e dhno aquelle agrande arla e do finar do PMiuto: que
qaaasfejampnMira pona o peticionario pretende tanto agradoa entre nos, e esto ata bello trecho do
pavnefera raiitUjco igaal ene pePWb soaram-! AUila.
paaheiro ; e logo que en pro|ionho qoe * laea essa grattlkacao, parece-me qne nata ha mais 'tu Prrnambucana,Q q stoaepranrahaaW aiirtnof connadiecaa. te de S. Exc. Rvm., tero logar apianhSa.
Q peticionario pede que se llw *na gralilka-1 p0| nomeado membro do conselho de dtstrlc-
rao u diinMiMJO para tlcar igualado seu rompa, j toda parochiJ de S. Prel Pedro Gonpalves do Re-
bol leanavn
i a imn,
'"""0*?^, T11**5 <* I0601 a tem na fronte escripia !
"?i J no mondo penoa alros pesares,
J correa da fortunaos mil azares
na borda da campa vir parar ;
,mbem a sua arma acrisolada
lo fofo voraz, do soffrtmeoto,
^ sos, sendo em preces levantada,
Da belleza real a flor mostrar.
cil eu errar, recorro aas ouiros membros da com-
znisso. e, sem Ihes arar qaai o meu modo de pen-
sar, suero ouvir amtieiro o wo, e quasi sempre
tenVK tide nvaier dr ver cenflrin.ido o iru-u juizo
como se deu no parecer que ora se discute.
Nesta patieao trsto-se de un roijorriroento de
Tbian araidJua, inra pala para que Iheseja-con-
aratara
a mendasse chamar |
se fot a can do Sr. Marfeoaa dan vetee fot para
tratar de negocios nene- particulares. justamen-
te a verdad* que se ansaoo- era toda asa trele
*"!!?*!*?*** *"" "'PPW Do BtiraVmiaVWal>i>tvoWo< *s**m*.
de mana rranona 1_^,r,,^_ ^_, O verbo, comer cealuWra hoW em todas os
Sou com amisade e respeito da V. S. anoto obti- pog, T-e. -rr.
gadissino veanador a rriade. ,~gni derairattara'glnu.*-gn raras.
tsMHe, tto inan de Moa. Um especulador da poca -Eu kei de coerar.
JfaaseJ Fiara* AJajran. zjra-flpSoto.u.ftr T
rJ*WJ?B**D*c,L K **M Unu vlctirna.^/ eoaaV.
Extractadas psrtasdasdrasK 6 de maso jppeora pala tWmirat a liajjanargaaafe
*"! ., participio do passadocenado, griando toda
Foram f ecolbtdos a casa de detencao no ara fe. Wn^iS -
nneiro ; mas a coinoirstao o que du no parecer e,
gnato-se a gratifiraeao, mas oividindose os 30#
petos dtHto earriraes.
Buool aparte.)
? fin. Sm-va Ramos :Nao conheco injustica tai, da irmandade erecta
conheeu apena qoe lieuv* urna falta em se inte lor' franciscano
cife^ o.Sr. capilo Cafano Cyriaco da Costa Mo-
-ira.
'' tjninta-elra (5) fol levaouda com toda a
simplIMdade a tiandcrii do Divino Espirito Svrtd; cerroccae.
no convento dos religiosos'
demaio.
A' ordem de Dr. delegaddaaaeiul, Franeisoo
Antonio da Mallo, por ferneaios.
A' ordem da saarietogado da Santo Antonia, Af-
foase Jos ItoaVigues, Joo Calaba, aor-briga ; ras*
noel AscencK) Pereira dos Santn, par. distarbios.
A' ordem do de & Jasa, CaeUne, eeoraso doDr.
Joao Antonio de Preitas HedhcotM, dispesazi
arana
A' orden dada Gapnnga, Salomae Gaalfeerto da
Caesara Gnerra, par insutlos.
A'orden do da Vanea, Bonace, erafavo da
Manoel Jos de Oliveira Moito, por fugiao.
_ 5_
A' ordem do Illm. Sr. Dr. anafe de polica. Joo
Pereira Onedra, Maaael Francisco das Santos, pa-
ra recenta*. a *'.:
A' ordem do subdelegado do Santo Antonio,
Bernardo, escravo de Joao Baptista, per ranbria-
gara.
A' araran doras Boa- Visu, OHalaa
Antones, Eugeoio Jos Martins, para, averignacoes
policiaes -, Aolonk), escravo de Jos Buarque Lfex
boa, per rnsravce de gasrar;.
A'ordem da da Capuaga, Pedro da Costa, para
Em-on pnraacao *ai:lraa|i Ife (M Hsslara rito grego scisrnainto'oMnram para o gfedstoda
igreU caranlleB.
E de noUr, accrescentao correspondean) qsra
nesto Ifagaf'tiWgJi UIUI' MjluaraWsfe'^laMfcsMI pea-
todos os modos, para ofesnrom o prefresra dora-
IhelMmMO."
qen
' ffJhiran a^c#inj> nraven-ranncid.per'
trabalbos litteraros acaba do publicar em VieeM4C
d'AtuirnH ama neta refatacid o> diraipat de
Straus. .
Mr. Hercnto aa'*ane11eel dea*are* tora
respofU ao livrodo Rd wypM&PIt^mt'&W pefo Pitho 3e^e's, o nossos bspo compre-
.bopdeu, aV*de logp,que o mais imporUnle
mandado dividir essa gratiticafo quando u lugar
foi dividiflo...
Nao htnrvofdgo neni mnslca marcial.
A fmiandade que ha das havm iuo so palacio
O Sa. BncnsOND : Logo reconhoce que o ootro da Soledade significar seu senlimcnto pelo lameo-
pem-be majs do que deve. tavol passamento d noraa1-virtuoso prelado, nao
Ha un aparte.) poda osienUr pompas e galas, quando greja
I Sn. Silva Hamos :A le d, 326 do 3 de Jolno pernambucana ainda gem* sofe a presso de to
de 1862, dividindo o lugar de escrivo dos foitos da grande dor.
fasewda provincial, nao fadou ein.gjratificacao.. Em ntzsodo mesmo fatal aeoolecimento deira
Ha um aparto. i de ter lugatla missa no\-a da festa, que deveria
l'isHZJuuvA Raaos :Entend, e ainda estou na er celebrada pelo Sr. Dr. Manoel da Costo Hono-
rneaaaarHqiae, qae, leudo sido marrada i>ela lei n. ralo.
iafeka'O-WdqianfeQ de I8W orna raiificBcaopara| A'Francisco Maestrali concedeu-se licenfa
o escrivSo dos fetios da fazenda, eteodo sidu de- para casar com a menor orpbaa do collegio res-
pois diralldo esse lanar; que sendo o trabalho di-, pectivo, Isabel Mana.
O chefo da S* seecae,
J. Q. de MesqmUi.
vtdide, a sratihVkco o deveVa sor igualmente, II-
canoo assini remunerados os dous funcrionarins,
vx que'passava asas um a encarregar-se de
trabalho pelo qual fora concedida essa
:co Barbos : Os outros lucros dimi-
nuirn).
nSh. bwtado .Logo, reconhoce iojosti- '
ca do qae penebe boje.
0 Sr. SaMt'-Rnaira : E' exacto, percebia de
inaie'5>dr'i-.so of>mava,eegundo nvnso'de justica,
qae essa gr.ililicayo de 300$- qne foi marcada ao
earaiv-aa des foitosna fazonda provincial, fosse ago-
ra dividida, vistor-lo sido tambem o trabalho.
O me nfene eotlega pensa, gem duvida, que a
Para presidete da sodedade .tmor ae pr-
ximo foi nomeado o Sr. Galdido Jos Peres Cam-
pollo.
Por portarla da presidencia foi creado um
diftrieto de polica rom o nomeroquarfo, na fre-
gnozia do Ouncury, comitrehitidendo o territorio
do i di>iriciodeaz, e nomeados :
Subdelegado, Benedicto Fernahdes Rodrigues
Coelbo ;
Supplentes : Joaqnim Jos Gomes, f Coriola-
no Gomes de Souza 3 Goncalo Jos Rodrigae?, I"J.,,.ara J!!L'rl
4 Juo Fernandos Rodrigues, 5* Jos Gomes Per-
reira, e 6 Wenceslao Ildefonso de Crquiza JSpias-
s e Aragao,
A sociedade PMlotophica Litleraria elegeu,
Mor intento da casa de detencao, no da 4 de
malo de 1864.
A saber
Exisliam. .
Entraram .
Sahiram. .
Existem. .
Mpojpaara.
Estraageiros
Mulheres .
Estraageira .
Ea-raaw .
Escravas .
33J preses.
7 .
331
m
36
a
64
3
t

m
Aliinentados casto dos cofres pabticos.. fefet
Merimenlo da eotermaria da dia 6 de nado
de 1864.
Te ve baixa:
Bonifacio, escravo de Manoel Jos de Olivoira,
chacas.
Passageiros da escuna nacional. ntMH*a>
grattflcaijaode lW "io sufBciont para remu-1 no dia 9 do passado, a sua directora, qoe assiia se
nerar o .-ei vico desse funi-ciotiario, e daM nasce a' contpoe :
sna uppnfilcdo ao parecer. Mas, Sr. presidente, cu Presidente, Manoel Varella do Nascirpento Jo>
lou informado de que qualquer desses lugares nior ;
ilt^ anuualmente eerca de lies cornos do ris, e Vlce-dito, Theophilo Domlngnes Alves Riboiro ;
pens que um lugar de tres ceios de ris nao Prinieiro secretorio, Joo Baptista Rigueira
Mdreromiiensadi
Ca 8n. DKroTADo .-Mas o peticionario no per-
cebe a-gnuiicaro que o otKro percebe.
O Sn. Sil-a Hamus : Mas isso se d por urna
omlk-ao uVIrgislador que, q'nando dividi o ofllrio,
nadiithb>taiiibom a gralilicacSo...
OSrvBWo Barros :E por qoe deram esses
38fn'quando o lugar renda 6:000* 1 *
Osn. Suva- Ramos : Eu sel que esra irartfira-
co dada pelo servios ex-oftwie que presta esse
ronet-iotiarto, o rau servico for dividido, a gratiftea-
"|o deve s-lo igualmente.
Se o trabalho fw dividido, o que me parece and
se pdd :CoflRisjr, a consequenfia ,que oqoe
dejoMhja, dlvioir-se a gralilloacao umb^m. '
6 %k. Bdu*aoNb:-'FM-dMla essa gratificadoj
quando foi oreado o juizo dos foitos, e nestelenrpoo
njnmo'fodfe n*o-era tonto quanio boje diyldido.
#S. Suva Bamos : Nao admiti tai proposi-
tas." Kej HWsHto qDfelqar dense* ervt'hwarios
percebe auiiualmente cerca de 3:000f:
O8n. BtoDORO : I-sd qnera nao sabe'tto-es-
Udo ti qilo esii -furo.
' Sn. mi.va Hamos ; Senhorefc relo qa ftuW
em ju-iica o parecer que se ornete; e foodel-o
"" pHasrazdes'qnejexpvttol!
)oe leiiot ?ldo tlividldo o trsbSlno qtie
'\o> ttS faz^flrts,- a^rMifleatW
Para por e*e trabMflfc oe\* o qniz entrar mt srttW'liiSo de,
iiinorados eomute*#ll
di.proeeder ernn K .lolHUdaS-.-aa Tli
?es tugare* erad**.
% liipr que entw nds
Tara wgaf .' #** d><$e^H
w^sri'
ftreebdeii-
a easa'drclflP
Sfcjbnl-a
^eJU*-ra|Bjaf>b
V*
^(VF^'o^^brnra sev}nra
IBM
Costa ,
Segundo dito, Manoel Pfnheiro de Miranda Oto-
. Jos Francisco Pe.
reir da Costa e Francisco Ignacio Castelki Branca
Movimenio da casa de delenc.aono dia o de
331 presos
maio de 1864.
Existura
A saber
Eutraram. .
Sahiram .
Existem .
Naciouaes. .
Estrangeiros
Mulheres. .
Estrangeira
Escravos .
Escravas. ,
336
225 presos.
37
8
I
65
;!
336
rio.
Orador, Aristides Angosto Milln ;
Thesourero, Nicolao Rodrigues da Conha Lima.
Pelo snbrtelegado d Panc foi preso Entyg-
dio Amaucio, por ser criminoso de morto bo termo
de Flores. Alimentados cusa dos cofres provinciaes
N'um poco do engenho Qontp, do termo do Movlmento da enfermaria do du 7 de maio
Cabe, afjgou-se oo dia ft do pasado, o menor Te ve baixa : ,
Joo, de ti annee, Albo de Thoma Parrsira de | los Rodrigues da Silva ; gastraTg.a.
Mesuolta. L T*!e a"a : ,- ,'v m-
-i- Tondn Rufino FidelinJPereira forldocom urna Beoediclo, escravo do Augusto de Oliveira.
cacotada a Basilio de Souza-Santiago, toi preso e
est sendo prooessado pelo delegado de Flores.
A'cadeia de Plores recolheramra Sabino
Alvos dos Santos e Jora Francisco Xavier, como
autores do eraenrameate de Jomiulm Thornoteo,
do lugar Encruzilhuda, no dia M de; fevereiro ul-
timo.
141
__
w ronco di lim.
L-se na Croi o que segee :
Acha-se concluid* o eoitorada temaorartomente
na sacristia de S. Pedra, a estatus do principe dr-s
un rara
Coacrt
. OwpetweBtodeeensiernacaoedeluto.que
,aos offrece presentomenje a igreja pernanv
bucaaa,taosigioifkavoparao meu coracae,
qne eu nao posso esquivar-ew irnpresso da
mais profnoda magna, quando seriamente o
cooumplo.
Ministro, posta que bseuro desu metraa,
'- edesoacoauaahalanaotemoe.ex-
i do sentimento que a domina, pela
do seu virluosissimo chele, roja pa*-
.racem.na lern foiassigoaladapor Untos ras>.
gos de. candad, e cuja auna era um. ineaga-
. .tovel thosouro da ptodade ebristaa.
Naoiiodendo por wim mesnw consagrar.
titulo mais elevado memoria desse ilius-
i; nao me sendo, permiuido, em
.,_ ineu, inoliodxoM) esUde de sade, ir
1 em seu Utmulo urna saudaile, como ui-
a esnaasae do aJJeclo a do respeta, que
nraprame voto i, cabe-rh, pelo menos, a
honra-de virolo alto da unareasa lestomunbar-
Iha, neslas noacas, palavras, estos msenos
de que me acho possuido.
par Deus frente da igreja petv
icaoa, que apon e enumera no longa
caUulogo da seus bispas mudas vate* in>igr
pe em ledras e virtudes, o Sr. D, Joo da Pu-
riucaoao MarquisPordiRiu moslrou,.desde o.
principio, que uaw e afasuria.uuoca da no
-ima senda tratada pelo Evaagelbo au*
uidorei ^^osopta cattodica.
tari* de uuu. das maisemiaentts,
aiMa_iaesrt vasu soniedado fundada
drrAsJe
Renn.

Tendo
desabono do
Pinamente
pita! da capa
compoz um Um4^|^tln1fiW,,8^f8me,,l
chamouS. THRJpr"w Jraf MlrT a c
ito a qoe
catattro-
Nessa pequea'obra o seu autor, com pravas ve-
ri dteas consa.a verdadeira caata. da wrandio:
reeetenda es. protestantes o^dwtoaaarem tirar
Tgumenlesoeatra oespienaor de
Pedom-nos csu publicacao
edteraa
va sen T1TCX0.
Aqui estou na toa porta, .
Minha querida mulato ,
Mas, ao passar pela hora,
Reeebi urna bhtta
Do Ihgfz da porna torta,
Porm isso pouco importo!
AdianUmais usa ponco
iAujanuB-se us oaee mim,
Drdepernas... futumloueol
Nunca vi correr assitn...
E griiei a licar rauco, #
Tendo por arma o soco.
Poi urna lula renhioa, \
Na qual cunbe-me a victoria,
Quaudu eu julgava-a perdida.
Vi a luz de niiulia gloria,
A.qualaos leu pos,querida,
Dapouiio com minha ytda !
Sei que tons adoradores,
Que le amain eirthlisiasmdos ;
Que alt;uu> carpem mil dores,
E outros vlvem dsgracados ,
Poi'm eu, por teus favores,
Em ti s diviso flores.
0hf da-me, da-me o sim I
Minha mulata, tu coras?
J leus labios sao crniim T
Oh I creio o quanto ule adoras..
Estes beijos... arde mlm I
Morro cumngo por tim I
tORBISPONBENCUS.
Senhores redactoresEntrego o commupicado
do Sr. Dr. Buarque de Macedo publicado em seu
Diario de 4 do crrente aus borneas entendidos ua
uutoria, elles quoo apreciein ejulguem.
Pelo que diz o Sr. L)r. Buarque do Macedo Qquqm
sabend.: i- Que d Ord. do L. 4" L. 56 na fui
nullas, nem comprehende as hypolliecas com a clau-
sula tto licoxrm.vs ktni vendidos peto preco da divi-
da, ou por preep ceria, fiado o tetina mam arder
fa#ir opagumrnto. por aveant. t ftUU4epe*hor<
" ^rtrhnrir"f tlltfa aftf f I f^-K'"" r'tr*- "I i*^|T'trfffinrn Cnm" >",l*i*n da hmtheie, uo obstante fal-
e_o..seft.vaour Cfrjnviisa para.O; cora; pelo artista Buar. lar du*Ord. do o.inpentumeiiio do bena u,oveis ou
E' d orna -s podra do marraorara-Carrat* 'deran, e ser cotrento em direilo que o empl
tendo oV palmos da alturae tim da aaieeUt. I n'a"l*> oaiprebeode assim o panhor como tty
com escalas por Macelo, Pehedo e Aracaju.
As malas para os referdraiportof fecbam-se baje
nesmo.
Dasportosdonerte raparado- e-vapor Pa-
rahyba, at 9 dd cernent
Omrebajao a noiicU que soivhifomaoesde
paasoa siaudfe, ranos, acerca do felleew>e*Mto6r.
san in Nevw, rtaaitooos a aaaajal'i. sea-
Ltii Podra tt Nevw, reafetfevaos aaaaalaln reo
tianoaoun seu filba:
1 Srs. redactores da rasato Drraai lana
Vfoes.' enrsti Hevtsto arfa da dia 4 daraweasad
dadd> triste e kmdnUvel'Botlctoda *oatdiaraaV
r^sfede pai o Sr. Lon Pedro das rtosavem-te*!
ao fe^rarara, aCTrirnanra so rara Maswaitara-
nrehw efearaWqae' sa aras-daram, oa par msrorai
WMMfeusf oIblve eom at fera rcrarrab.aira' repfi
de ciccnltirr-se o wraadrara nrafevtvquata-vjrraaaa braba
O apostlo repffe.-satoadn p, na oeorallode
roorbei as oraras datoaorayfMvwaiMtr.
Os em*Ddedores raluJiMtt belto. obsto da ma-
gstodb.
O rosto liradodedft irnaaemdo Valieano, doo>
de e artista mandou vir o modelo.
Foliitnento'aatrenos, jravaiaaedwindoogos-
to'pelas bellas irtra.
detn cansa a esta n^ra raaratoaa, ana ara rato.
a^aaaaaaaaafe
vi3
K **! *TSf ** ,*wawto*Jra ^ /Mores dos
iodos do estado nao ftcutn kypotkecdos a f-itndtt
umamp auts amsa'a^^^aradoaord. ewi-^trara #ii raaiastfti fers; tara aaaa ofene. P^.^,^^^A^mmf^m'' m-
Mrag'aatoaMaarataiilaaaralto parara .aira *^ ^^.l SW^W "*** i '* *'**^*w*m *
sclareciroanio do publico e de Vmcs. sa fraralster | Para as (uasras da iaa'itrabaajf des araron Vff^E ?9 ?i?Wen* do Coutur. cap, U
esclarecimanlo dopui
de unrac^aaraoatrar %mk>9 a
araeiaraaajm de rsaa Chatoto> faoraderae <
ca, qae em geral se desungunn pela natureza dos-,
bens, sabr aue recouneceiu peubor as movis a -
liypothoca nos de raz:
tf Queasum pelo (irrito-.ejot como pele com-
merciul u,da penUur em bens de ro.
J, 9,f^da a numa.4ecrcta4a peta lei o
tttm nuUoipso jureprodui effettouiito t oiL-
d9' *&?}**& ne9"r's to*'*ff<>itos, *nm immla
. Jra* reja desea esnatol tem substituido em\ a,uuUidade for decretada por nn^enca em causa
bm\n e defelmosas kaatea* ouara de melhc* ordawraa dttmdo ot entio, sueiistu- tal titulo,
adfeefvaeii O'P+rfoKaa. uau,b.uata euMoarem ludes o* jurisasisullra
^i Pedro Mattoto aaiagatton da^saa iorej cwl tWa*-uuHidade de pleno direiu Da., praraa
d1aerrawataraara^raifra^^ que aooaton
padraj meaos a*riraM'da*taBtas oaqp*aduz aftattoatoumiuriaicoi.oquB stoospre*-
A,^odio9 a WevfeVaraa nb rara qoe se ^^.Mm^^P^^^jommim ?
iraatat* etf'prassiara ura oraros > noaraa sru. 68J e 68b seo J do Cod. do Comotercio,
^\SBSSS^
ra^e^iBBflaafeaaMBaai uailm aT -* I*!?- *? "^l*;*MaaaM,Brva th
araodara efeanaralirj, ff^araaade osnaaon- T^SZJJti? *W*mpX* tarea, entorte.! aaiaaaai-,raM.asUra viaasla dragraessy da.ijailtrairT'vdiratoaj^ettaj^aVttaantasavfo-
'era raalisifa>j san* peto praataarae arawtr. ihara qae se nena a ssatenea que isiacraaa>
fot aera eraaaraa a raeu ^^Crasaawiswaajaaa^aaaate
dtoaa.?liim wrainaiatMi; t,tnla i aaraaiJw #larav iwlmfeeaar fjiy^1' "ffddg,aaCaa<>^w|,y /a ae^taihni
no sobrado, tratando da ne- flcki recemdo ? *w,;-**ey te,">MWa.qu oar.Buarnue d. Ma-
ufeceito dea.pbiiuso|Jua.sub'ine emui**.
, de teda aa ea^tac^^toiirruides, que. ibe jaj-,
vedeutotapeiotsusUM)Uculoi o uux mo,
vimp-lo semprc'sollicito em derramaiuior so-,
|iw todas, a^ suas owlhas os eiBvios da mais
pura e extremosa beneficencia.
Accesivei as suppltcas da viuveie do or-
pbao, era elle, a primeiro a onchugar-Wies as
lagrimas, a alli vi a-los e consoia-los, no meio
de sua ainargiiras'0 tormentos. Nelle tinba
a pobreza um pai cariobuso o desveUeo; o
lutio o puvo. que o conhecia de porto, que
Jeito reco.beu por mais de urna vez provas de
nlraahavel amor e predileccao, faz-lbe a
mais plena justiga. e pode iudica-lo as gera-
Qoes luluras, como um dos mais bellos lypos
ua rida le, como mu dos mais zulosos exe-
culorra da doutrina evanglica.
Nao exagero, nem traco um quadro infiel.
0venerando prelado, cuj passainento ha sido
tao gerai e profundatnefllqrantido,delingiito-i
se,.sobretodo, por esscarador de elevacao
de propria dignidado, ijue o mais ureciuso.
ornament dos pastores do rabauno. de Josus
Christo. Esa dignidade, roalcava-a. ainda
nuis a continua pralica da mais edificate
das virtudes ehrisiaas ; e seni receto tle.orraf \
ysnato duerque e^r. D. Joo, em todo o do-
curso de sua louga existencia, a presen lup-se.
inaUeravelmeute aos olhos de todos como um
Jadoiro.pastor, comp um verdadeiro mi-
nistro da igroja universal, como uui dos mais.
respeitaveis represonUnls do elevado princi-
pio catholico, desse principio tao dosoonhooi-
do por es+utitu supereiaes no seculo de iu- -
diflerenlisino que atravessamo^.
poru do tabernculo que Deus lbe con-
fiara,, virtuoso, o expeliente prelado, gur-
fdou sampre Uiviolavol a heraoca. dtie, da
qual eradignsmo depositario; e se lolhe.tr-
mos a historia da mosma provincia, com rula-
cao aus lempos ah a provasolemne de que napsemostravaelle
Juuliffereiite .a manuieiico da ordein sucia),
ao' deseovolviraento da publica tranquilli-
dade.
Por esto lado ainda esta provincia lhe de-
ve um servico.unmensa 'uma poca dd
oxcitaco e de niovimento, quando a patria,
getuia sob o peso de urna, guerra desastrosa
e hoirivol, aqpeUa homem de Deus aquello1
prolado desliueti-s'imo, correu presuroso om
defeza da patria, e com sua palavra aulori-a-
da,com sua vozes de acrisolado amor e de edi-
,ficante prudencia, lugrou cong/assar os esid-
nius desvairados, trazlos sem violencia ao
dominio da le, risUurar o raporio da ordem
publica, e destruir pela rajz o^ermen de um
mal fuueslissirho. .
Nao.se .-cam, por cerlo, da memoria dos
hom-ns faclos dessa nalureza, que revelam
(o alt merepiment, que peiq em reley
qualidailes.tle tao silbido valor moral. _0 h-
meajquepraucou eiusua vida uuti3eiao emi-
nentes virtudes; que lant se a.-sijgealou oa.
Ierra por cootiuuus actos.de bonolkencia, de
candada e de piedatla ; que ua superior dig-
nidade ei collorara, nunca se.
estmeceu de ulliar altoiito para aquellos que,
iftcorcavariu q> ie a,na-
iwn como .paf o cerno chofe, nao do.sappa/ecq
de bido tis-eitreitos limites do tmulo.
Seu nenie abencoado pea.gerayao presente
nassar*ucia > enuru a
aaracieAi.seus lilbos,os ipus que elle educa;
ra np amor e pa, faridade, com Unt esmero
e solicitude, sai) os pmaviDan em tecer-lhe o
^jingyrico, a- que elli lem nauferivel di-
;r*'iai,nor minha mW$Mfl9 senliraeoios.,
e (k>Ios inlunos aE-tjios (fajina. % lodo opevq.
i^tt4a(va*^!d^ocs, venlto ugjr raeinona,
,do nsesaso virluosissimo pivlado o ultimo,
porm anjniflcauv, triuulo da mais pura ar
,feit,'ao, da mais submtssa veneraco e res-!
ut*itit. i i- u ,^|
E' luxuJagrin* de sen' .. saudade,,
que lbe egw- nesa Itfftouen^tffe mais suj,
cera e da mais atorineqtadora maapa; e elle,
q> mansao dos Justos oade esto,pora resi-
(omprehendes, por cito.todaa qUro-
so desie meo. insusueito t fervoroso tribut.
, Reci6>.6aemaadal864.
I
opaosio4a
hilo CH
i'torz^ctoaaarasi
Esu otanaca tacaaan,^ a i
eial no mes de mirrj ra aaan pa
todaasse mata o araarato; aarai
pofui conrarvada aa lagar aaa
ao menos ra fas araaotar da
qua cercaran 4_
poiitoas en neta
o, a Disto iiiilimeta a .
>ra a poca da elMcl* aa
vi substituir o oraaalaaan
Baaros, jnaas todaa sarto aa I
para dar-* e-toiaaapfee a Sa. S
ciadidatadaaaaari
sedaran eataai
eJratos a* freguesa
patriotas qoe,
Um a niag
houve quem pri
to *
por certo quem
Nao Oca porara aja*.
: Das palavraa ato Se ttraa
heoa bem que eito ojmw
"sa a nroTorace tomas
dao das iai noniwaidainl
Jos que nao *
nUdo, iiihsliliiiadn aovaras Sr. Taaaaa, da arara
sannfajaadjna tana anaagigai un Mama nv
qalla quadn^praniii aas wan era toras a as.
Se Albuquarqpa,ra fam saprip
iwuavraarajparto aa aranas
Tboouaa aunar Uaarara i ieta
publica.; ao di ra na o ajas a
esa taiappHa foi asanarisai sato
como no recinto a;
,dnta inatoaato 'ii
lMi4>rirato:
Um das
romnaadaj-i por lnnaaral
ToaeraodegniutoraaMaUieatoaaaMsa __
tidoscm nativo ligara, para ara dad e na harar
ao Sr. Tbenas Rodrifae Parsra. toara da an-
eada, oque o
Albuqaarqa i
cario ao Dimide
reato rara
D'aqto *aonr4aa avahara
misso fol resaludo de nnu
ewquaaab.4ivpacto;
eliafeau
i nsuitosvea per
Naanaal
garosa, i liawirsda e
biraproviactoiaonra i idwarairanadaaVSL
Declaro iasao>M eraqicra rato ara rana
- Silvera de Soasa, oa*
quai toa nasiliihasdi
aahnou a faltar verdad aa
ca oa ti i ara I ; esta aa pajal.
lbe aprouvH fase-lo, nflra aa i
Recifo 98 de abril de 1864.
Bernardo Luiz Ferrtir*. Cezer lawaha
. i^
PuTUCAOKi
Bltoav.
^^*jr^f aH "^PaeiPT rraal
"f"
TRIBUTO > Ai
ara IIIaa. Mr. earaltara
Franelaea La ara
iraaas tat^eeaaaW ta
ntrlro aaalv eran ra sia
afeara
K
resa de Iestas
Paz boto om anno qoe a
impa e inxorael anafeatoa de
chara familia a Exm.' Sr *
sus Pxnna:
Sanida-do grande de honestos
dos, recebeudo de seas pats ora
deraute, cohivado o sea espirito ara
pios da religiao e da piedad, nie p>aa aW-
xar de vira ser urna ama mudeai as
diencia, ama espora, eiewpU de
urna int tyiw da mais extremada te
Dep-ns da murta do sea chara espera
Illm. Sr. J^ Francisco Lavra, aahga e
rado negociante desto preca, toda a aa
tneao voltuo-se para a edo-acfeo de
temos Albos, e to proncao fbran
desvelos, que em cada ara des seas duran
deutes se enconira oa um Atoad
so, oo urna espasa virtuosa, a Bafea
la digna dsie none.
Durante1 a saa psregriaavaj terrestre,
nem a senda da raiiade lhe lu dn riman i
da, nem os deveres de familia ato tonal at-
sfeMadbf.
Morreo deixando ama proaetoa
os seos inc*mnolaveh Orara e aatua toej
6Vis imiudores de sosa rirtodes; aaa
nm doilesa pralica dabenqae da
deram; em lodusefera os toces de
dade que a boa edorasie Ibes precraa
Em orna idade um peaeo n iib ira, assxl-
tada de terrvrainaa ratoaaa afearan, raaa
marao de Crrador na adbaMp ara 7 de
maio de 1663, e apds e sea
nhuma recOrdacao deixou qoe
graU para aqoeHra que a
nenhmna da pagina* de sua
da se iHier se pode utioratrar,
annuviar o boramie de saa aanratVaa
Os>-a tmulo, objeeto de veneraejb
dos atroetles que a senberara
a vida a prova mais '
aMnbutos e a melo dos
-r a remuneraeo dos nfl
frimentes.
s' toda a na Exm."
Mpdn pesado loto
da de msoUcfe, a ao
o Btm Sr.cajdtto Jonquim 1
um c-nVal abraco em partitba i
fundo sentimento.
Ma>o,7a>IMa.
a>aaeaaias. j^a deSous* taatorioa raan ota o Orara
^lr. re*DOl!U- Sr- Dr. Arauio Bartas, K ta>iatito*raa>araraaa, aaaaaj>ytoiaraahi
%*Z^KKm^^i,?*P4*(k*-t''m'*1 afeito* i^aiirahraa.1 a ai iisuvranhyttrfa^ *
dwan ( na Taito e Coalbaria fefeonra a lei to- iraas aaiut .^iacaOAe aaa afee oafeam arar o
a (iuead*rsr*Ha) arManae.,4. swfeVaera da
demissao que me dea do lugar de ehefo de una
fea naaaaafeiH n-nea Mtoaa
lord, na aarambla provincial, assignaado-lhe a cansas
----------------rlcom detrimeoto da minha repaueio, no intuito de
asas, ha que teafearaj
oaimh cumu rato.
(rail
ataraus a
meMiio tompo a eaasa
craiaa.ranisafe
itoha-atiaa
yhilidalt Aa
venda as boticas de Caors 4
sa e da J. da C Bravo & C




v-
sao. 4b nMtMfct?
cid eo-
o, e do modo o
oepeiro mi, que por tao grande
llmenlo agradecido.
cu roo diritri ai wfeiaures
butei a homenafmo
o Ululo de saprema honra qne me navio
SHtL
Peto, tomeoiavel morte do Sr. conselteiro Fran-
cisco Xavier Paes Barreto'd-se ora vaga no se-
nado, e nova eletco vai proceder Pernam-
oeo.
Apresento-me novamente, reputando de niinha
dignidad)' consultar ao mesmo corpo elettorat se
bus mucos meies decorridas da eloicao ero que fui
considerado tenho em alguma cousa desmerecido
do eoneeito em que se dignaram ter-me os eleito-
res pernambticanos.
E pornue tenho consciencia de mim, como tenho
intima conviccao da dignidad?, independencia e
firmeza do carcter de V. S., Bao duvido contar
eom asua valiosa coadjuvaco em prol de minha
candidatnra na eloi^So que se vai agora prece-
der.
Ausente do campo onde a cetelo vai ser despu-
s nao ronto seno eom a bondade, e honra
4e V. S., em cujas qoalidades confio, plenamente.
Sempre 8rme dos principios liberaes, para trium-
pho dos quaes nnhnm esforc e sacrificio tenho
ponpedo me reputo no caso de merecer a conti-
uaco de sea apoto.
Fico as soas ordena.
De V. S. amigo, patricio, criado e obrigado.
Joaqttm Saldanha Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864-
I

a ordem de d
^10 saceos erw'doce, 4
apojx* em conservo,
barrica cerveja;

HabhJKft

de'Hmi
S00 cateas tp 900 eaixas sa-
2 eaixe> chai icmho,38i
saceos caf, 33 rolos ftimo; a orrtMn de
Escuua nacional Ernestina, entrada
UMA liicri n V
Sobre a rampa da E\m." Ir." D.
Rosa Fra aerea da Goaceieao.
offerecida a sel" 0uf.rid0 filho, meo collk-
ga k especial amigo i\\vmin00 mendes de
Carvalho.
O justo morrendo vai pe-
dir a Daos a recompensa
do seu amor. E' um llho
qne ha viajado, e volta para
sea Pal.
(Conselheiro Batios.)
E' sempre doloroso e bera doloroso ouvir-
se o tanger lgubre do brome que annuncia
um passamento, e que nos diz em seus gemi-
dos que mais urna alma despedio-se do invo-
lucro mortal I
E" sempre triste e bem triste esse som
mortnario que nos lemhra a hora de pagar
o inevitavel tributo a"morte, e que nos re-
corda a ternvel sentenca da Escriptura : Me-
mento humo ina puteis al, et in pnlverem
reverter.
E, entretanto, todos os das o brome se
apila no alio do campanario,' porque urna vi-
da se extingui, urna estatua cahio do pedes-
tal, urna flor murchou no galbo, urna lousa
se fechou obre um cadver e urna cruz se
ergcuu no.cemiterio I
E sempre a dor e a tristcia, porque a vida
nao pode trasigir eom a morte, "porque esta,
fatal e inevitavel como acabrunha-uo sem-
pre e espirito e fere-nos o eoracl> eom o
aniquilamentojdo thesouro que nos rouba.
Anda lia pooco urna flor cahio impellida
pela rajada do vento, rolou pela campia,
dclinbou, emorebeceu e morrea I..
Ainha ha pouco urna existencia querida
se extiuguio e urna mi carinhosa foi rouba-
da pela morte aos anelos de seus fllhosl...
Anda ha pomo lixou sepultara D. Rosa
Francisca da Conceicaol... e a dr vejo tor-
turar o cacao de seu querido filho, que es-
perava poder anda .esteeita-la em seus bra-
cos, offerecendo-lhe como" tributo d'amor e
le dodieaeo, a cora litleraria, que longo
della, veio buscar !...
E' iri^tt semelhanto facto!... Peregrinar
bmge dos seas e da trra natal, lolar todo
os ilias e sempre, c quando se approxima o
dia de eolnida a palma, ir offerece-la
aquella que linha direito a ella, sentir a dor
no coracao i>orque a morte roabou-a, o Arar
condemiiado a ir encontrar nao urna mai,
lorm o tmulo que encerra os seus precio-
sos restos t...
E mmensa, pungente a tua dor, met
amigo I e eu, queja experimentei dor igual,
sei avahar toda a grandeza de teu soffri-
meuio!...
Urna raai um thesouro, um anjo ; pw-
de-lo perder tudo, porque ella nao pode ser
substituida na ierra, e porque a perda ir-
reparavel!...
Resgnate porm eom a vontade do Eter-
no ; duro o golpe, mas nao nos e licito blas-
phemar contra elle.
Durum! sed tevius fit putientia,
Quid quid corrigen est nefas I
Quando a morte aura sobre o tollo de dor
J um justo, que airaz de si s deixa recorda-
coes honrosas, a dor dos que o perdem e as
.tetrimas de todos, porque o amavam ; a al-
ma que deixa este mundo, cheio de mise-
rias e de contingencias, va direito ao c.eo, e
vai ver nos campos da eternidade a cidaOe
eterna a bella Jerusalm, a cidade mystica.
de Dos qne apparecen radiante e mvsteno-
sa as visdes evanglicas do ultimo pro-
pheta I Libra-se as azas da morle e re-
roenta-se at o co, como o orvalho da trra
que se levanta at as nuvens n um raio do
Rquiem mternam dona ei Domine
Et lux perpetua lucia t et.
Recife, 6 de maio de 1864.
Antvim FmUo ttagueira Acctoly.
antlearae.
A eleicao de senaitor que hontem se referi no
Diario, feita em *830 p_or morte do senadi>r Jos
Joaquim de Carvalho, nao foi por fallecimento des-
e, e sim "pelo do senador Jos Igoario Borges.
consignada a Palmeira & Beitro, manlfestoa o se-
guite :
De Macan.
648 alqueires de sal; a ordem.
Do Para.
100 barris rinho, 1,000 caixas sabio, 1 caita
eom W duzias de saias hallo, 8 ditas descaro-
cadoces de algodao ; a ordem.
Hecebcdorla d reatlav Interaas
. DntrMiida. jaanataaw ny ov^y i^> {+*
crivSo. Recife 16 >! nm-
rt de Vasconc '"^ e w
dt6 moa despac' -tV ^ inn* fi
distribuida a->
os. designado dia, foram inquirida*duas teatemuiinns
do Para, apresentadas por parte asaupl'ican, gue juraram
de 1864
ttnt0V> eoniyrobalorio de sen aV
lieia de Pernainfauer^ 3 de malo
a veracidade do allegado em dita peti$ao, e era ws-
ta do que subindo os auto* mioha cooclnsao, del
e profcri a senieoca do theor seguinle :
Vistos estas amos. Julgo por sentenca o allegado
a foi has 2 e pagoe a supplicanW as cusas. Reci-
t i de marco de 1864 HermogenesScrates la-
vares de Vasconctllos. E nada nis se contiona
em ilito miaba eenteoea, em virtade da qnal o es-
crivao fea paatar a presente, o por bera da qual
ando a toda as pessoas, prenles, amigos o eo-
hecidos dos herdeiros deD. Aana BenedicU Ba>
gerae de PrMavfcae*.
Rendimento do dia 1 a 4........ ^^k i va)tn"dO"(mor* ^ av's0 lnes deem *''
dem do da 6.........<....... a7J*w>B acia de qpe pela prsenle sao citados-para falla-
ran aos termos de uma aeco de fibello civel, qoe
Ibes pretende propdr a junta administrativa da
Santa Caa da Misericordia, como so acha declara-
3^43*588
Cauailad* prorlaaeiJi
O secretorio,
Eduardo de Barros F. de Laceran
Ctprei.
P* admioistraeo do crrelo se faz pobltce (foe
Maulasjiedere condmr os vapores coateiros
Bnimangwnpe e Persinunga, quelle eom destino aoi
portas da sal al o Aracaj, e este aos do norte at
* Gnja, fsebam-se boje (7) as 3 horas da Urde
em ponto : os jornacs serao recebidos at 1 bota
da urde, e as cartas admtidas seguro al i
horas.
Ceaselh Je eootpras aiaraen
De ordem do Sr. presidente do conselho faco po-
bco que acba-se transferida para amarrhaa 7 a
corrente mez a sesso qoe hoje tinha lugar.concer.-
oento a compra de objectos do material da armadae
recebimeato de proposus para o contrato e lavn-
gtm de roupa dos esufteleclmeatos de marinha no
*ju petcSo snpra transcriptt, aflm de que caov. ""^ '""f51' ..
flendimento do dia I a 4......... 9:37?*45! VwecauT era juizo, para por si ou por procurador, *> eonaelbo de compras naraes 6 de malo
demdoda6................. *:33U*M 5^^ a ^elesa, dentro *>tra*a d. 30 das, 13:561*532
MOYIMENTO W PORTO.
Navio entradke no (ha 9.
Para pelo Ass V) das e H do segundo porto,
escuna nacienal Emestin, de 155 toneladas, ca-
pillo Maboel Jos Pereira Marinho, equipagwn
10, carga sal, sabio e vinho ; Palmeira & Bet-
trao.
Entrado no din 6.
da
equipagem 6," carga couros, sola e ouiros gene
ros ; GrugeL 4 lrrnao.
Terra-ffova20 das, pucho injdez Porfa, de 157
tonelada* apftao D. C. Down, equipagem 8,
carga 2316 barricas eom bacalho 5 Jobnstoa
Paler 4 C,
Suhidot no wtesmo dio.
Liverpool pete Parbybo Patacho tagloz Sagtttn,
capitao George David, era lastro de assucar.
Otsevaacto.
Diz o capilao da escana Ernestina que aontem
encontrara o hiate Sergipuno na altura da barra de
Mamangupe, procedente da Ilha de Fernando.
Passou para o norte uma galera ingieza.
I sob pena de revelia. E para que chegua ao conhe-
cimento de tedesi rmudet pasiar a presdite eom o
Eraso de 30 dias, que sera publicada e alBxada no
igar publico do costme.
Dada e pascada nesta cidade do Recite de Per-
namburo im 1 dn mareo de 186V-BH Pedro Ter-
tuliano da Cunba, escrivo a escrevi.Hermoge-
nes Scrates Tavares de VaseonoMos. V*i pagar
a junta administrativa da SanU Casa da Misericor-
du aquantia de 230 rs. de direilosdacraocellaria
Recife 3 de marco de 1864. O escrivo Cuaba.
Vai pagar a mestna de sello 800" rs. Recife 3 de
I mareado 18640 escrivo Caoba. N. 1067-Pa-
gou 250 rs. de direitos de chancellara. Recebe-
doria 4 de nvmp de s8i4. -Chavos Pranca. N.
lexandre Rodrigaes dos Aojos.
Secretario.
as
THEATRO
DE
Aracaty10 dia, hiate nacional ExkataQo, de 37
toneladas, capillo Trajnno Antunes da Costa, tJ-Eslava o sello, oilo.ceatos.Pagou 800 rs. Re-
cife 4 de marco de 1B4.-Cnves Sena. Estava o
sallo. D. Francisco Ballhaxar da Silveira, presi-
dente. Transitou pela chancellaria. Recife lo de
marco de 1861. 0 escrivo Francisco dos Res
Nenes Campello Jnior. Lancadaa folhas 31 ver-
so do competeute livro n. 13. Recife 1S de marco
de 1864. Campeflo Jnior.
Pela inspectora da alfandega, se faz publico
qae por ordem da ibesouraria de fiuenda de 30 de
abril finio, serio arrematados em hasta publica
porto, da mesma atfindega ao dia 7 do corrente, ao
meio dia, os seguinles objectos pertcnoentes nja-
zenda publica e existentes na mesma reparlicao;
a saber : 3 vergas de volta eom 7 palmos de com-
primento e 3 delargara; avalladas em 6,1300 cada
uma rs. 18*900-, 1 drta rom boraeos de'gradeamen-
to de ferro, avahado em 4*200; pedacos de-om-
breiras em perfeito estado, eom 28 palmos corren-
tes k t*0O0, 28*000; 1 eedra cora 5 palmos de
comprimen e 3 de largura, 5*000; 35 palmos de
pedras de Lisboa, em ritas de 1 palmo, lesu a 800
S. ISABEL
EDITAES.
GEHIMIW .COUBRA.
t Reetta da asslgaatnra.
SABBADG), 7 DE MAK),
Sabiri scena o rateressante drama ero cinco
actos, original fancez
C0MHE1CI0.
O Dr. Virgilio de Gusmao Colho juiz municipal
supplente em exercicio da 2* vara da comarca
do Recife, etc.
* Faco saber que pelo Dr. Joao- Antonio de Araujo
Freis Henriques, juiz de direito da 1" vara crimi-
nal desu comarca, me foi commnnicado ter desig-
nado o dia 23 de correle pelas 10 horas da ma-
chia, para abrir a 3' sessio do jury desu capiUl,
que irabalbar em dias consecuti vos, ha vendo pro-
cedido ao sorleio dos 48 jurados que tem de servir
na mesma sessao. em conformidade do art. 329 do
regulameiito n. 120 de 31 de Janeiro de 1842 foram
sorteados e designados os cidadios seguintes :
Freguezia de S. Fr. Pedro GonQalves.
Joaquim Cardoso Avies.
Luiz Antonio Goncalves Penna.
Santo Anonio.
Dr. Antonio Wnravio Pinto Bandeira Accioli de
Vascoucellos.
Caeuno Jo> Mendes.
Caetano Silveno do Amaral.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Francisca Borges \x;i\.
Fortunato da Silva Nev.
Dr. Miguel Jos de Almcida Pernambuco.
Miguel da l'urilicacao Gomes.
Satyro Seraphim da Silva.
S. Jos.
Antonio Pinto de Barros.
Jos Xavier Faustino Ramos.
Joo Baptista Cesar.
Lnii de Franca de Oliveira Lima.
Tiborcio Valeriano UaptUta.
Boa-VisU. ?
Dr. Demosthenes da Silveira bobo.
Dr. Eduardo de Barros Givalcantt de Lacerda.
Francisco de Miraida Leal Seve.
Frederico Lopes Guimaraes.
JDr. Francisco Amyulhas de Carvalho Moura.
Dr. Henrique do Reg Barros.
Dr. Joo Maria Seve.
Dr. Joio Jos Pinto.
Joaquim Jos de Miranda.
Joo dos Santos Porlo.
Manoel Luiz Viraes.
Manoel PoJycarpo Moreirade Azevedo.
Dr. Julio da Silva Guimaraes.
Joo Pedro de Jess da Malta.
Simplicio da Cruz Ribeiro
Thouiaz Antonio Maciel Mbnteiro.
Thomaz de \quino Fonseca Jnior.
Trajano Evaristo Ferrao Casteilo-Branco.
Poco.
Francisco de Paula do Reg Barros.
Jos Marques de Ainorim.
Joo Luiz Vctor Lculhier.
Bario de Muribeca. -
Dr. Francisco do Reg Barros de Lacerua.
Jos Antonio de Oliveira e Silva. f
Jaboalao. V
Pehppe Benlcio Cavaleanti de Albuquerque.
Manuel de Souza Leao.
Manoel de Souza Leao Jnior. _
Dr. Miguel Felippe de Souza Uao.
Muribeca.
Eslevao Jos Paes Brrelo.
S. Lourenc.0.
Visconde de Camaragibe. \
Joaquim Correa de Arauw.
Juao Antonio Carleada Silva. t
A todos os quaes e a cada ara de; per si, bem
como a*ods os nieressados em gera\l se convida
para comparece na sala do jury, no| 1* andar da
casa que foi cadeia, Unto no referi dia e hora
como oos mais dias seguidles emquaulo durar a
sessao, sob n penas da be se faltarem.
E para que cbrgu s noticia a to>los, mamle pas-
sar o presente, que ser lido e afBxada nos luga-
res mais pblicos e publicado pela imprensa, e
tombem remener igua^s aos suboVIegados do ter-
mo para publica-tos e maiktorem fazer as nolilica-
55es necessanas aos jurados e as lesemunhas que
se acharem nos seus dislrictos. /
Bu Joaquim Francisco de Paula Estoves Clemente,
escrivo do jury o subscre*i. /
Recife, 2 do mato de 1864. J
Virifitio de pHsmuo Coelho.
O Dr. Ernesto de Arruino Fonseca, cavaJheiro da
ordem de Christo, juiz de rphos e ausentes Da
cidade do Recife e seu termo, por S. M. o Impe-
rador, qne Beus guarde etc.
Faco saber aos que o presente edita! virem ue
CiW.DA.MHA PEHNAKBUCA
^avegaeo cMlelra a vapor.
Partos do til mT
iBS
1.1 para 0 din 9
dofor uta qoe detia
ser boje fena peto vapor Maman-
mpe, pan Hnrei, Penwie e
_______Aracajd, em firiode de deterroi-
nasJodoEsm. Sr. presideato da provincia.____
BKASILEtRA
jLji^
m7tD
ped....
ris, 28*000; 4 pedras de lageeom 39 palmos qua-
drados 200 ris, 7*800; 14 pedacos de frades de
pedra, e alguns pedacos de pedras considerados
como al venara; em valor de 6*000.
A arremalacao ser livre de direitos ao arrema-
tante.
4* seccao da alfandega do Pernambuco, 4 de maio
de 1864
0 2 escriturario,
Cae/ano Gom^ de S.
Pela inspectora da alfandega, se faz publico
que no da 7 do crtente, ao meio dia porto da
roesraa, serio arrematados em basta publica, 18
saceos eom sement de algodao, pesando 1476 li-
bras, viudos d Liverpool pelo navio inglez Queen
of the Plym, abandonados pelos direitos por Geor-
ge Patchett, na importancia de 1:476*000; cuja
arremalacao ser llvre de direitos ao arrema-
tante.
Quarta seccao da alfandega de Pernambuco, 4 de
maio de 1864.
0 2 escripturario,
Caetano Gomes de S.
Francisco de Miranda Leal Ser, official da impe-
rial ordem da Rosa, tenente-coroiiel comman-
dante do 3- balalho de infamara da guarda
nacional do municipio do Recife, e presidente do
conselho de qnaliflcaeSo da fregnezia do Santis-
simo Sacramento da Boa-Visto, por S. M. o Im-
perador etc.
Faco saber a quem interessar possa, que de
conformidade rom o dsposto no art. Io, parle 2',
art. i do decreto a. 1,130 de Iz da mato de 1853,
e artigo 8 das instrueces de 25 de oatnbro de
1850, se tom.de reunir na terceira domiaga de
maio o conselho de quililicaoe dos gaardas na'cio-
nal da-referida freguezia, no consistorio da igreja
matriz da Boa-Vista.
E para qa chegue ao conheci ment de todos
mandei passar ediues que serio publicados pela
imprensa e afflxados nos lugares designados na
lei. Cidade do Recife, 6 de maio d maio de 1864.
francisco de Miranda Leal Seve,
Tenente-coronel cominandanle.
PERSONAGENS.
O rommendador de Boitleu-
ry....... Germano.
Mrquez de Sevry. Lisboa
Lousulot, pai de alaria ~. Coimera.
Pedrinbo, cabreiro das irian-
Unhas....... Teijnka.
O cura
Chartot, aldeo.....
Jacob, dte.....1
Laroque ......
Saint-Jean......
l'm criado ......
Mara ........
Chonchn. ......
Marciueza de Sevry .
Magdalena ......
Senhora d'Elb. .
Camponezes, lidalgos, etc.
Terminar oespecUculo
drama.
Comecar s 8 horas.
Porto.
Borges.
Guimaraes.
Pialo.
Leonardo.
Barbosa.
\y. A Marquelou.
D. Olvmpia.
D. Maria Pontea.
D. Camilla
. Bernardina.
eom o ultimo acto do
DECLiElCOES.
Ilcritn extraordinaria
Livre da assignalnra.
Domingo, 8 de iu;i'0 de 1864
Representar-se o e&celiento drama em o actos,
O Illra. Sr. inspector da thesouraria provincial
emeumprimenlo da ordem do Exm. Sr. residente
da provinoia de 30 de abril prximo fidoo, manda
fazer publico que no dia 16 do corrente tora lugar
novo concurso para preenchimeoto da vaga de 2o
escriplurario da mesma tbesouraria, divendo os
preleoentes ser examinados na jrammatica da
lingua nacional, cscriploracio por partidas uobra-
das, arilbmetica e suas applicaooes eom os| dade a reduccao de moedas, pesos e medidas, ao
calculo de descont e juros sirope* e cranoslo,
sendo preferido os que tiverem boa lettra e soube- f
rem i jfHM estrangeiras.
Os pretendentes deverao apresentar seus reqne-
rimenlos nesU tnesouraria eom doeuinentos em
que provem qoe sao menores de vinto annos e tem
bom comporUmento
Toma parte toda a corpanhia.
Terminar o espectculo rom a chistosa comedia
em tres actos ornada de msica da composico do
hbil professoj- o Sr. Coi-.
0 MtlDlCO 4 P40
E gf.Joao Rodrigues de Oliveira Sanios, um dos pri
inteiros negociantes da provincia do Maranhio,
lio espirituosa que bem revela o ulento e Ilustra-
cao do seu digno traductor, poeta e litterato, o Illm.
Sr. Oliveira Santos, cultiva as letras no mtodos
seus afanosos trabalhos do commercio, provando
assim que o genio se eleva sempre qualquer que
seja o lugar em que se encontr.
Honra e loovor peis ao. digno negociante que
empregn suas horas de repouso em abrilhantar a
litteratura dramtica brasileira. *
Personagens da comedia.
D. Jeronymo.......... Pinto.
I^andro.............. Victorino..
Bartholomeu... >..... Teixeira.
Gins................ Barbosa.
Lucas............... Guimaraes.
D. Panla......... ... D.Virginia.
Andrea.............. D. Leopoldina.
Marimba............. D. Camilla.
Comecar as 8 horas.
COMPAxTHIA
DE
PAOUETKS A VAP#R
B* esperado des portosdo norte
at o da 17 do corrente o vanor
Apa, commandante o primeiro
renente Alcanforado, o qnal de-
pois da demora do cosiume se-
guir para os portes do sal.
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qnal dever
ser embarcada no dia de sna ebegada, encommen-
das e dihheiro a frete at o dia da sabida as 2 bo-
ma* : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Lote de Oliveira Azevedo A C
Para Naramlio e Para.
O patacho Beberibe a seguir eom muita brevida-
de recebe carga e (retes para Maraoho 308 rs.
por arroba, e para o Para 380 por arroba ; tra-
U-se rom os seas consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C no seu escriptorio roa dna
Cruses n 1. ____________________
fio de Janeiro.
O brigue imperial Marinheiro segu cero brevi-
dade, e pode receber alguma carga : trata-se eom
es consignatarios Marques, Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6. .________________
Para o Rio de Janeiro, a frete barato, esto
carregando o brigue brasileiro Imperador, de boa
marca e eom commodos para eacravos : a traur
no escriptorio Amorim Irmaos, ra da Croa n. 3,
ou eom o capilao Jos Rodrigues Prats, na praca
do commercio.
Para o Marauhao e Para
pretende seguir eom moito brevUade o patacho
nacional Beberibe, tem parte de sen carrejramento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se eom
os seus consignatorios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo em seo escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para Ratiia vai salur em poucos dias eom a
carga que tiver o veleiro paUcho D. Luiz, capi-
lao Jos Teixeira de Azevedo, quem no mesmo
quizer carregar pode dirigr-se aos consignaUrios
Palmeira l Beltrao, largo do Lorpo Santo n. 4,
primeiro andar. __________
O brigue portuguez CornmM segu oora brevida-
de,pode receber alguma carga a frete e pasatrei-
ros : trata-se eom os consi-naurios Marques, Bar-
ros t C, largo do Corpo Santo n. 6, ou eom oea-
pilio Henrique dos Santos Fernandos.__________
Para o Rio Grande do Sal
pretende seguir eom muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tero parte do seu carregaroento
prompto : para o resto que Ihe falto, trato-se eom
o capilao Beiarmino dos Santos Pinhelro a bordo,
ou na praca do commercio.__________________
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 16 do corrente e vapor
Paran, commandante o captao
de fragata Santa Barbara, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passa-reiros e engaia-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sabida s 2
hora*, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antoaio Lniz de Oliveira Azevedo tSt C.
JM1
('la casa o> campa f si eeni airar ida
nahoof de trate, e 670 V hmi.
otraai de Jei de Barras,
mlnla-feira 19 de #.
O geme Pinto, legalavnte aotorisode fari teifio
por conte de iruem pertoneer de ama rata ron t
sMs, 4 qnartos, 1 gabinete, at'nenia. roasmmm, 3
qanrtes fra, terraco na frente; udinVoda V beira
da estrada de Joio do Berma coa proa te ate fter-
enaro do lado direito arpte do skio da Caaeaa>
eom mangueiras, jaooeiras. coqueiro* e
ras -. o lerlio ser eamoado s II hora* d l
cima dito, na roa da Croa n. 38,
mesmo atente, aonde te dar desde j i
irrrbrmacoes a respeito.
avisos muses.
AssociacTio Typograplica
Pernambucana.
TBEVTHO
NttVO %\m M HKRllMICO.
O nevo banco de Parnarobuco paga o 12 divP
dendo a razio de 9J> por areno.
Alfaardega
ReodimeiHo do dia 1 a 4.......
idean do dia 6 .................
104:4431004
24:180*630
138:632*934
Movioaeat da allaaidee
Volumes entrados eom fazendas.,
f i eom gneros.
Volnmes sahidos
eom
eom
fazendas...
gneros...
?32
1,947
m
193
2,079
284
a ro.metmiwe *--Oa Manoetdo-fosotaaon%la- seguinles:
<9& Jji> '^d/ Stciedade.dramatice .Hclpameite Per.
nambaeaoa.
Faz-se sciente aos senhora socios que em de-
E para constar se mandou publicar o presente | monstraco de pesar nelo feltocimenio do nosso
pelo jornal. "irtooso e daoaa preUdn, ao leve bagar o espoc-
Seeretort* da mesouraria provioeial de Firam-' taclo marcado para o dia 1 do cerrente, viodo a
bueo, 1 dfe rearo de 1864. ter lugar no-dia 8 (dominx) s 8 horas da noite
Secretaria da sociedade Melpoinenc Pernambucana
Be ordem do Sr. presidate l
os Srs. socios censelbeiroa pora a
rtedo conselho, domingo 8 do torrate, a It no-
ras do di.
Recife, 4 de anuo dn *f*4. .
Jesaiae Fraacisco Reg*,
r secretorio.
0 cirurgifto Leal mwkn
a sua residencia da ra do
Queimado para a roa das
Gruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aco-
de o achanto como senpre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua yr^-
fissao, chamado por escripia.
&WWB8&b
extraordinaria
Aos 10:000$000 e 3c
Terca-feira 40 do corrale
gar a extraeco da priaetn
meira lotera da igreja de S.
consisloriu da-igreja de M. S. do
da freguezia de Santo Antonio.
Os brinetes, meios^eljoartos a
venda na respectiva Iboawuniia a
Crespo n. 15 e as casas
Os premios de IfcOOtWUOO
serie pagos ama hora depois
at s 4 horas da tarde, e os
seguinte depois da distrbnicSo da I
0 Ibesooreiro,
Adiodm Jos Rodrigoe* da
pane Vptv
AOS I0:000.000
LEILES.
la Aido carro earidracado e eom os rcspccliros
arreios cbapeados de metal principe.
Hoje, s i 1 horas da manbaa.
O igente Miranda levar a leiliio um ptimo
earYffl envidrando, e eom os respectivos arreios
chapoiados de metal principe, no dia e hora cima
indicajios, na porU dos Srs. Maia e Irmaos, na ra
do Imaeranor.
O secretario J^
A. F. da Annunckma).
Vai 0raca, peraate o Illm. Sr. Dr. uiz de
onphos, sexto-fcira, depois daaudtoneia do mesmo
juizo, M 11 horas do dia. a cas* torrea n. 22 da
ra do Tambi : quem na mesma casa quizer lan-
car por arremalacaa tto venda, compareca no da
e hora no lugar do cvslome, pddendo ,vr o edital
em mac do respectivo portelro.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer pqblico que do da 3 do corrente
por diante pagam-se os ordenados dos empesgados
pblicos, vencidos no mez de abril prosimo findo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo t de mato de I8S4. O seeretarie,
A.F. dAnnunciace.
Ceaserbo aiiainistravo.
O conaerao admistrativo para toroeciraento do
arsenal 'de guerra tem de comprar os objectos
i dC fHWO 00 ioO*.
Joao X. A. Macil,
! secreurio.
Crmcerto de ^angellaa Bottlnl
Em conserjuencia'A morte do Exm. e Rvmd.
Sr. bispo diocesano, para qturta-feira II do correte.
chado Portettnt oooooor do nrodwo Vatenano Man-
so da Goeta Res, vai a praca por iras annos o ar-
readamento do eogenho de M-10, de Ipojuea na
comaira de < abo, por 1:200*000 aunuaes, de cujo
engeiabo cooseohorda quaria parte o predito pro-
diga.
E para constar mandei passar o presente que
Para o corpa de goaroicao.
2 resmas de papel alutaco, 2 uaizas do peonas
de ac, 5 peanas de ave, 2 garrafas de tinto preta,
2 dmtos topis de pao, 2 libras de area preta
para escripto, li carina dea b e, 12 uboadas
grammatica* portugneza por Monte-verde, ottinia
edigo, 3 arithmeticas por Avilla, !' paulas. 1
B para consiar maiein p |'i^~.v-f' ---. 1------ -^ cr:A_i
ser aluzado nos lugares do cosiume, deoowdeter traslada, 2 pedras para ertpla. Z?
trau>iUdo pela chaneelJaria do supremo tribunal
da relacao do dlstricto.
Uwto Bossade nessa ci ale do Reoife de Per-
nambuco, em 23 de abril de 1864.
Eu Flonano Correa de Brito, escrivo, o flz es-
crever e subscrevi. .
Ernesto de Aqaino Fonseca.
O Dr. Hermogenes Socrat lavare dd Vasconcel-
Para o arsenal de suerra.
10 caixas folhas de flandre* finas de 26 potoga-
das decoroprimeoto e 10 ditas de largura, 10 cal-
zas de 24 ditas de dito e 14 du ditos dito, W cai-
xas de folbas pequeas finas.'
Para o 7o batolho de ihfantana.
50 bonetes redondos para recrutas
Quem quizer vender taes objectos apresentem as
suas propostas era carta tomada na sean
Oesarregam no dia 7 de maio.
Brigue purtuguez Carimba -diversosgneros
Escuna dinamarqueza Thoraidem:
Brigue nacional Beluarioidem.
Brigue InglezTibinto -bacalho.
Brigue togfezfffftctfo-idem,
ia ingieza Zarapefazendas.
dHooBaa diaaraarqnezaAfiance -diversos gneros.
Escuna inglesa -Haar-carrao e pedra.
rataotao aatoaal -Rtiampago pedras.
rigue inglezZonrfazendas.
enna nacionalErnestina diversos gneros.
Intportaee.'
ue ingtez FOtmit. entrado de Terra Nova,
,n Pater & 6., manifestou o se-
to ; aos mesmos.
roa entrado do Rio de Ja-
jites Barro-* CT manifes-
0 coa-
450 >queiras geaebra, 25
los, juiz municipal da l^vara^ desla^ cidede do p^gjii,^ g 1% horas da manbaa de da II do cor-
rente.
Sala das sessees do coaselbo administrativo para
forneciroeot de arsenal de gaerra, 4 de reato
de 1864.
AntnwaPetkode 3a Barrtto,
toronei presidente
Masito Jos Basilio Pwrrko,
Vogal, secretaria
O corpo de polica compra 20Q bonets de gua-
seccV volante, t 50 ditos i Cavatg-
Recife de Peimomboro per 8. JL I. eto.
Fao saber aos que o presente edital virem, em
romo a junte admimslrntiva da Sen Casa da Mi-
sericordia desla cidade me fez apenco do Ibeor
cz>0ii|nl(k *
Diz a jimia admmistratlvn dn Santa Casa da Mi-
sericordia do Recife, que quer fazer'eHar aos her-
deiros de D. Anua Benedicta Roavenlura do Car-
ino, viuva do coronel Agostinho Cesar de Andrade
Mello, moradora que foi em Curcuranas, para fal-
Urein a 1" deste jurco aes termos de um liberto
Graade galera de 4stas mo-
dernas.
Roa da Iaajralrli &3.
Haje estar tea 'fc* a sefaiate
*isras:
i -Real sntaai io do Bom Jesas do Mente nos
suburbios le Braga.
2 Cidade de Brasa.
3Guiado do l"orl^WWm
Cidade de Giimbr.
t Cidade de iiseoa.
Estatua equestre de Pedro I no largo
Rolo no Rio de Janeiro.
%-0 largo do paco aninhado de povo vendse
LEILAO
DE
jarras, parta jaias, fracteiras,
relogios c inuilus outros ob-
jf.cios de raarnii e.
K-IVira 9 de maio das C s 9 horas da noite.
Bnle Pinto autorisado pelo Sr. J. J. Keller,
Silo sem reserva de preeo de tolos os ob-
de marmore-aciina mencionados existentes
ja loja ra da Imperalriz n. 9, dss 6 s 0
Is da imite do-da cima dito. Em tempo -de-
a-se que se fat lodo e qualquer negocio cora a
aco e movis da mesma loja^_____________
DE
marica armaco envidrnc< fereales mavri da leja ila raa da
Imperalriz h 9.
Scyunda-reira 9 de maio ao meio dia em sonto.
O agente Pinto autorisado pelo Sr.- J. J. Keller
far leilo no dia e hora cima dito da ramelo
da sua toja da ra da Imperatriz n. 9, assim como
de diferentes movis constondo de mesas,_ sofaes,
raarquezas, lavabirio, cadefras de guarnicao, diUs
de bataneo, camas de ferro, e outros objectos que
estaro ao exame doajnEoncorrentes. *
Bllhetea garaattI
1' roa do Crespo s. 23 s casas de
O abaixo assiguado tewlo vendido mi
to felizes bilbetes garantidos o meio n. 423
surte de 5:0004, n. 2217 eom 30 e
Us sortea de 100*. 40* e 204 da
se acabou de extrahir a bewDei da
Barreiros convida aos possoiitores de di
a virem receber seas respectivas twnmmm t*
.descomo aldum em seo estabiluiaunli naai
I Crespo n. 23.
O mesmo tem exposte a venda os nefas a asa
I tunados bilbetes garantidos
1 priineira lotera de S. Goncalo oae
no dia 10 de maio prximo sois
das loteras extraordinarias.
Os premios serlo pagos como de
l"i e^ #e>
Bilbetes intoiros.....
A16IOS.
Quartos........
Para as pessoas que
de 1004 parai
Bilbetes......
Meios.......
Quartos......
Martmu Fimxm
s
LEIIAO
DB
a nao Vasto dn (rimo. Barca do registe e toda a
prafa do commercio toda (Iluminada pela orcasiao
do^jestejos de casamento do re O. Luiz.
aje mudatn-se aovas vistas s 8, 8 1|2 e 9
osas.
Osalo estar aborto at o da 15 do corrente.
Entrada 560 ris.
Graade sortimeato de ferro* pira mar-
eiaeira e aarives, iasiraiaeates r
farras para dentistas, iastram^at
e cirirgia, petlns de aliar, tari it|oe-
dan, aavlaas, tejaras e maitos aa-
tras Mbjertas.
Segnada-felra de malo a IO
ras eaa possta.
J. J. Eeller tendo de retirar-se para Europa rara
leilo por intervengae do agente Piolo e para lt-
uidaclo de todos os objectos cima declarados,
existentes na sua loja ra da Imperalriz o. 9,
" devendo principiar hora cima indicada.
Em conlihnacao vender-Sjtto a armaelo e
mo-
vis da diu loja.
w^^jB^t^^^ms ^^lz^**
preiino vencido, para cuja garanta a mesma D-
Anna Beneilicte Boaventura do Carino hypothec-
ra o seu sitio den.MninadoForteem Corcurauas,
como meihermenld*xpressar em sen llbello. E
porque o sop?^!!*" ignora os nomos e lugar da
residencia desees herdeiros, 'qpr por isso faze-los
ciur por caru de djtos, rom o praso de 30 das,
nur todo o conteiido nesu e para os de mais termos
al embolso e final execucao, sob
tanto, pede ao Illm. Sr. Dr.
a assim a Vfira. B. R.
ador Jos Tbeodoro Gomes. E
da causa ato real t
wiia : pj
BleComo afeenra
rite para a
apre-
sente-se na secretaria -, .^-----
ras do dia 7 de corrente, para cooi-aur a vreU da
amostras que Ihe sero apresenlartas.
Luiz Jerony.mo Ignacio dos bautos,
Tenente-secroiarm.
_ Por esta secretaria so tos ffcbllco de ordem Pof^
do Illm. Sr. r. chele de pollera me, seauado to.,
declarado pelo delegado de polica do ten
de
GOMPANHI PEBNAMBGANA
avefaco eoeaetra a vapor.
Parahjba, Natal, lacae, \racaij, Ceara Acsrao e
Crasjs,
No dia 7 de maia prximo s
5 horas da tard segu o vapor
Persinunga, commandante Ratos,
para o* portos cima indicados.
Recebe eofga at odia 6. Encom-
memlas. pasSageires o dinheiro a frete, at o dia
da sabida s 3 doras da tarde : escriptorio n.
do antros n. 1.________
- nk (raade lo siail
LElLlO
era ehloa pro-
estrada do
teasra "d em dau de 30 do ^ne. prximo passado.1 V*i seguir eom t-revidade a barca nacional Ami-
nraro rec^htoosa c.deia d'aooelle termo dons p<-W, ootr-ora Rer.fe, recebe carga a fe, te comrno-
mvo/qTe dmraSni pert^r J-So Cirnej do para oque trate-se eom Blthar & Oliveira. ra
Rodrigues Campello, e Francisco Velloso da Sil-, da Udeta n. 26.
DE
l_'aaa easa terrea
prlos situada
Hastgsiialao
Terea-feira 10 d corrate, i 40 horas.
O agento Olymoto aeba-s autorizado vender
em leilo publico a easa terrea de pedra e cal em
chaos propios sita na estrada de S. Jos do Man-
guinbo n. 25 a qual Itea d*fronte da igreja e tem *
salas, 2 qaartos e quintal. O leilo sera eBeciuado
no dia e hora acias* no primeiro amtor aesobnuaa.
da roa da Cadeia do Rectf- n. 40, aonde encontra
rao os preiendentes o referido agente para qust
quer informaco.
I. El LA
E
leveia, ai aa, ea*r a4et, jai as de ara-
la t ear e outros naitas objectos.
Terea-lelra do eorresaite.
Na ABMAtaa da ra da Caoma 00 Rcirn s. 48.
0 agente Olimiiio far le So de diversas obras
oras e usada* de mnrrinerria, e de um bonit
brfclet, Joia de pralae ouro e de outros
elhetos.
Dar principio is 11 horas. jt
A mesa regenera da contraria de S. I
da Va-Sacra da igreja da Santa Croa,
todos oe seus coafr titos para no da 9 dn 1
s 7 horas ila roaaha ssi-iirein a minan h toas
de ser celebrada pelo eterno raneen da Kam. a-
nado hisi>o diocesano D. Joo i
ques Perdiglo.
O escrivo,
Jos Castalio F.
Aeiicio
Pede-se so Sr. amanto da mora'Sada e
dade das familias, ajas na
Diario pedio policio, runajia da
moradoras na roaitos Crnzes, or
ticsitos eontra o decoro aojaos
leelarar ooaea an ewaodnlai a
. se nao lizer passari por os
mais qoem eom moites pedras bwS> nasa
oacabeca. ^^
A InaMcl.
Aluga-se o segando andar da
rus Vetha a. 40 : a tratar na
n.24.
raa d
4) Sr. Antonm o Regw Soaras aotoa
pode retirar para a liba de S. Majar! sana
se entender antes eom seas credares Car-
vaHio, Nogueira dV C. _________
148 da ma d Gom Pbav
Alorase a casan
tas: trab-ae as roa da Cadeia,
Francisco Teixeira
freguezes qae mudou a sua onVna V
ra Direito a. 2 pana ras broa dn
onde se acha prowpto a
comroeoda eom promnlidaX
-* Ffeeisn*se os sans snan ^
para cana de nauao servnjo: na
numero & ___
Joao atartins de Bsrro< tai aanrana.
do em soa companhia-teii ftnoCarta,
annos, e deixa por sena P*
ausencia, em t* nojaT a *^ ^-
, Silva do Bros I, em 2 ana 5n. Lsaa
Cosu Amorim & Filbo, e em > nw Srs.
CoelhO.____________
Hai-moBt.
**
Sociedade Bella
O director faz cente ao<
lendo Dos chamado melaor v?*i 1
chorado e virtuoso pretorio aairmam^ o SW
tomou luto, conservando a solo o> sen 4 -
tos recreativo (ecasda tolo esto se
piando os divertimentos domiaf 8 4
Iruaasidade m aairlsao
Laas.
i IIIIMI I


Ularta de PoaaMtaM Kabbada
quem
na ra
il. 3. i).
Perdeu-se urna caixa t rap, de tartaruga, com
aros de ouro, toado na taoiu urna chapa dr
mo, na qual lom as lettras iirtclaes M. S. p.:
a achar querendo-a restituir a entregar
da Itnpwtrii 12, loja, qne sori recompensado.
ir *
* 09 u
O-3 S>
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Sebastio Antonio dos Santos, subdito portu-
guez vai Europa.___________.
Precisase de urna ama que saiba cozinhar
e eogomtnar : na ra do Crespo, n. 18, prime i ro
andar.
m
m
Procisa-se fallar, com urgencia, aos Srs.
abaixo declarados, na roa de Santa The-
reza, junto casa n. 20 :
Miguel Pinto da Cmara.
Jos Ferrcira de Mallos.
Antonio Jos Pereira.
!> Manoel Jos Pina.
>g Joo Antonio de Panla Rodrigue*.
^ Belarmino Alve9 de Carvalho Cesar.
jfe Miguel Pinto da Cnnh.
2g Jf>> Antonio de Moni a.
^ Antonio Matoso de Andrade Coimbra.
{K Antonio de Moura.
Mk Recife, 6 de maio de 1864.
Sociedade dramtica Recrelo c
i" ni fio Familiar.
De ordem do Sr. vicedirector faco. sciente aos
senhores socios que a manhaa, as 10 horas do dia,
haver sessao de assembla geral para orgauisaco
dos estatutos qae hao de reger a sociedade, para o
que convido aos mesaros senhores socios para o
lini indicado.
Sociedade dramtica Rccreio c Uno Familiar
7 de maio de 1864.
Vicente Ferreira da Silva.
_________________1 secretario.
O Sr. l'oucc de Len.
O Sr. Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce
de Len insiste em fazer persuadir ao publico, que
eu. me separei de sua companhia e Ihe propuz ac-
co de divorcio, sem que para isso tivesse motivo
algum fundado, mas arrastada tao smente por
movimento estranlio, chegando sua velleidade ao
ponto de inculcar, que eu vivo sob a presso da
vontade de meus pais, e que s pelo inveneivel
temor que estes me inspiram que anda nao me
recoaciliei ostensivamente com elle, guando alias,
cm particular, vivemos na melhor intelligencia.
E de tudo isto tira elle motivo para me incommo-
dar de novo, propondo-meuma accao rescisoria do
divorcio, na qual allegou as mais revoltantes falsi-
dades.
Pedia o decoro que eu me abstivesse de trazer
luz publica esta desgranada questao, que o Sr.
Burgos tem procurado dar urna triste celebridade.
Entretanto, toreada pelo indigno e insidioso pro-
cedimeuto do Sr. Burgos, venho, bem meu pe-
zar, fazer perante o publico as seguintes solemnes
declararoes, que scro repetidas emquanto o Sr.
Burgos nao se convencer de que deve deixar-me
sem in errupco.vver tranquilla e socegada. Nao
quero, cosameu silencio, dar urna apparencia de
verdade ao romaneo que o Sr. Burgos inventou e
espalha, e favorecer assim os seus tenebrosos pla-
nos.
Eis aqui as minhas declaracSes :
Sahi da companhia do Sr. Burgos e refugiei-me
na casa paterna para Ihe propor a accao de divor-
cio, nao porque fosse isso movida por vontade
estranha, mas sira em razo dos incomportaveis
marlyrios por que me fez passar o Sr. Burgos, du-
rante dez longos annos que vivemos juntos. Sahi
de sua companhia por causa de suas repetidas e
escandalosas infidelidades ; sahi porque j estava
caneada de soffrer toda a sorte de.roaos tratamen-
tos; sahi porque a minha vida corra imminente
perigo ; sahi porque nem o meu corpo, nem o
meu espirito tinham mais forjas para supportarto
longo e insofTrivel tormento ; sahi, linalmente,
porque j tmha pago com usura o passo impru-
dentsimo, que dra, e de que omito mo teatro ar-
repentido, em casar-me, contra a vontade de meus
prenles, com o homem mais refalsado que o cu
cobre.
Em tudo quanto tenhe feto este respeito, meus
pais nao figuraram seno como meus naturaes pro-
tectores. Quem sabe que Uve Ormeza e resolucao
bastante, para easar-me, anda menor, contra a
vontade de meus pais, nao acreditar cortamente,
que hoje, vate annos depois de meu casamento,
soja constrangida, por vontade de meus pais, a vi-
ver separada do Sr. Burgos. Elles, pois, nao exer-
ceram e aera exercem a menor violencia sobre a
minha vontade, a qual nunca foi mais livre do
que na resolucao que tomei e conservo de viver
completa e perpetuamente separada do Sr. Burgos
Vivo to salisfeita e feliz em companhia delles,
quanto possivel urna pessoa, que tem muitos
e grandes motivos de desgasto, e em todo o caso
inlinitamuote mais salisfeita e feliz do que viva na
companhia doSr. Burgos.
Faca, portante, o Sr. Burgos, o que Ihe suggerir
a sua at hoje nao igualada malicia. Pinja a minha
letra e assigaatura, para inculcar que Ihe escrero
cartas : diga que vivo opprimida por meus pais,
mas qne entretanto o estimo e almejo pela nossa
rcconciliaco ; compre testemunhas parairem de-
por aqullto que Ihes da a estudar por escripto
A' miiha Kiidhtr iTtaereza Adriatdt de'wqueira Ca
Talcauti,. iflM lba da Sr. enuMtfdador Anta-'
ai* de Signcira Cavaleanli. senaar de Harta-
Foi com verdadeira indignaeioquedepajpLf
'Diario deftrUamtmto de 30 consuma I
da romntica e logubre a meu respeito ;
lamente de moito man gosto, para todi
que a leram, j sanando dos promenores paisanos,
que seguiram a separaeao de minha raulher, ffei-
tuada taicociramente no engcntio de mea sogro,
onde com ella e meus Minos, na mais perfoita har-
moaia passavamos a festa diratal ; nella, o mari-
do desditoso, regeilado com despreso, figurado
como m homem cheio de vicios e de crirnes, e a
mulher que diz o ter abandonado, figura como urna
esposa virtuosa e disiincla, que rnente por nao
ter podido mais supporta-lo, com razao e sem ser
por suggestoes de pessoa alguma, o aborreca o
desprezava 1
Se a esposa que houvesse realisado o seo casa-
mento por amor e somonte por amor, nao abando-
nassealgumas vezes oseu.marido, sem que este,
dsse causa,eotao Jamis feriamos de lamentar
tantas desgracas que se dio quasi todos os das I
| Entreunto, gracas a providencia, sou um desses
horneas bem conhecdo na sociedade por meu com-
portaaeuto, e assim pode-se melhor ajuizar das
declamaedes sempre tugas, <|u partem no intuito
de me ferir cruelmeute do lado dessa senhora, qne
coitada, ja nao sabe de que meies pode soocorrer-
se para agora justificar a sna separaco, para
cohonestar as ncrseguiees inauditos exercidas
jror sen pai protector I
Nao quero, eu o protesto, entrar n'uma discas-
sao vergonhosa pela Imprensa, que deve ser sobre-
maneira inconveniente a minha propria mulher,
acerca das justas razes que actuam $m mea es-
pirito, para pretender annuHar a celebre sentenca
que me coudemoou, decretando o divorcio ; Unto
mais hoje, que muto confio na boa orgaoisacau da
jusilla ecclesastica, de cujas tribuaaes s podem
presentemente partir decises justas e eminente-
mente jurdicas em favor de quem tiver de seu la-
do o direilo e a justica.
Para os tribuoaes que devenws. appellar de
nossas qnestes, elles sao os imicos' compeleotes
para as decedir.
Assim posto, os fingidos prolectores de minha
mulher, devem-se convencer, que nao sio as suas
falsas e calumniosas imputacoes, e nem mesmoas
lamurias ou a voaUde suprema de urna mulher,
que do o direto de se obter urna senteoca de di-
vorcia.
O direilo firma-se na lei, e pois nenhum magis-
trado que se preza, pode a seu talante exorbiur-se,
offendendo de frente a le expressa em these, dan-
do como Ihe apraz por provado, allegacfes nao pro-
vadas, e em sua sentenca falsamente fundando-se
em provas que nao existem nos autos etc.
EsU minha questao de accao rescisoria da sen-
tenca de divorcio, que Unto "ha incommodado aos
protectores de minha ranlner est affecta ao juizo
ecclesiastico, nao devemos, portante, prevenir o
seu juizo com Ues publicacoes insidiosas, e outras
quejaodas patrauhas proprias para lludrem aos
espirites superficiaes.
E por isto que declaro solemnemente, que por
mioha parte me recolhendo ao silencio, podero el-
les e minha mulher dizer tudo quanto lhes sugge-
rir contra a minha honra e repatacao, porque na-
da direi, aguardando-me para as ulteriores deci-
s5es de nossa causa.Antonio Carlos Pereira de
flurgos P. de Len.
de de se
n. M, o mais breve po i^nde-
rem-se com o solicitador Leepsldo Fer-
reira Martina Ribeiro, ^^^KL seus
interesses qae os raesmos senwfres nao
ignoram.
omro uno ro
tratar com
za, ra do Crespo
mero 32.
le Sou-
ita de Ausar
F

de neo c com pedrag.
Nao estava bem a agnia brama
grande parte de sna boa
Precisa-se de
Augusu n. 5.
ama de ete : na ra
ama
- Aioga-ae urna padaria com uitos commo-
oos o loaos os perteuces: na ra da Concordia n.
62, taberna.
IWUIIIIIli
aques sobre Portug;
6 abaixo assgnado, ageste do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
foetivamente por todos os paqnees sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo sorem des-
contados no mesmo banco, .na razad de 4
por cento ao auno aos portadores que as-
saihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
^ Joaquim da Silva Castro.
Mudanza de gtablecimento.
0 agente de leilSes Olimpio transferio
sua :igMlapar> a ra ta Cadeia do Recif.'
n. 48.- "T '
Francisco Alvos Monlsiro Jnior, dopostario
da massa fallida de Jos vintenio Soares de Aze-
Tedo, convida aos crotores da mesraa para rece-
berem a importancia ue Ihe compete em segando
ratero, do praso de 15 dia*, e fiado este, qualquer
quantia qne deixe de pagar ser recomida ao de-
posito geral. Recife 27 de abril de 164.
Dlf^',rjEp?ls
1S-Ra Nava ~U
Frederico Gautier, cirurgiao dentista, ,
Taz todas as opera^des de sua arte, e col-1
ocAteiites artiflciaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, qne as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos denuncio.
1BRICA
LICORES E PERFUMARAS
A' na do Amerira, n. 1.
Por varrjo t ateado.
N'este uovo estobelecimeuto eucoatrarao sempre r
os freguezea tedas as qualidades de bebidas eapri-' nf^oa-e em mandar
tnoaas, fabricadas com todas as regras d'arte, e i Se acaba do recetor : e I
por isso livres de ser nociws; o que nao. acontece! fjtas.cujos novos e boo tos
com as que sao fabricadas sem methodo e pelas ^vis aos olhos de lod s
receitos que os charlates annunciam vender, pois,(tendentes, munidos de dkSZ
como ja temos t.dooccasiao de ver, vendem c-,& Qaein;io ,ojdagnta tSSSi
res coloridos com substancias veueoosas, como se- ^ -. bom^Vint *
ja o licor de rosa colorido com vermelbao ( Bi-oxi-, xs I* """T .cinl08 r"" *-
do de chumbo) e o de anieodoas colorido com ama- -CiXtniOrdlliariO SOrtlTlClltO
relio francez (bichromalo de chumbo) Encontra- v**t,w
rao algumas perumarias-de superior qualidade e U.6 1)61*1 UDlftnilS
commodas em proco. Tudo se vender por procos A superioridad* das nerfumari.. 1
muito razoavefs, irazendd os fn^guezen os meios branca vende esta oVcn^^2L,^
que a todos habilitam a comprarem barato. e isto confirma a uran^i
Apromptam-se encommendas com brevidade e' dando os apreciadores do b.
| rigorosamente bem acondicionadas, tonto para den-1 porm, lando sempre em vistas
.,
Advocacia.
O bacharel Lourenrx> Avellino de
Albuquerque Mello, antigo advoga-
do desta cidade, teado regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
ra do Imperador n. 40, onde pode
ser procurado para os misteres de
sua profisso todos os dias uteis
das 9 da maoliaa s 3 horas da
tarde, e oflerece como garante i
seus constituintes a n5o interrompA
da pratica de 25 annos de advoca-:
cia. 0 mesmo aceita partidos e?
tambem causas nos lermos do in-i
terior onde tocar a estrada de ferro.'
mmmmmmm-mmm
Feitor
Precisa-se de um para um pequeo sitia na
Torre, porem que entenda de plantogoes e/que
seja capaz, podendo dar boas informacoes out fia-
dor a sua conducto, tem casa propria para asa-
dos : a quem cenvier dinja-se a ra Nova nT9,
primeiro andar. /
Precisa-se alogar um escravo para trab^fhar
nesta typograhia, diaria, semanal ou mensamen-
te, conforme agradar: na livraria ns. 6 e 8 da
praca da Independencia. /
Ausentou-se ha 28 dias, da casa de sea se-
nhor, a prota Tlierexa, om o seguales signaes :
bsixa, eom-ftlta de nnr dente na frtnte, pes gros-'
sos, e tem marcas de escrophulas no pescoco, anda
nesto cidade, e diz ter licenca do senhor para tirar'
subscripao para liberUr-se : quem a pegar leve-a'
aoDr. Salgado, ura do Queimado. p mesmo'
Dr. agradecer a quem a pegar,' protestando usar
dos recursos legaes contra quem a oecultar.
Pede-se ao Sr. thesoureiro das loteras que
no caso que saia a sorte no meio blhete n. 1635,
nao pague porque pertencente Getrudes Mara
do Carino Lima, cujo bilhete dessa lotera que
tem de correr no dia iO de maio de 1864,
Oflerece-s urna ama para casa de homem
solteiro ou de pouca familia, para cozinhar, en-
gommar e fazer o servido de dentro de casa, aflan-
cando-se a conducta: quem a quizer alugar d-
rija-sc ra do Imperador, terceiro andar n. 16.
Luiz Antonio Silva, subdito portuguez, reti-
ra-se para fra do imperio, e deixa como seus pro-
curadores em l. lugar o Sr. Justino da Silva Boa-
Vista, e om 2." o Sr. Joio Jos Pereira, o qual fica
igualmeote como gerente do sea estobeleci mente
de calcado sito na ra larga do Rosario n. 12, a
quem fica prohibido comprar ou vender a prazo,
per cujas Iransaccdes o annunciante senlo respon-
sabilisa.__________[ ______________
Aluga-se a casa terrea grande da ra da Pon-
te Velha n. 18, com comurodos para grarde fami-
lia : a tratar na roa da Matriz da Boa- Visto n. 54,
com Antonio Joaquim Ferreira Porto.
Roga-se ao lllm. Sr. Juliao Tertuliano Montei-
ro o obsequio de. mandar levar ao escriptorio do
Dr. J. Campos, pateo de Pedro II, sobrado, a en-
commenda qae trouxe de Lisboa para aquelle dou-
tor, ou anaunciar sua residencia para ser procu
rado.
Mez de M aria
Vende-se este livro conforme o uso do
hospicio da Penha a 4 i cada livrinho: na
livraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Aluga-se aloja de urna porta s na,
ra do Crespo n. 4 com armaeo ou sem'
ella; para tratar em casa de J. Falque na!
mesraa ra n. 4. i
Fabrica Conce#io da
Bahia,
Andrade .4 Reg, recebem constante-
mente e tem i venda no seu armazem n.
34 da ruado Imperador, ajgodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao em pluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
tro da provincia, como para fra delta.
' Debidas bspihituosas.
Licores de todas as qualidades em garrafas pretas.
Dito, dito, em garrafas braacas.
Gonebra igual a bollandeza.
Diu de Urania superior.
Agurdente d'aniz.
Dita de hortelaa pimento.
Dito do reino superior.
Diu do flor de laranja, reeommeadavei por ser es-
tomachica.
Dita de canella.
Alcool de 35 a 38*Cartier.
Pirfuhaiuas.
Agua de Colonia commum.
Dito ambreada.
Diu almscarada.
Dita das Nymphas.
Brande exirarco q ftr vi
A ag ote kraaca,
bem Mrrir a tm
Danha em iatinhas de quatro oacas proprias para i ffs"fias"em 'frascos dTdi^L.
Empreza da luminaco
a gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacoes
(por escripto dando o nome, morada, dato, etc.),
devem ser fetos no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os machinstos mandados para atlender a
estes, apreseoUrao um livro que os reclamantes
deverao assignar logo depois de prompte o servco
reclamado ; isto para que a empreza fique sciente
de haverem os mesmos seohores sido devidamen-
te atteodidos.
Aluga-se o primeiro e seguodo aodares da
casa n. 193 da roa Imperial : na ra.da Aurora
numero 36.
Precisa-se de urna ama que salba cozinhar e
lavar, para casa de familia, prefere-se que seja de
alguma idade : quera quizer, dirja-se ra da
Cruz o. 14, primeiro andar.
Aluga-se a casa terrea n. 8 na traressa das
Barreiras, com grande quintal e sahida para a
camboa : a tratar defronte da mesma,na otaria do
Sr. Zacaras.
CICERO PEREGRINO 3
Ra do Livranieuto n. 19
Primeiro andar.
Precisa-se de urna preta escrava para ama de
casa de pouca familia, s para cozinhar, lavar e
engomraar : quem quizer, dirja-se roa da Sen-
zala Nova n. 39, na uberna qne volu para o becco
Largo.________.____________________ _________
Jos Francisco Gomes dos Santos vai Euro-
pa tratar de sua saude._______________^^
Precisa-se alugar ama escrava que salba ao-
zinhar e engommar : a tratar na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e .39. *
Xa ra larga do Rosario, loja de ourives n.
24, paga-se bem a urna ama que tenha bom leite, e
que nao tenha fllho, preferindo-se pessoa de con-
dicao lvre.
Precisa-se de um menino que tenha pratica
de taberna : na ra do Padre Floriano n. 44.
Na roa de S. Francisco, sobrado o. 8, da re-
sidencia do escrivao Silva Reg, precisa-se de um
criado.
Precisa-se de ama ama para tratar de tres
ppssoa6 que sirva para todo servco : na ra di
a6 que
n. 42.
1M.4,
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia: na praca do Corpo Santo o. 17, terceiro
andar. _______
Aluga-se o primeiro andar e a loja do sobra-
do da ra de Aguas-Verdes n. 46 : a tratar no se-
gundo andar do mesmo.________
Aluga-se urna escolente escrava moca e de
boa conducto, que cozinha e engomma, e faz todo
o mais servco de urna casa: na ra dos Pires nu-
n'ero 54.
t) padre Joaquim Mauricio Wauderley, ac-
tual capelio do cemiterio publico desta ci-
dade. tendo de celebrar na capilla do mesmo
cemiterio (domingo 8 do correte) s 9 horas
da manhaa, urna missa pelo eterno repouso
do Exm. finado hispo diocesano, convida
todas as pessoas que quizerem assstir a este
acto de cardade para com tao juste e virtuo-
so prelado.
Sociedade iMiil
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mete se dir quem d dinheiro a premio.
-- Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixeira de Mendonca Belm, nesta typo-
graphia.
Gasa de commisso de escravos na roa
do Imperador n. 45, terceiro andar
Nesta casa recebera-se escravos por commisso
para serem vendidos por conta de seas senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promplido afim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem tedas as commodidades precisas, e segu-
ranca, assim como afianca-se o bom tratomento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
D-se ainda 1:0004 a premio de 2 0|0 ao
mez sobre hyptheca em urna casa terrea oesto ci-
dade ou boas firmas: em Santo Amaro, ra da
Aurora, seguoda casa depois da primeira poute-
zinha.
as familias econmicas.
Banha para tingir de preto os cabellos, e que nao
suja os leocos brancos.
Leite virginal emgarr.iflnhas, proprio para os Srs.
barbeiros e cabelloreiros e uso domestico. Be-
neficia a cutis e tira as manchas da pelle.
Extractes variados ; banha em vasos dourados, e j&sntiqueV ioa pom
extractos finos em frasquinhos ricos. Extractos finos eTagfa*(Uve^teiroa
boa fregnezia, tanto da
maodou ver o extraordinario
ba de receber, rindo
coes, sempre da melhor qi
Agua de Colonia em garrafas de diversa*
e moldes.
Diu dito em frascos redondos e
Dka diu ambreada ero frascos
Agua ambreada para baos.
DiU balsmica e dentrifke para
geogivase denles e boro balito da kan
Diu de flor de laranja.
Diu de rosa e diu de Florida.
Diu de lavander e toilet
Dita de tbeniense para alisar e senrar i
bellos depois de atada.
DiU de Mallabar e Hoide para ungir os ri
Banha transparente e UforaeM.
Dito dita em bonitos vasos de-
Dita dita em latos.
Dito dito em copinaos, sendo
mada imperial
Bahuzinhos de vidro com po._
Caixinhas com % frasquinhos de
Nova expsito de &zeH baratissimas.
agradaftL
Loja da Arara-Roa da emperatriz o. 56.
Oproprietariodeste grande estabelecimento, Lou-
renco Pereira Mendes Guimaraes, promette sem-
pre vender barate para apurar dinheiro.
ade Phiiosophlca .it-
teraria.
Convido todos os socios dosto Sociedade
a assstirem a missa que, pelo repouso eterno
do nosso socio honorario o Eam. e Rvm. his-
po diocesano, .se tem de celebrar na matriz
da Boa-Vista no dia 7 do correntc,pelas 8 ho-
ras da manhaa.
Secretoria da Sociedade Philosophica Lute-
rana, 4 de maio de 1864.
01 secretorio,
Joo Baptista Reaueira Costa.
Precisa-se
ar com nm bo
i Amaro, sitio de C*. L.
de om canoeiro e qae saiba an-
quera quizer, dirja-se em San-
Cambronne.
O"propretario da padaria- Leo do No:
na ra do Cotovello, esto resolvido a vender por
qualquer preco olTerecIdo, livre e desembarazada
de qualquer debito, cera lodos os- seus perteuces.
tendo dous fornos e um cylndro: a casa tem boas
freguezias, que compram na porto e a dinheiro, e
tem eemmodos at para Tamilia e porlao para o'
becco das Barreiras; quem a pretender appareca
na mesraa ra, que todo negocio se far.
Aluga-se as,casas da ra do Mondego ns.
69 e 71; para ver estao as chaves no n. 73, e tra-
ta-se com Prenle Vianna & C, ra. da Cadeia,
n. 57.
prive-me da doce satisfago de ver meus filtros e
de os ter em minha companhia; invente finalmen-
te quanto sua frtil imaginado parecer conve-
niente para attingir o lim que se propoe. Com
tudo isso, e concedendo mesmo que nao houvesse
justica na Ierra, s poderia lograr o seu flm prin-
cipal, que anoullar a sentenca de divorcio, e res-
tobelecer a cominuuhao de bens, para ter o dire-
to de participar da pequea heranca, que me ha
de vir por morte de meus pais, quem Dos, por
isso mesmo, para martyrio do Sr. Burgos, ha de
conservar a vida por muitos annos.
E nao conseguira seno isso, pois que nao ha-
veria poder algum sobre a trra que me obrigasse
a viver mais com um ente, quem, por tantos e
tao justos motivos, do fundo d'alma aborreco e des-
preso.
Thereza Adelatde de Siqueira Cavalcanti.
O abaixo assigaado faz sejente ao respeitovei
publico, e com especialidade ao corpo do commer-
co, qne tendo de retirar-se temporariamente desta
cidade para tratar de sua saude. tem feito so-
ciedade em commandita com Joo Luiz da Silva em
seu estabeleeimento de taberna sito na roa da
Moeda n. 29, sob a razao social de Jlo Luiz da
Silva & C, o qual competente para genr dito es-
tabeleeimento d'ora em diante, competindo ttie ar-
recadar o activo, e pagar o passivo do annunciante
em couformidade do contrato qae assignaram. Re-
cife 2o de abril de 1864.Jos Antonio dos Santos
FonjesJoao Loiz da Silva,_________^
fferece-se para alugar um moiequa que sa-
be cozinhar e fazer todo se
prensar, dirija-sc prafa da Independencia nn-
flioro i;f e 15.
Profesaora.
Precisa-se de ama senhora qne tenha habilita-
C&es necessarias para ensinar primeiras letras no
mato : a traur na ra Volha n. 8.
Precsa-se de urna ama de leite : na roa es"
treita do Rosario n. 3f, primeiro andar.
Lava-se e engorama-se cora perfeicao por
comraodo preco : na ra do Aragp n. 3.
ALGUEL "
Precisa-se alugar um arete : na ra Imperatriz
numero 41.
Procurase para aJugar, com preferencia no
bairro de Santo Antonio, u'um sobrado decente,
um pequeo andarla parte d'um andar maior :
quem tiver dirja-se ao Hotel d'Europa ou annun-
cie por este jornal.
Joo Baptisu de Medetros, com prensa de al-
gode sito no Forte do Mattos, faz sciente ao corpo
do commercio desta praca, .que do Io de maio des-
te corrente anno em diante admittio como seu so-
cio o Sr. Fortunato Jos Dias de Sampaio, gyrando
a firma social de Joo Baptista c\ Fortunato.
Aviso aos Srs. de engenho
e chefes de familia.
Avsase aos senhores cima e ao respeitovei pu-
blico dosu cidade, que na fabrica de sabo da ra
do Rangel rt 34 vende-se constantemente sanio
m*rello massa do superior qualidade, tanto em
caixas, como a retamo, a 200 rs. a libra. Eseusa-
oo e comprarem-n'o as tatemas a 280 e 320 rs.,
nri Ba *brica Pd,m Iwer por lito mdico
n^ Jl"1"14?. o proprletario desia fabrica espe-
J2L hLSS?e,U,,rcLpul,lieo toda acoadjuvacao por
22LSwJflc,. ('u,e 1,,e fM- re&uato o praeo de*le
Mero de primeira uecessidada. "v
Precisa-se de um rapaz de 12 16 annos, ou
im homem de 30 40 annos : na ra da Concor-
lia n. 38._________________________________
Aluga-se um ptimo preto da Costo para todo
e qualquer servco' de urna casa, e mesmo para a
ra ; muito sado e sem vicios de qualidade al-
guma : a tratar pa ra do Hospicio n. 22._______
O abaixo assgnado pede'-a todas as autorida-
des, capilaes de campo e pessoas do povo, da villa
do Limoeiro e Curato do Bom-jardim, que appre-
heudam um seu escravo de nome Joaquim que se
acha fgido nesses lugares desde 22 de evereiro
ao anno prximo passado, bem como j csteve no
anno de 61 por 8 mezes no vertente de Serr, per-
tencente a D. Joanna, mana ou parenU do falleci-
do Jos Catidido, senhor qne foi o dito escravo, o
qual dmela idade, doente do p esquerdo e com
falta de alguns dedo e intitula-se de forro, e trajos
de pobre : quem o pegar leve-o ao pateo da ma-
triz de Santo Antonio n. 8, que sero recompen-
sados.
Bernardno Jos Leitio.
Joaquim de Souza Silva Cunta vai Europa
com sua senhora e um filho menor, deixando na
villa-'do Paco de Camaragibe, provincia das Ala-
goas, onde reside, por seus procuradores,* seu
primo Manoel de Souza Cunha e a seu mano An-
tonio de Souza Cunha ; e nesU praca aos senho-
res Thomaz Fernandos da Cunha e Jos Joaquim
de Castro Moura, ficaudo tambem o Sr. Manoel Ig-
nacio de Oliveiraci Filho com urna procuraco es-
pecial ; declara que nada deve a pessoa alguma,
e se alguem se julgar com direilo algum, pode, no
praso de oito das, procurar na ra da Cadeia do
Recife, loja de ferragens n. 44.
Euzebio Raphael Rabello tendo de seguir
para Europa no prximo vapor One/da, deixa por
seus bastantes procuradores e gerentes de sua casa
commercial nesU praca, em Io lugar aos Srs. Da-
oiel C. Ramos e Pedro Rodrigues de Oliveira, em
2o ao Sr. Joaquim Jos Rodrigues da Cuuha, em
3 ao Sr. Manoel Custodio Peixoto Soares.
Quem precisar da quatia de 6005 at 8005,
dando por seguranca ama preu escrava que.saiba
eagomraar, pode procurar ua loja do Sr. Porto, na
praca da Independencia ns. 37 e 39, para tratar-se
das condiedes e ajuste, pois abi se dir a pessoa
que pretende fazer este negocio.
Na ra do Corredor do Bispo n. 22 precisa-
se de urna ama para coziuhar, ensaboar e fazer
compras, paga-se bem.
Precisa-se de ama ama para todo servco
urna casa : na roa da Concordia n. 65.
Ue
Aloga-se um excelleute moleque : na ra da
Boia, sobrado u. 16.
.Precisa-se deum bom
ama para eogommar e lavar
ra da Aurora.
cozinheiro, e de urna
: no sobrado n. 32,
Francisco Ivs Veiga, subdito- portuguez,
retira-se para Europa, e deixa por seus procura-
dores, em 1 lugar o Sr. Domingos Jos da Cunha
Lagos, e em 2* lugar o Sr. Domingos Jos da Cu-
nha.
pane, cheiro novo
Dito de sndalo.
Essencias concentradas, coa
raos cheiros.
Leite virginal para tirar sardas.
Dito de cace para amaciar a cutis
Ihe o lustre.
Grande pechlncha, cortes de cas- eo'phioctme^apern,
sa a t/fOOO. Dito de babosa.
Vende-se cortes de cassa franceza para vestidos OpiaU ingleza e franceza.
a i&, ditos a 25500, cortes de cambraia de palmas Pos de coral e de Labio para
solas com 1 vara de largura a i$, ditos com ba- Saboueles finos quadrados e rt_
bados a 34 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Ditos finos em caixinhas de tres.
Arara. Ditos muito finos para barba.
Cortes de chita a 3JMOO. D>ts creme de amendoa em vasos de vidr e pec-
Vende-se cortes de chius de cores fixas com 10 celana.
covados a 2*400, ditos finos a 25800, ditos de ris- T?DC0 orienUl de Kemp.
cado francezes com 14 covados a 35 : na ra da Vinagre aromtico.
Imperatriz n. 56, loja da Arara. Dil ou leite d'ires para acabar as espiabas da-
Bramante de I i alio a tJttOO. rsU>\
Vende-se bramante de linho de 10 palmos de JLa,s.s'm mmtos ontrO ob>^,m** *
largura, proprio para lences, a 25200 a vara, 2?SS. ^ T"*-*,"? a*1*
panno de lnho de 4 palmos de largura a 640 a va- %?*lxar ?s cores na J* d agnia hraaea, ras
ra, hamburgo de linho a 440, 540 e 600 rs. a va- 2fcaUei"li j
ra, breUnha de linho fino a 640 e 800 rs. a vara, WDjeetO de
brim de linho branco a 15200,15400,15600 e 25 para a agnia
a vara : na loja da Arara, roa da Imperatriz n. 56- A aguia branca receben novos e
Fil de linho a NO rs. tos de pbantasia, alguns dos qnaea
Vende-se fil de linho muito fino a 800 rs. a va- UV1' sendo :
ra, dito de cor e branco a 160 rs. o covado, tarla- Bonitos aderecos completos feitos de yerobsfaino.
tona de cor a 640 a vara : na ra da Imperatriz Ditos di,os de pedras, por cuja perfeirio e Um
n. 56. gosto quasi se ne distinguen as
Cortes de casemira a 0. Lindas pulseiras de mosaleo.____
Vende-se cortes de casemira de cor a 25. ditos Dito dito de perolas falsas tanto para
finos a 35, cortes de ganga franceza a 15600, dito niff?? K n""5- ,
de hrim pardo a 15800 a 2* : ra da Imperatriz P. U J ^M6,^5181 C0In "*
n.56, loja da Arara, de MendesGuimares g^t 322" branca' unl <*'
rhltfa da Imm m PG I Bonitos alfinetes e aoneis para grvalas.
i nii.i.s ua Arara a ** rs. O CO- (Bonitos pentes de concha.^bra de aparado
vado. | Outros travessos com pedras para
Vende-se chitos escuras e claras a 240 e 280 Bellas guarnicoes de pentes doaradw
rs. o covado, ditos francezas a 320, 360, 400 e 440 com caixos de uvas, feitos de aljfar,
rs., rscados francezes a 180 rs. o covado, gorgu-1 blime.
rao de linho para vestidos 280 rs. o covado, fus-: Outras igualmente bellas, todas da hao
tao de cores a 500 rs gangas para calcas e pali-1 com pedras.
tots a 440o 500rs. o covado : na ra da Impera- Outras a torUrngadas, nada inferior a
triz n. 56. Voltlnhas de aljfar branco e de cures
A Arara vende balees a 3#. de pedras.
Vende-se baloes de 15, 20, 25 e 30 arcos, dos Esses e 0D'rs muitos obiectos achans-se _
melhores que tem indo ao mercado, a 35, 35600 na raa do Queimado, loja da aguu branca, n.
e 45, e ditos de brllhantina a 45, meias para se- filj^vffii^
e ditos de brllhantina a 45, meias para se-
nhoras muto finas a 500, 400 e 320 rs. o par, di-
tos para meninos a 1S280, para acabar, na loja da
ra da Imperatriz n. 56.
A Arara recebeu novos souteiubarques pretos
de grosdenaple ricamente enfetodos, e os vende
por 225 e 235, capas pretas muito bem enfeiladas
e manteletes de grosdenaple de superior qualida-
de : na loja da ra da Imperatriz n. 56.
Cassa oryandys a 2-iO o covado.
Vende-se cassa organdys para vestido a 240.
280 e 320 ris o covado, cortes de dito com 14 co-
vados a 55, ditos de la com barra a 83 :' na ra
da Imperatriz n. 56 de Mendes Guimares.
A Arara vende madapoln francez eafostado a -i$.
Vende-se pecas'de madapolo francez enfestado
a 45, dito inglez com 24 jardas a 65500, 73, 85,
95 e 105, pecas de lgodo encorpado a 55, 65 e
75 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Grande sortimentode ronpa
felta.
Vende-se palitots de panno preto a 125, 105, 85
e 65, ditos de meia casemira a 35-j00, 45500 e 55,
ditosjle brim fino a 65,25&00 e 35, calca de brim
a 25500 e 25, ditas finas de brim pardo a 35, di-
tos de brim branco a 35500 e 45, seroulas de li-
nho a 15800 e 35, camisas francezas finas a 25200
e 25J00, ditas de linho a 35, pares de meias a 200
240 e 320 rs., grvalas tinas pretas e escaras bor-
dadas as pontos a 15, ditas para menos a 800 o
500 rs., colarinhos de linho a 400 rs.; s na loja
da Arara, roa da Imperatriz n. 56, loja de Mendes
Guimares. '
Hospital ^oriugnez ,de Beaeficencis|
em Pcrnamboco.
, A junta administrativa do Hospital Portu-
guez de Beneficencia nesU cidade, convida
aos seus consocios para no sabbado 7 do
corrento s 7 horas da manhaa assstirem
missa, que tem de ser celebrada por tencao
do Ilustre e piedoso bemfeitor do mesmo
hospital o Exm. bispo diocesano D. Joo da
Puriflcaco Marques Perdigo.
(Jtaquim Ferreira Mendes Guimares,
________ 1 secretario.
WSpris.
Compra-se urna casa terrea sendo em boa
ra, esundo em bom estodo, que seja dentro da
cidade : quem a tiver, aonuocie sua morada.
Compra-se nm sobrado de um ou mais anda-
res, em boa ra, e que esteja em bom estado : a
traur na ra do Crespo, loja n. 20 B.
- fComprase effectwa-
mente
ouro e prau em obras velhas. pagande-se bem
na roa larga do Rosario n.j24,_oja de ourives.
que
Ro-
Compra-se urna oegra que seja moca e
saiba eogommar: a tratar na ra estreiu do
sario n. 24, primeiro andar.
lames Ryder & C, administradores
da massa fallida de Joaquim Vieira Goelho
d C, tendo de cumprir o disposto no art.
859 do cdigo commercial, convidam aos
Srs. credores da mesma firma a lhes entre-
garem os seus ttulos no improrogavel prazo
de 8 dias, que designado no referido arti-
go, attendendo os mesmos senhores que .os
annunciantes sem esses ttulos est5o impos-
sibilitados de rever a relacao de que trata
aquelle artigf^________________________
- Prancisco Pereira de Medeiros subdito por-
tuguez retira-se para a Europa.__________
Precisa te de um caixeiro de 14 16 anuos
cpm pra.ijca.de uberna : a tratar na ra do Cres-
po n. 3.
Compra-se urna Uberna bem afreguezada e
que tenha morada junU : a traur na ra DireiU
numero 35.
Compra-se urna negra que seja sadia, sem
vicios e boa qnitaodeira. prefere-se com cria, nao
excedendo esu 4 annos de idade : na mesma
asa comprase urna mesa para jamar, esUndo em
bom estado : na praca da Boa-VisU n. 9.
Compra-se efloctivamente ouro e prau em
obras : na praca da Independencia n. 22.
Comprase urna casa terrea confbons com-
modos para grande familia, e que tenha bom quin-
Ul, as freguezias de Santo Antonio, S. Jos ou
Boa-Tista : a traur no cartorio do ubello Porto
Carreiro, raa do Imperador n. 42.
Cirande peehincha de lazlnhas
a 4 rs.
Vende.se lazinhas para vestides a 240, 320,
400 e 500 rs. o covado, ditos muito finas de cores
! lizas, proprias para capas e vestidos de senhoras a
650 rs. o covado, diUs escoras muito finas a 640
rs. o covado, ditas de 4 palmos de largara com
palmas de seda a 720 o covado, popelina muito li-
na do ricas palmas a 15200 o covado : na raa da
Imperatriz n. 56, loja da Arara n. 56.
Fazendas para senhoras, golll-
nhas a ftOO e 3O.
Vende-se golinhas para senhora a 200,320 e 500
rs. cada urna, camisinhas para senhoras a 15,15*80
e 25, ditas muito finas com gollinhas a 45500 : na
ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara vende fazendas para
luto, eassas a SOOrs.
Vende-se cassa preu una a 320 rs. o covado,
la preta para lato a 640 rs. o covado, alpaka
preu a 500, 840 e 800rs., bombazina a 15400 o
covado : na ra da Imperatriz n. 56, loja e arma-
zem da Arara, de Lourenco Pereira Mendes Gui-
mares.
i81 iaitf as
espelhos dourados.
A aguia branca em continuarlo de suas toco
mendas mandn vir, e acaba de receber graadt
espelbos dourados com mu bonitos e modera*
molduras, e vidros de primeira qualidade, i ritos
do que o pretndeme qae sahir de can Batido d
dinheiro e com disposico de o gastar na rowoix
de um desses bonitos espelbos, dirijrir-s* rea
do Queimado,- loja d'aguia branca a. 0, qae ser
bem servido. Tambem ha espelhos qnadradns sur-
tidos em umanhos. e com moldaras donradas
J Afc ROS
de porcelana-e escarra
deiras de vidro
A aguia branca tambem mandn vir boaoi jar-
ros de porcellana donrada e da dMbroalos t*saa-
nlros; assim como escarradeiras da ridra, ajeen
esses sempre necessanos para o aos* aceia daa sa-
las ; resto somente que o comprador mja-M caaa
dinheiro loja d'aguia branca, na roa do fjniisaa
do n. 8, onde ser serrido roai agrado e siacerf-
dade.
rem-
de la para homem e sribara.
A aguia branca, na roa do Queimado a. S,
de mu boas meias de la para hornea a
e pretas de laia e de seda para padres.
Vende-se a melade do sobrado de doaoaaa-
res n. 21 da ra do Padre Floriano : a tratar cosa
Frederico Chaves, ra da Imperatriz a. 19.
/
pan
Fabrica de lieores e perfumaras.
Neste estabeleeimento.comprarse effeclivamente
garrafas, botijas e frascos de gonebra vasias, assim
toda a especie de frascos de perfumaras : na ra
do Amorim n. 12.
Compra-se urna negra de meia idade, e alu-
gam-se duas que sejam boas quitandeiras : a tra-
ur na ra AugusU n. 59.
VENDAS.
Vende-se sal do Ass, a bordo da escuna
Ernestina ; a tratar com Palmeira & Beitro, lar-
go do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.
No armazem de fazendas baratas de
Sanios Coelio, ra d Queimado, n.
19, vende-seo seguiste?
Attencae.
Peehincha.
Pecas de algodao com orna pequea avaria pelo
baratissimo preco de o5.
Cobertas de chita da India pelo baratissoro preco
de 25 6 25500. V v
Lencoes de linho pelo baratissimo preco de 25.
Lencoes de bramante de linho fino pelo baratissimo
precede^**).
Lenfos de cambraia brancos proprio para algbei-
ra pelo baratissimo preco de 25 a duzia.
Algodao enfestodo com 8 palmos de largura pelo
baratissimo preco de 15 a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largura
a 25500 a vara. *
Atoalhado adamascado proprio para toalhade mesa
pelo baratissimo preco de 25000 a vara.
Pecas de cambraia de forro a 25600 o 35200.
Toalhas alcochoadas proprias para mos a 55 a
duzia.
Vende-se' nm carro americano de i
das e quatro assentos, paxado aor om cafado :
ra do Hospicio, cocheira doCandiabo.
Farinha de maudioca
animaes.
Vende-se por barato preco no Forte do
15, trapiche baro do Livramaato._______
a ra escrava e om escravo (pecas) cor
e robustos, proprios para engaan.

preu,
Veode-se um sobrado da asa
das Trineheiras : a tratar na roa
loja n. 32._______________________
Qxteijo frescos a $
os melhores do mercado, vndos aa
saceos com milho novo a 35. fardo a
armazem da estrella, largo do Paraizo a. 14.
i 2.51*0 rs.
Continoa-se a Tender saceos 4$ I
na ra DireiU n. 4.
ATINQAO.
Algodao avariado.
Pecas de algodao com um pequeo toque de
avaria pelo baratissimo preco de 55500.
Farinha del
de Sanu Catharina, e da mais aova que ba, asa
muitos bons saceos e a preco cosmoslo : ao ar-
raazem do Annes defronte da alfaadaga.
Vende-se a dinheiro una parte ao
predio da ra da Aurora n. 8, eontign a
palacete do Sr. visconde da Boa-Vista; a
tratar na loja da ra do Quejando n. 3i'.
RELOGIOS,.
Vende-se em casa de Jobosloo
G ra do Vigario, n. 3. um
ment de relogios de'ouro
glez, de om dos mais afamados
de Liverpool, e tambem urna
bonitos trancellins para os meanoi
Pater *
INJECCAO
Remedio infallivel contra as
antigs e recentes, unk deposito na
tica francoza, ra da Cruz n. 22, pre-
MUTILADO


,&!>.' .
"
Ven

i^rtacipalmenie sendo em,
Mn 016-S6 as amostr
landam-se levar em ca-
t da loja do Pavao.
As hitas i Pav5e.
superiores chiai claras e escoras pe-
lo barato prego de 240 e 280 rs. sendo tintas sega-
res, ditas francezas finas a 320, 310, 360, 400 e
500 rs., o ovado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados escoceces fiaos a 240 rs. o covado, islo Ha
loja do vo roa da lmperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
m dt Pavio a 2W, 280, 300 % 350 rs.
se flnissimas cassas persianas cores fi-
~ o covado, ditas francezas muito finas
ditas iugzexas a 240 e 280 rs. o
organdy matisado cora descnhos
rs. o covado, cassas garibaldinas
muito ftus a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As liaiiikas 4a eipesicis de Pavas.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
do urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largara, proprias para vestido de senbora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
prego, d 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o. covado, ditas a Mara Pa com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditaide urna so cor parda, aaul, cor de lyrio e
las para jasados, saMemharques e
720 rs. o covado, ditas escocesas a
isto s na loja do Pavao, na da Im-
peraifBFl. 00, de Gama & Silva.
aa caatas eje' Pvae.
VoodeiMe finos ehaies de crepoo estampados
pelo barato preco de 64, 7*, 8*, ditos de ponta ra-
donda a f e 8*, ditos pretos ricamente bordados
a retroz eom vidrilho a 12*, ditos pretos lisos, a
5#, ditos de cores a 4*500 e 5*, ditos de merin
estampados a 2* e 3*, ditos de la a 1*280 e 2*,
ditos de wtre
dePav
SrlvjL .
Fatcadas areUs aera a qaaresma veade Paria.
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
1*600, dito a 1*800, 2*, 2*500, 2*80' e 3*. nio-
reantiqat preto muito superior a 3* e 2*800, sar-
ja preta tespanhola mnito encorpada a !*, isto na
leja do Pavao ra da lmperatriz o. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavie vende para loto.
Vende-te superior setira da China fazenda toda
de la sen lustro tendo 6 palmos de largara pro-
prio para vestidos, paletots, rapas ete., pelo bara-
to preco de 2*, 2*200, 2*500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
coingolftehas e outros muitos artigos qne se ven-
dem pornrecos razoaveis : ni loja do Pavo ra
da ImpeaajMz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpinaes da Pavle
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e afeitados a 7 e 8* ;
na loja do Pavo, ra da lmperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos da Pavio
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
40*, sendo fazenda que seropre se venden a 100*
e li0* ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10,15, 20 e 30*; ditos de la com lindas
barras ir 18 e 15* ; isto na loja do Pavo ra
da lmperatriz n. 60, de Gama A silva.
Os pantos da Pavo.
Vende-se panno preto muito saperior pelo barato
reco de 2*, 2*500,3* e 3*500, ditos muito finos a
5, o* e *, cortes do casemira preta infestada a
4*, 4*500 e 6*, casemira preta fina de orna s
largura mnito fina a 1*800, 2*, 2*500 e 3*, cor-
tes de casemira de cor a 5*, 5*500 e 6*, casemi-
ras entestadas de urna s cor proprias para calca,
paletots, eeiietes, capas para senbora, roopas para
meninos a 3* e 3j>500 o covado, isto na loja do
Pavo, ra da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa de Pavio.
Vendem-se paletots de panno preto 60brecasa-
cos fazenda mnito boa a 12*, ditos muito finos a
16*, 209,25* e 30*, calcas de casemira preta boa
fazenda a 4*600,5*, 6*, 7* e 8*, paletots saceos
de panno preto a 7*, ditos de casemira de cor a
6* e 7*, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brlm de cores, calcas de casemira
de cor a 4*, 5*, t*, 7*, ditos de caxemira da
Escossia a 3*, ditos de brim pardo a 2*500, ditos
de car a 2* e 2*500, ditos brancos mnito finos,
sto na loja do Pavo, ra da lmperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
NL1PA
E
grande kmm
DE
RIJA DO IMPERADOR
Outr'ar* rna do Colltgto
DE
DUARTE ALMEIDA
i
PARA BEM DE TODOS
FAtt FAVOR DE LEU ESTE MMKIO
s C^eonomia domestica que se vai tratar.
0 a^umpto importante.
^ ^EN V yepvMeiro eprincipal armazem de jnolhados o.d
A
V\
Antonio Fernandes Duarte Almeida, doto dos acreditados armazens Progrqstvo
e Vmio e Commercio, e ex-socio oFrogressQ Progr essista acaba de abrir hoje orolJtt-
tro Da roa do Imperador n. 40, junto ao sobrado em me mora orefrajjfta o Sr. Osborn.
O proprietario deste importante estabelecimento, conlwcendo que
armazem que presentemente se tem aberto nesta praea, deltberou denaflna-lo _
R0 PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, ja pela pratica e conheimento que (en destas
casas, que esto ma oalahrtai lasaate -aue nada dcixa a desejar, ja peto esmerado aceto
que selle preside, como oo eoiptolo sortimenlo que effelivamente recebe de sua propria
emeomroeuda. FU 1 lJt i
0 proprietario do grande armjjzem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser o
primeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos precos dos gneros de j
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de ses gene-
eto para luto a 6*, isto na toja, ros, por onde via e v o publico que nanea mais pode ser Iludido como dizem esses. |
pntperatriz n. 60, de Gama & que> mordidos e queimados pela i'nveja, dizem nSo vao l I Mude!... desenganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trilho que pisa, nunca mais consentir que se i
venda um objecto de 5* por 10$. 0 jystema do Verdadeiro Principal vender Atrito '
dmbeiro e gatlar peoco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
carrega.
I*ede-se a malor attro^So.
^proprietario pede aos en* amigos e fregoezes, e ao publico em geral protec-
c3o para o novo estabelecimento, garanndo aos meamos que ninguem mais pode offerecer
as vantagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. 0 PRINCIPAL tam-
bem pede a todos os Exras. Srs. o favtor de mandarem seus. pedidos ao novo estabeleci-
mento, eertos de nSo terem occasilo de se arrependerem.
. Mais attenfo.
0 VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular todos os Srs. de ngenho e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encommendas este estabelecimento, garatin-
do-lhes o proprietario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparao esforcos para
fielmente cumprirem os pedidos que vierem inderessados.
Ao publico,
Oincausavel proprietario pede a todos osrs. eSras. que, quandotenham deman-
dar seus pedidos seja em carta fechada ou com grande recommendaco ao VERDADEI-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza dos portadores tem este sobrado urna botica
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin-
tadas de {verde, as hombreiras Duarte Almeida d C. e por cima o VERDADElRn
PRINCIPAL.
IZA.
Mnguena contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
Jk posterldade bemdlr o nome do Baliza.
Actualidad? i Batel palmas de contentan
ito!
Dito suisso Parmezao o melhpr e mais
i ricos cortinados proprios para janel-1 fresco que se pode desejar i 800 rs. a li-
la e camas pelo barato prego de 0* o par, sendo o
methor que ha no mercado : na ra da lmperatriz
n. 60, de Gama A Silva.
As calchas do Pavio.
Vendem-se colchas-de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 5* cada nma
na roa da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva
As calcinhas do Pavo.
Vendem-se calcinhas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo barato preco de 500 e 640 rs.,
mlanguitos para senbora e meninas a 500, 640 e
800 rs., camisinbas com manguitos a 1*280 : na
oja de Pavo ra da lmperatriz n. 60.
A Maria Pia.
O Pavo vende a 8$.
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo ene-
gados pelo ultimo vapor francez pelo barato preco
de 8* cada um : s na loja do Pavo roa da lm-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os baldes do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
to brancos como de cores sendo americanos^ que
sao os melhores por se nao qoebrarem a 3*500 e
de 35 reos a 4*, ditos de musselina com babados
a 4*, ditos para menina a 2* e 3* : na loja do
Pataagan da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O bramante do Pavo com deze
palmos de largura.
Vende-se bramante de linho paro, mnito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato prego de 2*800
rs. a vara; s na loja do Pavo de Gama t Silva,
ra da lmperatriz n. 60.
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas.que tem viu-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor fran-
cez, pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas
de listrinha mnito miudinhas proprias para vestidos
e roanas de meninos e meninas pelo birato preco
de 500 rs.; so Pavo roa da lmperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Os souteanbarnues do Pavio
IOH e 150 so o Pavio.
Vendem-se os mais lindos sonteanbarques qne
tem vindo ltimamente de lazihha e caxemira n>
carnete bordados e eofeitados, cores muito delica-
das pelo barato prego de 10* e 15* ; fazenda esta
que em oulras" lojas se vendera por 20* c 25*,
? para liquidar : na loja e armazem do Pavao
ra da lmperatriz n. 60 de Gama & Silva.
As chitas do Pavo 04OO e
*08OO o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covado
cada corto, ditos com dez covados a 2*400, fazen-
da muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
vo l chincha ; a ra da lmperatriz n.
60 de Gama & Silva.
Uias de ama so cor.
Vendem-se lazinbarde urna s ec, sendo en-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio claro, li-
rio ro le perola pelo baratissimo preeo de
540 otftS fazenda mnito fina s o Pavo, ra
da Impe e armazem de Gama &
gilva
iae de
Ver:
F
Irnos de lar-
ceroulas pelo
inte de linho
lalgodozinho
1-5, pecas de
i*, pecas de
ATT
Amendoas confettadas com bonitas cores
a 1*000.
Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
e sendo em barril ter abatimento.
Dita francea muito nova a 580 a libra e
sando em barril 580 rs.
Cb ucbim o melhor que se pode desejar, e
que outro qualquer n3o vende por menos
de 3 a 2*700 rs.
Dito perola especial qnalidade a 2)5600
e 2*800 rs.
Dito hysson o melhor qua se pflfre desejar
a 20400 e~2*600 a ultra.
Dito hysson e da India muito superior a
2*200 e 2/400.
Dito do Rio em latas de 2, 4, 6 e-8, libras
a lOOO e 1*200 a libra.
Dito preto muito especial a 2*800 a libra.
Dito mais baixo.a 1^300 e I 600 a libra.
Queijos chegados no ultimo vapor a .3*000.
Queijo prato chegado neste ultimo vapor a
800 rs. a libra.
bra, sendo de 4 libras para cima a 780 rs.
Dito londrino um pouco duro por virem
em navio a 500 a libra, e sendo inteiro
400 rs.
Bolachinhas em latas de 2 libras de todas as
. quadades que se procura a t*300 r.s,
Ditas em latas grandes a 2000 rs.
Ditas em latas de 5 libras de Crakael a
4000 a lata.
Bolachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2#200 a barrica e 160
a libra.
Cartees com bolachinhas francezas de diver-
sas quadades a 600, 800 e 1*200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras a?
mais delicadas que se pode desejar a
2500.
Bocetascom doces de Portugal ricamente
enfeiladas a 25500, contando: peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas,. alperch
e outras muitas fruclas.
Passas muito novas a 480 a libra e 75500 a
caixa; tambem tem meias e quartos.
Amendoas de casca molle a 260 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
4*000 a arroba.
Figos em caixinhas e latas hermticamente la-
cradas a 1*500 e 2*500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
e das seguintes marcar: Duque do Porte,
Duque Genuino, Madeir^ec^a, Chauisso,
Velno secco, Yictor Epnanuel, D. Pedro-
V, D- LuiZvespecial vinbo vejho do Porto
duzia e 15 a 1*200 a garrafa.
Vinhos em pipa Port, Lisboa e Figueira
das melHores marcas a 35800 a cenada e'
500 a garrafa. ,m lf.I pn
Ditos do Por#; IMttot e^tgueiwde marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 25800
a caada. STISVfITm
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa^
Dito Lavradio muito fresco, n5o levando com
posieso, a 560 a garrafa e*4*fc0d a canssr Ditas americanas a 640 rs.
Vinho brancodeuvafinaa 600 a garrafa e
- 45500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa, e *lPt%%
caada.
lmperatriz a. W
a cauta.
Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 15200 a garrafa, garan-
te-se que por este aesmo preco d pre-
juizo, e sse encoTra nicamente neste
armazem.
Licores francezes c portuguezes dos melho-
res autores a 800, 15000 e 15500 a gar-
rafa.
Cervejas das melhores marcas a 55500 e
a duzia; tambem temos ordinaria
ricaotes de Lisboa
em lat ^^^^Ho e 640.
Massas fiara sopa muito novas, foi desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha e es-
trellinha a 500 rs. a libra e 3* a caixa com
8 libras.
Macarr5o,Aletria e Talharim a 400 rs. a libra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 1*400
a caada.
Dito em garrafoes a 1*000 cada um.
Bolijes com 8 a 9 garrafas de azeite, o me-
lhor que se pode desejar, a 5* cada um.
Palitos de denles em macos com 20 njaci-
nhosa 120 rs. cadm.
Palitos do gaza2*200 a groza, 20 rs. a
caixinha e 200 rs. a duzia.
Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
el5000 a duzia.
Ceblas muito novas a 540 rs. o cento e
800 o mblho.
Traques de primeira qualidade a 85500 a
caixa e.240rs a carta.
Charutps Ipyrangas em meias caixinhas a
25000.
Ditos Suspiros de Thom Pinto a 1*600.
Ditos Avaneiros do mesmo a 15600.
Ditos Regala Imperial a 15600, garante-se
que sao charutos que j se venderam por
25600 e 2*800, alm destas marcas tem de
todas as mais que costumam vir nosso
mercado.
Genebra de Holianda em frasqueiras a 65600
e 560 rs. o frasco.
Dita de laranja a 15200 o frasco e 125000 a
caixa.
Dita embotijas de Holianda a 440rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba ter abatimento.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 1*000 a libra.
Pimenta muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo a 640 rs. a libra.
Alfazema nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 85000 a arroba.
Chouricas e paios a 640 rs. a libra.
Banha a mais nova e al va que se pode dese-
jar em latas de 10 libras a 4*000 a lata.
Dita pcopria para banha de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 45800 a duzia e 55500.
Ameixas em frascos grandes a 2*500.
Ditas em fraseps mais pequeos, a 1*400.
Ditas em latas de urna e meia libra a 6 libras
a 15200 e 45000 a lata. .
Mlho inglez rolha de vidro a 800 rs.
Prezuntos inglezes para fiambres muito no-
>osa800rs. a libra.
Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
Conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
Sem mitras nem coreas para ornar a fachada de seus annunctos, e as portas do edificio em que habita, o mia se
..contenta em tomar o seu lugar de honra Da vanguarda de todos os1 homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seo toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso; arme a teodt
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a sm
grande insubordinado fmgindo descnhecer os seus superiores, deixando-se ucar sentado, em vez de pertilar-se e fazer a
continencia do estylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor orden teso o
seo trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu preslimo para bem servir, desde o mais simples cantarada at
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia:
SENTIDO!
ORDGMDO IIIA.
Desde a 1.a publicacSo deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande arunzeaa
do Baliza estabelecido ra do Livramento ns! 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
que qualquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a contento dos se-
nhores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
0 dinheiro recbido pelo genero que n8<> agradar ser restituido sem constrangimento algum.
Declalraco Importante.
falso o boato que tem feito esplhar o soldado sopradqr da ra do Queimado de que se acha o Baliza waomp
ao armazem Unie Mercantil aberto a ra da Cadea do bairro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza bgueiro.
Ligueiro sim das ideas liberaes dos progressistas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de seu corarlo.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
e outros muitos a 9*, riW, 12* e 14* a. Cognac inglez a 105000 a duzia e 15000 a.
garrafa.
Dito francez a 85000 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 25000 a garrafa e 32*000 a
duzia.
Sabo massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 9*000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de forro a
320 cada urna.
Ra da Senzalla Nova a. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coad libra a 110 rs., idem de Lor
Moor kbra a 120 rs.
0 Perfume da Moda.
AGUA FLORIDA
De MuiraY Este raro quilo delicado perfume
quasi que jnexuguivcl e to cheio de
mimosa fragrancia e frescura como o
delicado elieiro das proprias verdecen-
tes flores. Durante os meles caloren-
toe do verao o seu uzo torna-se imineu-
temente nprozivel c desejavel em eon-
aequeneia da influencia fefrigirante e
suave que ella produz sobre a pelle:
em quauto que tizada no bauho ella
imparte o corpo lnguido e caucado
urna certa elasticidade de vigor e forja.
Ella imparte transparencia as feiyies,
c ri>iovo pannos, sardas e .bertoejas dt
sobre a pelle.
Atenco
Presuntos iolzes chegados no ultimo vapor a
680 rs. a librk
SalpicSes e cheuricas do melhor fabricante deste
genero a 720 a libra.
Chouricas em lats de oito libras, mui superiores a
6*300 a lata. '
Ameixas em potes grandes a 3*, e menores a 2*500
dem em latas ricamente enfeitadas, proprias pa
ra miraos a 1*300, 1*400, 1*600 e 2*800.
Doce de goiaba em caixoes, o melhor que ha a
1*800.
Queijos llamengos viudos no ultimo vapor a 3*.
Licores mui fino?, garrafa, a 1,*600,1*800 e 2*.
Conservr.s mni novas a 800 rs. o frasco.
Vinho do Porto o mais delicioso pessivcl, engarra
fado, haoito anuos!I! sem rxaceraco.
Manteiga ingleza flor a 1* a libra, nao sebo de
800 rs.
Vende-se a dinheiro vista no anli?o e mol
acreditado armaszcm do moldados de Joo Haptista
Gomes Pchna, successor de Francisco Jos I.eite,
na ra do.Imperador n. i6.
S9 P" P= c "
-J.S I
o. (u. CD O 5: 0>S
&

S C3 *3 H as
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S.L.
Cb es
3fi
u
1
ou Ana a vontade do comprdora
Papel almaco pautado e lizo a 2*400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 3* a resma,
Dito azul proprio para botica a 2# a resma.
IVelas de spermaeete a560rs. alibra.e sendo
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garafas.diV f em caixa a 520.
marcas mais acreditadas" i 6*800 7$m> Ditas de carnauba do Aracaty a.9*000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farello de Lisboa marca N a 4000 a sacca.
Tijollos para mpar facas a 160 rs. cada um.
Peixe em latas j preparado a 1000 a lata.
Chocolate hespanhol e francez a 1 *000 a libra.
Caf do Rio primeira sorte a 8)5700 a arroba
e 300 rs. a libra.
Dito de segunda a 80400 e 280 rs. a libra.
Arroz do .Vhrnuhao, Java e India delSGOO a
3,)aarr ) rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 4iJ500 a arrob
Cevada muito nova a.sJjBOO a artoba e 100
. a libra.
0 TONH10 ORIENTAL DE KEMP
PAEA 08 CABELLOS,
una prcparaeo adtniravel para m-
par, atbnttoeear, D8ervar e restbele-
cer os cabellos.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
na da Cruz, e Jo3o da C. Bravo C, ra
da Madre de Dos.
GAZ GAZ GAZ
per preco reducido.
Vende-se caz da melhor qualidide pelo
pre;o de IOiJ por lata de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
Vende-se alpaca arela a 500 rs. cavada.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., fina de cordo a 800 rs. para pale-
tot, primen preta a 800 c 640 o covado, bombazi:
na preta lina a 1*400 o covado, liazinbas preta
para senbora que esta de loto a 790 o covado :
na ra da Imperatrii n. 56. A loja est aberta at
s 9 horas da noite.
Vendem-se saceos com farinha a mais nova ____
qoe ha no mercado, e muttr fina : no armazem do firmas: a entender-se na ra Direila com o Sr.
Annes defronte da alfandef.t.________________ Beato de Barros Feij.
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RIVAL SEM SEGUNDO
Ilua do Queimado ns. 49 e 55, loja de i
de Jos de Azevedo Maia e Silva, eat i
no seu progresso de vender baraiissiaao:
Canas de superiores obreias de coto e
40 rs.
Cralo branco para vestido e eapartiho, vara SO
ris.
Linhas de carretel (130 jardas) de superior raaaV
dad a 60 rs.
Cartoes de linba Pedro V (200 jardas; om
con Mecida a 40 rs.
G rozas de peonas de ac de mni tas ijuaJfaiat
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas porm Gnoaa 500 rs.
Caixas com calungas muito bonitas para rai a
100 rs. *""
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
Pares de botos para punho mnito boaalaa a Mi
Caixas com soldados de chumbo muito
110 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro rom supenor tinta a 100 rs.
Groza de botoes de looca pratiadoa,
160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 4*0 ra.
Ditas para unhas rouilo finas a 400 rs.
Escovas para limpar denles mnito saperiem
200 rs.
Libras de la de todas as cores (pesada) a 7*.
Caixas de phosphoros de sefuraoca a 160.
Ditas de papel amizade pautado eliso a (00 rs.
Ditas com 100 anvelopes mnito snperiares a MO
ris.
Cadernos de papel branco a de cores,
20 ris.
Cartas e taboadas para meninas a 80 rs.
Caixas com superiores iscas de anata*
a40rs,
Carreteis de linha Aiexandre (900 jardas) de
a HO rs.
Baralbos para voltarete mnito naos a 260.
Canas de alfinetes francezes marta usas s 40 rv
Meadas de linha f'xa para bordar a 20 rs.
Pares de sapalos de trasca multo nasrlam
1*600. ^^
Papis de agulha com um peqoeao toaos a 10 rs.
Groza de botoes de madreperota asana aas a
560 rs. ^^
Cartoes e caixas de clcheles frai
a40rs.
Bonets para meninos muito fiaos a 1*010 a 2*.
Macos de granrpos superiores e liznpos a 30 r
Groza de phosphoros do gaz mnito navos a
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter roeainos a 80 rs.
Pecas de fila do linho muito boas a 40 n.
Pintes de lago muilo bonitos a 1*.
Bnfeites de lago de todas as cores a 1*300.
Rodas com alllnetes franceses a 20 ra.
Caixas rom quatro papis da a
240 rs.
Sbemeles de familia a 80,160 e 320.
Caivetes de duas folhas mailo Oasa a 320.
Pares de sapatos de lia para menino* a 4*0 rs.
Sapatos de tranca para senbora e para Imaassa, aa
melhores que tem vindo, e por praf*
quem quizer ve>, veaaa raa da
49 e o, e ver todo cano asas a
AGENCIA
va
Carnauba do -Aracaty.
Vende-se constantemente na rna da Cadeia n.
57, armazem de Prente, Vianna C.
Vende-se urna barcaga nova de quatro via-
gens, bem construida, de 45 caixas, boa veleira, a
dinheiro on mesmo a praso, assitn offertca boas
FOSDICiO DE I0W-M001.
' Roa da Seanlla aava a. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas aanao
moendas para engenho, maeinas de aapor
e tachas de ferro batido e coado, de todo? os
tamanhos para ditos.
Arados americanos o
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston
ra da Senzalla Nova n. 42.
/
parelha de eavalloa. Vendem-se linguas seccas mnito superiores,
Vende-se nma excellente parelha.de cavallos ro-, e'pof preco em conta : a bordo do palhabote Ar-
didos. Para ver e tratar na cocheira que oi do rm Malho, fundeade ao p da eseadinha do Col-
Mal velra, ou na ra larga do Rosario n. 34. legio.
me de sol.
Cheaso' asa traades umatnt de aftaasa da
Brllha mrora Rrilbanto, aa Urna da
Santa Crol ns. 12 e 84, a verdade ira caras do Ss-
rid a 320 a libra.



f e
*B,3l
'w
j .> juiia
ra do
Largo da
ta Cruz'
u. 12. ^^^ 4F 3^ Sebo n. 12,
BRILHANTE ALBORA
.JtfOVO E
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires tem a honra de participar ao re?ppita\e! publico
que hoje abri utn novo estabelecimento de molhados denominado Brilhante Aurora, ao
largo da Santa Cruz n. 12 esquina da ra do Sebo n. 11
O proprietario destenovo estabelecimento pede a todos os seus amigos e freguezcs e
ao benevulo publico desta cidadc e do iuterior, a >ua proteccao para este aciado estabele-
cimento, certos de que em tenido alguui abasar da confianza que at hoje Ihes tem de-
positado.
No nevo armaxem encontrar-se-ba sempre um grande sorlimento dos melhoresgneros
que vem ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, corto de que em parte
alguma se vender mais barato e memores gneros tanto em pereao como a retalh'o, do
que oo armazem da Brilhante Aurora*
A satisfaca 4a Brilhante Aurora 6 vender milito e muito barato, mais a dinheiro ;
a tabella da prego de seus gneros serio mudados todas as semanas :
f.
mi
%
Hi
O
niIo
COMMERCIO,
'iieima*
fi)
o
EALMElt?
t$'*00,
com
I
Ameixas francesas' aovas em latas a
U35500 rs.
Ditas em eaixiaJia muito enfettada
bonitas estaa^M a 15400, lfn> e 2.
Chocolate franeez^ hespanhol, sumo e por-
tuguez a I*2o0 e i a libra.
Marmelada imperial dos malhores conser-
veiros de Uahea a libra 600 e 640 rs.
Latas com diversas frucias em calda a 500 rs.
Ditas rom ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas rom furos emticamente fechadas a
15600 e 2*500.
Ditas com peixe de posta ensopado a 15.
Ditas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com' linguicas flninnas vindas nesle
vapor a 6M5oO.
Ditas com sardinhas do Nan tes a 360 e 600 rs.
Ditas rom bolarhinba de soda nova a 25.
Ditas com biscootos aglezes varios talos
a 15400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira genebra de larania
a 15120.
Ditos grandes duas garrafas de hollanda 15.
Ditos com urna garrafa (frO rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Dito- com ditos de mexides e outras a 700
800 e 15.
Ditos com azei tonas e ervas a 15.
Capachos para portas pintados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Mantoiga inglesa flor a 800, 900 e 15.
Dita segunda sorle a 640 e 720 rs.
Dita terceira sorte a 400 rs.
Dita franceza nova de 64 a libra 600 e 640.
Dita dita de 63 a 540 e 560 rs.
Dita ingleza em barril a 600, 720 o 800 rs.
Dita franceza em barris e meios a 530 e 540.
Ch:"i de multas quadades.
Cha [icrola a 35 e 35200.
Dito uxim muito superior a 35.
Dito miudiuho a 25500 e 25800.
Dito hysson miudinho a 35-
Dito mais graudo a 25800.
Dito redondo muito toma 25,25500 e 25800
Dito preto em massos envolto a 15600 e 25.
Espermacete lino o masso a 540, 600 e 640.
Velas de carnauba arroba 105e libra 360.
Dita de composico arroba9500e libra 320.
Charutos nao ha'quem tenha melhor sorli-
mento i-ui caixas de 100 e 50 todos dos
melhores fumos de S. Felii de 25 a 85
a caixa de cem.
Caf do Rio arroba 85500 e 95 e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 35200 e libra a 100
e 120 rs.
Dtto do Maranhio arroba 25500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Nozes arroba 45 e libra 160 rs.
Amendoas libra 240 rs.
Alpista arroba 45800 e libra 160 rs.
Painco arroba 55 e libra 200 rs.
Sevada arroba 25500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag nuvo a libra 240 rs,
Pailtl nuvas caixinlias de 16 e 8 libras a
25500 e 15a. 0 e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba caixSes grandes a
15200 e 640 rs.
Saceos com gomma, arroba 555OO muito
boa e libra 180 e 200 rs.
l Dita de arail verdadeira arroba 85 e li-
bra 400 e 480 rs.
I Alelria e macarrao a libra a 400 rs.
Acaba de receber de sua propria encoaHnenda um grande e variado sortiraento
de molhados todos primorosamente escolhidos, pop isso apressa-se o proprietario em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, aancando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Pede-se toda attenoao.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em genri
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se a
libras que vulgarmente correm no commercio por 8|J890 a 9#, o proprietario em seus
armazens da-lbee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confs5es em traeos.
' Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 rs,
e em barril a 78o rs.
i dem franceza a 58o rs. a libra, e-560 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo re. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,ttoe.
B
Itanha de porco reflnada propria para Va-; gs,re,i"ha maiu>.,lVa libra 480
ni *a r^iu aa KLr.Lr. 1"_. 1 Presunto novo de lamego para
nha de cabello a 440 e em barrita 400 rs.
vinhos Unos ha o melhor a
desojar.
Vinho do Porto em caixa dos melhores au-
tores a 125,145 e 165.
Dito em pipa a caada 55500, 65- e 75 e
garrafa a 720, 800 e 15
Dito xerez muito fino a 15280 a garrafa.
Dito Madcira a 15400 a garrafa.
Dito da Figueira puro a 45500 a caada e
garrafa a C40, 560 p 500 rs.
panella
560 rs. inteiro e libra 640 rs.
Cbouricas e paios no vos a libra 800 rs.
Cerveja branca e preta a duzia a 55500 e 65
Vinagre de Lisboa puro a 15600 a caada e
240 rs. a garrafa.
Carlas com fogo da China a 220 e 240 rs.
Tounnho de Lisboa arroba 85800 c libra
280 rs.
Dito de Santos muito novo igual ao de Lis-
! boa arroba 75 e libra 240 rs.
Figos d" comadre a libra 280 rs.
rs. a duzia l.ooo re. a garrafa, garante-se
que os melbores que temos tido no mer-
cado.
Passas em Gaixasde 1 arroba % e '/* a 7,50o,
3y6oo e ,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra '
garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 8oo \
cima a 2,7oo, rs. a libra,
dem hysson mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de '
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima! Lisboa a 6oo rs. a libra
a ,5oo rs. I Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
i*
para cima a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4,6 c 8 libras
cada urna a 2, 3, 3*5oo e i.Hoo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pede desejar
nesje genero a 2,8oo rs.
Dito de Lisboa a 35200 e 35500 a caada e Q"ej"s do reino milito novos a 352
. garrafa a 400 e 480 rs.
Ditu branco puro de uva a 640 rs.
Dito mais baixo a 480 e 5 0 rs.
Dito Bordeaux branco e tinto a 75 e 85 a
caixa e garrafa a 640, 8 0 e 15-
Dito moscatel a 95 a ddzia e 15 a
..3JL
Dito de caj rlariOcado a 15 a garrafa.
Cognac verdadeira a garrafa 15 e
Licores finos em garrafas brancas a 15
15280 rs.
Aceito refinado a garrafa a 15.
Bolacliina ingleza nova a barriquinha,
Tijolos de limpar faoas a 160 rs.
Massos com palitos para denles a" 160 Crozas com palitos do gaz a 25200 e 200 rs.
a duzia de .caixinhas.
garrafa. ''3.las rom Kra*a duzia 15 e 100 rs. a lata.
Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra \
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
re. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas emgigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. l.ooo rs. e 6o rs. a iibra.
dem mais baixo bom para,negocio a l,5oo Massas para sopa macarrao, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a I,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. e 8oo rs. a garrafa. |
Roioescom dita 97 a 280 rs.
Vassonras do Porto do piassava grssa a
400 rs.
Molhos com sebolas novas a 15.
Saceos grandes eom farinha nova a
Opiles de varias fructas do:paiz a garrafa Dilos rom fare,l rte Lisboa a 358O0.|
500 rs. i Cominhos, erva doce, pimenta e foll
Garrafes com 25 carrafas de genebra de louroa libra 400 rs.
hollanda 85500. Balaios para costuras de meninas
Copos lapidados para vinho e agua a duzia versos precos.
35500,45500 e 55500. Caixoes vasios para plantacoes
Ditos de cores a 65500 e 75. qualidade.
Assim como muitos outros ohjertostpue deixa-se de mencionar, mais ludo
meira qualidade por precos baratissimos.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 3, loo.
dem mais seceos vindos por navio a l,7oo.
dem' prato s melhores e mais1 fraces do
mercado a 76o rs. a libra.
dem londrino a 6oo rs.,' o sendo inteiro a
Soo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porco que temos em ser.
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidade e de todos os
r fabricantes mais a credStados a 1,50o,
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
os ma^s baixes sao dos que por ah se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
muita
:.asa
S3 ^>^^-
s~~m
Biscoitos em latas de 2 libra? das saguintes roba e 28o rs. a libra,
marcas : "Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machinee outras mu- roba e 26o rs. a iibra.
tas a l,3oo e 1 4oo rs. Arroz do Maranhao a loors. a libra, 3,ooo re.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
.AURORA
84Largo da Santa Cruz84
No grande armazem de molhados denominado Aurora Brilhante, o respeitavel pu-
blico encontrar sempre um completo sorlimento dos melhores gneros alimenticios que
vem ao mercado e por precos sempre commodos como se v da tabella seguinte :
Maanteig ingleza flor a libra a 800 e
Dita segunda sorle a 640 e
Dita frauceza a 600 e .
Dita dita era barris o meios a 550 e
Toucintode Lisboa arroba 85800
e libra a.....
Chouricas novas a libra a
Queijos do reino novos a
Cha hysson muito superior a libra
Dito dito mais ahaixo a 25, 25400 e
Dito perola a libra ....
Dito preto muito fino a .
Dito mais abaixo a 15G'J e .
Caf de canjeo priineira qualidade
arroba '.)5 e libra
Dito mais a baixo arroba 85500 e
libra......
Arroz do Maranhio- o melhor pos-
sivel arroba 35200 e libra .
Dito da India arroba 25*00 e libra
Alpista arrotia 't^BltO e libra
Pataco arroba 55 e libra
Farinha em saceos grandes igual
a de Morillera ....
Charutos linos caixa do 100 a 25500
35 e......
BoUchinha de soda arroba 640 e
Latas com ditas muito novas a
Ditas poijunnas de varios formatos
Latas com peixe ensopado de posta
Ditas com ostras a 7io> e
Ditas com m irraelada a libra .
Ditas com amatas francezas a
15400, 25200 e ....
CsixMlMs de tttasr.'im bonitas es-
tampas a 15604 e
Ditas com figos ....
Latas com fructas em calda
960 latas com massa de tomates nova a
720 libra ... 600
640 Boioes com graxa 97 320
560 Duzia de latas de grava a 15120
Massas para sopa a 480
320 Ameixas francesas libra 6M)
720 Passas a...... 480
35000 Pigos de comadre novos a 320
35000 N'oze*.arroba 45 e libra 16
25360 Amendoas a 320 e 360
35200 Azei tonas de El vas em frascos a 800
25500 Conservas francezas e inglezas o
25000 frasco a..... 800
Polvo do Porto libra a 320
300 Sag e sevadinha nova a 240
Vinhos especiaos do Porto caada
280 55800 e garrafa 640
Dito muitoiinoacaada 75 e garrafa 15000
120 Dito da Figueira puro a garrafa
100 560 e caada ..... 45000
16U Dito de Lisbxa a garrafa 480 e ca-
200 nada, a 35200 e 35800
Cognac verdadeira a garrafa a 15280
65000 Ser veja das verdadeiras marcas a
duzia a 65 e..... 750OO
45500 Gomu de engommar nova arroba
35880e libra a 120 e
15100
15201)
720
25000 Farinha do Maranhao a libra
Verdadera mitaca na para
arroba 85500 e libra
papa
800 Saceos cim farello de Lisboa .
720 3550ft> e .
TijoIjS de limpar facas a
35300 M isso- com palitos finos para den-
tes a ......
153)0 Garrafas com mel de abelna aovo a
153OO Ditas com divorses aram a
. 560 Ditas com genebra de (antoja a a
160
, 160
480
35800
152
Machinas Inglesa*
para descarocar algod3o as melhores que
tem vindo a este mercado : ra da Senzara
Nova n. 42, em casa de S. P. Johnston
AC,
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de (Ivelas pretas e com pe-
drinhas de muito lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas Are-
las que se vende pelo barato preco de 15500 e 25:
son) vigilante ra do Crespo n. 7.
Vend-'ir. se om casa de Christlan! & Irmo ra
Nova n. 44.
barato que admira linguas
de a 160 rs. a libra, ou a 100 rt. c
ra da Praia n. i-i.
Gran-
ida ama : na
prar. e com
om Santo Amaro.
to 4a ra da
rcom-
Maternus I
Pm a-Sauailai.41
Vende-se, em casa d S-.
sellins e 9M ingiera, candwrot e
caes brommdos, lona* ingieras, fio de
chicotes para carros e montaa, arrtmi _
carro de um e erras cavallos. e reJogios en
ouro patente mglei.
vefidenvn tres excellenles ravalles de cor
rodado, ensillados a trabaIhar em carro : la roa
do Imperador n. 2, e tratar na na larga do
Rosario u. 34, botica.
----------------___________i;
A|""o da Kahia
para saceos de assucar e roupa de escravo; ten
para vender Antonio Luiz de Olveira Azevedo &
C, no sen escriptorio ra da Cruz n. 1.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra daCadeia do Recife n. 26, pan
onde se mndou o antwo e acreditado deposito i
WBft toa n. 12, ambos os genero sao noyos t
wgfiamoj e se venden a preijo mais barato do qat
ara iiualqu8rwparte.
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem inglezas em barricas a mais nova do
mercado a 2,Soo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Cartoes com- bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vio as procis-
soes a Goo rs. oada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a Moo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas d 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porte e Lisboa das
seguintes marcas: duque,' genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e nutras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo,ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo caada.
Wem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Soo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
* garrafa e 3,oeo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
eompsiclo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,6oo a arroba.
Garrafoes com 4 */ garrafas de vinho supe-
rior a 2,300 rs. com o garrafao.
dem aun 4 '/* dilas e veoagre a 1 ,ooo re.o
garrafao.
Vinagre PRR em anetelas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aanooreta <
dem em pipa puro sem o batismo a 2bo rs.
a garrafa e f,4oo rs. a caada.
Gaixascom 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores rancezes e portugueses das seguin-
tes marcascreme de violetas, geroBes, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, oriell pimenta a 4,ooo
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem maisbaixo redondo a 2,6oo rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,oo rs. ar-
roba, e 3o rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 3tio rs. a libra. -
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.noo rs.
dem almaco pautado e liso a 3.ooo rs. a resma,
dem de pe^h pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,2oo rs.
a resma,
demembrulho de !,2oo a.i,loo rs. a resma.
Ameixas irancezas em latas de 1 y liDra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,Soo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo e 1 .ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
20o rs. |
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a6,8oo rs.
a duzia. ;
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo '.
c 6,ooo rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a<32o rs.
Cebollas muito novas a 8oors. o molho e Soo
rs. ocento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
8oo a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Holtondaem frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem era botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do ga a 2,2oo rs. a groza e 2o re. a
caixa. '
dem de dentes lixades em macos grandes
eera 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.'
Cominhos mtto novos a 32o rs. a hbra e
1 o.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixe em latas al,ooo rs. a rata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
! -
INJECTIONBROU
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS
Je J. -P. LAROZE, fcnka, HraaeM k Imi
Este Jarake, al remlarizar la* funcioaesdel estomago ti_____
iadispoaieiMes proteifonnes, y hace abonar las enfermedades e mm'tm
sores. Mdicos y enfermos han reconocidoiti*i I
parecer las pesadeces dt estmago; que calma um jiaamii, iniitr. j cal
son el resultado de digestiones penosas. Su gasta iin^abU y k facsnAa1 na
soporta, lo han hecho adoptar eomo el "f",c ni 1,11. jj\____L._J_li. XUJU
as, gastritis, gastralgias, clicos da estmago y firaAaa, piliiniiami. nah* nf n>
razn, vmitos nerviosos. Su accin obre las hiiinMtlj.A.,, j ^
mdicos mas ilustres lo han adoptado por escipiente real de los m
terapoticOT : el Zodoro de potan y el Proio-Iodur na k_____
observado que bajo sn influjo el yrimtn pierde so ccioa irrlaai*, *at
su efecto astringente.
JARABE DEPURATIVO
DE CORTEZAS DI H1UUU AHUMAS
CON IODURO DE POTASIO
El loduro de potasio, administrado en sslu-
rinn bajo forma .-olida, cauu al enfrrmo una
gian repugnancia, determina acrklente* au
laobttMa rrnunciar este etraa rcaiaaw.
Unido al Jarabe de coi ten de nararj, n
caii.-a ni aabtialgla ni desarreglo del esiiiiago
r intesliuos, y gracias este .-alvo-uMiducto,
Minan
liisi uias depL
pueden ae-giilrsttiifinter-
niprian, en ias afeccione escrofulosa*, tuber-
culosa, cae- n.w?, y en las Mtgundarlas ter-
ciaiia-, loclusn las reuoittea, e que es so
otas suaoro rspeci&uo. La deis eaii d> (linda de
lal manera nne el me'dico la varia conit quirre.
fcl fiaa.o : \ fr 90
JARABE FERRUGINOSO
con PROTO-IODRO m 1
La asociacin aka *n UsanaaaslJ
de cortezas t
cuanto que este Jaral,
rtrhniihir et pfiHo, i
ea turica, v pw i
tumtmmmi*
electas i lo fcmiMia j i
saaV as caaexa, caosti
trico*), al paso que facHtta sa i
suelto en el Jarabe, sa teosa j .
mente, por hallarse ea J
aalniilaale: y asi
eeJoias sanas.
UBKHMMnCaMaTOfHaWM T
*fr.M.

Los Jarabes de J.-P. LAROZE estn siempre en frasco espniales j
liofllas ni Irascos redondos Expediciones: ea can J.-P. LaJOZE, rae sh la fe
. llolicre, a6i.'. I)f|Xisit general: farmacia Laroce, rae "-----f-t Trliti faaaipe. M,
y en casa de todos los farmacuticos antiguo de riaaiii y del Fiiiaasjri.
'ir,if',r, q, lrrQa rlrbm nfirr Ult i*i+nirrirmn-qur ttrnwnrimw i
PERFUMERA mdico-hygihica
I J.-P. LAR01E, taias, raraujcatke U la Iscaals tessael as Pan

an
blanco, frises, aitlii. | rilas
a> uto > Ina asnas-, a tasa.
Estos productos son el resaltado ale la aplicacin de las leye Ae ka.
nuneria.que se eleva y convierte en farmacia de la belleza, encargada de
giene del cutis, cabellos y dientes, que todos son rgano tan importantes; __
tary destruir las causas de las enfermedades que su hermana primngiaia, a
propiamente dicha, est llamada! curar.
arras nsuriunsuo para corar inoNataasseass
los dolores Or miH-la ; el fiasco 1 fr. 23
KW.VO Dcirnnucos osado, ron base e,
magneaia, para emblanquecer y conservar las
diant; el fusco........1 Ir. 5
OPIATA DEk ruiucA, para forliflcar las encas j
vitar la nevralKas dentales .... t h*. S
casa tito nsun-AL, para corar los dientes ca-
riados antes de la eniploinadura, y evitar los abee-
SSS y dotorca el fraseo con et insti omento. fr.
aoca uncossva para ooosarvar te her-
mosura de la tes y las funciooes e la piel; a
fraseo.............a Ir.
urarrai>aAsrwsCTrrtaABO, rniplnaasa
del tocador de la boca despus de cada comida;
a frasco...........1 fr. J4
jabo Lxanrrvo sfauxontAL, para el tocador ;
i la riolea, almendras ataarns, ramillete, etc.,
el Jabea............1 fr. 5
jabor LBarrrvo CMUCIMAX, con yemas de
huero, para evitar las rielas en el cotis, hendiduras
y enfermedades de la piel; i la violeta, raaait-
lete, etc.; el Jabn.........2 fr.
CUMA DE. JASO LtHTTTVO SOEDIOUIAL en
polvos. Es esoecial para la kaaba, como tambin
locador de las masera y ainos; el
.......... fr. se piaesa canes aaees slliaaj t a "asas.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfainiln,
mercaderes de modas y novedades. Venta por menor : En la Faaaaaili
Meuve-dcs-Petits-Champs, 26.
Expediciones: en casa de J.-P. LAROZE, ru de la Eonuinc-Molirre, 31 bit.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que mcomut casta ara atarte.
para el
lev



30 O
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Yemlo-se na rua do Iinperador botica franceza n. 38.
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iPARlS itBMIO
Superior* p [t)4Uei!. iirepjrKvMt- ruuke<.'nJa al buje i-ooirii tu 6unrrha f Ble:aofTa-Rii at-Mt iafa
BfffeiLo segura e pnUBMO, en 11*111*0**, nan cocns. nnm tr*.in r. kr6\*n tmm-tr -m jh-jith
Injecgo curativa e preservativo
::\r* ci.:t rapUlu "i* Jar* <.. rs, i,rrini -. Tmt+*\9m^*
mWl*fcWsiaV_ TllHri'n-i irifaslsniMa-" tT-* rfW"i *'" itr*-tstrT -i-T. -i.. l'*ii*..t. '" **'
Infallhtftl, cur OMj Mpi'luz i
taUamica *m caniHciriatle. rrtlHri*M nwtitti.'fiua # o*
Deposito geral em Pernambuco rua da Cruz n. 22 em casa de Can 4
AV'SI AOS SRS. eoiccs. Botica
Sirop r
orFORGET
' Cars coi renos, toun
Sriiiiiicea\ trrtdfa
nr roosas. soa dos an>n-
chios e toda* a* dotn-
eos do yeito; basta a
ioenle urna col be robora esto xsrope D* Pososr,
Dr. CHm, em Pasu, rasa Tivlaasase aa.
Pars, 36,RuaVivienne, D'
armazem
drogas
do Caks n. II.
CHABLEmdfxin
DFPURAT.r
du SANG
PLUS DE
COPAH J
ixe
O fliirello
ije-?e pise da Suecia mnito barato : no ar-
maiem da bola amarella no oitSo da secretaria da
poticia. *
1 das formigas e capins : veoe-se no armazem da
narelfa no oilo da secretaria de
rs. a caada.
DASENFI llMlliAUAS UKSfcXi,AB.S, AS AfTEO
$nr* rrrr awt em.ter A;or5 do sangue.
:n000cura8(iasim/iinoiu
'iMuJa. herpes, torna
comixocs.acrimonia.eal-
ercoss, mcroso* oV asa
fie j wrsis. aiferaeoM
do .' ny c i*arap vegetal .--eni mercurio), tepa-
rativa* Vrssetaies HS!HS BMaKSI*Ka
tomao-se dous por semana, seguimlo a traeumea
**i 'lassIaTt** r9 reautdo nss mesmas molestia.
Cste Xsrope Citracto de
ferro de CHA BLE. cara
immediaiameuiequalqaer
jmrgacan, rtlaxofao,
i debilidad*, aglut-
nente osfluxote flO'O branca* da nmlheres.
Beta injeccao benigna emprega-se com o Xsrope de
Citmcto de firra.
nsaaai n iasaw. Fosisda uas cura a Usa das.
POMADA ANTIKERPETICA
Contra: as ageeeoes cumua* e comxoet-
PILULAS VEGETIS DEPURATIVAS
do O' UuaMe. cada frasco vai accompahad a
foibeto.
Vende-se na rua do Imperador botica
franceza n. 38________________________
Taberna :eag> rugar.
a -itsj
Jania iarlusaa a Crm
Vi4#^# *wnsai8B i
Salsa parrilla de safas.
Pasli litas asscarada de averna.
Pastilhas vermfugas te kenp.
Elixir de citro lclalo de trro do Dr.
< Roo I^/ecteur.
i Xa ropo depurativo d'odorUo de tana aa Gnj.
| Xaroiie pcitoral sedativo de Gay.
. Pastilhas peiloraes balsmicas de Cay.
Pilulas da vida.
Burel franciscano (mesclado) paral
Injeccao Brow.
Xarope" de ritralo de tena de
Pillas contra seaaa.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa |airrina da !
Xarope alroolico de rellana.
Alm destas dragas, |
pelo sortinentoae I
rar, preparado chtateos t
rendan por eoauwaaVn
Vende a taberna e acougHe junto
l*M da E*|
n ac
\l\)JWU
superitr, tm asa >
IH> 22,
Acaba de receber aete vapor
pria eneomneada, um
relogios de ouro, cooerlo
sulsso ; tambem de prata
das nwlhores qoalrdade.
pertadores e outros *|HH
muito en cunta.
serio
polica, a melhor noi
* umero V
Voade-oeonf)adMd
iruzez : na roa do Qeeinado a
mH-


*fl
O PRINCIPAL
RA DO QUEOfllM M. 0*
Pausando o teeeo da Cngregaca segunda casa*

lili i
NQF1DADE.
SILVA & SOZA
Ra do Crespo n.U, esquina da ra do Imperador.
I Tendo-se o pjroprieterio d'este arn>*ztii sociatfo com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lite o titulo de priacifai,
'por ser o mais bem localisado desta cidade, e cerno um dos socios tenha de partir par a Europa, aun de all escollier oe melatirn
gneros, desde i se pede ao respeitavel publico toda a attenco, nio so para este armazem, mas tambem para o grande armazem Aliao-
ca, da roa do Imperador n. 8? e parrotiem sortido armaaera Progressiste da ra das Cruzes n. 3C, sellas t^fes a i**** que fre-
quentarem estas casas de que farSo urna economa de 40 a 20 pac wnto do yuyo 9119, possam comprar em outra parte, porque nie>
guem flwihor do que nos pode ofereertann vaslagens como as que se observam nos annazens:
1
libra.
Percira Rocha de C. acaban de abrir na roa de Queimado n. 4> um armaiem de reniados denominado Clatim Coinmerci,
onda 0 raspeitaval pwWico encontrara aempre um completo sortimento do* meJhorw gneros que ve ao oseo Hierrado, osqna
aerte vendidos por procos moito resumidos como o respetare! publico ver* pela tabella abaixo mencionada; garante-so obom peso
e a qualidade dos gneros comprados neste armazem.
rrotdb Maranho, da India e Java a 80 e Cbouricas e paios. multo novos a 800 rs. a Palitoado gaz. af200 rs. agrosa,
100 rs. a libra e 2400 a 24800 rs. a ar- lio.
roba* Cevadinha de Franca muito superior a 220
Amelias francezas em latas e em fraseos a1 rs. a libra.
10100 e 10600 emtaseos grandes a Cevada a 80 rs. 1 libra.
24500. Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
Idont en cniunhat etenadanente eofeiudas dem seccm moito novas 20o ra. a libra.
cora ricas estampas no interior das caixas Figos de enmadre e do Oooro em caixinhas
a 121000, iiHOO, ideoo e 4. de 0U0 librase canastriobas de I arroba a
Ameadoa* com casca muito uovas a 280 rs.! li$800, 54500 e 280 rs a libra.
b libra.
Aloisia a ICO rs. a libra e a 4jJ800 n. a ar-
roba.
Aceita doce francas muito fino em garrafa*
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
I'ras seecas muito novas a 600 rs. 1
Painco a 200 rs. a libra.
Pojvo secco muito novo..a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda do aewte e
muito novo a 040 r.
Queijos flamengps do ultimo vapor a 20400
res.
dem orate a 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cadaom.
Sard iba* da Nantes a 38^ rs.
grandes a W0 rs. a garrafa.
dem de Usboa a 010 rs. a garra.
Araruta verdadeira de matara a 320 rs. a
libra
Avernas moito grandes e novas 180 rs. a
Batatas nrafte novas a 40 rs.
ImTOlfli agieses de diversas reas a
IflBOO'TiS
Farinhado Maranhoa 120 rs. a libra.
Farinba de trigo a 120 rs. a libra.
Geaebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- 'Sag moita abro a novo a 260 rs. a litas.
ra. Irjuemhodo Listo* a 320rs. a libra,
dem em garrafOes do 3 e 6 galoes a 5pW0 Timlos de limpar freas a iMrrs,
a700 cada um otan o garraBo. Vellas de carnauba pura a 360 rs* a -
Goanma do Artcaiy a 80 rs. a lihra. | bra.
Grana a 100 re. a tato e IdtOO rs, a daa. dem stearmas muito superiores a^SOrs. a
ALL ANCA! na do I aperador a. *.
PROGRESSISTA r. da. Cm*ea s>
principal^ m **
.
MMleiga ingleza a mais nova e fina ebegada 1 Viuho do Porto em barril muito especial a
64p rs. a garrafa, e 5,000 rs. a caada.
Vjoare puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
Farinba da araruU verdadaira a32ora.
neste i4Umo.vapur. a 8< rs. a libra <$;.$.] 64p rs. a garrafa, e 5,ooe rs. a caada. Phosphoros do gaz a 2oo rs. a
libras, para cima, teriabatimento. Vkare puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza-
Idem francez, am^jhor e njaia superior, do ,4oo rs. a caada. Bolachinha americana em barrica a 3,aac
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o. emf dem em garrafOes com 5 garrafas. rs., e em libia a 2oo 9.
barril ou meio. [Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o r. c
Banha de porco refinada e muito alva a Mxfl 64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
rs. a libra, e em barrita 4oo rs. j patatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
Cha Ivysson, o melhor neste genero especiarj. tora 9 2,5oo rs. o gigo e 80 rs. a libra.
oaaaa
Vassouras de piassava com dous ano de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. caes
urna.
encommenda do proprietario a 2,7oo-al. tGeaebra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escovas de piassava proprias para
MtakcUiB mnnni supar*ar e gao em owaras' rs-. a fresqueo-a e 56o rs. o irasco,
casas se vende a 2,60o rs., custa ueste ar- Idemem garrafijes cora 25 garrafas a 8,000 rs.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores mtulo fios a 700 rs. a garrak.
dem, quadada especial e garrafas moito
grandes, a 10&tii rs. a garran.
Machinttn de soda, latas gwndes, a 20 rs. dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e roiha de vi
dro, a I1000 rs., so a garrafa vale o <
nbeiro.
libras pava cuna se fara vrnia diHereaca.
dem franoes nmito nava a WO rs. a libra,
e m barril lera abatimento
llaasa e*omates em barril a 480 rs. a fi-
bra.
aJata.
Dites utgltzas muito dovk a 3y$WK) a bam-
quintal a a 20U rs. a bra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eembairiia 4*0r*.
20, 2*800 e Wm a bra.
Idem^relo muito aperior a 2i$000 rs. ali-
taa,
Cervcja preta e manca, das melboresmarcae
qaevem ao mercado, a?H)Ors. agarrafa dem em teta a 640ra.
e 5800 a mata. j Marmdlada imperial dos memores conservei-
Gofnac MgkKmi a 906rs. agarrafa. r< de Lisboa a00" rs. a lata.
OBservasa7as.*o'frajea. Marrasqoinbo de lora, fraseos grandes.-a
dem, s de pqpino. a 7*0 rs. '808 rs.
dem, sdeatstouas,a7S0 rs. dem ^regular a WO ts. ;
Gbarutos dmseiboresbbricaotos <1* Babia Massas para sopa maeanrao, talnarime ate-
?esf>ectotaKnla dtabrica imperial de tria a 480 rs.
andido ferrefra *ege da f>sta, a IiWWO, Woaes muito novas a 460 rs. a libra.
2<5000,2|200, 254X), 2(5800, 3^000 e Peixe enflatas reparado pelaprnneira arte
3d500 a-catxa. de cozinba a \& rs. a lata.
Caf do &ie muito.superior a 160, 280 e Palitos docentes a 460 300 ns libra e 7#oOO, 8J-e*MlgOO rs. a Palitos de denles a !20ts.
Id8mdeflr a-SOOrs.
libra.
Vinbo do Porto engarrafado o melhor que
ba neste genero e de varias marcas, como
sefam: "^Mho de itKK INique do Porto,
Uadeira, .Pedro. D. Luiz I, MaxiaPft.
Bocage, Chamisso e uteos a 800, 800
4)90fO
zia a 9j$060 M0O8O.
Manteiga mgVra perfeitamente flor, desem Mem em pipa, Porto, CAOa e Figpeira a
barrada de pouco a 800 n aiibra, e de 8, 480, 500 e 560.r^ a arraa o3A 3**,
e 45 a carnea.
dem branco de LhMa moito fino affOO ts.
a (garrafa,
dem de Borttoaoi, Medoc e S. Mieaa?00
e 800 rs. a farra, 7d00f> WMftvs.
^ duzia.
lem Morgaave Chateauluminide 1854, a, 14
a garrafa.
Mem moscatel aJ800 rs. a garrafa.

mazem 2*2oo rs. .a.libra,
dem UJrta,,o meHior que pode hav^er ne^te.
genero at^^oo albvgaranto-se a qualidade,
dem pfeto muito especial a 2>ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, porem rauito soffcivel a
1,^0 a Ib.. vende-se, por 'estes pregos em,
rato de,nestes ltimos jayws ter-se recer
bi*> grande porcSo destogjenero, a diffe-
pca qe preco de "(too a 800 rs. a libra
do que se vende-em oufra qualquec.nate-
i&ft do Rio era lato de 1 al 6 Ib. a I ,,4oqTs,
a Ib., neste .genero ^ o melhor
tiscoutos ingleees em totas com \\
qualidades como sejam crakael, vorcitia
pic-nic, ^te.-capmfe.see, atSkornev jo-
tras mitos mareas" a 1,35o rs. a lato.
Bolachinhadcsdaem latas graHes 4 -2,060
rs. cadtiwan
Figos mi^titftohaa l^matai,iiaatiUiul
o BKto ipnopas para mimo a l.ttoo
2,fiors. cadawM.
Idem'om cancinhas de 8 fe. a 25 rs. cada luna.)
Passasiaovas a^ooots. a carta 48o a Ib.
Ameaasfracoaaem latos de libra e-meia o
3 'libras a l.2oo, 2.000 e 80a rs. a libra.


Vinagre letsba a 200 rs, a ganrafe a CamWus com ricas estompas .Oa vs.
1200t. a aada. i cafla urna, irascos de vidro oom rolaa -io
Kirsk gawafas rauUe granara a I4866m. i 'atesmo, eoutendo lftfa ameia de araeisas,
Alem^wgener^seimamenewaaios te- Champagne 4a nui^wais^ipwior.^ue'tem'
mos grarnte porcao deotlros que decamos vmdoao nosso mercado a r.ooo rs.gi-
da. mncianar, e que ludo sera veudo por j gvg '*"i8o rs- a '-ffrrafa; garaiite-se a u-
pema carnadas, tanto emf>ercees como periorqualidade.
retalho. 'vmho Bordeaux dasmdlhoresiqiialidades que
Qiem omiprar de lOOlOOOparacimate-i ^ pode<*esejara7,ooo e7,5oors.a cai-
ra o abate de por eonte.
.~^~


.
II1 l>A( A1IEIA DO REOIE M. 33.
N0?O 1
GSdUTn
Sl D3 M
*ae #* rs. a igarrafa.
>Ga*MSViriho,deifV)rtoq)eriePet,eo
lo-.ooo rs. a Oneia, e'-Oao elano rs. *
??artatt; neegaerrha grande (por^k>e.fM
diffeneUtes 'mancas 'multo acrodtats qne
j se venderamporl 4,00 e 45,ooo a ai-
xa oom* sejam: Wnque da^nto.fjogrmias
do ftouro. .'Laiz, Gamaes, Wadeira see-
ca, Naator^eamno o'Marvasia ftw ou-
tros ^jmno-Cneray-e Madaira para t2^>oo-a
13,ooo<..acaaa.
Vinbo de-^ipa: Porta; Lisboa, Ftguein a 4oo,
Woe tors. a garrafa, 3,ooo/*,2oo
3,5oors. acanala.
dem branco o awafoor neste genero inda de
Cerveja das mettiores marcas de *,ooo
g.Son a duzia e 5oo rs. a garrafa, '
Gognae superior a 800 e i.ooors. a garran,
e em caixa lera abatimento.
Mawiinllada imperial des roeflwres a mais
afamados conserveiros de Lisboa em latas |
de libra, libraemeiacalibras a600 rs.
Oonservas ingtezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
dem franoew de todas as qualidades de
.Ujgumes e fruclas a 5oors.
M^sterdaAranoesa em pote preparada a ioo rs
Pauto* para dontes lors. o maco.
Wem lixados nuiito fines a 14o rs,
Yalft tearinas a 56a rs. a libra e em caixa
aars.
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
a Iftra e fO.ooo a arroba.
Mem de oomposi^lo cmmacadas a 32o rs.
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra,
oce-em calda das mais especies fructas da
Howppa a *6oe rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
fStesa para sfipa cstrellinha muito nova era
enneas de8flibras a 3,oooe 5oors a libra,
dem tdfharlrn, macando e atetria a 4oo rs.
ldm macarrao mais baixo a 24o rs. a fibra.
Qamailliilm muito nova de Franca a 2oo rs. a
[^Bf o nmlbor que possivel a 24o rs. aib.
Itapiniai de Maranho a melhor qne praamv
1 Memento" tem viada ao nosso mercado a
d4o rs. a libra.
Beaania.de Aracaty moito alva a 80 rs. a Ib.
Macares amito finos de Bordeaux a-todas as
marras que ha neste genero a 800, l,ooo
x*4,m rs. a garrafa.
finebra de larmia em frascos grandes a
1.2(*> rs. cada um.
Tmaras do Egvpto a 800 rs. a libra e em
RA A CA1UEYA 0 1H3IFK X. 5S*
Francisco -Fernandes Doarte acaba de abrir na ra da-Csdeia do Uecift*n. 53. um grande e sorti.k armazem de molbados de
nominada Unio MenautiL .fleste grande armazem eooontr a rc**-Bi|ne o respeitavei publico-um completo sortimeoto dos melbote*.
gtnerosque vemao mercado, Uutoesiraogei>os, como nacionaes, os quaes ser3o vendidos um ,poi\-oes ou a retalho por pregos aen*
rs. a amada.
_---------L
casa a 32b rs.
Sarcbnbas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem .preparado: satd,
corvina, pescada e qntros a t.ooe rs. a
lata.
Ervilhas portuguezas e frtpcezas ji prepa-
radas a 6o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de mimaira sortc a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a awaba.
dem do Rio amito obm a 18o a m*e
8,5oo rs a armba.
Arroz do Maranhio a loo-a lm> rs. aura.
dem de Java a leo rs. a libra. ^_
Amendos de caera aaole a^4oo tara*.
Avetas muito novas a 2oo ra. a libra.
Nozes muito novas a 2oo ra a libra.
Cbouricas e paio& a Too rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 re. a libra a
8,5oo rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de superior qualidade
enejados nCTt!oltmovapora56 r*.aaV
Alpista muho noto anipo at46o ra. a aV
bra e 4,6oo a arroba.
Painco mwo a 18o 4 Ib. e 5,ooors. a arraaa.
Sabao massa, amarelo e castaobo a 2ato a
24o rs. a libra.
dem mais babeo um pouco a 16o, nmattw
rs. a libra.
Castaalias pelladas a 24o re. a libra.
Chocoble francoz da primeira qualidade a
l,2oors. a-libra.
dem da Santo muito superior e medicinal a
*,3oo rs.
Copos lapidados preprios para agua a Loo
rs. a duzia que em outra qualquer -
7 e 8,000 rs.
Charutos dos-melbores e mais
bricantes.de S-.- Flixe do Rio de i
oV ?,5oo a 5,00o a caixa.
Cebollas novas a iiooo re. os molhos
des e 8eo re. o certo.
Doce de goiaba a 84o rs. o caixo.
Lentilhas, excellente logume para sopa egn-
sado, a 24o na. a libra.
j descascadas a Seo rs. a
gran-
iiaiiiaiiifi de 5 libras a 3,5oo rs.
9apel aknaco pautado o melbor que ba nos-' Ervilhas seccas
te genero a 4,5oo re. a resma. libra.
$&\ refinado em lindos potes de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a 36ors.abbra.
rs. cada um. |Comnhos eerra.doce a32o a 4*w re..Ib,
Holhos inglfzes emgarrafinhascom rolhade Cravo da India a 600 rs. a IMtreY'
vidro a 64o rs. cada urna. Canalla muito nova a l,ooo re. a UtanL
encommanda a Sao -re. & garrafa,^ kjb& 'eijos flamengos chegados no ultimo va-
________
pon muito frescos.
Alfazema a2oo rs. a libra e n,ooo
Graia a too rs. a lata e 4,lao re. a
pOlDHlOnH-'o-
20p
_
rs. a garran e Sardinhas dWan4esa340. oquartoeBOO
Manleiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a
de primeira qoaJidade a 800 rs. a libra, 1(3200 a caada. I re. meia lata.
em barril se faz abaiimeoto. Azeite doce retinadom garrafas brancas a Latos com peixe-em posta
savel, oorsuui.
LOJA DO SEIJA FLOR.
Kua ao Qyeiaunfo numero 63.
trjtaliiias jiaca eahara.
Vendera-se gravaliohes de diversos gostos mais
demos a"70 e 800 re. : Da roa do Queimado,
teM do beyaaor n. 6-i.
Manteiga francoza a mais superior do mer- OOO-re.
cado 560 rs. a Hbra, e 520 rs. em barril Aieite doce de Lisboa a
ou meto. 4)3800 acarada.
Presuntos inglezespara fiambre, de superior Genonra de Hollanda a
qoalkiade, chegados neste ultimo vapor, a! dOOO a frafqHeira.
640 rs. a garrafa e
500 rs. o fraaoaa
720 rs. a libra.
Queijus flamengos chegados neste ultimo
vapor a 68o0.
Qoeijo wrato muito4re6Co e novo a 640 re.
a libra.
Castanhas muito noas a 120 rs. a libra e
e 3,JOOa arroba.
Cha uxin e melhor que ha neste genero,
mandado vir de cwita propriaa 20800
rs. a libra.
Che nyson orto supewor a 2<3560 s. a li-
bra ; cha hysoD preprio para negocio a
14500 rs. a 'ibra.
Cha oroto-muito superior a 2 a libra.
Biscoatoa ingtezes em latas com dfffenentes
quafidades, como sjaaa craknet, victoria,
piqaelez, soda, capta, seed, boraez e
ootras militas marcas a id350.
Bolachmha de oda em latas grandes a 24.
Figos em caixintias hermticamente lacra-
das, ntuito oxaprias para raimo a lj|S0.
Caixinhas de 4 e & libras de figos de cuma*
dre a lie 2* coda urna.
Passai muito notas, chegadas neste ltimo
vapor a 50 rs. a libra e 3 um quarto;
e em caixa m faz abainento.
Amixas frauezas en latas de meia a 3 li-
bras a 800 re.
Champagne da marca mais superior que
tem vindn ao nosso mercado a J8o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinbo Bordeaux das memores qualidades
que se p-le desejar de 7500 a 8*000 a
cana e 7 O a 800 rs a garraaa.
Caixa com vinbo do Porto superior de tel
alfaddzia, eSOOaltfa garrafa; deste
genero ha grande porcJo.e de differentes
marcas acrodiadas que j se v*doram
per l4o*8d a caiaa, como sajan* Baque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. boto,
< 'Kiteaft, Itadatea secco, Careaeltoft,> Mec-
tar da MM; Baque Gewiino.
ffhtwi* pP3 r^rin. IVtefra O Lisboa, a
*^2iS" **?* *r,ft* 3***
e iUW** a caada.
Vmb bran^ de-aopertor qnalidade, inda
jt. ^rarraftdo :,640
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
oom ricas eelamiias na caiaa eitorior,
uilo-propiias para-mimo.n tiJttO ,14800
Frasco de vidro cum lampa do raesrao, coa-
aendo meia libra de aeixs francezas, a
44200.
.Marmelada imperial, dos meiljobos conser-
veteus de Lisboa,-em latas da I e meia a
.2 libras a 8(i0 rs a Hbra.
Frucus era calda das memores qualidades
que ta em Portugal em talas ueroietica-
mente tecradae a StKi rs.
Peras seeas- moho owas a40 re. a libra.
Nozes milito novas a r# rs. a libra.
Ameudoasde casca mUe a 400 ra a libra.
AveOas muito novas a 200 rs a libra.
Ameudoas confeitadas de diversas cores a
80t) re, a libra.
Macas eneras i hegadas neste ultimo vapor,
moito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas in^lezas em frascos grandes a 750
rs. cada ubi. i .\ i. ^
Errllhas^raneeMi e portuguesas e^tetas-de
I libra a e4t> rs.
Ervilhas -secca muito now* a *'80 rs. a
hbra.
Ctiocotete franrw, o qne ba de melhor oeste
genero, a td20fi a lihra.
Cbocolale hespanhala JsJtiO a libca.
Ginebra de teranja em frascos grandes a lf.
Cerveja branca a preta das melhures marcas
que hauomeicadoa fiO r. a garrafa*
5?800 a duzia.
Cognac ingle* de superior qUadadn a 800,
eloWagarrafc, ,, ,
Linanei amncaiea^gmamite>iajnaiiiadis:
Animte de 8ardeai, Waisir de Pames
' c de outras muis marcas a 16 a garrafe
o lOda caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e-,
94 a duzia..
Jiostoda; t[g)eza m u, j preparada a
ara' ra.
Mmtardammma em p, era fraseaegf andaa,
a 14 cada na.
Salremiaftoal^Q^^pQCe.
veaugo, cherne, linguado, lagoshuha,
14*'0rs.
Sahuo em latas, preparado pela noca arto
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates as tetas da 1 bma 80f
ris.
Cbouricas e paios em latas de 8 e meia Jibra
p*r 74.
Toiiciubo de Lisboa a 390 rs. a hbra c
84000 a arnba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra o 44a
barrica.
Sac murtn novo a 240 re. a libra,
t'^vadiitba Farinba do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cebada a 120 rs. a libra ^a arroba.
Alcista a 100 rs. a libra e 44&00 a arroba-
Batatas rourto oras em gigos por 1450.
CeMlasa 44 o molbo com mais do 100 ca-
da em.
Caf lavado de primeira qualidade a 300n.
a I ibra e8 a -arroba.
Caf do Ceara moim superior a 284w.-a h.
bra e 84400 a arroba.
Caf do Rio, prnprtapara negocio, a 84.
Arroz do Maraobaoa |O0rs. a Iibrae2480('
a arroba. \^
Ar roa de Jaa a0 .^ %a O 400a
mama.
Vellas de spermafe a 588 rs. a imra e
540 rs se fhr enct rafea.
Vellas da rarnalia refinada a 320 rs. o mas-
so e a 94 a arroba.
Doce de guiaba a 840 r. o caan.
Macarra*, talliarim e aletria a 480 rs. *
bra ; em caixa so fez.taha*manto.
^prilhaimaiaaraBn imma>n,paanapp>
a OOts. a'llhma 34 aaixaw 6libras
Palitos de dente lindos copi.flor a 260 rs
o massa, ditos luadnasem Mi a 160 r*
maihei Gnmmad*engMnmarmmto8naa80r9. a.
libra. '
Banha dimorfo rafinada a 40, r* a libra >
488 na. aaharwlnoajyva. _
fSurutoa 8hs mathymtewhrteBnmade'8. f
Praaorara matern, ndna decoran ^anpna
.HB.'iWn^mmf
-*"-' -
-
-
-p ""
Queimado n. ft
Vmda^||^|irst.o>4i'ecm
aafeitef.capasm m.pwteie.^ w .
doeatparaicamr.at
rosebzabathDeim.
tef 40 Q

ir .cftpttvfelftfwmpto p|imento.
KtM mm drraat aevaadaaa,
VtDdem^tas para dabruro de .vestido-de Unho
;;) 12 varae a 40 rs. a oega : na ra do uei-
awdo, loja doAeija-Oor o. 63.
PatM.mTMas.
Veodeawe peales travuos de cancel as
frente de Uuaacia a 400 r*.-: na ru* do (ueiaa-
a, '.-ja do bei>a-flor n. 63.
fiaael- Mm idaarada.
?eade-se papof beira dourada a l#9fi0 e 14-300,
ditadeoor dilMnoora as
Qaeaado, loja do beija-flor u. 63.
Ilfriajas.
Veudn->e aowlopes de diversas .quaidiat
brancaa 800 rs. e-te cor a 640rs., para utasra
visiu a 400 rs., preta a 730 r.. : na io>a o haija.
flor na ca do Quaimado n. 63.
Vafeas ae ahWar.
Tendo necebido voltas de aljfar rom cruse de
.pedra imitando a bridante vende-se a 14 *da
ima-rnanta- doQneimaao foija dotoeija-flor -03.
Caatius ile aieias.
Wndem-se camisas e> metas auiiio Anas a
J4300 a 143(1!): na ra do Queimadq, loja do bei-
ja-flor n. 63.
- afeites ae fila.
leado recehido afeites de fita preta* da co-
res mais modwua* uue se eui> usando a 14 cada
um : na ra de Quenado, loja do beija-flor n. 63.
t'tei de ta arela para marina.
Vende-se fita de lia preta para dehrum rom M
vara* a aaOtra. aupeca : na toja do beija-fter ra
doQwHRadoa 83.
Fitas 4e linlw ara bardar vestido
Yenem-se filas de linho para bordaf vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 040 e
800 rs. a pece. s yuere tem 6- loja do beija-flor
ra do Queixaado numero 3-
8iij Yandam-se botes de nsadretierolaaiate, modar,-
nos qne tem viudo para punho de seobera.* 35
rs. o par : s quem ande por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
uta de wateda rara teraar teahds.
Vaade-se flu de veModo pwte eoa W> vana, a
rs. a peca : s qmm ira por tm pNw i i
iojadofceijaJfor da roa doOoetmodo ik i
FiU de vellode bordada.
Yeoa-saflu-da vellodo pre, borlada dH'^lt;
versos gnstos e mais moderno* proprio* par M-
T04 ATIERO AO VIOLASTE.
Custodio Jos Alves GuimarSes avisa ao respei-
cawei pnblioo e aos seas fregu., i/ne aehando-s-
as oras da toja do Vigilaste com-luidas, e adan*
du-g as porias alierta^ a com-orrenria do res-
peitavel puidieo, para assim a|>reciar o novo galfe
eido das linda* flores e moitos outros ooprtoi 4e
feaflt.gosio, que tanto saslisfeito se acha, airesenla
o noo eanti), rfamando pelos seus recueies que
venham ver para rrr, que s assim poderao apre-
cur, erario um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas, tanto para groase come para
relamo, que todos serao sortidos a vontade, mesmo
naataaw Aetiuez de (ora que nao possa vir a asta
"acaequeiram djgir-se a este estabelerimen
sendo saus pedidos por meio de cartas, e pode-
olazer que ser tudo romprido fielmente, poden-
daaa. Itaer preco9 muito razoavei, nio s pelax
boas, compras (bitas aesta popa, coma dos qaa
recebe de.sua propria conta, como dos que recebe
de consignares.
fTNHO PlUO.
Chegnu nova remesa de anchetas rom -wf*-
rinr vinho puro : vende se no Sicripoho X. a.
Rabello, ra da Cadeia n. 55.
ESCRA?Ot FP6im.
Furto do poder das abaiso MMgMdn* ara
oscravo de nome Aieixo, qee hoovrram por eaa|
pra que lizeram em hasta publica aaa atuawaaa
Jo6 i- raneisco da Crui, senhor do
onde pmvaVfl se lenha relea leda.
de trinta annos a> idada paran
preu, secco do corpo : ruaa-se a qarm o _
ve-o ao armazem de aseucar. no largo da
bla, qne sera recomprosido.
_ Jos da ira Ley A c,
Pugio
rwen
de Pao d'Aiho, no da M de
um motoque de m-aaa Aatbroti*, aV i
annos, mais ou menos, tamanbo de 6 pahatus o ai
jioura difTerenca, bem feito de corpo, ps a panas,
serco e espipado, cabrea grao*- e
dame, orno grandes, vivos a aaa r-oan i
falla aprensada, levou camisa a i
da ierra, chapeo de paira vetho; ron antera aa>
tro nesta cidade no da 30 de abrlf prisa> aaa-
sado, e no (talen da Sania Crux fet tu
vallo ni oe vmha wwiatlii. a aaaii
o rt-fcfMto moto-|ue, 0>po*s pato tardadwi
30 m visto no arco de Santo Ankwiw, o aja
crer que elle cootina a estar por ole* i
perianto, roga-se s anloridadas i
dado que o factw apteaaad>-r,
rolares que enrostraren) o referid
mettam-no a ra do Queimado o. flt,3* ;
engenho Itanhenguinha, Iralar na
dono Jua-iuim Corroa, da
gratiflracao rorrespondente a se
resma
alojado berja-flor rea do
Vaadem-a._
^a'ipajOadQitd,
i oa roa, do cbjar--

anaaraa d ba-
a loaiM a#aao-
Vandan-w
ra do Qoeirr
Kugie no da 87 do curris a fi
Pedro, afto, eheto do rarpa,
mesgia costunu a raspar,
na frente, bocea grande, caaaaaaa
presenta ter de vi a 50 annos, ps i
zes aada com a (percatas, e r
tefao aV enero de earaefra rasa a I
de cabra cia-da, oa da asta, ft <
cavado castanho. levando um par de i
nar de sacros nvM da aras aW, aaa
de estopa e ama reda, kads afavahara p dtea|
u uw ferro, e no uarlo rsqa
cravo foi de Pajr de' Plores
poe-se tei* elle Mo |>ara
res e*parece efto sepajHP
aaa eemo lamben lesa o i
tos : rapa-se as aaieridades Bidnaa e aapal i
campo a anprehensao do dito eseraaa; i
pT+nder lete-o ao engenho Aiata.raj'
Loa, oq ans Altados, aeaHtoi
VMM, sebeado junto a j
reonmpensado.

\tW3a.
-Yeadarie feuaoaraooo a
qualidade, a lu# a sarca de cinco
no trapiche alfaodegado do
Porto
v ao Forte de anos.
Aeba^e feateo o rarravo de
'Wr fea uur, jpvaaaraa
ato, d-]t r atnaa
arago apaiaaaraqaaaa a

do as pernas arqoeadas, porem
ma andar em sanabas, e as
mal pii piaaa-'aaaam ra
se aa autoridades poHetaea
limitrophes. qoe o iacam i
M>mml
..a a: rateosio
IRHaW

*



Islario de fornom
RATUR
A segunda aitlarv
SO.NHOS E DESVABI0S-i-SOBjB
0 sonke
(GD!
E ouvi-a que murmMvnjp *
Nao, homem sem eoragao, lS" enY" ApT-
v pois olla ia ser mae ; j preparado se acha o berro
do nossos filhinhos emhugado rom, Wl** i^dT^s a^nar.a.WW
foruecido com os mais conven lentes ailnren-
aviamo-lo dsposto dentro da cortiga de um
salgueiro, ao abrigo de quatqner contratempo; os
haTcobird"
gi Hordfoe; eslava persuadido aneo 9
vf-oVarreV ^Seia'ifom/frf 4 "Agn
[arta.*, a***,^ nrnrtnliu>q^ I ti
brej-me da baronexa, do amor que por
iniao social, e ttante deste araalg;
o respetis,fkoti-me de noto
s cobarafc?: psolvi mandar pi
prover as suas necessidadr
ras de casar-on, nao tioha eu mala
qae lar(*ol tan rafal fl~
Regre^sanfci^sa^lllsj
resolugoes que tomara, passeiando pela1
de minha cmara de hotel. Neste momento
qualquer o sentido em
mante
Eote oarrou-me asua historia-,
parece djgna'dc figurar leste? |h/ro fe
o visionarios.
Kartito designio da desposara
proseguiu o mancebo ; fot cpm esta intencao que
me dirig atados i eslava persudalo o* am-
ntate
(i Vi
Passeiava en sombra dos Quiucoiyjes, quin-
de desabou una grande pancada de chura i rofu-
mtajKarjnos instantes de nossa existencia havia- (*wwne ao *abinele de ^mt-
mo lo consagrado a este sanio l:.tZT Hs***10 a to-! O lempo arrefecra ; a chuva momentnea, o
dos* nos pela._ grande lei providencial a que nos contrato de seguinte da, "&T53-S maar cabe-
snbmettemos sen comprehende-la nem discuti-Ia. Ca a roda. Pedi dona da casa qne me ministras-
Agora a minha pobre companheira nao existe ja-, se aljjurna obra jovial, que me distrahisse, un} *J/ j
i; nsnj olla nem eu podemos realisar a nossa mis- lume de Carlos Monselef, espirito preolfeelo;'aoj tmmm feusa (c qne s poda altribuirao
sao terrena; maldito sojas I maldito
tornei a v-la lux d
ataviada de novo. Que mete-
t cprpo flexivel scinlillava sob o re-
iamauco de urna erjde rosa purpurino. A
era deste modo arrebatadora.
Uno a allencao meigamej
va, e noi
. ju por Mbrol.
i., onde os raioSjflhres
as facetas prismatajis dffHn
rmenlo cadeneiafflHH^H
do jardim, vltarrao de vezTI
a para observar se eu a segua.
, com effeito. Ella enlacou-se cnvl #mo
que me dirigisse, meus am voiublis em roda do tronco de um aftBsUrg
nhou suas vr~
balangouse; depois, deixando-se.jscftf#egar ao
olbqs fqrgosamente enoontravam um pequeo ob-] ,h,ou suas verfK>meas mais altas, e ah suspepsa,
jecfV clloeaflo sobre minha cominoda, por assim SmJrSdo'do tronco*,
diier qnasi o nico raovel de que me poda cha-
mar proprietario n'aquelle quarto.
f Era um guarda papel, que das antes receba-
ra como mimo da baroneza : a mi dehaJituluien-
te modelada por um artista primoroso epousada
sobre urna delicadissima pedra de raarmor.
. fino saber se esconda no estrondo da garg
em
Nao, nao aecuso a repugnante aranba, con-
tra ti s que me rerofto f A aranha obedeceu a
lei da sua natureza, a seos insBnctos, a suare-
js'sidades. Taivez tiresse tambem seus fllhinbs
que alimentar.
Choravam de fome, e cra-lhe preciso urna
victima para llies sacrificar \ tu, porm, tu obe-
decestes nicamente a um sentimenlo de co-
barde egosmo; para nao mudar de atlitude, para
nao ter o trabalho de avancar tres passos, deixasle
perecer urna innocente e inoffensiva creatnra que,
como vos outros da raga superior, melhor que vos
taivez, apreciava os jbilos da vida, o amor, o de- i
ver; deixaste-a perecer e sua posteridade cora
ella; maldito sejas'I maldito!
Maldito t Ao lado dessa destruidora lei da
natureza em que os leus sabios te doutrina-
ram, existe a lei de Deus que conjura os ef-
fcitos desastrosos da outra, lei de compaixo e
agasalho, qne confia a fraqueza guarda da for-
?, r.?9 o sabes tu porrentura ? Se o ignoras, nao
s am homem; te o sabes, maldito sejas I mal-
dito I '
O seu zumbido, intenso, stridente, retroou de
novo como o clangor de um ciarim, e a mosca don
rana continuod com expressio de despeito :
Slm, nao verdade que a lula de essencu
divina ? Embarazar os seos effeitos atropelar as
sabias combinaedes da aalureza; o direito da for-
ja obriga a emudecer todas os outros direitos I...
Onde resido, porm, este direito? Ignoras tam-
bem acaso, que o ente mais nfimo na apparencia
est muitas vezes sufficientcmente armado para
arcar con o proprio homem, e atira-lo como paste
aos vermes ?
e Ha certas substancias terrireis de qne s-
ror- depositarios; emquanto que nos alimenta-
mos cora ellas, podem tornar-se para vos em ve-
nenos fulminantes : Assim o quizaste pois
bem I guerra guerra I eu son urna mosca car-
Dinciifoa f...
r senti-me profundamente picado na arcada
superciliar. Dei um grito, e aterrado, preci-
pitei-me para casa, pedindo auxilio, bradando
por soccorro I.. Mas da mordedura nao flcou
vestigio.
NSo importa, ficou-me a licao; deste diaem
iante, cima da impiacavel lei da natureza, col-
loco a de Dos, e cima da magnifica e desoladora
argnmentacao de Jos de Maistre.a da miaba mos-
ca doorada. 4
A maozinha.

t Nao, mancebo, nada se perde ; o mais diminu-
to grao de ara, tanto faz que seja arrojado ao seio
das nuvens, como sepultado nos abysmos do oca-
no, deve reapparecer hora designada; nao ba
caio de sol que seescoe sem deixar trago ; sua res-
tea luminosa se desvanece, mas o pzinbo de herva
que reanimou, a crislida da borbolela que fez de-
sabrochar, a onda que envolveu em doce calor, o
eonservam absorvendo-o.
inlerrompendo-se por alguns momentos, acredi- P"^ ^esfllpa dei*P"remenores; infero lml|df1 ^ tei que baria desapparecido de repente o zum-!mas sao indispensaveis. Ajyoca. nje.Ottegoa ufl operava, a mao,, p^imulac/^ ^e mo
bido recomeQou, e, como se correspon desse ao pen-'volume de Slerno, esse oulro gaulez di m-mar : mihrr, CKc|'8crWr-|e*'ein| i*fifas
saBto.que neste instante cruzava o mea cerebro :' A^ui est um ,ivro- me disse elle' 1ue ** **
proseguiu com mais ealor: mais diYer,id0 posslveJ 5 peco-lho mesmo que
nao ria demasiado alio, para nao perturbar os ou
c^asaco do.dja, que yme |urvava a vista) a cada
mim proprio se
pareca di-
suas partes,
e com tal rapidez Jque receie
em seas mais tenues lineamentos.
que se
um pe
dar coi
maneii ^pn
No da segutnleVeraroos amigos, dT-lhe
me, chamei-lhe: Psylla.
dos raios de minha biblietneca, ora de entre as
juocturas do assoalho. Quando a lempo corra fa-
voravel, enea miahavamos juntos para i* jardim, on-
de ella se eotregava aos habituaes exercicios de
baaneo e natacao no caso contraro, eu substitus
o tronco da arvore em que se enroscara ; familiar
enlacava-se-rae
mate
_ ana-
curvo'
Li>
um no-
chamei-lhe
os dias immediatos, advertido porom ligeiro sil-
-aparei qne me apparecia, ora sahindo de um V
A4 Ha minha hKlaiKnA> AMA 4, Amtmm r.
jfqtie VSoa\e1rlna\J WbJIIC prHB zeTdTcomRr
ao solo da Kuropa, apresenjaram a maior excellea- agora procuradas
c* en arrt*. mili, e uas "dliTereates fdrmtt de ruitb valiosa n.

sssars:
sementes leguminosas.
^T Anoz.
Os- graos conhecidos debaixo deste norae sao os
frucios da oryza sntita. Esta, planta nerteace
ordeaJwtnral das gramneas, a am dos ceretas
em coramum com o trigo, cevada, aveia, cenleo,
undo ^s^ndfc Orietkes, oade
{i eustnto^es *dianos9 daVehi
nezes, e outros naturaes do Oriente. Cultivado
come em muitas partes de nevo mundo, intro-
d'niu-se aU do amigo.
Foi 4o bem succedida a sua cultura nos estados
do sul da Amrica-Unida, que o arroz da Carolina
considerado como o melhor que vm aos merca
iiK
para mim, enlagava-se-rae.aarolando-me o pescoco ,hos da Eurona
Transformou- 6m urna de suas rollas, rfelxano as extremidades Desde one^e
seempouconamodeamacreanca. A mesma pender-me ^ p,^ ^ limparVarro^ trfelSi^
sempref...a que vira estender-se para os iran-^rr. ?f,^..a,!Tl*.*eonra de coleiral Mas;tado grande
tros lelors. Era o Trulam Sliandy. Se bem que
o houvesse j lido pelo menos urnas dez vezes, nao
quiz recusa-lo. Abri o volume ao acaso, e desde
entSo passo-se em meu cerebro urna singular re-
volucao.
< Pareceu-me ter tido j em rainhas mos, este
mesmo volume. Possui em minha bibliotheca as
obras completas de Slerno, hoje truncadas : Tru-
fan, o amigo companbeiro de meas passeios, da
minhas divagaedes derja ser um dos qae me falu-
va. Onde o haria eu perdido, ou esqneeido ? Ig-
norava-o. Alm de qae, todo os volomes da mes-
ma edigo, se assemelhara. Como entrar-me na
cabeca que de Pars, o meo Tristn se fosse tai-
nhar em Brdeos, no gabinete de leitura da praca
de Qamconces 1
Alfcstei a idea. Prcisava rstrahrr-me; no
emtanto, ao passo que folheava este rro ti M-
gazao, entenebrecia-se-me a fronte, olfegava-me- e*
peito. E' que nao era sobre o texto que meas
olhos mais alternamente se ftxavam : era sobre
margem ; em nm ponto ou em outre, etr deparara
riscos partidos, lianas quebradas, tragados com a
penna ou com o lapls, cujas figuras mais garata-
jas que caracteres, mostravam ser feims ao acaso
Porque motivo estas linhas incorrectas, fan-
tasiicas, convergan) para si leda a minha aWenge,
e me desperlavam na mente mil pensamenlos de
outr'ora ? E' porque deviam ter sido tragadas pela
mao da urna creanca, e sobre a sua margem ma-
culada, parecame ver agitar-se a maozinha que
segurava o lapis ou a penna. Nao vos parece
assim, mea amigo ? a ingeoudade da forma, a
graca enteroecedora, nao eiistem em parte algu-
ma como na mao de urna creanca... Aquella mao-
zinha, to pequenina, eu a va, e o coragio pare-
ca estalar-me.
seunles da ra
aa margem
O trinado do passarinho nao se esve, mesmo
entre as sombras da noute,,sem qUe sua influen-
cia se exerca sobra algnns dos seres da creagao.
Na ordom moral, por mais fortes razSes, devem
pa.ar-se as coasas de maneira anloga. Nem urna
palavra s, dae-me f, foi pronunciada sem que dei-
lasse echo, os nossos proprios pensamentos, os que
retemos comnosco e que a memoria nos nao recor-
ds, acreditamos que esto para sempre morios, po-
rrfi, repousam apenas em lethargia, araontoados
sobre e ao lado uns de outros como um apinhoado
de vaas reliquias, como um detrictus glacial, iner-
te, profundamente escondido sob as carnadas infe-
riores de nosso cerebro ; uro da, porm, aps mui
os annos de silencio e esquecimento, basta um
som fugitivo, o perfume do urna flor, um choque
de nosso olhar contra o mais insignificante objecto
para ressuscitar um delies do fundo de suas cata-
cumbas. Este, apenas em movimento, aeorda ou-
tros qae arrasta comslgo. E' urna serie inteira de
nossa existencia passada que renasce, que revive,
moitas vezas nos abala a ponto de fazer emmu-
decer as nossas preocenpages, destruir nossos pro*
Jcctos, anihilar nossas mais graves reselugoes. Que
preciso para tapio ? Torno a confirma-lo, a cou-
sa mais insignificante, urna palavra sola no ar,
nm irago de earvao em urna parede, am risco em
um Hwo, um sonho
O mancebo den nm pulo na cadeira, lerantou-
se, e flxandome :
Coaheeeis a minha historia ? Me perguntou.
Eu t... Pbilosophava ao acaso.. .
Um troco de carrao, um lirro, um sonho, um
qlhar laucado sobre o objecio mais insignificante
destruindo todos os nossos projectos e nossa* mais
grites rsofciees... Oh ros coahecets.
Meu amigo, Ihe tornei, acerca de negocios
tfrares o qae sei a yosso respeito qne ha de ha-
fer doos mezes, sahistes de Paris para ros dirigir-
es Brdeos, aflu de casar com orna sen hora
bella, rica, encantadora, e al litelar, a baroneza
de N... o que sei que, antes de partir, tiresles a
fcondade de consultar-me sobre a escoma, que mai-
k) approvei, por duas razos a primeira, porque
era a mais vaatajosa possivel; a segunda porque
Me pamiett ronito apaixoaado, e qualquer objae-
0o de minha parte fra completamente petoda.
E agora, ) que encelamos a questo.devo confessar
que multo me seraneada, passados dbas mezes de
creencia, dorante os quaes nao tbeMirmisIes urna
iiha. ouvir-vos hoja s Miarme de acwafcci-
itieee, da chara e do lempo asradavel,
-igir-ma abstractos iaterrogacaes phosopii-
eas as qoaes a baroneza nio pode lar parte. Qae
juccedeu pois ?
Ah man Bous I E' outra, j nao se trato da
Mroaez*.
f Dei a examinar o livro desde o principio, por-
que, como vos disse, abri no meio, ao acaso. Na
pagina que formara o ante malo, achei escriptoe
estes palanas : t Ette litro perlmce jkmtptt
de B... Reconhecl perfeitomente a letra deThe-
reza... Thereza, mea amigo, ama joven operara,
meas primeiros amores de estudante... O rotme
que segurava as mos, havia-me perteacido, lo-
ra em casa de Thereza que o deixara nesse mesmo
dia em que me separei della com a resolucao egos-
ta, cobarda, cruel, de nlo mais a tornar a rer,
nem a ella... nem outra. Ambas eram asta-
calos minha carreira, e oppanham-se a qne po-
desse realisar mais tarde um casamento vantojoso.
Todas as pessas honestas qae me rodeara m eram
da mesma opioiao sobre este ponto.
De modo qae, os meus presentimentos, os
meus inslinctos paternos me nao haviam engaa-
do; aquellas linhas caprichosas, desordenadas,
aquellas rabiscas, haviam sido tragadas pela mi
de minha fllha t Sem duvida, escrevendo o meu
nome no frontespicio do volume, a pobre Thereza
quiz consagrar a minha memoria aos olhes daqael-
la creanca, e ella, coitadinha, quem sabe ? fcil e
crdula como todas sao em sua edade, acreditara
screver-me, e as margens do livro que me per-
tencera, me dizia r t vem, nao te demores, vem
coasolar miaba aflicta mae. >
Ao embale destas ideas de ternura, de com.
paixo, de remorso, que me acommettiam, esque-
ti onde me achara, de qae gente eslava rodeado,
e desalel a solugar.
t A dona da casa podia eogaaar-se, e enganou-
se de (acto, pois batendo-me ligeiramente no hom-
bro me disse, ecom voz discreta : Seebor, pedi
lhe qne nao risse to alto. Volteado, porm, os
olhos para ella, banbados em lagrimas, poda ento
julgar do effeito que sobre mim haviam prodozido
as aventuras de Tritam Shandy e do honesto cabo
de esquadra Trim.
Chamei-a de parte. Inormou-me qae o lino
e algnns outros eram sua propriedade em cense-
queucia de ama penhora qne se fez seis mezes an-
tes em casa de urna operara reduzida mais pan-
gente miseria, e despedida, por nao haver pago o
aluguei de am quarto medonho que habitara em
um sexto andar.
Pareceu-me que todas as madledes de cu se
haviam desfechado sobre minha cabeca.
t Todava, seohor, nao quero parecer-ros me-
lhor que realmente sou. Estara demasiadamente
empenhado com a baroneza para me passar pela
idea um rorapimento. Nao devia no aia seguate
assignar-se o cntralo ? A minha resoincao, po-
rm, era firme, teacionara salrar da miseria a
mae e a til ha.
. fa 1_
< Comecei ao seguinte dia os meas trabalhosde
periastracao: conlinuei-os por espago de multes
horas, mquiete, angustiado, atormentado por il-
nltras ideas, ao longo da strada, aflgdYara-se-
me enxergar urna branca maozinha, imptorardos
transentes urna esmola pelo amor de Daos. Ea a
rerooheet logo, era a mesma qu me apaarecera
as margens do lirro.
t Sohpereio a noute. Todos os meas asforoes
haviam sido infractaosos.
aa a nue orfmeim se furia rinn^arlo "^iiaii, unue urnas ODserve, ouira me
I iJL i r~IH,- ^ lrparecera to expleodidamentc purpurina e rutan-
ao nrro... .a oiortnBa r te. Sea contacto cansara-me urna Impressao que
Considerei-me louco, ou pelo menos ebrici. n.f **>]*<****>*, se,alrando gentil cabeca
,ma. ,. i, i. x i *tura mea rosto> me crarara-oa oibiahos pretos
tente; mas lutei contra aobcessao, Inroqueiera Dndidos por urna fai*ca interior, senha-me to-
men auxilio a memoria da baroneza; facbei os mado de siogular encanto, fascinador, que actuara
olhos, e depois, finalmente,'readido ernocoes e; ^-JT6.* minha propria razo.
i tedica adormec Mu,ts ou,ras C0IM*8 e assombravam nella. Ma-
a uqiga, aaormea. via ^^^ meM| ^ ^ b!ibiltrims M metai
Enlao risio sueaeden o sonho. QMaoflio. m*ra*. e uio podia aderinhar era qne recamo da
Dnm atan t casase aninhava de noute ; ignorava tambem co-
ueu mu mo e de que se nutria. Em rao lhe offereei os mais
Pagira de minha cmara, nao sern "esfcrco, saboraea fractos, o*regatos mais mpreonados de
or aaanto sentir durante a m^n trah.iu. ama,m. e "* asaucar ;apepas os lamba com pequea
por quaato senura auranie o raen transito ama e furcada Imgua. parecendo. tocar-lhe uoiearante
coasa qaafquer, ama torca, oppor-se-me, tator, em signal dtereconhecimento pelas attenges-e com-
contra roioha rontade, reter-me, puxar-me para r placencia eo que a tratara.
traz. Depors, encontrei-me, sen saber como, am' L0s reptis ordinariamente (ac menos assim ole-
nma das ih*s <. Hn rn na c a .. a- nno *T> canter) olham o leke de ovelha eamo
urna das libas arenosas do Ganmav que o uxo da| wo ^i,,,,,. m3ti)^r Mandei p6f di#D0S5ao. de
mar acabara! de tornar inaccessiverv Cobre! am- Favila um jaeto-purissirao que lhe- inspiren proftn-
mo, estera env segoranga; esperara'entrar de no-!*>980,imento de-repulsa.
O aeeaso-nw fez em brere conheaer qae nao seo-
Sa a mesma repagaoocia por lado- a genero de Ir-
ajnidas.
Cboridei alguns .urrigos para almocar ; fazendo-
Ihes- nm brinde cameiieellente vinno do Alicante,
PSfMa, ajan obegaia debes se rafugra as do-
aras-de nm tapete, sabio da rapante i vd escondrijo,
< Era a maoha, que-destacada da>peanba, se precipiou-se sobre mim com morimemo rpido e
ro no socego f minha solido n5o poda ser j
perturbada por motivo algura, protegida pala en-
diente da mar. No entonto a mesma torga que
se empentara por evitar a minha fuga'se faza sen-
tir ainda.
agarrara a ama das-aba da miaba soaaaaasaca,
ptuava, puxava....
Sob a impressao do espanto, acreditando con-
jurar am sortilegie, segure^ lirei-a do tapar a qae
sa panadera.. .Paaeeen-me nesse momento^ae era
a meu proprio conejo que baria arraaeado de
raeapeilo...
Eahin no chao?, dentro de-om buraco exeara-
db no centro da ilha-. Depoi de hare-la reftgiosa-
mento- sepultado na trra; abefbei-me dJante do
seu- sealero. Ob I' nao me condemhes paragar
ridicoh importancia-s dirag.igdes do meoesprri-
to: mas-o sonho aida depois de terminad^ dara.
ter parmim graves consequeoeias: >
Nao dou ao sonhos. to paucaimportaBoo
brusco, earoiou-se-me ao brago aindetendido, e
beaemaam ridas em ITma*oolra sorpresa> ainda me esperara.
AbaNfaaa roaoba a-ninba gaveta de segrado, on-
de por precaugo e desde muilo tempe, eostomara
guardar um certo robxl* ooro. Nao o encontrei na
garea>; porm l esteva a minha cobra de-aolen-a,
semi amrtogada petosamaov
Ao inerimento que- imprim no
dou, 9oiioa nm sil vo agad, e fugie pele
seerefaria; ende haria tim bnracoqae eosmanteara
com a esearago da parada.
Ao Bieta da raeio por qaesebavia iolraduaido em
minha gaveta, faltava-me saber o camiahO' qae le-
vara o met ooro.
Passen-me pela mente- am roano domastie; es-
piei ; estfcra d emboscada; fcil me (o* obepar
couvicg-JB-qoe Psylla camia euro, tocia dall sea
sustentof-
Occorrea-me ama tradicao. Dizem que em nr-
quanlidades. Etpozeram-se rarias
como pensaes, lhe repliquei; coaMauae mMfffh> to* PB'z*gaa cobras sao habis em descobrir tba-
souros z deseobri-los-hfto altes por reaaara ssaeate
Elle proseguiu
Senti-me aliviado por alguna- inataates, qper
fosse pela oracao, qner pelo desapparecimeiMD>do
objacto angular. Alqpebrado de-foreas, assemei-
me, e eniio, por ua.regresso minbanalaraza
ivamante impressionavel, fixei o-oHiar hamida na [
ligeira excavagao que tapara no tomla da pabre
maozinha.
f De repente vejo a ara moveavse e amaaaiaha
reapparecer. Atnito, fago um raorisaento para
reeuar; eHa agita os dedos, massem.sahir do-Ui-
garr como se j honvesse creado raizes aa solo*.
Noro milagro I'na extremidaae de cada-o
de saua dedos, a unha achatoa-se como urna espe-
cie de punho corneo, e deste panho rompen urna
ou Ira maozinha, e o milagre se-aontinaoo, e-onda
dedo se tornou o- tronco de una nova maosnoba; i
.. t ui-www, olhos. Bfc,.|he quant ouro me restava : tonquesteo
e todos, abriado-se em forma de ganchos, sa mol- de algunas semanas.
lipaoavam, reproduziam cinco vezes.de naatoj Vend i a mebilia mais-dsaenaavel, os iivroa-
em minuto, de segundo em segundo. Em hme a Iraros? P*dl emprestado. '6 abyemo- apanas-
em beneficio proprio ?
Nao seada bastante riee para consentir qa a
minha pensionista perseveaasse em sementante re-
gimen, resolv separar-me della. Mas como*?*0> ha-
bito de r-la quotidianaoiente lngara raizes no
undo do.meu coracao. Obstinei-me comlud em
ministrar-lhe este genero de iguaria*, aa .eapaatoai-
ra de que vira a contenlar-sa com alimantocao
mais modesta. Esperanga.va I Deeididamenje-os
fructos e-oleile lhe eram.antipatbico< te ilia^ra
dia desbotavam-se-lhe as cosas ;toTfara-aa laagni-
da e BDferm como na poca am pW se meiatro-
dazio emieasa; nao tinha-nem torgas para se levan-
tar al mim co poueo abrandei o rigor. Barateci-lhe des-
cripgo o meu rinho de Alicante, e sua vivifican-
te influencia, reappareceram suas manchas- parpo-
reas, porm as bellas placas de to brilhante ama-
rello, dasbptadas, murchas, pendiam ulcerando-se.
Nao tiva-aaime. de a ver delinhar assim. a- ~
terca eslava coberta de innuraerayeis rnaozinhas
quV eafc-oacadas urnas na exlrsmidade das adtras,
sealargaram em crculo, apalpando, arraabaado
por enlca as reirs a os espioaeiros, peraagjbiado-
mer procuranda-me...
E eu, eu, sem ter animo, para, levantor-me,
recuando sempre, achei-me- erafim entelado na
margem entre todas aquellas, mozinbas que tra-
vavam de mira, e a mar qne crescia ameaeando
derorar-me-.
c Nao I nao 1 minha Hita, nao nwwera I Ella
me ehamava por todas aa evocacoes, por todas as
roses de minhas vigilias meos sonanee^
e Quando acordei, inandara-me & suor fro des-
de a caboca at os ps. Nao oosai dormir o resto
da noute, com receio de tomar a ser victima de
um sonho semelhante.
i Apenas clareou, prosegu em procura de The-
reza. Desta vez, como se a maaiiaha me guiasse,
afunoava.se de novo. Geasumindo as forcasemtra-
balboiocessanle, no.aodia supprir a seu* desejos
nem com bastante rapidez nem com resuslado bas-
tote importantes ; toraei-me jogador,jegador des-
enfreiad.
A mtnbacasa coaiiarleu-se n'uma aspelunoa. Os
compaobeiros de que viva rodeado esta vam. como
eu devorados pela sede do ganho. s-linham de
satisfazer exigencia de um luxo mentiroso; onlros
a rejprenescer aas amocoes violento, o eorago
gasiapeto abuso dos prazeres; eu tinha.de conten-
tar os apetites de Bsyite, por quera, nao me pareca
sentir agora mais une indlTerenga,. e mesmo odio.
Mas-nao me tinha ella preso sob seu olhar magn-
tico?
Aps alguns- .momentos felixea, a. soria-tornoo-
se-me desfavora'vel; esgotei meus ltimos recur-
sos. Por espago de um mez, nem urna s pega de
ouro brilhoo a meus olhos; jogav-a sob palavra...
0> ouro, era forcoso passar sen, elle, embora roor-
xes&e; a qae me importara I
No entente. Psylla nao dafiohava; antes pelo
contrario cada vez augmentara mais de brilho e
tormosBra..
Nao roe toi difflcil conhecer que es meas cem-
amostras de arroz criado no Brasil, a nao ha du-
vida que esle paiz, nos torreaos baixos, as visi-
nhangas dos seus ros, e na costa martima, offere-
ce facilidades para a cWlura deste arligo de com-
mercio, eguaes s de qualquer outro paiz do mun-
do. As amostras apresentadas pala collecgao bra-
sileira na exposigao, moslram que este raboso
eereal se pode no paiz produzir da mais fina qna-
lidade.
Dous especimens exhibidos respeclirameole iietos
Srs. Coste, e Coatinho toram premiados pelo jury
com medalhas ; e a excellente qualidade apresen-
teda petos Srs. Gomes, e Lagos, obtere honrosa
mensao, -..il.
O arroz cada dia se torna mais importante como
artigo-de consamo, tanto por seu uso- alimenticio,
como por empregar-se na produccao da gorama,
usada ou para- ahmento ou para nns econmicos.
S par si, o arroe nao-abunda ao principie- nutriti-
vo predoetor da carne, nem proprio par formar
a nutrigao substancial dos europeos. Apoada to-
dava em amida, e torna-se portento una excel-
lente acthgo ao comesfirel, onde o sustento ani-
mal forma o principal arra de consamo.
Usa-se aa Europa o arroe para delle se eatrahir
o amido mais tal vea do que outro qualquer mate-
rial. Esmagado o grao e exposlo aegao dvagua,
lira-se o graten e outras impurezas e flea a gomma
pora.
A gomma de arroz sncontra-se em graos de for-
ma singular, aojo diaroairo'nao passa de f de
pallegada. -----
MV
Ainda que aio> naKcniad por si s, empre-
ga-sa bastante para misturar con outras sortea de
goanaas usadas para suslanlo,especialmente amate-
root, onde se r^de fcilmente conhecer pela pe-
quen* de seus graos. A gomma muito osada
, para imbuir fazendas de linho-e de algodio, e ao
2^m57 prepara-las paraservieo dapahr de lavadas. Para
a esle fim se faz immenso eonsaroo de amido, e o
arroz ama das- substancias- mais extensamente
empregadas para della se exnahir essa gomma.
O valor do arrarcomo alinwolo depende do ai
gluten,.mas para a produccao da amido a quaoti-
dade q-jao grao cealm deste sobstaocia o ari-
terio dO'seu valen, IDO partes- de bom arroz con-
tm:
Oluten.._..........-. 6
Acaido----------___,. 75
Agua..................... !3
Materias rainaraeseoonas. 6
ififao.
Sao estss-graos o producto da Zea Mays, plaata
indgena do novo mando. E* bravia no Mexiee.*
as Monteabas Rocbosas (Hock Mcmntains). Cul-
tiya-se acluaimenie em todas as partes do munday
nao pode, todava cullivar-se em algumas da Euro-
pa, e as memores qualMades imaartam-se ~
pait natal.
Nao se cansina nato aa Gaaa-Breanha antas
da lana causada pela falla das btelas em IB*:
actualroewe iaportam.se uns rioe milhoes de al-
queires.
Usa-se o> mi ibn coma al i manto aos paizes onda
sa cria. BMogue^B entre o*- graos eereane
pela quantidade de gordura qna contm. Bto
100 partes- ten as segainles importantes subs-
tancias :
Gnaan------_........._, 12
Amido.....-.......___ 60
Gbrdara................ 8
Agua--------............ 14
Materia mineral e outra.. 6
-.' I#lk J-. I r-
lili ter cora o ofikial de jusiica que haria executa- panheiros.de jogo supprian.s escondidas as exi-
do a penhora. Thereza, empragada en urna fabi- gencias.de Jtaa avidez.
ca, habitava em urna aldeia poueo distante de Br-
deos. Mandei-lhe- immediateinsnle, sem dizer quem>
era, lodo o dinheiro de que podia dispr.
b'ahi a duas horas acha vam-me em casa da.
baroneza. Sem mais prembulos, contei-lhe a mi-
nha paixao de estudante por urna pobre operara
de Paris. A historia pareceu-lhe divertida por esclarecer me sobre minha posio: contestei-ihe
quante nu as bandeiras despregadas. De sua qvre m ura desmenido.; retrense, desfeitiei-o. S.
vontade, devo fazer-lhe esta jasbea conndoa-me a tornmos a ^r ^^ e%(Md3i em p,
que me rateressasse por aquella desgragada, e a j^^ No encontr fui eo o ferido. Lourado
soccorresse; mas quando lhe comrauniquei que mi-
Senti-me humilhado, zeloso, e a, amisade que
lhe tinha reaniraou-se aa contacto, das ms pai-
xes.
Por ella supportaria a desbaara, por ella ma
bati.
Um rerdadeiro e raro anigo tomou a peito
nha intengio, minha formal intencao, inabatovel,
era ceder Thereza e sua Alba metade de minha
Deus I
Estendido na cama, com o braco ligado por nm
_ apparelho, dornuteva. Aa termo de urna hora,
nrtna, nao nu ma, e slgaHIcoa-me

mulher para eontontar-se too as sobra do meo ocorpo. 0 suor g)acia| rae nundava a feonte.
,tK)rA __a m I Vollei difllcilcuente o oibar amortecido para, a roi-
i Qae mais acreseenter ?... Torna a encootrar'| nna forifo. ^ *^
Thereza. Avistando-nos, apresentei-mao ratone dei
Tristam Sandhu. O apparegio esteva levantado; e una cabeci-
Quando Providencia Vela, ihe disse, nada nha oval, ohloaga, chata, que se introdnzra por
perdido, tanto faz rolumes destacados como recor-. baixo, 'aspirara o sangue que escorria. Piz nm
daces de um primeiro affecto. esforco para me erguer e recahl de novo na cania.
Boje estou casado, e nao sera hesitacSo, vo-lo V Psyito reiraraa lantemeale, impaodo com o
renbo communicar. Sou ditono; roirtba ttha en- sangue que me acaba va de chupar.
cantadora e sua mlozinhs, qt dea eaosa a tao vio- O que mais vi e sobretodo uotei, foi que estera
lentes emogdes, posso desde, peto manha at a noi- ento mais bella que nanea. Suas manchas de
purpura clara transformavam-se era Tiro escarala
a imprimiam a sea gracioso carpo mararilhoaos
raaexas.
O sangue eo ouro eram.pors indispensarels para
o CBinplemento de sna beHesa.
Coharoa, ampanhei-me, aeredita-lo-hSa f em dar
sentido lareravet a ste infame, abamiaaral aUen-
tado.
Apezar da turbagao de meu espirit, lembroa-
me one os anrlgm aitribniam s cubras a scien-
cia innata da mediciaa: lo ttmpto de Macolapio,
te, cebr-la de baijoa.'
PtyUa.
Urna paaoaaa aotaa mosqueada de frooxas e des-
lindan airea, se mtroduzio em minha casa, pro-
r Nem por teto me esquifti dejr oan-da ba- TSRSSt.T^S 8EK vidros
roneza t-podiaja deixar de- o faxer ? flamou-me,' daJaaeila. and ai
porm eara ferrtceira grag, de minha falte de as-1 ,Ea=, Franja as'to especie de reptis causa garal
siduidam a> da in.eiro.longedel.a^m Bor-'^^^^- #5%gg _
dos, ofe nice0 seja bem fundado; mas eo, que em ou- o-, oraapfj de Bptdaaro ara ama sarpante. AiRda
riera senao por seo respeito I En qu Jastra o tros lempos riajei no rlenle, eslava firme a eren- k-
lempo? Era mtster orna explieaeie : eaeaatrei WJ^.W wbras Traztrir: felfeidade i caw;
urna.. .pessima;at)defton-n,'*b moslrou-se tao
msz
sobito, faisaainte T
n amor am la-
rnorto.'ftnoa*tiafie
a confissio siacera de
amavel comigo, Alil anarel que nunca, e foi ella
a propria que fkou osso casamento para a pr-
xima terga feira.
< Separei-me della, nao ma lembranjo aenlo a
,t.U
./ i-i'
)bsarraa, que au j nao araava Thereza, que
-----------! A^aW i^knananaaV\ atli* *"
sepam anw .ajianao. ana ana. aaaaa ama...
hoje mesmo nao urna cobra o emblema da arle
de curar?
tm de que, na sardenha, vi as damas de Ca- Tsail, tmha-me tolret salvado a v44a.'
gliari criarem com desvao e ternura as graciosas Dena eu vingar-me delb, expalsala da casa?
obraiDe coleira, Sen brinqftede favorito, sen prin- Parboia,na ooe afasUado-a de njrn, a,minha
cipal adorno, e qae fez parte a um lempo, segando felicidade se-ausentava tembem, a miaba felicida-
dizem, tanto da famoT como dos adereeos. Enien-, onde estera? Esmagara-me a rpiseris, por cul-
dmoe anvnha nara oaaapanheira, apeiar jfjmn\ padella I ^i
aapnaa franziaa a niearaval, devia pertoacar a es- O rapoona, o asman, a amisade, tado deser-
to anana especie. Ura da miaba aabitogao, por colpa d^Jia i. Tu-
Concedi-lhe, pois, baapitonlade, dixando-lhe fi-j do era mim se dena revolter contra ella lem-
rranaacollia da pousada qae anuesse. Be vez^m brando-me a minha ruina, ariltamento, degra-
oo^apaiiapttoavrri^'eJlvr^ ... .
togo do meu lar. A sua tnica, progreniratnehti i Pois nem, nenhuma destas cousas foi bastante :
mais desbotada, desprendale aos pedaeos, caba estova cago, louco, quando am da l^lag entrando
aos fragmentos; injpifi (He am senlimento de em can, pisoa a cabeca da qae me funda o ouro
i? eonrpaiao iptercodii e derorara o sangue.
Pergonto boje, U
Pode pois; servir de alimcnts>snbstencial gante
dos paizes. oade o cultiram. Nao comtodoa
grande procura de nilho na Gra-Brelaohx pro-
cedida de seu consumo coma, artigo alimenticio.
Depende, sim, do ralor da soa gomma. T*m-se
achado que a.gomnia do milho constilue alimento
tao efflcaz^e agradavei come- arrow-root, a a mni-
tos respeitos superior a saga e tapioca. P pri-
meiro introducido neste paiz.com o norae de Osare-
90, ecom. ftow- (farinha de milho), e na exposigao
de 1862 obtuve grande repulacao cornestivei com
o nomo de Mizena. As farinhas chamadas na
inglatesra.. eon flomr >, a aqni preparadas, sao
faites do miJbo europeu e asitico; em. quaato a
chamada Maiaena tirada do milho da. Ancrica.
Parece qpe todas as raelhores qualidade da gom-
ma deste cereal se desenvolvem no seu.paii natal.
As amostras de milho eaposias no oompartimento
brasairo, indicara que o Brasil oflereoe tanto o
clima como a solo adaptados cubara, da milho.
Sa fr exacta a assergao indicada, de que a gmma
do milho do novo murUto e tao superior a do an-
tigOt.pde ter isso grande influencia sobre sua cul-
tuaa. no continenle da> America.
ttijoes.
Na colleccao dos producios agrcolas do Brasil
a numero vanedade de fe^des oonbecidoa peto
nome de frijoes tteos, sao espocialatenie dignos
de-aUeacao. Aquelles feijes sao o producto do
Phaseofus vulgmi, pae da nultidao de feijes de
todas as cores a tamaitos em diSerentes partes
do globo. Todava, estes leijBes. ratera sempre a
saa forma de riro. O feijo, como a erviiba e len-
tilia, imprtame arligo alimeacio, pela granda
quandade de materia nutritiva que encerra, 100.
partes de feijaes contera :
Materia caseosa (coanna)......... *4
Gomma ....sVsv,........... 36
Agua............,.............. H
Fibra lenhosa e outra materia..... tB.
400.
A parto caseosa dos feijes um eqoirarcnle ao
gluten do arroa a do milho. Os faijoee nsara-se
para sasianta de horneas e ananaes. Sao menos
digestiros do que os graos cereaes,e por isao o seo
uso menor. Coinludo a grande quantidade de
materia carite errante que contm, tarmvos noi
boa adiligao aos alimentos falsos de>se ingrediente.
Os feudes do Brasil aprsente muitos acatos
de excellencia, e mereceram a, attengao dojury
nomeada para examinar e premiar os productos
agrcolas na exposigao de 1891
; CLA8SB MI SKfipaO B.
Os artigas classificados sob esto grupo no catalo-
ga da exposigao internacional sao bem represente-
dos peta colleaee brasilelra, Para note-tos em
geral podemos- classifica-los da segulnto forma :
i, gomuas; % assucares; 3, cafas \ 4, chas ; 5,
substitutos de cha.
1. Gomma.
Todas aa plantas eeaoku tate- ob menos quanti-
dade de gomma,. a existe .am aaasi toda produelo
vegetal usada como alimento. Existe as cellulas
dos teddos das plantas, e em minda forma granu-
losa, variando de tamaito em diferentes especies
oca c i i
de plantas, .desde 100Q 5 00 de polegada am
dfameTra Separa-se das partes em ifae abunda, e
forma um artigo importe do commercto. t'^a-se
eamo ahaiento e para varios flns aaa artos. Qnaa
do usada como alimento obtra o mator pre$o a
qnem a vende, a d maior hiero ao nrodootor-
Quando separada' conbeida no marrado por'va-
rios nomes, conforme a oritem d'onde rem. Quan-
do ti
Mwa'Mriiorat 'M
batata ou triL
mac*tVeea.
gr#Jfe..A-Sg'
rm MWfaai ana
<) ja a mandioca nos
picaes como alimento, aa n
na Europa em fWaa ana a l _
tedar i tambera faga raraiada, i
feito cpm cuidado abo i
taret afa- sustenai
de outras plaas,
A farinha da i
ida contm grande qjoaadade de i
tonta sustento nmritivo.
a forma de tapioca, seor
grande parte.
A goman para nio aaeniira, l
mas de gomma uae so'
de sag tapioca, e nrraw
como alimento qoe crie caraa, i
que aqueca o sangue, e a gtanan par
sempre se considera er^
1
O assocar producto
gomma.
Alm disso, existo aaa l__
tidades, e em mais linitodo aoaaara 'de i
plantes do que a goman. O:
p das ara* Batanar
coa e ramos de rarias
as raizes de rarias atae
fructos.
Ainda qoe aa* palancana sai
nula- quantidade de aseoear aan 4 amana AI
paa nestanjagagraat haricaejaana
belerraba, contado o assocar de
ofietnarum) actaatasaata a i
socar ime no nona* tr rraioni. O
rntente daqoettes fram, keaa ana
(ucer) da America, r aatacar da caan, la
virlude de se crjjtabsar, ew iaa awar ara-
fere para consamo Mtaaiinaiu. Taa* aannr aa*
canoa pode eonrerter-se
assucar por errsraaiaar;
mesmo gosto doce, a sirra i
como o assocar de i
menos ralor ao i
Quando o assocar da i
por outra causas, se i
to, ten nenas
no mercado:
O Brasil poesoe tari ana a i
a prodoccao. de aa sent tem a. soa caar i
mente.
Prepara-seo assocar aa-l
greda, e aebwn-se na aai
iras desta espacie della, aan i
coocedeu medalha pelos aaa
os Srs. Paro e MonaMro; ri
cada urna das-acaostras i
ductores.
Ha tembem aacoliergao
tras de assocar reinado, da airea I
trando ter ebenado no i
processo da reaoag
egualar aioda u
refinado na Eampa.
o grande pean acatos manrtoc o i
todas as qualidade 4a l
sileo piJMsew na nan
proporctonadoa- -
no ha duvida- une tarian i
ropa.
XCadf.
O caf e ch-pertcacen a aaa giapi a anaano-
cias aliroentieial omito aions m nona4e bati-
das. O eran da af ao
vidos ou posto- de noaaia
que delies se toan o
plantas.
Antesde ferraaas/i
as foiaas da caaiaan
paraiorlo, o qota
coastitoinias r rajan al Da
se prepara, taajo o aaf
eoosiitatiro qin
ma-w en/oiuaon Huma,
do cha.
Quando nrianrro a
julgoa-se dfffereMe ao
analysada chi
em um como em anuo. Prnoaaa
teacias encontradas aaa ataan,
nheida acgaVao srtemad
o nome de pnaacan acuna.
Esta caframn termo aao-
sc paree* i awrlna ana
nacnchona. E* faen
tras tontos de farrna, a
duas planta>de cha,
(ou cha de .Paraguay), e a*
Guaran. O facto de
lancia nas-sos plantas
entrar enxeenpaaaacn
Antigo, mostra at
o mate saa preferidas a
para dar gosto a agua
principio activo, nfia,
gararmof tomo a (gomas-
segunde ^ origem a*
Posto qoe o caf ai arta
vo Mundo, arhon-se
grande aorcoea 4a
do contenente
Brasil. Tanto assim. a*
menlo de caf ararrnana
o pro reante de
Nio portento, pana
posiotto os examinaran aan
medalha e tres meaeoau "
do.. A medalha toldada ao Sr.
exoetlente qoalidbda 4 ea#
Srs. P B. da Croa, bario da
varas, por amasira 4a
paeaniadas pelo.jnry,
receram atteacao par soas
O valor real do caf,
depende afina!, 4a.
tm. Nao pode jocgar-w i
lerna, sor eapartoocia f
ca que a pode l
stencia comida
todava, romo
obim ora valor ficticio par i
da principal. Assim,
desenvolvem certo efees <
ao caf gosto pecalnr, a paoi
am arena agradara! ao* o cafe n
grao que o peodarir ao
alto- no uwrcado, do qoe i
taaba. Ao i
vista, qne nm can i
mais ralor do qoe i
iros substituios de ooe se I
A quantidade 4* i
de caf varia, segando a aaaryn anta par
ehimlcos.de 1 i f par aaaaa, ao dalaniSaV|
em um arate! da caf. O grao 4a aa*. aan i
Ibas do ca, contm graads i
mineral, e lalvea a islo aja* m i
dados de cala, de abroan anana
valor como arOgo da aln
E' am helo, nao i
folhas do caf contm"
do que as tonas do cha, oo aa
fim Sumatra omm-fe mManad ^
Siueasdorh. e o anaram ptaarram a aataaa,
rila das Wha ooa se toa da i;aiMHi. m a
tentn imrodorir lona da cafe ao iBgtaai na, nm.
em qoanto o dirn aabr* aota armo n apanf aa
4a aba, naoeproravel ana a aan aaafaan> aa r~
neralise.
Ao masn
qne as folhas 4a panas 4a
sos paizes onda o regateo
poeru ao sea consono. PoeYru
cultivadores da cal aa Iran i
nm pata onde a anata 4o am
ranees jlblIjMn (* t
oonmeada sanio a enfria aja*
tornar as famas 4o m 4
.ir.
->**<


hHb.


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