Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10358


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Full Text

AMO XL. HUMERO 102.
Por tres nezes adiantados 5&O00
Por tres mezes vencidos 6S000
Porte ao correi lor tres mezes. 7o
UAKTA mU A M MA1U DE 1X64.
Por amo abantado. ..... 49$00O
Porte ao correio por um aoao 30000
ENCARREGADOS DA SURSClbPCD NO NORTE
- Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima:
Natal, o Sr. Antonio Marones da Silva; Araratv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Msranho, o .Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manuel Pinheirn ^ C: A-
omonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Ralcao -Das; Bahia, o
Sr- Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,-os Srs. Pe-
reira Martins a Gasuanno.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAK>.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os das,
lguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e T
sextas-eiras. 5 Lua nova as 9 h., 54 m. e i s, da t.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'J n Quarto cresc. as 4 h. e 61 m. da t.
d A' e Garanhuus as tercas feiras S1 Lna cnela H h.( 4 m. e 20 s. da m.
Pao d'Alho, Nazareth, Lmioeiro, Orejo, PesqueiraJ au ..."
Ingazera, Flores, Villa J3ella, Tacaratu', Cabrob, 28 Qaart0 min- as 7 h- e b(>m. da,m.
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas .feiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras uas quintas feiras.
Ilha de temando todas as vezes que para ali sabir
navio. '
Todos os estafetas partem ao '/ da.
PRBAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas 6 mininos di tarde.
Segunda as 2 boras e 30 minutos da manhaa.
PARTIDA DOa VAPORES COSTEMOS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a.Gr*nja a 7 e 22 de cada me*; para Fernando nos
das ll-dos mezes dejan, marc.. mam. jni, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
,?ar.a Recife : do Apipucos s 6 % 7, 7 '/, 8 e
8 / a m.; de Oiinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboajao as 6'/, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m
Do Recife : para o Apipucos s 3 % 4, 4 /, 4 Vi,
5'',4, P'/j e 6 da Urde; para Olinda s 7 da
manhaa e 41/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 >/, da tarde; para
Bemflca as 4 da tarde.
AUDIENCIA UOJ RIBUNAES DA CAPlXAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 19 horas.
Juizo do comuiercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tarew t> sextas s 10 koras.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: qnartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
2. Segunda. S. Maphalda inninta ,\e Portaa!
X Terca. S. I! dopiaiiow ;S Ama.*' ni
'. Qpartt. s. Honra vtaf s ri>.riaM> m.
.">. Quinta. A Ascensn di 1 Saibor.
ii. ;< iia. S. Joao anle-Bprtam latinam..
7. Saldado. S. Estanislao b. m.: S Flavfa m.
8. Dominga S. Heladio b.
ASSIGNASE
no Recife, em a linaria da praca da adeaaaasswai
ns. 6 o 8, dos proprietanos Manoel Fifaetrm i
Faria & Filho.
PARTE QFF1G1AL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 30 de abril de 1801.
Olfico ao brigadeiro commamlauto das armas.
Em cumprimento do avjso Jo ministerio da guerra
de 6 do crrante, junto por copia, mande V. Exc.
dar baixa do ser vico do excrcilo ao individuo que
com o nome de Jos llernanlino de Souia, acha-su
rom praija no nono (talhlkt de ofaauria, afira e
ser entregue a Marun-I Travasso Sarinho, visto lor
este provado, ser o dito individuo o seo escravo Jo-
s, que lora recrutadp, pelo que llio dever ser res-
tituido independi'iitemente de qualqueiindemnisa-
cao fazeodi publica jifias desperas com elle fei-
tas, na forma da imperial resolucao de 7 de dezem-
bro de 1840.
Dito ao mesmoRemetto incluso V. Exc. tre-
le processos de conselho de guerra das pracas de
dilTerentes corpos em guarnicao nesta provincia
mencionadas as duas relacoes juntas, afim de que
sejam cumpridas as sentencas proferidas pelo con-
selho supremo militar em ditos processos.
Dito ao mesmo.Qutira V. txc. mandar por em
iiberdade, dando-lhe baixa se j esliver com praca,
orecroU Feliciano Jos de Moura' que lem isen-
^iio do recrutamento.
Dito ao mesmo. Dcferindo o requerimenlo que
devolvo do anspecada do corpode yuarniQrio,Seve-
rmo Pereira da Silva, sobre que V. Exc. informou
m oflicio n. 773 de 28 do corrente, autoriso V.
Y\i: a mandar dar-llie baixa, aceitando em seu
lujar o paisano Pedro Malaquias dos Sautos, que
ojerece para acabar o lempo complementar de ser-
vico, visto estar este as condicoes do regulamen-
to de 28 de setembro de 1859, secundo V. Exc. de-
clarou em seu citado oflicio.
Dito ao Dr. chefe de polica. Em vista do que
exude o Cnsul dos Estados-Unidos 110 officio junto,
que me ser devolvido, datado de hontem com re-
ferencia ao conflicto que se dera no dia anleceden-
te no bairro do Recife entre alguns individuos e a
tripolacao de um bote pertencente ao vapor de
fuerra americano Wochxssrt, recotonteodo V.
. que mande proceder as uecessarias diligencias
para o conhecimento, e punicao na forma (Ja lei
do autor e cmplices dVjuella desagradavel oc-
urrencia.Gotomunicou-se ao jnedito cnsul.
Dito ao inspector da tliesouraria de fazenda.
Annuindo ao que solicitou o Exm. hispo diocesano
em oflicio da 21 do corrente, recotnmendo V. S.
que mande entregar ao nitor do seminario de
Olinda o resto da quantia de 12.0X105000 que foi
consignada para a obra d'aquelle seminario, visto
constar do predito oflicio que o mencionado reilor
j prestou contas nessa tbesooraria dodinheiro que
por conta dessa quantia havia recebido para lal
Jim.(lommunirou-se ao Exm. hispo diocesano.
Dito ao mesmo.Devolvendo V. S. o requeri-
menlo documentado, sobre que versa a sua infor-
mado de hontem, n. 219, o autorio nos termos
de sua citada informacao a mandar pagar a Rufino
Manoel da Cruz Cousseiro conforme solicilou o di-
rector das obras militares cm oflicio de lo de de-
zembso do armo prximo passadff, a quantia de...
7417."i rs., porque se obngou a fazer os concertos
que j se acham concluidos o de que necessitava a
bomba do quartel de Sanio Amaro, como se v da
conta em duplcala, annexa 40 mencionado reque-
rimctito. Gommunicou-sc ao director das obras
militares.
Dito ao mesmo.-Declara V. S. para seu co-
nhecimento e m conveniente, que com o aviso do
ministerio da fazenda de 5 do corrente, me foi re-
medido o decreto nV 2 deste inez, noineando Anto-
nio Eulalio Monteiro para Inspector da alfandeg.i
desta provincia.
Dito ao inspector da thesonraria provincial.
Inleirado pelo seu oflicio de 27 do corrente sob n.
160, do fado reprovado que se den por occasio de
seren examinados os concurrentes ao lugar vago
de segundo escriplurario dessa thrsmiraria, lenho
a dizerem resposla que considere V. S. millo todo
o trahalho j leito, e marque novo dia para outro
concurso enlendendo-se a esse respeito com os res-
lectivos examinadores.UIBeiou-se ao inspector
da thesouraria de fazenda para fazer sentir ao es-
criptnnrio Manoel Fonreca de Medeiros a incon-
veniencia d'aquelle reprovado procedimento.
Ditoao u-sino. Transmiti a V. S. para o fim
conveniente a inclusa relaeao nominal dos Srs. de-
pntados que comparecern) as sessdes da asseoibla
legislativa provincial nocorrente mei.
Dito ao director do arsenal de guerra.Concedo
a aolorisarao que V. s. solicilou em seu oflicio n.
30$ de Jf7 do corrente, para mandar abonar aos
serventes desse arsenal Jo.- Concalves de Miran-
da, Luiz Jo Monteiro, Jos Lelo de Mello Aciue-
na, Napoleao Qlynpio frates, a gjaliflcaco diaria
de seiscenlos ris, e aos de noines Manoel Jos
de Arevedo Santos Jnior e Francisco Ferreira Ta-
vares a de quatrcccnlos ris tambem diarios, lu-
do nos termos do aviso da reparticao da guerra de
13 de outoliro de 106S e a contar d primeiro de
maio vindouro em diante.Commumcou-se a the-
sonraria de btenda.
Dito ao inspector do arsenal de marinlia. Ex-
peca V. S. as ama ordea para que soja recebido
e tratado na enfermarla desse arsenal o Africano
livre Candido, que ser para alli remettido pela
directora do arsenal de guerra ; apresentando,-me
\. S. a conta da despeza que se fizer, alim de ser
indemnizada pelo ministerio da guerra.Commu-
nioou-se ao director do arsenal de-guerra.
Dito ao afrente da pcovujcia da Parahyba.Res-
pondo ao oflicio que Vmc. me dirigi em 22 do cor-
re.ite, deMarando lile que nao pdem ser completa-
monte (ornecidos osobjeejos que Vmc. requisita,
como declara o director do arsenal de guerra na
informacao por copia inclusa.
Dito a'is asentes da companliia brasileira de pa-
quetes vapor.Pdem Tines, fazer seguir para
os porlos do norte o vapor Apa,- amanha, a hora
indicada cm seu oflicio d>' hojiv
Dito aos mismos. Pdem Vmrs. fazer seguir
para os portos do sul o vapor Cruzeiro <> Sul, ama-
nhaa, a hora indicada em seu oflicio de hoje.
Portara Os senhores agentes da c.ompanhia
brasileira de paquetes a vapor mandem transportar
para a corte por conta dn ministerio da marinha,
no vapor Cruzeiro do Sul. ao primeiro lente da
armada Annibal /os It irnos.Communirou-se ao
cominandanle do vapor Parante.
Dita.Os senhores rgehles da companhia brasi-
leira de paquetes vapor mandem dar passagem
para o Maranhlio, no vapor 'Apa. em lugar de r
destinado passageiro de estdo, ao Dr. Henrique
de Barros Cavalcant, secretario do governo da pro-
vincia do Piauhy.
Dita.Os senhores agentes da companhia brasi-
leira do paquetes mandem dar transporte para a
corte no vapor Cruzeiro do Sul, como requisltou o
brigadeiro eommandante das armas em ulticio n.
788 de 36 do ntrente, ao soldad? do primeiro l.a-
tallwo de infantarla Francisco Manoel do Reg Bar-
ros_Communicou-se ao brigadeiro eommandante
das armas.
i)ltaOs senhores agentes da companhia brasi-
leira de paquetes a vapor mandem dar transporte
at o Maranhio no vapor Apa. em lugar de r des-
tinado passageiro de estado ao coronel bivio bo-
nd Castello-Branco. ^
Dita.Os senhores agentes da companhia brasi-
leira de paquetes vapor mandem dar transporte
al o Cear no vapor Ata, em lugar de pra en-
tinado passageiro de estado a Silvio Torres da
GOsla.
Dita.--4Js senhores agentes da companhia brasi-
leira de paquetes vapor mandem transportar pa-
ra a corle, nos termos da nona das condicoes an-
nexas ao decreto n. 2513 de 17 de dezembro de
1859, o calilo que a esta companha contendo
amostras mineralgicas que enviado ao ministe-
rio da agricultura, commercio e obras publicas,
pelo engenheiro em commisso nesta provincia
Paulo Jos de Oliveira.Communicou-se ao eoge-
nheiro de que se trata.
Dita.Os senhores agentes da companhia brasi-
leira de paquetes vapor mandem dar transpone
para a corte por conta do ministerio da guerra no
vapor procedente dos portos do norte ao soldado
Nominando Morcir Cavalcant, que se alistou nes-
ta provincia com destino ao dcimo batalho de
infantaria. Communicou-se ao brigadeiro eom-
mandante das armas.
Dita.Os senhores agentes da companhia brasi-
leira de paquetes vapor mandem por a disposir
cao de Jos Francisco Martins de Almeida os tres
lugares de r c o de proa que segn lo o seu offi-
cio desta dala existem vagos para passageiro de
estado, no vapor Cruzeiro do ,Snl, concedendo-lhe
mais urna passagem de r, cuja despeza, bem co-
mo a de comedorias para elle, sua mulher, dous
filhos, sendo um menor de tres annos, urna irmaa
e urna criada devem correr por conta do ministe-
rio dafazenda, como se declarou em aviso da re-
partico da agricultura, commercio e obras publi-
cas, datado de 6 do corrente.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao brigadeiro eommandante das armas.
'De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
: cia communico V. Exc. que por despacho desta
! data autorisou-se o director do arsenal de guerra
I salisfazer o pedido do eommandante do stimo"
balalhao de infamara a que allude o oflicio de V.
! Exc. de 28 do corrente, n. 771.
Dito ao primeiro secretario da assembla legisla-
tiva provincial. Em additamento ao meu offlco
I de_25 do corrente, sob n. 129, passo por copia s
\ maos de V, S. para serem presentes a assembla
, legislativa provincial as informacoes que ministra-
1 ram os inspectores da thesouraria de fazenda e da
alfandega, relativamente a creaco da inspeccao do
algodao.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda transmit-
! tir V. S.as 5 inclusas ordens dothesouro nacional,
sob ns. 39, 42, 43 e 46.
COMANDO DAS AMAS.
PERHAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 2 DE ABRlb DE 1864-
PRKSIDENCIA DO SR. CONSELHEIRO TRIGO DE
I.OUREIRO.
(Conelusao.)
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Segunda discussao do projecto n. 17 que cria a
inspeccao do algodao.
O Su. Gervasio Campello manifestou-se contra
o projecto.
O Sn. Silva Ramos : ( Nao devolveu seu dis-
curso. )
; O Sr. Biarqle Justifica e manda mesa o se-
guinte requerimenlo :
Requeiro o adiamento da segunda discussao do
projecto n. 17 at que se obtenha com urgencia do
governo as seguintes informacoes.
; 1." Se a criacao da inspeccao til e-convenien-
te aos interesses da provincia.
j A resposla deste quesilo qualquer que ella seja
deve ser acompanhado dos motivos justificativos.
2." Como se faz actualmente a arreeadaco do
imposto do algodao.; e como no caso da criacao da
inspeccao como se devera fazer e sobre que "bases:
3. Qual a forma por que se proceda na anliga
inspeccao j com relaeao a classificaco da merca-
doria, ja quanto a pereepeao do imposto ;
4." Se a classificaco dajnercadoria, no caso do
terceiro quesilo, era obrigtoria para o comprador,
e se no caso contrario, a taita era cobrada sobre a
classificaco ou se sobre o preco por que effecliva-
mente era vendida a mercadoria.
Requeiro mais que sobre o primeira quesilo se-
jam ouvidos o inspector da thesouraria provincial,
o inspector da alfandega, o administrador do con-
sulado e a associafao commercial.S. R.Buar-
que.
Encerrada a discussao o requerimenlo posto a
votos o approvado.
Entrando em discussao o arl. Io approvado, sem
debate.
I -Depoisde algumas consideragoes dos Srs. Joo
Teixeira e Costa Ribeiro, fica a discussao do art.
, 2." adiada por ler dado a hora.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Contina segunda discussao do projecto de
forca policial.
: O Sn. Auaujo Baiiros :( Nao devolveu seu dis-
curso. )
Tendo dado a hora fica a discussao adiada.
O Sr. Presidente marca a ordem do dia e levan-
ta a sessao s 5 horas da tarde.
deve ser depositado em um cateto de chumbo, mar a attencao do governo, se o governo, como
que sera collocado dentro de outro de louro. orejo presa a morahdade.'
.No da10 pelas 3 de ra vallara e urna guarda de .50 pracas do 9" ba- : assassinou publicamente- na povoacao de Fazenda
talnao de infantaria postar-se-hao em frente do Grande um pobre v>ll>o : este luVeoal esta va pre-
paro episcopal da Soledade, afim de acom'panhar o i so ; utas nao sabe o que succede agora ? O dele-
cadaver de S. Exc. Rvma. em seu sahimento para gado o tirou da priso o mora com elle cm sua
! a cathedralde Olinda, onde vai serUepositado para casa !
o cnlerramento no dia seguiole, sendo alli recebido *
por urna guarda de honra especial.
E para fazer as honras militares, por occasio
do funeral, marchar urna divisao composta de
duas brigadas sob o commando do Sr. coronel An-
1 ionio Gomes beal, e de um parque de artilharia de
4 boceas de fogo.
A primeira brigada commandada pelo Sr. coro- de polica I
ne[ nygtno Jos Coelho compor-se-ha do 1* esqua- i Ist nao precisa de
drao de ("avallara, dos balalhoes da guarda naci- Nao rroos eses
Outro fado nao menos escandaloso; cm dias des-
te mez um primo do mesmo Juvenal assassinou
cginum tiro a propria madrasta, 9 leguas desta
I villa, sem que at o presente o delegado flzesse a
menor diligencia de e prender, achando-se elle de
publico dentro do termo, a despeito do todas as re-
damacoes que o itifcliz viuvo tem feito ao delegado
i nal, de artilharia e 1-e 2 de infantaria ; e a se-
gunda commandada pelo Sr. lenenle-coronel Jos
da Silva Guimares compor-se-ha dos balalhoes 3
de infantaria da guarda nacional desta cidade, do
9" da de Olinda, e do 7* da mesma arma do exer-
cito.
A divisao estar s 7 horas da manhaa formada
em columnas cerradas na ra do Hospicio, c s
1 V* seguir para Diinda a tomar posicao em fren-
te da cathedral.
as exequias
cotumentarios !
scaudalos da ultima reviso qua-
lificadora,. porque Vmc. de certo nao acreditar !
Oi do lado conservador aqu esto ou foragidos,
, ou prestes isso, porque a perseguicao horri-
I vel I
I Nestes dous dias retirar-me-hei deste triste thear
I tro de miserias, cuibora dexe de cobrar iiiinbas
dividas !>
A descripcao do estado do referido termo, nao
pode ser mais alOictiva,
tem
e pena que excessos
dessa ordem nao sejam reprimidos em teropo, co-
de desenvolver a oracao fu- mo meio preventivo de ulteriores demasas da par
nebre o Rvm. Sr. conego Francisco Jos Tavares
da Gama.
As grejas contipuam com alternacao os scus
sons plangentes ; e a fortaleza do Brum nao cessa
de salvar de quarto em quarto de hora.
A guarnigao acha-se funeral.
O Sr. Boureau, photographo ra Nova, ob-
teve permissao, e lirou hontem o retrato de S. Exc.
Rvma.
I Falleceu na segunda-feira ultima o Sr. buiz
Pedro das Neves, sexagenario, e estabelecido na
ra da Cruz com pharmaca, por forca de urna apo-
plexia fulminante de que foi acommetlido, e que
te dos oppi inidos, que alias tem o dircito de espe-
rar dos poderes pblicos lodo o remedio seus
malos.
REPARTICAO DA POLICA.
Extracto da parte do dia 3 de maio de 1864.
Fui am rccolhidos casa de detcncao no dia 2
de maio.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos
Maria, vindo de Olinda, sem declaracao do mo-
tivo.
A ordem do Dr. delegado da capital, Francisco
Jos da Silva Lisboa, Berlholdo e Delphino, escra-
vos, esie de- Jos Fernandes Bastos e aquelle de
Din ta kui do da I ni; majo, m t:wirriK:'
muco .
Angelo Joaquim da Cotia, Baha, 30aMO* salte-
ro. Boa-Vista; I vafea.
Mara Joaquina dos Alijo-, Maranhio. 60 aUi.vm
ya, Boa-Vista ; gaslro intente.
Joo des lliees, llespauhol.
Francisco, Pernambuco, 8 meses, S. Jo*.- ; gasir .
intente.
Maria Frandsca das Chagas. IVrnamt>un>. 33 an
nos, solttira, Boa-Yuta ; la-unVi-m >..
Jos Cuperlino da Cimba, Pernambuco, V) anc
casado, Roa-Vista ; absorpeo poruleou.
Pedro Augusto, Pernambuco. 76 annos, ca*ado.
Recite ; colile-chroniea.
' Umbelina Mana dos Pr.izaros, Pernambum, 40 aa
nos, viuva, S. Jos ; nlerB-chronira.
Zeferma Maria de Las, Pernambuco. 35 aaao~
solieia. Boa-Vista; apoptexla njtaraiaalt.
Romeo, Pernambuco, 8 dia, Ru-Vi>ta ; espassto
Senhorinha M..na Das, Pernambuco, 30 inir
sulleira, S. Jos ; Inberculos.
, Thereza, escrava, Arica, 40 anuos, soUeira, S
I Jos ; hypertrophia.
. Maria Anglica B. de Macedo, Pernambuco, X a*
1 nos. viuva, Boa-Vista ; gaslro-hepatkile.
Joo do Bom-fim dos Anjos, Pernambuco, IH aa
nos. soltero, Roa-Visia ; e.-pasmo
Quartel general dn commando das armas de Per-'
nambuco, na- cidade do Recife, 2$ de abril de
1804.
Ordem do dia n. 317.
O general eommandante das armas faz sciente
guarnico que se apresentou hoje no quartel ge-
neral, vindo da provincia do Maranhio, o Sr. te-
-nente Severiano Rabello da Silva Pereira, que foi
transferido do 5o batalho de infantaria para o 7
da mesma arma.
Faz ontrosim certo que approvou o engajamen-
to que 16 do corrente contrado para servir por
mais 6 annos, nos termos do decreto e regolamen-
to do Io de maio de 1858, precedendo inspeccao de
SESSAO ORDINARIA EM 5 DE ABRIL DE 1864-
PRESIDENCIA DO SR. C0NSBL11EIR0 TRIGO DE
LOUREIRO
Ao meio da, feta a chamada e achando-se
presente numero sufflciente dos Srs. depulados,
abre-se a sessao. ,
Abre-se a sessao.
Lida a acta da anterior approvada.
O Sr. Primeiro Secretario d conta do se-
guiole
EXPEDIENTE.
Um offlco do secretario do governo, transmiltin-
do as notas exigidas por esta assembla acerca dos
terrenos de marinha concedidos ao engenheiro Jos
Mamede Alves Ferreira. quem fez arequiseao.
A? ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Theodoro Vaz de Jess, Marcelino Esteves Casado
Lima, ambos por embriaguez.
A' ordem do de S. Jos, Joaquim, escravo de
Joao Jacintho de Rezende, por briga.
A' ordem do da Boa-Vista, Joo Gomes da Silva,
disposigao do coronel recrulador.
A' ordem do da Magdalena -Francisco Pereira
de Paula, para recrula.
A' ordem do de Muribeca, Ignacio Dias, para
correceo.
O chefe da 2* scelo,
J. G. de Mesquila.
Movi ment da casa de detenco no dia 30 de
abril de 1864.
saiido. ao soldado da 1" companhia do referido bata- ] Urna peticao dos herdeiros de Manoel buiz da
Ihao Simplicio Mariano da Costa Freir, conforme Veiga pedindo que na lei-do orcamento municipal
parlicipou o Sr. coronel eommandante em seu ofll- 'se marque quota para serem pagos da quantia de
ci n. 262. 1 4:44ii$ que flus deve a cmara de Olinda. com-
Assignado.Solidomo S* Antonio Pereira do' misso de orcamento municipal.
i- Conforme.Jos Iynacio de Medeiros Reg Mon- pcdindo a approvaco de suas posturas. com-
fetrp, capito encarregado do detalhe. missao de negocios de cmaras.
4 E' lido c approvado o seguinte parecer :
- oe mam. A Commissd*de instruccao publica, a quem foi
Ordem do da n. 318. presente a peticao do Dr. Felippo Nery Collaco, pe-
' dindoque seja adoptado nesta provincia para com-
Devendr no dia 6 do corrente ser feito na igre- pendi de leilura as escolas primarias de instruc-
ja cathedral da cidade de Olinda o funeral do bis- cao para o sexo femenino, urna obra confeccionada
po diocesano, o Exm. e Rvmd. Sr. I). Joao da Pu- pelo mesmo peticionario, sob o htulo de Moca
rificacao Marques Perdgo.o general commandan- Perfeita, u"e parecer que se solicite informaes
le das armas, de conformade com as ordens da da directora geral de intruccao publica,
presidencia communcadas em oflicio de hontem Sala das commissoes, i de abril de 1864.Soa-
datado, determina que urna divisao composta de 'res Brandao.Arminio lavares.
duas brigadas sob o commando do Sr. coronel do; E' lido e vai a imprimir o seguinte parecer :
corpo de estado maor de 2' classe Antonio Gomes [ A commisso de negocios ecelesiasticos quem
Leal, faca as honras fnebres do eslylo. | foi presente os estatutos da veneravel ordem terceira
A primeira brigada se formara do Io psquadrao' de s- doMonte do Carmo do Recife, examinando
de cavallaria, e dos hatalhes da guarda nacional, Se3 artigse de parecer que sejam approvados com
I de artilharia, 1 e 2 de infantaria e a segunda as seguintes alteracoes :-No arl. 14, em vez de
brisada dos balalhoes 3 de infamara da guarda I membro da mesa regedora,diga-se de lodos que
nacional, 7 da mesma arma do exercito e do 4l qu'zercm comparecer. O mesmo fica extensivo ao
boceas de fogo guarnecidas pelas pracas da compa-! art- 17- (lue ncrSo substiluidQS do modo seguinte :
iihia de artlItceS, tendo aquella por eommandante Nu l d" outubro precedendo convocacao da mesa
o Sr. coronel graduado Hy-gino Jos Coelho e esla' eeral Pel secretario da mesa regedora por annun-
0 Sr.tenente coronel Jos da Silva Goimarfs- i clos nos J"rn:u's, se proceder a eleico do prior
A divisaodever estar as 7 horas da manhaa col-1 v",an,|l) ,;ada membro presente em tres nomes
locada na ra do Hospicio em columnas cerradas: ,'!,la dk e colicas, tendo asna dreita no edificio que,J"|Sara constituida com o numer* nunca inferior
serve de residencia ao Exm. Sr. .residente do ti i-' ao da mesa regedora, devendo a eleico- ser feta
Imnal da relaeao, e s 7 Ii2 seguir para a cidade P""",escrutinio secreto, e ser eleito prior aquelle
A. r\l?_a_ .i inu-iS um ruin PAAihin nvH.,ri'i ri.hitii'. .-(.. < t. .
sobreveio urna aguda ndigesto causada por mo- Joaquim Olilo Bastos, todos para correccao
! Uncas, que entao coma.
O finado deixa numerosa e honrada familia, da
: qual era o nico amparo.
No acto de ser acommettido, eslava o finado na
melhor disposicao de sade, e phleugmatico como
naturalmente era, tratava. de dar ordem a cerlos
negocios entre os Srs. Manoel Fidelis, do engenho
Terricosa em Alagoas, e .Jos Alves Barbosa, a
quem mandara chamar para este fim, visto ser
d'elle amigo de longa data, dando-lhe mesmo nesa
occasio provas significativas dessa amisade na au-
torisaco que Ihe commeltia de tratar e conseguir
do mesmo Sr. Manoel Fidelis o que entendesse a
bem dos interesses recprocos.
; Na quinta fera celebrar-se-ha ba matriz do
Corpo Sanio, pela vez primeira, a fesla da Hora ou
Asceneao do Senhor, havendo missa solemne com
sermo, sendo orador o Revru. Sr. Antonio Manoel
da Assumpcao.
Damos hoje em nossa oitava pagina o come-
to do discurso, pronunciado na cmara qualrien-
nal, pelo nosso amigo o Exm. Sr. Dr. Jos Antonio
: de Figueirdo, em o qual, depois. de algumas con-
| sideraedes sobre a instruccao publica, responde ao
seu collega o Sr. Pedro Luiz, que aecusou as ir-
maas de candade e padres lazaristas. Folgamos de
registrar em nossas paginas mais esse lestemunho
de um dlstineto e Ilustrado profossor de nossa Fa-
culdade do Drelo.
Pela directora geral da nstruceao publica
forarn nomeados membros do conselho de districio
das fregoslas seguntes:
S. Frei Pedro Goncalves o Sr. Antonio Gomes de
Miranda Leal ;
Santo Antonioos Srs. Justino Pereira de Faria
e Manoel Goncalves Ferreira e Silva ;
S. Josos Srs. Francisco Cmuto. da Boa-Vi s-
gem e Antonio Nobre d'Almeida ;
S de Olindao Srs. Jos Figuera Curado e
Manoel Donizio Comes do Reg ;
UM POICO DI TUMI.
Traduzmos do Tintumarre o que ttfSM :
Dumas Filho publicou, que renunciava para sos-
pre o iheatro.
Este repente epistolar faz reeordar una anota
formosa de urna opera cmica de Gretry, Ambrm
ou Yoil ma journee :
J'ai bien sonvent jur de ne plus boirt...
Porni.,.
Os juramentos dos bebados e dos poeta partea
cem a mesma familia.

A vida assemelha-se completamente a um vaode
ville, ou a urna comedia ou a um drama !. .
Muita vez mesmo tornase um melodrama.
E' urna peca mais ou menos bem r pnnaltdi
cujo desenlace espora-se sempre com pacn
Urna copla sem
agulha sem fundo.
epirite o mesmo que
A saber :
Existiam . 336 presos
Entrararn. . 12
Sabiram , 12 :
Existem .... 336
Nacionaes. . 221 presos.
Estrangeiros 36 >
Mulheres . 7
Estrangeira s 1
Escravos . 68 >
Escravas . 3 1
Traduzmos do Petil Journal pour rire o fas se-
gu :
Os thealros do Chalelet, da Porta de S. Martiaao
e da Gall ostia sob a di recejo era commiadi
desde o primeiro de Janeiro de urna wciedade I
1 nanceira.
i Esses lies thealros empresum-se reciprocamen
I te os artistas, as decoracoes e os acceseorio de
. que carecem.
336
157
Alimentados cusa dos cofres pblicos.
Movimento da enfermara do dia Io de maio :
Teve alta :
Vicente Ferreira da Conccicao Jnnior.
Movimento da casa de detenco, no di al de
maio de 1864.
irmao em que recahir maioria relativa de votos.
Seguindo-se o mesmo para a eleico da mesa
administrativa, com a diflVrenca de que cada um
votar em tantos nomes quantos forem os irmos
que a devam compor, e sero membros da mesa
regedora ou administrativa aquellos em que recahir
maioria de votos. .
Supprima-se o art. 32 e so "peder ter lugar as
disposices do arl. 39 se Ihe r concedido por de-
creto da sagrada congregaco de ritos.
Sala das commissoes, 5 de abril de 864#-Froa-
cisco Pedro.MaranhaoTeixeira de Mello.
(Contmuar-se-ha.)
de Olinda pela estrada de Santo Amaro, a tomar a
posicao que Ihe compete em fronte da referida
groja cathedral.
Os Srs. commaqdantes de divisao o brigadas ti-
rarao os seos emprogados d'entre os Srs. offlciaes
dos cornos que arrumara.
A infamara ir municiad para dar tres descar-
gas, o porque para salvar com dezonove tiros.
O Sr. delegado do clrurpio mor do exercito no-
mear dnns facultativos que se' encorporarao s
referidas brigadas, os quaes irao munidos dos ins-
trumentos e ambulancias que em taes casos de
costumcj
As 3 1|2 horas da tarde do dia 5 se postarao em
frente do palacio da Soledade, acompanhia de ca-
vallaria, e urna guarda de'cncoenta pracas do 9*
batalho de infantaria, afim de acompanharem o
cadver para a cidade de Olinda, em cuja cathe-
dral vai ser depositado, sendo que ser, recebido
por urna guarda dp honra que, segundo as ordens! r'o capitular ao Rvm. deo Dr. Joaquim Francisco
expedidas, dver estar alli convenientemente col-1 de Faria; provisor, o conego mestre escola Mar-
locada. 1 eeflino Antonio Dornellas ; vigari geral, o conego
Assignado.Solidoio Jos Antonio Pereira do Joo"Baptista de AlDuquerque ; promotor, o conego
Lntio. Jos Dionisio Gomes do Reg; eeonomos da mlra
Conforme Jos Ignacio de Medeiros Reg Mon- os Rvias. provisor, e conego railor do seminario
> Jos Joaquim Camello de Andrade, os quaes pres-
taram. logo juramento, e loram euipossados.
j As demonstracoes de veueracao ao tinado
I diocesano continuara a partir do todos pela manei-
; ra a mais oxponlanea e significativa.
Na segunda-feira foram as tres ordens regulares
REVISTA DIARIA.
O Hvm. cabido destebispadosede vacanteem
sessao capitular de 2 do corrente, elegeu seu viga
feiro. capitn encarregado do detalhe.
-3-
Ordem do da w. 319.
O general eommandante da? armas em addta-
a sua ordem do dia n. 318 determina era' que temos nesla cidade, os religiosos franciscanos,
da presidencia, conv.; os carmelitas e os capuchinhos, em corporaco re-
conformidade com a ordem
municadaemofll-io desta data, que faca parte da
2" brigrda da divisan que tem de fazer as honras
fnebres no funeral do hispo diocesano, o Exm. e
Rvm. Sr. D. J0S0 da Puriflcacao Marques Perd-
gao, o 9o batalho de infantaria da guarda nacio-
nal da cidade de Olinda, que s 9 boras d manhaa
devera estar formado na ra Nova da mesma ci-
dade para lomar opposicSo que Ihe for destinada
pelo Sr. eommandante da divisao.
0 Sr. capilo Manoel Porfirio de Castro Araujo,
servir de major da mesma divisao, devendo apre-
sontar-se opportunamente ao respectivo Sr. cora-
mandante.
Assignado Solidoio Jos Antonio Pereira do
Ijigo.
Conforme.Jos 'Ignacio de Medeiros Reg Mon-
teiro, capito encarregado do detalhe.
zar um memento na capella do paco episcopal da
Soledade ; e hontem lerca-feira diversas irnianda-
des e contrarias de cruz aleada e com os seus ca-
pelles se seguirn) uessa romaria pedosa, ren-
dondo assim os ltimos ser vicos ao virtuoso pre
lado.
Aliu disto, alguas dos Rvma,'Srs. vigarios des-
ta cidade e de-freguezas prximas, at onde j ha
che;:a lo a noticia do passainenlode S. Exc. Rvma.,
tem vindo celebrar o santo saet lira o do missa na
mesma capella com assisleneia de grande numero
de ticis, que enchem lodo o dia o palacio no intui-
to de veruin pela ultima vez o pastor, que os guia-
ra peU senda da verdade.
O cadver de S. Exc Rvma. asha-se rewestido de
ornamentos para a eelebracio do sacrGcio nenen-
lo, tendo a mitra na cabeca o o bculo na mao ; o
Marangiiapeos Srs. Joaquim Cavalcant de Al-
buquerque e Joao da Cruz Fernandes de Souza.
Pedemnos que chamemos a allenco de
quem compete, para o estado em que se'acha o
ealcamento da roa da Aurora, nos lugares em que
tem sido elle arrancado para a obra de canos sub-
terrneos.
Hontem, por volla das o horas e meia da
tarde, indo ora caixeiro da taberna n. 31 da na
larga do Rosario procurar o batoque d'uma pipa
de agurdente que cahira no chao, no interior da
taberna, approximou por dentis a luz quo levava
na mfto e provoeou a explosao da pipa, e o incen-
dio do liquido, que foi felizmente extinclo pelos
visinhos que acudiram em continente, pouco dai-
no causando. Compareeeu o Sr. subdelegado da
freguzia.
Por acto da presidencia, de hontem, foi
mandada transferir a viagem do vapor Mama*-
guape,, da Companhia Pernamburana, que segua
hoje para os portos do sul at Aracaju'. para o dia
8 do corrente, por conveniencia do servico pu-
blico.
Do lialaneo procedido na thesouraria provin-
cial no mez ultime resultou a existencia dos se-
gninles saldos as diuerootes caixas :
Exerccio corrente de 1863 1864
Dinheiro................. 96:0385329
(Letras.............. 333!393*160
Depsitos/ Acedes............. 63:9115600
! Dinheiro............ 0^M|07S
Caleamentodinheiro.......... 1:1355010
De P d'Alho escrevem-nos cotn data de 2
do correle o segrale :
t Nao lenho novidades para Ihe dar, vamos ao
pouco que ha :
t Mudaram-so as guardas, isto estamos com
novo juil municipal, que j enlrou em exerccio, e
naturalmente com novo delegado, porque o_que
accumulava esse lugar cotn o de juiz municipal,
teinSle seguir para o bmoero.
Nao ser por falla de advogados que nao ha-
ver questoes no foro de Pao d'Alho, porquanto
qualro doutores esto com escriptorio aborto aqui.
Que tudo isto seja para bem nosso.
t Na.ullima feira houve um pequeo disturbio,
que nao teve consequencias.
c Foi absolvtdft pelo juiz de direito o subdelega-
do supplente Jos Januario Alves Ferreira, que
fOra pelo mesmo juiz pronunciado em crime de
responsabilidade.
t As chuyas estiaram, porm o tempo diz que o
ptuvisticio, que sempre cosluma a baver cm maio,
nao ser de longa duraco, como s vezes succede
com bastante prejuizo do milho e feijao.
t Adeus.
Como deroonslracao do pezar pelo sentido
falleoimenlo do Exm. Sr.lbispo diocesano, o Gabi-
nete Portuguei de Le tura suspenden o expediente
quotdiano, e conservar-seha fechado at sexia-
fiira vindoura, segundo se v do annuncio publi-
cado era outro lugar desta Ma. Sabemos igual-
mente, que a directora noraeou urna commisso
emposta de scus membros, afim da represenla-
rem o gabinete por oceasio do funeral do virtuo-
so finado, que era socio honorario do referido esla-
belecmenlo.
Una carta, que lemos vista, escripia 22
do passado da villa de Tacaratu' por pessoa do
probidade, que por alli passou, da o seguinte .
t Estouhorroi isado do que tcahaprcsonciadolpor
aqu, em relaco aos do-m.m.los do delegado do
polica, capito Barros, o homeiu do certo mais
improprio para exercer este luaar 1 Ahm das vo-
xayoes praticadas sobro a popuUcao pacifica, pn-
soes arbitrarias, e sor vicos forcados, como se esl-'
vessomos na i'<)m do Fernando, ha dous factos de
muita graviiUde, e que nao pdem deixar do cha-.
A saber
Existiam. .
Entraram .
Sabiram. .
Existan.. .
Nacionaes .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeira ,
Escravos .
Escravas .
336
14
10
340
224
36
8
1
8
presos.
340
Movimento da enfermara do dia 2 de maio
de 1864.
Teve baixa :
Francisco Jos da Silva, ggonorra.

2
>
-
o:
i-g ] 1 o 1 s O O Masculino. 1 0 9 a. 0 = s
1 -4 1 ul Ol -1 i Feminino. \ m
-- i 1. 1 Masculino. cr. H as g rr. t 2
f 1 1 1 * Feminino. 9 1-
*-- 1 1 1 1 * r Musa/lino. 0 a sn
ksk 1 1 m Ftnninino. y 9
- - 1 A --- Masculino. en 0 M a > Pl 5 > 5'
* ai m Feminino. a w
.1 i 81 1 1 - Masculino. SI . 0
-: * 1 m 1 Feminino. 00 ^j l a
.1 1 ce 1 m 1 A 1 30 1 X TOTAL.
ADVERTENCIA.
Na toialidade dos doenles existem. 188, sendo
alionados 7 homens e 27 mulheres.
Foram vistadadis as enfermaras estes dias :
Pelo Dr. Ramos as 6 1(2, 6 1|2, 6 1(2, 6 50, 6 35,
6 I|4,6
Pelo Dr. Sarment s 8. 7 3p4,7 i\% 7 3|4, 8
114,7 1(2,7 112.
Falleceram:
Jos Gerlrudes dos Aojas, hepate-inlerite chro-
nica.
Napoleao, escravo, phtvstca pulmonar.
Florinda Maria da Conceicao, tubrculos pulmo-
narna
Minervia Mana da Conceicao, absorpeo puru-
Maria Isabela do Espirito Santo, anemia.
Francisco Jos Danderculen, (Ubre Xj"'11.'8- ..
Umbelina Mara da Coaceicao, pnl|*W put-
buizJos da Assumpgao Reg, allenaco.
Angelo Joaquim da Cosa, pWysica pulmonar.
Maria Francisca das fragas, insuffieieuc.a das
vlvulas da aosla. .
Jos Copertlnha 4 GttH absorpeo purulenta.
No isto um facto novo na historia do tteatr >
Um ensaio de igual genero foi ja tentado em Pa-
rs pelo Sr. de Cs-Caopeirae, e era boodres em
11816 por urna sociedad chamada dos Momtpulittu.
Essa empresa pouco durou, e quando os pafms
do Covi'iit (iarden e do Drur\-Lane fciratu tautli
sadus, correram pelo publico'as carias w a> ge
rentes se dirigam enlre si.
Eis-aqui urna amostra dellas :
< Meu charo Wild.-Pelo amor de Deas, mane-
me sem demora um par de conspiradors para e-
ta uoile. berabro-lhe SJSM me carregou i'muu am
para faze-lo um druida, e um outro dos ateUt-ire-
doge de Veneza eij razo da desped-la de Packer
Seu dedicadollipkim, de Drur>-ljne.
Meu queridoHopWiiK-.lKi asAsSl para irera
os dous mais bellos assassinos. qu teiiwsca, e an-
viilencei alim de que rao Baratado* e nao Sejam
bebados. Diga*a Farren que elle unuatoa taa **
representar de arcebispo. Caftoaaaai o paaei para
que elle possa eaajar a t-nipo de Jter aiM o e %
ueral. Seu dedicado Wild.
f P. S.Se poder erapresar unta loa ebeia, .
favor. Reinetlo-llie ns NSS exeelleales. A mt
nha vrgotu vestal engrossa de maneira
inelledora; empreste-mu a Sra. Itobinsou para
noile. Wdd, de Covent Carden.
Meu charo Wild A nossa virgem vestal aa
quer dosorranjar se, mas |msso di^u.-ar uatu
mis, licanuo a sua disposicao unta Juno em daab
cata. Mande um carro para proeiir.tr a que be
CBSH convir. Seu dedicado -UopLitt, de Drarv
ane. >
Meu querido llopkms.Maade-me um amar.
que o meu esta de sarain)).
O diabo melleu se MSMSS mgica; o raUf-
reiro nao pode reparar a >ei| ni jiUm e rtS-
feira, e o voltio Qbmsss que .-'ippunbamos asSar
em boin estado, iiuebrou-me no en.-aio. M.indu-av
o seu elephanle pelo portad .r MSB, e um tiara
cauda a mais comprla aaSBBSBjL T'-nlij anal
ment' necessidade de urna dnzia ilc scus pa Mij
e bem que SBWO que SMI fa/.eui d.- laMoa aa a>
gar's opera, com ludo clieyain mullo a U-m^u am
da... Seu dedicado WtU, de Co*eat-iariSta.
t Meu charo Wild.Maude-me Ueaarsaa
soldados, trazendo esses setti capacete*, aas-
SOS foram a estanliaditra. t portailuc ifc^i
Amor, que pede : da-s^-lhe um .-chilliag par aar-
le, e elle fomece as azas. cu detl-aduHp*'
de Drury-Lane.
Se algun dia os autograpU>- dos tres dirert-ic^
de Pars morrerein as ras talves sejam lio joco-
sas como esses.
Esta poesia do Sr. C. L.
o UKIJo.
Se um da amares, inexperto e cr<*ate
Genti donzella de ideal primor,
Seus lindos labios de coral rubeate
Nao beijesque o beijo,
De atroz desejo.
Produz a dor.
Se meiga, os olltos para li voltando
A dislillarem sensual langor,
Disser adoro-le, seu c.Ulu brande
Nao beijesque o bvijo,
De alrnz desejo,
Produz a dor.
Porm se acaso, palpitante o so.
Trmula c branca de mortal pallor.
Cingir ij o corito com febril anecio.
Nao tardesqne o bij
Mata o desej.
Se falla amor '.
L6-se na Cruz : .
As grandes questes nao s*1 resolve eamaia-
sullo, dizia um Ilustre pf>a4or.
Se razoes sobra las Baa haslam para aos <
vencer, nao a forca material que nos ha le levar
a convicco ao intimo d'alma.
Pomos" provocados pelo Diario.
Laucamos mo da historia e rom facas aarnaat*
e contemporneo., provamo* al a evilenria a j-
tira do nosso direito s a poura razio dcs*a 1*-"
se diz calho'ica.
Tocado da ardis o Ihario apai
arlnlro que roarovamos, aaa de modo ^,
uios admittir em um penoliro retif>HW>; par *
entendemos, qne a energa urna rirtoda, e 9 m-
siilM um meto fraro e lsjasf# ____
Nao personalisamos, nossas pa 1 arras faram aV.-
gidas era geral r-dacco do Diario, sao par 1
do, mas por entlennos qne ele o vaa**w
meio de arjomen acao
s


-. *%.'*
% *iac -* v c .** "*T **%
iraii
Outro (anta n5o fel a toma lib^val, personalisou, posto 7om ncicudao na asscmbla (contra o i|ue a regenerado de uni(iz quando romera pela vi-da" quenca
dirigi mesmo improperio! e apodos aos redactores, prolestam a* minhas pubhcacoes) o occorrido na. cao das leis, pelo despreso dos deveres e pelo absn- frasenffihos de ervstal, o lempo nio altera as suas obtido ctra ra
da Cruz. | execucao do Sr. Joao Urneuo, e nao pasme que o dono dos legtimos tnteressos do mesmo paiz. P- nroprledadcs. o Sr. Dr. Si
l'asseillOS porm '"" '''i lado t: initdiro mii- n Sr Inin. .l. u> aun m nsili-i li.i cnhllou > m A' vmla im tki._t_-_<. -i.._______.___ *. .______i:__A
cm silencio
inos em materia.
Nem sempre somos Mires em nossas
occasioes ha em que o mestre se torna discpulo e
commetle erros bastante graves.
Tal foi sem duvida o aue acontecen ao Diarto.
Manda-nos estudar historia patria, o cvra te
ipsum do Kvangelho, e no entahto que os noines de
Marinho, Monte Alverne, Romualdo e Monte, sao ci-
tados como apadrinliadores das ideas ante-jesui-
ticas.
K ser isto urna verdad 1
Veamos.
Senain todos esses vultos, liberaes como calende
e Biiirio ?
A liberdade nao a licenea, nao a faculdade de
praticarseo que se quer ; o transumpto de Dos
esculpido nos coraeoes dos homeus, o est modas
tn rebus do velho Horacio.
Sim, proclama, am santo doutor : a liberdade e o
lote mais precioso da Omnipotencia Divina, a voz
|M>dernsa do propheta que abriu as aguas do Eri-
thru, essa nuvem mysleriosa de ouro e de acul
lerna.
Ah I mas como mal interpretada potos ho-
rneas I
Como mesqunha na idea d'aqueiles que que-
rem-na fazer um instrumento de suas paixes I
Liberdade, proclamaTa o marquez de Pombal e
oas ras de Lisboa assassinada a familia dos Ta-
Toras.
Liberdade 1 grltava o esposo de Catharina de
Aragao, e Moro e os bispos que prolegiam a liber-
dade da rairiha morrem n'um cadafalso.
Liberdade, bradava Cromwel, e mil victimas sao
.sacrificadas ao sen odio deseufreado.
Oh so no gremio do catholicismo onde existe
essa cmanarao dos cos, no coracSo dos fllhos de
Loyola, que libertaran) os indios de minha patria.
E nao seria nete sentido que estes vultos par-
lamentares lomara palavra liberdade ?
Em 1835 o arcebispo Romualdo, o hispo Monte
rguem a voz na cmara tenoperaria era defeza das
ideas ultramontanas.
Em 1846 o conego Mariano falla elonquenteroen-
le em defeza dos jesutas, e Alvares Machado; seu
correligionario poltico, foge em debaudada cou
Tencido pela lgica dos fados.
Nao negamos os foros de sabio a Monte Alvertie,
a Jos Bento e a Peij.
Mas dado que pensassem como a Ilustre redaccae
do Diario, sera um motivo para proscreveroos o
nosso pensar ?...
Que peso fazem estes horaens ao lado dos Cay-
ras, dos Orogorios Vil, los Leaos Magnos, dos Ve
Maisires e de mil outros sacerdotes e seculares que
floreseeram na igreja de Jess Chtisto ? I
Relucamos melhar antes de conflarmos r
Ideas imprensa.
Marinho, Rnmualdo, e Monte, foram liberaes de
onv(coes catnolkas.
E o Diario busca em seu favor essas autorida-
des, que nos seus actos do Wdapublica, sao intei
lente contrarios a elle.
K o caso do rifae : cabio na armadilha
arjuvera feito.
O arcebispo foi o protector nato das irmas de
candade.
O bispo Monte t< nm apologista dos jesutas.
O conego Marinho fot discpulo e defensor dos
taz aristas.
O Diario invoca a revolucao das Alagas.
O que temos com eHa 1
Foi feita lelos ultramontanos ?
Nossa fulha nao poltica
Defendemos qualquer id*a que seja consntanea
eom as ideas da reUgto.
A nossa poltica a de Bossust, a poltica de
Dos. i
A poltica d* liberdade no sentido da Escrlp-
tura.
todo Isto o entre-1 jult dos fetos afnrme em publico que o Sr. nto- de ser sso ama pollica tao sublime que escape
imx*. i ^m i xe tV!L 'T0. a Juil d<,Pis de eiu a0* espirito* rasteires c apoucados, porm, em \o- e Caors & Barbosa, ra da Cruz, e de J. C Bravo
, MMinas do sitio dn^Sr. Joao Carneiro fazen- do o caso nao eremos que por esta forma S. Etc. 4 C, na da Madre de Deus.
aa, quando a folha 78 dos autos esl o requer- possa chegar ao desempenho do programma ns- ________
ment em que aquelle pedio vista para dedu/.ir o criptb em sua bandeira. ^-.^-.A-.........-------
sea drreito, e remenea de adjodicaco est as O que pedem hoje as provincias" de Pernambu- J^xf^^ti?rhLtZl*^ L^.S *'
folhas98v.e99, o que mostra que esta nao pre- co, de Alagoas, da Parahvba, do Rio-Grande do ]SoL^^^r^I^^?a^J: ",feres
ceden ao pedido da vista-, que chame de pequeo Norte o do Ceart, apenas que o governo compra f,?v .^' ro he,IOM Pla absolvifao, que
enjanooKtopeloqual so mandou adjudicar ca- o seu dever : que nao'suspenda para com ellas os ^^n^LZ^tflS^T^r'**
sas penhoradas, nio avahadas e aue nao f^ram benficos elleitos da constituicao do imnpr.n aue sLfr?. mes'". senhor os senlime.itos de gra
que
CIHIOMU JUDICURI1
THIBIWL DO ((D1UKIUIII.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 2 DE
MAK) DE 1864.
PRRSIBEJia un XM. SR. COWSKtHEmO
nota.
As 10 horas da manhAa, reunidos os Srs. depti-
tados Reg, Letnos, e Alcoforado, o Sr. pre-
sidente, declaroo aberta a sessao.
Lid.i, foi ajiprovada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Um nffieio do depntado Jos M. da Rosa, de 28
de abril prximo passado, communicando nao po-
der commrecer a ultima sessao por incommodo de
sade.Inteirado.
EMPACHOS.
No requ^riraento deJoaquim de Almeida Pinto,
pediudo Certido de da, mez e anno em que Joa-,
quim Jos Silwra rei|uereu moratoria, eo em que
leve lugar a eoncesso da mesma. (!omo re-
quer.
No de Antonio de Paiva Ferreira, pedindo o re-
gistro de urna procuracao 'jue aprsenla.Regis-
tre-e.
No de Joaquim Francisco da Cruz, pedindo o re-
gistro de outra procurago.O mesmo despacho.
No de Jos dos Santos Bamos de Olveira o An-
tonio Vasco Cabral, informado pelo Sr. desembar-
gador Iscal, pedindo o registro do seu conlrato so-
cial.H>' No de T. Jeffenes, pedindo que a junta dos cor-
rectores atieste qual o uso e coslume eslabelecido
nesla praea em refaci a quantas libras de iiquido
corresponde urna caada.-Cerliiquem.
No do mesmo, pedindo o registro de tres procu-
races.llegistrern-se.
No de Carlos Jos Astley & C, juntando docu-
mento em saiisfaeAo do despacho deste tribunal nos
aot"s de .ua rehabilitago.Junto aos autos sejam
conelu^os.
Sendo presentes os autos de rohabiltaco de M.
Santos, leve por despacho Satisfaya o parecer
fiscal
No de Frederiec Chaves e Joao Luiz Vianna, pe-
dindo o registro do contrato de sua sociedade.
Vista ao Sr. desembargado!- fiscal
No de Novaes F'ilho, informado pelo Sr. des-
emhargador fiscal, pedmdo o registro de sen con-
trato social. Como requerem.
No de Andr de Abren Porto, pedindo carta de.
registro para o patacho A"uV, de sua propiiedade.
Prestado o juramento e assignado o termo de
responsahilidade como requer.
No de Antonio Bailxisa de Araujo, pedindo o re-
gistro de sua nomeacao de caixeiro de Antonio
Francisco Mariins de Miranda.Como roquer.
No do mesmo, pedindo certido da matricula de
Antonio Francisco M. de Miranda.D-se.
No de Jos Lourenco da Cruz e Jos Ernpsto
Ayres de Souza Monteiro, informado pelo Sr. des-
embargador fiscal, pedindo o registro de seu con-
trato de sociedade.Registre-se.
SESSAO JUDICIARIA EM 2 DE MAIO
DE isfii.
PRESIDENCIA DO BXM. SR. CONSELHEIRO
SOI1EA.
Secretario, Julio Guimaraes.
_ M hera da tarde, o Sr. presidente abri a ses-
sao, estando prestwtes o Sr. desembargado!- Silva
Guimares e os Srs. deputade* Reg, Lemos, Ro-
sa, c C. Alcoforado.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
AGORAVOS.
Aggravante, Antonio Gonealves da Silva \ *g-
gravado, Francisco Gomes de liveira.
AggravantP, Jd3o Pinto de Lemos Jnior ag-
gravado. Antonio Jos I^eal Res.
Aggravanle. Pedro Cavalearrti de Albuquerque
tlcha ; angravad-i, Joaquim Goncalves Ferreira.
Aggravanle, Instilo Antonio Pinto ; aggravado,
Joanuim Jos dos Santos Andrade.
O Exm. Sr. conselheiro presidente denegou pro-
viaienio.
Nada adrado tratarse o Sr. presidente encer-
rou a sessao.
I -' -- -
so mandou adjudicar ca- o seu dever : que nao suspenda para com ellas os Dressini m* "
ladas e que nio foram benficos elleitos da constitoiao do imperio, que Kd5. ^,, "^ h;
e nao penhoradas I em relacao a jnstica destribuitiva, nao as constitua enr2^2z: ,, ,
COMMNICADeS.
0 Sr. r. Francisco Domnguez.
S hoje chegou as minhas mhsoCo>istucic->U
Pernnmbufatto de 27 do passado em que o Sr. Dr.
Frane.sco Domingiies, juiz ds fetos da azendfl,
veio iwr sua vez perante o publico prcf-Mar con-
tra o histrico que flz na assembla provincial d;
xecuao movida pela fazenda
Carneiro.
praca, e outras avaliadas
Surprehende tambem que o r. Dr. Domingues
aconselhe para mim prudencia e circnmspeccao,
quaido as asseveraedes cima referidas, e a ma-
neira attenciosa e cavalkrira com que S. S. Iratou-
me em sua eorresjiondercia, sem que eu nunca o
oUfendesse, neni de leve nodesse ler esle pnsa-
ineiiio, s iwelam qne devia appbear si aquillo
que parece nao (er lulo com abundancia para dis-
tribuir aos outros.
Recife, 3 de maio de 1864.
Buarque de Macedo.
O goveno e o tribunal do cont-
raer ci de lBe i-na ih buco.
Desejamos que as breves cousiderajesque somos
forcados a fazer, em vista da completa suspensao
em que se acha entre nos a administrace da Jus-
tina commercial de segunda instancia, nao sejam
tomadas cerno um golpe de guerra poltica. A ad-
rnisiraeo da jstica em qUalquer paiz, consltuindo
uroa de suas mais vitaos necessidades, objecto
inuito serlo e mulo sagrado para que deva servir
de arma ordinaria as raaos dos luladores pela pos-
se do poder.
No nosso paiz, especialmente, a jnstica nem
urna ebneessao de partidos, nem urna graca que
possa dar lugar a reconherimento para com aquel-
les que proporcionara os meios de realisar-se a sua
adinini.-tracao : ao contrario, um rigoroso dever
dos poderes soberanos do estado, porque a consli-
tuicnodo imperio assegurou-a e garantio-a todos
os membros da commnhhao brasileira, creando
juizes e tribunacs que a destribuissem.
Tudo isso cremes ser verdade; porm, deseen-
do da theoria pralica, e passando do qne deve ser
para o que ; de que maneira cumpre actualmente
o governo do paiz esse dever e como satisfaz as
necessidades de cinco provincias do imperio, em
relacao ajustiya commercial?
O decreto do Io de maio de 185o, dando nova
forma a administraco da justica commercial, creou
inbunaes judicarios as provincias do Imperio on-
de existem relai-oes, compondoos, a excepeo do
da corte, de tres adjuntos, sendo um destes fiscal
para os negocios administrativos, tirados d'entre
os membros das memas relacdes.
Achava-se o tribunal de Pernambaco completa-
mente organlsado, quando mais de doos anno-,
sem motivo que podesse justificar o seu acto, tirou
o governo d'all para exercer o lugar de procurador
da cora, o Sr. desembargador Agoslinho Moreira
Guerra; e, por urna ommis.-ao ainda mis Indes-
culpavel, delxou, at agora de dar substituto
aquelle desembargador, tirando por esta forma in-
completo o mesmo Iribunal e na necessidade de de-
precar constantemente a assistencia de membros
da relacao, aflm de nao paralysar os seus julga-
mentos.
Esse estado que j trazia serias difflcutdades
admirtistracSo da justica commercial, em segunda
instancia, e que revelaba da parte do governo o
mais reprehenslvel desprezo de um dever, veio dar
causa a que, sendo nomeado o Sr. desembargador
Villares membro do surjremo tribunal de jnstica, fi-
casse o tribunal do rommerclo de Pernambuco re-
duzido um s adjunto e sera fiscal, e assim im-
possibilitado de funccionar, qnr na parte judicla-
ra qur na parte administrativa I
O actual ministro da justica tnha obngncao de
nao ignorar que no tribunal de Pernambuco. se-
ment existio dous adjuntos, e que o chaiWado pa-
ra o supremo tribunal era o fiscal, e por isso, re-
ferendando o decreto de sua nomeacao, devia saber
que nao dando substituto ao nomeado ia forcosa-
menfe paralysar as funecoes daquelle tribunal, pois
que a providencia dada "pelo art. 38 do decreto de
1 de maio de 18oo nao poda ser applicavel ao ca-
so em que por falta ab-olota de seus membros o
mesmo tribunal nao podesse funccionar.
Infelizmente, porm, ou o Sr. ministro ignorava
o que devia saber, ou se sabia, enlendeu ser a cou-
sa t;io insignificante que poda muilo bem apidicar-
Ihe ode minimis non curat protor.
Entretanto,'seja qual fr a verdadeira causa des-
se abandono que nao pode deixar de ser tomado
como um insudo laneado face da nacao e como
urna osteniacao de desprezo jielas necessidades mais
nalpitanies do paiz; a realidade que, desde 17 de
marco do correte anno, da em que deixou de
exercer as uneces de adjunto-fiscal o Sr. conse-
lheiro Villares-at agora, os milhes de Brasileiros
e estrangeiros que povoam as provincias do Per-
nambuco, Alagoas, Paraliyba, Hio-Grande do Norte
e Cear, nao teem quem recorram, ou antes
nao pdem, era seus pleitos commereiaes, encon-
trar a justica que a consliluicao tao solemnemenie
liles garanti I
A principio entendemos dever guardar silencio,
porque era possivel que alguma negligencia de se-
cretaria podesse dar lugar a que as cousas chegas-
sem tal apuro, e enlao esperamos a chegada do
vapor immediato ao quo foi portador da nomeacao
do Sr. conselheiro Villares, confessando que o nos-
so espirito aehava-se disposto a admitlir essa justi-
ficara- ao governo : porm, desde que os vapores
se succederam e foram assim passando-?e das, se-
manas e mezes, e especialmente depois que chega-
ram ao nosso porto os vapores brasileiro e franeez
no da 29 do mez passado (abril), sem que viesse
a mais l^eira providencia, comprebendemos que
j nao era um simples descuido de empregados su-
balternos e que se nao proposito do ministro res-
ponsavel, incuria, despreso e inexaceao do mi-
nistro que zamba da responsahilidade legal.
O nosso silencio, portanto, nao podia ser mais
exigido, bem como a cessacaodelle nao podia mais
ser censurada.
Somos levados a crr que o presidente do tribu-
nal do conunercio desta provincia hade ter neces-
sariamente feito sentir ao ministro da justica a po-
sieao inaudita do mesmo tribunal, porque S. K.v.
nao quererla por ceilo carregar com a responsahi-
lidade que Ihe resultara de sen- silencio, em tal
eonjunctura; e, a ser assim, oque exprime o pro-.
ceditnenio do Sr. presidente do conselho ? que in- i Porque m'arrehataste a innocente
terpretaeao se pode dar sua immubilidade ? Que servia conforlar-me a triste vida !
jpovo s se deprava ou se corrige pelo exemplo \ Porque despedazaste de tormentos
de qa m o dirije: o paiz ofllcial com especiabdade, Do pai, a pobre alma tao sentida '
trlba cegamente o caminho que Ihe aberto pelos
seus chefes, portanto qual a norma tragada por
um dos primeiros depositarios do poder aquailes
qne teem necessidade de segui-lo e obedece lo ? se
o Sr. presidente do conselho e ministro da justica
o primciro a dar o exemplo de despreso aos dic-
tantes da le, em nome da qual governa ; se o
primeiro em negligenciar seus deveres e a escar-
necer das necessidades do paiz ; como podera exi-
gir aue os seas subordinados respeitem aquillo de
que elle zomba e cumpram o dever que elle des-
preza 1 com que direto pretender fazer effecliva
para cora outros urna reponsabihdade que elle mes-
mo desconhece ou reputa impotente para reprimir
suas faltas?
Desgracadamente um semelhante theor de obrar
nao revela smente o |uco preco que o governo
liga aos legtimos inleresses do cidadao, aos quaes Porque no afilictivo e arduo embate
a le provideBciou com tanta solicitude e esmero; Nao lembras o meu Deus o meu senhor 1
um tal proeedimeuln, repetimos, pode mu bem dar
lugar a ihterprelacoes que embnra nao verdadeira,
tenliam um alcance excedente de todos os clculos,
e produzam resultados que estejam fra de todas
as prev.-oes.
Em presenta dessa'condemnavel indfferenca e
excepfae a regra peral, e quo, finalmente, respei
tando os solemnes encargos
proporcione-Ihes juizes que conhecam de seus piel
tos, aflm de qne a reflectida arrio da justica nao
seja substituida pela violencia da fcrra material.
. V.
se acharem acondicionadas cm com o uso do xarepe alcoollco de veame tem se Balea ingleu John Mntketu carraa rara Ptu
radical. ladelphia I^UOsacfoSco7(arrSL#
.. Silvi medico hbil de Maceio, depois ear mascavado, e M4 eras exm |5%
A| venda nos^ estahelerimentos pharmaceuticos de ter applicado a um seu doente de rheumatisnio $ hbraa de alpdao.
o xarope alcoolice de veame, logo quo elle se Brigue brasileiro Ar,
poz em estado de largar as moletas, em que an- ro da Prata 62J5 la
dava arrimado, o aconselhou que contmuasse com
o uso do mesmo xarope conjunctamente com os
banhos salgados, com que se tem dado muilo bem,
e um dos mdicos, qne all em Macei tem com-
pleta confianza as preparares de veame per
mim feitas, pelos bons resultados, que tem obtido
acham possuidos, pelas mane'i'ras en) sua clnica.
* crteles com que se dignou trtalos durante o tem- Uuand alguem se v com losse v
iflnaimpni,^ Inri cmeKS com 1ue se i trata-Ios durante o tem- yuando alguem se v com tosse vai ao medico, | ALFANDEG
aue o rSf Th mno P' aeCOm elles lidou. *ndo sempre as ma.s exa- ,#* a.m,ua eJd,'r,r" 8enhoL^,i' alTeeMl0 muta dos prco dos
^candJt S: '-tef.provasdeperfeianobrezaP de carcter e *?j2!fiTlf*2^-^ -*fe- "
libras de as>urar branro, 100 *t> rom 731 arr^
lias e 26 libras de dito MMttiMo rinw tom
9,200 medidas de aguardMMr.
Ili igiie hopanhol MwmH, earregoa para mtrt-
lona 679 >accas com 3,607 arrotos c 3 mn 4*
algodao.
ALFANDEGA D PERNAMW CO.
PUBLICAQOES 1 PEDIDO.
Iarbi.
Os juizes de direito.
A relacao do districto do Maranhao, resolveu
ltimamente urna questao constitucional de gran-
de alcance a independencia do poder judiclario, e
3ue colloca osjulzes de direito na altura em que
evem estar, para bem poderem destribuir justica
aos teus comarroes.
Entendia-se que os juizes de direito s tfnham
privilegio de foro nos crimes de responsabeidade,
quando da verdadeira inteligencia do artigo 15i
da consliluicao e de muitas outras disposifoes do
cdigo, da lei de 3 de dezembro e do respectivo
regula ment claro que esse privilegio se estende
aos crimes communs; e, neste sentido, acaba
aquella relacao com alta sabedoria de resolver a
que>tao como verfw os lei tures do accordo abaixo
publicado.
A nao ser isso nao haveria juiz de direito que se
podesse contar seguro as suas comarcas, visto
como quando nao pactuasse com os crimes dos po-
tentados do lugar, quando quizesse tomar conheci-
mento dos abusos e prevarca(des das autoridades
suas su ha I lernas, nao faltariam denunciantes e tes-
leinunhas falsas, e a pronuncia em um clandesti-
no e infamante processo por inventados crimes,
Ihe sera intimada.
Assim aconteceu com o Dr. Jos Belizario Hen-
riques da Cunha, juiz de direito interino da co-
marca do Brejo, que achando-se licenciado na ci-
dade de Caxias, no regressar sua comarca pre-
so e metlido na cadeia por cfTeito de urna pronun-
cia lavrada pelo subdelegado, como incurso as
penas do artigo 192 e mandante em crime de ten-
tativa de morte I 1
Foi isto um invento bem notavcl, visto comeo
miseravel proletario apresentado como victima de-
nunciante individuo que nao contando em lem-
po algum soffrer cora qualquer outro a menor de-
savenga ou desfeita, accresce que nao s o ausen-
te e intitulado mandante, como o indicado manda-
tario anciao respeitavel de sessenta annos talvez,
erara incapazes de tentaren) contra a vida de
quem quer que seja.
A poltica mesquinha porm de homens descon-
ceituados, que nos seus desmandos e crimes nao
podia contar com o apoio de um magistrado de
talento transcedente, de honesidade reconhecida e
inleiresa de justica, lancou mao de todos os recur-
sos para nutilisarcm o juiz de direito. Este ata-
cado pela soldadesca e metlido na cadeia pode dYl-
la evadirse e apresenlar-se na capital, onde mpe-
trou do egregio tribunal habeas-corpus, nao s pe-
la nao existencia do crime, nullidade do processo
por ser o aueixoso prente e cunhado do subdele-
gado formador da culpa, romo ainda por ter como
allegou prevlegio de foro.
A relacao depois de urna larga argumenlacao en-
tre os desembargadores Miranda, Xavier Cerquei-
ra e Souza em a qual este ultimo mo.-irou os seas
altos conhecimentos" jurdicos, proouuciou a se-
guinle deciso :
Accordo em relacao etc. Que gosando de
previlego de foro os juizes de direito, tanto nos
erros de. olicio, como nos crimes communs, atien-
tas as disposices da consliluicao e mais leis em
vigor, illeyal foi o procedimento que se insuurou
pela subdelegara do Brejo ao paciente, que d'a-
quella coman-a juiz de direito interino, quando s
pea relacao do districto poderia spr elle processa-
do, se pof ventura tivesse commettido o crime que
se llie, altrbne, sendo que do proeesso instaurado
se v que o crime um invento, pelo que nao
exislia justa cansa para elle, que demais est mil-
lo pela suspeirao do juiz que nelie funrclonou em
viia das di^posicoes dos artigo 247 o 248 do re-
glamento de 31 de Janeiro de 1842. Por Unto
mandam, que o pariente nao possa ser preso, nem
solTrer os effeitos da pronuncia do mesmo proces-
so, que se deve ter como nao existente. Pague-se
as custas ex causa.
Maranhao, 19 de abril de 1864.Albuquer-
que Mello, presidente; Miranda, vencido; Alcan-
forado ; Torread Jnior, vencido era parle; Xa-
vier Cerqueira; Souza.
Se a relacao cora este accordo estabeleco a
verdadeira nielbgencia da conslituico e das leis,
nao pauca soinraa de gloria cabe ao Dr. Jos Beli-
zario que promoveu a discussao de um ponto que
at boje se acha va duvjdoso.
Foi esta urna noticia bem importante que colhe-
raos do Jornal do MnranJido, extratando nos o ac-
cordo do n. 44 da Situaco.
cavalheirsrao, UlVosVsem dvda, da7ua brhante a entend.e es,ar *em mais cura.. educacao.
O exercifo se dVe Ufaar de o ter em seu seio.
O Sf. alferes Feitoza tem boje na ofllealidade do
4. batalho de artilhana a p verdadeiros e dedi-
cados amigos, pois sso se fez credor pelas excel-
entes qualidades que o ornam.
Aceite, pois, o Sr. alferes Feitoza este solemne
testemunhode gratido, respei lo e amizade, que
Ihe dedicara seus reconhecidos camaradas.
Olinda, 3 de maio de 1864.
Carlos Fflippe da Silva Muniz Abreu.
Major.
Jos i'edro Nolasco Pereira da Cunha.
Capito.
Tiburcio Hilario da Silva Tarares.
Capao.
Jos Antonio Bibeiro de Freilas.
2." Tenente.
Jos Francisco de Azevedo.
S. Tenente quartel-mestre.
Jos Urbano Pacheco de Mello.
% Tenente secretario.
H. J. Coelho.
1 Tenente ajudante.
Manoel Domingos Menezos Doria.
. Tenente.
feferino Jos Ferreira Campos.
2. Tenente.
Antonio Carlos de Olveira e Mello.
2.- Tenente.
Olyrapio Aurelio de Lima e Cmara.
2." Tenente.
fados
medico,
Gmtrai jiitm a
RMA5A'M 2 A 7 ft
MAIO M 1864.
e a ex|ienencia teem demonstrado que mudos, ten- Merradorias.
do procurado o tugar apmpriado, se teem salva- Abano*.
do; e assim explicara muitos expositores de rae- Agurdenle' de cana.
dl'"na- .... w. dem restilada ou do rv'iM
Ora, nesta provincia temos farihdade hoje e re- |,|,.MI caxaca.
curso do ar; por que a via frrea nos proporcio- j^n, genrbra.
na, pois que em poucotempournapessoa que exis- i,),.,,,alcooltHi espirito de
te nesta ridade fcilmente se transporta para as j arden i.-.....
ultimas estaedes de Gameleira e Una, lugares per- Algodao era raroro '
to do Bonito e de outros pontos que sao ronsidera- id*>m em rama ou ein lia!
dos serian, quanto mais que os mesmos lugares Arroz rom casca....
j nao sao mos, segundo, pens, principalmente no Up| ,iescas .verao- .. .1 Assucar mascavado. .
Mas tir-se-hatima pessoa pobre nao tem mais
de se transportar e d'alli estar isso se respou-
de, que, naquelles lugares existem casas vasias e
allugara-se por preco commodo, e mesmo muitos
gneros de primeira necessidade, all se vendem
pelos mesmos preeos que aqu.
Aquelles, pols,que estiverem neslas circums-
lancias, eu Ihes facilito explicar os meios pelos
quaes se devem reger, e Ihes fornecerei os medi-
camentos gratuitamente.
Nao deixarei de advenir ao publico, Pque as mi-
nhas preparacoes de veame so reunidas cora ou-
tros ingredientes, e com elles tenho obtido ptimos
resultados; nao se engae o mesmo publico com
Vakr~
ou
dem branro. .
dem refinado. .
Azeite de amendokn
bim.........
dem de coco.......
deui de mamona.....
Batatas alimenticias. ....
Bolacha indinara, propria para
embarque.......
dem tina........
Caf Ihiiii........
dem eerolha ou resWih .
dem torrado.......
Caibros.........
branca .
Carne serca (xarqur)
Carneiros
A o Sr. Burgos.
A Exma. Sra. D. Thereza Adelante de S-
queira Cavaloant nao e.- sendo constraagida, e
o Sr. Burgos sabe disto mais do que niutuem.
Ella acaba de requerer o eomiiarerimento do
Sr. Burgos em juizo para alo, em faee do Sr. Bur-
gos repetir de viva vot as declararlos que fez e
est repet ndo pela i m prensa.
Entilo fiear o Sr. Burgos bem scienle (se qne
o nao est ainda) de que Bao ha neste negocio
pennas mercenarias; eolao a publico fiear intei-
rado de que a Exma. Sra. D.Tliereu na cons-
trangida a viver separada do Sr. Burgos, seno
pelo proprio Sr. Burgos.
A pennu que mo mercenaria.
Nosso bispo morreu I em lulo, em pranto,
As almas dos fiis estremeceram I
Olinda desraaiou I ludo magoa I
Gemeu a natureza, os cos gemeram I
O.
Saudades de niiiilia filhiuha Onesina,
fallfcidem 4 de ra.iio de 1863,
com 'es e meio mezes de idade.
Eu nao tenho na trra os meus amores.
(Exlrahtdo).
Morte morle ernel, porque rouhaste
O idolo de mens sonhos seductores ;
O prazer de minha alma os meus encantos
Porque da trra, levaste os meus amores ?
Porque inexoravel dste as maos
A' estrella fatal, que me persegue,
Tenaz em augmentar meus infortunios
Exiinguindo-mea fllha assim consegue ?
Sem ella c na terra___
Sem ver o seu sornso de candura,
Era lula com as miserias desta vida
E' o vi ver desle valle de amargura.
E' o viver de tormentos de infortunios
E' a vida da triste desventura;
E sere sempre triste c na terra
E triste irei baixando sepultura.
Mas, porque minh'alma assim t'entregas
A' tanto solfrimento a tanta dr I
Approuve a Providencia sempre justa
Assim o decretar em seus arcanos ;
Respectemos emflra os seus designios
Que penetra-los, nao podera os humanos.
Se a sabedoria eterna assim o quiz
dos graves prejuizos que esto soffrendo os inte- Se assim o entenden e devia decretar,
contra o Sr. Joio
Na correspondencia do Sr. Dr. Domingues da
silva nao enconlro nada de novo com relacao a i-
tada execuco, que j nao tenha lido resposta nbs
communicados que tenho publicado para responder
sobre o esnio assumpto ao Sr. Dr. Fenelon; pa-
ra queHes portanto chamo o Sr. Dr. juiz dos fetos.
Ha dous pontos, imrm, da narrativa do Sr. Dr.
Domingues, que desejo tornar bem salientes.
resses de tantas provincias, nao peder dizer-se que
o governo preteBde, de proposito, collocar-se sobro
todas as considerares legaes e firmar de urna ma-
neira nao equivoca, a sua omnipotencia? nao po-
dera suppr-se, ainda quando essa supposlco pos-
sa nao ser verdadeira, que o governo, ostentando
despreso para cora cousas to serias, procura con-
vencer na^ao de que nao deve esperar do poder
o respeito de seus direitos e a satisfacao de suas
nere.-sidades? nao equivaler isso a proclamar bem
alt que cada nm face uso de seus recursos pro-
prios e liquide suas questoes pelo meio excepcio-
nal da forja bruta sera lembrar-se do direito?
possivel que ludo isso nao passe de meras
aprehensoes de um espirito timorato como o nosso:
porm, em todo caso, parece-nos qne a
possibilidade de ser assim interpretado
Remedio nosso mal, a tanta dflr
Como pai e senhor me ha de dar.
E tu filha innocente, por quem ehoro
Anjo doro, de mim tem piedade,
Ora a Deus, por leu pai, que triste vive,
Que nao pode esquecer tanta saudade.
4 de maio de 1864.
Theodoro 0. do P.
Mityslea.
O xarope ethrio de veame por mim preparado,
muito tem aproveuado aos que soffrem desta mo-
lestia, e de lamentar se, que, no obtuario desia
cidade a maioria dos que sucumbem de tubrcu-
los pulmonares, sem procurarem e recurso do pra-
lico e do expeliente, que Ihes podem encaminhar o
meio de sua salvacao.
O Sr. Braga com toja de ferragens na ra
Direta, foi desengaado por dous habis m-
dicos, acha-se bom com o tratamehto por mim
preserip-to.
A Sr.' Jeronvma Maria da Coneeigao, moradora
na travesea do Monteiro n. 1 achando-se desen-
gaada, tanibem mim recorreu e acha-se resta-
Metida.
Um sobrinho do senhor professor de Nazereth do
Cabo, acha-se bom, como se v de sua carta abaixo
transcripta, alm de outros factos, que poderia ajui
mencionar.
A phtysica a destruido e a magreza de todo
corno, em consequeceia de chagas, tubrculos, e
concreceao dos bofes e de empyema, atropina ner-
vosa, e outras molestias que viciam os humores,
como escorbuto, alporcas, gallico, asthma, bexigas,
sarampo, etc.
Na phtysica, chegando ao estado de gravidade, o
3ue muilo pode concorrer para a salvaro do
oente e ajudar os medicamentos o ar do campo,
excrcicio conveniente e dieta, a qual nao deve ser
"e nenhuma cousa quente, ou de dillieil digestao ;
e a bebida cumpre que seja de natureza branda e
fresca.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a moderar
a acrimonia dos humores, e a nutrir, e suster o
doente, para o que preciso reduzi-lo ao uso de
vegelaes e leile.
Toda comida e bebida, que se tomar ha de ser
era pmiras porcoes, para evitar que o excesso do
chylo fresco opphma os bofes, e accelere muito a
cirvulacaodo sangue.
Muitos doentes desta molestia se teem entregue
ao uso do olee de ligado de bacalho, e outras pre-
paracoes de resinas e blsamos, sem que dellas
(enham lirado proveito; e alguns expositores de
medecina cerabatem com muita razao esse irata-
meiito. v
E' costume carregar e estomago do doente com
medicamentos oleosos e balsmicos ; porm estes
em vez de tirar a causa augmentam-na, squen-
tando o sangue, ao mesme lempo que tirara o
apetite, relaxara os solidos, e sao de toda sorle per-
niciosos.
Tudo que se fizer para extinguir a tosse, alm
do exercicio e rgimen apropriado devem ser re-
medios de uatureza acida, detergente e clmame.
Os accidos possuera a vrtude de produzrein
bons elfeilos nesta enferinidade, porque, nao s
contribuem a apagar a ^de quando acometiera a
febre ethica, mas tambem a refrescar o sangue.
Aos doentes desta eufermidade, quando o seu
estado de gravidade tal que a febre ethica os
acomelte, prescrevo-lhes o sueco de um lunao
! dissolvdo em urna chicara d'agua cora bastante
assucar em um grande copo para misturar com
um papebnho dos pos refrigerantes para lomar,
com que aliviam no acometlimenlo da febre, e pela
manha o xarope elberio de veame. Teuho acon-
sejado, que facam uso de vegetaes de natureza
acida, como laraujas, limos, pitangas, uvas etc.,
e applinaces d plantas amargosas, que foriilicam
o estomago, o servem ao mesmo tempo para destruir,
e mitigar a sede.
A Sr.* D. Joaquina de S Brrelo, (endo urna
sua escrava fallecida desta mule.-iia siibraettida ao
tralamento de seu medico, resolveu procurarme
para tratar de um outro oseravo, que sofTria da
mesma enfermidade, prescrevi-lhe o xarope de ve-
lame, tem melhurado consideravelmente.
A senbora do Sr. Antonio Francisco Honorato
foi desengaada por habis mdicos desta cidade,
esteve prostada, e nos ltimos paroxismos da morte,
foi com o xarope de veame salva, como se v da
carta impressa no Jornal do Recife do 9 de feve-
reiro de 1863.
O e>cravo Emilio do Sr. tenente-coronel Rodol-
pho Joao Barata de Almeida, fei tambem desen
ganado por habis mdicos, e com o xarope de
veame acha se completamente re>labeleciHo, como
se v tambera da carta impressa do mesmo Sr. te
nente-coronel no mesmo Jornal do Recife.
O Sr. Antonio Christiano FoL filho do Sr. Chris
tiano Fogt, proprietario e estabdfecido na cidade
de Macei, o primeiro bem contiendo nesta eida
de, pois que foi empregado na casa do Sr. Len
Chaneliin retratista, eslabelecido na ra da Impe-
ratriz, acomeltidn desta molestia foi aqu desenga-
ado por habis mdicos : retiron-se para a Baha.
e all conlinuou em tratamenio, at que foi se-
gunda vez desengaado pelos mdicos d'alli, che
gando eu a Macei, um amigo pedio-me, que o
acompanhasse at a casa do Sr. Christiano para vei
um doente e prescrever-lhe algum remedio, eneon-
trei o fllho em urna cama desanimado e em estado
de prosiracao, pois que escarrava sangue, e tinh
completa inapetencia, e fraquexa, a ponto de na.
se poder por em p, no fim de urna garrafa d.
xarope etherio de veame j B achava elle no e.-
tado de passear em casa, desapparecida a inape-
tencia, e os escarros de sangue; c a tosse mi-
tigada.
No flm da segunda ja achel em estado de faz-lo
passear pelo sen >itio todas as manhaas. Acabada
esta o aconselhei, que eontinuasse no uso do me>-
mo xarope etherio alternado eom o charape alcoo-
lico de veame, e que usasse dos banhos salgado
na pancada do -mar. Sentio elle nos primeiro:-
banhos alguns choquen, mas em o aconsolhei que
eontinuasse, com o que se tem dado muito bem,
outros, que por ah se annunciam, cujas prepara-tr^
{oes ignoro, assim com o aprovetamenlo delles j^,
aos enfermos, quem por ventura tenham sido ap-
plcados ; cada um responde por si, e eu aturran
com verdade e que aqu tenho relatado, cojos me-1 (lrva "veetal
dicamenlos nesta provincia s vendo em minha bo-' (Vh-I a.. ...,
tica na ra Direiu n. 88. | SITrna I a' e^
Jos da Rocha Paranhos. 1" n,!",,,"
Nazareth do Cabo, 7 de setembro de 1863.-1^'" ,,,m fra ru
Illm. Sr. Jos da Rocha Paranhos. om o maiorjpn, '.
prazer levo ao conhecimento de V. S.. que o doen- ,.' '^, ;
te que V. S. acha-se adminislrando-lhe remedios, | JyJ.,,T. '^T'- "
acha-se no todo resta bolee ido, portanto, nada sent, ,'' ias^
tendo desappareciilo no lodo a tosse, tem muila'
disposico comida e acha-se nutrido. Deixou de
tomar os ltimos remedios que V. S, receiteu no
dia 30 do passado, resta agora V. S. mandar-
me dixer qual a dieta que o doente deve couser-
var e por quantos lempos, mencionando as comi-
das que devora usar daqui em diante.
Resta-me agora agradecer V. S. o cuidado que
tomou no tralamento do meu sobrinho, abaixo de
Deus, devido o seu restabelecmento a pericia de
V. S., e por Isso pode V, S. sempre contar com os
mens diminutos prestimos, e desejarei em todo o
tempo dar urna prova do meu reconhecimento.
Desejo V. S. todas as venturas, per ser de
V. S. muito respe'tador e obrigadissimo criado.
Francisco Beringver Cesar de Menezes.
fPlif?
Illm. Sr.Tendo solicitado do corpo eleitoral de
nossa heroica provincia a admissao de meu obscu-
ro orne na lista trplice, que foi oftererida co-
ra na ultima eieirio, consegu isto, e do modo o
mais nobie e lisongeiro mim,que por tao grande
consideraeao me confesso eternamente agradecido.
Da tribuna parlamentar eu me dirig aos eleilores
de minha provincia, e Ihes irbutei a homenagein
devida felo titulo de suprema honra que me baviam
ceucedido.
Pela lamentavel morte do Sr. conselheiro Fran-
cisco Xavier Paes Barreto d-se nova vaga no se-
nado, e nova eleiQao vai proceder Pernam-
buco.
Apresenlo-me novamente, reputando de minha
digmdade consultar ao mesmo corpo eleitoral se
nos poucos mezes decorrdos da eleieSo em que fui
considerado tenho- em alguma cousa desmerecido
do concedo em que se dignaram ter-rae os eleito-
res pPrnambncanos.
E porque tenho consciencia de 'mira, como tenho
intima ronvircao da dignidade, independencia e
firmeza do carcter de V. S., nao dnvido contar
com a sua valiosa coadjuvaejio em prol de minha
candidatura na eleicao que se vai agora proce-
der.
Ausente do campo onde a cleicao vai ser despu-
tada eu n;o cont senao com a bondade, e honra
de V. S., era cujas qualidades confio plenamente.
Sempre firme nos principios liberaes, para trium-
plio dos qna.es nenlium esforz e sacrificio tenho
poupado me reputo no caso de merecer a couti-
nuayo de seu apoio.
Fico as suas ordens.
De y. S. amigo, patricio, criado e obligado.
Joaquim Saldanlta Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864.
Uniros de boi, salgados ...
klem idein seceos espichados. >
dem idevn verdes .... >
dem idem cabra rortdo. mi
dem idem de onea..... eral
Doces seceos....... l^a
dem em jtela ou mas**. >
Idem em calda......
Espanadores grandes ....
Idem pequeos.......
Esleirs para forro de estivas
de navio.......
Estopa nacional...... arroba
Farinha de de mandioca. abfwire
dem de aramia..... arroba
Fejan de qualquer qndlidade. <
Frechaes........ om
Fumo em folha, bom .... arrota
Una
>
i
- SI
eruto I9JH
Para a historia.
No anno da graca 1864. no reinado do Sr. D
Pedro II, sendo presidente do conselho e ministro
dos negocios da Justina o senador Zachanas de
Ges e Va commendador Domingos de Souza Leo, c sob o
imperio das ideas polticas do partido.... (anda
nao sabemos a sua verdadeira denominaeao) ;
achando-se, ja ha muito, incompleto o tribunal do
commereio daquella provincia, e havendo um ds
dous ltimos adjuncios deixado o exercicio, no da
17 de marco, por ter sido nomeado membro do
supremo iribunal de justica, ficoii aquelle iribu-
nal do commereio absolutamente impossibililado
de funecionar, havendo por isso rasando a admi-
nistraco da justica commercial de segunda ins-
tancia, desde aquelle dia ate hoje, com a mais se-
gura esperanza de que esse grande beneficio ainda
continuar por algum lempo.
Acredita lo-heis, vindouros ? 11 I
22 de abril de 1864.
Pi I na* vegetaes assncaradaa de
Memp.
Agradareis vista, isentas de todo o saber re-
pugnante, tao suaves quao efflcazes, tnicas e pur-
simples gativas, estas famosas pirulas promovem, pois, to-
o proced- oas as apreciareis qualidades pertencentes a om
ment do governo, deveria bastar para que o Sr. remedio cathartlco, alterativo e restaurante. Tal
presidente do conselho e ministro da Justica se o juizo medico conhrmado pela experiencia de! pois que, tenho recebido cartas de Macei, era que
pressaase em fazer desappareeer qualquer motivo milhares de doentes. Quando as funcjSes do fica- se me coramunica o seu bom estado,
que podesse auforsar taes interpreaces. do e do ventr se acham por qualquer forma des-! Nesla molestia os expositores de medicina nao
S. Exc. hade naturalmente estar persuadido de arranjadas dftvetl ser restltoiaas boa ordem e re- < aconselham banbos salgados, apenas quando d'elle>
que a alta pasejoprn que se acha coHocado o Ron*- gulardade, com ssas pHuhs irresisliveis. Ellas tratam, dizera ser applicados contra as escrfulas,
titue o mais proemlnente representante do prlnn- 6So tao infalllves quanto agradaveis, sem coniro- hypochondrla, estberismo, amenorrhea, racthis-
pi poltico que actualmente governa, e tem a pre- versla alguma o melhor aperitivo geral, o anlco mo etc.; entretanto vi este bom resultado no Ribo
tencao ae regenerar o paiz. Pois bem, se assim remedio aml-betfoso que se pode conseguir quer do Sr. Christiano, e outros faetos ignaes tenho vis-
notaveJ quo s. estranhe que eu tivesse ex- permit Ihe digamos que muiloextraohaporeorio neste quer era qualquer oulro paiz. Em eonse- to as molestias siphylicas, e outras muitas que
O nevo banco de Parnambuco paga o 12 divP
deudo a razo de 9 por accao.
EM 29 DE MAR) DE I8G4.
O banco desconta na presente, semana a oilo por
cento ao annoat o praso de quatro mezes, e a dez
por cento at* o de seis mezes, e faz empreslimos
sobre ttulos commereiaes, e toma saques sobre a*
pracas do Ro de Janeiro e Baha.
Al Candes;a
Rendimento do dia 2...........
Idem do dia 3................
88:74.14421)
29:128J778
o7:874,20i
novlmcnlo da alfandega
Volantes entrados com fazendas.
t c com gneros.
Voluraes sahidos
com
cora
fazendas...
gneros...
118
63
60
272
681
332
Descarregam no dia 4 de maio.
Brigue inglezDantebacalho.
tingue inglezTitaniabacalho.
Hiate inglezBelfofarinha de trigo e mercado-
rias.
Brigue portugarzConmort -diversos gneros.
li linio inglezZonemercadorias.
E Barca franceza Espheremercadorias.
Brigue inglez/nrmn/onpedra de calcamenlo.
Iiuportaro.
Brigue inglez Daute, entrado de Terra Nova,
consignado Johnston Pater & C, manfestou o
segiiinte :
2,000 barricas com bacalho ; aos mesmos.
Brigue nacional Catiro /, entrado do Rio Gran-
de do Sul, consignado % Maia & Espirito Santo,
manfestou o segrate:
6,i78 arrotos de charque, 88 barricas com 182
arrobas de sebo coadn, 2 pipas cora 60 arrobas de
graxa, 1.416 arrobas de charque, 1,704 ditas de
dita; ordem.
Exportarn.
Brigue brasileiro Fluminense, carregoo para o
RiodaPrala i/WO barricas com 6,788 arrobas e
15 libras de assurar branco, 800 ditas com 1,528
arroban p 18 libra de dito mascavado, 100 cascos
eom 18,300 medidas de agurdente.
Polaca hespanhol t'entmla, crrpgou para Bar-
celona 900 sancas cora 4,728 arrobas e 17 libras
de algodao em rama.
Idem ordinario ou rpstoiho . > liaVW
Idem em rom bom..... **m*
Idem ordinario ou reetolho . > pwnt
Calimbas....... . ma aa
(oinnia........ arrota un*
1 pecaruanha iraiz)..... i MflfMi
Lenha em achas ...'.. . reo*) t*as*
Toros........ iijnj
Linhas e esteios..... . nm *im
Mel. ou melaco...... . caada tm
Milho........- . . arroba o
Papagaios....... nm 3jnw
Pao Brasil...... asnal JU*NN
Idem de jangada..... . am sjna
Pedras de amolar . . ama un
Idem de liltrar.....
i**
>
Puntas, ou r ni tres de vareas ou
novilhos....... . rato fjajn
Planchos de amarello de dous
dnjmw
II44RHI
Bape......... . hora ijmu
Salo......... mi
Sal......... . akmr-ire v*>
Salsa parrilha...... . amina Kmm
Sebo em rama...... > :4">i
Idem em velas. '...., * 7*>i
Sola em \-iqilfltt. .... urna U-i.i
Taboas de amarello. . . dazia Ifmanu
Idem diversas...... 7:i4moj>
Tapiocas. ....... . arroba UM
Talajuba........ . qinnl.il
Travs........ . ama cjnw
Unhas de boi...... . ttm M
Vassouras de piassava.
Ditas de timbo..... K^'
Ditas de Carnauba .... nX^.ii
Vinagre.....*. . . ranada :-
Alfandega de Pernambueo, .0 de abril de |M
(Assignados):
0 1." conferonte. Pedro Alejandrino de Somn.
0 2.* ronferente, Joa-quim kaana de Cmremm
Mendonca
Approvo. Alfandega de Pa.-rnmbm o. 3
abril de 1864.Paes de AnrnAe.
Conforme. 0 4." escrpUir.rio, Jom m .a
tos Porto.
Reeebednrla de rendas interna*
geraes de Prrnamburo.
Rendimento do dia 2....... oWitM
..... ii"a:.'.i
Consulado prorlneial.
Rendimento do dia 2............. :i:65tt2*-<
Idem do da 3................. 2.311*3?.
3:N4|HC
MOYIMEUTO DO P01T0.
' Navio entrado no da X
Ass10 das, palhabole nacional Artista, de Xdn
toneladas, capito Joaquim Jo> Alves da Ssrta,
carga sal; a Barlholomeu Lourenco.
Sario salalo no me*ini> da.
CanalBrigue iglez lad| Uomjlus. capito Ro-
tiieril, caiga assucar.
Obtervarlio.
Fundeou no lamaro una barca iajleza,
nao leve communica^o com a Ierra.
EDITAES.
Por esta secretara se faz poblico do i
do Illm. Sr. Dr. chele de. polica, que, segundo o*
declarado pelo delegado de polica do k-nao dr
IguarassU, em data de 30 do mez proiiato paoondo.
foram recomidos a cadeia d'aquelle termo dona e*-
cravos, qu declararan! pertencer a Joo Caroetro
Rodrigues Campello, e a Francisco Veiloao da Stl-
veira ; pelo que devero estes foKcilar, taranto
aquella autor idade, a entrega dos mesmo esrra-
vos, mediante documento comprobatorio de sea do-
minio legal.
Secretaria de polica de Pernambuco, 3 de aste
de 1864.
O secretario,
Eduardo de Barros P. de Lacero
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, oflloial da im-
perial ordem da Bosa e juiz de aireo csperial
do cuinraerrio desta cidade do Recite c sea a* -
mo, capital da provincia de Per
S. H. I. o C. o Senhor D. Pedro II a quem
guarde etc.
Paco saber aos que o presente ediial vireai ajar
por impedimento deste juizo fleou transferida aara
o da 4 do crreme mea a arrematarn da raa i
sitio no lugar da Capunga velha, tendo a frente an
ra o rio Capibarlbe, com urna porta o das* '
las ao lado, jardim na frente, copiar eum
de ferro lodo a roda, com dua* salas o <
quai tos no andar terreo : e o soto nata sala e
dous (piarlos cora janellas no oilao, entinta d oo-
tro lado, cora tres quartos, tendo ao lado boj so-
brado mei'agua, cora cinco janellas o dous \
saldes, eocheira, estribara, gallinhero,
com bomba, todo murado, avahada por oHo
de ris, a qual fura penhorada por exeeaco de An-
tonio Jos Teixeira Bastos A C. roatra Tetosfero
Marques da Silva. E nao havendo haetoor me
cubra o preco da avaliaco, a arremataeio ser fri-
ta pelo preco da adjudica;ao na forma da lei
E para quo chegue ao conhecimotoo de fasta



Mirto Je
Qo*ri letra A e Malo J 1 ft*4.
nljrwsar possa, mandei passar o presente que
ser pub'icado peta improns e atlixau aos tuga-
re do cosluine.
Iteeife,3de malo de 1864,
Bu Manuel Marta Rodrigues do Nascimenlo, cs-
rrivao, o subscrevi.
Trtau de Menear Aranpe.
rosleir Mamanpuape, cuai e.-4l..o o* i-uiui- uu
sul al o Araeajir. Os jomaos sero recebidos at
i hura da larde, e as cartas admettidas seguro
at s i horas.
Vaj seguir com hrevidade a harea nacional Ami
zade, oulr'ora Recife, recebe carga a froto comino-
do, para o que trata-se com Ha linar & Otiveira, rna
da Cadeia n. 26.
DECLAB1CES.
THEATRO
LEUDES.
S. ISABEL.
EMPREZA
(iKI!M\MI AlOInHA.
A actual empreza do theatro de Santa Isabel,
Cabido da cathedral de
Olinda.
IXi ordem do lllai. cabido desta diocese
bco saber que temi fallecido o Exm. e
Rvmd. Sr. hispo diocesano, Gcar o seu
corpo exnoslo na capella do palacio episco-
pal IrOS dias t, 3 e do Crrente, desde as |lenJo annunciado espectculo para domingo Io d
8 horas da manliaa at as 8 horas da noite, w ,,"?* "" e ,e"' sa,d? ^todo
_. c ,. .' JO de abril (ja as 9 horas da bou*) da infausta
pata sel visitado pelos fiis, alim de dirig- morte do virtuoso e digno prelado de'ta diocese .
rem preces ao Altissimo pelo descanco ter- Jo3o da Purifleacao Marques Perdigao, suspendeu
no da sua alma: e no dia 5 s 5 horas da s,'us '"bathos durante o iempo que duraremas
tarde ser conduzido o fretro para a ca-
thedral de Olinda, onde na manhaa do dia C
tem de se I he fazer o offlcio solemne.
Olinda, 1 de maio de I8t$4.
O conego Joaquim Ferreira dos Santos,
Secretario do IHm. cabido.
O Illm. Sr. inspector da thesauraria provincial
em cumpn ment da orden do Exm. Sr. presidente
da provincia de 30 de abril prximo findo, manda
fazer publico que no dia 16 do corrente ter logar
novo concurso para preenchimento da vaga de 2o
escripturario da mosma thesouraria, devendo os
pretenderte* ser examinados na grammatica da
lingua nacional, esrripturaco or partidas dobra- j
das, arithmetica e suas applieacoes com esperiall-
dade a reduccao de moedas, pesos e medidas, ao |
calculo de descont e juros simples e romposto, .
sendo preferido os que tiverem boa lettra e soube- | f* n* ^as,ao d*s festei0 no desembarque de D
rem lingnas estrangeira*.
Os pretendenles devero apresentar seas roque-
rmenlos nesta thesouraria eom documentos em
que proveni que sao menores de vinto annos e tem
Iwm romportamento.
E para constar se mandou publicar o presente
jelo jornal.

extraordinaria
Ata i0^00$000 t *000$OQO.
Terca-feira lo do correte mez ter lu-
gar a extraccau da prmeira parfo da pri-
meira lotera da igreja de S. Goncalo, no
consistorio da groja de JN. S. do Rosario
da freguea de Sanio Antonio. ,
Os bilheteav mei e qaartos achatn-se
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. *5 e as' casas commissionadas-.
exeqnias do illustre finado.
Prepara-se para subir scena, no
SABJJADO, 7 DE MAIO,
o interessanle drama, ornado de msica,
A GHA(A DE DEUS.
Grande galera de vistas mo-
dernas.
Una la Emperatriz n. &3.
Moje esta rao p Iph es as seguales
vistas:
1A pedido do respeitavel publico apresen tar-
se-ha pela ultima vez toda a cidade de Lisboa tira-
M
IIVIIOS.
hoji:
Quarta-fera 4 de maio ao meio dia.
No primeiro andar do sobrado da ra serao pagos uma hora dupois da extraccao
da Cadea do Recife n. 48. at s 4 horas da tarde > m mtmi nn dia
O agente Olvmpio vender em leilao urna gran- -.-.,:,* T 1i 4- ,' l Pl0^8,. n0 "ia
de poreto de ivrosde diroitee litteratura osquaes WJ8u"e depois da distribuido das listas.
GRANDE FABRICA
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
*-BUA DO IttISI'O |
Os premie dTli0O-ii00 t^Sm^JSttt\g!t^ttte Ti.
m.*tila "fu
sero entregues pelo maior prego obtido.
IEIIAO
DE
50 caixas com rehuas e 100 latas com
calila de tamales.
II JE.
O agente Pestaa vender por conla de qaem
pertencer em um ou mais lotes 60 caixas com ce-
bolas rocenlem-mle ebegadas e 100 latas com cal-
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CASA A FORTUNA
AOS 10:000.000
Hllhrfr* ;:)!;) 111 Idos
* roa it Cresp n. 23 e casas do eostnme
^."aisoassignadotendo vendido nos seus mui-
da de tomates : qnarta-feira i do corrente pelas 10 Srte d^^S*S Ra,n,lidos J2V "' 423 com .a
horas da manhaa no armazem do Anaes defronte tisaotolu^fflik tti*MnS*J6 oulras mui"
da alfandega. '" f,es'-8 ,00*' 40* e 205 da lotera
Esta fabrica, a mais
men
a sur profissao, como seja si.iMTiores~s.Mas, alpacas e'panno de late a 'rr.'-', ,
teza, o 527pS P-mS *** **"* "* "*" rm ~" ""*
Bonito sortimento de bengalas precos commo<)os.
____________ ^^ 4 Ra do Crespo 4
J.T1--
LEILAO
DE
Secretaria da tbesonraria provincial de Pernam-
buco, 2 de maio de 1864.
O secretarie
A. F. da AnnuneicriU).
C'onselho de compras naves
O conselho promove em 6 de maio prxima-
mente vindouro, vista de propostas entregues
nesse dia al as 11 horas da manhaa e mediante
as condicoes doestylo, a compra do seguirte :
(Jbjectos do material da armada.
100 medidas de azeile de peixe, 2 bombas de Ja-
pv n. 1, 1 balde de ferro de trazer agua do fundo,
10 barris de bren. 50 varn de cobre de 3/8, 100
ditos de dito de 1|8, 100 ditos de dito de 5|8, 40 li-
bras de cera prela, 6 arrobas de cola da Bahia,
100 croques de ferro para escaler, 40 cad>-ados di-
versos, 30 esguinchos, 1,000 femeas de rede, 100
satos com sapaulhos, 30 arrobas de graxa do Rio
Grande, 20 lanternas de patente, 10 lences de
ferro inglez de :t|8. 16 duzias de limas chatas du
6 a 12 polegada-i, 16 duzias de limas de meia cana
de 6 a 12 poiegadas, 16 duzias de lunas triangu-
les de ft a 2 plegada*, .1 mimometros para ma-
chinas. 20 arrub >s de murro de cairo, 400 nava-
Ihas de marinheiro, 200 molhos de piassaba, 600
sapalilhos 'Kversos, 'I duzias de taboas de ama rel-
io de 23 poiegadas de largura, 50 niilheiros de tai-
xas de ferro batid, :;i) lats de tinta branca, 80
latas de tinta branca de zinco, 100 vertedores, 3
caixas de vid ros garantidos de 11 poiegadas em
quadro, 3 caixas de vidros garantidos de 22 1|2
poiegadas de altura sobre 19 de largo.
Tambein o conselho 110 referido dia 5 de maio
prximamente vindouro, bem como em outros de
8UM sesses, contina a receber propostas relati-
vaiin'Mie madeiras curvas deque precisa o arse-
nal de mantilla para onslruccao de um transpor-
te de guana, as aanavaas que tem da fazer ds
Javagam de roupa do< eslabelecimenlos de mari-
nr.a no correrte trimestre.
Sala do conselho de compras navaes 29 de abril
de IM4.
Alexandre llodrigues dos Aojos.
Secretario.
Trihimnl dt commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
IVrnainbueo se faz publico, que nesta data foi ins-
cripta ii" livro rmpeteme a carta de registro do
brigue Am-eliano, da 210 i motadas, do qual sao
proprielarios Mata A K-pirito Santo, e mestre Joo
Esteves Varzca.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
iiambuco 22 de abril de lKu'i.
Julio (luimaraes,
Official-maior.
Iiisp'ccA il 1 ipmmI 4 ninrinha
Ka/.-se puMieo que a com'nissfio de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamenlo
anm'xo ao decreto 11. I32i de 5 do fevereiro de
1854, os easco, tnac unas, caMeiras, apparclhos,
O istrraafo, veame:, amarras e ancoras dos vapo-
res Pertmunoa e Slimmgiutft da companhia l'er-
nambiirana de aavegacla eosteira, aehoQ todos os
objectos em regular estado.
Inspecco do arsenal de marinha de Pernam-
bCU 3 de maio de 1864.
H. i. Marhosa de Almeida.
Inspector.
Consellio Je compras navaes
e ordem do conselno faeo uutiUco, para conhe-
cimento de queffl possa interessar, o seguirte avi-
so de 30de marco ultimo, acarea das multas que
dora em diante se acham suj-ilas os contratos pe-
la compra de objectos necessarios para o servico
e consumo da armada, armazens e mais estabele-
-cimentos de marinha.
AVISO.
2 seccaoHio de Janeiro Ministerio dos ne-
goeio* da mariiilia em 30 de mareo de 1864.
S. M. o Imperador ha por bem determinar que
nos contratos que forem d'ora em diante celelira-
dos para compra di material iteeessario ai servico
consumo da armada, armazens e mais estabrle-
cimentos da marinha, tanto |ior essa intendencia,
como pidos eonselhos de compras, a que se referen)
os derretos n. 210S de 20 de fevereiro de 1838, e
2.i'i"i de 3 de marco de 1860 se comminem multas
de 10 0|0 para o* casos de demora na entrega dos
artigo, e de 20 0|0 para os de falta de supnnmen-
to, 011 de m qualid tdedos gneros fornecidos.
Mara Pia.
3 mor^uedoKsToado^ -w MV.Has, lcairas e m.il.s ou-
4 Um naufragio as costas de Marrocos. ti"0S ObjeCtaS.
o O vuleo no monte etna ou gibel.na Cecilia. ftexta-feira ti de malo s IO ho-
O director desta grande galena tara mudanca de 1 _^_
novas vistas as 8 e as 9 horas. af *m F"
O salo estar aberto todas as noites at as 10 :J- Keller temi de retirar-se para Europa rara
(i'.innV sortimento de ferros a ara mai-
cineiro e nurives, instrumeitos e
ierras para deallstaS, lastrumeat^S i ^d/aJ__le maio prximo pelo tatltajoaa plano
decirurgia, pfdr.is de aliar, brinque
que
se acatmu de extrahjr a benelicio da matriz de
IJarreiros convida aos possuidores de ditos bilhetes
a virem receber seus respectivos premios sem
descont algum em seu estabelecimeoU ra do
(.respo n. 23.
O mesmo tem exposto a venda os uovos e afor-
tunados bilhetes garantidos da prmeira parte da
pnmeira atera de- S. Gonato que se exlrahir
99
Armaztm de fazendas
BC
Custodio, Carvailio & Companliiji.
WUA IIO O! II VI 11H>
7
horas.
A despedida impreierivelmente no dia 15.
Entrada 500 res.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCARA
DE
Wavegaco eosteira a vapor.
Parahvba, Natal, Maca, Ararat, Ceara Acarar e
liranja,
No dia 7 de maro prximo s
5 horas da larde segu o vapor
I'er>inungu, commandante Rales,
liara os por los cima indicados.
Recebe carga at odia 6. Encom
leilao por intervencae do agente Pinto e para li-
quidacao de todos os objectos aciina declwadns,
existentes na sua luja ra da Imperatriz n. 9,
devendo principiar hora cima indicada.
Em continuaco vender-se-ha a armacao e mo-
vis da dita luja.
DE
Urna casa terrea em chaos
proprios situada na estrada
do Manguiiho.
Seita frir 6 d correte s 10 horas.
O agente dympioacha-se aulorisade a vender
das loteras extraordinarias.
Os premios sero pagos como de costume.
Precos.
Bilhetes asabas....
Me'0S- ......
Quartos......'.
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para rima.
Bilhetes........ 11A000
Mft"......... 5*500
Quartos......, JJ730
Manoel Martin* Fiuza
Craade peehlaeha.
n,^, ^"""raia branca lavrada propria para vestidos a cortinados pelo haral" prrro ,|-
t .1(1,1 pcej. m *
Toalhas de linho adamascada para mesas a 35500 e 45 cada uma
Ouardanapos de linho franjalos a 3 a duzia.
Toalhas de linho para rosto a preco de i4, hftSHQ a 125 a duzia e uma 360. Vil) e M
Outra pechlBcha.
i ambraia escura verdadeira organdvs a anaco da 240 r o evado
aloes para senhoras e meninas a penca de 25500 a 35 cada um.
rilo de huno liso vara 500 rs.
125000
65000
35000
Panno de linho do Porto com 10 palmos de largo proprio para laajBOl
vara 25.
9SS5SS -vi
mendas, |iassageires e dinheiro a frete at o dia em leilao publico a casa terrea de pedra e cal em
da sabida as 3 horas da tarde : escriptorio n. chaos proprios sita na estrada de S. Jos do Man-
Forte do Mallos n. i.
rinho n. 25, a qual fica defronte da igreja e tem
salas, 2 quartos e quintal. 0 leilao ser cfTec-
] tuado no dia e hora cima no primeiro andar do
sobrado da ra da Cadeia do Recire n. 48, aonde
encontrarao os pretendenles o referido agente pa-
| ra qualquer inforinacao.
LEILAO
DE
Bm m lllfl f IIIUIV/ OllUIU ^' ill NI' 11'- til' l| iros jarr-'S, porta JOia*, fracteiras, [tjaajn : a tratar na ra do Hospicio n. 22.
porta relogios c muitus uniros ob-
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
Xavegacao eosteira a vapor.
Tortas du sul a Iraraju.
O vapor Ufamangiiiipe, com-
mandante Muir, sahir para os
pr>rtos cima indicados de Ma-
cei, Penedo e Aracaj no dia 4
do corrente s 6 horas da tarde.
Recebe carga smenle at o dia 3; encommendas,
passageiros e dinheiro a fete at s 2 horas do
dia da sahida : escriptorio no Porte do Mallos nu-
mero 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\';i vega cao eosteira a vapor.
Portos de snl.
Rica transferida para o dia 8
do correrte, a viagem que doria
ser hojefeita pelo vaiwr Maman-
guape, para Maeei, Penedo e
Aracaj, em virtude de delermi-
naean do Exm. Sr. presidente da provincia.
CjMPANHIA pernmbcan
DE
Kavegaco eosteira vapor.
Maeei e escalas, Pcoedo e Aracaj.
O vapor li'imanguape, com-
mandante Moura, receber anda
carga at o dia 4. Encommendas,
passageiros e dinheiro a trete at
o dia 7 as 3 horas da tarde. A
partida do vapor ter lugar no dia 8 s 6 horas
da tardo : escriptorio uo Forte do Mattos n. 1.
COMPANHIA BRASILEIKA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 16 do corrente o vapor
Paran, commanMante o capito
de fragata Santa Barbara, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os iwrtos do norte. .
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sea 'ro envidrarado-e com os respectivos arrcios cha-
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever nPa,,0< ,,e mtlal principe, no da e hora cima in-
ser embarcada no dia de sua chegada: encom- dl<-a'os "a P"rla dos Srs. Maia & Irmos, na ra
mendas e dinheiro a frote at o dia da sabida s 2 ""Perador.
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de w^m^^^
A VEl HA ENCICLOPDICA
Respeitavel
UJ" ua irmaii.laae do S.S. Sacraoie.il..
aa iiYgueria de S. Jos, convida a sius cha-
ros rnaaos, para .jne boje s 1 horas da tar-
de, comparecam na igreja de N. S. do Terco
que serve de matriz, anu de encorporacao
dingir-se capella do palacio da Soledade,
assistir a encommendaco que o Rvd. vigario
interino com o Rvd. clero desta freguezia
teem de razer peto finado bemfeitor o Exm.
e Rvmd. Sr. hispo diocesano.
i ni si ii misil i ail ti usan !
O secretario da irmandade de N. "S. do
Terco, convida de ordem do Sr. juiz, a Ndos
os'seos irmos para que *oje pelas 4 horas
da tarde, comparecam em anana igreja para
encorporados irmandsde do SS. Sacramen-
to erecta na mesma igreja, assistii na capella
do palacio da Soleaade, a encommendac.o
que o Bvm. vigario e Rvm. clero da fregue-
zia de S. Jos tem de fazer pelo fallecido
Exm. hispo diocesano.
estabeleclmeoto de fazeadas
Crespo numero 19.
DE
JOS GOMES VILLAR.
Trtd merecida a proteccie das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
O-proprietario nao descanca um s momento para bem servir aos seos 'i-u' u
zendo encoiuineudas para '
Inglaterra, Franca, Sissa eAllemanha
das melhores fazen das para
Senhoras e para homens
[e vende-as por precos non admira.
Aluga-se um ptimo prelo da Costa para todo
e qualquer servico de urna casa, e mesmo para a
ra ; muito sadio e sem vicios de qnalidade al-
Iinportanle eslalielctimenlo
DE
Fazendas
jeoos le maniii e.
Scxta-frira (i de main das 6 s !l hars da
O agente Pinto autorisado pelo Sr. J. J. Keller,
rara leilao sem reserva de proco de todos os ob-
jectos de marmore cima mencionados existentes
em sua loja ra da Imperatriz n. 9, dss 6 s 51
horas da noite do dia cima dito. m tempo de-
clara-se que se faz Iodo e qualquer negocio com a
armara.) e movis da mesma loja.
IEIIAO
DE
tata rica mafia en vid rae* da e f-
ferentes mov is ila loja la rna da
Imperatriz h 9.
Sexta-feira 6 de main a* meia dia fin pout.
O agente Piulo autorisado pelo Sr. J. J. Keller
far leilao no dia e hora cima dito da armacao
da suajoja da ra da Imperatriz n. 9, assim como
de difireme* movis constando de mesas, sofaes,
marquezas, lavatorio, cadeiras de guarnico, ditas
de halanco, camas de ferro, e nutras objectos que
estaro aoexamedos concorrentes.
LEIIiAO
DE
lm opt mo carro envidracado e com
os respectivos arrcios chapeados "
de iiD-lal principe.
Sexla-feira 6 du torrente s 11 horas.
O agente Miranda levar a Imlio um ptimo car-
O abaixo aasignado pede a todas as autorida-
des, capitaes de campe e pnssons do povo, da vjiia
do Limoeiro c uralo do Bomjardim, que appre-
nile. hendam um sen escravo de nome joannira que se
acha tupido nesses lugares desde 22 de ravereiro
uo anno prximo passado, bem como j esleve no
anno de 61 por 8 meces no verterte do Serr, |ier-
Icaiente a D. Joanm, mana nu prenla do talleci-
do Jos Candido, senhor que f-> do dito escravo, o
nanl d.-meia idade, doenre do p esqnerdo e com
falla de alguns dedoe intitula-se de Torro, e trajo*
de pobre : quem o pegar leve-0 ao pateo da ma-
triz de Santo Antonio u. 8, que serao recompen-
sados.
Bernardino Jos Lejtao.
me V. S. ciimpriri, na parte que Ihe toca.
Des guarde a V. S. Joo Pedro Dias Vieira, Sr.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BBASILEIJ1A
DE
PAQUETES ,1 VAPOR.
E' esperado dos portos do norte
at o da 17 do corrente o vapor
Apa, commandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do cosame se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
i ser embarcada no da de sua chegada, eneommen-
1 das e dinheiro a frote at o dia da sahida as 2 ho-
! ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C-
AVISOS DIVERSOS.
capitn de mar e guerra, intendente da marinha.
Sala do conselho de compras navaes 3 de maio
de si. Para o ii iranho e Para.
Alexandre Rodrigues dos Anjos. o patacho Beber ihe a seguir com muita brovida-
Secretario. de recebe carga e freles para Marauho 300 rs.
No dia 6 do corrente mez tem de ser vend- pur arroba, e para o Para 360 por arroba ; tra-
da em praca do jniz da 1" vara civel, depois da ta-.e com os seus consignatarios Antonio Luiz de
audiencia, a olariasita na travessa da Passagem da Oliveira Azevedo 4 C. no seu escriptorio ra das
Magdalena n. 2. por execucao de Antonio da Silva Cruzes n 1.
Maa contra Jos Paulino de Almeida a sua um-
her, avallada por 3004 : os licitantes podero
comparecer na sala das audiencias no dia aciina,
ao mein dia em ponto.
Vai praca, Derante o lllm. Sr. Dr. juiz de
orphaos, sexta-reira. depois da audiencia do mesmo
juizo, s I i horas do dia. a casa terrea n. 22 -la
ra do Tambi : qoem na mesma casa quizer tan-
car por arremalacao de venda, compareca no dia
hora no lugar do costume, podeodo ver o edilal
em m. do res(iecliv poi teira
Directora das obras militares.
A directora das obras militares convida as pes-
soas que se quizerem encarregar do calafeto do
edificio do hospital militar, a apresentarem suas
prupostas nos das 2, 3 e 4 do mez prximo vin-
douro, na men.-ionada directora, das 10 horas ao
rucio da, onde podero obter os esclarecimentos
\ de que necessitarem.
X. Directora das obras militares de Pernamburo
) .30 de abril de 1864. -Luiz Francisco de Paula de
f Albuquerque Maranho, servindo de amanuense.
V por imi'edunenio do juio do commercio dei-
xoi) de se efectuar a arremataelo do sitio e casa
Rio de Janeiro.
O brigue Impeiiul Marinheiro segu cem brev-
dade, e pode receber alguina carga : trata-se com
os consignatarios Marques, Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6.
Gabinete Portuguez de
Leitura.
Por ordem da directora commanico a lo-
dos os Srs. assoriados que, em consequencia
do infausto pagamento do Exm. Sr. hispo
D. Joo da Purifieacao Marques Perdigao,
nosso socio honorario, o gabinete conservar-
se-ha fechado at sexta-feira, 6 do correrte
mez.
Secretaria do Gabinete Portngnez de Lei-
tura em Prnambuco, 2 de maio de 1864.
Joaquim Gerard de Bastos.
I* secretario.
DF.
Seda, 13a, linho e algodo.
?j>3!i uMrja ranau
Rna do (ropo nmuero 19,
RECIPE.
Vende liatatissinm.
Imporlaale cslalielerimfRU
l>K
Fazindas
DF.
Weda. la, linho c alge>do
mjc BDjiia 'raiava,
Rna do < rrs| niiMaero ti
RECIPE.
tcn.lr harali.vsimn.
SOS aMBSi

AO C03DIERCI0.
Para inostrarmos uma prova de nossns
seniiinentos pelo i>assamento do Exm. hispo
de-ta diocese, (levemos fechar as portas, de
nossos estabelccimentos at sexta-feira horas
em que se der sepultura o cadver do vir-
tuoso tinado, e mais urna prova da nossa dr
para com aquello que soube cumprir na tr-
ra sua nrissao.
^SSfiLd^S osa &**&
i
84Largo da Santa Crog 84
.No grande armazn) de moldados denominado Aurora Brilharte, o r.-peit^vel m-
blico encontrara sempre um completo sortimento dos melhores gneros alum-ni.e,.,. ..
vem ao mercado e por precos sempre commodos como se v da tabella rrauialn
II !
i ria ifl
um rriado preferindo-se portuguez
Precisa-se d
para casa de um mogo solteiro : a tratar no
do Paraizo n. I i.
largo
0 cirurgio Leal mudou
1? a sua residencia da ra do
Para o Rio de Janeiro, a trete barato, est
carregando o brigue brasilero Imperador, de
mana e com commodos para escravos : a tratar r\
no escriptorio Amonm Irmos, ra da Cruz n. 3, UUeiIUadO aiH a TUa QaS
ou com o capito Jos Rodrigues Prals, Da praca '
do commercio.__________________________________
Para o Maranho e Para
pretende seguir com moita brovilade o patacho
nacional Beberibe, tem parte de seu carreeamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo em seu escriptorio ra da Cruz n. I.
Para Baha vai sahir em poucos dias com a
carga que tiver o veleiro patacho D. I.uiz, capi-
to Jos Teixwa de Azevedo, quem no mesmo
quizer
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
oa iviv'im uv aanw*w*avj inavnni n m' -mum ** #
S ffiMK^rr^ W grA VSVXZSrS, flasao, chamado por esenpta.
do dito impedimento o Illm. Sr. Dr. juiz do com-
mercio designou o da 4 d'i corrento em que lem
de fazer audiencia, e efT-rtuar-se dita arremataco.
O Illm. Sr. insiiee.tor da thesourana provin-
l .ISIK A
O brigue portuguez Corumb segu oom brevida-
fazer publico que do da 3 do correrte dp, pode receber alnuma carga a frote e passagei-
oor dianle pagam-se os ordenados dos empreados ro> : trata-se com os consignatarios Marques, Bar-
aiiblnos veicidos no mez de abrit prximo lindo, ros & C. largo do Coipo Santo n. 6, ou comoca-
Secretaria da the-ourara provincial de Pernam- "
buco t Ue maio do I86i. O secretario,
A. F. dAonuu.ciac.ao.
lorrei.
Pela administrago do correio se faz publico,
da larde em porto fe-
pilao Henriqun dos Santos Kernandes.
Para o Rio l.rnulr do Hu
pretende seguir .roiit muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamento
prometo : fiara o resto que Ihe falta, trata-se com
Aviso aos Srs. de engenho
e chefes de familia.
Avi-a-se aos senhores cima e ao respeitavel pu-
blico desta cidade, que na fabrica de sabo da ra
do Rangel n. 34 vende-se constantemente satiao
amarello iii;i--;i de superior qualidade, tanto em
caixas, como a retalho, a 200 rs. a libra. Escusa-
do compra rem n'o na> tabernas a 280 e 2.10 rs,
piando na fabrica o podem haver por taomdico
preeo-, portanto o propri.tario desta Ehoca_espe-
ra do respeitavel HUbliro toda a tadjuvaeSo por
me hoie (i) p-las 3 horas
cliar-sc-liao as malas que deve couduzir o vapor ou na praca do commercio.
o capilo Beiannino dos Sanies Pinhelro a bord*. e.-te beneficio que Ihe faz, reduziado o proco dette
genero de pritneira necessidade.
Irinaudade acadmica
DE
Koos.i Senhora co Rm-('onsclhn.
Em nome da mesa regadora convido a todos os
nossos irmos a comparecerem hoja, 4 do corren-
te, em o nosso consistorio, alim de encorporados
ao nosso (apetito Irmas ao palacio episcopal assis-
tir enrominendaco, que a mesma irmandade
manda rosar p lo eterno repouso d S. Exc. Rvma.
o Sr. bispo diocesano.
O secretario,
Jos Correa CAraiijo Jnior.
O abaixo assignado tendo arrematado as dividas
activas do finado Manoel Joaquim Dias de Castro
e as dividas activas da mas-a de Castro & Amo-
rim compradas pelo mesmo finado, anatema hoje
fierlencenles, npo a todos os devedores do misino
finado para virem pagar seus dbitos na ra da
Senzala Nova n. 9 ou na ra da Cruz n. II, no
prazo de 15' dias a contar desia data, do contrario
serao obngados a pasar judicialmente, nao se at-
tendendo a reclamaciio algnma. Recife, 26 de abril
de 1864.
Francisco Pires.
0 Sr. Innocente (ali.ls calumniador),
que no Diario de bontem fez algumas per-
cuntas a respeito do chama.lo de pessoas do
vapor Varaeme, se quer ser acreditado
queira declarar .juem forana essas pessoas,
a que se retere, tanto mais que seu pedido
bem parece de pessoa emb ia^ada ; pois,
queria s der. horas da noite ver divisas de
distinecoes militares com binculos. Segu-
ramente, este Sr. innocente, estando acos-
tumado a viver as selvas, toma todo o som
por Iwrros, de que seus ouvidos devera es-
tar acostumados, ou fazer parte d<>s qnadru-
pedes que s conhecein os dir.tos de seu
instinclo e ignoram que as leis martimas
nao prohibem recolher-se seus bordos
dentro dos portos de seu fundeador : por
ultimo. convida-.e-lhe a asignar seu mime
e eniao se conhecer se digno de outra
resposta.
0 inimigo da innocencia Rnnida.
Futri do poder dos abaixo assignado o seu
escravo de nome Al-ixn, que houveram por com-
pra que fizeram em hasta publica aos herdeirns de
Jos francisco da Cruz, senhor do engenho Pintos
onde provavel se renta remijiado. "E' eriouio,
le trinta annos de idade pouco mais ou menos, cor
preta, secco do corpo : rogase a quem o pesar le-
ve-o ao armazem de assucir, no largo da Assera-
bla, quesera recompensado.
Jos da Silva Loyo & C,
Olferece-se para euvominar em casa de fami-
lia urna senliora solteka : quem pretender dirja-
se na dos Burgo* n- 7, segundo andar._________
Manleiga ngleza flor a libra a 800 e
Dita segunda sorle a 6i0 e
Di la franceza a 600 e .
Pila dita em Larris o ineios a 530 e
Tourinro de Lisboa arroba 8,5800
e libra a.....
Chouricas novas a libra a
Queijos do reino no vos a
Cha hysson muito superior a libra
Dito dito mais abaixo a i&, 2400 e
Dito perola a libra ....
Dito prelo multo fino a .
Dito mais abaixo a I .Si'.mi e .
Caf de carneo prmeira qualidade
arroba \)& e libra
Dito mais abaixo arroba 8J800 e
libra......
Arroz do Maranho o melhor pos-
srvel arroba 35200 e libra .
Dilo da India arroba 2&SO0 e libra
Aloisia arroba 45800 e libra .
rwneo arroba 55 e libra
Fariha em saceos grandes igual
a de Mu ibera ....
Charutos linos caixado 100 a SS900
35 e......
Bolachinhas de soda arroba 640 e
Latas com dilas muito novas a
Ditas pequeas de varios formatos
Latas com peixe ensopado de posta
Ditas com ostras a 720 e
Ditas com marmelada a libra .
Ditas com ameixas francezas a
15400, 23200 e .
Caixmhas de ditas com bonitas es-
tampas a 15600 e
Ditas com figos ....
Latas com fructas em calda
960 Latas rom massa de tamalea nnva a
720 lil.ra
640 Itoioes com graxa '.17
.'iliO Huzia de lata- de prava a
M.issas para sopa a .
320 Vineixas fran.ezas libra .
720 l'..s-as a......
35000 Figos de comadre novos a
35OO0 Motes arroba 4-5 e libia
35-tM Amendoas a :il e .
:i-52(K> Azcitonas de Eivas em frascos 1
25100 ionserras francezas e incleaai
25OO0 frasco a......
Polvo de Porto libra a
:(oo iagd e sevaolato nova a
Vinhos es|.eciaes do Porto caada
280 55800 e sai-rafa
Dito muitolinoa caada 75 e garrafa
120 Ditoda Figueira puro a gari.fa
""' 560 e caada
Dito de Li>ba a garrafa 480 e ca-
nalla a 35200 e ....
Cognac verdadeira a garrafa a
Serveja das verdadviras marras a
duzia a 65 e.....
Goinina de engommar nova arroba
35800 e lil.ra a 120 e .
Farinlia do Maranlio a libra .
Verdadeira matarana para f.af.a
arroba 85500 e libra
100
160
200
65000
45500
720
25OO0
13100
15200
800 sarcos cdin farello de Lisboa
720 35500 e
fijlas de lirapar facas a
35800 Massoscom palitos linos para den-
les a
I5S00 Carrafas com mel de a'tcllrt novo a
15500 Ditas com diversos laffttfM a
0 Ditas com genebra de laranja a
i .501*
:i58no
I52W
754NMI
160
It-I
480
15H00
IU V DO QUEIM4D0 \. U.
Leja de fazendas de Augusto heuVruo dos Sants Porto.
Fazmdns prrlas pam a nuwesma.
Ricas capas de seda preta bordadas e enlejiadas fiara senhora.
Soutemharques e manteletes de seda protos muito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enlejiados a 175.
Luvas de pellica de Jouvn para homem e senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Sortimento de grosdenaple preto, pannos finos, casenras pretas, merino, sclistria r l*m-
basina preta tudo por commodos procos.
Camisinhas de cambraia aGaribaldi e camisinhas e manguitos brancos a de ror.
Vende-se para acabar organdvs da India a 320 rs. o cova.lo. laasinhas a 360 r>. o .-.iva4>
camhraias de cor a 240 e 310 o covado e mutas oulras fazendas por commoJo precos.
Chegaram as muito superiores
KOTEI KAN PARA ^AIAH.
__ Procurase para alugar, rom i.roferoncia no
bairro de Santo Antunio, n'um sobrado decente,
um pequeo andar en parte d'iim andar maior :
quem tiver di rija-se ao Holel d*Europa ou annun-
cte por este jornal.
Luiz Antonio Silva, subdito portuguez, reti-
ra-se (tara fra do imperio, e deixa como seus pro-
curadores em 1 lugar o Sr. Justino da Silva Boa-
Vista, e em 2." o Sr. Joao Jns Pereira, o qual toa
igualmente como gerente do seu eslabelerimcrto
de calcado silo na ra larna do Rosario n. 12, a
quem lie a prohibido comprar ou vender a praan,
por cujas transaiees o anounciaute seno rospon-
nhiiira
Aluga-sea casa terrea tu ande da ra da Pun-
te Velha n. 18, com commodos para grande fami-
lia : a tratar na ra da Matriz da Boa-Vista n. 54.
cun Antonio Joaquim Ferreira Porto.
' ft oga-se ao lllm. Sr. Juliao Tertuliano Mont.i-
ro o. obsequio de mandar levar ao escriptorio do
Dr. 1. Campos, pateo de Pedro II, sobrado, a en-
roniinen.la 0/10 trouxe de Lisboa para aquelle don-
?ir, ou aaaunciar sua residencia para ser procu-
rado.
Ausentoti-se ha 20 dias, da casa oV sen se-
nhor, a preta Thereza, c-wn os s-voirte ijcnac :
baixa, com falla de um lanjB) na frmle, \*-* enm-
sos, e tem marcas de rearf^ftmta* i .?nc.ro. anda
nesia c lade, c diz ler lir.-nc do subscripcao para liliertar-.-e': qm-m a pesar fe*e-a
ao Dr. Salvado, na ra do Queuna.i.. o m imm
Dr. agradecer a quem a |iegar, protestar enea*
dos recursos legaes contra quem a orruNar.
Pede-se ao Sr. the-ourriro das lotera- jssa
no caso que saia a surte no meio kllMe m. IOS.
nao pague porque pi-rlcn.-ente a GHro-Vs M^ria
do Canno Lima, rujo l.ilh. 1 e iansa biteru .pw
tem de correr uo da 10 de iM4.
_ OlTerece-se nina ama para casa de h >rann]
solteiro ou de pouca familia, para roxinltar. ra>
couimar e fazer o narvaja de .entro -le ra-a, ti-Mi-
? m lose a enndurta : qivm a quizer alosar d-
rija-se ra do Imperador, tereetre andar r. 15


4
Mario de Pernainlmo ttuaurta felr* -Me .H*U de _&_**?
TINTURARA.
As pessoas que leein obras na liuiiiraria da isa
do Rangel n. 38, segundo andar, teirtajn a bonda-
de de as vir tirar al o-da 15 do corren'o, |>ois do
contrario serad vendidos para pagamento._______
Aluga-so aw moleque do-lo a lo aonos
A -laialia muHter fbema Adelaide dcShjncira Ca-
valcanti, iliyita til lia do Sr. cdinmeodadur Auto-'
io de Minirira Caiajeanti. seiibor -de Martt-
pai|ipe.
Foi cort verdadeira ndguacao]uedeparei no I
DijHo de Pfrvamtuco de"30 oom-tlnia historia to-
tfcjiaurt.
___r=-~i
dcr.dirija-se "ra da Imperatriz n. o, primeiro.
andar.
idade, proprio para todo o scr*$ : ueu> pretea- a romntica e lgubre a maititespeito ; mas cer-
tamen te de muito met fosto, para todos aqnelles
que a leram, ja faiteado dos uaomenores passados,
que seguirn) a separaco de minha mulber, eltei-
tuada traicocirtimcuto no engeulio de meu sogro,
onde com ella e meas Aftas, na maispcrfeila har-
mona passavamos a festa de natal ; nella. o man-
do desditoso," regeilado com despreso, e hgu[ado
como um hornera cheio! de vicios o de crimes, c a
mulhcr que diz o ter abandonado, figura como urna
esposa virtuosa e disiocta, que somente por nao
ter podido mais supporta-lo, com razao e sen) ser
por suggestoes de pessoa alguma, o aborreca o
l.iq'iinio.
J. J. Kell'T envidaos senhores legislase orespei-
tavel publico ein geral, de aproveilar i eoB)|irar o
resto das peraBChas na sua loja da ra da Impe-
ratriz.________,____________________
J. J. Keller vai para Europa no navio Spliere
com sua senhora e quatro lillios menores.
A viuva de Jacinlho Silvestre Vicente, mu
dou a sua residencia da ra da (lua n. 38, para a .
ra da Cruz n ii, primeiro andar, e ah contina
com o e3abeleemento que linba o seu tinado
marido, propondo-sc a dar jantares para (ora por
proco commodo, e asseio : quem precisar, procu-
re em dita casa cima. Na mesma casa se preci-
sa de urna ama para o servieo de cosinha e en-
gommado.
__ Precisase de um amassador e um bom for-
neiro que sainan bem desempenhar os seus luga-1 declamagoes sempre vagas, que partem no intuito
res : a traur na ra larga do Rosario n. 16, pa-' e me ferr cruelmente do lado dessa senhora, que
dara. _________________ coitada, j nao sabe do que meies pode soccorrer-
Se a esposa que liouvesse realisado o_ seu casa-
mento por amor e sement por amor, nao abando-
nasse algumas vezes o seu marido, sem que este
dsse causa,entao Jamis tcrianios de lamentar
tantas desgraeas que se dao quasi todos os dias I ^ arranjos.
Entretanto, gracas a providencia, sou um desses *^ovog arranjos.
homens bem conbecido na sociedade por meu com- j ^ovos _rranjos.
portamento, c assim pode-se roelhor ajuizar das ^ovos arranjos!
Novos arranjos.
VENDAS.
Jos Ribefro de tirito e Jos Lntz uaiacoTa-
t iem sc.iento.-aorespeitavel corno canuaercial tiesta
praca, que do ala 30 de abril proumo Onde con-
clui-se a sociedade com que gyrava a prtnsa de
algodao do'largo da Assemlda u. 20, -sob a firma
de Brito Jos Luiz ; (lcando o socio J*s I.u.z .
comomeswo-esUbelecimento, eencarreado igual- c roanstos, proprios paraen^nmi.
mente dTtiquidic da extincta sociede.Be. | arcilla le -mallos.
Na ra do Vigario ns. 8 c 13 voude-se urna
escravae'#u escravo (pcra>), cor preta, mocos,
~F1VELJ8
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
O abaixo assignado tcoi a honra-de participar I
ao respeitavel corpo coininercal; que desla data dados. Para ver e tratar na coeheira que foi do
em diante contina como eslabelecimento de pren- Malveira, ou na rua larga do Rosario n. 34.
de oro i: com pe (ira*.
Mi esteva pera a aguia Lraara Visar Irar lia
graade parta l na tea fr-ca-netn ft **.M
apreciadas lindas de api e coia pedra*. taor n*
Vended urna encllente parelha de cavallos ro- apressou-se .... mandar boarar o. btlte v
que acaba de receber : e \ftn a-im as
fitas, cujos novos etonib aa'trftai >tmm
a-dealgoaao nolargo da Assee^bla n. *), sob a yZtt fo m.mA\M^ ^7, fS.^ mnTdS d.nl' ft^'S
saa firma e responsabilidade, euvnnmpnmento do I tlrlllllcl Uc 1U due, empregar todos os meies-ea alcance, para
corresponder confianca, que espera alcaucar por
-seus actos.
Kecife 2 de maio de 1864,
Jos'Luiz Guaiaco.
" S ra do Trapiche n. 30 deseja-se fallar com
o Sr. Jos Luiz de Hatfos.,__________________
de um canoeiro e que saiba an- [ se para agora justificar a sua separacao, como para
quem quizer, dirija-se cm San- as cohonestar perseguiees inauditas excrcidas
Precisa-se
dar com um boi
to Amaro, sitio de C. L Cambronoe.
]>or seu pai protector
Nao quero, cu o protesto, entrar n'uma discus-
Ao echo das falsulades e .aluminas toipissimas. b-0 Vergonhosa pela imprensa, quedeve ser sobre-
A pessoa que de una penna mercenaria cm pu-manejra Dcunv,.mente nnnlia propria mulher,
acerca das justas razes qa*;ictuam em meu es-
pirito, para pretender annullar a celebro seutenca
>iho, escreveu os improprlps e as dtatribes que so
leem em um Annuncio assignado por mlnna pofire
e infeliz mulhcr contra miui, se lem alguma dig
nidade, se tem inesiuo consciencia do que tao im-
pudentemente nelle aventurou, haja de assutnir a
s toda a responsabilidade legal pela sua publica-
cao, se a tanto for capaz.
Mas nao, um assassino a quem se paga para
apunhalar sem piedade a reputacao daquelle que
nao pode abaixa-lo al a si, sempre cobarde.
E por isto mesmo que aproveila-se da valiosa
condigio de urna esposa, para fazer com que ella
figure como autora e nica responsavel dessa es-
cripto, [>ela certeza de que, como seu marido, nao
hei de intenur contra ella urna aeco criminal.
O desgranado, pois, que assim procede, pode
cortamente estar bem seguro de sua mpunidade,
para assim a sen salvo me calumuiar e me inju-
riar porque nao conla sen'io rom
ao seu vidamente e corrupcao.-
Pereira de Iturgos Punce de Len.
A lien cao.
Precisa-se comarar una negra de meia idade,
que seja robusta e sadia : quem tiver para vender
dirija-se ra da Gloria n. SI, a'tralar com o Sr.
GuilhiTine Gomes Padilha. _
Machina de vapor, propria para mover ma-
qaina de descarocar algodo e para padaria, ou
qualquer outro machinismo que precise de forca
de 2 at 3 cavallos : para v4r e encommendar os
dentes, pode-*e dirigir ao r. Antonio Maa de Bri-
to, fabrica de cigarros vapor na roa dos Quarteis.
. Aluga-so irm sitio a estrada da Ponte de
.Uehoa e marg.'m do rio, pouco adiante do Illm.
'Sr. commendador Nery Kerreir, tendo banheiro,
Retratos de 34 por liSOd i palanque, galinheiro e entras acommodagoes; e
Retratos de 3* por 14S00. outro dito no Moatairo, cm frente aq oitao da igre-
Retrates de 35 por lfioOO. ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
Retratos de 35 por 15500- aa, ra do Crespo o. la, ou estreita do Rosario na-
Retralos de 35 por 15500.1 mero 31
Retratos de 35 por 15S00.
200 retratos tirados por dia.
"que me cohdemnou, decretando o divorcio : tanto t
mais hoje, que muito confio ta boa organisacao da joq retratos tirados por dia.
justica ecclesiastica, de cujos tribunaes so podem 200 retratos arados por dia.
presentemente partir decisoes justas e eminente- 2oo retratos tirados por dia.
mente jurdicas em favor de quem tiver de seu la-
do o direto e a justica.
Para os tribunaes que devemos appellar de
nossas questoes, elles sao os nicos competentes
para as decedir.
Assim posto, os fingidos protectores de minha
mulher, devein-so convencer, que nao sao as suas
falsas e calumniosas mpulacoes, e ncm mesmo as
tamurias ou a vontade suprema de urna mulher,
que dao o direto de se obter urna seatooca de di-
vorcie.
O direto firmase na lci, c pois nenhum raagis- ^a ga|ena americana.
Na ra estreita do Rosario n.
Retratos de. 35 por 15500. ^^ precisase de urna ama de lete que seja U
Retratos de 35 por J5o00- vre enao leona filho.
Retratos de 35 por 1550U
Retratos de 35 por 15500.: ,
200 retratos tirados por da. 1 falllJa de Jos* An,on' boares
aiimiaes,
Vende-?e por Barato prego no forte do Matto n.
13, trapiche harao do Livraineuto.
Vende-se um carro americano de quatro ro-'
das e quatro assentos, puxado por um cavallo : na i
ra do Hospicio, cocheira do Candinho..
Uueiioado, luja d agua biaura o. 8, aaats laoa-
bem ha bonitos notos bordados hib barloa, atr.
Extrai irdi uario sor r meiito
Vende-se a melade do solirado de dous anda- OG p0rilll))inl8.
res n. 21 da ra do Padre t'loriano : a tratar com A superioridade das perfumara* qne a
Fredenco Chaves, ra da Impcratriz n. 19.______ branca vende oaM nieonie>uvrlin<-nt-'
e isto confirma a graude e&trarrau qe
dando us apreciadora! do Uro. X aaaa braara.
porm. leudo si-mpreea vi-ias b.'m xrvir a boa fregoer.ia, tanto da eMfefa romo do >iriir
Vende-se um sobrado de um andar na ra mandou ver o <-xtraordinarto m
das Tnncheiras : a tratar ua ra larga do Rosario, ha de recelier, viodo rouforme xuu
loja n. 32.______________________________goes, sempre da melhor qualntade, -. mo
Agua de t.olonia em garrafas de divamet
e moldes.
Dita dila em frascos redondos c i|oaaradoa.
Dita dita ambreada em frascos *r4e>.
Agua ainlin-ada para laoboa.
Dita balsmica e dentrilVe para 'n.>rTr, 42-
gengirase dentes c bom hlito Ha ,-wrj*
Dita de llur de laranja
Dita de rosa e dita da rlarida.
Dila de lavander e loilel.
Dita de atheiiiense para alisar e
bellos iif|n.- de alado.
Man te iva inyleza
muito boa a 800 rs. franceza a 360, ch;i mudo a
25600, caf sorte a 320 e 80, arroz a 100 rs.,
toucinho alvo o alto a 280, espermacetc a 300, car-
nauba e eomposgao a 320, bolachioha ingfcza a
200 rs. a libra, latas com soda a 1530 e 25200,
massa de tomate a 640 a libra, banha refinada a
Jl, segundo ; 3(K) sab foASS.i a jyo sagu a 40, pimenta
" do reino a 260, coininho e hervadoco a 480, vinho
a 480 a garrafa, caada a 35800.
_________ Kigueira puro
Francisco Alves Maateiro Jnior, depositario Lisboa a 360 a garrata, e 25600 a caada, gali II-
M>i:urar as ra-
Retfatos de .55 por 45-
Retratos de '55 por 45-!
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por -5.'
Retratos de 35 por 45.
Retratos de 55 por 45-
Reiratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
1 vedo, convida aos credores da mesraa para rece
berem a importancia que Ihe compete em segundo mero 44.
rateio, 00 praso d 15 dias, e Ando este, qualquer
quanlia que dexe de pagar ser recolhida ao de-
iU,! uidoV440, azeite doce a 600 rs carrapato a 20 ^^^.^^ *
i- rs. : no ariuazein da Estrella, largo do Paraiw mi- > .. K
am o meu despri;zo tra()0 mia ;;e preza, pode a seu talante ctorbitar-se,' ^a pa|era a
o.Antonio Carlos 0ffendendo de frente a le expressa ein these, dan-! "Na ga|era a
mcricana.
galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
psito geral. Recife 27 de abril de 1864.
Rentista de pars
19Raa Nava-I
Frederico Gautier, eirurgiao dentista,
faz todas as operagoes de sua arte, e col-
loca dentes artifieiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos denuncio.
Ditas linas ein IrfJM de diversos B Dila dila em bonitos va.-** de porrriaaa.
Dila 1I1U em laUs.
Dita dita em ci>f>iubos, sendo rente, du>|fia e pe-
rnada imperiaL
Vende-se na estrada do encauarnente urna
casa de madeira, bem construida, com 20 palmos
de largura e 50 de fundo, com cacimba de pedra e
cal, lendo 50 palmos para quintal em seu compri- llahuziuhos de vidro com perfumaran.
ment, e 30 de largura ; faz-se todo o negocio: Caixiuhas rom 6 frasquiabus da
quem pretender, dirija-se ra da Palma n. 60.
i No pateo do Carino, taberna n. 1, vende-se
um molcie dc lo K ^ a"nosi bonita figura.
Vende-se o compendio de philosophia por Gc-
ruzez : na ra do Queimado n. 9.
Jofio Bautista de Medeiros, com prensa de al-
dio sha no Forte do Saltos, faz Jm ao corpo ; quejandas pa.ranhas propnas
do comniereio desla praea, que do l" de maio des- espintoss
te frrente auno em diante admitlo como seu so-
cioo Sr. Fortunato Jos Dias do Sampao. gyrando
a firma social de Joao Baptista & Fortunato.
A fe necio.
por prego commodo
Ra do Imperador n. 38. |
Ra do Imperador n. 38. |
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.'
Ra do Imperador n. 38.
Faa-se comida particular
na ra da Roda n. 3.
Na ra da Cruz
um preto cozioheiro.
do como lhe apraz por provado, allegacoes nao pro-
vadas, c em sua sentenga falsanente fundando-se
em provas que nao existem nos autos etc.
Esta minha qutsto de acedo rescisoria dateu-
tenni de divorcio, que tanto ha incommodado aos
protectores de minba muiher est affecta aojuizo
ecclesiaseo, pao devemos, portante, prevenir o
seu juizo com laes puhlicagoes insidiosas, e oatras | Degtes pregos s'nos dias uteis.
para illudirem aos rjestes pre.ws s'nos das uteis.
li por isto que declaro solemnemente, que por W^SR/R^S; ty'M&i&W&
minha parte me recolhendoaD silencio, podero el-'2^ Dr. Fernando de S e Albuquerque,
les e minha mulher dizer tudo quanto Ihes sugge- \
rir contra a minha honra e reputacao, porque na-
da drei, aguardaudo-me para as ulteriores deci-'
socs de nossa causa.Antonio Carlos Pereira de |
f/urgos P. de Len._______________________
Aluga-se a casa na ra do Corredor do Rispo
n. 24 por 205*: a tratar na ra larga do Rosario
defronte da botica do sr. Bartholomeo, taberna.
^*>wt>^sa
CoMiietique (ou puinada) -upertina.
Ext relos linos, c de agradavcU ebetros 1
franos.
Dito fraugipan-', cheiro novo e moi afradavel.
Dito de sndalo.
Esencias concentradas, cum diflrreate a immmc-
MM cheiros.
nal para lirar sardas.
cacao para amacur a cutis e roaservar-
Mez de Mara
Vende-se este livro conforme o uso
hospicio da Penha a \-$ cada livrinho : ha
livraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Nova expsito de azeiidas $**
baratissimas. ^
Loja da Arara-Han da Impcratriz o. 5G. oieo phiiocome superfino.
Oproprietariodestograndeestabelecimento, Loa- 52jSL58iu2*1 t-_____
j I rengo Pereira Mendes Gu maraes, prometi sem
00 pre vender barato para apurar dinheiro.
e
Flix Pereira de Araujo lenham a honda-
de de se dirigirem ra da Imperatriz
n. 40, o mais breve possivel, entende-
rem-se com o solicitador Leopoldo Fer-
reira Martins Ribeiro, negocio de seus
interesses que os raesmos senhores nao
ignoram.
Francisco Pinto Ozono continua a col-
locar dentes artificiaos lano por meio de
molas como pela pressao db ar, nao re-
eebe paga alguma sem que as obras 11.10
dquem a vonladi de seus donos, tem pos
e outras preparafdee as mais acreditadas
para conservagio da bocea..
JBB&&-1
Pedo-se ao senhor que tiver ordem do Sr.
Jos Caelano Espinbera para entregar a qoantia
de li^ij a' Sr. Anizio de Calazans que declare por
osle jornal a >ua residencia e numero.
ATTE]ipAO
AdMicacia.
O bacharel Lourenco Avellino de
Albuquerque Mello, anligo advoga-
lo desla cidad, lendo regressado
ygj$ ella, tem aborto o seu escriptorio
raa do Imperador n. 40, onde pode
ser piuciiiado para os misleres de
sua profissao todos os dias uteis
Ws ilas 9 da inanhaa s 3 horas da
^ larde, e offorece como garante a
seus constituintes a nao interrompi-
da pratica de 25 annos de. advoca-
da. 0 mesmo aceita partidos e
tambera causas nos lemos do in-
terior onde imar a estrada de ferro. $p
Feitoi*.
Precisa-se de um para um pequeo sitio na
Torre, porem que enteoda de plantagoes e que
seja capas, podendo dar boas informaces ou.lia-
! ilor a sua conducta, tem casa propria para ea.a-
'dos: a quem eonvier dirija-se a ra Nova n. 19,
primeiro andar___________________________
Fugio de bordo do palhabote americano Molo,
um mulatinh de 13 14 annos do idade, baixo.
gordo, tendo a falla muito descancada : quem o
agarrar e levar ao dito palhabote* ou a ra do
Trapiche n. 4, ser gratificado.
Precisa-se
Augusta n. o.
de urna ama
mwm
de leite : na
Precisa-se de um portuguez
um engenho perto desta praca :
n. 72.
para fetor de
na ra Direita
Aluga-se a loja de urna porta so na
\ ra do Crespo n. 4 com armago ou sem
' ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesma ra n. 4.
mmmmm mmmmm
Fabrica Concei$to da m
I Bahia. I
Andrade & Reg, recebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da ra do Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao empluma etc., ele,
pelo prego mais razoavel.
Opiata ngleza e franetza.
Pos de coral e de l.ubin para dente*
v,a tcuuj. .u.-.o ,,^ .r--"" sabonetes linos inilnlll t- reilonous.
raude pecliiocha, cortes de cas- lk). |inn> ,,a (,'lixinlus fc,
Aluga-se urna padaria com muitos comino-
dos c lodosos perlences : na ra da Concordia n.
62, taberna.
II
mm
Portugal.
Naques sobre
0 abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo screm des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe eonvier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. SI.
Joaquim da Silva Castro. -
mmmm mmum mmm mmm
mrn
Empreza dailluminacfto
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamages .
(por escripto dando o nome, morada, data, etc.), t
devem ser feilas no armazem da ra do Imperador i
n. 31. Os machinistas mandados para attender a
estas, apresentarao um livro que os reclamantes
deverao assignar logo depois de prorapto o servigo
reclamado ; isto para que a empreza lique sciente
de haverem os raesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.____________
Aluga-se o primeiro e
casa n. -193 da ra Imperial
numero 36.
a pragasla Independencia, loja de onrives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e iiedras
Allll'lllPn lP Ptit'lllpWilTlPlltn Patosas, assim como se faz qualquer obra de en-
iTlUlUlll'yU UO OOUtU^lCLiILIlvlliUi commenda, e todo e qualqoer concert, e igual-
0 agente de leiloes Olimpio transferio
sua agencia para a ra da Cadeia do Recife
n. 18.
mente se dir quem d dinheiro a premio.
sa a 8WOO. Ditos muito finos para barba.
Vende-se cortes de cassa franceza para vestidos Ditos creme de amendoa ein vasos de vidro e *
a &, ditos a AJoOO, cortes de cainbraia de palmas colana.
j solas com 1 vara de largura a 25, ditos com ha- Tnico oriental de Kemp.
, bados a 3 : ua ra da Imperatriz n. 56, loja da vinagre aromtico.
I Arara. Dito ou leite di res para acabar as e*a*kas do
Cortes de chita a '#100. rosto.
Vende-se cortes de chitas de cores lilas com 10 E assim muitos outros objeetet d..- g-*,, qme aa
covados a 2^400, ditos linos a 2800, ditos de ris-! coni|ira dos quaes o pr.-ten -ato*
cado francezes com 14 covados a 3 : na ra da por deixar os cobres na loja d'ayma braara, nu
Imperatriz n. 56, loja da Arara. o Queimado n. 8.
Bramante de llnho a JISOO. Objccto de |haal.i.ia iliaaa
Vcjide-se bramante de linho de 10 palmos del para a agllia branca.
largura, proprio para lengoes, a 25200 a vara,1 A aguia branca receben novo- I nii.....t I
panno de linho de 4 palmos de largura a 640 a va- ios de phaniasia, alguns dos quaes nanr* vnse
ra, hamburgo de linho a 440, 540 c 600 rs. a va- aqoi, sendo :
ra, bretauha de linho fino a 040 e 800 rs. a vara, Houitos aderecns completos fetus dv prlas falsa*
brim de linho branco a I200, l'iOO, 1-3600 c 25 Ditos ditos de' pedras, por cuja perteirio U*i
a vara : na loja da Arara, ra da Imperatriz 11. 56 K,,j[0 quasi .-e na* dislinguem das v.-nLiasirai.
Fil de ullO a ^OO rs. Lindas pul-eiras de nuxaieo.
Vende-se fil de linho moi te lino a 800 rs. a va- Dita dita de perolas falsas tanto para siahsrafl
; ra, dito de cor e branco a 160 rs. o covado, tarla- como para.....ninas.
tana de cor a 640 a vara : na ra da Imperatriz I>ita de chapa den \-tal rom lisia* dourada*.
n ;;0 Dila de cornalina branca, azul ate
tf'cK ito t- aaaaafapa si 2H. Itonilos alfinetes e anneis para gnu
dourados. oranato
aljfar, obra
Chitas da Arara a 40 rs. o co- ooira fcjnitanMi bellas, nato H tino doorado e
vado. com (i.'dras.
Vende-se cbilas escuras celaras a 240 c 180 Oatras a tart.irugadas. nada infariur a aajanaa.
segundo andares da rs. o covado, ditas francezas a 320, 360, 100 e 440 Voltiubas de aljfar branco e de rre* roa
na ra da Aurora rs., riscados francezes a 180 rs. o covado, gorgu- de podras.
rao-de linho para vestidos a 280 rs. o covado, fus- Esges e outros muilos objerto* aclum-sea
to de cores a 500 rs gangas para calcas B pali- na ra do Queimado, loja da aguia braara, a
lots a 440e 500 rs. o covado : na ra da Impera-
triz 11. 06.
A Arara vendo balees a 3 -\
Vende-se balos de 15, 20. 25 c 30 arcos, dos
mclhores que tem vindo ao mercado, a 3-3, 35500
e 45, c dilos de brilhanlina a 45. uieias para Be-
\enile-se cortes de casemira de cor a i>, anos *- r..... -
! finos a 35, cortes de ganga franceza a 15600, dte g l^S^l wS
. de hrim pardo a 15800 a 2-3: ra da Imperatriz to "SXv fit-
n. 56, loja da Arara, de Mendes lioin.aiaes. '
.1 11CUO
Ku abaixo assignado rogo ao Illm. Sr. Dr. lgna-
ci Tavares da Silva, promotor publico da comar-
ca de Paied de Floros, o obsequio de responder as1
tres cartas que lhe tenho escripto a negocio do]
man interesse, sendo o portador da ultima o Sr. I
Samuel Sal Saucal Montenegro, morador conli-
goao referido cima. Cidade da Victoria, 2 de i
roaiode 1864.Joaqnim do Sonza Galvaa
Precisase alagar um escravo para trabalharj
nesta lypograhla, diaria, semanal ou mensalmen-
te, conforme agradar: na liviana ns. 6 e 8 da
praca da Independencia.
CICERO PEREGRINO
IStia do I ivmnenlo n. 10
XOVA
viten ti
E
LICORES E PERFUMARAS
A' ra ilo AiHOriin, u. 12.
Por vaiejo e atacado.
N*este novo eslabelecimento encontrarlo sempre
os freguezes indas as qualidades de bebidas espiri-
tnosa*, fabricadas com todas as regras (Tarto, e
por i:so livn-s de ser nocivas ; o que nao acontece montos que Coren) necessarios, as pessoas que
com as ipie sao fabricadas sem metbodo e pelas tejaran concorrer para tao otile benfica empre
receitas que os cbarlataes annanciam vender, pois,, as, egurando um futuro lisongeiro aos associado
como j temos tido oceasiao de ver, venden) lit-', Na rua do sTprancisco, sobrado n. 8, da re-
res coloridos com substancias venenosas, corno se- si(|ei)(.ia do e8crivj0 Si|va Ri,g0( 1)recisa.se de um
I'i-iiueit'o audar.
Kuciedade de segaros mutuos
de vida installada pelo Raneo
Unio na cidade do Porto.
09 agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz deOliveira Azevedo & C escriptorio na rua
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisades desde j |
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec
de
criado.
Precisa-se de nina ama para tratar de Ires
' pessoas que sirva para todo servieo : na rua da
' Roda n. 42.
lMA.
ja o licor de rosa colorido com vermemao ( Bixi-
do relio (raa (bi-ehromalo de chumbo) Encontra-
ro algumas perfumarlas de superior qualidade c
mmmmmUm em preco. Tudo se vender por precos
muito raaoaveis, trazando os freguezes os meios
que a todas .habilitan) a compraren) barato.
Apromptain-se. encommeodas com brevidade e
rigarosameate bem acondicionadas, tanto para den-
tro da provincia, como para fra della.
DUNDAS KSeillITCO.SAS.
Licores de todas as qualidades eiu garrafas preas.
Dito, dito, em garrafas brancas.
Genebra igual a bollandeza.
Dila de laranja superior.
Agurdente d"aniz.
Dila de bortela pimenta.
Dita do reino superior.
Dita de Ilor de laranja, recommendavcl por ser es
tomacbica.
Dita de canella.
Alcooi de 35- a 38oCartier.
Pkiifiuaias.
Agua de Colonia commum. ^r<)propi.ieUino a paua-uo do Norte-,
"!!-1 ia.'"'"''.''.''j na ruado (3otovello, esta resolvido a vender por
Dita aluiiscarada. | qualquer preco offerecido, livre e desembarazada
Dita das Nymphas. r.,.ftr,r,c n-.n de qualquer debito, com todos os seus pertouces.
Banna em launbas de quatro oR?.as propnas para ^ ^ ^^ e um cyljndro: a casa tem boas
as ramillas econmicas. ___ freauezias. aue comprara na porta e a dinheiro, e
Banha para ungir de preto os eakelos, e que nao ^gj^SiSS para familia e porto paro
Joao da Silva Hamos, medico pela I'ni
versidadede Coimbra, d consultas em
sua casa das !l s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
en suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer oceasiao. D consultas aos pobres
que o procuraren) no hospital Pedro IL
aonde e encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Trm sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operago cirurgica.
Para a casa de sade.
I'rinieira classe 35000diarios.
Segunda dita.... 25500
Terceira dita.... 25000 >
Este eslabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
OITerece-sc para ama de leite urna rapariga
de bons costumes, chegada ha pouco de Goianna :
na rua de Aguas-Verdes n. 6.
- Aluga-se o silio da Pedra Mofle em Ampucos, c 4^ b
com cxcellenle casa de vi venda,- de 2 salas de fren-; nnoras luj[0 |as tm MO e 320 rs. o par, di-
te, forradas, e 6 quartos, todas promplas, terraco, tog meninos a lj;2K0, para acabar, na loja da
estribara, fructeiras^ bella vista, magmlico Janbo: rua ,ja imperatriz n. 56.
11 lie nuil 1
ROS
a tratar na rua das Cruzcs n. 3'J, segundo andar. A Arara receben novos soutembarques prelos
Proci^i-s,' filiar ao Sr Antonio Jos Je grosdeuaple ricamente cubilados, eos vende duihe.ro e rom d.-|.M.
I tri(i>a-M, Mi1.11 .10 or. .uiiuuiu jusc *. ,.......,,,.. .....;, i,..,., enfeiladas de um doses borni-s .-l.,||i...
raphia. __ t___ de : na loja da rua da Iroperatrii o. .6.
i "^Precisa-sededuasescravas uma'cosinheira! fiassa oniaudusa 210 ofovado.
f e outra engommadeira: quem tiver dirija-se al Vende-se cassa organdvs para vestido a -ii'.
rua do Trapichen. 4.___________ -^ e ;i-() r,-''s cov;id"o, cortes de dito com 14 co-
r a-------;------------::-----------~ ~ ~~,' vados a 55, ditos de lila com barra a 85 : na rua
Casa UC COlUIIIISSaO C CSCravos lia rua da |roperatrii n. 56 de Mendes Goimaraes.
do Imperador n. A', terceiro andar A Arara reatomayalidfraMtt. difosiai! a i\
Nesta casa recbem-se escravos por commisso Vende.se petjas de roadapoio franeez nfesiado
para screm vendidos por conla de seus senhores, a 4o, dito in-lez com -24 jardas a b-00, o, o,
nao se poupando exforcos para .pie os raesmos se- '-15 e 105, pecas de algodao enrorvadoa 5* i< e
jam vendidos com promptidao afira de seus senho- 75 : na rua da Imperatriz n. jo, loja da Anua.
res nao solTrerem empate com a venda delles. A I Ciraudc sortinieutodc roil|ia
casa tem todas as commodidades precisas, e segu- fcittl.
ranea, assim como atianca-se o bom iratamento. i yende-e palilots de panno preto a 123. 105. 81
Ha samara para vender escravos de ambos os se-1 c g (]j(n. (lp me(a rnsemra a 3^300, 4*500 e 55.
I xos, velhos e novos ____| ditos de brim lino a 65, 2-5500 e 35, calca de briin
'" di-
D-se ainda 1:0005 a
mez sobre hjpotheca em urna casa terrea nesta ci-
dade on boas firmas : em Santo Amaro, rua da
Aurora, segunda casa depois da primeira poute-
zinha._________________t_________________
l Precisa-se de dous eaiieiros. um de idade de
14 !6annos, c oitro de 18 20 annos, dando
fiador a sua conducta : na rua da Aurora n. 54.
grandes i so niras
espelhos dourados.
A aguia branca im tuBmiaxil di tWU ncaai-
meadu mandn vtr, e araba de ran bar .raa*
espelhos dourados com mu (.nit.>- mraiiraM
molduras, e vidros de primeira JtaaB, 4 viaa
do (pie o prriiiuliiiii- ara -.ilor a raa aaaaado d
I -n.i:..
a ru
do Queimado, toja d'afu braca n. i, ',
Im-iii si-i vido. T;uiibem ha i->p<'HWs qulra* mt-
tidos em lainatilu. com moldura- '.
de porcelana e e*carra'
deiras de chin*
A aguia branca tambem mandn jr
ros de porccllana dourada d-- >i
nhs -, assim corno escarrad eajrct..*
1 pses itniara Beressarios para o \im *a- t
las-, resta aomente aue o o wjnm daraji w
dinheiro a loja d'agnia bram-a. na 1
do o. 8, onde ser r< ida t ra agrade 1 a
dade.
-
ATTfiN(J40.
Pede se ao Sr. Dr.... que
os quatro mezes de aluguel
em Olinda, sso no praso de
rio se publicar o seu nome.
premio de 2 0|0 ao a 25500 o 25, ditas linas de brim pardo a
la> de brim branco a 35500 e 45, seroulas de li-
nho a 15800 e 2-5, camisas francezas linas a 2*200
e 2550O, lilas de Hubo a 3-5, pares de lucias a -'00
240 e 320 rs., grvalas finas pretas e escuras bor-
dadas as ponas a 15, ditas pan menos a 808 e
500 rs. colarinhos de linho a 100 rs. s na loja
da Arara, rua da Impcratriz n. 56, loja de Mondes
Goimaraes.
Fugio do engenho Itanhenguinha, freguezia <;,.:ul,le ncclincli de lazinlias
de Pao d'Alho, no dia 29 de abril prximo passadu, _s
um moleque de nome Ambrozio, de idade de 12 ,- .. ,!,i. ain -ha
w A ,..,, .,-, Jtett2i&S$ga aes brnMa,l0S. ,mas,,,, ,,,
mito finas a 640 chicotes para carros e montara, arn-ios
de largura com carros le um e dOM cavallos. t rHogios
. lc,,,, ^ uc ...o...,-. ....^. w jJSC- ff !t ^'"ro patente ingl.-/..
trou nesto cidade no dia 30 de abril prximo pas- n"\aL?*Va f" *)* f- "J
de lita p:ira homcm r s> Imn.
A aguia branca, na rua du Q ".
de mili boa- lm a- dr l.i p.n.i '
e pretas de laia 1 de teda i"-111'"'1
Hu 4a Sctizalia 42.
Ven'1c-se, em casa le S. PJohnstonAf..,
sellins e siilir-es in,'l.-/.<<. c::n!i'ir5e raati-
Precisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia : na praca do tarpo Santo n. 17, terceiro
andar.____________
Precisa-se de urna ama que seja forra para
casa de pouca familia, e qne d fiador a sua con-
ducta : na rua do Queimado n. 22, fabrica de cha-
peos de sol.
Aluga-se a primeiro andar e a loja do sobra-
Ido da rua de Aguas-Verdes n. 46 : a tratar no se-!
guado andar do mesmo. __ |
Aluga-se urna escolente escrava moga e de
! boa conducta, que cozinha e engomma, e faz todo,
mmmm
ompanhia fldeildade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleeida no
Itio de tiaueli'o.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companla de seguros Fidelida-
dc, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n .1.
rotado
sado, e no pateo da Santa Cruz foi tomado um ca- i Imperatriz n. 56, loja da Arara n. 56.
vallo em que vinha montado, e entao evadindo-sci laeulas para sennoras.
o referido moleque, depois pela tarde do mesmo dia ulia.S a "OO C 30.
30 foi visto no arco de Santo Antonio, o que faz j Vende-se golinhas para senhora a 200,320
na rua da
Solli-
800
allia de carnauba
Vndem-sc 240 mollms : na nn
n. 8.___________________________________
Vende-se alpaca preta a :K) r>. raeV
5i
o -is^vico de urna casa: na rua dos Pires nu- Q adVQgad0 AffOSO de AlbU"
querque Mello,
crer que elle contina a estar por estes arrabaldes: rs. cada orna, camsnhas para senhoras al*, 15280 Vende-se alpaca preta para v.
portante, roga-se s autoridades policiaes desla ci-, c 25, ditas muito finas com gollinbas a 45500 : na | 70^, e ^^ n |a j,. rwraaa a O" n para tote-
daile que o fac.au) apprehender, c as pessoas part-: rua da Imperatriz u. 56, loja da Arara. lol prioceu preta a 800 c 640 ocova*. Imaalau-
colares que eneonlrarem o referid 1 moleque, re- ^ Arara vende fazeildas para Da preta lina a 1*400 o covaao, l.uiaaa)
mettam-noa ruado Queimado n. 28,3 andar.on ao luto cassas a 300 rs.
engenho Itanhenguinlia. tratar com o leg.nmo m Jo
dono Joaquim Corroa de VasconceUos.que terao a Vrod se ca. a prua ima a ^ r ,,
gratificado correspondente a seu trabalho. pfeIPaT500, 640 e 800 rs., bo.nbazina a *4* o
Precisase alugar inensalmenic um escravo. covado : na ruada Imperatriz n.56, loja e arma- ,
que seja moco e diligente : no pateo de S. Pedro zem da Arara, de Lourenco Pereira )
n. 4, se dir. '
para senhora que esli de lulo a 7*i vado :
na ruada Imperatriz n. 56- A toja c*ij alw-rtaaa
s 9 horas da noite. ____
FKIJ\0
maraes.
COMPRAS.
lotiea e armazem de
suja os tenaos oranco?.
beeco das Harreiras; quem a pretender appareca
Leite rirainal em garr linhas, proprio para os Sra ----- r qu to(Jo ni.goc0 M rara.
barbeiros e cabellereiros e uso domestico. He- '
nelicia a culis e tira as manchas da pelle.
Extraetoa variados ; banha em vasos dourados, e
extractos linos em frasquinhos ricos. ,
__Aluga-se as casas da rua do .Mondego ns.
69 e 71; para ver BStad as chaves no n. 73, e tra- gas pr r em alguns delte6procuradores de con-
ta-se com Prenle Vianna & C, rua da Cadeia, jane.a.
com escriptorio na rua estreita do Rosario n. 34,
encarrega-se de quaesquer causas crimes, civeis.
militares e eccle6iasticas. Compromelte-se a en-
caminhar com a maior brev.dadeas appellacdes cjuade quem a tivfir annuncie su? inorada.
que lhe forem confiadas ou a relami e ao tribunal---------------------:---------------------:------r-
de commercio do distrieto, ou a relacao eedesias- ~ Compra-se um sobrado de um ou mais anda-
tica. Encarrega-se de defezas perantc o jury re*< em boa rua> u 'le e'eJa ein hom estado : a
desla cidade, oudos termas prximos, dando a par- tratar na rua do Crespo, loja n. 20 B.__________
udoora, assimcorao.^quaesqueroutr ( OmprOSe e/feCtlVd- '
drogas
Rua do Cabui
DE
da Cruz Correa.
ia n.II.
Raymundo Mi-ndes de Carvalho, profunda-
mento mgoado pela prematura raorte de sua mui-
to chara e nunca aseas chorada niai, roga seus
amigos que se dignem de comparecer na igreja
matriz da loa-Visii. sexta-feira 6 do crreme,. s
7 horas, para o piedoso lira de assistirem a urna
raissa, que pelo repouso eterno da finada,manda di-
zer o seu de.sdiloso lilhn.
n. 57.
Precisa-se de um rapa/. .1
um hornera de 30 40 anuos :
da n. 38.
i 12 16 annos, ou
na rua da Concor-
Quem precisar de urna ama da qual se ga.
ranto o compoi lamento, dirija-fe rua do Hospicio
a. 58,
Professoia.
Precisa-se de urna senhora que tenha habilita
c5es necessarias para nsinar primeira* letras no
mato : a tratar na rua, Volha 11.^____________
Pri-cisa-se de nina ama que saiba eozinhar
eeagomiaar; na rua do Crespo, n. 18, primeiro
andar.
Lavase o engomraa-se com perfeicao por
commodo prego : na rua do Aragao n. 3.
ALUGUtL.
l'ieeisa-so alugar um preto :
DUinero 41.
na rua Imperatriz
D consultas verbaes e por escripto; promette
todo o zello, seguranca e actividade, garantidos por
urna pratica e experiencia de quasi 20 annos.
Pode ser procurado a todaahora, menos as sex-
las-firas, .por se adiar das 9 horas s 4 detses
dias na villa do Cabo.______________; 1
^~OSr. Antonio Luiz dos Santos, estudante do
seminario da Olinda, queira ter a bondado do vir
rua do Imperador n. 55, segundo andar, enten-
derse com o negociante do mesmo nome, e reco-1
her delle urna carta yjnda da Rabia.__________
Precira~s de um caixeiro de 16 annos : na
oadaria do Santo Amaro, atraz da fkMdioio do Sr.!
Starr. '
Compra-se urna casa terrea sendo em boa
rua, estando em bom estado, que seja dentro da
Juaquim Martinlio
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Bristol.
Pastithas assucaradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lclalo de ferro do Dr. Thermes.
I Rob da Lafecteur. _
tftPtlP Xarope depurativo d'odorcto de ferro de Ou).
tr n(& Xa loral se(|a(v0 (le Gu,.
ouro e prata em obras velhas, pagands-se bem Pastilhas peilenea balsmicas de Uiy.
na rua larga do Rosario n. 4, loja de onrives. P.lulas da vida.
Compra-se urna negra que seja sadia, sem Burel franciscano (mesclado) paraimagens.
vicios e Iwa quilandeira, jirefere-se cora cria, nao Injeccao Hrow.
excedendo esta 4 annos de idade ; na mesma ca- Xarope de citrato de ferro (le i.naim.
sa compra-se urna mesa para jamar, estando em Plalas contra sesoes.
bom estado : na praea da Boa-Visto n. 7. | Salsa parrilha de Sands.
--------- Extracto Huido de salsa parrilha de llailys.
,e m,e, Xarope alcoolico de vellame.
do Ho-1 A|m ^,5,35 ropas ba constantemente um com-
______ plcto sorlimento de Untas, verniz, otiro para dou-
Compra-se urna negra que seja moca
saiba engommar: a tratar na rua estreita
sario n. 24, primeiro andar._____________
Compra-so nmeu flOUJHUTOS, sendo novos: rar, preparadoi clumicos e phunnaccuticos que se
ua na do Crespo n. 8. venden) par CvWBWO* prejbs.
Vende-se feijo branco e amarello. de Miarinr
qualiflad, a 105 a .-arca le cinco al.jwire*. A-
Porto : no trapi.-he alfandegado ilo Uarao da L-
vrainento no Forte du Mallos.__________________
Haclilnas Inglezas
para descarocar algodo as nu'lhoi.- que
tem viudo 1 i'sle niciv.i.lo : rua ta St-tila
Nova o. i, em *"'> I' S. r. Jhu:iuq
*C,_____________________________
CriKiAIH) PKLO VAIl*.
So para o vigilante.
Grande sortimento de fivelas pretas e roaa ae-
drinhas de muito lindo |oaao aara como flfas pa-
ra sintos pretas 8 da COtra para a> mf-mi Rve-
las que se vi-nde pelo barato precn d,> I*5) e :
sno vigilante rua do Crespo n. 7.____________
Cbapfts de lamilla
Vendera e em casa de ChrNtiani A Irma., raa
Nova n. 44;_____________________________
barato, que admira linei^ do Rio Ci_a-
de a 160 rs. a libra, M a 100 rs. cada ama : aa
rua da Praia n. 25.________________
Vende-se o deposito da rua da Unitorta a.
f>, serve paia todos o negados : qu
prar, entend.i-.- com Mal :.z na aadaria
cm Santo Amaro,



|>UI de iTBwpamfayiyi -< 4lPcA felra 4 c iMo 4a iftdU

O VfiftlIAUMttO
GR4NDE ARNAZEM
DE
nuide liqmdacao
de falcadas oa toja d* l'avat; ra da Imjicratrii
fO. da. Uaiui c Silva.
AcOa-se este\staljReciBento etoplamitesor-fv.
tido de azcodas ingieras, francezas, alintaos e
auissas, uxaprias taulo para a praca como para o
mato, prometiendo venderse mais barato do que
ta oulra quakuier parte principalmente sendo e
pw\u o de todas as fazendas dao-se as amoslras | ma
deixando fiear penhor ou mandam-se levar em ca-1 fku
?*> pe)" caijeiros da loja do Pavao.
As chitas do Pavo.
Vendm-se superiores chitas claras e escuras pe-
I barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
ra, dius francezas linas a 320, 340, 360, 400 e
800 rs^ o-covado, ditas pretas largas e estreitas,
rtscados-esforr/.es linos a 210 rs. o cu vado, islo na
loja do Pav|o ra da lmperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As cassas de Pavoa 210, 2S0, 300 e 320 rs.
Vendem-se linissimas cassas persianas cores fi-
zas a 320 re. o covado, ditas francezas muito Gnas
a 240 e 280 rs., 'ditas ingzeias a 340 e 80 rs. o
covado, flnissimo organdy malisado cora desenos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatrii n. 60, de Gama & Silva.
\t Italianas da eiposico do Pavao.
Vendern-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique -chegdas pelo ultime vapor francez sendo
de tuna so-cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senbra,
roana para meninos e capas, e peto 'baratissimo
nreco ere 500 n>. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de qwadrinhos a 500, 400 e 300 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 300 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita lambeta raottsadas
a 320 rs. o covado, ditas a .Maria Pa com palma
de seda e \ palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de una so cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaMes a 720 rs. o covado, ditas escocers a
800 c 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da lm-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Vendcm-se fliws chales de crepon .estampados' que nele preside, como no completo sorlimento que elTelivamente recebe de sua propria
pele barato preco de 0, 70, 8$, ditas de jionta re- \ emcommenda.
donda a 74 e 8i, ditos pretos ricamente bordados
a Tetroz com vidrilho a 124, ditos pretos lisos a
$, ditos de oores a 4*500* 54, 4tos de meriw
estampados a 24 e 34- ditos de fia a 14280 e 24, -
itos de retroz preto para luto a 64, isto na loja ros, por onde va e v o publico que nunca mais pode ser aludido como dizem esses.
C1PAL 1, PARA BEB DE TODOS
E :S *^f m ? r*7ci muo nr \tn cctc ANNiiNrm
MOLHADOS
RITA DO inPKI?AVOK
N. 40
a oc oc
. js 8*2
V b V^ v'
T3 T3 -O T3 ~TD _
t -a -p -a -a \
- i. i- 5 >-
.- 2? -? .? 3 i. '
;&--
<* FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
~T3 da mmomia domestica que' se val tratar.
0 assumpto importante.
DHMOIlItlO-Si: AFIi%Aii
0 verdadiro e principal armazem de molliados p do
1

,'CCOO O
''rs rt efl X
;ococ, c
Oiiboia iiia do CoUegto
DE
Sduarvb almeida *
Tntnio Fernandes uarte Almcida, tlpno dos acreditadosaimazens Progresivo
e Uniao e Commtrcio, e ex-socio do hogressp Progressista-acaba de abrir boje um ou-
tro na ma do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o.retratista, o Sr. Osborn..
O proprielario deste importante estabelecimento, conhecendo que o mais rico c esparoso
armazem que presentemente se tem aberto nesia praca, debcrou denomina-lo VERDADEI-
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, ja pela pratica e conbeimento que tem destas
casas, que este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
0 proprielario do grande armazem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser o
primeiro a acabar cora o glande segredo e abuso (pie reinava nos precos dos generps de'
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seus gene-
IZA.
1
Silva.
Fazendas freas para a qmrrsma vende Paviio.
Vande-se grosdenaple preto muito superior a
14000, dito a 14800, 24, 24S00, 2480' e 34, rao-
reantiqae -preto muito superior a 34 e 24800, sar-
ja preta hespanhola muito encorpada a 24, isto na
leja do Pavao ra da lmperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavo vende para luto.
Vende-sc superior setwn da China faaenda toda
de fia sem lustro tendo *G palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletols, rapas etc., ^elo bara-
to preco Be 34, 24100, 24500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de Tnerin lisos e bordados a vidrilho, manguitos
oom gollinhas e outros mnitos artigos que se ven-
dem por precos raaotfttto : na loja do Pavao ra
da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cerninos do Pavo
YenBlfcn os mais modernos cotp-inhos de iam-
tiraia rioemente beldados o eneitedos a 7 e 84 ;
oa loja de Pavao, na da lmperatriz n. 60, de Ga-
ma & "Sirva.
Os vestidos do Pavie
Veade-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
404, secdo fazenda (pie sempre.se vndeu a 1004
o li!04-i ditos de eambraia brancosricamente bor-
dados a croch, rendo uroprios para baile e casa-
ment.a 10. 15, 20 < 304; ditosde lila com lindas
barras a 18 e 154 ; isto na loja do Pavfio ru-
da lmperatriz n. W, de Gama & Silva.
Os pannos do Pava*.
VenCe-se panno prclo muito superior pelo barate
preco de 24, 24500,34 e 350(*, ditos muito finos a
44, 54 e 64, cortes de casemira. preta enfestada a
44, 44500 e 64, casemira preta lina de urna so
largura muito lina a 14800, 24, 24500 e 34, cor-
les de casemiri' d cor a 54, 54800 e 64, casemi-
ras enfestadas de una s cor proprias para calca,
paletots, collites, rapas para senhara, roupas para
meninos a .'!,5 e 39300 o covado, isto u:i loja do
Patio, riKidaluifeaiiiz n. 00, d Gama i Silva.
A roupa do Pavo.
Veiidein-sc itaktotsde pann preto sobrecama
eazendajBite boa a 12r5, ditos muito finos a
164, 203, &i 31-3. calcas de casemira preta boa
fazenda a 44500/55, 65, 75 eRS, paletots saceos
de panno preto .iT.5, ditos de casemira de cor a
65 e"5, dilos de alpaca preta, ditos de merm
preto, ditos de brii de cores, calcas de casemira
de cora 45, 54-4,74, ditos de caxemira da
Escossta a 34, ditos de briol pardo a 25500, ditos
o otr a 25 e SJHWO, ditos ltran:-03 muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatiz n. 60, de
Garn.1 & Silva.
Os cortEnados do pavo.
Veudem-sc ricos cortinados propr'os para janei-
la e canias pelo barato preco de *.I5 o par, sendo o
ii Ihor f|e bao H-rcado : lu ra da lmperatriz
n.--G0. de G-tma & Silva.
Asepsias do Pavo. .
Tandem-e colebas de linho alcoenoadas pro-
prias para cama pelo barato |ire<;o de 55 cada nina
na raa da lmperatriz n. 00, de Gama A Silva
As calcithas do Pavo.
Vesdem-secalcinlias de eambraia boKladas pa-
ra meEinas.ptlo barato preco de 500 e 640 rs.,
mlnnettitos para scnlioc e meninas a.'BSO. 640 c
800 rs caniismlias com mani-uilos a 4280: B
(ja do Pavao ra da lmperatriz n. 60.
A Maria Pa.
O Pavo rende, a 8$.
yenda oo M.iria Piaeomftdas barru de seda, sendo che-
oados pelo ultimo vapor (r'ancez pelo barato preco
df 84 cadaiim : s na loja to Pavo ra da lm-
petatriz n. 69, de-Gama & Suva.
Os-balos doffavSo.
v. udem-se ehaosas ou bailes de 30 arcos ten-
(ojancos iow de c6ies sendo americanos que
sao oj melhores por se nao queirarem a 3g5vW e
de 35 arcos a 44, dilos de niusselina com babados
a M, itos para menina a 25 e .35 "- na loja do
Pavo .ra da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva-
#> bi'ajnante do Pavo 0111 doze
f:hnos de largura.
Vndese bramante de liahopuro, muito fino com
palmos de largura o meliior e mais largo que
tota vindo ao mercado pelo barato preeo de 25^00
rs. a vara ; s ra a Imperan iz n. 60.
As urecalas do Pavo.
Veudem-sc as mais lindas precalas que tem vin-
do ao aereado clisadas pelo ultimo vapor fran-
cef, pelo barato preco de 600 rs. o covado, dias
de listrinba muito miulinlias proprias para vestidos
e roupas de meninos emeninas pelo birato preco
de 500 rs. ; so Pavo i ra da lmperatriz n. oO,
loj.1 de Gama A Silva.
Os souteanbarqnes do Pavo
t9$ e 15$ s o Pavo.
Vendem-se os mais lindos soutoanbarques que
Uto vindo ultimameulc do laazinha e caxemira n-
caneote bordados e enfeilados, rres muito delica-
das|ielo barato prego de J05 e 15*5 ; fazenda esta
.jueem outras lojas *e vecd<'(D por 204 e 254, e
s par Jiqui a
ruafla lmperatriz n. 60 lo Gama A Silva.
As ebftfis do PavSo a ||40 c
-^HOO o corle.
Vendem-se corles de chila com doze covados
cada corle, ditos com dez covados a 25400, fazen-
da muito boa, a que nao desbota, s na loja do Pa-
vo lem esta pechineha ; a ra da lmperatriz n.
00 de Gama rv Silva.
L&as de urna s cdr.
Vendem-se laazinhas de urna s cor. sendo en-
carnada, azul, cinzenla, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratissimo preco de
640 a covado, fazenda muito lina s o Pavo, ra
da lmperatriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
. 1 Panuu de 1 i ubo.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs'. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 24500, algodaozinlio
monstro com 8 palmos de largura a 14, pecas de
Hamburgo com 20 varas a 94. t4 e 114, pecas de
madapolao fino a 7500, 84, 4 e 105, ditas de
algodozinho a 64, 65500 e 75, e outras mjnlas
fazendas brancas que se vendem mmto baratas
alm de apurar dinheiro : na loja do Pavao ra da
imperatrz a. 60, de Gama & Silva,
que, mordidos e queimados pela inveja; dizem nao vaoll... Illude!... desenganem-se
esses maklizentes, que emquanto andar n6 trilho que pisa, nunca mais consentir que se 1
venda um objecto de 5 por 10^. O systema do Verdadeiro Principal vender muito
dinheiro e ganhar pooco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
carrega.
Pede-se a maior aiteaco.
O^proprietario pede aos scus amigos e fregnezes, e ao publico em geral protec-j
cijo para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode offerecer j
as A-antagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bem pede a todos os Exms. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
riR'nto, cortos de nao terem occasiao de se "irrependei-em.
Mais attencio.
0 VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular lodes os Srs. de engenhq e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encomnsendas esto estabelecimerito, garatin-
do-lhes o proprielario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparao -esforcos para
fielmente cumprirem os pedidos que vicrcm inderessados.
Ao publico,
0;incansavel proprietario pede a todos os Srs. eSras. qae, qnandotenham deman-
dar seus pe&dos soja em carta fechada ou com grande recommendaco ao VERDADEI-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto ao obrado en que mora o retratista I
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza dos portadora tem este sobrado urna botica
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRhVCIPAL, tem "5 portas de frente pin-
tadas de {verde, tas hombreiras Duarte \lmeida A C. e por cima o VERDAOEIRrj
PRINCIPAL.
iVmcndoas confeitaoss com Jxmilas cores Massas-paraspi muito n\ns, foi desembar-
a iOOO.
Manteigamgleza propi'raeut flor a 800 rs.
e sende-em barrillera abatimcKto.
Dita franceza muito nova a 08O a libre e
sendo om barril 330 rs.
Cha uchim o melhoi que se pode desejar, e
que ouiro qualquer nao vende por menos
de 341 a 2^700 rs.
Dilo pe ola espwial qualidadc a .2ijKJ0O
e 2(480 rs.
Dito hysseo o meliior que se.p-kle dcsqjir
\ o^ucm coDtesar esta ve rilad o.
A fama far correr esta noticia.
A posterldade beiudlr o nome do Baliza.
Actnalidade Batel paimas de contentamento!
m .
Sem wt'rrtw nem coras para ornar fachada de seus annuncios, e as portas do edificio ra qM habil.i. M
contenta em tomar o seu lugar de honra t vanguarda de todos' os homens do progresso.
Sopreembora o nwWitoClarim, o seu toque de retirada amarche-marche do desacreditado Progresso; arme
dos falsos apostlos da sroceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commcrciacs. revele Goalmcn
a 2?>i0() e 2-)000 a libra.
cade, ltimamente pevide: rodinha e es-
treUinlia a3tK) rs. a-libra c 3,-Sacaixa com
8 libras.
Macarrao.Aletria e Talharim a 400-rs. a libra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e i5400
a caada.
Dito em garraloesa i<$tKtO cada um.
Bolijocs com 8 a 9 garralas de azeite, o me-.
Ihar que se pode desejar, a Sacada um. j
Palitos de denes em macos com20maci-,
nhos a 120 s. cada um.
Palitos do gaza 2)5200 -a groza, 20 rs. a'
caixinba e 200 rs. a duzia.
Grana em latas muito novas a .100.rs. a lata j
4,<0 c-8, libras i e 1-5000 aduzia.
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes fregueses.
Entremos na materia :
SENTIDO!
oii:h 110 DA*
Desde a 1.a pubhcaeao deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedio de Mello, proprielario do grande anua,
do Mia? estabeJecido ra do Livramento ns. 38 e 38 A vender a todos os seus fregueze*.
Cinco i>or cento menos
que qualquer dos seus amaveiseollegas que por menos annunciar. (Jualquer objecto que nao chegM aconi'-o!
nlKEes compradores,fode ser-devolvido ainda mesmo pelas pessoas que moranm no centro da preTincia.
0 dinheiro reoebido i>eto genero que nao agradar ser restituido sem coBStraogneoto algiim.
Declaraco importante.
falso o boato que tem feilo espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de wo' se aeha I
ao armazem Unie Mercantil aborto a ra da Cadeia do baino do Reoife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sim-das ideas liberaes dos progressistas de todo o universo aos sentimenlo mais ntimos de
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
a&^&fdaaflfi&v^flac ^s-^ _,-' ^,.^^ ^'... %. tan'

CO--'' J O*
.\o armazem de fax6tds liar-alas de
Santos Coelho, na d Queimado, n. |
19, Vende-sc o segoiute'
i Ti fe "* 1
ito hysson e da india moite superior a
252dO' 2/400.
Dito do Rio em lates de 2,
a l-sooo e I;200 a libra.
Dito preto muito especial a 2ijl860 a libra. 8(K) o nolho. de i$.e.iitiO. MO rs. a libra.
Dilo mais haixo a .1-5300 e lfi00 a libra. Traqw de wi-uioira quitiidade a 6.)()0 a ^ncoe* deinho pelo baratissimo preco de 2*. Salpieoes e choorieas iueijo prao ChegadO nesle ultimo vapor a (Charutos ipvraigas em sieas caiKJilias -a .Lencos decambraia brncos.proprio para algibei-, 6#3(X) a Inia.
RIVAL SE! SEGUNDO

Hua do Queimado us. 4'.i e 55,
de Jos de Asevedo Maia 1: Silva, e*la 'oaoauali
1 no seu progresso de vender baratsiu
(.elK'1.1 luilo nnvas S* rs. 0 cento e:Cobertas4e chita da India pelo baratisshno preeo Presuntos inglezos chegaMS no ultimo vapor ajcaixas de superiores obreiM da eafa ewaa
^o o -. o -.-.i ui .rjii m -> liba I ',!, [-<,
Cordo branco para ve.-liJo e cspar It ...
reis.
Lindas de carretel (loOjardiM de mi; r ;> > t
dade a 1)0 rs.
ra pelo baratissimo prego de 25 a duiia.
I Toalhas alcoehoadas para
preeo de -i a diuia.
i Guardanapos adamascados,
-458OO a duzia.
niaos pelo baratissimo
azenda superior, a
dem em latas rica ment enfeiadas, proprias pa
ra mimos .1 lfiliOO, I5'*00, 1600 e 8*800.
Doce de guiaba em caixoes, o meliior que ha a
800 rs. a libra. ( 24000.
Dilosisso i\ BarmezSo o melbor e mais Ditos-Suspiros de Tliominto ali60o.
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li- Ditos Ivaneiros do mesmo a l($()0.
bra,sendo de 4;Iibraspara ciuw a 780 rs. Ditos Regala Imperial a IfOOO, gacante?se
'i;itn loiidriim lim BO0C0 duro por virem que sao charutos que j a: vciideram por Algodozinho com 8 palmos de largura pelo bara- Queijos llamenpos vimias no ultimo vapor a 35.
em navio aOO a. libra, c setdo inteiro 2>(iO'J e 2>8)0...diii desU-jj marxas tem de m? Pr^ de ^ a Licores mui linos, gai 1 >fa a IWp, !#800 e 2*.
400 rs. todas as mais que costumam vir a nosso
BflSachinbasem laas-de 2 librasde todas as mercado.
qualidades <'ue se.procuia a I200 rs.
Diias-em latas grandes a 2^000 ve.
Diias em Jalas de 5> libras de Craknel a
46000 a lata.
Amcixasem potes grandes a :5, c menores a 2*.'i00 Cartes de linha Pedro V (O jai 1 MMihi
Itolachinha inglesa desembarcada uliaiamen- DUa embotijas de Hullanda a 4i0rs.
1-___:._____ .1: 11.. I .. l.....n'i..n n I l'.ll I J ...
te.muito nova a.2&!0 a barrica e 100
alibia.
Cartes com bolacbinha* francezas' de -diver-
sas qualidades a 000,500 e 1^203 cada
um.
Peras seccas em caixinbas de 4 libras as
mais delicadas /je-se pode desejar a
t#m.
Bocetascora doces de Portugal ricamente
enfeiadas a 2->500, couteudo: peras, pe-
cegos, raiahas Claudia, ameixas, alpei'di
e outras muitas fruclas.
Passas muito novas a 180 a libra e 700 a
Atoalhado adamascado de algodfio proprio para Conservas mui ntala 8(B rs. o fraseo,
toalha de mesa pelo baratissinao preeo de 85000 i Vinho do Porto o mais delicioso possiyel, engarra-
avara. | Uda,haoiio amiost sem exageracao.
Genclu-a de Hollandl em ftasaueiras a 0->00O Braiante de Uniq lino com 10 palmos de largura Manleiga ingleza llor a 15 a libra, nao sebo de
oKr.rt.-c o f.-w.n I aASSOOavara. 1 800 rs.
liuiMuiiMi. ia.-iWi Esleir da India,-propria pura forro desala, de 4 i Vendo-se a dinheiro a vista noantigpsmai
fJlla de laranja a I X/M O tfaSCO e 1.20U0 a at,g palmos de largura, por menos preeode em ulra qualquer parte. Oomes Ponnaj successor de Francisco Jos l.iile,
Crtes.de caira de^angaamarella de lislra.se qua-na ra do imperador n. i6.
dros pelo haraiissin'10 preco de 1^200 o corte.
caixa.
Cominhos muito novu a 400 rs. a libra sendo em arroba teca ^batimento.
Erva-doce nviilo nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 1#G00 a libra.
Pimeiita mui lo nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muilojiovo a 040rs. a libra.
Alfazeaa nova a 400 rs. a Jibia.
Ricos ci'tes de la cem barra Maria Pa.
5
m
ffllB
Toueinuo muito novo de Lisboa a 60 rs. a
libra e 8&OO0 ^ arroba.
Chouricas e paios a 040 rs. a libra.
Banha a mais nova e alva que se pode dese-
jar em laa*s de iO libras a 4^000 a lata.
Dita propria para banha de cabello por ser
caixa; tambem tem meias e quartos. alva e dura a 400 rs a yura.
Amendoas de casca mol le a 200 a libra e. ttpos apitlaAs a 4f800 a duzia e 5500.
240 de casca dura, nozes 140 a libra e .^xas em frafiC0S gfandes a 2^500.
4)000 a arroba. rj,la6 em frasco6 mas pequeos a !#400.
fjgos em caixiuhas^ latas hermticamente la- tafi cm latas dtuma e meia |bra a c ilhyiS
eradas a 1,5500 e 2^500, de 4 e 8 libras. a ^200 e ^qqq a hu
Vihos em caixas de duzia vindos do Porto M6l1l0 in|ez ro!ha de vdr0 a 800 rs.
edas seguintes marcas: Duque do Porto, prezUivtos iuglczes para fiambres muito no-
Duque Genuino, Madoira secca, Cliamisso, 1 N0S., gQo rs_ a y^^
Velbo secco, Vctor Emmanuel, D. Pedro j Moslarda preparada a 200 rs. o pote.
V. D; Luiz, especiaUnho velho^do Porto Conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
Cognac inglez a 104-000 a duzia c IfllOOO a
e outros muitos a 9, 0& 12^ e 14^ a
duzia e i a 1^200 a garrafa.
Vinhos em pipa Porto, Lisboa e Figueira
das mellares marcas a 3r)8O0 a aada e
800 a garrafa.
Ditos do'Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conbecidas a 400 a garrafa e 24800
a caada.
Dito talares especial ni a 800 a ganca.
Dito Lavradio mudo fresco, ito levando com-
po8(J50,a560 a "garrafa e i000 a caada.
Vinho branco de livaOna a 600 a garrafa e
451500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 24800 a
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6500 e 74000
a catea.
Dilo muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 14200 a garrafa, garan-
te-se que por este mesmo preco da pre-
juizo, e e se enconlra tnicamente ueste
armazem.
Licores franeczes e portuguezes dos mclho-
1 :s autores a 800, 14000 e 14300 a gar-
rafa.
Cervejasdas melhores marcas a 54500 e
64 rs. a duzia; tambem temos ordinaria
por muito menos.
Marinelada de todos os fabricantes de Lisboa
em latas de {libra a 600 e 640. /
garrafa.
Dito francez a 84300 a- duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 2 $000 a garrafa e 324000 a
duzia.
Sabio massa a i 40 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 94000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado e lizo a 24400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 34 a resma.
Dito azul proprio para botica a 24 a resina.
Velas de spermacete a 560 rs. a libra,e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 94000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farello de Lisboa marca N a 4000 a sacca.
Tijollos para limpar facas a 160 rs. cada um. I
Peixfi em latas j preparado a 14000 a lata.
Chocolate hespanbol e francez a I 000 a libra.
Caf do Rio primeira soi te a 84700 a arroba
e 300 rs. a libra.
Dito de segunda a 84400 e 28&cs. a libra.
Arroz do Mai anho, Java e India de 24600 a
3;) a amiba e 100 rs. a libra.
Alpista nuito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e i450O a arroba.
Ccvada muilo nova
rs. a libra.
PAIlt TOIIAS AS >:OLi:sTI.t I0
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a 20500 a arroba e 100
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rutilas Vegetare Assiicaiadas
"De Kcmp
Compoftt.iR dos dof novo? resinoidos chama-
do* Poi>ophili!Ja e Leptandrisx, e inteira-
mente livies de Mercurio ou outros venenos
mincracs ou nictallicos, s;To de grande ntili-
dade nos paiw clidos cm cazos de
DYSPEPSU, EMCBAQECA,
Constipacao o;i Prizao do Ventre,
PBECnSENTOS DO FIGADO,
AffeorOe,s Biliosas.
HEMORBHOMS, COUCA,
Ictericia.
FEBRE GASTRO-HEPATCA,
E outras enfermidades anloguv
Ellas vao rpidamente snbstituindo os ant'igos
purgantes drsticos.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo C, roa
da Madre de Dos.
e- ~
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eonlieeiila a 40 r?.
Grasas de peonas de ajo de mui
superiores a 500 rs. '
Cniivetcs de duas follas paren fino- ft a
C.ixas ooRi eatnngas muilo Ij-joi.i- 1 r.i 1
lOOrs.
franja l.ranea e de re ;>aru mk 100.
Pares de baldes para panno nuiil IJO.
Calzas eom soldados de chumbo y
. m rs.
Tinieiros de vidro com o| frtol Itari
Hitos de barro rom sup :. 1 i
Groza de botocs de luiv |>r 1 iii-il.-^, a
t60 rs.
Tesooras para costara, n i r aMB>*
Ditas para iinhas muilo ti I i"(i
Esrovas para limpar d
00 rs.
labras de lia de toda ..- eorea (\ 1 ~.
Caixas de phosphoros segoraaea a ;
Ditas de papel amia I
Unas com 100 aaveti;
ris.
Cadenios de papel bran" di
0 rts.
Canas e laboadas pal
Caixas cora tuperiures i.-.a-
a -40 rs.
Cairelis de liaba Ai-
a liO rs.
Baraihos para volUuretti mail
Carlas de aMnetes fram ti n
Meadas de luida f ftta [ ara I -
Pares de sapatos de irao ut ioarw< a
15000.
Papis de agnlba com ni P o
Goia de
560 rs.
Carioca e caiat di
a M rs.
Ronets para menino* -
Macos de frrampos .-ipi.
('rozado plKisplioros d c: *":'-'
Areia prela muilo saper.i r l-" 1-
Caixas de rap con esf ih a ;
Realejos para eotreter r.i. n
Pecas de lila de in!:.j :i rilo boH I
Peulcs de laco Bjnio 1 !."
Enfeiiis de lro de todas .."i
Rodas coin alltoetos fraocez 1.1 -
Calzas com anafre papis i- 3"
iO rs.
Saboneles Caivetes de duas fotoas -
Pares de stpatos de 11 ; ai 1
Sapaios de tranca ai .
melhores que lm vindo.
queni qnizer ver. venl 0
4'J e 00, e ver., ludo ti >*'
A GK.N ('.!/.
FNDICiO DELGW-MOOH.
Una da Smulla aova n
Neste estabelecimento continAa a ka\er
um completo sortimento le m
^s moendas para engenbo, machina
Ca vnauba do A rara tti. e toch*s de kx.ba,d^c *s
/ tam.inhn naca ilitne
i
oa Una a vonlade do comprtfora
- d :....,;,. 1
ce Irareat .\\-
tamanhos para ditos.
GAZ GAZ GAZ
por pre^o reduildo.
Vende-se gaz da melhor qualid; de pelo
pre o de 1D5 por lata de 5 gal5es: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
Arados american ,$ e nu< binas par
Vcnde-se constanlemente na ra da Cadeia n.
57, armarem de Prenle, Vianna C.
Vende-se urna barcaca nova de qoairo via-' lavar roupa: em Casa de S. P. j
petis, bem construida, de 45 caixas, boa veleira, a ra da Senzalla Nova l \2
dinheiro oa mesmo a praso, assim off.Tica boas
firmas: a entender-so na ra Direita com" o Sr.
Beato de ilarros Fcij.
Vendem-se liagaas seceos muilo superiores,
e por preco em curda : a bordo do palhabuio Ar-
mi Mufla, fundeado ao p da escadinha do Col-
leglo.
Cnnie deso,
Cheftou .ios grand
Brilhante Anrora e A
Santa Croi us. e (
riti a 320 j libra.


Dlarl* 4c rerMMbneA ... fcuarfa felra 4 de Halo tM4.
mm #^>o
Largo da ^
kSanta Cruz '^j
u. 12.

**
Esquina da
ra do
Sebo. 12.
BRJANTE AURORA
YOVO E
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandcs Pires tem a honra de participar ao respeita\el publico
que h>'je abri um novo ClaMecimento de moldados denominado Brilliante Aurora, ao
largo da Sania Cruz n. 12 esquina da ra do Sebo n. 12.
O proprietano deste novo cstaMerimento pede a todos os seus amigos e frrgiiP7.es e
ao bent'vulo publico desla cidadc e do iuterior, a sua proteccao para este aciado eslabele-
cuncnto, certos de que em lem^o algum abusara da confianea que al hejo lhes tem de-
positado.
No novo armaiem encontrar-se-ha sempre um grande sortimento dos melhores gneros
que vein ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, certode que em parte
alKiinia se vender mais barato e memores gneros lauto em porcao como a retalho, do
que no armazein da Itrilhanle Aurora.
A salisfacao da Brilhaifte Aurora vender muito e muilo barato, mais a dinheiro ;
a tabella do prego de seus gneros serao mudados todas as semanas :
Ameixas franeetas novas em latas a 1M)0,1
U e 3*300 re.
Ditas em caixinhas muito enditadas com
bonitas estampas a 1*100, 1*600 e 2*.
Chocolate francez, liespanht, suisso e por-
tugus a lioO e I* a libra.
Marmelada imperial dos melhores conscr-
veiros de Lisboa a libra 600 e 640 rs.
Latas com diversas fnietas em calda a 500 rs.
Ditas com ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas com finos ermeticamente fechadas a
i*l>00 e 2*500.
Ditas com peixe de posta ensopado a 1*.
Ditas rom ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com linguicas fininhas vindas nesle
va|K>r a 6*5<>0.
Ditas com sardinhas doNantes a 360e 600 rs.
Ditas rom bolachioha de soda nova a 2*.
Ditas com biscoutos ioglozes varios titulas
a I*iOO rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira genebra de larania
a 1*120.
Ditos grandes dnas garrafas de hollanda 1*.
Ditos com nma garrafa 5t0rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Dito- com ditos de mexkhjs e outras a 700
800 e 1*.
Ditos com azeitonas e ervas a 1*.
Capachos para iwtas pintados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Manteiga ingleza flor a 800, 900 c 1*.
Dita segunda sorle a 640 e 720 rs.
Dita terceira sorle a 400 rs.
Dita franceza nova de 64 a libra 600 e 640.
Dita dila de 63 a 510 e 560 rs.
Dita ingleza cm barril a 600, 720 e 800 rs.
Dila franceza em barrite meiosa 530e540.
Banha de porro refinada propria para ba-
nda de cabello a 440 c cm barril a 400 rs.
vlnhos linos ha o nielhor a
desejar. .
Vinho do Porto em caixa dos melhores au-
tores a 12*, 14* e 16*.
Dito em pipa l caada 5*500, 6* e 7* e
garrafa a 720, 800 e 1*
Dito xere moila fino a 1*280 a garrafa.
Dito Madeira a 1*400 a garrafa.
Dito da Figueira puro a 4*500 a caada c
garrafa a C40, 560 fl 500 rs.
tii de multas qualidades.
Cha perola a 3* e 3*200.
Dito uxun muito superior a 3*.
Dito miudinho a 2*500 e 2*800.
Dito hysson miudinho a 3*.
Dito mais graudo a 2*800.
Dilo redondo muilo boma2*, 2*500 e 2*800
Dito preto em massos envolto a 1*600 e 2*.
Espermacele fino o messo a 840, 600 e 640.
Velas de carnauba arroba 40*e libra 360.
Dila de composicao arroha*500e libra320.
Charutos nao ha quem tenha nielhor sorti-
mento em camas de 100 e 50 todos dos
melhores fumos de S. Flix de 2* a 8*
a ca xa de cem.
Caf do Rio arroba 8*500 e 9* e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 3*900 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 2*500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 460 re.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 re.
Nozes arroba 4* e libra 160 rs.
Amendoas libra 240 rs.
Alpisla arroba 4*800 e libra 160 rs.
I Painco arroba 5* e libra 200 rs.
Sevada arroba 2*500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sagi'i novo a libra 240-rs,
Passas novas caixinhas de 16 e 8 libras a
2*500 e 1*5^ o e libra a 360 rs.
I Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
1*200 e 640 rs.
; Saceos com gomma, arroba 5*500 muito
boa e libra 180 e 200 rs.
Dila de aramia verdadeira arroba 8* e li-
bra 400 e 480 rs.
Alelria e macarrao a libra a 400 rs.
Estrehnha muito nova a libra 480 rs.
Presunto novo de lamego para paneila a
560 rs. inteiro e Ubre 610 rs.
\ Chouriras o paios novos a libra 800 rs.
I Cerveja branca c prea a duzia a 5*500 e 6*
' Vinagre de. Lisboa puro a 1*600 a caada e
240 rs. a garrafa.
' Cartas com fojro da China a 220 e 240 rs.
Tounnho de Lisboa arroba 85800 e libra
280 rs.
Dilo de Santos muilo novo igual ao de Lis-
boa arroba 7* e libra 240 rs.
Figos d< comadre a libra 280 rs.
ATTENCAO
9 LAK<> no IIRMO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
Acaba ile receber d sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente ^scolhidos; por isso apressa-se o proprietario- em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em gerai a seguinte tabella dos Cus gneros e
resumidos precos, afiancando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Pede-se toda attentfto.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Nestc armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se a
libras que vulgarmente correm no commereio por 85890 a 9$, o proprietario em seu*
armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confuses em trecos-
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a too rs, rs. a duzia 1 ,ooo rs. a garrafa, garante-se
e em barril a 78o rs. que os melhores que temos tido no mer-
Idem franceza a 58o rs. a libra, e 560 rs. cado.
sendo em barril. Passas em caixas de d arroba '/* e % a 7,5oo,
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
para cima a 2,rjoo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corintbias proprias para podim a 8oo
cima a 2,7oo, rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo c de 8 libras para cima Lisboa a Coo rs. a libra
a ,5oo rs. i Ervilhas secas muito novas a I6o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oors. Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
dem proprio para negocio a 2.3oo, de 8 Ii- i Potes com sal refinado a 48o rs.
==
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2. 4. 6 o 8 libras
cada una a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o melltor que se pode desejar
neste genero a 2.8oo rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial*.
Presunto para hambre ioglezes a 7oe e 8oo
rs. a libra.
Chouriras e paios mnito novos a 64o a libra.
Dito de Lisboa a 3*200 e 3*500 a caada c Q"eiJ',s dn reino muito novos a 3*200.
garrafa a 400 c 480 rs.
Dito branco puro de uva a 610 rs.
Dito mais baixn a 480 e 5 0 rs.
Dilo Uordeaux branco e tinto a 75 e 8* a
caixa e garrafa a 640, 8 0 e 1*.
Dito iniiscaiel a 95 a duzia e 1* a garrafa.
Dito de caj clarificado a l*a garrafa.
Cognac verdadeira a garrafa 1* e 1*280.
Limres finos em garrafas brancas a 1* e
1*280 rs.
Azeite refinado a garrafa a 1*.
Capits de varias fructas do paiz a garrafa
500 rs.
Garrafoes com 25 carrafas de genebra de
hu la lula 85500.
Coi>os lapidad)* para vinho o agua a duzia
35500. 4*500 e 5*500.
Ditos de cores a 6*500 e 7*.
Assini como muitos oulros nhjertos que deixa-se de
nieira ijualidade por precos baralissimos.
Bolaehina ingleza nova a barriquinha 3*.
Tijolos (i.; limpar faoas a 160 rs.
; Massos com palitos para denles a 160 rs,
! Grozas com palitos do gaz a 2*200e 200 rs.
a duzia de caixinhas.
Latas com graxa duzia 15 e 100 r?. a lata.
Buioes com dila !>7 a 2 Vassouras do Porto de piassava grossa a
1 iOO rs.
. Molhos com sebolas novas a 15-
i Saceos grandes com foliaba nova a 5*.
Ditos com farello de Lisboa a 3*800.
Coininhos, crva doce, pimenla c folhas de
louro a libra 400 rs.
Balaios para costuras de meninas para di-
versos precos.
Caixoes vasios para plantajes de muila
qualidade.
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,800 rs. a libra. l.ooo rs. c 6o rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a I,5oo Massas para sopa macarrao, talharim aletria
rs. a libra. | a 4oo rs. a libia.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,3oo rs. a caixa
rs. a libra. e 8oo rs. a garrafa.
Qneijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 3,1oo. garrafa,
dem mais seceos viudos por navio a I,7oo. Charutos em grande quantidade c de todos os
dem prato s melhores e mais frescas do fabricantes mais a creditados a l,5oo,
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que
receber de sua propria encommenda. e mais lindo e completo sortimento de
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos tO por cento do que maro
annunciante, como verlo pela seguinte tabella que abaixo natamos, garantindo "os
mos proprietark nao so o peso como a qualidade de sens gneros.
AVINO.
Todos os senhores que comprarera para negocio oo casa particular de loa*
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientinVam mm
odos es seusgqperos slorecebidos de sua propria encommenda, raza esta para
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 58o rs. a fibra. Vellas de carnauba
e composicio de tt a
36o rs. a libra e de 10,000 a 11,000 rs. a
arroba.
Geneora de Hollanda em botijas de eoafia a
440 rs. a botija, e em duzia ou es barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrao, talharim e
a 48o rs. a libra e em caixa tora
meato,
dem estrellinha. rodinha e peviile em caixi-
nhas ib'. libras, muilo bn enfiladas e
2,5oo a 3,5oo rs. a caimha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de drrrrsos LHua-
nhos de 600 a 1,00o rs. o eaixao.
jErva dooe a 64o rs. a Mira.
Traques a 24o rs. a carta p 84 a rarv..
I Peixe em latas muito novo ; savrl, pf corvina, salmo e (Mitras militas qualidade*
Castanbas muito novas a 2,000 rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a
l.5oo rs. cada urna,
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porco retinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,600 rs.
a libra. .
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito Gno a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra,
dem mais baixo a 1,800 rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar- preparada de escabeche 2." a arle de
rafado garante-se a superioridade deste vi- nha de l,2oo a 1,800 rs. a lata.
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos em caixas de i arroba. 1 nuino, velho secco. especial lagrimas do-' a 8,00 4.000 e 2,ooo rs. a cann>ha.
ees de 1819, vinho especial O. Pedro V., Barris de vuho'branro de quinto, marra B
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du- A Filho a 60,000 rs. o barril.
quedo Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial iVs m Ihores (oftefrrei-
li 10 superior, madeira secca de superior ros de Lisboa a 64o rs. a I tinhade I Hora.
qualidade, vinho do Porto superior D Lu-: ha latas de 1 i e 2 libras.
B1 "de 1847, lagrimas do Douro espe- Massa de tomate em latas douradas de I libra
mercado a 76o rs. a libra.
dem londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porcao que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
2,000, 2,8oo, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos so dos que por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a 14,000 rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idenj inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,000 a 6,000 rs. a lat
800 rs.
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas H._-;*>
mente enfeitadas de fjtm a 3.ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de I /# a li-
bras de l,2oo a l,ln rs. a lata,
dem em frascos com lampa de rrwra I I,00
rs. o frasco.
Chocolate portugus. ht-*[>arihol. franrea *
suisso a 1.2oo rs. a liara,
e em libra a Conservas inglezas das seguinUs marrase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
mencionar, mais ludo de pri-

ROUPA FEITA
NO
.tltntZKTI
DE
W%^M i ^^^\^.
4*
-I>
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
horaens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 30000 Dtos de setim preto. .
Sobrecasacas idem, 300 e 2500001 Ditos de ditos e seda branco,
Paletos idem e de cores, 250, I 60 e.......
200, 150 e......100000 Ditos de gorgurao de seda
Ditos de (asentir. 200, 150, j pretos e de cores, 60, 50 e
. 120, 100 e...... 70000 Cohetes de fusto e brim bran-
Ditos de alpaca, 50, 40 e 30500 co, 30500, 30 e .
DU50. tu PrelSl 9*' U' 30500 SerUlaS de brim dC nh'
50000 j|
50OOtf
40OOO
20508
40000,
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linbo, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
dao, 100, 70 e..... 50000
Caifas de casemira preta, 120,
20400 e......20000
lannn Di^s de algodo, 10600 e. 10400
Camisas de peitos de linho,
I **, 3* e......20500
Ditas de madapolo, 20500,
I 2*e........1,5000
Chapeos de massa, pretos Irn-.
100, 80 e......70080 cezes, 100, 90 e". 80500
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
10000.
20509
Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordlo, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res. 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40e........
Ditos de sol, de seda, 120,
H0, 70 e......0000
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
tas. #
20500 Toalhas parroslo, duiia, 110.
le........0000
70000 Chapeos deso, dealpaca, pre-
40000 tos ede core. 41000
Lences de bramante de linbo. 30000
30500 Cuberas de chita chineza. 20500
* % i l ) '.
WM MMWiWiWiM
I
Cal de Ufthoa e ptaa da
Urnaala.
Vende-* na ra i Cadeia Iterife a. H, par
i.ndr BJ miiifcm n antlfo e arredilado oVdomIo
y**/ : '* |f '" m'liy* .* w r- mema rna a. It, sart* oeaero* do arnt
--i 4a tala sajan!1 > <>nto 4a prMarla 4a l-.hn>.. v*n4.tn a pr^. mai barato 4o a
J

aro ipirr parla.
AITKNt.AO.
rw, 4a ata'M mm uta p-r
airam paW taratiaSai' *-?4e&*<
4r
sa a Seawlla \a>a a. 41.
rlaaif) ^atM>k< immto vetK *rrr, r toxtUbn alffirs.
ria, Pec-nie, Fance, Machine e outras umi-
tas a l,3oo e I 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem era latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4.000 rs.
dem inglezas cm barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica c 24o rs. a
libra.
Ca toes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vilo as procis-
ses a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo |
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muilo novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porte e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco contiendas a 4oo rs.
a garrafa e 3.ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicao a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muilo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 */ garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem o >m 4 / ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PKR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com a ancoreta
Idem em pipa pon- sem o basme a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes c portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespetm, amor perfeito, amen-
dua amarga. |>ercicot. de Tumi. IMi-lim.
mnrangos, liman, caf, laranja, cidra, giu-
ja, canda, rravo, rlela pimenta a 1,000
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranhao a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3o rs. a libra,
dem de sebo muito dura fiogindo espatmace-
te 3o rs. a libra,
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
dem almaco pautadoe liso a 3.000 rs. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiro a 2,2oo rs.
a resma.
Idem e'mbrulho de 1,2oo a 1, 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 '/j libra a
l,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 c l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Labs com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,800
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portnguez hespanhol e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Ilollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco.
Idem em botijas a 4oo rs.
Idem em garrafoes de i 4 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs o mannos a 12o rs. o masso.
Cominhos muilo irnos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito iww a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arrolia.
Gomma a 80 rs a libra e 2.4oo a arroba.
Peixe* em latas al,000 rs. a lata ja prompto
a enroer-se.
Farello de Lisboa marea N. e Halo sarros
grandes a 4.000 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor o frasco.
a 3.000 rs. cada um. Ancoretas de vinho colares a ln.ono rs.. e
Idem prato a 9oo rs. a libra. a 72o rs. a garra
Vinho era pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a lafinha.
como sejamB& F., PRR, JAA, outras; Charutos das mais acreditadas narras de
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; a Moa, 2,ooo, 2.5oo e 2JSm rs. a raa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do dem suspiros de Jos G. Y. a i. '%<- 1 meia
Porto fino em garrafa, e em cenada a caixa.
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor Champagnhea melhor do mercado de l2.io
do Porto. a 24,ooo rs. ogigo, ede l,2oo a 2.000rs. a
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas! garrafa.
a 7oo rs. a garrafa, c a 8,000 rs. a caixa. Papel grevepautado 011 lisoa3..rKio rs. a res-
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho; ma.
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao. Idem de peso pautado ou lizo da 3.5s*a
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais 4.000 rs. a resma.
proprio para a nossa estaco por ser mais Matarana a 32o rs. a libra.
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. I grosa e 2oo rs. a
duzia.
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a j Vasos inglezes de 4 a 1 libras vasios. mmte
4,3oors. a caada. proprio para deposito de doce mantesja
Velas deesparmacate as melhores neste ge-! ou outro qualqer liquido de l.on a
ero de 56o a 64o rs. o maco, e cm cai- j 3,ooo rs. cada um.
xa ter grande abatimento por haver' Licores das melhores marcas e
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
mais fiaos
a l.ooo rs. a garrafa e em caixa teri abat
, ment.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a gamas
e lo.Soo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a Chouricas as mais frescas do mercado a 8rw
lata. rs a libra.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo Genebra de laranja em frascos gramles a
a 3.5oo rs. cada urna. l,2oo rs. o frasco.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a: Serveja das mais acreditadas mareas a
9,000 js. a arroba. 6,Son a duzia e de mais a Soo rs a garrafa
Botijes com 10 garrafas de azeite doce a' Idea embotijas e meia*. sendo preta da
503oo. amito creditada marca T de ..Vm> a 7.8>o
Caf de 1.*, 2.* e 3.* qualidade de 26o, 3oo rs. a duzia.
e 36o rs. alibra, doCear de8,5oo, 8,7oo, Pimenta do reino a 34o rs. a lihra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranhao a 14o rs. a iibn.
Vrroz da India, Java eMaranhao de 2.8oo a |Tijolo para limpar facas a 16o rs cada rna.
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e Soo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra,
^agu muito novo a 28o rs. a libra.
Mostarda ingleza em p a 10 frac<>.
Cebollas a 80 a caixa e !,2oo rs. o molne.
Erva doce a libra.
r,anclla a f .000 rs. a libra.
Vassouras de piassab.i 4a>< I M f*T-
ro ,1 32o rs. cada orna.
Latas rom hanha refmara com ia Ii
M5of.
\\p*n 4a Pabia
_ aac^H it# a*orar e rtmt V rravo; lea
aars vei.drr AMoni Jnt Ar ONrrlr Kur-4.- &
C. a* *m wrt|4iri<> ru* J Crui n I.
ma ai4 (aterrea aU riaeradaT"
Ja 1 ^r44riro Inta v i fr. tnan-t*
rlr pele f aartr w aa re 4o AiKiai a. JS
O flagello
aa* kraMS* t rapta r ra*>-e >. mu/ 4a
Maaitu>>:i r i-tV 4a "-r^arta 4 p-ttrU. i
900 rs. raaa4s
XAROPE TNICO REGERERADM
DE QUINA E DE FERRO
rY*para4e par ftBNMI %JW m C-. pt.....iiiiim a* *. S_faaajaaa
bu mki ninHrfi num *
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*!*
COMMERCIAL
ra no QVEiniAno ar. 4*.
Passando o beceo da Congregado segunda casa.
NOF1DADE.
Pereira Rocha 4 C. acabam de abrir na rua do Queimado n. 45 om armazem de moteados denominado Ciarm Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar tempre um completo sortimento dos melbores gneros que *em ao nosso mercado-, os quaes
aero vendidos por procos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
Q boa quslidade dos gneros comprados neste armazem.
rrose Maranhao, da India e Jara a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos da gu a 2200 rs. a grosa.
O PRINCIPAL
DE
m
100 rs. a libra e 20400 a Si00 rs. a ar- libra.
roba. Cevadinha de Franca muito superior a 220
Amaina francezas em latas o en fraseos a rs. a libra.
14(200 e 10600 em frasees grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
20500. *| Ervilhas portugnezas a 640 rs. a laU.
Idom em caixinbas elegantemente enfeitada* dem seecas muito novas a 200 rs. a libra.
cosa ricas estampas no ulterior das caixas Figos de enmadre e do Douro em caixinbas
a 424600, i*40, l608 e 24. de oito libras e canastriobas de i arroba a
Amendoas com casca muito uovas a 280 rs.' 1)5800, 50500 e 280 rs a libra.
a libra. Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Aloisia a 460 rs. a libra o a 44800 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba. Genebra de HoUanda verdadeira marca VD
Azeite doce francez muito fino em garrafas a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
grandes a 960 rs. a garrafa. I ra.
dem de Lisboa a 640 rs. agarra. Hem emgarraoesde 3 e5ga4oesa 54500 Ttjolos de limpar facasa 440rs.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a e 74500 cada um com o garrafa*. Vellas de carnauba pura a 360 rs, a li-
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seecas muito nowas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo sedeo muito novoj 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
mnito novo a 640 rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 24400
res,
dem prato a 640 rs. a libra.
Sal retinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 320 rs.
1 Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinh de Lisboa a 320 rs. a libra.
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
Nora.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos mglezes de diversas marcas a
4*300 ris.
Bolacbinhas de soda, latas grandes, a 24 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito aovas a 34000 a barri-
quintta e a 200 rs. a libra.
Bantn de peres retinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 4*0 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 1J600, ,
24500, 24800 e3000 a libra.,
dem preto limite superior a 24000 rs. a li-
bra.
Cer veja preta e branca, das melbores
, Gome do Ancaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 400 rs. a lata e 4*460 rs. a dozia.
Grao de bico a 450 rs. a libra.
Licores nwito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qaatidade especial e garrafas muito
grandes, a 4*800 rs. a garrafa,
dem garrafas mis pequeas a 800 rs.
Mem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a l*0)O rs., s a garrafa vale o di-
nb*ro.
Mantetga ingleza perfeitamente flor, desea* dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
bra.
dem stearinas jnuito superiores a 600 es. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melbor que
ha oeste genero e de varias marcas como
sejam; Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, O.Pedro, D. Lnu I, Mara Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
150001 garrafa, e emcaixa'com urna tm-
zia a 94000 e 104000.
SILVA & SOUZA
Rua do Crespo n. 9, esquina da rua do Imperador.
Tendo-se a proprietario d'este aernaaem. associado com o Sr. Paulo Ferrara da Silva, resolver dar-ihe o titulo le
por sor o mais'bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir para a Europa, afim de alf escoflier os
gneros, desde i se pede ao respeitavel publico toda a attenco, nao s para este armazem, mas tambem para o grande
ca, da rua do Imperador n. 57 e para o hem surtido armazem Progressista da rua das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoM me te-
quentarem estas casas de que farao. urna, economia de 10 a 20 por cento do proco que possam comprar em outra parte, porque
guem melter do que nos pode oflerecer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! rna do Imperador a. j.
iW
PROGRESSISTA! mdasrrM -. a.
PRINCIPAL^ r~ ** Cre*^
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste. uitima apor aOoe rs. a libra o d 8
libras para cima tera abatnens.
dem franceza, a melhor e mais superior1 do
nosso mercado afi6o.vs. a har e 52o em
barril ou meio.
Bamba de parco, refinada eraaito abra arito
rs. a tibia, eembarril aoors.
Cb hyssott, memo* acate genero especial
imcommeoda da roprietarioa 2,7o a Lb.
Idea idem menos; superior e que em entras
Vinho do Porto era barril muito especia) a
64o rs. a garrafa, e 5,0o* rs. a caada.
Vbagrepuro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l.ioo rs. a caada.
tdam em garrafees cora 5 garrafas.
.Vztite doce de Lisboa, superior qualidade a
04o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Batatas em gigos de Uinta a trtnta e tantas li-
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o re. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo
rs. afrasqueira e 58o rs. o frasco.
barrada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
libras para cima sefara urna differenca.
dem franefeza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril tera abatimento
Maesa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 53800 a dueta. Marmelada imperial dos melbores conservei-
Cognac ingez tino a 900 rs. a garrafa. ros de Lisboa a 60 rs. a lata.
Conservas a 720 rs. o frasco. Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
dem, s de pepino, a 720 rs. 800 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs. dem regular a 500 rs.
Charutos dos raelhores fabricantes da Babia Maesas para sopa : macarrao, talbarime ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge daCosta, a 14800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
25000, 2^200, 25500, 2#800, 34000 e Peixe em latas preparado pela primeira arta
35500 a caixa. de cozinha a 44 rs. a lata.
Cate do Rio muito superior a 260, 280 e Palitos de denles a 460 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 84 e 84500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba. I dem de flor a 200 rs.
'" ..... .....
i

480, 500 e 580 rs. a garrame34, 34600
e 40 a caada,
dem branco4e Lisboa muito Sao a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordea, Medoc e S. Junen a 700
e 800 rs. a garrafa, e 74060 e 74500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 1
a garrafa.
Mero moscatel a 860 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafi e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 14800 rs.
Alm dos gneros aeima mencionados te-
mos grande porcao de outros que rieixaroos
de mencionar, e que tudo ser veodido-por
pecas e carnadas, tanto em porces como
retalho.
Qiiem comprar de 1004000 para cima te-
ra o abate de 5 por cento.
MERCANTIL
HIJA 1IACADEIA IIO RECIPE
NOVO E
G3A1TD3 S.ttZmU DE
53a

Q
1EADOS
RUA A i % IIEIA DO KECIFK W. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na roa da Cadeia do Kecifen. 53, nm grande esortido armazem de moibados de
nomifido Unio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um
eneras que vera ao morcado, tanto esurangeiro, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porc,
^ommedos.
c
Manteiga ingleza especialmente eseelhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas
implelo sortimento dos melbores
>es ou a retal lio por precos asst

de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 44200 a cacada.
em barril se faz abaiimento. rAzeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com1
Manteiga franceza a mais superior do mer-' 660 rs.
cade a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril Aaeite doce do Lisboa a 640 rs. a garrafa e
oo meiot. 44800 a caada.
Prezeatos Belezos para fiambre, de superior Genenra de Hollanda a 500 rs. o frasco e
ualidade, chegados neste ultimo vapor, a 5d60O a frasqueira.
7G rs, a libra.
Qneijod flamengos chegados neste ultimo
vapor a 0800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanaas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxio o melhor que ha-neste genero,
mandado vir de conta propria a 20800
rs. a liara.
Cha hrson muito superior a 20566 rs. a li-
bra ; cfi hyson proprio para negocios
44500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 20 a libra.
Biscotiios iagtezes em latas com difierentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
rmiuelez, oda, cptalo, seed, .bornee e
nutras muitas marcas a 40390.
Bolachinha de soda era latas grandes a 24'.
Figos em caixkihas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 40500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna. *
Passas muito novas, chggadas -neste nlu'mo
vapor a 50" rs. a libra e 34 nm.quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ametxas francezas em latas de raeia a 3 li-
bras a 80Ors.
Champagne- da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 184 o gigo,
garante-ae a.superior qualidade.
Vinho 4Jordtaux das melhores qualidades
que se pede dse jar de 76500 a 80600 a
caixa e, 720 a 800 rs,a.garr*fa.
Caixas com. vioho do Porto superior de 90
a 10aduzia, 900a 10a garrafa-;deate
genero ha grande porfo a de dterentesl
marcas acreditadas^jue j W ernier-am
por!4e 454 a caixa, como sejam: Duque
da Forio, Lagrimas- do Douro, D. Luiz,
OHtO, Madeira secco-, Carcavellos, Nc-
tar de 1633,' Dnqae Germlnd.
Vioho de pipa:.Porto., Figueira e Lisboa, a
400, 80 a 560 rs. a garrafa, e 34,34906
e 34500 a caada.
Vmho branco de topar tur qoiHdad>, vimit>
j engarrafado a 64C rs. a garrafa a a 300
rs. de barril
Caixinbas com amenas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muitoproprtasparamimo,a 1020', 40500
e20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, do memores cooser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
FrucLas em calda das memores qualidades
que ba em Portugal em tatas hermtica-
mente lacradas a 500 rs. *
Peras seecas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes multo novas a 160 rs. a iibra.
Aaiendoasde casca mulle a 400 rs. a libra.
Avelaas muito oras a 200 rs a libra.
Amefidoas concitadas de diversas cores a
6*N* rs. a libra.
MacSas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s i vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos graudes a 750
re. cada um.
Er vi mas francezas e portuguezas em Iatas.de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas 6eccas muito novas a 466 rs. a
ribra.
Chocolate franeez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a Hbra.
ChocomiobesfMnhola 40200 a hbra,
Genebra de laraoja em frascos grandes a 19.
Carveja branca e prata das melhores marcas
de Nantes a 340 rs. oquartoe 560
. meia lata.
peixe em posta : savel, corvina.
vezugo, eberne, linguado, lagostioba,
443i 'O rs.
Salmlo em latas, preparado pela nova am
de cozinha, a 800 rs.
Maga de tomates em latas de 4 libra a. 60(
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e meia hbr
per 70
Toucinh de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra o 44 *
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra,
r.evadinb de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 420 rs. a libra e ^0 a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batata? muito novas em gigos com 40 libra*
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 94 a arroba.
Cafe do Ceac muito superior a 280 rs. a b>
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 84.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 86 re. a libra e 2*480
arroba.
Vellas de spermacet a 566 re. a libra
340 re. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de gptaba a 640 rs. o cahSo.
Macarra), tafhar'rm e aletrla a 486 rs. a H
2,2oo os., a libra.
dem uxim, o melhor que pode haver aesta
genero a 2;,6oo a Ib. garante- se a qualtddb.
dem preto rauilo especial a 2,ooo rs. a C-
ata, hms baixe, porem muito soffhvel a
l,2oo a Ib., vende-se por estes preces em
razSo fe nestes Rimo navios ter-se rece-
bido grande porc3o deste genero, a dffle-
reacadepreeode 60 a 600 rs. a atea
do qae se< vende em otNra quaiquer parta.
Idemdo Rio era teta de at 6 &. a ,4oors.
a Ib., neste genera o melhor possivel.
Biscoutos i ngleaes era. latas com (ufiereatss
qualidades como sejam craknel, voreitta
pte-tric, soda, caprarn. soett, osbornee.oo-
txas muitas marcas a 1,35o rs. a tala.
Bolaehmha desdaem latas grandes a 2jooo
re. cada'ama.
Figos em caixmhas hermticamente hicradis
a muito .proprias para mimo a l,6oo a,
2,600 rs; cada uno.
casas se vende a 2,600 rs., eusta aast*at> dem emgarrafoes com 25 garrafas a 8,000 re.
Ceneja das melhores marcas de 3,ooo a
5,5oo a duzia e Seo r*. a garrafa.
Cognac superior a 80o t f.ooors. agarrafa,
e em caixa ter* abatimento.
Manuellada m[>erial dos. melhores e mais
afamados conserveiros de Lisboa ,em latas
H-Kflra, n^raemeiaf2Hbrasa6oo re.
CbBserrw ingfezas em frascos grandes a
786 rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
' tagumes e fraetas a 5oo rs.
MaaSarda franceza em pote preparada a 4oe re
Paulas para -dentes 42o rs. o maco,
ifear laados muito Anos a 14e> re.
Vate stearinas a 56o rs. a libra eem caixa
a 5*a rs-
Uno de carnauba pura e reinada a 360 re.
a libra e tO.ooo a arroba.
dem de coaaposicSo eaomafadas a 32o rs.
o maco e 9,000 rs. a ambx
Massa de tomates em latos a 600, rs. a bbra
dem em catxinhas de 8 lb. a 20 rs. cada urna Doce em calda das mais espeeiaes fructas da
Passas novas a 8,oo rs. a caixa e 48o a.llb.
Ameixas {rancezas eui laUs d libra e meia o
3 librasa l,2oo, 2,ooo e 800 re. a liara.
Caixinhas com ricas estampas a 1,4a re.
cada urna, frascos de vidto com rolha do
mesmo, ooateodo libra meia de anieixa*.
Champagne 6a aaarca mais superior que tem
rindo ao nosso mercado a I8.000 re. o gi-
m go, e l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
' perior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades que
se pode desojara7,ooo e7,5oore. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e 1,00o ra. a
garrafa; neste getteroha grandeporcSoede
diuerentes marcas muito acreditadas que
j se venderam por 14,000 e lo.ooo a tai-
xa comosejam: Duque60Porto, Lagiimas
do Douro D. Luiz, Camoes, Madetra sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,000 ra. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Tlgueirar a 4oo,
48o e 56o rs. a garrafa, 3ooo, 3,2oo e
3.000 rs. a caada.
Ideni branco o melhor neste genero vinda de
encommenda a 600 re. a garrafa, e 4,5oo
rs. a caada.
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
f/rno re-
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe ooors a libra.
fdem talharim, macarrao e aletria a 4oo re.
dem macarrlo mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra...
Sag o melhor que possivel a 24o re. alb.
Farinha de Maranhao a melhor que presen-
temente tera vindo ao nosso mercado a
lio rs. a libra.
Gomma do Aracaty multo alva a 80 re. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e tedas as
marcas' que ha neste genero a 600, l.ooo
e t,)o rs. a garrafa.
Genebra" de laranja em frascos grandes a
4.200 rs. cada um.
Tmaras do Kgypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo re.
Papel almaco pautado o melhor que ha oes-
Je genero a 4,5oo rs. a resma-
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a B.
Phospboros do gaz a 2oo re. a duzia e
2,200 rs. a groza*
Bolachinha americana em barrica a 3,eoa
re., e em libra a 2oo re.
Tijompara limpar focas a 12o re. cada oaa.
Vassoaras de pijama cam dous anos de
ferro prendemio o cabo a 32* rs. cada
Ulna*
Estovas de piassava proprias para Hragar
casa a 32o ra.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32a rs.
a tata.
Peixe em lata nmtsvbem preparado: saveL
corvina, pescaAt a astros a 1,009 r% a
tata.
Ervilhas portuguaus e fraaeecas j pupa
radas a 6to e 72o rs. a fon.
Cam lavado d primeira aorta a 32o ra. a
bbra, e .ooo a arroba.
Wem do Rio masa bom a 26o a abra a
8,5oo re. a arroba.
Arras do Maranha a loo a 120 re. a I
Mam de tova a taa> re. a han.
Amaadoaa de cama: mate a aao re. a
Avelaas mao nasas a 2oo rs. a libra.
Nozes muka nemas a2aa re. a bbra.
Cbouricas a patosa'Vos rs. a libra.
Toucinh de Lisboa a 320 re. a libra sata
8,5oe rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de superior qualidat
chegados neste. ultimo vapor a 36o rs.am.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a a>
ora e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 16o alb. e S.ooore. a arroba.
Sabo massa, amarcBb a castanho a M4 e
240 re. a hbra.
dem mais baixo um pooeo a 16o, I00al>aa
rs. a libra.
Castanbas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qmlidass
l,2oo re. a libra,
dem de Sanie muito superior aastatasak*
l,3oo re.
Copos lapidados proprios para agua a i^aa
re. a duzia, que em outra quaiquer
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores a mais abassasa I
brkantes de 6. Mise do Rk de Jassi
de 4,too a 5,ssa a caba.
Cebollas novas a i.000 rs. os moihos
des e 800 re. a cento.
Doce de goiaba a 64a re. o caiaao.
Lentiihas, excedente legune para sopaej
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seecas j descascadas a loo rs. a
libra.
Sal retinado em lindos potes de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a 36ors. a bbra.
rs. cada um. I Corainhos e erva doce a 32o e 4k> re. a II
Mlhos inglezes emparrafinhascom rolha de Gravo da India a 600 rs. a lil ra.
vidro a 64o rs. cada urna. Canella muito nova a l.ooo re. a libra.
Queijos flamengos chegados no ultimo va- Alfazema a 2oo re. a libra e 6,000 a arroba.
por e muito frescos. I Graixa a loo re. a lato e l,loo re. a
1T
----------_
-
LOJA DO BEIJA FLOR.
Rua doQueimatle numero 63.
Cratalinhas para srnbora.
Vendera-sa gravalioUas de diversos gostos mais
moderaos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do beija-dor n. 63.
bra ; em caixa se faz abatimento.
2La,l4me' ^ "' a6*rr8*e 1 EstreltJnha,pevi3ee'arroz de massa para sop
5V86Q a duzia. ^ ;. a 00 rs. a libra e 30 a caixa coro 6 libras
^"fL1^162 daf,Ptfl,r qualidsa.a06 paiitoB dedrnto Iftads conrWra 26O rs
atm*) a garrafa. | 0 mmn> diteg xadasrem flor a 460 rs
licores francezes das segnintes qualidades: [ o nana con 20- massinbos.
, Anizete do Bordeaiii, Plaisir des Pamas Gnmma-de engomswr amito fina a80w. %
a de outraa muitas.mareas a 10 a garrafa fibra.
a 10** caiw. Banha da poreo wflnad a 486 re. a hbra t
Marrasquino do Zara a~806 rs. t garrsoV e 406 ra. em- barril pequeo,
9* a duzia. Charetos dos melhores fabrcatitesde S. Fe-
Mostarda ingleza em potes > preparada a Rx, em caias Ihteiras ou em mmas1, dr
*> 1#800, 20-e3*
lHoatarus mgleza em p, em raseos grandes, Presuntos d reino, vindos de conta propri'
a 10cada um. | tfcm aarHcBlr,i'400re.ali6ra;inte>-
Sal refinado a 500 re. o pote. f ro se 1n abatimento.
Filas para debrnu de restide.
Veadem-se titas para debrum de vestido de nho i
com 12 varas a 400 rs. a peea : na rua do Quei-
mado,. loja do bwja-Qor b. 63.
Peales tratess^s.
Veodeai-ge peritos travessos de caracol oa
frente de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, loja d&l^ija-Oor n. 63.
Papel Imra dourada.
Vende-se papel boira donrada a 4,1300 e 10300,
dito de cor de beira Durada a 10100 : na rua de
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
AaveteML
Veudem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na toja do beija-
flor oa rua do Queimado n. 63.
Vallas de aljtfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a briihaote vende-se a 10 cada
uma : oa rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.
CinilM se iai.
Vendeovse eaousas de meias muito finas a
11200 e 1*300 : aa rm do Queimado, loja 4o bei-
a-8or n. 63.-
laaMtws Uto.
Tendo recebido eofeites de fila pretas d* co-
ree mais modernas iue se esta usando a 10 cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-ior n. S3.
fita de lia preta para debrum.
Vlfle-se Uta de 5a preta para debrum com 16
varas-a 900 rs. a pe{a : na loja do belja^lor n
do Queimado n 6$.
filas e Usa* para berdar usUda
VeodeiiMe f tas de-aao para bardar vestido
ou roupiBho deiwjnma com 40 varas a 640 e
aaO ra. a pece s.qaem tem 6 loja do beijaJIor
roa do Oaeaaaa smete 63.
estiM de atareaerela.
Veodem-se botoes de madreperoia mais aniar
nos me tem vindo para punios de ssnhora a 810'
n.p*f-: S- qwm I vea*? per este art*M *
rua do Queimado, loja do bwja-fler mswo 63.
fita da veINrte aara atriar vesua.
Vende-se (ha de venado prete rom Ib-varte a
90Q rs. a peca : s quem.tem por este preco a
toja-do bef4-flor da rpa do Qoeimatfo. n. W
Fita de velluo bordada.
Veade^e flu de vellub, preto bordad de di-
versos gostos e mais moderos proprios para QJta-
resma : s qnem. tem a loja do beij:flor ru* do
pausado n. 63-
Fraaja preta.
Vaade-se fieaaja pn4a da diversas luocasnara
rnfr'**" "iti na mantoltW nw mtii liadcujii;
tos aue sappan Miiiamm : na ioja de beiMar
rua do QuMinaio a 63.
Facas e arfes.
oa rus do Queimado, loja do beija-ftor n. m
Domines.
T004 ATTE^fAO AO VIGILANTE.
Custodio Jos Aires GuimarSes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus fregneies, rjie arhand-Sf
as obras da luja do Vigilante concluidas, e achan-
S-?e as nonas abertas a concorreocia do res-
peitavel publico, para assm apreciar o aovo gallo
qtte se arha no- rspsoo>o e abgre campo, fiiai-ne-
cido das lindas flores e muins outros objectos de
bom gosto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
o oow canto, chamando pelos saos fregueses que
veooanj r para crr, que s assim podero ajire-
cia^e acharaa um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas, tanto para grosso como para
retaiha, que todos serlo sortidos a vootade, mesm
qaalquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e qui-iran dirigir-se a este estabelecimentn
ntasiajo. seas pedidos por meto de cadas, e pode-
ro, fazer que ser tudo comprido fielmente, poden-
do-se fazer presos mnito raznaveh, nao s pelas
boa compras feitas nesta praca, como des qae
raeeba de sua propria conta, como das qae reces*
de consignacdes.
Ot seiihores eme comprarsul de lOOtWO para cima, toras o descont de 9'por cento, pelo prompto pagamento.
i .
Kpedal rap
Princeza de Petropoiis j
cido em tuda a proviocia do Rio de Ja-
neiro e com preferencia ao Paulo Cxx-
deiro e ara preta de Mpotoo
em sea nnico deposito roa do fresao a.
16 armazt-m de loocas de Duarie, P- rei-
reira & C. ou na rua larga do Rosario a.
38, loja da Aurora.
Taberna eac*rgn*
Vende a taberna e acoogue junto a awai, aa
rua de Bs|ieran(a, na suiedade n. SS; o lugar 6 o
rarllwr iKwsivel : a (aliar ao largo da Saota Cras
numero 84._________________________________
Veiidem-ss tres exceUroie cavalk de r..r
rodado, rasinados a trinaltur em carro: aa ras
do Imperador n. 23, e tratar na rua largado
Rosario n. 34, botica.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugie no dia 27 do corrale 9
Pedro, alto, cheio do corpo, poora
mesma costuma s raspar, com abroas >
na frenle, bocea grande, costoma '
prcsrola ter de 5 a 9S aaas*, pea |
zes anda com alpergatas, lewa com wf> aa
lolao de oouro de caraeiro rom a borra > i
de cabra curtido, ou de sota, fui muatadD ra asa
ca vallo castanho. levaadonm par
par da saceos aovas da daaa Sos,
de estopa e urna rede, toado o avalle aa j-a aarsr
la um ferro, e no uuarto esqoerdo ootro .< a>>
cravo foi de Paj ude Flores ou E pibaos, e safv
poe-se ter elle Mo para este, am as a>*Srs tapa
>;se paraca Me srr roaisaiulaa) da asaraasa*
a&sia caaw tanasm saos eaaHk asa asnea ral-
tos : roga-se as autoridades puliciaes e rapiaes dt
campo a apprehensao do dito eseravo; e aarsa 4
prender leve-o ao eogeabo Araoja, a swpWaai da
Luz, ou aos Afogado?, ao sitio qo fai da hastia
vianns, sobrado junio a sate, qae sari tsate
recompensado.
ATIWiO

VINW.PUMk
Chegon nova remessa de anesretas cota, supe-
rior vqbo puro : vende-se do escriptorio de E. R.
Ralmao\i'raa da Oadmae. W -
Vende-se um escravo aiasot itouaaj.iaom
Ka)|). por sndar nesse servico ha.10 anuos,
r*ojgJg&uitr: ira roa das erases n. >T
"^"raade-s* nm-cirro de 4 rd^. da rtadega,
Acha-se ftagido o escravo de antar-
rflade 40 annos, ponea awts oa
urs regulsr, grosso do e*rpa, ai
bado, e jcom slguos cabellos brasira aa bara%
bracos e pernas grvsras e bastante raSjefmss, lea>
do as pernas arqueadas, porta amri
ma andar em ssaibas, aaavaaav
toas por gestor moa dabraor
se as autoridades nolkiaes dasto a i
limitrophes, que o tocam aparebeaoVr e lera-la a
seu senhor o major Antonio da Silva Ganas, aa
eaftJatsartol* asma com*. roga se as
campo a aoorebensao do dito escra*. qae
| bem gratines dos.
Excav fwjidih
Aomvsa famdo desda o dia 10 a mas
Sassadp o escravo Manoel. africano, (Ca
nnns de idade, pone mais tm mmn*
aaassj mi daasraa. ama F
vea vestido calaa de fueteo, i

Veodeai-se omios mnito finos a Ul20fr,
I#40O: na loja de beija-Bor o* roa do Quelma*
Veadem-se vsperas muito lasa- 800 rs. : aa
tsateaesv toja do bsaflor n. 63. Annes denoste d ltsadeg.
a da chapeo de nal ha, lodo veBio o con tves#e rito
ssma lavado urna trooia de roaaa. d provatal aas a>
inte modado: ost preto eoMaam a gaaStor eto
qnew pretender dtoajsi a ra
aaaslaaqmmmJlsi para
_____ ufa
a mais ooa* asto, Soledad : por isa aoem o
que ba no mercado, e muito fina,;, fcire%Vtm dP Klavaila rua bovaJe Santa Jl
dBa Aatmnla da aitmnAanm. T COmKBSAdO. '



LITTEUTUR
Os jestitas, os lazarislas e as nales caAud
df rendidas por si mesuios no tribunal da razie
e da historia.
IV
(Conclusao.)
Assim como a tontade dos paes 6 gmenle ne
Na!**
m*
M
Sh. FiotTSmapo :Nao*; porto, lendo sido
eiro na naba plovincia, nem por isso abdiqaei,
ainda vico He a ideas liberaos.....
Sr. UnMtfo: -j^poiado.
Sb. Figubiredo :......a que sempre serv
a toda repblica poda ter o direito de
o sea soberano titt* 40 urna defeza aoqjs:
sua conservagao; pof4nsequear
mo foiernaicomo tyrsnho o so nao resi
o honrosa.
com fldelidada. ^(Apeladas.) ;
O Sr. Oodoy:E eom distinfci
l.| (Apoiados.) I 1
O Sh. FioAfcap Sea l$e|a| nanea deixa
j outr meio de se defender contra' sus excessos ei de o ser*Sr. presidente*; soa liberal, mas ami-
iria para a geracao, c a vontade de dar aos'senSo de destituir e 'de o expellir, a repblica' 6 dessa liberdade que s visa o dever e o direito
g'.hos o hvre arbitrio e aseutras aculdades nata-1in,eira. "^'tp <444^!meV 4 cdnsd)lt>a cida-; (apoiados), que s aspira ordem moral, social e
Bao necessaria porque ellas nao denendm ^ e d?.a.r,isl0,c.rP.cl"i.P6de: sem ferinnenhum di-PQtylop. .Spu liberal,' mas amigo dessa
and; iri-rque nao sacrifica :
nao necessaria porque ellas uo dependm e a?ia.r"s"0,W*v.Ptie sem rerinnenhum da vontade dos paes, assim o concurso da vonta- re,1' desem barita pise d Wtal soberano; pri-[qde nao sacrifica as illusoes do futuro os bens
d5s humanas smejite necesshtio para produzir a'1ne'ra,n'n,*'eo'vir,n*! do t,irei, natural, peto restos de que gozamos sombra dasinstituices
socidade; mas nao necesario urna vontade es- qual smpre Pfrmi,lido rer*llfr a torga injusia sociae?, politicas ereligiosas do nosso paiz; (Muitos
j>ecia1 para que essa socledade tenha uro. poder, por '*'* for?a ; e *|wte W* f"c, fundamental andados.) Sou liberal, mas amigo dessa liberdade
que isso segue-se da natureza mesma da socidade 'P0'0^31* repblica transrottiu sua.autordadB qae, prudente e sensata, sabe vver, sabe
e da providencia do autor da natureza e nesse! esse Princ,Pe e Prometteu-lhe fldelidade, encerra conformar-se com o tempo (mullos apoiados), que
sentido que se diz que o poder vem immediatamen ;semPre sta'clansola : com a condicSo de que o nao qaer saber de inovaeos senaOTJuailao eltsr
te de Deus. O poder vem da natureza e nao de ama Pr'nciPe do se transforme em tyranno. r \]]r*T\ la,|raj'mente e como coflorario dos direitos
instituigao particular ; por isso que elle dado I F faeslI'seilJ quWdeve'enlendeV S.Throaf ***^ ;"<^'0mina t0daS as innova55e8. *
da maneira que convm natareza razoavel se- quaudoafllrma que resistir um nrincW teSPtWlWW desordenadas 1ae n5
gundo aprudencia e a recta razao. Ora a razao V*rn edmo tyranno, n^ diz que nao 6 nem necessario nem conveniente a com tanto que essa resisteitia se tocad partera
natureza que o poder permanega immutavel na' legilimos representantes da communidade com ma-
c?mmuuidade, porque dificuliosaiuente podara dureza prudencia e qae nao se espanta o pov
e|la. osar dalle se esse poder ficasse assim jamla? 4 roaicres desgrages..
velmenUMia socidade em geral, sem nenhuna de-1 Ora so lal a theorla dos jesnltas qual a razao
termipacao. porque a berdade dever proscrev-la ? nao ali-
Elle eporlaoto.dado pela natureza a por scuau- namos. Qae maior liberdade politfea qoe esta*
Kjftde. tai sorto que podar ser mudado sexuado o & querem a anarehia -no Estado proclamenW
bam coiumum o exigir. Logo, bem que o poder' porque ha liberdade de opinloee; mas nao sopms-
Sl;ide dueitonatural, su d^termiDacao de um mtattm a Cerdada..,...
instruecio
imperio consagra em o sea
primaria diz o segainte :
t Apezar da solicitade oom qae ogoreroo, coad-
juvado por aquelle disncto funcclonario e pelo
conselho dtMgpr, se oceupa em meluorar o
deste impoflp|e ramo do ensino, ola tem
todava alcir resultados notaveis.
e atraso, a ciuisa per que,
do director e do conselho
truccao, a Instraccao primaria nao tem fajeado
SHPRF
Sr. presidente, seja-me licito defender nesu casa
ra resolver-nw a___
se as ordens de caridade.
ministerio astas do qne 1
NL
ao nosso paz aos oNmm 4a Eorepa ch
tro akaa^a
nietfc4*a
falbo ^-=e
at os ver
certo modo depende do livre arbitrio dos bonens.
*pjc podem estabetecer monarebias, arfstocraciasy
democracias ou toda outra forma miata, porque o
liireito uatural uao obriga escolber uuia deseas
formas antes que urna oulra... Quando a-Escrip-
tura diz : Per n reges rtgtiatU, inister Itei e&t,
etc., itso signilka simplesmenio que o poder con-
siderado em si de Deas, justo c conforme a von-
tade divina, que seado suppostade transido des-
se poder na pess* real, o rei lem o lagar de Daus
0,0 direito natural obriga ob|edecer-liie. Asain
guando um homem se. vende, o direito do senhor
sobre este escmvo vom do hornero, mas, supposto
entre elles o contrato, o escraTo obligado por di-
reilo natural e'divino obedeur ao seu senhor;
e assim como o etwravo vendedo soa liberdade
tornou e senhor su superior, de sorle que nao p6-
do rtlomaro que tbedeu, assim a coamnaidad
fazendo seu superior qoelle que fez re se snb-
melte elle ese priva de sua liberdade primi-
tiva.'
E' por isso que ella]oo p'fide'priva-lo do poder
qufe lhe dou, ponjue por essa elle adquira sobre
-'ta um vcrdaijeiro dominio, excepto, bem eetendi-
db, o caso de tyrannia nq' dna'a communidade
p'ie fazer ao rc urna jusu'guerra.
E' o que nosdis o douto jesuta Senary em sua
importanlis. n'oolra parte elle contina :
Nao se pode dizer que o principado poltico 6e-
ja em virtude s da razio natural, determinado
aem forma monarchica, ueui forma aristocr-
tica simples ou mixta, porque oenhuma razao ha
qpe prove que tal forma de governo seja neces-
saria. Os fados con (ir mam essa verdade as na-
(ei diversas tem diversas formas de governo, o
nisso nao obram nem contra a razao natural, nem
contra a institucao divina natural, tssa diversi-
dade pro va por conseguinta que o poder poltico
ao dado por Dous iminediauniente pessda.al-
guma, principe, re ou impotador, de outra sorte
urna tal monarchia seria immediatamento consti-
tuida por Deus mesmo; nem nenhum senado ou
corpo formado de um pequeo numero de princi-
pes, porque urna tal aristocracia seria inmediata-
mente instituida por Deus, eo mesmo argumento
se applca toda forma mixta de governo. > De-
fensio ftdei calholicce aiversus anglicance seta aro-
res, lib. a, c. 2.
Eis a theoria dos jesutas; eis o modo porque
elles encaravam a transmissao do poder na socle-
dade. Qual c a consequencia que legtimamente
delta se deduz, o encadeiamento da liberdade na
'verdadeiraesphera de sua actvidade. Desta ma-
neira flcam prevenidos todos os males, que ordina-
riamente provm do ma emprego da forca activa
do corpo social.
Todos reconhcem, porque est ao alcance de
todos, a grande reserva, que deve haver o reco-
abecimeuto desse inauferivel direito da soberana.
Nao convm de modo algum apregoa-lo aberta-
meule ao povo, porque ento muito fcil se torna-
r o abuso delle: Confiando na prodigiosa forca
de sua omnipotencia as massas commetterao quan-
tos desalaos poderem inventar os espritus licen-
ciosos e o carro social, sahindo de seus irilhos, se
perder nos Ilimitados campos da anarehia e da
desordera.
S se falla em liberdade : a palavra mgica
sempre prompta para escandecer a imaginacao
dos povos. -
Quando se pretende arrasiar o povo ao despenha-
deiro das desordens, ao cammho das revolucoes.
o-que logo se invoca. LHwrdadtl toda* tibfdade
para o poce) Mas o que tem felo at hoje a li-
berdade?
Andr Luiz Mazzini, que nio suspeito por suas
ideas livre, o mesmo que nos assevera : A li-
fcurdade deslruiu a preponderancia do principio.
4o aatoridade, que era a saberaqia, a liberdade de
urna casta fundada sobre a servido moral e ma-
terial dos povos. A liberdade triumphante des-
iruiu os privilegios de autoridade, sob a relacao (Apoiados e nao apoiados.)
Continuaremos. '
; i|TH|> < .
Em nosso segpodo.artifp deram-seossefuiates
principaes erros typographicos:
i." col. Is. 33 extrnsecas por, intrnsecas.
3.' col. Js, i! pod> por jwderiq.,
Recite, 26 de abril de 1864.
J. G*t**e* da Silva MelkK
I 1 1
Discursa dt m. Sr. Dr. Jas AbImo de Fifaei-
redo, u cmara temporaria, crea da irajias-
de caridde, padres lazarisUs e missieaarios
rajiucbinkos. .
O Sn. Figle ni edo :Sr. presidente, novo aesla
tribuna, eu principio por invocar a benevolencia da
amara, benevolencia que tamas venes tem ella li-
beral!-.ido a outros em eronroaUneias ideticas m'
em qae te acho, e confesso cmara que, se
voco sua benevolencia, porque realmenl sinto
qua teoho carencia dalla. (Nao apoiados.) iov
nesta tribuna, sinto tambera a necessidade de defi-
nir mlnlia sitilaco poltica e declinar os roetisl
principios nesta casa. : u
Sr. presidente, quando um grande, um crosddo
Ampo de libefaes muito distinctos, multo proemi-
nentes no paiz, abriram mo de antgos' odlbs, e
procuraram congracar-se cora outr grupo de con-
servadores, nao menos distinctos, nao menes brio-
sos, nao menos adhesos aos interesses do paiz ;
quando a cmara transacta chea de patriotismo,
creou a situacao que produzio o resaltado que hoj
vemos, eu, Sr. presidente, na minha provincia sent
o maior dos regozijos, e na roda de mens amigos
nao cessava de manifestar-lhes as mais lisongeiras
esperanzas acerca da nova era que se abria para o
[iaiz na certeza de sua regeneracao moral e polti-
ca. Mas estas lisongeiras esperanzas bem deprsssa
se desvaneceram em meu espirito, ao menos em
relacao minha provincia natal {Pernambuco.)
Na verdade, quando eu vi as nomeacoes d pre-
sidente, do chefe de polica e delegados militares,
feitas pelo governo, que esta va testa di nova si-
tuacao poltica, eu desde logo pensei que essa sua-
co, se nao eslava perdida para o paiz, eslava peto
menos perdida para a minha infeliz provincia.
Sr. presidente, nio soa am homem odiento. O
mea carcter todo de paz, de conciliacao. Nao
gosto das latas e divisoes politicas, principalmente
quando sao filhas das paixes antes do qae da di-
vergencia de ideas. Ellas nao produzem nada de
til e prejudicam o paiz, principalmente no seio do
mesmo partido.
E, pos, sendo amigo da conciliacao e da liga, en
desejava que, para a allianca e completa unio
desses grupos de conservadores a liberaes, o go-
verno tivesse o senso, o tino poltico de empregar
meios idneos, que realisassem a liga de um modo
serio e duradouro.
E, Sr. presidente, o que eu pens nao 6 um erro,
nao urna doutrina que nae esteja nos livros. As
modificacoes nos partidos, as ligas, as fusoes, nao
sao fados novos; teem-se dado militas vezes.
MM reoetiftos *
0 8R:"SbMCA
jelbos apoiam.
O Sr. Nmus :Quando o sealier era vormelho
tambem pensava assiaa. I fb
'(Hilaridade.)
O St. Bbzcria Cavlgante : -4sio aao privi-
legio dos amarellos. .oinu 11 > lin
D'Sa.FHJradBo:->lto posto, Srv presidente,'
passarei a fazer atgomas observaejdes sobre 4tffe-
reates tpicos do relatorio dos negocio do impe-
rio. Nao quero entrar, ao meaos por hoje, ms mies-
tdes politicas da miaba previne!? desejo- eccu-
par-me comidas a assamptofl mais otis.
O Sn. Godov : Nmgaent mais sooecBpa a
feliz Polonia.
O Su. Fjgueiuedo : por isso .lado q mea dis-
curso nesta occasio ter por assumpto estes- fres
tpicos do relatorio do mtnisferfo' do imperio : ms-
triiccSo primaria, matrtews e mtssioaarios cayu-
ChMlflOS.
Nao me oceuparoi com a msirucc^o &Bperior do
paiz, Sr. presidente, porque entendo que se o fizes-
seirrogaramos urna injuria ao nebre ministro do
imperi, lente iH*srado de ama das nossa /acui-
dades de direito, e tendo ttmaem honrado a do Re-
cife, a qual me desvanepo de pertencer j ninguem
mais do que S. Exc. conhece- as necesidades da
instrnceo pnwlc superior, sets- victos e defei-
tos, o o qae lia a remediar e prever a* rwpeito
Portanto. me restringirei a considerac^es sobre
;|as'^m ldos os pontos onde.as necessidades do paiz
;as-r^clai*a,m, mas teriamos mator numer de esco.
las db qu actualmente temos. (Apoiados;)
Mas, Sf,. presidente, a^faUa dodinheiro- e a cs-
de pessoas habilitadas par g-ros*wio as
Mas para que a liga se radique e consolide em
bem do paiz mister que haja muita sincerdade
de um e outro lado, mister que haja muita abne-
gado de parte a parte, mister que aquelles que
nos grupos divergentes e anteriores liga eceupa-
vam o primeiro posto como que deseara e se resig-
nem por abnegacao e patriotismo a ocenpar o ulti-
mo lugar. E' mistar ludo isto para que o paiz se
convenga de que ha um interesse real em fazer-se
alguma cousa seria e permanente.
Mas, Sr. presidente, em relacao minha provin-
cia venficou-se justamente o que Benjamn Cons-
tan!, tratando das modificacoes dos partidos, de-
sapprova e censura.
Elle recommenda, nessas fusoes, nessas modifr
cac5es dos partidos, toda a prudencia, toda a mo-
deracao, toda a ausencia de ambicoes pessoaes.
resultados notaveis, diz o nobre n uiluiPJtPj es>
cassez dos raeos pecuniarios e a falla de pessoas
habilitadas para oceuparem o magisterio.
O Sn-CAALOg RiasiRo^;A princual a falla de
d,Bta*'h l I IV
O S^ F.ot-ijapo :-M,pJell4ene( U squ dei-
ses opp^sicioWsts^sttnVdoVqSeV'eira-fazer can.
suras s pelo gosto de censurar.
O Sr. Souza Cahvalho :O nobre deputad
opposiconista ?
QSa. F^fiiwwK):Agora estoU: Jazn4o sigao.aeseg-echo do relatorio do ^ministro do
imperio.
0r. Manoel Joauum :-Esie relatorio olo*
passado, presente.
OSn. FioflRfe*o :-0 ctnahbrtf ministro fa
imperio bem Sabe -qtie'haB e em rerencla a elle
qttdeifton faxnfloeStaS observare* '
Dizja eu, Sr. pra^deate, que nao sp desdes ceo-
suradores, opposicioaja^s obsinados ?aWS9Sv,
que fazem censuras so peo,'osio Je eeusurar ;
nao^.eq.reconhecoque, se fosserrtos a esabelcer.
escolas'em tddo* os'pontos do pail onde ellas s5o
necessarias, toda a r^nda publica, os 50 OWrWO^,
nao cbjegavam para setnelhante despeza. Ptio'sb'
assfm; mas niehdo ttmtfe'qOe, se o minstr (oC
se um pooeo mais ie^p, se hopve>se niais pitre^
monia era gastos que s ftfzeffi e que nao sao rccFa
mados por aecessidalitt jo impariosas como esfiv -
se, por exmpfo, nao esse lao alfada essa prag
de unccionaJMio ioutP que pesa sobro o p
(apoado's); s se coarctsso'o'ireili que tem o go-
verno de dar ajadas de custo a presidentes que nao,
Rtzen viagens paw as'ereseremj: fr pie entretanto
u nopre depuiado ufachou, lgou, e nos estamos
#.44MMfJMC4^Md>ar4M4n
os lazarislas___ ^
On WbWdau^'^o i fi Dous roe ti-
vre.
OM. FhiiiiiiEDo :-.... orri. s capicljiohos,
com frfdefoifrancez, e baptisau tufo issicodi e lo-
me 4a jesuitismo. .
M
com os horneas mais
j, a muu* vetes os oovi ia
* i Utlicao das irmW 4a'rari4a4a!
< Kepito-o, pois seakom, aiada atea
leerlasordeos, ceanociaria astea >i
pr ulna mo sif leya^i i 1 lili Mil
rid>4.
'a/qrtta-me a rann qoe 1*4*
LxSw.OtfOTAly:Comaos liberfes eort O
conervadwee.
Outro Sh. Depltado:Eiaso pensamenlodos
jesuHasv'. ,
O Su. Fu-.leihboo :r. presidenta, nao quero
neumbii bettaroente feita por um deputado da ahia, ctijo^
talentos eu venero lano- quitrn* sympamiso cpm as
soasidftis e opihioe' religiosas; e, poWanto, voa
oc'cttrir-me multo ligeiramente das irmaas da t
ridade, dos Imaristas e*dbs- capac^rorios.
' Sentares; nem pela historia ckss ioftjtuigao,
nem pejo^jz] pjvo^l de todos povos civli-,
sados da Eorq-j e da'Arofiic, o pera pelos factos
praticados-a|ui no^mperio^se pode confuadir essa
bella inslrtuirjo religiosa cenia dosiesatg.
1 -' i) .< j 1 } > 1 n p
Se recorrermos a historia^ Sr. presidbnte; vere-
mos que, po-dam que um bornea X^d*de un*
natureza anglica, iao perfeiiw e lio pvrmqup pa-
recen sempre,ama verdadeiri' pej*ooin>aoo da
cardade clirista,. uta apostlo-corajoso, caja-vid
cao'primaria 4o paiz.
na pmineia de- Ceara.
ia^yaz/.:$so pagos a 900#>e 800i|r; -
V Sr FmuEiimoo :Soj* assim, sjfo-, pago a
W04 e-86#. Pojsiiem, na -odemos tr mul*
professocea dcl-^Q^'- nem <*; 806^, pdeme ter
um duplicado numero de professores, e muito p-
bes, ALGa&-SivJ DEfltTarws.:o-'pessivTri! Bb
farei vtiv
08r. MkMOEL- JfMOi'iM-t-^Ooeamos.
O-*. FfeoEniRoe.-.-Sr. presifleflte; nao se-Hado
calcular o numero erescido de hetnens que ne-nos-
so paiz, em-vea.de terem coragem de-se-entrogar
aos trabamos agrcolas, e lutar com a trra, que
nunca racusoo alimento a. seus proprios filbe*,
aquelles que a.cultivan), solicitara, emprego pj>-
com esse-pequeno rendimento-
O Sr. Runco de Avumbida :IWto- nae'Sao
litados pora o ensino. ^
(Ha ostros-apartes, e-o-Sr. -residente reclama.a
attenca), # ^
O Sr. Hioubiredo :Ouoa-me a oamara ; talvez
* instruegao primaria do paiz.
Ora, Sr. presMtMe, dolorosc-e- mnlto-dblOTOso,
qae no sea relatorio o nobre ex-ranfeiro do Impe-
rio viesse dizer ao parlamento: rOtunlo ias-
truecao primaria, limto-mea tratar do ^o espe-
cialmente se refere ao municipio neutro, por me
failecerem dados-e- esclarecimentos- samfMtorlos
relativamente provincias, apearde os tr dxi-
g'da- iliauh y _
Be sorte que a cmara nao tero dados, nao tero
esetorecmentos alguns acerca da iastruegao pri-
maria, em todas 3.9 provincias do imperio, porqao
disse o nobre ex-miantro qne nio lhe foram Ibr-
necidoB, aptzar das- suas exigencias.
O que fazem os presidente de pravineia> qae
nao dSoessas informacoes? O que faztmos-direc-
tores de instraccao panuca, que nio as- prestem
para serem transm^odas ao roiaislarm-da impe-
rio? Quantos nio sao os inconvenientes-dessa au-
sencia de dados e esdarecmentos acerca da ins-
traccSe primaria f
O Su. Soiza Carvabho-:.Acham-se em.todos os
retatorios dos presidentes de proviacia.
O S#. Lotes- Nett -.Mas o goverao- ao os
acha.
O Sr. Soiza Carvarjjo :Nao os acha. do lem-
po que pede. Isto nao vate nada, nio qaer dizer
ada. ;
O Sb. Fwueiredo : 6-nobre depuudo-diwe em
aparte que esta omissao nao qner dizer nada, nao
vale nada. Vale moilo, Sr. deputado ; e-nem co-
nhee no- paiz assampto-mai nobre, ma impor-
tante, de mais alto mteresse (apoiados>do que a
iastruccao primaria e secundara. A ostrueco
primaria i a condo su q*a non nunca (eremos
ridadaos moralisados e utets ao paiz. (Numerosos
apoiados.)
O Sb. Paula Soiza :Se rila naoha.sfstama
representativo possivei.
O Sb- Solza Carvalbo lIsto um lagar com-1 que a minha idea nao-seja- despecnda
mam sobre o qaal todos ns estamos da- aecordo.
OSr. Godot (aoorador):Escolha alguma eou-
sa qae agrade mais aquelle senhor.
0 Sr. Fujueuuido :-E, Sr. presidente,, quer V.
Exc. ver quanlo interessaria a exhibicao-dsses es-
darecmentos perante parlamento f Vou de-
monstrado om poucas palavras. Tomo por prova
dos inconvenientes dessa ausencia de dados a brio-
sa provincia do Cear, por onde na demneeo de
ser representante.
0 Sr. Pamplona :Muito digno.
O Sa FiGiTEntEDO :Eis, Sr. presidente, os da-
dos estatisticos que pude collgremrelacao aquel-
la provincia, deduzidos do i volumoda obra mui-
to importante do Ilustradsimo Sr. Dr. Pompeu
de Souza Brasil (apoiados), Brasleiro benemrito
(apoiados), que com a penna tem illustrado a sua
provincia, fazendo com qoe seja mais couhecida
do que outr'ora, nao s em relacao ao imperio, co-
mo em relacao aos paizes estrangeiros. (Muitos
apoiados.) _
Do primeiro volume da estatistica do Sr. Dr.
Pompeu se v qae a popolacio do Cear de-----
500,000 habitantes, e que segando os clenlos esta-
tisticos, a popalacao escolar de 6 i 15 annos so
eleva ao mnimo de 71,428. De sorte qae, em re-
lacao popalacao, ha 71,4)8 meninos que deve-
riam frequentar as escolas, e entretanto existem
as escolas publicas e particulares 6.000 meninos;
por conseguinte, 61,428 meninos nao receben ias-
truccao alguma.
0 Sr. Rodrigues Jnior :E o Cear nao das
provincias mais atrazadas; tem proporcioaatmen-
te muito mais escolas do que oulras provincias.
O Sr. Figueiredo -.Ora, ainda tirando deste nu
mero 5rU8 para angas scravas, Ocam 86,600
meninos lvres que nao recebem instraeeao algu-
ma. Ha, portanto, Sr. presidente, um alumno pa-
ra 94 habitantes na provincia do Cear em relago
s escolas primarias.
Agora vejamos o qne suceede nos paizes cvili-
sados, nos paizes onde a instruegao primaria um
esta las respectivas provincias k se .se fliestaa I i"!*'
estas e utras economas, fferamt anda esco- alwo ***** (W*8,<*1 **5*-dPVircl
mo materia I e moral -r no> m que um interprete"
taoeloquenteeirw.iiersuasive da<>bondades divi-
nas que O grande-Beesoel, ebegaado a oevi-lo ama
vee,*xclamou cliem de enlhasiasnw :-Elle htim
daiDwwdeuma uiaiieira io,saUiietao subiime
que e-mesmo Deu parece explicar-so por suabee-
eeolas prinmr-ias, no meo fma iemafldeiv podem: ca j ao dia em que u*i wo santo,-eolbeado aa*
ser*anito aeuadas a bem da moral eua iaroc- corag*>da mulher ebrlstaa ludo qiaaoto nelto en-

contra de amor doPeu^, ao.abqegag^de^el^de
Ifcs^rrindasi Ha rmha provincia; pe*" e*etn-!! PMW>f- da d^ica^ao-e bondad* ioaaauriveU. tw
plor ps-raestres- de prmeiras letlras- Sao pdgos a dia> emBro, em que um-santo conceben-o grando-
1:66^ ere> que tam*4olfefoV-ea'q^^
o horoem^s a mulher pode ser um efBeaz-alivio
para toda as dores; nesse draabengoaoo & Vicea-
te de Pautoalisou no mondo moa portentoso ora-
de candado, formando a institucao das-iruas da
caridde----
O Sn. Paono Luiz :Existo prva qua-as iraas
da caridad sao todas santas?
O Sr. Ficvhkedo : E'-esta institucao,-Sr. p*esl-
deate, que o-nobre deputado acoimou d jesaitka,
de fantica, e nao sei do que mais, esta in*iiW$ao
descripta peto seu santo-fundador neslee termos.
E' S. Vicente de Paulo qnem' falla; o homem apos-
tlo por oxcaManeia quem diz o seguinM, descre-
vendo a sua propria ocia, om phrase licsentimeB-
lal quanto iitedesla:
Ellas s-ieem por meatirs as casados doen-.
tes, por celia om quarto d aloguel, |ioncapella a'
egreja da parochia, por eiaustro as ra* da.cidade
e as salas dos-lwspitaes, oor estatuto a otedencia,
por grades temor de mus, por veo urna santa e
perfeita modestia, e nao obstante isso preservam-
blcos de-2094,300* e 4005 de onfeoado, e vnMa4 se 4 coamelo das-vicia,, taem por i*la abaste
Sr. pwsidente, costomo frequentar os collegios-
de orphnas e orplins- de minha poalnciat Coslomo-
tambem frequentar com muita assiduidade o cotle-
go das-expostas, e teoho yislo.com, motto pmzer
germinar as vwt4e9-w>b-seB passo..
Isto foi escripU eia.|844, e al hpje as digjaas 8-
Ibas dee vara apostolizo nao teem deemareciao
da bondade awn das vistas de seu saato Mtitoi-
dor
O Su. Pedro Luiz.:Esta a queso.
O Su. FKuamEfx) :-{&> teem desnmrecldo,. e
yot prov-l"oooia listna e com os Hatos, com o
jpizo de todos- os escriplwes que a asee respeito
teem escripio, at de eseriptores os mais iasuspei-
tos, os proiesla,iKes
oS. J
Wi
Seria poneo
ade fazer cemparaedat a
10/utilidade das peaseas m a .
nroco smenle em favor 4a eflkacia |
obra das irma.- da caridde asa tmf..
munhodo* Ihgleies. Todos, bidx lerfe,!
daotestenraimo Im mmvmo* serriewmmi
maa 4e caridde tem prwkdo aoa r
tace* so Orntote : Mee fidde m
proclamara a minean sopertoridmtti
que tem sido dirigida, eom
pela admimstracao ingle**.
* Me parece alm dato _
peiUTei Irmaas exerroar t
ser exercida em notso malpii
Temo poueo, senhore, *
qae podem exereer as irmias _
trasordeas que sfc dedwaip -tosdnaiaa pal
Na verdad, Mih* Mo maitt Mtet,4m aaa ir
maasda caridde, a mura *,_
passemjda pphlMa^ l& esa
qu podrS eaerrer alguma "
negocios-emquamo uvera in.i qoanto HiBrmaj a IMn*4iit 44 gmi m a a m-
berdade da imprewa.
mando ogsandeprevenque al
tros u-ectoos- dwte itiimi
era urna oflnsa s lea eraomieair
ciaes o destruir essa pm iaitimicm, 1
sera wa fe4ajto-aos- ruNealsa.
Sinto, Sr. prndeme ado ter tema* en
impacientar a rasa y da awttjw mm-h
proposicoes qne o -nobea depaudo *-1
aeiro emftfia aqal, qaer ero retereart a-l
da caridde, qaer- em teta
Vea oceupar-me-agor nw I
riMas ; depois passarei
a cmara, poctHhenm peaeaJM
adepar comVfO : poto#4 mister.
pan, qne essas pas huatafede?, qm |
no tem sido, im- fitaa
caitxilicofl sem completa i_
O Sr,Bma CAvatAUaaa: l I
dos : nao estavam mdefcea
OSa. Fiouhbeo'8r
falla aaradacoes ou#mo-i
lacao as irmaas da aandada I
aos lazarislas.
Bbste, semWes, Mr a -Msteaia 4a I
santa assoeiacio...
OSa. PkdroUiz :Bastaate f
OSa.CuuuA D->*vas -
ooes regUlosas quand* 1
OSn. Fici EiRT.Do d... patea
eonviceao da iraprocsdaaciai
eiecoes.
liislona desu pia> amoniaco ama m daaaaic
de-todos; seus factos-sao coaaeaaB da maadaia-
latoo; pormie as conMrearia 4a 1
UMammadas em todo 1
Ojflte. Coauna aas 3iim>: Avi
wntaas da caridde nao aavt
de tluaentos annos.
8*Aa Fmubirbdo : -Dk-em.r. |
astovaatteader para>ahMtohi
assoeiaeio dos lazartotaa e de
Mas-cooJerencias para, fizar team
trar a improcedaacla daa-i
contra etles.
anS &WI0 U"~~ Bummm1 r am
O'Sa. rmoimKna : Ssv piwaidaaa,em maiaeV
83-4o astodantes, am ornara 4 Parte,eada
* ackavam caagiagatevem iimwarm pasa 4b-
Ma.v>h. JoAQecti:Apoiade.
O Sa. f rntaatuzno S. presideole, asta pa e ca-
ridosa institucao desde o memento caque appa-
neceu para bem dahumanidade foi progredindode
tel modo, apr6seniou>taes resultados ppiicos, ulvis
que no.oollegio de orpha* fia fneniifcshabilitafli*-1 a edflcacSo, a.moral'e ao allivio dtw efflermos, qie
simos- na, leilura, na. escripta e na grammattoai. e! quando rebentou a revelogao.francesa j ella este-
no eollegio de orphaas e das expostas, gracas ao-'*au0epdacra,i^a>na'Fan?a em maltes paizes da^
zeto das irmaas da caridde, grapas adedieaeaoj A rcvolurao.fmnoe, que nos seu excessos con
que ellas teora pela instrueeao moral e religiosa, da demnaveis, de-um s jacto desfruto tres graadesJ
moeidade, ha meninas e mulheres que sabem, mu-' realezas, destruio a Raleza divina^suprema, salte-
toaeraler, oscre^r, coser, bordar, -.ar. | J^^^
fazer sapatos, Uvar casas, engommar e cozmaar. 1 ^o france.rai que. o^iruio a realeza humana.aan-
Pois bem, Sr. pcesideate,eis aqu urogrando vvei- ; dando gaiihotioa mais paclice, o mais humanir
ro de mestres, mestras de prmeiras letlras,. que, lario dos monarcaas (Luiz XVJ) (muito hem); a
mediante urna1 mdica quantia, podem ser ocura- i re.volu?aiv *fi I8 se ?nimou. aie_a d.5
bidos do magisterio nessas lugares, onda a instrue-
eao publica falta absolutamente.
U* Sil Dn-TADo : E hSo de vi ver eom......
4003000?
O Sa. FieiEiREDo :Eo digo ao nobre deputado
como se poder fazer esse reojo, oa remover essa
difflculdade.
O Sa Pedro Lnz :E* um pessimo arranjo em
lodo o sentido.
O Sr. Figieiredo ;Por honra do nosso paiz, por
tntellectual a moral, abriu o caminho do liberta-
oiento para todos os po*os; mas a hberdade do es-
Era Pernambuco fez-se justamente o contrario. dos primeiros cuidado do governo nesses pa^s
em que nao so entende, como muito oem oisse o
nobre deputado pea provincia deS. Paulo, gover-
Citarei, Sr. presidente, a este respeito o dKo do
do mesmo Benjamn Constan! aconselhando aabne-
pirito, a liberdaile individual puramente poltica gago, o desioterosso, a suffocacao das ambicoes,
s foi (awravel ao libertainento effeetivo de alg-! quando os partidos se modificara e se modera em
mafc ctatus privilegiada*. A liberdade fes; mui um f,
pouco para os povos, para as massas. Btta foi m-
t Se um arasulmano se tunvertesse e abracasse
o cathoflrisraa;"qual seria o-cathoTIto que o nao re-
Cebesstflde tajacosiaberlgj Ojal serla aquelle
-qne nao. tivesse esse fado como muito importante,
ctno njdto para dejar TBs, se esse rousulmaao
apenas converso, declarasse desde logo ene quera
Lser papa, bispo"tu conego daalgutaa gorda preben-
da, quero nao dina iramedlaiaroente que essa "saa
eopversau er-filha da ambicao,. euao do^irdor da
IS, do desejo de parlilhar a verdadeira crefa ?t;
fbSR.*ouzACABVALHo:r:0 siijiile lngenho-
so : niTomos. os mnsulroados..a..i
O SR^FicugmEOO :Sr^iresidBnte, nesta liga
no representativo sem instruegao primaria, muito
regular,muito generalisada, muito bem Armada na
moral e na rellgio. 1
Pois bem, Sr. presidente, se no Cear da-se a
Koporgo de 1 men|no para 94 habitantes, na
ussia essa proporcao de 1 menino para 6 ha-
bitantes, na Inglaterra de 1 menino para 7 habi-
tantes, na Hollanda de t para 8, na Franga de
1 para *, e em Prtbgnl, sehores, apezar do seu
atrazo em relago aos paizes qna tenhe citado, a
propdrSo de 1 menino para 4 habitantes.
Sr. presidente, se isto suceede emretagao ao Cea-
r, que a provincia coja popalacao tem maior
numero absoMto de escolas primarias, o qoe oo
sucoeder na minha desgragada provincia e em
outra9 ; na minha provincia, que tem menos esco-
las publicas de que a de S. Paulo, a da Babia e ou-
lras, aiada que de agamia ordem ?
PorlauttvS. presidente v*e. pelas ppucas re-
flexoes que o ex-minslro do imperio nao tivesse Insistido,
afim de que essas autoridades recalcitrantes e pou-
co zelosas de seus deveres foroecessem os dados
necessanos para que o parlamento podesse julgar
tes pin principio de dfsenvolvimento para o indi-
viduo, do que mina verdadeira forfa popular. *
E, por consequencia, necessario banir essa rou
systema de todo so resolver pela liberdade os
povos sao lvres, mas o poder tambem livre, e a
liberdade nao poda lutar cora siga mesma.
lia
e Mas, como mui judlciosamente observa um
4rofuudo estadista, o Exm. Sr. cooselheiro Zacha-
l(as de Ges e Vasconcellos, se ha inconveniente
o largo ensino do direito de resistencia da nacao
m caso de necessidade, maior inconveniente ha
em negar absolutamente um tal direito. > 0 prin-
tpio da seaeraoia do povo nao pode sor desguar-
necido de soas natnraes garantas: o direito s
direito quando se pode fazer efleclivo.
8empre que o soberano oollocar' o Estado no
duro extrem de urna fatal desesperagao, o saiu
foputi, xe apresontar para alcancar a pahna do (ipoiados.)
driumpho, o dovo peder lazer a refugio......
^ o citado Suarez outra cousa nao aos ensina :
c Ha dnas especies de tyranoos: os jyraqoos
defacto aos lyraaoos de direito. Otyranno,de
farto dalftolte-qoaoeorpoa o podr pela forca< poique logo que vi asnomeag1 qSb.leitao da Cunha:>E o esli de facto
nue Dor consemiencia nao um soberano Ivgitimo, temti e mili|Wef que sa flzejrara^na mwba.njo- S. Macano :-O que eerto que em grao-,
JE' erano qde s temo norae e o lufar- tela, desda alia na. ^~l*cr ~+\ ^odere^tos^e declara qae i*..
Otvraa*>Ma.ar |iioHe que, .sendo ieiu.ao- ligeir iroboco, embora tos*re^iam ^"fS^ ooP:-Vejamos, porm, mesmo aa,'
?erano doremo e o possalndo 4 Ututo de om rec- o*isa aova stluaeao, ereada pelo palriouam da |a5jo ao municipio etdteo, qual o estado da
fladairo direito, faz entrerartaptrn' nso tvrsnnico cmara transada. slrodgao prltnarla.
de soa aotoridade, qoe falla servir snenles| O Upes Narro :-E qoe M dtosotoid*
foram o raulsumanos? Quaes foram os chlleos?, ^ vra-j_as assembla proviaciaes que
Quaes foram os conversos que quizeranj jjer papas,
b-spos, conegeTe vigarios t Quaes oranCos since-
ros? Diga-o a nnha praMatla, diga-o o paiz.
O Sn. odoy Nioguom qnil ser sacerjslM*
(HUarioade prolongada.)
de ludo, quanlo
carregam com a resnonsabilidade
V Exc. est dzende.
O Sa. LWto da i1kba : -Por minha parte do-,
elro qoe tenho sido xiensssimo nos meas reto-
tortee cerea 4sso Importante assumpto : nao le-
nho culpa se nao tem sidddes na
ses relatorios.
Sr. FtUKmfioo,;Eu nao duYido que lodas^es-
0 Sr. F,gue,bei,o ;-EXs..^e^pt^ ^^^.3^^ *
soberana da fraqueza e do sexo, essa soberana
contra a qpal na ha coragem possivei; esaa.revo-
lugo, qjue nao poupou nem as- innoceate&xahccas
de Mara. Antoaielte, da princoza de Laraballe, pou-
pou todava essa insttugao de caridades e fulmi-
nando r.o delirio de seus impetos e ardor revolucio-
nario instituicoos boas e ms, respeitou.a instilui-
gao da- S. Vicente de Paulo, salvou-a, do confisco
que kinha decretado contra, todas as- institoicoes
pas 1:
A censtluinte, Sr. presidente, isentoui as irmaas
da caridde desse confeoo; a assembla nacional
permitiiu-llies o livre exercico o pzalica dos actos
de- caridde ; o consulado as respe i 10 u: tambem ;
XaiKileio I consideroa esta institucao ooinu a mais
iuioi tante a bem da. huraanidada t deciarou que
amor do progresso, pega ao nobre depulado se abs- ella devia ser conservada, fez-llia numera-os tavo-
tenha de lancar urna proposigao tao desanimadora (res, p-la debaixo da proteegao da-saa n3e, e sob
e tao immerecida. a iuspecgo superior geral dos lazarislas. Napoleao
Sr. presidente, j se vae sentindo de tal modo a W ranqueou-lhe todos os hespitaes Marea,
. *j- V* .. "i Esta instituig^a lem sido, pois, respailada al em
bella educagao das expostas e orphaos ,,na minha poca da mais vertiginosa r^olugao que os Tactos
provincia, tem sido tal o progresso da instrueeao da historia da hainanidade team apresentado.
primaria e da educagao moral que estas meninas Mas, Sr. presidente, estas poucas palavras qae
desvalidas teem tdo, que ja alguns estrangeiros as 'enl, dit0 orai *bono dasiprnias da caridde po-
..-. _____I7_? dem parecar susneilas noc setem partidas do seio
sol.cum para esposas, e anda o anno passado eu do ratholcsmo-, Vou, pSs, ler a*casa o que diz
vi com a maior effuso de prazer um Allemao bem dessas earidosas mulhereaum protestante, um ra-
eslabelecido oa minba provincia com urna tenda de cionalisia inglez, porque quem diz protestante diz
ferreiro solicitar a m5o de urna destas meninas, e !ia5to*lsto' ^ ,ef, *# diI esM rac'onalisa.
.. esse pensador hvre lArnod)___
ainda mais converler-so ao catolicismo, para com,- Um &, DtpCTAI)0 :l_ 0 nobre deputado nao l-
partllhar as crengas religiosas de sua esposa. beral t
Ora, estas meninas, estasraogas, podem casar ,0^^^^
com oa orphaos ; as expostas,podem casar com os esse protestante, mandado; em commissa do sed
expostos, e o casamento seria egual, porque ne- governo para examinar o eslado da instrueeao pu-
nhum delles teria que allegar jjobreza nem brazes. "bltoa em Franca,-
m ta. ornhlo ru *mm. ^>,r^! ^E'S^TXE^* StS
primaria do meninos, e a orpna da instrueeao diz respeito ao sexo feminino, est tora de toda a
primaria das meninas, e este casal vivira com duvida: a superiondade das escolas dirigidas pelas
800*000 ; e a quanlia .qa -ae,' di para sustentar irma5 da caridde est cima da qnaViaer eca-
testagao.i
E' este o juizo qae trma am homem msuspelto
sobr*oens:oo publico primario, dado pelas irmias
da caridde.
smenlo T Mas vou lr ainda outro testemunho insuspeito,
n c r. _- ^ i testemunho que o nobre deputado nao pode taxar
O Sr. FtcuuEao :-E porque razao nao se ha nem de ohramootaisme, nem de jesuitismo, nem
de permltir e facilitar isto? Nao ser melbor isto de pouco liberal; vou mostrar qoat o juizo que fa-
do que, depois de bem educadas setas meninas, de ?ia S*!^6, do-. Cawuf- <;arca da inslucao das
ral tao desvelada, langarem-as na ra, sem'4area- irulgao das3 'ondea* monsticas I neas, e a eon-
uma escola sustentara urna familia e duas esco-
,aVM.Sa Deputaoo ^-llas Wla preceder o ca-
imsntoT
as poacas abas qoe o obra eUnnulro do
tos o sem am,:nesie roado, de corrupgao, quan
do tverem chegado maioridade?' .8 assim o es-
tado a provincia nio se ndeninisaram de.algam
modo dos gastos que taem despendido oa instrue-
gao, na educagao moral dessas orphaos e meninas
Estado depois da educar os meoiiios no arsenal
de guerra ou em outros estabetecimedtos nao os
chama para as armas e nao Ihes da am mesquinho
sold ? Porque razio esses orphaos e expostas ali-
mentados e educados a cusa do estado nio devem
remunerar essa divida, prestando aos outros 9 qae
elles receberam do Estado ? | sao, ^aer Tpaha do p*rlamoaw, ^uer d fora, podj.
verso de seus bens para patrimonio das Igrejas e
parochias d;i llal
Depois de ter demonstrado no parlamento as
conveniencias, as necessida.les moraes, sociaes, po-
IHtoas e erqnoroioas qoe exiga a coaservaeao das
ordens religiosas, pobres, predicantes e duutrinan-
tes-, depois de ter mostrado as vaotagena politicas
econmicas qne'exigtam a consevaclo desas
ordens, disse o conde de Cavour ero'rencjto s ir-
maas da caridaoVo seguate :
Causa-me admiracao o ver erguer-se dos ban-
uteram e se prepataavm pera, a
maraes e philosophica, liveraeay par aaa
dad com esse patrioata a....
Sa. Correu da.forra*: a to
esta. Todas as asaociaedas
cam assim.
(JiSa Fihoeiudo:...
evaagesar os povo* da
hamo Kwral e attenuaro
prestar assistencia
i miawto.
Eses oo esradantea
conferencia de S- Vtteeate
lempo e sea
que a associagao
ropa.
I Taato foi assimquavinle
um dos fundadores da saai
co Ozonam, em conftmaeia aa
aa Italia, dizia o se ge ate, ajae aea
da pa associaga-:
Teodes dlama-de-Tcaami do*
qae em malo da 1823, a 1
ram pela primeica- vez sea a preteetic-
na capital da Rraaca. Wktmm easao.ii
por um diluvio, de
redoxas, que se gil;
timos o desejoaa neaettatede 4e 1
sa f ne meio-das aasaltoa ajae me 1
sos systema de falsa seteecu. .
companheirca.de estadal
sansimoniacos, outros farriertetea
tas. Quando nos
chamar essas. irmie tenasrdw
christiansmo; altes-1
zo se faitee do. peatada, mas heje-e
est morto.; e na
vos dosumeoeiada ser ratlialwt.?*
obra que prwram a vosea (,
admiltlr erespeitor T Elle
censoaa. era mais qoe
sernos.: Pote aem, mi ote* a
oosses-acto. da aecorde caa
quo fazer para sermos
seno. o qna mais agrada a
pois, ao nesse prximo,
e poubaao aosra fe soa. a
djtetv
xaestoram.Sr..
tos que presidfera
aulo-.seuflm foi
gar a fe, curar o paui
chefar, a essas graoste
^Tteaaajsta a
a Sh. Peomo Lem
O Se. FwcuaBtea : Peram astea, *.
denle, os ptos i
iitnicao dos laamiisai,
umente benafca ai
no mondo.
(OSr.Corra das !bma
qae nio cariases.)
0 Se. HAwoaL Joaacn : Wed^aaae, mi a
obra de iteas. S Deas a dar ae mama ter-
cas para tanto.
OSa, Fieemasao: Ca
resaader ao acare
QSa.CoaaJu aaa Si
meu nome.
Vasas : Serte iafracei
OSa.-Picmaes :
eaabre depaiids adtedte o
das illaaoe isllgiiiiw
O Se, Ptaeo Una :
Kirras
crea em moist erree.
O Sa FicoBUumo : A
loado por teda^aparte _.
pleno dominio aa eaMtesajmte. {*
los fazem patente ao 1
e fazem a assoeweS
teaaeacia, seus
da humaaidade. Toda
at o que se pass as L
mab occuUas se julgam : aao ha 1
para a Imereasa, pare o paaaca. (i,
OSa. Ma!*oW-i: -aaaatejgal
laKAMBWa-- tTT. IHleir. f. 4.
1


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