Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10357


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Full Text
*
AMO XL. OMERO 101.
Por tres nezes a Pur tres ezes vencidos 6JJU0
Porte ao correio por tres mezes. 075U
n :
TER& FE1RA 3 BE MAIO DE 1S64.
Por ano odiaotado.....198000
Porte ao correio por ni auno 3$00
ENCARRUJADOS DA SUBSCRU?CO NO NOKTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
i)liveira; Maranhio, o Sr. Joaiiuim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manuel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins <& Gasparno. ~
EPHKMKRIDES DO MEZ DB MAIO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e.
sextas-feras. 5 La nova as 9 h., 54 m. e 2 s. da t.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruaru', 13 (Juarto cresc. as 4 h. e 61 m. da t
d-A,v eMmn?B8. ?aS *srSa*fe!ra8L 21 La ebeia as II h, 4 m. e 20 s. da m.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, 9U n '
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', CabrobJ Z8 Uuart0 ming. a
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhiem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partera ao V di a.
PRKAMAR DE HOJB.
Prime ira as 1 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da mantisa.
partida dos vapores costemos.
Para o sul at Alagas a 8 e 28; para o norte at
lurfj a e de cada mei' Para ornando n das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
. ,* uf Reci'e : do Apipucos as 6/z, 7, 7 i/i, 8 e
8 V da m.; de Olinda s 8 da.m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 '/i da m.;. do Caiang e Varzea s 7
da m.; de Bemlica s 8 da m. !
Do Recife: para o Apipucos as 3/*, 4, 4 /, 4 /*-
*, 8 V,, 8 V* e 6 da urde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 Vi da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 /. da tarde; para
Itomflca as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS IRiBUNAES DA CAPITaI-
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relagao: tergas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SEMANA.
2. Segunda. S. Maphalda infama de
i. Terra. S. Ibdopiano mi ;.S\ Anaro m.
4. (Juaila. S. Mullir viur.: S. Ploriaao m.
i. Quima. cp Aseenso lo itetihor.
(i. Sexta. S. Joio anle-portMin lalinam.
7. Sahhado. S. Estanislao I), ai.: S. Fiara
8. Domingo. S. Hrlailio b.
ASS1GNA-SE
no Recife, em a Uvraria da prva da I
ns. 6 e 8, dos proprieUnos ManoeJ
Par & Pinvo.
PARTE OFFIGIAL.
MIMSTKHIO da i\zi:\ii\.
Circular s thesourarias.! seecioMinisterio
dos negocios da fazenda.-Rio de Janeiro, em 22
le margo de 1864. -Jos Pedro Dias de Carvalho,
presidente do tribunal do lliesouro narion.nl, irans-
inilte aos Srs. inspectores das thesourarias de fa-
zenda, para a devida intelligencia e execugio, as
.instruegoes desla data, constantes do exemplar in-
cluso, para a execucao do art. 70 1 e 2 do de-
creto n. 3,217 de 31 de dezembro de 186).-Jos
Pedro Dios de Canallw.
i.NSTIU Ci;K A QUE SE HEFKRE ACIhCULAU N. IoDES-
TA OATA.
1" secgao.Ministerio dos negocios da fazenda.
Rio de Janeiro, em 22 de marco de 1864.Jos
'edro Dias de Carvalho, presidente do tribunal do
thesouro nacional, ordena que na execucao do art.
70 S$ i e 2- do decreto n. 3,217 de 31 de dezem-
4>ro de 1863 se observem as alfandegas do impe-
rio as seguinles instruegoes :
Art. 1. Logo que o navio der entrada na alfan-
dega e o seu capitao ou consignatario apresentar
os manifestos respectivos, ser urna das vas dos
niesmos entregue ao corrector ou interprete de que
trata o art. 372 paragrapho untco do regulamento
de ID de setembro de 1860, o qual dentro do pra-
zo marcado nesse artigo que sempre ser de tres
dias uteis de|H>is da entrada do navio, apresentar
traduegao do manifest, pela inaneira que se
segu.
Art. 2. O corretores ou interpretes vertero pa-
ra a lingua nacional todas as declarages comidas
nos manifestos, escrevendo |r extenso as quanti-
dades e quahdades das mercadorias, e transcreven-
do ao mesino teuipo as marcas e contramarcas dos
voluntes, sua quautidade e qualidade, e o nome dos
.individuos a quem vierem consignadas, ou, guan-
do ordem, rom essa mcsina deelaragio.
Art. 3. Todos os volumes numerados serio des -
criptosseparadamente, segundo seu numeroeordem
numrica dos mesinos ; o que vierem sem nume-
ro, jnas com marcas especieaes, serio igualmente
descriptos cada um de per si ; os que vierem com
o ni.mi) conteudo ou granel, e que nao costumam
ser despachados por una s vez, serio descriptos
integralmente, e se seguirio em branco tantas li-
ndas quantas forem bastantes para facilitar o lan-
cainento dos despachos da sabida ao lado direito
la .'llia, sendo caucellados os claros o lado es-
ijuerdo.
Arl. 4. Toda a escripturagio dos corretores ou
-interpretes sera feita ao lado esquerdo da folln, 11-
eundo o lado direito para o lanyamento do despacho
e sabida dos volumes. *
Arl. i. Os manifestos que trouxerem em lingua-
gen vulgar os navios procedentes de Portugal dis-
pen.-am a tradueco, comtanto que os respectivos
capitaes facam a tran-criprao com as formalidades
prescriptas nos arligos antecedentes, sendo por ti-
les assignada e coiilirmada a exaclidio da copia
pelo corretn
Art. 6. As alfandegas fornecerao o papel neces-
.-ario. que ser pautado e riscado, segund o m-
jelo annexo, enlregando-se aos corretores e inter-
prete ou capitaes tautasfolhas quantas forem indis-
pensaveis para a traduccao ou copia.
Art. 7. Entregues as traduccoe* ou copias s al-
l'andegas, se farao nellas todas as notas do estylo, e
segundo o modelo cima referido, pelo empregado
a quem forem entregues para esse fnn.
Art 8. Esias traduce-oes ou copias por extenso
serio numeradas com o mesmo numero do mani-
fiesto original que deve ficar archivado, depuis de
feita a conferencia. A nunierayao dever ser segui-
da sem inlerrupcao e por exereicios.
Art. 1. O empregado que numerar as tradaduc-
coes M copias, e as notar no manifest, far urna
jnscripgao suinmaria, em livro especial, da qual
constara o numero da ordem, a data da annotacao,
a indicacao do nome do navio e do seu capitao, da
nacionalidade e procedencia, e da sua chegada em
lastro ou earregado.
Arl. 10. Cada urna das folhas das traduccoes ou
optas ser nomeada e rubricada pelo mesmo em-
pregado que llzer a numeracao do manifest.
Art. 11. As traduccoes ou copias organisadas
na forma dos arls. 2 e o formario cademos espe-
ciaes, e conterao na primeira folha as indicagoes
da inscripyao summaria, prescriptas no art. 9 per-
tencentes a cada um dos manifestos Iraduzidos ou
copiados.
Arl. 12. Estes cadernos ou copias completas de
cada manifest, serio classificados segundo a or-
dem dos numerosos da inseripeo, reunidos e con-
servados com cuidado e encadernados em livros,
pro|H>r(o que o numero delles |>ossa formar um
roame regular e que facilite o laniiameuto das en-
tradas e sahidas dos despachos e das observaces
-do cas tu me.
Art. 13. Cada um destes livros, depois do enca-
dernados, ser novamente numerado e rubricado
pelo inspector da alfandega, ou por seu ajudanle,
declaranilo-se na primeira folha o numero de ma-
nifestos que. conlm, bein como o total das folhas
de cada voluine, devendo nesta occasiio examinar
se foram clasiticados e reunidos, na conformidade
dos arligos antecedentes.
Arl. 14. Para facilitar o exame dos livros terio
elles no dorso, depois de encadernados, o exercicio
a que pertencem os manifestos reunidos nos me-
mos, e o total dos nmeros da inscripcio alm da
numeracao dos lomos.
Art. 15. Os correctores e interpretes que infrin-
grem as presentes instrucedes na parle que Ibes
toca serio punidos com as penas marcadas nos re-
glamentos liscaes e no cdigo do commercio.
Arl. 16. As pre>csenlcs instruegoes sao applica-
veis smenie aos navios eslran:eiros ou nacionaes
<|ue, vindo de porlos estrangeiros conduzirem mer-
cadorias eslrangeiras que tenham de ser debi-
tadas ou despachadas as alfandegas, devendo-
se guardar a respeto dos manifestos das embar-
eafSes de calKiiagem as regras adoptadas na al-
fandega da corle, que prescinden) do registro dos
inesmos, como era pralica nos consulados.Jos
Pedro Das de Carvalho.
fll YISTEHIO DI AGRICULTU-
RA ro.rl.rlKRn
V. OBRAS PUBLICAS.
DRiiHKTO N. 3,234 M 2D OE AIIKH. DE 1864.
Approoa tu 'ilteraew-s feitas no rrtjulamrnto fiara
o transpoite de emigrantes, que bai.roucom o de-
creta 2,168 de 1 de maio de 1858.
He por bem approvar as alleragoes feitas no
regulamento do 1 de maio de 1858 para o trans-
porte dos emigrantes, que com este baixam, assig-
nadas por Domiciano 1. n.' Riheiro, do meu conse-
Iho, ministro e secretario de estado dos negocios
da agricultura, commercio c obras publicas.
Palacio do Rio de Janeiro, cm 20 de abril de
4864, 43 da independencia e do imperio.Com a
ubrica de S. M. o Imperador.Domiciano LcHe
Mikciro.
AHerai-Jies feitas no regulamento lo 1" de maio de
1858" parn o transporte de emigrantes, a que se
refere o decreto n. 3,254 d>*f-i data.
1.* As attriliuigoes conferid is commisso de
que trata a primeira parle do arl. 27 do ngula-
tnento p*ra o trans) rtc de emigrantes, approvado
pelo decreto n. 2.168 do 1* de m lio de 1858, pas-
sam d'ora em diante a ser exercidas por um agen-
te de nomeagio do governo imperial.
i." Ojulgamenlo das iofrargoes a qae se referem
os arls. 35 e seguinles do citado regulemenlo Aca-
ra perlencendo aodito agente, a quem igualmente
compete : I
1. Tratar do desembarque dos colonos para a
hospedara do goveruo, e promover o seu estabele-
cimenlo as colonias do estado.
2." Servir de intermediario ntreos particulares
e os agentes de colonisagao na Europa, prestndo-
les todos os esclarecimentos que estiverem ao seu
alcance.
3.a Animar a emigragao espontanea para o im-
perio, mediante os favores esp;cificados as ins-
truegoes de 18 de novembro de 1858 ; entretendo
para esse fun correspondencia regular com as
emprezas colonisadoras e com os cnsules brasi-
leros.
4." Inspeccionar o servir da hospedara do go-
verno de modo que os colonos ah encontrem bom
agasalho e boa alimentario por preces mdicos.
5. Ter um escriptorio para tratar dos negocios
relativos colonisago.
8." Ficam supprimidas as gratificagoes marca-
das pelo arl. 46 do referido regulamento, devendo
n agente nomeado pelo governo perceber urna gra-
tilirario ixa, que Ihe sera arbitrada, em remune-
raran dos seus servigos.
Palacio do Rio de Janeiro, em 20 de abril de
1864,Domiciano Le i le Hibeiro.
trano : o que a esta communico para seu conheci-
menlo c devida execucao.
Dito ao juiz de paz inais votado do primeiro dis-
trjeto da freguezia de Flores.-Constando me que
INTERIOR.
nao se reunir a junta revisora de qualincagib des-1
sa fregaezia no correte anno, determino a Vmc. '"'
PABt.
Bolea, 23 de abra de 1861.
semelhante falta; e rena a referida junta no da' i ^".nuadissimo sere hoje na minha correspon-
19 de junho prximo viodouro que para isso desig- a*"013- .
no, convocando para esse flm e guardados os prazos; A,s npl'cas do Amazonas chegam 8 do cor-
e inais formalidades da lei os novos eletores dessa 5"" nav'a tomado posse da presidencia e da
parorbia que segundo o ariso da reparligio do im- \ *crel'"'a,do governo os Srs. Adolpho de Barros
peno de 13 de Janeiro ultimo, j foram approvados WV3'01"!') de Lcenla e Lu Augusto do Nasei-
pela cmara dos deputados tendo Vmc. em vista e(nt0 're*P.
para os trabalhos da referida qualiliragao o dispos-! 1 No mcSlo vapor em que seguio aquelle presi-
lo no decreto n. 2863 de 21 de dezembro de 1861 e *nte r;l?'"essou o Dr. Sinval, presidente da Para-
mis disposgoes em vigor. iyba_do uorle.
Portara.Os Srs. agentes da Companhia Brasi- ; H"J" e,,,|J"'ca no- Cruzeiro do- Sul, mas por cm-
leira de paquetes a vajwr mandem dar transporte ffan,,c.om destino a demorac-se alguns dias no
proa por conta do ministerio da marinha no va- araniao.
por que se espera do norte aos dez recrutas men- .ilue'n ja regressou para o> Amazonas, o novo
clonados na relacao inclusa, os quaes tem de ser (J|IZ;* ei, da comarca do Solimoes Dr. Ro-
enviados ao quartel generol da marinha por parle *
mmm da provincia.
Bipediente d dia 29 de abril de 1861.
"(lirio ao Exm. presidente do supremo tribnnal
de justiga. Communico a V. Exc. que o juiz de
direito da comarca de raimares, bacharel Joio
Francisco da Silva Braga, entrou cm 22 do corre-
te, no goso de urna licenga de 3 mezes que obteve
para tratar de sua saude.Tambera communicou-
se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dilo ao bngadeiro commandante das armas.
Queira V. Exc. mandar apresentar ao Dr. chefe de
polica, no dia em que seguir para o norte o vapor
Apa, que se espera do sul, dous soldados para es-
coltaren! um criminoso at a capital da Parahiba.
Communcou-se ao Dr. chefe de polica.
Dilo ao mesmo.Srvase V. Exc. do ordenar
que pela pharmacia do hospilal militar, sejam for-
necidos a botica da colonia de Pimenteiras, os me-
dicamentos_ e mais objeclos mencionados, na in-
clusa relagao.Communicouse ao director da co-
lonia.
Dito ao mesmo. -Ao ollicio que V. Exc. me diri-1
gio, sob n. 772, e dat de 28 do correte, respondo
derlarando-lhe que o recrula Elisiario dos Santos
L>aJ, deve ser alistado em um dos corpos em guar-
uigio nesta provincia, visto que foi por equivoco quo
se mandou |x)r em liberdade em 5 desle mez.
Dilo ao mesmo.Em visia do ollicio de V. Exc. i
n. 777 de 28 do crrente, exped ordem para serem I
transportados, no vapor que se espera do norte, o
cabo de esquadra Lauriano Francisco e soldado
Jos Soares da Silva, que seguem para Tacaratii
pelas Alagoas conduzindo a ambulancia destinada
a villa de Cabrob, e autorisei o inspector da the-
souraria de fazenda a mandar entregar ao referido,
cabo o quanlitatvo necessario para occorrer as'
despezas de transporte por mar da villa do Penedo
at o porto de Piranhas, e por trra desle at a villa
de Tacaratu.
Convm por lano que V. Exc. se sirva de orde-
nar que o referido cabo de esquadra venha rece-'
ber a ambulancia na secretaria desta presidencia.'
Fez-se o necessario expediente.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmuto a V. S. para os fins convenientes a in-
clusa copia da acia do conselho adminslratis'O para
forneci ment do arsenal de guerra datada de 18 do
correnle.
Dito ao mesmo.Em additamento ao meu ofli-
ek> de 23 de margo ultimo, transmuto por copia a
V. S. para o fim conveniente a informagio que
em 11 do correle, e sob n. 97 ministrou a reparli-
gio das obras publicas, acerca da parle do conven-
to de Santo Antonio desta cidade, que esleve oceu-
pada por aquella reparligio.
Dito ao mesmo.Transmuto a V. S. a cont jun-
ta em duplcala, afim de que, nio havendo iocon-
veniente mande pagar a Francisco Antonio Bastos,
conforme solicitou o capitao do porto em offieio de
27 do correnle, sob n. 48, a quantia de 155000 res
proveniente de encadernagoes de livros pertencen-
les aquella capitana.Communicou-se ao caplao
do porto.
Dito ao mesmo.Se nio houver inconveniente
mande V. S. pagar ao encarregado da gerencia da
companhia Pernambucana, como solicitou este em
ofDcio de honlem, a quantia de 7:000000 reis, pro-
veniente da subvengao mensal com que o governo
imperial auxilia aquella companhia, visto ter ella
segundo const do rilado offivio, cumprido com
suas obrigages no correnle mez.
Dito ao mesmo.-Por conta do crdito votado
para soccorros pblicos, e nao havendo inconve-
niente, mande V. S. pagar ao pharmac<-utico Joa-
quim de Almeida Pinto a quantia de 112^460 reis,
em que importaram os medicamentos constantes da
relagao junta, por elle fornecidos para o tralamento
dos desvalidos que forem atlacados do cholera mor-
bus no termo de Cabrob, onde ha receios de que
aquelle mal apparega.
Dito ao capilio do porto.Mande V. S. por em
liberdade os recrutas Agostinho Jos de Barros
l'raia. e Maximano ll.li-iro da Costa, que foram
julgados incapazes do servgo em inspeegio de sau-
de como V. S, declarou era seu oflicio n. 47 de 27
do corrente.
Dito ao juiz de direito da segunda vara desta ci-
dade.Pelo seu ndlcio de 27 d correnle, fiquei in-,
teirado de ler Vmc. nomeado o bacharel Manoel
Joaqun Silveira, para exercer interinamente o
cargo de promotor publico desla comarca no impe-
dimento do effeciivo.i ommuncou-se ao inspector
da thesouraria de fazenda. |
Dito ao juiz municipal de Barreiros.Com o pa-
recer do conselheiro presidente da relagao datado
de 27 desle mez, junto por copla, dou solugo a con-
sult feita por Vmc. em offieio de 16 do mesmo
mez, sobre julgameulo de suspeiges oppostas a
jui7.es municipaes.
Dito a cmara municipal do Limoeiro.Cons-
tando do oflicio do juiz de direito dessa comarca
de 28 le margo ultimo, e mais papis a elle juntos
que estando Jos Alves Bezerra Cavalcanli, a ser-
vir o cargo de escrivio do juiz de paz da freguezia
de Taquarilinga mediante proposta deste, autorisa-
da pelo juiz de direilo respectivo, t approvagao da
cmara municipal do Limotiro, se apresentra Ma-
noel de Souza Barboza exiitudo daquelle Bezerra
Cavalcanli. o carlorio do referido juizo de paz, em
consequencia de deliberara.) da sobredita cmara
municipal, que considerou Barboza, e nao Caval-
canli o legitimo escrivio, demiltindo assim tcita-
mente a este ultimo, o que Ihe nio era dado fazer
j por estar este serviodo aquelle offieio nos ter-
mos do artigo 14 docodigo do processo criminal, e
nao poder perde-lo sem erro competentemente pro-
vado, aviso de 7 de margo de 1853, e j por que
sem proposta dos juizes respectivos nao podem as
cmaras muncipaes nomear escrivaes de paz, como
se evidencia do citado artigo 14 do co ligo do pro-
cesso criminal, e anda do artigo 52 das instruegoes
de 13 de dezembro de 1832 : determino que, por
forga dos arligos 48 e 52 do mesmo cdigo do pro-
cesso criminal, que o sobredito Jos Alves Barboza
Cavalcanli seja manlido no oflicio de escrivio do
juiz de paz da freguezia de Taquarilinga, cm quan-
te nao for delle privado por algum motivo justo e
, legal, ficando de nenhum elTeilo a dehberago da
' cmara muaicpal do Limoeiro que maudou o con-
aldo de Souza Paes de Audrade. Corre que este
magistrado sera interinamente encarregado da che-
atura de polica.
Em Manaus j se acbava recolhido prso o le-
ente-coronel Meirelles, de qne Ihe falle em mi-
litas correspondencias, foi d'aqui remellido no
rapor Belem, em vista da requisigio das autorida-
des superiores do Amazonas; foi acompanhado sob
a guarda do coronel Antonio Pereira da Silva
Frade.
Para o Per* parti deste porto no dia 18 rebo- '
mao pelo vapor Morona, o transporte denominado .
Arica, com a carga, ofhViaesengenheiros e traba-
atores que veram da Europa na barca ingleza
Eliza.
Desta provincia do Para mu poucas sao as no- ;
rdades.
Ouanio poltica, marchara os negocios feigio
dos liberaes-progressists. E' verdade que continua
.fciver descontentamento entre os puros e os conci-
Jados ; mais larde ou mais cedo este amalgama de
ulereases heterogneos ha de por aqu ter a sua .
occasiio de completa e estumada separagio.
E' porm certo que a presidencia annullou a
Sualili.-ario das freguezas da S e de Sania Aona.
ito indica que o negocio j se vai mais ou menos
para o cargo extenuando.
Da alfandega desta provincia partiram para Ma
dessa provincia, f..i, depois de srw ida a corte e oe
juslificar-se das falsas imputacGea qae Ihe liz-ra
seufigadal inimigo, o ex inspector Itaymundo Ta-
rares da Silva, promovido a chefe- le seceaoda
thesouraria desta mesnia provincia. Foi esse. alm
deoutros niuilos, um acto de fustiga do governo
imperial, queassim apreciou o increcimeiito loSr.
Lima e Castro, e f-lo vollar para o seio de sua fa-
milia nesta provincia, onde goza de bstanle con-
sideragio, e deputado assembla provincial.
E o Sr. Lima e Castro ha de corresponder satis-
factoriamente conflanca do governo, porque alm
de saber cumprir o seu dever, lera presenilmente
por chefe um cavalleiro de excellentes quali.lades,
o Sr. Solero Jnior, moco inlelligente e honesto,
hbil empregado do fazenda, e- de trato ameno e
delicado, elle naojogaras cristas com o inspector,
que felizmente nio um Sr. lavares.
J que fallei em negocios de thesouraria, devo
ilwer-lhe ainda que, para maior harmona dos em-
pregados dessa reparligio, de l tambera j sahio
o celebre Pacheco, sendo chefe da oulra seceao o
as columnas la Mal aaaal, imaatai liAm o-
tugaros, com individuos somenle de sua psrriati-
dade, e de propria conlianra.
Nessa nfinidade de demihsoes, de qn< lrM ffixe. s.vrilieou ale correligionarios .iis ipk* pt>r
sua moileragao e hont-stidml.- t>rnaraw-se Jilean-
do aprego das anlt^riores adminiMi .;>. e foram
por elles consid.ira.lo*. BtaaMaaa>ai di usyvia*
e menos apios para mntnm na arliuliJa'lr, per
julga-los infeccionados do contarlo de seusupp.
los adversarios.
Obviados j, e mesmo dusaffeitos a Wi de *-
inissoes era massa: capaeila.lo de que o aoa*es-
tado de civilisagio repellia e->e pensamraio; etxt-
vencidos que uina inudanca- |H>!itica p-h. operar-
se sera reacio partidista ; ronirislou-no* sobri-ma-
neira a coramocio |M>rque [.> |ia>san>l a prone
cia, e urna sombra datapai enlula-ii.>s o upwit
apealandoaw lira futuro prenhe de represalia*...
^ Eis como foi executalo entre nos, p.-i Sr. Dr
Felisardo, o prograinma do gabinete, e a forma por
que comprehendeu S. Exc. a lli.-se ministerial do
do capio do porto.Communicou-se ao capitao
do porto.
Dita.O presidente da provincia, tendo em vis-
ta a represeulagao que Ihe dirigirn) varios elei-
tores da freguezia do Pogo da Panella contra a al-
teragao dos districtos do paz que a cmara muni-
cipal desla cidade fez naquella freguezia em 30 de
abril de 1860, e considerando que a faculdade con-
cedida s cmaras muncipaes pelo arl. 4 das ins-
truegoes de 13 de dezembro de 1832 e art. 2 do
cdigo do processo criminal para crear, supprimir
ni d \ ilii' os districtos de paz, passou a ser aitri-
buigio exclusiva das assemblas provinciaes em
yirlude do art. 10 j 1. do acto addicional cons-
liluigio do imperio, que rerogou aquellas dispos-
goes de lei, como explica o aviso n. 395 de 19 de
setembro de 1860, resolve que fique de nenhum '
effeilo a citada alleragio dos districlos de paz
da freguezia do Pogo da Panella leita em 30 de
abril de 1860, e lique subsist mo a divisio|ue an-
teriormente exista at que seja alterada pelo po-
der competente.-Communicou-se cmara muni-
cipal do Recife.
Dita.O presidente da provincia, confirmando-
Sr. Candido Jos Pereira, moco tamben) dedicado, esquecimento dos odios passado*. esiabeleoda .1-)
inlelligente e zeloso. I alto da tribuna pelo nobre nunistro do imperio
E" pois de crer que essa importante reparticao com o apndice da afilniaeio do futuro coa todas
da provincia marche agora regularmente. i as suas esperangas!
Tem continuado na administragio da provincia j teve lugar, na ultima dominga do ma aare-
o hxm. Sr. Dr. Antonio de Sampaio Almendra, cedente a elenco de depuladus |irovin-iaa> para o
como 2- vicc-presidenle. O Bxm. Sr. Almendra e biennio entrante, recahindo Ma a rutaran rv > raa-
proprielano abastado da provincia, nernbro de didalos do Sr. vice-presidemv, lano u prianro
amilia importante, cheo de prestigio |>or suas qua- como no segundo dislriclo leiKiral.
datos e pelos numerosos e importantes amigos I Vamos, por conseguinie-, presenciar o-espaaaa-
|ue o apoiam, e por tanto, inlelligente e bem inlen- i lo de urna cmara unnime ; cousa <|iie ha ba>ian-
conado como tem feilo oplima administracio. | [S anuos nao observaiaos- nesta prormeia, apezar
Elle tem procurado melhorar o estado da provin- j da pecha de exclusivistas (pie M aura aM coaser
ca, e pela a4ministrrgi> da fazenda provincial j vadores, que nao obstante, einpre ronpeatiram .?
alguma cousa tem f.-to. A administragio provin-1 elemenlo liberal repre*mtado na asoeaMa pro-
cial era mais um canos que reparligio fscalsa- vincial as vezes em parlilha ignai.
dora. A escriplnragao eslava atrazadissima, o car- Hoje a doutrina seguida inteiraia'nie- Aerea
tono era o labyrintho de Creta, a divida activa da te : a ultima decisu da cmara do arpanaV.
provincia nao era condecida, a passiva nao era es- acerca da cilicio deste primeiro dMrklo, prata-
cnpturada, a arrecadagao do dizimo, nica fonle zio esse frutopeceo eenfesado -pie nos torna
de riqueza da provincia, era lio irregular que uns sceptieos e propensos a fcscrer toe boa* srro>s
contnbuintes pagavam duas ou tres vezes, outras dessa respeilavel corporagio as>im motilara.
nem urna. i l'raza aos cus qo nos illudamos em a*as
Tildo era trevas Porm, com a administragao prevlses, pois desejamos a niorali.la.lr e idiaati
do Etm. Sr. Almendra a luz appareceu alli. Elle ment da provincia, parla o impulso IxKte partir
de 25 do correnle, resolve nomear
de delegado do termo do Ouricury e primeiro sup
pente Agostinho Correa de Mello, e para subst- nau e paraTabatinga os erapregados que nesses |
luir esie noma Antonio Jos Barbosa Bahiano. !duUS. P'>nto<, vao eslabelecer as mezas de rendas,
Communicou-se ao Dr. chefe de polica. Da fonna da ultima reforma que o governo fez
Dita.O presidente da provincia, atlendendo ao: Para a navegagao do Amazonas,
que requereu Alexandre Mara Barbosa da Silva, I 0i empregados foram os seguinles : Manaus,
colleclor da comarca do Pao d'AHio, resolve con- Para administrador, o 1 conferente majer Fehppe
ceder-lhe quatro mezes de liceuga para tratar de Pereira Manuho Falcao e Mello; para escrivao o
sua sade, devendo porm deixar em seu lugar escnpturario Joao Saturnino de Moraes Baplist.
pessoa idouea e sob sua respousabilidade e de seu ^''nga.adiiiinistradoro 1-escriturario Francis-
liador.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se cora a proposta do Dr. chefe de polica n. 506
de 25 do correnle, resolve nomear Sabino Sidro-
nio AI ves de Castro para subdelegado do districto
do Ouricury primeiro da freguezia do mesmo m>
collocou logo a testa dessa importante reparligio o
muilo bail Dr. Deolindo Mendes da Silva Moura,
e ludo vai tomando eaminh regular. O Sr. Dr.
Deolindo lem feito relevante servigo provincia,
melhorando o servigo de sua primeira reparligio e urna calainidade para a pupnlaeau.
melhodisando-o; de crer que ella fique em esta- terrivel rontrao partido derahi-to.
O recrutamento em massa, assim |>ara o exer
cito como para o rorpo poliial, posto em eaxtii-
dade na quadra actual por tratos o apate ph
ciaes, alm dos recruladores respertiros, tea sido
urna am
co Ladislao Toscano de Alcntara ; para escrivao o
escripiurario Pedro Henriques Cordeiro. Tambera
foram aloraos guardas novamente nomeado para o
mesmo fim.
NaiiS ultima quinzena o que lem prendido mais
a attenr.io desta capital sao os cotcenos dados
do de prestar-se ao fim para que foi creada.
Resta que a assembla provincial complete a
obra decretando medidas justas c sabias. Feliz-
mente a sua reuniio est prxima, abre-se extra-
ordinariamente no i" de maio, e ordinariamente
em jtilho.
Para esse tempo tambem ja estar por rao Exm.
Sr. Dr. Doria, que, Ilustrado como procurar sem
Os nossos delegado* e subdelegados tem-se apro-
veilado, em larga escala, dessa ampia e rtcsrriprkv
naria faculdade para o exercirio de suas riegan
gas particulares, produzindo um clamor feral era
todos os anttulos da prorinria.
O pnico foi lio extraordinario > singular, aw
o> mercados e feiras liraram algn da* drsprari-
dos dos gneros de primeira nere-snlade. eteraa
me, por haver fallecido o individuo que o exercia.; Pe'0 insigne artista Arlhur Napoleao.
Communicou-se ao Dr. chefe dd polica. WIM vezes lera elle tocado no theatro Providen-
Dita Os Srs. agentes da Companhia Brasileira cia. e ambas ellas tem sido lal a afliuencia de dile-
de paquetes facam transportar para a corte por ,antes 4"e das antes do espectculo nao ha um so
conta do ministerio da guerra no vapor que se es- hilheie, otan especialidade de camarotes,
pera do norte o soldado desertor Antonio Bezerra' Ein verdade um nolavel e distinclo artista na
de Mello que ser remellido para bordo do mesmo I execugao da msica no teclado. O gesto, a delica-
vapor por parle do brigadeiro commandante das dezae a violencia dos dedos sio iiiimitveis!
armas.Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dita O presidente da provincia, usando da at-
trbuigio que Ihe confere o art. 7 da lei de 12 de
agosto de 1834, resolve prorogar al o dia 7 de
maio prximo viodouro, a presente sessao da as-
sembla legislativa provincial.Kizeram-se as ne-
cessarias communicagdes.
Dita.Os Srs. agentes da Companhia Brasileira
de paquetes mandem dar passageus de proa para
a corle por cont do ministerio da marinha no va-
por que se espera do norte aos apren.lizes mari-
nheiros Manoel Cardosoda Silva, Francisco Borges,
Lutz de Franga Barbosa e Jos Ribeiro da Silva,
que o inspector do arsenal de marinha lem de
enviar ao corpo de itnperiaes marinneiros.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao primeiro secretario da assembfa le
gustativa provincial.O Exm. presidente di pro-
vincia manda remetter por copia V. S. para ser
prsenle assembla legislativa provincial que o
tomar na considerarlo que merecer o ollicio que
ao mesmo Etw. senhor dirigi honlem, e sob n.
117, o director da leparlgio das obras publicas, I
relativamente a quantia Ue 4:12o que anda se i
esta a dever proveniente da obra da ponte de ferro
junto fundigio de C. Slarr & C(.ommuuicou-
se ao director da reparligio das obras publicas.
Dito ao mesmo.Respoudeudo ao ollicio de 25
O publico sempre o recebeu sob o mais eiithu-
siastico phrenesi de applausos
Tenciona regressar a essa provincia nesle pa-
quete ; mas leudo-se-lhe ollerecidu para o dia 23 j
um almogo e no sabbado 30 um sarao uos salos |
do Cassino Paraense, foi por assim dizer inhibido
de seguir seu destino, alim de aeeitar estes teste-
muuhos de aprego e consideragio que Ihe vota a
soiiedade paraense.
as condiges desle artista, todas as ovages sao
bem merecidas.
Nesle vapor, como Ihe noticei segu por em-
quanto at Maranhio o desembargador dessa re-
lagao Antonio de Barros e Vaseoncellos.
Ainda nio regressou da sua conimssio Mara-
nhio, o coininandanto deste districlo naval o chele
de esquadra Joio Mara NVandeckc.
Honlem ao sabir desle porto, no acto de suspen;
der, cabio o patacho iuglez Furist com destino
Inglaterra, sobre o brigue nacional Bntha llcins-
torff, fazendo-lhe varias ararlas pelo guraps.
Este navio licou impossibililado de seguir a sua
viagem, que era hoje, para New-York., devendo,
porm, partir a 23 pela manhaa.
Do commercio nada sei de importante ; note-se
sem se saber porque, alguma frouxidao na praga.
Os navios no porto sao os seguales :
A' descarga
llenriqueBrigue brasiiero.
fatriola Patacho dilo.
ElizaBarca ingleza.
&7mV duvida levar esta provincia caminho de progresso, do-seos pregos a enormes pro|iurr>*. o me \rr.
em ordem a nao continuar como tem estado lio baixar do governo urna providencia, pmailaa*. o
retaguarda de suas irmaas. rerrutameiilo, naquelies luare>, sot>re o* aaaate-
0 Piauhy niio lio pobre para estar lio atrasa- ( ves oceupados na c.mducgao >r> intimo irriwr"--
do, o que necessario que haja quem Ihe d im- i Esta providencia, com quanlo iul*n aaamr
pulso e active seus recursos. o anterior estado de cousas. prodtiziiHto de algam.i
Pelo que diz respeito a administragio da juslica s^irie o |iovoamenlo das feiras, e relo a pre-
vamos o|itimamenle. Parece que j ha inedo de gos consideravebnenlr, todava nao .b"ipou o ter
comraellerse crimes. E na verdade cora um che-1 ror que lavra na populago, nem diminu a aaa
fe de polica como o tnteaerrimo Sr. Dr. Gervasio ; dos agentes pohciaes na captura de seo* desadrr-
Carapello Pires Ferreira nao muilo fcil Iludir a tos.
agio da justiga. Todos aguardan) com anciedaoY a rhega-la da
Agora mesmo acaba de chegnr filado pela polica Sr. Dr. Sinval. na esprranga dr ipje elte pan mm
um criminoso de morte do Cear, que andar ho- j utido semellianle perseguigao, ao inleresse mo-
misiado deslanle deste cidade 40 ou 50 leguas. Este I ral de sua administragio.
assassino, chama-se Jos Rodrigues Limapz-se j O invern lardio que tiremos, anniquilloa awato
em guarda no acto da pri.-aoresisti trepa,deu I planlagrs, rnlnzindo nolavelmente as safra de
cutiladasapanhou-as lambem, c fui afinal pre- assncar e algodao futuras, que entreunto, aa r
so. Est a esta hora curando-se dos elfeitos de soa. rio inferiores s do presente anno, peto aujrim-r.i
valenta. I de lavoura que se observa, principalmente ao arti-
Na Parnabyba tambem foi capturado ha poucos | mo artigo,
dias um lal Joaquim Barroso de Ceras, criminoso | o assucar bruto continua a oliter te 24H
de morte em 1831. E oulros, e miros que longo e 12200 por arroba; e algodao de Ht00 a *i"'k
massanle seria mencionar, at mesmo porque issoj por arroba, na insperrao.
de nomes de criminosos pouco importa para noli-1 Ficam ancoradas nesle |>orln a barra iater.>.
cias, basta saber que a polica do Sr. Gervasio Vision e galera Serafina, para carregare
aclivissima e (ue |>or tanto S. S. tem prestado rel- pan Liverpool, comerando amanhaa.
vantes serviros a esta provincia.
Temos lido ptimo invern.
O magesloso Parnahyba corre alteroso na frente
desla joven filba do mirle como que desaliando o
Urussuliti e oulros vapores a que Ihe venham sul-
car as aguas e levar al suas nascentes os raios da
civilsacio do seculo, os meios de aproveitar e de-
senvolver as riquezas de suas feriis margeos; a
industria, o commercio.
Espera-se urna boa colheita principalmente do
algodao cujo prego lera convidadoos nossos la-
vradores a planta'-lo exclusivamente-o que era
parte nao deixa de ser ura erro, porque nao
PERHAMBGO
ASSEMBLA fROVIM IAL
ao offieio de
do correnle sob n 93, declaro V. S. de ordem de | Sir C. CampbellBrigue dilo.
S. Exc. o Sr presidente da provincia, afim de que Horace E. BillIfiate dito
o faga constar assembla legislativa provincial, i SolferinoPatacho dilo.
que os esclarecimentos por ella pedidos Acerca da j Dmntkn Escapa dita,
estrada de ferro, ihe foram remedidos, logo que Navios carga
esta secretaria os recebeu.
Dito ao mrsmo.S. Exc. o Sr. presidente da
AmeliaBrigue brasiiero.
A sahir
provincia, salisfazendo a requisigio da assembla i TamegaBrigue porluguez, para Londres
legislativa provincial constantes dos primeiro e se
gundo quesitos do ufllcio de V. S do 25 do corren-
te, sob n. 94, manda iransmitiir-lhe para ser pre-
sente mesma assembla a informagio que acer-
ca delles ministrou a reparti;io das obras publi-
cas, e quanlo porm ao lerc'elro, opporiunamenle
ser satisfeito.
Dito ao mesmo De conformidade com o que
pedia a cmara municipal do Pao d'Alho
em offieio de 12 de Janeiro ull'ino, transmiti a
V. S. de orden) de S Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, para ser subuiellido deliberagio da as-
sembla legislativa provincial, o incluso projecto
de regulamento que a referida cmara confcccio-
nou para o cemterio publico daquella villa.
Dito ao Dr. Maximiano Francisco Duarle.De
ordem de S. Etc. o Sr. presidente da provincia,
aecuso recebido o oflicio de 27 deste mez, em qne
V. S. coinmunirou ler nessa dat eutrado noextr-
ciciodo cargo de juiz municipal e de orphaos do
termo de Pao d'Alho, para o qual foi nomeado.
Communicou-se thesouraria de fasenda.
Despachos do dia 29 30 de abril dr 48B1.
Requerimentos.
Abaixo assignados de cleilores da freguezia do
Pogo da Panella.Deferido com a porlaria desla
dala que por copia se remede a cmara munici-
pal do Recife.
Alexandre Maria Barbosa da Silva.i'asse-se
portria concedendo a licenga pedida.
Coronel, Antonio Gomes Leal.Nao me sendo
permittido relevar o supplicante na reposigao
que se refere, requeira ao governo imperial.
Eduardo Calisto Bezerra.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Francisca Mara de Salles.Prove a supplicante
que vi ura.
Jos Francisco de Paula. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Jos Roberto do Nascimento.Nao existe na se-
cretaria o documento que se refere ostlppli-
cante.
John Donnely.Informe o Sr. inspector da the-
souraria de -fazenda.
Maria Claudina do Reg BarrosSejam adinit-
tidos se nio houver inconveniente
SESSAO ORDINARIA EM 2 DK ABRIL I* l*i
I'uksiokncia no sk. co.Nsii.iirnt" TueaM
UIlHEIIIO.
s II 1/2 horas da manhaa. fela a chama*
se acbando-se prsenle numero Irgal dos j'cnawr H
dere deixar a cultura da nossa indispensavel man-; depuladus.
dioca, do nosso arroz, em flm das materias alimen-; Abre-se a sessao.
tinas. Que vanlagem ha em ler muito algodao, \ Lida a acta da anterior approvada
vend-lo bem; porm ler de empregar tolo seu > O Sk. Piumriiio tacamai da mota
valor era farraha, milho. fajan ecl. etc. ? Se fra
lavrador plantara algodao, procurara melhorar |
sua cultura; porm haria melhorar tambem a dos
/Vom/Escuua ingleza, para Liverpool.
BerlhaBrijfue brasiiero, para Nova Vork.
Aiii/m/ amelen Brigue francez, para o Havre.
EnchanlrcstEscuna ingleza
piau*v.
Therezina, 16 de abril de 1861.
Entre outras noticias trouxe-uos o ultimo correio
de Caxias. que conduz-nos a correspondencia da;
corte e das nossas outras irmaas, a demissao do ,
Rvd. Thoraaz de Moraes Reg, do lugar de procu-
rador fiscal da thesouraria de fazenda desta pro-
vincia, e do Sr. Jos Joaquim Avelino, de solicita-
dor dos feilos da mesma fazenda, sendo nomeado
para aquelle lugar o inlelligente e honradissimo
bacharel Francisco de Paula Penna, advogado ac-
tualmente nessa cidade. e que j foi juiz munici-
pal da Paruahyba desta provincia.
Quanlo parecen natural a demissao do padre,
sorprenden a do Sr. Avelino, e eu Ihe darei razio.
O lugar de procurador fiscal privativo dos ha-
chareis em direilo, e o padre nao formado ; alm
disso os feiloscorriam mal, segundme informam,
porque disso nao emendo ; as causas da fazenda e
especialmente urnas contas l da Parnahyba, eram
decididas sem muila justiga e com pouco interesse
da fazenda, portado nio era de admirar que o Ihe-
souro olhasse para o contencioso do Piauhy.
Outro lano, porm, nao aconteceu com o Sr.
Avellino. Empregado inlelligente e dedicado, ci-
dadio honesto, c bem conceiluado, parece que nao
estava no caso de ser demiltido, lalvez por falsas
iuforraagoes do procurador fiscal padre Thomaz,
que alias se mostrara apreciador do Sr. Avellino.
No thesouro mesmo, e na directora do conten-
cioso ha quem conhega o Sr. Avelino muito de
perte, e salba que elle un dos raelhores solicita-
dores, e capaz at de exercer ebem desempenharo
cargo de procuiador fiscal. Refiro-me aoSr. Dr.
Eleuteno Augusto de Atnayde. E1 provavel, porem,
une o Roverno repare a injustic* que soffreu o Sr.
Avelino. E tanto mais me coavengo disto, quando
i caso idntico, ou muito semelhante, acah ue
dar-se com empregado da thesouraria desta pro-
vincia o capitao JoaTuIn de Lima e Castro, o qual
tendo sido removVio por castigo (porque s assim
se explica so: remogo) do lugar de offlcial da
thesouraria desta para a de 3 escripiurario da
gneros de primeira necessidade.
O correio que conduz esla deve sahir amaohaa.
porm nio posso ser mais extenso porque parece
vir inuita chuva e eu lenho de palmelhar, cavado
j se sabe, mas5 leguas at a fazenda aonde eos-
tumo passar os domingos, dias santos de guarda,
feriados etc. etc.e por tanto. Goo ClIlllllBi.
2i de abril dr l&.
Pensionado por inumerns afazeres lenho deixado
de dar-lhe noticias minhas e desla boa trra que
me vio nascer, nio obstante os bons desejos que
me acompanharam de corresponder ae seu apello
e diversidad.' de materia prodigalsado pela actua-
lidade.
Hoje, mais desembaragado desses entraves que
emaranhavam-me o lempo, volto ao amigo posto,
pedindo-lho descultia do interregno que guardei,
e prometleiido-lhe, d'aqui em vante, a maior assi-
duidade que me seja pessivel, uo arduo desempe-
nho desta larea.
Continuarei a ler por norma a verdade, como
urna das condiges essenciaes do missiyista, que
quer e deseja a consideragio de seus leilores, fa-
zendo toda a deligencia por manter a iraparciali
de se-
guile
EXPEDIENTE.
l'm oflicio do srcielaiio do governo daado Mi
encia de ja ler sido remettida a esla asseaAtea a
represeulacao dos habitnles de Grvala e ate
trata o ollicio de 31 do mez prximo pausado. A
archivar.
l'ma pelico de Antonio Ferreira de Agaar Ja-
nior, escrivao interino do jury da comarca r <
anna pedindo que na lei do organiento moairipal
se marque qu da para ser pago da q-iauua de
8625125 ris que Ihe dere a cmara umniripal da-
quella comarca.A cominissao de orraaaa* ama
cipal.
Sio lidos e approvados os seguale* renaeri-
raentos :
Requeiro que pelos canae paaaTi e peca
cora toda urgencia ao presidente da proriacia a
seguinles iiifonnages :
1* em que da foi recrutdo Antonio Joaaaa de
Sant'Anna ;
2* em que dia foi sollo, e p^rqoe ;
3* se o referido Sanl'Anna fora espaacade oato-
rido na occasiio de ser recrulado ;
4* quaes as causas da* laclo.
Pago da assembla provincial, 2 de afcnt
1864. Aranjo Jbu-roj.
Requeiro que se solicile norarornlr da pres
cia um quadro demooslraliroda-*oaraat
e reparadas na prormeia no* ultiaw* ai
J- VS. B-l
dade altrenle a pos.o lio imprtame era toda sua cora as desag ,agoe, ja g da ^ ^
plenitude, como sempre prat.que.._ J JJ J JJ 3a de S. Pedro da pan
Nao serio, por rerlo, eons.deragoes de ordem t- Mtt^#fJL2^"
guma que me tgam arredar deste procedimento de Tacaite,a mar^
honroso, embora seja forgado a envolver-ine na po- \JJS%SffL aaadaat
iitica do dia, pela necessidade urgente de irazer o n
seu Diario ao par dos acontecimenles, como e ao
mConuna na administragio da &#**&!!
seu orimeiro v ce-presidenle, o &r. Dr. t-eiizaruo
Toscano de Brllo,escolhido pelo ministerio actual
ara erapunhar o limo de governo, na ausencia
do Sr Dr. sinval Odorico de Moura. presidente Ho-
rneado pelo sobredito ministerio.
Sendo o Sr. Dr. Felizardo, chele ostensivo do
partido liberal desta provincia, sua nomeagao foi
recebida com sorpreza e desagrado lelos homens
cordales do lodos os partidos que visaram aW
passo impoltico do gabinete tima lendencia para a
remogo de amigos odios e decidida inclinagao pa-
ra as reacgdes do passade.
Infelizmente estas previ-oes nao foram Iludidas.
S. Exc. comprehendeu que, na sua qualidade de
chefe de um partido, sua nomeagio imporlava a
condemnagio geral da poltica adversa, e logo deu
de de* ii inda t
projecto:
A cominissao de constiluicao c poeras, eaaai-
nando o projecto de lei que crea para as catas e
commercio, o imposto de 20040tt por radaua>
ro eslrangero, e nao achanto dispwMfaa a%aaa
da constilmgo que elle se o^alia. deparocar
que o mesmo seja subinellido deliberaga da
casa.
Sala das commissoes, 21 de marra da
Carvalho Honra.Siloa Rui ro.
A assembla legislalira iiroriocial de I
buco resolve :
Art. 1.* As casas de commercio ae .
pecie que sejam, ou esirangeira* ou i
tiverem caixeiros estrangelrcs. pagana aafMo-
to annual, de 200J000 por cada um callen.
Art 2.* Serio considerados caixeiru. para at
feito do pagamento do referido imawto, todwa c
que as mencionadas casas commeraae e eaprr-
garem na escripiurago ou em outro qualaar mt

c-omeflo a essa leva de demissoes que tero pejadolvigo commercial inlerno ou tVtrmi.


Arl. 3. O lancamento e col.rfl.-va dTaTnposto G- ^ Sml"> Mrl">
sera feito pelo mosmo ino,i0i {iorque fe h o ^n~, M Burgos, coronel I
v^uruM c cohranea do imposto
iibo Jos tii'
Harto rfc PgTfajjlH|6 Trrc felra 9 c Hato 4 tU4.
sobro lejas.
* Pa^o da asscmb'la legislativa provincialej*-
lumbuco, 5 de margo de 1W4.-S. *--u'"-
Silteira LoboSilva Banvs.-Carval'toMoui .
A assombla legislativa provincial de Pernam-
buco, rcsolvc :
Art. I. Fien elevada caMiegorta un villa a po-
voacao de S. Jos dos Bezcrros, cqm a mesma de-
nomina rao.
Art. 1 O novo termo se corapor das freguezias
do nomo da villa de Grvala.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Paco da assemblea provincial, de abril de 1864
Di! BaptistaJ. do Hego Barros.Joo Braulio
Coi ira e Silva.
O Su. Ci.mia Trata* (pela ordemj pede que
soja discutido o parecer da commissio de constiiui-
;o e poderes dado acerca do projeoto que estabe-
leecu o imposto de 200,50(10 sobro cada oai-
xeiro esliangeiro, que se acha adiado ha muitos
dias alim de que elle seja dado por ordem do da.
epois de algumas consideracoes do Sr. Buar-
posto o parecer a votos approvado.
(Vontiiiuar-se-lii./
*llr*, PriiMiJ Cache- ropa, populansando-se assim o tomando lugar nos DivideudusT T
--eS!'"y?.'?**'.' ^S ".slclto Lranco, S.: lares enlstaos esta Im.igm do Salvador que tilo Premios de saques e remessas
1 -nlra v\og.s ftollarininn Po-! bom trazer sempre dfante dos olhos.
-- --___
REVISTA DUNA.
A assemblea provincial na sessao de hontem,
apreoiou as seguimos petiges ; do Sr. Nabor, para
que a asscmbla, cm signal de do pela sentida
niorte do K\m. bispo desta diocese, deixe de lunc-
cionar |kji- lies dias; do Sr. Itochael, para que pelo
mesmo motivo, seja enviada urna commisso da
casa para assislir as exequias que se teiu de fazer
ao Exm. prelado; do Sr. Jacobina, para que a as-
semblea suspeuda os seus ira tullios to somente
por um dia.
Depois de alguma discussae, em que tomaram
parle os Srs. Jos Maria, Araujo Barros. G. Cu
pello. Nabor, Jacobina, Kochael e Francisco Pedro,
foram approvadas as mocos dos Srs. Hocbael e Ja-
cobina, e rejeilada a do Sr. Nabor.
Em visu disto a asscmbla suspendeu os seus
trabalhos honUni.
A ordem do dia para boje a anteriormente
designada.
Logo que constou o fallociRicnto de S. Eic.
Kmva, o Ilustrado cabido assumio a regencia do
bispado in sede vacante; e assim tein lomado as
providencias neeessarias para o funeral do mesmo
Exm. Sr., bein como para nao sotfrer a direceo da
igreja.
eixamos no numero anterior de dar noticia
mais desenvolvida acerca do passamento do Exm.
diocesano, nao s pela hora adiantada em (|ue teve
lugar "esse triste aconlccimento, como tambera por
que fui impresso aquelle numero no dia de sabba-
do, alim (tos vapores que seguiam para o norte e o
sul da provincia seren delle portadores.
Mas sobrndonos agora espaco, cumprimos esse
dever deixando sol a rubrica Diario de Pernambu-
co as notas biographicas que colhemos sobre o I-
lustre tinada
O vapor costeiro Mamanguape, entrado hon-
tem de Sergipe e Alagoas nada adianta as noticias
que liveraos pelo Apa.
Por determinaco da presidencia, foi nullili-
cado o concurso, que se proceda na thesouraria
provincial |ara 2" escriturario, e esui marcado o
dia 1< do crrante para ter comeco o novo acto
Esta resolueo asscnla na sciencia que Ihe foi
dada pelo respectivo inspector, de combinarao com
os examinadores, de liavercm introduzido "para os
examinandos os pon los resolvidos, logo depois del-
les dados pelo examinador da materia.
\'o sabbado ultimo deu a sociedade Ilecreia-
t*co Ceri/bantina a sna partida uiensal, com a or-
dem que Ihe propria.
EMeve o ser.o bastante animado com urna con-
currencia de cerca de 80 senhoras, que mais abri-
Ihantaram com as suas gracas e amabilidade.
Deixou a sociedade theatral Metponem Per-
nambueama de dar o seu o espectculo no do-
mingo, em coDsequencia do lallecimento de S. Exc.
Itvma.
No vapor Apa vieram da corte, e tomaram
posse 'los respectivos cargos, o Sr. Ur. Joiio Cardo-
so de Moraes Souza, presidente nomeado para a
nossa Caixa Filial do Banco do Brasil; o Sr. An-
tonio Kiil.Jio Montero, inspector da nossa allnde-
ga ; e o Sr. Gandido Muniz dos Santos Vianna, feitor
coiiferente da alfandega de S. Pedro do Sul, que
\em servir como adido na nossa.
Como noticiamos aeabam le che<-ir os Srs.
Guidi e llovi, tenores, quu tanto agradaram nlti-
mmente na Babia. Antes de se retirarem para a
Europa pretendan ellos dar um ou dous concer-
tos, nos quaes poder o publico apreciar a excel-
lencia de suas vozes.
(I Sr. Coimbra, actual empresario do nsso
theathro, tendo sciencia do lallecimento do nosso
diocesano, suspendeu os trabalhos dramticos at
sabbado prximo.
Desde domingo pala manhaa que todos os si-
nos das iirejas da capital dobram, em signal de
dur pelo passamento le S. Exc. Bvma.
O Sr. monsenhor Pinto de Campos celebra
amanhaa (4 do crrenle) as K horas da manhaa,
na matriz da Boa-Vi.-ta, una mista pelo repouso
eterno do fallecido prelado diocesano.
Itoga-se a todos os liis a candado de assfettreni
a este piedoso acto, qne aproveitando alma do
morlo, recninmenda e realca a orthodoxia grati-
dao dos vivos.
RBPABTfCAO DA POUCUL
Extracto da parte dos dias i 2 de maio de I8lii.
Foram recolhidos casa de detencao no dia :I0
de abril.
A' ordem do lllni. Sr. Dr. rbefe depolicia, Julio,
escravo de Pedro Nolasco Vieira de Mello, sera dc-
claraeao de motivo.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, An-
tonio da Silva l'aiva, Elias Joaquim dos Santos, por
iiriga Guilhe/me Antonio de Sic|ueia, e Joaquim,
escravo de Jos Joaipiiin da Silva, -ara avtrigua-
^oes polieiaes.
A' ordem do de 8. Jos Joanaa Maria Magdalena
da Cooceicao, Francisca llosa Pacheco, Francolino
dos Santos' Arauj por ili>turliios Vicente Ferrei-
ra da Conceicio Jnior, Miguel Gomes de Barros,
por brisa ; e Josl escravo de llosa Maria da Con-
eeicao, por fogido.
V ordem do da Boa-Visla, Maria Francisca da
Cooceicao, para correccao.
-I
A' ordem do lllm. Sr. Dr-. chefe de polica, Am-
brozio, escravo de Joaijuim Correia, Sera declara-
ro do motivo.
A'ordem do Dr. delegado da capital, Tlicodoro,
como suspeito de ser Ocravo fgido.
A" ordem do subdelegado do Becife, Francisco
Goacajres da Paixo, Severioo, escravo de Joao
da Ci'.uha Magalhaes, ambos sem declaraco do
motivo ; e Conrado, i'scravo de Fiuincisco Ferrao
Ca&tello JJranco, i requerimento do procurador do
respectivo senhor.
A' ordmn do de Santo Antonio, Vicente Ferreira
Gomes, e Jos Antonio Arouca, por embriaguez.
A' ordem do de S. Jos, Jos Manoel dos Passos,;
por disturbios ; Mara da Assumpeao dos Praieres,
Amia Maria da Conceicao. Justina" Maria do Espi-
rito Santo, Josepha Alvos da Silva, e Jacintho Fer-'
reir Gomas, todos por brtfa : e Caetano, escravo
de Sebaslio Jos da Silva, por crime de furto.
O chefe da seceo,
J. O. ie ilesi/K'ta.
Movimcnto do hospital de Nossa Senhora da
Conceiftio dos -Lazaros do I a .10 de abril de
1864 :
r-Mt-a P de I oiu,k P -" "'B'N iMJiiariiiiiui re-
eaprias. -*wno Das Machado, 1 pxezo
*"" OitTUAftlO bO btX 49 M AHRII., SO CBM1TERI0
i'BUCO : '
Maria twbd do Espirito Santo, Pemambuco, 40
anuos, viuva, Boa-Visu ; ama conslderavel ane-
mia.
Helena, Peruaiiibuco, 3 mexes, Saato Antonio in-
tente.
Manoel. Pernambuco, o horas, Recife ; espasmo.
Manoel, Pemambuco 7 dias, S. Jos ; espasmo.
Antonia Isabel da Conceicao, Pernambuco, 34 an-
annos, viuva, S. Jos ; febre typboide.
Lidia, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Visla; diarrhea,
Manoel, escravo, Pernambuco, 33 annos, solteiro,
Santo Antonio; hypetrophia.
Jaaquna Exequiel Tavares, Pernamboco, 50 annos,
viuva, Boa-Visla ; luherculos pulmonares.
30
Manoel, Pernambuco, 7 mezes, Santo Antonio;
congestSo cerebral.
Manoel, Pernambuco 7 mezes, Boa-Visla, gaslro
hepatile.
Horacio, Pern.Snibuca, 9 mezes. S. Jos ; convnl-
^oes
ca>
Jos Correia de Mello, Pernambuco, 34 annos,
sado Santo Antonio ; gaslro interite.
Germana, escrava, Pernambuco, 40 annos, oHei-
ra, Boa-Vista ; cancro uterino.
Manoel de Oliveira, Portugal, 33 annos, solteiro,
Boa-Visla ; anemia.
Luiz Jos de Assumpcfio, Pernambuco, 25 annos,
solteiro. Boa-Visla; alienado.
Umbelina Maria da Conceicao, Pernambuco, 20 an-
nos, solteira, Boa-Visla ; phlbysica pulmonar.
Francisco Jos Vanderculer, Blgica, 47 anuos,
solteiro, Boa-Visla: febre typboide.
Antonio Vieira da Cunta, Pernambuco, 48 annos,
solloiro, Boa-Vista ; deseuteria.
DI POICO DE TUDO.
Traduzimos do Tintamarre o que segu :
A MHMU QUE FALLA.
(Historia real.)
A srena passa-se cm Fontainebleau.
As personagens sao Isidoro Sombraccueil e sua
niiillier. os quaes contam desfructar as delicias de
urna refeicao caiiqiestre por entre as pedras de
Franchard.
Nao longe da pedra que chara, a Sra. Sombrac-
cueil canta a aria conhecida : Fiquemos tiqtti.
Eslao acommodados.
Verdura, rochedos e paslel de ligado gordo.
A solidao, o ar puro, e o que mais ?... o marido
todo ternura c jovialidade.
Chegou a contar al a mulher a historia classica
de Eneas e Dido, forcados pela tempestade a obri-
garem-se urna gruta, onde o amor havia armado
sua raloeira.
A Sra. Sombraccueil estava pensativa.
Ella olhava para alguns caracteres pintados
oleo em urna rocha visinha, e a linal exclamou
assomada :
Isidoro, s um infame Ha um auno, dia por
dia, que neste lugar tu me traicoasle com urna
prestare.....que nao ouso qualficar! V, v tu
a pedra que falla I
Com o olhar inflamado, o braco eslendendo e o
ndex ameagador, ella soletiava a seguinto ins-
cripcao :
Isidoro Sombraccueil e Clara Pomptlte
amor constante
17 de agosto de 18C2.
E cima, um coraco abrasado, alravessado por
urna sellaIII
Isidoro eslava petrificado.
Apenas pode arranjar esta resposla incoherente.
O lagarto o amigo do liomem.
Pede-se a Sirandin que desle assumpto nao faca
algum vaudeville.

anda calino
Proposeram Calino que comprasse alguns
bilheles de lotera.
Ha cem mil francos ganhar.
E" tentador I
Calino recusa com obstinacao asimina,
Nao! diz ello. Nunca tive felicidade em jogos
de azar..... Mesmo com as mulheres____tenho
sempre sido logrado.
E depis, mudando de parecer, acrescenla :
Estou engaado, ganliei urna vez em ininha
vida------ Era um magnitieo par de bolas.. -. sem
canos, que um sujeilo do meu conhecimenlo rifa-
va. Havia quarenta bilhetea dous sidos____eu
jue nao sou besla, comprei-os por quatro fran-
cos!... Mas ganhei 1 'oi esta a nica vez.
Extrahinios o seguinte:
C A N T 0
De km 'inj'iule brastleiro.
Altos mares navegando,
l.onges ierras percorri;
Por mil cidades passanoo,
Que lindas coasas que eii vi!
Edificios sumptnosos
Occuparam-mc a atteneao;
Vi muitos anjos formosbs,
Que captivam o coraco.
QoBDio as arles ha bello
Muitas vetes contemplei;
Mesmo n'um templo uingello
Lindas virgens adorei.
Vi cam|)inas verdejantes.
Pomares, bellos jardins;
Vi as festas mais brilhanles,
E apparatosos festn-.
Vi thcalros e corridas,
E vi a dansa genlil;
Ouvi musirs sentidas
D'immenso coro infantil.
D'Europa intelra as bellezas
Eu as nosso bom contar;
Nem descubro altas noblezas,
Km que nao vejo a campar.
Elabora l Quero saudoso
A patria tornar a ver;
Pois ueila sou mais di toso,
Embora sempre a gemer.
E" que amando com ternura
Seus ares e seus verdores,
Do jussaral frescura,
Nella enconiro mais amores.
Para mim lem mais delicias
O meu patrio Sao Luiz;
Suas (ilnas tem caricias.
Que lornam o homom feliz.
Seus olhos lem.rnais encantos,
Seus affagos mais ardor-,
Seus peilos lem doces cantos,
Que mais nos fallam d'amor.
Assim pols, na trra minha.
Onde recende o ananaz,
Quero em campestre casinha
Gosar a vida fugaz.
A minha lyra pulsando,
Ixmge do crime e do mal,
Quero a existencia ir levando
No meu verde palmeiral.
es-
Existiam 14 heraens o 15 mulheres, entroa 1
homcm, ahio 1 homem, Evadio-se 1 hornera, exis- Na Estrella do Norte l-sc o que segu
tem 1-1 nomens e 5 mulheres, total 28.O mor- Bcsto ie Nosso Sbuiio.
domo, A. 3Gomes do CornoO regenle, funis Acaba um disiincto artisu, Mr. Vanclef. de
Ignacio P.t -Santos. ; eulpir um admiravel busto do Salvador, destinado
Passageros do vapor Mamanguape, rindo i a ter a maior ac(;eitacao entre os apreciadores da
uos portos do sulJos de Sonza Silva Cunta, sna I arte religiosa.
senhora, l lbo e I escrava, Goncallo Jos deSanta J L se nelle esta inseripcao : Feilo segundo um
Anna, Tnomaede Moura Nogueira, Antonio los'camafeo existente em Roma, e encotnmendado pelo Letras caucionadas
imperador Tiberio Cesar, contemporneo de Saiu+Letras descontadas
Nos desejariamos que no Para e no resto do
Brasil se dlvolgasse esta bella obra, em vez de ou-
tras profanas e s vozes indecentes, que por abi
andam e se inlroduzem no seio das familias.
Oescou io<..........,.............
4.8284(101)
1:9131677
51:063|99S
Ris. 3,970:7134782
De Bardaloue tradaz o mesmo jornal o seguinte
sobre o
ESQUECHIENTO E ABANDONO DOS POBnES.
Qu.intos pobres sao csijuecidos I
Qnantos ficam sem auxilio e sera amparo I
Esquecimenlo tanto mais deploravel, que da par-
te dos ricos, elle voluntario, por conseguate,
criminoso.
Eu me explico : quantos desgranados reduzidos
aos ltimos rigores da pobreza, e que nao sao con-
solados, porque us nao querom conlieeer I
Se soubcssem a extremidade de suas necessida-
des, loriara por elles mo grado scu, seno canda-
de, pelo menos humanida''e.
A vista de sua miseria corariam de seas etces-
sos, teriam vergonha de seus gosos superfluos, re-
prehender-se-hiam de suas loucas despezas, julga-
m hiara com razio crime. Mas, porque ignorara o
qaB blles soffrem, ou nSo querem sab-lo; porque
leriiem fallar delies ; porque os afaslam de sua
presenca julgam-se pagos, esquecendo-os ; e por i ?^!
mais extraordinarios que sejam seus males, tor-
nam-so Insensiveis a elles.
Quantos, verdaderamente pobres, sao despeza-
dos, como nao o sondo, sem alguem se d ao tra-
balho de indagar, se com eleto o sao ou nao.
Quantos pobres ha, cujos gemidos sa fraijuissi-
mos, para quo possara ferir-nos os ouvidos, e de
que nao nos queremos aproximar, para nos nao
compellirem a alleml-los!
Quantos pobres abandonados I
Quantos desamparados as prisues I
Quantos exhaustos de forcas nos hospitaes t
Quantos envergonhados as familias particula-
res I
Enlre mesmo o que se conbecem por pobres,
e cujo estado doloroso nao pode ser ignorado, nem i
esquecido, quantos sao duramente maltratados I
Quantos faltos de ludo, em quanto que o rico vi-
ve na abundancia, no luxo, as delicias 11
Se nao houwsse juizo linal, poder-se-bia chamar
escndalo da Providencia a paciencia do pobre
ultrajada pela dureza c pela insensibilidade do
rico I
Estado da caita.
Em ouro amoead-
o.....504:4ool80
Em notas do the-
souro miiores de
104000. 20:210OO
Em ditas meoores
de 10* 6:8354000
Em notas da caixa
filial do Banco do
Brasil .... 70:3204000
Em olas do Novo
Pirado de Pcc-
nanihiico. sondo
De 2004 74:6004
De 1004 33:1004
D: 504 9:8304
-----------117:5504000
En i rata e cobre. 7:3864952
hando-se, pondose era prara, e adjadicando-se oulros.. Para que proeed^wen, razies Sr.
duas casas que nao linbam sido penhoradas, e Fenelou nesu; uonlo, cria pieciso .rae mm
comiirehendendo-so tu mesma adjudicado nina nae aqnelles eram os aniew B;ul
ontra casa que, com quanto Uvesse sido penhora- d0.fe penhorado am nico bem deSr
da, nSo foi todava avalada c nem vez alguma le- Cavalcanle, contra e que reclamoa mi
vada prac.i
Respondi-lhe, como rae cumpria, em o Diario
de 23 do corrente, moslraudo-lua as inesnws irre-
gularidades, que haviam escapado sua fiscali-
saao.
O Sr. Feuelon nao poda justificarse, vista
dos
dao
dend
nao
rando enliio desviar a atlcacao publica daquellas
irregularidades, e chama-i
para assim desfazer a impre
produzio a suslenlacau.du meu hislorico.
era o legitimo dono desse bem. se tivesse Inte ao-
va penhoracm oulros bens; urna e oalra
informam-ine nao ser exacta.
Baldo de razos para susieetar o qoe |
soccorre-se o Sr. Feneloo, e nism iasiie a na .
voco que tive, i|uando Iratci da qaestao prranet a
Demenstraro da emisso.
4262 olas ao valor de
>
2450 >
2004000
1004000
504000
852:4004000
465:1004000
122:500-5000
xi 1,440:0004000
O guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
DIARIO DE PERNAMBUCO
CHIlttMCA JUDICIARIA
Til lili V V h DA IIKL\\;IO.
SESSAO EM 30 DE ABRIL
mESIDENCIA DO EXM. SK. CONSELHEIBO
SILVF.mA.
As 10 horas da manhaa, presentes os senhores
desembargadores Gilirana, Res le Silva, Alraeida_
e Albuquerque, Molla, Perelti, Accioli, Assis, Do-
ria, e Guerra, procurador da corda, faltando cora
participacao os Srs. desembargadores Caelano e Lou-
renco Santiago, abrio-se a sessSo.
Passados os fcitos e entregues os dslribuidos,
deram-se os seguinles ,
JULGAMENTOS
Aggravos de petcao.
Aggravante, D. Josepha Leopoldina de Mello Ma-
rinho ; aggravado, e juizo.
Relator o Sr. desembargador Gilirana.
Sorteados os senhores desembargadores Almeida
Albuquerque e Assis.
Nao tomaram conhecimenlo por nao ser caso de
aggravo.
Carta testetnunhavel.
Aggravante, o recolhimento de Nossa Senhora
da Gloria ; aggravado, o juizo.
Relator o Sr desembargador Doria.
Sorteados os senhores desembargadores Motta,
e Beis e Silva.
Iteram provimonto.
ApfwUacao civel.
Appellante. Jos Joaquim das Neves Canella ; ap-
petlado, Manoel Nunes Bonson.
Conrirmada a senienca.
liRSICNACO DE DIA.
Assignou-sc dia para julgamento dos seguintes '
foi tos :
Appelltirvet cioeis.
Appellante. Rila Joaquina de Moura ; ap|llado, I
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Appellante, Felippe Gomes da Frota Jnior; ap-
pellado, Francisco Ferreira de Mello.
Appellante, o cnsul nortuguez ; appellados, os
credores do espolio do finado Jos Ribeirc de Fa-
rias.
IIII.IC.I-.NCIAS CIVKIS.
Com vista ao Sr. desembargador procurador da
coixia
A appellacao civel.
Appellante, a viuva de Manoel de Almeida Cata-
nho ; appellada, a fazenda.
PASSAOENS.
O Sr. desembargador Almeida e Albuquerque ao
Sr. desembargador Motla
A apntUarao civel.
Appeflante, Joao Cleophas de Lemos Vasconcel-
os : appellado. Simplicio Jos de Andrade.
O Sr. desembargador Molta passou ao Sr. des-
embargador Perelti
As appellaroes citis.
Appellanlo, Gabriel Antonio; appellado. Fian-;
cisco SantLigo.
Appellante. o visconde dcSuassuna ; appellados,:
a viuva e herdeiros de Sebaslio Antonio Paos
Barreta
Appellante, Francisco Marinlio de Albuquerque
Mello; appellado. Francisco Jos Vianna.
Appellante, Jos Joaquim Carneiro ; appellado,'
Vicente Ferreira Longumho.
O Sr. desembargador Perelti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
As appelhuyea ricis.
Appellante, Cosme Ferreira Lima; appellado,
Manoel Gomes da Cunha Lima.
Appellante, D. Francisca das Chngas Bandeira
de Mello appellado, Francisco Rodrigues dos
Santos.
O Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Assis
As appellarSes civeis.
Appellante, bacharel Bernardo Duarte Brandao ;
appellado, Manoel Francisco Ribeiro.
Appellante, Anlonio Torqualo Felippe Maia; ap-'
pelado, Vicente Rodrigues de Sonta.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
A aapea^So < rime.
Appellante, o juizo ; appellado, Bernardino de '
Sena Wandei l<-\.
As appellaeoes civeis.
Appellante, Lino Ferreira da Silva ; appellado,
Jos Mendos Carneiro Rodrigues Campello e outro.
Appellante, a cmara municipal ; appellada, D.
Maria Francisca da Justa.
i.) conflicto de jurisdccao entre o juiz municipal
supplente do termo de' Tacaratii e o de Villa-
Bolla.
Nao se julgou a revista civel adiada na sessao
de 26 do correte, pela falla do Sr. desembargador
Caelano Santiago, um dos revisores.
Encerrou-se a sessao s 11 horas e meia, nao se
julgando mais feilos pela falla dos mesmos senho-
res desembargadores
NOVO BANGO DE PERXAMBICO.
Balaneele do Novo Banco de P ci nanilraco em 30 de
abril 1861.
Desdo sabbado noute que a egreja per-
nambucana so acha envlla no crpe da dr
e da viuvez, pelo passamento do seu prelado o
Exm. e Rvm. Sr. D. Joo da Purificacao Mar
ques Perdifto.que, aps Irnta e um annosde
exercicio, volveu ao seio do Eterno.
Nasceu o Exm. finado em 4 de marco de
1779, na villa de Vianna do Minho (hoje ci-
dade do Castello), em Portugal, recebeu o ha-
bito de conego regranle de Santo Agostinho
em 9 de Janeiro de 1796 c professou na mes-
ma oidora em fins de fevereiro de 1799. sen-
do ordenado em presbytero em 22 de julho de
1804, e celebrando sua primeira missa em 12
de agosto desso mesmo anno.
Viudo para o Brasil, foi nomeado thesou-
reiro-mr da s do Bie de Janeiro em 1806 e
monsenhor da capella real da corte em 13 de
maio de 1809, tendo antes disso, em 28 de ja-
nho de 1807, professado como cavalleiro da
ordem de Christo.
Vagando o bispado de Pernambuco, pela
resignaoao do Exm. Sr. D. Thomaz de Noro-
nli.i, foi elle escolhido por S. M. o Imperador
D. Pedro I, para esse cargo importante em 18
de outubro de 1829; e, confirmada essa oseo-
Iha por sua sanlidade Leao XII em 28 de fe-
vereiro de 1831, foi sagrado em 26 de maio
do 1833 e lomou posse pessoal do bispado
29 do outubro desse mesmo anno, na colado
de Olinda
O si ni caminho na senda da vida episcopal
acha-se marcado com traeos iudeleveis, que
recordaro sempre quanto (leve a nossa pro-
vincia seu zelo e amor evanglico, em to-
das as quadra>, como se l na pagina da his-
toria enlutada com a guerra civil de Panchas
de Miranda, que lanos males causou pro-
vincia, c que sua presenca e palavra sos po-
deram fazer parar; se encentra na lapide da
nova matriz de S. Jos, que elle proprio lan-
cou em 7 de setembro de 1845, depois de ter
doado o terreno em que se acha ella situada;
se v escripto nos livros da Ordem Terceira
Carmelitana, cuja egreja sagrou em lo de ou-
tubro de 1858 : e mais que ludo polo que 'li-
o sempre as rccolhidas da Gloria, Conceicao
de linda, Coracao de Jess de Iguarass e
Solcdade de Goyanna, quera sempre acudi
com mo protectora as horas da necessida-
do, alm dos pobres, orphos, viuvas e neces-
silados que, elle recorrendo, encontraram
allivio c conforto para o corno e para o es:
pirito.
Durante o seu episcopado, se nao apresen-
tou elle tima vasta illuslracao, mostrou sem-
pre alma generosa e ebea" de uneao, condi-
ces que Ihe allraliiam a affeicao dos que o
communicavam e o tornavam digno de ser
lerabrado.
Tendo de ser sagrado o nosso actual Impe-
rador. S. Exc. Rvma. foi um dos que concor-
rcu corlo do imperio para assislir ao acto
solemne da sagraco cm o anno de 1841.
Alm do ttulo lc conselhero, com que foi
agraciado em 10 de novembro de 1829, era
elle condecorado com a commenda de Chris-
to do Brasil, o com a commenda do Nossa So-
nhora da Conceicao de Villa-Vinosa, de Por-
gal, e mais com a digoitaria da imperial or-
dem da Rosa, qne Ihe foi conferida cm 1860.
SolTrcndo desde alguns annos graves e
chronicas molestias, foram ellas aggravadas
ha poucos dias por urna furiosa clica produ-
zida pela nversao do movimento peristltico
dos intestinos, occasionando-lhc a niorte cm
seguida.
Poucas horas depois de fallecido, foi o ca-
dver embalsamado pelos Srs. Drs. Sarniento
pai e filho, e collocado na capella do palacio
episcopal, transformada para esse im cm ca-
pella ardenle, na qual continuar em expsi-
to durante os dias 3, 4 e 3, sendo neste le-
vado para Olinda s 6 horas da tarde e depo-
sitado na cathedral at o dia seguinte, em
que se devem fazer as uliimas honras devi-
das seu elevado cargo.
E como Ihe perteneam as de principe, des-
de a aurora do 1 do correte a canhoneira
de guerra surta era nosso porto, os navios
mercantes nacionaes, os cnsules das diver-
sas nacoes, e a fortaleza do Brum tem tido
os pavilhes meio pao, dando esta um tiro
de dez em dez minios, e conservando-sc as
armas em funeral.
Grande numero de eslabelecimentos com-
merciaes tem-se conservado com porla fe-
chada.
S. Exc. Revma. era o ultimo do episcopa-
do brasilero escolhido por S. M. o Sr. D. Pe-
dro I; e com elle abateu-se o ultimo marco
asseniado na senda religiosa por aquelle mo-
narcha.
Na dr, porm, que assoherba o povo per-
nambucano, na dr que se traduz em todos
os semblantes, resta por consolaco a certe-
za de que, por suas virtudes evanglicas, o
Ilustre finado fez-se qninnoeiro da mansao
celeste, onde existe lonvando ao Senhor, e
pedindo por este povo, que.lhe nao pode ser
indfferente.

qu* faril-
Iotk qn*
palavra****
qne por uo
Fonolon. qnaad >
peras dos prnprios autos em iine S. S. Itinrii
Principia ello o sen aovo artigo, publicado no o comlemnara e o prendera urna gravi-mu
Diarto de 26 do corrente, dizendo que obandonoi pousabilidade
a quesloda lecitimida-lc do titulo do Sr. Gaslro, Bqmsm a propriedade fose penh,>rada, r.w
eada prioridad do da fazenda, e quo nao disse quer 0 Sr. Fonrlin ( ol^SS3 S
palavra sobre as nulhdadosargidas ; que urna aul05)) iedose somonte avahado 7\
726:7574132 vez que nao me defendo de haver exposto cora duas casas dessa propriedade
ioexaclido perante a assemblea a questao do Sr.
Castro, quando asseverei, que este era proprietario
do sitio, que eslava na sua posse ao lempo em
que se fez a penhora, llco convencido de a haver
commetttdo, e que assim tica sabido :
i Que o Sr. Castro nao soffreu violencia nem
esbulbo algum ; i. que o Sr. Castro nao tinlu
titulo legitimo sobre a propriedade 3, que era
vado pora
. cuino qoe adjn
dicaram tres f Em que parte dos autos a ara-
lacao da teiceira casa t
Creio jue era presenca de lactos da ordem di*
que tenho relatado, apoiado* por doeomeMie i-
conle-lnveis, como nao (todera deixar c *tt proprios autos, j nao decente a contrariedad-
As irregularidades por mim argidas sao ama-
ens g hypoti.ee. Sev^ contito ?ttff
!" ion, para suppor qna outro movol, qne n*o aar -
posse que a devid.i altencao aos autos da precitada exeruro,
o lornasse complico n'aquell.v falta*.
Corre-rae o dever de responder ao Sr. Fenelon, QUcixa.St. arnda 0 Sr. Fenol.,,, u-r nao v wr
com quanto em minha cana livesse ponderado, eu pedido informaees anTL ItaTsSiTa
(jue o titulo do Sr. Castro nao se resenlia de nul- ,nal(, a.
ildade algama, c que quando se resentisse, era;,i;i ,)tSjc
misler que urna sentenca era causa ordinaria a i;,iaj0
! decretasse, devondo al enlao subsistir o mesmo
dos fazenda ; 4 finalmenle que era ullo ple-
no jure esse mesmo titulo pela convenco ahi ira-.
lada^ expressameote prohibida pela
Til. 06, e perianto, tambem nenhuma
por elle Ihe foi dada
ACTIVO-
Apolice da divida publica........
Estrada de forro de Pedro II......
Estrada de ferro ds Baha........
Depsitos.........
Joi'ns depositadas.
708:672,^481
128:00000
131:07-45706
72:0005000 I
5:7355280
COMMNICADGS.
Letras depositadas.
Alcofora-
PassageJre dacscuna dinaraarqaeza Alinuce. 'Cltristo.
vmdo de llamburgoC. H. I. Flus. Este camafeu que servio de modelo ao artista
\ T ,a.'i1sagei"ro5 VlPr nacional Cruzeiro do ficou at o dcimo quinto secuto em poder dos im-
n/, saludo para os portos do sulJoaquim de Ol- paradores de Conslantinopla, c foi o Muzulmano
cavs rt r S.Ua wBbora e escraT0- Miguel Gon- tajazet que o ofrereceu ae papa Innocencio VIH,
Aa ft Ua,!,ro Mascaranha, Gregorio Goncalves quando negociava o resgate de sea irmo Zumo,
ri.m"n a n,Kascaralias' m*>r Ant<>ni0 da Silva captivo dos christaos.
i>m, t^r?, ?u-el e.:er4V0.s' c*Tlm Antonio da,' Foi ento avalUdo em 40 rail escudos de ouro, o
nmaPlL;. i Dr.- ^ro Eugenio C. queprova o apreeo em que era tdo este antiqufs-
10 recinto s,a T*4* A1n,al Jo8,i Kamos. Isim0 aionumeulo.
livro A^lodorioPSo68nm^?beir^ 4 rrhano Maenagem ao summo
9. Guiraaraes. Thnminr/. perttllice : pedia-lhe que conserrasse o seu irmao
como prisioneiro.
Tal a historia deste camafeu quo j tinha ser-
vido de modeuo Raphael.
JU-
Jos Tavares, G. Rebori, Jos? fS' oSa
na Palmeira, Anlonio Jnvencio dos Praseres Jos
Francisco Marfins de Almeida, sua senhora'e 1 fi-
Iho, Luiz Anselmo Pereira Franco, Beljarmjno Pe-
reira P. de Lemos, Victor Jos de Medeiros. Elias
. Capital. .
obra de Mr. Vaaelef tsm o mesmo tvpo ideal, Emisso.
a belleza das que foram' tragadas Depsitos da d'ireca'o
Titulos deposiUdos. .....* 80:2735823 0 Sr. CYDriaUO FeRClOll
do C).
Pretenda guardar toda deferencia declaraban
do Sr. Fenelon, feita na seu communicado de 25
do corrente, pela qual comprehendi que S. S. nao
voltaria imprensa para responder-me ; a leitura,
porm, da resposla dada por aquelle cavalheiro *
correspondencia do Sr. Dr. Araujo Barros, publi-
cada no jornal de hontem, demoveu-me daquelle
proposito por ver que anda se,nslste pela nullida-
de do titulo do Sr. Antonio Jos de Castro.
Venho portanto tratar anda da questao com que
tenho oceupado a imprensa, e mostrar ao publico a
forma por que tem o Sr. Fenelon Iludido os pou-
78S tos pelos qjiaes deverta responder.
Sei-me nermitlide fazer antes de tudo um re-
sumo do que 6 tem passado entre mim e o Sr.
Fenelon. ,
O Sr. Fetfioo, vindo a imprensa, accusou-nie
Letras roceber
Letras protestadas .
R6mesas......
Banco da Babia N/C .
Jos Antonio de Figueiredc
niordo Rio de Janeiro. .
Aluguel de casa ....
ForBecimento.....
Despezas geraes.....
Caix.......................
17:7:J45:J60:
38:7175152!
1,191:83453541
67:9125138
249:9185731
26:5515634
68:5315346
251:0215659'
2:1005000
5:0005000
1:8785786
726:7575132
Rcis.
PASSIVO.
^t^-^^
^sfe*rsLu-H5'fj-3SE.-i*wsn3Stf
perfeita lidelidade a pysionomia tradicio-
Passage-09 do
lh-0' ..-JAi 0rla"9. ni sua tima viagem Ro-: Banco
Pundo de reserva.
Titulos era caucJo
2,000:0805000
M^ooaSoou de inexacto, guando, tratando na assemblea pro-
:Sw vincial da xecuoao owvda peli fazenda contra o
Sr. l Carneiro, noie as irregularidades |e de-
/aljos' que se deram no cespectivo processo, ava-
P^nortosdo.wrie^raneiMo^^ '.
* *"** ? e Araujo Bcltro e 2e.ra- Iho,' era norae doK.Tm,^^aTem^" ".T eS & Po9ler' <* "'>
108:2805009
103:7435463
j 1:9755938
vos, Dr. Horiqae Barrps7Ja-v^nto;G"on^Uo "im; 1SSmS^^hS^STUi?J?kE
Saques.
Massas fallidas carg^^ Banco
() Este arto acha-se em nosso poder desde
15#t70 sexta-feira passada (29), e deuou de sahir por af-
7:8105760: fluencia de materia. .
I:;i84748!....... ABeiaccaa.
titulo ; ponderando tambem que, nao tendo a fa
zenda penhora alguma as duas casas arbitraria-
mente avahadas, c levadas prae.a, dosapparecia
toda a questao de prloridade da'fazenda cm rela-
cao posse ds Sr. Castro.
Este tem urna escriptura publica, revestida de
todas as solemnidades, que a le exige ; pacou a
siza, totnou posse judicial, e estava no gozo da
propriedade, quando a fazenda della se apossou
pelo meio que j todos sabem. E como dizorse
que fui inexacto, quando asseverei que o Sr. Cas
tro era o proprietario do sitio, firmando-me em
um instrumento, que se diz prova plenissima, e
segundo a expressSo de alguns autoresprova
llprovadapor nao precisar de oulra prova e dis-
'cusso f
Diz o Sr. Fenelon que essa escriptura era milla
nao s por ser de hypotheca de bens j hypoihe-
"cados fazenda, con'10 pela conveucao ahi ratada
expresamente prohibida pela citada Ord. L. 4
Tit. 56 ; mas quando assim foSe, o que se noga.
sabe melhor do que eu o Sr. Fenelon, que as es-
crituras publicas s perdora a sua (brea, quando
a sua nullidade declarada, como j se"disse, por
sentenca proferida em causa ordinaria, devendo
por consegrante subsistir o titulo do Sr. Ca-tro,
visto como nao hauve ainda docisao alguma que o
livese nulllficado, notando-se que nessa mesma
execucao to fallada nao se v um despacho sequr
que pozesse ora duvida a sua legitmidade. O pro-
prio Sr. Fenelon a reconhece, mas nao o diz, por
causa da inversao e desorden, que se deram na
lexecaco, e que elle qur dissimular, ideando a
nulhdade da escriptura.
Nao ha nenhuma das nullidades argidas. Pelo
fado de Joo Carneiro ser um dos fiadores de ar-
remalaco de rendas nao eslava inhibido de by-
pothecar e alienar o sitio em questao, possnindo
elle, como possue, oulros bens, e havendo alm
dsso mais fiadores; por tanto a sua responsahili-
dade nao Ihe lirava a livre disposioo de seus
bens. Da thesouraria, onde se presto a fianca,
que se soccorre o Sr. Fenelon, nao consta, que o
mesmo sitio fosse hvpotbecado fazenda. A un.
cahypotheca. que nelle existia, erado Sr. Castro
Desppaiece, pois, a primeira nullidade.
A segunda foi igualmente ideiada pelo Sr. Fe-
nelon, porque a ord.. que elle cila, trata somonte
do penhor, e uo da hypotheca, sendo que ha
multa difierenca entre urna e oulra cousa, como
melhor sabe o Sr. Fenelon. O penhor passa para
o poder do credor, entretanto que a liypotheoa
flea em poder do dov.-dor 00M todos os seus di-
r i tos c cnmraodos. Tanto a legislaoo civil, como
a cominerci.il, distinguo o penhor da hypotheca,
tratando de cadaura dellos separadamente.
A ord. citada, dispondo nicamente respailo
do penhor, prohibo qne o credor fique com ello
pela divida, nao sendo estimado depois do lempo
da paga por dous nomens bons e escolhidos pelas
parlo. O legislador attendeu, que estando o pe-
nhor em mo do creder, este poda abusar, senho-
reando-sc delle por muito menos do seu valor.
O titule do Sr. Catiro, como ji foi declarado
pelo Sr. Dr. Araujo Barros em seu communicado
em resposla tambem ao Sr. Fenelon, ooiitem en-
lre Mires condices as duas seguinles :
Que nao ser (Castro) embolsado inlegral-
mcnle no lira de dez mezes. elle (Joao Carneiro)
Ihe entregar o siiio,que possue no lugar do Man-
guinho, cora existetiles, ludo polo proco eqnantia de W:480
porcunta do pagamento da divida, ou para por
fazer a sua importancia integral, quando por ven-
tura o mesmo devedortenha dado no decurso dos-
se lempo algum dinlieiro, sendo que ueste caso
vollar o credor elle Joo Carneiro a dlHerenea
ido saldo que houter em relacao aquelle proco."
Que passado aquelle praso de dez Metes, a
presente escriptura se converter em perfeita
daco in soluntiim para o credor poder haver a si
os'mencionados bens, na forma do art 2, satis-
fazendo enlo a siza e o mais que por direito fr
devido, independente de nova escriptura, visto
como em virtude da prsenle licar com lodo o
dominio, direito, e posse nos mesmos bens.
etc.
Ser islo penhor, ou hypotheca com 1 clausula de
conviTlor-seom urna daoao ni sohtntiim ? Ora, nao
sendo penhor, pois que a propriedadfl ficen era po-
der do devedor cora todos es seus direitos e. cora-
modos, o claro, (ue nao poda o Sr. Fenel n lir-
raar-se na ord. citada para por si, e sera Forma
alguma de juizo, decretar a nuiid ido do contrato.
Tem-se feto, segundo estou informado, inmuno,
ras escripluras idnticas de que se trata, nao
leudo ainda havido a mnima duvida sobre sua
validado. E' verdade tambera que nunca houvoram
e:;-ouooes, em que se adjudicassem ao credor bens
ue p'cnhorados : se hotivessein, nao dnvido quo
lainbeni se arguisse de nulla alguma dessas cscrip-
lunts.
Do que tenho dito, se conclue que lambem nao
existe a segunda e Ultima nullidade argida pelo
Sr. Fenelon, e assim Oca provado que o Sr. Castro
soffreu violencia e esbulbo no seu direito de pro-
priedade.
O Sr. Fenelon, persuadido talvez de que quem
lsse o seu novo artigo j nao livesse lombranea do
que eu disse, repele que o Sr. Castro s approra
era juizo depois da adjudieaco, e que tendo nter-
posto um segundo aggravo delle desistir. Era
meu communicado, publicado no Diario de 23.
respondi-lhe cabalmente, mostrando que o Sr. Cas-
tro viera juizo antes da adjudieaco, lano assim
que a sua petico de vista estava a folha 78, c a
sentenca de adjudieaco as folhas 98 v. c 99, e que
a desistencia aeompanhada do histrico da execu-
ao e de um protesto, resalvava o direito do Sr.
astro, indicando ao mesmo lempo um corpo ue
dolido contra os que funecionaram ou dirigiram
tal execugao com relacao ;io Sr. Joo Carneiro.
Diz oSr. Dr. Fenelon, que quando livesse havido
alguma confusao (ainda poem duvida f) enlre o
termo de penhora e os daavahago, tudo isso era
de fcil correccao, sera que podesse por forma al-
guma aproveitar ao Sr. Castro, i/ue fes todas as
deligencias para confundir tinto e deesa confusCw
tirar proveito cm favor do pagamento de sva di-
vida.
Observarei em primeiro lugar que, alm da con-
fusao, bouve falla substancial, o que ninguem de
ba f poder contestar; segundo que se tudo isso
era de fcil correccao ainda tois culpado se tor-
nara os que dirigirn, o processo por nao lerem
feito essa correccao; terceiro que ninguem acredi-
tar que o Sr. Castro fosse o autor daquela confu-
sao, sondo at bem digno de reparo quo se procure
semelhante meio de defeza porque nem o Sr. Cas-
tro poderia lucrar com a tal confusao, e nem o Sr.
Fenelon, fiscal da fazenda, e os domis empredos
do juizo seriam tao condescendentes que se sujei-
tassem fazer-lhe a vootade. Acredito antes era
descuido do que era semelhante condescendencia.
O Sr. Fenelon diz nao ser exacto que fossera
penhorados bens de ans fiadores n de oulros nao,
e |iara convencer ao publico da sua affirmativa,diz
que alm dos bens do Joo Carneiro, foram pe-
nhorados bens de 1 hagas, de Ifemeterio, de Clau-
dio, e de Joaqoira Cavalcanle; 9 que fez por equi-
dade, porque Iho era licito proceder .contra aqnelles,
cujos bens fossem de mais fcil exocucio, deivando nulla
Acredil > que, se a*>im o l,ve#se loito. w-
logo sido informado do que S. S. ka re-
no publico ; mas. n 10 (distante a* suas la-
zos, eu pouco adiantado Icaria, porque, ate-
zar do ar magistral com que ludo bu* ase tem
sido communJcadn. o publico OS vemto qu* as m-
lorraaces nao me saiislizeiam. E Jibm a
acha o Sr. Fenelon quo einsf terreno mai- recorrendo aos proprios autos ? Creio que S .
me ha do permlttir que, Ihe dijra <\w- em sesae-
Ibanie caso, a sna aulondade era ijrnteslav. I-
raenle suspeit.i, por quanto se Ihe arga de ter
occasionado irregularidades, nao presumi o *-
cessario cuidado li>calisac."io dos autos da extra-
gao que norria sob sua> vistas.
Pela ininha parle desojo terminar afui a d*-
cussao, quo tenho endeudo pela iaspreasa cmm k,
Sr. Fenelon, e para a qual fui provocado por S. S.,
no que tive vivo pesar : o doMiientdo que 5. 9.
quiz dar era publico de ludo quanl) eu Itivia !
loriado na assemblea sobre a aaasjflo do Sr. **
(Carneiro, foi o nico movol que iiiipellio-me a vir
igualmente a imprensa mostrar que en nao bllava-
por simples informacao.
Nao sei se nos inous escriptos emprecari pata-
\Tas ou pbrases que parecaui menos diguas i"
pello, que eu e o Sr. Fenelon nos devenios saotua-
mento, e (jue uo fos.-on, urna retribuirao de al-
Ruiua graciosa irona : se o fiz, essas ei|res>
foram antes filhas do ardor com que rserevi-a, d<>
que laucadas pelo dest-jo de oAeoder aw Sr. Fe
Ion.
Recife, 29 de abril de 1864.
I! 11,11 que Je Macfdn.
Para n lllm. Sr. Ur. chele e furia r.
Hontem, miando tranquiltamente prrrorria as pa-
ginas do Diario de l'ermimtmco napjelo orre
habitual s conscienrias, que vivem rontrnars i
passadoseguras do presente e zrlosas do fatnro,
deparei casualmente com um onVin *> prciota*
da provincia ao commandante das arma* a **!"-
silo de um conllicto havido entre um voluntan) dn
2" batalho e estudanles da provmria do Piiahr.
Essa leitura cansou-me nina impre>so Ictii
agradavolirnprossao tanto mai fcil de imainnar
ipianto mais aitendor-se que no te-uro te i*
airaos e ura mez, que prefazera minha Ude, asnea
nao encontrei%uma pessoa, qne desse levar-ra a barra do tnnunal.
Immedintaraonle fui ler-nto cora o rher de fntt-
ci; raas nao oncontrando-o dofori para hnjB ssi-
nha entrevista o que IP-otiv.nnenle prnruret 1
lisar dirigindo-me .1 sua nqiariio.lo depois de M-
naa aulas: portal adiando o muil
tfundo rae aaaeniB, a nao i-nconlrandn 1
alli, resolvi-iiio, allsMa a urt'onci.i do ti-mpo. re-
correr imprensa, ande vam dassl am levem
prevalecer a recio e a Jaaalea, (|oe me aalaMBB, "ii
a influencia dos protectores de um e*rravo mi-
litar.
Era lins de jiinhn ou jullK) do anno prximo pas-
sadii appareeen-fsw um aaenraa dizon-to no (|ue f.icilraenlc .-icrodd a VMI !I :in< papei-
ipie me conlioii para guardar, coja nnllid.-xte ruta-
va bem longo de suspoitar. despnrvenido asSl
achare.
Pedio-nie quo Ihe concedesso iicar om minha rasa
al que padesse reaHsar e
ter urna toja de raMteireiro sob oa dirrerisvno
que lai-ilinent.' accodi aM o lim te agnst. qnasjii'
agradeeendo-rae o favor cominunir.m-i.....pl
retirare.
Entregiiei-lho os seus papis e tetari-a ir na
santa pn do Senhor. Algum lomp denoi* appan-
ceu-ine pedindo cmpreslado algum dinhrir>> para
agenciar o< [treparos de una nflieina pp>f>r'
sen misler, o que finalmente r>. nanie os-
tros' dinheiros queobteve aefrealaaflBeaai
patricios e pan irtes eslnilansM em.....1.
Dous mezes depois derlaroa-e irnpo->ifcili*
para contrallar, vi-to qn.....rus aasraa nao rkepa-
vam para sosieaiar sua oflirina e muio me--
para pagar o que havia lie
de monta-la.
Era laos condi,-"i (> (!,>p.>is de n-r alfl- nnr>
crdito euire os rapases do Ptaatjj pare a
conconi tambem eon o asen roadapjaar, i
de novo que Ihe p< 1 mittisse e nu-r a dormir em sai
liba casa, at qne se acha-.....m .-'.ido de reafesar
por nina vez o seu sonlio predilrrto.
Foi ncsse interira ipio noticias particular
minha provincia rae Dieran nabulia* drisaeelte
era captivo e ento, an laudo j muito manb c.
elle por ler ensinado o meu criadoio-j u n dmixi-
roe mesmo centrahido alguns eMas rm nofu*
dos inous comp'inheiros de ei-a, mandd-u n-lirar
se, fazondo-lhe sentir que .1 sua verdad ira rond;-
cao j nao era por mim ignorada aren dte aissia
cria.
Dop lis (-on-iderando mais no fado o julraud.
(pie alguma res|xmsabilidade asarat, (violarea*!
nlia idade e coadijao rae pora a raen \."t a -
da legal 1. quando sen senhor verifica-!- u
lada eoi minha casa, entend ana talo b.i-tava da
minha parle ura acto negativo ; ma- quo pelo con-
Daro era mistar um arto poaWre e kvaao por
essas considoraeoes denuucioi-o ao delegad
liz mais am la : pe-e dous soldado* para pren-
d-lo, o que deixou de ehVotuar-se no asesa-
(17 do corrente) por Ihe haver avisado um *olMk*
scu vinhoe comparsa, que me vio entrar roaadssH
urbanos 'jue rae seguirn! logo. Foi ml.io qpse aeaav
wlbado por esto mesmo soldado, olTererea-tc para
engrossar as lileinis do oxerciio, julgando a*sim
pr-se salvo de qualquor possibihdade no nMi
do de reverter ao poder do seu logilimo sennoi
urna vez alistado, apparoceu-mc em casa dianaa
quo al ai|uelle da dara a vida por mim, e mat
nunca esperara de mim semelhante nujrntuUii
mas que tinha muito homem bom
havia de vallar ao Piaulnj p**fSM Itent mi /
Quiz dar-lhe ah mesmo a oritem de prisao po.
parle do delegado; mas (emendo urna resistencia
obstinada como a que depois verilteou-se por w-
casio de ser preso, disse-lhe que vi--se no da se-
guiule, i|uando quena fallar-lhe a nrgorioqaa he
interessava e foi enlo que clfecluei a >ua prbo
epois de alguma resistencia, e modcra>lo pela*
ameacas ana Ihe liz, rendeu-se, mas na oreases a>
ser levado preso ao delegado oppoz essa rslisian
e durante a qual ti Tr'nu nv 11 trniel isinsisi
Se ve (a quem o enlregaints) oiterereatde-sc para
manda-lo recolber ao quartel. Islo feito communi-
quei ao delegad) e fiz publicar no dia sefnsMe
osla denuncia, era que assignamos seis rasases ss-
dos naturaos da provincia do Piauhy.
Foram estes os fados, que deram lugar a 1
horrivel celeuma que nao posso assiganr
razo plausivel que nao seja urna reria
gratuia e irracional, mas por desgraea 1
admiltida, em odio aos esludanles, como m
outro menos crcumspecto, que por ahi
fra bastante para desvirtuar a claase qaesa ger-
lence o futuro do Brasil.
Levo tudo ao conheciment do panuco e da po-
lica : um c oulra reflictam sobre esses tactos, sss*
lies exponho com essa liuguagera fra da t
pura, e espero mpassivel, que o seu joiio 1
miuta o que a resuello pronuncien minha <
ca ainda macta das consideraofies davala 1
Finalisando declaro de novo que a carta de aj-
ado, apresentada pelo voluntario em qoesto ;
e radicalmente nulla ; porque BeHsario


l.**i ..- 1 < *'- '_'
Piarlo P*f aiot> Terca itiri & d Ijalrt d lili.
Jo-.; da Silva Conrado,
Manuel ti.- F relias
intrigado como anda est I K ocTii, ditas carias de jogar, 2 ditas agoa
fragoso, nao nodia na qua- do colonia, 1 dita linha de marcar, 1 dita pedras
lidade de genro (desquitado) oem como credor dos-, de afiar, 2 ditas quartinhas de barro, 1 dita bolSes
se, apeiar|de osso, :t ditas limas, 25 ditas faedes,
eoni
te altorrlar algutn dos seus escravos, e
3 ditas pe-
en-urnas, 1
do ferro; Paren-
listo, alforriou nao isto raaao sufflcientc para que dras de ardozla e orees, 1 barrica verrumas, 1
se considero valida urna carta, que o |>or si mesma caixinlia amostras e 720 barras
o eorpo de delicio daquelle que a aprsenla, como (te Vianna A C.
titulo comprobatorio de MM pretendida liberdade. 6 caixas lencos de algodao, 3 ditas cartas de jo-
Peeo, pois, ao digne cliefe de polica que, reritl-, gar, 1 dita saboneies, 1 dila agoa de colonia, 1 di-
cando o coniedo de semelhanie papel, consldere-o
como elle deve ser considerado e nao consinta que
esse escravo esteja por mais tem fazendo urna
despeza, talvez superior s possesdo senhor, quando
inelhor estara no poder deste, que provavelmente
iii,lito folgar de o ver.
confio, pois, que desta vez se acabe com eme-
Ihante queslo, dando a cada um o que pertence- fheitlim & C.
la amostras; Heorique A Azevcdo.
1 caixa tintas ; Joo da Conceicao Bravvo & C.
1 caita espelhos; S. P. Johnston & C.
3 barricas cadinhos para latoeiro; A. V. da
Silva Barroca.
7 caixas latidos de algodao, .'i ditas leos de di-
to, 1 dita bordados, 1 pacole amostras -, Scha-
Ihe, e cumprindo-se assim um grande principio de
ju>iica e equidad* sem coja execooao a sociedade
Hio vai bem.
Recife, 27 de abril de 186i.
Antonio Rodrigues de Soma Martins.
1 dito: a l.uiz de Moraes I. Ferien a.
1 dito; Marques Barros & C.
1 dito; aC. A. R.
Rncommendas da Babia.
1 volunte; Frederico H. Araujo.
1 dilOT. l'eniston.
1 dito; A. Antonio de Souw N.
1 dito; I). Francisco B. da Silvcira..
I 1 dito; Deocleciano P.
1 dito ; Antonio C. de Abreu.
1 dito ; Soutltall Mollors.
1 dito ; Palmcira & Reltrao.
1 dita ; a Augusto P. G. da Silva.
6 barricas : E. Burle & C.
i Vapor nacional Cruzeiroilo Sul, entrado do Pa-
ra, manilestou o seguinte :
, Tara o Maranhfto e Pftr
I volunte com 2 arrobas de tabacoi, 2 Mi"'pretende seguir com nmiu brevilade o patacho
m doce em frascos c 3 caixas louca de barro i a, narimu h,>,. ./,, la.n .,,...., a .,.. ___ '
orden.
l)o Para-
_ arrobas _.
com doce em frascos e 3 caixas louca de barro) a, nacional Beheribe, tem parte dVseuarreg'a^o
.Encommendas.
1 encapado; Joo H. de lastro Jnnior.
1 chapeleira; a Joao Pedro Collares Vieira.
1 encapado: Vicente M. Freir Pereira da
Silva.
1 caixote; Jos Vicente da Costa Bastos.
1 emfcrnfto; Geraldo llenriqttcs da Mira.
i encapotado; Antonio Augusto de Andrade
Silva.
2 volbljies; Antonio Jos Peixoto Guimaraes.
1 caixao; ao Dr. Joo Damasceno Mendonca.
HS-R
CORRESPONDENCIAS.
2 caixas livros e ohjectos otados; Just Deodt.
1 caixa bolaxinhas; 1. F. G. Kladt.
Patacho inglez Boadirea, entrado de Londres,
consignado Rolbe & Bidoulac, manifestou o se-
guinle :
800 barris plvora ; Saunders Brotheres & C.
300 ditos dila, 20 ditas salitre, 20 barricas azar-
cao : Patn Nash & C
20 barris salitre, 10 ditos oleo de linhaca, 15
ditos cerveja, 4 rollos chumbo, 1 barrica estanto,
207 barras de ferro ; Rothe Bidoulac.
1,148 barras de ferro e 28 voluntes canos de
TABELLA DO RENDIMEXTO DA ALFAXDEGA DE PERNAMItlT.O *XO MKZ DE ABRIL DO
CORREXTE ANNO F1.NANCE1RO, COMPARADO COM O DE 1GIAES MEZES DOS OCS AXXOS
LTIMOS. .
Srs. redactores : Oabaixo asslgnado por si e
como tutor de seus entiados, herdeiros do tinado
sargento mor Antonio da Rocha Wanderley, deca- chumbo; Prente Vianna.
ra que so acha na posse dos ttulos de vendas que
a aquelle mesmo finado fizeram de suas herancas
os nerita ros da finada D. Thercza Maria de Jes'us
sobre o engenho Bombarda, na freguezia de Bar-
reiros, os quaes herdeiros sao D. Maria Clara dos
Anjos, 1). Thereza de Jess, D. Anua Joaquina da
Trinjade Leite, Mara Joaquina da Conceicao,
Manoel Flix da Rocha, Manoel de Barros Franco,
Jos Luiz Correia, sendo estes dous ltimos ceden-
tes das reposicoes qud se (icou devendo ao casal de
Antonio Nazario de Mello, de que forain herdeiros
D. Maria Joaquina da Rocha, D. Joaquina Maria de
Jess, Joo Francisco AI ves e Jos Joaquim da Ro-
cha. E assim o declara, para que alguem nao com-
pre essas herancas a qualqucr das pessoas mchciu-
nadas, por igaorar queja tal venda nao possivel
a vista de nomas leis civs e criminaos.
Canoa Hachada 28 de abril de 1864.
Jos Felippe Santiago Ramos.
_ PUBLEASOES 1 PEDIDO.
Sequo antelionte para a Enroja no vapor fran-
cez o nosso amigo Dr. Manoel Gentil da Costa Al-
ves, para f.izer urna viagem de instruccao e re-
reio pelos principacs paites d'aquella iiiiportante
parte do mundo.
Dolado le u.in boa fortuna, ornado de quali-
liJados apreciareis, o nosso amigo certimenle co-
Ihera bous fructos em sua viagem.
Desejanios que estes fructos sajara tanto mais
proficuos quinto ceno qu: o nosso amigo de rol-
la sua patria peder anda atanor servida, pro-
aeguindo na pratiea dos actos que como autorida-
de policial e como juz tanto ja o tem desiinguido
e conferido o nome de autoridade cunipridora de
seos deveres e juiz recto
Patalos votos para Que os ventos llie sejam bo-
nanzosos, e possa elle ter a nui< aprasivel via-
gem, eque de voltaaos patrios lares, mitigando
as uossas saudades, nos de robustas provas de ha-
ver bein aproveitado otempi.
l.y.V LAUIMA K llll E MUDAD!
SOME 0 TI"ML'1.0 \ RUI." SU." O.
Hareolla* Cierelaa le Unsuio
l^obo.
Que oflrece Araerieo Fernandos Trigo de
Loureiro a seu intimo amigo e collega o
llliu. Sr. Dr. Francisco Leopoldino deGus-
mao Lobj, em lesteinuiilio de sincera aini-
sade a este e de profundo sentimento pela
prematura raorte da mesma Btm.' senuora
Sun |iresadissiina innaa.
Dtpois iln Huile escura vem o lia :
Depoi il'cslr desterro a eterna latra.
(SoARGS DE PSBOS I

Como a llor que do sol. em Qra, crestada,
N'tiin so da de vida vecejara,
E ao vendaval da noite congelada.
Sobre o frgil bastil se debrucra,
(Mando amena, me trooxe, a madrugada,
.Nova vida; ella assim tambera passara
^ Da noite ao da cheio de fulgor.
I 1.1, onde o sol nao cresta a linda Dor...
j Curta vida eosara ao da ardente,
^ Era que as llores vecejam, exhalando
:j 0 perfume suave e rescendenle,
a O prado todo, e o ar emlialsiniando.
Pois, que logo imircliaudoao sol cadente,
1 Da noite os fnos galos porpassando,
< Nova aurora suigio-liie... o reo ge abri...
Foi-lbeao feo a subslaneia... a llr cabio!...
i; o triste jardineiro, que a ainiuiava,
Por vetes, em seu paito palpitante
Do paternal amor, que lite votava;
Que via a gloria sua all constante,
ilo'o pranto deseos olltos a regava
No momento linal,.. fatal instante !...
Crendn a vida llie dar nos olhos seus'...
J a llr nao era sua... era do Dos!..
ftO barris chumbo de municao; F. G. de
Araujo.
0 barris oleo de linhaca; J. Pater & C.
2 caixas fazendas de linho e meias ; L. A. Si-
queira.
20 barricas tinta de escrever; Izidoro Xetto
&C.
1 caixa collerinhos de linho ; Carvalho & No-
gueira.
1 caixa arligos diversos; F. F. Bastos.
2 caixas tapetes; Tasso Irmaos.
0 rollos chumbo, t caixa peonas ; J. A. Mo-
reira Das & C.
2 caixas carnizas; Joao Keller & C.
21 pecas cabos e 100 barris cimento; ao B. do
Livramenlo.
50 voluntes plvora, 250 barricas eerveja, 130
barris chumbo de municao, 10 rollos chumbo, 20
barris breu, 10 ditos ba'rriiha, 1 dito oleo de li-
nhaca, 2 caixas banheiro, 4 ditas lavatorios de fo-
lha e de pedra, 1 caixa materias para chapeos de
sol, 1 dita escovas, 2iO saceos pntenla, 1 barril
alvaiade; a ordem de diversos.
400 barris plvora Adamson llowie i C
1,000 barris plvora; S. P. Johnston & C.
12 barris oleo de iiuhaca; Joaquim M. da
Cruz Correia.
Vapor inglez One ida, entrado de Southamptoo,
manifestou o seguinte:
70 caixas queijos; Brender a Brandls.
11 ditas ditos; Vicente Ferreira da Costa.
5ti ditas ditos, 100 barris manteiga, 1 caixa li-
vro*, 1 dita impressos ; Tasso Irmaos.
2 caixas queijos e 2 barricas prezuntos: Ma-
noel Jos Goncalves da Fon te.
1 caixa queijos, 2 ditas e 10 fardos chitas e fa-
. zondas de algodao, 2 voluntes amostras; Southall
! Mellors & C.
8 caitas queijos; Soares & Irmao.
70 barris manteiga, 21 caixas e 30 lardos, chitas,
chales de merm e fazendas de algodao, 1 barrica
obras de ferro, 1 caixa amostras : a Saunders
Brothers & C.
0 caixas nianlimenlos; Raymond & C.
1 caixa obras de prata ; Jos Antonio dos San-
tos Lessa.
1 dita ditas de ferro; A. Mndsen.
2 caixas confeicoes, 1 dita fazenda de seda, 1
dita ferragens, 1 cmbrulho amostras; E. A. Bur-
le & C.
1 caixa fojas, i ditas fazendas de algodao, I cm-
brulho deaenbos, 2 embrulhos amostras: Rabo
Schmmetlau & C.
1 caixa confeicOes: Mello Lobo & C.
0 caixas chitas, fazfnda de laa e algodao, 2 em-
brulhos amostras, i Adamson llowie A C.
1 caixa obras de ferro; \Y. Marlinoau.
2 caixas iniudezas. 1 dita teeldos elsticos e 1
embrnlbo shwies; i Alvos Homburger iS C.
1 caixa la/.endas e arreios para cavallos, 3 era-
brulliosamostras; F. Sauvage A C.
1 caixa drogas ; a Denker & Barrozo.
1 caixa obras de prata i viuva Manoel Antonio
Goncalves.
. A. B. Cuerro.
hnmtacaOt
Direitos de int|)ortafo para consumo. .
Ditos addicioiiaes de 5 %......
, Ditos addicionaes de 2 /0......
Ditos de baldeacao e rccxportaeao
i Ditos de ditos e reexportacao para a Costa
d'Africa............
Expediente dos gneros cstrangeiros nave-
gados por cabotasem........
Ditos dos gneros do paiz.......
Ditos dos gneros livres. .......
Armazenagens...........
Premio dos assignados ....,..
Despacha martimo.
i Ancoragem "..........
Dilos de 1S % das enibarcacoes cstrangeiras
que passam a nacionaes.".....
j Ditos de 5 % na compra e venda das emba
cacoes ............
Exportaeo.
Direitos de 15 % do pao Brasil ....
Direitos de 5 % de exportacao ....
Ditos de 2 % addicionaes .*.....
Ditos de 2 % de exportacao.....
Ditos de 1 % d'" ouro em" barra ....
Ditos de Vz % dos diamantes.....
Expediente das ca|iatazias......
Interior.
Mullas..............
Sello do papel lixo.........
Dito do papel proporcional......
Emolumentos..........
Imposto dos despachantes......
Extraordinaria.
1 Receita eventual.........
Dizimos da provincia das Alagas. .
Dilos da provincia da Parahyba .
Ditos da provincia do Rio Grande do Norte.
Contri buieao de caridade......
1863 1864 1862 1863 1861 1862
399:6725491 55:300,5191 72*881 MM 288:2295906 34:4835149 205323 585791 428:525170 54:8315976 1955151 425186
4 5 5
2:0665418 8:1164622 552*930 1:2845665 6275198 1:9115429 1-.0925226 5:1515376 5 2825374 1:6975026 72*4332 1:5355191 8805498
1:6955700 2:0545100 4715700
4 6005000 5
775700 5005000 15000
4 99:8855813 39:930^288 5 5 5 2:1575260 5 43:6715244 17:4705654 255856 5 5 9325460 5 3:4844038 26:1935642 5 5 5 1:1165760
3885296 3965580 1285300 444800 1185750 3345074 5405900 1224560 935000 8755000 9705314 6115300 3425060 325000 185750
2335040 Bf3tl 5
606:0745151 4:0545691 7:5415067 1:2094930 3605476 398:8025588 4:7705750 4:3855642 1:7485477 4665850 ,"6:0845657 5:0875710 1:8245181 6705811 2705330
'619:240558;) 410:1745307 593:98*4689
Alfandega de Pernambuco, 30 de abril de 1864.
O 3 escriplnrario,
Joao Bernardo Dini- Pestm.
Recebedoria de rendas Internas Dr. Joao Mara Seve.
geraes de Pcrnambuc. ";Mai'!a ,'! luiai"'" l>2'a ^a ^v;'-
Rendimlnto do dia 2............ 9685331 ^ZTv^V KSSt '
___^___ Manoel Mximo dos Santos Torres.
n ._ ""i i Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Consulado provincial. Vianna & Guimaraes "
imentodo da 2............. 3:6j25-2 Manoel Francisco Duarte.
Por impedimento do frito do comniorcio dei-
MOYIMENTO 20 POBTO.
xou de se elT-etuar a arreinatacao ilo sitio e casa
na Capunga, por execurao de Antonio Jos Teixei-
ra Bastos it C. contra T. Marques da Silva, vista
do dito impedimento o Illm. Sr. Dr. juiz do cont-
Nacios entrados no da I. mcreio designou o dia 4 do crrente em que tem
Terra Nova 29 das,Brigue iuglez Danto, de 176 de foter audiencia, e effeiiuar-se dila arreraatacaa
toneladas, capilao Thomaz Gar.lner, equipagem J O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
12, carga 2,000 barricas com bacacalho ; a Jo- cial manda fazer publico que do dia 3 do crreme
1 caixa objectos de escriptorio;
caixa livros; A. M. C. Soares.
1 caixa mantiitieutos, I dita bataneas; N. O.
BieberdC.
I caita fazenda de seda; F. A. Dammayer.
1 caixa fazenda de seda, de algouab, chapeos
de sol de seda a Manoel & C.
1 caixa dinheiro, I dila fazenda de seda ; M.
I. de Oliveira & Pilhos.
4 caixas perfumarla, lencos de seda, fazenda de
dita e algodao, lilas de seda ele.. 2 volumes amos-
Iras; Linden Wild & C.
1 caixa ferros. .') ditas litas de seda, vestidos e
rendas de laa : a Yaz v Leal.
16 caixas fazendas de algodao, carnizas, chapeos,
iniudezas e arligos de chapeleiro, 1 caixa obras de
ferro, 3 volumes amostras; Henrique & Aze-
vedo.
10 caixas fazenda de laa e algodao, miudezas
etc.; Monteiro Upes & C.
1 caixa chapeos de palha aos testamenleiros de
II. Gibson.
29 caixas fazendas de algodao e i barrica louca
de barro: ordi-ni.
1 caixa arcos, 3 ditaz lencos de linho, roupa e
cordas de algodao, 1 volunte amostras; a D. P.
Wild&C.
| 26 caixas rotipa feita, peneiras, fazendas de li-
! nho. de laa, de algodao e mixtas, -chapeos de sol
: algodio, chitas ele.; a Perrtira VV Araujo.
53 caixas chitas, fazendas de algodao, de seda,
de lia, grvalas, lencos, chapeos de sol, 3 volu-
mes amostras : Joao Keller & C.
B'aslhns vermfugas de hemp. 3 caixas cha, 2 ditas maniimentos, ll ditas fa-
As pastllhas vermfugas de Kemp sao por sem ieRi!ai u algodao, carniza;, ccllerinhos, fazenda
l'ivi la ilguraa Inflniamento mais efflcates c otis Jc.'nl1,0- roupas etc. L A. Siqueira.
to que todos os mais remedios pergosos o au-
seanandos que existen para a expulsas das lora-
brigas. Ellas nao smente expeliera e destroem Ba-
ses iucoinntodos iiarasytas, mas lambem removem
a un OSidade em que elles se engendrara, impe-
dindo por esta forma a sua reprodcelo. Anda
nao se encentra mu s easo era que ollas tenhara
deitado ile producir o desojado eifeiio de urna ma-
iicira satisfaclora. Em virtude de se acliarem isen-
tas de ingredientes irritantes, nao causara ellas
dor oii incommodo dn qnalidado alguma, e por
meio de sua aenao balsmica suavisa o ventre e o.
,deitt no estado de urna salubrdade perfeita. As
criancas as confundem fcilmente com outros con-
feiles'ordinarios em razao da sua apparencia e
sabor, e gostam dellas tanto quanto dos proprios
doces.
A' venda na* boticas de Bravo & C. e Caors &
Barbosa.
hnslon Pater 6 C.
Ilamburgo 60 das.Escuna dinamarqueza Allian-
ce, de 99 toneladas, capitjs I. Usternnnn, e>iui-
(lagent 6, carga fazendas e outros gneros ; a
Manoel Joaquim Ramos e Silva A Genros.
Cdiz 41 das. Brigue inglez late Hohns, de 288
toneladas, capitaoR. Pennell. eaoipagem II, car-
ga sal ; a Aranaga Dijo & C. l'.ocobuu ordaa o
seguio para a Babia.
; Livcrpooll 37 das.Escuna ingleza Zampa, de 156
publi
por diante pagam-se os ordenados dos empregados
pblicos, vencidos no mez de abril prximo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 2 de maio de 1864. O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Correia naral,
Pela administracao do corrcio desta cidade se
fas jiulilieu, para os finseonvenienle--. que em virtu-
de do dispsto no art. 138 do regulanienlo geral
d Crrelos de 21 de dezembro de 1814, e art. 9
toneladas, capilao Wakeham, equipagem 8 car-, j./decrelo n. 18o de'l5 de maio de 1831, se pro-
prompfo : para o reslo que Ihe Talin, tratase cohi
os ReOS consignatarios Antonio Lniz de Oliveira
Axevedoem en e.tcriplorio ra da Cruz n. 1.
Buenos-Ayrt-s.
A sumaca orgentina fl & C. segu na prxima
semana, e pode receber alguma carga a frote : ira-
ta-se cora os consignatarios Pereira Carneiro i C,
no seu escriptorio ra do Trapiche n. 6.
Para Babia vai sabir em |>oucos dias coma
carga que tiver o veleiro patacho I), l.uiz, capi-
llo Jos Teixefra de Atevedo, quera no niesino
quizer carregar pode dirig'r-se aos consignatarios
Palmelra & Beltrao, largo do torpo Santo n. 4,
primeiro andar.
"Osba"'
O brigue portuguez Corumb segu oom brevida-
de, pode receber alguma carga a frete e passage-
ros : trata-se com os consignatarios Marques, Bar-
ros 4 C, largo do Corpo Santo n. 6, ou rom o ca-
pilao Henrique dos Santos Fernandes.
LEIIjO
DE
lim rica aranra envidrarla lif-
fcrenles movis da Ujj 4a ra i
Imffratriz ).
Sfita-frira 8 dr maitaa bro dia ra peala,
O agenie Plata aotarlena pe. Sr. J. J
tara leihlo do dia e hora cima K* dU
> sua loja da ra .la Imperatriz 9. am
oe UiOoreMe* novtii consunil de Mema, **-.
marnjoeae, tavaiorie, eadnraa de eiiami. 4Maa
''' balanco, camas le ferro, ..(iir.>s itmrtm pt
eslarao ao exame ds cnnroiTrntes.
LEILOES.
ContinnaeSlo
DO
. LE LftO
Do ai'itiazcBi de cabos, ra rio ll. 1.
1IOJE
Terca-feira 3 de maio, por causa de nao haver
lempo, nao se pode acabar o leilao de cabos
e mais mercaduras existentes ueste armazem, que
ter lugar sem limites, pelo maior preco, tere
feira 3 de maio vindouro, as 10 horas da manhaa
no mesmo armazem, ra do Vigario n. 1.
LEILAO
DE
I ni i machina da^uerreotvpo.
O agente Almeida far leilao, wr colo e risco
de quem pertencer, de urna machina de daguer-
reotypo com os seguntes pertences: 11 molduras
grandes e pequeas, 32 caixas bordadas de diver-
sos tamaitos, 14 quadros sonidos, 4 molduras de
papel, 87 vidros sonidos, 9 vidroscom varios lqui-
dos para pnparafSes, 5 garrafas com preparaee;.
1 funil de vidro. 1 copo de dito, 1 vdro de grao.
1 batanea, I molduras douradas, 2 taboas, 2 caixas
pan coMervacio dos objectos, i avlela para a
machina, 1 caixinhacrim tinta, 2 pinceis,uma por-
oio de papel para os retratos.
cio.li:.
Xo arutazcni da na da Cadeia
lo Itecifen. is s II horas do
lia.
LEILAO
i)E
PR EDIOS
0 agente Almeida competentemente aulorisado
far leilao de um sobrado d'um ailar e splo com
dous armazens, e janellas para os oitoes no sobra-
do esoln. com comraodos para grande familia, sita
na ra do Apollo n. 8, assim como de tres casas
terreas na Capunga ra d'Amizade, em mutobom
estado por serein novas, ciiendo todas 2 sala-, t
quarlos. eotlnba lora lurJVCO quintal um racimba e
una dellas com i grandes uuintaes.
BOeffi
Terea-feli-a 3 de malo lo cor-
rente anuo no armazem da rna
la Cadela do Iteeifc n. 48
11 hora.s lo dia.
O mesmo agente se presta a dar qualquer escla-
reeiinentoque exieirein tendente as mesrnas easas.
iii:iL\o
DE
i ni ptimo carro eivi4rra4 c
os ros pee I i vos arrrios rl
de metal trinrB)r.
Srxla-frira 6 de rerrralr '% 11
O agente Miranda levar a leil.io um primo r*t-
ro envidracado e com os respertivni arme* rka-
peados de inelal pnnei|H\ r.> iba han tetm* m-
dicad-is naperla m >'rs. Maia A lrm>. aa ras
do Imperador.
AVISOS "WWBMI."'"
0 cirurgiao Leil iiiinlou
a sua residencia da roa do
Queimado para a rna das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
amiazem Progresista, on-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sna pro-
ftssao, chamado por escripia.
extraordinaria
Aos 10:000$()00 r .*:t0,SMM.
Teira-feira 10 do curri'iit* \ gar a i-xlracrn meira lotera da tgrryt dr S. G>Mlk\ no
consistorio ila igrepi !- W, s. ib> Rmutio
la Ireguezia ale- SanUt Aiiiima.
Osbilheles, ineios ei|imis ;nli.im-s*
venda na respe tiva thi-souraria roa la
Crespo n. to e as c
Os premios de lfl:iMiO-S iserao pagos una hora da extrt.i.e)
ateas 4 horas da larde, e ost mitras -.m lia
seguinte depois da itisl dasfslaa.
0 Ihesouniro.
Antonio Jos'- ll.>.lri^iies d* xuaa.
c.4s.\ u mm\.
LGIUO
A 3 do corro ute.
ga varios gneros ; a ltahe Scliamettau ^ C
Narioi sakidos no mesmo ilia.
Barcelona. lrigue uespannol Manoel. capilao
i Francisco Ferreira. carga cutiros e algodao.
Ilioda Prata.Brigue nacional Argonauta, oapitao
Emilio Diogenes de Oliveira j carga assocar.
Rio-Grande do Sul.Barca nacional Aguia. capilao
Francisco Paulino da Silva, carga carvao de pe-
I dra.
ceder o consuman das carias existentes na admi-
nistracao, pertencentes ao mez. de abril de 1863, no
dia 3 de ni.no prximo s II horas do dia ta por-
ta do mesmo eorreio, e as respectivas lisias se
acham desde j exposlas aos inleressaJos.
Administracao do corrcio de Pernambuco, 2o de
abril de 1804."
o administrador,
O agente Oliveira tara leilao, por eonta a risco
de quem perten.vr, de GUI) saceos de assoear BMS-
eavado denominado americano, avanados na alva-
renga em transito para bordo do navio Qneen 'I
l'lym, com destino ao canal.
Te {'.i-fe i;t 3 do eorrenle
sll boras da manhaaem ponto, ni armMPin do
Sr. H. T. Itastos, roa do Trapiche.
Portos do Su.. Vapor naci,,. Cruzeiro do Su,, Dc ,,, 0 JS^RSSZ S^l
capilao de mar e guerra G. ,.a de fjlienda hiU prVinda se faz |)ul)|j,0 a
I quem interessar, que no dia 10 de maio vindouro
come^ar na thesouraria o pagamento das pensoes
do monte pi de economa dos servidores do estado,
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernatn-
A. /'. Trigo de I.onreiru.
cora mandante
Mancebo.
Portas do norte.Vapor nacional Api,
dante 1" lente Alcoforado.
Nucios entrados no da 2.
Terra-Nova 30 dias.Brigue inglez Titania, de
210 toneladas, capilao I. \V. Tilomas, equipagem
11, carga 2710 barricas com bacalnao; a Jolin;-
tons Pater & C
Liverpool 3li dias.Brigue inglez Zonc, de 172 to-
neladas, capilao I. B. Cohlev, equipagem 9, car-
ga varios gneros: a Miss Lalham i\- C
Nados sahidos no mesmo dia.
Rio-Grande do Sul.Brigue nacional Tggre, capi-
lio Manoel Gomes de Ohveira Magano, carga
carvao de pedra.
CdMMEBCIO.
i Silva
I volume bichas : a Manoel Joaquim R. e
Ov Genros.
1 caixa roupa Monhard.
140 tulas o U2 fardos fazendas de algodao, de
laa, chitas etc.. 2 volumes amostras : James Rv-
der x- C.
20 caixas fazendas de algodao. 1 volunte amos-
tras ; Phipps ZJrothers & G.
I!) fardos e 104 caixas fazendas, chitas, mada-
poloes e baeta azul, 1 volume amostras; Ferrei-
ra & Malheus.
10 caixas e 3 fardos fazendas de algdfio;
Mills Lalham & C.
1 caixa roupa; S. P. Johnston
1 caixa objectos de escriptorio x Augusto F. de
Oliveira.
1 caixa roupa; R. Auslin.
1 dila ferragens; t. Jos F. Guimaraes.
DELAEACOSS.
OVO IUWI DE PERNAIBL'CO.
O novo banco de Paruambuco paga o 12 divP':
dendo a razo de 9&~ por aego.
Vliaoileg i
JAendimento do dia 2...........
2S:74o'542li
llovlmcalo da alfaadega
Volumes entrados eom fazendas. -
i i com gneros.
Volumes sabidos
c c
com
eom
fazendas.
gneros..
83
634
------- 717
232
~88
------ 320
Descarregam no dia 3 de maio.
Escuna ingleza Rosecarvao e machinismo.
Brigue inglezHarmstonpedra de calcamenlo.
Brigue puHuguez Corimba -diversos gneros.
Brigue inglezDantebacallio.
Hiate inglezBellcdiversos gneros.
Escuna dinamarquezaA//'iee-idem.
Escnna dinamarqueza Adonisdem.
Patacho nacional Relmpago-diversos gneros.
Escuna dinamarqueza T/iorudcm. .
Barca francezaEsjmere iitercadorias e farinha.
Importadlo.
Escuna dinamarqueza Adonis, entrada de ilam-
burgo, consignada Manoel Joaquim Ramos e Su-
va i; (euros, miniestou e seguinte :
210 barricas, 200 caixas, 800 arrafoes e 400
frasqueiras com gonelua, 1 caixa cognac, 220
garrafoes vazios, 1 caixa um apparelho autliogra-
i>ho, 40 rollos de cabos e 1 caix obras de vhne;
aos consignatarios.
50 barris alcatrlo, W pegas de cabos, 7 caixas
lonas, i barr- oleu.de linliaca, iO duzias de
utensilios para navio, 10 duzias de ligadores para
raastro, 700 earrejeis simples e 800 duplos, 2 cai-
xas gomma lacea, 1 dila armas de consulado, bo-
foes dourados e urna fulbinlia. 3 caixas espelhos.
1 dita espoletas, 1 dila frsoura, 1 dita canotilho,
1 embrulho calcado; J. F. Bailar.
1 caixa objectos de escriptorio, 1 embrulho amos-
tras ; Patou .Nash & C.
I embrulho diversos objectos ; a Jos L. da Ga-
ma e Silva.
1 volume amostras; Izidoro Netto.Jc C.
1 embrulho amostras; A. V. da Silva Bar-
roca.
1 dito ditas; R. Lightbourn.
1 dito ditas; a Luiz Jos da Gosta Amqrim.
1 embrulho amostras; J. M. Conceicao J.
1 embrulho amostras; Jos A. de Araujo.
1 embrulho amostras: J. Pater & C.
i^caixa amostras; II. Forster & C.
Vapor nacional Apa, entrado dos portos do sul,
manifestou o seguinte : w
Da Babia .
1 caixao com 1,343 chapos do chile ; Arana-
ga Hijo A C.
Do Rio de Janeiro
Gneros cstrangeiros j despachados para con-
summo.
1 caixao chapeos a Joaquim Alves.
i dito livros impressos; Jos Nogueira de
Souza.
1 embrulho chapeos e 4 caixas peras ; ordem.
Gneros nacionaes.
2 caixoes chapos; Joaquim Alves.
1 caixote cigarros, 1 dito rap, 174 rollos fumo,
2 saceos caf ; ordem.
1 caixote fothetos impressos ; Jos Barboza Oe
Mello.
Encomraendas do Rio de Janeiro.
1 volume; D. L. Carlos M Bretres.
1 dito ; H. Ilabe Schmetteau.
1 dito : Jo* Xogueira de Souza.
1 dito: J. P. da Fonseca.
1 ditc; Custodio Jos Alves Guimaraes.
1 dito; Gamillo Andrade.
1 dilo ; J..V. .Soa/es.
1 dito: H. Forster.
1 dilo: ljnden Wild.
1 dilo : a Jos Xavier R. d'Andrade Jnior.
1 dito: Tasso Irmaos.
1 dito: Marcelino J. Rosa.
1 dito Palmeira & Beltrao.
I dito'; I M. R. Oliveira Jardim.
r dilo : Paulino R. T. Chaves.
L dito: Fraocisce Antonio de M. Durao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em cumprimento da ordem do F.xm. Sr. presidente
da provnola de 30 de abril prximo lindo, manda
fazer publico que no dia 16 do rorrenle ter lugar
novo concurso para preenchitnento da vaga de 2
escripturario da mesma thesouraria, devendo os
prelendentes ser examinados na grammatica da
iingua nacional, csrripturacao por partidas delira-
das, arilhineiica esuas applicacSes com especiali-
dade a rcduc?ao de moedas, pesos e medidas, ao
calculo de descont e juros simples e composlo,
sendo preferido os que tiverem boa lettra e soube-
rem lingnas cslrangeiras.
Os prelendentes deverao apresentar seus reque-
rimemos nesta thesouraria com documentos em
que provem que sao menores de vinte anoos e lera
bom comportamento.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 2 de maio de 1864.
| O secretario
A. F. da Annnnriccao.
A audiencia do juiz especial do' coiu-
mercio de hoje 2 de maio icou transferida
para o dia 4 as horas do costume.
0 escrivio,
Manoel Maria R. do Nascimento.
Vai a prara. Dmate o Illm. Sr. Dr. juiz de
orphaos^sexla-feira, depois da audiencia do mesmo
juizo, s 11 lioras do dia. a casa terrea n. 22. da
ra do Tambi : quem na mesma casa .quizer lan-
zar por arrematarlo de venda, compareea no dia
e hora no lugar do costume, podendo ver o edital
em raao do respectivo porteiro.
Directora das obras mililitros
A directora das obras militares convida as pes-
soas que se quizerem encarregar do calafeto do
odilicio do hospital militar, a apresentarem soas
propostas nos dias i, 3 e 4 do mez prximo vin-
douro. na mencionada directora, das 10 horas ao
meio dia, onde poderao obter os esclarecimentos
de que necessitarem.
Directora das obras militares de-Pernambuco
30 de abril de 1864.-Luiz Francisco de Paulado
buco 29 do abril He 1864. Servindo de oficial-
maior, Manoel Jos Pinto.
s
THEATRO
DE
"l
hxM
EMPREX*
GGKM4N0 A COMIHIA.
M
IJVROI.
Quaita-fciiii tdimail ao iiino dia.
No primeiro andar do sobrado da ra
ila Cadeu do Recife n. 48.
O agente Olympio vender em leilao una gran-
de norcao de livros de direitoe lilteralura os quaes
sern eniregnes pelo maior preijo obiido.
i:iii\iiT
DE
50 caixas com ceblas c 100 latas com
calila de tmales
tlnara-SoIra 4 do eorrente.
0 agente Pestaa vender por conla de quem
pertencer em ummi mais lotes 60 caixas com ce-
blas recentemente chegadas e loo latas com cal-
da ile tmales : quarla-feira 4 do crrente pelas 10
horas da manilla no armazem do Annes defronle
da alfandega.
AOS l:OOOJM)0
Bilhetes icaranlldot
A' ra do Crrs|>o n. 23 e cana Je cele-
ii abaixo assigua 11 t>ado veadMe ae ^ aaai-
.jS tu felizes billetes garantid..... emii, i: a
sute de 5:000-3. n. 2217com .*>', n avara mm-
tas serles de I00*\ .- t ru *
se aediou de extrahir a I ti l i i. da matrix 4v
Bar reros convida a> n I dihH haetea
a virein receber seos rf.p*Hrt eriajan -
desconlo alaaan a -n '
Crespo n. 23.
I) llU'.-llin |.'m "\p -! i v. i '
lunados bilhetes garantido* da pnnrira I
jjt if --- < bHiTia il- S. ,
no dia 10 de mai proxiui > pele v^eaj9
das loteras exlraoaai
is prcaios sera i pafH i re*iaa->.
Prfcna.
Rilhetes inl -..... ti*
Metos......... ftlta
Quarlos........
Par3 as ;
de 1' .
Wlhetes........
Meiv>s.........
QuarlOi.
r
LEILAO
A actual etnpreza do thealro dc Sania Isabel,
tendo annuntiado espectculo para domingo Io de
maio do eorrente anno, e tendo sabido no satinado j
30 de abril (j s 9 horas da noitej da infausta i
morle do virtuoso e digno prelado desta diocese D. | DE
Joao da Purifieacao Marques Perdig.io, suspendeu! (ipamlc SOillll(M|||| ||e feri'OS Dlll'a JUar-
cineiro e oui-ives, iasiroiuentos e
fonos para de alistas, instru mentas
de cirurgia, peilr.is de aliar, brinque
dos, navnlhas, te^ouras e muitos un-
iros ohjectos.
Scxta-felra de aualo .<* IO ho-
ras em ponto.
J: J. Keller tendo de retirar-se para Europa far
leilao por intervencao do ageote Pinto e para li-
quidarlo de todos os objectos cima declarados,
existentes na sua loja ra da Imperatriz n. 9.
devendo principiar hora cima indicada.
Em continuacao vender-se-ha a armacao e mo-
vis da dila loja.
exequias do Ilustre finado.
Prepara-se para subir scena, no
SABBADO, 7 DE MAlii,
o interessante drama, ornado de msica.
URAC DE DEIS.
AVISOS MiaiTIMOS.
COMPANIIIA PERXAMBCANA
DE
.\'avcgaco eosteira a vapor.
Paralnlia, Natal, Haca, Araeaty, Geari Ararac c
traaja.
No dia 7 de maio prximo s
ii horas da tarde segu o vapor
Persinungii, commandante Bates,
para os portos cima indicados.
Recebe carga at odia 6. Eneom-
mendas. pessageirns e dinheiro a frete at o da
da saMda s 3 boras da tarde : escriptorio n.
Forte do Mattos n. .
COMPAflHIA PERNAMBCANA
DK
Mavegaco eosteira a vapor.
torios do sul al Aracaj.
O vapor Mamananapc, com-
mandante Moura, saiir
portos cima indicados
DE
UbuquerqueMaranho servindo de amanuense. | Hecebe carga smen'To^ 3; "en" nne'nuat
passageiros e dinheiro a frete ate s 2 horas do
dia da sabida : escriptorio no Forte do Mallos nu-
OtthhltitKAL
Rfilaco das cartas seguras existentes
ua ai!ministraran i* eorreio desta
cid:'de para os seulinres abaixo de-
clarados
Alexandre de Barros e Albuquerque.
Dr. Augusto Prederico de Oliveira.
Alexandre Luand.
Dr. Antonio Jos Lopes Filho.
Antonio Luiz Duarte Nunes.
Candido Thomaz Pereira Dutra.
Dr. Joaquim Moreira da Silva.
Joaquim llibeiro de Souza Froe=
Padre Joao Baptista Soares.
lTma casa terrea em chitos
proprios situada na estrada
do Mangiiinlio.
Scxla-feir 0 do eorrente s 10 horas.
O agente Olympio acha-sc aulorisado a vender
em leilao publico a casa terrea de pedra c cal em
chaos proprios sita na eslrada de S. Jos do Man-
gunho n. 25, a qual fica defronte da igreja e tem
para os z salas, 2 quarlos e quintal. O leilao ser cffec-
. de Ma-! tuado no dia e hora cima no primeiro andar do
cei, Penedo e Aracaj no da 4; sobrado da ra da Cadeia do Recife n. 48, aonde
encontrarao os prelendentes o referido agente pa-
ra qualquer nformaeao.
mero 1.
Bio de Janeiro.
O brigue Imperial Murinheiro segu cem brevi-
dade e jiode receber alguma carga : trata-se com
os consignatarios !arqocs: Narros & C, largo do
Corpo Santo n. 6.
__ Para o Rio de Janeiro, a frele barato, est
enrregando o brigue brasileiro Imperado)', de boa
marca e com rnmmodos para escravos : a tratar
no escriptorio Aniorim Irmaos, ra da Cruz n. 3,
ou com o capilao tose Rodrigues Prats, na (>nea
do ecutraercio.
LEILAO
DE
Ricos jarros, porta joias,- fructeiras,
porta relogios e muitos outros ob-
jectos de marino c.
Sextafeia (i de axain das 6 s 9 horas da noite.
O agente Pinto aulorisado pelo Sr. J. J. Keller,
far leilao sem reserva dc preco de todo os ob-
jectos de marmore cima mencionados existentes
em sua loja ma da Imperatriz n. 9, Has 6 as D
horas da noite da dia cima dito. ;a tempo de-
elara-se que se faa iodo e qualquer negocio com a
armacao e movis- da mesma loja.
Pcscrivao da iimaiidaik & Sd. San-
mcnio de Sanio AakM ri Mr, eV -
dem do Sr. ju7. c-invida I
SlItos irmi p;u.l qi|<- i...> it itooii
s 3 hora- da ;.ir.L- i ri
igreja atril aun d *> RvA
Sr. aoaige vigarie eaai a -1 RaA *
irem asMSIir aa i de Srf.-.la-V 3 e>
coiiimendaco aoe e lem J>- f >z r
Sr. bispu dama teeeat.
Jos ila Canea 3eiv liiiinwri>,
Eci
Cabido da eathkilnil ilo
Oliuiia.
De iiidem do lili, rilii tu i|.-ta d -
tafo saber rjue lemln falle idn .. Iv*a.
ltvmd. Sr. bis|M. diiM;.sin>. tirar n -n
corp cxpiisbi na iM|n-lla 1(0 [nlacMi r;.
pul nos dias t, '.i I ib. rarrMRJ, iiestli> as
8 horas da ntaiilifia at as X fcaaai ib inittr.
pan Mr visiLiilo pelos fiis, am dirisji-
reni preces 10 Altissimo pvo ile^rasru ebr-
iin da sua alma : e no dia 5 s 5 Imra- 4a
larde ser 1 iiiilii/id'i o f-T.-lr-t jtan a ra-
tl1edr.1l de Olinda, onde na manlia d>> d 1 K
tem de se Ihe fazer o ollicio Mtaajaje.
Olinda, 1 de aMo de MM. .
O eoafo Joupiim Ferreira An SaMM,
Secrelaiio do Illm. ial.nl.
Pedid inaarenlr.
Ha muito tem|Hi que o sce pnt.hr.. a rae
da l.ingoeta, perturbad. \>ralgn* .tejnin >-
riiimos, que das H> horas da nwie rm esjaft*. ala,
em gritos, chamam para bordo d-> v.tfor t \
ra Paiuknsk; aafai n.t noite ar Si a
um certo senhor ila> bnlalm
2" truenle da aroiada. noium. ; i I
quemos biaacalee, oeafe,
demos distinguir a- soas d :ujtar pf--*a-i.
porlou-se de orna maneira mni imprnorn. petife
nao com os Iwrros que Jar:, j chamar para
1'ahaknsk. iucommodou a alguns laaradnr aa-
quellas mniediaedes, cont d u pr.va eV araar-
sc co.n as itfaa mnio altera.1.1-. \*>t ea a>* va-
mos-nos olirigados a |elir por cMe meio a r- at-
nhor que nao prossiga. poi ao cnirario, a unaaw
dos ineiio que a le 110.- larafta, taaio aui- qTr.
segundo nos consta, BBjMMe I aunln dn* aa^
vios de guerra arriar-ac escalcr *r\m* 4a *A pea-
lo, e esse senhor ron tal araaatef .1 pialaam va-
so de guerra aariaaal ma an sumara r>r:
ra. Recife 1 de maio de 1H61.
I'm dos inrvnimodbda!.
o prourieunu a parS -1. j. Vrfi>.
na ra lo CokiveUn, esta 1 a vcaA-r aar
qualquer preco ol racMa, livre e d n aetnaTMia
de qualquer dbil j. eom t nfc.s.,. *< |rt -.
leudo dous fornos e. um cyiindr.: a aaaa I aaa
fregiiezias, pie en aaraa na p rt e a dratnea.
terueommodos.il.- |, ,, ,. i,.i,"i "*
beccodas llarreir k ; ijaem a pn Hadar aaa
na nvsma rna. qu todo nrf*rt m Iatx.
Aluga-se as casas di nfl do X m
t'0 e 71; para v.: 1 .:.i. as dnavaa aa a. 71. r ara-
la-se com Prenle \ ...nna & t, raa da Cadru,
a. 57.


Piarle de Ptrombue Ver^a letra 3 le Malo 4e 1 **4.
TINTURARA. <**" -- -Vre a Addatdc ik Siqeifa Ca--""
As pessoas qoe tecni obras na tinturara da ra talcauli, dijiia tilUa do Sr.-coHwuamla'ler Auto-'
do Hange.1 n. 38, segundo andar, teuham a bonda- ^ de si.iueira CavakaBti, sentar de Marta-1
dede as viriirar atodia ldocorren.e, pots do *
contrario ser.io vendidos para jmenlo. | W9,PU ,_. ,_.,____,
-----------------------------_S-------------------------- ro com vcrda.leira ti*dwiHacio PceeKa* alugar urna criadaouescrava para j^,.^ de pmuimu,Uo de- .uoui.utna historia to-
o servico de urna pequ-na familia, tendo bom com- da.romntica o lgubre a mau.respeta ; mas cer-
portamento, sabendo cusaboar e engommar, e sen- ament do muito meu gasto, .para todos aquellos
do carinhosa para enanca.*, pagase bem : a tratar uti0 a |eraill ;a beodo dos promenores passados,
em casa do commandaote da cavallaria, junto a ue-seguiram a separaco de tinlia inulher, effei-
fundicao do Starr, na ra da Aurora.____________ luada tracoeranu.nte no engeuho Virgilio Berlini de iovanne, subdito italiano, onde com ella e meus lillios, na mais perfeita har-
retira-so parafra da provincia. .muuia passavamos a festa de natal.; uella, o mari-
Precsa-se aburar urna nreti me ih* en.*.- d desditoso, regeilado com despreso, figurado
mmir r.w i i a 5. como un hoiiiem clieio de vicios e de crimes, e a
andar '"Wador n. 71, segundo mu||l(!r gue djz 0 ler a,)andonad0i%ura como Uma
-------'-----------------------_______________________I espesa virtuosa e distincta, que ornete por nao
Aluga-se um moleque de M a 16 anuos de ter podido mais supporta-lo, com razo e sem ser
idade, profiri para lodo o servico : quem preten- poruggestoes de pessoa alguuia, a aborreca o
der, dinja-se ra da Imperatriz n. 51, primciro desprezaca !
andar.__________________________________ Se a esposa que houvesse realisado o seu casa-
Offerece-se um estrangeiro que tem residido ,ueal0 l,or aiuf e smenle por amor, nao abando-
alguns annos nerte paiz, para hilar ou jardineiro nasse.algumas vezes o seu marido, sem que este
de sitio, o qual entende de lodos os pontos desle desee.causa,cntao Jamis teriamo de lamentar
servico, casado e sem filnos : na ra do Alecrim
numero 41.
Lfii4a(i*.
J. J. Keller eovida os Matara logistas e o reapei*
tavel publico ein geral, de aproveilar comprar o
resto das pechinchas na sua loja da ra da Impe-
ratriz.______________________________________
J. J Knller vai para Europa no navio Spliere
com sua sen hora e gatee fillios menores.
A viuva de Jaciutbo Silvestre Vicente, mu-
dou a sua residencia da ra da Guia n. 38, para a
ra da Cruz n 26, priraeiro andar, e ahi contina
com o esiabelecimento que tinha o seu finado
marido, propondo-se a dar Jallares para fra por
prego commodo, e asseio : quem precisar, procu-
re em dita casa cima. Xa mesma casa se preci-
sa de uma ama para o servico de cosinha e en-
gommado.
Irmandade to I i vino isi.iriio
Nanto.
De ordem do nosso irmo juiz convido a todos os
nosos irmaos a comparecerem em Dossa igreja
boje. 3 do correnle, s 4 horas da tarde, afim de
cncorporados, dirigirmo-nos ao palacio da Soleda-
de fazermos as devidas honras ao cadver do
Exm. Bispo Diocesano. Consitlorio da irmandade
2 de maio de 1861. -O escrivo,
________________A. A. dos Santos Porto.
Precisa-se de um amassador e um bom for-
neiro que saibam bem desemiienhar os seus luga-
res : a tratar na ra larga do Rosario n. Ifi, pa-
daria.__________________________________
Precisa-se de um carroceiro e que taita an-
dar com um Ir> : quem quizer, dirija-se em San-
to Amaro, sitio de C. L. Cainbronne.
Ao eche das falsidades e calumnias tot pLssiiuas.
A pessoa que de tima penna mercenaria em pu-
nho, escreveu os improperios e as dialribes que se i
Iceni em un anniincio assignado por ininlia pobre
e infeliz mulher contra miro, se tem alguma dig
nidade, se tem mesmo conseiencia do que (lio im-
pudentemente nelle aventaron, baja de assumir a
si toda a roapoasabilidade legal pela sua publica-
cao, se a tanto for rapaz.
Mas nao, um assassiuo a quem se paca para
apunhalar sem piedade a repuiacao daquelle que
n.o pode abaixa-loal a si, sempre cobarde.
E por isto mesmo que aproveilase da valiosa
eondieao de uma esposa, para fazer com que ella
figure como autora e nica responsavel dense es-
cnpto, pela cerlcza de que, como seu marido, nao
tai de intentar contra ella una acc/io criminal.
O desgranado, pojs, que assim procede, pode
ccrtamenle estar bem seguro de sua impunidade,
para a*sim a seu salvo me calumniar o me inju-
riar porque nao cotila senao com o meu desprezo
ao seu aviliauento e corrupcao.Antonio Carlos
Perejra i|e l;ury.,s Pooco de l.eon.
A lia urdo.
Precisase, comarar urna negra de meia idade,
que seja robusta e sadia : quem tjyer para vender
dirija-se ra da Gloria n. "i, a tratar potn o Sr.
Huilberme (ornes l'adilha.
Joao BatiMa de M^deiros, com prensa de al-;
ffodie sita no Porte do Mallos, faz sciente aocorpo
do commercio de>ta Draga, que do 1 de maio des-
te correnle anno em (liante admitlio como seu so-
cioo Sr. Korlunato Jos Das de Sampaio, gvrando
a fuma social de J.q-i llapli>ta A- Fortunato.'
A iteneo.
Pu-se comida particular per prego commodo :
na nu da Kod-i n. 3.
taalas desgranas que se dao quasi todus os dias
Entretanto, gracas a providencia, ou um desses
Jos Ribefro de flrilo e Jcs Luiz Guaiaoi'ta-
zem sciente ao respeitavel corpo commercial desta
j praca, que no dia 30 de abril prximo (Indo con-
cluio-se a sociedade com que gyrava a prensa de
algodao do largo da Assemlila 20, sob a firraa
de Brito & Jos Luir. ; ficando o socio Jos Luu
comomesmoestabeiecimento, eencajrcgado igual-
mente da bqiiidae o da ertincta sociedade.
Precisa-se de dous caixeiros, um de idade de
t IG anuos, e outro de 18 O anuos, dando
.tiiKlor a sua conducta : na ra da Aurora n. 51.
COMPRAS.
Novos arean'jcs.
Noticias!
>olifi;is!
\ot'f;ts!
\olicias!
Noticias!
Novos arra*u>'-.
tameos bem conhecido na sociedade por meu com- C-V0S arnmJ.0S-
portamento, e assim pode-se melhor ajuizar das ^ovos arrani;-
declamacoes sempre vagas, que parlem no intuito! ?
de me erir cruelmente do lado dessa senhora, que
cuitada, ja nao sabe de que meies pode soccorrer-
se para agora justificar a sua separaco, orno para
as eotouestar perseguigoes iuaudiU tercidas
por seu pai protector I
Nao quero, eu o protesto, entrar n'uma discus-
sao vergonhosa pela imprensa, que deve er sobre-
manera inconveniente a minha propria mulher,
acerca das justas razes que actuam em meu es-
pirito, para .pretender annullar a celebre sentenga
que me eondemnou, decretando o divorcio : Unto
O abaivo assignado lema honra de partieinar
ao respeitavel corpo commercial, que desta data
em diante contina como eslabeleciinciitode pren- 'Odade : quem a tiver, annuncie sua morada.
sa de algodo no Jareo da.Assembla n. 20, sob a l Comprase nm solirado de um ou mais anda-
sua firma e rcsponsaoiJidade, om cumpriinento do #?, em Iwa ra, e que esteja em bom estado : a
iue, empregara todos os meios a seu alcance, |.ara citar na ra do Crespo, loja n. 20 B.
corresponder conflanca, que poder alcaucar par
seus actos.
Recite 2 de maio de 180i.
______________Jos Luiz Guaiaco.
Na rea do Trapichen. 30deseja-se fallar com
o Sr. Jos Luiz de Mattoa.
Machina de vapor, propria para mover ma-
qoina de descarogar algodao e para padaria, ou
fiKiSSEFSETJK L,neCSe ^!W^MmM*i; RTcife ."29:
ue ait j cvanos para ver e encommendar ~
b
T.AS
Lompra-se ef'ecttva-
mente
ou*o e prata em obras vtlhas,v pagande-se bem
na ra larga do Rosario n. -/i, loja de ourives.
Retratos de :i& por iZ'M).
Retratos de 'i& or \5>'M).
Retratas de 35 por IJ300.
Retratos de .15 por \:>Mi
Retratos de :i por 15(K).
Retratos de 3 por 1500.
Retratos de 3 por !Wlii.
Retratos do 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
os
dentes, pode-se dirigir ao r. Antonio Maia de Bri-
to, fabrica de cigarros vapor na ra dos Quarteis.
I Troca-se um santuarie de Jacaranda com 5
Bafea*, tudo do gosm moderno e com perfeicao :
nem o pretender, dirija-se a ra do Queimado
numero 71.
de ato com ptdrt.
Nao eslava beta* aguta branca Visar
grande |mrle de ua boa frrgnezia <**
apreciadas fiveJas de ac e rom pera, e
Comprase uma casa terrea sendo em boa I apressou-se em anudar bascar o brN*
desta data 'Eua> estando em bom estado, que seja dentro da' que acaba de reeeer ; e bem a*>im
fitas, cojos novo* e bonitos pdroes x* Tnra\
daveis aos uibos de todos ; rola, por, ifmt m
tendentes, munidos de dinkctro. dirifan a
do Queimado, toja d'aguia branca i: N-, omr %
bem ha b< ni i u>s cintos bordado* mrm tarta.__
Extraordinario .sortimento
de perfumaras.
A superioi idade das perfumaran aat a
branca vende esla inconiesiavrlnirMr rm
e isto confirma a grande extraes qw Rk> van
- Compram-se travs de W e de 18 palmos de ^"d" **'I1"1!1"1' ,,w- anua nraara.
porem, leudo sempre em vistas o bem -rrr a ma-
boa fregoezia, tanto da ridade romo *> m>r<
Comprarse uma negra que seja sadia, sem mandou vero extraordinario sortimeni w ara-
victos e boa quitandeira, prefere-sc com cria, nao |,a de receber, vindo ronftirmr o taima 11
i anuos de idade ; na mesma ca- cues, sempre da melhor qualidade. <^n-t
excedeado esta a % ranos de idade ; na mesma ca-
sa compra-s uma mesa para jantar, estando em gu de (lolonia em garrafas* dier-
na praga da Boa-Vista n. 7.
bom estado
Compra-s uma negra que seja moga c
saiha engommar: a tratar na ra estreita do
-Aluga-se um sitio na estrada da Pntede rio* n"2i'"rimerol radar"
tchoa e a marg'm do rio, iwuco adianto do Illm.! t>r"nuro aiMlai-
que
lio-
tcnoa e a marg'm ao rio, pouco adianto do Illm
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro
palanque, galinheiro e outras acommodagoes; e
outro dito no Monteiro, em frente ao oilao da igre-
Compra-se um ou dous burros, sendo novos;
na ra do Crespo n. 8.
VENDAS.
justiga oeclosiasli, de cujos tribunaes s podem
presentemente partir decisoes justas e eminente-
mente jurdicas em favor de quem tiver de seu la-
do o direito e a justiga.
Para os tribunaes que devemos appellar de
nossas quesldes, elles sao os nicos competente
para as decedir.
Assim posto, os fingidos protectores de nimba
mulher, devem-se convencer, que nao sao as suas
falsas e calumniosas impulagoes, e nem mesmo as
tamurias ou a vontade suprema de uma mulher,
que dao o direito de se obter uma sentenga de di-
vorcio.
U direito firma no na Ici, c pois nenhum magis-
trado que se preza, pode a seu talante exorbitar-se,
ulTeudendo de frente a lei expressa em these, dan-
do como Ihe apraz por provado, allegacoes nao pro-
radas, e em sua sentenga falsamente" fundando-se
em provas que nao existem nos autos etc.
Esta minha qurstao de acedo rescisoria da sen-
tenen de divorcio, que tanto ha imoinmodado aos
protectores de minha mulner est affecta ao juizo
ecclesiastico, nao devenios, perianto, prevenir o
seu juizo com taes publicagoes insidiosas, e outras
quemadas patranhas propnas para illudirem aos
espirito* superficiaes.
E por isto que declaro solemnemente, que por
minha parte me recolhendoai silencio, podero el-
les e minha mulher dizer ludo quanto Ihes sugge-
rir contra a minha honra e reputagao, porque na-
da direi, aguardando-me para as ulteriores deci-
ses de nossa causa.Antonio tarlos Pereira do
tfurgos P. de Len.
200 retratos tiradi por dia.
200 relralos lirados por dia.
200 retratos tiradas por dia.
200 retratos lirados por dia.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 'i-S.
Retratos de 55 por 'i5-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45.
ja : -a tratar com Antonio Jos Bodrigues de Sou-'
za, ra do Crespo o. 15, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.
Auga-se a loja do sobrado da ra das Laran-' % U\ntt
to'"8 ^S^XuX^T1-' ft r,,a Direi,a'- 4 SaSS* *<<< -
1 1 e 3-andar "' a Um> c ,ambem >'a "", grande sortimento de
-------r;-------'--------------_________________ ceblas grandes e boas, e outrus gneros que tam-
>a ra estreita do Rosario n. 31, segundo tam se vende barato
andar, precisase de urna ama de leite que seja li-
vree nao tenUa filho.
Franc
e moldes.
Dita dita em frascos redolidos e qoadra
Dita dita ambreada em frasco* vrrdrs
Agua ambreada (ara laudos.
Dita balsmica e deulrice para **+rnri> 4x-
gengirase dentes e bom balito da borra.
Dita de llor de laranja.
Dita de rosa c dila de Floritla.
' Dita de lavander e toilet.
Dita de alhemense para alisar e srgarar ra-
, tallos depois de atado.
Dila de Mallabar e Hoide para lin-.'ir *t ra
' Banha transparenle e laf.irne.-a.
Ditas finas cm frascos de diverx- moble.
Dita dila em ImmiIos vasos de porirlaaa.
Dita dita em latas.
mse vende barato e afianca-se a boa quali.lade. n 'i.i ?,.n ..'h i
,,,---------,-----1-----/-----------' Dita dita em copiuhos, sendo cremr, ilmiurza a
\cnde-se o deposito da ra da Lingoeta ti I mada imperial.
(I, serve para lodosos negocios: quem quizer com
Ni ra da Cruz u
um pelo cozinheiro.
11, loja, precisa-se alugar
Aluga-se a casa na ra do Corredor do Bispo
n. 24 por 205 : a tratar na ra larga do Rosario
defronle da botica do sr. Bartholomeo, taberna.
MMmm-mwm mmmmm
| ATTEMA
AdtiCaci.
H 0 bachatcl Lnurcngo Avellino de
JR Alboqoertjae Mello, antigo advoga-
Pt j| ella, tem alierto o seu eseriptorio
v0, tita do Imperador n. 40, onde pode
ser procurado para os misteres de
sua proissao lodos os dias atis
Jfg das 9 da manhia s 3 horas da
jg tarde, e olTerece como garante a
nk seus ciinslituinles a nao interrompi-
^ da pratica de 25 annos de advoca-
B cia. O mesmo aceita partidos e
H tainbem causas nos termos do in-
Feitor.
Precisa-se de um para um pequeo sitio na
Torre, porem que emenda de plantacoes e que
seja capaz, podendo dar boas informaeoes ou fia-
dor a sua conducta, tem casa propna" para casa-
dos a quem convier dinja-se a ra Nova n. 19,
nimeiro andar.
- SoQlhall Mellors \ C. sacam sobre a Baha.
Fugio de bordo do palhabote americano Molo,
um mniatinbo de 13 14 annos de idade, baixo,
gordo, tendo a falla muito descaneada : quem o
agarrar e levar ao dito palhabote" ou a ra do
\ Trapiche n. 4, ser gratificado.
Precisa-se alugar um eseravo para trabalhar
tiesta typograhia, diaria, semanal ou mensalmen-
te, conforme agradar : na liviana ns. t e 8 da
praga da Independencia.
Na galena americana.
| Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ba do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Destes pregos s'nos dias uleis.
Destes pregos s nos dias uteis.
mmmmmmmvwm
'4& Dr. Fernando de S e Alhuquerque, jw
Flix Pereira de Araujo tenham a bonda- ^S
de de se dirigirem ra da Imperatriz Sr
n. 40, o mais breve possivel, emende-
rem-so com o solicitador Leopoldo Fer-
reira Martins Rbeiro, a neg->cio de seus
) interesses que os mesmos seuliores nito
2 ignoram.
iiiiin mmmmmmm
Precisa-so de urna ama de leite : na ra
Augusta n. 5.
Precisa-se de um uortuguez
um cngcnlio perto desta praga :
n. 72.
Chapeos de Na n i I lia
Vendem se em casa de Cristiani & Innao, ra
Nova n. 44.
E barato que admira; lin^uigas do Rio Gran- Macassar parata.
de a ItO rs. a libra, ou a 100 rs. cada urna : na 9!co philocome supetfino.
rua da Praia n. 25.
Francisco Al ves Monteiro Jnior, .lepositario prar, entenda-se com Maternus Lenz na padaria Caixinhas rom t frasouiobos de
da massa fa lidade Jos Aolonio Soares de Aze-,.em Santo Amaro.______________ CoaUetkMe (ou (Mimada) Mmart
S^Sli^LS'lltSS P3ra reT Vendem-ss tres excellen.es cavallos de cor Extractos finos e de agradaos c
rate n^aloXfs^ rro : na rua
,&Sssxs%JTjsursz tSn t&e a,ra,ar m rua,ar?ado
psito geral. Recife 27 de abril de 18(14. I '
HMIIMIIB'I.
DENTISTA DE PARS
.9Rua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiiio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artiflciaes, tudo com superio-
ndade e perfeigo, que as pessoas enten-
8didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
wmmmmm-mmmmmmm
Mez de Marta
Vende-se este livro conforme o uso do
hospicio da Penha a l& cada livrinlio: na i
livraria n. 6 e 8 da praga da Independencia, i
r,,a^nrrSnenal spon. 4 tom armagao OU sem' rua da Esperanga, na Soledade n. 20; o lugar o OI|<-< los de
liahuznhos de vidro rom |>erfiin
chrin.
-operlma.
rlieiru em
frascas.
Dito frangipane, cheiro novoe mni afradavrl
Dito de sndalo.
Essencias concentradas, coui difireme e
mos chairas.
Leite virginal para tirar sardas.
Dito de cacao para amariar a cutis e coasesar-
ibe n lustre.
.
Na rua do Vigario ns. 8 e 13 vende-se una
escrava e um eseravo (pega) cor prela, mocos,
e robustos, proprios para ngenho.
Carne de sol.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e francesa.
Pos de coral e de Lubin para fjajai
Sa bonetes finos quadrados e redondo.
Ditos finos em caixinhas de t .
Ditos muito finos para hat ha.
Ditos creme de amendu.i ein vasos de vidro e por-
celana.
Chegou aos grandes arnmens de moldados da Tnico oriental de Kemp.
Brillante Aurora e Aurora Bnll.ante, no largo da Vinagre aromtico.
Santa Cruz ns 12 c 84, a verdadeira carne do Se- Dito ou leite dires para acabar
rul a 320 a libra.
Taberna eac*tugue
as espinaa
rosto.
E assim muitos outros olijectos de g*to "|or *
compra dos quaes o pretndeme sera >aiifcil
por deixar os cobres na loja d'aguia branca.
ella, para tratar em casa de
mesma rua n. 4.
M
para feitor de
na rua Direita
Constando
ropa.
Noppel, AJlemao, vai para Eu-
3-Rl'A ESTREITA 110 R08AIU0-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles artificiaos tanto por meio de
molas como pela pressao do. ar, uo re-
cebe paga alguina sem que as obras nao
quein a vontade de seus donos, tem pos
e outras piepaiaccs as mais acreditadas
para conservaca da bocea.
Pede-se ao senhor que tiver ordem do Sr.
Jos Caetano Epinbeira para entregar a quantia
do 005 ao Sr. Anitio d.-, Calatans que declare por
ete jornal a su i resi.leneia e numero.
O Sr. Amonio Luiz d>s Santos, etudanto do
seminario dn 01 nda, qneira ter a bondade de vir
rua do Imperador ti. 55, segundo andar, enlen-
der-se com o negociante dj mesmo nome, e
ber dalle un carta viuda da Baha.
Pro essoi'n.
Pre.risa-se de orna senhora que tenha habilita-
goes necessarias para ensinar primeiras letras no
mato : a tratar na rua Volha n. s.
Precisa-se de urna ama de leite, ou compra-
se uma escrava que tenha abundante leito : na
rua Velha n. 62.
lCERoTEREulSr
Rua do Lmainciito n. 19
Priiiieii-o andar.
Wociedade de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
i'uio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Aze vedo C eseriptorio na rua
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisades desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec
mentos que fore.ni necessarias, as pessoas que de
Aluga-se uma padaria com muitos commo-
dos e todos os perteuces : na rua da Concordia n.
62, taberna.
Perderam-se as carta* de Joao Alves da Cruz !
indas do Rio de Janeiro pelo vapor Apa ou pelo '
francez em 30 de abril prximo passado : quem as'
tiver adiado queira fazer o favor de as entregar
na rua da Cadeia do Recife n. 16, armaiem dos
Srs. Ferreira & Araujo.
n*gtt mm wm mmm \
Maques sobi-e Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade. saca ef-
fectivaiiieuie por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lislxia, por
qualquer soiniiia, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por centoao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. SI.
Joaquim da Silva Castro.
Fabrica Concetfto da
Bahia.
Objrctos de phantasla ii
para a agula brames.
A aguia branca recebeu novi>s e bnil Maceos de farinlia tos de phaniasia, alguns dos quaes numa
ocm 22 cuias a 5-5 : no pateo da Santa Cruz n. 4 alui- sendo :
. o lugar e o
melhor possivel : a fallar no largo da Santa Cruz
numero 84.
.*>-
Mal
Andrade A Reg, receben] constante-
mente e tem venda no seu armazem n. |
34 da rua do imperador, algodao d'aquel- ^
la fabrica, proprio para saceos de assu- *&*
car, embalar aisodao empluma etc., etc., H|
pelo prego mais razoavel. >*.<
I Xova expsito de fazendas
baratsimas,
Empr
\m
8
Mudanza de estabelecimeiito.
O agente de leQOes Olimpio transferio
sua agencia para a rua da Cadeia do Recite
n. 48.
Joao da Silva Itamos, medico pela l ni
versidadede Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
en suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procuraren! no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas -da manhaa.
Trm sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
& tica qualquer operaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000diarios.
Segunda dita.... 25500 >
Terceira dita.... 25000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servieos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a conflanca de que sem-
pre tem gozado.
maa
'eza da illuminacao
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e rcclamacoes
(|ior escripto dando o nome, morada, data, etc.),
devem ser feilas no armazem da rua do Imperador
n. 81. Os machinistas mandados para allender a
estas, apresentarao um livro que os reclamantes
devero assignar logo depois de prompto o servico
reclamado ; isto para que a empresa fique sciente
de haverem os mesmos senhores sido devidamen-
te a Hendidos.
Aluga-se o primeiro e segumio andares da
casaji. 193 da rua Imperial : na rua da Aurora
numero 36.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, praia e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
comnieuda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Aluga-se o sitio da Pedra Mulle era Apipncos,
com escolenle casa de vivenda, de 2 salas de fren-
te, forradas, e 6 quartos, todas promptas, lerraoo,
eslribaria, fructeiras, bella vista, magnifico banh:
a tratar na rua das Cruzes n. 39, segundo andar.
Mara Joaquina de Sani'Anu, mora-lora na
travesa dos Bxpostos, no primeiro andar u. 16,
participa a todos os seus fregueses, que uiudou sua
residencia para a rua da Penha, segundo ailar n.
9, com os fundos para a rua Direita, por isso avisa
aos senhores armadores de igreja, seus fragnezes,
para procuraron! as flons um dita rasa, e contina
no mesmo trabalho de armar bandeijas de bolos
coin ricas armaces de todas as qualidades, por
mais barato preco que em outra qualquer parte,
para bailes e casamentas. Xa mesma casa fazein-
se vestidos e capellas para noivas, de qualquer
gusto, com presteza e perfeicao, preparam-se pal-
mas e capellas para enfeitar oratorios para o mez
Marianno, bsem-se lainbem ricas palmas de llores
de cera para santos e enfulles de sala, e ensina-se
a fazer llores de todas as qualidades : quera qui-
tar dirija-se mesma casa. Na mesma rasa lom
um rico sorliinenlo de follias para llores, que se
vende a 15 a croza, assim como quaesquer pre-
pares para flores.
Loja da Arara-ttia da imucpalriz n. ofi.
Oproprietario desle grande estabelecimento, Loa-
raneo Pereira Mendes Guimaraes. prometi sem-
pre vender barato para apurar dinheiro.
Grande pechlliclia, cortes de cas- Outros traversos com icdras |ra meninas.
Rnitos aderecos completos feilos de peritlasfaKa.
Ditos ditos de pedras, por ruja perlen-fu e aam>
gosio quasi se nao di>iinguem das verdarfrira.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dila ilna de pendas falsas tanto para -etdMaai
como para meninas.
Dila de chapa de cr\.ial com lisias tonrada.
Dita de cornalina branca, azul ele. etc.
Itonilos allinetes e anneis para grvala".
Ilonitos penles de concha, obra de apurado gnrto.
sa a Souo
Vende-se cortes de cas.a fraticeza para estidoi
a 25, ditos a 25o00, cortes de cambraia de palmas
soltascom 1 vara de largura a 25, ditos com ba-
ilados a .'15 : na rua da Iinperatriz n. 56, loja da
Arara.
Cortes de chita a 'jfioo.
Vende-se cortes de chitas de cores Ras com 10
rovados a 9M00, ditos linos a 2,J8(H), ditos de ris-
pado francezes com 14 rovados a 35 na rua da
Imperatriz n. 36, loja da Arara.
tramante de llnho a '#'00.
Vende-se bramante de linlio de 10 palmos de
largura, proprio para lences, a 25200 a vaia,
panno t\<: linlio de 4 palios de largura a 640 a va-
ra, liainburgo de liona 440, ."40 e 600 rs. a va-
ra, bretanha de linlio lino a 640 e H00 rs. a vara,
bnm de buho branoo a 15200. 15400, 15600 e 25
Bellas guarnicoes de lenles dourados. orna*-
cora caixos de uvas, feilos de aljfar, obra sa-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de lino d com pedras.
Outras a la ra rugadas, nada inferior a aqm-lla.
Vollinhas de aljfar branco e ib; rana com cruje
de pedras.
Esses e outros muilos objeclos acham-sc a venda
na rua do Ijueimado, loja da aguia branca n. *
GRANDES E BONITOS
es pe Ik 1 s da >i i a (los
A aguia branca em continnacao ile snas enrom
meadas mandou vir, e acal de WHasi craimVs
espelbOB dourados com mu bonitas im^mas
molduras, e vid ros de primeira qnabdaile. a viu
a vara : na loja da Arara, rua da Imperatriz D.50- do que o prelendenle que alur de SSM munido A-
Filo de llnho a NOO rs.
Vende-se fil de linbo muito Ano a 800 rs. a va-
ra, dito de cor e tiranizo a 100 rs. o covado, tarla-
tana de cor a 640 a vara : na rua da Imperatriz
n. .*i6.
Cortes de caseniira a "i$.
Vende-se curtes de casemia de cor a 25. Jilos
linos a 35, cortes de ganga franceza a 15600, dito
de hiiin pardo a 158(0a 25 : rua da Imperatriz
n. 56, loja da Arara, de Mendes Guimaraes.
Chitas da Arara a IO rs. o co-
rado.
Vndese chitas escuras e claras a 240 e 280
rs. o covado, .lilas francozas a 310, 360, 100 e 140
rs., riscados francezes a 180 r. o covado, gorgo-
rito de lindo para vestidos a 280 rs. o covado, fus-
tao de cores a oOO rs gangas para calcas e pali-
lots a 440 e 500rs. o covado : na rua da Impera-
triz 11. 36.
A Arara vende liales a 3 >.
Vende-se baldes de lo, 20, 23 e 30 arcos, dos
melhores que lera viudo ao mercado, a 35, 35'>00
e 45, e ditos de hrilhaiina a 4-i. lucias para se-
nhoras muito finas a 000 400 e 310 rs. o par, di-
tos para meninos a 1>28(), paia acabar, na loja da
rua da Imperatriz n. ">'.
A Arara receben novos soulenibarques prclos e prelas de laia e de seda para padre.
de grosdenaple ricamente enfeilados, e os vendo
1 por 25e 235, capas prelas muito bem enfeiladas
dinheiro e rom disaoaifaa de o gaiar na compra
de um desses bolillos ep Mos, ilnuir-x- ma
do Queimado, loja d'aguia blanca n. m. ,|ti.
bem servido. Tambem ha espelhos quadi
(idos em lamaiiho. e com mol.lua doora.ia..
JABRO
de porcelana e escuna-
deiras de rhiru
A aguia branca tambem mand- u vir l> ni: jar-
ros as porcellana donra.la e de dilTeiei.tr tama-
l.hos ; assim como .-.-ca 1a1l.11.. .1.- \, o
esses sempre aeeomarsai para o bom paspj da
las ; resta soirnnle que comprador dMpWs m
dinheiro loja d'aguia brama, na n
do n. 8, oude sera aaT< ido com agt*to e xareri-
dade.
de laa pan i.onieni t> s< alin.
A aguia branca, na rua da Ou-im..!.. n. H. x*%-
de mni boas meias de laa para Ii.hihiii e .vabra.
11 na da Scii/.allii a. 42.
D-se 2 0005 sob hvpolheca em (iredio nesia e, "i.inleletes de grosdenaple de superior qualida-! Ven
ac : a infoimar-se na rua das Cruzes n. 42. IdB : "a loJa u;l rua Imperatriz n. 36. sellins e Silhoes 1ngle7.es, candn>irus e rant-
praca
i s* 'aJBrar^-^ar s
Offerece-se para ama de leite urna
rece. __:_____ >.- T- r, ^ <>iiuh.-lc->u imi ama ne leiio uma ranarira
rece Sejarera concorrer para tao. til e benfica empre de bons coslumes, d.egada ha pouco de Goianna :
a pir rinno nm ftilnrn icAntruirA nt\e .,..,,.,,.*. '.- r ^ ""'
, pouco mais ou menos, estatura
tu--. i/"itjii nidia ou 1m.1i', i'M.nuni ___, -----;r .; :
do corpo. sem barba e quebrado, le-.? '|uarI^ 'uoin Pre,ender, dinja-se s
alca de fiistao, camisa de chita, e um ** ,"'. l'
Encavo f'wjido.
Aeha-se fgido desde o dia 10 do mez prximo ~a 1 \n ""''
passado o t-scravo Manoel. africano, (Congo) de 40' Plin nVrlii ^
annos de dad
baixa, secco
vou vestido ca
chapeo de pama, ludo velho
levado uma Irouxa de roupa,
nha mudado ; este preto costuma a ganhar em I
serviQos de despejos, c consta ter elle apparecido
pela Soledade : por isso quem o apprehender e
lvalo rua nova de Sania Hila n. i, ser re-
compensado.
as, egurando um futuro lisongeiro aos associado
D-se 3005 sobre hypotheca de urna escrava
ou eseravo : na rua de Santa Rita n. 27, segundo
andar.
Precisase de um amassador que saiha bem
desempenhar o seu lugar : na padaria da rua do
Itemlica n. 33.
metade de um primeiro andar na
rua Direita, constando do cozinha e sala de deiraz,
rua Di-
e como livesse ello
provavel que le-
mmm
O hachar ti
Francisco Augusto da
adeogado
Rua do Imperador n. 69.
na rua de Aguas-Verdes n. 6.
AtTOCW.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixeira de Mendonca Belin, nesta tjrpo-
orapliia.
Precisa-se de duas escra vas uma cosinlieira
e nutra engommadeira : quem liver dirija-se a
Vende-se, em casa de S. P.JoliiisionmC..
sel
Cama orgainljs a 210 o tovado. gaes bronzeados, lunas inglezas, lio de \cla,
^"1*>C cassa 80*11 ,pa? r,s".'!? ?*"...' chicotes para carros e montaria, arroma para
280 e 320 res o covado, cortes de dito com 14 co- ,'
rua do Trapichen. 4.
Pede-se ao Sr. Or.... que venha ou mande pagar
os quatro mojes de aluguel da casa em que residi
em Olinda, isso no praso de tres dias, do contra- i
rio se publicar o seu nome.
Na rua do Trapiche n. 30, deseja-se
fallar com o Sr. Jos Luiz de Mattos.
Pre'-isa-se de nm caixnro de 16 annos : na
padaria de Santo Amaro, atraz da undieao do Sr.
Starr.______________________________
eoziahar
primeiro
Coinpauhia QdelIdade de
seguros martimos c ter-
restres estabeleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PETOAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevede k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, toinain seguros de navios, mercadu-
ras e predios no seu eseriptorio rua da
Cruz n .1.
Francisco Manoel Lopes, subdito porluguez,
relira-se para a ilha de S. Miguel.
Precisa-se de um forneiro que tenha bastan-
i te pratica : na rua larga do Hosanu n. 46, padaria.
Aluga-se urna preta de boa figura, boa COZi-
nheira e engommadeira : a tratar na rua do Cres-
po 11. M B._________________________________
Casa de .-oiuniisso de escra mis na rua
i do Imperador i. 4o, tereciro andar
Nesta casa recehem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se pnupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promptidao afim de seus senho-
vados a 35, ditos de laa com barra a 85 : na rua
da Imperatriz n. 36 de Mendes Cuimaracs.
;A Arara veinte inadapolo franrez enfostailo a \$,
Vende-.e pecas de madapulo francez entestado
a 45, ditoiogiez rom 24 jardas a 65300, 75, S5,
95 e 105, pecas de algodao encorpado a 35, 65 e
75 : na rua da Imperatriz n. 36, loja da Arara.
Cirande sortimentodc roupa
fcita.
Vende-se palitols de panno preto a 125. 105, K5
e 65, ditos de meia easemira a 35">00, 45">00 e 35,
carros de um e dous cavallos. e relngma de
miro palente inplez._____________
i";illi;i Ir raraauha
Veudem-se 240 mullios : na rua do Codorniz
n._H.________________________________________
Vendetn-se dous guardas nmpa de aiaarrllo,
urna mohilia de ainar.llo e nutra de jararan.b.
obras de goslo e novas : na rua da GaaMl n 31.
armazem.
\>imIc-sc alpaca prela a 500 rs. a rutada.
Vende-se alpaca pela para vestidos a .*RI, fia.
-lL?v!wi,)r"n.u1?.l ^J'i0?!.1 J":.c **. w,r!!' 7,)0 e 8,K'rs- "" ,|-pnr,|i"a **>rs i" *"-
a 25300 e 25, ditas finas de bnm pardo a 35, di-
tas de brlm branco a 35300 e 45. scroulas de I
nhn a 15800 o 25. camisa francezas Anas a 25S00 senhora que estao de lulo a 72o ..
e i&.m duas de hnho a .)->, pares de meias a 200 na rl|:1 da |ln|K;ra,rjz n. m. A ,oja r>u
240 e 320 rs., grvalas linas pretas e escuras bor- as,, h(,ra!i(|a nile.
tot, princeza prela a 800 e 640 orovailo. I..mi au-
na prela fina a 15400 o covado, laa/mlias pr-u
ovad :
al ra al
dadas as ponas a 15, lilas para menos a 800 e
300 rs.. colannhos de Imho a 400 rs.; s na loja
res nao solTrerem empate com a venda delles. A ua rara, rua da Imperatriz n. 36, loja de Mendes
i !.. (.mi t.v.l i .i- i.i .i i, ni. wli.I 'hI.il iih"mi,i. n im. Mi -
- Precisase de urna ama que saiha
e engommar : na rua do crespo, n. 18,
andar.
Alten-cao
6
En abaixo assignado rogo ao Illm Sr. Dr. Igna-
cio Tavares da Silva, promotor publico da comar-
Aula
Precisa-se de uma ama para casa de pouea fa-
milia : na praga do Corpo Santo n. 17, terceiro
andar._____________________________________ i
Precisase de uma ama que seja forra para'
casa de pouca familia, e que de fiador a sua con-'
duela : na rua do Queimado n. 22, fabrica de cha- com eseriptorio na rua estreita do Rosario n. 34,
peos de sol. encarrega-se de quaesquer causas crimes, errata.
militares e ecclesiasticas. Comproraelte-se a en-
caminhar com a maior brevidade as appellacdes
que Ihe forem confiadas ou a relacao e ao tribunal
.Narua doBrum n. 84 lava-se cengommase com de commercio dodistricto, ou a relacao ecclesias-
pro.nptid.ioe aceio para algum collegio ou pessoas '<* Encarrega-se de defezas perante o jury
Oadvog'adoAffonso deAlbu-
querque Mello,
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como alianca-se o bom .ratamente.
Ha empre para vender escravos de ambos o se-
xos, velhos e novos
I
i avadte engummado
rua do Brum n. 84 lava-se e engommase c<
imptidaoe aceio para algum collegio ou pessoa ---
ca de P-je de Flores, o one ,nio de wwnder Prtfcnlares, como o tem feito para o collegio Bem- desta ndade, ou dos termos prximos, dandoa par*
ires ranas que Ihe tenho escnpio a iieToeio de MrA do qual os pretendenles se podero informar, te condncao ; assim como de quaesquer outras cau-
iiegoe.io de
meu inleresse, sendo o portador da ultima o Sr.
Samuel Sal Sancal Montenegro, morador conti-
go ao referido cima. Cidade da Victoria, 2 de
niaiode 1864.Joaquim de Sonza Oalvao.
Lava-se e eng nnraa-se com perfeicao por
commodo prego : na rua do Aragio ti. 3.
ALl'iJUEL.
Tommaso Eqtti di Gioachino, subdito italiano,
relira-se para fra da provincia._____________
Aluga-se o primeiro andar e a loja do sobra-
do da rua de Aguas-Verdes u. 46 : a tratar no se-
gundo andar do mesmo.
"" Aluga-se uma supliente escrava ranea o d
boa conducta, que cozinha o engomma, e faz tod.
Prec^-so alugar um preto : na rua Imperatriz o mais servico de urna casa: na rua del Pires au
tmero 41. ir ero 34.
numero
sas por ter em alguns delles procuradores de con-
lianca.
Da consultas verbaes e por ecripto; prometle
todo o zello, seguranca e actividade, garantidos pur
uma pratica e experiencia de quasi 20 anuos.
Pode ser procurado a todaahora, menos as et> |
as-feirai!. por se acliar das 9 horas s 4 desses
lias na w/la do Cabo. |
Procisa-.se de uma ama ecrava para servr.
oi.cisn de-famiM. na rua da Gloria a. 4-4.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua proissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o cstudo das
molestias do inleriwr, proseguo, com o
maior alfinco, no das mais difceis e deli-
cadas operacoes. como sejam dos orges
ouriuarios, dos olhos, parios, etc.
D-e ainda 1:0003 a premio de 2 0|0 ao
mez sobre hypotheca em uma casa terrea nesta ci-
dade ou boas firmas : em Santo Amaro, rua da
Aurora, segunda casa depois da primeira ponto-
iolia.
Guimaraes.
Grande pechincha de lazlnhat
a IO rs.
Vende.se laazinhas para vestides a 240, 320,
4"0 e 300 rs. o covado, ditas muito finas de cores I
lizas, proprias para capas e veslidos de senhoras a
630 rs. o covado, ditas escuras muito finas a 640
rs. o covado, ditas de 4 palmos de largura com
Frl.lVO
Vende-se feijao branco e amarello. de nr* ri.*
ipialidade, a 105 a sacra de cinco abpK-irc. Porto : no trapiche altan.legado do Baro do Li-
vrametilo no Forle d> Mallos.
AHENgAO.
Algodao avariado.
Pecas de algodo com um p.'.pi.-n..
palmas de seda a 720 o covado, iiopelina" muito li-'. avana pelo baraiisini.i precede :amt.
na de ricas palmas a 15200o covado : na rua da
Imperan i/, n. 36, loja da Arara n. 56.
Fazendas para senhoras, golli-
nhas a 800 e SCO.
Vende-se gohnhas para senhora a 200, 320 e300
rs. cada uma, camisinhas para senhoras a 15,15280
e 25, ditas muito finas com gollinhas a 45300 : na
rua da Imperatriz n. 36, loja da Arara.
A Arara vende fazrndas para
luto, cassas a SOO rs.
Vende-se cassa prela lina a 320 rs. o covado,
laa preta para lulo a 640 rs. o covado, aipaka
prela a 500, 640 e 800 rs., hombazina a 1500 o
covado : na rua da Imperatriz n. 56, loja e arma-
zem da Arara, de Luurenco Pereira Mendes Gui-
maraes.
Uor de
CEBLAS.
Vendem-se caixas com c.lmlas mniki n"v*-. re-
centemente chegadas no ultimo navio a '.''o*' a
caixa : na rua do Amonin n. 3. ^^^^^
('avnllo intrato
Na cocheira do Sr. Paulino, no Mundo ytm. lea
para venderse um ra vallo ruco, grande e fcne.
muito proprio liara viagem, e iubeo serve par
carro por ser bom trotador.
Machina ingleza
para descarocar alirodao as nwlhorf* w
tem vindo a nu niciva.lo : rtw da Sitala
Nova n. 42, em casa de S. P. ftBatal


IHar Jo de JPcraaaaanmo Ve rea eira 3 do Mato de I8-i.
?
Grande tquidacao
de faundas ia lija do Pavin, ra 4a laiperalriz .
00, de ama A Silva.
AcOa-se este cU.boleciiiienlo coniplelamtiiteaor-
lulo de faiendas ingtezas, fraocezas, aileitiaes e
suissas, proprias lauto para a praca como para o
malo, prometiendo veuder-se mais barato do que
em outra qualquor parte principalmcule seudo em
porcao e de todas as faiendas dao-so as amostras
defraudo licar penhor ou maudani-se levar em ca-
sa pelos cafreiros da loja do Pavo.
As rhilas do Pavo.
Vendem-so superiores chitas claras e escoras pe- \ ]
lo barato prec* de M) c 280 rs. sendo tintas s gu- *'
res, ditas trncelas tiuas a 320, 340, 360, 400 e
800 rs., o covado, ditas pretas largas e estrellas,, ,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na i jCj
loja do Pavo ra da lmperatriz n. 00 de Gama & &M
As castas do Pavo a 210, 280, 300 e 320 rs. *
Vendem-! linssimas cassas persianas cores fi-
xas a 310 rs. o covado,ditas franceas muilo linas
a 240 e 880 rs., ditas ingceas a 240 e 280 rs. o
covado, nnissimo organdy matisado com desenhos
mtodiiihos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As Hadabas da eiposiro do Pavio.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossart-
Lique chegadas rielo ultime vapor fram.ii sendo
de urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa par* meninos e canas, e pelo baratissimo
protjo de 300 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadnnhos a SOO, 400 e 360 rs. o co-
vado, Mas mais baratas do pie ebrt* tambera malisadas
a 3* rs. o covado, ditas a Hara Pia 001 palma
4e da e 4 palmos le largara a 800 rs. o covado,
perula proprias para vestidos, sautombarques e
tearibaldrs a 720 rs. o cavado, ditas escocesas a
800 e 400 rs isto s na toja do Pavas, ra da 'fis-
eralriz n. 60, Je Gama & Sirva.
s 'ohates do Pana.
Vendem-sc #nos -chales de croiion estampsdos
O VERDADEIUO
PRINCIPAL
E
GRANDE ARMAZEM
DE
i n S {AS
eco o
gjfeiMa66g\
ssb*w
pelo barato proco de "6$, 7, 84, ditos de potia re- emconKtienda.
MOLHADOS
RA DO IMPERADOR
N. 40
Outr'ora ra do Colleglo
DE
DARTE ALMEIDA C.
AntotMO Fernandes Duarte Almeida, dono dos acreditados armazens Progresivo
5 Unio e Commercio, e ex-socio do frogresso Progr essista acaba de abrir boje um ou-
Iro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Osborn.
O proprietario deste importante estabelecimento, conhecendo que o mais rico e espacoso
armazem qe presentemente se temaberto nesia praca, deliberou denomina-lo YERDAEI-
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, ja pela pratica e conheimento que lem deslas
casas, qee este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
quenele preside, como nocornpleto sortimento que efietivamente recebe de sua propria
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR Di LR ESTE ANNUNCIO
4a economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.
DESCOBIIIO-SE AFIMAE*
0 verdadero e principal armazem de i.iolhados o do
BAL
donda a 7 effi, rJftos prelos remenle bordados
a reros ce vidrllho a 124, ditos pretos lisos a
5fJ, dilos ee cores* 44300-e 64, ditos de merino
0 proprietario do grantle armazem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser o
prmoiro a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos precos dos gneros de
is dTiaa'TifWM* eii, I estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os presos de seus gene-j
ditos teretroiz preto para luto a 64, isto -na loja \ ros, por onde via c v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem esses. |
do Pavio ra da lmperatriz n. 60, de Gama & que, mordidos e quemados pela inveja, dizcm nao vaoll... Illudel... desenganem-se
esses inaldizcntes, que 'emquanto andar no trilho que pisa, nunca mais consentir que se
voKla um objecto de 5$ por 10?>. O systema do Verdadeiro Principal vender muito a'
dinlieiro e ganbav pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
awrega.
Pede-se a malor attrocao.
0"proprk?lapw pede aos seus amigos e fregnezes, e ao publico em geral protec-
r3o para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode oflerecer
Us vantagens que se -presta a ollerocer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-j
a*em pede a kHks os Exms. Srs. o favor de mandaran seus pedidos ao novo estabeleci-i
tiento, cortos de nao terem oaasiao de se arrepeotlerem,
Mais atteafo.
O VERDADEIRO PRINCIPAL pede, ern particular todos os Srs. de engonho e
mais Srs. do'lhes o pfnprietnrio que tanto elle como 5S seus fmulos nao pouparao esTor<>)s para
fielmente cwmprirfBn os pedidos que vierem ineressados.
Ao pMlco,
Oincansavel propritttrio pede a todos osSrs. Sras. que, qaaftloteiihm deman-
dar seus pedidos seja em carta fechada ou RO PRINt^PALwa ra do Itmnerador n. 4X1, junto ao sobrado em que mora o retratista'
americaiwo:Sv. franceza, wo pavtaiento terreo, O VERDAfffilRO PRINCIPAL, lem 5 puntas de itiite pin-1
tadas le Naide, as hoatoefras Duarte Almeida d C. e ,por ciaa o VEKDAOEIlo
PRINCIPAL.

IZA
Silva.
laMM prvas para a qwresma veade Pave.
Vn'le' IJ^^dltoi-tSOO, 25, agrOO, 24) -e34, mo-
reMHK]ue preto muilo .-uperior a 34 'C 4800, sar-
iafir'i'ia hcspashola muilo-encorpada a 2. isto na
tarja do Pavao ra da iiMicratnz n. 90, de Gama
4 Silva.
Pavio1 vende para hite,
Vende'SX!->uperior selim da China azenda toda
de laa sem'lostro tendo 6 palmos de largura pro-
pno.para v.:siidos, paltMois, rapas- etc., pelo bara-
go preco de 24, 242W, 25500 o evado, cassas
pretaJisafi, chitas pretas largas e estrellas, chates
-de merino lisos e bortlados a vidrilho, mancuitos
coinpoHinias ettutros muitos artipos m N veo-
-dem per nreoos raaoMeb : na loja d: Pavao ru
da Imprnri/. n. 60, de Gama drajva.
Os c*3iiImis do Pavrn
Vertde-se os mn modernos cocjtinhos de cjurt-
hraia>rir.ameiitc talados e endudos a 7 efl| ;
na loj:nh Pavao, rea da Imiieratr n. 60, de raa^^SXva.
GsTcstiilns do-Pava
Vende-so ricos vestidos de grosdenaple preto vi-
'ameMe bordados a velado pelo tiarafo precede
404,-sendo fazends <|ue roanpreee vendeu a'MGf
-el^tJiT ditos de imbraia braocr.sricamenlofcyr-
dados.a croch, eenJo uroprios. para baile eeasa-
mefthm 10, 13, 90 e 305; dik:sIc, laa com liodas
barras a 18 e f33; isto na lea do Pavfwima
da. knperatriz n.0, de Gama^^Silva.
Os,fuimos de P-.
Voaiie-so panno .preto muilo superior pelo rowMo
preoo de 24, 24800,34 e3j300.itos muito4hMsa
45, o& e 64,cortee de casemira pela enfesUdc a
'-44,*<5S00 e 65, re^emira prela lina de urna-s
largura muilo finan 15800, 25.-.3300 e 35, "ir-
les decriscmira e-cor a 3.5, 55O0 e 65, caswni-
rasoiV.sia'las duinia a cor |ri(>rias para ca^-a,
palnliHs, colletfl,- capas para sondara, roupasfwra
nienino; a 35 e 'JOO o covado, islo na loj>io
l'avi,cua Ulaweralrii n. 60,- 4- Gama Srwva.
\ supa do l'r.
Ven cosi i'azuci.la muiK* l.oa a 125. los muito Oatf a
165,.?, Vii e SIS, calcas de WHinra prela toa
:.fazeuda-a 45300,^ii, 65. "5 e 5, paletots vds
de pano preto a 75, dilos de casemira de <<>' a
6S e"75, dilos de Jil(iaca prcta, .tos de menino
preto, di:osdebrimie cores, calcas de estnica
de cor,.". 45, o5.4. 75, ditos de <-a\emira Esowsu.a 35, dit.is^de brim pardea 2550.1, dts
-de car a;25 e 2530t, dilos brande:- muilo BDee,
sto..na \t\& do Paro, ra da UapOMlril n. 60, *j
ama&4>ilva.
l>* cortiavjdos rfo ttvio.
Vendem-se ricos tinados prupnos para jarw i
Amendoas eorifeitadas com bonitas oon-s
a IdtaJO.
Manteiga ingJeza propiamente flor a 800 8.
e siiem.'Siirril lera ltdmento.
Dita fimceza omito nova a 580 a Ultra e
sendo em 'bail i80 rs.
Cha udoioi'0 iinclhor que se pode desejar, e
i|iie mitro qualquer nao -vnilepor menos
de ::k a .2(5/00 rs.
Di lo }erf<. -especial quiidade a ^OO
e24SO:K.
Dito y*son-oanelbor que-se pode desejar I
a WM'6-3&BfQ a libia.
Dito bjwon fi -da India mito superior a
adi'^erlMOO.
Dito tteftioem latas de % i, 6 c 8, libras!
.Masas parasjiu muito novas, fti desembar-
cada ultimaciente ipide: .rodinba c -es-
treNinha a^SOO rs. a -libra e 3^ a caixa con
8 libras.
Macanro, Melria e Tllurim a A00 rs. a libia.
Vinagro fresco a -200 rs. a garrafa e 1,->00
a caada.
Dito em garratesa I?600 cada um.
Rolijoes com -8a 9 garrafas dcaate, o me-
llior que se ^pde desejar, a t> cada un.
Palits de denles em maeoe com 20 maci-
nlw*s a 1-20 rs. cadaiinn.
PalitoB do gaz a 25200 a groza, 20 rs. a
cixmlia e 200 rs. a duzia.
Giaixa-em latas muito novas a 100 rs.a laa
eljfeeo aduaa.
MutHfM coatestar vsta verdade.
A fama lar; correr rata noticia.
A sterldade hrmdir o nowe do Baliza.
Actualldade Batel palmas de coatteattameatto!
Sem mUyts nm contenta m ?cunar oseu lugar de tirnira na vanguarda de lodos os bomena do piogresso.
Soprembora-o maldito-Claran, o seu toque de retirada a mairhe-marche do desacreditado Pnavnat; arme a lerda
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente i ;m
grande rnsdfeordinacao fingindo desoonhecer os seus superiores, ileixando-se ficar sentado, em vez de peililar-se c '<
continencia4o estylo, .porque-o incansavel Baliza st.'tnpre fiel ao seu juramento lera cnntiniiamenle na melhor ordem lodo o
seurem de guerra e o mais com^lecto mov'rmento, oseu presumo para bem servir, desde o mais simples --amarada at
o mais alto general da primeira classe do exeroito dos seus constantes Ireguezes.
Entramos na materia :
SENTIDO!
ORDEn ]IO III %.
Desfle a '1.a pnblicaclio desteannuncio at scRiindo aviso Man.n'1 Pedro de Mello, proprietario do grande .irma/em
'd:Balizaestabtlecit1o ruadoramenions.38e:i8 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
'$ae quaitjuer dos soas amaveis-collcgas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a contento rb-s -*> '-f!
iilliores compradores, pode ser devolvido anda sesmo pelas pessoas que moiarem no centro da provimi;i *
0 dkiheiro reoebido peloigeoero que nao agradar ser restituido sem conatrangimento algum.
Beclaraco importante.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da na do (Jueimado de que se acba o Baliza ;sso.iado
.&o armazem niae 'Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E.entre-tanto o Baliza ligaeiro.
Ligueiro sim das ideas fiberaes dos progicssistis de todo o universo aos sentimento mais ntimos de s-u aaamfjL
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.

hT
340
a !r>000 e.'1-SOO a libra. Ceblas muito nwvas a
Dito jir-oVj nuitQ es|icciala.2.j800a lil/ni. | 800o molho.
Dito mais baixo a 1A300 e J-StiOO a libra. Traques de i-riineira quiidade a
Qoeiios ebegatlos no ultimo vapor a 340JO.; caixae 240 rs a caria,
(jueijo pealo chogado ueste;i!tmo vapor a Charutos Ipyrangas em uncas cakinhas
800 re. ailiu-a. | 2*000.
Ditosuisao Rarmezio o .nelhor e.mais DitosSnsfros de TbomKuto aftMOQ.
frescofrae serjaddedesejar a 800 rs.a Ji- Ditos Avanetrosdoanesmo4 loOOO.
No aniaazeiu le tazeml^ liaraUrs de
Santos < oellio, i va y% Aende-se t segnirie *
, ___. Coberias-te rhita daiedia pelo baratsimo preeo
r-s.e rentos, de23e2500. ^
Lencoesde linho pelo baratissimo .prego de 23.
ttcncao
Presuntos inplezes chegados
680 rs. a libra.

no ultimo
vapor a
8,?S00:a Lencoes de bramante de linho fino de uinspanao SalpiroVs e chouricas do mellior fabricante deste
,fl
As rufrfc-s do Pavc
Vendem-se colchas e linho akewadas pro-
nas paradina pelo fearatopreco et cada nma
B ra daiiinperalrim.'O, de Ganta.vt'Silva
4s calciwlais do Pavao.
vVendera-se calcinhastc camliraia tajadas pa-
r.-i.ieuinasij-lo barato frero de 300 -e (540 rs.,
sniasguitos paca nraanaai a meninas a '30, 640 e
*i.Be., uauatabaa oota aungoitus a l80: na
oi.lfc:Pafo.ua da lmperatriz n. 60.
A Mara Pia.
O Pavo vmdfi a 8$.
V>iifciii>sas mais limla. cortes de v4j.iidos a
MariiiRJcamJiialas barrar, de seda, seodo che-
gado* .pelo ullioc vapor Iraacez pelo barato;preco
de 84^edJ iun.:.i.i na loja lo Pavao ra til lm-
peralriCA. UO. do-Cama & Silva. _
.Qsibaloes do'SavSo.
Vendwn^e iipoHnastu.bales de 30areos'lan-
lo brancasmo decores senda americanos rme
sao os meliires por*e,nao quelt^arem a MSDO-e
deilo arco* .a ,1. diti. de mussoi:na com balados
a 'iA. ditos para mmica a ~i& e !*5 na bija i:
l Pavo ra 4a tfinperalniz n. CO, de Gama Silva.
(0 bramaate palamoa Ue largura.
\Vende-se hraanlek-.!iihopuro, muilo fmocoi
4oze palmos de fca-fiura o.melhor e mais largo que
-Wjnvindo ao mercado peloiiarato pr?o de 25800
trs.xvara ; s na (vjo de.Gatna a Silva,
riia.iU Iniperalnz a*W.
Aa preeafaa-oW lav*-
Vendcm-se as mais liadas pnecalas que tem vin-
ai ao-inercado ebegad* pelo olimo vapor fran-
oer. pelo iarato preco d de ;irinlia muito miudinaas pr*)|'as para wslidos
e rit'as ii meninos e meo de 5*0 s..;6o Patio ra da Jiuperalriz. 60,
loja 6a fiama A Silva.
Os oaiteaobarques do PavSo
IO#ib I U so o Pavao.
WndeiBHse os ais lindos souieanltar/jues que
Km vin.lo ullunaoteute do liatinha e ca**mira n-
cumenle bordados nfeitodos, core hum.. delua-
S pelo barato preco de 105 e 154 ; falencia esla
. s pa-ra liquidar : na t
ra da Imneratrii n. fiOde Gama & Silva.
4s hilas do Pata *U40
^ Vede-se corles de ctiia com doze covados
rada orle, ditos com dez covados a 25J00, fazj-n-
da muito luja, e que n3o desbola, na loja do Pa-
vao tem e>-u pecluncha ; a ra da lmperatriz n.
60 de Gama A Silva.
Laas le nma s e*r.
Vendem-se ISazinhasTle urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cinz-Mita, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor do peroia pelo laratissimo prego de
ti') o covado, fazenda muito lioa s o Pavao, a ra
da lmperatriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lencoes, toalhas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 24.100, al|?odanzinho
monstro com 8 palmos de largura a 1*. pecas de
Hamburgo com 20 vara a 9,8, 10* e 113, pecas de
madapolao flno a 75300.85. M e 10*. ditas de
algodozinho a 65, 65500 e 75, e outras muas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afim de apurar dinheiro : na "oa (lo Pav5 jmoeratri B- 60, de Gama S Silva,
400 rs.
|?itolai'hnlia6 envalas de libias de todas.es
inalidades que e procura s. 1*300 rs.
Bitas em lata; aranaes a 2r>00 rs.
Hilas em latas de o libras de Craknel .8
4:>0O0a lata.
Idbichinba ii^leai-Bembarcade ultimamen-
tfa muito DOva.ajM@00 a banca e 106
n libra.
GaCffies com boiiacliinlvis francezae de diver-
sas cmalidades a tittO, 800 e 1^200 cada
na.
Peras seccas em '.caisitiba de 4 libras as
mus delicadas que e pode desejar a
ifflo.
Bocetacom doces de Portugal ricamente
enfeadas a ??300, .contendo: peras, pe-
cegos., rainhas Cteidia, ameixas, alpercb
e outras muitas fruolas.
t'assas muito novas a 480.a libra e 7*300 a
caixa: itambem tem meias e qoartos.
Atnendoas de casca molle .a 2b0 a libra e
240 descasca dura, nozes 40 a libra e
,*O00 a arroba.
Figet em caixsibas c latas bermeticamente la-
.crailas a IjJttO e 2,^500, de 4 e 8 libras.
Wiiubos em caisas de duzia viudos do Porto
.c das seguintfes marcas: Duque do Porto,
Outtue Genuino, Madeira seec, Clwmisso,
Velfio eecco, Vctor Emmanuel, D. PeuYo
pelo baratissimo preco de 35200.
Lencos de ra pelo baratissimo preco de 25 a duzia.
Toalhas alcurniadas para raaos pelo baratissimo
preco de .i;', a duzia.
Guanfaiiapos adamascados, fazenda superior, a
:i800 a du-Jia.
gara pelo bara-
la o cama,, pelo barato preco de 95 o par, sendo o! 5ra $&*}(<, fc \ libras parafima a 780 rs., DitOS Re IllllitNlial a i->(00, arnte-SO \|codiozinho om 8 ramos de lar
r^^har^R^^o:rura Imperad 1)t(| |01Mrll0 :liB1 ^ lluro ,)0r virtn ^ dulIXflQejVvneram por ^ISSX^StS^^
.a. ,,-iMwmaa ... emnaviaaOO a libra, e cutio iuteiw 2->0OO.e5;>80O. altan deslas marcasisia de atoalhado adamascado de aigoda.
lao proprio para
genero a 720 a libra.
Chouricas em latas de oilo libras, mui sujieriorcs a
65300 a lata.
Ameixas em potes grandes a 35, emenores a 25-"00
dem cm latas ricaineDte eofeitadas, proprias pa-
ra minios a 15300, 15100, 15600 e 25800.
Doce de goiaba em caixoes, o melhor que ha a
15800.
Queijos llamentios vimbs no olmo v,,, r a 35.
Licores mu linos, garrafa, a 15600, 15800 e 25-
todas as mais que costumam vir a aosso
mercado.
Genebra4e.M(llanda ew fcasqueiras a 6#Q0
e 560 rs. o frasco.
Dita de lacaajaa I;>200o frasco e 12^000 a
caixa.
Dita em botijas 4e Hollanda a 440 rs.
-Cominhos muilo novus a 400 rs. a libra e
sendo em arroba tei ahatimento.
Erva-doce iivuiiito nova a 400 is, a libra.
Canella muito nova a i 000 a libra,
ftmenla muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Gravo muito novo a 640 rs. a libra.
Airazema nova a 400 rs. a libra.
Ttiavnbo muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 8(9000 a arroba.
Cbouricas e paios a 640 rs. a libra.
Banbaa mais nova e al va que se pode dese-
jar ..ni latas de 10 libras a 40OOO a lata.
Dita prupia para banda de cabello por ser
alvae dura a 400 rs. a libra.
Copos lardados a 4#800 a duzia e 5500.
Ameixas em frascos grandes a 2300.
Ditas em bascos mais pequis a 1#400.
Ditas em lats de urna e meia libra a 6 libras
a 1 ,-5k00 e ft^XK) a lata.
Mtbo infilez rolha de vidro a 800 rs.
Prezuntos inglezes para fiambres muilo no-
\os a 800 rs.a libra.
Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
toalha de msamelo barataimo preco de 25000 Conservas mui novas a 800 rs. o fraseo.
A vara. i Vinho do l'orl
'.Bramante de UiiIk. fino com *0 palmos de largura
a 25S00 a vara.
sterada India, propria pao iforro de sala, de 4
at 6 palmos de-largura, por menos preeodoque
em oulra quabfuer parte.
Crteede calca de igai^a amareila de listrase cua-
dros pelo baratsimo pre{0 de 15200 o corte.
iticos.ortes de laa ena Larra Marta Pia.
'orlo o mais delicioso possivel, eoarra-
fat'o, ha oilo anuos!!! sem exaserneao.
Manleiga iugleza flor a 15 a libra, nao sebo de
I 800 rs.
Ve/ule-se a dinheiro vista no antijto e mui
acredilado armaszem de moldados Je Joao BaptisU
i Gomes Penna, suceessor de Francisco Jos I.eite,
' na ruado Imperador n. M.
V
Um confeito e especifico para
expellir os Vermes.
-i
3-e
3-o t- c o C s zr~-- is O O M o
a t a. s.Msrr o-s>ix
B9
C" =-
V. O Laiz, especial vinho vellio do Porto, conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco,
e outros muitos a 9$, 10,A, I2| e lb& a
duzia ella 1,?200 a garrafa.
=: c. ir M -' j t. = =
t 5' v. a =; -. < -,
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CD^Si'?-a.-^ slg-g-lg-
y. ao 2 m o.
*!
C

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Pasf iiluis Verniifips
DE KEMP.
O* meninos s podoin gritos, poraoe
ellus o do clieiro, sabor e cor aguada-
veis. A elegancia, a seguridado de at>
jo. o inoflensivo das
l-O 03 o. o
, O ~l .
il5
m
Viudos em pipaPorto, Lisboa e Fgueba
das mellMres marcas a 3#800 a caada e
800 a garrafe.
Dilos do Porto, Lisboa e Figoeira de marcas
menos conliecidas a 400 a garrafa e 2^800
a caada.
Dito Colares especial vinbo a 800 a garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, nao levando com-
posieJo, a 560 a garrafa e 45000 a caada.
Vinho brancode uva fina a 600 a garrafa e
>*)(H) a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 2800 a
caada.
Vinho Bordeauxem eaixasde 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6l00 e 75000
a caixa.
Dilo uuiito especial que raras vezes vera ao
nosso mercado a 1#200 a gairafa, garan-
te-se que por este mesmo preco d pre-
juizo, e s se encentra nicamente ueste
armazem.
Licores france'zes e, portuguezes dos melho-
res autores a 800, i #000 e l^oOOagar-
rafa.
Cervejasdas melhores marcas a 5,->500 e
H rs. a duzia; tambera temos ordinaria
por muito menos.
Marmelada de todos os fabricantes de Lisboa \
em latas de I libra, a 600 e 640.
Cognac ingiez a i0ooo a duzia e 1*000 a i Pastilhas Vermfugas de Kemp
garrafa.
A PAR DA SCA
(oii.posii.- io excliisivaiuciite Vegetal,
s2o estas pois is suas mellirea c mais
completas de todas as rocommendnees
que se poeta faser o c-ni justa raiio as
coll.Tco na categora i'.'um favorito uni-
versal.
A superiordudo des
Pastilhas de Eemp
sobre todas as prcpaiaeos destinadas
para o iiiesnio fin devicto i sua sim-
ples eomposicSo o seu aroma agrada
vel e rapidez c infallibilidade oow
que alcanca a destrnieio total das
LOMBRIGAS.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
Dilo francez a 8#S00 a duzia c 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 2*000 a garrafa e 32*000 a
duzia.
Sabo massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 9#000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado e lizo a 24O0 a resma.
Dilo de peso pautado e lizo a 3 a resma.
Dito azul proprio para botica a 23 a resma.
Velas da spermacete a 500 rs. a libra.e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 9#000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farello de Lisboa marca N a 4000 a sacca.
Tijollos para limpar facas a 160 rs. cada um.
Peixe em latas j preparado a 1<$000 a lata.
Chocolate hespanhol e francez a 15000 a libra.
Caf ilo Rio primeira sorte a 8#70O a arroba roa da Cruz, e Jo3o da C. Bravo A C, roa
e 300 rs. a libra. da Madre de Dos.
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oh flna a vontade do comprdora
i^^imiiiiini "
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RIVAL SEM SEGUNDO
Rua do Qiifinailo ns. 4'J e 53, leja t w>.
lie tttt A7.i'\'i'(i no seu progresso de vt-nder baraiiMmo :
Calas de laperisrcs obreias de rola e ma*> %
40 r*.
Cor-lao branro tan vaaMa e espartiilio, ara %)
res.
Liabas de carretel (UfQjavise) ae saperior -:i, i
asas a lio r.<.
Ca toes de linda Pedro V (100 jarda-) yt *.m,w
contieciila a \0 r~.
Crozas de penn.is de aejo it rouiUs .(uaJidaais
soperiuna a .*00 rs.
(aniveles t daai K Ibas i>rm langa 509 r*.
< jixas eoni ralangas moilo boeius para u
100 r. *
Franja liranea e ilc -. :e para toalla- i l<).
Pares ds ImiIc'k-s para punlm nnut-
Caitas com snlilai! le ih'.imlw n
lito rs.
Tinteiios de vidro oa -uprrior lima i I O.
Ditos de barro com -operi >r tinu a lM r.-.
Croza de boliVs de beca pratiadoo. o aelbor. a
100 rs.
T.-.-ouras para eo-'r.r.i. o mais SBBestsr, a Mr*
Uitas para millas muilo lina- a iWi
Eseovas para limpar .'eni.-- mine-, : r. :
200 rs.
Libras as liia de lod,.- ...- cern fsna U) a 7\
Caixas de phosphoro- le -efiiraiwa a !'<
Ditas as papel amiaile pesNal h
Ditas com 100 anvei p-s muito -upi: t w)
ris.
Caasraos a> papel braw i e de core*, p*inia, a
it ri-.
Cartas e taimadas wa meninos a m r-
Caixas eom raperit-re i.-eai de a.-eader caataass
a iO rs.
Carrdeis de Haba ateuadn (aWjasdbej t rasas
a SO rs.
Raralhos para roUarHa niuiio uus a
Carlas de alunles 0 nuil fin* a r.
Miadas Je linlia f ftu (ara bordar a ) rs.
Pares de sapatos ds maca muilo -uneroc
15600.
Papis de agu'.lia com um saBjava UMsae aun
Gna de Imtoes di rota imuW aa> a
."iiJO rs.
CarliM-s e raias do rakaalM fraerexes -otmorr1
a M rs.
Bon-'is pan meninos raoHe i'hm a l.'iOOe .
Macos it.' pranipi -.i|i r:-if- un;
Grosa de phos|H)oro3'do na 'JaV
Areia prcta muile safen i a t'*1
Caixas de rap eoss esaetbo a l< i -.
Realejos para entret- r meataas a 8o n
Paras de fila d I i bc>a> a 10 r>
Peales de i.-cp mimo fcon-tcs a 14
Enfeites de lan di b i *0.
Itoilas com alliartrs traer isa j o r-
Caixas rom qn.--.ii-' papis da agu&as bapen.> a
0 rs.
Saboaetes de familia a BO, lf>o :uo.
Caivetes de duas .'.-llia-, muilo lino? a 3*;.
Pares de tapetes de 1:1a para menino a ia>r.
Sapalos de tranca par <* para hxr+i-
melhores que lem vindo: e par paats omnioI'.; i
quem quizer ver. Meaba a rua de QnHsaBfa a*,
l'.l e 53, c ver-i fmli- c.
Dito de segunda a 8i00 e 280 rs. a libra.
Arroz do Maranhlo, Java e India de 21600 a
3 a amiba e 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 4d500 a arroba.
Ccvada muilo nova a 2$500 a arroba e 100
. rs.a libra.
GAZ GAZ GAZ
per preco rednzldo.
Vende-se gaz da melhor qnalid'de pelo
pre o de 10$ por lata de 5 gal5es: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
Trapich Novo n. 8,
Ornimba do Aracaty.
Vende-se constantemente na rua da Cadeia n.
57, armazem de Prenle, Vianna & C.
Vende-so urna barcaca nova de quairo via-
pens, bem construida, de 45 caixas, boa vileira, a
dinheiro cu mesmo a praso, assim olTer-ca boas
(Irmas: a entenderse na rua Direia com* o Sr.
Bento de Barros Feij.
Vendem-se lingnas sectas muilo superiores,
o por nreci) em c -nta : a Imrdo do palhahole Ar-
roto Multio, tundeado ao r.^ da ecadnlia do Col-
Ifgio.
4'JE^:F.^
FNDIClO DE LOW-MOOh.
Ruada Sentalla nm a. '.1.
Neste estabelecimento contrnt'ia a ru%-r
um completo sortimento de moeiid;i
nioendas para engenho. machinas de va***
e tachas de ferro batido 3 coado, de todu* oa
tamanhos para ditos.
Arados americano! e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jobnstoo A C
rua da Senzalla Nova n. 4.
AnlluiiPlira e g.r*mml\r,v\lm* t4i-
c ilo Sr. professor Castra \im>
Primeira e segunda parles remudas da arii
lica, primeira c segunda separadas e a f r
tica, acham-se a venda |>or preco mu
na rua do Imperador n. (..


Piarte le ftwanbato ~. Ter^a felra 3 delalft e I 4.

Largo da
fcSauta Oruzx
1L 12.
H

h
Esquina da
na do
Sebn. 12
I1IL14NTI ALBORA
arovo e
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandos Pires teni a honra de participar ao respeita\el publico
que hoja abri um novo ustahelenmento de molliadus denominado irHitante Aurora, ao
larco da Santa Cruz n. l esquina da ra do Sebo n. 12.
O proprietario destenovo estabelecimento pede a todos os seus amigos e freguezes e
ao benevulo publico desta cidade e do interior, a sua prolccciio para este aciado estabele-
cimento. certos de que em tem/o algum abusara da conlianca que at boje Ibes tem de-
positado.
No novo armazem encontrar-se-hasempreumgrandesorliuieatodosmelhoresgeneros
vem ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, cerlo de aue ein Darte
un fft VAmlnpi'i ...... I.n_^>______ri..... v
eneros tanto em porcao como a retalho,
que
alguina se vender mais barato e memores g
que no armazem da lirilhante Aurora.
A satishfao da Urilbanle Aurora e vaader muito e multo barato, mais a dinheiro ;
a tabella do preco de seus gneros serao mudados todas as semanas ;
Ameixas francezas novas em latas a 14400,
-> e 34300 re.
Ditas em caixinhas muito afeitadas com
bonitas estampas a 1,8100, IJkiOO e 2.
Chocolate francez, hespanhol. suisso p por-
tuguez a I2d e 1J a libra.
Marn.'lada imperial dos meJhores censor-
veiros de Lisboa a libra 600 e iO re.
Latas com diversas fructas em calda a 500 r=
3 Ditas com ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas com lisos ermeticamcute fechadas a
15600 e 2300.
Ditas com peixe de posta ensopado a 1,3.
Ditas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com iinguicas fininhas vindas neste
vapor a 65u0.
Ditas comsardinhas doNantcs a 300e 000 rs.
Ditas com bolachinha de soda nova a 2.
Ditas com biscoutos ingieres varios ttulos
a 1,5400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira geuebra de laranja
Cha de umitas qnalidailes.
I Cha perola a 35 e 35200.
Dito uxim muito superior a 35.
I Dito niiudlnho a 25500 e 25800.
' Dito hysson mludinho a 3.
I Dito mais fraudo a 25800.
Dito redondo muito boma 25, 25500 e 25800
Dito preto em massos envollo a 15600 e 25.
Espermacele fino o roasso a 540, 600 e 640.
Velas de carnauba arra>a 105 e libra 360.
Dita de coniposioao arroba 9jO0e libra320.
Charuto nao ha quem enha melhor sorti-
mento em caixas de OO e 50 lodos dos
melhores fumos de S. Flix de 25 a 85
a caixa de cem.
Caf do Itio arroba 85500 e 95 e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 35200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Mranho arroba 25500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas multo novas a libra 200 rs.
ATTENCAO
O LAll&O 1IO tiKMO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
PARA A FESTA.
Acaba de receber de sua propria encommenda om grande e variado sortimenfo
de moldados todos primorosamente escbidos, por isso apressa-se o proprietario em
mazem.
Ditos grandes duas garrafas de hollanda 13.! J*" *rrob!\ *4!bra m TS-
Ditos com urna garrafa 560 rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Ditos com ditos de mexides e oulras a 700
800 e lfl.
Ditos com azeitonas e erras a 13.
Capachos para portas pintados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Manleiga ingleza flor a 800, 900 e 15
Dita segunda sorte a fi'iO e 720 rs.
Dita terceira sorte a 400 rs.
Dita franceza nova do 64 a libra C00 e OiO
Dita dita de 63 a 510 e 560 rs.
600, 720 e 800
Dita ingleza em barril a
>ita franceza em barr e meiosa 530 e 540.
rs.
Jk Banha de porro refinada propria
nha de cabello a 440 e embarri
i'iaitos finos ia o
lose jar.
Vinho do Porto em caixa dos melliores au-
Dito em pipa a caada 500, 63 e 75
garrafa a 7X0,809a ij.
Dil i xere mnite fino a 1*288 a garrafa
Dito Uadeira a 15100 a garrafa.
Dito da Figueira puro a 15500 a ranada e
garrafa a 640. 560 e 300 rs.

ara ba-
a 400 rs.
melhor a
'-..
Amendoas libra 240 rs,
Alpista arroba 15800 e libra 100 rs.
Paineo arroba 55 e libra 200 rs.
Seva.'la arroba 2-3500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
Passas novas caixinhas de 16 e 8 libras a
25500 e 155o0 e libra a 360 rs.
Doce da csea da gaioba calxoes grandes a
15200 e 040 rs.
Saceos com gomma, arroba 55500 muito
ba e libra 180 e 200 rs.
Dita de araruta verdadeira arroba 85 c li-
bia 400 e 480 rs.
Aletria e maearrio a libra a 400 rs.
Estrelinha muito nova a libra 480 rs.
Minio novo de lamego para panella a
560 rs, inteiro e libra 640 rs.
i Chourlcas c palos novos a libra 800 rs.
Cerv ja branca e preta a duzia a 53500 o 65
' Vinagre de Lisboa puro a 15000 a cauada e
! 24i) rs. a garrara.
rota fogo da China a 220 c 240 rs.
inflo de Lisboa arroba 85800 e libra
18 I rs.
Dito ile Sanios moJlo novo igual ao de Lis-
boa arroba 75 c libra 240 rs.
offerecer 3os seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus ^eneros e
resumidos precos, afianzando todo e qualijucr genero vendido neste bem conbecido ar-
Pede-se toda attentfo.
0 propriet trio pede a todos os senbores chefes de familia e ao publico em geral
So deixem passar desapercibida a seguinte tabella :
quen
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carino n. 9, armazem Progresivo, recebem-se a
libras que vulgarmente correm no commercio por 8-5890 a 9>, o proprietario em seu
armazens da-lbee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar coofuses em trocos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
a libra, e 500 rs.
e de 8 libras
rs. a duzia i,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que lemos tido no mer-
cado.
Passas emcaixasde 1 arroba '/* e / a 7,3o,
3,0oo e l,9oo rs. a caixa, e ioo'rs. a libra
garante-se- serem muito novas, e graudas.
Figos d' comadre a libra 280 rs.
Dito de Lisboa a 35 0 35500 a ranada i Quei' s do reino muito novos a 35200.
garrafa a 400 e 480 rs. ; ilaci.ina ingleza nova a barrbjuraha 3,5-
Dito brane porode tira a 610 rs. fijlos de limpar faoas a 160 rs.
--:
Dito mais baixo a 480 e 5 0 rs.
Dito Bordeaos branco e tinto a 7-3 e 85 i
caixa egarrafa a 640, 8 Oe 15.
Dito moscatel a 95 a duzia e 15 a garrafa.
de caj clarificado a 15 a garrafa.
Cognac verdadeiro a garrafa 13 e 15480.
Inores unos em garrafas brancas a lie
13280 rs.
I ellnadn i ftirrnfit .. y
'4".1'- de varias fructas do paita
oOO rs. m
OarrafSes com 25 garrafas
_ holland;
Copos lapidados para vinho e
, 35500, 15500 e 55500.
Ditos di
piassava grossa a
garrafa
de genebrs de
agua a I
- com palitos para denles a WiOrs,
'Jroz.i- com palitos do gaz a 25200 e 200 p.
a duzia de caixinhas.
Latas com graxa duzia 15 e 100 /.>-. a lata.
com dita 97 a 2S0 rs.
Duras do Porto de
< rs.
I los cora soblas novas a 15.
grandos iviii farmia nova a 5i
":;.>- com farello de Lisboa a 35800.
:iii;,eiva doce,'piojenta e follas1 de
louroa libra 400 rs.
Sabios para costuras de meninas para d-
v is precos.
Caixoos vastos paca ptentaedes de muita
qualidade.
pri-
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 58o rs.
sendo em barril.
! Cb uxim a 2,7oo rs. a libra,
para cima a 2,600.
' dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podini a 800
cima a 2,7oo, rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mai*afamadosfabrrantesde
desejar a 2,600 e de 8 libras para cima Lisboa a 600 rs. a libra
a 2,5oo rs. 1 Ervilhas seras muito navas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
; para cima a 2,3oo rs. Bntilhas francezas em latas a 600 rs.
Hem proprio para negocio aS,3oo, de 8 li- Potes com s bras para cima a 2.2oo. i Fumo de ch;q>a americano-a I,4oo rs.;?fibra
Idea do Rio em latas de 6 e 8libras-: fazenda especial.
cada urna a 2, l, 3.5oo e -.Sdo rs. a lata. Presunto para fiambre ingte7.es a 7oo e 3oo
| dem preto omellior que s? pode desejar | rs. a libra.
neste genero a 2.8oo re. Ghouricas e psios mnilo novos a 64o a liba.
dem menos Superior a esse ajoe se veoie Hlalas muito novas em gigM de 3i libra a
por, 2 e %4o, a 4,8oo rs. a abra. I,ooo rs. e Go rs. a iibta.
. Jdetn mais baise fcom para negocio a 1,5o?) Massas para sopa macarrao, t'alliarim aletri
rs. a lil*a. a 4oo rs. a nsm.
i W?m miudinbo propino para aega ^a i ,5oo Cognac verdadeio ingles a 8^k>o rs. a cafa
rs. a libra* eHoors. a gamfa.
Queijos do reino ebegados Beste taltimo va- Mcm francez a 7^?oors. a duzia e 7oo rs. a
por a 3,loo. garrafa.
iIdemtmais seceos vimtospor na\i >a l,7oo. Cboralosemgrajida-qaaBdadc-edetodoftos
s ae cures a 65300 e "5.
^..Asim. 00 m'tos ootros objecos nu eijca-se de mencionar, mais ludo d
>a qualidade por precos baratissimos."
\m sa,cssw ,2^col, & '--?
dem prato es-meltWrea e rois frescos do
mercado a 76o rs. a li,.; i.
; dem iondrino' a Ooo rs., e sendo ntgiro a
5oo rs. a IIim, vende-s^ pw estpreco
pela porreo ipuetenu.+ i-'in ser.
Biscoilos em lat;e de 2 Ultras das seoninl.-s
. maros: Osborae, CrakiM-1, Mixed, ficto-
; ria, l*3r-nic, Pance; Madiineeoutr.-siriui-
tas a i,3oo c 1 4oo re.
fabricantes mais- a creditados-;t l,5uo,
2,ogo. 2,.'ioo. 3rooo e 4,ooo rs-. a caixa,
os mais baixos sae-ds que pw abi se ven
(cin.a 2,000 e 2T5oo rs.
Caf de premeira qualidade a fMfoors. a ar-
rota e 28o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 8,2oo rs.. a ar-
roba* e 26o rs. a bra.
Ano/. d>> Maraniao ;uli>ors. a IL-j- 3,<;>uo rs.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral qwf traa A
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortiBvnlo le
os quaes vendera por grosso e a retalho por menos 10 por eento do que ooiro i
annunciante. como verlo pela seguinte tabella que abaixo ntanos, garannd- i
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AV1MI.
Todos os senbores que comprarem para negocio ou casa particular 4V lv.
cima tero mais 5 a 10 por rento de abatimeoto, os proprietarios seientifcMi ans nt
odo s es seus gneros sao recebidos de sua propria enrommenda, rasaa asta para pae
vender por muito menos du que outro qoalquer estabelecimento.
Manteiga ingieza flor a 58o rs. a libra. Vellas de carnauba
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a i6o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhtao de Too a
l,5oo rs. cada urna.
dem francez a mais nova do mereado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de pwca refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prczunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6eo rs. | libra.
a hhra. Boce de irMBba em caixra rtp alasasasl |
dem perola o melhor que se pode desecar a nhos de Uoo a I,ooo r. o caixa>-
2,7oo rs. a libra. Krva d. a lil..-*
dem-preto muito finoa 2,5oo rs. a libra. Traques a 25 rs. a earl.i HM i OBI
dem mois baixo pooco a 2^o rs. a libra. Peixe em Ia>w muiU) nov. H.
dem mais baixo a l,8oo r3. a libra. corvina, sa'mo e nutras nuta.s .pa
Vinho do Alto Do uro vindo do Porto engar- preparada ': e-s.- il..vhe i. '* arv .1.- ?
rafado garante-se a superioridade deste vi- n!ia de I .im a 1.800 rs. ? I
nbo, das seguintes marcas : Duque, Ge- fajes atacabas h \ arfafta, 'i' 8 I'bras
nuino, velho secco, especia? lagrimas do- a 8,00* ',nr,M e> k\ani rs. aeaixini.
ees de-#819, vinho especial D. Pedro V., trris As vaaaa araaasj -!> sjtifea. narra 3
vinhe-vemo, Nctar superior de 1833, Du- A Hln a 80,......rs. n barril
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Unaelada impmal dea m li-.** i-K.>^rT.i
lbo superior, madeira secca de saperior ras de Lisboa 1 Me rs. a I laatnaai I lrfra.
qualidade, vinho do Porto-superior I). Lu- Ita latas de I '/ al libras.
iz I.de i'847, lagrimas do Doaro espe- MtMtitttaate entelasdntirad^rfe I libra
cial, vinho do Porto de l'.oooa l,2oo rs. a'Oto rs. a lata.
agarrafa s de 10,000 a l'4,ooo re. a caixa Atisaa lirancezaa-aai tasasanni slepata-
com urna duzia. mente enlejiadas de IJaa a Z.-mm rs. a
Bolachinha ('.e soda especial encommenda e a caixinha, tamban i,a latas oV I : .1 6 fe-
mis nova que ha no mercadoa 2r2oo rs. a i tM it l,2oo a Ma* n. a
lata. Manan tnn enatmmpademKa f.Cao
e nm[*mr*> nV- "Hm a
36o rs. a libra e de fvx a tijtotrn. a
arroba.
Ginebra de MoNanda en boticas de
440 rs. a botija, e en duna av an
tera abatimeni".
[ Masst para sop macarrao. t^barita e
a 48o rs. a libra e en cana lera
1 melo.
dem etfrellinha. rodfciba ea^eaacaiBi-
nhas (V 8 libras. nrmUt bm
is 2,5oo* 3,5oo rs. a eaninha e 600 n. a
mmmmmm
Polvos chibados isltmaniente do Porto-32o I a arrt ba.
dem da india mulo*superor
grandes-a-2.000 rs. a bta.
1 c
rs. a Bbra
! dem era 'alas
m
iBtilachinlw de Cratnel : ,
A 31 51 A 7, K 11
i%
%

a 2,!)oo rs. a
arroba, e loo rs. &> libra,
atas de SUbras dem mais baixo redoodo a 2,6oo>ra. a libra.
bruto t 4.000 rs. dem da 'odia comprido a 2, loo ns- a arro-
Ldem ingieras em barri as a mais nova do ba, e 80 rs. a libra*.
mercad > a 2,5oo rs a -barrica e 24o*ie. a Vellas de-earoauba doAtacaty a ff.Loors. ar-
libra. I roba, c-3io rs. a lira.
CartiVs eoai bulas francezas proprios- gara 'dem de sebo mmto dura dngindo asaaBsaace-
mimos ou para aojos-nuo o as prots-j te 36o rs. a libra,
ses a Ooo rs. cada um. j dem de esparmacetea 54o rs. a Hbav eem
Poras seccas-aa-mais novas do mercado a-4oo' caixa a 52o rs.
rs. a libn. Papel o melhor que sa-pode desejar | ara os
Rgos de comadre en latas de 4 e 8 libras Srs. en pregados pblicos a 5,oo rs. a res-
lacradas hermeticanente a l,4oo c 2,2oo ma, j se vendeu por 7.000 rs.
iiscoito inglezes das melhores mareas em
latinhas de-a libras a l,3oo rs. a Bta.
kerc inglezes oraknel em latas de S e 7 libras
de 5,oo;) a 6.000 rs. a lata, s-entlbra a
800 rs.
i>.'ei.ios do reme-chegados pdo ultime-vapor
a :5,00o rs. cada nm.
Idsm prato a 9b rs. a libra.
Viabo em pipa das mais acreditadas arcas Sardmlm
como sejaif.D F., Pllli, JAA. entras Chan
rs. o frasea.
CIidi: kitf ..iriii.T -a.ila.l. :-%xrz 9
tm a l.lna .*. 1 snm
Cons-r.-as ingh-zi
Mi.^le-l'icl.'s citt.i.i! is Hinp
o f.-.
Ancorstas de vmbo asnsaa 1 I 1 -
a ~X> rs. a fiara'
de Nantes 1 32o ai a laan.
das mais 3n>iDtai>as ma ras Ae
a ara.
a 1 nia
^^
m

LSTREXSO VEIS.
Neste estabelecimento ha sempre uc: iprlnwato completo- de roupa ftia de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, ventade dos caacor-
ntes, para o que tem um dos melhores oroessores, assim como tambem tsm um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidade, para secboras
$% homens e meninos.
9k Casacas de panno preto, 35(5 e 30(500; 0itos *le setim preto,
l Sobrecasacas idm, 30$ e 25^300
'-iQ. Paletos idem e de cores, 256,
'0 20$, \H c......lOOOO
^ Ditos de casemira, 20d, 155-
fn m, 10(5 e...... 7.5)00
te,; Ditos de alpaca, ;>>. '0$ e
2 Ditos ditos pretos, 95,
ys 5^, 4r'j e .
de 8 libras a l,8oo, e
libra, e 4s9o
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4?5O0, 4,5, 3,>5O0 e. .
Ditos branco de linho, 65,5(5 e
Ditos de merino preto de cor-
dao, 105, 75 e..... 55Ot)0
Calcas de casemira preta, 125.
BHos de ditos e sMiobranco,
66 e.......
Ditos de gorgur. de seda
pretos e de crly. 66, 56 o
Cailetes de fustao o ^rim bran-
co. 35500, 36 e .
Seroulas de brim de linho,.
25100 e ......
iaA.m Ditas ,le a|g0(lriu. **600 e. .
J* Camisas de pedos de linhsy,
^/>000, 45. 35 e......
Ditas de madapolao, 255CO,
26 e........
Chapos de massa, pretos drau-
36500
35500
56000J
S6OOO1
45000!
26500-
105, 85 e. "5000 cezes, 105, 05 e\
Ditas de cores, 95, 86 e. 750O0 Ditos de fltro, 55, 46,3JS00 e
Ditas de meia casemira de co- Ditos de sol, do seda, 126,
res, 55000 e..... 45-300; 115, 75 e
-'* Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 45500 e. .
. ritas de brim branco e de c6-
$ res, 06, 45500. 45 e .
* Ditas de ganga de cores, 35 e
'* Golletes de velludo preto e de
^ cores, 95 e......
Wi Ditos de casemira preta, 56 e
3JS Ditos de ditas de cores 55
45 e........
40Ou
Cellarinhos de buho fijo, ulti-
ma moda....., .
Sortimento completo de grava-
25500, tas.
- '00 Toa'.has parroslo, auaia, 116,
le. .......
76000 Chapeos deso, dealpaea, pre-
45003 tos e de cores.....
Lacees de bramante de linho.
365*30 Cobertas de chita chineza.. .
250OO
15400
25500
46600
86500
26000
65000
640
I
66000 i
46000
35000
26500
Plvora
Veade-w potrn eff nm barrica, en. lote de
100 barris para cima -. no csi-riptorlo de R UMDulac, ra do Trapiche n, li.
Cognac
0 molhor cognac eai caixa? de urna dtnla : ven
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vgnde-se na ra da Cadoia do Recife n. 25, para
inda se muduu o antlgo e acreditado deposito da
mesrna ra n. 12, ambos os gneros sao novse
de-se no rserptorio de Rothe 4 Bidoulac. ruado ,e?'i'mos, e se vondem a proco rnais barato do qnf-
"Trapichen, li ,aru tqual iua iii Senzala Sova n. 41~
f.'este estabeieoimerito vendem-se: tachas dt
f'i-ro eoado bra a ?*!*., idem de Lo* | imc0i r^oda8
Moor libra a WO rs.
>IlI,lIO
om iiiiluo : na ra
vdn lrr- a.89, em o amigo arnmem de tnolhcdOB
im d'.- palarete,
rs. ., lata..
dem em c;vi.\libas
24o rs. a fibra*
No/.es muito novas a 140 rs. a
rs. a arroba.
Amendoas confeiladas ftdoo rs. a libra.
dem de casca mole a 32> rs.
Vi nhos engarrafados no Porto e Lisboa: dp
seguintes marcas: duque, genuino.eme
secco especial, lagrimas doces, vinJioes-
pecial D. Pedro V, nctar superkw de
1833, diupuj do Porto de 1834, virho do
Porto, velho superar, madeira secca Por-
to supei-ior D. Lia/. I. e outras mu i tas
marcas, em caixa d? urna duzia a lo,ooo e
Ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a, garra-
fa c 4,ooo a. cauadur.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3s2oors.
a caada..
dem em pipa Porto. Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem demarcas pouco conltecidas-a 4o*> rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial
com pos
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, se-vada muilo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafes com 4 lft garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafito.
dem com 4 '/i ditas de venagre a 1,00o rs. o
garraRlo.
Vinagre PHH em ancoretas de l) caadas a
IS.ooo rs. com aancoreta
dem era pipa poro sem o batisms a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Cabras com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerolles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Tnrin, Botefim,
moraugos, limao. caf, aranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo. otteii pimonta a l.ooo
dem almaoo patado.&lisoa3.oodrs< a resina.
dem de peso pautada, e liso a3;ooors. a
resma.
dem a zul de botica oo:fugueleirsu.2.2w) rs.
a resma,.
demenilfulhode l.2ooa l,4ooas..aiaesna.
Ameixas fancezas em. latas de 6 *Js libra a
l,2oo 0800rs. a Sbra.
dem em Irascos de 3-llbras a 2,5oo rss., s o
frasco valle l.ooo rs. tambeai; lemos em
frascos para l,4ocrs.
Conservasinglezas a Too rs. o fiasco.
Hornos ingJzesa 8go-c l.ooo ss. o frasco.
Moslarda preparada em potes muilo nova a
2oo rs..
La I as com 2: a 4 libras de caj secco. o mais
militas marees, Porto, Lisboa e Figueira ; a D. 2,000, Z.Ss 1
de 48o, 5oo, 56o, 64o c 800, rs-., o o do dem suspires de J- '. !
Porto lino em garrafa, e em caada a caixa.'
".>oo, 3,5oej 4,oeo e 6,5->o rs. oaaelbor Champagnhe a melii.
do Porto. 1 a24,oeors. ogig >del >r .1
dem Bordoaux Jas mais acreditadas marcas ga aaV
a 7oo rs. a garrafb, e a 8,o>o rs. a caixa. Papel peve pautadto ou.- rs. are*-
Garaaioes com agarrafas de superior vinho ma.
.: Porto a 2.200 rs. com o garrafa >. Idean Al aaao pal lo ou too d
ldemom 5 garrafa de vinho da Figueira inais 4,o:.o rs. a raBBH
pcoprio para a noasaestacSb pors+-rraais Mataaaaaa Mera, abata
fresco a 2,4ee rs. com o gnrrafo. Milbe aftpieai e painsa da I i2 a li-
Idem.com 5 garrofas de vinagre-a l,2to rs.! bra.
i com o garraRO. Palit-.s-.1 pal 1 -2,1 rs. \ 7a e i- rs. j
Viuhobran;oo-m;iis superiar que voa ao du::ia.
nosso mercad a 56o rs. agarrara, e a Tinn aaalnini uVi I 1 :<; libras vas*, -wt*
4,3oo rs. a caada. proprio para d7o.ii., aas.i*>m
; Velas deespano"Ue as melhores neste ge- ou. outro qualaum liip-Jd.. de \.'m a
ero de 50o a 64o rs. cmaco, c sai lera grande abatimjita pea baver Eaeesee das aaaaaaaB marras e nni* aaoa
grande porga >. a f,ooo rs. a gairafa e ana caixa t-r.i jftaaV
Aziite doce eai-barril muito flno a S4o rs.' manto.
a garrafa e 4,8oo a canuta. Cognac verdadeioinglez a 9o. rs.
dem francs, refinado a 800 rs. agarrafa. e-*o,5oo rs. 1 sais*.
Ervilhas franaatas e purtuguezas a. 64o rs. a Chourifas as mais fres as do mercaie a 800
ata. re. a libra.
Bocetas eom.doces seccc&-de Lisboa de 3oo G&nebra de larauja em frascos granjea a
a 3,5oo rs cada urna. t,2o<^ rs. o frasco.
Taucinho deLisboa a 3co rs. a libra, e a Sferveja das mais acreditadas marcas a
9;000 js. a arroba. 6,5oo a diizise de msi3 a 5oo rs
a,arrala
vinho Lavradio sem a mais pequea
asifSo a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
bem arranjado posVivel aT,8oe. eS,8oo ^'oc-s cci 10 garraft de- ac>dte duce a ; adaaa embotijas e rae**, sendo amada
rs. a lata. 5r>5oo. muito creditjda marca T de G,5o a 7ja*
Serveja Bun. Tenante verdvleira, a,6,8oo rs. | ** de 2-1 e 3-* QPl'dade- de 26o, 3oo; rs. a duzia.
e-36o rs. alibra, doCeara de8,">oo, 8,7oo,, ?imenta do r-ino a 34o rs. a libra.
e 9.'ii>,j- rs. a arroba do melhor. Farinha do Ma-ranho a 14o rs. a Uaaa.
Arroz da India, Java eMaranhiio de 2,8oo ajTijolo para limpar facas a 16o rs c-.la 3;oooa arroba, e de 80 a too rs. a libra, j Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5cv> Erva doce aiibra.
a libra, ha caisas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag rooito novo a 28o rs. a libra.
tosanla ingle/. em pd a 15 o frasco.
Gtotlas a 8> a caixa e l,2oo rs. o rp.olho.
a dtizj;K
dem de outras morcas preta e- branca a 5,5oo
e 6,000.rs. a duzia inteiras..
Vassonras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do PojIo a 32o rs.
Cebollas muitonovas a 8oo-rs. o molho e 5oo.
rs. o cento.
Chocoflate portnguez hespanhol e francez de
800 a I,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasejneiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem om gana (oes de 14 garrafas a 5.2oo rs.
Paitos do gaz a 2>2oo rs. a groza e 2o. rs. a
caixa.
dem de dentes loadas em macos grandes
com 2o rs. omacinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos mnito novos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra c 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs. a libra e2,4oo a arroba.
Peixes em latas al,000 rs. a lata ja prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca X. e Biato saceos
grandes a 4,000 rs.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Vassinirasd' pias.saba t da
10 a 32i. rs. la umr
balas com banha relitiala roa
4 iSoo.
f libraa a
O flnirello
Algi!ao tto Bakia
para sarco de aSkacar e roupa para vender Antonio Lmz de lveira Arevedo ti ;
G, no seu escriptoi io ra da Cruz n. 1.
S na taberna do Pimeuta. das forniigas e copios : vende-se no armazem da
Ja chegoii o verdadoir:; vinho verdo. mandado! bola amarella no oilao tta'Eerretara u*c poli
-:r pelo paquete : i?to ca roa de Amori n. 3fl% W rs. a caada.
NADA"im OLOof.FK \!'l) |;\( \| ||
XAROPE DE RBANO IODADO
Segundo os attestados dos mdicos dos hospitaes de Parji, ronsignados no iTwperia. r m af*saata
de varios Acadmicos, este Xarope emprega-se com omaior succetao, em lugard OLEO BB FlfiABe K
BACALHA0, aoqual elle realmente superior. Cura as molestia* it peilo, as eserotalas, o rfatahaiM*.
pallidez e mollea das carnes, as perdas d' appeUte, e regenera a conMi'uican partacak* MMf*. m
summa o mais poderoso depurativo conhecido. Elle nunca canija" esidmacaan as '
loduro de potasstum e o loduro de ferro e admlnistra-se com a malor eflteacidad* as*
aos humores ou ao entupimento das glndulas. O Dentar Cascanvr, do hospital de SaaV Lata t favai.
o recommenda d'um modo Inteiramente particular as molestias da pclle, rnnjnilaiwli cas i
que term sen nome.
Depsito geral i em Pars, en casa de MM. Srlaaaalt e c, pharmacentlcos, 7, roa e la fi
em Lisboa, en casa de nodrla;o d Coata-Carvalaia ; no Porto, en casa de aaigasl fssi la
Ferre-Ira; em o Hio-iie-Janeiro, rluva Petaato a Dala, ra do Sabio, ll; em aVifcM, en aaaa
aa-Caelaaa Ferrclra-Baataactra; em Uio-Grmnde, en casa de Jaaajaaat ala Badal
ho, en casa de Ferr ir e C*; em Pernambvco, Staaaaa e C, ra da Gru, 23; isaaa. c
pharmacias do Bra til.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 era casa de Caros 4 Barbwza
CtlEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de Arelas pretas e eom pe
rindas de niuo lindo gosto assim como litas pa-
ra sintos prctas e do cores para as nn smas Ove-
rixe
Vende-.-e pif da Sueca ir.nilo laraW. Mar.
tas que se vende pelo barato pre<\ de 15300 e i& : mazem d.> Lola nrr ,r to n ctnrUri a
80.no vigilante run do Crespo n. v. ; pi-licla.


IHM *9T**Mmtn*a ... TVrra, felra e tffstft fe !
CLIBIM
COMMERC
RIJA DO QlJEIM1110 1. 45.
Pausando o becco da Congregado segunda casa.
smmu i
NOV1DADE.
Perii* tiocha A C. acabam de abrir na ra do Queimado b. 45 um armazem de molhados itehominado Clarim Commeral,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, osquaes
aer2o vendidos por preeog tnuito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qalidade dos gneros comprados neste armazem.
rroz do MaranhSo, da India e Java a 80 e Chooricas e paios muito novos a 800 rs. a i Palitos do gaz a 2#S00 rs. a grosa.
100 rs. a libra e 20400 a 2800 rs. a ar- libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra,
roba. Cevadihha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Ameixas Trancezas em latas e em frascos a rs. a libra. Pataco a 200 rs. a libra.
ltflOO e 10600 em frascos grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
20500. Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
Mom em caixinlias elegantemente enfeitadas dem seccas muito novas.a 200 rs. a libra,
com ricas estampas no interior das caixas, Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Faltaba do Maranlio a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco c 60200 rs. a frasquei- 'Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra,
ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra,
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
a 120000,10400, 10600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpisla a 160 rs. a libra e a 40600 rs. a ar-
roba.
Azcitc doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa. I
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Aranila verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra. ,
Avelas muito grandes e novas a 180 rs.
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas
10300 reis.
Polvo seceo muito novla 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego "em calda de azeite e
muito novo a 640 rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 204OG
ris.
Idempratoa 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
; Sardinhas de Nantes a 320 rs.
e 70500 cada um com o garraao.
Gomma do Aricaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qalidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
Bolacbinhas de soda, latas grandes, a 20 rs. dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinlia e a 200 rs. a libra.
Bauha de poico refinada a 440 rs. a libra e
eembarrita 410 rs.
Cha hvsson. huchin e perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra.
dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Ceneja preta e branca, das melhores marcas
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., so a garrafa vale o di-j
nhero.~
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
bra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Mara Pa.
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
que vem ao mercado, a 500 fs. a garrafa, dem em lata a 640 rs.
e 55800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 70 rs. o frasco.
dem, so de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisba e Figueira a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8, 480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa',
dem de Bordeaux, Medoc e S. Juh'en a 700
e 800 rs. a,garrafa, e 70000 e 70500rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
| Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Massas para sopa : macarrao, talharim e ale- Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 2P.0, 280 e
300 rs. a libra e 70500, 80 e 8.0500 rs. a
arroba.
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentcs a i 60 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que deixairos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como a
retalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
UNIAO MERCANTIL
RA 1IACA11EIA DO HECIFE HT. 53.
NOVO E
GRAITDS AEIAZSM DE MOLHADOS
RA DA CADEIA IIO 1UECIFE I. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Hecifen. 53, um grande e sortido armazem de molhados de
nominado i'nmo Mercantil Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sortimento dos melhore
eneros que vem ao mercado, tanto csirangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em portos cu a retalho por precos assf
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Liboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas de Nantes a 340 rs. o quartoe 560
de primeira qalidade a 800 rs. a libra, 10200 a caada. i rs. meia lata.
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina,
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs. vezugo, cherne, linguado, lagosttaba, a
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e i 10300 rs.
ou mck>. 40800 a caada. Salmoem latas,'preparado pela nova arte
Prezontos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e' de cozinha, a 800 rs.
qoalidade, chegados neste ultimo vapor, a 50800 a frasqueira. Maca de tomates em latas de 1 libra a 60>
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Caslanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha oxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conla propria a 20800
rs. a libra.
Caixinhas com amcixas francezas, ornadas1 res.
com ricas estampas na caixa exterior, Chouricase paios em latas de 8 e meia libra
muitopropriasparamimo,al02Oi:, 10500, por 70.
e 20. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-! 80(100- a arroba.
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
10200.
Marmelada
imperial, dos melhores conser-
va hyson muito superior_ a 20560 rs. a li- Frnclas em ca|(la dag me|h;6res
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1^500 rs. a libra.
Cha preto moilo silperior a 25 a libra.
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
qoalidades
hermelica-
qoe ba em Portugal em latas
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles NoMS muito novas 160 rs ,bra#
qualidades, como sejam crakr.el, victoria, Amendoasde casca mlle a 400 rs. a libra>
AvelSas muito novas a 200 rs- a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qalidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
SILVA & SOZA
Ra do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
renao-se o propietario d'este armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhe o titulo

por ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir par? a Europa, afim de all esroJher o
gneros, desde ja se pede ao respeitavel publico toda a attenco, nao s para este armazem, mas tomhem para o grande m Raiei i \
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Grates n. 36, serum todas as pama qm
quemaran-estas casas de que faro urna economa de 10 a 20 por cento do proco que poss;.m comprar em ottfl parte, porque
guem melhor do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se obsrvam nos ai na:cus :
A \AA \ \ (j\ ra do Imperador n. .;.
PROGRESSISTAD ra da, Criases 3.
PRINCIPAL!!!ru* respo
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 8oo rs. a libra o de 8
fibras para cima ter abatimento.
dem franceza, a melhor e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Bauha de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras
Vinho do Porto c:n barril muito especial a Fai taha de aramia verdadeira a 3. i I.
04o rs. a garrafa, c 5,00 rs. a caada. [Phospboros do gaz ata rs. duna
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a greca*
I,ido rs. a caada. Bolachinha americana era barrica r? 3 kx"
dem em garrafes com 5 garrafas. rs., e em libra a 2-x) rs.
Azeite doce de Lisboa superior qalidade a Tijolo para limpar facas a 12n r?. cada um.
64o rs. a garrafa c 4,8oo rs. a caada. Vasfiouras da piassava com ilou -i
Batatas em gigos de trinta a trian e tantas li-
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra.
ferro prendendo o cabo
urna.
a 3u ?. ratta
Genebra-de Hollanda a mais superior a 6,ooo i Escovas de piassava propria- para < fregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas .. ro pa,
a lata.
l'rixe em lata muito bem prepara.ii:
edrvina, pescado e (utns a !,oon n. a
lata.
1,2oo a Ib., vende-se por estes presos em
razo de nestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porco deste genero, a diffe-
renca de preco de 6oo a 8oo rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte,
dem do Rio em lata de 1 at 6 Ib. a I,4oors.
a Ib., neste genero o melhor possivel.
afamados conserveiros de Lislioa em latas
delibra, libia e meia e 2 libras a 6oo rs.
Consenas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
legumes e fructas a 5oo rs.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs
Biscoutos inglezes em latas com diferontes Palitos para dentes 12ors. o maco.
MacSas e peras chegadas neste ultimo vapor, i Ca' do Cear muito superior a 280 rs. a li-
muito perfeitas, s vista se faz o preco. i
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 1($200 a libra.
Chocolate hespanbol a 1#200 a libra.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 84.
Arroz do Maranboa 100rs. a librae 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 >
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 94 a arroba.
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a t(5350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 4#500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 1$encada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50D rs. a librae 3$ om quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a i li-
bras a 00 rs.
Champagne da marca mais superior que
teni viudo ao nosso mercado a 18$ o gigo,
garante-se a superior qoalidade.
Vinho Bordeaux das melhores qoalidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 10? a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha graode porcSoe de dififerentes
marcas acreditadas que ja se venderam
por \ 49 e 150 a eaixa, como sejam: Doqoe
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira seeco. Carca vellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figneira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 3f200
e 30506 i caada.
Vinho branco de superior qalidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Os genhores que comprarera de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1. Macarrao, talharim e aletria a 480 rs. a li-
Cerveja branca e preta das melhores marcas I bra em caixa M faz abatimento.
qceha no mercado a 500 rs. a garrafa e &ire||inna)pevideearrozdemassa para sop
rJ^Tv i !5' ,., a 600rs. a librae 30 a caisa com 6 libras.
? ift ? ll defsaper,or 1allua,le a 8G0 Palitos de dente lixados com flor a 200 rs
e i Mvu a garraia. 0 mass0 dUog |ixadog wm fl6r {60 rg
Liceres francezes das segumtes qualidades: I o masso com 20 massinhos.
^Mi!.:^e^Ufias!r. es Dame.sGomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras on em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
qualidades como sejam craknel, vorcitia
pic-nic, soda, captain. sced, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l,6oo e
2,6oo rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 Ib. a20 rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
mesmo, coutendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado.a I8.000 rs. o gi-
go, c l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qalidade.
dem lixados muito finos a 14o rs.
Velas'stearinas a 56o rs. libra eem caixa
a 54o rs.
dem de carnauba pura c refinada a 360 rs.
a libra o I0,ooo a arroba,
dem de composc3o emmacadas a 32o rs.
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bom proparadas a
4,ooo rs.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
carxas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra,
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
dem'macanao maisbaixoa 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova do Franca a 2oo rs. a
fibra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
casas so vende a 2,6oo rs., costa neste ar- Idemom gtaCBas com25 garrafas a 8,000 rs.
mazem2,2oo rs. a libra. Ceneja das melhores marcas de 5,ooo a
dem uxim, O melhor que pode haver neste I 5,5oo a duzia c 5oo rs. a garrafa.
genero a 2,6oo alb. garante-se a qalidade.! Cognac superior a 800 e 1,000 rs. a garrafa,
dem preto muito especial a2,ooo rs. a li-| e em caixa ter abatimento.
bra, e mais baixe, porem muito soffrivel a i Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas j hapa-
ndas a 64o o 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a Me r< l
libra, e !),ooo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o 1 fea
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao a loo c 120 r^. .. H
dem de Java a loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4h> r-. M ra.
Avelas muito novas a 2oo rs. a liu..
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Chouricas e paios a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a !;h Mi
8,5oo rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de npato fBfidarii
chegados neste ultimo vapoi-alMo rs.air.
Alpisla muito novo e limpo a M : 1 >-
bra e 4,600 a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a .rioaa.
Sabo massa, amarello o castanL '*.
24o rs. a libra,
dem mais baixoum pouco a 16o, lW?eo
rs. a libra.
CasQnhas pelladas a Mo rs. a liha.
Chocolate francez de primeira ipia'i* ade a
I,2oo rs. a libra.
dem de Sanio muito superior o rowl -I i
4,300 rs. '
Copos lapidados proprios para acua a '
rs. a (luzia, queem outra qnaqcfr r
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores o mais afn
bricantes de S. Flix o do Rio di
i!'' 1,800 i .*.ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molli
des e 800 rs. o cento.
i Doce, de goiaba 1 dio rs. o CftaJo.
iLentilhas. excellentelegme para -
sado, a 2o rs. a libra.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades que Farinha de Maranhao a melhor que prsen-
se pode desojar a 7,ooo e 7,5oo rs. a tvii-j temente tem viudo ao nosso mercado a
xa e 64o rs. a garrafa. lo rs. a libra.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,0001 Gomma do Aracaty muito alva a 8ors.alb.
e 10,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; noste genero ha grande porcoe de
diferentcs marcas muito acreditadas que
j se venderam por 14,000 o I5,ooo a eai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Cames, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino c Malvasia fino e ou-
tros como Chcrry e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o o 56o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero vindo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs. a caada. *
Licores muito linos de Bordeaux e tedas as
marcus que ha neste enero a 800, 1,000
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja om frascos grandes a
I.200 rs. cada um.
Tmaras do Kgypto a 800 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco paulado o melhor que ha nos-Ervilhas soecas
te genero a 4,5oo rs. a resma. libra.
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5oo. Pimenla do reino muito nova a Man. a
rs. cada um. [Cominhos frira dore a 32o o ino ra. .-. U.
Mlhos inglezes em garrafinhas com rolha de. Gravo da India a (00 rs. a Ulna.
vidro a 61o rs. cada urna. Canella muito nova a 1,000 re. a H
Queijos flamengos chegados no ultimo va- Alfazema a2oo re. a libra e B,ooo aan
por o muito frescos. Graixa a loo rs. a lata o l.loo rs. a
scascad; 3 a -
LOJA
DO BEIJA
FLOR.
63.
e de outras muitas marcas a 15 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mo6iarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
do Queimado numero
Cravaliiihas para smlmra.
Vendem-so gravaiinhas de^diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-llor n. 63.
Filas para ddiruin de Trslidos.
Vendem-se filas para dehriim de vestido de linho
com l varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, loja do beija-Oor n. 03.
Peales iravessos.
Vendem-se penies travessos de caracol na,
frente de borracha a 300 rs.: na ra do Queima-
do, loja do bcja-f!or n. 63.
Papel heira dourada.
Vende-se papel beira dourada a 1*200 e 1*300,!
dito de cor de beira dourada a 1*100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de c6r a 6i0 rs., para cartas de
visita a.WOrs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
Voltas de aljfar.
Tendo recebido volus de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brillante vende-se a i* cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
1*200 e 1*300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeifes de fila.
Tendo recebido enfeiles de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 1* cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. t.'i.
Fila de la preta para deliruui.
Vende-se fita de la preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a pec,a : na loja do beija-flor ra
do Queimado n. 63.
Filas de linho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pece s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Bolees de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 350
rs. o par : s qnem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fita de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos preprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos ges-
tos que se pode encontrar : na loja *
ra do Queimado n. 63.
Facas e garlos.
Vendem-se facas e garios de ojanco de Ibo-
tio a 5*500 a duzia, ditas de 2 botSes a 6*400 .
na roa do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Domin.
Vendm-se dminos muilo finos a 1*200 e
1*400: na loja fie beija-flor da ra do Queimado
D; 63. .
Vkpnfc
Vendem-se vlsparaf nm'1" ** rs- *
ra do Queimado; loja/do bei|a-Bor n. 63.
WjZWXM
M Especial rap
*R Princcza de Petropolisj he ronn w
H eido em toda a provincia *o Rio >!
H n'irn e eom preferencia ao l'au11
W< deiro e a 1 >"a pretae Mciihii
*k>* em stu nico deposito ra do Cn -!
>S 16 armazem de toaras de Dwrtt, 1
.!i reir & C. ou na ra larga d'1 l
W .18, loja da Aurora.
ESCBAVOS FGIECS. ~*
do beija-flor
TODA ATTE1V{A0 AO VIGILANTE.
Custodio Jos Al ves Guimaiaes avisa ao respei-
tavel publico c aos seos fregnos, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as ponas abertas a concorrencia do res-
peitavel publico, para assftn apreciar o novo gallo
qne se acha no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas flores e muitos outros objectos de
bom goslo, que tanto sastisl'eito se acha, .aprsenla
o novo canto, chamando pelos ?eus fregueses que
venham ver para crr, que s assiftl noderao apre-
ciar, e achanto um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas. tanto para grossocomo para
retalho, que todos serao sonidos a vontade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento
f:endo scus pedidos por meio de cartas, e pode-
rao fazer que ser tuJo comprido fielmente, poden-
do-se fazer pregos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras relias nesta praca, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consgnaseos.
Fugio no da 27 do correnlc o t Mi
Pedro, alto, cheio do corpo, pea .1 : h
! mesm costuma a raspar, <-m tgmu 0V1
na frente, bocea grande, costuma a fail
presenta ter de 4." a oO anm s. pea gi.nil
zes anda com alpergaus, e lea toes >igo um ma-
lolao de couro de carneiro rom a bom di rooro
de cabra corllo, 011 do sola, foi montado em nm
cavallo caslanho. levando um par de rassuae*, tni
par de saceos novos de dous (ios. um meio stCCi
de estopa c urna rede, tendo o 1 vallo na pa itirfi-
ta um ferro, c no quarto esqaerdu ontro Esteee-
cravo foi de Pajeiide Flor-a "U K-pinharav e sep-
poe-se ter elle ido para estes, 011 um dVstes tala-
res ; e parece elle ser mais mular do
assim como tanibem temos cal
tos : roga-se s autoridades policial
campo a apprehensao do dito estrave ; a ejai .ti
prender leve-o ao engenho Araujo. na tfBrtti da
Luz, ou aos Afogado?. no sitio que foi do falio "'
Vianna, sobrado junto a ponte, que i>
recompensado.
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Acha-se fgido o escravo de nome Faustino, de
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor W
ura regular, grosso do corpo. bem espadando, bar-
bado, e j com alguns cabellos branco* n bartMk
bracos e pernas grossas e bastan!' cabeiloda.*. tr^-
do as pemas arqueadas por-m nao muilo. c --
ma andar cm sambas, e as aan embriaga-** >-
tan le por gostar muito de beber : portan* r^a-
I se s autoridades poiiciae- desta c das prwan
I limitrophes, que o facam aprehender Irra-io a
1 seu senhoro maior Antonio da Silva <.u*w
ra Imperial, assim como roga-se aos eapn t
' campo a apprehenso do dito escravo. que *
! bem gratificados.
VINHO PURO.
Chegou nova remessa de anciretas com supe-
rior vinno Par0 : vende-se no escriptorio de E. R.
RabeJlo, ra da Cadeia n. SS._____________
VWJde.se um esoravo moco, crioulo, bom
^~. iiiarinheiro, por andar nesse servico ha 10 annos,
sem vicio algnum :. na ra das Cruzes n. 7.
Vendo-se ura carro do 4 rodas, da alfandega,
com um boi quem pretender dirjase S ra da
Florentina casa da esquina que volt para a roa
de Santa Isabel.
Vendem-se saceos com farinha a mais nov*
?o ha no mercado, e muito Una ; no armazem d
nnes defronte da alfandega.
ESCRAVO FLUIDO.
GratiGcaro de 50$.
Em das do mez de marco prximo patrado 1
gio o escravo Vicente, de idade de 40 anuos, pot
mais ou menos, altura regular, seeco do corpo. rw
fula, barbado, com nm ou doos denles de mnm
na frente, um pouco gago, rom nm atejao ata
rao direita, antes de ser comprado pelo seo iraI
senhor, passava por forro, sob o nome de Viceatr
Campello ; fugio para o sul em direceo ao enfr-
nho Firmeza do Sr. capitao Francisco de "Bsirnw.
na freguezia da Escada, anda pelas bandas do rw
Ipojuca, procurando urna lia por nome Peumo, mo-
radora as trras daqoelle engenho : ojoem > pe-
gar, leve-o ao Sr. Jos Francisco Correta de Arro-
da, no engenho Melancia, fregncTla de Bom-Jar-
dlm, contarea do Limoeiro. oa wfo eidode, no
escriptorio do agente Olivelra roa la Cade i* do
P.ecife n. 6J, primeiro andar


nlni-l Hr Permni
Ter<* felra S e Mal* de .
LITTERATORA.
A Leda de BiyneOBrg.
(TIUDIQAO COI.HIDA KM 1IESSK.)
Rem tempo ha, c j la vae bem longe que as
rastellias liabitavain solitariam. nto seus castalios,
apenas com pequea guarnido; nclles passavam
mu- da a esperar, prosternadas em seus orato-
rios, iii geniadas junio a? setelras dos mata altos
andares do torrean, li' que entao seos maridos,
seas irmtos, seus fibos c tudo o que poda cingr
16] ada, l se lam alm mar pelcjar pela causa de'
1) -ns, em palies, d'onde mallas vezes nao mais
vci'iavam, c d'onde oulros nao traziam seno ca-
fentina quasi todos brancos, e historias maravi-
Ibosas.
O que vendo e bem sabendo que os que assim
se iam, tao redo nao voltavam, as corras do bosque,
de,-nidiam a natural timidez, 8 vinham divertir-se
junto das casas, como se fossem animaos domes-
tico, de-aforando-se, conforme affirmam, a ponto
de virem ofTerceer a cabera s caricias de mao
humana; ou mordicar os sapalos de pona arrebi-
tala das grandes e poderosas damas.
O..i, o Suzerano de Royncbourg parliu um dia a
ni ada dos outros, levando com.-igo lodos os horaens
do seu dominio capazos de '.razer clmo e escudo,
demando apenas um despenceiro hoinetn de con-
fianga c carregado de anno-, alguns archeiros, e a
s.ua vellia ama Ulrica, para guardar o cabello,
e servir a joven coudessa, c suas filhas Gilhermina
de edade de 2 annos, e Gilsa anda de bergo. Urna
terecira liba Ignez nascida poucas semanas depois
da partida do coude, foi para a Sra. de Boynebourg
o ultimo soi riso de Deus.
Ella a principio tinha prazer em pensar estas
flores da montanha na esperanca de um dia delei-
tar os cilios e o coraran do esposo ausente. Mas
as-andorinhas partirn), vollarain outra vez para
seos ninhos, e isto por muitas o muitas vezes, sem
que rhcgassem de alm mar noticias do bom
conde.
A condessa nao poude afazer-?e a essa anteci.
peda viuvez foi perdendo as forcas, e nao levan-
toa-He mais de urna cadeira, em que definhava ;
depoi", ao florecer da madresilva, fez reunir suas
tres filhas, lanrou-lhes a Le n gao murmuroo o no-
noine daquelle, |ior quem curta saudades, fez urna
oraciio, e morrera. Desosis vezes j haviam
ri verdecido as lrices destes cerros depois da par-
rida dj Sr. de Boyncbourg. Anda por algum
tempo, supposigoes de todo o genero subre as cau-
sas da sna lardanga, ou sobre a hora do seu re-
gres >, foram o assumpto dos seroes as rhoupa.
nas do paiz. A nova gerago sem duvida preoecu-
pou-se menos acerca do Suzerano, ausente ha tan-
to, a quem nao conhecia senao pelos contos des
vemos; c assim, pouco lempo depois, todas essas
rceordagocs se apagaram, c por fim ninguem n'elle
mais ralln.
Confiadas guarda de Ulrica, as tres trmaassre-
peliiram de coinmum accordo a sol licitarlo dos
jovens senhores dos castellos visinhns, e viveram
mais solitarias c isoladas do que nunca Ninguem
suba ao Boynebourg, excepto um velho religioso
que Ibes ia dizer missa todos os domingos, c ellas
niesmas nao descam nunca cidade, a at tnui
pouco se aflastavam do castello ; mas o despenceiro
percorria diversas vezes a neniado; pergunlava
muito, csculava ainda mais, fallava pouco, e si a
desgrana viuha bater a porta a urna cabana ou fa-
milia na comprehensao do condado, mao mysteriosa
e reparadora liberalisava donativos e soccorros.
Cada Bul advinhava a fonle ; e quando do flanco
cavalgada das tres irmaas, benzia-se, e niurmu-
rava urna oragao, como se tivesse visto anjos.
Tres annos assim passaram, quando Ignez teve
um sonlio myslerioso, que contou s suas ir-
nas.
Parecia-me, disse ella, que cu subia aos ares,
alto, muito alto, cada vez mais alio. A trra fugia
liara baxo, e bem depressa nao a vi mais. E como
en rada vez suba mais, um canto do cu abriu-se,
e vi um grande claro : Deus eslava sentado em
ii .n llirono ; diante dille cstava um anjo, cujo sem-
blante era ao mesmo lempo terrivel e brilhanle ;
e p.r detiaz do anjo inclnavam-se Ircs outros Es-
pritus celestes: eu sentia dentro em mim alguma
cou.-a dizer-me que ellos cram os nossos anjos da
guarda.
De repente vi nossa mae ajoelhada ao pe do Ihro.
no ; sua figura estava radiante; seu olhar e sua
a'titudc denotavam urna ardente snpplica; mas nao
)he ouvi seuao estas palavras : Senhor! cu vos
supplco urna s de minhas filhas !
E cntao urna voz fallou :
Anjo da destruicao!
E.s-me aqui, senhor, respondeu o primeiro
Espirito.
Desee ligero, disse a voz, e fere em Boyne-
bourg aqnella cuja hora chegada.
Ouvi um bater de azas, e o primeiro Espirito
disappartcera.
A voz se fez ouvir'ainda:
Anjo da joven de Boynebourg !
Eis-me aqui, senhor! disseram ao mesmo
lempo os ouiros tres Espiritos celestes.
Desee, disse a primeira voz, e vae depressa
buscar a sua alma.
Tres vozes responderam ao mesmo tempo :
Senhor, Guilhermina f
E Gisla?
K'ignez?
A resposta ficou abafada por um espampido
horrendo : um manto de espessas trevas laogou-se
sobre este esplendor, e eu tornei a cahir na trra
no meio da escuridao e da tempestade. Acordei at-
terrui isada. Eis qual foi o meufsonho, o qual re-
novou-se tres vezes. Que mo dizeis a isto, minhas
charas irinaas ? Quanto a mim sou levada a ere/
que um aviso que nos enva o cu; e ento, qual
de nos se deve dispor a morrer r
Guilhermina tomou a palavra :
t Minhas irmaas, disse ella, parece-rae, romo e
Ignez, que Deus fallou nesse sonho, e como mais
vejha, foi a mim que elle eseolheu para morrer
Deus quer esta separago ; fgase a sua vontade :
nao nos fagamos tristes despedidas, pois quero ir
f ara o cu, e estar com nossa mae; e como esla
ida curti, breve la nos reuniremos.
As ttfs irmaas abragaram-se cheias de coragem,
e deiwis separaram-se para ir cada urna oceupar-se
de seus tralialhos costumeiros.
jKessa mesma noute desenvolveu-se urna horr-
vt temtiestade. N'um abrir e fechar de olhos fi-
cou tudo transtornado: os relmpagos sulcavam o
sentou-se, e espern a mortc. Entretanto as Jr-
rente da cupiosa chuva alagaran! a montanha.
Nessa espectativa levou a joven una noule e im
dia, sem, que n tempestade e o rain diminuissem
de violencia; mas a vida de Guilhermina ficen saa
e salva, e as nutras coraprehenderam que nao era
j ella a quem a sen tunca celeste deveris fulminar.
Ella portanto desceu da cadeira, em que jolgava
ver a porta do cu.
Gisla seotou-sc em lugar de Guilhernrna.
Nao resta mais duvida, disse ella ; bem ve-
des, minhas queridas irmVs.que sou eu a qoe deve
morrer ; vou poii para ah : quero cumplir a
santa vontade de Deus.
E abragando a suas irmaes, desceu ao pateo, e
sentou-se na cadeira senhorial, e ah ficou toda a
noule e o dia seguule, sompre debaixo dos ber-
botoes da chuva, e ribombo dos trovoes ; porm
estes a respeitaram, e ella ficou com a vida salva.
Ignez regosijou-se cntao.
Comprehendo agora, disse ella ; para mim
que deve o meu anjo da guarda descer Boyne-
bourg ; sou eu quem minha mae chama. Quero
1 satifazer tambem a santa vontade de Deus.
roso rebanlio, e gosar de urna abastauga como nun-
ca ennheceu.
Diicm tambera no paiz que urna mulher velha'
indigente, rccolhlda casa de seus fllhos, pobres e
igualmente ns, a qual apenas servia de lomar sen
E mandou chamar o velho religioso, comangoo,
fez o seu testamento, e ordenou que em Royne-
Madama Slansfeld responda nesses termos a
uma carta de Mazzini, datada de II, contando va-
lores, cuja remessa fdra annunciada |>or carta do
mesmo em data de 10, que foi apanhada, e acha-se
annexa aos autos. Encontrou-se emfim em poder
de Tibaldi. urna carleira. na qual se inscrevra o
addresse do cervejeiro James Stansfeld ; e elle co-
udo aos anunaes, levou nm da a Boynebourg o seu fe980U> que em Sidres teve relagoes com esse am-
rebanho consiste em urna nica ovelha e urna vae- go intimo de Mazzini.
ca magra. La chegou quando oomeeava a romper a vossa alta jurisdccao considerou judicial-
o dia. Como por enlre as ruinas cresciam montoes mente provada a anlpabilidade de Mazzini, contra o
de grandes ortigas, de que o gado muito gosla, e Qual fi dada senteneade deportagao.
mui proprias para engorda-lo, introduziu-se ella Em dezembro de 1858, um chamado Dorwii
por una das brechas afim de cortar um reixe. Nis-,oi l'1ieso em Paris> sob jnculpaco de trama contra
___..,__,. :,.. i k._. a vida do imperador. Loufuudido pela evidencia,
so cntretida, inlernou-se pelas hervas, e sem que |efe e confssar o criminoso designl e depois do
vise um fosso encoberto pela folhagem, escorre-, sustentar, que nao recelara instrueges de pessoa
gou, cahio no fundo, sem com Indo experimentar' alguma, era obrigado a reconhecer a inspiracao a
mal notavel. Poz-sc a gritar, mas em vao : sua voz que obedecer. No decurso do mez de mam uavia
,. ... .. conferenciado com Mazzini em Loudres. na cerve-
perdia-sesein eco nessa solitaria altura ; e seus es- jam Staosftld. Ah| ,ravou.se Jo^^lonre
forgos por subir pelas paredes areientas do pogo. 0 projeclado crime, e a poca em que poderia ser
que desabavam ao menor contacto, tornaram-se mais fcilmente consummado. Alguus das depois,
Ostensivaineute, dedicado apenas ao deuein-
penho das fonecoes do seu cargo, nunca inlerfere
com as supremas atlribuigoes do seu chele; nunca
procura suseitar-lhe embargos. Apptaudiu a idea
de expugnar o senado e a cmara dos representan-
tes do homens de f tibia e de relagoes occullas
com os insurgentes. Nao trahalna em reeommea-
dar-se nos djilTerentes estados; mas espera, que se
o apuramenvo dos votos for eommettdo aocorpo le-
gialatiyo. os seus amigos torio arto para arranjar-
lhe ah raaioria.
Emipianto Mr. Chase se escupa na sua repar-
ligiio, a liania .-: o senador Pomeroy, do Kansas.
l'ubbca um manifest'Violento eontr o actual pre-
sidente, lindera, iptn os amigos da uniao dese-
jara lodos que Mr. Lincoln saia da arena poltica ;
qne as eppaseoVn contra a sua reeleieao aecuinu-
lam-so por theor formidavel; e que seria mais pru-
dente desistir. E' um conlemporisador, um hoinein
tambem iaelBcazes. Passaram horas e tornaram a
passar sem que ella ouvisse outro rumor que o das
rapouzas errantes, e o silvo das cobras assustadas
com a sua presenga : o terror, a fome, a angustia
a atormentaran todo o dia. Afinal pela tarde, seus
fllhos inquietados pela sua ausencia, e guiados pela
intelligeucia e instinclo do cao da casa, descobri-
ram a pobre velha no pogo em que jazia; tiraram-
no mesmo sitio,
c/ganisada.
a conspiragao foi definitivamente
bourg se desse um grande banquete no dia da sua na d.aU ^ feridaj e ,evaram.na para casa A
morte, e que nelle se distribuissem avultadas es
molas a todos os pobres do candado. Depois abra-
gou suas irmaes. desceu para o paleo, e debaixo
do chuveiro e da tempestade, sentou-se na cadeira
que Gisla acaba va de deixar. Apenas sentou-se,
esloirou um raio; o relmpago luziu sobre o cas-
tello ; todos os que ento ah se achavam, abai-
xaram a cabega por um movimento instinclo.
Quando as frontes se reergueram, nada mais res-
lava da cadeira senhorial, e da bella rapariga que
um informe monto de cinza : o anjo tinha levado
para o cu a alma da joven de Boynebourg. O
que della restou na ierra foi regado com piedosos
lagrimas, e depositado no carneiro da capelia do
castello. O tmulo senhorial tornou ainda a abrir-
ge mais duas vezes no curso dos scguintes annos.
e algumas sepulturas mais modestas se ravaram
ali por perlo, em urna ierra beuta, sombra de
urna das torres.
Grande c solemne silencio invadi cntao o cas-
tello. As aguas que corrlam, a trasbordar, pelo p
das hmidas muralhas, baixaram, e seccaram ; e
a poute levadiga, quebrada, apodrecia no lameiro,
perdida por debata) de juncos e salgueiros. As-
sim que a porta gradiada, que s se abra para
o suzerano, ou para visitantes de importancia, at
a cstreila porta falsa, ludo foi ler ao chito, e o seu
madeiramento contrahio urna adherencia, que s
o machado poderia vencer. Brancas mortalbas de
clematite rebocavam, pelo sol do esto, as h'sas fa-
ces do baluarte, c a primavera em sua volla an-
nual cobria o eirado e as torres de largas e verdes
contexturas estrelladas de pervincas azues.
Asjanellas da fachada nao reflerliain mais de
noute a bella luz das alampadas : os arduos ca-
minhos abertos no flanco da montanha licaram a-
travancados com os de.-ab menlos, e sobre a ner-
vosa plataforma nao se via o menor trago de vere-
da. O Boynebourg deshabitado estava en com-
pleta destruicao, e s as devastacoes do lempo de-
viain tornar a franqueza aos visitantes, accesso aos
abandonados pateos, e desertas sallas.
E hoje, que tantos seculos hito j perpassado so-
bre estas vetustas ruinas, aeham-se ellas to soli-
Donali suicidou-se na prisao, em Janeiro de
I8'9, dando assim una triste garanta da sinceri-
dade de suas palavras.
Emfim, senhores, no ultimo processo, surge
anda Mazzini. Escolhe, d'enlre os seus neophitos
e conspiradores, o que julgou mais enrgico ; e
deu-ltie em maio de 1863 para a sua corresponden-
cia o addresse em Londres Roselly, n.58, Middle-
alegria de se tornar a ver ahi com elles, fe-la voltar tou Square, que a residencia do banqueiro Na
na, faze-to resolver se irreMMivrlnwnift pri m
exiga sua influencia. Eraian irffirlui! to-
mein permanece vmpre wttmr r ar. pri
cac.io de sua intrlligmria, a ^,.^ .
Ihe coovier ao seu elt-menlo volitivo, g qm t-
zeinos a exjiericncia da vida *m tmrtrrtn tc
ovmsirar.
<' qne seria o horoem se biiii inii 4 pn.
litar tal ou til arlo de tal ou tal annr^ ftai
estara a SDprvmaria do re da ftivfc T4i a
sua grandeza so afnesquibaru e '-hiiumH
em face do fatalismo.
V. esx: o roiiino da Ibroru rbri-a a tnrMtt*
librrd.ide moral do boinem. qn>- l--n '*k> nar>-
lantementu apregnarb e en*m.nU prta rftrjk. *
que uliiin.imcnl-- Tm S"hTnn-iirnl"- pr>rt.iMai fr-
I) CoMMe '!< Tr.-nio na 8et VI raax I e IV. E
porventura li-tia a cmipanliu ile J'"-.i- +y*' >
do sobre esse p.mto uui i doutrnu, H* '
completamente a s, c enlito contou-lhes que no
fundo do pogo havia urna grade alm da qual pa-
reca haver mysteriosos subterrneos, e que atrs
della brilhava na penumbra urna mesa carregada
de thesouros, c de urna explendida baixella de
prata.
Resolver-se-hiam seus filhos, como hoje se faria,
a tornar a Boynebourg, e procurar esse fosso que
encerrava tanta riqueza, e d'onde podiam provir
para elles tantos gosos terrestres, consideragao,
honras e tudo quanto faz attrahir lisongeiros p-
renles e amigos ?
Kealizaram elles tal projecto ? Procoraram elles
em vao a brecha ; perderam-se sem resultado no deliberado na cmara doconselho, proferiram a sen-
dedalo dessas ruinas sem jamis poderera acertar le"-a se8uinte :
thau. Em casa desle, redigiu a nota circunislan-
ciada, que como o vocabulario do trama. Em
seguida tornou a dedicar-se, em setembro de lS.i.
empreza interrompida; e deu, pela sua letra, o
novo addresse : Mr. Ftowcr, n. 3o, Ttiurla scqiutre,
isto o domicilio |iessoal de Stansfeld ; dirigindo
a seleegao dos intimas, que Grecco devia acceilar
como cmplices; enviando armas, e emfim procu-
rando, por intervengan desseNathau, que j conhe-
ceis, as soinmas destinadas a facilitar a fuga dos
ssassinos depois do attentado.
a
Eis o que importa que saibaes; e que se sai-
ba. A vos perteuce agora, senhores, proclamar
em sentenga solemne a verdade acerca desse cous-
pirador.
Os membros do tribunal, depois de haverem
le. Suas obras ah estn e piulen yn
para datera um solemne de>nx-niKki *
leilicnci.i.
Seria na liUrdade civil o naufraga
las lalvez. Vijaiim-.
O me vem a ser no laconismo il* rfmrwn a
libeniade civil ? t o direit le dipir sna pm-
sa e ile MI l>ens rom loria a srf rraara. da na>
neira a mais ronvcm>-ni>' *> seu t>-iii e-tor. smb
despresar as restrieerH-s das k* lalararo -. tm-
pondenos a profes-or De Mire em
roes Burlamaqne vol. .1 pag. 17. E"i
que em seu tempo nos dizia a jurisprulrar f-
mana : s( ralio ptitilm:
t
com o fosso myslerioso ? Ou antes buscaram es-
quecer essa viso fascinadora, e procurar no seu
irabalho, somente na sua uniao e em urna vida es-
timavel e digna das vistas de Deus, a feliz medio-
cridade que o elemento de urna ventura estavel ?
K' o que nunca se pode dizer, por que elles guar-
daran) o seu segredo : esta ultima presumpgo
est portantj em nosso pensamento. Mas contam
ao viajante nas montanhas de Hesse que durante
as horas passadas pela velha indigente no sorve-
douro fosso de Boynebourg, a joven destas ruinas
appareceu por detras da grade, e passou seu braco
alvo por entre os varoes deixando cahir da sua
mao gellada na da pobre velha alguns graos deonroj
que esta possula; porquanto por um progresso in-
sensivel a casinhola foi engrandecendo, e tornou-
se urna quinta ; muitas geiras de Ierras se reun-
ram ao pequeo campo; eslereuniu-se-lhe depois
um logradouro. em que pastava um rico rebanho,
e a familia, assim consolada, esqueceu seus annos
de provacao no seio de ama laboriosa e modesla
prosperidade.
Mme. Feliuc d'Ayzac.
t Considerando que resulta do processo a prova
de que Mazzini, em 1863, se tornou ru de una
conspirado, que tiuha por fim o attentado contra a
vida do imperador, sendo a conspirago urdida por
difireme pessoas, seguida de um acto eommettdo
ou comegado para preparar a sua exevugo ;
a Considerando, que a culpabilidade do dito
Mazzini resulta principalmente das declaragoes e
conlisses do ru Grecco, e de dous documentos,
O QUE VAE PELO HUNDO.
Sob o titulo A sentrn
tartas e tao mudas corno entao; mas Ignez de Boy-
MMflrg volla ainda a visita-las. De gerago era do Commercio, de Lisboa :
geragao os camponezes do valle a tem vslo sem-1 o MunUtr de 31 insere a sentenga do tribu-
pre reapparecer por ali, ora vagando lentamente na| de assises do Sena, presidido iwr Mr. Carnosa!-
por junto dessas paredes enegree.idas pelo lempo; iusserolles, acerca de Jos Mazzini, julgado jior
ora culada ao p das torres, langando por essas hiiIiiiii 11 como autor da conspiragao de Grecco
campias melancholicos olhares, apoiando sobre a e outr0s italianos.
mao bratira c gelada a cabeca pensativa.
O documento em qnesto ha de produzr bas-
Dizem que nao nemrada.nem santa, que dcixa tante sensagao do outro lado do estreito, per isso
cahir de suas francas raaos mais larga beneficencia Q"H o lord do almiranlado Mr. Slansfeld nelle se
do que a joven de Boynebourg accrescentam que acha seriamente compromettido. Os Torys, que
poucos pobres por ali haver que nao tenham sido pretendan) renovar o ataque ao governo sobre o
mysleriosainente soccorrido no momento do seus mesmo assumpto, ficam habilitados para refnrgr
maiores apertos. Um camponez da encosta vu os argumentos contra a inconveniencia de tolerar
em um rigoroso invern a grande enchente do na administrago um homem, cujas relagoes com
Xerra levar ro a baxo a sua cabana. As aguas o grande conspirador Ihe tram todo o prestigio
que haviam solapado o seu campo, levaram-lhe. oflical.
parte delle, e toda a trra vegetal do pouco que crn mesmo, que o governo francez reclamara
Ihe ficara, lavrada e plantada desa|>pareceu na do gabinete de S. James a expulsao de Mazzini
mesma noute. porm a noticia, pelo eraquanto, nao deve reputar-
Quasi louco de desespero, nao adiando nenhum sc segura.
soccorro nas choupanas da visinhanga, ja experi- .
. '.. .. Os segui ules pormenores do processo sao assaz
mentadas pela pobreza, saluu da aldea, e poz-se a
, t a a a j interessantes. Julgamos oppor uno submette-los a
andar sempre para frente, e quando deu acord de ..... 'r
, n apreciacao dos leitores.
si aehava-se na chaa de Boynebourg sem aperen-1 *
ber-se do como a havia subido. Sentou-se, poz-se O advogado geral Meneillenx Duviynmi, diri-
a scismar, e chorou, pois cstava sem coragem. gindo-se ao tribunal em aediencia de 30, disse :
Depois veiu-lhe a idea de tirar do meio do entu- Senhores, o crime imputado a Mazzini acha-se cons-
Iho algumas pegas de madeira e de vigamento, a- talado; e nao carecemos de fornecer mais provas-
lim de construir um abrigo para si, e comecando Ainda domina neste recinto a impressao das pala-
pos a es'uracarum lauco de parede, eis que logo vras proferidas, ha algumas semanas, pelo vener-
is primeras pancadas do seu bordiio, vu urna vel chefe, de qiwm eramos adjunto ; e conclu-
caxinha chea de ouro desprendor-se dentre as nios agora a tarefa, tao dolorosaraente interrom-
pedras.e vr rolar a seus |>s; e assim aquelle que P'da-
subir Boynebourg sem o menor espolio, e sem | A culpabilidade do ru ausente foi entao de-
esperanga alguma, delle desceu rico e conso- monstrada, assim como a dos rus presentes;
|ad0, .todava til, sobretudo por causa das audaciosas
Outra vez um pastor dos mesmos valles, depoisde flenegagdes, que o ausente mandou inserir nas fo.
litas eslrangeiras, fazer um retrospecto rpido, mas
haver por muito tempo lu-ado contra cora credor, fecumJ m salutares oes. sando dotJireil0i
que nos confere o art. 470 do cdigo do processo
deshumano, viu arrancar-lhe esse homem desalmado
o pouco que possua, quasi todo o seu gado, e a Ierra
que Ihe restava, e depois de tudo haver entregt/e,
fui intimado pelajustiga de Ihe abandonar a rasa.
Na vespera dodiaem que devia execntar-se lalsen-
lenca,elle levou tres cabrinhasque restavam do seu
amigo rebanho, para perto das ruinas de Boyne-
crimiual, repetimos com o lib-*llo aecusatorio : os
attentados anteriores contra a vida do soberano ti-
veratn o mesmo instigador, Mazzini: os criminosos
receberam delle instrueges, dinheiro e armas.
c Quando em 18S1 Tibaldi, e outros Italianos,
i Maeclelan i edigio um relatorio enderegado ao
ministro da guerra, sobre a organisagao do exerc-
to do l'otomac, e sobre as suas companhias da Vir-
ginia e do Maryland. O congresso determinou, que
se iiiipritmssein dez mil exernplares para uso dos
legisladores. Pouco depois, recejando que essa h-
bil exposigo fosse explorada como manifest elei-
toral, determinou que a impressao fosse reduzida a
cinco mil exernplares.
t u tacanho expediente nao fez seno augmen-
tar o prestigio de Maeclelan. Os joroaes apodera-
ram-se dos documentos; e admitliram-os em suas
columnas.
cu, e os estalidos do coriseo se succediara sem lo em 1ati e,la os sacuda o das quaes iiiuilos graos
ntervallo : o castello e a prepria montanha de Bov. de ouro, volutnosos, coinegaiaiu a sabir 1 Sera mais
pebourg vacilavam at em suas raizes. Entao ap- (lar uvido seus lerrotes, aeixou o pequeuo reba-
preceu Guilhermina, paluda, porm resignada; nho>e I""'" a subir muilo depressa s ruiuas
ylrajando moda das castellaas daquelle tempo' para restituir semelhante thesouro. Mas a solido
um jalleco de armtnho sobre urna saia de ali reinava : a relva pelos arredores da fachada
ado, e Cum seus longos cabellos envolvidos em nem ao menos estava pisada, e por mais deligen-
ma redesinha de corddes de ouro. Fez trazer cas que flzesse jamis pode tornar a encontrar a
ara o pateo principal a grande cadeira de espal- bella e paluda rapariga. Os grios de ouro foram
r senhorial eom seu docel esculpido, e com bra- mais que bastantes para elle reconstruir sua rhou-
M uas quatro faces, bodo os degrus do solio, pana, comprar urna pequea herda|e e um nume-
bourg; pois o seu coragao estava aillicto, e a vergo- com|iareciam perante este tribunal, acensados de
nha porque passava da sua indigencia, e o tratamen. conspiragao contra a vida do imperador, tinhanr guerra, que teemtido sua frente.
toquesoffria,oimpelliamparaasoldao.Chegando por cmplice Mazzini. Urna minuciosa invesliga-
suas muralhas ficou admirado ao ver urna rapari- cao mostrou claramente, que Tibaldi organisador
ga de maravilhosa belleza, mas tambem de urna em Paris da conspiragao, formada no estrangeiro, e
pallidez espantosa, sentada ao sol, junto a grande possuidor das armas preparadas para a exeeugao
fachada. Ella havia estendido no chao e junto a do atleutado, nao era mais do que instrumento de
si um panno branco no qual havia urna porgo de Mazzini. Aos insigoificativos pormenores dados a
vagens cheias de graos como elle nunca tinha vis- este respeito pelos rus Grilli e Barlolott, junlava-
to, algumas das quaes comecavam a soabrir aos se a prova, mais decisiva ainda, extrahida da cor-
quentes raios do meio da. Elle approxiraou-se, e respondencia interceptada. Varios escriptos de
abaixando-se, apanhou algumas. I Mazzini, que foram j lidos ante o tribunal, e que
c Que bellas favas I disse elle. reprodujimos agora, continham, em data de 10 oe
Nao recebeu porm resposta alguma; somente a junho, as instrueges precisas e cautelosamente re-
rapariga langou-lne um olhar cheio de boodade digidas, fornecidas a Massarenti e Campanella pelo
mas de urna penetrante tristeza. No mesmo instan- vrl>d!'ro chefe do trama,
te suspeitou elle haver um incidente sobrenatural Mazzini indicava aos conjurados os dous prin-
na approximago deste encontr em tal lugar com cipaes centros de areno; un Pars o domicilio de
esta estranha belleza, esta pallidez e este silencio : Tibaldi, em Londres a casa de James Stansfeld e de
teve pavor c deixando cahir as vagens, fuglo lodo sua mulher, que desigaava assim : James, o amiijo
assombrado, tangendo o rebanho diante de si at da cervejariae Carolina. Resulta va dos doe.uinen-
a proxiuudade das choupanas; porm ao p da tos, que os dous homens ltimamente filiados, en-
moutanha liruu nm de seus sapatos para sacudir o contrariara o dinheiro necessario na residencia de
que elle suppunha ser umseixo, que impedta-lheo Stansfeld ; direcgo e armas na de Tibaldi. Ao
andar. Qual nao foi enlo o seu pasmo ao ver mu- mesmo tempo duas cartas, egualmente intercepta-
das durante o processo, dirigidas a Mazzini, assig- rereou a exploso da indigoacao publica.
nadas Carolina (primeiro norae de madama Sans- cle,-'n -foi "l0^10 de caudura, de legalidad
feld) e trazendo no sobrescripto a marca Walham
Green, bairro onde est situada a cervejaria Stans
feld, continham, alm d pormenores domesti os,
que nao deixavam duvida acerca da sua origem, os
truchos seguintes :
de expedientes, que so servirn para prolongar a ,nonsas; inleiramenie rom a da tftrp
guerra civil. Reeleito, prolongaria aiada mais a so- i^nv ptun, douto leaoMa oaaaate XVI r lugaodacrise. Ihur" escreviu aotn a materia profwU
Em SCgllTda, annuncia sem rebuco, que em 0|,ras conlra a ca|u,n,a, que prurura-*
Mr. Salmn P. Chase se reunem t-lasas qualidades rar ., Hinitrada mntimjm s 'tu..-elle tia
para ser um excedente presidente. Os seus pre-
cedentes sao puros e sem mancha. E' estadista
de rara habilidade, e administrador de priinera or-
dem. As objecces produzidas pelos seus mulos
desenvolvern) m seu favor lal somma de popola-
ridade, que chega a suprehender os seus mais ca-
lorosos admiradores. Diz emfim, que tudo bem
considerado, nao ha diflculdades numerosas a ven-
cer para sesurar-lhe a elevacao a presidencia.
t O manifest em quest leve um resultado,
que os seus redactores nao prevram. Anniquilou
virtualmente um projecto de lei, que se discute na
cmara dos representantes, de>tinado a autorizar o
ministro a vender ouro no mercado, quando julguc
conveniente. As enormes emisses de papel moe-
da fizeram com que os metaes preciosos, que leem E ,., elTt>i| twmtrm anataaM
as suas leis invariaveis, como a agua, que sempre u,.^ dviduaes no circulo em m-
procura o seu nivel, augmentassem em valor ; e devem ellas gvrar. nao consentir .iue n i iimnii
que atui.gissom o premio de 60 por cento, quando duveres dos r?,tal|5,M ,.Illr,. ,j ^ r,rf>T^rta ,m
trocados em notas, fdeploravel esta situagao, rolinll(,s saerili.-i.K para mu.t.*. eiw tendo-se compromeltido Mr. Chase a fazer ba.xar o dt>senvo|va a,nven.enlemeote o prime.ro nrmv*
premio a 2o por cento. \ ^ft (|Ue asse|)U a S(M.ia,,,a^. ri, ,
Os praguentosafllrmam que om.mslro por ve- (im llI1|K,rlanljssjni0 ,,a ,lbertaifc. riv,i.
zes te.n usado da faculdade <|ue do congresso agora A sorjedailt ,,., h;,M, t ^
sollioia, vendendo no mercado alguns niilhoes de m dj|udas -J JJ ^ ^ riltrm^m
dofiars era ouro, provenientes da receita das alfan- 0 i,,rn.......iThmTmi Indi ed.tcm 7Z
degas, no intuito de allenuar o agio. S.-ja como bt.rdade eivj, ,. j^,,
for, e rerto que se julgou necessario invocar a sane-
gao legal para o exercicio de tao importante privi | Assim comoalH civil aaooa imoereser smn
iegio. i a interpretagau mais exarla r. AVI da In naiwjl.
A medida foi apresentada, e os seus defenso-: assim tambem a Hhardmnj civil n"n p4n *rr *-
res allegara que o premio sobre o ouro o resul-! nao a consagracao garantida da liberdanv
lado das abominavets csperulaces dos cambistas e | com que o Creailor dolara a obra prima
dos agiotas ; que esse jogo immoral eanli-palrio- j rreagao. < A lei a ju-iic.i ; di---
tico ; que a depreciagao do papel-moeda traigoei- {t Raslial; e a justiga nao repelle a
ra, porque favorece as vistas do inimigo ; e que to-. lo contraro fortalece-a cprotege a Nm
das as vezes que Mr. Chase tivesse em seu poder E' inegavel a grande cooperario, qms
algum sal lo em ouro proveniente das rasas llscaes, nismo prest.hi para o complemento *b lil i ret et-
alm das qnantias exigidas para pagamento dos ju- { vil. < A soej.ria.le catholira. it aratamV Lav
ros da divida publica, devia ser autorisado a ven- cordaire, a sociedade r.Vvrfira mm*m a mre 4a
de-lo em hasta publica. Accrescentava-se que has- sociedade humana, nlroduzrado a raaami na A
tarla saber-se que Mr. Chase estava armado de se- reilo novo, direit immutavel e tiaiT.-rsal. > arb
en'contradoTein poder'do'utlmo, cscrlptos do pro-1 melhante faculdade, para apavorar os agiotas e prio punho de Mazzini, e que sao : Io, urna nota conservar o premio do ouro em termos razoaveis., do direilo. A mageslosa iransfcirmaco
coinegando por estas palavras Da Parigi a l/m-
dra, a madama Hoselly 58 Middlrton square e
acabando por estas um nano de broadsroud
2o, urna nota nestes termos Mr. Flower, 35, TAtir-
/ Considerando, que o crime, de que Mazzini
reconhecido culpado, est previsto nos arts. 86 e 8n
do cdigo penal ;
Fazendo-lhe applicago dos referidos artigos
condemnam o pena de deportagao, e solidara-
mente as custas do processo com Grecco, Itnpera-
(ori, Trabucco e Scaglioni.

Ainda do mesmo jornal extrahimos o segra-
te artigo, ali publicado sob o titulo A presiden ca
dos Estados-Unidos.
c Nao poupam esforgos os dilferentes candidatos
a presidencia, para se reoommendarem ao suffra-
gio dos eleitores.
t Na cidade principal da repblica, onde o par-
tido democrtico conta tantos adherentes, o actual
presidente dispoe de poucas sympathias. Km com-
pensagao, prepondera o seu nome em rauitos ou-
tros e>tados do norte e do centro, accrescendo para
a recommendacao, a probabilidadedo tritimpho de-
finitivo da causa federal, gragas srondiges que o
marechal de Saxe reputara indspensaveis para
fazer a guerra ; dinheiro, dinheiro e mais di-
nheiro.
A raga anglo-saxonia, que sustenta a uniao,
importa-se pouco com as derrotas experimentadas
no campo de balalha. Se um exerclto destruido,
manda-se outro; e se este anda desappareee, os
milagrosos dollars nao tardara em apremiar um
terceiro.
< As chusmas de Irlandezes, Ademaos, Suecos e
Dinamarquezes, que aportam nos Estados-Unidos,
forneceni numerosos recrutas para as fileiras. Pou-
cos resistem as graliicages, aos bons prets, a
perspectiva do saque. Vio eslrumar com os cada-
veres as colimas da Virginia, os plainos do Ten-
n. ssee, e os pantanos da Carolina do Sul; ou re-
gie?s.im mutilados, impotentes, com a saude para
>euipre arruinada.
Como natural, depois de prolongada campa-
nha, avultam os candidatos militares para a presi-
dencia da repblica.
U pro-consul Joo Francisco Butler, que em
Nova-Orleans se distinguiu por urna serie de selv-
ticas atrocidades, recommendado pelo (jrupo de
puritanos, empenhados em arruinar completamente
os plantadores d sul. Mas as probabilidades em
favor do truculento |ersonagem sao bem diminu-
tas. Todos os que possuem alguma doze de senso
cominuin, rep. tem cora energa o nome que
sy.nbolisa o encarneciinento de todas as ms paw
xes.
t O general Freraont, outro paladino abolicio-
nista, tambera faz mover os seus acolylos em roma-
na eleitoral.
t Rec.iiiunendam os servigos, o desinteresse, a
moderaga'o do predilecto; c sustentam, que possne
a precisa influencia nas provincias do oeste e do
sul, para tornar mais aceitavel a sua elevacao ao
supremo cargo do estado.
Peusou-se no general Grant, neste modesto
guerreiro, que desde o comego da luta, se tem il-
lustrado em cem combate?, sempre vencedor; con-
coirendo mais do que nenhum para desbaratar os
recursos separatistas, para niinguar as fileiras ini-
inigas, para cavar a ruina da causa de Jefferson
Davis. Grant todava engeita formalmente as hon-
ras que Ihe offerecem. Diz que s appetece no fim
da guerra, voltar a pequea villa onde nasceu ; do-
ler o cargo de juiz de paz, e fazer com que aigum
ramal de via frrea vivifique o commercio e a in-
dustria dos habitantes em meio dos quaes viu a luz
e fui educado.
Numerosas sympathias converger em favor
do general Maeclelan. Auezar de haver sido |sto
ao canto, o seu nome provoca sempre os applausos
das turbas quando pronunciado. Os soldados,
quando o veera, nao hesitara em manifestar o maor
jubilo; saudando-ocomo o mais prestigioso cabo de
As objecces contra medida tao exhorbilante na familia, na propriedade e ao e>iad
foram tremendas. Dissese que essa conresso pessas. foi o signal exterior de tao
feita ao ministro da fazenda, propria para realisar feicamt-nto.
collossal fortuna em um instante, era demasiado! "
tentadora mesmo para um carcter honesto ; que Julio Simn o extremoso coripfcen a
o ministro se ornara o despota dos preces, o ar- nao H deixar de rmmherer e nmIVsMr i
hitro dos haveres de cada um ; que a menor indis- naoe mmhti em urna soriedarfe >.* i
cripgao, a menor inferencia faria ganhar milhes e regulada |or um poder a>as *>ne paral
aos seus prenles, amigos, dependentes; accrescen- la e bastante reservado para nao exreaV-te
do alm de tudo, que sendo investido do monopolio E nao foi esta a doutrina da ejreja "mar
de vender ouro, poderia, por erro de calculo ou tidac sustentada pelo enseno w jumln-T
qualquer outra circumstanca, vender mais do que duvida alguma. E >e assim aao r. se a
devia, sendo pouco depois constrangido a ir com- principios que regolam a MWraaV nv
prar o metal precioso, e a receber a lei daquelles i mystilicados e adulterados pems membm i
a quera pretenda irapo-la. | P"1"'1 dc Jesus, que o prnvem o* sen
A commissao de fazenda achou estes argumen- res. A prova cora|*le ao amor, diz a
tos fundados, e propoz a rejeigo do projecto. Logo denria ; ao reu s compete defeaVr *r ; e a
que appareceu o manifest Pomerov, os amigos de sobre o ponto, quen.* nrrupa. aaan tm f
Lincoln, de Freraont, de Maeclelan e de outros can- cessana romo agora. Nada de tamisas
didalos, assustados com o alcance de. urna medida declamagcs, que nenhum valor n*
que pode servir a Mr. Chase para angariar todos nenhum resultado apre>enlam.
os suffragios para a presidencia, nozeram-se em da aecusacao e dever no-kw apreseatar.
campo na cmara dos representantes, e segurarara | A nwJof garanlja ,J(ie liher4lAt ri,,,
cintrar para lomarse rftWtiva a eierref saa na-
tural ascendencia, i o ri-ci.abecim.-nto potir d.
liberdade poltica dos faJamVs i*o inmlaal
mente nos paizes regidos pelo s. .tema ra
faculdade
a maioria para obstar a que semelhante
seja concedida ao ministro da fazenda.
Apczar do seu jesuitismo, Mr. Chase nao lar-
dou em desmascarar-se aos olhos do presidente
Lincoln. Acolhe-o este com sufflciente reserva, e
trata dos negorios de estado medindo cautelosa-
mente as suas palavras. Dotado de niio vulgar
chanternidade, o presidente vae dispondo as cousas
livo. E' esse o sublime eslew de sna for
O agonisanle brado doGsIrario 1.1 a
cnanternidaae, o presiente vae usponao as roo, ,, fJ ljf *!->: *^
para livrar-se do incomniodo rival sera appamniar JJ "Je^' av. '^rr,t 1,X^Lik
grave resenlimento. Consta que tem tdn confe- "
hbil flnancero Mr. R. J. Walker ;
rcncias com o
e que quando despedir o abelhudo secretario das
finangas tratar de desfizer-se egualmente dos mi-
nistros da guerra e da marinha, Stanton e Welles,
cuja n)edioeridade notoria. Assim desemharaga-
do, poder melhor servirse da sua popularidad* e
dos seus expedientes para segurar a eleigao. Por
ultimo, sabe-se que Mr. Chase n larga o rerto
pelo duvidoso. e que desiste da candidatura pre-
sidencia para conservar a pasta.
Os jesnitas, os lazarislas t as irmaas dr caridade
defendidas por si mesmos no tribunal da raza
e da historia.
IV
r.
que os alavara ao carro 4o >aatawne. Era
tempo para que o sol da libeniade, dark>ieil
seus lieneficus infltixo< disipasse as tre> *i hu-
manidad* e arlaras-e o horisoale do sea fatof
verdade nao p.Mlia fazer-se mais esjierar.
Toda a doutrina do calhlirismo jufere i
to resmese era quatro palavras.
palavras que encerrara fe* segredos *
ca profunda :Hannfi atedente r afc marm >
rre. O accordo, que Mazzini jntga imaon rvl en-
tre o principio da autoridade e a Iib>-r4am>, mi prr
l'eilamente definido cassenUdo peto enstno raaV
I ico.
Quando se procura deseobrir os esirnia bre-
que mora r.s povim a poder aquell. s, guando se traa de bem ib- 'criminar as re
lages, que mantera o equilibrio de sna* n-rrac.
duas opiniocs extremas se ofterrem. ama
sentada pelo philoopho deGenebr.i J J
Acompaahemos o Sr. deputado Pedro Luiz era ou|ra Mlsl).nl,da ih-Io panaana <
seus ataques as instituigoes do catholieismo. Mas d(J dl, p,ona|,| 0 ,,riineiro diz : .
:a' .
primeiro
sempre o direilo de mudar suas Hs. aiada i
as inelhores ; |. .ripie se elle quer fazer
mesmo niiigm-m tem o direilo de o
segundo rescindenao, engao
poder necessariamente
tos que tem sob sna acc.'ra ; jormm serla* l-**e
dependente dos subditos, a orden: l-e. sera seria
destruida, os subditos serum o |> ler e ptmrt se-
ria o subdito... Se tlies m "t.jnine. elle cnji mt-
ver defende los di npprrss.i... tora-se ralaaaV
aos olhos de Deus, juiz supremo d"S m e mnr
|iune pelas propria" paitan ejnv
ram.
Nenhum delles. porm. ensir.a a vrdaaz.
Kousseau, diz Raim., c minnra
algumas considerages a respeito dos jesutas
Ser verdade que a doutrina dos jesutas seja
adaptada solapar e abalar o* fundamentos do es-
tado e da egivja ? devora a liberdade, como acn-
selhou o Sr. deputado Pedro Luiz, atira-la, sob
qualquer forma, que appareca, abafa-la nos limbos
de um passado odioso e fazer senlinella s portas
do futuro para que nem um momento, nem um
dia, ella ahi possa anparecer com seus flagellos t
Nao ; falso nteiramenle falso que o jesutas
ensinassem theorias contrarias verdadeira liber-
dade e subversivas da ordein e tranquilidades pu-
blicas. .. Fazendo descangar toda sua sciencia so-
cial uo magnifico consorcio dos deveres dos povos
e dos soberanos, na bella harmona de suas mu-
tuas relagoes, nao era possivel que elles plantas- j para "e'sjriiir"; Mr. de Itonaid .' o benie
sera a confuzo eanarchia no seio da sociedade... I em ^^ |(rnc,)S ,^ deuses tutelares di e
Rem ao contrario elles se apresentavam sempre ireKue s rhamraas ; mas rom rcenoaa praf.r.
disiwstos manter pacifica e raalteravel a ordein ^ os ,niz ,,1^,, nm um ^ ,
publica ameagada pelo desenfreamenlo das mas-, Entretanto Ronald iwdc er j,i.-f,n.adn : Ma-
sas. Portugal nos offerece exemplo dtsso em seus des alaqne< |HH,.m ,,ramies re.ier
annaes. A liberdade indilira, suprema garanta do* prv.-
Odireitoderevoh)gaonaoentravanoquadrode!toma |nai< ou mpniW i^renie*- ede^mnarnr^
seus ensinos ; elles bem sabiam que nada ha mais com mas ou m,.no- aajtrrjai segundo o aman par
fcil de ser sophisticada do que a exacta theona da m,e >So en,.arad-s nsdirriln* qne assisaal a
liberdade. E por sso que tinham o maor cui- k,rano e aos ,H)V0S),. ^^ rem>iem->e 4e nm ea
dado em cncerra-la em suas neeessanas circums- rac,er maji 0|1 ,,.,, (.ronn^j,.,,, p^ ,r.
cri|icoes. Entretanto se cora a liberdade elles se porqU(! ^ considera a transmtala d* o-^rr m -
niosti avara tao reservados, tambem elles nao in- cedade.
sinuavara o despotismo. Se nao sacrlicavara as
garantas do poder nas raaos desenfreadas dc una
falsa liberdade, nao consentan! tambem que esta
se conservasse agrilhnada nos duros ferros do des-
potismo. E esta a grande difilculdade da scien-
cia poltica sempre por elles separada...
Qual o motivo, qual a raz.io porque a liberdade
proscrever o ensino cathoheo pelos jesutas t quaes
sao esses flagellos que tanto temor iuculem no aui-
mo do Sr. deputado ?
E' o que nos cumpre examinar.
O que entende o Sr. deputado Pedro Luiz por li-
berdade ? Naturcza frgil e rodeada d* todas as
imperfeiedes da contingencia, o homem acha-se no
espaco e no tempo ; tudo nelle relativo, ludo nel-
le contingente.
As faculdades de sua alma revestindo-se do
Quando o principe sejnlga imn
tmido pela divinriade e que le sna* mnaa
os poderes de que se acha n vestid* ; a
niio pode respirar, porque nenhum din. u resta
para o povo ; o soliera no absorve ludo em sv*
tiaf, apparere o annaananV : mnita aatornaarv
trario o rorpo social se a. lia idUjouIo aa s*o.-
maxiraas de sua omniimtencia. niio r aa.'aieel mw
os negocios sociaes ra^reitem ri.iiularmraae. a aanv
In menos qoe o novo seja lirrc : a anarraia, a *
turno, conduz ao despniismo d J. gimaa : r y
o desiKitisrao do soberano imnleravel n nmnn-
mn das massas insupioriavel
Ora qual foi a Iheora dos jt-snita* se ara a r
gera do poder ? Ougaraos :
i O sentimcnlo romranm qoe o poder
iminediataraente por Deus, cont aanir da
de sorte que os homens riisiwViu da maltrii.
mam o individuo que t capaz de nm tal
Deus reun* a forma materia danto c
A especulagao particular eraprehendeu outrasl
ediges; e os relatnos acham-se hoje nas mos de mesmo carcter nao podem deixar do ser finitas e
todos. imperfeitas. E a liberdade nao est fra dessa le
i general sempre foi o homem da confianga geral, que domina toda a especie humana,
dos demcratas, bem como dos que repugnam a A sublime concihago do livre arbitrio com a ^
medidas violentas e a ensaos revolucionarios. Os graca um mysteno portentoso : inysteno tanto indlviduu escomido peto povo. Coi
docuineiilos, que com o seu nome, agora correra mais impenetravel por isso que tem par fim a mu- m ass,.a!ada a vontode *?* b-men* de a
coiitbrraarain as esperances dos amigos da ordem. tua nlluencia, que se exercem, as duas maiores rem ,,m MK.pdade, nao e*t e-n snas ra i
Ninguem duvida, que se o processo da eleigao for forcas da natureza. E' cerlo que o hornera li- a e)stenri., e um tal podar ; v> a.|u*lle at hoje seguido, esse general attrahia vie, mas tambem certo que a graga santificante ,ur uma sociedade sera um puVr ue a reja, r
de todos os estados centenas de milhares de vo- obra poderosamente sobre elle ; e entretanto nem -u^rer uma conlradcru As^im n i imrat
los. a liberdade se aniiuila, era a graga perde seu po- h.,mm #hA^ A, roumwT) ^ nm-*- m\
livre em maOntar
massm arfanana-
mi.pl. Kmipadarc
tas vageus introduzidas em seu calgado no momeu-
luiquidade. iao> innumerus erros que ^-..K...-.....,..^... .
Outro ha todava que o revolta,-e ao qual tal- A siia phlosophia nos ens.na que a liberdade 3JJ"J ioSf prmeipai, mas aua*
n
ras, narignr jmi
uvm o aVanannTm na
arimiaistram aerc^a-
rerebide r tVna. fera i
vez nao tarda era dar condigno castigo, retirando- > poder quo tem o homem de obrar ou ndo ebrm,
Ihe de todo a confianga. Nao se trata de general ;
O Drimero em data de 16 de junho, dizia sim do linanceiro Mr. Chase, ministro da fazenda,
lenM o vosso caro e inquieto bilhete por mao de' que por batin de capa nao poupa estratagema para
Mr. Nathau, que m'o entregou pessoalmente. supplantar Liraolu na presidonca. Circu.ustKcio,
O segundo, a 19, comecuva a^sim : Rece- eomeilido, astuto, sagaz, Chase ava.igapare.endo
bi o dinheiro; e James cuTnprir. bem entendido, qie nao. mowi nunca des|ierdiga ensejo favos
as vossa instrueges.., r
raveL
do poder.
segurada sua propria escolha, sera que soja coagi-
do necessariamente por uma causa qualquer.
Ha no homem uma faculdade pela qual elle to-
mando a iniciativa de um acto reflect*, delibera e
obra. Certamente elle obedee ama riic
estrr.nha, as essa causa, que o rative, nao tem a
forca de f ansformandm-o era uma simples machi- BANAMBUCO. i Yi>. u M. F. W. WfU*.-


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