Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10355


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Full Text
;


AHHO XL. llMEfiO 99.
Ptr tres aezes atliautods >$00
Por tres nezes vencidos 68000
0 Porte ao correio por tres mezes. 750
.* II-mI* >
...1 J^J'f**'**-** a"
SABBADO 30 DE ABRIL DE 1864.
Por an adianto.....I9S00O
Porte ao eorreio por nm asno. 3J08e
DIARIO DE PERNAMBUCO.
BNCARREGADOS DA SURSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lomos Rraga; Gear, o Sr. J. Jos d
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SURSCRIPCAO NO SL
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins di Gasparino.
PARTTOA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyaana e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruara'J
Altinho e Garanhans as terjas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, PesqueiraJ
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricurye Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Piuenteiras as quintas feiras.
liba de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao i/i dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE ABRIL.
6 La nova as i! h., 29 m. e 2 s. da m.
13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e 14 s. da t.
21 La cheia as 10 h., 59 m. e 2 s. da t.
29 Quarto ming. as 2 h., 14 m. e 32 s. da m.
PREAMAR DE H0J8.
Primeira as 10 horas e 54 minutos da machia.
Segunda as i I horas e 18 minutos a tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sol at Alagoas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, iul, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos as 8 Vi, 7, 7 y* 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da Urde; de
Jaboatio s 6 /2 da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Henifica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 Vi, 4, 4 /* 4 Vz,
5, 8 V. S V e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 /i da Urde; para Jaboatio s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 /. da tarde; para
Remflcas4daurde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacio: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta* s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tere a sextas ao meio
dia.
Segunda vari do civel: quartas e sabbados a i hora
da Urde.
DIAS DA SEMANA.
25. Segunda. S. Marcos ev. S. Herminio m
20. Ten-a. S. Pedro .le Itatis b.;S. Cl*>e. m.
27. Qu.irla. S. Tertuliano b.; S. Turvl-toarr
H. Quinta. S. Vital m.; Ss. Agapio e Ararlo i
29. Sexta. S. Pedro m.; S. Tertulia v. m.
30. S.il.l,.1,1,,. S. Calharina de Suu v.
1. Domingo. Ss. Ptlippt e Thiago apes.
ASSIGNA-SI
[no Recife, em a linaria da praca da i
Ins. 6 e 8, dos proprietarios Manoel
Faria k Fimo. __________
PARTE OFFIGAL.
o portador guardando o cheque por muito tempo me dirigi, sol n. 742, e data de 22 do corrente,
corre o risco de fallir o banco. declarando-lhe que tenho resolvidb remetter ao
Nestes termos o saccador tem o direito de que juiz de direilo da comarca de Cabrob, urna am- como ver essa cmara da informacao junta por
o seu cheque seja apresenUdo dentro do referido bulancia sorlida dos medicamentos necessarios copia que a semelhante respeito ministrou o ins-
prazo, ainda que o portador o entregue ao scu han- para tratamenio do cholera, afim de que elle este-1 pector da thesouraria provincial,
queiro para aprcsenta-lo, ou o faca circular por dif- ja habilitado para mandar acudir com presteza s Quanto a lotera a que allude se providenciar
ferentes maos. ( Wilson cit.) pessoas indigentes que forem acommettdas dosse j oportunamente acerca de sua extraccao.
O cdigo do commercio de Portugal, art. 432, mal, se porinfelicidade maniestar-se naquella co- __
'"'"'''' Despachos do dia 27 de abril dt 1864
que foi presente a Sua Magestade o Imperador o em tempo til, perde o direito contra o passador, Para a conduccao dessa ambulancia, que deve | fl
oflicio da dita presidencia de 19 de dezembro do mas para islo exige como condicao essencial, o que seguir para a provincia das Alagoas a ser entre-! Frnesto Antonio rtaSnvQiintii.fr.rmo a ir rr
anno passado n. 124, acompanhado do requerimen-' nao faz a lei da 22 de agosto, que o passador pro- gue ao delegado de Tacaratu, para enviar a seu nsoector da s^le do .mrtn
te em que os negociantes Tasso Irmaos e ontros, ve que nos prazos marcados tinha em deposito ou destino, faz-se nocessario que V. Exc. mande de-1 jos Maria de Albiiouerque Maranhao.Nesta
procurador Uiogo Jos da Costa era 29 de setem- Ahrends e J. A. Methvun, de l'ortsmoulh, A pri-
) anno passadoe 14 de Janeiro do corrente,! meira era para a compra da empresa pela quantia
-' de 45,000'libras sterlinas ou vintc e cinco mil
mivisti;kio ia hzi;\ia.
KXI-KDIE.NTE DO DIA 20 DE KEVEHEIHO DE 1864.
A' presidencia de Pernamhuco, commuuicando declara que o portador que nao aprsenla o cheque
I
Haio. Luiz Jos de Mallos e Francisco ilasin
Cruz Teixeira. A subscripro para este base est-
vou-se a 1,600:0005.
res ior accao, receaendo o proponente tudo
quanto perlencesse companhia; a segunda para
o arrendamento da fabrica do gaz por espaco de 8
annos, mediante a quantia de 12:0005- por anno,
mas recebendo o proponente um omts de 3 /-> no a qualidade de commissario regio -'>ra erereder
as na capital do dito distrirto. o Sr. Januari
Terminou no dia 2t do passailo o |innem de
vndicancia sobre as ultimas e la decantada* iiei-
(oes muniripaes do dislrieto de Villa-Real, a fur
primeiro anno para o auxiliar com algumas obras na capital do dito -l de melhoramentos mais urgentes ; ea tereeira para de Almeida, governador civil do damelo Bra-
o arrendamento por seis annos, dando o Sr. Meth- ga, e cujo governo j reassumio.
ven 12:0005 no primeiro anno c augmentando at
(indar em 20:0005, tomando o arrendatario a seu
forem pagos nem protesudos: e o mesmo augusto algum, e o mesmo quanio apresentado em tempo delegado de Tacaratu' que faga seguir com brevi
lendosenhor, ouvidoaseccao de fazenda do conselho til nao satisfeito pelo banqueiro. ( Art. 434. ) dade seu destino a ambulancia de que se trata,
de estado, e conformando-se com o seu parecer,' Os commentadores observam que em qualquer Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
liouve por bem declarar, por sua imperial resolu- dos casos do art. 434, nao satisfeito o cheque pelo Em vista da conla junu em duplcala, que me foi
cao de 13 do corrente, que, sendo taos questdes da banqneiro, por que nao qniz paga-lo, ou por que remeliida com o oflicio do director das obras mili-;
competencia do poder judiciario, nao pertcnce ao falli, o portador nao carece de protesta-lo para re- tajes de 19 do corralo, sob n. 33, e no caso de
governo dar a luterpretacao que aquelles negocian- salvar seus direilos contra o passador. nao haver inconveniente, mande pagar a Rufino
tes solicilao, Unto mais porque elle nao nem p- O cdigo da Hollanda e aquelle que eontm Manoel da Cruz Cousseiro a quanlia de 129*651
de ser assessor dos particulares. doutrina mais anloga a da lei de 22 de agosto de rs., a que se julga com direito por haver feito, em
Mesoluco e consulta a que se refere o aviso supra. 1860. ( Vid. A. de S. Joseph, Concordance des Co- virlude de autorisacao da presidencia, concertos e
Senhor.Mandou Vossa MagesUde Imperial des de Commerce.) substiluIcSes de es'tivas na cavallarice da compa-
que a seccao de fazenda do conselho de estado ; Aquelle que primitivamente emitlio o effeito nhia xa de cavallaria desla provincia, segundo
'onsulle com seu parecer sobre o objecto do oflicio sobre banqueiro ou outro effeito ae portador paga- se evidencia da citada conu. Communicou-se
. 124 da presidencia da provincia dcPernambu- yel por um terceiro, sob a forma de um mandato, ao director das obras miliUres.
co de 19 de dezembro do anno passado, a que acom- responsavel pelo pagamento ao portador durante Dito ao mesmo. Communico V. S. para seu !
panha o requerimento no qual Tasso Irmaos e ou- 10 dias contados da data, nao comprehendendo-se conhecimento que se acham anojados e impedidos '
tros negociantes da praca daquella provincia pedem esU no termo. ( Art. 222.) ( Convm notar que deexercerem as respectivas funccSes o coronel CORRESPOtf DE5TCIA.S
provedor -.
cordia. pela assembla geral, e ficou a direccao revestida
Joao Anasucio Camello Pessoa.Dirija-so a the- dos poderes necessarios para levar a efleito o con-
souraria provincial. ,rat0 respectivo, o qual j se acha reduzido a es-
Jos Moreira da Silva.Conceda, pagos os direi-1 criptura publica.
tos nacionaes.
Manoel Theodorio Marques.Informo o Sr. co-
ronel recrulador.
Tiburtino Pinto de Almeida Jnior.Expe^a-se
ordem no sentido que requer o supplicante.
O mesmo.Entre-se mediante recibo.
EXTERIOR
HO lI A
rio ik pi:rvvjiko.
PORTO.
solucao a duvida que apresentam acerca da res- este prazo se acha declarado ser de 2 dias no Com-; recrulador Francisco Joaquim Perira Lobo, e o
.pousabilidade dos recibos ou mndalos ao portador mercial Law de Leone Levi, pag. 56.) i promotor publico dcsta comarca, bacharel Fran-
do jue tratam a lei n. 1,083 de 22 de agosto e A responsabilidade daquelle que primitiva- '< cisco Leopoldino de Gusmo Lobo, como me parti-
quaudo, apresenlados no prazo de tres das, nao provando que durante o prazo indicado no artigo Dito ao mesmo. Informe V. S. acerca do que de aenl de inin.
orem pagos nem protestados. precedente fez provisao para a importancia do ef- pede Jo3o Baptista da Luz no incluso requer- O.projecto para a liberdade de commercio de vi-
0 conselheiro procurador fiscal do thesouro que feito em poder da pessoa sobre quem foi elle sac- ment. | nhos do Douro, lem na presente sessao legislativa
foi ouvdo sobre o ohjecto do requerimento, expz cado, e ah deixou-a msposicao do porUdor (art. I -Oito ao inspector da thesouraria provincial.- continuado a ser assumpo para largos arrazoados
o seu parecer do modo seguinte : 223. ) Autoriso V. a, de conformidade com o parecer da an,B*. da ?rdem do dia- nao obstante a queslao es-
A lei de 22 de agosto de 1860 no art. 10 Parece, pois, que no silencio da lei de 22 de contadura dessa thesouraria, dada cerca|do re-'tr discutida ale a saciedade.
eve por lim regular a emisso dos bilhetesao por- agosto de 1860, sobre a responsabilidade do passa- querimento de Joao Anastacio Camello Pessoa Ju- turnadas ultimas sessoes o Sr. depuudo bou-
ador. dor do cheque, no caso da apresenUco do mesmo nior, sobre que versa a sua informarlo de 23 do ve,a Ozorio, slrenuo professor da liberdade de com-
No interesse da liquidarse dos pagamentos cheque em tempo til e falla de pagamento pelo corrente, n. 153, a mandar restituir ao supplicante memo de vinhos, apresenlou alguns dados esta-
commerciaes, segundo o esiylo de outras pracas, banqueiro e pelo p.issador,d,eve ella regular-se pelo smente a quanlia de 1365127 rs., proveniente de tisticos pelos quaes provou que os nossos vinhos
permillio ahi os recibos e mandatos ao portador que se acha disposto no cdigo do commercio a res- juros qee pagou, a contar de 12*de setembrode entravam no consumo nglez, no principio deste
(cheques) passados por banqueiros e commercian- peilo da responsabilidade do saccador das letras 1860 al 11 de Janeiro de 1862 de urna letra na i seculo, na razo de 79,90 por cento, os francezes
, tes de urna praca, para serem pagos na mesma de cambio e da Ierra, e por Unto : importancia de 1-8375500 rs que devia a essa M>." Pr cenl. os hespanhes 19,43 por centone
praca, em virtude de conus correntes, comtanto l. Que em ul hypothese, se o portador nter- thesouraria como arrematante que foi do imposto I boje apesar da proteceo, cnlram apenas i
que ^ejam de quantia superior a 505000. puzer o comjietente protesto no prazo legal, con- de 25500 sobre cabeca de gado vaceum consum-
Taes recibos e mandatos deveriam ser apre- servar todos os seus direitos contra o passador do do no municipio de Pao d'Alho.
sentados no prazo de 3 dias, contados da respecti- mndalo ou cheque. i Dito ao mesmo. Restiluo V. S. corapeiente-
va dau, sob peua de perder o portador o direito 2. Que, na mesma hvpothese, deixando o por- mente legalisada a conta da despeza na importan- tivai sera resolv"
regressivo contra o passador. (Lei de 22 de agos- tador de inlerpor o protesto, perder os seus direi- ca de 535200 rs feita com o sustento dos presos niio perlencemos a esse numero de crente* por
to, art. cu.; reg. de 17 de novembro de 1860. los contra o passador, se este provar que no prazo pobres da cadeia'de Olinda nos mezes de novem-'uroa r":,o mit0 simples o estarem prximas as
t O fin do art. 1 jj 10 da lei ciuda que os legal tinha sufBcionte provisao de fundos em poder bro e dezembro do anno prximo passado, afim de elecdes para deputados, e o governo nao querer
cheques nao se conservera na circulado por mais da pessoa, sebre quem foi saneado o mandato ou que mande pagar essa quantia a Francisco Lud-! descontar nem os defensores da anachronica legis-
de tres dias; tudo quanto fr alm deste pensa- cheque,
ment, claramente expresso no paragrapho, um
abuso que eve ser reprimido.
t No caso de falla de apresenlagao do cheque ao
banqueiro no prazo marcado, a perda do direito re-
gressivo contra o passador esl positivamente com-
iiuada uesse paragrapho.
t Gomo, porm, a le nessa dsposicao guarda si-
lencio sobre ocaso de falta de apresentacaodo ehe-
que ao passador, quando o banqueiro o nao pague
no prazo til, pergunla-se como deve proceder o
portador em taes circunstancias, e qual a exten-
so da responsabilidade do passador.
A respeilo do projectado banco Del-Credere tem
havido grande desintelligencia entre os subscripto-:
res, devida aos influentes deste banco terem assu-
mido a si una preponderancia que razo alguma
justifica.
E' o caso. Emuma reunio particular de alguns,
poneos, subscriptores do dito banco foi nomeada
urna commissao que denominaran! commissao ins-
ultadora.
Esta commissao, que composta das Srs. viscon-
de Lagoaca, presidente ; Benjamim Manoel Colho
Guimaraes e Joao Baptista de Castro, secretarios ;
Domingos Manoel Barbosa Brando e Agostinho
Francisco Velho, adjuntos, servindo o primeiro de
thesoureiro, annunciou no* jornaes que tinha feilo
corte de 43 % em todas as subscripgoes que exce-
diam a 19 aeces; que de 18 acetes at 10 inclu-
O governo continua a vir-se embararaOo *a **-
trunucan das acedes para o banco nypottieeari.
As 3,000 que elle desiinou para 05 snMchpmo-
do banco hypothecaro pranisado |Ha A*4oriar.V
Industrial Portuensc. dea lugar a que no Ota V
do mez lindo se rcunissem na rasa da Mm
subscriptores do mallograd banco Porxmtmne
requerer ao governo para -rem cnnlea^UOt*
maior numero de acedes. A renreseMaria ja
o seo destino.
Alguns jornaes desla hule publwaram a ailn-
rue.in que a commissao do Gabinete Portagan 4*
Leilura, em Pernambuco, dirigi ao Sr. Jow -
rique Ferreira, uliimainente Domeaiecaanl gml
de Portugal na corte do Kk de Janeiro, or
ci do Porto fez a transcripro deste dorua
Diario de Pernambuco. copiando lamba
com que a digna redaero do Iharn o \
si ve ficavam rednzidos a 10, e quede 9 para baixo certa consideraban.
A companhia de seguros Seguranza desU i
de, vai reformar o sen estatuto. Serve de ham a
esta reforma urna proposU da direccao em m se
propoe a crea^ao d'um fundo supplemeniar d can
contos de ris para salisfazer a qualjuer
que a companhia tcnba de pagar, evitando (
modo as entradas, por empre-stimo, que se
aos accionistas quando occorriam prej
na razao
de'23,08, os francezes'na de 19,72 os hespanhes
na de 42,83.
Na quem acredite que na actual sessao legisla-
tiva, ser resolvida esta velhissima questo. Nos
I gero Nunes Vianna, conforme se ordenou em olfi- [P do u""r. nem os aue a combatem. Em am-
bos os campos tem o governo muitos amigos que
Ib" .preciso conservar n'um > engao de alma le
Sendo o cheque apresentado no prazo til, mas sob pena de perder o direito regressivo contra o
nao pago pelo banqueiro, os interesses do portador passador ; mas a respeilo dos que saiisfizessein a
acotiselhain que iminediaUmenle se apre.seute ao este preceito, nenhuma alteracao fez as regras es-
passador, e todos os principios assim o exigem.
Protesto nao carece interpor-se peraute o ban-
yueiro, nem o commercio poderia tolerar sementan-
te providencia.
t A recusa de pagamento da parle do passador
preciso que seja trovada ou por protesto ou por
jualquer outro modo que faga fe, como diz o 5o
a respeito das notas do banco. O protesto parece
e meio mais regular.
Fallando do billct au porteur, assim se expri-
me Dolloz. v. b. Effets de Commerce:
t AtlenU, porm, a importancia do assumpto, Icio de 5 de margo ultimo.Communicou-se ao Dr.
parece-me conveniente ouvir-se a Ilustrada seccao | chefe de polica,
de fazenda do conselho de estado. Dito ao commandante superior da guarda naci-
DlrCl l'M m > rtvl de cootouoio^o, 1 A /la j-moir. mal do OlluOa o Igual assu'.---- Mw*# V. *i%m _
de 1864.Arias. do balalhao n. 10 de infamara da guarda naci- f3^^".^^^^"^';
A dsposicao do art. 1." % 10 da lei de 22 de agos- nal do municipio de Iguarassu', e aggregar ao de '
to de 1860 leve por fim eviur que os cheques, ou n. 9 da mesma arma do termo de Olinda o tenenle-
mandalos ao portador, corressem de mao em mao, coronel Hemeterio Jos Velloso da Silveira, que
fazendoas vezes de moeda, e augmentassem assim transferio a sua residencia para o ultimo desses
a emisso do papel fiduciario, cujos limites eram municipios.
fixados por aquella lei ; e por isso determinou que Fica assim respondido o seu oflicio de 20 do cor-
o portador os apresenusse no prazo de tres dias, rente.
Dito ao commandante superior da guarda naci-.
nal de Nazareth. -Ao alferes da seccao de reserva a. I}ar.ra u0 '
da guarda nacional desse municipio'Jos Maria de'l
nao havia corte algum.
Pelo mesmo annuncio convidaram-se os subs-
criptores a ratificar as suas assignaturas nos dias
5 e 9 do corrente, entrando com 15 por cada aceao,
e devendo nessa occasio autorisar a dita commis-
sao a solllcitar do governo a approvacao dos esta-
tutos e a aceitar
eain razoaveis.
m
dar ti
Est nomeada urna commissao para
parecer acerca da referida proposta.
No dia 29 de marco. anniver*ario de Mm
grandes cataslrophes, a da ponte das bares sa-
ln' o rio Douro em 1809, por orraio da
quaesquer ateracoes que pare- do exercito francez n'esia cidade, e a do
de vapor Porto na barra do Doaro I
Alguns dos subscriptores satisfizeram ao que se os eostnmados snrTragios na rapella da ir
ordenava no annuncio, porm outros reagiram ef- de S. Jos das Taipas e na S eathedral.
fectuando no dia 6, na casa da bolsa, urna reunio Sjhio da igreja pamehial da Vietoria, ao dia da
a que presidio o Sr. visconde de Castro Silvano annunciaco de Nossa Senhora. a praensn da
nella se resolveu que se nomeasse urna commissao Senhora dos Prazeres, que seno fazia desde
para se entender com os cavalleiros encarregados
da organisaeo do banco, e que no entreunto se
lavrasse um protesto contra lodos os actos pratica-
des pela commissao insultadora.
A este proceder dos subscriptores dissidentes res-
pondeu no dia seguinte a commissao insUlladora
com a declaracao de que no dia 9 do corrente lin-
dara imprelenvelmenle a ratificago das assigna-
turas.
doefeego at passado o acto eleiloral Mais tar- ibreTarVa ma7ema7eraprego^de ckpTttlT sane d
ue rremos aue o actual ministro das obras publ- rnn. ,, ,.:, M(.nj niAa aciiiwtvrimpntn^
leTcto e Trrmmrrx, OT u.^ asah^T at agora seguida pelos esUDeitcimentos
litua fara passar alguma lei de mnsie^o e^uTT0 aI|ian des,a c,J"de- ">mo i"**-"* Mn
systemas de prolecgao e liberdade.
Com respeilo a esta questo, o deputado por es-; ,tu| primilivaiente era' te-banco Del-Cre-
ta cidade, o Sr. Faria Guimaraes, apresenlou em rf(T,# e ag0^a )|ie augrneniaram e-Fomento Nacio-
nal, eremos que satisfar a rauilas necessidades dos
A procisso levava o andor cora a n
Senhora, e a irmandade ia numerosa. As roas da
transito eslavam gallardamente adornada*.
Trala-se da ereeeo de um moouoeol. m
memoria do duque da Terreira. Para i
velo expressamenlc a esla cidade o Sr. Dr.
dos Santos Pereira Jardim, lente ra
faculdade de philosophia na universidad* de Caan
lira, e que servio no antigo regiment da vaaaoSa-
rios da rainha.
Ni roi.nn nnp nromoveii o Sr. Dr. Jardini ao-
iHCOU-s,: urna commissao provisoria para *
cousas para no dia 16 de maio, aaoiversario da ka-
Seanova associacao de capilaesnao_menlir ao, ,a|na da Asseifeira> naver uma Temiio 4.^
nomear-se a commissao definitiva para tratar do
O projecto de esUtulos, como o pedia a organisa-
eo de novos eslabelecimeutos bancaros no Porto,
uma das ultimas sessoes da cmara electiva uma
representarlo de oitenta e tres negociantes portu-
guezes do Rio de Janeiro, pedindo que se permuta
industriaes e agricultores.
Segundo o projoclo de esUtutos, o fim principal
labelecidas no cdigo commercial para resalvar Albuquerque Maranhao, mande V. S. passar a guia
esse direito. de que trata o art. 45 do decreto n. 1130 de 12 de
Se nossa legslae.ao commercial omissa sobre marco de 1853, visto que transferio a sua resi-
esto materia, niio se deve allribui-la le de 22 de dencia para o municipio do Recife, como consta de
agosto ; nao foi ella que creou os mandatos ao por- sua informacao de 16 do corrente.
tador : esta especie de ttulos commerciaes era j Dito ao capitao do porto. Faco apresentar V.
conhecida entre nos ; delles se fazia extenso uso s. o recrula de marinha Manoel Rodrigues de
antes de decretar-se aquella lei; e as quest5es que Souzq, afim de que Ihe de o conveniente destino,
agora se podem mover a respeito dos mandatos depois de inspeccionado. Communicou-se ao Dr.
apresentados e nao pagos no prazo de tres dias, no- chefe d
a exportacao do vinho de qualquer procedencia pe- do novo banco 'garantir letras e papis semelhan-
toi mais um referen para a ,es promover e auxiliar empresas agrcolas, fa-
bris e commerciaes, e todas aquellas de que possa
Todos os annos por este tempo se agita a questo
dos eereaes, pela falta de uma lei permanente que
regule este commercio.
Gestado aclual inconvienlissimo tanto para o
commercio como para a agricultura.
O preco elevado a que lem chegado nos merca-
dos do norte o milho, que como sabido, o pao
do povo nesta parte do paiz, deu lugar a que no
dia 28 do mez passado, ao meio dia, em Villa No-
va de Gaya, se dirigisse um numeroso grupo de
to "ao0 commandante do corpo de polica.- operarios adm iracao do crac
Le billct an porteur na pas besotn d'lre pro- que nao estavam sujeitos mesma restric^o. j Mande V. S. eliminar do corpo sb seu comman- va* a elrei e Pedindo que se solicitaste do SoveJ"no
test pour refus de payemem. Cependant s'il s'a- A seccao de fazenda, porm, julga que o cdigo do o soldado Antonio Francisco II, e entrega-lo ao a llvre admissao de eereaes cslrangeiros, e que,
gissait d'un m(in de levar un prott aliu d'viter les exceplions gressvo do portador dos ttulos de que se trata nicipio do Recife, afim de cumprir o contrato que! V|0S (lue esla0 n.es'e Pr, com mi'n0 J ,r'K' e c""
frr nar-, sorvir mnM ., kafUAi rt-m. J"* cert;aes se ,inl'ara ltimamente descarregado
que le souseripteur pourrait fare valoir dans le contra o passador.
cas u il aurait fait les fonds etiez le mandatai-
t re, et o tout recours contre ce dernier serait
. devenu illusoire ou iiU|K>ssible. >
t Por outro lado, a respeilo dos cheques devem
proceder as regias estabelecidas pelo cdigo do
.commercio sobre as letras de cambio e oulras, na
parte que fr applicavel.
O art. 427 concebido assim :
Tudo quanto neste titulo fica estabelecido
fez para servir como corneta no 6o batalhao de in
fantaria da mesma guarda nacional, segundo de
a clarou o predito commandante superior em offtcio
1 jo:
para serem arejados em um armazem da dita villa.
Logo que leve noticia deste acontecimeoto, o Sr.
secreurio geral, servindo de governador civil, foi
a Villa Nova, e conseguio pelos meios persuasivos
acalmar os nimos irnudos, para o que umbetn
muito concorreu o ter-se cmara municipal reu-
nido pressa, em vereacao extraordinaria, e pro
respeito das letras de cambio servir igualmente de de 19 do corrente. Communicou-se ao comman-
regra para as letras da ierra, para as notas pro-, danto superior da guarda nacional do Recife.
missorias e para os crditos mercantis, tanto quan-: Dito ao inspector do arsenal de marinha.Re-
to possa ser applicavel. | commendo V. S. que mande apremptar com ur-
E ninguem dir que os mandatos a ordem nao gencia e entregar ao administrador do correio os,
A cheque is, in general, subject to the rules cstao comprehendidos na expressao genrica credi- objectos mencionados no incluso pedido, apresen- melter levar a0 conhecimento uo govtrno a jusw
whicli reglate the reglhs and habilities of to tos mercantis, o que a estes mandatos nao possa e tando-me a conta da respectiva despeza para ser I f encao_ao
bil- O exchange. (Smilh, Wilson'Legal Han- mesmo nao deva ser applicada dsposicao do art. indemnisado.
dg liooks, pag 76. Cabinet Lawyer de 1863, pag 376 do referido cdigo. Dito ao
361/ Pensando, pois, com o conselheiro procurador fis- do contedo ui ne. 1
A delinicao mesmo queda Leone Levi as cal do thesouro, que o portador do cheque apre-. do corrente, sob 0. 100, tenho a dizer em resposta L i>0 \ ao correo.le. auunuo-st a iiiumupauua
sentado no prazo de tres dias, e cujo pagamento que o empreiteiro da estrada de Nazareth, apesar I ^X^ I^^J^^!^*^
Ihe foi recusado, deve faze-lo protestar antes de er- 3e nao ter concluido o emparamento do 2 e 8 JSif^rtrSsa 12 ncoTdo n unicipJ e
minado o mesmo prazo, para resalvar seu direilo Uncos daquella estrada no verao que succedeu ao! dar ntX'" a, aCercaP da escacez do -
regressivo contra o passador; julga, todava, a sec- recebimento provisorio dos mesmos, como Ihe fora P^am Prov'dencias acerca da esCacez c
cao de fazenda que, sendo Ues questoes da com- indicado n.o prejudicou o interesse publico, e an-
petencia do poder judicUrio, nao pertcnce ao go- ies contribuio para que aquelle trabalho comple-
monumento, que, a realisar-se, ser por meio Je
subscripcao.
A imprensa peridica nrmense foi aufiatadi
com mais um novo jornal denominado Citrrri o>
Portugal. E' poltico e alie doas vetes por se-
mana.
Offerece aos assignanlcs de fra de barreiras *
volme de mais de 300 pagina, e aos da rida facultativo gratoiloj
E' novo, entre nos, o ultimo lestes oslereei-
mentos.
A manifesla^o foi pacifica, tornando-se por isso
- infantariaque
director das obras publicas.-Inteirado I df"f^"r* i^'1* SS'lu" SS"81
lo do oflicio que Vmc. me dirigi em 15 hav marchado para o loca da reun, a
o s..t.,. inr.1 i-nhn 4 ar m r.^t, i A do corrente, achando_-se a munict
leis commerciaes inglezas, comparadas com
ns de outras nacoes, approva esta coneluso :
A clieque, diz elle, is a bil of exchage-addressed
t to a banker and payable to a cerlaiu person or
bearer.
Portanto, o portador do cheque que nao o pro
passador, dentro do prazo marcado na le, deve
correr o risco e soffrer as consequencias do seu
acto e das circunstancias.
A responsabilidade do passador, na forma dos
arts. 366 e 369 do cdigo do commercio, cessa des-
de que provar que na poca do veucimento tinha
suficiente provisao de fundos em poder daquelle
sobre quem ti ver sido sacado o cheque.
c Poroulra, a responsabilidade do passador sub-
siste, embora nao haja protesto ; mas provando
que tinha suflicieui: provisao de fundos na forma
do art 368 em poder do sacado, nao ser respon-
savel pelo cheque. ...
A responsabilidade do passador nao (: pois
indfiuida, a responsabilidad-; do sacador, nos
termos do cdigo commercial.
f No caso de falta de apresenlacao nos tres dias
ao banqueiro, ha perda de direilo regressivo, te-
nha ou na feilo provisao o sacador ; dsposicao
citam, tanto mais por que elle nao nem pode ser
assessor de particulares.
Vossa magestade imperial, porm, resolver
que julgar mais acertado.
Sala das conferencias, 10 de fevereiro de 1864.
Visconde de Itaborahg.Mrquez de brante*.
Candido Baptista de ltveira.
HESOLUCXO.
Como parece. -Paco, em 13 de fevereiro de 1864.
Com a rubrica de sua magestade o imperador.
Jos Pedro ias de Carvalho.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 27 de abril de 1861.
teste logo que Ihe fr recusado o pagamento pelo verno dar ainterpretaco que os suplicantes soli-1 mentar do seu contrato offerecesse maior seguran-
za pela mais completa consolidacao do terreno e
pelo espacamento do empenhe, a que se sujeitou de
o j conserva a estrada, que alias se presta va ao tran-
site publico.
Atlendendo que do oflicio da presidencia, de 25
de junho de 1860 se infere nao ser prorogavel o
praso marrado por essa directora, e sim poder ser
excedido, conforme fosse mais conveniente :
Altendendo finalmente, que essa mesma directo-
ra pareceu convir em que aquelle empedramento
se addiasse alm do praso estipulado, visto nao ha-
ver opportunamente feito nenhuma reclamacao no
sentido de apressar a execucao dessa obra :
Autoriso Vmc. a lavrar o termo de recebimento
' deliuitivo dos mencionados Uncos, e a passar ao
empreiteiro o respectivo certificado sem nenhuma
\ resiricr-j nao obstante o excesso do praso; uma
Oflicio ao Exm. bispo diocesano Para satisfa- i vez que estejam ellos execuudos nos termos do
esta que constitue uma excepcao do direito com- zer a deliberacao da assembla legislativa provin- contrato.Remetteu-se por copia thesouraria
rnum do art. 381 do cdigo. A lei pune o porta- cial, faz-se necessaro que V. Exc. Rvma. informe provincial.
dor que pretende conservar o cheque em circula- acerca do incluso projecto n. 79 deste anno. Dito ao mesmo.Pelo oflicio que Vmc. me diri-
cao por mais lempo. I Dito ao brigadelro commandante das armas. gio em 25 do corrente, sob n. 115 liquei inteirado
No caso de apresenlacao ao banqueiro e falu Em deferimento ao requerimento que devolvo do de se haver dado principio ao atierro que se torna
de pagamento, o cheque deve reverter logo ao pas- soldado do 2 batalhao de infamara Joo Alexan-1 nocessario junto ao passadico que liga o bairro de
sador e assim proceder o portador, que nao fr dre de Souza, sobre que versa a sua informarn n. Santo Antonio ao do Recife a fim de nao ser o tran-
oe"ligenle. i 765, de 26 do corrente, autoriso V. Exc. a mandar silo publico interrompido em consequencia das
Se o portador, nao pagando o passador, inter- dar-lhei baixa aceitando o paisano Joao Thomaz | aguas pluviaes que ficara all eslagnadas e bem
ouzer o protesto, conservar lodos os seus direitos da Hora, que elle offerece para acabar o tempo assim que esse atierro foi oreado em 1005000.
contra o mesmo passador, tenha este feito ou nao complementar deservico, visto estar as condiroes j Dito ao juiz de direito do Bonito.Para cumpri-
urovisao de fundos nos termos do arl. 3C8 (cod. do regulamento de 28 de setembro de 1859, segn-! memo de deliberacao da assembla legislativa pro-
do cemm arl. 367) o que de inteira justica. do V. Exc. declarou em dita informacao. | vincial, informe Vmc. com urgencia sobre o que
Deixando de inlerpor o protesto Ucar o por-. Dito ao mesmo. -Queira V. Exc. dar as suas or- pede no incluso requerimento o escrivao do crime
tador suieilo s consequencias do seu acto e ne- dens para que diariamente se aprsente ao subde- j e civil e 2o Ubelliao de notas dessa comarca Joao
clicencia, e o passador ser responsavel smente legado "do curato da S, afim de servir-lhe de orde-! Gmez da Silva. .,..,., _
mando nao liver feito provisao de fundos nos ter- nanea, um soldado do 4; batalhao de artigara a Ditaa cmara municipal de Olmda.-Para cum-
mL .1,1 art 368 ( cod do comm art 369 2." par- p, como requistou o chefe de polica em oflicio de pnmento de deliberacao da assembla legislativa
1U1* n Vw A menos insto 26 do corrente. Communicou-se ao Dr. chefe de provincial.informe a cmara municipal da cidade de
A legisla Se*5 angelas no fornecem mui- policia. ;:- Olinda com urgencia acercado.que pedem no incluso
ia!* nri a derisL h duvida 1 Ditoae mesmo. Sirva-se V. Exc. de informar requerimento osherdeirosdouadoManoel Luis da
^"flng^ M^'h Dias, no incluso re- tfK ammmaAf]. ..
tra de cambio, deve ser apresentado dentro de um querimento. Dito a cmara municipal do Bom-Conselho.-
liazo Oave, o qual selaleadc geralaiente ser o: Dito ao mesmo.- Queira V. Exc mandar apre- Resppndendo ao oDtao que me dirigi a cmara
aiaeguinte enisso I senUr ao Dr. chefe de polica hoje a horas do ex- municipal da Villa do Bom-Conselho, em 30 de
o que se qtier der conj islo nao que o sac- podiente, 12 pracas de pret, commandadas por um
cador fique exonerado por falla de apresenlacao inferior, para escoltaren 5 criminosos que vao res-
deotio do mencioaado prazo, reas qne se elle qt ponder ao jury no termo de Garanhuns.Gommu-
arejudlcdo pela demora, por exetnplo, se o baa-, nicou-se ao Dr, chefe de polica,
queiro fallir, entao ficara exonerado. Com eDolto,' Ditq ao roasmo.Respondo ao oflicio que > Exc.
margo ultimo, teaho a declarar-ihe que as quolas
voladas pelas leis do orcameato do exercicio prci-
mo lindo o do corrente para as obras da matriz
dessa villa, foram mediante flanea idnea entre-
gue? ao respectivo vigario por intermedio do seu
reaes.
O presidente responden que a cmara ia repre-
sentar este anno J pela terceira vez, pedindo ao
governo que fosse temporariamente decreUda a
livre admisso de eereaes eetrangeiros, senao por
todos os portos seceos e molhados, ao menos pela
barra de Porto.
O governo ainda nada resolveu porque tenciona
abastecer os mercados do norte com eereaes do
Alemtejo e Extremadura. Mas o milho mal pode-
r vir daquellas provincias onde pouco se cultiva,
e o trigo all produzido, nao tem aceiucao nem
consumo no norte do reino, porque nao ha moa-
gens proprias para o reduzir a farinha.
Na missiva passada demos noticia da portara de
15 do mez lindo, em que se ordenava ao governa-
dor civil do dislriclo do Porto que remettesse se-
cretaria de esudo de negocios do reino os proces-
sos pelos quaes se conceder passaporte aos meno-
res sahidos para o Rio de Janeiro na barca Mon-
teiro II; boje cumpre-nos dizer que baixou do
mesmo ministerio out.ra portara com data de 5 do
corrente, declarando que aquelles processos esto
regulares e conlm todos ulles ps documentos que
os ioteressados deviam apresentar, segundo as suas
peculiares circunstancias, e cumprido com os pre-
ceitos da lei de 20 de julho de 1855, repressva da
emigraran clandestina.
Abne-se hontera finalmente, aq servico publico
o caminho de ferro entre as Denezas (Villa Nova de
Gaya) e Taveira, povoaio que fica a sete kilme-
tros para l de Colmbra. Foi um dia de grande
regosijo popular. O povo era immenso as treze
.estacos que comprehende este Unco He va terrea
na estenso de 121 kilmetros.
O comboyo que parti de Taveira s 7 fcoras da
manhaa chegou a esUcao das Denezas pouco de-
peis do meio dia, e s 4 horas da tarde largou pa-
ra o ponto da sua partida. Deraorothse em Aveiro
em raaao de ter cahido um paraluso da machina
que conduzia este comboyo. De Coimbra veio ou-
tra machina, e a locomotiva sanio de Aveiro s 9
horas e 20 minutos da noule e ohegou aquella ci-
dade s 11 e 30 minutos, salvo esto accidente tudo
correu regularmente. ....
A companhia de illumlnacao a gaa resolveu ar-
rendar por seis anuos a sua fabrica de gaa, Iivran-
do-se assim do estado embarazoso em que se
Como dissemas m orna das nossas missivas, ha-
provir bem ao paiz, e operar sobre todos os ramos
proprios a bancos desta natureza, eslabelecendo
caixas filiaes em qualquer ponto do reino e suas
possessoes, ou fra delle
O capital do banco de oilo mil contos de ris
em acedes de cem mil ris cada uma.
A primeira emisso. com a qual o banco deve
julgar-se constituido, de 10 /. do fundo social, e ano.lecer, um acontec.mento la
as demais entrevadas, at completar 20 /. do fun-' P*^ ciume que violento .ni|K-
do neial, tero lugar dentro do praso de um anno, femPr,eKe- d^"" a raan de 1
. P ,. ,.____ i,, i,> Ihi armar n lirarn r.*m
e em duas chamadas de 5 % cada uma.
O capital restante para o complemento do valor
nominal de cada accao, s entrar na posse quan-
do a gerencia o ordenar por chamadas de 5 ou 10
por "/..
Emillr notas pagaveis ao portador c a vista, at
a quantia de Ires quartas parles do capital realiza-
do, sendo o banco obrigado a conservar sempre no: m
cofre, em metal corrente, pelo menos, um terco do : s tcm a sua origern om sentimentos eseva**
que dever por notas em circulacao e por dinheiro
cm depsitos.
As operaedes do banco sao :
Afllanear, segurar ou garantir letras ou quaes-
quer outras obrigacoes com prazos flxos, qur se-
jam do governo, de companhias ou de particulares,
mediante o premio que se convencionar, e com
unto que o valor total de semelhantes garantas
nunca exceda quaria parte do capital realisado do
banco.
Emprestar, com as devidas seguranzas, ao go-
verno, cmaras, bancos, companhias, em-
presas agrcolas, arlisticas e commereiaes ; sobre
penhores de metaes preciosos, bnlhantes, litlos de
divida publica, accoes de bancos ou companhias, e
letras de particulares; sobre as suas proprias ac-
coes, a prazos nao maiores de 6 mezes, e nao em-
pregando nunca em taes emprestimos alm da o*
parte do fundo realisado ; sobre gneros deposita-
dos as alfandegas do reino, em armazens de par-
ticulares ou mesmo em viagem; reas em qualquer
dos casos exigindo previamente as respectivas apo-
fices de seguro.
Contratar em hasla publica ra camarariamente
qualquer empreza de ulilidade publica, taes como
estradas, encanamentos, docas e emlim todo e qual-
quer melhoramenlo de que possa vir proveito ao
paiz e interesse ao banco.
Comprar terrenos, exproprar edificios para uli-
lidade ou embellezamento do paiz, mandar fazer
edilicacoes em harmona com as necessidades publi-
cas, mas com a formal obrigaeo de vender esses
terrenos ou predios deatro do prazo de 10 annos,
coudos do dia em qoe definitivamente os ad-
quirir.
Negociar emprestimos por conu do governov ou
companhias, ou empiezas naciooaes ou estraegei:
ras que gozem de bons crditos, mediante uma.com: no ultimo periodo >& sua gravidez,
mssao. mas sem, garanta do banco. 1 Diz-se que a tal Sra. Escochia:
Insultar toda a qualidade de seguros de vidas, jr, ou para melbor dizer que algas
reodas vitalicias, etc., em mutuidade, e nunca por { escpula,
conla do banco percebendo um premia, pela saa
administraco.
Promover a formacao de companhias. para qual-
quer empreza legal e de utilidada publica, taes
como deseccasaento de panUnos, abastecimenlo di
aguas descoberUs e explorad-oes do minas ; sas uo
somenle para perceber uma commissao polo levan-
tamento de fundos, negociafao, do accoes ou pela
sua administraco. ...
Descontar letras da trra ei* de camo ou quaes-
quer outros ttulos com voocimentos certos.
Transferir fundos entre qualquer trra do paiz,
ou pragas estrangeiras, por conla propria ou alheu.
Abrir contas comales sobre crditos, Unte a
depositantes do pas, como do fra delle.
Abonar aos depostenles de dinheiro no banco
um juro convencional.
Guardar nos seus cofres em depositan mediante,
um premia mdico, quaesquer ttulos, jpias, mo-
ues preciosos e outros valores de igual natureza.
Em Braga tratare de criar um banco de des-
cont, circularan e deposito com a capital de 10,000
Deu-se nesta cidade no penltimo doaMaga, aa
Uiwalavel eaaada
tunso, nasa fasM
uma mulbrr a aaa>-
to de Ihe armar o braco com uma taca a tem
a que suppunba usurpadora dos seus direitos cea>
jugaes.
Admirase muila gente que se dsse este farto
com uma senhora bem educada, e em boa patinan
na sociedade. Mas nao ha de que adjatrar O
ciume, quando chega a apoderarse do eoraco nao
se esconde nem se euvergonha de manistar-r,
intentos
r seno nobres no amor praprio, e no reto
'que se pesquza que o OajpCM amado se iarliae
para outrem, acariciando-o e aguardaodo-o de aja
Ihe aconteca algum mal.
No enlanto certo que o riuroe exaltado e oaia
paixo vilenla, lerrivel e m, que Dos aos livre
a nos, e aos nossos teilores de nos entrar eos
casa.
No theatro serve-nos de di.-trarro e at de re-
creio, mas nos lares uomesliros consom. altrMa
e faz perder o socego, a paz a felkidade das fa-
milias.
Mas vamos ao acontecimcnin, que nos oscura
esta pequea dgresso, conlando-o sem ennarmoi
em minuciosidades que nao sao propria d*csfa
lugar.
A Sra. D. Clara Angnsta Ferreira Feaan. es-
posa do Sr. Dr. Antonio Augusto Ferreira Sraia
Fonlcs, advogada aos auditorios desta.cidade, al-
lucinada pelo came, sahio a ra e fcr. ao BaNa
direito, com tima faca da cozinba a awlaar mv
suppoz saa rival. O ferimento fui profaado. ata*
nao grave, A Sra. D. Clara lei pma, torea
sabio Sanca.
Em Draga lambem se deu ha poneos dias antro
faci di'jiloravel causado peto ciume. O fVaprnai,
jornal d'aqooUa cidade, conU-c assim
1 Uma fra com apparencia de mulber, qae
moraao p do Sr. do Alecrn, cnaaatida peta al-
mo ia de Esroehina, vendo pascar nna rapan
m de Adaufe, amasia de sen marido, rorreo sakae
ella com uma faca, e enltrrou-lh'a no 1 entra caaa
Unta forra, que a |K>bre aiuluer fieou logo rea a*
tripas de fra.
1 Nao sabemos se j. morreo, mas de eri ejaa
sim; e o peor que a dpsgracada victima tala va
A altandega do, Porto renden no aaaa de
ultimo 201:5456V3 rs., a saber
Importarlo........
Exposiacio.......
Itetxportacao.......
consumo ........
Tonelagem........
Diversas receiUs...
t*
17O2UJ0OO
11.IU5-T
I385KT.
e, 727*130
I 19451
11:0*5258
Cambios : Sobre Londres 53 1,1 a 53 Jji
d.d. e 90 d.v. Pars 5303 m. d. e 5*0 vista-
Hambnrgo 48 a 48 1|2 nominal.
Abriram termo do carga: em I a
Sgmpathia para Peraambueo ; em II
Lima 1 para o Rio de Janeiro, e a barra
para o Rio Grande; em 8 o brigoe S. ****
para Pernambuco. ^
Entrarara 29 do marco os >;*J*W *^
noel l e Esmanca ambos de Prrana*te, p
go; 7 a barca" Unido, do Para, per
Sablram : em 4 a f^lef*
*
va sido nomeada uma commissao para examinar accoes de 1005 cada uma.
as proposta* de Sr. Glarke & C, Joo Eduardo I Tomarara a sua iuioaiiva os Sw. Miguel Jo
Maranhao; em 6 o brigoe Bmikawt ****
de Janeiro; em 8a barca Lnnamv* a mr
em 9 o paucho BstrtOa, para o Ceara.


-i
MOTILADO


in
Dl*rto "?-Mbsj-eMa
Wafchadn 8 'e Abril ** **
O'
PERAMBGO bis,;t
ASSEMBLA PROWCIAl.
sesso ordinaria em i de abril de 1864.
piibside.ncu do sil. co.n*klhe1ko trigo de
loumbo
(Conthuo.)
Estimo mesoio, Sr. presidente, que tivesse sido C-o hadt sat ncouimodado
provocado discasso, porque nao tonho pre- monta ness
.iveTsa, comprara-nos seto otiier
pois como se ha de; exigir que nesta
provincia elles provem lgalrant a posse dos ea-
\ jilos que irM';nr? Isto aura duvidar da boa fe die-
ses negociantes, ser mesmo exigir ura impossivel,
quando ese* negociante eflnpram 200, 300 caval-
los no sertao.
(Ha nm aparte.)
O Sr. Mak.vniio :Como munir-so esses do-
cumento?, quando nao est isto empratlca, nao
isso exigido ? mas ama disposicao que torna o
O Sr. Sonro Lima :Sr. presidente, nao fui s- projecto inexequivel, mais orna inutilidad-, um
metilo por um rasgo de patriotismo, nem porque embaraco, por em dunda a boa f, o bom nome
tivefce absoluta taita de outros meios a apreseniar deque gosam essesnegociantes de cavados,
cui benelicio de miulia provincia, que eu me ti- Outra condico nao menos estupenda do tal pro-
vase abalanzado a apreseniar o projecto se nao jecto a tal exigencia do testemunho de pessoas
estivesse convencido de sua coaveuieucia e uti- probas e honestas para essas transacedes. Pois um
jidade. homem probo, hiesto, um homem de certa posi-
na servir de teste-
ItlT
leiifo do lar apresenUdo una obra que uao te- irrisorio! Lomo se nao de arranjar essas lestemu.
nba seus defeitos, que nao mereca correrrao. Mas, nhas as feras, aonde as trocas se fazem na maior
Sr. presidente, como o nobre impugnador do pro- escala, as estradas? Se os nobres deputados ti-
jeclo apenas se limitasse..: vessem conhecimento dessas trocas como eu tenho,
O Sr. Recio Bunios :-Anda nao impugnei. haviam de surnr desta disposicao do projecto. Em
O Sr Solt Lima :E' impugnador dizendo urna fera, digo aonde os matulos, em grande nu-
como di^w que est dispjsto a votar contra elle, mero embriagados, eogendra se urna troca de ca-
0 Sk Raoo Barros :Pedi esclarecimentos. vatios, cuja volla e de urna paUca; para se realisar
O Sh. Soito Lima :-Sr. presidente, me parece este negocio, quer o nobre deputado que se vio
ue nao liaver (j nao digo na provincia, mas em procurar horneas de criterio, horneas sizudos para
toJo o paiz; quem de.-conheca que um dos maiores servir de testemunhas t Isto, Sr. presidente, sena
inconvenieutes de que se reseote a lavoura, o ramo impossibihtar esses negocios, negocios por que os
mais p oductivo de receiu da provincia e do paiz, matulos tem paixao, deque se nao podem privar,
sem duvida a larga escala que nao leudo cerlos que sao para elles por muitas vezes, direi mesmo,
crimes, que oo podem deixar d- despertar a al- de rbsoluU necessidade.
tencao daquelles que dovem dar-lhe algum reme-, E como que um pobre matulo que vive ape-
dio. O nobre depuiado deve saber, por isso mes- as do servico de um ou dous cavados,, que mal
roo queja o coniessou particularmente, que no seu Ihochega para comer, hade ir buscar dinheiro
districlo, aonde eu suppuuha que se uao dssem para pagar a esse imposto, imposto que se repeti-
esses rrimes, elles sedo ; em toda a provincia o ti por muitas vezes, parque as trocas sao coos-
urlo de cavallos urna dessas chagas que mais lantes?
correm a sociedade, A agricultura, a foute mais i Eu entendo.que oque tenho dito bastante para
productiva que nos temos, e que offerecc mais ga- provarqueo projecto inteiramente inexequive,
rantias [..ira o nosso desenvolv ment, na falla de mesmo contra o inleresse publico, e sobre modo
outros de produrcao, na falta de desenvolv- vexuloro a pobre classe dos nossos almocreves, e
ment c de outras industrias do paiz, deve Sr. presidente, como tal digno de ser despresado
ser soccorrida, reclama o oosso auxilio; e nao por esta casa.
liaver quem descouheca que a facilidade, a; Nao ha, por tanto, Sr. presidente, considerado
frequeocia excessiva de Turto de cavallos, uiu; alguma que me faca votar por projecto desta or-
dosiiiaioiesmalesqueaffligeinosnossusagricultores, dem : voto por tanto contra elle na primeira ais-
um dos grandes i nconveuWutes que devera ser re- cusso, e yotarei sempre, se porveotura vier aioda
movidos. Isto quanto conveuieocia, poique a segunda e lerceira.
quauio utilidade do projeeto, me parece que por O Sr. Socio Lima : (Nao devolveu seu ais-
era aiuda nao ihegada a occasiao de dizer al- curso.;
guma cousa, quaudo eutrarmos em seganda dis- Emerra-se a discussao, e posto a votos o projec-
to regeitado.
proporcionahnente a urna altor* coiivenieuie. lio por disturbios; Jo> Sabino de Lima Pereira da
plano que cobre a superficie desse cornijamento, e Silva, Joaquim Ignacio de Mella e Antonio Fran-
quo se cerca de numerosos castic, oade nrdem ciseode Paula, todos por embriaguez,
consiaiitemenle os competeutes cirl, aieva-se urn A' ordem do da Boa-Vista, Jos Francisco Pe-
artificioso zimborio cujos layores se recommen- reir, sem declarafao do motivo ; e Francisco, es-'
dam pelos brocateis de que sSo feito e pelo bem cravo de Virgilio Lolho, requerimenlo deste.
delineado em sua execucao. 28
Esse zimborio tem por coroa ama bem mode- A* ordem rtolllm. Sr Dr. ch^fe de^olicia, Bento
toda pyramide, formando assim deste conjunto um Pereira da Silva, vindo do Limoeiro, por estar pro*
similis ao que se nos descreve das obras admira- cessado por crirae de furto de cavallos, na provia-
eis de igual feoero, cia da Parahyba.
O objecto, porin, que mais -prende a alinelo A' ordera do subdelegado do Recife, Germano
do observador, sema menor contradiga, e trom- Jos de Lina, poi bnga; Ricrd Gaudy, requisi-
sumlo fiel daquelle, cuja memoria se levaotou cao do cnsul inelez.
a fabrica de to sumptuoso monumento, por caja A' ordeno do de Saolo Antonio, Mathildes, escra-
alma se dirigem ao co as preces de quantos se va de Marciana Maria da Coaceicio, por disturbio
honraram com a saaamisade, ou Ihes admiraram e insultos.
suas virtudes cvicas, queremos fallar do retrato A' ordem do da Boa-Vista, Rafo Damasceno e
ou busto do Ilustre ioado, que se ve* collocado eiu Castro, para correcgiio.
fmeioda cimalha', que serve de base capola j A' ordem do da Capanga, Maria Jos da Concei-
descripta, o qual apetar do coberto com densa veo,
iraz perfeilamente lembranca de todos o amigo
leal e sincero, o Pernaoibucano exemplar, o cida-
do benemrito, o fuaccioaario probo e o estadista
oo telo.
Por sobre o terco inferior da referida copula
pnusam ainda ex postas as vistas de seus compa-
triotas as proprias insignias com que se adornava
o ministro da coroa, e cojos despojos agora s ser-
vem de recordar a alta digaidade que por jas-
tos mcrecimentos lora elevado aquello a quem a
ioexoravel parca inopinadamente cortou o fio
lo preciosos dias. Um magniQco tmulo, e que
representa guardar os restos mortaes do compro-
vinciano, que saudosamento pranteamos, ostenta-
se sob o luto do figurado templo, como urna se- j
puh-hral, debaixo de um fnebre balsaquino.
Este receptculo dos despojos humanos de um
trabalho artstico digno de admiraco, j pelos con-
tornos de sua en'alha, j pelos ornatos de que se
circunda, tendo por cobertura superior um riquis-
simo manteleto de velluto tercio preto, bordado a
fio de ouro, com franjado e borbas do mesmo re-
fulgente metal, o qual ahi se impoe como com-
plemento uniforme do mais que temos descripto.
A base principal, que serve de sustentculo a
toda a obra executada, e que forma o plano hori-
sontal em que assentam os dous differentes cor-
cussao, e tivermos de apreciar mais largamente to-
das as cilijeccoes que apreseiiUrem os no res de-
putados, que impugnarem o prujecto, entao ser
occasiao de apreciar a sua ulilidade
i\o resta duvida que o decreto u. 1090 do pri-
roeiro de seteiubro de 18ti0 considerando como pu-
blico o crime de furto de cavallos, commettido em
lugar de pasugem, nao tem satisfeito todas as
necessidades, porque muitas vezes a perseguicao
vem apadrinliar-se com o manto da justica, e o in-
nocente perseguido, e o verdadeuo criminoso
quasi sempre escapa justa punico de seu de-
licio.
J v por conseguinte a casa, que tive razao
muilo ptausivel para aventurar-me a apreseniar
este projecto.
J disse que nao tenho a presumpeo de que
elle seja urna obra perfeita, sou muito dcil e esti-
mare! mesmo, que os nobres deputados, al onde
r rasoav I, o compativel com a idea facain as
correcedes precisas, no sentido de apresenlarmos
um trabalho completo, que possa satisfazer o lim
que ti ve em vista.
Tenho concluido.
O Su. Reg Barros :(Nao devolveu seu dis-
curso- )
O Su. Maranhao : Sr. presdeme, pediapala-
vra para me oppor ao preseule projecto, porque
por mais esforcos que laca, nao posso descobrir a
sua ulilidade ;' pelo coirario eu vejo que o pro-
jecto e extremamente vexaioi o, que o projecto s
traz um resultado inconveniente muilo grave para
-i classe dos nossos almocreves.
Em que pode o projecto favorecer a agricultura
como se diz 1 O nobre deputado nao o provou e
nem eu posso descubrir, que em nenliuma das
suas di>posicocs se eucontra essa vautagem. E'
um piojillo a respailo do qu->l eu tumo que appa-
reca o mesmo com sua execugao que appareeeu
com a le do censo, receio niesino que tenhamos
de ver e lamentar um outro roneo da ovellu i ri-
sadas) um projecto estu|wndo, que s escripio
com peniiu de borracha a tanto che^aria. (frisadas.)
0 Su. Souto Lima :l'de alzar o que quizar,
cao s.ua-'^'- te-' -"'"- """u" u
que Mmocn disse o nobre dPimmdo ijde ni pIV-
cedeu, ijuasi que intil accresceular mais al-
guma Caasa para mostrar a inulilidade do projec-
to, para mostrar quanto nlle < vexatorio e ineanvtt-
niente ; entretanto V. Exc. me permitlir que eu
ualysa cad i um de per si os arligoa deste mons-
tnio-o projecto.
O Sh. Ru&MDum :Na primeira diieussao s
pode tr.ilar do projecto em geral.
0 Su. Mabahhao : IVisbein ; direi que o pro-
jecto Um litsposicoos taes que 0 loruain ab.-oluta-
mente iuexe<|Uivel, c um pruj"cl0 que vai levantar
clamores por todos os cantos da provincia, que ral
sem duvida irritar essa classe tuiseravei dos ma-
tulos.
Quanto a matricula de cavallos, eu mesmo nao
posso comprehcihl'i o (pie isto seja ; um pioces-
so to longo, to complicado esse que o nobre de-
putado esiab'lece. que bem tlillioil coinprehen-
iarao.
Quanto, porm, ferros de cavailo, eu direi
que nao existe um s cavado em f.izenda alguma,
que nao csteja f- nado e carimbado.
1 m .Su. Deputado : Elle quer um Ierro pro-
vincial.
Su. Mau ishao :E para que lim vem esse
ferro provincial f Eu nio Ihe posso eoahecef a
vautagein.
9 projecto bole com quama cousa ha, rom o Jnti
niuuiipal, com o delegado, com o escriv.iode paz,
com o lliesonro, com o collector, e Analmente, se-
zitiores, seria um nunca acabar se fosse a referir
o processo longo e compilcado que o nobre depu-
taio qur estabelecer, diz elle, que para evitar o
furto de cavallos. eque iraria como nico resulta-
do, quasi que a impossibilidade de poderem o.-
Diatuios negociar OS seus cavallos.
Lm Su. efutado :Xo bole com o nobre de-
putado como parodio.
O Su. Mauami.vo :Felizmente.
Ora, pi-i'Kunto eu, esta matricula de avallo*
pode por forma alguma evitar o furto Nao sao
boje os cavallos forrados, conlraferrados, carim-
bados, c o furtujno se >l? Difficultando-se o contra-
ta, a compra, venda e troca dos cavallos nao
que se ha de evitar o furto, pnrquanto essas1 que
se entregam essa criminosa industria de venda
de cavallos lurtados, pooce escrpulo lero em
falsificar o titulo, sera cousa bem diUicil de verili-
car-se.
Depois, o projecto extremamente vexatorio,
por que elle vae crear uin imposto oneroso para a
classe pobre. Todos que moram no inatto sabem
que o 1 elemento do malulo, a sua paixao domi-
nante a troca de cavallos.
Um Sr. Ueiltado : o seu primeiro negocia
O Sr. .Maranhao : o seu primeiro, mais iute-
ressante negocio, lia troca de cavallos em que se
voliam 500, 320 r<., um copo de cachaca, s com o
desejo, e mesmo pelo vicio e habito destrocar. Ora,
creando o prnjfcto o imposto de 2*000 para essas
trocas, urna difliculdade que vai crear-se a nossa
lavoura e cummercio.
O Sr. Solt Lima :Como que solfre a la-
voura ?
O Sr. Maunmao :0 nohre deputado sabe com
que coniingencias Iota o senhor de engenho que
tem de mandar o sen assncar para esta cidade, sa-
be o quanto os proprietanos soffrem desses almo-
creves, sendo que engenho ha qoe ga ta quasi me-
tade de sua saffra rom o pagamento dos fretes para
esta capital nao obstante haver toda liberdade na
compra c. Ifoca dos cavallos sem esse onus, sem
essa ourigacao que o nobre depulado quer crear ;
luta-se com diiliculdades mensas jiara achar-se
almocrevus, quanto mais com esse odioso onus,
com o estabeleciniento desse imposto na compra e
venda, e mesmo na troca dos cavallos.
P|?. 8rs- S'-r possivel pagar-se um imposto de
**00 por urna truca d cavallos em que a volla
de oOO ou de 320 rs. ? Esta provado por unto que
o projecto e inexequnvel, vexatorio, vai crear um
obstculo ferio para os homens do iulerior.
Alera disto diz o art. 12.
Utt Sn. Deputado : Nao est aiji discussao o
artigo 12, nao pode analyar o projecto rtico or
arligo. r
O Sr. Maua.nhvo :E urna das disposic<5es do
projecto que o negocame de cavallos que nao com-
pra los uas outras provincias, nao podem veode-los
nesta sera que provem a sua legtima posse.
Ora, sabe o nobre deputado, e sabem todos que
e-se ei-gorio hoje est quasi todo reservado a pes-
soas de primeira ordem, a pessoas de recophecida
probidade, e que s possuem esses cavallos Icgal-
inente, mas que compram cavallos no sertao em
Contina a 1 discussao do projecto n. 17 deste
anno que crea a inspeceo do algodo.
O Sr. Solt Lima : (Nao devolveu seu dis-
curso.)
A discussao fica adiada pela hora.
SKOLNAA l'ARTR DA ORDEM DO DA.
Conlia a segunda discussao do projecto n. 20
que fixa a praca publica da provincia.
Tendo alguns senhores deputados cedido da pa-
lavra o Sr. Cunta Teixeira obtem a palavra.
0 Sn. Cinha Teixeira:(Daremos emocftro nu-
numero.)
Dada a da hora, flea a discussao adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia, e le-
van la a sesso.
0 reservatorlo tinlia urna superficie de TlTacres,
e podia cooter ll milhoes de oes cbicos d'sjrna.
O dique que atrnvessnva a exireintdadc da val*',
forma va urna enorme construc^o de 83 pos de
altura, termo medio, sobre 40 ps de largo, cora
trezentos metros de eoraprido.
Foi entre Mattock e IMIsborough. n'uma exten-
sao de 40 milhas, que mais mortes bouva a La-
mentar. Tres casas perderm 23 pessoas. De
um dos lados todos os habitantes loram afogados,
e com difliculdade se encontraran) alguns cada-
veres. A correte pareca ter arrastado ludo dian-
te de si, entre o confluente do Laxlay e do Resc-
bin, e o Don. No espaco que separa Wardsend e
Shefileld do lado do Don, encontraram-se cadve-
res envolvidos nos moinhos, no lodo a debaixo das
iuinas. N'aquella direccao acharam-se li, n'ou-
tra 10, e ainda n'ontra 13.
Em Neepscnd, 900 acrcs_(}e jarrtim Acarara
cao, para correegao.
O chefe da 2* seceso,
J. G. de Mesqwta.
Movimento da casa de detencao, no da 28 de
abril de 1864.
A saber:
Existiam. .
Enlrarara. .
Sahiram.. .
Existem. .
Naciooaes .
Estraogeiros
Mulheres .
Estrangeira .
Escravos .
Escravas .
338
lo
7
341
323
36
5
1
64
3
341
presas.
>
-
>
vastados, e familias inteiras pereceram, segundo
informales otflciaes qu temos visto; j so tem
extrahido 156 cornos morios, reronhecendo-se a
A Sr.' Jeronyma Maria da Conrrir, i
na travessa do Muatciro u. SO, acta "
ganada, tambera i mim recorren a
bolecida.
Um sobrinho do senhor orles.* de NaserHk Ju
Cabo, acha-se bom, como jp v de m> rarm ataii
transcripta, alera de outros fictos,qoe paaVuin aqni
meacianar.
A phtysica a destruico a a magreza a tai
corpo, em conse<|aencia de chagas, inln iinsaa, e
concreccao dos bufes e de empyeina, atraataa njer-
vosa, o outras molestias que vieiam os hanjorr*,
como escorbuto, alpvrcas, gallieo, asthaaa, laiajM,
sarampo, etc.
i Na phtysica, cnegando ao estado de graviten,
: oue muito poda cancorrer para a saWarao J..
I doente e ajudar os medicamento e, o ar dai
j excrcicio couveniente e dieta, a qual nao i"
<" i de ikiil.uma cousa qoente, ou de *ril
e a bebida cunipre que s--ia de uatureza
fresca.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a
identidade de 70. Alada falta um grande numero. i a acrimooia dos humores e a nutrir e ster o
As extensas margens do rio, entre aquella cidade : doente, para o que preciso reduz:-k> *>*>
e Shefield, teem sido percorridas por urna gran-, vegetaes e leite.
Alimentados custa dos cofres provinciaes 133
Movimenlo da enfermara do dia 30 de abril!
de 1864.
Teve bal xa :
Jos Antonio da Silva ; anemia.
Luiz Francisco do Nascimento ; chagas.
Obituario do da 28 de abril, no cemiterio^
publico :
Minervina Mara da Omceigo, Pernambuce, 18
anuos, solteira, Boa-Vl-ta ; absorcao purulenta.
soltei-
de multido de povo, que quer examinar o thea
tro da inundaco. A polica e um forte destaca-
mento de tropa tem trabalhado activamente para
raanter a ordem e proteger as propriedades.
Abrise desde logo urna subscripeo geral -,
amanha deve verlficar-se -um meeting. Os habi-
tantes dos districtos inundados perderam ludo.
Vai-se immediatamente appellar para a caridade
geral, por isso que centenas de pessoas apenas li-
caram possuindo os seus tactos de noite.
No sabbado tarde comecou-se um inqueiilo,
com r.laco aos dez dias anteriores. No asylo da
mendicidade encontraram-se 90 pessoas, mas a
commisso foi informada de que o numero se ele-
vava oulr'ora a 200. Segundo inforraac.oes a que
se pode dar crdito, consta que os habitantes, do
valle at DaruQask, tinnam sido advertidos em
eonsequencia do mo estado do reservatorio. Alli
houve poucas mortes; mas loram prevenidos os
districtos mais populosos. indispensavel um
inquerito severo para determinar se havia algum
Neio de previuir o sinistio.
pos, que como era principio disseraos, forma um
quadro de 7.75 m., teoda de altura 1,60 m., para Umbelina, escrava, Pernambuco, 12" anuos,
o qual do accesso dous leos de escadaria, que; ra, Santo Antonio ; carie.
se encontram em um frontal destacado do pavi-, Francisco Alexandrioo de Vaeconcetlos Callaba,
REVISTA DIARIA.
Na sesso de hontem a assembla provincial
ouvio ao Sr. Jacobina que reclamou contra a esta-
da da forca ainda cercando o pa^o da assembla e
estacionando em snas galeras, quando estas se
acham desertas, e sem que nenhum facto requeira
semelhante medida.
O Sr. presidente declarou que a commisso de
polica ainda julgava necessaria a estada da forja.
Entrando na 1* parte da ordem do dia approvou
em 2a discussao o projecto n. 91 que isenta do im-
posto sobre a renda dos estabelecimentos aquelles
que liverem todos os seus caixeiros brasileiros,
orando o Sr. Nabor.
Foi di-pensado do .intersticio pedido do Sr.
Araujo Barros.
Approvou em 2- a emenda apresentada em 3*
ao projecto que eleva matriz a Capela do Senhor
Bom Jess da Igreja Nova : em 3" o projecto n. 1
ile 1860 que desmennra de Iguarass e retine
Nazareih alguns terrenos ; em 3* o de n. 18 que
rene fregaezia da Vanea os terrenos quem
do riacho Timb; em 3" o projecto n. 26 que des-
membra a povoacao de Panellas de Quipap e a
encorpora ao Allinho, oraram os Srs. Burgo, J.
' !nno mip'M R taptlsta ; cm 3 o de n. '*i ''e;n-
anno, que !.,./. fiv-nez a limir'7
de da villa de .Nossa Senliora do O ; em 1" o de
n. 93, que rene ao officio de escrvo do jury da
villa do Limoeiro o ollicio de Io labelliao, fallando
os Srs. Jacobina e Araujo Barros, e dispensou-seo
intersticio requerimenlo do Sr. Araujo Barros ;
em 1J o de n. 77 que concede urna lotera de 100
contos de ris para a igreja do Monte, de Ohnda,
dispensando o intersticio pedfoOjdo Sr. Buarque.
Continuando >a secunda discass:o do projecto n,
o que creta una escola normal nesta eidaue, fal-
laram sobre o projecto os Srs. Jacobina contra c a
favor de diversos artigos os Srs. Soares Brandan,
Silveira Lobo e S Pereira, e foram approvados
com a Igiunas emendas os rticos 9, 10, 11, 12, 13,
14. lo, 16, c adiado o artigo 17.
Entrando na segunda parte da ordem do dia,
discutio o orcamento provincial, approvando os ar-
tigos 32, 3J, 34, 3o, 36, 37, 38, 39, 40 e 41 da des
peza.
A ordem do dia para hoje a continuaeao da
mesma, e mais a lerceira discussao dos projectos
ns. 20, 73 e 91, e segunda dos do ns. 93 c 77.
Hoje comocam os artos do mez Mariano, no
hospicio da i'enia, conventos de S. Francisco e
Carino, igreja da Madre de Deus e cm outras.
Tendo-se dado, segundo uo-lo informa m, va-
rios furios na freguezia de S. Jos, uestes ltimos
dias, importa que a polica dalli tetiha atteneao a
taes oceurtencas, para prevenir a sua reprodc-
elo tanto quanto esteja em sua esphera.
E~i a concurso o proviineulo do lugar de
depositario geral do Ouricury.
Acham-se igualmente a concurso os ofllcios
de partidores dos termos de SerinhSem, Cimbres e
Ouricuiy ;os quacs offl'ios accuinulain as fuuc-
ces de contador e distribuidor.
Damos a uescripeio que hontem promette-
mos, do mausoleo erigido na matriz para o funeral
do conselheiro Paes Brrelo ; e devemo-la um
ment primitivo e forrado de fino panno preto or-
lado de gales de diversos feitios e cores, tendo so-
bre o liso da tapecaria, esculpidos como em mar-
more branco, os seguintes versos, pruduzidos pela
illustraco de um apreciador das nobres qualida-
des do tinado.
Na face que fica em frente entrada leem-se
estes:
Da patria fm lulo a intima saudade
Careada chora o venerando filho.
A trra em torno he genteu ptedosa
E as plantas sepulcrucs o chao beijaram.
O carao forte que ennobrece a patria
Nao morre inteiro : os posteres o salvam.
Aesim a palma no fulgor du vico
Sinclina ao rato que do eco llt estala.
E na parte oppesta que fica olhando para o aliar-
mr se l ao centro este :
, a
Como o lyric que o Noto acoita, gela,
Caltto prostrado um animo tao forte I
Tendo aos lados os segrales textos:
Si fuero judicatus
Sao quodjustus inrenciar.
Beatus quem elegisti et assumpcisti; mhabitabit
inutrus has.
O immenso quadro do estabelecimento res-
guardado por urna ampia gradara, ou balaustrada
que sckuo a acompanhar as escadarias em toda a
sua altura e inchnaco. Esta balaustrada fingindo
exactamente o raarmore burelado, cimeiruainente
disposta, repai te-se em 23 pedestaes, era cujos cen-
tros formando era relevo expressivos medalhoes
se acham gravadas as pocas mais nolaveis da vi-
da do finado ; taes sao :
Nasteu em 17 do setembro de 1821.
Cavalleiro de Christo em abril de 1823.
Matriculado na in 1 *- <"'-*-
Formado em direito em 1842.
2. supplente de juiz municipal em Goianna em
31 de Janeiro de 1843.
1." supplente de juiz municipal de Goianna em
23 de abril de 1844.
Promotor da
abril de 1848.
capital de Peruambuco em 2." de
Depulado geral de 1849 1864.
Juiz de direito do Limoeiro em 16 de Janeiro de
1834.
Chefe de polica do Piauhy.
Chefe de polica das Alagas.
Presidente da Parahyba em 3 de outubro de
1854.
Oficial da Rosa em 2 de dezembro de 1834.
Pernambuco, 62 annos, catado, Santo Antonio
padecimentos chronicos.
Pergidia, Pernembuco, 6 mezes ; S. Jos intente.
CM POICO DE TODO.
O Illustrated hondn News, diz o seguate :
Na segundafeira leve lugar em Hannover-square-
Rooms, o segundo concert da Sociedade Phylar-
mooica, que foi mui iuleressaute pelas pesas que
nelle se executaram.
As duas grandes svmphonias que se tocaram, fo-
ram urna de Mozart em tom de D. e outra de Bee-
ihoven em tom de F. Cada nma dellas urna obra
prima de seus autores.
O concert para piano de" Sterndale Bennet em
D. menor foi executado por Mr. llarold Thomas,
um dos mais distinctos da moderna familia dos
nossos artistas.
Este concert a primeira obra do professor
Bennett que o escreveu na idade de quinze annos
sendo o mais notavel fructo de um joven engenho,
que plenamente justificou as suas produccoes dos
ltimos annos as esperanzas que aquella sua pri-
meira obra lizra conceber.
Este professor tem una valenta, ama originali
dade e urna especialidade de eslylo que fariam
honra a um artista j veterano. Mr. Thomas in-
terprelou cora primor as bellezas desta peca e tan-
to ella como o executaute foram eulhusiasticamente
applaudidos.
Mr. Vieuxtemps executou na rabeca um concer-
t de Briot, um dos mais admiraveis violinistas e
compositores de msica para rabeca deste seculo.
lufelizmeute, a sua msica priucipia a cahir em es-
quecimento, mas lo eximio compositor foi viva-
mente trazido recordacao das pessoas que asss-
tiara ao concert phylarmonico pela bnihaule exe-
cucao de seu mais di.-tincto discpulo. Vieuxlemps
tocou evidentemente con amte, e o acolhimenlo
que teve foi tal como raras vezes costuma fazer o
judicioso mas reservado auditorio phylarmonico.
A parte vocal do concert consista era pecas de
canto executadas pela Orpheus Glee Union.
Esta classe de msica urna nnovacao nos con-
certos pliylarinoiiicos ; mas a experiencia foi ca-
Os membros da Orpheus Glee Unten sao cantores
admiraveis ; e como cantaram alguns magnficos
specimens de msica allema e ingleza, os seus
toforcos receberam o sufTragio unnime do audi-
torio.
O Jornal do Havre narra o que segu :
o ensaio geral da celebre missa de Rossini, na
casa de Mr. Pillet-VVill, um emprezario, arrebalado
de enihusiasuio, aproximou-se do maestro e dis-
se-lhe :
Senhor, a vossa missa magnifica e nella
mostraos mais genio, moeidade, graca e poder do
que nunca. E, para vos provar que isto nao li-
sonja, offereco-vos pela partitura desta missa 300,000
francos (54:000*).
Rossiui acteitou o cumprimento, mas recusouo
dinheiro.
Deve-se accrescentar, diz o Stcle, que todos os
auditores, incluindo os fanticos admiradores de
Rossini, licaram niaravilhados.
Nem o temi nem a inacc,o enfraqueceram o il-
lusire autor de lautas obras immortaes.
Tal era ha trina annos, nos mais bellos dias da
sua gloria.e da sti fecundidade, lal anda hoje,
derramando a oaos cheias a harmona, a .-ciencia,
Juiz de direito de Santo Anto em 22 de Janeiro
de 1833.
Presidente do Cear em 13 de setembro de 1853.
Juiz .le direito do Rio Formoso em 13 de julho
de 1857.
amigo que no-la forneceu completa como .
Esta obra que se faz notavel, quer pelo lado arts-
tico, quer pela elegancia e riqueza de seus adornos,
asenta sobre entablamento em um quadrode7.73
m. de largura por face, tendo de altura 10,30 m.,
desde o extremo inferior daquelle at ao pice do
fronto que representa a fachada do edificio, aber-
ia em airio e sustentada por seis columnas de or-
dem cortnlhia, forradas de fino velludo preto ser-
peados de ricos bordados era forma de volutas
com seus capiteis dourados, sobre os quaes des-
cansain ires arcos de bem ajustadas proporces,
combinando-se perfeilamente pelos delicados en-
leites de que se revestem. Esta peca archietonica,
que, como dissemos, aborta pelo lado fronteiro,
ueixa ver pousadas sobre as respectivas c lum-
nas, em tintas diagonaes, duas elegantesquarltllas
bellamente di buchadas por galoes de prata, no
centro de cujos arabescos se Teem os segulntes tex-
tos latinos extrahidos das lameHtac,6es de Job. :
Qaasi Flos egredittu;
A eottlerilur.
Fttgtl velut umbra.
Das guaridlas que temos descripto, seguem duas
farinosas balaustradas a encontrar-se ao fondo
com o remate da frontaria, o qual, goardaodo com-
pleta harmona com o resto do corno do symboli-
sado edificio, ladeado por duas figuras allegon-
cas da dor e da saudade, fechando-se em spu cu-
me por urna bem talhada c esbelta pyramide.
No centro da cimalha e na face que olha para a
entrada do templo, acha-se escripto cm caracteres
romanos aquella ioeontestavel verdade :
Sic trantit gloria mundi.
Lendo-se da parte opposta oatra n3o menos ver-
dadeira, e se possivel, mais significativa adver-
tencia do Evangelio :
Vigillo quice nrscitis
iem iteque horam.
E mais abaixo, como fecho do arco principal, um
dos versculos judiciosos :
Melius est nomrm bonum quam ungenta pre-
ttosa, et dies mortu dit nativitatis.
A rea comprebendida entre os ngulos da pe<*a
que acabamos de mencionar, oceupada por uin
monumento digno de allococao, cojo lodo constituo
o composto de um bem talhadosarcophago.
E' este construido em forma sextavada por co-
lumnas da ordem drica, sobre as quaes so apoia
ura cornijamento primorosamente guarnecido de
Junado provincial em 5 de setembro de .849 'jlm^gmmjg* m geno iuexgo-
Porin o que lia de mais admiravcl nesta missa
'solemue, executada pelos melhores artistas, a
firmeza dos toques, a perfeicao de forma, que se
nao encontram em m-iihum das pejas mais esti-
madas da rhelorica musical.
Escreveu esta missa solemne que coroou a sua
gloria, como escrevra o Guillarme Tetl, isto to-
da de inspiraco, como atiesta a fuga da primeira
parte em que o genio se firma cora toda a sua
for^a.
Por espaco de duas horas esteve encantado o au
Presidente do
1837.
Maranhao em 3 de setembro d<
Presidente da Baha em 14 de agosto de 1858.
Ministro da marrana em 10 de agosto de 1839.
Juiz de direito de Olinda em 19 de setembro de
1862.
Inspector da alfandega da corte em 1863.
em 13 de Janeiro de
Ministro
1864.
de estrangeiros
Senador do imperio em 22 de fevereiro de 1864.
Falleceu era 28 de marso de 1864.
Desnecessario ser o dizer-se que todos esses em-
blemticos dsticos, bem como os altos estrados,
degros e parles componentes da grande eca sao
circundados com grossos locheiros, elegantes casti-
caes, d'onde partem em profusao funreas luzes,
bem significativas do acto de caridade e religio
que alli se celebra.
A igreja que em todos os seos compartimentos
trajava pezado luto, tendo seus altares, tribunas,
pulpitos e avenidas, cobertas com cortinados de fil
e veludo guarnecidos de gales de prata, guardava
inteira rclaco com a. nave principal do cruzeiro,
d'onde se desprenda urna magestosa cortina apa-
nhada em regagos, pendendo de orna larga tarja,
que tem por ceutro o braso da oobrissima familia
a cuja linhagem pertencia aqaelle que nella deixou
um vacuo a todos os respeitos mui sensivel.
Nao podemos terminar a narrativa que nos im-
pozemos sem que mencionemos que a todo esse
acto presidio^ mais sagrado objecto de nossos cal-
tos e veneraclo, pois achava-se exposta a Imagem
do Redemptor do mundo em seu throno de gloria,
cajos adornos symbolisam o pavoroso do Calvario.
repabtiqao da polica.
Extracto das partes dos dias 28 e 29 de abril de
1864.
Foram recolbidos casa de detencSo no dia 27
do corrente.
A' ordem doIllm. Sr. Dr. chefe de polica, Da-
Mello, como sentenciado; Luiz
ditonq, duplamente privilegiado, se verdade,
como se diz, que a nova obra prima de Rossini
nao deve tornar-se a executar seuo depois da
mulle do autor.
A Gaveta da Tarde julga saber de boa fonte que
a fortuna particular do rei Maximiliano da Bavie-
ra, ltimamente fallecido, de 4 milhoes de florius
(1,800:000*).
O testament diz que esta somma ser emprega-
da em proveito das inslitui^oes caridosas, etc., que'
o rei protega durante a sua vida.
Um milho de llorins ser de.-tinado para o hos-
picio dos orphs dos empregados do estado.
As inslituicoes scientitieas, fundadas pdo rei se-
o acabadas, e os artistas, litteratos e sabios con-
tinuaro a receber as penses que Ibes eram dadas
pela caixa particular do rei.
O projecto do mausolu destinado a receber o
despojo mortal do soberano est annexo ao testa-
mento.
O Commercio do Porto publica :
ltimamente morreu em Liverpool um homem,
coja carreira tloha sido extraordinaria.
Era sir W. Brown, chefe da casa Brown Shipley
& C, sem contradicrSo o negociante mais conside-1
ravel de todo o mundo, mas negociante e nao ban-
queiro.
Era deputado no parlamento, e, sahido do na-
da, deixou urna fortuna calculada em 60 mi-
lhoes.
Commerciava principalmente com os Estados-
Unidos.
Em 1857, por occasiao da lerrivel erise que obri-
gou quasi todos os Beos americanos a suspende-
ren! os seus pagamentos, M. Brown esteve a ponto
de fallir por seu turno, devendo a sua salvaco a
intervengo do Banco de Inglaterra, que amano a
emprestar de urna so vez um milho e 930:000 li-
bras esterlinas ris 8:775 contos.
E' nm facto sem exempto nos annaes do com-1
mercio.
O Jornal do Commercio de Lisboa escreve o que
segu sob o titulo de
anda a inundaco de shepfeld.
miao Colho de Mello, como sentenciado; Luiz No Times,encontram-seosseguintes pormenores,
Francisco do Sacramento, Manoel Gomes de Men- qoe completan) os que j publicamos t
doea e Francisco de Paula Cavalcanti, por esta-! Todas as informacdes que de novo recebemos
rem proressados. t&m esta lamentavel catastrophe, mostram que o
A' ordem do Dr. delegado da capital. Josepha; desastre ainda foi maior do que de principio se
escrava de Amaro de tal, sem declaraeio do mo- julimva.
tvo. i Hoje calcuhvse o numero dos morios cm 290,
A' ordem do aobdelegado de Santo Aotonio, Joao e as perdas materiaes em mais de raeio milho
, Doarte de Oliveira, para averigoaces policiaes-, e Merlino. Desde Bradfold, onde o reservatorio sa
oennmoes e perd de prata, divisando os pontos de Manoel, escravo de Bento Ribciro, por fgido. destruio, segundo pela corrente do ro, o paiz est
suas dimensoes outros tantos obliscos que sobem A' ordem do de S. Jos, Bernardino Jos Verca, todo devasUdo.
PUBLICARES 1 PEDIDO.
0 perfume hemisfthericn ecciileHlal.
Agua florida de Hiirray & Lanuian.
( Extrahido do Uaile Times.)
A verdadeira prova da genuidade e pureza de
qualquer um perfume extrahido das flores, consiste
na sua duradoura existencia quando exposlo a in-
fluencia do ar. O aroma derivado de leos rhiroi-
cos desvanece em breve e deixa aps de si um
cheiro por certo mui pouco agradatel, porm
aquelle que oblido mediante a deslilla^o de
frescas e odorpheras flores, se apura c aperfeiga
pelo contacto do ar, e por conseguinte a sua dura-
gao de maior espaco de lempo.
Eis por issa que a agua Florida de Murray &
Lantnan, formando una concentrada produego
das mais raras flores do sul, apanhadas duranie o
zeuilh da sua llorescencia e maior fragrancia, nao
s possue a fresqiiidao d'um fresco ramalhete, mas
tamliem iadtstructivel o inextinguivel, a nao
ser a excepcao da lavagem do leago anteriormente
humedecido na mesma.
A' venda era todas as boticas e lojas de perfu-
maras.
A* sentida mrte de uiiolia
presada prlna a i:\iu. %r. \
D. Harcolina Ciercina de
c; usmo Lobo.
Qual rosa anglica ao romper d'aorora
Bisonha exhalla seu perfume bello,
E' assim que ostentas, teu fulgor, teu brilho,
Mostrando d'alma seu fiel modelo t
Qual doce brisa quando a noite vem
E seu manto espargaem soidao descrente;
E' assim que soffres da saudade a dr,
Pensando a vida que gozava ardetile!
Quando outr'ora nos foliares doces
l3 alma expandas, s prazer, ventura;
Ah leu peito de um asss pungente,
PVnsava a sorto de urna vida pura *
Qiramlv un VOIBOBTII tUOCS Ctela
Meigo sorriso de leus labios via ;
Ahi leu roslo de celeste encanto
Era qual symbolo de Voraz magia!
Boubou-te a morte, sepultou-te a trra
flojo descancas na f"'iz manso
Quizeste a gloria da morada santa
Dos cos imploras tua salvaeao !
Descansa em paz oh I donzella pura
Na lousa fria da morada triste :
N'esse recinto onde hoje habitas
Urna saudade ininlia ahi existe t
Choraste a morte pela dr que sentes
Deixas leus pas que te amavam tanto;
Temos irmos que na vida tinhas
Todes na campa vo depr seu pr into!
A. V. de C. Tarares.
Para a historia.
No anno da graca 1864. no reinado do Sr. D.
Pedro II, sendo presidente do conselho e ministro
dos negocios da justica o sen.dor Zachanas de
Ges o Va commendador Domingos de Souza Lefio, c sob o
imperio das ideas polticas do partido___(anda
nao sabemos a sua verdadeira denominarn)
achando-se, ja ha muito, incompleto o tribunal do
commercio daquella provincia, e havendo um dos
dous ltimos adjunctos deixado o exerccio, no dia
17 de marco, por ter sido nomeado membro do
supremo tribunal de justica, ficoii aquelle tribu-
nal do commercio absolutamente impossibililado
de fu'iccionar, havendo por isso cessado a admi-
nistrago da jusliga commercial de segunda ins-
tancia, desde aquelle dia ate hoje, com a mais se-
gura esperanca de que esse grande beneficio ainda
conlinuar por algum tem.
Acreditalo-hes, vindouros ? t I !
22 de abril de 1864.
Illm. Sr.Tendo solicitado do corno eleitoral de
nossa heroica provincia a admi.-sao de met obscu-
ro nome na lista trplice, que foi olTerecida co-
rea na iiliima eleiyo, consegu isto, e do modo o
mais nobie e lisongeiro mim,que por tao grande
considerado me confesso eternamente agradecido.
Ba tribuna parlamentar eu me dirig aos eleitores
de minha provincia, e Ihes tributei a homenagem
devida pelo titulo de suprema honra que me haviam
caucedido.
Pela lamentavel morte do Sr. conselheiro Fran-
cisco Xavier Paes Barrlo da-se nova vaga no se-
nado, e nova eleieo vai proceder Pernam-
buco.
Apresento-me novamente, reputando de minha
dignidade consultar ao mesmo corno eleitoral se
nos poucos mezes decorridos da elcico em que fui
considerado tenho em alguma cousa desmerecido
do concedo em que se dignaram ler-me os eleito-
res pernambucanos.
E porque tenho consciencia de mim, como tenho
intima conviego da dignidade, independencia e
firmeza do carcter de V. S., nao duvido contar
coiiua sua valiosa coadjuvacao em prol de minha
candidatura na eleicao que se vai agora proce-
der.
Auseute do campo onde a eleieao vai ser despu-
tada eu nao cunto seno com a bondade, e honra
de V. S., em cujas qualida>les rondo plenamente.
Sempre firme nos principios liberaos, para triuni-
pho dos quaes nenhum esforco e sacrificio tenho
poupado me reputo no caso de merecer a cooti-
nuago de seu apoio.
Fico as suas ordens.
De V. S. amigo, patricio, criado e obrigado.
Joaquim Saldanha Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864.
Phtysica.
O xarope ctherio de veame por mim preparado,
moito tem aprov-nado aos que soffrem desta mo-
lestia, e de lamentarse, que, no obtuario desta
cidade a maioria dos que sucumbem de tubrcu-
los pulmonares, sem proenrarem o recurso do pra-
tico e do expeliente, que Ihes podem encaminhar o
m<-io de sua salvado.
O 8r. Braga com loja de ferragens na roa
Direita, foi desengaado por dous habis m-
dicos, acha-se bom com o Iratamento por mira
prescripto.
Toda comida e bebida, que M lomar ta 4a jar
em poucas poicos, para evitar qoa o ai
chylo fresco opprtma os bofes, e accelere
circulaco do saogue.
Muitos doenles desta molestia se teem rattre*-
ao uso do olea de ligado de baralhaa, a osara* aav-
paraces di; resinas e blsamos, sea* na artas
lenham tirado proveilo; e alguas eiaositura a>
medecina eeinliatem com muita razao ene trau
ment.
E' costume car regar a estomago 4o JuaSa cana
inedicaiuenios ottxisos e balsamiros ; nafas aaata
em vez de tirar a causa augmentara-a, cam
tando o sangue, ao mesmo iem|Mi >pie ttram .
apetite, nlaxain as Solidos, e sao 4e tuda snfto par
niciosos.
Todo que se fizer para extinguir a *><. afc-m
do exercick) e rgimen apropnadu devana ser re-
medios de uatureza acida, delrrgente a calman*-.
Os accidos possuem a virio.de de atoannarena
bons elfeilos nesta enferinidade, poraja, nao a
contribuem a apagar a sede quando acoaart)usa a
febre cibica, mas tambem a refrescar o sangue.
Aos doenles desta etilt-rinidade, <|oao4 o %>
estado de gravtdade tal qoe a fcbr
acomet|e, prescrevo-lhes o sueco de osa
dissulvido em unta chicara d'agua rom tutinaa*
assucar em um grande copa para miMurar tmm
um papelinho dos pos refrigerantes rara man ii
com quo ahviam no acometlimento da MM arla
maiiha o xarope elberio de velante. Tea* anaa-
selhado, que facam u.-o de vegetaes 4e natarvu
acida, como laraujas, lirodes, pilanca*,
c applicacoes d- plantas amargosas, que
o estomago, e ser vem ao mesmo lempo paraanurnii.
e o i ligar a sede.
A Sr.' D. Joaquina de S Brrelo. Irado ansa
sua escrava fallecida desta molestia subnarltida a
tratamenio de seu medico, reoivea amrorar-naa
para tratar de um outro escravo, que ja aria 4
mesma eufermidade, prescrevi-lb o xarooe 4* ac-
lame, tem melhorado consideravemealf.
A senliora do Sr. Antonio Francisco Hoaara.
foi desengaada por habis mdicos desta ciaaV
esleve prosuda, e nos ltimos paroxismos da morte.
foi com o xarope de veame salva, como se v# 4a
caria impressa no Jornal d Recife 4o 9 de leve
reiro de 1D63.
escravo Emilio do Sr. lente-con*l lladnt-
phe Joo liar.iia de Almeida, ha Umbral daara-
ganado por habis mdicos, e com o sarape i.
veame acha se compleUinente re-ubelecido, rasa*
se v tambem da carta impressa do mrsmo Sr. se-
nenie-corouel no mesmo Jornal do ecifr.
U Sr. Antonio Christiano Fog, lilho do Sr. Cari
tiano Fogt, proprietario e esUbeb-cido na ritfaaV
de Macei, o primeiro bem conhecido neu rita-
de, pois que foi empregado na rasa do Sr. Lnm
Chaiiellin retratista, esUbelerido na ra da laaaa-
ratriz, acoinelttdo drsu molestia foi ami aV^anra-
nado por habis mdicos : retiroa-se para a Ralna,
e alli continuou em IraUmeulo. at que foi se-
gunda vez desengaado pelos mediros d ai, rta-
ganda eu a Macei, ura amigo prdi-mr, ajae c
acompanhasse at a rasa du Sr. Christiano par vrr
um doente e prescrever-lhe algum remedio, tana
trei o lilho em urna cama desanimado e em rrtaaV
de prostraco, pois que escarrava sangur. r Mata
completa inapetencia, e fraqueza, a poato 4a na-
se poder por em p, no lim de una garrafa 4a
xarope ctherio de veame j se achara rile na es-
lado do passear em rasa, desaparecida a iaiae-
tencij, b us csianos de sangur, ra tosr mt-
ligada.
: passear pelo seu sitio Mas as manhaas. Araada
csU o aconsclhei, que continuarse m uso do mes-
mo xarope eiherio alternado rom o rharope nt
litro de veame, c que usasse dos bandos ralga-kn'
na (aneada do mar. Sentio elle ww prtmnr><
tantas alguns choques, mas em o aron^rlhri ajae
continuas-e. aam o que se tem dado mnito arm.
pois que, tenho receido carias de Mace, esa se me conimunica o seu tmm rsudo.
Nesta molestia os expositores de medinna ata
aconselliaui banhos salgailo*. apenas quando tftm^
tratam, dizem ser ai.plicaOos contra a* escrfula*
liypochondria, e.-iherismo, amenorrtaa, r.vt,
mo etc.; enlreUnlo vi este bom re-ultatio ao nVlu
do Sr. Christiano, o outros tartos igiiars trata aia-
lo as molestias siphylicas, e outras minias qo-
com o uso do xarepe alcooliro de veame tem *;
oblido cjra radical.
O Sr. Dr. Silva medico hbil de Mareio. 4rpi>i<
de ter applicado a i ni ara dot-nte de rheumatisn(
o xarope alcoolicn de veame, lugo ijac eNe >
poz em estailo de largar as moletas, em que a
dava arrimado, o aconselhou qne contimu*-e <
o uso do mesmo xarope conjunrtamrnte nm
banhos salgados, com que se lem dado muilo
e- um dos mdicos, que all em Macei tem rnw-
pleta conlianca as prepar.icoo- d veame r*r
mim feilas, palos bons resultados, que tem uMafo
em sua chinea.
Quando alguem se v com losse vai ao me4a*.
esta o examinae declara- o senhor e> anVrla-i
dos pulmeso doente desanima, rom esU st-ntrn-
c.i onlende eslar aam mais cura, quando as (artas
e a ex|M;riencia teem demonstrado que muitos, Irn-
do procurado o lugar apropriado, >.: lena salva-
do; e assim exphcaiu muitos expositores da sat-
dii-ina.
Ora, nesU provincia temos facilidade hojr e tr-
curso do ar ; por que a via frrea n-<- i .
na, pois i|ue em pouco lempo una prs <** r\i-
le nesia cidade fcilmente se (rasaaaaSJ [ora a-
ultimas eslaces de Cameleira e l'na. lugares arr-
io do Bonito'e de outros nonios que sao coasiaWa-
dos sertao, quanto mais que os mesmos lunare-
ja nao sao mos, segundo, pens, principalmente n-
vero.
Mas dir-se-haurna pessna asjsnj nao lem mais
de se transportar e dalli eslara isso se rr^poa-
de, que, naquelles lugares existem rasas rasias r
allugam-sc por prei;o commiHlo. e me-mo mataa
generos de primeira neressi.lade, alli sa veadem
pelos mesmos precos qoe a<|ui.
Aquelles, pois.jjqne esliverem nestas cirrnms-
lancias, eu Ihes facilito explicar os mrios pea*
quaes se deven reger, e lln*s forneerrei os mef
eamentos gratuitamente.
Nao deixarei de advertir ao publico, [i-ne. as mi-
nha- preparaces de veame sao reo-n.las rom ou-
tros ingredientes, e com elles tenho ublido npiinais
resultados ; nao se engae o mesmo puMiro rom
outros, qne por ah se annunciam, cnja prepara-
ces ignoro, assim com o aprovrianirnlo rm*s
aos enfermos, a quem por ventura lenham sido aj>-
plicados ; cada um responde por si, e eu aaVm
com verdade o que aqu tenho relaudo, rojos me-
dicamenlos nesta provincia s veudo em aaata bo-
tica na ra Direita n. 88.
Jos da Rocha Parankos.
N'azarelb do Cabo, 7 de setembro aV 18*3.-
Illui. Sr. Jos da Bocha Paranhos. mi o macr
prazer levo ao conhecimento de V. S.. qoe aWn-
le que V. S. acha-se admiuislrando-lae rwnaal *,
acha-se no lodo re'Ubclerido, portanio, nada m
tendo de-appai eculo no lodo a losse, lem
d.spo-i^o comida e acha-se nutrido. Bvixoa de
tomar os ltimos remedios que V. S, rrcriua a*
dia 30 do pissado, resta agora V. &
me dizer qual a dieu que o doente deve
var e por quantos lempos, mencionando ai
das que dever usar daqui em dtante.
Rstame agora agradecer a V. 8. o roldado ar
tomou no Iraiameoto do mea sobrinho, abars* 4e
Deus, devido o seu rrsubelerimento a parirm da
V. S., e par Isso pode V, S. sempre contar easa as
meus diminuios prestimos, e desejarri em tata a
tempo dar urna prova do men recoohti imiasa.
Desejo V. S. todas as ventoras, par ser dr
V. S. muito respeiadnr e obrigadissimo crtabx
Francisco Beringuer Cesar de Meneae.
COMMERCIO.
NOVO UVM:o M PEKNAIIIO.
O navo banco da Parnambaco paga li* vP
dendo a razao de 9 por acfa


l>lrto de #>o*m>n*n ftabhailo :iO *+ Abril le *)*.
\lfandega
IU-ndimento do da 1 a 28........ 492 57SS872
iAm do da a...............

aa
876
560:884*748
Huvluicnl da alfande&vi
Volnmes entrados com fazendas...
coin gneros...
583
326
24
7!)8
250
Voluraes sahidos com fazendas..
c i com gneros..
nescarregam no dia 30 de abril.
Escuna ingle/.: -Rose carvao.
Barca franceza -Kspheremercaderas e fannhs.
Patacho laalos 8**01* aawi*
Htaie inglezIW/*mercadura! e farinha.
Escurta dinani.iriuoza-M>iMmercadorias.
Barca InglczaTracrlrrfarinha de trigo.
Escuna ingiera bnadiceadiversos gneros.
Brigue pwrtiigow Corttmba -diteMos gneros.
Patacho nacional Relmpago -idem.
Brigue inglez//'i/msfonferroe pedra de calca-
ment.
Ptacho argentino-fi A Ccarne.
Escuna dinamarqueza Thoradiversos gneros.
Brigue portuguez Carimba, entrado de Lisboai
manifestou o seguinte :
16 pipas e 30 barris vinagre, 25 ditos azeite do-
ce, 100 caixas batatas, 9 barricas cera em grume ;
a Thomaz de Aqtiino Fonscca.
4> barris e 4 pipas violtos, 6 dilas, 4 meias e 40
barris vinagre, 37 caixotes cera era velas; a Ma-
nuel Joaqun) Hamos e Silva & Genros.
' I [ n .. a t 111 liAimii arti l. i b." il .lili
. Mercantil porluenie.
a 1'OSO.....
. Allianca .;
Companhia Garanda. .
Seguranca .
Equidade .' .
. DotjfO.....
Iltwnlpacao -gaz .
> Utilidade publica .
de Retoques .
Viafao prtuense .
L. de Lordello .
T-*.
90*300
2t|M0
295*000
385000
26S300U
1355000
304000
405000
935500
254000
205000
254000
2984008
1004000
394OOO;
THEATRO
DE
. 4604000 500400%
MOYIMENTO BO POETO.
Navios sahidos no din 29.
Nao houvcram entradas nem sahidas.
EDIT1ES.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, 'olllc.ial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espacial
do commercio, deskt cidade do Recife, capital da
provincia de Pornambuco e seu termo, por S.
M. I. e C o Sr. D. Pedro II, a quem Deus guar-
de etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem que no dia 9 de maio do cor-
rente anno se ha de arrematar por venda quem
ni i i iIit. em praca publica deste joizo, na sala dos
auditorios, um escravo de nume Joaquim, cabra,
que representa ter trala e tanto anuos, pouco
34 pipas e 111 barris viuaos, 10 ditos e 6 pipas t mais -u menos, avahado por 7004, o qual fot pe-
nhorado por execuco do Dr. Gabriel Soares Ra-
poso da Cmara a Jos llygino de Miran la ; e nao
34 pipas e 30 barris vinagre, 110 ditos toucinho, havendo lancador que cubra o preco da avaliacao
vinagre, 20 barris azeite-doce; a Maooel Ignacio
do Oliveira & Filhos.
20 ditos carne ensacada e 59 barricas aloisia ; a
BozMbio R. Rabelto.
12 pipas e 40 barris viohos, 10 ditos vinagre, 25
a arrematacao ser feita pelo valor da adjudica-
do com o abat ment da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos.
ditos azeite doce, 100 ditos toucinho, 1 caimito bra- mandei passar editaos que sero publicados pela
eos de batanea ; a Thomaz de Aquiuo Fonseea Ju-, imprensa e affixados nos lugares do costume.
nior. Recife, 19 de abril de 1864, 43- da iudependen-
50 barris azeite de oliveira ; a Marques 4 Silva, cia e do imperio do Brasil.
30 barris toucinho, 10 ditos azeite de oliveira, 15 j Eu Manuel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
barricas alpista ; a Caudido Alberto Sodr da crivao, o subscrevi.
S. ISABEL
PARA LISBOA
a
Vai sahir com brevidade o patacho porlugoez
Maria fGfHu, capitn A. de Barros Valenta :
para carga .* passageiros, trata-ie c.m E. R. Ra-1
bello, ra da,Cadea.a. 55.
GMSIJLTORIO MEMO-CIRDROCO
DO
LEILES.
Motta.
101 ancoretas azeitonas; a Manoel Jo de Souza.
20 barricas alpiste, 25 barris toucinho, 200 cai-
xas ceblas, 5 saceos erva-docc, 5 ditos cominhos ,
a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
20 barris azeite de oliveira ; a.Manoel Duarte
Rodrigues.
50 ditos toucinho ; a Tasso Irmos.
8 barris vinho ; a Joo Licio Marques.
25 barris azeite doce ; a Luiz Jos da Costa Amo-
rim.
6 ancoretas azeitonas ; a Manoel Ribeiro de Car-
valho.
Tristao de Alencar Araripe.
DECLAR1C0ES.
Couselho admlnUlralIvo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de contratar os gneros ali-
menticios para a companhia dos menores do arse-
nal do guerra nos mezes de maio e junho do cor-
rente auno
Pao de 4 oncas, bolacha, manteiga francesa, cha
186 caixas passas, 6 caixotes'massa de tomates,' nysson, assucar retinado de 2" sorte, caf em rao,
8 saceos arga mineral, e 100 ancoretas azeilo- carne verde, carne secca, farinha da trra, feijao
as ; ao capilao do mesmo iionrique dos Santos prel0 ou nnilatinho, toucinho de Lisboa, azeite de
Fernandos. Lisboa, vinagre idem, arroz do Maranh5o,bacalho.
8 caixas protolins: a Joan da Cunha Meirelles. i para 0 arsenal de guerra.
2 eaixas chinelias do oreilo a Jos Fortunato p0|has de Flandres linas de 26 pollegadas de
dos Santos Porto. | comprimento e 19 ditas de largura, caixas 10 di-
1 caixa chinelias de oreilo ; a Satyro seraphim tas ,je atas ,je $'y pallegartaa de comprimento e II
da Silva. I dilas de largo, lOcaixas; ditas pequeas linas, 2U
1 caixacalcado a Joaquim Pereira Arantes. caxaS costados de amarello de 26 28 palmos
i barril churicas e linguieas ; a Amorim Ir- de comprimento e 12 14 pollegadas de largo, 6 ;
raaos. Ico-tadinho de dito do 26 28 palmos de compri-
1 barril cbouricas e lingaijas : a Elias Uaplisla Inenlu e 16 18 pollegadas de largo, 6.
da Silva.
1 caixa panno de linho ; a Marcelino & C.
Para o laboratorio.
Enxofre 2 arrobas, alcool ein um grrafiiode duas
Brigue escjina BW/o, entrad) de New-York, con- cana(jas, panella de forro pequea 1, gemma de
signa.k a JuhnsUtu Pater & C, manifestou o se- j mandioca 1 arroba, oedra hume 2 libras, tinta pre-
galnle : l;i 1 (ruco, brelas 1 caixa, livros de 100 folhas do
3 caitas crenolinas ; a N. U. Biebcr 4C ,,ap()| petado, carga e descarga 2. 1 dito de 50 fo-
S i o xas crenolinas e i dita amostras a Linden |)ias para ,.011|a c-orrenle, dito de 50 folhas para re-
WIM. gisiro de utencilios 1, salitre fino 28 libras.
3 caitas materias photograpluca, 1 caita gom-j QUftm qUz,.r vender taes objoclos, apresentem"
m.i, 1 dita papel, I rollo oleado, 2 caitas ehamioes, M Srta; propostasem carta fechada na secretaria
1 tina com Jcad-iras, afeites lijlos eobjoctos ,i0 ronselUo, as 10 horas da manhaa do dia 30 do
fundidos para focos, I cana instruinonlos piloto- corren|e
grapbjcos. 1 barril ps de porco, 1 dito d .lirada ; Sala jas gesgjjej d conselho administrativo para
a A. W. Osborno.
627 barricas farinha de trigo,230 caixas traques,
17 volme raniiciro- e seus pertences, 370 foixes
arcos de forro, 14 caixas algo laozinho, 1 cavallo
do madeira, SI i resmis do. papel, HMl caixas oleo
de kerosene, 4 barricas fundos, 279 feixes a luei-
ias: a J. Paler & C.
:t caixas eto d: anv:u loa, 6 caixas catauba do-
ne ; a Caors \ Barban.
i c* bn.i.|ii,..ii i|t folln n wagon^ para crian-
o i- ; ti eaixas o,v>,ii,->rn<. 60 ditas salsa narrilha.
fornecimento do arsenal de guerra 23 de abr do
1864.
Antonio fedrtde S Brrelo, .
Coronel presidente.
Sebastiao Jos Unsilio Pijrrho.
vngal secretario.
Crrelo geral.
Pela administradlo do correio desta cidade se
faz publico que em virlude da convenci postal,
celebrada petas "vernos brasiloiro e franc.ez, se-
dL* ..t ^.iiA.iV*..-.:* ,-irn_.'iirAiii n/./li'i 'fl fl<
t ditas agua II >rida. 1 barril presaibs, i cixa rente polo vapor francs xtremidure. As cartas
rol avos o P vIimco-, 30 ditas qneijns, 1 djta panno S,,|;-N reeebidas at 2 horas antes da que for mar-
e an itea, l fe** cavad.'.te, 1 dita tintas, 2 ditas | caja para a sabida do vapor, e os joruae* at 4 ho-
espirito de therohen'ina, 8 ditas violas, 1 dita com ras ames.
2 prensas do fajar vinlio. e 8 torcoJores ; a or- Administracao do correio de PernamBuco 16 de
dem.
abril do 1864.O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
Consulado de Portugal
Por este consulado faz se publico para conheei-
monto de quem interessar, que no dia 2 de maio
prximo futuro ser posto em praca publica, na
, porta da associaco commercial, escravo Tho-
nniioeira. 2 caix.s retogios, 1 dita mneles, i ca- Prjou|0 de l annos de ,iade pertencente ao
xa hvdromotro. 6 jarras ignora-se, 68 toneladas, 18'
quiniaes do carvo do |iedra a companhia da es-
Patacho ingles Rase, entrado deXew-CaslIe, cou-
sianado a Rothe & llidoulac, manifestou o se-
grate :
:ili s-olumes eom 2 locomotivas e vapores com os
nertoto. et., MfMOM de ferro, 1 caixa letras e
fijaras, 2 eaixas pertencos de. escriptorio, 1 caixa
irada de ferro.
Recebe doria de rend? interna*
geraes de l*ernaiubuco.
Rendimeuto do da 1 a 28........ 24:8414813
Idein do da 29................. 717OiO
23:5384853
Consulado provincial
Reudimento do dia 1 a 28.........
Ideio do dia 29.................
pipa 1301000 16040IX
Praea di Porto.
Preros dos gneros de commercio com o Brasil em
9 dr abril de 1864.
IMFOUTAQAO.
Aguldente do cana do
Brasil.....
Algodao da llahia (falta).
dePorn. (falta).
do Maranha .
do Para (falta)
dos Estados-Uni-
dos (falta).
Arroz do Maralo (falta) quintal
espolio do finado subdito portuguez Joao Raptis-
ta da Rocha, hypothecado por escriptura publica a
Antonio Alborto de Soiiza Asmar, para ser arrema-
tado por quem mais der, sobre o prego de !:iOQ|
por que foi avahado.
Correio geral,
Pola administracao do correio desta cidade se
faz publico, para os linsconvenientes, que emvirtn-
de do disposto no arl. 138 do reguiamenlo geral
dos correios do 21 de dezembro de 1844, e art. 9
do decreto n. 183 de 15 de maio de 1851, se pro-
73:7184168 ceder o consummo (lascarlas existentes na admi-
4:1204482 i nistraco, pertenrentes ao moz do abril do. 1863. no
dia 3 de maio prximo s 11 horas do dia na por-
ta do mesmo correio, e as respectivas listas se
ai liain desde j expostas aos interesados.
Administracao do correio de Pcrnambuco, 25 de
abril de 1864.'
O administrador,
Domingos dos l'assos Miranda.
77:83s650
4
4
4
4
4
5180
do Para (Calla)
da India. ...
Assucar do Kio de Janeiro ()
> da Babia branco. >
> mascavo
de Pernamhuco
branco.....
> mascavo
Caf do Rio de Janeiro 1*
2"
3*
escolha 1' (falta)
2' (falta) >
Cacu da llahia. ...
do Para
Chifros grandes. milh.
pequeos ...
fxmros seceos da Babia e
Miuas..... S
do Rio Grande
de 17 a S
> de 10 a 16
salgadas de Pcr-
nambuco e Mara-
Bhao......
lo Para e Bahia
Farinha de pu do brasil quintal
Homila do Brasil etnpa-
ueiius..... (?
Melado....... almude 24200
EXFORTAQAO.
Alhos. cento de maunca 4820
Azeite.......almude 54 00
Chumbo de manicio quintal 74000
Fio Brrelo ..... (j 34600
Fio de vela fino. ... $
> ordinario 4
Feijao branco.....alqueire 4
44000
14700
24000
14600
24200
14800
44700
44500
44200
34300
44000
544300
4
4150
4150
4150
4115
4U5
34600
14100
rORUElOEKAL
Rejaca las enras seguras eiitetitcs
na a'lmioislraco c ca radus.
Padre Joao Baptista Soares.
54400 1. Maria do Rosario Pereira da Silva.
14950 Mauricio Francisco Ferreira da Silva.
24100, Manoel da Silva Mendonc,a Viauna.
14750
.vermelho.
amarello
rajado.
frade .
Presuntos .
Retroz preto
t
> de cores I* .
. 2" .
Vinho vellio do Douro.
, branco. .
de consumo.
1
2"

pipa
4
4070
4720
4670
4400,)
44800
35000
55800
31500

25550
15900
45800
45600
45400
35000
45200
5
194000
4155
4155
4155
4120
4120
44000
14500
24400
4850
55600
75200
35800
85320
44000
4740
4810
4680
4730
55000
35500
65000
44OOO
4
5
4
Viauna & Guimares.
B1PRBKA
GERMINO & MIMBRA.
6a Ilerlta da aaalgaatiira.
SARUADU, 30 E ABRIL, ,
Representar-se-ha pola primeira vea neste thea- OU
tro o magnifico e interessante drama em quatro
actos, do Exm. Sr. conselheiro Alencar,
LEILiO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
hi:iic <>. p %it unto 1; opi:it\i>oit
3 Riia da Gloria, casa do Fimdo -i
0 Dr. Lobo Moscoso d consullas graluibs aos pubres iodos m lias da? 7 I
,boras da w.inlia, e das 6 e meia s 8 horas ca noite, except nt fliw samiea*^
DE
MAL
PERSONAGENS.
Dr. Lima.............. O Sr. Thomaz.
Jorge................. Lisboa,
Gomes................ > Porto.
Peixota............... Pinto.
Vicente............... Teiteira,
Elisa................. A Sr.' D. Camilla.
Joanna................ I). Maria Pontos
A scena passa-se no Rio de Janeiro.
poca1855.
e mais. mercadorias existentes neste armazem, que
Dar flm ao espectculo com a comedia em um |Cr lugar sem limites, pelo maior preco, terca
duzias de frascos com
agua de Colonia.
110 ju
O agente Pinto far leil.o, por conla e risco de
quem pertencer, do urna caixa com 30 duzias de
frascos d'agua de Colonia, s 11 horas em ponto
do dia cima dito, no armazem do sobrado da ra '
! da Cruz n. 9.
Coniiaiiaeo
DO
LEiLSO
Do armazem de cabos, ra do \iga-
rio 11. 1.
Terca-feira 3 de maio, por causa de nao haver
lempo, nao se pode acabar o IcilSo de caitos
Pharmacia especial homenpatinca
No mesmo consultorio ha sempre o mais approprMfc NruBento *> caitciras
tubos avulsos. assim como tinluras de varias dyniiuiinisaces e pelos ajrtcjM seguiste
Carteiras de 12 tubos grandes. 1441100
de 24 tubos grandes. IHg
de 3G Iubos grandes. 244000
de48luliosgmndes. :I0(500*>
de 60 tubos grandes. 3f-#000
Prepara-se qnalquer carteira conforme o pedido que se fuer, e eom 1 restad}*
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfnlura de meia onca IA 00.
Sende para cima de 12, cuslar5o os preeos esiabclecdos para as carteira.-.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
1:1 vitos.
acto,
POR CAUSA
DE
eira 3 de maio vindouro, s 10 horas da manhaa
no mesmo armazem, ra do Vigario n. 1.
IIII.AO
DE
Lina machina dguerreo!)pn.
O agente Almeid far leilao, por canto e risco
UM PAR DE BOTAS.
Comeear s 8 horas.
Amanhaa
Domiugo, 1o de maio de 1861
liedla extraordinaria
Livre da assignatura.
Representar-seo apparatoso e excellente drama 1 batanea,9 moiduras'doaradas,'itaboas, 2 caixas'
em cinco actos,
cao i
Terminar o espectculo com a graciosa come-
dia em um acto,
A fillia mais veika que o pai.
Comeear as 8 horas.
A melhor obra da homeopalhia, o Manual de MeJkinajHomeopalliieo do Dr. Jafcr.
dons grandes volumes cm diccionario............ 2'>-JtuO
Medicina domestica do Dr. Ilering,........... IOMOO
Repertorio d Dr. Mello Moraes............. t;36DO
Diccionario de termos de medicina ........... 3400t>
Os remedios deste estabHecimento sao por dentis condecidos e riispenwm |Mrton-
to de serem novamente recommendados aspessoas qoi qoizereni u dadeiros, enrgicos e duradores : ha ludo do melhor que so sde deaejar, global Ter-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservacao, tintura dos mais acreditados
de quem pertencer, de^ma^maTMnTfled'agupT"' ostabelecimentos europeos, a mais exacta e achurada preparac", e |>ort.iiio a nwi..i *-ft-i -
' reotypo com os sogintes pertencos: II molduras gia e certeza em seus effeitos.
^^^^^^ZtZ^V Casa de saiide para escraros.
^XffijSZ& ; eCebe"se eSCrav0S Pa,a !? nnnlquer enfermidade ou far^e*e quJ,,er
1 funil de vidro, l copo de dito, 1 vidro de rao, operacao, para o que o attnunciante julga-se suuicicntuiiiente habilitado.
1 batanea,9 molduras douradas, itaboas. 2 caixas O tratamenlo o melhor possivel, tanto na parte alimentar, coim na nxiiii.i.
pararonservaco dos ohjectos i cavajete para a /unecioaando a casa a mais de quatro annos, lia muitas pessoas de iiiio rnsreisi se rw
SoSirKa os wSa*-2 lM0Ce'5'uma ^ pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desej^em mambr -im
doentes.
Paga-se 2$000 por dia durante 60 das sd'ahi em dianle l">00.
As operaces sero previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar a>s pafjsji
razoaveis que cosluma pedir o annunciante.
papel para
Terca-feira 3 de marco
\o armazem da ra da C'aileia
do Recife n. I ^ s ti horas do
dia.
LEIIiAO
DE
Grande galera de vistas mo ^ J&EaJJ\J*3
dernas.
Ra da iiiijKMiiriz ii. .:.
. terreas Z C^nga miTEUsTrnT "oISS i vez? debaixo das seguintes conugoes
Vistas : 'estado porsere.n novas, contendo toda 2 salas, I Dito caoital
1A pedido do respeitavel publico aposentar-' quartos. cozinha fora torra.-o quintal um cacimba e ( Bj|0 ^
se-ha pola ultima voz toda a cidade de Lisboa tira- una dellascoin 2 grandes quintaes.
USA'
O agente AlmHda competentemente autorisado
, far leilao de um sobrado d'ura andar c suo com
I dous armazens, e janellas para os oiifies no sobra-
docsolo, com commodos para grande familia, sito
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDAD*!,
A direcco do RAN'CO UXIAO tendo oblido do governo de. S. M. K. a aulnrisaco para ^lab-le
, cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde ja toma snbscripres aasass
Hoje estarao | teu.es as seguiutes J mA dt A""110 "8- ,98i
pola
da na oecaso dos festejos no desembarque de D.
Maria Pia.
2 A morte do peccador.
3 A morte do justo.
4 Um naufragio as costas de Marrocos.
5 0 vulcao no monte elna ou gihel na Cecilia.
O director desta grande galera far mudanca de
novas vistas as 8 e as 9 horas.
O salo estar aberto todas as noiles at as 10
horas.
A despedida impreterivelmente no dia 15.
Entrada 500 ris.
Terea-feira a de maio do cor-
rete anuo no armazem da ra
da Cadcia do Recil'c n. 4$ as
II hora lo dia.
O mesmo agente se presta a dar quaiqner escla-
recimentoqueexigirem tendente as mesmas casas.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
E
\;n .lefio coslcia a vajior.
Parahyha, Natal, Macao, Aracal), Ceari Aiarac e |
tTUIlJli,
No dia 7 de maio prximo s
5 horas da tarde segu o vapor
PiTsinnnga, eommandanle Bales,
para o portos cima indicados.
Merche carga al odia 6. Eucom-
mendas, pass.igeiros e dinheiro a frote at o dia
da sahida s 3 horas da tarde : escriptorio
Porte do Mattos n. !.
n.
AVISOS DIVEBSQS.
0 ciriu'giao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressistfi, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer Lora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripia.
c lucros;
somonte ;
somonte
devendo a primeira liquidaco ter lugar no 1" do Janeiro de 1S.*;i.
As vantagens do emprego do capitaes em mutiulidade, ro nkvias, pnri|oe ta swnte so ex-
ilie o juro de quantias diminutas, de que a vafeas se nao ppdei ia tirar lunhnm r -nli.ido; mac aVm
disso, este rendiinonto augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas m eousas, i i>nfirme ;i- ftvs
da subsenpeao, dos que fallec.em. TauilM,m partido polos socios subrevivonlo ludo ... < 11 i ., i m .-*-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por esto motivo obligados a pagar, beni rumo cadurisksmB
occorrerem pela falta de cumprimenlo do compremisso social.
As liquidaQoes sao pelo systema dascompanbias hespaaholas, Tutelar > i pa*SM |
fazer urna idea do que pode produzir una entrada annual do li\5, publicase a >uinio lalielia I
i da sobre a experiencia de muitos annos decompanhias desla n.iturcza :
Eiu 5 aiiiius Em lOauiiiLm !> annos Ein Ju auaws lm2<
1 i Por ura
menino de 1 dia a 1 anuo 1405 0U5 ;hn5 MM \.m$
de i anno a 2 . 90| ::imi5 7505 I.7IHI5 '*
de 2 a 3 8 W5 7VH I no* j>5
de 3 a 4 > 865 2SU5 7IC5 I5II5 IVflO*
> de 4 > a 15 > 8t>5 2705 7U05 1:55115 C*>S
pessoa de 15 > 20 865 2705 7001 IfMf mi
de 30 > a 30 86-S 2705 7105 1 ,.ViU5 i '5
de 30 a 40 > 865 27M4 7*.A 1:6w i
de 40 > a50 905 3005 7SOJ l:HOH* 5
*
As entradas poruma s vez dio resultado multo superiores ~ awittl
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco IJbBo, ht dn Sika Harhmit
Nirpoort. ____
Agentes em Pernamhuco : Amonio Luiz de OSvafra Azevedo A C., ra >u i'j-uz ri~
^s
DE
Af.rj de bancas t companhins.
Banco de Portugal .... 5303000
, Commercial do Port. 2615000 2635850
Cojaselho de compras navaes
O conselho promove em de maio prxima-
mente vindouro, vista de propostas eatreges
nesse dia al as 11 horas da manhaa e mediaute
as condicoes do estylo, a compra do seguinte :
objectos do material da armada.
100 medidas de azeite de peixe, 2 bombas de Ja-
py n. 1, 1 balde de forro do trazer agua do fundo,
10 barris de breu, 50 varoes de cobre de 3/8, 100
ditos de dito de 4|8,100 ditos de dito de 5|8, 40 li-
bras de cera preta, 6 arrobas de cola da Bahia,
100 croques de ferro para esraler, 40 calleados di-
versos, 50 esguinchos, 1,000 femeas de rede, 100
gatos com sapatilhos, 30 arrobas de grajea do Rio
Grande, 20 lanternas de patente, 10 leuedes de
ferro inglez de 3(8, 16 duzias de limas chatas de
6 a 12 polegaas, 16 duzias de limas de meia cana
de 6 a 12 polegadas, 16 duzias de limas triangu-
les de 6 a 2 polegadas, 3 monometros para ma-
chinas, 20 arrob .s de morrao de cairo, 400 nava-
Ihas de raarinheiro, 200 molhos de pias>aba, 600
sapatilhos diversos, 3 duzias de taboas de amarel-
lo de 23 polegadas de largura, 50 milheiros de tai-
xas de ferro batido, 30 latas de tinta branca, 80
latas de tint branca de zinco. 100 vertedores, 3
caixas de vidros garantidos de 11 polegadas em
quadro, 3 caixas de vidros garantidos de 22 1)2
polegadas de altura sobre 19 de largo.
Tambera o conselho no referido dia 5 de maio
prximamente vindouro, bein como en; outros de
suas se.v-oe.-, contina a receber proposlas relati-
vamente madeirascurvas deque precisa o arse-
nal de rnarinha para construrco de ura transpor-
te de guerra, e ao ejntrato que tem de fazer da
lavagem de roupa dos estabelecimentos de mari-
5680' nt.a no corrente trimestre.
Sala do conselho de compras navaes 29 de abril
de 1864.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Secretario.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesonra-
ria de fazenda desla provincia se fax publico a
quem interessar, que no dia 10 de maio vindouro
comeear na thesouraria o pagamento das pensoes
dmente pi de economa dos servidores do estada,
Secretaria da thesouraria"de fazenda de Pernam-
huco 29 de abril de 1854. Servindo de ofBcial-
maior, Manoel Jos Pinto.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
F.IOUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do sul
at o da 30 do corrente o vapor j
Apa, commandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-!
pois da demora do costume se-
guir para os nonos do norte.
Desde j receliem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte es[erado
at o dia 1* de maio, o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o
capito de mar e guerra Gt rvasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra de costume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Aievedo & C.
extraordinaria
Aos 10:0n)$000 o, 3:0O0$OQ0.
Terca-feira 10 de maio prximo ter lu-
gar a nxtiaccao da inimeira parte da pri-
meira lotera da igreja de S. Goncalo, no
consistorio da groja do N. S. do Kosario
da freguezia de Santo Antonio.
DE
J. VIGNES.
Precisase singar um escravo para trabalhar
nesta typ"grahia, diana, semanal ou mentalmen-
te, conforme agradar : na livrana ns. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Fritar.
Precisa-se de um para um pequeon sitia as
Toirc. porom que enlenda do pumaedes e qnr
soja capaz, poil-mlo dar \<-<:\< i>if Tiinr^ ou fta-
dor a sua conducta, tem casa propria para tan*
dos. a quem convier dirjase a rua J*** a. I*,
COMP4IHIA
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
No da 30' do
corrente espera-
se dos portos do
sul o vapor fran-
cez Estremada-
re, commandante
Pavier, o qual
depois da demora
do costume se-
guir para Bsrdeaux tocando em S. Viceute e
Lisboa.
Para as condicScs, fretes e passagens tratase
na agencia ra do Trapiche n. 9.________________
Buenos Ayres.
A sumaca orgentina R semana, e pode receber alguma carga a frote : tra-
ta-se com os consignatarios Pereira CarneiroA C,
no seu escriptorio ra do Trapiche n. 6.
lina de H. HignelT
Sahe com a maior brevidade o patacho portu
guez Souza, ainda recebe alguma carga : a tratar
com o seu consignatario, na ra de Apollo n. 4.
Para Baha vai sahir em poucos Olas com a
carga que tiver o veleiro patacho /). I.uiz, capi-
to Jos Teixeira de Azevedo, quem no mesmo
quizer carregar pode dirig'r-se aos consignatarios
Palmeira & Beltrao, largo do Lorpo Santo n. 4,
primeiro andar.
Pura o liio de Janeiro
0 patacho Beberibe pretende seguir com milita
brevidade, tem parte de seu carregamento promp-
to : para o rosto e escravosa frete, para os quaes
tem excedentes commodos : trata-so com os seus
. as. RITA DO Mfi*i-:r.idoii "J. .*.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz conliocidos para que s.j.i i,
sua snperioridade, vantagens e garantas que olforeeem aos compradores, qoalMatfN
I veis qu e .elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem api>arei p.*-
suindo um teclado e machinismo que obodeoom k ted a ratade e caprirlw du pfcai
nunca 'alhar, \mr seren fabricados de proposito, e ter-se feilo ultimamenU' iwllK.raineni. mt).>riaav
Os bilhotes, meios e (piarlos acham-se tosimos para o clima deste palz quanto s font sao melodiosas e Daulad.u-, |n>r BSj BBSS BJHS>
venda na respectiva thesouraria ra do; veis aos ouvidos dos apreciadores.
rresnn n 11 p as rjisas c/immi^innada Fazem-so conforme as encommendas, tanto nesta fabrica con o nado Sr. Bi.m*-!. d^ Psn>. aarw
l.i espu u. i a e lid!, cnu uiuimi^ioiiduds. correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em t*bs a, o\|i... .
OS premios de 10:000,>OU ate 2 WHJO No mesmo estabelecimento se acha sempre um expiendido o variado sriimoiii.i i do
serao pagos uma hora depois da extraeco melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harniMiiios. sendo tu*. vrnU'Sa
at s I horas da tarde, e OS outros no dia por presos muito razoaveis.
seguinte depois da distribuico das listas.
0 thesoureiro,
______Antonia Jos Rodrigues de Souza.
mu \ roiTuu.
AOS 10:000,000
Bilhetes garantidos
A1 ra do Crespo n. 23 e casas do costnme
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
to fohzes bilhotes garantidos o meio n. 423 com a
sorte de 5:0005. n. 2217 com 3003 e outras mui-
tas sortes do 1005,405 e 205 da lotera que
se acanou de extrahir a ben-lioio da matriz de
Barreiros convida aos possoidores de ditos bilhetes
a virem receber seus respectivos premios sem
i descont algum em seu estabelcciment ra do
Crespo n. 23.
O mesmo tem exporto a venda os novos e afor-
tunados bilhetes garantidos da prmeira parte da
primeira lotera de S. Goncalo que se extrahira
no dia 10 de maio prximo pelo vantajoso plano
das loteras extraordinarias.
Os oremios sero pagos como de costume.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 125000
Meios......... 65000
Qnarios........ 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 115000
Meios......... 55500
Quartos......, 25730
Mirotl Martina Fi'iza
Aviso.
Todas as pessoas que se ulgarem devedoras de primeiro andar,
medicamentos botica do fallecido Manoel Antonio I S-iutiiai 1 M<-lkir% Jt sacam sobie j tUteav
Torres at o dia 31 de dezembro de 1861, queiram I Kug.o o bordo do ,.4ih..U4o awrric^
pagar no praso de oito das, da pubhcacao deste, 1 un| mu|,,illh:j de ,:J a ,4 ann na rua ireita n. 6, 011 a pessoa que apresentar os, do |uI|(|l|, falla |rtU1|(, a^^^^u :
documentos, e as que nao rumpnrem, serao cha-1" arrar e |evar ao j,|0 p:,||iaboii- 1
madas juizo sem excepeo. _________^^^
rlB O
ou a ra
Costantin Noppel, Allemao, vai para Eu-
ropa.___________________________________________
* Precisase de urna ama de leite, ou compra-
se uma escrava que tenha abundante leite : na
rua Velha n. 62.____________________^__^^^__
1 availo e ena Na rua do Brum n. 8* lava-se e engommase com
promptdaoe aceio para algum collegio ou pessoas
particulares, como o tem feito para o collegio Bem-
nca, do qnal os pretendemos se pudero informar. P8 w
I O padre Vicente Ferrer de Albuquerque con-
! tinda a assgnar-se Vicente Maria Ferrer de Albu-
1 agarrar
Trapiche n. 4, ser gralilcudo.
Precisa-sc ur duas pv-ravas uma r.~
e oulra engommadoira : quoin liver dirijae a
rua do Trapiche n. 4.____________________________
Francisco Manoel Lopes, sumIUo porlnp.
retira-se para a il'ia de S. Mi.-u I
Hrwisa-se de um LfanN que lala I
te pratica : na rua hfjg do Hosan.i hfi, pa4 Aluga-sc uma preta de Loa lisura. I ra-
nhera e ongommad. ira : a UaUr na rua C*t*-
querque de hora em diante.
Tommaso Equi di Gioachino, subdito italiano,
retira-se para fra da provincia._________________
A Bgt-se o primeiro andar e a loja do sobra-
O coronel Francisco Joaquim Pereira Lo
bo, D. Lemdra Joaquina de S Lobo, o ba-
charel Francisco Leo.oldino de Gusmo Lo-
bo, Antonio Gracindo de Gusmo Lobo, D.
Porcia uigu-ta de Gusmo Lobo o D. Maria
Francisca de Gusmo Lobo agradecen! do
intimo d'alma as pessoas que se dignaram
assistir aos suffragios que rezou a igreja no
dia 27 por alma de sua pressdissima til ha. e
inna D. Marcolina G-'rcina de Gusmo
L-iho, e as convidam que no dia 3 de maio
pelas 7 horas da manhia comparecam ao
ronvenlo de Nossa Senhora do Carino afun
de ouvirem a missa qir; mandara celebrar
pelo ropo uso eterno da tinada.
As 39.
Nova loja dos baraleiras u roa i Itfiwada.
Ricas saias de fustn a 55, camisa ingleza pa>
senhora a 25, 25500, 35 e 45. col-rlas te fusio
brancas a 55. chitas com lustro para mln-ria r m
do daVuVde Aguas-Verdes n. 46 : a tratar no se- 6 palmos de largura a 640 rorarin. ramt>raia r
cundo andar do mesmo. cores para vestid a 320 o rovaoV, Uas para v^ai-
I f-------------------------------------------------------------- do a 480, 560 e 640 o cwai.
Precisa-se alugar uma criada ou escrava para ^^
o servico de urna pequea familia, tendo bom com-1 a* 1. a.
portamento, sabendo ensaboar e engommar, e son-! Nova luja dosbaraleiras aa rna da QiriiMila.
do carinhosa para crianzas, paga-se bem : a tratar I Tarlalanas de todas as cores, Utenk muSv SM
em casa do commandante da cavallaria, junto a a 730 a vara, camhraia para cortinado, p ca *- 2
fundico do Surr, na rua da Aurora. varas, por 105, chales de Lia por '5. 45. "55 H5,
I Virgilio Bortini de G.ovanne, subdito italiano, camisas inglexas para homt-m1 a 385, *H e 605.
retira-se para fra da provincia. As S. 25!.
Neva loja dos baraleiros m n do Ifrefr**.
bicos pretos, franjas de luda as ajiMbaSaa
Precisa-ce de urna ama e-crava para servn
lem exceuenios commooos : iraia-so com os seus i .; ._:,. ,. m,.rf, u
consignatarios Antonio Luiz de QHVa SMISB, e,n MM d( fiU"'"a' "a rua da tbr'a **"
& C. no seu escriptorio rua da Cruz u. 1.
I 1*11 A
O brigue portuguez Corumb segu oom brevida-
de, pide rereher alguma carga a frete- e passagei-
ro : trata-se com os c;:isiitnatarios Marques, Bar-
ros & C, largo do Ccipo Santo n. 6, 011 com o ca-
pito Hcnridue dos Santos Fernandos.
All.
Prccsr-se de tima ama para casa de ponea fa-
milia : na praga do Gorpo Santo n. 17, torceiro
andar.__________________________________________
No caf restaura nd do roinmercie, rua do
Trapiche Novo 11. 22, alugajn-se quartos mobilha-
dos por mez.
Aluga->e uma exccllentc escrava moga e de
boa conducta, que cozinha o engomma, e faz lodo ,
o mais servico de uma casa: na rua dos Pires nu- trancas de seda, de algodao e de la. miaga**
ire.ro 54 _______________ camisinhas bordadas, rnllarinhu e punlw> MSjb
" -lV,
pai
ertiges se vendem por melade do s^w vakr porasr
"=TD4-se 3005 sobre hynntheca de uma escrava P^3 aPahar-________________________________
ou escravo : na rua de Santa Hita n. 27, segundo asa ,JC |*omillS80 tle CSTavt |.i na
ilo imperniloi-11. 4S, If.rrr/i s asear
Nesta casa rerehem-se
>ero54.________________ camisinnas nnraaiias. roiiarinno* rZTPrecisa-se aluirar uma creta que saiba coser bordados botdes de velludo, de s.-da e
e7gomn^ar:naru^doTnp^^^ bandos de cabello, meias de seda, lequ
dar rtigos se vendem por metade do $*n valor pu i
e
andar.
Precisase de um amassador que saina bem :
desempenhar o seu lugar : na padaria da rua do
osera vos por c.4nm:
Bemfica n. 33.
Aluga-se metade de um primeiro andar na
rua Direia, constando de cozinha e sala de deiraz,
e 1 quarto : quem pretender, dirija-se rua Di-
reita n. V______________________________________
l'recia-sc alugar uma escrava para ama de
casa : na rua da Gloria n. 44.
para serem vendidos por cunta de m-im saaSM**,
nao se poupando exforcns para que 1
jan i vendidos com promptuio aim 4
res nao sottrerem empalo rom venda tnV>. A
casa tem todas as -owiiiodidade* preriu, M*m
i ranga, assim como aflanca-se c hom Iratai alo.
Ha sempre para vender escravo* de amo o^ -
l xos, velhos e novos


MUTILADO


,.WrV t1.(i"t"Mmarr.,;:;,.1M?> *", K.-WW .re Mi,**-
TUG.ITHO
______________&
Sociedide 4r*iualic Alelponieue Per,
nambncaaa.
0 Sr. director manda avisar sos Srs. socio* que
domingo 1" de maio subir* seena o drama ero 3
actosO Homero de honrae a chistosa comedia
Manoel Mendes.Og socios que estiverem quite
coro a caixa da sociedade podero dirigir-se ra
Nova n. 9, para receborem seus bilhetes. Secreta-
ria da sociedade Molponiene Pernatnbucana, 28 de
abril de 1864.
Joao N. A. Macil,
Io secretario.
GfiANE FABRICA
DE
ir-
Jos de Aquino Fonseca, Thomaz de Auut-
no Fonseca e seus filhos, Concalo Jos A-
fonso e irm.os, agradeoem cordealniente a
todas as pessoas que se dignaran assistir
funeral de sua presada esposa, ora, irmaa
e conhada, conridam anda os seus bous
amigos para o caridoso e religioso acto da
mlssa no stimo dia, antecipando desde j o
reconhecimenlo por tao piedoso concurso,
as 7 horas da manlia do da 30, no cemiterk).
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque. "5T
1 IltIV IMt CRESPO-A
Esta fabrica, a mais amiga o acredtate d'csta capital, acha-se de novo montada core um
-variado sortimeado de chapes de sol inglezes e franceses, assim como de tudo quanto diz lespeito
sua profissao, como soja superiores sedas, alpacas e panno de todas as cores e qualidades; ar-
magoes e mais {treparos,para apromptar chapees de sol vontade dos freguezes que se dignaran da
honrar este estabelecimente.
Cobrc-se c concerta-se toda e qualquer qualidade d'estes artigo* em a ciaior perfeico e pres-
teza, c ludo por precos muito rasoaveis.
Bonito sortimento de bengalas precos cemmodos.
4 Raa do Crespo 4
J)eseja-se Callar aos Srs. Alfredo de Moraes-
Ftgusireo Amanio Peregrino Cavalcanti de Al-
buqucrque So enfeonho Timh-ass : na ra es ira
lado Rosario, taberna a. i
lSfpni:
19^Bta Nova-19
FrederSao G.tdior, cirurgH dentiata, j
faz todas as operagoes de sua arte, e col-
loca dems artticiaes, tudo com superio-
ridade e perfeigao, que aa pessoas enten-
didas iherccorine"eera.
fem agua o pos denuncio, t
Ai
Armazem de fazendas
X
i
DE
S*
Brnaandade Divino Es-
pirito Kaoto.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos irmos comparecerem em nosso consisto-
rio domingo lde maio prximo futnro, s 9 horas
da manhaa, a tiro de que constituida a mesa gera!, '<
proceder-se a eleigo da mesa que tem de reger a!
irmandade no futuro anno de 164 1865. O ex- '
tracto da consulta a que proeedeu o conselho fiscal, I
para os differentes cargos da .mesa regedora, acha- j
se afflxado na porta da sachristia de nossa igreja,!
como determinado pelo art. 101 dos estatutos.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito San-1
to 27 de abril de 1864.O escrivao,
________________A. A. dos Santos Porto.
Jos Antunes Guimares e sua familia rcti-
ra-se para Europa ; nada deve, se porm alguera
se julgar seu credor, queira apresentar a compe-
tente conta durante estes oito das, que prompta-
mente ser paga. Recife 27 de abril de 1864.
Custodio, Carvalho & Companhia.
S* RA DO O i:I ti % IIO
Grande peehincha.
Cambraki Jjcanea lavrada propria para vestidos e cortinados neto barate prego de 3,5000
cada peca.
Toallas de linho adamascada para mesas a 3500 e 4 cada urna.
Guardanapos de linho franjados a 3,5 a duzia.
Toalhas de linho para rosto a prego de 45, 4500 e 125 a duzia e urna 360, 4C0
OHir; peehincha.
C.ambraia escura verdadeira organdys a prego de 240 rs. o covado.
Baldes para senhoras e meninas a prego de 25300 e 35 cada um.
Fil de linho liso vara 500 rs.
Panno de linho do Porto com 10 palmos de largo proprio para lenges vara 25.
e 15.
Mcz de Mara
Venderse este Irvro conforme o uso do
hospicio da Penha a 10 cada livrinho: na
livraria n.,6 c 8 da praca da Independencia.
Aluga-se a loja de urna porta s na
na do Crespo n. 4 cora armado ou sera
ella, para tratar era casa de J. Falque na
mesma rua n. 4.
Fabrica Concecjo da
Bahia.
Andrade 4 Reg, recebem constnte-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da ra do Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao empnala etc., etc.,
pelo prego mais razoavef. -
I
Oftr.
O Sr. Antonio Carlos Rereira de Burgos Ponce
de Len insiste em Tfzer persuadir ao publico, que
eu me separeide sua companhia a.'roepropai ac-
gao de divorcia, sem qu* par isso livesse motivo
algum fundado, mas arrastada tSp' somente por
movimeoto estranho, chegando su veJJeidade ao
ponto de inculcar, que eu vivo sob ca pressao da
vontade do meus pais, c que s pelo tnvencivcl te-
mor que estes roe Inspiram 6 que aindanao roe re-
conciliei ostensivamente com ello, (juirodo alias, em
particular, vivemos na melhor iuteldgencia. te
tndo isto tira efle motivo para roe incommodar de
?ovo, propeodo-me urna acgo resciseria do divor-
cio, na qual ailegou as alais revoltanles faUi-
dades. 1
Pedia o decoro que eu me abstivesso de trazer
luz publica esta desgragada questao, a que o Sr.
Burgos tem procurado dar urna triste celebridade.
Entretanto, toreada pelo indigno o insidioso proce-
dimealo do Sr. Burgos, venbo, bero a roeu pezar,
fazer perante o publico as seguintes solemnes de-
del^eoo.
AGENCIA.
DA
FUNDIClO DE L0W-M001.
Roa i Se aulla mti %. \ j.
Neste estabelecimentu roalioa a ka\v
um completo sorthnento de fuendas 11
moendas para engenho, machinas dt
e tachas de ferr batido e erado, de i
tamanhos para ditos.
Arados americanos e
lavar roopa: em casa de S. P..
ra da Senzalla Nova n. 42.
Arilhmetira t rMati>J, iIIhm e*-
c 4o Sr. prafesstr Caslrt \i
Primeira e segunda parte* mnnih da i
claraooes, que serao repelidas"sem interrupgao, em l!ca> primeira e segunda separadas, e a i
quanto o Sr. Burgos nao se convencer de que deve ,ica- acham-se venda por preco mu
deixar-me viver tranquilla e socegada. Nao quero, Da rua do Imperador n. 13.
com o nwu silencio, dar urna apparencia de verda- -----------------------------------------
A VELHA ENCYCLOPEDICA
Kcpcltavel
estabeleeimento de fazendas
Crespo numero 19.
rua
DE
3--KLA ESTKEITA DO R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar demos artificiaos tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga algnma sem que as obras nao
Bquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras proparaedea as mais acreditadas
para codservacao da bocea.
Precisa-seds um rapaz de 12 16 annos, ou!
um homem de .10.1 iu annos: na rua da Concor-'
dia n. 3H, das 3 hora em diante. j
Machina de vapor, propria para mover ma-
china de descarogar algodao e para jiadaria, ou
!i-.ali|iipr.,""iro machinisnio que precise de forga
Je 2 at .i p;t V;'.!!;S : para vdr o en. >imiiciitl;ir os
enua, pmJo-se dirigir ao .Sr. Antonio Maja de Bri-
to, fabrica de cigarros vapor na rua dos Qnarteis.
JOS GOMES VILLAR.
ion do merecido a proteere das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
OJproprietario nao descanga um s momento para bem servir aos seus freguezes, fa-
zendo encommcudas para
Inglaterra, Franca, Suissa e Allemanha
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
\ e vende-as por precos que admiram.
Importante eslabelccimento
DE .
Fazendas
Emprezadailluminacito '
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamagoes
(por escripto dando o nome, morada, dala, etc.),
dr vi m ser feitas no armazem da rua do Imperador
n. 31. Os machi ni stas mandados para at tender a
estas, apresentaro um livro que os reclamantes
deverao assignar logo depois de prompto o servigo
reclamado ; isto para que a empreza fique sciente
de haverem os mesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 103 da rua Imperial : na rua da Aurora
numero 36.
Na praga da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir qnem d dinheiro a premio.
Aluga-se o sitio da Pedra Molle em Apipucos,
com excellente casa de vivenda, de 2 salas de fren-
te, forradas, e 6 quartos, todas promptas, terrago,
estribara, fructeiras, bella vista, magnifico aanho:
a tratar na rua das Cruzcs n. 30, segundo andar.
AMA
Precisa-se de urna ama para o servico interno e
externo de urna casa de pouca familia : a tratar
na rua da Senzala n. 22, segundo andar.
DE
Seda, ISa, linho e algodao.
roo! jkdos yaa
Rua do Crespo numero 19,
RECIFE.
Vende bai atissimo.
fYV">
Imporlante estabelecimento
DE
Fazendas
Seda, la, linho c algodao *ff A M \ l\ \ (
DE
linho
'jas* Dijii yniA,
Rua do Crespo numero 19
RECIFE.
Vende haratissimo.
Contraria de Santa Rita de
Cassla.
Em virtnde do art. 47 do compromisso sao con-
vidados todos os nossos irmaos comparecerem no
dia Io de maio vindouro, s 9 horas da manhaa,
em mesa geral, aQm de se proceder a eleigao da
nova mesa para o anno de 1864 186o.
Consistorio da contraria de Santa Rita de Cassia
27 de abril de 1861.0 escrivao,
Angelo Custodio Rodrigues Franga.
Precisa-se alugar urna casa nos Apipucos, que
seja do lado do rio : quero a ti ver nestas circums-
' tandas, e quizdr alugar, annuncie ou dirija-sc
praga da Independencia n. 22.
TliflO
SOCIEDADE
Beneficente dos Ar-
tistas Selleiros em
Pernambtico.
De ordem do Sr. presidente convido aos senho-
ras socios etlectivos para se reunir em assembla
geral aflra de cumprir o disposto na ultima parte
do art. 32 dos estatutos, domingo 1" de maio, s
11 horas do dia.
.Secretaria da sociedade Unio Beneficente dos
' rtistas Selleiros ero Pernarobueo 27 de abril de
188.
Auspicio Antonio de Abreu Guimaraes.
I" secretario interino.
Por ordem da mesa regedera da irmandade
do Divino Espirito Santo, erecta no convento de
-. Francisco, convido a todos .os nossos irmaos
comparecerem domingo Io de maio de 186i, para,
reunidos em mesa geral, elegerera a nova mesa
para o anno de 1864 G.'i.
Manoel Cardos de Souza.
Escrivao.
HANTE
84Largo da Sauta Cruz84
No grande armazem de molhados denominado Aurora Brilhante, o respeitavel pu-
blico encontrar sempre um completo sedimento dos melhores gneros alimenticios que
vera ao mercado e por pregos sempre commodos como se v da tabella seguinte :
960 Latas com roassa de tomates nova a
7M libra
640 Boioes com graxa 97
.60 Duzia de latas de grata a
Massas para sopa a .
Manteiga ingleza flor a libra a 800 e
Dita segunda sorte a 640 c
Dilafranceza a 600 e .
Dita dita em barris e mcios a 650 e
Toucinho de Lisboa arroba 8,5800
c libra a.....320 Ameixas francezas libra
James Anderson, subdito
&e liara Europa.
britannico, retira-
Alugam-se duas casas terreas sitas entre as
duae pontes da Passagem, com 4 quartos, cozmha
fra, cacimba, e quintal murado : quera as preten-
der, dirija-se ao pateo do Carino, loja de tartaru-
gueiro n. 2, ou no sitio do Cajueiro junto ao Hos-!
pitalPortuguez : a tratar com Manoel Antonio da i
Silva Itios.
Precisa-se do nina ama que compre e cozinho
para casa de hornera soltciro, prefere-se escrava : i
na rua do Qneimado r- 13.______________
Dous typographos habilitados, naturaes destai
provincia, se encarregem de qualquer empreza ty-
pographica fra la provincia, mediante um seguro
contrato : a tratar na rua DiKeita, loja de barbeiro.
Perrfeu-se urna letra de" 4005, aceita em26
do corren te pelo Sr. Joao SimSe Pimenta, a ven-!
cer em 26 de sptembro deste anno ; desconfia-se '
que fra usupad por algum espertalhao ; por isso
se previne ao aceitante que a nao pague, e se faz i
publico que e|!a nao podo ser negociada por o pro- '
prietario a nao ter traspassado, c j ter recebido '
parte.
Trocase um santuario de Jacaranda como'
imagens, tudo do gosto moderno e com perfeigao :
quem o pretender, dirija-se a rua do Queimado
numero 71. __________
Aluga-se um -sitio na estrada da Ponte de
Cchoa e margera do rio, pouco ae'iante do 111 ni.
Sr. comniendador ery Ferreira, laudo banheiro,
palanquc, galinheiro e outras acommodages; e
outro dito no Monleiro, era frente ao oito da igre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
.za, rua do Crespo n. 15, .ou eslreMa do Rosario nu-
mero 32.
Choungas novas a libra a
Queijos do reino novos a
Cha hysson muito superior a libra
Dito dito mais abaixo a 2, 25400 e
Dito perola a libra .
Dito preto muito fino a .
Dito mais abaixo a 15600 e .
Caf de caroco primeira qualidade
arroba 9f e libra
Dito mais abaixo arroba 8J500 e
libra......
Arroz do Maranhao o melhor pos-
sivel arroba 3S200 e libra .
Dito da India arroba 25800 e libra
Alpista arroba 45800 e libra .
Paingo arroba 55 e libra
Farinha em saceos grandes igual
a de Muribeca ....
Charutos finos caixado 100 a 25o00
35 e......
Rolachinhas de soda arroba 640 o
Latas com ditas muito novas a
Ditas pequeas de varios formatos
Latas com peixo ensopado de posta
Ditas com ostras a 720 e
Ditas com marmelada a libra .
Ditas com aineixas francezas a
15400,25200 e .
Caixinhas de ditas com bonitas es-
tampas a 15600 c
Ditas com figos ....
Latas com fructas em calda .
72C Passas a......
35000 Figos de comadre novos a
35000 N'ozes arroba 45 e libra
25360 Amendoas a 320 e .
35200 Azcitonas de Elvas em frascos a .
25500 Conservas francezas e inglezas o
-'.3000 frasco a......
Polvo do Porto libra a .
30(1 Sag e sevadinha nova a
Vinhos especiaos do Porto caada
280 55800 e garrafa
Dito muito lino a caada 75 e garrafa
120 Dito da Figueira puro a garrafa
100 560 c caada .....
160 Dito de Lisboa a garrafa 480 e ca-
200 nada a 35200 e .
Cognac verdadeiro a garrafa a
6500C Serveja das verdadeiras marcas a
duzia a 65 e.....
45500 Gomma de engommar nova arroba
720 35800 e libra a 120 e .
25000 Farinha do Maranhao a libra .
15400 Verdadeira matarana para papa
1520C arroba 85500 e libra .
800 Saceos cem farello de Lisboa .
720 35500 e .
fijlos de liropar facas a
,35800 Massos cora palitos finos para den-
tes a ......
15800 Garrafas com mel de abelha novo a
1550C Ditas com diversos xaropes a
560 Ditas com genebra de laranja a a
flg*\-MlP
5w*
600
320
<15120
480
640
480
320
160
360
800
800
320
240
640
15000
45000
35800 i
15280
75OOO
160
160
480
35800
200
800
500
15200
D. Isabel Candida d'Annunciagao Meira,
D. Carolina Lins Meira, D. LivinaLins Meira,
D. Mara Joscphina Meira, Satyro E. Meira
de Vasconcellos c o tenenteAscencio M. Mei-
ra, viuva, oras, e filhos do fallecido Jos
Bento Meira de Vasconcellos, convidam aos
parentes, e amigos do finado, para assistirem
no dia 30 do cor rente pelas 7 horas da ma-
nhaa a missa do 7 dia pelo repouso eterno
de sua alma : os mesmos seconfessam gratos
assim aos que se dignarem de comparecer
nesse dia, como especialmente a aquelles
que obsequiarara-no em vida e morte.
de ao romance, que o Sr. Burgos inventon e espa-
Iha, e favorecer assim os &us tenebrosos planos.
Eis-aqui as minhas declaragdes :
Sahi da companhia do Sr. Burgos e refugiei-me
na casa paterna para Ihe propor a acgo do divor-
cio, nao porque fosse a isso movida por vontade
eslranha, mas sim em razao dos incomportaveis
martyrios por que me fez passar o Sr. Burgos, du-
rante dez longos annos que vivemos juntos. Sani
de sua companhia por causa de suas repetidas e es-
candalosas infidelidades ; sahi porque j estava
cangada de soflrer toda a sorte de maos tratamen-
tos; sahi porque a minha vida corria inminente
perigo ; sahi porque nem o meu corpo, nem o meu
espirito tinhara mais torgas para supportar tao lon-
go e insoffrivel tormento ; sahi, finalmente, porque
j tinlia pago com usura o passo imprudentsimo,
qne dra, e de que muito me tenh arrependido,
em casar-me, contra a vontade de meus parentes,
com o homem mais refalsado que o co cobre.
Em tudo qnanto tenho feito a este respeito, meus
pais nao liguram senao como meus naturaes pro-
tectores. Quem sabe que tive firmeza e resolugao
bastante para casar-roe, anda menor, cintra a von-
tade de meus pais, nao acreditar certamente, que
hoje, vinte annos depois de meu casamento, seja
constrangida, por vontade de meus pais, a viver
separada do Sr. Burgos. Elles, pois, nao exerce- j
ram e nem exercem a menor violencia sobre a mi-
nha vontade, a qual nunca foi mais livre do que na!
resolugao que tomei e conservo de viver completa
e perpetuamente separada do Sr. Burgos. Vivo
tao satisfeila e feliz em companhia delies, quanto
possivel a urna pessoa, que tem muitos e grandes
motivos de desgosto, e em lodo o caso infinita-
mente mais satisfeila e feliz do que vivia na com-
panhia do Sr. Burgos.
Faga, portanto, o Sr. Burgos o que ihe suggerir
a sua at hoje nao igualada malicia. Finja a mi-
nha lettra e assignatura, para inculcar que Ihe es-
crevo cartas; diga que vivo opprimida por meus
pas, mas que entretanto o estimo e almejo pela
nossa reconciliagao; compre testemunhas para irera
depor aquillo que Ihes d a estudar por escripto 5
prive-meda doce satisfagao de ver meus filhos e de !
os ter em minha companhia : invente finalmente
quanto sua frtil maginagao parecer convenien-
te para attingir o firn, a que se propoe. Com tudo
isso, e concedendo mesroo que nao houvesse justi-
ga na trra, s poderia lograr o seu fim principal,
que annullar a sentenga de divorcio, e restabele- i
cer a communbo de bens, para ter o direito de
participar da pequea heranga, que me ha de vir
por morte de meus pais, a quem Deus, por isso
mesmo, para martyrio do Sr. Burgos, ha de con-
servar a vida por muitos annos.
E nao conseguira senao isso, pois nao haveria
poder algum sobre a trra, que me obrigasse a v-
yer mais com um ente, a quem, por tantos e tao'
justos motivos, do fundo d'alma aborrego e des-
przo.
Ihereza Adelayde de Siqueira Cavalcanti.
( IVrfuMic fia Moda.

AGUA FLORIDA
De Murrav d* Lanman.
Este ri.ro
ntMWi fjiie
nimi'iii Irairrancia qoio lclir-arin rx:rfnntt
iiONtiiiiriiivel e to cm-o W
frescura eama *
delicado diciro las propria* veniecen-
toa flons. Durante mczvs caloren-
tos lo verlo o &011 uzo toma-*c iminru-
tciiiciitc uprazivul <; dcejavel tm
aequcnciii da influencia rct'rigirantc c
suave que olla pr<*lu robre a pvik:
em quanto que tizada no baiiho elLu.
imparto to MNM lnguido c nnean'h:-
urna eerta elastieuladc de vi^or for^a.
Ella iinjMir/' tivn*in- c kiiioo jnawahfa, MBthi e btrtuej>i* tit
oilK ii pdU.
0 TOMO OIIIEMIL DE KEHP
PARA 08 CABELLOS.
E urna preparaco admirare! para lm-
I res
ttMfr
COMPRAS.
Compra-se urna casa terrea sendo era boa
rua, estando em bom estado, que seja dentro da
cidade : quera a tiver, annuncie sua morada.
Compra-se um sobrado de um ou mais anda-
res, em boa rua, e que esteja em bom estado : a
tratar na rua do_Crespo, loja n. 20 B.
r.iimiira-<** un a^*i ... ........o....-- ., -:,._
vam para carroga e sejam novos : na loja da rua
do Passeio n. 7.
Compra-se urna mobilia de amarello ou jara"
randa, com uso : quem a tiver e queira vender
barato, dirija-se rua Augusta n. 98.
Compra-se effeclivamente ouro e
obras velhas : na praga da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
par, atormo.-ear. couervar
BM u calicllc*.
A venda as boticas de Caors 4 Barboza,
rua da Cruz, e Joao da C. Bravo dC, roa
da Madre de Dos.
Os precisos lal/ieres pa-
ra cr laucas.
m
Chegaram e acham-se venda na rua Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
Ffc'lOLAS
Vcndem-se oaixaa com eafcni" moitu
cernemente chegadas no ultimo navio a '.i-*
caixa : na rua do Ainorim n. 3C.
Vendem-se dous guardas n Hipa .le jimuvII>>,
urna iiiobilia de aroarello e outra de granada,
_______ I obras de gosto e novas : na rua" da Culia a. ">',
prata em 1 armazem.

Carvalho d- Nogueira, sacam sobre o
1! Porto : na rua do Apollo n. 20.
Mar ia Joaquina de Sant'Anna, moradora na
travessa dos Expostos, no primeiro andar n. 16,
participa a todos os seus freguezes, que mudou sua
! residencia para a rua da Penha, segundo andar n.
9, com os fundos para a rua Dircita, por isso avisa
aos senhores armadores de igreja, seus freguezes,
para procuraren) as flores em dita casa, e contina
no mesmo trabalho de armar bandejas de bolos
com ricas armagoes de todas as qualidades, por
mais barato prego que em outra qualquer parte,
para bailes e casamentos. Na mesma casa fazem-
se vestidos e capellas para noivas, de qualquer
gosto, com presteza e perfeigao, preparam-sc pal-
mas e capellas para enfeitar oratorios para o mez
Marianno, fazem-se tarabem ricas palmas de flores
de cera para santos e enfeitcs de sala, e ensina-se
a fazer flores de todas as qualidades : quem qui-
zer dirija-se mesma casa. Na mesma casa tem
um rico sortimento de folhas para flores, que se
! vende a 15 a groza, assim como quaesquer pre-
; paros para flores.
Manoel Puema Querol, subdito peruano, na-
' tural de Lima, retira-se para a provincia do Para.
D-se urna pequea quantia de dinheiro : na
[ rua da Cruz n. 18.___________________________
Joao Lilly, socio gerente da casa de Southall
Mellor 4 C., avisa o corpo do commercio, que du-
: jante a sua ausencia o Sr. \V. G. Fennclly fica em
\ primeiro lugar na gerencia da meama casa, e em
,; segundo lugar o Sr. Manoel Jos dos Santos.
Lompra-se efectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
na rua larga do Bosario n. 24, loja de ourives.
Compram-se frascos de genebra vasias : na
rua Direita n. 72.___________
Compram-se travs de 40 e de 45 palmos de
comprido : na rua da Cadeia do Becife n. 29.
Compra-se una negra que seja sadia, sem
vicios e boa quitandeira, prefere-se com cria, nao
excedendo esta 4 annos de idade ; na mesma ca
sa compra-se urna mesa para janlar, estando em
bom estado : na praca da Boa-Vista n. 7.
VENDAS.
A 9500.
Na rua Direita n. 4 vendem-se saceos de milho
a 255OO, e tambem ha um grande sortimento de
ceblas grandes e boas, e outros gneros que tara-
bem se vende barato e afianea-se a boa qualidade
Vende-se o deposito da rua da Lingoeta n.
6, serve para todos os negocios : quem quizer com-
prar, entenda-se com Matcrnus Lenz na padaria
em Santo Amaro.
Pixe
Vende-se pixe da Suecia muito barato : no ar-
mazem da bola amarella no oito da secretaria da
polica.
ItLV DO QUEMADO \ 11.
Lja de fazendas de Augusto Frederico dos Sautos Porto.
Aluga-se um carro do 4 rodas, da alfandega,
com am boi : quem pretender, drija-se ,rua da
Florentina, casa da esquina que volta paraanta
Isabel.
A UencOs
Fazendas pretas para a q un resma.
Rieas capas de seda preta bordadas e enfeitadas para senhora.
Soutembarques e manteletes de seda pretos muito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitados a 175.
Luvas de pellica de Jouvin para homem o senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Sortimento de grosdenaple preto, pannos finos, casemiras pretas, merino, selistria
basina preta tudo por commodos pregos.
Camisinhas de cambraia aGaribald e camisinhas e manguitos brancos e de cor.
Vende-se para acabar organdys da India a 30 rs. o covado, laasinhas a 360 rs. o
cambraias de cor a 240 e 320 o covado e muitas outras fazendas por commodos pregos.
Chegaram as mnito superiores
ESTEIRAS PARA SAIAS.
O abaixo assignad9 tendo arrematado as divi-
das activas do tinado Manoel Joaquira Di as de
Castro e as dividas activas da massa de Castro &
Amorim compradas pelo mesmo finado, semlo-me
hoje pertencentes, rogo a todos os devedores do
mesmo finado para virem pagar sous dbitos na
rua da Senzala Nova n. 9 ou na rua da Cruz n.
ll.noprazodc 15 dias acontar desta data, do
contrario seraot obrigados a pagar judicialmente
gao se auendendo a reclamaco alguma. Becife,
JO de abril de 1864.
_________________Francisco Pires.
Desappareceu de casa a crioula Germana, j
ida, e tem cima da testa um signal de cabellos
bramos, alta, um pouco fula, e magra : roga-se a
Ama.
Precisa-se alugar urna preta para
quera a apprehender, leve-a rua do Motocolomb 'omPra.r em casa de ^omem^solteiro,
n. 4i, que ser recompensado.
Preeisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na rua do Sebo n. 25.
cozinhar e
, preferindo-
se escrava : na rua do Queimado n. 43.
Precisa-se alugar um preto que seja fiel para
compras e mais servigo externo de urna casa de
pouca familia : na rua da Cadeia n. 62, armazem.
O flagello
Joao Pereira Pedroso de Lima faz publico que
comprou ao Sr. Antonio Alves Vilella o sen esta- Na rua estrella do Rosario n. 31, segundo
belecimento de taberna, sito na rua da Ponte Ve-! anoar. precisa-se de urna ama de leite que seja li-
Aloga-se a loja do sobrado da rua das I aran- lna n-39, livre desembaragada de dbitos e ou-
tro qualquer onus a que a mesma estiver sujeita.
jrande armazem de
tintas.
Rua do Imperador n. Vende-se as seguintes essencias.
Es.-encia de rosa do Oriente.
de Franga.
de Jasmim fino (espirito.)
limad fino.
Nerolyllno.
alfazema.
aspic fino n. i.
> ordinario,
mbar (espirito.)
patchouly >
mil flores
alcoraiva.
Portugal,
lima.
cravo da India,
bergamota superfino,
bagos de jumpiro.
bouquet superfino (espirito.)
aniz superfino.
das formigas e cupins : vende-se no armazem da
! bola amarella no oitao da secretaria de polica, a
500 rs. a caada.
Falla de carnauba
Vende-se a 240 rs. o molho : na rua do Codor-
niz n. 8.
Cavallo barato
Na cocheira do Sr. Paulino, no Mundo Novo, tem
para vender-se um cavallo ruco, grande e forte,
muito proprio para viagem, e tambem serve para
carro por ser bom trotador.
VENDE-SE
um preto excellente canoeiro e hbil para todo o
servigo : quem o pretender, dirija-se casa n. 10
' na rua da Aurora. __________
Na rua Direita n. 99, vende-se carne de por-
co em salmoura, chourigas, linguigas e mordas,
vindas da ilha de S. Miguel, e caixSes de doce de
goiaba fino.
geiras n. 13, propria para iuajauer estabelecimen-
to : a tratar na rua da Cadeia Velja do Recife n
i, 1* e 3 andar. ___________
Precisa-se de um menino do |4 a J6 annos
paracaixeiro, que tenha pralica do liberna e d
fiadora sua. conducta : na loa larga do, Rosario
BUmpr
So< veles h 240 rs.
No deposito de confeitarja da rua da Imperatriz
n. 6, haver no domingo Io de malo vindouro, sor-
vetes de maracuj, das 10 horas da manhaa s 3
Ja arde, e de abacaxi, das 6 gt 11 da noite. como
f sempre d postme.
vre e nao tenha filho.
mm Francisco Alves Monteiro Jnnior, depositario
da masa fallida de Jos Antonio Soares de Aze-
vedo, convida aos credores da mesma para rece-.
berem a importancia que Ihe compele em segando
rateio, no praso de 15 dias, e findo este, qualquer xp:.-:,. .nnra
quantia que deixe de pagar ser reoolbida ao de-, ie,xe'fa ue flitnuonpa
psito geral. Recife 37 de abril de 1861,
D-se 2:0O0# sob hypotheca em predio nesta
praga : a informar-se na rua das Cruzes n. 42.
Ainda est para se vender um carro com vi-
dragas, proprio para particular, e com arreios no-
vos de metal principe ; e tambem se vende nma
bella parelha de cavallos rogos, gordos e gran-
des, muito 'trotadores, e na sella andam de baixo
at meio, e bons no cabriole!: ver e tratar, na
rua do Cotovello, padaria n. 31.
KOI
Vende-se um boi proprio para
Imperial n. i.
carroga : na rua
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Belm, nesta typo-
! graphia.
Machinas Inglezas
para descarocar algodao as melhores que
tem vindo a este mercado : rua da Senzala
Nova n. 42, em casa de S. P. Johnston
&C, ________________
Esleirs do Aracaty
Vende-se umaesteira propria para forro de sala
muito bem fcita, tendo 26 palmos de comprimento
o 22 de largura : no Forte do Mallos, rua do Co-
dorniz o. b, taberna.
Vende-se um excellenle Rosarioho, comprehendemlo 6tiu palmos n hrraM
i e mais de 2,000 de exiengao, alargando morto para
o fundo, onde confina com o ala{aoVo, cosido
i Cacunda, que hoje do Sr. Tata*.
Contera o sitio abundantes arvores. como *+ytm
mangueiras. jaqueiras, mangab^iras. aprnis^ir*,
limeiras. liiniKs inm, ligueiras, nmin,
grande e uptimo pomar de excellilti
oitis, abarate, grande profusfio de ram-b-ira*.
pode suppir todas essas Miras e ra-os de i
cajuciros, deudas, coqueiros, ralote*,
goiabeiras, frucla-pao, araraes e banaariras.
No fundo do sitio existe urna malta de
extengo a abundante de madeira de divrrsa-' ipaa-
lidades, e d'onde se pode tirar leona para vrader
todo o anno, urna rica excellente baixa para ea-
pim existente nos fundos do sitio rapaz de iiilaa
lar muitos cavallos de verao invern, e .nnra
mais para cima que esta plantada, pa>io para 12 a
[ 15 vaccas de leite.
Alem de outras commodidades que i-ftefeee -
tio, accresce a de urna bella, grande matnu
l casa, construida logo na entrada, rom M> pala**
de trente e 90 de fundo, contemlo tres ^itai w-
las na frente e diversos quartos espapKto e fres-
cos, assim como grande estrilara e graade em-
nha fra.
Os productos do sitio o constitaero una op propriedade, cujos rendimentos >ao snllirienirs pa-
ra a sustentaco de una numerosa lanulia. e a
prxima retirada do profirieUhi para imira pro-
vincia o obrigaria a vender nma tao ntil prxprirda-
de, que muito adequada para algum irmtmr m
engenho que queira vir morar na praga. e mm.
tendo alguns cscravos, pode fazer della um granea
patrimonio : quem quizer. pois, fazer m betta
acquisicao, dirija-se a loja do Sr. Ra na roa 4o
Crespo, fazendo quina para a do Qneimad, *a a
Soledade n. 70, que dirao com quem se aVve en-
tender.
Farinha de milho
Na padaria de A. F. da Silva Beiriz roa do* Pi-
res n. 42, vende-se farinha de milho a mau tas
que ha no mercado, propria para bolo oV dito, c
vende-se a muito acreditada bolarba de familia.
RELOGIOS, ~
Vende-se em casa de Johnslon Pater
G rua do Vigario, n. 3. um helio sorti-
mento de relogios de ouro patente n-
glez, de um dos mais afamados fabrkaales
de Liverpool, e tambem urna varieiiatle m
bonitos trancellins para os mesaos
Botica e armazem de
drogas
Rua do C ahu n. II.
DE
Joaqun Martinho da Craz Carreta.
i Vende-se o seguinte :
Salsa parrilla de Bri.-tol.
Pastilhas assncaradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
i Elixir de citro lactato de ferro do Dr. Tatmn.
, Rob da Lafecteur.
Xarope depurativo d'odorc-to de ferro de Gny.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas pctoracs balsmicas de Gny.
Pilulas da vida.
liurel franciscano (mcsclado) para imagen.
Injecgao Brow.
Xarope de curato de ferro de Chable.
Plalas contra sesees.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
| Xarope alcoolico de vellamc.
Alen) dcstas drogas ha constantemente nrn rom-
pido sortimento de tintas, verniz, ouro para aco-
rar, preparados chimicos c phanuaceuena qne m
vendem por conunodos pregos.



i Piarto ate Ponafcaft t ^1>p;mUS# # AJ>tU d *4.
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I
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COft
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^/ J*i
Rll DO QUEMADO V. 4*s
Passando o becco da Congregag&o segunda Ssa.
ara ara m
NOF1DADE.
Pereira Rocha 4 C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 om armarera de molhados denominado. Cla/rim Commerciat,
onde o respeitavel publico encontrar sempre am completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso/r/erca^o. os quaes
aeriio vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella atoaixo mencionada ; garante-ie ocbo(i rpeso
boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranhao, da India e lava a 80 e Choucas e paios muito novos a 800 rs. a
100 rs. a libra e 2#400 a **>8(J0 rs. a ar-
roba.
Amelias franceas em latas e em frascos a
1(5200 e 10600 en frascos grandes a
2^500.
Ubra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 610 rs. a lata.
Idom em caixinhas elegantementeenfeitadas dem seccas.muito novas a 200 rs. a libra.
com ricas estampas no interior das caixas' Figos de comadre e do Douro em caixinhas
a lfOOG, 0400, 10600 e 20. i de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.! 10800, 50500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba. i Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
Azeite grandes a 960 rs. a garrafa. ra.
idem JKlitos do gaz a-20200 rs. a grosa. ^
Passas muito novas a 48 rs. a.libra.
Peras secca9 mnito novas a 600 rs. a l>ra.
Painco a 20t) rs. a libra.
Polvo secco muito novo.a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de*zeite e
muito novo a 640 rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a.20400
ris.
Idempratoa 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a-600rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 320 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
i Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra.
Grande tiquiduvao
de faiendas na leja de Pavae, rna 4a Imptraaru m.
60, de Uaiaa A Silva.
Ara-se eete estabelecinicoto completanwetaer-
tido de fazendas inglezas, frauc. za>. olenes
suissag, proprias tanto para a prar com par*
uto, prometiendo vender- mais I ato < V
em ouira qualquer parte principalu
pot-(o e e todas as fazAudas do-so 34
ca-
de perfumaras.,
A superioridad* das perfumaTTas que a aguia
branca rende asta i ncoatostsrvt'lmejite reaanhecida,
e isto confirma a grande extraccao queHie vao
dando os apreciadores o>-1om. A agu branca,
Eorem, tendo sempre em vislas o bem serjrir a sua
oa fregoezia, tanto da udejfe como do interior,
mandn vero extraorditario sortimento que aca-
ba do Mceber, vindo \,c*nfbrme suas recamraenda-
coes, sempre Va mellior qualidade, sendj :
Agua de Cctaia, em garrafas de diversos lmannos
. ,eiowes.
Dita dita em frascos redondos e quadrados.
Dita dita ambreada em frasco? verdes.
Agua ambreada para baulios.
Dita balsmica e dentrifice para conserva$ao das
fenfltaf ementes e bou balito da bocea.
Ditadefiqr jleranjas
4$ RIVAL SEM SEGUNDO,
-m~ ^^ Ba do Queimado ns. 49 e 53, loja de raiudezas I
Kid VQ9 de Jos de Azevet, Maia e Silva, est continuando
" a v i .t no 8eu progresso de vender baralissimo :
^oestava bem a aguia branca, deiiar flear to c^, de superiores obreias de cola emassaa
_ randa parta de sua boa" isegutia spm essas | 40 rf.
apreciada* fiwlas de ac e coityedras, bpor isso Cordao'branco para resudo e espartilho, vara 30
apressou-se.em-mandar bu que acaba de telber e tso assiin as neeesMrias y0has de carretel (ISO jardas) de suprior qnaii-
titas, cujos novos S bpnitOs padrOes as lornam^ra-: ,i1(iP a 60 r* A^i,
SBSff SMe TSS!*-s,a' ^ "^ a^r-' CaS^ diSha Mn> V (200 jardas) ja mnito tttS*ttlgw5?
laventes, maaMiu de irbeiro, dirijam3e a ra cinhecida a 40 rs ."*enoia inja un uwl
do Queimado, loja%>gui*rth n. 8, onde Um-' GS do euiS de ac de mallas qualidades e Vl.n, m Xs *" d" lM-
bem ha bonitos cintas bordados com birlas, etc.. snm*rLSa s^ii rV li ^"y"-* gwrtor- cMMw dan m*Hft-
Extraordinario \ sQrtimeuto^--"^^ ^M^yfcX*t&^r*%tt!Fir.
Caixas com calungas mallo bonitas ptt n$t a < jJ( tovJdXJjQ prelas larp r r,mU%
100 rs. rucados escocpzes linos a iW n-omusu, !*> r.^
Franja branca e de cores para toallias a tbO. 1 tej, ^ 1>avi ,.., dl linpt.ralril m (fc ,a-|a
Pares de botoes para punbo muito bonitos a 120. gjfja
Caixas^com soldados de chumbo muito bonitos a U|ttWi du r^j,,, iWi m^ m m rs.
Tinteiros' de vidro com superior tinta a 60. v,nm-* **!? *** *mmt ^U*"
Ditos de barro com superior tinU a 100 rs. c" adoi ,a:,.f"VS "ZI" J5"*'
Graa de botoes de louca prat.ados, o raclhor, a 2i0 e 280 rs., ditas mg zeza. ; O e;P^J^"
l^o rs v f covado. finissimo organdy matisado rom dwfisc
Tesouras' para costura, o mais superior, a 400 rs.' miudiobos a 3*rs. o covado rassas rarlt-aWfcs
Ditas para unhas muilo linas a 4UO rs. [""" *0 ^ im na lo,a do I ano ra ca
Escovas para limpar denles muito superiores a Imperatnz o. 60, de (.ama A
200 rs. _
Libras de laa de todas as cores (pesada) a ~&.
Caixas de phosphoros de seguranca a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a 600 rs.
Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Carlas e laboadas para meninos a 80 rs.
Caixas com superiores iscas de acender charutos
a40rs.
Carreteis de linha Alexandre (200 jardas) de cores
aflOrs.
e segurar os ca-
ArarKta verdadeira de awtarana a 320 rs, a!
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs
fiiscoutos inglezes de diversas marcas a
1.91300 ris.
Bolacliinbas de soda, latas grandes, a i& rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30Q0 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de perco refinada a 440 rs. a ubra'e
eembarrila 4C0 rs.
Cha hysson, huchine perola a 1?600, ,
2)51500, 2,3800 e 30000 a libra.
dem prelo muito superior a 2000 rs. a li-
bra.
Cerneja preta e branca, das meJhores mareas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas-a 720 rs. o frasco.
Jdera, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
1 dem em garrafes de 3 e 5 gales a 5#500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 7)51500 cada um cora o garrafo. Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 1 100 rs, a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. 1 libra.
Licores rauito finos a 700 rs. a garrafa. '< Vinho do Porto engarrafado o melbor que
dem, qualidade especial e garrafas muito ha neste genero e de varias marcas, como
grandes, a 1#800 rs. a garrafa.
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e oulros a 800, 900 e
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma d pera e rolha de vi j
dro, a 1000 rs., s a garrafa vale o di-!
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 3)5500
Dita de rosa-e dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dita de atheniense para alisar
bellos depois de atado.
Dita de Mallabar e Hoide para Ungir os' cabellos.
Banha transparente e lafornesa.
Ditas Anas em frascos de diversos moldes.
Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
t Dita dila em latas.
Dita dita em copinos, sendo crome, duqueza e po-
mada imperial.
Bahuzinhos de vidro com perfumaras.
Caixinhas com 6 frasquinhos de cheiros.
Cosmetique Extractos finos e de agradaveis cheiros em bonitos
frascos.
Dito frangipane, cheiro novo e mui agradavel.
Dito de sndalo.
Essencias concentradas, com diierentes e llinssi-
mos cheiros.
Leite virginal para tirar sardas.
Dito de cace para amaciar a cutis e conservar-
Ule o lustre.
Macassar perola. -
Oleo philocome superfino.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lubia para denles.
1 000 a garrafa, e em caixa com uma du- ISaboaetes finos quadrados e redondos.
zia a 9000 e 100000.
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far uma differeaca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates cm barril a 480 rs. a li-
bia.
dem em lata a 640 rs.
j Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
i dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia Massas para sopa: macarro, talharim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferrara Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
20OOQ, 20200, 20500, 20800, 34000 e Peixe em latas preparado pela primeara arte
30500 a caixa. de cozinha a 10 rs. a lata.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
. 300 rs- a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba. i dem de flor a 200 rs.
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
Mem de Bordeaux, Medoc eS. Julrena 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70900 rs.
a duzia.
IderaMorgauxeChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a carnada.
Kirsk garrafas muite grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto en porcoes -como
retalho.
Quem comprar de 1000000 para oiaia te-
r o abate de 5 por cento.
NO MERCANTIL
RA 1IAC A1IEI V 1IO RIF Ha &3
NOVO E -
GE2.NDS ARUAZmU DE MOLHADOS
RA DA CADEIA DO RECIPE 53.
Francisco Feroandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Recifen. 53, um grande e sonido armazem de molhados d-
Doar'mado Unido Mercantil. Neste grande armazem encomiar semn/e o respeitavel publico um completo sortimento dos melhofei
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porges ou a retalho por precos ass
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 10200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce retinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 re. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
oumeio. 40800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, ebegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegados oeete ultimo
vapor a 20600.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
.Castanbas muilo novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
CM uxin o melbor que ha neste genero,
mandado vir de coala propria a 20800
r& a libra. ^
Cb hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha prelo muito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captaln, seed, bornez e
outras mui las marcas a 10350.
Btilachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muilo proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada uma.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garanie-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
50800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo.a 10201, 10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fruetas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca mol le a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate bespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laraoja em frascos grandes a 1$.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
qoe ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
caixa e 720 a 800 rs, a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a lOaduzia, e 9OOal0a garrafa; desle j Cognac inglez de superior qualidade a 800
genero ha grande porco e de differentes' e 10200 a garrafa,
marcas acreditadas que j se venderam Licores francezes das seguintes qualidades:
por 14* e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camoes, Madeira gecco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de ootras muilas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Sardinhas de Nantes a 340 rs. oquarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezugo, eberne, linguado, lagostinha, :
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 1 libra a 60(
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra e
i 80600 a arroba.
Bolaxinba ingleza a 320 rs. a libra e 401
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franga-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpi6laa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Btalas muito novas em gigos com 40 librai
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 r.
' a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranboa 100rs. a librae 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 *
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talharim e alelria a 4"80 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha,pevide earroz demassapara sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 ts
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindds de conta propru
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
Ditos finos em caixianas 4e tres.
Ditos muito finos para foari>a.
Ditos creme de amendoa na vases de vidro par-
wlana.
Tnico oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito ou leite Tires {tan acabar as espinhas
rosto.
E assim muitos oulros objeclos de gosto que a
compra dos quaes o pretndeme ser satisfeito
por deixar do Queimado n. 8.
Objeetos de phaatasia viudos
para a agula branca
A aguia beanca receben novos e bonitos objec-
los de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqu, sendo:
Bonitos adesecos completos feitos de pcrolas falsas.
Ditos ditos de" pedias, por cuja perfeinao e bom
gosto qua se nao distioguem das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de,perolas falsas tanto como para meninas.
'Dita de cbapa de crystai com listas -douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., etc.
JJonitos alnetes e anneis para grvalas.
Bonitos pentes de concita, obra de apurado gosto.
Outros travs-sos com pudras para meninas.
iBellas guarnicoes de pentes dourados, ornados
com ca vos de uvas, toaos de aljfar, obra su-
blime.
Ootras igualmente bellas, todas de fino dourado e
com |>edras.
Outras ^tartaragadas, nada inferior a aquella.
Vtinhas de aljfar brance c de cures eom cruzes
-de pedras.
Esses e outros muitos oijectos acham?se a venda
na ra do Queimado, loja da aguia branca, n. 8
GftArlQES I BQKITOS
espelkos dourados.
A aguia branca em continua^ao de suas encom-
mendas mandou vir, e acaba de receber girandes
espelnos dourados com mui bsnitas e modernas
molduras, e vidros de primeira qualidade, i vista
do qne.o pretndeme que sabir de casa munido de
dinheiro a com .dispsicao de o gastar na compra
de um desses bonitos espelhos, dirigir-se ra
do Queimado, loja d'&uia branea n. 8, que ser
bem servido. Tambem lia espeilios quadrados ape-
tidos em t&aanhos, e <-.m molduran douradas.
JAB RO
de porcelana e escarra*
deiras de vidro
A aguia branca tambera nundou vir bonitos jar-
ros de porcellana dourada e de differentes tama-
ngos ; assim como esearradeiras de vidro, objectos
esses sempre necessartos para o bom aceio das sa-
las ; resla somente que o comprador dirija-se com
dinheiro loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 8, onde sera servido eom agrado e sineeri-
dade.
Baralhos para voltarete muito finos a 240.
Cartas de alfraetes francezes muito finos a 40 rs.
Meadas de linha fixa para bordar a 20 rs.
Pares de sapatos de tranca multo superiores a
10600.
Papis de agulha com nm pequeo toque a 10 rs.
Groza de botoes de madreperola muito finos a
560 rs.
Cartes e caixas de celchetes francezes superiores
a 40 rs.
Bonets para meninos muito finos a 15500 e 25-
As laazinhas da ripesif* d Pava*.
Vendem-se as mais modernas laazinhas ntt*ian-
bique chegadas pelo ultimo vapor francex te*'
du uma s cor ou de listas miudinlu- com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de srnhora.
roupa para meninos e capas, e \#\o barj
proco de 500 rs. o covado, dita m> .ola i
prenles de quadrinhos a ."iiX, 400 e :fiO rs. o co-
vado, ditas malisadaa muito linas a .'.<<> e tOO r
tulas mais baratas do que chita tamliem inatad
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palma
do secta e 4 palmos de largura a 800 rs. o r>/.
e ditas de uma s cor parda, azul, ttt de Ijf k>
Itumeui c seikora,
le lau para
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, ven-
de mui boas meias de laa para bomem c senhora,
e pretas de lai.i e de seda para padres.
Carnauba do Araeaty.
Vende-se constantemente na ra da Cadeia n.
57, armazem de Prente. Vianna & C._________
Vende-se uma barcaca nova de qualro via-
gens, bem construida, de 45 caixas, boa veleira, a
dinheiro ou mesmo a praso, assim offereca boas
firmas : a entenderse na ra Dircita com* o Sr.
Bento de Barros Feij.
Vende-se uma toalha de roda, de labyrintho
cheio, vinda do Cear, por preco commodo, e pro-
pria para baptisado por ser grande : na ra das
Cinco Ponas n. 62.
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs dilS de retroz ,0 a |ut0 a w
Groza de phosphoros do gaz mmto novos a 2$200. de PaW0 n,a da l,1|)l.1.alril B. m_
Area preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Pecas de fita de linho muito boas a 40 rs.
Pentes de laco muito bonitos a 1.3-
Enfeites de laco de todas as cores a 1300.
Rodas com allinetes francezes a 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de familia a 80, ICO e 320.
Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
Pares de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por prcc9 muito barato:
quem quizer vt, venha i ra d Queimado ns.
49 e 55, e ver tudo como bom e barato.
Grande pechincha
coiu toque de a \ aria na loja e
arinazent da Arara ra da ini-
peratrlz n. 50 de Lourrnco I*,
n. Guimares.
Vende-se com tuqne de avaria.
Vende-se madapolao inglez com pequeo to-
que de avaria por 6500 1$, c 8, algodaozinho a
4500 e o. cambraias lisas finas a ''%, < 3-joi.K):
na ra da Imperalriz loja da Arara n. 56.
Vende-se zeudas liiupas liaralissimas.
Vcnde-se chitas finas cores escuras a 240 e 280
rs. o covado. dra francezas finas cores fixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara ruada Imperatriz n. 56.
Fazendas proprias para senhoras c meninas.
Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora
e meninas a 260 e 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos collas
para senhora a 15 e 15280. carnisinhas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
punbos e grvalas muito liuas a 45500 e 55 : s
a Arara ra da Imperatriz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas aveliudadas para cama a 85,
ditas de linho alcochoadas a 55, ditas de fustao a
S5, ditas de damasco a ditas na loja da Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende cassas a 210 rs.
Vende-se cassas francezas finas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240. 280 e 220 o covado:
na -ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Roupa feita da Arara.
Vende-se paletots de brim de cr a 25500 e 35'
ditos de meia casemira a 30500, ditos melhores a
45500 e 65, di los pretos de panno a 5$, 65 e 85,
ditos de casemira fina e debrunhados a 85 e 105,
ditos pcetos de alpaca a 35500 e 45, calcas pretas
de caseiuira a 45500, 55, 65 e 85. ditos de meia
casemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos finos
a 35500, tos de brim branco a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25, 25500 e 35, seroulas a
lSOO, ditas de linho a 25 e 25500. rolletes a 25
e 25500 : ni. ra da Imperatriz n. 56.
Balees da Arara a 3$.
Vende-se baWes crinolinas de 20, 30 c 40 arcos
a 3#, 355OO, 4 e 45500, ditos de madapolao a
35500, ditos de mnsielina a 5 : so na Arara ra
da Imperatriz n. S6.
Arara vende os eeres de rlscados francezes a ML
Vende-se cortes e ripeados francezes com 14
covados a 35 o corte : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vnde corles de casemira pela a ;{#.
Vende-se cortes de casimira preta para calcas a
35, 3550O, 45 o 5 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende os soulembarques.
Vende-se soutembarqtn-s pretos muito ricos, ca-
pas compridase manteletes de superior qualidade
a 'ii e 255 : s a Arara ra da Imperatriz nu-
mero 56.
Sedinhas a oflO rs.
Arara vende sedinhas de listrinhas para vestidos
500 rs. o covado, dilas finas a 800 rs.. la Ma-
Vendem-se duas casas terreas, uma na ra
da Roda e ouira na ra Bella, ambas com bastan-
tes commodos : na travessa da Madre de ueos n.
13 se dir quem vende.
ou Ona a vontade do compr dora
ria Pia com 4 palmos de largo e palmas de seda a
800 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende camliraias de carwi'ibos a 2o00.
Vende-se cambraias de carocinhos para vestidos
a 2550O a peca, cortes de casen franceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na ra da Im-
peratriz n. ii.
Grande sortimento de fazendas pretas para a qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25100. 25600 e 35 o
covado, sarja hespanhola de seda, panno fino prelo
'a 15600, 25, 25500, 35 e 45 o evado, muito su-
perior casemiras pretas finas a 25 e 2.3400 o cova-
do, merino fino a 25500 e 35, dito de cordao a
25500 o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolao francez a i#.
Vende-se madapolao francez entestado a 45 e
45500, bretanha de linho. hamburgo de linho para
lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15280 e 15400 a vara : na ra da Impera-
triz n. 56.
Arara vende lazinbas para vestido a 2-10 rs. o
covado.
Vende-se laazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende fustao a oOO rs.
Vende-se fustao de cores para roupa de meninos
calcas e paletots a 500 rs. o tovado, ganga france- j
5" za escura e clara para calcas e paletots a 440 rs.
S o covado: na ra da Imperatriz n. 56.loja da Arara-
Vende-se o engenho. Mussaiba, em Santo A- L. 11 vas de fouviu.
maro de Jaboatao, moente e corrente, cuja casa de Recebeu-se luvas de Jouvin brancas e pretas
vivenda assobradada, e contm suflcientes com-' proprias para a quaresma : na ra do Queimado
modos para grande familia, d'agua, e bastante! |0ja do beija flor n. 63.
grande, contendo, alem de um excellente cercado' Ti-ancinhas de 15a lisa para enfeilcs de camisinha
Os senbores que compraren de lOOiJOOO para cima, terso o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
onde se pode criar e refazer gados, muitas matas
vinrens ; vende-se conjunctamente a propriedade
Pco-preto, onde se pdc levantar um outro enge-
de senhora.
Recebeu-se, trancinhas de diversas
cores pe-
roro-prcio, onue se pouo ii"vani;ir uih uuiru ciigu- ,-, ~ll' TnT i tan-------- *^
nho d-agua : quem pretender fazer negocio, toma-, ? o JO 1 aras a 640 rs., e de. 120 rs. pequeas :
rao incommodo de primeira examinar dito enge-1 na ra do Queimado loja do beija flor n. 63.
nho, certo que se fara todo negocio com dinheiro j Enfeites de redinbas com laco na frente,
vista, ou mesmo a praso, com garanta que con- j Recebeu-se, variado sortimento de enfeites de
venha a sou proprieUrio: na ra das Cruzes n. 2, diversas cres a 154O0 e 25: na roa do Queimado
segundo andar, so encontrar a pessoa competen- loja do beija flor n. 63.
te para efiecluar qualquer ajuste.
(aeeos'de fariuha
com 22 cuias a 55 : no pateo da Santa Cruz n. i
SO na taberna do Plnieuta.
J chegou o verdadeira vinho verde, mandado
vir pelo paquete : isto na ra do Amorim n. 36.
perola proprias para vestidos, sauciuttar-ines
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escoma* a
800 e 400" rs., isto s na loja do Pavo. ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales de Pava*.
Vendem-se finos chales de crepon e-tampae *
pelo barato preco de 65, 75, 85, ditos de pona re-
donda a 75 e 85, ditos pretos rieament'- l>rdado'
a retroz comvidrilho a 125, ditos pretos He* a
; 55, ditos de cores a 455tH>c 5-5. ditos e> mtt : estampados a 25 o 35. ditos de laa a 15280 e 15.
i-to na le;-.
de Gama *
I Silva.
Fazendas prelas para a quaresma veede Pive
Vande-se grosdenaple prelo mulo sapi rior a
15600, dito a 15800, 25, 25500, 2580' e .!#, tro-
reantique preto muito superior a 35 e 25800, sar-
ja preta hespanhola muilo NON pata a 25, isto Mt
loja do Pavao ra da Imperatriz n. GO, de Gair.a
& Silva.
0 Pavo veade para late.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largara pro-
prio para vestidos, paletots, capas ele. prk> bali-
to preco de 25, 25200, 25500 o ovad
pretas lisas, chitas prelas largas e ntraat, etafc-
de merino lisos e bordados a vidhlho, rnaagaitr*
com gollinhas e outros muitos arligos qre se vra-
dem por precos razoaveis : na loja la Pavao a ; _*
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cerpinnes de Pavo
Vende-se os mais modernos corpmhos de r
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 85 :
na loja do Pavao, ra da Imperad iz n. 6. de a-
ma < Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto r,
camente bordados a vellido p< b barata prer ilr
405, sendo fazenda que sempre se raa 11 IO>5
e l05 ; ditos de cambraia braa Liana bar-
dados a croch, sendo propriaa para baHe f r^ .-
ment a 10. 15, 20 e 305; ditos t Ba 1 aea U*la
barras, a 18 e 155 ; isto na loja lio Pavo ;.
da Imperatriz n. 60, de Gama A Sil'
Os pannos do Pate.
Vemle-se panno preto muito snperior pelo bar ^0
preco de 25, 25500.35 e 33500, d
45, *5 e 65,cuites de casemira pi<
45, 45500 e 65, casemira preta fina 4e un
largura muito lina a 15800, 25. 255O0 e :-5.
tes de casemira de cor a 55. 55500 e 65. ca*err.--
ras entestadas de urna so cor proprii
paletots, colletes, rapas para senbera. i-.
meninos a 35 e :i55O0 o covado. 1-: aa bia '<.
Pavo, ra da Imperatriz
A reupa do Mh
Vendem-se paletots de panno preto ntn
eos fazenda muito boa a l". ditos cito i;i
165, ios, 255 a Mf, o,,iea> de rm -n ra
hienda a 45600,85,65, 7J e 85, 1
de panno preto a 75, ditos de eneeanm
65 e "5, ditos de alpaca preta. ditos de auran
preto, dilos de brim de cores, rale.i- 1
de cor a 15. 55.65,75. ditos .1" rasraaan da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25^01*,
de cer a 25 e 25500, ditos hrancos maiio fiaos.
sto na loja do Pavao, na da Imperatriz p. 1 o -
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados propri* para i.
la e camas pelo barato preco de I i
melhor que ha no mercado: na ra da I.
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas |
prlas para cama pelo baratopreea na ra da Imperatriz n. 60. de Gaan k tih 1
As calcinhas do Paifo.
Vendem-se caleinhas de eaaabtai
ra meninas pelo barato preco de BBO 1 1 ""
mlanguitosp.ua seohora e menina- a Mi 1
800 rs., carnisinhas com manguitos a !-',">
oja de Pavao ra da Imperalriz n. 60.
A Maria Pi.i.
0 Pavo vende a H$.
Vendem-se os mais liada cortes de aeNa
Maria Pia com lindas barras de
gados pelo ultimo vapor francez ,
de 85 cada um : s na loja do Pavo ra da
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os bales do Pnlo.
Vendem-se crinolinas en baln de 30 arcos taa-
lo brancos como de cores sendo americanos
sao os melhores por se nao quebrar, ni a ('O c
de 35 arcos a 4-5. ditos de musselina
a 45, ditos para menina a 25 e :5 : na k ja de
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama V Silva.
O bramante do Pavo eoan doze
palmos de largnra.
Vende-se bramante de linho puro, nii'ofinoc h
doze palmos de largura o melhor e 1
tem vindo ao mercado pelo barato pi
rs. a vara ; s na loja do Pavao de Gama
ra da Imperairiz n. 60.
As procalas to Pavo.
Vendem-se as mais lindas pi-
do ao mercado chegadas pelo nlljaw vapor fiao-
cez, pelo barato preco de COI) rs. o covado, u
de lisirinha muito miudinhas propria
e milpas de meninos e meninas pan barate prc
de 500 rs.; s o Pavao ra da Imperatriz 11
loja de Gama & Silva.
Os souteanbarques do Pavo
109 e so o Pavo.
Vendem-se os nais lindos souteaniarqnes qaa
tem vindo ltimamente de lazinba < r ivemira ri-
camente bordados e enfeitados. cores mn,
das pelo barato preco de 105 e I >-"
que em outras lojas se vendem por 20-3 c ?5
s para liquidar : na loja e ansaaem aa i'.iv- a
ra da Imperatriz n. 60 de Gama As chitas do Pavo ZfflO* e
3/(SOOocoilr.
Vendem-se corles de chita c m
cada ertc, ditos com det covados a *"' 10, fazina-
da muito boa, o que, nao desbola, r M V
I vao tem esta pechincha ; a ra da Imponiru r:.
60 de Gama A Silva.
I.as de uma so rr.
Vendem-se laazinhas de uma s rr. endo en-
carnada, azul, cinzenU, cor de cafe, lirio ciar,
rio roxo cor de perola pelo baratissiaaa pre
640 o covado, fazenda multo una s o l'avio. a r a
da Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gana *
Silva.
Panno de liaba.
Vende-se panno de linho com 4 palmos di> I -
gura proprio para lences, toalhas e rerouias
barato preco de 640 re. a vara, bramante da meW
com 10 palmos de largura a 25*i"<). aL'.daoaMt
monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas Je
Hamburgo com 20 varas a 95. 105 e 115, pecasen
madapolao fino a 75500. 85, 05 e 105. ditas da
algodaozinho a 65. 65500 e 75. e ontras
fazendas brancas que se vendem mnil"
alim de apurar dinheiro : na loja do Pavjo rna
imperatriz n. 60, de Gama <.\ Silva.


Blftrto m re
Aabbad im Abril t> f 04.

Larga da
Cantil Cruz
n. 12.
Esquina da
ra do
Sebn. 12
BRUJAME aurora
IOVOE
GRANDE ARMAZEM DE MOLIIADOS.
Francisco Jos Fernandes Pire&/tem a honra de participar ao respeita\el publico
que hoje abri um novo esiabeleciiiwnlu de molhados denominado lirillumlc Aurora ao
largo Ja Santa Cruz n. 12 esquina da ra do Sebo n. 12.
O proprietario destenovo estabeledmetilo pede a lodos os seus amigos e freguezes e
ao benevulo publico de.sl* cidade e do interior, a sua protercao para este aciado estabete-
cimenio, cerlos de que era lempo algum abusara da confia tica que at hoje Ihes tem de-
positado.
No novo armazem encontrar-se-ha sempre um grande sortimento dos melhoresgeneros
qoe vein ao nosso mercado e por precos os raais mdicos possiveis, certo de que em parte
aiguma se vender mais baraio e melhoresgeneros unto em norco como a retallio. do
que no armazem da Bnlhanle Aurora.
A satisfago da Brlhantc Aurora vender muito e muilo barato, mais a dinheiro ;
a tabella do preco de seus gneros sero mudados todas as semanas :
Ameixas francezas novas em latas a 1*400,
-'->. :o rs.
Ditas em caixinhas mnito enditadas com
bonitas estampas a lj.400, 1600 e 2fl.
Chocolate francez. hcsiwnhol, suisso e por-
tuguez a U2ti e l& a libra. -
Mai'tnelada imiierial dos melhores conser-
veiros de Lisboa a libra 600 e 640 rs.
Latas com diversas Inicias em calda a 600 rs.
Ditas com ervilhas a 700 re.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Ditas com (ros ermeticamente fechadas a
1*600 e 2*500.
Ditas com peixe de posta ensopado a 1*.
itas cora ostras para frigideias a 720 rs.
Ditas com linguicas iuiuhas viudas neste
vapor a 6*5i>0.
Ditas com*ardinhas Ditas com bi.lachinha de soda nova a 2*.
Ditas com biscoulos inglezes varios ttulos
a 1*400 rs.
Frascos com mustarda prepprarta a 400 rs.
Ditos com a verdadeira genebra
Ck de ni ii i tas quididades.
Cha perola a 3* e 3*200.
Dito uxim muito superior a 3*.
Dito miudinbo a 2*500 e. 2*800.
Dito hysson miuriinho a 3*.
Dito- mais graudo a 2*800.
Dito redondo muito boma 2*, 2*500 o 2*800
Dito preto em massos onvollo a 1*600 e 2*.
Espermacete fino o masso a 540, 600 eOi.
Velas de carnauba arroba 10*e libra 360.
Dita de composico arroba9*500e libra320.
Charutos nao ha ijuem lenha melhor sorti-
mento em caixas de 100 e 50 lodos dos
melhores fumos de S. Flix de 2* a 8*
a caixa de cem.
Caf do Itio arrota 8*500 e 9* e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 3*200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 2*500 e libra a
80 c 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
de laranja
Dios'Kdcs duas garrafas de hollanda 1*. g"!!** tf" IG0 rs"
Ditos com urna garrafa 5t 0 rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Dito com ditos.de mexides e outras a 700
800 e 1*.
Ditos com azoitonase ervas a 1*.
Capachos para jorlas pinladus de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Manteiga ingleza flor a 800, 900 c 1*
Dita segunda sorie a 640 e 720 rs.
Dita lerceira sorle a 400 rs.
Dita h-aneea nova de 64 a libra 600 e 640.
Dita dita de 63 a 540 e 560 rs.
Dita Dgteza em barril a 600, 720 e 800 rs.
Dita franceza em barr* c mojos a 530 e 540. p ,",,,,
Baiiha de poico refinada propria para ba- SSjfT
nl.a de cabelle a 440 e embarril a 400 rs.,' Kt.!1 L
\Inhos Onos ha o melhor a
desej.il'.
Vinho do Porto em caixa dos melhores au-
tores a 125,144 e 16*.
Dito em pipa a cana-la 5*500, C
garrafa a 720,800c 1*.
Dito xi \>i muito fino a 1*280 a
Dito Madrina a 1*400 a garrafa.
Dito da Fjgueira puro a 45500 a
garrafa a CiO, 560 500 rs.
Dito de Lisboa a 3*200 c 3*500 a caada e
(ffp garrafa a 400 e 480 rs.
Dito branco puro de uva a 640 rs.
Dito mais baixo a 480 e 5 0 rs.
Dito Burdeaus branco e tinto a 7*
r;uxa e garrafa a 640, 8 0 e 1*.
3 Dito inuscatel a 94 a dtizia e 1* a
V. Dito d.: caj clarificado a I* a garrafa.
' Cognac verdadeiro a garrafa 15 e 1*280.
Licores linos em garrafas braucas a 15 e
1*280 rs.
Azeite refinado a garrafa a 1*.
do paiza garrafa
* e 7*
garrafa,
caada
e 85 a
garrafa.
j^ Caniles de varias frtelas
_ 500 rs.
> Garrafcs com 25 garrafa
Alpista arroba 4*800 e libra 160 rs.
' Painco arroba 55 e libra 200 rs.
Sevada arroba 2*500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
Passas novas caixinhas de 16 e 8 libras a
2*500 e 1*5 0 e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba candes grandes a
1*200 e 640 rs.
. Sacros cun gomma, arroba 5*500 muito
boa e libra 180 e 200 rs.
Dita de aramia verdadeira arroba 8* e li-
bra 400 e 480 rs.
Alelria e macarrao a libra a 400 rs.
muito nova a libra 480 rs.
novo de la mego para panella a
560 rs. inteiro e libra 640 rs.
Chourii-as e paios noves a libra 800 rs.
Oerveja branca e preta a duela a 5*500 e 65
Vinagre de Lisboa puro a 1*600 a caada e
2'i0 rs. a garrafa.
! Cartas com fago da China a 220 p 240 rs.
ToUcinlio de Lisboa arroba 85800 c libra
280 rs.
, Dito de Santos muito novo igual ao de Lis-
boa arroba 75 e libra 240 rs.
i Figos de comadrea libra 280 rs.
Queijos do reino muito novos a 35200.
I Boiarliina ingleza nova a bavriqniobt 3*.
Tijolo. de limpar faoas a 160 rs.
i Massos rohl palitos para denles a 160 rs.
' Grozas com palitos do gaz a 2*200 e 200rs.
a>duzia de caixinhas.
Latas com grasa duzia 1* e 100 rs. a lata.
Buidos com dita 97 a 280 rs.
Vassonras do Porto do piassava grossa a
<00 rs.
M illios com soblas novas a 15.
i Saceos grandes'com tarjaba nova a 5*.
Ditos com farol lo de Lisboa a 3*800.
Cominhos. erga dore, pimenta e folhas de
ibra 400
di-
i garrafas de genebra de '"uri>a "l,ra m> rs-
hollanda 85500. Balaios para costuras de meninas para
Copos lapidad is para vinho e agua a duzia ; versos Pr^C*-
35500, i*50o e 5*500. Caixoi s vasi w para plantaeoes de umita.
Ditos de cores a 65500 e 7*. qualidade.
Assim como muilos utios nlijpctos que deixa-sc de mencionar, raais tudo de pri-
meira qualidade por precos baraiissimos.
CVV-.
Acaba de recebe? fie sua propria encommenda um fraude e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escollados, por isso apressa-se o proprietario em
joTerecer aosseus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabeHa dos seus gneros e
resumidos precos., aaiioando tado e qualquer genero vendido neste bem conkecido ar-
mazem.
Pede-se toda atten$to.
0 proprietario pede a todos os senliores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar dcsapercebida a seguinte tabella:
AVINO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 8#89 a 9$, o proprietario em seu
armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes em trecos-
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
e em barril a 78o rs. que os melhores que temos tido no mer-
! dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs. cado.
sendo em barril. Passas em caixas de 1 arroba '/a e \\ a 7,5oo,
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,Coo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
para cima a 2,6oo. j garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 8oo
cima a 2,7oo, | rs. a libra,
i dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos raais afamados fabricantes de
desejar a 2,Goo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra.
a 2,5oo rs. j Eivilhas secas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo.a I6o rs. a libra.
para cima a 2.3oo rs. Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-! Potes com sal relinailo a 48o rs.
bt as para cima a 2,2'oo. i Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, 4. 6 e 8 libras i fazenda especial.
cada urna a % 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata. I Presunto para hambre inglezes a 7oo e 8oo
dem prelo o melhor que se pode desejar | rs. a libra.
neste genero a 2,8oo rs. Chourigas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas emgigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. l.ooo rs. e 6o rs. a libra.
dem mais baixo bom para negoci a !,5oo Massas para sopa macarrao, talharira aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. e8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados nesle ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 3,ioo. garrafa,
dem mais seceos viudos por navio a {,7oo. Charutos cm grande quantidade e de todos os
dem prato as melhores e mais frescas do fabricantes mais a croditados a l,foo,
mercado a 7to rs. a libra. | 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
dem londrino a 6oo rs., e sendo inteiro a os maisbaixos sao dos que por ah se ven
Boe rs. a libra, vende-se por esle preco dem a 2,ooo e 2,5oo rs
pela porcao que temos em ser. Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a :tr-
Biscoitos em latas de libras das seguintes roba e 8o rs. a libra.
marcas: Osborne. Crakni I, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2o rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mui- roba e 2o rs. a iibra.
las a l,3(io e 1 4oo rs. Arroz do Maranhao a loors. a libra, 3,ooo rs.
w w1 *%fa Wo ^:. %!r ^^s z&f '>$&
mmmmmmmmmmmmm
.IB9AZEJI
DE
%W%$% % w^w
I
tD-
*M
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, lambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
renles, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um H
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, 1
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 35$ e
Sobrecasacas idem, 30* e .
Paletos idem e de cores, 255,
204, 15* e......
Ditos de casemira, 20)5, 150,
12d, 105 e...... 7000
Ditos de alpaca, 50, 44 e 35500
Ditos ditos pretos, 9*. 7*,
55, 4e......35500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. 35000
Ditos branco de linbo, 65, 55 e 45000
Ditos de merino preto de cor-
30500 Ditos de setim preto. .
255000 Ditos de ditos e seda branco,
1 65 e.......
105000 Ditos de gorgurao de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
Cohetes de fusto e brim bran-
co, 35500, 35 e .
Seroulas de brim de linho,
25400 e ......
Ditas de algodo, 15600 e. .
Camisas de peitos de linho,
45, 35 e......25500
; Ditas de madapolo, 25500,
15600
550003
45000;
25500
25000
15400
do, 105, 75 e..... 55OOO: 25 e.
Calcas de casemira preta, 125, Chapeos de massa, pretos fran-
105, 85 e...... 75000 cezes, 105, 95e. 85500
Ditas de cores, 95, 85 e. 75000 Ditos de fltro, 55, 45,35500 e 25000
Ditas de meia casemira de c- Ditos de sol, de seda, 125,
res, 55000e..... 45000 115, 75 e......65000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 45500 e.. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Cohetes de velludo preto e de
cores, 95 e......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
40 e........
Collarinhos de linho fino, ulti-
450001 ma moda........ 640
Sortimento completo de grava-
25500 tas. 0
25500 Toalhas parroslo, duzia, 115,
le........650O0?E
75000 Chapeos deso, de alpaca, pie- *
45000 tos e de cores. 45000 M
Lences de bramante de linho. 35000 $f|
35500 Cuberas de chita chineza.. 25500 (
mmtmmmmmmmm
Plvora
Vndese plvora RFK em barricas, em lote i
180 barra para cuna ; no escripturio de Itotbc
lbdouhic. ra. du Tranich* n H
Didoulac, ra doTrapicne n, 14.
Cogoac
O melbor cognac em caixas de urna duzia : ven-
df-se no escrictorio de Hotbe & Biduulac, ra do
Trapiche n. H.
Ra da Seozalla \ova n. 42. i
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
fwro coado libra a 110 rs.. dem de Lo*
Moor libra a 120 rs.
Cal de Lisboa e potassa da
RHssia.
Vende-se na ra daCadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antieo, e acreditado deposito da
uiesrna ra n. 12, arabos os gneros sao novos
legtimos, se vender a preco mais barato do que
aru tqualrraer parte.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2.5oo rs, a barrica e 2 lo rs. a
i libra.
Ca toes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-
ses a 6oo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes mnito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendqas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833; duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeirasecca. Por-
to superior D. Luiz I, e. nutras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conbecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicISo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muilo no-
va a 80 n. a libra, e 2,5oo a arroba.
GarrafSes com 4 '/ garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garralao.
dem ciim 4 '/ dilas de venagre a 1 ,ooo rs. o
garrafan.
Vinagre PRR era ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com a ancoreta
dem em pipa puro sem o batame a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas cem 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda mnito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portiiRuezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofle. ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limSo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a 1 ,ooo
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vallas de carnauba do Aracaty a 9,000 rs. ar-
roba, e 3;o rs. a libra,
dem de sebo muito dura lingindo esparraace-
te 3to rs. a libra,
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaco pautadoe liso a 3.ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs.
a resma,
dem embrulho de 1,2oo a 1, 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 */a libra a
1,2oo e 8oo rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para 1,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. lente verdadeira a 6,8oo rs. \
a duzia.
dem de outras marcas prela e branca a 5,5o
e 6,ooo rs. a duzia inteiras.
Vasseuras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a 8oors. o molho e 5oo
rs. ocento.
Chocolate portuguez bespanhol e francez de
8oo a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos mnito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs. a libra e 2,4oo a arroba.
Peixcs em la'.as al.ooo rs. a lata j prompto
a comer-se. .
Farello de Lisboa marca N. e Biafo saceos
grandes a 4,ooojs.
Participara aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral qoe acatan fe
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de mifiaaVu.
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que oulro goatajacr
annunciante, como ver ao pela seguinte tabella que abao notamos, garaoliftdo m bmo>
mos propietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVINO.
Todos os senliores que compraren) para negocio ou casa particular de 100* pora
cima tero mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientihVaat mm qne
odo s os seus gneros sao recebidos de sua propria encorameoda, razo esta para poe
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a iibra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Borinho francez e em caixinhas de 7oo a
l,5oo rs. cada urna,
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
Velltt de carnauba e composico de 32* a
36o rs. a libra e de lo.ooo a 1 l.ooo rs. a
arroba.
GeneOra de Hollanda em botijas oV coala a
440 rs. a botija, e em duzia oa eat barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrao, talharin t aletria
a 48o rs. a libra e em caia leri atati-
raerito.
dem estrellinha, rodinha e fnnW rm caixi-
nhas de 8 libras, miiit bm twfVitadas de
2,5ooa 3,808 rs. a caixinha e a (too n.
libra.
| Boce de goiaba em caixas de diversos taau-
nhos te loa a l.ooo rs. o caix*>
Erra dooe a 6io rs. a liltra.
Traques a 24o rs. a carta e 8 > a nim.
Peixe em latas muito novo ; savH. pescada,
corvina, salmo e outras militas qualrdaoV?
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de porca refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre -a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar- preparada de escabe, he i." a arte de I
rafado garante-se a superioridade deste vi- nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos emcaixasde 1 arroba, *> 8 libras
nuino, velho secco, especial lagrimas do-1 a 8,000 4.000 e 2.000 rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinho branco de quii", marca B
vinho velho, Nctar superioro'e 1833, Da- & Filho a 60,ooo rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m laara ctinsi'n-
Iho superior, madeira secca de superior1 ros de Lisboa a 64o rs. a I tinhaVf baca,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu- ba latas de 1 j e 2 libras,
izl 0del8i7, lagrimas do Douro espe- Massa de tomate em latas don radas cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. a 64o rs. a lata,
a garrafa ede lo,ooo a 14,000 rs. a caixa Ameixas francezas em caixinhas rt^vaole-
com urna duzia. mente enfeitadas de |,lai a :t..H. r*. a
Bolachinha de soda especial encommenda e a caixinha, tambem ha bjaj ia 1 a li-
mis nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a bras de l,2oo a Mtoa rs. a ata
lata. dem em frascos com lampa de rosca a l.o
Biscoitos inglezes das melhores marcas em rs. o franco.
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata. Chocolate portuguez, hespanhol, fran.. 1 t
dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras suisso a l,2oo rs. a libra.
de 5.000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 3 600 rs. cada um.
dem prato a 9oo rs. a libra.
Conservas inglezas das se^uin!* nnrvase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancorlas de vinho colarea
a 72o t. l garraf
a 5i>.ono rs., e
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamBA F., PRR, JAA, outras Charutos das raais arrediladas asaras 4s
militas marcas. Porto, Lisboa c Figueira ; a 1600, 2,ooo. .."n.....:' a essa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o c 800, rs., e o do dem suspiros de Jos.;- G. P. a 2.4. a taha
Porto fino em garrafa, e em cenada a caixa.
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor Champagnhea melhor do mercado de I .000
do Porto. i a 2i.ooo rs. o gigo, e de l,2oo a 2,oou rs. a
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas garrafa.
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. Papel grave paulado 011 liso a 3.5oo rs. aras-
Garrafes com 5 garrafas de superior vinhn raa.
do Porto a 2.2oo rs. com o garrafao. dem de peso pautado ou lizo .1* 3.5,10 a
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais 4.000 rs. a resma.
proprio para a nossa estacan por str mais Matarana a Me rs. a libra
fresco a 2,400 rs. com o garrafao. Milho alpista e painso de 16o a 2. rs. a li-
Idem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.! bra.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56 rs. a garrafa, e a
4,3v>o rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por
grande porgao.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e uno rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras y-*os. omito
proprio para deposito t sa ssaoSsip
ou outro qualqer liquido de l.ooo a
3,000 rs. cada um.
haver Licores das melhores marcas c mais Unos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa lera abasj
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs. | ment.
a garrafa e 4,800 a caada. Cognac verdadeiro inglez a 9x> rs. a rarrata
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa. e lo,5oo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a Chouricas as mais frescas .lo mercado a 800
lata. i rs a libra.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 800 Genebra de laranja em frascos grandes a
a 3,5oo rs. cada urna. l,2oo rs. o frasco.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a Serveja das mais acreditadas asweas a
9,ooo js. a arroba. I 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs a |
Botijes cora 10 garrafas de azeite doce a dem embotijas e meia, sendo
.'s.'ioo. i muito creditada marca T de 6.5oo a 7,8o
Caf de 1 .*, 2.1 e 3.* qualidade de 26o, 3oo' rs. a duzia.
e 36o rs. a libra, doCearde8,3oo, 8,7oo, Pimenta do reino a 34o rs. a bbra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. i Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada asa.
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
l Vassouras de piassal de dows arcos de frr-
ro a .'12o rs. rada urna.
i Latas com banha refinada cora 10 libras a
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra,
^agrt muito novo a 28o rs. a libra.
Mostarda ingleza em p a \3 o frasco.
Cebollas a 8^ a caixa e l,2oo rs. o molho. 'iVioo.
MILHO
vendem-sc saceos grandes cjm milho : na ra
aa praja p. 39, vm 0 aatigt armazem de molhados
por baixo do i.alauete,
Carne do sertfto ,
Chegou aos trrandps armazens da Brilhntc Au-
rora e Aurora Bnlhante,no larjio da Sania t;ruz ns.
t e84, esiruina da roa do Sebo, a verdadeira car-
ne^dosola^OOrs^alihrp.__________________
Vendo-*e ruihros de mallo boas qualidades :
na serrara de Jos Hygino de Miranda.
Algodo da Baha
para sacros de assucar e roupa de escravo; tem
liara vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu escriptorio ra da Cruz n. i.
Yend.'-sc um cahriolet inglez (Dsgcarl) em
muilo bom estado : para tratar, na ra da Cruz
limero 38.
NADA i*OLEO iikFUI \M) BAC \I.li
XAROPE DE RBANO IODADO
Sx-gundo os Ule.-lado Ui* medico* m huuilaes de Pai, onsignaiius no Hr-jprrio. e a apar *^
ir varint Acadmicos, este Xarope empres-se com o malor aucro, em lugar do OLEO Bl Fl
BACALHAO, ao qual Hlerealmente xiiperior. Cura a* moWwiia le pello, a* rjcrxfulas, Iji
ppllidei e mollpza das carnes, as perdas d' appetlte, e reaenera a constituido purfiraiMia
umma o mais poderoso depurativo conhecido. Elle nunca canean estoma*oa aa katarl
induro de potassium e o iodurn de ferro e admlnlstra-ae eom a maior eAVacidade aaa sni'aao saanaM
aos humores ou ao entupiiiento das glndulas. O Daauar Ca*rr, do hospital de Saa' Usit Ai PMfc.
o reconinienda d'urn modo lnteiramente particular as molestias da^lle, eonjunrtamtaaa eaaa aagaMa
que teem seu nome.
DepKilo geral: em Por, en casa de MM. Grimanit c c, pharmareutieM, 7, raa c la
m Lisboa, en casa de Rodriga da Caata-Carvalka; no Porto, en casa de an
reri-elra; em O flio-dc-Janeiro, Frisla r Dala, na do !*!&, II
Jaa Caetaaa rrrrrlra-tUalBhrlra; em J.io-fironoV, en casa de JMiaU
Uo, en casa de Ferr-lra e C; em Pernambueo, <* e O, ra da Crui, 33; sw. t
pharmacias do Brazll.
Deposito geral em Pernambueo ra da Cruz n. 22 em casa de Caro*
Coqueiros.
Vendem-se ps de coqueiros de 600 700, pro
prio< para mudar-se, e ttmbi-m se recebe em pa-
gamento um porlao de ferro usado, ou mesn em Vendem sarros rom farinha a
tijnlo : a tratar na na da Senzala Nova n. % ou r.o que ha no marrado, e mnito Moa : ae I
sitio do Salgadinho de Ollnda eom Jos Peneira. i Aunas Aefroate da albmaVf*
Vendem-se lingaas seeras
6 por prec_o em c-inla : a bi>riiV)
roio lalho, fuodeada ao pe da
legio.
aVCaa-


V
ahad t it tferf I I **
i
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da economa domestica que se vai tratar.
O assumpto importante.
ih:h< oickio-m: afivil
O verdadeii'0 e principal armazem.de molhados o do
BAL
IZA.
V-
vturneo contestar esta verdade.
A fama far correr esta notjela.
A iiosleridade hemdir nomo do Baliza.
Actnalldade Batel palanas de contentamenteT
Si ni mitras nem coras para ornar a fachada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marchc-marche do desacreditado Progresso; arme a tenda
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a sua
grande insobordinaco fingindo desconhecer os seos superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de perfilar-se e fazer a
continencia do estylo, porque o ineansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordem todo o
seu trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu preslimo para bem servir, desde o mais simples camarada at
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
(MUIin IIO DA.
Desde a 1.a publicaco deste annuncio al segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Li\ianienlo us. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
que quatquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a contento dos se-
ohores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
O dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimento algum. -
Deelaraeo importante.
falso o boato que tan feito espalhar o soldado soplador da ra do Queimado de que se acha o Baliza associado
ao armazem Uniu Mercantil aberto a la da Cadeia dobairro doBecife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Liguciro sim das ideas libeiaes dos progressistas de todo o universo aos senlimeuto mais ntimos de seu coraco.
Ueste modo de pensar ser o Baliza eternameute conservador.

GAZ GAZ GAZ
por preeo reduzido.
Vende-se gaz da melhor qualid. de pelo i
pre.o de 10$ por lata de 5 galbos : no ar-
mazem do Caes do Hamos n. Ib e ra do
Trapiche Novo n. 8.___________________
A Uenco do publico
Madapoln superior a 75 a ('<:* de 24 jardas por
ter utr. pequeo defeito : na luja da ra da Madre
de Dos a. 16, defronte da guarda da alfaudega.

CAL BE USBOV
Vendeui-se barrls com cal Ica-
ta procedencia, em pedra, chega-
da hoje, e nnlca nova, que ha no
mercado, na ra do Trapichen.
19, armazem de Manoel Tei&el-
ra Basto._______________________
Na ra do Mondejo n. 9, vendem-se pombos
de raca : a tratar das 7 lloras da maulia s o da
larde.
Una da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
LOJA 00 BEIJA FLOR.
Roa do Queimado numero 63.
Cravatraaas para gestora.
Vondem-aairravatinhaa de diversos gosto mais
moderaos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
toja do beija-Oor n. 63.
Filas tara lebrn de vestido.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a pea : na ra do Quei-
mado, toja do beija-Oor n. 63.
Peates travestios.
Vendem-se pentes travesso6 de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, toja do beija-flor n. 63.
Papel beira dourada.
Vende-se papel beira dourada a 14200 e 14300,
dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do
Queimado, toja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 3*0 rs. : na loja lo beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
Voltas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljufar-com ernzes de
pedra imitando a briinante vende-se a 15 cada
urna: na ra do Queimado loja do beija-flor a. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300: na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Eufrates de uta.
Tendo recebido eufeites de Ata pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de la prela para drbrum.
Vende-se Ata de la preta para debrum rom 16
varas a 900 rs. a peca na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas te liaho para bordar vestid.
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupiuho de meninas cora 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s qaem tem i loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Batees de madreperela.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos qne tem vindu para punhos de senhora a 320
rs. o par : s qaem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fio de velludo para bordar vestido.
Vende-se Ota de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
oja do beija-Oor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se Ota de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos preprios para qoa-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Fraija preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas on manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do
ra do Queimado n. 63.
Facas yarfos.
Vendem-se facas e parios de bataneo de 1 ba-
ti a 54500 a dnzia, d i tas de 2 botos a 6#400:
oa ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
LFVnlfn*ro<
Vendem-se dminos muito Anos a 14200 a
14400: na loja d beija-flor da ra do Queimado
0.63.
Visporas.
Vendem-se visporas mnito Unas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
TODA ATTEHAO AO VIGILANTE.
Custodio Jos Alves Guimares avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que acbando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as ponas a bertas a conrorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que se acha no rspacoso e ali-gre campo, guarne-
cido das lindas flores e muitos outros objectos de
bom gosto, que Unto sastisfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para rrr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharo um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas.janto para grosso romo para
retalho, que todos serio sonidos a vontade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento
fazuodo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
rao fazer que ser tudo comprido lielmente, poden-
do-se fazer precos muito raxoaveis, nao s pelas
boas compras feilas nesta praea, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignarles.
CHEGAOO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de Hvelas pretas e com pe-
drinhas de muio lindo gosto assim como tilas pa-
ra Millos pretas e de cores para as mesmas ti ve-
las que se vende pelo barato preco de 15300 e 24:
sno vigilante ra do Crespo n. 7.

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Presuntos in^ews chafados ao cltimo vipor a
680 rs. a libra.
Salpicos e chourica do utelboi fibririle tfesM
genero a 720 a lil>ra.
Chuuricas em latas de oito libras, mui 64W0 a lau.
A i ne i xas em potes grandes a 34, emenorrs a! _.
dem em latas ricamente enfrii.nl.i-. |irnf>TMS |_
ra mimos a 14(00, 14400, IJ6O0 24*00.
Doce de goiaba em candes, e melhor que lM a
Queijas llamengos vindu no ultimo rap.*- a 34.
Licores mui linos, garrafa, a I46M>. I*H>.14.
Conservas mui novas a 800 rs. o fraseo.
Vinho do Porto o mais delicioso possivel, eafarra-
faio, ha oito anno-lll sem exaerracao.
Manteiga ingleza flor a l| a libra, oao i toda
800 rs.
Vende-se a dinheiro i vfeta no aMi? e imn
arredilado armjszem de ni altadas da Jni Baftk o
Gomes Penna, successor de Francisco Jos Lme,
na ra do Imperador n. 46.
AHEN^AO.
Algodao a variado.
Pecas de algodo com um p-|Hno Kwps de
avana pelo baratsimo preco de 545*'_________
Ko Miiiazeiu t fazei4*s baratas de
Sanios i ocllu, rna d QiifiMadlo. .
19, vende-seo sf^niale*
C.oliertas de chita da India pelo laraii--im-> \
de U e 24'i00.
I.eiicoes de Indio pelo baratiMmo pre-- de i4.
I.ences de bramante de linho lino de uto m pal
pelo baratissimo prece de 34200.
Lencos de camhraia branros propri't para aJfibe-
ra pelo baratsimo pree d<- 5-5 a dntu.
Toallas alcoihoadas para mo p-l<> baratisaaa
preco de 54 a duzia.
Guardanapos adamascados, (aunda operwr, a
35800 a duzia.
Algodozinho com 8 palmos de largura peto bara-
lissimo preco de 14 a vara.
Atoalhado adamascado de ainulu pruftrio para
toalha de mesa pelo baratissiioo preijo de 140UQ
a vara.
Bramante de linho iaa com 10 palmos de largara
a 24^00 a vara.
Esleir da India, propria para forro de sala, la 4
ate 6 palmos de largura, por menos prec/j Joqo*
em mitra qualquer parte.
Cortes de calca de ganga aesarella de listra* qaa-
dros pelo baralissimo preco de Hit*} n rrle.
Ricos cortes de Iaa cera barra Marta Pa.
ESCB1V0S PUGIDOS.
Ausentnu-sedacasadeseo senhor ha
a preta Thereza, cora os segnintes ivnaes
com falla de um dente na frente, pw m1**,
tem marcas de iv-rrophulas no patasa. loraoado-
se por isso conhecida, anda nesta ndade : qoeai a
pegar, leve-a rasa do Dr. Salgado, roa do Qae
mado, que agradecer. O mesmo senhor prunela
contra quem a ti ver occoila.
A1TOCA0
VIXHO PURO.
Cliej;ou nova remessa de ancjretas com supe-
rior vinho puro : vendo-se no escriptorio de E. R.
Rabello, ra da Cadeia n. 53.
Vende-se alpaca prela a 500 rs. o oovado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
! 700 e 800 rs., fina de rordo a 800 rs para pale-
' tot, princeza prela a 800 e 640 ocovado, bombazi-
i na preta fina a 14400 o covado, laazinhas preta
| para senhora que eslao de luto a 720 o covado :
na ra da Imperatriz n. 56. A loja est aberta at
i s 9 horas da noite.
m mam mmw
Especial rap
Princeza de Petropolis j bem conde-
cido em toda a provincia do Rio de Ja-
neiro e com preferencia ao Paulo Cor-
deiro e ara preta de Meuron : vende-se
em seu nico deposito ra do Crespo n.
!6.armazfin de loueas de Uuarte, Perei-
reira & C. ou na ru larga do R*osario n.
38, loja da Aurora.
wmmmwmmwmmmm
Hez de vliiri.
O afamado mez. de Mara que se venda a 35,
, 24'e Ii5500, rom estampas e ntidamente impres-
so, acha-se venda por acabar a lOO o valume,
approveitem-se da occasiao, que mui poucos
; lam : na ra do Imperador n. lo.
res-
FHJiO
Vende-se feijan branco e amarello, de snperior
qualidade, a 104 a saera de cinco alqueires, do
Porto : no trapiche alfandegado de Barao do Li-
vramento no Forte da Mallos.
Acha-se fgido o esrravo "de im Fan-tii^, de
idade 40 annos, pouro mais on menos, cor fora, at-
ura regular, grosso docorpo, bem es|odai>do, bar-,
lado, e j com alguas*cabellos blancos na laraa,*
bracos e pernas gms-as e bstanle ciU Iludas, tea-
do as pernas arqueadas, porm nao mnim, ci^
ma andar em sambas, e as vezes embriagase i
lante por gostar nimio de brber : patfMII
se s autoridades poliriaes desla e das provincias
lmitrophes, que o facam apprehend> r i leva-lo a
seu senhor o uiajor Antonio da Silva r.ii-mio, aa
ra Imperial, assim romo roga se aos rapaaes de
campo a apprehensao do dito e.-cravo, que sarda
bem gratitlrados.
EStRlVO ruf.ino.
( Em dias do mez de marco prolimo passado Pa-
' gio o escravo Vieeate, de idade de 4ii .un.. paH
mais on menos, altura regular, serr do rorp, ror
fula, barbado, com nm on dous denles de meno*
na frente, um ponro gago, com um alejo *
man direila, antes de ser comprado p. lo u actual
senhor, passava por forro, snh o m-me de Ve-e.ate
Camiello ; fugio para o sol em direrrio ao enge-
nho Firmeza do Sr. rapilao Francisco de H-rm*,
na freguezia da Encada, anda |>elas bandas do ri
Ipojuea, procurando urna ta por onaM Fi Brto, tao-
I railora as trras daqnelle engenho : im-m > p*-
gar, leve-oao Sr. Jos Franci-co Corma de Arro-
da, no enpeeho Melancia, freguezia de llorn-Jar-
dim, comarca do Limoeiro, ou Mal cidade. ao
e-eriplorio do agente Oliveira. ra da Cadeia de
Recite n. 62, prime i ro andar.

?
\:
i.
LISTA GERAL.
88.a
DOS PREMIOS DA na PARTE DA 1. LOTERA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 370 DE iu DE MAIO DE 1855, A BENEFICIO DA IGREJA MATRIZ DE BARREIROS, EXTRAHIDA EM 29 DE ABRIL DE 1804.
>:> l'HKMS. \S. l'HKMS.
i 54 120 54
3 MU 31
1 55 36
7 40 105
1 43 35
11 4i
13 81
!< 81
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19 54
20 oo
13 _ 56
24 57
27 20.5 63
3t 54 67
33 OS 68
aj 54 70
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37 _ 77
39 _ 79
40 104 81
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43 __ 86 i(5
50 __ 87 35
53 88
ti 89
59 __ 92
63 _ 93
6 _ 94
6 204
67 __ 8
72 __ 10
74 _ 12
77 0a 18
K _ 21
0 --- 22
82 _ 86
6 . _- 30
07 35
09 41
96 --- 43
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3 55 87 i
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7 h1-" 60
19 61
15 ^m 67
16 --- fc)
17 73
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,NS. P11E.MS
405
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95
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12
16
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19
21
22
23
24
25
34
36
40
41
44
47
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62
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66
69
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74
77
78
79
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93
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9
10
12
16
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34
35
39
41
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59
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79
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84
85
88
90
92
3
96
99
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3
4
5
7
8
9
11
12
17
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31
34
36
37
38
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44
48
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57
61
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66
68
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55
204
55
105
5
404
US. PREMS
55
105
35
205
54

O dcrttlo, Swriano lote*
579
81
83
86
96
603
9
11
12
13
15
17
18
26
27
31
32
35
44
49
50
51
5o
57
60
62
63
70
71
73
80
84
85
90
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9o
96
97
99
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8
6
8
9
12
14
19
23
26
27
41
44
de Jfouro.
204
35
i\S. PREMS.
746 55
48 -
49
405
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35
105
35
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59
60
61
63
65
66
67
66
70
73
74
78
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88
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92
93
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15
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22

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5
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86
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55
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39
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33
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1002
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13
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34
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54
58
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68
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PREMS
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_

NS.
1078
79
80
82
83
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90
92
93
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6
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12
13
23
23
27
30
31
33
36
38
43
48
50
53
53
36
60
62
63
63
68
71
79
80
89
90
91
92
94
96
97
98
1103
8

17
18
19
26
19
PREMS. NS.
55 1234
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41
42
43
46
30
55
59
61
64
66
68
69
72
73
78
82
84
85
91
98
99
1300
3
105
341
104
84
204
104
54
1004
54
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4
t
7
12
13
14
17
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24
32
33
35
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41
43
47
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86
87
38
89
63
65
68
74
77
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PREMS. NS. PREMS. AS. PREMS.
35 1383 35 1846 55
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1402 52
4 ....
00
6 56
12 405 59
13 35 65
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mm 29 73
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~ 33 405 81
~- 37 55 83
~ 38 84
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^ 35 99
^ 60 1600 pj*
^* 61 3
* 62 12 ^
63 13 __
66 24 __
67 26 __
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79 34 55
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16 72 _
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19 77
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23 80
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33 54 83 -
34 86
33 __ 89
104 36 91
54 38 _ 92
4 95
43 96 -!
101 44 98 *"
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48
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53
59
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4
96
97
98
99
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13
14
15
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NS. PREMS.
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105
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55
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95
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13
14
15
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24
25
32
33
35
43
44
48
49
56
60
61
64
70
74
73 .
84
86
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4
5
11
13
14
16
17
22
16
REMS.
35
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35
104
55
404
34
105
34
404
54
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31
33
35
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47
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62
67
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90
91
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4
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11
12
15
19
20
23
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44
46
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54
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54
104
NS.
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53
87
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61
63
64
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PREMS.
54
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34
104
54
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10
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13
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31
35
36
39
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42
43
49
85
56
59
2
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64
63
68
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71
84
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91
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3
6
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11
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16
19
2
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*
29
33
36
38
39
42
49
50
54
104
55
104
54
98
73
75
80
91
93
8ff
95
99
Pern.-Typ de M. F. ie Paria Fxlko.-iBOL


?. i


ni rio e PeraaMlMM ~ abbadra Sd de Abril |elM.
LITTERATRA
0 StGKEDO DO ABBADE.
POK
Arnaldo Gaaa.
- () Continuaro do n. 99.
XVll
o amor Can.
Falle, homem ; que aconteceu ?acudiu Entao, aeui me teas.
Soull, abandonando o Porlo, s forjas superio-
res do exereito alhado, marchara, como eu j dis-' Nespereira a Thereza carpinteira, que
so, cm direejo a Amarante, que anda julgava
setihoreada pela di visiio do general Loison. O seu
intento era tomar por Villa Real o caminho da
Castella Yelha, e aproximar-se do exereito com- portas a dentro, nao quiz obedecer. ..e poz^r* a
mandado pelo marechal Victor, que operava na Sra. D. Leonor...Ora como ella tinlia aquella or
Vasco de Ornellas com anciedade.
Senhor, mas que finalmente.. .Anda l lu-
do n'um cortado; ninguem se emende n'aquella
casa...
Mas porque?...Por Deusl que succedeu?
bradou Vasco de Ornellas, balendo Impaciente
com o p no chao.
Pelos modos parece yt o Sr. Duarte linha
dito fnl.ilga. que mandasse por fura do pajo de
elle linha
l metlido e mais. o fllho. Ora a Sra. D. Leonor
foi l; mas, apesar de apresentar a ordra do Sr.
Duarte, o Sr. fre Lopo, que tambeni l est, de
Ferno de Alpoim... s tu ? disse o moribun-
do em voz firme, mas j sem forcas.
Sou eu. Nao me conheces T
J te nao vejo. Eu marro... Protee* ra _
mulher... e meu fllho. DeixM'ot, tua honra, i
e recordajao da amzade... que aosunia..-.
mas graves de Vasco de rnelas fizeram acreditar Veia or elles... Itere I... ai, tim anjo...
a Duarte Pinheiro, que havia ahi algum aconed-1 querido I...
Aqui pretendeu levar m3o boel para desviar
icua.
Preciso que me^acetnaanhee. *U
Estou s mas ordena.
A conciso das palavras e os modos serenos,
1UII- .
S.
est d
O*
Extremadura hespanhola, e que nessa occasiao,
pira Iho fazer urna diverso favoravel, atravess-
ra. o Tejo, ameajando invadir Portugal. Na ponte
do Alcntara, pela qual passou, teve lugar no da
U desta mesrao mez de maio o memoravel coraba-
te, tao gloriosamente sustentado, durante seis ho-
ras, por mil e oitocentos soldados portuguezes,
commandados pelo coronel Mayne, j entao com-
miradanle da leal legiao lusitana, contra urna divi-
do de doze a quatorzo mil Francezes, commanda-
dos pelo proprio Victor em pessoa.
Loison havia, porm, abandonado Amarante
Logo que o soube, Soult destruiu a maior parte da
artilharia que levava cemsigo, e marchou imme-
diatamente para Braga. Desta forma a fortuna,
que favoreca sir Arthur Wellesley, utilisou em
favor do plano deste a derrota do general Silveira.
A nao ser ella, Soult teria marchado logo sobre
Braga, e nao teria perdido a vantagem das trinta e
tantas horas de marcha, que levava adiante do
dem do Sr. Duarte, e estava soberba com ella...
A estas palavras Vasco de Ornellas poz-se de um
impelo em p. Estava paludo como um cadver.
Tu mentes, villao balbuciou por entre os
dentes cerrados e filando terrivelmente Matheus
Simo.
Este relanciou um olhar apavorado para a porta-
Minto cm que, fidalgo ? balbuciou cheio de
modo.
Vasco de Ornellas assenhoreou-se, e tornou-se a
sentar-se.
Qoem Ihe disse isso que acaba de me contar,
Sr. Matheus ? perguntou, .apparentando completa
serenidade.
Isto publico na aldeia, c demais no pago ou-
via-sc bem a refera que teve a fldalga com o Sr.
D. Genjalo, porque queria que elle fosse Nespe-
reira despica-la do to. Anda casa que parece
ment extraordinario, para o qual o primo precisa-
va do auxilio delle.
Os dous metteraoa, portanto, a galope, a parlm
do outro.
Ao (negar a urna azinhaga, que tornea va em la-
deira de suave declive a elevajo, sobre que a rll:
la est fundada, Vasco de Ornellas voltou de re-
pente o cavallo para l.
Por aqui, disse a Duarte.
Vamos, respondeu este.
E e os dous continuaran! a galopar a par um do
outro.
O solitario d'aquelle sitio arredado mais, fez pa-
recer a Duarte, que Vascoee achava envolvido em
grave acontec ment, tal vez com algum dos officiaes
inglezes.
Nesso tempo aioda a rivaliJade entre a offlciali-
dade dos dous exercitos,jse nos combates produzla
exereito alliado. Com differenca, pois, de poucas urna tormenta. Porque a demais, como me disse
horas, marchou Soult de Panafiel, e Wellesley do o mordomo, o que sobretudo atormenta a fldalga
tempo Beresford, o nao se poderem fazer, para j, no paco as obras
Porto sobre Braga. Ao raesmo
que conhecia o plano do general cm chefe, avan-
cou sobre Chaves, e mandou a Silveira que oceu-
passe as fortes posjoes de Salamonde e Ruives.
O projectado encurrelamento de Soult estava, por-
tanto, realisado. Pela direita e pela frente traba
Beresford c Silveira; pela esquerda traba as inac-
cossiveis montanbas do Barroso e sobre as mar-
geos do Minho o exereito hespanhol, commandado
por La Romana pela retaguarda marchava sobre
elio exereito commaudado por sir Arthur Wel-
lesley. Pareca, pois, indubitavel que o marechal
do imperio teria irremediavelmente de passar por
debaixo das mesmas forcas caudinas, a que a fa-
mosa batalha de Baylcn obrigra Dupont de
l'Etang.
Sir Arthur Wellesley exultara, e com razao.
A tf sir Arthur chegou a Braga, s dous exer-
citos caminhavam tao prximos, que j ento nao
distanciavam mais que quinze milhas um do ou-
iro. A 16 chegou a Salamonde, oede Silveira nao
pudra chegar antes de Soult. Ah os dous exer-
citos j se tocavam. A retaguarda franceza fez
ento p de resistencia, e a vanguarda dos alliados,
comraandada por Shcrbroolqe, esbarrou de encon-
tr a ella. Era j pela noute dentro. Seguiu-se
um choque violento. Os alliados conseguiram por
im tornear, pelas alturas, o flanco esquerdo dos
Francezes, c estes abandonaram logo a posijao,
doixando atraz de si urna peca de artilharia.
A 17 os Ioglezes entraram em Ruivaes. J en-
tao sir Artl^ir ia tao desorientado pelas manobras
de Soult, que nao poda descortinar qual seria o
intento delle ; se voltar sobre Chaves, se continuar
era direccao a Montalegre.
A 18 sir Arthur avancou para Montalegre. O
momento da realisajo do plano do general Ioglez
tinha chegado. Soult estava lateralmente encur-
ralado; j se nao podia mexer, sem encontrar
diante de si as bayonetas dos alliados.
Mas entao, pasmo dos pasmos I surpreza das
surprezas I ioanidade dos planos dos homens I
Soult c o seu exereito tnham desapparecido I Dian-
te de sir Arlhur Wellesley nao havia um s solda-
do francez I
Por onde se teriam elles sumido ?
Nada, porm, de mais simples, mas nada tam-
bera de mais audacioso e de menos esperado.
Soult, ao ver-se corlado por tedos os lados, nao
hesitou um momento. Destruiu toda a artilharia
e a maior parte das bagagens, e mettu pela mon-
tanha cima, em linha recta para Orense. O ge-
nio de Soull zombra da fortuna do futuro vence-
dor de Waterloo.
Sir Arthur Wellesley ficou entao, como se cos-
tuma dizer, de bocea abena a olhar para os piuca-
ros da montanha de Barroso. Scismava no final
que o Sr. Duarte tinha pedido' ao senhor seu tio,
que mandasse fazer; porque, segundo parece, ten-
conam casar no fim da guerra___
Matheus Simo callou-se de golpe, porque Vasco
de Ornellas havia-se erguido de sbito, feroz e ter-
rivel, e erapolgra-o pela gola da rabona, sacudn-
do-o violentamente, e bradando :
Calla-te, villao I Tu mentes... tu mentes....
Fidalgo, nao mnto, balbuciou Matheus atra-
palhado. V. S. o ver. Amauhaa demanha hade
chegar o proprio que a Sra. D. Leonor manda ao
Sr. Duarte...
Vasco havia largado das niaos a gola da rabona
do cap tao de Passos, e ficra de p junto delle,
immovel, abstracto ecom os olhos invariavelmente
titos n'um ponto.
De sbito dirigio-sc a urna escrivannha, e poz-
se a escrever. Escreveu urna longa carta, cerrou-a,
e depois entregou-a a Matheus, e disse-lhe :
Parta immediatamente, e v ter cora o Sr.
morgado de Penaboia, a quem estregar esta carta.
Elle Ihe dar guarida at que eu chegue... Se eu
chegar, perorou por entre os dentes. Parta inme-
diatamente, acrescentou, apontando para a porta.
Matheus nao ousou se quer hesitar.
V. S. manda alguraa cousa ? perguntou diri-
gndo-se porta.
Que esqueja estes impetos de colera cm que
me viu, respondeu Vasco de Orleans. Adcus, Sr.
Matheus; desejo-lhe boa jornada.
Matheus fez urna misura profundsima, e sahiu,
relanceando sobre Vasco o olhar da profunda sa-
tisfaco de um malvado alvar e saloio.
Vasco poz-se entao a passeiar de um para outro
lado da sala, aguadamente, com os olhos luzentes
e terriveis, e resmoneando palavras entrecortadas
e impercebiveis.
De repente atirou-se para a cadeira espaldar, em
que estivera sentado durante z sua conversa com
Matheus Simo. ,
Esleve um momento cora os olhos abstramente
titos no chao, e logo soltou um grito de indisive!
agona, e cobriu o rosto com as mos. Assim per-
raaneceu mais de um quarto de hora ; depois dei-
xou cahr os bracos com desalent, e ficou, por lar-
go espajo, mergulhado cm dolorosa apathia. Por
fim o rosto comecou a tornar-se-lhe lvido, os olhos
a fulgurarem terrivelmente, e por entre os labios
paludos como os de um cadver principiaram a lu-
ar palavras soltas c sem sentido.
Era terrivel o comoate que se pelejava n'alma
d'aquelle desgrajado. O anjo mu comecou por
fim a levar de vencido o anjo bom. E cora ludo na
narraco, com que Matheus incendiara tao horri-
velmente o ciume e a desesperanja de Vasco de
do seu omc.o a lord Castlereagh; scismava no.Orne|-0 hava, corao 0 leitor sabe, mais ver-
modo por que havia de fazer comprehender a razao dade do 0 ,er do D LcoDor Nespereiraj e
por que Soult Ihe havia escapado. Era, porera,
cousa fcil. Era lugar de longo arrazoado, basla-
va escreverquem commandava o exereito fran-
cez era o marechal Soult. E estava tudo dito.
o sague que della manava. J, port, nao pode
leva-Je at l. Continuou, pois, a custo do supre-
mos esforcos, esorjos s proprios da grande afraa,
com que eus o tiuha animado :
Diz a-Vasco... que Ihe pcrdo. Conta-lhe
ludo.....Bem sabes..... que nao Ihe fui trai-
dor......
Ao chegar aqui, principiou a resfolegar a custo e
suffocadamente.
Thereza... querida esposa !... Pobi.....
There...za !... balbuciou j quasi suffocado de
todo.
Saluu-lhe entao pela bocea fra urna torrente de
sangue. Espantou medonhamente os olhos, levou
cooa forja a mao ao peito, e ficou immovel.
Pelos labios paludos de Ferno de Alpoim sahiu
um brado de dilacerante agona. Tomou de golpe
e em cheio nos brajas o amigo da sua infancia, sal-
tou pelo rosto delle com o olhar desvairado, pal-
pou-o alucinadamente por alguns instantes, depois
soltou um novo grito, fraquejou ao peso do cadver
e cahiu por'trra, abrajado com elle.
Nesta occasiao Manoel Andr, que ao ver sabir
feitos de temeridade gloriosa em razao da compe- V&?J^^g^^^
tencia dos brios, tambem nos acampamentos oro-1 entrar os dous primos, sahira immediaUmealeaps
vocava referas sanguinolentas, em que por um > elle, entrou na clareira.
nada se matava s vezes um homem, cuja existen-1 .^^^^^S^^S^^
cia se poda utihsar vantajosamente para elle e para a sua patria. gritos medonhos, sobre o cadver do amo, que es-
. tremecia.
Ao desembocar n urna ctareira, em que se abra, D9 repei,te ^.ge ^ ^ cora ndisivel eroeidade
a azinhaga, por onde caminhavam, Vasco de Or. a irradiar-lhe do rosto.
nellas soffreou de repente o cavallo. I Sr. Ferno de Alpoim, onde est o fidalgo da
_ ., Torre?dis em ro cavada pela raiva e pelo
Duarte Pinheiro, disse entao, atravesandose odio.
com sobrecenho carregado diante do primo, nao Nao sei verdade, vae dizer-lhe que ma-
verdade que me asseveraste um dia que nunca:,aram s,r- Duartt Pinheiro-balbucou Alpoim
O abbade, depois de limpar o suor, que a afllic-
jio Ihe fazia borbulhar sobre a fronte, coMinuou em
voz cansada:
amigo. Para oiipletar, rasta-me apena* afor-
raa-lo do |wriotiiioo dos persoaaf eos mais im-
portantes della. Felizmente que isso se faz em duas
palavras, porque de ouira sorte... A tallar a ver-
dade quasi q1e j n3o \mao comtgo. Attcn'da-me,
^Ta.
JM V
medico pediaaaas a l
a si, antese dos sinos
De repente senioo-je
derredor com ornar espaMad*
< A que dobram atpelto
too cm vot urda aos enadosv fjpe o meitn tti-
gira quo esressem ali, para o casoprnr*t*t
aquella medonha syneop* teralaar par aipaa
ataque cpUetico.
caa, te*Ma
T
Os erdos ficiram demeata medonha. era a expnsao do rosto dn
delles respondeu machinalmenid:
Estio enterrando a sedhora D.
Baao.
O mdico e n< criado*. .?I sahiram de
abbade toroou a passar o lenco sobro a fronte,
Vlogocontintimi :
Da primeira pessoa que pretende informarles
de certo da soborna D. Leonor de Bati. Nao
assim, meu amigo ? Aquella era devra* urna mu-
lher extraordinaria, um carcter excepjo, cujas I
pasmosas antitliese locavara as raas do sobren .tu- o rosto n> Vasro tomn entao nnu
r:d, nao tamo por ealiirum para tura do cauunum, sao medonlia : P||,. ,1 ,|,. r^i^nt' nm como pela exager'aeo com que se manfesuvara! o nvio da casa, c hradmi em voz t-rrive
aella. Ninguem a conheceu que ainda agora sel Sahi..' vos ouiro- '
nao resinta do abalo, que produzia no auimo aquel-
la formosura verdaderamente Ideal, aquella gar-
bosa magestade de corpo, aquella donairosa son- reir. Fiqui cu s f0m ello
rama de porte; e ao mesmo tempo que se nao re-' v~ern d, (-,
corde, com intimo estrameeimento, da.|uella arro-; Mujl^,.a.cl^^,l^'222 v0"* i
gancia glacial, daquella fria soberba satnica, e so- S*SSt m p Tr'm*>n, \*^'
bretudo daqulles grandes olhos franjados de Ion- S?L?"5bSiT; P',r fim P9"10- **-
gas pestaas avelludadas e negras, nos quaes ruti-1 TOI nJa e "mrAmf -
lava um olhar que scasseaelhava chamma de' Ferno de Alpoim. salie tu tambe:* Hffjj
um grande incendio, permanentemente acceso, e de vones a 0i^ casa.,,
luz serena, que nao crepita, qae nao cresee, nem
diminue___Que extraordinaria mulher aquella, j t Vasco de Ornellas... ia en adate.
meu amigo! Ha j tantos annos que l vo todas i .
estas cousas, e ainda agora, nuando della mo lem-1 hu nao son nofnem- M^hnn-mm a
braatHgura-se-me que a vejo com loda a lucidez, ^ icrrivelOinfami" \*h OrnHIas mm-
coai(|ue se dislinguem os corpa* palpaveis, eque reu. Quero rieaT*o... so... s... t... a...
totalmente se destacam pela perfeicio do cinzela-; -. ji.-, _. .^^
ment e pelo rigor das linhas, que os modelara. | IeB,,e^aSnq que percebeu n'um relance toda a importancia de
disfarjar aquelle acontecimento.
Manoel fitou nelle um olhar terrivel, e sorriu-se
com um sorriso melonho. Depois atirou-se de joe-
Ibos junto do cadver, e tomou-lhe as mos que
beijou desvairadamente muitas vazes. Fitou por
fimos olhos nelle, rutilantes de luz medonha, mur-
murou palavras inintelligiveis, e ergueu-se.laa-
jou-se entao de nm pulo sobre o cavallo de Fer-
no de Alpoim, e desappareceu como o vento pela
azinhaga (ora.
D'ahi a pouco alguns soldados da companhia
rrmimandada por Duarte Pinheiro, entravam, cor-
rendo, na clareira.
Sr. Alpoim, disseram elles, o Andr disse-nos
que tinham morto o nosso capito, e que viessemos
ter aqui com V. S. Quem foi que omatou?
Nao sei. Onde est Manoel? respondeu Fer-
no de Alpoim.
Nao sabemos. Perguntou pelo Sr. capilao Or-
nellas, o partiu desfilada para a villa
Os soldados conduziram ento o cadver de
Duarte Pinheiro para a casa, onde elle e Alpoim es-
traidor, tu tavam alojados.
Na revista dessa tarde, fallaran dous homens
da companhia de Duarte Pinheiro : o capito, que
fra assassiado, e o caraarada delle, que foi dado
por desertor.
Alpoim ficou velando o cadver de Duarte. Era
j pela noute dentro, quando Ihe vieram dizer, que
trataste de amores D. Lcnor de Baio ?
verdade, balbuciou Duarte, sorprendido
por este inesperado destecho daquella carreira.
Mentiste como um villao I Duarte Pinheiro)
s um infame, s um canalla I volveu Vasco de
Ornellas com terrivel serenidade.
O rosto de Duarte Pinheiro, erapallideceu medo-
nhamente.
Vasco de Ornellas, disse entao era voz trmu-
la e que Ihe sabia suidamente entoada por entre os
labios lvidos como os de um morto ; insullas-me
injustamente. Eu nunca sent nem sentirei amor
por D. Leonor de Baio. Entre mim e ella im-
possivel o amor-
Vasco de Ornellas fitou nelle um olhar de terri-
vel e desprezadora irona.
Tu mentes, miseravel t Infame
tens zorabado at boje de mim, engauando-me como
um villao desbragado 1...
Vasco... atalhou Duarte em voz vibrante e
assobiada em raedouho falsete, tal era a colera que
o abafava, e que s a muito custo que podia 'eslava porta um homem emoujado, que queria
soffrear, esls Iludido. Eu nao posso amar D. I fallar com elle, mas que recusava pertinazmente
. rn.tT. i. entrar para dentro da casa. Alpoim suspeitou o que
Leonor de Baiao. Entre mim e ella ba um irapos- era< J dPesceuea lestrada| onde j mbUjado o estava
sivel...
Infame 1 bradou rijamente Vasco de Ornellas.
Ainda ousas mentir to desassombradamente, mi-
seravel traidor, rale da humanidade I...
Vasco... Vasco... balbuciou Duarte
as faces lvidas, e os olhos a fulgararem horrivel-
mente. Vasco... a tua allucraaco pode perder-
nos. Repara bem em mim, Sou eu... Duarte
Pinheiro...
Um infame.. um vilo... um traidor I bra-
dou Ornellas por entre os labios cerrados. Nao te
conhejo seno como tal. Deshonra da minha fa-
milia, nao tornes a por os olhos em mim... senao
corto-te a cara com um chicote I...
Miseravel I bramiu Duarte Pinheiro, levando
da espada.
Infame traidor! resmoneou Vasco de Ornel-
las, arrancando a delle.
E os dous arremecaram-se um contra o outro
como dous tigres enfunados.
Seguiu-se urna lula terrivel. Animava-os a am-
bos egual enfurecimento, e ambos eram excellen-
Deixemos, pois, o general Inglez a preparar-se
para entrar era Hespanha, e ir merecer pela bata-
lha de Talavera, ganba contra o re Jos e o ma-
rechal Victor a 27 de julho de 1809, o ttulo de
viscodc de Wellington, o primeiro com que a In-
glaterra ihe premiuu os servijos ; e sigamos nos
os personagens, que directamente nos interessam
para o desenlace desta novela.
Estamos chegados ao da 20 de marjo de 1809.
Desde o da 13 o tempo tornara a ennuvear-se e a
chuva tinha sido interrompida. A marcha fra,
iss mesmo de propria resolujo.
Em estado normal, e espirito de Vasco nao se
deixaria sequer abalar pelas grosseiras e avillana-
das mentiras do capito de Passos. Mas para o
cioso ninhanas leves como o ar sao tao forte con-
firmajo, como se fossem provas tiradas da Escrip-
tura sagrada, > diz Shakespeare, e diz bem. (*)
Atravez, portanto, das nevoas que Ihe escureciam
a razao Vasco nao va seno as vises evocadas
pela paixo, que o allucinava ; e essas estavam
sempre a ponto de tomarem corpo, e afflgurarem
realidades, a mais somenos palavra, e ao mais li-
geire ensejo que condissesse com ellas.
O ciume corao embriaguez turbulenta em ho
1 mem de carcter irritavel.
portanto, difflcultosissima por aquelles desvos e
caminhos, quasi ntransltaveis, por onde o exerei-
to perseguir a retirada dos Francezes. Era pre-
iso, portanto, tomar folego, para continuar a
carapauba.
Passavam das onze horas da manha. Vasco de
Ornellas, que estava aquartelado n'uma das casas
mais nobres de Montalegre, achava-se a essa hora
sentado no quarto que habitava, e dante delle Ma-
theus Simo, que acabava de chegar.
Mas que vem vocemec fazer ao exereito,
Sr. Maiheus ?dizia Vasco de Ornellas, surpre-
bendido por aquella sbita apparijao.
Venho procurar a proteejao de V. S., fidalgo
respondeu o capito de Passos.Senhor, desde
que os Francezes sahiram do Porto, tenho andado
a morte, porque me perseguem como cao damna-
do. Eu, fldalgo, nao sei porque c isto. Nunca fiz
mal seno a Francezes e a Jacobinos, aos iuimigos
da santa religiao e do senhor principe regente...
Mas o tio D. Gonjalo j est em Cerzedello.
Porque nao foi ter com elle ?
Ali I senhor, nao fallemos nisso.
Nao fallemos nisso I Pois vocemec suppe
que o tio D. Gonjalo seja capaz de o atraijoar...
Mas que fi-
aguardando. Este tirou-o a um lado, e dosco-
briu-se
Era de facto Vasco de Ornellas, com feices me-
donhamente serenas e os olhos rutilantes de terri-
vel desval ramento de espirito.
certo que Duarte est morto? taes foram
com as primeiras palavras que disse a Ferno, mal se
Ihe descobriu.
Morreu perdoando tua loucura, porque te
estimava com affecto de irmao. Sabes o que Uzeste,
Vasco de Ornellas ?
Sei......Cala-te; sei tudo replicou elle
aguadamente. Sou um miseravel covarde. Em lu-
gar de me matar a mim, matei-o a elle. Foi urna
loucura infame. Mas emfim, que importa? Pode
ser que ella agora me ame.
Ferno de Alpoim cravou nelle os olhos radian-
tes de terror. Aquella era a allucinajo da verda-
deira loucura.
Vasco rosoou inintellgvelmente algumas pala-
vras mais.e logo continuou medonhamente agitado:
Sabe ahi alguem que fui eu que o matei ?
Nao o digasa ninguem, acrescentou com eroeida-
de ameajadra, nao o digas tu a ninguem : Pode
ser que ella agora me ame... Nao o digas.. nao
o digas, Ferno de Alpoim, seno mato-te, como o
maiei a elle...
E depois de o litar um instante com olhar ero-
cissime, continuou :
o atrevido soube-o, e quiz tintar o am. Foi
tes cavalleiros c dextros esgrimadores de espada, sahir-me ao caminho... que eu j ia embora. Ai";
Sentia-se que s a morte despartira aquella con- ] remetteu contra mim com a espada. Eu desfechei
tenda. De repente, o cavallo de Duarte falseoa so^re e,le uma P',s.t0'3. que nao podia medir
- pada com um villao... La esta estendido
um passo, e nao obedeceu a redea com a presteza |rada
necesaria ; ento a espada de Vasco de Ornellas, i Mas quem... mas quem, desgrajado ? excla'
que vioha de ponta direita ao peito de Duarte, en- mou Ferno de Alpoim, filando Vasco de Ornellas
mu nnr He dentro at aos conos coin verdadeiro terror.
trou por ene dentro ate aos copos. MaQoe| ^^ ^^ e)le N-0 Q digas ,u a
Duarte abriu os bracos, solfou as redeas, ecahiu ninguem... a ninguem, percebes? Talvez que ella
.... c _. i agora me ame. l'ma hora que seja, o depois o in-
do cavallo abaixo. Este partiu logo a desfilada, ferQ0...que me mporta ? Bem sei que sou um.
nao levando aps si o amo arrestado, porque es infame. Mas que queres ? O caso que ella me
, : ame, e agora pode ser. Duarte morreu. Adeus, vou
dous contendores, como extros cavalleiros que parir pira Cerzedello. Nao o digas a ninguem...
eram, haviam largado os estribos, mal principiaram a ninguem, percebes ?
E dizendo com ferocidadejameacadra estas pa-
lavras, voltou-lhe as costas,'e partiu a passo largo
em direcjo da villa.
Dous das depois Ferno de Alpoim deixou o
como voluntario, e
a es-
na es-
aquella luta mortal.
Vasco de Ornellas cravou ento os olhos incen
diados no rosto do primo, que jazia desanimado I
u '____.. tv. I exereito, onde miliiava apenas com<
por trra. Estevc assim um momento. De repen-1 partju pafa Q Minh0j acompanhando as andas, que
pinto I Extraordinario poder devoras aquelle I Con
do singular, com que Deus parece que quiz com-
pensar naquella desgracada mulher o triste destino
com que a fez nascer nste mundo I
E depois de uma curta pausa, em que se intar-
rompeu aqui, o abbade seguiu desta forma:
D. Leonor soube da morte de Duarte Pinhei-
ro logo no dia seguale aoda chega do cadver a
Nespereira. Poucos das depois espalhou-se na al.
dea, o sussurro de que fra Vasco de Ornellas, que
o assassinara. Nao sei corao aquillo se principiou
a levantar, porque eu jamis o disse a pessoa algu-
ma. Constaram-me que logo que D. Gonjalo an-
nunciou entre lagrimas a morte do pobre Duarte,
ella levantou-se rijo e de golpe, levou com forja a
rao ao peito e soltou una grito pavoroso, e como de
quem recebera no peito uma punhalada mortal.
Mas nao disse urna s palavra, nao lancou uma s
lagrima, e em nada se Ihe alterou a glacial expres-
sao, que de todo Ihe arrefecera o semblante, depois
daquella terrivel scena com fre Lopo no solar de
Nespereira. Desde que soube que Duarte era mor-
to, principiou a lenta e angustiada morte della.
Depois dessa nova, quasi que a vida foi-lhe apenas
vegetativa. Pouco fallava, porm as respostas
que dava, tal era a verilidade daquella alma, nunca
se desgarrava por abstraejoes, que Ihe airaijoas-
sem desfallecmento de espirito. Respendia sem-
pre precisamente, e como se a morte Ihe nao au-
dasse j a dobrar a toda a |>ressa os dias da vida.
Pouco ou quasi nada coma, e muitas vezes a aia foi
dar de manhaa cora ella, sentada na mesma cadeira,
onde a deixara a noute antecedente, no quarto.
Alguns dias nao sahia para fra delle; outras pas-
sava-os quasi todos no tarraco mais elevado da
quinta, naquella onde eHa e Vasco se haviam de-
clarado francamente um ao outro.
gmqiaalo a este s appareeeu em Guardi-
zella, cinco ou seis dias depois da minha chegada
com o cadver de Duarte. O fundo remorso, que
delle se apoderara, nao Ihe consenliu realisar desde
logo a tenco, com que deixou Montalegre. Foi
precisa toda a violencia daquelle amor, dcixe-me
assim dizer, infernal, para voltar aos lugares onde
passara a infancia, e onde tantas circunstancias
Ihe punham em terrivel relevo seu crime. O amor
trouie-o, porm, como que a rasto para onde vivia
D. Leonor de Baiao. Encerrou-se os priraeros 15
dias no seu solar, e com isto deu corpo ao boato,
que j rumorejava. Depois foi a Cerzedello. D.
Gonjalo abriu-se francamente com elle, e pergun-
tou-lhe o que havia de verdadeiro no que
delle se dizia. Vasco titubion, hesitou, negou, mas
por fim turvou-se por tal forma, que D. Gonjalo
voltou-lhe as costas, chorando amargamente. Quiz
ento fallar a D. Leonor, mas nao o conseguiu. Se-
guiram-se dous mezes, durante os quaes o tentou
por urnas poucas de vezes, sem o poder alcanjar,
porque D. Leonor tinha sempre um pretexto para
se recusar a ve-lo. Durandt estes dous mezes os
tormentos porque este desgrajado passou, foram
medonhos. Viva encerrado, a chave no seu quar-
to ; e diziam os criados, que soltava gritos pavo-
rosos e gemidos dilacerantes, chorava, bradava,
blasphemava e ora espedacava os trastes que o ro-
deavam, ora se relava furioso sobre o soalho. Sahia
s para^r a Cerzedello, e quando voltava, aquelles
accessos de terrivel desespero radobravam de in-
tensidade.
. Ao fim de dous mezes, era ao romper do dia
veiu de Cerzedello um criado a chama-le do mando
de D. Leonor de Baio.
Desceu a correr a escadaria do pajo, lancou-
se de golpe sobre o cavallo, om que viera o criado
e partiu a desfilada para l. Foi como estava, em
cabello.e com os vestidos no desaliado em que Ih'os
puzera aquella noute de insomnia, em que, como
em todas as outras, se nao deilara, c se debatera
naquella terrivel agona.
Mal chegou a Cerzedello, foi logo conduzido
ao quarto de D. Leonor. Ao atravessar os vaslos
sales, notou lagrimas nos olhos de todos os cria-
dos, e pareceu-lheouvir gritos dilacerantes dolado
do quarto de I). Gonjalo de Baio.
Entrando na cmara de D. Leonor, encon-
trou-a, sentada n'uma poltrona, e junto della o
velho abbade de Nespereira. Estava livida, de
faces e de labios, como um cadver, e nos olhos
appareca amortecida aquella grande luz, que os
animava ; mas estava direita e a prumo como nos
dias mais soberbos da sua vida, e tinha no rosto
aquella extraordinaria expresso gracial, que tan-
to a assemelhava s vezes a uma formosa estatua
do marmore.
hre si.
En nao saWa o
dir disse-mc entao
que baria de teer. O
c O Sr. Vasco de Ornellas na mm* m m-
louqnece. Ne zer a nao ser forra, o qn* lh< aproarla
qner dos dons detentare* fatars. O i
, pois, mu' n abandonemos a si
tenha misericordia dell\
Eu fiz o ipie n medint nv armwWw. t m-
denei aos cria.los que nao lorasva
porta daquella quarto.
te levou com desespero as mos cabeja, soltou
um grito medonho, e lanjou-se a toda a brida pela
estrada fra.
Entretanto, Ferno de Alpoim, ao ver dajanella,
onde estava, que os dous primos tomavam o cami-
nho daquelle lugar solitario, desconfiou logo de al-
Uma gota a maior descrimina, e d corpo s fi-
guras provocadoras, que Ihe redemoinham cm con-
fuso torblho na cabeja ; e essa visao poe-no logo
de p, feroz e terrivel como uma fra.
Passados alguns minutos depois qUe Ihe princi-
piou aquella ultima transformajo do semblante,
Vasco de rnelas poz-se de p com aspecto severo
e carregado.
Cumpra-se o destino, disse ento, como tenho
definitivamente cortado pela hesitajo, que Ihe ia
no espirito.
Em seguida foi a uma janella, e bradou rijo ao
caraarada que Ihe sellasse o cavallo ; de pois cin-
giu a espada, e sahiu.
D'ahi a pouco atravessava Montalegre a galope,
dingndo-se para fra da villa. A meio quarto de
legua parou.
A cincoenta ou cessenta passos do sitio, onde pa-
rou, via-se Duarte Pinheiro a cavallo, fallando para
uma janella, na qual estava Ferno Alpoim debru-
jado.
A' porta da casa estava Manoel Andr, caraarada
do Sr. Nespereira.
Duarte, mal avistou Vasco de rnelas, dirigiu-se
conduzlam o cadver de Duarle Pinheiro sepultu-
ra dos seus- antepassados.
Cinco dias mais tarde os sinos da egreja de Nes-
pereira dobravam lgubremente a finados, e em
todas as casas e arribanas daquella honra chora-
vam-se lagrimas abundantes pelo ultimo dos seos
donatarios. Duarte Pinheiro nao entrava, porm,
s no tmulo dos seus maiores. A par do ataude,
gum mu projecto da parte de Vasco, cjo estado onde elle jaza, foi collocado, por ordem de Ferno
de espirito nao desconhecia, e para curar o qual de Alpoim, um outro alaude.
andava esprcitando desde muito occasiao conve- j Este outro encerrava o cada^^eaJ.^zaort5o
Ferno havia chegado inopinadamente ao pomo
nente. | do ^r com os restos mortaes de Duarte. Aquelle
! acontecimento inesperado poz todo o paco em re-
Sahu, pois, immediatamente aps elles,. demo-! bolijo e confuso. Ao ouvir este arruido Thereza
rando-se apenas o tempo preciso para vestir-se e | correo a^uma janella, arrastada por aquelle intimo
r. i- eindetini vel pungir com que o instiocto nos adver-
para que Ihe sellassem o cavallo. Foi infelizmente te as grandes desgrajas. Viu um ataude, viu Pro-
espajo suficiente para aquella desgraja. Ao che- phirio Caetanodesmaiado sobre elle, viu Ferno de
gar a meio da avenida, que levava para a clareira Alpoim com as lagrimas a correra-lhe pelas faces
3. g r T- de 0,-,s. ** J* '^'S!"""*' *
lvido, ensanguentado, com a cabeja descoherta, os | Senlia logo no corafao 0 que era ; soltou um
cabellos desgrenhados e a espada pendente do bra- grito dilacerante, e rorreu para juntou do berjo do
oo nelo fiel li,no- Mas ao dar com os olhos nelle, espantou-os
^ I como allucinada, soltou um brado de agona sobre-
A risco de se esbarrar com elle, atravessou o natural, e cahiu por trra. A sensitiva mirar-se
cavano, ebradou-lhe cora puugentissira. aucie- "Sg^^^^-**^
aaae contro do cadver do sobrinho, ouvu dous gritos.
Vasco... Vasco... onde est Duarte ? On-!Voou log *_ de corres assim ?
Senhor, nem por pensamento.
nalmente...
Vasco de Ornellas soffreou de golpe o cavallo.
xou-se afiucin admente sobre ella, fitou-a, palpou
lheo corajo... Eslava mora.
A magestosa e severa figura do frade aprumou-
se entao com soberba verdadeiramente satnica.
Deixa me passar, Ferno de Alpoim, rouque- Deus todo misericordia ?... bradou com
qu em voz medonha. Duarte... mateio-o... l terrivel irona, e erguendo [eroimenft os bracos
em baixo... na clareira...
E dizendo, cravou com furia as esporas nos ilhaes
do cavallo, e passou como o veeto pelo estreito es-
para o cu. Para mim Deus todo odiol
XVIII
CONCLUSAO.
Ao chegar a esta ponto a historia, que me esta-
pajo que medeara entre a caneca do cavallo de Al- va contando, o velho abbade de Guardizella pa-
poim e a parede lateral da azinhaga. Pernio de rou- ... ,a i j
.i i. j v j i- i Nao fazes idea, meu caro De fim, do estado em
Alpoim segura logo a toda a brida era d.recjao ao achava aq f|e venmve| a'dio 0 rost0i
lugar do duello..
Duarte voltra logo a si. Ainda Vasco
aellas nao estava fra da
a trote para elle.
Ferno disse-lhede l adeus, e Manoel veiu para
o meio da estrada, como que para gozat, como ama-1 fbrjos pafa levantar-se. A ffrida fra,
E aqui Mathous fez nj.neios ,e acanhava dor *M era> a carreira> a que 0S doaS prmS am' awml' e nl* P|*"ne,,ia loD^ pa?0 *'S;
deOr-
de continuar.
() Na parte deste romanee, publicada no nosso
numero de hootem, deram-se os seguiotes engaos
ypographlcos:
No principio houve a falta de uma linha, deven-
do ser o cornejoDe repente viu-se destacar par-
te daquella grande mole, ele.
Na 3* columna, antes do tituloO clme da
mulher soberbadeve ler-seCapfttrt*VI.
A Redncrao.
de certo metter os cavallos.
Tu por aqui, Vasco de rnelas I disse Duar-
te, parando junto delle.
Vinha procurar-te, respondeu ello serena-
mente.
(*) Trilles, light as alr,
Are, to the jealous, conQrmation strong
Asproofsof holytfrit.
I OtkeUo. Act. ni. Se. 3.
que Ihe espelhava a boodade e a serenidade da al-
ma, estava paludo e macerado; as rugas haviam-
se-lha cavado mais fundas, a da fronte descia-lhe
clareira, c j elle fazia 0 suor da verdadeira agona. Parou como que in-
porm, teiramentealquebrado de forjas, como que j nao
os podendo mais.
De mira, imaginas de certo o. que senta. Na-
esforjos, que faia, o sangra?rebentou-lhe com mais qaea d|orosa tragec|ia naViam motivos mais que
forja por ella fra, e principiou a espumar-lhe aos bastante, para abalar angustiadamente qualquer,
dantos da bocea. Enfraqueceu> por fim totalmente. Demais, a affliccao daquelle sanio reino pungia-me
*T u- *..--. JI. o nrinfiniava a nHpr x com uma dor toda mra^ Pora a.minha desastra-
Descahiu ento outra vez, e prmclpiava a perder a da curi06dade_ que 0 Jbrigara a espenhar-se aa-
rista, quando terno de Alpoim chegoa acia- que|iaa.ona.
YCira I Ali estava como eu (he paga va'o affecto e a bos-
II pitalidade I Palavra daflOara, Deififc; a ser-rae
Duarte I... Duarte I.. \ bradou dolorosa- p^siv*^ SUmira-me wuaurlamenta pela terca
mente Ferno, ajoelhando junto delle e fltando-o ahaixo, ainda que para tornar a ver a luz, rae M
com-euprema agona. se preciso furar al antpodas.
Apenas Vasco entrou para dentro do quanro,
a luz dos olhos de D. Leonor de Baio reammou-
se, como a espacos se reanima a chamma da fo-
gueira, que est para lindar. A frieza do sem-
blante nao se Ihe alterou, porm.
Primo Vasco de Ornellas, disse entao
em voz fraca, mas lirmo e serena quem foi que
matou Duarte Pinheiro ?
E ao dizer estas palavras filou nelle um olhar
sobrenatural, um olhar indescrivel. Pareca um
cadver a investigar a verdade disse-me de-
pois o abbade de Nespereira.
Vasco estremeceu, encarou com terror, de-
pois lanjou-se de joelbos diante della, e bradou era
voz terrivel :
t Fui eu I
Pelo corpo de D. Leonor correu um estre-
raecimento, egual ao primeiro que sacode os ex-
poslos de sbito aeco de uma pilha galvnica,
os olhos luzirara-lbe "cora ura brilho horrvel, e
pelos labios fra lufaram em voz medonha estas
palavras :
t Infame assassino, para sempre sejas mal
dito I
E de sbito a luz dos olhos apajou-se de
todo, o corpo ainda permaneceu um minuto apru
mado, mas depois cahiu desmaiada para o espal-
dar da cadeira.
D. Leonor reunir as poucas forjas, que j
Ihe restavam, para vingar Duarte, amaldijoando
o amor louco que Vasco de Ornellas tinha por
ella ; e depois morreu.
Vasco, ao ouvir aquellas palavras e ao ver
cahir mortalmenle D. Leonor, ficou um momento
a olhar para ella, como que fulminado, e depois
toinbou hirto e sem sentidos por trra.
Foram-me chamar a loda a pressa. Reinava
naquella casa terrivel confuslo. Era preciso at-
tender ao cadver de D. Leonor, era preciso vi-
giar o desespero de D. Gonjalo, era preciso pro-
videnciar ao desfalleciraeuto, em que Vasco de
Ornellas estava cahdo. Prevendo j o que acon-
tecera depois que elle vollasse asi, nso-hesiteura
momento. Fiz arranjar um colcho sobre uns
varaes, e conduzi-o ao clo de homens para Guar-
dizella. O que acontecera, se elle voltasse a si
no caminho ? Acontecesso o que aconlecesse; o
que cu sahia que era preciso, era arreda-lo do
lugar onde estava o cadver de D. Leonor de
Vasco de Ornellas .>*|eve quin/-* dia*
do por dentro, e sem abrir a porta. Ao rato dad-
les, abriu, e bradou em altos gritos qnr kV dn-
sem de comer. M.ind*-lh>> para o bastante para fres ou qualro hornea
Elle lancou-sp vorazmente sonn- Hla, e
como fra esfaimada. Em seguida prz (*
aos empurros fra da porta, tVcnoo-a de vm
sobre si. Dahi a pono o* orato*. os roe* j le-
da a lonca. cm qae Ihe fra levada a mwiidi. Sr
lialava despedajamlo-se sobre as lage.is do patee.
arremedada por elle pela jaaella (ora.
No fim de oito ou dez dias torvo a i
de comer, a no fim tornoa a ferbar-*e per i
Assim continuou s^is meze?. De qnandVent
do abra a porta, c pedia de ronter ; ee <
entravam com a comida, e era egurda
correndo, seno elle eipul*ava-o* a paorada
porta fra. Nos pnmeiros quitrzr da
dia e noute, nm barnlho iaferaal dentro _
io, e de permeio bracios n grito* epann. PJe
fim delles aquietoo narti>' alartilo. e dafci per
diaote reinouali um srleacio verdadeiraaaHla ae-
pulcral. Seirnndo dizem o criado*, gmrtmmm
havia nm nico traste qne a. > tires*e sede eepe-
dacado.
Ao fim de seis mezes abrin a parta, e ap-
pareeeu de chapu na cabeca. Sahiu daer
palavsa, e dirigiu-se para o lado oe Ler*sdete.
Nao appareeeu seno no Um da noate. 31* dH
seguinte fez o mesmo, e d'ahi por dial i
invariavelmente e sem fallar unta *> vez.
aajj ento aquella sua iuierr>iiipnU .
cao egreja de (Cerzedello. Viaha lop da aaa-
nha cedo; sentava-se ah porta da egreja, e ali
estava at o por do sol. S se arre-lava, paad>> a
porta estava abarla para os ooVios divinas parejea
enio ia para longe, para o raai* emhreaaadad
sonto contiguo. Ai de quem Ihe fkaua arara
pergiiota I Ai de quem mostrase reparar aeNe '.
< Eu pretend fallar eom elle, atgaaaae dea
vezes que, durante aquelles seis meae, atora *
porta, para pedir de comer. Mas de t-ida*, Vaeen
arremecava-se descsperalameate de toaeet. ral-
lando gritos medonhos e ap.ivoradores. Alrat_de
estar de brujos, cobria os olhoe reai as raiea.
Deixei porfim de fazerraovas tentativa,*. Saeri-
raeiro da, que foi egreja de i>rz>-deMo. aatm
do eotregou-me um bilhetc delle. qne dizia s as-
tas palavras :
c Ferno de Alpoim, se au aoeres ae m ara
mate, nao tornes a apparect-r diaate de aa. .
Saltaram-me as lagrima- pelos Hwt lra, a
ler e reler estas poucas palavra*. ReapaiM-rae.
porm, a exigencia. O desgracado quena earara-
cer-se, e eu era |>ara elle o rebate que de*arrtiva
a reeordajo. Vi-o, |>ois, a muitas veie, ara* sea*
que elle me visse. la espreila-lo do ale da aaara-
llia da egreja de Cerzedello. Que mudaara. Uta-
de piedade! O garboso e elegante Vaeo de Onel-
las transformaras^ n'um ancin de raMfc* feraat-
njs, grosseiramenle veslido, e mais parercada arad
quer aldeo, do que o fidalgo senhor da Tam de
Guardizella Por tim nao pude mais. (h aMraa
dez annos nao pude veneer-me a ir a-ra, Tadaa-
as vezes que, pera o fazer, me diriga a Orzedrito.
desfallecia-mc o animo a meio do caminho. e ee>
voltava para casa tao doente, que por mn de aaa
mez nao podia levantarme da rama. Por Ira rasig
hei-me, e nao quiz continuar a tentar a Uta ea-
pondo-mc aquella afnerao. Nunca mais o vi.
Quarcnla e cinco annos duron aquella rrnJe
lissima expiajo. Durante elles Vasco de tarariras
nao deixou de vir uma s vez sentar-se aa soleara
da porta da igreja, onda D. I^onor de Bato eU
sepultada. Ha dous annos a morte pz lean:
longa e terrivel agona, que era no ultim to i
intensa como o fra no primeiro.
Vasco de Ornellas foi arhado morto. a, |
greja de Cerzedello.
Uma noule tempestuosa do mez de overeara,
o sarhristo veio abrir a* portas da ijrvja, eanrat
era preciso que sahisse o Senhor a un caiVrmn. to
chegar pona, deparou com elle. *ewado arada
ali. todo mol hado ecom a cabera intasada aaa
mos. Teve medo de se chegar. roa* logo eaa eto-
gou o abbade e com elle alguns mzanos da ma-
rrara do Santlssimo, animaram-se om aae aatraa.
e bradaram rijamente por elle. O otorgado da Tar-
re nao respondeu. Kepitiram mnila* vezes aa f
dos, mas sempre o mesmo silenrio. Kmo o
fez um esforco sobre o proprio receta,
mou-se. c torou-lhe ao hombro, chaman* par
elle. Ao impulso da mo do abbade. aqnelle carao
descahiu, e ficou eslendido por ierra porta da,
egreja.
Deus amercera-se delle por toa. Estaiu
morto.
Assim acabou Vasco de Ornellas,
rosa e nobilissima. de quem um amor desusarrad.
e um carcter naturalmente sombro a
fizeram um desgracado e um assassiao
Frei Lopo de Baiao desapparerea
dia da morte da filha. Os ahleoes de !
ram-no caminhar na direccao da Palperra, ara*
entrou no conventa Ao menos os Indos arad
diziam. Nunca mais se soube delle.
D. Gonjalo morreu sale aanosi
victima do aff-cto-, com que eslr
Duarte e de Thereza. Mezes depois da i
Leonor, pediu-me encareridaraeale rara kVe i
xasse levar para Cerzedello, vira rar toa
depois da morte delle D. Coojale trato de reare
sentantar nao s os Barbas de Azeveaa de "
reir, mas tambem os amigos Batos de i
lo. Era uma formosissima manera!
tada de toda a viveza e jovialidad* de I
nheiro. de quem alm disso era adrainwt i
to. D- Gonjalo tomou-lhe um adheto'
mente louco, de forma que ameacava aetraca-ee de
mimos, quando a morte Ib'o ar
o
Baio. Depois podia ser qne aquello homem tao
arrogante conseguisse soffrear-se Emfim tudo, aos sete annos de idade. O
menos deixa-lo llcar em Cerzedello. D. Goncale de Baio nao pode hitar
Tratei de o fazer tornar vida ; mas foram | desventura. O derradeiro seator de
inuteis todos os esforcos e todofe os recursos, que a morreu quinze dias depois da orarte da
medicina aeonselhava para q conseguir, Este ve
assim at manha do da seguinte. O medico,
que eu fizara chamar, j Iba principava a desa-
nimar da vida, apesar do corajo Ihe bater forte-
mente e com violenta agitajo.
i Eram del para as orne horas. O vento que
toprava rijo, trazia disinctamenlc at ao pajo de
Guardizella o dobre dos sinos'da egreja de Cerze-
dello. Estavam sepultando D. Leonor. Eu e o
senhor e Nespereira,
j
fCoolraaar-*f-to,)
1
1BINAMBUOO. TTfc 1)1 M.P. P. 4 PlUeV-


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