Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10354


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Full Text
i'
~\
AMO u. mm&u .
Por tres mezes adianiadds 5$000
Por tres mezes vencidos 6$0
Porte ao corrcio por tres mczes. 0750
5LAA mU m O AMIL i IW.
Por anno adiantado.....19$00O
Porte ao correio por um anno 3$0OU
RNCARREGADOS DA SUBSCR1PCAO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. J. Jos d9
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREOADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagdas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins d Gasparino.
. PARTIDA DOS ESTAFETAS. EPHEMERIDES DO MEZ DE ABRIL.
Ohnaa, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Paranyba as segundas e .
sextas-feiras. 6 L nova as 11 h., 29 m. e 2 j da m.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'J 13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e 14 s. da t.
n Mt?!\Z \9aranhunsI nas erCasJeiras. 2i La cheia as 10 h., 59 m. e 2 s. da t.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, ., \
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu*, Cabrob, TJ yuart0 as 2 n->14 m. e 32 s. da m.
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
fAiuiDA DOS VAPORES COSTEIR03.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte
- Wj a e 22 de cada mez; para Fernando
Oas 11 dos mezes d ian mirr main inl AL n
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas reirs.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/t dia.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manhla.
Segunda as JO horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
norte at
nos
mezes de jan. maro., inaio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS,
o ,?a? Recife : d0 Apipucos s 6 '/ 7, 7 V, 8 e
8 V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da Urde de
Jaboatao as 6 /i da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 dam.
, Do Recife : para o Apipucos s 3 '/* 4, 4 /, V,
i, o Vj. 5 /i e 6 da tarde; para Olinda as 7 da
manhaa e 4 /, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vartea s 4 /i da tarde; para
Bemflca s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta* s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Piimeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS Da SEMANA.
25. Segunda. S. Marcos ev. S. Herminio m.
20. Terra. S. Pedro de ati b \ s. danai n
27. oarta. S. TertuttMO l>.; s. Tunbio are.
28. Quintil. S. Vital .; Ss. Agapio e Arario
29. Sexta. S. Pedro m. S. Tertulia v. m.
30. Sabbado. S. Camarina de teM v.
1. Domingo. Ss. Felippe e Thiago apps.
ASS1GNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Iniapaadnv*
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Fifuau^a :
Faria & hlho.__________________________
, commendago do regulamento, ao passo que se
podero acaucellar os interesses da fazenda, to-
mando V. S como muito Ihe recommendo, em
considerac.ao a necessidade de exigir nao s cabal
idoneidade do fiador, mais a de estabelecer nos
termos do contrato lio acertadas condigoes, que se
possa fazer cITectiva a fiscalisagao" do agente do
governo para a completa e desejavel execuco do
obra. Tenho assim respondido ao seu officio n.
36 de 21 do correnle.
Dito ao mesmo. De conformidade com o ofi-
cio do brigadeiro commandante das armas n. 759,
de 2o do correnle, constante da copia inclusa, re-
commendo V. S., que mande com urgencia re-
telhar a casa de refeitorio do 7 batalho de in-
fantaria, e me aprsente o ornamento da despea
a fazer-se com os domis concertos de que trata o
citado officio.Communicou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas.
Dito ao juiz municipal de Cabrob.Nao tendo
Vmc. remedido |>or nada constar do respectivo car-
torio, copia do edital pelo qual foram postos em
concurso os ofllcios de partidores, contador e des-
tribuidor desse termo creados pela lei provincial
n. 504 de 29 de maio de 1861, cumpre que sejara
elles novamente postos em concurso de conformi-
dade com o disposto no decreto n. 817 de 30 de
agosto de 1851, combinado com o aviso n. 252 de
30 de dezembro de 1854, como determinei em da-
la de 14 de agosto ultimo, remettendo-se-me copia
do mesmo edital para ser aqui reproduzido.
Outro sim, recommendo que Ando o prazo legal
desse concurso venham os requerimentos dos pre-,
tendentes informados pelo juiz de direito da co-
marca se a esse tenfpo ainda nao estiver em exer-
cicio o juiz municipal effectivo do termo.
Dito ao juiz municipal da Boa-Vista.Inteirado
pelo seu ofllcio de 9 de marco prximo Ando, de
nao ter apparecido concurrentes aos officios de
partidores desse termo, tenho a dizer-lhe que no-
mee quem os sirva interinamente e os ponha de |
novo em concurso, remetiendo copia do edital pa-1
ra ser aqu reproduzido.
Dito ao commissario vaccinador.Remelta-me
V. Exc. algum puz vaccinieo para salisfazer urna i
requisigo do juiz de direito da comarca de Naza-
reth, onde a bexiga tem feito algumas victimas.
Portara.O presidente da provincia, confor-
mando-se com a proposta do Dr. chefe de policia
n. 512 de 25 do correnle, resolve nomear Fran-
cisco Olegario de Vasconcelos Galvo para subde-
legado do districto do Limoeiro 1 da freguezia do
mesmo norae.
Continuado do expediente do secretario do gover-
no do dia 2a de abril de 1864.
Offlcio ao Io secretario da assembla legislativa
provincial.O Exm. Sr. presidente da provincia sa-
tisfazendo a deliberagao da assembla legislativa
provincial contida em seu offlcio de 18 do corren-
te, sob n. 85, manda transmittir-lhe para ser pre-
sente mesma assembla a informacao que pres-
PARTE QFFIGIAL.
GOYERM DA PROVINCIA.
Expediente do dia 26 de abril de 1861
Offlcio ao Exm. presidente da Parahyba.-Op-
ortunamente ser enviado ao Exm. Sr. ministro
da justiga o offlcio que para ter esse deslino V.
Exc. me enviou com o seu de 23 do correnle.
Dito ao Exm. conselheiro presidente da rela-
gao.Queira V. Exc. inlerpor o seu parecer so-
bre a materia do incluso offlcio que em 16 deste
mez dirigio-me o juiz municipal do termo de
JJarreiros, relativamente ao julgamento das sus-
peigoes a que elle allude. "
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Para cumprimento do aviso da repartigo da a-
gricultura, commercio e obras publicas, de 12
de margo uliimo, remelta-me V. S. com ur-
gencia urna relagao dos diversos instrumentos e
ferramentas que tem sido comprados com o fim
de serem empregados as medicoes e demarca-
cocs de trras ncsia provincia.
Dito ao mesmu. Tendo em vista a sua infor-
mando de hontem, sob n. 212, auloriso V. S. a
mandar entregar ao director da colonia militar
de Pimenteiras a quantia necessaria para as des-
bezas d'aquelle esubelecimento no iremestre de
abril junho deste anno, menos na parle relativa
as obras da respectiva capella.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que em offlcio de
21 do corrente, solicitou Francisco Mara Du-
prat, relator e director do peridico denomidado
Brasil, publicado nesta capital, recommendo
V. S. que pelo crdito votado na ordem do thesou-
ro nacional, n. 31, do Io deste mez, mande en-
tregar-lhe a quantia de 3605000 que de confor-
midade com o aviso do ministerio da agricultu-
ra, commercio e obras publicas, de 30 de marco
ultimo deve ser posta a minha disposcao nessa
thesouraria para a assignatura de 30 exempla-
res d'aquelle peridico, urna vez que o mencio-
nado Duprat se obrigue a effectuar regularmen-
te e pela maneira indicada no predito aviso a re-
messa de taes exemplares.
Dito ao mesmo.Urna vez que nao haja incon-
veniente, mande V. S. pagar ao tenento Jos do
Reg Barros, conforme solicitou o chefe de poli-
cia em offlcio de 22 do corrente, sob n. 498, a
quantia de 1205000 em que segundo a conta jun-
ta em duplcala, imporlou o aluguel vencido nos
mezes de dezembro margo ltimos, da casa que
serve de quartel ao destacamento da villa do Cabo.
Communicou-se ao Dr. chefe de policia.
Dito ao mesmo. Em vista do recibo, junto em
duplcala, e nao havendo enconvenienle, mande
V. S. indemnisar o commandanto do 9o batalho
de infamara, conforme solicitou o brigadeiro
commandante das armas, era offlcio de houtem,
sj n. 756. da quantia de 125000,
I mente a copia da acta exigida em seu citado of-
ra da Silva, a condcelo do fardamento'desado ) flc?[. cmn c v,F r nrpsidpntp da
s pragas de primeira linha que se acl.am des- ^JSSEml^tYlmSitfi^l
S^f'fT- Communicou-se ao J ^ legXva^ovincK tacES-
fi o miTn^nT^iT-a rw, iw-, '^o dos estabelldmentos wmmcrciaes desta ci-
E dmnnr,T? T! Setda C r ^ d' dade Pertencentes naciouaes, a que se refere os
^^Z^^^^^tJl c0SetbVnf-,?8d7e r*> Ulli- Cl9d0
nhunsdo o'Su.'cT V TS^ = a ~"S- ^ Sr" presidenteda *"
nhecimento co"im,"Co a \. :>. para slu co- vincia manda transmittir por copia V. S. para
Dito ao mesmor,immiinicn i V S nnp a ha- sere,n Presen,es assembla legislativa provincial
^h,roi Vir !?"r,r T, i\ r x\ Q Z?,.r as informages ministradas pela associago Com-
nnf. 1-nmf n, aH"e'rda.Lunl'a t ^K" mercal Benelicente. inspector da thesouraria e ad-
VnSnr nhtl?, Tlr^TkJc, *n ministrador do consufado provincial relativamente
tio^arSKEnnr ar^odoSant AD" a -a inspeccao d.Ta.godao.de.xando de ir
virtude de autorisago concedida poresla'pre^ ^J.*??*!^!30?!!?^?^
dencia, coairaluu com o airaocreve Jos Perei
interessar possa que se acham de novo em concur-
so os officios de partidores do termo do Ouricury,
creados pela lei provincial n. 504 de 29 de maio
de 1861, a accumulando um as funegocs de conta-
dor e o outro as de destribuidor.
Os pretendentes devem apresentar seus requeri-
mentos instruidos na forma do decreto n. 817 de
30 de agosto de 1851 e do aviso n. 525 de 30 de
dezembro de 1854, e no prazo de sessenta dias
contados desta dala.
O secretario do governoDr. Francisco de Pau-
la Salles.
2.* Secgao Secretaria do governo de Pernam-
buco, 26 de abril de 1864.Pela secretaria do go-
verno se faz publico para conhecimento de quem
interessar possa que se acha de novo em concurso
o offlcio do depositario geral do termo do Ouricu-
ry, creado pela lei provincial n. 529 de 6 de ju-
nho de 1862.
Os pretendentes devem apresentar seus requeri-
mentos instruidos na forma do decreto n. 817 de
30 de agosto de 1851 e do aviso n. 553 de 30 de
dezembro de 1864 e no prazo de sessenta dias con-
tados desta data.
O secretario do governoDr. Francisco de Pau-
la Salles.
Despachos do dia 26 de abril de 1864.
Requerimentos.
Alexandre Correa da Fonseca o outros.Satisfa-
ga a exigencia da contadoria.
Emilio Carlos Jordao.Informe o Sr. Dr. chefe
de policia.
Francisco Alvares de Miranda Varejo.Passc
portara concedendo o praso que requer o suppli-
cante.
Desembargador Jeronymo Martiniano Figueira
de Mello.Remettido ao Sr. director das obras pu-
blicas, para mandar examinar a robera e fazer o
orgamento que forem precisos.
Bacharel Jos Bernardo Galviio Alcoforado.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Dr. Joao da Silva Ramos. Informe o Sr. direc-
tor da instruegao publica.
Tenente-coronel Sebastiao Lopes Guimaraes.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Umbelino Francisco Nogucira de Carvalho.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda
EXTERIOR.
Dito ao mesmo.O Io supplente, bacharel Chns-
tovao dos Santos Cavalcante, entrou em 23 do
correnle no exereicio do cargo
a do inspector da thesouraria de fazenda por in-
termedio do qual se mandou ouvir o da alfandega,
entrou era 2-i _io por n-Q (er sjdo receida at 0 presenie.
aejuizmmiitii.il p satisfeita em parte a deliberagao da
Emigdio Marques Santiago. cm rente' s0b n- b8-
ligdio Marq
Dito ao mesmo. Communco A V. S.que o ba-
charel lllenrique Pereira de Lucena deixou em
26
Officio ao brigadeiro commandante das a
cliarel lllenrique Pereira de Lucena deaou em _D "<, p < nrriitrwi da nrovin-
SSTi ^omtat^mn? ^eSst ^ -^SKi|| ue^s ScfdSI-
a i5S ,'!.^m i h tj0ianna- assii ,, aQtorisou.sc 0 drector do arsenal de guerra a
mrcnU^uSade?xoSe ffl ""** W "* J ,r'C
elle por impedimento do respectivo proprieta- ,. secrelario da assembla legislativa
j.1.___.______ ..... ___.-.,.. I provincial.Em additamento ao meu offlcio de 6
t n VL i PvTa ^^t pr ,n,w I *> corrente, sob n. 83, passo por copia s maos de
1^SXZ1J^S^^S!1TJSX^W^9^ s" presente assembla legislativa
nuS;S de despeas fe'l^'>">e- provincial, afim de resolver como entender conve-
SlfJSUm uS an0, ', KeW a materia de que se trata o offlcio do
fprP.r,iim ?. -ntldrt'^^lor thesouraria provincial relativamente
?.uaPi!ba'"" de ,ue' "ao havend? 'n.c^:eD.'; ao pagamento da prestarlo de 16:o005rs.a que
ente mande pagar a mencionada importancia ao
delegado daquelle termo ou a pessoa por elle au-
torsada, conforme solicitou o chele de policia em
offlcio de hontem, soo n. 511.Communicou-se ao
Dr. chele de polica.
pagamento da prestaco de 16:5005 rs. a q
tem direito o engenheiro Mamede, pela entrega
provisoria do 12 lanco na estrada do Pao d'Alho
a Nazareth.
Dito ao mesmo.Passo as maos de V. S. de or-
I dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia para
Dito ao mesmo*De conformidade com a deli- serem presentes assembla legislativa provincial
berac.o da assembla legislativa provincial, conii- as informages exigidas em seus officios de 5 de
da cm officio do respectivo 1" secretario, de 23 margo ultimo e 8 do corrente, sob ns. 12 e 78 re-
do correnle, sob n. 90 remeti novamente Y. S. | lativamenle aos empregados da estrada de ferro,
o incluso requerimento de francisco Pereira de Dito ao presidente e memhros do collegio elei-
Carvalho, atiin de que, iuforme com urgencia se toral da villa do Pao d'Alho.S. Exc. o Sr. presi-
a quantia de que se faz mensao no citado reque- j dente da provincia mande declarar V. S. que re-
rmenlo j fui ou nao restituida. cebeu com o seu offlcio de 19 do corrente as c-
Dito ao commandante docorpo de polica.- Pode pias aulhenticas das actas da eleigao a que se pro-
V. S.' dar baxa ao soldado da secgao volante do ceden nesse collegio no dia 17 deste mez para um
corpo sob seu commando, Justiniano de Souza, deputado assembla geral.
Dilo ao juiz de paz 1 volado da freguezia do Al-
tinho. S. Exc. o Sr. presdeme da provincia man-
da declarar V. S. cm resposla ao seu officio de
17 do corrente que fot recebida com o de 3 de
margo ultimo, a acta do encerramento dos traba-
Ihos da segunda reunio da junta revisora de qua-
lilicago dessa freguezia no corrente anno.
visto que por molestias acha-se impossibillado de
continuar no sondeo, segundo consta de seu offi-
cio n. 95 desta dala a que respondo.
Dito ao mesmo. Era deferimento aos requeri-
mentos dos soldados Belchior Salustiano Vieira, e
Manoel Alves do Na>cimento, sobre que versam as
uas informages ns. 192 e 193, datadas de 23 do
correnle, auloriso V. S. a mandar dar-Ibes baxa
do corpo sob seu commando. EDITAES.
Dilo ao commandante superior da guarda naci- 2." Secgao.Secretaria do governo de Pernam-
ual do Recife.Expega V. S. as suas ordens para buco, 26 de abril de 1864.Pela secretaria do go-
que o servigo da guarnicao da praca seja feito no verno se faz publico para conhecimento de quem
dia 28 do corrente, por p'ragas da guarda nacional interessar possa que por haver fallecido o serven-
que nao poderem marchar nesse dia.Commu-, tuario Miguel dos Anjos Pereira, acham-se vagos
nicou-se ao brigadeiro commandante das ar-; e em concurso os officios de partidor e destribui-
mas. dor do termo de Serinhaem, creados pela lei pro-
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Con- vincial n. 504 de 29 de maio de 1861.
cedo a autorisacao que V. S. solicitou em seu offl- Os pretendentes devem apresentar seus requeri-
do n, 669 de 25 do corrente, para retirar do pecu- mentos no prazo de sessenta dias contados desta
lio dos aprendizes artfices depositado na thesou-; data e instruidos na forma do decreto n. 817 de 30
raria de fazenda a quantia de 4045244, atm de de agosto de 1851 e do aviso n. 232 de 30 de de-
ter o destino indicado em dilo officio.Communi-
cou-se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmoAutoriso V. S. a contratar de
conformidade com a sua informacao n. 664 de 21
do corrente, a passagem do subdito portuguez
Manoel Nobre de Figueiredo Ribeiro, que tendo
vindo para esta pro'incia contralado para esse ar-
senal, foi delle despedido em virtude de reciso
zembro de 1854.
O secrelario do governoDr. Francisco de Pau-
la Salles.
2/ Secgao.Secretaria do governo de Pernam-
buco, 26 de abril de 1864.Pela secretaria do go-
verno se faz publico para conhecimento de quem
pertencer que por falla de concorrentes se acham
de seu contrato, ordenada pelo Exm. Sr. ministro ; de novo em concuso os officios de partidores de
da marinha cm aviso de 6 de setembro de 1860.! termo de Cimbres, creados pela lei provincial n.
Dito ao director das obras militares. Dispondo 604 de 29 de maio de 1861, devendo um aecumu-
u regulamento de 18 de julho de 1836, artigo Io, lar as funegoes de contador e outras de destri-
muelles que mais vanlagens efferecer em relagao O pretendentes devem apresentar seus requeri-
a solidez das mesraas, c ao seu prego, e nao apre-' mentos instruidos na forma do decreto n. 817 de
sentando nenhum dos arrematantes a que se re-1 30 de agosto de 1851 e do aviso n. 252 de 30 de
fere V. S., maiores vanlagens do que o outro, quan
to a primeira hvpolliese ; sendo que Francisco
Botelho de Andrade se propOe a fazer a obra do
paiol por menos 2005000, collocando-se deste mo-
do em condigao mais aceitavel do que Tueodoro
Rampk ; tendo resolvido, no obstante as obser-
vagoes foilas porV. S., que seja preferida a pro-
posta do dito Botelho, por assim se attender a re-
dezembro de 1854, no prazo de sessenta dias con-
tados desta data.
O secretario do governoDr. Francisco de Pau-
la Salles.
2.' Secgao. -Secretaria do governo de Pernam-
bnco, 26 de abril de 1864 Pela secretaria do go-
verno se faz publico para conhecimento de quera
CORRESPONDENCIAS HO VIA
RIO VE PERXAHRUCO.
LlttBOA.
13 de abril de 186 i.
Tera affirmado o correio estrangeiro que Gari-
baldi, ao regressar de Londres para Caprera, far
escala por Lisboa e Gibraltar.
A brilhante recepgoque fizeram ao celebre cau-
dilbo da unidade italiana na capital da Gra-Brela-
nha tem recheado oestes ltimos diasas columnas!
dos peridicos, servindo de assumpto a diversos
commentarios antecipados sobre as demonslragoes
benvolas que porventura receber entre nos.
Correspondencias de Madrid affirmam que o de-
potado Olosaga tenciona dirigir-se Lisboa para |
visitar o general Garibaldi quando tocar neste
porto.
As cmaras foram prorogadas al 14 de maio. j
E' de crer que baja ainda nova prorogago.
Na cmara dos deputados principiou e vai pro-
segurado a discussao do orgamento, e em breve es-
tar approvado, a julgar da velocidade com que se
ten discutido.
Diz-se que ainda desta vez se nao tratar da re- ]
forma da instruegao primaria, porque o actual mi- i
nistro do reino, (o duque de Loul) nao concorda ;
com as bases do projecto, que tinha sido apresen-',
tado na ultima sesso pelo seu antecessor, o Sr.
Anselmo J. Braancamp, e nao haver j agora
lempo de fazer discutir e aceitar oulra proposla.
Voltou de Villa Real, o Sr. Januario Cerna
de Almeida, governador civil de Braga. Como Ihes
disse, este funecionario tinha ido quelle districto,
por ordem do governo, syndicar dos acontecimen-
los eleitoraes, que tanto indignaram as cmaras e i
o paiz. O processo de syndicancia foi j remettido
para o ministerio do reino.
Foi votado, sem discussao, na cmara dos pares
o parecer da commissao de inquerito acerca dos
acontecimentos de Villa Real. Volou centra apenas .
o Sr. Vellez Caldeira.
Terminou na cmara hereditaria a questao do
conflicto com o reverendo hispo de Coimbra, por
urna mogao em que a cmara decida nao querer
lomar conhecimento deste negocio, passando or-
dem do dia. Assim se consumiram quinzo dias.
Veio publicado hontem na folha oflicial o sober-
bo discurso do Sr. Luiz Augusto (tabello da Silva,
na sesso da cmara dos pares de 22 do mez pas-
sado, sobre a questao do hispo-conde. E' um tre-
cho eloquente e ao mesmo lempo baseado em soli-
da erudigo.
Os bons principios sao all respeilados, e o Ilus-
tre orador obteve applausos insuspeitissimos de to-
dos os lados da cmara. Vota o Ilustre orador
como volara o nobre hispo de Visea (D. Antonio)
pela necessidade de se legislar por modo, que taes
conflictos de futuro se evitera. Seria um ptimo '
servigo para a egreja e para o estado.
Na cmara dos deputados, no dia 8, o Sr.
Mendes Leal, ministro da marinha, apreseutou o j
projecto de contrato com o banco ultramarino. O
banco ser de natureza commercial, hypothecario |
e crdito movel. Receber a subvengo de 30 con-1
tos annualmenle. e gozar do exclusivo por 20 an-
DOS em todo o ultramar. Ter caixas tiliaes em i
Loanda e Mogambique.
As noticias que vogavam de urna prxima
viagem de S. M. el-rei o Sr. D. Luiz cora sua au-
gusta esposa Pars e Tumi, e que Ihe commu-
niquei as minhas anteriores, tomaram corpo e li-
zeram assumpto para larga controversia as folhas
de Lisboa, durante a primeira parte desta quinze-
na. Os mais notaveis artigos que se publicaran!,
foram dous no Jornal do Commercio que se
attribuem ao nosso disiincto publicista o Sr. Lat-
no Coelho. Nestes artigos, alias redigidos com to-
da a conveniencia, ponderavam-se cora bastante
lealdade e patriotismo as desvantagens polticas de
tal digressao n'uma conjunctura em que esse pas-
so poda offerecer pasto a aprehensSes publicas de
uo pouca seriedade.
Observava-se quanto era grave sob o aspecto po-
ltico a ausencia do inonarcha, principalmente, se,
como constava, S. M. el-rei o Sr. D. Fernando, pai
do augusto chefe do estado, se nao prestasse a as-
sumir a regencia, durante a digressao do Sr. D.
Luiz I.
Depois de se demonstrar nos alludidos artigos
que tal viagem era inopportuna, arriscada, incon-
veniente e injustiQcavel, rematava um dos perio-
dos mais frisantes assim :
t Quem convencer o povo de que a ida de el-
rei nao tem por objecto negoeiacoes secretas, con-
certos mysteriosos, manejos nternacionaes ?
A Revolucao de Setembro, escrevendo pelo mes-
mo tom, expunha :
Que o re nao pode viajar, porque elle a pro-
videncia constitucional do seu povo, e como pro-
videncia, nem ura momento pode desamparar os
que tem a seu cargo reger paternalmente.*
Outro jornal pedia que se este assumpto fosse
levado ao parlamento, nao fosse tratado era sesso
secreta, mas em publico, para que o paiz soubesse
quaes os deputados que deixaram de ser represen-
tantes do povo para serem cortezaos.
O Diario de Lisboa do dia 1, rectificara offlcial-
mento os boatos cem a seguinte declarago, que
suscitou a cohorte de artigos a que me reflro :
c Havendose uliimamente propagado diversos
boatos relativos prxima sabida de SS. MM. para
visitar cortes etrangeiras, declara-se o seguinte :
< E1 inteiramente destituido de fundamento,
quando nem de tal assumpto se tratou, que el-rei
o Sr. D. Fernando tenha recusado a gerencia du-
rante a ausencia de SS. MM.
t Quando SS. MM., como teem feito e fazem ou-
tros soberanos constitucionaes, tencionassem visi-
tar quaesquer paizes, naodeixariam de ser devida-
mente consultadas as cortes geraes do reino, em
observancia do arligo 77 da carta constitucional.
c Sao consequentemente prematuras todas as
supposicoes quc_a tal respeito se fagani..
Esta declarago suscitou jierguntas ao presiden-
te do conselho de ministros na cmara dos pares,
e S. Exc. declarou que o sentido do arligo da fo-
lha oflicial era claro e obvio, e que nenhuma falsa
interpretagao se Ihe podia dar. Se el-re quizer sa-
hir, podo previamente pedir autorisacao s cortes.
No dia 5, um deputado, o Sr. Fignoiredo Faria,
mandou para a mesa a seguinte mogao :
Ser agradavel cmara que S. M. nao saia
do paiz.
Como fosse tarde, a presidencia nao consultou
cmara sobre a admiss.io da mesma proposta, e no
dia seguinte o seu autor a retirou.
Ora, entre varias ponderagoes da impransa, so-
bro este objecto nolava-se que, verificada a recusa
por parte do Sr. D. Fernando para a regencia, se-
ria confiada aos conselheiros de estado mais ami-
go-, sendo o primeiro o duque de Saldanha, c se-
guindo-se-lhe o conde de Thomar.
A proposito deste nome, alias dos mais Ilustres,
faziam-se hypotheses e considerag5es que produ-
ziram bastante impressao no publico, j pouco af-
feito a ver ausentar-se o soberano para trra es-
tranha, em quadra tilo melindrosa em relaco
poltica internacional, e nao menos s mal apaga-
das discordias partidarias em Portugal.
Devo tambera fazer mensao de um artigo que
sabio na Gazeta tle Portugal, e que se presume do
Sr. Teixeira de Vasconcelos, redactor em chefe
d'aquelle excellentc jornal.
Este artigo, discordando era grande parle das
reflexdes adduzidas pelos outros peridicos, opina-
va por urna reforma (opportunamente feta) do nos-
so cdigo fundamental, no ponto em que limita a
liberdade pessoal do rei.
Viaja como e quando quer a ra nha de Ingla-
terra e o re dos Belgas, soberanos que presidem
aos deslinos de dous povos mui zelosos da sua li-
berdade e independencia. Porque nao ter igual
faculdade o rei de Portugal ? De que vale a per-
missao das cortes ? No caso de viagem poltica,
pode o nteresse do estado exigir que se nao reve-
le a tantas pessoas o objecto della, e a permissao
hade ser dada ou recusada sem conhecimento de
cansa. E se o parlamento recusar a licenca, nao
haver na recusa desar pessoal para o re, e en-
fraquecimento da sua autoridade moral ? Sem du-
vida haver.
O rei pode nomear pares, convocar cortes ex-
traordinariamente, sanecionar ou recusar a sanegao
aos decretodellas, uroroga-las, addia-las c dissolv-
las, demittir os ministros e nomear livremente ou-
tros, suspender cm certos casos os magistrados,
perdoar as penas impostas pelo poder judicial, con-
ceder amnista aos que attentam contra o estado, e
em cada urna destas cousas salvar ou perder o rei-
no, segundo as cirenmstancias, mas nao Ihe per-
mitlido ir a Badajoz, ou a Vign sem permissao do
parlamento. Se garanta publica esta prohibigo,
nao Ihe conhecemos o alcance.
Fico em nada ao que parece este projecto de
viagem. Diz-se que S. M. a rainba desejando visitar
seu augusto pai, o rei de Italia, tencionava por es-
sa occasiao pagar a visita que S. M. a impera-
triz dos Francezes Azora a SS. MM. o anno passado
em Lisboa -, mas que em presenga dos sentimentus
livre e lealmente manifestados pela opiniiio publica
acerca desta projectada ausencia do soberano, f-
ra S.M.a minina primeira a mudar de accordode
harmona com el-rei o Sr. D. Luiz I, o qual, verda-
deramente soberano constitucional preferlo acce-
der ao espirito publico e mudar a sua primeira re-
solugao.
Acho esla explicacao (que se faz aqu geralmen-
te) muito mais plausivel do que a de ter determi-
nado esta conlra-resolugao o calculo das despeas
da viagem, que andariam por um millio de cruza-
dos, como vi n'uma folha do norte.
Esta explicacao, comquaoto o paiz nao esteja na-
dando em opulencias, nao acceitavel quando te-
mos aquella, que tanto se conforma com os funda-
mentos da justa popularidade de que goza o chefe
do estado.
A questao da abolicao do monopolio do taba-
co ainda nao est completamente resolvida pelo
corpo legislativo. Os contratadores, sob pretexto
de nao terem materia prima para fabricarem cha-
rutos, mandaram despedir os charuteiros ha 4
dias, e fecharam as portas fabrica.
Esta pobre gente, desoecupada, e em grande nu-
mero, resolveu, segundo ouvi, reunir-se um destes
dias ns campo de Santa Clara e marchan-m d'ali
para as corles a pedirem providencias, por ficarem
de repente sem modo de vida.
O governo parece que nao desejaria ir de frente
aos operarios; q caso que s duas da tarde, do
sabbado, foi mandada alfandega urna portara
urgente, autorisando os contratadores a despacha-
ren! mais tabaco, o qual ficou pesado epromplo a
sahir.
Os operarios foram novamente recebidos na fa-
brica, visto haverem os contratadores obtido o que
desejavam.
As commissoes reunidas da cmara dos pares,
s quaes foi submellido o projecto de lei sobre o
tabaco, approvado na casa electiva, approvam o
principio de liberdade, mas sao de parecer que se
proceda arrematago por mais um anno, termi-
nado o qual, principiar a vigorar o rgimen da
liberdade, estabelecendo-se na lei que se fizer ago-
ra, as iudispensaveis condigoes para que a liberda-
de nao fique sujeita ao monopolio, o que em gran-
de parte se verificara, talvez, se a aboligo do
contrato fosse approvada para vigorar desde j.
Assevera-se que o governo acceita esta alteragao
fundamental no seu projecto, c que por ineio desta
transigencia se dissipra a tempestado que alias se
levantarla na cmara alta.
J se vai tratando das futuras eleigoes. No
dia 3 houve em Lisboa urna reunio dos partidarios
do Sr. D. Miguel, e resolveu-se que esta fraego
fosse urna sem colligar-se com as outras fraegoes
polticas. Os Srs. Pinto Coelho e Pereira da Cuoha
sustentaram esta opinio, segundo ouvi.
Ha muito quem duvide que o partido obtenha
grande xito eletoral, entregue sua propria in-
fluencia.
Foi antes de hontem apresentada pelo ministro
das obras publicas, o Sr. Joo Chrysostomo, urna
proposta de lei autorisando o governo a decretar
as disposgoes que dependem de medida legislati-
va acerca do servigo de policia, conservagao e ex-
plorago dos caminhos de ferro, telegraphos, es-
tradas, rios, canaes, valles e portos de mar.
Pelo mesmo ministro e na mesma occasiao foi
apresenuda outra proposta de loi, aut0.risa?p?
governo a construir no anno econmico de tso a
1865 custa do estado as estradas districtaes e
municipaes que directamente coramunicarn cora as
estacoes do camin de ferro, cora as estradas de
primeira ordem, ou com pevoac3es importantes,
tendo preferencia na ordem da construegao aquel-
las das ditas estradas para as qaaes os municipios
rontribuirem com algum subsidio nao inferior a
um quarto da despeta total
No dia 29 do passado houve a reunio dos
membros da Assoeiacao Central da Agricultura, a
fim de discutirem o importante assumpto sobre a
conveniencia da lei permanente para a importago
de cereaes.
Foi numerosissima esta reunio, pois, alm dos
socios acham-se presentes muilos outros lavrado-
res e agricultores de diversas localidades do paiz.
Presidio o Sr. Joao Rabello da Costa CabraI.
O debate foi esclarecido de accordo com as ideas
do seculo, sendo os melhores principios econmi-
cos sustentados pelo Sr. Antonio Cabral de S No-
gueira.
Assentou-se, pois, em que se representasse ao
governo no sentido de que, vista a promeftedora
colheita de cereaes, que se antolha, attendendo a
que os depsitos actualmente existentes parecem
sufllcienles para o consumo do paiz; nao llavera
absoluta necessidade de abrir as portas aos cereaes
estrangeiros.
No enlamo, a associago entende que a liberda-
de de commercio deve ser mantida e por isso con-.
corda era que nao seria menos conveniente tole-
rar-so a admiSSAO dos mesmos cereaes, comtanto
que se dsse agricultura a devida protecgo e i
neste sentido propoc que urna vez que se concorde I
em que os cereaes estrangeiros tenham sempre
despacho, Ibes seja imposto um direito,o qual as
alfandegas martimas dever ser de 100 rs. por al-
queirc para o trigo, de 60 rs. para o milho, e de
40 rs. para a sevada, cenleio, etc.
Este direito seriado 40 rs. para todos os cereaes,
quando introduzidos pelas alfandegas menores dos
portos seceos.
Suppoe-se que a representago da associago!
Central de Agricultura mutatis mutandis, urna |
recente consulta do conselho geral do commercio.
Assevera-se que o governo vai resolver j este I
negocio, nao pudendo pois, demorar-se por muitos
dias a sua solugao, que deveras importante.
A mais recente declarago do ministro das
Obras publicas, commercio e" industria sobre a
questao dos ceraes foi que tendo recebido as re-
presenlagoes do grande numero de cmaras mu-
nielpaes pedindo a inlroduceao de ceraes estran-
geiros, visto que nos mercados se nota a escassez
deste genero, mandara ouvir sobre ellas os gover-
nadores civis, os quaes responderam que nao
acha va m fundado o receio de que haja falta de ce-
reaes, mas mandou tambem ouvir o conselho de
agricultura e commercio, que emittio a opiniao de
que se faga urna lei permanente de cereaes,
redaegao da qual se est procedendo para a poder
apresentar no parlamento.
Por decreto de 23 do mez passado S. M. el-
rei ordenou que no ministerio da fazenda se abram
a favor do dos ecclesiastico e de justiga um crdi-
to suppleinentar de 19 contos para occerrer ao sus-
tento de presos e policia de cadeias. isto alm da
verba de 38:39'5 concedida para a mesma despeza
[tela carta de lei de 13 de julho de 1863, e da.
quantia de 12 contos importancia do crdito sup-
plemenlar aberto em virtude do decreto de 24 de
dezembro prximo passado.
Por decreto da mesma data mandouse abrir um
crdito suppleuientar de tres contos no ministerio
da fazenda a favor do dos ecclesiastico e de justi-
ga para occorrer ao pagamento do vencimento dos
conselheiros aposentados no mesmo tribunal de
justiga.
Foi approvada una proposta do director do
caminho de ferro do sul, reduzindo os pregos do
transporte de cereaees por aquella linha frrea ;
consiste na reduccao de 4 rs. por cada tonelada
de 1,000 kilograumas, e na siippresso da despe-
za de carga e descarga, ficando assim a respectiva
tarifa reduzida a 12 rs. por cada tonelada c kilo-
metro, sem outra despeza mais que a respectiva
guia de registro.
A questao do banco hypothecario anda nao
est de lodo resolvida quanto* distribuirlo das ar-
ges. Os Srs. Eduardo Soveral e- Miguel Osorio, re-
presentantes do banco hypothecario do Porto redo-
bram de zelo para que a distribuicao feita ao mes-
mo banco so eleve de 3,000 a 3,000 acoSes. A des-
Iribuiclo projectada era como se segu :
Companhia Utilidade Publica 6,000; Srs. Guedes
3,000; Chamico 6,000; banco hypothecario 3,000.
Total 20,000 acedes.
A novadeslribuigo ser feila assim :
Companhia Utilidade' Publica 6,000: Srs. Chami-
go 3,000; Guedes 4,000, banco hypothecario 5,000
aegoes; ficando esie ultimo equiparado na distri-
buigo.
Correu ha dias que eslava assignado o contra-
to de venda do caminho de ferro do sul compa-
nhia de oueste.e feita a concessao do prolongamen-
to da linha de Beja at ao Algarve e raraaes para
Extremoz, Serpa e fjrslo.
Parece comludo que este negocio nao est defini-
tivamente ultimado, mas que se acha em negocia-
goes que eslo em bom caminho.
Entretanto certo que o Sr. Lobo d'Avila minis-
tro da' fazenda, declarou terminantemente no dia
2 do correte no parlamento que o caminho de fer-
ro do sul nao eslava vendido, como se affirmava.
No dia 5 do corrente sahio do Tejo a flotilha
austraca.
Por noticias offciaes de Cabo Verde e Gui de
16 de margo, consta que ainda continuava a sentir-
se o effeito da oine, nao sendo ainda bastantes para
remediar to grande mal os soccorros j rece-
bidos.
Houve no conselho de Santa Catharina um mo-
tira, assaltando muitos populares, e conseguindo
roubar, os gneros alimenticios que armazenados
deviam ser applicados ao pagamento aos emprega-
dos as obras publicas e a soccorrer os individuos
pobres.
A autoridade conseguio restabelecer o socego lo-
mando as providencias necessanas.
O transporte de guerra S. Pedro ia partir para
Gui, conduzindo 250 indigentes, que mostraram
desejos de emigraren) para all.
Com estes e outros individuos se organisar urna
colonia agrcola no Rio Grande.
No dia 2 de Janeiro celebrar o governo de Ca-
chen, o cntralo de cesgao, para a cora de Portu-
gal, do territorio da Illia, cerca daquelle eslabele-
ciraento, conforme a offerta e condigoes propostas
pelo regulo respectivo
A cmara dos deputados por acclamagao votou
dous dias de subsidio para acudir aos famiutos de
Cabo Verde.
O ministro da marinha pedio a cmara autorisa-
cao para dispender 100:0005 em soccorros para
aquelle desgracado archipelago.
Entrou ante hontem (11) no Tejo a corveta a
vapor perlugueza Sagres, vinda do Brasil, de Ango-
la e das ilhas de Cabo Verde. Traz 77 das de
Loanda, 44 do Rio de Janeiro, 33 da Baha, 2o de
Pernambuco e 10 de S. Vicente do Cabo Verde.
Corra hontem na praga que eram muito graves
as noticias de Cabo Verde.
Diz urna carta que houve revolta popular na una
de Sanio Antao por causa da fome que afflige os
habitantes, que da ilha de S. Vicente lam marchar
ou j tiuham partido cento e tantas bayonetas para
reprimir a sublevagao.
Per decreto de 2 de abril foi exonerado o
conselheiro Carlos Augusto Franco, do cargo de
governador geral de Cabo Verde, e nomoado para
exercer o mesmo cargo o capitao de cavallaria do
exercito Jos Guedes de Carvalho Menezes.
Parti hontem o novo governador na corveta JJs-
tephania.
O Sr. Menezes tem yjo deputado as cortes em
varias legislaturas e tero a rspata^ao de um carc-
ter enrgico, circunstancia que fultava aoseu an
i tecessor.
As noticias de Mac.io alcanram a 12 d: -
reiro o a 22 as da India :
Em Maco reinava tranquillidade. Igovernador
i ouvido o conselho do governo e a junta de fazenda
I fez um contrato para a eoMtraCfii de um torco
movido a vapor, alim da substituir a barca .4*i;'
MU que se ada em cumple!.i ruina.
O governador da India remetteu o* arte* 4a eol-
locaco geral da primeira |>edra no edSrv> mut-
ininado sala de I). Luiz I, em Dama.....la abertura
da escola ingleza na mesma cidade.
Sahio no rapof Btrt de Lazarim A* i'i para
Mogambique o governador geral nomoado para es-
ta ultima provincia, o conselheiro Antonio-I 0u'
e Castro.
Recoinecaram OS Irabalhos na I >rwu Dami.
sob adirecg.ao do novo constructor.
Foram eleilos deputados \>r Ga w Sr.-. I
S. Gomes, Gama, Caetano Francisco Pereira Gr
cez. A eleigao do Sr. Gama parece estar milla por
ser eslrangeiro.
Publicou-se o relatori annual da eoromis-ao
mixta portugueza e bnlanniea esfabelecida no Ca-
bo da Boa Es|ierang.i, relativo ao anno do %9M :
< Na conformidade do arl. II do annoxo B *
tratado concluido cm 3 de julho de l*ti. sato
Portugal e a Gra-Bretanha, pira a suppress.io do
trafico de eseravatura, na qual se estipulou '|oe *
commissoes mixtas Iransmillissem anniialnv-nte
cada um dos governos um rotatorio ron^ernonio.
1." Aos casas que forem propostos peraate ol-
las para serem julgados;
2." Ao estado dos negros libertos;
.1. A qualquer informacao que possam okter a
respeito de tratamento e progresso feito na eora-
go religiosa e mechanica dos negros libertos.
Os abaixo assignados, membros da emniini >
mixta, estabelecida no Cabo da Boa Espera*;,
teem a honra de informar o governo de sua rnafr-
tade lidelissima e o governo de sua majestad* bri-
taiinica, que nenhum caso Coi propoMo perante el-
la para ser julgado no decurso do anno Hado eas
31 de dezembro de 1^63 e que nenhum negro ten
sido emancipado, por decreto desta conimissao
mixta desde que ella se ostabeleeeu
Sala da commissao mixta portugoen e britaa-
nica, era 30 de dezembro de 1863.Jorge Frere.--
Eduardo A. de Carvalho.E. MayarJ.Goilheravs
Paskd Smilh, secretario.
Publicou-se o relatorio da direcro da com-
panhia ds seguros Bonanga, de Lisboa apresentailo
cm assembla geral de 17 de fevereiru do 1*64 ;
v-se por elles que os riscos setraros mariliane to-
mados durante o anno de 1863 dao a quantia da
1:2064255, representada por 86 apoliees. *** ara-
mios imporlaram em 29:162J544 ato mais.....
1:437*331 do que no anno de 1861
A importancia dos sinislros que se liquidaran! e
pagana subi a 3:569669.
Nos seguros terrestres tambem houve um aaf-
ment de 6:5625099 proveniente de soguro* aovo*
diminuindo, porm, 4:5674459 de bailas e sofu-
rados, e diversos annullamentos, tica o saldo tonu-
do de 1:9994640.
Os projuizos proveniente* de fogo subirn a----
14:7334624.
Apezar disso o lucro com este ramo de seguros
foi de 23:1494098.
O balango aprsenla um saldo a favor da ronpa-
nhia de 16:3604781.
A subvengo cmara municipal do Usfeaa,
que actualmente est incluida no orgamento pi-la
somma de 120:0004 ser addicionada ao futuro
exereicio de 18641865, com mais :> cont*, com
apphcacao aos melhorainentos la capital.
Nao e nenhuma exhorbaiicu r-ataas tnaa-
tantes do principal municipio 130 couios. quaoilo
elles panoi 1,000 contos de impo>lis munkpaa.
que nenhum outro municipio pagam.
Diz-se que o Sr. Claudio Jos Nunes. d. puta-
do s corles, logo que termine a legislatura
nomeads director da alfandog i municipal. 0
Santos Silva actual director daquella ana li-eal -o-
r despachado escrivo da nu-sa grande da alfaado-
ga grande.
Vai sahir al meiado do prximo mez de mai >
para Mogambique a crvela 0. Juau I.
Publicou-se a carta de lei de B do corrate.
disponQo que o imposto estabelerido as provincia-
ultramarinas sobre os escravos validos pelo daa
to de 28 de agosto de 1858, sera na illu do l'rinci-
pe igual ao que foi eslabelecido pelo sanan da i
to para a provincia de Mogambique e ilha do T;
mor.
Foi no dia 3 do correnle cenduzido ao jazigo
funerario D. Domingos de Souza llotstein. i* duque
de Palmclla (3 de julho de 1863.) I- marquez d
Faial (6 de dezembro de 1834; 2" onde de <_
riz (3 de julho de i823j, 14- morgado do Canaria
capitao da guarda real dos archeiros, par do reiao.
capilo teneute honorario da armada real, additio
honorario legago de Londres, conde de Sunfr>-
no Piemonle, e commendador da ordem do ChrMo.
Nasceu a 28 de junho de 1817. casou em 22 do
dbril de 1839 com a Exm. Sra. D. Mara Luiza de
Sampaio e Noronha, til ha dos primeiro* condes da
Povoa, e enviuvara a 21 de margo de 1861.
Os officios foram celebrados na igroja de S. Ma-
mede, com a maior pompa fnebre.
O prestito ia crescido. m coche da real casa le-
vava o fretro.
No sabbado de alleluia, depois de concluida,
as ceremonias religiosas na capella do pago dAju-
da. el-rei convidou alguns des msico* da canura
para executarein na sua sala de msica algun..-
pegas.
Entre estes artistas eslava o Sr. Seromanho, jo-
ven rabcqulsta j muito conhecido.
El-rei patenleou especialmente ao Sr. Seror.ianho
a sua satislago pelos seus progressos na rabera, o
pelo seu bello talento.
No domingo, el-rei ehamou o Sr. Seromaako, e
dignou-se brinda-lo com urna excellenlo rabeea, a
mesma em que o artista tocara no sabbado.
Foi agraciado com o titulo de viaconde dos
Olivaes o Sr. Antonio Teophilo de Araujo que se
diz ser elevado ao paralo.
No dia 16 de maio prximo que recerda Un-
tos acontec mentos da historia constitucional, e an-
da o anno passado foi notavel nos annaes portu-
ences por ser o da entrega da bandoira dos volun-
tarios da rainha a guarda da cidade do Porto, rea-
nir-se-ho nos pagos do conselbo. os mesan a>
luntarios e se proceder a nomeaco das cuaaaw-
soes, que ho de promover a snbscripgao para o
monumento ao duque da Terceira na mesma ci-
dade.
Foi reconhecido como proprietario legal da
descoberta da mina de ferro nc sitio de FUguciras,
termo do lugar de Guadramil, conselho edistn.t
de Cuadran.' o Sr. Lucas Espaaa.
Est em Lisboa o agente do inventor das car-
ruagens de transporte a vapor pelos caminhos or-
dinarios e que vem ver se aqui inlrodni o eso de
to uteis machinas, que j hoje sao asadas an Ma-
drid com grande vanlagem.
Na noute de 6 do corrente, commctlaa-sn an
grande crime em Lisboa. Crirae to audaekvo, sao
se perpetra va ha amitos anuos nesta cande.
Seriam 10 )i horas da noute, o Sr. Domingos
Jos Pereira, fechou a sua casa de cambio, aa es-
quina da roa do Ouro para o Roci
O sea caixeiro e o maco saturan levando a eaixa
com a maior parte, do dtnheiro c valores do sea
giro, ouja importancia nao era inferior a 15 crasos
de ris, sendo 8 cantos em oaro o natas, e 7caan
leminscripc.des, ficando na loja toda a prata *
cobre.
0 Sr. Pereira fechara a loja mais c*> da MOTILADO




9

eostunia, em vesperal dft lotera. porque j linha
todas as cautelas e bilhetes vendidos*}..
O caixe iro e o criado seguirn) o canHnho da casa
do Sr. Pereira, levando o criado a caira, e o Sr.
Pereira domorou-se a conversar prximo da porta
da luja por algum tempo.
Depois encaniinhou so para a sua habitagao, que,
na calcada de SaufAnna, prximo da igreja da
Pt'l- .......
Quando suba a calcada do Garca, vio elle vir
de cima milita gente, e algumas pessoas repe-
tiammataram o Pereira.Ficou surprehenduio
com o que vio c ouvia, e apressou o passo para
casa.
Cliegado rasa achou ahi mais de 100 pessoas.
geraes Convocadas expressamonle para esle llin, e
sen autoiis.iiAo do governo.
A rompanma Perseotranca publicou o sen
relatorio do ar.no Iludo ; sendo u relator o Sr. Col-i
lares, gerente da eompanhia.
O lucro liquido desta companhia em 1863, foi de
18:980o3o. O dividendo proposto de 8 %, ou
i6 por acgao.
As accoes emittidas chegaram a 800.
Duneta individuos era o pessoal (|ue a empre-1
za empregava a seu servigo em 1851, recetando
estes e.mpregados vencimentos na importancia de
7:628,5080, e pagando 663089 de dcima indus-
trial.
O pessoal suhin em 186.'! 238 individuos, ven-
e cnconirou a caixa, cheia de sangue, e fra de si, cando ao todo 38:3665380.
pergiiniuu pelo caixeiro, e pelo criado. Responde- Para a futura poca da opera italiana em Lis-
ram-lhe ento (|ue haviam sido aggredidos na cal- boa, diz-se que esto definitivamente eseripturados
rada, e lite liuham roubado a caixa, e que achan- o 1 tenor Mongini, o 1* barylono Squarcia, a 1"
o-se flidos haviam sido levados para o has-'dama meio-sopiano Borghi-Mamn, a dama in
piai. entr Garruli, e a dama conlralto Patti.
Ao hospital correu o Sr. Pereira, o fez conduzir : Est publicada a excediente versan da Jerusa-
para sna casa tanto o caixeiro como o criado, e da lem Libertada pelo Sr. Ramos Coelho. E] feita com
bocea do caixeiro soube o seguinte: esmero e tem merecido encomios das criticas mais
Quando os dous se aproximavam da ermida que competentes,
existe na cateada de Sanl'Anna, viram tres indi vi- No thealro de D. Mara II est cm_ scena o
dos, liem trajados, de quem nao suspeitaram nem dramaOs Fidalgesde Bois-Dor, traduc^ao do Sr.
levemente. Que esses individuos se cercaram Pinheiro Chacas. A actriz Manoela Rei dislinguio-
d.-lles,esbitamente os accominetteraiii, ferindo-os so no papel que Ihe coube. Os folhelios desla sc-
com repetidos guipes na cabega, mesmo depois de mana elevam-na s nuvens.
j wtareui prostrados com a violencia do abalo pro- ] A actriz Emilia das Nevos contina a estar afas-
duzdo pelas coniusoes do ferro. Em quanto dous tada do theatro normal.
dos taes individuos assim os maltratavam, o lercei-1 Os lees, domados ou amedrontados por New-
ro pega va na c.uxa, e fugia com ella. Vendo-se li- comb, anda esli no circo equeslre de Mr. Pnce,
vres dos facinoras, o caixeiro, apesar de muito mal O artista Conrad km feito neslas ultimas noites
fe ido ergueu se logo, apitou e correu sobre um exercicios nos 3 trapesios, como os que fez ha
dos aggressores, que era o que levava a caixa. | pooco em Lisboa, o celebre Leotard.
E-te metteu se pela travessa do Aolro, cima da, No da 23 do mez passado em Ges, pelas 11
ipreja da Pena, o que communica com a calcada do horas da manha, na igreja matriz d'Alvares, na
Lavra, e o caixeiro sempre apilando sobre elle. Foi occasiao em que solemnemente se celcbravam os
se juntando gente, acudiram cabos de polica, e. ao mysienos da redemi-go, alguns minutos depois
extremo da iravessa o facnora largou a caixa e que o reverendo parocho da freguezia, Manocl Re-
sobre ella foi cair o caixeiro j exhausto de forga. ; drigues David, como eloqiiente orador -tinha feto
O fugitivo continuava a sei p.rseguido, e de representar aos soldados a prisao do Redemptor, o
fez renle retaguarda, e ameacou os que o se- que muito.encheu de compugao, alguns individuos
guiara, com um grande punltal 'de que ia arma-: para melhor verem e se livrarem dos aperioes do
continuou ua inga, ale que Ihe sairam ao encontr rio, que est collocado debaxo do coro. Este peso,
dous inunkNpaes; o facinora atrou urna pnnhala- junto com o de alguns objectos que alli tinham col-
da a um deiles, atravessando-lhe o braco direito, locado, fez despregar de um lado urna moldura do
prximo da mao; mas o oulro derrubou-o com mesmo baptisterio, com um pequeo cstalo; o povo
una coronhada, e enlao foi preso. que eslava no coro, pela maior parto senh ras, ao
Eneontrou-se-lhe um punhal, cuja folha tem um ouvr o referido estalo se deixaram possuir da
palmo de coinpnmento, e mais tres gamas, um bom idea de que o coro eslava prestes a quebrar; prin-
grilho de orno com um exeelieule relngio. cipiaram a fugir assustadas com um alarido mau-
Osoutrosdouscuniplicesnesteattentadopoderain dito de ais e de fujam, fujam I
fugir. ; Esle alarma impressionou de tal forma todo o
A parle da polieia diz que o malvado re chama' povo que se achava no corpo da igreja, que uns se
Jos Mara, mas ha em Lisboa quem o ronheee persuadam que o templo caba sobre elles, outros
em Londres, com o nome Vicencio Maje ou Mo- que catastrophes anloga* acontecan),
je. E um italiano de aspecto robusto. Os gritos e alaridos se propagaran) por toda a
Quando ia para o tribunal, levava os cabellos greja, e todos procuravam sahir apressados. Odig-
sobre os olhos, como quem queria oceultar-se, e no orador suspendeu o seu discurso, e desceu do
conduzia um saco de couro. Fingia-se, muito pros- pulpito ; os msicos atiram-se do coreto sobre a
trado de forc.is e dexava-secahir no chao. multido apinhada ; a synagoga impellda foi arro-
Os municipaes acompanhavam-no com muila jada do coreto, cahindo a maior parte ao deseer
paciencia. i das escadas ; urna nuvem de po se levanta e mais
A cidade est indignada enm to audacioso' faz acreditar que alguma parede do templo linha
aentado, nao visto ha imiitos annos. I abatido ; o ruido era mmeuso e ludo form'ava um
E' de crr que os cmplices desse facinora nao quadro pavoroso.
escapem a polica. J se v que sao scelerados da
peior especie, e capazes dos mais criminosos alre-
vimentos.
_0 malvado, entrando no Limoeiro, consta ter
dito, que os eompanheiros o tinham abandonado, c
se via sem dinbeiro para comer. L tem a carida-
de do Limoeiro, nao morrer fume.
Na sua mala achou-se um sinete com as ledras
ou Maji V. M inicaes daquelle nome, mas elle diz
que o sinete nao seu.
O verdadeiro nome que em Londres usa va era
Vicente Maggi.
Chegou a Lisboa no da 28 de feverero, viudo
de Londres, e eslava hospedado no hotel do Sr.
Oioveiii.
Disse ter 40 annos de idade, ser casado, estando
sua miillier em Genova, e ter um filho.
O ihinIi.iI paree de lina tempera, e lem a marca
e indicacao do fabricaoU) de Londres, que ofez.
Na sua mala se .lehaiain cariuchos o balas de
rcvolwer, mas nao se encontrn nenhuma arma.
M carias da mulher (|ue eslavam na rarteira
nao linh.irn sobrescrino, porque Mra inutlsado,
As tres jioitas do templo affluam os fugitivos
com tal violencia, c se apertavam de tal forma que
poucos pndiam sahir.
A porta principal observava-se a scena mais tr-
gica e pavorosa que nunca se observou. Os da
frente, por falla de apoio, rahiam quasi todos para
diante ; as massas compactas impellidas, que Ihe
procediam, igualmente cahiam sobre os que j es-
tavam cahidos, e assim successivamente al forma-
ren! urna trncheira de corpos immoveis. Os que
podiam vencer esla trncheira desciam por cima
desla calcada de cahegas esmagadas, cahindo adian-
te desordenadamente.
Houve a lamentar urna mortc, urna perna que-
brada, muitos fermentos e coulusoes, vestidos ras-
gados e objectos perdidos.
No da 3 do corrente, de tarde, reuniram-se
em grande numero os officiaes de chapelleiro, no
laigH do Paco do Borratem (Lislioa), com o lim de
proieslarem contra urna inacbina introduzida pelo
Sr. Rucha, para substituir o arco com que os cha-
pelleiros arcara o pelo para o feltro.
Segundo consta, machima faz o Irabalho que
nao se podeudo vorilicar ahi o nome em que eram corresponde a oilo officiaes, empregando um so
dirigidas. I oHicial.
Tambem na carleira se Ihe achou nmsupple-i Os officiaes que se reunram parece que lesol-
menlo no jornal de Genova intitulado Giomau i; veram nao trabalhar as chapellarias onde se em-
Debattiwmti, rontendo una genlenea do tribunal:preasse a tal machina.
criminal de Genova, datada de 14 de marro de! Consta haver falta de operarios no offtcio, e in-
1863, contra 13 individuos implicados nos roultos | troduccao d'uma machina dessas nao os prejudica,
' porque, bem desi'javaiu os mesires que houvesse
mais operarios, para darem mais promido expe-
diento ao Irabalho das suas fabricas.
Se o numero das machinas augmentas, islo ,
se as fabricas lodas a adopiassem, eolio dispensa-
vam-se mu i los bracos, a falla lornava-se em abun-
dancia, e escassearia irabalho para alguns.
A auioridade administrativa interve'n no caso,
para obviar disturbios, mas ludo se passou em
ordem.
Segundo as informacoes, o pronunciamenlo dos
eilos a inflo armada, em casa do cambista Jos
Daceo e do banojoetro Rartholomeu Paredi, rouhos
consiileravci<, especialmente o ultimo; os reos fo-
ram eondeinnados uns a trabalhos pblicos perpe-
tuos, outros por 23 anuos, outros por 10, e outros
a prisao mais ou menos longa.
E' singular que o malvado livesse na sua carlei-
ra sementante papel!
Quem trouxe a caixa do Sr. Pereira para casa
foi o |>r.Oprio caixeiro.
Rerere-se que um individuo, nassando de madru-
gada pela calcada do Sanl'Anna, tropecra com ora chapelleiros fui em numero de 100, e o seu lim foi
objecto metlico, e vira que era um punhal, que o impedir que os officiaes faustas da fabrica do Sr.
guardou. Agora receta apresenta-lo, por temer Rom contiiuvn a trabalhar, se o Sr. Rxo con-
aehar-se complicado em trabalhos. i liniiar a em,.regar a sua machina.
Os fermentos no caixeiro e no criado do Sr. Pe- Ha duas esperie de officiaes no oflico de cha-
reira, foram f.iios com ponhal e com bengala pelieiro, os faustas, que trabalham no feltro; e os
chumbada, ou com a denominada cnue-tite.
Os cabos do polica que sahiram em persegoicao
dos ageressores, sao doas rapazos, e um defles
muio desembaracado.
E' ondele que os farinoras permedilaram o
crime com lodo o calculo.
Jos .Varia ou Viente Maggi, acliandose ha
pouco mais di^ um me?, em Li-r>."a, nao poda ter
conheciineiiio das ras prximas do lugar do delic-
io, procurar a de mais fcil fgida; nem tambem
poda saber que o Sr. Pereira morara na calcada
de SaufAnna, as horas, que recolhia. oque levava
para casa os fondos do sen giro.
Fui pois, bem esludado o plano o com pessoa j
eonheredora de ludas as circnmslancias que convi-
nha saber.
Maggi nega a sua rumplicidade no crime.
O dono do hotel, Giovetli, onde esta ve hospeda-
do Jo- Alaria ou Vicente Maggi, foi eaptorado pela
polica do govento civil, por nao ter, em devido
lempo, participado o movimenlo dos hospedes do
seu hotel, como os rcgulamentos policiacs deter-
minara.
Tem sido loavada por todos a coragem e a fideli-
dade do caixeiro do Sr. Domingos Jos Pereira, que
defendeu a caixa com tanta resolocio, e a pesar de
to mal fendo, leve animo para s levantar e per-
seguir o ladro.
Tambem o Sr. Pereira praticou um acto digno
de elogio, irazendo para sna casa o caixeiro e o
criado, para os tratar. Foram victimas no seu ser-
vigo, e o Sr. Pereira houve-se como homem brioso
provendo ao seu tratamento.
O caixeiro est Dengosamente doente, tem a ra-
bera realhada; o criado aprsenla menos gravi-
dade.
Alm dos valores cima ditos, na caixa tnha
tambem o Sr. Pereira os bilhetes da lotera porque
era responsavel.
A sorte grande da lotera saa-lhe no da seguin-
te ao alternado, e se Ihe lem roubado o bilhete e o
dinbeiro, como havia de paga-la?
Escapou tal.vpz pessoalmenle da aggressan, por
se ler demorado a conversar, porque se va i com o
caixeiro com o criado, por ventura estara tambem
eridoe talvez morto.
de WQpriagm, que fazem chapeos.
O pronunciamenlo d> primeiros porque sao
os prejodicados com a machina.
Os olliciaes obrigam-se a indemnisar dos sala-
rios, que perdem os scus coin|tanhciros (pie sahi-
ram da fabrica do Sr. Roso, que sao, segundo as
inforniacocs, em numero de 17, emqiianio nao ti-
veram irabalho.
Os officiaes dirgiram-e ao Sr. Roxo, pedmdo-
llie i)ue prescindisse da machina : o Sr. Roxo res-
pondeu-lhes que nao prescinda, e que viessem el-
les trabalhar. Os officiaes recusaraffl-M posiirva-
mente.
Segundo parece, agora nao llies faltar Irabalho,
porque ha muio que fazer em obra de feltro ; po-
rm mais para o vero alguns se acharo desem-
p regados.
Esiao no seu dreio recusando-se a trabalhar
com as machinas ; mas nao possivel sustentar
que esse pi ocedmenlo racional, e em barinoiua
com os principios que regulam boje a industria.
Os olliciaes de chapelleiro houveraih-se com mui-
la prudencia e cordura, e obrigando-se a iudeinn-
sar os Sean collegas, deram testemonho do st'u bom
carcter e exceilente ndole.
No da 8 do correte s 4 horas da tarde, foi
deitada ao mar a corveta )uine da Tcrcrira, cons-
truida no arsenal de mariuha em nove inezes e
quatorte dis.'
A nova corveta enlrou no Tejo perfeitamente e
entre saudaces dos marinbeiros e do povo que as-
sislio a esle aelo. Os navios de guerra surtos no
rio salvaran) com 21 tiros a recepcao entre elles
de mais esle navio.
Uina guarda de honra do regiment de infama-
ra n. 10, e oulra do corpo de marinheiros milita-
res Jormavam no arsenal. Esla ultima foi posta
junio casa da in*percao o prximo da comoauiia
dos guardas ma'inlieirus, commandada pelo chefe
de divisao Joaquim Pedio Celestino.
El-re o Sr. t. Luiz, sua mageslade a rainha, o
prncipe real, e o infante D. Augusto assistiram
ceremonia segundo o costume. Quando esle fiu-
dou, foi servido suas magestades e diversos
convidados um lunch.
O arsenal, e os differentes caes d'onde se poda
desta somata ( um como oe res), alera na fesia.
No subscripto accrescentira que a carta naw podo-
ra ser abena senio 31 de dezembro de I8(i.*.
A mesa da confrarla, eneontrando-a, repiiou a
vontade do autor, fazendo lavrar no livro respecti-
vo o competente termo de que a encontrara. Mas.
antes que o praso lerminasse, chegou do Brasil o
devoto, e to feliz que, segundo parece, nao iraz s
a fortuna que podio ao Seuhor de Matioxinhos.
Foi logo ler com os mesarlos, e sabendo que ha-
viam encontrado a caria, depois de abrir, Ihes fez
saber que vinha pagar a promessa, accrescentando
que, como desejava que sua mai, que ia ver a tr-
ra de sua naturalidade, assistisse (estaque dese-
java fazer em honra do Senhor, a farla para agosto
ou setembro deste anno. E parti.
Anda nao entregou o donativo, porqne prime-
ramente quiz combinar em que obras havia de ap-
phca-lo, pois desejava que se empregasse as mais
necessarias.
Est publicado o Annuario Portuguez do Sr.
Joao Jos de Souza Telles. Tem 268 paginas em 8".
Custa mil ris fortes cada voiume.
- L. -
A ULTIMA HORA.
Os ltimos despachos lelegraphicos recebidos sao
os seguintes :
Lowlres 11.O Times diz que lord Clarendon ir
prximamente Pars, encarregado de urna missao
particular junio do imperador.
Miramar 11. O archiduque Maximiliano acha-
sc enfermo c a sua partida para o Mxico foi por
consequencia adiada.
Grarcttstim 11. Os Prussianos abriram a ter-
ceira paralella. Os Dinainarquezes foram repe-
lidos.
landres 12 Os fundos consolidados ficaram a
92. Os 3 por cento porluguezes a 49 1|4.
Pars 12. Os ttulos de 3 por cento eslao a
60,20 ; os de 4 1|2 p. c. a 93,30.
A pocia do governo civil capturou o Italia-
no Pedro dos Santos como implicado no crime da
calcada de Santa Anna. Tinha chegado Lisboa
2 de abril; estava alojado n'uma hospedara de
um dos Capellisias ; desde que chegou Lisboa
era a tercera hospedara em que estava. Diz que
mercenario. E' moco, bem vestido, mas, segun-
do consta, tem poucos gneros pecuniarios.
Casou hontem a filha do marquez de Ribe-
ra-Gran Je com o marquez de Coimbra D. Tbomaz
de Souza Holsteio,
L. -
que nao ouvi essa paleada*, leniij ouvido sim
alguns apoados, nao apotaioi, e risadas; mas en-
tre estas in*nnc. niao, o paleadas ha grande dilTerenca.
Tambera V. Exc. referi o facto de ter recebido
um pasquim ou urna carta anonyma em que era
ameagado, se nao pozesse em discusso o projecto
do< caixeiros.
Mas, Sr. presidente, devemos por ventura prestar
tanta importancia esse anonymo, a ponto de jul-
garmo nos com direto de tomar orna semelnante
medida, que tanto depoe contra nos, contra o par-
tido, e contra a nobre e briosa populado desta ci-
dade ? (Apoiados.)
Acaso o facto solado, a ameaca feila por um in-
individoo sem coragem de assumir a responsabili-
dade do seu acto, e por corto tresloucado, nos au-
loi isa a tomar urna medida que poe em alarme
quasi toda a cidade, prestando-se a mil tradurcSes
differentes, e pudendo at trazer consequencias
desagradaveis e funestas T... E demais, que rela-
jo ha entre um anonymo lancado por baxo da
porta da casa em que reside V. xc. na freguezia
da Boa-Vista, e o cerco desla assembla ?----- Ig-
noro inteiramente.
Tambem se referi que ameacas leem sido fetas
aos depuiados, que vetassem conlra o projecto de
le dos caixeiros, e o nbre primeiro secretario
expondo os boatos, que esse resneito tem corri-
do pela cidade, referi, como denuncia, a conver-
sa, que com elle e outros collegas live acerca do
que me disse um eleilor da Boa-Vista, aulorisan-
do-me a asseverarque alguem so preparava a
laucar lama sobre os deputados que votassem con-
lra o dito projecto : mas esqueceu-se de dizer que
nosla mesma occasiao maufestei-me conlra o ex-
pediente da forcadesapjirovando a opnio de
quem ilella se leinbrou...
Dos facios allegados, Sr. presidente, os que mais
serios me pareceram, foram, sem duvi.la, oscont-
dos oessas ameagas ; mas, comoj disse ha pouco,
estas vozes soladas nao constituem a opiniao pu-
blica da provincia, nem a da maioria das galeras,
que tem bastante criterio para nao consentir que
se desacate os Ilustres membros desla assembla
no livre evercicio de suas importantes altribut-
coes...
Pela minha parte, pois, declaro que nao tenho o
menor receio de que taes ameacas sejain traduz-
das em fados ; estou certo que estas s podero
partir de alguus tresloucados, que nao se alreve-
i am a por em pratica o seu designio no meio de
tantos ctdadaos sensatas, e enrgicos defensores da
ordem publica.
Um Sr. Dbputado :Nao bom Bar.
O Su. Nobor :Nao ha que receiar. O povo de
Pernamburo lio heroico, e brioso, quao civilisa-
do *, conhece os seus deveres, muito amante da
ordem, e conseguintemente incapaz de praticar
n. i actos oestes que se Ihes pretende aitribuir. *
Discurso ao -r. diputad Naber, pronunciado na i Por ultimo V. Exc. referi o faci de ter sida
sesslo de 16 do corrente. j insultado noite por alguns individuos na ponte
O Sr. H*mr : Sr. presidente, tendo assignado da Boa-Vista,
o requermento que se acha em disc*sao, pedindo *.umpre-me dizer, que lamento sobremodo que
a retirada da forga que circomda o paco e oceupa'. tal facto se dsse, porque respeito e venero muito
as entradas e at as galeras desta assembla, eu a pessoa de V. Exc, mas anda pergunlo : dever-
me julgo na obrigacao de dar as razdes do meu se-ha lomar urna medida de tanto rigor contra todo
procediinento, expendo os motivos que me levaraui publico que assiste as nossas discussoes, smen-
a assignar o mesmo requermento. te por alguns audaciosos, sera conscienca talvez de
Sr. presidente, traia-se de urna queslao de gran- s, se atreveram insultar a V. Exc. 1
de alcance, de urna queslao de magna gravidade, Ueve esta assembla, pois, permanecer debaixo
porque emende com a nioralidade desla casa, e: de cerco ; devemos dar esse triste espectacule aos
com a digndade dos espectadores, que apresentam estrangeiros que entre nos se acham, e permiltir
urna parle briosa do publico de Peruambuco. 1ue as outras provincias e a corte do imperio du-
Parece, Sr. presidente, que quando a ilustre com-' videra da nossa paz intestina, da nossa seguranca,
raisso de polica se resolveu a lomar una medida chegando-lhes a noticia de que o pago da nossa as-
de tanto alcance, urna medida lo sera e to de sembla se acha convertido em urna praca d'ar-
encontro ao estylos, como a de reijuisilar forca tilo mas ? e islo s porque um insolente se atreveu a
imponente e numerosa, como esta-que vemos, devia enviar um anonymo, e outro a insultar o nosso
ahi Jira sob as vistas do governo e se pode orcor-
rer fcilmente a qualqner emergencia, alm do f-
cil accesso por inar e por trra. Desse indefei i-
menlo, que se basda em esteios fracos, replicara os
referidos proprietarios ; e vo fazer chegar o seu
requermento presidencia para, reconsiderando a
materia,-reformar o despacho aulerior, que care-
cedor disto. ~
Como flca dito, foi considerada a Torre o sitio
mais azado para semelnante deposito por aquellas
condices, que se Ihe emprestan). Mas serao ellas
reaes'? Aquillasasserces rcsislrao a suaanalyse
sem desmaarem na forga de sua exactidao?
| Cumpre que o vejamos.
t Bem que fique em poni elevado o sitio esco-
Ihido, comludo o seu accesso nao tem a facilidade
que se pinta ; porquanlo pelo invern elle bem
custoso, quer por mar, quer por ierra. Por esta,
em tal lempo, o transito horrivel, e sera mesmo
impossivel quasi, se os moradores nao alerrassemo
caminho de vez em quando s suas expensas ; e
por aquello as fortes correles, mxime na pona
convocar o Slborlhing do reino da
obter dVUe n'estu reino, urna li
igual que lenho na Sueria.
Tendo eu constantemente por fin paapnr
quanio possivel muilo pesa-lo* saenfirios m
povos. cojos de>tino< a Providencia me
pude apezard'isso deixar de reconberer
lornar-se inevilavel mpor-Ntea.
A differenca das rearas rotili
nos dous reinos tez naces-aria a
Storlhing, para remover os oJjM.irat qm
riam oppor-se a que o< dous retajos inmaMm
momenlo dado, aallilude idntica, qae seja
mada pelos acoiilecunenl.i>.
Teiiho ronlianca que o sm-thing pensa
que os dous povos irmos deven e-tar
preparados a cunipnr a misao qnc os
inenlos possam impor Ibes.
Depois da vossa ultima reonio rowlot. i
me dos reinos unidos e de accorite con a
parle oas entras potencia'', um tratado
dos Belga:
* *
de Santa Anna, que nao pode ser evitada por nao! gm^scau? re>ga?l ^ ^"'^ **
haver oulra via, tomara impossivel a chegada: y,,,.,,,,., ,..,_ .. .
' aquello pomo, sendo que desta sorto tal accesso f Ml^rT"^1^1"
nommal'na facilidade que se .he altrbue. ^^ J ^25 "2 L*
O facto, porera, de ser a Torre u.n ponto cuja apreSeniada urna proposia .S", Z I
menlo.
PERAMBDCO
ASSEMBLA PROVINCIAL
er irapellida a semelhante aclo por oceurrencias
muio ponderosas e sobremaneira graves.
Entretanto, Sr. presidente, cora pezar o digo, nao
vejo que as razos allegadas pela maioria da nobre
coraraissao sejain plausiveis ; uo vejo que o mo-
tivos em que ella baseou o seu procedimento, e
venerando presidente 1 Acho que nao.
Parece-me, Sr. presidente, que este apparato
de forca que boje testemunhamos deponente para
nos ; (nao apoiados e apoiados) e digo deponente,
porque : que juizo se poder formar de nos depu-
tados dn provincia, quando se disser que para po-
0 Commtrcio dn Porro publica
A Gazrta iW I fimo anoumia
Francisco Josi
com os quaespretende justificar-se, sejara taes que) dennos funecionar, foi preciso "cercar-se o edificio
merecam desla casa lano apreco, que a levein a da assembld de tropa de linha, e se encher as ga-
approvar esse aclo que eu considero abusivo.; lerias de soldados de noticia ?
(Aiioiados e nao apoiados.) Som duvida, Sr. presidente, se dir que confia-
L'm Su. Deputado : Abusivo porque ? mos lao iwuco em nos mesmos, e na nossa forca
O Sr. Nauor :Abusivo porque o regiment da I moral, que para mantermos esta dianle daquelles,
casa o nao autorsa, e s em circunstancias rauilo
exlraordinarias, como a de perpetracao de delicies,
podena ler jusiilicacao___
Um Sr. Dkpltauo : Prove que o regiment o
o prohibe.
O Sr. Nabor :Entao segue-se que a commissao
de polica pode fazer tudo quanto o regiment nao
prohibe expressa e terminantemente ? Nao b'a-ta-' mar deliberaces cercados de tropa ?...
ra que esla proiiibieao se deduza de una ou mais j (Trocam-se apartes.)
de suas dis|io.-iees ? como por exeuiplo a do orci-1 O Sn. Mamm :Eu. pela minha parle, declaro,
go 177 ?----- que independeule de tropa, hei de discutir cora to-
que para aqu nos mandaran), precisamos ser ro-
deados, e guardados pela forca publica!.
Nos-os primeiros guardas na provincia da
constituico e das leis, e que, como taes devemos
ter um prestigio superior aode todos os quarleis
da provincia, (apoiados e nao apoiados) declarar
monos lo fracos, que s podemos legislar, e to-
(lla um aparte.)
Sr. presidente, dizia cu que, para que a nnbre
cominis.-au de polieia lancasse mao do meio extre-
da a franqueza e hherdade, e que nao quero outra
forca para me garantir, seiio a moral que deve
caraderisar todo o homem poltico, e a dos pro-
Tem-se tratado na junta geral do disiricio no ver lancar ao mar o novo vaso, eneberara-se de po
Porto a abolicao das rodas dos exuoslos transfor-
mando-as em hospicios.
N'uma das sessoes fallou o Sr. Gouveia Osorio,
sustentando n parecer da commissao, como seu re-
lator que e o procurador Cimba Coelho de Bar-
bosa apresentou urna proposta ampliando e substi-
tuindo ein parle a concluso daquelle parecer.
E' do voto o mesmo procurador que a junta re-
prsenle a urgencia de abolirs rodas, trausfor-
maodo-as em lio-1ocios :
1.* Para as enancas, que apezar da vigilancia
das autoridades se encontraren! abandonadas.
.* Para os filhos de mais inteiramente recala-
das, cuja de-honra e divulgacao de sua primeira
iragildade po>sa translornar a paz das familias, e
expo-las [K>r esse meio devassiilo.
3." Para as crianzas (em muitos casos excepcio-
naes) adulterinas cujas mais por motivos de ver-
gonha e cousciencia uutiram occulter o crime aos
mandos.
A reciuerimento do procurador Rodrigues Oli-
Hdad Ulgad* di8cuti(la a 'atera na genera-
W* cmara dos depulados foi approvado sera
discusso o projedo a reanvllo das associacoes de
monte-pios. E concebido nos termos seguintes :
Ait. 1 As assoriaefcs dtnominadas monte-
pos, e lodas as outras de igual naureu.ficarn au-
torisadas a adquirir predios urbanos nucessarios
para o estabeleciinento dos seus escriptorius de ad-
.ni.-trac.io social.
t Art. 2.* E ach previa autorisaca das respectivas assemblas
vo. A' bordo da crvela, no convz, ia a charan-
gaf do corpo de marinheiros da rmala real.
O constructor foi o conde de Liuhares, e as me-
dices da corveta sao estas :
Coinpriraenlo entre as perpendiculares, 180 ps.
Roca na casa-mesira, 33 ps.
Pontal da face superior da quilha face inferior
do tabeado do Convex, 7 ps.
Linha d'agua car regada, vante, 14 ps e 3 po-
legailas, r. lo e 3.
Toneladas mtricas 1.0x10; forc* da machina 220
cavaos nomiOaes; caldeiras 3; e artilharia, 2 ro-
dizios 12, peyas de calibro 32.
El-rei, o Sr. D. Luz, depois de ver lanzar ao mar
a corveta, foi bater a cavilha-mestra da canhonei-
ra vapor Rio-Wnho, e em pouco lempo, segundo
se diz, ir tambem baler a cavilha-mestra d'uma
fragata vapor, que receber o nome de Pedro V.
As jomas do Porto destes ltimos dias nar-
ran) um episodio curioso da ^migracao para esse
imperio. E' o caso que Jos Fernandes d'Obveira
Mendes, natural de Sania Mara de Sobre-Tamega,
do conceliio de Marco de Canavezes, assignra
urna promessa ao Senhor Jess de Matmzinhus em
urna carta datada de 12 de margo de 1864, e antes
de seguir vagem para o Brasil/na barca Ade aide,
deixando a carta depositada aos ps da milagrosa
iuiauem.
It'essa carta dizia elle que, se dentro de dez an-
nos ganhasse no Imperio, por meios lcitos, rio*
quaes nopodesse provir-lhe o menor escrpulo de
conscienca, a qoantia de dez contos de ris fortes,
entregara para o culto do Senhor a decima parte
rao a que recorren, fra preciso que helos crirai- prios bracos dcstfl povo, que se pretende apuntar
nosos se houvesseii) dado no recinto desla assein-, como alteradorda ordem publica 1... (Apoiados.)
bla, enirelanlo que os fados allegados pelo nobre 1 i Enteudo pois, Sr. presidente, que a ordem
secrelario, e que focara pouco mais ou menos re- publica nao perga, que V. Exc. tem a necessa-
pelidos pelo nosso Ilustrado presidente, leudo sido ra forca moral para fazer-se aitender e respetar
platicadas fra da casa, e nao as galeras, deviain e que tem no regiment recursos sufflcientes para
ter reprimidos pela aeco das autoridades policiacs, chamar os espectadores ordem, quando |orven-
s qnaes deveria ter recorrido, para tal fin, a no-; tura a perturben, nao posto deixar de oppor-mo
bre commissao ; e nao com o emprego de seme-: conlinuacao da forca no paco desta assembla ; o
I liante meio. j voto porlanio pela sna retirada, conforme o reque-
E' verdado, Sr. presidente, que algumas vetes rmenlo que lenho a honra de ser signatario, deca-
as galeras se tem dado algum abuso de opiniao raudo que, qualquer que seja a dehlieracao da ca-
proioinpendo alguns individuos em applausos ou sa, cu nao deixarei de considerar a for?a, seno
desapprovaedes ao que se teffl dito ne.-ta casa ; e i como nina atfronta nossa morlidade e a daquel-
nesle ponto eu sou o primeiro a reconhecer que los centenares de cidados pacficos e morigerados,
nao ha prudencia da parto dos que assim proca-l que se achara lio serena e mansamente alli api-
dem : mas esse procediinento das gaiei as, Sr. pre-! nhados as galeras. (Apoiados e muito bem da
sitente, forca c confessar, nao teui sido amea^ador j minora.)
da seguranca individual dos depulados, como se tem' Mais urna patarra, Sr. presidente, quanto oc-
querido figurar, e por conseguinte nao podia por easio, em que se slenla um apparalu bellico nes-
forina.alguma eslar sugeilo a represso pelo eui-, t assembla : em que dia tem isto lugar ?... No
prego da forca armada : Io dia, senhores, em que esta assembla se abre
Eu, Sr. presidente, sou lalvez um daquelles que para funecionar. depois dos tres dias de luto, e de.
em maior escala tem solh ido as consequeucias suspensao dos respectivos trabalhos, votada nao s
desse abuso : entretanto nuni'a me queixei, e pelo por nos como por nossos collevas e amigos da ini-
contrario sempre encarei com resignaeo teme- noria, pela sentidsima noticia, que nos trouxe o
liantes golpes da opiniao, reconhecendo quanto era ultimo vapor,da marte do nosso muito prettimo-
inconveniente o emprego da forca para os rebater,: so amigo, e acreditado chefe do partido proiiressista
e declaro, Sr. presidente, que eu como deputado,' da procincia, o senador l'aes brrelo .(Trocam-
uma vez que em desempeiiho do honroso mandato ; se ana rtes animados.)
que mo foi coufendo.obre de aecrdo com a minha' Al) senhores, eu nae sei, como tendo-se cera^o
conscienca, pouco me importare! com as demous- para sennr-se a dr de um tal golpe, se tenba ao
trayes de agrado ou desagrado que por ventura mesmo tempo cabeea para machinarse medidas
parlara das galeras. (Nao apoiados.) [ desta ordem, que tendera necessariamente a subs-
l m Su. Dri'utauo :As gateras nao poJeni iu-1 tituir o pesadello da dr, que todos os confites
tervir as discus.-es. ', coraphme, qur de amigos qur de adversarios,
O Su. Nabos :Sei que as galeras nao podem qur nesie recinto qur as galeras, quer l por
intcrvir as discusses, reproyo o seu proced raen- fra... pelo fogo da indignac/io I (Apoiados.)
lo ; mas repito agora o que j disse einuuiireu- Quanlo mim, sera bastante esle faci para
nio popular : quando eu obrar de aceordo cora os que eu desierrasse do meu espirito qualquer at-
ineus deveres, abracado cora a minha consciencia, tentado semelnante este, se porvenlura livesse
pouco me iinporlarei quo o povo me applauda, me assentidu nelle, era qualquer momento de delirio,
conduza era triumpho, ou me apedreje ao primeiro ou de leviandade. (Muitos apoiados da minora)
encontr as pracas publicas................... E nao termino, Sr. presidente, sem d'aipn mes-
............................................ mo agradecer do fundo do meu coraco a maneira
Vosas : Oh I oh nobre e generosa iwr que ha procedido a minora
O Sn. Nabos : Nao quero dizer com isto que o na voltean daquelle luto
povo das galeras tenha esse direilo, nem que seja O Sr. Ribeiuo : Cumprimns o nosso dever de
capaz de assim proceder ; mas o meu modo de hemens, nuo sabem ter coraco I...
pensar e de sentir individualmente em face do O Sh. Nabor :Eu vos agradec, pois, meus
mea dever e da popularidade. : collegas, e para sempre amigos (voltando-se para
E eu entendo, Sr. presidente, que sendo o nosso a minara) por mim, e em nome do partido pro-
govemo o da opiniao, quando eraittirnios, na quali- gressisla, que pertenen, em nome de todos os
dude de deputados, urna opiniao, devemos sujeita-la homens generosos da provincia, a nobre arelo
pela publicidade ao juizo esclarecido do publico ; e que praticastes, acompannandenos as demons-
se nem sempre esse juizo for esclarecido, se nem tracesde tri>leza ede lulo, e na volacao das hon-
sempre for razoavel, o remedio noesi em impor- ras'lugubres ao homem, que combatieis, ha poucos
mo-lo pelo emprego da forja, mas em esperannps, momentos, como voseo adversario! (Muito bem,
que elle se modill |u* por si mesmo proporco muito bem, da minora.)
que se for esciarecendo pela palavra dos homens ', UmSr. Dbputado :Poi um voto de respeito,
sensatos e arrazoados, que naturalmente viro em que tributamos s suascinzas I
sociorro das nossas mesmas opinioes___ Nunca,. O Sr. Nabor: Recebei, portante, o meu sincero
perianto, devemos recorrer meios violentos, que e profundsimo agradecimento, que jamis poder
(juasi sempre sao provocadores de reaccoes, e pro- sahir do meu coraco, para deixar lugar senii-
duzem resultados sobre modo fataes I (Apoiados da mentes pequennos, e menos dignos de homens,
minora.) qe nj0 qUerem, e nem sabem se aviltar I (Muito
Sei, Sr. prndente, j o disse, e repito-o, que al- bem. muito bem, e muitos apoiados da minora)
guns espectadores das galenas nem sempre tem
tido procedmento muito reaular ; mas, devo con-' -----------
rentar trae era pane a culpa tem sido nossa, por- orviCTi Milla
que nao temos guardada as discusses polticas KlfliaiA IMAK1A.
aquella calma, aquella prudencia, que fra para de-1 A assembla provincial nao funecionou hon-
sejar entre aquelles, que se acham revestidos do tero.
nobre encargo de zelar sobretudo dos interesses Acha-se tundeada no lamarao a crvela de
da provincia, e do promover desapaixonadamente o guerra americana Waschussetts, de velta do cru-
seu nem-esiar. (Apoiados.^ zciro em que anda.
E estou certo, Sr. presidente, que se as discus-1 Coramunicam-nos a seguinte noticia sobre o
sites lives-em corrido calmas sobre este assumpto, paiol da plvora na Torre :
e nao se tivessem azedado tanto com recriminaces Como Vmc'tem tratado em sai Revista acerca
polticas, que tanto exacerbaran) os espirites, as da conflruccao do paiol da plvora, que se projecla
galeriasnao se nflainmanam a pinto de fazer ma- effectuar na Torre, dando cabida s razdes dos im-
uitetacoes prou contra o que se tem dito nesta pugoadores e dos defensores delta, ha de permittir
casa. | que eu continu a por pblico a corrente do que ha
Mas conlra estas manifestacoes das galeras, Sr: posteriormente occorrido.
presidente, o regiment fornece meios sufflcientes Reclamando os proprietarios de terrenos e de
de represso, autorisaodo a V. Exc. a chama-Ios importantes edificios da loealidade contra a exis-
ordem, e levantar a sesso no caso de nao poder tencia all de semelhante deposito, servio-se a pre-
ser esta restabelecida ; sem que seja preciso o em- sidenrja de indefenr a peticao sebre fundamentos
prego da forra..... da informaeSo do engenheiro encarregado das obras
E quaes os factos apontados na casa para justi- militares, que entende nao haver nenhum oulro
(lcar a medida por V. Exc. tomada ? 0 terem-se lugar, que nao seja Torre, que se ache as con-
dado pateadas a alguns oradores ? Eu declaro dices precisas para um deposito de plvora ; pois
posico fica mais perto das vistas do governo, nao
tem razo de procedencia justiflcavel, urna vez que
outras razes ha de ordem superior e mais accei-
taveis, quaes sejara principalmente o depreciamen-
lo das propredades ea ponalaejta que all se gru-
pa em torno, e nao menos o futuro que aguarda a
essa loealidade, onde urna populacao nao pequea
e sempre cresceir.e, onde muilos sitios e edificios
iuifiortantes a predispein para ura povoado conti-
nuado desta cidade do Recite.
E isto ser uada na apreciado retleclida da
materia ?
i Nao ser alias a colloracao do deposito alli
motivo para retrahimento daexpansao natural, que
se nota, Irazendo a paralyacao da editicacao par-
ticular com detrimento das rendas publicas, e o de-1 de ienV^fSrtos!
preciamenlo das propredades com olTensa do di-
re i lo de propriedade individual, visto o susto que
ptaata no espirito um lo mao vizinhof
Nao phantasiiunos situaces, mas historiamos
0 que ha com relago a materia,
c Pela carta topographica manifest, que o
ponto esctenlo para o paiol acha-se precisamente
no permetro mais povoado da Torre, sendo avizi-
idiado de sitios com casas de pedra e cal, bastante
importantes "em seu valor. Ora, se procura se iso-
lar da cidade semelhante construccao, como r
planta-la uo coraco de um povoado, cujo terreno
est em sua lolalidade dividido por estradas ou
alias ras parallelas e perpendiculares ao i-apiba-
ribe. com vistas de tornar esse ncleo urna extensa
populacao tauto mais favoravel quanlo esse ponto
de uina salubridade recoohecida ?
Sao por certo anomala que nao qualificare-
iojs, porque o eslao por si mesmas; e se a razo
| de proxtmdade d/is vistas do governo devesse ter
essa forra lo pronunciada, oulros pontos existiran)
em circumstancias idnticas, sem nelias darem se
todava as de povoado desenvolvido e de ediiicaco
regular e sumptuosa, crcunis-laucias que repug-
nam cora seinelhanle existencia entre si.
t Era tudo isto, poi m, notavel que a cmara
1 municipal nao livesse tido audiencia, como cura-
pria ; e que era ella, como Ihe corra, lomasse se-
no a iniciativa, ao menos parle na reclamacao :
visto que vai em semelhante construegao urna iu-
! fraeco po>itiva e flagrante de suas posturas, sobre
os quaes deve velar rigorosamente.
Se vedado o deposito diminuto de plvora
sem um espago dado distaule de qualquer edifka-
ciio, como coflurar-se um paiol del la no coraco de
um povoado e cercado de predios ?
t Fico nestas rotisideraees, e do resultado da
replica dare conta ao publico, como curioso que
sou.
Hontem celebrou-se na matriz desta freguezia
de Santo Antonio o funeral pelo conselheiro sena-
dor do imperio por esla provincia Dr. Francisco
Xavier Paes Barrete.
Este acto de derradeiro obsequio foi assaz con-
currido, sendo cercado de todas as honras fnebres
e militares. E-tas foram fetas por urna divisao
composla de duas brigadas com um parque de ar-
lilharia de quatro boceas de fogo.
A divisao ao mando do Sr. coronel Joao Gudher-
| me de Bruce lomou nosifio em buha desenvolvida
no prolongameuto da ra Nova, apoiando a sua di-
rela junto ra das Trincheiras; e o parque oc-
( cupou para a salva de dezenove tiros o terreno in-
| teriuedio ao novo caes e ao chafan/, da poute da
Boa-Vista.
Com mais espago daremos a descripeo do rico
calafateo, o qual lica exposto a apreciaco publica
al lioje.
s estabelecimentos da ra Nova e circumvzi-
nbaiiea conservaram urna porta fechada.
Por esteren) lindos os dias da le, foi hontem
encerrada a segunda se.-so judiciara que funecio-
nara .-oh a presidencia do Dr. jota de direilo da le-
| gunda rara.
Julgarani-se selo processos durante o decurso da
'. sesso, conipreheudeiido oito reos. Mais de espa-
go, e segundo as informages que podemos obter,
daremos a eslatutica dos jnlgainenlos que era geral
foram dictados por sabio criterio.
Atiento o gran le numero de processos em anda-
mento, de esperar que nao se tara demorar a
convocago da terceira Bestia
Deixou hontem de funecionar o Instituto Ar-
cheohgico t Grographico Pera imbucaao.
maiiha d a sua partida inenal a socieda-
'de recreativa Conjbautina.
A socicdado theatral MeJpomene Pemambu-
; cana da no domingo pruximo a sua recita do mez
, ijuo corre.
O drama que vai a scena a compo-icao porto-
gneta Um homem ile honra, sendo seguido da co-
media Manoel Metales.
Hoja se exlrahir a quarta parte da primeira
I lotera da matriz de Barreos.
Passageiros do vapor nacional MtuMMMUOf,
LsaMdM paia Macei e portes intermedios. -J. H.
dos Sanios Carregal, Dr. A. U. de Guswao, Manoel
' C. de A. Jnior e 1 criado, Joio de S. Azevedo. Au-
gusto Pater Cesar, Joao T. M. Jnior, Joo R. Vi ni-
na, Francisco de Paula Lima, Joao Baptista do Ro-
go, Joaquim Fernandes .Ueveda
Passageiros o hiato nacional hwensivel, sa-
bidos para o Aracaty :-Gustavo L. Furlado de
Mendonga e 1 escravo, Sancho Jos de Barros, Ge-
tulio Coi rea Pessoa de Mello, Firmhw C P. de Mel-
lo, Marlins Jo> de Souza, Antonio }>' Prudencio,
Manoel Tlieraoteo de Gazigo, Ricardo Marlins da
Silva Borges.
I'assageiros do vapor inglez Owida, sabidos
para o Rio de Janeiro :Lilly e sua senliora.
Jobnstoa e sua senliora.
Movimenlo da casa de detenerte, no da 27 de
abril de 1861.
33o preses.
Muias outras proiwstas relativa* a
torteros, que nao podem ter decidido sem *
concurso vos sero igualmente "ulinen>4ae>.
EsloU certo que o Slorlhing aeolte-ra rnsn W-
gria a noticia dos prximos epon>aM ite mem w-
mo muilo ainailo sua alteza real o prinrie* A*-
gusto com sua alteza real a priuceza Ttwma V
Saxe- > iteinbourg.
Declarando alierla a ses-sio etiranrSRstwto 4
Slorthiiig, rogoao ci-o qne al-n.;of ? inw tra-
balhos. e, aeasgsm roe, ni. <- i tuJMeotavrai
e a cada mn em particular a minia grao. rea*
benevolencia.
Dada no palacio de Christiania. a IV do m*---
0 Jornal do Commercio de Li-Ui. cinta e *-
emole :
lia pouco ii'inpo, assistioem Viemu a atan r*-
niao da socieda de Decken. explorador bem cuati" ndj, pesa -
gens que lem feito m interior da frica.
E o nico europeu que consta, ler esowrajeiMV
fazer a passagem atravM da monUaha e mn* *
Kiliraa-.Ndjaro, situada a viute mil ps ariosa do ni-
vel do mar, a qual elle subi ate a altara te
13,900 ims.
Em I8ti3, o bario de Decken fez atairsar em
Inglaterra um pequeo barro a vapor, da I
3t cavados, e que apenas demanda do es ti
E' ueste navio que o corajoso viajante mala ntar
o rio Danx ou Juba (30 graos alano do e^nnster),
a pon lo de que o complemento do seu tnijmtmmt
hade permiltir encontrar o Kana, aaoataata raja
existencia anda nao esta bem prutarfa, pvcoua-
do a relac.lo dos aflluentes do Ligo Basrrat, f*
cinquauto desconhwidos.
I'i ojela lamben) dingir-se aiv- niea
nhezes da Ajnsinia e alcatifar d'ali o 3*.
A expodico ha de cowpreoeaaer
viule pessoas, sem contar dous enajvnhoraa ri-
lado, aos quaes se conceder orna lio-ara stt
annos.
O imperador Francisco Jos aotoriseo an nsasas
lempo ura emVml da uiannha auslriara |ara lar
direceo ao vapor.
sm Mmt
que e
ronferio as insignias te caaatstnf
do Toso de ouro ao novo rei da Bavi II
roo,
Appareceu ltimamente venda aas
Londres o Hbm de 3 de outubro de I T'J.
E' a reimpresso do jornal em He >
va ao mesmo lempo ao povo inglez a vrfcma na-
val de Aboukir e a sublevago da Irlanda.
No poni de vista histrico um xranii alt
minio curioso.
Trata do general liona parte |u' entao e>tava a
Egypto, e do ipial o Times falla muifc> tr. ili ata
sanenle, e de Mr. Pili que f.ra viio at> parfa^.
que provava que nao linha goda, e Sor Kaa t ex-
eelieule rei de Kaolos, tan z--1-m fra mim emmmm.
Para que fez o Times a tespeza desu rnasseas-
so r
Com que fim I
E' o que se nao sabe dizer. porm es i
rios nao fallara.

Os jornae- italiano. all.no d.- um in
leve lugar n'nin laile dado -m Milo
pouco o re Vctor E.nmaouel vi-iWhi
d.ide.
A senhora que mais atir.ihio a atlcago l> i a
Si a. RalUZi, que levava um vrslnki te seiim tea
co coberte de briol l prafj laOtMB*, roa mmm
votantes, sanee o que lean mos iroxima tarm-
lura a loi nado com ramos de iWes desala, tae
linliain n > centro ir palmante m.rana.
No pellteado (inlia um pcnaclt<> ro com o raagnneo e coVar rote roahecnt"
nome de rule du ioojae de i, nova.
A saia era to voliuno-.', que < rei, prornran>te
0 Sr. Ila'la/.zi a nao g aacaotTSatl, apriiaaa ~
da esposa deste e.-tadi-l.i, e |H-rgunulu-wr mmj
seu mando, disse-lhe, ftmnhmmit
Desenlio que esla mmmwo 4a wn saia '
Este grecein t i n i Ir. iaii.izzi e m peseaa-
que acoiupauliavam S. M.
C0MMNIC1BOS.
i
lliatic.
A saber
Existiam. .
Enlraram .
Saturara.
Existen). -
Nacionaes .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeira .
Escravos .
Escravas .
17
41
338
231
33
,5
1
ta
i
338
Alimentados cusa dos cofres provinciaes loo
Movimenlo da enfermara do dia 27 de abril
de i ti i.
Teve baixa :
Joao, escravo de Francisco Manoel de Souza: dyar-
rbea
Obituario do oa 2b' de abril, no cemitkiiio
riiRLics :
Naiioleo, escravo, Pernambuco, 20 annos, sol-
teiro, Ua-Vsta ; tubrculos puluionaros.
Candido Jas Joaquim, Pernambuco, ID annos,
solteiro, Boa-Vista ; varilas.
Malina, Pernambuco, 5 annos, Santo Antonio;
pneumona.
Sancha Mara da Conceigo, Pernambuco, 41 an-
nos, casada, Boa-Vista ; phiysica tubercular.
Da 27. =*
Fiorinda Maria da Conceicao, Pernambuco, 40
annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Francisca Affonsa Fonseca, Pernambuco, 26 an-
nos, casada, Poco da Panella ; incephahte.
Antonio, escravo, frica, 60 anuos, solteiro, S.
Antonio ; liydmpe.-a.
Maria, Pernambuco, 1 anno, Santo Antonio; deu-
tigo.
Manoel, Pernambuco, 1 mez, Boa-Visla ; sarnas.
Marcolina Gercina de Gusmo Lobo, Pernambu-
co, 16 annos, solteira, Santo Antonio ; phtysica la-
rynga.
DM PODGO BE TUDO.
Pela abertura dos Storlhing da Norwega, pro-
nunciou este discurso o re da Suecia:
Senhores, em presenga dos acontecimentos que
todos nos conbeceraos, considerei do meu dever
Pairas de Fogo, i .le abril .le l>V>4
O insensato,o incrdulo, o maienali-u ha
esin.iga.lo pela .videncia m tmttmt I Qnaalu po-l-
a palavra de eu> ano ii;eii.|.i u> af-
lus.
De feite, esla venia!.: p.ilenteava frutea *
dias era Pedral de Pago, i > in.hftVrr
hgiOMi pr.'.l eniiiava em \ 'te .
p..r.'iii boje acha-se mei.iiiiorphosv.-Mto n ama wrr-
dadeira ffiotev, vanija de aeaa e rinsi-fa tr riH-
co, pelos oforco-do Kvni paire ui,->ire r?i S^
rapnim de Ratania, desees|M-ll irmnn.^
des de Fogo pna eiirobuslecer a creara da av*sa rr-
ligio.
Por certo, grande o BnitJV d-- Mara
mal As i ninas de moa mil priiiri|Ha>U
que se dedicara It.nha dea 4aj .*. i
como por encanlo em um m:i;.'-i.,-o I in|ita Sipas
da Casta Espora do Bspintn Sanio, qin- mctV a*
gloria aos haoUaale d l'.-.iia- de r'-tfn. e nnw-
sa o grato nome do villana fre Serafn aaskra
angular do augtnenls material e moral de PeSr i-
de Fogo.
Nada lem pnupadn n ministro iM-piraoV aDJHt *
que este templo teja eoodifao da Bella Pina da
Sio.
O da 2N de feverero veio patentar eia veril).
de : eram 4 horas da larde quando o Rrm. mte ii
nario frei Sebastiao de Cal una rm-a-io te Irr u\-
cerdotes na presenga de mais de I res mil Begasas
entre as quaes acha vam-se a-< pessoas mir a^atjtW
da comarca de Goianna, Iv-nzeu um inumrtmo n
quissimo de Ihaina te pratt alca.hofra.lo e
obra e\e.-iiada pelo mHhsf ranaradar de
sem duvi.la o melhor .pie temos na prnvii
talvez niesnio que no imperio, no valor te 1:1
linda a hengo do- ornamenios passou a h aim i
sinos re de suas vozes, sendo o primeiro ro*n M irnaa,
24 libra--, o segundo com 2K arrobas e JO liara-,
0 terreiro de 12 arroba-- e 16 libras e o qnarto eV
1 arroba e 28 libras.
Foi, por certo, um dia de grande jntete para Po-
dras de Fogo ; a alegra se visa va
semblantes, o povo enloava cnticos a Mara
lissima !
Honra seja feita ao digno e virtuoso car
qne soube espanoar o espirito ds ireva*. an* *-
voacava sobre Pudras de Fogo e eniresteeia m* sana
ha, itadores, e fez pairar o Espirito Consola tm^mt
renova lo-la a face da trra, trairado a ategna *
paz para Pedras de Poo.
Sentimos presentemente a falla desse aaj>arae-
lar de Pedras de Fogo ; prtn, breve
prazer de o tornar a ver ctwio se
ciando a palavra inspirada por essa
miosa da verdadeira sateoria.
Se a hherdade da impreosa i m I
blico seja mantida, o eixcsso deten I
nando-se licenga deve ser puaMa a twei <
dade.


IklaHo de Pe>-r*a-*><. -s. Mx:i Mt ** Abril tr 4.

?
)
r*
A repatacao individual de ve ser rcspeitaaa, e
S pule resultar prcjuifos do fado do assaear in-
jurias, e donatos aqueitet que nos sao contra-
rios.
A maledicencia s pode ser grata as populaeoes
instas, opovo que se presa costa de Szer sobre-
sahir os seus vil I (o respeilaveis, mas afflife-ee
coin as injurias que se laneam nos seus.
Taihbetn por is-o em todos os lempos e paizcs a
injuria foi um crime, e como tal punido.
K' o que araba de dar-se.
O Sr. Dr. Hermogenes, juiz municipal da pri-
meira vara desta capital acabado dar mais urna
prova de sua illustraco, justica e independencia :
e de que as nicas considerares que o guiam sao
a prova dos autos e o direilo das partes ; nao su
deixandolevar por con-ideracdes censuraveise mal
entendidas como iiilelitmenle fazera uutros.
Honra e louvoraoSr. Dr. Hermogenes em quom
as partes acbam garantas para seus direitos.
No anuo p' Aimo pasudo, a 28 de oulubro, sa-
bio non. 240 do Diario, urna correspondencia em
que as mais alrozes calumnias e injurias cram
asaradas aum cidado honesto, preslimoso e dis-
tinelo pela posico que justamente ocrnpa entre
tea* comprovincianos. O Sr. Antonio Leoncio
Pereira Ferraz, couimandante superior do muni-
cipio dnValenca. no Pianhy, leve a infelicidadedc
ser o alvo principal daquelia correspondencia, na
qual desde o funcionario mais altamente colloea-
do naquella provincia, al o mais inferior do mu-
nicipio de Valonea foram virulentamente ultra-
jados.
Mas a lei achou um juiz que no exercicio do
sen sacerdocio soubesse completamente rxercd-lo,
e que impozesse ao autor de semelbante crimc sua
singan, condemnando-o a qua.tro mezes de priso,
segundo, o disposlO no cdigo. Ncsse processo o
Sr. Ur. Hermogenes fez observar toda a regnla-
ridade do processo. e houve-se com essa cireums-
peeeo que o caraeterisa. Todas as solemnidades
esseoriaes e accidf ntaes do processo foram ob-
servadas, e a vista da prova e da Iri, foi dada a
senienca, de eonformidadc com a mesma lei.
O Sr. coronel Leoncio acba-se pil desaggra-
vado e sua rcputacaomais bem firmada e eheia de
prestigio.
K'assim que ronvm se de todas as vezes que
se offende a repfttaeao albeia. que devemos res-
peitar, para que nos nao succeda o mesmo.
O anuyo da justica.
de Permnubuco Ro bao de matar essa sua < (Hu-
mada probidade para com aquellesquoo renhecem
de perio.
Gosande de una inmensa popularidade, elle
sabe porlar-se de unia| maffelra digna no legitimo
exercicio de suas attribuices. Esscs imaginarios
crimes, que Ibe impuiam.'desapparecem em vala
dos leus jejos de honradez pralicados todos os
di.is.
Neguem as suas virtudes, que eu estarei promp-
to mostradas luz da evidencia; neguem os
seus actos cimbados pela justica, que me acharo
dispostos mostrados taes quaes bao sidn prati-
cados; e d'essa lula enlre a verdade e a mentira
o Sr. lenle J*2e de Deus ba de sabir victorioso,
porque ou mais cedo ou maistarde a verdade appa-
rero esmagar o cmbu.-le. D'abi a completa
i victoria para quem prosehto da verdade.
Quanlo ao br. Francisco Correa de Albayde Si-
iqueira, actualmente preso na casa de delenco
fiara avcriguacus pobeiaes, forca reconhecer
ni lie o carcter honrado (oda prova, o bom pai
de familia, o dino ridadao.
Sua vida publica urna serie longa de fartos
cunhados pelos principios da virtude; procurar
denegr los, urna impossibilidade.
Sua priso nao passa de moros negocios eleito-
raes ; querem lalvt-z, arreda-lo da arena poltica
na prxima eleicao porque vai passar esta pro-
vincia ; mas ainda assim essa sua pnso Iva de
auiikiiijr-lbe mais sua aureola de glorias/pre-
' parar-lbe novas glorias para o futuro, urna vez
| que sua justificacao nnoeeiital lia de ser dada
face dos nossos das para opprobio dos tyranos
! que o pretendeni massacrar.
Receba o Sr. Francisco Correa de Albayde Si-
' queira os nossos pesares pela sua priso, espe-
rando na imparcia.idade dos seus juizes que Iba
sahero fazer Justina.
Becife, 28 de abril de 1864.
Marcellino Santiago Y. Leilao de Albuquerque.
A^JSft^Ci.1"
rvoi c d uiMo Z neo iaTso eVtrtiinlo ie si Jo
verdaderamente a arvore da vida para militares
de pessoas que padecan) dasaflfeSes dos puimdes
s da garganta.
Limpn e faz remover tolas as mticosidades
acumulada nos vasos broncliios, lurtiflra a mem-
brana da Iraca-arteria e do delirado leci.lo dos
pmmoes, o eni paute u:n vigor verdaderamente
maraviHioso lodo o aparetho da respirarn.
Encontra-se as drogaras de Caors & Barbosa
e de Bravo & C.
CMMEHCIO.
quii Melioviu da Veiga, Joaquim osearquS
Guimares, Joaqun) Pedro da Cosa Simas, Jorge
Augusto de Brito liaslos. Jos (virios da Silva Des-
terro, Jos Gomes Barltosa. Jos ,ohn Garci-z l'alha
de Almida Jnior, Jos Harta da (iraca Soares e
Souza. Jos Nicolau da Costa llonanea. Jos Silves-
tre de AhdraoV. Mano.-l MbWro da rosta Sil.-ado.
Miguel .MonU'iro Barliosa. Pedro (Vde-lino Gomes
da Cunha, Pedro Manuel lavares, B.ipbael de Sou-
za Tavares, Thom Luiz dos Santos.
Detemo linear.
Abel Augusto de Figueiredo, Accacio Sergio Ne-
grao Barradas, Adi-lpho Patricio hibeiro d* Sdles,
Adriano Alberto de Maraes Carvalho, Agostinlio de
Souza, D. Alexandre da Silveira Lorena, Alvaro j
Adolplio Avelino Henriques, AlfredoJayme da Cos- i------------------------------------------------
ta .NVgrao. Antonio Auus.10 Duval Telli-s. Antonio \(l\'a J> i V'i ni? lll'iVnnil i'a
Eugenio de Carvalho da-Silva Pinto, Amonio Jos llIM IVMO \)t, PLIiillfflKtU),
Gomes, Antonio Bibeiro da Costa Salgado, Augusto O novo banco de Parnainbuco paca o 12 divP
Cesar de Moura Cabral, Benlo Ferraz Carneiro do dendo a raz.io de 'JJ por accao
S, Gamillo Bibeiro da Costa Salgado, arlos Au- y____v
gusto de Olivefra, Carlos Bandeira de Mello. Carlos Alfaulc
Femira Bastos. Domingos Affouso Jnior,lpigme- n.uutimenia rt ^, i r iM.ntfin
nio Huberto C^iho dos Santos, Fernando de Or- ^u J^dK*8 ........ % &!iM
nellas Frazao. I-Yancisco de Paula Gomes Barloa, ,rtem Uo dia 28................. 2b.9J8t2!)
Ht-nrique dos Santos Bosa, Hyppobto de Sen na Bar-
cellos, Ignacio Augusto Sania Marlha, Jacinlbo
Carduso Gondvea< Jeronymo Teixeira Vianna, ^,_>._____, ., ~y~'
Joo Luiz Lourenco Alfonso, Joo Tavares Homem. vWcnio da ullaudla
Joaquim Pedro da (osla Simas, Jorge Augusto de voiutnes ei rados com fazendas... 4:12
3a HaTiia. s.'i a 2(i d. por Ib. u-ini.
rHte prn-
por 112 Ib.
Mascavado na- igual a HMwrai4a (>iii-m*, t
i llibh.
492:5724872
com gneros...
674
Volumessahidos cojn fazqndas...
com gneros...
160
126
1:106
uaaesaraawmAH?
o'
CORRESPONDENCIAS.
Senhores rrdartorrs.yTio lendo sido transcrip-
ta por inim, nem pelo Sr. Dr. Aranjo Barros, a Ord.
do L. 4 Til. ."6 pie eu-cilei em meu communicado,
a que responde c>te senbor em seu Diario de bo-
je, sendo ella cssencial para escbuecimeiilo da
questao. roso-Ibes- a reprodnecao dos tpicos da-
quellu communicado, ea Iranscripcao da dita Ord.
qae assim vem servir de complemenlo a defeza do
mesmo senlior. dispensando-me o respomler-lhe.
As notas que arompanham islas traiiscripcoes
so ixtrabidas textualmente de Coria Telles e
COelho da Rocha.
Condici's da escriplura.
2" Que nao ser (Castro) embolsado integralmen-
le no lim de det mezes elle endo-sanie llie
entregar o sitio que possue no lugar do
( Manguinho e rom ouiras casas e mais bem-
t feitaras nelie existentes, ludo pelo preco e
qoaatia de I6:480& por contado pagamento
t da divida, ou para prefazer a sua importan-
t cia iulrgral. (piando por ventura o mesmo
i devedor tenha dado no curso desse lempo al-
guin dinbi-iio. -endoque neste caso voltar o
. credor a elle endossante a dHR-renca ou saldo
(pie honver em relaco a quolle preeo.
Que passado aquelle prazo de dei metes a
presente escriplura se eonverlera em perfei-
ta dacao i'n sulutum para o credor poder ba-
ver a si os mencionados bens na forma do
art. 9, satisfazendo entao a za, e o mais que
por direito fur devido, ndependenle de nova
i escriplura, vislo como em virtud da presen-
le Mear (un lodo o dominio directo e pesse
nos misinos bens.
Til. 56. Agora a Ordenacao L. i" :
Se algum devedor empenhar a sen credor al-
< goma oottsa movel, ou do raiz. com condlcao que
i nao Ibe pagando a divida a da re lo, o penbor
t qne por ella vendido o arrematado ,ao credor,
< mandamos qoc tal convenci soja nenhuma e
de ni'iilium ehVilo. Porin ; se e devedor der al-
guma causa sua em penhor a seu credor suh
t condicao, que nao Ibe pagando, a tmp i corto, li-
qu o penhor arremafcido pelo justo preco. ^o lal
t apenhameolo assimfeilovaler,ea convenci se-
ragnarlada, E em 'stecasoo penhor sera osti-
.< madodepois do lempo da paga por dous bomens,
, bous, jura.....ntados e escolbidos pelas partes,
. r mvin a saber, por cada um su. eticara arre-
. matado au credor por preco em que tur estimado.
t E se ao lempo do empenhamento fosse acor-
, dado entre as partes, que o penbor fosse arrema-
, ludo ao credor pelo preco, que pelo credor fos-
, se e>timado, mndame que o emp**nhainento
, feitoneste modo nao valha eonsa aL-urna; por-
, que grande presumpcao que fcilmente se ino-
, ver a fozer a estiinacio nao verdadeira, posto
, i|ii li:-' para isso si-ja dado juramento, e portan-
, io ni i i raza !ai m s-lhe azo para jurar o con-
,, ii.noda verdade.
Defeca do Sr. Dr. Araujo Barros, t recho do seu
communic
* Comparando os termos do titulo He Castro
< com os daOf I. sitada pelo Sr. Dr. Fenelon,
, e pensan lo en que a psse (I) nao da domi-
nio a Binguem, entend que sein infraceao de
i le podu mandar dar a Castro a posse que el-
< le requera, a qual alias Ihe poderia ser dada
< por qualquer lalMjIlio independenie de de--
< pacho de juiz como evpresso em lei Ord.
, hv. 'f Tu. 58 i 3 e. 4 Digest P. bv. 1 n. 610.
Do exan" que julguei noeessario fazer pa-
i ra despachar o requermeiilo de Castro nio
i collog que o ululo que tilo me apreseotou
i era millo mojare. (2)
Recifr. 27 de abril de 1864.
Cynritiio Wnetoa Guedet Alcoforaio.
A' memoria da Kxma. Hra.
K. Harcolina Cierciaa de
Cinsrao l.olo.
Branco lyrio, formoso te ostentavas
Inda puuco, garboso e senhorl;
Tocou-te ogelo na manhaada vida
E sem foreas pendeste em teu hastll.
Que val pobre llr do jardinero
Extremoso cuidado e voto ardente ?
A seiva Ihe e.-taneou o suero glido
Do arijo do sepulcro alvi-nilenle.
Vendo e lyrio ostentar as niveas cures
Quiz oanjo aspirar o seu perfume,
Quiz leva-te para o co... E o lyrio puro
Deixou pender a fronte sem queixume.
Dezesele minutos incompletos
Teve o lyrio de vida sobre a trra,
Mas a essenefa vivaz do anjo colinda
Tornou-se um anjo qu'oalto co encerra.
Nao choremos a II >r Viceja agora
Em um novo jardim mais bello epuro
A Ierra murena os lyrios. S na gloria
Tein ellos vida e lugar seguro.
tbeiro da Cunha.
27 de abril.
VjmmWkWmmWmmm^
ncola acailemica.
lisliidanles que frri|nrnlarain (liilVroiiles aulas
nesla emola e que furam ipprOTados uos exa-
mes dos diversos raimis de instrnrrio publica,
no auno lectivo de IS62 i I8C5.
LYCKI" .WCIONAI. DR LISBOA.
lnslniciijt} pritwria.
Alberto Carlos de Abneida Queiros, Alfredo An-
selmo Machado. Alfredo Carlos Martins Lavado, Al-
fredo de Suiza .Xctte, Antonio Angu>to Chaves, An-
tonio Clemente Ferr.dra. Antonio Jos dos Santos
Bastes, Antonio Julio de Odveira vndra, Castao
Lopes da Silva, Candido Henriquede Aiineida Pal-
Descarregam no dia 29 de abril.
Escuna ingleza Boadiceadiversos gneros.
BriguepurtuguezCorumba -diversos gneros.
Patacho nacional Relmpago -idem.
Iliate inglezBW/t'farinba de trigo,
Brigue inglez/J'irmWonfazendas.
Palacho iglezSagillacarviio.
Barca inglezaTcatie/erfarinha de trigo.
Escuna dinamarqueza Adonis^mercaduras.
286
s da Costa Amo-
,.. P
Cirios Guilberine Lo-
do Figueiredo Ferreira,
pobli:as3es a pedido.

Breve defeza e duas palavras
do> fir. Flix Ferreira de fti-
qneira.
U Diario dr Pernr.mhtai de sexta-feira ( 22 de
abril ) publicou um communicado do Sr. Flix
Ferreira de Siqneira, onde se v claramente o
despeno, a virulencia e a sede de vinganca para
jom os Srs. lente Joio de Deus de Squeira e
Fianeiseo Correa de Albayde Siqneira.
Nos que ti vemos OCcasiao de conhecer estes dou
paeilicos cidadao-, ficamos pasmados de ver como
se quer a todo transe denegrir reputacoes, usndo-
se para isto de calumniosos enmmonicados onde
a mao da intriga escreve de pena aparada. Im-
mediatamenle nos constou <|ue a infernal caballa
de eleicoes era a causa motora de semelhantes
publicaco>'S, onde se punha preco a dignida-
de de caracteres bourados ; mas anda assim,
n'um paiz inimiueniemente liberal em que vive-
mos, nao se deve Linear mi de meios repro-
vadus para arredar da scena [lolitica pessoas em
quem a opiuiu publica conlia.
O actual subdelegado de Affogados, termo de Iti-
gazeira o Sr. tenente Joao de Dos de Squeira
um carcter humado; os rommunicados do Diario
(1) A doutrir.a do Sr. Dr. Barros que posse
pode-se dar nao obstante a nullidade do titulo ipso
jure, nao leudo o juiz que ordena a posse nada
que ver com a sua legitimidade por que posse iio
ros:
571. Os mesmos ttulos que san neressaros para
adquerir a propriudade das cou^as, sao necessarios
lamhem para adquirir posse perfeita e ju-ta.
572. Se o possuidor sabe, ou deve saber que o
seo titulo millo, ou incapaz de Ihe dar a proprie-
dade da cousa. possuidor de m f, bem como
piando nao tem titulo algum para possuir.
575. Assim a le presume possuidor de m f
aquelle que tem em seu poder um instrumento
repugnante a sua posse.
57U A ignorancia de direilo nao aproveita ao
possuidor para cobrar de boa f a sua posse.
(2) A nullidade, diz Coelho da Bocha tomo Io
409 urnas Votes resulta ipso jure, isto por ex-
presta declaracao da lei, outra- vezes s se verifica
quando o interessado a reclama. O.- actos urnas
vezes sao millos ipso jure, que os jurisconsultos
romanos diziam nllum ipso jure, Hii.outra>
vezes rescindem-se ; o que os mesmos diziam nrgo-
/.uih rescinda ur.
Nos prmeiros a nullidade estabelerida pela
lei em favor do interesse geral ; qualquer a pode
argir, e at as vezes o ministerio publico. No se-
gundo estabelerida ern favor de certa pessoa,
querendo usar dtlla; se nao quer o arlo contina
valido.
va, Culos Augusto Pardal
pos Banlios, Carlos Vctor
Eduardo Augusto Collares, Eduardo Ferreira, Fran-
ei-eo de Assis M.isearenlias Grade, Francisco Mana
I Teixeira Cubell-is, Francisco Tavares Homem, D.
II mrique de Brito do liio, Henrique Hanoel i olla-
po Fragoso, Ignacio dos Santos i orra, Isidoro Per-
rira da Costa Jnior, Joio Antonio da Silva, Jo.o
Lobo Garcez Palbade Almeda,Joaquim Jos I ir-
jques Guimares. Jos Joaquim da Silva llamos,
Jos Nicolao da Costa B manca, Jo- de Souza Pln-
1 lo de ftfagalhaes, Jos Fontes Sorra, Julio Ferreira,
Jubo Puno de OftVeira Bastos, Luiz Antonio da
Costa Braga Jnior, Luiz Mara Bastos. Hanool Jo-
s BeinUca, Hanoel Jos "Barbosa Jnior. Hanoel
Jo.- Espada, Hanoel Jos da Silva, Miguel Mara
de Araujo e Thomai Sfela.
1" ANNO 00 COBSD CF.IIAI. DOS I.YCEUS.
Porliigiiiz.
Adulpho Patricio Bibeiro de Salles, Adriano Al-
berto de .Moraes Carvalho, Alberto Antonio de
Moraes Carvalho Jumor, D. Alexandre da Silveira
Lorena, Alvaro Adolplio Avelino ll-jnriques, Anto-
nio Jos Gi......s, Antonio Jos dos Santos Bastos,!
Antonio Uarle ainada Cuito, Antonio Eoge-'
nio de Carvalho da Silva Pinta Antonio Bibeiro da
Cosa Salgado, Antonio Tiieodorico da Cosa e Sil-
va, Arlhur Elysio de Freitas Jacome, Augusto Ca-
sar de Moura Cabral, Gamillo Bibeiro da Costa
Salgado, Fernando de Ornellas Fraxao, Francisco
Caetanoda Costa, Francisco Maria Teixeira Cobel-
lus, Francisco de Paula Gomes Barbo-a, Juao An-
tonio Correa, Joao Brai de Obveira Jnior, Joao
Tavares Homem, Joaqun Jos Marques Guima-
res, Joaquim Pedro da Cosia Simas, Jorge Augus-
to de Brito, Jorge Angu-to de Brito Bastos, Jos
Anselmo Bastos Costa, Jos Gomes Barbosa,
Jos Lobo Ganvz Palha de Alenla Jnior, Jos
Maria da Grac,a Soares e Souza, Jos Nicolao
da Co-ta Bunanca, Jos Silvestre de Andrade, Ma-
noel Luiz Monteiro Jnior, Manoel Rilieiro da Cosa
Salgado, Pedro Celestino Gomes da Cunha, Rapbael
de Souza Tavares, S.btsliao Ricardo Pontos Negro
e Thoinaz Jos de Aginar Jumor.
Grainmalica latina.
Accasio Serum Negro Barradas, Adriano Alber-
to de Moraes Carvalho, Alberto Antonio de Moraes
Carvalho Jnior, D. Alexandre da Silvaira Lorena,
Alfredo Jayme da Costa Negro, Alvaro Adulpho
Avelino Henriques, Amonio Duarte Ramada Curto,
Antonio Eugenio de Carvalho da Silva Pinto, An-
tonio Jo- dos Santos Baslos, Antonio Orla Ennes.
Antonio Theodorico da Costa e Silva, Arthur Elysio
de'Freitas Jacome. Augusto Cesar de Moura Ca-
bral, Carlos Bandeira de H< lio, Erneslo Augusto
Saraiva, Fernando, de Ornellas Frazo, Francisco
Caetano da Quita, Francisco de Paula Gomes Bar-
oosa, Francisco Pinto de Carvalho Jnior, Francis-
co Mara Teixeira Cobellos, Hyppolito de Sena
Barrenos, Ignacio Augusto Santa Marlha, Joao An-
tonio Correa, Joo Braz de Oliveira Jnior, Jna-
quim Jos Marques Guimares, Jorge Augusto de
Brito, Jorge Augusto de Briio Bastos, Jos Ferreira
Bailar, Jos Felippe do Amaral, Jos Gomes Barbo-
sa, Jos Joaquim Rodrigues, Jos Nicolao da Costa
Bonanca, Jos Silvestre de Andrade, Manoel Rihei-
ro da Costa Salgado, Pedr Celestino Gomes da Cu-
nha, Raphael de Souza Ta vrese Sebastian Ricardo
Puntes Negro.
Grograplua e historia elementar.
Accacio Sergio Negro Barradas, D. Alexandre
da Silveira Lorena, Alvaro Adolpho Avelino Hen-
riques, Antonio Eugenio de Carvalho da Silva Pin-
to, Antonio Ribeiro da Co dorco da Costa e Silva, Augusto Osar de Andra-
de, Augusto Cesar de Moura Cabral. Francisco de
Paula Gomes Barbosa, Fernando de Ornellas Fra-
zo, Hvppolito de Senna Barrellos, Jos Maria da
Graca Soares e Souza, Jos Silvestre de Andrade,
Manoel Ribeiro da Gosta Salgado, Pedro Celestino
Gomes da Cunta e Raphael de Souza Tavrs.
Grammitica. tritura e tradnecao franceza.
Adriano Alberto de Moraes Carvalho, Agostinho
de Souza. Alberto Antonio de Moraes Carvalho J-
nior. D. Alexandre da Silveira Lorena, Alvaro
Adolpho Avelino Henriques, Antonio Eugenio de
Carvalho da Silva Pinto. Antonio Jas Gomes, An-
tonio Jos dos Santos Bastos. Aitliur Elyzio de
Freitas Jacome, Augusto Cesar de M'.ura Cabral,
Gamillo Bibeiro da Costa Salgado, Carlos Augusto
Calleya. Fernando de Ornellas Frazo, Francisco
Octano da Osla, Francisco ,de Paula Gomes Bar- .
bosa, Hyppolito de Senna Barcellos, Ignacio Augus-
to Santa Marina, Ignacio Francisco Xavier de Farla,
Joao An'onio Correa, Joio Pedro de Souza. Joa-
Brito, Jorge Augusto de Brito Bastos, Jos Antonio
Gomes,"Jos Ferreira Bailar, Jos Gomes Barbosa,
Jos Maria da Graca Soares e Suuza, Manoel Luiz
Monteiro Jumor, Manoel Bibeiro da Costa Salgado,
Miguel Monteiro Barbosa, Pedro Celestino Gomes
da Cunha, D. Pedro de Lencastre, Raphael de Souza
Tavares, Thomaz Jos de Agniar Jnior.
'2* ANNO DO CCRSO CEltAI. OOS LICEVS.
Portuauez.
Adolpho Patricio Ribeiro de Salles, Alfredo Jay-
me da Costa Negro, Antonio Augusto Duval Tel-
les, Antonio Duarte Ramada Curto, Antonio Jos
dos Santos Bastos. Antonio Xavier de Magalhaes
Pereira Coutinho. Arlhur Elyzio de Freitas Jacome,
Carlos rtigusto oe Oliveira.' Orlos Bandeira de K-cuna ingleza-flojw-diversos gneros.
Mello. Orlos Jos Baslos. Erneslo Augusto Sarai- Patacho nacional-Opiiun cafe,
va, Fernando Matoso dos Santos, Francisco de i liU|or(acao.
Brito do Bio, Francisco Mana Teixeira Cobellos, 0 brigoe portuguez Mampafo, entrado bontem
Jeronymo Teixeira Vianna, Jos Felippe do Ama- de Lisboa, consignado Tiioioaz de Aquino Fon-
ral, Js Lobo Garcez Palha de Alinelda Jnior, seca, manifestou o seguinle :
Jos Nicoiau da Osla Bonanca, Jorge Augusto de 8o pipas e 33o barrs. vinho, 73 ditos de azete.
Brito Bastos, Julio dos Santos, Manoel Luiz Montei-1100 ditos toucinho, 170 ditos e 53 pipas vinagre, 12
ro Jnior, D. Pedro de Lencastre, Thomaz Jos de caixas rap, 70 ditas ceblas, 34 ditas velas de ce-
Aguiar Jnior. ra, 100 ditas batatas, 9 ditas, 46 meias e 9 quar-
Grammatica e tradvcco latina. tos ligos, 55 ancorelas azeitonas, 100 saceos fa-
Abel Augusto de Figueiredo, D. Alexandre da relio, 20 soleiras decantara e 1 caixa livros ; ao
Silveira Lorena, Antonio Augusto Duval Telles, con-ignalario.
Antonio Duarte Bamada Curio, Antonio Jos dos 15 barricas nnzese 10 meias ditas milho; Tho-
Santos Bastos, Antonio Orla Eennes, Carlos Alberto maz de Aquino Fonseca Jnior.
Borges da Silva. D.Francisco de Brito do Bio, Fran- 20 barr azete ; Luiz Jos
cisco Mara Teixeira i obellos, Francisco Pinto de rim.
Carvalho Jnnior, Ignacio Augusto Santa Marlha, 20 ditos dito, 50 ditos vinagre, 23 ditos toucinbo
Joo Pedro de Souza. Jos Ferreira Bailar, Jos e 20 barricas alpista ; A. L. de Oliveira Azeve-
Felippe do Amaral. Jos Nicalau da Osla Bonau- do & C.
ca, D. Pedro de Lencastre. 32 barr azete ; a M. I. de Oliveira & Filho.
Arilhmetira. 29 pipas e 40 barris vinho, 120 ditos louc.inho,
Antonio Augusto Duval Telles, Carlos Bandeira 60 caixas e 206 mlhos ceblas; E. R. Rabcllo.
de Mello, Jos Felippe do Amaral. oO caixas ceblas ; Duarte & C.
Trinlucciio e co np'Sirao franceza. W barris touoinho, 300 caixas figos c 5 saceos
Agoslinbo d:" Souza, D. Alxaulre da Silveira graos ; M. J. Ramos e Silva & Georos.
Lorena, Antonio Augusto Djval Telles, Antonio 6 caixas velas de cera, 2 ditas canella, 1 dita
Jos dos Santos Bi-Ik, Anl mioXivier de Maga- mercurio, 12 ditas vinho, I barrica cravo, 7 vo!u-
Ibaes Pereira Oiuinh>, Arlhur Elysio de Freitas mea pasaas e I peca de brim ; J. S. Pereira Pa-
jarme, Carlos Augusto C tlleya, Ca los Bandeira
de Mello, Cirios J >s Ba-tus, rue>tj Au?usto Sa-
raiva, I). Francisco de Brit) do Rio, Ignacio
Francisco Xavier de Faria, Jaeintho Cardoso Gon-
falves, Joo Pedro de Souza, Joa piim Hetodero da
Veiga, Jorge Augusto de Brito Baslos Jos Felip-
pe do Amaral, /o.- Lobo Garcez Palha de Almei
da Jnior, Jos Nicolao da Costa B-manca, Julio
dos Santos, D. Pedro de L-ncastre, Pedro Manoel
Tavares, Ramiro Lascher Marval.
Desenlio linear.
Adolpho Patricio Ribeiro de Salles, Agoslinho de
Souza, Alfredo Jaune da Costa Negro, Anselmo
Baamcanip Frene, Antonio Xavier de Magalhaes
Pereira Coutinho, Ca los Augusto de Oliveira,
Carlos Ferreira Baslos, Epigmeiio IbTiberto Coe-
lho dos Santos, Rraasto Alvos do Rio, Ignacio Au
gusto Santa Marlha, Jacmtho Ord..so Goncalves,
Jeronymo Teixeira Vianna, Joao Luiz Lourenco
Alfonso, Jos Antonio Gomes, Jo- Felippe flo
Amaral, Thomaz Jos de Aimiar Jnior.
3o ANXO DO CI.-HO OERVI. DOS LTCBOS.
Portiujuez.
Adolpho Patricio Bibeiro de Salles, Adolpho Au-
gaato l'ereir.i Soromenho, Andwrto Duarle RavmiAa
Curio. Antonio Jo-1'- do- Sanios Baslos. Antonio
ilorta Cunes. Carlos Alberto Borges da Silva, Car-
los Jos bastos, Ernesto Alvos du Rio, Francisc -
Mara Teixeira C bellos, Jeronymo Teixeira Vian-
na. Joao Luiz Lourenco Alfonso, Joao Pedro de
Souza, Joaquim Heliodoro da Veiga. Jos Nicolao
da Cosa Bnne>i, Julio dos Santos, Manoel Luiz
Honieiro Jnior' Thomaz Jos de Agniar Jnior.
TradvcrBo e comporo Intua.
Adolpho Augusto Pereira Soromenho,' Antonio
Duarte Ramada urlo. Francisco Piulo de Carva-
lho, Francisco Teixeira Viegas Jnior, Jo.- Joa-
quim Xavier de Brito.
Aiithmetifa t wcoes de geometra plana.
Adolpho Augu-to Pereira Soromenlio. Agostinbo
de Souza, Arsenio Ferio Estafraz da Silva, Fran-
cisco Teixeira Viegas Jnior. Fin no Maria An-
iones do Valle, Fernando Hattoso do- Sanios. Ga-
briel Vctor do Monte Pereira, Jos Fernandos da
Cus ta.
Grainmalica. 'ritma e traduccao ingleza.
Beuto Maria de Araujo, Carlos Alberto Borges
da Silva, Francisco Antonio Vieira. Francisco Luiz
dos Sanios, Joiquim Pedro da Luz, Jos Ferreira
Bailar, Manoel de Souza Pinto de M.galhes, Se-
ba-lio Ricardo Poutes Negro, Thomaz Jos de
Aguiar Jnnior.
Grammatica. leilnra, e Iraihicnio grega.
Adolpho Augusto Pereira Soronienho.^ernando
Maltoso dos Santos.
Desenho linear.
Adolpho Augusto Pereira Soromenho. Francisco
Teixeira Viejas Jnior.
QCAATO ANNO lio 00*80 OBRAX DOS LYCKL-S.
ilatliematica elementur.
Agostmlio de Souza, Pinnino Mara Antones do
Valle, Henrique Alexandre Assis de Carvalho,
Jos Fernanles da Costa.
Philosophia racional e moral.
Jos Nicolao da Costa B juanea, D.Luiz d Souza
da Silveira.
Traducen) e composicao ingleza.
Jos Jooquim Xivier di Bno.
OI'IMO ASNO DO OOSajO GERAL DOS I.YCF.l'S.
Gcographia. cli-ronvloyia e liisioria.
Marian no Augusto Chojue.
Introduccao historia natural.
Agostinbo de Suiza, Arsenio L-onel de Medei-
ros, Francisco de Paula Gomes da Co-ta, Henrique
Alexandre Assis de Orvaiho. Jas Feraaiides da
Osla.
BSCOLa 1)0 COMMEHCIO.
Prtmeira cudeira.
Joao Liz Lourenco Alfonso.
Teixeira cudeira.
Joaquim Pedro da Luz, Mirianno Augusto
Choque.
ESCOLA rOLVTECH.MCA;
Exornes de habtlilacao.
Agostinho de Souza, Alfredi Schultz, Arsenio
Leonel de Medoiros, Francisco de Paula Gomes da
Costa, Francisco Pinto de Carvalho, Henrique Ale-
xandre Assis de Carvalho.
VNIVEHSIDADE DE COIMBHA.
Estimes de habilitarao.
Alfredo de Queiroz Guedes, 'D. Luiz de Len-
casire.
LVCEl' NACIOhAL DE LISBOA.
Approvacdes
Instruccao primaria... 39
(.CUSO GERAL DOS LYCEUS.
Primeiro auno....... 169
Segundo dito......... 81
Terceiro dito........ 43
(juarto dHo.......... 7
Quinto iiiin.......... 6
ESCOLA DO COMMEHCIO.
Primeira eadeira..... 1
Terceira dita........ 2
ESCOLA POLYTKCHNlCA.
Exames de tabiliaco 6
l'KITBRSWADE DE ('oiMIUlA.
Exames de habiiilaco 2
Total das approvaeoee. W6
Reprovaco.s......... 49
Total dos actos...... 405
Escola acadmica, 28 de novembro de 1863.O
director, Antonio Florencio das Santos, '
eheco.
2 caixas livros; D. Jos A.dos Santos Lessa.
10 barris vinho ; Ompiano & Ordeiro.
i volumes drogas : Jos Alexandre Ribeiro.
\ ditos ditas e 1 dito brochas ; Thomaz Fer-
nandos da Cnnha.
6 ditos ditas, 1 dito brochas, 1 barril vinho e 1
dito vinagre : .1. da C. Bravo & C.
1 caixa qiieijos, o barris toucinbo o aditosebou-
ricos : C. J. Al ves Guimares.
6 barricas rarvio animal: Domingos Jos Fer-
reira Guimares. .
1 caixa marmellada : A. Henrique Rodrigues.
2 volumes drogas; a J. Maitinho da Cruz Cor-
rea.
2 barris vinho: Manoel da Silva Bamalbo.
2 barricas rarvio anim il e 8 volumes drogas
Luiz Antonio Pereira.
50 caixas ceblas : ao capito.
50ditas velas de cera ; Domingos Rodrigues
de Andrade.
30 saceos alpista : los Fernandos Lima.
1 caixa retroz e 2 ditas inassos de ludia ;
ChTi.-tOvo Guilberine Rrerkenflald,
SArre#>elorJai de reail.is internas
geraes del'ci'flambuc.
Rendiment do dia I a i'........ 23:8464346
dem do da 8................. W5J367
21:8414813
Coagulado provincial.
Rondimento do dia 1 a 27.........
dem do dia 28.................
73:378*684
1:3384122
73:7184168
PREQ08 CORRBNTES.
ton tres, 8 de abril
Fundos inglezes.
Do banco, 238 a 240 por 90 100 es div.
Consolidados 3 %. 91 1/2 a 91 5/8 por 100
Reduzidos 3/0. 89 i 2 a 89 5'8 por -" loo. ex div.
Novos 'I '/,,. 89 1/2 a 89 5/8 por loo ex div.
Fundos estraie.'eii'os.
Belgas (2o frs. l) 4 '/i0/-
Brasileiros 1839. 1859 5 %. 109 a 101 por 9f 100
i "-. "/,i. 88 1/2 a 90 i/2 por 100
1863 4 1/2. 88 a 8 1/2 por M 100 ex d.
Confederados 7 L, 52 a 54 por 100
O\pcios 7 */. tOO a 101 por 10(1
(;;e;>s com juros desde 1816 o "/. 21 l/i a 21 3/1
por 100
Grcgos Coupons at 1816 5%, H ;i H V- lldl"
100
Hespanhes 3 /. 53 a 53 1/2 por 2 100
(Mecidos 3 Juro actual 2 1/, 16 1/1 a
4 3/4 por 100
internos (1 Poso) 3 /o. 49 1/2 a 50 1/2
& por 100
Optivoile ibrijios, mnscavado. 25 s. 6 d. a 30 s. 6 uSSffVS. SL'aSi 9
A,;, ib, Brasft .Os. .),.. a 2J Od. por 1,2 Ib \fSrTJFm '^S* n^rier.
Caf do Rio. 60 s. 0 d a 71 s. 0 d. por 112 Ib. J* Sf ?T?Z E.TT'XaSES!
lavado, 73 s. 0 d. a 82 s. O d. por 112 "n^ TrnJ,,:'l *? ?'*- E [\l f*" "**
uo o oireiio si-ra de ft|< |n>r 112 lib, t
Cacao do Para. 57 s. 0 ,1. a 00 s. 0,1. por 112 Ib. ^0 ** 'li *
s.4re mrlav
Ib do corr.nle. menos nos a-surres .k reMnarw
Tapioca do Rio. 1 3/4 d. a 5 l/l d. por Ib.
do Para 1 '/< a 2 por Ib. dem.
Couros do Brasil :
Seceos salgados, de 21 a 36 Ibs.. 5 por Ib.
Sinos, de 8 a 22 los., 6 V, d. a 7 1/2 por Ib.
Verdes, de 38 a 54 Ibs.. Id. a 4 1/2 d. por Ib.
Do Rio de Janeiro :
Verdes, de 18 a 72 Ibs., 3 3/4 d. a 4 d. por Ib. nmn.
Do itio Grande :
Verdes, de 13 a 70 Ibs.. 0 1/2 .1. a|5 3/8 d. por Ib.
de 44 a 50 Ibs.. 4 5/8 d. a 5 d. |>or Ib.
Seceos, de 28 a 31 ibs., 8 v, d. a 9 i '4 d. por Ib.
de 20 a 21 Ibs.. 7 ',', d. a 8 '/-, d. por Ib.
Orifrs de 9 a 16 meas, 9 s. 0 d. a 13 s. 0 d. i>ur
123 fronxn.
de 22 a 21 oseas, 29 s. 0 d. a 32 s. 6 d. por
123 frouxo.*
I|>ecacuanha, 8 s. a 8 s. 3 d por Ib. firme.
Jacaranda do Bio. $t 10 a 16 por tonelada no-
minal.
da Babia, 9 a 13 por tonelada no-
minal.
Mercado monetario.O descont do banco de In-
glaterra continua sem alteracao a 6 por cenlo, e
eremos que pelo menos ba de* sustentarse ; a laxa
que regula na praca de 5 5 8 a 5 3/4 por cento.
Fundos.Em consequencia do estado actual do
mercado monetario e da siluaco poltica, os pro-
cos dos fundos especulativos continan) a solTrer
oscllacoes violentas qnasi diarias.
Algodo. -O mercado estove em apathia, e os
precos tenderam a baixa. As vendas monlam
urnas 60,000 saccas.
Assucar.Depois da nossa retala de 23 do pr-
ximo passado o mercado licou na frouxido que
all noticiadlos, sendo de puuea muuu as Iransac-
ces realisadas, devido em palle as lorias de pas-
choa, e em parte a nao quererem os consumidores
comprar mais do que o suiBcieule para as suas ne-
cessidades urgentes, emquaulo se um ajuslasse a
queslo des direitos. Ouservaiido-se porem firmes
os possuidores, os precos uo sullieraui alieraco
e.-trangeia, que -o gosaru A.x i- duccao d- a-
paanadn um mez.
MOIMENTO BO POETO.
Marin Ma-ei o porlos inlenue-li. \ >r hHbhI W>i-
mmtfMape, coiumandantc Main..I Rndngti dos
Santos Moura.
ti reio* ,'nliHiln< M // / !*
Buenos-Aj^res29das brigue bm .v- r,.m. .-im.
II, de 218 toneladas, eipiljo Ptvdippiio Sap,
equipagem 9. em lastro ; Amonio Iri
II iinb'iri:o-8 du. r-cnn i din ni u.pi- /1 T
de I l.'l toneladas, capit.io K II J.-n-^u. |np-
eem 7. earga diirerenles m'iea.b>ru- .i Rafe*
Sclnnellaii A C.
Do cruzeir Corveta americana a vapor W'
tett, commandante CoNids.
JfotAM filiidos uo ni, ! BarcelonaPolaca lie.-panhola Vmt* Um, rft'a
Heraldo Mareslany, carj;a atajla.
Aracaiylliate nacional mviwhet, npita Jn
Joaquim Alvos da Silva, carga blendas uniros
teneros.
Rio de Janeiro e Babia Vapor ingle* Dwentn rom-
mandante J. A. B.vis.
!
IBITAES.
O Dr. Tri-lao de Aleacar Aranp1, otl'nnl di im-
perial ordem di Ro-a e juiz de oir.-u > nmaslaf
docuininercio denla eidad da it--;r-- -- i i-t-
mo, capital da rovinria de Pern imlinr. por
S. M. I. e C. o Senlior D. Pedro II I fasta IVm
guarde etc.
Paco saber aos que o prsenle edital irem e
noticia livorem ipie i"ir pan.- de Tlniva
- "-.....v................ que imr par.- ... .
nolavel, eem presenfa das pequeas entradas e Goncalves de Jesu Azevedo, me M dinida a r-
exislpncias. une van ranilainiMile. eni mi- [j(.i|J H., i|i,.,ir ecililil^ "
das existencias, que rao rapidaineute. eni diminu
cao, manifeslou-se aovaroeute urna procura espe-
culativa, o que nesta Semana deu lugar a Irsnsae-
c9e8 de algm vulto, com melliora us precos, que
licham actualmenie um lauto cima das oussas co-
lacfles de 8 de marco.
lllin. Sr. Dr. juiz de direiio da ataa\tnaanta)
Tbi-re/.a (ioiicalv.-- de esos A/cv-du. mven4a>
execucao por este nizo. eseilviu Mu.-! Varia,
cnilra .loa jiiiin Coi-lho inda, ais fcmdb p.-inlo
faz.-r intimar a sentenca a i ex -la i rira.
as qualldades do Brasil em ser o pequeo sup- onde tem a sua residencia, roa da hn i.
uaior vulto, :itii S(,,U111, ail,|.,r r,.,,,,^ ,-.,r,:l pniinii ()3ra
tiiado
so
HZ
consundo-ine apenas a venda de unas 200 caixas >s justicas de SerinhVm, ende tm o cvvaajNl
do mascavado da Babia de 28/2 a 29/1, e 1,000 .-..e- angenho or amadame**, ...,.i.,ni
'^q le t'rnaillutl. de imporlaeao indin .a, de mpossivel ser o executado inli nado.
28/8 a 29/10 ; vendcrain-se coiniudo im mar as se-
iruinles cargas para o Reino-Unido, pesos de des-
carga :
Sarali 5,800 saceos de Pernambuco, amarello
bom, a 28/9.
Mettnu 3,600 ditos da Parabvba, mascavado, a
28/0.
Broohing 3,000 ditos da dita, mascavado, a 28/0.
tprra*sa 4,200 ditos da una, amarello. a 29/9.
infelizmente a deferencia, purgue ?eii
municipal lidio do eieculailo, < -'- rdarMaada>
com Olllros que ao >li|i.|.,i.-- .!.
de SeriiihaVin. al os oAViao le p;-'.-. i i wr-
ceio de cumprir a rarli preealori.a ,!. i ri>-
iiio ludo se d prebende ihi... .i reriidie
na deprecada junta : rom eslis dii^.-n ia- r-nva
supplicanie gasto grande somm. r.
mais de seis im-zi's. I'.i'iucr. p V. 5. daa>
. Para o Continente houve alguma procura, e We- ,R..S1. i:idar pa- ir caria t^titat p pota
um nonco memores, mas nao ui a ser o ssvplirado exei-iiuvo. ialima aata ,i -
ca. sendo lamhem inNmada ilelia a familia o
executado na p.--oa de nm .!- -.- i > f-
Ibas que ge arh.tr em ea*a. |i r
qnatru Iteras da bH paaoe s qiunfia de z MMMR^
contada nu rosto da senlru^a e i i-ias
acre-cidas e piros. az.-nd ,. ..-,, jmti.tr as
docuoienios juntos aos ante- de para
constar.
Pede a \. S. digne-w d'l.-rir a saMdkajaaj, re-
ino foi de ju-lica.E li. .M.- Maam l.i-- di Vrt-
|a, procurador.
E mais .-i nao runlnha em dil.i i lie rfai
mu bem e lielmeiile ti.'in-ni: dii o despaciio do Uieui" seguale :
Si.n--Beeil-. 26 dr al.id de i- nsaf
Ai nipe.
K mai- na.. ., eatMiaha em dte duama* aaai
traniMTipto e copiado.
Km virtude do meu desperan m-i -rui.- suiieal
fci paasar a prsenle p la qu pjc
iiiimados o .-upplicado J. a a
a familia de-te ni a -i a de u fih;-. a-
ra que dentro Ja riniequairu ii-.r.-- i ea>
3,2(10 ditos de Pernainhuco. Americanos, de 28/9 equente a quanlia de 2:6H5!ls -
da senteni;a. einais a- m-l.- qoc
accrescem, ludo na confuluidade >. -
pra.
E para que cb iui ato dr ou^m
intiie-sar po--i. niaolci pasear e en ane
ser paWffado pela impream asaand i i
ie s do cosiiiine.
Reeife, 27 de abril de Imj v
Eit Mano.1 Mua I. -i, (BaBSava>
crivao. o sabsen-vi.
Tristmitr .-t/.-i, ti Armripe.
O Dr. Tristo do Aiiiicii I i ida im-
perial ordem da lo-a Mli' '
consta vendas ; colamos como segu :
Para o Continente.
De Pernambuco, branco, 30/0 a 32/6.
Dilo, mascavado. 26'0 a 27 ti.
Da Babia, branco, 29/6a 32/0.
Da dita, mascavado. 25/li a 28/0.
Para o Mediterrneo.
De Pernambuco, bramo. :t0 0 a 33/0.
De dilo, mascavado. 26/0a 27 6.
Da Babia, branco, 30/ a 32/6.
Da diia, mascavado, 23 o a 27/6.
Fizeram-se em Liverpool as seguintes vendas :
Em ser 10,000 saceos de Hacei, velbo, de 26,9
a 27/6.
400 ditos e barricas do Maranhao, novo, de 28'i
a 28/6.
2.250 ditos do Rio Grande, a 2M 0.
1 700 ditos da Rabia, de 25/3 a 27/3.
412 ditos 608 caixas e 35 barricas da Babia, de
27/ii a 29/0.
5.00o ditos da Parahyba, de 26 3 a 28/0.
11.600 ditos e 400 barricas do ltra-il. velho,
riniipalmente de Pernambuco, de 26/0 a -^ 6.
a 29/6.
6,000 ditos do Ceara, aovo, de 28/0 a 29 0.
A rhegar :
2,800 ditos de Pernambuco, Americanos, a 19 G
pesos da descarga, para o Beino-Uiiido.
9,200 ditos de MaCei, de 27/6 a29 0.
5,590 ditos de Pornaniburoj mascavado, pelo'Jato-
nita. a 27/9 pesos da descarga, paran Reino-Unido.
9,700 ditos de Pernambuco, Canal, de 27/9 a
28/9 pesos da descaiga, para o Reino Unido.
2,800 ditos da Parahyba, novo bom. pelo Grecia,
a 28/0 pesos da descarga, tiara o Reino-Unido
MOOditoa de Peraambuco, Canal baixo, de 28/0
a 28/9.
13,00 ditos de dito, Ami riranos, de 29/0 a 29 6.
2,000 ditos dO Oai:-. ; 29/0.
2,000 do Rio Grande, a 29/0.
3,200 ditos de Macelo, a 29'6 pesos da descarga.
f.-Em conseqoencia de enlradas ora pomV *^o sa.e-r a q,,, presente
rauca- do de Ce.lio e d liras e-peradas dentro n",ir,:l 'Tff" ''" "
... .muro, baixarara d, l'0 a 2/0 em 112 libras al- ? nno s,; ''" M\\"' r l"' "'"*' :'
li
em
guias quabd ol ras pussessOes inglezas : su-.en-
tou se prm o liom ordinario, e conservndose ur-
ies os possuidores do do Brasil, o pequeo nego-
cio que se fez foi por precos mais altos, a saber,
por trato particular urnas 1,000 saccas do Rio, bom
ordinario e ordinario superior, de 70/0 a 72/0, e
em li-ilo 900 saceos, pelo Den. com avaria no mar,
de 68/6 a 70/6, preos relativamente altos.
do coinmercm. d.'-i rida le dn l!.-.-ife. ea
provincia de I' niaod.o. a i azfl $.
M. I. e C. oSr. h. Pedr II a ama i> i- guar-
de ele
Faco saber a^s que i prcen! rdiial \irrm e
a mv-m
mais aVr. em praca pnbKca d-'-ic aM na >ala *aa
auditorios U que represi na n*r Irinta I
mais n menos, avallado por 70M n anal I i pe-
nhorado por e\ecuco do lr. 'ibi.-l S. -r. lit-
pusu da Cunara a Jo- IItguio d>- Mir.nt la : o ae
liav.-ndo lancador qie cu! da av,H^o
n arremalaca sera feila i .da adjudira-
! cao com o alaiimenio da lei
A procura para a America do Norte e as noticias E para que cliegue ao ronh<
recentes do Rio ilos diminutos embarques para a mandei pas-ar edm > que
pa-sivos enteraos 3 /<.. 35 1/1 a 35 3/4 Europa, tem feito c un que os imiioriadores elevem ,npren-a e aixa.ios n ,- ln,r. i rsH
por 100 as suas preteneoes para cargas no mar, e estabele-; Reeife, 19 de abril de IW4, W di md -telen
Uollandezes (Fi. l2-tl)4u/0. lOOaloi por .2 100 cerara-se procos mais altos Qzeram-se as tegain- :Cja e ,*,, imperio do RrW
ex div. les vendas |>.oa .xew-York: En Manuel Mara Rodrigues do Nasciment I
2 V-, /,) 64 a 65 por 100 Leopoldo 2.180 sacros do Rio, cuja quabdade mal crjvo. o subscrevi.
Italianos (I'rs 26JE I) 5 %. 66 7/8 a 671/8 por 100 ebega a Gool First a 69/6 na cosa, pagando os Msfls de M I -pe.
Mexicanos com atrasados desde juiho 1854 inclusi- compradores o augmento de frete e seguro. ___________^______________
va 3 %. 45 7/8 a 46 1/8 por 100 Para 3,000 saceos do Rio Channel First, reven-! ~M~M~g~*"
Xova Granada 3 % diferidos juro actual 2 %, 30 didos; o preco desia revenda nao transpirou; del
a 31 por & 1B0 : modo qae ;.s cargas do Rio Good First, ja pdetn
Porlugnezes, 1853, 3 %. 49 1 8 a 49 3/8 por 100 cotar-se de 69/0 a 70,0 para o Continente. -------------
Dos 1856 -1863. 3 "/o. 49 1/8 a 49 S/S por 100 Venderam-8e em Liverpool uns 200 saceos do
Dos. 1863. cant. 3 %. 1 a 1 1/2 pr.
Russos 1822 5 %. 90 a 91 \m KHi
1862 5 /o. 90 1/2 a 911 2 por 100
4 Vj %. 87 a 89 por 100
3 o/0. 55 1/2 a 56 1/2 por 100
Sardos 5 %, 83 a 85 por 100
Turcos, 1854 6 o/, 93 a 94 por 100
DECLBiCOES.
1858 6 %, 69 3/4 a 70 1/4 por 100
1862 6o/071 1/2 a 72 por 100
1863 6 /, 67 a 69 por & 100
d'ouro-
100
Conselho ailmlai.nirI-o.
O conseibo administrativo para fornecinc-nto
An>rihoitn pciioral <1e kenp.
Alegrem-se todos aquelles que por espaco de
annos Inteiros, teem vivido agoniados e afllictos
pelos sofTriinentos da asthma e dos bronchios.
Este exeetlnte e inoftensivo remedio Vegetal allaj
ca promptamento c com invariavol securanc.), es*
sas molcslias mesmo as suas palores formas. A
ltio.de 68/6 a 70/6, conforme a qualidade.
Oco.Nestesdias passados atlrahiram alguma
allenco os precos relativamente baixos do da Ba- arsenal de guerra tem de contratar es lea n- ahv
hia. e venderam-se 400 saceos a 43/6. menucios para a companbia dos menor.- i
Venderam-se em Liverpool 100 saceos da Bahia nal' guerra nos mezes de maio e junho do cur-
de boa qualidade, a rhegar, a 42/0 no raes, bem re"l a,,no ... .
como 670 saceos em ser e 100 saceos a cheaar, a ''. *ao de onCaii- pmacna, rnanl'-.^ i franr. n. rea
precos que nao transpiraran). hysson. assucar refinado de 2" son-, rare nn ra.
carne verde, carne secca, familia, da trra, f. ijio
Jacaranda.Entrarara 378 pecas da Bahia. No proto ou mulatinho, toorinho de Uaa, ar.-iir Je
imei-nos'7\i..ii'iniie d'ouro l) fi "'. 53 ('ii* $ venderam-se em leilao ninas 10 toneladas da Lisboa, vinagre idem, arro? de Mar.iiihao'Wj|liL
' sBa 53 S or S160 | Baniil a ^ II, e 5 toneladas a 7 15/0. O mer- Para o arsenal de pa-rm.
V'enezuelanos 3 "/ juro nasavel 2 "/,. 23 3/4 a 24 ci^ esta ma's urme alsiuma cousa. mas por em- Folhas de Flaudres finas ,w 26 |iollrjrad-is de
1/4 por 100 j quanto as nossas cotacoes continuara nominaes. comprimento e 19 ditas de largura, caixas |0 : iti-
a 1862 6 % 59 a 60 por 100 i Existencia 2,849 coucoeiras do Rio e 7,861 ceu- tas de ditas de 24 poilegadas de comprmeme e II
Bancos coeiras da Bahia. j ditas de larxo, 10 caixas ; dilas aammaja lina.-, at
Banco Brasileiro e Portuguez. 3 3/4 a 4 pr. por ac. Wo-Bra.-il.-Sem alteracao. caitas costados de ainarelb. il^SiS pafcaa
Raneo de Londres e do Brasil 49 1/2 a 201/2 Goiires.Suslentam-se os salgados do Rio Gran- de comprimento e 12 a 14 poiie-ndas ib- lare. ;
Banco de Lon. Bnenos-Avres e Rio daPrata, 10a de, esiando quasi e.-gotada a existencia : para car- co-ladinbo de dito (le 26 a 28 pal.n.x< de cni^-
12 premio por accao.' *as no mar na alguma procura. Dos seceos do Rio ment e 16 a 18 |Killegadas de largo, ft.
Grande o mercado est desprovido, havendo tam-j Para o laboratorio.
bem alguma procura. as mais qaalidades do Bra- Enxofre 2 arroba-, alnxd em um aaifiadaada dua
sil houve po'.iro movimento. 'caadas, panella de ferro pepi-na I, gnima de
Cambios. As letras sobre o Rio de Janeiro fo- mandioca I arroba, pedra hunH-2li'ra- imta prje-
: ram procuradas a 26 1/4, mas houve falla absoluta ta I frasco, obreias 1 caixa, livros i deltas. Na praca de hoje o cambio sobre Lisboa papel pautado, carga e descarg* 2.1 mo de .t ls-
regulou de 52 I 8 a 52 3/16 com falta de papel So- Ihas para coma correte, dilo ~L*g I1*" ,e"
bre o Porto efTectuarainse. urnas 10,000 a 52 1/4 glstro de utencilio> 1, salitre fino v* nnr
e outra quantia igual a 52 3/8. Quem quizer vender taes ob] etaa.
Metaes preciosos.Nestes dous dias. passados o as suas propestes em caria leetiaoa
mercado de prau em barra esteve um Unto ani- do ronselho, as 10 horas da manlua
mado, Icorrente. --------------
P <. -O mercado fecha-sesera animacao, mon- Sala das sessoes do ennsidho administrativo asra
tando as vendas de haie a 7,000 saccas, inctuindo forneciraento do arsenal de guerra l". de aKrl de
400 sacras de Pernambuco de 26 d. a 26 8/8 d., e 1864.
70 saccas de Macoi a 25 1/2 d.
Assucar.Em conseqoencia das alleracoes nos
(Wreifos ftrofiosfas hontem a noitS pelo ministro da
azenda, re.iesiram-se hoje tranftce3es com subi-
da de 1/0 a 1/6 em 112 libras dos precos cima,
mspnr euiquanto dilhcil antever a marcha fu-
tura do mercado. A carga pelo Esperanza aoima
mencionada foi revendida a 31/3.
Cambios.
LisbAa 3 m/d, 52 1/8 a 52 3/16 por
Porto 3 m/d, 52 V, a 52 3/8 por
Rio de Janeiro 60 d/v, 26 i/4 |>or 9? nominal.
Amsterdam 3 m/d, 1119 a 11 19 1/4 por ?.st.
Hamburgo 3 m/d. 13 7 1/4 a 13 7 3/4 por
Puri< 3 m/d. 25 65 a 25 60 por
3 ti/v, 23 15 a 25 25 por
Marselha 3 m/d, 25 55 a 25 60 por l
Genova 3 m/d, 28 67 1/2 a 25 72 1/2 por
Trieste 3 m/d, 11 90 a 12 DO por
Vionna 3 m/d. 11 90 a 12 00 por
Madrid 3 m/d; 48 1/4 a 48 peso
Cdiz 3 m/d, 48 a 47 3/4 peso
Mfltaes preciosos.
Ouro, em barra, de lei 77 s. 9 1 2 d. n. onca de p.
amedas brasileiras novas 77 s. 8 d. dem.
Oncas hcspanbolas Ti s. 0 d. idem.
patrias, 74 s. 0 d. a 74 s. 6 d. dem
Prata em barra, de lei 5 s. 1 3/4 d. Me.
Patacas iih-xicanas5s. 3 1/2 d. idem nominal.
Columnares, Carotas 5 s. 1 d. dem
Crusados novos 5 s. 0 1/4 d. firme.
Pecas de 5 francos, 5 s. O d. idem._
Gneros de importacao.
Algndao de Pernambuco. 24 d. a 27 1/2 d. por Ib.
nominal,
do Maranhao. roda, 25 3/4 d. a 28 1/2 por
Ib. nominal.
. maquina, 25 3/4 d. a 23 1/2 d.
por Ib nominal,
apres-iM-i
na .errfarm
s 10 horas da man,aa do dia 30 d
Antonio Pedro dr M Barreto,
Coronel pre.-idiviie.
Scba-Hilo Jote B.isifia Pj/rrka.
vngal secretario.
Crrelo gera!.
Pela adminisiracao do correo de-la ndad^ se
faz publico que em virtude di convenci portal.
Juntamos nina tabella das alteracdes propostas.' celebrada pelos governos brasili iro r fram-ez, aa-
A> alteraoSos impastas sao como segu : rao expedidas malas para rianem no da 30 durnr-
Refinalo, no Holland.'Z, 19 e 26, dreto actual, rente pelo vapor francez F^tninadurr As rarias
18/4 |wr 112 lib., direito proposto, 12|10 por 112 ser* receladas al 2, Oras ante da que Inr mar-
libr..s. i cada para a sabida do vapor, e os jornae a# % mv
Igual a branco purgado, no Hollandez, 15 a 18, ras antes,
direito actual, 16j0 por 112 lib.. direito propsto, l Admlnisiracao do correio de Pernambore I* *
li;8por 112 libras 'abril de 18640 administrador,
Igbal a mascavado purgado, no Hullandez. H a I Domingos dos Pao* Mlraada.


i

\
Mario de Pemtultuto Sexta felra de Abril de t**4.
res-
Consulado de Portugal ta e ordem, para esto fijn autorisado pelos
Por este consulado faz-se publico 3 conheci- pecti^SKO^etanos; sao convidados, os prcten-
==
ment de quem interessar, que no da 2 de maio
prximo futuro ser posto em praca publica, na
porta da associacao com inercia I, o escravo Tho-
m.rrioulo, de 12 annos de idade, pertencente ao
espolio do linado subdito portuguez Joo Baplis-
ta da Rocha, hyoothecado por escriptnra publica
Antonio Alberto de Souza Aguiar, para ser arrema-
tado por quem mais der, sobre o preco de 1:1004
por que foi avaliado.
Correto geral,
Pela admlnislraco do correio desta cidade se
faz publico, para os lins convenientes, que emvirtu-
de do disposto no arl. 138 do roguiamento geral
dos correios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9
do decreto n. 185 de lo de maio de
ceder o consumno das cartas existentes na admi-
nistraco, pertencentes ao mez de abril de 1863, no
dia 3 le maio prximo s 11 horas do dia na por-
ta do mesmo correio, e as respectivas listas se
acham desde ja expostas aos interessados.
Administraeo do correio de IVrnambuco, 23 de
abril de 18G4.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
denles ao previo 'exame,
Yeitar a opportunidade.
pelo que devem apro-
1 i
Vclhc e
DE
sitio na Capuuga
tres escravos.
O agente Simoes far leilo de um sitio no lu-
gar cima indicado, na ra da Ventura, n. 16, em
direceo ao porto Lasserre, tendo60 palmos de
frente e 700 de fundo, com casa terrea assobrada-
da do 30 palmos de frente e 7o de vo com 2 sa-
, las, 4 quartos e cozinha ; fazendo a mesma casa
.1? _'..s^i)' '2 frentes com terracos, como tambem no interior
do sitio tem 3 quartos para pretos, inclusive um
que serve de coebeira, e algumas arvores fruc-
tferas : os pretendenles que quizerem examinar o
referido sitio antes do dia, vespera do leilo, po-
dem procurar as chaves no escriptorio do dito
agente, pois que naquelle dia, das 9 as 3 da tarde
elle estar exposlo aos concurrentes.
O mesmo agente por conta de urna pessoa que
se retira para fra, vender em leilo os escravos
THEATRO
DE
S. ISABEL
EHPREZA
GERMANO k C01MBRA.
Recita da asslgnatura.
SABBADO, 30 DE ABRIL,
Reprcsentar-se-ha pela primeira vez neste thea-
tro o magnitfco e interessante drama em quatro
actos, do Exm. Sr. conselheiro Alencar,
0 eimrsao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimao para a ra das
THEVTKO
DO
abril de 1864.
Joo N. A. Macil,
Io secretario.
seguimos : Marianna, naco, 40 annos, perfeita I trah[rA" "n-rta" rTarlpTlV
quintandeira; Antonio, naco, idade 30 annos, e l
Sebastio, crioulo, 30 annos : todos sadios.
Sexta-feira, 29 do corrente, as 101|2 horas da
manba, a porta do armazem dos Srs. Palmetra &
Bellrao, largo do Corpo Santo.
LEILO
Xo dia do corrente.
Aureliano Augusto de Oliveira far leilo por
autorisaco do Illm. Sr. inspector da alfandega c
por ojdem do capitao da barca inglcza Mount Ver-
non, e na presenca do Sr. cnsul de S. M. Britn-
nica e dos Srs. Saunders Rrothers & C. agentes
de Lloyde, do casco e mais objectos salvados da
dita barca, encalhada em Ponta de Pedras.
O leilo do casco ter lugar na porta da asso-
ciacao Commercial Beneflcente, e o dos objectos
salvados no armazem do Sr. baro do Livramento,
no caes d'Apollo.
Principiar s 11 horas da manhaa.
LEILO
PEItSO.VAGENS.
Dr. Lima.............. O Sr. Thomaz.
Jorge.................. Lisboa.
Gomes................ Porto.
Peixolo................ Pinto.
Viente............... Teixeira,
Elisa................. A Sr." D. Camilla.
Joanna................ D. Mara Pontes
A scena passa-se no Rio de Janeiro.
poca1853'.
Dar flm ao espectculo com a comedia em um
acto,
POR CAUSA
DE
DE
Hobilias, crvslaes, cofres de ferro, ma-
chinas para costura, relogios. pia-
nos, santuarios, candieiros a gaz c
urna porco de formas c mais per-
tences para fabrica de velas.
iio.ii:
Sexta-feira O do corrente s
Vi horas do dia.
Vi arinazem (ra da Cadeia n. 18.
O agente Olympio far leilo de mobilias, pia-
nos e muitos outros artigos para fechar contas de
venda.
KPj
Jos de Aquino Fonseca, Thomaz de Aqui-
no Fonseca e seus filhos, Concalo Jos Af-
fonso e irmaos, agradecem crdealmente a
todas as pessoas que se dignaram assistir o
funeral de sua presada esposa, ora, irmaa
e conhada, convidam anda os seus bons
amigos para o caridoso e religioso acto da
mlssa no stimo dia, antecipando desde j o
reconhecimento por to piedoso concurso,
s 7 horas da manhaa do dia 30, no ceroiterio.
UM PAR DE BOTAS.
Comecar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xaregaco costeira a vapor.
Parahjlia, Natal, Maeo, Aracaly, Cear Acarar e
(irauja,
No dia 7 de maio prximo s
5 horas da tarde segu o vapor I
Pertaumga, commandante Rates,
para os por tos cima indicados. |
- LEILA0
de 100 caixas com ceblas.
Iloje do corrente, ao nielo
dia ciu ponto.
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem pertencer de 100 caixas com ceblas rc-
centeniente desembarcadas do brigue portuguez
Corimba e existentes no armazem do Sr. Annes,
, em frente da alfandega, onde se affectuar o leilo
, ao meio dia em poni.
30
duzias
DE
Recebe caiga at odia 6. Encom-
menda-;. passageiros e dinheiro a frete at o dia
da sahida s 3 horas da tarde : escriptorio n.
Forte do Mattos n. i._____________________
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do sul
at o da 30 do corrente o vapor
Apa, commandante o primeiro
tenente A le n forado, o qual de-
pois da demora do coslume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das'e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
de frascos
de Colonia,
com
agua
Sabbado 30 de abril.
O agente Piolo far leilo, por conta e risco de
quem pertencer, de urna caixa com 30 duzias de
Cruzes Sobrado n. 36, pri- Socicdade dramtica aielpomcne Per
meiro andar, 'por cima do o sr. director SSr'is. socios *
armazem Progresista, aon-S^Ko^^
dA (\ MHMH4a nt\mt\ nnmiiwn Manoel Mendes.Os socios que estiverem quites
U O dUldltU) OmO Sempre com a caixa da sociedade podero dirigirse ra
tVPftmTVfo fl illllmiAT hn-na na- Nova n. 9, para receberem seus bilbetes. Secreta-
pruiJipiU a qudiquei Ora pa- riadasociedadeMelpomene Pernambucana. 28 de
ra o exercicio de sua pro-"
fissao, chamado por escripia.
Aos 5:0O0000
Corre lioje.
Sexta-feira 29 do corrente mez se ex-
primeira lotera
da matriz de Barreiros, no consistorio da
igreja de N. S. do Rosario da freguezia
de Santo Antonio.
Os bi metes e mejos acham-se venda na
respectiva thesoararia a ra doCrespo n.
15 e as casas commissionadas.
Os premios de 5:000000 at 100000
serao pagos urna hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguipte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
Antonia Jos Rodrigues de Souza.
CASA DA rOKTUiU
AOS 5:000,000
Bllhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costuiue
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
to felizes bilhetes garantidos os de n. 2030 com a
sorte de 10:0005, n. 2973 com 5005 e outras mui-1
Us sortes de 2003, 100$, 403 e J05 da lotera
que se acabou de extrahir a beneficio da matriz
de S. Lourenco da Matta, convida aos possuidores
de ditos bilhetes a virem receber seus respectivos
premios seni descont em seu estabelecimente
ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto a venda os novos e afor-
tunados bilhetes garantidos da marta parte da
prmeira lotera da matriz de Barreiros que se ex !
trahir sexta-feira 29 do corrente.
Os premios sero pagos como de costume.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 63000
Meios......... 330OO
Para as pessoas que compraren)
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 53500
Meios......... 25750
Manoel Martins Fiuza
Precisa-se de urna ama escrava para servr
em casa de familia, na ra da Gloria n. 44.
4MA.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na praca do Corpo Santo n. 17, terceiro
andar.
Precisa-se alugar um escravo para trabalhar i
nesta typograhia, diaria, semanal ou raensalmen-
te, conforme agradar : na livrana ns. 6 e 8 da
praca da Independencia.
GRANDE FABRICA
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
4-RITA DO CRESPO-4
i
Esta fabrica, a mais antiga e acreditada d'esta capital, acha-se de doto ntoatada.
variado sortimendo de chapos de sol inglezes e francezes, assim como de lodo qoaMo 4a
; sua profisso, como seja superiores sedas, alpacas e panno de lutos as cures e iimlifciTT
imacoes e mais preparos para apromptar chapeos de sol vontade dos fr."ueze< que se ntxtm
honrar este estabelecimento.
I Cobre-se e concerta-se toda e qualquer qualidade d'esies arligos com a maior nerlt t *<-
leza, e ludo por precos muito rasoaveis. r*"
Bonito sortimento de bengalas precos cemmodos.
4 Ra do Crespo -- 4
Amm3m
>s
Armazem de fazendas
i rmandade io ni vino Es-
pirito Santo.
De ordera da mesa regedora convido a todos os
nossos irmaos comparecerem em nosso consisto-
rio domingo Io de maio prximo futuro, s 9 horas
da manhaa, aura de que constituida a mesa geral,
proceder-se a eleicao da mesa que tem de reger a
irmandade no futuro anuo de 1864 186o. O ex-
tracto da consulta a que procedeu o conselho fiscal,
para os differentes cargos da mesa regedora, acha-
se afllxado na porta da sachristia de nossa igreja,
como determinado pelo art. 101 dos estatutos.
Consistorio dairmandade do Divino Espirito San-
to 27 de abril de 1864.O escrivo,
A. A. dos Santos Porto.
Jos Antunes Guimares e sua familia reti-
ra-se para Europa nada deve, se porm alguem
se julgar seu credor, queira apresentar a compe-
tente conta durante esles oito das, que prompta-
mente ser paga. Recife 27 de abril de 1864. .
Custodio, Carvallio & Companhia.
9 RA DO Ol i:i ?l l lio 9
Cirandc pechlncha.
Cambraia branca lavrada propria para vestidos e cortinados pelo toral privo e
cada peca.
Toalhas de linho adamascada para nn-sas a 35500 e 45 cada nina.
Guardanapos de linho franjados a 33 a dnzia.
Toalhas de linho para rosto a preco de 43, 45500 o 125 a duzia e una 360, W r 15.
Outra pechlncha.
(ambraia escura verdadeira organdys a jireco de 240 rs. o ovado.
Baloes para senhoras e meninas a preco de 25500 o 35 cada um.
Fil de linho liso vara 500 rs.
Panno de linho do Porlo com 10 palmos de largo preprio para leuces vara 25.
H
R0SARI0--3
A VELHA ENCYCLOPEDICA
Respeltavel estabelecimento de fazeadas ra m
Crespo numero 19.
DE
JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecido a protecro das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
0proprielario nao descanca um s momento para bem servir aos seus frerwies fa-
zendo encoramendas para
Inglaterra, Franca, Suissa e Allemanha
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
le vende-as por precos que admiram.
Aviso.
Todas as pessoas que se julgarem devedoras de
medicamentosa botica do fallecido Manoel Antonio
Torres at o dia 31 de dezembro de 1861, queiram
pagar no praso de oito das, da publicaco deste,
na ra Diroita n. 6, ou pessoa que apresentar os
documentos, e as que nao cumprirem, serao cha-
Francisco Pinto zorio contina a col-
locar dentes articiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Importunle eslabelcciuienlo
DE
Fazendas
frascos d'agua de Colonia, s 11 horas em ponto ^"=."?. > -= w
! do dia cima dito, no armazem do sobrado da ra Imadas a Jn,z0 sem excepcao.
da Cruz n. 9.
(Em coBtinnaco)
Segunda-fera 2 de maio
A' ra da luiperatriz n. 9.
J. J, Keller, tendo de retirar-se para a Europa,
Aira leilo por iotervenco do agente Pinto, e para
liquidaco de ricos estojes de mathemalica, linos
ferros e instrumentos para mdicos e dentista,
do
lotiSo^ra^^^
onio Luizde unxeira Aze\eao & u.---------------- existentes na sua loj da ra da Imperatriz n. 9,
COMPANHIA BBASELEIRA devendo principiar o leilo s 10 horas em ponto
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlos do norte esperado
at o dia 1 de maio, o vapor
Cruzando Sul, commandante o
eapilao de mare guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra do coslume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.__________
09IPMHIA
MESSAGERIES IMPERIALES
No dia 30 do
corrente espera-
se dos porlos do
sul o vapor fran-
cez Estremadu-
re, commandante
Favier, o qual
depois da demora
do costume se-
guir para IWdeaux tocando em S. Vicente e
Lisboa.
Para as condi^oes, frelcs e passagens trata-se
na agencia ra do Trapiche n. 9.
Ilha de H. .HigneL
Sahe com a maior brevidade o patacho portu-
guez Soten, ainda recebe alguma carga : a tratar
com o seu consignatario, na ra de Apollo n. 4.
Para Baha vai sabir em poucos dias com a
carga que tiver o veleiro patacho D. Luiz, capi-
lao Jos Teixeira de Azevedo, quem no mesmo
quizer carregar pode dirig'r-se aos consignatarios
Palmeira & Bellrao, largo do Corpo Santo n. 4,
primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro
O patacho Bebeiibe pretende seguir com muita
brevidade, tem parte de seu carregamento promp-
to : para o resto e escravos a frete, para os quaes
tem excedentes commodos : trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no seu escriptorio ruada Cruz n. 1.________
PARA LISBOA
Vai sahir com brevidade o patacho portuguez
Mara da Gloria, capilo A. de Barros Valente :
para carga e passageiros, trata-se com E. R. Ra-
pello, ra, da Cadeia n. 56. __________
no dia cima dito.
LEIIiAO
de ricos jarros, porta-jolas, Cru-
teiras, porta-relogios e mui-
tos outros
Objectos de nanuoie.
2 de maio.
Das C horas s 9 da noite.
O agente Pinto, autorisado pelo Sr. Keller, far
leilo sem reserva de preco de todos objoclos de
marmore cima mencionados existentes em sua
loja na ra da Imperatriz n. 9, das 6 s 9 horas
da noite do dia cima dito.
Em tempo declara-se que faz-se todo e qual-
quer negocio com a armaco e movis da mesma
loja.
Precisa-sede um rapaz de 12 16 annos, ou,
ura homem de 30 40 annos : na ra da Concor-
dia n. 38, das 3 hora cm diauc.
Machina de vapor, propria para mover ma-
china de descarocar algodo e para padaria, ou
qualquer (nitro machinismo que precise de forca
de 2 at 3 cavallos : para ver e encommendar os
dentes, pode-se dirigir ao Sr. Antonio Maia de Bri-
to, fabrica de cigarros vapor na ra dos Quarteis.
socTeade
[ Uiio Beneficente dos Ar-
tistas Selleiros em
Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente convido aos senho-
res socios effectivos para se reunir em assembla "
geral atim de cumprir o disposto na ultima parte ;
do art. 32 dos estatutos, domingo 1" de maio, s
11 horas do dia.
Secretaria da sociedade Unio Beneficente dos.
Artistas Selleiros em Pernambuco 27 de abril de
1864.
Auspicio Antonio de Abrcu Guimares. j
1" secretario interino.
Por ordem da mesa regedora da irmandade
do Divino Espirito Santo, erecta no convento de'
D-se 2:0005 sob hvpotheca em predio nesta S. Francisco, convido a todos os nossos irmaos !
praca : a informar-se na ra das Cruzes n. 42. j comparecerem domingo 1 de maio de 1864, para,
------- .rrr^:j----------------------* reunidos em mesa geral, elegerem a nova mesa
- Anda esta para se vender um carro com vi-1 para (( amo de ,86f &
DE
tteda, la. linho e algodo.
de
Ra do Crespo numero 19.
RECIFE.
Vende baialissimo.
Importante estabtlfdmenU
DE
Fazendas
di:
Seda. la. linho c algodo
de
Ra do Crespo numero 19
RECIFE.
Vende karalissin*.
Grande armazem
tintas.
Ra do Imperador n. 92.
Vende-se as seguintes essencias.
Essencia de rosa do Oriente.
de Franca.
> de Jasmim fino (espirito.)
t limo lino.
>'erolyfino.
> alfazema.
aspic fino n. 1.
ordinario.
mbar (espirito.)
patchouly
mil flores
> > alcoraiv.n.
Portugal.
> > lima.
cravo da India.
> > bergamota superfino.
bagos de jumpiro.
> bouquet superfino (espirito.)
> > aniz superfino.
84Largo da Santa Cruz84
No grande armazem de molhados denominado Aurora llrilhanle, o respeiiavel pu-
blico encontrar semprc um completo sortimento dos melhores gneros alimenticio-
vem 10 mercado e por precos sempre commodos como se v da tabella mjmm :
LISBOA
O brigue portuguez Corumb segu oom brevida-
de, pode receber alguma carga a frete e passagei-
ros : trata-se com os consignatarios Marques, Bar-
ros 4 C, largo do Corpo Santo n. 6, ou com o ca-
pilo Henrique dos Santos Fernandes.
Coutinuaco
DO
LElLAO
Do armazem de cabos, ra do Viga-
rio n. 1.
Terca-feira 3 de maio, por causa de nao haver
tempo, nao se pode acabar o leilo de cabos
e mais mercadorias existentes ueste armazem, que
ter lugar sem limites, pelo maior preco, tera
feira 3 de maio vindouro, s 10 horas da manhaa
no mesmo armazem, ra do Vigario n. 1.
dracas, proprlo para particular, e com arreos no-
\ vos de metal principe ; e tambem se vende urna
, bella pare I lia de cavallos rucos, gordos e gran-
; des, muito trotadores, e na sella andam de baixo
at meio. e bons no cabriole!: ver e tratar, na
' ra do Cotovello, padaria n. 31. ___________
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com-
prar : na ra de S. Francisco n. 7.
ATTEN(M
O abaixo assignado, administrador da massa fal-
lida de M. M. de Almeida, e liquidalario da firma
Mamede & Martin.-, pede aos devedores destas duas
firmas de pagarem os seus dbitos uo praso de oito
das, e nao fazendo proceder a cobranca judicial-
mente. Becife 26 de abril de 1864.
Andr de Abreu Porto.
Manoel Cardoso de Souza.
Escrivo.
James Anderson, subdito
se para Europa.
britannico, retira-
Alugam-se duas casas terreas sitas entre as
duas pontes da Passagem, com 4 quartos, cozinha
fra, cacimba, e quintal murado : quem as preten-
der, dirija-se ao pateo do Carino, loja de tartaru-
gueiro-n. 2, ou no sitio do Cajueiro junto ao Hos-
pital Portuguez : a tratar com Manoel Antonio da
Silva Bios. I
Precisa-sede urna ama que compre e cozinha
para casa de homem solteiro, prefere-se escrava :
na ra do Queimado n. 13.______________________
Dous lypographos habilitados, naturaes desta
provincia, se encarregam de qualquer empreza ty-
pographica fra da provincia, mediante um seguro
contrato : a tratar na ra Direita, loja de barbeiro.
LElLAO
DE
Urna machina daguerreotypo.
O agente Almeida far leilo, por cont e risco Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos j Perdeu-se urna letra de 400,8, aceita em 26
de quem pertencer, de urna machina de daguer-', Teixeira de Mendonca Belm, nesta tvpo- do corrente pelo Sr. Joo Simoes Pimenta, a ven-
reotypo com os seguintes perlences: II molduras eraDhia icer em 26 de seIemDro deste anno ? desconfia-se
grandes e pequeas, 32 caixas bordadas de diver-1 _____!_____________________________________ (lue fra aupada por algum espertalho ; por isso
sos tamanhos, 14 quadros sonidos, 4 molduras de No caf restaurand do commercie ra do se l)revine ao aceitme que a nao pague, e se faz
publico que ella nao pode ser negociada por o pro-
, 4 molduras de j No caf restaurand do commercie, ra v
papel, 87 vidros sonidos, 9 vidros com varios liqui- Trapiche Novo n. 22, alugam-se quartos mobilha-
dos para preparacoes, 5 garrafas com preparacoes, I dos por mez.
i ruml de vidro, 1 copo de dito, 1 vidro de grao, -------tt------ttt
1 batanea. 0 molduras fani-ad uhac n,,n ua-se 10:
LEILOES.
HOJK
Sexta-feira, tu de abril, as II
horas.na ra da Cadelau. 53
Na na Direita n. 88
de um sobrado do 3 andares, e soto em chao
foreiro ; outro na mesma ra, n. 65, de um andar,
foreiro, o a casa terrea n. 37, sita na ra do A-
rag.o, foreira.
Pelo agente Euzebio se vendor em leilo pelo
maior prceq p predios cima doscrlpios, por con*
balanca, 9 molduras douradas, 2 taboas, 2 caixas
para conservaco dos objectos, 1 cavalete para a
machina, 1 caixinhacom tint, 2 pinceis,uma por-
co de papel para os retratos.
Terca-feira 3 de marco
X armazem da ra da* Cadeia
do'llcclfcn. 48 s II horas do
da. _____________________
leiEao
DE
PREDIOS
O agente Almeida competentemente autorisado
far leilo de um sobrado d'um andar e soto com
dous armazens, e janellas para os oites no sobra-
do e soto, com commodos para grande familia, sito
na ra de Apollo n. 8, assim como de tres casas
terreas na Capunga ra d'Amizade, em muito bom
estado por serem novas, contendo todas 2 salas, 2
quartos, cozinha fora terrago quintal um cacimba e
urna dellascom 2 grandes quintaes.
Terca-feira 3 de maio do cor-
rente anno no armazem da ra
da Cadeia do Recife n. 48 s
II horas do dia.
O mesmo agente se prest a dar qualquer escla-
recimento que exigirem tendente as mesmas casas.
00 a premio sobre hvpotheca em
predios nesta cidade: a fallar na ru do Crespo,
loja n, 17.
Ao publico.
Silvino Guilherme de Barros, sendo hoje o por-
tador de qnasi todas as letras aceitas por Francis-
co Antonio de Oliveira pela importancia da compra
do engengo Guerra, sito no termo de Ipojuca, pro-
movendo j execuco contra o mesmo Oliveira por
algumas dessas letras de qnantia superior a vinle
sete contos de ris, e que a respeito de
outras que se vencero, de importancia maior de
48:000000, trat de promover a sna cobranca
pelos meios judiciaes, para o que j foi citado, pre-
vine que ninguem faca negocio ou outra qualquer
transaeco com o sobredito engenho Guerra, escra-
vos, animaes, utencis para o fabrico de assocar,
safra, que tudo est hyoothecado para garanta do
pagamento das letras aceitas pelo dito Oliveira pela
compra do referido engenho na importancia de
245:500$, afim de que qualquer fique logo certo
que algum negocio ou transaeco que fizer, ser
nullo. Becife 25 de abril de 1864.
prietario a nao ter traspassado,
parte.
e j ter recebido
Precisa-se de urna ama para dar leite : na
ra da Santa Cruz n. 10.
AVISOS DIYEBSOS.
O abaixo assignado, tendo muflo breve de se
retirar para fra do imperio, faz sciente aos pro-
pietarios que tenham cartas de fianca de inquili-
nos por elle passadas, hajara de exigir ontras no
praso de lo dias, a contar do prsenle; dessa data
j em diante nao se responsabilisa por seraelhantes
cartas.Francisco Alves da Veiga._______________
Francisco Alves Monleiro Jnior, depositario
da massa fallida de Jos Antonio Soares de Aze-
vedo, convida aos credores da mesma para rece-
berem a importancia que lhe compele em segundo
Precisa-se de um menino de 14 16 annos
paracaixelro, que tenha pratlea de taberna e dlrateio, no pnuo de 15 "dias, e find este, qualquer
fiador a ua conducta : na jna larga, do Rosario i quanlia que dcixe de pagar ser recolbida ao de
numero 50. | p^jto gera|. Ytecife 27 de abril de 1864.
Troca-se um santuario de Jacaranda com 5
imagens, tudo do gosto moderno e com perfeico :
quem o pretender, dirija-se a ra do Queimado
numero 71.
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
l'choa e margem do rio, pouco adianto do Illm.
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras acommodaces; e
outro dito no Monleiro, em frente ao oito da igre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
algumas | Mj rua ,j0 Crespo n. 15, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.__________________________t__
Aluga-se um carro de 4 rodas, da alfandega,
com um boi : quem pretender, dirija-se rua da
Florentina, casa da esquina que volt para Santa
Isabel. _________________^__.
ttenco.
O abaixo assignado tendo' arrematado as divi-
das activas do finado Manoel Joaquim Dias de
Castro e as dividas activas da massa de Castro &
Amerim compradas pelo mesmo finado, sendo-me
hoje pertencentes, rogo a todos os devedores do
mesmo finado para virem pagar seus dbitos na
rua: da Senzala Nova n. 9 ou na rua da Cruz n.
11, no prazo do lo dias a contar desta data, do
contrario sero obrigados a pagar judicialmente
nao se attendendo a reclamaco alguma. Recife,
26 de abril de I8C4.
________ Jos Francisco Pires.
Faz-se comida, almoco e janlar, para casas
particulares, e caixeiros, com aceio e perfeico,
por barato preco : a tratar na rua da Florentina
numero 36.____________________________________
Aluga-se a loja do sobrado da rua das Laran-
geiras n. 13, propria para qualquer estabelecimen-
to : a tratar na rua da Cadeia Yelda do Recife n.
1, Io e 3" andar.
Manteiga ingleza flor a libra a 800 e
Dit segunda soTte a 610 e
Dita franceza a 600 e .
Dita dita em harris e meios a 550 e
Toucinho de Lisboa arroba S^SOO
e libra a.....
Chouricas novas a libra a
Queijos do reino novos a
Cha hysson muito superior a libra
Dito dito mais abaixo a 2&, 2400 e
Dito perola a libra .
Dito prete muito fino a .
Dito mais abaixo a 15600 e .
Caf de caroco primeira qualidade
arrob:. 9j> e libra
Dito mais abaixo arroba 83500 e
libra .
Arroz do Maranbo o melbor pos-
sivel arroba 35200 e libra .
Dito da India arroba 25800 e libra
Alpiste arroba 45800 e libra .
Pataco arroba 55 e libra
Fariha em saceos grandes igual
a de Muribeca ....
Charutos linos caixado 100 a 25500
35 e......
Bolachinhas de soda arroba 640 e
Latas com ditas muito novas a
Ditas pequeas de varios formatos
Latas com peixe ensopado de post
Dilas com ostras a 720 e .
Ditas com marmelada a libra .
Ditas com ameixas francezas a
15400,25200 6 ....
Caixinhas de ditas com bonitas es-
tampas a 15600 c
Ditas com figos ....
Latas com fruclas em calda .
960 Latas com massa de lmales n'va a
7-20 libra tm
640 Boioes com graxa '.<' 3*
560 Duzia de latas de grava a lil
kUssai para sopa a 4*0
320 Ameixas francezas libra ... fiM
720 Passas a...... w
:-(KW Figos de comadre novos a 31
3-5000 Sotes arroba 4-5 e libra 160
25560 Amendoas a 320 c 3*>
3-5200 Azeitonas de El vas em frascos a MO
25500 Conservas francezas e ingbzas o
2-5000 frasco a..... M
Polvo do Porlo libra a 32
300 Sag e sevadinha nova a 240
Vinhos especiaes do Porto caaada
280 55800 e garrafa ... 640
Dito muitofinoa caada 75 e garrafa l5nio
120 Dito da Figueira puro a garrafa
100 560 e caada ..... 4oOO
160 Di lo de Lisboa a garrafa 480 e ca-
200 nada a 35200 c .... :t*
Cognac verdadi'iro a garrafa a 1-52*0
65000 Serveja das verdadeiras marcas a
duzia a 65 e..... TjOno
45500 Gomma de engommar nova arroba
720 35800 c libra a 120 e ... 160
2.50UO Farinha do Maranbo a libra 160
15400 Verdadeira mata rana para papa
15200 arroba 85501) e libra 4SO
800 Saceos cem farello de Lisboa .
720 35500 e..... 3-5*00
Tijolos de iimpar facas a
35800 Massos com palitos finos para den-
15800 Garrafas com rnel do abelha novo a M9
15500 Ditas com diversos xaropes a ill
560 Ditas com genebra delaraoja a a
&x^^^j
RUA DO QUEMADO \. {{.
Leja de fazendas de Angosto Frederico dos Santos Parto.
Fazendas pretas para a quaresma.
Ricas capas de seda preta bordadas e enfeiladas para senhora.
Soutembarques e manteletes de seda pretos muito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitados a 175.
Luvas de pellica de Jouvin para homem c senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Sortimento de grosdenaple preto, pannos finos, casemiras pretas, merino. selMkria e taa
basina preta tudo por commodos precos.
Camisinhas de cambraia aGaribaldi e ramisinhas e manguitos brancos e de cor.
Vende-se para acabar organdys da India a 320 rs. o rovado, lasinhas a 360 rs. o rotado
cambraias de cor a 240 e 320 o covado e muitas outras fazendas por commodos preco*.
Chegaram as muilo superiores
ESTEIRAS PARA SAIAS.
Desappareceu de casa a crioula Germana, j
idosa, e tem cima da test um signal de cabellos
brancos, alta, um pouco fula, e magra : roga-se a
quem a apprehender, leve-a rua do Motocolomb
n. 44, que ser recompensado.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na rua do Sebo n. 25.
Joo Pereira Pedroso de Lima faz publico que
comprou ao Sr. Amonio Alves Vilella o seu esta-
belecimento de taberna, sito na rua da Ponte Ve-
lha n. 39, livre e desembaracada de dbitos e ou-
tro qualquer onus a que a mesma estiver sujeit.
Sai-vetes a 240 rs.
No deposito de confeitaria da rua da Imperatriz
n. 6, haver no domingo Io de malo vindouro, sor-
vetes de maracuj, das 10 horas da manhaa s 3
da tarde, e de abacaxi, das 6 at 11 da noite, como
c sempre de coslume.
Ama.
Precisa-se alagar una preta para wirtar
comprar em casa de homem solteiro. pnfcraali
se escrava : na rua do Queimado n. 4.1
Pede se s autoridades, a qwrn tvmpmir. i
casa do mercado da ribeira do dutrirlo fe S. Jow.
que lance suas vistas do que vai apparecaaaH **
se pagar 2 e 3 vezes um sacco de fariafea. jac j
pela primeira tica pago, com as sabidas
tos para fra da reparticio, j foi eo o '
o povo sentir gemer, como se prora ea
povo que alli se acha.
Precisa-se alugar om preto <|M acia
compras e mais servico externo de r
pouca familia : na rua da Cadeia a. W,
Na rua estreila do Rosario a. 31.
andar, precisa se de urna ama de leile *J -
vre e nao tenha filho.




Diarlo e Pcroamlqfo SextaJetea *ft de Abril r
Deseja-se fallar aov Srs. Alfredo de Moraes
Figueiredo e Antonio Peregrino Cavalcaali de Al-
buquerque do engenho Timbass : na rua cstrei-
ta do Rosario, taberna o. 1_________________
O abaito asignado, tostamenteiro da finado
Patricio Jas Borges de Freitas, convida os senho-
res credores do dito finado, a vir recebar suas coa-
tas. Recife 22 de abril de 1864.
Jos Moreira da Silva.
_HMHHMHHH
DENTISTA DE PARS
19Rua Neva-18
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaces de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconheccm.
Tem agua e pos denuncio.
Mez de Mara
Vende-se este livro conforme o uso do
hospicio da 1 Vnlia a I.> cada livrinho: Da
liviana n. 6 e 8 da praca da Independencia.
na
sera
na
Aluga-se a loja de urna porta s
rua do Crespo n. 4 com armaco ou
ella, para tratar em casa de J. Falque
mesmarua n. 4.
mmwm'mmmmmm
Fabrica Conceiciio da
Baha.
Andrade 4 Reg, recenem constante-
mente e tem venda no sen armazem n. 298
34 da rua do Imperador, algodao d'aquel- ||
la fabrica, proprio para saceos de assu- ^g
car, embalar algodao em pluma etc., etc., yg
'g pelo preco mais razoavel. w
mwmmmm mm wmwwM
Empreza dailluminacao
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclama?es
(por escripto dando o nome, morada, dala, etc.),
ievem ser feitas no armazem da rua do Imperador
o. 31. Os machinistas mandados para atlender a
estas, apresentaro um livro que os reclamantes
devero assignar logo denois de prorapto o servico
reclamado ; isto para que a empreza fique scintu
de haverem os mesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.
Aluga-se o primeiro e
casa n. 193 da rua Imperial
numero 36.
segundo andares da
na rua da Aurora
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, comprm-sc obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinbeiro a premio.
Aluga-se o sitio da Pedra Mulle em Apipucos,
com excellenle casa de vivenda, de 2 salas de fren-
Je, forradas, e 6 quartos, todas promptas, terraco,
estribara, fructeiras, bella vista, magnifico ktanh:
a tratar na rua das Cruzes n. 39, segundo andar.
AMA
Precisa-se de nina ama para o servico interno e
externo de urna casa de pones familia : a tratar
na rua da Senzala n. 22, segundo andar.________
No dia 23 de abril de 1864 furia ram do en-
genho Marauho dous cavallos com os signaes se-
guidles : um cavallo alaso tostado, com a cabeca
um tanto pelada, com as caberas dos quadris pela-
das, tem um eabellinho branco no p, sendo cas-
trado, cavallo de meio, anda de baixo a meio, nao
bem ardigo, ignora-se de que forma o ferro, de
idade 7 8 anuos, pouco mais ou menos ; o nutro
ruco, bem grande, anca larga, bastante sendeiro,
castrado, idade de 8 annos, tem um espravo de
papo queimado em nma perna, tem um signal
branco, e tambera iguora-se o ferro: quem appre-
hender estes dous cavallos, ter de gratifcacao
50-5000.
Sociedade dramtica Melpo-
meiie Pernamlmcaiia.
Pelo presente sao convidados todos os senhores
socios, que nao esliverem quiles com a caixa da
sociedade, a comparecerem rua Nova n. 5). casa
do Sr. Dumont, afim de pagaren) suas mensalida-
des; outro sirn, declara que o socio qoe nao sa-
.-li/.T o que se achadewr al o dia 30 do cor-
rente, nao lera direito a dislribuico de billietes
para o espectculo do 1" de maio. Recife, 27 de
abril de 1861.
O thesoureiro,
Luiz Frederico Gil I y.
Aluga-se a casa n. 17 rua do Mondego
com 3 quartos c 2 salas, canno deesgoto para a
caraboa, dando-sel cenca para o despejo pelo por-
tao daolaria junio a da casa e a tomar baulios
salgados: os prctendentes dirijam-sc a dita rua
olarta n. 13.
Contraria de Santa Hita de
Cassia.
Em virtude do art. 47 do compromisso sao con-
vidados todos os nossos irmos comparecerem no
dia Io de maio vindouro, s 9 horas da manhaa,
em mesa eral, afim de se proceder a eleico da
nova mesa para o anno de 1804 a 1863.
Consistorio da contraria de Santa Rita de Cassia
27 de abril de 1864O escrivo,
Angelo Custodio Rodrigues Franca.
Perdcii-se da roa do Trapiche ate a
praca do commercio a carta de registro do
navio itiflez Ilarinslon: ijuem a ti ver
adiado e entregar roa do Trapiche n. 10,
leri recompensado.
Mudanca
Denkcr & Barrozo mudaram seu arma-
zem da ruada Cruz n. 12, para a mesma
rua n. (52._______'________________
Aviso aos interessados.
No dia 29 do corrente mez, ter lugar a
rennio dos credores da massa fallida de
Manoel Aires Guerra, para deliberar-se so-
bre urna outra concordata proposta ou for-
maco do contrato iiiiio._______________
MANOEL JOAQUIM DO NASCIMENTO
tem a honra de informar ao respeitavel publico,
que segunda-feira 2 de maio prximo vindouro,
vai abrir urna tenda de alfaiate na rua da Impera-
triz n. 17. Os trabalhos da tenda serao dirigidos
pelo ALFAIATE FRANCEZ, o senhor
Charles Laurent
que perto de dous annos dirige os trabalhos de
alfaiate dos Srs. BASTOS k REG. Nessa nova
casa ha de se emprehender qualquer trabalho, tan-
to para e civil como para os militares, com toda a
perfeicao e promptido possiveis. Encarregar-se-ha
tambem de obras para senhoras, taes como AMA-
ZONAS, TALM, MANTELETES E MANTOS, etc.
Precisa-se de urna"ama para todo o servico
de casa de puca familia : na travessa da matriz
da Santo Antonio n. 8.______________________
Aluga-se urna casa nova muito fresca, feita
moderna, no lugar da Capunga, quintal murado j
outra na travessa da Bomba, e um sobrado na tra-
vessa dos Quarteis n. 33: a tratar no pateo da ma-
triz de Santo Antonio n. 8.
Precisa-se de am caixeiro de 12 a 14 annos
de idade que tenha prafica de taberna e que d
conhecimento de sua conducta: no pateo da ri
beira n. 1.
Os abaixo assignados, establecidos na loja
de calcado da rua do Livramentp o. 15, de baixo
da firma social de Ferreira & Gouveia, acabam
amigavelmente de olssolveradita sociedade cima,
os quaes pedem a seus credores para apresentar
suas contas at 30 de abril de 1864 para setera
examinadas, que do 1 de malo em diante tica gy-
rando a dita loja debati da firma de Ferreira k
C, os quaes nao se responsabilisam por debito al-
gum da extracta firma de Ferreira & Gouveia.
Ferreira & Gouveia.
D. Isabel Candida d'Annunciacao Meira,
D. Carolina Lins Meira, D. LivinaLins Meira,
D. Maria Josephina Meira, Satyro E. Meira
de Vasconcellos e o tenente Ascencio M. Mei-
ra, viuva, oras, e lilhos do fallecido Jos
Rento Meira de Vasconcellos, convidara aos
prenles, e amigos do finado, para assislirem
no dia 30 do corrente pelas 7 horas da ma-
nhaa a missa do 7o dia pelo repouso eterno
de sua alma: os mesmos se confessara gratos
assim aos que se dignarem de comparecer
nesse dia, como especialmente a aquelles
que obsequiaram-no em vida e mor te.______
.>
bem ha bonitos cintos
Extraordinario
Carvalho & Nogueira, sacan i sobre "0
Porto : na rua do Apollo n. 20._________
Anna Joaquina de Sant'Anna, moradora na
travessa dos Expostos, no primeiro andar n. 16,
participa a todos os seus freguezes, que mudou sua
residencia para a rua da l'enha, segundo andar n.
9, com os fundos para a rua Direita, por isso avisa
aos senhores armadores de igreja, seus freguezes,
para procurarem as llores em dita casa, e contina
no mesmo trabalho de armar bandeijas de bolos
com ricas armacoes de todas as qualidades, por
mais barato preco que em outra qualquer parte,
para bailes e casamentos. Na mesma casa fazem-
se vestidos e capellas para jioivas, de qualquer
gosto, cora presteza e perfeicao, preparam-sc pal-
mas e capellas para enfeitar oratorios para o mez
Marianno, fazem-se tambera ricas palmas de llores
de cera para santos e enfeitcs de sala, e ensina-se
a fazer llores de todas as qualidades : quem qui-
zer dirija-se mesma casa. Na mesma casa tem
um rico sortimento de folhas para flores, que se
vende a 10 agroza, assim como quaesquer pre-
paras para flores.__________________^^___
l'recisa-se de um criado forro ou escravo :
na rua da Cadoia do Recife n. 52, terceiro andar.
Manoel Pueina Querol, subdito peruano, na-
tural de Lima, retirase para a provincia do Para.
Da-se urna pequea quantia de dinheiro : na
rua da Cruz n. 18._________________________
Ensina-se a receita de fazer licores de todas
as qualidades. agurdente do r*ino, genebra de
laranja, dita de hortela pimenta, dita de Hollanda,
vinho de caj, um processo muito fcil, por mdi-
co prego : a fallar com Firmo Antonio de Figuei-
redo, na praca da farinha.__________________
Aluga-se um moleque copeiro e que cozraha
o diario de urna casa, e tambem urna mulata boa
engommadeira, e tima negrinha de 12 annos para
o servico interno de urna casa: na rua da Concor-
dia defronte ao n. 44. Na mesma ava-se e engom-
ma-se.__________________________________
Jo.io Lelly, socio gerente da casa de Southall
Mellors k C, avisa o corno do commercio, que du-
dante a sua ausencia o Sr. W. G. Tonnelly lira em
primeiro lugar na gerencia da meama casa, e em
segundo lugar o Sr. Manoel Jos dos Santos.
AOVO RIVAL
Loja de miadezas
I--lUia do Inclinado-I
Tudo objectos de primeira qualidade e barato.
Sabooetes de bola, windsor e ovaes a 400 rs.
Ditos diversos a 100, 200 e 400 rs.
Pacotes com ros de arroz a 640 rs.
Caixinhas com ditos com boneca a 1600.
Frascos com pos para denles (sociedade hygienica)
a 800 rs.
Ditos com banha franceza (idem) a 800 rs.
Ditos cora oleo philocome (idem) a 800 rs.
Ditos com oleo de Rabosa do Rio a 300 rs.
Ditos com agua do Colonia a 400, 800,15 e 1300.
Djtos com extractos finos a 100, 600, 800 e 15-
Ditos com paiclich a 300, 700 e I .
Ditos com banha franceza a 300,800 e 15-
Ditos com banha lina transparente a 720 rs.
Garrafas de legitima agua florida 15400.
Garrafas de agua de lavandea 15.
Cosmetique a 100, 200, 300,500 e 15.
Luvas brancas de jouvio muito frescas a 25300.
Ditas brancas e pretas nao frescas al. boa freguezia, tanto'd cdadecomodo 'interior*
Ditas de seda e de Escossia muito Anas a 1#. mandn vero extraordinario sortimento que aca-
Ditas de montara a 300 rs. ba de receber, vindo conforme suas recommenda-
Lhmelas de couro do Porto propnas para sitio a c5es, sempre da melbor qualidade, sendo :
15300. Agua de Colonia em garrafas de diversos tamanhos
Conservadores pretos e de cores a 15- e moldes.
Ditos ditos com iaco a 15300. Dita dita era frascos redondos e quadrados.
Pentes dourados para marrafa a 15- Dita dita ambreada em frascos verdes.
Ditos de borracha para regace a 640, 800 e 15- Agua ambreada para banhos.
Ditos dourados para regaco a 15- Dita balsmica e dentrifice para conservacao das
Ditos dourados com pedrinhas para regaco a 5- gengivase dentes e bom hlito da- bocea
Ditos de concha e de lace imitando tartaruga a Dita, de flor de laranja.
15280 rs. Dita de Tosa e dita de Florida.
Ditos com diadema a imperatriz a 15280. Dita de lavander e toilet.
Ditos lapidados com pedrinhas a 15600. Dita de alheniense para alisar e segurar os ca-
Ditos esmaltados a 800rs. i bellos depois de atado.
Ditos e marrafas esmaltados a balao 45. Dita de Mallabar e Hoide para tingir os cabellos.
Aneis de vidro de todas as cores a 40 rs. Banha transparente e lafornesa.
Ronitos aderecos de ouro falso alfinetes e rosetas Ditas finas em frascos de diversos moldes.
com pedrinhas, aljfar ou coral a 45- Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
Fivelas com pedrinhas para cintos a 25- | Dita dita em latas. "
Ditas esmaltadas para ditos a 1300. i Dita dita em copinos, sendo creme, duqueza e po-
Pontes de ires faces para desembarazar a 800 rs. i mada imperial.
Ditos de borracha urna e duas ordens a 15- Bahuzinhos de vidro com perfumaras.
Pulceiras de missangae contas grandes a 800 rs. Caixinhas cora 6 frasqutnhos de cheiros.
Ditas de contas grandes com pedrinhas a 15 j Cosmetique (ou pomada) superfina.
Voltas brancas, pretas e encarnadas a 15. Extractos finos e de agradaveis cheiros em bonitos
Ditas de coral a 300, 15280 e 25- frascos.
Ronitas gravalinhas de Iaco e com passador a Dito frangipane, cheiro novo e mui agradavel.
800 rs. : Dito de sndalo.
Ronitas toucas de blonde de seda para baplisado Essencias concentradas, com differentes e flnissi-
a 15600. mos cheiros.
Ronitos sapalinhos de merino matisado idem a Leie virginal para tirar sardas.
1 15600. I Dito de cace para amaciar a cutis e conservar-
Rontos sapalinhos de laa com lagos e frocos a 15- lhe o lustre.
. Sapalinhos de laa diversos a 400, 600 e 800 rs. Macassar perola.
FIVELAS
de ac e com miras.
Nao eslava bm a aguia branca deixar flear to
grande parte de sua boa freguezia sem essas
apreciada fivelas de ac e com pedras, e por isso
apressou-se em mandar buscar o bello sortimento
mU,esac,^nlrecelier i.e DOU1,\ssi", M necesarias Linhas do carwtej {m jardas) de Mperior
litas, cujos novos e bonitos padroes as lornam agr-
RIVAL SEM SEGUNDO,
ma do Oueimado ns. 49 e 3*3, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est continuando
no seu progresso de vender baialUsirao :
Caixas de superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordo branco para vestido e espartilho, vara 20
ris.
quali-
dade a 60 rs.
(200 jarda?) j muito
muitas qualidades c
lOOr
para i
a 160.
Grande liquidavao
de fazendas na leja de Pavie, m da teptratrLi a.
60, de (ama k Un.
AcOa-se este estabelecimento eoniptattaMWac-
udo de fazendas inglezas, franeczas, ajtnrJaa
suissas, proprias tanto para a arara como para *
mato, prometiendo veader-se mais barato do aja*
em outra qualquer parle principalmente *^nd
porcao c de todas as fazendas d"-se aa aunaras
deixando ficar penhor PO mandan-se levar m ca-
sa pelos caixeiros da leja do l'avao.
As cbilas do PaTa.
Vendem-se mpertorc*. ebitai claras e vora? pa-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo lin'as ^u-
res. ditas fracezas linas a 320, .'li<>. 300. Jm <-
500 i s.. o eovadn, ditas pretas tarpus e estreitta.
riscad.fs esc.>. rzes linos a 240 r*. o rwfaaV .W ia
d n. W de oaara*
Snttf m,Mde "5*2' Fe-Sla' f!f> ,,ue 0i pre" ^''os de lint Pedro V
tendentes, munidos de dinheiro, dinjam-se a rua conhwid a 40 rs
do Querajado, loja daguia branca n. 8 onde Ura- Gr^s de em.as S neo de
bordados cmalas, etc. sup(.rireSa 300 rs. '
sortimento ^"i^* Je du*s f,,||ias pr,;m rmos a "^rs-
, Caixas com ealungas muito bonitas para rap a
de perfumaras. ,. lfiA B
A superioridade das perfumarlas que a aau.a p[a"J.a ES c Je ,ores ['"'a Ioi",i;", 5 ^ ,l> \ loja do lave, rua da Inmrati
S.--SSS JE.' iSSrSfS 8tt!l'5ar55 i TK ."ESrJKE-.
Groza de bolees de louca pratiados, o melbor, a -' e 280 rs., ditas ingzeza* a 240 r M
1G0 rs. covado, hnissimo organdy mah-ado com invmK*
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs. mindinhos a 320 rs. o covado. ca-a- garibak
Ditas para unhas muito liuas a 400 rs.
Escovas para limpar denles muito superiores a
200 rs.
Libras de laa de todas as cores (pesada) a 75.
Caixas de phosphor*os de seguranca a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a 600 rs.
Ditas cora 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
COMPRAS.
Compra-se urna casa terrea sendo em boa
rua, eslando em bom estado, que seja dentro da
cidade : quem a tiver, annuncie sua inorada.
Compra-se um sobrado de um ou mais anda-
res, em boa rua, c que esteja em bom estado : a
tratar na rua do Crespo, loja n. 20 D.
Compra-se um at dous bois mansos que sir-
vam para carroca e sejam novos : na loja da rua
do Passeio n. 7.
Compra-se urna mouilia de amarello ou jaca-
randa, com uso : qocni a livor e qoeira vender
barato, dirija-se rua Augusta n. 98._________
Compra-se effeeiivamonie ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22
loa de bilbetes.
(omp ra -se effc t w r-
mente
ouro e prata em obra? velhas, pagande-se bem
na rua larga do Rosario n. -24, loja de ourives.
Compram-se fraseos de genebra natas : na
rua Direita n. 72.
Bonitos botoes para punho a 200 e 600 rs.
Fitas e cordoes para espartilho a 80 rs.
, Oi lavas de retroz preto a 140 rs.
Brincos pretos e de cores a balao a 400 rs.
Rosetas pretas e de ouro falso a 240 rs.
Escrivaninhas com tinteiro e arieiro a 15200
1 15600.
Oculos de armacao de ac a 15 e 15280.
Meas pretas para senhora a 320 rs.
Finissimas tesouras para unhas a 1-3.
| Ditas ditas para costura a 900 e 15.
Ditas grandes a 300 e 640 rs.
Ditas ordinarias differentes a 60 rs.
Carteiras com agulhas sortidas a 300 rs.
Caixinhas cora 100 agulhas francezas a 240 rs.
Ditas com 100 agulhas Victoria a 320 rs.
Resmas de papel almaco pautado a 35 c 45-
1 Resmas de papel almaco greve a 35600 e 45400.
Pacotes de papel amisade branco e de cores a
600 rs.
Caixinhas de papel amisade pautado a 800 rs.
' Caixinhas de papel de cores adamascado a 15-
! Pacotes com 100 envelopes brancos e de cores a
800 rs.
i Vernicas de vidro de todos os santos e santas a
40 e 80 rs.
Estampas de todos os santos e santas a 240 rs,
Escovas para dantos a 160, 320 e 480 rs.
Escovas para cabello a 640, I-i c IJtfOO.
Escovas para roupa a 640 e j.
Pecas de tranca pretalisaa 100 rs.
Pecas de tranca de caracol preta e branca a 80 rs-
Pc*as de fita de la e seda para debrum de ves-
tido a 15.
1 Pecas de lila de sarja e setim de cores a 320 rs.
Pegas de cascarrina cor de craza e outras
Oleo philocome superfino.
I Dito de babosa,
i Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lubin para dentes.
' Saboneles finos quadrados e redondos.
e Ditos finos em caixinhas de tres.
| Ditos muito finos para barba.
Ditos creme de amendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito ou leite d'ires para acabar as espinhas do
rosto.
E assim muitos outros objectos de gosto que na
compra dos quaes o pretendente ser satisfeito
por deixar os cobres na loja d'aguia branca, rua
i do Queimado n. 8.
Objectos de phaatasia viudos
para a aguia branca.
A aguia branca recebeu novos e bonitos objec-
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqui, sendo :
Ronitos aderecos completos feitos de perolas falsas.
Ditos ditos de* pedras, por cuja perfeicao e bom
gosto quasi se as distinguem das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de perolas falsas tanto para senhoras
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., etc.
Ronitos allinetes e anneis para grvalas.
Bonitos pentes de concha, obra de apurado gosto.
Outros travessos com pedras para meninas.
Bellas guarnieres de pentes dourados, ornados
com caixos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
dourado e
cores a
15400 rs.
; Pecas de franja de seda preta e de cores a 25800. Outras igualmente bellas, todas de fino
i Varas de alo lavrado branco e de cores a 80 rs.
: Varas de arcos di Itrenles larguras para balao a
100 rs.
Varas de bcos de seda brancos c pretos 240 rs.
Varas de bico de linho branca a 160 rs.
Varas de babadinho tramoia a 80 e 160 es-
varas de bieos e rendas a 80, 120 e 160 rs.
Varas de bico preto largo cora mtame a 160 rs.
Varas de bieos pretos desde um dedo at um pal-
mo de largura a 120, 160, 200, 240, 320, 400,
640e800rs.
Varas de labyrioto (grade) desde um dedo at um
palmo de largura a 120,160, 200, 240, 320, 400,
640 e 800 rs.
com pedras.
Outras a Urlarugadas, nada inferior a aquella.
VoHinhas de aljfar branco e de cores com cruzes
de pedras.
Esses e outros muitos objectos acham-se a venda
na rua do Queimado, loja da aguia branca, n. 8
QIHTQS
espelhos dourados.
Varas de litas de grosdenapleslavradas de 4 e 5,
VENDAS.
Plvora
Vende-se plvora EFF em barricas, em lote de
100 Larris para cima : no esc iptorio de Rothe &
Bidoulac, rua do Trapiche n, 14.
Cogaae
O melbor cognac em caixas de urna duzia : ven-
de-se no escriplorio de ltothe c Hidoulac, rua do
Trapiche n. 14.
SO na taberna lo Pimenta.
J chegou o verdadeiro vinho verde, mandado
vir pelo paquete : lito na rua do Amorim n. 36.
A aguia branca em continuacao de suas encom-
mendas mandou vir, e acaba de receber grandes
espelhos dourados com mui bonitas e modernas
molduras, e vidros de primeira qualidade, vista
dcd'orde'arguraa StnvTi* que temVndo: a esta praca para si utos e tacos a 15600 e 25. 2,nhe'r e com <*'?Po*> d,e Pas'ar na comPra
Varas de lita de velludo preto de seda desde te mn testes boatux espelhos, e d.r.g.r-se a rua
mais estreilinha al amis larga a 120, 160,; do Queimado, loja d aguia branca n. 8, quesera
200, 240, 320,400,300,600 e 800 rs., de todos
estes objectos ba livros de amostras que se dei-
xain ir a casa dos freguezes com garanta, nao
sendo conhecidos,e todos os-objectos sao de pri-
meira qualidade como se pode observar a vista
das (atondas, vende mais barato do que em ou
Ira qualquer parte, vista faz f.
muito finas a 320 rs., isto u.i loja do pava- rua A
Imperatriz n. 60, de Cama As laazinhas da t\ptsiro da Pave.
Vendem-sc as mais moderna- I...
bique chegadas pelo ultini* vapor bancas Jemto
de urna s cor ou de latoaaaaMial i i sal-
inos de largura, propnas para vestido de >< uaira.
roupa para meninos e capas, e parlo larask.: a
preco de 500 rs. o covado, diu^ <-i '.'aat-
20 ris. jiarntes de qnadrinbos a 300, 401* o e-
ilanas e taboadas para meninos a 80 rs. ; vado, ditas matisadas muito Sas a 300 400 rs..
Caixas com superiores iscas de acender charutos ditos mais baratas do que cinto lambe rnain^,.-
a 40 rs. a 320 rs. o covado, ditas a Mai ia I
Carreteis de linha Alexandre (200 jardas) de cores de seda e 4 palmos de largura a x r. o .-ovan.
a SO rs. : e ditas de urna s cor parda, azul. <->r d* lir r
Daralhos para voliaretc muito linos a 240. perola proprias para vstalas, mtisaamipi
Cartas de allinetes Irancezes muito finos a 40 rs.
Meadas de linha f xa para bordar a 20 rs.
Pares de sapalos de tranca mullo superiores a
15600.
Papis de agulha com um pequeo toque a 10 rs.
Groza de botos de madreperola muito finos a
560 rs.
Cartes e caixas de celchetes francezes superiores
a 40 rs.
Bonets para meninos muito finos a 15300 e 25-
Magos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito no vos a 25200.
Area preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelbo a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Pecas de fita de lnho muito boas a 40 rs
Pentes de Iaco muito lionitos a 15-
Enfeites de Iaco de todas as cores a 15300.
Rodas com allinetes francezes a 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Saboneles de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
Pares de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
Sapalos de tranca para senhora e para homem, os
raelhores que tem viudo, e por preco muito baratqj
quera quizer vi'r, venha rua d Queimado ns.
49 e 33, e ver tudo como bom e barato.
ou fina a vontade do comprador
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RIA 0 0 BRl'M N? 34,
mitici DE cnsTIi: \ X V\P0B
" -
(6
AGENCIA
OA
FNDICAO BE L0W-M00B.
Una da Senzalla nova n. i 2.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro balido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: era casa de S. P. Johnston A C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
bem servido. Tambem ha espelhos quadrados sor-
lidos em tamanhos. e com molduras douradas.
de ?oiiviii.
de Jonvin brancas e pretas
na rua do Queimado
1'm Peseobruento Espaitoso!
VENDE-SE
um preto excellente canociro e hbil para todo o
servico : quem o pretender, dirija-se casa n. 10
na rua da Aurora.
Xa rua do Mondego n. 9, vendem-se pombos
de raca : a tratar das 7 horas da manhaa s o da
tarde.
Na rua Direita n. 99, vende-se carne de por-
co em salmoura, chouricas, linguicas e morcilas,
vindas da ilha de S. Miguel, e caixoes de doce de
goiaba fino.
Aluga-se um escravo perfeilo cozlnheiro : a
tratar na rua da Cadeia do Recife n. 48, primeiro
andar.__________________________________
- Querubino Randeira, subdito italiano, vai
Macei._________________________________
Jos Rebule, subdiie italiano, vai Babia,
Aenco
Precsa-se alagar urna casa nos Apipucos, que
seja do lado do rio : quem a tiver nestas circuns-
tancias, e quizdr alugar, anuuucie ou dirija-se
praca da Independencia n. 22.
RO
Vende-se um boi proprio para carroca : na rua
imperial n. i.
Machinas inglezas
para descarocar algodo as melhores que
tem vindo a este mercado : rua da Senzala
Nova n. 42, em casa de S. P. Johnston
dC,_______________________________
Vendem-se dous guardas-roupa de amarello,
urna mobilia de amarello e outra de Jacaranda,
obras de gosto e novas : na rua da Cadeia n. 53,
armazem.
Aenco
Presuntos inglezes chegados no ultimo vapor a
680 rs. a libra.
Salpicoes e cliouri^as do melhor fabricante deste
genero a 720 a libra.
Chonricas em latas de oito libras, mui superiores a
65300 a lato.
Ameixas em potes grandes a 35, emenores a 25300
dem em latas ricamente enfeitadas, proprias pa-
ra miraos a 15300, 15400, 15600 e 25800.
Doce de goiaba era caixoes, o melhor que ha a
15800.
Queijos tlameogos vindas no ultimo vapor a 35.
Licores mui finos, garrafa, a 15600,15800 e 25.
Conservas mui novas a 800 rs. o frasco.
Vinho do Porto o mais delicioso possivel, engarra-
fado, ha oito annos!!! sern exageraco.
Mauteiga ingleza flor a 15 a libra, nao sebo de
800 rs.
Vende-se a dinheiro vista no antigo e mui
acreditado arrajszem de molbados de Joo Raptista
Gomes Penna, successor de Francisco Jos Leite,
na rua do Imperador n. 46. ________
ATTENQAO.
Algodao avariado.
Pecas de algodao com um pequeo toque de
avaria pelo baratissimo preco de 35500.
Vendem-se saceos com farinha a ibais nova
que ba no mercado, e muito lina : no armazem do
Annes defronte da alfandega. i
ti Dundo Srkulifico uuuuiuiuuiciitc o approva.
A Composiefto Aiiaeahiiita
B'eitoral de kemp.
Por espado-de milito tempo se ha tizado et-
teii.-.uncnte em Tampieo para a cura de
TSICA pulmonar,
CATARRRO, ASTHMA,
BEONCfilTE, TOSSE CONVULSA,
CRPO O GARROTILHO, e
Infiammaijes da Garganta e do Peito,
c isto com um resultado t*o feliz e verdadei-
nunente assombroso o pao ou madeira d'uma
aore i que cliamao Asacauiita, c que s
0 cncontra no Mxico. '
A Composiijao Anacahuita Peito-
ral de Kemp e' um Xarojx delicioso, intei-
ramentc differente na sua composic.ao de
todos os maia Peitoraes c Expectorantes ma-
nufacturados de fructos astringentes, cascas
e raaos, fcc, o mesmo nao conten ncnhuin
Acido Pnis-nco ou outros quaesquer ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias c affeccocs da garganta
e dos pulniocs dcsapparecem como por um
mgico encanto, mediante a necio deste n
comparavel e irrcsistivcl remedio.
venda as boticas de Caors 4 Barboza,
rua da Cruz, e Jo5o da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos. __________^__
Os precisos fallieres pa-
ra criancas.
Chegaram e acham-se venda na rua do Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
de porcelana e esearra*
deiras de vidro
A aguia branca tambem mandou vir bonitos jar
ros de porcellana domada e de differentes tama-
nhos ; assim como escarradeiras de vidro, objectos
esses sempre necessarios para o bom aceio das sa-
las ; resta somente que o comprador dirija-se com
dinheiro loja d'aguia branca, na rua do Queima-
do n. 8, onde ser servido com agrado e sinceri-
dade.
de la para .oiuimii c senhora.
A aguia branca, na rua do Queimado n. 8, ven-
de mui boas meias de laa para homem e senhora,
e pretas de laia e de seda para padres.
Carnauba do Aracaty.
Vende-se constantemente na rua da Cadeia n.
57, armazem de Prente, Vianna & C.
Vende-se urna barcaca nova de quatro via-
gens, bem construida, de 45 caixas, boa veleira, a
dinheiro ou mesmo a praso, assim offereca boas
firmas: a entender-se na rua Direila com" o Sr.
Rento de Rarros Feij.
Algodo
da Baha
para saceos de assucar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C-, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
Rua da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a i 10 rs., idem de Lo*
Moor libra a 120 rs.
un 1IO
Vendem-se saceos grandes com milho : na rua
da Praia n. 29, em o antigo armazem de molhados
por baixo do palacete,
Vende-se um cabriolet inglez (Degcarl) em
muito bom estado : para tratar, na rua da Cruz
umero 38.
Vende-se urna escrava de 25 30 annos de
idade, tem as habilidades seguintes: doceira de
trabalhar em todas as qualidades de doce, e cezi-
nba o diario de urna casa : na cidade de Olinda,
rua de Mathias Ferreira n. 12.
Vendem-se linguas seccas muito superiores,
e por preco em conta : a bordo do palhabote Ar-
roto Mullto, fundeade ao p da escadinba do Col-
legio.
Coqueiros.
Vendem-se ps de coqueiros de 600 700, pro-
prio; para mudar-se, e tambem. se recebe em pa-
gamento um portao de ferro usado, ou mesmo em
lijlo : a tratar na rua da Senzala Nova n. 2, ou no
silio do Salgadinlio de Olinda com Jos l'eneira.
Vende-se urna toallia de roda, de labyrintho
cheio, viuda do Cear, por preco commodo, e pro-
pria para baptisado por ser grande : na rua das
Cinco Ponas n. 62. ___________
Vecdem-se duas casas terreas, urna na rua
da Roda o outra na rua Relia, ambas com bastan-
tes commodos : na travessa da Madre de ueos n.
13 se dir quem vende.
Anlhmetica c grajMMtica, utma edi-
co do Si*, professor Castro ,\uncs.
Primeira e segunda parles reunidas da arithme-
tica, primeira c segunda separadas, e a gramma-.
tica. acham-se a venda por preco mui commodo :
na i ua do Imperador n. 13.
,H vas
Recebeu-se luvas
proprias para a quaresma
loja do beija tlor n. 63.
fraudabas de la lisa para enfeitcs de caimsiuha
de senhora.
Rcrebeu-se, liancinbas de diversa- cores pe-
ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do beija flVr n. 63.
Enfeites de redhibas com laro na lenle.
Recebeu-se, variado sortimento de enfeites de
diversas cures a IJ400 e 25: na rna do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Vende-se um excellenle silio na estrada do
Rosarinho, eomprebendendo 6 e mais de 2,000 de eMeneao; alargando muito para
o fundo, onde confina com o alagadico, e o sitio
Cacunda, que boje do Sr. Tasso.
Conten o sitio abundantes arvores, como sejam:
mangueiras. jaqueiras, mangabeiras, sapotisciros,
limeiras, limoes doces, ligneiras, pinlieiras, um
grande e ptimo pomar Se excellentes laranjas,
oilis, abacale, grande profusao de caneleiras, que
pdesuppir todas essas boticas e casas de drogas,
cajueiros, dends, coqueiros, catles, jambeiros,
goiabeiras, fructa-pao, aracaes e bananeiras.
No fundo do sitio existe" urna malta de grande
extenro e abundante de madeira de diversas qua-
lidade's, e d'onde se pode tirar leuha para vender
todo o anno, una rica e excellente baixa para ca-
pim existente nos fundos do sitio capaz de susten-
tar muitos cavallos de verao a invern, e ouira
mais para cima que est plantada, pasto para 12
15 vaccas de leile.
Alera de oulras commodidades que olTerece o si-
tio, accresce a de urna bella, grande e moderna
casa, construida logo na entrada, com 80 palmos
de trente e 90 de fundo, contendo tres grandes sa-
las nfrente e diversos quartos espaciosos 6 fres-
cos, assim como grande estribara e grande 6Mt-
nha fra.
Os productos do sitio o constituem nma ptima
propriedade, cujos rendimentos sao sufficientes pa-
ra a sustentacao de urna numerosa familia, e s a
prxima retirada do proprielario para outra pro-
vincia o obrigaria a vender urna tao til proprieda-
de, que muito adequada para algiun senhor de
engenho que queira vir morar na praca, e que
tendo alguns escravos, pode fazer della m grande
patrimonio : quem quizer, pois, fazer urna bella
acquisicao, dirija-se loja doSr. Ramos na rua do
Crespo, fazendo quina para a do Queimado, ou a
Soledade n. 70, que diro com quem se deve en-
tender^_______________________^_^_
Vende-se o engenho Mussaiba, em Santo A-
maro de Jaboatao, moente e corrente. cuja casa de
vivenda assobradada, e conten sufficientes com-
modos para grande familia, d agua, e bastante
grande, contendo, alem de um excellente cercado
onde se pode criar e refazer gados, muitas matas
virgens; vende-se conjunctamente a propriedade
Pco-preto, onde se pode levantar um outro enge-
nho d'agua : quem pretender fazer negocio, toma-
r o incommodo de primeiro examinar dito enge-
nho, certo que se fara todo negocio com dinheiro
vista, ou mesmo a praso, com garanta que con-
venba a seu proprielario: ua rua das cruzes n. 2,
segundo andar, se encontrar a pessoa competen-
te para effectuar qualquer ajuste._____________
garibaldes a 720 rs. o covado. duas ex-c* t-zas a
800 e 400 rs., isto s na loja >l> tWKJf, na da '.m-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales da PaO.
Vendem-se finos chales d rrc; i
pelo barato proco de 65, 75, 85. ditos de poeta re-
donda a 75 e 85, ditos pretos ricamen:.- :. rdasV
a retroz com vidrilho a 125, ditos sfsaas tr*os a
55, ditos de cores a 45300 > "5. aws Al
estampados a 25 e 35.di!n< de laa a 152!* e 25-
ditos de retroz preto para luto a i5. isto aa tosa
de Pavao rua da |Imperatriz n. m, d> fiaaaj *
Silva.
Fazendas pretas para a qna> rsma vende fui*.
Vandc-se grosdenaple prein nprriav a
15600, dito a 15800, 25. 253W- '
reantique preto muito superior a :t 25'*''
ja preta hespanbola muito encorpada a i5. ito aa
loja do Pavao rua da Inipeulnz n.
S Silva.
0 Pavao vende aara lata.
Vende-se superior setim da China .Tcwk. Utda
de la sem lustro tendo 6 palmos de mrpwa \>i-
pno para vestidos, palelols, rapa- ele. orlo Bara-
to pceo de 25, 25200, 25500 > rova
pretas lisas, chitas pretas largas < r.-ii..
de merino lisos e bordados a fUriata mnagrinm
comgollinhas e outros muitos artipos que
dem por precos razoaveis : na li>j;. I'
da Imperairiz n. 60, de Gama A Silva.
Os rnrpiBBns da Paia
Vende-se os mais modernos crpinhos de caaa-
braia ricamenle bordados e enhilados a 7 e 15
na loja do Pavao, rua da Imperatriz o. 6*, de 'a-
ma S Silva.
Os vestidas da Patn
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple pr
camente bordados a velndo pelo
405, sendo fazenda que semp <-.a a MQ5
e l'-U-j ; ditos de ranihr.ua I ram .... r; amcit?aor-
dados a croch, sendo pratrios para arle a casa-
mento a 10. 13, 20 e 305*; a5ilo*V la
barras a 18 e 135 \ islo na toja do i'av.
da Imperatriz n. 60, de Cama i .v'i
Os |iaaus.s do Patas.
Vende-se panno preto mui lo superior pelo la. J>.
pre.;.i de 25, 25500.35 e 3a560, d
45, 55 e (5. cortes de casemira prela esfr^taa a
45, 45300 e 65, casemira preta lina
largura mqito fina a 15800. 2-5. 2531
tes de casemira de cor a 55. 55500 e 65- easem-
ras enfesladasde nma s
palelols, colletes, capas para BSSmara, rasas**
meninos a 35 e .Is'M) o cesado, i
Pavao, rua da Imperatriz n. 00. d '.;::i.. v.
A retina lis rata*.
Vendem-se palelols de panno pi I.
eos fazenda muito boa a 12-5. ditos i-inii S;.
165, 20>. 255 e M), calcas de
fazenda a 45300,55. 65/75 S 85 |
de panno preto a 75. ditos nra
65 e 75, dilos de alpaca ppM.i. .
preto, ditos de brim de i-o.-, cabras V < J*uir*
de cor a 45. 35.65. 75. -t"
Escossia a 35, ditos de brisa pardo a ItHD, i i
de eer a 25 e 25300, ditos brancos mudo f r..*.
sto na loja do Pavao. rua da Imperatriz c. '
Cama & Silva.
Os cortinado* lo pnvo.
Vendem-se ricos cortinado.- i aara
la e camas pelo barato pi
melhor que ha no mercado': na rua da iuip>.
n. 60. de Cama & Silva.
As rolrlias do Pava*.
Vendem-se colchas de linho Bj****S**Js* **-
prias para cama pelo barate, inca .1" S| ead
na rua da Imperatriz n.60, de (io ia k i
As i alcinlias do l'a\
Vendcm-se calcinhas da nestnis bordadas (w-
ra meninas pen barato preco d<- ."*! e W
mlanguims para senhora e menina- a 5t*>. !>*>
8(K) rs., camisinlias coa manguitos a I5J80: na
oja do Pavao rua da Imperatriz n. I
A Maria Fia.
O Pavao vende a S$.
Venilcin-se os mais lindos corlea > vntk.1
Maria Pia com lindas barra* de '
gados pelo ultimo vaporfranrez pe-i I
de 85 cada um : s na loja do Pavao rua da Jai-
peratriz n. 60. de Gama A Silva,
Os bales do I'ati'.
Vendem-se crinolinas su bales de 30 arcos *Ta>
to brancos como de cores sendo aoiericasHM roa*
sao os melhores por se nao quebrarem a 3ft
de 35 arcos a 45, ditas de mus-telina com aatadn*
a 45, ditos.para menina a 25 e .15 : na loja 4n
Pavao rua da Imperatriz n. 60. de Cansa
SMf
Farinha tle milito
O bramante do Pavo <-oi
palalos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muiiotm a,
doze palmos de largura o melhor e mai* larp.
tem vindo ao mercado pelo barato pr*ro b* ;
rs. a vara ; s na loja do Pavao de ama a S: ...
rua da Imperatriz n. 60.
\s precalas do Pavo.
Vendem-se as mai- lunias ana**** que Mi
do ao mercado rhegada< psto nMsn* vapor 1ra-
cez, peta barato preco de 600 rs. o rovad .
de lisirinha muito iiiiiidiu! as pn.pi
e roupas de menims e meinnas psm H i
de 500 rs. ; s o Pavo rua da Imperatriz i
loja de Gama de Silva.
Os souteanbarqiies do Pavo
IO e I .*! m o Para.
Vendem-se os mais lindos sonieaniaraj*** sa*s
tem vindo ltimamente de iazinha i raxeiu.;
camente bordados e enlejiados, cores sssslu del; a-
das pelo barato preco de 10.5 e 135 : fazenda
que em outras lojas se vender por *.j e 2
s para liquidar : na loja c armazem do Pavita
rna da Imperatriz n. 60 de Cama A Silva.
As chitas do Pari 940 e
MOO o corte.
Vendem-se corles de chita cwn inte eswati**
cada corle, dilos com dez covados a 25409. tara-
da mito boa, e que nao desbola, s na l vo tem esta pecnincha ; a rna da Imperan..: a.
60 de Cama A Silva.
i.as de una o cor.
Vendem-se l.azinbas de urna rr. reao '-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio da;.
rio roxo cor de perola pelo baratissimo prero r
64(1 o covado, fazenda mnito fina s o Pavo.'i rria
da Imperatriz n. 60 loja e armazem s> Gama k
Silva.
Panns de lisas.
: .r-
Vendc-se panno de linho com 4 palmos aV
Na padaria de A. P. da Silva Reiriz rua dos Pi- i gura proprio para lcn< oes. toalhas e renm
res n. 42, vende-se farinha de milito a mais lina j barato preco de 640 rs. a vara, bramante 4 Ira;*
que ha no mercado, propna para bolo de dito, e (cora 10 palmos de largura a tyl*\ al.-'"
vende-se a muito acreditada bolacha de familia. I monstro com8 palmos de largura a 15. peejas a*
-----------! Hamburgo com 20 varas a 95. 105 e 115. prcas *
. madapolo fino a 75300. 85. 95 e H'5. ditos
pateo da algodozinbo a di. 65500 e 75. e onlra.* mn .
fazendas brancas que se vrndem rmnln asoatn*
afim de aparar dinheiro : na loja do Pavo roa ua
n. 4 imperatriz a. 60, de Gama & Silva,
no
Hreii
a 280 rs. a libra c 85300 a artoba :
Sania Cruz n. 4.
Saceos de farinha
com 22 cuias a 3-J : no paleo da Santa Cruz


e
Diarto de PeraiMKnr* Mexin felra de Abril de f !.
i


Largo da JJ
kSaiita Cruz %.
ft 11. 12.
Esquina da^
ra do i
Sebn. 12
BRILHANTE AURORA
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires tem a honra de participar an respeitavol publico
que hoje abri um novo eatabelecimenlo de mulliados denominado Brillumte Aurora, ao
largo da Sania Cruz n. 12 esquina da ra do Sebo n. 11
O propietario destenovo eslabclecimento pede a lodos os seus amigos e fregnezcs e
ao benvolo publico desta cidade e do interior, a >ua protegi para este aciado estabele-
c.im.Mito, certus de que em leiiio algum abusara da confiaba que at hoje Ihes tem de-
positado.
No novo armazem encontrar-se-hasempreumgrandesortimentodos melhoresgeneros
que vein ao nosso merca lo e por precos os mais mdicos possiveis, certo de que em parte
argoma se vender mais barato e melhores gneros tanto em porcao como a relalho, do
que no armazem da Rnlhanlc Aurora.
A satisfago da Jlrilhante Aurora vender muito e muito barato, mais a dinheiro ;
a tabella do preco de seus gneros scro mudados todas as semanas :
Atneixas francezas novas em latas a Ifiioo.1
lf e 36300 rs.
Ditas em caixinhas muito
^ i/iui> rni i rtiAiuud.t iiiuiio enifiian
efe bonitas (estampas a 1,5 UK). UROO
)B Chocolate francez, hespanhol, suisso
enditadas com
e2J.
, suisso e por-
tuguez a UM) eUa libra.
Mannelada imiierial dos melhores conser-
varos de Lisboa a libra 600 e 640 rs.
Latas com diversas fruetas em calda a 500 rs.
Unas com ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de tomate a 600 rs. a libra.
Dna> com lisios ermetieamente fechadas a
!C(X) e 2o00.
Ditas com peixe de posla ensopado a 1.
hitas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com linguicas liuinbas viudas ueste
rapar a 650.
Dilas com sardinhas dolantes a 360 e 600 rs.
Ditas com bolacliinlit de soda nova a 2.
Hilas mn biseoutos inglezes varios ttulos
a 13400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Di i"- ci iin a verdadeira genebra de laranja
a 13120.
fflD Ditos grandes duns garrafas de hollanda l>.
Ditos com urna garrafa 5i0rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Dito cun ditos de mcxid.;s e oulras a 700
WH) e 13-
Ditos rom azoitonas e ervas a 13.
Capachos para portas pintados de varias co
res a (DO, 700 e 800 rs.
Manteiga ingleza flor a 800, 900 o I .
tala >c.-iiiida sortea 640 e 720 rs.
Dna terceira sortc a 400 rs.
Dita franeeza nova de 6* a libra C00 e 640. '
Hila dila de 63 a o'i() e 560 rs.
Dita m-lcza em barril a 600, 720 e 800 rs. I
Dila fraiici za em brri< e melos a 530 e 540.
B* nba.de porco reflnaila propria para ba-i
nha de cabello a 440 e einliarril a 400 rs.
violaos Ouos ha o mclhor a
desecar.
Vinho do Porto em caixa dos melhores au-
X i'"'1'- l-. WJ c 163.
V; "" NJ1 PT-a 8 caada o'S'OO, 65 e 73 c
flg garrafa a 720, 800 e 15
S D'io M-rez nmitojinn a 1-5280 a garrafa.
Dilo Madeira a 13400 a garrafa.
Diio fia Figueira puro a 43500 a caada e
V pirrara a 640. 5(!() e 500 rs.
, Dito de Lisboa a 3*200 e 33500 a caada c
/,. garrafa a 400 c 480 rs.
Dilo branca paro de uva. a 640 rs.
Dil i ni.s baixoa 180 e 5 0 rs.
Dito lli.rdeaux branco e timo a 73 c 83 a
i M'\a e garrafa a 640, 8 o e J3.
'no nuiM-.itel a 93 a duzia e 13 a garrafa.
I it" de caj clariicado a 15 a earraf
Cha de inultas qualidades.
Cha perola a 33 e 332(X).
Dilo uxim muito superior a 33.
Dito miudiuho a 23500 e 23800.
Dito hysson miudinho a 35.
Dilo mais graudo a 25800.
Dito redondo muito boma25,23500 e 23800
Dito preto em massos envolto a 15600 c 23.
Espermacete fino o masso a 540, 600 e 640.
Velas de carnauba arroba 105 e libra 360.
Dita de coniposieao arroba 94500 e Iibra320.
Charutos nao ha quem lenha melhor sorti-
menlo em caixas de 100 e 50 lodos, dos
melhores fumos de S. Flix de 25 a 83
a caixa de cem.
Caf do Kio arroba 85500 e 95 e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 33200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 25500 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de biCO a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Nozes arroba 45 e. libra 160 rs.
Amendoas libra 240 rs.
Alpista arroba 43800 e libra 160 rs.
I'ainco arroba 55 e libra 200 rs.
Sevada arroba 25500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
l'assas novas caixinhas de 16 e 8 libras a
25500 e : 0 e libra a 360 rs.
I Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
15200 e 640 rs.
Sacros com goinina, arroba 55300 limito-
boa e libra 180 e 200 rs.
i Dila de araruta verdadeira arroba 83 e li-
bra 400 e 480 rs.
I Aleiria e niacarrao a libra a 400 rs.
Ksireliuha muito nova a libra 480 rs.
Presunto novo de lamego para panella a
560 rs. inteiro e libra 640 rs.
Choiiricas p paios novos a libra 800 rs.
Cerveja branca c prela a duzia a 55500 e 65
Vinagre de Lisboa puro a 13600 a caada e
240 rs. a garrafa.
Cartas.....i Coso da China a 220 p 240 rs.
Tuunnho de Lisboa arroba 85800 e libra
. 280 rs.
Dito de Sanios milito novo igual ao de Lis-
boa arroba 75 e libra 240 rs.
Figos de comadrea libra 280 rs.
Qneijo* do reino milito novos a 35200.
(Madrina maleza nova a barriquiuha 35-
Tijolos ile limpar faoas a 160 rs.
M--M > com paliins para uYntes a IfiOrs,
Gratas rom palitos do gaz a 2520o e 200 rs.
a duzia de caixinhas.
Latas rom graxa duzia 15 e 100 rs. a lata.
Boidescom dita 97 a 280 rs.
^ARTE LMEID4?
ATTENCAO
GRANDE SORTIMENTO
DE



mazom.
que nao
Acaba de receber fie sua propria encnmmenda um grande e variado sorlimento
de molliados lodos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o propietario em
oTerecer aos seus freguezes e ao publico cm geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, afianramlo todo e qualquer genero vendido neste bem conbecido ar-
Pede-se toda attenco.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
io deixcm passar desajiercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recelem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 8;?8!K) a 90, o proprietario em seu
armazens da-lhee este valor, sendo cm pagamento, e isto para evitar coofusoes em traeos-
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e ein barril a 78o rs.
dem franeeza a oio rs. a libra, e 500 rs.
sendo era barril.
Cb uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,(5oo.
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melbores que temos tido no mer-
cado.
Passas emcaixasde 1 arroba "* e \ a 7,5oo,
3,Goo e l,9oo rs. a caixa, e ioors. a libra
garante-se serem muito novas, e gratulas.
15-280.
a 15 o

C gnac verdadeira a garrafa 15 e
Licores linos cm garrafas brancas
15180 rs.
Aii:'; i.iinailo ;, garrafa a 13.
- de varias inicias do paiz a garrafa
BOOra.
Garrafoes com 23 ffarrafas de genebra de
hollanda 83500.
s 'anillad w para vinho e agua a duzia wrS0!i precos.
500,43500 e 53500. Caixoes vasivs para plantacoes de milita
Ditos da .mes a 03"iil0 e 73. | qualiciade.
.v~m c'.mii muitos ouiros ohjertos quedeiU-M de mencionar, mais ludo de pri-
meira qoaiidade por precos baratissimos.
Vassonras do Porto de piassava grossa a
100 rs.
ilnlhos com sehola< novas a 15.
Saceos grandes com f.ninha nova a ">j.
Ditos rom farelio de Lisboa a 35800.
Cominhos, erva do*e, plmeota e folbas
Imiro a libra 400 rs.
Balaios para costuras de meninas para
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem cornthias proprias para podim a 8oo
cima a ,7oo, rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mus afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a Goo rs. a libra
a ,5oo rs. Emilias secas muito novas a I6o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras Grao debico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2.3oo rs. Ervillias francezas em latas a Goo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refnado a 48o rs.
braa para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a I,loo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2. 4, 0 e 8 libras fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata. Presunto para liambre inglezes a 7oo e 8oo
dem preto o melhor que se pode desejar rs. a libra.
neste genero a 2.8oo rs. Ci.ouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por. 2 e 2.4oo. a 4,8oo re. a libra. i.ooo rs. e 6o rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macanTio, talhaiim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem minilinbo proprio para negocio a 4.5oo Cognac verdadeiro ingles a BJioo rs. a caixa
rs. a libra., e 8oo rs. a garrafa.
Qneijos do reino cliegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 3,1oo. garrafa,
dem mais seceos viudos por navio a 1,7oo. Charutos ern grande quanlidade e de todos os
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que actfa V
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sorlimento de nx.haalM,
os quaes vender por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro > Ufter
annunciante, como ver3o pela seguinte tabella que abaixo notamos, gar.tntmdo r-s nacs-
ibos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que compraren! para negocio ou casa particular re l*W par*
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimeolo, os proprietarios scientitiram mais rpi
odos s seus gneros saorecebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a iibra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a,
l,5oo rs. cada urna,
dem franeeza a mais nova do mercado a 56o'
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porco retinada muito alva 46o rs. I
a libra.
Vellas de carnauba e composiclio de 32o a
36o rs. a libra e de lo.ooo a 1 l.ooo re. a
arroba.
Genehra de Hollanda em botijas .le cunta a
' 440 rs. a botija, e em duzia ou eui barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarro, talharim I abiria
a 48o rs. a libra e em caixa tira abati-
mento.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra. dem estrellinha. rodinha e amide na raiii-
Ch uxim miudinho viudo de conta propria, j nhas de 8 libras, muib bem enfeiudaa de
o meloor do mercado a 2,8oo rs. a libra.! 2,5ooa 3,5oo rs. a ciixioha e a *Wo rs. a
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. i libra.
a libra. Boce de goiaba em caixas de diverso's Pj
dem perola o melhor que se pode desejar a nhos de 6oo a l.ooo rs. o nMl
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito tino a 2.5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro viudo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade destp vi-
Erva dooe a 64o rs. a libra.
Traques a 2lo rs. a caria i ti 11 ft
Peixe em latas muito novo ; siwl. [*>...b.
corvina, salm.io e nutras mudas in
preparada de escabeche 2 "a arta ie i
nha de 1.2on a 1.8..o rs. a Ma.
de.
di-
lilem pralo M meiliorifS e mais frese** ,1o
mercado ;i 78o rs. a libra.
dem lotidrino aGoots., e sendo inteiro a
ioo rs. a libra, vende-se por este prerjb
pela poicao que temos -cm ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes

fabricantes mais a creditados a t.ioo,
2,ooo, 2,.*>oo. 3,ooo e i.ooo rs. a caixa.
os mais baixos sao dos que por ah se ven
dema 2,ooo c2,5oo rs
Cafe de premeira qualidade a 8,5oo v.-i. a ar-
rulla e 28o rs. a libra,
marcas: Osbonie, Crakml, Mixed, Victo- dem d segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Macliioeeoiitras mui- roba e 26o re. a iibra.
Arroz do .Miiianlio a loors. a libra, 3.ooo rs.
a arroba.
dem da India milito superior a 2,0oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos em caiaade I arroba. : e 8 libras
nuino, vellio secco. especial lagrimas do- a 8,00 4.000 a 2,000 rs. a aaWAft
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinho bramo -!. quinto, marra
vinho velho, Nctar superior de 1833, Dvi-' A Filho a GO.ooo rs. o barril
quedo Porto de 1834, vinho do Pono ve- Marmolada imperial dos m Ihores'r ,-errei-
Iho superior, madeira secca de superior ros de Lislwia a 64o rs. a I tnilp.l.- I titea,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu- ha latas de I > e 2 labras.
iz 1 Me 1847, lagrimas do Douro espe- atona de tomate em latas rloui.irlas d.- I libra
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs a '>4o rs. a lata,
a garrafa e de lo,ooo a 14,000 rs. a caixa Anaeixas francezas em caixinhas
com urna duzia. mente enlatadas da IJan a tjm rs. a
Bolachinba de soda especial encommenda c a! caixinha. tamb-m ha ialai ia I a 6 li-
mis nova que ha no mcrcadoa 2,2oo rs. a bras dfl l.2oo a i,0n n. 1
1 lata. 1 dem em frascos com laajRl t MBM l.ton
Biscoitos inglezes das melhores marcas em re. o frasco.
lainhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata. Chocolate poiiiiL'oe7. be*paiiliol, fraMH a
! dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras suisso a 1 ,9m rs. a bina,
de 5,000 a 6,000 rs. a lat, e em libra a Conservas ngiezas .las segu'mt. -
Na ra do Queiiiado n. 40.
i sapos de sol de seda a 0. 5-3500 e .. 55000
Camisas frani-czas urna........ 1J506
Toalhas de fustao de algodao una...... 500
La a de quadros e-coceza para vestidos COVadc g'iO
Ricos chales 4e mrino preto bordados e com vidrilho. &
mwmwmm iwmm
LETREIKO VERDE.
Neste estabeiecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as quahdades. tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e vanado sorlimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras
bomens e meninos. te
Casacas de panno preto, 35(5 e 30500 Dil(>$ de setim preto. 50000
Sobrecasacas idem, 305 e 25,0000 Ditos de ditos e seda branco,
Paletos idem e de cores, i| 60 e....... 50000
200, 150 e 100000 Ditos de gorgur5o de seda >
Ditos de casemira, 200, 150, pretos e de cores, 60, 50 e 40OOo3
120, 100 e...... 70000 Colletes de fusto e brim bran-
Ditos de alpaca, 50, h& e
Ditos ditos pretos. 90, 70,
50. 40 e.......
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 00,50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e.....
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80 e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
[ Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 40500 e. ,
Ditas de brim branco c de co-
res, 50, 405OO, 40 e .
Ditas de ganga de cores. 30 e
Colletes de velludo preto e de
coces, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
20508
30500 co, 30500, 30 e
a Seroulas de brim de linho,
30500. 20400 e......20000
ixnnr. Ditas de alKod5o> W600 *^0
odwuo Camisas de peitos de linho,
40000. 40, 30 e......
Ditas de madapolo, 20500,
50000; 20e........
Chapeos de massa, pretos fran-
70000 cezes, 100, 90 e.....
70000 Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 120,
40000, 110, 70 e......
| Collarinhos de linho fino, ulti-
00001 ma moda........
Sortimento completo de grava-
20500 tas.
20500 Toalhas para rosto, duzia, 110,
20500
10600
80500
20000
60000
640
e
70000 Chapeos de sol, dealpaca, pre-
40000 tos ede cores. .
Lences debramante de linho.
40 e........30500 Cobertas de chita chineza..
mm1
6
60000
Ditos de ditas de cores 50
40000 &
30ooo pr
20500 gg
las a l,3oo e 1 4oo re.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,000 rs. a lata.
Balachiiiha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
Idem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,ioo rs, :> barrica 6 Wo rs. a
libra.
Ca loes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-
ses a Goo rs. cada um.
Perasseccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a, libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinias de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4.ooo
rs. a arroba.
Amendoaseonfeitadas a 9oo rs. a'libra.
dem de casca mole a 32o re.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, vellio superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3.ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 /> garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 '/s ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PKR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
, a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portnguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles. ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeitn, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limSo, caf, laranja, cidra, gui-
ja, canella, travo, orle pimenta a l.ooo
00 rs.
I Qneijos do reino chegados pelo ultimo vapor
; Vjt 000 rs. cada um.
Idem "prato a 9oo rs. a libra.
! Vinho em pipa das mais acre litadas marcas Sardinhas de ;
como sojamlldt F., PRR, JAA, outras Charutos das mais
Mixde-Pides e cebolla; nalpt 1 rs
o Irasco.
Ancoretas devinbo COiMI
a 72o re agarrar'
a 32o rs. a lati-
acrerlilarbs m. rns de
rs., t
dem mais baixo redondo a 2,600 re. a libra,
dem da India compridO a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 re. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a t.fioo rs. ar-
roba, e 3o rs. a libra,
dem desebo mudo dura lingindo esparmace-
te 3tio rs. a libra,
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 5e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, j se venden por 7.000 rs.
dem almaoopautadoelisoa 3.000rs. a resma,
dem de peso paulada e liso a 3,000 rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2.2oo rs.
a resma.
Idem embrulho de 1,2oo a 1, loo re. a resma.
Amcixas francezas em latas de 1 1 libra a
l,2ooe8oors. a libra.
dem em frascos de 3 libras a 2\5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas i ngiezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 c l.ooo re. o fraseo.
Moslarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a l,8oo e 2.8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez bespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda era frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de I i garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e2,4oo a arroba.
Peixcs em latas al,000 rs'. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biate saceos
grandes a 4,ooo rs.
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; a 16 10, a^ooo i.Soo e 3.5 bs.
de 48o, 800, 56o. 04o e 800, rs.. e o do dem suspiros de Jo-,. <;. j>. a tm
Porto fino em garrafa, e em onada a caixa.
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor Champagnbea melhor do merca do Porto,
dem Bordeaos das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
I do Porto a 2,2oo rs. com o mrraflio.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
1 proprio para a nossa estaco por st r mais
fresco a 2.4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de viuagre a l,2oo rs.
con o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. agarrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cair
.xa ter grande abatimento por haver
grande porcao.
Azeitc doce em barril muito fino a 64o re.'
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa.
a 21,000 re. o gajo, e de Mee a fjtmwLt
garrafa.
Papel greve paulado ou liso a tjtm rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou las d- :.',n>a
4,000 rs. a resma.
Matarana a 32o rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o 1 a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. \ grosa e 200 r*. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vastos, muito
proprio para deposito de rloce aaanteiga
ou outro qualq-'er liquide > a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l.ooors. a garrafa a em caixa tifa abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo.Soo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a Chouricas as mais frescas do mercarlo a 800
lata. rs a libra.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo Genebra de laranja em frascos pal'
a 3,5oo rs. cada urna.
I Toucinho deLisboa a 3oo rs.
' 9,000 js. a arroba.
Botijoes cora 10 garrafas de azeite dore 1
1 50500. i
1 Caf de 1., 2.a e 3.* qualidade de 26o, 3oo
l,2oo rs. o frasco,
a libra, e a Serveja das mais acreditadas marcos a
6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs a garrafa
dem em botijas e meia*. sendo preta da
muito creditada marca T de G,5oo a 7,80o
rs. a duzia.
e 36o rs. a libra, doCearde8,5oo, 8,7oo, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
\rroz da India, Java eMaranho de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cad-
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominbo a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e SooErva doce a libra.
Canella a 1.000 rs. a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
^ae muito novo a 28o rs. a libra.
Moslarda ingleza em p a 10 o frasco.
Cebollas a 80 a caixa e l,2oo rs. o molhe.
, Vassouras de piassaba de dous arcos de fcr-
! ro a 32o rs. cada urna.
Latas com banha retinada rom lo libras a
4*5oo.
Carne do serto
Chegou aos prandes arrrmens da Brilhante Au-
rora a Aurora Bnlhante,no largo da Santa tyiu ns.
18 84, esquina da roa do Sebo, a verdadeira car-
ne|dosola400i^jilibra.____________________
Vende-se cainrns do muito boas finalidades :
na serrara de Jos Uygino de Miranda.
Estrims '/o Aracnty
Vende se urna csteira propria para forro de sala
inuilo bem feita, temi 20 palmos de cemprimenlo
e 22 de larcura : no Forte do Mattos,' ra do Co-
dorniz n. taberna.
Vende,-se a taberna sita na nn de lorias n.
106 : a tratar na mesma.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por tliilitti.T e C\ pharmaceuticos de S. A. I. o Principe Naporeio, laareada
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Penillade, 7.
Esta ora comblnac.ao rene debaixo de um pequeo voiume urna forma atradavel e
Ha multn ^ue 09 mdicos desejtvo ardmlrmente a reunito desles dou* mediraiMMaa, l*4aka.
dos matares rsforqos, nem a scimrla medir, ni-m os qumicos os mais diatincios o paVria
al aqu; crasas porm : perreveranca humana arhin-se boje assocladas estas duas poden
cas, a quina, o tnico, restaurador por rxcelleneia, o trrrm, a bate de nosso sangae, e
nienle o rc|rador dos tarcas e 4a saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope inico regenerador se tem mostrado mullo eSkai
nurrlieias, fallas de menstruacjro. dores d'cstomago, (asilo, digc.-t&es penosas e (anua*.
ir.i nsl run;fM> diOIreis, o lymphatismo, v empobrecimenlo do sangue, as escrfulas, o
pelas mole:lias sypli'litiras.
Hn apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro tai applicado nos hospitaes 4e Pl
hoje o mi-dii'.iment maisem vuga, suhstltuimlo, por assim diier, os medicamentos (rrufiawMt
O prosi ecto enterra numerosos certiflendos de mullos membros da Academia de Medtehia t
da fsculdude que aliestao que esie precioso medicam'-nio o conservador da saude por n
i o reeonslitulnte da economa animal, indispensavtl as pessoas que babilao os paites fa*
pn>ei valivn das epidemias. .
Acha-se venda no deposito geral, em Parit, na pharmacia Grimaut r cn ra de la rtwlm
ciii.ies pharmarlas do Brasil e de Pnrtuual.

Deposito geral em Pernambu?o ra da Cruz n. 22 era 'asa de Caros & Barbota



\ >

iG&->
-a> r-~iJf*
H^'c?
2 -.?-. -i.';i^,-v,vid
\23-
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUTiCIO
da economa domestica que se vai tratar.
O assumpto importante.
m:s< omtio-si: iflvvi,
O verdadero e principal armazem de molhados o do
BAL
IZA.
O VElli) AOLIKO
PRINCIPAL
E
alaguen contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posterldade lirnidlr o nonre do Baliza.
Actnalidade t Batel palmas de contentamci
tto!
Sem mitras nem coras para ornar a fachada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta ein tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre emhora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marehe-marche do desacreditado Progresso; arme a tenda
dos falsos apostlos da sincerklade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a sua
grande insobordinacao lingindo desconhecer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de pe filar-sc e fazer a
continencia do estylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordem todo o
sen trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu presumo para liem servir, desde o inais simples cantarada at
o mais alto general da primeira classe do ejercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :

tmm
GRANDE ARMAZEM
DE
MOLHADOS
rita no i mam \ do
Outr'ora ra do Colleglo
DE
DDARTE ALMEIDA 4" C.
S6|Ii|
f !S a c =
k'rc-
;> o
* C S c
S'Cu'S 2
^ c 5 = .2
P:
mmti
J* ~ 3 2 .3
_ "O i
- a n x J2 = S ;
-o o,
Grande pechiucha
coa toqne de a varia na loja c
ariMazem da Arara rna :-. im-
peratriz n. M de l.eutt-nt,* i*.
.11. Ciulmares.
Vende-se con taque d> amia.
Vende-se madapolao inglez ru t-&fOtm> to-
que de a varia por ti.">00 7 e 8J, alg. *l:kiii *> a
4A3O0 e oi, cambraias Han lina- a -1 r 309
na ra da imperatriz loja Veode-se turadas linpa*. aaralMftiu>a.s.
Vende-se chilas linas cores escuras a 140 SM)
rs. o evado, iiM kaaanaj linas rra Hu a
320, 360 e 400 rs. o co vario, icurgurju de Iiu^|-a
ra vestidos de seiihwa a 480 o rvad, n-rado
francez para volido a o aaaaai : na Mr.* 4a
Arara ruada Imperaniz n. :,t>.
Pairadas ptajrlM para trabara* r Brasa*.
Vende-se aoUiaba coa bataWaaai pan -k, ara,
e meninas a 00e3<0 rs., munitiiii.* o,- h
cambraia entenados a ."O0 rs.. mancmtos a evitas
para senhora a 14 e (SO, cainiMi.lu* Indiadas
para senhora a i, ditas bordadas aa ruUrmb a
j | pORhoa e grvalas mu i lo tinas a i+ViOO e 54 s
a Arara ra da Imperaln/. n. ."ifi.
Principia a Arara tradrr as ralrbas.
Vendc-se colchas av.'Dudadas para rama a $A
ditas dis linho alcochoad.i> a 35, ddas de fi-ta a
84, ditas da damasco a VJ, ditas de lora a :
Da loja da Arara ra da Imperatriz n. -''.
Arara vende cassas a 210 rs.
Vende-se rassas frai.....zas tinv i lt) &
covado, organdys linos a i40. Wt ..
na roa da Imperatriz n. 56 loja na A..aa.
Itoupa frita da Arara.
Vende-se paietots de Inio de i r artfJOB l- 39
ditos de meia caseinira a 3."i00. dii< -a
14800 e 64, ditos prelo-de panno a ."-. .5 .' ,
ditos de easeniira lina e debrunbaoi- a 4 m-4,
ditos pretos de alpaca a :ii-'>0 e 4. e itraa i.us
de eaaemira a 4;>oo, 84. 65 ex*. ra
SENTIDO!
OKIIIEBI DO III V.
Desde a 1.a poblicac3o deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
ln Baliza estabelecido ra do Livrauu'nlo us. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
que qualquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualqtier objecto que nao chegue a contento dos se-
tihores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas tpte mfirarem no centro da provincia.
0 dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimenlo algum.
Declaraco importante.
falso o boato que tetn feito espaldar o soldado soprador da na do Queimado de que se aclta o Baliza associado
ao armazem Unio Mercantil aberto a roa da t.adeia do baiiro doRecife.
A liga entre os collegas um crinte de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sim das ideas liberaes dos progi-essistas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de seu coraco.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
..'. a sQGL XOSX QSQ- -.22c QSk ^fG^^^^M^^^^^'^^-M^' r'3
Antonio Fernandes Duarte Almeida, dono dos acreditados armazens frogressivo
e Unio e Commercio, e ex-socio do Hrogresso Progr cssista acaba de abrir boje um ou-
tro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Osborn.
0 proprietario deste importante eslabelecimento, conhecendo que o mais rico e espacoso
armazem que presentemente se tem aberto nesta praca, deliberou denomina-lo VERDADEI-
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, j pela pratica e conbeimento que tem destas cu",;,.nir;|. *v ebmua u'e **>, a-a nv
casas, que este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceto 1 !JSB.lS!Jd f*"?.blffSL>' u ***>*
quenelle preside, como no completosoilimento que effetivamente recebe de sua propria 14000,ditas de ihIhiTa'Vmsoo' .:.. ,'"
emeommenda. e 245OO : na ra da Imperatriz n. S,
0 proprietario do grande armazem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser 0 Halos da Arara a 3,5.
primeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos precos dos gneros e | Vende->e baldes crinolinas de a, :*> v) rrm
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seas gene- ^2 di iSL S % ?t?Ui
I da Imperatriz n. 56.
Arara vende os cortes de listados francezes a VJ.
Vende-se corles de ri>cados fraweze> em l>
covados a 34 o corle : na ra da lni| erah-.1 i 56.
Arara vende corles de easemira prea a id.
Vende-se corles de aseora prea para ralea* a
34,35500, 44 e 54 : na loja da Arara u. 56.
Arara vende os seulrari|nrs.
Vende-se soulembarqnes |ireto* noiile rin-, ra-
pas comprmase manteleies de sopermr i|oa|i>i>.le
a ii& e 255 so a Arara ra da Impertir aa-
mero 56.
Sedinbas a oOO rs.
Arara vende sedinhas de lisli inhas para vf 'i*n
a 500 rs. o covado. diias Tinas a WK r-. ifia a Jfa-
ria Pa com 4 palmos de lariror palio i> de seda a.
800 rs. o covado : na ra da Ini|>eratriz n. 56.
Arara vende eamfcraias de earvrhttos a 24S44.
Vende->e cambraias de carorinlKis pan vei.lo
a 24'KX) a peca, cortes de canea franreza a 24. fo-
nertores de pellos a 14 e I5<>"0 : aa ra #j ba-
peralnz n. 56.
(iraude soriinieiilo de azcudas prrlas para a faa>
rc.sata.
Seilas, grosdenaple. pannos linos e ca-emiraa.
Vende-se pToadnaule furto para vaeMn h^a
fazenda a 15400. 15600, 25. 25400. 25600 e 34 e
covado, sarja bespanimia de seda. paniHi lian preM
a 15600, 24,25500, 35 e 45 o raaadM, mnb. a
perior rasemiras pretas linas a 25 e 14400a ri>va-
do, merino lino a 24500 e :?4. dit" da faataa a
25500 o covado : na na da lmi>era(riz n. 56-
Arara tala madapoln fraarrza i->.
Vende-se madapoBo Iraare nafcsieaV i 45 t
4800, brelanba de linho, b.-imbure" da 'iriho para
ros, por onde via e v o publico -que nunca mais pode ser Iludido co'mo" dizem esses.
que, mordidos e qneimados pela inveja, dizem n3o vaoll... Illude!... desenganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trilho que pisa, nunca mais consentir que se
venda um objecto de 50 por 100. O systema do Verdadeiro Principal vender mnito
dinheiro e ganhar pouco, com elle que semmedo diz, que bailas de papel o vento as
carrega.
Pede-se a malor attencSo.
(^proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protec-
c5o para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode offerecer
as vantagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bera pede a lod mento, certos de nao terem occasio de se arrependerem.
Mais attenco. *
0 VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular todos os Srs. de angenho e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encummeiiilas este estabelecimento, garatin-
do'lhes o proprietario que tanto elle como os setas lamulos nao pouparo esforcos para
fielmente cumprirein os pedidos que vierera ioderessados.
Ao pnMic*,
0 incansavel proprietario pede a todos os Srs. e Sras. que, quando tenliam de man-
dar seu pedidos seja em carta fechada ou com grande recommendaco ao VERDADEI-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junio ao sobrado em que mora o retratista j
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza des portadores tem este sobrado urna botica
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin-
iras Duarte Almeida C. e por cima o VERDADEIRO
PRINCIPAL.
tadas de verde.
as hombreiras
com bonitas

LOJA DO BEIJA FLOR.
Ra do Queimatlo numero G3.
Cravalinbas para seHhora.
Vendem-se rravaiinhas de diversos gostos mais .
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,'
loja do beija-tlor n. 63.
Filas para dehriiin de vestidos.
Vendem-se litas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, loja do beija-flor o. 63.
Pentes travessos.
Vendem-se pentes: travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papal bata dourada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
dito de cor de ueiradourada a 15100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor u. 63.
Auvelopes.
Y. ndent-as auvelopes de diversas qualidades
braiu o a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de ]
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
\ellas de aljfar.
Temi recebido voltas de aljfar com ernzes de
pedra imitando a briiiante vende-se a 15 cada
uuia : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
1-J(K) e 300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-llor n. 63.
Eiifeiles de lita.
Tendo recebido enlejes de lila pretas e de co-
res mais modernas que so esio usando a lacada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 83.
Fila de laa prea nata dehrum.
Vende-se lita de lia preta para debrum com 10
varas a 1300 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Filas de linho para bordar veslid
Vendem-se filas de. linho para bordar vestido
ou rovpinno de meninas com 40 varas a 640 c
800 rs. a peca s qoem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Badea de uiadreperola.
Vendem-se boles de madreperola mais moder-:
nos que lena vindo para pininos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-aa fila de velludo prete com 10 varas a
900 rs. a pefa : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se Illa de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado 11. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeilar capas ou manteletes os mais lindos (tos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e parios de balanco de i bo-
tao a S300 a duza, ditas de 2 botSes a 65400: i
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a I200 e
{400 : na loja dw beija-flor da ra do Queimado
n.63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
ULHHoilIK
Tendein-se ai'i*i coin cal des-
ih pi'occdcnca, em peda*a, chega-
da boje, c nnlca nova, ojiie ha no
mercado, na rna do Tra;daV;hen.
13, armazem de Manoel ti'ef xel-
ra Basto.
Cf
1 o
"1
i O 8
n rs -?
" 3

u-
-
SI fe
C3
c o
- u
1 rji Ui
TODA ATTEACAO A'VHilLAHilE.
Custodio Jos Alves Goimarios avisa ao respei-
tavel publico e aos seus fregueies, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as portas abortas a concorreneia do res-
peiUvel publico, para assnn apreciar o novo pallo
que se acha no espacoso e abgre campo, pnarne-
cido das lindas llores "e muilos outros objecios de
bom gesto, que tanto saslisfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus IVep11e7.es que
veriham ver para crr, que assiin podero apre-
ciar, e nehar.io um grande -01 ment de fazendas
tendentes niiudezas. lauto para grosso como para
retalbo, que lodos serio sonidos a vontade, mesmo
qnalqoer freguei de fra que nao po*sa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este e-'abeleeimenlo
l'azendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
ro lser que ser ludo eomprido Belmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s polas
boas compras Ritas nesta praca, como dos que
recebe de sua propria coma', como dos que recebe
de consignadles.
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de livelas pelas e com pc-
dhnhas de muilo lindo gosto assim como filas pa-
ra sintos prelas e de cores para as mesmas Uve-
las que se vende pelo barato preco de 1500 e -5 :
sno vigilante ra do Crespo n. 7.
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Jlez de .liarla.
0 afamado mez de Mara que se venda a 35,
2 e l.joOO, rom eslampas e ntidamente impres-
so, aeha-se venda por acabar a 15000 o velume,
approveitem-se da occasio, que mui poucos res-
tara : na ra do Imperador n. 1S.
*
A ttenga't do publico
Madapoto superiora 7 a peca de24 jardas por
ter um pequeo defeito : na lja da ra da Madre
de Dos a. 16, defronie da guarda da alfaadega.
Hua da Sen/alia 11 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhoes ingl^zes, candieiros e casti-
caes broDzeados, lonas inglezas, o de-vla,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavadlos, e relogios de
ouro patente inglez.______
GAZ GAZ GAZ
por preco rednzldo.
Vende-se gaz da melhor qoalid de pelo
pre.o de \0i> por lata de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos d. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.___________________
' VXHO PURO.
Chegoa nova remessa de anc cretas com supe-
rior vmiio paro : vende-se no escrptorio de E. R.
IUbelio, ra da Cadeia n. 53.
Venric-se alpaca prea a 500 rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, oOO, I
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs. para pal.
lot, prinreta preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, ISazinhas preta
para senhora que esiao de luto a 720 o covado :
na ra da Imperatriz n. 06. A loja est aberta at ,
s 'J horas da noite.
Especial rap
Prnreza de Petropolis j bem conhe-
cido em toda a provincia do Rio de J-
jj neiro e com preferencia ao Paulo Cor-
^ deiro e ara preta de Meuron : vende-se
^ em seu nico de[>o>to ra do Crespo n.
S 16 armazem de loucas de Duarte, Perei-
Wj reir 4 C. ou na 1 u larga do Rosario n.
# 38, loja da Aurora.
mmmm mmmm mmm
Ko armazem de tazentl- s baratas de
Sanios orillo, roa d Queimado, o.,
< 9, veBde-se o seguiole
Cobertas de chita da India pelo baratissimo preco',
de 25 e 25300 I
Lencoes de linho pelo baratissimo preco de 25.
I.encoes de bramante de linho fino de um s panno
pelo baratissimo prece de 35200.
Lencos de cambraia brancos proprio para algibei-
ra pelo baratissimo preco de 25 a duza.
Toalhas alcochoadas para maos pelo baratissimo
preco de 35 a duzia.
Guardanapos adamascados, fazenda. superior, a
35800 a duzia.
Algodozinho com 8 palmos de largura pelo bara-
tissimo pnco.de 15 a vara.
Atoalhado adamascado de algodSo proprio para
toalha de mesa pelo baratissimo preco de 25000
a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largura
a 25500 a vara.'
E at 6 palmos de largura, por menos preco do que
ein outra qualquer parte.
Cortes de calca de ganga amarella de listrase qua-
dros pelo baratissimo preco de 15200 o corle.
Ricos cortes de laa com barra Mara Pa.
Amendoas confeitadas
a l" 000.
Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
e sendo em bar il tora abatimento.
Dita franceza muilo nova a 560 a libra e
s-ndo em barril 520 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos
de U a S/00 rs.
Dito perola especial qualidade a 20000
e a800 rs.
Dito bysson o melhor que se pode desejar
a A*00 e 2*600 a libra.
Dito hysson o da India muito superior a
2#2'' Oe 2/400.
Dito*do Rio em latas de 2, i, 6 e 8, libras
a IjgOOO e l^200a libra.
Dito preto muilo especial a 2dS800 a libra.
Dito mais baixo a 1300 e Ir'COO a libra.
Queijos chegados no ultimo vapor a 3$000.
Queijo prato chegado neste ultimo vapor a
800 rs. a libra.
Dito suisso Parmezo o melhor e mais
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li-
bra, sendo de i libras para cima a 780 r.,
Dito londrino um pouco duro por viren*
. em navio a 500 a libia, e sendo inteiro
400 rs.
llolacliinhas em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a 1:5300 rs.
Ditas em latas grandes a 2000 rs.
Ditas em latas de 5 libras de Craknel a
ItfOOOalata.
Bolachtnha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2/5200 a barrica e D0
a libra.
Ca toes com holachmhas francesas de diver-
sas qualidades a 000, 800 e i #200 cada
um.
Peras seccas em candabas de 4 libras as
mais delicadas ipie se pode desejar a
2,?500.
Bocetascom doces de Portugal ricamente
enfeiladas a 2^500, contendo: peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas^ aljierch
e outras militas fructas.
I'assas muito novas a 480 a libra c "5500 a
caixa: tambem tem meias e quarlos.
Amendoas de casca mulle a 2H0 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra o,
4000 a arroba.
Figos ein caixinhase latas hermticamente la-
cradas a lf>5iK) e 2($500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de du/.ia vindos do Porto
e das seguintes marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,
: Massas para sopa muito novas, fui desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha c es-
trellinha a 500 rs. a libra e 3 a caixa com
8 libras.
Macarrao, A letria e Talharim a 400 rs. a libra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa c i^OOi'cees e serouias a 4.40;. 500 e>m tara, bra-
mante de linho de 10 palmos as breara ?5 a
vara, hrim pardo de linho a 800 e 15. a~N
a 15. 15280 e I-OO.i vara : na ra tnz n. 06.
Arara veiide lazinlias para tfstide a 2.0 rs.
covathi.
i Vende-se liaziaaas para vestido* '' w 1 << ra a
, 240, ->o, 320, 400 e 500 ra, o ranada, -a- < km
! lisas proprias para capas de senh
; covado : na Arara ra da Imperan iz 11. >
Arara vende fustn a 500 rs.
Vende-.-e fn-iaoile eores para r~*H >
raleas e palet^l-; a 300 rs. o nivadi ,
za escura e clara para calcase pal. a at#n
o covado: na na da Imperatriz n. > rta I
a caada.
Dito emgarrafoesa IHKIOcada um.
Botijcs com Sal)garrafas de azeite, o me-
lhor que se pode desejar, a 55 cada um.
Palitos de tientes em macos com 20 maci-
nhos a 120 rs. cada un.
Palitos do gaz a 23200 a roza, 20 rs. a
caixinha e 200 rs. a du/.ia.
Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
16000 a duzia.
Ceblas muito novas a 540 rs. o cento e
800 o momo.
Traques de 1 runcha qualidade a 86500 a
caixa e 240 rs a carta.
Charutos Ipyrangas em meias caixinhas a
26000.
Ditos Suspiros de Thom Pinto a I6C00.
Ditos Avaneiros do mesmo a 16000.
Ditos Hegalia Imperial a 1-M500, garante-sel
tpie sao charutos queja se vendern por'
26000 e 26800, alin destas marcas tem de
todas as mais que coslumam vir a uosso
mercado.
MIJaI
Vende-se feiiao branco I amare, n r
qualidade, a 105 a arra de 1 iai
Porto: no trapichealfaadogado da Bar^>aalA>
vramento no Forte do Matlot.
Cal de L.lsl, aVMataV
Vende-se na ra daCaaail '. laaNh n. H, para
.'onde se mudou o aalifo e aerodit >
Geneora de Hollanda emfrasqueuas a 0600O mesma ra n. 12, amboi os geaer
e 560 rs. o frasco. legtimos, e se vejdaai a arago wti h jo
Dita de laranja a 16200 o frasco e 126000 a t caixa. i ..... 1 1 ......ii mu 11
Dita embotijas de Hollanda a'440rs.
Cominhos muilo novos a 400 rs. a libra e
sentlo em arroba lera abatimenlo.
Krva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cancha muito nova a 15000 a libra.
Pimenta muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Gravo muilo novo aC40rs. a libra.
All'izi'ina nova a '(X) rs. a libra.
ESCRAVOS FGIDOS._____
Pnfio na madrngada doa II il 1 n
corrate anuo da eaaa ao am seal* r 1
dacidadeda Parahiba, a escrava Juae > vw
os sepuintes sigaaes : estatura alia,
rapinhns ipie >e i ! boeca cepillar, ei i'ariia, iilad ov 30 aa* -
Ico mais ou menos, andava cum chales -u-..
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. allevon aga>igo toda room qu paaa*, p M r
libra e 85000 a arroba. ; macuto muio para 1ddade le Gol aa *m m-
/-.i pin. .i;v,M lino a cidade do lerife : rofa-se a auhmaai.1
Chooricas e patos a 040 re. a libi a. m***, ios capites de c,,,.,h' .i-t. r
Banha a mais nova e alva que se pode uese-. liessoas na da referida atetan nv.-r.ni lim
jar em latas de 10 libras a 56000 a lata, j ment, quriram ter a hoadade de baMa api-rrltaa-
Dita propria para banha de cabello por set\tet anrte**
alva e dura a 400 rs. a lira.
Copos lapidados a 4)800 a doria e
Norte na casa de Antonio Vrenle de M^faNaM
"t,ri\i\ '' n0 Varadouro ns. 1 e 23.1 ros de ipie aim do
'" aerarte cimento que recebe rae -iao geuero>au:iite
recompeusados.
Anieixas em fiascos grandes a 25-00.
Ditas em frascos mais pequeos a 15100.
nilaa im latas denma c meia libra a 0 libias Aoealou-aedaca>adeeu >enhor ha 1.
Uttas un latas uxnma e ineu uuia au nuid,a pMaTh(,rPza,,.(,m M Se.M:inie> -.-.,..
a 15200e 4?>000 a lata.
Mlho inglez rolha de vidro a 800 rs.
com falta de um dente na frente, |k-.- enw, 4
tem marcas de ecrophnla> no paniira, k 1 a aaaa>
Prezuntos iualezes para hambres muito no- se por isso condecida, anda ne>ia 1
\ns a 800 rs a lihri pegar, leve-a a casa do l)r. Saldado, rua da
vosaouur!,. a nora. mado, que agra.le.rra. O mesmo. aeuh
Mostarda preparada a 200 rs. u pote. w tra (|Uem a |jver .,1^
Velho secco, Victor Emmanuel, D. Pedro
V, D Luiz, especial vinho velho do Porto i Conservasingie/.as a 640 e 800 rs. o frasco.
e outros mudos a 95, 105, 126 e 146 a Cognac inglez a 106000 a duzia e 16000 a
duzia e 15 a 15200 a garrafa.
Vinhos em pipa Porto, Lisboa e Fignei- a
das meihores marcas a 35800 a caada e
800 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa c 25800
a caada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
Dito Lavradi muito fresco, nao levando com
posicao, a 560 a garrafa e 45000 a caada.
Vinho branco de uva flna a 600 a garrafa e
45500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 25800 a
caada.
Vinho Bordeauxem caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 65500 e 76000
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 15200 a gairafa, garan-
te-se que por este mesmo preco d pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem.
Licores ftancezes e portuguezes dos meiho-
res autores a 800, 15000 e 15500 a gar-
ran.
Cervejas das meihores marcas a 55500 e
65 rs. a duzia; tamben temos ordinaria
por muito menos.
Marmelada de todos os fabricantes de Lisboa
em latas de 1 libra a 600 e 640.
garrafa.
\nmh)
Dito francez a 85S0O a duzia e 800 rs. a Aeha-se fgido o escravo "de o' me FaatHM, garrafa idade 40 anaot, pouco Ma ou mua, rw lab, al-
fu\\0 Rramlv a ^ ttWO i mrnfa o MtfOfl a nrt regular, gr.^so do corpo. bem e-| idaii
Palle lrany a 2>ooo a garraia e j-ouuu a, bad0i g ja p(i(n a|(,uns e;tM^ |,,:1I. M ,rtoi
duzia. brac.os r pernas ros'-as e bastante cal'|iuda>, t. a-
Sal)o massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.'; do as nenias arqueadas, i-orm ah m...... r..ia-
PAtv.i t 190 r > Ultra e OAOOO a irrnha i ma andar cm ****> c as v,'z,': ,'"'hr '
Polvo a daoib. a uura e J5000 a an ona. :utm |M)r g()S|ar mint0 de ^^.......,,., r,^^
Vassouras do Porto COm arcos de Ierro a se s autoridades policiacs deta ertas prov.o.i.
320 cada uma. limitropbes, que o faeam apprehenrtVr < lev-., a
Ditas americanas a 640 rs. f*2 ",aJ".rmA r ~ 'rS *
Papel aimaco pautado e lizo a 25400 a resma. *^jfi.Wm*ZS* 'f
Dito de peso pautado e lizo a 35 a resma. j,elu gratiticados. ^________
ito azul proprio para botica a 25 a resma. |--------------------------
vrar5m2oc.e,"5li0rs-a'ibri',esen'10! ES(.RiV0 HJt.lliO.
Ditas de carnauba do Aracaty a 95000 a arro : firatificj-ciio ba e 320 rs. a libra. Em das do mez de marco prximo pagado fo-
Farello de Lisboa marca N a 45000 a sacca. 'gio o avravo Vicente, de id.de de iOamm*. poo.-o
* .. ,. ,- f0 1 nn re caria um mais ou meno*. altura reular. secro do eorpo, ror
T.jollos para h.npar facas a ICOr^ca0-3 un}- fula> barbi(do, Pom um ou dou, ,,. d^ f^WlS
Peixe em latas ja preparado a JOW" a iaia. na frentPj um [ow.Q pa(ro rom |||n a|--o M
Chocolate hespanhol e francez a 15000 a linra. ma drPiaj antes de ser comprado peo s*n artnat
Caf do Rio primeira sorte a 85^00 a arroba wnhor, passava por forro, sob o m-n* dV enfc
a 300 rs a libra. 1 Campello ; fugio para o sul em direr^ao a eninf-
n;r. a., onn,li'i8\'.il p9ROr a lihra nho Firmeza do Sr. capitn Francfort de Barra>
DlU de Segunda a 85400 e W n.' na freguezia da Escarta, anda pela* h"da r-
Arroz do Maranhao, Java e India de 2OOU a ipojura, procurando urna lia por iioroe Mata, -
35 a amiba e 100 rs. a libra. radora as trras daqnelle engenha : quem a pe-
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li- (ar, leve-oan Sr. Jos Franci*ro norma ^*7
hri A/L*0n a arrnha i da no enuenho Melanria, frrf ue *r Hn-jar-
Bra t 458UU a arrona com Limoftiro, ou nesu n-ta*., m
Cevada muito nova a 26o00 a arroba e 100 e^rriplorio do agente Olive.ra. ma da Cadma da
re. a libra. | Recire n. M, primeiro andar.
1



.* nuc, A 4
LITTERATORA.
O SEGHEDO DO ABBABE.
me surprehenderam a saluda sequenajjfd desasir de Silveira.
Nessa occasio, Duarte che-
POR
Arnalde Gama.
goes francezes, que
do Pojo das Patas.
gou ali cora viole soldados do esquadntf>, com que
[ o major Harvey a picar a retaguarda de Souli, e
! salvou-me, fazendo-os foglr. Devodne este favor,
' devo-lhe este grande obsequio da rida -acrescen-
tou com amarga irona, difllcilmeriTe mascarada, e
pondo ao mesmo lempo os olhos incendiados em
D. Leonor de Baio.
A tomada de
Amarante por Loison, esperanzando Soult de tcr
por-fcll perto o caminho, fe-lo perder intilmente
as trinia e nove horas de marcha que levava de
vantagem a Wellesley ; e este, dando ordem a Be-
resford para que embaragasse a retirada pela di-
reita, marchando sobre Chaves; caminhou em linha
(Contiixvarao do n. 9Q.)
XV
dibs m.t:
l'oiiliniiiinlo
de mole, e correr a galope pan junto da infamara -a com a exttica admirado do mas profundo
rrenceza, que principiava a retirar em columna am01. i,va:it01!>0. a djase serenamente para este :
cerrada. Nulo ouviram-sc dous tiros do anima-
ri;:, e pelo meio d'aquella columna viram-se mo-
tauearoente abortos dous grandes e profundos P*nhar atl a varanda
sleos. A artilhara da dlvislo Pagel tinlia chega-.de ar'
do ao alto do Seminario, e. conseguindo collocar! Com muita satisfagao, mioha primadisse
duas pecas sobre as alturas do lado direito delle, Duarte, dando-lhe o brago.
priocipiava d'ali a varejar os Francezes. Mas es-
recta e a marchas forcadas para as margens do
jimho, entendendo que linha por Jim realisado, e
bn> maior felicdade ainda, o projectado encurro-
ns. amento, do qual se seguira para Soult o desaire,
que resultou da derrota de Baylen ao pobre Dupont
de 1'Eiang.
. Primo Duarte, tenha a bondado de me acom-
preciso de tonar um pouc0
tes-, ja poucos em numero, apenas os sufflcientes
para sustentar a retirada do grosso da columna,
dispersaran de sbito, e os Inglezes acharam-se
por fin nicos senhores do campo. Minutos de-
pois os espectadores di> mirante de Santa Clara ti-
ran destarar do grd&o da cavallaria britannica
que, mal a artMharCcome<;ou a jogar, viera collo-
ear-.;o no flancosquerdo da infamara, um grosso
etquadrio, que se Lwott a galope pela quinta do
Prado fra, levando na frente dous oficiaos que
acenavam aos soldados com as espadas desemuai-
nhadas.
E' o major Harvey,disse ento Rodrigo
Freir, filando o oculoe o outro.. .pela Virgcm
do Pilar......
Duarte !exclainou D. Leonor n'um grito de
pavor, que destoava medouhamente com a fra im-
paasibllldade, que Ihe douiinava as feiges.
Era de fado Duarte Pinheiro, que acompanhava
o major Harvey, cmmandante do esquadro, que
o brigadeiro Stewart mandava picar a retaguarda
dos Francezes al fra da cidade.
E' Duarte.. .Santa Maria, orapro nobi...
E' Duarte...Virgem do Monte, olTerego-t'o pesado
a cera, se escaparbalbuciava D. Goncalo, de to-
do desorientado e desfazendo machinalmente o j
mnis que-atrapalhado rabicho do cabello.
Homem, agora o perigo poucodisse Ro-
drigo Freir, para o consolar.Olha, para ali, pa-
ra a Ribeira; v o que la vae.
D. Goncalo levou automticamente o oculo
pontaria.
O' Rodrigo,disse depois de mirar dous mi-
nutos-quem .' aquelle engoiado estafermo, a quem
teu irmo est fazendo tantos rapaps ?
Homem, estafermo E' sir Arthur.
Sir Arthur I Bocea de pragas. ..bocea de
pngas!exclamou D. Goncalo, batendo duas ou
ti es feces com a mo espalmada na bocea.O h-
roe? Viva sir rifen* I Viva o principe regente,
nosso senhor!...Mas, por vida minha I que
aquillo?
Nao vs ? E" a cmara que o foi receber. O
resto das tropas estao passando o ro. Ouves ?
;iia o que de alarido e de festas ahi vao na cida-
de. Vamos-nos d'aqui.
Era meo da. A cmara, depois de ter accla-
mado o principe regente do alto das janellas da
Casa-pia, onde funeconava nesse tempo, descera
Ribeira acompanhada de nm sem numero de
povo a receber o general Wellesley, e a dar-lhe os
emboras da victoria.
O exercito inglez oceupou inmediatamente a ci-
dade. As vingaogas populares prncpiaram a que-
rer levantar a medonha cabera- Gracas, porm,
ae bom senso do general em chefe, tudo se desfez
cm festas aos soldados britannkos, que foram bem
agazalhados e regalados quanto o podiam ser no
estado miseravel, a que o saque dos fins de margo
havia reduzido o Porto. Fortes pelotes de solda-
dos inglezes foram postos de guarda aos hospitaes,
onde jaziatn setecentos Francezes entre docntes e
fendos; e s cajas onde habitavam os mais salien-
tesjacobinos, que tinham servido Soult. D'cntre
estes aquelle que mais custou a salvar das iras
populares foi o corregedor Frederco de Almeida
Correia, que to infamemente clebre se tinha tor-
nado durante o dominio dos Francezes, a quem ha-
via servido com verdadeira dedicacao.
Entretanto Soult avangava sobre Penafiel, prin-
cipiando aquella famosa retirada,, que um dos
feitos mais notavois da moderna historia militar, e
um dos mais brlhantes flores da cora de glora
do Ilustre marechal do primeiro imperio. Welles-
ley desejou seguir logo aps elle, mas o estado
quas anarchico em que se lio apresentou a cida-
de, e, sobretudo, a necessidade de prover ao futu-
ro do exercito que commandava, obrigarani-no a
demorar-se esse da.
Eram sete horas e me ia da noute. Na sala de
visitas de Antonio Matheus Freir de Andrade,
cliavam-se reunidas tres das familias mais nobres
do Porto, e com ellas Duarte Pinheiro e Vasco de
Orneilas, que eram os verdaderos hroes da com-
panhia.
Saba-se j que o exercito havia de marchar no
dia li, sahindo logo na madrugada do dia seguir-
te, Lt, o major-general Murray, em direcgo a
Vallongo, com a legiao hanoveriana. Sabia-se que
o batalhao acadmico c as milicias de Coimbra e
da Figucra licavam de guarnigao cidade. Lia-
se com enthusiasmo x proclaraaco de Wellesley
aos habitantes do Porto na qual recommendava
magnanimidade jwrtugueza os prisoneiros france-
zes, exiga socego na cidade, nomeava o coronel
Nicolu Trunet governador militar della, e termi-
nava por dizer que a elle deixava o gene/al em
chefe plenos poderes para tornar effectivas as sen-
satas e generosas recommendagoes que fazia. Por
fim discutiam-se, e commemoravam-se os aconte-
cimentos do dia.

Era aquella urna reuoio de prenles, urna ver-
dadeira rcuniao de familia. Duarte Pinheiro de
pe, e encostado ao espaldar da cadeira, onde esla-
va sentada D. Leonor, via-se obrigado a repetir
pela vigsima vez os dilferentes factos, a que tlnha
assistido durante o comb ate. Vasco, sentado de-
fronte d'elles, e debalde procurando desviar os
olhos d'ali, esforgava-se por distrahir a attencao,
prestndose pacientemente a narrar por omitas
vezes os esforcos que lizera, para se reunir ao seu
regiment durante o combate, esforcos que nao
pudra realisar.
Mas para que foste tu l de abelhudo, sobri-
nho ?gritara D. Goncalo no auge da alegra do
ver pelo entretanto todos a sal*o.Fra bem feito
que te tivessem cortado urna orelha. O que te va-
lea foi Duarte, que se nao elle, cortavam-t'a s
ambas.
D. Leonor sentou-se n'uma cadeira, que Dnarte
Pinheiro pululara a janelia, c elle encostou-se
varanda eom-o-rosto voltado para ella.
A glacial serejpdade do rosto de D. Leonor nao
irania a mais "4kquena coromogo; comtudo os
olhos nao se Ihcjesfuavain de Duarte.
Primo Duarte, parte tambem manhSa ?
disse por fim.
Indubitavelmenle, prima Leonor. Nao tenho
ncm posso ter, por um momento sequer, a idea de
abandonar nesta occasio o exercito.
Houve um instante de silencio.
Assim Ihe aprazem os horrores da guerra ?
-disse ella por fim, em voz ligeramente commo-
vida.
Nao, minha senhorareplicou elle.Vou
porque a honra me ordena que v; por outra ra-
zao nao ia. A minha recente peregrnago por tr-
ras estranhas apagou totalmente em mim os foga-
chos das asprages ruidosas. Agora prefiro o so-
cego e a paz da minha aldeia a todo o brilho da
gloria do proprio Bonaparte. Mas, que Ihe hei de
fazer ? A honra manda que eu marche; marcha-
ra, pois. at que possa parar sem desaire.
D. Leonor esteve um momento com o*s olhos fi-
los no primo, fra c serena como costumava. De
repente as feicSes transformaram-se-lhe na sua-
vsima expresso da agona do amor, que se sen-
te allucinar peles perigos. a que se acha exposto
aquelle que ama; os olhos scintllaram-lhe com a
mais celestial expresso da dr; juntou as raaos
angustiadamente, e balbuciou em voz trmula e
pondo nelle um olhar cheo de raeiga e profunda
affliccao:
Duarte, por Deus I nao parta I
Era tao expressiva e tao celestial a raanifestagao
d'aquella angustia, que Duarte, sorprehendido de
a ver no rosto d'aquella mulher to fria e tao so-
berba, aprumou-se ao primeiro impeto, e fitou por
um momento n'ella um olhar penetrante, c em que
rutila va o pasmo supremo.
Mas D. Leonor continuava com os olhos postos
n'elle, scinlillanles da mesma afiliegao e da mesma
angustia supplicante, e Duarte, que coohecia o
amor que ella Ihe tinha, sentiu-se profundamente
commovido, sentu-se arrebatado de carnhosa coni-
paixo por aquelle soffrimentoque era tao pun-
gente, que conseguir sollrear a satnica soberba
d'aquella mulher formossstma.
ritou-a um momento sem poder fallar, mas os
olhos dziam o que de magoa Ihe esluava no peilo.
Minha querida Leonor!disse por Ora.Mal
sabe quanto assm me dilacera a alma. Oh I por
que nao continua a ser fria, soberba, indomavel L
Pobre Leonor Nao poder eu corresponder a tanto
affecto!
Ento certo ?.. Ama... outra?..
Amo... um anjo, urna mulher como eu ima-
gnava para amar... carinhosa, sensivel, iraca-
A's quatro horas da madrugada do dia li j nao
havia no Porto um s soldado do exercito alliadu,
excepgao do batalhao acadmico e dos regimen-
tos de milicias, que ficavam guarnecendo a cidade
A's oito e mela D. Gongalo e D. Leonor de Baio
acompanhados por numerosa criadagem, sahiam
pela Agurdente fra em direegao a Cerzedello,
Fora repentina a resolucao de D. Leonor. D. Gon-
zalo tentou oppor-se a ella, argumentando com os
perigos, a que iam expor-se, no meio dos movimen-
tos encontrados dos dous exercitos inimigos; ms
D. Leonor disse imperiosamente que quera partir,
e D. Gongalo obedeceu, como eslava acostumado.
Ao sahir do seu quarto para entrar na liteira,
que a havia de continuar a Cerzedello, urna criada
entregou-lhe urna carta, que Vasco de Orneilas ti-
nha deixado para ella.
A filha de D. Goncalo. abriu-a com toda a sua
glacial indifferenca. .Dizia'assinu
c Parto tao fra de mim e t outro do que era,
que me desconhego. Est amor, que me inspiras-
te, Leonor, ha de acabar por fazer de mim um vil
lao. J que me nao podes amar, pede ao menos a
Deus que urna bala me livre da infamia, que pre-
sinto, que me est imminente. >
O aume da mulher soberba.
A's nove horas da manha do dia seguinte,
D. Leonor, montada n'um elegante cavallo baio,
galopava pela estrada, que de Cerzedello leva a
Nesperera, com todo aquelle garbo e seguranga,
com que as fidalgas do Minho sabiam, ainda ha
poucos annos, governar um cavallo. Trajava um
comprido vestido de campo de finissimo panno
azul, cuja cauda se agitava em largas pregas pela
anca do cavallo fra.
Este vestido, que se abotoava desde o pescogo
at cintura com botdes de filagrana de ouro, e
cuja gola eslava coberta por um cabeco ou gor-
gete, como ento se dizia semicircular de mag-
nifica renda, c to largo que oceupava mas de
metade do hombro, lastrava donairosamente no
corpo magestoso e esbelto d'aquella mulher for-
mosissima, apezar da desengragada cinta curtsi-
ma, que era moda na poca.
Trazia na mo um pequeo chicote de punho
de prata; e na cabega um chapelinho de pello de
seda ingleza, da copa do qual ia fluctuando um
vu azul celeste ao grado da aragem, que se en-
crespa va rijamente com o impeto da rpida car-
reira do cavallo.
A distancia de vinte ou triota passos segua
apoz ella, galopando sobre um d'aquelles possan-
tes cavallos pretos, de que ainda hoje se criam no
Minho famosos especimens, um Iacaio, j homem
de edade, de tricornio na cabega, rabicho empoado
e atado por grande lago de fita de seda preta,
casaco sem gola e avivado de branco, calgo de
anta e grandes bolas de prateleira, armadas de
duas fortes esporas de ago bruido.
Ao chegar esplanada, onde est edificado o
solar de Nespereira, D. Leonor soffreou de repel-
lo o cavallo.
O Iacaio descavalgou de um pulo, segurou-
Ih'o pela redea, curvou o joelho esquerdo, e es-
teudeu o direito ao rez da barriga do animal, of-
ferecendo-o como escabello para a ama desca-
valgar.
que precisa da minha protecgo, como o beija-flor
precisa da folha da rosa, para que o sol do esto o
nao mate...
E niio terei eu corago ? Nao sou mulher...
fraca e necessitada da protecgo do homem que
amo ? Nao ser capaz este amor de ir roubar aos
anjos e aos serafins affagos e carinhos, como nem
o cerago de urna me capaz de inventar ?..
Duarte abaixou os olhos tristemente.
Oh Leonor, disse por fim-por que nao a
conheci en sempre assim !
A estas palavras a cabega de D. Leonor desea,
hiu para sobre o peto, e as lagrimas rolaram-lhe
aos pares pelas faces abaixo. Mas logo levou o
D. Leonor, apoando-se ao de leve com a. mao
no hombro, e com a ponta do p no joelho do cria-
do, saltou com ligereza em trra. Depois sobra-
gou a comprida cauda do seu vestido de cavalgar,
e disse :
Esprame aqu.
Em seguida dirigiu-se apressada para o porto
do paco, que tinha apenas aberta meia porta, en-
trou e subiu rpidamente a vasta escadaria, sobre
cujo patim se abra a entrada da primeira sala.
D. Leonor empurrou a porta, que eslava apenas
cerrada, e entrou para dentro.
Das tres janellas, que tinha cada sala, s urna
estava aberta, e no vo d'ella Prophirio Caetano,
. i sentado n'uma cadeira ds espaldar de couro tau-
lenco aos olhos e enchueou-as, e minutos depois i j .-,, j
* f '"'o i xiat[0 dC amarello, correctamente vestido de mor-
tornou a levantar a face ge .ida e altiva de toda a j .
- ,u.,., domo, com urna perua atravessada sobre a outra,
sua natural impassibilidade.
A soberba satnica, espicagada pela derrota que
de caogalhas no nariz, sobrancelhas sentimental-
mente arre-piadas e lagrima no olho, soletrando a
linha soffndoa humildade, com que o amor aioe- T M___,____ ...
meia voz e aos trambolhoes n um livro, que tinha
llura suppnoante, resaltava com toda a ferocidade .. .. ?
' iluriiu'ii na nalmn n mam ni rncfii
das paixoes violentas, depois que as soltara do cons-1
trangiraento, em que as comprimiram por algura
temp.
D. Leonor fitou, pois, Duarte Pinheiro como se
erguido a distancia de palmo c meio do rosto.
Aquelle livro, o nico que Prophirio havia mano-
seado desde que aprender a soletrar, mas a que
se linha affegoado a ponto de o ter lido mais de
cento e urna vez, e de todas Ihe achar novissimos
nada tivesse acontecido, e por fim disse-lhe altiva-! motivos para maior affeigao, era a Historia do im-
mente: 'perador Carlos Magno, e a passagem, quo assim
Primo Duarte, visto que se prestou a ouvir o j |ne prendia a attengo, e Ihe tazia crescer a lagr-
que acabei de dizer, deu-me direito de exigir do I ma ao canl0 ,j0 0|ho> ja a e)|as rebelde, era a do-
seu cavalheirismo que me responda sinceramente ior,]a arenga, com que Roldo, em Ronscesvalles,
ao que Ihe vou perguntar. E' Thereza a mulher
que ama ?
E'.
Ento contnuou com insolente irona
certo o que se diz em Cerzedello ; cerlo que ten-
ciona casar com a villa, com a mulher sahida do
p da trra ? Que baixos seutimentos I
Os olhos de Duarte fuzilaram vivas scentelhas de
arrogante desprezo.
Silencio, minha senhora Irespondeu, carre-
gando severamente as sobrancelhas.A mulher,
amada por Duarte Pinheiro, esl muto alto para
Ihe chegarem, se quer s solas dos sapatos, insultos
avillanados, partain elles d'onde partirm.
Assim dizendo, voltou-lhe as costas, e sania da
anella.
Oh I como eu o amo I- balbuciou D. Leonor
fria e impassivel do rosto, mas levando a mo ao
corago, e segnindo Duarte com os olhos.
N'este momento Vasco de Orneilas, que acompa-
nhra com olhar rancoroso todos os gestos dos
dous primos, nao podendo conter-se mais, levantou-
se, e sahiu para fra da sala.
Este homem e eu nao cabemos devras no
mundoia elle murmurejando ao sahir.
se despede ternissimamente da sua famosa du-
rindana.
Ao sentir o ruido que D. Leonor fez ao entrar,
o vclho voltou o rosto, e, vendo-a, poz-se de re-
pente a p, tirou as cangalhas, marcou a passagem
' com ellas, e, largando o livro sobre a cadeira, fez
urna mesura profunda e respeitosa.
Thereza" onde est ? disse imperiosamente
D. Leonor, com aquelle rosto immutavel e soberba
glacial, que Ihe era aspecto costumado.
O velho relanceou-a com um olhar desconfiado,
e de quem Ihe comprehendia risca o sentido
d'aquella pergunta.
Minha senhora D. Leonor, respondeu,
fazendo ouvidos de mercador, costme que Ihe
era habitual quando Ihe nao agradavam as per-
guntas beijo as raaos de V. Exc, e rauito folgo
de a ver por esta sua casa, to de boa sadde como
parece. .
Thereza onde est ? repetu D. Leonor sem
mudar de aspecto nem de lom de voz.
Da mesma forma estimo continuou o ve-
lho que S. S. o Sr. D. Gongalo esteja de boa
sade, como a Deus merece...
Thereza onde est f atalhou de novo D.
A's quatro horas da tarde do seguinte dia, Wel- i^,. *_j. *
, j .- .. Leonor, dando a voz expresso mais mnenosa.
les ey eve parte de Beresford, que se tinha, no da; 0 ve,h lcMe.
antecedente,apoderado da margem esquerda do A- tinac com ^UmrM
Tamega havia entrado de manhaa em Amarante, lava T ^" a
aps de Loison, que d ella retirara, bgo que soube .-
/ ; 'si vonade, continuou elle
dos acontecimentos do Porto. ; -
, i fazer que nao ouvia,
A guarda avangada do exercito de Soult, que ,. ,.
a oppor a pertinacia de
centra a evidente vontade
para l se diriga, persuadida que tinha por ali
aberta a retirada para Villa Real e por Villa Real
caminho para Caslella, encontrou-o a pouca distan-
ca da villa. Soult ia a sahir de Penafiel, quando
Como 1 Pois o primo Vasco correu perigo de
queosalvou o primo Duarte ?pergun tou urna
senhora j de meia edade, que mais que nenhuma
prestava attencao a todas as historias que se nar-1Soube qae Beresford eslava em Amaran,e-
ravam- Mandou logo destruir a maior parte da .artilha-
. i ria, que levava, aquella que mais Ihe embaragava
senhora, elle estava a rapidez da raarcna, e vroh sobre a esquerda pelo
caminho de Braga.
salvorespendeu Duarte, sorrindo.
Salvou, sim, prima orothea, salvou.
Seguiu, pois :
Temos muto boas noticias do Sr. Duarte Pi-
nheiro. O Gdalgo...
D. Leonor voltou-lhe as costas, e dirigiu-se
para a porta da sala, que levava para o interior da
casa.
Por quem pergunta V. Exc.? disse ento
lera, e sacudindo ao mesmo tempo o chicote ao
de leve.
Prophirio Caetano tinha a conviccao de que es-
tava em sua casa, e parecia-lhe anda ouvir as ul-
timas palavras de Duarto Pinheiro, recommendan-
do-lhe a esposa, que era demais, como elle muto
bem sabia, a actual senhora donataria da honra de
Nespereira.
Estas duas razoes eram sufllcientes para que
o fiel Prophirio, to cioso alm d'isso da honra da
familia, nao se acobardasse diante nem dos olha-
res nem das ameagas de D. Leonor. Mas a re
commendago expressa de Duarte acerca do sc-
gredo-do casamento, e a pouca honra, que este, ao
parecer d'ello Prophirio, tinha trazido familia,
atavam-uo de forma que antes se quera ver a
conlas com urna legiao de danos, do que com D.
Leonor n'uma tal occasio.
Nao desanimou, porm
Minha senhora D. Leonor, disse, pois, per-
doe-me V. Exc, mas a senhora, a quem o fidalgo
deixon o governo desta sua casa, uo pode fallar
agora...
Vae dzer-lhe que Ihe quero fallar, atalhou
D. Leonor com altivez.
A velhice naturalmente impaciente e teimosa.
O tom glacial da pertinacia, com que D. Leonor
insista em querer praticar ura acto, que elle Pro-
phirio tinha demonstrado tao cortezmente estar re-
solvdo a naom'o consentir, principiou a impaci-
enta-lo, de forma que as regras severas da cere-
monia, com que trata va os fidalgos, comegaram-se-
Ihe a torvar oscuramente no cerebro.
Minha senhora, disse, pois, um pouco azedo,
j avisei V. Exc. de que a Sra. D. Thereza nao
pode fallar...
D. Thereza I exclamou D. Leonor com sober-
ba irona. Desde quando se tratara os criados por
dom?
Desde que o fidalgo de Nespereira ordenou
que assim se tratasse a senhora, que hoje governa
esta casa, respoudeu Prophirio Caetano, aprunian-
do-se arrogantemente, ao parecer-Ihe insultada a
autoridad: do amo.
Arreda ao lodo tu... canalha I disse ento
D. Leonor, pondo n'elle um olhar rutilante de fe-
rocissiraa soberba.
Sra. D. Leonor, n'essa casa nao reconhego
seno um amo e urna ama...
Prophirio Caetano nao pode continuar. D. Leo-
nor atalho-ou com um empurro,que o fez sahir de
diante da meia porta, que estava aberta, e pela
qual ella entrou em seguida sem mais fazer caso
do velho.
Isto nao de fidalga exclamou com indig-
nago Propnirio Caetano, alongaudo o pescogo e
espreitando para dentro da sala por junto da ares-
ta da meia porta que estava fechada, e de encontr
qual elle ficara estatelado. Isto nao de fidalga,
por vida minha I Se nao fra pelo respeito devido
nossa familia t... Ora eis-aqui, ontinuou ao
ver D. Leonor entrar para dentro da porta frontei-
ra, eis que principia o que eu receiava. Eu bem
o disse ao fidalgo. Santa Maria, vale, que a honra
da nossa casa vae a pique I Ah I meu amo, meu
querido amo, I... Ah I Sr. Ferno Barba Pi-
nheiro, quando pensou V. S. que ainda as-
sim havia de ser insultado o respeito' devido
sua illustrissima casa! Isto para ensandecer I
E dizendo, o velho levou desesperado as raaos
aos cabellos.
Assim o.quiz, assim o tenha. Esta leva-me de
certa sepultura t disse d'ahi por instantes. Dei-
xa-me ir dar parte ao Sr. D. frei Lopo, que assim
o deixou ordenado o fidalgo... A estas horas de-
ve estar na capella.
E dizendo, sahiu, rosnando, em busca do Sr. D.
fre Lopo, como elle dizia, porque nunca pudera
acabar comsigo o deixar de tratar por Dom ao hu-
milde falperrista.qu*, para elle, ;no cessara de ser
o fidalgo, que o tinha de gerago e de direito.
Entretanto D. Leonor atravessara soberbamente
urnas poucas de salas, e conduzida por urna cra-
da, a quem ordenara com imperio que a levasse ao
quarto de Thereza, chegou ernfim at onde ella es-
tava.
Retira-te, disse criada, e, em seguida, le-
vantou o fecho da porta, e entrou arrogante-
mente.
D. Leonor achou-se dentro de um quarto de ves-
tir, vasta quadra esplndidamente mobilada. Os
tapetes, os damascos e as sedas, os espelhos mag-
nficos, as finas porcollaaas, os movis de ricas ma-
deiras, primorosamente lavrados c bruidos, ludo
n'uma palavrademonstravaque oopulento morgado
de Nespereira gastara as raaos largas, quando an-
tes de partir para Franca, principiara a aderegar o
seu palacio, para nelle receber a esposa preferida
pelo seu corago.
Thereza estava vestida com simplicidade, mas
com o aceio e esmero de urna verdadeira senhora
de Nespereira. Quando D. Leonor entrou, via-se-
Ihc cahido aos ps um bordado, em que estava tra-
balhando por entretenimento, e que Ihe havia n'a-
quella occasio resvalado dos joelhos, porque n'um
impeto da saudade, que a dilacerava continuamen-
te, havia aperlado com agona as maos urna na
outra, fitado os olhos, de que as lagrimas saltavam
a pares, no filhinho, que dorma ao lado della den-
tro de ura magnifico berco, resguardado por um
cortinado de renda, guarnecido de azul.
Era maviosissiraa a expresso da dr n'aquelle
rosto angelical. A que commoveu os serafins, ao
vercm pendente da cruz o cadver macerado do
Christo, nao teve de certo aspecto nem mais doce
nem mais suave. Era a pura imagem da primeira
horada saudade da Virgem, depoisqne ofilho mor-
reu em holocausto das culpas dos homens. S Mil-
ton a pudra dizer em palavras; s Raphael a pude-
ra representar sobre a tela. Era a poesa da rosa ao
descerrar do boto a corolla; era a meigoice da
aurora ao despontar no horisonte; era a suavida-
de da voz do rouxinol, que trina ao longe o canto
dulclssimo, no silencio da meia noute e a luz ma-
viosa da la cheia.
Ao sentir abrir a porta do quarto, Thereza vol-
tou se.
Diante d'ella estava a figura esbelta e magestosa
de D. Leonor de Baio, cora aspecto glacial e agora
pavoroso de arrogancia e de soberba ferocissima.
Aquelle anjo, que, como a sensitiva, at do bafo
da aragem se resenta apavorouse diante d'aquel-
la mulher altiva, cujo rosto espirava tanta insen-
sibilidade e tanta dureza de corago, que regelava
o espirito por mais esforgado que fosse.
Ai I quem dissera entao a Duarte Pinheiro a
agona, por que a esposa Ihe estava passando !
D. Leonor rodeou com arrogancia glacial os olhos
pela casa, edepois dirigu-se soberanamente a urna
volteriana, e sentou-se.
Do p, rapariga
disse com soberba.
Nao sabes quem sou?
> ? Ornares
o velho mordomo, atravessande-se diante d'ella, e
Dei- a's 3 horas da madrugada do dia 14 Wellesley fazendo profunda rortezia.
xe-o dizer que naoacuda aqu Vasco de Ornel- sabia do Porto com o exercito alliado, e caminhou Deixa passar, villao balbuciou D. Leo-
las com azedume, disfarpado a rauito custo.-So a marchas forgadas em linha recta para Braga. A ner, Atando n'elle os olhos com aquella sober-
no fosse elle, eu teria sido morto por cinco dra-! actividade de Beresford havia remediado as con- ba glacial, que feria mais do que o rutilar da co-
Thereza ergueu-se automticamente e passada
de terror.
Esse o tea filho ? -continuou a senhora de
Cerzedello, medindo-a com altivez fulmnadora.
Thereza nao pode responder, mas relanceou o fi-
lhinho com um olhar de terror.
' Que significas ta aqu nesta casa ? Responde
continuou D. Leonor depois de curto silencio. -
Que atreviraento o teu de te deixares tratar como
s fras senhora della ? Quem s tu ? Para que
ests aqui ?
Minha senhora... Balbuciou Thereza.
Palla, respondecontinuou arrogantemente
D. Leonor, Nao vs que o tea louco atrevimenlQ
urna nodoa na honra da minha familia
aceitar um tratamento que s pode pertenece
aquella que venha a ser no futuro esposa do Sr. de
Nesperera I Nao te envergonhas da tresloucada
audacia, com que pretendes fazer acreditar que
tens direito a pres o flto tao alto f
Minha senhora, o meu Duarte... balbuciou
Thereza, que senta o dever de defender a dignida-
de da Sra. de Nespereira.
Calla te, villa desbragada bradou D. Leo-
nor com soberba ferocissima. Se tivesses na alma
assomos seijuerde dignidade, de pejo morrenas au
dizeres oseas palavras. Nao vs o que significara ?
Nao vl |ue esta nella o prego da la infamia 1
Assim dizendo, D. Leonor caminhou para There-
za, cora o roslo elado, mas terrivel de ferocidade
e de soberba. Thereza, ao v-la assim, abragou-se
machinalmente como bergo, onde dorma o tilln-
nho, e tilou nelle os olhos espantados de terror.
A Sra. de Cerzedello mergulhou para dentro do
berco ura olhar de raiva satnica. Lu claro de
medonho rancor scintillou-lhe momentneamente
nos olhos, e os labios erapallidecerara-llie como os
da bocea de um cadver.
Mulher perdida, balbuciou por fim, pensas
que has de levar a cabo a deshonra de urna fami-
lia Ilustre, s por que compraste com a infamia o
direito de te dizeres rae de um filho de Duarte
Pinheiro Nao creas na possibilidade de conse-
guir o teu louco empenho. A uobreza do sangue,
que gyra as veas do Sr. de Nespereira, ha de por
lira abrir-lhe os olhos, e, quebrando o encanto que
o fascina agora, sabes ij^al ser o teu futuro r Se-
rs posta fra desla casa pelos lacaios como torpe
mulher de partido... como urna mulher infame...
tu e essa creanga, que a vergonha de Duarte, que
a deshonra da minha familia...
O ciume e a raiva tinham dementado totalmente
D. Leonor de Baio. O rosto reluzia-lhe ferozmente
e alravez daquella ferocidade transpassava a raiva
da rival supplantada, e nao o orgulho da fidalga of-
fendida. Thereza allucinada pelo terror, soltou
aqui um grito dilacerante, e apertou com mais for-
ga o filhinho nos bragos.
Aquelle grito avsou sbitamente a altiva D. Leo-
nor da indignidade do papel que estava represen-
tando. Solreou-se o mais que pode, tornou de no-
vo a sentar-se e depois de conseguir dominar
aquella raiva satnica, disse glacialmente :
Rapariga, necessario que repares o mal que
fizeste, e que te laves da nodoa com que te man-
chn a tua louca aspiraco. Responde, sers capaz
do arrependimento que aconsellia a fuglr da ma
vida, que vives, e a procurar a regenerago por
um melhor comportamento futuro 1
Durante aquello tempo, que D. Leonor gastara a
serenar-se, Thereza Uvera os olhos Utos no tilhinho,
e tirara daquella conteraplago as forgas precisas
para reviver a consciencia de que era esposa de
Duarte.
Que quer V. Exc. dizer coro isso ? respondeu
pois era voz trmula, mas procurando animar-se
com a lembranga do que era dentro das portas do
solar de Nespereira.
E' preciso abandonar para sempre estes sitios,
replicou arrogantemenle D. Leonor. Veuh olio-
recer-te meios para reparar a tua vergonha. Que-
res entrar n'um convento, ou preferes ir viver lon-
ge daqui, e onde Duarte nao imagine sequer que tu
vives ? Escolhe ; obrigo-me a dar-te et qualquer
parte urna penso, com que possas viver tartamen-
te. Por caridad; o fago por ti, e por compaixo-
pela honra de Duarte. E' preciso, porm, sahir
desta casa .. hoje mesmo, immediatameule. As-
sim o exige a honra do Sr. de Nespereira, assim o
exige a tua propria dignidade, se por ventura lives-
te o seatimento delta algum tempo.
Thereza tinha-se ido pouco e pouco animando. A
sensitiva conseguir por fim descerrar totalmente
as f>ilhas. De p e com o braco pousado no berco
do lilhnhe, escutava serenamente D. Leonor. Ao
ouvir-lhe as ultimas palavras, estendeu para ella o
braco com a magestade com que gesticulara os an-
jos quando tallara da grandeza de Deus, e atalhou-a,
dizende-lhe com doee seremdade :
Pare, Sra. D. Leonor de Baio v nao prosiga.
V. Exc. engana-se. Nem a honra do Sr. de Nes-
poreira, nem a minha dignidade exigen) que eu
saiha desta casa, que minha. Eu sou esposa de
Duarte Pinheiro.
A estas palavras D. Leonor ergueu-se de um pu-
lo, soltou um grito de fera enraivecida, e as fe-
goes transformaram-se-lhe medonhamente. Nao
era j a rival supplantada e concitada pelo ciume ;
era agora a mulher dementada pelo pbrenesim do
amor que de todo perdeu a esperanga, era a raiva
dos condeninados por Deus etornidade da dr.
Tu !.. tu !.. balbuciou com os olhos a chis-
parem odio satnico, as feiges decompostas e os
beigos lvidostu I.. tu I.. accrescentou n'nm ru-
gido, estendendopara Therezaobrago hirto e aniea-
gador.
Esteve assim um momento, sem que a raiva e a
desesperaco Ihe consentissem mas palavra, nem
mais outr inovimenlo. Por fim deu dous passos
para ella, e exclamou em voz terrivel :
Mentes l
Thereza fitava-a paluda de medo, e a tremer
como a folha do lamo. A consciencia, i>orm, do
seu dever, como senhora de Nespereira e esposa
de Duarte, deram-lhe a?, forgas neressarias para
nao desviar os olhos da figura, naquelle momento
satnica, de D. Leonor de Baio.
Aj v-la dar assim dementada aquelles dous pas-
sos para ella, Thereza estendeu novameute o Dra-
go, e disse em voz sumida, mas firme :
Nao se aproxime. Lembre-se que sou esposa
de Duarte Pinheiro, e que est era minha casa.
Ao ouvir-lhe estas palavras, o rosto de D. Leonor
exprimiu tudo que a raiva e o odio sao capazes de
operar n'um espirito, de que se apossaram inteira-
mente. Satanaz nao to medonho como a figura
em que estas ferocissmas paixoes transforuiaram
aquella mulher verdadeiramento forraosa. A avel-
ludada alvina rosada da pelle tingu-se-lhe de um
repeliente verde denegrido, os olhos encheram-se-
Ihe de sangue e fuzilaram como os de urna fera, o
nariz dilatou-se-lhe, e os beigos encresparam-se-
llie tremendo como azougados. Quiz langar-se para
a frente, mas nao pode descollar-se do lugar onde
parara, havia pouco. Atirou ento a cabega para
traz, soltou um grito temeroso, e estendeu para
Thereza os punhos cerrados e convulsos.
Diante daquelle aspecto medonhamente satnico,
Thereza apavorouse inteiraraente, tilou-a com os
olhos espantados de terror, e alferrou com forga o
bergo do filhinho.
Tu mentes, mulher infame! rouquejou por
fim D. Leonor, tu mentes, mulher perdida l E a tua
mentira a infamia do louco que te consentiu o
vires habitar nesta casa. Fra della... j, para
fra della l Sahe, sahe immediatamente, mulher
sem vergonha; saho i>ara o monturo das mulhe-
res perdidas. d'onde sabiste... a que perten-
ces...
E dizendo, correu para ella com a cabega de lodo
perdida. Thereza voou direita ao cordo da cara-
panhia, que penda da parede.
Prophirio... Prophirio... acuda-mel bra-
dou o pobre anjo, de todo fra de si pelo terror su-
premo que della se apossra.
D. Leonor afferrou-a ento pelo brago.
"Sahe... sahej... desta casal rouquejava
ella, arrastando-a de rojos para a porta.
Nisto ouviram-se passos a correr apressados
pelo corredor. A porta abriu-se de golpe, e no
hmiar della apparecen frei Lopo de Baiao.
Ao ver a filha de rastos e D. Leonor tirando en-
furecida por ella, o rosto do frade cobriuse de me-
donha expresso. De um salto apparecen junto da
sobrinha, afferrou-a ento pelo braco, e sacudiu-a
com tal violencia que a soberba D. Leonor ajoelhou.
Depois conlemplou-a um minuto com olhar fero-
cissimo, e tremendo convulsivamente ; em seguida
langou com forga de si o braco por que a tinha
afierrado, e rouquejou coja supremo desprezo:
Mulher Insensata I mullwr indigna (
l 'epois loraou nos bracos a filha, a imm i *
cadeira de bracos, que fra aproximada par ffer-
phirio Caetano, que entrara aps delle aa sala, o
rosto do velho mordomo exprima Ma a i
indignago, com que a mu alma reeejfta a i
feito por D. Leonor esposa da seafcor da
reir.
Mk -r
D. Leonor, solta da praVa robusta do
gueu-se soberbamente, sobraron a longa
seu farto vestido de campo, elr-ni de p e :
com glacial altivez a solicitude canniVsa ,> fca
e os cuidados respetosos, com qoe o vm maamv
mo tratava Thcrezx. Esta, eairamwda par
tqaelle violento sobresalto, jazia iimnv1 e recon-
tada ao espaldar da cadeira, com as btnmaaatfca-
lisarein-llie mansamente paJM fac-s alai.).
Que vieete txur a esta casa, D. Leoaar V
Baiao 1 disse entao serenamente o fraaV, da
da cadeira da in.i e litando a sobriaaa eaa> a
berba fulmnadora.
*D- Leonor arrogantemente de p ao _
casa, sorriu-se com sataura .roma, efilaa mltm-
reza ura olhar de mataaH desprezo.
No rosto do frade retraiava-se aro por am todas
os grandes MfortM, que tMui iZJTimhm-
petos )ue a ferocidad: da su. indi-aar!, im-
prima. *v, ^
'
a esposa de Duarte Pinheiro, mm ma
h rija e terrivel con o estalar do trova.
em
Entao os labios paludos de D. U-oar
ram-se cora ura movuneuto tao secco e Ca
iue pareciam feitos de ago; descerraran-*
por elles fora saltou esia palavra em voz vi
estalada, e cjino pelouro que o ou
furibundo e cora o miento de muo
elle :
a-..,jr
Mente !
saato
No rosto do frade assomoa de *
D. Lopo do outros lempos. A mo aVeiu ,
o espaldar da cadeira de Thereza i
ta e convulsa. O espirito como qav i
apompara fazer obedecer a materia ao eaaa
que a prudeucia Ihe dava de cooier o eroi l>. Lea
de Baiao Barbuda. ^^
Assim esteve algn* minuto* coa ae amai
velineute cravados era D. Leoaor. seas aja
redasse os m-us, que Mies o uareriaaa
rozuwute. Por Um o lr*Us rrtnaia i
golpe o braco birlo e nervoso, e braooTm vea roa-
de e cura evendade auK-ayadora :
Mulher sem coraro, mulher em alaaa, a
leus da estao contado sobre a ierra aato m-
preuia do Senhor. Vi reras como --'---------,ni
Ihado na tua estlida soberba ; a loa alaaa majan
sentir ura s dos gozos iiue suavam a dan
regrinago des te rauudo. S, ir rapa *> t A ida
sera para ti um continuado revolver enere ana
nhos, ura iocessaoie cainiahar a uro deserta catar-
to de gelo, infinito, sem horisonte.
E |ando o aojo da morto nuaiit salan n aa
sua* azas negras, morreras mo ter quem varts
por ti urna lagrima, sem ter tuem le i
orago ao outro mundo.
Arreda-te da presenra desta
nao eropestes a aimospWa que afm
leu balito de condemnada. Kone,
to de mira, inaldiu de Ueu* < *?.
peutenascida para te enroscares
urna raga Ilustre, e secca-to para
verdecer !
Os oiios de D. Leonor ebispanm
te, e a corporativa magestosa daipeila
berba apruraou secom admirare! arrufasen
Prophirio Caetano, bradou eao o Irade
voz terrivel, faz sahir essa mnlarr denla cana'.
O velho mordomo. a cuja iadigaaeio a
provocadores de l). Leoaor
torca*, e as palavras do Irada
gran les feitos, dirigm-se gra
e parou junto da urobreira delta,
vidar D. Leonor a sahir.
Esta fitou em frei Lopo um oibax i
soberbo, e nao se mecbeu.
Parte I bradou o frade, danto
direceoa ella, e e-tendeado i
go para a porta.
Ao tom de ferocidade. com que
sahiu da bocea da Irei Lopo, a to\
Leonor de que do lutar resultara
do que do ceder. Fulminen o, pota, _
de desprezo iodisivel, voltou-lhe aa cotias, e
cora a froute arrogantemente lev
m

para a |
Ira
aira no
Prophirio Caetano loi aps ella. Ao
patim do alto da escadaria, parou. tez na
da cortezia, e voltou in rontinente para*
a suprema vngaoca que Prootiirio Cn.
ditava que se poda tirar de um udaigo,
de urna senhora. Nao a acompaaaar ale
porto I Nao Ihe fazer um cuinprimento ra
mente delicado ao partir Era a primeira vez
Prophirio falta va a* estrictas regras da e
da ceremonia, mas o honra do solar de N
exigia delle aquelle grande sacriicio. A ata
recer sal va va-a assim tU ir p+f*<.
A soberba Sra. de Orzedrlln rh-m memo den %..
de se Prophirio a acompaohava ao. Tanta er.'.
a importancia que dava a pessoa do pobre i
mo! Desceu arrogantemend .-tu ornar
iraz as escudas, e d i mesma f-jrraa sahiu pela i
fra.
Chegando junio do seu cavallo, poz ligrirnini
a pona do p no joelho, que o Iacaio me
e cavalgou de um salto. Depois rctaaeeea a \
de NeaperaJn rom uro olhar de raiva iprimi e
largou a toda a brida, ao mesmo lempo ana dans
iagnmas. jue escaldavam. Ihe I ufaran achia aman
fra.
Naquella hora a agona de D. Lenanr de Kanb
s se poda confrontar rom a do* r n li mnuli. pn
Deus a eterna desesperaaca.
A felicdadrt pelo amor de Duarf> era nm
ritni
vConltnu.tr-u-tHLt
VARIEDADES.
No Ijmdon rerietc \-*r o seguinte
A reflexo calina ronvenc-ria mesmo am aenh
cioso re de Inglaterra, que na nossa poca a aa-
derago poltica a melhor estrada real para a m-
lluencia e poder.
O re dos Delgas .' um admirare! rxeaajda eTaafc
verdade.
Nao tem grande exercito, e ao inverso dea ra.
cantados pelos podas classieos, asjwt ma aao
se estendem longe : a sua espada est eamre a
bainha, por que a verdadeira forea da Belpra ae.
rit na sua eterna e inviolaval aeuiraiidaeV.
O re Leopoldo nem mesmo ao ialerior I oaaai
ptenle.
Reina sobre urna nago iinpacienle daaadMdaaV
e perturbada por faegoes religiosas.
A despeilo de ludo isto a parifica prudencia do
homem contrabalanga a fraqueza armuru do
principe.
Em todos os conselhos da Europa o san aaae i
citado com venerago e estima.
E' o pacificador reconhecioV), cuja arhttranrm
amigavel. nao raro ser in rocada qaoada a* vnats
mais tempestuosas e mais ameacadara aa aao e-
cutadas.
Elle observa a poltica perturbada da i
do alio do um pharol, que para ao*
linguagem de Homero, est protegido
ventos.
Nunca se sospeita que elle obre por
inleresse.
Forte no seo paz pelas mesmas t..
tornara nlluente no eslrangeiro, pode
maior autondade, por isso que nao
huma vantagem para sl
Um lal papel um estudo digno do*
ticos da ordem mais elevada.

A sua misso constitucional
mente sobre um povo que se governa a si
A toda a parte onde elle levar os sea-
amigos podemos estar cerlo* de que aa
favorecer as desintelligeneia*
povo roa., para consolidar e
outro a confianca que, acntela a
n*o ser nunca"abalada era laglaterra
ERNAMBUO. TTP. vm.T.


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