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Diario de Pernambuco ( Monday, April 25, 1864 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10350

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, April 25, 1864

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10350

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10350

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, April 25, 1864

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10350

Full Text
AMO II. HOMERO 94.
Por tres Mezes adiantads . 58000
Por tres ezes vencidos . 6$UU
Porte ao correio por tres mezes. 750
f ?* y 1 -r
SEGKDA FE1RA 25 BE ABRIL DE 1864.
Por anne adiaotado.....49|Or)#
Porte ao eo*reio por ni anio. 3$00O
DE PERNAMBUCO.
BNCAHREGADOS DA SlBSCRfPQO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv.
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & f; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SlTBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Baha, o
Sr. Jos Martins AI ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas reirs.
Pao '
quartas
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barra-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas eiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partera ao Vi dia.
EPHEMEHIDES DO MEZ DE ABRIL.
6 La nova as i i h., 29 m. e 2 s. da m.
13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e 11 s. da t.
21 La cbeia as tt) h., 59 m. e 2 s. da t.
29 Quarto ming. as 2 h., 14 m. e 32 s. da ra.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 6 horas e 54 minutos da manha.
Segunda as 7 horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagdas a S e 28; para o norte at
a franja a 7 e 22 de cada mez para Fernanda nos
das 14 dos mezes dejan, marc., raaio, jul, set. eno-v.
_ PARTIDA DOS OMNIBlS.
a 11 "2 ecif* : do AP'Pncos s /, 7, 7 >/j, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as6/i (jam.; do Caxang e Varzea s 7
da m.;*de Bemlica s 8 da m.
Do Recife :' para o Apipucos s 3 % 4, 4 /?, 4 V,
5, o'/j. 8 Vi e 6 da tarde; para Olinda s-7-da
manha e 4 '/2 da tarde; para Jaboatao s 4 di tar-
AUDJENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito- de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meto
dia.
das ha EMaSa.
A'. Segunda. S. Marcos ev. S
2i Terra. S. Pedro ! Ralis
27. Quaila. S. Teiluli.iiio I >
2. Quinta. S. \ tal w. h> A
19. Sexia. .S. Mn m. ; S. T.-riu
30. Sal.Uni. S. liatlianna
I. Donungo; S. M|pf e Ih
AS3IGNA-SK
no Recife. em a livran da prara da
de; para Cachang e Vanea s 4 V da tarde; para Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 IwC ft . . dos propnettnoe laaoet Figveiroa *
Bernnca as 4 da tarde. da tarde. iFaria k Fimo.
PARTE GFFICIAL.
GOYERM DA PROYOCIA.
Espediente do dia 21 de abril de 1861.
Officio ao Exm. bispo diocesano. Devolvo V.
Exc. Hovm.*, convenientemente sellado o regula-
monto confeccionado pela cmara municipal, do
'o d'Alho, para o serviro do ceinilerio publico
Faqneila villa, atim de que* V. Exc. Kevin.' se sir-
va de eminir o seu parecer acerca das respectivas
disposices.
Dito ao brigadeiro commandante d;is armas.
Deferindo o requerimento, que incluso desolvo,
do 2- cadete Io sargento do 2 batalhao de infanla-
ria, Joo Wanderley Navarro Lins, que pede baixa
do serviro, offerecendo em seu lugar o paisano
Antonio .-vnacteto dos Santos, autosiso V. Exc. a
mandar passar escusa ao supplicanle, aceitando
o paisano |>or elle ofTerecido, visto que este, se-
gundo V. Exc. informou em seu officio n. 713,
est as condicoes do regulamento de 28 de selem-
bro de 1859, e prefere assentar praca nessa quali-
dade servir por si como voluntario.
Dito ao mesmo Remello V. Exc. o incluso
pedido do facultativo da colonia militar de Pimen-
teiras, alim de que se sirva de mandar ouvir o
delegado do eirurgio mor do exercito, acercado
tfornecimento dos medicamentos e utencilios men-
cionados em dito pedido.
Dito ao mesmo. QueiraV. Exc. expedir as suas
ordens para que o commandante do V batalhao de
artilharia a pe, mande apresentar diariamente um
soldado ao delegado do termo de Olinda, alim de,
servir-lhe de ordenanra, Communicou-se ao Dr.
chefe de polica.
Dito ao capito do Borla Faco apresentar V.
S. os racrutasde marinlia Francisco Freir de San-
ta Anna, Agosnho Jos de Barros Prata, Manoel
de Souza Ferraz, e Albino Jos Ferreira, alim de
que jhes d o conveniente destino de|Kiis de ins-
peccionados. Communicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Dito ao director das obras militaresFaca V,
. remover para o lugar indicado no ollicio do
rigadeiro commandante das armas, do Io do cor-
rente, constante da copia inclusa, o lampo que
se acha collocado em urna columna de ferro no
pateo do quartel do '> batalhao de infantaria. en-
tendendo-se para isso com os agentes da eompa-
nhia de illiiminacjio gaz, se assim for preciso.
Communicou-se ao brigadeiro commandante das
armas.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Brejo.Remello inclusas as propostas
para oIBciaes do batalhao n. 38 e da seceo de re-
serva n. 7 da guarda nacional dessa comarca, que
me foram apresentadas pelo tenente coronel Anto-
nio de Sequeira Barbnza com officio de 10 de mar-
ro ultimo, para que V. S. informe com o que Ihe
occorrer acerca del las.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. iliminar da companhia de aprendizes desse
arsenal, o menor Alfonso llezerra Cavaicante, vis-
to que pelo seu mo estado de saudc au pode
aproveitar-se ao ensno a que se applicam os a-
prendzes, segundo V. S. declarou em sua infor-
inacao n. 300 desta data.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico V. S., que o juiz de direito do Li-
moeiro participou-me em data de 6 do correte,
que por ter o advogado Jos Antonio da Silva Mel-
lo, pedido exoneracao do cargo de promotor pu-
blico da comarca, nomearajpara o substituir o ba-
harel Jos Maria freir Gameiro.
Dito ao mesmo. Para satisfazer a deliberaco
da assembla legislativa provincial, informe V. S.
acerca dos quatro qoisitos mencionados no ollicio
incluso por copia do respectivo 1 secretario a
que acompanha urna representacao dos proprieta-
rios dos terrenos sitos s margens d canal da ra
da Aurora, que me ser devolvida, devendo V. S.
quanto ao terecro dos referidos naisilOS mandar
ouvir oollicial encarregado da medicao dos terre-
nos de marinha.
Dito ao mesmo.Remetto V. S. para os con-
venientes cxaines as contas em duplicata da re-
ceita c despeza do hospital militar, relativamente
ao mez de marco prximo passado.
Dito ao mesmo. Para satisfazer a resolucao da
assembla legislativa provincial, informe V. S.
com urgencia, ouvindo ao administsador da rece-
bedoria de rendas internas acerca do numero de
negociantes brasileiros estabelecidos nesta cidade.
Dito ao mesmo, Se nao houver inconveniente,
mande V. S. pagar ao pharmaceutico Manoel Joa-
quim das Trevas Marinho, conforme solieitou o Dr.
chefe de polica em oflloio de 19 do corrale, sb
n. 478, a qtiantia de 485000, proveniente de des-
pezas feitas como tratamento de pracas do exer-
cito destacadas em Santo Anto, como se v da
conta junta em duplcala.-Communicou-se ao Dr.
cliefe de polica.
Dito ao mesmo. Participando-Ule e promotor
publico da comarca de Olinda, bacharel Manoel
Isidro de Miranda, que em 9 do corrente, entrou
no goso da liecnca, de um mez que obtevo para
tratar de sua sade ; assim o communico V. S
para seu conherimento.
Dito ao mesmo.O juiz de direito do Brejo par-
ticipou-me, em21 de marco, ultimo, que nomeou
o cidadao Pantaleo Pessoa de Siqueira Cavalcan-
te para exercer interinamente ali o cargo de pro-
motor publico, por ter o cffeciivo bacharel Ma.
noel Galdino da Cruz, entrado no goso da licenca
que obteve : o que communico V. S. para seu
conhecmento.
Dito ao mesmo.Communico V S. que em 17
do corrent'", o lente coronel de engenneiros Luiz
Jos Monteiro assumio o commando do presidio
de Fernando, Arando dispensado nessa data o coro-
nel do estado maior da segunda classe. Antonio Go-
mes Leal, que o exercia.
Dito ao mesmo.Participou-me o juiz de direi-
to d comarca do Limoeiro, em 8 do corrente,
ter pronunciado no art. 129 8 2' parte do cdigo
criminal, o carcereiro Joo Francisco da Cosa
Cabial; assim o cominunico i V. 5 para seu co-
nhteimeoto e lins convenientes. Tambem com-
mumcou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao inspector da thesouraria prorincial.
Annuindo ao que solieitou o chefe de polica em
ollicio de 19 dn corrente, s.b n. 479, recoinmendo
V% S., que, em vista da inclusa cenia, e nao ha-
vendo inconveniente, mande pagar ao administra-
dor da casa de detenciio a quantia de 254000, des-
pendida rom o material comprado para o fabrro
de cem pares de algemas destinados s escoltas,
queconduzem presos para o.interior da provin-
cia.Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao conselho administrativo.Recommendo
ao conselho administrativo, que compre para for-
necimento do almoxarifado do arsenal de guerra
es objectos mencionados no incluso pedido. -Com-
municou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao director das obras publicas.Constando
<]ue junto a entrada do passadieo, que commnnica
o bairro de Santo Antonio ao Recite, do lado d'a-
quelle bairro, existe urna depressao do terreno,
<\ae, estagnando as aguas pluviaes, embaracam o
transito publico, recommendo Vmc, que veri-
fique este facto e faca desappareeer aquelle emba-
race- pelos meios convenientes. Convra tambem
que Vmc. mande examinar a ponte que tica so-
bre e riacho Caan, no iatuito de verificar se
exacto achar-se ella em possimo estado, alim de
que e deem as providencias 'que o caso exige.
Dito ao bacharel Maximiano Francisco Duarte.
Constando de participado da directora geral
I da secretaria de estado dos negocios da justica, de mais que eu tratasse de a manter; pedindo a at-
| 23 de margo ultimo, que S. M. c Imperador, por tenco dos Srs. espectadores ; mas entre estes
decreto de 22 do mesmo mez, houve por bem no- sempre existiam alguns que continuavam a per-
* turba-la, apezar das minhas reclamaeSes, sendo
que cm urna das ultimas sessoes, quando eu raan-
dei o continuo da casa, que olhasse, e buscasse
mear a Vmc. juiz municipal e de orphaos do termo
do Pao d'Alho nesta provincia: assim Ih'o com-
munico para seu conhecmento, e afim de que,
provando previamente o anno de pratica, e pres-
tando o juramento do estylo, entre logo emexer-
cicio independente de titulo, que apresentar no
praso de 3 mezes contados desta data.Fizeram-
se as necessarias communieacoes.
Dito ao bacharel Emigdio Marques Santiago
juiz municipal do Pao d'Alho. -Communico Vmc
homem nenhuma DOMO que se proa de ser libe- mente, por que Un I .iif.fn*a*ii.Ha
ral. deve deixar de querer a garanta da ordem. je polica para bao auiorisada pe
. por esta ulteriormente BffMra.
Peco aon<>I>re deputadi que quaa*) vir
recr% muito legitmente, porque a dsobedieuc em
llagrante delicto, caso de priso.
Mas diz-se tambem, que essa medida preventiva
nao era necessaria. Oh Senhores t cu nao sou
da'iuelles como j disse, que consideram orno
de mao elfeito as medidas preventivas em casos
conhecer perfeumente algum, ou alguns daquelle; desta ordem, pelo contraro, siga a escola daiaieMes dam v;io ouvindo com paciencia,
que perturbavam a ordem, e que, tendo-os conhe-1 que sustentatn a conveniencia das medidas preven- Um Sr. Drhtado :Faro bom juizo
cido, Ihes intimasse que sahssem para fra das; ti vas para evitar qualquer delicio, porque melhor deputado. escapou-lhe esta's palavras.
galeras; essa ordem, Sr. presidente, foi anda I prevenir o delicio, do que deixa-lo commetter para O Sn. Mauanhao :Sr. presidente, sou o primek-
Uii Su. Dbmitado : Islo- muito olfensivo (apoa-
dos da minora.)
O Sn. M.viiA.Mi.io :Tenho liberdade de diier o
que sinto, e se os nobres deputados se cncommo-
do nobre
*-
desvo da substancia. p<>r qu>' en a ripTmci'i
seno a >i:J-~i.iiici:i do- ar^unvnhri rom JM
bateu meu pobre parecer que m .nlvirta.
O primeiro argum>Miu foi o manean tV
eionar.
O segundo foi : <|ue nes>e emirato " Wv^t.
a provincia, qw nao hni^
i>'. por rirtwle I nalJal rw
para seu conhecmento que, segundo constoude to mais vendo que esse procedimento tioha sido de produzido se'us elTetos, porque. nao tem ktvidoa ria das galeras "de lssoas"sensatas, que querem Tercero^nie noMivera n<-> wMr> ^v*
parlicipacao da secretaria de estado dos negocios alguma sorie excitado por difaroadas insinuacoes menor perlurbaco da ordem. a ordem c sao respeitadoras da le; e que a fon-a bilarra da esplirra do- r-lerc- iisniK-<- da justica, de 23 de marco ultimo, S. M. o Impe- malignas de dous membros da casa, quando, oran- L'MSn. ri>l-tdo : Nao a presenea da forra que ahi se arha n para coagir nossos actos. j,|a
rador por decreto de 22 do mesmo mez, houve por do um aps outro contra a requislrao da torca pn-1 qui- faz isto. pelo contrario ella vem para manter a ordem e Quarto que desde o priim-ir Mirrt me h
bem removelo, como pedio, desse termo para o blica, disseram entre outras iguaes cousas, que, o Sk. T. dk Loi BEino : V. Exc- nao pode ne- a plena liberdade as nossas discussoes. vera sobre o apanhimento e |HiNittrV. mtnU
Umoeiro.- rizeramse as demais communica-, so alguem se julgava garantido aqu pela forca par o fado. Ainda nao ti vemos nma sesso em Nao posso tamlx^m acompanhar ao nolire depu- ihos da assembla provincial 5*,es; | publica, tal garanta Ihe fallara as quinas das que se conservasseni as galeras lo cheias como lado pelo 2- districto o Sr. Nabor que llw era in- n,, anlw j 1^7 em ,,.,,. nredonMMiva n nm
a, fl.flJU'Zi c If ,'"a,Sn vo,laiJo.dor 10 district0 i ruf' .. k , hT e cn,0em ordt,n- e,n. Profundo silftnri0- drente ser apedrejado ou elogiado. c.a a poltica Pn,iri, ate o ulim. eaMHM-
da rreguezia de S. Bento.Declaro a \ me. em res- Sr. presidente, hei sido argido de parcialidad* b.M sr. Deputado : E pela solemnidade da O Sn. Nauoh d um aparte que nao ouvrmos. brado em 15 de abril d. anno o*v>*l.> laa
posta ao seu offle o de 10 do corrente, que Oca em ter chamado ordem membros da esquerda sessao. O Su. Maranhao :-Eu nao pens assim; eu contratos foram fritos rom i*o#r icario *
designado o da o de junho prximo vindouro para; mais vezes do que membros da direita. Se o te- O Sr. T. de Loi.ueiro :Tambem se dsse que procuro sem|tre pautar as minhas aceoes para que ,, ,i Prntambui e nunca .m tn* *
a reuniao da junta revisora da qualificacao des- nho feiio, nao por espirito de parcialidade : a commisso de polica era incompetente para pe- nunca desmereca da conlianra que ein mim depo- houvera una o cmara que r..n-4lraMe
sa fpeguezia, para a qual deve Vmc, guardados porque daquelle lado se perturbava mais vezes a 'dir forra, porque devia primeiro trazer casa as sitaram os meus commitents, faiendo-me a dis- exorbitante da\"ph.-ra' dn< p -l.-r-s iu
os prasos e mais formalidades da lei, convocar os ordem das discussoes. (Nao apoiados da esquerda.) razes que tinha para requisita la e s o deva fa- tincta honra do dar um assento nesta casa. 1 ca,ta urna da- mesnias ramr*s .- millo e
novos eleitores dessa parochia, que, segundo cons- Eu sou muto franco, nunca live medo, tenho zer depois que a marora o tivesse decidido. Assim, Sr. presidente, depois destes factos que i je t excesso de pnder* ou o>* le*h .1 M
reparticao do imperio, de 15 de animo bastante forte para arrostrar cem a respun-! Sr. presidente, a commisso de polica , segn- tenho expendido consideraco da casa, eu nao se j provinciaes.
sabldade dos meus actos. do o regiment da casa, muito competente para co- mesmo se poderia votar pelo requerimento em 1 minio : que ai.ida quando -e prfv^*' qaw a
Mas, Sr. presidente, muitos factos se tem prati- nhecer da necessidade ou nao necessidade de re- discussiio para que a forca fosse retirada. I asamblea oue fez tal roottalo tuiha icxlia cu-
cado, que justincam a medida preventiva adoptada; quisir a forca; ella muto competente para s- (Ha um aparte.) poderes, nao era isso motivo jurdico, na tmtm l-
pela maiora da commisso de polica. Hontem ; so; eeu sou franco, devo confessar, e ingenua- O Su. Mauanhao : Eu naoduvidaria votar pelo; ,.a| tiasttnle para iuvalnUr -miraM em pro)
pratcou-se um facto para comigo, que de alguma mente confesso, que requisilei-a antes de por em requerimento, se tivesse a certeza que retirando-se ,j0 emprezano que nao era responsavfl pelo
sorte revela as iotencSes dessa minora turbulenta, segunda discusso o projecto chamado dos caixei-
Na manha de segunda feira desta semana urna ros, para garantir a liberdade as discussoes e ve-
criada de minha casa (mufata forra) ao abrir, de taces para remover o perigo de que eslavamos
tou de aviso da
Janeiro ultimo, foram approvados pela cmara dos
deputados. Incluso remello o decreto n. 2865 de
21 de dezembro de 1861, a qual se refere o seu ci-
tado ollicio.
Portara.O presidente da provincia, tendo em
vista o que requereu o guarda da lfandega des-
ta capital Rufino Leopoldino Mendes, e bem assim
as informacoes ministradas a este respeilo pelas
estacoes competentes, resolve conceder-lho 3 me-
zes de licenca mm vencimentos na forma da lei
para tratar de sua sade.
Dita.-O Sr. gerente da companhia Pernambu-
canade navegaco costeira, faca transportar para
os seus destinos" por conta do ministerio da guer- '
ra no Io vapor que seguirpara o nortees objectos :
a tropa deixavam de apparecer os actos que se tem
dado nesta casa, deixavam do apparecer as antea-
ras tao censuraveis ; se eu finalmente llfBSM a
nao continha senao injurias e ameacas minha
pessoa, por nao ter posto em discusso o projecto
denominadodos caxeiros.
No dia de terca-feira desta mesma
de
semana, na sa urgente necessidade.
mencionados as relacdes juntas por copia. Fi-'. ra do Cabug, vindo eu da casa de minha resi- Portanto, Sr. presidente, delilierei-me, e delibe
zeram-se as necessarias communiracos. deucia na Boa-Vista, um sujeito mal (rajado, e cujo reime com muito acert a lomar sobre mim a res
Eipedicnte do secretario do govf rno. nome ignoro, indo para o lado d'onde eu vinha, ao |>onsabilidade do acto, de accordo
OfTlcio ao 1" secretario da assembla legislativa passar por mim dirigime estas palavras :Sr.' acompanhou na requisicao.
provincial.De orde"m de S. Exc, o Sr. presiden-: maroto, quando poe em discusso aquelle projecto (Ha um aparte.)
te da provincia, devolvo V. S., coberto com in- dos caxeiros ? Eu nao dei a menor importancia a O Sn. T. de Loukeiho : E" preciso confessar a
formafo do inspector da thesouraria provincial, esse ^act. e W andando meu caminbo. Na quinta-1 vordade, e nao se pode negar que ainda nao houve
nhecimento da casa, talvez o tumulto, que havera voto contra a retirada d forca, porque julgo que
as galeras, atterrasse a tnaioria da casa, o o ter- em lugar de servir ella de tropeco, urna garanta : gar I esse MMlM 4
ror a determinasse a votar contra a satisfacao des- para a nossa liberdade, este meu Densamente, i ordem ein me mba
e n;io apoiados, reclamacoes da es-
da ordem
(Apoiados
querda.)
Estando esgotada a hora da 1" parte
com quem me do dia, o Sr. Costa Ribeiro requer
a hora al volar-se a materia.
Posto votos o requerimento approvado.
O Sr. Jos Mara :Sr. presidente, ouvi que o
meu nome fora trazido para esta discusso, e devo
tmbla legislativa provin- ^etTi t'esta mesma semana, vindo ou para o bairro | nma sessao, em que as galeras, gerali
continuo da mesma the- dl! Santo Antonio, ao chegar ponte da Boa-Vista, do, se porlassem to atienta, decorosa e decente-; requerimento que se discute.
para ser presente a asscm
cial, o requerimento do ..
souraria, Jos Luiz Salgado Acciolv, que veio an-. por volta das 10 horas da manha, tres sujeitosque
nexo ao seu ofBcio de 12 do corrente, sb n. 8i. ani estavamparados ronversaudo, voltaram-se para
Dito ao mesmo.Em adiilamento ao seu officio i mim ao Passar Pr elles, e um dentre elles disse-
de 20 de mar?j ultimo, sob n. 72, remello V. I me: Sr. maroto, quando entra em discusso o projec-
S. para ser presente a assembla legislativa pro-, j.8.dos caxeiros ? Fique certo que se nao pozer em
vlncial a inclusa nota dos propietarios que re-1 discussaq esse projecto, voc e os seus companhei-
mento fallan- por esse motivo, dizer algumas palavras sobre o
sidem em suas casas
do Pao d'Alho, e da
pagam.
collectadas pela col lee loria
importancia da decima que
Despachos do dia 21 de abril de 1S ti i.
Requer iment os.
Anna Maria da Concei'co.Informe o Sr. coro-
nel recrutador.
Antonia Rutina do Nascimento Teixera.O me-
nor de que trata a supplicante ser aduiittido quan-
do houver vaga.
Bacharel Francisco Jacinllio de Sampaio.At-
ieste querendo.
Francisco Botelho de Andrade. Remettido ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda para man-
dar passar titulo urna vez que sejam salisfeitas as
exigencias da contadoria.
Francelina Mana da Conceicao.Deferido.
Francisco Alvares de Miranda Varejo.Infor-
me o Sr. director das obras publicas.
Joo Fernandos Vera de MelloInforme o Sr.
conimaudante superior da guarda nacional de Na-
zareth.
John Donnelly.Volte ao Sr. inspector da flhe-
souraria de fazenda para expor o mais que Ihe oc-
correr.
Jos Mari
oSr. coiums
Recife.
Joaquim
fique
ros nao de ser levados pedradas, e
que a mesa ha de ser a primeira.
Um Sr. Deputado : (Com irona) Isto
meute, comohoje: tem reinado nellas o mais pro-
fundo silencio. E qual, Sr. presid.-nte, a causa,
que tem produzido esse benfico elleito 1
A medida foi, portanto, tomada por quem era
competente para isso, -embora digam o contra-
rio os Srs. deputados da menora opposicionista.
Aquellos que me ouvem,
estar lembrados de que, a
so de poder coiiimeliido pela -seml>lr 1.
O Sn. Ili um :-V. Exr. d.i liceta para
observaco 1 Om reterenria a e-- panto, m 1
se que ainda quando se pwwaw que a ***
tinha exorbitado, por nio ter mandado abrir 4
curnncia...
O Sn. T. i>e Loi reiro :Perdi : m hri Ae rbe-
fallar delle, i o attmm a 1
que leudo os seu* ar/unn Blu.i-. v*w
no lim; e por isso que --u rnin>ln t|tae ni) e**
inlcrromper-mr.
O Sh.'Biaiioik : Como V. Exr. nw pedw ^aw
seja prorogada 1 eu reclamasse...
O Sr. T. de Lm reiro : Mas ess* |tdi
tem applicaru agora, pon|ue r>e ponln est >
lim, hei de fallar sobre elle, ma> i I iifeimo Mre
qui: hei de fallar.
Mas dizia eu, Sr. presiden!-", quo quisto arf-
menlo era que anida que live>-e luvida da parti-
das cmaras, que celebraraiii toas '-.niria, art*-
cipalmente o ultinn, etortnt i<; > >U alMca *
Sr. presidente, deveiu
1J vez que tive a honra
certo Receiando como j disse, nao adiar o apoio na maio- alguma para essas scenas mais ou menos desagrada-
1 ria da casa principalmente do lado da opposicio, en- veis que se deram em relaco ao nobre deputado
nao , tend dever assumir a|responsabildade desse acto ;; pelo 3 districto, o Sr. Dr. Franca. E, di^o estas
nada I j tanto mais que para consultar a casa sobre esse neg- palavras, tao smente para que aquelles que ouvi-
0 Sn. Jos Mara : E' muito, mas quem deve ci, era minha opiniao, que seria precisa urna ses-jvam luje fallar-se no meu nome, nao pensem que
4>rotejer o nosso presidente somos nos e nao sida-: sao secreta, para o que receiava tambem noachar foi devido mim o desgosto que solfreu o nobre
dos. _. \ nutioria ; o minhas previses upm tem fundadas (deputado pelo 5" districto. Anda mais, Sr. presi-
0 Su. T. de Louriro : Isto posto, v-se ca- c*mo acaba de ser provado pera rejeico da sesso dente, eu declaro V. Exc. que, quando fallei,
de fallar nesta casa, procurei tratar a todos os col-1 seUs poderes, isso m era motivo tastatMn para
legas com a mxima delicadeza que me era possi- annullar o contrato, porque a annullarao d*Mr ira-
vel, c todos os que me ouviram ento, far-me-ho a ria irremissivelmente daino ao enipmari<-
justica de reconhecer,que eu nao concorr por forma \ nie era responsavel pelo facto oV haver a
bla exorbitado das raas d.t* seu- p-'L r -
_ O sexto argumento foi que o contrato i|oair^aal
era mais lucrativo para o enq.rriaiio do ipue
contrato bienal c do que o contrato m por
anno ; porque comprova os materia--* !>jat'-
para quatro annos em vez de o* comprar par don-.
ou para um anno ; contralava larhigrapno* pw
maior espaco de lempo, e poda IT tin una as
ramete, em primeiro lugar, que o acto da maiora secreta para a exposico dos motivos quoexigiram sendo continuamente interrompido por muitos apar- materias como os trabalhos dos t.tchigra*** por
1 tes que me eram dados, eu nao tive mesmo ocra- menor preeo; e ronseguintemend-. lurraato m
da commisso de polica nao "foi imprudente, que
liavia necessidade de pedir a medida empregada ;
porque eu nao sou como o Sr. Nabor, que ac bou
de dizer que se o apedrejassem, soffrera as pedra-
das sera reclamar.
O Sr. Nadoii : E' do systema soflreremse as
consequencias da opiniao.
Um Sr. Deputado : E' do systema levar pe-
dradas.
O Sr. T. de Lourriro : Eu tenho oito flhos
pemambucanos, um s me nasceu no Rio de Ja-
neiro, e esse est na provincia do Rio Grande do
Sul, est bem, juiz de direito. e casou ricamente,
nao precisa mais da proteceo paterna ; mas, te-
nho oito lilhos que anda precisam da minha pro-
teceo. Portanto, aprecio em muito a minha con
a pedisse antes de sio de conhecer o que se passava as galeras em emprezario', tambein podia encarregar-se da
relaco a esse nobre deputado; e, s depois de preza por menor quantia annual. dividindo o* **
lindo o meu discurso, c s depois de me haver re- lucros ere parte com o- cofres pudn- -
O sexto argumento fot que o empn-zaria senara
a requisicao da forca publica.
O Sn. CoitBA Teixera :Se
vir a forca, eu rotava por ella.
O Su. T.de Looreiro: Termino.senhores, dizen
do, que vista das ameacas que eu mesmo tenho tirado deste recinto, foi que' soube a causa [tela '
soffrido, se passar na casa que nao necessaria a ; qual elle havia pedido a palavra pela ordem.
forca requisitada pela maiora da commisso de po- Quero, portanto, desta maneira arredar de sobre
licia, eu me absterei de voltar a esta casa, e que mim a menor sombra de desrespeilo a esse collega,
para o futuro pedirei sempre que ninguem vote em por quem tenho toda a deferencia.
mim para o pesado encargo de deputado. O Sn. Trigo de Lourehio :(Nao devolveu seu
Com isto, tenho dito. \ discurso.)
O Sn. Nabor :(Nao devolveu seu discurso.) Procede-se a chamada e vei ilicando-se nao haver
O Sr. Cumia Teixera :(Nao devolveu seu dis- 'casa, Boa a discusso adiada.
curso.)
O Sr. Maramio :Sr. presidente, tem sido eos-
turne meu justificar sempre o meu voto em todas
servaeao, tenho rigorosa obrigaco moral de evitar as qnestoes que se tratam uesla casa, e disculindo-
0 Su. Pukside.ntk designa a ordem do dia c le-
vanta a sesso.
PER1UMBUC0
ASSEHBLEA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 16 DE ABRIL DE 186i.
PRESIDENCIA DO SU. C0NSELHKIR0 TRICO DE
I.0UREIR0.
(Concluso.)
O Sn. CuNii.v Teixera :(Nao devolveu seu dis-
curso.)
O Su. T. de LoureirO : Sr. presidente, oceu-
parei a casa por muito pouco lempo, porque se-
ment me proponho provar, que a medida tomada
pela maiora da commisso de polica desta casa,
nao foi, como se Ihe atlribue bem acremente, um
acto precipitado, imprudente, desneeessario, e to-
nismo.
O Sn. Nauok : Eu me sujeito.
0 Sr. T. de Loureiro : Sr. presidente, decla-
ro que tenho animo bastante, para arrostrar censu-,
ras quando forem justas, para isso tenho animo,
mas para sacrificar a minha existencia, nao, nem i
isso me pode ser exigido.
sires emittda
precederam.
que me
venir os crimes do que deixar que se commettam,
c punir ento os seus autores. Foi, portanto, urna
medida necessaria e muito til, porque nao fui eu
s o amearado : tambem o foi a mesa da casa, e
varios outros deputados, que esto na casa.
que macaco velbo nao melle mo em cumbuca.
1 Por infelcidade minha, porm, Sr. presidente, na
Disseram os nobres deputados que nenhum ho-1 ^^ ^ ^ ce,e,rada n m g do corr'nt
mez, metti a mo em combuca, (hilaridade) quero
dizer, Sr. presidente, metti-me em camisa de onze
varas, da qual, ou me ser absolutamente impossi-
vel desenredar-me, ou pelo menos ver-me-hei em
calcas pardas, para me desembaracar dessa famo-
sa camisa, e cortamente nao o conseguir! sem o
ter sellado com o meu proprio sangue, e com a mi-
rraocada de meu corpo, fica-
isa de onze varas, como
mem liberal poderia votar pela permanencia da for
ca neste recinto.
I Eu declaro que sempre fui, sou, e Deus nunca
j permitta que eu deixe lgum dia de ser liberal, e
, como liberal declaro que voto pela permanencia da
Parece-me, Sr. presidente, que a maiona da forc;l) e voto pela permanencia da forra, Sr. pres-
commissao de p l.c.a obrou com muita prudencia, 1 dente, porque quem preseneiou o que infelizmente
com nm.ta cantela, como convinha porque sou da eu tenho presenciado nesta casa, actos de completa *r **wuo con on
escola daquelles que sustentam que e melhor pre- i desmoralisaco e de severa censura para o paz e * IS^ StKSE!
venir m RnnuM nn 11110 rteirtir uno co oommoiiim___________'____________:. ._____..: c. ,,. Lunau.i nessa 1 .un-a
para a provincia que nos expia; quem vio, Sr. pre-
sidente, actos desta ordem como eu vi, nao poder
deixar de votar por urna medida, que tende a obs
lar a continuaco de semelhantes abusos.
Nao quero attribuir esses actos que infelizmente
5? 'SSS\ : ^ ,rS,e CSlad ^ aCha Setfma Sf0 ^ ""fia,0d3S aS >SSS S 5" mmVSmTmJmZ
nossa sociedaae I se tem dado, faco a devida justica a illustrada po- affimai. 0lllra mui
competente ; dizendo-se, que a commisso de poli-, ca devta ter proposto a cmara, antes de ludo, a pai.te minora turbulenta, minora que nao tem
iii./'.i.'.'i.liM.i /ii w.-iH.I t,.,-,... A., a -a , *.
uvida cm lusultar e apedrejar a (juem quer que
-------------------------_ r------------- j-..i.i'.i
fianga no povo peroambucano, na sua qqasi tolali- de um ou outro individuo
visto que esses individuos
necessidade da medida tomada.
Principarei, Sr. presdeme, por fazer unta con-
Bsso, que entehdo dever razer. Vivo em Per-
nambueo ha 36 annos; vim do Rio de Janeiro
como professor da cadeira de francez para o colle-
gio das Arles ; tenho sido sempre amado, e sem-
seja.
Diz-se tambem que esta forca. ainda que mu
numerosa, que se acha ahi, se este povo quese
fazer alguma desordem, a tropa nao seria sufR- lerias.
cenle para Ihe resistir. A isto digo eu que para
pre estimado pela maiora dos nobres Pernambu- manter em ordem o povo pernambucano que aqui
canos : tenho dado pravas de liberal, (apoiados), se acnai a trop3i q(ie n5o excede a qq Varas,
e o tenho sido desde 1810 ale hoto: passe 18 an-1 sufflciente para isso, porque urna pequea mi-
une na Um t.i Umur., a ah tr.,l.ul,..i nata i mrilii i *. '.r ^ r *
noria a dos turbulentos, e a maioria dos especiado
res correra em nossa defeza. (Apoiados, trocam-se
muitos apartes).
Mas se a forca sufBciente, essa minora nio
pode ter a animosidade de apedrejar a alguem nes-
ta casa.
nos ne Rio de Janeiro, e ahi trabalhei pela liberda-
de, como rapaz, quanto poude : vim paraPeream-
buco em 1828 : lia portanto 36 annos que esiou:
em Pernambuco, e durante esses 36 annos tenho 1
sempre dado provas de liberal moderado, de lije-
ral que o nao por interesse proprio. (Apoiados.);
Nunca ped votos, nunca ambiconei cargo ne-,
nhum que seja dado pelo povo; mas amo o povo V-se, portanto, que nao foi a medida impru-
pernambucaBO, e amo-o nao s de 1828 para c, I dente, que a pravenco era necessaria, porque j
lempo em que vim para Pernambuco: sympathtsei! tinha havido ameacas de apedrejamento por oeca-
com o povo pernambucano pela leitura da historia sio da discusso de outro projeclo ; e devo dizer
de Pernambuco. (Muito bem.) que urna das causas da medida tomada foi tambem
Desde-rapaz sympathisei sempre com a heroica,! esse projecto dos caxeiros, porque tinha assenta-
liberal e nobre provincia.de Pernambuco (muito do de o per em discusso na segunda-feira vindou-
bem.) Eu vim com urna vontade extraordinaria ra, porque se dizia que essa minora que se rene
para a provincia de Pernambuco, porque desde ra- as galeras da assembla pretenda desfeitear a
paz live afTeco a este povo; principiei ama-lo 1 assembla provincial, ou aquelles que- fallarem
antes de o conhecer, seno pela lellura da historia contra esse projecto, que esses seriam inlallivel-
de aes heroicos feitos. mente apedrejados, o que tamltem tive em vista
ft^Uve, notar que considere o povo pernambu- evitar com a presenea da forca publica.
cano'eowo muito civilisado; que est a par da ci- l.v Su. Deputado :Eu hei de fallar, quero
vilisacao de qualqner provincia do imperio ; devo que todo o povo saiba que hei de fallar contra esse
tambem notar, Sr. presidente, que nao ha naco! projecto.
nenhuma por mais civilisada que seja, que nao ha' O Sn. T. de Louhkiho : A tropa que ahi est
acenteceu ao famoso Hercules com a camisa do
centauro Nesso, presente que elle ao morrer lizera
a formse Dcjanira, e que Dejanira dra ao seu
amado Hercules (sem todava Ihe communicar o
lim, que ella lin' a em vista) na firme crenca de
deria o seu bem
mulher ; mas que
por infelcidade da misera amante, collando-se com
mas toaos nos temos Q Q do seu |jem ainaa0j produzio-lliea morte a
chamados por multas forpa Q maiores lorinentos e dos maores hor-
vezes a ordem pelo Exm. presidente com c reg- rors
ment da casa, nao se querem corrigir. Nos todos 0t:^ Sr presdentei sl0 que dig0 q mm a res-
vemos, que nao ha urna so discusso que se agite JU) da cam|sa de onze varas em uc me me|ti na
nesta casa, e que tome um carcter mais seno que JJ^, do d|a 22 do corrente mez> rerCre-se m-
5 das ga- prudencia> u temeridade, seno insensatez, em que
cahi. (Nao apoiados.^
Ao acabar o seu eloquente discurso o nobre 1*
secretario.
nao seja perturbada por essas pessoas
na Europa, aonde seno pode negar, que existe a
ci vilisacao em longa escala; nao ha naco nenhuma
cm que nao haja urna minora de liomens pertur-
badores da ordem, da pac, do socego publico, que
se deixam arrasttr pelas instigaces de urna ou
oulra pessoa, a fazer as maiores desorden? possi-
xeis.
Portanto depositei sempre etonliouo a depo-
sitar no povo desta nobre provincia % maior con-
flanca ; mas, como em todas as nacoes civilisadas
da Europa; e tambem em cada urna das provin-
vncias do imperio, ha aqui urna minora dosar-
rasoada, turbulenta (apoiados) que,, pof odio ao
trabalho, julga mais suave pescar as aguas tur-
vas.
Tem-se visto que as galeras tem apparecido
essa minora procurando alterar a ordem, por
as galeras sao stnente dez soldados de polica,
e eu dei ordem ao Sea commandante que os sida
dos toinassem multo cuidado em ver se conhe-^
ciam alguns daquelles, que as galeras perturbas-
sem a ordem, que sendo conhecidos Ihes intimas-
sem que se retirassem para fra das galeras, em-
pregaodo as palavras mais brandas e attenciosas ;
mas que se nao qulzessem obedecer, os prendes-
sem ento minha ordem e os levassem ao Sr.
Dr. chefe de polica, que ento quando eu encer-
rasse a sesso iria o competente ollicio. ,
Portanto j se v que eu proced muito regular-
mente neste poni, recommendando smente que
se Qzessem sabir para fra das galeras os araotl-
nadores que fossem conhecidos, prendendo-se s
no caso'de resistencia; e dei essa ordem por estar
Intimimiente convencido de qoe obrava muilo em
Alm deste facto, outros factos foram trazidos
publicidade pelo nobre 1 secretario, como o de um
pasquim posto por baixo da porta do presidente
desta casa, aonde nao s era elle enchovalhado,
como grosseiramente ameacado, e onde eram ditas
palavras to immoraes e ameacadoras, romo por
exemplo :tMaroto, hei de quebrar-te as ventas
comum pombo sem aza, etc., ete_i e outras cousas
que mesmo nao sel se possa acreditar terom parti-
do de um Pernambucano, ma* acredito porque esse
pasquim se acha em meu poder, por me ter sido
confiado.
Eu, portanto, vendo a injustira que se faz ao
digno presidente, sem respeilo sua idade, posicao
social e aos serviros de longa data, com que tero
sempre dado provas robustas de seu liberalismo,
O Sit. Iii wtu 1: :Muito obrigado.
O Sr. T. de Loureiro :... sobre o parecer da
Ilustrada maioria da commisso de polica, em que
leve parte o mesmo nobre Io secretario, tive a im-
prudencia e temeridade de pedir a palavra. Digo
imprudencia e temeridade, por que logo depois,
restituido ao meu estado normal, e de fria reflexo,
cheguei conhecer que me havia de sahir mal.
Arrepend-me, pois, Sr. presidente, e arrependi-me
profundamente de ter commellido esse erro. (Nao
apoiados.)
Aconteceu,porm,Sr.presdente.quecom quan-
to ficasse desanimado, todava rellect depois, que
I ne devia deixar de dizer algumas palavras sobre
vendo a maneira jorque aqui mesmo foi tratado o \ ,m ara (jue ,nha pedido a pa|avra, ao menos
'' para me esforcar por ver se poderia tornar menos
vergonnosa, menos digna do riso e do despreso ge-
ral derrota que eslava imminentc sobre a minha
cabera. (Nao apoiados.)
E, por isso, Sr. presidente, nao podendo esperar
seno completa derrota, ao menos vqu dizer algu-
mas palavras para a tornar, como j disse, menos
vergonhosa para mim, menos digna do riso, mofa
e despreso geral: (Nao apoiados.)
E, pois, Sr. presidente, para simplificar a questo
Eslo-sc 1 e dess'arte poupar casa nao s a l'adtga eo tedio,
mas tambem a perda do primeiro tempo gasto in-
tilmente em longos e inconvenientes discursos, fa-
rei por ir resumindo com a necessaria preciso os
argumentos com que o nobre 1 secretario susten-
Kou o parecer* da maioria da commisso e comba-
.leo o parecer emittido por mim como membro da
mesma commisso de polica o menos digno, (nao
apoiado) o menos habilitado, 0.0 menos versadona&
lides parlamentares. (.Vio apoiados.)
Se a memoria me" nao fala, Sr. presidente, os
argumentos apreseiuados pelo nobre 1 secretario
contra o meu parecer so,em numero de oito ou
nove, pouco mais ou menos, os seguales.; primei-
ro, que o coBlrat ltimamente celebrada pela c-
mara da legislatura transacta con) o propietario 1
meu collega o Sr. Benedicto Franca digno sem
duvida de toda a consideraco e respeilh, nao pos-
so deixar de concordar na medida tomada pela
iHustre commisso de polica.
Algumas proposicoes, Sr. presidente, foram pro-
feridas pelo nobre deputado pelo 1* circulo qoe nao
posso deixar passar desapercebidas.
Disse o nobre deputado que isto era urna medida
para a futura eleicao de senador.
OSr. Aquino Fonseca :Ja disse que tomasse
nota do aparte, que em lempo servira,
encommodando muito com esse parte I
" O Sb Maranhao :O futuro, senhores, que est
Teservaflo Deus, quer o nobre deputado perscru
,0 que tem esta medida com a futura elei-
la-lo f.
Cao de senador f
Tenho ouvido dizer tambem aos nobres deputa-
dos que- esse apparato da forca na assembla
uma immoralidade. Eu declaro francamente que
me lenho contrastado conrelle, e que desejava mui-
to que nesla casa reinasse a mesma ordem que
sempre reinou; mas que os factos que se tem dado
sao dignos da mais severa censura, ninguem pode
negar.
Um Sft. Deuutado :Nesta casa sempre se deu
disto e nunca foi preciso forca.
O S* Maranhao :E' preciso a forca e neuhum
desempenbara exactamente 1- rondire* *
contratos, e que ronseguintemente lambent da pr
te do emprezario nao havia razo legitima para -
Ihe annullar o contrato.
Oitavoquv em face de tudo isso, urna ret qme te
annullasse o contrato, -e havia de dar uau i>k^n-
nisaco ao emprezario, correspondente ao prrju.z
que a annullaco do conirato neces-ariaim-ni-
havia de trazer. Kinalm<-nlr. nono r ultimo arcu-
mento : quemua vez aiinullailo o n.itlral< Vvn
ser aberla a concurrencia para um noto amlrM
Nao sei. se, quanto a substancia, lenho reprodnzi
do exactamente o ultimo argumento.
Resumido a>sim lodos os argumentos A> aofer--
Io secretario, vere agora >e respondo partiealar-
mente a cada um delles.
Quanto ao primeiro respondo, que o iiIimm -
trato nao foi regularmente feiio.c uno iilejreu o eo-
bre 1" secretario : e nao foi regularmente Mea, pi*
<|ue no dia 1 de abril do anno prximo paseado fot
autorisada a commisso de polica, romo efeaette
respertiva arta, para confeccionar o nmtrpa. irv
zendo depois casa para sua iHarter ai>ptwraro.
A commisso de polica, porm, desvien-* .la
obrigaco, que Ihe tinha sido imposta pela cmara
c que se limilava a formular MMfc iiaimeV-
0 ulleriormenle a approvar.io da rasa. Ma* a nxn
misso de polica nao se liimtou a me i*l|roa-e#>
com poder bastante par;t concluir o ronir-*o. ir-
mando-o com a assi^nalura de rada um de .**
membros, e com a assignatura do emprezario. ftr
este modo o contrato lieou perfeilo e arahad -
gundo os principios de direito ; mas tal cansa ni
podia fazer a commisso.
Isto leve lugar no dia !*>, e no dia 17. dbos du
depois litla durante o expediente da ra*>a aena
peliro em que Jos de Vasroievll.>- {\>rm>m rmt
\ quem nunra conversei) lida, repilo, nma nrtiro
de Jos de Vasconcellos em que se romprn*aee)ia
a lomar sobre si o apanhamcnl e puWirro'*f-
debates da assembla pela quantia annual de fu-
tro cotilos e quinliento- mil res.
Essa petico foi reinettida na sesso deeee abis-
mo da commisso de polica, e depois des to apresentado o contrato, nao por nrrtJ iimr.
porque o contrato j era perfeilo e acabado : me*
nicamente para eslorvar, para malar logo ao aa-
cer a pelico de Jos de Vasconcellos, pruvctlera
aos cofres pblicos na razo de um ronio e mu
nhentos mil ris por cada sesso annual. Tola-
va, apesar dessa grande vanlagem para os rofre-
publcos, loi logo depois approvado o ronlralo ja
concluido e acabado pela commisso de poltrta.
sem se esperar pelo parecer da mesma commiuo
sobre a petico de Jos de Vasconcellos.
E nessa preferencia dada ao contrato relabrado
com o proprielario do Diarto de Pn -nambiro, ha-
vena pon-entura, maior interesse para o roer
provinciaes, do que o que Ihes resultara da pro-
posta de Jos de Vaseooceltos T Nao : pelo rootra
rio, a proposla de los de Vasconcellos por i|uatr>
contos e quinhentos mil ris por cada *.-*> an
nual era mais vanlajosa a provincia na razo di-
urna sexta e uma duodcima parte da nata 4o-
nual. Houve portanto para os cofres provioriaes.
na preferencia dada ao referido ronlralo. urna ir-
sao igual sexta e duodcima parte da mustia
annual, porqUora celebrado. Mas essaleso dar
lugar resciso do contrato ? D, Sr presidralr.
porquanto basta a leso da sexta parte para as re
cisoes dos conlralos em que algara dos contrata
tes for menor, ou qualquer pessoa ph)*ica os -
ral equiparada por direito aos menores.
O Sa. Aqjjino :Protesto.' pela appliraee des-
se principio feita assembla provincial.
O Su. T. de Loureiro :Comoseja af
cional, as igrejas, as cantaras municipa, e 1
corporaces de igual natureza ; qurso 1
sustentada magistialmeote pek>H mrlnorea i
pretes do direito patrio, taee como Cowrrelr n&
seu tratado 3o livro 5 capitulo 11 n. tlJ
vro 6 capitulo 7o n. Ij ; Lima na* y ""
tarios ordeaacao do iivro i* capiwto 1*9*, >*
17a, e muilos cairos interpretes ""f"
nota, que para nao fatigar dViuiJiiiiejimi
sa aiteacao, deixo de dectorar por eeosi
CobcIuo, portanto, sobre esee r-
do Diario de Pem\an$uco fra eito muilo regalar- j contratos em e ba lesao enorme,


-


xuas nao se rescaidem
creta ro.

-------------
ui'rra -*
-r* -- -^"i;ti...i.t nnn > > %.. -.*- v iwh
corno dlsse~o nobre 1* so-jacteal, fundado cuse direito a necessidade o ulili- que icnha si.lo exactamente e-uuiprido o conlralo,
I dado publica do se dar principio desde logo, desdo quanto segunda condigao.
A expressiiorescindirpois, applicad a le*a") a inerlra da asamblea pu'blicacao dos traba- "Mas nao isto so, Sr. presidente, tambem na
que se deu no contrato, ds que Mo, nao eabo,!! della; da nao se segu (porque nao ha a primeira parte da dcima segunda coiuligao que
lesao enorme, de que fallou o nobre 1" secretario ; mesma responsabilidade, a mesma utilidade publi- impe ao empresario a ?nrigacao ae nao incluir no
porquanto, segundo a legslagao patria, es contra-! caj que se possa comprehender lambem no mesmo seu Diario PuD>"*aCes '"J8"1** Ml?J",3* e **
ios m que ha lesao da sexta parte, ou mais, com contrato a segunda sesso.da legislatura segrate, PW^^^puUdM Vgfifjn "Jf^ J
tanto quo nao exceda de metade da cousa, de
motil cvftuiiua ^co>"tu u> i i^i*"* * jvpi" r -
que e a primeira e segunda da legislatura, que se ha de amor do gami-
se trata, rescndeme e.n cortos casos, mas nao se seguir depois daquella; porque respelto destas afelior>,D>am publ.cages infamantes as odi-
annullam ; o os contratos era que ha lesao enor- tres ultimas sessoes nao se da a mesma rasan, de
me, isto , de mais de metade do justo valor da que j fallei com relacSo primeira sessao da te
cousa, aunullam-sc, e annullam-se tambem (com gisjatura actual.
maiores effeiios) aquelles em que ha le missima. Oigocom maiores effoitos,porque nes
te caso a nullidade obriga o contratante, contra sado nao fui argid
quem
cbidos
o
o
da
7- 8 Q an"a qarlo argomento, reaMdo, Sr. pre- se por ventorau mlnto
s- sidenie, que, se o contrato celebrado no anno pas- La Sr. Dkpitado :-]
ra sdo notoi'arguido, como disse o nobre 1 secreta-1 a questao rertente ?
nioes dos deputados e as suas pessoas, nomo acon-
teceu com o nobre diputado o Sr. Braulio, que fe-
lizmente aqui est e que nao me deixar mentir,
Mas esse caso applieavel
O Sa. T.'de Lomenio :E* muitoapplicavel, tem
lento, por que eu estou mostrando que
nao tem sido exactamente cutnprido e
como indicou o nobre primeiro secreta-
tanto, fodo o cainmento, por qwe'eom
Pateado nois amilicaco da lecistaeio patria a que houvesse urna cmara que arguisse de nullida- isso foi violada a decima segonda condigno do con
r.it'iiuu, pois, appiKdtao ua icgisia',." I'""' >.......,innluc -.,nirtne- i.ip aiviimenln nmrn t. iraln mi., n.. f.. n,,.. ,,,,. i-. ..u.. om w5n
res|wito da lesao da sexta parte nos contratos, cin
que forem partes os menores, ou outras pessoas
equiparadas aos menores, como a fazenda nacio-
nal, as igrejas, as cmaras municipaes, etc., tem
por paridade, por identidade de razo perfeita ap-
plicago as assemblas provinciaes ; perquanto, se
de semeihantes contratos; este argumento, permit
ta-me o nobre Io secretario diz-lo, nao tem para
mim Torga alguma ; por quanto aquillo que millo
por direito, como no caso de dolo da parte de al-
gum dos contratantes, em todo o tempo pode ser
annullado; e se houve boa f da parte de cada um
J..r concedeu esse favor s igrejas e cama- dos contratantes, pdese desfazer o contrato, ou
ras municipaes de necessidade, para sencoheren- emendar a lesao at quinze annos, como expres-
te comslao mesma, o leria tambem concedido s. so, respeito deste segundo caso, na ord. liv. 4 til.
assemblas se nesse tempo j as houvesse. ; 13 5, e a respeito do primeiro caso, no ord. do
Perianto concluo que o que dispe o direito pa- mesmo livro 4 tit. 79 iapr vers.Porm esta lei,
trio sobre o lienetcio concedido a respeito dos con.- como sabem, talvez melhor, do que eu, os Ils-
tralos fetos com menores, com as igrejas, e com irados jurisconsultos, que temos presente nesla
as cmaras municipaes, tem lioje por identidade casa.
de razo perfeia applicacao s assemblas legisla- Por tanto, Sr. presidente, se nehuma das assem-
tivas ea fazenda provincial. blas, que precederam a assembla actual, arguioa
Ao quinto argumento, Sr. presidente, respondo exorhitagaoda esphera dos poderes das assemblas,
que o contrato celebrado no anno prximo passa-, que lizeram taes contratos, d'ah nao se segu que
do, sendo regular, muito regular, e conseguinte- a assembla provincial de hojo nao possa annullar
mente legal res|ieito da primeira sessao animal esse contrato.
da legislatura actual, foi com ludo irregular, par O Su. Aquiso-.Mesmo sendo parle, c em pre-
nao haver razo alguma, que o autorisasse a res-1 juizo da oulra parte ? (Ha nm oulro aparte.)
pedo da segunda sessao animal desta legislatura, O Su. T. ik Lomeino :Kespondo j ven no ar-
e a respeito da primeira e segunda sessoes da le-: mado e vou responder j esse aparte antes que se
gislatura que anda hade vir, da legislatura de1 esvaca, que desapparega da minha memoria.
48W1 a IHt"7. Respondendo o parle que me deu o nobre l'
\esta parle, Sr. presidente, o contrato exeedeu secretario, digo qie, o damno ou prejuizo, que re-
os poderes jurdicos da assembla legislativa Man-' sultar ao projirietario do Diario saeta, e excedeu-os, Sr. presidente, porque a ne- a nnllago do seu contrato, nao motivo para, dei-
cessidade e utilidade publica autorisam os legisla-; xarmes de volar por ella, por quanto, Sr. presiden-
dores para comprehenderem seu ultimo contrato a le, a ignorancia de direito nao aproveita a quem a
primeira sessao da legislatura seguinte ; porquan
to ssm cssa condigo, a primeira sessao annual da
legislatura seguinte nao lena quem publicasse lem
trabalhos. Sem isso dependa della : primeiro, ce-
lebrar nm contrato com quem se propuzesse o
apanliamenlo e publicagao dos trabalhos da casa :
segundo, dependa o emprezarin do tempo nece-
sario para adquirir os maleriaes necessarios, e pa-
ra contratar tachigraphos, etc., etc.; e por isso v-
se claramenle que s muito larde, se nao depois
de enterrada essa mesma primeira sessao annual,
poderla ser comeeada a publicagao dos trabalhos
dessa mesma sessao. Mas, |iergunto eu, havera
trato, que nao f-i consignada nelle em van.
J v, por tanto, a casa que por este lado, tam-
bem nao procede o stimo argumento do nobre de-
putado.
Quanto ao oitavo argumento, foi elle relativo a
indcmnisago.
J ha pouco disse, respondendo a um aparte do
nobre primeiro secretario, que o propietario do
Diario de Pernambuco no caso de ser annullado o
seu contrato, nenhum direilo tem indemnisago,
per que elle tinba obrigago de examinar se havia
alguma razo jurdica plausivel pela qual podesse
a cmara de urna ou oulra legislatura incluir no
contrato para a publicagao dos trabalhos as sessoes
das legislaturas seguinte?, o eu j mostrei qneoen-
Imma necessidade ou utilidade publica autorisa-
va cada legislatura a incluir no seu contrato a
segunda sessao da legislatura seguinte, e a pri-
meira e segunda da legislatura posteriora seguin-
te, como se fez no contrato celebrado cm 15 de
abril do anno prximo passado.
Resta por flm o nono e ultimo argumento ; e vou
ver se por utilidade publica se pode annullar e
contrato e aceitar a proposta de Jos de Vascencel-
los, mais vantajosa aos cofres pblicos, do que o con-
trato celebrado com o proprtetano do Diario de
Pernambuco, e se conseguinienv-nte por esse mes-
mo principio de utilidade publica deve ser aberla
a concurrencia para um novo contrato.
A isto respondo, Sr. presidente, que, quando opi-
nei no sentido de ser aceita a nropo mlependentemeiito da abertura de
allega a seu favor, quando ella c veneivel, isto Vasconcellos
quando quem se acha nesse estado pode sabir j concurrencia, tiv em consideracao que, ao menos
delle; e desse estado de ignorancia poda multo para mim_foi Jos de Vasconcellos qne por meio da
fcilmente retirar-se o propietario do Diario de sua petigao despertoo em meu espirito a idea do
Pirnainbiiro, porque ha nesla capital urna infinida-1 meu dever, abrio-me caminho para chegar ao co- n<
de de jurisconsultos, urna innidade de habis: nhecimento da exorbilagao de poderes, da desvn- ri
do correte, na cailiedral da cidade de Olinda, e ra memoravel em que Jesua de Nazarelh apparc- Santiago, Res e Silva, Mulla Pereiti Arci.Ji e
nos i on 3 dia seguintes celebrar em algumas ceu para esclarecer e viviticaro velho mondo! Doria e Guena, procurador da'cora filiando xmi
ilis utrejm da mesma cidade, su for para isso con- Que outros mai aotorlsados refulem com sabios partieipagao os 8r. deseinbargadore's Assis AJ-
vidado. theologos urna obra condeinnavel, nos applaudi-lo- meida e Albuquerque, abrio-se a se*o '
Tomou po'se, no sabbado ultimo, de um dos hemos de todo o corac3o, senlindo nao pod-los o r. deseinbargador Antonio de Barros Vaaraev
lugares da relacao do districlo, o Sr. desembarga- acompanhar nessa senda; mas que seja-nos per- cellos, lomou posse de um ds lugares dMa reta-
dor Antonio de Barros Vasconcellos, por procura- miltido protestar publicamente em uosso nome a0> por procuraco que apreseniou o Sr um
g^o que apresentou o Sr. desembargador Reis e pessoal contra a inlrusao dessu livro entre os gao- Cargador Reis o eilva. '
Sliva- ... ranics. Passados os fetos e eetrnjeai o* MtriMeeL
Em resposta a urna ooira publicagao qne fl-; Levar estes a duvidar de que creem verdadeiro; aeram-se os seguinte
zemos, pede-se-nos a seguinte : I provocar revolla as coosciencias timoratas
provocar a revolla as consciencias timoratas; ma-
Senhores redactores da fboitta. Sendo eos- goar as almas rectos e simples, mais que urna
turne de V. S. aceitar a justifleac/w daquelles que tentativa orgulhosa e culpavel; um crimo com-
so cendrados em sua Revista, voo rogar V. S. mettido sem oulro mobl quo nao seja o de fazer
o favor de liberalsar lambem comigeesla sua bon-i mal pela cruel satisfagio de mal fazer.
dade. k pois, considerando que a obra pretendida phi-
< Aofosa-se-mc em sna Revista por cobrar de losophica intitulada Vida de Jess, por Ernesto Re-
un velho vendedor de feijao na ribeira da frlnha nan, urna produccao inconveniente e perigosa
30 rs. pela porgao de 4 5 cuias de feijao que elle para o senee eemmum das imtssaK, cuja direego
traz sempre etn vanas sacras ; mas, senhores re- natural para ella alterada^ deploramos com dor
dadores, esta aecusago injusta, assim como pas- que a commissao de bofarinheiros nao recusasse a
so a provar. sua rubrica um livro nao lera jamis oulro suc-
A delerminagao ulterior da cmara que se cesso que nao seja o do escndalo, mas que cer-
pague 40 rs. por sacca de farinha ou legumes, cu- lamente muito mais pernicioso do que a leitura do
jo mximo nao exceda de 28 cuias (e nao 54 como peior romanee.
disse o velho) ; mas nao prohibe e nem pode pro-1 ------
hibir que um pirangueiro ou atravessador como OSr C"" servio-se de arrancar a seguinte
este velho, deite em cada sacca um menor numerb pagina do seu lbum, e pede-nos a respectiva pu-
de cuias. I blicage.
Pergunta-se agora porque o.atravessador nao ; Os leitores que aprecien),
pode ou nao quiz inteirar o mximo de 28 cuias, hohas sem som.no.
I
Como bello nessas noites em que o planeta da
saudade, cercado de gruposmttlliformesue nuvens,
derrama seus frouxos e hmidos raios pela natu-
reza, ehogar-se a urna janella, e d'ahi contemplar-
se o poder do Creador, em lana magnificencia I
O sagrado bronze da Madre de Deus do Recife
determinado pela cmara, deve estar isento de pa
gar os 40 rs. por sacca ? Deve por essa razan pa-
gar a ninharia que bem Ihe aprouver ? Estou, se-
nhores redactores, que nao; nao s porque a ca-1
niara nao determinen que aquellas saccas que ti-'
vessem menos de 28 cuias pagassem menos de 40
rs., mas tambem porque a passar nm precedente I
desta ordem, contrario intelligencia da disposi- fere oespacocom dez badaladas, ecomosoam ellas
gao da cmara, o arrematante nao arrecadaria nem lentamente," urna e apos oulra !
a quarta parte da importancia de 2:2035000, pela j To preguigosas, como quebram-sc suavemente
qnal arrematou a dita praga, porque existindo na' sobre os arrecifes as ondas do ocano !
mencionada praga nunca menos de 40 alravossa- Como resplandecem sobre a carcomida torre do
dores ou pirangueiros, elles irariam sempre sac- nosso convento os rellexos da irma de Phebo, dei-
cas com menos de 28 cuias, e deixariam de paga-' xando cahr sobre nossas cabecas sua luz argntea
las, ou ento pagariam 10 rs. ou 5 rs. por sacca' e pura !
como bem Ihes approuvesse, taxas estas inferiores II
marcada pela cmara. Entao, quanto melanclico ouvir-se os sons de
Mas, senhores redactores, vollando ao velho, I um pianno... nessa hora em que o pensamento
lenho anda a declarar a V. S., que elle nbteria de! nutrido da mais viva saudade, vagueia por este
mim ludo quanto quizesse a res|ieito da praga de I vasto mundo de meu Deus I
farinha (porque para isto estou antorisado pelo! E qual o coracao, meu Deus t por mais forte que
arrematante, e j a attendi quando reclamou para | seja sua tempera, que ao ouvir sons to imviosus,
; appctlil;<
Antonio J>-
advogadus, a quem podia consultar; e se nao con-
stiltou foi porque nao quiz.
OS'.Br.vnojJE: Mas V. Exc. nao esla respon-
dende ao meu aparte, nao o onvio.no foi nisseqne
eu fallei; eu Tallei no ped'do de um lercero, que
quer annullar um contrato entre duas parles, pro-
vocada essa nullidade pelo requerimento de um
mu.il necessidade, igual uilidade publica para ; terceiroapresenlado nesla casa,
comprehender no mesmo contrato a segunda sos- O Su. T. DB Loikeiiio :Vou responder tamltem
sao da legislatura seguinte, e a primeira e segunda | a isso, nao Ihe deixo passar inclume um so
ses;-oes da legislatura, que a inda se ha de seguir, aparte. .
depois da legislatura actual ? .Nao, Sr. presidente, tomo dizia, se o contratante se livesse dirigido
or modo nenhum se pode conc ber tal cousa ; i a um dos nossos advogados, lena sabido desse es-
porquanlo nao tem razan de ser, seria detrimento- tado de ignorancia, porque elle Ihe tena ililo que
so provincia, porquanto salta aos olhos de lodos cada legislatura autorisada pela necessidade e uli-
que no espago de dous annos pode apresenlar-se lidade publica pode comprehender em um contrato
a publicagao dos actos da primeira sessao da legis-
latura seg'uinte, porque sem isso nao era possivel,
que os trabalhos dessa dita primeira sessao princi-
inassem a ser publicados, senao do meio della, por
diante, ou talvez no lim della, o que trazia embara-
co muito serio e muito prejudicial s discussoes :
mas o mesmo nao-se verifica respeito dos traba-
lhos da segunda sessao, porque na primeira sessao
ha tempo ba.-iante para se celebrar novo contrato
para os trabalhos da segunda da legislatura actual,
e para os da primeira da legislatura seguinte.
Agora, respondendo ao aparte do nobre 1" secre-
tario, digo, e assevero-lhe com toda a franqueza,
seriedade e verdade, de que tenho dade largas pro-
vas em toda a minha longa vida, que nao foi por
pedido de pessoa alguma, que eu discordei da opi-
niao do nobre 1" secretario, e do oulro meu nobre
collega da commissao de polica, e apresentei em
separado o parecer que minha consciencia me
disten.
O Sr. Bi'.vnouE : N'em foi esse o meu pensa-
mento.
O Sn. T. HE LoriiEino :Nem podia ser oulro.
O Su. Br.vnuL'K :Eu bel de explicar-me, por
que est bem longe de mim qperer olTemler V.1
Exc.
lVrguntci se o pedido feto casa por um reque-
rimento de lercero, era motivo para que se rescen-
disse um contrato emre duas parles.
Admiti a explcagao ?
O Su. T. de LoiitRino :J entend que nao ?e j
referi a minha pessoa : urna vez que se espitan,
pede a lealaade qoe eu nao prosiga nesse ponto.
O Sr. Bijaroe :Nao senhor, nao me refer
V. Exc.
O Sn. T i>e Lociieiiio : Pois bem, j declare.
encontrn com a vw de
um empresario, qne se oferega a contratar com
mais vantagem para a fazenda provincial, do que
O emprezario anterior.
Ijn exemplo de paridade, om exemplo que
convencer, que com effeito una legislatura deve
por necessidade publica, comprehender no sou ul-
timo conlralo a primeira sessao da legislalura fulu
ra, mas nao pode haver razo alguma para contra-
tar logo para segunda sessao da mesma legislalu-
ra futura, e para a primeira e segunda sessao an-
nual da legislatura, que ha de vir depois dessa :
a le do orcaroento, por necessidade e utilidade pu-
blica i nica razie da dtsposieao da le), eompre-
hende o anno linanceiro i|ue ha de acabar na pri
meira sessao da legislalura seguinte; mas pode al-
guma assembla fazer una le de orcamenlo re-
gulando a receita e a despeza do segundo, lercero
e quarlo anno linanceiro posterior ao da lei feila
por ella ? Nao; porque era contra os verdadeiros
interesses da fazenda, quer geral a respeito do po-
der legislativo geral, quer provincial a respeito das
assemblas legislativas provinciaes.
OS. Biakoie :-D licenga que Ihe d nm
apa i te?
O Sn. T. dk LoOBWao :Pois nao.
O Su. BuRQUE : -Mas V. Bar. nao manda con-
ttalar iwr tres annos mm Jos de, Vasconcellos ?
O Su. T. ie Lm reiiio :Nao senhor : prepc-
nho, que se contrate por dous annos : o segundo da
presente legislatura, e o primeiro da legislatura se-
cunde : e sm porque considero ulil, necessario e
legal o contrato celebrado no anno prximo passa-
do, na parle delle comprehensiva da primeira sea-
sao da legislatura actual ; sendo que nisso mesmo
sou justo.. .
O Sn. IIiauoik : Nao contesto.
O Sr. T. ie Lotmnmo : SnO justo, Sr. 1 secre-
tarin, porque por um lado, havia necessidade e uti-
lidade publica em se compreliender naquelle con-
trato a primeira sessao da actual legislalura : e
por oulro lado, o contratante particular (o empre-
zarin) tem cumprido, e est cumprindo na presen-
te sessao, anda que mal e tardamente, o referido
contrato, como logo mcHrarei.
O Sn. Br mii.ii e : A culpa nossa.
O Su. T. de l.oi i'Eino : -Eu mostrare! logo.
tagem para os cofres provinciaes resollante do con
trato que desgracadamente vigorou por quartoze
annos. Tive, por tanto, em consideragao que foi
pagar 20 rs.) setlvesse man um pouco de civili-
dade; se me Iratasse, quando nao com aquella po-
lidez que nos todos devemos uns aos ouiros, ao me-
nos que me poupasse das injurias que costuma di-
rigir me quando vou cobrar-lhe, dizendo (alm de
oulros nomes que a decencia me faz callar) qne
um roubo que Ihe fago, e que isso s pode nascer
de um estpido e burro, como eu, chegando outro
por via de Jos de Vasconcellos qoe ea cheguel ao dia a sua temeridade a lancar mao de um caixo
conhecimenlo da verdade, por nio ler anda lido
bastante lempo para cumprir o meu dever de pre-
sidente desta casa, examinando esse contrato. Poi,
pois, por dever de gratidao para com Jos de Vas-
concellos, por me ler tirado da ignorancia, em quo
eu eslava a respeito do referido contrato do anno
passado, que indiqnei que com elle se contratase,
mas nao me opponho a que seja aberta a concur-
rencia para um novo contraante, e antes votare!
por ella. Estou, Sr. presidente, e eslon tao cangado,
tao trmulo que, nao podendo eu mesmo fazer essa
emenda convido a um dos nobres deputados que
aprsente mesmo em seu nome essa emenda ao meu
parecer, que en desde j declaro que a adopto.
Concluo, por lano, Sr. presidente, de conformi-
dade com nido quanto, lenho dito, nao lendo em
vista, se nao poupar fazenda provincial despezas
necessarias, que se lem feilo com a publicagao dos
trabalhos desta casa as sessoes anteriores ;"c com
esse intuito concluo, que deve ser annullado o
contrato quanto seguuda sessao da legislatura
actual, a primeira e segunda legislatura seguinte,
Picando porm sabido quanto presente sessao, isto
, ficando valido respeito do anno corrente, e ter-
mino o meu discurso, pedindo V. Exc. e pedindo
casa que me desculpem por Ihes ter lomado to
longo tempo, causando-lhes tedio e aborrec ment,
( nao apoiados. )
O Su. Diicmmomd : -E' pena qne defienda nma
causa lo m.
O Sn. T. de Loureiro : -----por fraqueza inte!-
lectual, moral e physira em que infelizmente ma
acho. ( Nao apoiados. )
OSn. Amv.ntiias :-Tem fallado muito hem.
O Sn. Dhi-mxoxd :Muito bem. mas
a justiga da causa nao o proleja.
RE\.STA DIARIA.
em quo se assenla para arremessa-lo em mim.
c A respeito das insolencias desse velho tenho
muitas tcslemunhas, entre ellas o proprio guarda-
fiscal.
A' vista disso avalie V. S. o quanto lenho su-
portado desse velho, em atlengao smente algu-
mas caos que elle tem, procedimento este meu que
no entender de alguns j passa a baixeza e fa ta
de senlimenljs; mas cpnfeso V. S. que estou
disjioslo a usar de lodos os meios legaes que esti-
verem ao meu alcance, alm de por um freio a
lingua moidaz desse velho, assim como estou dis-
posto a perdoar-me as injurias que me tem irroga
do e modificar ainda mais o seu pagamento, logo
que com bons modos me pedir, fazendo valer s-
mente a sua pobreza e velhiee, c nao as suas ma-
neiras bruscas c incivis. O cobrador, Vindemial
Ribeiro Soares.'
REPABTigAO DA POLICA.
Extracto das parles do da 23 de abril de
1864.
Foram recolhidos casa de detengio no d ia 22
do corrente.
A" ordem do lllm. Sr. Dr. chefede polica, Jos,
escravo de Joaqnim da Silva Castro, por infraegao
de posturas.
A' ordem do subdelegado do Becife, Manoel, es-
cravo de Manoel Rodrigues da Silva, para corree-
gao.
A' ordem do de Santo Antonie, Antonio, escravo
de um tal Austm, por briga.
A' ordem do de S. Jos, Geraldo Gomes, por bri-
ga, e Anaslacio Pereir, por insultos.
A' ordem do da Boa-Vista, Sima Mara dos Pra
pena qne zeres, por averiguages em crime de roubo.
O che fe da 2" sergo,
J. G. de Mesqiiitn.
Movi ment d casa de detengo no dia 22 de
abril de I84.
nao se commova ? t
E como nao est o meu, se a cada momento liba
esse fel agri-doce, a que chamamos saudade!
III
Aqui, ouco sons lo delicados, to harmnicos,.
lo cominoventes que paretvm de urna harpa eo-
lia.. e a esta audigo sinlo deslisar-se urna lagri-
ma por cada canto de meus olhos.
Sao ellas... as minhas visinhas I
To bellas... To meigas, ei-las a folgar nos te-
clados de seus piannos.
Urna toca a walsa o ftry'o.
Outra a aria do Trocador.
E a oulra finalmente a walsa asawnw I
E eu d'aqui recinto-me de todas as emogoes, que
essas pegas desperlam nos coragoes amaveis.
E essas emogoes todas se resumem finalmente
em um doer d'alma, que nos leva ao passado para
compralo com o presente.
A saudade 1
Na sessao de sabbado da assembla provincial,
o Sr. Jos Mara requereu que fosse apreeentado o
offlcio com que a commissao de polica requisitou
a torca aunada para guarnecer o pago da assem-
bla, "respondendo o Sr. presidente que a forga
permaneca ainda porqne a julgava precis^a.
Eulrando na ordem do dia continuou na I' dis-
cussao de projeclo que impoe sobre caixeiros es-
trangeiros, e ?oi apreseniado o projecto seguinte,
ser elle discutido
que nunca a minha voz se
Jos de Vasconcellos, nunca fin a siiajypograplna, requerendo o Sr. Buarque para
a sua leja, nao tenho a menor relago com elle, e preferencia ao oulro:
digo ainda mais que foi nicamente o zelo pelo
hem panuco, foi nicamente para evitar que con-
tinu a lesao que tem pesado sobre os cofres pro-
vinciaes pelos contratos celebrados-rom o propie-
tario do Diario dePtinumbuco desde 1847 al 1863
que apresentei o parecer em separado, _tambem
pelo zelo do bem publico que eu velho, j alque
0 Su. IIiauoik:Eu desejava que V. Exc. res-! lirado pelos anuos e de mais a mais atormentado
pondesse a minha argumentaco. hojepor urna constipaco que tive hontem noiie,
O Sr. T. de Loureiiio :Estou respondendo, e me entreno ao irabalho que estou exercendo con-
creto qne lilleralmenlt, ad literum. ira as minhas propnas_forgas
a assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resol ve:
Artigo nico. Ficam isentos do pagamento do
imposto langado sobre a renda dos estaholecimun-
tos commercaes, aquelles destes estabeleciinenlos
que liveiem todos os seus caixeiros nacionaes. Nes-
la isengSc nao se comprehendem os esiabelecimen-
los que liveiem um s caixeiro; revogadas as dis-
posic5eS em contrario:
Paco da assembla legislativa provincial de
23 de abril de 18G4./marque de
., Pernambuco, _
O contrato celebrado no anno prximo passado I Por tanto, j v V. Exc. Sr. presidente, e ja ve I/acedo. Aran jo Barros.Suva JarrosS Pe-
com o proprielario do Diario de Pemamlmco, nao a casa, que me ouve, que o conlralo foi exorbitante reir.Nabar.MaranJiao.Amlradn Lima.- Can-
se limitoo a comprehender a 1" sessao do anno | da esphera dos poderes, que racionalmente podem ratees da Sitia.Ayres Gama. Arminio Taca-
eorrente, como convinba, pois qne j mostrei que ' competir a cada lesgislaitira respeito de seme- res.Framisco Pedro. Soares Brandau.Curva-
de necessidade e de utilidade publica que a 1* ses-1 Ihantes contratos, que me estou e.-lorgando por de- hu Moura.Silca Banjos.RuchadTeixeira de
sao da legislatura seguinte seja comprehendida no moa-trar a nullidade do que foi celebrado no anno; Uello.
contrato celebrado pela legislatura antecedente:. prximo passado na parte dYlle comprehensiva da Kallaram contra a preferencia os Srs. Campello,
porquanto. sem isso. na ! sessao da legislatura j segunda sessao da actual legislatura,!,' da primeira js. Maria, Jacobina, P. Baptista, c a favor o Sr.
seguinte deixariam de ser publicados os trabalhos e segunda legislatura seguinte ; e o lago uuicamen- Buarque, sendo ella regeitada, e continuando a
le pelo zelo do bem publico e nao porque Jos de
Vasconcellos ouqualquer pessoa emnome delle me
ailasse nisso.
Quanto ao stimo argumento, Sr. presidente, ras-
peado, que nao lia a necessaria exaclido na aflir-
inagao do nobre primeiro secretario, quando diz
A saber
Exisilam . Entraram. . Sahiram 341 presos 9 12
Existem . . 338
Nacionaes. . Estrangeiros Mulheres . Estrangeira Escravos . Eseravas . . 232 presos. 36 2 > 1 > 64 3
da assembla: eal, para confirmar referida ne-
cessidade. ulilidade vali-ine de um exemplo lirado
da lei do orcamenlo.
O Sr. IIiauoi k :Mas o meu aparte nao se refe-
re a isso.
O Su. T. de Lol'rkiro :Eu disse ao nobre Io
secretario, que eu considerava valido o coulralo a
respeito do 1" anno da actual legislatura.
O Se. Aqoino :Se o contrato nullo nullo no
todo.
. O Sn. Riroie :Como que V. Ene. segundo
os prim-ipios, que tem estabelecido, aconsellia que
a assembla actual contrate com Jos de Vasconcel-
los por tres annos, usurpando segundo a sua theo-
ria. as attribuices das assemblas futuras?
O Su. T. dk Loi reiro :Luia o meu parecer,
que o contrario.
O Su. Biaiiqie : Nao aconselba o contrato por
tres annos?
O Sn. T. de Looiieiro :Nao, senhor; aconelho
por dous annos, por dous annos, Sr. Io secretario;
isto , pela segunda sessao da legislatura actual, e
primeira da legislatura seguinte. Estou, porlanto,
nos meus principios , nao sou contraditorio comi-
go rnesmo : lea bem.
O Sr. Bi arque :Apenas ped esta explicagao.
O Su. T. de Loireiro : Pois a explicagao' es-
ta ; lea o mea parecer em separado, que ha de
achar isso mesmo. Reconbego na legislatura
actual poder para nnttificar o contrato anterior, na
parle em que foi alm do primeiro anno da actual
legislatura, e para contratar com Jos de Vascon-
cellos quanto a pnhlicago dos trabalhos da segun-
da sessao da actual legislatura, que o anno que
vem, e primeira sessao da letrislatura seguime,
fundado no principio da necessidade e da utilidade
publica.
8Sn. Jacobina :Sem abrir concorrpncia?
Sn. T. de LofREmo : Por tanto, nao tem lugar
e seu aparte, meu caro amigo e collega.
0 Sr. Buarqi'e :-r-Acredilo muito na palavra
de V. Exc.
O Su. T. de Louheiro :Ao segundo argumento
respondo que os contratos, que se podem rescindir
por direito, nao s patrio, mas de todos os paizes
que o actual emprezario tem desempenhado exacta-
mente todas as rondices do conlralo : por quanto,
Sr. presidente, i publico e notorio que nao lem elje
desempenhado exactamente a segunda coadiego
do contrato.
A segunda condiegao do contrato refere-se ao
apanhamento e publicagao dos debates, e diz que a
publicagaoterprincipio no Dir inmediatamente depois da discusso, e ser acaba-
da no dia inmediatamente seguinte ao primeiro em
que a publicagao deve comegar.
Entretanto, Sr. presidente, publico e notorio
que a publii agao dos trabalhos desia casa nos an-
nos anteriores andou sempre atrazada.
Um Sr. Deputado :-E nao ha mullas pira.isso? I u
O Su. T. de Loureiro :Nio as impozeram. E
pela minha parle respondo que nao tive ainda tem-
po bastante para examinar esse negocio.
Dizia en, Sr. presidente, que durante os contra-
tos traesaelos a publicagao dos trabalhos sempre
andou alrazada, e de mais' a mais sem se guardar
precisamente a ordem da suceesso delles, publi-
discussao respeio do projeclo primitivo. Fallaram
ainda em favor do projeclo o Sr. Jos Mara e contra
o Sr. Silva Burgos, e foi elle regeitado por 13 votos
contra II.
Approvou em 1* discusso o projecto n. So que
crea una escola normal nesla provincia.
Approvou em i' o de n. 64 qiie eslabelere prefe-
rencia das loteras; o de n. 73 que manda restituir
Luiz Jos da Silva e herdeirps de Joao Vieira Li-
ma o sello de heranga e legados que pagaram n-
devidamenle, fallando sobre o mesmo os Srs. Cam-
pello, Araujo Barros, Ayres, e Buarque; o que
concede um abate da o- parte do prego, porque
arremataran) Fia vio Clao e outros o imposto do
pedagio das barreiras da Magdalena e Affogados,
fallando a favor o Sr. Reg Barros, e contra o Sr.
Souto Lima.
Continuando na 2 discusso da llxagao da torca
policial, oceupou a tribuna por todo o resto da ses-
sao o Sr. Jos Maria.
A orden) do dia para boje , alm das materias
j dadas, 3" discusso do projecto n. 44, 2a do de
n. .'i-'i. e 1 de n. 91.
0 mendigo Apolinario, recolhido ao hospital
Pedro II, lendo conseguido permissao para sahir
ra, na volta, estando umtanlo embriagado, tra-
vou dispula com dous Belgas, seus companheiros
alli, e servindo-se deumafjca ferios, isto na ma
uba de bonlem, e "segundo nos uformam, fo-
cando-se varios trabalhos subsequentes antes de se ram graves os ferlmentos.
publicaren outros, que os precederam. O criminoso icou deudo no eslabelecimento, sen-
Um'Sr Den;t\uo Por que o emprezario nao do pouco depois recolhido a casa de detengo de
ohngado a publicar os discursos desde que Ihe sao ord*m do respectivo subdelegado, a quem o mordo-
entregues depois do prazo marcado no contrato. I nio de mex bavia communicado o ocrorrido.
O Sn T de Loireiro :O preceito que regola Por acto da preidencia daiado do 19 do cor
lodos os actos relativos a publicagao d ao empre- rente, fo approvada a deliberagao do conselho
zario o direito de exigir dos oradores que dentro de director da inaruccao publica, relativa restaura-
tres horas Ihe entreguen) os seus discursos ; mas gao do feriado das quimas-feras as escolas pri-
marias desla capital e dos lugares, oude naohouver
reuuio de feira.
Somos informados de que em ierras do enge-
nho S. Caelano. termo do Cabo, fura espancada no
dia 24 do passado a preta crioula Maxiaua por dous
Antonios de tal; os quaes nao sasfazendo ento
seus intentos de vinganga completa por ser a criou-
la soccorrida por um Sr. Varejo, em cujo terreiro
nao sao smente os discursos, mas tambem as ac-
tos, e outros trabalhos que tem sido publicados tar-
damente como se v pela leitura do Diario, W de annos pasados, quer do anno corrente; e se nao
se tem applicado as multas por essas faltos, a le-
gislatura a cha I, que prlncipiou fecclonar em
margo prximo passado. nio responsavel por essa
cvilisados sao aquelles, em que ha lesao da sexto j omisso.
parte, ou mais, mas que nao ehega a ser igual a Agora responder! ao aparte do nobre diputado, se dra o espticamente, e^eraram-n, a isin cami-
metade, do vali doiontrato, purque, se excede relativo aos trabalhos da sessao actual, dizendo, que nho da casa della, e em sua volto repel.ram o ea-
pouco alm dessa mtade, ento a lesao enorme,! pela leitura do Diario desde o principio de margo pancarnento do que resoltou comegar a padecenle
e esto acarreto ao eoniratante lldenle a obrigago i at hoje v-se que se lem dado o mesmo_vieio, o a deitar sangue pela bocea, e r
de. on tornar ao Iterado a cousa ernn os *us frne-1 mesmo defeito : desde o principio daessao a pu-, das aepo'*- ,,mQ,a
blicagaodos trabalhos tem andado summamente Ii formam-nos igualmente que a polica Jocal
atraV-i la '"""" ~ oiiz nao leve connecunento deste faci, apezar de
Reconheco Sr. presidente, que tenho obrigago ser elle ali mu faltado, mesmo porque urna outra
de ir ? secretoria da casa as condg5es com mulher com quem moraya a fallecida encobre essas
Ltinha sido celebrado o coptrato feilo o anno circumstonc.as, visto que o delicio consequenc
i assado mas e nao o fiz, toi por que niio tenho ti- de briga enlre ambas.
do lempo para' isso *8e* tem sido mnilo ex- Como quer que seja, cumpre que se syndique a
ou unupu ci laso ..-0", ._.._ ____ *,; ruMh nnic nanituvo flr.ar em onnican o crime.
tos da contestagao da lide por diante, e receber o
preco ou perfazer-llie o justo prego, que a cousa
mais vaha, e ficar-se com esta e se excede muito
alm da referida metarfe, entio a lesd enormis-
sima, e neste caso- o lidenfe rcst'tue a cansa pre-
cisamente com lodos os frnctos que percebeu desde
o tempo do contrato at o desfazhneMo eeihj.
Per tonto, este segundo argumento do nobre
deputado tambem nio procede.
Qoanto so tercero argumento, respondo eont o
mesmo qne acab-i de dlzer ha rJoaco; iste *, que a
assembla- transacta, lendo auterisaeae para com-
prehender a primeira sessao annual da legislatura
SbS^^lemoT sabido d-aqu. algumas'veres depois respeito, pois nao deve ficar sem pungo ocrme,
de1?VoraVdn trahalho ', se que elle se deu no facto que relatamos.
deputado n5o me Amanha tem lugar o coeenrso para 2 es-
ripturario da thesooraria provmeial; o qual 13ra
Phr tanto o aparte do nobre
fere
OSr. BuARQ.ua :Pere a mim proprio.
0 Sr. T. de Lorsiro :Por tonto naa"F exacto
346
Alimentados cusa dos cofres pblicos 138.
Obituario do da 20 de abril, no cemiterio
publico :
Francisco de Amnrim Lima, Pernambuco, 70 an-
nos, casado, Ba-Vista ; pnlmonia chronica.
Antonio, Pernambuco, 3 anno?, Santo Antonio ;
convulses.
Luisa, liberta, Pernambuco, 50 annos, casada, Ba--
Vista; cerebrite.
Manoel Tavares Cordeiro, Portugal, 48 annos, sol-
teiro, Becife ; urna fractura do cranio.
Sabina Maria da Conceigo, 26 annos, Pernambu-
co, solteira, Recife; enlerte.
Bento Jos Db-nizio de Mello, Pogo da Panella, 22
annos, solteiro ; molestia de peilo.
Joanna Maria do Monte, Pernambuco, 23 annos.
solteira, S. Jo.- ; morpha.
Jos, escravo, frica, 23 annos, solteiro, Recife ;
plhysica pulmonar.
Hermina, Pernambuco, 11 mezes, S. Jos ; den-
ligao.
V 22 -
Manoel, Pernambuco, o mezes, Boa-Vista ; den-
licao.
Maria Luiza da Conceigo. Pesqneir, 40 annos,
solteira, Ba-Vista : enterite chronica.
Ga spar Par, Blgica, 31 annos, casado, Ba-Vista ;
febre Intermitente perniciosa.
Manoel, ercravo, 2 horas. Ba-Vista ; espasmo.
Amelia, Pernambuco, H mezes, Santo Antonio;
convulses.
Antonia Kerrera Santa Bosa, Pernambuco, 4C an-
aunos, casada, Sanio Antonio ; cachexia can-
cerosa.
23
Maria, escrava, Pernambuco, 4o annos, Ba-Vista ;
bexiga.
Domingos Facundo de Castro Mpoezes, Para, 23
annos, casado, Santo Autonio : hydnpesia.
Domingas, escrava, afnca,70 annos, solteira ; Beci-
fe ; enterite.
Benedicta, escrava, Pernambuco, 30 annos, soltei-
ra,'Ba-Vista ; tubrculos pulmonares.
The reza Maria de Jess, Pernambuco, 80 annos,
viuva, S. Jos ; diarrha.
Antonio, Pernambuco, 50 dias, S._ Jos ; convul-
ses.
Francisco de Paula Buarque, Pernambuco, 63 an-
nos, casado, S. Jos; gastro hepaiile.
Mana Francelina da Conceigo, Pernambuco, 38
annos, casada, S. Jos ; plhysica pulmonar.
IIM POICO DE TIDO.
Despertado da profunda e dolorosa esiupefargo,
que se apoderou de nos leitura de um annnucio
inserido nos jornaes francezes com o nm de mani-
festar a apparico de ama edigo popular da pre-
tendida vida de Jess, temos por dever como chris-
lao prote.tor eom todas as noesas torgas contra a
culpavel tolerancia, que tem de permittira dilfuso
por todos de una publicagao de man quilate, e cujo
valor scienlifico nao admilte um exaue serio, mas
que seudo de natureza a perturbar as cotwcieneias,
L-se no Doze de Aaosto o seguinte :
Os wrtuguezes resi lentes em Pernambuco.
E' verdade qne nao temos estado em dia com o
que diz respeito aos nossos concidadaos, residentes
em Pernambuco ; mas, nao os eremos menos por-
(uguezes, nao os eremos menos movidos de amor
patrio, nao os eremos menos benemritos do que os
melhores fllhos desla ierra, residam elles aonde re-
sidirem.
Pode mesmo ter havido da ossa parte alguma
ominisso, talvez at mesmo pouco desculpavel
animo de desconsiderago pelos portuguezes que
residem em Pernambuco, nunca.
Sabemos que os nossos concidadaos alli eslabele-
cidos, as horas de amargura para Portugal, como
as occasies das suas glorias, acompanliain sem-
pre os sous irmos, ou na dr, se a dr os opprime
ou no regosijo, se curren) para elles propicios os
ventos da boa fortuna.
O hospllal, que os portuguezes residentes em Per-
nambuco alli fundaram, e o gabinete de leitura que
l estabelecerain, lionra-os sobre maneira.
Nao sabemos se os poderes pblicos do nosso
paiz leem feito sempre a devida justiga aos mais
benemritos d'enlre os benemritos de Pernain-
buco.
S natural que nao ; por que infelizmente, os
nossos governos nao leem .-idodos mais propensos,
nao diremos ao favor, mas nem ao menos a justi-
ca eom os que melhor seiviiaui a causa publica,
com os cidados mais prestantes, com aquelles que
mais honran) a patria, c servem a liberdade.
E' natural, que teniia havido njusiiga, por parte
dos governos desta trra, em descoiisiderarem os
prestantes servigos dos neeso ifiaioa residentes
na Venen braeueira ; por qae, aqui s ba cuida-
do em premiar sercirns, que nao elassicarenios.
E', porm, certo que'o paiz nao olvida os servigos
daquelles de seus lilhos, que nao satiem esquece-lo.
embora se achein a muitos ceios de legoas de dis-
tancia delle.
Quanto a nos, agora que temos em Pernambuco
um illustrado correspondente, dedicado pelas eoti-
sas da nossa Ierra, como nos o somos pelas do seu
bello e riquissimo paiz, -stamos certos, que nao
tornara a haver motivo para se nos langar em ros-
to una falla, quo poderetnos ter commettido, mas
sem, nem de leve nos passar pela meute descon-
siderar os portuguezes, que em Pernambuco lena
saludo honrar o pala em que naseerain, Portugal
este torro a quem todos tanto queremos.
Sobro o Evangelho de S. Joo, cap XUl-Qual
de vos me argir de peccado 1 escreve a Cruz :
Perguntava o mestre, irmos meus, qual de vos
me argir de peccado ? Se eu vos digo a verdade,
por que me nao credes 1 O que de Deus, ouve as
patarras de Deus ; por isso vos nao ouvis, por que
nao sois de Deus.
Responderam ento os jadeos e disseram-lhe.
Naudizemos nos bem, que lus um Samantano,
e que leus demonio ?
Respondeii-lbes Jess.
Eu nao tenho demonio ; mas don honra
meu pai, e vos a mim deslionras-tes-me. E eu nao
busco a minha gloria ; outro o que a buscara, e
que far justiga. Em verdade, em verdade vos d-
yo : que se h;ueiii guardar a miaba palavra, nao
ver a morte eternamente.
Disseram-lhe pois os judus:
Agora que conhecemos que estaes possesso
do demonio. Abraho morreu e os propbetas mor-
reram; e lu dzes : se alguem guardar a minha
palavra nao provor a morte eternamente. Acaso
s lu mais do que o nosso pai Abraho quo mor-
reu e de que os praphetos que tambem morrerainf
Quem te faz tu ser ?
Respondeu Jess :
Se en glorifico a mim mesmo, nao e nada a
minha gloria : meu pai que m'a glorifica, aquello
que vos dizeis que nao vosso Deus, e eotieanto
vos nao o tendes conhecido; mas eu coiihego. E se
disser quo o nao condece, serei como vos mentiro-
so. Mas eu condecoo, e guardo a sua palavra.
Vosso pai Abraho d'esejou ancosamente ver o meu:
um dia vio-o, e flcou chelo le goso.
Disseram-lhe por isso os judus:
. Tu anda do lens cincoenta annos, e viste
a Abraho f
Respondeo-lhes Jess :
Em verdade, em vertlade vos digo, que antes
qne Abraho fosse feito, son eu.
Enlao pegaram os judus era pedras para Ihe ati-
rarem : mas Jess encobrie-se e sabio do templo.
Assim fazem os protestantes, irmos meus, que
licando confusos pela verdade que se Ibes prega,
voltom-se raivosos cintra o seu Deus e julgam-se
dispensadores da palavra do Senhor, adulterando
tudo e corrompendo os mais santos principios da
moral e da vida.
Sao esses os verdadeiros amotinadores, .pie ar-
rebatados de um zelo louco e infernal, se dispem
para affroutarem a Divindade, e lancam, a seme-
Ihanga dos judus, apodos, improperios, blasplie-
mias e lodos os vicios. E feridos de um amor pro-
prio, bascado n falsidade e na ignorancia,pergun-
tom quem sao esses que podem nos explicar a
JURAMENTOS
Recurso e faMewia.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoi-I Jos >
Paria.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados os Srs desembargadores RHs e Silva.
I.otn engo Santiago e Gitirana.
linprocedeule.
Recursos crimet.
Recrreme, Manoel de Rezende Reg Barros; re-
corrido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Lonrengo Santiago.
Strteados os senhores desembarga dores Peretti.
Reis e Silva e Accioli.
I Deram provi ment.
Prora/jaran ,/ nicrntario.
Negaran) a prorogago de inventario qae nena
: Manoel Julin da Fonseca Pinho.
HllbflI.i-ltlipH*.
Concederam onlem de s.llura a liento Panto L
dans, c nada deferirn) a Mainel Izidro do.1a*ci-
menlo, visto estar recrutado.
Appellanlo rirel.
Appellant, Rojue Ferreira da Costo ; apprlla-
do, Antonio Jos de Figuciredo.
Desprezaram-se os embargos do appellante.
llll.lliK.NCIA- citiut:-.
Com visto ao Sr. desembargador promotor >l.
justiga
Asapiieltarois crime*.
Appellanies. o juizo e Jos Dias dos
pellados, o juizo e Maria Magdalena
Apianante, Jos Bernardo de Lima ;
a justiga.
Appellante. o promotor ; appellado.
s Soares.
JUHMttt i:iveis.
C^m vista ao Sr. Dr. curador geral
As ampetiaeet etvei.
Ap|iellaiite, Dr. Jacintho Paz Pinto da Silva, ca-
rador dos escravos Antonio e Thufrio ; appelUda.
I. Joaquina Periieiua Mavignier.
Apianantes. Joo Tavares de Mello Jnior : an-
liellada, a preta Thereza.
DRSIC^ACAO DKhIV.
Assignou-se dia para julgamen|n dos seguinte*
fetos :
AtftOagSti crimesl
Appellante, Jos Pedro Xavier di O la appet-
lada. a justiga.
Appellante, Manoel Antonio doSobral; apprf-
lada, a jusliga.
Appellaces cireis. I
Appellantes, Joaquim Francisco de Albuqner|nv
Santhgo e lilhos ; appellada. Fraecisca Thoma/i.i
da Conceigo Cunha.
Appellautis, Manoel Cavalcanli le Albuquerqu-
e sua mulher ; appellados, Alexaudrr J.x. Rodri-
gues e sua mulher.
PASSAC.EMS.
0 Sr. desembargador Caetano Santiago pases*
ao Sr. desembargador Gitirana
.1 app-llaro citel.
Appellante, Antonio Goncalves Perreira Csea* :
appellado, Joaquim de Sanea Lrio.
A appellaro crime.
Appellante, o promotor-, appellados. os escrav.
Miguel, Evaristo, Quirino. Antonio e Roqu\
0 Sr. desembargador Gitirana passoa ao Sr
desembargador Lourengo Santiago
A appeUaciU) crime.
Appellante. Joaquim Ignacio da Luz ; appeflaJa
a justiga.
O Sr. desembargador Reis e Silva passoa Sr
desembargador Aimeida e Albuquerque
A appellncao crime.
Appellante, o juizo ; appellados, Eugenio VehVz
de Mello e oulro.
O Sr. desembargador Motta passoa ao Sr. des-
embargador Peretti
.1 nanrllncns cicet.
Appellante. Rila Joaquina de MI appellad--
Vicente Antonio do Espirito Sansa
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. d>s-
embargador Accioli
.4 apfiellanio acei. :
Appellante, o Dr. novador is sns*annn apnet-
lada. a mesa regedora da ordem 'lerceira
Francisco.
A" I hora da tarde encerrou-se a Ses*o.
- -4-
COMMUNICiBOS.
transferido.
0 Rvm. conego Ananias celebrar no dia 23
Deus t EHes bem o sabem, mas nao querem ; sao
indi itrenles a todo, e descouhecem que esse esta-
do os matar.
Deixemo-os interrogar, por que elles cedo co-
nhecero a- verdade.
ainda aquellas que se acham mais fortificadas con- yj*r"a,j,!J,1l>0'5 ]^a dispensadores da palavra de
tra os ataques violentos e quotidianos dos inimigos
declarados do christianismo, todava urna obra de
estvlo mu fascinante.
' orna obra em que a finara da expressao, a
falsa candara das insinuagdes e a prfida delicade-
za das imagens dissimulam commodamente o vazio
das objeegoes. *
. E' una obra em que a critica, pretendida reli-
giosa, manifest sna extenso, ataca o dogma no
que elle tem de fundamental e de sagrado, e ensaia,
mas em vao, abalar o granito, que forma a base
desse santuario magnifico eduravei, em que have-
mos hanrido a f, em qoe a rererenciamos/em que
a conservamos intacta, immaculada, primordial,
como ella.o foi na aurora da civilisagao, essa ho-
CMNNICA JUDICMRI4
TRIRUVll, IA KEL \\ iO.
SESSAO EM 23 DB ABRIL.
. PilESIDENCU DO EXM. Sil. CONSELHEIBO
SILVEinA.
s M horas da manha, presentes os senhores
desembargadores Santiago, Gitirana, Lourengo
Ve Kvm. Sr. Dr. Jos Angele larm da Silva.
Em sessao da' cmara dos deputado*, de II !-
margo ultimo, justificando o Sr. Dr. Jos An
um requerimento em que solicitara inf^Twag'--
sobre o ultimo concurso que se nmmnai ne-ia
diocese para o piovimento de nsnvnanss parorhia--s
de muito vacantes, rvhro-aa um jornal fB
alguns annos fra maod na proviaria pela can i
pia do episcopado, o que levara o seu zelo a por
cm duvida o direito de padreado exercidv neto
chafe do estado.
Como por esse lempo, redigmos o jornal ea-
tholico Pragresso, e lvemos nataette de Siseuiir
com certa profundeza a questo cannica do nro-
viineuto das igrejas paraehinsa, de nos* dever
vira imprensa para protestar de nossa parte contra
as lUnuagcs a i|ue alludimos em principio
Ainda boje grato ao veneravel an aprouve a Providencia eustocar a frente oa adsni
nislrago desta diocese, lamliem en re-i-ito ao
seu elevailissimo carcter que repellim na insinma
cao de ser manlido na provincia um jornal ea-
Iholiea com sacrificio da caixa pa. Ainda ojo.-
este faci podesse ser touvavelmcnte jusidicad
nao podesse por si erguer-se altuia de um nwli-
vo de aecusago, pede todavia a vord nh Sjna a>
deixeiiins passar sem justo reparo a j.linaago 4
honrado i epieseiitonle.
Se devenios ao venerando ordinario a mais pro-
funda gralido pelo modo lisoogeiro oin >um #e
dignoii reconnnendar a leilura do no>.-o jornal a
clero sob sua jurisdiego, foi esla tambem a nnica
e valiosa cooperago recebida, quer do 3. Ear.
ItvniH., quer dos empreados na admioistrago da
diocese.
Quanto ao direito de padroado, sobre <|oe i
haveria a dizer, nao o desconheceinos em
artigo edietorial, cuja resp<>nsabilidade subviesst-
redaego. Por nos aceitando odreit sem Ihe in-
dagar a origen), limitamo-iios a sulenUr i|ue a
eleico pelo ordinario depois do competente eina-
svnodal acto essenciahssuno p.va a apresenta-
cao, que nao pode recahir em oulro que nan m
dos opposilores eleilos.
Por este modo tica a verdade rc-ubetecida.
Era-nos conveniente laze-la apparecer. A anana
iutencao para aqui.
Recife, a:l de abril.
P. L. de Giumao LM.
0 Sr. Ctprians l'enelsa Alceferans.
Com a supci londade com que sempre se i
senta o Sr. Feneloii as qiiestes era que lonsa
le, coutestou S. S. o tostoneo, que lu iu as
bla provincial, da execugo movida peto fizemfa
contra o Sr. Joao Carneiro e outnM.
Coiiliado as iuzes do Sr. Fdneton, arrrdm par
um momento <|ue os docuinenios que ea
sel, para responder na assembla ao Sr. Dr.
par sobre aquelle ponto, reseniiam-se de viesas,
ou que eu os tiuha examinado -em r.-lVxo. BVm
depp-ssa, porm, convenci-me em viU -w
inos documentos, que eu uo liiiba sido levas tm
meu exame, e havia dito a verdaoV.
E' essa verdade que venno p^ientear an
co, e que servir de resposta ao Sr. Feneton."
0 Sr. I'eneion ou nao sabe o que existe i
tos da execugo que allude em sua
denuia, apezar de ler. fanccionado nos usnanaa-
tos como fiscal, e nesse caso Uve razo aara nv-
ineniar a marcha irregular que levavasa s nafa-
cios da fazenda provincial, ou, se elle sane a ejne
existe, procura occultor a ve-dade.
Dos inesmos autos, donde se etiranio asaa aar-
tido que se acha na secretaria de goverao, emita
ser exacto o histrico por mira foi da saacnssta
execugo.
Atienda o publico para o seguate :
V-se toiha II dos autos qoe a i
prehendera smente nma casa terrea
pedru e cal sita na estrada do
tres casas, como diz o Sr. Feneton.
V-se toiha 36, qoe em vez se avaluar aj
penhorada, avaliou-se nm terreno na essrasn)
Manguiuho margem do rio C^inarifcn en.
palmos de frente e 690 de fundo, nenas
duas casas terreas etnn sotao, toado (
las qnatro quartos, eozinha e on
o solo proprio.
Exaininaado-se os mesas auto?, dan* a an-



Plrl 4e FfyaiMt<>< ftcj;itmi.i Mr * Abril de tMl
iieira folha at a ultima, nao seencoelra nontium
termo do penhora compnehendendo as duas casas
avalladas !
Apresnto-me novatnente. reputando de iiiiuna gano eu a aUcuo, um .umgo oeUio-uie. que o
digfiJpde consujlsr ao mesmo corpo eleitoral *e-ijcornpaBhasse at a casa do Sr. Cliritliano para ver
us poucos raezes decorridos da eleijio em que fui umioenle e presorerer-tha alfurn remedio, encon-
V-se folha 36 v., que os avaliadores, na con- considerad tenho ematguma cousa desmerecido trei o llllio em urna cama desanmalo e em estado
agein do seu salarte/mencionam smente as duas do conceilo em que se dignaran, ter-mn os eleito- j de proslraeao, pois que uscarrava sangue, e (inha
tres
Uf
asas avalladas, (mas nao penhoradas) e nao
casas.
V-se folha 33 e follia 42, 1 o edital e o es-
cripia) referem smente essas du.is casas, sendo
uelle* exaraJa a descripeo que tizeram os ava-
liadores.
V-se igualmente folha 65 v., que por nao ter
havido Untador, se proceder a urna nova avaha-
res pernambucanos.
E porque lenlio eousciencia de mim.eomo tenho
intima onviccao da dignidade, independencia o
lirmeza do carcter de V. S., nu duvido contar
coin a sua valiosa coadjuvacao em prol de minha
candidatura na eleicao que se vai agora proce-
der.
Ausente do campo onde a eleicao vai ser despu
CttUMEBUQ.
MW IMCft M TKRg.IRtCO.
O novo banco de Partambuco paga o 12 divF
completa-inapetencia, e f raqueta, a ponto de nao 0 b
se poder por em pe, no lim de un* garrafa do dendo a razfw de W or acolo
xarope etherio de veame j se acliava elle no es-, ,,u",u ae J* nor '
lado de passear em casa, desapparecida a inape-
tencia, e os escarros de saugue; e a losse mi-
tigada.
No lim da segunda j achei em estado de faze-lo
passear pelo sen sitio todas as manhaas. Acabada
cao no mesmo terreno na estrada do Manguinho a tada eu nao cont seno com a bondade, e honra esta o aconsolbci, que continuasse no uso do mes-
nargem do rio apibaribe com 300 palmos de de V. S., em cujas qualidades rondo plena
frente e 630 de fundos, no qual assenlam duas Sempre firme nos principios liberaes, para trium
casas terreas com soto, leudo cada urna duas pho dos quacs nenhum esforco e sacrificio tenho
enamente. mo xarope ettierio alternado rom o clnrope alcoo-
poupado me reputo no caso de merecer a conti-
nuado de seu apoio.
Fico as suas ordens.
De V. S. amigo, patricio, criado e obrigado.
Joaquim Saldanha Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864.
alasl quatro qnartos, rozmha e urna estribara.
V-se mais follia 66 e folha 7 o, que o novo
escripto e edilal tratain smente do referido ter-
reno de 300 palmos de frente e 630 de fundo, no
qual assenlam duas casas terreas, cuja descripcao
referan,
V-se folha 74, que por wo ter havido lanca-
dor anda desta vez, se passara mandado para o;
executado Joo Carneiro ser notilicado para re-
mir, nao tres casas, e sira o sitio com duas catas] ___
terreas, em conseqaencia de nao haver tumbador pela
l'iimeira t amanan avaliacao. Srs. reilaetorts Em additamento minha cor-
Da folha 78, se nota que o Sr. Antonio Jos de respondencia de hoje, venho lembrar dous factos,
Castro pedio vista antee da sentenca de adjudica-' que milito abonam a moratidade do partido con-
eao, que est folha 98 v. e !>9. Essa sentenca serva dor, quando no governo.
em data de 2 de agosto de 1862. O capito Joo Morato era subdelegado do dis-
V-se tamben folha 114 que o Sr. Castro, pe- tricto de S. Jos, termo de Ingazeira, quando cho-
diudo vista novameute, por Ihe constar nao estar goujio conhecimento do Sr. Dr. raripe, ento
COBRESPONDENCIAS.
anda a fazen la de posse das casas adjudicadas,
aggravra do despacho, que Ih'a denegou, desis-
liudo depois desse aggravo por meio da seguinte
allegacao, que est folha 126 dos autos.
Desisto do aggravo, que interpuz folha
111. Dos autos consta, que a execucao contra Joao
chefe de polica, que Honorato em aunos remotos
havia commettido um homicidio em sua propria
eefesa, como o demonstrou e provou nos trbuuaes,
d'onde sahio livre de penna e culpa ; mas que
acontecen ? Fo ser elle demiltido, apezar de ser
bom subelegado, diaendo o oMe de ponis, que o
Carnem Macando Mms, eome uor de eYanotseo eaonerava per honra da atondad? publica. a quaI
Cavalcwjti de Atbuquerifae, versoo sobre ni ter- naol**a sor *gn*mnte efretVfci porum homem
reno na e-trada do anguteio i margam do no que j urna vez tiohi derramado o saugue de seu
Ka|iil)aribe <-on: 30 paloios de freale t3n d" lemelhante, emliora em sua defeza; que aos
fundo, no qual.-iswntiiii duas casas terreas com 'olhos do novo nao o isentava da resfionsabilidade
sotao, lendo cada ama doHns duas salas, qnatro moral, e de certo mod i tirava toda a torca de scus
qnartos, ooatntw urna e.triparta, sendo o tote j tos de vijjor centra es criminosos, qu bao dei-
foreiro. xavam o* lanrar-lhe em rosto o seu passad* crime.
Acna-se esta inscrinrao na avaliacao folha Ei--a-jni como proo-lia um chefe uV polica, ijne
.36, i'Jital fc.4ka -.'I*, enri(*je fothw 42 oea ara-' servio dOranto a governacab dos conservadbres.
liaco folha 65*. Edil al a folha fi, serilo ] <>"tro fado : segando me record, era Mbdele-
follia 70, elital folha 86, escripto folha.91. gado de Flores um cunhadodo Sr. conego Jftaquim
Nio |K)lhi, pois, a adjudicacao ser senao de Pinto de Campos, ereio que chamado Baplista de
um terreno margera do rio Capibarbe com 300 Alhayde, o qual hawndo tambem n'ura cdnfticto,
palmos de frente e 630 de fundo, no qual assen- nao provocado >or elle, dado um tiron'um toldado
tam duas casas terreas com sotao, tendo ca la urna em lempos passados, chegou nao set porqu mo lo
dellas duas salas, quatro quartos, cozinha e um i esse facto scicncia do Sr. Arripe, que apezar de
estribara. V-se, portanto, que nao foi compre- todas as consideraedes pessoaes, nao duvidou pe-
Iteo lula nina ouira casa, que lca soparada, e at em posicao diversa das duas qne rom o terreno fo- do e livre daquelle crimp. que, como j disse, nao
rain pra^a, e finalmente adjudicada fazenda, e M premeditado .' Xo ser isto proceder eom lo-
que sao unidas. A casa nao comprehendida lem do o vigor da moraldade ? Qual foi j ahi agen-
tainbein seu terreno, (|uese une ao das duas casas, te policial, que nesla poca de progresso foi detnit-
seudo que, p^rtcnrondo um mesmo dono, forma- lido, em consequeneia de aecusacoes, anda as
vam os dous terrenos, e as tres casas urna s pro-
priedade ou silio, como se v da escriptura f.
120, e do auto de pea dado ao meu conslituinte
Antonio Jos de Castro, quando romprnn o mesmo
sitio. Convindo boje descriminar a propriedade
nao comprehendid da que fo adjudicada, em con-1
sequencia da execuc/io. que separou as duas casas
i margan do rio Capiliaribe daquHIa outra, re-
qoeiro ao film. Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda, I
se digne de designar dia e hora para comparecer j
nerse lugar, citado o Dr. procurador 0 tambera comparecer, alim de, em sua re-peitavel
presenta, proceder-se referida desc.riminaco pe-
los avaliadores do JUMO, lavrando-se o respectivo
termo.
Outro sim. nao prescindindo o meu constiluin-
nuaa iraves ? Ol I tempos! Oh 1 miserias t
Recife 23 de abril.
Jos Victoriano da Crtic.
PBLICiSGES PEDIDO.
Para a historia.
.No anuo da graca 1831. no remado do Sr. D.
Pedro II, sendo presidente d-*conselho e mlnislro
dos negocios da justica o senador Zaeharias do
Goes e Vasconcellos, presidente de Pernambuco o
commendador Domingos de Souza Leao, e sol) o
imperio das ideas polticas do partido____(anda
nao sabemos a sua verdadeira denominaco):
le do seu direilo de propriedade tambem em rea I achando-se, ja ha muito. incompleto o tribunal do
cao as duas casas e terreno, que foram adjudica- commercio daquella provincia, e havendo um dos
das,c prelendendo reivindica-las pelos meioscon
ptenles, reipier ipie se Ihe tome por termo o pro--
testo, que elle faz. para ara tempo oppurtuno de-
dazir o seu direito.Esperamos oeferimento.
Eis a desistencia, que se soccorre o Sr. Fenelon
luerendo provjfr que o Sr. Castro reconheceu roes-
fno o nenluini diivito qne Ihe assistia para haver a
propriedade, (piando alias esse documento resalva
o seu direilo. indicando ao mesmo tempo um corpo
de delicio contra os que funecionaram ou dirigiram
tal execucao. em relacao ao Sr. Joao Carneiro, por
quanto est provado, que foram avahadas, postas
etn pracae ailju licailas doas casas que na rnrarMa
execucao nao linliam sido penhoradas I leudo sido
igualmente adjudicada urna outra rasa, que com
quanto lvesse sido peohorada. nao foi avallada e
nem levada pra^a voz aliiuma I E nao servir
isla para mostrar como vo os negocios da fazenda
provincial ?
A allegaco do Sr. Castro, qne fica transcripta, e
d
lencia e do protesto, sendo o despacho do juiz em
dala "le 2 de mareo de 1863. Se o Sr. Castro,na-
da linda que ver eom isso, como diz oSr. Pnelos
em sua correspondencia, eu como deputadu tinhae
tenho oincoeslavel dircito de examinar como
vao os negocios da tazenda provincial. E demais
po'ter-se-ha negar au Sr. ("astro a qualidade de in-
pie foi aprsenla la nos autos no diab de dezembro tico e do esprtente, que Ihes pod
le 1862, nao foi altendida seno na parle da desis- im.j0 de sua salvacao.
dous ltimos adjunetos dexado o excrcicio, no dia
17 de marco, |ior ter sido nomeado membro do
supremo tribunal dd julica, ficon aqtwle tribu-
nal do commercio absolutamente imiussibiliiado
de funecionar, havendo por isso (basado a admi-
nistraejlo da justica cnmmercial de segunda ins-
tancia, desde aquclle dia ale hoje. com a mais se-
gura esperanca de que Ase grande beneficio ainda
continuar par algum temno.
Acredila-loheis. vindouros ? ( !
22 de abril de I86't.
Phtysie.
O xarope etherio de veame por mim preparado,
muito tem aproveitado aos que soffiem desta mo-
lestia, c de lamentarse, que, no obtuario desla
Cidade a maioria dos que sucumbem de tubrcu-
los pulmonares, sem procurareiu o recurso do pra-
em encaminhar o
lico de veame, e que usasse dos banhos salgados
na pancada do mar. Senlio elle nos primeiros
banhos alguns choques, mas em o aconselhei que
continuasse, com o que se tem dado milito bein,
peis que, tenho recebido cartas de Macei, era que
se me communtea o seu bom tetado.
Nesla molestia os expositores de medicina nao
! aconselhatn banhos salgados, apenas quando d'elles
: tratam, dizem ser applicados contra as escrfulas,
bypochondria, estherisiuo, amenorrhea, racii
; mo etc.; entretanto vi este bom resultado no filho
do Sr. Christiano, e outros factos iguaes tenho vis-
j to as molestias sipbycas, c outras muitas que
com o uso do sarape alcoolico de veame tem se
obtido ora radical.
O Sr. Dr. Silva medico hbil de Macei, depois
de ter applicado a um seu doente de rlieumatismo
o xarope alcoolico de veame, logo que elle se
poz era estado de largar as moletas, em que an-
dava arrjmado, o aconselhou que continuasse com
o uso do mesmo xarope conjunctumente com os
banhos salgados, com que se tem dado multo bem,
e um dos mdicos, que alh em Macei tem com-
pleta conlianca as preparacoes de veame por
mim feilas, pelos boas resultados, que tem oblido
em sua clnica.
Quando alguem se v com tosse vai ao medico,
este o examina e declara o senhor est aneciado
dos pulmeso doente desanima, cora esla s-nten-
ea entende estar sera mais cura, quando os factos
e a experiencia teem demonstrado que muitos, ten-
do procurado o lugar apropriado, se teem salva-
do ; e assim expheam muitos expositores de me-
dicina.
Ora, nesta provincia temos farilidade hoje e re-
curso do ar ; por que a va frrea nos proporcio-
na, pois que em pouco tempo urna pessoa que exis-
te nesta cidade fcilmente se transporta para as
ultimas estacos de Gmeleira e.Una, lugares por-
to do Bonito e de outros pontos que sao considera-
dos sertao, quante mats que os tnesmos lugares
j no sao raaos, segundo, pens, principalmente no
verao.
Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem mais
de se transportar e d'alli estar isso se respou-
de, que, naquelles lugares existem casas vasias e
allugam-se por proco commodo, e mesmo muitos
gneros d prmeira necessidade, all se vendein
pelos mesinos preces que aqu.
Aquelles, pois, que esliverem nestas circums-
tancias, eu Ihes facilito explicar os meios pelos
quaes se devem reger, e Ihes fornecerei os medi-
camentos gratuitamente.
Itendimento
dem do dia 28...
do dial ai........
.......
396:0354394
16:3 46 $706
412:3824Iihi
n tI irin o da alf:mtlcsa
\ olcunes entrados con fazeadas... _L
. com
geaeras...
Voluntes saludos com fazendas...
eom gneros...
20
------20
145
158
303
lescarregam no dia 23 de abril.
Patacho inglezSae/f&icarvo.
Barca inglezaKacht/nnon -carvao.
iiijme ingle H>irm*tmifazendas c arroz,
irrigue nglez-Jo*n JImI/whsfarinha. bolachioba
e papel.
lill]>(>it;lvo.
1 alacho nacional Santo Antonio, entrado de La-
guna, consignado a ordem, manirestou o seguinte:
4130 alqueires de fariuha de mandioca, e 4000
bagres; a ordem.
H\ portar o.
Barca,ingleza Vision, carregou para Liverpool
pela Parabiba:
2800 sacis com 14007 arrobas dassucar mas-
cavado, 1107 ditos com 6202 arrobas c 14 libras de
algodo, e 1080 arrobas de osos.
Patacho oldemburguez Fortuna, carregou para o
Canal :
3300 saceos com 16500 arrol>as de assucar mas-
cavado.
ALFAXDEGA DE PERNAMBUCO.
PAITA DOS l'HECO DOS CENBROS SIJIKITOS A DinEITO DE
EXMKTACAO. SEMANA DI 25 A 30 DO MEZ DE
uniii. DE 1864.
Mercadorias.
Abanos. ......
Agurdente de cana. .
dem rehilada ou do reino .
dem caxaca.......
dem genebra......
dem aleo.il ou espirito de agua
ardente....., . .
Algodao em enroca .
Ith^m em rama o em lia. .
Arroz com casca......
dem descascado ou pilado .
Assucar mascavado.....
.....
i .... i. i .--------------:---------
R:,ran,!''....... Km atacado obteVe IsBiSTpoT
harrii-a, e a reinllu, u 424 a
144300; Arando cui nccosiio cer-
ca de 1,000 barrira*
Bala tas.........Vrnrtcrani-se a Sftot) por ar-
rulla.
Bnlachinha...... dem a 24200 a barriquinha, da
americana. ,
Carne seeea, A do Rio-Grande do Snl ven-
deu-se de 34200 a 44000 |-.r
arroba, c a do Rio da Prata de
24.00 a 3S800: tirando em de-
posilo 69,200 arrobas da pri-
meira e 11,000 da segunda
Caf........... Ycndeu-sc de 74100 I 94-W) a
por arroba.
Cha............ dem Be 25000 a 24300 a libra.
Qeneja......... Vaiiou de 5.'IOO a 64 zia de garrafas.
Farinha de trigo. A falta que existia no mercado
na semana antecedente, foi ?up-
{trida com a entrada de um
carregamento de Pliiladclpliia,
cuja malor parte foi retalhado de
254 266 a barrica, tirando |>or
vender smenlo 800 barricas. Da
de Trieste reslam 600, tendo-se
retalhado ao mesmo preco da da
americana.
Vendeu-se a 34600 a frasqueira
e .'160 rs. por botija.
A ingleza ordinaria negociou-se
a 320 por rento do premio sobre
a factura
Mantidga....... A franceza vendea-se a 560 rs.
por libra, e a ingleza a 8Vi rs.
a dila.
W/issas......... Venderam-se a 74500 a caixa.
Dice de linhaca.. Vendeu-se a 14900 o galio.
Pass*s.......... Venderam-se a 74500 a caixa.
Presuntos.......dem a 144 por arroba.
Os flamengos venderam-se
24600 cada nm.
Vendeu-se a
"
a qua! crii#ti!a, e irpreafcnia trv jaaaaaa*
e foram pi iiliorado> a Jh* Maria > 4QHi
mor por si e como lulof I nsaawMa, a* r
cao de^Jo* Jnaqniii Loik d.- Alinte
K nao havendo l.iiM'a^lo ;ue rafett) >
ava'laciio, a arreutalaai sen M
adjodicaco rom nabatun na da le
E para que cbcynr- a 1 mfib.-ri
serapublieado .si.- na U,t na d Mito
de abril de IW,4. K M n.| Maria
NaseimeMo, earriva, o s Ti "lint Ir Mmear .1
3=3---------
BSGLi
W*T
Genebra........
Lou^a..........
r'nidades. Valores.
cento
caada
arroba
1*400
800
800
400
800
900
dem blanco.
dem retinado. .
Azeite de amendotm
bim ....
dem de coco .
dem de mamona .
Batatas alimenticias.
ou mondo-
4t5d
ilOOO
14500
24800
2JS50
44000
44480
Quefjes........
Salmo..........
Toucinho.......
Vinagre........
Vinlios.........
Velas..........
Descontos.......
Fretes.........
iriliMHal iarelaraa.
De ordem do Fim. ronst'HViro irriitrai. dar
lacio se faz publico, paral ' tm <"nrrntrntr~. mu
se achara aeiu prov-o i > ilisiiirt J,
arguintei Mrogarins ;
iVrna ibuco.
Francisco las de Figii"ii ;du.
Joao Dmaso no larra,
Joo Baptista Bontva.
Mantel Gomes de MHlu I! amta.
Manuel Scramio V Altai da Forte
Amaro Jos Lopes Oulml o.
Bento Jos de AlbuiiiM-rqi e.
Eliodoro de Mi-llo Albuqn NK
Miguel Prime Villar do O BarU.i
Antonio Marques de Alhm n>*n|iie i jratrami.
I'autaleao de Siqucira CH llcauti Junivr
| Alag M.
Francisco Fernande ds : anlos.
; Mano. I Antonio Xavier di Freita-
Jos Antonio Pereira Guin ares
Joao Gamillo de Araujo.
Joo Nuntw da Paareea (j Itat-o Galvao.
a Jos Apnlinario de Faria.
I Lt
.eoiNddi Antonio da r'oavwn
150 a Jibra, o o do Francisco das Chaga* MaMtt.
Mediterrneo a 240.
0 de Lisboa vendeu-se a 84000
por arroba.
O de Portugal vendeu-se a 1204
a pipa.
Os de Lislioa venderam-se de
2004000 a 2204000 por pipa, e
os de outros paizes a 2004-
As de composicao venderam-se
a 520 rs. o pairte de seis velas.
O rebate de letras regulen de 8
a 10 por rento ao anno.
Para o Canal inglez. i arregando
nesta provincia, a 426 ; para
Liver(iool o lastro a 30e o al-
godo V por libra.
MOVIMENTO DO PORTO.
Nao deixarei de advertir ao publico, que as mi- ^1^1,., i. .._.,_:.. ,_.
nhas preparacoes de veame sao reunidas com ou-1
tros ingredientes, e com elles tenho obtido ptimos
resultados; nao se engae o mesmo publico com
outros, que por ah se annunciam, cujas prepara-
coes ignoro, assim com o aprovetamento delles
aos enfermos, quem por ventura tenham sido ap-
plicados ; cada um responde por si, e cu afflrmo
com verdade o que aqu tenho relatado, cujos me-
dicamentos nesla provincia s vendo em minha bo-
tica na ra Direila n. 88.
Jos da foclia Paranhns.
Nazareth do Cabo, 7 de setembro de 1863.
Illm. Sr. Jos da Rocha Prannos.' om o naior
prazer levo ao conhecimento de V. S.. que o doen-
te que V. S. aeha-se adminslrando-lhe remedios,
acba-se no todo re'tabelecido, portanto, nada sent,
tendo desappareri lo no todo a tosse, tem milita
disposico comida e aeha-se nutrido. Deixon de
tomar os ultinris remedios qne V. S, recei'.ou no
dia 30 do pissado, resta agora V. S. mandar- f
mo dizer qual a dieta que o doente deve ronser- Y !".'-i l!l.*t !.
var e por quanlos tempos, mencionando as comi-
das que dever usar daqui em dianto.
Besta-me agora agradecer V. S. o cuidado que
tomn no Iratamento do meu sobrinho, abaixo de
Deus, devido o seu restabelecimento a pericia de
V. S., e par Isso pode Y. S. sempre contar com os
meus diminutos presiimos, e desojare! em todo o
tempo dar urna prova do meu reconhecimento.
Desejo V. S. todas as venturas', por ser de
V. S. muito respeiador e obrigadissimo criado.
Francisco terinijaer Cesar de Mtnet/s.
eniba ripie
dem lina.......
Caf bom.......
dem esculla ou rcstolht. .
dem torrado......
Caibros ........
Gil..........
dem branca......
Carne seeea (xarqnc) .
Garneiros .......
Carvo vegetal.....
Cavernas de sicupira . .
llera de carnauba em bruto,
dem idem em velas .
Cha.........
Charutos.......
Cavados (parcos).....
Cocos (seceos)......
Colla. .......
cunada
arroba
libra
11 m
arroba
um
arrolia
tima
libra
de ferragens na ra
por dous habis me-
c Iratamento por mim
O Sr. Braga om loja
Direila, foi desengaado
dicos, acha-se bom com
proscripto.
A Sr.a Jeronyma Mara da Coneeicao, moradora
na travessa do Monteiro n. 10, achando-se desen-
gaada, tambem mim recorreu e acha-se resta-
teressadoem urna execucao. em que sao compre-. belecida.
hendidos bens que Ihe perlencem ? Se as duas ca- Vm sobrinho do senhor professor de Xazerethdo
sasnao foram penhoradas, como dizer-se que Cal.o, acha-se bom, como se v de sua carta abaixo
inexacto que o Sr. Castro estivesse de posse por- transcripta,alm de outros factos,que poderia aqui
que havia penhora que obstava essa posse 1 Que o mencionar.
.Sr. Castro estivera de posse, nao ha a menor du- a phtysica a destruicio e a magreza de todo
vida, porque, alem do auto judicial, publico que corpo, em consequeneia *de chagas, tubrculos, e
concreeeo dos bofes e de empyema, atropina ner
6 publico que
elle tivera inquilino em dila propriedade.
A recoininenlaeao do Sr. Fenelon para qne na
execucao da fazenda contra Joao Carneiro e outros
fossem penburados bens de todos os executados,
para que uns n.iu lirasseni de melhor condi^o que
outros, parece nao ter sido ouvida, ponpie dos mea-
mos autos consta, qne um ou mais executados nao
solreram nenliuma penhora. entretanto que outros
Jicaram sem cousa alguma !
O titulo do Sr. Castro, segundo estou informado,
nao se resenb' de nullidade alguma. 0 quando se
resentisse seria mdispensnvel que urna sentenca
em causa ordinaria a pronunciasse, nao bastando
a vontade doSr. Ilscal da fazenda.
O Sr. Fenelon nao levar a mal esta explicaco,
qtW Ih'a daria se nio i>refersse vir imprensa,
procurando fazer acredilar ao publico que fui le-
viano no bintorico que liz da execucao a que S. S.
alludio no sen communirado.
Kecife, 23 de abril de 1S64.
Iiuarque de Macedo.
i:i*h-;io de senador.
Para preenchimento da vaga que no senado ac
lia de deixar o fallccimento do Sr. conselheiro
Francisco Xavier Paes Brrelo, vai-se proceder
em breve eleicao de urna lista trplice.
Tendo lido a honra de fazer parte da lista da apetite, relaxam os solidos, e sao de toda sorle per-
qual foi escolhido o Sr. conselheiro Paes Barrcto, niciosos.
vosa, e outras molestias que viciam os humores,
como escorbuto, alporcas, gallico, aslhma, bexigas,
sarampo, ele.
Na phtysica. ebegando ao estado de gravidade, o
que muito pode concorrer para a salvacao do
doente e ajudar os medicamentos , o ar do campo.
exercicie conveniente e dieta, a qual nao deve ser
de nenhuma cousa quente, ou de dilBcil digestao ;
e a bebida cumpre que seja de nalureza branda e
resra.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a moderar
a acrimonia dos humores, e a nutrir, e suster o
, doente, para o que preciso reduz-lo ao uso de
vegetaes e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ha de ser
em poucas porcoes, para evitar que o excesso do
chvlo fresco opprima os bofes, e aecelere muito a
circulacao do sangue.
Muitos doentes desta moleslia se teem entregue
ao uso do oleo de ligado de bacalhe, e outras pre-
paracoes de resinas e blsamos, sem que dellas
tenham tirado proveilo; e alguns expositores de
medecina cembatem com muita ratao esse trata-
ment.
E' costume carregar s estomago do daente com
medicamentos oleosos e balsmicos ; porem estes
em vez de tirar a causa augmentam-na, esquen-
tando o sangue, ao mesmo lempo que tiram o
REVISTA CIVKL N. 6320.
Vistos, exposlos e relatados estes autos de revis-
ta civel, em que recorrente a fazenda nacional
do Maranho e recorrido Joo da Bocha Santos .tu-
mor, concedem a pedida vista por nullidade man-'
festa do accordao de II. 42, que confirmando o de
ti. 32 julgou incompetente o juiz municipal da ci-
dade do Maranho. para qfflciar 110 inventario re-
querido a II 2, annullando por este nico funda-
mento todo o processo. Por quanto o art. lli da
le de 3 de dezembro de 1841 confere aos jatees
uiunicipaes ampia jurisdieco para a conherer e
julgar definitivamente todas"as cansas civeis, or-
dinarias ou summarias, que se moverem no seu
termo, e por consequeneia todos os inventarios que
por outras disposicoes legislativas nao pertencerem pu0 fjrasil
aos juizes pnvalivos'e previlegiados. dem de jangada.
Nao pode justificar o julgado a lei por elle invo- pedras de amolar
cada de 29 de novembro de 1841, por que esta s (dr-m de filtrar .
diz respeilo s causas liscaes da fazenda publica u,.m ,),. rebote
nacional, e para qu pude&se ter applicaeao s '< pfastav
causas da fazenda provincial, cumpria, corno de- Pontas. ou chir'res de vareas
ciaron o decreto de 14 de julho de 1846. que una novilhos .
le da respectiva assembla assim o decretasse, o Pranchoes de mrello' d dous
dem dem seceos espichados. .
dem idem verdes.....
dem idem cabra curtidos. .
Idem idem de 011ra.....
Doces soceos '.....
Idem em golea ou massa. .
Idem em cuida......
BKpanadores grandes ....
Idem pequeos.......
Esleirs para forro de estivas
de navio........
Estopa nacional......
Farinha de de mandioca. .
dem de araruta.....
Feijao de qualqner qudlidade. .
Frerhaes ........
Fumo em tolha, bom ....
dem ordinario ou reslolho .
dem em rolo bom......
dem ordinario ou restolho .
Gallinhas........
Gamma.........
Ipecacuanba (raiz)......
Lcnlia om aclias......
Toros..........
Linlias e estelos.......
Mel 011 inelaco.......
Milbo..........
: Papagaos.
cenlo
um
cento
libra
um
cenlo
libra
24000
14600
800
14200
I
:1400o
74OOO
4000
74000
440
360
m)'
500:
:1400o'
44000
14000
84000
250
360
14500
24500
154000
3450H
500
170
240
100
360
104000
140OO
320
MO
44000
25000
Naci entrado no dia 2.1
Laguna -30 das, patacho nacional S'into Antonio.
de 133 toneladas, capito Cleto Marcelino Go-
mes da Silva, equipagem 9, carga 4000 altmeiret
de farinha de mandioca ; a ordem.
Nmiot saltillos NO mesmo dia.
Canalpatacho oldemburguez Fortuna, capilo B.
E Aberens, carga assucar.
Babiapatacho oldemburguez P/W/,capiao Cordes.
carga parte da que trouxe de Antuerpia.
- Dia 24.
Nao houverara entradas nem sabidas.
2DITAES.
ou
apresentase de novo candidato
Saldanha Marinho.
Qualquer cousa que dissessemos sobre o carc-
ter, quahdades e servcus que tornam este Ilustre
Pernambucano digno da honra que solicita ao cor-
po eleiUiral, nos parece, seria por demais.
Foi este mesmo corpo eleloral que o acolheu
o Sr. Dr. Joaquim Tudo que se fizer para extinguir a tosse, alm
do exercicio e rgimen apropriaoo devem ser re-
medios de uatureza acida, detergente e calmante.
Os accdos possuem a vrtudc de produxirem
bons effeitos nesta enfermidade. porque, nao s
contribuan a apagar a sede quando acomettem a
febre ethica, mas tambem a refrescar o sangue.
benigno pela priiueira vez que se apresentou; que, Aos doentes desta enfermidade, quando o seu
reeunheeendo os servicos, saber e virtudes cvicas estado de gravidade tal qne a febre ethica os
do Dr. Saldanha Marinho, o considereu na eleicao acometle, prescrevo-lhes o sueco de um llmao
passada. dissolvido em urna chicara d'agua com batante
Urna vez, pois. sanecionadas estas qualidades pe- assucar em um grande copo para misturar com
la esculla dos dignos eleilores, nao (endo o Ilustre um papelinho dos pos refrigerantes part lomar,
parlamentar em nada desmerecido do acolhmente com que aliviam no acometimiento da febre. e pela
que ha poneos mezes obteve, devemos presumir e manha o xarope etherio de veame. Tenho acon-
presumimos por honra do Ilustrado corpo eleitorai selhado, que facain uso de vegetaes de natun-za
que ser lio bem succ edido agora quanto o foi na acida, como laraujas, limoes, pitangas, uvas etc.,
passada eleicao. e applica^oes d plantas amargosas, que fbrtlflcam
A coherencia urna das primeiras qualidades o estomago, e servera ao memo lempo paradestruir.
exigidas em poltica e o corpo eleiloral pernambu- e mitigar a sede.
cano nao pode ser incoherente.
O Dr. Saldanha Marinho o mesmo Pernambu-
<:ano que ha pouco ainda foi to nobre e espont-
neamente eleito; o mesmo carcter sisudo, o ines-
A Sr.* D. Joaquina de S Barrete, tendo urna
sua esciava fallecida desta molestia submettida ao
tratamento de seu medico, reaoiveo procurarme
para tratar de um outro escravo, que soffria da
mo liberal de principios severos e probidad*incon- mesma enfermidade, prescrevi-lhe o tarop de ve-
troversa; a mesma illuslracao, desinlersse e pa- lame, lem melhorado consideravelmente.
triotisrao I A senhora do Sr. Antonio Francisco Honorato
Temos pois o direilo de esperar do nobre corpo fo desengaada por habis mdicos desta cidade,
deiioral desta heroica provincia a eleicao do Dr esteve prestada, e nos ltimos paroxismos da orle,
Saldanha Marinho, como um acto digno de sua in- foi com o xarope de veame salva, como se v da
depeodencia e Ilustrarlo. carta impressa no Jornal do Recife do 9 de feve-
Um elator..
Illm. Sr.Tendo solicitado do corito eleiloral de
nossa heroica provincia a admi-so de meu obscu-
ro neme na lista triplico, que foi offerecida ro-
ra na ultima eleicao, consegu isto, e do modo o
mais nubre e li.-ougeiro mim, que por to grande
consideraco me conlessc eternamente agradecido.
que nao consta dos autos.
Alm do que o previlegio do foro estabelerido
por essa lei, sempre se entenden. apezar da geno-
raldade de sua palavra, restricto e limitado s
causas fiscaes propriamente ditas, e nao as de in-
venanos outras semelhantes em que a fazenda
publica tem apenas um Interesse remoto e secun-
dario, como bem o explicou o regulamenlo de
12 de Janeiro de 1842.
Menos ainda o pode justificar a disposcao do
art. 10 do regulamenlo provincial de 15 de junho
do l>52, pois ainda suppondo que esse regnlainen-
to fosse feto com autorsacao da assembla legis-! Tata
laliva, e por ella approvado, oque nao consta dos Travs
aulos, nao podendo as assemblcas provnciaes cas-1 rjahaa de boi
sar ou restringir a juri-dieco que pelas leis eraes I Vassouras de piassara.'
compete as autoridades judciarias; lal ditpotteio BHts de timb
devera sempre entender-se como urna amuliaco |)jaj je carnauba '. '.
das referidas leis, e nao urna derogacao dellas
costados .
dem de louro. .
Bae......
Sabio......
Sal......
Salsa parrlha. .
Sebo effl rama. .
dem em velas. .
Sola em vaqueta. .
Tabeas de amarello.
dem diversas. .
Tapiocas
0 Illm. Sr. inspector da thesonraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do E\m. Sr. vice-
presidente da provincia, de 6 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 28 do mesmo. pirante a
junta de fazenda da mesma thesourarla, se ha de
arrematar a quem por menos fizer. a obra da ron-
servacao da estrada do sol, entre umareo de 12.00o
bracas ao engenho Massangana (3* termo,) ava-
hada novameute em 5:8004000.
A arremataeo ser feita na forma da le pro-
vincial n. 343, de 15 de mao de 1854. e son as
clausulas especiaos abaixo declaradas.
As peSROai que se propozerem a essa arremala-
c3o. comparec ama sala das se-soes da referida
un 44000 juma, no dia cima mencionado, pelo meio dia. e
24000 competentemente habilitadas.
E para constar se niandou publicar pelo joma!,
cento 154000 Secretaria da thesonraria provincial de Per-
arroba 14600 Bambuco, 7 de abril de ISI.4.
alqueiro 24000 O secretario
arrolla 4400C A. F. da Annunnanio.
t 14800 Clausulas especiaos para arremataeo.
um 54000 1.' A arremataran da ponte da estrada do snl.
arroba 14-5000 comprohendida entre o marco de 12,000 bracas
84500 ao engenho Mansangana, ser arrematada porum
840M> anuo, pela quanlia de 5:8004000, constante do
54000 oreamenlo junio.
6001 *" O arrematante dar principio as obras no
14900 praso de 15 das, contados da dala da arremate-
254000 can, guiando-se em ludo pelas inscripcbes do or-
14600 Cam"-'nto e pelo disnns o no novo regulamenlo de
11400 31 de agosto de 1863.
84000 3.a 0 pagamento effectuar-so-ha em prestacoes
200 mensaes iguaes, de confonnidade com o artigo 22
900 do mesmo regulamenlo
.'4000 " Para ludo o mais que nao se acbar mencio-
.'i-3tM0 nao as presentes clausulas, ou no orcamento,
54000 seguir-se-ba o que dispon o reculamente de 31
840 de agosto, e a lei provincial n. 286.
44000 &* O arrematante nao lera direilo a rerlama-
I420O 63o lgoma ledenle a indemnisaco. qoalquer
120 'jne seja a naturesa em que se funde pora tal
nm.
54000 Conforme.A. F. da Anunneiaeao.
Pela inspectori 1 da alfandega desla cidade se
204000 faz publico, que no dia 23 do corrente ao meio dia,
104000 e porta da mesma. serio arrematados em hasta
14000 publica os ohjectos siguinles, apprehendidos ao ca-
120 ; P'iaO do patacho oldemburguez Fui tuna : una li-
!!" .
r
1111 d 1 "
re||| 1
eral.
reln .;.
d 1 i--ii'.-. re; I ; -"lat,
e fram-'T. av
urna
arroba

cento
um
caada
arroba
um
quintal
um
urna
niolho
cento
um
libra
>
alqueire
arroba
Joaquim Bodngius ib- Mb-m<.
Parakylta
Francisco Ignacio PeiintaVlnres.
Bio-firandejdo Ni-rte.
Jos de Borja Caminha Bj r^rn da Croar,
Oai .
Padre Joo Perrrira Lima S cnph-a
Padre Antonio Carneiro >t Silv Antitn
; Augusio Ponles de Aginar
Manuel Francisco de Bar >s.
I Solicitadores qne nao le 11 prwviso :
I Victorino Jost1 de Souza T ava.-s.>s
Antonio Pinto de Barro*.
' Paulino da Silva MimMIo
J Flix Fiancisco de Souza ImmMae.
! Juvelino Ainerico de l.irr< Coi rete
t Manoel Rajmonde Pena-F vte
Joaquim F meisco de All qu^rqne San*M#
Manoel da Fonceca de Ara ijo I.
Joacpiioi Cavalcnnli de All 11 pi-nnv Ha.
Becife, 22 de abril de I H
11 nam tetra
Ihaninjmm MfimMt f.-,
Pela delegara to .'! t trelo J. Irruin .-. Re-
cife s.* faz publico que f.r; ni :ippn tendaV- **
cavallos birlados que a.ii.io em d
donos aprosentoaVae na in
das provea pnrensattej par;
Cnrrrlm
Pida admmisiracio ib
faz publico que em rirM
celebrada pelos gnvertM
rio expedidas malas para rirofa no da y rav
rente pelo vapor Iranre Kstrem *l*i
seri 1 reretiiilas al i toa-as MaV u .|i>- r
cada para a sabida d rapa t - r 111 e- \
ras antes.
Administraban lo rorreto
abril de 1864.O oboini-t
Doii.ingns 1
4on-.iil.iili I
Por esle consulado tel M
minio de quem men-- ,1. 1
prximo futuro sera acate
porta da ;.s-ocia e tomn
m, crioiilo. de 12 aamu de
espolio lo finado antate
la da lincha, hypidlierado |m>
Antonio AllurlodeSou/a A-.'i
lado por quem mais der. M
por que foi avabado.
ConMiladA Ir Pr*rfwe*i-
Em virlude do que se acha
cao consular. iillimanS-eie n
sil e Portugal, taz se pnl.lie.
1 niez falleeu o subdito portan
Cor teiro. negociante e-1
Madre de Daat.
Pelo consulado de 'orlil
convidados 1 idos o* erclore
portugus gertpMm maal i
reni seos ttulos OBtru do ara
do qual nao serio adioilliib
de 1864.
Cerrci* grral,
Pela admiiii'-traca.i do eurrral des* rata
faz publico, para os linsronvrni-We^, qne em viran-
de do dis|iosto no art. 138 do rgtil.-invni-> geni
dos correio^ de 21 de Vg aare I M%, a aft *
do decreto n. 185 de 1.1 V mete S HH < pna-
redera o consuman das carta "\-' tiaa
nistrarao, pertef ttmi ao m 1 a* ate l i l" dia 3 de maio prximo * II hora>
la do mesmo correio, e divas li-ta* M
arham desde ja es postas -.u* n|er>-ad >s
Administrante do rorrea) de !' riumborr. 25 de
abril de 1864:
l\ rnaite.ro l de
d,r.
P.i.-o M ,
(lid..... pir.i ei
no iba 2 de .,.*
pntr asiMx-j. na
I..I, o e-ei IV, Taav
lask, pe b-nrmie an
tiifn^z aaft H-|4i>-
1 nra M iwa A
.1. tM 1 -1 -rr
* t
apvHo as rnvn-
l.r ad 1 e-iir 1 Jtra-
no dte 19 nVste
Manorl Tiv.tres
lo na Ti-. -. da
I IV--la ridiV j*
jV ateadV' -uiHa
Silva nfa-
:. .1
Pnmi
f> a bit
in) i ios prasos Jiri

400
254000
54500
como um favor concedido fazenda provincial pa-
ra melhor fiscalisacao de suas rendas, sem prejui-
zo da competencia geral que pertence aos juizes
municipaes, e da especial, que compete aos juizes
privativos e previlegiados, quando mesma fazen-
da mais convenha renunciar a esse favor e tnte.-
tar sua aogo pertencenie
diciosamente pondera
i. Vinagre.
urna
du/.ia
>
arroba
(juntal
urna
Cento
>

caada
734000
24800
24000
64000
200
IO40OO
84000
04OO0
500
Alfandega de Pernambfico, 23 de abril de 1864
(Assignados):
0 i. conferente, Joaquim Aurelio Wandcrley.
O J.# conferente, Benjamim Peres de Albuquer-
que Maranho.
Approvo. Alfandega de Paernmbuco, 23 de
onte a esses juizes, como ju- abrji de im.-Paes de Andrade,
o desembarga lor procurador Conforme. O 4." escripluraro, Joao dos
da coroa em seu offlcio a fl.
Estando, pois.em seu iuteiro vigor o art. 114 da
lei de 3 de dezembro de 1841, que confer 1 aos
juizes municipaes jurisdieco para conhecer e jul-
gar as causas do iuventario que se moverem no
seu termo, manifest que o accordao recorrido
annullando o presente processo por incom|ietencia
do juiz municipal da cidade do Maranho, julgou
contra a expressa disposcao do referido artigo, e
por Isso concedendo a revista, mandam que se en-
ve o processo relacao do Rio de Janeiro, que
designam para a revisan e novo julgamento.
Rio de Janeiro, em 10 de junho de 1863.Se-
guem-se as asignaturas dos F.xms. Srs. conselhei-
ros presidente e mais senhores.
(Diario Oficiar do Brasil n. 133 de 14 de junho
de 1863.)
ftale de Brlstol.
ATTESTADO DO BRASIL.
CURA DE ELEPHANTIASES.
SJIl-
tos Porto.
Heeefeedorta de remda* luteraa*
seraes de Pernaaabnc.
Rendimento do dia 1 a 22........ 19:1234255
dem do da 23................. 1:4344*96
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 22......... 60:7004556
Idem.do dia 23................. 1:822*726
Esta enfermidade horrenda teta gnt suecumbir |
Salsa parrilha de ristol.
Lea-se I Leia-se I !
lim preto, escravo do Illm. Sr. commendador
I*jm Ildefonso Sima Lpez, proprietario de varias
fazendas ha cidade' da Barra Mansa, provincia do
ganado por habis mdicos, e com o xarope de j Rio de Janeiro, foi atacado de elephanliases, e j se Assucar
veame acha se completamente re se v tambem da carta impressa do mesmo Sr. te- j'dade, com os ligamentos dos dedos n'um estado de
nente-coronel no mesmo ^brnof do ecife. \ dissolucio, e finalmente foi abandonado pelos facul-
rero de fte63.
O escravo Emilio do Sr. tcnente-coronel Bodol-
pho Joo Barata de Almeida, foi lambem deseo
62:5234282
PRAQA DO BECIFE
*: lK ABRIL IK lM4it.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Revista rman il.
Cambios........8accon-se sobre Londrps de 27
Vi a 27 '/ d. por 14000, sobre
Pars a 345 rs. por fr., e sobre
Lisboa a 95 por cento de premio,
.elevando-so a 40,000 os sa-
' unes da semana.
Algodao........O desta provincia vendeu-se de
214000 a 214200 por arroba,
nao tendo havido vendas dos de
Macei e Parahyba.
O bronco vendeu-se de 34700 a
5J00 por airaba, o somenos
de 343OO a 34400. o mascavado
purgado de 2*800 8 24900, e o
bruto de 24450 a 24600.
bia e urna quarta depechisbeque em obras de 011-
rives por 94; una pistola (revolver) por 104000 ;
e um bote por 504 : sendo a arremataeo livre de
740OO i direilosao arrematante.
24MK) I Quarta seceo da alfandega de Pernambuco 21
1105000 de abril de 1864.O 2o esrripturario,
i'.aetano Gomes de S.
O Dr. triado de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direilo es|iecial do
commercio da cidade do Recife e seu termo, ca-
pital da provincia de Pernambuco por. S. M. I. e
C. o Senhor D. Pedro II a quem Dos guarde
etc.
Faco saber pelo presente que no dia 2 de maio
do corrente anno. se ha de arrematar |mr venda a
quem mais der em praca deste juzo, depois da
audiencia respectiva, a escrava de noirte Cecilia,
rrioula, de 20 annos de idade, avahada em......
1:2004000, a qual sendo perlencente a Jaentho
Soarcs de Menpzes, fora ao mesmo peohorada por
execucao de Gumares t Lima.
na falla do lidiantes ser a arremalacao feita
pelo preco da adjudieacao com o abalimento res-
pectivo da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei fazer o presente edital que ser aflUado no
lugar do co.-tume e publicado pela imprensa.
Dado c passado nesta cidade do Becife de Per-
nambuco aos 16 de abril de 1864.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivao o ubserevi.
Tristao de Alenca Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordern da Rosa, e juiz de direilo especial
do commercio desta cidade do Recife, capital da
provincia de Pernambuco, e seu termo, por s.
M. imperial e constitucional o Seuhor D. Pedro
H, quem Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 25 de abril
do corrente anno se ha de arrematar em praca pu-
blica deste juzo, na sala das audiencias, um piano
de Jacaranda em bom estado, avahado por 5004, e
urna escrava de nome Magarda, avahada por
1:2004. a qual crioula. e reprsenla ter 14 an-
nos, e foram penhorados Jes Mara de Carvalho
Jnior por si e como tutor dos menores, por exe-
cucao rte Jos Joaquim Lopes de Almeida.
E nao havendo laucador que cubra o preco da
avaliacao, a arremataeo sera feita pelo valor da
adiudicaco om o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
ser publicado este na forma do estylo.
Recife 7 de abril de 1864. Bu Manoel Maria
Rodrigues do Nasciinent, escrivo o sub-crevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Anirqie offirial da impe-
rial ordem da Roa e' jdlz de dircito especial do
commercio desta cidade do Recite, por Sna Ma-
Sestade Imperial e Constitucional o Sr. D. Pe-
ro II a quem Deus guarde, etc.
Fago saber pelo prsenle que no da 25 de abril
20:5374651
THEATRO
l>E
mk is
EIPREUEMANO A u>|l,:|:\
B.* RECITA DA ASSIt'.YITl H %.
QUARTA-FE1BA 27 DF AHBIL
Itepresentar-se o apparatoso e excedente dr tau.
em cinco actos.
0 ULTRAGE.
Darm ao espectculo a co.nedi em mr arte
A FILHA AIS YrLI Qlg II tU.
Comecar as H tioras
AVISOS MiBITIMOI. ~
COMFAKHIA BRASLLEIRA
DE
PAQUETES A VAP9R-
E' esperado dos pono rte sal
al o da 30 do corrente o vatnr
.4p'.\ rommandantr o priinnrt)
tenente Alcanfurado, o aa4 t-
|M)is da demora ! fostuim- at>
porios do norte.
Desde j recebem-se fmmmitm encaje-te s
carga que o vapor poder cnndiizir, a tem eWera
ser embarcada no da de sna elevada, mnima
das e dnheiro a frele al o dia da sihida a- i ae-
ra- : agencia, ra da Cruz n I, esrriplorio - Aav
tooio Luiz de Oiiveira Azevedo C.
COMFAWHIA BJLASIIJCIBA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos p. ,rti>s do norte es^-rad
at o dia I* ib- mam, o vapor
CrvsWre 'fo Snl, riimtaaadanle
capilao de mar e guerra Gr*
Mancebo, o qual dipisai
PflOiri para os portua do r.
Desde j recebem-sc passageir >s e
carga que o vajior poder conduzir, a
ser embarc:ida no dia de sua
mendas e dnheiro a frete at ' o dia
1 horas, agencia na da Cruz n. 1,
Antonio Lu: de Oiiveira Azevedo &
gira para os
ra do costume
O Sr. Antonio Christiano Fogt, filho do Sr. Chris- latiros. bruto de 24130 a
Da tribuna parlamentar eu me dirig aos eleilores tiano Fogt, proprietario e estabeleCido na cidade Sen senhor. quiz como um ultimo recurso eipe- Agurdente.....Vendeu-se a,784000 a pipa.
de iifinha provincia, e Ihes tnbutei a homenagem de Macei, o primeiro bem conherido nesta cida- rimenlar a salsaparrilha de Britol. E com ver- Couros......... Os seceos salgados venderam-se
devida |*lo titulo de suprema honra que me haviam de, pois que foi empregado na casa do Sr. Len dadeiro assombro o pasmo todos presenciara! e a 170 rs. por libra. I Fago saber pelo prsenle que no dia 25 de abril Para Baha vai sahlr em proin das rti a
concedido. Chapellin retratista, establecido na roa da Impe- arompanharam o progresso de urna cura completa, Arroi.......... 8 pilado da India vendeu-se do corrente anno se ha de arrematar em praca pu- carga que tiver o veleiro patacho Bt Imis, ata-
Pela lamentavel morle do Sr. conselheiro rran- ratriz, acomeitido desta molestia foi aqu desenxa- effectuada to smente por tres frascos de dita sal- 24600 por arroba, e o du Ma- blica deste juizo, na sala das audiencias, um piano: to Jos Teixeira de Azevedo, qoem n raBt
cisco Xavier Paes Brrelo dase nova vaga no se- nado por habis mdicos : retirou-se para a Baha, saparrilha, na pessoa d' este escravo, o qual p-b; ranliao a 34000: do Jacaranda em bom estado, avahado por qui-'quizer carregar pode dirix^r-s*- ** cvogataria
nado, e nova eleicao vai proceder Pernam- e all! continen em tratamento, at que foi ae- ser a todo o tempo visto na casa do sen senhor tW Axeite doce..... O de Lisboa vendeu-se a|24600 nhentos mil res, e tima escrava de nome Marga- Palmeira 4 Be 11 ro. largo do 101 pe Sot. n V
buco. igunda vez desengaado pelos mdicos d'alli, che., Rio de Janeiro. por galao. rida, avallada por um cont e duzentos mil ris, primeiro andar

Hll'l fUatI m^Wt>f*Ste >.?-. .j.j'i^..
-


Diar U de Permam*>ue ... fagpada ctra g5 te Abril 4c lSV*.
Rio de Janeiro.
O brigue Imperial Marinheire -segu com br-evi-
ilade, e (lde receber alguma -carga e escraw*
frete : trata-se com os consignatarios Maroues,
Brrros & C, largo do Corpo ftanto n. 6._______
AO PARA
Segu com brevklade o bera eonhecido -biale
Lindo Paquete, capitao Antonio Mara da (osla e
Silva; para carga,'trata-se cora o cons*natrje
Antonio de Almeida Gomes, ra da Cruz a. 3,.pri-
meiro andar.
rara o hio de Janeiro
O patacho Beberibe. preterido seguir ora murta
brcvidade, tem parte de seu carrcgameutw proiup-
to : para o resto e eseravosa fete, para os quaes
tem encllenles commodos : trata-se com os seu
consignatarios Antonio Luir de Oliveira Azevedo
c C, no seu escriplorio ra da Cruz u. -______
llha de . Mlgi-el.
Sahe com a maior brevidade o patacho porta-
goe. Soma, ainda recebe alguma carga : a tratar
com o seu consignatario, na ra de Apollo n. i.
0 cirurgito Leal mudmi
;a sua residencia da ra do
Queimado ma a na das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por eima do
armazem Progressista, aon-
de o acharo como eempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exeracio de sua pre-
fisso, chamado por eseripta.
Par o ' 10 (irande d Sul.
Itarra nacional Aguia.
Segu com a maior brevidade para aqoelle por-
to para onde recebe carga preco coramodo : tra-
ta-se com os consignatarios Baltar & Oliveira n.
2(, ra da Cadeia do Recife.
Para o Hit Grande Ilrii|in' nacional Tytjre.
Segu com a maior brevidade, recebe carga por
preco coramodo para a.melle pono : tra-se com
os consignatariosRaltar & Oliveira, na ruada Ca- segumte depois (la distribuicao (laslistas.
Uinliein vista.
Algodfiozinlio com pequeo
toque de avariaa 4^00
e 5^000 a peca.
Vendc-se na ra do Queimado n. i4, -superior
aigodaozinbo com pequeo to<|ue de avarut aoe
65 a peca, a elle que est se acatando.
Aos 5:OS08O
Sextn-feira 29 do corrate mez se ex-
trahir a quarta parte da prinieira lotera
da matriz de Barraras, no consistorio da
igreja de N. S. do Rosario da fregueza
de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra doCrespo n.
15 e as casas commissionadas.
Os premios de 5:000->000 at 100000
sero pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 horas da tarde, e- os outros no dia
deia n. 2G.
PARA LISBOA
Yai sabir com brevidado o patacho portugus
Mara da Gloria, capitao A. de Ranos Valente :
para carga c pasufeiros, trata-se com E. R. Ra-
bello, ra da Cadeia n. 55. ___ ..
"COMl'ANHIA PERNAMBUCANA
DE
I\'avcga?5o costeira vapr.
Mani t escalas.
No dia 27 do corrente seguir
para os portos cima indicados,
as 5 horas da tarde o vapor Ma-
manauape, commandante Moura.
Recebe carga somonte at o dia
26. Eocotninendas, passageiros e dinheiro a Irete
at as i horas da tarde do dia da sahida : escri-
torio no Forte do Mallos n. 1.
LEILOES.
IHVIIHS.
O agente Almeida levar novamente leilao ns
dividas activas do massa fallida de Novaes A ('..,
por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, servindo de base a offeru do ultimo
leilao.
IIO JE.
Em seu escritorio ra da Cadeia do Recife n.
48, s 11 horas da mantisa.
LEILAO
Pelo agale Pestaa.
\a rua da Cadeia n. 64
IIO.IK
O agente Pestaa legalmente autorisado por
urna pessoa que se retira para a Europa far lei-
lao de toda a sua mobilia ronsistindo em mobilia
de sala, espelhos, camas, lanternas, candieiros de
gaz, retogios com corda para 13 das, bandejas,
commodas, loucas etc., e mallos outros i|ue se
tornara enfado'nhe enumera-los e que se acharan
patentes, assim como alguns negros : segunda-
f.ra 33 du corrente peas 10 horas *da nianhaa na
i ua da Cadeia armazem n. 64
Neste mesmo dia e lugar ser vendido um lindo
cabriole! cora apparellios e lucas para um e dous
i-avalliis.________________________________
LEILAO
DE
Doturicos estojos de mathemalica,.ferraojentas
paca ourives, marcineiros e teraeiros, fechadu-
ras tinas, cadeados, ganchos de parafnsos, le-
soaras, caivetes, seringas e um completo e
variado sortimenode bnnquedos.
Terca-fcira 20 e abril
X' rua da Emperatriz inimerof.
J. J. Keller lendo de n lirar-se para Europa farfi
leil'O par* liquidacao por interveocSo do agente
Tinto em leles voniadu dos compradores de to-
dos os objectos cima declarados existentes em
sna loja Bita na rua da Imperatriz n. 0, devendo
ler principio o referido leilao s 11 horas em pon-
i do dia supradito. Desde j previne que das de-
pois vender lamben a iirmaeao e movis da refe-
rida loja, a ipial offerece bous commodos para
quem qnizi r estabeleoer-se.
LEULAO
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
AS4 1)4 FORTUNA.
AOS 5:000,000
Vllhetes garantidos
A' rua do Crespo n. 23 e casas do coslume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
to felizes bilhetes garantidos os de n. 2030 com a
sorle de 10:0005, n. 2973 com 500,5 e outras moi-
tas -ori.-s de 200S, (00,5, 'n-!> c 2o 5 da lotera
que se acabou de extrahir a beneficio da matriz
de S. Lorenco da Matla, convida aos possuidores
de ditos bilhetes a virctn receber seus respectivos
premios sem descont em seu estabelecimente
rua do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto a venda os novos e afor-
tunados bilhetes garantidos da quarta parte da
prmeira lotera da matriz de Rarreiros que se ex-
trahir sexta-feira 29 do corrente.
Os premios sero pagos como de coslume.
Presos.
Bilhetes inteiros..... fiSOOO
Meios......... 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 5*500
Meios......... 2*750
Manoel Marlins Fiuza
Grande armazem de
tintas.
Rua do Imperador n. 2%.
Vende-se as seguimos cssencias.
Esseneia de rosa do Oriente.
. de Franca.
de Jasmim fino (espirito.)
< > limo lino.
Xcrolvlino.
alfazema.
aspic uno n. 1.
> ordinario.
mbar (espirito.)
> patchooly >
> > mil flores .
alcoraiva.
Portugal.
> lima.
i cravo da India.
bergamota superfino.
bagos de jumpiro.
boiiquet superfino (espirito.)
aniz superfino.
Precisa-se fallar ao Sr. Bottni, qoe
deu um espectculo emjulho*do auno pas-
sado : na liviana n. (i c 8 da prara da In-
depeodencia.
.j/> lr. Fernando de S e Albuquerque, "igf
jj Flix Pereira deAraujo tenham a honda- ^
B de de se dirigirem rua da Imperatriz J|s
Vl>' n. iu, o mais breve possivel, cntende- t&
i rem-SO rom o solicitador Leopoldo Per- ^S
reir .Marlins Ribeiro, negocio de sens B
interesses que os mesmos senhores nao M
ignoram. ^
SR
^"<^^
A(1mk acia.
O hachare! Lourenco Avellino de |
Albuquerque Mello, antigo advoga- B
do desta cidade, tundo regressado |
ella, tem aberto o seu escriptorio ffi
rua do Imperador n. 40, onde pode &
ser procurado para os misteres de C
sua profissao todos os das uteis
das 9 da inanliaa s 3 horas da
tarde, e offerece como garante a
seus constituintes a nao interrompi-
da pratica de 25 annos de advoca-
ca. O mesmo aceita partidos e
lambem causas nos termos do in-
terior onde locar a estrada de ferro.
DENTISTA DE PAMS
49Ru Nova-4
Frederioo taz todas as operaedes de sua arte, col-
loca denles artificiaes, tildo com sperio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos dentifide.
Mez de Mara .
Vende-se este Hvro conforme o uso do
hospicio da Penha a !> cada lvrinho: na,
linaria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Aluga-se a loja de urna porta s na \
rua do Crespo n. 4 com armacao ou sem
ella, para Iratar era casa de J. Falque na
mesma rua n. 4.
GRANDE FABRICA
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
4-RUA IIO i HISPO I
mmatatkmmwm
qJiaBlo da rmfmt
e umIWiij. ar-
le -e ill;'lim
Precisa de urna ama para t^asa de
pouca familia com tanto que cosinhc
bem e seja bem limpa e faga as
compras: na rua da Cadeia do Re-
cife n. 38, primeiro andar.-
D. Julia Mara de Vasconcellos,
portuguesa, retra-se para Portugal.
Esta fabrica, a mais antiga e acreditada d'esta capital, acba-se de nov
variado sortimendo de chapeos de sol inglezes e franceses, tmim orno de Mi
sua profissao, como seja superiores sedas, alpacas e panno de todas m iY>r
mafdes e mais preparos para apromptar chapeos de sol voniade d< fregatm
honrar esle estabelecimento.
Cobre-se e coucerta-se toda c qualqucr qualidade d"estes artigo- .cea a im'Jf i>erfrir e *-
teza, e tudo por preeos mnito rasoaveis. ~
Bonito sortimento de bengalas preces commodos.
& IIna lo Crespo 4
BARATO SEM IGUAL
Na rua do Queimado u. 40.
O bacharel A. R. de forres Bandeira,
professor de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, contina no
ensino particular destas mesmas disci-
plinas, e bem assim de rhetorica, phlloso-
phia, inglez e francez : na rua estreita
do Rosario n. 31, terceiro andar.
Aluga-se o primeiro e
casa n. 193 da rua Imperial
numero 36.
segundo andares da
na rua da Aurora
CICERO PEREGRINO
Rua do Livramcnto n. 19
Primeiro indar.
m
Maria da Natividade lerrcira achan-
do-se competentemente habilitada e au-
torisada ha aberio aula particular de en-
sino primario para o sexo feminino na
rua da Soledadc n. 31, cujo edificio tem
lodos os commodos e asseio necessario
para as alumnas, sendo as materias do
ensino lr, escrever, contar, resar, gram-
matica porlugueza analisada c franceza,
coser, berdar, trabalhar era laa e flores,
arte de msica applicada a piano. Nesla
l parte da educacao do sexo feminino pre-
| tende corresponder a espectacao dos pais
l de familia que Ihe confiarem suas filhas
I e pa rentes.
Ao n. 29.
Nova luja dos barateiros na rua do Queimado.
Ricas saias de fustoa :&. camisas inglezas para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, coberlas de fustao
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a (i'iO o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, las para vesti-
do a 480, 5G0 e 640 o covado.
Ao d. 29.
Nova loja dosliaraleiros na rua do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de?2
varas, por 105, chales de laa por 35, 45, 55 e 85,
camisas inglezas para hornera a 385,505 e 605-
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Bicos prelos, franjas de todas as quahdades,
trancas de seda, de algodao e de la, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, boloes de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, leques ; cujos
urligos se vendem por raetade do seu valor por ser
para acabar.
O bacilar el
Francisco Augusto da
advogade
no I.MPKitADor. n.
m
im
Cosa
ICA

/*** *5a
Vk
"lioe
i
sitio.
Porordcm da difer C lixa Filial e |rcan-
ta c risco ile qnem peiirnct r, rao lojlao a^ dnas
tercas partes <'" t t ?. il i e casa do sobrado n. \-
narna do IJemlica junto ao Sr. Barroca, outr'ora
perlcncentes ao Sr. Scbasiia Jos da Silva ; os
Sr--. ptetondeutes podem examinar, e para qnal-
Informa^o o agente Pestaa acha-se autori-
,o leilao ter lugar quarta-feira 27 do cor-
pelas 12 horas da manhaa na porta da Asso-
ciaco Commcrcial.
Mttita atlencao
Achando-se fgido o escrave de nome Fernando,
com os signaos Begoinles : 40 aunes de idade,
pouco mais ou menos, de oacao Aagico, cor fula,
.ilaira regalar, pouca barba na pona do queixo,
i'aiia de cabello iio alio da cabeca, tora aigans bo-
tos de carne de espaco em espaejo, desde a pona
do nariz al o alio da leste, 8 a voz um poueo rou-
ca : roga-se, portaoio, as autoridades policiaes e
capilaes de campo aapprehensao do ditoescravo
alim de qne seja conduzido casa de seu senhor,
na rua da Aurora n. 10.
Pedro Baplista do Sania Rosa, I). Seve-
riannaFerreira de Aguiar e Euiebio liapiis-
11 de Sania Rosa agradecem cordialmente
as pessoas qne se digaaram acompanbar ao
cemiterio os cestos mortaes de sua prsala
niulla-r Antonia Ferreira de Sania llosa, ir-
maa e madrasta ; c desde a convidam
mesmas para assistirem a missa do stimo
da, que era de celobrar-se na igreja do S.
Pedro js 'i horas da manliaa era o dia 27
do corrente.
JLBIKi^O
DE
nina mobilia do mogno, i Jim do amarejlo, t sof,
2cadeiras de bracos 20 de guarniQo, indo de
jacaraad, I coramoda de Jacaranda co/n lanwo
de marrore, 1 gnarda-ton^ de mognoj 1 guarda-
vestido de amarell >, 13 cadeiras americanas, l
m o pieza larga, 2 carteiras, 1 rologio, Icandieiro
de t.17. I lavatorio. I appnrclho de porcelana, di-
i 'sos 'aillos e mudos puiros objeetos que esta-
rao patentas,
Qnarta-feira 28 do crreme
O agente Pinto f ira leilio por BOflta de diversos
e sem reserva de prec, i, de lodos os objeetos supra
m ncionados, existentes no arraaxom da rua da
(anz n. 9. Pfiiictpiari> as 10 horas.
DE
30 duzias de fraseos rom arrua de 'Bolonia e 7 car-
ios com pecas de froros de difWentos cores
Quiiia-fi'ia 28 de carrate
a 1 hora em ponto.
o agente Pinto wr leHao por coma e risco de
n porlencer, de I caixa com 30 duziu de fras-
cos de agoa da Cotona e 7 candes com froeos, i
i hora em ponto do djj ai na dito, no armazem
do sobrado da rua da Crqz n. 9.
19
Joo Simos Buiebio, subdi) porluguez, se-
gne nara a Europa.
. Aluga-se una preta rebasta para o servico
interno e externo de ama casa d pouea familia, e
um prelo para padaria : na rua do Hospicio n. 21,
primeiro andar. .
Precisa-se alugar um prelo de meia idade
para lodo o servico : na eseailinlia da alfandega.
! armazem n. 0:', defronte do aroo da Conceieao.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe- 3
rador n. 17, 2 o andar,.onde pode ser pro-
curado a qoalaaer hora do dia e da noite
para o ejercilo de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por cscripto. 0 referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue", com o
maior afflnco, no das mais dilficeis e deli-
cadas operacoes, como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, parios, etc.
60. m
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, comprm-se obras de ouro, prala e pedrea
preciosas, assim como se faz qualqucr obra de en-
commenda, e todo e qnalqaer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Gasa dccoiiimissao de eseravos na rua
do Imperador n. 45, lercciio andar
Nesta casa recebm-se eseravos por commissio
para screm vendidos por cotila de seus senhores,
nao se poapando exforcos para que os mesmos se-
jain vendidos com promptidio alim de seus senho-
res nao soflrerem empate cora a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e sega-
ranea, assim como alianca-se o bom tralamento.
Ha sempre para vender eseravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
wmmwamwmmaB*
igt Maques sobre
r- Oabaixo assignado, agente do banco |
8 mercantil Portaense nesta cidade, saca cf- g
I lectivamente por todos os paquetes solire m
o mesmo banco para o Portoe Lisboa, por ^
qualqucr somma, vista e I pnpO, po- |
dendo logos saques a prazo screm des- Sg
contados no mesmo banco, na razio de 4 5
por rento ao anno aos portadores que as- 9
sim Ihe convier : na mas do Crespo n. H
8 ou do Imperador n. 81.
Joaqoim da Silva Castro.
mmmm mwm mmm mmm
Arrenda-seon vende-se somente a metade de
um sitio com casa de vivenda com bastante com-
modo para orna familia, com maltas frucleiras e
baixa com eapim, cacimba, etc., etc. : a pessooa
que pretender, dirija-se ao mesmo sitio, o mal lea
na encruzilliada de Bellem, que faz esquina para
a estrada de Santo Amaro.
m
l'ortiigal.
mmwmmm mmmfmmmmm
Fabrica CoiieeiQao da
Babia.
Andrade & Reg, recebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da rua do Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao era pluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
mmmm m wmmm
Agencia de passaporte.
Claudino do Reg Lima, despchame de passa
porte, tira-ns para dentro e tora do imperio por
roimuodo preco e com presteza : na rua da Praia,
primeiro andar, n. 47. I
O abaixo assignado participa aos seus deve-
dores que vendeu seu estabelecimenta de calcado
sito na travessa do Corpo Santo ao Sr. Jos Mar-
ques de Airosa Braga desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno, mas que o activo e passivo do mes-
mo at aquella data ucou a cargo do abaixo assig-
nado, o qual pede a seus devedores que tenham a
bondade de virem pagar seus dbitos no mesmo
estabelecimento, ou na rua de Apollo n. 19, no
praso de 30 dias, pois o abaixo assignado lambem
quer pagar a quem deve, e nao desoja encommo-
dar a nenhum em o chamar a juizo, e precisa mul-
lo de ir tratar de sua saude, mas nao o pode fazer
sem liquidar suas contas. Recife 19 de abril de
1864.F. J. Regallo Braga._________________
magma a.!
J. J. Keller, rua da Imperatriz n. 9, est venden-
do baratissimo para acabar depressa, com tudo
que existe na sua loja, e faz qualqucr negocio com :
sua loja.
0 abaixo assignado previne ao respeitavel
publico que ninguem contrate negocio com Feli-
ciana de Torres Lima, viuva do fallecido Joaqim
Mendos da Cunba Azevedo, com a preta de nome
Marianna, naco Angola, visto nao ter o dito finado
tido filbos do "casal, como lambem a mobilia deja-
caranda, constando de 12 cadeiras, 2 banquinhas,
mesa quadrada de meio de sala, sof, lanternas,
casticaes e outros objectos, e para que nao haja
duvida faz-se o presente, protestando o abaixo as-
signado por si e mais herdeiros por qualquer ven-
da que por acaso possa apparecer com data ante-
rior. Recife 19 de abril de 1864.
Gaotano Mondes da Cunha Azevedo.
Quem precisar alagar um mullique rrioulo,
de 22 annos de Idade, muito fiel e diligente : diri- i
ja-se ao paleo do Livramento n. 31, segundo andar.
Quem precisar de 1:0005 a juros de 2 0|0
sobre hypotheca de urna propriedade livre c de-
sembarazada, ou sobre boa firma : rpieni quizer,
annuncie sua morada para ser procurado.
Deseja-se saber se ainda existe nesta provin-
cia Joaquira Ra\ inund Alves de Azevedo, natural
de Lisboa, a pedido de seu pai, que nao tem noli-
eias ha quatro annos : quem souber, roga-se-lbe ',
de o participar na botica da rua do Cabug mime- j
ro 11._______________
Pergunta-se ao Sr. D. Moreira F., caixeiro de!
corla loja de ferragens no bairro do Recife, se nao |
jolga ser lempo de pagar um riquissimo mantele-
te preto que comprou liado em certa loja na rua
do Crespo n.... em 2 de novembro de 18til !l!
O inimigo dos velliacos.
. Uesappareceu no dia 19 do corrate ama ca-
bra (bicho) com os signaes seguintes : mxa, cor
preta com urna marca branca na testa c na barri-
ga, leudo um bico do peilo maior do que outro. mu-',
to mansa : a pessoa que della souber, e quem le-
: var rua do Socego, taberna n. 66, ser recom-
pensado.
Roga-se a quem quer que seja que rncontrar
o moleque de nome Benedicto, que foi cscravo do
cirurjio Amaral, o mande entregar roa da Vi-
racao, casa o. 27. Consta que o mesmo moleque
scguio para Olinda.
Alugam-se dous moleques proprios para o
servico domestico por seren de 13 para 11 anuos,
e nao" terem vicios; prefere-se a uem os possa I
querer ambos : a tratar no Hospicio, em urna das
seis casas novas do Sr. Elias Bautista, das 0 horas
da manlifia as 9, com Joaquira Ignacio Pessoa de
Siueira.________________________________r
L. K. II. Vianna continua com sua aula de!
lalim na rua da Matriz da Uoa-Vista n. 2S, prhnei-
andar.
John Lilly e
de Janeiro.
sua senhora vo zVahia e Rio
AVISOS SIYEBSOS.
Maria llermina liara ensinar as primeiras letras ao sexo femenino,
faz o prsenle annuaCM para que as pessoas lote*
res-adas dirijam-sea rua do Padre Floriano n. 51,
a iratar com a annunciant.
Aaseutoa-se da casa desso senhor ha 12 dias
a preta Tnerxa, cora os seguales signaes ; baixa,
com falla de um dente na frente, ps grosso?, e
tem mareas de escrophulas no pescoco, tornando-
so por Isso condecida, anda nesta cidade : quem a
pegar, leve-a easa mado, que agradecer, ; mesmo geobor protesta
contra quem a tiver occulta
Clol Pornambucano
Na nojle do dia 27 do corronte ter lugar
a rciifian familiar. _________________
Precisa-se alugar urna casa terrea de 1G>
120,5 por mez, no bairro de. Santo Antonio ou S.
Jos : quem tiver, querendo, falle na rua doQuei-
mado n. 37, loja.
Empreza da illumiiiacao
gaz.
Tpdas as vendas de apparelhos e reclamacoes
(por esenpto dando o nome, morada, data, etc.),
devem ser feitas no armazem da rua do Imperador
j n. 31. Os machinisias mandados para altender a
"tos^apresentarao um livro que os reclamantes J
I dovero asignar logo depois de promplo o sorvico i
. reclanjado i fsto para que a empreza fique scienie |
I de haverein Qs raesmns senhores sido devidamen- \
I te a Hendidos. I
AUTOS PERDIIIOS
Da Ponte de l'choa, em direccao Soledade, Fa-
culdade de Direito at a ponte nova de ferro, per-
deu-se no dia 22 do corrente ao meio dia uns autos:
quem os adiar e trouxer esta typographia ser
recompensado.
Precisa-se de um criado forro ou cscravo :
na rua da Cadeia do Recife n .i, terceiro andar.
Precisa-se de una ama paca i-asa de pouca
familia : na rua da Senzala Nova n. 3a.
Faz-se ver ao Sr. thesoureiro das loteras de Per-
nambuco que se seba* perdido o quarlo de bilhete
n. 12,"i, perlencente a tres pessoas, cujos donos es-
to assignados as costas do dito bilhete._____
Precisa-se de urna ama para moco solteiro :
na rua do Imperador n. 13.
AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na praca do Corpo Santo n. 17; terceiro
andar.______"___________________________
Fcilor-
Precisa-se de um bomem nacional ou porlu-
guez que seja casado para l'eilor em um engenho
nerto desta praca. ainda mesmo sera pratica com
tanto que d conhecimento do sua coqfiuxla : na
fraga 4a Boa-Vista botica n. 32, se dir,
1
Aluga-se ama excedente escrva moca e de boa
conducta a qual tem todas as habilidades precisas
para servir em urna nasa de familia: quem da
mesas precisar dirija-se a rua dos Pires n. Vi.
Bariholonipu Francisco de Souza vai a Ko-;
ropa em companhia de sua senhora e deixa por |
seus procuradores em primeiro lugar o Sr. Jos
Caetano de Carvalho e emsegtftdo seu neto Dr.
Hartholomcu Torquato de Soiiza c Silva.______
Por ordem do lllm. Sr. presidente convido todos
os membros da directora para urna rcunio, ijue
ter lugar no Gabinete Portngucz de Leitura. ler-
ca-feira 26 docrreute, as 6 horas da tarde, alim
de se tratar de assomplOS de muita importancia.
Recife 21 de abril de I8ii'i.
Joaquira Gerardo de Bastos.
2" secretario.
j^fjic'ijjp-i^.,
Odvogado Kduardo de Barros pode
ser.'procurado para os misteres de sua "~
profissao, das 7 as 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia la da Saudade u. lo.
0 advogado Affonso de Albu-
querque Mello,
com escriptorio na" rua estreita do Rosario n. 34,
I encarrega-se de quaesquer causas crims, civeis.
militares e ecclesiasticas. Compromelte-se a en-
caminhar com a maior brevidade as appellacoes
que Ihe forem confiadas ou a relacao e ao tribunal
, de commercio do districto, ou a relacao ecclcsias-
' tica. Encarrega-se de defezas peranlo o jury
desta cidade, ou dos termos prximos, dando a par-
te conducio ; assim como de quaesquer outras cau-
sas por ter em alguns delles procuradores de con-
, fianca.
Da consultas verbaes e por escriplo -, prometle
todo o zello, seguranca e actividade, garantidos por
urna pratica e experiencia de quasj 20 aunos.
Pode ser procurado a todaa hora, meaos as sex-
tas-feiras, por *e aoliir das horas ds desses
dias ua villa do Cabq.
Chapeos de sol de seda a C, 55o00 c ..
Camisas francezas urna.......
Toalhas de fustao de algodao urna.....
Laa de quadros escoceza para vestidos covado
Ricos chales de merino preto bordados e com vidrilbo.
INJECTION BRO
PERFUMERA MDICO-HYGIENICA
D J.-P. LAROZE, Qyiniro. Farucilk* it la btida tsftii k Pir
Estos productos son el resultado de la aplicacin de las leyes de la higiene i la per-
fumera, que se eleva y convierte en farmacia de la belleza, encargada de atender 1 la hi-
giene del cutis, cabellos y dientes, que todos son rganos tan importantes; sirven para evi-
tar y destruir las causas de las enfermedades que su hermana primognita, la farmacia
propiamente dicha, est llamada i curar.
non DEirnrmcO para rutar inmedialaiiicnie
los doloi es de imH'lu& ; el frasco 1 ir. 25
POLVOS DENTinUCOS ROSADOS, ron tute de
magnesia, para emblanquecer y conservar loi
dienl. f; el fusco........1 li. jO
OPIATA DENTFRICA, para fortificar l. efitarla* neuralgias dentales 1 fr. 50
curativo dental para curar los dientes ca-
riados antes de la emplomadura, y evitar los abee-
sos y dolores; el fiasco con el insltumento. U fr.
agua leucodermina para i mis. itji la her-
mosura de la tez y las funciones de la piel; el
frasco.............5 fr.
ESPRITU de amis RECTiriCADO, complemento
del tocador de la boca despus de cada comida;
el frasco ..........1 fr. 25
JASON LENITIVO medicinal, para el locador ;
1 la Violeta, almendi.-is amargas, ramillete, etc.,
el Jabou............1 fr. 50
JARON lenitivo medicinal, con yemas de
huevo, para IvitSf las grietas en el cutis, hendiduras
y enfermedades de la piel; i la violeta, ramil-
lete, etc.; el Jabn.........2 fr.
CREMA DE JABN LENITIVO MEDICINAL ea
polvos. Es especial pai.i la baiba, como tambin
para el tocador de las mugeret y nios; el
frasco.............2 fr.
AOVA ldstral para conservar y ffctlKe tas
cabellos, fortificando sus ratee*; el frasco k.
ACEITE DE AVELLANAS PIRISVAARU. para re-
mediar i la sequedad y atona de los cabritos ; el
bateo........., It.
VINAORE DE TOCADOR SUP1RJ1S, raa
brado por su suavidad y aci ion refrescante; el
frasco.............I ir.
COL CREAM SDPCRWR, para conservar rl rau
Llamo, fresco, diiano, y eviur Iu cmnamut
de! ii-n de los afeites | el bote. 1 fi. j
AODA DE COLORA SUPERIOR, con mbar lia
el. La estabilidad de su perfame la nace maarar
para el tocador, bai'ios locales y genrate*; el
frasco..............1 fr.
PASTILLAS ORIENTALES del doctor Paal CKssent,
para quitar el olor del tabaco y neulraliaar lo* bat-
tos fuertes; al caja........tylfr.
AGUA DE TLORES DE ALHUCEMA, rmmrtiro
muy buscado par destiuir la t imnom-, lorale
cer y leliescar cienos oigan.>s ; rl fra-co. I fi. 5d
ESPIRITO DE MENTA SUPERriHO. Es el mas
perfecto e milispensable cmi'ptemenlo del mra*
dor de la boca ue>pues de la comola; rl
frasco............1 fr. 15
POMADA CONSERVADORA ron quinina pura, para
furtilicar los cabellos, bcrmoMaitm y evita* nae
se pongan ano antes de tiempo; el bote. 3 fr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfumistas, p.lu.iiieros,
mercaderes de modas y novedades. Venia por menor : En la Farmacia imn, roe
Neuve-dcs-Pctils-Cliamps, 26.
Expediciones: en casa de J.-P. LAROZE, ru de la Foiitanc-Molicre,39*,ral*.iris.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que acompaan .i roda producto.
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS AMARGAS
De J.-P. LAROZE, Qumico, Farmacutico de la Escuela siperitr de Par
Este Jarabe, al regularizar las funciones del estmago intestinos, destruye c*as
indisposiciones pro-teiformes, y hace abortar las enfermedades de que son signos precur-
sores. Mdicos y enfermos han reconocido que restablece la digestin haciendo desa-
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos, y ralamhrcs. que
son Cl resultado de digestiones penosas. Su gusto agradable, y la facilidad con que se
soporta, lo han hecho adoptar como el cspcccco infalible de las rnfcrniol.nli-- nrnio-
sas, gastritis, gastralgias, clicos de estomago y ootrafiM, |ialpiia-
razn, vmitos nerviosos. Su accin sobre las funciiuirs Miwilxlofssi es lu. que Uh
mdicos mas ilustres lo han adoptado por rscipicnir real de los dos priawros ajjti r*ps
lerapulicos : el Ioduro de potasio y el Proto-Ioduro de hierro, Kaln. n.U,
observado que bajo su indujo, el primero pierde su accin iniante. y rl nyux./i
su efecto astringente.
JARABE DEPURATIVO i JARABE FERRUGINOSO
1>I. (XIR1KZAS I-i. N&KANJAS AMARCAS
CON IODURO DE POTASIO
IU. t.ORTf.ZAS !H. ^1RA^J\^ UM1.*.'
con PROTO-IODURO de HIERRO
l.i asnciaCHNI de la .-ul frirea i ou el J.irabe
do. cotlivasile naiiinias n Unln niss racional
cuanto que fcste Jarslas, riiipiramvi m>lo pwm
CSlUiluUr el apiiiin. Relavar la ktihi-.n 1 |
jugo gstrico, > |.oi t-onilguienle, r. irnian/ar I
las fiiiiiiiiiii ali-!iiiiini;i|i -, iu -iiltal-
El Ioduro de potasio, sdmlnlstrado en solu-
cin i'i bajo forma slida, causa al enfermo ma i
gran repugnancia, ' determina accidentes que
lo obligan i reDunelar i este etica/, remedio. |
Unido al Jarabe de cortesas de naranjas, no
causa ni gastralgia, ni desarreglo del estomago
c intestinos,) gracias este ralvo-conduelo,
las curas depuradas pueden srgtiirsi sin inter-
rupcin, en las afecciones escrofulosas, tuher-
i iiin.-:is, cancerosas, y en las segundarias i ter-
ciarias, Inelusas las reumticas, de qus ea su
mas peguro rspreiltco. La dsls est definida do
lal manera sin- rl medico la varia come quiero.
1.1 frasco : 4 Ir. 50
Los Jarabes de J.-P. LAROZE csian siempre ni frascos especial) aasca
botellas ni fraseos redondos Expediciones: en casa J.-P. LAHOZE, ru de I
Moliere, 39bis. Depsito general: farmacia Larozo, rite Neuvc-dt's-PctiU liaiuj, i6,
y en casa de ioi!o.i los farmacuticos antiguos de Francia y del Eslranf
Desgnese tu que lengua deben tstar las instrucciones q*
las runciunrs alHinniinalcs, ncuirali
efertos de los ferruginoso) d h* Italari
f,-ii!''7 d* rabeta, ronsiipaeiea), sVilan
tries* .al paso que facilita -i. absi-ri-i'in.
suelto en el larabe, -c Ion ..
mente, por liall.n-c en rl c-l.i.lo |iii
asimilable; _\ oipucib' -i.n.-i l.i casa
coltires i lit'S, i ': as I
afeccione* escrofulosas > raquiltsai
4 ft. 50.
Vende-se na rua do taiperador botica rrancen n. :S.
Precisa-se ramprar una cscrava de meii
idade, que cozinlie o diario do tima casa: joera
tiver dirija-se na larga do Rosario n. 21, Wp de
calcado.____________________________
Acha-se justo e contratado por venda os"
lirado da ruadas Cruzesn. 35 da fiegue/.,.i de Sua-
to Antonio i se algoem se julgar com direito a em-
baracar dita venda, luja de apreseut.'.-1> toipra
so de tres dias, defronle do dito sobrado, lauerna
numero i.
Precisa-so dcirn aiuassador de masseira f|oe
emenda perfeitamente do fabrico de pao e bolacha:
a tratar na rua larga do Rosario n. 16, padaria.
Precisa-se d una ama livre ou escrava, e
esta que engomme : na rua eslreita do Rosario n.
\x. primeiro andar.
Quera precisar e p-trj
particular, dirija-se r eheira da rua ?> Sr4 r.
Precisa-e de una um i >e>ca para miar de
una enanca de uro. anuo : na roa di Tra^ckr
Novo n. Vi!
O abaixo a-si^nad". t ndoven-1
tabelecimeoto dd molbadosda m tm IrapiraaYar
n. i'i au Sr. JoSMl Baptista !" mm Peona, pote a
seus crcdori s Ihe ai, > fM* *t-
rem conferidas e pa
pedir seu- ievwVoM *
las, visto que wn\ muilo w <1.- ir Eswa*> Ira-
tar de sua saude, e quer aVi\ar sen* irhMai "as-
dados, do contrario se Tf na nceessidash e !-
Kar Oldens muilo positivas a setis pr.ienradore.
I'i
>
4aa


lt-lo He Pei-nambnee Wegamda fclra iti ate Abril deAM4.
Soeiedade tfe segar mtHDi No eogiahu .Sacc da reguezia de Ipojuca,
de vida HififillnJ* nrln anro' veil('*e 0"** d*til5ao completa e mu lo bem
oe Jl instairaa pea Banco, ^,,,1,. por pre0 ^^0 : a entenderse com
-* Claade do Porto. lo rendeiro no mesmo engenho.
Lu^^loiSv^MeveSft C ^Scio^Z .~ <** urna' escrav com WateTl^
^^tSTTm^^^^ j **? I PC* 3a Indepfcidencia na-
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec jmK,v "*____________________________
mentos que forom neeessarios, as pessoas que de (
sejarera concorrer para to til e benfica empre
as, egurando um futuro lisongeiro aos associado
Fueio no da 7 do corrente o mulatinlio de norae
Hennque, de idade 12 annos, com os signaos se-
guintes : cor escura, cabello de caboclo, tem um
talbo na moleira, que com o cabello encobre, tem
duas ingoas as verilhas proveniente de bicho nos
ps, c tem as orelhas dobradas, levou calca escura
j velha, camisa de algodozinho de manga corta,
paletot de riscadinho j velho, chapeo de palha ;
este mulatinho intula-se forro, orpho de pai e
mi, seu senhor protesta com o rigor da lei contra
qualquer pessoa que o tenha acoutado em sua rasa,
e roga s autoridades policiaes e capilaes de cam-
po, tanto dcsla praca como do mato a captura do
mesmo, e o levem a seu senhor Jos Vieira de Fi-
gueiredo, na entrada de Joao Fernandes Vieira n.
3, que sero gratificados generosamente.
Kua da senzalla Ktjva b. 42,
Neste estabeleoimento ven4m-8e; tachas d
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLov
Moor ufara a 120 rs.___________
oh fina a vontitde 3 -RIA KSTREITA DO R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles artkiaes tanto por moio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga aigama sem que as obras nao
fiquetn a voutade de seus donos, tem pos
e outras (>re(tarac5es as mais acreditadas
para coaservacjto da bocea.
mmmmmmmm mmmmmm
O bacfcarel Jos Roberto da Cumia Sal- fifi
les continua com o seu escriptorio de ad- 55
vogado a ra estreita do Rosario n. 41, g|
1.* andar, onde pode ser procuradodas i) Eg
horas da manlia s 3 da tarde :' reside 55
na tnesmacasa.
No caf restaurand do rommercio. ra do
Trapiche Novo n. 23, alugam-se quartos mobilha-
ds per vnez.
Manoel Mwnz Tavares Cordeiro, sua mu-
fher D. Dellina Marinha Das Cordeiro e
Jos Vicente 4e Lima, corialmente agrade-
cem a todas as pessoas -que lhcs fizeram o
ipiedoso obsequio de acompanhar ao ultimo
jazigo os restos mortaes de seu nimio presa-
do lio. cunuado e socio Manoel Tavares Cor-
deiro, e novamenle Ibes rogam qqeiram as-
-sistir a mrssa que pelo eterno descanso do
sua alma se ha de celebrar terga-feira S(
do correrte,-pelas 7 horas da manla na
Igreja da Madre de Dos.
MSM
Guarda-livros.
Urna pessoa do commercio, que tem exercido o
lagar de guarda-livros em alguraas casas, conten-
to dps respectivos donos, podendo dispor de algu-
mas horas no dia, se offerece para fazer a escripta
de algum estabelecimento commercial, qur |ior
partidas simples, qur por dobradas. Garante a
exactidiio e aceio do trabalho, pelo que nao duvida
indicar as casas onde tem escripturado, afim de
que os interessados se possam informar a seu res-
peito. Aquellas pessoas que de seus servidos se
quizerem utilisar, podem deixar a ra e numero de
suas moradas em carta fechada com as iniciaes
F. J. A roa da Palma n. 23.__________________
- Precisa-se de urna ama que seja escrava para
casa de pouca familia : na ra das Cruzes nume-
ro 5'.__________________________
O Sr. Camillo de Andrade tem una carta vin-
da do Rio de Janeiro, a qual de importancia : na
ra Ctreita do Rosario n. 31, armazum do Morena.
O abaixo assignado. tcstameuteiro dj finado
Patricio Jase Borges de Freilas, convida os senho-
res credores do dito finado, a vir receber suas con-
tas. Recite 22 de abril de 1861.
________________Jos Mara da Silva.
Aluga-se urna escrava mulata para o servico
de urna casa : quem a pretender, dirjase ra
do (jueiinado, loja n. ti.___________________
A pessoa que anuuuciou no Diario de 22 do
corrente 1:000A a premio com garanta em predio
livre e desembarazado, ou com boas firmas, dirja-
se loja da ra da Peana n. 19, que se dir quem
pretende.
Precisase de urna ama que cozinhe e eogom-
me : na ra larga do Rosario n. 38, primeiro
andar.
Vende-se para man de 180 milheiros de te-
na e lijlo de alvenam batida, ladrillio e tapamen-
to da malhor qualidade quepe pparecer : quem
quuer comprar, pode tratar com o socio e admi-
nistrador Zacaras dos Sanios Rarros, no becoo
das Rarreiras, olaria n. 13, ou com Jos Mara
Goncalves Vieira Guimaracs, na ra Nova n. 4: (
COMPRAS.

Comprase um moleqae de idade de 10 12
'unos, e urna negra que saina be coziahar e cn-
gommar : na ra da Cruz a. 1.
0 Dr. Cosme de S Pereir-a conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
4o e 2o andar, onde pode ser procu-
rad para o exeroioto de sua prolis-
sae medica, -e com speoialidade
| -sobre o soguinte
Io molestias de olhos ;
2o de peito:
3o dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rio examinados na ordem de suas
entradas comecaado o trabadlo pelos
doentes de olhos.
iDar consultas todos os dias d s|
6 as 10 da manliaa, monos nos do-
mingos.
r'raticar.'i toda e qualqner opora-
co que jnlgar conveniente para o
proiapto restabelecimento -dos seus ]
doentes.
Compra-*
des: na
andar.
ra larga
una negra inora e cuiu habilda-
do 1','i-ariJ n. 2i, primeiro
Compra-se effectivamenle ouro e prata em
obras velhas : na piara da Independencia n. 22
loa de bi I heles.
^0 Compra-se'om swbradnho ou mesmo
B urna casa terrea em boa ra que ter.lia Li
J^ bons rommodos, com quintal e cacimba : fK
SS quemtiver dirija-se loja dos 6re. OH- ?jg
B veira, Sampaio &-, ra Novan. J8. ^
Comprase eflectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
a llr
na na lartra do Jtosario n. -J't, loja de ourives.
Compram-se esenavos mo^os e CTtes, sendo
barato : na ra da Cadeia n. 5*2, armzcm. ]
Compram-se frascos de genelrra vasias : na
ra Direita n. 72.
Os Cas-iis
OS MAIS AGGRAlNTfeS

O'iiiia peni na/, un nica ti
i)*-.
ESCRFULAS,
OU ERllPGOES ESCROFULOSAS,
FIcckis de leda a iiqpdi,
SYPIITLS. OU MAL VENREO,
TUSIORBS,
i:iuiiii BERTOEJAS,
OPHTHAIJIA,
Ilvdr^itsia,
Empigens,
HERPES,'
Darlros,
EinsiPixt'
CSiORKI 10.
TiMh.t.
GHMAS ANTIGS,
nheumatsfTo Chronica^
fiEillLIMDE GERAL,
X'nosiddc, Xcvniliiia.-'.
fut k mm, pi,
SUPPRESSO DAS REGRiLS, ou
AMENORRHEA,
CLAHIM
COMMERCIAL
U) t DO yi EITflAIIO \. 15.
Pausando o becco da Congregacao segunda casa.
T
c mmam i
NOFIDADE.
mmm
Per%ira Rocha 4 C. acabara de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denomiQadi Cto " Cmmm*L
onde oj-e^peiUrvel publico encontrai empre m completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mena.lo, wqptcs
a erSo vendidos por presos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-so o l.-tn pm>
e boa qualidade dos genero comprados neste armazem.
4\rrozdo Maranhao, da India e Java a 80 e Cbouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. a grwu.
100 rs. a libra e 210Q a 2800 rs. ar-, libra.
roba. Cevadinha de Franca muito superior a 220
r?. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilbas portuguezas a CiO rs. a lata.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
1)51200 e 1)5600 tn frascos grandes a
2*500.
Idom em caixinhas elegantementeenfeitadas dem sec'cas muito novas a 200 rs. a libra.
com ricas estampas no interior das caixas
a 123000,1*400, 10600 e 2#.
Amemtoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4*600 rs. a ar-
roba.
Azoite doce francs muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
Hem de Lisboa a 640 rs-. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rsi
BiFooutos mgEtaes de diversas marcas a
1*300 rs.
Bolactnftasde soda, latas grandes, a 2* rs.
a lata.
Ditas inglezas mu'rto iwvas a -3*000 a barri-
quinha e a 200 ts. a libra.
Banba de porco Tefinada a 440 rs. a libra
e>em,banrila 410 ts.
Cb bysson, huchin e perola a 1*300, ,
*300,2*800 e 3*000 a libra.
Idemipreto multo soperior a 2*000 rs. a li-
bra.
Gerveja pneta e braeca, das jnefhorefi marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 5*800 a duzia.
Gegnac inglez fino--a 900 rs. garrafa.
Conservase 720 rs. o frasco.
dem, s'de pepino, a 720 rs.
Ibem,sdeazeitonas, a 750rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oitolibras c canasliinbas de 1 arroba a
1*800, 5*800 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a lihra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 6*200 rs. a frasquei-
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a Ouo r<. a "tbta.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo scrcomuilo no\o-a 40O i>. a !.L..
Presuntos de Lamoso m cabla iloaxiilct
muito novo a 640 rs.
Qoijos flamengos de ultimo vapor a t?\(M*
res.
dem pratoa 640 rs. a lvbra.
Sal refinado em Irasraf 6t N'nlro it4
cada um.
Sardinhas de Naoles a l'1 rs.
Sag muito alvo e novo a 2WI r>. a libra.
Toucinhode Lisboa a .12(1 rs. a libra.
ra.
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 5*500 lijlos de limpar facas! a 140 rs.
e 7*500 cada um com o garrafao. Vellas de carnauba pjura a 360 rs. a i-
Gomma do Arecaty a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 ts. a lata e 1*1 O rs. a duzia.. dem stearinas muito spriore a tt r*. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores muito tinosa 700rs. a garrafa. Vinho do Porto engarrafado o mdhor
Wem, qualidade especial e garrafas muito ha neste genero e delva ias mmtm, coau~
grandes, a 1*800 rs. agarrafa. sejam : Velbo de IH|">. liiiqu* ilo V>i>
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rol ha de vi
dro, a 1*000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Madeira, D. Pedro,
Bocage, Chamisso e
1*000 a garrafa, ce
zia a 9*000 e 10*(
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto,
bra, ede 8i 480, 500 e 560 rs.
barcada de pouco a 800 rs a libra
libras para cima se fawi urna diflerenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Charutos dos .memores fabricantes da Bahia Massas para sopa : macarrao, talharime ale-
o especialmente da fabrica imperial del tria a 480 rs.
Candido FerreiraJorge da-Costa, a 4*800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
2*000,3*200, -2*500, *800, 3*000 euPeixe em latas preparado pela primara arte
"3*500 caixa. de cozinha a 1* rs. a lata.
Caf doHio muito-superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. ;a >libra arroba.
dem de flor a 200 rs.
Luiz I. Mara iu.
nitros a Hw. >hni
caixa com urna ih
Lisba e Fivu> i:
garrafa 1.1*, 3*W
nuito lirio a 500 B.
e 4* a caada,
dem branco de Lisboa
a garrafa,
dem de Bordean*. Metlnc e S. JmIht. .i 70f
e 800 rs. a garrafa. ( 70oo IjUtom.
a duzia.
IdemMorgauxeC.hateaufuminid' 1851 a I*
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs.ja garrafa.
Vinagre de Lisboa a ^00 rs. a garr-to
1*200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito g
Alm dos gneros M
mos gramil' pon-ao de (
de mencionar, e que t
peras c carnadas, tanto
retalho.
Quem comprar de 10;MXNi
r o abate de 5 por cent i.
mies i MMB
a menfiuaadrts t^-
11 >>
o ser v.
|?m poi
lOtu
I1S EJtlUS.
Attencfio
VENDAS.
Ouemtmre quizer vciwer qualro casas terreas
OM tanto que sejam novas, em boas ras, c que
loaham commodos para ramilia, dirija-se botica
da prai;a .da Boa-Vista n. 38, que alii se dir quem
pretende.__________________
l'.mli;'.'<(' Gomos dissolveo amigavelmente
a soeiedade ijae linli.i com Manoel Mediros de
^ir.A ii'i arirazein n. 13, sito na ra nova de San-
ta lua, desde u dia l.'I docowente, cuja soeiedade
gyrava soltrc.a firma de Paulo Jos Gomes & Me-
diaros, ieando o activo c passke do estabole imen-
to a cargo do dito Gomes. A luesma Urina julga
nada dwer,-mas se alguem jn: ,.r se .-redor apre- ^ Toalias jlcochoadas para
sent sea utulc para sur pago, eeife 2 de abril: .mca e 5 a jLlzja
Guardacabos adamascados,
i mprar urna casa tarrea, maior 3-3800 ; duzia.
Vende-se um -caliriolt americano -de qualro
odas e de eoberra, pnrfeitanient novo: na ra do
Arasao. coclieira de pintura.
;\e armazem de fazendas baraUts de
Sanios t ot'lh, ra du Queimado, n.
19, vende-se o cguiulc
Coburtas de chita da India pelo baralissiuw preco
de 2-3 e-3-ii'O.
Lencoes de linlio pelo baratissimo proco de 25.
I.enroes de bramante de iiulio tino de iun s panno
pelo baratissimo preco de.'!>00.
Lene' decambraia ora neos proprio para aJgibei-
ra pelo baratissimo prcen d 2-3 a duzia.
ios pelo baratissimo
de 18G4.
fazenda superior, a
Reitiico fhs. I finas,
K.MA( IAv .\(),
iuemi ":j!--;,, '..->.. /,' ewji,f>rove-
_ '(!-//'t thbitltltlv r .:.,,,/,. ,;i/ii. y
BFlfllliCS CBB05KS,
AfTeccoes Chronicas do Figado,
A--.M C MfrrtAS; i"..N' -"i n;i:n: !. CANSO BAO
-' i'iroui /:. i i
uvke i -i. ii.> MxRci'ni oc
r.vo,
A-in ,,.,! laiaboM |i..| iiT,,in-.n.' m I AU-
KlfiHBrfiO 'iiiii'. |irt'iarji >. SIlMttTCHHI
-odasea '. na ronpta e eBcaz
meatw sedeja tVItausfioa, poderoaa e
;.u;ic:i)U:s qaalidades da mu
'.' e ai imada
ou menor, "fualmente a sua loealidade conforme o
preen: a petsea fk'' a tiver para vender, 'dirija-ce
a casa de Layes i\ Sa, na ra do Li.vrameuto nu-
mero 'i.
mmm mmm mm mwmm
Join^anhi idelidaiie de B
seguros luaritioios e ir-|
re&tvcs cstaffclccida ao M
Ufo de ...um i o. m
MRNTES SOI PBPNA4IBIIC0 )!%jt
Antonio .n de Oiiveira Aze\ed.o C, ?jgji
Minpetenteinetite atorisados pela direo ^
toria da com|ianhia de seguros Fideda- *H
de, tomam -seguros de navios, mercado- fi
ras e predios no seu eseeiptorio ra da ^
Cruz n .1. ip!i
Aigodoziatio com 8 palmos de largura pelo bara- i $\]K \ \W RUKW
lissimo preco da i# a vara. .' '"' "-/ -**""#wij _
Atoalnado adamascado de irigodao proprio paj-.a i A venda nag boticas de Caors & liarboza,
toalha de masa pelo baratissimo preco de SfMO ra da Cruz, J& Joo daC. Bravo Bramante de Itabo lino com 10 palmos de largura! u LKWt"______________________
a 2*300 a vara. I Ai^4 da Bahia
iropr.a para forra de sala, de i para ^^ de .(S!;uca|. e do cscmo. ^
UNIAO MERCANTIL
RIJA JIACAItEI V 1IO RECIPE i\. 3S.
NOVO E
SLIUSBU de molhad
RA HA AREIA DO RECIPE !! 53.
FVancisco Fernandes Doarte acaba de abrir na na da Cadeia do liecifen. 53, um grande c sorl<"o mmm
nado Unido Mercantil. Neste grande arntazem encontrar sempre o respi ilavel publico um ct'i i lelo i rl m
gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quaes serSo vendidos em pori
coimodos.
21 Sardinhas daMu
rs. meia lata.

OS
ii Ai mImAm Ai
mu lo i
IcUii.o \i
rs. '.:;; I 7M,
Manteiga iegleza especialmente escolbida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, !0GO a cariada.
em barril se faz abatimento. Aceite doce refirtado em garrafas brancas a Latas cun poixe em posi : save,, corria.
ve/.ugo, cherne, uiiguMio, lacottitla 4
!300rs.
4,5800 a caada.
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs.
cadG a 500 r. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 040 rs. a garrafa e
ou meio.
Esleir da India
al 0 palmos de largara, por menos pceodoque
em oulra qualquer parta.
Cortes de calea de ganga ainarejla de Jistras e qua-
dras polo baratissimo preco de lr32K) o corte.
Ricosertes de laeern barra liara Pia.
tTENgAO.
Algodae avariado.
Pecas de algodao com irn pequeo loque de
avana pelo baratissimo pjeco de ">--JU.
Offoreee-se urna ama para easa de rapaz sol" 1 r ~ Vende-ws a canoa deiiominada Estrada de
teiro ', no beeco Largo n.|2:i
Caixeiri
Precisarse de um menino de ti 1(5 annos para
ir para o matn : quem se adiar nestas cireums-
tanclas, dirija" ;i ra do Livramonto n. i.
OflBreee-s urna mulberp^ira ama de servico
tttefno, com cxcelleutes qualidades; no cuadro
grandedcpropii'' lade do 11 vra. Santos Lcssa n. 13,
na Soledade.
Precisa-se alupar um |irclo que seja robusta:
na roa Uireila n. 72.______________________
- Deseja-se fallar aos Srs. Alfredo di^ Moraes
Figaeiredo e Antonio Peregrino Cavalcantl de Al-
f;uqaerque do engenho Timb-asf : na ra eflrei-
a o Rosario, taberna n. t.
Ferro, coucertada de novo, propria para condneeSo
de capia) ou barro: a tratar na ra da Concordia
numero 73.
Covna iiha do A r ac ti/.
Vende-se constantemente na na da Cadeia n.
o", armazem de Prente, V'ianna & C.
Vende-se um tallio com todos o seus porten'
ees, indo em bom estado, bem afreguezado, sito na
roa l'ormosan. II, foguala da Boa-Vista : a tl'a-
tar na ra da tmperatriz n. 78.
Vende-se a padaria da ra Direita dos Afo-
gados n. 44, muito afre^uezada, cora lodos os seus
para vender Anumio Luiz de Oikeira Azevedo l
C, no stu escriptorio ra da Cruz u. 1.
fAtvita:
Vende-s plvora EFF em barricas, em lote de
100 (jama para cima : no escriptorio de Rothe &
Bidolae, ruado Trapiohe n. 14.
tojtiac.
O raellior ognac em caixas de urna duzia : ven-
de-se no escriptorio de Rothe A; lldoulac, ra do
Trapiche n. 14.
Vende-se um carro americano de quatro ro-
das e com quatro assentos, para um e dous cawal-
los : na roa do Hospicio, cocheira do Candinllo.
Vendem-se os predios se-
Mitcs;
l'm sobrado cm linda, de um andar e soto, na
ra de S. Rento n. 3, tern bom quintal e bastantes
coinmodos para familia : um dito de um andar e
sotao, no lierife. em Pora de Portas, na ra dos
Guararapea n. 67, tem muilos coinmodos para fa-
milia. Estes predios perteneem a Antonio Deme-
trio da Silva Laranja, residente no Para, e veudem-
PrezunUi. inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a
qualidade, ebegados neste uHioio vapor, a! 5800 a frasqueira.
720 rs. a libra.
Queijos flamengos eliegados neste ultimo
.vapor a 2800.
Queijoprato uuuM fresco e novo a 640rs.
a libra.
Cailanhas muiUJ nova a 120 rs. a libra e
e 3000 a arroba.
Cli uxin o meihor que lia heste genero,
mandado vir de cunta propria.a 2800
rs. a libra.
Cha hysoo tnuilo superior a 2860 rs. a li-
bra ; cb byson proprio para negocio a
I300 rs. a libra.
500 rs. o frasco e
Salmiioeni latas. preparaAo peii Dovaatv
deeozinl ,.-.
Haca de loaales em latai uV l libra i
Caixinbas com ameixas francezas, ornadas rea,
com ricas estampas na caixa exterior, ('Imuricase | le meia
militopropriasparamimo.a t^Oo, l300 pof 7#.
e 25. Tuucinho de Lial 330 n, hbra a
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con- 8i6O0 a
tendo meia libra de ameixas franceza?. a Bolaxinba it, a liLra e
Offerecdrse um hornera de meia idade para cai-
xciro de qualquer casa de negocio, o qual tem pra-
tica e dar inurmares 'le sua conducta : a fallar
na ra da binguci..*n. I.________
Aluga-se una sala co:n d ous quartos do se-
gundo andar da rui da Cruz n. 13 : a tratar no
armazem.
BOTICA E DROGARA
BAXC'O UXllO
ESTABELECIUO .NACIDADE DO PORTO
Agentes eui Pcniaiulmco
Antonio i.iiiz deOliveia
Azevedo k C.
Sacam por tod mesmo.banco" ptazo ou a vista, sobre a
caixa filial cm Lisboa, e* agencias em Fi-
. gueira, Coimbra, Aveiro. Vizeu, Villa.-
I Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
es, Barcellos; Lamego, Covilhaa, Braga,
Penaflel, Rraganea, Amarante, Angra,
Itha da Terceira.'llha de Faias, Ilh.t da
Madeira, ViHa do Cono. Valenc, Pastos,
Oiiveira de Azcmois, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cional-, no seu escriptorio ra da Cruz
n. i.
pe teiices, inclusivo eviindro : a tratar na neava. se muito em eonta para tratar, no escriptorio
- Vende a urna barcaca ova de qnalro-Tia- de claudio Dubeux-
ejens, bem construida, de 43 caixas, boa veleira, a
dinheiro ou mesmo a praso, assim- offen-ca boas
firmas : a entenderse na ra Direita com* o Sr.
Bento de Barros Feij.
~- Na ra Direita n. !I0. vende-se carne de por-1 BARTHOi^JED & C.
cu em salmoura, tonciobo em arrobas, chouricas Kua I,ai'a do KosarlO n. 3-1.
lingnicap e inorcettias tudo sso viudo da jllia '"de Vindi>"
S. Mijiiiel, caixoes de doce de goiaba muito lino a rciiuc .
800 e 640rs., e outras muias cousas.________ i Ventosas de oniraa clstica.
-"vule^c~por835~iim cavado caxito cora SndaHnlezas""51 '
exccllenles andares o bonila fieura : para ver, na : Vi(]ros (]e |l0(.ra' iarga rom ro|ha
[ra .lo Ouvidor, primera cocheira, o tratar, ua do, Tin|a branca em massa para pmura fina a 209 fs
Cli preto muito superior a 2 a lilra.
Biscoulos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, caplain, seed, bornez e
outras militas marcas a lf$350.
Rolachinha de soda em latas grandes a 2.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, 'muito proprias para mimo a I^iiOO.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a l:"> c -> cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50.' rs. a libra e 3i um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem viudo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
*1#200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, cm latas de I e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Frtelas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em iatas hermtica-
mente lacradas a r'Od rs.
Peras seccas muito novas a G(' rs. a libra.
Nozes muito novas a lO rs. a libra.
Amendoasde casca mulle a OO rs. a libra.
Avelas muito novas a 20(j rs a libra.
Amendoas onfeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Hacas operas ebegads nesie ultimo va 01.
muito perfeitas, s vista se faz o 1 .
Conservas inglezas era frascos grandes a 780
rs. cada um.
Ervilbas francezas e portuguezas em Inlasde
i libra a ('40 rs.
Ervilbas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chcatele francez. oque ha de meihor neste
genero, a I Chocolate hesparihol a 200 a libra.
C.enehra de laranja em frascos grandes a ":
que se pode desejar de 7500 a 8^000 a Cerveja branca cprela das memores marcas
caixa e 7:20 a 800 ts. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 9d
a 10*5 a duzia, e 900alla garraf;
Imperador 11. 40, das 3 as 6 da tarde;
Vcndem-so saceos com farinha a mais nova
1 que ha no mercado, c muito (na : no armazem do
Aunes defronte da alfandega.
&m*m*m*r%M mmmmmm
'm Tinturaras. M
ij Xa ra do Imperador n. 2, uo grande M
IK armazem de tipias se vende todas as co- 5
j$? res precisas psra tingir panno?. SR
?7NJECCA0 BROW.
I Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, ra da Cruz n. 22, pre-
00 3*.
a libra.
BOTIfil BAKTIIOLOME - fi.
Itua larija do Rosario a. .'t 5
Vende:
Todos os remedios do Dr. Cbable.
Capsulas e injeccao ao matice
(nleceao Faagaa
Pimas do Dr. Alian.
Pilulas do Dr. Lavillc.
Pilulas do pobre-homem, exccllenles contra rheu-
matismo.
Pilulas para sezoes.
Pilulas e ungento Hollvay.
Phosphato ferro de Lerrs.
Todos os remedios de Kemp; pastilhas, pilulas,
anacahuita, salsa de Bristol, etc. etc.
E muitos outros medicamentos e especialidades
que sempre se encontrarao em dita botica..
a; deste
genero ha grande porgoe de dilerentes
marcas acreditadas que j se vendern)
por 145 e 15;5 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figneira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 3fi, 3,3200
e 3500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa c
.800 a duzia. .
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 1(5200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a i a garrafa
e lO a caixa. '
rs. a garrafa e
barrica.
Sag mnito nort
Cevadinha d>: Frai 2l I ra.
Farinha do Hai o.
Aramia verdad
Alpista a ICO rs.
Batal 1. -,
por l-"ki'.
'' ;.
h um.
eme lando de prime rj qmN !
a libra eaM in
lo I ear mu 1 -2 >, 1
bra e 80406 a a rnba.
Caf do Itio, propiio ara 11
Arroz do Maranl a I0rs. ;' mm
a arroba,
Arroz de Java a 8(1 ts. a lata e 99mt
arroba.
Vellas de spermacMi a 501 rs. a libra a
540 rs. se for em caixa.
Vella de carnauba refinada a 320 rs. I m--
so e a !(> a anob..
Doce de guiaba a (J4G rs. o cai> ,
.Maeai rao. talbarim e aleria a IWi r<. .- H-
hin : em caixa >
Cslreliii.lia.pevide eano,- tfum \
a 600 rs. a libra e 3A a ca
Palitos de dente Hxsdoa com ller a -..
o masso, ditos lixados sem Mr a Ii0 s.
o masso com i^ massinl W.
Gomma de engommar muito lina 180rs. 2.
libra.
Bnnha de porro refinada a 4^0 rs ..
100 rs. em barril |
Marrasquino de Zara a 800
9# a duzia. ' charutos dos melhores iab ica
Mostarda ingleza em potes j preparada a; lis. em caixas inleiras
400 rs. I 1600, 2# c 30.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, v'mdos de oota [ i
a I0>cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
de casa particular, a 400 rs. a libra; alo-
ro se fazabatimero.
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo prdmplo pagamento.


la \e Perii
- Xgoi> elra AA* AbrH 4c t1.
ATTENCAG
9 IiJLRQO DO tMKiMO 9
GRANDE SORTIMENTO
C.RAXDE RElOIiU^AO
NO
ARMAZEM
DO
0 hoinem do movimento uio estaciona.
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
js quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
aos proprielarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVINO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1006 para
cima tero mas 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
odo s s seus gneros sao receidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ngleza flor a 8oo rs. a fibra. | Vellas de carnauba e composico de 32o a
Sstanbas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a U,ooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna,
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melior do mercado a 2,8oo rs. a libra.'
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarro, talbarim e alelria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
dem hyson de superior qualklade a 2,6oo rs. i libra.
a libra. Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
Wem perola o melhor que se pode desejar a' nhos de 6oo a 1 ,ooo rs. o caixao.
2,7oo rs. a libra. Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra. caixa ter abatimento. <
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra. '. dem hespanhol a 28o rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra. jPeixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
Vnho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho. das seguintes marcas
nuinp, velho secco, especial lagrimas do-, a. g^ 4>000 e 2>000 rs. a caxinha.
Pedro V;vBari,. ,le vi(l!l(l branco de quint0( marca B
& Filho a 6(,ooo rs. o barr
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de l.oo a l,8oo rs. a lata.
" Figos em caixas de 1 arroba, '/i e 8 libras
vinho velno, Nctar superior de 1833, Du-
que uo Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelad: imperial dos m lhores conservei-
It superior, madeira secca de superior ros de Lisboa a tio rs. a, linhade libra
qualidade, vinho do Porto superior I). Lu- ha ,atas de '* e 2 libras.
izi de 1847, lagrimas do Douro espe- Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
cial, vnho do Porto de l.oooa l,2oo rs., a ,;^0 rs a ]
a garrafa e de lo,ooo a U.ooo rs. a caixa Ameixas francezas em caxnhas elegante-
mente enfeitadas de
com urna duzia.
Bolaehinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
BiscoitO inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6,ooo rs. a lata, e em libra a
8oo rs. I
Qoeijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
s ue l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tamhem ha latas de 1 '/* a 6 li-
bras de l,2oo a 4,iSoo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a 1.2(10 rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Piclcs e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas do vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garraf
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamBA F% PKR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; 2.5oo a 4,ooo rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o. 64o e 8oo, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
Porto fino em garrafa, e em cenada a a2,ooors. ogigo.ede l,2ooa2,ooors. a
3,ooo, 3,5oo, 4,ooo e 6,5oo rs. o melhor garrafa,
do Porto. i Papel grere pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Idem Bordoaux das mais acreditadas marcas ,,ma', ,. m
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,ooo rs. a caixa. ,de.m u0 P680 Pautado ou 1,zo de 3>5o a
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho '00 rs'..a re5ma-
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo. ?,Tma. u,t0 fi?a fl f'*J 8oJS- a ,,bra-
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais Mll.ho a'P,sta e Pains0 de !6 a 2o rs- a ll"
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a.
4,3oo rs. a caada.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro quakp'er liquido de l,ooo a
3,ooo rs. cada um.
Vea7desima"cate as melhores neste ge-'LicoItJS das melhores marcas e mais finos
ero de 56o a 64o rs-. o maco, e em ai- a l '?0 rs- a Barrafa e em m ter abat-
xa ter grande abatimento por haver n ment0- .....
grande porcao. Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo.Soo rs. a caixa.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 8oo
a garrafa e 4,8oo a caada. rs a libra,
dem francez retinado a 8oo rs. a garrafa. Genebra de laranja em frascos grandes a
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIM1G0S
Nao se admitteanuio con.mrrcHl.
Nao seqner a diha da ailiania.
Nao se t*me a furia dos corsarios.
Knie nao ha de ser bisar xf o.
Os eaohes rsto preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abaixo a la a"ia v.aaEst
Viva a liga do geania* Cheres ca lanar?'
Viva o conservador das caaservas ingleta* !!
Vivara os liberara fregoezeo do BALIZA !!!
Vivam todos qae lerem este annam i.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escalhidos, por isso apressa-se o propietario em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, aiancaudo todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Pede-se toda atten#lo.
O proprietario pede a todos es senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVINO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 8^890 a 9;5, o proprietario em seus
armazens da-Ihee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes em trocos.
.Manteiga ngleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
ara cima a 2,6oo.
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba'' e V' a 7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias paca podim a 8oo
cima a 2,7oo, rs. a libra.
dem hysson ornis superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo c de 8 libras para cima; Lisboa a 6oo rs. a libra
a 2,5oo rs. i Ervilhas secas'muito novas a 16o rs. a libra.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras Cro debico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2. 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
(azoada especial.
Presunto para hambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2 -loo, a 4,8oo rs. a libra. l.ooo rs. e 6o rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro. talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libr.i.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,Soo rs. a caixa
rs. a libra. e 8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. duzia e 7oo rs. a
SENIOHES E SEMJOHAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido roa do 'Btcaiam.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos le qua t'xb* ai
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attest bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignarem vir este eslabeleciaaaaa.
lirnro por certa muito satisfeitas, nao s quanio s qualidades m gneros, coav* tmm o
tratamento todo altencioso que se Ibes dar.
Alm do cumpriment dos deveres da boa educaco, haver d'ora en dianlr aiaia
maior capricho em satisfazer todos que henrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, sero ofTerecidos ao exaaae
dos Srs. compradores. Naoreceieo publico que se pratique o contrario, coa eai oatraa
casas, que al annunciam o que nao tem___O Haltza nao illude___
Ameixas francezas em caixinhas e em frascos Licores inglezes e franceifs era vasos d*> -
de diversos tamaitos a l,2oo, l,6oo, I versos lmannos a l.ooo, l,5oo t 4.ta>
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.' rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. I Manteiga ingleza lar a 8oo rs. a libra dr g
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril aa
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo; presenca do comprador.
rs. a caada. j dem de 2.a e 3.1 qnalidade a 7oo, 6no e k
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.! rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e dem francez.! a 660 rs. a libra, eem barril
loo rs. a libra.
por menos,
dem em latas a 25000 e a 1*500 a (ala.
Massa de tomate em barrita 480 rs. a libra,
dem em lata a Mi rs. a lata.
Mostarda ingleza 400 e eoo n'-is ? p*t#.
por a 3,loo
dem mais seceos viudos por navio a l,7o<>.
dem prato os mellior.es e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra.
dem loiulrino a 6oo rs., e sendo inteiro a
Seo rs. a libra, vende-se por este preco
pela poiro que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
garrafa.
Charutos em grande quanlidade c de todos os
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa.
os mais baixos sio dos <|ue por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de pi emeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
Bi^^^
Idm'de diversas marcas em latas menores jjftS* "" ^ rs" *' *" *
IdeVde Lisboa de qnalidade especial em la-1 Mafs f?Mgi' Ll4l,arira "*"*
tas gran.lese pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.,(|em ^ -
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica; 8 |jb
e 2oo rs. a libra.
Banhade poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a t.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,oob e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
Bocetas eom doce* seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
Caf de 1 .* 2.a e l* qualidade de 26o. 3oo
marcas de
5,5oo a 6.5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
agarrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8ooJ
rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a 8oooraolh
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
e 36o rs. alibra, doCear de7,8oo, 8,6oo, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.2oo rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java eMarannao de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,ooo a arroba, e de 8o a loo rs. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos. Canella a l.ooo rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra. i Batatas a l,ooo rs. o gigo com 32 libras liqui-
Sag muito novo a 28o rs. a libra. I das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
GR ANGEIAS antiblennorrhagicas de DUNAND
ex INT;m HOSP. dos VENREOS PARS K PREMIO 1854
Su[>crioroj a tod.is pri.,|i:ir..f6cs ccnlteciuasatu hujc<:on;r fifeito seguro e promplo. sem mtise-is, nem clicas, nrrii tremor. Facis loma/ aai. tagra0 sm tisana.
Injecco curativa e preservativa
Ircfalllvel, cara -om rapMu *<'m dnrer ou escorriraenlu con!.tuiOAOS de arabos IffXOS. Flora brancas
aJatwicii un tiiuuicidadt, fo/iiaka 04 leginnenuift n 0% praervn J . gaaiqaar aavan
AJslricMnt 1
I'AISIS. , me ! XarchtSt-Hinor.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de CarosBar 4 boza
Ms:;on.
\ i-ndeiu-se saceos com dous tAqueing de farinha
? Sa"d,".Pel bara.! C"-e?o de 300 : na ra
da Madre de Dos ns. 5 e 9.
A ttecn do publico
Madapoln superior a 75 a peca de 24 jardas por
fcr um pequeo defeito : na loja da ra da Madre
v litios n <6, defronln da guarda da alhnrtpga.
Vendo-se eaibros de muilo boi qualidade:
na serrara de Jos Hygino de Miranda-
ELOJOAfill
superior, eia casa de Deloaclie, i Ha
\0\a D. 22.
Acaba de receber pelo vapor francez, desna pro-
pria encoinnicoda, um muilo bonito sortimeRto de
relogios de oum, eobertus e dcscuberlos, patele
suisso ; lanibem de prata dourada, pateule suiiiso,
das melliores qualidades. Na me.ma casa tem des-
i pertadores e outro objectus que sero vendidos
I muilo em conta.
... V1XH0 PURO.
Uieeou nova rcmessa do arelas cgm si)
nor vinho puro : vendse no eyeriptorio de E.
Kabclle, riui da Cadci.i n. 5S.
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mui-
tas a l,3oo e 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
lialachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4.090 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Cartoes com bolas francezas proprios para
mimos ou para aojos que vo as procis-
ses a 6oo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4on e 2.2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
2io rs. a libra.
Nozes muilo novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e oulras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo,ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs. a garrafa e 3,2oo rs.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de mareas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,oeo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composic5o a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muilo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 '/* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafSo.
dem com 4 '/dilas de venagre a 1 ,ooo rs. o
garrafo.
Vinagre PKR em ancoretas de 9 caadas a
lo,ooo rs. com a ancoreta
dem empipa puro sem o batism<$ a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6.800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e porUiguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito. amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefm,
. morangos, lim3o. caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a l.ooo
Os precisos (a Hieres pa-
ra criancas.
Cliegaram e achain-se venda na ra de Quei-
uiado, loja d'aguiabranca n. 8.
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranho a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaly a 9,8oo rs. ar-
roba, e 3:>o rs. a libra,
dem de sebo muito dura ngiado esparmace-
to 36o rs. a libra,
dem de esparmacetea 54o rs. a libra, e em
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7;ooo rs.
Idemalmaco pauladoelisoa3,ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3.ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2.2oo rs.
a resma,
dem embrulho de 1,2oo a 1, 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 '/i libra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a Too rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,800
rs. a lata.
Serveja Boo. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem cm botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muilo novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a lio rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixes em latas al,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnasla.
Vende-se na ra daCadeia do Recif** n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos *
legtimos, e se vendem a pre$o mais barato do qut
ara tqualquer.parte.
[K-\nV, 1 aaaal
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a i,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
l,ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 7oo!
rs. o frasco,
dem francezas de muitas qualidades a 5oo
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. 'Sag muilo superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal relina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do Bio de Ja- o |>ote.
neiro a l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3.000 e4.000 Sabo massa a 120. 160, 200 e240r. a
rs. a caixa. libra.
n r- j n . en M o ui : Toucinho de Lisboa a 320 rs. a ibra.
Cafe do Ceara muito superior a 28o rs. a libra WUj de ^^ c m) r> a ^
e a 8,000 rs. a arroba Tij0,0 a , r hc)s m ^
dem do Bio a 3oo e 28o rs. a libra. Vassouras americanas a 64o rs, cada oaa
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da nvaw
qualidade que tem vindo M m^rol... a
l-> ;i lala.
Presunto de lamego muito suprior a 480
rs. a libra,
dem [tara hambre (inglez) a *>? r'i* a
libra,
dem americano a lOOrs. a libra.
Papel almaco a 3$000 a resnw.
dem de peso a 26 a resma.
Calilos para-dentes a 161) rs. < n
Dito dito de flor a 200 n.
Ditos do gaz a 2(52lH) a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a I ROO a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vaj < z(~ 0.
Dito loTnii ino a O rs. I libra.
Dito prato a 640 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata.
Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a Ho rs. a libra,
'"-opos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em Ixtas a 4oo rs. a libra.
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo era saceos grandes a 4.000 rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a l;ooo rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 8o rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
l,ooo cada urna.
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
Aelas de carnauba e composico a 390 rs. a
libra e a 10(5 a arroba.
dem stearinas superiores a 566 r. a
mar,., e em caixa por nenas.
Vinho do Porto, neste geneno lemos o Bat-
idor sortimento possivH. qae venaaaas
por precos muilo baixos a 1 j .1 garrafa e
a 10/ e 12 a duzia.
dem Cherry.e da Madeira em barrw e ea
caixa, a 125 a caixa e o barril confi raa*
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8a 9 caadas.por285000.
Dito em pipa a 33000. 3*560 e 4ooo a ca-
ada
dem do Porto, denominado Baliza, a 5# a
caada,
dem idem em garrafo>s a 2A506. ca
garrafSo.
dem de Burdeaux, das melhores marcaqaa
vem ao mercado, a 66 a caixa e a 649 ra.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 14600. l8oo !
caada.
Idtm idem.em garrafoes com garrafa, |
15 com o garrafSo.
Vinho de caj a 16 a garrafa. Esto
tem dez annos.
AGENCIA
Di.
FNMCAO DE LOW-MOOR.
Raa da Scnialli Mva a. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.__________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jobnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
1 Lavas de
Recebeu-se luvas de Jpovin braara* e
1 proprias para a quaresma j na ra O* Qw toja do beija flor n. 63.
Tranciahts de lia lisa tari rafriln V a
te sfitktra.
Receben-se, tranrinhas A? diversas curr* pa>
ea de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs.
na rna do Qaeimadn loja do f ija Bor r.
Enrrs dr rrdinhas rsa lara m
Recebeu-se, variado soiHimento de ***?*
diversas cres a 16400 e 26: na
loja do beija flor n. 63.
^
A11 tlimlica e jsrammnti'*, MwM* edi-
cu do Sr. professor Castro tuses
Primetra e segunda parles reunidas da arithme-
tica, primeira e segunda separadas, e a gramma-
tica. acham-se venda por preco mu commodo : 1
na ra do imperador n. 13.
Claudio Dubeux vende muito em conta a sua |
empreza de mnibus, ou montada como est, ou
dividida em fraceVs, conforme convier aos com-
pradores : para iralar, no seu esc.rlptorio, rua do
Imperador fl. 43.
Machi
para descampar algodao as inuiaaiai
tem vindo a este mercado : roa da 8*
Nova n. 42, em casa de S, P. **"
FARELO
te san tV fin
d) Dos as. lat
n ide wn a*atW m%
Vendem-se sarcos eotn
36800 : na rua da Madre
fsnsaa
Vende-sc nm sobrado
daTrinrbeiras: a tratar na
loja n. 31
nsa larfs de ttowss.


SILVA & SOUZA
Eua do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo-se o proprietario d'este armazem associado com o Sr. Paulo Ferrcira da Silva, resolver dar-lhe o titulo de principal,
por ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir para a Europa, afina de all escolher os melhores
gneros, desde j se pede ao respeitavel publico toda a attenco, nao s para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
quentarem estas casas de que fara urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nki-
guem melhor do que nos pode offerecer tantas vanlagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! rua do imperador n. 5 9.
PROGRESSISTA! rua 4a crnze. .. Mk
PRINCIPALH!rna d# Cre***
Grande pechiacha
con toque de ararla na I o ja e
aruaazeui da Arara rua da laa-
perairlx u. 56 de l.
M. Ctaf maraes.
leude-se'cora twjae de avaria.
Vende-se madapolao infle com pepeno te
que 4*'0Q e 5, cambraias lisas linas a 3* e 35300 : ,
d rua da lmperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se hiendas Mapas baratsimas.
Vende-se chitas Unas cores escuras a 240 e 280
rs. o vuvado, ditas francezas linas cores tixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o_covado : n loja da
Arara rua da lmperatriz a. 36.
Faieadas aranrias para seiilieras e ae anas.
Vende-se golohas com botaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos do fli e
cambraia enfeitados a 300 rs., manguitos e gollas
para senhora a 15 e 14280, camisiohas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muito linas a 44300 e 54 : s
a Arara rua da lmperatriz n. 56.
Priacipia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 84,
ditas de Unho aleochoadas a 54, ditas de fustao a
"4, ditas de damasco a 44, ditas de chita a 24 :
na loja da Arara rua da lmperatriz n. 36.
Arara vende eassas a 2 W rs.
Vende-se eassas francezas finas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240, 280 e 220 o covado:
na rua da lmperatriz n. 56 loja da Arara.
Iloupa frita da Arara.
Vende-se paletots de brim de cor a 24500 e 34'
ditos de meia casemira a 34500, ditos melhores a
44500 e 64, ditos prelos de panno a 5j, 64 e 84,
ditos de casemira fina e-debrunhados a 84 e 1(*5,
ditos pretos de alpaca a 34500 e 44. calcas prets
de casemira a 44500, 54, 64 e 84, dito> de meia
casemira, ganga e brim a 24 e 24500, ditos finos
a 34300, ditos de brim branro a 34 e 34500, ca-
misas francezas a 24, 24500 e 34, seroulas a
14600, ditas de linho a 24 e 24500, colletes a 24
o 24500 : na rna da lmperatriz n. 50.
Balees da Arara a 3->.
Vende-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35,3*500, 44 e 44500, dilos de madapolao a
34500, ditos de musselina a 44 ' s na Arara rua
da lmperatriz n. 56.
Arara vende es cortes de riseades fraweies a 3?>.
Vende-se cortes de meados francezes com 14
covados a 34 o corte : na rua da lmperatriz n. 56.
Arara vende caries de asentir treta a 3#.
Vende-se cortes de casemira prela para calcas a
34,34500, 44 e 34 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende os sentmharques.
Vende-se oulembarques pretos muito ricos, ca-
pas cwmpridase manteletes de superior qualidade
a 24| e 254 : s a Arara rua da lmperatriz nu-
men 56.
Snlinlis a 500 rs.
Arara vende sedinhas de listrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs.. laa Ma-
ra Pia com 4 palmos de largoe palmas de seda a
800 rs. o covado : na rna da lmperatriz n. 56.
Arara vende cambraias de caroeinhns a 2-4500.
Vende-se cambraias de carorinhos para vestidos
a 24500 a peca, cortes de cassa franceza a 24, co-
bertores de, pellos a 14 e 14600 : na rua da lm-
peratriz n. 56.
Grande sorlinienlo de hiendas prelas para a qua-
resna.
Sedas, grosdenaple. pannos finos e rasemiras.
Veade-se grosdenapie prelo para vestidos boa
fazenda a 14400. 146O0, 24, 24400, 24600 e 34 o
covado, sarja hcspanhola de seda, panno fino preto
a 14600, 24. 24300, 34 e 44 o covado, muito su-
perior rasemiras pretas finas a 24 e 24400 o cova-
do. merino lino a 24500 e 34. dito de cordo a
24500 o covado : na rua da lmperatriz n. 56.
Arara vende madapoln francez a 4$.
Vende-se madapolao francez enfestado a 44 e
4430O, bretanha de Hnho, hamburgo de linho para
lences e seroulas a 440. 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 24 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 14, dito branco
a 14, 14280 e 14400 a vara : na rua da lmpera-
triz n. 36.
Arara vende la/inlias para vestido a 240 rs.
covado.
Vende-se laazinlias para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 800 rs. o covado, rasemiras
lisas proprias para capas de senhora a t800 o
covado : na Arara rua da lmperatriz n. 56.
Arara vende fnstio a 800 rs.
Vende-se fustao de cores para roupa de meninos
raleas e paletots a 300 rs. o covado, panga france-
za escura e clara para calcas e paletots a 440 rs.
o covado: na rua da lmperatriz n. 56,loja da Arara-
LOJA DO BU FU.
Rua doQueimaile nmero 63.
Cravalichas para senhora.
Vendem-se gravaiinhas de diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Fitas para debrnm de vestidos.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a pega : na rua do Quei-
mado, loja do beija-flor u. 63.
Penlcs travessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, loja do beija-flor 11. 63.
Papel beira domada.
Vende-se papel beira dourada a 14200 e 14300,
dito de cor de boira dourada a 141U0 : na rua do
Queimado, loja do t>eija-flor n. 63.
Anvelepes. .
Vend'm-se anvelopes de diversas qualidades
bi anco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 r?. : na loja do beija-
flor na rua do Queimado n. 63.
Vnltas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brilhante vende-se a 14 cada
urna : na rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de metas.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
14200 e 14300 : na rua do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfriles de lita.
Tendo recebido enfeites de fila pretas e de 0-
res mais modernas que se esto osando 14 eada
um : na rua do Queimado, loja do beija-fbr n. 63.
Fila de la pela para dehrutn.
Vende-se fita de la preta para debrnm com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor rna
do Queimado n 63.
Filas de linho para bordar vestido
Vendem-se litas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pece s qoem tem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Bolees de madreperela.
Vendem-se botos de madreperola mais moder-
nos que tem viudo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila it velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 vara a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a;
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordad de di-
versos gostos emais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
franja preta.
Vende-se franja preta d diversas larguras para ;
enfeiur capas ou manteletes os mais lindos gos-1
tes que se pode encontrar: na loja do beija-flor
rua do Queimado a 63.
Facas e aarfes.
Vendem-se facas e garios de bataneo de 1 bo-
tio a 54300 a duzia, ditas de 2 botocs a 64400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Domines.
Vendem-se sainos muito Unos 14200 e
14400 na loja beija-flor da rua do Queimado
n.63.
Visporas.
Vendem-se visporas moto finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loj do beija-flor n. 63._______
Hez de Mara.
O afamado mez de Maria que se vendia a 34,
. 24 e 14500, rom estampas e ntidamente ino/es-
sd, acha-se venda por acabar a 14000 o velume,
approveitem-se da occasiao, que mui poucos res-
lm : na rua do Imperador n. lo.
O PRENCIPAL
de
CaL M LhBi
Vendem-se barril com cal des-
ta procedencia, empedra, cnega-
da boje, e nica aova, que ba uo
mercado, uarua do Trapichen.
13, armazem de Hauoel Telxel-
ra Basto.
KM da Seiizalla i. 42.
Venda-se, em casa de S. P.JokrmoeC.,
sellins e sflhes inglezes, caodieirna e euuv
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arrea para
carros de nm e dous cavaltos. e retof o* de
ouro patente inglez. ______ _
.
Mantetga ingleza-a mais nova e fina cliegada
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza, a melhor e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Batira de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras.
FKIJ.lO
Vende-se feijio branco e amarello. i
qualidade, a 104 a sacca de cinco Jifero, *>
. Porto : no trapirhe alfaodegado do Bario d* !>
vramento no Forte d Mallos.
ESCRAVOS TOPOS.
Desappareceu de novo, do engrano Prdref-
Iho, o escravo Benedicto, crisola nUt, oren d.-
corpo, descarnado de rosto, ps e m.w gram''^ r
seceos, com pone barba, representa ter 30 anuos, levou caica de brim, canica d* mada-
polao, chpiro do Chile j usado : uurm o apt-r*-
hender e lvalo a seu senhor Jo^ lgna<-i > P'Tr-.t
Torres no referido engenho, sera gratilicado mm
goanoo._______________________________
Fugio no da 4 do crrente, d itf usdM de-
gredo, freguezia da Escada. o escravo Apiigio, ca-
bra, de estatura pnuco a baixo da regular, run
Vmho do Porto em barril muito especial a Faritdia de ararnta verdadeira a 32o rs. a Ib.
6io rs. a garrafa, e o.ooe rs. a caada. Phosphoros do gaz a oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza-
l,4oo rs. a caada. Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
dem em garrafoes com 5 garrafas. rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada u.
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a carada. Vassouras de piassaa com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-1 ferro prendendo o cabo a 32 rs. cada.
bra a 2,5oo rs. o gigo e 80 rs. a libra. urna,
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
casas se vende a 2,"6oo rs., custa neste ar- dem em garrafoes com 25 garrafas a 8,000 rs.. Sardiabas de Nantes muito novas a 32o re. Cse fazer precos 1 uito razoaveis, nao s pelas
tnazem 2,2oo rs. a libra. ICerveja das melhores marcas de 5,ooo a a lata. boas compras feas nesta praca, c'omo dos que
dem uxim, o melhor que pode haver neste 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Peixe em lata muito bem weparado: savel, ^^ dc Sl,a. propria coma, como dos que recebe
genero a2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac superior a 800 e l,ooors. agarrafa, | corvina, pescada e outros a 1,00o rs. a ""fi^
TD4 ITTE>(A0 AO VIGIUMTB.
Custodio Jos Alves Guima.aes avisa ao respei- reforcado espada talo, maos grosas pnnra harfi.
tavel publico e aos seus freguezes, que achand^se 1 e avermclhada, bem como os cabeBos lew otwo
as obras da loja do Vigilante conc u das, e achan-1" dS olhos mm* WV>" ^n 'l'T*
do-se as ponas abenas 1 coneorrencia do res-! 1!*"88 MT"" " f^ *'
as ponas abenas a coneorrencia do res- .
peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo i tada! uma ** kaisoilo joelho
|ue se acha no eToacoso e al'gre campo, guarne-11uerda- e prsenla ter 2b annos de .1
cido das lindas flore.se muitos outros objectos de! !na,s uu D1* -S* *' * >"^"->
bem posto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento
razando seus pedidos por meio de cartas, e pode-
rao faaer que ser ludo comprido fielmente, poden
dem preto muito especial a 2,000 rs. a li-
e emcaixa ter abatimento.
lula.
bra, e mais baixo, porem muito soffrtvel a Marmellada imperial dos melhores e mais
4,2oo a Ib., vende-se por estes presos em
razao de nestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porrSo deste genero, a diffe-
renca de preco de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio em lata del at 6 4b. a l,4oors.
a Ib., neste genero o melhor possivel.
Biscoutos mglezes em latas com diferentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captain. sced, osborne e ou-
tras muitas marcas a 4,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a i,600 e
2,600 rs. cada uma.
dem em caixinhas de 8 Ib. a 2$ rs. cada uma
Passas novas a 8,000 rs. a caixa c 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,000 e 800 rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a 4,4oo rs.
cada uma, frascos de vidro com rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
rindo ao nosso mercado a 48,000 rs. o gi-
go, e 4,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Itordeaux das melhores qualidades que
se pode desojar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa i- 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,000
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e 4,000 rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcHoede
differeiiles marcas muito acreditadas que
j se veoderam por l.ooo e 15,000 a tai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Camoes, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
43,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 56o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero vindo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
afamados conserveiros de Lisboa era latas
delibra, libra e meia e 2 libras a 600 rs.
Conservas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
CHKGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante,
brvilhas portuguesas e francezas j prepa-! Grande sortimentode fiveas pretas ecom pe-
radas a 6io e 72o rs. a lata. drtabae de muito lindo goslo assim como Atas pa-
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a L4? "**?e df resf* a* pum m-
RhM n___ ____k- las que se vende pele barato preco de 14500 e 24 :
libra, e 9,000 a arroba. s.>rw vigilante rua do Crespo n. 7.
I dem do Rio muito bom a 28o a libra e
iriaes, capiles de campo, etc., que o f^^am raj-
o novo canto, chamando pelos seus Ihmammi suri1**:* 'g. *?*** **** ,"*V*1
veaham ver para cir, queso assim pderoap^,^,nafl^d^Joa Barr,w' J* k,Mm9
ciar, eacharoum grande sorlimentoTde tazendas i a da caj)ella' 0de retompea.a.a geuer^a-
tendentes miudezas, tanto para grosso como para ,
retalho, que todos se rao sonidos a vonlade, mesmo Fugio no da 17 do correte oeM-ravo AntK
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta nio, cor preta, crioulo, idade 40 anmw. pouro m.is
- ou menos, tallo de denles, e um dedo da nio n>
querda ale 1 jado provruiente de um |..uunrw, m-
vou vestido calca parda, camisa ile riscadu al,
urna trouxa com uma cubera, cerniendo doas ca-
misas brancas de |ieilos bordado* e eina caifa tra
ca ; o dito escravo toi comprad ao Sr.
Ferreira Escovar (do Peres, freguesa d* Atufa-
dos), para onde se desconua ter ido : quem o ap-
prehender, leve-e ao caes da alfandVga. arnibinm
n. 3, que sera recompensado. _
Pngio do engenho Sania Cruz fr^fiiezii itV
S. S. da Luz, do dia 8 do crreme m-i. oesrrev*
de nome Joao, acaboclado, idade de II a 10 ai*-
nos, estatura baixa, cheio do corpo, cabello* esti-
%
dem franceza de todas as qualidades de. 8,5oo rs. a arroba. 1 ?w
legumes e fructas a 5oo rs. | Arroz do Maranh3o a loo e 420 rs. a libra. O
Mostarda franceza em pote preparada a 4o rs, dem de Java a f 00 rs. a libra.
Palitos para dentes 42o rs. o maco. Amendos de casca mole a 4oo rs. a libra.
dem lixados muito finos a 4 4o rs. Avelas muito novas a 2oo rs. a libra. tt
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra,
a 54o rs. ; Choaricas e paios a 7oo rs. a libra.
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toacinho de Lisboa a 320 rs. a Hbra ou a
a libra e I0,ooo a arroba. 8,5oe rs. a arroba.
dem de composic3o emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
OsU-as em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe Soors. a libra,
dem lalharim, macarr5o e aletria a 4oo rs.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranho a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs.alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 800, 1,000
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ion rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.all.
Alpista muilo novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,600 a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarello e castauho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo umpouco a 16o, 180e2oo.
rs. a Hura. Vende-se alpaca preta a 500 rs. e cevadt.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra. TBdHe aI^a 'eta para vePtidos a 500, eoo,
Chocolate francez de primeira qualidade a 700 e 800 rs., fina de rordao a 800 rs para paie-
1,200 rs. a libra. tot, princeza preta a 800 e 640 ocovade, bombazi-
Idem de Sant muito superior e medicinal a " preta fina a 14400 o covado, laazinhas preta
1 Inn r Para sennora Que eslao de 'ut0 a * C(>vado :
i.oou rs. na ruada lmperatriz n. 56 i"> <-'' ah-rtaat
Copos lapidados propnos para agua a 5,ooo as 9 horas da note.
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
A loja est aberta at
e 7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a ,ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os mullios gran-
des eUoo rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lctitilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
36o rs. a libra.
te genero a 4,5oo rs. a resma.
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a
rs. cada um.
Mollios inglezes emgarrafinhascomrolltade
vidro a 64o rs. cada urna.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
wammm mmmm wmmm
Especial rap
Princeza de Petropolis j hem conhe- 9
cido em toda a provincia do Rio de Ja- jf
neiro e com preferencia ao Pauto Cor-
deiro e ara preta de Meuron : vende-se
Z em sen nnico deposito rua do Crespo n.
B 16 armazem de loucas de Duarte, Perei-
3R reir & C. 011 na ru larga do Rosario n.
H# 38, loja da Aurora.
GAZ GAZ GAZ
Cominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib. j por pre^o reduzldo.
Cravo da India a 600 rs.. a libra. Vende-se gaz da melhor qualid. de pelo
Canella muito nova a l.ooo rs. a libra. preo-de 10i por lata de 5 gales : no ar-
Alfazema a2oo rs. a libra e (.ooo a arroba, mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
Graixa a loo rs. a lata e l.loo rs. a duzia. Trapiche Novo n. 8.
rados, rosto redondo, sem barba e denles na fcsm-
te, ps grossos, tem algomas ciratr>Ts as ro>la.v
levou vestido camisa de algodaoznno de lislras.
calca azol, seronla de algedao da trra e um cha-
peo de baia sem fondo todo em inio -tado, U>
vou mais em sua companhia um ravallo pripma
de cor russo pedrez, com o ferro na |Tna a iaw-
tacao de uma tesoura: roga-se portnto
ridades policiaes e com especialidade vw raj it."-"
de campo a sua apprehensao, levando a morarfa
do abaixo asfiguado no referido engenV >u cata
ao engenho Taboca, pelo que sera gen.ro-1 me asi
recompensado.
___________________Jos di- Mello htr*\
ilyi
Acha-se fgido o escravo de u< nn-l ju-u o, 1
idade 40 annos, pouco mais ou menos rr fula, at-
ura regular, grosso do corpo, bem e*pdado, tac-
hado, e j com alguns eabelk brando na baria.
bracos e ponas grossas e bastante cabelludas, ten-
do as pernas arqueadas, porm na-> nii.itn, cosa-
nla andar cm sambas, e as ven-s embriagase bas-
tante por postar muito de beber : portanio refa-
se as autoridades policiaes dota e d iruviarsw
limilrophes, que o facam apprehendi-r e feva-b a
seu senhor o major Antonio da Silva (,usno,K>
rua Imperial, assim como roga-se aos cipiies tt
campo a a|i|irehensao do dito escravo, q>w Tie
bem gratificados.
ES(RW0 FIKIIIO.
(iialilici'c.io rfe50$.
Em dias do mez de marco prximo pussado to-
gk> o escravo Vicente, de idade de 40 mu *., aua
mais ou menos, altura regular, sao >lu 1 , cor
fula, barbado, com um ou don- il.ni > .! 1
na frente, um ikiuco gago, com nm akjo nr.
mao direita, antes de ser comprado p-M seo artnai
senhor, passava por forro, sob o nr.me de Viceato
Campello ; fugio para o sul em dirercio ao eopa-
nho Firmeza do Sr. capitao francisco de Barra,
na freguezia da Escada, anda ntUS bam*a< do riu
Ipojuca, procurando uma lia por nono- l-Vlicia, ow-
radora as trras daqnelle engenho : 11-m o pe-
gar, leve-oao Sr. Jos Francisco Corp.a de Arro-
da, no engenho Melancia, freguezia de Rom Jar
dim, comarca do Limoeiro, ou ne>ia cidade, no
e Recife n. 02. primeiro andar.
DOS PREMIOS DA LOTERA EXTRAORDINARIA,
!.
LISTA
PARTE DA I.
GERAL.
87'
CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 402 DE 6 DE ABRIL DE 1857, PARA
EXTRAHIDA EM 23 DE ABRIL DE 186.
AS OBRAS DA MATRIZ DE S. LOURENCO DA MATT*..
NS. PREMS.
C
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NS. PREMS.
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95
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1
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57
105
20*
10*
40*
3:0005
405
105
NS. PREMS. NS.
1262 10* 1446
70 47
81 52
82 53
86 56
93 08
98 61
1301 62
5 63
12 70
15 71
18 72
19 -i_ 73
20 205 74
24 10* 75
29 76
31 84
32 89
35 93
46 1501
48 20* 2
57 10* 3
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68 9
69 17
75 19
78 22
85 26
86 . 28
90 29
1403 : 33
4 40
6 42
9 44
11 46
12 47
13 50
16 53
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24 Ut 66
28 T 74
32 75
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36 f 88
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10*
100*
10*
20*
10*
20*
105
NS. PREMS.
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4 -
8 -
13 -
14
16 -
23 -
25 -
26 -
27 -
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34 -
39 -
40 -
42 -
45 -
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51 -
56
57 -
59
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68
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72
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iNS. PREMS NS.
1745 105 1922
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81 _ 57
85 _ 59
88 _ 61
92 62
1802 67
11 73
17 82
18 _ 83
19 _ 86
23 _ 88
29 '_ 89
31 _ 90
34 93
39 _ 96
41 _ 2O00
42 8
46 9
49 m^m 11
50 __ 16
51 __ 17
54 40* 18
53 10* 20
58 . 24
63 . ' 29
76 30
80 * 31
81 42
83 44
85 * 45
87 55
90 57
94 62
96 63
97 65
99 -T 69
1905 . 73
1 6 . 77
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19 82
21 83

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NS. PREMS.
105
20*
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10:000*
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10
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55
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63
68
73
74
75
81
85
86
87
90
92
94
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6
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33
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20*
20*
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20*
10*
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10*
NS. PREMS.
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NS. PREMS.
2433 105
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97
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12
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10*
O escrivio, Severiano Jote Je Moma.
Ftm.^Tifp. ce ifanoelFfmfa t Fcaria. W*o- 4864.

.


LITTERATURA.
Os jesuitas, os lazaristas e as irmaas de caridade
defendidas por si raesmos no tribunal da raiSo
c da historia.
III
Nada ouis fcil do quo fazer-se accusacoes e
militas veics accusacoes gravissimas, guando se
principe d'Orangc por Balthazar Gerard, e nenhum
delles era jesuta quanto D. Jos de Portugal
nao nos consta que houvesse sido assassinado. K
o quo nos atiestan) Cesar Cantu cm sA-Hislona
universal,Bouillet em seuDiccionario histrico
e Geograpfoco, Eduardo de Fnria om seu -No-
vo Diccionario da tingua portugueza.K nem tao
pouco asta, provado que os jesuilas se livessem mi-
miscuido em qualquer desses fados.
E' assim que o teslemunho imparcial da historia
ojio obrigado apresantes os documentos, que i conlMdz a ousada a temeraria assercSO do Sr. dc-
ai coaaprowm, e se a irascihilidadc allia-sc a ma- I Pu,ado 1>l-'Jro Luiz> aS!iim 1"e a verdade nao se
i ricia (o (tic muilo frcqucntc :) nao procura- faz osPer:,r Para confundir os pretenciosos inimigo5
se mais os meios, que nossam levar ao conheci-1 ** ca,nolibow' -i
memo da verdade e quasi sempre* se aespreza as j Su falso que os jasuitas tinliam lomado a me-
provas, que em contrario se ofTerecom. A m f or parte nesscs tcrriveis acontecimentos, que cn-
i! o maior inimigo do homem : o ignorante acha lutecem as paginas da historia, nio o menos que
om su mesma ignorancia a dcsculpa pata sua le-' ellos hajam obscurecido o cu com o fumo de sitas
yjandade, aquello porem que de proposito procede fogueiras. Onde foram ellas accendidas? Ignora-
om contrario ao que lite dita sua conscioncia, mos completamente; e ignoramos pelo silencio da
aquelle que, trahindo os nohres dictames de seus historia. .Nao exacto que os jesuitas em lempo
ntimos seutimenios, se mostra sordo c indifferen- algum de sua gloriosa existencia houvessem obscu-
tfl i vez da verdade, que hem alto clama pela pos- retido ou cora o fumo de suas fogueiras. Que-
tergacao de seus direitos, esse nao pode nada en- reria o Sr. deputado alludir inquisicao ? mas o
onlrar. que justifique seu reprovado proced- tribunal da inquisicao defendido e sustentado pelos
manto. soberanos civis, nunca esteve cargo dos jesutas...
faites cousas se tom dito contra a ordem dos (luaes forara Pr conciencia, estas fogueiras, que
jesutas, euiretaoto nada se tem provado. Katla-se | otTereceram mls um ponto de aecusagao frtil
e falla-=e muito; mas quando sao exigidos os do- inii,gina'Cao do Sr. deputado ? .\o pretendemos
ntos para attestarem scraelhantes assercoos defender aqu a inquisicao : nao essa aoccasio
humedece a voz da malidicencia c para em futeis
dcclamaces.
Urna das invectivas com que se cosluma atacar
a companhia de Jess que acercando-se dos thro-
no. ella commetteu varios assassinalos as pessoas
de alguns reis. E o Sr. deputado Pedro Luiz della
nao se esqueceu; havendo o Sr. deputado Junquei.
i.i presentado a ordem dos jesuitas como urna
corporaco respeitavel ello exclamou com toda a
forca de sua eloquencia
opportuna para isso; somento observaremos que
se ella houvesse sido mantida pelos philosophos
encyclopedistas maiores teriam sido os horrores,
mais atrozes teriam sido as injusticas.
De tudo o que levamos dito resulta a plena ab-
sol vicio dos jesuitas no tribunal da historia.
Nem se queira argumentar contra a companhia
de Jess com o breve de Clemente XIV pelo qual
foi ella extracta, t Esse breve, observa Stiuell,
nao condemna nem a dontrina, nem os costumes,
Instituto respeitavel I Sim, porque usava de ' *"1 a dsciP,iof dos jesutas. As quexas dascr-
toJas as armas, porque .razia n'ina mo o vene-! ,eS Con,ra 3 0rd.em Sa0 0S ^osmticos allegados
na c n'outra o punhal; respeitavel porque assassi-
para a suppres-ao e o papa a justifica por exemplos
precedentes de ordens supprimidas em satisfacao
s exigencias da opiniao publica.
nou Henrique III, Henrique IV, o principe d'Oran-
gfl e 1). Jos; respeitavel porque conseguiu obscu-
recer o cu com o fumo de suas fogueiras; respei- E connecida a serie de tramas e enredos machi-
tavel porque matou sempre em nome de Deus I > nados fb* Cl5rles dc franca, aples, Hespanha e
Oleitorcrcunspecto a vista de urna tao seria! Pr,U8a para C0DSfUrem a ^ desejada exlinc-
aoeusacao em u.na occasiao to solemne tem direi- lo exigir do ousado orador as provas garantido- i r PedrAutran da Mat,a e Albuquerque acaba de
temerarios avancos. tem direito Ihe Patnlc-,a e,n sua publicada no Diario de 7
do corrente.
ras de seus temerarios avancos, tem direito Ihe
dizer:Vos que nos vindes apresentar urna to
grande associaco como vil assassina, procurando' Que desaire, portanto, pode provir aos jesuitas
fazer recahir sobre ella a maldico dos presentes e desso act0 Para 9ua' oi Pontifico coagido t Que
dos vindouros; vos que nos mostraes a companhia iml,orla .ue Clemente XIV nao tivesse a mesma
de Jess iraballiando sempre para o homicidio pe-1 cori'cm de Clemente XIII para resistir as insina-
lo veneno o pelo punhal, que bases nos offereccis ^s das crles europeas ? o mesmo breve de sua
para seguranza de vossa asserco ? acaso deseo- ex,incCao um padrao de gloria para elles; por-
que nao prova outra cousa mais do que a fraqueza
de um pontfice consummando a injustica de seus
poderosos inimigos.
Clemente XIV, esse mesmo que descarregou o
golpe mortal sobre a cabeca dos benemritos filhos
de Santo Ignacio de Loyola, fallando de suas vic-
timas, assim se expressava :
onecis as regras primordiaes da jurisprudencia
criminal ? ignoraes que nao ha crlme sem provas
e que na ausencia destas. prevalece a presumpeo
de innocencia ? E pretendis que a atitaridade'da
historia assente smenle na honradez de vossa pa-
lavra? nao temis compromelter assim vossa re-
puUco de orador e publicista E' possivel que lo-
dos os historiadores hajam ignorado a verdade e
que vos a tenhaes podido descobrir f Entregae-
nos os documentos, que fundamentara vosso libel-
lo ou enlo permiiti que desconfiemos de vossa pa-
la vra honrada...Voljaire, mandando
Se eu tivesse podido crer, ou mesmo suspeitar,
que me era possivel tomar por assumpto desta dis-
sertaoao um ramo de sciencia sagrada, que vos
fosse desconhecida, levanlar-se-hiam logo diante de
esmagar o ,pj,n 0s homens Ilustres de vossa companhia, cujo
i*T*, nao forraava urna cat.l.nana mais tre"! numero e mrito dissipariara minhas duvidas. Se
monda contra a arvore do cathol.c.smo. i so tralasse da interpretarlo da escriptura appare-
Consagrando-sc propagacao da f, i conversan
do inlieis e dos hereges e educa^ao da mocida-
de, a milicia de Santo Ignacio nio tinha necessida-
do de veneno e punliacs para fazer callar no espi-
nto dos povos a sublimidade da doutrina catholica.
E para que ? O christianismo, que tert de lutar
em sua fundaco com o podero dos Cesares e com
o desenfreamento das massas, nao exiga o empre-
go Jos nietos Ilcitos alim de tornar-se vulgansa-
do. E os jesutas comprehenderam isso.. .quando
foi que elles nvocaram o emprego do veneno e do
panos] ? Nio basta dizer preciso provar.
Tendo diante de si inimigos poderossimos elles
foram mais de urna vez acensados de conspiracoes
o attentados. Isso mesmo era necessario : convi-
nha quebrar a forca moral que os circundava por-
que assim tornava-se mais fcil vence-los. Mas o
que certo que at boje nada disto foi provado.
Mas, quando mesmo se conseguisse provar que al-
guns memores da companhia de Jess se acharara
envolvidos em conspiracoes e attentados seria per-
mitido concluir d'ahi para o geral da companhia?
ninguem ignora, e muito menos o Sr. deputado
Pedro Luiz, que essas concluses tiradas da parte
para o todo sao falsas e Ilgicas.
c A sociedade, diz Lachalotais, a socedade ap-
pareceu em un secuto em que a egreja era ator-
mentada no interior e no exterior por inimigos
poderosos e lilhos rebeldes, que a espantaram por
seus erros c
ceriam aqui os trabalhos preparatorios de Salme-
rn, ali os commentarios dc Cornelius, Tirinus e
outros. Se se tralasse da historia, eu encontrara
Bin, Labbe. Hardonin, Cossart o o celebre Sermond
com seus doutos ensinos. Se se oceupasse de con-
troversia ah estao Gregorio de Valenta com a raa-
dureza de sous juizos, Suarey com a extensao de
seu genio, Vasquez com a aguda penetrar.no de seu
espirilo e cem outros. Emflm se se tratasse de lu-
tar corpo corpo com os inimigos da f e de vin-
gar os direitos da egreja, poderia eu despre2ar a
vigorosa argumentacao de Bellarraino ? Se eu qui-
MBM ir ao combate munido de armas dc toda es-
pecie e esperar urna victoria segura, esquecena,
por ventura, os livros d'ouro de enis Pelan, glo-
rioso monumento elevado em defeza dos dogmas
catholicos! Em qualquer parto para onde volva os
albos, qaalqaer que seja o genero de conhecimentos,
que cu percorra vejo sempre padres de vossa com-
panhia, (ue se teem tornado celebres.
Ora, quera assim fallava era certamente o monos
habilitado para assignar o breve da suppressao da
companhia se nao* fossem as insinuaedes e as araea-
Cas dos agentes das diferentes cortes.
V-se, pois, que todas as aecusacoes levantadas
contra esses intrpidos soldados da civilisacao des-
fazem-se ao contado benfico da verdade, como
bolhas de sabao ao soprar do venlo ; v-se que por
| entre os escarceus de estupendas injusticas elles
por seu saber: naeoes inte.ras ha- ,evanlam as soberbas cabecas para declararem
viam sahido do seu seto. A sociedade dos jesutas, I pela bocca mesmo do Sr depu,ado mrQ Lh_o
espalhada entre as naeoes, coutribuiu para conlir- \jeuUs mo morrem e nao morrem porque a ver-
mar a f vacillante dc algumas, para trazeroutras dade eterna e seus Sldados lnvencivcs
ao gremio da egreja e para diminuir o progresso
das seitas. Seus pregadores e seus controversis-
tas susteutaram com coragem os esforcos dos he-
reges. A regularidade de seus costumes, sua lia-
bilidade em conduzir os negocios, seu conhecimen-
to das sciencias e das artes lberaes, conciliaram
aos jesutas o espirito dos grandes e dos povos.
Elles levaram suas missoes America, China,
Abissinia, ao Jap.o e s Indias. Tornaram-se utes
aos soberanos dc Hespanha e Portugal nos conti-
nentes longinquos pela conservacao e augmento de
suas conquistas: fazeudo novos christaos, elles
adqairiam novos subditos para esses principes.
Eis o que fizeram os jesuitas e o que confessa-
do por um d'aquelles que mais contribuirn! para
a sua extinecao. Ao veneno e ao punhal chegaram
os discpulos da cncyclopeda, sedentos de sangue:
a revolucae (raneen que falle por nos.
t Instituicao respeitavel t sim, porque matou
Henrique III, Henrique IV, o principe d'Orange e
D-. Jos.
Oh onde e quando teve isso lugar ? E crivel
que nao houvesse na cmara dos Sis.. deputados
urna voz, que, sciente da historia fizesse valer seus
O Sr. deputado Pedro Luiz diz que combate o je-
suitismo em nome da religo e da liberdade.
Quanto religiao (permitta-nos o Sr. deputado),
o menos competente para isso. Quem outorgou-
Ihe o direito de constituir-se juz as materias do
Ma
e-pToT
Jm
as para que procuramos nos defender os jesui-
erro tanto otis de sentir, quanto as suas amostras
de cha, caf, asucar, arroz, tabaco, algodq^ seda,
ele., ea summa, todos os productos naturaes ifoc
tas ? O Sr. deputado nao acaba de instaurar-lhe
um tremendo processo e lavrar-lhe a senleca con- ,.
deranatora, declarando esta sen.ebea ivoga,d T SS^fioT'S S^VS'ST^.
Elle o dsse e nos o acreditamos. Mai sabiam riores.
Choseul, Roda, Pombal e Tanacci que suas victi- Ecoa elfeito largas encommendas de mercado-
mas teriam de ser conderanadas pop urna sentenca I !,a,sl,.q'f Jf,^,llam senlpre ndas "P08'?^. oque
iJbB..ni om oi .u ^ , .W9^ desta se segoirara em beneficio de vanos paizes,
IrreVogasel eoM8H no parlamento brtsileiro e | nao pode, em ?onsequencia de seraelhante laeuna!
ter lugar em favor de alguns productos do Brasil.
Muilos expositores estrangeiros, eonhecendo a
utilidade mercantil que olerecem as exposteoes,
sua nova orthodoxia e um dia seus esforcos serio tinham em Londres os seus depsitos contendo os
coreados : Mazzin nao o deixar sem a merecida mesmos artigos dos especiinens que exhibram.
isto pelos reclamos da religiao e da liberdade
Continuo o Sr. deputado trilhar a estrada de
recompensa
Continuaremos.
Hecife, 18 de abril de 18i.
/. Guarnes da Sika Mello.
A EXPSITO IMi:i\ACIOMI. DE LO.NKKS EM
1862.
Relalorio do Sr. conselbeiro Garralho Moreira,
presidente da coinraissio brasileira.
(Continuado.)
Se a exposicao dos productos de um paiz nao
um facto sempre idntico, nascido de urna idea
coramum, sem a menor relaco cora o seu estado
poltico, social e moral; e se pelo contrario a
personifieacao de urna poca o reflexo de urna si-
tuacao determinada, forcoso admitlir que, neste
ponto de vista, o nosso contingente, mandado ex-
posicao internacional de Londres, nao representou
fielmente o imperio, que tinha de certo em si os
meios de satisfazer amplamente as condcoes que
Ihe impunha o seu compareciraento nessa solemni-
dade industrial da poca.
Em semelhante enunciado se associa natural-
mente ao sent monto de um cerio pezar o de um
orgulho fundado no testemunho dos que conherc-
rem o Brasil em 1862.
Por melhor aproveitado que houvesse sido 0*080*
smenlo grandioso da exposicao, a nimia estreiteza
do tempo nao poda dexar de influir na execuco
de urna primeira tentativa, contrariando e limitan-
do de algum modo o alcance dos melhores desejos,
que mostrara todo o paiz em corresponder s exi-
gencias da sua coparticipacao na exposTao uni-
versal.
A nao serem taes circunstancias, muito maior e
mais completa houvera sido sem duvida a cotlecco
brasileira; e melhor representadas nao s diversas
classes dos nossos productos industriis, mas, e
principalmente a variada e prodigiosa riqueza dos
pruductos do nosss solo, das nossas florestas, e das
nossas minas.
Nada obstante, o nosso comparecimento produzio
a principio urna impresso de sorpreza, que (fe
prompto se reduzio a urna opiniao geral sobre os
grandes e bellos destinos commerciaes e de indus-
tria a que chamado o Brasil.
Esta opiniao apparece nos juizos da imprensa
ingleza e de outros paizes, bem como no que disse-
ram a nosso respeito algumas publcacoes espe-
ciaes relativas exposlrao; e nao menos exprs-
sada pelos esciiptos dos jurados da seccao franceza,
e pelas decisoes do jury internacional, apenas era
parte couhecidas; pois nao se ada arada integral-
mente publicado o seu relalorio geral.
Alguns artigos na nossa pequea industria pare-
ceram to bem trabalhados que alguns jurados
duvidaram admittir fossem de nacionaTidade bra-
sileira.
Mencionando este fado, estou longe de attribur
a nenlmma outra cousa senao a esses preconceitos
formados contra a nossa actividade e civilisacao,
aos quaes com tanta previdencia alludem as ins-
truccies do governo da V. Magestade.
Informado daqnelle incidente, eserevi ofBcial-
mente (I) ao secretario do jury da exposic3o Inter-
nacional, mostrando que nenhum fundamento ha-
va para duvidar-se da verdadeira origem dos
objectos expostos no compartimento brasileiro.
A muitos respeitos importantes, foi na verdade
eminentemente til a nossa exposicao; veio confir-
mar e estender a impresso popular da Europa,
quanto aos recursos Ilimitados, bem que nao de-
senvolvidos da nossa riqueza natural, dando ao
mesmo tempo urna amostra, posto que incompleta,
do que j temos feito e do que podemos fazer nesse
campo de accao; veio antee i par para o Brasil o
futuro que o aguarda de ser o maior deposito como
j o um dos principaes daquellas materias primas
e substancias alimentares, de que o mundo tanto
precisa e cujos precos nestes ltimos tempes lera
subido na razo das difilculdades crescentes de sua
acquisicao; veio finalmente augmenlar-lhe os cr-
ditos, mostrando que o seu progresso nao s in-
teressado no desenvolvmento da agricultura, como
se acontecer as priraeras pbases do crescimento
dos povos. mas tambora que elle j nutre aspira-
coes legitimas na carreira mais elevada de varios
gneros de industria.
Tal foi o aspecto que a reunio dos artigos que
exhibimos devia offerecer a todos que se oceupam
com interesse do movimento industrial e commer-
cial do mundo. Se nao se apresentou o Brasil como
um lidador robusto nesta luta memoravel, j tive
occasiao de dizer commissao directora da nossa
exposicao nacional, (2), e tenho a honra de repel-
lo na augusta presenca de V. M. : nao poda ser
Assim, eram esses depsitos destinados a satisfazer
os interesses de novas acquisirocs, gerndas bola cu-
rosidade que urna exposicao despena. Parece,
pois, que o Brasil poderia com utilidade tor perma-
nentemente, tanto em Londres, como Paris e Ham-
burgo, collecces do seus dilTerentes productos,
principalmente os naturaes, renovando-as e com-
pletando-as peridicamente, nao tanto em proveito
inmediato dessa tentativa como a fim de populari-
sar nesses grandes centros oconlieciiiiento dos nos-
sos recursos offerecendo-os ao espirito de empreza
e aos capitaes europeus. A realizacao desta idea,
deixada alias ao espirito commereial dos particula-
res, nao dispensara a iniciativa do governo, e as
'acuidades que est Ibes pudesse proporcionar.
O catalogo da nossa exposicao era muito incomple-
to e insulliciente para satisfazer as condicoes e Iras
de urna expesicao internacional. Era urna lista
de nomes de artigos exhibidos, fallando o pensa-
meuto systematico, quer no ponto de vista da sci-
encia, quer do commercio.
a esse respeito comtudo, o catalogo brasileiro
nao foi inferior ao de alguns outros paizes. o
caso desles porm, as informacSes, a que se nao
prestavam os catlogos, eram amplamente forneci-
das pelos proprios expositores, seus representan-
tes, ou pelos coniinissanos e empregados especiaes,
que servan ao mesmo tempo de intermediarios
para relacoes de commercio que ali mesmo se en-
tabolavam.
Esclarecimcntos pessoaes desta til qualidade,
relativas aos promenores de inquirieo, nao podiam
porm ser cabalmente suppridas, quanto exposi-
cao brasileira, por falta de dados e explicacoes
impressas.
Nao fallando do grande catalogo da India, pri-
meiro no ponto de vista de exploracao commereial,
foi o da Austria o metlwr e mais completo de todos,
tornndose por si mesmo um objedo digno de ex-
posicao.
ET esse o que no meu fraco alvitre poderia ser-
vir de modelo ao do Brasil era futuras occasioes.
O catalogo para urna ex-posico internacional de-
ve ser, por assim dizer, o epitome da industria de
um paiz, e o resultado de kilormacoes ministradas
por possoas ao mesmo tempo scieiiticas e prati-
cas ; contendo era forma condensada, fcil e popu-
lar, e estatistlca do paiz, e precedido, a ser possi-
vel, de om estudo geral de sua condicaosociat, po-
ltica, fopographica e commereial.
Neste mesmo sentido e para os tras geraes de in-
dagacao, parecia-me de grande utilidade-que as
principaes provincias do imperio; ou de cada urna
dc per si,ou por grupos de contribuicao, organi-
sassera em futuras exposioSes internaconaes os
seus proprios catlogos, inserind'o nelles com indi-
viduaco a parte com que contribuiram, e man-
dassem seus proprios representantes e empregados
com habiliiarOt'spraticas parafunucionareii>porm
sob a direcco dos commissarios inperiae*. Es-
tes catalogos.quechaunreisubsidiarios do catologos,
dajexposicao do-imperio, remetlido-sa tempo e tradoei-
dos as tres linguas mais geraes da Europa, seriara'
a meu ver de uro auxilio immenso para promover
os fins complexos desses grandes-concursse fazer
conhecido por essas occasi5eso que.vate o Brasil .
quem o que mais detrimenta da Europa a igno-
rancia dos seus recursos.
Antes de parcuiarisar alguns- artigos da noss&
exposicao, seja-me dado ainda insistir na reflexio
que alTecto a quasi todos os especimens de que
oUa se compDohav
Em geral, nao eram elles de proporcoes eeim
quantidade sutQeientes para pela simples inspeecao
indicaren! a capacidade e extensao do commercio
que poderiam originar.
As amostras le productos naturaes, e pnneipal-
raente os mineraes, precisam de certas dimensoes
para satisfazerem a essas exigencias,-antes de reu-
4irt'ni os ttulos para serem considerados nomo
elementos proprios de empreza. seria. Sao elles
obrigados a urna certa peregrinacao, se assim. me
posso exprimir^ pelos depsitos dos estabelecwnen-
los industriaes sendo submettidos aos exames-dos
peritos, s vezes aos dessas chamadas cmaras de
commercio, e em. geral daquelles a quem a etplo-
racao de taes artigos reluz pelo attractvo do in-
teresse, antesqjue os capitaes sedisponham a rece-
be-los para transforma-los em gneros propia-
mente de industria.
Esses requisitos porm faltaram na generalida-
de dos nossos especimens; e d'ahi o motive, por que
nao foi possivel tirar de prompto todo o_ partido, a
que alias se prestara a sua exhibicao. Assim,
por exemplc, no que toca aos mineraes, nao obs-
tante o haverem elles sido systeniatisados, como
j disse, ssb a direceo de Mr. Hunt, urna das
maiores autoridades da Inglaterra em mineraloga,
nao puderam ter mais do que ura arranjp propria-
mente scientifico, faltando-lhes inevilavelmente os
esclarecimcntos collateraes, com referencia s lo-
calidades das minas, sua riqueza conhecida ou pro-
vavel, estado de exploracTw e oulras circumslan-
cias indispensaveis.
Da mesma son para a classfiracaa de cereaes
semen tes, fructos, gammas, malcraos de tintara-
ra, leos, etc, lodos alia- de grande importancia,
nao se pude remediar a lacuna concerneiUe s inr
dicaoes o toda a serie de informages relativas
praticas agrcolas, darao os-meios deobter em mui-
tos lugares qjiue fkrece ser privilegio de um pe-
queo cauto do nosoo globo.
Quanto aos charutos, l-se no citado relalorio-:
c A exposigo do Brasil apresentou especimens va-
riados e de distinecao : cora mais cuidados no cos-
te dessa industria poderia esse paiz ebegar a re-
sultados considera veis.
Nao era preciso de certo orivir esta especie de
prophecia daquelles que forara chamados a avahar.
por alguns especimens queapresentamos, do meii-
to e capacidade deste artigo na nossa industria, para
presentir o bello futuro a que pode altingir o seu
desenvolvmento era lodas as provincias do im-
perio.
Sirva-nos entretanto de incentivo esse juizo pro-
ferido no raeio de tantos elementos cstrangeiros de
comparacao, para nao hestarmos mais na applira-
ciio dos meios conducentes a fazer com que avulte
a produeco deste genero as estatisticas commer-
ciaes do inundo era proporcSes condignas da forca
do nosso slo, c em qualidade capaz de disputar,
e quic arrancar esse privilegio a chamada Perola
das Anlilhas cm favor da filha primognita de Ca-
bral, a nossa provincia da Baha. A reputacaoque
ella tem j podido conquistar na produccao e ma-
npulaciio do fumo, Ihe traria essa preciosa vanta-
gem, sem violencia s ontras provincias, em qual-
quer das quaes nhrguem ignora o qu poderia
egualmente resultar da exploradlo s-'i'ia dessa mes-
ma industria.
Mui apreciadas foram as nossas amostras de bor-
racha ; e entre essas fignravam os bellos especi-
mens-coloridos, que valeram tima medallia ao in-
ventor.
Bem que considerada como a melhor pelos jura-
dos, decararam ellps, entretanto, que o emprego
da nossa borracha nao to extenso, como poda,
em consecuencia de ser o seu preco um pouco ele-
vado ; de sorle que mais gerafmente cinpregada
a que me inferior em qualidade. Quem conhecer
as appKeacoes e as industrias, a fue esta materia
prima tem dado nascimenlo nestes ltimos ancos,
nao peder julgar exagerada toda a importancia
que se der ao desenvolvmento de sua extrarrio; e
o algarismo a que podem subir as nessas tabellas
de exportacao, se melhor dirigida for a exptoraco
deste artigo e discretamente aproveirado: O seu
monopolio devia pertencer s margens do Amazo-
nas, o qual alm do concurso de outras circums-
tancias favoraves, se acha, mais que o outros lu-
gares de procedencia deste producto, ao alcance
dos centros dc industria que tem por base esta ma-
teria prima, qur nos Estados-Unidos da America.
qur na Europa.
A exposicao da nossa riqueza florestal, se hou-
vesse sido orgamsada cornos requisitos e em con-
dicoes capazes de captivar o interesse da arle na-
val, das grandes construcedes civis e da immensa
variedade de appficacoes que tem as boas roadei-
nis aos objectos de- luxo e nsc geral da vida, pde-
se dizer com afouteza, nao teria encontrado rival
no edificio de South Kenstngto*.
Nao houvera sido preciso que as amostras da
nossa (lora sylvesire tivessem tido as proporcSes
das que formavam as duas columnas triumphaes
que o Canad e a Tasmaoia- Mi- fizeram erguer
para aflrahir a alieneao sobre os- vastos recursos
das suas florestas.
Bastara que, por um lado, livessem sido apo-
sentados os especimens das nossas madeiras as
dimensoes recommendadas pelas mdicacoes do pro-
grmela organisado pelos commissarios reaes; o
que, por outro lado, ueuaissein, bem que de modo
MiiniiKirio, todas as individuaroes que nao tanto a
llteratura das exposicoes, como talvez pareca, mas
o commercio e as artes reclaman* para a exacta,
apreciaco dessas riquezas e condodcs do seu
aproveitamento.
Quando as nomenclaturas das collecces expos-
tas se Umitam a simples nomes locaes ou mesmo
botnicos, nao ha em reproduzi-los utilidade prati-
ca para, a exploraco- dO'Commereio. Os calhalogos-
das colonias inglezas, principalmente os da Tasma-
nia, Canad e Quinstaodia, que se pdem citar
como modelos neste particular, encerram em resu-
mo ludo quanto se pode requerer nesla especie de
exposicoes.
Nio preciso aqu referir a acuna que infez-
mente houvc da oosa parte a este respeito : fei
de duplico natureza, j quanto as dimensoes das
amcslras, ja quanto- aos esclareeimentos do catha-
logo.
Urna s das collecces que apresenlamos reuna
'tlO especimens das mais preciosas madeiras, das
quaes talvez* a centesima parte smente estao no
dominio da industria e do commercio exterior.
Nos quadros da nossa exportaco figura em va-
lores relativamente mnimos o trafico das madei-
ras e quando se compara a extensao considera-
vel que tem para tanlos paizes muilo mais longin-
quos da Europa, que o Brasil, o commercio deste
artigo, um dos que alias menos se presta ao trans-
porte martimo, sem duvida para sentir que se
nao tenha desenvolvido eule nos, como poda, esse
ramo de exportaco.
sua abundancia, usos, precos, e o mais que coa- A bandeLra uirailada e ntas coaiii,oc^ de faei.
cerneaos dados essenciaes a produce,^ de taes ar- |ida(le propori.OIiao3 peio6 nos.-os nobres.ios deve
*'*9?' ._...,'riam largamente promove-la, excluindo
Arada por va do exeraplo, outro tanto aconteeeu d(J romp****rjfl
mais benvolo e animador o modo porque foi ap-
ens.no cathol.coj Estr elle especificado no corpo !p|audida pelo jury da exposicao, e apreciada, a
do seu diploma? talvez... E o que (cara compe- , wim,ir Mrfti.mi* nalen iMlaMrial
lindo aos bispos ? O que admira que o Sr. depu-
tado que seguindo a theoria e os desejos de Aim
Marlin, ftur o verdadeiro reinado do Evatigelho,
nossa primeira estra no grande palco industrial
de 1862.
O compartimento brasileiro tinha do fado gran-
seja o primeiro a rasgar as paginas desse cdigo des mritos, mas nao sem alguns defeitos serios,
divino, chamando si attrbuicoes que, segundo Representaba de modo sugge ,tivo a variedade e a
vastidao dos recursos do imperio ; mas era falho
nos meios de satisfazer a curiosidade naturalmente
excitada do commercio e da sciencia. Conlinha
elle, sao da exclusiva competencia dos bispos...
Para que mofar assim do Evangelho ?
Mas nao tudo ainda. O quo bello ver o Sr.
depulado asseverar que te Cliristo viesse hoje ao'em VW* &W0 om numero maior de objectos
mundo encontrara nos jesuitas phariseus mais in- do que outro qualquer compartimento; mas, geral-
demoniados que os da Juica, seria por elles cruci- \n,enle fallando' S dlVerS0S arl!{0S que ormavam
endo... Ora,come(Teitol... E depois vem nos a nossa exP*'ao eram mais apropr.ados para a
dizer que um padre era Valparaizo declarara ter classificacao de um museu, do que para a inspec-
do a revelacao de um segredopela Virgem Maria...' 5a0 e exame dos homens pralicos do esludo das
Nao mesmo o Sr. deputado quem nos afllrma que exposicoes internacionaes, e para representar seria-
se Chnsto descesse Ierra kavia de pregar contra men-te a caPac'dade um paiz grande, productor e
o instituto de Loyola ? Esta sua affirmacao nos
commereial. Todos, e especialmente as pessoas do
direitos? E' possivel que a vez da verdade nao se leva crer na existencia de alguma revelacao...
fizesse ouvir no recinto de tantas illuslracoes ? Se- e como em pleno parlamento se atreve contar
ra receio-de cqptrariar a aguia do parlamento ?
na verdade para causar admracao que os Srs. de-
putados se conservassem callados perante um tal
tentado commettido contra a manifesta evidencia I
da historia. Onde estao os conbecimentos histri-
cos dos nossos legisladores ?
com os nossos productos chimicos. Forara julga-
dos excellenles o attrahiram muita atteu^o: en-
tretanto nao se poda declarar em que quanlidade
e a que precos eram elles manufacturados, (uando
se inquira, se o Brasil produzi MMI desses arti-
gos para supprir ao seu proprio consumo, ou se em
excesso para a exportaco.
Salvas estas imperfeicoes de methodo, alias ex-
cusaveis e quasi naturaes ao nosso primeiro ingres-
so official no thaetro de urna exposicao universal,
passarei agora a especialisar as observacSes que
recahiram sobre alguns dos nossos principaes arti-
gos de industria ali apresentados.
Os nossos licores e espiritos foram muito apre-
ciados; os vinhos porm julgados mus. Nao obs-
tante a sua inferioridade suggeriam os jurados a
conveniencia de dar a devida attenco cultura
da uva, inlroduzndo da Europa as especies adop-
tadas ao slo e clima de um paiz to abundante de
zonas, algumas das quaes nao podem deixar de
ser favoraves a viticultura, e assim tomar o Brasil
a dianteira na produccao do vinho na America do
Sul.
Os assucares expostos foram realmente conside-
rados como muito bons; mas faltaram amostras
de assucar bruto e nao retiuado, bem como infor-
macoes circumslanciadas das diversas retinaras,
precos das differentes qualdades de seus produc-
tos, amostras Ilustrativas de todas a* phases da fa-
bricaco, o quaes os processos adoptados.
O nosso caf era geralmente admitlido ser mui
superior. As pessoas do commercio (e esta sug-
geslo se acha as opimoes dos jurados) lembra-
ram que o caf brasileiro teria maiores precos na
Europa, se os carolos mais grados fossem separa-
dos dos menores, e se houve-se o cuidado do ira-
pedir-lhes o contacto com a trra na operado da
secca.
Na Inglaterra sobretudo ha forte repugnancia
para o caf que tem esse goslo de ierra, predomi-
nante no caf do Brasil; e isso nao obsta pouco a
ser mais extenso o seu consumo nesse paiz. Keco-
nheceu-se todava haver neste ponto melhorado
muito o caf brasileiro.
As amostras de cha foram consideradas quasi
eguaes a alguns dos melhores especimens do cha da
China; notando-se-lhe smente certa faltano aroma,
mas eram lio diminutas as amostras, que nao oi
commercio,"apreciavam oque viam e desejavara
saber mais do que isso ; a falla, porm, de certas
historias cuja authenticidade nao est provada ? Na nformaS5es' fom PP J objectos capacidade
verdade essa urna noa maneira de exercer-se as e W'- d,slacia dos uarf d sua Pr-
delicadas e transcendedtes funecoes de legislador, d.ucao SEf embarqUe' facil,dadede ex,rac-
j .,___i.:~.__i i a. condicoes de transporte, etc., nao poda deixar
de um grande imperio... \\^' T . -*----;
] de reter esse espirito de indagacao pratica e til.
E a liberdade? Ora, a liberdade I Seria possivel qUe^ ronfrontac5es dos producios dos diversos
a sua propagacao sob os endurecidos gnlhes do paizes nao cessam de provocar em beneficio do possivel subraelte las aos meios de apreciaco com-
. O Sr. depulado Pedro Luiz, que nao pode e nao jesuitismo? tem razo Sr. deputado; a liberdade desenvolvmento das transaccoes pela facilidade da lra,iva Rrande escala. Esle genero, entre-
deve desconhecer as regras e as regras mais tri-1 ensim% pe|os jesuiUs permittindo a depravacao offerla e da procura. %%0d Z^Zm^^eZ^tomti
viaes da jurisprudencia criminal, nao devia aven-. latme c0m que minan as bases da soctedade, ar-1 Em ap00 dessobservc5es, seja-me licito trans- riqueza para o Brasil, se dermos a essa cultura o
turar urna proposicao, que la .fcrir de frente urna ruiMa 0 estado, desmorona a egreja, anniquilla o crever o que em um de seus artigos costumeiros j desenvolvmento de que capaz entre nos, o quo
insttu^o, que por muitos titules soube conquis- i eSpi,ito dos povos e mancha o altar do Christo... sobre a exposicao-internacional, disse o Times, de alm de varias razoes, parece ser-nos natofalmente
tar o resDeito e admiracn dos "tM-nlos *m arnm.' n.... ,,. a n i;h-H.,H., h nhiincnnhismn 117 de novembro de 1862. tA colleccao brasileira, indicada pelo fado de nao exigir tanto o pesado tra-
panha-ITDrovaTSta^^n ^ mrn^lm rl^ QU /, losoph.srao, I porm mui perfeita tem o completa- \ balho brocal erapregado na grande culttfra.dos pro-
;',.... A ..' q lornas8em clara aquella que assassina os reis no cadafalso, que faz *ate crcada de nquircoes de desejos os compra- i duelos chamados ntortropicaes. *
o rece io
cornpetico
De um documento official repartico da agricul-
tura era Qubec, v-se que o Canad, exporta an-
nualmente cerca de 30\OO,(KH) ps cubieos de ma-
deira em eslado bruto, e 400,000,000 de raadeira
serrada (medida de bordo.) A renda dessa co-
lonia, proveniente de madeiras cortadas as suas
forestas, mouiou em 1800 & 1000,000.
Das sessenta ou setenta variedades de maderos
dos bosques do Canad ha anaualmente apenas
cinco ou seis, que vo perfazer essas exporlacues,
tao vastas em quanlidade, ficaudo 50 ou 60 espe-
cies a ser entregues s chammas, e a perecer pela
aeco dos insectos e do lempo. O elevado desse
algarsmo diz eloquentemenle o que a este respeito
poderiamos. fazer utilisando a superoridade dos
nossos recursos em relacao aos que oerece ao
commercio o vallo do S. Lourenro.
Por bem deste desidertum, bastara lembrar-nos
que nos perlence ao o fei dos rios, de cujas mar-
gens smenle sahiram essas numerosas amostras,
que formavam a bella cotlecco a que acabo de
alludir.
Excitou muila curiosidade um dos artigos de
nossa produccao, de consumo ahs at hoje lm-
lado aos nossos vixinhos do Rio da Praia, e conhe-' "S1'8 8fraes em certos casos, nao A^<
L'ma tentativa aesse sentido nao
selhada depois desta apreciaco
ba de reeeber esle nosso producto.
fim. lodo o case, valena a pona,
dos nossos consulados, fazer de nr _
abundantes delle ehegassem aos rjnmin
lurciros de lanas cidades da lnglat>>m. tmt
do que em qualquer outro paiz do ronrineMe fr -
nerarisado at as ultimas classes donwih Hb.
A' sombra da analoga de sabor e mitra proprV-
dades, poderia talvez o mate entrar con dleem
concurrencia vantajosa.
Na Allemanha. c mesmo na Franca "n>le rat-
lem muito maior raga do que o cha! talrn |
sem as mesmas diNgoari?* rondiizr a
salisfaclorio? qnanto subsiitalflo gra.hu) i
artigos pelo mate, o bnm xito oestes vasOM cana-
pos .le consumo seria um imntilo inimeam ea-
ti acc.io desse artigo da nossa riqoea.
Algumas outras coaaManeiao, r-Haiivana va
rkM productos aosoon, rio natiiralraenle ifc-snwto
itas pe,) estado comparado da aun rxi
hilas se prendera, por-m, a exames e i
que mal caberiam ne-ta vista -ommin.i
camente me propuz. Keporto-me p.^< i
torios especiaes, e nomea:famante .m n'i
tracto jurado. Mr. Mier-, i.^t.- ,.ntrr M ;
tratados rom aroveitosa exiit do admiravel o do algodo, csw nroArn Al
qu.e, pela organisaf.lo ndu.-lrial +. rminH.) (
a Mr boje na Europa a influenoa pertr-*r
de um grande poder poltico.
Nio devo ''ntreanto concluir >Mi* re
pedir ainda vi-na vossa magfstnflr
ra externar algumas proposirriet un-tntas
b-rencia mois mi menos inimediata >
que inleresKiui a lodos os ramos !.
tria.
A sua necessidade primordial s.nr Janina .
disseminarfio do ensin geral e pr.>fi--ionaf, raja
accao se communica p-r lal form a tlo*ner
vos da forca productiva dos estados, que. aana ra-
mo fra ocomi- dvnmnsrar Ihe agora o* btmtim
o rerlama-lo ao p;werer |*>r cert nma prii-
ogia importuna na-- sirggesfiVs de loV qor iav
teressam pelo riesenvolvintenio lo paiz.
Ao lr-se os nnport.-vnle* riorunvi-nt.>~
que den nascenra a ullinra eaposiri nili iwnTnI
v-se a inMrucc.io-geral e o enino ^-perrU %n
rando frente de- inda .* indirariV-s. oa rw
um grito de soccorro |>or hem das in lustnas *
quasi to.los os panes, ou rorw> um litnlo ftnriasr-
das victorias indispulndas d ibruns nesse i
raen da poca.
K impossivel pereorrer a tong rada dos arte-
factos do homem em dulas as-tiansforaaaciaa *>
seu .jiMii... sem reconhecer a neres>nlale t aar
justo equilibrio entre a. somma .le rxsinirran gara!
e a i!< eiisino especiak S quamio e?tes am ate-
menlts-ein de vidas pi :-por;es ieiu-.*b>*gali..
val dtsejado, que podem produrir n i
abunAneia. assim njoo o Nilo s fertlisa aa tor-
ras qi o abracam, quando o volme da* aa
aguas ehega ao ponto o inundaro.
Asrieqnasi illimtada de nossos pradnrtna na-
turaes, dfe nossos preciosos especimeM mini rjta
gicos, e-anda mesmo d>iuelle* que nuOretn a Ma
da nossa industria a-rrimia, rene as pnvas paifi-
lantes d-'-quanto nos falla, oh as resta tnaer nos**
sentido -,. qur para legitimar as no*-as- a'airarVs
de concurrencias, qur par;, n'i sofrermos mateU
iijdameoue-o supidiclo de Tntalo, n ante aa ri-
quezas- sem cont e desaproreilari.i*. 9.
mais que muito animador o pr**eariavaaM
a viva proteero, que esm- grande i te** ja a
fortuna de encontrar na illasiraro e a paOrteoS-
mo de ossa magestade Haperial. primim a
fundaco- dos instituios ^crieola*. onde x acbtm
os germen* da futura pi f.-ciaa le da masa agri-
oiiltura.
Por mnis difilculdades- ipae enrontrem.na ma
ereaco eslabelecimemos riesta natureza, enmare a
toilo o casto supera-las ; pois sao elles.es
fe. indemnisar-nos do lemn- perdido
que temos deixadn de utilisar, logo qne
dos pelas- nossas provincia*, comerarefea a i
mar sobre-a nossa agricultura os beneticios 4a tes-
trueco especial, cuja falla laato a lem prejjaamio.
Se, po.-vm, o Brasil, aperar de lio predoramanli1
elemento- de grandeza na sua agricultor?* na e.
nem pCe ser laclado a um rgimen exetosvateea-
te agricela, pois esse, na phrase de vas ccoaoaanu
nioJern... prolonga a inLucia das soci.atte. sen-
do a apathia physica e iniell-rtual. a roiaa o a ig-
norancia o seu Iristc cer-tejo ; mas, s& nate roa
trario, nada Ihe pode disputar as suas lagilima-
ambiges de entrar lamuein no domiaio dao maa-
facturas-.. pois sao estas, ca dizi
bio, as que pera erejefo mil >,>.. * awij
e esteedem o imperio do homem sobre os pofeVrrs
productivos da nature.a : dan ao trabalkn mrln- r
retribuicoe elevara o prego do lempo, a a-Jtas I
nalmenle pertencem os caaaes. os ramintm OV tur-
ro e a-navegaco por vapor, o ues.uvottimaatoo
commercio exterior e < meios da deft'za aariu-
nal nao pode ser indilTerente a profra*a. aa
nossa. industria o facilitar a dffuso dotaterup-
ral o profissional. por todos os meios qfev rateres
ses- de to grande |rvtr pedem a saneante* a per
veranea do governs.
Sem pretender aqu passa-lns em r
me licito entretanto, em desempenho i
ces do governo. ile vossa magestade, atontar ti
guns dos obstculos .ue, emt>ora parec#Mte aa li-
geira influencia, nao podem deixar de relaraar o
desenvolvmento da nossa industria a>
ral do suas ramificaces. O principm.
predomina em nossa tarifa, bem que ;
to protectora, nao devera ser eslenddo- ana aten -
tos destinados ao ensino, e em geral aaf fte> eaa-
correm para a propagago das luze> c i
insirucr.i., da. mama geral do paii.
te, nao meaos rerlo que nao s o I
impressas, mas lanibem toda essa s-rit i
tos accessorios e at indispensaveb ao i
mo estampas, gravnras e destiios,;
desenhos o pintiuas proprias para o >
toinia, botnica c onir;i- srienrias ;
machinas ou modelos para arte a ai
como mappas ou carias geographicas,
ca, topograpbicas e semelhanles, eslao
um alto imposto de. consumo. *> nao |
de atacar os mananciaes do. mslrurra
muito mais preciosa, ainda une se na*
putar por aigarismos.
Entre estes objectos, os ojuaes lodos asferi^an
trar no paiz livres de nipo-lo, figura o panri Jr-
tinado ao desenho, tributado tom direilof aa ni
do 30 por ceuto.
Se os interesses do fisco podem
a, aanater J
A nossa exposicao deste artigo foi altamente
e manifesta a verdade nella contida. Sua honra I SUDr uma prostitua ao altar da patria, que deno-1 dores ; mas, por algum descuido inexplicavel, no se .
de orador e publicista nao Ihe permtttia assim pro-! min. n.. n ,nrln ,, mli nua |PVa os novos ao' mandarara com os productos exhibidos os respedi-' apreciada. Nos juizos da seccao do jury francez
ceder. |mina 0et^ esp,r,U) d0 mal' que WJ* os ^ !T0S precos. De sorto que impossivel julgar se (relatonode UM. Barral e Wolowski) encontrase
e seguinte apreciaco:
As folhas db fumo* mandadas pelo Brasil me
i caminho da virtude por cima de cadveres, e que | eljesS3 verdadeiras amostrasde gneros de indus-
Nao daremos aqu o desenvolvmento histrico prende o Christo na pessoa de sea vigarib; a liber- tra ou s especimens extraordinarios, preparados
desses tristes fados, que todo custo se quer im- dade que convm, Sr. depulado aquella que v para a occasiao. Em consequencia deste grave er- recern urna mencao especial pela sua excedente hbitds sensuaps, lem lido
putar aos jesuitas, mesmo porque a leltra do his- em Christo um homem uma creatura om* finura- ro perderam os Brasileiros em nossos mercados qualidade, fineza e aroma.. Mas ser verdade, desu natureza urna phase
toriador iZfoi anresentada no Dinrto da 11 do eor n ,JT creatura, uma pgwa, v ^ c^p se.nao reproduza ; proseguem d.zndo estas autoridades, que nao se a sua adopeo definitiva, ce
tonaaor ja.toi apreseniaua no uiarw ue i i do cor- ura ra>o(uc(oiano. e oue o aoresenta caoaz de unta. cuacJ"' 4----------.--------------------------, . amals a e2ua ar os nroduetos admtravAic' enrn Aa eirnimsiineias mi
cido apenas desto lado do Atlntico pelas investi-
gages da sciencia as classificaces da botnica.
Quero fallar do mate, cujas condicoes culturaos
afiangam um grande porvir de riqueza a algumas
das nossas provincias do sul, se fosse possivel eu-
ropeisa-lo, por assim me exprimir. Esta planta,
ainda que se nao consom ua Europa, como artigo
de commercio, diz no seu relalorio o Dr. Lan-
kcster, uma das maiores autoridades nesla mate-
ria,- tem todava um grande interesse para aquel-
es que estudam a alimentario do genero humane,
debaixo do ponto de vista philosophico.... A ques-
to de eslender o uso desta planta como bebida
uma das de maior interesse para o Brasil.
J*or analyses chimicas parece que o mate con-
ten quasi o dobro de tlteina quo o mesmo peso de
graos de caf, e tanto coino as folhas do cha. Se o
mate podesse tornar-se agradavel ao paladar, nao
ha duvida que se poderia contar com boa venda
delle entre os habitantes da Europa, e outros
pontos do mundo, acoquinados ao uso do caf e
cha.
Xa Inglaterra, por exeraplo, onde lio grande o
uso do cha, nao seria impossivel que viesse ainda .
abrir-se um mercado para o mate, cujobaixo preco; no luieralmenle diverso daqanlta arma; ira aaf*
deixar de atlender as cirriimsunrias
para nao enlorpecar o futuro s em
presente. A aboltc.lo d-sses direitos
aconselhada como'tima animacao indi
cacao industrial, e propagacao geraa
tanto mais quo a importancia desses vnt
to grande, coreo a expectativa de as
nem ha impossibilidade de por outro
tui-la.
Pelo quo toca nossa industria (abril, im:
ral a iodo- aquellas onde indispi^isaval a interven
cao das machinas, nao se pude deixar da teavar
respeito que a nossa tanta consagra a atea graad.-
elemenlo de poder pradudivo, (sentando oV ~
los as machinas destinadas lavoura, s :
navegacao por vapor, e s estrada ae ferro
Dcixam. porm, de gozar deste favor oteTas
qnacsqoer machinas, apparclhos oa iasaramimft*
nao classificados : e, segundo o ante aa ter*.
todas as que nao preenrherem oa fins,
se Ihes d essa isenco.
Nao parece problemtico o i
posto sobre essas machinas qn
se tornara talvez incenlivo de esnmaco e de con-
sumo.
revolucionario, e que o aprsenla capaz de uma,
rente. Henrique III foi assassinado por .Thiago colera tem limites. Essa que a ver4adeira li-1
Clemente, Henrique IV por Francisco Ravaillac, o berdade, Sr. deputado... !
(1) Anbexo n. XLV1, pag. 510.
\i) Annexo n. XLVI. Pag. 510.
Na historia da introduccao na Europa de tantos
artigos que tem hoje uma exlracgao legitimada pela
civilisacao, e exigidos pela forca implacavel dos
lem lido quasi todos os objectos
de difilculdades para
com lento e por um con-
os productos admlraveis '. curso de circumstancias com quo possam ser offe-
I chegar jamis a egualar
da liba de Cuba? Estad
. sar que as desc- bertas da sciencia, esclarecend'o as' questao do consum,
da liba de Cuba ? Est demonstrado ser licito pen-1 reeidos, o preco quem resoive quasi sempre a
ticaco : c quanlo s dislincodoa sobre a rirtae a
aptidao deltas, a flscalisaoio o a tenia. poatV.
vir a frusiar pralicamenle o espirito liberal da ta-
rifa.
IContrnvar-t+ta.)
PBRNAMBUCO. TTP. Ut H. V. F. flU
MOTILADO