Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10349


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Full Text
AflKOIL. HUMERO 93.
Por tres nezes adiantados 5)000
Por tres mezes vencidos 68000
Porte ao correio per tres mezes. 9750
-V >'a fila vh 4!
* !!
SABBADO 23 DE ABRIL DE 1864.
Pr ann* adiantadt.....19$00#
Porte ao correio por nm anuo 3|00
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos lirada; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliverra; Maraoho, o Sr. Joaquim Marqo.es Ro-
drigoes; Par, os Srs. Manoel Pinheiro 4 C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARRBGADOS DA SITJSCRIPCAO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Dias; Bahia, o
Sr. Jos M anus Alves; Hio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Marlins di Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruarn',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Jazareth, Limoeiro, Brejo, Pesquera,
fngazeira, Flores, Villa Bella, Tacar.'t,,.abrob,
Boa Vista. Ourieury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras
Ilha de i-ernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partera ao V dia.
EPHEMEKJDES do mez de abril.
6 La nova as 11 h., 29 m. e 2 s.,da m.
13 Quarto crsac. as 9 h., 40 na. e 14 s. da u
ti La cheia as It) b., S9 m. e 3 s. da t.
29 Qaarto ming. as 2 b., 14 m. e 32 s. da m.
PREA5LAB. DE HOJE-
Primeira as 3 horas e 18 minutos da maoha.
Segunda as 5 horas e 42 minntos da tarda
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 5 e 25; para o norte at
*.*"#* 7 22 de cada raer; para Pernando nos
das i* dos me?es dejan, man;., maio, jnl, set. enor.
PARTIDA DOS OILMBLS.
o Recie: da Apipucos as 6'/, 7, 7 /, 8 c
7 /* .- m:; .de 01inda s 8 da m. 6 da tarde; de
Jaboatao as 6/j dam.; do Catanga e Varzea is 7
d*deBemficas8dm.
' l- .Il 6 ** tarde! P*-8 01md* s 7da
mannaa e 4 V da tarde; para Jaboatao as i da tar-
S!* ?aDga 9 Varzea Vi da tarde; para
Baratea as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommerrio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 boras.
Fazenaa: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meto
da.
Segunda vara do civel: qaartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIA DA SLMaMa.
IH. Segunda. S. Gal lino b. cardj S. Anrtiu tr.
I'.i. Terca. S. Expedito, Ari.->loni|- mu,.
. uarta. S. Ignei do monte Petician.
21. Quima. S. Anselmo arr.; S. Silti
22. Sexta. Sf. Soler a t'ai pp. nn.
:;. Sal.l.ado. S. Jorge m.; S. Adbkt b.
24. Domingo. S. Fiel de Sigmarioga tu
ASSiGNA-SS
no Recife, era a livraria da praea 4a brfepaadeaeta
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figneiroa 4
Faria 4 Frlbo
PARTE (MAL.
G0VRRM DA PR0YM11U.
lipidile do -fia 20 de abril* de 1861.
t)flicio ao brigadeiro commandante das armas.
j-Eni saltsfacao ao olfieio n. 243 o data de 10 de
fevereiro ultimo, en que V. Eso. propondo a ne-
cessidade de preparar-so no hospital militar urna
casa mortuaria, para nella seren conservados os
cadveres, durante o prazo prescripto pelo arl. 66
do regulamenlo de 2o de novembro de 1814, tern-
ura ao iiicmiio lempo a conveniencia de seren elles
d'liosilados no' cemiterio publico, em quanio se nao
leva a elTeitoaquella medida, tenlio a dizer-ltie que,
segando, e que pondera a cmara municipal desta
cidadn, em oicio constante da copia junta, nao
jxjdeui ser all reerbidos os cadveres de que se
{rata.
Dito ao desenihargador presidente do tribunal do
ommerco.Ao oIBck de V. S. de 18 do corrente,
relativaineule a substituicio do fiscal desse tribu-
nal, respondo dizeudo-lhe que, em data de ltoiilcm
llie declarei que deve ser ella feita na forma do
aviso n. 411 de 1 de novembro do 1857.
Dito ao Dr. cliefe do |>olicia.Com a copia do
ojMea que em IS do corrente recebi do juiz muni-
cipal da 1' vara desta cidade, respondo ao de V.
S. n. 45o de 13 do niesnio mez, relativamente a rc-
IQsqaq de dous labelliaes feita pelo delegado do
d' districto ieste termo.
Dito ao inesmo.Para que possa ser paga a des-
,peza sobre que versa o seu oflicio de 4 de marco
ulliino, cois o aluguel de casas para quartel do
d"stacaineiito de primeira linlia, que esteve no dis-
tricto de Beberibe, cuino soliritou o respectivo sub-
delegado, laz-se necessario que este satisfar a exi-
gencia da thesouraria de fazenda, constantes das
iiorinaccs por copia juntas, a que vo1 annexas
tambeni por copia as que ministrou o brigadeiro
:uiiiinandante das armas. O que V. S. lar cons-
lar ao referido subdelegado.
Diu ao inspector da thesouraria de fazenda.Se
nao liouver inconveniente, maiide V. S. pagar a
Joaquiin Elviro Alves da Silva, a quantia de 153120
despendida durante os mezes de Janeiro mareo
leste anno, com o foniecimeiito de luz para o quar-
lel do destacamento de primeira ludia, existente
em Barreiros, como se v da inclusa conta em du-
plcala, que me foi remecida pelo chefe de polica,
com olllcio de 18 do corrente, sob n. HlCom-
Biunicou-se ao Dr. chefe de poli.-ia.
Dito ao mesmo.-Expela V. S. as suas ordens,
para que seja recolhida ao cofre dessa thesouraria
a quaulia de 17, que existe em poder do director
da colonia militar de Pimenteiras, segando elle
ommunicoume em olhYo de 13 do corrente, pro-
veniente de sepulturas concedidas no cemiterio da-
fuelle eslabelociiiiento, desde outuoro do anno pas-
s;ido al marco ulliuio.Comniunicou-se ao predi lo
director. '
Dilo ao inspeelor da thesouraria provincial.
Traosmilto V. S. a inclusa conla em duplcala,
alim de que, conforme solicilou o chefe de polica,
mu oflicio de 18 do corrente, sob n. 472, mande
pagar Joaquim Elviro Alves da Silva, se nao hou-
ver ineonvenieule, a quantia de 15120, em que
iniporurain as despetas feitas com o fornecimunlo
Je luz para a guarda da cada da villa de Barrei-
ros, durante os mezes de Janeiro marco deste
anuo.Comuiunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dilo ao dii eclor das obras militares.Mande V.
5. examinar, por um dos engeuheiros desta repar-
tieao, se for possivel, a cubarla da cathedral de
Olinda, e orear a despeza fazer-se com as obras
o.ue forem absolutamente indispensaveis para me-
Jliorar o estado daquella parle do edilieio.Coui-
municou-se ao Exin. bispo diocesano.
Diloao coronel Antonio Pedro de S Brrelo.
Teodo designado a V. S., o lenenle-corouel refor-
mado Joa Aulouio Pinto e major Sebasjiau Antonio
do Reg Barros, para examinarem. de conformida-
de com o aviso da reparlieao do ministerio da
guerra do 1 de marco de 1862, 135 covados de
panno msela, viudo da corte, no vapor Cruzeiro
do Sul, com deslino ao 1- balalhao de infanlaria ;
asaim ucoinmumco V. S., alim de que ptoceda
no referido exame, convidando para isso aquellos
olfieiaes.otninuuicou-se ao director do arsenal
de guerra.
Dilo ao inspector do arsenal de niarinha. -Auto-
riso V. S. a ajustar a passagem do operario Jos
Maaoel da Costa Gamillo, com o capito ou dono do
avo em que elle livor de regressar para o seu
paiz, Visto que a despeza cun essa passagem deve
correr por conla do governo, como consta do cuii-
trato que elle celebrou com o cnsul geral do Bra-
sil em Lisboa, para servir uesse arsenal na quali-
dade de CMIeo.
Dito ao director do arsenal de guerra da corte-
Respondo ao oflicio dessa directora datado de
27 de fevereiro Ultimo, declarando V. S. que fo-
r ira entregues exactamente no arsenal de guerra
desta provincia, como consta do oflicio por copia
inclusa, os objectos coudos nos volumes trans-
portados no paiacho nacional Beberibe.
Diloao coinmaiidanle superir da guarda na-
cional de Cabrolio.Paracuinpriraenlodo disposlo
no aviso da reparlieao da jusliea de 31 de margo
ultimo, informe V. S. com brevidade acerca do
que representou a cmara municipal da villa do
Ourieury no oflicio por copia incluso relativamen-
te guarda nacional daquelle municipio.
Dito ao commandaule do corpo de polica.Po-
de V. S. mandar alistar no c >rpo sob seu com-
maiidu, cumo pretende, o paisauo Antonio Fran-
cisco II, que foi considerado apto para isso em
.iiispeeeao de sade, como V. S. declarou em seu
olficio ii. 173 do 13 do corrente, que respondo.
Dilo ao director das obras publicas.Inleirado
do cjiiedo do seu ollicio de 18 do corrente, sob
n. 104, tenbo a dizer cni resposta que pode Vine,
autorisar o arrematante dos concerlos da ponte
.sobre o rio Gurja a collocar naquella ponte nos
termos do arl. I." do respectivo contrato mais
duas ludias em subslituico de outras que reco-
nheceu-se eslarem arruinadas, pagando-se-llie por
esse Iraballio a quantia de 1U0-J, conforme Vine,
indica em seu citado oflicio.
Dito ao juiz de direito de Cabrob.No caso de
nao poder Vine, remoller para esta capital, como
pie recommendei em oflicio de 12 de marco ulti-
mo as leslemunhas, que, em numero de 3 5, de-
vem depor no conselho de invesligaco que lem
de responder o segundo sargento Joiie Evangelista
Leal pelo criminoso procedimento que allude o
citado oflicio, baja de providenciar conveniente-
mente para que se tomem alii judicialmente os
dcpoimenlos das referidas testemunlias e m'os en-
vi com a brevidade possivel, como solicita o bri-
gadeiro commandaule das armas em oflicio n. 708
de 18 do crreme- Communieou-se ao brigadeiro
.rominaiidanle das armas.
Dito ao juiz de paz mais votado do primeiro
districto da freguezia do Brejo.Nao tendo acom-
panhadoa lista dos oidad"ios qualilicados votantes
nessa freguezia no corrente anno que Vmc. me
enviou com o seu oflicio de 5 de mareo ultimo, as
reJagon s de que traa o decreto n. 2,865 de 21 de
dezembro de 1861, cumpre que m'as remella com
a brevidade que fr possivel.
Portara.O Sr. gerente da Companhia Pernam-
bucana, mande dar transpone al o Cear no va-
por Mamanguape em lugar de r destinado pas-
sageiro de estado Manoel Joaquim de Carvalho.
Igual favor foi concedido fre David da Nati-
vidade de Nossa Senhera.
Dita.O presidente da provincia, atlendendo ao
que requeren o alfares da sexta eompanhia do ba-
talhao n. 23 de Infaniaria da guarda nacional do
municipio de Santo AnlSo Pedro Secundino Bar-
liosa da Silva, resol ve conceder-lhe passagem para
a 8" companhia do mesmo batalhao.Communi-
con-fc ao respectivo commandante superior.
Dita.O presidente da provincia, tendo em vis-
la a informacao do commandante superior interi-
n 'da guarda nacional dos municipios de Santo
Aiilao e Escada datada de 28 de marco ultimo.
resol ve conceder permissao aos tenentcs da ter-
ceira companhia Joaquim Pessoa Cesar da Cunha,
e da sexta Joaquim Jos Alvaros, ambos do bata-
lhao ii. 23 de infanlaria do primeiro daquelles
municipios para trocaren entre si de compa-
nhias.Communicouse ao predilo commandante
superior.
Dita:Para o conselho de invesligaco que su-
geto o tenente da segunda companhia do corpo
de polica Manoel Fernandes de Albuquerque Mel-
lo pelo fado constante do seu offlcio de 13 do cor-
rente dirigido ao capitito llscal do mesmo corpo, c
de outro deste ao respectivo commandante na
mesina dala, os quaes aqu ajunto era original,
nomeio :
Presidente.
Capito Francisco Borges Leal.
Vogaes.
Tenente Thomaz Rodrigues Pereira.
Dito Luiz de Franca Mello Jnior.
Communicouse a commandante do corpo de po-
lica remetlcndo-se copia desta portara.
Despachos do dia 20 de abril de 1861.
Requer tinentos.
Claudio Dubeux.Informe o Sr. inspeelor da
thesouraria de fazenda.
Elias Alves do Monte.Passe patente.
Jos Manoel da Cosa Gamitto.Fica expedida a
ordem para ser contratada a passagem do suppli-
cante pelo inspector do arsenal de manaba, com
quem para esse Um se queira entender o suppli-
cante.
Joaquim Aureliano de Castro. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Rufiuo Leopoldino Mendes.Passe portara con-
cedendo tres mezes de liccoga com venciuientos
na forma da lei.
PERMMBCO
ASSEMBLEa provincial.
Discurso do Sr. deputailo Paula Baplisla, na ses-
sao dr 30 de passado.
O Su. Paila Baptista (grande movimento deat-
cncao na sala e as galeras)!Arredado do par-
metro desde o anno de 1857, atiento, porm, e
com o espirito sempre alerta todo o movimento
poltico e ao jogo das ambicoes dos homens, muilo
devo, senhores, aos votos do amigos eslimaveis, e
de muitos ejmui disiinctosconcidadosdo 4 distric-
to, a occasiao, quo boje leuho de pagar a esta as-
sembla, como um de seus membros, o escasso
trbulo de minha experiencia c conscienciosos es-
tudos.
Guarde todo o silencio sobre os meios, com que
me prejndicaram na eleiriopara depulados geraes :
lenho lido immenso cuidado em nao contribuir para
animar odios, promover dissencoes, c axarcebar
paixoes; e este meu silencio, que mal comprehen-
ilido por alguns, tem sido altribnido fraqueza e
a falla de zelo pelos negocios pblicos, eu vos de-
claro, que elle revela a nobreza e dignidade com
que sei supporlar todos os revezas polticos, per-
inanecende liel s mintias coaviccdes. (Muilo bem,
muilo Ivon
E, se em outros tempos, nunca dssimulei mi-
nhas opinioes nao boje, que deixarei de pronun-
car-me com franqueza e lealdade, boje, que me
simo ennobrecido por tantos votos de eslima publi-
ca, e extrema coniianca.
Principiarei por un protesto. Sim, firmado no
principio da intervenco do povo em seus proprios
negocios e no principio de publica discussao, ues-
tes dous principios, ambos capitaos e absolutos no
rgimen constitucional, nesse rgimen creado a
imagem do homem, eu protesto contra as creden-
ciaes dos que tem dito, que qualquer discussao po-
ltica nesta assemblca intil (Apoiados.)
E' pelo principio de publica discussao que se po-
der esclarecer todas as classes para o bom exer-
cico de seus importantes direitos. E' pelo princi-
pio de publica discussao que as verdades podero
chegar aos ps da mageslade do imperio. (Muilo
bem.)
A discussao, que pode ser intil, e al mesmo
funesta, aquella, que nao presidida por nobres
e justas paixoes : entao, o abuso, a aberraco
do dever e nao o mesmo dever, que nos preju-
dica.
Islo posto, nao principiarei, como fazem quasi
todos, delirando minha situaeo poltica nesta asi
sembla.
Um Su. Diputado :Era conveniente definir.
O Sr. Paila Baptista :Pois, islo o que me
nao d algum cuidado : ella vira asss lucida como
natural consequencia de minias ideas c aprecia-
Coes.
O que foi a liga ? sobre que bases fundou-se ella
nesta provincia t qual boje o seu poder ?
Se queris de veras saber o que foi a liga, pro-
curai sua definico, nao em diccionarios; mas em
vossas consciencias e em vossos coraedes.
Quanto a mim, o que a minha consciencia o o
meu roracao me dizem justamente o que passo
agora a tr'ansmillir-vos pela palavra.
Quando a nacau viva acabrunhada por um po-
der envelhecido e arbitrario, que entorpeca seu
natural desenvolvnento : quando um exclusivis-
mo pessoal e emperrado, em vez de respeilar as
tendencias legitimas das populacoes, permaneca,
tenaz, em defender seus interesses de preferencia
e com exclusao dos nleresses geraes: quando o
grande argumento dos partidos era dizer um para
o outro ja tambem fizestes, e havets de fazer o
mesmo de que Itoje me aecusats : quando, com cs-
a f imprevidente no fuluro, impunha-se a obe-
diencia eao respeilo dos povos terrives exemplos
de scepticismo : quando, para se conservar essa
ordem de cousas, comprimase os votos pblicos,
e se inventava urna soberana dispensada de razio
c justica, era necessario substituir essas ruins pra-
sicas pelo dominio dos verdadeiros principios.
Alguns homens, dominados de paixoes generosas,
conheciam os perigos que lentamente vinham se
aproximando osla situaeo.
Em um e outro partido existan esses homens
de alta razao e sentimentos moderados, que, sem
renegarem seus principios poli ticos, comprehen-
diam todava os perigos da mmoderacao as cou-
sas, quaesquer que ellas sejam.
Eis ah, pois, a liga. (Muilo bem.)
E, senhores, estaremos por ventura esquecidos
de que da moderacao j se fez um programma mi-
nisterial, que fora por alguns motejado pela razo
de que a moderacao era a virlude e ao mesmo
lempo o dever de todos os governos e de todos os
partidos ?
E o que significara esse programma, senao que
infelizmente nao existia essa moderacao; porque o
exclusivismo pessoal a regeitava, para permanecer
as batalhas da intolerancia com suas depravacoes
c desordens ? (Apoiados.)
Se, por um lado, ha principios santos, que sao
verdadeiros dogmas para lodos os partidos polticos
dignos deste nome, por outro lado, quando a ordem
e a liberdade, dous termos de urna s lei provi-
dencial, sao defendidas por moderadas e Mores
paixoes, bavemos entao de ver, que nao ha dous
seres inlelligenles que marchem lao iraquillamenie
um para o outro, como sejam um liberal, ordeiro,
e um ordeiro liberal. (Muilo bem.)
Sob o influxo da i mmoderacao tanto a ordem
como a liberdade, podem tornarse subversivas; e
tanto em nome de urna como em nome de outra
poder vir a desorden) na gestao dos negocios p-
blicos, c a ruina no paiz. (Muilo bem.)
Sob o inlluxo,' porm, da calma, da razao, e da
moderacao, a ordem, cedendo as novas necessida-
des do lempo, e a liberdade, marchando em suas
variadas eoncepcoes, uuida a ordem, eis dessa na-
tural o sublime allianca nasceudo a civilisacao c
progresso. (Muilo bem.)
Ja se v, por lano, quo o progresso deveria ser
a mssao lgica e inlellgenle da liga (apoiados): era
liara ah que se dirigan) todos os d*ejos e votos
ncionaes. x
Mas como foi o progresso comprehendido c eje-
cutado ? digo com toda a extenso de um grande
pesar que suas leis fora.n torturadas ou sophisma-
das (apoiados da minora, e nao apoiados da maio-
ria.)
Sou nimiamente indulgente: detesto todas c
quaesquer recriminacoes pessoaes: sabem todo os
meus amigos qual o meu desgosto sempre que se
renoya o passado dos nossos partidos pililicos, e
isto j de muilo .lempo.
De passagem digo, porm, que fui conservador
quando devia s-lo. Mas logo que vi que meus
: conselhos, minha palavra j nao serviam aos meus
alliados daquella poca, e que elles j me nao
| queriam resignei-me com a sorte : nao briguei por
isso, e conservo o mesmo respeilo e consideraco a
todos.
Digo anda, que ftao esperei por alguraa liga :
sempre guarde em minha alma, e desde o verdor
de meus annos a fecunda idea de liberdade; e, de-
pols que testemunhei neslacidade cerlos fados que
me fizeram baler o corarao pela causa de um povo
opprimido, solfrendo pacientemente injusticas e
contradiedes, nao hesitei prestar ao paiz os meus
servicos sob a bannVira da opfni.o liberal (applau-
sos da^ninona). E ahi me conservo com o direito,
que me lenho reservado de seguir a opino, que
os lempos me aconselham. (Muito bem.)
E digo por ultimo, que sempre que o povo hitar
com a nica arma da vontade, submetlida a sobc-
1 rania da razao, lera mui honroso ttulo a minha
! estima, e a meus sacrificios (app ausos da mino-
ra.)
De meus alliados de outrora, os conservadores,
digo apenas, que elles, que se acharam em condi-
coes vantajosas para superar difllculdades : elles,
que, senhores de immensas realidades desla vida,
e que, quando tocados de generosidade poderiaui
fazer grande bem, o nao fizeram. (Apoiados e
muilo bem de todos os lados.)
Mas, como pedera esse partido escapar da m-
fallivel lei das contiugncias humanas ? A' par
i das grandezas os erros, par da fortaleza as ira-
1 gilidades. (Muilo bem).
Voltando liga, os que. me nao apoi.iram. toan-
do eu disse que e progresso tora sophismado nes-
ta provincia, peco-lhes que me oucam agora na
demonstrado de minha assercao.
Um Su. Depl'tado : -Estaraos ouvindo com sa-
tisfago.
O Sm. Paila Baitista :A primeira condico
do progresso, a da emenda de luds os erros
communs : nao com os instrumentos reacciona-
rios, mas com o livro aberlo dos bons exemplos,
que s ideas e os sentimentos poderao modificar-
se, e caminhar por urna estrada larga para um
lim justo e digno. (A|>oiados da miuoria.)
Urna poltica reaccionara nao progresso, mas
verdadeira profanacao dessa suprema lei dos des-
tinos humanos. (Apoiados).
No enlamo nao sou cu que o digo : mas na c-
mara legislativa temporaria, na vossa imprensa, e
aqu mesmo se tem dilo, que a liga se formara
para debellar o inimigo commuin.
Inimigo conimum ?!!! Ali Senhores, que cx-
'. pressao trisle e pesarosa 1 Que inimigo era esse,
que nos ameacava na honra, propriedade, liberda-
de e vida Lssc inimigo era una opiniao polti-
ca, como oulra qualquer, com o direito de pensar,
de modificar-se, e tambem de contribuir para o
progresso.
O verdadeiro progresso edifica, e nao destrue: e
peior anda, se, nao lendo m olho no presente e
outro no futuro, debella, arraza, e destrue sem ha-
ver antes disto, alguma cousa edificado. (Muito
bem.)
Vollo anda aos instrumentos reaccionarios, que
muito abomino, e o verdadeiro progresso nos ensi-
lla a abominar.
Com assombrosas contradicoes entre as palavras
e as accoes operou-se urna reaeeio em grande al-
1 canee contra o inimigo commum, e contra lodos
que nao rendiam homenagem essas contradi-
coes : einpregou-se aos olhos de todos omassacre,
1 violencias, e iniquidades, e quando hoje se falla
Disto, dizeis que ludo mentira, porque falla tu
provas.
Senhores, eu aceito com urna especie de satis-
faco esla vossa negativa, sim, ella al cerlo
poni me apraz : pelo menos ella significa cerlo
respeilo ao dever : revela que ainda respeilais
as leis de honeslidade, essas leis que pertencem
vida de todos os seres sociacs. Dos nos livre de
que cheguemos ao deploravel estado de confessar-
des ao publico, que taes cousas fizestes. (Apoia-
dos da minora)
Essa circular ministerial, prohlbindo em termos
enrgicos qualquer interveneao da autoridad'' as
eleices, c exprimndo assim uina das grandes
neeessidados para a nova suuaeao : essas reac-
Coes, ao depois, sem lino, sem prudencia e al
com luxo e superlluidade, pareceu-me ver em ludo
isto a sciencia d'estado, essa senhora honesta e
desinteressada, Iludida por urna dessas muflieres
perdidas e interesseiras, chamadas faccoes polti-
cas. (Apoiados.
Diris mas vos adheriste* em principio a
liga. Sim, adheri.e nent podia deixar de acompa-
nhar a nacao em suas aspiracoes, ao seu bem es-
tar e sua prosperidade.
Mas lembrai-vos de que no campo da realisaco
permanec em justas observacos.
Eu, como Miembro do directorio do nova parti-
do, sempre manifeste-me com franqueza aos meus
collegas e amigos bueraes : eu Ihes dina, que
concorressemos s urnas a darmos exemplo de
; moderacao, e respeilo aos direitos de todos : eu
Ibes pondera va, que as vezes mais difllcil sus-
tentar una victoria, do que alcanca-la, e que, se
: no momento em que urna simples esperanca ria-se
ao longe para a opiniao liberal, essa opiniao se nao
i mostrasso digna de alcancar urna victoria, co-
mo a conservara no caso de alcanca-la ?
Paixoes insoflregas me nao attnderam; fasci-
navani-se com a vergonhosa phrase de destruir o
| inimigo commum, e com passos rreflectidos libe-
raes ligueiros concorreram a destruir esse inimi-
go, e entoavam, sem que o soubessem, o crnico
I fnebre liberdade. (Muito bem.)
i E por isso animo-me a dizer sem o proposito de
, ferir as susceptibilidades do quem quer que seja,
! que esses liberaos, meus amigos, nao sao os mais
i proprios para com lanta ira lancarem baldos e
defeitos ao presidente desta provincia, hoje com as-
senio n represenlacao nacional. (Muitos apoiados
da maioria.)
O Sr Josk Teixema :Isto se nao entende co-
migo, que sempre estivo com o uobre deputado.
O Sr. Paula Baptista : No vasto dominio das
apreciarais moraes e polticas pareceu-me "baver,
cu em principio, Picado s.
^t Sn' VK|,,:TAix>:(> nohre presideme de Pei'-
nambuco ez menos, do que elles queriam que se
il ZtSSt)- .
(Cruzaoi-se apartes, que ioterrompem o ora-
dor.^
0 S. Paula Baptista :E assim que se ex-
, plica o haver-se dito desle mesmo lado, em que me
asseoto, que a eleiga para depulados geraes
lora livre e a eleicao para senador fora filha de
violencias e atrocidades.
Sim, como na eleicao para depulados os victimas
e para a sabedoria dos homens do governo : nao
serei eu o que Ihes levante troperos : se Ibes nao
faco a corte, tambera Ihes nao fac guerra. (Muilo
bem.)
A liga, senhores, (e este o ultimo |>onlo tratar)
a liga, qnanto a mim, ja nao passa do um fado his-
trico (afioiados): o progresso n'w est nella; mas
nos des?jos da nacao : a moderacao dever ser a
primeira pulepcia na actualidade : a exalUico o
inimigo a combaler por todos os lados.
O poder da liga nao nenhum conseguintemen-
furam conservadores*, e mais algum liberal, firme le. Quando de um overno senao espera a realisa-
neta que como meteoro terpusso aa 'impfoMo 4->
esoiuHt.
Lina nova eleicao liaba de ser fcit.i ao3* iMMnr-
to desta provincia, o corpo etolofi I rom-uU-rum^'
que atae cavalliciro havia sido desl al para CMI a
pulilica que o linha elevado aos alr eaffH i
lado, nao o rwlagaa, i(i'/.ar -los e? i*c>s >fc> prn-
dente do labiaata da la m.n .
Foi eleito um mafistrada dislincl i. na orcask>
de serein verificados os seus poder 3 atada M
ton nullilcar o rollegio da EscaO. aia de p
aquelle conselheiro consegnisse a | tima da minora,)
De sorte que as accoes humanas na
ou condemnaveis por sua Jxmdad
triseca; mas em rejaeio ao paciente. Que ludibrio
ao senso moral I
Estas cousas lao certas, apesar de incriveis, at
testara, nao creneas estaveis e firmes, indispensa-
quiaaaes. (Apoiaaos conoemnado a instabilidade. Este fado, Sr. presidente, ni. pa,
... wncluirei,.seiiliorfs, fora urna manif'slaKio l;io y^ c ^ Ina, (|u f|(l. j,, hjU,,,.,,, Wl
unas nao sao justas solemne, quao ingenua e sincera. Declaro, quo StU duspetto, elle se rovelava f.ru* .palsanM
ade ou maliciara- ludo quanto lenho visto, estudado, e profunda- ira a deputacao desla provincia c a da Bahu
mu
MK
palm**nle raa>
-jpulacao desla provi
mente observado no Brasil, me lem dado a convic- Encerraram-se as cmaras, rn.-re.-end..
c.ao, que nao hesito dizer aqu, ua i.nprensa, do alio terio o mais decidido apoto da qiasi i.4aM>V
da cadeira a meus alumnos e em qualquer parte : de seus membros em todas as Hwdias ofl.rm.la.
esla conviccao, senhores, e i|ue o principio de que, j djscussao, e |K>r elle |rii>iiHi
parlnlo pT"
|i*ni : mas M
-ha Irvibma
receo da recente ordem de coua"s, fflrraam.qoe sV (Injto bem,' m5t71>e"osaaT'nas gale-i o^toTaTidade a^'S^irtlfea
ambas essas elei^es foram lvres, e, julgando-se rias.)
deslustrado com as imputaces do iutervenco de ------------
t^&Assftsis^r niscttrs *sr- tsrJpi ***"-**
Entretanto, fra desla assembla, dizem, como sessaa le 1>> de pass;MM.
sempre disseram, que eleic.o livre cousa impos-! O bn. Gaspar df. Dhu..uo.m> :Venho, Sr. pres-
sivel. I denle, encelar o debate e disculir o projecto de fi-
na
Pt* rart.
O i|uf r
um partido? E" Sr. presidente, nm "eni|> .la lm-
iiuns que delVnde um firimipio, auna nl^t, pretende realisar: qual, pirm, i este principio au
essa idea de liga 1 Nenhum. IVrgukiai ao labe-
raes que fazem parle dassa anrtoto, ajaaea aa teo>
principios fea resfiosta ser .lfm, niu te-
o nosso passado.
Mas, senhores, tirai-me de'tantas duvidas, que n,eu vo,. la coniianca e adhesao administracao 1
me alligeiii. Eu pens, que. se a liberdade do vol
inpusi vel, o presidente desta provincia, que de-
fendis, foi um hroe, que seguo a verdade plati-
ca das cousas. Sua interferencia, pois, as elei-
Coes, nao vos deve incommodar para que a ne-
gueif. Se porm, as imputaros* do fados desta or-
dem o desdouram; entao a liberdade do voto um
direito, cujo exercicio dever ser garantido, e nao
violentado. (Muito bem.)
E", meus senhores, em presenca de ludo islo, que
eu disse e sustentarei sempre, que este brioso povo,
que tanto estimo, j um vez um passo deu de con-
tentamente, e lisoogeira esperanca para mim, e foi,
quando na eleicao de eleitores para senador, deixou
algutnas igrejas flear varias, e, apezar disto, guar-
necidas do soldados com seus competentes ofli-
elaes.
Um Sn. Deputado : Os soldados defendan) os
raortos.
O Su. Paula Baptista :Que nomepodere dar
a este original espectculo ?! Soldados sob o pre
partidos s., ntatraaaeata uppoatut, nw Jarr
da provincia que a liga .' um partid. .vm .luvfla. Sr. praa*-
E- com o mais profundo reeeo, Sr. presidente, **>i.'l*>.*!** a,.tJ>- a W *" PJ-J*
que cniro na discussao, e a nSo ser a necessidade V^JS0 fus^u,a,,af P* Lf.'JH 1J,' auI"r'A
de, finalmente um perfeilo amalgama de fUmafm
..na uesasirosa e os aesmannos, que em granac es- -----o. .
cala foram pralicados pelo Exm adminsirador da *"&?* dail" f"**> f^H ,U[ u,na T
prov.ncia, eu por cerlo continuara no silencio a Jf "obre querem re..i.,n.:.r 1 -f^a *~*+-
que me tinha mposlo, e o meu receio sobe de pon- a'>, ou finalmenle que leve m Bate por I
lo quando me considero s e solado, lendo am "?'" d.a ,f' bi'"ca -'f d^uti.la*arauur.p-
franie urna maioria d.stincta pela sua i luslraco e fHS'TSs,8*' fT^r -T* ^SaLS
talentos, sectaria da poltica dominante, e qu'e no l %J$*1 ^'ifc-f .^T US^~
excesso do seu zelo, pela cansa que sua, niio con-1 ^uaiur.io, os bberaes nao t.veram parte >
sentir que eu, arrojado, prolira proposicoes oh> I Vft ***. <.*** V tl^VSZ'Z
vao^de encon.ro a CMP princip-os^ue .he S | ^^'a^tmeta ?XT
lao caros.
Se por um lado a,sim pens, lao bem, Sr. presi-! !*.*jqgy *S ^H? *
dente, por outro creio na generosidade e benev..- ,,mei"' DM acre
lela destes meus distincius collegas e adversa-
rios, e appellando para esses sentimentos ouso es-
perar que me prestarao alguma altencao, e consen-
tirlo que com a liberdade que me concedida pelo
texto de garantir' os direitos de um povo, aim de acto addicional, eu faca a expostead de motivos que
pacifico, j .lescrenle t ,ne leva"> a negar o meu
I'jiSk. Deputado :-E se deu isto em alguma provincia, e aprsente ei
igreja r
alguma
matriz da Varzea
O Su. Paula Baptista : Xa
eu o vi.
L'm nobre deputado nos fez a honra de lr, quan-
do orava, as opinioes de alguns homens atinentes
em favor da interveneao do goverao as elei-
cijos. Peco este colleg, e esta assembla, para
voto administrac/to da
a quadn
as violacoes das leis, o desbarato
u-ditara sices.
O Su. Sabimo :Muito apoia.1.
O S". (>. Dhi m.momd :Logo,a liga pr'iimaim
M lem uina ..rigem nobre, como prolenaVaa o
seus sectarios, neni tao fiouco conheflida.
Encerradas as 1 amara-, o alio hiacaaavto fai
anio" substituido. OSr.consellieir. S*J |a.
Sol dXirSu: ff"*l"W CM "^ 1 52
em
bucos, que foram praticados^o Exn'rsmen-e P'
da provincia, allini as tropelas que em grande es-' %^|*fff"ill *P* *Sr "-*
O Sn. Aii vt j" I!Mino-: Creio que i>lo exirt-..
O Su. G. Drimmond : o Sr. Silera de *jxa.
aaaaafia>-
cala se fizeram na quadra eleitoral. que se acabou
de passar, contra um partido nobre e generoso, que
foi sempre o sustentculo das nossas insttuiedes,!
I ?evon.nc,on^,em "*" ""^ "" """^ *Sf TSflSZSJK
que, eu, defensor do voto livre, aprsente minha reX0",0"ar a; maM,PO; *a v > wXo, era o exeeulor do plano de .ale
opiniao a tal respeilo com seu breve e preciso de- freio, Sr. presidente, que raerecere de V. Eje. s a ,,,, 0|j j ',,.,_, forH(iN|o para d^-
senvolvmenlo. a da casa a altencao que imploro; se m.nhas ideas Q 0 -iu de'ei
Encontr sempre grande difflculdadeem respon- forem de encontr as da Ilustrada maioria com-1 g com efcito o Sr'Silveira d^ S>uz roaanri-i
derquestoes por gabsoluio: as disSJ tMMia, convencam-mo,. mas nao raesonbquera JtS^^tS^^S^LS^u-
a fazer segundo as circuinstancias da occasiao, e
que pens existir a sciencia pratica dos nego-
cios.
Assim com distincoes eu digo, que, quando um
povo esla educado com a anarchia, a espada da
contraro improprio dos representantes da pro-
viucia.
Em signa), Sr. presidente, que nao preslo adhe-
sao polilica dominante, nein dou o meu voto de
auloridade. represenlando a sociedade no exercicio conhanca a adminislracao da provincia, eu offereeo
a segrale emenda. (L.)
Antes, porm, de Indo, permilla-me V. Exc. que
diga aleuma. cousa a meu respeito.
Um Sn. Deputado :Ser bom.
O Sn. G. de Dnu.MMo.N :Durante os annos que
lenho lido a honra de representar o 3" districto.
Teve lugar a reiiniio da a.->embla provincial
no anno lindo, e os ados do prc-iuVate loram apre-
ciados devidamenle, a censura era quai umnw.
e no nobre aaapaajha de arre.i.ir (urn-ci.ma
rio da carreira tortuosa que segua a assenatit-1
provincial dirigio-lhe um rolo .la censura.
Quando asan fadoi paaanaajaj leve lugar
nhores. a allianca do chele dos contarvadares *>-
sidenles com o cliee d..s lil-ra.'s n< salo da roa
da I'raia em 2i de ajajfja do auno lindo, a afci
esquecidos os amigos odios e rancore>, : a bea .
sempre, Sr. presidente, profligue! os abusos e des- Z^omU^^^^ ""
mandos da auloridade publica, sempre censurei fof-1 J arI.''?," J 11 ;;,. i. 5 > .L. M
(emente a interveneao 'debita do governo no pro-. Ayl -"^ Par,lJo' "' ^ a,a*-
cesso eleiloral, appello para aquelles dos meas: Q8^ dhi-jhwd -Constituio- o dir-
antigos companheiros que leem assento nesla casa,
de seus direilos, e no uso de suas breas, triste-
mente o argumento sem replica. Nese caso cum-
pre, antes de ludo reslabelecer a ordem legal para
que a liberdade venha ao depois. (Muitos apoia-
dos.)
Mas, quando um povo, advertido dos inconveni-
entes da desordera, concorre a exercer direitos,
seus, com que ttulos intervir a auloridade nesse
acto de origem nacional ?
Se, nao obstante Islo, o governo effeclivamcnle
interven), para esse caso faco ainda uina outra
dstincao.
Assim,
dignidade,
ser tolerada
no sentir
\ de wililia :Koi o frudo moa*trae-
truosa allianca de prinnpto* aei^rofe-
ressante ao poder inlellgenle da sociedade. HcaX'e.'nir.h^nrm^ neM' ond.e de m lado ** U*!**
Mas se intervem sem moratidade e dignidade, T^^ S? nresioVn deou Inm a|, -' ,!!nens ^tcr^' e T Puna'am "5 ~ ^^
:S"d:",tddaS reaCC-arias' e f i,mea^ S%S?o non at 'da rSn; ot. ft^fat^fc &SJ ?SSTJT
de armas os raaos para perseguir os bons, c, em I Ambrosio 1 eiii.> rt 1 r.mh- la\iam desertado dos .irrai.iasawaa gran*-1
tudo isto nao tera corao principa, designio, seno; "^^X^Sfoto, ms pocas em que I frlgJJJili'Lg ru".-;w *" ^ ^
conseguir votos, ah! senhores, ejae quadro meas j,,^ a ^tfffi jo estado o partido cuja
, p*-ill'sam'- -, X.A.A ^i- ideas abraco, e com maioria de razao hoje, se o IV
I Exilada a v.rtude, comprimida a prob.dade poli- ni ,m censurar, e antes lenho
tica, exmelos ledos os germens de estima e morto ,odo djreej|0 ser'ouvido nuando analvsar os erros
, o espirito publico, ja nao resiam meios honestos de
v.rtude, comprimida a probidade poli- ,m ^^ censurar e antes
siedos os germens de estimaLemorto lodo direi|0 a ser ouvdo quando analysar o
e desmandos dos meus adversarios.
Feilas estas considerares, eu principiarei, Sr.
presidente.
Os deslinos do paiz esto entregues a urna por-
resistir um inimigo lao poderoso, pelos meios, do
j que dispoem, e pela sua irresponsabildade.
Um Sr. Deputado : Esta foi a adminslracao
j do Sr. Silveira de Souza.
Outiio Su. Deputado :Niio apoiado. O nobre
I orador est dizendo verdades para todos os gover-
nos.semapplicacoalguem. 1 foi pouco nobre
O Su. Paula Baitista :E os que sao atiradosi c- r,m.n,,,t,
, -___:j- ,..;i; ru. ...tiuo u un ci iu. o, ii.itia ucjci tn.^t^
Cao de homens que nao exprimen urna dea .lili- d aJ ; quadriennal pala
ca. Dada esla defimcao, eu mostrare, qual a or- dl(bdis|iIK.(0 conse|heiro Seba-lio do Keg Ba>
B* j*.? P***. I" em Tertt>taja dito, proceder-s no lerre.r.
0 mais interessanle attributo de um governo
consiste em urna conducta hbil e prudente de
modo a collocar-se cima dos partidos, e poder
desle modo realisar a calma, a justica e a boa ges-
tao de todos os interesses.
Um governo, que se propozer a satisfazer todas
as exigencias, vaidades e depravacoes de um parti-
do, principiar por ser agente, e acabar por ser
instrumento ou escravo desse mesmo partido.
Ora bem : lodos j devera saber o que eu sou, e
o que quero, e nao quero. Quero, a liberdade ex-
purgada dos. excessos de ruins paixoes: nao que-
ro massacres e torturas : nao quero a compra das
consciencias, venham esles pungentes males de que
lado vierem, e sejam contra quemfr. (Muito
apoiados.)
Em quanto a razao nacional senao sentir livre de
Eretencoes repugnantes e extremas, persistir aca-
runhada para a magestosa obra do progresso.
Nao por lano, com urna mito na espada, e
outra na bolsa, que se poder obler bons triumphos
para tao importante fin.
Obras, como esla, lao ephemeras, e de poucos
dias, era que sito festejadas, acarretam longos males
e aggravam o* expenles.
J no sel para onde o fio de minhas ideas me
lem conduzido: snlo, porm, a necessidade de
concluir.
Pois bem : dgo-vos agora e mui coTdealmente,
que j me nao lembro do que contra mim se tez
nessas elerdes: submtli-mc sentonca do eximio
orador romano, o immortal Cicero, qoe diz, que a
memoria dos bons mais prompia.que a dos raaos.
esquecer iniusticas e indignidades, que sof-
fre. (Mullo bem.)
No me das difllculdades, que a meus olhos sur-
gem,iM)ellernos todos para a moderacao dos partidos
Sr. presidente, em 1862 o gabinete de 2 de mar-
por urna maioria insignificante
do throno, resignou o poder, e
para compor o novo ministerio orga-
nisado era 2i de maio, o Sr. conselheiro Zacharias
de Goes e Vasconcellos.
Este gabinete, no merecendo o apoio das cama-
ras, cedeu o poder, com cinco dias de existencia,
nao podendo conseguir da coroa a dssoluco da c-
mara quadriennal, medida que como laboa de sal-
vacuo havia reclamado.
Nesla grave situaeo, senhores, foi chamadoo Sr.
marquez de Olinda, que organisou o ministerio de
30 de maio.
O presidente do conselho, o ultra-conservador de
1866, havia tambem sido membro do gabinete de 4
de maio, e esle fado nspirava suspeitas ou justos
receios aos sectarios da poltica conservadora.
Estas suspeitas, estes receios, foram disspados.
O Sr. marquez de Olinda apresenlou-se 110 recinto
dos oleilos da nacao, e dsse-lhes: o programma do
ministerio a falla do throno, o meu passado a
garanta do meu fuluro.
Eslas palavras foram ouvidas com religioso silen-
cio 5 era, Sr. presidente, o acatamento que se pres-
lava a velhice. era emfim a consideraco que so a
votava aos servicos do venerando presidente ao
conselho. _
Urna voz eloquente se fez ouvir 110 seio dos re-
presentantes do paiz, censurando o gabinete pela
sua organ.sacao e pelo seu programma, no entre-
tanto a maioria da cmara apoiava o ministerio,
porque, senhores, revelava seguir os passos do ga-
binete do i de marco. Era, porm, um engao I !
Um pensamenlo linha o presidente do conselho
a derrota do partido, em cujas lileiras havia por
lanos annos militado, era o desidertum a que se
propunba.
Urna reumstancia, Sr. presidente, conven, re-
cordar. O conselheiro S e Albuquerque linha
(eito parle do gabinete de 'i de maio, desse gabi-
0 Sk. Rase Baan : Por cautella protesto
sempre.
OSb. 0. de Dinajajaj : Tem o direilo -alvo.
descul|e-me, por sua bondad.*.
O Sh. Ahaujo Baiibos : Vai muilo bem.
OSr. O. de Drcmmoxd Muilo obrigado, agra-
deco-Ihe a fineza.
Formado o directorio, linha de ser preeajeaa a
ajajjj
Burros,
proceder-
trido.
O nome do Sr. conselheiro S e Albo>|u*r>i >
offerecido s urnas liafea por competidor ua aar-
nambucano distinelo e de urna reputara ilbUada.
e apezar de lodos os meios ignobeis "|i>* (oraineaa-
pregados pelo presidente da provincia, pela "gan-
da vez foi derrotado o candidato do goverao.
(Ha um aparte.)
O Sn. 6. de DnunsinND Nao respoado: o a.v
bre deputado, se quizar, tomando suas natas, entre
no dbale.
O Sis. S Pkrkma : Se foram nv*ios
mais ignoljeis foram anda da parte dos
mandando-se prender eleilores para nao
O Sr. O. dk Dami> Ciie o nobre
do o nome de um s eleilor, qu soara>*e
Ihante consiragimonto em sua lber-Jad**.
res, nao farei a minuciosa nairacao* loaaa
circumslancas que se deram ,?,1M**"^" *"+
seria roubar lempo que nos e iaopreaaa;a
cas palavras darei noticia de mai> asta e-t-aaaha
da adminJsiracao transada. Os cutres poMwany
abriram fiara compra de votos, os enprf. psaaV
cos foram raeom|iensas d.-ssas iransarroes
Um Sr. Dei-ltado :Islo sempre se vio
O Sr. O. de Drummo.nd : Nem sempre ; di
sao abusos que devemos repellir e 1 iligmatii
O Sn. Fr vncisoo Pedro U obr
prova islo t
i ) Sn. G. dk Dri mmond Onca-me. por sua kaa>-
dade.
O Sr. Pnatnaaco Pedro : E' muilo banila t
dizer.
O Sr. Hamos : Deixemos o orador continuar
O Sr. G. dk luutii.M. Meo-H-arai alguns
fados : Francisco Antonio de CarvaU era L-leskar
da fregueiia da Escada. e alm de seu voto, dispu-
nha do de seu fillio e genro, qne laaabaa eram
eleitores, e lados so haviam recusado votar na tf-
leioao.do.Sr. Sae Albannerque, lentoo-se acoaajans-
ta aesses. votos a enam-se a vicloria.


~fc
==
-*
h-
a i mu .i** 11 .\.i' mii-j u\; \u iniii"
n;i ranura municipal da Escada d quo era pro-
mra.lor, i; eMe i..i. r, io i'< osuanM -i autoridade
rolKial daquello termo ;. Francisco Antonio de
El* o~:aso ; L' 'A l
francisco Antonio do Carvaiho tinlw Um alcan-
ce
cur
policial naque....
Carvaiho Coi chamado sos presenca o anl se Itie
declarnu qne 0 focto do alcance era sabido do pre-
Bidente .la provincia, que havia ordenado urna in-
xestigaeo, e iue se pruradosse criminalmente,
mas quo indo sto desappareceria, cora tanto que
ello, s-ii Mino, e curo veiessem no eonMlheiro Si
c Albuquerquo, e que finalmente o alcance para
com a cmara seria inmediatamente satisfeilo e
elle retirado daquella villa, sendo-unmedialamenlc
emprendo, bein como su filho e genro.
O Sa. Ahaijo llanos : E ora rmpregado na
cmara esse Franjteoo Antonio de Carvaiho ?
O Sr. G. DDinwn.ND : Vmrurador.
A liamiacoao. ..ulMirtis, eslava .pioposla e a
commiiaeo penal para o raso de nao aceitaran.
Francisco Antonio de artalho, apezar do lar cer-
teza do que p sen alcance seria mmealiajaniente
satisfeilo petes srvis amigos, sem tqr preriso desse
contrato torpe, veceioso da aceito criminal, e com
esperanea dr garantir o seu futuro, e de sea lilho
e genro. levado anda pela falsa eircumstaneja te
que a denuncia do alcance luvia partido dos seus
amigos, aceitn a proposte ; requereu immediata-
menle a reunllo d.t cmara municipal, e verifi-
cando 9eo alcance, pedio unta demora de momen-
tos ciii que ia buscar o dinnemo; entrando na casa
dr.airteiid.iilc policial, d'alli virfton e satfcifcz lode
Francisco Antonio de Carvaiho, sen'lHIio e.-tron-
o volHiaiii no conseltvuiro S e Albuipiciquc. eSR)
completa realisacao, Carvaiho foi empreado na se-
cretaria de polica, o tillio no Gyinnasio Provin-
cial e o gflfro (lereebeu urna gralilicaco rnensal
at pie entrasse n'nin grande escrlptorto por in-
tervenco administrativa.
A va tem? pois, senhores, da magnitnde-dossas
torpezas para acquisiro de urna cadena na c-
mara quadriennal.
(Troramse apartes.)
t'.v Su. DcpVtabo -<*! em Kio Formeso lem-
se visto umita- colisas.
O Sh. A ra jo ll\nnos ;E bao de ver-so.
O Sk.G. de Diummom> : Anda,Sr. presidente,
citarei um farto.
Urna das coinpanbias da secco itrlmna era coin-
maudada por inn olHcial pobre, mas honrado e
onerado de grande familia ; este nfllrial foi defliil-
tido sem motivo algum, para ser dado o seu lugar
ao Sr. Thomaz Hodngues Pereira, eleitor da Esca-
da, o que com tal neineacao votara no Sr. S e
Albuqilerque.
Scnlioivs, estes faetoS ivv.-lam > estado de des-
moralisaeao a que befamos, todos os meios eram
legitinios com taniH que o iiin secntiseguisse. Ape-
aar de ludo o Sr. S o Albuqiierque foi derrotado,
o tcrc--iio districto anda |M>r tnais una vez cubri-
se d<- gloria.
O Sr. b Peheiiu : Essa gnerra ao Sr. S e
Albuquerqne prwa um despeno, -logo ella parti
d*- la.
Ot ru Sa-. Demtado :E* .hom que v nnrami-
nhaiUo a questo peto lado do di-speito.
O Su G. i>f. Din mmom : Hesponda-lhe onobre
deputado que me d> u o aparte. Sr. presidente, ao
passo que todas estas toipetas se pralicavam. os
propheias da nova le annunciavaih a dissoluco
da cmara dos Srs. depulados.
O Su. Aiiai jo Baaos :Os.prophotas da velha
diziam que nao.
(I Su. t. DK Dnr.MMOM):Sem duvida.
O Su. Ainrjo Jt muios :A opinio forina-se as-
sim tnesmo.
OS. G. DK Din MMoMi: Annnnciava-se a disso-
Incao e com a singular crcumstancia de designar-
se ii dia hora, ein que oarV> dapoder moderador
tinlia de ser pilblicado, p que reabsou-se exacta-
mente. Parece inerivel, mas a verdade faz desap-
pan-cer qualquer duvids : alguein abusn da cou-
fianea da coroa e sobre este cahia anathema.
Seja-ine licito, Sr. presidenle, apreciar este
tarto.
Gimo liasileir-o curvo a fronte ao acto da von-
tade Irresnoosavet comoUrasileiro tenho tambem
o direito de investigar uoaes os motiros que ikkIc-
riam ler produzido esse/arto.
Um Su. Dkii taho :A salvaco do paiz.
O Su. Aoii.no Foxseca :Os inesmus que deran
em istx.
pulado, a dissoluco de 1849 um posterior a nina re-
volueau.
l'.M Su. Deipi ado :A revolucao foi rousequeii-
cia de 2'.' de selernjjro. .
O Su. t. de DiiuMMv.M: Contesto, ftii um er-
ro, que de eoiacio deploro.
Mas, senhores. En Ignoro nteiramente as cau-
san da dissoluco, por mais que as busque nao as
diviso.
Qu.il o perigo que anieaeava o paiz ?
Qual o receto que > cmara dos senbore> Je|)ii-
tados poda inspirar ao ({uvehtot a rofposta neces-
sarianii-nte ser neiibuma.
Por ventura a dissoluco leve por motivo o que-
rer attenar-se as partidos na governacao do paiz V
Creio que nao. se o partido conservador go-
veinando o paiz, liavia.iauquilidade e paz potti-
ca, havia eiigiaiiilecimciiio material e moral; era
de nina ueressidade ii'ioeusavel asna permanencia
no |i(Kiermxime quaiido o longo lempo de goa
existencia demoostrawt a sua foiva cafraqueza
dos seus adversarios.
Sena por ventura a qneste ltimamente agitada
com a Gra-Bretanna '
Creio que nao. porque, senhores,os prop ios jor-
naes cou.-ervadores protestaran! a sua adlie.-o. e
decidido apoto aogoverM na stl*tentacao de honra
c do lirio nacional, e seria urna grave iujustica
su|ipor-se que um s Hr.a>ileiro deixaria de apuir
O govenio do Sen paiz tiesta que-lao to melin-
drosa.
E qual o receto, que aogoverno poderla inspirar
a diseiusio acerca desse faci? o que poderla di-
aer-se :' necessariamente o seguinte :
Que a :IU de Oezeinbro re.-u.-ou-se o arbitramen-
to, quando a no.-sa bandeiui nao e>iava vilipendia-
da, qiian.lo os arlos de piratana anida nao tinhain
sjo praTicados para aceitar-se a tamos de Janeiro
quando ja a oflensa eslava feila, o mal se tiuha ex-
ce uta do.
Que contra a deciso do eonsethe de estado se
deixou de aceitar o arbitramento para ambas as
quesloes.
Estas scriam as consideracoes que a este respei-
to poderiam ser apresenladas.
Mas, Sr. presidente, neabom destes factos pode-
mos ac> itar como causa da dissoluco, porque a
falla do tlirono de ISti-'l disipa qualquer duvida a
tal respeito.ahi o nxmarcha btaftileiro declara, que,
com jubilo, se acbava no seio dos representantes
da narao.
Eu lerii:
Augustos e dignssinios senhores reprjaeotan-
tes da naci, o da da reuuio da assembla legis-
lativa seinpie. de jubito para inim e de esperan-
cas para o Brasil.
J \, |M)is, V. Exc. a vista desta manifestacao
tao clara do chefe do estado, que uo haviam niii-
vos de salvaco publica anteriores a abertura do
tartamente, que imperiosamente estigisse a dis.-o-
ueao da cmara quadriennal; investiguemos os ac-
tos do parlamento posteriores a ia abertura, c
que podiam demonstrar a inconveniencia de sua
conlinoacao.....
Onze oas se liaviam passade, c a cmara elec-
tiva alin da eleicao de suas commisses, acompa-
nhando una mocao do distincto seubpr depuiado
NeUas havia ein Coi-porar&o comparecido ante o
monarcha para rcndur-llte o seu preito de liomcua-
gem pelo zio iiic.iisavul, pela actividade, alip de
todo o elogio, que desenvolveu nos latae dias de
jaueiro do auno linoVi.
Eaie facto, Sr. presidente, nao poderia por certo
ter niova io a dissoluco.
I.o-o. se antes d.< aertura do parlamento ne
nlium motivo |iodia jusUieai a dissoluco, innime
altendemio-se que o miistei io havia oblido una
quasi uiiauimidade em tudas as questoes de eou-
HH se a cmara dos diputados nenhuin aislo
bavia pratieado, que in>pirasse receto, pela salva
cao do estado, a consequeiieia lgica a tirar-se
que o gabinete, sollicitando essa medida, uenhum
fundamento ra^oavel teuba para justiliia-la aliu
do resguardo (me. procura va as trovas, evitando
que, a tribuna ievaiitando a voz tizesse. echoar ein
todos os ngulos do imperio os seos desmandos e
desvarios.
O Sil Costa Hiheiuo : Alguma fiousahouve.
O Sa, Sabino t-^FMOa mu gravas.
O Su. G. de Diu jimo.hu :Quae* foram? A ca-
juara nada havia feto.
Sr. presidente. Dissolvida a cmara, urna nova
era surga para aquoltcs, que faziam parte da li-
ga. chele do gabinete annuoriava ao paiz intei-
ro que Sua Nagestade o imperador quera que a
eleico osse livie, que a diss-luco concedida sob
esta garanta ora a consulta naeao, o que o mi-
nisterio por todos m> tneios tnanteria essa lierda-
de de v. Eu lere a circular do Sr. marques de 01 inda :-
G-nriando em que V. Eic. dar as providen-
cias necessarias para ue dita ele icio e a de elei-
tures se faca m uas po deca
-T.Ti
H# i>c P^fcay >nfO ^- WabMd< t 4* Abrlt e i O4.
i urna pra-
arara V. Kxc. huo aHowruui'imperial orloa7~toral; ein balde.oia tai pounlo e libela contigeiicia,
aa>jm poique os pivscreverrr as Id?, cont porque fazendo o seu protesto, rctlrou-se.erganisaodo so
o exige a natifm do acto, mo so m\t toda a li- urna nova mesa entre os perturbadores da eleicio
bendade na mauifHsuco .Hvoto da nacao, a qual legitima. Compro, Sr. presidente, .memorar una
Sua Magvstade .o Imperador ontendeu conveniente crcumstancia e que organisada essa mesa inru-
consnliar. t sa o presidente da provincia ordenoa aojuiededi-
Por sua vez o presidente da provincia, annun- \ reito que assistisse aos seus trabalhosMI
clava poredtal que a eleicao seria livro. Finalmente, senhores, o o distrado foi
Estes relos, que deviani inspirar conHanca aos cd'armaslt!
adversarios do governo, pelo contrario, smente O Sit. Uhito -.Protesto contra isso que diz o no-
les conirmava; que o processo eleiforal eslava em ; bre deputado.
Iraca vejamos se os factos comprovam o meu as-, Oga. Hhoo Barros :Seao era necessario.
serto. (Trocam-se mullos apartes.)
1 Nao mencionarei, Sr. presidente, todas as trope- | 0%. c. de Driuixm>d .O maajKibre amigo se
las e violencias praticadas em grande escala pe|o enoommodaeeit noentrarei na narraco circums-
governo e seus agentes em todas as freguezias da taaciada do queonvenessejlistriewtrelaiivamenie
provincia. a eleicao de 9 de agosio; limitar-me-hei senhores, a
Grandes destacamentos, delegados militares para dizer-qe qmMro oenlrts e cincuenta eoito nraeas fo-
iuia>i todos o.- lugarc,foram mandados; era a >o- .rani-diiilribuidas>por esse. ditnc.to e nomeiados
licrania das hayortcTis, que nccessarlaTnoTite devta seteTlIltares para os cargos potlciaes. Este onu-
lodo transe vencer ; Ibram as medidas prewnti- mero de pracas unoreoebia sold directamente pela
vas tomadas pelo Exm. presidente, da pj-ovia.cia. thesonraria, alm daquellas qu eratn fornecidas
Nafregnezia de Afogados, ojuizdepaz, tendo pelos respectivos corpose a guarda nacional que foi
com xntecedeocia se dirigido palacio-, anda jul- destacada.
gando que as palavras do presidente Unnam o cu- O Sr. Bhito : Veneeram as verdadeiras n-
nho da veracidade, e uiendo a declaracao ex- fluencias; foram derrotadas as oligarchias que se
pressa de qui. a livre expresso das urnas era o sus tontavam pela torca.
seu mais acrisolado desejo, no dia desjgnadp diri-; O Sil AottNo :Erapragou-se a torca para apear
io-sa respectiva "matriz. Organisada a -mesa, a obgarchia de meia deseda e fazer subir a do~pe
orrou. plcidamente esse dia o processo etoitoral; descalco.
no seguinte, conhecendo os sectarios do governo OSr. Brito :;-to diz o nobre deputado ; mas
que a victoria nao sera sua, postarm os tres Sb-! no 5" districto nao assira.
delegados porta da igreja e torca trocavanf as j O.Sk. G. de 1iiummokd :Sr. presidenle, a for-
sedulas dos cdados votantes, collucaram dtvarsos j ca publica mantenedora da ordem, garanta do
iuspe.cteres uas estradas atn de evilarem a enlra- livre eierckio dos direilos polilicos do cidado
da dos votantes adversos, e que se nao sugeilaS- llrasileiro, foi na quadra eleitoral empregado para
sem a aceitar as chapas do governo. Apesar das comprimir esse inesmo eiurcieio de maneira que,
continuas reclamacoes do juiz de paz, estes factos senhores, nenhum cidado consciencioso poder
so reproduziam e polica, que derla garantir a deixar de confessar que fiiuma calamidade a qua-
i lberdade do voto, era o sustentculo dos pertor-, dra eleitoral que veo de passar, e que finalmente
' Dadores da ordem publica, a animadora, alm, de' a consulta ao paiz -nao foi mais nem menos do que
i todas as violencias, desatinos e escndalos que se [ urna cacada de diplomas, pouco se importando o
' estavam praticando. governo qne assim se deturpasse o resultado das
| Ainda foi mais tonge ; o cidado Francisco Car- urnas.
! neiro escapou de ser vctima, e outros factos st- Eis, senhores, o quadro, ainda que imperfeito,
riam platicados se a mesa da assembla parochal por nao seren referidas todas as tropelas que se
nao tivesse a prudencia de desampara! o campo praticaram da eleicao de 9* de agosto. Sr. presi-
aos seus adversarios. dente, era um dos pontos rapitaes que aligase pro-
I'm Su. Dei'i Tvno : Prove. punba realisar a livre escolha dos represeutan-
0 Sk. G. de Dhummond : Perdoe-me o nolfre tes da provincia. Dizia-se que urna oligarcha tenaz
deputado, lia cortos factos que hasta enuncia-tos,' dispnnha dos lugares do parlamento preterindo o
porque esto na conscienca publica. i mrito, os talentos e as virtudes, e que a nova seita.
O Su. Arai-jo Bariios :Mormente nesse ter- fazendo baqueiar esse syslema, franqtieana as |>or-
reno. tas do parlamento a quein tivesse justos ttulos, ser-
0 Su. S Peueiha :Foi suja de sangue essa vicos relevantes e a areitacad nos districtos, no en-
eleicao t i tretanto na occasiao de realisar-se esse desidertum
O Su. G. be Ducmmom) : Nao, porque o partido o coutrano foi feilo. Um homem s em4863 dispoz
conservador entendeu que sera mais conveniente de quasi todos os lugares do parlamento.
abandonar do que resistir. Despresaram-sc aquelles que tinltam recursos
(i juiz de paiz veio ao palacio da presidencia reaes nos circuios, para admlttir-se outros que ncm
narrar esses factos e entregar as chaves das urnas, eram oonhecidos U
S. Exc. nao as quiz aceitar pedindo que a remessa I I'm Sh. Dkcutado : Aponte.
fosse feita da freguezia ; no entretanto, setrliores,1 O Sr. G. deDrummosd:A paovincia testemu-
apenas o juiz de paz chegava aos Afogados j ou- nhou que em alguns lugeres o mrito, os talentos e
ira mesa funccionava.outro alvtre nao Ibe resta- as virtudes, foram poslos margem e que com as
va seuoa remessa das chaves-, assim o fez. cadeiras do parlamento se pagaram (fe i tas as dc-
i Ha um aparte.) vidas excepcoes) servicos eitos a certas individua-
O Sr. G. de Uhumkond ir-Fados criminosos, diz lidades.
o nobre deputado que eu |b'os aponte. Por ven- \ O Su. Ramos :Bonito t
tura nao ser crme os subdelegados torca troca- j O Sn. G. itc Dkummo.nh :Tambem nao feio.
rem lisias dos cdados volantes ? Por ventura nao >'o caipioharei mais neste terreno, nem mais
ser crime impedirem os inspectores de quartei- j urna palavra direi sobre a eleico de 9 de agosto,
invoco nicamente o testemunho muito valioso,
maito justo e que deve ser aceito pela nobre maio-
ra destacasa. E' o testemonho de quem' fez parte
do directorio da liga e que veio ante o publico pa-
lomear os desmandse tropela dos seus correligo-
I narios e dos agentes do governo. Este testemunho
: do Sr. conselhiro Francisco de Paula Baptisla.
; um dos nossos distinctos collegas.
Eu lerei o protesto do Sr. couselbeiro Baptista e
(II
0;
rao a entrada dos cdados volantes adversos po-
ltica do governo?
J Do mencionei que o cidado Francisco Cu-
ne i ro escapou de ser victima 1
I'm Su. Deii tao :Escapou ?
lia um aparte.)
Su. G. DE Dhummonb :Perde-me o nobre
deputado, conceda-me ao menos a llierdade de
mencionar este.s;factos que, consliluem urna das pa-
ginas negras da administracodo Sr. Silvera de' entao as miuhas palavras sero consideradas como
Souza. a expresso genuina da verdade e nao filhas do es-
OSu. S Peheiua :Prove sto. pirito de partido que me anima.
O Su. G. de Uki-mmo.mi :-0 ma'ior ceg o que US Su. Deputado :Nao parece,
noquerver. O Sit. G. de Djummoxu :a opinio do nobre
Sr. presidente, se na freguezia dos Afogados se deputado n duvido, mas eu appello do seu juzo;
praticaram esses desatiuos ainda om maior escala lerei o protesto,
appareceram na freguezia da Varzca. O S. S PKHF.inA :Nos j sallemos.
I'm Su. Dki-utado :E o que se fez em 1860. O Sn. G. de Diu mmond :Perdo. V. Exc. pode
(I Su. ('.. io: Diummoxo :O que houve de abu-1 tragaros limites a sua liberdade, quanto a ininha
sos, eu os prulliguei em poca opporluua. s Deuse eu (Apoiados.)
O Su. Ahaijo Baaos -.Todos os abusos de-i Honrado com os votos unnimes de urna cran-
vem ser prodigados. de reuno eminentemente liberal para ser um dos
O Su. G. ni Dm mmond :-Sem duvida, porque membros do directorio do partido ligueiro progres-
lodos nos devenios concorrer para une o svstema, aMa, ped a minlia demsso ao mesmo directorio
representativo seja urna rcalidade, e para que as u;i reuno de sabbado 1 do correnlc.
urnas exprimam sempre a volade popular. Nao me foi, porm, concedida a demissao pela
Sr. presidente, na freguezia da Varzea, depois de^razao de que o novo, que me havia conferido um
organisada a mesa da assembla parochal, sendo ia| poder, s elle mesiiio que poda relira-lo le
chamado Manoel Deodalo da Silva para volar foi oiim.
impedido de faze-lo, sob pretexto de nao ser mo-, E, conformando-me com sso.acabo de pedir poF
rador na freguezia, ftil protesto por certo, por- ofllcio ao presidente do directorio, o Exm. Sr. con-
que Deodato achava-se qualilicado, e era de publi-, selheiro Paes Barreio,. a convocago de urna nutra
ca notoriedade a sua residencia na freguezia, esto reunio popular, peante a qual eu exponha os mo-
ctdado foi arrastrado para fra da igreja antes (vos de ininha retirada.
meMiio da mesa paroobial decidir cousa alguma j Mas.qur essa reuno se faca, qur nao, a gran-
cerea da duvida, que a sen respeilo se. suscilava.' de verdade que a rompresso que precisa v|-
Puresta crcumstancia a torca publica, sem re-1 ver ein Irevas. A liberdade vive prospera na luz.
quisico do presidenle da assembla parochal, fez Ella em si mesma a luz, que guia os povos para
a sua entrada no recinto da igreja, e apesar das
reclainaijes feilas ao respectivo coinmandanlc pa-
ra se retirar, nada se conseguo, e pelo contrario
eram expetlidos os cdados votantes. Em face de
ludo Mo, Sr. presidente, da prso subsequenle do
cidado Manoel Deodato, do espaneamenlo de di-
versos cidados como seja Antonio dos Prazeres,
a seguranza de seus direilos, sua digmdadc e feli-
cidade.
E, portento, venho j de agora, expor qnaes os
motivos, que tenho, afnn de que o povo, os nao ig-
nore.
O prmeiro o nao ter querido o chefe da re-
darco do jornal, orgo do partido progresssta,
Antonio Carneiro e outros, foram suspensos os Ira-' consentir, na pulilicaco de meus artigos de doulri-
balhos eleiloraes. O juiz de paz oftlciou ao presi-; as, quo doveram esclarecer e allumiar o espirito
do povo as cleicoesque seapproxitnam, sendo cu
um dos redactores.
Tenho palavra autorisada ccoracao leal para
mando do tenente-coronel Sebastio Lopes Guima-1 com meus escriptos esclarecer os nimos, e mos
dente da provincia narrr.ndo todas essas tropelas,
e no da inmediato apresentou-sc o actual chefe
do polica rom urna torca numerosa oob o com-
raes. Estas providencias, Sr. presidente, produ-
ziriam o desejado intento, se por ventura houves-
se designio formado de fazer-so respeilar a liber-
dade das urnas, mas nao -, outro era o liin, e esses
tneios eram novos reforcos para garantir a victo-
ria do governo.
UmSu. ei'utado : Teve setenta e cinco pracas
armadas.
O Su. G. he Din mmcimi :Sem duvida, mas os-
las setenta e cinco pracas riam garantir a liber-
j dade de vol 1 Nao, mil vezes nao. O Sr. lia rao de
, Munbeca tinlia comniettido graves faltas, e era ne-
i eessario puni-lo, o por consequencia a torca en-
viada para a Varzea foram novos uicos ou recur-
sos para a compresso eleitoral.
I'm Sn. Dicri.TAim :Vamos as provas.
O Su. G. de Dklmmond : Quer o nobre deputa-
do que traga documentos comprobatorios de todas
estas tropelas ? Achaque seria fcil obte-los?e
que esses funecionanosque as praticaram, seriam,
alm de violentos e arbitrarios, ineptos para forne-
cerom provas dos seus aclos reprovados f Como,
pois, m as exige ? O que refiro, senhores, este na
coiiscioncia publica, eco que mo basta ; para com
os nohres depulados, estou convencido que brado
no deserto.
O Su. Jacobina: E' urna injuslica que faz a
pioviucla, e a prova que o Sr. Sabino aqu este.
trar a boa marcha a seguir para o bein publico.
O segundo motivo eu uoapprovar a marcha e
direceo que. ha tido esse partido.
Miuha alma emeu coracS sao livres. E, se an-
ligamente eu nao i|uiz para* mui, ncm para minha
provincia, cuja dignidad- e liberdade defendo, a
compresso de urna poltica pessoal, chamada oli-
garebia, nao posso cnein devo h..je querer urna
nova obgarchia, que se est fundando com a nter-
venco da auloridade.
A liberdade ton foro? sagrados, quenaoadmit-
tem transaeco de especie alguma : defender esses
foros a todo'o transe o qne ella exige de seus li-
Ihos leaes.
O arrependimento, que vem tarde, traz cruel
supplicio : prevenilo o dever da vigilante sabe-
doria.
Dap'nterveneo da auloridade as eleices que
fem nascido e ha de nasrer entre nos o que se tem
luorido chamar oligarchias com essa mesma in-
ervenc_o, que ellas, sordas aos gemidos do povo e
h nacao, se suslentam, e ho de sustentar-se.
Atfavs do directorio ligueiro a autoridade se
em collocado de permeio entre as duas opmies,
vermelha e a liberal, conipriinndo ora urna, ora
(utra.
E comqnanto se finja temer mais a opinio ver-
nelha, todava a liberal, como a mais forte, a que
O Su. G. de Dkimmonu :-0b, senhore*, pelo ai levando copiosas sangras com lancetas don-
amor de Dos. liadas.
Cote a presenca do chefe de polica o juiz de paz! ,Em distretos, nos qnaes j nao ha a menor pos-
tentou de novo continuar nos trabalhos eleiloraes, | sfhilidade da opinio vermelha fazer algum depu-
mas, Sr. presidente, teve de inmediatamente vol- t ltj0 seu, essa opimao, quasi moribunda, vai, as-
sim, sendo ofolada ; porque nao se qur quaesquer
vjotos dclla, de modo a lomar duvidoso, nao o
triumpho d eleico para a opinio progresssta,
mas o triumpho de certos e determinados candi-
datos.
E para ehegar-se a esse fim excita-se o povo a
a jorreeer e odiar os homens da opinio vermelha,
com
ar para seu engeuho no mcio de gritos de fra,
nao ontra o juiz de paz, partidos de um grupo ar-
mado de cceles, que o esperava na entrada da po-
voa$ao.
. Nao tendo recurso algum atentar sead o ap-
pello a turca bruta, que |>roduzria males mais dt-
radouros que aquelles de que era vicma, vendo
queot-hefe de polica, que a pouca distancia se ei se o intimida com o triumpho, que ella possa
a i-lia va. iienhuin signal de providencia da va- para a cancar com divergencias as lile'iras proaressistes
cessar o tumulto, ollciou a presidencia remelleu- li Ueraes.
Ibe ascliaves das urnas e abandonou a eleico. Homens cheios de crimes, que.parasesustnla-
EmGm, senhores, a narraco do que houve na'rem procuram servir vontade 'de todas as auto-
Varzea foi, pouco mais ou menos, o que se fcz em ifdades de qualquer partido, que sejam conser-
todas as otaras localidades, onde a compresso se vam-se em seus postes ; outros porm aezar de
tinha de (actuar. loneslos, eprudentes sao demtdos, e s'ubMituidos
O bu. Auaijo Barros :No .1* districto nao houve [or um novo pessoal.
nada i Contra le expressa offlciaes deprimeira linha e
O Sn. Sa Keiieiiia : E no Rio Formoso t do corpo de polica sao delegados em algumas co-
0 Sr. G. or. Dhummond :Eu direi alguma cousa. marcas. E as autoridades policiaes, fazem (arte
Para S. Antoeom antecedencia ha va se mandado las commissoes paroebiaes, que teui de apresentar
um forte destacamento e delegado militar; no dia islas para eleitores.
aprasado, quando o juiz de paz se ditpunha a ir a < Marebam torcas com bravos ofllciaes para dif-
ixreja, j o seu lub.-tiiuto oceupava a presidencia ferentes localidades com o motivo ostensivo de ga-
daassembla parochal, j a mesa se acbava ins- rautir a ordem contra ataques dos vermelhos, e
tallada e finalmente ja a autoridade policial exiga com ellas vo as recommendaedee para destroc
o livro da quaiificacao, prendendo na ocesvio em ide uns candidatos, e eleico de outros.
que fazia tal exigencia a um eleitor, por se acbar '' Ambtoes devoradras esquecem honrososcom-
comocuaueu na caneca em sua presenca e ludo prissos com a causado povo e da liberdade.
isio, seMbores, com a singular circumslaneia de!' Assim a opinio liberal, que forte em seus
achar-se posada toda a torca no atrio da igreja, principios, e om suas pacificas conquistas, nao de-
aim de evitar a entrada dos cidados votantes,que vera assustar-se de concorrer livremente as urnas,
nao qnizessea aceitar as chapas offlciaes. I ra sendo Igualmente atropellada e massaerada.
Em o dlsu-w.to, na freguezia de S. Pedro Mar- I tyr de Olinda, a mesa parochal offlciava presi- liberal, com inmensa manira no lugar, reclamar
dencia. pedindo garantas contra a iuterveuco in- io directorio contra urea influencia pessoal hguei-
debia da polica na verilicaco da idondade dos' i>, que cora a autoridade a seu lado, tenia eleger
cidados votantes, ja demonstrada pela tentativa
que havia feito para inutitisar o trabatno da rerep-
go da* cdulas que havia tido lugar, contentndo-
se que ao menos o presidente da provincia ordenas-
se a presenca do juiz de direito no processo etei-
re
eleiiores seu geito.
E nao acha o directorio funocionando; mas,
dous dietadores, um ordeiro e oulro liberal,
quaes o raesmo directorio conferir pleno di-
de apresentar a chapa dos candidatos, e tra-
lareui do tedos o onjeclos a resuelto de eleices,
sem o menor pleito nerh aggravo de suas" de-
cisoes.
E voilam as commissoes liberaes tristes e des-
contentes, porque o dictador liberal trate smente
de apazguar e. consolar os amigos para que as
cousas fiquem, como esli-
Na freguezia de S. Fre Pedro .Goncalves desta
cidade l esto immensos e dignos libeiaes Mi lu:
la edesassorgo, sustentando a nobrez i de seus
sent meatos contra a imposico do subdelegado para
eleitor.
Por todas as freguezias da cidade o povo mar-
mura descontente, perturbase e vacila em snas
descontabas, e o nico alimento moral, que Ihe'
do, : hi vem os verinjilhos de columnas oer-
radas vmmer-nos em nossas divergiras.
A deseMnea lavra horrivelmenle nos liberaes li-
gneiros.
Varrles, outr'ora de BSforcO e perseveraea no
amor a liberdade, boje, presos u fortes contiilera-
coes, permanecem fros, nessa monstruosa ordem
de cousas.
A esperanca de ser ella apenas transitoria o
rde sophmflt com que os consolam.
duas prmeras autoridades da provincia, abrigo
do directorio, nao cessam de dzef* (jue nao tem
candidatos, e querem o voto livre.
E, no entente aprimeira autoridade da provin-
cia manda chamar sua presenca pessoas Ilus-
tres, e ein conferencias secretas pde-lhes sejjs
bons offlcrbs cm favor do triumpho da eleicao l-
guera.
Nao foi para isto eeitamente,que a cora dis-
solveti' a cmara : nem desse modo, que um
novo livre poder manifestar sua vontade ao sen
Imperador cordialmenle constitucional, e digno do
sceptro, que empunha, do amor e vcuerarao de seus
poras.
Nao se quer saber hoje quem fez o mal, mas
quem poder fazer o bem.
Mdicos, que declaram achar-se o docnlc asss
| grave.porque outros mdicos anteriores Ihe estraga-
ram o organismo com pilulas e drogas irritentes.sao
elles os mesmos, que continuam a dar ao doente
essas mesmas drogas em pilulas molhadas em mel
para uns, e emflpara outros.
Engao fatal para a liberdade c o povo, que sao
as victimas sacrificadas illuses, que em breve
se esvaecero como o fumo, deixando dores o es-
pinos crucis para todas as classes produc-
toras. ..
j Eis o qae^ lem feito e se contina a fazer nes
ta provincia.
Homens generosos, e patrilas de todas as clas-
ses, ponderal no que ides fazer.
| Nessas occasies fidelidade aos livres senti-
mentos do nossos coraijoes, taes quaes con versa m
com nosco, o dormem com nosco, que poder
trazer o melhor resultado para a causa da liberda-
de contra quaesquer planos de urna nova poltica
pessoal.
Voto livre, longe d'elle a anteridade com qual-
quer intervenco que seja, eis e meu dogma,
que fez retirar-me do directorio do partido li-
gueiro.
Nunca, em lempo algum contribiiirefpara abrir
abysmos : para arredar o povo d'elles estaret sem-
pre promplo, e alerta. >
Senhores. Eu li o manifest do Sr. conselhiro
Baptb-ta; o seu conteudo a prava mais convincen-
te dos factos, que foram praticados na eleico de 9
de agosto.
O Sr. Sabixo : O nobre deputado recebe em
sua tolalidade as ideas do Sr. comelheiro Bap-
tista f
O Sn. G. de Drlmmosd : Acceito quanto a
compresso e ineios igoobeis empregados na elei-
co.
Um Sr. Dei'ltaik : E em quanto ao indis T
O Sn. G. de Diummond : Eem quanto ao mais
poderei accordar em alguma cousa.
(Ha um aparte.)
O Sr. G. df. Drummond : Sr. presidenle, urna
nova eleico tinha de proceder-se nesta provincia,
era a de senador, pela vaga deixada pelo finado
visconde de Albuquerqne, Pcrnambucano distinc-
to, ministro e conselhiro de Estado, verdadeiro
lypo de probidade. (Apoiados); allim, urna das glo-
rias desta provincia; urna nova lula ia IrtVar-se,
j nao era urna cadeira na cmara temporaria, era
cousa mais alta, urna carta de senador do im-
perio.
(i Sh. Ramos : Por isso a briga foi maior.
O Sr. G. he Drummond : Sem duvida.
Designado o da em que a eleicao devia ter lugar,
o tal directorio da liga, ou progresssta, ou como
em direito melhor nomc tenha.
O Sr. Aiiauo Humos: E' como o nobre de-
putado quizer.
O Sh. G. de Drimmond : Eu tambem dar-lhe-
hei o nonie que quizerem, fez a sua reuno e de-
clarou pela mprensa que a liga nao dara chapa,
podendo os candidatos que se aprcsentassein plei-
teiar livremente a cleicfto, accrescendo ainda
que o administrador, da provincia a mesma reso-
lucao confirmava, mostrando-se disposto a faz-la
respeilar.
Era, porm, um novo laco que se armava a
eredulidade dos IVrnanibucanos, ama idea ia rea-
lisar-se a todo custo.
Esla idea, era senhores, a excluso de lista tr-
plice do nome do Sr. Dr. Urbano Sabino Pessoa de
Mello, Pernainhiicano muito digno, um dos orna-
mentos da tribuna parlamentar. (Apoiados.)
O Sr. Ramos : Todos os que entraram sao
distinctos.
O Sa. G. de Dium.vond : Nn o contesto. Era
o Sr. Dr. Urbano, o amigo de hontem, aquello que
havia merecido a honra de representar o prmeiro
districto na cmara quadriennal, tendo porm o
arrojo de pugnar pela candidatura do Sr. Dr. Netto,
nao se qoerendo sugeitar aos dictamos do idolo da
poca, o Sr. conselhiro Paes Barrete, nem cur-
var-se ao servilismo, tinha de necessidade soffier o
.castigo de sen crime ; esse castigo foi a sua exclu-
so da lista trplice,
Sim, senhores, guerreou-sc ao Pcrnambucano
distincto porque teve a roragem de .-e apresentar
em opposico a esla situaco ominosa, goerreou-se.
repito ainda, por que como judas nao venden por
trila dinlieiros as suas crencas, nem renegou o
passado glorioso do seu partido.
(Trocam-se apartes.)
O Su. G. de Drcmmond : Sr. presidente, j
nao era o directorio de liga quem a todo custo pro-
curava vencer a eleico, era o presidente, e o che-
fe de polica que, saltando sobre todas as conside-
racoes, impuuham una chapa e lodos os malos
eram empregados para consegur-se a victoria.
Todos .os elementos da administiaco foram lau-
cados em jogo, cmpmgos pblicos, postes na guar-
da nacional, lugares policiaes, foram promettidos, e
em verdade seja dito, todas ou quasi todas essas
promessas teem sido cmpralas.
O Su. Silvera de Souza, no empenho de ven-
cer a eleico senatorial, envin emissarios para
quasi todas as freguezias, e at, senhores, um em-
pregado da alfandega foi encanegado desse triste
papel. All se punba eu jogo os lacos do sangue
para que a victoria fosse infallivel, acola, as pro-
messas, as ameacas em grande escala, ludo emlini
foi feito e a chapa presidencial veuceu, e o digno
Sr. Dr. Urbano foi derrolado.
Um Sn. Deputado : E os dous nao eram dig-
nos, n.io eram (gules em merecimento ao Sr. con-
selhiro Paes Brrelo?
O Sn. G. de Dhummond : Nao contestei o me-
recimento dos dous eleitos.
Um Su. Depctaoo : Perguntd se eram infe-
riores ao Sr. Urbano ?
O Sr. G. de Drummond : Naome encarregue
dessa aprecacao e por sto deiio de responder ao
aparte de nobre deputado.
O Sn. AyuNO : Estou persuadido que o Sr.
conselhiro Paes Barrete concorreu muito pouco
para o que se fez aqu; faco-lhe esla justiea.
O Sr. Araujo Barbos : Acceila o aparte Sr.
deputado f
O Su. Costa Riueiro : Mas a admiustraco
responsavel por ludo quanto se fez.
O Sr. S Pereira : O presidente responsa-
vel pela vontade dos eleiteres ?
O Sr. Lukha Tbixeira : Nao; mas respon-
. savel oeios meios torpes que empregott.
O Sr. G. db Din mmond : Apezar de lodos os
abusos, que se d.rain, de tedas as violencias que
se praticaram, de todos os metos torpes emprega-
dos e transaccoes vergooltosas que foram feilas,
o Sr. Dr. Urbano obteve ser o i. volado. Esle
1 faci, senhores.me faz crer oque aquelle Pernambu-
cano seria necessariamente eleilo, se o presidente
| da provincia nao interviesse no pleito eleitoral, se
finalmente nao fossem postos em jogo esses meios
reprovados que acabei de referir.
Senhores, para que o paiz iuleiro conheca qual
: a resoiueao temada pelo directorio da liga, acerca
da elei,-ao senatorial, eu lerei os seus conside-
randos.
O d directorio do partido progresssta em ses-
sao de 15 do eurrente :
Considerando que mais de tres eandiditos se.
apresentam ao lugar vago de senador por esta pro
vinria ; que nem um delles pertence decahjda
olygarchia ; e pelos seu* servicos sao dignos de n-
cluso na lista triplico ; que seria, alm de dfflcil,
contraria aos utaeresse'do partido, quabiner gra-
duaco do mrito relativo dos candidatos estabele-
rida por esie dirertbno ;
Considerando que a tormaco de urna chapa
para a eleicao de depulados no intuito de impedir
o triumpho, ento potrivel, de algum candidato ad-
verso ao partido progresssta, por nao so adiar an-
da constituido o _c*ijpi el- il|lWl,acarrcluu tiinsai-
ras
MonoefVereiM Je Horae* Pintom
iiz Ceacriq do l
M Sft. DwtT
I.ulz Ceuriq do Reg.
TTktS: i
exidiciios.
H mo i tos est
O Sr. G. de Drujimom, : ^sr tirr um. a
ra desabrida ja nao foi contra o partido cune
dor, mas sim contra o partido literal. ainHle
mo que-com a-maior leaMatte, .ni verdadf *
que podetn degenerar em opiiosi< o, facilitando dito, havia feilo a allianca em ti d.-
membro di< ineto deste partido, ne i
sent nesla casa, tu aluda de m... pr..Vo
que nos expli'MK' as cansas da ria, e iratM a
circumstaiK-ias que se deram na -hiri *r*m-ni.
.olygarchia a reatsumpcao de tal mi qual influen-
cia na actuahdade ou om futuro prximo ;
Considerando que ocor|Hi eleitoral, que vai ser
nomeado, devera ser oompo-to em sua qua6i tete-
lidade polos mesmos cidados que contribuirim Em todo caso, senhores, lamento que a liga mu-se-
para a eleico de deputados; e que osles cdados um proceder lao reprovado.
j deram prova de rara ntelligeura ededcacao ; Si. presidente, * Considerando qu<( nao parece preseniomente, cao de todos os be tos r^aticados i-m >ah> a> aV-
conveniente que. em rime do directorio, se ponha (des, que liveram lugar ne.-u provincia; .pie
limites tibcrdade^qs.f^yitores, .quando a tenida-; nho dito bstenle, revela .unicanhinte krUt--
de e o criterio do rorpp eleitoral se acliam ja pro- verdatle, e : que nesU provincu a eteicau ftn x*-
vados ; soltado da volitado do goveni... ipie ai urnas *., ,
Considerando finalmente que, se as rircems- expniHiraiu o vote popnUt, twas >im o da IraaaV
tancias do partido e da provincia leva rain o direc-
torio a designar todos os candidatos para a depu-
tacfto gei'al, e o demasiado numero de caudtdatos
deputaco provincial o obrigou a propor escolha
do corpo eleitoral listas daquellcs, d'enlrc os qnaes
Ihe parecen convir quft reeahisse a sua escolha,
uenhuma razao mhta actualmsnte em favor de
anloga deciso;
Rfsolteu :
l. O direciorio nao julga actualmente indis-, a assembla pruvwcial, em o aano aad. d.
pensavel recommendar ao corpo eleitoral a inclu-
sa) ou excluso de candidato algum na liste tr-
plice.
t. O direciorio recoiniuenda s commissoes
parochiaes que, tanto quanto for poasivel, o eleto-
da violencia.
Paasarei agora, Sr. presi aJininstrador da provincia, narraret
que foram praticados, con alguns tos tnaaa
triste fim de remunerar servu-os deinraes.
t.* O padre Juo Jo-.- .le Araujo, |To*or ai-
lado de ui-ti uie.iu piunaiu. re<|u*cue jatean, aa
lHtiz, do e\ administrador da pnrieru, ama gra-
titieae.'io corrcspiMidcuie a dote annun e
que lal gralilicaco nao poda ser dada pete
denle da provincia, se nao > \it<4t "vnt >
vos, por forca da le n. .Tfit, de lde auto te
Ail. H il>i. '
Km ambos os caaos tal itrutiVarn pudeaa anr
res uomeados sejan os ntesmos da pii-cedente elei- suspenda ao professor que a Irsmirtt:', ^4 M
cao, visto ser fundada nessa Inpothese principal- .jiruinlimrnto pi&Urwr e que por t-n--ftrwtim *
uiente a dociso, que teniou; de nao indicar candi- protessor Araujo nenhum dtr.uo noha a arerte--
dalos ao corpo eleitoral, e bem assim que pelos la ;ainda mais, no m ti da l.i n. .'i.', te 4.
ineios a seu alcance obstein iucluso na lista tri-1 malo de 1803 prohibi o pagaiaeu4>> de ut aganaV
plice dos mimes dos candidatos, que nao lenham cacao nos ingainaai toreaai
adherido ao partido progresssta. Jubilados, nao eado admissivtl o
. ;!-." O directorio chama teda a atlenco das {do gralilicaco por raais de date asan* i
coimnissoes paroebiaes sobre a necessidade' ue le-, ao padre Joao tos.- de Arauju.
unir todas as torcas do partido progrosssta para Nao obstante. >euhor. to teraMaaates
obtor urna victoria to espieudida como a pas-ada cues, o prenaanatl da i>rovinru, qo.-rm4o r
sobre os olygarchas anda acaslellados na inlluen- rar servicos, uianttou que e i nlin>aiin a
cia abusiva das mesas eleiloraes. | lal graUlicacao, levarwlo o s.?u mei>|>M>M
Sala das sessoes, aos 1 > de oulubm de 186:). > a assemlila provincial a ponto de r|m* nafa
Creio, pois, Sr. presidente, vista deste man-, linnar a sua ordem o inestnu arugodtelci
festo, que a chapa senatorial foi dada... | impeda.
Um Sr. Dki-utado : Pelo governo. Eis a sua ordem ao inspector da thcaiiraria
O Sh. G. dk Dhummomi : Sem duvida, laclo devendo......mas tambem pagar m uppliuai
(pie nao p Je mais ser contestado. (i guverno |ie- { Bate vi na volada no art. :t J> le .b h.iim
dio, impoz, aincacou, fez ludo quanto era iguoiiii-, vigente a iiieiicionada gralilicaco curre>p.'>aiia4r
uioso, para conseguir a victoria eleitoral. ao exereicio corrale.
O 9n. Fin.Niasa Peuro : Fez o que fazem lo- O Su. Aiiai jo Bakhos : O padre Joan Jaa dr
**, Araujo nao era eteiter. nem murara na Iba- t-c
(Trocam-su outros apartes.) aiii osta.
O Sh. G. de Diu mmond : Em qualquer das O Su. G. ve Drummond : tt prtnaVnli. repito
hypotheses, o nobre collega ha de concordar, per- anda querendo ir de encoatro m Jamii i t<*
iiutiir e confessar, que assim procedondo se pr.iti- casa, querendo sustentar o seu arlo, auiiaiiaa
cou a mais completa deslealdad.- para com o part- maior despreso da le. citando o ntesmo arfag aa*
do liberal, que dest'arle foi ludibriado e completa-1 havia prohitedo o sen pagainealo, naacaaa par a
mente engaado. giatilicaco conlnuasse a ser sati-i.ua. e
Senhores, este tacto a maneira por que eram de ludo isto eu nao pos*n oVixar de
menosprezados os direilos dos verdadeiros liberaes S. Exc, ou quiz remunerar servn^*.
motivou a sciso do directorio progressisla. Al- seus caprichos a cusa dos inter-i>-s anWKir-.
guns Je seus membrospela iuiprensapublica-
ran! o seu manifest, dando as causas de sua sepa-
rarn.
O Sr. A tur jo Kahros :Sera ltu lar aa
do presidente.
O Su. G. de Dbummond : J az, e anr torea te-
Felzmente, senhores, um dos signatarios tam- motivos expendidos porS. Exc. e que roa.-hu na
bem nosso distincto collega, e neste occasiao so- i se quiz reiiiunerar serviros on satMfaasr caanrlkx
lemne cu o provoco, em nomc do partido liberal,! O Sr. Akaujo IIahhos ':ijuaes toraaa w arrvi-
para que uos patentee os motivos que o levaram a
separar-se dos seus novos alliados. Eis o mani-
fest :
eos desse padre ?
O Sh. G. he Dio mmomi :'tulr^m .ne h
Senhores, a assembla provincial ao art
< Os abaixo asignados, tendo adherido allian- le n. SS5 de i de malo de IMI. pridanaa
ca feita nesta provincia entre o partido liberal e al-
guns conservadores, allianca que se deu o nome
de partido progresssta ," representantes do principio liberal, o cargo de
membros do directorio da nova s'tuaxao, persuadi-
dos deque a liga era um uieio adaptado a pro-
mover a realsaco dos principios e legtimos inte-
rosees do grande partido a que pertencem, vend-
se alinal Iludidos em todas as suas esperanca-.
poisquo parece-Ibes ter-se (ornado a liga abso-
lutamente iucoiiipativel com os generosos princi-
pios que prefessatn c com a moralidadce bem-es-
sainente o pagamento de veneMueaaai a tu
nos addidos.
O presidente da provincia aavia adatisMo a ci-
dado Jos.- Ignacio de laiyolla, urdeaadii par a
gratilk-acao, que esle cidado perern. te** p
|n;la verbaovenluaes.
Aa-seinl.lea provincial ao art Wda raada In
n. .'i."i."i prohibi expre^sameate que de eaaHaaaa.
verba lossem pagas taes despeza*; ao uiliiiaaai
(|ue fez S. Exc. adiiuilio novos addiJn
tana da presidencia, e mandn 'jue v Sr
conlnuasse no exercwio do seu emprego.
Eis o trecho do seu ollicio tenho a
resposla que continu elle a etnpregar-M ar'a r-
[lartiao, sendo pagos os MUs|v..urii)-uius |>ria ver
ba rii'iitiinr.1 do corrente e.xcrcicio.*
Senhores, a v i-ta de taes factos para ene a ao-
-a i euuiao, para que gastarmo* o ieapo rem tea-
gas discus-oes na le do orcainenlo digaanm ao
ter da provincia) resolveram desligar-se do supi a- o seu aaraaaaai a i ionio de insudar *aiifau-r .
dito direciorio. gralilicaco aste funtonario citando a aeaaai M
E porque desta resoluco dos abaixo assgna-t que a prohiba.
dos lem direito a lomar comas o grande numero de
liberaes, a cuja acelaraae/io furam eleitos, cum-
prein os abaixo assignados um dever xiiii a ex|m-
sico de motivos, que patatal a faaer.
A liga dingid.1 pela franeao couservaitora.
apoiada no pa.-sidente da proviea e no dicto de
iwlicia, doieis inslrumenlos do suas |iaixoes, nao
leni sido ouita cousa meis do que a continuarn presidente da provincia ; eis as raave r.4>e.
gaatat i veau reaUate, dependi-i cS Miarrdt.
os dinbeiros pblicos, e quando muito por mera V-
feeuria. na poca das pjaaaai reuin., dai anaSa
do vosso pioeeder, aliui de ser imd>-Jialaa>iil--
approvado.
Por esta forma, Sr. presidente, ha Mu meaas a
vaulagein de evitar-se o e^caadalo. .U-pvaar-se p-
o presidente da provincia, aquello |ulsanrrmu as
leis provmciaes s.ja o priuieiro a inmagi-las.
(I Si;. Ahaijo Banaus E o* temrM
ra
desse doloroso passado de quinte anuos, pois so
reconhece o principio da autoridode, com seu cor-
tejo de violencia e eorrupeo.
A liga nao tem revelado outro iim, quo nao
o da elevaco de certas iinlividualiilades, que ne-
uhuina garanta olferecem ao principio liberal e a
publica uiorali.saco, devendo servir de mero us-
n utneiiio pan lal Iim o grande partido liberal.
Na eleicao de depulados geraus o partido lita*
ial, sacrificado em una parlilha leonina, Blcaicoet-
taniente bostilisado um candidato liberal, abas in-
cluido na chapa,o que sirve lieexaclissimo padro OSn.G. de Diu mmom. Ko n.V
da sincerdado dos directoro da gitanead. quem se refere o nobre deputa Na eleico de ineuibros da asseuiblea proviu- ; < Si. Ahaijo Un. nos : Ijoaes toam M
cial, leudo o direciorio ampliado o circulo de es- eos eleiloraes do Sr. I.onoII.i I
colba dos eleiiores, foi esla dchberaco .so|diisina- O Su. ti. de Diiummox : Tal projmto' .
da, liaveiiilu-piolei-co e boslilidade ollicial a cer-1 feri, nem quero inesmo entrar nesta aprertac.
tos candidatos, ludo sempre nos interessos da frac-' com o nobre deputado.
cao conservadora. Procurei, senhores. tomar saliente a maneira f--r
Na eleico senatorial, qiJQ acaba de ser (cita, que as |tjfa provincia-- foram MHaaaaaaa, -rnter
tendo o directorio deliberado nao aprescntar.cha- a necessidade desse funccionario f->-s' oh-mle.la
pa, foi esla prudonle e polilica delib(;rac.io perlida- Vil. o pre-idente da provincia milla Mfaa aa-H"
niente violada, nOiS-qe a fraceo conservadora j par ordenar a sua aihnisso .; paganiento dV mu
coinbinuu elaiideslinaiiiente com a sua polica urna gralilicaco, sem precisar de trente reagir coaira
pH
serv
' !
chapa errada, (pie foi imposta com o mais eyeiro
abuso da torca ollicial. Por esta occasiao desenvol-
veu-se feroz guorra contra um candila liberal, que
sempre oceupou a mais cuuneuto posico enlre os
seus correligionarios, derramando o governo a
inos dietas por toda a provincia promes-as, amea-
cas, violencias e eorrupeo, seduzmdo e desvairn-
do as eouseieneias com oil'erecime Ho de emprego-,
condeceracoi's e ttulos, eoin a perspectiva de ein-
prezas induslriaes, e ate com a sacrilega Bromean
de, seulcucas avoraveis em pleitos pidiciaes. Em
sumioa rhegou o cymsmo a tal ponto, que na pro-
nria capital se numeraran! e carimbaran! chapas '
i'crnamhuco nunca vio ein eleico secundara o
que acalmo de ver.
J eigottd* pelo partido liberal a medida da
prudente e pacifica cspectativa. abri esle genero-
so partido, por occasiao da ultima eleico sealo-
rial, urna lula de vida 8 de IDOTte em todos os col-
legios eleiloraes di provincia, defendendo o candi-
dato liberal contra a forca da patela a servico da
fraocao conservadora, viudo assim os verdadeiros
liberaes a exlremar-se complelanieule cm toda a
provincia.
Alm da pressao ollicial, a mais violente e cyni-
ca que jamis se empregou contra um adversario
poltico, fez-se o mais torpe jogo com a dilTamaco,
que lia va sido deliberado p-T --ta n'j.
Sr. presidenle, se o ex-ad.nim-ti .-l-r n-.- fart.-
que iiiencJonei, infringi a |.-gi-la- i-i pmtarmi,
anula em materia de contratos i i nhh Hmge ati-
rada a barra -lo arbitrio. Vamos aos petos.
O presidente da provincia contrabni ihm Jfaaa. I
(ioncalves \unes Machado a faclura 1I4 urna aira-
da de Bajar) a Goianna i">r i'i inh>.>.
UmSii. Depitai..) :por 21 iUK..
o Sn. G. ni: Um m.momi : -li pre-i>tente >b pro-
vincia contralou com Antonio Francisco Rut v-
Mello liarretii a onservaco de alu"oi- lanr>* a
ostrada de Jaboalo ou Victria por \: TtWlA-
Em prmeiro lugar, senli->res, f- ctaieiileade ..
arl. I da le u.aWde 17 de iu.nod- IKI em aaaam
08 contratos: expressaim-nte determina par pr
ranle a lhe leitos. iiii entretanto ambo- |tor mim rilaitos tnnm
lavr.idos peanle o presidente da provincia.
O Su. Sa I'ekeiiu Tinha MmM nesta eaa
quando se ili-culio o coiitrato Mamle 1
(I Su. <;. DlMMMM Tinha.
O Sh. S Pekeiha : Voiou contra i-lle'
(I Su. I i. Dhimmomi :Sim seiihor.
11 Su. .\ijii.\o :So o Mamede que lucrua can
esle contrato ?
O Sn. S\ PaaaaW : Nao sei, va a qn-m tora.
O Su. G ie Dhimmomi :Em segundo lofar toi
a intriga, a mentira e a calumnia, e islo pelo pro-. no prmeiro eonlraio uiafliadf o arL 12 f 3 da
prio jornal, que se dizia orgao do partido liberal, jt q. j||. ijue assim se expressa :
baptisado de progressisla pela folha ollicial, e
por meo do pasquius, quo a polica manda va alli-
xar as esquinas; e al (o que excede as propor-
goes condecidas do cymsmo I) cartas torgicdas
como de cidados respeilaves de nutras provincias
foram apresenladas aos eleiiores de dfferentes col-
legios Tudo islo para excluir um candidato que
{O*, como sempre gozon
Opre
Sempre que liver de levar a eaV..
alguma olira de valoi HPaannal de aets
contos de res......-e abrir runrarrea -
cia nao se realisando contrah alzam ta-
ra esse Iim seno tres mezes pelo mea
de|K)is de ser ali rta.
dente nem mamloo abrir a rnnrimeaa

do profunda estima e nem dar scienca ao publico aa .> contrato _
inaxina confianca db parlido liberal de Pernambu- Sr. Mano-I Goncalves buha de 'itt --ir paimam
co, e que, a uo ser a maquina policial, obtoria o valor da obra, que se tinha de contratar, rieedii
urna votaco geral e espontanea, como o est de- muito e muito a quantia que dispensara a
monslrando o resultado da eleico. cao dessa medida; senhores, S. Kxc. h vc.
prido resiricteiiieiile a legislae/io nuda, a esir-.U
de Bujary seria feita, e o governo leria a awxdaa
entre aquelles que com mais vanlagease garanta*
se dispuuham a faz-la, e unto este tacto r ver-U-
deiro, que, segundo sou informado, o Sr. Dr. Am-
nio Tristo se apresenlara requerendoan pn iidi n
O que resta pois ? llesta que a lgica pro-
gressisla tire as ultimas conclusoes, doseuvolven-
do contra o partido liberal a mais audaz a inex-
oravel perseguico, qual a de que sao capazes es-
ses homens, que coii.-ltuiam o grupo ardenle e ar-
bitrario do oertdo vermelho de Pu/nambuco.
Teem assim os abaixo as-gnad-is ex|iosto as tea preferencia no contrato, que toi reaJiao !
razoes do seuprocedinicoto. Desligan lo-se do di- o Sr. Manoel Goncalves.
lectorio do partido progresssta, para participaren! O Sn. Ahaijo Bahos :-0 tolneto esto mi
do anathema a que esto votados os liberaes, que neste ponto.
na ultima eleico se extremaram, os abaixo assig-, O Su. G.de Drummond .Ero lerceirn
nados soltam" um brado contra essa poltica de conculcado o art. i i da citada le n. WU, ana at-
phrenelica intolerancia, do mais despresivel perso- sim diz :
tialismo, poltica de violencia, eorrupeo e venali-
dade.
< Pensam os abaixo assignados dar urna garanta
de lealdade voltendo aos seus amigos arraiacs,pre-
venindo os liberaes de P rnambuco dos |ierigos da
situaco, c convidndoos a constituirein-se dentro
da e.-phera legal e pacifica, para que urna barreira
Devero...... kabiliur-e arraate a
insp.-cior, apresenUndoseusaaduraa.
E o arl. 6 anda determina. ^^
A banca idnea devera pt\o ana anr
igual ao valor total da obra e ames aat-
tade.
E ainda, senhores, o regulameoiode aa jear>
se levante c mira a devasiacao intentada por um ro de 183 no art 75 exige qne sejam aaas aaaV-
gruno de adversarios, disfarcados com o titulo de res nos contrates excedentes a dous Matas da afee,
progressietas. O presidente da provincia, saltoade par i
Recife, 12 de dezembro de 1*63. t0 Jos L-andro de Godoy e Vasconcellos. Machado e Paos de Mello sea une *
Antonio Jos da Cosa Hbeiro. flanea alguma.
Dr. Aprigio Jusliniann da Silva Guimaraes. Tal vez" Sr. presidente, qne se m rt{
Antonio Rangel de Torres Handeira. nao havi a entrega de dinheiros adiaatados e


nm ... ftaHaio *'f*AMt dt 1**4.
aor j-so. deintci-ssaria se tornwa mcllianic
flanea.
Mal, sephbres este argumento nio procede, por
que seria admiiMr timdtetmrclo nao contuta as
leis |i(1n V /f tlestingune hitemos.
E domis i fianza ter por flm nico garantir os
dinhcirus que forera pagos adaiitados? por rerto
qno aS, por ipm de prim* mtuicao qneseme-
llianle garanda exigida, j para seguranca ''|uc
a obra contratada ser feKa no pfazo marrado, c
no caso de falla ter a fazeads do quem haver a
mulla a que o contratante estiver ohrigado, e ja fi-
nalmente por mitras rirciimstancias que deixo de
referir; logo nao se poder cnm vaniagem sustentar
ser ella dnteensavel na especie vertento.
K pos, Sr. presidente, tora de toda a dovida que
o presidente da provincia proceden irregular e il-
legalmente uestes contratos, revelando em seusac-
tos o desrespeite para rom a legislacao da provin-
cia, e eoiidesccndencias para com certas e deter-
minadas pessoas, condescendencias enjoosas e qtie
o levaram a fazer contratos em puro prejuzo aos
iuleresses pblicos.
Senhores. Esqueria-me de uinarrcuinstaneia.
alias mui grave que se deu em un destes cntra-
los. O ce-tratante Manoel Goncakes ones Ma-
chado era fallido, declarado por sentenca do res-
pectido juiz, na poca em que fez o contrato com o
presidente da provinca I!...
Nao desojo, senhor presidente, uffender o carc-
ter desse cidade, levo-me a crer que poder cuin-
PTir fielmente, o seu contrate-mas senhores, dizei-
mi', poda legtimamente o presidente da provincia
contratar com um fallido e sem llanca ?
O S. Auauj lUitiiot : .Nao eslava rehabili-
tado?
O Su. G. m Dkvmmomi : Nao, senhores, aqui
tenlio a prova (depois de procurar os papis.) Em-
in nao Irouxe.
0 Su. Araljo IIauiih.- :Poiseu desejava ver as
provas sobre esse poiite, por que talvez eu concor-
de com o nobre depulado.
O S. (i. i>k Dwimn :Comprometlo-mc com
o nobro depulado a .'orcsenlar-lhe documento do
qual consta que a 23 de agosto foi aberta a fallencia
do Sr. Nones Machad-.
Sn. Akai wAHiio., : Mas quando foi feito o
contrato 1
O Sa. U. uk 1> Mienten Me parece que em Ja-
neiro.
O Su. Ap.auoHahuos Em novembro.
o Su. g. m Damamsre: Logo?
O Si. Ahai.jo Haunos :Logo tinha cabido ou
>ao o proceso?
O Sr. (1. i.k Diii-mmo.m. :Se anda hoje nao es-
t elle rehabilitado.
O Sh. Ar.utjo.|Sunios :Quem llie jese isso ?
Por essa razo que- eu peco as provas dbssas cou-
sas
OS. G. uk Din mmo.m) : -Eu me encarreiio de
apresenlar ao nobre depulado urna cerlido do jui-
zo commercial desta.cidade era que se ve que o
Sr. Nanea Machado and rinia ninda rehabilitado.
O Sr. Araijo Hakros : seu dever.
0 Su. 6. ik DnLMMoNn :Senhores, se a fallen-
ia foi a berta en agosto, se. at hoje o fallido nao
est rehabilitado, como por- em davida a impos-
siblidade que tinha aquelle cidadn para contratar
com a fazenda em vista da sua interdicen" legal?
t Aiino por-so em duvida que o presidente da pro-
vincia commetleu um acto digno do tola a cen-
sura ?
Em almno da verdade. Sr. presidente, devo di-
zer que me consta que o Sr. N'unes Machado nao
tinha parte ou interese na casa commercial que
gyrava sob sua Prma ; sou ainda infirmado que
havia nes-a prestac.o de firma um mero favor,
atas este faci, senhores. nem o lienta dos elTetos
da iiiterdicco legal, nem t.io poucoo habilita para
-Contratar com a fazenda.
Acerca do contrato do Sr. Paes de Mello a direc-
tora das obras publicas exigi que fosse feilo por
arremalaeo, citando, segundo me consta, tima le
provincial que assim preceiluava; esta exigencia,
to despresada, e o contrato foi feito independente
dessa medida.
Sr. presiente, vou narrar um fado cuja prava
nao posso apresenlar.porqne at hoje nao obtive as
informadles que sollirilei do presidente da provin-
cia; baldo destes recursos direi o que particular-
mente acabe, protesto pnrm, que sen-i o pnmelro
a restabeleccr a verdade se per ventura oMiver a
prova que cstou em erro. Foi adjudicada lazenda
provincial un,a pro|iriedade pertencente a Joao
Caraeiro Machado ltio-;anies porm da Bentenca
da adjudieaeao ser profeiida |H>r parte de um ler-
-ceiro se pedio vista da execueo sob pretexto de
que a propritMiade j tinha sido vendida pelo exe-
.miado ; a vista foi em auto apartado concedida,
e interpondo-se o recurso de aggravo foi denegado
o proncaenta Proferida asentenea da adju4ieaoae,
assigOada a respectiva caria, o lerceiro ainda veio
a juizo pedir vista, o (pin Ihe foi denegado pelo fac-
i de estar a execueae coactulda, e que s pelos
nucios ordinarios poderia obter a rescisio da sen-
lenca de adjudieaeao. Inlerpo/.-se de novo recur-
so de aggravo. ibivindo de proseguir em seus tor-
mos regulares por ter o aegrevante reronhecido
que a propriedade adjudica la era do propriO exe-
i-ulado: ne.-si-enlieanto ri'i|ueria a mesma indi-
vidualidade ao presidente da provincia que a tal
propriedade Ihe fosse per renda cedida, nao posso
precisar a quantia.
0 Su. BoRQes : Admiro que livessem abusado
tanto da boa fe do nobre depulado. Me compro-
meti a demonstrar como lo legal, minio l.ivoravil a fazenda publica.
0 Su. Aiimjo Barros: O folhetinho nao esta
muiio eertj liedle ponto.
O S'i. t. uk Din mm "No :At a adjudieaeao, a
vista, e a desisteacii eu garauo ao nobre depu-
lado.
O Su. IUaiii.ii k :l.unento que abusassem tan-
to de sua boa .
(Trocain-se o-.itrns ap irles.)
O Su. t. dk DiuMMasi) : Foi apresenlada a
ir->pi>sli, nao sei sopor pr-ci inferior ou nao ao
da idjuJiccao, e loi aceito.
l'm outro pretendeni'-, oSr. dosembargador Sou-
za, olL-reci-u presideneia quanlia superior pri-
meara oflrta, man lo.i-se ouvir a Ihesourana, que
m seu parecer deu preferencia priineira pro-
post i; entretanto senhores, o priotaro proponen-
te olTereceu quanlia superior a do segundo, e o
presidente in indou imiiieJialanieute fechar o con-
trato.
O desembargador Sotiza ainda por su vez olTe-
receu maior somma.
I'm Sr. kittaiio : Neg.
O Sr. AviiesGama :Meuas verdade.
Sn. G. uk Dkimmosi) : Nao mailo parla-
mentar, mas eiiilim...
O Sb. UAiiyiiK : O nobre depntadu foi illu-
Uto.
O Su. G. dk DiiEMMoNu :Podo ser que esteja
jiii erro ; devo crer noque me informaran), aceite
porni todas as explicacfies, e protesto que serei o
primeiro perante eU ca.-a em restabelecer a ver-
dade. Ja Ibes oisse que tenho toda a docibdade
precisa para ser convencido e paraconfessar omeu
erro.
A segunda proposta, Sr. presidente, j nao me-
receu a inmediata approvacfto, foi ordenada a au-
diencia do ui.-|.ectoi U i iiiestturana em 3 de se-
tembro, e no da '* foi lavrado o contrato cora o
primeiro proponeui?, sendo de notar que as letras
provenientes dessa transaccao ultimada i esto
-selladas o de selembru.
A ser exacta esta circumslanoia, torna-se sa-
liente ou que a lln-souraria nao cumprio seu de
ver aceitando em pagamento If lras sem ser sella-
das, ou que o contrato foi ante-datado, alim de im-
pedir-se a apreciaco, e a aceitacao de proposla
ultima do segundo pro|K>ncnlc.
Mas, senhores, quando nesle faeto nao liaja per-.
l'e.il i exactido, eu ainda perguntarei ijuelles que !
me coiUe>tam : aprosentfva-se mais de um
pretendente a eoipra de [iropriedade adjudicada,
nao seria mais rasoavel, de accordo tnesino com a
legislaran vigente, que a propriedade fosse posta
era bastea publica, abrindo-so por esta forma a j
concurrencia ? Nao seria este o mete mais legal. |
mais acertado e mais mil aos interesses pblicos ?
Por esta forma nao evitara S Bte. que pairasse
no animo de todos juizos temerarios acerca do
modo por que curava dos negocios pblicos ? Por
certo que sim.
No entretanto esta* eonsideracoos nao tiveram
peso para o Sr. Silveira de Souza.
Mais um facto, Sr. presidente, ea vos vou
narrar .
O art. I da loi n. 27fi de 0 de sbril de 1851 de-'
termina que o pregado publico na impossibili-
dade physica ou moral para continuacAo do em-
prego, alqirida durante o mismo e verificada \w ;
urnaJHuln inedkn poder ser aposentado- sera '
ter Imita anuos de servico (g 2*da citada lei.j
Entretanto, seuhnros,' Juo Vicente Passus, .pos-
tetra da directora d** obras publicas, requeren a
sua apiseiiUciio, vsem proceder-so ao exame med-1
.- foi-lhe concedida- Mas, seanoren, esse enj>rego
tinha de ser dado alguem, que havia prestado
levantes servidos aa eteieao dn Afolados.
OS. Aut w ftwmos :Foi o nomeado ?
OSr. G av DiirMMOM : Creta quo sim.
O 8h. Aiimjo Barros :Est engaado : o no-
ineado foi individuo que mora na Escada, e i
nao eleitor.
O Sr. G. i.k Din-MMO.ND kr-Nao importa ; o que
censurei foi a maneira pon-nue, desrespeiiano-se
e infringindovse a le diada, se concedeu a apo-
scniacao.
Ainda Sr. presidcnie, nicrarei mais um faci.
O art.! da lei n. .'ill determina expressamente
que os empregudus dos estabeleclmcotos de bone
|ue meu vulo de adiiesao e couiianca a adiiiuiislracau -los Hem iques Cardni, aulb'fc |>ur otfeusas phy-
da provincia. sicas.
Vou concluir: o paiz esta a bracos com um de-
bito interno e externo de cento e trinla e tres mil
conlos.
0 8a. S.v Pkrkiiia :Que nos legou os veruie-
Ibos.
O Sr. G. Dulmmond : sfontesdas nossa ren-
das esli quasi exmelas, nao temos esperancas na
O befe da %> seecits
J. G. de MeHfimn.
Movmrnto da casa de deteneSo, no da Jl de
abril de *m\.
licencia, que perceborem retribuiro anuual, s creacaodenovos impostas, verdadeiro grvame que
sejam admitlidos por conlrato. vne pesar sobre as dasses menos favorecidas da
Um Sr DimrAoo :-Mas ha urna excepcao na soiriedade, alflnr o. rcela e teraor de que se acha
Existiam.
Entrama
Sahiram.
3W prest.
G .
A saber
lei no comprooisso approvado por osla casa.
O Sr. Hamos :Eu j espera va- por isto. Vai
milito lielil.
O Su. G bb Diu-mmohi! :Perdo : nao vou tra-
tar do imhra de,miado.
O Su. Hamos : Pode tratar.
O Sr. G. de Drimmoxu :Foi nnmeado cirur-
gio do hospital de caridade o Dr. Sarment filhn.
O Su. Ramos : Eu estou as mesmas cou-
dicSes.
OSr. BiAiiotK : -Tamhem nesle |)onto campro-
metlo-me a responder-lhe.
O Sr. G. de Dhcmsomo : Ouvireigfim muito
piazer, sou dcil e garanto -Ihe que esliniarei a dis
cusso porque a verdfle apparecet.
A le por ni
s por contrato
dos eslabelecimentos de beneficencia; no entre ,
tanto o Sr. Silveira de Souza fez o contrario na-' ?
possuido o povo brasileiro pelo recruiamento for-
cado cis, senhores. o cStaclyma que se est pas-
sando, eis emllm cm quadro vivo os beneficios que.
nos tem trazido o partido dominante ou a liga
prngressista.
Tenho concluido. iMuito bem muito bem.)
Existem. .
Nacionaes .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeira .
Bsrravos .
E=cr,iv.is .
13
341
239
36
1
1
60
4
1M
lecbnfc.i, grande escola metri,:>olitana. e lar, academia de clrurgh, Wilas* lUo lS l'i'l'tSS? >*^'l?'i" ** *
(sendo a do re tima das mais ncas da Euroina J, *****? 'I*",fceasa tads irr.
galera da|uHdrarrm
imiustiiKi.-i.kule ik. piiresso. qea itev.-na afu-jenlar
os oceurrenles; romo surc.-,!,-il : qilem .-
culpa .te dus>o. itigam os enlend- 4m da valer u ;
mas nunca o lera sido .lila ihesmiraria.
Alimentados custa dos cofres provlncfaes loi
, -rj*pvuenu da enrermatia do dia H de al^il
de Uthi.
Teve baixa;
lusSes.
nmn mm.
A assembla provincial, na scsso do hontem,
apreciou um requerimento do Sr. Jos Maria para Antonio Jos Henriques Eardin cou
que a casa decedi.-se se a torea all existente se Geraldo Gomes coniusSes
iv;i asfi^n(i?-casa- y.d* comm',a50 do Tev >
mu citada, senhores, estabelece-que P"eia- f ,ro do Sr- ''ervasw Umpello para que Dente Francisco I|hs da Fonseca.
aio-poderao servir os empregados, a dcliberasse sobre a reUrada da forca. Passageiros .lo. vapor naciocial Pni-naybo.
.moninc a hmnoflmiieM no entre. iram a favor deste requericnenlo os Srs. Ger- sahido para os portes do-norte
Paula Baplista, e contra o Sr. Sa Joao Francisco da Silva Mendone, Dr. Pedro Be-
zerra Pereira d'Aranjo Beltro e i escravos, D.
fez
meando por sua ennta o Sr. Sarment Filho. A.
junta da Santa Casa de Misericordia observou
S. Exov a necessidade do contrato, mas o presi-
dente da provincia nada atienden, ordenou que
independnte de quaesquer observaces o noine.v
de entrasse, no exercicio. |
Conrluo pois, senhores, dizendo que a razio de ,
Pereira, e a favor do 1." o Sr. Jos Maria.
Pwto a votos-e reqoenmento dt-Sr. Jos Marti, Mana Fernandez limiiios, i soldado do corpo de
foi approvado, eoaasullada a casa; decedio esta ctiarnieao, Dr. Ulivsses que a forca se acnava.i disposicao a commissao escravo, Jos Mondes, Antonio Pacheco, Fr David
de poluua, sendo prejudteade o requerimento do da Nalividadede Nosss Senlmra, Manoel Joaqumi
br. Gervasio Campello...... de larvalho, Joao Amonio Garca, e urna li-
Continuaodonaprmiira discussao do projeclo |ha, Auslricliano I). Damo Padilla esua senho-
A sua narraco revella que nao ha poder no esta-
do que mereea respeite, porque a accao adminis-
trativa pode chegar al l.i.
O delegado de polica desla cidade.
Um Sn. Dem taik) :O aclual t
O Sn. G. de Diilm.mo.nu : Nao : o primeiro
supplente.
ilnas, 2 escravos e 1 criado.
dio a sua exoneracao. (Juereis, senhores, saber
qual a resposta do Sr. Silveira d Souza ? Becu-
s'ou a dem.sso, lavrou o'acto da prisao do boleei- "J ,"" 2? '" r """i* ? defraudacao
ro, esligmatisaJo assim a decisido tribunal su- i J"*"* pequea escala, mas por venas re,*li-
perior ; e ludo Uto! senhores, q, ando era de pri- J- "**) "ocultara as cartas de remessa do
neira i.iluicoo arbitrio e vileociaa autor.dade 5PM!*! ,K,ra S5!Wf! a^ Uci,A>
quein me redro.
o tribunal do jury com o julgamenlu do processo a
que proceder o subdelegado da freguezia da Var-
zea contra Manoel Francisco por crime de estellio-
0 sumraario, hayendo sido instaurado por quei-, W PWCO Dfc TliUO.
xa do padre Jo> Flix Moreirada Costa, que mais Do Tintamarre traduzimos o que segu :
larde desistir da aouisacao, teve como parte aM-,u-1 O prenles de Jocrisse deram pannos nosta se-
para que a gente se entretenha com elles.
se julgue :
dos inembros dessa esthnavel familia, entra
estabelecinieuto de um vendedor de tabaco, no
ard.
queixoso, subirahio por vezes poreao desse gene-1 Bom dia, seuhora, quero dous sellos de vtute
ro, cujo producto occultaras vistas do rommiucn-! centesimos,
le.
antigoidadrts no norte, academia c sociedades scii n-
tifiVas e fabricas da telas, panno, rendas, cartas de
jogar. papis pintados, estofes, chapeos, porcela-
nas, etc., etc., e bellos estalleiros.
Foi fundada em dia de natal de 1013, pornVso
em 1224 foi elevada caihegoi a de cidade, c em
li':t eseolhida para residencia da corte.
Foi queimada em 1728 e I7I3.
Quando o> inglezes. em plena paz, a bombardea-
ram em 1807, pereceram 2.<"X) habitantes.
Le-se na Preste:
M. de Sancly, senador e Miembro do lustiluto, e
o abbade Michon clu-garam a Paris de regresso de
i una longa e frucluosiiexpedieao scienlilica na Pa-
lestina e na Arabia transjordana.
Os resultados da sua viagem sao, ao que parece,
magnficos.
Poderam explorar em plena liberdade o raflaio
interior do templo de Saloman, que antes s furti-
vamente era visitado poralguns viajantes, e grecas
a chave, que tantas portas abre, chamada liikt*kli,
poderam construir palanques, tirar moldes e dese-
nliar cora, cuidado os preciosas restos da arehitee-
j tura salomoniaca, escapados ao incendio que des-
; truio o templo, quando Tito tomn Jerusalm,
O mais iiuportaute dos seus trabadlos lu a ex-,
(doraco da vasta pecropole chamada o Tmulo dos.
! Beis.
| O monumento expiatorio que o rci fferodes man-
don levantar sobre e.-les tumulos, depois de os l-r
violado para tirar os Ihesouros que continhain, loi
encontrado no meto das ruinas que obtruiaui a
enlrada principal
A descoberta mais feliz foi a de um jazigo se-
pulchral anda intacto, tapado com muda arte, e
no qual se achnva o sarcophago de um re de Je-
rusalm.
Tina inignihYainscrpeo em caracteres lebrai-
cos da mais remota poca eslava gravada na fen-
te do sarcophago.
O despojo real encerrado iiaqtielle atade de
! marmore fez-se em p logo que o ar exterior pe-
: netrou dentro.
E.-te monumento, nico no seu genero, rhegon
: ao Louvre com as oulras antigiiidades descobef-
tas na expedico; c tpie devem formar um museo
i hebraico, que ser de um grande interesse.
| Alm dos seus Irabalhos sobre archeologia cln is-
ta, o abbade prepara um, que prximamente vai
publicar, sobre a Vida de Jess do qual as
partes mais consideraveis teram compostas no;
propnos lugares.
(Ha um aparte.)
O Sn. G. uk DiiiMMoND :Pelo crime de desobe-
diencia a priso s pode ter lugar depois da sen-
tenca coudemnatoiia pastar em julgado, este cri-
me daquelles em que o delinqoente se I i vra sollo.
I'm Se.. Dri'Ijtado : Mas se a priso foi elTec-
t uatla .'
(Ha outro aparU.)
<* Su. G. Dkimmo.id :
Bxc
t Officio ao primeiro supplente do delegado da
Capital mejor Gustavo Jos do Kego.Envi Vine,
para seu conheciniento a inclusa copia do oVio,
com que respondo ao que em 26 do Correaje me
dirigi o Dr. chefe de polica, coiinnuuicando-jne o
pedido -que Vine. Ihe lizera de sua exoneracao do .
cargo de 'primeiro supplente do delegado dessa ca- ttSjfttt
,;i,al. e i vista das nata *g** ^ Sncis^^Koe temporal,
quaes Ihe fui essa exoneracao recusada e de plena T, a-mu
conlirmacao que s mesmas acaba de dar essa pre-; '.''' "' '*."rf "
sidencia ,-n. demonstraeo da conlianca econ-ide- S?!^S!!lR,Wl*
: raco que Vmc. Ihe merece, de esperar que Vmc. XSlg^n
conimue a prestar os seus bons servnjos a polica pranc^Znv ir O te'e Silva,
desta capital, quando a isso for chamado. i,i,u: .......r--,..
.. D! ao Di' chefe de poHa.-Em officio^ de 20 I^JjJta*
do crrante me commumea \ S. que o primeiro g-jj-J
Ztt&ft^&STtZ ^-sda tardeestavaa scsso encer-
rente Ihe pedio exoneracao *fJgh ; _" ||uul(;m. a0 comecar a accusac.o em nome
zao de haver-se preeuch.de o lugar de delegado da jusliea, o;i)r.Gus.noLob,seul,o-se incommoda-
de venda, por este remetlids quelle.
Defraudando assim ao queixoso, Manoel Fran-
cisco usou ainda de artificio paraobier |K)uco mais
de OOO do correspondente, dizendo-se para esle |
lira dovidamente autorisado; quando nao o havia
| sido.
Preenchidas as. formalidades legaes, foi reco-
inhecida pelo jury a criuunalidade do acensado.
que foi afinal condemnado pena de 7 mezes de
KnAet-ei o oflleio de S Pn?^ simples e mulla do o por eenlo sobre o va-
lor do estellionalo, como mcurso no grao mnimo
do art. 264, 4" do cod. crim.
O conselho de sentenca cumpoz-se dos segbales
senhores :
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarniento.
Major Claudino Benicio Machado.
.vii.ielulo Anlonio de Moraes.
Joaquim de Gusmo Coelho.
Major fiellannino do llego Barros.
pente nao s que aquelle preenchimonto do lugar
de delegado, que se achava vago, neuhuma relaeo
tinha com o f.iclo alludido, e no qual alias elle pro-
ceder muito regularmente, mas anida queconti-
nuava o mesmo priiiieiro supplente a merecer-lhe
Inda a conlianca e consideraefio pela intelligcncia,
zelo e dedicaead com que seipre se h.kive no des-
empenho dos deveres de seu cargo, e inteirado des-
la resposta de V. S. e da epioio que forma acerca
daquelle funecionario. com as quaes inleiramenle
me conformo, tenho a dizerdhe que bem procedeu
V. S. reciisando-lhe a exoneracao que pedio e para
a qual nao ha motivo algum.
IO:UWJL
Hoje a sociedade dramtica Uimo c llerreio
FaMiliitr da a sua recita deste eorrenie raez.
De novo instamos pelo aierramento do
grande lago, que Pica entrada do passadico, da
parte desia freguezia de Santo Antonio.
O transito com a existencia delta acha-se ine.sm-
modainenle diUicultado: e |)or isso a medida
que solicitamos earecedora de ser platicada des-
de j, e nao licar para as K'ilembi.s jtnjtts.
Oti nao temo-Ios agora, senhor.
Sun, mas en suppuuha que a senhora era
ubrigada a te-Ios agora.
E' verdade, senhor, mas nao temo-Ios...
Bem, justo...
O segundo membro dessa familia chefe de es-
laeo.
l'ltimainenl-; elle dirige a um de seus compa-
nheiros o seguinte ihelegramma:
O que coniinham as pipas vastas, que vos ex-
|iedistes esta mauha ?
O coiupanheiro respondeu :
Essas pifias vasias nao conlinhain nada 1..

Urna casualidade fez-nie encontrar aute-hontein
um anligo cantarada, aquomno via hadez anuos.
Elle acbava-se mal (rajado, e a barba careca de
um agrado da navalhe. assim como os cabellos do
peale,
O que tens feito ha tanto lempo ?
Eu 1 regre.-so do paiz das pivedes...
Mas nao tens ar, meu velho, de haveres las-
trado deltas o leu sarco.
Ora, eu nao lu testo Jamis... em nada...
Antes de le narrar as minhas aventuras, tome-
mos urna chaveas de chocolate, se me cri ; pois
estou em jejum.
Para que nao me dissosle logo.
Mt.'ii estomago gritav.i... tu nao o ouviste ?
*
MadamessellaN. afeita de delicadeza.
A fallar a verdade, guardando ella um tempera-
mento nervoso em um involucro de colibr, parece
justificar a ma repugnancia apilronte pelas co-
midas, que Ihe offereeein.
Oque come ella em suas rellexoes ? perguu-
lava aliueni a me.
I'm nada ; nem islo !
Eulo...
I'm bocadinho, e ludo.
E* pena. I'm succulento beeftesk seria me-
Ihor.
Ah meu Detis se cu Ihe abrisse a bocea...
Elle passana lalvez |>or ella... Fazei a ex-
periencia.
Da Batuta Etclailka, extrahimos o seguinte :
(A' estica potica de um amigo do autor.)
Poeta joven, que despertas rindo,
Bem como I aurora no clar.o primeiro :
Avante sempra, to progresso a porta,
w
COMMUNICiDOS.
- Quando noticiamos qualqner fado oceorrdo d b f .
na cidade ou |iroviucia servimo-nos ou de nter-1 '
maces que se nos ministrou, ou do que colhomos Oiha o futuro, como vem brilhando.
por nos inesmos no lugar em que o laclo se deu,' Repara a gloria, que te amelga os cantes,
nca
trbuual, senhores que se.npre tem optoste bar- ;; ZiT^imld^aS^MS^ i^ I ;^ul,a .das 52? as nn,'as- 22'
reirs aos desmandos das autoridades quando ellas | |l(|0|. e (im c.||Xl.iro ().( casa do> 'Sr Hendeg ^ I Que a lempestade tambero ira zbonanca.
se tornam instrumentos de pai.xes gnobeis. O
tribunal que por seus actos nao equvocos ha ple-
namente demonstrado, o espirite de juslca, quedo-
iiKiia a todos os seus inembros loi menoa-abado.
Em IHIi'J o DOSSO collega Dr. Teixeira, nao oble-
ve a prova mais robusta da iuleireza e indepen-
dencia deste tribunal l Emfim, senhores, o vene-
rando ti ib iii.il da relaeo com quein nos temos
adiado em todas as crises poiiticas como defensor
Coelhi
E' teu destino, solire o grande livro,
Flor t|ue se embebe nos aromas seus,
A maneira simples e natural porque osses se-
nhores explieararn o facto era sua caria, que j pu- .Nobre, sublime, porlenloso, egregio,
bhcainos, demonstra claramente que neiibuma ma Uem como as rosas do jardiin de Deus.
le houve e que ainda menos houvessem approva-1
do a leviaudade do seu caixeiro, quein s lizeram Segu jiortanlo, do destino a terca,
voltar a aquella taberna, alim de explicar o que .Soleira o cante, que o perfinn encerra :
Ihe liuliaui ordenado seus patres e obler a diffe-|Vate que pairas, as altivas imvens,
ittEaZttJZS^SZ 3K ffi5 *- 55 P-o equivoco por D-c, dos ^ vem viver na terra.
Sr. Silveira de. Sm, clli platicado. I _____ _____
Sr. Silveira de. Souza.
O Sn. Aiiaijo B\itnns: Por ordem de quein
foi preso o nosso collega ?
O Sn. G. i>kDiummom) :Do chefe de oocia.
O Sr. Akai jo Bauhos :Era o Dr. Tristo.
O Sr. G.vsr.vii N Diti.MMo.Nb : Creio que
sim.
O Sr. AnAirjo B.vmios : Elle que Ihe res-
i ponda.
| O Su. Gvsi'Aii de lia liana i m :Nao estou apre-
j ciando o seu acto.
Senhores, o tribunal da retar, nao mereceu do
: presidente da provincia o respeite e acatamento a
Acbando-se complela a narraco do occorrido
com as duas noticias que haviamos dado, lomos
quiuta-feira procurados pelo Sr. AzeveJo para a
puhlieaco da sua correspondencia, que hontem
sabio a luz. em a qual pretende provar que nao
levava o caixeiro os4004.000 para desfazer o rece-
biineulo, sob o pretexte de que uo lli'os apresen-
tra, e que offerecera ir recebe-los casa de seus
palmes.
Nao bavendo lei que nos impoiiba o dever de
publicar tudo quanto nos trazem, e adundo que
eslava por demais explicado o facto, recusamos a
correspondencia, tanto mais que ella apenas se re-
em truca do recibo,
ida pelos Srs. Meiwe-
i & Coellio, que alrmaram ter o seu caixeiro leva-
do o> 4003000 em duas notas de 20t00t, que s
nao lorain apresentadas naoccasio peto estado de
excilameirto em que se achava o caixeiro, aps o
que se dra entre elle e o Sr. Azevedo.
Acerca do mais que diz o Sr. Azevedo, deixanjos
aoa Srs. Mendes A Vidbo a larefa de responder,
que tinha dimito pelo acto de jusiicaque acabava 1"^ '' ,a,l .ma.,s.(u
de pratcar ; pelo contrario a autoridade subalier- S^LSfS^ do d.nbeiro
na que havia infringido a le. tezendo urna priso | roi,uf,,.t40 fUe t fo* de,ru,Ja
arbitraria, era por S. Exc. elogiado !
0 Sr. Rrgo Barros :Illegal, nao apuiado.
0 Su. Cumia Teixeira :0 nobre depulado nao
sabe da le cuino diz que nao illegal ?
0 Su. Gaspar ue Diumho.m. : SemWes, eu
em poucos palavras mostrare a illegalidade da ori-
sao pralicada pelo delegado de polica.
{, .. ... perquante e a elles que se refere.
O cdigo do processo criminal ostahetece que a, Ha dous das une o uosso iUnii.
prisao preventiva nao ter lugar (alera de (nra fuaccoua por taita de bandeiras, que foTaln ^\- -
excepcao nos crimes rup mximo da pena nao! parte destruidas na quarta-feira ptlo vent e A reuniao das duas can
exceder de seis mezes, e anda mais que nesta hy- chiva. A ilha de Islandia tem,.
A necessidade que tem o comraercio dos signis
P ithese o delinquente assistir solio a todos os ter-
mos do seu julgamento s tendo lugar a priso
quando a deciso condemnaloria ti ver passado em :
julgado.
das navios que se appi oximain ou buscam o porto,
o palpitante, que de esperar sejam logo sutib-
mantas as bandeiras mutilisadas.
Ora o crime
sendo de des
mximo qu
tal priso nao
te. E ainda atis, senhores, esta argmnenlarSo
procedente se o crime que dea lugar a priso do
boleeiro foi o de infraeco de posturas, c eiaYqual-
quer das hypothnses que sequeira encarar a qo.es-
lo o delegado obrou violenta e arbitrariamente.
Um SV Dki-itado :E no caso de resistencia ?
0 Sn. G. de Dni-MMfl.vD :0 nobre depulado sa-
be que a resistencia segundo a delinico do nosso
cdigo a opfiosco com forca a urna ordem legal
1 .u Su. Dkcitaim :Nao s com terca.
O Sr. G. de Drummond :Ou ameacas capazes
de atterrar qualqner hornera de firmeza' ordinaria.
Mas, senhores, esta cansa da priso n5o proce-
ibuite, onde a terca que esle pobre bollelro ti-
nha para empregar contra a ordem legal do dele-
gado de polica ? Qual a ameaca que poderia ter
sido feia a essa autoridade, rodeiada de prestigio
no centro tiesta cidade I Nenhuma. Lego esSe mo-
tivo iuadimissiwl.
U.M S. Dst'LTAuo :-r-A autoridade, nao foi ou vi-
da, logo nao se poda saber qual era o crime.
6 Sn. Cimia Teixkira : Aparte de polica pu-
blicada p/ova o contraro do que d o nobre de-
pulado.
real roereci-
iminensa sem grvame
Dorante o lempo que. all esteve. oceupoa-se o
Sr. coronel Leal com as torflcncjes e raelhora-
menlos da ilha, deixaroto obras de
ment d'uma utiiidade
dos cofres pblicos.
A Ihaneza e cayallejiismo porque distribua o
' serrico e fazia cumprir cada um os seus deveres
- tornai-atn-o seinpre estimado de todos e sempre re-
cordado dos seus subalternos e daquelles que all
vi vem pelo seu mo fado.
Hoje sobe, scena. no SanU Isabel o lindo
drama vertido do francs 0 UHrajt, que j tantos
applausos mereceu ipjandosubi seona em Irtfii.
Nascido do centro da mesma iv-cula que produzo
os ntimos, elle deixa ver enj) cada urna de suas
scenas um novo passo do progresso da arte.
0 scenario aclia.se quasi todo retocado, e reno-
vado na parte que hnvia sido tracadantunditsu-
Lno scena em iAf.
RKFAIITIC.AO DA POLICA
Extracto das partee do
1864.
da 22 de abril de
E a minhajyra, no louvor ingenua,
Vai ser a iiuucia de leus bons agouros ;
Aqui te aguardam do talento as glorias ;
Aqui te esperara, do porvir os toaros.
L<8e no jornal francez Iji Frunce o que segu :
O systema constitucional da Dinamarca, compre-
hende una cmara em que esta representada toda
a roonarchia e que se chama Bigsraad.
Devem entrar nuil a os envidados do reino pro-
priamente dito e dos ducados Holstein, Schieswig
e de Lauenliurge.
W, em summa. um parlamento, e foi este corpo
(Militicoque votuu a ultima constituico.
Alm disto, cada parte dos estados dinamarque-
ses tem nina representarse local.
Parao Itotslein, para o Schieswig e para o Lauen-
burgo ha una assembla particular.
O reino propriamente dito, isto as ilhas dna-
marquezas c o Julland, tem a sua representaco
particular, que se rene em Copenhague e se divide
em duas assembla* ; o Laugihing e"o Folkthing.
A primeira u composta dos grandes (>ro|irietarios
e da nobreza do paiz, e a segunda da burguesa e
0 Su. G. dk DHr.MMO.ND : Aqui paro e somente,
drei senhores, que o presidente da provincia ain- do crrante,
da desta forma mostrou-se superior a lei quando A' ordem do lllm. Sr. Dr. Chefe de
maras chama-se Bigsraad.
na mesma ilha, urna as-
sembla particular.
A Dioaujarca o mais pequea tos tres reinos
seandihavos, (Suecia, Norwega e Dinamarca.)
E* por toda a parte banhada pelo mar, excepto
ao S., onde limitada pelo Hanover e Mecklem-
burgo.
Tem a Este o Bltico, e ao Oeste o mar do Norte.
0 estrello do Sund, o Catlgt e o Skager-R.ick se-
param-mt da Suecia e tambera de Norwega.
Divide-se em paiz dinamarquez e paiz allemo.
O primeiro conip6"e-se :
1." da pennsula cimhrica, que sp divide no Ju-
lland seplenlrional e .iutl.iiid eridtonal ou ducado
de Scheswig :2." do archipelago dinamarquez,
que compri-liende a.- Ibas Seetamj, Fiouia, Laland,
Palsier, Bornholm, Jloen. Qcro, Alsen, Fermen.
etc., a tambera n Islandia eo arcipeiago de Fem.
0 paiz allemo coaiprehende os ducados da II .1-
sieinj Lauenburgft, que- tazeiu |rte do confedera-
eo germnica.
Tem cutan i as na costa occidental da Groenlan-
dia, algiimas feilorias as costas de Gui e Ami.
ihas.
Veadeti aos inglezes em IS44 as que tinha na
India.
1 E' potico montanhosa de terreno frtil em pas-
tos, tendo por isso muito bem gado e bons cavados.
A sua principal indu-iria consiste em tecioas
para velas, pannos, asiteltanasa atinas.
Tem commercio" tlorescenie e instrueco mulo
derramada.
A sua p pnlacaoe de dous_miifc!es de hatajantes
?RI4 perdeu:a NwwvfB. ir se lev Rlliano a
Depois do discurso do Sr. Dr. Pedro Luz. profe-
rido na cmara leinpona, dilTeientes albleas pro-
puguadores da nossa rdigo, se aprescnlarara cun
denodada coragem para destruir as graves offensas
feilas quelles principios, e cada qual mais forte e
mais cheio de energa.
Ao Sr. tonslbeiro Pedro Autian da Malla e Al-
buquerque, coube-lhe a priniasia em suas lefula-
coes, dtqiuis das quaes succederam-se a do Cutlio-
tico Lciyo, que nao Ihe lieoii a .piem, e mais o C'ti-
tholico, que taiiibem em nada desmerecen.
Anda bom que o Sr. Pedro Luiz se convenca
de una v.-z para sempre, que o mundo carblico
jamis emudece quaudo se trata do assuinplo de
que fez quesio a sua discus-o, e ainda mais li-
que saliendo, que se no recinto da assembla, on-
de existem sacerdotes que deixaram passar inc-
lume as Mas assereoes, fura (lie e a quera nao
corra a restricta olingaco de defender essa cau-
sa, houiens apparecorain que. com argumentes
forain capazos de confundir ao illuslre depulado,
Sr. Pedro Luiz.
Sem poder entrar na apreciaco da quesio por
falla de conln-cimenlo, nao posso*todava deixar de
diier, que causa vefddeira admiracao vdr-se que
o Sr. Pedro Lu', lillio de pas, como devenios sp-
por calholicos, escolbido por um povo lambein ca-
ibico para defender os seus direites, se apr-
sente no parlamento para dar um lesletnuubo so-
lemne dos mos principios em une se acha em bui-
do, dando por es e. molo una prova irretragavel
de que niosabe corresponder a conuanca. daquelles
t|ue o hoorarain com seus votes.
O faeto de se conceder um terreno ao lazan-ia
Janrartt. para erigir um templocalbolico, nao devia
jamis prodazir esse elTeiio magntico que produ-
zio no animo do Sr. IV ir Luiz, mxime tendo elle
em vista os servicos .restados por essa gente.
Talvez o Sr. Pedro Lniz nfio se quizesse dar jn
irabalbo de lr a historia do jesuitismo, c nem to
pouco a vida de S. Vicente de Paulo, porque .-e 0
tizesse cortamente nao se pronunciara to desabri-
(lametile ciiilia laes insliluicoes.
Admira por certo. o para lamentar, que ara
representante da nacao, tal como o Sr. Pedro Luiz,
nao sejjuizesse dar ao trabalho antes de entrar na
discu.-o daquelle projeclo, do pansar maduramen-
te sobre a materia, e tanto mais quanto tila em si
encerrava mais sublime expressio-a dandi-
gio. -
Baldad. foi entretanto, toda a espocialiva com a
leilura daquelle discurso, que em nada importa
sead a falta de consciencia que o nobre depulado
pelo lliodo Janeiro tein de sua conviceo.
Nao sou eu, sao os fados que devem mostrar
ao Sr. Pedro Luiz o quanto vallem as insliluicoes
dos lazarisias, irmas de caridade, capuchinbos e
para prova inostrarei os salutares effeitos delbis.
Nao examinou o nobre depulado o hospicio de
Pedro II ou hospital dos alienados em Bola Fu-
go? Nao vio a ordem e disciplina (|ue.all reina? E
a quein dever ludo isso .' Ao Sr. Pedro Luiz 1 Nao
vio tambera o hospicio deS. Sebastin no morro
do < asidlo dirigido pelo coininissaro dos capuchi-
iihos o Sr. fn-i Caelano da Messina, que tanto tem
feito, e com seus irniSus incansaveis se tornam em
restituir os inlicis ao gremio da igreja'f Oh! aari
isto desconhecer a verdade !! E vos meu Dea*, que
tanto podis iiiuminai aquella ovelha, que desva-
rada parece embrenhar-sc no sceptismo.
Atienda bem o Sr. Pedro Luiz no que ha dito, e
depois seja o sen mesmo juiz, e urna vez julgada a
sua causa, arrede de si essa idea toda coutraria
aos principios de nossa sauta religiao, e como bom
christo cliegue-se a igreja, porque lidia, esomeiile
nella poder encontrar o perdo dos seus pecca
dos. Nao apere pregar doulrinas ao Ilustre depu
lado pelo Hio de Janeiro, que subeja illuslraco
tem para bem pensar, quero smente fazer valler a
terca do caliiolicismo, que o Sr. Pedro Luiz parece
dcscrer, ainda mesmo em vista dos vehementes
fados que lodos os das se apresentam a nssos
albos, e pie nao podero ser contestados.
Provavelmenle o Sr. Pedre Luiz, lera lldo a bio-
graphia do virtnoso mission.no capueninho fre
Sebaslio de Melia escripia em Pcrnainbuco depriis
de sua morte, e era vista delta o que respon-
der? Ser |K>r ventura urna lisonja? Por certo que
nao f Enlo pode avaliar os servicos que os capu-
chinhos preslam. e pelos quaes nem elles, nem os
lazaristas e nem as irinas de caridade podein ser
to torpemene atassalhados
Se fora possivel o Sr. Pedro Luiz percorrer os
nossos sertoes, vera com admiracao sua os prodi
gios resultantes dos servicos prestados pelos capu
chiubys.
Se fra possivel ainda, o que nao difficil, ter no-
ticias da obra da santa infancia para o resgaie dos
filhos dos inlieis da Grana, pelo Exm. Sr. brsiw de
Naney,saberia que foram elles condados aos cuida-
dos das irmas de caridade, que. eorao bem disae o
conselheiro Bastos, sao mais um prodigio permanen-
te desla sublime virtude de que tirara seu nome,
sendo muito para notar que ellas foram respeitadas
pela revotuco da Franca, que nao respeitou a al-
guma outra associaco religiosa. E pois, se essa
corporaco foi pelos revoluecionanos de 1789 assim
resaltada, nao seria muito que o Sr. Pedio Luiz
Ihe preslasse seu apoio, e quando assim nao acon-
tecesse, ao menos nao Ihe fosse to infenso na di-
cussn daquelle projeclo.
Bem desojara que o Sr. Pedro Luis, a quem
dirijo estas palavras, e cuja illuslraco muito res-
peite, se coBvenrcsse da razo que ouiros tyeram
para refula-lo, e oxal que Ihe tenha servido de
licito para ir de acord com a mximaa crenca
religiosa aleota todas as fraquezas, adoca todas as
desgraeas.
O tachristao.
Ao Sr. i!paul.ido Snam l!/and;i.
Somente boje depare rom o acn* et*. de-
butado Soares Branda > pnmunri.id i .-. V
.OSr Amonio rYaacta-Pfc, de Mdfc. Bar-
li-lo coniralou a ,-..... ,,,,-,, ,,.. |(| ,
portSJIXMrinensae.. \ roa------- ,., Smi-
nistr.ico cusa ao governo -.-i.-nu' (ani,, ^
ris por mes ponen mu "u meas*, tm rail m*
bracas, por ter iteas Iwmenii dtenaasenai irafc-
Ihando com o jornal de IAW rada um. e mii mm-
servadnepajpM viga sobre 3 nnl br:..-:i. ,.- n>t>>
mnanaunente ftHOOO.
nobre depulado labora .-m e.puv.-.. seaBn>
de, lalvez. o que se pude ou de-,v l:i l.r ..
que (Aamntente se g.isla.
Alb-ndendo-se .10 que il|>o.- a |e| II. 311. fc-Trr-
s.-b.-i despemb-r mem^iluieiiie 64tHR> rain am>
servaco de cada mil brae.o, as a iiiMiiaWtciM-ia da
quot.i volada para esse servo;., i-m i.xtas as estra-
das, nd fosse um motivo pira r.--lri.e.'s unuto
vigoios.is.
Se o rusto ta ronservaeao de rada mil tarfcaa.
na esiratla da Niciona, fosse tle 7Jrinr>, a drpnu
animal, em luda a exlrncsai da in.aniui e-iraV ex-
cedera de l8:OU<)4tMN). '
Ora, si-o Sr. Soares Branda" iprizrr r%mmtr
os batneos que annualineiile sao afanainlasa a
assembla provincial, ver, ajan termo mnlw das
despetas tle eonservacau aattanMa .-ira.ta, iwn-
le os i-inco anuos anteriores, loi de pamm de
n:OJOfJ.
Actualmente o serviru puram. ule ib- .-.Hi^-rva-
co, por .idmii-ii.ir.e.. esta muiio n-oiiinte, a-
penas cxecutatlo |M.r S homens. lstribiia pir
dous termos de cinco mil l'iac.i.- cada um, i|ey
dmenos de um Irabalhadoi |>r ca-ta mil brari.
Nos H motes decoiridos no pr.--.ni.- nevnsia, a
du.-peza lies! servcu na lo.-o.-ionaUa exlr^da. mmm-
ta a ii:l!i'4.l(H)-. ma> s l:lttWM perVarria
ferias de pesso.il. 1D3-3U0 foram d.-p. ivdm
na acquisiio de material a telena b- pU*-
mentes.
Oque acabo de diz.-r pode o ilu.-ir- .1-imU.lo
verificar quando quizer na ibi-ouian i ptuliiicial.
ou tiesta repariicao, oade Ihe ianqil o. i i documentos de despeza* .- livrea a* aactiplararin
em que sao lania.lus os | a. .m.iilo~.
Becfe, 2 de abril de MM.
Framrtam Baadaed dk Mrim It-y.
CORRESPONDENCIAS.
Srs. reine!eres.-Li no ara /<-/' nen
forte correspondencia do Sr. Mu K. no.. $ $-
queira, liberal progres*itl ^ad.
de A fugados, termo de lagazeira dta nda da Sr.
Joo de Dos Siqn.-ira colisa !i -ii' io-a- .. ;km->
me nao causaram admirar", por ipie -. i ipMesen
ledo de Dvos, que, ..ntes (ora du dial oonen
de mos e perversos inclnelos, r, i. ).ubiin.e
notorio, e sobre elle p.--.i ... n ....... aal*
que Ihe imputa o Sr. Petti o ipa*, *r-
ritta lodo o homem amante d>- -en paiz ..,; aa-
dvi lll'.S doSCO-bllie-.e pr. eed.ll' thMa
s jara investidos da autoiidab- pul Kral O Sr. Ketis
devia, pira n ert eer mais elogios, n'wi io:oi.n-e a
dcscrever ce tollos rrirain I de-
via lamben deserever as (aeMibas ite nnirw -oa>-
dclegados, por eseasph, um pw -- --m o uM*-
ea.....ule um pobre pudo na villa .. \lhn,
outro que lenlou roubar n i.>, i Al-
ves, pretendendo exioiqiui-Ib. t n h.-i.-'m it 4i-
nbeiro por facailiiilit' tmlut. mim .naos
depois rcduzlr esrravid priaon lirr, in-b) f*t
f.i prnressado por ordem du ra-chrfl t lela
Dr. Araripe.
l-'.n-a, pois. mais este servicn o Si r Ki fasvean
e mostr assim que a artaabdada ni i lea laie-.J
mo para laes empregos, -- nao de la-liv.Jaas
guaes a Joo de Dos, o nja il ) is 1 me pev-
seguido no lempo des trrmeih \*x culen
delles, que nunca iransigiram i -a
se prevalecern) de hoon-ns lai-s para f un
liriaes ; m i, Mm por rulp de nw
dade dominada de mstineti pn ness-
hura governo pode evitar.
Joao de D* -. verdade, f i a
dominio do- TWMelkotx ma- >pia i m ao niatn
i ronretsuta tem -ido v aie- lo-, r
ineides-i-oroii-'i-. eoiiim.iii.l .o re-;, joiaes
iiiiincipaes e jui'.es de direkto, qu- u'ooir.. pata de
mais iiioralitlale niine.i dignin-i i
Va mpareo >r Pelix a in>near de Deea
com as que se lem feito n -i i i im-
mensa dlfterenca n. moi di 11 le
N'ontro lempo quando um
da de crimes igoaei ...- de : era
immedialaraente demiuida ou ropmneMMMi
mas boje loeeode a-.-nn
Veremos ipial o resol! H I lo Sr
l-eli\.
Ileeife de abril de MM,
.hit Victoi muf .i-i ni.
PBLICACOES A PEDIDO.
O perhimt' do hrmii>|>hrrit mr-
<-ilt*tid:l
(Bxtracto do jornal.1 Orean l de jnMW
de IWJSJl
Agua llorid.i : iiomel.. do op]ie--.u' ...i ^ue
nos cerra e debilita, e de que nos totes m-icon
menos solTrenios, ronsideramw .-. p.i.;i.- q.n- awt
pode proporeienar qualqner ana m itivis
eonsolador e de llldgai-u -uave para Dorsos d-
friincnte como un grande Ik-uii.iI .r. s Str.
Lannian & Kemp residmtas em Vasas Mreat, a.
t, tabricanUs da agua fli.rda. ir.nm- pnas
cora justa razo, em sssmma ajia dsgami ilesle
louvor, e o seu .'11111011.lo pul.- M-i \i-n. m u.na
outra columna rala rdagie de boj. K-t.i .-vnl-
lente agua ou adniiravd liquido > u.-adoparnaa
usos ordinarios de banana, < |>r asas durnla ana
do cosmticos o mais agradavel, a*sm rmw r
mais delicado e delicioso perfume que jamis te-
mos usado.
A' venda as boticas e loja de p. ifuraai
-W
COMMEiCIO.
mivo b\m;o dk pt^.Mww.
O uavo banco de Parnambun. [>aga o t" divP
deudo a razo de HA |>r aeco.
Alf:ialesn
Rendimento do da I a i I........ ;M.li4a
dem do dia it...... .......... *:ilN
M*viaaeeit da alia)
Vofumes entrados eum az.-ndas ..
* coiu genero*...
Voiumes sahidos com fazendas...
c>in genero.. .
:rs:ii:i.iVI9a>
Era,
Foram recolhidos casa de detencao no dt 21 Kapidrao I, icndu-iUe (* Ingtazeifc'por esse motivo,
: borntordea lo em"18Q8 a capilal (Copenhague) jque
[Kilioia,' tem lJ3,etlddi!tl9antes,nigmlicq,p_"rte e boa rida-
lnba de (ecidir-s* eniie seus amigos. Manoel Rodrigues, viudo o presten de Fernaiidc, delta, sendo nina da meteoros cdiflradas da Euro-
Sr. presidente, tenho com a fran'Bita que me como sentenciado. pa^eon palacios, templos, grande quartel, um
caractonsa. feito a exposicao dos motivos que me, A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, arana numero de imponente! cstarieiedrnentos
levaram a negar o meu apoto a poltica aclual e o Antonio Brcxado Soares BuimArftes, Antonio .de inaruteo publica, universidade, csjcola poli-
A ret.artico da the>ouraria provincial parte al-
guma respoiisavel podo ler no proressa da execu-
co. em qu se deram as irregularidades notadas
pelo Sr. deputa-lo llaarque am seu discurso na
assembla provincial; visto qut aquella repariicao
uo a factura de proce>.M>s judioiaes; certo.
que honveram aquellas irregularidad s, que oraQ
al vi-ias pelo presiden'^, enlo da, provilina-
consistiram ellas effi uib someule so 'n^vr fe'ila
?f^h^I^A5 -v ^^ ed.ft.adas ao ss0>
tvjiiaca, aa$. CMi._ ,,.lvi;il rfd0 lier4p.:iJbS.
Descarregam no di ti de.
Patacho nacional// >.im difi
/rigue nglez-yi* Matheiu -'.niil.a.jl
e gas.
liri^pc nglez IJhcch off Ihe Plt/tte -1
Pataclw nacional diansami diversos
ni|Mrar/:io.
Barra ingleza John Matkru*. enlr
delphia, consignada a M.itbui- A..-lu
festn n segrate :
2.2U5 barricas de faruiba de trigo.,
las dita, l.VO tairriquiib.-is lolai hinh
"raa, tO caixas vermfugo cm vi
com t.ODgales de ideo de Kern 851 resmas de papel de eml-rnlho
llngue inglex O'nrn oflke WaniJ
verjK'ol, consignado a St-uthall Mel|
festn o seguinte :
50 lontlsda de lastro da |.r.lr
caixa ferragens. %\0 barrilinln- e|
cao, 50 caixas inachinismo :
200 caixas sabo, I caixa i
l dita u 5 tanto. tetado de
JoliiMton l'ator t ^- ,
IH. saccas seraentes ile air J^ ; a Ge
UlKtt.
3& caixas e W fardos .^fa ,, >\p*l>r, e>
l.n. d- linho, etc.. i car M p;i|l | ;,;?< de r--r--
lOH n i.- di-
I liar riran
fs. Mm itiras
em Wt lates
.v>s mi-aan.
ciiirad) de Li-
ra Ai C.
liba-,Tira*, t
nK dr imaV
i Dtaaiin
sde
f .o e de b
ver. 30 ditas- h'<^W ..' j ^u hnll Meltort \ C
ILEGVEL


a Carvalho & No-
170 barricas cer-
a Phipps Brolliers
-6 birria oleo de lnhaca, 2 ditos darcao ; a E.-
A. Burle & C.
3 caxas !aa ; a Alvos Hamburgcr & C
i caixa meias, 93 pilares de ferro ; ao barao do
Livranienlo. .
lo fardos lecides de algodao ?a Rabe SclimetUu
1 fardo tecido de lgodao ;
gueira.
14 fardos leoidos de algodao,
veja; a Adamsoo Howie & C;
1 caixa (Tamisas de linlio;
&C.
1 caixa tecido de algodao; a Joo Keller & C.
1 caixa utencilios para escriplorio, 13 ditas ma-
chinismo, 07 ditas c 60 fardos teeidos de algodao,
i toneladas de coke ; a ordem.
32 feixes pus de ferro, 13 barricas e 1 caixa en-
\adas c ferragens; a Jos Antonio Moreira Dias.
1 caixinha 9 relogios de ouro a S. P, Jobnsion
& c.
t volames amostras ; a diversos.
Kecebedorla de rendas internas
geraes de Pernautbueo.
Rendimento do dia 1 a 21........ 16:943*850
dem do da 22.................. 8:179*405
19:123*2oo
Consulado provincial.
Rendimento do*lia 1 a 21......... 39:6085"26
idem.do dia 22................. 1:043*570
60:632*0%
taila Rocha, hypothecado por escriptura pnldiea
Antonio Alberto de Souza Aguiar, para ser arrema-
tado por qncui uiais der, sobre o preco de 1:1005
por que fui avaliado.
Consulado de Portugal.
Em virtude do que se acha disposto aa conven-
c/io consular, ltimamente celebrada entre Bra-
sil e Portugal, az-se publico que no dia 19 deete
mez falleeu o subdito portuguez Hanoel lavares
Cordeiro, negociante estabelecido na tnavessa da
Madre de Dos.
Pelo consulado de Portugal tiesta cidade, sao
convidados todos os credores do nado subdito
portuguez Seraphim Miguel da Silva a apresenta-
rem seus ttulos dentro do praso de 30 dias, depois
do qual nao serao admittidos. Recife 21 de abril
de 1864.
THEATRO
DE
MOYIMENTO DO PORTO.
iVnt'io entrado no da 22.
Liverpool53 das, brigue inglez /7 toneladas, capitao O. \V. l,aihan. ei|uipagetn 10,
carga fazendas e outros gneros; a Paln Nasli
&C
Naiios sabidos no mesmo dia.
Portos do nortevapor nacional Purahyba, com-
mandante J. I. Martins.
Asspatacho nacional Andn'; capitao Joaquim
Jos da Silva Rales, em lastro.
S. ISABEL.
EHPREZA
GEIMAM & COINBRA.
. Recita da asslgnatura.
SABBADO, 23 DE ABRIL
Subir scena o interessante drama em cinco
actos, original francez
EDITIS.
4) cidadao Francisco Antonio da Silva Cavalcanli,
juiz de paz do terceiro districto da freguezia do
Santissimo Sacramento do bairro da Boa-Visla
do termo da cidade do Recifu de Peruambuco,
em virtude da lei etc.
Faco saber aos que a presente caria de edicto:
viran ou noticia ifella tiverem que Nicolao Tolen-
tiuo de Carvalho, me endereoou a peticao da for-
ma u maneira seguirte :
Illm. Sr. juiz do paz.Diz .Nicolao Tylentino de
Carvalho,que quer fuer citar a Joao Torquato du
Figueircdo, para que na piimeira deste juizo, cou-
ciliandose com o sopplicante Ihe pague amigavel-
mente a quantia de um cont oitenta mil quatro ce-
ios e quarenta res, imporiancia de urna letra j
vencida, alm dos juros nella estipulado.
E por que o supplicado alm de nao ler domici-
lio certo, acha-se em lugar incerf e nao sabido,
quer osupplicante justificar a ausencia para que,
jusiilicada quanto baste, e julgada por sentenca se
passe carta de edictos com o prazo de trinta dias,
para por ella ser citado o supplicado, para a con-
ciliacao, que deveri ler lugar na primeira audien-
cia depois da expiraran do referido prazo; penajde
revena : pede V. S delirimeiito e recebara merc.
Clurindo Ferroira Cali, procurador.
E mais se nao continua em dita pelieao aqui
transcripta, a qual depois de ser por mii lida e
examinada n'elia profer o despacho do theor se-
guinle :
Justifique.Terceiro districto da Boa-Vista, 17
de marco do 1861.Silva Cavalcanli.
Em virtude do dito despacho procedeu-se a in-
goiricao dasteslemunhas,que depozeram sobre a au-
sencia de Joo Torquato de Figueiredo; e sendo-inc
o autos conclusos, por mim lidos e examinados
profer nelles a sentenca do theor seguinte :
Julgo por sentenca a presente justificacao para
que produza os devidos elfeitos.
O escrivo passe a carta de edictos requerida
com o prazo de 30 dias, pague o justificante as
castas.
Terceiro districto da Boa-Vista, 8 de abril de
1864.Francisco Antonio da Silva Cavalcanli.
Emaisse nocontinliaein dita sentenca, por bem
da qual profer ao justificante Nicolao folentino de
Carvalho a presento caria de edictos com o prazo
ilo JO das, pela qual se chaina e cita a Joao Tor-
quato.de ngoeiredo, ausente, para que dentro do re-
ferido prazo comparara p-r si ou por seu procu-
rador bastante para se' proceder a conciliaco na
forma da peticao, oh pena de revelia.
O porteiro do juizo aflixareste no lugar mais
publico.dofte districto, publica-io-ha e paseara a
devida certido ; sendo o presento igualmente pu-
bljcado pela imprensa.
Dado e paitado nesta cidade do Hccife de Per-
nambucoi
T_rt"!.7 districto da freguezia da Boa-Vista, aos
8 de abril de 1304.
Eu Francisco de Barros Correa, escrivo que o
escrevi.Francisco Antonio da Silva Cavalcanli.
DECLRALES.
PERSOXAGEXS.
Jacqucs d'Albert........ O Sr. Germano.
De Brives, juiz inquisidor Thomaz.
Raymundo de Brives___ Victorino.
Ral de Brives......... Lisboa.
Latrade, negociante..... Porto.
O Dr. Lcinarchant...... Borges.
De Bissires........... Pinto.
Jos, criado de Ral----- Teixera.
Um criado de Latrade... > Leonardo.
Senhora Latrade........
Helena Latrade........
Joanna de Albert, mnlher
de Ral.............. D. Camilla.
A senhora de Sevry......Virginia.
A senhora de Cerney___ Leopoldina.
Una criada............ Olympia.
Offlciaes, senhoras, convidados e criados.
pocaaclualidade.
Sobe scena com lodo o esmero o presente dra-
ma, nao lhe faltando nenhum dos muitos accesso-
rios que requer o anter.
=Si
Diarto de Feraanibiico
JL.:! "
da Tur
:
defensores da Turqua.
7.Hotel de la Villoem Paris.
S.Cidade do Aure de Graea.
0.Grande balalliade I'Alma.
10.Bombardeamento das fortalezas de Sebas-
topool. '
^^aftjWa,^
lao de toda a na mobltla consisiind eS raobilia
da sala, espalaos, eamas, linternas, candielros de
gaz, relogios com corda para 13 dias, bandejas,
eommodas, toncas etc., o muitos outros que su
tornara enfadonho enumera-Jos e qnc se aeharao
patentes, assim como alguns negros : segunda
11.O largo do Roco e theatro de i. Mara II, feira 23 do corronte peas 10 horas 'da manhaa na
illuminado de noite por occasiao dos festejos do ra da Cadeia armazem n.
casamento de D. Luiz. Neste mesmo dia e lugar ser vendido um lindo
Estarao presentes mais diversas -vistas que na cabrlolet com apparelhos e lencas para am e dous
occasjao dexam de ser mencionadas por oceupar cavallos.
muito espaco. i
O salao estar abarlo aos sabbados, domingo
tercas e quintas-feiras. '
Entrada 500 ris.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILELRA
DE
PAQUETES A V i POIC
E' esperado des portes do sul
at o da 30 do crrante o vapor
Apa, cbnimandante o primero
tenente Alcanforado, o qu>l de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua ebegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriplorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C-
COMPANHIA BRASLLEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos jRirtos do norte esperado
al o dia 1" de
Cruzeiro do Sul,
LEILAO
DE .
Dous ricos estojos de malhcmatea, ferrauentas
para ourives, marcneiros e torneiros, fechadu-
ras Anas, cadeados, ganchos de parafusos, tc-
souras, caivetes, seringas e um completo e
variado sortimento de brnquedos.
Terca-feira 2( *t abril
1' ra da luajp>eratrli numero .
J. J. Keller tendo de retirar-se para Europa fara
lel*o para lquidacao por intervengo do agente
Pinto em lotes vonlade dos compradores do to-
dos os objectos cima d, clarado* existentes em
sua loja sita na ra da Imperatriz n. 9, devendo
ter principio o referido leilao s 11 horas em pon-
to do da supradito. Desde j previne que dias de-
Nbvos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Noticias!
IVoticias!
Noticias!
Malicias!
Noticias!
pois vender tambem a armacao e movis da rafe-; '^Z TZX1'
ridaloja, a qoal offerece bons commodos -
quem quizer estabelccer se.
para
AVISOS DIVERSOS.
Associaco Typographici
Pernaml)ucana.
De ordm do Sr. psesidente convido os Srs. so-
maio, o vapor C10S; niembros do conselho, a comparecereni sab-
commandanle o hado 24 doveorrente, s 7 1|2 horas da noite,
Retratos de -'15 por io00.
Retratos de-3 por I.'iOO.
Retratos de 34 por I 300.
Retratos de 3 por 1"00.
Retratos de 3 por 1300.!
Retratos de 3 por l."i00. i
Retratos de 3 por 1300.'
Retratos de 3 por l300.
Retratos de 3 por 1300.
Retratos de 3 por 1300.
200 retratos tirados por dia.
[ 200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por da.
200 retratos tirados por dia.
Diaheirt >isla.
Algodaozinho com pequeo
toque de avarifi a .44500
e o^OOO a pefa.
Vende-se na ra do QudmaJo n. 14. -if fnr
alKCKlaozinbo com pequen* i Intpie de a varia t|e
6 a peca, a elle que est se
A4> acacia.
0 bacharel Lourcnco Aveiiinode
Alboquerqoe Meo, anni *l%.^a-
do desla ndade. telo re*/re*o
ella, tein aherto o stu s.ripl.rio
roa do Imperador n. 40. onip |,^u-
Mr prwuradu para os miMi-rcade
sua profissao todos os das nls
das 9 da manlia s 3 Itoras da
tarde, e olfcrece como p;u ante a
seus consliluinli's a n.lo iiit. i nimpt-
da pralica de 25 annos tU- advera-
ra. O mesmo aceiu parti!*
tiiiubem causas nos U-rn** do m-
lei ior onde tocar a estrada de fcrr..
ra de costume seguir para os portos do sul. ; da contl'nuacao da discussaodo reguamentoTnTer'-
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a no carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada ne dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sabida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Eio de Janeiro.
D. A. Marquclou.
com a graciosa come-
Terminar o espectculo
dia em um acto,
ESTIVENOCLUB
Comecar s 8 horas.
Recita extraordinaria
Livre da assignalura.
DOMINGO, 2i DE ABRIL DEJ1864.
Reprcsentar-se-ha o muito apparatoso drama,
costumes militares, em quatro actos,
O brigue Imperial Marinheiro segu com brevi-
dade, e pode receber alguma carga e escravos a
A sr.* D. Mana Puntes, frete : trala-se com os consignatarios Marques,
Rrrros & C, largo do Corpo Santo n. 6.
Segu com brevhlade o'bem conhecdo hiate
Lindo Paquete, capitao Antonio Mara da Costa e
Silva; para carga, trata-se com o consignatario
Antonio de Almeida Gomes, ra da Cruz n. 23, pri-
meiro andar.________________________________
fara o Rio de Janeiro
O patacho Beber be pretende seguir com muita
brevidade, tem parte de seu carregamento promp-
to : para o resto e escravos a frete, para os quaes
tem excellentes commodos : trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C. no sen esenptorio ra da Cruz n. 1.
11 ha de H. Miguel.
Sahe com a maior brevidade o patacho portu-
guez Soirsa, anda recebe alguma carga : a tratar
com o seu consignatario, na ra de Apollo n. 4.
de
Tribunal do rommcrcio.
Pela secretaria do tribunal do commcrcio de
I'-'rnambuco se faz publico, que nesta data lica re-
gistrado o contrato de sociedade que em 16 de
liarlo ultimo lizeram Antonio Jos de Souza Gui-
maraes e Jos Cardoso da Silva Pinto, Poi tuguezes,
eslabelecidos nesta cidade sob a firma de Guima-
rSes e Cardoso, devendo a mesma sociedade durar
do 1" do crlente at 31 de marco de 1867, com o
capital de 11:0003, fornecidos 10:0003 pelo socio
Guimaraes, c 1:0003 pelo socio Cardoso.
Secretaria do tribunal do coinmercio de Per-
nambuco 16 de abril de I86't.
Julio Guimaraes,
Oieial-maior.
Pela mesma secretaria se faz igualmente publico
que nesta data lica registrado o distrato da socie-
dade de Manuel Caetano Borges c Silva e Jos do
itego Mello, que gyrava nesta praca sob a firma de
Borges & Mello, cuja liquidacao lica a cargo de
Mello, depois da qual lerS lugar o recebimeuto dos
fundos petencentes a Borges.
Secretaria do tribunal do coinmercio de Per-
nambuco 22 de abril de i86i
Julio Guimaraes,
ollicial-inaior.
Pela mesma secretaria se faz publico que na da-
ta sapra foi tambem registrado o contrato de so-
ciedade de Manoel Luiz dos Santos e Joaquim Fran-
cisco do Espirito Santo, eslabelecidos nesta cidade
sob a lirma de Manoel Luiz dos Santos & C. com o
capital de 16:0003, fornecido em partes iguae por
ambos os socios; dovendo a mesma sociedade du-
rar por tempo de quatro annos, contados de 13 de
Janeiro do crreme.
Secretara do tribunal do coinmercio de Per-
nambuco 22 de abril de 1864.
Julio Guiante*.
Ollicial-moior.,
Pela delegada do 3 districto do termo do Re-
cife se faz publico que foram apprehcndidos dous
cavados fuados que se acham em deposito: seus
donos apresenlem-se na mesma delegacia munidos
das provas necessarias para Ihes seren entregues.
Crrelo geral.
Pela adminUtraeao do correo desta cidade se
faz publico que em virtude da convencao postal,
celebrada pelos governos braslleiro e francez, se-
nt expedidas malas para Europa no dia 30 do cor-
rente pelo vapor francez'Extrematlvre. As cartas
serao recebidas at 2 horas antes da que for mar-
cada para a sahida do vapor, c os joruaes al 4 ho-
ras antes.
Adminislracao do correio de Pernambuco 16 de
abnl de 1864.O administrador,
' Domingos dos Pas.sos Miranda.
Nao se tendo effeetuado no dia 20 do correa-
je a compra do panno para fardamento do corpo
os polica por nao ler agradado o que foi apresen-
tado, de novo se coavida a quem quizar foruecer
a comparecer na secretaria do mesmo corpo s
11 horas do da 13 com a amostra e sua proposta
eiu carta tachada.
L.uiz Jeronymo Ignacio dos Santos.
Teneale-secrelario.
Consulado de Portugal
Por este consulado &z-se pobllco para oonheci-
monto de quem intei 'essar, que no dia 2 de maio
prximo futuro ser pt>>st0 e,n praca publica, no ar-
maaem do agente de Ie.i,6es' Pestaa, o escravo
Thom, crionlo, de 12 anh.'>s de idade, pericncenle
ac.*pd|io do finado subdito lortugoez Joao Bapils-
IIOMIi E GL0BI4.
PERSONAGEXS.
O general............. O Sr. Porto.
O coronel de caladores
n. o.................
o ajanante de 'camp....
Placido, sargento instruc-
tor, 40 anuos.........
Jorge, capitao da oitava
companhia, 23 annos..
M-Cara, sargento da
quarta, 30 annos.....
O alferes instructor.....
O sargento da oitava___
29, rjuarteleiro da oitava
e cantarada de Jorge,
60 annos............
Escopeta, rancheiro, 50
annos...............
Batatudo, recruta.......
Um paisano............
Primero grilheta.......
Segundo dito...........
Mara, mulher de 29, 20
annos............... A Sr.1 D. A. Marquelou
Anglica, mulher de 29,
e lavadeira do batalhao,
53 annos............ > D. Jesuina.
Offlciaes, sargentos, cabos, soldados de cacado-
res 5o e do regiment 16, recrutas, fachinas," m-
sicos, cornetas, tambores e paisanos.
A aceito passa-se no castello de S. Jorge e o ul-
timo acto em campo de Ourique, em Lisboa.
poca 1833.
Recife, 20 de abril de 1804.
Jesuino Francisco Regs,
1 secretario.
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra dastt$SS:
Na galerja americana.
Na geleria americana.
Na galera' americana.
Retratos de 53 por 43.
Retratos de 53 por i5.
Retratos de 53 por \"j.
Retratos de 53 por 45.!
Retratos de 35 por 45.
Retratos do 53 por 45.!
Retratos de 53 por 45.
Retratos de 55 por 45-
ReiratQs de 55 por 45.
Retratos de 53 por 43-
s
O bacharel .4. R. de Jurres fetn.U ira
professor de gcographia e hi>ioria un
Gymnasio fesu provincia, continua bo
ensino particular desias mesma* li.-ri-
plinas.e bem assim de rhelorira. phils-
I phia, inglez e franci-z : na rea esirea
Pt do Rosario n. 31, terceiro andar.
aiiiasainnxri
Aluga-se o primero e
casa n. 193 da rna Imperial
numero 36.
s'gnndo andares da
na rna h Amnru
Leonardo.
Victorino.
Thomaz.
Lisboa.
Borges.
Victorino.
Guimaraes.,
Germano.
Pinto.
Teixeira.
Barbosa.
Dito.
Guimaraes.
Para o Kio Grande do Sul.
Barca naciAnal Agnia.
Segu com a maior brevidade para aquelie por-
to, para onde recebe carga preco commodo : tra-
ta-se com os consignatarios Bailar & Oliveira n.
26, ra da Cadeia do Recife.___________________
Para o Kio Grande Brigue uaeioaal Tygre.
Segne com a maior brevidade, recebe carga por
preco commodo para aquelie porto : trata-se com
os consignatarios Baltar & Oliveira, na ra da Ca-
deia n. 26.__________________________________
PARA LISBOA
Val sahir com brevidade o patacho portuguez
Mara da Glora, capitao A. de Barros Valento :
para carga e passageiros, trata-se com E. R. Ra-
bello, ra da Cadeia n. 55.
Cruzes sobrado n. 36, pri-
mero andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fisso, chamado por escripia.

extraordinaria
Aos 10:000$U110 e 3:00USO00.
Corre hoje.
Sabbado 23 do con-cnte se extrahir
a quinta parte da primeira lotera da ma-
triz de S. Lourcngo da Matta, pelo plano
1 das loteras extraordinarias, no consistorio
[ da igreja de N. S. do Rosario da freguezia
de Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quarlos estao
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15 e as casas commissionadas.!
Os premios de 10:000^000 at 20/iOOO;
sero pagos urna hora depois da' extraccao
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia i
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
casa da nwma
Rna do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. :18.
Destes precos s toos dias uteis.
Destes presos s nos dias uteis.
No caf roslauraud do coinmercio, ra do
Trapiche Novo n. 22, alugain-se quarlos mobilha
dos por mez.
Precisase para urna casa ingleza de pequea
familia, de duas criada?, sendo urna para coziuhar
e oulra para lodo o servico interno : a tratar na
praca do Corpo Santo n. 18.
Feilor
Precisa-se de um homem nacional ou portu-
guez que seja casado para fcitor em um engenho
perto desla praca. ainda mesmo sem pratica com
tanto que d conhecimento de sua conducta : na
praca da Boa-Visla botica n. 32, se dir.
naacsaanvi
i CICERO PEREGRIHOS
Ra do LivraBeao 1.19
Primero andar.
mmmm
LEILOES.
Dar
acto,
fim ao espectculo com a comedia em um
POR CAUSA
DE
DE
Movns, crystqcs, machina pa-
ra costura, microscopio, t
outros muitos objectos.
HOJE
Armazem la rna da Cadeia nu-
mero 48.
O agente Olimpio far leilao de diversas obras
de marcinera novas e usadas e de outros muitos
objectos.
Dar principio s 12 horas da manhaa.
IEIIjAO
DE
AOS 10:000.000
Bilhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume
0 aballo assignado faz sciente ao respeilavel
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2." andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deiados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior afDnco, no das mais dilficeis e deli-
cadas operacoes, como sejam dos orgaes
ourinarios, dos olhos, parios, etc.
ItTII.'l lll luir: lio
O abaixo asssgnado tendo de fazr m ia-
gem por motivo de saude, vende o sen 1 iithri
menio de molhados sito na rila da Vneda m. tt .
quem o pretender, dirlia-w a* mesmo. a lagar
cima.Jos Antonio dos Sanios !' .ni.'-
: wmzzm >: mumm
S&S **"* (,;l Natividad" FYnvira arteMK"1
: ^ do->e coinpetenlemenle habilitada au- J
i Jgi torisada ha aborto aula pankubr de eav
; t|S sino primario rara o seui fe minino
! ^5 ra da Soledadc n. 31, ruj^ cdiCrio Icm
J^ todos os commodos e assfio im- *arn.
2| para as almonas, sendo as mak-nas do
^ ensino ler, escrever, contar, usar, gram-
S5 '"atia portsgarn analisada Bnwnn,
^k"; coser, bordar, (rabalbar en l.'i.i 1 lama,
S arle de msica appticada a piano. .\e 3J parte da edueaan do se\o fV-miniiKi pn-
^' tiinlo corresponder aesprcno at pab
* il>' lamilla que lhe conlurca suas lilas
5^ e parantes.
Ao n. 29.
Nova leja dos liaratf iras ni tu da Qaeianaa.
Ricas saias de ustaoa 'H, camisa* iglrza5 para
senhora a 2-5. 2300, '',& e V*. ct>lnrla* de fo^ti..
, brancas a 54, chitas cotn lustro para ndierta roo
16 palmos de largura a t'0 n rovado, rambraia n
11 cores para vestido a 320 o rovado, lilas para vaaal-
1! do a 480, 560 e 040 o covade.
Ao n. 29.
Nova luja dos barateiros aa rna do Quemada.
Tarlalanas de tudas as cores, fozenda muiio
Na noite do dia 27 do correrte tora lugar ;'*> vara, cambraia para cortinado. y*n i
arnitta familiar varas> V* *, chales de laa por 3* U, *e
a rcunirvo familiar.
Preclsa-se alugar urna casa terrea de 164
205 por mez, no bairro de Sanio Antonio ou S.
I Jos : quem tver, querendo, falle na ra doOuci-
publico que se acham a venda os afortunados bi-! mado n 37 "
Ihetes garantidos da quinta parle da primeira lo-
tera da matriz de S. Lourenco da Malla que se
extrahir sabbado 23 do crrante pelo vaniajoso
plano das loteras extraordinarias.

to II. .i7, luja._____________________________
Empreza da illumimicao
Precos.
Bilhetes inteiros..... 124000
Meios......... 61000
Quarlos........ 34000
Para as pessoas que coinprarem
de 1004 para cima.
Bilhetes........ 114000
Meios.......... 5400
Quartos. ....... 24750
Manoel Martins Fiuza
a gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacoes
(por escripto dando o nomo, morada, dala, ele),
devem ser feitas no armazem da rjia do Imperador
. n. 31. Os marhinistas mandados para atlendcra
estas, apresentarao um livro que os reclamantes
devero assignar logo depois de prompto o servico
reclamado ; isto para que a empreza lique sciente
de haverem os mesrqos senhoras sido devidamen-
te allendidos.
Aluga-se a casa n. 17 na ra do Mondego, ;
"*. com 3 quartos e 2 saias, cano no quintal de esgolo
para a camboa, dando-se licenca a fazer o despejo
A mesa regedora da irmandade das almas, cree-: pe'"1 P0"5,0 d:\olan'a | i1 ^ "f.8''c tPmr preciosas, assim como se faz qualqu.-r ni,
da Boa-Vista, de banl'osS'Kds : "***** d"'jam-se adtU commcnda. e ,odo e qualqoer ronc.-rio.
Irmaudadc
da Boa-i m<:i.
camisas inglezas para bomcm a .^4, 314 e a04
Ao 29.
Nova luja dos barataras aa ra da Qariauaa.
Ricos pretos, franjas de MaV a jualNtait
i Iranias de seda, de algodo e de laa, maf aiaw a
i camisinhas bordadas, collarinhos e punhoa,
I bordados, boloes de velludo, de >cda e de
bandos de cabello, meias de seda, leqoea ; _
1 ertigos se venden' por metade do sea valar par ser
para acabar.
O havkarrd
Francisco Augusto 4a Co>
adeogado
Ra no tMfPUPQt k H
mw&wm mm mmm m
Na praca da Independencia, loja de imji
n. n:t, compran-te aara la mnh prata e aeata>
UM PAR DE BOTAS.
Comecar s 8 horas.
IIO.li:.
O agente Pinto levar novamente a leilao as divi-
das pertencenles ao fallecido Manoel Joaquim Dias
de Castro servindo de base a maior offerta obtida
no leilao do dia 14 do crrante, isto s 11 horas
do dia cima dito em seu escriplorio ra da
Cruz n. 38.
ta na matriz do SS. Sacramento da
novo roga a todos os irmaos que se dignem no dia
24 do corrento, pelas 9 horas da manhaa, comparc-
cerem no consistorio desta irmandade, alim de
reunidos em mesa gei al deliberarem sobre a re-
forma de alguns artigos do compromisso. Consis-
torio em mesa regedora 19 de abril de 1864.
Manoel Zefcrino uias Barreto.
Escrivo.
jua do Mondego, olaria 11. 13.
Precisa-se de urna ama
na ra do Imperador n. 13.
para mogo solteiro :
LEILAO
DE
CONCERT MUSICAL
NOS
Sales do Caes de Apollo, sabbado
23 de abril
Em l>eneficio do administrador.
As 9 horas da
tocara brilliantes
seu repertorio,
talhas distinctas.
O administrador offerece ao respeilavel
publico, quatro instrumentos que compe
parte do concert para o iutervallos do
baile, ltimamente chegados no vapor, sen-
do urfl delles
Muita allenco.
---------------------.' O abaixo assignado, cessionario das dividas acti-
vas do espolio de Manoel Marlins Carneiro, na im-
portancia de 7:1744043 cotro consta dos documen-
, tos que existem em poder do mesmo abaixo assig-
nado, as quaes dividas foram contrahidas em ojes-
dC FraUCSCO tabelecimento do molhados da ra Nova n. 53,
aonde o mesmo abaixo assignado far a arrecada-
cao amigavel de todos estes dbitos at o m do
corrente mez, procedendo dahi em diante a co-
branza judicial dos dbitos daquellas pessoas que
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os misteres de sua
profissao, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde em di ante na casajle sua
residencia ra da Saudade n. 15.
falli-
noite a banda de msica
c vaiiadissimas pecas de
assim como algumas ba-
Dividas activas da nias$a
Gomes Castellao.
HOJE.
diPde7r"atTscSGaodmes1atTlE Sa^do! ^'erem de satisfaze-.os al aquella data ; e
ta? Dr! juiz^dal^i^mVcio? i de l'a *<* +# a E"^anca faz p pre
novo leilao as dividas activas pertencentes a
mesma massa na importancia de ris conforme a',
rela^ao em mo do agente Pestaa 6:2084440, on-
de pode ser examinada, e o leilao ser utTecluado
sabbado 23 do crranle pelas 11 horas da manhaa
na porta da associacao commcrcial.
sent annuncio. Recife 20 de abril de 1864.
Manoel Paulino do Nascimento.
LEILAO
DE
Um carro con -avallo e arrefos.
O agente Almeida far leilao por cont de quem
pertencer de um carro americano com 4 rodase
coberto, em muito bom estado com arreios c com !
o competente cavallo.
HOJE
nunca visto nesta cidade, inti-;ao meio da na porta de seu escrptorio na ra.

tulado trijol, tocando estes quatro artistas
todas as pecas de masica que se toca na
Italia e no theatro de Muo.
Desta vez o administrador espera do res-
peitavel publico a sua coadjuvacao. Ser
cumprido o regulamcnto do Illm. Sr. Dr.
chele de polica.
Entrada para homem 2j?000, c para se-
nhora gratis.
Grande galera de vistas mo-
dernas, a mais elegante
quantas se tem visto at o pre-
sente neste imperio.
Ra da Imperatriz n. 53.
Hoje estarao paten'es as seguioles
vistas:
m gf!>de enterro no imperio da China.
* Ratalha de &.:r<>ps na Crimea.
'Cidade de Boston ii\?s Estados-Unidos.
4.-Cidado de Hamburgo.
o.-uinterkr 0*0 palacio da iflu;,slria Da IWu'a-

da Cadeia do Recife n. 48.
Manoel Muniz Tavares Cordeiro, sua mu-
lher D. Deltina Marinha Dias Cordeiro e
Jos Vicente de Lima, cordialmente agrade-
cen! a todas as pessoas que Ihes lizeram o
piedoso obsequio de acompanhar ao ultimo
jazigo os restos mortaes de seu muito presa-
do lio, cimbado e socio Manoel Tavares Lor-
deiro, e novamente Ihes rngam queiram as-
sistir a missa que pelo eterno descanso de
sua alma se ha de celebrar terca-feira 26
do corrente, pelas 7 horas da manhaa na
igreja da Madre de Dos.
l>l>;
tva
Attenco
Qoem tiver e quizer vender quatro casas terreas
O agento Almeida levar novamente leilao as """ ,anf0 'lue s.eJam novas, em boas ras, ejue
dividas activas do massa fallida da Novaes &afi., nham commodos-para familia, dirija-se bfltlca
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do da l,raa da Boa-Vista n. 32, que ahi se dir'
commercio, servindo de base a offerta do ulllmo V
quem
leilao.
Segunda-fe ra 25 da corrente.
Em seu escriplorio ra da Cadeia do Recife n.
48, s U horas da manhaa.
LEILAO
Pracisa-se de urna ama que eugomme e co-
zinhe : na ru da Praia ns. i e 4.
Paulo Jos Gomes dissolveu amigavclmente
0 advogado Alfonso de Albn-
querque Mello,
com escriplorio na ra estreil do Rosario n. 34,
encarrega-se de quaesquer causas crmes, civeis.
militares e ecclesasticas. Compromette-se a en-'
caminhar com a maior brevidade as appcllaces
que lhe forem confiadas ou a relacao e ao tribunal
de commercio do districto, ou a relacao ecclesias-
tica. Encarrega-se de defezas peranto o jury
desta cidade, ou dos termos prximos, dando a par-
te conduco; assim como de quaesquer outras can-1
sas [ior tVem alguns delles procuradores de con-
liam;a.
D consullas verbaes e por escripto ; promette
todo o zello, seguranca e actividade, garantidos por .
urna pratica e experiencia de quasi 40 annos.
Pode ser procurado a todaahora, menos as sex-
tas-feiras, por se adiar das 9 horas s 4 desses
dias na villa do Cato.
qualquer cono-rio. .; igual-
mente se dir quem d dinheiro a arenan
Casa de commisso de esrra>> sa na
do Imperador n. 45, terreiro ai4ar
Ni-la casa recebem->e escravos por rnata*Ma>
para serem vendidos por ronla de mus seahert,
nao se poupando ex forros para que s inrsmaa se-
jam vendidos com prom|>lidao alim dv m-us astea-
res nao solfrerem empale (M a venda delles. A
casa tem todas as commodidadcs pfiriaaa. a aagav
ranca, assim como atian<;a-se o bom tralaaanaa.
Ha sempre para vender csnavos de aaabaa aa se-
xos, velhos e novo __
Maques sobre Portugal.
O abaixo asignado, agente do baaea
mercantil Portoeme nesu cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paineles obre
o mesmo banco para o Portoe Lisboa, par
qualquer somma, a vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo scrain dVs-
rontadus no mesmo baaea, na raio aV 4
por cento ao auno aos portadores que as-
sim lhe convier : as mas do Crtpo a.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
AJ1.-1.
Precisase de -urna ama para casa de pouca fa-
milia : na praca do lk>rpo Sanio n. 17, terceiro
andar._______'
Irmandade do Divino Hsplrlto
faanto.
O irmo procurador geral, abaixo assignado, em
desemponho do dever que lhe impSc o artigo 68
do compromisso, convoca a segunda sessao ordi-
naria do conselho fistal para domingo ii do cor-
Arrenda-seou vende-se soataate a i
um sitio rom casa de vivenda coca bastas** i
modo para urna familia, com ataas fractura* a
baixa com capim. vacilaba, etc., ett. reMaaa
que pretender, dirija-se ao mesino hio, o ifaal ara
na encruzilliada de Rellem, que fac estfoiaa para
a estrada de Santo Amaro.
John Lilly e sua
de- Janeiro.
enhora vaa a fabia c Ra>
AUTOS PERDIDOS
Da Ponte de UchiVa. em direccao SolndaaV, Pa-
culdade de Direito al a ponte nova de ferro, per-
deu-se no dia ti do crranle ao meio dia oih I
rente, a* 9 horas da manhaa, no raspect.vo con- 1"* ad'?r c ,roum a esU ,W*
sisiorio.-0 procurador geral,
Joao Baptisla Vieira Ribeiro.
recompensado.
Precisa-se de urna ama que compre, engom-
me, cpzjnhe c faga os mais servicos de pequea
familia, prefere-se de meia idade : na ra dos Pi-
res n. I?,_______" ________
Manoel Jos da Fonseca, estabelecido com
- loja de funileiro na ra da Cruz do bairro do Re-
a sociedade qne tinlia com Manoel Medeiros de cife n, a9, niio Manoel Jos da Fonseca, segundo
Souza no armazem n. 1^ sito na roa nova de San-1 os annuacios que tem sahido no Utario de Per-
la Rita, desde o dia 13 docorrente, cuja sociedade nambuco de ns. 15 e 18 do corrente mez de abril,
gyrava sobre a firma de Paulo Jos Gomes A Me- nem tenciona sahir para fra desta cidade e pro-
deros, ficandoo activo epassivo dtfestafteledmen-! vincia.
to a cargo do dito Gomes. A mesma firma julga 3
Precisa-se de um criado
na ra da (Cadeia do Recife n
Forro ou esssj
51 leri-eira
Precisa-se de urna ama para ra-j
familia : na ra da Senzala Nova a 38.
AfflSi
ntoi*,* aluemJu|K^^^^'goMello declaram ao ras]
sent seu titulo para ser pago,
de 1864,
Manoel Caetano Uorges e Silva e Jos do Re-
do com-
mercio, que dissolveram amigavelmentc no dia 19 cadas Para se tirar licencas
do corrente a sociedade que tinham no armazem luEar cer, 1c leve ser procurada,
1 .
hasM
PelO ageHte I eslana. precsa-iie comprar urna casa terrea, maior I de carne secca e ontros objectos, sito na ruada
JV'a ra da Cadeia n. 39 ou menor, igbalmenic a sua localidade ronforme o i Praia desta cidade, ftcando todo o activo epassivo
SEtfNn.i-fEiBA 25 na correntb. preco: a pessa pie a tiver para vender, dirija-se a cargo do ex socio Jos do Reg Mello, o qualjica
O ag^te Pesua legaUueu'ne autorisado por; casa de Lopes & S, na ra do Livramento nn-
uma pea que se retira pare a Europa far le-' mero 4.

Faz-se ver ?o Sr. ihesonreiro da iMerias a> Rer-
nambuco qne se acha perdido a quarto de aiaaale
n. 115, perlencente a tres pasaeaa, cuios aaaa aa-
to assignados na costas do dito aaaeale.
Pergunta-se ao Rvm. prioste da nregaetta de
Santo Antonio o Sr. padre Grego, se Ha Mis nar-
parochiaes, ajela
_ aaaaaaa.";.
massar as panes, procurando-o horas e I
tambem ha horas marcadas para a
edes, e se pode deixar de *s aier.
B..;-.
obrigado a liquidara extncta firma social di Bor- Precisa-se alugar u'm preto que *&
gei Mello, que e a de que se trata. na ra Direita n. 72.


V
I imtH* A&MnunhQM .W feabbarik A fe afcrl 4c i* t.
DENTISTA DE PARS
Frederico Gautier> cirurgo dftotista,
Taz todas as operares de si arte, col-
loca dentes artificiaos, tudo cora supeno-
ridade e perfeieao, que as pesoas enten-
didas lhe reconhecem.
' Tem agua e pos dcntificio.
1 "Stongenlio-Sacco da freguezia de Ipojuca.j.'" "-it.l'l m II
vende-s orna drStiltfrSb 'fcdTnpleta e muito bem *'\Jty*rV\J
' montada, por prego conimodo : a entender-se com \ \fende-se um Lom pian i anda pelo pre
.it wndew-o aa mesrea cngcnho.____________.i-*feicma declarado : a ver e pagar, na ra do-U- -
Ofierco-se urna escrava com bastante e bum vraiiieuto nj.
leite para criar
mero 1C
p praca da Independencia

Mez de Mara
VenJe-se este livro conformo o uso do
hospicio da Penha a 10 cada tivrinho: ra
livraria n. 6 c 8 da praca da Independencia. |
Alttga-se a loja de tuna porta s na
ra do Crespo n. 4 com arma$o ou sera
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesmarua n. 4.
g*w*WSEii,
* .
Precisa de urna ama para casa de
ponca familia com tanto que cosinhe
i bem o seja tora limpa c faca as
compras: na ra da Cadeia do Be-
cife n. 38, primeiro andar.
D. Juia Maria de Vasconcelos,
jg portngwsa, retii-a-sf HffiR
Alwpn-'se sma ca*>a terrea na ra -da Alegra
e ama laja no largo de S. Pedro: a -tratar com
Joao K*eito Lopes, ra da Cadeia a. 33, loja.
Faferica onceic*i da
Anirade t'R'.'go, recebera -eonsiante-
metito e tem venda no seu mnazem n.
| 'M'a ruado imperador, asedio d'aqucl-
i ta'fArica, pniprio para sas de assu-
car, embaax aigodo emploma etc., etc.,
Slpflls preco owis razoavel.
Agencia de pasaporte.
'Gtaudino do Reg Lima, despachante de PHM*1
'porte, tira-os pira dentro -efra do imperio pir
commodo preco c com presoia; na ra da Praia,
prrrr.eiro andar, n. 47.______
O abtixc assignado *purt:u{ia aos seus deve-
J -No na traves* do ;orpo Santo ao Sr. Us llar*
Aviso.
Pelo presente scientifica o abaixo assg-
nado qua no dia 23 xagessiioo. Ua morte
do acadmico Haymnndo Valenliniano de
Maraes Reg, ter logar na igreja matriz da
HoaYiSta, pelas 9 horas da manfla, a mis-
ta, que os alumnos do 4 ann* da Faculdade
mandan celebrar pelo repodeo eterno do
ti a?as estimado collega. Aprovtfta a oc-
rasiSo para convidar os lllms. Srs. lentes e
mais condiscpulos, assim como patricios e
amigos do finado para assistirem a-este acto
piedoso, proprio Idas almas caridosas e co-
rardes bem (orinados.
tecife, 21 de abril de lfiOi.
J. F. Ar-Hma.
0 /KiflHHO (t
H
tdf
u abaixo assignado tenho justo e contrata-
do a compra da taberna na ra do Hospicio n. 8.
Ignacio Jorge de Souza.
ATTENjAO,
CbAlJt

^ BA DO QUEIMAIIO M. 45,
. Mifessajido o becco da Congregado segunda casa.
AGTTk FLOR! A
Do mxfk L-numn.
^\
iq dvlicado pe
Fugio no dia 7 do corrente o mtlatinno de nome.
Henrique, de Made l annos, com os signaos se-
guinics: cor escura, caliello de caboclo, tem um,
lalho na molcira, que com o cabello encobre, tem
duas ingoas as verilbas proveniente de bicho nos
ps, e ttiB -as orelhas dobladas levou calca escura
j velba, camisa de -algodaoainno de manga curta,
paletdt do riscadinbo j velno, chapeo de patba ^
este mnlatinho intitua-s ferro, orphao de pai e
mi, ?sb senhor protesta cori o rigor da lei contra,
qust'iuer pessoa que o letrlm acoutado em mm oa$a,
e rogft s autoridades polKiaes e capites de cam-
po, taato dusla pra^a cono do mato a captra do
mesmo, c o levem a sew -aenhor Jo Vicwa de Fi-
gn*iv5do, na estrada de Joiio Fernandes Vwra d.
3,-pae serao gratificados, generosamente.
Guarda-livros,
Urna pessoa do commercio, que tem xercido e
'iugar de guarda-livros em algumasfasasj/conteu-
'io dos respectivos 'Genos, podendo *spor de alos-
mas horas no dia, ss olercce para 'fwer a escripia
de nlgum cstabelermento eommsrcial, quriAor
partidas sim|des, <|ur por dobFadas. Garanto a
exactidao e aceie'do trabalho, pelo tuc nao davida
indicar as casas onde tem escripinrado, alim de
que os nteressaCos se possam itf-jrmar a seu res-
peito. Aquestas quizerem uulj-ai podem deixar r. ida e numero de
suas moradas -em carta fechada com as iniciaes
I-1. J. na da Palma n. 2.'t.
Precisa-se de una ama que se|a escrava para
casa de penca'iamilia : na rw das Cruzes nume-
jees de Airosa Braga *esdc c fiia 30 de Janeiro o ^ 5-
Este raro nuiQ^ik-ncado pernv
qnasi qte inbxttguivel c tSO elisio
iii'.nsa agtlaueiiv.y jescura caaniu o
Belicado chu* ds^rfpifas laKlcdei^
ttf flore?. TDiirnnto os mozos clor-
|s do vevao o s'cu tizo torna-sc iinincK-
teiij-nv apra.sivul orSesejavel cin cm-
Ucocneic. da iiiilnciicia refrigirante c
tnaVc que ea ^jduz sobre a. p.'ilc:
cPr. qnanto qte Mzada no baldo lTa
Hiparte o crtlpo lnguido c caueadu
Vuua eeita cw-f icidade de vigor o foiya.
EUa 'aupante hranspam*cii -a feigoex,
e remove .pannos, saixlax-c bertoejas tk
nobi-ii a jyflk.
Pereirsi iWck AC. acabam de abrir na rua- on4^:'oyeajoltvel publico encontraB empreum coaipleto sortimento dos melhores gneros que vent o nosso ercatlo, i^quao
ailoXendidos pori^re^os muito reftmidos como *> respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se otc-ic pa
e oa qualidade dos genero? compraflbs esta armazem.
, n Arroi do Maranhao, da India e Java a 80 e Chouri(:se paios muito novos a 800 re. a Palitos do gaz a OO rs. a prosa..
(00 fi. libra ^f>4J0|a 2800 r a ar- libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
ripba| | f^ \j Cevadinha de Franga multo superior a 220Peras seccasmuito novas a tkiu r*. a
0 Wm RBSrat BE KfflP
PARA OS CABELLOS,
Tinir. [)icpai-;:\o adreravel paira lim-
p-,n. Bformoaaar, oonaarvar e re^tabele-
cor os cabelloc.
A-venda as boticas -a Caors Barboza,
me da Cruz, -e Joo-da C. Brfrv C, ra
torrente aane, masqueoaot.vo e passivado mes-, <>Sr, (iamiilo de Andradelem uinacarta vin-'daHadre de Dos
aio ate aqietla dala tici aasgo do abao assig- da do Rio de-Janeiro, a quaK de importancia : na ----------------------
' t 2' S <1Vl ,|>5(le a seas :SentnS'r^^^^
--......^T"SZLi------1.1^! PalnewJ-* Borras de tTwits,, con vida -os senho- fcrro coado libra a 110 rs., Memdeli6V
i res redores do dito tinado, a vir recebe/ suas con- u^i- lihm un,..
tas. fteofc-'i de abrU eM\.
Jos Mana da Silvc.
praso de-10 4ias, pc*s abano assigsade'tam^m,
qur papir ;;o no deseji kcoimio-'
1 dar a nenhun em o chamir-ajaizo, < preeito ui-
to de ir Matar de sua 8au4e,4Bas ow-Afdc hter
sem lni*i4la; suas mos. Keelfe 1S? Je ab:'i< de
1861.-F...J. Retalie irac-a
ala para o servido
de urna casa:: quem a pretender, dirija-se ra
mumk
J. JJ Jifel.er, ruadaJir.i?ev*riz a.S.*su? venden-
do baratifdmo par* acabar depresst, coc. tudo
<|ue existema sua lo^ve faz<]ualqaer oogeoic com
sua'toja.
"0 n! aixo acoiaaado previne ifotpoiuivel
publico. ciana de: "iorres Lima, viuva do fa:ocido'Jrc/|uim
Mendesdt Cimba Acvedr, com a .}i:eta detioine
"Mai ianna,:iacao A^ola, vicio nao Uxo dito Aado
tido flihoe Jo casal, orno cnibem a mobiliario Ja-
caranda; fonstando de i2 cadeiras, 4 bamiukihas,
' mosaquadrada dowolo de sala, arfa, lantsrnas,
caslicaes c oulros tos davida Baso o preseatetipratostanda -abko as*
signado 4or si e niai^ htrdeiros pur da que por.acaso (Mesa aparecer cum>ak:ante-'
rior. Rsois 10 de Abril de 1864.
Caetaiwi Mend6-vla Cunte Atcwolo.
Qaenioprecisar alugcr um BMlequeciSooto,
de 2 an*o* le Idade, muito (fiel e dftpeuie diri-
a-se ao pateo do lasamente i. 31, aajwajo nadar, i iw ,TeStldo;Cfl(.a pnrd3j ;^misa de ri;cado a,u|/C
Desappareceu *e novo, do engentoo iPadregu- utaaitroaxa-eam una eaberta, contendo duas-oa-
misas braaOH de peitos Wrlados e uir.a calca bran-
ca; o dfto-3sravo loi comprada ao Sr. Manoel
FerroiraJscoitir (do I'ers, freguezia dos Afoga-
d' Aluga-se urna escrav* mulata
(na casa : quem a (
do (*i8iniado, loja n. 14.
A.pessoa que anumicieti no Diario de 22 do
correte 1:000.5 a premie*.oom garanU?. em predio
livre e desembaracado, ou com boas ttrmas, dirija-
se a l^ja da .ra da l'eaaa -a. 10, que-se dir quem
pretwade.
. Fu^Oibo dia 4 dw corrente, de-engenho Se-
greds, freguezia da Escada, o escravo Aprigio, ca-
tira, le.estatura poncoabaixo da regular, corpo
retu>cadc.''et4)adado, mics grossas, ..;jiKa barba,
eaweraielbada, bem como os cabellos, tem o bran-
co dos ollw.s milito alvo,ralta de dentes na frente,
diversas marcas nas-cesias. prveoieates de chico-
uta-. nina 'ic;iii a .i krni .d Jo jui-iim la pernaes-
tfaeraa, o rupresenta t.-i :*'< anuos de idade, pobco
mais ou menos : roga-se, jtois, as autoridades po-
Bchwg,rcapttlea de camf>o, etc., que o facam cap-
turo*: i' levar ao Jilo ngcuho Segrego, ou no-lte-
C'fe, i.i errada de Joao-de Barros, <:lio frouldi.i
generosa-
laenta,
fittfjio ivj dia 17 de-t-uirenle o-escravo Anto-
nio, ou .menos;fako de deatos, um dedo da mao es-
Iqurda aleijado proveniente de um p^naricio, le-
ou fina a voutade do roiupradm1
f


NOV1DADE.
Ameixas irancezas em latis e em njscos a! r?. Ilbra.
15200 e 1*5600 (n frascos grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
2*500.
dem em caixinbas elegantemente enftitaas
com rka *Umpa no hUm ior das caitas
a 12*5(000/1^400, l*e00e 2^."
Amendoas cin cisca milito norw-a 28 rs.
a libra. '
Alpista a 160 rs. a libra e a 40800 rs. a ar-
roba.
Ervilhas portuguezas a GiO rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Domo em caixinbas
de oito libras c canastrinhas de 1 arroba a
1,3800, 56500 c 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Afelas minio grandes e novas a 180 rs. a
litrta. '
Htalas rmailo novas a 40 rs.
Btecotftos nglezes de diversas marcas a
1 #3001*3.8.
Itolacbin'hsts de soda, tetas grandes, a 2# rs.
a lata.
Ditas inglezas muito *evas a 3-5000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Bantaa de porcorefroada a 440 rs. a libra e
eembarrila 4t0rs.
Cha hysson, huchm 2-5500, 2j$800 eSflOOO a libra.
Idemipreto muito snperior a 2^000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e bravea, das melhores marcas
quevem ao mercado, a 5O0rs. a garrafe
e-'50800 aduzia.
Cognac inglez fino;a 900 rs. agarrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
Idem> s de azeitonas, a 750 rs.
ChaTntos dos memores fabricantes da Bdhia
e .especialmente da fabrica imperial de
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito no.oj 4(K) rs. a il :a.
Presuntos de Lamego em calda deazcilea
muito novo a 640 rs.
Queijos flamengos do ultimo lapi i a ti MX
ris.
Idempratoa 040 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a < r
cada um.
Sardinbas de Nantes a 320 r.
Sag muito aWo e novo a 260 rs. a lil ra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra
i. afc-
a 560 rs. o frasco e 6-5200 rs. a frasquei
ra.
dem emgarrafes de 3 e 5 gales a 5-5500 Tijolos de limpar facas a 110 rs.
e 70500 cada um com o garralao. i Vellas de carnauba pura a 3<"i0
Gomma do Arcaty a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. lata e 1-510O rs. a duzia.; dem stearinas muito superiores a 6(
Grao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. i Vinho do Porto engarrafado rneme
dem, qualidade especial e garrafas muito ha neste genero e de varias marca*, i
grandes, a 1>800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pe a e rolha de vi
dro, a 1-5000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barrada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 040 rs.
Harmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinbo de Zara, frascos grandes a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa: macan o, talharime ale-
tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 1-5800,:Nozes muito novas a ICO rs. a libra.
2-50XK), 2-5200, -255O0, 208-30, 30000 e Peixe em latas preparado pela primara arte
3$S00 a caixa. | de cozinha a 10 rs. a lata.
Cafc do Rio muilo superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o mano.
3&G rs. a libra.e 70500, 80.e 80500 rs. a, Palitos de dentes a 120 rs.
ar.x)ba. dem de Dr a 200 rs.

Vende-se para mais de ISO milheiros de te-
llia e lijlo de alvenaria batida, ladrilho e tapamen-
to da malfior ((iialidade que pode apparecer : quem
quizer comprar, pode tratar com o socio e adrui-
nistrador Zacaras dos Santos Barros, no liecco
Jas Barreiras, olaria n. lo, ou com Jos Maria
Oonealves Vieira Guimaraes, na ra .Nova n. 49.
da Bittiin
e rouna oe escravo; tem
AigttM
para saeec*- de assucar
para vender Antonio Luiz de liweira Azevedo S
C, no seu scriptorio ra da CrtK n. 1.
. :iio, o eso-o Beneficio, cnkiulo, ~H, eca-f'do misas branos de peilosWi Jados e urna calca bran- p ----------------------
. corpo, descarnado de costo, ,a e mies aranaes e ca;o dito-oeravo fui comprad ao Sr.'Manoel *MM>ora.
soecos, coBirfouca liaiba,-represenu ter de 23 FerreiraJacovtir (do .'eras, freguezia dos Afoga- Vemle-se polvora'Ci-T em barricas, cm lote de
i. O annos, k.vou calca de>krHD, cami*a dofliada- dosj, #ara ende se descoafia ter ido : quemoap- t"0 bar is para cima : no escriptotio du Rotee &
polfio, chaji'ic rio Chite j usado : quem o.appre- pretiender, leve-o aacaes da alfandeg, armazem Bldoulac,iffadoTrafliaho,D. U
lionder e.lova-loa seu^aenhaiios lgaeio.iPi.-eira n. 1, qau ser recorapensado. LVrU!l.*
Torres no lafordo enanlio, -ser graafeado -ora ; 1,,,<;,.,(! (1(! uma uir ' "' itaatlCga do U*ario >a. fc, priiueiro -*c-se no eseriptono delotlie v BiCoiilac, ruado
Trapiclie n. i i.
{ me j -..'-
andar.
Soniiw ''otibadV* de abaixo asKigt.do
uii-t lei, cen (MflLeiro de cognados no *neio n.
.lid, corautna coiTteiiteilainbein de -.om.dous pafieadoraa tm.esmalteai.ul dui-
ailo, leudo a correle tuna chave n qeal
all a mola aaebrada,esmaltada de aztfl.co:n
uun kiit.ii o ajue diz amtzade -de letra> du*-
rad;is,.|*r:de-se aj auinruliKospolicia^siejios
Sw..rwjoeiroa:quem foro/lerecido para
oniiprarfue afa)ifebeaai e annuncieiE
paca >aer.Brocuajo peteabaiw) tnaigaado
.;Jas Joa^oin Loaos j-e almrifla
rfluem precisar de 1:006,5 uros de 2>0|C i loa de bithetos.
sobreypot/i.'ca de una propriodade livre e*U-
sembacaeaiia.nia gotea boa liruia : ^jiiem quizer.
annunaiesua ajorada para ser procurado.
sejam: Vellio de IHI5, Duque d? PorV.
Madeira, Pedro, D. Luiz I. .Va: ;a Pb.
Bocage, Cbamisso e oulros a wm, 9001
10000 a garrafa, e em caixa com uma db-
zia a 9-5000 e 10*5000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Flguw.1 i
480, 500 e 560 rs. a garrafa e3->, 3*a-
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 r.
a garrafa,
dem de Bordeaux. Medoc e S. JbIm r. a T.-t
e 800 rs. a garrafa, e 70000 a 10tt rs.
a duzia.
dem Morgaox cChaleaulumini de 18."i,. i;
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa t
1 >00 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a i
Alm dos gneros cima mei
mos grande porco de aaJraj ose :
de mencionar, c que tudo ser vei
I pecas e carnadas, tanto em p<.rc.
i retalho.
Quem comprar de 1000000 .- *>.
r o abate de 5 por cento.
UMO MERCANTIL
RA il V AIIEI V 1IO RJECIFE \. 53*
NOVO E
COMPRAS.
i' Vendo-se
das e com qualr
km : na rua.do Hospicio, xicbeira do Candinho.
DB SUAZmU DB MOLHADOS
RA HA CADEIA DO REUIFE 2. 53a
-^.^.ggfy ***** **** acab? ** abrir na ma da Cadeia do Uecifen. 53, um grande esortido armazem de aaaaam*
SS?"nL^"*f"S* ^^f., resPpilavel,I'l'l''-'o um completo sortteaMo !m m*
aal
se um catre americano de quatro ro- gneros-qae vem ao mercado, tanto.erangeiioa, como nacionaes, os quaes serao vendidos em uorees ou a reiiibn bmm
airo assenWs, para ura.e dous cati- COmtBodoa. itwiuu por prtn ;
Compra-se ,um moleqae de idade d3 O l ;
annos, e uma nogra que saiUa bein co2ir_Uar o en-
gommar.: .na ruada Cruz. i.
V-lllPiii-50 .ncm-p/TKW en. tManlei8a ;cn8leza f.*?"1^"16 ^^dz Vinagre.de Lisboa a 200 rs. a garrafa e I Sardinbas de Nantes a 340 rs o
Y eil(irai-a< OS |)1 eOiOS Se- de primara qualidade a 800 r. alibra, i#200 a caada. rs. mea |ata
qiiai!
ftlHfleS: i em.i)ar''il se faz abatLmento. i Azeile doce refinado em garrafas brancas a > Latas com peixe em posta : are, cr
m. .hMj. m im- a ; Manteiga fracceza a maw superior do mer- 80 rs.
des" trt^PBSti ff S \AV^JSiStS!S S&S cadoVaW rs. libra. 520 rs. Zgfil Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
andar *,r,me"; comaiodos paca fluQilia; w dito de ja andar e ou meto. | 408?W a caada.
sufi'.o, no Hecife, em Fura Je Portas, na ra dos Prezunlos nglezes para fiaaibre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
Corapca-seiuma escrava ijue-saiba icozinhar Guanrapes n. C7. tem muits commodospara ta-
e engommaf: na ra do Crespo .n. Si._________' miHa. Estes predios perteneem Antonio Deme-
tiiro e prata em!'ioa. Silva Laranja, residente no Para, o vaedem-
ajendencia a. ti sejou>to em conta.: para tratar, no escripiorio
deCIaudio Dubeux.
Comprase elfeciivamente
obras veUiw : na prai.a da Independ
tte^eja'Si' aCerse anda e&iste tiesta protia-
. cia Joaqun Ravmundo .Uves de Azevedo, natural
de Lisboa,.a [tedido de wn pai, que i.I<> tem noti-
cias ha <]ttatro.acaos : quem souher, roga-se*tlie
hc o participar m botica da ra a Ca-ug nuiae-
,rf II._________________________
Perguatfa.se.ai Sr. I). Moreira F.,-cmero de
Comprase efectiva-
mente
oaro e prata era obras valias, pagaade-se ,bTi
u. ra larga do Bosario n. i, luja de ourives.
Compram-se >.oravosocos e fortes, seao
bato : na ra da Cadeia n. 52, armatem.
mm\ K IUMM..IA
1aRTH RuralLarga do Rosario n. Zf.
Vende:
Ventosa-; de *jonima elastiea.
| Esmaites pana ourives.
- Compram-so garrafas e botija* asas por | Fundas iu'glczac.
oefa loja de errajjens no bairro do ReoiCe, se nao; maisJ25 0|0 do pre*-o actual : oa ra BireRa nu- i Vidros de bocea larga rom rolha.
jaita ser kiapo de pagar usa riquissimo mantele- niero;. ______________________________ Tinta branea em massa para pintura tica a 200 rs.
te prcto que cemprou liado etn certa leja na ra
do*Crespo n__1 !!
(t inimiKo dos velliacos.
Oesappareeau nu*ia i da correne usa ca- Imp/iriaJ 139 ou 213.
/bra (bfcho) com as signaos segtntes : mia, cor _^^__,^^^^^^^_
^reta.ccm uma turca manca na testa e naiarri-
$, tende um bicoA)peito nalor,f!o que ou!ro,*iiui-
vo mansa : a pessoa que tklla sottLer, e quea fe-
\j ra ilu Socego, Jabtyaa n. 36. ser reettui-
pGSrtadn.
Compram-se fraseos de gocebra vaaai : na
rualireita n. 72.
CorJpra-sc um negn'o de meta idade : na ra
a libra.
VENDAS.
BOTlRl BAKTIIOLME ft
Kua larga ilu itosario a. 3 i
Vende:
! Todos es remedios do Dr. Cliable.
Capsulas e njeeeao o matico.'
Injeccao Paoca '
fnjeccao
Pillas do Dr. Albn.
o iBttWiiue de nome lieaedicto, que fui escravo do
ciriM'fo Anural, o mande Btregar ra da VI-
. racio^ easa n. 27. Consta que a mesmo moleque
segmo para Qlioda.________________________
Aiigain--se dous moleques proprio* para o
*rvcp doiBeslico por serem Aa 13 para li annos,
cnao ter. vicio*.; prefere-se a quem os possa
querer ambo*; : a Uatar no Hospicio, em urna das
.-eis casas novas i^ft. Elias Kaptitta, das 6 horas
,da manhaa a* 9, cou> Joaquim Ignacio Pessoa c
ijueira.________________________________
L. E. II. Vunoa c.miiniia cm sua aula de
la*ia) na ra da Matria da Roa-Vista n. 28, primei*
audjK,
Vende-se a canoa denominada Ettrada de pj|u
Laiui u uu>o, propria naraoaduey""
Jim o
numero 7:*.

e soja ^encontrar | F^^^ ^r^^^^!^ H|!i|u d! rquiem, ^cellen.es contra rheu.
malismo:
i Pilulas para sczSes,
C l Pilulas e ungu*alo INInvav.
avnaua ao Aracaff/.^^^^^ l'
Vende-se constantemente na ra da Cadeia n.
57, armazem de Prente, Vianna & C.
pilulas,
Todos os remedio* de Kemp: pastilhas,
anacaliuita, salsa de Bristol, etc. etc.
E muitos outros medicamentos e especialidades
Vende-se um talho eom iodos os seus porten' 1ue sempre te eneonirar20 em aita botica.
ees, tudo em bom estado, bem afreguezado, sito na '
ra Formosa n. 11, freguezia da I! ja-Vista : a
tar na ra da Imperatriz n. 78. t>
Vende-se a padaria da "ra Direita djbs fo-
gados n. Il, muito afreguezada, com lodos'os seis
pertences, inclusive cylindro : a tratar na mesma.
' Vndese orna barcaca nova de quatro via-
igeiiii, bom construida, de \'> caixas, boa velera, a
j_j ,'dinheiro ou mesmo a praso, assim oITen-ca boas
Aluga^t uma eicelleute" escrava moca e de boa < jrm,aS anentendlr-'^ na rua Direita v'n Sr-
conducu a qual tem todas as habilidades precisas, Bento de.Barros. Fejo.____________
paraJlfrnL*l,u5?a-cas* de ^'n- (,uem ^ -f a i d Hospicio n. 38; vende-se uma es"
mesma precisar d.r,ja-se a rua dos Pires n. 54. Crava de if 18 anuos, com habilidades.
Rartholouieu Francisco de Souza tai a Fu.' *^-----'" .i.T~ ropa em rompanhia ti* sua MJ" g* or 7 Na ""T* "' T^T C3rn dr '
.eosprocuradores em primeiro lugar o si iZ co fresca, touc.nho era arrobas; oho.ir.cas elirtrf&i*
Cietano de Urvalhoeem segundo seu neto Dr CaMudo sso vindo da ilha
liartliolomeu Torquato de Souza e Silva. i rJ606 da ,al,a m,Ill
----------------j------------ *'r ,0*0, e outras muitas cousas. _______-
H0!\TK PI POKTl'GUEZ I- -"V^ae por 85*J um mallo caxitocom
Por ordem dallm. Sr. proridante convido todos excctlerues andares o bonita finura : para ver, na
os meaibros da^irectwia paira omateuniSo. que F^do puvidor pnmeira cochetra, c tratar, na do
te Itlfar noGAiney Partujbe|idel.eruira. fer- '"T^ador n. 40, das 3 as 6 da tarde.
cA-fet& 26 do corrente, s 6 horas da tard, alim
de se tratar de assumplos de muita importancia.
Itecife 21 4 abril de J864.
Joaquim Gerardo de Bastgs,
* secretario,
t,naai Botica e armazem
drogas
de
Rua do Caliug n. 11.
Joaqniu Marlinho da Cruz Concia.
'
Vende-se o seguinto :
Salsa panilba de Bristol.
Pastiljias assiicaradas de Kemp.
Pastilbas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lclalo de ferro do Dr. Tliermes.
Rob do Lafeetenr.
Xaropa depurativo d'ridorelo de ferro de Guy.
ferope pcitoral sedativo de Guv.
a do S.Miguel, cales! Pastilbas m-iloracs balsmicas de Guv,
fino a 800 rs., e dito a Pifulas Ta Vida:
i
Biirel franciscano (mesclado) paraltaagerts.
Injeccao Brow.
Xaropc de citrato de ferro de Chable.
Pilulas coutra. ses*..
Salsa panilla de Sanas.
Extracto fluido de salsa parrflhMc Bailys.
Xarope alcoolico de vebamc. .
Alem dcstas drogas ha constaptcxn'cBJt&pm com-
A ttencao do publico
., I iiuui uvMjj uiog.ia lid i uii3i.iuiuin.un uiu vuiu
.-Moapoiao superior a 7 a pe?a de2i jardas por pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou
qualidade, ebegados nesie ultimo vapor, a
7-.0 rs. a libra.
gaeijos flataenges chegadoe neste uiimo
vapor a 2-5*O.
Qoeijoprato muita fresco eaovo a G40rs.
a libra.
Castanhas muilo novas a 120 rs. a libra e
e UOOQ a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de seta propria a 800
rs. a libra.
Cb hyson muito superior a 205GO re. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1500 rs. a libra.
b preto muito superior a 2 a libra.
Bicoutos inglezas em latas com dillerentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a l.'!'J0.
1 Bolachinha de soda em latas grande a 2-5.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a .500.
Caixinbas de 4 e 8 libras.de figos de coma-
dre a 15 c 25 cada uma.
Passas muilo nova6, chegadas neste ultimo
vapor a SO ra. a libra e 3<5 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ame xas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais saperior qne
tem vindo ao nosso mercado a .8-$ o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desear de 7)51500 a 8,5000 a
caixa e 720a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto soperior de 90
a 10 a duzia, 900 a 1 a garrafa; deste
genero ha grande porcBo e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 115 e 1 :>$ a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Dooro, D. Luiz,
Carnees, Madeira secco, flarcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinbo de pipa: Porto, Figoeira e Lisboa, a
400,480 e 360 rs; a garrafa, e 3$, 30200
e 30500 a caada."
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs, a garrafa e a 500
rs.de barril. ,..,,.
Ma\
vezugo, cherne, linguado, lag.--siii.hr a
.0300 rs.
Salmoem latas, preparado pela oov sri
de cozinha, a 800 is.
Maca de tomates em latas de I libra a (00
30860 a frasqueira.
Caixinbas com ameixas fraDcezas, ornadas1 ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Chouricase paios em latas de 8 c meia tnr
muitoproprasparamimo,a 1020o, 10500 por 70.
20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
02OO.
Manaelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a C40 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maeas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez. o que La de melhor neste
geafero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Gnebja de laranja em frascos grandes a 19.
Cfrveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
ac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
fAnizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
je.fle oultas muilas marcas a 10 a garrafa
B 40*1 a caixa.
rntsquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
' 110 duzia.
Miwiardt mgfeza enfpotes j preparada a
400 rs.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a lil.ra
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a lil.ra e i
barrica.
Sag mnilo novo a 40 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a atea.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arn'ba.
Alpista a 160 rs. a libra e 1081-0 a r -
Batatas muito novas em gigos com 40 5.nr*a
por 10300.
Cebollas a 10 o molbo com mais Je P ...
da um. -
Caf lavado de primeira qualidade a 3( n.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a *$'- n.
bra e 80400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranhao a 100 rs a 'brae?*A0T
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2?;00 a
arroba.
Vellas de spermarcti a 560 rs. a lil ra
HiO rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. c
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o-eaiia.
Macarro, talharm e iWriu 180 rs. i S-
bra,- em caixa se faz abatitm-nto.
Estre!linha,pevide earroz demassa para sapa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com ti bofas.
Palitos de dente lixadbVcom flor a 201. rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 r
o masso com 20 massinbos.
Gomma de engommar muito boa a 80r* .
libia.
Banba de porco refinada a 480 rs. a htra
400 rs. em barrH pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes tk S. fc-
Hx, em caixas inteiras ou em meia., a
10600, 20e30.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, j Presuntos do reino', vindos de corta prapak
o? rS rm de ca*a Pan-colar, a 400 rs. a libra: .:,;-
Sal refinado a 500 rs. o pote.
!de Deos^rdrS '^AS^tS^ ^^S^S^^^^^0' T 0. senhores W combare* de 1000000 para cima, terSo o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.

ro se faz abatimento.

'..


V
marto de re
abbada a de Abril de 1MI.

0 IiARCO 1M> l la^HI )
GRANEE SORTIMENTO
DE
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam do
receber de suapropria encommenda, o niis lindo e completo sortimento de molhados,
s quaes vender por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annanciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos., garantindo os mes-
mos proprietarios nlo s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO
CRilDE REVOLUTA*
NO
ARMAZEM
DO
Acaba de receber de sua propria encommenda ura grande e variado sortirnenfo
de melhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em
4 offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1005 para rSumi(lo. preCos> ar,n?ilU)lo todo e uUiUUuer genero vendido neste bem conliecido ;r-
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientincam mais que mazem.
odo s s seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razao esta para pede: p^i rndi fttrPTH>'"iv
veuder por muito menos do que outro qualquer estabelecimento. llHlcl uvwSWjaM,
M
de
.'anteiga ingieza ilor a 8oo rs. a hbra.
^astanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra,
folinho francez e em caixinhas
l,5oo rs. cada urna.
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porce refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria, i
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem byson de superior qualidade a 2,6oo rs.!
a libra.
dem perola o melhor que se pode desojar a j
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2.5oo re. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
i
Vellas de carnauba e cemposicao de 32o a I O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
36o rs. a libra e de lo,ooo a H.ooo rs. a arroba. AVISO.
s
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2.5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
Manteiga ingieza perfeitameute flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a bra, e 500 rs.
sendo em barril.
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido nomer-
Ch uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras:
Boce de goiaba em caixas de diversos tama- .J*'r'oU aA^P' rs
nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixao. Tm i 7^
cu-- __i- < ii Cinid dZ./OO, i j. hu.
Sabao massa de 2oo a 21o rs. o melhor, em w ^ s or se .)de Marraeladas dos
, Jf?2 ,ab ? "2S?0- ,-. desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima I Lisboa a 6oo
a 7,5oo,
7oo a: Gene&ra de Mollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se a
ter abaUmenlo. libras que vulgannente corren no commercio por 85890 a 95, o proprietario era seuS
Massas para sopa macarro, talharira e aletria armazens da-ihee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confuses em rseos.
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
._ii:_u___j:_i_._____,j______. 5 BUI lill i a C*U rs.
cado.
Passas em caixas de 1 arroba'/e *\
3,Goo e l,9oo rs. a caixa, e 4oors. a libra
garante-sc serem muito novas, e graudas.
e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 8oo
rs. a libra.
s mais afamados fabricantes de
2,6oo e d 8 libras para "cima Lisboa a 6oo rs. a libra
dem hespanhol a 28o rs. a libra \ JJj^ rf ^.^ seas muity nf)vas a J6o |bra
Pe.xe em latasmuito novo; savel, pescada, ,(, 2 4 d g u, Gm de bim muil0 nnv0 |6o ,b
corvina, salmao e outras muitas qualidades ., cima i .{oo rs pr;m.a .fM ^ u., ., a~>
preparad-ule escabeche 2."a arte de cosi-, lde'm p|.0|11.io ^^ a ^^ ^ g ,.
nho. das seguimos marcas : Duque, 8^!wS2ItoVrana / e 8 libras' ,bras, V nm a *'0-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-; '0tJ ^ ? V \ LV I I,leml ,l0 Kl em latas ,,t 2' G e 8 lil)ras
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V.. u^Tl^^lt^L^^^L, J cada urna a 2, 3, 3t5oo e 4,8oo rs. a lata.
O homem do moriraeuto uiloestacionu
AVANTE E SUPRE
*- GUERRA AOS INIMIGOS
So se arlmittp a unio commrreal.
i\m se qtier a (liaba da ailianca.
Mo se teme a faria das carsariaa.
Ksfanno ha le ser Mhhtx.
O* eanATes e.<*! preparado.
FOGOI BOM FOQO!!MELHOR FOO!:!
Abaa a IUa d'ajua ue >iftare
Vira a liga da geiiHu* Cherecm famkrc (
Yiva a ctaservador das -asmas i*%\tm*!!
Vivara os liberaes fre|Wes do BALIZA !!!
Vim todos que lerem este anuaria.
!<* m
ian^e wn.a
m namr
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-!
rafado garante-se a superioridade deste vi-
vinho'velho, Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve-
lho superior, madeira secca de
qualidade, vinho do Porto superior
e vinho branco de quinto, marca B I(]em ,Q ft y d .
in q 1*11 nnn rc n nnni'il i J
neste genero a 2,8oo rs.
de Filho a 60,ooo rs. o barril
i supera "TWilHS^i^^ supor'iur a esse que se vende Bata!
^TlT Ei1'^*l' Vte M "l PO'^e^^,a4,8oors.ai,bra. 1,
.ro espe- Massa de lomale ^ on,s de yA** ***!" **"* Para "# a *>*> *
a fo rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-!
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. ai
caixinha. tambem iia latas de 1 l/i a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com lampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinhs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco*
iz 1 "de 1347, lagrimas do Douro
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a 14,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinhi de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitoi inglezes das melhores marcas em
btmbas de 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mea) inglezes craknel em lats de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
uHS, 'S' ?'h nm'.K 1 Ancorlas de vinho colares a 5o,ooors., e
dem prato a 7oo rs. a libra. a 7^ rs a garraf
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamBA F., PRH, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
mmtas marcas. Porto, Lisboa e Figueira; 2,5oo a 4.oou rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhea melhor do mercado de 12.000
Porto fino em garrafa, e em o nada a a2'i,ooors.ogigo,cdel,2ooa2,ooors.a
.l.ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor garrafa.
d0 1>nrt0- ; Papel grave pautado ou liso a 3,Soo rs. a res-
Idem Bordoaux das mais acreditadas marcas ,, ma#,
a 7oo re. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. Ide.m ,lt I,eso Pa,llado ou l,zo de 3>5o a
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho *'000 rs. a resma.
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao. ?1mma1 mu,,ft fina G alva 3 b0 rs- a llbra-
dem cora 5 garrafa de vinho da Figueira mais, M,!ho alPlsla e PaiBS0 dc {
proprio para a'nossa estacan por ser mais
Ervillias francezas em latas a 600 rs.
Potes com sal relinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a 1,4oo rs. a libra
fazenda especial..
Presunto para hambre ingleaes a 7oo e 800
rs. a libra.
Chourifas e paios omito novos a 64o a libra.
Batatas muito novas emgigos de 34 libra a
000 rs. e 60 rs. a iibra.
Massas para sopa macarro, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a timar,
dem miudinho proprio para negocio a l.ooo Cognac verdadeiro inglesa 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. ; e 800 rs. a garraa.
Queijos do reino chegados ueste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. duzia e 70o rs. a
pora3,loo. garrafa,
dem mais seceos viudos por navio a l,7oo. Charutos em grande quantrdadee de todos os
SENHOHES E SEISHOHAS.
O proprietario'do grande Armazem do Baliza cstabelecido i roa do Lr.raH+
38 e 38 A, defro*e da grade da igreja, acaba de reduzir os presos de quasi
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa ababw> publicarla attesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanlo, assim declarada.
As pessoas, anda as mai exigentes, que se dignarem vir esle estabelemKM.).
fkarao por cerl mnilo satisfeitas, nao s (juanio s qualidades des genero, como can o
tratamento todo attenciose que se Ibes dar.
Alm do eumprimento dos deveres da boa educaco, haver d'ora em di;
maior capricho entsetisfazer lodoque bofNarem esta casa.
Os gneros pelas qualidade e presos annunciados, sero offereridM
dos Srs. compradores! N>>receieo publico qwe se pratique o contrario, como >-i 1
casas, que ate annunciam o que nao tem-----O Baliza nao ilmde___
Ameixas francezas em-caixiotes eem frascos Licores inglezes e franrezrs >m tk | de A*
de diversos tanumhna a i,2oo, 1,600,1 versos tamanhe* a l.ooo, I.Sm Mm>
2,oooT2,5ooe2,8oors. e a fibra a 8ofs. rs. a duzia.
Amendis novas a 32b rs. a libra. Manteiga ingieza flor a 800 rs. a fibra e de g
Azeite dote refinado a 8wo rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um barril mi
dem de Lisboa a 64o rs. a garraa e 4,8o presenca do comprador.
rs. a caada. Idei de 2.a e 3.a qn.-.ldade a 7oo. i4eW<
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs-. a arroba. 1 r. libra.
Arroz do Alaranhao, la India, eJava a 8c e, Wem franceza a 560 rs-. a libra, eemlmrn'
loo rs. a libra. por menos.
Aletria branca e amarella a 4oo rs-. a libra. "" f" 2*> *}> *M-
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. R" *,"* ,T ** a MW rs- P lbn
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por 2'"? "? ** ^ fv.
1,00o rs. ea 4o rs. a libra. I**"** "gg ^
Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a tata de, M*mcH*^naI Jos *1^
5 libras,
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
[ dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
tas grandese pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.
O) ni? .. p
m m^bir's 8l*nan-
rs. a IH>ra.
&*m .-.*. o fraico e a
tes de Lisboa a 600
M;niasi|iiin> de zara a
1 8r$a duzia.
Massas para sopa, taJharira e raaiarro a
I 480 rs. a libra.
Bolachi das amcritanas, a 3,ooo rs. a barrica lTJ^n THL e m4,e' *,i:,i,
e 2oo rs. a libra. u>m'*,li"ra8 a '*W*W-
Hanhade ppreo a 44o rs. a libra, eem barril [
bra.
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com o garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a cariada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, eem cai-.
xa ter grande abatiraento por haver
grande por?3o.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,800 a caada.
dem prato os melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra,
dem lonilrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a l>ra, vende-se por este preco
pela poiro que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
fabricantes mais acreditados a l,5oo,
2,000, 2,5oo, 3,fKK) e 4,000 rs. a caixa.
os mais baixos sao dos ipie por ah se^'en
ilem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira quaiidade a 8,000 rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
marcas: Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade-a 8,2oo rs. a ar-
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou utro qualquer liquido de i ,00o
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa. Genehra de laranja em frascos grandes a
Ervilhas francezas e piirluguezas a 64o rs. a l,ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
\ S;5oo a 6,5oo a duzia-e de mais a 5oo rs.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oors. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nozes muito novas 116o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba. *
Caf de l.1, 2.ae 3.a qualidade de 2o, 3oo
e 36o rs. a libra. doCear de7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranhao de 2,8oo
3,ooo a arroba,, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinba de Franca a 24 rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
a garrafa,
dem em botijas e meia, sendo preta da
muito mdHada marca T de 6,5bo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
i 640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Punenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a bra.
a Tijok) para limpar facas a Ho rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
1 Canella a looo rs: a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32libras liqei-
1 das e 3,000 rs. a caixa de duas arrobas.
=^
^^
\\\)\ 01i';0 i..-. FK. \j() i i; \; .ALll.U)..
XAROPE DE RBANO-IODADO
Secundo o* alleJldos dos mdicos dos hospltaes de Parii, consignados no frcisnecl. e a apprTacia
de rarins Acadmicos, este Xarope emprnca-se cora nmalar succetuo, em lugtrdo OLEO DE FI6AD0 DB
BACALHAO, anqual elle realmente superior. Cura as molestias de pelto, as escrfulas, o (jwphatkww,
paHidei e mellan das carnes, as peritas d' appetlte, e regenera a constituicAo purificando o aangue. Em
summa o oais poderoso depurativo conhecido. Elle nunca canea o estmago ou os Intestinos como o
ioduro de potassium e o ioduro de ferro e administra-se com a maior elllcacidade aos rafnios sujeitos
aos humores ou ao entuptmentodas glndulas. O Daoior Caseuavr, do hospital deSan'Luli de Pars,
o recommenda d'um modo intelramente particular as molestias da pelle, conjunctamente com as pilula*
,ue teem seu nomc.
Depsito geral: en Pars, en cas de MM. Oi-immM e C*, pharmacenticos, 7, ra de la Feuillade;
a Lisboa, en casa de nadi-i** *m Caata-Cariaik*; no Porto, en can de Mtgacl tmt tMuu-
'*T*'r-; "i o Rio-iir-Janeiro, rtuva PrisoM e Mais, ra do .^aho, II em Bahia, en can >'
i**-0"**?* "^w^tra-Baailiiier; em Jto-Crond, en can de Joaqun e Gadoy; em Iforoa-
pharmuclado B?1****"'""Pern*mh*M< c-, ra da Cru, Bj s.a.a, eas principie*
Deposito g^cmJWibuco ra da Cruz n. 22 em casa de CarosBar & hoza
VINHO PURO.
Qipjoo aova remessa de arelas cora
| ~ Vende-se nm sitio na estrada
riof vinho puro rvendese no escritMoro'de t' STufaH?mn fre",e e fu"dN
Habello, ra da Cadeia n. 55.
Vende-M urna taherna com pinicos fundos e
armacSo, oova e lem gaz, e mais Iodos os perlen-
tes, cd-se muilo barato : na ra Imperial nunie*
bada :
to t-iy.
de Joo d^
, r.-ii plaa-
exci'llentE cacimba e casa nao ac-
^^^^" es.radiM.a sillo que fic^
'^Trfif'^ '^sobrado ^m^lndi/na W.
i S rtfa: :' Talar na rflarga do Rosarlo;
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mu-
tas a l,3oo e 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra,
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
BaJacbinba de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
dem ingle/as em barritas a mais nova do
mercado a 2,;>oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Ca loes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-"
soes a 000 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em Utas dc 4 e 8 libras
lacradas bemticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
Idum.em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior 1): Luiz I, e outras mudas
marcas, em caixa de urna duzia a lo,ooo e
)oo rs. a garrafa,
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a'canada.
dem superior a 5oo rs. a garrafa e 3,2oors.
a caada,
blem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
eSon rs, agarrafa,
dem de marcas poueo conhectdas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
cOmposieSo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 ts. a duzi; sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafes com 4 */ garrafas de vinho supe-
rioc a 2,Soo rs. com o garrafao.
dem cm 4 */% ditas de veaagre a 1 ,ooo rs. o
garrafao
Vinagre PHRmnrancorelas.de 9 caadas a
15,ooo rs. cora aancoreta
dem em pipa puro semn batismo a 2oo rs.
a garrafa e l,4obra. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa. -
Licores franeezes e portugueies das seguin-
tes marcas creme-de violetas, eroSes, ro
sa, alisinto.vesjieiro, amor perfeito. amen-
dua amarga percicot. de Tuna, Butefim,
morangos, limSo, caf, laranja, cidra, gro-
ja, canella, cravo, rlela pimenla a l.ooo' grandes-a 4,ooo rs.
________________________________---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------.i
roba e 2(io rs. a bra.
Arroz do iMaiaulio a loors.a libra, 3,ono rs.
a arrolla,
dem da linJia muito superior a 2,!)oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra,
dem ta India comprido a 2.4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracay a 9.5oo rs. ar-
roba, e 3io rs. a libra,
dem de selio muito dura lingindo esparmace-
te 3tfo rs. a libra,
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor- que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se venden por 7.ooo rs.
dem almaco pautado e liso a S.ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiroa 2,2oo rs.
a resma.
Idefiembrulho de l,2ooa l,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas era latas de 1 libra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muilo nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a 1.800 e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenerte verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,500
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de HbMonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
Idemem garrafes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2eo rs. a grbza e 2o rs. a
caixa.
dem de tientes lixadwem macos grandes
com 2o rs. omaciub* 18*/rs-. ontiasso.
Cominhts muito novos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha dc Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2.4oo a arroba.
Peixes em latas al,009 rs. a lata j prompto
f a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Hiato saceos
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha buxym, hvsson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,6oo c 1,00o rs. alibra.
Chanpague a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
nm a
Peixe preparado qualidade i]ue tem vindo :*> imrolo. a
!>.-> lata.
Presunto de twnego muito sc~ori rs. a libni.
dem para hambre (inglez) a 6irt
libra,
hlem americano .i 400 rs. a libra.
Papel almaco a :tu00 a resm;\
dem de peso a ib a resma.
Palitos pura-tientes a 160 rs. o
Dito dito de flor a 201) rs.
Ditos do ga/. a SfaWl groza
Passas novas a 480 rs. a libra
caixa.
Queijos ftaraongos do ultimo vapora 25300.
Dito lohiino a :>00 rs. a libra.
e a tm)0 a
Chocolate francez prnoeira qualidade a I ,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Gerveja branca marca Allsopps a 4,5oors. a
duzia, e a 4oo r-s. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
l,ooo rs.
Concervas inglezas ero frascos grandes a 75o *. Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. I Sardinhas do Nautas a 320 rs. a lata,
dem francezas de multas qualidades a 5oolDitade Lisboa a 640 rs. em Ia4gtan rs. o frasco e a o,5oe rs. a duzia. Sa muilo superior a 240 rs. a M*a.
Charutos neste genero temos grao.de stHti- Sal relinado,em potes de vidro, a 6U0 rs.
ment tanto da Bahia como do Rio de Ja-, o pole.
neiroa 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo SaJio massa a 120, 160, 200 t
rs. a caixa. | hbra.
e, .. n .. 9a ... Toucinho de Lisboa a 320 rs. a
Cafe do Ceara muitosuper.or a 28o rs. a hbra ,hU) fc %Mm ^^ a ^^
e a 8,001* rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
libra.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo era saceos grandes a 1,000 rs. o sacco
Genebra ingieza marca gato a 1,00o rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l,ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 8a rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e I,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l,ooocada urna.
Tijolo iwra limpar facas a 140 rs. i*h n.
Vassouras americanas a 64o rs. cana ran.
dem do Porto a 400 rs, cada ornal
' Aelas de carnauba e composico 3p) rs. a
libra ea 105 a arroba,
hlem stearinas supriores a 5> rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, nesle geneno temos o Me-
lhor sortimento possivel, que vimmmmt
por precos muilo baixos a 15 a (Jarris e
a 10/ e I2 a duzia.
dem Cherrr. e da Madeira em barrfe e em
caixa, a 125 a caixa e o barril mmp mu
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ambaras to
8 a 9 caadas, por 285000.
Dito em pipa a 35000, 355M> e i5n#n a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 5# a
caada,
dem dem em garrafes a 25500, com
garrafo.
dem de Bordeaux. dasm.-lborcsmar'-nsrm
vem ao mercado, a 65 a caixa e a t'> 40 r%.
a garrafa.
Vinagre dc Lisboa a 15o#, 158oo e 25000 a
caada.
Idun idem.em garrafes com 5 garrafa, par
15 com o garrafiio.
Vinho de caj a 15
tem dez anuos.
AGENCIA
a garraa. Late nato
Marra.
Da
l.uv.is de
Recelietise Invas de Jonvin branca" r
proprias pana ipiare^ina : ua ra do {
V
FMDICiO DE LOW-MOOB.
Rita da Senulla uova u. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, mSchinas de vapor n ru-Tdi. QneinMdi) nj'a d*V-i> a
e tachas de ferro batido e coa Jo, de todos os Eufriits rfr mn** rim lar* Baifrmt.-
inja do bija llur n. 63.
Tramaba* > la lia* rara
dr srakara.
Hccflieu-se, tranrinhas di ilivcrsa*
5a d 30 varas a 640 r. e de 150 n
n*r>
tamanhos pasa ditos.
Arados americanos e machinas para loja do iwija flor n. 6:i.
larar roupa: em casa de S. P. Johston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Kwebeu-se, variado sortimenio dtJdiaiHm
diversa tares a IMOOr 2*: na ros db Qn-imm
Os precisos fallieres pa-
ra criancas.
Cal de Lisboa e ptrtassa da
RnLi.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 20, para
onde se mndor o antiso e acreditado deposito da
mesma rna n. 12, ambos os gneros sao novos e
Chegaratn e acham-se venda na ra do Quei-1 legtimos, e se vnde.m a pr^^o mil'' barato do que
tnad, lojftd'afuiabFAnra o'.-B. I aru tqual Antltmlica e pr;'mmatii\i, uit'ini cdt-
cu do Se. professor Castro Vnnes
Primeira e segtinda parles reunidas da arithme-
ca, primeira e se^nnda separadas, e a gramma-
fjra. acham-se a venda |ior preco mu commodo :
na rita do Imperador n. 15.
Claudio DnhedXi vrnde muito em ronta a sua
empreza de mnibus, \>u moniada como esla, ou
divldrda em fracefies, cuntbrme covier aos (.om-
pradf-res : para trata, ao. seu escriptorio. ru do
Impcradcr u 43.
Maehl
para tlescai-car alginin
lem vindo a mi
Novan. 42, em casi ii>
mma Imajlrsam
Ignd9n a* mp*(prr*"f
merclo : ra da Seoah
s. p. Joma***
FAR
Vendem-se sarco rom W fibra
35800 : na rna da Madre de IVos n
S ende-st- a arnuvo ..i taberna
da Scnzala Velha n. 32 : a :rar no
dar por rima da mema.
O
I farele
f ianrir, aav
im trete


.1
Wntrie W ffWilnfii --- l:tiina vi'e .%nrir ae f
----------"-------- 'IpiOl ||<<
-----------1-----rr-
DE
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo 11. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo*se o proprietario d'este armazem assoeiado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lbe o titulo de principal,
por ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenlia de partir para a Europa, aflu de all escolber os melliores
gneros, desde j se pede ao respeitavel publico toda a attenco, nao s para este armazem, mas tmbem para o grande armazem Alian-
za, da ra do Imperador n. 57 e para o bem surtido armazem Progrcssista da ra das Cruzes n. 30, sertas indas as pessas rrae fre-
quentarem estas casas de que farao urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
guem mellMtr do que nos pode offereeer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! ra do Imperador n. J.
PROGRESSISTA! *da****** _. .
O VEKifAUEIHO
PRINCIPAL!!!
ra do Crespo n. .
Manteiga ingleza a mais nova e fina ebegada
neste ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima tari abatimento.
dem franceza, a melbor c mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril oti meio.
Bauba da porra refinada e muito alva a 4io
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hyssnn, u melbor ueste genero especial
encomiiienda do proprietarioa 2,7oo a Ib.
dem idein menos superior e que em nutras
Vinlio do Porto em barril muito especial a Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. alb.
4o rs. a garrafa, e 5,oo rs. a caada. jPbosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e %'ioo rs. a groza*
l,4oo rs. a caada.
dem em garrafocs com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada nm.
(4o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassnuras de piassava com'dous arcos de
Bolacbinba americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
bra a 2,5no rs. o gigo e 8o rs. a libra.
ferro prendendo o cabo
urna.
a 32o rs. cada
Genebra de llollanda a mais superior a 6,ooo; Escovns de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56ors. o frasco. casa a 32o rs.
Sardinhas de Nautes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savel,
corvina, pescada e outros a l.ooe rs. a
lata.
casas se vende a 2,6oo rs., crista neste ar- dem em garrames com 25 garrafas a 8,ooors.
mazem2,2oo rs. a libra. | Ceneja das melliores marcas de 5,ooo a
dem iixim, o melbor que pode baver neste j 3,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
genero a 2,6oo a Ib. garante- se a qualidade. Cognac superior a 8oo e l,ooo rs. a garrafa,
dem preto muito especial a 2,oon rs. a l- e em caixa lera abatimento.
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a Marmellada imperial dos melliores c mais Ervilbas portuguezas e francezas ja prepa-
.'._** i *._ .1. i i.________ a ...i.l.i i ,. **(... ""_*-. _.< .. tutu
4 ,2(hi a Ib., vende-se por estes precos em i afamados cooserveiros de Lisboa em latas
razan lenestes ltimos navios ter-se rece-! de libra, libra emeia e2libras a6oo rs.
bido grande porfi deste genero, a diffe- Conservas iuglezas em frascos grandes a
renca de preco de Coo a 8oo rs. a libra 75o rs. cada um.
do que se vende em outra quakpier parte. dem franceza de todas as quatidades de
dem do Rin.einlata de 1 at 6 Ib. a i,4oors. le^uraes e fructas a 5oors.
a Ib., neste genera o melbor possivel.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, seda, raptain. seed, osborne e ou-
tras muitasmarcas a l,3uo rs. a lata.
Bolacbinba de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas bermeticamente lacradas
e muito proprias para mimo a I,6oo e
2,6on rs. cada una.
dem em caixinbas de 8 Ib. a2(5 rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ono e 8no rs. a libra.
Caixinbas com ricas estampas a 1,400 rs.
cada una, frascos de vidro com rolba do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
viudo ao nosso mercado a 16(000 rs. o gi-
go, e 1,8(m> rs. a garrafa: garante-se a su-
perior qualidade.
Violto Bnrdeaux das melliores qualidades ipie
se p(Kle desejar a 7.ooo e 7,."ico rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas c.nn Vinbo do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e I.ckki rs. a
garrafa; neste genero ha grande porciioerie
dilTerentes marcas niuilo acreditadas que
j se venderam por 1 .ooo e 15,ooo a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, I). Luiz, Cames. Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia linne ou-
tros como t'.herry e .Madeira para 12,ooo c
13,000rs. a caixa.
Vinbo de pina: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o c 56o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
Mein ln amo o melbor neste genero viudo de
encommenda a 6oo rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
radas a 64o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do MaranhSo a loo t 120 rs. a libra.
Mpstarda franceza em pote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para denles 12ors. o maco. j Aiaendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixartos muito finos a 44o rs. i Avefas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e cm caixa \ Nozes muito novas a 2oo rs. a libra,
a 54o rs. Gbouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. j Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e 10,ooo a arroba. 8,5oo rs. a-arroba,
dem de composc3o cmmacadas a 32o rs. Presuntns de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 6oo rs. a libra.
Poce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 6oo rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa estrellinba muito novaem
cateas d 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
dem talbarim, macaran e aletria a 4oo rs.
dem macatirao mais baixo a 24o rs. a libra.
Ovadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melbor que possivel a 24o rs. alb.
Kannlia de Maraukao a melbor que presen-
temente tem vindo a nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 8o rs. alb.
Licores muito linos de Bordeaux e tedas as
marcas que ha neste genero a 8oo, l.ooo
c l,2oo rs. a garrafa.
Ginebra de laranja em frascos grandes a
IiAm rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a fibra e em
caixinhas d 5 libras a 3.5oo rs.
Papel almaco pautado O melbor que ha ues-
te genero a 4,ooo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
AI pista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabao massa, amarello e castanbo a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo nm pouco a 16o, 480e2oo
rs. a libra.
Castanbas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oors. a libra.
dem de Sant muito superior c medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a5,ooo
rs. a dnzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,ooo rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a fi,ono a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molbos gran-
des e 8oo rs. o cento.
Doce de goialta a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, exeellente legme para sopa-egui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilbas' seccas j descascadas a 2oo rs. a
1 i hra.
Sal refinado ein lindos petes de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a 3dors.alibra.
rs. cada um.
Mullios inglezes em garrafinbas com rolba de
vidro a 04o rs. cada urna.
Queijns llamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Cominbns c erva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella muito nova a l,ooo rs. a libra.
Alfazema a2no rs. a libra e o,ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata.e l.loo rs.a duzia.
S3:
TODi ATTE.XC-\0 A VKlLA^TE.
Custodio Jos Alves Guiraaraes avisa ao respei-
tavel publico e aos seos firegaeies, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as ponas abenas a concorreocia do res-
peitavel publico, para assini apreciar o novo galla
c|ue se' acha uo espaco.-o e alegre campo, guarne-
cido das lindas llores c muilos outros objeelos de
bom gusto, que tatito saslisfeilo se acha, aprsenla
o novo canto, chamando polos seus freguezes que
ventura ver para crr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sortinieolo de fazendas
tendeles miudeas, tanto para grossocomo para
i etalho, que lodos serao sonidos a vontade, mesmo
qualimer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este esiabelecimento
f;izendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
rao fazer que ser ludocomprido fielmente, poden-
boas compras feilas nesta praca, como dos que
recebe de sua propria conla, como dos que recebe
do consignacoes.
CtlEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de fivelas pretas e com pe-
drinhas de muito lindo gosto assim corad" filas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas five-
las que te vende |iele barato preco de 1^500 e 2$:
sno vigilante ra do Crespo n. 7.
LOJA DO BEIJA FLOR.
i;tia do Queimarfo numero 63.
Cravaliiilias para scHlinra.
Vendem-se gravalinhas de diversos gustos mais
modernos a 7O e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-Oor n. C3.
'iUs para dclinnu i< vestidos.
Vendem-se litas para deb um de vestido de linho
com ti varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, loja ito beija-flor h. C3.
Peules Iravessos.
Vendem-se peutes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na na do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira dmirada.
V. nde-se papel beira dourada a 1^200 e 1300;
dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Aiivelojics.
Vendem-se aawlflfles de diversas qualidades
braneoa 800 rs. a de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 730 rs. : na loja do beija-
flor na ra do Ojieimado u. 63.
Viill.is de aljfar.
Tendo recebido volias de aljfar com cruzes de
podra imitando a briihante vende-se a 1.5 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-tlor n. 63.
Caeiisas de meias.
Vendem-M camisas de meias muito finas a
IJiMO e 13300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-tlor n. 63.
MaiHa d "la.
Tendo recebido enfeites de fiu pretas e de co-
res mais modernas iue se ettio usando a lacada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de la preta para debrum.
Vende-se lita de la preta para debrum com 16
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas de linlio para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640
00 rs. a pe?* s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Bntes de madreperla.
Vendem-sc botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 30
rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-fler numero 63.
Fita de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-te lita de velludo preto bordada de di-
versos gustos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a toja do beija-flor ra do
Oubiinado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
afeitar capas ou manteletes oe mais lindos (ros-
tes qut! se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra de Queimado n. 3.
Pacas e garios.
Vendem-se facas garios de balance de i bo-
tlo a 34300 i duzia, ditas de 2 Urtoes a 64*00 :
na ra do Qaao, loja do beija-fler n. 3.
Dorains.
Vendem-se dminos mutto Anos a 14200 e
14100: na loja d MMor da ra do Queimado L,, DronzeadoS) i^ ingiezag, fio de veta,
"6 I cbiccd.es para carros e montara, arpeo para
'JTfi-S'MBPligl
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Vende-se alpaca preta a 500 rs. o eovado.
Vende-se alpaca prela para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., lina de cordao a 800 rs para pale-
tot, princeza preta a 800 e 640 o eovado, bombazi-
na preta fina a 14400 o eovado, laazinhas preta
para senhora que estSo de luto a 750 o eovado :
na ra da Imperatrrz n. 56. A loja est aborta at
s 9 horas da noite.
GRANDE ARMAZEM
DE
K*pedal rap
Princeza de Petropolis j bem conhe-
cido em toda a provincia do Rio de Ja-
neiro c com preferencia ao Paulo Cor-
deiro e rea preta de Mearon : vende-se
em seu nnico deposito ra do Crespo n.
16 armazem de loucas de Duarte, Perei-
reira & C. ou na ru larga do Rosario n.
38, loja da Aurora.
GAZ GAZ GAZ
per pre$< rednztdo.
!V/ j; -.-iS
fvl'S'S?
'"? ? >
\iZ b (,
f-sa9
RA DO Itll'l IC%IMMC
)neno lo-
ddua
:i4)
Owtr'era ra do Colleglo
DE
DUARTE 1KLHIDA
filil
v v s M
S- C.
ooo
?.'
Antonio Fe'rnandes Duarte Almcla.-donortos acredilados arniazcns l'rogressivo
e Vnlo e Cottimetch, e ex-socio o Progrsso Progresista acaba de abrir boje un oti-
tro na ra do Imporadnr n. 40, junto ao sonrado va que mora o retratista o Sr. Osborn.
O propnetario deste importante esiabelecimento, oonheeendo (jue o mais rico e espacoso
armaxem f|tie presentemente se Umaberto Desta piaca, deliberott denomina-lo VEKDAKI-
HO PRINCIPAL; sem dilvida ptide diaer, j pela inatica e conbcitnento que tem desias
casas, qae este wm estabelecimeuto que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
queiiellepreskle, como uo compteto sortimento (pie eHetivanieute recebe de sua propria
emciunmentla.
O proprietiirio do grande armaeem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-s em ser o
pi itneiro a acabar com o grande segredo e buso que reiuava nos precos dos gneros de
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, era [Hibliear todos os precos de seus gene-
ros, por onde via e v o publico que nunca mais pode ser illudido como dizein esses. .
que, mordidos e queimados pela inveja, dizera nao voll... Ulude!... desenganem-se
csses nuddizintes, que emquanto andar no trillko que pisa, nunca mais consentir que se
venda un objecto de 5<5 por 100. O systema do Verdadeiro Principal vender muito
dinbeiro e galibar pouco, com elle que sern-raudo diz, que baas de papel o vento as
(jituide pecliiiicli
rom toqae de ararla bm
arm.izrin da Arara raa
peratriz ai. 50 de l.our
w. OniM.ires.
Vende-se com li|iie de aari.
Vende-se madapolao in?lez com |i
que do avaria por 6.'iO 7 e 8, alf
iSOO e o*j, cainbraias lisas linas a
na ra da lmperatriz loja da Arara n
Vetde-se bieldas limpas >ral
Vende-se chitas noas cures escuras
rs. o eovado, tinas fraucezas Mpas <>
320, 360 e iOU rs. o eovado, gor^ur >
ra vestidos ie senhora a 480 o M
francez para ve.-ti.lo a 80 o eovado :
Arara ruada ltn|H>ratriz n. 56.
Fainadas proprias para smtMps i
Vende-se (foltinhas com hotatninho para rnfira
e meninas a 00 e 3*0 rs., uuiminUf le Uto r
cambraia enfeitados a .'00 rs.. maniontos ..p..
para senbora a 1,5 IJso. ramuinpia bordada-
para senhora i ti, diu- hordadas no oriaatata e
punhos c gravai.is muito tinas a V|>iflU e -~> : o
a Arara ra da lmperatriz n. M
Principia a Arara vtntVr as Mrhas.
Vende-so cotchan av.-lludadas par fama a AJ.
ditas de linho alcorhoada a :>i. ditas > fast.io a
: "ii, ditas de damasco a l, Htm de rbita a i
I na loja da Arara ra da lmperatriz r .',(.
Arara vende rassas a SW s.
Vende-se cassas francezas Kan a W e D o
! oovado, organdys linos a 240. 2so -.m o r-tvado:
l na ra da lmperatriz n. 50 luja da Uiara.
Houpa tilia da tur*
Vende-se paletina de briin de orfa 2.">>m i-
ditos de meia casemira a 3oOO. di o* niellmrr^ a
i*oOO e tti, dilos prelos de paano i, i HJt,
ditos de casemira lina e debruuhad s a m r lo^
dilos prelos de alpaca a 3.'iO0 e 4J rateas iu
de casemira a 4OO, 3, |'M. fo V mria
casemira, ganga e brim a te e 2A-* ni, di! > 'iar-i
a ;ii.^K, dilos de brim bramo a : misas francesas a te. testo*
carrega.
:i. smaM -
1A0OO, .litas de linho a 24 e 2*."AN>. te
e 2#500 : na roa da lmperatriz n. K.
Balees da Uara a 3 .
Vende-se bates erinotinas de 2 :W Wl arana
a 34,3500, 44 e IJoOO, ditos i I madai^ilao a
34500, ditos de musselina a 14 : i '> na Arara ra>
da lmperatriz n. 36.
Arara vende os caries de rucada* raarrie a Jd-
Vende-se cortes de ricadus fia icez.-s ivni I
cavados a 34 o corte : na ra da I uperalriz n. 56.
Arara vende eertes ie easemir i prela a !#.
Vnde-se fortes de casemira pn la para cale a
34, 34500, 44 e 84 : na teja da A ara n. St.
Arara vende os ssnleavaarones.
Vende-se soulembarques prelos mnit rieas, ca-
pas i.....|n-lias e manteletes ile suerrior i|ojii a 224 e 254 s a Arara roa da Impertir,/ nu-
mero 56.
Sedinhas a a4M> i s.
Arara vende sedinhasdeli>ihi haw par m+r<
a 501) rs. o eovado, ditas tinas a MR) r-. kaa a Va-
ria Pin rom 4 palmos de largoe -almas Je 800 rs. o eovado : na roa da lmt ratra n **>
Arara vende cawfcrsias de careonh* a f**).
Vende-se cambraias de camrii ho< para ve^rtnV
a 24500 a |ieca. cortes de casal Banana a 24, co-
bertores de pellos a 14 e 14600 : na ra da to-
nas bombreiras Duarte
com bonitas cores
6*0 a v.ira. bo-
larjnra i i*
e 14. o"im nranco
i roa oa iNipera-
Iklo a 2M m *
ira vi sImo a 2
ade. I
ra v.--(il,i- il
Pede-se a malor tttn*fSt:
O'proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protee-
c3o para o novo estabelecimento, garantind aos niesiuos que ninguem mais pode oAerecer
as vantagens que se presta a offereeer este importante estabelecimento. PRINCIPAL tam-
bem pede a tdes os Exms. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, certos de nao tereru occasio de se arrependerem.
Mala alteneSo.
O VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular lodos os Srs. de ngenho e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encommendas este estabelecimento, garatin-
do-lhes o proprietario que tanto'elle como os seus fmulos nao pouparo esforcos para
fielmente cumprirem os pedidos que vierem irideressdos.
A o | ni I leo.
O incansavel proprietario pede a todos osSrs. e Stas. que, quando tenbain de man- peratnz n. i6.
dar seus pedidos seja em carta fecbada ou com grande recommeiidaco ao VERDADEI- Crand* sorthnente de fazendas preus para a ana-
lto PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, jurrto ao-sobrado em que mora o retratista resma. I
americano n Sr. Osborn, e para mais certeza dos portadores tem este sobrado una botica "Jj prosdenapie pannos mi e wnnm
franceza, no pavimento terreo. O VERDAT)Elr\0 WINCIPAL, tem o portas de frente pin-' faI^cfSeffi, x5. i*w. U 1 *
ladas de veiile, as'
PRINCIPAL.
Amendoas confeitadas
a 1A000.
Manteiga inglea propiamente flor a 800 rs.
e sendo em bar il tet abatimento.
Dita franceza muito nova a 560 ti libra e
sjndo em barril >20 rs.
Cb ucbim o melbor que se potle desejar, e
(pie nutro qualquer nao vende por menos
de U a 2*700 rs.
Dilo petla especial qtitilidade; a 2-3tiO0
e 2*800 rs.
Dito hyssnn o melhor que se pude d(?sejar
a2^1tMl e2:M><0 a libra.
Dito bvsson e da India muito superior a
2** O e 2/400.
Dito do Rio em latas de 2, 4, (' e. 8, libras
a LSOOO c 14800 a libra.
Dito preto muito especial a 2*800 a libra.
Dito mais baixo a M80Q e L5G00 a libra.
Queijns ebegados no ultimo vapor a 3*000.
Queijo prato chegado neste ultimo vapor a
800 rs. a libra.
Ditosuisho i'armezao o melbor e mais
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li-
bra, sendo de 4 libras para cima a 780 rs.
Dilo lomliino um pouco (Juro por virem
em navio a 500 a libra, e sendo inteiro
400 rs.
Bolacbinhas em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a I #300 rs.
Ditas em latas grandes a 2,-jOOO rs.
Dilas em latas de 5
1*000 a lata.
Bantehnha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2,?20O a barrica e 100
a libra.
Ca toes com bolacbinhas francezas de diver-
sas qualidades a 600. 800 e 1*200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas qu se pode desejar a
2*500.
Rocelas com doces de Portugal ricamente
enfeitadasa 2*500, contendo: peras, pe-
Almeida 4 C. C pnf Cima 0 VKIU\DI,IRq eovado,sarja tw-spaalmla de seda, iiiiihi lino pean
a 14600, 24,24500,34 e 44 o rovadn. nnu sa-
Massas para sopa muito novas, foi desembar- W raaemims pn< >> >.24 24W2**
, ... 1 i- u do, merino lino a 24500 c .14, ii> '' rnrdao a
cada ltimamente pcvtde: rodtnha e es- j^ 0 corado na roa da ,nip<,nlnj!,,. ;i6.
Uellmlia a 500 rs. a libra e 3* a caixa com; Aevra rene madaptl* ranre a II.
8 libras. Vende-se mada|olao francez pnfe^tadn .1 14
Macaiio, A letria e Talbarim a 400 rs. a libia. 44500, bretanha de linho. h..:nl or*n de hnh para
Vinagre esco a 200 rs. a garrafa e 1*400 SS^'
a caada. Tan |)rjm pardo nV Imho a *H
Dito em garratoes a I -MKK) cada nm. a 14, 14280 e 14400a vara
Rotijes com 8 a agarrafas de azeite, o me-triz 11. 56.
Ibor que se pode desejar, a o- cada um. Arara vende, laiinhas para
PaHUM.dO' denles em macos com 20 maci-, evade
nhosa 120 ra. cada mu.
Palitos du gaza2ji200 a groza, 20 rs. a
caixinlia e 2(10 rs. a duzia.
Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
240, 280, 320, MO e 500 rs. a
lisas proprias para capas de
eovado : na Arara ra da ImpArain;. n. 3C
l'l'V.I'.
ienboia
Arara vende fusta* ;
altura a
n 15*10 o
500 r,.
ei*000 aduzia.
Veude-se fuslao de cores pa a roopa 'le nem .-
cento 6 c;l'C:'S e palelnts a 500 rs. o r< rado. irania h
za escora e clara para calcas patrtots VMir
. .,, ocovado: na ra dalmperatri; n. 36.teja da Ara.
8i>00 a;
libras de Craknel a
cegos, rainbas Ciaudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra e 73500 a
caixa; tambem tem meias e quartos.
Amendoas de casca molle a 2b0 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra c
4*000 a arroba.
Figos em caixinhas e latas hermticamente la-
cradas a 13500 e 2*500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
e-das seguintes marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Cbamisso,
CetMiIau muito novas a 540 rs. o
800 o molho.
Traques de i rimeia quaiidaile a
caixa e 240rs a caria.
Charutos Ipvrangas em meias caixinhas
2000.
Ditos Suspiros de Tbom Pinto a 1*600.
Ditos Avaueii os do mesiuo a 1*000.
Ditos Ragalia Impelala 1*000, garante-se^
que sao charutos queja se venderam per
2*000 e 2*800, altn destas marcas tem de' vcndeni-e barr
todaaas mais que coslumam vir m s., ,,., |M-.c mercado. ,iu hoje, c nica o
M de Mi ra.
O afamado mez de Mana I H eeadns .14.
' \ te e 14500, com estampas e i itul
so, aeha-se venda por acaba a I400D i \
| approvciipm-se da ocrasia.i, r n.- mu ynaa
(am : na ra do Imperador ii] 15_______^_^__
CL DE MMill*.
i eem rr.t dra-
ifdra. rhrga-
a. |iie ha na
(ienebia de llollanda emfrasqtteiras a 6?50OO mercado, na rna li I r;ii>< .
e 500 i s. o frasco.
Dita de laranja a l*00 o frasco e 12^000 a
caixa.
Dita embotijas de llollanda a 440rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba lera ahatimenlo.
Erra-doce mudo nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 14000 a libra.
Pimenta muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo ati40rs. a lilira.
Atri/.eina nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 8*000 a arroba.
Chouricas e paios a 040 rs. a libra.
Banda a mais nova e alva que se pode dese-
jar em latas de 10 libras a 40000 a lata.
Dita propria para banda de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 4*800 a duzia e 54500.
Ameixas em frascos grandes a 2*500.
Ditas em frascos mais pequeos a 1*400.
Dilas em latas de urna e meia libra a 0 lidias
a 1*200 e 4*000 a lata.
Mlho iii(tlez rolba de vidro a 800 rs.
l'rezuntos inglezes para hambres muito no-
\osa HOOrs. a libra.
Roa oS Scnzalla n. 42.
Vende-se, em casa s- p- Johnston & C,
sellms e silhoes mgteies, wndieiros e casti-
e outros muitos a .?*, 10*, 12* e 14* a
duzia e I* a 1*200 a garrafa.
Vinhos em pipaPorto, Lisboa e Figueira
das melhores marcas a 35800 a caada e
800 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conbecidas a 400 a garrafa e 2*800
a caada.
Dito Colares especial vinbo a 800 a garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, n3o levando com:
posicSo, a 560 a garrafa e 4*000 a caada,
Vinho brancode uva lina a 600 a garrafa e
4*500 a caada.
Venderse gaz da melbor qualid.de pelo Dito mais baixo a 400 a garrafa e 2*800 a
pre.ode 10* por lata de 5 gales: no ar- i manada.
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
Trapiche Novo n. 8. marcas mais acreditadas a 6*500 e 7|(1000
a-caixa.
Dito- muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 1*200 a garrafa, garan-
te-6e que por este mesmo preco d pre-
juizo, e sse encentra nicamente neste
armazem.
Licores franceses,e poruiguezes dos memo-
res autores a 800, 1*000 e 1*50030*--.
Cenejas das melhores marcas a 5*500 e
6* re. a duia; tambem temos ordmaria
por muito menos. '
Marmeiada de todos os fabricantes de Lisboa
Velbo secco, Victor Emmanuel, D. Pedro Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
V, D Luiz, especial vinho velbo (lo Porto (Conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
Cojmac ingle* a 10*000 a duzia e 1*000
FfilJO
Vende-se feijo hraneo e amarello, de superior
qualidade, a 104 a sacra de cinco alqueires, do
Porto : no trapiche alfandegado do Baro do Li-
vrsmento no Forte dn Mao?.
orSStaBaua 800 re.: a!"*' um edu&caviUoi, *relogU de^^S^J^o^^^^i'*^ M'm\ ""ilaUs de 1 libra a 600 e 640.
ra o Qneimado, kja ao belja-Hor n. *3.
i o;ro patente vnqtei.
Vendem-se saceos conidousal(niei_r4fl _i mandioa, pelo barato pr
oaMa4re(lePeo8Bs.6.
i
e 1)5000 a
garrafa.
Dilo francez a 8#800 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palie Brandy a 25000 a garrafa e32*000 a
duzia.
Sabao massa a 140 e 240 rs. a libra o melhoj.
Polvo a 320 rs. a libra e 9*000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Dilas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado e tizo a 2*400 a resma.
Dilo de peso pautado e lizo a 3* a resma.
Dito azul proprio para botica a 2* a resma.
Vetas de spermacete a 560 rs. a libra.e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 9*000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farello de Lisboa marca N a 45000 a sacra.
Tijollos para limpar facas a 160. rjcada um.
Peixe em latas j preparado a 1*000 a W*.
Ohoootale hespanhol e francez a 1*000 a libra.
Cat do Rio primeira sorte a 8*. 00 a arroba
e 300 rs. a libra.
Dito de segunda a 8*400 e 280 rs. a libra.
Arroz doMaranhao, Java e India de 2*600 a
3* a amiba e 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e44500 a arroba.
Gevada-muito nova a 2*500 a arroba e 100
rs. a libra.
13, armazem de Mnnorl Iriiei
ra Basto.
Vemle-se caibros de mu lo ln>a> iuali*Iad>'.s
na serrarla de Jos ll>iiino na
Miran '
Vende se urna loja de ea ptt i na nu mm
n. 40.com puncos fundo* : qi^m qtiiz-r. irir-. *
a iiicsina._______________"J_________________
Vendem-se sanos rom farinha m.,i- i
ipie ha no mercado, e muito fina : no annanai da
Aunes defronte da alfanil
ESCBAYOS FGIDOS.
Fuero do enjrenho Santa C.rui fretTieiia de
N. S. da Luz, no dia 8 do crreme un-;, afataaaj
de nome Joan, acaboclario, idade uos, estatura haixa, cheio do enrpo. calVIbw esti-
rados, rosto redondo, sem liarha < d^ni na ln~-
te, ps grosso, tem allomas cicatriies na- r >-'.*-.
levuu vestido camisa de alejidaotinho de h*tra<
calca azul, seroula de algr-df da t.rra e nm rha-
|ico'de bat'ta sem fundo tud'i mi nana naanta, *>
vou mais em sua companhia lim ratallo pupata*
de cor rana pedrea, com o frr" na a*an mh-
tacao de urna leoiura: rogae-
riiiades policiaes c com csperlaliitailc J"- < i <
de campo a sua apprehensd, levana a nnrada
do abaixo assienado no referido tf mhn
ao engenho Taboca, plo que ser pmrtmm*V"
recompensado.
Jos Mell^ Asnaa,
ATTKNU40
Acha-e fgido o escravo [de neme Fanliiio, aV
idade 40 annos, pouco mais pa mnm, nt Mn, a!
ura regular, grosso do curpd, Ik m e-iortaiH* bar-
hado, e j com alguns cabellos braarai na larha,
bragos e |>ernas gros>as e bstanle cabelludas M
do as pomas arqueadas, porem nao n:ii<>
ma andar cm sambas, e as trae* embriaga-** nn*-
tante por gostar muito de fcetw : partan r-aa-
se as autoridades policiaes IdesU e da* ""_'"
limilrophes, que o facam aijpreherwlrr e Ir-a-n a
seu senhor o major Antonio da Silva fio-
ra Imperial, assim como rega-se aon lapaae fe
campo a apprehensao do dte eseravo, qae erao
bem gralilicadus. ,
ESCRlVU FllilIHf.
riratifiora de 50|.
Em das do mei de marco prolimo pagado fa-
gio o escravo Vicente, de idape de 40 anao. potro
mais ou menos, altura regular, serr do corp, rar
fula, barbado, rom om ou daus denlrs de mean*
na frente, am pouco gago, rom nm ab-jo aa
mo direila, antes de ser comprado pelo sen artaai
senhor, passava por forro, sdb o w-mr^ de Virmv
Campello ; fugio para o snl rm direrro ao eage-
nho Firmeza do Sr. rapitao Fraarisro V Barra.
na freguezia da E>rada, anda peta* naada a rie
Ipojuca, procurando ama lia por nonae Mir. nnn-
radora as ierras daqnelle ingta*io "0* r*^
gar, leve-oao Sr. Ji* Franesro Oirr dr Arr--
da, no engenho Melanria, regarm aVl *****
dim, romarca do Limoeiro, oa na*n *, a
esrriptorio do agente Oliveira, roa da Laaen a
Recife n. W, primeiro andar.
MUTILADO



< *>tt<
AV
e
LITTERATDRA.
O OOEVIE PEL0 1UK90.
Do jornal francez o Nord traduzims o se-
guinte arigo, ali publicarlo sob o titulo-O cujn-
i'/us i.V ferro cm 1863 :
0.. caminhos do forro nao s"io somonte o maior
ar intecrajaotO iudustril do todas as pocas, Ain-
da jm mp.-t -, ja to nidispensaveis nossa exis-
tencia, .vultam entre os elementos necessaros da
vida soeial: c fasta a cneeber como se pude pau-
sar seio ellos. A gerago actual assisliu os seus,
primeiros passes todos se recordara do tempo em
contra quaesquer abusos dajuitoridaie. obre-
ludo em Franja, onde a DTatito^os s2f?gtvn-
ment nao se acha'enraiada como ,^lm <|p. can)
t
o del-
s rela-
a absoluta independencia das, emfjrtuas,
xaria de prooSpir grates pertorbjfoe
coes do publiS cora tf companhias"
Em toda a obra se arbam em constante para-
lellisraa as vias terreas francezas e as nglezascom
a imparcialidade propria de un l'ranrez gue ad-
mira oslnglezes. sabreludo npssa* onfirucc*'*
A- Graa-Brelauha, que leve a jicialiv* n* cafnf.
nbos de ferro, e que os construiu por meio de as-
sociaees autorizadas pelo parlamento, conta hoje
urna vasta rede, mas sem previo srasjpdo garal-dasdrsaobeilas o impulso^ que naturalmente re- iros U:
calculado para o .serviao idas pricipes pwroa-
ihas de Versailles e de Saint uermain ** .,'esH"ado f ^ s^** Vbigl da
sermmdediver.imen.o aos curiosos: e em que, peculado part.euJar, *u.a ruin* djj diferas
emprezas, o abandono o> algnmas lfnhai,' deter-
de estado, os consideravam brinco
at os homens
de creanras.
Esse tempo j;i vae distante. O brinquedo de
IR'i tornou-se o mais enrgico instrumento de c-
vilisagio. A rpida locoroooq dos bomens e das
eousas utroduziu-se nos nossos costumes. a ponto
que a rapidez, que nos espantara ha vinte annos, I
a gara nos impacienta pela relativa morosidade. i
minado pelas rectifleagoes de ontros emprezarios
mais racionaos, qufadopp>ita| #$ ir&fi$ f>i>
prias para segurar'oncorrencia.
; Entretanto, a .(fluencia dos pasugejrps "^i;
eede milito ludo o me em Franca pude aposentar-
se. Calcula-se que, durante um anno treseutos
milhues de viandantes entram as carryagens das
) lmbas de iQglaterr o de Escocia: que denota
mquerir a som.na prodigiosa de clculos, que foi T, vi?geol^e e volla em cada i<1im a
misMf fazer, o as intelligencias que se consumi-
r!;: para a apromptar.
A iodiiTercDca ou ao menos o olvido da poste-
ndade. e para as vias frreas J somos posterida-
de, sio a sorte commnm de todos os qne contri-
huctr. pata a realisacao dessas grandes obras col-
popularo total. O movimento de oralinarjo mais
rapiio do que em Franca : mas os probos dos
transportes sao mais elevados. .Nao ha as forma-
lidades, s vezes desnecessarias, que os Francezes
usam as suas bubas; mas em compensaban ton-
duclores, fogueiros, machinistas, raostram-se me-
nos cuidadosos pela seguranra dos passageiros e
Ieci.va>, que se encontram aqu e ali na historia, das niercadorias. Teem havido espantosos desas-
coaio ato) mos testemunhos do engenho humano. (tres, como o do tunnel de Bristol e oulros em que
fe maravilhosos monumentos da arte ogival Mlaoj morrem ou Ocam feridos centenas de passageiros,
sem que a impresso do desastre dure rauito alm
no mesmo caso. Xinguem ignora, que o architec
to da construceo outr'ora denominada Pantheon,
o boje Santa Genoveva, se cbainava Soufflot; mas
quera conhece o constructor de Notrc Dame ou da
calhedral de Kcims?
t Os caminhos de ferro tambem, na sua gigan-
tesca creacao. absorveram milhares de intelligen-
aJas, que nelles se consumiram sem deixar vesti-
gio apparente da sua passagem. S os iniciados
sabiam distinguir nessa pleiada alguns pontos lu-
minosos, surgindo em meio da turba; e nos quaes nheiro em chefe do caminho de ferro do norte,
expostas por essa cortina-
dos primeiros dias em que os afflictivos pormeno-
res pejam as columnas dos jornaes.
A segunda parte da obra compoe-se de tres
memorias, que resumem, sem calculo e sem alge-
bra, toda a sciencia dos caminhos de ferro.
A primeira o relatorio redigido por Mr. Fla-
cha! sobre as locomocoes da exposicao de Lon-
dres.
A segunda urna noticia de Mr. Petiet, enge-
cerca das locomotivas
nhia.
A terceira, o relatorio de Mr.
bre o material xo e os waggons.
I'erdonnet so-
rccoulicciaui Seguin ou Stepbeoson. ara o pu-
blico, o creador dos camiuhos de ferro s tem um
nome parablico, denominase legiao.
l'm dos que puzeram a primeira pedia do im-
mortal edificio, e que depois nao teem cessado de! Depois de percorridas as tres dissertagoes, fi-
trahalhar com ardor no seu acabamento, pertence ca-se sabendo o que um homem beni educado de-
as lilustraocs da engenharia civil e chama-se Mr. v-c conhecer na parle technica dos caminhos de
Eugene Flachat. Incumbiu-se de escrever a histo- erro. Nao 6 aqui lugar proprio para a sua ana-
na das cousas que viu ; c as quaes por espaoo de lvse i abundam muito em factos c em algarismos,
iota annos concorreu com o seu valioso contin-! Para se poder dar conta em globo do seu contexto,
geni*. Ninguem mais do que elle penetrou os I Limitamo-nos a observar que complelam as necees
mystcrios dessa immensa machina, cojo movimen-' cous'gnadas na primeira parte, que pode deoomi-
to abalou o velho mundo em seus alicorees; nin-' nar"SB a philosophia dos caminhos de ferro, ao
guem conhece mclhor a sua organisac,ao e o seu Pnsso 1ue a scgunda consigna tudo o que pra-
tico.
O estylo do escriptor qualidade addicional
cao m que no espaco de cem paginas o au-1 ?,C;~eadagI0- A f"'^ t5 e,egan,e T""
tor desenvolve toda a constituicao dos caminhos de :t1SeST''a- DeSpdja 3 SC,eDC'a deSSe
ferro, e seu systema administrativo, o financeiro; Iando aSpecl0' dessas forraas repelientes, queso
a lei das suas relacoes cora o estado e o publico |Serve,n para afuSeDlar vul-
a ua innuencia na riqueza do paiz, nos costumes,' < Entretanto, a produeco de Mr. Flachat ser
na eocacio poltica da uacao. B" lendo essas pa- [ lida pelos homens da prssao, (wrque respeitam
gina:-. tao precisas e compendiosas, que se com-; tudo o que sae da sua penna. Os outros apren-
prchende por que milagrosa transformado da for- derao a conhecer r, que 6 um caminho de ferro
tuna publica, companhias formadas quasi a des- cousa que ignora prafundamente muito mais gente
funccionanienlo.
A primeira parte, e a mais interessante, a
e coutra
empieza
impotente
fceraft *a
gia.
'As expo/iroes,
rsal d
capar
rAia uqiv: i
qjc^ola pratic
imo
iretaWo, Heraen
xlasMs Idustnas
adap>vo^m separtBo, pSem
sdb os olhos das acSes os meios aa\ cada ,uma,
Helias, possue de adquirir o qoS me Rita, ou me
nao dado produzir. Por ouwo lado, a experi-
eoclalQj^ JSilstjoJem no anerfeicoaraento do-
metMdbs I des mstfflmentos de trabalho, gener%
Ijsa o progresso, beneficamente.Jobre as artes, foiT
mando c purificando o gosto, e dando ao espiri
as leis supremas da creacao, teem estabelecido entre a agricultura e
dos entntanos da mytho lo- manufacturera. Assim. emquanto a
: em auxilio da offlcina, esta Ihe presta
, [menos importantes, fornecendo-lhe
o pao- morosas e possantes para a produtfao
urna nos seas ."inores detalhes, seiiSh)
deste progresso a teiencia,
sentir em todos os m
mam
com effeito, pdeos! rfariu,
cial e a mecnica agrfcelati'em oj
lu^o as praiicasTalfca, iend
resultados das conrp\Ksras4i#ilot
o ter-se mostrado ao lavrador que a trra canea
quando elle Ihe nao sabe restituir as terca*.
A nstruccao e as machinas, dous dos erinclpaes
elementos do poder productivo, teoin, pois, levad i
a arte agrcola, alias considerada empne aitj ^u-
peito da vontade do governo de outr'ora, pude
ram em vinte annos colligir e dispender um capi-
tal de mais de 5,000 milh5es de francos; cubrir a
Fraoga de 30,000 kilmetros de vias frreas ; rea-
lisar sobre os anttgos meios de transporte urna
ecoaomia animal de 800 a 900 milhes; e fundar,
em presenca do estado, um estado commcrcial
com o orcamente e o pessoal de um grande reino.
E' impossivel deixar de alludir a semelhantes re-
sultados sem urna especie de legtimo orgulho pa-
tritico.
i Nio todava Mr. Flachat elogiador systema-
tico. Se depara em meio de suas ideas de liberda-
de commercial e industrial as entravas da tutella
administrativa, se v o impulso do espirito de as-
soeiacao comprimido por urna legislacao antiqua-
da, no deixa de exercer a sua critica ilustrada e
comedida. A legislacao dos caminhos de ferro
anda, pouco mais ou menos, o que era na poca
em que a administrac.ao, forcada a acreditar no
successo das emprezas, decidiu autorisa-Ias. e em
seguida regnlamenta-las. O desenvolvimento in-
cal ulavel, que tiveram, nao conseguiu afrouxar o
freto. que a admioistraeao impoz s grandes com-
paul.ias, sem as quaes anda nos achariam cir-
cumscriptos s ingenuidades da linha de Saint
E'.ienne. Contra esse freio pronuncia-se o autor
em termos catbegoricos.
Citaremos, d'entre outros trechos, aquelle em
que Mr. Flachat trata dos servicos, que em tempo
de guerra prestam ao estado os caminhos de ferro,
como durante a campanha de Italia. Encontram-
se sobre a rapidez das operares militares em que
intervieram os transportes em caminho de ferro,
consideragoes do mais elevado alcance, e algaris-
mos que confunden) a imaginario.
t Tamben) recommendamos o capitulo em que
se explica a constituirn iinanceira das grandes
companhias. E' modelo de ex pos rao e de lucidez.
Avulta Doren ainda mais, o que trata da influen-
cia dos caminhos de ferro em Franga e em logia-
trra sobre a riqueza publica, os costumes e a for-
a vital da nacao.
f O que ninguem hoje contesta que a riqueza
publica, o bem estar geral, a intelligencia media
das populacocs operaras e ruraes, augmentaram
lia vinte annos em consideraveis proporcoes. A
unidade poltica do paiz tornou-se urna verdade.
E' impossivel mesmo a um economista, desconhe-
cer, que o resultado dimana das vias frreas. A
maior facilidade as pcrmutaooes, as relacoes de
provincia provincia; urna fusilo mais completa
dos costumes e do idioma; a introdueco de ma
chinas e dos melhores methodos agrcolas ; emflm,
a propenso sensivel dos rsticos de sahircm de
scus lares para se policiarcm as cidades ; todas
essas causas secundarias de que a multiplicarlo
das vias frreas a causa primaria, nao podiam
produzir eutros effeitos.
t Resta verificar, se esses effeitos foram produ
zidos pelas vias frreas em virtude da intervencao
do estado no seu estabelecimento ou exploraco,
ou se apparecem a despeito dessa intervencao.
c A questao transcendente. Ha sido muitas
vezes formulada, e as solucoes at agora formula-
das estao longe de ser satisfactorias. Mr. Flachat
nao partidista da intervencao do governo. Sus-
tenta, que nao s os caminhos do ferro dispensa-
ran muito bem a encommoda proteccao do esta-
do ; mas que podem dar-lhe, sendo necessario, II-
65es de organisagao, de jurisdiccao administrativa.
Aqu e licito admittir, que as conclusoes do enge-
nheiro se resentem um pouco do natural amago-
nismo das companhias e dos seus empregados
contra a accao do governo. Ainda parece eviden-
te, que o auxilio do estado, e a sua ingerencia, em
meio de transporte qne ioteressa todas as classes
da sociedade, nao pode offerecer serios inconve-
nientes, bavendo variados recursos para reagir
do que se suppoe.
A EXPSITO INTERNACIONAL DE LONDRIS CM
1862.
Relatorio do Sr. conselbciro Carvalho Moreira,
presidente da rommisso brasileira.
(CfintiniiarSo.J
Sao na verdade, incalculaveis as perspectivas
abenas para todas as nacoes por estes cencursos
peridicos, que a civilisacao do secuto tem sabido
popularisar ,e que parecem ter j ensontrado h-
bitos da industria do mundo.
As lices que elles efferecem aos legisladores,
aos economistas, e aos povos na escala infinita dos
interesses que a Provid enca tem interlacado
em beneficio de todos, nao sao perdidas para
ninguem. As conclusoes, que d'ali deduz a lgica
da comparacao para a variedade dos objectos, que
se revelam no dominio da sciencia, que as artes
se encarregam de executar, a industria se incum-
be de produzir, e o cominercio de permutar, sao
de natureza irresistivel, e de um alcance sem li-
mites para esclarecer os governos e os povos sobre
scus interesses recprocos.
E' vista dessas transformarles admiraveis da
physionoma aperfeicoada dos productos similares,
e desses contrastes salientes da industria e das ar-
tes entre os diversos paizes, que as causas desses
phenomenos podem ser examinadas as exposi-
coes internacionaes com o maior proveito e fra
da regio das theoras.
E, com effeito, nao difflcil verificar ali, em
face dos resultados praticos, as violacoes que se
deram as leis da economa social, pela interven-
cao indebita das administracoes; pelo vexame
intil desse apparelho de regulamentaces, que
sb diversos pretextos perturbam o movimento
da riqueza em todas as phases da sua creacao at
o seu ultimo destino; nem tao pouco reconhecer
o effeito dos systemas viciosos de taxacao, que,
mpedindo a concurrencia estrangeira, produzem
alm do mais, o afastamento do povo, e rctardam
a civilisacao, cujo maior vehculo o commercio
das nacoes; nem finalmente assignalar a iosuffl-
cienca dessas legslacoes, que mediante a alchi-
mia do monopolio, julgam poder crear a riqueza,
ou fomentar a industria, onde lhes faltam os ele-
mentos de vida, condemnando-as assim a urna
existencia raehilica ; ou que obedecendo aos pre-
juizos de eras absortas, confunden) a proteccao
benfica, e as anmacoes discretas, que os gover-
nos Ilustrados devem ao progresso material dos
seus paizes, com a falsa theoria da proteccao mal
entendida produccao nacional sb a formula dos
privilegios ou das restriegues, em proveito de pou-
cos favorecidos e em detrimento da totalidade dos
consumidores.
su.Ua da reujilo no mesmo panto de todas as for-
cjg, vivas* da hum'anidade. ^
Conhecidas as causas da superieridade relativa
dos pro3uctos, operam-se veadadeiras nifitamor-
phoses, gue em fuuiros concursos claramente se
tnoifeta) e -ocA-aMio eaoiairar-se entre si
as forgas productivas de cada pm,- se stabelee
por esse .p entre todos umo sorte de'prgan/1
sagiu njpra), que conduz sem violencia modV
ficagao das lls que regulara v"pernita. >
,i>A iwopaga/jfu) dessas vantagens tem j produ>
zido fructos, que a experiencia e o tempo far.lo
mclhor apreciar. /
'A datar dai ejtiofgao' piiversal de 18oi quaai
todos os governos teem procurado retocarlas suas
tarifas duanuaras, fazcndo-lbes modificacrie? mais
ou menos importantes, no sentido de harmoBisa-ias
com as necessjdades dos seus proprios paizes,
demonstradas no concurso das exposigoes.
Se recorrer ao testemunho das medidas que tero
sem duvida de s er adoptados por diveraos gover-
nos avista dos estudas e indcagos de numerosas
autoridades competentes, que por parte deiles con-
correram' ultima exposigao, asss e referir o se-
guate facto que pie em alto relevo as vantagens
praticas das exposges universaes.
Acahav.l de cncerrar-se a de 1862, e tomando
a dian'teira na pubficacao dos relatnos do jury
internacional, apresentou para logo os seus traba-
Ihos a secgSo francera sb a presidencia de Mr.
Michcl Chevaler, cujo luminoso contingente em
forma de introduego se dira o prtico dourado
desse monumento de encyclopedia industrial. A-
lm dos estdos e apreciagoes techncas, consig-
nadas nesse importantissimo trabalho pelos seus
respectivos collaboradorcs, em numero de cem,
foram estes egualmente incumbidos pela commis-
sao imperial dn indicar ao mesmo tempo as me-
didas legislativas on de administracao, quejulgas-
sem nteis ou necessarias ao adiantamento da in-
dustria franceza.
Assim, entre varios assumptos foram objectos
dessas investigages, o ensino prolissional, a ns-
truego geral, a legislago sobre as patentes de
invencao, a liberdade do commercio, a legislacao
sobre a marraba mercante, a associagao e liberda-
de do trabalho ; questdes, cujos ligamentos cora as
exposigoes universaes at enlao teriam quig es-
capado a altengao do philosopho poltico.
Quo importantes e variados sao para o estado
os interesses adormecidos, que estes successos
despertam, o trazem a lume pela discussao !
Felizes os governos, que comprehendendo-lhe
todo o alcance, os faiem entrar as atias previ-
soes.
Alm das vantagens econmicas desta institui-
go, outras resultam que se podem chamar ver-
daderamente internacionaes.
As rivalidades que nascem do solamente dos
povos, e sao por elle alimentadas, se onfraquecem
naturalmente pelo contrato de varias classes so-
ciaes, e dos homens eminentes, eccasionado por
essas reuniSes, (avorecendo em beneficio dos
grandes interesses que elles representan), senti-
mentus de benevolencia e respeito entre todos pela
justa apreciago dos seus mritos pessoaes, in-
fluindo assim para a minoraran dos prejulzos in-
ternacionaes.
E neste sentido, segundo a phrase feliz do dis-
lincto economista que arabo de nomear. sao as
exiwsigoes universaes mais do que testas da in-
dustria. < Sao para o genero humano o que eram
paraosgregos os jogos olympicos; urna renniao
de familia, onde se abjuraran) ao menos por um
momento os odios acanhados, e as rivalidades c-
gas, c onde os espirites recebiam nova tempera em
sympathias commnns.i
Estudar profundamente uina exposigao univer-
sal, corao a de 1862, no intento de assignalar, des-
crever c comparar os progressos do genio indus-
trial dos |>ovos em um periodo tao avangado da ci-
visago, seria de per si urna empreza digna dos
amphiclyes da industria moderna.
As exposigoes universaes resumindo a historia
dessas aberragoes, do ao mesmo tempo a. oppor
lunidade para o estudo comparado dos meios de
corrlgi-las.
Na direegao desse esludo, o observador tcclrai-
co, o estadista esclarecido, o manufacturero, o
commerciante, o agricultor, todos aquelles emlim,
que sabera onde a riqueza comega, e em que fon-
te deve ser procurada, silo chamados a meditar,
sobre a serie desses factos, que ali se Ibes apre-
sentam em forma tangivel, com urna forca irrecu-
savel.
Nao por certo o desidertum dessas investi-
gages o ver transtornado a organisagao verdadei-
ra e natural do commercio e da industria do mun-
do ; a qual consiste em deixar cada grupo da fa-
milia llumana desenvolver-se no ramo de trabalho
a que a destinara o seu clima, o seu solo, suas ri-
quezas mineraes, snas vias de communicago, o
seu temperamento e o seu genio nacional.*
Uniformisar a producglo industrial do globo,
seria urna sorte de coramunismo t3o absurdo e
Examinar os detalhos da produccao de tantos
povos diversos, taes como se elles revelara pelos
seus proprios productos, e pelas condigoes cora que
esses povos os obtiveram, observando a variedade
de suas aptides, dos seus climas, de suas situages
geographicas, dos seus governos polticos, um
desses trabalhos hercleos superiores s forgas da
individualidad''.
Os esforgos colleclivos de tantos homens eminen-
tes, chamados a registrar esses admiraveis succes-
sos, comprovam o gigantesco desta tarefa.
Nao se pode, entretanto, exagerar a utildade
dos estudos desse genero, porque elles tendera a
demonstrar, no dizer de um dos mais Ilustres ob-
servadores dossas solemnidades que as condi-
goes que fazem a industria grande e prospera, sao
as mesmas que tornam os estados grandes e os
paizes livres; que as legisiages corao as mais
adiantadas c as mais conformes humanidade, sao
as mesmas que a industria reclama para ser cada
vez mais fecunda; c, com muito mais razao, que as
boas fraangas s teem um
o de urna industria respetada e
tada. >
nipos como emprica, a quebrar as cad 'las
das praxes seculares, e a ostentar-se boje cote um
carcter de arte sujtita s regras da sciencia, el
como tal ublisando os serviros de muitas outras em
beneficio da sua perfeigo.'
Nos onze annos decorridos de 18 1862, po-
cas notareis das- ditas grandes exposices em Lon-
dres, nao apparecem esses traeos caractersticos
que do feigao inteiramente nbva economa de
urna industria. Para a agricultura, sobretudo, sem-
pre a mais lenta na marcha ordinaria do progres-
so, era curto o intersticio, atim de nelle se manifes-
taren) todos os elTeilos do impulso recebido da ins-
truego e da mecnica.
Nada obstante, a ultima exposigao veiu dissipar
certa atmosphera de duvida e desconfianga que
quasi sempre acompanha as novas applicacoes. As-
siM. naotiwWoij em 1882 a sorpreza que h'avia pro-
duzieo era 4861 a celebre machina do ceifar entio
apresentada por Me. Cormick, j hoje fabricada era
iniiii is paizes.
Em 1831, a ceifeira americana, nica ento ex-
hibida, colhera como era natnral totlos os louros de
una uovidade engonhosa; e onze anuos depois em
tre os varios paizes que apresentaram machinas
desse genero, figurou at a Australia, que apezar
de tao distante dos grandes focos d movimento
acompanha de pertoas phases do progresso porque
vae passando a mecnica agrcola. Nessa competi-
go foi todava a machina amercana.a mais vicio-
riada.
A charra vapor, destinada substituir as
charras ordinarias, era futuro mais ou manos
prximo, foi ainda urna voz sujeita novas expe-
riencias, e parece estar resoivido o problema da
cultura vapor.
Aos cultivadores, escarificadores e at s grades
tem sido egualmente applicado o vapor. Por meio
dclle se faz tambem a debulba, e as machinas para
tal lim duixaram de ser consideradas ruriosidade
brltannica, come se dizia em Praaga. Movidos por
vapor sao j alguns carros que fazem o servigo das
herdades, e j vapor se teem aqni ilrenudo as
trras, invento engenhoso, mas que pao parece
anda sanecionado pola xperiencia. Sem r at as
ultimas applcagoes, v-se que o material ordinario
do lavradora charra, o rolo, a grade, as eneha-
das de cavado, etc., as aperfeigoam todos os dias.
Passando s machinas de outra serie mais exten-
sa, nao foi viste sem aprego notavel da parle dos
entendidos o aperfeigoameulo que mostraran! quasi
todas as de que se serve a economa agrcola. Os
productos, qur os immediatos da trra, qur os
preparados pelas machinas, e grandes appareibos
exhibidos por differentes paizes nesta exposigao,
vieram comprovar o progresso verificado na agri-
cultura pelas applicacoes da mecnica eda chirra-
ca, mediante o desenvolvimento da instruccao es-
pecial, condigno ndispensavel para que esse gran-
de agente natural a trra bodega ao hornera,
quaqdo este exige della o fruclo de suas faculdades
produclivas.
tem que a agricultura nao tenha l'icado estacio-
naria, eantes pelo contrario se tenha esforgado por
acompanhar o movimento das outras industrias, o
que todava a exposigao revelou foi que ella nao se
acha na mesma linha de adiantamento das manu-
facturas, da navegagao, caminhos de ferro, etc.
Que o seu progresso real nao ha conteslaeao ;
mas o que se observa por outra parte a deseguai-
dade da sua marcha nos differentes paizes. Na pro-
pria Franga, segundo o dizer do safara presidente
do jury francez nesta exposigao, ipoder-se-hiam
citar miiitos departamentos onde a maior parte da
trra se cultiva corao no tempo do Columella e de
Calilo. Ah se conserva o mesmo arado, e as Ger-
gicas sao anda o ideal do genero. >
No que toca au vasto grupo da grande industria
mecnica, a exposigao de 1862 veiu dar a medida
do adiantamento material dos povos, attestar ao
mesmo tempo o seu bem estar moral, e marcar de
au do quasi preciso esse ennobrecimento crescente
da humanidade, devido subslltuirao progressiva
das forgas brutas pelas faculdades superiores do
espirito.
O annexo occidental do edificio da exposigao,
destinado ao cortejo grandioso da mechanica, ser-
vio de amphitheatro aos contingentes mandados
pelos paizes organisados para a produegu indus-
trial de grande vulto Os quo nesta lista formara
a vanguarda da civilisacao, erara ainda os primei-
ros nessa representago'muda da forga inteligen-
te dos povos.
Nesse espagoso recinto, que siraiilava o aspecto
de um parque inmenso de artilharia, como que
esvoagava em todos os ngulos o genio da mecha-
nica distribuindo a vida por todos es pontos. As-
sim, viam-se'a um tempo em movimento machi-
nas de todas as formas e dimenses, tao variadas
quanto os seus fras, desde os modelos differenciaes
at as de proporcoes as mais collossaes.
Ali ostentav;im" os Inglezes essa amplido ex-
cepcional de produccao, que em materia de ferro
o machinas ninguem boje contesta a estes moder-
nos Cyclopcs.
Se a Franga ali nao priraou pelo numero de
suas machinas, pdenle afoutamenle dizer que
conservou o seu lugar no ponto de vista da inven-
gao. A machina gaz de Mr. Lenor era urna das
novidades da exposigao.
Diversos estados do Zollverem nao deixaram
de entrar na luta, mostrando nos scus productos
esses modelos de ordera e elegancia severa e sim-
ples, com que os Allemes, corao bons eclcticos
industriaes, sabera imitaros melhores typos sera
excepgao de nacionalidade.
Ah figura tambem a Blgica de um modo con-
digno do papel importante que representou era
oulros ramos da exposigao. As suas machinas eram
a imagem fiel do estado de progresso da sua in-
dustria.
_No se apresentaram entretanto nesta competi-
rn do grande raachinismo outros paizes da Euro-
pa, alias tao adiantados na industria fabril, taes
romo a Italia, a Suissa, a Kussia e a Despatilla ;
sao principalmente productores de materias pri-
al o cejebr,
rr
oBhma
ftAabl
apparSoM
mensTrnanT
narteUo a vapor ca|
de krro, j# se vi
mendoSomAfftren
aqui raaacioaar a mi
ik)darie%, destinados
1ai]e de trabalho, ate
modelar
tirar una
lWi
qnoavrar uina imariurado
elicjdeM ISainda si
Toaf sofie de %nire os
llfeU
paiz*. ruja m
Id I
expu*K>o ir
por tamas proli.-es e olliolos, ou produzido pelos
meios ffo li!u- <' priiiutivos da indfastria domes-
tica, com f agulha la cosiarofra.
io'l* -a van.'d'iiJt Ir exeinalnaj enibora cana-
zes de gral urna ci*l| uerttirliljvu) naa itnig#e* ,;
) Jeseiiaorinilb da'pfodaeouo- i^ladesdc

tiguraodu
la pft>Hadoda ratu-tru
rana da industria, ja
ra- no- mundo pela exrElleneia de sras jri
' foi sem nma especie admiraran os resultados de xm fenero i__
mente novo obtidos^eloa ndustrbea. ii^W-i-. c
jos pi'UirtiJi d'ixavam er clararaear.- .- rrvaha-
go completa f>
da sin industria. Nellesse rtfora>irijj
individnaesf que o desenaota-imaiilt) dapfodOcoa- |,|.ui.,,;,. f*rm-i fO^afnvenrSVUdl i
"lende alias a eorrigir, sena ainda para mostrar es- ,, ,,.n \, ja bella ai es ai>b>ada a
sa lendencia. geral a diminuir o cusi da mao de Es4a nova direrc i e wro puf lat.vn 4a
obra pol/.a|for|s|ij^ .laf/in ithiiis. toiqat Ibes I .r3o i,ernarioiial i :
mujtiplica'os productos.
posirao internarh
pila primeira vez. a iglaterri, em
. I mat|asseiojatre*iiefltf mnuerosa era do. t.n'|j#paize, vio Mtelixml.a iaferiodM iato-
tnstrumenlos de pecetsao, e de applicacoes scien- [ hvJ j .
,.- seus pr.iljcloleu cunfroatac ootr
que os Inglezes denominara nffKf/o.; m|ares. A| re,.1>nb.-1- r.vn Infleaeanw Mam
MMopAicos.. Mu nuuvel se tez oa gruona ,. m,ar nao contra a nM,n r baxo p,
posg.10, au unto por. invengues origiuaes reaiisa-1 mn[n 0 M|(, di)i ((ri(1 VUf. ,,4^*^,. nm
aneaos ( do que artiga, e patea
sa iii'i'f-Md; dr de^pri'ii'ter ura>
^^^^Zlt^J^lM,^eM^ e'ntaes rlrrumsla -as L- alguiT k.
lar cuj^ator.a curiosa reprosen a (pas. 20 annc* eminrnr^, a frente dos,,,,.,- se irkifa o prn**f*
Mr Ualibage, e a somma A.r, ,:. ,.,.,, ,,^,(,,,. Kop..rr..w -
a_Jlir. JS. A ,rr..r.,v, !
h'nijs Lolletje. i-a eJofacio. opt rwit .li/,r. arii-tn-a *0 i-
Noajftvaata colUg*) de,uatrwniioios desuna-!dnsrra-sortt-irieoliiii parda tem*,-. ea
dos, quer aos estudos microscpicos, quer as ob- CSCl)|a Jo g,,,,^ aV/k-/*/''"' '<) um graa*- rrm
servagues geodsicas e asHonoapioas.^por. mejo msdionffe pnrlem r>rai *><+* pur i-U a #>
dos quaes lera a scieucia era nossos das realisado ,(,rra> ,-,. (tnrarn-^d di WtMUr\* Uik.br*d.
yerdadeiros prodigios, so a pericia especial na ma- oaruceao especial aos alumn .tejfaa *
tena sena fcil aaresenlar em considerariVs ge- carreir da industria. E' a sa r*f4* OiricS)
raes qaadro do aperfeigoamonlos verificados lies- ,*,,. habois profes*xe. t Arfada de bnn< n>vte.
ta induslr.a.sc.enl.l.ca. que se deve.n os res.il ados saaravilnM O* u.-
Grande progresso tambera fizeram, desde a ulu-! roram ioMe.mi.iha> na Huma r^.^-i 9* cuws
ma exposigao de 18oo os apparelhos e applcagoes ,r,.s jliradl,s eslrang ,TM .,. n^eprafftBV--
electrotelegraphM-as, bem que segundo o testerau- rH|Pado nn< pr(vluctes aindn-tria f brii inW..
ano .rrecusavel de Mr. Matb.ru do rasl.lulo de 1 a,1|iarec., ,a0,'|iriH.Ill11, ,,. ;w,h.ar,, ^ Lrtwa
ranea, nenhuma nova appbcacao da eleclnc.dade induslraque Mr. Merii te. nvewl.m A
se tenha apresentado, apezar de esten.ler-se por
tdda parte, e aperfeicoar-se o que j era conhe-
cido. n
Pelo que respeitaa photographia, eem geral a to-
das as arles graphicas, lera sido espantoso o sen
adanlaraento depois da ultima exposigao de 1851.
Sahindo das zonas habitadas pela industria paci-
fica entrava-se quasi com sorpreza as regies
povoadas por todas esaaa machinas e instrumentos
de destruicao como em um grande arsenal pajado
de artigOS bellicos. E cora effeito, mais do que em
nenhum outro dtfferiu neste ponto de vista a c\-
posirao de 1862 da que leve lugar onze anuos
antes.
Em 18o, dziam os jurados nos seus respectivos
relatnos : sendo o principal objecto da exposigao
fazer conhecido o progresso, e promover as artes
productivas do conforto e dos gozos da vida, mais
do que os poderosos e destructivos engenhos em-
pregados na guerra, bem natural o naohaverahi
lugar para elles._ Assim, foi quasi completa na
primeira exposicao a ausencia de instrumentos
1 f '' --'Hl* li'll'l.l 'III 1 1,1(1
bellicos i e os poucos que al, se virara, mais s.gni- despertada a altenrao publica para a
hcavam amostras de mao d obra c materia prima, j da de ^ima[3ir ^^ da, W|iV-aris
de Franga, assignalon sobre esta materia a re olugao qu-- nene
ali se opera, c resomio amas palavras .*
vagiVs a que se prestar esta materia
modilicaco.
< No inrio dos sucresos oMides por aoasa fa-
bricanti's eompre lemlM r-saes a laaaaattsksls
urna derrota, que se \ ro pouco distante, in do do j* ><; aao twrcm Ipaa
os estorgni para tmete BT-ae a motx togr-^mart 1
a nal nao continuara 1 n-to sasa a c-mvIm;j>> de *e
aperfeiroarem continua lente.
Se essa metainorpho- du giMfo hnavr<4 ef
ralo em outro qualqnei paiz. sarfei ^ni* naa ar.-.
go de vantagem relativa aa arena da rumpritg 1 1
das industrias ; em um au pornu eoow a laala-
terra, cuja forra dr pra accao i Sa <;miUr*f\.
este successo e destinad a influir grand-m-iNe -
bre o aggrcgado da pmd irr.u. industrial A> mo-vl
A forra que a autoridad da sciracn e a lofM-1
dos factos vieram dar jlesle vatinmo ai aatu
ser desattendida em FraaV.t; a as>iia fot desdr fe-
mas, ou de artigos creados pelo trabalho manual, as nacoes.
do que o seu mrito especial como armas de
guerra.
Na exposigao, por.n, de 1862, foi to eonsidera-
vel o seu uuraero, que se dira haver-se dedicado
o talento do hornera, nesse intervallo, a achar o
mclhor methodo de exterminar o inimigo por mar
e por trra; e neste ponto, diz um clironista da ex-
posieo: se nj se pode deixar de sentir o mal-
logr do sonho dos utopistas de 18->l, pdese di-
zer ao menos que toda a rivalidade de esforgos tem
por objecto fazer a guerra a mais scientifica, e por
tanto a mais curia pessjvel.
A prova da actividade que nesta transformarn
do material de guerra mostram as potencias mili-
tares da Europa, acha-se cora exhuberanca nos
especimensque exhibiram a Inglaterra, cm grande
escala a Prussia, a Italia, a Suecia e a llespa-
nha.
Ao passo que a arlilhana assim modifica os seus
cauhes, os seus projeclis, etc.. raudanga nao me-
nos extraordinaria e rauito mais dispendiosa, se
opera nos navios de guerra.
A architectura naval v o ferro substituir o sen
material primitivo a madeira e a esse movi-
mento, frente do qual se achara as duas prime-
ras potencias martimas, acompanham muilos ou-
tros paizes na esphera dos seus recursos. Acha-
se pois na actualidade erapenhada urna forte
lula entre os meios de ataque e os de defeza, en-
tre os canhes e as couragas.
Pondo em evidencia o produelo dos seus esta-
leirus e arsenaes, mostrou a Inglaterra em uina
variedade de modelos dos seus vasos de guerra, a
histeria quasi systemalica du seu poder naval at
os uliimus esforgos feitos neste duello de dialieiro,
como bem appel'lidara um poltico francez a seus
novos armamentos e construeges.
A Franga, porm, cuja iniciativa alias havia
despertado a attengo de toda a Europa para a
phaso de transiga em que ora se acha a arte da
guerra, deixou absolutamente de apresentar-se a
essa revista do progresso militar e naval no anno
de I8G2.
lima expesicao de carcter inteiramente novo
foi iniciada pela Inglaterra neste ultimo concurso
industrial. Uefiro-me apparigo em corpo dos
objectos destinados ao ensino entre os productos
da industria, e com o fim nicamente de Ilustrar
os methodos seguidos nos estabeleciraentos de ins-
truegao.
Assim, sb o ponto de vista litteraroou intellec-
tual, e nao como simples artigos industriaes di-
rigidos a mercado, foram exhibidos nessa exposi-
gao especial os livros, as cartas geographicas e
geolgicas, desenhos, collecges de mineraes c
plaas, madeira, atlas para oestudo da payasea.
chimica, pharmacia, medicina, etc.
Os livros de ensino que se encontravant em ex-
posigoes anteriores eram mais para significar um
melhoramento qnalquer na arte typographica e os
primores de encardenacao, do que a sua aptidao
liara os (ios a que se destinavam. e o seu prego
diminuto, condigo essencial aos livros desta na-
tureza.
Era pois raocidade, essa primavera dos po-
vos que se dedicava a classe especial, agora miro-
duzida em homenagem instruccao, no catalogo
da exposigao internacional, e intercalada as ou-
tras classes como para lembrar aos povos e aos
governos esta nlil verdade que o systema de
educago de urna nagq importa arada unis que o
seu systema de economa social ao seu poder e aos
scus destinos.
Foi ainda urna vantagem acrescentada a estas j
tao uteis insltuges, cujo raio de acgo coraegou
a estender-se desde que a Franga admiltiu na ex
posigao universal de 185 as bellas artes de todas
de
sem que o concurso das machinas lhes sirva
base fundamental para as suas produeges.
A esses mulezvous solemne da mechanica po-
de-se dizer que fallaran) os Estados-Unidos da
America.
Empenhados em urna guerra gigantesca, s
egual era destruigosuaprosperidadc sem exem-
plo, deixaram de tomar parte nesta luta pacifica
da industria com aquella pujanga de forgas que
nivel I nin!uem 'hes desconhece. Mesmo assim, como pa-
lamento possiiei,, ra no fa|(ar de todo expeclativa dos quo uma Vez
os viram em uma exposigao, foi ali admirada co-
rao espcimen do seu talento inventivo, entre o
pouco que mandaran), uma machina de ordenhar-
leridade mperdoavel qnalquer; P?uc? parte ao sentido desses estudos '"y;!" gracioso no campo da mechanica.
is no vasto campo de dma expo-' F'guravam ali tambem esses poderosos learesa
Seria, pois, temeridade
tentativa de rainha
technicos e variados no vasto campo u.
sigao internacional. No menos arriscada sena a i vaP.r. l,or mel 1 tarefa de tragar neste documento o qnadro corapa-1 Br'areu da industria, centuplicou o brago do
rativo e ethnographico de tanto productos reun- hornero, e cuja produegao espantosa fez coro que a
dos, e onde o observador intelligente poderia sem elaboragao das materia texlis se possa hojo consi-
esforgo descobrir as obras materiaes dos novos derar a industria manufactureira por excellencia.
essas differencas de alguraa sorte genricas, que E coni effeito para ella que a mechanica, como
derivara da vida moral de cada um delle, reco-. bem diz o professor Calln, tem resoivido os seus
nhecendo e quasi assignalado com exactido o ca- problemas os mais complexos; as artes chimicas
racter distinclivo de todos, as suas necesidades e mulliplicam incessantemente as suas descobertas ;
aspiragoes, a sua forga de trab-lho, as suas tea-! a arte do desenll industrial acha frequentes oc-
" fdencias e tradiges, as affinidades de suas ragas, e, casidas de se exercer.
ft' o typo de sua civilisago. Ser-me-bia impossivel Ceinstatar, mesmo em ter-
Cumpre-me, entretanto, em obediencia s ins- mos geraes, o estado actual da grande mechanica
trueges do governo imperial, dizer algumas pala- representada na exposigao por lio multiplicados
vras relativas aos melhoramentos, que autoridades apparelhos e instrumnios de produegao, que a-
competentes houveram de notar em alguns ramos zem o orgulho da industria moderna, ainda quan-
da industria neste ultimo concurso de 1861- Esta ; do uma tal apreciago cstivesse na airada de mi-
resenha, porm, nao pode deixar de bmitar-se aos nhas habililacoes.
tragos geraes do progresso verificado as grandes 1 Entre essa infinidade de machraismos de todo
divisoes da industria, pois no tocante aos pormeno-1 genero mostrou tambem a exposigao a grande utili-
res e individuages, os trabalhos da commisso es- dade e applcagoes, sempre crescenles, das chama-
pecial desempenhados com o esmero e habiliBade 1 dasmachinas uteasilios cuja importancia, mais
profissional, de que do testemunho oa seus res- do que em qualquer parte, se aprecia na Inglatcr-
pectivos relatorios, satisfazem plenamente as ne- i trra e Estados-Unidos, llera que segundo autori-
cessdades desse exante, e, como foi possivel, as dade irrecusavei no se apresentem nesse grupo
exigencias das instruegoes, supprindo ao mesmo novas descobertas importantes desde 4851, mu no-
lempo a deficiencia inevtavel de urna apreciago tavel tem sido de entao al boje a excedencia da
tao genrica o resumida, corao s me dado em- conslruegao desses preciosos auxiliares da grande
prehender. Industria mecnica. Sao essas machinas deslina-
A comegar pela agricultura, foi demonstrado sem das a substituir o obrmro at na transformago de
uivoco pela exposigao universal de 1862, que pegas informes de metal bruto em orgaos de ou-
essa industria, mae de tedas as outras, letnfeito nes- tras machinMr executendn os seus (ios com lal per-
tes ltimos annos progressos nolaveis em quasi to- feigao e oerteza que excedera quasi sempre o que Ihante classe entre a j0 catalogo geral da expo-
eq
plicaro industria, o <_ >;nder a dixwniaai^t *
ensino profissional alm dn plano at hitjt; eiaare-
gadu, promovendo-se a iwsmn tem|>o oxr>>-
especiaes das beilas-art s applimlas a iadaiiri.i,
como a que agora mesiik >e acha aaerta em Pan-
A par da variedade im mtnsa A asa
fabricas, obtidus qur pe aaaaaaaa d.
derosos m icbinismus, qo< r p>>r inrio das
auxiliares da pafoaaa un: ustria. aprr*>atB-*-, ra
largas cuntribnigoes de I los os pctizr. mmm km
tJade no menos vasta e reciura A- prodssrlaa aa-
turaes de todo gi-nero, es lecialmenie prnreaVatv-
das colonias inglozas A4 paizes novos transallan-
licos. Eram as materias primas vinhva raaa
que pedir ao velho mundo uma ap(>lirx;.o e le*
no as suas industrias ja fundadas, etmetmt a
vos meios de Croacia fabril a oArerer ao eassaaer-
cio novos elementos de Irpnsirre*.
Das tradicri'H's deixadas pela anteriores na>*i
roes universaes nao consta havrr-** apre-rnt !
era nenhuma drlUs um aumeru teto cuiaS raH
de productos naluraes e materias primas, n
de \S6i. Este facto no v-m importaaria
tatistica geral da prixlucifio A> globo, pim
tersa bem o espirito do genero human nvwiern
cujos esforgos lendem de continuo a explorar SuA'-
os recursos que ihe offorece a natureza.
K atada s em obediencia as ins|rurr>V V>go-
venii) imperial, que me animo a ron*icaar aq*n.
em phra .es resumidas, o que se a|iu >t.wmm ae'a
ultima exposigao em materia de desaufaertao. a>
vas applieagoes.
A sciencia bem novaa cinica airrce n^er
vaa a minia de fornerer a tedas as eiaoste.'-
as descoberias mais marav.lbusas.
balando apenas do romeru deste soeoio, tem ja
cunsegudu esta sciencia rrear innmeras iada-
trias, melhorar quasi tinlas as que eram manen
das, e em suas grandes transformantes andar al -
a situaran comraerrial de alturas paizes.
Fois assim que perderam a sua importancia as
fabricas de seda da lle>panba, dexki i|ue liHn
pude extrahi-la do sal eoinnmm. em 'zraaA* p- -
e o dtminutissimo prego. hte a Human pana
fornecc ao Egypto o sal ainmoniaco que I ata *-
importava em outras iaaaas
Nao menor revulugu uperi>u->e na iivl-i-ir
assurar depois que a liei.rral.a veto dmimxr a
noporiaga.i dn producto da caima.
A industria da fabrirag.io das lcalis k aaplira
da ull.mmente a inirliini de prxduzir iriodr Hr
Carro, e medanle sasa grande \TOfT'-a real**,
extraaaae aa|a das aguas do w-eaooa pcsata.
que antes se pedia a una foiite esgotavet as *>-
restas da America.
O aluminio, que apenas despunta va n. korisna
te da industria em 1855, cumn se vi na eaasasr
universal desse auno, ja hoje rxionsamiiaai em-
pregado, imdendo mesmo pr snas ludias ftefew
dades, quando era liga cora o oAre. sobsMaar o
ouro em muitos aojasMa de soto
A chimica conta hoje mais tres raraa etaasMMa-
res o thallio, o cusi e o rubidi. s,4*e caja a
plicacoes se pruiium'aara o futuro. Estos
sanies descob.Tias M devem um insiruaseaS 1
vo de analyse cum que foi AHada a seienna *
pies e tan engeolinsu, que o serillo actual ai
dora como uma de sua* mais tell.i- r.m|oista* : o
a saarfgas exjieciiul, que a ssasaol 1 Isas sd te*atoa-
goes de dous di>linctos proes?orrs allemes toa-
sen e Kirchhoff.
Tambem nesta exposirao apre*en. a ehaaiea
a nova descoberta das bellas rres qoe se 1
oblcr do alealro furneriA> p>to aaoitlario da 1
van da pedia. Ao accaso que qiianAi liem oh
vado produz o genio, se deve esse azul. r~*e eer-
de, esse cncarnaA), de brilho ti vivo Vqsa- a
industria comer vantajosamenie a uiilisar-s*.
No dt'ixarei" de mencionar ne-te luaar pr-
cesso Besscner. que shIu saulado p->r int"- a ia^
prensa cora tanto enthusiasino. e por rae da qaat-
se obtem o ago as cundu-es de turnar tocar *>
ferru em tudas as suas applicarVs
E reputado este nova processo romo ama vestto-
deira revolugo no fabrico do aeO, e o meatt aeaaa
obtido no dizer de ora salAi enf-nhett-, *am
arorosci.no consideravol ao poder da itataslria.
Esse processo no qual e o carvo salstaotmpar
urna crrente de ar, tem merecido a altearaferal
As exposigoes parciaes dr (erro e a^>,"ratra a-
quaes ligurava a bella colterro da j Kraff.
eram tao numerosas, que seria tarra. uwroram **
o mencionar os olijectos e&po^tos pelas barirj Je
ferro e ago de qualidade superior.
Depois desta vista de ollios raj>uU ipiaaSo a per
mide o alcance de um apreciago somiaam, *ar-
re-mc a obrigar.o de fallar dos 00**0 aruOarii
apresentados na exposigao.
A collecco brasileira enviajan Lm-lrestoi mam
parte diminuta da exposigao aaukiaai, taanKarxl 1
nu Kio de laneiro, era t de dezembeo de 1*51. Ja tm
portante ahi conhecida ; e julgada toa tal arrie
renca o criterio que nada r* p)de a<-Tesrontar me
tocante sua apreciago local. C nwn eaVtsa, r-
O facto de uma exposigao do ensino seria bas-
tante para ennobrecer as tendencias c elevar o ca-
rcter das exposices internacionaes.
Na Inglaterra n era inteiramente novo este
genero de exhibicao, pois em 185 j ali se havia
feto uma exposigao de objectos semelhantes, que
depois continuou de modo permanente no muzcu
de Sottfn Krnstnijton.
A' falta, de tempo se attribuiu o no ter a Ingla-
terra realisado o grande pensamento de unta ex-
posigao completa do ensino em todos os grus, des-
de as salas de asylo al os seus grandes collegios
de Oxford, Cambridge, etc. Oulros paizes parece-
rn! nao ter bem interpretado o espirito desta par-
te do catalogo inglez. Assim deixaram de contri-
buir, como alias podiam, para Ilustrar os metho-
dos de ensino seguidos em sens respectivos colle-
gios, muitos paizes do continente que se acham
frente da instruego.
A Allemanha no correspondeu expectativa,
bem que no houvesse escapado Austria o alcan-
ce dessa nova idea; pelo que foi a sua exposigao
nessa parte mais completa do que a de todos os
outros estados germnicos reunidos.
Nos concursos dest natureza se peder para o
futuro, vista dos elomentos coordenados e-forne-
cidos pelas diversas nages, tragar o quadro sutil-' rnIntarlp'asrU V oasiilfs aHrar'
cieniemente exacto de seu eslado mtellectual, e raenlo cheio de autoridaite e informar. sotoe
apreciar ao mesmo lempo pela comparacao dos, vslado gtra| dt ^^ ndustria. e ron'tta toda
raelhodas por ellas seguidos as suas vantagens r5es prestmosas, suggerUlas ** >iu,-lie inarr*-
respectivas. Estas confrontagoes sero tanto mais !qM ,em sempre animado a Sr. Ir. Bnrlamaqa
proficuas a mstruegao quanto maior fr o cuidado na propagago das idos omlnreotr* ao drseaaai-
,)lil .rnnii> 1.1- nHiiiw.il .I.,,. ..!,.., .li:.... > ., ._!_ r .._ ___
em formar os grupos das obras relativas ao ensino
as differentes nages.
Originado n Inglaterra o.pensamento do uma
exposigao tiesta ordera, era natural ter sida ali rea-
lisado em msUvercs cqndigoes, podendo assim ossa
exposigao fornecer Hesde logo os elementos noces
vimento e a prosperidade do paiz. Sao mean aa*v
fundados foram os exanxvs iim-ortanVr. as aora
ciarnos que se I '-em nos rotatorios dos naca tmr

especiaes, onde so passaraia em revista ee 1
sos ramos da nossa industria a as tollas 1
com tanta habindade quo a justo titulo I
sanos para se julgar de seus livros, programmas, a primeira pagina dos anuaes da aaasa
methodos de ensino, etc. O mrito meontestavel desses dotasaaatoa, 1
Esta nova classe era ass,im dividida : rados pornt fra da rbita das eoalrj
1. Livros, mappas o modelos. ternacionaes a que se prestam as es
2. Mobilia e material empregado no ensino. versaos, no exelue algomas obser^acto*.'
3. Brinquedos. das pela nossa presenca aa exnoniraa sjaa arana
i. Modelos para o ensino elementar das scien- de encerrar-se, as quaes podero talvaa sar a al-
Cls- gum prestimo em futuros coa carama* '
Seme hante divisao deid ver de per si o alcan-
ce da idea que se levo em mirai admjttrado seme-
dos os paizes.
O segredo deste progresso foi fcil descobrir por
uma feliz variedade '
vez mais estreitas qne
a mito mais gil poderia conseguir. j siwjo.
E' a habilidade do homem excedida pola machi-1 Nc
so que diz respeito aos producios fabris d todo
de exemplos,nas relatos cada na que elle proprio creara e a que dera K*ma, e genero, 5 quasi ge .al em lodos os povos o progres-
que de tempos a esla parte se cuja precisao de movimenlo e tao Mrairavel, rjue so havido no periodo, posto que curto, de 18$5 a
{CMfmmir-sr-aa.)
PERNAMBCV- TTP. Vi M. f. f. PIUM>


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