Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10348


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Full Text


AflllU AL. fliat,ftO u
Por tres nezes adiautados 5$O00
Por tres mezes vencidos 6S000
Porte ao correio por tres mezes. 5750
OiAl llll La i/U JiOAUli Jj 10V**.
Por uno adianto*.....i9|00O
Porte ao correio por um anuo. SfOOO
PERNA
BNCARREAD03 DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Nata!, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr.A. le Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Pan, osSrs. Manool Pinheiro & C; A-
azonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRKGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Alagas, o Sr. Claudino Faleo Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins A Gasparino.
EPHKMERJDKS DO MEZ DE ABRIL.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Estada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba nal segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Becerros, Bonito, Caruara',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeirn, Flores, Villa Bella, Tacaratn', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as qnartas feiras.
Serinhaem, Rio Form'oso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Nha de Fernando todas as venes que para ali sahir .
navio. I Primeira as 4 horas e ;M) minutos da tarde.
Todos os estafetas partem ao /> dia. | Segunda as 1 horas e 5i minutos da manhaa.
6 La nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e 14 s. da t.
21 La cheia as 10 h., 59 m. e 2 s. da t.
29 Quarto ming. as 2 h., 14 m. e 32 s. da m.
PREAMAR DE HOJE.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sal at Alagas a 5 e 25; para o nortate
a Grama 7 e 22 de cada mez; para Fernando- nos
dias i*-dos mezes dejan, maro., niaio, jul, sel. enc-v.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife: do Apipucos s 6 Vi, 7, 7 % g a
8 i/i da m.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 da ni.; de Bemca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 y,, 4, 4 /4,4 y*
5, 5 A, < >/, e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 Vi da Urde; para Jaboatao s 4 da ur-
de ; para Cachang e Varzea s 4'/, da tarde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: terca e sextas s' 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: qnartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA
SF.MaNA.
Itf. Segunda. S. Gahflae
!! Terra. Ss. RxpedMo,
X). Orarla, s. ni do
21. Quinta, S. Anselmo
22. Sexta. Ss. Solar Q
23. Sabhado. S. Jorge m
24. Domingo. S. Fiel de
no Recife, em a linaria i a praca da L_
ns. 6 e 8, dos proprieta ios Maooel FifwirM i
Faria 4 Firao.
b m.; Il Anthia m.
nutiti' l'i|i.-ini>
n : S Silvio m
o pp. inm.
: S. Adbert b.
igmarnga f. n.
ASS1G NA-SE
seren desobstruidos os canos que ronduzcm o gaz
para as coxias da primeira c segundas companhias,
e para o xadrez dos calcetas do segundo batalhao
de infamara, como solicitou o brigadeiro comman-
dante das armas em oflicio n. 706 de 18 do corren-
te.Cotmminicou-se a este.
Dito ao mesmo. Mande V. S. com urgencia
mina Baselissa de Oliveira e Silva.A'commissao honrados deputados quo linhaiii pedido a p-ilavra
de instruccao publica. I pela ordem, que, tratando-se de um requeriroen-
Outro do mesmo, remetiendo o mappa demons- to importantsimo, sobre qae deve versar urna
trativo da exportado do assucar. A' quem fez a. longa discussao, e tcndo de tralar-se da providcn-
requisicao. j cia que foi tomada, de mandar-se vlr forca para
Outr do mesmo, dando sciencia de que pela se- \ garantir os mcmbros desta easa, tendo-se' talvez
retara do governo e reparticao das obras publi- de fazer rerelacoes importantes, en aprsenlo
1 consideracao da casa antes de tudo o seguinte re-
Requeiro que se declare que
liberar em sessao secreta, para
os rcquerimentos que acaba-
r'am d ser I idos.
concertar a chave do xadrez, que fica ao lado es-! cas nao consta que se tenha nomeado commissao -
querdo do portao de entrada do quartul das Cinco alguma para examinar a estrada do norte, e que qiierimento (le") : t
Ponas, bem como um dos cadeados da respectiva I |>or isso nao podia ser satlsfeia a que foi reqm'si-: a assembla vai deli
porta, que se acha arruinado, como solicitou o bri- i tada./' commissao da estrada Mamede. I que sejam discutidos
PARTE QFFICAL.
liOYER.niO DA PROVliMIA.
Cenliaaarae de eieedirale d dia 18 de abril
Uflico a Francisco Mara Duprat,Transmiti
por copia a Vine, para seuconliecimento e devidos
elleitoso aviso de 30 de mareo uiiiuio em que o gadeir commandaute das armas em olllcio n. 707
fcxm. Sr. miuistro o secretario de estado dos ne- e J8 do corrente.-Lommuncou-se a esle.
gocios da agricultura, commercio e obras publicas Dito ao commandante superior da guarda nacio-
c-omiiiuuicuudo-uie ha ver expedido ordem para ser na| do Recife. Daferindo o requerimento dos ne- correte.A' quem fez a requisicao.
posta a iniuha dispusicao a quautia de 36 desti- gociantes Jos da Silva Loyo & C, sobre que ver-1 Outro do mesmo, communicando que S.
nada a assignaiura de :10 exemplares do peridico a a sua informacao n. 47 de 16 do corrente, auto-1 Imperador houve por bem nemear presidente desta der, daquellas que devem ser discutidas em pu- ment, e nao porque queira discutir a sua materia i presso desagradavel qui me rausou es.*.- appar a..
~"n's;'gricola, indusirial, commercal, scien- rjjo V. S. a mandar dispensar do servico at a provincia o Exm. Sr. Dr. Domingos de Souza Leiio, | Mico, porque convm que o paiz fique esclarecido de mistura com a'do requerimento do nobre 1" se- de forca, cu que ja vi en 1849, seren arraaradi-
iilicu, Iliterario e noticioso, de que \mc. redac- prxima reuuiao do conselho de qualificacao, os o qual lein de comparecer a urna horada tarde no i a respei lo, mesmo porque desta discussiio pode re- cretario. desta casa deputados pro'inciaes, -'u que ja vi >|u >
tor, declara ao mesmo lempo as condicoes com guardas dolerceiro batalhao de infanuri deste paco desta assembla, afim de prestar juramento, sultar urna I cao para aquellos contra quem parece Sr. presidente, no vejo razao plausivel que possa i uma assembla estivera :rcada durante A>4 dw-
que se Ihe faz esleau~ii;.......-'-*- .....
O'Sn. Fiucsideste :Pl'co-lhe que se cinja a
materia.
O Sn. Nabor :Nem della sahi; mas eslou dan-
do como razio de ler pedido a palavra o sor signa-
j lario desse requrimento em que se pede a retiradi
da forca publica.
O Sr. Puesidejte : Nao isto o que est em
discussao, torno a lembrar ao nobre deputado.
O Sn. Aiion :Eu sei |>erfeit:>mente; mas vejo
mulla connexao entre o meu acto de pedir a pala-
vra, e a razao delle.
O Sn. PnEsroENTK :O que est em discussao
En nao me arhava nesta eitt, vim bij? A>
Calx, e estava inleiramene alheio a qualqocT >r
currencia que se tivesse [dad. i M o Sr. Dr. Pir
tolla quem primeiro me forca. por Ihe constar tain f'tn. Acreditei a prwi
pi que partisse feto d-> iresiik-nte da provinria ;
rime, evinha disposto 11 amaro mea ass.-nto *>
ta casa apezar do appar; to da fitrca que aif n
achava para nos garant r. ou para nos wwi(W.
(Apolados da minora; nuilobein.)
Mas, Sr. presidente, a i iranspor a porta Aa ea-
Irada, confesso V. Etc. que me seati niwfc->
Oulro do mesmo, declarando que na secretaria
do governo nao existe e nem consta que existisse O Sn. Joao Teixeira :Sr. presidente, entendo o requerimento que pede que se trate este negocio j trariado por encontrar du is sentnellas le Injm
os ttulos scienlilicos de que trata o offlcio de 7 do que o requerimento que se discute nao pode mere-' em sessao secreta. calada, que nfio me parw a eslarem all bem
leer o assentimento desta rasa. A materia, de que O Sr. Naboh :Apoiado; mas quero apenas dizer cadas ; ao enirar neste recinto Mhm o itr.-
M. o' se qner tratar em sessao secreta, no meu enten-' que tomei a palavra por ser signatario do requer-1 deputado pelo primeiro c rculo, e anda sob a h
prxima reumao
io lempo as condieoes com guardas dolerceiro batalhao de infanuri deste'pago desta
ixilio. cuinprmdo que. Vmc. municipio Adolpho Roberto Koop e Jos da Silva i Inleirada.
ino cominuuique se aceita as releridas condigoes. LoVo Jnior, caixeiros da casa commercal dossup- Outro do Sr. deputado Jos Joaquim do Reg
19
ler sido empregada a medida.
E se entendo, Sr. presidente, que a commissao
fundamentar o requmenlo do nobre 1* secre- para ser preso um dep la.lo que incoramuA. j
lario. adminislraco, nio pode librar um peques') mo
As sessoes secretas admitlidas pelo rgimen- vimenio d indignacao |ne ocrasionon o aparte
sobre materia de tanto alcance, e qUe dei em rcsposia aun dos meus nobres colle
tanta transcenden- gas....
nel reclutador.
Dito ao mesmo.Queira V, Exc. mandar alistar
como voluutario, com deslino ao 1 batalhao de
infanlaria, se for julgado apio para isso em inspec-
<;fio de sade, o paisano Silvio Torres Costa, que
assim o pede.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
piiroin liberdade, daudo-lhe baixa se j esliver
com praca, o rucrul.t Anaslacio Sebastio Gomes,
que piovoj seoeao do recrutaineuto.Communi-
cou-se ao coronel recrulador.
Dilo ao mesmo.Em vista do quo communica o
cnguuheiro fiscal da estrada do Ierro, lio oflicio
junto por copia, sirva-se V. Exc. de, mandando ve-
rificar qoaes o> soldados, a que se refere o dilo en-
geuluiro, para seren imiiidos como for de le, ex-
pedir as necossarias providencias para que nenhu-
ma fore;i, que fr em diligencia para fora desta
Capital, liga pelo leilo da eslrada du
que alm do risco que
como para os trens que
expressanieiito e sob pena pelos regulamentos lis
caes da estrada de ferro.
Din ao presidente da Associacao Commercal
BeMfleeole.Para salisfazer a delibera^ao da as-
sembla legislativa provincial, comida no ollicio do
respectivo 1" secretario, de 18 do correnle, faz-se
do batalhao tambem de reserva, da guarda naci- municipal. | meios extraordinarios.
nal da Parahyba Salyro Emiliano Meira de Vascon-1 Outra de Jos Polycarpo de Frailas, profe9sor | Eu nao sd, senhores, se a forca que se acha no
cellos, que transferio a sua residencia para o mu-; jubilado do collegio dos orphaos de Olinda, pedin- recinto e cercando o edificio desta assembla lem
niciplo do Recife. i do a differonca te 200J rs. que dexou do receber i>or fim garantir a nos depntados ou se tem por
Dilo ao director do arsenal de guerra.Expeca I de seu ordenado.A' commissao de instruccao pu- tim comprimir a nossa liberdade.
possa prejudicar a or-
inlcrnacionaes, s islo
acto de tornarse, por
Suer deliberaco desta
ar a devida publici-
O Sn. Costa Bibeiro :- -Todo o hornera de senli-
menlos livres se indigna ante certos fartos.
O Su. Jos Mara : ----- Mi saber do actor-
do havido entre todos os leputados para se o Ai
rea apartes.
Dcpois disto foi que C( nlieei que e-sa forra ni
eslava aqu por delibera \V> do pr-'^i'lenle d. pr>
vincia, mas sim a requi: irao de V. Exc. ou da com-
V. S. s suas ordens para qoe Jos Alfredo de
Cirvalho entre independentemente de apresenta-
cao de titulo no exercieio decscripturario desse ar-
Para que enlao era a sessao
uiiigomi.i prtu ma ihih quima-ieira ue caua semana para as escolas pri- ae aDatimento a que se acha reduiida aquella no- desde que
da estrada de lorro; ih>is marias desta capital e para as dos lugaresonde nao I bre arte, o solicitando urna providencia qoe remo- voz bailar
pode resultar para ella bem houver reuniao de feira. I va os embaracos que de dia em dia se antolham ao pretende c
a circulan), sso prohibido 1 >itt ao gerento da companhia Pernambucana. \ desenvolvimelo do trabalho a que com ardor se noria.)
necessano que V. Exc. me remella com urgencia do ministerio da guerra, no primeiro vapor que
urna copia da acta em que ouir'ora a Ass>ciacao seguir para o norte a um soldado do corpo de
Commercal solicitara dessa mesma assembla que guarnico d'aquella provincia, que veia a esta es-
le novo creasse a inspeccae do algodao. collam um desertor do exercilo.
Dilo ao inspector da memorarla de fazenda. Dla.< presidente da provincia atlendendo ao
Em .uldilaineuto ao meu ollicio de 9 do correnle, ()ue requereu o promotor publico da comarca de
e em resposia ao de V. S. de 6 deste mez, sob n. Tacaratn bacharel Daniel Germano de Aguiar
179, irausmitto-llie por copia a inlouiiajap minis- Monlarrovos, resolve prorogar por deus mezes sera
irada huntem pela directora das obras publicas, vencimen'to na forma da le licenca de que go-
acerca do pruprio nacional, que foi incendiado no zara para tratar de sua sade.
Forte do Mallos, e sobre que versa o seu citado ------
ollicio.
Dito ao mesmo.Devolvo a V. S. o requerimen-
to documentado sobre que versa a sua informacao
de honlem, sob u. 199, alim de que de conformi-
dade com ella mande pagar ao alteres Julio Augus-
to Carlos da Silva, somente a quantia de 434200, a
que em direilo para urna besia de bagagem na
viagttn que a servico fez ao centro da provincia.
lU" .il mesmo.Pela verba soccorros pblicos
mande V. S. pagar ao pliarmaculico Joaquii de
Almeida Piulo, a quanlia de 764360, proveniente
de medicamentos por elle lornecidos para o trata-
ineiilo dos desvallidos atacados da varila no ter-
mo uo Limoeiro. os quaes constara da inclusa re-
Jaeao.
Dilo ao mesmo.Em vista do que solicita no of-
licio incluso por copia a commissao Momeada para
inlerpor seu parecer a respeito da indcmiisaciio
que podem llorace Gren & C, empreileros da
ponte de ferro do iliealro de Santa Isabel ra da
Aurora, mande V. i', ministrar a referida commis-
blica. O Sn. PnEsroENTK : Assevero-lhe que tem por
Outra de diversos moradores da estrada de Joao I fim garantir a plena liberdade as discossocs.
de Barros, Belem, Rosarinho, 8. Amaro, Campo' OSa. Joao Teixeiiia :Por minha parte declaro' pro ou contra o mesmo requerimento, lao smenli
seal para que foi nomeado por portara de 5 do Grande e Zumb, pedindo a divisao da freguezia da que acredito que seja para garanta dos deputa-' pela allegacao do nobre deputado. Entendo por
crreme, llcando obrigado a exhibir o referido ti-' Boa-Vista.A' commissao de estatistica. dos ; mas entendo que esta casa est bastante ga-! tanto que essas razdes que o nobre deputado tem
tulo no praso de tres mezes contados desia data. j ET lido e fica adiado por ter pedido a palavra o rantida pelas qualidades, pelas virtudes cvicas que' para pedir a sessao secreta deveriam ser manifes-
Communicou-w tbesouraria de fazenda. Sr. Joao Teixeira o seguinte parecer : i ornam a cada um de seus membros, pelo criterio, tadas na casa, embora nao sollressem discussao.
Dffo aa direlor geral da instruccao publica. : A commissao de fazenda e orcamento examinan- pelo espirito de ordem da populacao da cidade do
Approvo a proposta do conselho directer que por do com a maior attencao a supplica dirigida pelos Recife. (A|wiados.)
copia acoiiipantiou o seu offlcio de 16 do correnle artistas alfaiates a esl assembla expondo as cau- Se appareceu um ou outro desvio, csse desvio
sob n. 71, relativamente a concesso do feriado da: sas que fortemente tem concorrido para o estado nao pode fazer regra, e eu .emendo que V. Exc.
quinla-feira de cada semana para as escolas pri-1 de abatimento a que se acha reducida aquella no-1 desde que flzer cumprir o rgulamento, com a sua
nte autorisada jhjfle conseguir o que se
com a medida tomada. (Apoiados da m-
que com ardor se noria.)
Pode Vmc. fazer seguir para es nortes de seu des-1 eotregam os mesmos artistas. A medida importante, afecta e interessa po-
tino os vapores Mamaitijuape e Parahyba nos dias I Entre as medidas que se acham na erbita das' pulacao desta cidade ; est ahi o vapor que parte
e horas indicados em seu ollicio de hoje. I attribuicds desta assembla, lembra a briosa cas- para o sul, e preciso que nao leve para a corle
se dos artistas alfaiates a de uma forte imposiejio noticias atterradoras do estado de Pernambuco.
lancada nos eslabelecimentos do fabrico de roupa (Apoiados da minora.)
fela como offleinas, afim de dificultar um seme- o Sr. Sabino Olegario :O que bastante ver-
Ihante genero de commercio e dar o verdadeiro gonhoso para a assembla de Pernambuco.
impulso aquella profissao, quasi que lancada hoje o Su. Coima Teixkira :E esse foi o motivo da
na indigencia pela arbitrariedade e abuso com que medida.
nao procedido os commerciantes de roupa feita. 0 Sr. Joao Teixeira : Porlanlo, v V. Exc. que
A commissao de orcamento desejosa de promo- a questao melindrosa, muilo importante ; esta
ver quanto lhe couber prosperidade das artes la- assembla deve dar um exemplo de moralidade,
boriosas, dedicada e cheia de sympathia pelos ar- deve dar provas de que confia em si, deve dizer
lisias desta provincia, que tendm a attingir um ao povo que se acha apinhoado as galeras, que
futuro cheio de vida e de incalculaves beneficios ella tem bastante forca para saber manter-se na
para a sociedade brasilera, entende que a peticSo altura' em que est cotlocada, que ella pode oceu-
dos artistas alfaiates deve merecer toda a atiendo |.ar-se de qtialquer assumpio, porque nOs estamos
EipeilicDte do secretario do governo. desta assembla, e que uma medida harmonisado- aqui pela forca do nosso mandato e sabemos cum
Oflicio ao primeiro secretario da assembla le- ra dos interesses daquelles artistas com os do ramo prir os nossos deveres. (Apoiados, muito bem.)
gislaliva provincial.S. Exc. o Sr. presidente da de commercio que Ihes ferem, deve ser adoptada Conlio, portante, que a commissao de polica vol-
provincia manda remetter por copia V. S. para por esta casa. tara atraz. reformar o seu acto e mandar in ron-
ser presente assembla legislativa provincial,! Pensa a commissao que estando impressa a le tincnli retirar das galeras, de em torno a esta ca-
afim de ser tomado em consideracao o oflicio do do orcamento s por eccasio da sua discussao po- sa a forca que ahi se acha, |wrqne de minha par-
provedor da Santa Casa da Misericordia de 15 do deria semelhante medida ser lembrada a as- te declaro muito solemnemente-nao tomare par
corrente, acompanhado do resultado, lamhpm nor sembla, para o oue muito confia a commissao no
casa, deixando
dade.
O nobre Io secretario disse que existem revelacdes I
a fazer que nao o podem ser em publico, riislo \
que basea o seu requerimento. Mas permitia-me o nissao de polica.
nobre deputado dizer-lhe que esse seu fundamento I p;u cre0> Sr. presdele, quo excusado diz^r
nao justifica o procedimento da commissao nem I quanto eu respeito, qu.u lo eu acato a pewM de V
pode levar de forma alguma a casa a decidirse Exc, quanto as suas del bera;o.'s tem paso
Portara. O Sr. gerente da companhia Per
nambucana de navegaco costeira, mande dar
transporte para a capital da Parahyba, por cunta
tambem por
copia dos trabalhos da commissao nomeada por
essa assembla para visitar os estabelecimentos
pos cargo da mesma Santa Casa, e declara que
nio sendo sutticientes os recursos de que ella dis-
pon para levar a elfeilo mesmo alguns dos melho-
ramentos indicados nos trabalhos da referida com-
missao e que sao mais indisiM-nsaveis, ser um
grande servico feito a referida Santa Casa o auxi-
lio que para semelhante lim lhe prestar
bla provincial.
Dito ao mesmo.Transmuto por copia V S.
de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
para screm presentes assembla legislativa pro-
le em deliberaeo alguma desla casa emquanlo
pelos seus um s soldado se conservar nella. (Apoiados,
muito bem.)
O Sn. Jos Tkixkira :(Nao devolveu seu dis-
curso.)
O Sr. Bi'arqi e :Sr. presidente, eu limito-me a
dizer alguma cousa sobre o requerimento que se
inspector ua thesoirara prov
Transmiti a V. S. as duas inclusas contas afim de
que, nao liaveiido inconveniente mande pagar a
Mai.oel Ribeiro de Ca valho, conforme solicitou o
chefe de polica em ollicio de 18 do corrente, seb
n. i/o, a quanlia de 2oiA400, despendida nos me-
zes de fevereiro e marco desle aunoco n o sustento
dos presos pobres da cadeia do tormo de Gara-
nhuns.Cominuiiicou-se ao predilo chefe.
Dilo ao mesmo.Se nao houver iuconvenienie
mande V. pagar a Francisco ilanuto da Boa-
Viagem a quantia de 10942M0, despendida com o
sustento dos presos pobres da cadeia de Tacaral,
duraule os mezes de Janeiro a marco desle anuo,
tomo se v das tres inclusas comas, que para esse
Jim rieiam annexas a'j ollicio do chefe de polica,
datado de honlem e sob n. 471.Cominunicouse
ao chefe de |iolicia.
Dilo ao mesmo.Recommendo a V. S., que se
nao houver iuconvenienie, mande pagar a Luiz
Jos da Costa Amorim, como pede no incluso re-
querimeato, que me foi remedido com olllcio do
cnefe de polica de 16 do corrente, e sob n. 464, a
quantia de l.">390, proveniente do aluguel venci-
do desde 19 de fevereiro at 31 de mareo ultimo,
da casa qne serve de qiiarlel ao destacamento de
polica existente na Capunga. luterou-se ao
mencionado chele.
Dilo aomesmo.-A' Jos Joaquim Piulo Martins, desembargador
mande V. S. pagar, conforme solu-iou o chefe de f
polica em offlcio de 16 do correnle, sob n. 466, a
feilas com o sustento dos presos pobres da cadeia
doBrejo, durante o mez de fevereiro ultimo, como
se v da inclusa ma, o uma vez que nao baja in-
conveniente uesse pagamonlo Conimunicou-se ao
mencionado chefe.
).Em vista do competente certih,
para o que muito
zeloe patriotismo nunca contestados
membros.
Sala das eommissSos, 13 de abril de 1864.
Buarque.J. Reg Barros.
E' lido e adiado por ter assignado vencido o Sr.
Neito o seguinte parecer :
A commissao de peticoes, a quem foi presente a acha en discussao.
peticao do juz de direito aposentado Antonio de Requer, Sr. presidente, que se Iralasse da matn-
,.m-1 Araujo Ferreira Jacobina, na qual pede a esta as- ra em sessfio secreta, porque as discussoes dos
sembla o pagamento de seus ordenados alrazados requerimentos que foram apresenlados casa re-
desde o mez de julho de 1834 at junho de 1843, velaces tem de ser feitas com as quaes se ter de
que elle deixou de receber da thesouraria geral justificar a presenca da tropa que se acha nesta
pela razao de que estes annos perlenceram ao tem-; casa.
po em que a despeza com a magistratura corria j Eu, Sr. presidente, fui informado de algumas
por conta dos cofres provinciaes ; considerando a dessas revelacoes, emendo que ellas nao eslo no
commissao que o supplicante foi removido em 1833 caso de ser manifestadas nesta casa senfw em ses-
como juz de direito para o Amazonas, e tanto que sao secreta para que cada um aprecie devdamente
em 183o seu nome nao appareceu na relac/to dos se os factos que teemdeser trazidosaoconhecimento
empregados de justica, qae foi apresentada pelo desta assembla justificam ou nao a commissao de
contador que ento servia na thesouraria de polica. Se a casa reconhecer que esses fados de-
fazenda ; considerando mais que em 13 de no- -
vembro de 1857, isto 24 annos depois de ser re-
movido para o Amazonas, foi elle aposentado como
juiz. sem que conste que tenha tdo alguma outra
nomeaco para esta provincia; e sendo inaltera-
vel o principio de, os cofres provinciaes s devem
novameii'fe "o Sr'.' iiWpecTo'r" da "lhe'soraria""de fa"- P^..as SESSSS**1** doS e?p*f ad
zenJa K peclivas provincias; a commissao de parecer que
Aquino Fonseba :Ou de algum indi-
reno occujiado pelo quartel do corpo de polica e
se foi em algum tempo autorisada a venda de par-
te do terreno pertencente ao referido quartel.
Despachos do dia 19 de abril de 1861.
Requerimentos.
Alexandiina Pereira de Souza.Mandou-se ins-
crever as (Ibas da supplcante para serem oppor-
tunamente admitlidas.
Alcxandre Mara Barboza da Silva. Informe
vein ser enunciados em sessao publica, islo se far
posteriormente, porque a circumslancia de se pedir
sessao secreta nao inhibe de que a discussao sobre
a materia se torne posleriormonte publica.
Depois que a casa tiver conhecimenlo destes
factos decidir se V. Exc. leve ou nao razao em
pedir forca para manter a ordem e o decoro desta
casa.
Candida Francisca da ConceicaoInforme o Sr. I *? ',d" ser a,,,;ndid? a (,ita *? ^TfJ,lZ V S*
l ver onerar os cofres desta provincia com despezas Viduo ?
-praoce'lna Mara da Conceicao.-Informe o Sr. 3"t'he-"ao competia salis'fazer, e neste^pensar
ireemr do arsenal de ,.i,,rr:, V d. omni;, Hue s"Ja 'ndefer.da a peticao do Ju.z de
director do arsenal de guerra.
Francisco de Sales Costa Monteiro. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jos da Silva Loyo & CSejam dispensados do
servico os caixeiros dos supplicantes at a proxi-
xima reuniao do conselho de qualifieacao, a quem
devem requerer o seu direilo de conforinidade com
o disposto no arl. 18 do decreto n. 1130 de 12 de
marco de 1853.
Joo Donnelly. Prove o supplcante achar-se
beneficiado do terreno de que se traa.
Mara Borges Carneiro da Cunha.Dirija-se ao
provedor da Sauta Casa da
PER1UMBUC0
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 16 DE ABRIL DE 1864.
(Troeam-se apartes.)
O Su. Buarquk :Eu entendo que esses factos s
direilo aposentado Amonio de Araujo Ferreira Ja- devem ser tratados em sessao secreta, pode ser
cobioa. que a casa resolva, que ellos devam ser revelados
Paco da assembla 12 de abril de 1864. Silva em sessao publica, mas isso licar ao sen arbitrio
Ramos.Jos! Teixeira. Manocl Netto (vencido.) depois que esses factos forem trasidos ao seu co-
E'lida elapprovada a redaccao do projecto n.' nhecimento. Entretanto me parece que alguns
22 deste atipo, que concede ao Instituto Agrcola desses factos poderlo ser apreciados de modo que
desta provincia uma subvenco de 25:0005. < nao seja talvez o mais conveniente para ser paten-
E' lido, julgado objecto deliberacSo e vai a m- teado ao publico,
primir o projecto n. 84. Um Sr. Deputado :Mas de que vamos tratar na
E* lido c apoiado o seguinte requerimento : sessao secrete?
Requeiro que pelos canaes competentes se peca O Sr. Buarqie :Vamos tratar de discutir os
com toda urgencia ao presidente da Associacao requerimenlos dos nobres eputades.
i Commercal copia da acta cm que a mesma Asso- O Sr. Costa Ribeiro :Isto materia de simples
' cacao outr'ora solicitava desla assembla que fos- expediente.
-s ES?"* USPeC,:r'0 d a,g0d" ~ S" h' tvW* :-Perdacs qualquer materia pode
l rimen,^ ^ ^ ^Z0S S SegWm3 "^ cut e a assembla tem de votor.
O Su. Diodoiio :De va pedir isso antes de re-
forja, o contrario uma verdadera
o meu animo, alfeito de longa data a prestar la-
obediencia, e tendo rece jido de V. Exc. proras A-
uma benevolencia que i unea se apagara de otiolu
lembranca ; mas como leputad, V. Exc. me per-
mittir, que eu d as r z5es por que cateado Bao
dever votar por este re uerimenlo.
Sr. presidente, eu qu :ro crer que ha moivo>
motivos muito ponderot isque leva^sera V. Etc. a
dar esse passo. e acredi o que n;io seria lalve coa-
veniente que factos tae; que motivos semetltante-
nao fossem revelados i m sessao secreta; parai,
permitla-me V. Exc. q te lhe diga, achava moMo
mais acertado que anlu i de se requisitar a forca
publica ao presidente d > provincia, antes de se dar
um passo desla erdem, que nao pode deixar >!
Irazer sempre algumas consequencias serias, ajae
pode dar lugar a mas interpretac,es, eu ealiadla
que V. Exc, ou qnalqu r dos notires deputados, ao
reunirmo-nos hoje, reqi eresse uma sessao secreta.
ao que prestara meu roto immediataraeato, a*at
de que nessa sessao, se ratasse desses motivos pelo^
(juaes se julgou indispi savel a presenta de forca
para garantir ou coag i os deputados, (por qoe a
forca publica se presta i ludo, i>Je roesmo pe--
tarsea isso muitasron > siraultaneamcnte), (apm-i
dos); o depois por ar'ordo, por deliberaeo da
maioria da casa se reqr, sitasse enlo A> cuveran
essa forca.
Mas assim, com a pi !cipitac.'o com qoe se pro-
cedeu, som sermos nos tuvdos, ao menos neste re-
cinto, aonde exercemos as funeces de deputafa.
sem que a casa houve se tomado sobre isto una
deliberaeo, declaro \. Exc. que nao po>*u dei-
xar de volar contra o i Mpierimenio, pi>r ni) qw-
rer de mam-ira alguma apoiar este passo pur V
Exc. dado, apesar de q e isto me pese.
Protestando, p.>, cuito me compre, coatn
presenca da forca que | : acha na porta eatrada
6 as galeras, declaro er esta a nica razio oue
me faz votar contra o re pierimento, a nao ser islo.
se nao estvesse a forca ja aqu, en prestara o meu
voto para que houvessi sessao secreta, aa qu l
aprociassemos os motlv s que leve Exc. par
requsila-la, comquaoto esteja eu latiman ale o>n
vencido de que a assem lila provincial de Pcraaav
buco nio precisa de fo ca para sua garanta.
Nos, Sr. presidente, os todos deputados de Per-
nambuco, sempre que t ntender que algn de aos
sos collegas tem sido o ndido, n->s levantarento-
em um s corpo, terem is um nico pensameato.
porcinos de parte todas as dis-enr."s, e marchare
uios unidos a defesa do nosso collega ; (apoiados
Lembremo-nos de que somos deputados provin-
ciaes e que para nos g rantirmos bastamos as s-
mente. (Apoiados, mi ito bem.)
O Su. Silva Ramos : Sr. presideaU, toado >t*
apoiar o Ilustre lu sec -eurio no seu requermwato
acerca da sessao secrt a, eu nao quero qoe meu
voto passe sem a devk l justilicacao.
Voto pelo requer! ento pelo qual -
lomar secreta esta se 'o, |K>r que, tendo a i
Um Sn. Deputado :
secreta?
U Sn. Nabo :Me seja permittido revelar algu-
ma cousa do que se, algumas das razSes que moti-
varan! a requisicao da forja para esta assem-
bla.
O Su. Jacobina :Mas isto nao est em dis-
cussao.
O Sn. Nabor :Nao esl, mas eu quero reve-
lar........
O Sn. Phesidente :Nao lhe don a palavra para
fazer revelacoes. Combata o requerimento, se pode.
com outros fundamentos, com revelacoes nfio.
O Sr. Nabor : Um dos fundamentos .....
O Sn. Presidente :Nao senhor, nao lhe dou a
palavra para revelar nenhum dos fundamentos.
O Sn. Nauor :Est bem; entao vejo que nao
posso combaler o requerimento em que o nobre
1 deputado pedia sessao secreta; nao obstante, eu
apenas querer d'zer, que a vinda da forca te ve por
motivo.....
O Sr. PnEsiDENTE :Nao senhor, nao pode fallar
sobre os motivos.
O Sr. Nabor :Com quanto sonbesse particular-
mente a razao, que houve para a viuda da Tor-
ca.....
O Sn. Presidente :Chamo a ordem ao nobre
deputado.
O Sr. Nabor : Entao peco V. Exc. que me
trace o circulo dentro do qual eu devo fallar.
0 Su. Presidente :Nao pode revelar nenhum
dos motivos.....
O Sr. Nabou : Entao s posso dizer que voto
contra o requerimento do nobic deputado e mais
nada ?
Pois bem; digo que nao vejo materia que deva
ser tratada em sessao secreta, porque islo lende a
restingir a publcidade exigida pelo nosso rgula-
mento, assim como pelas nossas instituicoes.
Nao vejo que as galeras e a casa precisem ser
cercadas por forca para que possa haver dis-
cussao.
O Su. Presidente :Nao 6 isto que esl ero dis-
cussao.
O Su. Nabor :Voto, portanlo contra o regi-
ment, j que se me nao quer deixar apreciar
cousa alguma.......
O Sr. Presidente :Nao admitto revelacoes.
O Sn. Nabor :Sei que V. Exc. lalyez fosse mo-
vido a pedir a forca por alguma razao particular,
talvez fosse insultado por alguem que menos com-
prebenda os seus deveres.
O Sn. Presidente :Nao lhe disseque foi por
ter sido insultado, nao disse a ninguem.
O Su. Nabor :Em lim, j que V. Exc. me nao
consente fallar, declaro que voto contra o requer-
ment: e que V. Uve, chamaudo-me a ordem, esla | na da mesa requisita o forca, e declarando --
fra della, dando-me um tratamento diverso do maioria que teve mot ros, ma> motivos que Mal
reeommendado pelo regiment. I conveniente nao deve revelar era ansia polaca.
O Su. Gervasio Cami-ello diz que lio solemne julgo, Sr. presidente, que e meu deve
a prsenle sessao, por isso que nella se trata da Ilustre autor do rogo
garanta individual dos deputados e da liberdade
das discussoes, que, mais do que nunca, cada um
deve emitlir com franqueza a sua opniao.
O honrado membro declara nao poder dar o seu
caSK noTivendomconVe'n^Vle, "mande V. | *Z """"""* J Achando-se as galeras desla assembla nnun- quistar
pagar ao arrematante dos coneertos da ponte do m****** consblheiro trigo de lourkiro, dadas de soldados, e cercado o respectivo paco por empreza,
Anjo sobre o rio Seriuliiasm, a imporiancia CONTINl'ADA PELO SR. PEREIRA DE BRITO.
mera prestaco a que lem direito, por haver exe- s 12 horas, da manhaa, feita a chamada e
cutado metade das obras do seu contrato, segundo achand-se presente numero legal dos senhores
consta de offlcio do director da repartigao das obras deputados.
publicas, datado de honlem e sob n. 103.Coro-; Abre-se a sessao.
mumcou-se ao predilo director. Lida a acta da anterior approvada.
Dito ao mesmo. Mande V. S. adiantar ao dele-, O Sa. Primeiro Secretario oa conta do se-
gado do termo de Caruar a quanlia d. 200A,para guinle vnpmnOTa
occorrer as despezaTdm o sustento dos presos1 EXPEDIENTE.
pobres da respectiva* qadeta, vistoaotor.se esgota-, Im offlcio do secretario do governo remetiendo
lia a oue ja receben para esse lim, remo declarou copia da banca oue prestou Jos de Vasconcellos
o Dr chefe de poheia em offlcio n. 470 de 18 do I para ellecluar o contrato da impressao, e publica-
orrente, devendo aquella quantia ser entregue ao j gao dos trabalhos das reparticdes provineiaes.-A
- Ai nnliiu* Joanuim Gil- auem fez a requisicao.
O Sa. Bl'aroi'e : Eu nao eslava disculindo por
ihcsoureiro da reparticao da polica, Joaquim
seno de Mosquil Couimunicou-se ao chefe
polica.
de
quem lez a requsic.
Outro do mesmo, remetiendo a ola dos proprie-
tarios que residem em suas casas collecladas pela Fonseca.
rido precedentes que justifiquem semelhante me- em quanto o requerimento.
dida. requeremos que esto assembla tuja de del- (Trocam-se oulros apartes.)
berar a retirada da mesma forca.Joao Teixeira. O Sn. Phesidente :Era quanto orou o Sr. Cu-
Costa Ribeiro.-Cunha Teixeira. -Diodoro.Dr. nha Teixeira, ero quanto fallou o Sr. Joao Teixeira
Aquino Fonseca. Teixeira de Mello. Silveira nao heuve uro s aparte, nao houve uma s inter-
Lobo.Dr. Sabino Olegario.Dr. Paula Baptista. rupcas; peco porlanlo aos nobres deputados, que
G. Drummond. Nabor.Jacobina.Jos Mara. j toraem suas nulas e depois pecara a palavra, para
Nelto. nao alterar-se a ordem.
Requeiro que os motivos pelos quaes a comiuis- 0 Sr. Be arque :Eu sustento, si raplesmente o
sao de polica requisilou-a forca sejam declarados; meu requer menta.
em sessao publica.G. Campolio. 0 Sn. Diodoro :Com o favor de Deus nao ha
Requeiro que seja impresso no jornal da casa o de alterar se a ordem, porque os membros da oppo-
offlcio, em que a commissao de polica pedio forra sicao sao liberaes, sim, mas Sao liomens da ordem
" para oceupar esla assembla. Aquino (apoiados.)
razes muito plausive
sao publcaos motivo*!
medida.
Um Sn. Dri-i tado :
voto pelo requerimento do Ilustre senhor primeiro i dir a forca.
secretario, porque nao v que elle apresentasse O Sn. Silva Ramos
razao alguma plausivel que justifique uma medida que foi isso un mal
de lal alcance, que o publico tem direito a saber! procurar remedia-lo 1
das razes que le'varara a commissao de polica a1 O Sr. Aqiino :-O wovo da requisicao da
pedir o auxilio da forca publica, e que essas razes' e que o vapor chegou
sem duvida de peso para a commissao nao pode a
0 Sr. Silva Ramos
sua revelacao trazer pergo algum, por isso que a
assembla por si s, sem o auxilio de forca algu;
ma pode discutir livremente como o tem feito ate
aqui. ,.
Nota o Ilustre orador que a commissao de poli
rmenlo, que por cert
> para nao revelar em pes-
que o levaram a lomar e-a
-Ddvia faze-lo antes de pe-
Mas, por que aao le, por
segue-se que nao deven*-s
e parte amanha.
Eu poupo-me de respoaoVr
ao aparte do nobre deputado pelo di.-tncto.
Portanto, Sr. presic eme, dou meu voto ao
rmenlo, por que entt ido que a sessao deve M
creta, para que a maioria da mesa possa r.-velar m
motivos que leve pari exigir do preside*! a pre-
cia parece nao ser solidaria em sua totalidade as sena da forca que liste nesta casa <
armada
Dito ao provedor OajSanU Casa de Misericordia, collectoria de Goianna com declaracao do aguanto
-Em vista de sua informacao de 15 do corrente, pagam de dcima. -A quem fez a requisieab.
mande V. S. eniregar a Mana Borges Carneiro da. Outro do mesmo, remetiendo a nota dos propr.e-
Cuntu o seu filliode norae Sobasto Borges Car-, torios que residem em jas casas, conectadas pela
neiro da Cunha, educando do collegio dos orphaos,, coliectoria de Nazareth. A quem fez a requisi-
vislo pretender ella dodica-lo ao commercio. {o.
Dito ao mesmoPode V. S. de, conformidade 1. Outro do mesmo,
cora a sua luoruoagiio de 15 do correte mandar acerca do abaixo assignado de alguns moradores i recia
mscrever no respectivo quadro, afim de serem ap- de Jaboatao, Cabo, Escada e Santo Antao, deu p di-1 pete.
O Sa. Presidente :Pode o nobre deputado au-
porumamcnle aroiltids no collegio das orphaas,
as filhas de Alexandrina Pereira de Souza de no-
mes Mara e PhUomena, a quom se refere a sua
citada informacao. ,
Dito ao director das obras militores.D \. S.
cora urgencia as provldeocias necessarias, afin do
O Su. Jlo Teixeira : Peco a palavra pela gar que os apartes intenompem a discussao?
ordem. 0 Su. BvAnous:Eu, portauto, sustento o meu
O Sn. Biauqui : Peco a palavra para negocio requerimento, para que depois que s tverem exr
urgente. posto os motivos que justificara a presenca da Jorca,
O Sr. Joo Teixeira : Eu ped a palavra pela a casa delibere se esses motivos devem ou nao ser
ordem,e se sobre a mesraa materia do requer-' trasidos ao conhecimento do publico. Foi somente
remetiendo a informacao que i meato que o nobre 1" secretario pede a palavra,! esta razao que delerminou-me individualmente a
lamo de V. Exc. a precedencia que me com-; propor uma medida desta ordem com acto ao
prudencia.
roalor da reparticao das obras publicas. A' cora
missao de obras,publicas.
Outro do mesmo, remetiendo as nformaeoes qae
ministrou o director geral da .instruccao publica e
o delegado Iliterario da Victoria, acerca da pretan-
eo da. prolessorade Instruccao elementar Gmlher*
O Sr.Presidente :- O nobre 1 secretaria pe- OSa. NABOR-.-Sr.pres.denlejCQaabasiant^ peai
dio a palavra sobre negocio urgente, que na forma entro na discussao sobre o n^""0 dSnV
do regiment prefe a outro qualquer. 1? se.Cf elario, o M%.^?I!!!!!VDftal^l!L
Tem a palavra o Sr. I" secretario.
O Sh. Buarque : Sr. presidente, a materia ux- ..
gente que eu tenho, peto qual foram preteridos os \ forca paoJjca que a cerca.
"1
l
razes que aconsclharam a requisicao da forca,
uma vez que um dos seus membros assignou o re-
querimento em que se pede a retirada da mesma
forca, que, por consegrante as razes que parec-
ram de graude peso maioria da commissao para
solicitar o auxilio da forca publica, ao senhor se-
gundo secretario nao pareceram tao plausiveis que
autorisassem essa medida, donde conclue que a
necessidade de revelar os motivos do procedimen-
to da commissao nao exige quo a assembla se
constitua em sessao secreta, o que s deve ter lu-
gar em circuraslancias muito graves, quando da
rere laca o do que se quer tratar em sessao secreta
possa provr pergo serio para a sociedade._
Emquanto, pois, alguma raaao forte nao fr a-
presenlada que justifique a necessidade de uma
sessao secreta, o honrado orador declara que nao
prestar o seu voto ao requerimento, tanto mais
quauto nao pode deixar de merecer-lhe mula at-
tencao a divergencia que se nota entre os membros
da commissao. _
O Sn. Presidente declara que na deliberaco de
pedir o auxilio da torca publica para manter o de-
coro da casa e a plena liberdade as discussoes, ra
acompanhado pelo senhor primeiro secretario, o
que, quanto aos motivos que determinaran! a maio-
ra da commissao a essa deliberaeo, s.as mani-
festar em sessao seereta. ; .ifMll
O Su. Jos MftBM :-sr. presidente, de cammho
para esta assembla. ha poucos minuto, ^rpren-
deu-me a noticia de quelha va postada em frente
desta casa ama fcreA de 80 a 80 praeas.
Declaro V. Exc. que apezar de me sorprender
e6ta noticia, meu primeiro mc.vim.enlo foi de riso,
me persuadinuo que isto era uro acto partido s e
nicamente do presidente da provincia.
O. Sa Presidente :NSo, senhor.
sao porque sou um aos signatarios do requerimea^
lo pedindo que se mande retar ar desta assemblA a
r*a>.
I
O. Sa, Nabou :Nao. apoiado.
O.Sa. Jos Mama Como nao apoiado ? Dgo| ment pedindo a rentada da forca dura
quo me persuad; dizendo o nobre deputadonio | phcacao^; todava eujou levado a en
apiado quer 3Uer que Jo me persuad *
della; portanlo, se a sj>ssao nao for seereta, enanuto
que a discussao nao pode correr com aquella fran-
queza com que deve correr.
Portanto, voto peloj requerimento.
O S. amata :Sr. presidente, a aaiai
hendeu solire mam-ira enconlrar a torf i
do o paco da assembja e as ave
Nao Sr. presidente, que esse fado I
nteiramente exlranhp, por qne aate da se
a medida d pedir a torca, fui. aa qnilatide
membro da commissao de polica, consultada |
meus nobres collegas se convinha oa aa; ton
me communicados osi factos que deraia. tafar a<
medida, factot, que ea julguet maito e
provaveis, mas anda assim, a muito
que se as coasas fossem a ma, >e se
uovos toctosv enlao se requisittsse a *>rea
senhores, nasceu a minha sorpre. '
ver neje a casa cercajda de sodado, per ?
se tendo dado novos factu*, teado-me <"
meu Ilustre collega na penltima *." 2*
havia reqiusitado a ratfa e nao reoimajto a km>
depois de novos acon|ecimeaJos, por isea tai sarpre-
O Sr. Bi aroue :-Ouandp disse mo liaaa real-
mente expedido o ofhcio.
(Trocam-se oulros ^partes.)
O Sr. Jacobixa ;-A minha posieao aqaa ae
lindrosa...
Ua Sn. Dek-tado 3 Aqo ha saas nrap|lei
odiosas para com algons deputados.
O Sr. Jacobina Eu por miro, nao faco aieea-
cocs, e vejo qae a benevolencia que o Exm. Sr. pre-
sidente tem para contigo. < a mesma que tem para
com os outros deputados.
Mas, como dizia, a minha posieao aailiaaraei
na presente occasio, por que fazeade pane da
commissao de polica^ e toado iii.ifaada fafanav
B oX
ao ri
{{y, demua ponderacao teriam levado* a



nobres cllegM8%imis&1M pa*o*pdor*m. laTiVas, pe tiwfcWtei.ran\ 'de* quruc 0f- ( Trucam-se apartes.") *"
como qual entretanto eu nSo posso ranconitr- tendar-aum liberal multo distindo, a un nlicr.il O Sn. Buabque : -Eu declaro a ca^anue foi coa'
son que vsses motivos me syiira couUecidos. do W. a "tu homem que todos pos rospeitamos pido por todas estls ronsidWoos m truno rere
Cunlioeemlo o criterio ov non milito d>ho : (teta ana Ubisiracao a polojeu talento.
i 9* l,*ia,,'!' da cleico se acabaran, no mes- Um advogado m insulta, a galera zomha a sua(
dia 17, e liontem houveaquiaaiidieiiciager.il dista, o promotor fall, rom piedade defles, a o
MllitO llitfnO.
presidente, o Sr. Br. Loureiae, atyptou pew*W
que elle foi levado a pedir a presenca da torca er^
ta casa, por motivos muito fortes e |wsleriom.aos
fados do que ou j tinha iijk scicucia, dos quaos
entretanto nao tenho conlieSmento.
Curtanto, nao leudo noticia dessaa fados, por que
os nobres Miembros da eoiarafcso nao moa disae-
ram, eu quic retirar-uie da casa igiaudo vi a torca
presente ; mas retirarme sem exptar o meu vo-
to, era para mim um pouco triste, nao eslava no-
mens lcitos, por que ate boje todos 09 actos da
ininha vida creio terena sido paulados pelo sent-
nieiiio to de ver, de todos posso dar contas ao pu-
blico, por que nao me envergonham ; (apoiados)
os por que tquet, para explicar as razos do meu
vol, que sao as que acabo de dar.
Voto contra o reqnonmento que pede una sos-
ia* secret, porque quero que os fados quo deram
lugar a requisicao da Corea sejam a-pii discutidos,
sejam conhecutos de lodos, que o publico saiba de
tudo, pois i.-to Moressa allainenle ao publico.
Peco aos oobres dopulados que nao uie apoiero,
porque isso pode dar lugar desorduns, o eu dse
jo luda a calma.
Assim, e*9ta limito realmente deixar de concor-
dar com as ideas emillidas pelo meu muito digno
professor e amigo, o presidente desla casa, mas
emendo qne o publico tem direito a couhecer as
ruta que iterara lugar ao procedimento que so
leve, emendo que essas razV.s nao podem deixar
de ser mito |>odoross, muito justas, euteodo fi-
nalmente que risco neulium haver ein que se ma-
nifestem publicamente esses motivos, essas raaos,
porque a materia sensata que orcupa as galeras
nao pacXua Com um ou oulro turbulento que, por
veotnra possa aparecer. (Apoiados, muito bem.)
, O Sh. Akaijo Hamos diz que nunca subi a tri-
buna com lano emharaeo, nem em occasiao mais
solemne; mas que mereccudo-lhe a commissao de
poltvia luda a ronliauca, < eslando persuadido qno
o autor do requer monto teve motivus muilu ponde-
rosos para o fazer, nao a- pode furlar ao devor de
o susteniar. Declara entretanto que, se a casa em
sua sabedoiia cutender que devein ser discutidas
publicamente as causas, que levaran a mesma
commissao a requisilar urna guarda jara assem-
blea, (.tensamente que elle orador observa a phy-
sionomia da mesma assemblea, respeilar a sua
deciso, como seo cosame, e nao ter duvida ein
tomar parle nos debates para sustentar a medida,
na vez que isso Me pareja conveniente, <: exigido
pelo que se passar na discussao.
OJW- Paila Bacista :Nao este o momen-
to, Sr. presidente, do fallar sobr o reqiieruiento
<|ue osla sobre a mesa para a retirada da forca ;
trata-so lu somonte do requerimento pa a ses-
sao secreta e sobre islo que pouco direi,
Vol contra o requer ment para sessao secreta,
Eu pens, que os motiv* consisten! em evitar
a coniiouaeao de algn) desrespoito, que tenha
partido das galenas para esla assewbla.
Se islo, a nn-dida excessiva. E, se por ven-
tura exisiem oulro motivos a aUffiar, sejam elles
aprescnia-los de publico. Eu tenho conhecimenlo
de que nao ha laes motivos ; e so ha quem diga u
contrario, que venlia fallar em plena luz, e nao
m irevas (apoiados).
Nao ha motivas, o que lia intriga, o que lia
trovas, e aquillo de que a assembkJa precisa, e lo-
0 Sb. ^iana :MuiloU|igado.
da comelo, qiw abno ,. ja:/, de direitb. amanto, que ol!iad\jpbr todos-com inreja, i eon-
rido, que foi com senluncnto doloro^imo, que o Ha inuito nao v Pao d'Alho esse irabalho, demnado tres mezas le prasao.
rjrr~~ i con o mais profundo pozar que dei omeu aisenti- pelo que de eror que ade o mesmo iuiz o que i Outros dizem :
cioios iiheraes nioTwi^f 1 T*,! C,UJ0S "E1?" .ment0 *??*. md.,*[ declar0 ttmb6B', ^i ^^^ hnin Hei de matar mfnba raulher e o seo com-
is. uueraes, n^o poem ser conleslados. Este te, que fui levado a lomar esta resoluciJo peto eo- O mverno Tai temperado e nao sei de novidade phee '
presidente nao foi presenciado s por nb^ecimentiquc tivedos insultos feitos ein unta das que lne possa dar.
fado, Sr. r
uiim, essas palavras foram ditts em praseoea "de
muitos senhores deputaJos, todos orara testtmi-
ulas dessa provoca^ao inaud.ia.
Agora, Sr. presideute, vou referir tima provoca-
cao que en proprio recebi miando em urna das ses-
soes pa-adas presid a esta a^sembla.
Qoando em um dos dias passados V. Exc,' por
circumstancias extraordinarias levo de deixar a
cadeira de presidente, t eu, calmo, prudente, com
Adeus.
f
r >nduzi-k) comsigo em sua sabida recento para
Barreiroei de sorle que s se den pelo tato da-
pois de snt.jregresso.
Fa% preciso que se traa de examinar o
rana desta cidade pessoa de V. Kxc
( Trocam-ie apartes.)
O Sa. Bi'AnatiE :Por vastara astas fados que
tenho revelado nao deveriam levar-nos a lomar
urna providencia ?
Um S*. Dspvtado :Pelo menos emendo qne se
deverta |er consultado a rara, comnannicando aos
deputados o que se pretenda fazer.
O Sa. Bi AMQtc :A esta respeito entendo que' estado dtanifcacii, em qe vSoakuiH esleios
a maior attenco, comomafor respeito, tive de pe- commlssao de policia compete tomar providencias da ponte da Magdalena, alim de em lempo faze-
dir a attenco da? gatoria*. sem que me ttvwse | em casos idntico?. A torca, nao est aqui par rem-*e os- precisos rrpams: pois dizem-nos jae
manifestado nem pro nem contra as ideas que'eoagir os deputados, nao est aqu para ser em-- so acham elles carcomidos por forma tal que tal vez
erain emiltidas, recebi destas galeras mnitos ditos pregada contra os espectadores pacficos, est aqui nao possam resistir a crreme de nma cheia lorie.
diistosoa, militas, expressties pouco urbanas,.a que para conler os que perturbarem as sesses, para Durante o exercicio do Mez Marianno no se-
minario de inda, cujo principio dala do dia 30
deste, pregam os abano nomeados, seminaristas
' do curso theologico, designados pelo respectivo
sar-me, e se nao fosse o meu amigo oSr. deputado para manier a completa liherdade das discussVs. reitor.
M Mas do iluas un; ou elles nnum a tnulnar, e
nlao estacam i erante o|>ensamenlo de que, mora
J" r*,(leilc,; <>'' Sr. DT. Loawnco Avelina alia, nao a vero mais; ou elles nao amam-na. e
rurtaram na sobro urna mesa um Mtogio-n ouro es-.o caso rocuadi em presenca dos acasos da euv
n do mesmo senlior, que (batata de preza.
Alguns ainda se baiem em (ludio.
Desu sorle
Medrosa dwxa o niiiho a Tfi
Agtiia qne desos foge i tramiMe irrr^
H ai ver de c ais perla no ar vjmo
c espadoazilc ido nao chegaorarete.
O protagonista do p ema Gomes Frrire *
Andradc, c mu^toin sustenlaite e o mu papel
Com toda a mostrR pin va Basilio da Ganan cav
racier do illustre gener il.
Quem nao connote i na dastesti de pinril
faz precisa para conv ionieflknntv iridmir
senlimontos do hroe d umi epapej Qummm
sabe que o proprio canto do- Ludada-
nesie escolnu Pois o i utos do Urifmitf
que o poda fazer, e
(Xhomos agora para o
gonisla. Oh (.Vambo
nao mais,
ipo qne cerra proto-
Cep, i l.\ndoin Bas-
io mais pira a glom *.
Oh I esta a vioganca mais simplona.
I Exemplo :
Um subalterno de dragues tinha por nanle urna
Bjullier casada.
Um dia deixando o rancho para ir ve-la, engaa-
se com o keoL, c '"iiu O- Je um dos scus cama- '"" wtes,
radas. Pw'-
Por occasiao em que se achava em conversico ''" pnmeiro como.- piata la a energa e o
criminosa, entra o marido, dcixaudo-lhe apenas o so"u, Jc ^Sffno, sua falla a fanones Fren-e,
tempo para saltar pela janella com esquecimeuto on ^ l'crto revelam um eugenlio soberfcn, e
do kepi sobre a mesa. u,na l,flnna Ipsrlor A pintura de fop, o va-
0 marido encontra-o, volvo e revolve-o, observa ,enle Huarany, o torrar o u BagaHa ta una iwi-
o numero da matrcula, c dirige-se para o quartel, 8?*..n;w ced um pavo a do precedente. Ob '
Gervasio Campelro. qne nao consentlo que eu ou- Mas, Sr. presidente, quando mitro resoltado nXo j O referido exercicio s o horas da larde, sua onde descubridlo fcilmente o dono do fc. e. sen nlim-me qnal a palbetai .|uc suubc molbur e
visse tudo quanto se dina contra mim eu teria si- tronxesse a forca, tronxe, sem davida, esse que se aliertura precedida de una missa cantada s 6 ho- oulra explicaco esbofetea-o
do necessanamenle insultado. tem notado, essa mamfestacao da casa, por que pa- ras da manhaa, havendo nos demais das s mes- Assen|a-.se as* coudicoes de um duello, e o ma
rece-me que os mesmos nobres deputados que se mas horas missa resnda. ridb inorto t
Eu, Sr. presidente, que acahava de presidir a as-
semblea provincial, eu, um dos eleitos do povo, se- leem pronunciado pela retirada da forca todos con-
ria dosivspeilado em publico: e istu parque? Porque demnam o procedimento das galleras, todos o re
eu, com leda a prudencia, com tuda a moderacn provam.
liavia observado aos senhores espectadores, que Senhores, quando os desordeiros procurara des
AberturaGratulino
rida.
Urbano Cavalcanli Flo-
1 Joaquim Al ves da.CosU Machado.
2 Manoel Tertuliano de Figueiredo.
Senhores, cu nao posso deixar de declarar que quando os recursos suasorios se teem esgotado
lo acredito que um semellianlc acto de vandalis-; sustenUQo da ordem. e al a supplica de ami
ia das galeras, fago-llie esta tem naufragado, preciso que a forca publica v<
jsso procedimento nao pdenha em laes occasies preencher um dos fias
nao
mu, partisse da maioria
jusiica, acredito que e
ler partido senio de um ou outro individuo sem
reflexao, deseonbecedor dos sens deveres. Mas, se
na
amigos
ve-
a
que ella destinada, man ter a altura dessas iosti-
tuigiJes e fazer respeitar aquellos que a compoe
Maciel.
7 Jos Joaquim de Franca.
8 l'rederieo Augusto Raposo da Cmara.
9 Tertuliaim lose dos Sanios Patury..
10 Antonio Ayrcs de Mello Jnior.
11 Jos Alvo* da Cosa Gadelha.
12 l.uiz Prudcnto de Barros.
13 Serviliano de fiaras Castro.
1 'i Jos Pires dos Santos Barros.
IH Floriano de Queiroz Coutinho.
16 Manoel Vieira da Costa e S-
nnorts, o que dirieis vos se o 1 scerelai'io desta (muito nem.)
casa, se aquello- quoacabava de presidir aos vossos Acho, Sr. presidente, que as razos por mim
trabalnos fesso insultado ao sabir desta assejnbla, aprosenladas, se nao justilieam c.omplelamena a
fosse enxovalhado por esse povo que tanto amamos? medida empreada pela commissao, por certo de-
Um Sh. Oetitaih :.E o que me diz dns sonta- vera fazer convencer aos nobres deputados que os 17 Marcelino Pacheco do Amaral.
dados do polica i|ue vem para as galeras disfar- mombros da maioria da commissao tiveram moti- 18 Joal E>dras Lins Fialha
fados ? vos muito prudentes, para emprega-los, para nao se
O Su. BvAmrra:Von-lbe a miaba, palavra de julgarem sulBcientemenie garantidos. ( Muitos
honra que ignoro o fado que o nobre depnlado re- apoiados, muito bem, muito bem.)
O Sil Jacobina levanta-se para declarar que la-
menta profundamente que os fados denunciados
pelo Ilustre 1" secretario, tenhana. sido effeetiva-
nieuie praiicadus, declara ser o primeiro a teco-, i>2 Gmsuolino Aureliano Gomes de Mallo,
nhecer que por mais de urna vez as galleras tem 2G Jos Joaquim da llochn.
irocedido mal, tem mostrado menos respeito para 27 Manuel J-iao G-Mnes.
A nica vioganca lgica abandouar a raulher
| aa amante.
I Ainda deve-se fazc-lo quando ella seja bem edu-
cada.
Neste raso, a consideraco lhe tao precisa
; quanto u sao os oruatos; e ella esla puuida.
Traduzimos do Tintamaire o que segu :
De presente, na Europa, lodo o mundo tosso, ex-, fez adiar belleza al na uparte
cepto um velho brutal em cuja vizinhanca peri-
goso murar, quando elle expectora sua* lerriveis
coleras.
Como se chama ello
AU I ii.io sabis f chamase o Sr. Canho.
fore. Su essos soldados de policia lera vindo |>ara
as galenas disfaiv'',,*s l'a'a applaudir a alguns
membros da maioria, affinno sob minha palavra
que ignoro osle faci, o se elle verdadeiro eu o
reprovo altamente.
O Sn. Cunu Teixoka ;Posso-lhe a*c dizer qual
foi a vetz di soldado de policia, o que elle disse.
O S. Bt amule :Cii nao estou ^uvidaudo da
lnmrada palavra do nobre deputado, estou protes-
tando que nao tive conhecuneulo desse facto, e
moito solemnemente o reprovo.
Continuemos na onumeraco dos ifaclos.
(lia um aparte.)
O Su. Gista Bikkiiio .Eslo metiendo a mino-
ra ueste negocio, e eu protesto.
19 Francisco das i'.bagas o Oliveira.
20 Miguel Americo Pereira de Souza Lisboa.
21 Joaquim Enea Cavalcanti.
22 Antumo l.uiz dos Sanios Penha.
2:t Francisco Aniano de Souza Antojo.
2i Jaeinibu Francisco de Oliveira.
com os membro.N da assemblea provical_; mas 28 Idaliuo Fernandos de Souza.
qne nao obstante esta sua conviccao a razao por j 29 Jos Virgolino Corroa de Queiroz.
que nao concordoii com a requisicno da torca, o 30 Augusto Fraukiio Moreira da Silva.
requisicao aa forca, o ,'t Augusto Fragklin
motivo porque ajada hoje se opiuie a sua'porma-: 31 AoUio de Turres Bandeira.
neucia, o parccer-lbe quo as galleras voltariam aoj FostaDiacono Sebastio Fabiao de Oliveira
cumpriinouto do seus devores, que. de futuro as Lima.
sceuas improprias, que. a. assemblea presenciou Te-DeumDiacuno Valeriano de Alloluia Cor-
nao le iam de repetir-se. So pois, diz o honrado j rea.
mnmhrct, do futuro urna s provocaco, um s in-1 Seguo hoja para o Ceara a porlos de t-ua es-
0 Su. Bvahqcg :Sr. presidente, eu devo deca- sulto fur dirigido a algura dos membros da casa, el-, cala o vapor l'ai altaba da companhia Pernambu-
rar ainda, e repeiirei um milho de vozes, que es- le ser o primeiro
lou persuadido de que esses fuctos reprovados nao para
te ni partido da maioria das galeras, mas nem por man
isso o menos corlo que elles se tem dado. Qualquer ti va, ihe parece menas conveniente, meno's pru- te iontem ctiegou.
pie seja a deberacao desla casa ou me submette- dente a presenca dessa furca.
i ser o primeiro a reclamar a presenca da torca cana, s 5 horas da tarde, em substuicao ao vapor pecas, qu
ara que odecro e a dignidade da assemblea sejam Manutiigaapt, que nao pode seguir por se haver '\
iantidos|illesos; us por ora, como medida preven- demorado em Fernando de Noronlia d'oode smon- (espoude
mais delicadeza retratar o baluucar irunnie n
hastea de urna flecha que so inlruduz pela ierra I
Quem dispon de cures to combinadas e norrivni
para desenhar o temeroso quadr do e0eti>> de non
1 tiro f
E Lyndoia, Lyndoia a potica e bclU
doste brasileo Tassu, a flr iiorfiimada dus i
sentados margem do t>f/n'iy, a l>
i sentida e n/oliz, a pura mrgem to digna de nv-
Ihur sorlo ; quetn de entre < picos nn>lotn.
tracou mais primoroso qbadru '! Qo.m anun
Disv: o Sr. B^-
bello da Silva, a res|>eilo di Un U Pr. Lau de
Souza le (larroll. aAquiln su onvami omm
vez. Nos diremos daquotta itescripea* da i
de Lyndoia : tS aquillo nsvela um paite
Einliin, lodo u puema est pancada nV
zas.
Nos bailes, o punche romana subslitue aos ue- Mas, por molhor i|ue fuise, era obra
vados de Veneza. ; havia de ler sonos.
A ripositdu ihi iv< le G'tiOe, canlo de cysne do Se us tem a Eneida, a Jeru-il.m linoru-ta. o*
Scribe, liyuuio do triumplv de Auber, loma o lu- j l.usiadas, e tamos outros puema* epienn
gar us caazos da pc/u Ctmica da repetcu an-1 baixa esphra, pudoro i.ssus olbus, amdn q
nuuciada da -Ver. nMurecidos |>du palriutisiii, deixar de nntnr
i Vi-aguay alguos defeitu* 1 Entre uulr.w, n
Os liltios do Cantal e do Moule Dore, invadlndo diguo de nou a iuir.xloccio nanm-ik y um
os dominios dos confoitoiros, veudem easlanhas gem burlesco, Irmio Palnsco. muito imprepri"
conloiiadas ao cauto de ca.la ra. j para urna comoaeicu de tal genero '
.. \ Notamos lambeiii quo alguma* euowu d'a*rw-
Os-especenos e os pliarmacouticos impintfcM mi-; mar, comeeando pelo hern, se veea i n unu.
Ihares de kilos Je museo, althea, alcacuz e oulras que desoja vamos loloirameni. Uro Vs-a* faBno ;
hervas poilorae aos endelluxados. mas o infeliz poeta quo nos legn ir- tannO
Os a.lhmaticos e os oneatarrlioados passam al- pruvado que era, estar deseulpad. >-* <
lornalivamente do medico para o labollio ; e dei-1 se souber sua tougraphia ; circum-ianeas I-
xando as (tumpas de Salan pelas fnebres, lomam denrias ineviavos, ratid-i.. e outrus nM
lugar no Peie-La<:h successo do Mof/i o do RiyoMIo deixa na Opera j Fez mu lo no entretanto o nsso paineo
e uo Tktatru Ljrtco alguns lugares vagos. j oh I a recompensa do indo o preini akasnrn*
i por Iu> sublimada v.ctoria, fu a ebsrnrntnnV.
Mr. Eugenio Dozajet onfadava-se outro da sem miseria, a a perseguico. Nao admira : para --
rallo com ura jonialista, que lhe notava despruzar j tnes o lid e bum Jao podio urna eot.. e Ca-
ello quasi sompre a cor lo--.il na mise en cw das moos foi o priineiru pm-la portupuez. I> >te
que elle monUva. I Castro, o prestimoso vario, govemnor tes tn-
m> Uto-
dos nos precisarnos do luz. Eu mosnio quando! rei ada, e se a maioria decidir que a terca se re-! Comquaoto lastime que a respeitavel pessoa do
galeras se acham oceupadas aum pessoas
muito respeilaves: (apoiados) vejo que ha
pensn at para se imputar as ^oleras como
ta de respeito aquillo que muilo natural.
Em um dos dias passados, fallando um do: .,
bres deputados, appareceu um pando sussurro as boiu.)
galeras, ulhei aliento, e vi rillrava. Disse-ae logo : falta de respeilu
sembla.
misso de que
Pedem-nos esla publicacb: Invern, a mor parle de iinlias pana se teiibam
Narrativa do que se pretende por em execuoao resfriado T
para festojar-se N. S. da Soledade, que se venera ( Tem rzate
na capella de Santo Amaro das Salinas: ____
Ao ainanhecer do dia l" de maio do crreme, Exirahimos da Attete Jtennal da sucedade In
collucar-se-ha a bandeira, que sahira da capella, 10 uttrartos o seguate trecho de
li I'TEHATUHA.
hora diga um espirito esclarecido, mas um
desaumado, que a cruzada dos lilhus do
albo intil, porque esla sociedade nsl eiva-
. um veneno moriiferu do qual nao ha vi-
faz parte, requisiUudo a torca que em linha e em grande desfilada esfurcar-se-hao em ver; embora vejamos todo esse materialismo quo
iuguem primeiro nem melhor do que-en,'das, morreu leude pur nica riqueza
'e elle, sent o opportunidado nem aprovei-1 da de damasco que mal resguardata en enrp
ircumstaiicia. Sera que, desde o comee/) do, enfermo das intemperies; I. Juo de Casar tei
nansa penoaanawaenv r. presiaenie, que nos se acha prsenle, todava pelas considoracoes que tirar a arga collocada em disUuca do ponto de por ahi tai ludo carcomendo ; embora tenhamos
as-1 pedinios a vinda da forca |Kira amedrentar o povo, vem de manifestar, julgou de seu dever de accor-! partida; as 6 subir outro balo igual ao primal- Oianle dos olhos continuamente' esse quadro terri
, querem cunduiuuai-se, para consoguir este ou aquello resultado ; nao, do com sua consciencia dever assigdar o requer-; ro ; s 9 da noile, depois de cantada a ladainlia ve| em 4ua 0 hulllt.in vo),a
Sr. presidente, a viud?. da forca teve smenle por ment
. as costas a sciencia e
para a retirada da forca, nao importando, em louvor de Mana Santissima, apparecera illu- as |euras para protrar-so em adoracao ao ouro,
lint lser_com que a digmdarte desta casa soja res- esse seu procedimento censura aos actos de seus! minado, no pateo da mesma capella, um bonito \i)aat dessos beleguins villes, .que s teoni por
painel, com a imagoui de Nossa Senhora da Sol-1
os espectadores p,T este fado tao natural ?
Em (oda as parles se da islo: o puvoconcoire a
w-}r pellada, facer com que us seus memliros possam illuslrados" collegas.
Nao na motivo para a sessao secreta, voto |or-1 manifosiar-se livremeote, sera que sejam insultados
tanto contra o loquoriiuento. (das galeras.
OS*. l)K.MosTiir..\KS :(Nao devolveu seu dis- QSa. A-qutso FoksecxiA forca moral bas-
curso.
_ O Sh. Soito Lima :Nao quero saber se a forca
e sufflCieBle ou insufliciente, ue entro nesta quos-
tao ; (Hiendo, poini. que devo volar contra a ses-
sao secreta, porque quero que as galeras saibanq o
jue se pralica pesia casa.
Encerrada a dlscassao, o Sr. Sabino requer que
a vntaeao seja secreta, ao quo a casa accede.
_ Vetaran contra a sessao secreta o< Srs. : Joao
Teacira, Cunha Tehcelra, vabor, Aqaioo Fouceca,
Salmo. Jacobina, Sllvelra jolto, SoutoLima, do-
doro, Sello. Braulio, Silva Barios, Toixoira de Mol-
lo. Andrade Lima, Jos Mara, Costa Rlboro,
Drummoml, Paula Baptista, Marauho e Gervasio
Campdlo.
Votaran] favor da sessao secreta os Srs. :
Buarqoe, Aranjo Barros, Soares Brando, Goncal-
ves da Silva, Sa Pereira, Ainynlhas, Ayres, Hochael,
Silva llamos, Francisco Pedro e Anninio.
Foi o requerimento ivjeitado por 20 votos contra
41, sendo os demais iodos prejudicados.
Entram em discussao os requefimenlos.
(O Sr. Trigo del.oureiio deixa a cadeira da pre-
sidencia que ocrupada pelo Sr. vlce-presjdento.)
O Sn. BCAnoCE :Sr. presidente, desdo que re-
damei a sessao secreta arredei aV mira a rospon-
sabilidade dos fados que possam dar-se com a re-
volae.'io ,los motivos que me obrigaram aasseoiir
na re pus/cao da Inca publica ; a casa n.o veja
em niiin genio o orgao que vai revelar esses moii-
vos, e (po val revelados em visto da sua deli-
bera cao.
Cu Sn. Deputado :Cora tanto ne seja em for-
ma conveniente.
OSn. Bvarqif: :Eu fallare! da forma a mais
conveniente, usan-i da linguagem qne tenho sem-
pre tido ne-la casa, com o respeito quo devo a as-
semblea. ao publico que mu ouve, e de aecordo
com a educacao que recela de raeus pa|s. (Apoia-
dos.)
Sr. prosidento, alm do sussurro, do tumolto, das
paleadas que lera havido as galeras desta assem-
tila...
r.M Su. Depctado :Al j houve qm-m as ga-
leras nozesse um depntaoo de mendreso.
tanto. (Apoiados da minora
O Su. O -.nma Tkixbiiia :E vale mais do que a
forra physica.
OWMk&L Dei'I.tapo .:As vezes nao.
O Su. BcAiHii.K:Sr. presidente, a casa se hade
leiul>r;u- que nao ha ainda mu i tos dias decorridos
que V. Exe. leudo chamado a ordem as galenas por
mais do duas ou lies vozes, o dizendo ao continuo
que as fizesse evacuar, o continuo ali foi, intimou
a ordem de V. Exc. mas nem um s homem se
movonl
O Su. Clmia Teixemia :D'alii ein diante nao
houve a menor manifestado; o lano assim foi,
que S. Exc. nao julgou conveniente ratificar sua
ordem.
fConfiNMi/-se-ftii.)
BE-VISTA DIARIA.
A asMuiibloa provincial, na sessao de bonleui,
apronten um requerimento do Sr. Sibeira Lobo,
mandando que sejam convidados a virem ocoupar
os seus luganos os nove Srs. deputados que se re-
tirarara protestando nao voltar a ella em quanto
permanecer a forca no pacu da assemblea.
Fallaran! em favur do ru(|uenmentu us Srs. Jos
i altar a banca do ulereado, nao entra o desanimo
dade, subindo em seguida poroao de fugo em gy- ^ e, U0SS espirito para amortecer u euthusiasuio
randolas. je que sempre nos adiamos possuidos, quando,
Aquellos senhores que concorrerem para a festa i resfolegando da aridez da scieneia no ameno tracto
encontraro no corpo da mesma capella a receiia ja neralura, nos trans|iorlamos cima desia ath-
e despezada luesma, norma que se devena seguir mos|.hera pesada e miasmtica dos caleu os do
interosse.
Pensamos mosnio quo om balde a materia tenia,
o homem que de cmara de Gt'm. rmnv pe-
uhor por avuluda quanlia, um fio ne sua harta
Nao admira : Antonio us da Silva la ntiu
innocente fugudra dnCaiopu de Lan.
Oh I Ingratos huinuns !
Bazilio da Gama morreu, nao em orna s*uein
purque al ahi chegou a raridaV. o u reenntecci-
ineiiio ; mas ubs-uro o dospresadu.
No entreunto elle foi inspirado quando *e
Sers I ido l/mn*/. Cura mens i4n.
< Embora a oscura uoite eterna, ole,.
Tem-no sido, e ser; aondilamos. La eate
gravado no livro das glorias dos Brasiler
quando mesmo a inao cunsumidura Jo lempo ten-
te apaga-lo. ahi esto Carambu, Cap, e l.*..,,,
para, erguondo us bracos da tumba, resiauraren.
a< lottras de ouro do primeiro pico brasilrr J
Bazilio da Gama !
as festividades.
lUCPAnTICAO DA POLICA.
Extracto das partes do dia 21 de abril de
18Gi.
Foram recolbidos casa de detenco no dia 20
do corrente.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe do policia, Jo;o
Maria, Silveira Lobo, Baptis'la e Sa Pereira; e culi- Marques da Nova, Antonio Jos Igoacio, Bernardi-
tra o Sr. A ramo Barros, ficando o niesino adiado no ,os,; Barbosa, Joao Baptista Pereira, como cn-
polahura. minosus; Luiz do Franca Barbosa e Prai)ctsco u
Continuando na primeira discus.-o do projecto Burgos, vindos de Iguarass como desertores ; Lu- jSai Vo;iS; Bque a uspiiienc;
que impe sobre os caixeiros estiangeiros, em vir-, ciano Jos Fernandos e Manoel Cosme Rodrigues, iesjhzpf tao bellas creaces i
0 Su flLAiiuiE Perdo o nebredenutado- des- lu4eda Pr,,f,'re,lcia i'equerida peluSr. Jos Maria,
de .
nar uuia medida desla ordem. nu precisa raclifi-
ca-la para que as galeras se retrem ; mas qnea
sua voz nao era onvida, que, nao tinha o presidenta
a forca necessai a para fazer retirar os turbulen-
tos, easseolou muito prudentemente de nao reiti-
rar a sua ordem para nao vr-se desobedecidor.
O Sil Cumia Tbixbiha : Nao foi preciso isso,
porque logo depois da advertencia, as galeras se
contivoram.
O Su. Ulauvle :So V. Exc. se recordar do in-
cidente, ha do leuibrar-se de que
ram-se largamente da ordem do
' apoiados da maioria. j
Para que, pois, urna nova ordem
| altondida e escarnecida f
(Cruzam-se miiilos apartes.)
O Sn. Bl'AnQDR :J que ontroi nesta discussao
contra o Sr. Buarque, e licou ainda o mesmo ada
do pela hora.
A ordem do dia para hoje a mesma.
Amanhaa se exlrahir a 5- parte da 1* lote-
ra do S. I.ourengo da Muta, pelo plano das loteras
extraordinarias, sendo o maior premio IU:OoOo.
- Acha-se constituida da seguinle trina a di-
vindos de Guiauna para recruias.
A' ordem do subdelegado do Hccife, Manoel da
Cruz, por insultos.
A' ordem do de Sanio Antonio^ Antonio Pereira
Simes, por embriaguez; e Joao Francisco Bar
bosa, para averiguages em crime ioaffian^avel.
A' ordem do de S. fos, Joao dos Sanios Oliveira,
por embriaguez o suspeito de ser desertor.
A' ordem do da Capunga, Bernardino da Costa
rectora provisoria do Monte-l'io Portuguiz eleUa Campos, por desobediencia e ameacas.
em 7 do corrente, nu Gabiuote Purtuguoz de Le-, O t',l:ft Ja *a secCao
tura :
s "leras ri Presidente-Jus da Silva Loyo.
r ,il *' secretorioAntonio Honrique Hodrigues.
m. piLSiaentc j. d,,0_j0;u.Uj,l, J. G. de Alesquita.
Movimento da casa de detencSo, no da 20 de
abril de 1-siil.
Para ser des
i m- unuaVaquim<
ThesoureiroUeniardino Gomes dt
Carvalho.
Adjuntos Antonio Goncal vos do Azevodu.
Joao Fernandes Prenle Vianna.
Francisco Juo de Barros.
Jos Joaquim de Lima Bairo.
Joaquim Ferreira Valoule.
Josc Joaquim da Silva.
Joao Jos Rodrigues Mondes.
Juo Carlos Coelho da Silva
Jos Airas Lima.
pulados que nesta casa tem sido enxovalhados,' n,ucirtnlo Pr,- S"pr -Wi?' D.r.
mas tanmeu. a V. Exc a V. Exc. un. anc.o res- fSSSSS^tttiS^Svi^
peilavel, que lalvez tenia sido moslro da maior LE"&*2S&S&P'
pa re dos membros dosia casa, a V. Exc. que a J^-toao Fernandes Prente Vianna.
maioria deste povo acata e respeila, a V. Exc. que '
por fo.ca maior, periniiani-uie que continu as |
revdaccs.
Sr. presidente, muitos dos nobres deputados sa-
liera, os insultos, as provocaoes, as pillierias diri-
gidas por esses lurbulcnios, h.io l'oram bancadas s-'
mente a mim, ao Sr. Beneduo Franca o a outros de-
d
da ve I
d
lado Joao Teixeira enlonde dever intervir para
cjue oceurroncias mais desagradaveis so nao oes-
eeiu, alora dos insultos que por essa occasiao sof-
r.;n um nosso collega, o Sr. deputado Estevo,
alera do ludo isso, eu peco casa que atienda para. lhe ura apar!
o qne vou revelar.
que foi engao
os nobres depu-
co
que
quor muo =e .ipiesenie mais res(KUiaaor desse pu
blico, do que eu (apoiados); ninguom desoja mlj Qoem receben esses pasqains insullaosos foi o
' e. aJirosl)priuad Jo, seu paiz Sr. r. Lourenco Trigo de Leureiro, nosso respei-
tavel presidente, e se eu disse presidente da pro-
vincia, foi um equivoca, um lapso, vislo que nos
membros desla casa, a V. Exc. Tllt0uroiro Jua ii)3 UilrgU(!i Mantl(a.
AdjuntosJos Fernandes Lima.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Dr. Antonio Jos Ferreira AI ves.
Jos Joaqun) Alves.
Jos Antonio de Carvalho.
Manoel Jos Guedes Magalhaes.
Jos Francisco Barrote.
Euzebio JUpUael lUboilo.
Jos Uuarie das Noves.
Os nobres deputados do lado op- C(jmec M b .
pos o, quando V. Exc. d.sse qne quem recebera as mcill lii6 ca(|eiras va SmSa elementar
- presidente da provincia, do ^^ mas(,u,j0.
A saber
Existiam. Entrar.-iiu Sal.iran. . 342 16 l presos.
Existera. . 348
Nacionaes Estrangeiros Mulheres Eslraagoira Eseravos Escravas . 247 :iu 1 1 60 i 1 B 1 I
mas, pasquins insullosos...
(Trocam-se mnitos apartes. )
(Oh! oh oh da minora. )
O Sn. A- ai jo BAitros : Peco licepea para dar-
e. Os nobres deiiutados do lado
348
Alimentados cusa dos cofres provinciacs 132
Movimento da enfermara do da 21 :
Teve baixa :
Agripino Leandro dos Santos, intermitiente.
Passayeiros do vapor nacional Mainanguapc,
entrado da ilha de Fernando :
Coronel Antonio Gomes Leal, sua senhora e \ es-
eravos, lente Jos K. Padilha, Io cadete Joo M.
de Alineida, 2o dilo Ernesto Alves Pacheco, 2 sar-
gento Ju 0. Moreira, 2" dilo Jos F. llamos, fur-
riel Horacio V. de Souza, cabos de esquadra Anto-
nio Jos Rodrigues Deoa, Alibeu A. de Azevedo
qual iriluee Cerbero da Fbula, devorar os libios
das ledras; somos de parecer quo exhausta aquel-
l.i, cahira aos pos da iiitelligeiicia, e nao muito |
larde : eui!im,_ temos fe que as palmas da victo-
ra perteiicero sempre e uuicamoute ao espi-
rito.
Talvez qne nos leve a sonhas tao dourados de |
esperaueas, o fugo da mocidade que ardo em uos-
in.'ia mais tarde veulia
de um cente ; hesi-
lanios porui era aciedilalo.
E p >r tanto, de aecordo com o que pensamos.
eouceJeuios nussas horas vagas ao cultivo da iu-
lelligeucia, e disso nao haveuis arre|H'iidimenlo.
Accoimem-uos embora esses vis de utopista, resta-
nos a con sola cao d que
ios como tudo
lapide fra, do
(lir-e-lia : Airadle manccbj,
CHR9MCA Ji ()!(likh
ruini \ ii, do <.nnr.n.41:
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 21 UK
ABK1L UE 1B4.
PHEsinK.NciA nu Kxn. su. ,.>-ki.hi:ir.
sulza.
As 10 horas da maiilia, reunidos m Sn> depn-
tados Bego, Unios, Ilusa e Alcafurado, o Sr. pre-
sidente declaruu aburu a sossan.
Lida, fui approvada a arla ib ultima.
KXHKUII NTK.
Foi presente a coiac;V olbcial dus prrrox r>r-
renles da piara, relativa a iilinna enuna.
Archive-se.
lisCACHUS.
No repi. rimenlo do Fortunato Hibeir BneBa
lindo
seus prazeros, passagei- pedindo o n.-yisiro du cunlralu anle-nup<'ial pie
aprsenla llogisire-se.
No de Antonio Kiami-co Mar'on- de vliriivU.
pedindo que se d baixa as nomoar'-i de AM*>-
que e material, cahiro
mesmo modo que elles ;
sob una
e de nos
se bem que uo fa-
vorecido Com os doles do ta tonto, Irouxo sua pe- nio da Costa llego Lima o Jud Man Niutes, ato
dra, ainda que brusca e diminua, para u ediiiciu doixaram de sor caixeiros de -ua raa. O>mo re-
inageslusu da gloria patria
Sim, vermes da sociedade actual, toupuiras qoe
pretendis minar lau deliciosos e fructferos cara-
pos, consola-nos que aquello sera o vosso (un ;
para vos a palavra patria nao lein isentido; para
vos fallaiu mais alto vis interesses du que as lot-
tras e a scieneia ; pois lainbeui a patria e estas
nao vos bao de enumerar na relacao de seas lilhos
quer.
No de Jos dos Santos Hamos i<- Oiivetra e An-
tonio Vasco Cabial, pedindo o registro lo eu cun-
tate de sueiedade. VislaaoSr. desembargada
lscal.
No da Maia A Espirito Sanio, pe>lin>l qn* n fa-
cam ;is enaapntontos annutar camena que em IX do tenwna < ren!- ann *-
Baptista e I^aurenlino Luiz Wanderloy, 1 anspeca-
da, 18 praQa;, sentenciados Manoel R. Baracho, M.
Foram produzidas ambas as provas, terminando- Pra do VaJJ, Adelino Celeslino de Mendonga.
dedicados, mas antes na dos seus renegados, que, rain a Manoel Jos o'oncalves Braga e unir*, vi-'--
esse o lugar das aunas tacanhas e aponen- teram cessadu os pudores da mesma. t.mno re-
das, querem.
Mui dillerenlo de vos, nos vimos dar una pro-; No de Andr de Abrou Porto, armador do pMn-
va de que Iraballiauos, o fataBdo-O, mostramos cho Amlr, do 2tW toneladas, pedindo caria de re-
quo, reconliecendo e cultivando a niae das virtu- j gisiru para a inesmo pntecho. llaja viia *> Sr
des o Irabalho estamos mais prximos de sitas' ansomoargador tann
liihas. No de Juo lliphsia T-llo, p-dindi *rAn V
II ; seu roqueriment em que pedia i.lwbilL*c..
Pretendemos dar um juizo sobre um irabalho de Junie-so ana aulos e aoBte
um nosso patricio dislinclos ; elle Jos Bazilio da Sendo conclusos ditos autos, do rehabilita'
Gama : c seu Irabalho intitulado L'raijiuiy, poema veram o seguinle despaclni : Jur,n- h-ia anVnv
om 3 cantos. tica dos credores, o as re-neclivas .|imi.i. ..-,
Nao urna critica severa, e esmerilhada qnoi Nodo Manoel Luiz dos Santos vv C nMatanalB
desejamos fazer: lano uo permitiera nossos li- o despacho deste inbunal do H de tejnantafateal'
mitos. Tenamos somante dar urna idea geral da mo pasuda.
nada tinbamos com o presidente da provincia, e
neste caso a tropa devfa ir para l onde elle se
acha, e nao para aqu : tica assiin retificado o en-
gao em que cah.
do que cu (apoiados) mas como deputado, como
toudo recebido um mndalo importante desse mes-
mo povo, eu devo procurar por todos os hielos sus-
tentar a dignidad) desla casa. (Apoiados.)
Sr. pr-sidi-nle, eu eomec-o a referir as oceurren-
cias, e principiara |M>r um facto alumbroso que
se deu lia |cucos dias, depois dos insultos que ha-
via recebido o nosso collega o Sr. Benedicto Fran-
a dentro deste recinto. Uando o 8r. Benedicto
ranea sahia desta casa com grande numero de de-
putados. ..
I'm Sr. Dbpi tadu :Acho bom referir o inci-
dente que houve com o Sr. Benedicto FrRnea qoan-
do o Sr. Joo Teixeira lhe pedio qne no fallasse.
O Sn. Bar<#ib :O Sr. depuptoo Joan Teixeira
nm pernito cav.tlleiro, e pur certo nao deixar
de prestar o seo 'sienninho ao que vou refrrir.
O Sr. deputado Benedicto Franca havit|iodiiio a
palavra jn-la ardMI para reclanar a exeincaod*
tinta di^posicao di regimonto, por cojo motivo po-
da sor interrompuio o orador que enlSo estavacom
a palana, mas o Sr. deputado Joo Teixeira, Te-
rciando alguma .cena desagradavel por occasiao I eidade, nao podem ignorar.
*?** l?el*to. precipitou-se para elle, e como I O nosso nobre collega o Sr. Dr. Nabor, ^
ampo iiv* pedio em voz baia, que nao usasse da j signatario do requenmenlo para retirada da tro-
pa, tambera teve informacoes, denuncia a este res-
so assim todo o proeesso.
Foram concurrentes os Srs. Juvencio Temporal,
Manoel Francisco de Moura, Flix, de Valuis Cor-
rea e Sabino Anizio de Paria.
Pur falla de numero legal, n.o tem funecio-
nado esses dous dias o tribunal do jury.
No dia 30 do corrente d a sociedade re-
creativa Corybantina a sua partida ineiisal.
, Pedem-nos esla publicaran
Essa carta anonvraa dlzia, que o Sr. presidente a-i,aSr- redactor da Hrvnta.-Nao possivelI mais
houvesse de dar .ara ordem ddia tacs e taes pro- i^J3*\ Passa na 2&2&M
joctos, se nao havia de ser levada a mesa desta as- ,,"f f ?. i7,b:eltve,0' 'a? aUl vndefe,Jao
,emilho; pois pela falta de meios ocoitadonio1
, pode comprar urna sacca inteira, mas compra de I
n,n I a ('n,'1s. tendo sempre bom feijo no mercado.
v"*, Ora, ja ha muito que o arremtame exige delte de'
"-. cada 4 cuias o pagamento de 40 rs., o qoe o pobre'
fot aguontando por algum tempo, at que reclamau,
i e 'he foi reduzdo 20 rs. esse pagamento.
quo urna medida desta ordem no fosse muito pen-' se 'l'&i* informo XEt &* S
sada muito estudada, moito reflectida Ninguem '^Jj? r';'nTf"*2L Sita ? "rrcm.a'0, *
ignora que essa carta anony.na se achava de per- "?n at aranno'S r ,5ift 'SST^ l Sem
ta conihinaco com cerras boatos,com entrase ^^\Zl^^.S^ ^
semidea a pedradas)
Uji Sr. Deputado :Ora esta I
Oi-tro Sn. Deputado : E islo era motivo
se tomar ama medida destas contra bda a
loria ?
( Trocam-se muitos outros ararles.)
O Sil Buarque : Sr. presidente, nao
cniusiancias que oceurreram, e que os nobres de-
latados que se acham a par do que se diz por esta
que e
E' sobre isto que pedimos por seu intermedio
urna providencia da parte do Sr. arrematante, que
dever ter attenco ao que ahi expendemos.
~ Com date de 19 do corrente nos escrevem
de Pao d'Alho o segrate :
Comecarei pea elcicSo, que j das cousas
ao samrmos desta casaeu, o Sr. Bencdiclo Fran- pei'o, e m as veiocommunicar em conuanca, do- pretritas. Como sabe dividio-sa o campo m duas
e outros 6rs. deputados. todos fot
tas de que um individuo se dirigii
Teixeira e lhe lisse :-Ki acabtSles de
~ "- --- *-**) v *s* ifvu(,uii*u i !!- r^""j v Mi- --' .-..*.. .! <->,,.h.,,^^, ^ I1""-' *** \miiv ^-(lv UlviuiU'W V v.UII,n_ rjill UUd3
ca a outros Srs. deprilados. todos fornos lesiemu- Hinaodo al o nonie da pessoa que as dava, e que parcialidades, nma em prol do Dr. padre Farias, e
nnas de quo um individuo se dirigi ao Sr. Juan elettor;pessua muito respeitavel, muito no caso
saltar a de ser acreditada me di: igualmente que se prc-
as
asttminrt u vtriutmbuco, porque ai galrrlui teta- tenda lancar pedias corara esta mesa todos
V.a..,l'>,^a"' ''.pa.r? vecin*'fo ssetnbla Mczes que gallera fosse chamada ordem.
rK niltP"ad0tll ... Sr- Rutado Soares Brandio e outros tiver;
m Sn. Deputado :E acrediten tosso
O Sn. Buarque ;Be fui publico.
(Ha outro aparte.)
tiveram
aviso seradh.inte dos seos amigos.
Ora, 8r. presidente, reunam-se tolas estas infor-
,macoes, lodos esses boatos, rombraem-se com os
Ohn. Buarqle .-0 nobre denotado bem v qoe insultos e provoeacoes nae aqu nos tem sido fetas
f? ^u"iyevelat2 ** ,fcm Mr fcrta em', nan** <*<" anonyma recebida pnr V Ex "as
ct -II *.-. u a Pro^ocaoes directos, as ameacas que V. Exc. como
JL P.r1 cacao, e lamentoi no fundo do coracib qoe nasga- riios alguna coasa a recetar, nao da maioria do
Jenas houvessen) horneas que tivessem semelhan- poyo, mrs dos turbulentos ?
outra pelo Dr. Brito.
* Deu-se acerca da referida eleieao o seguinte :
Volaram 71 eleitores, tendo o 1* dos candida-
tas 34 votas, e 2* 3T.
Dos eleitores da Gloria faltaram 7, e compa-
recern! 0 destes, 17 deram seus votos no Dr.
Farias e 3 no Dr. Brito.
t Da Laz poneos vieran, e d'entre estos s ara
noten no Dr. Parias.
c A mesa eieitorl foi presidida pelo r. Joao
Severiano. Servindo de escrutadores o padre Pran-
Slin e Jos Roberto Gal leo e de secretario o capi- j
o Francisco Brasileiro de Almeida e Afboquer-
que e oulro cujo noue nao me souberara dizer.
UM POUCO DB TUDO.
Da Hfitsla Escolstica extraamos a seguinle
DESILI.USAO.
I
Ao co, ao sol, j estrellas
Perguotars se le araei,
Que eu nao sei se Uva algures
Esse amor que te jurei.
Se era sonbo, dissipou-se ;
Se era luz, ja se apagn ;
Se nio era luz nem sonbo.
Foi visio que j passou.
Fallei-te, verdade, um dia
rrm amor que te jore;
Na minh'alma, livre agora,
Nem en sei porque le amei.
Capricho, talvez, de moco,
Desejo d'umgozo vao...
Flor de noite respirada,
De manhaa posta no chao.
11
Se te amei... do meu passado
Na febre tudo esqueci...
Era de ferro too Jago,
Nem eu sei como vivi.
Chorei lagrimas de sangue,
Torturas que ninguem diz...
Se te amei, ] me nao lembro,
S agora sou feliz.
Nao me lembro.. que da vida
J nao ha sombras nem luz ;
Se peqoei, Senlior, jurando,
Foi pesada a minha cruz.
Se te amei, guarda a lembranca
Das venturas que te dei...
Quanto amor est'alma tinha,
' S Dos sabe... que eu... nao sei.
____*
Do Nain Jaune traducimos o segointe :
Alguns maridos engaados, quando tem ronbe-
cmento de sua sorle, nutrem a preteBco de tin-
ganca.
Uns reeorrem aos tribunaes.
obra, e manifestar a iuipresso que nos fez a su*
loitura. Quizramos descer a algumas minucio-
sidades dignas de attenco, muito necessarias a
m bom juizo circunistanciado ; nanea, poriii, a
essas banalidades torpes do acanhados Aristarcos
(|ue, punta de siylete, procurara diminutas qaes-
lies de lana caprina, o cujas azas Iracas nao per-
miem mais elevado vo : faliou-uos o tempo, e
s pelogeral fallaremos.
111
Disse alguem que o poeta nao se faz, nascer i
i'.i-.'-mus uessa propusicu. O conjunclu do quali- i
dades que rouue aipiejle ente subliuie, a delicade-
za, o gostoi a inyt^ifo, o genio que Iradjiz alio
oiiiiudo qa tleiM postondade, naojulgamos
que o- tratmllie- ou .> estodo de urna vi.la inteira j
possam reunir. 0 pnla nasoe com esses predi-
cados, que > r-oUdCam a par itos predeslinados,
que s de lempos em lempos v. a face da trra.
Cames foi poeta, Jos Agostinho de Macedo nun-
ca ; no entretanto, este era o triplo de illustracao j vimenio.
No do Maoool (tolano Borgos o J.s d. r>v
Mello, ped'iulo o registro du sou dislraio sueinl njue
ajuntui.Como requerem.
SBSSO JUUICIABIA EM 21 IH ABNIL
l> im\.
MBMDKNCIA O BXM. SR. JuNSEIJIKmw
SUIIZA.
Serrelario, Julio Hmmaaiei.
A han da larde, o Sr. presidente abri a *e*-
sao, eslando presentes o Sr. deemlurgalr Siru
Guiuiai es, e us Srs. depuladus Itego, Lenos. B>-
aa, a C. Alcoforado.
Lida, foi approvada a acia da sesea* anlere-
dculc.
MM
Do juizo especial docommorci..
Aggravanto, o viee-pre*idente da caixa Mia4 A
banco du Brasil : aggravadu, Augusto Froderiro Jr
Oliveira.
O Exm. Sr. conselheiro presidente nvgnn pro-
daquelle ; um exemplo bem patente
Jos Bazilio da Gama, porm, pertenreu ao nu-
mero desses. Queris urna prova t Lde o /m-1
guay I Tem s cinco cantos, mas sociuco ttulos i
de gloria I Lde-os com alteHcao, vos jue dais al-
guns minutos ao talento du nussos patricios, o'
acharis militares de bellezas. Vede esse Cacara-:
no, Cepo, e mais que a todos coinlemplai a pensa-
tiva e misera Lyndoia I
Do pomposo poristslio, que prioteiro so antolha
ao leitor, enirai nossas galeras sumptuosas; mi-
ra i ipiantos quadros sublimes ; oestes, quanlos
traeos de mestre ; oestes eiiiaa, quanto genio
transparente.
O principio do Uruguay orif iual e de eteiio.
Diz o poeta :
Do juizo municipal e eommereio Jo (Ub.
Aggravantes, Jos Pinto Kibeiro e oraros ; -
gravada, D. Joanna Iguana de Jess.
O Exm. Sr. conselheiro presidente deu provi-
meuto.
Nada ptdendo tratar-se o Sr. presidente
rou a sessao.
-
C0MMUNIC1D0S.
Fumara ainda as desertas praias
Lagos do sangue, tepidos, impuros,
Ein que ondeara cadveres despidos,
Pastos de corvos. Dura inda nos valles
0 rouco sora da irada artillara, etc.
Havendo no seu conceitutdo jornal Je 13 du
corrente sabido urna pubhcacao, ewn o tuna
Do nada ao muitoa qual irnta de t-rir asnni-
lilar ein seus bros, ja por que esse militar nao sa-
be camprir seas deveres pela ignorancia me tem
da disciplina, j tambem por <(ae *lle dVixnn a
classe de caixeiro e veio oecupar ama posien n
' exercito, onde ofrende a mocos que entra uannarlj
tiveram, e <|ne lilhos de orna academia, se evem
envergonhar de serem mandados por e*e miniar
ncnhuma importancia dei a essa puton-aco, por
que nos con idere e anunymooSr. Ptente prv
tegido do Danilocomo um miseravel, enana tent-
bem por queno saina (e nem sei) a quem se re-
Bi
Quanto nao preferimos esta entrada j to bn-
Ihada vereda do Arma, virumque cano e suas
imiraffjes I
7 certo que dos poemas qne temos lido, para
nos este o que melhor comeca t E invocacao,' feria essa publicacao : porm hoje que
quem n5o render homenagem de grandiosa ? mado, de que muitos companheirna *
Quem lhe negar o titulo de nrilhante T E no en-' deram scuielha
trotante, o pou nrodesto que cr apenas en-! mim, de meu
salar sea vo; qae chama de tename a to mimo- buieao.
so trecho de poesa, e se desculpa dizendo : | 0 desejo que tem certos horneas de intripr
elliinte pubhcacao corno
meu dever protestar contra
tal

MUTILADO


.1 >
,1
u<
e e^rTM **?* f&ta fer r\r Abril de IHOl.
aquelles, qne pelos s'iis actos ^rrcjecem a estima
4e-seus cheles, talvez seja a orignrhdo nada :n.
milito mas se assim ,->e-essa publiracao ttn re-
ferencia a factes que ine dizeio respeito, o Sr. Fi-
lante fimba o wu u-nipo : e esses que to toril-
mente se frausfuriuan em vis instrumentos, pro-
palando una cawmma, sonante deven, merecer
oiiiipainao !
Perguntarei poder partir de mim wna pulih-
caoaa em que se lauca em rusto como ignorancia,
o r sido caantro le vara e covado, tendo en em
met principios pertencido a mesma classe 1! !
O Sr. Filante protegido do Dando, nenhnm res-
posta Merece, visto que mostra ser lio ignorante,
fHinJ7*n 4latemanu^#>tt. a-Plheiro pivs- JnaoJaa da S\\%
dente Naburo, Perdigan Mnlheiros, Wiga, A. Pan Juvino de AtliaOKle Cavaleanle Simfte
toja, Vallaqus. Brito.Silv.vTTaro:. Franca, Jun-
quera, Velloso Azevedo, Siqovira,' Vonfido'.
pteSp lf>rvr recoti.ijo a vX desLa viha.
"r*HleT'"f *4?Vii'*io Ornes do .\k$(S.
^ Wrf\iaw'*,V.4. BarrHr.i. .f d* iioveWliro
.1.. IUS1 .'.._.- r. ,
m-
enlo.
de lW51-HhS8r.'carcorpin. di villa de Ingazel-
ra O Subdelegad* Ji/fto i/r />/ r' Simieirm**
Ao iHasJfctedwieiobro, veto o dito subdelegado
af andtemj na txn-oadw te Aforados, com um
santa-cosa armad-, rom orna granudo! a, um fa-
raes.
No dia 16 do crrante mez, foi a praca o paiol
da plvora que se teta de coustrair no "lugar da
Torre, e |>or teretu. apparecido duas. proposias
^uedescimhiTeopaf.eli.iUK.mnte^fl representa Jgtf** nTO ^^ dia 21 **" "0Va
A Ezma. Sra. T)
buqnerseae.
^
provedora.
aSenhorinha irendes de A#-
do mundo, o romroerelo, do qual ? praitranles os raixeiros.
Com a puiillcacaodestas linhas mullo agradec
O nosso
Gong
mJnrailor-gi>rtlv.
do llcar o seu constante leitor.
Julio Pompea de Barros Lima.
Recife, 21 de abril de 186't.
llelco de senador.
.-..
> fJajrrissirao .irniav -ex-pcoYedor, Jo.iijnim
aWsfcalgaao.
Ff. icu-^te SnkVAnna tocio,
Y Trovincial.
\o pibirco o.
Nos abaixo assignados. diputados assembla
Hojeas duas menores propostas forama duTlieo-
?rolaaijiyHie aceitara a Monda obra, reaJa
por M;205DOO. pula tt J;tKK^(iOOO, e"a de
FrnneJ.o Botelho do ndltada iija olTerecea faze-
larxr^:8O0anO0.
Sendo at uwjecosiufn'haver concorrenc^a, para
antregftr-gfta factura U.i obra.a qu.ni por menos legislativa"de>i7provioc]a,jiga"moTde nosso dever
lizer, surcedeu, com p^fnio de todos que o fr. di- trazer ao conhecnenio do publico o procedimento
rector das obras militares coronel de eageiJeiros que livemos boje, rellrartdonos de nossas cadeiras
Para iireeDciMnMVKi da vaeaaue no senado ica- Br!ro ')l>r on.A, CorrPU f"?0 da "Tematocan, com o protesto de que nao tornariaino ci|-
U di- dei rSSorv oS^ qu-zesse pMer.r a primeira d'-elas proposBs "a las em quanto subsistir o motivo, ^ue deu lugar a
ftanVisii Xavier >af Rar^n tii "J n! .te? |,rclex, de sef "n'a'nft ua PW<> nossa retirada.
*i Ke a ,SL d m,5'K trTit irt P raa *^".lr* IW a ^*- Corriam regularmente os trabalhos da asaamblea
Liarte ^ mi ~ J,:essa..ocrasia. suscitaram-sc duvidas, Mtilnal sem que essa regularidade houvesae sido pertur-
qual foi e
aprsenla
Saldanba
* sai-cas i.-.ru.n.i l a Manoel /efen.-io (>neu!vos
tfMceaj algodo. 357 meios de ola. il Heces
familia de mandioca; a .adou. _^.
I .reos tonoha de mandioca; ao de*-,-nl>ari. I
dor fkrnprio J. C. Doria. *^ *
Hiali1' n.i*lrfrin1 fuirncivcl, eritrao do Aracaty,
consignado Jos Joaquitn Alvos da Silva, mani-
festou o seguinle: |
"id saceos eoin 3lW arrotas e 2 libras oV cera
de carnauba, 14 mojlios xn 7|0 courinhos, W
meios d sola; Jiise a 5< teilao Jnior.
W muHins rom 1.060 esleirs de pafha d.: c:\r-
nao. 240 mollios c dita, W barriras e 9 saceos com H alqueirps de
e cprn ctia vinlu o reo Correa, e o subdelegado ai I gomma de mandioca; onfem.
!',..'' ''r a An9-'1' Jistodio; neslt inomenlo V mitas con \S arrobas de velas de carnauba :
mpareceu o capilao Lui/. Ferreira da Silv;l. cidadfto i Joao da Silva beHs:
manso e pandeo, exigindo do Sr. sulidelegado qual 120 couros salgados :
o noUM de fazer elle aquella priso. Kcspondeu Mallos Jnior.
x^tl!-m'J'or']lje,)odia- "''Se-lhe o capitao : Hiate nacioml Arroto Molo, entrado do llio
,IM8 raso nrenil.'i umhpin n tum fnnhi.in avam-ia. I n.
oa errC
rao e urna pistola, e meswo snlMlelegado coa um J
} I o na 18 do mesmo, vete para o mesnao Bm,
matfo ama picola, de que, Mizmeitie, > foi
victima olirrclro Galdlno.
de Afogattes
"....." rainro uaiuinn.
>'' legado nt\ Uma patrflia pVoscio
Quarta M-rrio ti.' "wWa de P,rit-tl
de abril de lKft.0 7-efft|-itiraii<..
' *'-------U.I
DECUIiydES.
Sexta-Mra 22 do correiH.-." na sala paitir V
atficncias. e d.-p.-is ,1a au.iKTtoa *. Ir. mu a
aatana 4a h va**, hnn d ^r rr^^^ ^ r^-
V ".'",,'r:,v" !" pa*B aaaaam rom SiawMM
' "'"1,''-^- T'"*Pwr l:.aa>4. ,.t ravrara
que Antonio IVNRJafBl P,eto m..ve iwz-. aaav
mnp.-.l d:. I- v,ra. ex-nv. i"Jinta. ,^r;, j.^.
.|iiim de S..i,/a Valle.
'asa tai' m-
-V*1^.P:1S0 P>nda tambein o sen cormado Francis- Grande do Sol, consignado Maia OL Espirito San
Qualqucr causa que di<-essetBos sobre o carc-
ter, ipialuiadet e servicos Periiambucano digno da honra que solicita ao cor-
po cleiloral, nos parece, seria por deuiais.
Fui este mesmo corpo eleitoral que o acolbeu
benigno (tela primeira vez que se aprsenlo; que,
reconhecendo os servicos, saber c virtudes rivicaaV
do Dr. Saldanba Maribo. o considereu na eleicao
passada.
lima vez, pois, sanecionadas estas qualidades pe-
la esrolha dos digno> e-leitores, niio tendo o Ilustre
parlamentar em oada desmerecido do acolhimeute
que ha poucos mezes obteve, devemos presumir e
presumimos por lionra do Ilustrado cor|io etetloral
passada eleigao.
A coherencia uma das primeiras quaHdades
exigidas em poltica < o corpo cleiloral pernambu-
RMM nao pode ser incoherenie.
t Dr. Saldanba Maruibo e o mesmo Pernambu-
I lian te negocio por ora, o que promettemos" fazer cues ue prineipalmente se haviam dado nos
depois d'aquella deciso, peguntaremos apatas se priiBeiros dias da actual sessao; corriam assim
a duvida do Sr. director partir antes da vontade as cousas, e at muda caima e ordem se linbam ok-
do servir ao fiador do coacarreale Ramftke, ijue servado iins ltimos dias, quando com geral sor-
o Sr. sarao do LivrameMo do que ao dador do ar-' preza da iiopulacao desta capital soube-sc, pela ina-
rematanle Andrade ? j uli.la do da- li> da oorrente, que urna forra nume-
Qaalquer que seja a razSo para semelhanle pro- rosa commandada por mais-tte um IBcia aehava-
ceder teaha a directora das obras militares adia-
mos que so poder ter so a base nos livros de ma-
thematicas do Sr. coronel Bricio.
At oulra vez.
CORBESPONDENCIAS.
ResondeijZ^1 J ii.OlWresieasd. ceblas; a orden,,
mita e rn-Hlx v. traUnn. t**0' Vaai ma,s eu ** Vl' tirando do Sul, consignado a Maia o Espirito San-
o ^1 J ,L !tq, mnift>stou.. sesnlnte:
n.m,^ fil?a0rgU oso rtve?t'-^ *" ',B0 cos" WJ 3Tobas de carpe tecca de cblrque a 33
Mrniun^i'^nr.PiS,,'l:i' e L9S9iS^ Ca^ do Berg.mti.n^iijglez Suyrftki, entrado de CardilT,
.!f',f **<*/ sobreofKhrecapaao.a-'caasignado "W.lsjn A ll:ii.., imaiireslot o se-
'iijem, teiizmente, nao roubaram a existencia e o uinte
nao ctHisagmram, porque na occastao acudi ttaiJ
graodeOmero*) pesaras favor do dito capitiio.
Asse.ntou o moasiro que devia' lanear man da
forea publica acabar com o captiao ianz Fcrrei-
ra e sua familia. Heuoio no dia B eincoenu ho-1 P*l, Peia.Parahiba o^i.nle
I Francisco Gomes 4e concursu |*ra jntmttmmm 4a
crititurano da mesma llx-sturaria.
Secretaria da Haaataaraaia pmvinriai *. ak.~-
bu. l de abril de l*V
A. F. d'.\minnri:,#-:"i..
S-erHario.
Taarrel eral.
Pela idminisfraeo de. crrete drsla nd>*- -*
toa publico que em vi ilude ira e.mvenea p>Mat.
i'.etel ri') expedidas malas para rirnpa uudia -*M4a>rnr-
rente pekr vapor Iranoaa Ertrmutiiur*. A- raraaa
ser.lo ii'i'ebidas al 2 huras antes da ajBat ter atar-
eada para a sabida do vapor.....- joraaes at V las-
ras antes.
Adminiiracao docorno || rnambuco IK 4a
abril de 1844.O adutiM^ra4r.
DiHidnos dos f.i**^ *Mrtn4ti.
i: V|*vrl;IV-I<>- Nao se tendo eftVciuad.. no .a 2 4- .^reo-
Barca fngleza Srraphinn carregou para Liver- te a compra do panno para f n Inoeaa ala txrao
MI toneladas de e.irvao de pdra ; as mesmo*. r
Srs. redactores. Xa discurse pronunciado pelo
Sr. Buarque em sessao de 21 de marco, e publica-
do em seu jornal de hoje depare! com a exposieao
de um fado, que dizendo respeito ao exercicio de
se guarnecendo o paco 4a assemMa, e que a cida
de eslava sob certo alarma, arhando-se tambem re-
forcadas as guardas, o que -alias pessoalmenia ve-
rifloamos, quantoadaltoodega,naeocasiaomque
por ah passamos.
All ceasparecendo,observamos quedefeito tropa
1 numerosa guarneca aquel le paco,e quea porta prin-
cipal do edificio e ante-sala estavam guardadas por
sentinellas.alm de diversos soldados de policaqu*
"Srejue^ms? no que temos acompanbades ^^SaS TSa? X
por outros coliegas, que se mandasse retirar a f.-r-" \'J pr*^*m*** ?r?..
cano .picha pouco ainda M lite nobre eespoota- mprego,; exige de mim urna resposla.
neamente eteito; o mesmo carcter stsudo, o mes-
mo liberal de prinri|Mos aovaoos e probidade incoa-
troversa ; a mesma illustracao, desmteresse e pa-
triotismo t
Temos paia o direito 4e esperar do nobre corpo
eleitoral desta heroica provincia a eleicao do Dr
Saldanba Mannho, como um acto digno de sua in-
di'p.-iideneia e illustracao.
Um cieUor..
Parajustillear o acia do Exm. Sr. Silveira de
Souza HaliTO a venda feita ao Sr. Antonio Jos de
Castro, do sitar do Manguind, que .-stava adjudica-
do a fazcada poroxepocao movida ao Sr. |oao Car-
neiro etmtros, achou o Sr. Buarque conveniente
fazer Jiisloriuo da uxecuaao, e Jiotar-lhe os de-
feitos flom aquella' proficiencia e luzs, qua lodos
Ihe reconheeem : e abnndo um parentbese aO seu
luminoso discurso, disse :
(K sirva uto pina mostrar como vao os negocio*
Illm Sr.-Tendo solicitado do cor, eleitoral de I fnxenda provincial)
m heroica provincia a admissao de meo ohseu- p'ermitta, porm, o
rooaaMna lista ttntme^ que lo, oflereeidai4ira- ron|ra Sta JJJ^ .
nossa
Permilta, porm, o Sr. Buarque que proteste
.-ntra esta sua assercao, e que mostr a inexacli-
raoa ultima etejefc, c^segu. tato, e do modo o dao de seu hlsIor -'^ ,he foi referdo por
nats ..obre e l,-o,,,e,ro a mitn.qiie por lao grande -:i 1I|Illres,aa u'a Uul.acao da verdad"
*^^J^^^J^^*V^^ Sendoapxecucao promovida contra Joao Car-
Da tribuna parlamentar eu me d.ng. ao* el.itoies, eJro e ^ ri.(,,mmendei que tessam penhora-
4e nimba p.ov.ncia, e Ihes tribute, a temienagem dos ben( u( ,0(Js 0J exl3CUlad,s para *atil, lla
devi.la ijelo titulo de suprema honra que me haviam | ,cass;em de IIle||,ur condicao gue outros.
concedido. Vrnn \ 0 Sr. Joao Carneiro possuia uesla cidade o sitio
PHa lamen av,H .norte do Sr. conselhe.ro Fran- ,, Mangllml)0 e ^ fo e|le penhorado, sen-
Mfo Xavier l'aes Baii.-i.,da-se nova vaga na se- (|(( ^^ (111(. ,IKJ1. Tu- .
nado.
buco.
e nova eleicao vai proceder Pernatn-
Apresento-me novamente, rejratando de niinlia
Algoulade consultar ao mesmo corpo eleitoral se
nos poueos mezes detenidos da eleicao emque fui
OaanUarodo teuho em aiguma cousa desmerecido
do coneeito em que se dignaram ler-rae os eleito-
res perpambucailos.
E porque tenho rousciencia de mim, como lenho
intima convieeao da dignidade, independencia e
firmeza do carcter de V. S., nao duvido contar
com a sua valiosa coadjuvaQao em prol de minha
randtdatora na i.leieao que se vai agora proce-
der.
Aumente do campo onde a eleicao vai ser de.-pu-
tada ett nao cont senio com a bondade, e honra
Je V. S. em cojas <|u,ilida-les eonlio plenamente.
Sempre tinne nos principiis liberaes, para trium-
pbo dos quaes nenbiim esforco e sacrificio lenho
poupado me repulo no cato de merecer a conti-
nuaran de seu apoio.
Kiro as suas ordens.
De V. S. amigo, patricio, criado p olirigado.
Joaqutm S Udasth Mario.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 18(14.
A o veneravel tribunal da
relaeo.
BHaONICa ji nn:i\m\ M eoiiTK.
Vistos, exposto* e relata los estes autos de rvis-
do inexacto que possuis.se elle oulros bens livres,
sbreos quaes a exerueo podesse correr ^tam-
bem inexacto que oSr. Castro se achasse ao lem-
po da peuhora na posse desse sitio, visto como ella
foi feila em setembro de 1860, o a posse. dada ao
Sr. Castro em 18G2, sendo o titulo por elle pre-
sentado para tai liin datado de marco de 18TH.
_A execucaocorreu son* termos at a adjodca-
cao, e depos dola o Sr. Castro pedio vista pa-
ra embargos de terc.iio senlior e possuidor, fun-
dado em urna esenptura de hypuiheca e de daeao
in sululum nulla |>or ter sido'celebrada ao teui|io
em que esses mesinos bens elle hypothecados p
dados em pagamento ja o estavam ii thesouraria
pela Banca de arieinalacao de rendas, ijue teve
lugar nm 18j'7 p por ella penhorados.
OSr. Castro nunca apresentou titulo legitimo de
propnedade desle sitio embora o juiz municipal da
segunda vara Ihe mandasse dar aseitrequerimen-
to posse judk-ial em fevereiro de 1862. visto como
o que para essa lim apresentou era nullo por eon-
ter urna conveneao aoprossMnenle prohibida peIS
ordenaeao do I i vio l liiuldoOeom pena de nulli-
dade ; o que corrmte em direito.
Foi por isso, lalvez, que o Sr Castro nao s niio
proseguio nos embargos, como tambem desisti de
um segundo aggravo i|ue nterpoxera do despacho,
lelo qual posteriormente se Ihe negou vista, como
ludo consta dos autos.
Agora (uanto ao -defeif da exerueo por falta
de avaliaeao, ou por serem penhorados uns bens
e avahados outros. e sobre osles ter corrido a exe-
t.i, em que sao partes, como recrreme Jos Jacomc CU(ao, o proprio Si. Buarque, quem se exprime
Giudee, erecorrida a juslica ; comedem a revista
pedida pela manile-da nulldade do accordao II.
166 v. [oi'lrri lo pela relajan do Rio do Janeiro,
nniiflnaoiln a tuoleoaa a II. l'm v. que condemnou
o recorrente por crune de peila por quanto. sen-
do principio do direito coii-agrado no cdigo do
processo erimin.d, que o foro commum para os
ci'irnos em geral ojuifo por jurados, com exceii-
i i apenas diquell-s de que trata o art. 133 do
nesmo c>digoe que forem commeliidos pelos niem-
bros dr. poder execultvo, o do poder legislativo;
e-te principio fui moditieado pelo arl. 231 e 3 da
le de :i de dezemhro d^ 1841 o qual aulorisa aos
<"\' modo que bem deixa v,r que atrapalhou-se,
jnstitieando sem querer aquillo que preteodia cen-
surar.
Disse o Sr. Buarque :
EITertivanicnie. Sr. presidente, a propriodade
que foi penhorada polafazonda,comprehenilia-
predios, um a margem da estrada, e dous a borda
do rio, a fazenda penhorou urna de-tas casas, e
deixou de penhorar as duas a margem do rio.
Ora se a propriedade penhorada pela fazenda,
romprehendia tres predios, na phrase do Sr. Buar-
que, como que elle diz ao depois que a fazenda
penhorou uma destas casas e nao as outras ?
jui'.rs de direito para formar culpa e julgir delini- A penhora foi, como bem diz o Sr. Boarqce, fe-
IIamonte oscrines de respoiisabilidado dos em-' ta em um sitio, a propriedade que continha tres
pregados niio previb-giados.
Mas esta mnddiracao, segundo o texto do citado
art. 200 s, I do reglamenfo de 31 de Janeiro de
1812 se. restringe ao caso de ser o crimede res-
P nsabilidadee o autor delle empregado pu-
blico.
Ora nao sendo 0 recorrenteempregado publi-
co, enaopodeado por tanto em sua qualidade n-
casas, alm do terreno c por tal modo a penhora
as comprehendeu lodas.
0 Sr. Castro nada Imha que ver com isto, nem
com a exeeueao. i|ue Ihe nao dizia respeito, e na
qual nao era parte desde que deixou de proseguir,
nao apresenlando os embargos e desislindo do ag-
gravo.
O Sr. Castro portante nem foi esbulhado, nem
dividual praticar crime algum de responsahilidade se Ihe fez violencia aiguma ; oque bem patente
e evidente que de nenlium modo poda ser desafo- do mais superficial exame do seu titulo e sua da-
rado, para ser processadoe julgado em umjuizoda
ex.opcio.
Nem mesmo pelo principio de prorogaco de ju-
risdi.cao poda ter lugar o desaForamenlo ; porque
sabido que a dos juizes criminaes especiaes
'Unprorogaviil, e nao pode estender-se ainda con-
senlindo as partes, alm dos casos e das pessoas
para que sao estabelecdas pela le, pois que o con-
trario seria fraudar a benfica disposicao do arl.
.',7:1 s 17 da Omslilucao do Imperio que prescreve
todo foro previlegiado fra dos casos estabelecidos
pela lei.
Nem tambem se pode argumentar com a conne-
v "io do crime, pois que aqu se nao da connexao
aiguma, mas sim idntico o facto o de peila
para o qual euneorre um como pettado e outro co-
mo licitante.
Nem tambem razio j'uridica para submetter
ambos os delnqueme* ao foro especial a allesacao
fundada no maior esclarec ment e illacidaco da
verdaile que pJe obter-se no inleresse da juslica
guando o reos sao julgados ronjunetamente e p>r
uma s senienca, evitando-se assim o perigo de
julgad.is contradictorios.
Alm da regra de que as jorisdircoes sendo de-
tinid.K por lei i.ao podem ser ampliadas por inte-
resses da justica cujo tnaior interesse a obser-
vancia da mesmi loi, accresce anda que qualquer
dos jui/.os em que um e outro reo sao julgados,
,pde praticar todas as diligencias necessarias ao
descobrimento da verdade at confrontando ou aca-
reando os culpados e inquerindo quaesquer teste-
munhas.
E se esta supposta utlidade domnasse no ani-
mo do legislador certameote nao seria permitti.la
a separadlo do^ processos, como se permute no
.caso do art. 276 do cdigo do processo e em outros
mais.
Nem prevalece o principio de coherencia dos
julgamentos, por provar elle dentis, visto como
pdem ler lugar diversos julgamentos, lanto em
caso de separacao dos proressos como no de ser
julgado posteriormente algum dos acensados que
por ausencia ou qualquer outro mp.diaaento nao
p la sd4otom os demais oo-ro* o co-ro, e final-
menM na trypothese, alias frequente de ter passa-
do em julgado a sent.ea contra algum co-ro, e
la, sendo certo que se l!w assfstisse diivito fiSo se
suj-'itaria a comprar de novo a propriedade ; e
iwrlanto nao liavia nem ha que agradecer-lhe a
abnpgaco.
Em todo o caso pela exposiejio que acabo de fa-
zer rica evidente, que em todo este negocio zelou-
se mais o interesse da fazenda, do que o do Sr.
Castro (andariam melhor os negocios da fazenda
fazendo-se o contrario ?)
Qualquer irregulardade, porm, que houvesse
na exeeueao nao aproveilaria ao Sr. Castro, por-
que elle nao jiodia pagar-se de sua divida pelos
bens de Joao Carneiro em qoanto nao estlvesse pa-
Iga e salsfeila a fazenda.podendo ser o erro comgido
m beneficio smenle desta. e nao de terceiro que
a quena preferir com um Mulo duas vezes nullo.
O Sr. Buarque loi mal informado, e por isso es-
lou persuadido que nao levar a mal esta ex plica-
cao que Ih'a dara eu, se nao preferiste elle ouvir
ao interessado.
Com a publcacao destas linhas Srs. redactores,
mullo obrigarao ao procurador fiscal da thesoura-
ria provincial.
Hecife, 20 de abril de I86't.
Cpprian Fencl&n Gucdes Alcoforudo.
PRuciOES i mwoT
lleco do provedar e mais irmos que lem de re-
yer a confraria de patriarcha S. Jos de Aje-
nia a futura anno de 1861 tS65.
ProveJor.
0 noso charissmo irmao eit-viee-provedor, Joe
Fehppe Martins.
Vicej>rovedor.
O nosso cnarssimo Tinao ox-definidor, Jos Joa-
quitn Alves.
Secretorio-
O nosso charissioo irmao. ex-secrelario. Manoel
Francisco dos Santos e Silva.
Thesoureiro,
O nosso charissmo irmo ox-thesoureiro, Benjamim
Fraueico da Silva Araate.
ca,coja presenra all reptitavamos nao s desairosa
provincia, seao altentatoria da soberana da a-
sembla.
Discutido esse requerimemo, deixou de ser vota-
do oeste dia. |wr se havarem retirado da casa,
na occaso em que se devia votar, qaasi todos os
propuguadores da permanencia da terca.
Na sessao de hoje quando esperavamos que a
maioria da assembla, ou o seu presidente, houves-
se renVrinio sobre essa providencia altamente in-
conveniente, quando a propria experiencia nos pa-
va mostrado essa inconveniencia, pois que, provo-
cando o apparato bellico aumerosissimo concurso
de espectadores, o deliquio, que sobrevete a nm
desles, foi causa de summa agiUeao e desorden)
uaquelie recinto, a ponto du ser elle invadido por
diversos, nao com o proposito de desrespeitar a as-
senibla, mas que corriam levados pelo pnico, a
maioria aao duvdou regetlar aquelle requerimen-
to, sanecionando assim aquella actopor demais
abusivo e violento da mora da commissao de
polica.
Colfocados nestas circomstancias,entende'i>os que
deviamos fazer um protesto solemne contra aquella
deliberacao, retirando-nos da assembla 8 deixando
de lomar parte nos seus trabalhos, em quanto all
existir terca dever que nos parecen tanto mais
imperioso quantoo presidente, hav.-ndo alias to-
mado essa medida extraordinaria, que nao est
comprehendida em suas attribuices, sera consul-
tar a assembla, mas apenas a alanos membros da
maioria, declarou que retirar-Se-nto da casa, se esta
nao houvesse de determinar a permanencia da
(orea.
Recife, 18 de abril de 1861.
Dr. Sabino Olfjario Ludiicro I'inho.
Dr. Joai/uim de Asnino Fonccca.
A. J. da Costa llilieiro.
Joao Francisco Texeira.
J. Braulio Correin e Siha.
Diodor o Vlpiauo Coellio Cataiio.
Manoel Nettv Carneiro tic Souza tandeira.
Josr da Cunt* feixeira.
Gaspar de enezes Vasconcellot de Urvmmowl.
Elevan por devnco du provedar e mais pessoas
que tea ile festejar opatriarcUa S. Jos de Ago-
na no fninm anno de isfi i isr.:;.
Provedor.
0 Illm. Sr. Manoel Antonio de Jess Jnior.
Vct-provedor.
O Illm. Sr. Antonio Augusto dos Santos Porto.
frovedora,
A E\m.* Sr.* Brorlea do Livramento.
Viee-provedora.
A Exm.' Sr." D. Mara de Cerqueira Castro Mon-
teiro.
Mordomos.
Os Illm-. Sr.:
Antonio Jos Moreira Junior.
Antonio de Azevedo Rotos
Andr Illanco.
Ernesto Adolpho Saldanha.
tApriano Villarinlio.
Jos Joaquim Rodrigues Braz.
Joao Como Alves da Silva.
Antonio Jos dos Res.
Augusto de Castro Monteiro.
Jos de Castro Monteiro.
Antonio Samico de Lyra e Mello.
Severano Jos de Moura.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Antonio da Costa Alnieida.
Joaquim Jos Leitao.
Joaquim Antonio Larangeira.
Romao da Silva.
Jos Francisco de Souza Lima.
Jernimo Jos da Costa.
Andr N;>tizer.
Jernimo Salgado Castro GumnrA"-
Antonio Jos de Azevedo.
Diomzio Ferreira Cavalcanti.
s Mordomas.
As Exm" Sr". :
D. Anna Leonor de Castro Accioly.
D. Anna Florencia de Lacerda.
D. Ilicia Josephina Ferreira de Mira.
D. Delniira Pessoa Pinto de Andrade.
D. Florinda Perpetua do Reg.
D. Adelaide Candida Viera de Amorim.
D. Ros Amelia dos Santos Colho.
D. Olympia Amelia Ramos de Oliveira.
D. Amelia Rosa de Lomos.
D. Leonilla de Sena Castro.
O. Jeronma Samico de Lyra e Mello.
I). Mana Luiza Viera.
D. Mara Cbristna de Lacerda.
D. Joaquina liosa da Estrella Pinta.
D. Mana Pessoa Pinto Silveira.
D. Adelaide Bernard Qunleiro.
D. Feliciana Mara da Paz Bastes.
D. elecina Rosa de Gusmao.
D. Francisca do Reg Barros.
D. Candida Mara de Mello Pinto.
D. Mara Vareta do Mello.
Frei Jorfe de Staa Anna Ijoco.
Provincial.
' Ficou t bartiaro subdelegado muito hypocon-
driaco por pao conseguir o qtie pretevlia, e com Rendimente do dia 1 a 20........
nhado Cor- dem do da 21...............
inspec-"
Tiaemu a serte do illm Sr. chele de polica
inens-, e, acompanhado cora um oflicial de jostca
e o seu eunluilo Correa, como inspecter, cercou a
fera de Afogados para Insultar o capiao Lu Fer-
reira e teda soa famHia, para ser (falla-se) escolta-.
do e masacrado ; prm foi Dos servido de n'a-
queUedia, se adiar all o lente Severioo Jos de
d'Almaida Pedrosa com nove pracas para manter a
ba ordom e garantir < etodos.
2,020 saceos com 11,100 arrobas de assucar
masa vado.
Barca ingleza Silcerstrennn carregou para L-
vorpool o seguinte :
2,100 saeco* com 10-.-*i0tl arrobas de assucar
mascavado, i,7LI ditas com 8,736 arrobas e 16
libras de algodao.
Kecrhetlorla tle rendan Inferna *
geraes de Peraambuco.
j de pilica oor nao ter agr.idado < que M a*w.
er> a
e su.. >*.ieu*L
tor.
ja o ha ver reconimendadti ao Illm. Sr. delegado,;
que o reprovou e juramenlou no camiuho desta
capital.
E assim, senhores, lajean viv-te de 1863 para
186i sem go-ar o direito de cidados livres, sof-
Ireudo perseguicoes llegan* de um subdelegado'
monstro, calumniador e prevaricador do direito
dos homens.
Ki~ o iioinen. disiincto que o governo progres-
sisla achou para nom.-ar. quando este subdelegado
ilevra estar dentro de una masm*irra para pagar
o assassimo que fez no auno de IS."1. a 2 de feve-
reiro. que brbaramente roubou a existencia do
individuo Joao Pereira com dous tiros e nove ta-
cadas, e ficou esta morle impune, porque era o di-
to assassino Joao de Dos, genro do capitao Joao
Manoel d'Alhaydo, e este intimo amigo do subdele-
gado Joan Pimentel de Siquera Unto, que era n'a-
qiuille lempo, vermellHis de prulissao. oppressores
das leis daqueila epora.
Es o motivo do procosse nao se instaurar, e
sempre ler estado o Sr. Joao de. Dos tranquillo,
porque no lempo em que os verme!bos estavam de
imsse do poder, o Sr. Joao de Dos lavou as mos
no sangue hmiano. p a poua qoe solfren foi ser
elevado a tenetile da guarda naciona, e hoje sub-
delegado de polica do disfricto de Afogados.
E' o que na verdade nos causa estranheza de
nosso governo conservar no emprego um moasiro
da natoreza.
Afogados, :il de marco de 186'.
Flix Ferreira de Siqueira.
l6:!tilA8.0
Consulado provincial.
Rendimente do dia 1 a 20......... 56:808W02
Idem.do dia .21................ 2:667*310
59:1751811
MOYIMENTO BO POSTO.
Nmios entrados no dia 21.
fl'ia de Femando61 horas, vapor nacional Ha-
mnaguape, de 337 loneiadas. commandante Ma-
noel Rodrigues dos Santos Moura, eipiipagem 20.
Philadelphia -91 dias, barca dugleza Joao Matunu,
de 2'.'7 toneladas, capitao Kerbio, equipagem 10,
carga 2."13- barricas com familia de trigo e ou-
tros gneros ; a Maiheus Auslin A C.
Y'ii'i sitidu no mesmo Liverpool pela Paradina -li.irca nigleza 1'iso, ca-
pitao .-Wtbridge om lastro do assucar.
EDITA1ES.
O Illm. Sr. inspector da thesoiuaria provin-
dial, em cuni|irmento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no cha28 do crtente, perante a junta de lateada
da mesma thesouraria. se ha de arrematar, a quem
por menos flxer os roparos, de pie necessita a liar-
te do caes da ra da Aurora, em frente do Guiina-
sio Provincial, avahados em 2:0405000.
A arremataciioser felia na forma da lei provn-

l'ara o Illm. Sr. delega to ver.
Nos abaixo assignados, todos naturaes da pTO-
vinria do Pianhy, declaramos por este Diario que cial n. 343 de"18 de maiode IS.'ii e sob as clausula
o preto Clemente, alistado como voluntario no se- especiaes abaixo declaradas,
gando batalho dp. infantaria, escravo do Sr. ca- As pessoas que se Bfopozerem a essa arrema-
piao Manoel deFreilas Fragoso, residente na rda- lacio coinparecam na sala das sessoes da referida
de de eiras ; assim Cmo igualmente declaramos junta no.da cima nieneianado. |>clo pw# di:i e
que a.caria por elle apresentada como documento competentemente habilitadas,
de sua pretendida liberdado foi passada por Bel- E para constar se mandou publicar o presoatc
zario Jos da Silva Conrado, na qualidade de. ere- polo jornal,
dor c genro (disquitado, aticnda-se bem !l do re- Secretaria da Ihesonraria provincial de Pernam-
ferdo capitao. buco, 5 de abril de 1864.O secretario, a. F. de
Temos cumprido o nosso dever puunando pidos Annunciacao.
! dretos de urna, pessoa que pirrninciile nao pode CLAl'SI'LAS ESPECIAES PARA ARIIEMATACAO.
defend-los o agora esperamos mc a polica faca o L* A obra da reconstruccao de 248 palmos cr-
ranles de caes na rua da Aurora ser feila
dr- conformidade com o orcamento respectivo, ap-
|ir.ivado pelo eonsellio da direcloria das obras pu-
blicas, na importancia de 2:00JJHX)0.
2.' s pagamenlos sern feitos em duas presla-
coes iguaes, sendo a primeira (piando os trabaihos
estiverem em meio e a ultima quando tiver lugar a
entrega da obra.
3.* O arrematante dar principio aos trabalhos
no prazo de 20 dias, e os concluir no de 63, am-
bos contados da data da arremataeao.
.411! allulla peiiftr.'l 6e heill|>. %.. O arrematante nao lera.direito a nenhuma
A icudeiiii medir de Berln teve perfeitamen- outra reclamacao ou ndemni-acao que nao pro-
te ra/.ao. taAkw jihImiiso julgameato em pronun- l veniente do caso previsto nos arttgos 2 e 6 do or-
ciar o sueco da balsmica atiacahuita mexicana co- (mente mencionado.
mo um eapeerSro positivo e infallivel para todas as j 5.a Para ludo quanto aqu nao estiver previsto,
rrilaces ou inflaminai;es da garganta e dos va- regular-seha pelo que disjide a le.Conforme, A.
sos bronchios. I F. de Annunciacao.
Nao ha nenlium caso de rouquidd, tosse. catar-1 O Illm. Sr.'ins|ierior da thesouraria provin-
rho, excoriaco da garganta ou irrilacao do* bron-' cial. MI cumprmenlo da ordem do Exm. Sr. vire-
chos que (>ossa resistir s suas adnnraves quaii- presidente da provincia, de 6 do cor renta, manda
dades ante-irritantes. Eda rostitue a voz quando fazer publico, que no dia 28 do mesmo, peraote a
perdida nn enfraquecida priHiuzido pelas aleccoes junta de fazenda da mesma llv^ouraria, se ha du
ou sonsacos de aspereza no palato; faz cessar a arrematar a quem por menos lizer, a obra da con-
lado.de novo se OOOvafj a q
a comparecer na secretaria .la
II horas .lo da 22 rom i amostra
OM carta Techada.
Luir Jeronymo lirn.irio .1.* H^m.
Teneiii.---i^rri-tara.
Consiilntln ilr aratrlla^al
Por este consulado az-s.- p.iblicu pira nmkrri-
meiito de quem interessar, q.i- mo du 2 -I- anaa
16:3'l7i80i' l'r'"l'n,<> futuro ser posto em praoa pnMK.t. o ar-
40tiJ04i naeea do agente .te l.iloes. IV-uii. .-.-r ..v.
----------I TlioiM, ao espolio do fiodo subdito porluiran te! luphi-
ta da Rocha, liyjH.iheeado por r-.-rif.inra pubiM-i
Antonio Alberto de Souza Aguiar. pori *aT*rr>ma-
lado por quem mais der, soin .. prec da l"l<*
por que foi avalia.lo.
ConMsIado de l*arlat-ail.
Em virtinle dn que -e arna d.*fM.i aa roatren)-
efw consular, ltimamente c.dei irada entre > Itra-
s4i o pMinfal. faz powSteii ,pi no *> I!' .teste
me7. falle, u o snlidto aartoanaa Man. I Taae
.lair.leiro, nrgocuuie isiat.ei.viao na iravosaa da
Madre de Dos.
Pelo consulado de Portugal ne*U r^la-te. saa>
convidados Indos os ir.- lores .!> aada anWaa*
portui;uez S.rapl.im Miguel 4a Silva a apr. nata
rom seus mulos dentro do pa.-. .! :a 4aaa, Jau
do qual nao serao adaMlMOW. Recala ta 4a .Ud
de 1864.
OHHRK) i;:-.ha:.
Retacan das caria* sr-nras riioleifes
na alminisli-ac* l rorrrio 4e>ta
ti'li-ile par os sriihorrs anaiio it-
rhipailos
Ki nesio Dias Monteiro.
Francisco Jna Mar'in- P.-nn i.
Francisco Mor. ira da CnMn.
Henrip.ie da Silva Ferreira \\ A
Jos Joaquina Atvrs de Ainoriui ti
Luiz Jos do llego Braga.
I>. Mara Vi Itosario Pear-ira da Srlv.i
Miurieii Fraiieisco Ferreira da lata.
Manoel Mavuno dosSonaas Kories '2.
Manoel Jo-e do H -ciiin-nto.
Manoel da Silva Jlnnl.......i Vianni.
Vianna v\ Goimaraes.
'orreiii.
Pela administraeo s.- fJi poflie.i qw Im^.- ,22).
(telas i hi>ra< da larde em peona, fafeaw-ea Un a
malas que deve condu/a. 0 lOpat aojHenO J**a>w-
aaaae com destino ao- panos di saaraj ..! a Aca-
rara. Os janatos atae receblos ai.- I la-ra 4a
loada, e as carias adni.iii.las a seguro ale 2 huras.
resto que Ihe cumprc.
Hecife, 21 demarco de 1864.
Antonio Bodriguus de Souza Martins.
Joaquim Ferreira de Carvaliio.
Simplicio Coellio de Roteado Fiho.
Manoel Bodrigi.es de Carvalho.
Basilio Mondes da Rocha.
Joaquim Newton de (iarvalho.
expectoraco sangunea e impede a accumulacao
de mucosidades uos orgaos da respracao que pr-
tem dos pulmoes.
Inteiramente difTereiile na sua coinposico de
todos os mais peitoraes manufacturados de fructas1
adstringentes, cascas e raizes etc. 0 mesmo nao'.
conten em sua composico nenlium acido priissico
ou oulros quaesquer ingredientes venenosos.
servacao da estrada do sul, entre o marco de !2,0(K1
bracas ao engenbo Massangana (:>" termo.) ava-
hada novamente em J:800000.
A arremataeao ser feila na forma da le pro-
vincial n. :W,\, de 15 de rtiaio de 18-54, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem essa arremata-
eao. comparec narre sala das sessfies da referida
THEATI10
DE
S. ISABEL.
JKMPRaS/,%
(iHRMi.M) a MHUBM
&' Recita dn a.nl|natMra.
SABRAIH. 2! DE ABRIL.
Subir a scena o interesante drama em raneo
actos, original fraoc.-z
Acha-se venda as Iotas de Caors & Barboza o. j'uhia.no da cima mencionado, pelo meio dia, e
J. da C Bravo & C.
COMMEBCIO.
i
NOVO li.\:i> i)E PEiiXAMBLCO.
0 novo banco d> Parnambuco paga o 12 divP
dende a razio de 9J jior accSo.
iir.tn Bendmento do dfa 1 a 20........
dem do dia 21.................
33:3114501
16:3114900
369:8234409
nuviuienli da alfandega
Voluntes entrados com fazendas... 124
t com gneros... 233
113
230
Volumessahidos com fazendas...
t com gneros...
377
343
Desearregam no dia 22 de abril.
Patacho InglezSaqilla carvao.
Briuc InglezQueen off thr Plae mercaderas. \ 6 m.
Patacho oldemburguez Pfieltercadonas.
t" Procurador.
ter o "olro recorrido del'la como acontece na espe- 0 nosso cluiri*hn*i irtuSe, Veria.W Senleio Lopes,
ce vrteme. Procura.ter.
Da contraria doutrina, segnir-se-hia o grandis-jO.nosso charissmo irmao, Joaquim tomes l)on.-
simo absurdo de ser processado e julgado pelo se-! rado.
nado oo por este Uurvmo tribunal So jnticaou' neflnidores.
pelas relaces qualquer ci.ladao nao previlegiado Os nossos rharissiffios irmos :
nrurso n" crirrle de peila on qualquer outro, quan-
te o seo co-rui We um dos empregados enjo fo-
ro competente, conforme a OmsiiMino e as Icis
o senado e algn- dos sobreditos tr.tiunacs.
De onde (Ira evidente que embora o penado con-
siderado npregado publico mi prenleg.ado fos-
M processado e julgado no foro excepcional, o re-
torrente como peilanle uo o poda ser naquelle
alto. resitl!.nt!o do faci contrario mintfesfa nul-
ldade | ar incompetencia do juim.
Bx-procurador geral, Joaquim Jacintho.
Ex-provedor, Antonio Joaquim de Almeida Cruz.
Bt-provedor, Custodio Antonio Soares.
Et-tliesoureiro, Jos Hodrigues Colho.
Senhores.>Na qualidade de cidadao livre e tran
miillo e liberal progressista, vou publicar e tetar Barca inglezaSrhipnion -carvao.
ao eouhecimento do governo os feitos e boa admi- Patacho nacionalD.f.tudiversos gneros,
nistracao do subdelegado do dislricte de rogados Patacho nacional Capnan diversos gerteros.
termo de tngazeira, o Sr. lente Joao de Deus de Patacho nacional Relampego -idem.
Siqueira, pois, sendo este um homem rancoroso, Brigue inglez-Joan Mnlkcus fariuha, bolachinha
ignorante, e. colhgido como assassino, hoje em- e gaz.
pregado de polica, para apoiar criminosos, sac-
cumbir a liberdade de cidadaos livres e alropeliar
o socego dos honestos habitantes dsste districte.
Tendo Olegario Ferreira de Brilo raptado uma
filha de Sabino de Lacerda Siqueira, e sendo o
subdelegado prenle do dito Sabino, logo fez reu-
oir 20 homens armados, e foi cercar as casas dos
habitantes do Biacho, tarde da noile, e mandou
abrir as ponas, tilles abrem snas |>ortas e v5o en-
contrando as armas embuciad as a ellas; facoes des-
cmbainliados e foices pequeas empunhadas, como
c alli houvesse algum feo, e o reo que se achava
era o seu cunhado turbulento e assassino. Fran-
cisco Correa d'Athayde.
No dia 29 re ootubro de 1863, qnaddo ia na
competentemente habilitada.
K para constar se mandn publicar pelo jornal,
fieoretarta da thoeooraria proviuc-ial de IVr-
nainluco. 7 de abril te 1864.
l> secretario
A. r. i Amvinciaalot
Cladsnlas especia*!* para arremataeao.
!. A arremataeao da ponte da estrada dosnl,
comprehendida entre o tnaren de 12,000 bracas j
aoengeiUio Maasangana^ser arrematada per um I
PKRSONAt;F.>S
Jaeqnod'Alliert........
De Di i US jWI imiuisidor
Hay mundo de Bal ves.. .
Bal de Briv^s.........
Latrade, nejroci.uiie.....
O Dr. I.einarrbaiii......
De llissires...........
Jos, criado de Bal... .
f'm criado de latrade.
Setihora Latrade........
If.tena Latririe........
Joanna de Alberl. mulher
d.- Bal..............
A senhora de Sevry-----
A senhora de Cerney.. .
l'ma criada............
(MSciaes. senhoras, coii*kuV criado.
E|ioeaactualidade.
OaV. i-i i
TI.HIU2.
Vi.-tunao.
> iasoa
Plan..
Bocees.
Pate.
i Taiaaara
. LroanVnai
ASr.l Mam l'.wWe*.
. D A. aVWajavIan.
D.
Vii-inia.
i 'Idrr. i
lMvinpi>
anno, pela quaotia de 5;800s5aOOO, constan do I Slie scena com tedo o caanant a presente dra-
orcamento junta. I ma. n Ihe faltando nsohuio dos muitos resso-
2.* 0 arremtente dar principio as obra no j rios que remier o ;mter.
praso de i5 das, conladt da dao da arremata; ___ .
cito, guindose em ludo pelas >a*CTpcoes door-; Terastnara o espectculo coro agrarios*!
camento e pelo dispos o ao novo regulameuto de j da em um acto.
3 de agosto de 1863.
3." 0 jiagamonlo offectoar-se-l em presiacaes!
raensaes iguaes. de conformidade com o artigo 22 i
do mesmo regulamento
4.a Para tudo o mais que- nao se- achar meni io-1
nado as presentes clausniaSj ou no orcamente,'
seguir-se-ha o que dispoe- o reaolainenlo de .3*1
de agosto, e a lei provincial' m 28R
5.' 0 arrematante nao terdireto a reclama-r
{ao lguma tendente a indemnisacao, qualquer i
ESTIVE\OCHB
Coana^ara > a horas
noe seja a natoresa em one se rondo para \M [
Impnrco.
Continuacjo da carga do patacho nacional D.
Lhz. .
Gneros nacionats.
12 saceos com 48 arrobas de cafe ; Soares &
Irmo. |
100 molhos de piassava, 300 feix.es dita ; i Li-
ma 6r Cordei ro.
1 hahu com 4,960 charutos em caixinhas; a, F.;
Conforme.A. F. dif Antanciofaa. c
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlrial da impe-i
rlal ordem da Rosa e juiz- de direito especial do'
commercio desla cidade do llpcife, por Sua Ma-
gestade lui|erial e Constitucional o Sr. D. aV-1
dro II a quem Deus guarde, ete.
Facosaber pelo presente-que oO dia 23 de afc-il
do correte anno se ha de arrematar ean pra^ajju-1
tlica desle joiao. na sala das audtenoas, um piano i
de'jacarando em hom estado, avahado por qpi-
nhentos mil ris. c uma escrav de nome Marjr.' '" Kr||,an|es ,. vaii.iilissm.i* u.'c.> .!
fev?4\-v:*sSi^ss. *-* -
e foram i>enhorados Jos-Mari de Carvalho Ju-1 tallias distinclas.
Dior por si e como luto dos menores, por exaeu- <> administrad!ir C*^^vevateianti^^^ inmni^.bK un,- rnnapa
CONCERT MUSICAL
NOS
Sato lo <"<* <*, *<
23 de atril
Em Jienefimo do *liuiiiis4roder.
As 9 huras la Mf a lomb o i
!..
*o a arremaarAo sera feila pelo valor da-parte do concurtu |wra Os ilN.lIltnj
" .V 'faroos fazehdo de algodao; Annnio Luiz adjndcacho com "^^t}"-* de ,, lJail> ******* cho^doi MI <*
de Oliveira Azevedo. K "? ip tP^JS^S^SS!* 1.L;f. V do um lelas minea vislo in^i r.PlnJ>. 4h
14 caixOoscom
p 61 saceos com I
iaS(\3b*5^^ ttttdo irijot, tttand.. ests injaH arM
260 arrobas de cate, a Paiawa ^ftttK ^h^ o-*errevl. todas as puga* de msica .pie se loa na
ele,c,te do 1-denovembro, o no da 5 desle, fez saceos com ofi arrobas co. J ^atfandT^i^ ? 1" ^ -ln,
prender a Antonio Comes do Nasc.imento, em ter fOooVUS do ca^ SOO ^J*t^"*' ^ p este quebrantado algum dos arts. da lei o man- fardos patino deti*\iSRsSSeiZS- o i porta da mesma, sem arrematad. in hasta pe.tavcl publico a iua >""-*>- ^
s-definidor, Bernardo de Cerqueira Castro Moa> dou recolher cadeia, dirigiudo om olHcto ao car- rotos 22caix.:e5 com V"" "-e- pU|,iica os ol)jeetes.seguiwies, appreh.mdWos anea- cumplido o regutairmnli. do Illm. Sr. I>r.
''',r" cereiro : ..... v- v'5 i'-,Je-m' i Pnr(i"i/o-i entra V, dos cortos do pito do patacho oldemburguez Fortuna : uma Ii- ~.i,,fe .ip ,)0|icia.
Kx-defindor Braz Lopes. lm. Sr. earcere.ro da villa de lngazo,ra.-\ a, ^ nrtoaal gpd^ *s po Bia e uina quAfta dt^chisoeqite em obras de oa- ^jf*P^ homem 2*ND. pon
Ex-procnr.idor, Lurz Alves ^tlelta. I ..... '-------------------!r^--------f *,,, man,f'' oto de rtcir n.\ Francisco de rives por 9&; urna pistola (revolver) per 105000 ; M.rana pira a" i
Kx-delinidnr. Rrrnnrdino da Silva Costa. f *7*lT*ir R fSl.r^.iw 'afgun orros. rejir.odq-,.- iejjO lates com oleo de rtur,0, a ( rana a ^ ^ m .^^ arr,.malU0 |ivru lie nhora pafis
Ex-dito, Jlahoel Alves d> metes. roos hoje esta publjacao. pauia AdraJ^dSo a P, ira & n,|,r5o. direitos ao arrematante.
Ex-ililo. JusA Mana de Alencar. \ A l. l 5 sacc^s al^ jmetra o
ILEGVELf


Grande galera de vistas
modernas
lina d;i Imperatrlx n. 3.
Hoje estonio patenes as segnintes
aislas:
i.Batalha a bayoneta callada do serralho em
Afn'ca/ganha peles" hespanhes *ontra os marroqu-
nos.
iCidade do Porlo.
:t. Cidade da Baha.
i. i rande batalha em Odessa., commandada em
diversas dvisoes.
3.O interior do palacio da industria em Paris.,
6.Cidade de New-York.
7.Os defensores da Italia.
8.-Batalha de Palermo, gatiha por Garibaldi.
9.Napoleao III passando revista a esquadra em
Cherburgo. .
10 Praca do Roci c theatro de B. Mana II em
Lisboa, Iluminado de noito por occasiao dos feste-
jos de el-rei Luiz; cstaro presentes diversas
vistas que deixam de ser mencionadas por oceupar
muilo espaco. sali estar* aberto aos sabbados,
domingos, quartas e quintas-feiras.
Entrada 500 ris.
I tornara enfadonho eamera-los o que se Citano
patentes, assm como alguns negros : eguota-
feira 23 do corrente peas 10 horas "da aranbaa na
ra da Cadeia armare n.
rr
DUi
rk de i*rrnuibuco ... Mova letra Vt e Abril de 1 H 4.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do sul i
ate o da 30 do corrente o vapor
Apa, coiiuuandante o primeiro[
lente Alcanforado, o qual de- i
pois da demora do costume se-!
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devora
ser embarcada no da de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
COMPANHIA PEUNAMBUCANA
DE
%aveav* t-osolra a vapor.
Para os portos do norte at o
Acarac segu boje o Vapor l'a-
rakyba, commandante Martin?,
as 5 horas da tarde. Becebe en-
commendas, passageiros e di-
nliiro a frele at as 3 horas da tarde : escriptorio
no Forte do Mallos n. 1.
AVISOS DIYIBSOL
Associa#o Typographca
Pernainbucana.
De ordem do Sr. psesidenle convido os ,rs. so-
cios, Miembros do ceosclho, a compapecer-em sab-
bado 24 do corrente, as 7 i\- horas da ooite,
casa das sessoes, para urna reuniio extraordina-
ria em que entre ouiras cousas se tratar lambem
da continuacaoda discusso do regulaniento inter-
no desta associacao. ,
Becife. 20 de abril de 1861.,
Jes ni no Francisco Regs,
_______________________1" secretario.
0 cirurgi&o Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36,'pri-
meiro andar, por cima do
annazem Progressista, aon-
de o acharo como sempre
prompto a quttlquer hora par
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripia.
DENTISTA DEPARE
9Ba Nat%.
flrederico Gautier, eirargiao dentista,
fac'todas as operacoes de sua*Kcte oeol-
loca dentesartiflciaes, tudo^inatiperic-
ridade e perfeicao, que aa pesW enten-
didas Ihe reconhecena.
Tem agua e pos dcataticio. .
8
Mez de Mara
Vnde-se este livro corrime uso do
hospicio da Penha a 1,5 cada rivrinlio: na
nraria n. 6 e 8 da piafa da Independencia.
Aluga-se a loja de urna porta s na
ra do Crespo n. 4 com armaco ou sem!
ella, para tratar em casa de i. Falque na!
mesnia ra n. 4.
Noticias!
M0A\tt,
noticias!
Noticias!
Noticias!
Precisa de uma ama para casa de
pooca familia com tanto que Cusirme
bem e seja bem limpa e faca as
compras: na ra da Cadeia do Ite-
cife n. 38, primeiro andar.
m
D. Julia .Mara de Vaseoncellos,
portuguesa, retira-se para Portugal.
Offerece-se para ama uma mulher
da Coneeicao n. 30.
Novye arranjos. i
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novas arranjos.
i, Retratos de 35 por iwOO,
1 tetra los de 35 por ISoOU.
Ketratos de 3 por 15300.
Ketralos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Reiratos de 35 por 15500.
Retratos do :t5 por 15500.
Rotratos de 35 por 15300.
i Retratos de 35 por 15500.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Dinheiro a vista.
Algodfiozinho com pequeo
toque de avaria a 4$500
e 5$000 a peca.
Vende-se na ra do Queimado n. 14, suprior
algodaozinuo com pequeo toque de avaria a 35 e
65 a peca, a elle que est se acabando.
ATTEj*AO
Adwicacia.
O bacharel Lourenco Avellino de
Albtiquerque Mello, antigo advoca-
do desta cidade, tendo jegressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
ra do Imperador n. 40, onde pode
ser procurado para os misteres de
sua profissao todos os das uteis
das 9 da manbaa as 3 huras da
tarde, e offerece como garante a
seus constituintes a nao interrumpi-
da pratica de 23 anuos de advoca-
da. 0 mesmo aceita partidos e
tambera causas nos termos do in-
terior onde tocar a estrada de ferro.
Club coaercUI.
A reuno familiar do corrente mtt
lugar na noito do dja 23 do mcMun.
Empreza daillnmiuafo
paz.
Todas as vendas la apparelno* *
i|Kir escriplo dando o nontr. niiraaTa,
devem ser MtM no armaiem da ri
n. 31. iis marhim>u< manda** para
estas. apreseiiUTo om livro que o p
devero assignar logo depoi* di preaia* a
reclamado : isto para que a emprria
de liaverem os msanos seanores
te attenrtid.i-
tn*
A luya-se por prern oinaamaV naa
grande casa e oxheira.'no lugar m
2* defi-ouie ,1a q:reja, e mais o ngniln
m [ < rna da Cadeia n. \ a Irattr no
2f&' mesmo.
. s- P- Jobnston r ua a2
Janeiro.
t. tmUme
Aluga>e a eaai n. 17 u rua S
com .Iquartos h i sala*. ram> no .jniNUl 4r n^tm
gara a camin, ilamto-se tt<-> wa a faarr i> luan ai
jielo i-orlao da otaria junio a ahu rana aitaanr
banhos salgados : os prilrndaaiii -hriian j j
jua do Mondejo, otaria n. 13.
I. K. R. Vi.inna rontintia r> laiim na ra da Matriz da R-a-Vi-i. n. fl
andar.
na ra 200 retratos tirados por dia.
! 200 retratos tirados por dia.
Aluga-se uma casa terrea na ra da Alegra "** retratos tirados por dia.
duas casas terreas na ra .lo Mon-im *. fj
61), rada uma deltas c.m romn>.|^ -iiVtm.<
para familia : a tratar a ra 4a Cadeia O Rrcile
n. ,'i7.
Precisa-se de uma ama
na ra do Imperador n. 13.
para aanja
extraordinaria

Aos i:000$000 c 3:00&$OQO.
Corre amanhSa.
Sabbado 23 do corrente se extrabii
a quinta parte da pi imeira lotera da ma-
triz de S. Lourenco da Malla, pelo plano
das roteras extraordinarias, no consistorio
da igreja de N. S. do Rosario da freguezia
de Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quarlos estao
venda na respectiva thesouraria a ra do
Crespo n. 15 e as casas conimissionadas.
Os premios de 40:000s>U00 at 20^000

e uma loja no largo de S. Podro: a traiar com
Joao Ribeiro Lopes, ra da Cadeia n. 33, loja.
^mmmmm mmtmm:
Fabrica Conc-eiciio da
Baha.
Andrade & Reg, reeebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
84 da ra do Imperador, algodao daquel- m> Na galena americana,
la fabrica, propno para saceos de assu- S Na cnlnri.i ampripjna.
car, embalar aigodo empluma etc., etc.,
pelo prego mais razoavel.
Retratos de 35 por IXi
Retratos de 55 |H>r 45.
Retratos de 35 por 45.,
Retratos de 55 por 4-5. i
Retratos de .'>5 por 45.
Reiraios do 55 por 45- i
Retratos de 55 por 4-5. >
Ketralos de 35 por 45-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45-
O bacharel A. H. de torres Randeira.
professor de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, contina no
ensiiio particular deslas m<-smas disci-
plinas, e bem asiiu de rlietorica, philoso-
plua, inglez e franrer : na ra estrella
do Rosario n. 31, terceiro andar.
I advogado Kdiiardo de Barro-"
ser procurado para os mislrm r aa
prolisso. das 7 as > oras da manna
das 3 da larde mi diamv na casa de na
resitencia a ra da Saudade n. 15.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do or le esperado
at o dia 1" de maio. o va|ior.
Cmuin do Sul, commandante o! seguinte depois da dtstriburco das listas.
0 thesoureiro,
Deo gratis.
De ordem do Sr. presidente da irmandade de N.
sero pagos urna hora depois da exlraco! f:^L^c^lo0r ^ilLar^,convida"se a ^^
. ', *? i i r i- irmaos da mesma para se reunireni em racsa feral
ate as 4 horas da tarde, e OS outros no da ^ da Si do corrente, s6 horas da tarde, no con-
capilo de mar e guerra Gervasio
.Mancebo, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para os |iortos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s -
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Itio de Janeiro.
O brigue Imperial Mariaktiro segu com brevi-
dade, e pode receber algimia carga e esclavos a
frete : trata-se com os consignatarios Marques,
Rrrros & C, largo do Corpo Sanio n. 6.________
/tO piba"
Segu com brnvidadfl o bem conhecido hiale
lindo /'(ii/mc/, capilao Antonio Mara da iosta e
Silva; para carga, trata-s com o consignatario
Antonio de Almeida Gomes, roa da Crnz n. 23, pri-
meiro andar.
Fara o Rio de Janeiro
O patacho Bebei-ibe pretende seguir com muila
brevidade, tem parte de seu carregamento promp-
to : para o resto c eseravosa frete, para os quaes
tem excedentes commodos : trala-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no seu escriptorio ra da Cruz u. 1.
llhn de S. .Misad.
Sabe com a maior brevidade' o patacho porta'
guez Suiza, anda recebe alguma carga : a tratar
com o seu consignatario, na ra de Apollo n. i.
Pata o Rio (irame do Sul.
lan-a nacioual tpia.
Sepne com a maior brevidade para aquellc por-
lo, para onde recebe carga pivco commfe.: ira-
tase, com os consignatarios Rallar & Oliveira n.
2, roa da Cadeia do Recife.
Para o Rio (raude d Sul.
Ilrijnc nacional Tygre.
Segu com a maior brevidade, recebe carga por
preco t'iirimndo para aquella porlo : trata-so com
os (diisignalarios Rallar & Oliveira, na ra da Ca-
tieia ii. 2(i.
PARA LISBOA
Vai sahir cm brevidade o patacho portnguez
Marta da Gloria, capftao A. de llanos Valente :
para carga e passageiros, trata-se com E. R. Ra-
bello, ra da Cadeia n. 5o.
aMMMjiL____i
LEILOES.
C\
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CASA HA FOKTIM.
AOS 10:000.000
Bilhetes garantidos
1' ra do Crespo 0. 23 e.casas do coslume
O abaixo assicnado faz sciente ao respeitavel
publico que se cham a venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da quinta parte da primeira lo-
tera da matriz de S. Lourenco da Malla que se
extrahir sabbado 23 do corrente pelo vamajoso
plano das loteras extraordinarias.
Precos.
Bilhetes iteiros..... 155000
Meios......... (J4000
Quartos........ 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 11*000
Meios......... 54500
Quartos. ....... 2"50
___________ Manoii iluilinsFiuza
Irmandade das almas na matriz
da Boa-Vista.
A mesa regedora da irmandade das almas, erec-
ta na matriz do SS. Sacramento da Boa-Vista, de
novo roga a. todos os innaos que se dignem 110 dia
i do corrente. pelas l horas da manha, compare-
ceris no consistorio desta irmandade, alim de
reunidos em mesa geial deliberaren] sobre a re-
foi 111a de alguus artigos do compromisso. Consis-
lorio em mesa regedora l'J de abril de. 1861.
Manoel Zeferino uias Brrelo.
________________________Esc r' v*o.
Multa atlenco.
O abaixo assignado, cessionario das dividas acti-
vas do espolio de Manoel Martins Carneiro, na im-
portaocia de ":174>013 conoconsla dos documen-
tos que existem em poder do mesmo abaixo assig-
nado, as quaes dividas foram contrahidas em o es-
tabelecimeiilo de molhados da ra Nova n. 53,
aonde o mesmo abaixo assignado far a arrecada-
co ainigavel de todos estes dbitos al o lim do
corrente mez, procedeudo dahi em diante a co-
brauca judicial dos dbitos daquellas pessoas
Wi
Isistono da respectiva igreja, afira de se tratar de
negocio importante.e quenessa occasiao ser apre-
1 sentado.O secretario,
_______________________F. Vilell.__________
Quem precisar contratar e ajuslar por admi-
i nistraco alguma obra ou concertos, ou qualquer
alguma reforma em alguma propriedade que pre-
| cisem de pedreiro, carapina, ferreiro, pintores e
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Aluga-se o primeiro e
casa n. 193 da ra Imperial
numero 36.
segundo
na ra
andares da
da Aurora
Ra do Imperador 11. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38. {
Destes precos s'nos dias uteis.
Oestes preces s nos dias uteis.
Aluga-se casa n. 36 na ra da Matriz da
Boa-Vista, o segundo andar do sobrado na rita I)-
reita n. 9, com fundos para a ra da Penha, e a
loja : a traiar no mesmo.___________________
Lavado e engoinmado.
Na ra do Brum n. 84 lava-te e engomma-se
: caiadores, dirija-s ra da Santa Cruz 36, que cm promptido e aceio para algum collegio ou
achara com quem tratar. pessoas particulares, como o tem feito para o col-
legio Bemfica, do qual os pretendentes se poderao
Agencia de passaporte.
Claudino do Reg Lima, despachante de passa-
porte, tira-os para dentro e fra do imperio por
commodo preco e com presteza : na ra da Praia,
primeiro andar, n. 47.
informar.
O abaixo assignaTlo participa aos seus deve-
dores que vendeu seu estabelecimente de calcado
sito na travessa do Corpo Santo ao Sr. Jos Mar
quesde Airosa Braga desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno, mas que o activo e passivodo mes-
mo al aquella dala licou a cargo do abaixo assig-
nado, o qual pede a seus devedores que tenham a
bondade de virem pagar seus dbitos no mesmo
estabelccimcnto, ou na ra de Apollo n. 19, no
praso de 30 dias, pois o abaixo assignado tarabem
quer pagar a quem deve, e nao desej encommo-
dar a nenhum em o chamar a juizo, e precisa mili-
to de ir tratar de sua saude, mas nao o pode fazer
sem liquidar suas conlas. Recife 19 de abril de
1864.F. J. Regallo Braga.
Precisa-se de uma ama livre ou escrava que
saiba fazer lodo o servico interno e comprar na
na : na ra de Santa thereza n. 12.
Engenlio Una.
O engenho Una, sita na comarca da cidade da
Victoria, pode ser arrendado pela pessoa morado-
ra na estrada do Rosarinho junto a pontezinha,
sendo onvido D. Francisca da Cunha Randeira de
Mello, moradora na ra Imperial, sobrado n. 64,
cuja quarta parte daquelle engenho Ihe pertence.
Faz-se o presente annuneio por ter a dita D. Fran-
cisca da Cunha desistido da intencao de por em
praca o engenho por arreudamento'.
31
J. J. Keller, ra da Imperatriz n. 9, est venden-,
que 1 do baratissimo para acabar depressa, com tudo
se abstiveren. de satisfaze-los at aquella data ; c I ,,ue existe na sua loja, e faz qualquer negocio com
para que ninguem se chame a ignorancia faz o pre-: SUil |0a.
sent annuneio. Recite 20 de abril de 1864.
Manoel Paulino do Nascimento.
_
Movis, crystacs, machina pa-
ra COStUrn, miCIOSOpio, r
outros muitos objectos
Sabliado 23 do corrente.
Armazem da rua da Cadeia nu-
mero 48.
O agente Olimpio far leilao de diversas obras
de inarcineiria novas e usadas e de outros muitos
objectos.
Dar principio s 12 horas da raanha.
DE
Sabbado 23 de abril.
O agente Pinto levar novamente a leilao as di-
vidas perlencentes ao fallido Manoel Joaquim Dias
de Castro crvindo flo base a maior oflferta otitida
no leilao odia 14 do corrente, isto s 11 libras
dodiajcifia dito eni sed escriptorio i rua da
Crui n. 38.
Manoel Muniz Tavares Cordeiro, sua mu-
lher I). Dellina Marinha Dias Cordeiro e
Jos Vicente de Lima, cordialrncnte agrade-
cem a todas as pessoas que Ihes izeram o
piedoso obsequio de acompanhar ao ultimo
jazigo os restos mortaes de sen muito presar
do tio, cunhado e socio Manoel Tavares cor-
deiro, e novamente Ibes rogara queiram as-
sistir a missa que pelo eterno descanso de
sua alma se ha de celebrar terca-feira 26
do torrente, pelas 7 horas da manbaa na
igreja da Madre de Dos.
J. J. Kell'er, rua da Imperatriz, roga a lodos que
Ihe sao devedores, o favor de pagar at o dia 30
deste mez para nao seren chamados por esta
folha.
No caf restaurand do commercie. rua do
Trapiche Novo n. SS, alugam-se quartos mobilha
dos por mez.
0 abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que no da 26 de marco prximo passado
dissolveu amigavelmente a sociedade particular
que tinha com o Sr. Jos Antonio Ferro de F-
gueiredo, ficando nessa mesma data de corU jus-
tas com o mesmo senhor, e desde j rendo meus
temos agradecimentos ao dito Sr. Figueiredo pelas
boas manelras e attencao com que sempre me ira-
loa durante o lempo que foi seu socio. Recife 17
de abril de 1864.
________________Joaquim Ribeiro da Gama.
Precsa-se alugar um escravo, dando-se o
sustento : na liviana ns. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
l'recisa-se de uma ama que saiba engommar,
cozinhar e comprar na rua, preferese escrava ;
na rua daSenzala Nova, sobrado n. 134, primeiro
andar.
Precisa-se para uma casa ingleza de pequea
familia, de duas criadas, sendo uma para cozinhar
e outra para todo o servico interno : a iratar na
praca do Corpo Santo n. lo.
Lavadora c engommadeira.
Oflerece-se para as casas de grande familia
uma boa lavadeira de varrela e sabo, e aos senho-
res solteiros um excellente engommado : na rua
do Vigario n. 18 se dir quem ._________
O abaixo assignado prelendendo comprar
viuva do fallecido Joaquim Pereira da Costa La-
rangeira, D. Joaquina de Paula de Albuquerque
Maralo, um terco da parte que dita viuva tem
em um sitio na povoacao da Boa-viagem na estra-
da que vai para as Curcuranas, e como queira
evitar qualquer questio que para o futuro possa
anparecer, roga s pessoas que se julgarem com
algum direilo em dita propriedade, queir decla-
rar por este jornal no praso de 30 das. Boa-via-
gem 19 de abril de 1864.
.Manoel Feiix da Silva.
CICERO PEREGRINO
Rua do Livramciito n. i9
53 295
Primeiro andar.
O abaixo asssgoado leudo de fazer uma via-
gem por motivo de saude, vende o seu estabeleci-
mento de moldados sito na rua da Moeda n. 29 :
quem o pretender, diija-se ao mesmo, no lugar
cima.Jos Antonio dos Sanios Fon tes.
Vg ** jv vgy vgjr
ira achan-
* do-se competentemente habilitada e au-
j torsada ha aberto nula particular de en-
l sino primario para o sexo feminino na
i rua da Soledade n. 31, cujo edificio tem
\ todos os commodos e asseio ncVessario
i para as alumnas, sendo as materias do
i ensino lr, escrever, contar, resar, gram-
\ matica portugueza analisada e franceza,
i coser, bordar, trabalbar em lia e flores,
arte de msica aplicada a piano. Nesta
5 parte da educacao do sexo feminino pre-
j iende corresponder a espectacao dos pais
* de familia que Ihe conllarem* suas lillias
\ e parentes.
5^54_2'\r*\l? >_.__f_K Mvifvi'y**V3"-.
0 advocado Affonso do AHmi-
(luerquo Mello.
com escriptorio na rua estrella lo R.arto a X\T
eiiearrea.se de quaex|uer caasa rrimrs, trtrt*'.
militares e Hdkmnam i| rnniim aa a r%-
caminhar com a maior bi-vul...!.- a aa
que Ihe forem ronliadas oo a rHaro a"i
de commercio do dislnrlo, oa a n-laru >
tica. Kiiearn-ya-se de d< tt-zas per.
desta cidade. (>u na termos proxtimd, oaoalva par-
te condueo ; assim como de quac^qurr ooarao rtn-
sas |Kir ter em alguns J.-ll.-~ procura lianca.
Da consultas verbaes e por escrt4o; pmaarnv
lodo o zello. seguram-a a m-lividaU-. r rialidn par
una platica e experiencia de quan i mw.
Pode ser procurado a i.laa Iwra. m. a \
tas-reiras, \m se adiar das kuras as i daM-s
dias na villa do Cabo.
Alugam-se as casas das roas *> 0*.yWI.. n
9 e Mondcgo n. 75, rsta cmn a de a. 73. Hit i m
se vendeni ou trir.nn->.' ; a tratar aa roa da ca-
deia do Recife n. 49, sobrado.
o n. 29.
Nora loja dos baralciros na rua do Queinad*.
Ricas saias de fustaoa 5, camisas inglezas para
senhot a a 25, 25500, 3 e 43, caberlas de fusto
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, lias para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dosliaraleiros na rua do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito Qna
a 720 a vara, carnbraia para cortinado, peca de 22
varas, por 105, chales de La por 35, 45, 5*5 e 85, s------r?-------
camisas inglezas para hoinem a 385,505 e 605. T. Jfan/)elil*e,*u
. Q IV* W declarara a
Nova luja dos liarateiros na rua do Queimado.
Ricos pretos, franjas de lodas as quahdades,
trancas de seda, de algodao c de lia, manguitos e
caraisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, botoes de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, leimes ; cajos
rtigos se vendem por inetade do seu valor por ser
para acabar.
Precisa-se de uma ana para rasa i
milia : na praca do Corpo Santo m. 17,
andar.
Irmandade do Divino I
aatn.
O irinao procurador geral, abaixo a-
desempenho do dever qne Ihe impie
do compromisso. convoea a scvomU
naria do conselho fiscal para dotninv"- 24
rente, as 9 horas da malha. no i
sistorio.O procurador eral.
Joao RafttMa Veira ItiW-iro
Precisa-se de uma a>na qiie rnmprr.
me. cozinhe e faca os uis serviros aV pupim
familia, preferese'de iiv.-ja nlade n. rua *PV-
res n. 27.
Manoel Jos da Fbnsecn. -lal>elerid' mm
loja de fnnileiro na rua < a Cruz do l.airn V Re-
cife n. SO, nao 6 Manoel m Fons>-ea.
os annuncios que lem tbel rv OMtm -i
mimliiir,, te i\<. Id e l i > earraa* nr,
nem tenciona sabir para ora MtM rukute e pro-
vincia.
:IO|-l1
0
Francisco Augusto
bacharel
da
adeogudo
Impfador n. 69.
%
Ro {es e Silva e J
ao re pcitavel corpo 4b r-m
mercio, qoe dissolverain nanav lm.-ni>- no 4ia r
do frrenle a s.xie.lade pie tmli.-im nrMurm
de carne secca c outros i ifnrMa, sito na riada
Praia desta eidad"'. eM toda aetn > i.
a cargo do e\-soeio Jaad Raf M'^lo. >|uifcva
obrigado a liquidara ext neta i ti 4- %
fu o, Mello, njoe a de pie -. irau.
Costa
Aluga-se uma eic< ll
conduela a qual lem
para servir em uma cada
mesma precisar dirija-se
H.-irilioloin-'ii
%
. --i..v i rn na c v | a
a- nabiliib-l
I l .'iiilu quet 4a
rua doa Htm :.'
:

LEILAO
DB
Hividas activas da inassa le Francisco
Gomes Castellao.
Salnado 93 do ccrrnilr.
Por ordem dos administradores da massa falli-
da de Francisco Gomes Castellao e despacho do
lliin. *r. Dr. juiz especial do commercio, iro de
novo leilao as dividas activas pertenceotes a
mesma massa na importancia de res conforme a
relaco em mando agente Pestaa 6:208*446, on-
4i atibado 23 do corrente pelas II horas da manhaa
>ia porta da aocacao commcrcial.
ESCRWO FllilO.
Ora ti tica cao de oO$.
Em dias do mez de marco prximo passado fri-
gio o escravo Vicente, de idade de 40 annos, ponco
mais ou menos, altura regular, ecco do corpo, cor
fula, barbado, com um ou dous dentes de menos
na frente, um poaco gago, com um alejao na
Uao direita, antes de ser comprado pelo seu actual
senhor, passava por forro; sob o nome de Vicente
Campello ; fugio para o sul em direceo ao enge-
nho Firmeza do Sr. capitao Francisco de Rarros,
na freguezia da Escada, anda pelas bandas do rio
Ipomea, procurando uma ta por nome Felicia, mo-
radora as trras daquelle engenho : quem o pe-
gar, leve-oao Sr. Jos Francisco Cofrea de Arru-
da, no engenho Melancia, freguezia de Rom-Jar-
dirn, comarca do Limoeiro, ou nesfa cidade, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Cadeia do
Recife n. 62, primeiro andar.
Fcilor
O abaixo assignado previne ao respeitavel Precisa-se de um hornera nacional ou portu-
publico que ninguem contrate negocio com Feli- guez que seja casado para l'eitor em um engenho i
ciana de Torres Lima, viuva do fallecido Joaquim perto desia praca. ainda mesmo sera pratica com
Mendes da Cunha Azevedo, com a preta de nome tanto que de conhecimento de sua conducta : na
Marianna, naeao Angola, visto nao 1er o dito .finado praca da Roa-Vista botica n. 32, se dir._________
tido filhos do casal, como tambera a moblba de Ja-
caranda, constando de 12 cadeiras, 2 banquinhas,
mesa quadrada de meio de sala, sof, lanternas,
casticaes e oofros objectos, e para que nao haja
duvida faz-se o prsenle, protestando o abaixo as-
signado por si e mais herdeiros por qualquer ven-
da que por acaso possa apparecer com data ante-
rior. Ue_fe_19 de abril de 1864.- -. ------
Caetaitp Mendes da Cunha Azevedo.
Para o estrangeiro e para portos do imperio ti-
ram-se passaportes com promptido e prego com-
modo : a tratar na rua da Cadeia do Recife n. 3,
das 9 da manhaa s 4 da tarde.
mm
Na praca da Independencia, loja de ourHres
n. 33, compram-se obras de ouro, piala e podras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Preci.-a-se de uma'ama, que saiba engommar
e cozer, que seja de bom coiiiportainento, para ca-
sa de uma s pessoa : a traiar na rua do Impera-
dor, armazem de louca n. 41.
i Casa de coimuissao de cscravos na rua
do Imperador n. 49, terceiro andar
Caetanod* Carvalhe e
r.ide Sonza h a >jh
tropa em rompanhia de da mhora e .
| seas prwaradnres em pr ntt'iro logar <> Sr

Kattlioli.in.il Torqualod S liza t Silva.
"TioF
Por ordem do lllm. Sr prenlenle ronv i.i
os membros da director i para mn.i r.oi
lera lugar no Calimete I rtugu z de Imitara fttf
ca-feira 26 do corrente, i diana da tarde, uitm
ce se tratar de assumpRl d maita irntoirtanc
llecife 21 de abril de
864.
Joaqu ni Gerardo da
! M I '.
Quem precisar alugar nm moleque crioulo,
de 22 annos de idade, muilo fiel e diligente : diri-
ja-seao pateo do bivraraenlo n. 31, segundo andar.
O Sr. que quer vender dous moinhos e um as orelhas cortadas e a maior tem uma linha bran-
torrador, drija-se rua Direija n. 32. Na mesma ca do nariz para a testa, acodem por Tubaro e
vende-sc vinho verde a 480 a garrafa, e gomuia em Ralea : quem as pegar e levar a rua de Santa Ri-
Desappareceram hontein da rua do Impera-
dor n. 28, duascadellas cor de caf, ps calcados
de branco e um signal branco na poma da cauda,
sendo o de uma maior que o da outra, ambas tem
PerguuU-se ao Sr.
Nesta casa recebem-se escravo? por commssao certa loja de fen-ageas. i i baii n m I M
para seren vendidos por conta de seus senhores,' julga ser lempo de paa
niio se poupando exforcos para que os mesmos se
jara vendidos com promptido alim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como aianca-se o bom tratamenlo.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
ta n. 54, ser recompensado.
LEILAO
DE
\
O
Pelo agente Pestaa.
,\a rua da Cadeia u.
SK(tr.VI).V-FEIRA 25 no COKBENTE.
agente Pestaa legalmenle autorisado
A VISO.
Pelo presente scientflea o abaixo assig-
nado que no dia 25 sexagessimo da morte
do acadmico Raymundn Valcntiniano de
Moraes Reg, ter lugar na igreja matriz da
Boa-Vista, pelas 9 horas da manhaa, a mis-
sa, que os alumnos do 4o anno da Faculdade
mandam celebrar pelo repouso eterno do
seu asss estimado collega. Aprovelta a oc-
casiao para convidar os Illms. Srs. lentes e
mais condiscpulos, assim como patricios e
amigos do finado p..ra assislirem a este acto
piedoso, proprio Idas almas caridosas e co-
faenes bem formados.
Recife, 21 de abril de 1864.
J. F. A. Lima.
Perguntas innocentes
Cabo, Ipojuca e Escada.
O solicitador Pedro Alexandrino da C. Machado
encrrega -se pera ate os foros cima da procurado-
ra dequaesquer causas crimes, civeis e commor-
te prelo que comprou 1
do Crespo n... em t de
n
l:..-t.-
I. M->ieira K.. >
se pu->
un i rxpn-MiM>i waaii't-
do era eurtt i--m na roa
h nibro de M
UOOl^'O dos Vrlio<--.
libra a 100 rs., e em sacca a 35 a arroba.
Furlaram ou foi vendido da pona da ribeira,
da mo de um pardo gaouador, por nome Raymun-
dn, do p lidiado c com uma (crida, um cavalln
castanho com sellm e manta de seda sobre uma
de panno azul, a redea da bride de couro, e a da
cortadeira de tranca do sertao, bastante forte, ps ciaes, prometiendo todo o zello e aclividade qne
e mos grandes, foi visio tomar cora alguem mon- Ihe reconhecido pelas pessoas que o conliecem, e '
tado'para os A rogados : qctn delle souber ou o mesmo pela pratica qoe j tem adquerido nos foros
apprehender, leve-o ao collegio dos orphos na rua onde trabalha. Eucarrega-se igualmente de defe-1
da Aurora, ou em Olinda, casa da residencia do sas perante o jury nos termos prximos via fer-
professor de msica Trajano Felippe Nei y de Rar-! rea : pode ser procurado as segundas-feiras nes-
cellos, que ser recompensado._________________ta cidade, rua estreila do Rosario n. 34, e nos j
Desappareceu de novo, do engenho Pedregu- mais M*3 em casa de sua residencia na villa do; j
lho, o escravo Benedicto, crioulo, alto, secco do CaD0-
corpo, descarnado de rosto, ps e mos grandes e '
seceos, com pouca barba, representa ter de 25
30 annos, levou caiga de brim, camisa de mada-.
polao, chapeo do Chile j usado : quem o appre-
hender e leva-lo a seu senlwr Jos Ignacio Pereira
Jrres no referido engento, ser graiilicado com
Seinlo roubado um relogio de ouro patente jnglez (sabone-
te), com pontiro de! segundos no meio n. \
22742, com uma coirenle tambem de ouro
com dous passadores com esmalte azul dou->
rado, tendo a corrente urna chave a qual
est a mola quebrada, esmaHada le azul com
um etreiro que diz aiuizade de letras don- i
radas, pede-se as autoridadespoliciaes caos
Srs. relojociros a quem for ofterecido para
comprar que o appreliendam e aununciem
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2 andar,onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia ^ da noite
para o exercicio de sua protisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior affinco, no das mais diftlceis c deli-
cadas operaefles. como sejam dos orgaos
i ourinarios, dos olhos, partos, etc.
Joao da Silva Ramos, medico pela l'ni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doenles
em suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada jara receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o* que
tem conimodos apropriados e nella pra-
tica qulqoer operacao clrnrgfct.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25300
Terceira dita.... 25
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a conflanca de que sem-
pre tem gozado.
Desap|iareeeii no dia l'.i il. curn-ute uma ea-
bra (bicho) rom o< >ipnhes eguinie~ : ndfcBa. nr
preta com uma marca branca na te-ta e aa Barri-
ga, leudo um biiii do pi-itu maior do que "Ufro mi
lo mansa : a pessoa que della oiilwr, que I.
var a rua do toeago, t.iberaa n. 06. sa reri*i
pensado.
- Roga-se a quem uoer que seja qu-- enralrar
o moleijue de nome Baaedlne, ajae U cao*
cirurgiao Amaral, o man le entiegar a rua da Vi
racao, casa n. i.. Cuna
segara para Olinda.
q-ic o me-::*' iMtafBe
O abaixo assignado nada mais Ukh r.nn o hr-
icno da rua Imperial,neiu com oSr. San .\nnfK
o penhoroii; esse terreno perleace htqe a sena ere-
dores, em viriude da concrdala qu eim ee Mea-
mos alelar nojuizo .Mmnirn ial
Joaquim I. M. da Franca.
Alugam-se dous moleques proprKo para .
servico domestico por seren de 13 para 14 aan-1.
c nSo" lerera vicios; prMe-M a qnern o* paa
querer ambos : a iratar no Hoapieta, e awaa-
seis casas novas do Sr. filias KapfiMa, da C ara-
da maiili.i.i as'.'. com Jpaqiiini Ignacio rrsMade
Siqucira.
Precisase alugar ufna
< [ 205 i'-'i' mez, no bairroj d.. .....
Jos : quem liver. qoereado, fall
iilado n. 37. loja.
c i-1 l.-rre.i de 165 .
Sanio Antoam oa S.
na rua por
nina pessoa que se retira para a Europa far lei-
lao de toda a sua mobilia consistindo em mobJIa
,'a> saji^rispelhos, camas, lanternas, candieiros de
dias, bandejas,
uca( etc., e muitos outros que se
gas, rwtoscara corda' para 15
ComindUas',' lua, ele., e muitos
Perguota-se ao Sr, cullectof do municipio do I para" ser procurado pelo abaixo assignado
Ruique, Jos Cesar da Vascoaceljos Jnior, se
anda contina a emprestar dinheiros de ororiot
e impostos que elle colleclor tem arreeadado aos
particulares, como alia naquella villa publico,
assim como tambem se presura aquellas conlas ve-
Ihas quando exercia inleraameuUi o cargo de col-
lector sem aulorUaco da thesouraria de fazenda.
Peseja saber um
Buiquense.
_ Eu a^jjo assignado tenho justo e contrta-
lo a, compra qa taberna na rua do Hospicio n. 28.
iKHgjo Jorge de Sonza.
Jos Joaqnim Lopes de Almcida.
Quem precisar de 1:0005 a juros de 2 0|0
sobre hypolheca de uma propriedade livre e de-
aembaiv.ieada, ou sobre boa firma : quem quizer,
annuneio sua morada para ser procurado.________
Dese/.'-se saber se ainda ex5'e nesta provin-
cia Joaquim h'aymuqdo Al ves de Aieved". natural
de Lisboa, a p^ido de sai) pa, que nao teni noti-
cias ha qaatro ai**** : 'luam souber, roga-se-lO i
de o [larticpar na. w^N ro II.
Club Pernamliacano
Na noite do dia 27 do corrente. ter lugar
a minian familiar.
Ordem terceira do Carino.
A mesa regedora da veneravel ordem terceira
de N. S, do Carino do Recife faz sciente a todos os
seus charissimos irmos que acha-se vago o lugar
de andador desta ordem, e aquello que pretender
o dito lugar, dirija-se com as suas peticoes ao se-
cretario para ser por elle entregues mesa
Secretaria da veneravel ordem terceira do Car-
ino do Recife 19 de abril de 1864.
Francisco Jos dos Santos Jnior.
Secretario,
Precisase de uma ama para cosinhar e com-
prar para casa de pouca familia : na rua do Viga-
rio n. I. loja de cabos.
i mmmmmwmmmmmwmm
Saques sobre Portugal. H
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somrna, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Aluga-se a casa da travessa do Dique n. 3
trata-se na rua da Cadeia n 36, annazem.
OITerrce-se uma escrava com lu leile para criar : na praai da lnde|nrndeaen m
mero 16.__________________________________
AUetico
Quem liver e quizer vender quatro rasas terrea*
com tanto que sejam novas, ira boas roas, e w
tenham commodos para timilia, dirija-se a fc-rfira
da praca da Boa-Vista n. 12, qne ah se dir .
pretende.____________________^^^
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel
Pereira, hoje morador em (amelleira : aa roa da
Crespo, loja de fazendas a. 7.
Precisa-se fallar con o Sr. Maaoel
Femandcs, vindo ha ponco lempo da cidade dr
Porto, a negocio de seu nieresse : aa roa do Cr*$
[mi. Inja de fazendas n. 7.
Precisa-se de uma (una
zinhe
que engourae
na rua da Praia ns. 2c I,


Jpfrrlo de i* Sfe Santa Crttz
Esquina da,
ra do
Sebn. 1&
IIRILIIVME VI H0I5V
UOVO E
GRANDE ARM1ZEM DE MOL11ADOS.
Francisco Jos Fernandos Piros tem a honra de participar ao respeita*el publico
|ue hoje abri um novo eatabeleoimento de moldados denominado lli litante Aurora, ao
largo da Santa Cruz n. l equina da ra do Sobo n. II.
< > proprietano desle novo eslabelecimonlo pede a lodos os seus amigos e freguezcs e
ao benevulo publico dcsta cidade o do interior, a sua protecco para este aciado estabele-
cimento. certos de que em lempo algum abusar da confianza que at boje Ibes tein de-
positado.
Xo novo armaiem encontrar-se-ba sempre mug ande soi lmenlo dos me I boros gneros
que em ao nosso mercado e por prccos os mais mdicos possiveis, certode que em parte
gana se vender mais barato e inelioresfaneros lauto enrporcao como a retalho, do
que ui armasen da Urdanla Aurura.
A satisfacio da Brilbaute Aurora vender muito e milito barato, mais a dinheiro ;
a tabella do preeo de seus gneros serio mudados todas as semanas :
Ra Direita
dicum f oicnm !!.
CALCADO
Bom e novo, a pi imeira .oeaessidade. para a sau-
de e aforruoseamento do MidivWpul ^.
Meu Uros !... quedes o* pavao se lubrigam.PJ'r
essas ras! oe fitoraVltorreiida c nauseante a
de um palelotltfcfolhado sobraneeiro a um,
gvedes rodo em usas solas I um balao bem tor-
mado e bam^a\anie describ indo uiiia.ponta.de,
bolina sfaAae-carcoulldaI !
Santa Bagara!! Corrafii ra pircita, bellas e
rapazesiWeudam na praja osses malditos giied*>,
e comprera. :
Borzejtita de Nantes 8*000.
Ditos rranceies de bezetro 7X.
Ditos fiancezes de lustr para homem ~$.
Ditos para'snnorayde lustre, enfeitados, 'joOO.
Ditos para scuhora, gaspia alta, lf8UU
Bolinas de menina 2-">0o.
Ditas de cotes para menina 25000. <
iSapatocsde Nantes de duns solas "5.
I Ditos de sola e vira 4J500.
I Sapatos de borracWS para senhpras l'i0O
, Ditos para meninoslSOOOf < /
l Sapa tos do lustre para seuhora i& .
Ditos do tapete para homem e scnhora" 800 rs.
Ditos da liga constitucional ."00 rs.
Chineloes'rasos do Porto a 1600. ^
E uofcsortinieirto-comple.o em sola, vaqueta".
eouros, bezerro trance/, como ncnauu, coupo de
lustre muito grande, tjdo'quanto foirteiioe j'artu
d S. Chrispim. .*. I,, k.1 I -
Ameixas francezas novas a 1*400, 2* e
:I3500 rs.
Ditas em caixinhas muito enfeitadas rom
bonitas estampas a 1*400. |*00 e 2*.
Chocolata francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 1,5*00 e 1* a libra.
Marmelada imperial dos inelhores cooser-
veiros de Lisboa a libra 600 e 640 rs.
Latas con) diversas (rucias em calda a 500 rs.
C'h* de limitas qualidndes.
Cha purola a 3* e 3*200.
Dito uxim muito superior a 3*.
Dito miudinho'a 2*300 o 2*800.
Dito hysson miudinlK> a H*.
Dito mais graudo a 2*800.
Dito redondo muito boma 2*, 2S5O0 e 2*800
Hito prelo em massos onvolto a 1*600 e 2*.
Espermacele lino o masso a o40, 600 e 640.
Um DcsrobriiHciilo Espantoso'.
ti Mundo Sfkulilito uuuuiuiaiuculc o.upurova.
n'iif Z -W ,J\ r -,,, Velas de carnauba arroba 105 e libra 360.
Ditas com massa de tom e a 600 rs. a bra. ,,-, ,i _.. = <,t-iu> 'i "Ln
Ditas cora Uros emticamente fechadas a S f^S "f
i pi'iiij ->' mi Charutos nao ha quem tenha melbor sort-
Di- com J3* posta ensopado a 1*. me," "'"de m 50 ,dos d,jS
melbores fumos de S. Flix de 2* a 8*
a caixa de cem.
Ditas com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas coyi lingoicas lininhas vindas ueste
vapor a 6*->0.
Ditas com sardinbas do Xantes a 360 o 600 rs.
Ditas con bolachinha de soda nova a 2*.
Dilas com biscoutos ingleses varios ttulos
a 1*400 rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos com a verdadeira geuebra de laranja
Dims'Smdes duas garrafas de hollanda 1*. fiSUEt! &? ,6
Caf do Hio arroba 8*o00 e 0* e libra a
1 320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 3*200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranho arroba 2*500 c libra a
80 e 100 rs.
Grao do bico a libra 100 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Ditos com urna garrafa iitit) rs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Ditos cora ditos de maxixes e outras a 700
800 e 1*.
Ditos com azeitonas e elvas a 1*.
Capachos para (tortas pintados de varias co
res a 600, 700 e 80t rs.
Manteiga inglesa flor a 800, 900 c 1*.
f) Dita segunda sortea 610 e 720 rs.
2 Dita tereeira aorta a 400 rs.
f Dita francesa nova de 64 a libra 600 e 640.
i Dita dita de 63 a 540 e 560 rs. ".
f Dita ingleza em barril a 6O0, 720 e 81KI rs.
fi Dita francesa em birria e meios a ').'!() 540,
l'.inlia de porco retinada propria para ba-
nlia de cabello a 440 e em barril a 400 rs.
Vlulio* finos ha o
desejar.
Vinho do Porto em caixa dos
toros a 12-5. 14* e 16*.
Dito em pipa a cauada 5*500,
gnala a 720, 800e 1*.
Dito seres muito fino a 1*280 a
Dito Madeira a 1*400 a garrafa.
Dito da Figueira puro a 4*500 a
garrafa a 640, 560 e 500 rs.
Dito de Lisboa a 3*200 e 3*500 a caada o
garrafa a 400 e 480 rs.
Dito branco puro de Evora a 640 rs.
Dito mais baixo a 480 e 5*0 rs.
Dito Bordeaos branco e tinto a 7* e 85 a
caixa e garrafa a 640, 800 e 1*.
^jj2 Dito inuscatel a l* a duzia c 1* a garrafa.
NTB Hilo de caj clarificado a I* a garrafa.
Cognac verdadeiro a garrafa 15 o 15280.
"t^ Lieores linos em garrafas brancas a 1* c
Ettffl l'i*i is.
Aseita retinado a garrafa a I*.
-t' (jpilc lie varias liuctas do paiz a garrafa
&fj 500 rs.
V Garrafoes com 25 garrafas do genebra de
hollanda 8*500.
Copos lapidados para vinho e agua a duzia
:i$:m>: 155(K) e 55500.
Aiuendoas libra z40 rs.
Aipista arroba 4*800 e libra 160 rs.
PaiDCO arroba 55 e libra 200 rs.
Sevaila auoba 2*500 e libra 100 rs.
Sevadinha e sag novo a libra 240 rs,
Passas novas caixiuhas de 16 e 8 libras a
2*500 o i*5i.O e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
1*200 e 640 rs.
Saceos com gomnia, arroba 5*500 muito
boa o libra 180 e 200 rs.
Dita de araiula verdadeira arroba 8* e li-
bra 400 e 480 rs.
Aletria e macarrao a libra a 400 rs.
Eslrelinha muito nova a libra 480 rs.
Presunto novo de lamego para pauella a
560 rs. iuteiro e libra 640 rs.
lucidor a Choorieas e paios noves a libra 800 rs.
Servoja branca o preta a duzia a 5*500 e 6*
Vinagre de Lisboa puro a 1*600 a caada e
240 rs. a garrafa.
Cartas com fogo da Clima a 220 e 240 rs.
Toucinho de Lisboa arroba 8*800 e libra
280 rs.
Dito do Santos muito novotambem de Lis-
boa arroba 75 e libra 240 rs.
Figos de comadre a libra 280 rs.
Queijos do reino muito novos a 3*200.
ltolachina ingleza nova a barriquinha 3*.
Tijolos de limpar faoas a 160 rs.
Massos com palitos para dentes a 160 rs,
C L \ RIII
MERO
RA DO QUEIMAMO tf. 44,
Passando o becco da Congregado segunda casa.
NOV1DADE.
Pireira Ttocha 4 C acabam d abrir na ra do Qucimado n. 45 ura annazem de mulhados dcnutuinadol CUu <>* C....i rma .
onde respeitavel publico ci.a.Htrdr sempre un completo sortimento dos melhores gneros que vero ao noss^ i moivadu s .j.
aeroVenVdos por nrecos muito rasumidos como o respcitavel publico vera pela tabella aba.xo menci.mada ; $ ante-* N-r. pest.
n\
L
e hbst qualidade dorgerros Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e Chourlfcisc paios muito novos a 800 rs. a l'alitosdo gaz a U**r a grn?
H^TS.alibrae;>400a2;>8OrS.aar-- libra | 'assas luu.to novas a i. to i> .* d.m
p,^., Cevadtnha de tronca muito superior a 220 Peras scoras minio nu>a> a rs. s
l'aim.o a (K) rs. a libr .
Fnho sanco muito novo a 4(H> r-. a I
Ameixas Iftncezas em laras e einfcascos a| r& libra.
UWO e 1^600 i ii frescos grtndes a Cevada a 80 rs. a libra.
250e,
Idom em caixinlias elegartemcnte epettadas
com ricas estampas no interior das caixas
a rSflOOO, 1-^400, ldeou e 23.
Amondoas com casca mwto novas a 380 rs.
a Kbra.
Aipista a 160 rs. a lita* e a 4,5(600 rs. a ar- Fartnha de trigo a 120 rs. a libra.
rft|,a. Genebra de Hollanda verdadtira mana
Ervilhas portuguezas a 64Q rs. a lata.
dem sectas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em cahihhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
1#800, 5-5500 e 280 rs. a libra.
Fatinhado .Maranhio a 120 rs. a libra.
VI)
a 500 rs. o frasco e 0520O rs. a frasquei-
ra.
Pif-iintos de Lamego Vm caMt ik I
rmtiio iiomi a t>40 n.
Quecos fliengw do ultimo xi; i W0H
ris.
Ide praloa 640 rs. ;i libra.
Sal retinado en (hBC* tlirl a Mi i
cada um.
Sardinhas de Nanles a :I2'> i s.
Sag muito alvo e novo i 200 r.

Toucinho de Lisboa a 520 rs. a lilra.
melhores au-
6* e 7* e
garrafa,
caada e
Grozas com palitos do gaz a 2*200 e 2*
a duzia de carnudas.
Latas com graxa duzia 1* c 100 rs. a lata.
Koioes com dita 97 a 280 rs.
Vassouras do Porto de piassava grossa a
00 rs.
Uoliios com sebolas novas al*
Saceos grandes com farinha nova a o-j.
Ditos com farello de Lisboa a 3*S00.
Csminhos, erva dore, |iimenta e folhas de
lauro a libra 400 rs.
Balaios para costuris de meninas para di-
versos precos.
CaKocs vasis paj'a plantaoocs de muila
Ditos de cores a 6*500 e 7*. I <&&***
;.'. ; Ashiii como muitus oulros objectos que dcixa-e de mencionar, mais ludo de pri-.'i
:2 meira qualidade por i-e-os baraiissunos.
;v-^..^^i^ -ia^rtoo jr.eafiL -sacoOL

Wsv&r
fr
A (oi|rOsifao Anacahuita
Pcitoral de kemp.
Por espado de muito tempo se La uzado es-
tensamente em Tampito para a cor le
TSICA pulmonar,
catrrho, sthma,
bronchite, tosse convulsa,
crupo ou garrotilho, e
Inflamma9es da Garganta e do Pelto,
c iPt'i loni um resultado tio f'uliz e veidadci-
ramente assombroao o pao ou madeini U'uina
rvorc One efaamao Axacauuita, c que s
so caeontra no Mc.xieo.
A Compos9ao Anacahuita Peito-
ral de Kemp e' om Xaropt delidoto, intei-
Eamento ifterente na bo eompos^ao do
tii-Jos os mais Pcitpracs e Expcctoiautes ma-
nufecturado de tractos astringentes, cascas
c raizts, .te., o mesmo n"o conteiti neiilinm
Acido Priusico on ouiios qutkctquer ingre-
(t-iites veacnoeos.
Tollas as molestias e atTeccocs da garganta
e dos pulnioes mgico encanto, mediante a acco -..ni]i;.iavel a inoMstivel remedio.
A venda as boticas de Caors A Barboza'
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo de C, ra
da Madre de Dos.___________^__
hita da Senzalla Nova o. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro toado libra a i 10 rs., idemde Lov
Moor libra a 120 rs. ^__________
gii iu:i :i va<:i dem m fjarrafoes de 3 e 5 gales a tiy.m Tijolos de limpar facas a 1M i -.
e 75500 cada um com o garrafao.
Gomma do Arcaly a 80 rs. a libra.
Gr-aka a 100 rs. a lata e 1 > 100 rs. a duzia.
Grao de bico a l.'>0 rs. a libra.
Licores muito fieos a 700 rs. a garrafa.
Ulom, qualidade especial c garrafas muito
grandes, a l;>800rs. a garrafa.
Main garrafas mais pequeas a 800 rs.
kietn, garrafa frma de pira e mlba de vi i
dro, a l000 rs., so a garrafa vale o di-!
Ttheiro.
Manteiga ingleza perfntamentc flor, desem-
ibarcada de pouco a 800 rs. a libra, e do 8
libras para cima se far nina differenca.
Meo franceza muito nova a 5(50 rs. a libra,
e em barril lera abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
'dem em lata a 040 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes a
600 rs.
dem regular a 500 rs.
le carnauba pura a .IIH rs. a "

a 601
V el las
bra.
dem stearinas muito superiori i
libra.
Vinho do Porto engarra!.!,!.' omdkm ve
lia neste genero e dd \arias .
sejam: Velbo de 18J5, Duque 4t l'oft .
Madeira, O.Pedro, p. Luiz i. I
Bocage, Cbamisso etoatroi a N*. M
1:>(XK) a garrafa. < .un >ai\a oji ul- !
zia a !i:>(KH) e Hm).
dem em pipa, Porto,' Lisboa c i
Vinagre de Lisluia
lt)00 rs. a cauada!.
Azdte doce francez msito fino e garrafas
grandes a 900 rs. a garrafa,
dem de Ligboa a '646 rs. a garrt.
Ararufa verdadeira de matarana -a 320 rs. a
libra.
Avelas mwto granees e novas-a 180 rs. a
libra.
'Batatas moito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
11300 ris.
Bolachinlies de sds, latas grandes, a H rs.
3 lato
Ditas ingkzas multo novas a 3#Q00 a barri-
quinha-e a-200 rs. a libra.
Banha de poreorefinada a 4*rs. a libra e
eembarrila 4tO rs.
Cha hvsson, 'huohin e perola;a LJ600, .,
25500, 20800-e 3^000 a libra.
dem prelo muito superior aSflOOO rs. a li-
bra.
Cerveja?>reta.e;branca, das melhores marcas
quevem ao mercado, a 39 rs. a garrafa
e 568 to a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs.agarrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, so de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabrtcaates da Baha
e especialmente da fabrica imperial de, 'tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge djrCosta, a 4,5800, Noaes muito novtis a 160 rs. a libra.
25000,5^200, 25500, 20800, 35000 e Peixe em latas preparado pela ptimeira arte do mencionar, e que ludo sera r<
35500 ^a caixa. I de cozinha a 15 rs. a lata. peras e carnadas, tan o em porp*
Caf dolBio muito superior a 260, 280-e Palitos de dentes a 160 rs. o masso. retalho.
300 rs. a libre e 75500, S$z8V00 rs.a Palitos de dentes a 120 rs. Quem comprar de OOdOO
arroba, Idem-de lr a 200 rs. r o abate de 5 per coito
480, 500 e560 i s
e 46 a caada,
dem branco de Ltfbo^ muito fino .
a garrafa.
dem de Bordeaos, M,
e 800 rs. a garrafa
a dalia,
dem Morgaux eChate^uluminide I i. a I
a garrafa.
dem mos.ate
garrafa '<
-
S. Jtili- :..i T
c 7i0tX) c 7;;^(^ i
a 8tMI rs. a garrafa.
M8 n, a p
Massas para sopa: macarrao, talharime ale-.kirsk garrafas minio nades al WK
Alm ilos gneros ; rima no i
mos grande ponTio d mitras i|u- ,
"~
rsm
-
No e;enliw Saceo ila fre}.*ueza de Ipnjnca,
vende-sc urna dictila^ao comptata e muiti hum
montada, por pre(o eommodo : a ouionder-se com
o rendoiro no mesmo ensenho.
Jolu Lilly e sua suulioia
de Janeiro.
rao a tfaliia e Ido
Aneiid i-sr i;a vundd-Sd SOtBOUi a melado de
um sitio com casa do vvanla com bastante eom-
modo para urna familia, com navitas ructeiras e
liaixa com caium. aadnaba, etc., ele. : a peSfOOa j
(|u? pretender, dtrija-se ao inesoaa sitio, w qual tica
na encroiilhada de Bellem, qoe faz esjnina para
a estrada de Salte Aaaaro.
COMPRAS.
i Gotnpra-se urna negra da Costa, Angola, ou
aaioala, sem vicio al^uw : quem a liver, dirija-so
:i Lapunga Nova, no eatrar da mcsina ao lado es-
ijnei-do, passatido o priraeiro portao, ao segundo,
que achara com quem tratar.________________
Comprase um iuole>iue de idade de 10 12
auno?, e urna negra que saina bem cotiunar e en-
gomiuar : na ra da Gruta. 1._______________
tk.ipia-se una negra mofflj e coiu ttaUlida-
iles: ua ra larga do lleario n. 2i, primeiro
andar.
PFELAS
de aro e com ptdras.
Nao eslava bem a agote branca deixar ficar um
Brand a sua boa frcpneua sem cssas apreOiadas
tivelas de aro o com pedi'as, e por isso apressou-s
ana mandar buscar o bella aorUmeate pie acaba
de recebor ; e bem assim asoecessarias litas, cujo*
novos e bonitos padroes as ternam agradareis aos
odios de todos resta, pois, que os pretendentes,
munidos de dinheiro, dirijam-se ruado Queinia-
d.:., toja l'agma branca n. 8, onde tam*em ha bo-
nitos cintos bordados com tortas, ele. etc.

UNIO MERCANTIL
RA IIACMlIIEIA DO 1U2CIFE >. 53
NOVO E
OEAJfD33 AIUAZmU DS MOLH.D
HA UA CtllEIA DO ItEtIFi; X. 53<
S
Francisco F-e'nandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do liecifen. 55, um grande c sorliciu aun, z. m de tuoih
noabudo Vnio M&r-cantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel j ublico um completi m i ; mei lo di
generes que vem ao cercado, lauto .earangeiros, como racionaes, os qoaes serao vendidos em portes ou a re itito j: i.
cotutaodos.
Manteiga ingleza especialmente esedhida Vinagre do Lisboa
a uO
i
rs. a garrafa
elSardiobaj deNat.u> i:
de pnmira qualidade a 800 rs. afeltra, l00 a < aada. | rs. meta ala.
A/.eite doce rdinaJo em garrafas brancas a Laias com peixe tm
__ Coiaua-se nina escrava que saiba foiinbar
e (iigoai : na ra do Crespo n. 23._________
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velha*: na praca da Independencia n. 22
loa de l.illw-ti-'*.
comprase effecUva-
mente
oro e prata em oUas vellias, pagande-se bem
os ra larga do Ro&afio n. ->i, luja de ourives.
Compram-se esciavos mofos e fortes, sendo
Uiuato : na ra da Cadeia n. M, annazem.
Compram-s< garrafas e botija* vasias por
maw 25 0|0 do [ireco actual : na ra Direita nu-
mero 72. __________
Compram-se frascos de genebra vasias : na
na Pirula n. 72._______________________
- Coiupra-se um negro de mei?. idade : na ra
Imperial u. 1311 ou 213.
VENDAS.
V'ende-se um carro americano de quatro ro-
das e com quatro asseutos, para um e dous caval-
los : na ra do Hospicio, cocliaira do Candinho.
BOTIfii BAUTIIOLONE -* ft
Itua larga do Itosario n. 3 i
Vende:
Todos os remedios do Dr. Cliable.
Capsulas e injeccao ao matiro.
Injecco Faug3
Pilulas do Dr. Alian.
Pilulas do Dr. Lavillo.
Pilulas do pobre-homem, excellenles contra rheu-
matismo.
Pilulas para aezoes.
Pilulas e ungento Hollovay.
Phosphato ferro de Lerras.
Todos os remedios de Kemp : paslillias, pilulas,
anacahuita, salsa de Bristol, etc. etc.
E muito- outros medicamentos e especialidades
que sempre se encontrarap em dta botica.
tomos
es pe Utos dourados.
A agaia brama em continuacao de suas encom-
ifeT. mXXSSRlSlJadSh'oTSpaet qualidade. diegados neste ultimo vapor. .
M da malhor qualidade que pode apparceer : quem 720 rs. a loJra.
(uzer eomprar pode tratar com o socio e adna- Queijos flameogos chegado6 neste ultimo
mVti'ador /.canas dos Santos Barros, no becco V3n0r a 2I800.
uienda* mandn r. e acaba espelhos dourados com mui bonitas e uwdernasl----^r:------- ..,,,i.,,i, ,... i- ,nrm i a libra.
moldura,, evidros P^meira qualidade, .vista; ^ muito OOVas a 120 rs. a libra 6
do que o pretenderte que sal.ir de c^sa munido de | J^a cosmira, cozinheirT VRSSB^ I 3.-5000 a arroba.
urna dita de 40 anuos, cozinheira e engommadei-1 q Ui,n 0 meihor que ha neste genero,
na ra das Laraneeiras n. 18, segundo andar ------ij ..:_ j ?-,
em inni se faz aba.iifnento.
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado aSOO rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeile doce de Lbofl a G40 rs. a garrafa e
ou meio. 4800 a caada.
Prezuntosia^lezes para fiabre, de superior ,Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
dinheiro e com dis^sigao de o gaslar na compra
de um desses bonitos cspelhos, ii dirigir-se i ra
do bem servido. Tambes* ha cspelhos quadrados or-
tidosem tamaulios,.-.mi molduras douiadas.
i.i
mandado vir
re. a libra.
JARRO
de 'porcelana e escarra
deiras de cidro
de eonta propria a 2800
Yende-se a taberna sita ua ra de Hortas n pg a libia
i 106 porterscudonodea/.cr urna agen c nao -lin-riftr ,-fl(1 rR a i.
1 querer deixa-la em noder de um caiseiro : a Ira-; Cha tijson muito superior a 1bM rs. a n
bra ; cli hyson proprio para negocio a
1$500 rs. a.libra.
quen
lar na mesma.
Vende-se um cavallo eom excellcnles anda-
! res e boniUfigura : para ver. na primeira cochci- \ Cha preto muito superior a 25 a libra.
| ra da roa doOovidor, e tratar na do Imperador n. j Biscoutos inglezes em latas com diflerentes
W, das 3 aso Horas^ da ^-__________. qualidades, como sejam craknel, victoria.
VINHO PL'UO.
Clicgou nova rcmessa de ancKclas com supe
no csc iptorio de E. K
A af:ua branca tambem mandou v[r bonitos jar
ros ubos ; assim como
estea sempre necessanos para
las ; resta sonienle que o comprador dirija-se com plantado de eapin. no Inga
dinheiro loja d'aguia branca, na ra do Queima- ro sitio no principio do liar
do n. 8, onde ser servido com agrado e sinceri- perial n. 103.
dade.
iadourada e de dilTercnli ulna- SJ^J^tSStTV ^
mo escarradeiras de vidro, objectos ;ttjbu""- rlla ,la '"i,UlA "' ''____
cessarios para o bom aceio das sa- Vende-se um sitio com casa
sejam
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muilas marcas a Ii5350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2&.
de taipa, todo! Figos em caixinhas hermticamente lacra-
no lugar das Areias, o primei-1 das, muito proprias para mimo a i<5500.
a tratar na ra im- Caxionas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 1<$ e 25 cada urna.
ro
Vende-se a armacao da taberna
da Senzala velha n. j'- : a tratar no primeira an
dar por eilIU da mesina.
^O^'M'O
de la paca homem c senhoi'a.
A ag^uia branca, na ra do Qucimado n. 8, ven-
de mui boas meias de laa para homem e senhora,
e pretas de laia para padres.
A ttenco do publico ~J\&4H da Baha
Madapolao superior a 75 a peca de 24 jardas por para saceos de ass.icar e roupa de escravo; tem Vmho Bordeaux das melares qualidades
ter um pequeo deleito : na loja da roa da Madre para vender Antonio Luiz de Oliveira Azcvedo & que Se pode desejar de 1&MO a 801KJU a
de Dos n. 10, defronte da guarda da alfandeira. C. no seo escriptorio ra da Cruz n. I. caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
9,5
Vende-se um bom piano de Jacaranda pelo pro-
co cima declarado : a ver e pagar, na ra do Li-
vramento n. 8._______
AIgudito
rua Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50> rs. a libra e 3$ um quarlo ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a !8logigo,
garate-se a superior qualidade.
Veudem-se saceos com farinha a mais nova:
que ha no mercado, e muito lina : no annazem do
Aunes defruote da alfandega. ______
Yendem-se os predios se-
^uintes:
l'm sobrado em Olinda, de um andar e sotiio, na
rua de S. Bento n. 3, tem bom quintal e bastantes
commodos para familia ; um dito de um andar e
sotiio, no Recife. em Fra de Portas, na rua dos
Guararapes n. 07, tem muitos commodos para fa-
milia. Estes predios pertencem Antonio Deme-
trio d Silva Laranja, residente no Para, e vendem-
se mailo em cont : para tratar, no cscriptorio
de Claudio Dubeux.
Vende-se um sobrado de um andar na rua
das Trincheiras : a tratar na rua larga do Kosario,
loja n. 32.______________________________
Vende-se urna taberna com poneos fundos e
armacao, novae tem gaz, e mais todos os perien-
Polvora:
Vende-se plvora CFF em barricas, em lote de
100 barra para cima : no escriptorio de lioihe & |
Bidpolac, ruado Trapiolie n. 11.
Cogu/*.
( mellior cognac em caixas de urna duzia : ven-
de-jjc no escriptorio de Rothe A; Bidotilac, rua do
Trajpiche n. 14.
Vende-se um sitio na estrada de Joao de
Barros, com bastante frente e fundo?, bem planta-'
do tom urna excellente cacimba e casa nao aca-
bad^ : a tratar na mesma estrada.no sitio que Oca
a esquerda da bomba.
-4- Claudio Dubeux vende muito em cont a sua'
enijireza de mnibus, ou montada como est, ou
dividida em fraccoes, conforme convier aos com-1
pradoros : para tratar, no scu escriptorio, rua do
Impi-rador n. 13. I
vezugo, cherne.
141300 rs.
Salmoem lalas. pre|
de cozinha, a 800 i s
Maca de loaualea tm Uta
i cis.
(Ihotirivase paios em la
por ~&.
Toucinho de l.isbua a
63600 a arroba.
.< i-.
i'Sta : -,,u .
libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 3*
barrica.
muito novo a 240
5^5800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1^20", I 500
U-
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tenido meia
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser- ^u..
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a (
2 libras a 600 rs a libra.
Fruclas em calda das melhores qualidades
que ha ern Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a G40 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
tMacaas e peras chegadas neste ultimo vapor. ^:V' e ?,rLnu"!" ^
muito perfeitas, s vista se faz o preco. ,._,.'a,_e ?*"" a fn*aj
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
l libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de mellior neste
genero, a 1*5200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja era frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
pOO a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguirles qualidades:
ii!|'tiado. lap. s i
lado ji la
I iiLm a m
s Ie 8 i f r
3i rs. a
rs a Id n i :
ts. a libra.
2,0 rs. a lil
Farinha do Maranho a 20 rs. a lil
Araruta verdadeira a :'20 rs. a libia.
Cevada a 120 rs. a libra 2J i
Aipista a 16ti rs. a libra e '>> 0 i
Hlalas muito novas em f igos i
por 105011.
Cebollaaa 1 o nolbo rt m b u dk W ,^-
da u m.
Caf lavado de prineira i wtht a ..' t
a libra e H-5 a amia.
driora 2 r-
rs a I *
Caf do Bio, proprie para
Arroz do Maranhaoa 100
a ai roba.
Atroz de Java a 81 ri.
arroba.
Vellas de spermaceti a II
540 rs. se for em ce i xa
Vellas de carnauba refinad a Z ;-1 na*-
soe a 90 a arroba.
Doce de goiaba a (>10 rs
Macan iw, talharim p afeir
bra ; em caixa se faz ab limeulo.
emassa|
Eslrellinha.pevideearroz.
a 600 rs. a libra e :l:> a c ii.\a kiii li ,:t Paulos de denle itxadnf erm Mra ftf r
o masso, ditos liaadoaa m fl.'.i a | o masso com 20 massin ios.
D fil
4 Vndese urna loja de calcado na rua Oireit
cas, e'di'-se muito barAlQ : Ba iua Imperial nume- n. 41),com poucos fundos : quem qnuer, dirija-e
ro 139, mama,
Caixas com vinho do Porlo superior de
a iW a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porco e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 145 e i 50 a caixa, como sejam: Duque
do Porlo, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cambes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinbo de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 500 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs.a garrafa e a 500
rs. de barril.
Os senhores que compraren! de 1000000 para cima, tero o descont de a por ceno, peio piumpto pagan
iu
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Damesr.nmma de engtwmar n
e de outras muilas marcas a 10 a garrafa: libra.
e tO0 a caixa. Banha de porro remada a
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e | 400 is. em banil \ e \iu w
90 a duzia. Charutos dos mpib-ie- icar
Mostarda ingleza em poles j preparada a ] \\\. m, caixas ir,:-
400 rs. I i-tioo, 2rS e M
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes. Presontoi do reH o. vin
a 10cada um. i'. it Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abalimei :
Rv
tbia e J .<*. a
i< rs. a id u t-
caixan.
| 3 i*' IS. ] |..
4Hi rs. a ut ra r
-
i ti: am
r*


; .
^ _
ILEGVEL


Diarla de PenaHhae ... Sesfa fet* f de Abril de 1 S4.
DARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de mothados,
os quaes vendera'por grosso e a ratalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annuncianto, como verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os nies-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade -de seus gneros.
AVISO.
RANOfi REVOLUTA*
NO V
ARMAZEM
DO
0 homem do movimeiito nao estaciona.
AVANTE E SEilPKE
Acaba di' receber de su propria encommenda um grande e variado sortimento
jde molhados todos primorosamente escelhidos, por isso apressa-sc o proprietario em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos sens seeros e
Todos ossenhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100 Pra, resumidos precos, aliancando Wdo e quaJuner genero vendido neste lem conhecido ar-
mo mai a lil r.nr n-iitii ili> 'iJi'iIinipntn (K nrouri'tarin* i'il'tllifil'.'ini HUOS me ............

scientifcam mais que
raza esta para pode
cima temo mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios
odo s es seus gneros sao recebidos de sua propria encoramenda,
vender por muito menos do que outro qualquer estabeleement.
^,'anteiga ingleza flor a 8oo rs. a Abra. Vellas de carnauba e composicao de 32o a
Sstanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a li.ooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinho franccz e em caixinhas de 7oo a .Genebra de Holhmda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 446 rs. a botija, e em dazia ou em barrica
dem franeeza a mais nova do mercado a 56o, ter abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. Massas para sopa macarro, talharim e aletria
dem de porcs refinada muito alva 46o rs. i a 48o rs. a libra e em caixa ter bati-
a libra. | ment.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra. dem estrellinha, rodinha e pcvide em caixi-
Gh uxim miudinho vindo de conta propria,; nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
o mehor do mercado a 2,8oo rs. a libra. I 2.5oo a 3.5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. libra.
a libra. 'Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
Idera perola o melhor que se pode desojar a nhos de 6oo a l,ooo rs". o caix3o
Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra,
em latas
mazem.
Tede-se toda attentfto.
2,7oo rs. a libra,
dem preto milito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2.ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carino n. 9, armazem Progressivo, rcebe|n-se as
libras que vulgarmente corFera no commenio por 8890 a 98, o proprietario em seus
armazens da-lheeeste valor, sendo em pagamento, e istopara evitar confusoes em trocos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor,,a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o.rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
Mein perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem coriuthias proprias para podim a 8oo
cima a 2,7oo, rs. a libra.
dem hysson o mais superior que se pule Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra
a ,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
'">ra.
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba '/* e',ia 7,5oo,
3,6oo e l.Ooo rs. a caixa, e 4oors. a libra
garante-se serem muito novas, o graudas.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado gar.mte-se a superioridade deste vi-'
nho, das seguintes marcas : Duque. Ge-;Fig0S em caixas de 1 arroba, '
Peixe em latas muito novo ; savel. pescada,;,(, ,aen(>s s 4(1|. >() ede 8 mns Gri0 (1ebico mmto n()V0 a mn ,
corvina, sahnao e outra*muias qoalldades | ,,..., nm;1 QJJ n Ervi|has franC(7as em ,.,tas 6oo fS
preparada de escabeche 2. a arte de cos- ,(,em Iir()1M.io ^^ nego00 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
nna de 1,200 a l,8oo rs. a ata. bra8 .., ciflla a.im!t0m Fumode chapa americano a l,4oo rs. a libra
numo, velho secco. especial lagrimas do-1 F'ga8 ZToll cVot^s 'a reixlnh? d Hio tm lats ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., uJ^^Shr^TA^'^S^r^ B &*** *> 3* *>**> *. 's. a ^- Presunto para Hambre inglezes a 7oo e 8oo
vmho velho, Nctar superior de 1833, Dh' '' x p h0 a O onn s nh, Idem |,ret0 meM,or M P,We (US,''i,r rtJ a Dh?u
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- M '', a, mnS L m hres hnbnW.! nflSto gencro a 2-8'Ml Chouncas e paios mnito novos a 64o a libra.
Manon ad...nipona dos m Inores coroerve- Wemmenos SU|)t;r()r a ttSSe que se vende Batatas mnito novas em gigos de 34 libra a
ros de Lisboa a t.4o rs: a I .tinhade 1 libra, ,. 2 2 4l)( 4 8 a ,,(ra rs_ e 6o a i(|f
Iho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior L>. Lu-
izl."de 1847, lagrimas do bouro espe-
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a 14,ooo rs. a caixa
cx)m urna dazia.
Bolachinha de soda especial cncommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oors. a
lata.
Biscoitoi inglezes das melhores marcas em
latinhasde i libras a 1.3oo rs. a lata.
IdeoD inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
QaeiiftS do reino chegados pelo ultimo vapor
3 2.5oo rs. cada um.
ha latas de 1 'je libras.
por,
-demmais baixo bon para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletria
Massa de tomate em latas douradas de 1.libra rs a |j|)ra p a 400 rs. a libra.
a 1*0 rs. a dem miudinho proiirio para negocio a I.Soo (^ojjnac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
Ame.xas francezas em caixinhas elegante- rs. a.|i|,r;(. e8oors. a garrafa,
mente enfeitadas de I,5oo a 3.000 rs.
por 3 3,100.
dem mais seceos viudos por navio a l,7oo. Charutos em grande quantidade e de todos os
GUERRA AOS INIMIGOS
\ao se arimilte a anio cennrrcial.
Nao se tjuer a (liaba ta allianca.
Nao >' bine a furia dos corsario.
Ente auno ha de ser M*M\io.
Os tanhe esto preparad.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO! I!
Abaixo a la g"aiia \iaarr
Viva lisia i f Hinn.. Chf re esa s faaore f
Viva o conservadr das coaservas NgleuM ?!
Vivan os liberaes fregne/e do B\LlZA !!!
Vivam lodos qo*; lerem este annuncie.
SENIIOHES E SEIS 110 HAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido i roa do Livraawe o*.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os procos de quasi l>xVi os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portante assim declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, que se dignarem vir este 1 ililn InJlatn,
carSSo por certa muito satisfeilas, nao s quanto as ijualidaks d* genero, coas aa o
tratamento todo attencioso que se Ibes dar.
A lem do curaprimentudos deveres da boa educac, haver d'ora ea unle ais>Ia
maior capricho em satisfacer i todos quehonrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados. serio oRerecidos an eaae
dos Srs. compradores. Nabreceieo publico que se pratiqnrn enntrario, cnao ea am
casas, que al annunciam o que nao tem.... O tinltzn nao NMl___
Ameixas francezas em caixinhas eem frascos Licres inglezes e francies em vas*** de di-
de diversos tamanhos a l,2ooT lr6oo,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 800 rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azite doce refinado a 800 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,800
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
.J?,; Queijos do reino chegados neste ultimo va- Mein francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
cauunha, tamban na latas de t '/<< h- ,;,. 3i(i0 KaiTaf;1.
frescos do
dem prato PSHiiHliores e mais
mercado a 74t> rs. a libra,
dem tondrinn a 600 rs., e sendo inteiro i
5(Ki rs. a libra, wende-se por este preco
pela porrao ifrieirtnos em ser.
Biscoites em latas de 2 libras das segundes
de
brasde l,2oo a 4,5oors. a lata,
dem eni frascos cora, tampa de rosca a 1 .(oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas in^lezas das seguintas marease*
Mixde-Picles c cebollas simples a 75o rs
O frasco.
, Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
tas a 1,3o e 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha de Craknel em latas de 5
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas 1 mais nova do
mercado a 2.5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra,
dem de peso pautado ou loo de 3,5oo a|Cillloes ,., |K1|as f^ncezas proprios iara
Garrames com 5 garrafas de superior vinho *'000 rs-.a rftsma- mimos ou para anios abe Vfo as procis-
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao. 7, maull fina e a.lvaA? *n. a libra. soes a r,0(1 rs. ,,,,, um.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais Ml!0 a!l"3la e Pa,HS0 e Wo a 2ft0 rs> a h" Peras seceos as mais novas do mercado a 4oo
proprio para a nossaestaco por ser mais v ..r,10 rs. a libra,
fresco a ,4oo rs. c^m o garrafao. vwos uo gaz a 2,_oo rs. a grosa e 2oo rs. a Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs. ,. uzia' ._,., lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
com o garrafao. Vasos in8lezes de 4 a Ib libras vasios, muito, re_ a |ata_
Vmhobrane,oomais superior que vem ao^ EB!SjP!!!LS^^ tle 8 Iibras a ^.8oo, e
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
I.iem prato a 7oo rs. a libra. a 73,, rs
Vmho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhw de Nantes a 32o rs. a latinha.
como scjamBdc F., PRR, JAA. ontras Charutos das mais acreditadas marcas
muilas marcas, Porto, Lisboa e Figueira 2,500 a 4,000 rs. a caixa.
de 48o, 000. .")(o. 64o e los, rs.. e o do Champagne ,1 melhor do mercado de '12.000
Porto fino em garrafa, e em ornada a a24,ooors. ogigo.ede l,2ooa2,ooors.a
3,ooo, 3,5oo. 4,000 e 6,5oo rs. o melhor garrafa,
do Porto. | papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Mem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo re. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
ou outro qualquer liquido de l.ooo a 24ors. ahbra.
3,ooo is. cada um. No/ps mnil0 novas a |q rs. a libra, e 4,000
Licores das melhores marcas e maw finos! n a arroba
al ,00o rs. a garrafa e em caixa ter abat- i Ame'ndoas confeiladas a 9oo rs. a libra.
xa ter grande abatimento por haver
grande porco.
Azeite doce em barril muito fino
a garrafa e 4,8oo a caada.
ment.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
64o rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
fabricantes mais a creditados a I,5oo,
2.000. 2.5oo, 3,000 e 4.000 rs. a caixa,
09 mais baixos sao dos que por aiii se ven
dem a 2,000 e 2,5on rs
Caf, de ['remeu-a gualidade a 8,000 rs. a ar-
roba o 28o rs. a libra.
marcas : Osborne, Crakiul, Mixed, Victo-, Wat de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria. Pec-nic. Fance, Machine contras mui- roba e'wo rs. a libra.
Afroz do Maianliao a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba!
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
ibras dem mais baixo redondo a ,60o rs. a libra.
dem da India cemprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 es. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3'o rs. a libra.
dem de sdbo mtwv dura fingindo esparmace-
te 36e re. a libra.
Idom de espariBacite a 54 rs. a libra, e em
caixa a bzs rs.
l>apel o melbor que se pode desejar paca os
Srs. soregados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, j* se venden por 7.000 rs.
dem almaco pautadoe lisoa 3,ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2.2oors.
a resma.
dem embrulho de 1,2oo a 1,4oo rs. a resma.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
l,ooo rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a lata de
5 libras.
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
tas grandes e pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.
Bolachiuhas americanas, a 3.000 rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banha de poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a 1.000 rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,000. 2,800.
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,000, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a I,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez pruneira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez. a 64o rs. agarrafa a 800 ea
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa. Genehra de lararjja em frascos grandes a
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3on
a 3,5oors. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
l,ooo rs. o frasco.
Serveja da? mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais.a 5oo rs.
a garrafa,
dem embotijas e meias, sendo pretada
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8o
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Caf de 1 .*, 2. e 3.* qualidade de 26o. 3oo
e 36o rs. alibra. doCear de7,8oo, 8,600. Pimenta do reino a 34o rs. a libra
e 9.200 rs. a arroba do melhor. Farinha do MaranhSo a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java e Maranhao de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um
3.000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadmha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
5oo Erva doce alibra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
I das e 3,ooo rs. a caixa deduas arrobas.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por CHIMA i LT e C, pharmaceuticos deS. A. I. o Principe Napolelo, lanreados
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Feuillade, 7.
Ksta ora combinado reimr debati He um pequeo vo'time urna forma igradavel e um gesto dellcloae..
Ha muito ^ue os medicoe desejavo ardentrmente a reuniao desles dous medicamentos, e todava, apraar
dos maiores esforc.us, nem a sciencia medica, nwn os qumicos os mais dislincios o podero conseguir
M aqu; grabas porm 4 perseveranca humana achio-se hoje associadas eslaa duas poderosas subitn-
ea-, a nienle o reparador dos Torcas e da saude alterada ou perdida.
As moleslias contra ns quaes o Xarcpe Inico regenerador se tr-m mostrado muito elllcaz sSo : a* ame-
nnrrijeias, fallas de minMruncao, dores d'estomago, fastlo, digestes penosas e lardias, flores branca,
inensti uac/n t difllcci*, u lymplialismo, o tmpobrecimenlo do sangue, as escrfulas, os estragos produzidos
pelas molestias syphilitica>.
.,!!'' 'jy ?nn" ,quc X,r"P* dc 1uin ferro fo1 PP'icado nos hospilaes de Paris, e elle
nm- J,. mm* '*" VU8a' snbrtituiido, por assim dizer, os medicamentos ferruginosos conhecldos.
lia finlitSl infrTn l}luneHw riificaiJos dc muios memoro* da Academia de Medicina e professorw
" wonnuS? di ^ST.^!! E*!S22 ">edcamenlo < conservador da saudc por exccllencia, e
^c/erva"v di. epidemias '* ""M,! ,ndhP"' Pe^* Qe habitu os paizT quentes, con\
Acba-se venda noWepojito geral, em Par
em Lisboa, em caza do >m noilri
na pharmacia Grlmault r c, ra de la Feuillade, 7;
c"*>', Baril c! no Porto, na pharmacia do
Prixoto e ninir., ra do
io-Grande, em casa do
Pemambuco, em casa
e bem aaeim sos prii-
Deposito geral om Pernambuce niA da Cruz n K em ,sa de CarosBar 4 bota
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa' das
segundes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior ). Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pufa a 65o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Soo rs, a garrafa.''
dem de marcas pouco conbecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinbo Lavradio sem a mais pequea
compnsicao a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
canaila.
Pomada a 200 rs. a doa, sevada multo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrames-com 4 '/ garrafas de rinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem cun 4 V* ditas tle verragre a i .ooo rs. o
garrafao,
Vinagre PRR an ancoretas de 9 caadas a
lo,ooo fs. com aancoreta
dem em pipa puro sern o batisma a 2oo rs.
a garrafa e l.ioo rs. a caada.
Caixas cotn 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda mnito especia! a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores frartcezes e portnguezes das seguin-
tes marcas creme tle violetas, girofls, ro-
sa, -absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Tnrin. Botefim,
morangos. limSo. caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a l.ooo
versos tamatilMis a l.ooo, I.Vm \Jtto
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a Hoo rs. a libra de g
libra para cinMser aherto um barril aa
presenca do comprador.
dem de 2.' e 3.' tjrwlidade a 7oo, fbw e 4v>
rs. a libra.
dem fanecz.! a 560 rs. a libra, eem barril
por menos,
dem em Lilas a 20UO e a IA500 a lab.
Massa de tomate em herril a 4Hrs. a haca.
Idcineiu lata a 640 M, a lata.
OStardl ingleza Wl MI k-is a ]*4c.
Marmrlada impiTial (Vis nv'lhws f-dirv^n-
les de l.islion a 600 rs. a ht>ra.
Marrasimino de zara a 8oo rs. o fravo e a
8d a duzia.
Massas para sopa, ta4liarim e nt*;trri> a
480 n. a liln a.
dem finas, eslrelinlia e aavia, lixiaba
com8lilras a I6i)t
Nozes a 16o rs. a lil.n.
Peixe preparado di- aaatbwfca, da rhImt
qualidade que tem vindo ao i.t.;.i. a
1(5 a lata.
Presunto tle lamego muito suprrmr a 480
n. a libra.
lm para fiambre tiagltrz) a 64 rrb a
libra.
klem americano a 400 n, a libra.
Papd almaco | :t-S(KX> a resma,
dem tle peso a 2(> a tvsma.
Palitos para d.-ntcs a ItiOrs. n m-y.
Dito dito de flor a 20 rs.
Ditos do gai a UMi ptm
PMM novas a 480 rs, a libra a I V*08 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo \apora V&).
Dito lontii i no a 00 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de 1 't libra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em
frascos para 1, 4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas coin 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a6,8oo rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,ooo rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava cora 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 8oors. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate porlnguez hespanhol e francez de
8oo a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda m frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito mvos a 32o rs. a libra e
lo,ooo a arroba.
Sag muilo nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs a libra e 2,4oq a arroba.
Peixesem latas al,ooo rs. a lata ja prompto
a compr-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
l,ooo rs.
Concervas ingieras em frascos grantles a 75o! Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. i Sardinhas de Nantes a .120 rs. a lata,
dem francezas de muitas qualidades a 5oojDitade Lisboa a 640 re. fm lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. 'Sag muito suprior a 24 n. a libra
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal refinado, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do Rio de Ja- pote.
neiroa l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo Sabo massa a I2<', 1G. i vM0pi a
rs. a caixa. lil'ia.
_,.._. .. aa ,a Toucinhn de Lisboa a 32 rs. a libra.
Cafe do Ceara muito superior a 28o rs. a libra t dc San|(). e ..(M, (> ^
e a 8,00 rs. a arroba. Tjo|o para ,imp.|r km a 140 da o.
Vassouras americanas a (4o rs. ca*la uau.
dem do Porto a 4tirs, rada iima.
Atlas de carnauba e oJmiM>sioa a WO rs. a
libra e a 106 a arrota,
dem stearias superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, ne&te geneno temos o mt-
liior sortimento possivel, we Timlnam
pr>r precos muilo baixos a 1* a garrafa e
a 10/ e 12 a duzii.
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de f oo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muilo nOva a 8o rs. a libra,
topos lapidados a 5 e 6,ooo rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra.
Idern de caj em latas a 320 rs. a libra.
Er-ilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o re. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por !6oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a lio rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4.ooo rs. o sarco
Genebra ingleza marca gato a 1 ,ooo rs. a gar-
rafa.
IdemCherry.e da Madeira em barris e ea
caixa, a 12-5 a caixa e o barril conf> rme
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras o
8 a 9 canallas, por 2*500.
Dito em pipa a 3*000. 3,5500 e4(5ono a ca-
ada
dem do Porto, denominado Baliza, a 5J a
caada.
dem idem em garrames a 24500, coa a
garrafao.
dem verdadeira de Hollandaem frascos muito \fan (]e Bordame, das melhores marra t
grandes a 1,2oo rs. o frasco,
dem de Hollanda em frascos pequeos a Soo
rs. o frasco.
Idem de laranja a I,ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 88 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l,ooo cada urna.
vem ao mercado, a 65 a caixa e a 040 re.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a I 600. IJBm> > 2000a
caada.
bit m idem.em garrames tom ? garrafas, par
1 com o garrafao.
Vinho de caj a Ij a garrafa. Este nabo
tem dez annos.
Os precisos (a Hieres pa-
ra criancas.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Venrle-se na ra daCadeia do Recffe n. S6, para
; onde 9e mudou o amigo e acreditado deposito da
I mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
AGENCIA
DA
rNDICAO DE LOW-MOOR.
Rna 4 Seazalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho, mai'hinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jobnston 4 C.
ra da Senzalla Nova n. 42.
Anthmeilta e ^mmatica, hK'ib* tdi-
c do Sr. professoc Castro Xiines
Primeira e segunda parles reunidas da nritlimp-
liea, primeira e Miphioa srpsradas. e a (frAmma-
Iov. acliam-se venda par proco mui eomtnodo :
na ra do Imperador n. lo.
VuaJt a taiiern.n dn rna do Ranee! n. *S, com
Linas de Jonl.
Rerebeuse" luvas de Jouvin braaras e
1 proprias wn a qiiaresma : na roa d< Qn-ima
toja do beij.i flor n. 03.
Tranrinhas ilr lia lisa para mfriff* ile ratnMna
i d> srnhttra.
Rcci-lieu-se, tranrinhas de arrenai ror^s m-
5a de 30 varas a 640 rs.. e de ISO r>. peifeaa :
na ra do Queimadn Ir.ja |o rn-ija Oor n. t?..
Eifrites le rriahas ra tare m frmir.
Rerebeu-se, variad., sortimento de efifcim n
diversas rres a KMOO e Sfi: na roa do Queit
toja do lieija flor n. 63.
MaehlM laglezas
para descarorar algodao as melhores
tem vindo a este mercado : rna da SenzaVl
Nova n. 42, em va^a de S. P. JHmM
>endem-se sanos pnm Oo libra d> farefoa
W00 : na ra da Madre de Oros r.s. .1 e 9.
Iuarauai-u. .-, ------ r>-------- ....-.. ,am.^ > u-i^--" ------ ...--, vmii Vehdcm-se 70 pedras Ghegaram e acham-se veada na ra dj Quei-, legitiiios, e si- veadem a pr^co mais barato do que pouros fundos, propria para principiante, e ha*- ilha de 8. ITtptiel : a tratar na roa d
mado, lojad'aguihranca n. 8. aru tqualquer.parte. Lame afreguezada a retalho: a tratar na mesma. I berna n. 14.


mjmtrf f* wpy|n ~r /t*yi. ecir* mm o?. >r
O PRINCIPAL
I u
DE
n r SILVA & SOUZA
Ra do Oespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo-se o proprietario d este armazem associado com o Sr. I'aulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhe o titulo de principal,
por ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir para a Europa, afim de all cscollier os melhores
genero?, desde j se pede ao respeitavel publico toda a attenro, nao s para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
za, da ra do Imperador n. 57 e para o bem surtido armazem Progressisla da ra das Cmucs n. 36, sertas todas as pessoas que 1ro-
quentarem estas casas de que farao una economa de 40 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
guem melhor do que nos pode oflerecer tantas vanlagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! rna do mperador u. 55.
PROGRESSISTA *. uwmm -. .
PRINCIPAL!!!rM" de CPC8po n s
Manteiga ingleza a mais nova e fina cliegada Vinho do Porto em barril muito especial
O l ElEMIfti:iIMI
INCIPAL
np .i-
i-i.i
E
GBANDE 4RHAZEA
DE
neste ultimo vapor a loe rs. a libra e de 8
libras para cima lera ahatimento.
dem franceza, a meJbor e mais superior do
nosso mercado a 36o fs, a libra e 52o em
barril OH meio.
Ranba de porco retinada e muito al va a i 4o
rs. a libra, eem barril a ioo rs.
Cb bysson, e mellior ueste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem dem meos superior e que em mitras
64o rs. a garrafa, e 5,000 rs. a cunada.
Viaagre puro de LislKta a 2oo rs. a garrafa e
4,loo rs. a caada,
dem em garrames com 5 garrafas.
Farinbade ararnta verdadeira a32ors. a Ib.
I'bosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
s
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada una.
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a cunada. Vassouras de piassava com dous arcos de
Batatas emgigos de Irinta a trintae tantas liv ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oo rs. o gigo c 8o rs.a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escoras de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
casas se vende a 2,600 rs., cusa neste ai- dem emgarrafes com 25 garrafas a 8,000 rs. Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
mazem 2,2ou rs. a libra. Ceneja das melbores marcas de 5,ooo a a lata,
dem uxim, o melhor que pode baver neste i 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Peixe em lata muito bem preparado: savel,
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. j Cognac superior a 800 e 4,ono rs. a garrafa, corvina, pescada e outros a l.ooe rs. a
Idempreto muito especial a 2,ooo rs- a H-| eem caixa ter abatimento. lata,
bra, e mais baixo, porein muito soffnvel a Mannellada imperial dos melhores e mais Ervilhas pnrtuguezas e francezas j prepa-
l,2oo a Ib., vende-se por estes procos em! afamadosconserveirosde Lisboa em latas! radas a 6io e 72o rs. a lata.
1 azao de nestes ltimos navios ter-se rece- de libra, libra emeiae 2 libras a 600 rs. Caf lavado de primeira sortea
bido grande porc.3o deslegenero, a die- Conservas inglezas em frascos grandes aj libra, e9,ooo a arroba,
renca do prego de 600 a 800 rs. a libra 75o rs. cada um. dem do Rio muito bom
do (pie se vende em outra qualquer parte. dem frauceza de todas as quadades de, 8,000 rs. a arroba,
dem do Rio em lata de 4 at 6 Ib. a ,4oors. legumes e fnictas a 5oo rs. Arroz do Maranhao a loo e 120 rs. a libra.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para denles 42ors. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a 14o rs. Aveias muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra,
a 54o rs. s Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura c refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e I0,ooo a arroba. 8,5oo rs. a arroba,
dem de composicao emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
32o rs. a
a 28o a libra e
a Ib., ueste genero o melhor possivel.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
ipialidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, cptalo, secd, nsborne e ou-
tras muitas marcas a 1,30o rs. a lata.
Bolacbinlia de soda em latas gratules a 2,oo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito pioprias para mimo a l,6ou e
2,6oo rs. rada nina.
dem em caixinhas de 8 Ib. a2$ rs. cada urna
Passas aovas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e uieia e
3 libias a t,2oo, 2,ooo e 800 re. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,oo rs.
cada nina, (paseos de vidro com rolha do
inesmu, conteodo libra emeia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
viudo ao nosso mercado a 18,000 rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Rordeaux das melhores qnalidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9.000
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero lia grande potroede
dilerentes marcas muilo acreditadas que
j se venderam por 14,000 e 15,ooo a cai-
xa .nuio sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Camoes. Madeira sec-
ca. Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros comoClieuv e Madeira para 12,ooo e
13,000 rs. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figueiraa loo,
48o e ."to rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3.500 rs. a caada.
dem branco o melhor ueste genero vindo de
encommenda a 6oe rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Reropa Ooo rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
1,000 rs.
.Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
dem talharim, macarrao e aletria a loo rs.
dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinhn muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinba de Maranhao a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a lihra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores nuiilo finos de Rordeaux e ludas as
marcas pie ha neste genero a 800, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco paulado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.a Ib.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e S.ooors. a arroba.
Sab3o massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a lihra.
Castanhas pelladas a 24ojs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3o rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a 5,000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
lihra.
T1 itia'5 /
f = "5 "O ~
i 0 ct n ~ K SM
, -C T5 "C -C F '
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>>

00 -C"t
MOLHADOS
UVA IIO EMPERADOR
Outr'ora ra do CoIIcglo
M
DUARTE ALMEIDA C.
sis -s i *fl
ai-a -a 3 "= = -a d
- *- t- u r ,r, i: -
a. a > Sfi s> <
IOCCO
Antonio Fernandes Duarte Almeida* amm acreditados armazens l'rogretsao
e nio e Commercio, q ex-s tro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Osborn.
O proprietario desle importante eslahelecimento, conhecendo i|ue o mais ricoe espacoso
armazem que presentemente se temaherlo nesiu praca, deliberou deiiomina-lo VERDAOEI-
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, j pela ortica e conheimento que tem destas
casas, que este, um estabelecimento que nada dejxa a desejar, j pelo esmerado aceio
ijuenelle preside, como no completo sortimeulo que elle-vameiite recebe de sua propiia
emeommenda.
O proprietirio do grande armazem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser o
primetto a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos precos dos gneros de
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seos gene-
ros, por onde via e v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem esses.
RIVAL SEM SI,
lina do (ik'imado ru. t e 55,
e Juse Je Azevudo Maia e Silva,
no suu i'iogresso de veRder ara $im
Caixas de superiores obreias (k rola eKai
40 rs.
Cordio branco para vestido c espartitho. rata M
ris.
Linhas de carretel (IW jarda-i u| rior ipitti
dado a 60 rs.
Carios de linda Pedro V (OO jarda-i ja rbio
coiiliocida a 40 rs.
Grozas de peunas de ac de muilas i|iulidadri -
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas porm (ii*>s r. TMi
Caivas com calungas inuiiu liooilaa .ara rat a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalla< a |
Pares de bttut para punho mni> bonitM !O
Caixas com soldados de chumbo 111.110 lofttiw a
120 rs.
Tinteiios de vidro cora Mipcrior 11 illa a lW.
Ditos de barro com su|HTir tinta a !i 1-
Gro7.a de buMm de non praliados. mclhnr, a
100 rs.
Te^ouras para costura, unais superior, a Ditas para unbas muilo lina- .1 M> n.
Escovas para limpar dflMa nimio .-ur'rior^ a
200 rs.
Libras de laa de tudas as cores fpMAl) a 7.
CbMS de phosphoros de NfWMI a M
Hilas de papel amizade paulado u li~o a 1 < '
Ditas com 100 anvelopes muilo sn|ri.>i- 1 >*#
ris.
Cadernos de papel branco e de core, peqnem, a
20 ris.
Cartas a taboadas para meninos a 80 1.-.
Caixas rom superiores iscas de atender etarafi*
a 40 rs.
Caiiilcis de liaba Akxaudre (200 jarda. Jt mt
a 'M> rs.
Baralliog para vollarete muito tino* a 140
Cartas de allineUs ranee.s muito Iihh a M r.
Meadas de liuba f oxa para bordar a al rs.
Pares de snalos de tranca muito ~iii.tin.i> a
Papis de agulba com um pe.pi> n>> 1. ; .. 10 r
Groza de DUtdet de madrea-rola imnto tmx a
560 rs.
Ca loes e caixas de clchele* Iraocezes uprwres
a40rs-
DoDets para meninos muito Unos a I301)
Macos de crampos superiores e limaos a ")" tt
' 1 Groza de phosphoros do uaz nioilo novo :ii)
(jue, mordidos c qneimados pela invrja, dizem nao vaolal... Illude!... desenganem-se 1 Aluia pre'u {aiU, suuerir a um rs.
esses maldizentes, que emquanto andar no trilho que pisa, nunca mais consentir que se Caixas de rap com e*piUo a 100 ra.
venda um objecto de W por I0#> O systema do Verdadeiro Principal vender muito a Rwfcsjw para entnter mtimm 1 so r-
dinheroeganhar pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as fKd^mDSbotoi*i.i,W,r,'
carrega. EbMIm de laco de todas as cor. s a IJJRt.
Ped-W I llMlor aitrnvi. Hodas cora allluetes francezesa 20 r>
O proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protec- Caixas com quairo papis de aguitias im^r-a^
cao para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos pie ninguem mais pode otferecer *
. as vanlagens que se presta a olierecer este mpnraUM estabelecimento. O PRINCIPAL tam- caivetes de duas Mitas muito Km ;.
bem pede a todc* os EkM. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-. Pares de sapatos de la para mm a m is.
ment, cerlos de nao terem occasio de se arrependerem. 1 Sapatos de tranca para aariM para i...ui. *
Mais UUCU^O. "'Ihores que tem viudo, e p prer
O VERDAUEIB PRlNt^PAL p muilo barato
d Oneima*> m.
vera tuib> como hora e lomo.
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5ooPimenta do reino muito nova a 36o rs.a libra,
rs. cada um.
Molhos inglezes em garrafinhas com rolhadc
vidro a O 4o rs. cada urna.
Quetjos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
J2_
Cominhos e erva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Gravo da India a Goo rs. a libra.
Canda muito nova a l,ooo rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra e ri,ooo a arroba:
Graixa a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
LOJA DO BEiJA FLOR.
[[ta do Quciiiiado numero tul.
Cravalinlias para senliora.
Vendem-se firavalinlias de diversos gostos mais
modernos a 7^0 e 8(Mi rs. : na ra do Queimado,
luja do beija-ftor n. 6-'!.
Fitas para ilcln .un de veslid*n.
Vendem-se Otas para debrum de vestido de linho
com l varas a OO rs. a peca : na ra do Quei-
mado, lojdo beija-Bor n. 63.
Peules travessos.
Vendem-se peales iravessos de caracol na
frentade borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, leja do beija-flor n. 63.
Pape! hcira domada.
Veniie-se papel boira donrada a 1,8200 e l.'(00,
dito de cor du beiradourada a 15100 : na ra do
Queimado, toja do beHa-flor n. 63.
Anveliiprs.
Vendem-se anvelopes de diversas qnalidades
branco a 00 re. e le er a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., pelo a 720rs. : ua loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
tollas de aljfar.
Tendo recebido vol'as de aljfar com cruzes de
pedia mu lando a briibanle vende-se a i& cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de mcias.
Vendem-se camisas de metas muito finas a
ICJiKI.'. 15300: ua ra do Queimado, loja do bei-
ja-floi n. 63.
Eiifeites de Kta.
Tendo recebido wMMB de tita pretets e de co-
res mais modernas <|ue se estao usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-Ojr n. ti-i.
liU de la rete para MrHb
Vendc-se fita de la preU para debrum com 10
varas a 900 r*. a peca : na loja do beija-flor ra
do Qeeimado n 63.
Fitas de liHta para herdar vestido
Vendem-se. fitas de tinho para bordar vestido
ou roupinho de menhias com 40 varas a 640 e
800 rs. a nece s quem lem loja do beija-flor
ruado Queimado numero 63.
Botee de Madreperla.
Veadem-se botos de madreperola mais moder-
nos s'-ie tem viodo para punhos de. sennora a 320
rs. o <*ar : s ipiem vende por este preco na
ra da Queimado, loja do toeija-fler numero 63.
fita de vcllttdo para bordar vestido.
Wne-se fila de velludo preio coa 10 varas a
900 rs. pee,a : so quoui tem por erte preco a
Joja do beija-flor da ra do Queimado o. 63.
Fita de velludo tardada.
Vei.de-M Oa de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para ijua-
resma : s quem tem a ioja do btija-llur roa do
Queimado B. J.
Franja preta,
Vende-se fraaja preta de diversas larvuraupara
enfeitar capas ou manteletes os mais liados gos-
tos que se pode encontrar : na oja do beija lor
ra do Queimado b. fi3.
taras e ganos.
Vendom-M tocase gariosOe balaocod* l b-:
to a ^5300 a duaa, dita de botos a 65400:
na ra do Queimado, loja do beija-nor n. 6i,
IMlliMd.
Vendem-se dminos muito 00* a #*
15400 : na loja do beija-flor da ru* do Quounado
n.63.
Vsperas.
1
"3 aa n -. *-- ^ o: ^^ ^-
- a O o
S-2.STC
o"S*
~
H iva l sem seg un (Jo.
Na ra do Qneimado ns. 49 e 55. loja d* rmttt-
las de tres (tortas, est rvsoividn a vr l
guanio tem no seu eMaU'Ircimeulo por preces
a lodos admiram, a>.-iin vej.irn e ailnon 11.
mais Srs. do centro, queiram mandar sitas encommendas este ostabelecimento, garatin-
do-lhes o proprietario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparao esfoicos para
fielmente cumprirem os pedidos que vierem inderessados.
Ao publico.
Oinransavel proprietario pede a todos os Sis. eSras. que, quandotenbam de man-
dar seus pedidos seja em carta fechada ou com grande recommendacao ao YEIIDAUEI-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista |'.'';,'c"s, ""**** 2" '*" CRftff *
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza dos portadores tem este .sobrado urna botica 2 JC^m^r' V^?.t!.b aSln ^
franceza, no pavimento terreo. O VKRDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin- Frascos de oleo verdadeiro bai^a .^ r-
ladas de verde, nas hombreiras Duarte Almeida A C. e por cima o VEIlDADEIRo iios de oleo verdadeiro que tem uma maoua** a
PIUNCIPXL. -"iOO rs.
Hilos de oleo superior Philocoine .1 mi r-,
HBttaS para SOpa muitO novas, foi desembar- Sabonetes iirquenw e muilo Ibm a ra 1 -
cada ltimamente pevide: rodinha c es- Dito* iacleies, superior qualidade, a 16o- j:o.
trellinha a 300 rs. a libra c 3$ a caixa com
8 libras.
Macaran,Aletria o Talharim a 400 rs. a libra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 1/J400
a caada,
que mitro qualquer nao vende por menos Dito em garraloes a I #000 cada um.
do 3$ a 25700 rs. Botijes com 8a9garrafas de azeite, o me- ^^^^^'""iDuTto'BBas'para alan *
Ibor que se pode desejar, '
Palitos de (lentes em macos
nhosa 120 rs. cada um.
Palitos do gaz a 2(5200 a groza, 20 rs. a
caixinha e 200 rs. a duzia.
Craixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
elolOOO a duzia.
Ceblas muito novas n 540 rs. o cento e
800 o molho.
Traques de primeira qualidade a 8,-j500 a
caixa e 240rs a carta.
... __ _.-! mas para eiiiiar escarniros iihiii un;
Charutos Ipyrangas em metas caixinhas aVora delta com iihutes para vestido
Amendoas confeitadas com bonitas cores
a 16000.
Manteiga ingleza propiamente llr a 800 rs.
e sendo em bail teta abatimento.
Dita franceza muito nova a 360 a libra e
sendo em barril 320 rs.
Cha ucbim o melhor que se pode desejar, e
Hilos de bola muito finos a 240 a ico 1-
Vinagre aromalico erheiroso, garantido, a 14
Paseos de apua de rolonia muilo lino- ., ><
Ditos de dita verdaiWira t i|ue gaivtute a K6
ris.
Dilos grandes tambem verdadeira a I-7S0H
Frascos de cheiros muito finos a St. 390a ~*tn n
Dilos de agua de rolonia graml. a i.'ii.
especial qualidade a 2^000
desejar
*=
1 09
C5 CO
~
09

5. s u_.
0 c-2 l
CC -i
ce p.
"o 3
j-
CB
TODA ATTEc4(*0 AO VKilLA^ITE. '
Custodio Jos Alves Guim3raes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que acliando-se
as obras da loja do Vigilante con/luidas, e achan-
do-se as norias abortas a concorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que so acba no csi>aco.-o e alegre campo, guarne-1
cido das lindas flores e rouitos outros objectos de
bom gosto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crr, que s assim podero apre-
ciar, e aeharao um grande sortimenlo de fazeudas
tendentes miudezas, lauto para grosso como para
retallw, que iodos serio soridos a voutade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a esto cstabelecimeuto
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
ro fazer que ser tudo comprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muilo razoaveis, nao s pelas
boas compras feitas oesta praca, como dos |ue
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignaces.
CUEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimenlo de (velas pretas e eom pe-
drinhas de muilo lindo gosto assim como filas pa-
ra sintos preUs e de cores para as mesmas five-
las que se vende pelo barato preco de I J/iOO e 25:
s ao vigilante ra do Crospo n. 7.
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Vende-se alpaca preta a 500 rs. eevado.
Vendp-se alpaca preta para vesiidos a 600, 600,
700 e 800 rs., fina de rordao a 800 rs para pale-
tot, prmreza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina: i (400 o covado, lastrabas preta
liara senhora que estao de lato a 720 o (ovado :
na ra da Imperntrte n. 56. A loja est aberta at
as 9 horas da noite.
m wmm mmmm
K*pedal rap
Princeza de Petropntis j bem conhe- |R
cido em toda a provincia do Ro de Ja- m
neiro e com preferencia ao Panlo Cor-
deiro e ara preta de Mearon : vende-se
em seu onico deposito na do Crespo n.
16 armazem de loaras de Duarte, Perei-
reira 4 C. on na ru larga do Rosario n.
38, loja da Aurora.
Dito perola
e 23800 rs.
Dito bysson o mellior que se pode
a2??100 e 2.4600 a libra.
Dito bysson e da India muito superior a
2;52<"0 e 2/400.
Dito do Din em latas de 2, 4, 6 e 8, libras
a I-mo e 40200 a lihra.
Dito preto muito especial a 2<580O a libra.
Dito mais baixo a 4f30O e 4(9600 a libra.
Queijos chegados no ultimo vapor a .1(50(10.
Queijo pialo chegado neste ultimo vapor a
800 rs. a libra. .
Ditosuisso Parmezo o mellior e mais
fresco que se pode desejar a 800 rs.a li-
bra, sendo de 4 libras para cima a 780 rs.
Dito londrino um pouco duro por virem
em navio a 500 a libra, e sendo inleiro
400 rs.
Itolacliinhas em latas de 2 libras de todas as
qnalidades que se procura a I#300.
Ditas em latas grandes a 2000 rs.
Ditas em Uta*, de I libias de Ciaknel a
4|000a lata.
Bolai-hinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2-5200 a barrica e 160
a libra.
Ca toes com holacliinhas francezas de diver-
sas quadades a 600, 800 e I 200 cada
um.
Peras, seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
2S300.
Hcelas com doces de Portugal ricamente
afeitadas a 2f>500, contendo: peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra e 7^500 a
caixa: tambem tem meias e quartos.
Amendoas de casca molle a 20 a libra e
240 de casca dura, nozes 440 a libra e
45000 a arroba.
Figos em caiiinbs o latas liermeticameute la-
cradas a 15500 25500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de,duzia vindos do Porto
e das seguintes marcas: Ducje do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Cliamisso,
paj
a 55 Cada um. Pecas de tila branca do linho, superior <|ualidad<.
com 20 maci- i00 *
Grvalas de seda muito bonitas e mprn r-
dades a 501) rs.
Canelas de o.-so lisas e torneadas nimio liius a
40 rs.
Duzia de lapis muito linos e fortes .1 S4o.
Ti anea preta lisa o melhor que ka a H r*
Esrovas para limitar denles muilo lina .1 KOi
400 rs.
l'i ules de volla para meninas repa*ar rabeWo a
oOOrs.
Ditos dourados para meninas rra^ae r 1 iWbi 13
Pilas para enliar csparlilhos muilo iina> a W rs.
a lif
25000.
Dilos Suspiros de Tbom Pinto a 15600.
Dilos Avaneiros do mesmo a 15600.
r-. > i- i um ...., Agiilneiros de Jacaranda minio
Ditos Hcgalia Imperial a 15000, garante-sc; a 200 rs.
(|ue s3o charutos que j se venderam por ; BwelIkH de jaeamata
5(500 e 28O0, alm destas marcas tem de 2--jOO.
todas as mais que cuslumam vir oosso ^B/jg" e **
mercado. Duzia de focas e
Genebra de Hollanda em fiasquciras a 6^000 148OO.
1; 560 rs. 0 frasco. Pares de meias de cores
Dila de laranja a 15200 o frasco e 125000 a
caixa.
Dita embotijas de Hollanda a 440rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a libra
sendo em arroba lera abatimento.
Krva-doee muito nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 45000 a libra.
Cimenta muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo a640rs. a libra.
Alf-uema nova a 400 rs. a libra.
ToucinlK) muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 85000 a arroba.
Chouricas e paios atHOrs. a libra.
Banhaa mais nova e alva que se pode dese-
iar em latas de 10 libras a 45000 a lata. vemk-se caibros de muito boa> quaJidadas
Abotoaduras de nonio gosto para NdaMa a 190 iv
I Frascos de oleo de macaca iiiuii Mapaflai a tOO
ri^is.
lios para acitha
e brancos ti coiumuas a
rom dou< I '"- tioil
gaifos, cabo branca. afHOalHk a
para menin- s a too r*
!*/. de Mara.
O afamado mez de Mara IJM M raudal a ?l
25 e l-'Kl. com estampas e niiidaio-io
so, acha-se a venda por acabar a luit> vowne.
ap|iroveiiem-se da occasio, que mu poaaM VBO
, tam : na ra do Imperador n. 15.
CiL HE IIMIH
Venden-se barr* rom ral en-
Va procedencia, em prdrr. ritma-
da hojc, e unir nova, que Na a*
mercado, na rna do Trapichea.
13, armazem de lanoel Trltel-
ra Basto.
Dila propiia para banha de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Chopos lapidados a 45800 a duzia e 55500.
Ameixas em frascos grandes a 5500.
Ditas em frascos mais pequeos a 45400.
Ditas em latas de nina e meia libra a 6.libras
a 15*00 e WOOO a lata.
MOlho inglez rolhade vidro a 800 rs.
Presuntos inglezes para fiambres muito no-
vos a 800 rs. a libra.
Velho secco, Vctor Emmanoel, D. Pedro j Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
V, D Luiz, especial vinho velho do Porto (conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
GAZ GAZ GAZ
par prc^o rcduzldo.
e outros muitos a 95, 105, 425 e 145 a
duzia e 45 a 45200 a garrafa.
Vmho9em pipa*V)rto, Lisboa e Figueira
das melhores marcas a 36800 a caada e
800 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos cqnlmcidas a 400 a garrafa e 25800
a caada.
Dito Colaros especial vinho a 800 a garrafa.
i Dito Lavradio muito fresco, no levando com
posi(o, a 560 a garrafa e 45000 a caada.
Vinho branco de uva fina aMSOO a garrafa e
45500 a caada.
Vende-se gil da melhor qualid.de pelo Dito mais baixo a 400 a garrafa e 25800 a
Vndeme r^ mu* fea a -KM. : *- Z^**0*
ruado Queimado, lofa do beMor n.43j Jiwro patente mglec.
Kua da Senzalr b. 4?.
Vendase, emasa de S. P.JohnstontJtC.,
setns e tilhofi ingleses, "candieiros e co-
caes bronzeados, loo inglezas, fio de vfa,
chicotee para carros montaria, arreios p,ara
pre;ode 405por lata de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e na do
Trapiche Novo n. 8.
FKIJaO
Vende-se fejao forneo e amarello, de superior
qualidade, a 10,8 a sanca do einco alqueires, do
Port : no trapiche alfandegado do Bario do Li-
vramtnto no Forte d Mallos.
, J~JLi~~JJ2~ Yeuden^sa'saccas rom dous alqaeirosd^arinlja
carros de um e dous c'tva,I?s> e felOg^Qg le e mandioeaV^'elo.haraio nre^o de 500 : na ra
Id
fo.Mtffo6Kns.5e9,
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 42 garrafas das
marcas mais acreditadas a 65500 o 7#000
a caixa.
Dilo muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 45200 a garrafa, garao-
te-se que por este aaesmo preco d pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem. .
Licores-ffancezK e portofjoeaes dos melbo-
res nitores a *#, f#000 '*5a00afar-
rafa.
Corvei'asdas m*are4,maw^ a SSr
6|-n.1zia; tambe lomos ominar*
por mott menos'.
Marmelada de todos os fabricantes de Lisboa
emfatt&de 'Kb a 600 e 640.
Cognac iuglez a 405000 a duzia e 45000 a
garrafa.
Dilo francez a 85800 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 2 $000 a garrafa e 325000 a
duzia.
Sabao massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 95000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado c lizo a25400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 35 a resma.
Dito azul proprio para botica a 25 a resma.
Velas de spermacete a 560 rs. a libra ,e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 95000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farelle de Lisbda marca N a 4O00 asacca.
Wrtfos para limpar ftc f M' recada um.
fi em latas)*'preparado a !**w a lata.
Chocolate hesanno4elrjncer flOOOa libra.
Caf do Rio primeira sorte aSfri-OO a^rrooa
e 300 rs.a libra.
DHo de segunda a5400 e 280 rs. a libra.
Atroz ato Maranhao, Java e India de 25600 a
35 a amiba e 400 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 440 rs. a li-
bra e 45500 a arroba.
Cevada muito nova a 23500 a arroba e 400
ti. a libra,
tv
na serrara de Jos Ilyginu de Miranda.
ESCBATOS FGIDOS.
Fugio do engenho Santa Crm frepueri. i|*
N. S. da Luz, no da 8 do crreme mu
de lime Juan, acaboclado, idade de IX a an-
uos, estatura baixa, choio do corpo. aaMan e.*0-
rados, rosto redondo, som barda e denles na rrae
te, ps grossos, tem algumas rtratrb: i*tas.
levou vestido camisa de alRodaoznho d- ii>tr*.
calca azul, seroula de alitedu da ierra mu -a-
pee de baia sem Tundo ludo em wao e-tadu, -
vou mais em sua cumpauhia um cavallo pequen*
de cor russo pedrez, com o ferro na rwrn.i a \m
taco de urna lesoura: rojta-s< |K>rtanto as auav
r'niades poliriaes e com especiatidaite aos captum
de campo a sua appreheoso, levando a um a-I*
do abaiioas-Riado no referido eiiji
ao engenho Taboca, pelo que ser gener>>-ameat
recompensado.
Jos de Mello A/d.
Nos das ltimos de mar( prounto
fojtio da rna da Praia n. *J, prineiro andar,
mulalinho escravo de nome Flix, com oe >ii
seguintes : representa ter 11 a 13 annos magro, plido, ps e orelhas granl^s, um |
bochechudi, tendo om dente lirado m. frente
U que dirgira-se para Barreiros oa.y.'f
quer que appervea, r^-m aa uvmymk*
ae e com especialidade aos capda* d "
a sua apprehenso : advwtmdo-se
que o dito mulanuo acobarla-se
liberta ^^__^____
aos itM-soMa,
com lilut d
ATTKNCAO
Arha-se fgido o escravo de wmt raaMNM, do
idade 40 annos, pouco mais oo tarous. cw (ala, at-
ura. re|iilaf,*)Waso do corpe.be e>nadwid, bar-
bado, e ja com atguos cabellos brann* aa
bracos e |*rnas grussas e bastante cabrOada
do as pernas arqneadas, porm nim mu*,
ma andar em sambas, e as vem
tante por gustar motlo do beber
se as autoridades poliriaes desta r 1
lmilrophes, qne o faeam aprirebenoVr e Irva-to a
seo etboro mejor Amonio de Suva Gewaae, ee
roa Imperial, aaem nomo reavsc aos
campo a apprehensao do dilo escrave. que
bem gratineados.

*
(MUTILADO


'
flrlo i teraaaar>n UTTERATffRA.
iV.-i
To!Succedeu, estando ella ao castello de KollevilJ
la, era Picarda, onde possma afgumas trras, ser
Vicente de Paulo chamada para ouvir de confissaa. votados as rns-5
a um campenez era periga do vida, tjue raorava'
StxTA carta DinidDA. nao kxm. su. coKsii.HEino d'ali a duas legras. Fo4 logo ; e? posto quffc pe-
rrDnOALTHAN..A.MATTAEALBUQUEnQtE,AOSR. ntenIe g(Masse ^ ^ corA-lhB
dewtado pedro uu. aconsejo a urna coflsso geral, para Sino*
Mm. Sr. Pedro Lhz.- E ponto wconirovroo a segurar-me a salvado. 0 hornera perturbou-se,
o,.posrao do protestantismo no ratholicismo no que hejitou, mas afinal cedeu e acabou porconfessar
$ ordens e congregares religiosas : aquelle varios |)eccados gravs> qu, oceultara as confia-
,borrcce-as, este as ama : aquelle as destroe, esle So0S precedentes, porque o, tinba por -mili ver}*>
ai eslsbeleco e aeororoa. Esse odio do protestan-' nho30S. vfiente ihe fez ver a enormidade da cu,_
.Jim passou a ph.losophia incrdula ambos pro- pa i maS) obrando a S,^ na aima desse homenii
! !,. dr> nu-r-mo modo, o empregam os, mesmo; elle mesmo declara imblicau^nift-^ a iu*ua u.
nicios contra as communidades religiosas.
listes nieios sao : lisongear os ruis, exagerar os
uiieiios do poder civil, declamar contra os preten-
didos males causados sociedade por aquellas com-
munidades, figura-las como focos de fanatismo,
apregoar que a religiio pode existir sem essas ins-
cooperacao do arc.ebispo de
Cnceftra'm entre si, o arn
ddfaulo, o tollegto
heJParem ||otand#b
deprenda. Viento jeq
Pars, irmo do conde, dos prussianos nos seus domicilios. A1
rcebispo ceder aos padres ras_(!? manl!**' as 'ropa* prussanas su:
do campo, mob wdipjfcao de
a sin marcha as immedaces da ci
anda nao havia tropas, com ordem de p
nos jmenlo, se se recusassem recebe-lav.
gravar Mta inamin, eiecutaudrj
um operario corred ro,. charlado
fr&onymflmo por tepdo
jor russgRotBrch eXceSram
ma occwo 9h iessaro con vene i
>4. Seo afio, depon de* aviso, aaur ama
noel tentativa tara romper o basque, aa me
vad|o em cooKo leejfo em que o navio htrpnu din
W.s~ | po# da pan**, 00/ por qualqoer outra i ton.
i>, hosfer fundamento para suppor que o aa (r
16,000 A s quatro horas reuniu-se a rommfsso de Srh- de ter ultrajado uma donzella, de roubo e assassi-1 informado do bloqueio, ronsiderar-se-aa
sejos
leswig-Holstein, re
-T\ declarar que o atojan
dos virtuosos ndalgos, e submetteu-sea vontade do na ,:dad,._ constitua
d do di- I paiz: 2." manifesJTr
saco forfiironoedides as hnrs mi- nienria da su* fenjatiea para
em ruase
elle mesmo declara piblicatuuito, o inesuja C*
dessa Gondy, cujo vassallo ora, tu as enfiaeoes sa-
crilegas e seus peccados. t *
O caso coulristou sobre modo a condeesa, que
pedio remedio a Vicente de Paulo para os que se
achassem no mesmo estado de culpa O remedio
foi abrir-se uma missao em Follevilla aos So do ja-
titoicoes. Mas cumpre notar: 4." que o* direitosj nero de 1617, dia da conversSo de S. Paulo, da
do poder civil naopodom ostender-se ao espiritual;
t. que a historia prova os immunsos beneficios
que os institutos religiosos trouxeram, e anda hoje
trazem sociedade; 3." que os protestantes e os
p!:losop!:os chamam fimttismo a missa, a confis-
.s.io, a ccmmunIi5o, o culto das imagens, a devo-
(jao do rosario e dos bentinhos ; 4." finalmente que,
supposto seja verdade que a roligio pode existir
.sem o institutos religiosos, com tudo ella quo
lhes d a existencia, os vivifica com o seu espirito,
<: os nutre de sua substancia. Sao fructos da re-
t io.
Por isso onde ella lan^a raixes, germinara lo-
'o os institutos religiosos; e se estes foram des-
truidos n'um paiz onde a religue- contina a subsis-
tir, nao tardara cm reviver. Temos a prova disto
em Franca.
Ca instituto religioso c uma sociedade de chris-
taos vi vendo em comraum, sob certas regras, para
pfir ern pratica os conselhos evanglicos. Os ins-
titutos religiosos sao pois conformes ao espirito da
n-ligio clirisla; coudenma-los desconhecer esse
espirito. E os pbilosopbos, que concedem que a
rcligiao til, sao inconsequentes, quando comba-
tora os institutos religiosos, porque estes sao o re-
soltado necessario da religiao.
D'eolre os institutos religiosos ha um que teve
pnucipio iiq,scculo 17, e oi creado por ura servo
d Deus para instruir os ignorantes, e exercer a
caridade.
Esse instituto a congregacao dos padres mis-
si >narios, fundada por S. Viceute de Paulo. Mos-
trar o que foi este servo do Deus, c o (ira para que
instituiu a congregagao das missoes, e os servidos
que ella prestou c ainda presta egreja, mostrar
a cxcellcncia e importancia da instituiciio. Vicen-
te de Paulo e os Laiaristas sao pois o objecto da
(ireseute carta. Possa o pouco que delles digo re-
jiarar o escndalo dado por V. S.
Vicente de Paulo e os Lazarislas.
fundador dos padres missionarios francezes
foi S. Vicente de Paulo, que nasceu na aldeia de
Puy, na raiz dos Pireneos, de paes pobres, mas
pos.
Sendo menino guardava rebanhos; e ia todos os
dias parochia para fazer sua oraco Santissima
Virgen). Sob as inspirares da Consoladora dos
aflictos foi que o coracao do pastorziuho se abriu
a essa mansido e ternura incomparaveis, que o
ieviam fazer o apostlo da caridade por excelen-
cia, o pae de todos os pobres, o consolador de todos
os afilelos.
Gonservou o officio de pastor at seus paes o
mettercm n'um convento de Franciscanos para ser
educado ; ah leve a conscieucia da sua vocaco
para o estado ecclesiastico. Cursou depois a uni-
versidade de Tolosa, e se ordenou.
ttiamando-o a Marselha um negocio de heranca,
logo que o conclniu embarcou-se para vir distri-
buir pelos pobres o dinheiro que receliera; mas
sendo capturado o navio por piratas turcos, foi le-
vado a Tunis, e vendido como escravo. Pertencen
a tres senhores, sendo o ultimo um renegado dp
Nisaa, casado com quatro mullieres, urna das quaes
muito folgava de o ver trabalhar no campo, e ou-
vilo fallar de Deus. Um dia essa mulher pediu-
llio que cantasse os louvores de Dens; e, ouvindo-
os, tamanho abalo senliu em sua alma, que foi o
instrumento de que serviu-se a Providencia, nao so
para a conversao do renegado, como para a liber-
dade de Vicente de Paulo.
Libertado do captiveiro embarcou para Roma,
acompanhando nm principe da egreja. que o pro-
tega.
Ali a sua devocio expandiu-se ao ver as rui-
nas do Coliseo, onde o povo dos imperadores bat-
tia palmas, clamando com voz selvagem: Aos
leles es christos! Ali as frequentes visitas aos
sepulcros dos apostlos S. Pedro e S. Paulo, e de
tantos outros marlyres e >antos personagons, que
ou derramaran seu sangue por Jess Christo, ou
enipregaram toda a sua vida em servi-lo, nutriam-
lhc e afervoravam-lbe os sentimentos religiosos.
Ali finalmente se entregou aos cstudos sagrados,
o apercicoou-se no que aprender em Tolosa e Sa-
i?^'ossa.
Vindo de Roma para Paris, e trazendp recom-
mendacao do ombaixador francez para o rei Hen-
rique IV, foi nomeado capellao da rainha Marga-
rida.
Desta feita achava-se Vicente de Paulo no meio
dos grandes da trra; mas nem por isso mudou-
se-lhe o genio : continuou a ser humilde, prudente
e caridoso, como d'antes.
As funecoes porm da sua capellana deixavam-
llie muitas horas vagas, o que nao poda convir
sua actividade. Passados pois dons annos, abrin
mao do cargo, e recolheu-se congregacao do ora-
torio. Ahi o padre Berullo, varao dotado de saber
e virtudes, e confessor de Vicente de Paulo, o re-
solveu a aceitar o curato de Clichy, onde Vicen-
te porlou-se com todo o zelo proprio de um pastor
d'alraas; visitando os doentes, consolando os a-
fliCtos, soccorrendo os pobres, reconciliando os
inimigos, pacificando as familias, instruindo os
ignorantes, corregindo caridosamente os que mal
procedan, e acorocoando os bons. Vellava e in-
cessanlemente orava a Deus para queaheresia nao
turvasse as aguas da sa doutrina, nem Ihe rou-
fcasse nunhuma das almas que Ihe foram con-
fiadas.
Instado pelo mesmo padre Berullo a deixar a
parochia de Clichy para lomar conta da educacao
dos fllhos do conde de Gondy, obedecen com bas-
tante pezar seu.
O ex-capellao da rainha de Navarra nao ignora-
va a vida dos grandes: oquemais se temadella era
o luxo e o rebuliqjO| porque gusta va do retiro e da
obscuridade. Fea pois 6a r*l >if ara, que Ihe
deram no sumptuoso palacio de Gondy, uraa.ce|la,
donde s sabia, quando se Ihe offerecia a oocasio
de fazer algum bem ao prximo. Pora disao ocea-
pava-se em desempenhar os deveres de preceptor,
e goardava o ais completo retiro. Kuwa'se en-
tremetteu nos negocios do conde nem-da condessa
nuBfa lhes apparecen, senSo quando o chamavam.
Mas essa reserva' nao era ndifferenca, porque Ipgo
que os via dispoitos a alguma infracelo das leis di-
vinas, oorrigia-os cora santa liberdade.
Costumava o conde passar o verao as anas ter
U'ah a idea das missoes aos povos do campo, que
a Ctmdessa Gondy foi a primera a realisar nos seus
dominios.
E' feita a Ficen* de Pablo a proposta da doa-
A consideragao, o respelo e bom tralamento,
que Vicente de Paulo gozava na familia Gondy, o
metteram em escrpulos, que Ihe suscitaram open-
samento do se apartar della. Esse pensamooto
porm leria de malograr-se infallivelmenle, se Vi-
cente de Paulo nao tomasse a resolucao de fugir,
comofezMoysesquetanibemfugiudacrtedePInri quena e pobre companhia, f
para que
chasse sua
nao detivesse.
para
II
o porte *
mum*-
por unonimidade^ i.'- nato ; c |o/saco torqrn^onoeiiaas |s nonrns mir! qt
las tropaj i^mstanas litares, stolif fuzilad. como sMdadp. Qin|# a miravei. Tima
. iar touira a aiciiude a l'russia ueste fado, por minosos, tres coudemnados. ,]..iSes navio- inmrrcra n'uma r^na n
' A cbngrr-gaca-o comecou com tres: Vicente de la que constitue a tentativa do tornar a execu- Para ajleioara eonjmocfio pnduaida aa cida- JV-i na/i r.'^i .1 f-".i"e Tleri at*T*
Paulo, o padre Portail, seu priaaeiro discH-ulo e *g ,eadLral ^'gosa para os di rei los da confedera- de e en. tolo o paiz. pela rVrufro ^ufn chefe, rojem..ado a reparar os .lamooa de companheiro, e oulroexcellento padre quetambem Y v0 d a .', .., f(,_opoi,n ..,., ... ,fKr8lWff ama/10 eadmirado, nada se poda si(i0 causa.
.. .L; ~, ,ju i a. .,.,,,,. t. ,,ik\ Ll r,iVl'r"ro ^l"Tiva-se o segundo imaginar ni*lhjr do qni insultar a memoria da1
se dMciotf o sen zflo la- seu trabalhos. lo- haialluo prussiano. Parece que o general federal victima. No artigo inqalilicavel a que alluclo, no-
dos tres sahiam de Paris, e percorriam as aldeias requisitou tropas hanoverianas e saxomas. Mui- ga o Dziennik que muitos offlciaes' russos houves-
cathequizar, .vhoMah confessar, instituir. ^o.w recusararn alojar os soldados prus- sem pedido o perdao de Jankaw.-ki porque lhes de
.r
dL-eoio de Vieem* Oreseeu o numero a lal'pon- J^J? geral pe,a
inguagem cm que esta conce-
O que faz a Hussia na Polonia, e porque que
*russia auxilia? riue faz a Austria na Vcnezat
obraa j.ias, yiveudo todos elles a sa cusa, e nao -------- .^ff, vida\ P'-'ne oppor a este desmen-
'..-,.. .. n ,. n ,- Udoo lesteinunho de uma correspondencia dirig-
querendo receber nada de ninguem. \ieram ou- Uo ilornt,j Past, extratnmos o segumte, so- da do Varsovia a Gtizeta de Moscow, e sabe-se que
tros depois offerecer-se a_viver t trabalhar sob a lbre.?.luef!,? al^nia; este artigo altrahiu a^at- aquellas correspondencias sao todas enviadas por
cidadaos russos. Eis o que diz a que apparecen na
Gcizci de Moscn- de II de fevereiro :
< Toda a pouulcaoda eidade de Uadzaiain man-
dou uma deputacao para pedir o perdao de Jan-
prior de j^azaro ceder a propriedade do seu, ?.na ^t'tzia? que faz a Austria e a Prussia na kawski. Jankawski era chefe de um bahdo de
insurf entes, p nt nm fh^fe' dt> gendarmes ea-
forcadores. Nao ha a censurar nelle mtiltum
asstissimito nem venlttm'roitbo.' Etava habl-
t tuado a dar a sua liberdade aos seus prisioneiros
i rusts, depois de prover s suas primeiras ne-
f cessidades. Em uma palavra, era um dos che-
t fes mis leaes da insurreico.
Eis o que publicava a Gazeta e Moscow 11
rao- n s elu a mm A "''> smenlo de salvar-se os du- de fevereiro, no mesmo dia em que Jankawski foi
cao, mas elle a reu,a, nao podondo comprelien- cad09f llo de ser majs ou raeil09 inc0rporado3 enfonado como um asara*
der qoe quizessem elevar a tanta altura a sua pe- Allemanha ou : Dinamarca; tem mais elevado al-: A folha ofTicial de Varsovia ainda foi mais
a cfiamava.'canee e ha de ser resolvido n'um campo que' alm ; procuran por em duvtda a coragem de Jan-
ismo e o go-; kawski ; aceuson a fraque do hornero que, se-
eom gundo a senlsnea que o condemoou ; deu quarenta
grande bata Iba do scale, combates contra os Kussos desde o principio da in-
trabalhos. Veio porm a ceder ao cabo de dous dever decidir-se com sangue. A grande poca surreicao.
Dada a fuga procurou Vicente de Paulo ao padre annos, por lh'o baver aconsehado o padre Dwval, i aproxima-se, de nada servira fechar os olho -, ha' Esta exeeurio foi precedida partid de moi-
...ii..........-ii___r.~ a......^----------1 lmiinr A Sol.nma e homm ni.> ni *nian n de cl}egar. ios comlwios V deportados ; uro deHes saliiu de
lo, que se acliaram mal accommoflados no epRegio
qual collieram muito proveto as al rnaj*io3"fiis, dos Sonf-meaMi. Foi entao que Deus inspirou aoja Prussia au:;iuaT que laz a Austria na veneza;
propriedade do seu ,f "a Gaala? que faz a Austria e a Prussia na
iir,.r-i^ \~i*v* \rt-i- ,.<, ,. 2 .- Dinamarca, e porque t que a Russia as favorece ?
pnoradoa nova soc.edade, que pec.tava taogran- K rtS|Wta c{^ A sa|;l a||ja fa7 guerra
des servigos a egreja, e tao eOicazinente Irabalhava I liberdade constitucional. Mr. de Bismarck disse
para a santiTicacJo das a Unas. O priorado de S.! claramente a sir Andr Buchanan que a Allema-
Lazaro tinlia uma grande egreja uma casa vasta |nh;l nu"ca C;i|ar em l,oas rei*;t>es com a Dina-
_.' ,, A iMuiiHUkun marca em quanto n aquelle paiz. exislirem as ins-
com um cercado de [res quartos d legua. ,,^3^ denocraticas. A posiro c anloga do
Piemonte e da Austria em 1839,
,aiujsci|uciaiiiijeiiiiusiuudi.uiicucriwiu quena e pobre companhia, como elle a chama va. eauce o- na ne ser resolvan num campo
e o bom tralamento que recebia nao mao- Parecia-lhe presumpcao e at loucura aceitar tal I atan^ 0lWa? EarP3- despotismo e t
aa alma p nnoder me Ihe f.'.ra conferido n\i ^^.i verno bvre esta ew presenca um do oulro,
m aima, e o poaer que ihe lora conienao o dotcWf ^ entender que na a merecan os seus a espada na mi, e a graide baialha do s.

para dar a explicacao do seu acto, que nao 'doulor da Soborna e homem po, que enlao era seu
i senao dizer-lhe simplesmente que senta- director espiritual.
Berullo
foi oulra senao dizer-lhe simplesmente que
se chamado por Deus para se empregar n'uma pro-
vincia distante no servico e na nstroceao da gente
do campo.
Foi pois transferida do collegie dos Bons-mein-
nos para S. Lzaro a congregajao das missoes-.
Ird RosseH laecdu despachos sobre despa- \ Varsova no neMMe dia em que o presidente
chos no espaco aberlo -, s eneonirou urna soiujao dade dava o seu baile cusa dos cofres m
da ci-
.. mnnici-
de continuidades, Mr. Gladstone continua a Imag- paes. Tambem se fez maior numero de. prrsdes do
nar um orcamento vao, e o partido da paz desean-' jue costume, dando por pretexto dv>He maior ri-
ca em illuses mais digaas de velhos imbeeis de por as pretendidas- desrobertas feila pela poiicia.
U padre Iferouo nao impugnou o pro- |D ah veto chamarem Lazarislas aos padres da* I que de homens pralicos ; mas intil querer ep- Asmis importantes- Ibram de cerio as- que se veri-
jecto; mas, quando pensava nos meios de tornar
fcil a execucao, a Previdencia livrou-o do cui-
dado com a recepcao de uma carta do superior da
missoes de Franja.
Ins diado Vicente de Paulo com seus compa.
nheiros na casa de S. Lzaro, trato de ahi estabe-
congregacao do oratorio de Lcao, em que Ihe pedia |eMrw mnm dog ^^ meio do
umeura para Cha.ilhao. Proposto logo o neg- ^^ eccUaia
co a Vicente de Paulo, elle o aceita.
Os povos de Challhao se achavam no mais de-
ploravel estado. A religiao a so exliuguindo pela ^ os padres, (fue nos retiros e exercicios haviam
indiiTerenca de muitos, pela relaxacao e ignorancia: comprehendido a grandeza do sen mintsterio e dos
ganar o publico. Nao psdemos ver as cousas como ficaram em casa de Mr. Eckert, fabricante de vi
est3o. ; nagre.
A verdade- qne a Russia, Austria e Pt*si rontam com a separacaomafinara da Inglaterra e machinas infernaos, Bombas Orslni, punbae de en-
ea Franca, e sobre a pretendida influencia muito traerdwaria dmensao^. revolwers, c?c. Todos
pederosa da escola de Manebester n'aquelle paiz, quanlo habitavam na easa, foram presos e os mo-
miram-sc para exterminar o que chamam a revo-' ver confiscados em prcveito do exercito. Querer
reviver a vocacao e o fervor primitivo nos que ja I laclo, e para esabelecer um despotismo perma- saber a que se reduz a descoberla da poiicia, ee-
eram ordenados; as conferencias ecclesiasticas on- nen,e na Europa. i gundo o mandado de contfeco, era qoe se nao-deve
* Tralam de nos- adormecer com boas palovras ;- occultar nada ? A diversos armas (que se neo do-
serviam-se-nos deltas no Holstein e no Schleswg, slgnam), a alguna boilbrpel de insurgentes-,, e a
do clero, e pelo contagio da heresia. Vicente de
Paulo cora a sua palavra reanima a iv; com o seu
exemplo restabelece no clero os bons costumes ;
e funda a confraria das servas dos pobres. Depois
da sua chegada a parochia tornara-se tao edifican-
te pelos seus bons costumes, quanlo o era mui
seus deveres, reuniam-se todas as semanas, sob a
direccao de Vicente, para tratarem entre si das
virtudes e da scieoc do seu estado : os retiros
para as pesseas do mundo. Grandes e pequeos
odos eram recebiflbs em S. Lzaro eom a mesma
allabilidade, admiltidos mesma mesa, dirigidos
segundo a sania egoaldade.
A congregacao fundada por Vicente de-Paulo, e
apprOvada por Urbano VIII, nao poda deixar de
propagarse, e de feito propagou-se rpidamente.
Aos Lazarislas foi confiada a direceo dos semina-
rlos, que se creavar cm diversas provincias, con-
forme a disposicao do Concilio de Tremo. Omes-
mo Vicente de Pauto .os envou Italia, a Alger, a
Tunis, onde fra escravo, a Madagascar, Polo-
nia.
Vicente de Paulo j adiantado em edade,eha-
! vendo exercido em loda a sua longa vida a mais
lar-se de novo nanobre familia, que Ihe parece ser I,_. ^.A^ ^^ ^ ^^ ^ ^ fc
o instrumento dos seus designios. | b^ de {m con ^ ^ A( ^
Reslituido casa dos Gondys reassumeos exerci- \ porm de voar da trra ao cu para recebera co-
cios evanglicos as Ierras do seu dominio. As pa-, roa de justica, quiz abencoar seus fllhos em nomc
roebias visinhas acoden s missoes de Vicente de J da caridade de Jess Christo, e dexar-lhes en tes-
Paulo, que nao mais un simples preceptor, o ca-' tinento a continuacao das suas obras. De feito
pello de uma familia uobre, mas um vario apos* B0 mcsmo dia do seu passamento abenca a sua
lolico. 1 congregacao. Deixa-lho por heranca o espirito e
0 conde Gondy era o geral dos clcelas do reino. o zelo da sua caridade, e por estimulo do su* de-
Entendeu que em consciencia devia fazer mais do dicacao a lembranca de Jess Christo entontado
que mante-ios em priso; que cumpria-lhe Uinbeo, Por nos-
pouco antes disso.
Reformado o clero, fundada a confraria das ser-
vas dos pobres, e dado o impulso conversao dos
hereges, tinha Vicente de Paulo de deixar Chal-
lhao. Tendo noticia dos louvores, que Ihe davam
em toda a Bressia, esta circunstancia o tornou fie-
xivel s reiteradas instancias da condessa e do con-
de Gondy, que Ihe rogavain fosse para a sua com-
panhia. De mais, Vicente de Paulo via que elles
Ihe dariam os meios de fundar a congregacao das
Missoes.
Uesolve-so pois a voltar a Paris, e a iustal-
e anda ultmente 1 Jtlanda. Disseram-nos rpie
o commandante chefe do-exercito tinha sido re-
prehendido por haver invadido a- Jutlandia, mas
qoe continuara a oceupar Koldiug. Agora ve-
mos que os seus exordios se batom 00 caminho de
Fredericia.
O imperador d'Austria acabado pronunciar
um amiravel discurso- inglez ao seu parlamento,
mas proclama o estadode sitio na Golitzia. Os Rus-
sos pre'tcudem mostrar senlimento pela accao da
Allemanha contra a Dinamarca, mas na realidade
estao intimamente ligados- no actual movimento.
DiuainaDca, Galitza, Vonez;a, llungrki, Polonia-
estes nomos s por si sao uma explicacao de todos
estes aelos recentes e esta, expheacto tao cla-
ra, como ameacadora.
um grande numero de esjriplos revolucionarios-.
o Nem sempre necesario um pretexto- para'
operar raes- confiseos. Pelo menos assim acontecen
quando se tratuu dos convenios.
Os missionarios foram ltimamente previnidos
de que o- seu ia ser transformado em priso ; mar-
caram-lhes oito dias para sal'.rem, e ja so comefou
a por as grades as celias para a apropriarem ao
seu novo destino. Ha de sem> duvida acontecer
mesmo a outros conventos da eidade, c os religio-
sos esperan rpceber todos os dfas ordem pan des-
pejo: Ok missionarios que acabara de serexpulst*
pastoreavam tuna parochia de-30,000 almas, qm-,
com a sua partida, se v exposfa a licar privada de
lodo o cnsino o de todos os sorcorros religiosos.
Mhs que importa? O que primeiro que tudo pre-
Nunea- se dever esqueeer que os homens de cso aos Rnsso. na Polonia, saoquartes o prsoes.
estado da Europa onenlal.entendeinpopdiplomacia I S estos faetos haslanam para mostrar que,
cuidar do seu estado material e moral. Fez pois
que Vicente de Paulo fosse nomeado capellao geral
das gales. A nomeagao agradou muito a Vicente
de Paulo, que aceitou-a.
Foi a Marselha, onde esta vam as gales, e no auno
segrate a Brdeos, para onde haviam sido trans-
feridas. Vicente de Paulo j havia visto muitas
miserias, porm nao tao grandes: eran privaces,
immundcie, chagas, furores, immoralidades, blas-
pberaias de arripiar os cabellos, e capazes de fazer
recuar os mais Intrpidos. Mas a caridade chrislaa
arrostra as maiores difllculdades e as vence. Vicen-
te d comeco sua missao aos calcetas. Elle os
consola; faz que os guardas sejam mais humanos;
obtem das pessoas abastadas meios de suavisar a
condicao desses infelzes. O estado material dos
calcetas torna-se mais supportavel : sao tratados
com mais humanidade ; o reconhecimento e a rc-
signacao eutram em seus coracoes, bemdizem de
Deus, e do seu servo.
Voltando a Paris, faz na priso dos condemnados
calceta as mesmas reformas que fizera as gales;
e consegue que sejam transferidos para outra pri-
so mais commoda.
Um problema, que a philosophia nunca pode re-
solver, resolvido pela caridade de Vicente de Pau-
lo. Na sua da s eals de Marselha, ou na volla,
passou por Macn e se foi hospedar na casa dos
padres da congregacao do oratorio. Corlou-se
Ihe o coragao de dr ao ver a multidao dos mendi-
gos, que enlulhavam as ras. Desde logo Vicente
de Paulo concebe o pensamento, e pede a Deus a
graca, de remediar tamanho mal. Estra aempre-
za ; faz propostas, mas a prudencia humana as re-
pelle. Insiste, procuraos ricos eos pobres, padres eos
leiges : todos se ren dos seus esforcos. Vicente,
porm nao desanima; abre uma subscripcao, e
pouco a pouco todos se vo prestando realisco
do seu pi projecto. Feita a colhcta das esmollas,
crea duas confrarias; uma de homens e outra de
mulhores, para levaren o soccorro aos pobres em
seus domicilios; soccorroproporcionadossuasne-
cessidades e distribuido com dlscernimento, com a
condicao porm de renunciaran a vagamunda-
gem, e terem uma vida moral e christaa.
Com estas duas confrarias,o soccorro aos pobres
se tornou seguro; a mendicidade extinguiu-se em
Macn. Assim resolveu Vicento de Paulo a ques-
tio do panpermo, inextricavel para os philosophos
e economistas. Elle comprehendia que o sacrificio
a Deus e ao prximo toda a economa da F, e
que a economa da F ao me*mo tempo a econo-
ma social e poltica : comprehenda-o perfeitamen-
te, e cora os seus principios chrisaos fez mais, o
ainda faz pelas insltuiedes que nos legou, do que
todos os iheoricos do mundo com suas utopias e
seus livros. E' pena que os pblosophantes nao
que 1 rain ver que as iustituicoes de beneficencia que
mais prosperam, que as que.yirem, sedesenvol-
veui e ajierfeieoara, sao as fuodadas no Evangelho.
A somonte laojada.era Mac^n frucflcoii. Deyia^
tambem os homens participar dos encargos activos
da caridade, qne por longo tempo foram o mono-
polio glorioso das mullieres.
Para esse fin associaram-se albinamente e for-
maram a sociedade de S. Vicente de Paulo; socie-
dade de caridade, mais vasta e mais numerosa de
quantas existirn.
- 1
O projecto que Vicente de Paulo concebera, de
uma congregacao de miswonarios para o poyo do
campo, teve a sua vez de se realisar, medanle a U-
(Juanto esta heranca na fructificado, sabe-o omun-
do inlciro. A Franca, todas as naeoes christas o
reconhecem e proclamara. Emfim os mesmos he-
reges e infiois participara da heranca que Vicente
de Paulo deixra a seus fllhos.
Recife, 21 de abril de 1864.
Conselheiro Pedro Autran da Malla Atbttqper-
que.
a arte de engaara mais- requintada expresso
do Jesuitismo. Empregam. as palavras como os ge-
neraos empregam os soldados-, simplesmente para
ganhar batalhas. Emboscadas e ariunaotias sao
o nec pht ultra da sua estrategia. Tralam hoje de
nos allrair no terreno falso d queo leftinglez encontrara difllculdades desespe-
radas para se mover. Maa fazem um jogo peri-
goso.
Nao os deixaremos proseguir no se* intuito.
Por mais espertos que sejam,desoobriram-sc muito
francamente. A Russia quera de corlo pisar a Po-
Russos, a situaco
est longo do seu
no pensamento dos propnos
ainda nao miidou a luta
termo.
Todas as noticias que che-gao dos principaes
tbeatros da insurreicao sao uma prova do que avan-
zo. Todos os dias sabemos que novos destacamen-
tos de voluntarios enlram no reino-pelas fronleiras
da Glitzia. e dt> dbrndo de Posen, e se juntam aos
que se tem conservado durante o-invern.
t- Apesar dos rigores da estaaao, as operac5es
militares nao lenv sido interrompidas ; os bolelins
que de dez em dez dias publica o Invalido ftisso
lonia e esmagar a Turqua. A Anstna regosijava-1 hi> estao para o atteslar. Inlrincheirado as fi-
se em lopprimir as suas possessoes beteregeneae. restes de S-wenty-Kryz, Bossak, a^que o governo
A Prussia senlia-se satisfei'a de conseguir aune- nacional deu o ominando superior, no palalinado
xaco, e as duas potencias allcraas lisongeava-se
de vexar es pequeos estados, e de suffcear o te-
la liberal na- Allemanha.
Mas nada d'isio fcil. A. Polonia tem mostra-
do o que pode, e como lucia. Posn e a.Gatitzia
podem juntar-se-lhe dentro era pouco. A Hungra
nao licara atraz nesta cruzada pela liberdade. a
Italia sent-desejo de combater ; a Scandinavia j
est envolvida na lucta, e iraaiido do A*lriatica e
doKalish, Cracovia e Sandomir, terna o seu desta
cimento n'um pequeo exercito bem prvido de
ludo quamo necesario para a guerra, e cuja tor-
ca augmenta todos os dias.
ltimamente distinguiu-sc elfo- n'uma sortda
corajosa contra a eidade de Konsifcie, onde se apo-
derou dos armazens de provimentos e de um cer-
lo numero de espingardas.
Mas os russos tinhain annunriado que a in-
do mar Negro, al ao Baltieu,. se sentir o alto gei- surreiyao se nao prolongara alm de 18&1, que
to de guerra, s preciso lanzar na batanea as ar-
mas da Inglaterra e da Frailea para assgurar a
victoria do partido da ordem e do progresso.
A tentativa feita para >u ( 1 unir a liberdade, e
para impor aos povos o governo. arbitrario poula
da bayoneta, nao peder produzr senao uma nova
carta ua Europa e novas nstituiedes. A Russia
ha de ser vrlualmento repellida na Asia ; a Aus-
tria, que chama altivamente- Italia uma expres-
so geographica, ha de conhecor que ella mesma
nao mais do que uma coovenyodiplomatica. A
Prussia recuar a uma posicao muito secundaria,
emquanio que outros estados, tendo novas garan-
tas, bao de elevar-sc paraprometler ao velho mun-
do uma carreira nova e mais civilisada.
Confessamos que eu> ludo isto nio o iwsso
interesse que est em primeiro lugar, mas a Euro-
pa nao pode estar em agitacao sem que tambem
nos "resintamos. EfTectivamente, alguraas guerras
dos antipodas sao para as de importancia mais
vital do que as contestacSes no Bltico ; e a sorle
dos vastos reinos indios est mais ligada com a
nosse^ poltica, do q,u& as da Polonia e a de Ve-
neza.
Mas enganam-se acuelles que imagnam que
na nossa sollicilude pelo nosso vasto imperio e- pe-
lo nosso prodigioso coiiunereio, jierdemos de vis-
la as nossas antigs relaeoes, ou abandonamos as
nossas antigs sympathias. Nao assim. As na-
eoes movidas pelos interesse e pelas paixoes.
Podamos ver os intferesses em nos tornarmos cam-
pees do governo constitucional, e as nossas pai-
xoes excilam-se vivamente quando se invocan
contra a injustiea, o receio c a tyrannia.
< Se muitas vezes tumos comprelieadido mal
este.aegocio, isso nao quer dizer nada. Os nossos
esforcos enrgicos e incestantes pela paz leem sido
ras com a familia, levando comsigo Vicente de Pau- beralidade do conde Gondi e de sua mulher, e a
0 QUEVAE PELO (HUNDO.
Um correspondente da Gazeta de Augsbourgo, de
Berln, d as seguinles inormacSes, acerca dos
projectos da Prussia, a respeito do Schleswig-
Holstein :
A guerra que acaba de rebentar destruiu nao
s de facto, os ajustes de 185152 com a Dina-
marca, mas a integrdade da Dinamarca est amea-
cada pelo direito de successo do duque- de Augus-
teraburgo, que sem duvida Ihe ha de ser garanti-
do pela confederaco.
J se nao trata pela imprensa de garantir a
integrdade da Dinamarca, quando mesmo se nao
quzesse applicar < ra lodo o seu rigor o principio,
em virtuJe do qual ficaram alterados pela guerra
os tratados concluidos entre a Prussia e a Dina-
marea.
. Alm disso. a Prussia ha de corto reconhe-
cer o duque de Augustomburgo como soberano do
Holstein, fornecendo assim um elemento de fado
doutrina da derrogaco dos tratados, quando mes-
mo os membros da casa de Glacksbourg se enlen-
dessem com os da casa de Auguslemburgo para
estipularen] um direito de suzerania cora da
Dinamarca sobre o Holstein. Quanto ao Schles-
wig, a Prussia ha de, primeiro que tudo, querer
proteger de uma maneira dnradoura os interesses! considerados com symptomas de fraqueza. Lo
allemes e nacionaes n'aquelle ducado, tendo as nhecejnos tamben os miseraveis desastres da guer-
potencias europeas que dzer alguma cousa sobre I ra, e por isso temos por lodos os meios possiveis
esta queslo. procurado conciliar tudo. Mas se a nossa voz tem
Cito pois, como uma opimao geralmeote se-: sido impotente na obra sagrada da pacificacao, p-
guida nos nossos circuios polticos, que esta pro-! de fazer-se ouvir nos dias que nao do succeder, ac
teccao deve obter-se seguramente, se a Prussia se j maneira que ha de allrair a altencao daquelles que
estabelecer no Schieswig, e se o Schleswg meri-1 podetn cercar os nossos inimigos.
diona! estiver reunido ao Holstein : esle o pro- No continenle sam ainda alguns chos, quo
jeclo em que a Prussia prosegue. Para alcanzar devam suspender os que hoje se arriscam om pro-
0 fim indicado, sena mais simples fazer do porto vocar a nossa colera. Renovaremos, e arada desta
de Eckerufoerde um porto de guerra prussiano no I vez por uma causa justa, a allianca franceza; e
Bltico. ; com os nossos valentes visinhos, cora os Italianos e
c Esta solucao da queslo do Schieswig nao \ os Scajidinavos cora os Polacos, os Hngaros o os
corresponda de certo interprelaeao do gabinete \ Turcos/eer effectivamente para admirar se nao
de Vianna mas por outro lado a tentativa de rus- : deslrnirmos os plumos rastos da santa aluanca e a
tabelecer o Schloswg-Holslein independente nao! ultima cabala da despotismo.
produziria eJIeito pela opposicao das grandes poten- *
das europeas. -. De urna correspondencia de Varsova extrae-
- A Cazet National publica o segrate sobre o tamos o seguinto :
conflicto entre as tropas federaos c prussanas no < Depois de dous bailes offlciaes, em que os Po-
Holslein | tacos, e principalmente as senhoras, nao compare-
< A 12 de fevereiro notaram-se em Altona iner- i ceram, o carnaval terroinou com uma triplico exe-
denles pouco edificantes. A's 9 horas da raanha cucio. No dia 11 de fevereiro pela mauhaa, foi
chegou ali um batalho do regiment 52 de infan- enforcado, na explanada da cidadella, Jakawski,
taria prussiana; o commandante pediu quarteis e um dos mais valentes e estimados, como dos mais
a evacuacao do corpo da guarda. A commlssao amigos chefes da insorreicao.
dos alojamentos militares recusou-se ailender | J dpz dias antes se tinha levantado a orca
primeira'pfetencao; qoanto a segunda, o oiUcial I para Jankawski, mas de repente de%-s ord/m para
hanoveriano que commandava o posto da guarda se suspender a execugo, o cmo os Russos nao
recusou larabem abandnalo. A situaco conser- esto costnmados a praticar desle easos, foi o fac-
vou-se assim al s quatro horas da larde. A'quel- to assumplo de diversos comraentarios. Atlribniu-
la hora o t?nente-coronel prussiano tomou a reso- se primoiro a ma palavra do imperador Alexan-
lucfio de so contemar provisoriamente eom os alo- dre, que maoifeitra o desejo que tinha de que nao
jmenlos militares. Reuniu-se um grande concur- houvessem mais execuCSs polticas. Fajlou-sede-
[s de diligencias fetas a favor do coridemnado
pof muitos offlciaes russos, qm tendo cabido na
da lula em poder de Jatkivskl ilnbam sido tratados
qual extrahimos o segninle-: por elle com muila genero*idade.
Assegura-se que 01 corauissarios federaos rece- Disse-se, fioalmento, e foi, infelizmente, a hy-
beram bontem de tarde, a communicacao de que a pothese em que o aconlecimento prete ter funda-
1 Prussia tinha expedido forragens, e de que as tro- do raais a sua raipo,,, que,o supplcio do v!oroo
pas prussanas enirariam na manhaa seguinte na insurgente tinha sido adiado polo receio de que a
cidane para a occoparem. 'Mr; <*>Koeflleritz pa- 'sua-eecucao fizesse com que alguns Polacos eom
rece ter protestado immediataroonte para fazer res- que se contava, deixasiew departcer no baile do
peitar a autordade da confederaco. O general conde Berg. M' I
declarou que no caso de necessidade opporia a fbr-, 1 Sao estas as conjecturas; 'quanto verddeira
a contra a forca". ?< prihlelra boutO o general 'causa deste adiamento^que-deurfamilia e ig%m[.
adet'al eti ordem para seretorc.ar a guarniao. gos do preso alguns dias de engan?*^a* esperan-
t Um grande numero de cidadaos reunidos em $as, ejt amda envolvida no nystorld.
frenle da oipoicipalidade dolegaram umadepula-n t JankawAi foj nao s soppliclado como om
cao ao magistrado, para protestar em no^ie a criminoso, mas, para ie mostrar maior.odio e vln-
ida eidade delonskie, dispersando a sua guar- jectos que cnienham uma-|iMi<- *rri
cao. Gracasa este engenhoso artificio de lin- .-n-nmama manera que prohtbtdo *****
mente os objectos da c-.rga ipie nao "
^ie da criminoso, mas, para ie mostrar maior oflip
burguesa ccnlra o alojamenlo forjado jos s0|da- ganca indigne de um inimigo c^, 'rfatarara
depois do :il de dizembro j nc-haveria rebeldes
ua Polonia, e nao querem ler diste agora un des-
mentido. E' porissoque desde l^UI de Janeiro,
os bolelins do invalido e do Dzinmik nao chamam
insurgentes, mas sim guerrilltus ;. no governo de
Lublin apparecejram dous bandos db gnerrilhas.
O prximo boletim ha de dizer-nos que fren-
te de um bando de gnerrilhas, Bossak, tomou pos-
se- "
nigo. Gracasa este engenta
guagem, os Itussoe dao-se a si proprios a aatisfa
fio de poderem repetir que j ao ha insurgenles,
nem rebeldes na Polonia, mas soro obrigados a
acrescentar que- o numero dos guerrtihas aug-
menta todos os dias. Pela miuhaparte, nunca trata
re de Ihe contestar esta innocente satisfaco. Mas
uma vez que ha gnerrilhas qnem esse Bossak
transformado cm chefe de bandidos ?
Os Bussos nao deixam de o saber muito bem.
e uma vez que um correspondente do Times, ainda
ltimamente levantou o vn que cobria estes lac-
ios, tamben eu poseo agora dizer o que ha. Bos-
sak o coronel Hauke, que serviu com honra do
exercito russo, sendo muitas vezes ferido no- Caur
caso. Seu pae era o general conde Hauke, morto
em Varsova na noule de 2*dc novembro de lfi!W,
por ler querido impedir que os soldados se-juntas-
sem aos insurgentes, e o seu nome figura na co-
lumna que Nicolao fez levurtar no meio da.praca
de Saxcnia, memoria de- muitos offlciaes morios
as mesmas circumsiancias.
Vendo que os seus compatriotas relomavam as
armas pela sua independencia, o coronel' Hauke
lembrou-se de que tinha nma divida que pagar ac-
seu paiz,e com o nome de Bossak, deque se quer
fazer o de um chefe de salteadores, tem nobre-
mente cumprido esse dever.
Nada mais acrescenlarei : este ytemVAat esti
alliado casa imperial da Russia, porque um dos
seu* prenles prximos desposou um memoro da
familia de Hesso-Darmstadt.-

O governo dinamarquez puWicou o segrate
regulamento para o bloqneio dos portes iuimigos,
e para a captura dos navios suspeitos, pelos cruza-
dores dinamarquezes.
Bloqneio dos portosMuimigos.
1." l'm porto inimigo esti bloqueado, quando
se actia fechado por um ou muitos navios de goer
ra, de maneira que nao possa enlrar nem sahir
qualquer navio de commercio, sem se expor ao
perigo manifest de ser capturada
< 2.a A' sua chegada estaco do bloqueio, o
chefe dos navios cruzadores notificar o bloqueio
por meio de uma circular abena dirigida aos cn-
sules de todas as potencias estrangeiras das loca-
lidades ; convidara tamben todos os navios nea-
Iraes, que na occaao da notifleacao, se acharen
nos respectivos pestes, a marcar o praso en qne
podem largar do porto, e se esse praso so julgar
conveniente, e nde fr depois excedido, nao pone-
r oppr-se sabida desses navios.
3." Os pilotos do Sonda e dos Bells silo obri-
gados a dar aos capies dos navios que recorren
ao seu auxilio, ttm exemplar das publicar.oes rea
tivas ao bloqueio.
Os ptelos leem que indicar aos ^cus chefes,
quaes sao os navios que tem receido esse aviso.
E da vontade do l-re que, om nontaum caso, se
empregue forca n respeito dos navios neulraes,
salvo se depoi's da serem informados do bloqueio,
tenlarem tpmpe-lo.
Por consecuencia, a expedicao de um navio
neutro, para um porto bloqtieado, ou a derrota
que tomS navtopara esse porto, nao o razao suf-
cicnte para a captura de uro-navio neutro, e mes-
mo a tentativa de romper a linha de bloqueio nao
produz esse effeto, logo que em consequencia cur-
to intervallo que medeou entre a declamaeao e a
notificaco do bloqueio, houve mdivo parasunpor
que o navio neutro nio eslava informado do blo-
queio. ^ momento em que fez a tentativa. Mas
nestefcaso;ochefcde,vc apressar-se adarconhe-
cimente d bloqueio ao comroaodaote do navio, e
depois do ter ert mencao nes Papis de bordo, es-
pecialmente > documento qirv justifica a naciona-
Udad do navio, assim como, no diario de berdo,
deixar ^"-'.r o navio sem captura, dando-lhe a
(laptura dos navios inimigo* e
' 6." A captura nao pode ser feita sena p-4 na-
vios do estado. (is (befes liVamobrifaoa a Mnar
e a capturar, (ante quanl fr pt^sivrl, o Meta
abaixo desigmdo.. a sabrr :
A. Os navio? pertenrenlce a^s esladns mm^- f.
g;>s qu aos seus subdito- carrcgailo d wvrea*
ras mmicas: pelo rontrariV, a* merraAwi -,
tras a bordo dof navM mimig-H s> lena, a a-4
eepeao do contrabando fa guerra. -
II. Os navios, pie emronfrari da ilnpww-iiVt
do artigo i. leMareui romper :a.piri> tma a
inerradorias de qiK- rstivcreni x*rr^*l- *tm
tenderen a sea quaMa>k> ni a C. Os navios i-iij.i neiiir.tlida.lV na>
devidi,menfi justificada na cnnf>>rmidaoV 1
9 do presente regulamenlo. ou ra considerar como suspuiio por aigiitir do 1
mencionadas no arl. 10.
7" Os navios |x-rt.iicenie- a^ pni>nria 1
ou aos st* miMitn*. ipiafpt^r ipn- ri .? 1
tario do carrrgamento desses navio*. n>
ser capturado*, se os papis que duwrw*
navio ou ao earrafMkHMo forem eir.>ntn4a en*
regra,e-qreo navio nao est-ja amgBb rom nm-
trabandn- de guerra destinado ao in-nitn. e-*
alm dssw esiveT sugeilo a captura.
dade do arl. 6.
8" .V-nlum navio pi>de st ernri.irg.-Hbo i
turado n'im territorio martimo neutral
'." Os papis que se ti. v.-in enonir.tr I
dos navios neulraes, sfn os que na 1 mf 1 inatail
das leis do ruiz a ipir o navio pert-ixvr. ? nifr
rem para ju MinVar a- m* ii.m-ii.ii ,iidV
10* Seriiu einl.aripd>is cnw *u*peikw. tmt-
duzidos para ser visitaoVw os navio abaii *#-
cados, a saber :
A. Os navios qnn irverem papis ilnptiea-
ou papis que naja motivo |>ara susp-Hlar (*!*
B. Os uavicN que nao- liverem paons e na-
viM cujo papei.*, segundo-as inloriurm-* mte m
poderem obler, liwerein sidi InafnW ao ntar. m
destruidos de qualqner outra mannr 1. prinripat-
menle se essa de^fruiro |jer *ioV> l'eiU VpuM *?
eruzador esur vinta.
C. Os navios tyie rocusar.-m cassar as vl*-
depois da inlimacu que lhes tiv^r ido feita. nt
que se oppozerem a visii.i. ^-.- r.-nham iriindi-
rijos onde s>: suppontia- ocruar eontrakan 4.
jiierra ou papis de bordo.
II" Sero ta>a pres.-i.
A. Os navios permeenle aos estados minino
ou aos seus subditos.
p B. Os navios, cujorarre'.'.MienronipMi> *i*n-
sistir em coutrabando d.> mtem. Pe omumtt,
so smi-nle urna parle dn carmann-nt raanMh
em-contrabando de guerr.-1; o-rapo Ai navio. *^
earregando-o por sua lrre-vuntdc, qiifr ym m
diroceio em que se achar qur n porto mai pn>-
xin:n pi'ide evitar a captura; vmhVada a deerar-
ga, |iodera continuar ua soa derrota r>>w rasa
do- seo carregamento.
C. Os navios que por m o> rmnt dnem captura.
l>. Os navios dnuiua*ie-izes reomalus ao mm
:ig.
O tralamento que ha Ak bawr par om <*
navioe mencionados ikm ari'Hfi*. MM nal"!
a'iplicailo aos navios -u- -o? MiIfc' no ar-
tigo, se se nao houveren diss*pado .- -u*pru>
que-se formaran a seu resalo.
l" SerSo considerailos como mnlraluml ns
seguinles artiiros, a saber n<*;* ** artinVaria.
montetros, baramartes e imlas as qtulidaan > ar-
ns, liomlas, granadas, bailas- e zaizabiles, capen
las,.mechas, plvora, salitre enaofn*. mirara, -
jeetos de armamento e de p:ipainentn militar
lins. Sreios, e em geral tedos o onjrrln propri"-
ptra serem empreaados na guerra, a pampean da-
nTovisoes dos rticos aciin^.iuemiooadu-. nec
ros para a defeza do navio es da sua n|uipuni m.
na supposico porm de tyag atniHIe tJKrtni m
destinam para um porte inimigo.
f til* Se um cruzador raaonirar nn navw
ounmcreio que nao for rnmhvadi\ o rtVis tn> rns-
zeiro devera chamar a falla o rapilaodo dMo navio
convidando-o a que venha a l^rdo mm s m
pji de navegarn. So esse-papri* -
regra, deixar ao navio a atxildadr de 1
a sua derrota. Pelo contrario, m bouver msm ra-
zVs para suspeitar que riwte alfiima importar
mandara um offlcial a bortto aV> navio, coja apen
so-tiver sus|iendido, para vrrihVar otarlo K pro-
hibido, durante a visita, alrir ou ferrar arma-
rios, ca xas, cofres, tenis, barriras ou nutro *-
" "p.
fechadoa. Mas se bouver nwbvr para v
se acham occullos n'alguma parle papis Mispemn
ou contrabando de guerra, ooIBrtal verilkadsr nai -
gircao rapitao a aberiura dos i-ji\ote-, que hrem
considerados siisikmIos. bata responsarafct m nf-
licass que contravi..Te;ii as regras pri-crttrntes.
14* Os navios 11 i>tcantes de nm paiz nmtr.
que ferem comboyados pijr navios m BBP*B, per
loncentes a urna |>oier.!a neutral, ni. '-stio
1o a visita ; bastar que p runa 1
bayo faca a declarara; da; que tu pap-i dnsiM
comlwyados esto en regra. e fna '*
nio esto carregados de contrabando fe ruerra.
1 i* prohibiil ao CaiHor d um navin, r
bailo da mesma responsabilidad' JM ai estnbrfe
co no art. l-'l, descarregar, veud r ua mu-lar, atu-
nar ou subtrahir tm olijiM-to i|ua(>iuer >m* r-
parle da carga; dtr.taulo quanlo fer |.
presenca do capillo e do segund 1 eM
capturado, por os sellos tm lulo o car
ou fechar as escotnas- chave.
Os pa|ies di), navio palia depositad"-i.peferat.r-
tor n'um sobeswiphi sellado com o sellad rapar
aprehendido e do captor. Depois. o navio, sem nmt
o carregameno-lenha sido aherto, alvo s* ni
lo consentir que se abra para sua
ser conduzidt para nma alfamb-^a n
qualquer, para o porto mais protimn jp>pnm
presiar um auxilio armado ao capt'jr b, pttdani
conduzir o navio para outro porto suangeica, sal-
vo se a teopeslade. forca maior o> falla d ntaMi-
menlos o tornar necessario. e ne> caso U'ini o
captor sera obrigad > a levar o rsi^io a araa altan
dega dinaraarqueza, logo qur- avcircurantaaaas o
permittw'n, sem que seja peruiUufe abrir car
regaiente.
ltx Todavia, se o carregaateak t>t>ri**r ma
mercadorias sujeitas a deieriutafao. eu o nati.
em conseipjencia d'avarias, no pwfer
a sua derroU, sera permiuido ao raptor.
da sua propria rosponsabdade, on on i i
timento do capilo do navio aprebendnfe. Lari
ludo que se julgar mais conveniente aos
do navio e da carga.
17.* Logo que a* aa* ver >n 1
a qualquer porto da Dioamarea, o
conductor ser obrigada a fazer,
0 seu relatorio commisso vijbelerid^aai air
lude do artigo 1* da le p.ci- moz, relativa a pesqoiza e jultrimena ana ane-
xas relalivas captura dos navios laiaifas ea> aav
peites.
1 III
ManuleneJo e alimeniaro da arpiipaf**
de nm navio capturado.
18.* A equipagem de um navio capturada au-
ra manlida e sustentada a rusta do tnoaaavu aar
que so pronuncio o jnigaanenlo. Coaamda. o 1
tao do navio aprehendido deve ,-vrestar
oo pelas desperas de que se traa, I
prucesso tiver sido julgado em primaita
se o capitao appellar. Se o coase feral da
piezas se pronunciar contra ella, lera oav pagar
as despezas que resultarem da appellatjaa.
1 19. A equipagem enroatrada bureo de am
navio capturado e condemnado, ser rere da
auiondado municipal da localidad, que a
ferir como prisoneira de guerra para a
mais prxima, se forera subditos de om pat mt-
roigo. Os subditos das poteocias ipjips a aaa-
traos serio entregues aos seus rumieUvaa aaa>
sulos.
10. Todo o cruzador do Balado deve ser par-
lador d'um exemplar do pr. sent rsguhai.nl .
Minisietio da mariana, Copeauagae, M de
fevereiro de 186.. >
iCom imtar -a#*a.)
pv.ir o
de aa--! faeM- "& poder *e?u.r oulra derrota,
PWUWMBU4- TTP. t B. r. W. m
MPTlLDO


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