Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10347


This item is only available as the following downloads:


Full Text

\
AUNO XL. NUMERO 91.
Por tres Mezes adiantados 5$O00
P*r tr mezes vencidos 6S0
Porte ao correio por tres mezes. 750
,*4> I nf Mi t -* J i
0UIUTA FEIRA 21 DE ABRIL DE li
Por amo atontad.....19J00O
Porte ao correio por nm annn 3$00u
ENCARREGAD05 DA SUBSCRrPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga Cear, o Sr. J. Josa de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Aiagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o
Sr. Jos Martias Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martina di Gasparino.
EPHEMERIDES DO MEZ DE ABRIL.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas el .
sextas-feiras 6 Lna nova as 11 h., 29 m. i 2 s. da m.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'J 13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e li s. da t.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. j 21 La cheia as 10 h., 59 m. e 2 a. da t
Pao d Alno, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, ~0 A, __... ..
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu1, Cabrob, 2 QuarU> min- as 2 "14 m- e 3a s- da m-
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
lina de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vi da.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas e 6 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEMOS.
( *ar*. *o'_at Aiagas a 5 e Vi; para o norte at
5- is 4a e22 decada mez' ^TLornando nos
lias 14 dos mezes de jan. marc., maio, jal, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
= "? Recife : do Apipucos s 6 A, 7, 7 % 8 e
V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da Urde; de
tao as 6 i/i da m.; do Caxang e Vanea s 7
i de Henifica s 8 da m.
i Recfe : P"* Apipucos s 3 V, 4, A, Vi,
' V-' Vi e ft da tarde; para Olinda s 7 da
nunhaa e 4 '/i da tarde; para Jaboata s 4 da tar-
de 5 para Cachanga e Vanea s 4 /i da arde; para
BemBca as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e satbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s l horas.
Juizo do commercio: segundas sil horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
das da semana.
18. Segnnda. S. (aldino b. rard.; S. Anrhia av
I!> Terca. Ss. E\|lilii, Ari>(iini.p mi:
20. u.Vrla. S. Ignez do monte l'oliciu.
21. Quinta. S. Anselmo are.; S Silvjo m.
22. Sexta. Ss. Soler Caio pp ana.
2'l. Sabl.a.lo. S. Jorge m.: S. Adiarte b.
24. Domingo. S. Fiel de Sigmaringa irt.
ASSiGNA-SE
,. no Recife, em a lin-aria da praca da.
Segunda vara do errel: quartas e sabbados a 1 horaE da tarde. I Faria & Fimo.
PARTE QFFIGIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedirnlr du dia t de abril de 1861.
Ollico ao K\m. presidente da provincia da l'a-
rah\ba.Com o oflicio de V. Exc. de 12 do cr-
reme i ccebi dous uxemplares do relatorio que apre-
soutou V. Exc. na occasiao de passar-lbu a admi-
Hrflput*" dessa provincia o Exin. Dr. Francisco
de ratijo Lima. |
Dito ao Exm. Dr. Lafayelte Rodrigues Percira,
presidente da provincia do Cer.--Inteirado pelo
seu oflicio de li do corrent de haver V. Exc. en-
trado no dia 4 no exercicio de presidente dessa
provincia para o qual fra nomeado por carta im-
perial de 23 de Janeiro ultimo, tenho a dizer V.
Exc. que me encontrar sempre disposto a cum-
prir suas orden?, quer leudara ao servieo publico,
quer ao particular de V. Exc.
Dito ao brigadeiro commaudantc das armas.
Em solucao ao ollieio do commaudante da guarni-
clo n. 2,340 de 22 de dezembro prximo passado,
remetto-lhe incluso por copia o aviso do ministe-
rio da guerra de 31 de marco ultimo, mandando
proceder a novo consclho de disciplina, na forma
das insiruccoes de 21 de juulio de 1861, acerca da
desereao coinmcttnla pelo soldado do 2 batalbao de
nfanria Jos Monleiro da Silva, visto nao existir
o processoque se devia ter feito em dezembro de
1856.
Dito ao capitodo porto Com copia do aviso de
2 do crreme remello V. S. para ter a devida
xeeDBe, uin exemplar do aviso regiilameutar da
reparticao da marinlia de 14 de man;o ultimo, de-
terminando que em lodosos papisou documeiitos
expedidos pelas capitanas de porlos os respectivos
secretarios averbein as importancias dos emolu-
mentos, que cobrarem em virlude do decreto e re-
gulamenlo n. 447 de 19 de maio de l8iii.
Dito ao commandante superior da gu.irda nacio-
nal do Recife.Em vista da requisieao do admi -
nistralor do correio desta cidade cuntida em ofli-
cio de 17 do corrent, e nos termos do arl. 25 20
do decreto n. 722 de 25 de outubro de 1850, expe-
la V. S. suas ordens am de ser dispensado do
ser vico da guarda nacional o guarda da 3a compa-
nhia do 1' batalho de artillara a p Candido Ino-
pes da Silva Moraes, empregado daquella reparii-
<;ao.Communicou-sc ao predilo administrador.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Cal.Em deferimento ao requerimento
do capilao do batalliao 41 de infantaria da guarda
nacional desse municipio Severiano Camello Pes-
sa de Siqucira Cavalcanti, sobre que versa a sua
informacao de 14 do crreme, autoriso V. S. a
mandar passar a guia de que trata o art. 45 do
decreto n. 1,130 de 12 de marco de 1853, visto ter
o supplicante transferido a sua residencia para o
municipio do Recife.
Dito ao juiz dos fetos da fazenda.Por aviso de
8 de marco ultimo, declarou-me o Exm. Sr. minis-
tro da justica que em aviso de 2 do mesmo mez Ibe
communicara o Exm. Sr. ministro da fazenda, que
convindo facilitar a cobranca do sello dos proces-
sos que correm pelo juizo dos feitos, de modo que
nao seja necessario parle que tiver de paga-lo,
nos termos do art. 85 1" do regulamento de 26
de dezembro de 1860, voltar ealacao arrecada-
dora depois de ter satisfeilo o principal e cusas,
expedir ordens para que o dito imposto seja pago
na occasiao em que o furcia as outras sommas de-1
vidas fazenda, sendo para esse fim mencionada
a respectiva importancia as guias do escrivao do
referido juiz : o que cummiinico V. S. para seu
conliecimento.Iguaes ofli.ios foram expedidos
aos juizes municipaes da provincia.
Dito ao inspector da tliesouraria de fazenda.
Transmuto V. S para os devidos elfeitos os in-
clusos nappas do movimento pessoal ipue se deu
as eufermarias do hospital militar na primeira
quincena do mez correte.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para o fin
conveniente, o incluso aviso de letra na importan-
cia de UOfOOO rs. saccada pela thesouraria de
rendas da provincia do Rio Grande do Norte so-
bre essa e a favor de Jos Joaqun) de Lima, ou
sua ordem.Participou-se ao Exm. presidente da
mencionada provincia.
Dito ao dilector do arsenal de guerra.Ao oITl-
cio que V. S. me dirigi cm 5 doconenle, sob n.
283, respondo declarando que em vista do parecer
da junta militar de sade, uaoconvm substituir
por canos de chumbo, que sao sempre nocivos, os
de ferro empregados nesse arsenal.
Ditoao mesmoRecommendo V.S. queapres-
se quanto fr possivel, o fornecimento de artigos
de fardamento requisi lados para os recrutas do 9
batalbao de infamara. -Commuuicou-se ao com-
mandante das armas.
Diio ao commandante do presidio de Fernando.
Remello V. S. par i os convenientes exames, a
relacao dos objeclos que por parle do director do
arsenal de guerra foram remettidos para esse pre-
sidio no vapor Miiumugunpe.
Dlo ao juiz de drcito da comarca do Limoeiro.
Com a copia do parecer do conselheiro presiden-
te da relacao de 15 desle mez dou solucao con-
sulta por Vine, feita em data de 26 de marco Pin-
d, sobre escripturas publicas de compra e vendas
de escravos.
Dito ao juiz de paz mais votado do 1 districto
da freguezta de Nossa Seohora do O' de Goanna.
Inteirado peloofflcio de Vmc. de 17 de Janeiro
ultimo, de se nao liaver installado no dia designa- j
do na lei a junta revsora de qualificaco dessa fre-
guezia pelos motivos nelle declarados, tenho a di-;
ser-lhe que tendo sidoapprovadospela camarades,
deputados os novos eletores dessa parochia, como ;
constou de aviso da reparticao do imperio de 9 da-,
zos c formalidades da lei, convoque aquelles
leitores e rena a referida junta no dia 29 de
maio viudouro, que para isso designo e prosiga nos
demais trabalhos de revisao, tendo em vista o de-
creto n. 3,865 de 21 de dezembro de 1861 e mais
dispoioes em vigor.
Dito ao director da colonia militar de Pimentei-'
ras. Para qne eu possa autorisar o fornecimento
da forramenta mencionada em seu officio de 11 do ,
corrent, faz-so necessario que V me. me declare
quinao se fez o ultimo fornecimento de objeclos |
semejantes aos de que traa em dito offlcio.
Dito ao bacharel Henrique do Reg Barros. .
Pelo seu offlcio de 14 do corrent, sob n. 3, liquei,
inteirado de liaver Vmc. entrado em exercicio do,
lugar de procurador fiscal da thesouraria de fazen-
da para que fot nomeado por decreto de 2 deste |
roez.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro. |
Transmillo por copia Vmc. para seu conhecimen-
to e execucao na parte que Ihe toca, o aviso ex-
pedido pela reparticao da agricultura, commercio
obras publicas em o 1" do correte, nao s ap-
provando a decisao que dei em olcio de 30 sobre
a representacao do superintendente da estrada de
ferro, datada de 26, tudo de Janeiro ultimo, relati-
vamente ao pagamento dos fretes devidos pelos
transportes dados aos agentes da autondade publi-
ca e excedente do numero dos gratuitos, a que tem
direilo o governo, mas tambem determinando que
d'ora em diante se observe a semelhante respeito
a pratica adoptada na estrada de ferro de D. Pedro
II, e constante da informacao por copia junta; de-
vendo as contas das despezas feitas com taes pas-
sagens ser apresentadas sob sua informacao e com
a dlscriminacao de que trata o citado aviso. Nes-
te sentido ofllciou-se tambem ao superintendente.
Dito ao agente da companhia Pernarnbucana.
Em lugares de estado de que dispoe esta presiden-
cia, mande Vine, dar passagem para o porto da ca-
pital do Cear aojuiz municipal do termo de Ma-
ra l'ereira. bacharel Ulisses de Barros Mendonca
e un criado, cujas comedorias serio pagas por
elle.
Portara.O presidente da provincia, conformn-
dole com a proposta do Dr. chefe de polica n.
457 de 13 do corrent, resol ve nomear para os lu-
gares vagos de 3", 4, 5- e 6" supplentes do sub-
delegado do districto de Duas Barras os cidados
seguidles :
3.-Capitao Bartholomeu do Reg Barros.
4.Alferes Marlinho Rodrigues da Silva.
5.Luiz Belchior Pessa de Siqueira Caval-
canti.
6."-Marcelino Jos de Moraes.Communicou-
se ao Dr. chefe de polica.
Etprdifnte do secretario do governo.
acto adilicional, procarava tirar a forc, coarctar ria ao seu nivel o elevou muito cima da esleir
a liberdade o as franquezas provinciaes, compri- commum dos horneas que iodos os partidos ser-
mindo a individualidade e extrahindo a propria vem.
seiva das provincias, e centralisando ludo na cor- Deram-se outros fados durante a coeiliacao,
te do imperio; onde, como muito apropriadamente bem significativos desta poltica salutar para o:
diz ara escriptor francez, fallando da ceniralisa- paiz.
cao : devia-se collocar o punho da espada, finando Tres ou quatro annos depois, quando se dizia
a poota para o resto do estado. Outro, porm, sec- que na provincia nao linlia entrado a poltica da
tario igualmente da administracao central, lanto concilic.io, nos vimos um distincto inembro do par-
quanto compativel com a unidado nacional, con- tido praieiro velbo, que at solfrera exilio em
signada na conslituicao primitiva, manifestava-so Fernando tomar assento, como deputado desta pro-
se todava propenso desenvolver no nosso syste- vincia, na assembla geral, e foi elle o Sr. Dr. Vi-
ma de governo a forma federativa, j em justa lella Tavaros. Este facto, senhores. bem como o
parte consagrada no acto adicional; e assim pro- da eleicao do Sr. Luiz Duarte, inembro igualmente
curava, par da monarchia constitucional, man- ilustro do partido praieiro, deu lugar a que mali-
ler, dar orca, e desenvolver no nosso regimem ciosamente se dissesse, que estes senhores, e todos
poltico como elemento da democracia, duas en- os qu^ gozaram dos favores da coeiliacao na pro-'
tidades ao mesmo lempo moraes o activas, duas | vincia coiirmadamenteeram traidores ao parti-
Esse futuro, Sr. presidente, i rmaiieme enegado,
porque elle o nosso presente Essa poca por
elle firmada j se nos mostra radiando, porque
ventura desim-ntir os eus principios, e desvirtuar
o seu bello programma...
Civil i t>>r definido, posto que imp'fffiUiucl*. a
elja a aclualidade Essa actualidad^, senhores, posicio do partido progresMsO, t >.*aund mi*a-
nao e, por certo, segundo as miabas previsoes a | debis fon-as destruido
| pessoas igualmente civis e polticas, a munici- j do liberal; aecusacao osla, que j se tinba infaman- reunio sympalhiea e franca de todos os conser
Olflcio ao 1- secretario da assembla legislativa pal'dade e a proviacia. O primeira, Sr. presi- teniente lancado contra todos os que opinaram pelo vadores moderados e de todos os liberaes since-
provincialRemetto por copia V. S. de' ordem dente, foi o partido saquarcma, que, por aquelle. enrolamento da bandeira da constituinte. e da qual
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, para ser modo consliluio se infenso liberdade. O segundo; muito costumam a usar alguns benemritos do in-
presenle assembla legislativa provincial, a in- i foi o partido luzia, que bem se mostrou, pela sua feliz partido liberal da provincia
formaeao ministrada pelo juiz de direito de Naza
reth relativamente ao estado da cadeia daquella
cidade.
Fica assim satkfeita a deliberacao dessa assem-
bla contida em seu officio de 30 de marco ultimo,
sob n. 256.
Dito ao mesmo.Em additamento ao meu offl-
cio de 30 de marc ullmo, sob n. 72, remetto
physionomia essencialmenle liberal, sem que toda-
va fosse infenso monarchia.
Ambos esses partidos, Sr. presidente, eram for-
tes, e tinham seu centro de accao na corte do im-
perio Na provincia do Pernambuco, porm, o se-
| gundo coutava muito maior numero de adeptos,
do que o seu contrario, sendo os seus primeiros e
principacs alliados, os amigos patriotas du 1824,
V. S. de ordem do"Exm. Sr.' presideut da provin- i < quaes, nao obstante apresentarem anda seus
cia para ser presente a assembla legislativa pro- wpos cobertos de cicalrizes innmeras das feridas
vincial, a inclusa nota dos propietarios que resi-; abenas pelo ferro do corcundismo, e as frontes a
dem em suas casas collectadas pela collectona da c.or.a la liberdade esmaltada com a gloria do ver
cidade da Victoria, e
que pagam.
da importancia da decima
dader.i martyno, naodeixaram, todava,em tempo
algum, de persistir as ideas liberaes, por maior
vincia, manda iransmit
hito de reunir naos todos os conservadores que
aceilarem as ideas da poca, como tambem todos
D'ahi procedeu, senhores, a subdivsao d'esse os liberaes que tem representado na nossa scena
partido ou antes do velho paitido praieiro em duas poltica desde o anno de 1824 at 1864, urna vez
sellas hostis sendo urna a dos genuinos, que tinham i que nao se achem fra da conslituicao, ou nao
por orgo a Aurora Ptrnambu'cana, e outra a dos queiram substituir o estado pacifico e" esperancoso
liberaes que se diziam da ra do Collego teudo em qne se acha o paiz, por um estado vertiginoso
por orgao o Liberal Pernambucano, de cuja redac-: e de discordias intestinas. (Apoiados).
cao Tazia parte brilbante o mesmo nobre deputado | Quanto aos meus principios, direi sempre alga-
pelo primeiro districto : o meu amigo e collega Dr. ma cousa, assumindo todava a inteira responsa-
Ribeiro. bilidade das minhas proposifoes.
O Sr. Costa Ribeiuo : -Peco-lhe que tenha a O Su. Costa Ribriiio : Mas indidualmente,
bondade de repetir, visto que fallou em meu nome. ou como orgao do partido ?
O Sh. Nabou :Fallei, e sinto muito que o no-
as aecusapoe^ qne aa casa
havam feilo pesar sobre ,-sse me'srml partido, do
qual, por certo, sou eu o menos dimo menkro
(nao apoiados; e tambem o nuis iuvidoso (>
apoiados.)
Eu me deveria julgar dispensado lie refalar as
aecusacoes que os nobres deputado! pelo I
dislrictos tan feito a ndministracaq da provia
cia, em relacao a cerlos fados; e siipoaho nrtBo
qu<^ pouco perderei mais dizer sota t ellei visio
que pela sua maior parte j se achan explicada.
e as respectivas arguicoes respoedid is prlo aw*
lado com a maior vanlagem. Assim, o meu aoar>-
collega pelo t' districto, o Sr. Dr. Araoj Barra.
explicou os factos seguntes : o voto dado por
Francisco Antonio de Carvalho ao Sr. eunselarir <
ros (apoiados). que nelle j liguram, e ao qual se s e Albuquerque ; voto este que o notare depaia
dos homens despeitados, mas sima do partido pro-
gressista, que absorveu-me todo, com lodo o meu
eclectismo de 14 annos t...
O Sn. Ramos : O nobre deputado j disse islo
pouco mais ou menos na ruada Prala
O Sr. Nabor : E perguntar-se-ha anda o que
o partido progressista, quaes os seus principios,
suas crencas, e finalmente quaes os seus fiadores i
Eu o respondere,- sem que todava considere
achar-me em urna sabbatina, porque, como polti-
co, entendo que devo explicar quaes as minhas
ideas, sempre qne neste sentido fr interpellado I
Quanto ao pessoal o partido progressista a
Dito ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presideut da pro- 1"* fosse a perseguico que os ameaeasse.
smitlir V. S. para ser presen-'. E*tes liberaes, pois, Sr. presidente, tiveram de,
te a assembla legislativa provincial o contrato in-! a grande custo, organisar o partido liberal da pro cia, e disse tambem que tres annos antes da inau-
em 10 de novembro ul- j vincia, sob os auspicios de um dos patriotas mais' gurac.o dessa poltica regeneradora, j eu era con-
bre deputado nao estivesse presente, para ouvir-me.
Dizia eu, que a poltica da coeiliacao veio, por
assim dizer, apagar os odios dos partidos, chma-
los a um accordo sobre amigos pontos de divergen
ciliador, c eclctico, manifestando ncsle sentido
minhas ideas nos corredores da academia de Olin-
OSn. Naro : E' como o mais nfimo mem-
bro do partido, mas que nem por isso deixo de ter
um pensar proprio...
O Sr. Costa Ribeiro : Bem, vai desenrolar a
bandeira do progresso.
Outro Sr. Depctado : Eu hoje que sei que
o nobre deputado liberal.
O Sn. Nabor : J o era anles de 1848.
do pelo 3" districto, atlribuio a urna causa torpe,
toda gratuita e infundada, nao obstante a oaVJia
\ feita honra de um homem lo >izud#, ede cara*-
ter tao independente como aquelle efeitor, qae j
\ mais victoriosa respo>la que se pode dar a acra
saco do nobre deputado i dizer-se-ihf:va a
cada, procure conhecer este homem. a depo de-
clare em ronsciencia se elle ou na incapaz d-
vender seu voto.
O Sn. Diii-m.mo.nd: -Oinheroo perfeilameatr.
O Sr. Naror :O contrato' f.-it pelo presideate
com o honrado Sr. Cuuba Machado para a betara
da estrada de Bujari a Goanna. tamban ja se arta
plenamente explicado pelos meus dona nobre* rol-
legas de districto, oSr. Araujo Barros e o que a**
precedeu na tribuna.
Quanto ao facto do padre Joio Joj de Araap>.
nao ha mais nada a accrcscentar, depois do qae
disse o nobre deputado pelo 2* di-iricto o Sr. Aran-
jo Barros,
0 facto da priso cfTccluada pelo (folegadn sa-
cluso por copia celebrado
timo com Manoel Goncalves Nunes Machado para! eminentes do imperio, o distincto senador Anto
a construccao da estrada comprebendida entre o n'o Carlos, sendo que empenhos deste, recebe- minhas ideas nos corredores da academia de Ola-, Um Sr. Deputado : Mas nao se linha man-; pente desta capital, tambem j foi explicada
Bujary e a cidade de Goanna, o qual pela 10." de ram aquelles liberaes da provincia as fileiras do, da, como V. Exc. nao ignora, tendo sido meu col-, oslado. mesmo nobre deputado com'toda i clareza e a ante
suas condicoes est dependente da approvacao des- Partido j organisado, os seus amigos e flgadaes. lega de anno, o que um aono depois o meu nobre O S Nabo* : Pelo partido constituinle ou satisfactoriamente possivel. Os nobres denotado*
sa assembla. adversarios os chimangos ao separarem-se collega deputado pelo primeiro districto era dele-, praieiro velho, por certo que nao: mas nao obs- pe|0 5- e 3 districtos expozeram miaurioananr
Dito ao mesmo. -De ordem de S. Exc o Sr. pre-' estes do partido saquarema no anno de 1842. I gado de polica desta capital, e merecedor, por isso ante me julgo mais liberal do que qualquer um os motivos da venda de urna propriedade qae atea
sidente da provincia, transmuto V. S. parase- Enlrotanto, Sr. presidente, subindo ao poder o do inteira confianca do governo, a quem servosnos nobres deputados. sido adjudicada a fazemla proviocial: atas m di-
rem presentes assembla legislativa provincial, partido luzia dous annos depois da alliaoca dos por certo, muito livremente... partido progressista me parece, ou anles posso ro sempre alguma cousa mais relativamente a es-
os inclusos artigos de posturas addicionaes que re-, chimangos com os amigos liberaes de Pernambu- O Sn. Costa Ribeiro : -Eu Ihe respondere a ', afflrmar, que nao admitte antagonismo algum co- te facto, por que estou um pnoco a par deaV,
metteu a cmara municipal da cidade da Victoria' co, teve a depuiac.o geral da provincia de, por isso. mo ainda pretende o chefe da seita quo nos hos- mesmo porque meu lestemunbo foi avocado n
com o officio de 15 do corrent.-Communicou-se | ma fatalidade, ser composta em sua maioria, ou O Sr. Nabor : -O nobre deputado servio muito <''sa, contra o principio da autoridade e o princi-; casa,
sobredita cmara. i quasi lotalidade, de amigos chimangos, com ex- bem, servio com toda a probidade, zelo, e lealdade, Po da liberdade ; c eu enlendo mesmo que este Um Sr. Depi tado :-Essa questo ja esta deei
Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro- clusao de todos que tinham pertencido ao partido e inspirou assim a mais plena confianca ao gover-'. foi 'n dos mximos absurdos introduzidos pela ; dda.
vincia, manda remetter por copia V. S. para ser' fideralisia de 1824 ; e por esse modo foram-se no sendo neste ponto mais feliz, por certo, do que! mixlificaco da poltica de 1842 em diante ; como j o Sh. Nabor :Bem, nada mais direi. po, so-
presente assembla legislativa provincial, a in- apoderando aquelles homens intrusos pouco pou- eu, que nessa poca tambem servi sob os auspicios bem se deve deprehender do art. 12 da nossa bre esse facto que os nobres deputado* recoaaerrai
rormacao que minitrou a reparticao das obras pu- co, da chefatura do partido liberal da provincia : do mesmo governo___ I onslituicao do imperio, a qual dispondo que to- ter sidojexplicado muito satisfactorianeale.
blicas acerca do abaixo assignado das hab Untes organisado tao brilbaotemente por seus amigos Disse mais, Sr. presidente, que tres, ou quatro dos os poderes polticos (nos quaes reside a autori-! O nobre 1 secretario justificou intetraawatc, e
do 2- districto da freguezia dos Afogados, que adversarios, e enlao alliados os patriotas sobre- annos depois quando se dizia que a poltica da, dade) sao delegacoes da nacao, nao podia ao mes-, da maneira a nais coovinceole ak-giidadedoae-
acompanhou ao oflicio de V. S. do Io do correte, j vvenles de 1824. coeiliacao nao tinha chegado a Pernambuco, nos m<> 'empo admittir nem autorisar antagonismo de to da nomcacao dos mdicos para o hospital de ca-
D'ahi, Sr. presidente, resultou o reappareci- vimos ser eleto por esta provincia para deputado principios entre o poder delegante, que a liber-1 ridade. O nobre deputado pelo 1- districto. o Sr
ment das antigs rivalidades polticas e pessoaes, geral um homem que nao s era de poltica libe-! dade poltica da naeo,e o poder delegado, que Soares Brandan explicou tambem do. maawra a
entre os membros deste importante partido : riva- ral, como se tinha compromettido na revoluce de autoridade, a menos que .se nao '
sob n. 64.
Despachos do dia 18 de abril de 1861.
Requerimentos.
Antonio Augusto Ferreira Lima.-
-Remetlido ao
fosse buscar a
: riva- ral, como se tinha compromettido na revoluce _
tidades estas, que ao principio foram generosa- 1848, o Sr. Vilella Tavares, e tambem tomou as-,or!l?crn ou principio desta ha velrtaooutrin;
Sr. director geral da instruccao publica para al-1 mente anataaas pelos sentimentos de patriotismo sent como supplente em outro distincto liberal,: soberana divina, que
tender ao supplicante nos termos de sua informa- da(lueIles cao de 28 de marco ultimo, sob n. 51. (,ue na0 Podera,n desapparecer de todo, porque f0i 0 Sr. Luiz Duarte Pereira, faelos Augusto, africano llvre.-lnforme o Sr. inspec- r
tor do arsenal de marinha.
Antonia Rufina do Nascmento Ferreira.Infor-
me o Sr. inspector do arsenal de guerra.
Francisco Marques da Fonseca Pitia.Informe
o Sr. Dr. chefe de polica.
Joao Piretti Seve.Attendido.
J
Joaquim Ferreira Lima.Informe o Sr. inspec- em suas ,ileir\- nela "'"politic
do arsenal de marinha. respectivo orgao a voz de guei
DT Maria Joaquina da'sva Manta.-Em vista do a !0.t,au",a- a grande familia da provincia, a f>
novas esuccessivas pravas de desconsiderado e gar a que nesta provincia se levautasse grande
hostilidades, Ihes davam os seus amigos adversa- celeuma contra esses homens, dizendo-se que elles
ros sob o desfarcado manto da allianca, j princi- se tinham vendido ao governo.
piado a romper. Divdio-se, por lanto, o partido liberal const-
Por esse lado, pois, Sr. presidente, fui o partido tuinte em duas sei las hostis urna que adhera a
liberal de Pernambuco perdendo a sua autonoma, couciliacao, e tinha por chefes os Srs. Drs. Vilella
e por outro, sofriendo consideravel decrescimento lavares e Lopes Netto, -ulra que nao adhera a
itica de se levantar no coeiliacao e tinha por chefe o Sr. Dr. Faitea, e
rra e de exterminio, p0r SU|, chefe, entre outras o meu amiao e collega o
Sr. Dr. Costa Ribeiro.
disposto nos j*i 1 e 2 do art. 30 do regulamento de
28 de Janeiro de I8C1, nao tem lugar o que re-
quer a supplicante.
Manoel Jos Flix da Silva.Indeferido.
PERNAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL
Discurso do Sr. deputado Nalmr. pronunciado na
sesso de 29 de marro de 1861.
O Sr. Costa Ribei o :Fui apenas soldado.
O Sr. Nabor :Distinguio-se muito, como era
de esperar, a vista de sua intelligenca e do seu bel-
lo carcter.
Por conseguinte preciso notar queja durante a
coeiliacao se acbava o partido liberal ex-praieiro
milia Cavalcanti; diversos ramos da qual haviam,
desde longa data, muito generosa e patriticamen-
te adherido a poltica liberal...
Taes acontecimentos, Sr. presidente, deviam ne-
cessariamenle annunciar a queda dsse partido I
e de feito, nao tardou muito esta a ter lugar, logo
que se deu o romp ment funesto entre os'antgos velho dividido em duas seVaTirreconcilirveis pe-
rivaes, islo e, os chimangos ou liberaos mixtos |os doeslos com que mutuamente se cortejavam.
de 1830 a 1842 e os carangueijos, ou liberaes ide- Entre lano convem dizer, que durante os dez an-
rahstas de 1824 em diante, sempre firmes na iiber- nos em que dominou essa poltica, os partidos do
dade ; constituindo estes o partido denominado imperio se entenderam, e ao passo que os saqua-
eutao praia-nova em opposico decidida aquelles remas anachronistas se afferravam anda ao prn-
que por sua vez se denominavain praeiros velhos cipiodacentralisacao. e com o ttulo de conservado-
Nesse estado de cousas, Sr. presidente, sobe ao res puros se descriminavam dos conciliadores, que,
poder o partido sai|uarema, que nao desprezou a p0rsua vez,se denominaram conservadores modera-
O Su. Nabor : Sr. presidente, pedindo a pala-' ,aclif,a "e favorecer os praias novas nointuito tal- dos, e procuravam fazer grupo, e fraccao a parte
vra para justificar o meu vol a favor do projeclo vez de e^lrema-los inteiramentedos praias ve-
da forca policial que se discute, eu nao devo per-! Inas> 1ue en,ao constituiam politicamenteo im-
der a occasiao de declararme devolado actuali- m,? commumextremamente perigoso a ord;m
dade, e firme no apoio que comecei a prestar, e, S0*Ia'......................;. .......
ainda francamente presto aos actos do administra-' 0s rumores, Sr. presidente, eu, ja nao digo ma-
dor da provincia, o Sr. Dr. Slveira de Souza It-,alvez mesmo infundados temores de persegu-
Quanto este Ilustre administrador, algumas aecusacoes tem-se feito na casa ; mas pelos nobres soaes nao permittiram que o partido praeiro velho
deputados, que me precederam na palavra da de- "casse ""passivel dame de um tal golpe ; e preci-
feza, j foram tao plenamente destruidas com a P"0"-^ as sublevares armadas atrou-se deliran
simples e fiel exposieo
orgem, que me julgo'por .
der tempo em novas exposicoes, convicto como es- ia revotucao ae 1848.
tou, de que i respeito, nada mais acrescenlare, Deixare de apreciar, ou de cmittir mea juizo
que possa merecer as honras de urna apreoiaco ao
que j se acha devidamente apreciado, e sufflcien-
temente esclarecido.
lente destruidas com a P"ou-se as sublevares armadas atirou-se deliran sista, e que muitn
de faetos que Ihe deram 'eecegamente ao abysmo; que todos nos sabemos, ,a e arbitraria a i
' isso dispensado de per-' commettendo o erro grave e sobre modo lastimoso granje ,)arlc de ,
.--.. _"_-.. v.. i ;i i-i>vi (HVS S.,.,1 :.-. V.n. :
destes ; os liberaes desenminando-se tambem, acei-
tavam todava a allianca desse partido novo e me-
daneiro, a bem da causa publica e assim vimos
elTectuado o grande pacto poltico da Hija que ser-
vio, por assim dizer de prolegmenos ao aclual
partido progressista.
Agora, Sr. presidente, passo a produzir um ar-
gumento em cohfirmacaoda defimco histrica que
fielmente acabo do dar casa, do partido progres-
sista, e que muito servir para convencerde Injus-
imputaco que se tem leito a una
seus distinctos membros, e da
qual j fallei.
Este argumento, senhores, baseado em urna
critico acerca dessa revoluco, por que nao quero prova escripia, que so refere mui particularmente
de novo fazer sangrar urna chaga queja deve estar a mnha pessoa, mas que Todava nao pode dexar
de alguma sorte cicalrisada no coracao dos Per- jt se estender na applicacao de sua forca proban-
Enlretanto, Sr. presidente, aecusacoes mais ge- nambucanos que hoje se confraternisam. Entre ; te todas os membros do partido progressista, dos
aes foram eilas a aclualidade como significativa ,a,lt0 na0 me dispensarei de dizer algums
ra
quaes, por certo, sou eu o menos digno, o mais
do partido progressista, a que pertenco ; e que nao em relacao aos homens ante-revolucionarios de en- desponderado e de menor merecimento. (Nao
devo por isso deixar que passem desapercebidas, lao- apoiados).
para que nao se diga no futuro, que ellas adque-' 1ue deviam, nessas condiccoes ou circumstan- Eu peco, porlanto, licenca a casa para lr duas
riram forca de julgado na opiniao publica. >cias extremas, fazer os antgos liberaes fideralistas pa|aVras esenpus por mim em 1856 e publicadas
Como homem poltico, Sr. presidente, devo defen- 1ue P.ao havam adherido a revoluco de 1848, e em um folheto, que mandei imprimir na typogra-
der, e sobretudo salvar a honra do partido sob cu- 1ue Ja s achavam seggregados-dos que arvora- pUa Nacional, ra doCollegio n. 14, por nos to-
ja bandeira milito I e assim entendo nao dever ram s,em''!'an,e bandeira revolucionaria e sem j0s bei
deixar sem resposta a proposicao do nobre depu-
tado pelo 3 districto que primeiro falloa sobre a
materia, uo sentido de que os destinos do paiz
se acham entregues a um punhade de homens sem
crencas, nem significaco poltica, desertados, por
despeito, do partido conservador, em cujas lileiras
sempre haviam limitado > : nem (o pouco, Sr.
presidente, me dispensarei de responder nsinua-
r.'io injuriosa que em um aparte caloroso foi diri-
gido nesta casa (a quem por certo nella nao esta-
va) pelo nobre deputado pelo Io districto, nestas
formaes palavras : < nao sero os homens que tem
servido a todos os partidos que rae ho de redu-
zr ao seu nivel. Devo, portanto, Sr. presidente,
urna resposta cabal aos nobres deputados; e, para
nao subir altura em que se collocou o nobre de-
putado pelo 1 districto, nem offender as conve-
niencias, nem susceptibilidades, eu me limitarei a
responder com urna dellnicao histrica, que me pa-
rece inconlestavetmenle pertencer aclualidade,
ou a esse partido progressista tao injustamente
.. bem condecida.
deas deliradas 7... oque deveriam fazer, repito, Fallava eu da polilica por mira seguida, islo ,
aquelles liberaes sinceros amantes da ordem pu-' da coeiliacao e do eclectismo, o referindo-me
blica, e da paz, desde que, satsfeitos com refor-' poca de 1850, dizia eu o seguinte :
ma constitucional haviam-se constituido fiis al- Sou un verdadeiro eclctico svstematico E
liados dos luzias, que nao queriam mais do que i 0 era mesmo antes da propaganda conciliadora do
desenvolver os principios federaes do acto addicio- [ actual ministerio.
nal, de acord com os principios unitarios da cons-1 t Neste sentido procurei definir-me em 1830,
tituico primitiva ? A questo versava sobre dous quando ainda acadmico, organisando urna socie-
ou manler as institu5es existentes, e! dade intituladaEclectico-politica-cujo primeiro
. nao deixar du vida, uo s sobre a lega Made,-------
i sabr as vantagens do contrato reta irado rota o
9 reconhecidament falsa, Sr. Antonio Francisco Paes de Mello Jarreto,
face do systema poltico | Quanto forra mandada para o qiaato distrie -
to, tambem foi esse facto muilo bem Aplicado.
Um Sr. Dbpltaoo :Dessa forma tao ha
O partido progressista, Sr. presideut, me parece
que tambem nao quer, nem admitte, carao era al-
gum tempo j o quiz o partido liberal, a reforma
do senado no sentido temporario, por ser contraria
ao systema representativo. (Nao apoiados.)
(Trocam-se apartes.)
OSn. Nabor :Posso aventurar que nao pasta-
ra! por que contrario ao systema representativo,
offerecendo como offerece conjuncturas favoraves
ao reslabvleciinento da monarchia absoluta, e ron-
seguntemente fat..cs liberdade : c se o partido
progressista de hoje tem sua physionomia de ver-
dadeiro partido liberal moderado e reflectido, elle
nao pode por forma alguma querer que passe una
lei de reforma constitucional fatal a liberdade!...
O partido progressista, segundo pens, (aqu na-
turalmente haverdivergencia) nao deve querer.por
nao me parecer justo, a reforma eleitoral no sen-
tido directo, porque nao admitlindo
ao voto, como oindirectoas classes
B>t.
que o senlior defenda.
O Sn. Nabor :Se o nobre deputado nao esta
convencido, e quer que entre nessa discu-sjo, ea
entrarei, e mostrarei que o nobre deputado nao
tem razao quando aitribue s bayonetas toda a
eleicao da provincia, mas peco que me di*p-n-
dessa tarefa ; e apenas faro xmlir, que o aubre
deputado fallando assim faz' urna injuria grave ..
todo o corpo eleitoral da provincia de Feraamaa-
co, visto que osle corpo foi eleilo coa outros qae
Ihe precederam pela forca da opiao publica, e
nao pelas bayonetas ; devo notar, entretanto, qnv
o nobre deputado na occasiao em pie tazia e*s
aecusacoes em relaco ao proeessJ Heitoral. fot
impugnado por todo este lado da cafa (aprataad
para a direita) ao passo que urna s r*z ao te le
vantou deste lado (aponlando para olladu oaaaat)
nobre deparada
Vanea, Pao
wrai no >cu- vaniou aesie laao (aponlando para o
este systema ] para impugnar as aecusacoes do na
s menos abas- ^ em relaco as eleicoes dos Afogados,
tadas da sociedade, onde tambera existe-intelli- d'Alho, etc., apezar da obrigarao era due se acha
gencia, independencia, direito poltico, e inters
ses representar; e ao contrario, em lugar de.
garantas ao livre exercicio daquelle, e a real re-
presentac/io destes, estabelecendo urna especie de
previlegib a favor nicamente das medianas c su-
perioridades socaes, offende assim, e offeude gra-
vemente e sem vanlagem a maioria da nacao, a
qual por esse modo fica injustamente excluida da
propria representaco, o que incontestavelmente
contrario liberdade, e a igualdadc poltica do ci-
dadao...
Um Sr. Depi: tado : Muitos progressstas nao
pensara assim-
os nobres deputados que ah se asseaiaia, de de-
fender essas mesmas eleicoes das qunes prueedeai
as suas depulacoes.
O Sh. Sabino : O Sr. Araujo Barros qne av
resjionda.
O Sr. Naboh :O nobre deputado que se as#eatt
ao lado de V. Exc, trouxe o facundo perico qae
corren o cidado Francisco Carneiro Maebadn
Ros, e delle tirou aecusaco para a adar--
traco...
(Trocam-se apartes.)
O Sh. Naboh : Quero tratar, pois. da eieir
dos Afogados, visto que o nobre deputado pe-.
O Sr. Nabor :J disse que fallo segundo pen-: terceiro districto, tratando dessa eleicao proferto a
so, mas acredito que o partido progressista nao p- nome de um meu prximo prente e amigo ajar
extremos
juradas pela nacao, ou pugnar peos diclames de
urna carta sem sello constitucional, e que s conti-
nhaou proposiedes vagas e obscuras, ou fataes a
sociedade. A boa razao aconselhava pois, que esse
partido de tradiccoes tao gloriosas em prol da li-
berdade se alliasse com o outro partido constitu-
cional, com as armas na raao nao para seguir
os revolucionarios, como foram convidados ; mas
para deffender a sociedade do inmigo extra-cons-
titucional que tao apaixonada e imprudentemente
. aggredia I E ahi temos, senhores, a allianca,
forjadamente operada pela lei da necessidade, de
deprimido cmsuluoVamenra"desacatado e menos- do,us partidos polilcos at enlao em antagonismo ;
cabado allianca que nao poda deixar de produzir as suas
Em 1824, Sr. .presidente, quando todo o imperio T!iizes benficas, auxiliada, como foi pela poltica
estendia a mao para jurar esse bello cdigo politi- da coeiliacao, que teve por fim especial apagar os
co centralisador, com que nos dotou o primeiro od,os, e chamar os partidos a um acord sobre os
monarcha brasileiro (de eterna memoria) Pernam- amigos pontos de divergencia e oaugurar o eclec-
buco, era sua maioria de liberaes heroicos, de. ver- "smo-----
dadeiros patriotas, ergueu seu nobre eolio revolu- A historia da coeiliacao, Sr. presidente; bas-
conario cootra esse cdigo, hasteando a radiosa taote condecida no paiz, e por isso me dsjiensarei
bandeira da respectiva reforma no sentido Im- de traduzi-la a meu modo, dizendo apenas que tres
perio fderalista annos anles da sua inscripcao nos programmas'mi-
Estas ideas, senhores, reanimadas pelo sangue nisteriaes, j eu era conciliador, o tambem de-
dos gloriosos martyres daquella poca, lomaram tico, nos corredores da academia de Olinda___
curso por todo o imperio, e 10 annos depois vie- e que um aono depois, se me nao engao, era o no-
ram pelo acto adiiciona!, a fazer tronco as nos- bre deputado pelo primeiro districto, o meu dis-
sas instituicoes. lindo collega o Sr. Dr. Ribeiro delegado de polica
Desde enlao, Sr. presidente, que, sem se dizerem nesta capital, e eonseguintemonte merecedor de
inconstilucionaes, dous partidos polticos se bao le- inteira confianca do governo, a quem por certo,
vantado no seio do paiz, com traeos caracteristi- servio tao livremente, e com tao boa pauta no z&
eos bem distinctos. Um sectario exluslvo da cons- eomportamento pela honradez, lelo, proK;,ade e
titoiclo primitiva e hostil reforma operada pelo lealdade com que se dlslinguvj, ^ a uha diviso-
de admittir um tal systema por ser contrario e
summamente offensivo liberdade...
Um Su. Dki'itado : Entretanto era urna da
ideas do partido progressista.
OSh. Nabor :To novo elle nao sei como
possa ser isto!... mas se o nobre deputado se re-
fere opiniao da maioria de seus membros mani-
festada em outros lempos, direi isto, que lam-
bem o partido liberal tinha amigamente rauitas
ideas que hoje nao lem.
O Sr. Jacobina :As ideas liberaes de hoje sao
as de oulr'ora. (Apoiados.^
(Trocam-se apartes.)
OSr. Nabor :Tenho duvidas respeito : mas
n5o isto questo. O que quero que os nobres
deputados reconhecam que nao somos renegados,
e que nao nos fomos abrigar sombra das suas
bandeiras, como ou'r'ora os chimangos sombra
da bandeira do partido liberal, que ao depois com
o titulo depraia-novafez resistencia entrega
da primitiva bandeira aospraias-velhas, dei-
xando estes a gloria de bastear a bandeira da
Constituinte, com o seu cortejo de reformas do se-
nado no sentido temporario, e outras cousas seme-
Ihanles, de mistura com a indi/iniiAo do canos....
Um Sr. Dehltaoo : Mas quaes sao as reformas
que o partido progressista pretende realisar ?....
O Sh. NABon : Desoja saber quaes sao as re-
formas que o partido progressista quer, ou preten-
de realisar ?...
isto muito custoso de dizer tao de sorpreza,
com toda a precisao... mas na deficiencia de da-
dos cerlos dianle da vista ou de um mappa de re-
lira era atacar a poltica syncretica e intolerante do
nosso paiz, chamar os partidos urna conferencia
nacional; e desta conferencia fazer surtir e tre-
raular a bandeira radiante e regeneradora do
eclectismo-politico !...
t Era este um tenlar gigantede acadmicos,
mas um tentar que havia de ter o seu repercutido
no futuro !..
Reparai bem senhores, para a forca destas pala-: formas a realisar-se-ja organuado.^-ea peco ao
vras, que ainda vou repetir : masum tentar que nobre deputado que lea cora attencao, e perspn-a-
havia de ter o seu repercutido no futuro!... cia o pregramma do acial gabinete, atienda ao que
Estas palavras encerram incontestavelmente ura dizem as cmaras que o apoiam... estude as suas
prognostico, e esse prognostico exprime r^rfeiU- palajra^ pomo se BaaHwttn pOT tm ttplrtto e
inante a convieco intima e robusta de que me
achava possuido, oao de um incidente futuro de
despeilo'entre alguns homens do partido conser-
vador ; mas da realisaco de urna idea que eu nu-
tria em mente ha seis annos passados, quando
nem ao menos linha entrado para o mundo das
pretences polticas...
Essa ida, Sr. presidente, nao era ama simples
visao do meu espirito, era a consequencia ou a
deduco dos meus raciocinios sobre o oslado '.Tiste
do nosso paiz, e a ir/archa poltica mais aequada
a tira-lo das c":iammas da conuaijracao que o
ameacava, o'i das bordas do abysmo para onde o
havia.-ji arrestado !... Era, Sr. presidente, por
a-.-im dizer o tibio scintllar de urna estrella, que
das lucubracoes da noite divisava eu, atra-
vz das espessuras mais ou menos densas de
um futuro mais ou menos remoto ; mas de ura fu-
turo que havia de necessariaraenle vir a firmar
urna nova poca de esperancas para o paiz ,,,.
disposicoes liberaes... e ver que ludo annuncia
serludeque possa, pelo caminho da liberdade
e do progresso, e sobre o vasto e lmpido eixo cons-
titucional, condnzir o paiz ao mais elevado pomo
ia sendo victima por culpa da adminisiraco.
Devo dizer que esse cidado, de que falloa. e*-e
meu honrado primo, tendo pertencido ao partido
liberal antes da praia velha, tendo sempre se aw-
nifestado pelos principios da liberdade proft*s*ado-
l>or seu venerando pai....
Um Sh. Deputado :Al 1848.
OSr. Naboh : Justamente.
Outho Sh. Disputado : Depois da praia mor.
dos chamados praieiros sem principios.
O Sr. Nabor :Sem principios? Eu Meado
que aquelles que nao quizeram acompaaaar a eada
revolucionaria de 1848, depois meaaM> de seren
convidados por agentes subte vadores... eslava*
nos verdadeiros principios do prtale liberal, em
sua organisaro primitiva...
O Sh. Sabino :O partido liberal e bode ex-
piatorio.
(Trocam-se outros apartes.)
O Sh. Naboh :Os nobres denotados esto an-
nitestando enfado. (Nao apoiados).
Esse moco tendo sido liberal, boje...
Um Sr. Dkputado :E" vermelho.
OSr. Nabor : E' verdade, pertence a* aarfedo
conservador.
Como dizia, i um moco incapaz de recuar dun-
te de qualquer difficuldade ou pengo aaaade se
dspoe a vencer urna eleicao... No* diversos
los eleitoraes da freguezia em que entras ;
desta ultima eleicao, ao passo que a dan ra sy av
palhias e grande numero de devanan!,
adquira anlipathias, tambera creara
rancorosos, entre os quaes existe un (cap
nao ignoro, mas deixaret de citar.) qoe par
sio de urna eleicao anterior a estt. ana
pretenden assassina-lo...
O Sr. Cosa Ribkiro :Esse j nao rsda
(Ha um outro aparte.)
OSr. Nabo :Disserara-me, e por t^ona
mo a responsabilidade do faci ; ane a qae
to, que elle eslava persuadido diseo, e aa at
eleicAo lomando elle caloroso iMereue peta
do seu triplo destino, material, moral e social.... dos conservadores, tere coatra si granla
Um Sr. Deputaoo : -Oral Esse o fim de todos
os partido.
O^r. abor .-Mas pelo caminho da liberdade
e do progresso nao querem por certo, os absolutis-
tas chegar ao mesme fim...
Sao, pois, Sr. presidente,estas ideas e estes prin-
cipios que o partido progressista me parece que-
ror realisar, melhorando e reformando a legislaeao
segundo as exigencias do paize os movimentos,
c o espirite da poca...
Quanto aos seus fiadores, o partido progressista
nao offerece outros seno o seu definido presente
de pleiteadores, nao s da freguezia. ean t as-
irs localidades visinhas.
Um Sr. Dkputado :Sabe o nobre
que contra o proc.esso eleitoral In na
abuso, que o da soberana das mesas.
O Sr. Drummomd ;Hoje est snbstitaide pato
soberana das bayonetas. (Nao apoiada. reria-
macoes.
0Sh- v.abob :-Nio esU eneto *_**;
nem o dos phosphoro?, e mas fretsetn
"'.s se desenvolven a luu, foi f*'"** "^^
., I mais se contrapoieram este 4
e a brilhante collecco dos seus caracteres d^ -j'J "^njusias'das mesas, o vow
guma sorte histricos para acreditado na ^J Dhosphoros ou invisi-' -v
do paiz ; e a nacao inteira para derrn$-j0 7. -.. '^-
. -o por [ (Trocam-se apartes.)


se
- /
na>

ILEGIVEL


I
=s_
A repetido on frecuencia desso duplo abuso,
tem dado lugar |uo o povo pretenda reagir
contra as mesas, quando recusad" o votante le-
giliino, ou as mesas contra o poro, Rundose pre-.
tende inlroduzir un invisivei, oa supuesto ui...
Un Sn. Disputado :Um phosphoro.
u Sn. Nabor : Justamente ? os taes phosphoro*
inuitas vezes intlimam a assembla cleitoral.
Kis aqui o baritina, a desordem, o risco de vida
para Mitos... Nansas circumslancas, pois,
incoiite.-tavel a necessidade da torea publica |ra
manler a ordem, e foi justamente o que o presi-
dente da provincia fez mandando para os A fugados
urna forca dirigida pelo distincto commandante de
poliiia, e acompanhando tambern o delegado de
liria quem foi incumbida a maoutenco da or-
dem.
(Ha um a|tarte.)
Sr. presdeme, a intoroi b eyuezia ttn do por
diw-rsas vezes devastada pelo diotera-morbus, em
1833 I8(i3, o achanit.V-'me nes-'a crise s seni um
co.id]rtlor, tive de lutar Mift grandes difflculdades
para acudir a diversos pontos da freguezia, accora-
mettidos ao mesmo lempo por esse terrivel flagello,
e qual o resultado? que alguns dos meus paro-
chianos tiveraui de suecumbir som os ltimos soc-
corros espirituacs, por mais diligencias que de mi-
Harto *> Pf^^^M OwlpU fclr tt/ hrtl 4e t4,
da autondaite superitar, que e mais urna ^aramia
de ordcin. Ksiamos conVf neldos que n or. suh->
delegado ahi se acbasse, nao teriamos de lamentar
esn morte.
c-Tambem fazemos votos para que o Sr. Por-
tella se jusiillque, provando que matn em um caso
desesperado do qual nao se poda livrar sem ser
victima ou autor.
- vapor Paranyba, chegado hontem dos por-
oi portador da
no Mercantil de
juiz municipal e uu un ello interino oa mesilla co-
marca.
De ama informacao insuspeita podemos saber
que na cadeta de Oeiras existem presoulemeote 00
criminosos, a niaior parte cumprindo sentones. E'
a radeia de Oeiras a mais segura e de mais com-
modos que tem esta provincia.
Pelo juiz de direito da comarca de Campo-
como unicasesperancas de ver o seu rebanho mais cripturadas, sendo os prejudicados os seguintes se-
bem curado espirituaimente. altores:
Parece-me, Sr. presidente, ter demonstrado a Joao Jos de Miranda 31, Silveno da Silveira
utilidado e iustiea do projecto, que tive a honra Silva Reg M, Antonio Bezerra Montenegro 10, Fe-
*--------e espero . que suppunliaphusplion.
queria admittir ao voto; os libcraes porlanto indi-
gnados, dizam que a mesa era caprichosa,qoto dfl Sr depuUldo Marano, na sessao d
riain, por sua vez, exercer a sua solwrania uo nu-
mero, pretendendo que todos votassem... *" "Te.
O Su. Damauom. : -(Jual era o poder competen- O Sh. Maranhao :Sr. presidente, tendo o meu
te para decidir da deaudade dos votantes ? __ nobre collega deputado pelo 5" districto apresenta-
(1 Sk. N.hoh : Nao quero entrar nesta questo do um projecto elevando a congrua dos coadjueto-
de competencia. res a 400,5, cu suppunha que esse projecto passasse
foCorreio Sergtpense colhemos o seguinte
com relacao ao nosso amigo Dr. Penna Jnior:
No da do encerramiento da sessao judiciaria,
convocada na villa da Capella no dia 10 do corren-
te, pelo Sr. jurado, Jcsuino Vicente da Santa Cruz,
como interprete de seus coilegas, foi lida a seguin-
te manifestado de seus agradecimentos s manei-
ras bondosas porque os tratou o Dr. juiz municip:i
I'm Sk. Dbpvmdo :Mas quem foi que quiz ma-
tar 0 senhor seu primo T
O Sr. Nabou :J vou la. Na maior forca do
desordem vieram dizer a esse cidado Francisco
Carneiro, meu digno primo que o tal individuo o
andava procurando cun una faca de ponta para
tirar-lbe a vida.
I'm Su, Dki'I tapo : Quem era?
O Su. Nabou : Nao sei... Esse mogo cuja cora-
jiem ate hoje nao fui desmentida, cacaron essa no-
ticia ameacadora com certa impavidez...
I'm Su. Dei-utado :Que coragem 1
O Su. Nabor :-Inconteslavelmente foi acora-
geni delle que deu lugar ao perigo de sua vida.
Um Sr. Dentado :Era eminente o perigo?
O Su. Nabou : Dirigise elle ao delegado c per-
gunlou-lhe : se estova ou nao garantido T O delega-
Maior, foi condemnado por crinie de prevaricaco
^^fSm^S^"^^^^61^9 KKdo sul de sua escala; apeonas foi portadVda o 1- suppteaie do juiz municipal dquelle termo
samdc* deveres (Anoiades ) segoltite noticia, que encontramos no Mercantil de tenente-rerenel Florencio Alves da Fonseca Mea-
" Estos filias Sruresidente se do geralmente em Alagtos : | des, na pena de suspensao por tres annoe e mulla
todas' as fresuezias do campo; todos os paroehos re- No incendio que leve lagar na inspeccao desta correspondente 3 mezes. Desta sentenca appel-
cl-unani o aaenento das congruas dos coadjutores, cidade, queimaram-se 219 saccas que esiavam es- km o condemnado para a relaeao dodisiriclo.
Est convocado o jury da captol para o dia
18 do mei vindouro.
At esto dala tem o Dr. Gervasio, chefe de po-
lica, ohtido prender a 217 criminoros, inclusive
89 por eriwe de morte.
Continua o atrazo e atropello, como j Ihc fal-
lei (le outra vez, no pagamento do sold da tropa,
no s pela falla de dinhero na tbesourana, como
lambein, segundo se diz, pela preferencia que se
da a pagamentos de outros empregados ; o que
certo que os soldados ainda eslo para ser pagos
de parte da primeira quinzena do mez passado, da
ultima quinzena do mesmo mez e da quinzena ven-
cida no correntc mez -, e os officiaes anda nao fo-
ram pagos de. seus vencimentos desde o 1" de Ja-
neiro passado at hoje I 1 I
t Nao sabemos se tal ordem de colisas- poder
continuar por mais lempo, a assim julgamos nc-
cessaro pedir a atteneo do governo para que II-
quem sanado>icmelhanres embaraces, cujos pre-
juizos saltam aos olhos de todos.
B.EPARTICAO DA POLICA.
Extracto das parles do dia 20 de abril de
I86i.
Foram recolhidos casa de deteoco no dia 19
do corrente.
A, ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de |iolicia, Loa-
renco Jos Gonzaga, por vagabundo.
A" ordem do subdelegado do Recife, Pedro da
Costo, para averiguaeoes em crme de furto
A' ordem do de Santo Antonio, Joaquim ou Ma-
noel Francisco do Nascimento, orno suspeito de,
ser escravo; Daro, escravo de Antonio Domingos |
Pinto, requerimento do respectivo senbor.
A' ordem do de S. Jos, Lucrecia, escrava de
Manoel Antonio, sem declaracao do motivo.
O chefe da 2* seccao,
J. G. de Moquita.
Passageiros do vapor nacional Parahyba, viu-
do do Aracaj e portos intermedios : Jos Flo-
rentino Fonseca Leal, Dr. Jos Queiroz da Silva,
Dr. Antonio Columbino Serfico de Assis Carva-
lho, Joo Percira da Silva, Francisco de Paula An-
drade, Joao Das Barbosa, Manoel da Cunha Vel-
loso e 1 tilha menor, Jos Marques dos Santos
Carregal, Floriano Mootero Machado, Orgenes
Honorato Flaviano Reg Monteiro, 2 pracas de po-
lica e um preso.
Do Figuro tradusimos :
Por occasio da representacao do Moitto, rvi
esle dialogo :
Quanto s pragas do Egypto, dira ura, nao
vimos ainda mais que as trecns.
Espera, accrescenlou oulro, eis ah os gafa-
nltoios.
0 dansado comegava.
tos pela sua inlelligenria e esperlahueMe arla independencia, deixamos de tocnar^artir ao irafttt-
Ihos da assembla pelo motivo que ja emmmm>
do publico ; o que eslm bem certo de que anw-
tecer at o flm da sessao pois aval* quanio eerur-
individuos devem estar sai>feit'>s Ja vmaanjm-
cja daquellc recinto.
? ^Recife, 20 de abril I8W.
O Sr. Dhimmond : A soberana das bayonc- sem a menor reflexao, sem a menor opposicao dos renna Jnnior, de presente na vara de direito e
,ai! j inembros desta casa ; mas enganei-mc nesse i>en- j presidente do jury, e o Dr. promotor publico
Sh. Jai:obi.\a : A soberana do povo rcagindo .smenlo, por isso que acabo de ouvir o meu nobre Cocino e Campos,
contra as mesas caprichosas. i collega de circulo impugna-lo vehementemente. Deixar de render um voto de reconhecimento
i i Su. N uiou : Nao quero dizer que a mesa dos Sr. presdeme, lamento e lamento muito de cora- s maneiras delicadas, attenciosas e ana veis, com
Afogados fosse arbitraria, mas o que certo que cao ouvir dizer-se constantemente em qualquer ro- j '|ue somos tratados, revelar a mais pronunciada
appareceram contra ella vivas rerlamac5es... da, em qualquer lugar, que o clero se acha desmo- ingratilo e lomarmo-nos altamente censuraveis
ralisado, que nao tem instrucc'i nenhuma, que
neiibum coaceito merece, etc., etc.
Como moralisar-se o clero, Sr. presideute, quau-
do lodos se empenham em despresligia-lo ? Lomo
educar-se o clero se se Ibe nao dao os meios ne-
cessaros para isso? Pois, Sr. presidente, elevan-
do-se a congrua dos coadjutores a i00, ser um
projecto (jue v prejudicar os cofres pblicos ? lla-
vera nada mais necessario, despeza mais urgente
aos ollios dos que nosobservam c nos accrcam; e,
se devemos gratidao s bondades e finezas nao s
dos que nos sao guaes na ordem e hierareba so-
cial, como at aos dos que nos sao inferiores, o pc-
nhor della se nos augmentaquando essas Iwnda-
des e delicadezas para comnosco partem de auto-
ridades bem alto collocadas pela lei na mesma es-
cala social.
E' assim que os abaxo asslgnados, tendo tido a
do que aquella que se faz com o culto publico ? O i feluidade de servirem como jurados na ultima ses-
que importa um coadjutor na freguezia se nao um sao judiciaria, eomecada nesta villa no dia 10 do
outro parodio ? Multas e muitas vezes tem o paro- corrente e hoje encerrada, presidida pelo digno
ehooccupaccHis. molestias mesmo que e impossibi-j juiz municipal e de orphos, Dr. Francisco Jos
liiaiu de administrar a sua freguezia, e todo o peso \ Martins Penna Jnior, actual juiz de direito inte-
da administracao do pasto espiritual recai necessa-' rio, e movida pela palavra eloquente e forte do
riamente sobre os coadjutores, e se hoje qualquer : distincto promotor publico, Dr. Jos Luiz Coelho e
mercenario, qualquer iralialhador se nao sujeila ao', Campos, de sobejo penhorados pela affablidade
Jo respoudeullie, que eslava garantido, e se offe-1 ordenado de 2005 annuaes, como se sugoilar um desles dous dignos funeconarios pblicos, vem
reeeu para acompauba lo al a casa auonselhando- i sacerdote, mormente nessas freguezus do centro ?, alto proc'
o teto... Sr. presidente, o meu nobre collega impugnando
Um Sh. Dentado :Isto eslava garantido pa- 0 projecto disse, que nao eslava as attribuicoes
ra ir para casa. das assemblas provinciaes decretar quota para pa-
ti Su. Nuicu :Perdoe-me; elle disse que ha-. gaineulo das congruas dos coajdutcres, que islo
va all quem Ihe quizesse tirar a existencia, e por pertencia a assembla geral. Ora, Sr. presidente,
isso pcrgunlou se eslava ou nao garantido, ao que como avancar-se urna proposicaodesta ordem? Co- c8es e captivando assim a admiraco dequantos o
o delegado responden que eslava garantid, mas | mo dizt r-se que nao da attribuicao da assembla ouvam eomo presididos, ou escutavam-no como
que convinha relirar-se d'alli e ir para casa. provincial decretar o pagamento da congrua dos colectadores, arrancava o mais bem definido res-
Uh Su. Dentaimi :J se tiulia acabado a elei- ] coadjutores, quando esta pratica seguida desde
cao 1 I lempos iuunemoriaes ? Pois se isso fosse da altri
lmar seus agradecimentos e tributar-lhcs
seus protestos de considerado e respeito. Foi gra-
to aos abaixo firmados o lograrem urna occasio
de lestemunliar o modo porque o digno Dr. juiz
municipal e de direito interino, revelando a pre-
cisa energa ao cumprunento de suas arduas func-
<'amara Him-lpal d<> Recife.
Malailouro publico dtt citlade do Recifi:
Mataram-sc para o consumo desta cidade no
mez de marco do corrente anno 1,951 rezes, a
*aber:
Herdeiros da Viuva Adelo & C Sil
Virgilio Horacio de Frcitas..... 109
WeHeetdH Machado Freir Percira
da Silva........... 189
Manoel de Souza Tavares...... 173
Francisco Candido da Paz..... 138
Joo Chrisoslomo de Alhuqiierque. 137
Simplicio Fortunato Ferreira ........ 118
Bellarmiuo Alves de Arocha .... 104
Manoel Paulo de Albuquerque 100
Manoel Francisco de Souza Lima 78
Geminiano Jos de Albuquerque 73
Bellarmino Constantino Costa Medeiros 37
Luiz de Franca Soares........ 20
Antonio Francisco Ferreira..... 10
1,931
Cmara municipal do Recife 18 de abril de
186*.
O procurador,
Jorge Vctor Ferreira Iau'Cs.
A.J. da CoMa ft.V,,
COMMUNICADOS.
IH POICO DE TIDO.
OSn. Nahor:-O delegado deu o braco ao Sr.. buiyo da assembla geral, assim como ella lomou
Carneiro, e ia-o acompanhando para casa quando a si o pagamento da congrua dos vigaros, nao teria
nessa occasio o tal individuo se approxima del- tomado igualmente a obrigaco de pagar aos coad-
t.ame
nessa occasio o ui tiraiviauo se app'uxnna utu-1 tomado igua
les; e n'ai|uella sorpreza o Sr. (rueiro lancou j jutores 1
I De mais d'onde sao tiradas as congruas dos coad-
: jutores ?
Na primitiva igreja se dava para pagamento de
ino de una [lisila do ordenanza do commandan-
te ou do delegado de polica e aponta para o tal
que stipnunha aggressor, dizen lo-llie que se elle
avancasse um passo disparar-lhehia o tiro. Ora,
pergunio au nobre deputado, um bomem que per-
taare a um partido impopular e pratica um acto
destes no meio de urna mullidao inimiga; deve ou
nao correr perigo ? Incoiitestavelmente sim I
L'm Sh. Deputado :Oimmetteu um crime de
ameacas, pelo qual derla ser processado.
O Sk. Nabor :Nao quero entrar nesta queslao,
nem estou fallando como promotor... Nessa occa-
sio o boto alvorocou-se, foi sobre elle, e quera
inallrata-lo; mas "a prova de que a forca do go-
verno foi para l sement manter a ordem, que
nao consenlo que-nem de leve se locasse nesse
homem deslnnido e temerario 1...
O Su. Din mmond : -Logo nao avancei una pro-
posicao inexacta.
O Sr. Nahor :Nao senhor, a forca interveio,
c a sua vida foi garanlida.
Sr. presidente, quera tocar na eleico da Var-
zea. mas a easa est to Migada, que nao me ani-
mo a faz-lo, e ajienas fallei na eleico dos Afoga-
gado*, porque tendo o nobre deputado referido
um faci, que se deu com um primo meu e do
qual eslava eu muito inleirado nao quiz deixar
sem raspala esse ponto de accasacao do Sr. Sil-
veira de Souza.
Tenho dito, Sr. presidente, quanto me parece
bailar para justilie.ir o meu vol a favor do pro-
jecto ; e o d confianca nao s ao Sr. Silveira de
Soma, como a todo e qualquer administrador, que
como elle, souber garantir a livre opimo de acor-
do com a ordem publica, e a sega ranea individual,
prinieiro dever para mito de qualquer administra-
dor, seja qual fr a poltica, que lenha de execu-
tar... i
Ilisnirso ilo Sr. deputado Silva Burgos, na sessao
de 30 de iiiami.
O Su. Silva Hincos : Sr. presidente,
peito s suas decisOes pela justca e o acert del-
tas, e, a um tempo, as suavisava pela affablidade
e as attencoes que a todos prodglisava, prenden-
do-lhes o mais profundo reconhecimento e dando-'
Ibes irrefragvel prova de sua robusto e desenvol- reverendos wpu*iulws',7l.m"d"e ser"coitcada em
vidaintelligencia. i um dos altares da igreja de S. Sebastie do Cas-
Do mesmo modo Ihes foi lisongeiro oavirem a t3llt.
voz poderosa do ministerio publico por seu oreo, g. uma obra c|assica n0 seu genero, que prova
Da Cruz extrahimos o seguinte :
Chegou a esto cort uma bella magem de Nos-
sa Scultora das Dores, mandada vir da Italia pelos
seus ministros o dizimo, esse importante imposto,
fazendo o crme apavorar-se dianle da magestade ^^ execoco e talento de esculptor.
da justca, e o infeliz culpado receberde; mistura j A yirgem representada em p,
transida de
que semprc pertenceu a igreja, pertence hoje as com as enrgicas e vigorosas arguicoes de suas. dor> 0 momento de pronunciar jestas sublimes
' transgressoes da lei-phrases e concelhos conduc- n^iavr^; 0 vos omites qut transttis altenditt el i <-
respectivas provincias, faz parle da recolta provin-
cial e nao da receila geral; conseguintemenle a
assembla provincial compete legislar sobre a ma-
teria do projecto.
Sr. presdeme, um parodio por mui zcloso que
seja, por mais que se compenetre de seus religio-
sos deveres, nem sempre poder acudir as necessi-
dades espiriluaes de seus freguezes, isto em freguc-
zias as mais pequeas, quanto mais as freguezias
pal
dele.
Nao foi s o episcopado e o clero brasileiro, que
rbeio de prazer samtou a apparico da memoria
centes a sua conversao e seu aperfeicoamento.
Deseulpai.do-nos estes dous to dignos func-
ciouaros da justca esta offensa que fazemos sua
reconhecida e delicada modestia e susceptibilidad-,
recebam nesias toscas phrases a mais completa e' J'Kvm". tnspo'do Par sobreda reforma dos seini
fiel expresso dos respeitos e reconhecimentos dos nar0S-
abaixo assignados. (Segucm 43 assignaturas.) 0 ^-Ml0 jos prelados francezes, o Rvm. bispo i
Em razo da chuva copiosa que cabio non-1 u-\nfCrs jng0 ao Sr. D. Antonio de Macedo Cos-
dt centro, que om sua maior lotaldade compre- tem pela manha, apenas se reuniram no jury 21 ta uma bem e|aDorada gnfg,
hendem espacos de vnte, irinla e mais leguas, jjuizes de fado, nao sendo portante possivel haver. Be nossa parte como catliolicos, e como brasile-1
como infelizmente eu tive de parochiar urna no Rio' julgamento. ros alegramo-dos do ntimo d'alma pela acquiscao
Grande do NoRe ? Quando essas freguezias con- j Ha ausencia do escrivao Esteves_ Clemente, que d(! ura jucunj.-mo o honroso c de cwraco damos
ti-m capellas liliaes, seus habitantes nao soffrem, t nao comparecen, offlciou o escrivao Dionisio La-' os emoras a respeitavd prelado da diocese pa-
por que essas capellas se acliam convenientemente, valcanli, por designaco do juiz de direito, presi-. raense.
estoladas, e os padres encarrilados dessas capellas I dente do tribunal,
sao solcitos em acudir com o pasto espiritual ; De|iois d'amanha se e?
mas, fieguezas lia no centro da nossa provincia, j '
que nao tem urna s capella filial, loda a admins-
Iraco feta pelo parocho c seu coadjutor. E
quantas freguezias se acham providas de coadjuto-
res ? Muilo poueas, Sr. presidente, i*to pela exi-
guidade da congrua, por que por mais esforcos que
empreguem os respectivos paroehos, nao
sxtrahir a 3" parte da A ).ar(a a se ri,ftre a Cra. nas pa|avras ac.
I I* lotera da matriz de S. Lourenco da Malta, pelo mlj a (me segU0 :
idanodas loteras extraordinarias, sendo o maior Evch d ngers!-Angersle 12janvir 1864.
premio 10:000.5000. Monseigneur et venerable frre. Le journal U
Pedem-nos a seguinte publicacao : ; Monde, dans sou n. du 10 janvier renferme un ar-
Rogamos a Vmc, Sr. redactor da Revista, se ticle lUeressant sur l'iat des smiuaires au Brsil,
digne de chamar a atteneo da cmara municipal et U1, eX,rait u Mmoire, adress a ce sujet fr
o pdem desta cidade para a represa d agua, (jue comeca a VlrtJ Qrandeur a Sa Magesi l'Einpereur. J'ai lu
encomiar sacerdotes que se queiram prestar a; dar-se na ra dos Pires em conimuacao ado.or- aVe<-, un ir-s vf mleret les paroles plaines de dig-
exercer as funecoes de coadjulores pela insignili-; redor do Itispo, por causa de algumas chuvas que > ^ dc modraliou, de noblusse que vous adressez
cante quanlia de 2005 annuaes. teem rahido por esses das. a ^ Magesi el comme l'un des plus vieux v-
Sr. presidente, eu nao quererei referir-me somen- Os moradores dessas duas localidades, prin- ()U0S de pnnco j-a VOulu vous en flieiler. Puisse
te as pocas normaes, mas calamitosa, e quem sa-1 cipalmente da segunda, desde j receiam no rigor
le como nos sabemos, o que de 1836 para c' do invern fiVamn recluso em suas casas com a
tem solTrido o paiz. e principalmente a provincia de interrupeo do transito publico, e o que mais,
Pernainbuco com as continuadas epidemias, nao serem victimas dos miasmas que necesariamente
pode deixar de reeonhecer, que nas freguezias nao ho de exhalar essas aguas quando se putrili- sape en Iltmi, icmps le trne el l'autel.
pdem dispensar de haver coadjutores. carein. -Je prierai le bon Dieu et ferai prior afiu que
Em 1836, por exemplo, eu que nunca recuei Ha um meio em nosso humilde entender, fcil
peanle epidemia alguma, eu que nunca abandone"! e pouco dispendioso para remoco de lao grande
os meus paroebianos, eu que procurava mover os mal. Se est concluindo para o hospital nublar
mais abastados a acudirem as necessdades dos me-1 um cano de esgolo mandado fazer custa dos co-1
l'Esprit Saint qu claire et qui a dirige volre plu-
me el volre cusor, clairer aussi le Gouvernemenl
du Brsil et faire comprciidre l'autont qu'eu
branlanl la base de nos iustitutions religieuses, on
6r.
lerna gratidao.
presidente, tendo
aasigaado o projecto cm
poca dessas, nao era possivel acudir a todas as
diseusaio, rorre-ne o deVef de pronunciar al- i necessidade*. Avahe agora a casa o que nao suc-
gumas palivras em sua sustenlaco Meuibro do ceder n urna dessas exteiisissimas freguezias do
elei,.. e vipario em uma das Ire-u.-zias do serian, S''''l:o, quando o parocho nao tiver quem o coad-
ea nfo* nosso deixar de lastimar o muito que sof. JUY,C .. ... ._____,_
fren, os povos pela maue.ra iiouco recular porque I Reconhecida como e a necessidade dos coadju-
iii umitas freguezias administrado o pasto espi- tores nas freguezias, reconhecida, como nao pode
ritual; porque loda adniinisinieo est soento .de,xar dc ser a "mpossibihdade de se encontraren!
cara. do parodio, fallando-Ib'!' um coadjutor, que sacerdotes que se prestein a exercer esse-- cargos
a lei Ibe concede, pela iroiiossitolidade V se en- Dela ('":J"":i da- 205, e-u uniendo qae os meus no-
conlrarem sacerdotes, que se queiram prestar a l,res collegas nao poderao deixar dei votar pelo pro-
exereer u carg.....s coadjutor coni a eiinn, e in- J-'cio,.-concluo llnal.nen-e pedindo descutoa por
Siguiflcante congrua de duzmlos mil reis annuaes "aver-lhes roubado o lempo com essas observa-
(apoiados).
vos elfoi Is gureux soieut couronus par le sue-
cos el dans ce sentimenl j'ai fhouucur d*ire avec
un respectueux dvouemenl.
Tres cher el venerable frere.
Volre lr<;s huuible et tres obissant serviteur.
louis, eccque d'Angers.
A Sa Grandeur Monscigneur l'evque do Para.
Bispado do Angers.Angers, 12 de Janeiro de
186..Exm. e Rvm. Sr. e veueral ivmo.O jor-
nal le Moiule em seu numero de 10 de Janeiro cou-
, tm um artigo inieressanie sobre o estado dos se-
Remettem-nos as seguinles lionas : mnarios no Brasil e um extracto da Memoria di-
E' insupporiavel o cotume que tem um mora- rgida a el(, r,.speito por V. Exc. Sua Mageslade
dor do um segundo andar desta ra do Lahuga.que 0 i,perador. Li rom vvssimo nleresse as pala-
enlende dever fazer da ra o deposito de quanta vras c|ieias j; digndade. de moderaco, de notire-
agua |dre ajenia em casa. Os vizinhos nao sao za ()Ut dirigs Sua Magestade, e como um dos
senhores de estar a janella de certas horas por mai.s velhos bispos de Franca, quii vos felicitar |r
diante, acontecendo at que mesmo fechada esta, o lsl0 paSaa 0 Espirito Santo que esclarece e din-
ftido penetra pela habitocao de modo insupporta- gio v9ssa penna vos<0 co|.;1(.;i,*, esclarecer tani-
vel, nao Ihes valendo portante essa concentracAO a b,;a| 0 gIJVt.nia j0 Q,-asil e fazer comprehender a
<|ue sao forcados desta sne. antoridade que abalando a base de nossas insliui-
Esla communcaco, Sr. redactor..tem por tim
l cois. (Nao apoiados.)
chamar a atteneo d autoridade li-eal, para por
termo semelliante incominodo publico, pois me
parece que de outro mo lo a pessoa, que assim in-
o deixar essa manei ra de
ii calente, o augmento das congruas dos co- i '.Convencido de que os nobres depulados reconhe- co.ninoda aos outros, n-
zes lembraito por S Exc I rao a procedencia das razos por num aprsenla- fazer lunpeza, urna vez quo vmc. pela sua Recata
ailjuiores tem sido por ve-.,
Rvma. ao Exm. Sr. presidente da provincia, e este &^> eu 1a(la lnais ccrescentare, e muito c.onbo
cm seu relatorio tem a presentado a esto casa a ne- dt 'lue ^U9U e mer"tona medida merecer com-
cessidale deste augmento, o que exuberantemente ; )lel0 aP'-
prova a justca do projecto em discusso. ________
O Sn. J- do Runo Bahuos : Apelado.
O Su. Silva Huncos : Sr. presidente, por
matores esforcos que laeam os paroehos, el.'es se
vem ipiasi sempre na im'possibilidade de acharem
coes religiosas, solapase ao mesmo lempo o Ibro-
no e o altar.
Eu pedire e fare pedir a Deus Nosso Senhor
alim de que vossos generosos esforgos sejam co-
rados de boui xito, e nesse seolunento tenho a
REVISTA DIARIA.
Hontem nao funecionou a assembla provincial,
sacerdotes, pie os queiram coadjuvar, e isto lm por falta do numero.
se prova com o fado de, existindo na provincia 611 Da povoaijo de Sanio Amaro do Jaboatao nos
freguezias, apenas oito ou dez se acliam providas escrevem em data de hontem :
de coa'ljutores; a v.-rba volada para esto despea | Ao amanbeeer de hoje corra de bocea em boc-
fica quasi intacto ; e ainda menos coadjutores ha-;ca a Inste noticia de acbar-sc no quaitel do-desta-
honra de ser com respeitosa dedicaco,
C^rissmo e veneravel iruio.
De V. Exc, muito humilde e obediente servo.
lliz, bispo de Angers.
A S. Exc. Rvm. o Sr. bispo do Para.
Do Tmlauturiv traduzimos :
Havia casameulo e festim em casa do pai Lous-
taloi, vigorse Auvernhez cariegalor d'agua, cuja
lilha des|K>sava-se com o lilho de um mercador de
venam a nao serem nutras vantagens, que n'esta
capital e em algumas cidades euconlram os sacer-
dotes, que sao chamados a occupir este lugar.
Ainda mesmo, Sr. presidente, elevada a congrua
a quatroceiitos mil iris, i-u duvido que todas as fre-
cament de polica desia povoaco o cadver do
crioulo Izidoro da Silva, ofhVial de justca, que fura
morto por uma diligencia de polida enviada para
captura-lo.
Para nos convencermos da realidade do facto,
guezias fique prvidas de coadjutores porque, dirigimo-nos ao dito quartel, e ahi encontramos o
para o serlo ha muito falto de sacerdotes, hoje se j cadver do infeliz, traspassado por una bala de
ffereee para uma capellana a quantia de setecen- um tiro, que Ihe fra disparado sobre o peito es-
tos e oilocenlos mil ris, e, nao obstante, as capel-! qnerdo.
las esto vagas. Quando se ofierece preciso de I Eis o facto que deu lugar a diligencia :
um parocho por algnm tempo ausentarse de sua Ha dous ou tres das, indo um escravo do Sr.
freguezia, com erande difikuldade encentra um j Dantas Coutinho, rendeiro do engenho Cananduba,
sacerdote para oV-ixar em se lugar, e mais por j para casa de seu senhor, j perlo de casa fra ac-
prestar-lhe um favir, que por ioteresse (apoiados). i commetlido pelo dito Izidoro, que, talvez por
Vejo, Sr. presidente, que os empregados de to- achar-se ebrio, com o escravo travra uma disputa
as as npartices lo"iu tido augmenio de seus or-1 dando algumas espaldciradas com urna antiga es-
denados (nao quero dizer iue baja exoeseo) ha em- pada de ponto direito, com a qual costumava sem-
preuados, ipie percebem um conto de ris e mais
de ordenado, alm de gratificacao; ser muito, pois,
pre andar armado.
a Ihe deu aviso aqu ha teinpos.
Escrevem-nos da Therezna do Piauhy, em
17 d mar o seguinte : I
No da 3 do corrente dentro desta cidade Be-
nedieto de Souza ferio a Marianna de Souza, que- (
brando Ihe a cabera com um ccete, e sendo presa
em flagrante, est sendo processada pelo dele-
gado. >
No termo do Saboeiro, da provincia do Cear,'
foi preso o criminoso de morte desta, de nome Fra- pe||es de" eudlno, da ra de Monffetard.
cisco Das de Cirvalho, fgido lempos da cadea | (;in as uuas familias tiuliam o que se chama
de Oeiras, onde estova cumprindo a pena, e j foi ftno nuS saDai0Sj a fa|la j,. raeias sem p, haviain
a ella de novo recolhido. em commum alugado por todoo dia o carro de um
O mez passado os presos da cadea da Parna- cocheiro compatriota, <|ue inorava na vizinhanca.
hyba leutaraui arromba-la e fugir, porm felizmen-1 para que a festo fosse mais completo, e como
te o enrgico delegado de polica dalli atferes Se- ne||a st achavam todos os Anvernliezes, ocochetro
gisinundo Cicero de Alencar Aranpe, providenciot f,., parle je||a. e( eiMS dt |iaver arraniado o seu
de mo'lo ijae a fuga nao roalisou-se, e oDr. chefe cavallo ao lado daquelle do corregador d agua veio
de polica inmediatamente expedio ordem para se- rtunr-se companhia para o banquete e baile,
rem transferidos para a cadea da capital tres con- esperando a hora de reeonduzr ao domicilio con-
demnados gales perpetua que all existem, e que j.*.l 0 par completo, que saracoteava em cadencia
foram os autores da tentativa do arrombamento. na sa|a ao sogro.
Foi convoi-ado o jury do termo do Prndpe1 cavallo do carregador d'agua era mu bravio,
Imperial para 14 do corrente, oude s vao ser jul- e ^ S0 ae V gados dous reos, sendp um preso por crime de rou- euiperligado como o seu chicote, fazia um passeio
bo, e outro aliancaao por fermentos leves. Fallo- --" -a.. ci.i<..,Us ^
Ihe nisto para ver como est socegado aquelle ter-
mo, que j foi de altos facanhas.
Desembaracaodo-se o escravo das maos de Izi-1 iravcs-
estribara, onde finalmente nada juslilicava os
seus receios.
Pelas quatro horas da manha, no momento em
O .delegado do termo do Principe Imperial1 ue 0 suor cra majs abundante, os caogirjjs pe-
prende u a Fehppe de Souza Castro, que all com- d,am graca e os lustres choravain lagrimas de se-
> mez passado o crime de ferimentos ^ por um tBm0 negro como as barbas de Ndat-
eos cabellos de Mr. d'Ennory, foi dada ordem de
nas um parodio e um coadjutor, se dispenda um
come de ros ? C'jitameate que nao, meus senho-
res. a menos que se nao queira considerar de ikjo-
ca iiniiortomia os servicios que a bem da humani-
dad' presiam estes funeconarios, juizo que eu nao
posso fazer dos Ilustrados membros desta casa.
E-to quantia ainda sem davida, mais que in-
sulliciente para um sacerdote se maoter com a de-
cencia, qoe exige o seu oaracter e lugar, que deve
oceupar na sociedade. (apoiados).
na uma outra circiimi >>< 1
se deve 1
outra circumsuncia, Sr. presidente, que
que se elle adoecesse, o tal Izidoro pagara ao seu | hava da em que a polica nao fosse encommoda- baixo de uma mesa, envolvido em seu capote,
senhor os das de servi;o. i da com continuadas queixas, sendo dous escravos O nosso homem, pos,'levantaudo-se, esfrega os
1 Estos palavras rritaram Izidoro, que de novo quas que os autores de todos elles, um do capto olhos, e segu para a estribara. Ah chama pelo
accorametteu o escravo, dando-lhe muitas pancadas, Domingos Jos Pedre.ira, e outro do coronel Tho- cavallo, o qual por habito vera apresentor-se aijs
fazeudo-lhe, segondo dizem, contusoes e ferimentos, I maz Ozorio ; a polica os perseguio severamente, anvios por ai mesmo, mas com a cabeca virada
nao pudendo fazer maior damno por ter accedido, e os donos d^pois de terem pago alguns furtos, i- para o lado da ca xa do carro, ou por outra em
aos gritos- do escravo um morador quo o tirou das
maos do Izidoro.
A vista disso, o Sr. Dantas Coutinho deu uma
queixa ao subdelegado, e sem duvida de crer
que fosse por essa raro que parti hontem notc
ram-su obngados a vndelos, sendo que o do euro- sentido iuverso do ordinario.
nel Tilomas Osorio por uma vez foi processado e
condemnado pelo jury acontes, mo cumprio ;
acabaram-se as queixas e furtos.
No dia 10 do corrente o delgalo da capital
2 em muito consideradlo, o que as rre- a dita diligencia, commandada pele sargento de po- prondnciou por ferimentos leves o negociante Ma-
oue a X na? 6t4 Ba inesmas condices lica e acompanhada do inspector da povoaco .,"u0 noel Cavalcanti de ^Iburroerque, %uu preslou
pequero SoSf a' ZMSP*** "n i Frac1^" Hemetoro Portelto.. anca,
rada, podendo com' maii ?Seii1SS/Lacht ".tome- 'nformam-nos que Izidoro resistir ; procurara *m dato do 23 do mez p.assado, o fir, ju wa-
Satisfeito da docitdade do seu animal o nesso
eocfieiro apanha as apalpadelas os tirantes, poe o
eavalio no carro as avossas, e monta na bolea gri-
tando ra os desposados que subissem.
epm's dos ltimos abracos, o nosso homem chi-
colea ojiinal, e este arrasta o carro directamen-
te para a -:ala do baile. Os gritos e as chicotadas
nada adianara, o cavallo est uo seu direito, puxa
sempre no mesmo sentido.
O cocheiro desee do su assento, quer tomar a
adiar nada no
com a cabeca
elle exclama
prender a Jos Pereda de Odveira all. pronuncia- (>
do por ferimentos leves.
Diabo I Nao de admirar, o vosso cavallo
4 cabeca du uien I
um parocto* por spc^sao.errer a todas as ^[.toiM^^^..
vpn,n. ^fos Pwochianos i e se estes in^" ;-. \ ...^u deofensas phvsicas, uu Hu, .....-..-- nrnmotor c *w.^v--
,to ,Zt Se ,ao em WWPU ;m. u*> ieo ~i? asd.lculdadas nas SreS* 51"*8"'" > o podria ser depeis de pocessade. Alm disse publico da comarca de Ja.es, pod'o e obtove sua Mto^^ .uDha 5>do posto no carro em
Jielas quaes iptejiz^ente tem, $* ^Memicas, toos ddigencias devem ser total com toda a pru-, demisso. por nao poder supp.rtor por mais tempo "/""^tea?w,mai
^SSMo- ldenda)e%cmpr,'"'e fr possivel com a presenta 1 os desmandos doDr '
r SUDDOnar uur niai !----. ; .__
Raymundo Hibelro Soares, sentido contrario.
i:lei Para preenchimenlo da vaga que no senado aca-
ba de deixar o fallecimento do Sr. conselheiro
Francisco Xavier Paes Barrete, va-se proceder
em breve eleico de urna lista trplice.
Tendo tido a honra de fazer parte da lista da
qual foi eseolhido o Sr. conselheiro Paes Barreto,
apresenta-se de novo candidato o Sr. Dr. Joaquim
Saldanha Marnho.
Qualquer cousa que dissessemos sobre o carc-
ter, qualidades e servicos que tornam este lustre
Pernambucano digno da honra que solicita ao cor-
po cleitoral, nos parece, seria por demais.
Foi este mesmo corpo eleitoral que o acolheu
benigno pela primeira vez que se apresentou 5 que,
reconhecendo os servicos, sabor e virtudes cvicas
do Dr. Saldanha Marinbo, o considereu na eleico
paseada,
Uma vez, pois, sanecionadas estas qnaldades pe-
la esc.olha dos dignos eleilores, nao tendo o Ilustre
parlamentar em nada desmerecido do acolhimente
que ha poucos mezes obleve, devemos presumir e
presumimos por honra do Ilustrado corpo eleitoral
que ser lo bem succedido agora quanto o foi na
passada eleico.
A coherencia uma das primeiras qualdades
exigidas em poltica e o corpo cleitoral pernambu-
cano nao pode ser incoherente.
O Dr. Saldanha Marnho o mesmo Pernambu-
cano que ha podro ainda foi to nobre e espont-
neamente eleito; o mesmo carcter sisudo, o mes-
mo liberal de principios severos e probidade incon-
troversa ; a mesma illuslraco, desinteresse e pa-
triotismo t
Temos pois o direito dc esperar do nobre corpo
eleitoral desta heroica provincia a eleico do Dr
Saldanha Marnho, como um acto digno de sua in-
dependencia e lllostradto.
I'm elettor..
Illm. Sr.Tendo solicitado do corpo eleitoral de
nossa heroica provincia a admisso de meu obscu-
ro nome na lista trplice, que foi offerecida co-
rda na ultima eleico, consegu isto, e do modo o
mais nobre e lUon'gero mim, que por to grande
considerado me eontosso eternamente agradecido.
Da tribuna parlamentar eu me dirigi aos eklores
de minlia provincia, e Ihes tribute a homenagem
devida |>elo titulo de suprema honra que me haviam
concedido.
Pela lamenlavel morte do Sr. eonselhero Fran-
cisco Xavier Paes Barreto d-se nova vaga no se-
nado, e nova eleico vai proceder Pernain-
buco. .
Aprsente me novamente, reputando de miniia
dignidade consultar ao mesmo corpo eleitoral se-
nos poucos mezes decorridos da eleico em que fui
considerado tenho em alguma cousa desmerecido
do concert em que se dignaram ter-tne os ateta-
res pernambncanos.
E porque tenho conscencia de mim, como tenho
intima eonvic<;o da dignidade, independencia e
Irmea do carcter de V. S., nao duvido contar
com a sua valiosa coadjuvaco em prol de iinniia
candidatura na eleico que se vai agora proce-
der.
Ausente do campo onde a eleico vai ser despu-
lada eu nao cont seno com a liondade, e honra
de V. S., em cujas ipialdades coulio plenamente.
Sempre lirme nos principios liberaes, para trium-
pho ilos quaes nenhum esforc e sacrlicio tenho
poupado me reputo 110 caso de merecer a cont-
nuaco de seu apoio.
I'ico as suas ordens.
De V. S. amigo, patricio, criado e obrigado.
Joaquini Salpulla Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de I8'i.
Nos discursos que publica o Diario de hoje, pro-
ferios pelos Srs. Drs. Boarque e Hamos, ha apar-
tes a mim attrboidos que se nao entendem. Cta-
rei para exemplo um Dr. lin.iii|tie :
O S. COSTA Riukiuo : E* divergencianapra-
tica dos fados, se dos principios do partido
' progressisla, .-o os principios liberaes.
Segundo me parece o que disse foi : E" diver-
gencia na pratica dos fados, te ot principios do
partido progtessista sao os principios Ubenet.
No mesmo caso acham-se outros apartas ; mas
eu nao viria i imprensa reclamar rm relaeao a
elles, porquanto quem os lr fcilmente reconhe-
cer que nao podiam ter sido proferidos como se
acnam escriplos. Venho principalmente reclamar
quanto a um que se eucontra no discurso do Sr.
Dr. Ramos.
Eis aqui o aparte e o trecho a que elle se re-
fere :
O Sn. Sil.va Ramos :Disseo Ilustre rollega,que
membro importante do partido liberal genuino,
que nao combate os principios do partido progres-
sisla, mas que reprova fados, que parecem ser
contrarios as ideas do partido. Eu appello para o
lestemanho do Mostr deputado quem me re-
tiro.
O Sr. Costa Rireiko :Euo disse.
Nao sei se 0 meu aparte foi concebido nesses ter-
mos, pas nao posso conservar de memoria as pa-
lavras em que me tenha enunciado ; tanto mais
quanto a discusso a que me reliro foi j ha tantos
dias -. mas oque para mim nao admitid duvida
que eu nao me poda ter enunciado por aquelle
modo, se o trecho que provocou o meu aparte foi
tal qual aquelle que cima flea transcripto. Des-
se trecho, conforme acha-se concebido o dito apar-
te, que se me attribue ter dado em seguida a elle, o
que se conclue 6 que eu considero o partido progres-
sista como tedo principios definidos, que aceite e
adopto i o que estara em opposco com o que dis-
se em meu discurso j publicado neste Diario, e
foi que se o partido progressisla, era como alguns
dizem, um partido novo, especial, distinctodosdous
praudes partidos at hoje conhecidos no paiz, eu
desconheca quaes os principios desse 3o partido,
o que proprlamente constitua sua especialidad', c
<|ue se o partido progressisla era, como dizem ou-
tro*, o mesmo partido liberal, se as ideas que pro-
curava realisar eram as ideas liberaes, nao poda-
mos dizer queeramos divergentes quanto aos princi-
pios poique essasidas sempre foram as nossas; mas
que entretanto justas nao deixavam de ser nossas
censuras contra aquelles que tem at hoje tido a
direccao exclusiva da poltica da provincia, pois es-
sas censuras eram fndalas em factos int-iramen-
te contrarios a aquelles principios e que bem mos-
tram que nem todos quantos hoje se dizem liberaes
o sao.
Pensando assim eu nao podia haver dado aquel-
le aparte, em seguimento aquelle trecho, do modo
porque se acha publicado, porquanto isso impor-
tara a conflsso de minha parle, de haver dito o
contrario do jue pens. Por conseguinto ha na
puhlicatao mexadidao devida a engao, omisso
ou malicia de qu-m quef que seja.
E se na publicaco do discurso e do aparte hou-
veprfeita tidelidade em relago s notas tachygra-
pliicas, se o Srs. tochygraphos tomara exactamente
nossas palavras.o que se segu que nao comprc-
hendi ou nao pesei bem as palavras do Sr. Dr.
Ramos, quando dei-lhe aquelle aparte.
Nao tive outro remedio sepao vr imprensa fa-
zer a presente reclamato, pois actualmente nao s
nada valho, como ojro? coilegas mutos distinc-
PUBLICACOES 1 PEDIDO.
Phtylra.
O xarope etherio de veame por mim preparado.
muito tem apron nado ana que sufren, ** m-
leslia. e de lamentar-se, irur. iw| -tonar *-*
cidade a manira dos que suruniheto te lnVrr-
los pulmonares, sem procuraren! o InrajffM u pn-
tico e do experienle, que Ibes pude* encaminen!
meio de sua salvaco.
O Sr. Braga com toja de frrrafcin na ra
Direita, foi desenranadu p..i dute totea mr-
dk-os, acha-se Um com o iratasneMu per
prescripto.
A Sr.' Jeronyma Mara da Coneeirn, norxti^a
na travessa do Monteiro n. 10, adiando-te *>-ev
ganada, lambem mim recorreu e arha-se Mata-
belecida.
Um sobrinlm do sciiIht pr<>fes>r te \.urrefliiu
Cabo, acha-se bom, romo se v de sua caria afcuiu
transcripta, alm de outros facto, que pudra mt
mencionar.
A phtysii-a a deslruicu 1 a magreza V toA
j corpo, ein consipiencia dr ajto fuberri**. a
concrecco dos bofes e de empyeua, alrnptua n**r
; vosa,.- nutras mol-slias ipie viciam us toim-^
ciiniii escorbuto, al|H>rcas. gallii-n, a-thma, bealfa-
; sarainjio, ele.
Na phlysica, chegando ao eslatlu de gravwlarfe..
que muilo pude ctMicorrer |>ara a salvia *.
tloente e ajudar os m-ilicaments n ar do -amp .
exercicio conveniente e dieta, a qual na. deve *t
de nenhuma cousa pente. 011 da dinV fcersii.;
1 e a bebida cumpre pie s-ja de natureza \-nm**
fresca.
.Todo o seu alimento se ha de dirigir a imtiieraf
a acrimonia dus humures. e a miirir. e iW
doenle, para o que preciso reduzi-to a *
vegetaes e leile.
Toda comida bebida, que <4 tuuur ha ile -.-r
em poueas porgues, para eviiar(qe > evv-
chylo fresen oppnma ni bofes, e an-elere mnib> a
encnlae.ni do sangue.
1 Mullos doenles desia molestia se Irem entreyne
ao uso do olee de ligado de batallta*. uulra are-
pa rares de r*-smas e blsamos, sem que [ limham tirado pruveilo; e alguns expustofe- <*
medecina cembatem com muiia razio ess* irau-
, mente.
E' costume carregar esloiago de Wnie e,m
medicamentos oleosos e balsanin ; poreni eie
em vez de tirar a causa augiaeniam-na. e.np -
lando o sangue, ao mesmo semp* que lirwn
; apetite, relaxam os solidos, e sao de luda surV pet-
nicosos.
Tudo que se llzer para extinguir a iuse. aiir
do exercicio e rgimen propinado devem srr tr-
medios de uatnreza acida, deterfeni- e alinam>.
Os accidos possnem a virtodi- de produnrrM.
bons elfetos nesta enfermidtade, por|ue. n
contribuem a apagar a sede manilo arumeaem ..
febre etbica, mas lambem a mn-sear o mra-.
i Aos doenles desta i-nfermtdaaV, qu.vxtu n *en
estado de gravdade tal qie a fetoe etasra
acomet.;, prescrevo-lhes o Buceo Je un Immu
dissolvido cm uma chicara d'agua na ba*iM>
assucar em um grande copej para mi-turar cwm
um papelinho dos pos refrigrame* para lumar.
, com que aliviara no acometnmenlo da letoe.e pela
manha 9 xarope etherio de Relame. Tenho a.-.*
selhado, que facam uso devefetacs de aatnreza
acida, como laranja, limesi planos, ora* re .
e applicac.ies d- plantas auiargosa*. pr furtirtram
o estomago, e servera ao inesrau lempo parade^lrutr
e mitigar a sede.
A Sr." D. Joaquina de
sua escrava fallecida deata 11
tralamento de sen medico,
Ira tratar de um outro I
mesma enfermidade, preaer
lame, tem melborado ronsiileiravelmeiiie.
A seuhora do Sr. Antonio! Franrtora !( -rn-ra*
foi desengaada por habis
estove proslada, e nos ullimus
fui com o xarope de veame .
caria impr.-ssa 110 Jornal dt
reir de i*:i.
O escravo Emilio do Sr. Icnente-rornnd IUM-
pho Joo Barata de Abm-iil h lamm .le .1-
ganado por habis medn-os. rom o \.irxpe 4e
veame arha se 1.....ipletaincnli re-iar-leetoi. rvm-
se v tambcinda carta nnpre sa do tie--in > -
nenlc-i-oronel no ntesmo iarm I do Rr
O Sr. Antonio Cbristiano Fo :l. lilhu 1I0 Sr. Care-
liano Fogt, proprietario e >** ato-tecnlo na rwl.tJe
ile Macer, o (irimeiro bom c mh>Tdo ne-4a ei4a-
d', |ws ijiie fii enipregaio la -a-a do Sr
i'.liapi'llin relrali-ta. eafeMoi do na ra da Impe-
ralriz, aconieitido oVsta PataV lia fui aqm r
nado por habis mdicos : re rmi-se pan i I
e all eonlinuou '-ni traame ito, aN y.-- f
ganda vez desengaado lo medie* d'alli. rhe-
gamlo eu a Mani, um al po p,-iho-rm>. .
: acompaiihass.' al a casa do S Chri.niaa pai
um drate e praaeravwaaa afgum reme*n. em-.m-
irei o lilho em urna rama (! inm.. a
de prosiracao, pois qne >---a rava sanjrite. e ba
completa inapetencia, > fraqu za. a ponto
Barr-to. tento urna
ile-lia iiIhii. tli-l
solven proriirar-m
aro, qoe -oHri.i la
lio- o xar-ipc e <
ln>s ilcsia rulaile
in.xismus da mi-rb<
llv.i como re v Ja
faVifr d> 9 de 1
de
te moa .arrala to
se poder or ra p, no mu
xarope etherio de veame ja
todo du passear em rasa, dedappareriila a la-ip
leneia, e os escarros da sa igm- -. e a toan
ligada.
No lim da s.'unnda ju adiJi em eataia de laz> l
passear pela sen litio iolas is mantiaa<. Anada
esto o .-i'-oiisclhei. que ronlioasse no uo In
mo xarope etherio illernaderraai -ii.1
lco de veame, e que nsasat das l.anb
na pancada do mar. Seto o elle n>^ prinaaanrt
banbos alguns cho|ues, ma em n aei-
conlinuas.-e. com o que se tem ila-lo muilo fcetn
|im's que, tenho refebldo ca toa dr Mi'
se me communica o sen Ikm i esasAa
Nesta molestia os e\p.i>it n-s de HKilidiu *
aconselliam baulios sainada) .i|--nas piTifci '
Iratom, dizem ser appticaiJi 1 eenan 1 iilnai
bvpoclionilria, isihr-rismo, amenorrh>-.i. raen,
1110 etc. : ntrelanlo vi esl' lnim r*siiliaitn nwMto
do Sr. Cbrisliaiio. e outros jarlos ienaes 1. nlv. vi-
lo nas molestias aipbylieaaJ a estaa matiam a-
cora o uso do sarape alcupre de veame t.-m *.
oblido c ira raln-al
O Sr. Dr. Silva medico Ifahil de Maedu, itoprn-
de ter applcado a um seu dmnte d<- ih nmaaimn
o xarope aleooiiee le v.-tinv. ligo qic elle aa
poi em estado de Lugar al laweJtM, em qre *n
dava arrimado, o acon-elhnp que ronhnita-< rum
o uso do mesmo xarope cbnjunctamenie rom -
bandos salgados, com que te tem dado imiilo
e um ilos mdicos, (fas all em Macen tem
pida confianca nas peragrarles de retome por
mira feit.is, pelos bons r-ltad <-, que tem o tal to
era sua diiiic.i.
Quando alguem se v."- ci> !>< val ao
esle o examina e inflara -k> --nlmr esto
dos pulini'ieso doenle desanima, eom esta iit>>n
ca cntende estar >em mais cura, quando ? toe|.v>
e a experiencia teem aViMaaafratfa >pie morto, toa-
do proenrado o lugar apre riada, h team atoa-
do; e as-im explican! mu los expositores'te ok
dicina.
Ora, nesta provincia tem* fa<-ili-lade hoje e re
curso do ar ; por que a v 1 frrea no* pempmrr*-
na, pois que em poueo ten po urna pesa ipe exis-
te nesta ridade fai-ilm'nte M lran<|>ria para a*
ultimas estacos de Gamei ira a i'n.i, logare. pT-
to do Bonito c ile outros p nlos que -jn roimali ra-
dos serlo, ipianto mais i ne aa meamos tacare*
j nao sao inos, segundo, 1 en-o, principatajajBJBi r.
vero.
Mas Hir-se-hauma p.^< oa pobre nio tem
de se transportar c d'alli < lara isso e
de, |ue, naqu lies lugar.- existem rasa* van
allugain-se por prego rom mulo, e memo mn*toe
gneros de primeira nec ssidade, all se vemlem
pelos niesmos precos que iqui.
Aiuelles, pois, uc esl verrm nesta rirrami
(amias, eu Ihes facilito explicar os metan acir-
OjOSes se devem reger, e II es fornecerei oa ase*
eamentos gratuitamente.
Nao deixarei de advertnl ao pnbliro, pie
nhas propara(5es de vela ne sao reunida?
tros ingreiliontes, e com e tos tenho oto.. ,
resultados ; nao se engami o mesmo poMra
outro-, que por ah se annpnciam, rnjw
? aos enfermos, quem por ventura lennam rato ap'
plicados ; cada um r<
com verlade o que aqu
dicamenlos nesla provine
tica na ra Direito n. 88.
Jote
Nazareth do Cabo, 7 i
Illm. Sr. Jos da- Rocha
as m
par m, e ea ataram

Rocha Pnrnkn.
sctemliro a>
anhos. om e


Diarl e rerm*UntA > QMlnta felfa si I A* \hrtt 4e W4.
prazar lavo ao conher.iman'o de V. S.. quo o doon-
le que V. S. acha-sc administran.io-llie rcmclins,
aelia-se no ludo resiabeleeido, perianto, nada senle,
tendo dusapparorido no todo les*, ten muija
d.snosieao fornida e adiase nutrido. Deixou do
iiuiiar lis ullimos remedios que V. S, receiteii no
dia 30 di. pissad, re.*. agora a V. S. mandar-
me dizcr qnala dicta que o doenie deve conser-
var t por qtninins tempes, mencionando as comi-
das que dever usar daqui em diante.
Rstame agora agradecer V. S. o cuidado que
tomn no tratamento do meu sobrinho, abaixo de
DeOS, devido o seu resiabefeci ment a pericia de
V. S-, e par Rao pode V, S. sempre contar com os
meus diminnlos prestimos, e desejarei em todo o
tempo dar urna prova do meu reconhecimento.
Desejo V. S. todas as venturas, por ser de
V. S. muito i espe'tador e obrgadissimo criado.
Francisco leriiujucr Cesar de Menezes.
a Isa de Krittol.
Aa enfermedades externas produzem multas ve-
zes resultados terriveis, e se a massa viciosa do
sanguc, o qual a causa das mesinas, nao se pu-
rifica do sen veneno mediante o uso da salsa par-
rilla de Bristol (o abstersivo mais poderoso de
quantos se conhecem) os doentes nao s buscariam
allivio em va*, mas tambem transmttram suas
nfcrmidades sena Otaos como urna heranca mal-
dita.
As pessoas de ambos os sexos acharao em lodos
os periodos da vida, que osle admirare! c neom-
paravel remedio vegetal cura de urna maneira r-
pida e radicalmente as chagas, erupcSos, ulceras,
inflammaces glandulares, rheumatismo e todas as
mais molestias anlogas, inclundoas aftocgoes mer-
tunaes que desfigurare eu'contrahem as toieoes.
Achar-se-ha venda em todos os es labe lee i men-
t.- pliarmacrtiiticos do Brasil e em Pcrnambuco
por Bravo & C. e Caors & Barbosa.
:}. O arremalaae nao lera dreito a reclama-
cao lgoma (tldente a indomnisae/to, qualquer '
("ina seja a nato re sa em que se Tunde para tal
liii. II
Conforme.A. F. dti Amnncfaeao.
DE1ABAC0ES.
COMMERCIO.
ROVO Itittl Ufi UMAIBEGO.
O novo banco de Parnambuco paga o 12 divP
deude a razao de 95 por arcao.
RM 19 l)K ABRIL DE 186*.
O banco descoma na presente semana aoito por
cento ao anuo at o praso de quatro mezes, c a dez
por cento al o de seis mezes, e faz cmprestimos
sobre litlos commerciaes, e toma saques sobre as
praeas do Rio de Janeiro e Babia.
Alfandega
Reudimento do da 1 a 19........ 338:0393736
dem do dia 20................. 15:271*753
353:311*509
tlovluirnto da alfautlegu
Voluntes enlrados com fazendas... 80
< com gneros... 141
-----20i
Voluntes sabidos com fazeudas... 16
com gneros... 100
----- 116
Oescarregam no dia 21 de abril.
"alacho infrio!Smjillacarviio.
Barca inglezaEiichi/iiunn -carviio.
Brigue ingtot-Qumi off the Plyne fazendas.
Patacho oldomburguexffttmercaduras.
Barca ingleza=/,<(// Damjleij farinha de trigo.
Kecebe-lorla de rendas internas
ge rae de Pernainbnei.
Rendimento do dia 1 a 19........ 16:293*156
dem do dta 20................. aWjUSO
16:537*80G
MOVIMENTQ DO PORTO.
Navios tttran no dia 20.
Aracaty10 dias, hiale nacional Invenciv--!, de 35
toneladas, capillo Jos Joaquim Alvos da Silva,
equipagemt). carga dilferentes gneros; ao ca-
pitao.
Aracajn e porlos intermedios4 dias, vapor na-
cional Piinihijliit. de 102 toneladas, commandan-
le l. J. Martins, equipasen! 20.
Rio Grande do Sal36 dias, palbabole nacional
Arropa Mofo, de 339 Muradas, capillo Jos Joa-
quim Soares. equipagein 11, sarga 13.000 arro-
bas de carin': a Maia i Espirito Santo.
Taleuliano -42 dias, barca americana Mari/ & Sil-
via, de 109 toneladas, capitn P. Howland.equ-
pagem 27, carga 1,600 barris com azeile des-
permacete : ao capitao. Velo refrescar e seglo
para New-Bedford.
Natos tullidas no mesmo da.
Canal por Mare-Barca portugueza Iris, capitao
Malbias de Sonza Maciel. carga sal.
LiverpoolBarca ingleza Silva Strean, capitao
Hugh Templelon. carga assucar e algodo.
lui/.o dos fcilos la fazemla nacin*!.
Na quinta- toira, 21 do corrente, na sala das au-
diencias, pelas 10 horas da manhaa, na presenca
do lllm. Sr. Mr. juiz dos feilos da fazenda, se ven-
derao em praca publica as escravas seguintcs, pe-
nhoradas ao ex-colleclor Manoel Marcelino Paes
Brrelo pata pagamento do que deve fazenda :
Izidora, crioula, 32 annos, cozmbeira, avahada por
900j ; Querina, crioula, 33 annos, com duas filhas
menores, avaliada por 1:200*.
Recito lo de abril de 1864. O solicitador,
Francisco X. P. de Brito.
Directora da* obras militares.
A directora das obras militares convida s pes-
soas que se quizerem incumbir da construrcao de
um paiol de plvora no lugar denominado Torre,
a apresenlarem suas propostas nos dias 19, 20 e
21 do corrente mez na dita directora, onde pode-
ro ver a planta, e ubter os esclarec memos de
que necessitarem sobre tal construccao; igualmen-
te convida s pessoas que se quizerem incumbir
de lagear a cozinha do hospital militar, concertar
o respectivo fogao c caiar todo o edificio, a apre-
senlarem suas propostas nos dias e horas cima
mencionadas.
Directora das obras militares de Pcrnambuco
18 de abril de 1864.-Luiz Francisco de Paula de
Albuquerque Maranhao, servindo de amanuense.
Pela thesonraria provincial so faz publico,
que foi transferido para o dia 26 do corrente o
Afrenta laco.
Sexta-toira 22 do corrente," na sala publica das
audiencias, e depois da audiencia do Dr. juiz mu-
nicipal da 1" vara, tem de ser arrematado por ven-
da o escravo Justino, pardo escuro, com 20 annos
de idade.sadio, avahado por 1:0004, por exenuco
que Antonio Domingos Pinto movo pelo juizo mu-
nicipal da 1' vara, escrvao Cunta, contra Joa-
quim de S..liza Valle.
concurso para preenchimento da vaga do 2* es-
cripturario da mesma thesouraria.
Secretaria da lhesouraria provincial de Pernam-
buco 18 de abril de 1864.
A. F. d'Annunciacao.
Secretario.
Crrelo eral.
Pela administracao do curreio desta cidade se
faz publico que em virtude da convencao postal,
celebrada pelos governos brasileiro e francez, se-
rao expedidas malas para rJuropa no dia 'M do cor-
rente pelo vapor francez Extremadura. As cartas
serao recebidas at 2 horas antes da que for mar-
cada para a sabida do vapor, e os jornaes at 4 ho-
ras antes.
Administracao do correo de Pernambuco 16 de
abril de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Nao se tendo effectuado no dia 20 do corren-
te a compra do panno para fardamento do corpo
de polica por nao ter agradado o que foi apresen-
tado, de novo se coavida a quem quizer fornecer,
a comparecer na secretaria do mesmo corpo s
II huras do dia 22 com a amostra e sua proposta
em carta fechada.
Luiz Jeronymo Ignacio dos Sautos.
Tenente-secretario.
COMPAHHIA braslleira
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos |iortos do norte esperado
3l^jC al o dta i" ile mata, o vapor
[Tj/|r%. Cruzeiro d 9*t, commandante o
^jjismMtL capilo de mar e guerra Gervasio
SdlBI ^tW Mancebo, o qual depois da demo-
ra de costume seguir para os |>ortos do sul.
Desde j reeebe-se passageiros e egaja-se a
carga que o vapor poder conduiir, a rranl dever*
ser embarcada no da de sua chegada: encom-
mendas e dinhero s frete at o dia da sahida s 2
horas, arene i a ra da Ote n. 1, escriplorio de
Antonio Lote de Oliveira Ximedo A C.
ao par
Segu com brevidade o bem conhecido hiale
Lindo Paquete, capitao Antoaio Mara da 'osta e
Silva; para carga, trata-se com o consignatario
Antonio de Almcida Gomes, ra da Cruz n. 23, pr-
nieiro andar.
fura o lito de Janeiro
O patacho Beberibe pretende seguir com umita
brevidade, tem parte de sen carregamento promp-
lo : para o resto e esclavos a frete, para os quaes
lem excellenles commodos : Irala-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Olivelra Azevedo
t C. no seu escriplorio ra da Cruz u. 1.
lfha de H. Nignel.
Sahe com a maior brevidade o patacho portu-
guez Soma, anda recebe alguma carga : a tratar
com o seu consiguataro, na ra de Apollo n. 4. _
Para o mo tir*nde do Sul.
Barra nacional Agu.
Segu com a maior brevidade para aquella por-
to, para onde recebe carga preco commodo : tra-
ta-se com os consignatarios Bailar & Oliveira n.
26, ra da Cadeia do Recito,__________
Para o k Grande Ilrgnr nacional Tjgre.
Segu com a maior brevidade, recebe carga por
preco commodo para aquelle porto : Irata-se com
os consisnatariosBaltar & Oliveira, na ra da Ca-
deia n. 26.
PARA LISBOA
Vai sahir com brevidade o patacho porluguez
Marta da Gloria, capitao A. de Barros Valente :
para carga e passageiros, traa-se core E. R. Ra-
bello, ra da Cadeia n. 55.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
i:npiti:7,\
fiHlil f.OlUKRA.
Reeita extraordinaria
l.ivic da assignatura.
wMkwm
Qiiinta-fcira 21 de abril.
Representar-se-ha o muilo applaudido drama em
quatro actos
EDITES.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria proyin-
lial. em cimprimenlo da nrdem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 28 do corrente, perante a junta de fazenda
da mesma lhesouraria. se ha de arrematar, a quem
por menos /.er os reparos, de que necessita a par-
te do caes da ra da Aurora, em frente do Gymna
Ski Provincial, avahados em 2:040*000.
A .iiTcmatacaoser tota na formada lei provin-
cial n. 343 de lo de maiode 1854 e sob as clausulas
esBsenes abaixo declaradas.
As pessoas |ue se propuzerem a essa arrema-
tac.io eompareeam na sala das sessoes da referida
juina no da cima mencionado, pelo meio dia e
competentemcnlc habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da lhesouraria provincial de Pernam-
buco, 5 de abril de 1864O secretario, A. F. de
Aiinunciacao.
CLAUSULAS ESPEQUES PARA ARUEMATACAO.
I.1 A obra da reconstruccSo de 248 palmos cor-
rentes de caes na ra da Aurora ser toita
de conformidade com o orcamento respectivo, ap-
provado pelo conselho da directora das obras pu-
blicas, na importancia de 2:040*000.
2.' Os pagamentos sero feitos em duas presta-
<;es iguaes, sendo a prmeira quando os trabalhos
stiverem em meio e a ultima quando tiver lugar a
entrega da obra.
3." O arrematante dar principio aos trabalhos
no prazo de 20 das, e os concluir no de 65, am-
bos contados da dala da arrematadlo.
4.* O arrematante nfto ter direto a nenhuma
ouira reclamacao ou indemnisacao que nao pro-
veniente do caso previsto nos artigos 2 e 6 do or-
namento mencionado.
5.a Para ludo quanto aqni nao estiver previsto,
cgular-se-ha pelo que dispe a lei.Conforme, A.
F. de Annunriaco.
O lllm. Sr.'inspecior da thesonraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidenle da provincia, de 6 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 28 do mesmo, perante a
junta de fazenda da mesma thesouraria, se ha de
arrematar a quem por menos fizer, a obra da con-
servaco da estrada do sul, entre o marco de 12,000
Jirafas ao cogenho Massangana (3" termo,) ava-
liada novamente em 5:800*000.
A arremaiaco ser toita na forma da le pro-
vincial n. 343, de 13 de maio de 1854, e sob as
Maustttai especiaos ahaisa declaradas.
As pessoas quo se propozerem essa arremata-
ban, comparee ama sala das seoes da referida
junta, no dia acuna mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
iiambnco, 7 de abril de 1864.
O secretario
A. F. da Annunrinco.
Clausulas especiaes para arrematado.
1.a A arremalacao da punte da estrada do sul,
.nmpreheii'lida entre o marco de 12,000 bracas
ao engenho Maasangana, ser arrematada por um
nnno, neta quantia de 5:800*tO; constante do
..remenlo junto.
2.a O arrematante dar principio as. obras no
praso de 1-5 das, contados da data da arremata-
cao, guindose em ludo pelas inscripefles do or-
namento, e pelo sisos q no nev ref ulamento de
j da afoto e I8C3
3.* O pagamento ellectuar-seha em presiacoes
mensaes iguaes, de conformidade com o artigo 22
do mesmo reguiamenlo
4.a Para tudo 0 mais que nao se achar mencio-
nado as presentes clausulas, ou no orcamento,
egair-se-ha o que dispon o regulamento de 31
CASA DA POKTlA
AOS 10:000.000
Bllhete garantido
A' rn fto Cr^se n. SI e canas dt eiwromf
O abaixo asignado faz sciente ao respeitavel
publico que se acham a venda os afortunados bi-
ilutes garantidos da quinta parle da prmeira lo-
tera da matriz de S. kounenco da Malla que se
extrabir sat.bado ti do corrente pelo vaniajoso
plano das loteras extraordinarias.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 12*000
Me'o*......... MM*
Uu;'f">s........ 3*000
Para as pessoas quo coraprarem
de 100* para cima.
ilhetes........ 11*000
e"*......... ."?JBOft
Quartos. ....... 2*7.10
^^^ Manoel Martin* Finza
SOOIF! ? VDK
UNIAO BENEFICENTE
MARTIMA
Por ordern .piara e ultima vez lodos os senhores socios a se
reunirem em assembla geral no da 22 do corren-'
le, pelas 6 horas da Urde, no lugar do costume,
aftm de Use ser aprsenla* o estado da sociedade,
fazendo-_se ver a todos os socios que se anda des-
ta vez nao se reunir o numero marcado no artigo''
51 dos estatuios para |>oder funeconar, serao des-
de logo suspensos todos o trabalhos da socedade,
inclus'e os soccorros, alim de ser levado tudo ao
conhecimento da autoridade competente conforme !
manda o artigo 23 dos estatutos, para eHa resolver:
como Ihe aprouver, lembrando aos mesmos socios
o cumprimento do artigo 12 3* de seren elimi-
nados, no caso que se nao ponhara quites.
Secretaria da Socedade Unio Beneficente Ma-
rUima 18 de abril de 1864.
Balthazar Jos dos Res.
1" secretario.
Aluga-se a casa n. 17 na ra do Mondego,
eom 3 quartos e 2 salas, cano no quintal de esgolo
para'a camboa, dando-se licenra a fazer o despejo
pelo porlao da olaria junto a dita casa, e a tomar
biuihos salgados : os pretendemos dirijam-se dita
ra do Mondego, olaria 11. 13.
GRANI> FABRICA
CHAPEOS M SOL
ne J. Falque.
4-RA BO CRESPO-4
Esta fabrica, a mate anfig e arredilada d*es*a capal. acia,
variado sorfmendo de chapeos de sol inglezcs e I1a11ce7.es. as.-iiu rasm
4e
1.1,1.
SSMHa4>
qsalsiatliqi. ir
LEILOES.
i,c:ii.\o
DE
50 acedes da Companhia Prr-
na mb a cana.
MMMk
O agente Pinto far teilao precedida a compe-
tente autrisac.i) de SO acedes da Companhia Per-
uambucana, pertencentes a massa fallida de Pa-
checo & Mendes, islo s 11 horas do dia cima di-
to porta da associag;io commerclal.
Transferencia de leilo para
HOJE.
O leilao de movis e outros mu los artigos an-
nuncados pelo agente Miranda, em consequenca
da copiosa chuvaser effectuado boje s II horas
na ra da Cruz n. 57.
LEILAO
DE
Trastes e out ros mnitos artigos
HOJE
IJl'INT.V-FK.IIU 21 no OOHHKNTK AO MKIO Dt.
\. i Ra do Imperador \. I ti
O agente Olimpio em seu armazem ra do Im-
perador n. 16, vender em leilao diversos trastes
novos e usados, relogios, miudezas, e outros mu-
tos objectos que eslarfio patentes aos compradores
no dia do leilao.
sua proflssao, romo seja soperiores seVias, al|tacas e pautan de la fes aa trs
I maces e mais prepares para apromptar chapeos de sol vosHads d< freguezes iroe
honrar esle estabelecimenio.
Cobrc-se e concertase toda e qualquer qualidade d'esles ariigns oom a maior perSiSlj r frr*-
teza. e ludo |ior procos muito rasoaveis.
Bonlo sortimento de bengalas pn-cns commodos.
4 lina do Crespo 4
i RDA DO OUEDUN .11.
Leja de fazendas de Augusto Frederieo dos Saat-s Prl.
Fazendas preAas para a quarrttma.
Ricas capas de seda preta liordadas e enfeiladas para senhora.
Soulembarques o manteletes de seda pretos muilo SOpeStSMa.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeilados a 17*.
Luvas de pellica do Jouviu para honieme senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior ,piali Sortimento de grosdenaple preto, pannos linos, caseuiira.- preiss. n-rioo.
basna preti ludo por commodos prsms,
Camisinhas de cambraia aGarlMrldi e camsinhas e mangnios Nancos .te mr.
Vende-se para acabar organdys da India a 320 rs. o rovado, Anfafena a :(* r-. <
cambraias de cor a 240 e 320 o covado e mulas miras fazendas por c<-uMnls atea
Chegaram as muilo superiores
I VI llltt> PARA ALAM.
M-ii-iru e
CUSTODIO, CARVALHO i C.
27 Kna do Queimado
Para meninas.

LEILAO
JoodaSilva Ramos, medico pela l'ni
versidade de Coimhra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde, Visita os doenles
ou suas casas regularmente as horas
para tsso designadas, salvo os rasos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procuraren! no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgca.
Para a casa de sade.
Prmeira classe 3*000 diarios.
Segunda di la.... 2*500
Terceira dita.... 2*000
Este eslabelecimeDto j bem acredi-
tado pelos bons servicos que lem pres-
tado.
O propietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
Cabo, Ipojuca o Escada.
O solicitador Pedro Alejandrino da C. Machado
eucarrega se perante os foros acuna da procurado-.
ria de quaesquer causas crimes, civeis e commer-
ciaes, prometiendo'todo o zeflo e aclividade que
Ihe reconliecido pelas pessoas aae oconliecem, e
mesmo pela pratica queja tem adquerido nos foros
onde trabalha. Encarrega-se igualmente de defe-
sas perante o jury nos termos prximos va tor-
rea : ple ser procurado as sejrundas-feiras nes- j
la cidade, na estreita do Rosario n. 34, e nos
mais dias em casa de sua residencia na villa do
Cabo.
nVnl
Lenrinhos de cassa pelo burato preco de 100 rs. cada um.
Camnralas
1 organdys finissimas a 240 rs. o covado.
A 119 a pe$a
de ntremelos linos bordado a 1* a peca.
Cortes de
cambraia branca com flores a 3* a peca.
II leas eassas predas
bordadas de muito gosto.
Madapolo
enfestado francez muito fino a 500 rs. a vara.
Leos
de cassa brancos e decores a 1*200 e 2* a duzia.
Cobertas
de ehita chineza a preco de 2* cada urna.
Tiras bordadas peca 2*.
Cambraia de linho a 3*, 4* e 5* a vara.
Ricos cortes de laa dos mais modernos a preco de 20* o corte.
0 SEM IGUAL
Na ra do Queimado n. 4(
.'VOO e
C8apos de sol de seda a
Camisas Francesas urna.......
Toalhas de fusto de algodao urna.....
Laa de quadros escoceza para vestidos cavado
Ricos chales de merino preto bordados e com vidnlho.
KI**K*&ArTT\*VA^A>a
Dar fim ao espectculo com a chistosa comedia
em um acto.
Posso fallar a Sra. Queiroz?.
Comecar s 8 horas.
Grande galera de vistas
modernas
itiin da lmpratrlz n. 53.
Hoje estarao p>len es as seguinles
listas:
1.Batalha a bayoneta callada no serralho em
Afnca,"ganha pelos hespanhes c*nlra os marroqu-
nos.
2.Cidade do Porto.
3. i '.ida,le da Baha.
4.Grande batalha em Odessa., commapdada em
diversas divisos.
5.O interior do palacio da industria em Paris.
6.Cidade de New-York.
7.Os defensores da Italia.
8. -Batalha de Palermo, ganha por Garibaldi.
9.Xapoleo ili passando revista a esquadra em
Cherburgo.
10.Praga do Roci e Iheatro de B. Mara II em
Lisboa, Iluminad,, de imite por occasio dos feste-
jos de el-re B. Luiz; estarao presentes diversas
vistas que deixam de ser mencionadas por oceupar
muilo espago. U salao estar aberto aos sabbados,
domingos, qnartas e quintas toiras.
Entrada 500 res.
ATOOS MAB1TIM0S.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
MavegacSo eostelra vapor.
Parahyba, Natal, Mario, Ararat), Gear e Acarar
No dia 22 do corrente seguir
para os porlos cima indicados,
s o horas da tarde o vapor Ma-
manguape, commandante Moura.
Recelie carga at o dia 21 ao
meio dia. Ehcommendas, passageiros e dinhero
a Irete at o dia da sahida as 2 horas da tarde :
escriptorio no Porte do Mallos n. 1.
COMPANHIA BRASLLEIRA
DB -
PAQUETES A VAPOR
E' esperado des partos do sal
al o da 30 do corrente o vapor
Apa, commandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se-
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder cond'uiir, a qoal dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinhero a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Loa de OKveira Aievedo & C. .....
gira para
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegaeSo eostelra a vapor.
Hacis e escalas.
O vapor Parahyha, comman-
dante Martins, seguir para os
portos iudicados no dia 25 do cor-
rente s o horas da tarde. Rece-
brr carga at o dia 23 ao meio
dia. Encemmendas, passageiros e dinhero a frete
al o dia da sahida s 2 horas : escriplorio no
Porte do Mallos n. i.
"Rio de Janeiro.
O brigue Imperial Marinheiro segu com brevi-
dade, e pode receber alguma carga e escravos a
frete : Irata-se com os consignatarios Marques,
Brrros & C, largo do Corpo Sanio n. 6.
DF.
Castanhas piladas e nozes
HOJE.
O agente Pestaa |Mir conta e risco de quem por-
lencer vender em leilao 13 barricas com casta-
nhas piladas e 6 ditas com nozes muito novas de-
sembarcadas ltimamente : quinla-feira 21 do cor-
rente pelas 10 horas da manhaa no armazem do
Aunes defronte da alfandega.
ROPA FEITA
AVISOS DIVERSOS.
Associacilo Typographica
Pernambucana,
De ordem do Sr. psesidente convido os Srs.. so-
cios, membros do conselho, a comparecerem sab-
bado ii do corrale, s 7 1|2 horas da noile,
casa das sessoes, para urna reuni.io extraordina-
ria em que entre outras cousas se tratar tambem
da conlinuacaoda discusso do regulameuto inter-
no desta associacao.
Recito. 20 de abril de 186i.
Jesujno Francisco Regs,
_____________________1 secretario.______
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima, do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer bora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissflo, chamado por escripia.
O Dr. Carolno Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador ii. 17, 2 o andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do da e da noito
para o exercicio de sua profissao de me-
dico; sendo upe os chamados, depois de
meio dia al 4 horas da larde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias de interittr, prosegue, com o
maior alHnco, no das mais ditreis e deh-
cadas operacoes. como sejam dos orges
ourinarios, dos olhos, liarlos, etc.
NO
A imi/K
^wm i ra.'fei
*
'JD
de rnojM .-ita W
extraordinaria
Aos ,0:000$000 e 3:0O0SO00.
Corre depois TaaaanhSa.
Sabbado 23 do correnie se extrahir
* quinta parte da prmeira lotera da ma-
triz de S. Lourenco da Matta, pelo plano
das loteras extraordinarias, no coosisloria
da igreja de H. S. do Rwsario da freguezia
de Sanio Antonio.
Os bilhetes, meios e quartos est3o
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15 e as casas commissionadas.
Os premios de I0:000$000 at 20 serao pagos urna hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuirlo das listas.
0 thesoureiro,
Antonia Jos Rodrigues de Souza.
Sendo roubado k abaixo assignado
nm relogio de ouro patente iogiez (sabone-
le), com ponteiro de segundos i meio n.
227V2, com urna corrente tamhem de ouro
com dotis paseadores aun esnvifte azur dou-
rado, tendo a corrente urna cliave a qual
est a mola quebrada, esmaltada de. a/.nl com
um etreiro que diz amizade de letras duu-
radas. pede-se as autoridades policiaes eaob
Srs. relojoeiros a quem "%r oferecido para
comprar que o apprehenrhm e annunciem
para sor procurado pelo abaixo assignado
Jos Joaqnim Lopes de Atmeida.
Aluga-se a casa da travi-ssa do Dique n. 3 :
tratase na ra da Cadeia n 36. armazem.
(11 lili i'rTiiaiiiuin-ann
Na noite do dia "il do correnie lera logar
a minian familiar.
Voou do sobrado da ra da Iinperairiz. n.
39, um corrupiao muilo manso e cantador : a
pessoa que o pegn leve-o a mesma casa que ser
generosamente recompensado.
Precisa-se de urna ama para cosnbar e com-
prar para casa de pouca familia : na ra do Viga-
rio n. 1, toja de cabos.
* Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 305 e
mmmmmmmm
Maquea sobre Portugal.
0 abaixo assignado, agente do banco
g mercantil Portuense nesla cidade, saca ef-
I fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer sonima, vista e a prazo, pu-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
OiM IDD i>'flJinAJ)b-
H| X.ETREIRO VEROe
^ Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo
L todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vobtade ds cooor-
g rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim con tambem ten un
**< grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para seuhoras.
s homens e meninos. -_-__ \
30)juo0 I)itos de selim preto.) 1^ 5|M|
25)J000 Ditos de ditos e setty branco,
Paletos idem e de cores, 255,
205, .50 e......05O00
Ditos de casemira, 205, 155,
125, 105 e...... 75000
Ditos de alpaca, 55, 45 e 35500
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55, 45 e......35500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. .
Ditos branco de linho, 65,55 e
Ditos de merino preto de cor- Ditas de madapolo,
do, 105, 75e..... 55000.; 25e.....
Calcas de casemira preta, 125, Chapeos de massa, pretos fran-
105, 85 e......75O00 cezes, 105, 95 e.
65
Ditos de gorguro ide seda
pretos e de cores, 65, 55 e
Colletes de fusto e brim tu an-
co, 35500, 35 e I. .
Seroulas de brim de liol
25*00 e L
Ditas de algodo, 15600 e.
linho.
35000 camisas de peitos de linho.
4OO0 u. T
25500.
|f ni
45 25O

45000, 45, 35 e. 25500
I56>
L E. H. Vianna eonlma com sua aula de
latm na ra da Matriz da Boa-Visla n. 28, urtmei-
andar.______________
Akiigant-sr
duas casas terreas na roa do Mondego ns. 67 e
69, cada urna dellas com commodos sufflcentes
para familia : a tratar ra da Cadeia do Recito
n. 67.______________
Precisa-se de urna ama para moco solteiro :
na ra do Imperador n. 13.
Ditas de cores, 95, 85 e.
Ditas de meia casemira de co-
res, 55000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 45500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Colletes de velludo preto e de
75000 Ditos defltro, 55, 45. 5500 e
Ditos de sol, de seda, 125,
45000 115,75 e. I .
Collarinhos de linho fino, ulii-
45000 ma moda.. I .
1 Sortimento completo de grava-
25500 tas.
25500 Toalhas parroslo, duzia. 115.
8550O
2#0tO
t>5A>
640
I
t.JOOO
le-. .
cores, 95 e......75000 Chapeos deso, dealpac^, pre-
Ditos de casemira preta, 55 e 45000 tos e de cores. .... 45000
Ditos de ditas de cores 55 Lences de bramante dej linho. 35000
45 e........35500 Cobertas de chita chineza.. 25500
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os misleres de sua
prolissio, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da urde em (liante na casa de sua
residencia ra da Saudade n. 15.
0 advocado Affonso de Albu-
querque Mello,
com escriptorio na ra estreita do Rosario n. 34,
encarrega-se de quaesquer causas crimes, civeis.
militares e eeclesiasticas. Compromette-se a en-
raminhar com a maior brevidade as appellacSes
que Ihe forem confiadas 00 a retacao e ao tribunal
de coramerco do districto, ou a reiacao ecelesias-
lica. Encarrega-se de uVfezas perante o jury
desta cidade, oudos termos prximos, dando a par-
te conduelo ; assim como de quaesquer outras cau-
sas por ter em alguns driles procuradores de con-
fianca.
. Da consultas verbaes e por ecripto ; prometle
lodo o zelio, seguranca e aclividade, garantidos per
urna platica e experiencia de quasi 20 anuos.
Pode ser procurado a lodaahora, menos as *ex-
j tas-feiras, por se adiar das 9 horas s 4 desses
! das na Villa do Cabo._____________________
Alugain-se as casas das ras do Colovello n
19 e Mondego n. 73, esta com a de n. 73, tambem
se vendem 00 trocaoi-se : a tratar na ra da Ca-
dera do Recito a. 49, sobrado._______________
OAVreee-se urna ama para casa de pouca fa-
milia : quem previsar, dirja-se ra dos Guara-
rapes m. 30, primeirw andar.
Alogam-se duas negrinhas smente pira ser-
vico em casa, sendo urna de 13 annos e a ouira de
11: na ra dos Mariyrios n. 2.
COMPLETO SORTIMENTO.
NO
Aitjr-i-f-KJi
CONSERVATIVO
23Largo do Terco23.
Joaquim Simio dos Santos, dono desle armazem r> molhados, scientinra ao repnsvrt
co que teem um completo sortimento dos mesmos os qoaes oflferecem mais vamafrm
dores, do que em ouira qualquer parte, garantindo-se a superior qualidade.
Vellas de carnauba a 360 e l*n. a l*ra.
em li-
Hanteiga ingleza flor fa 800 rs. a libra.
dem ranceza muito nova a 560 a libra,
bras 540.
Caf do Rio, de Ia e 2a sorte 320 e 280 a libra e
arroba 9 e 8m
Arroz pilado do Maranhao de 90 rs. 100 a libra.
M.ino alpista a 160 rs. a libra, e arroba 4*800 rs.
Ser.vja das melhores marcas a 500 a garrafa.
Genebra verdadeira de laranja a 11100 o frasco.
Wem do Hoilanda a 400 rs. a botija de contra.
Toucinho de Lislioa a 320 a libra, e arroba 8J00
Passas muito novas a 480 rs. a libra, e caixa 9
Azeile doce de Lisboa o gallao 34 e a garrafa 640.
dem de carrapato a 280 a garrafa, e a caada 2
Alelria M, T, a 480 rs. a libra.
Gomma de engommar muilo alva a 100 rs. a libra.
Sardinhas de Nanles novas a 320 e 360 rs. a lata
e em porcao se far abatimento.
Todo e qualquer comprador que
6 por cenia
dem de spermacele a 560 e 600 r. a libra.
Phosphoros do gaz a 1#300 a grasa.
Riscoutos e botachiahas de suda a WHr
alaia.
Chouricas novas a 720 r. a Hbra.
Batatas a ii o gigo.
Rolachinha ingleza nova a 240 rs. a libra.
Charolas das melhores marca de
AJOOO. 34000 e 44000 a raia.
far abatimento. ,
Vnho Fiirueira de SAA a 500 a garrafa, e a
da 34300. _
dem de Lisboa a 400 a garrafa,
34OOO.
dem de outras riiarcas a UJW a
dem branco de Lisboa a ai a jarTara.
comprar de 504000 para cima, lera da
e a


.. .- v>. m w *m%* .fru maw;
mzrr
A VEI HA ENCYCLOf EDICA
Hrtpeitnvel e*al>ele<-lineii i 'rep oiimoro 11.
DI
JOS GOMES VILLAR.
iemlt nereriila a prstocrai das
i EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do pablico em geral.
Oproprietario nao descansa um s momento para bem servir aos seus fregueees, fa-
zendo encommcndas para
Inglaterra, Franca, Suissa e Allemaiilia
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
fe vende-as por precos ijue admirara.
Imporlanlc eslabeleciuieuto
DE
Fazendas
DE
*cd:t. 15:i. Ilnlio e algodSo.
i de
[Ra do Crespo numero 19,
KECIFE.
Vende liaiatissimo.
Im plante estabelecimcnto
DE
Fazendas
DE
Seda, ISa, liulio e algodao
de
Jb'l WilZ mMHU
Ra do Crespo numero 19
KECIFE.
Vende haratissiino.
CONSULTORIO MEDHMKI 111,1(0
DO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LORO MOSCOSO,
MEDICO, P1KTGIUO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s i
horas da manha, edas 6 e meias 8 horas da noite, excepce dos dias santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. IS5000
de 24 tubos grandes. 18^000
i de 36 tubos gratules. 24,5000
de 48 tubos grandes. 30)5000
de 60 tubos grandes. 35000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se i/.er, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de mcia onca ijjr 00.
Sende para cima de 12, custaro os precos estabelccdos [jara as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LIVROS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de MedicinajHomeopalhicodo Dr. Jahr,
dons grandes voluntes cem diccionario............ 20-5000
Medicina domestica do Dr. Bering,........... I0000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 6000
Diccionario de termos de medicina ........... 3#000
Os remedios (leste estabelecimento sao por detnais conliecidos e dispensam portan-
to de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios ver-
daderos, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadero assucar de leite, notaveis pela sua boa conservaco, tintura dos mais acreditados
estabelecimenlos europeos, a mais exacta e aecurada preparaco, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de mude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operadio, para o que o annuneiante julga-se sufficientemente habilitado.
O tratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatro annos, ha militas pessoas de cujo conceito se nao
pode duviclar, que pdem ser consultados por aquellos que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 2-J000 por dia durante 60 dias d'ahi em diante I#500.
As operacoes serio previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annuneiante.
era
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direrciio do BANCO l'XIAO tendo ebtida do governo de S. M. F. a autorisaco para estabele
cer o seguro d*c vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subseripcoes annuaes por urna
s vez, debaixo das seguintes coudicoes :
Cm perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
ftito lucros smente;
devendo a primeira liqudacao ter lugar no 1 de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes um mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
in o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alcn
disso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subscripijao, dos que fallecer. Tamheni partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obligados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumprimento do compromisso social.
As lqudacoes silo pelo systema das eompauhias hespanholas, Tutelar e outras ; e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 105, publica-se a seguinte tabella basea-
da sobre a experiencia de muitos annos decompauhias dcsta natureza :
Em a anuos Em 10 anuos Em l> annos Em 30 annos Em 2o anno.
or um menino de 1 dia a i anno 1104 4005 9005 2:0005 4:7095
de 1 anno a 2 > 90 :005 7505 1:7005 3:7005
> de 2 > a 3 865. 2905 7205 1:6005 3:5005
> > de 3 > a 4 > 865 2805 7105 1:5605 3:4005
i de 4 a 15 > 865 2705 7005 1:5505 3:3505
or urna pessoa de 15 . 20 > 865 2705 7005 1:5405 3:3305
de 20 > a 30 > 865 2705 7105 1.5605 3:4005
de 30 a 40 865 2705 7205 1:6000 3.7005
j > de 10 a 50 > 905 3005 7505 1:8005 5:0005
As entradas per urna s vez dao resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Unio, Jos da Silva Machado.F. .t. van
dtr Siepoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, na da Cruz n. 1.
DE
DE
J. VIGNES.
V &&. RIJA DO IMPERADOR !V. &&.
Os pianos dcsta amiga fabrica o hoje assaz conhecitlos- pmra que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garaatias que ollerccem aws compradores, qualidades estas incentesta-
veis qu e .elles ten definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
suindo un teclado e marbinjsmo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, seno
nunca 'alhar, por serem lubricados de proposito, e ter-se feito ltimamente raelhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommcndas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados cm tedas as exposices.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de msicas dos
melhores conqiositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tude vendido
por precos muito razoaveis.
Irmandade das almas na matriz
da Roa-Vista.
A mesa regedora da irmandade das almas, erec-
ta na matriz do SS. Sacramento da Boa-Vista, de
novo roga a todos os irmaos que se dignem no dia
24 do crreme, pelas 9 horas da manhaa, compare-
cern no consistorio dcsta irmandade, aflm de
reunidos em mesa gci al deliberaren) sobre a re-
forma dealgons artigos do compromisso. Consis-
torio em mesa regedora 19 de abril de 1864.
Manoel Zefcrino uias Barrete.
Escrivo.
Aluga-se urna escrava mulata para o servico
de nma casa : quem a pretender, dirjase ra
do Queimado, lo.a n. 14.
Mua attenco.
O abaixo assignado, cessionario das dividas acti-
vas do espolio de Manoel Martins Carneiro, na im-
portancia de 7:1745043 como consta dos documen-
tos que existem em poder do mesmo abaixo assg-
nado, as quaes dividas foram contrahidas em o es-
tabelecimento de molhados da ra Nova n. 53,
aonde o mesmo abaixo assignado far a arrecada-
cao amigavel de todos estes dbitos at o flm do
cor rente mez, procedendo dahi era diante a co-
branca judicial do9 dbitos daquellas pessoas que
se abstiverem de satisfaze-los at aquella data ', e
para que ninguem se chame a ig norancia faz o pre-
sente anmtncio. Reeife 90 de abril de 186%.
Manoel Panlnw do NascjroeiHo,
Kocfedade dramadea Rerel e
1 aifi rauiar.
De ordeih *$r. director faco scienteos senho-
res socios que desde ja podera rebeber do Sr. the-
i sourciro as-*uns partes de bilhete* pa>ca o espectv
culo do da fi do crreme, na sede desta socie-
dade. -
Sociedade-dramatica Recreio e Doiao Familiar
19 de abril .de 1864.
Viceute Ferreira da Silva.
__________________1" secretaria
Caes.
Fugio ou furtaram de um dos sitios da estrada
dos Alllictos um casal de caes, sende o macho
grande, de cor amarcllo escuro, e a emea menor,
de urna cor azulada, com alguns espacos brancos;
levando ambos coleira es(reita de couro com chapa
de metal : quem os pegar leve-os ao quarto sitio
depois da capella, na mesma estrada, que ser ge-
nerosamente recompensado; anda mesmo dando
smente noticia exacta do lugar em que estejam
19Ra Nava-19
Frederico (antier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca denles artiliciaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, qne as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos dentifkio.
PHWHWH
Mez de Marta
Vende-se este livro conforme o uso do
hospicio da Penlia a i& cada livrinho: na
livraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Aluga-se a loja de urna porta s na,
ra do Crespo n. 4 com armaco ou sem
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesma ra n. 4.
Precisa de urna ama para casa "de
pouca familia com tanto que cosinhe
tem e seja bem limpa e faca as
compras: na ra da Cadeia do Re-
eife n. 38, primeiro andar.
D. Julia Maria de Vasconcellos,
portugue/.a, retira-se para Portugal.
Offerece-se para ama urna mulher: na ra
da Conceico n. 30._______________ :
Aluga-se urna casa terrea na ra da Alegra
e urna loja no largo de S. Pedro: a tratar com
Joo Ribno Lopes, ra da Cadeia u. 33, loja.
Fabrica Concefelo da"
Baha.
Andrade & Bego, receben) constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da ra do Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar aigodo empluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
Deo i'iitia.
De ordem do Sr. presidente da irmandade de N.
S. da Conceico dos -Militares convida-se a todos os
irmos da mesma para se reunirem em mesa geral
no dia 22 do crranle, s 6 horas da tarde, no con-
sistorio da respectiva igreja, afim de se tratar de
negocio importante.e quenessa occasiao ser apre-
sentado.O secretario,
____________________F. Vilella._________
Quem precisar contratar e ajusfar por admi-
nistracao alguma obra ou concertos, ou qualquer
alguma reforma em alguma propriedade que pre-
cisem de pedreiro, carapina, ferreiro, pintores e
caiadores, dirija-se ra da Santa Cruz n. 36, que
achara com quem tratar.
Agencia de passapnrte.
Claudino do llego Lima, despachante de pasta*
porte, tira-os para dentro e fra do imperio por
commodo preco e com presteza : na ra da Praia,
primeiro andar, n. 47.
O abaixo assignado participa aos seus deve-
dores que vendeu seu estabelecimento de calcado
sito na travessa do Corpo Santo ao Sr. Jos Mar
quesde Airosa Braga desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno, mas que o activo e passivo do mes-
mo al aquella data ticou a cargo do abaixo assig-
nado, o qual pede a seus devedores que tenham a
bondade de virem pagar seus dbitos no mesmo
eslabelecimento, ou na ra de Apollo n. 19, no
praso de 30 dias, pois o abaixo assignado tambem
quer pagar a quem deve, e nao deseja encommo-
dar a nenliuiii em o chamar a juizo, e precisa mui-
to de ir tratar de sua saude, mas nao o pode fazer
sem liquidar suas contas. Reeife 19 de abril de
1864.F. J. Regallo Braga.___________________
Precisante de una ama livre ou escrava que
saiba fazer todo o servico interno c comprar na
ra : na ra de Santa Tliereza n. 12.
Engenho Una.
O engenho Una, sit3 na comarca da cidade da
Victoria, pode ser arrendado pela pessoa morado-
ra na estrada do Bosarinho junto a ponlezinha,
sendo ouvido D. Francisca da Cunha Bandeira de
Mello, moradora na ra Imperial, sobrado n. 64,
cuja quarta parte daquelle engenho lhe pertence.
Faz-se o presente annuncio por ter a dita D. Fran-
cisca da Cunha desistido da intencao de por em
praca o engenho por arrendamento.
Noticias 1
Nolicafi l
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Novos arranjos.
I Novos arranjos.
Novos arranjos.
, Novos arranjos.
Novos arranjos.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 |>or 15500.
200 retratos lirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por \>.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Destes precos s nos dias uteis.
Destes preces s nos dias uteis.
Noticias as senhoras.
Vestidos azues claros ou brancos nao servem, os
pretos sao melhores.
As horas mais convenientes ao trabalho sao das
9 horas da manha s 3 da larde.
ATTENQAO.
Esta justa e contratada por venda a taberna sita
na Passagem da Magdalena n. 68 : quem se adiar
com direito a alguma reclamaco, queira annun-
ciar nestes tres ou quatro das.
Dialieiro vista.
Algodftozinho com pequeo
toque de avaria a 4#>00
e oftvvv a peca.
Vende-se na ra do Queimado n. 14, superior
algodaozinho com pequeo toque de avaria a 55 e
65 a peca, a elle que est se acabando.
Campos & Lima tendo acabado com o seu es-
tabelecimento de fazendas na ra do Crespo, avi-
sara a todos os seus devedores em geral, que de-
ram procoracao especial ao Sr. Ivo Martins de Al-
meida para receber amigavel ou judicial ; e tem
que por isso teubamos a menor responsabilidade
com o que o mesmo senhor tenhade obrar, motivo
que s com elle se devero entender.___________
D-se 185 pelo aluguel de urna escrava de
14 a 16 annos para o servico interno de ama casa
de duas pessoas : a tratar na ra do Livramento
n. 29 ou 36, segundo andar.
Precisa-se alngar urna ama para o servico de
pouca familia : quem quizer, dirija-se ra do
Sebo n. 25._____________________
A ttenco do publico
Madapolo superior a 75 a peca de 24 jardas por
ter ti m pequeo d.-feito : na loja da ruada Madre
! de Dos n. 16, defronte da guarda da alfandega.
t iiib coi
A reunan familiar do i__
[ligar na noite do dia 23 do nwjw.
>MnarrHal.
lo corre le mtg t
MI ten
Ari-caria.
O bacharel Lourenco Avellino de S
Albuquerque Mello, antigo advoga- 2S
do desta cidade, tendo regressado i 3J5
ella, tem aberto o seu escriptorio
ra do Imperador n. 40, onde pode 2s
ser procurado para os misteres de ^
sua profisso todos os dias uteis I
das 9 da manhaa s 3 boras da *0A
tarde, e offerece como garante a t
seus constituintes a nao interrumpi-
da pratica de 25 annos de advoca-
da. 0 mesmo aceita partidos e
tambem causas nos termos do in-
terior onde tocar a estrada de ferro.
Enipreza da illitminncn
gaz]
Todas as vendas de appareffc.. r
(por escriplo dando o nome, atora>.
devem ser feitas no armaz-'iii da ra 4.1
n. 31. Os maUs mandad** pava,
estas, aprescnlaru om livro i|iw
devero assignar lojjo depois Wl \**mf*n m*wjm
reclamado ; isto para ijue a emftrr i|if v*
de liaverem os mesmo* sralwrai si* 1
le altendidos._______________________
Alut;a-se por pr.-rii r>ni*) mm
grande casa e corheira, n lujar m
defronle da igreja. e mais o sejraad* a*4
da ra da Cadeia o. 4 : a tratar
mesmo. _______
S. P. Jotuwtoa e sua senlwra vi ai
Janeiro.
Precisa-se de orna ama .te leile : ni
liiqieradi r, loja de bahs por kai\o *
novo.______________________________________
Ordem tcrcKtra do Carino
A mesa regedora da veiHrart r.l>,m t>m-ira>
de N. S. do Carino do Iteeife faz riontf a !*
seus charissimos irmios que arha e v|P I
de aullador desla ordem, 1- aqs.ll' pw pr
o dito lugar, dirija-se rom assim p*firVs te-
cretario para ser por elle enrregw a r*a
Secretaria da veneravel ordenl lerceira 4 Caf-
mo do Rwifc 19 de abril de M%.
Francisco Jos V* Sanios JtiM>.
________________SerrHari.__________
Precisase de una ama pato mmfrar n--
nhar : na rna do lmi>erad..r n. W. I aaJar.
m *>
AMA.
Precisa-se de ama ama que saiba engommar
e cozinhar, e comprar na ra : quem pretender,
dirija-se ra da Cruz n. 9, segundo andar, fal-
lar com a Sra. Anna Maria da Conceico.
O administrador da massa fallida de Victor-
no Jos Ferreira convida a todos os credores a
apresenlarem os seus ttulos nestes tres dias na
loja de Joaquim Ferreira de Araujo uimarVs.
ra do Queimado n. 53, afim de poder proceder a
classficacao ua forma do art. 839 do cdigo do
commcrcio. Reeife 18 de abril de 1864.
Eu abaixo assignado teuho justo e contratado
a compra da taberna na ra do Hospicio n. 28.
______________Ignacio Jorge de Souza._______!
Precisa-se de urna ama que engomme e co-
zinhe : na ra da Praia ns. 2 e 4..
A ttenco
Desencaminhou-se no dia 15 do corrente, do si-
lio da ra do Mondege n. 24, urna sirigaita, passa-
ro do serto, que vulgarmente chamam sariema, a
qual sendo airopelada por carreiras dadas por dous
meninos, foi ella ter ra do Principe, Conquista,
etc., segundo foi vista nesse mesmo dia, e de
suppr que se estenda a outros lugares cm conse-
cuencia de estar de azas inteiras e correr muito.
Ella < muito mansa e canta bastante : roga-se
pessoa que a tiver pegado, o favor de mndala en-
tregar no indicado sitio, que se recompensar ge-
nerosamente_______________________________ I
Precisase fallar como Sr. Manoel Antonio!
Pereira, hoje morador em Gamelleira : na ra do
Crespo, loja de fazendas n. 7.
J. J. Keller, ra da Imperatriz 11.9, est venden-
do baratissimo para acabar depressa, com tudo
que existe na sua loja, e faz qualquer negocio com
sua loja.
J. J. Keller, ra da Imperatriz, roga a todos que
lhe sao devedores, o favor de pagar at o dia 30
doste mez para nao serem chamados por esta
folha.______________________________________
Ollerece-se un rapaz para caixeiro de co-
branea ou mesmo para escrevente : quem de seu
prestiino precisar, queira declarar o seu nome e
morada nesta lypographia para ser procurado.
O abaixo assignado previne ao respeitavel
publico que ninguem contrate negocio com Feli-
ciana de Torres Lima, viuva do fallecido Joaquim
Mendes da Cunha Azevedo, com a preta de nome
Mai latina, iiarao Angola, visto ter o dito finado ti-
do filhos do casal, como tambem a mobilia de Ja-
caranda, constando de 12 cadeiras, 2 banquinhas,
mesa quadrada de meio de sala, sof, lanternas,
casticaes e outros objectos, e para que nao haja
dnvida faz-se o presente, protestando o abaixo as-
signado por si e mais herdeiros por qualquer ven-
da que por acaso possa apparecer com data ante-
rior. Reeife 19 de abril de 1864.
_________Cactano Mondes da Cunha Azevedo.
Quem precisar alugar um moleque crioulo,
de 22 annos de Idade, muito fiel e diligente : diri*
ja-seao pateo do Livramento n. 31, segundo andar.
O Sr. que quer vender dous moinhos e um
torrador, dirija-se ra Direila 11. 31 Na mesma
vende-se vinho verde a 480 a garrafa, e gomma em
libra a 100 rs., e em sacca a 35 a arroba.
Furtaram ou foi vendido da porta da ribeira,
da mo de um pardo ganbador, por nome Raymun-
do, do p inchado e com urna ferida, um avallo
eastanho com sellim e mana de seda sobre urna
de panno azul, a redea da bride de couro, e a da
cortadeira de tranca do sertao, bastante forte, vs
e niaos grandes, foi visto tomar com alguem mon-
tado para os Afogados : quem delle souber ou o
apprchender, leve-o ao collegio dos orphos na ra
da Auntra, on em Olinda, casa da residencia do
professor de msica Trajano Felippe Nery de Rar-
cellos, que ser recompensado.________________
Desappareceu de novo, do engenho Pedregu-
Iho, o escravo Benedicto, crioulo, alto, secco do
corpo, descarnado de rosto, ps e mos grandes e
seceos, com pouca barba, representa ter de 25
30 annos, levou calca de brim, camisa de mada-
uoli, chapeo do Chile j usado : quem o appre-
hender a lvalo a seu seabor Jos Ignacio Pereira
Torrea uo j-eferido engento, ser gratificado com
505000.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Joaquim
Fernandes, vindo ha pouco tempo da cidade do
Porto, a negocio de seu interesse: na ra do Cres-
po, loja de fazendas n. 7._____________________
Aluga-se a casa n. 36 na ra da Matriz da
Boa-Vista, o segundo andar do sobrado na ra Di-
reila n. 9, com fundos para a ra da Penba, e a
loja : a tratar no mesmo.
Lavado e eugommado.
Na ra do Brum n. 84 lavase e engomma-se
com promptido e accio para algum collegio ou
pessoas particulares, como o tem feito para o col-
legio Bemlica, do qual os pretendentes se podero
informar.___________________________________
No caf restauraod do commercie, ra do
Trapiche Novo n. 22, alugam-se quartos mobilha
dos por mez. ___________________________
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que no da 26 de marco pruximo passado
dissolveu amigavelmeute a sociedade particular
que tinba com o Sr. Jos Amonio Ferro de Fi-
gueiredo, Picando nessa mesma data de cunta jus-
tas com o mesmo senhor, e desde j rendo meus
temos agradecimentos ao dito Sr. Figueiredo pelas
boas maneiras e altencao com que sempre me tra-
tou durante o tempo que foi seu socio. Reeife 17
de abril de 1864.
_______________Joaquim Ribeiro da Gama.
Alugam-se duas escravas para o servico in-
terno c externo de urna casa, sendo urna parda que
eo/.inba, lava e engomma : ua ra do Hospicio n.
24, primeiro andar.___________________
Precisa-se alugar um escravo, dando-se o
sustento : na livraria us. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
- I'recisa-se de urna ama que saiba engommar,
cozinhar e comprar na ra, preferese escrava ;
na ra daSenzala Nova, sobrado n. 134, primeiro
andar._____________________________________
Precisa-se para urna casa ingleza de pequea
familia, de doas criadas, sendo urna para cozinhar
eoutra para todo o servico interno : a tratar na
praca do Corpo Sanio n. 15.
Lavadora c eiigominarteira.
OTerece-se para as casas de grande familia
urna boa lavadeira de varrela e sabo.e aos senbo-
res solteiros nm excellente engommado : na ra
do Vigario n. 18 se dir quem .______________
O abaixo assignado pretendendo comprar
viuva do fallecido Joaquim Pereira da Costa La-
rangeira, D. Joaquina de Paula de Albuquerque
Maranhao. um terco da parte que dita viuva tem
em um sitio na povoacao da Boa viagem na estra-
da que vai para as Corcuranas, e como queira
evitar qualquer questao que para o futuro possa
apparecer, roga s pessoas que se julgarem cora
algum direito em dita propriedade, queira decla-
rar por este jornal no praso de 30 dias. Boa-via-
gem 19 de abril de 1864.
________ Manoel Feiix da Silva.
Feilor
Precisa-se de um homem nacional ou portu-
guez que seja casado para feitor era um engenho
perto desta praca. ainda mesmo sem pratica com
tanto que d conhecimento de sua conducta : na
praca da Boa-Vista botica n. 32, se dir.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira.
professor de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, ontina no
ensno particular destas mesmas disci-
plinas, e bem assim de rhetorca, phlloso-
pbia, inglez e franrez : na ra estreila
do Itosario n. 31, terceiro andar.
Precisase de urna ama para casa de pouca
familia : na ra da-Senzala Nova n. 38.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.
A vis.
Na oOlrinade pintura, ruade Hortas n. 27, pre-
vine-se s pessoas que tem imagens incarnadas ha
mezes na mesma, que venham retira-las quanto
antes, do contrario serla vendidas para nao se
perder o trabalho e material empregado.
CICERO PEREGRINO l
Ra do Liviainento n. 19
Primeiro aada*.
Machina de vapor, propria para mover ma
china de discarocar algodao, e para padaria ou
qualquer outro mechanismo que precisa da torea
de 2 at 3 cavallos : para ver e encommendar, os
pretendenlcs podem dirigirse ao Sr. Antonio Haia
de Brito, fabrica de cigarros a vapor, na ra dos
Quarteis._____________________________
O abaixo asssgnado lendo de fazer nina via-
gem por motivo de gande, vende 0 seu eslabeleci-
mento de molhados sito na ra da Moeda n. 29 :
quem o pretender, dirjase ao mesmo, no lugar
cima.Jos Antonio dos Santos Fontes.
Precisa-sc de urna ama para <*> A* pnnra fa-
milia : na praca do Corpo San* o 17. lerrar
andar._______"___________________________
lriu:iuil:ulc . %mtm.
O irtnao prorurailor geral, ahaifcn anigmam, rm
dcsem|M'iiho do dever qoe Mm iipe affifo M
do compromisso. convoca a >rtai* *r**xn r4i-
naria do couselho fiscal para ImMwn 21 m t*t-
rente, s 9 horas da manhaa, n respt-ctivw r.-
sislorio.O procurador feral,
______________J'o Baptisto Vietra Ribwr*.
I'recisa-sede urna ama qiK> rii|>re. &ntmm-
me. cozinhe e faca os mais servir .te p pmm
familia, preferc-se de meia idade |H roa *m Pi-
res n. 27._____________________
Manoel Jos da Fonsera, eslabrWido mm
loja de funileiro na ra da Cruz do toirn d Re-
eife n. 59, nao Manoel mwi da fon*-c. ibiiii
os annuncios que tem sabalo # />*-> A* Prr-
nnmbuco de ns. 15 e 18 do corrate mn m> atirif.
nem tenciona sahir para lora desta cidade r pn-
vincia._______________________,
Manoel Caeuo Bordes e SiKa Jo3 >t) Re-
g Mello declarara ao respeitavel r.irp At r>.M-
mercio, que dissolveram amigavHnienk-1 dia W
do corrente a sociedade que imnam no arwmtm
de carne secca e outros .ibj.-ci.w. sito na raa da
Praia desla cidade, Arando i-xlo o artiv-i r loi
a cargo do ex-sorio Jos do H.-^.i MHIo. o ifiat lira
obligado a liquidara exiincta lirma social d- Rir-
ges & Mello, que a de que se trata.
RAXCO VXliO
ESTABKI.FCIDO NACIDAIlR Imi li.l;T<>
Age les rm vrmmtmn
Antonio l.nlz dr Olvrlra
\ revcd k C
Sacara por todos os paqih*ie> s.-brr o
mesmo banco prazo on vista. s.4>rr a
caixa lilial em Lisboa, e agesjrias rm Fi-
gueira, Coimbra, Av.iro, Tizm. VWa-
Beal, Itegoa, Van na de Casirllo. Caima-
raes. Barcellos, Lamego, Oivlla. Braga,
l'enaliel, Bragan^a. Aniaraat.-. Angra,
liba da Tercena, liba de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Vafeara, Itasum,
Oliveira de Azemeis, Chaves V P
oito dias vista ou ao ina que se n>n\v-
cionar.no aM e.-cri|>t.irio roa da Crm
n. i.
TINTURARA.
Tinge-se com peifeii.au para qualquer
cor, e o mais barato (Missivel: na roa do
Rangcl n. 38, segundo andar.
COMPRAS.
Compra-s urna negra da Cuta le
ci nula, sem vicio algum : quem a liv.-r. .brija-K;
a Capan|a Nora, no eulrar da me m;i a-i I.1.I11
querdo. passando o primeiro porta
que achara coni qnenl irai.tr.
Maria da Nalividade Ferreira adan- y^
do-se competentemente habilitada e au- H
torsada ha aberto aula particular de en- ,^P<
*j sino primario para o sexo feminino na >^_
S ra da Soledade 11. 31, rujo edificio Icm !
^ todos os commodos e asseio necessario w4
-j,* para as alumnas, sendo as materias do ^M
5 ensino lr, escrever, contar, retar, grara- S
JK malica poi tugueza analisada e franceza, ^
M coser, berdar, trabalhar em la o llores, &
^B arte de msica applicada a piano. Nesta ^3
^R parte da educacao do sexo feminino pie- jj
>j tende corresponder a especiaran dos pas i/
H de familia ijue lhe conliarem suas Albas H
^S e pa rentes.
Ao 11. 29.
Nova loja dos liaratciros na ra do Queimad*.
Ricas saias de fustaoa '->. camisas inglezas para
senhora a 25, 2o00, 3 e 4, coberUs de fuslao
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o corado, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao 11. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Tariatanas de todas as cores, fazenda muito fijja
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 10, chales de la por 35, 15, 55 e 85.
camisas inglezas para homem a 385,0O5 e 005.
Ao n. 29.
Nova loja dos harateiros na ra o Queimado.
lucos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodao e de la, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e pnnhos, folhos
bordados, botes de velludo, de seda e de fusto,
bandos de cabello, raeias de seda, leques ; cujos
erligos se vendem por raetade do seu valor por ser
para acabar.
Comprase um mote|ue de- i- iJe .1- 10 a 12
anuos, e urna negra que saiba bem ro/.uitur e ra-
so minar : na ra da Cruz n. I.
Coinpra-se urna negra 111 ;.i 1
des: na ra larga do Itosaiw u
andar.
Compra-se um cylindro am>> irn, na*> -,
na ra estreila do Kosario n. d-| ftm te lo-
rado A Irmao.
Comprase urna e-crava, engomme, e seja de boa nnducia"
Praia ns. 2 e 4.
C-iii lul.ill.U-
2i, priiueiru
itw bbbbRKj
: na ra da
Comiira-:e 11111.1 escrava que ail> ruiuihar
e engommar : na ra do Crespo n.ptt.
Compra-se elfeclivamente ouo r praia ra
obras velhas: na praca da Independencia n. 23
loa de bilheles. ___________|
Comprase effeht*va-
iranle
ouro e prata em obras velhas, paand*- hea
na ra larga do Bosario n. 4, h>ja j winvrs.
>mpra-se cobre, lai.li clinbo no ar
mazem da bola amarella no oitao da secretara de
polica. I
Compram-se escravos moros ej lorien, senda
barato : na ra da t'jd<;ia n. .'>2, rmales.
-< Compram-se garrafas e botija* vacias \-or
mais 25 0|0 do prero actual : na run Hirra na-
mero 72.
Compram-sc frase
ra Direito 11. 72.
ros de fSkm va>us : na
gro de mei? Itade : m rm
O bacharel
Francisco Augusto da Costa
advogado
BlA DO I.MPE1IAD0R n. 69.
Para o estrangeiro e para portos do imperio ti-
ram-se passaportes com promptido c prego com-
modo : a tralar na ra da Cadeia do Becife n. 3,
das 9 da manha s 4 da tarde.
Desappareceram hontem da ra do Impera-
dor n. 28, duas cadellas cor de caf, ps calcados
de branco e um siunal branco na ponta da cauda,
sendo o de urna maior que o da outra, arabas tem
as orelhas cortadas e a maior tem urna linha bran-
ca do nariz para a tesla, acodem por Tubaro e
Balea : quera as pegar o levar roa de Santa Bi-
ta n. 54, ser recompensado.
Na praca da Independencia, loja de ourivos
j n. 33, compram-se obras de ouro, praia e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e" qualquer concert, e igual-
mente se dir quem da dinheiro a premio-
Precisase de urna ama, que saiba engommar
e coaer, que seja de bora comportatnento, para ca-
sa de urna s pessoa : a tratar na ra do Impera-
dor, armazem de louca n. 41.
Gasa de eommisso de escravos na fia
do Imperado** n. 45, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus sennores,
nao se poupando exforcos para qne os mesraos se-
jam vendidos cora promptido afim de seus senno-
res nlo soffrerera empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como aAanca-se o bora tratamento.
, Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
! xos, velhos e novos
Compra-se um negro
Imperial n. 139 ou 213.
Compra-se um cavado que sqa Eaal
eiisiiimlo nu trabalho de calrio|ri m nws-
mo urna pnrclha, paga-se bem anulo l>t:
no caes d'Apo'lo n. S.'i._______1
bitleeiro
Compra-se um escravo moro de Imki f-
gttra e conducta e que srja boieiro : a lr-
tar ua estrada do Manguind sitio n. 21,
antes de chegar a ponir.
VENDAS.
Vende-se um sitio na estrada) de J.-
Barros, com bastante frente e fundos, hem ata
do e com urna excellente cacimba e casa nao [_
bada : a Iratar na mesma esirada.no silio .ur Ira
a esqiierdadabombx_____________|
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Johnston Paier
C., ra do Vigario, n. 3. ura bello sorli-
tuenio de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedad* do
bonitos trancellins para os roesRton
INJECC0 BROW.
Remedio infallivel contra as gnurrhra
antigs e recentes, nico deposito n bo-
tica franceza, ra da Cruz n. ti, pre-
co u.
\


uiano ue reriMiuuucu
o
Grande peckiiiclia |
com toque de a va ra na lo ja e
a i-ni a/, ciii la Arara ra da lu-
peratrlz n. 56 de Lonrenco P.
. Ciulmarea.
Yende-st com toqne de amia.
Vndese madapolao ingle com peuueno to-
que de avaria por 4300 7* e 8, algodaozinho a
i >00 e a, cambraias lisas linas a 3? a 3o00 :
na ra da lmperalrii luja da Arara n. 36.
Vende-se fuendas lini|ias liaialissimas.
V.'mle-se chitas Anas cures escuras a 240 e 280
rs. o covado, ditas francezas linas cures flxas a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de inho pa-'
ra vestidos de senhora a 280 p covado, riscado
francer para vestido a 280 o covado : na luja da
Arara ra da Imperairii n. 56. ;
lateadas proprias para seuhoras e meninas.
Vende-se gollinhas rom bol.ozinho para senhora
o meninas a 200 e .120 rs., mangaitos de fil c I
cambraia enhilados a 500 rs., mangaitos e pollas
para senhora a 14 e 14280, caniisinhas bordadas
para senhora a 24, ditas bordadas no cotarinho e
punhos e grvalas muito Unas a 14900 e 54 : so
a Arara ra da Imperatnz n. 56.
Principia a Arara vender as ceklus.
Vende-se colchas avclludadas para cama a 84,
ditas de tinho alcoehoadas a 54, ditas de fustn a
''&. ditas de damasco a M, ditas de chita a 24
na luja da Arara ra da lmpcratrii n. 56.
Arara vende cassas a 210 rs.
Vende-se cassas Trncelas finas a 240 e 280 o
covado, organdys tinos a 210, 280 e 220 o covado:
na roa da mperatrii n. 56 hija da Arara.
Iloupa frita da Arara.
Vende-se paletols de 4jrim de cor a 24500 e 34'
Sitos de meia casemira a 34500, ditos memores a
44500 e 64, ditos prelAsde panno a 5}?, 64 e 84,
ditos de casemira lina ditos pretos de ipara a 34500 e 44, calcas pretas
de casemira a 4SH0, 54, "4 e 84. ditos de meia
casemira, garipa e l/rini a 24 e 24500, ditos linos
a 34400, ditos de ferina branco a 34 e 34500, ca-
misas francecas a 24, 24500 e 3, seroulas a
14600, ditas de liirho a 24 e 24500, -colletes a 24
e 24500 : oa rea da Imperatriz n. 56.
Biftecs da Arara a 3$.
Vende-se fcaloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35.343M8, 44 44500, ditos de madapol.o a
34500, ditos de muselina a 44 '- na Arara ra
da Imperalriz ti 56.
Arara vende os cortes de riscadws franceies a 30.
Vende-se cortes de ri scados ftnncer.es com 11
covaaos a-34 o corte : na ra do Imperatriz n. 56.
Arara ventte corles de casemira preta a 35.
Vonde-sccrtes de casemira -prela para calcas a
34,34500,'>43 :, na leja Arara vende os swtfeniharques.
Vcnde-se ssutembarques pretos muito ricos, ca-
pas compridas e manteletes de superior qualidade
a2j e-264 : s .1 Arara roa da Imperatriz nu-
cnaru 56.
Sediahas a 00 rs.
Arara vonde sedinhasdelistrinhas para venidas
a 500 rs. o covado, ditas linas a 800 rs., lia Ma-
ra Tia eoii 4 palmos de fcirgoc palmas de seda a
800 rs.'ooovado : na ra da Imperatriz n. 5B5.
Arara veoe camliraias de carocinhos a 2*60.
Vende-se cambraias de-carocinhos para vestidos
a Sf960a peca, cortes derassa franceza s 54, co-
bertores'de pellos a 14 1; 14600 : na ra da'kn-
.peratrii ;.. 56.
(raiiYssti lmenlo de famdas pretas para ****
resma.
Sedas, grosdenaple, -pannos finos e casonsires.
Vende-se grosdenaple ;>reto para vestidos boa
fazenda a 14400. 14600,^*4. 24400. 2*600 c34 o
covsido. sarja hcspantmlae seda, panno lino > preto
a 14080, 24, 24500, 3$ e 4.3 o covado, nu<0 su-
pei ior oasamiras pretas'fmas a 24 e 24VflO o- aova-
Id. memo fino a 25501. j 34. dilo de coVrtao a
245OO o covado : na ru da Imperatriz *. fc.
'Arara vende adajKiln francez a 4.
Vend-se mada|Rlao 45.5O0, hi etanha de tirrhn. hamburgo de inhc para
fanones e seroulas a 440. 500 c 640 a vare bra-
mante oV linho de 18 patatos de largura r. 25 a
vara, brim pardo de Uahe a 800 e 15, dlo hranco
a 15,' 15280 e 14400 amn : na ra da k,;jera-
iriz 11. 36.
Arara -wnde laazinhas rsra vestido a -H> rs. o
vado.
Ven le-se laazinhas para vestidos de sentara a
210, 2S0, ::o. 400e00es. o covado. eaaeniras
lisas. pn-mrias para epas de senhora a 14^00 o
covado : na Arara ra (Jk Imperatriz n. 50.
Arara vende todo a 500 rs.
Vndese fostode enrw para roupa dcmeiinos
calcas-e paletols a 506 r.~. o covado. garifa'rance-
za estar e clara para cairas e palelots a 4i,l rs.
o covado: na ra da Ii|n rtriz n. 56,loja da Arara.
Grande li de fazeudas na hija o Pavao, ra .da Imperalriz n.
60, de Gama & Silva*. I
AcOa-se esle eslabelccimcnto completamente sor-,
lidode fazeudas inglezas, franeczas, alientan e
soissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-so mais barato do quo
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porcfio e de todas as fazendas dao-se as amostras
donando ficar penhor ou maodam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavao.
As chitas do Pavao.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas st co-
re, ditas trncelas finas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e eslreitas,
rtscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama 1
Silva.
As cassas do Pavo a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-so fiaissimas cassas persianas cores fi-
xas a 320 rs. o covado,ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, llnissimo organdy malisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas gai ibaldinas
muito linas a 320 rs., isio na loja do l'avao ra da
Imperatriz n. 60, de (ama & Silva.
As laazinlias da evposico do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultime vapor franca sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos do largura, proprias para vestido de senhora,
: ronpa para meninos e capas, e pelo baralissimo
I preco de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrlnbos a 500, 400 c 360 rs. o co-
vado, ditas marisadas muito linas &.500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do (pie chita lamben matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de mas cor parda, azul, cor de luioe
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e WO rs isio s na loja do Pavao, ra da Im-
pcra(r-z n. 60, de Gama & Silva.
Os chales di Pavo.
Vendcm-se finos chales de crepon estampados
pelo lorato preco de 64, 74, ^4. utos de. noula rc-
mCi a 74 e 84, ditos pretos ricamente bordados
a rcSroz com vidrilho a 134, ditos pretos lisos a
54, dilos de cores a 44300 e 54, ditos de merino
estampados a 24 c 35, ditos de I fia a 15280 e 24,
dRjs de relruz preto para luto a 64, isto na loja
do Pavo ra da ^Imperatriz n. 60, de Gama &
I Silva.
Kazeudas pretas pare a qaaresma vende o Pavo.
Vande-se grosdenaple prelo muito superior a
; 14600, dito a 1481$ 25, 25500, 240 e 35, mo-
I reanti(|ue preto mvito superior a 35" e 25800, sar-
; ja prela hespanbtlu muito eneorpada a 25, isto na
i loja do l'avao roa da Imperatriz o. 60, de Gama
! & Silva.
0 favio vende para lulo.
Vende-se suponer setim da Giiina fazenda Inda
de la sem lusre tendo 6 palmes de largura pro-
prio para vestidos, paletols, capas etc., pelo bara-
to preco de 24, 25200, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estrellas, chales
de merino lises e bordados a vidrilho, manguitos
comgollmhaseoutros muitossrtigos que se ven-
dein por pre*cs razoaveis: na Jqja do l'avao T-ua
da Imperatrtr. n. 60, de Gama A: Silva.
Os eenilfcM'de Pavao
Vende-st' os mais moderaos corpinhos de-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 c"85 ;
na loja do ftvao, ra da loeperatril n. 60, de "Ga-
ma A; Silva.
Os vestidos io Pavo
Vende-sc ricos vestidos'de grosdenaple pres ri-
camente, bordados a veludo pelo barato preo d('
4t5. sendo fazenda que sonpre se vendeu a005
e 1^04 ; ditos de cambraia blancosricamentebor-
dados a croch, sendo preprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 304; ditos de la comlmdas
barras a .18 e 155 ; ista na loja do PavJ.o ra
da Impcr-airiz n. 60, de Gar.ia & Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-so panno preto muito superior petobarato
preco de 35, 24500,35 e'3500, ditos muito li.> a
45.55 e4, cortes de casemira prela entestada a
44, 453*) <-65, casemira prela lina de non s
largura incito lina a 15t, 25. 25500 e 35, -cor-
les de casemira de cor a 3. 55500 e 65, caseuii-
ras entestada de urna s eor proprias para caica,
palelots,olletes, capas para senhora, ronnas para
meninos -a 35 e 3fS00 o ovado, isto na loja do
Pavo, nada Imperatriz n. 00, de Gama iVS.ia.
A ronpa di l'avao.
VcndcsB-ee paletols de panno preto sobrecoea-
; eos fazenda muito boa *'0$, ditos muito finos a
165, 90f 54 e 305, calcas de casemira prela boa
' fazenda a 4500,54, 65, "75 e 85, paletols HCOOS
de panno prelo a 75. ditos de casemira de cor a
! 65 e 75, ditos de .alpaca prela. ditos de merino
preto, dites>debrlm de cores, calcas de eanemira
45
fiua Direita 4o
Oicam! oam !!!
CALCADO i
I, % K111
Bom e novo, a primeira necessidade para a sau-
de e aforraoscamento do individuo!
Meu Dos I... que |s de pavao se lobrigam por
essas ras I que figura Horrenda e nauseante a
de un pal.-tul hora talhado sobraneeiro a um |
gueiles roido em duas solas 1 um balo bem tor-
neado e bambaleante desenbrindo urna pona de
botina salara e carcomida 1 I '
Santa Uarbara!! Corram ra Diieita, bellas e
rapazes! sacudam na praia csses malditos gtteies,'
e comprem :
Borzcguins de Nantes 84000.
Ditos francezes de bezerro 75-
Ditos francezes de lusire para homem 55.
Ditos para senhora, de lustre, enfeiados, 54500.
Ditos para seuhora. gasma alia, 48O0.
Botinas de menina 25500.
Ditas de corospaia menina 25000.
Sapaloes de Nantes de duas solas 55.
Ditos de sola e vira 45300.
Sapatos de borracha para senhoras 15500
Ditos para meninosl5000.
Sapaios de lusire para senhora 15
Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Dilos da liga constitucional 500 rs.
Chineloes rasos do Porto a 15600.
E um sortimento cumple.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro francez como nenhum, couro de
lustre muito grande, e ludo quanlo pertence a ait,
de S. Chrispim.
COilMERCIAI
RA DO ^UEIMADO W. 45,
Pausando o becco da Congrega^ segunda casa.
SALSAPARRILHA
NOV1DADE.
Pereira Rocha & C. acabam de abrir na ra do Quuimado n. 43 um arma/.om de mulhados denominado 6/ Com -.. r, wi.
onde o resneitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos memores gneros que vena ao nosso uhp ...
aerao vendidos porprecos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo meii.icnada : pnHMC ti I pt>
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 00 rs. a pm.
M rs. a libra e 2el00 a 2-5800 rs. a ar- libra. assai muito novas a 186 rs. i hl-i j.
roba. Cevadinha de Franca muito superior a O. Peras seccas muito novas a GUI i,. -
!.l....
Ameixas frarlcezas em latas e em frascos a | r?. a libra.
1200 e C00 (ii frascos grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
2500.
Idwm em caixinbas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 12,JOOO, 15400, 1,9600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a t#M0 rs. a ar- Farinba de trigo a
roba.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
1^800, WfO c 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
120 rs. a libra.
DE BRISTOL.
As curas milagrosas do
cn.vwAs .XTiejSi
NFERWMBES STPULITICAS,
Erysipelas, Rheumatismo,
NevraisiaSj Escorbuto,
*!%, eJc, rlc>,
o (f dina o nTto re-
qnc ton ^nrngead
lime
Salsaparrilha de Bristol
por todas partea do
gmente devic-as
hiv'vxji-so, ") to
Tnica Xegitima
o Original
lummsM m bristbl,
PREPARAO.t KXCUsi.. / .MSNTB l'Olt
L1KMAN & KEMP III: NOVA VOTIK,
Mellante a nvceia ti" >r. <'. ('. BriitoL
venda as boticas deOiors & Barboza'
ra da Cruz, e Joo da C Bravo dtC, ra
da Madre de Dos.____________________
Roa da Soii/.alla M\\;\ n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a HOrs., idemdeLovr
Moor libra a 120 rs.
ou Ga a vontade do ooiu|>r:t4or
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolacbinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lat.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinba e a 200 rs. a libra.
Danha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 410 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 rs a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
Pataco a 200 ra, a libra.
Polvo seceo nimio H0VOJI 400 r>. a
PresiHiios de Lanego un randa uV ./
niuilo novo a 040 rs.
Queijos flamengos do ultimo v.i\ o
ris. ^
Idempratoa liiO rs. a libra.
Sal relinado em frascas de idro
cada um.
Sardinlias de Nantes a 3SV rs.
Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a fibra.
Genebra de Ilollanda verdadeira marca VI)
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafes de 3 e 5 gafos a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 r.
e 70500 cada um com o garrafo. Vellas de carnauba pura a :i"
Gomma do Aricaty a 80 rs. a libra. i bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.. dem steai inas muilo sup. i M iW
Grao de bico a 150 rs. a libra. libia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. Vtako do Porto engarrando o '>i*
muito1 lia ueste genero e de varias "me
a I-
rs a
sejam: Velho de 1815. Duque 1. !
Madeira. D. Pedro, I>. Laa I,
Bocage, Chamisso e i nitros a 800,
10000 a garrafa, e em eaixa <:.. ..i, i.
zia a 90000 e 10)9000.
dem, qualidade especial e garrafas
grandes, a 10800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolba de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeiUmente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa I -.ora a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, c de 81 4K0, 500 t 51K) rs. a garrafa i 30. v:.o<
e 40 a caada,
dem branco d>' LAnVa muili fui" a M
a garrafa,
dem de Bordcaux, Medoc ti Ja {*
e 800 rs. a garrafa, e 7000o i 7#H1 H>
a duzia.
IdemMorgauxeChateau'uminii' I85H \$
pouco
libras para cima sefar urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento.
Massa de tomates em barril a i80 rs. a li-
bra,
qu vm ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 50800 a duzia. Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
macarro, lalbarim e ale-
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Consenas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
Idem,-s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Massas para sopa
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
"0000, 20200, 20500, 20800, 30000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte de mencionar, e que ludo ser \-
30500 a caixa. i de cuitaba a 10 rs. a lata. pecas e carnadas, tanto em p<
Caf fio Rio muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso. retalho.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs. Quem compiar de loo -Mino
arraka. dem de flor a 200 rs. i ra o abate de 5 por cento.
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. u parala a
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas niuitu gnan i IjDM r?.
Alm dos gneros cima nn n
mos grande porcio da ovbiM que .1. .\a-*
UNIAO MERCANTIL
Extraordinario sortimeuo
de perfumaras.
A sQtttrtoridade las peifumarias (jue .a iy:jia
branca vende est neontestavelmente roeralMokla
isso oonterroa a grande-ettraeao que l:'.' v.lo
dando os.afireciadores da Iwm. A aguia bran/a
i : ii i ad sempre em walas o bem swrvir asea
a fregamla lanto da eidade como do inivior,
iiv.ndouwr-j extraordnaia sortimento (iue aca-
na '' resaber, viudo coaforaie suas reeonMaena-
eSet, leare da meJbor aawlidade sendo :
AAta-deaiaaia em (arransde diversos laaiachos
moldes.
)it(tiUi cnvhascos redondos e quadrados.
Diu.Jita ajpbreada em fraseo* verdes.
Aguajkmbraaa para banaas.
Dita i.aIsa mica e dentriuee p<-ra eonservaeiadtf
.vb!:v,isc d'.'it'S o bom iitlioda bocea.
Dita d' Oor de naranja.
Dita de. josa e dita borida.
Ditadedavandern toilet.
Dita deattenlease para alisar c segurar os ca-
hellof dapols de atada
Dita de Matlabar Hoiihf para tir.jir os cabollos.
.Uanha transparente e laforneca.
Ditas lilla; ni ifrwisos de diverew moldes.
iDita dita <-;u bonitu vasos de porcelana.
;Oita dita e! latas.
Dita dita em apiaba sendo crenie, uqueza e po-
mada imperial.
S.rhii/inhiis de vidro eoin perfumaras.
Caixinbas com 0 (rasaainnos de eheiros.
CasmelHpe (ou pomada) surline.
Extractos lino e de apadaveis cheiroeem bonitos
(aaseos.
Dito frangipane, ciieiro iwvo e mui agnadavel.
Dilo e sndalo.
Essenctas concentradas, om differente* finissi-
mos eheiros.
Leile virginal para tirar arlas.
Dito de cacao para atuaaUr a cutis e cooiervar-
Ihe o li.-iic.
Macassa perola.
Oleo philoevme e surfino.
j lo de babusa.
Opiata iugleu e franceza.
Pos de coral e de Lubin para dantas.
Sabenetes finos quadrados e redondos.
Ditos linos em caixinhas de tres.
Ojtos muito finos para barba.
Ditos creme de aawndoa em vasos de vidro e por-
cejana.
Tnico oriental de iemp.
Vinaf re aromtico.
Dito ifou le.io d'ires para acabar at es|iinhas do
rosto.
E asfim niuitos outros objectos degoslo que na
compra dos quae o prteuilenle ser salisfeito
por deixar o cobres na loja da aguia branca ra
do Queiinado o. H.
Ohjectoa de phauiasia viudos
para a aguia branca.
A aguia branca recebeu novos e bonitos objec-
toc de phanlasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqui, sendo :
Bonitos aderecos completos 'eitos de perolas falsas.
Ditos ditos de pedias por cuja perfeicao e bom
gostoquasi se nsdistinguem das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de perolas falsas tanto para senhoras
como para meninas.
Dila de chapa de erystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., etc.
Bonitos alflnetes e anneis para grvalas.
I! mitos penles de conxa obra de apurado gosto.
Outros iravefsos com pedias para meninas.
Bellas guarnicoes de penles dourados ornados
com caixos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de lino dourado e
com pedras.
Oulrai a tartarugadas, nada inferior a aquella.
Voltinha de aljfar branco e de cores com cruzes
de pedras.
Esses e outros muitos objectos acham-se a venda
na ra do Quelmado loja da agola branca n. 8
I de cor a 4J 5t, n-5. 7JL .dos do caxentira ida e
Escossia a SJt, ditos de bio pardo a i&H) >, ditas
de cr a 21 e S|800, ditos brancos muito 'finos,
gto na laja do Pavao, roa da Imperalriz n. Gama & Silva. __
Os oi'iinado do pavo.
Vendem-s:1. ricos cortinades prnprioe para janol-
| la e canias pelo barato preco de !>5 o par, sendo o
; melhor qne&ano mercado: na ra da Imperatrfe
|n. 60, de Gasta eX Silva.
Ascokbas do'Fao.
Vendem-eeolehas de lin.o alcochoadas >r-
prias paraeaaa pelo barato preco de 'S cada nuc
na ra da Imperatriz n. tiO, de Cama i; Silva
A calcinhas dofavio.
Vendem-se.alcinhas de cambraia bordadas pa-
ra meninas (tola baralo preco de .'00 e 040 re
mlanguitos paca senhora a meninas a 300, fiioe
800 rs., camisioUas com manguUos a 1^280 : ia
oja do Pavao rea da Imperalriz A 60.
A Maria l'ia.
O Pttico vende a 8^
Vendem-se os mais lindos corte*, de vestidos a
Jaria Pa com lindas barras de sev sendo che-
gados pelo ultimo*aportrance/, pela baralo preco
de 85 cada um : s na loja do Pavc ra da lm-
peralrix n. 60. de Gama & Silva.
Os baffies do l'avao.
Vendem-se crinolinas eu baloes de SS arcos tan-
le brancos como de aeres sendo am a-ou melhores por se nao quebraren) a 3,5500 e
de35 arcos a 4-5, dito, de iniisselina eonj (jabados
a &, ditos para me nica a .'-j e 35 : na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
O brauaante do Pavo com dozc
palmos de largura.
Veode-u bramante de linho puro, muilo fiao.com
doze palfBos de largura o melhor e mais larga que
tem viudo ao mercado pelo barato preco de t&Hk)
rs. a vara; na luja do Pavao de Gama 4 Silia,
ra da Imperatriz n. 60.
A precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas que tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor fran-
cez, pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas
de lisirinha muito miudinhas proprias para vestidos
e
de
RIJA IIAC tlIKS V DO RECIFE A. 3.
NOVO E
OSAHDB ASlaUZSlC DB 1COLBADO
ih*
RA DA CADEIA RO BECIFE M. 5*
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do becifen. 53, um grande esoriio tmuTum
i nominado lUuiao Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sor timen lo
gneros queden) ao mercado, tantoesirangeiros, como nacionaes, os quaes serio vendidos em porce ou a retV
com modos.
Vende-se para mais de ISO inilheiros de tt-
llia e lijlo de alvenaria batida, ladiilhoo lapameu-
to da malhor qualidade qnepde apparecer : quem
.(pnzer comprar, pode tratar com o socio e admi-
nisii ador Zacaras dos Santos Rarros, no becco
das Barrearas, otaria n. lo, ou com Jo Maria
Goncalves Vieirt Guimaraes, a ra Nova n. 49.
jirirsm!a% Vende-se una caa de tres andarn na rita Di-
! ivila, em bom estade, e por pre^o commodo, por
|seu done se retirar: quem pretender, diriji-se
pan inforoiacoes aor. E. A. Burle & C, ra da
Cruz n. 8.__________________________
Vendem-se dous iioinlios grandes de moer
caf, muilo bous e prstilos trabalhar, com tor-
rador e fogao de ferro, obra bem feila : quem
preteeder, aununcie.
Vende-se urna canoa que carrega 800 tijolos
| e urna carroea, lado em boiu estado, e lamnem se
; vende uui ca-vallo muilo boin. anda bem baixo, cor
rodado, moito noo, ludo fine preco commodo:
quem quizer comprar, dirija-fie ra Direila dos
Afogados, na relinacao n. 13, (|Utachara com quem
tratar.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200
de primeir.fi qualidade a 800 re. a libra, lj$200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce rebinado em garrafas
Sianteiga franceza a mais superior do mer-1 00 rs.
cado a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou mcio. 4#8O0 a caada.
Prezuntos ingleses para fiambre, de superior Geneora de Ilollanda a 500 rs. o frasco e
.qualidade, ebegados neste ultimo vapor, a i 5#800 a frasqueira.
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados
aV i,
.
wf, iTTina.
linguao. lagwitha. a
sdo peta r. n
ultimo
e novo a 640 rs.
PKIJlO
Vende-se feijo branco e amarellu. de superior
qualidade, a I0J a sacca de cinco alqueires, do
Porto : no trapiche alfandegado do Baiao do U-
vraaienlo no Forte d^ Mallos.
roupas de meninos e meninas pelo boato preco
300 rs.; s o Pari ra da Imperatriz n. 60, i
loja de Gama & Sdva.
Os soiiteaabarqucs do Pavo
iO# e l .*jK m o Pavo.
Vendem-se os mais lindos soulcanbarques que
tem vindo ltimamente de liatinha e catemira ri-
camente bordados e enfeiados, cores muilo delica-
das pelo baralo prego de 105 e 15'5 fazenda esla
que em outras lojas M vendem por 205 o toi,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama c Silva.
%s chita do Pavo l<< e
2HOO o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze cavados
cada corte, dilos com dez covados a 25'*00, fazen-
: da muito boa, e que nao deshota, s na loja do Pa-
I v.io tem esta f>echincha ; a ra da Imperatriz n.
60 de Gama & Silva.
I.fias de ui.ia s cor.
Vendem-se laazinhas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, tntenla, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratissimo preco de
640 o covado, fazenda muito fina s o Pavao, ra
: da Imperalriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de Hubo.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para leuces, toalhas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500. algodaozinho
; monstro com 8 palmos de largura a 15. pecas de
Hamburgo com 20 varas a 95. 105 e 115, pecas de
! madapolao fino a 75500, 85, 95 c 105, ditas de
algodaozinho a 65, 65-i00 e 75, e outras muilas
. fazendas brancas que se vendem muito baratas
1 aflm de apurar dinheiro : na loja do Pavao ra da
' imperatriz n. 60, de Gama Silva,
A'48500.
jbj^r-xi ;.
Vendem-se saceos com dous alqueires de farinha
de mandioca, pelo baralo proco de 45500 : na ra
da Madre de Dos ns. 3 e 9.
ttenedo
a*
Vende-se a taberna da ra do Rangel n. 22, com
poucos fundos, propria para principiante, e bas-
antc afreguezada a retalho: a tratar ua mesma.
Vndese um lindo mulaiiuho de 12 annos,
um moleifue de 13 annos, urna negra de U annos,
perfuita costureira, coziuheira e engommadeira, e
urna dila de 40 annos, coziuheira e engommadei-
ra : na na das l.arangeiras n. 18, segundo andar
Veade-se a taberna sita na ra de Hortas n
1166 por ter seu dono de fazer urna viagem e nao
(juerer deixa-la em poder de ura caixeiro : a 1ra-
! lar na mesma.
Vende-se um cavallo com excellenUis anda-
res e bonila figura : para ver, na primeira cochei-
ra da ra do Ouvidor, e tratar na do Imperador u.
40, das 3 sli horas" da tarde.____ __
ViXHO PURO. "
Chegou nova remessa de ancjretas com snpe-
irior vinho puro : vndese no cscriptorio de E. R.
Rahello, na da Cadeia n. 35.________________
Vende-se um sitio com casa de taipa, todo
plantado de capim, no lugar das Areias, o primei-
ro sitio no principio do Barro : a tratar na ra Im-
I ptTial n. 163.___________________________
Venda-sea armaco da taberna sita na ra
da Senzala Velha n. 52*: a tratar no primeiro an-
dar por cima da mesma.
neste
vapor a 2,5800.
Qaeijopialo muito fresco
a Idura.
Caslanfeas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35ft00 a arroba.
Cha uxirt o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conla propria a 280O
rs. a libr.?.
Cha hyson tauito superior a 2($560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1^500 rs. a libra.
Cha prelo muito superior a 25 a libra.
| Biscoutos inglezes em latas com difieren tes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, borne/, e
outras mu i las marcas a 15350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 35 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 109 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porco e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
rs. a garrafa e Sard'mhas de Nantes a 3*0 ^s. oqm
rs. meia lata,
brancas a Latas com peixe em polla
vezugo, cherne,
15.300 rs.
Salmao em latas. prepavX
de cozinha, a 80u rs.
.Maca de tomates em latas-de 1 libr.... GOf
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas' ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Chouricas e paios cu latas Ue muitoproptiasparamirao,a 1520', 15500 por 75.
e 25. Toucinho de Lisboa a ID rs. a libra
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-' 85600 a arroba.
tendo meia libra de ameixas francezas, a
15200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fruclas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas nesle ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se. faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muilas marcas a 15 a garrafa
e 105 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
95 a duzia.
Mosiarda ingleza em poles j preparada a
5 a aniti
45Sl'0 a a
' lana
Bolaxinha ingleza a 33C i a libra t k#a
barrica.
Sag muito novo a 210 rsj. a libia.
Cevadinha de Franca-a 20< rs. a libra.
Farinha do Maranhao a IJD rs. a fibra.
Araruta verdadeira a 320 i s. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e
Alpista a 160 rs. a libra e
Batatas muilo novas em gi^os com
por 1550(.
Cebollas a 16 o molbc ari ma de II ( i
da um.
Caf lavado de primeira qalMade i M<-n
a libra e 9 a arroba.
Caf do Cear muito >upcr|or a (80 i
bra e 85100 a arriba.
Caf do Bio, proprio paia
Arroz do MaranbSoa 100 r
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs.
arroba.
Vellas de spermaceli a ^ d rs. a Id ra a
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talbarim e alel i i a 48'
bra ; em caixa se faz aba imenlo.
Eslrellinha. pevide earroz Jpmassa pava ..pa
a 000rs. a libra e 35 a efcxa ra.
Palitos de dente lixados cote flor a t*< rs.
o masso, ditos lixados seki flor a Ifl
o masso com 20 massinlcs.
)0,h
a libra e?*HM
ibra c 2*400 a
a 320 rs. r roa?
r> a h-
rs:
Gomma de engommar mu
libra.
Banha de porco refinada a
400 rs. em Larri
Charutos dos melhores Id
lix, em caixas inicuas
15600, 2| e :;>.
fina a tOra. a.
180 ia. t .,t:raa
peque mi.
cantead* >. ha-
u em b*u.v 'la
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes. Presuntos do vino, vindod
a 15 cada um. de casa particular, a 4Ui
Sal refinado a 500 rs. o pote. | ro se faz abatimento.
Os senbores que comprarem de 1005000 para cima, tero o descont de o por cento, pelo prompto pagamei to.
di,
la pr. jr
rs. a ...)Tj; nitev


Miarlo me rtruMbato ... Quinta letra *f de Abril de 1SM.
ATTENCAO
9 LARGO INI I 1H1IO 9
GRANDE S0KT1MEMT0
DE
ARMZEM
DUARTE & C.
Participan aos seus numerosos fregueses e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria eucommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes- vender por grosso e a retalho por menos 10 por cenlo do que outro qualquei
annunciante, como ve rao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
ies proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos ossenhores que compraren! para negocio ou casa particular de 1000 para
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
o 1 > s #s seus generes sao recebidos de sua propria encommenda, razao esta para podo
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
JVanteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra,
^aslanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 18o rs. a libra.
Boiioho francez e em caixinhas de 7oo a
i.ooo rs. cada urna,
dem franceia a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 5io rs. em barril,
dem de porca retinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prcunto par. fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perola o melbor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
-dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo poiico a 2,ooo rs. a libra.
Vellas de carnauba e cemposicao de 32o a
36o rs. a libra e de lo.ooo a 11,ooo rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Acaba do receber de sua jiropria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escoltados, por isso apressa-se o proprietario em
oflerecer aos seus fi eguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, afianzando todo e qualquer genero vendido neste bem conbecido ar-
mazem.
Pede-se toda atten$fto.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao doixom passar desapereebida a seguinte tabella:
Al
O homem do moTmauto naorietaciona.
AVANTE E SEMP
GUERRA AOS IM YUGOS
.\o se admitte a uniao cominrrcial.
Nao seqaer a diaba da allianea.
flo se teme a furia das corsarios.
Este ana* ha de aer blsseste.
Os eamhoes esta* preparado.
FOGO! BOM FOGO! I MELHOR FOGO!!!
Abaixo a lia d'agoa ao viiagre
Viva a liga do geuui dieres coa lasare!
Viva o conservador das conservas ingiera* !!
Il!
Vivam lodos que lerem esle anouiicio.
MTfflS^1
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo,
libras que vulgarmente corren no commercio por 80890 a 9,
SENHORES E SENHO
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabel
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzirosl
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignaren irir este
ficarao por certa muito satisfeitas, nao s quanlo as qualidade dos gneros,
tratamento todo altenoiose que se Ihea dar.
Al.m do cumprimentodos deveres da boa'educarlo, havera d'ora en riiaet
AS.
ido roa do Lmamenk a,
precoa de quam tt** a
estifcrltciawaf.
recebem-se a
lera aoaumenio. i nnras que vulgarmente correm no commercio por >yu a y,5, o proprietario em seus maior cai)I".ch0 em saisfa^r\ tdnVnnp"honrarem esta i-asa
Mascara sopa maca^rrSo, talharim e aletria armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusa em troces. I"^ ?* JS^J ^as quaiSs e pre^inundados srao nftredda. ao
raent0 b" ra a Mauteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se "03 ^rs. compradores. Nao receie o publico que se pralique i contrario, cihbo em
Idom est'rellinha rodinh* e bpv.Ip em caiti e em ,)a,'ril a 78 n- 1ue os nit|hres que temos tido no mer- i c.asas> 1u at6 annunciam o que nao tem.... O baliza nao il ude....
kJ Ia wtL ".!! k- -IX.^i" i Wem franceza a 54o rs. a libra, e 300 rs. cado. I Ameixas francezas em caixinbas e em frascos Licores inglezes| e francwes em vaso* .Ir *-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinba e a (too rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a 1 ,ooo rs. o caix3o
Sabo massa de 2oo a 2'o rs. o melhor,- em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Fassas em caixas de 1 arroba
/e
a 7,5oo, I
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das sogtiintes marcas : Duque, Ge-
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e ioo rs. a libra
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podiiu a 8oo
cima a 2,7oo, | rs. a libra,
dem hysson o mais superior (pie se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima | Lisboa a 6oo rs. a libra
las muito novo ; savel, pescada, ..a ?2 rs" a i !^ilhas fec;,s muit0 novas ,6 rs- lil,ra-
~*.........JJZL1 LL.-^iA Idom menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de Dtco muito novo a 16o rs. a libia.
Ervilhas francezas em latas a Goo rs.
esl i
aill-
os a I .ow, l Jtm e 4
Idom mais baixo a l,8oo rs. a libra.
corvina, salmiio e outras mudas qualidades I
preparada do, escabeche 2. a arte de cosi- ,,'"' JJJ a z",0 .
hade l,2oo a i,8oo rs. a lata. I,him ',,u',no ,;,ra nW> a *&* de 8 B'
' Fi^os em caixas de 1 arroba p S lihras bras Fi,ra ('"na a 2,2oo.
nu.no, velho secco. especial lagrimas do-' Y* J 4 ooo e 2 ooo rs nixlnha ,(,em do Hio em lalas ,le 2. i. 6 e 8 libras
ees de 1819, vinho especial D. Fedro yJ^n^^Z^^'Z^T^^ n cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Mann
H.ooo 4.000 e z,ooo rs. a caixmha. ., "" ., 7, .. "', y .
is de vinho branco de quinto, marca B: w" ruAt 2' J' -H)<) B tH,"',s-a lata-
Fimo a 60,ooo rs. o barril ,dem ,reU> f^ V M 1>("lt lles,|:'r
aelada imperial dos m Inores conserve- ."f" ;encer0 ** 's"
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo do chapa americano a l,4oo rs. a libra
fa/.enda espacial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
ros de Lisboa a 64o rs. a I .tinhade 1 libra, ,dc m"no' .s"l,crior a am *f se venue Balalas muito "^ em gigos de 34 libra a
ha latas de 1 '/s e 2 libras,
assa de tomate en
a 64o rs. a lata.
por, 2 e 2,loo. a 4,8oo rs. a libra.
l,ooo rs. e6o rs. a hora.
Iho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
izl "de 1847, lagrimas do Douro espe-'Massa (iTfnmalp MntMrfnmsaM h iks. 'Wem mais 1>aix" bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarrao, talharim aletria
cial, vinho do Porto de 1,ooo a 1,2oo rs. TrX^T!L, douradas de ld)ra | rs. a libra. a loo rs. a fibra.
a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa
com uma duzia.
Etoiachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
BiscoitOi inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mee inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras:
de S.ooo a 6.000 rs. a lat 1, e em libra a
800 rs. 1
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oors. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo, versos tamar
2,000,2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 800 rs.: rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a fibra. Manteiga ingleza! flor a 8t Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberto taa barril aa
dem de Lisboa a 6 ib rs. a garrafa e i,8oo presenca do rpmpradnr.
rs. a caada. ; dem de 2.a e 3.' qnalidade a 7oo. 60a e
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba. rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India, eJava a 8c e'Mem franceza a
loo rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e BottadrlTSo' "^
suissoa l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancorlas de vinho colares
a 72o rs. a garra f
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas niaras de
/.
a 5o,ooo rs., e
como sejamBA F., PBB, JAA, outras
maitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; I 2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
>6o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
a 2 i,ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,000 rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem 'de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
1 4,000 rs. a resma.
; Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Porto fino em garrafa, e em cenada a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinhe
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais Ml,,h0 alP,sta e Pamso de ,(')0 a 2o rs- a "
bra
rs., e sendo inteiro a
loo rs. a libra, vende-se por esle proco
pela porco que temos em ser.
Biscoites em latas de 2 libias das soguintes
2,ooo. 2,5oo, 3,ouo e 4,000 rs. a caixa.
os mais bahtos sao dos ijue por ah se ven
dem a 2,000 e 2,5oo rs
Caf de premeira tpinlidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
Ha, Pec-nic. Fance, Machineeoutras umi-
tas a 1 ,3oo e 1 ioo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra,
dem em latas grandes a 2,000 rs. a bita.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
brido a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Gactoescom bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vio as procis-
soes a 600 rs. cada um.
proprio para a nossa estaco por str mais ',>,".
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.. I Pal!tos do 8az a 22o rs- S* e 2oo rs. a Fios (Io com,
i Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs. duzia' ,
com o garrafao. jVasos "ig'ezes de 4 a 16 libras vasios, muito
Vjnho branco o mais superior que vem ao ProPrio Para deposito de doce manteiga
nosso mercado a 56ors. agarrafa, e a Ia outro 1ual(i"er hquido de 1,000 a
4,3oo rs. a caada. 3'000 rs- ^^ un.
Velas de esparmacate as melhores neste ge- LlC0ries das melhores marcas e mais fiaos
ero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-)' 2 1'000 rs- a Sarrafa e em caixa ter abati-
xa ter grande abatimento por haver ment0- .,..,,,
grande porcSo. Cognac verdaden-o mglez a 9oo rs. a garrafa
.... ... e lo,5oo rs. a caixa.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 800
a garrafa e 4,8oo a caada. rs. a libra,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.' Genebra de laranja em frascos grandes a
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. ai l,ooo rs. o frasco.
teta- Serveja das mis acreditadas marcas de
.Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3o: 5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 800 rs.
a 3,5oo rs. cada uma. I a garrafa.
Toucinho deLisboa a 3o rs. a fibra, e a dem em botijas e meia, sendo preta da
9,000 js. a arroba. muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo. rs. a duzia.'
rs. a arroba. 'Ceblas emmolhos grandes a Sooomolho
Cafe de 1., 2.' e 3. quabdade de 26o, 3oo 640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
e 36o rs. a libra, doCear de7,8oo, 8,600,' Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.200 rs. a arroba do melhor. Farinh do Maranh5o a 14o rs. a fibra.
Arroz da India, Java eMaranh5o de 2,800 a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.' Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5ooErva doce a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos. Canelta a l,ooo rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2io rs. a libra. Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqoi-
I das e 3,000 rs. a caixa de doas arrobas.
S%g muito novo a 28o rs. a libra.
_____
INJECCC e CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO.;
GRIMAULT E C? PHARMACEUTICOS1 EM PARS
Novo tmlanienlo preparado romas felk*a rie Matlc,rv da Gonorrhfa sera reccio algum da contracto do canal ou da inilanini.irfm doa intestino*. O clebre
doutor Rirord, de Pars, ter renonciado, desde sua apparic^o, ao emprgo de qualquer outro tratamento.
Emprega-ae a njcrra* no comco do limo, aa capsulas em todos os casos chronicos e inveterados, que
rcsistirSo s prenarac,oei> de copahu, cubeba e as injercies com base mdallica.
Dopfito geral: em Pars, em casa de MM. Grimaut e O, pharmareu'iro, 7, ra de la Ksuillado;
em Lisboa, Jti-Apillikt 4a Caala-Carralka Jaalar no lorio, Miguel J* ale Saasa Per-
reir; em o Ilio-dr-Jandr, Oeataa, 102, ra S. Pedro; em llahia, Jor-Cataaa Ferrrlra-Enpln-
helra; em Rio-Grande, Jaa^ata ale Gaatay; em Maranhio, Frrrrlra e C; em Pernambuco,
shauna e c, ra da Cntt, 22; sa, e as principaei pharmacla do Braxll.
Deposito eral en. Pernambuce ra da Cruz n. 22 em casa de CarosBar & boza
Vende
ro Mima
vramento n. 8.
-se am bom piano de Jacaranda pelo pre-
i declarado : a ver e pagar, na ra do Li-
Algdo da Baha
para saceos de assucar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu escriptorio ra da Cruz n. I.
Plvora:
Vende-se plvora EFF em barricas, env lote de
100 barris para cima : no escriptorio de Kothe &
liidoulac. ruado Trapidhe n. ti.
Ha(m*Wor M6ncm caixas de urna drftia : ven-
Trai)rpnn*CnCri"0n de R'"he & BidouUc' rua *>
em litas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a 1,4o e 2,2oo
rs. a lata,
dem em caixinbas de 8 libras a 1,8oo, e
2io rs. a libra.
Nozes muilo novas a*140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a Ooo rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
segundes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior I). Luizl, e nutras umitas
marcas, em caixa de uma duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa,
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada,
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a caada,
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicSo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 */* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 *f% ditas de venagre a 1 ,ooo rs. o
garrafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com a ancoreta
dem empipa puro sem o batism a 2oo rs.
a garrafa e 1, 4oo rs. a caada.
Caixascom 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portugueses das seguin-
tes marcascreme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, liotefim,
merangos, IhnSo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenla a l^ooo
marcas : shorne, Crakm 1, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8.2oo rs. a ar-
roba e 2(o rs. a iibra.
Airo/, do MaraubSoa tOors.a libra,3,ooo rs.
a aiToba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs a
arroba, e loo rs. a lilna.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a iibra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3rto rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 36o rs. a libra,
dem de esparmaertea 54o rs. a libra, e em
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode desojar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almacn pautarioe lisoa 3.ooors. a resma,
bien ile peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteir&a 2,2eo rs.
a resina,
dem embrulho de I,Son a l,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 ','* libra a
l,2oo e 8oors. a' libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle I,ooo rs. tamben temos em
frascos para l,4o rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Mlhos inglezes a 8oo e l,ooo rs. o frasco.
Moslarda prepar;hi em potes muiln nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjad possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenerte verdadeira a 6,8oo rs.
a duzia.
dem de outias marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,ooo rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a 8oors. o molho c 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
8oo a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem cm botijas a ioo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs.. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs. omacinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos- a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito nove a 2io rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixos em latas al,ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa- marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 3o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
5 libras.
dem de diversas marcas em latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
tas grandese pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banhade poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hjsson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,906, 2,oooe l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e 1,000 rs. abra.
Chanpagne a melhor do mercadea 12, ooo o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez pruneira qaaidade a I,loo
rs. a libra.
Idon liespanhol a l,2oo rs. a lft.
dem suisso a 1,obo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a ioo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 6io rs. a garrafa a 8oo e a
560 rs. a libra, e era barril
por menos,
dem em latas a fc$000 e a I T a lab.
.Massa de tmal>j>m lorril a '.rMIrs. a liUa.
dem em lata a 60 rs. a lata.
Moslarda ingb-zaklH) e tiot) ms t> pna.
Marmelada imper(al dos m>llw>r.-s bbmaa-
tcs de Lisboa i 600 rs. a libra.
Marrasquino Oeztira a 8oo rs. frw>
s-S a duzia.
Massas para sopaL talharim .
480 rs. a libra,
dem finas, estreida e |M'vhV. i m \Mm
com8 libras .-> f>tnm.
Nozes a 16o rs. a libra.
Pei\e preparado d|e esraberbe. da m*Vx
qualidade que tVm viudo a uwtrht.
1<5 a laia.
Presunto de lame*) muito su|*tm>t
rs. a libra.
MOB para fiambije ;ingkz) a 640
libra.
dem americajto a GO rs. a libra.
Papel almaco a 3# H)0 a re>ma.
dem de peso a 25 a resma.
Pantos para denles a 0 rs. o m-.i.
Dito dito de Hor a ti rs.
Ditfts do gaz ;. 2-52X>a gnxta
Passas novas a 480 rs. a lilmi e a MM a
catea.
Queijos flamengns do aftimo vapor a
Dito loftdrino a :jOQ rs. a libra.
W*0
rr a
l,ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rsj a Sbra.
rs. o frasco. Sardinhas de Nantesia JH)n. a lata.
dem francezas de mudas qualidwles a 5oo|Ditar)e Lisboa a 6#0rs. im hli)i mii_
rs. o frasco e a 5^0 rs. a doaffc Sag muito superioi| a 240 rs. a Imra.
Chanitos neste genero temos graade sorti- Sal ndinalo.em M (Je ridrn, i imn) n.
ment tanto da Bahiacomodo Rio de Ja- pote.
neiroa l,6oo, 2,2fo, 2,5oo, 3,oo e4,ooo Sabo massa a 120, Hit), 204 e24rs. a
rs. a caixa. \ libra.
,.,. .. aa ii Touc.hIio de Lisboa a .*)!*> rs. a libra.
Cafe do Ceara muib>superiora 28. a libra |)U) ^ SanU)S e J fy a M>n
e a8,ooo rs a arroba. Tjo,0 J
dem do B.o a 3oo e 28o rs. a libra. wSZSm americanas 9 rs. S
Cebcas a 9oo rs. o molho com nKV*s de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franea a 2oo rs. a Niara.
Cevaa muito nova a 8o rs. a libra.
Copos lapidados a Je 6,ooors. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs*. a libra,
dem de caj em totas a 320 rs. a libra.
Erviihas francezas e portuguezas a Seo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre-em caixinhas>cen8 libras
por 16oo rs.
Farinha do MaraiaSao a 12o rs. abra.
Fariha de trigo muito supenwr ? 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 1,000 rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a l,ooo rs. a gar-
rafa.
tem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a l,2oo rs. o frasco.
dem de Holinnda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l,ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a .80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e f .loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
l,ooo cada uma.
dem do Porto a 40 rs, cada uma.
Aelas de carnauba e cnwposifo a 320 rs. a
libra e a 104 a arroba,
dem slearinas superiores a 5* ra. 0-
ina.i, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento (Missvel, que ventirma*
por precos muilo hanos a 1* a garra
a 10/ e 12* a duzia.
dem Cherry, e da Madwa em barns > tm
caixa, a lia caixa e o barril confirme
tananhn
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras
8 a 9 caadas, por 28*008.
Ditoem pipa a 300>, 3>.*>00 e4ooo a ca-
ada
dem do Porto, denominado Baliza, a .**> a
caada.
dem idem em garrafes a 2j>500, eem
garrafao.
dem de Bordeaux, das merbnrps marrasqm>
vem ao mercado, a 65 a caixa e a 649 rs
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a I $600. I 800 n 2#fMWa
caada.
dem idem.em garrafes com 5 garran*, par
15 com o garrafao.
Vinho de caj a I* a garrafa. Esta
tem dez annos.
AGENCIA
DA
FNDICiO DE LOW-MQOB.
Ra da Semalla n a. Al.
Neste estabelecimento contina a haver
1.11% a* le alcMfTtm.
Recebeuse luvis de Juovin hraau-
proprias para a quaresuta : tu roa 4a
Ir^a do beija flwn.M.
Traurinha 1* lia Mu sara cafe me 4*
ir nflitra.
Rereben-se, iranrinhas dp diversas
Os precisos talheres pa-
ra criancas.

Chegarain e achara-se venda aa rua do Quei-
mado, toja d'aguiabranra n. %.
Cal ile Lisboa e meteaee da
Reisela.
Vende-se na rua da Cadeia do Recite n. !6, pan
onde se mudou o anligo e acreditado deposito da
mesroa rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do qut
aru tqualqueriparte.
um completo sortimento de moendas e meias | ca de 30 varas a 640 rs., e d iso r*.
moendas para engenho, machinas de vapor' na roa do Qneimado ioa d -> hrtja rw
e tachas de ferro batido e coado, de todos o, B"f ** rHistoa cmiiar* aa
tamanhn lmannos para mios-____________________! diversas cre a l*V00e V. a roa do
Arados americanos e machinas pan, lJ ^ bt4j flor n. 63.
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
Machimas inglezas
_ 'para desrarorar algodo as mHhorrs
Anlhmelica e gramaatra, ultnn edi- fe vindo a este mercado 1 rua da
cao do Sr. professor Castro \imes
Primetra e segunda partes reunidas da arithme-
lica, prneira e segunda separadas, e a pramma-
tica, achain-se venda |r pre^o mui rommodo :
na n do Imperador n. 15.
Nova n. 42,
AC,
em casa de S. P. Jnseilsa
VEMIR-SE
verniz do gai pelo preco da fabrica : no armazem .
da bola, amarella no oilao da secretaria de policia.' loros n. IV
FARELO
Vendem-se sacro* com 90 libras da fi
1.14800 : na rua da Madre de Heos n*. 5 e t,
Vendem-se 70 pedras de latkalsa j
i I ha de S. Miguel : a tratar na rua do Vi


!'
JHUM* -fifi iwiwm 4 te Awil ?.
I

O PRINCIPAL
DE
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo n. 9, espina da ra do Imperador.
Tendo-se o propriettrio (Veste armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lbc o titulo de principal,
por ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir pan a Europa, afim de all escolher os melhores
"eneros, desde j se pede ao respeitavel publico toda a attenro, nao so para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem surtido armazem l'rogrcssista da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
quenlarem estas casas de que faro urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
gucm melbor do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! rwm do imperador 59.
PROGRESSISTA m la* Crnm n. :*
PRINCIPAL!!!r,,a do CP*S|M> *
Manleiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
ultras para cima ter abatimento.
dem franceza, a melhor e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou mcio.
Bauha de poico refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor ueste genero especial
Vinho do Porto em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
i,4oo rs. a caada.
dem em jjarrafoes com 5 garrafas.
farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
encommcnda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem dem menos superior e que em otitras rs. a frasqueira c 56o rs. o frasco.
casas se vende a 2,6oo rs., custa nestear- dem emgarrafoes com 25 garrafas a S.ooors.
niazem 2,2oo rs. a libra. i Ceneja das melhores marcas de 5,ooo a
dem uxim, o mellior que pode haver ncste i 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa.
genero a 2,6oo a Ib. garante- se a qualidade. Cognac superior a 8oo e I ,ooo rs. a garrafa,
dem preto muit especial a 2,ooo rs. a li-! e em caixa ter abatimento.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trintae tantas li-j ferro prendendo o cabo a 32e rs. cada
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo, Escovas de piassava proprias para esfregar
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savel,
corvina, pescada
lata.
e outros a l.ooe rs. a
bra, e mais baixe, porem muito soffrivel a Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas j prepa-
1 ,2oo a Ib.. vende-se por estes precos em I afamados conserveiros de Lisboa em latas
razao de uestes ltimos navios ter-se rece- de libra, libra,emeia e2lilras a6oo rs.
bido grande porco deste genero, a diffe- Conservas inglezas em frascos grandes a
renca de preco de (ion a 8oo rs. a libra
do que se vende em outra qualqucr parte.
dem do Rio emlatu de I at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., ueste genero o mellior possivel.
Biscoutos inglezes em latas com diferentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para minio a l,6oo e
2,0oo rs. cada lima.
dem em caixinhas de 8 Ib. a 25 rs. cada urna
Passas novas a 8,noo rs. a caixa c 48o a Ib.
Amelias francezas em latas de libra e meia e
3 libras a I,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
mesino, cuniendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go, c 1,800 rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades que
se pode desejar a 7,000 e 7,5oo rs. a cai-
xa c 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 900. e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcoede
dilTerentes maros muito acreditadas que
j se vendern) por 14,000 e 15,000 a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, ('.amos, Madeira scc-
ca, N'cetar, Genuino e Malvasia fino c ou-
tros orno Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,000 rs. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figucira a 4oo,
48o e 36o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem bramo o melhor neste genero vindo de
encommenda a (ioo rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
radas a 6io e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba.
75o rs. cada um. dem do Rio muito bom a 28o a libra e
dem franceza de todas as qualidades de 8,5oo rs. a arroba.
legumes e fructas a 5oo rs. Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oors dem de Java a loo rs. a libra.
Amcndoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Palitos para dentes 12o rs. o maco.
dem lixados muito finos a lio rs.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e cm caixa' Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. Cliouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.; Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e lO.ooo a arroba. | 8,5oo rs. a arroba,
dem de composicfo cmmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
0 maco e 9,oo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa esrrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra,
dem talharim, macarrao e aletria a ioo rs.
dem macarrao maisbaixoa 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranho a mellior que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licdres muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 800, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1 .$00 rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel alniaco paulado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixoumpouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oors. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
^4,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
c 7 e 8,000 rs.
Charutos dos meliores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Bio de Janeiro,
de l,5oo a 0,000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 6io rs. o caixo.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 2io rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5ooPimenta do reino muito nova a 36o rs. a libra.
rs. cada um.
Mlhos inglezes em garrafmhas com rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Qucijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Cominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a l,ooo rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra e (i,ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
LOJA DO BEIJft FLOR.
Iiua do Qiieimailo numero G3.
Cravaliulias |iara seubnra.
Vendem sr munhu de diversos ostos mais
motarnos a 720 e 800 rs. : ua ra do Queimado,
toja do beija-flor n. 63.
tilas para ilelirmii de vestidos.
Vemlem-se litas para debrum de vesiidodelinho
com 1 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, toja do beija-flor p. 63.
I'entes travessos.
Vendem-sc pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, l>ija do lieija-tlor n. 63.
Papel licira dottrada.
Vende-se papel beira domada a 15300 e 1300.
dito de cor de beiradoarada a 15100 : na ra do,'
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendem-M a'nvelopes de diversas qualidades
brinco a 800 rs. e de cor a 640 rs.. para cartas de
visita a 400 rs., preto a 72 rs. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
tollas de aljfar.
rndo reCebido roltas de aljfar com cruzes de
pedra imiUBdo a biiilianle vende-se a 15 cada
urna : ua ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de ninas.
Vemlem-se camisas de metas muito finas a
1,5300 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-llor n. 63.
En frites de lita.
Tendo recebido enfeilos de tita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
fila de ia prela para debrum.
Vende-se fita de Ia prcta para dehrnm com iO
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Filas de linbe para bordar vestido
Vemlem-se litas de linho para bordar vestido
ou Dupiuh" de meninas com 40 varas a 640
00 rs. a poce s quem tem c, loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Batees de madreperola.
Vendem-se botoes de madreperola mais moder-
os qne tem vindu para punhos de senhora a 320
rs. v par : s quem vende por este preco na
ra-do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
tita de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de. velludo preto com 10 varas a
$80 Ni BPfli : s quem tem por este preco a
loja do baja-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bardad*.
Vende-se Ota de velludo preto bordada de di-
vente go*ts e mais modernos proprios par qna-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Quewaada n. 6X.
Franja prela.
Vende-se franja prela de diversas larguras para
eneitar capas ao manteletes os mais lindos pos-
tos que se pode ennintrar : na loja do beija'flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e arios de balando de t bo-
to a 5300 a aii. iu i i bojees a 5*00:
na roa do eeimado, loja do beij.vflor n. 63.
DouiHios.

rop-asucoo-j sr'-< aj O o -,
3B3T^c.B.BSrr. 52g
ji

,sisrs
o o. r; a 2 ^ ^
o
va a
s
a. o
o 3
T3 as
O.
- u
n S.lS'g'g
1
= "2
T.- S" ->
S o re ; ?c
Q.S9 ?
o -j ce _o
a> "O c. as
a. 5 2 2J g f
5F 3L ^
ce
m ti ^ U!
O O
TODi ATTE.XC^O AO VKilLANIE. '
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes. que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, c acban-
do-se as portas abortas a concorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo ,.
que se acba no cspacwo e alegre campo, guarne-1
cido das lindas flores e muitos oulros objectos de |
tom gosto, que lano sastisfeito se acba, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas, tanto para grosso como para
rebino, que lodos serio sortidos a vontade, mesm
qunl<|uer freguez de lora que nao possa vir a esta
nraja e queiram dirigir-se a este cstabelecimento
Fazendo seus pedidos por mcio de cartas, e pode-
rao fazer que ser tudocomprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feitas nesta praca, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignarse.*.
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de (velas pretas e com pe-
drinhas de muito lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas live-
las que se vende pelo barato preco de 15300 e 25 '
sno vigilante ra do Crespo n. 7.
O
ese <
os 2 as
3 3 2.
"O
a
-J
as .
"i
a-
B
o_
a.
n
e.
CD
OQ
as
i
co
&. -i -i
0ft
c -:-2
o "^ re S*
as as en P
e>
as
-^
-5
O

o as .
-o
ta 5T
n
-> a-
Ti
e
a
as.
cr
as
as
va

Vende-se alpaca prela a SOO rs. o rovade.
Vende-se alpaca prela para vestidos a 300, 600,
700 e 800 rs., fina de cordo a 800 rs. para pale-
tot, princeza prela a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, laazinhas prela
para senhora que estao de luto a 720 o covado :
na roa da Imperatriz n. 56- A loja est aberta at
as 9 horas da ooite.
t>peda rap
Princeza de Petropolis ja bem conhe-
cido em toda a provincia do Rio de Ja-
neiro e com preferencia ao *Paulo Cor- %
deiro e ara preta de Meuron : vende-se
em seu nico deposito roa do Crespo n.
16 armazem de lomas de Duarte, Perei-
reira & C. ou na ra larga do Rosario n.
38, loja da Aurora.
M
S

S
S
C|i
"2
c a
a**
tf 18
v 9
c = =
ks s
>
O VEKfl%lli:illO
PRINCIPAL
(ili\MIE AI1AZGM
*s
DE
> >
a 3
Sel ;
' V G. 3 5> |
'O'O'OtJ c-
ocoo o
MOLHADOS
RUA DO I H PER IIMIII
\. m
Outr'ora ra do Colleglo
DE
DUARTE ALMKIDA C.
Antonio Fernandos Duarte Almcida, dono dos acrediladus arinazens l'rogreisko
e Utiio e Commercio, e ex-socio do frogresso Pngressisla acaba de abrir boje um ou-
tro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobiado em ime mora o retratista o Sr. Osborn.
O proprietario deste importante estabelecimento, conhecendo que o mais rico c espanto
armazem que presentemente se tem aberto nesia praca, deliberou denomina-lo VERDAOEI-
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, j pela pratica e conbeimento que tem destas
casas, que este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
que nelle preside, como no completo sortimento que elfetivamente recebe de sua propria
emcommehda.
O proprietario do grande armazem VERDADEIRO PRINCIPAL gloria-se em ser o
primeiro a acabar com o grande segredo abuso que reinava nos precos dos gneros de
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os procos de seus gene-
ros, por onde via e v o publico que nunca mats pode ser Iludido como dizem csses. .
que, mordidos o qtieimados pela nveja, dizem n3o voll... Illude!... dosenganem-se
esses nialdizentes, que emquanto andar no trilbo que pisa, nunca mais consentir que se
venda um objecto de 50 por 10?. O systema do Verdadeiro Principal vender muito
dinheiro e ganhar pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
carrega.
Iclc-sc ai ni.ilor a((cne'io.
O proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protec-
co para o novo estabelecimento, garantindo aosmesmos me ninguem mais pode offerecer
as vantagens que se presta a offerecer este'importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bem pede a todts os Exm?. Srs. o favor de mndarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, cerlos de n3o terem oceasiao de se arrependerem.
Maris atten^So.
O VERDADEIRO PRirCIPAL petfe, em particular lodos os Srs. de ngenho e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas eneommendas este estabelecimento, garatin-
do'lhes o proprietario que tanto elle como :*s seus fmulos nao pouparfig esforcos para
fielmente ciimprirem os pedidos que viereminderessados.
Ao piihlho.
O incansavel proprietario pede a'lOtlos os Srs. e Sras. que, (juando lenbam de man-
dar seu* pedidos seja em carta fechada otr comgraiHle recommendaco ao VERDADEI-
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 10,'junto ao sobrado em que mora o retratista
americano o Sr. Osborn,- e para mais certeza dos portadores tem este sobrado urna botica
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin-
tadas de verde, as hombreiras Duarte Almeida &C. e imr cima o VERDADEIRo
PRINCIPAL.
I00 jarJ-) )4 n.iNfc>
Amcndoas confeitadas com bonitas cores
a 1,5000.
Manteca ingleza propiamente flor a 800 rs.
e sendo em bar il ter abatimento.
Dita franceza muito nova a 5(50 a lihra e
s-ndo em barril SM rs.
Cha uchim o melbor que se pode desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos
de 35 a 2500 rs.
Dito perola especial qualidade a 25600
e 25800 rs.
Dito livsson o melhor que se pode desojar
a 25400 e 25(500 a lihra.
Dito hvsson e da India muito superior a
252<0 e 2/400.
Dito do Rio em latas do 2, i, 6 e 8, libras I
Massas para sopa muito novas, foi desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha c es-
trellinba a 00 rs. a libra e 35 a caixa coui
8 libras.
Macarrao, Aletria e Talharim a 400 rs. a lihra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 15400
a caada.
Dito cm garrafes a 15000 cada um.
Rolijes com 8 a 0 garrafas de azeite, o me-
lbor que se pode desejar, a b5 cada um.
Palitos de (lentes em macos com 20 maci-
nhos 120 rs. cada um.
Palitos do gaz a 25200 a groza, 20 rs. a
caixinha e 200 rs. a duzia.
Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
e 15OOO a duzia.
'Ceblas muito novas a SAO rs. o cento e
l 800 o molho.
Traques de primeira quaiiilade a 85500 a
a 15000 e 15200 a lihra.
Dito preto muito .especial a 25800 a libra.
Dito mais baixo a 15300 e 15000 a libra.
Queijos chegados no ultimo vapor a 35000. caixa e 240 rs a carta.
(Jueijo prato chegado neste ultimo vapor a' Charutos Ipvrangas em meias caixinhas a
~ 800 rs. a libra. I 25000.
Ditnstiisso Parmczo o melhor e mais Ditos Suspiros de Thom Pinto a 15600.
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li- Ditos Avaneiios do tnesnio a 15600.
bra, sendo de i libras para cima a.780 rs. Ditos Retalia Imperial a 15600, garante-se
duro por virem
e sendo inteiro
Dito londrino um pouco
em navio a 500 a libra.
400 rs.
Holachinhas em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se, procura a 15300 rs.
Ditas em latas grandes a 25000 rs.
Ditas em la! as de 5 libras de Craknel a
45000 a lata.
Bolachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 25200 a barrica e 160
a libra.
Ca toes com bolacbmhas francezas de diver-
sas qualidades a 600. 8 um.
Peras semas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
25500.
Bocetascom doces de Portugal ricamente
' eufeiladasa 25500, contendor peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a libra e 75500 a
caixa; tambem tem meias e quartos.
Amendoas de casca molle a 260 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
45000 a arroba.
Figos em caixinhas o latas hermticamente la-
cradas a 15500 e 25500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
e das scRuintcs marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,
que s3o charutos que j se venderam por
25600 e 25800, alm destas marcas tem de
todas as mais (pie costumam vir nosso
mercado.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a C5000
c 560 rs. o frasco.
Dita de laranja a 15200 o frasco e 125000 a
caixa.
Dita embotijas de Hollanda a 440rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba ter abatimento.
Erra-doce muilo nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 15000 a libra.
Pimenia muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo a40rs. a libra.
Alfazema nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo'de Lisboa a 280 re. a
libra e 85000 a arroba.
CtKHirigas e paios a 640 rs. a libra.
Banhaa mais nova e alva que se pode dese-
jar em latas de 10 libras a 45000 a lata.
Dita propria para banha de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 45800 a duzia e 55500.
Ameixas em frascos grandes a 5!00.
Ditas em frascos mais pequeos a 1400.
Ditas em latas de urna e meia libra a 6 libras
a 15200 c 15000 a lata.
M6H10 inglez rolha de vidro a 800 rs.
Preztintos inlezes para hambres muito no-
\os a 800 rs. a libra.
RIVAL SEM SEGUNDQ
Hua do Queimado ns. 4l e SS, \u: de mu-Ias
de JoMile Azevedo Maia e Silva, efi contir.caaJ
to eu progresso de vender baralwdiino:
Caixas de superiores obnias de dula e 111
40 rs.
Cordo branco para vestido e esuartilbo, vara 9
ris. !
Linhas de carretel (ISO janla>) de iMi naH-
dade a 60 rs.
Cartes de buha Pedro V
conhecida a 40 rs.
Grozas de peonas de ac de muitas uaalidaOcs *
_ superiores a SOO rs.
Caivetes de duas Mitas porm finga SOO r
Catas com catangas muito bonitas parai^ea.
iuu rs.
Funja branca e de cores para toalla* a \tA.
Pares de botoes para punlni wmim l-.m.. j no
Caixas com soldados de chumbo ntlnto i-, \. u
120 rs.
Tinlciros de vidro com superior lintai a lio
Ditos de barro com superior tinta a |00 r^
0 roza de botws de kiuca praliadoy. o Ibur, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais su|M'fior, a 400 rs.
Ditas para uulias muito linas a 400 >
Escovas para limpar deoles muito >up.riur^ *
200 rs.
Libras de Ia de todas as cores (pe.-ada) a 7.J.
(jiixas de phosphoros de sepuranca a-1*3*.
Ditas de papel amizade pauulo e M a < 00 rs.
Ditas com 100 anvelopes muilo Mipeficrt* a HO
ris.
Cadernos de papel branco e de rorc-v pfipui*.', a
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a >*0 rs.
Caixas com superiores taras de arendrr rnaru'w
a 40 rs.
Carreteis de linha Alexandre (200 jardas 1 de r< r*
aSOrs.
Raralhos para vollarete muito linos a 240.
Cartas de alfinetes franctv.es muilo lino* .1 VO 1..
Meadas de linha f xa para bordar a 20 r*.
Pares de salalos de tranca muito -uptnorr* a
l600.
Papis de agulba com um pafMn ; jn" a to r*
Groza de botoes de madrepfrola milito liuos
50 rs.
Cartes e caixas de clcheles (raurezes "i*rues
a 40 rs.
Bonets para meninos muito finos I .IDO e 2-J.
Macos (iegrampos su|rit>res e liiujos a .10r*
Groza de phosphoros do caz muito nov<4 a 32<0
Areia preta muilo superior a loo rs.
Caixas de rap com es|ielho a IOO rs.
Realejos para entreter miniaos a W rs.
Pecas de lita de linho muito boas .1 W rs.
Peifles de laco muito bonitos a l-">
Enfeites de laco de todas as cores a I&.100.
Rodas com altinetes francezes a 20 rs.
Caixas com qualro papis de agulha> imperar? a
Sabonetes de familia a 80, 160 e ::*>
Caivetes de duas foihas muilo linos-a J2IK
Pares do sapalos de Ia para un niu. a .i 0 n.
Sapalos de tranca para senhora e tara iMmiein ns
melhores que lem viudo, e por pn muito 11
quem ipiizer ver, venha ra do non irado c
49 e 55, e vera ludo como bom l larat<
H iva l sem seg mulo.
Na ra do Queimado ns. 49 e 55. bija n> mii>-
zas de tres portas, est resolvido a v.vnirr li.ito
quauto tem no stu eslabelecum nlo |M.r prre/ s u
.'i todos admiram, assim vejam e tmm > m
Frascos com superior hanha para acabnr a ?00 n.
Bauha transparente a melhor qui- ha a 6iO r*
llatilia japoneza superior e garantid* a HM) rs.
Frascos de oleo veidadeiro babosa a Mil r .
Ditos de oleo verdadeiro que lem nina aciinba s
500 rs.
Ditos de oleo superior Philorome a MI K
Sabonetes pequeos e muilo linos a 1.0 i.
Ditos inglezes, superior qualidade. a IW c 3.
Ditos de bola muilo finos a 240 c 4i*) r.
Vinagre aromtico e cheiros, garantido, a 1.1
Frascos de agua de colonia limito Ijm a Hf r<
Ditos de dita verdadeira e que se garatlr a M>
ris.
Ditos graudes tambem verdadeira a 1*50.
Fraseos de eluiros muito linos a 200. :i20r TA% rs
Ditos de agua de colonia grandes a S40.|
Pares de ligas muri linas para s.nl-.r.4 u S
1 Veas do fila branca de linho. suportar qualiJidta.
a 100 rs.
Grvalas de seda multo Umitas e suportares qoali
dades a 500 rs.
('-.orlas de osso lisas e loraeadas mullo tin .> a
40 rs.
Duzia de lapis muito finos e fortes a 2'iD
Tranca prela lisa o melbor qur k> bMm
Escovas para limpar deules muilo fui.-a o,
400 rs.
Pentes de vulta para meninas regacar < I-I''
SOO rs.
Ditos dourados para meninas regalar ca"
Filas para cufiar esfartilhos minio lina.- a w rs
Varas de fila com iihozes para vrsiido a lOt rs.
Abotoaduras de muito gosto para nll.tr liO rs
Frascos de oleo de macaca muito supejior a 100
ris.
Agulheiros de Jacaranda
a 200 rs.
Esprllios de Jacaranda c
2,3500.
Duzia de facas e gaifos
linas a di.
Duzia de facas e garfos, cabo branco.
2*800.
Pares de meias de cores para tncnin = a JOQ rs
Mez de Mara.
O afamado mez de Maria que sr <*nfta *
25 e I550O, rom estampas c nitidatnnite >ciprs-
so, acha-se venda por acabar a I5ism o v Iiich,
approveitcmse da oceasiao, que mu po* o> res-
lam : na roa do lm|ierador n. I">
hU>i f#
1 lions pafa agitRiat
brancos de cojen aa< *
com dous btatm n*
i-rara<(a<, a
I LHKS.Ni
Vendem-se barrisem e.t! de-i
(. procedencia, em pedia rhrga-
da hoje. e unlea nova, que ha <*
mercado, na roa de Trapiche n.
13, armazem de flanoel I eixel-
ra Basto.____________________
Vende-se caihros de muilo boas qualidades
na serrara de Jos Hygino de Miranda.
Velho secco, Victor Emmanuel, D. Pedro Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
V, D Luiz, especial vinho velho do Porto Conservas inglezas a 640 e 800. rs. o frasco.
Cognac inglez a 105000 a duzia e 15000
e outros muitos a 95, 105, 125 e 145 a
duzia e 15 a 15200 a garrafa.
Vinhos em pipa Porto, Lisboa e Figne a
das melhores marcas a 35800 a caada e
800 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos condecidas a 400 a garrafa e 25800
a caada.
Hito Colares especial vinho a 8001 garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, nao levando com
posico, a 06O a garrafa e 45000 a caada.
Vende-se urna taberna na ra da boledade*, ', ^ "
n. 38, muilo boa para abjum rapaz que quizer Vlllho brajlCO de uva fina a 600
4.4500 a caada.
garrafa e
ep
ua da Scuzalla n. 42.
principiar a vida, com peucos fundos ou nenhum
vi.-to o dono nao ler querido sorlir pwr querer se
robrar para o mato, preco muito com modo e lugar
de muito negocio : quem quizer dirija-se a mesma
rasa que achara com queiu tratar,adiaule do guar-
ir I do corpo xo.
No Giquia freguezia dos Afogados ha para se
vender ou alugar urna casa com32 palmos de fren-
te e 80 de fundo com 3 salas, 4 quartos. cosinha
; fra, estribara para cavallos, bom quintal com al-
guns srvoredos de frucios e urna cacimba : quem
a pretender dirija-se ao mesmo Giqui a fallar
com Ignacio Xavier da Costa administrador do
engenho Giqoi.
Vende-se, em casa o s- P-JobustonC,
Vendem-* docnios muo finos a 15200 egellins e Uboes ingleses, c':Td,e,!:08Je "f*1'
1*400: na loja d beija-flor da ra do Queimado ^ brenzeadoS) (o6nas nglezag| Ho de vela
b, 63.
Visporas.
GAZ GAZ GAZ
por preco wtdmzl:
Vender gaz da melbor qirad de pelo,
^s para pre.o de 10$por lata de 5 galfles: no ar-
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 25800 a
caada.
Vindo Bordeaux em caixas de 42 garrafas das
marcas mais acreditadas a G5i>00 e 75000
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes ven ao
nosso mercado a 15200 a gairafa, garan-
te-se que por este mesmo preco di pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem.
Licores franceses e portuguezes dos melho-
res autores a 800, 15000 e 15500 a gar-
r**fa
Cei'veias das memores marcas a 55&
65 rs. a duzia; tambem temos
por muito menos
e
ordinaria
chicotes para carros e montara, arre* P P^-'0 de. I P^a^f fT ra do MaiwWa.de todos os fabricantes de Lisboa
^ t ^ carros de om e dous cavaos, relogios mazem do Cae* do Hamos p, \% e ra ao ^^ d(J ,ibra a m e m
7&. ouronaterrteinglee. Trapiche Novo n. 8.
e 15000 a
garrafa.
DUo francez a 85300 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 25000 a garrafa e 325000 a
duzia.
Sabo massa a 140 e 240 rs. a libra o mellior.
Polvo a 320 rs. a libra e 95000 a arroba.
Vassouras do Porto cora arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almarjo pautado e lizo a25400 a resma.
DUo de peso pautado e lizo a 3/1 a resma.
Dito azul proprio para botica a 25 a resma.
Velas de spermacete a 560 rs. a libra.e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 95000 a arro-
ba e WO rs. a libra.
Farelto de Lisboa marca N a 4*000 a sacca.
Tijollos para limpar facas a 160. recada um.
Peine em latas j preparado a 3000 a teta.
Chocolaie bespanhol trance* a 15000a libra.
Cafe do Kio primeira sorte a 85.00 a arroba
e 300 rs. a libra.
Dtto (te segunda a 85400 e 280 rs. a libra.
Artdz do Marauhlo, Java e India de 2*600 a
%$i armba e 100 rs. a libra.
Alpiste muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 45500 a arroba.
Cevada mu nova a 25800 a arroba 9100
rs. a libra.
ESCBAVOS FGIDOS.
Fogio do engenho Santa Onz NfHfc
N. S. da Luz, no da 8 do crreme mn. i *tm%
de nome Joao, acaboclado. idadr .ir H 1 M
nos, estatura baixa, cheio do rorr>. >rfp
rados, rosto reilondo, sem barba 1 *M 1 I
te, ps grossos, tem algnmas rlfitilHi n rosto*,
levou vestido camisa de algodfioznh d* H^r.
calcha azul, seroula de algedao da lerr^ r um rta
peo de bata sem fundo ludo em mao <*siadn
vou mais em sua companhia um rarallo pcnrR)
de cor russo pedrez, com o ferro na frr* im*-
la^ao de orna lesoura: roga-s>' (torianfc' a aiit>
rirtades polieiaes I com esperialida-le a<>s raprm
de campo a sua apprehenso, levand< a man*
do abaiio assinado no referido engenho mi eMfci
ao engeiho Taboca, pelo que sera genrrosaro(#
recompensado.
Jos dr M> lio A 7"
Nos dias ltimos de mar? premio i-assao '
fugioda ra da Praia n. 53, primeiro amfar.
mulatinho escravo de nome Felii.. rim os ngian
seguintes : representa ter 12 a 13 auno* o> fia**,
magro, plido, ps e orcinas graades. um i-'-
bochechudo, lendo um denle tirado m* rmu; c^-
ta que dingira-se par Barreiros : *.* *
quer que api-areca, r.iga-se as aowriAi* p*
ciaes. o com especialidade aos caprtae* nmf
a sua apprehenso : advertite-se ao* "*****
que o dito mulaliuho a^obori*-se com o tuut le
l*erio.______________________.
ATT^CAII
Arha-se fgido o esenvo de ww Faaim idade 40 annos, pouco mais on men>, ror (uta, al
ura regular, grosso do rorpo. bem e-tertawl". bar-
bado, e j com algims aMb* brawrw na barta,
bracos e |mas grossa* e bstame raMKMlw. ir
do as nernas arqueadas, porem nao mo>*>, >*
ma andar em sambas, o as eses ewaria**-** *-
tante por gostar mmto de brber : pntim* riw*~
se s autoridades polieiaes destt w da* mh*
Imiitrophes, eme o (acam aafiiMn>r e -li a
sin senhor o major Aaeio da 8va v*r ra Imperial, assim como rogase aos caytaro
campo a apprehenso do dito eafraa\ aj*"
bem |rfMlBcade.
MUTILADO


Mai! ile r*rmMMhm< Qtilmi* felra ti de Ihrll de fl*.l.
LITTERATRA.
O QUE VIE PELO MUNDO.
Entre a Porta ottomana e os principados danu-
bianos sascLtou-se um conflicto a proposito de una
qne conventos dedicados .,a qual parece tomar graves
pronorcQes. Os jornaes publicara un documento,
guc'parece dar urna nova pilase a este negocio, e
que n'afguns circuios considerado como um epi-
mportanfo d.i questao do Oriente.
.team nnraTmedi,H'!Trf^lla?arqU,:r- 2!" fe?dj(la l>or *****; eStas 0l)rai s0 dest.nadas a Jis relativas ao crdito pessoal e as dltnculdades prescripcTo tegal, assim coma-tcstraia o, contrato
.e^Din^^^ ao acampamento de de obler justiga exhaurirara a fonte diemprea- o.1843qua1o ao re.mboai r.l m ame-
podem ser embaragadas nue se fde paraljrsar tn-1 Alm dfcso, aquellas obras extensiva*,' cobrem mos en,re P"1'1*, arrancando a M. de Ten- rarlo.
! aa2^ da.n]liar,'lli;' imamarqueza, e que a in- as muralhas prineipaes da fortaleza a este, e flan- goborski, esta triste conflssio : Na Rumia, o de-' Elle proclamara mais tima ver este sie axio-
er lerL^t^T.l ,da m> t"8 9"*'" mulh? pedias mquanto que urna vedor nao paga senao qoando qur,
ser seriamente tt>mprq*jeil.das. | >n^dto protegerla (como acontecen era,1849) i como qur.
S. M. obrigado, pelo .tratado de Londres de fortaleza de Oeste.
8 de 1*52, a resucitar a integridade e independen-
cia da Dinamarca.
t O imperador da Austria e o rei da Prussia
contrahiram o mesmo compromtsso. S. M. nao po-
da ver rom indifterenga wnaoccopacao militar do
Holslein, que ao devia cessar se nao rom confli-
Este documento urna nota que o grao-visir di- rt*s que alfectam seriamente a constituigo de lo-
rigin ao prineipe Cooza. pra Ihe declarar que a da a monarchia dinamarqueza.
Porla so recuca a sanecionar o vote eraitlido pela t O governo de S. M. nao poderia reconhecer
cmara dos deputados moldc-valaquios para a se- essa oceupagao militar como'um eiereicio legtimo
cularisacJio dos conventos dedicados. dos poderes da confederaco, ou adnuttir que pro-
0 jornal a Europa, publicando esta nota, faz priamenie fallando, se podesse chamar urna execu-
notir n'um artigo a gravidade da resolugao tomada gao federal,
peta Porta, a profunda mpresso que produziu em
t Foi assim que se obteve ama posicao forte
que ofTercce bastante espago para um exercilo de
20 mil homens. Froderira fica a 10 milhas pouco
mais ou menos da posicao de Doppel.
Duchares! e na Romana, e a influencia que este
documente pode exercer no desenvolvimento da
crisc actual. O mesmo jornal accrescenta que o
pnnrirr, Cotiza permaneceu inabalavel dian'e des-
ta resol ucao peremptoria da Porta, apoiada pela
Hossia, Inglaterra, Austria e Prussia.
O principe Hensdorff mandou affixar na ra-
, pital da Polonia urna ordem, prolilbindo, sob pena
de multa ou prisao :
1. Todas as collectas ou subscripcoes, seja
3 nal fur o sea lim, urna vez que nao haia licenca
a autoridade:
A expedlgo d'armas, munigoes, e mate-
naes de guerra;
O governo de S. M. nao poderia ser indife-
rente ao alcance de um semelhante acto sobre a
Dinamarca e sobre os interesses europus. O go-
verno de S. M. convida, pois, seriamente a dieta fe-
deral a relleclir e a subnielter as quesloes em dis-
dsona 3 A,"rnha a DDamVCa Tdiac toP^^^'tandoTnSrS^
ll.-IS lilil .i. oot.'Ili-i is nin inl,.r.i..i,l'i.- iXacinlal. l __-. A "'8"*"'
4. A posse de passaportes falsos;
I A
crea
E' escusado esteoderrao-nos crea da historia
dos amigos estabelecmentos de crdito do impe-
rio, montes pios (12), qaneos de emprestimo
propriedade, etc., boje reunidos em S. Petrs-
bourg ao banco de eslado (13).
Os estatutos desle banco, que presentemente resu-
me todo o movimento de crdito da Russia. datan
de 3t de maio de 1869. Elle foi fundado com un
o que qur, e ma : a necessidade nao tem lei.>
Se ao menos esta yiolacao eonduzisse, no fin le
i um curto periodo de transido, ao restabelecimen-
i to da ordem legal ? Por um momento tinlia-$e
nutrido esta esperanea.
Em virlwli! de resoluges tomadas ltimamente.
o banco decidid a troca tendo por base uma tarifa
I decrescoMu para o ouro e a prata, de maneira a
realisar o reembolso ao par a partir do I de jaue-
I ro de lSGi.
ta a roponsabilidade do riiiiaaro
lirnofbeeario de ama coaraaca maot
Quando aproxima este
postro li.songerro que aprrsmtb i
ficit, nao de admirar
da qual maltegr
Sia para obler ora novo rmprwl
admira a segnranra rom qwe m roa
estado fallain da sua ?r.>anVza e ite *m an-Vr, pm-
recendo que a impel- ni aos Marra a> Maa'tef.i
forillid.ivel.
rrwto sm Udtrf m-
irwm p-nl par ran
3.- O asylo ou auxilio secreto dado a estran-
geiros sem passaporte (com a mais rigorosa nena
se esses estrangeiros forem eonhecidos por ter (ci-
A cmara dos deputados em Duchares!, pela sua d.as oulras potencias nao interessadas na desinlel
liarle tomn uma attitude nao menos resoluta, por- "fc*cia, mas |irofundamente interessadas na con-
que, ncstas circumslancias respoadeu nota do sorvaeao da paz da Europa, e da iudependencia. da
grho-visir por meio de oras volacoes que conflr- '
mam a primeira, e que irivvogavelniente pronun-
cian: a serularisai;ao dos conventos dedicados.
A nota do grao-visir ( concebida neste> termos :
r Constantinopla, 2 de Janeiro de 18G4.
Meo principe.
A "

A Austria e Prussia apresentaram dieta fe-
deral a seguinte proposta :
Pela resolucao do Io de outubro de 1863, a
Sublime Porta araba de ser informada que alta dieta decidu. artigo 11 n. 2 : que os altos
a assombla dos principados unidos volou, a ped- governos de Saxoma e llanover fossem convidados
do dos ministros, uma le, em virtude da qual se a juntar aos commissarios civis umeorpode tropas
declarara seculansados os conventos dedicados, de 6,)00 homens, e que os altos governos da Aus-
concedendo aos lugares santos uma indemnisacao tria e Prussia, fossem egualmente convidados a ter
pecuniaria de ot milhoes de piastras. | promptas forcas superiores, destinadas a apoiar o
> *ao (levo ocr-ultar a Y. A. o eTeito que esta 'dito corpo, no caso da execucao experimentar uma
inaneira de proceder do seu governo produziu na resistencia de facto.
Sublime Porta. A nossa surpresa foi tanto mais
profunda, quando estavamos longo de pensar que
V. A. serensima tao precipitadamente reWstisse
de una nova consagrapao o modo de solucao que
propozera sem esperar a resposta da Sublime Por
ta B das potencias gerentes.
A questao dos conventos dedicados depende
csseticialment d'uma transacc^io internacional,
cujas, termos se encontram indicados com preei-
sao nos protocolos XIII da conferencia de Paris.
K.lo poderia pois resolver sem a intervengan das
potencias, a menos que houvesse um accordo di-
recte c amigavel entre as partes.
Sabis, meu principe, que o governo impe-
rial, fez tudo qunnto era possivel para chegar a
osle, accordo e que esses seus esforcos se malogra-
rain dianle de difflculdades invendris. Foi s
depois de ter adquirido a convircao da inutilidade
de continuar nessa negociaran* que a Sublime
Porta julgou dever propr suas excellencias, aos
representantes.das potencias garantes, que se reu-
niseni em conferencia para proeurarem, as for-
man indicadas pelos protocolos, os ineios mais
propnus para resolver definitivamente a questao.
V. A. deve estar persuadido de que S. M. I. o
suljao, tem egnal interesse em garantir os direitos
legtimos do? principados unidos, como em preser-
var de qualquer ataque, tudo quanto ha de legiti-
mo as reclamacoes do clero grego.
O incidente de que cima fallo vem agravar a
situaeao perante um acto que deroga as estipula-
SSes subscriptas pelas grandes potencias do mun-
o. A Sublime Porta, como suzerana dos princi-
pados, como soberana da parte directamente inte-
ressada uo negocio, e como signataria da conferen-
cia de Paris, veso na necessidade de declarar for-
malmente i V. A. que nao rcconhcce no voto da
asscmbla carcter algum de Morosa que possa
prejudicar os direitos e as est|mlaroes existentes
que considera o dilo voto como nullo e sem elTeite,
e que maotm a questao dos conventos dedicados
io seu terreno legal, que o dos protocolos de
R.jH.
Acceitae, meu principe, a seguranca da mi-
nlri mnite alta considerago.(Assignado) Fuad.
Em consequencia desta resolugao, contrahi-
ram entre si os necessarios compromissos milita-
res que foram approwdos pela resulugao federal
de
i 5.- Viajar sem passaporte (ser-ihe-ha anplira-
da uma pena, e alera disso reconduzido ao seu
domicilio);
t 6. As agencias e assemblas geraes das as-
sociaSes existentes, e a reuniao para formar no-
vas sem permissiio da autoridade militar.
As flnanf as da Russla.
ii
(Conclusilo.J
Depois de 1849, a somma dos bilhetes excedeu
a 300 milhiks de rublos. A guerra do Oliente
trouxe uma verdadeira alluviao de papel-moeda.
de dezembro, a qual eearrega, os ditos go-l No comeco, anda houve uma certa moderacao no
- vernos de fazer as precisas communicagSes ao go- emprego deste perigoso recurso, e o coverno in-
vern dinamarquez, c de proceder as medidas de -in,, ca ,. ji.- .
9 execucao, segundo os ajustes militares que loma- clmava-se a conservar dinheiro em ca.xa corres-
ram. pondente a massa dus valores fiduciarias laucados
_ na cirulacao.
Por esses apistes concordou-se que a Austria e T ,
a Prussia, maiiteriam uma primeira reserva de mei de raarC0 lo4, o fundo de garan-
5,000 homens para cada potencia que tivesse de tia depositado na fortaleza montava a 159,918,000
reunir na fronteira do Holstein, e que, para poder rublos em moeda metallica; havia ainda no mez de
dispor mais rpidamente das reservas, estas fos-' .__._____________ ne-c^n^.
sem collocadas debaixo das ordens do coramaodan- &^m^o do mesmo anno 146,o63,000 rnblo, re-
te em chefe saxomo das tropas de execucao; mas presentando mais de 42 por 100 da massa total dos
que no caso da attitude hostil da Dinamarca e das bilhetes, que soiniiiava entao 345,927,000 ru-
medidas contra o ducado do Holstein ameacarem D|os
um grande conflicto, poriam em campanha forcas j '
superiores, formando pelo menos um corpo de', Es'e algansmos nao tardn em elevar-se, en-
exercito por cada um, e quo depois o comraando iretanto que a reserva metallica abai xa va.
era chefe de todas as torgas reunidas seria regula- thegou, no lira de 1854, a 356 milhoes de rnblos,
do por um accordo entre a Austria e a Prussia. i 0_ .a.:r Ka m;,,-a. taKe aam ....
A execucao inmediata nao experimentan re- em a lhofef_em 1856 a 689 milhoes,
sistencia no Holstein, de maneira que foi possivel em 1857 ao total prodigioso de 735 milhoes de ru-
blos, perto de 3 miniares de milhoes de franeos,
e a troca por especies foi suspensa. As cansas
que tinham precipitado a baixa das apolices come-
garam a manifestar-se, e boje somos ameagados de
ver desastres anlogos produzirem-se em virrode
dos mesmos erros.
Urna massa de papel mais que duplicada no es-
paco de qualro annos um phenomeno do mais
assustadores.
t* bom recorrer-se a interpretagSes ma o
menos engenhosas, e se nos apresentar a Russia
como um mundo parte, onde nada se passa como
em outros lugares : um paiz que tem 3 milltacts
retirar do Hulslein as tropas que formavam a pri-
meira reserva, fazendo-as entrar no Schleswig com
outros contingentes dos exercitos austraco o prus-
siano. .
t Depois occorreram acontecmentos, que, pela
a P iv hen sa\ i de navios allemaes pelos cruzeiros di-
namarquezes, tomaram o carcter completo de
guerra por parte da Dinamarca, c o corpo de exe-
cucao do Holstein assim o exercito dos alliados
no Schleswig pareca ameagado ; desde j a oceu-
pacao do Schleswig pelas tropas austracas e prus-
sianas, cobre s por si o corpo do Holstein contra
os ataques que vierem do norte.
Uma vez ^jue esta circumstancia exige uma oc-
cupago mais forte no Holstein, como tambera o
reconhece a proposta saxonia de 13 de fevereiro
Entre os mais recentes despachos sobre a
que^.o dinamarqueza que lera sido publicados se
acba o seguinte.datado de 18de setembro ultimo em
Paris, no qual Mr. Grev communica ao conde Rus-
scll as observacoes de Mr. Drouyn de Lhuvs acer-
ca de propostas do nobre lord :
A communicacao que eu llie dirig heje, disse
Mr. Drouyn de l.huys, importa um passo formal e
pela sua parte, nao poda deixar de ver nelle mais
uma perspectiva.
Pansa elle, que o olferecinienlo de bons offlcios
seria considerado cum urna cansa intil.
A segunda maneira de proceder aconselhado
por V. Esc. a saber lembrar a Austria, Prussia, e
dieta germnica, que todos os actos da sua
t parte tendentes a enfraquecer a integridade e
independencia da Dinamarca, en.iriam em des-
accordo com o tratado de 8 de maio de 1852
sena em grande parte, anlogo ao procediraento
havido por parte da Graa-Rretanha e da Franca na
questao da Polonia.
t 0 ministro nao est de maneira alguma dis-
posto, e francamente cOnfessou, que assim fallara
ao imperador, a collocar a Franca relativamente
Allemanha. na mesma posicao em que se achou re-
lativamente Rnssa.
As nulas dirigidas pelas tres potencias a Roa-
sis tiveram uma resposta que litteralmente nada
significa, e a posigao em que actualmente estao col-
locadas essas tres potencias, nao briilia pelo lado
da dignidade : se a Inglaterra e a Franga deves-
sem dirigir a Austria, Prussia e confederagoes ger-
mnicas um appello no sentido que se propSe, de-
*criam estar dispostas a ir mais alm, e a adoptar
um modo de accao mais conforme com a dignida-
de das duas grandes potencias do que aquelle que
na aetualidade observara na questao polaca.
A Franga, diz S. Exc. nao de maneira !gu-
sna indifferente a conservagao da integridade da
Dinamarca, e nao por indilferenga que desappro-
vs o conselho de V. Exc. Ella ja representou as
patencias allem.ias, que se invadissem o Holstein,
com o proposito de operar uma revolugo no Sch-
leswig, ou se ellas fossem mais alm e invadissem
p Schleswig, conimetteriam um ataque aos direitos
de um soberano independente, e suscitaran) uma
grave questao, que aflecta o equilibrio do poder
lia Europa; e a qual a Franca nao podia ser indif-
e rente.
S. Exc, pois, de opiniao que tudo quanto V.
Exc. aeonselha agora est feito, a menos que se
nao queira ir mais alm, por exemplo, apresentar
uma nota i Jenlica, ou apresentar simultneamente
notas de contede semelhante.
S. Exc. tem a maior repugnancia contra seme-
ntante maneira de proceder, pelas razos cima in-
dicadas.
t Desejova reservar a completa liberdade de
aceito da Franca neste negocio, e a nao ser que o
fovemo de S. M., se for necessariq, queira ir mais
unge do que a simples apresentagao de uma nota,
e a recepgao de uma resposta evasiva, est cerlo de
que o imperador nao consentir era que se adopte o
conselho de V. Exc.
A 25 de setembro escrevia lord Russell o segra-
te ao conde Wachtimeiuster:
t .....O governo de S. M. julga a independen-
cia e a integridade da Dinamarca do maior valor.
O governo de S. M. estara disposto a offerecer os
seus bons offlcios as duas partes que neste momen-
to estao a ponto de recorrer as armas. O governo
de S. M. estara disposto a faze-lo de accordo com
a Franga ou s. Mas o procedimento que S. M.
poderia ser obrigada a seguir, se os bons offlcios do
goveroo de S. M. fossem infructuosos, deve -ser ob-
yectos de um futuro exame e de ulteriores deci-
jSas. f
.'.__,.. t Pelo lado do mar dous fortes, do cumprimen-
O governo de S. M. nao esta preparado para t0 ^j, um de um quarl0 de fe^ |jgam.se COm
diier que a Dinamarca tenha completamente razao, l 0 ex.remo da pennsula, cuja cidadella oceupa um
ou que a Allemanha deixa de ter algum motivo dos exireiTlos. Esta cidadella, assim como as (ra-
para se queixar a respeito da condigaoda popula-
cao allema no Schleswig, mas pensa que estas dif-
tiruldades deveriam serobjecto de negocacfies, ou
tor meio de uma conferencia, ou de qualquer ou-
ro modo, e nao deveria a questao ser levada a uma
conclusas pela guerra. O governo de S. M. estara
nrompto a lembrar Prussia e Austria os com-
Bromissos que teem por um tratado, de respeitar a
integridade e a independencia da Dinamarca.....
O principe de GortschakorT, na mesma data, ex-
prime eguaes sentmentos, e accrescenta:
Se o gabinete de Londres julga conve-
ejiente, pela sua parte, tranquillisar o governo di-
namarquez sobre os resultados no caso de guerra
O seu representante em Compenliague ha de encon-
trar a mais sincera cooperaco da parte do barao
de Nicholai-----
O ultimo dos documentos publicados um des-
pacho de lord Russell ao ministro inglez em Franc-
fort.
Lord Russell, diz
correte, a Austria e a Prussia devem desde j, na de milhoes de papel-moeda nao reembolsavel quan-
conformidade das resolugfes federaes cima men- do os bilhetes reunidos de todos os bancos da hi-
cionadas, reslabeleeer a (orea primitiva do corpo glaterra, da Escossia e Irlanda nao excedem a um
de execugo do lente general Hake, isto reu- m;.K. .. ,.- ._ ______
nir no Holstein as primeiras reservas mencionadas ""'har de m.lhao e sao trocaveis por especies,
de 5,000 homens por cada lado. I quando a circulagao fiduciaria do banco de Franra,
t Mas deu-se ao mesmo lempo o segundo caso tendo a mesma garanUa, nunca chegou a 900 mr-
previsto, a saber : as forgas superiores que a Aus- |noeS de francos, um tal paiz est exposto a grave
tria e a Prussia teem promptas c que se acham em npr:ft
actividade, tem effectvamente de cobrro corpo de
execugo no norte, devem prestar as outras tropas To"0 aquelle que nao se deixa deslumhrar por
de execucao federal o concurso que, segundo os sophismas sabe a que deve recorrer n'uma sima-
ajustes coueluidos, suppoo o commando era chefe ?5o to anormal. Com uma riqueza que nao equi-
commuin e unitario, a respeito do qual a Austria e .____ _.____ JT
Prussia teem que entenderse. Ivale a um ter5 la riqueza da Franga e da hgla-
i trra, com um movimento do' trocas extraordina-
Os representantes da Austria e da. Prussia menle limitado, como conceber essa massa de
teem ordem de fazer notar particularmente quanto .. ,,,.- ......
esta unidadede commandodas tropas reunidas nos Dr,ode 3 "' m,lhoes de bl'hetes, apenas ganan-
dous ducados de Schleswig e Holstein urgente "da por uma reserva metallica que nao equ-
debaixo do ponto de vista puramente militar. A vale dcima parte da circnlago fiduciaria?
proteegao contra os ataques do inimigo, a combi- Sabemos que a falta de confianga impede na
extollaeTa^ feitas a crdito em grande es-
versano commum, nao podem assegurar-se seno (ca'a : basta conhecer a triste condgo da carteira
por meio de ama drecgo unitaria. do banco de estado para nao duvidar disto; mas
Os governos da Austria e da Prussia julgam al mesn)0 as as opera..0es a dnhi;iro pre-
que esta medida e fundada nos ajustes ja approva-.. ,,
dos pela alta dieta, e cujas condiges se concorda- Ic,sa,n de uma 0Ulra seguranga que nao saje aquella
rara. Mas desejam tanto mais vivamente uma no- offerecda.por um papel mobil em seu valor, j
va approvacao desses ajustes, quanto assim podem depreciado e de continuo ameagado de uma de-
provir erros e mal entendidos, como os que se tem precacj0 mas (orie
produzdo ltimamente em Aliona, assim como que ; ^
definitivamente se regularisem todas estas rea- {j0m etMt0 nada pde mpedir a marcha ^
*"SConsideram, como j foi exprimido no relato- ral das (rousas a medida que mullipleam-se os
rio da commissao, de 19 de setembro ultimo, que bilhetes, o papel repelle o numerario, a exportagao
Austria e a Prussia cumpre agora nomear, cada dos metaes preciosos augmente, e ha baixa no
uma das duas potencias, um comniissario civil ja w
que ha de dirigir a adrainistragao no ducado de \ w\v
Holstein, de accordo cora o commissaro banove- mercadonas eleva-se. O ouro e a pate nao po-
riano, e que, nos negocios comrauns, sejam encar- diara lardar, avista de uma emissao exaggerada,
regados das relagoes com a administragao do Sch- em ganhar um agio de dez por cent.
Ig' E' preciso dzer que, al raesmo antes da guerra
Em conclusao do qne fica exposto, e na espe- da Crimea, a troca dos bilhetes por especies nao
ranga do assentmento da parte dos seus confede- era ilimitada,
rados, os governos da Austria e Prussia propoem :
c IoQue a alta dieta federal, deferindo aos O dcimo terceiro captulo da resolugao do
ajustes dos qualro governos, citados e approvados j.o de ;unno de 1833 continna q. sefam .
na resolugao federal de 7 de dezembro ultimo, ar-
ti go 2 se digne declarar que est de accordo em ] Afira de assegurar a troca da moeda de papel
que o comraando geral das tropas de execugo per pequeas soramas, os cofres do estado nagarao
reunidas no Holstein, passe para o commandante i ..,.... n j un... .
era chefe das tropas austracas e prussianas : ia *!?*M* dos bllhe,es uma 9" c>-
t 2Que a alta dieta se digne dar eonhecimen- pondente a 100 rublos em especies sonantes.
to deste (acto aos governos de Saxonia o Hanover. j O cofre de S. Petersbourg era o nico que reem-
por via dos seus representantes, convidando-os a i^va sem reserva os bilhetes apresentados pera
dar as ordens necessanas aos seus commandaotes _... ._. j .
n,l,tares mesma pessoa, o o banco de Moscou pagava-os at
3" -Que a alu dieta se digne approvar a no-'a Quanla de 3,000 rublos. Todava o prego cor.
meagau de dous novos commissarios civis para o rente do papel manteve-se at o momento era que!
Holstein por parte da Austria e da Prussia, acei- emissoes superabundantes vieram abat-lo
lando a notificacao dotas nomeagoes. >
capital de 15 milhoes de rublos; as reservas dos
antigos estabeleciinentos de crdito I be foram con-! E,, al'il'g''1 dplo lim com esta medida :
fiadas, elle responde por sua* obrigagoes. O seu animava o cambio, ediminuia o numero de pedidos
lim principal consolidar o sustenta dudara ; mas os meios postes sua disposco
Pareca que a Russia a difinitivamente aceitar a
Como Ihe seria |m)s>vcI soirer linos da guerra, quando as r-ri-iias
nao aiignieiitani. quantS ella t* *>rrit
tes de creJito i\lerior, corre o rii> S> i
sob o |m-i, de una divid Uii.ru.inte eanratr e a-
um papel moeda e\iil,-raole ybM MH *
qual urn va*to di farwlria e tapa
preseiuemciue inlerdH-l a HaAMB.
mais du 1Jue muguen necosiJade de rtatmr
na paz para airares* o nerio*> pfmwo m pr\
mmm auno. rt(. l1Bl1BP)p!lr5,l *-
Tudo Ihe ordena tranformar-*,- rt.
miuio,,,,!,,,.,.,,,,, ,. ,,,, ,717,1,
que ella ao este,.-, dee.d.l. 4 at.x.m.r^
lcarrola ctes,.! ,,,,. v^^ZmST
vou-se em junho 358 francos e 80, em julho 3C2 I v^o;'" me*nUt *'***,
francos em agosto 301 francos, em setembro '
I- Weswsa4 *' bi-t
liu-se de uma maneira favoravel.
No mez de maio de 18ti2, o cambio sobre Paris
era de 333 francos 50 por 100 rublos; elle ele-
asaaatarf >a*
(Irm df I.mr moni. --Trad. rJV .t.,/.. j
nao quadram com a grandeza de seuielhante resul- verdade d:' circulaco itMinetara; o cambio resen
lado.
Esta vasta machina de liqudagao c rcntrali-
sagao das obrigagoes fiduciarias c da divida fluc-
luantc do imperio pecca pela base.
No 1. de maio de 1861, o balango do banco de
estado, notavel pela exguidade da carteira com- 1368 francos, etc., seguindo uma marcha progressi-
mercial, que apenas exceda a 50 milhoes de fian- va 'luu arabou por aproxima-lo do par.
eos (13,648,341 rublos), s ofTerecia uma reserva-! I>ara inspirar urna conlianca mais absoluta, adi-
metallica de 8G milhSes de rubios (311 milhSes de a,"ou-se alguns raezes a execucao da promessa do I
francos) em presenga de 711,627,069 rublos (2 mi-' embolso dos bilhetes ao par mas esta illuso foi
loares de milhjtes e 836,000 francos) de bilhetes 'd,! curla durar,u seguida de uma pecada queda,
em circulago. Assim o prego oorrente do cambio causa de numerosos desastres. | Itelateria 4 >r. raasrlbrir
continuou a pezar de uma maneira desfavoravel I Este ultimo ca.-itulo da historia do papel moeda j sroidratr da | 1
sobre todas as transaegocs. russo nao o monos curioso nem o menos fecuo- n:->*hnf;m ..
O espirito do. empreza, qne parecen reanimarse : do em esclarecimentos. j Niw |KdVim* -.nrluir ele re|jfcjrhf>m rtpri
um momento, nao tardou em intumescer-se avista | Quando pareca entrar no porto, o banco de es-1 missarw e*iecr|?|aaw'>ir*r iillorruwf "' '
ligente auxilio ipa n.s pr'^'oa duram.' swm fr,-
Em vrtudo de urna autorsaco imperkd com- balhos, como lamber aos c>Hnnm-*nw uk-naaSn'
A EXPOSIf.iO l\TU\IOMH M WMMS El
ISiJ.
Kanalk Vfcrnra
das perdas soffridas; tudo agarrase, tudo liga-se
ao organismo social: para dar um impulso activo
ao trabalho, torna-se preciso restabelecer a con-
fianga, e a primeira condigo para fazer renascer a
confianga, 6 subtrahir a um rgimen anormal o
signal c o penhor das permulagoes, a moeda. O
intelligentc rice-director do banco de estado, M.
Eugenio Lamanski, redigiu no comeco de 1862
uma memoria acerca dos motivos da desorganisa-
cao do systrma Je crdito na Russia e dos meies
de restabelece-to.
M. Lamanski tocara resolutamente na chaj:
as difflculdades ftnanceiras do imperio dependem
principalmente da nstabilidade di instrumento
monetario.
Os bilhetes de crdito de curso forado solTrem
uma taxa rariaret em face do otiFt>eda prata j Pe,o''anco; o preiro frrente do cambio tnha-se
' j elevado 1 } \ municada pelo ministro das fiuangas era date de 7
e 1! de novembro de 1863, o banco de estado pa-
rou sbitamente at nova ordem a troca de buhe-
tes : o curso fbrgado reappareceu, acompanhado
do seu cortejo habitual de depreciaco.
Como pMe ha ver esta mudanca, depois de wn
acto tal como o enmbo ao par que preceda a po-
ca fixada do de pneiro de 1861 ?
e ao secretario, qne funrriooarain -<-m .tir
e ajndaram efticizmi-nte os diHcr.-n> jarr* da
ranie suas invoigarn.i.
Ao que responden S-. A. real
Preenc tiendo ,n deverr^ <|n> me irrttm romte
dos |M>r S. M., nesla orra-io o-nh vaad praa^r
em receber, em nonnr do re|re>.-nr.inf .fc di
versas nages que tomaram parte Mor 1 ij
o relalorio m ira talho* do jurj.
Todos os paizes Un uiiki'.IivkU f ,111 isidl
para com o grande
Bswarsv > em que c^! ffs^TTsasr
enea
gou o cambio a prego redundo, ate jane.ro de 186d, mens disimcios de d.ifn
, o numerario meta .ico pago tinha excedido em oilo, Bherer ,. |(refni;M. ..^rorerd;
meses ao merarto de10 milhoes e 37,060 rublos, do mundo' cv.iisado. nT. poS l
islo e, 1 milha t*)-)m rublos por mez recebido atlaim-nle ai.r.-ciail.K. ^^
verdadeiras mercadoras
palavra.
na estricta accepgao da
O excedente da sahida das especies, principalmen-
te do ouro, augmeiiiou-se de|iois.
Elle subiu a 2,287,i0t rublos no mez de Janeiro,
Diinete de nm rublo nao mais o equivalente i a 4i2M'O e,n fowiro, a 7,723,000 em margo,
de i, 21 zolotncs- de prata (20 grammas 721, ao j VK-ViSt .''.!" '^i'! a l^",7^ "'."f?'0' a
;i.. a o- 11 ,' 12,s--,UtW em junho, ai 6,7ol,000 em julho, e a
quilate de 878 millesimas jiartes, o que equivale a '
4 francos). O prego corrente desfavoravel do
1,108,000 nos primuires das de agosto.
Depois de I de aioso, o banco deu em lugar de
cambio reduziu-o a 3 francos e 30; elle tornou a ouro Pra,a Pr 'roca de bhele*
*
subir a 3 francos e 60, mas sem poder susten-
tar-se.
Para sabir da crise em que se acha; a Russia
deve primeiro que tudo renunciar ao uso da mul-
tiplicago da moeda de papel como un recurso
financeiro do governo; deve abragar verdade
supprimindo o cus forgado pela troca aeultativa
de bilhetes em especies, o que ser-lhe-hc bastante
para por um dique- inundagao da moeda fiducia-
ria e para obrigar & governo a contar com os re-
cursos reaes do paiz.
Taes eram as coosideracoes em que firmava-se
M. Lamanski qoando pedia que o governo decla-
rasse solemnemente que renunciava par sempre
por bilhetes em cirnilaco para acudir as precisoes
do thesouro. E' verdade que esta promessa tinha
sido (eta inutilmeale qur pelo imperador Alexan-
dre k qur pelo aperador Nicolu : seria- melhor
eumprida boje?*
Urna medida mais grave e a nica effeaz con-
sistira na troca eerta de bilhetes por especies.
M. Lamanski propunha garanli-la com o deposito
do castello, que avaliava em 100 milhoes de ru-
blos, (algarismo exagerado), e que quera comple-
tar com a facuJdade concedida ao banco de alienar
segundo as necessdades as trras, a fforestas,
forjas, fabricas e caminhos de ferro perlencentes
ao estado.
Medante estes recursos e uma orgAnisagao do
banco, transformado em sociedade de accionistas e
gosando por vinte annos do privileg.ii>-de emissao
de bilhetes pagaveis vista, M. Lamanski pedia a
continuacao immediata do reembolso do& bilhetes
do estado segurado uma escala de prego assim li-
xada : a ponto de partida teria sido, nao o prego
corrente legal do meio imperial dt ouro (5 rublos
15 ropecks),mas o valor actual.
Durante lodo o anno de 1862. o banco t-lo-hia
trocado por 5 rublos e 70 ropeeis em papel, du-
rante os seis primeros mezes de 1863 por 5 rublos
e 50 kopeeks, durante o segundo semestre por 5
rublos e 38 ropecks, durante c- anno de 1861 por 5
rublos e 23 ropecks; a partir do 1 de Janeiro de
1865, o meo-imperial dar-se-ha pelo valor legal,
por 5 rublos e 15 ropecks.
A idea principal do systeraa de M. Lamanski, o
reembolso em especies segundo uma escala mobil,
nao tardou em ser applicada, sem que o governo
puaesse em pratica as outras indicaeoes da sua
memoria.
Um emprestimo de 15. milhoes de libras esterli-
nas foi contratado em ttulos de 5 por 100, e uma
resolugao imperial de 4 de abril do 1862 destinou
o seu producto para fortificar a reserva metlica do
banco, que elevava-se- 79 milhoes em ouro e pra-
ta e a 12 milhoes era inscripgees de rendas.
Os bilhetes recebidos em troca das sominas pro-
Os pedidos de reembolso diminuirn), mas mul-
liplicaram-se os das letras- de cambio, o que allera-
va os pregas correntes.
O banco resol i-eu Mateos tos dando as letras de
cambie uma taxa appr-oMimada aquella de que go-
sava o dinheiro metallieo.
Mo* pnr laas k
suo*>. par ro
aV r.nls a>- smnv>
aVitar ds rr 1
preriad
Tenho grande confitura esa qm* a 1
dos jurados encontrar. geral approrar.i. m >
'onhcciuicnlo por elles .>b(pirid n VtnmmjHm
das funcgiies que tan bem pntmlvtjm, wtmr.
para dar noro impulso ao pmjotej.iu mdwSTMl aV-
aises que escolheram ao etnimaiies rrpn fasn
da sua raparidade M-tentilira-e fatn-il. >
Apreseniando lord TauMm a *s' e t-*m-
bndge o catalogo dos premio* i* esta
suecessivamente execoUda. pnr IuAh os
tes das irinla e sais sesson- da jrx Cada 1
detlas, destilando em grupo par dumv d di
era designado por um pendil* Mk> levar* .. n
ro respectivo da classe.
tkrmuiada esta primeira paite da pro,
dingiu-se o cortejo para o edieio. alraio
jardim por entre militares dr rsperf.dores.
< ., Ti jaruim por entre militares d.- rsurmnr**. f>
Ou que elle lentasse rosisftr a borrasca affeclan-, m(;m das mais vivas dei.wottraroe- .le r-*>ae
uma confianga absoliitw, ou que inleresses |Mxle- [ |,|, <,,
IVrrorreinlo os annexos t;
a ave
r
do
rosos o tivessem impellidn esta resolugao, enlre-
gou, sobre as sommas do em|>restimo ainda dispo- j 0 iiuqu.- de ''unlirilijii *inlt icpilM
niveis no estrangeiro, em troca de bilhetes de pas*a va pelas di versas 'estac-V* >te-'1
crdito letras de cambio sobre diversas pragas, em | esp-riaes o catalogo dos pr. nm .nie
lugar de dar ouro ci So Pfctersburgo. \ turno entregaran! aos rom., icario- .k-
Ceden estas tetras ;numa tabaque oi manida ao peetivos |>aizes
par durante dous maro* Assim, a esse arlo sakimar auihent^d pete
Km urna carta que foi publicada, M. o barao magesiade representada na rr^-a do dBMsVdr
Mieglitz, director do banco de estado, declara em! Cambridge, e por tao ent.-rdnb lirri. a^Mia
28 de novembro de 863 que este usou da aulori- i^jos os inieressados ne^ie jr.aoV Vr^s,, r,t.
sagao que tinha, dando rublos especiaes por rublos pa*a lesiemunbarem nos i-remio utrnumm*-
pajiel desde o 1 de selembrv de 186:1 em vez de qK^ mrruere in-mus no otwutso iiMrriiariHMl *
nao o fazer ^enao M> 1 de Janeiro de 1851, como o i8iz
havia annunciado. ue(-iS d.-sU grande taaMmikSJSSI atada a *\,
Deste modo ferneoora elle occasiao, pelo espago po*cao aberla ao publico ..ir o I- .a* rkf>
de dous mezes, de comprar letras de cambio ao \ Tmha sido de>igmodos rcmniiafanu rea* 111
par sobre o estrangeiro, ou de lomar rublos exis-1 a distribuiro das medallia> e nv,-
tOtes: principalmente os mais sagazes e precav- para oulra'.solemnidaile 1 r.vidala pH.. mtmw- Ir
dos nao a|.roveitaram-se disto ? Sobre tudo esta Gales, e que leria lugar em Janeiro oV E V*
f-fffirfS? 'iut> se faz ao baneo: foi aecusado de! pEt>|Kjsiio oRcalmenle rommum.-ado ao m 111
foi. -em tormatidade ef-r '
ter feito solfrer grandes perdas a creado urna po*igao obscura v nada o forgava a ; encerrada a expo*i'co naqaetteidta
:l,.'r^.ssr e*e(:u3ao d,! "'"a promessa da qual elle Preeacbida a mtoad rrriiisllini
poda desde entrto-conhecer iodo-o onus. fci, a eipoaicaa emrorl
rsmorVi do*
sv'io rltrgara a ler **
da sua -(h
--------....."- ".' ..-. i f. .1 r*|>sir;io conveni
M. Stieglitz Mnaa-ae sobre a, borrasca financeira anda |Hr qmnze das rM-aram
e sobre a inquselaco causada pelas complicagoes s:wis para a venda ou
polticas; mas -que este estado lastimoso nao data saHkM pela maior parle
senao do mez de novembro de 1863? uHimo destino.
Os homens professionaes nao enganaram-se : ti- Afim de ehVluar-se ;em a retobrismro
nham contiendo os meios aftificiaes empregados w| esta duplice op.Tac lur.am rom H
para sustentar os prems correales. O cambio de ea os commissarios re'aes iraa-miiiolo a
2! de outubro de 1863 eslava a 396 francos sobre mos estrangetTas toda*- as lasmnri
Pars: desde a.i de novembro, desceu para 367, para, aa renda dos ot.fmx eonriiiar r.
sem. !'"var-st> dt'l)0ls e conlimi.indo a descer anas) padfSes fiseaes a mesma frmm-za e U-r
aln 1 1, >M",|ll,! f"ra'" i*aa*Bi na saHsk; 1 ron
Lfe proprios- Kussos conheceaam que o banco Ii- realisou a contento ge nal dos rxposiiorr
nha tido razo de renunciar o uso de meios faeli- Kindo este |K>riooV.(te graca iletim wtoi-
ehto ; era materia de finanoas como em medicina J,as mais eslava cosiimma.'lo' .1 innnfsm ..'
( cS em, U.m;l corresPondecia de S. Pelershurgo 10 e a roiMiripte tora sempre, e** rr-
de Ib e 2J de novembro de 1863), os paliativos ; nario mararilhosc,
nunca serviram para muita cousa. Teem-se des
pendido grandes soramas era pura perda para sus
tentar-se o prego corrente. >
Sem entrar nestas quest'ies internas, que nos
basta assigualar, devenios- accrescentar que um
pouco mais cedo, ou um pouco mais larde, o mes-
mo resultado ameagava inevitavelmentc a Russia.
A velleidade de voltar-se iumasituagaomonetaina
normal nao poda ter eft-ito em presenga do emba-
ragos quas irremediaveis do thesouro. A resesva
metallica abaixou era proporeo mais forte do que
aquella da retirada dos bilhetes da circulago. de-
pois de ter-se elevado, em outubro de 1862 a mais
de 95 milhoes de rublos, em face de uma cirotila-
gao de 696,831,672 rublos-papel, ella deseen, logo
depois de um mez, como oprova o balango do-ban-
co de estado publicado 30 de novembro" de 1863.
Houve entao um phenomeno curioso : os deposi- venifntes eraprestimo deviam ser ...mediata-
tos fetos nos amigos estabelecimentos de SaltoK" 555!?** bmmde esUdo nao devia
mais eraittir novos bilhetes.
Acerca da posicao da cidade de Fredericia do imperio augmenlaram, nao por causa de uma;
diz un. jornal francez : confianga maior dos particulares, mas por causa de iwl nue a r mhTn *
A fortaleza e o campo intrincherado de Fre- da affluenca do propro papel e falta de outro em-
dericia, tem a mesma posicao na Jutlandia, que a nrp_0
posigao de Doppel em Schleswig. I n
t A posigao de Fredericia assim como a de Dup- espirito de empreza, o movimento industrial,
pe, compoe-se de duas partes, a fortaleza de Fre- as operagoes que exigein tempo para dar resulta-
dericia e a ilha de Fuhnen. dos, tudo
quanto no occidente abre uma sahida
em numerario teria lugar
em coodigoes assnT determinadas : comegaria no
Io de maio de 1862, e seria lixado em 5 rublos e 70
ropecks o rater do raeio-imperal de ouro em 110
, }i ropecks o do rublo da prata.
I Do 1 de agosto do mesmo anno em diante, os
I pregos seriara reduzidos 5 rublos o 60 kopeeks
para o meio-imperial e 108 >' ropecks para o
A fortaleza est situada n'uma pennsula: ,'nr, 4 lnrZ~"sn i* V""".Tc "'""..'*"""'
apoa-so no pequeo Bell, que a separa da ilha de 8CgUra a formaao de caP|taes- ,udo ,st0 fal,a ou
Fehnan. A distancia entre a ponte oeste de Fah- ex,!,t,; na Russia em limites rouito acanbados-
MI e a fortaleza de uns 3,000 passos. Em lugar de alimentar por seu concurso as forgas ''> ^"^ "
O porto da cidade tem, termo medio, doze vivas da civilisago, os captaes teem tido semnre I -
pes d"agoa; s os pequeos navios ali tem accesso. mmM ..... lim. *'- H p Diminuigoes ulteriores deviam suecessivamente
. As foruficagoes de Fredericia, at 1848 pelo pa,Z uma **""* para ******* *** trazer o cambio ao par.
lado Je trra, consistiam era um arco de meia le- "*> Mmo o d.z.a Jacqu.es Lafflte dos fundos ora-, Era uma verdadeira moratoria, com perda sen-
gua de extensan, com oite fortes de duas bateras, pregados em renda. Sendo supprimida a troca! a, ...ira ..o rr,ldlirsan ps,,rtn
fe*. ,rrau,, ^tMJM. ijflg.ijtt!*^. M
Ira sahida para a massa exuberante de nanel-' -a ,
. *^ 1 uiaiiiiMiu ue p ,-, i. 1 i-. da de 1862 transfere este qualidade para o rublo
Os btlhetes de crdito sem ganho aprovetaram- dp ,.. -
tras fortificaron uma obra de defeza em ierra, amiIMlo s caixas dos banco* da fachdade
com inhas irregulares e multas coroas. ,. > -^____. "* ',c",u,u,e
*_ 1 que Ibes era ofterecida de seren trocados |>or cau-
< Est separada da cidade por uma larga espa- telas de deposito, transmissiveis qualquer pessoa
nada. At indicada poca, o principal reparo e produzindo um crdito, verdadeiros bilhetes de
era muito fraro, e uao liona obras avancadas. K "**
Desde entao, aquelle reparo foi solidameote .rtifi- banco a Juros> sen'Pre perrautave.s por bilhetes
cado as prineipaes direcgSes, para que podesse de crdito do imperio, porque pod.a-sc reclamar a','buir a moeda de papel um curso differente do
estar em condigo de resistir ao fogo de artilharia vontade o total dos depsitos. O governo abriga- va'or oflicial estabelecido do uraa maneira perma-
raiada. Os parapeitos estao guarnecidos de pegas va ^ banC()S a repdr-lhe os fundos disponiveis nen,e e invariareki
ml^SSSlM^ ,emP qe augmentara por moio de novas emissites de! O governo riolav. ostensivamente em 862 este
O que mais eontribue para dar importancia papel, chegando por este rodeio a um emprestimo ---------------------------------------------------------------
s fortificagoes de Fredericia, uma serie de obras disfargado concluido sob a forma mais peri-' (13} Nome dado abusivamente as caixas da ins-
avangadas a nma legua ponco mais ou menos da _. I tituicao dos enjeitados.
liona principal, de maneira que a fortaleza fot g0~' micca Ho^.|/VI nm i (,3' ?AnVm^ da *t',f,a ?* ,1858 a 18a9'
transformada em um vasto campo entrincheirado. \ Na verdade, toda esta massa de depsitos cons- e o de 1860 dao a este respeito detathes precisos.
Entre a estrada que conduz para Veile Kol- titula uma divida activa exigivel, em quanto a Convm recordar' qoe em virtudc de um_ ukase
ding, e a margem elevam-se cinco fortes reductos, 0,^ que nao era applicada s precisos do esta de l0 de, abnl da.i859 fo' prohibido as mstituiges
guarnecidos de naliradas a de ossoi .!"" n ,je oredito consentir em algum novo emprestimo,
A ali? direRa^ longos prazos aos propnete. oa em alguma renovagao de\n emprestimo anti'
a 88 milhoes de rublos, dos quaes somente 56 re- i fiz inleira. ju.-iica ao* rommi-sano r>-ars
presentara a reserva metallica, e 12 milhoes de' dislincto secretario Mr. F. It. Sj*U-ri, 1
landos pblicos, quandoreslavaem circulago uma superintendente da reparlicao -irtn--
massa de bilhete-veleviuido-se 634,773,92 rublos, Pnlip 0\vsn, em reconliecer a MkVfllBjM
pie capiivara a at>:^a *
deleitara a vista de to numerosos riuan*>.'
Dos productos d- gvmo e te aasma & ? pmm
em 1862, a nenlram oamrvador iwa 4dn-aMfrort
rel.-r na inemon :n,u- que ai k-lalhes dr cnta*r
licular atlenco nunra perder, porral, a ara
niscencia das suas ini|>reVs licitada pala m
mensidade deste cspertacaln. J redado a ma>>
olhos esse paiael graad.oso. ainda Ifcr .raailarirj
no espirito, qual se repn duzem na iii Jaii --
grandes maravill.as da natureza, a qaam am m
as lera presenniado.
Apenas encerrada a expo-iigVi. hr.giuo rc**r
Graarille, presidente da commio neal, aa* ram-
miaaarioa esirangeiros unta omita* yiwj.nrn
e raemoralivi, do feliz evento da caapm iatvraa
conal.
Nos termo> 1L1 mnlia resposla
aasni
iranjp-*:.
O manifest de 1839 fixava em 5 rublos e 15
kopeeks o valor do meio-imperial; o novo regula-
ment altera esta base fundamental.
O manifest de 1839 prohibe absolutamente
mais de dous militares de milhoes e meio.de fran- e cffleaz que delles rcceberain >empr- ^ .-.-
eos : |K>rianu> a proporco do metal para, o papel sao Irasilcira e sens empreados, no tarar- te
achar-se-hia reduzida a uma undcima parte t 1 snas- relagoes offlc.iaes : e a-era .nm|*aaat rra*.
Todo este balangocuidadosamente estudado, est devar em b-slifica-lo na augusta pre^-ank dr a*-
longe de abrir a- Russia brilhantes perspectivas. Se; magostada imperial.
o principe GortsehakolT descesse das nuA-ens, onde A sotecanidade projectaitL para a JniriSa^x
parece pairar, a estes modestos detalhes de econo- dos. premios, e qne tora de Maaaal
ma poltica, lalvoese livesse exprimido com mais real, oprinri|ie de Galles, at> owdi
modestia. circumslancias, que emeir.Mii coaira a ei
O banco, tras a seu activo por 5fi8 milhoes de lidaoVda idea : e a 17 Jt dcienar nw lu rvt*-
rublos o saldo derido pelo thesouro do estado para munirada pelos coiamissarioK r.a*- e.ta re-
os bilbetes de crdito, alm dos 15imilhes devidos final. Assim as medaHia* e nwatvs temrosas i
por elle egrejas, islo 720 milhSes de rubb^ crotadas pelo jurv ruerna**.l ft>ra >-
perto de 3 miltures de milhoes para este capitulo, mente entregues aos ummissar* e-araagi-irr.
da divida fiurtuante, que constitu a principal fon- As que couberain aa Brvsd j tire a 1I1 be i
te do estabe|ecimento, porque coreo haver elle aas de transmittir ao ministerio da agrirnllor^ r. m
circumstancias actuaos os 357 milhoes de rublos, inercio e obras pablicas, o eoaMMa ta l#a\ r.
saldo dos empreslimos feitos por particulares e- pa- pecliva, onde figacara 46 medaHias e Haanaaa>
gaves em diversos prazos de uuinze a Irinta & seto I honrosas. ""~
annos? A carteira s menciona5milhoes ue-letras, O numero elevado dos METO mi nadaaa*
de cambio, e eontm letras protestadas no valor de dos nussos expositores um actn oaa iToamuir
20.291 rublos. Que triste rcBexo dasituafo com-: s nossas legitimas aspirac-Vs, ruja 1
mercial do imperio-! 1 nao pede deixar do aierccer a alte :
O banco de estado leva a seu passivo, alm dos vossa magestade imperial
634 milhoes de rublos de bilhetes de crdito, ver- Consideiad como uma vaia PfHpi mJ*Bm>
dadeira divida publica sem juros, mais de *8 mi- so contemporneo na industria <-" as arte a na
Ihes de bilhetes a 5 por cento, e 47 milhes de sigan d I80S conseguiu um Triamiiln mdiaiT
bilhetes a 4 por cento. savel. ^^
Os depsitos do banco importan quasi era 100 Na ampUdo de seus quadans aaaTaaaaaaaaaa
militos de rublos elle deve 27 inttnoes de con tas tuda quanto a Indusiha modoraa lawiu m
corremos particulares, 45 milhdes de conlas cor- seo, como elementos da a*m-etar
rentes dos escriptonos, e 43 milhoes a diversos, s ciudad, e de poder para a ataam
fallando dos prineipaes artigas deste passivo cotos- era natural, esta ultima roijaha a
sal, que eleva-se a mais de l,0 railhes de rublos, eederam.
pouco mais ou menos 5 militares de milhoes de l'oi a I liada completa dos fritse do aMaawda
rrancos, alm do capital do banco e dedoccao foila sua poca, apresenUJa com a suas (Varias,
da reserva metallica, tondo nicamente por garan- os seus hroes,
--------------------------------------------------------------I As paginas desssa epopea do minie a aaaa
(14) Sis aqu a escala dos pregos de iraca r]e "** ra*s papel por numerario, Hxados a partir do l* Je outu- uma TOt vantegem de se po-ier em
bro de 1862: gresso relativo das nages entre si, e
Pormeio-im- Por rublo de do a outro.
penal. DraIa Paizes, que dez annos antes se arhav:
Io de outubro de 1862. 554 ropec''-.. 407 >,: ronVcks na sua adolesserjcia, ali estararo ja
1 de novembro......551 ,*" q;'1 T^R~ quasi na virili jade de i
aa>
iaprr-
1 de dezembro.
1 de Janeiro de 186''
l'de agosto...
Io de setero1'
* Se os representantes dos ducados de Holstein communicagoes com Fuhwan est protiTida por rios territoriaes, Estes s nos beos do estado g0 aos propretaros territorlaes, deste modo pri- je,
e de Lauenbourg devem ter um voto sobre os ac- multas obras independentes, cada uma detlas de-: achavam, o fundos de quo preciMvaro, porqtte as vados dg um recurso odjspensavel. Jo ^ !
' '.d
546
528
523
523
novembro......5S0
Janeiro de 186i. 515
|o d o-'-rabro'0:

>
107
106>
106
102 X
102
UM*
101
100
sua lorca,
mal deixava.m entrever um progreasa
ciso, ou s^ reproduziam as for
que Ihes, imprime o seto fatal goveruos, ou dos precooceitoa m
(Comlm
CKRNAMBUCXX-TTP. Uf M. f. f.k
ILEGVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E13BOE2I3_PP1SJ0 INGEST_TIME 2013-08-28T00:10:16Z PACKAGE AA00011611_10347
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES