Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10346


This item is only available as the following downloads:


Full Text
i>
AflflU AL. HUflUiflU W.
Por tres mezes adiautados 5$O00
Por (res mezes vencidos 6JJ00
Porte ao correio por tres mezes. 0751)
Per lino adiantado.....191000
Porte ao correio por um aioo 3$000
DIARIO DE PERNA
BNCARRKGADOS DA SUBSCRPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jcs de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaqun Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Baha, o
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins o* Gasparino.
EPHEMERIDES DO MEZ DE ABRIL.
PARTIDA DOS ESTAPETAS. ,
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e .
sextas-feiras. 6 Lna nova-as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
Santo Autao, Gravat, Bezerros, Bonito, Garuaru", 13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e li s, da t.
AIi.1tJ? e Garanhuns as tercas feiras 21 Lna cheia M 10 h 59 d
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, ^ n r? "
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob, "J ^uarI ram- as 2 n-. m. e 32 s. da m.
Boa Vista, Ourcury e Exu" as quartas eiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas eiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem tg '/ dia.
PREAMAR DE HOJR.
Primeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTIR03.
Para o sul at Alagas a S e 25; para o norte at
a Grama a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set- enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos as 6 '/* 7, 7 Vi, 8 e
8 V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 Vi da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Beinflca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 Vi, 4, 4 V*. 4 Vi,
5, 5 Vj, o Vi e 6 da urde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 Vi da tarde: para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Lachang e Varzea s 4'/da tarde; para
Bemca s 4 da tarde.
DIAS DA SEMANA.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas. '' j ji. Domingo. S Fiel da fogmarnga f. m
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meoj ASSluNA-SK
. no Recife, em a livraria la IM da I
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora W 6 e 8, dos proprieu nos Maaoi
da tarde. IFaria & runo.
18. Segunda. S. lialdiaok tar,; S. Anihfc
19. Terca. Ss. Expedito, Urisi..nir mm.
20. Qu.irta 8. Igaea do faenas I lirias
21. Quinfa. S. Anselmo are.: I Silvio m.
22. Sexta. Ss. Soler Cao pp. mm.
23. Sabhado. S. Jorge mi: S. Adbertn I
PARTE QFFICIAL.
^^ ....
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente 4 dia 16 de abril de 1861.
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
Haja V. Exc. de mandar alistar em airaos dos
coraos em guarnir;ao nesla provincia, se for consi-
derado apto para isso em inspecro de sade, o
recrula Joaquim Jos de Oliveira, que se acha do-
lido no qnartel do 2 batalhio de infamara. Com-
inunicou-se ao coronel recrulador.
Dito ao Dr. chefe de polica.Devolvo V. S.
as contas da despeza feita com o sustento dos pre-
iu) pobres da cadeia de Nazareth nos mezes de ju-
lto do auno passado fevereiro ultimi. que vie-
ram juntas ao seu officio de margo prximo lindo,
afim de satsfazer-se a exigencia constante da in-
ormago do inspector da thesourara provincial n.
136 de 12 deste mez junta por copia.
Dito ao inspector da thesourara de fazenda.
Haja V. S. de providenciar convenientemente para
que se passe guia de sorcorrimenlo ao alferes do
7o batalhao de infamara Joaquim Rodrigues Vian-
na, atim de ser pago de seus veucimentos, como re-
officio de I i do corrente, pela collectona da cida-!
de da Victoria, onde va commandar o destaca-
mento de 1* linha.Communicou-sc ao brigadei-
eo commandante das armas.
Dito a'mesmo.Transmuto V. S. os inclusos i
documentos, alim de que nao havendo inconve-
niente, mande pagar ao rapito Antonio Cabral de j
Mello Leoncio, ou a pessoa por elle autorisada, con-
iforme solicitou o chefe de polica em officio n. 377 i
do 24 de marro ultimo, a quantia de 32S850 rs.,
despendida dranie os mezes de julho a dezembro
do anno prximo passado, com o fornecimento de
luz para a guarda da cadeia da villa do Ouricury,
visto nao ler sido aquella guarda eoinposla de pra-
cas do corjio de policia segundo informou a the-
sourara provincial cm officio n. 142 dalado de
hopiem.Communicou-se ao Dr. chefe de (Milicia.
Dito ao mesmo.Communico V. S. que o ha-
chare! Guillierme Cordeiro Coelho Cintra deixou
em 2 do corrente o exerccio das funeces de juiz
de direito interino da romarca do Rio Formeso,
por ter cessado o impedimenlo do efectivo, e rcas-
sumio a das de juiz municipal e de orphaos do ter-
mo de Sennhaem.
Dito ao mesmo. Communico V. S. que o juiz
.municipal e de orphaos do termo de Iguarass lia-:
charol Joo Carlos Augusto Cavalcanti Vellez en-
trou no gozo da licenca que obleve para tratar de
sua sade.
Dito ao mesmo.Participando o juiz municipal j
e do orphaos do lermo do Rio Formoso bacharel
Rufino Coelho da Silva, que cm 11 do corrente en-1
irou no gozo da licenca que olilere : assim o com-
munico a V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesno.Devolvo V. S. cobertos com
a sua informacao de l4Jdo corrente os documentos
a que ella se refere, relativamente a despeza feita
pelo alferes Jesuino Deocleciano de Souza Bruno,
com o fornecimento de luz e agua para o quartel
do destacamento da cidade de Nazareth durante os
mezes de Janeiro c marco deste anno, afim de que
declare em que esta despeza excede a prevista as
tabelias e regulamenlo em vigor, para ler applica-
cao a disposico do aviso circular ae 17 de julho
sourara, visto que os objectos que a occasionaram I
tinliam de ser sempre forncridos s pracas, quer !
Desta capital, quer em destacamento, uao sendo
por isso despeza imprevista, a que parece referir-
se o predilo aviso.
Dito ao inspector da thesourara provincial.
Autoriso V. S. de conformidade com a sua Infor-
macao de honlem, sob n. 111, a mandar pagar
Domingos de Almeida Pocas a ijuanlia de 46^400
rs. despendida durante o mez de fevereiro ultimo,
com o sustento dos presos pobres da cadeia do
termo de Santo Antao, como se v da inclusa con-
(a, que para esselim me fo remetlida pelo chefe
Je indicia com ollicio n. 382 de 28 de marco pr-
ximo passado Communicou-se ao Dr. chefe de.
polica.
Dito ao mesmo.Nos termos de sua informacao
de honlem, sob n. 144, autoriso V. S. a mandar
entregar ao vigario da freguezia da Escada, paire
Sim.ao de Azevedo Campos, medanle lianca id-
nea, a Importancia do beneficio da primeira parte
da primeira lotera cxlrahida a favor das obras da
jgreja matriz daquella freguezia, logo que elle
prestar conlas dos 2:000-5, que receben ltima-
mente nessa thesourara para Mes obras.
Dito ao mesmo. Pode V. S. conforme indica
em sua informadlo de honlem, sob n. 143, mandar
levar em conla dos 2005, que por intermedio do
Ihesoureiro da policia foram remedidos ao delega-
do do termo do Ouricury, para oecorrer as despe-
zas com o sustento dos presos pobres da respecti-
va cadeia a quantia de 1375. despendida com tal
sustento durante os mezes de novembro, dezembro
ii Janeiro ultimo-, segundo consta das tres coalas
juntas que vieram annexas ao officio do chefe de
policia n. 360 de 21 de marco deste auno.Com-
municou-se ao Dr. chefe de "polica.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Communico V. S. que em officio de 13 do cor-
rente deca rou-me o Dr. chefe de policia que
dnixaram de seguir para esse presidios senten-
ciados de justiea Miguel Antonio de Abreu Sepul-
veda, ClaroThomai de Oliveira e Antonio Joaquim
Alves Pereira, ind i em lugar delles os senieneia-
dos militares da provincia de S-Tgipe Joan Calillo
de Freitas, Lnz de Franca e Domingos Francisco
de Oliveira cujas guias ser.lo enviadas V. S. lo-
go que me sejam apresenladas.Officinu-sc ao juiz
municipal da primeira vara desla capital, exigiu-
do-se a remessa das proditas guias.
Dito ao oapilo do porto. Mande V. S. por em
lberdade o recrula Francisco Antonio Camello,
que provou iscnco do recrutamento.
Dito ao mesmo. V. S. ser aprrsentado o rc-
sruta de marinha Marcolino Bspo da Silva, afim
de que Ihe d o conveniente destino depois de ins-
peccionado.
Dito ao director das obras militares.Mande V.
S. por tachaduras em differentes portas do hospi-
tal militar,'que as nao tem, como solicitou o bri-
gadeiro commandante das armas cm officio n. 678
de 15 do corrente.Fizeram-se as necessarias
communicacoes.
Dito ao mesmo.Respondo ao officio n. 32 desta
data com que V. S. trouxc ao mcu conhecimento
as propostas que Ihe foram apresenladas para o
contrato da obra do paiol a conslruir-sc no lugar
denominadoTorredeclarando que de ve V. S.
publicar novos annuncios afim de se obter melhor
jnteresse para a fazenda nacional.
Devolvo inclusa as referidas proposta i.
Dito ao inspector do arsenal de marinha-Re-
mello V. S. para os devldos effeitos o incluso
cxemplar do a.iso expedido a inspecc.ao do arse-
nal de marinha da corle em 5 de 'mareo ultimo,
Acerca do destino que dovem ter ascadernelas pro-
venientes das quanlias deiluzdas dos salarios dos
aprendizes artfices, c depositadas nos estabeleci-
mentos de crditos.
Dito ao director geral da nslrucco publica. -
Haja Vine, de, ouvindo o conselho director da ms-
trucc*o publica informarme com a mxima brevi-
dade possivel nao s acerca do merec ment da
arilhmclica raciocinada do engenheiro civil Pedro
do Alcntara Lisboa e conveniencia de ser adopta-
da para uso das escolas primarias da provincia,
mas tambem sobre as vantagens que pode offerc-
cer o conlralo que o mesmo engenheiro pretende
fazer com esta presideiiCHkpara ser seu correspon- un fado de que, talvez mais que todos, linha eu
denle na Europa em ttyio qbji for tendente ins- verdadero conhecimento, e que poda esclarece-lo
de um modo satisfactorio. Comprometti-me a dar
iniccao publica, como ver/Vmc do projecto do
mesmo contrato, que com a precitada arilhmotca
a este acompanham. I
Dito ao mesmo.Declaro W Vine, em resposta
ao seu officio de lo do correnle sob n. 70, que de-
signo os protassores Miguel Archanjo Mindello e
Antonio Rufino de Andrade Luna para romporem
a commissao de exame de que trata o seu citado
officio.
Dito ao mesmo.Para resolver acerca da com-
pra dos folhetos de que trata o seu officio de 14 do
corrente sob n. 67, mister que Vine, me decla-
re qual a porciiu que delles suppoe dever ser ne-
cessaria para seren destnbuidospelos alumnos po-
bres das aulas da provincia.
Dito ao presidente da cmara municipal do Ex.
Represenlando-me o coronel Roque Carlos de
Alencar Peixoto em officio de 8 do marco ultimo.
Comprometli-me
essas explcacoes; nao podia, portanto, recuar
diante dessa obrigacao ; e s para este fin acho-
me no debate.
Mas antes de assim o fazer, Sr. presidente, seja-me
pennittdo dizer que vejo este recinto tao cercado
de urna atmosphera impregnadadesses miasmas
embriagadores da poltica, que nao posso deixar,
de dizer duas palavras em relacao ao que aqu se
tem dito sobre este assumpto.
Um Sr. Dei-utado :Osenhor esta tambem afTec-
tado?
Outro Sr. Depltado : -Se est respirando o mes-
mo ar.
O Sr. Buarque :Sr. presidente, sou o monos
competente nesta casa (nao apoiados) para erguer
a minha voz em quesles polticas ; a primeira
assim o faco; tenho
vez mesmo que assim o laco; tenho me achado
haver requerido Vmc. que pelo secretario da ca- sempre, e anda meacho, alheio poltica ; sou um
mar municipal Ihe mandassem passar certidao da verdadero calouro, sou moco na idade e moco na
acta da eleicao que nessa freguezia teve lugar experiencia, conheco bem pouco os anlecedentes do
dentro da igreja matriz, presidida pelo 3 juiz de paiz, porque sou pouco instruido em sua historia
paz do 2 distrcto mais visinho da mesma fregu- poltica. [Nao apoiado.)
Zia Joo Lopes Caminha, liverao despacho seguin- O Sr. Costa Kirbiho :O mais calouro sou eu.
te.Requeira cmara municipalquando seachar O Sr. Baroe : Portanto a casa deve prodi-
reumdatenho a dizer Vmc, que poda ter at- galisar-me um pouco de sua benevolencia e desen-
tendido ao supplicanto independentemente da reu- par-mese a apreciado que desejo fazer nao for
niao da mesma cmara que para esse Hm nao e
necessaria, tanto mais quanto o respectivo secreta-
rio pode sem despacho desta ou de Vmc. passar a
citada certidao em vista do que determina o artigo
79 da le do 1* de outubro de 1828.Communi-
cou-se ao predilo coronel.
Dito ao 2 juiz de pazdo 1 districtoda freguezia
do Poco da Panella.Respondendo ao officio de
Vmc de 15 do corrente, tenho a dzer-lhe que en-
tregue ao 1" juiz de paz come j Ihe foi ordenado
por ollicio de 14 desle mez, o li vio da qualiticacao
dos volantes dessa freguezia no correnle anno,
nao obstante as duvidas que Vmc. aprsenla,
pois que em relacao primeira sendo extrahida
pelo esenvao, continua a servir, a copia da acta
a que alludc o seu citado officio, que nenhum
inconveniente ha em ser ella remetlida pelo refe-
rido 1" juiz de paz, e quanto ao segundo por nao
proceder, em vistas do que Ihe fo determinado
nos supracitados officios.
Dito ao 2* juiz de paz do I* distrcto da fregue-
zia de Cimbres.Inteirado do motivo porque dei-
xou de reunir se a junta de qualiflcaco dessa fre-
guezia no dia marcado na lei, determino Vmc.
que, preencliidas as formalidades legaes, convoque
a referida junta para o dia 5 junho prximo vin-
douro, que para isso lica designado.Tenho assim
respondido o seu ollicio de 28 de marco prximo
lindo.
mparcial, nao for aquella que deve dominar o es-
pirito do homem justo, do homem que quer
acertar.
Sr. presidente, li, e sempre vi, que todas as vezes
que se falla em nome do liberalismo, falla-se em
nome de urna doutrina ;. o partido liberal de todos
os paizes, de todas as pocas se tem distinguido
principalmente pelo que doutrinal. E aquelles
que tem lido os discursos dos horneas mais emi-
nentes do liberalismo, ho de notar que se pugna |
sempre em nome de principios, que se falla em no-:
me de urna doutrina que se procura estabelecer,'
educando a geracao presente, e edificando exemplo!
para a geraco futura. (Apoiados.
Creio, Sr. presidente, que at aqu a casa nada
tem que me contestar.
O Sr. Costa Ribeiho :Eu contesto um pouco a'
doutrina, porque as questes de principios tem ap-
plcaco na actualidade, por em quanto trala-se dos
factos.
O Sr. Buarqur : Eu ontrare na apreciacao dos
factos se ulgar necessario.
Mas veja o nobre deputado de que ponto tratei.!
Eu tratei dos principios do liberalismo : eu dsse
que aquelles que tem adoptado o partido liberal por
norma e que procuram desenvolver as suas ideas,
fallam sempre ao povo doutrinalmenle ; e creio que
o nobre deputado nao contestar. E' cerlo que os
grandes principios em geral sao iniciados pelo
Dito ao cirurgao mor da guarda nacional do Li- liberalismo ; as les de maor vulto da sociedade
moeiro.Remetto Vmc. 6 laminas de puz vacci-
nieo para ser convenientemente applicado as pes-
soas residentes nesse municipio onde reina a va-
ritda,
Dito aos agentes da companhia Brasileira de
paquetes vapor.Podem Vmcs. fazer seguir para
os portos do sul o vapor Oynpock p.ocedente dos
o mirto amaoina hora iielicaJn em seu officio
de boje.
Portara.Os Srs. agentes da companhifi Brasi-
sao decretadas tambem pelo partido liberal ; ja ve
o nobre deputado que esse* principios, que as ba-
ses dessas grandes les, nao podem deixar de ser a
, doutrina, nao podem deixar de ser os principios
em si mesmo.
A apreciacao, Sr. presidente, do que aqu se tem
passado deve versar sobre dous pontos capitaes
ilantro doi f|uan se aoerra ludo quanto se tem
lin ^Hostia Hf, nrineipios. ii1"'-1'"1 Quanto aos principios que aqu se discutiram, eu
leira de paquetes, facam transportar pal^fa Baha "5o posso deixar de referir me de alguma maueira
por conla do ministerio da guerra no vapor Oi/a- M discurso luminoso do meu dislincto collega de
pock o 2' sargento graduado selleiro do esquadro distrcto, que oceupou a atlenco da casa. De todo
de cavallaria daquella provincia Joao Francisco de esse discurso eu conclu que'os nobres deputados
Barros. que pugnam nesta casa pela idea liberal, accei-
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira tavam os principios emittidos pelo nobre depu-
de paquetes mandem dar transporte por conla do lado pelo 5" distrcto.
minisierio da guerra no vapor Oynpock para a Baha O Sr. Costa Rihkiro : At certo ponto est in-
aos soldados desertores do 10 batalhao de infanta- teiramente de accordo comnosco.
re Agostinho Ifranco o Eseqoiel Pereira dos San- (Trocam-se apartes.)
tos. e para a corle o voluntario soldado do 1 ba- (> Sr. Bcaiiqlk :Eu quero concluir, Sr. presi-
tallio da mesma arma Jos Luif de Souza Maia e dente, que esses principios calando no animo dos
0 desertor do 6' Francisco Antonio do Nasciment, nobres deputados, apenas divergem na ua appli-
Communicou-se ao brigadeiro commandante das
armas.
Expediente d secretario do goveroo.
N. 114. -Officio ao Dr. Manoel Buarque de Ha-
codo, 1 secretario da assembla legislativa pro-
cae.io, nao tem a extensao que elles desejam.
Portanto, a questo de divergencia para aquelles
que sustentam lo somente os principios bberaes,
existe na applicacao, na pratica, na direcgo que
tem dado aquelles a quem est incumbida a exe-
vincial.-Havendo S. M. o Imperadorpor bem'no- cucaodesses principios. D ah. se conclueque os no-
mear por caria de 5 de marco ultimo o Exm Sr i 'res dl'Pu,a>. 'Iue !a""se esforcaram para mos-;
vice-presidente desta provincia, Dr. Domingos de iraf a su?' I'/orgencia, nao lahiram do terreno dos
Souza Leiio, para o cargo de presidente, tem elle ^'J^^ Josl'ri''c'P10-'. acce.tando-os
de comparecer no dia 18 do corrente. urna hora CT ms- 0i nour?s depulados, atTastam-,
da tarde, no paco da assembla legislativa nrovin- se da aPP,,ea,.,;ll> desses principios, e lao somente
cial. afim de prestar o juramento do estvlo. O que e,,n S ou ou,ra circumsuncia ; declarara que a
o mesmo Exm. Sr. manda participar V. S. para d,recy;' dof ne80CI* I1'"8 n?sle.s ."S e ?a-
que o faca constar a mesma assembla <|Ul" f'J1 mal comPreliendido o principio liberal, e
que por isso negam o seu apoo a adininisirago.
Eu creio, senhores, que at ahi o nobre deputa-1
do pelo I distrcto, meu nobre amigo, e que com
tanta illustracao oceupou a atlenc.lo da casa, nao
e que as-
Despachos do dia 10 de abril de 1861.
Requerimentos.
Amaro Monteiro de Lima Valenca.Informe o
rSK riSSfft publia-, eooleaUkrit que a divergencia esta meto,
J.\ "o'essoa de Lac.erda-I"f'-- sim abandonou a doutrina para se laocar nos fac-
me o br. inspector da thesourara de fazenda. tos solados
in ,!^lf'ii5aSla-~l"'0r""! Sr direc,or da Sk- CSTA r,ue'"" -A divergencia nao s
i ruegan V"l,td- nesse ponto.
d-i iS.0Sn. L i,)nsaTInforme Sr- insPedor O Sr. Buihqoi :-Estava persuadido que o no-
wtSSZ&EEV: v, ^ bre deputado se contentara com esla explicaco,
.neme llt? Lima.-Mandou-so por nova- ist quera crer que a divergencia eslava apenas
muitt tmprac.i. nos factos.
^r fi lill 295 Pe.re,ra ."'"-"emcuido ao 0 Sr. Costa Ribeiho :-Se elles dizem que tem
Lamto^LfitafL j2E5 pu a* para a'" Principios lberaes, o nobre deputado tem realmen-
t.nacr ao supplicante, de conformidade com a sua te razfio ; a auesto se os tem
informacao de 13 do corrente sob n. 69. ("ricam-se outros martes )
noSSmr^ Ml'ra Liraa--Man^-se pOr o Sr. Blarqle :-Portanto comprehende a casa
Sffij.-iui c. v, iue a divergencia capital dos sectarios das ideas
Sr^Wffi 2^!^:^^ bberaes puras, estaa direceo. A direccao. m,
SI lH dt SUU ,afBrmacao de Principios, enlendem que s estes devem caracte-
M^Z"uVrf rc,! \nt r e r,sar um Parl'Jo> c0010 vergem to somente por !
rerrSSlr Lruz.-Informe o Sr. coronel fados ? Como (|uerem que os erres nao sejam tole-
. Manoel Teixeira de Jess.-Indeferido vis.ada 2^^^rnTSai^
:Luizd-OliveiraRegio.-J est preenchi- dafSESZ SX^TTSI
do o lugar.
Rulino Leopoldino Mendos.-Informe o Sr. ins- 1
pector da thesouraria de fazenda.
Padre Smao d'Azevedo Campos.-Dirija-sc
thesouraria provincial.
Virgilio Vieira da (kista Pinto.Nao tem lugar.
_ preciso
palavras que vou referir, para que possa tam-
bem discutir um ponto que o uobre deputado pelo
'" distrcto pareceu considerar como questo de
PERMBGO
ASSEMBLA PROVINCIAL.
principios disse esse graude escriptor, Montes-
quieu, que a virtude s existia no governo das
repblicas, mas...
(Ha um aparte.)
O Su. Bi.-arouk :Eu acceito estas palavras de
Montesquieu para applica-las ao caso, nao como en-
lendem muiios publicistas, que elle quera fallar da
virtude moral, mas acceito-as com referencia vir-
lude poltica, isto a virtude com relacao ao inte-
resse publico ou ao interesse geral.
Sr. presidente, se verdade que a virtude poli-
Bisnirso de Sr. deputado Buarqoe de Maced, aa l,ca s ,*e na repblica, se verdade que o
sessio de 1 do oassado !nobre de-Putad na8 se de9larou na ^^ republica-
sessa ae -1 ao passaao. no se na0 accei(a esses -d
O Sr. Buarqok :-Sr. presidente, ha va tomado rec|amar que a direcro.quc os homens que pem
a resolucao de nao oceupar-me do projecto que ac- Cm pratica os principios lberaes, esses que dirigem
tualmente se d.scute pela rorma porque se tem en-' 0 paiz tenham essa virtude polil ca, esleiam livres
caminhado o debate principalmente porque pens desses deftilos que 0 b %eputado Ihes nota ?
que bem desempenha o seu mandato nesla casa *
aquelle que s trata de promover os interesses da O Sr. Costa Bibeiro : Por essa consderacao
provincia, aquelle que procura lao somente restrin- nao deviamos censurar governo nenhum.
gir-se a rbita em que se acham as altribuicoes
desta assembla.
Mas, Sr. presidente, tem-se admittido que a pol-
tica, ao menos a poltica local, deve ser discutida
na assembla provincial, e nao serei eu, portanto,
ar ge
Um Sr. Dentado : Va aos factos.
O Sr. Ruarqie :Eu j vou aos Tactos.
Um Sr. Debitado : A virtude nao deve ser ad-
mitida somente nos governos republicanos, nao
nesse sentido que se deve aceitar o precedente de
que com a minha dbil voz dirija a mais leve cen- Monlesquieau.
sura aos meus nobres collegas que della se tem oc- \ O Sr. Bcauqle : Montesquieu nao deu inter-
cnpado nesla casa. pretaeao alguma ao seu pensamento, disse tao s-
Sr. presidente, fui provocado, por assim dizer, | mente que a virtude so se acha no governo repu-
para esta discussSo, porque no momento em que blicano.
fallava o nobre orador pelo 3o distrcto se referi I Um Sr. Deputado .Elle disse isto, mas esta
doutrina de Montesquieu nao tem sido interpretada
s por esta maneira.
OSr. Biiarock :Eu interprelei-a como fallan-
do da virtude poltica, como interpretam varios pu-
blicistas, e nao da virtude moral, querendo mostrar
que os defeitos que o nobre deputado aponta na di-
reccao do paiz, eje podem deixar de dar-se, sem
que (fah siga-se divergencia desde que essa direc-
eao nao se allasta em pontos de doutrina, em ques-
to de principios do elemento liberal.
O Sa. Costa Ribeiro : A coniequencia nao
precisamente lgica.
O Se. Buarque :Talvez.
Eu estou me servindo da argumentado do no-
bre deputado pelo 5 distrcto, que mostrou que o
meu nobre amigo deputado pelo 1" distrcto nao
apresentava principios divergentes daquelles quo
ei-am admittidos p.>| partido progressista.que ape-
nas nio concordava com a applicacao que faziam
desses principios aquelles a quem esl conimeltida
a direegao do paiz.
Sr. presidente, todas as vezes que a applicacao
por factos solados de um principio.'que aceito por,
um partido, nao satisfaz a um ou outro individuo,
a um gruj-o desse partido, o dever desse grupo e
conservar-sc na especlativa, conservarse no indif- \
ferentismo. (Nao a|N)iados.)
Um Sr. Deputado :Cerre-lhe o dever de fazer
censuras.
O Sr. Buarque:A censura dfferente da di-
vergencia. Pdem ser censurados os erros e os
desvos, mas isso nao deve constituir nem justifi-
ca urna verdadera descidencia.
UmSr. Deputado :Nos nos apresentamos di-
vergentes quanto aos principios.
O Sr. Buarque : Mas nao foi sso o que cu vi :
eu vi que os nobres deputados censuraram a ap-
reccao dos principios pelos factos solados.
(Trocam-se muitos apartes.)
Eu creio ter licado demonstrado pelo discurso do
nobre deputado a quem me refiro, que toda a sua
queslao se limitou aos factos; o nobre deputado
nao manifestou divergencia alguma de ideas, o que
fez foi censurar os erros, os desvos que entendeu
terem-se dados na applicacao dessas deas, mas es-
sas censuras, quanto a man nao autonsam a diver-
gencia de principios, nao iilorisam a dessidencia.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque :Mas o nobre deputado como
qualica a sua divergencia f
Um Sr. Deputado :-Com factos.
03. Buarque :-Logo a divergencia do nobre
deputado nao de ideas, nao pode chamar-se di- L
vergeacia poltica.
O Sr. Costa Ribeiro : divergencia na pratica ;
dos factos, se dos principios do partido progres- \
sista, sao os principios liberaes.
O Sr. Buarque : Portanto justamente o que.
cu digo, a divergencia nos factos e nao nos prin-
cipias.
Se o nobre deputado aceita a nao divergencia I
de principios, o que resta f Resta a censura quanto
aos factos que nao* Ihe agradam, mas a censura '
dos factos nao autorisa a divergencia poltica.
Um Sr. Deputado :Os progressislas dizem que '
seus principios sao liberaes, mas nos nao podemos
combinar nesse ponto.
OSn. H.i \moi >: :Sr. pre*idunte a hora est
muito adiantada, e eu devo resumir-me para nao
cansar a casa.
Eu entendo que o nobre deputado pelo 1" dis-
trcto nao apresentou na casa um s motivu de di-
vergencia de principios. Entretanto o nobre depu
lado disse tambem que havia necessidade de se
dar desenvolvimenlo ao elemento democrtico.
I'.m Su. Deputado : o principio liberal.
O Sr. Buarque :Senhores, o nobre deputado '
pelo 5 distrcto j dsse com muito acert que se-'
mediante principio atlingia ao republicanismo.
O Sr. rauca .Disse que podia chegar at ao
republicanismo.
O Su. Buarque:O que disse na casa o nobre
deputado pelo !>' distrcto, pessoa autorisada em
doutrinas liberaes...
OSr. Franca Obrigado.
0 Sr. Buarque :... foi que a enuneiaciio de
semelhanlcs principios era muito vaga, que esse;
principio perlencia principalmente aquelles que
tem em vistas reformar a le fundamental do paiz.
Entretanto, Sr. presidente, eu tenho ouvido grande
numero de discursos liberaes, e oque concluodel-
les que, o que se deseja boje, que as vistas do par-
tido liberal consistem apenas na promulgaco de
leis puramente reglamentares, e nao na reforma
da lei fundamental.
OSr. Costa Ribeiro:Eessas les valem pouco?
O Sr. Buarque :O que se trata, portanto, meus
senhores, de desenvolver oque j existe, o que
est decretado na lei fuundamental do paiz; os li-
beraes apenas desejam a maor expanso do ele-!
ment democrtico dentro das raias eonslitucio-
naes^ mas se o nobre deputado pretende a ex-
panso do principio democrtico, ampliando as l-
berdades constitucionaes, como eu entend do seu
discurso, entiio o nobre deputado est em diver-
gencia com collegas seus muito eminentes, que s
querem attingrngro de liberdade consagrado na
lei fundamental, e apoaao desejam a promulgaco
de leis reglamentares.
O Sr. Costa Ribeiro : -Eu creio que o nobre
deputado (para o Sr. Franca) nao concorda com
isto.
O Sr. Franca :Nao.
O Sr. Goma Ribeiho :Estou satisfeito.
O Sr. Buarque :Eu desejo quo o nobre debu-
tado me diga ento em que sentido fallou do ele-
mento democrtico ; nao desejo tirar interprelagao
diversa das suas palavras; talvez eu as compre-
hendesse mal nao obstante estarem ellas de accor-
do com as ideas de alguns seus amigos nsta casa.
O Sr. Costa Ribeiro :Sendo interpellado sobre
qual era o principio do partido liberal, disse euque
a idea geral desse partido era dar maior desenvol-
vimenlo ao elemento democrtico; liouve nessa oc-
casio urna reclamacao da parte do Sr. Dr. Este-
vo Franca, e eu tive ento de precisar mais a mi-
nha propoico, e disse que a idea geral era essa, o
desenvolvimenlo democrtico, denlre das bases da
constituicao poltica do imperio. Agora o nobre
deputado sabe que estas ideas tem sido aventadas
no seio do parlamento pelos mais distincios libe-
raes do imperio membros mesmo de alguns gabi-
netes ; o nobre deputado deve saber mais que ape-
zar de ser a nossa constituicao muito liberal toda-
va temos anda muitis leis que nao corresponden!
o esptirito liberal da constituicao, muitas leis que
devem ser revogadas quanto antes, para que se d
o principio democrtico da constituicao o espasso,
a forcaque elle exige.
Creio que esta explicac.o satisfaz ao nobre de-
putado.
O Sn. Buarque ; Portanto, e nobre deputado
Sartilha igualmente da opinio de que a expanso
o elemento democrtico deve ser tambem consti-
tucional, isto nao deve se affastar das bases da
lei fundamental.
O Sn. Costa Ribriro : Das bases fundamen-
taes da constituicao, nao.
O Sr. Buarque : Tinha comprehendido mal o
pensamenlo do nobre deputado, pareceu-me ver
que a expanso que desejava dar ao elemento de-
mocrtico, nao podia ter lugar seno pela reforma
do pacto fundamental.
O Sr. Costa Ribeiro : Entendeu mal.
OSr. Buarque : Portanto, aparte este ponto.
em que eu apreciei mal as intensos do nobre de-
putado, fique bem eonhecido na casa quo a diver-
gencia poltica que aqu se tem levantado provem
de fados; que nio se impugnoc, principios que
se acceiton a doutrina, e que as nobres. depilados
qi e ll.i-tro
embargos mas a este re peale ja o rmlire
pelo primeiro dislriclo
quanto a secunda parte]
ferio sobre e.-te tonto ip
naeo do terreno pertetu ente a casa n.Vi araliada
om que se havia prncr
reclamam to somente pela 53 direceo que se p(.|o preeo de fi cornos d
tem dado a urna ou ouira medula. anuos. Por tinto, me parece
Sr. presidente, vou entrar no objeclo que prin- j0 quz apena- dizer.
apablente detnoveu-me a pedir a palavra. na ques-
to relativa adjudicacao feila fazenda provin-
cial de urna casa, e venda desla a um terceiro.
Lameejo, Sr. presidente, que o nobre deputado
que trama desta materia, nao se ache na casa, por-
que estou convencido que as razOes que tenho de
offerecer a esla assembla, calariam perfeilamente
no sen animo : eu mesmo terfa cedido da palavra,
por se nao achar elle presente, se nao visse que
lemos necessidade de adianlar os nossos trabalhos,
e se tambem nao me achasse de posse de nina Ae-
elaracao, que pretendo revelar casa, e que me
fo feila por esse nobre deputado, com a qual se
convencero os nobres deputados da injuslica com
qne fo aecusado o presdeme da provincia pelo no-
bre deputado do 3o distrelo, a quem me reliro, de-
cclaraco que elle fez tambem a outros dos nossos
res, a prazo de I. 2 e :
xplii-oii o que
ja e\pltqtH'i ilo <|oe re-
Catro pedio .1 ile-rnrr.:
alienta a rregularidade
dido n'esse negocio conl a o que sempr
teslou.
I'm Sr. Deputado : lj" bem censuravel
souraria n*eslc ponto.
O Sr. Buarque : Recava a
bargos ; mas me parece
nobres collegas, e sobre a qual nao me pedio re- pondida por esta forma.
a the-
Casera oppnr em-
|ue nao po-le aprimen-
lar estes quando o bem mbargado ja i--m si* ad-
judicado e na OBM d'ell
ria; por lanto o que tinhja lugar rra
ordinaria.
Creio que a objeccao d
ada a part* meMra
unu arci
nobre tajmtam ftra res-
serva.
K11 lamento, que o noli;
prsenle, porque tenho ti
como j i disse, me faz cal
arpuico.
Disse o nobre deputado
tada a proposta de Catira
do Sr. dezembargador Fi
priedade vendida a Castro
O Sr. Avres fiaaw fot
O Su. IIuakquk : -Sr. pr
do Sr. desembargailor Firm
da de Castro, isto o qu
l-'ptiiailo se no arhr
fazer urna derlaraco.
r |ior trra toda a -ua
u>
havia sj.|.> tpre.
preco tiinii-> nfr-rt-r
no, que foi a pr-
I liso.
denle, que a |
se apres-
) resta duvida...
Um Sr. Deputado :Depois d concluido o roa
Devo antes Ao ludo declarar que o nobre depu-
tado pelo :i- distrcto, referindo o fado a que allu-
do, fez to somenle menco do nome do Sr. desem-
bargador Firmino, e nao do nome daquelle a quem
foi a casa vendida, que o Sr. commendador An-
tonio Jos de Castro.
Feito este reparo, eu passarei a fazer o histrico
do facto.
Sr. presidente, Antonio Jos de Castro se acha-
va na poste de urna casa sita na estrada do Man-
guinho por titulo de compra...
Um Sr. Deputado : Posse judicial.
O Su. Buarque .. quando a fazenda mandn |ri. con, (^stro.
penhora-la, por divida em que se achava peranle a 0 Sr. Buarque :-Quanto a., preeo, ->*>
thesouraria provincial o seu ex-proprietano, o >r. verar casa que a proposta do Sr. i"a.*tro k* u
Joao Carneiro Machado Rios. A fazenda, pudendo perjor do Sr. dezcmbarnador Firnuno, a -
laudar m.o de outros benx que se achavam livres, ||()M:i ,,,. (vl;i.r f()j an,]a sU|),.rior :w precu da ad-
preferio penhornr em prejuizo de Castro aquelle jujcacao.
predio de que elle se acaava de posse. Castro recia- () predio foi em mea o numero de rrtn ae
mou o seu ilireilo na occasio competente, proles- req,.r a |e e n.io appareceu um t MM* at
tou, mostrou o eshulho i|ue solTrra, e ate provou a qUe f,,j tdimtieada fazenila.
rregularidade com que proseguio a afajio ( e sir- ; sR. Deputado lamal com om aeote.
va isto para mostrar como vio os negocios da fa-1 q ,,. Buarque :Castro n. qu.-r.;ndo prapar
zenda provincial). Effeclivamente, Sr. presidenta. uiua nova ipeatie a faz-mla para revinttirar o m
a propredade, que foi penhorada pela fazenda, direito. para mostrar o esbulho qoe ** me tma
comprehendia tres predios, um margem da es-; f,.(0 ,|Uesio esla ama linha -m sen favor piml
irada, e dous borda do rio ; a fazenda |>enliorou j |jdadi; insanavel do processo, etemat-Oi a nimfrat
urna destas casas, e deixou de penhorar as duas 0 pr.>dio. Devo lembrar ao nobre deputado |n-
margem do rio, mandando, nao obstante, avahar Cse prej0 M achava no valor de 17 roolos t taav-
eslas ultimas, e lao somenle estas, que alias nao: e e ada va neste valor, |mr que .piando rastro
foram penboradas. Feilo este processo, que eu fe/, essa hvpolheca anda nao havia rrise aa arar*
creio que mostra nullidade patento e insanavel, a ,jB Pernan'ibuco, as propredade* se achara* ar
fazenda fez seus edilaes para a arrematacao, com- an0 prec0> e depois (lesna poca, salwm o a*Ves
prehendendo nesles apenas as casas avahadas e, deputados que os predios hYaram mutlo deareru
nao penboradas, cntrelanlo que proeedeu adju- dos, sendo que propriedades 1I0 valor de I r *>
dicaco de todas! | contos foram vendidos |H>r H 10.
Um Sn. Deputado : K a parte prejudicada nao
reclamou ?
O Sh. Buarque : Eu estou referindo o hist-
rico do fado, depois ver o que fez a parle. Por- querendo propor nova questo, apreseatoa se <>aV-
tanlo v a casa, que a adjudicaeo feita sobre a i recendo ainda quanlia superior a adjodirario, a
propredade integralmente se achava viciada pela SOperior proposta do desembargador Firmiaa, n-
penhora, pelos edilaes publicados, e pela adjudica- mo vou mostrar. De|os da propusta de Ca?iro
ao feita de objectos nao penhoradss, o que me pa-1 apresenlou-se o Sr. Firmino ollerecetvlo certa, aan-
rede iinporlar urna nullidade no processo. Caslro tiap.iga a praso* longos e em pequeas preilarO.-
podia promover o gen direito por moio de nina :ic- OSit. Avrks cao ordinaria, e alguns passos se deram neste sen-
tido.
Agora comeco a responder ao nobre deputado
pelo 3o distrcto.
Disse o nobre deputado que, antes da adjudica-
cao, um lerceiro linha pedido vista ; este terceiro viada thesouraria provincial para 1
foi Caslro. EITectivamcnle foi pedida essa vista, 1 tr 0 ^ aJ0 :i mesoorara n*la
I'm Su. Deputado : O predio eslava ei
de -!I):UIHI.
O Sr. Buarqi k : -Caslro, considerando uto, ai)
e o juiz a concedeu em auto apartado para que
fossem apresenlados os embargos, e concedeu-se
vista em auto apartado, porque no processo se
achavam comprehendidos bens que nao linbam re-
lacao com a questo; creio que foi esta a razo.
O Sr. Deodoro : Foi justamente isto.
O Sn. Buarque : Concedeu-se a vista, e o ad-
vocado de Castra, que ento era o nosso distmeto
collega, o Sr. Dr. Deodoro, aggravou ; mas a rela-
cao nao aceeitou o aggravo
O Sr. Buarque : -O governo entendeu que
proposta sendo inferior em preeo e vani.igens >
Caslro, nao eslava no caso de ser recetada..
OSh. Avres Casia : Muito justamente.
O Sr. Buarque : A eeaasala de Catra foi ea-
sobre ella 1
leve a
depois apresentou-se o Sr. des.mbargador Kirnur.
com urna nova wpaoala Caatre b* ouira procos-
la superior a de Firmino. ento este sbetelo
proposla de Castro aprcsenimi urna ouira, por.-m
depois de eslar o contrato hvrado. t^e mte
sobre este ponto nao eslava bem nl' bre depiil.ido pelo .I" dislricto.
O Su. Aviies t\MA : Nao podia ser mais aceita
a proposta do Sr. Firmino.
OSr. Buarque :Apresenlou-se nova proposla .
O Sr. Deudoso : Aggravei do despacho, masi nias (|nando ?
relacao denegou piovimento ao aggravo. < |)se 0 n0urc
deputado que fora a(>reseafMb
urna pro|m-ta do desembar-iador Firmino no >li 1 <
que o ronlracto fora celebrado no dia V leado o
presidente mandado ouvtr a thesouraria sobre a
proposla do Sr. Firmino. mm aattl ca>a qoe
nobre deputado |>elo :t" distrcto disse pritaeira-
mente que a proposla nao linha sido acera, e em
segundo lugar que a proposta tinha sida 1
a thesouraria para sobre ella emittir
Agora atienda lieni a casa, a ultima proposU 1
O Sr. Buarque : Parece que se deveria conti-
nuar na accae presentando os embargos e pro
guindo-se da maneira porque tinha comecado, nas
nao sei a razo porque slo se nao deu; eu porm
appello para o nobre deputado que era advogado
da causa, e que nos poder bem esclarecer.
O Sn. Diodoro: Fui advogado do Sr. Castro
nesla questo; quando tomei conta della j havia
penhora por parte da fazenda, penhora que com-
prehendia nao s esses bens ou essa propredade, |g Firmino foi effectivamenle remetlida a lheoara
como oulras, por sso que existiam diversos deve- ra, mas quando foi esla amprnta ipresenlada Ijaaa
dores. O Sr. Caslro apresentou me o seu titulo Jo o contrato ja se achava celcta-ado com Inda.-a-
que era legal, mostrava ser elle senhor dessa pro-. formalidades requeridas.
priedade, por essa propredade se achar hypothe- o Sn. Cunha Teixkira : (auno se pede asaer
cada a elle por Joo Carueiro Machado Ros havia st0 f
longo tempo. O Sb. Bi aiiqi e : Exi^lem doeuiuenlos **re
Depois de paga a siza, e conseguintemente reali- iodos estes ponlos.
sada a venda apparece essa execuco, fazendo-se Dsse o nobre deputado qu a proposla lora aare-
a penhora, nao na propredade loda, mas em duas sentada no da 3, mas que a ihe-ouraria dea sea
das casas. Eu disse ao Sr. Castro que o meiocom-! parecer no dia 5, e no dia i j se achava celebra
ptente era usar de urna arco ordinaria de......i do o contrato.
se nao tivesse liavido arrematacao, mas estando al (jj, Sr. Depi iado :De|iois do contrato reletra
troesuo ja nesses termos, estando a propredade em ,j0 ,i qUH proposla fo remetlida a ibesoorara.
praca, seria conveniente sempre apresentar embar-1 o Sn. Buahque :A proposla foi remettida a aV
gos de terceiro. Esses embargos subiram con- souraria, mas no momento em que ja se aetuva
cluso do juiz que os mandou tomar em auto apar-1 celebrado o contracto, e contrato muito mais vaaaa-
tado, e a razo por que haviam mais credores na joso, muito superior ao preeo da adjndirarae, pw
mesma execuco. Disse eu enlo ao Sr. Castro, a | qUe a adjudicaeo foi feita por > iW4 e Ostraden
vista da decisao do Juiz, que conviria aggravar do' p^ propredade 7.."i0t4, depois da proprtraaae ter
despacho, assim se fez, mas a relacao negou provi-; d0 a praca e uo tei
ment. Aconselhei ento ao Sr. Castro a que prose-
guisse com os embargos em auto apartado. Mas
n'esse estado deixei de ser advogado da causa, sou-
be que o negocio foi levado presidencia, porm
nao soube mais nada.
O Sr. Buarque :Mas os embargos nao foram
apresenlados anda quando o nobre deputado era
advogad ?
O Sr. DiODono : PeTUa, mas deviam proseguir
em auto apartado.
O Sr. Buarque :Mas nao continuaran) r
OSr. Diodoro :Isso que cu nao sei, por que
deixei de ser advogado da causa
O Sr. Buarque :Explicado este ponto pelo ne-
bro deputado, o segundo que vejo as minhas olas,
foi que a adjucaco teve lugar, e que a parte pe-
dio vista.
Sr. presidente, feita a adjudicaeo, vendo Castro
que ella uo podia ler lugar se nao sobre os pre-
dios que lvessem sido avadados, que se achassem
nos edttaes, e que tivesscm ido praca; conhecen-
do que isto se nao havia dado com relacao ao ter-
ceiro predio, requereu que se descriminasse o ter-
reno pertencente este que nao faza parte da ad-
judicaeo. Por tanto, a vista de que fallou o no-
bre deputado pelo terceiro distrcto me parece que
nao teve lugar, e sto tanto mais se comprehende,
quanto, se Castro tivesse pedido vista nao tena so-
licitado, como solicitou, que se descriminasse o ter-
reno nao comprehendido na adjudicaeo.
O terceiro ponto de que tratou o nobre deputado
foi que se desisti em juizo da propredade adjudi-
cada. ,
Nao me foi possivel comprehender bem o alcan-
ce desta proposico, por que nada mais absurdo do
que desistir-se de urna propredade, e de urna pro-
predade de que o individuo se acha de posse em
virtude de um titulo em forma.
Nao comprehendo bem o que quz dizer o nobre
deputado, mas acredito que elle teve em mente re-
ferir-se ao que diz aqu a enromen j citada na
casa a pagina 69, e vera a ser o"e Caslro em lugar
de continuar nos embargos, Cjtentou-se em apre
ter apparecido um -o liriunle
Attend-se bem que nao exacto o que se ie
aqu, que o contrato fora feito muiedulanaatMe
depois da proposla; o contrato teve lugar mma>
dias depois, como consta dos documentos os-
tente.
Um Sr. Deputado : Acho que a
fo apresentada depois, o foi minio de
por nao ler sido preferida a ouira.
OSr. Cunhi Teixeiiik -Eu, na qalidade a>
presidente, desde que o Sr. Castra lives leraua
tado urna proposta o o Sr. desembargider firaaan
outra. mandava |>or a propredade em roararrrn-
cia, para que depois nao apparecessem redamar iV-
destas.
O Sr. Amyhtiias :Mas depois do contrato feno*
OSr. Cukha Teixkira : A proposla foi aaie-
lerior.
O Sr. Buarque : Mas re a aroara-and mi a
praca seis vezes na forma da lei, loi anda orna s-
tima vez administrativamente, como diser-se aae
nao se permittio a concurrencia T
O outro argumento no nobre denotado fot ram
relacao as letras. Disse o nobre depatadaaae e eaa-
trato foi celebrado no dia i, que a prapoame Fa*-
mlno s appareceu a 5, e que as letras f das em data de 5.
Sr. presidente, todos saliera que ha trala atos
para se selarem as letras ao portador; por mato,
nao sei com que fundamento o nobre deparad taz
esta aecusacao, quando pude ter-se dado aaa ni-
dia 4 nao houvesse mais lempo para setar esees le-
tras, e s no da 5 podesse isso ter lugar.
Agora, Sr. presidente, a declarar de eme en
fallei.
Eu tinha pedido a palavra para tratar nta
questo, com o fim de dar explcacoes a casa.
Ua Sr. Deputado : Eu nio tinha dito mam pa-
lavra.
O Sr. Buarque : Pois bem.
Mas 0 sobre deputado pelo 3 asstrirte, maac
conscencia de haver feto a animririi) sV J
Silveira de Souza urna accosaeJo sem o peso da w-
flexo, sem fundamento olido para calar aa -
sentar urna proposta para ^,car com a propredade I rito da casa, foi examinar o efocto aneja
r
MUTILADO


I
admente," por qtre affliem o nlvfttiro da i|uo crie
OSn. r.i-Mit Tkixkiiia
OS-. Silva Rasos:
: -Is-sorigo en amiM-in.
Mas, Sr. presidente, eu
labora va em erro, e reconheceu a Justina dessa ad
verleneia.
O nobre diputado pelo :i" districto vea declarar-
rao e igualmente a oulros membros desta- oaa, que
se achava convencido da legahdade do arto da pre-
sidearia, e pedio-me para qne n.io trates malera
questao. I que souberam com suas vozes aulorisadas, com sua
m Sa. Reputado : -Entao nao era bom tratar.' dialctica rigorosa, e com sua eloqaeuca sublime,
pondor us apartes dos nutires cafien>t mas au
- qmro. O Ilustre denotado peto tirlmeiro districto
avaho ueste momento as djulculdades em po me (referudo-se ao Sr. Cunta Teixeira), miando est
;*ho coUocado : fon tratar de umassumplo.nouual orando, o que o nterrompem com apartes, costo-
sa tem wnpeuhado os niais lllustrados talentos des-. ma cheio de cnlhusiasmo e calor, djxer, o publico
11 <" : v que me querem abafar a voz, que pi querem
Oaoradores, que me precedern! na tribuna, e' que se manifest a yerdade; mas eernao farei o
mesmo : porm peco aos meus illustrei coltega?
que ('nliam alguma coatemplacao contigo que
abraca os dou* principios, leui as mesanas ideas, os
mesmos pensamrntos c as mesma* aspirando*.
O Sn. Cumia Tkixkiiia :Esplique islo.
Trocam-se varios apailes.)
> Sa. Silva Ramos :Creio que estou sustentan-
do urna doatrina saa, e que sao estas as ideas do
partido progresista : assim que eu as Tompre-
hendo : e eu appello para urna aaatriitede, nmc
! Sr. Dr. Estevao Franca, e que me diga te serio
O Sk. Hi aiiole :Eu nao poda deixar de tratar prender vossas attencoes, e elevar-vos at as altu- sendo novel as lulas aarlainentans, nS^T posso I estas as doutrinas expendidas por elle Mala cala,
desta questao ; enireanto eu nao Caria urna revea-1 ras do enthusiasmo, crearam para mim serios em- deixar de ver-me embaracado, quaodo cada mo- e que rnereceram o apoio dos nobres roHagas.
cao desta urdoin se o Sr. Dr. Gaspar uo tivesse bancos; porque frescas anda as suaveis roprosses,. racnto sou interrompido, quaudo de i asante i OSn Buahqie :Os di-cursasdos Srs. Das de
eiio as declaraeoes peranle mais de um deputado, que ellos vos deixaram, mais sensiveis se ternario instante se me eertam o to das ideas. Os apartes' Carvalbo, Jos Bonifacio, (iciaviano, e outros, sos-
diiendo que eslava prompto a pedir a palavra para o desahnbo das minhas ideas, a imperfeicSo de mi
declarar que se achava|mal informado, e qne a sua nha liuguagem, a fraquea do minba argumenta-
opiui.o era que o presidente havia procedido com cao, e o nenhom encanto de minha diccSo (nao
toda a rrgularidade.
Appello para o Sr. deptiiado Dr. Ayres para qu
diga se islo ou u.o exacto.
O Su. Aviies Gama.Sim, senhor, eslava pre-
sento eassisti doclaracao, mas nao precisava de
duclaracAo do Sr. Gaspar.
O Sk. Buaroue :Eu eslava na obrigacao de
nao deixar passar desapercebida esta aecusaeao,
porventura a mais grave que se le/, a adminisira-
cao do Sr. -ilveira de Souza, tanto mais quanto
essa acru.-ariio ia refleciir sobre a pessoa de um
meu amigo e prenle; prtenlo, v a casa que eu
nao podia deixar de ter o procedimento que live.
dos Ilustres collegas honram-me muito, nao me | lentem axactamenle isto.
importa que os dem, rrspooderei aos que podar,. Um*. Deputado :-Outros sostentam o ooo- mas sabe o nobre deputado, sabem quasi iodos os
os lenho dado nao jpdem abafar su voz.
O Sh. Nabo :Ora bravo.
Apartes al imper-
aiaiados.) Mas eu farei por atlenuar este terrivel
chebo, sendo breve para nao fatigar a attencao da
casa, sendo franco e sincero para merecer saa in-
dulgencia. (Muito bem.)
Sr. presidente, antes de entrar no objecto da pre-
sente discussao, scja-nic permiitido fazer urna l-
geira digresso, que eu considero de grande utili-
dado.
O paiz inteiro olha para as actuaes assemblas
legislativas, animado das mais risonhas esperanzas! servador esta "extincto, e que o partido liberal
contando ver surgir de suas deliberares promptos dissidente, s existe em Pernambuco ; e nao
e efllcaies remedios contra seus males : c s, se- posslvel admittir-se, por um momento sequr
horas, que aponamos os vicios, o os desmandos que urna poltica peculiar e exclusiva desta pro
comanlo que nao seja um em cada palavra que trario.
eu iisser. O Sn. Silva Ramos : -Todas as veres, que o prln-
O Sn.i nha Teixeiha : Pens que os apartes apio da Hberdade quizer subsistir s por si, sen
dados com aquella calma e moderacSo, com que recormecera mtlrdade do principio de autoridad-. |
te da provincia, dtfvia o directorio ler um numero
maior de memlirof dqsaipartido.
O prlmeiro diivctorfe fui composto da nove
membros e tinha sette Uberaes e dous conserva-
dores.
O Sn. CostaRiBKTRo : Creio qne no M unto,
mas nao faco queslao disso.
O Sr. Silva Ramos : Esta directorio dirigi os
negocios do partido por tal modo que na segunda
re.uniao, um membro desta casa propoz um voto
de reconbecimento pela maneira pruoVotc, sabia e
moderada porque tinha dirigido o partido. Nessa
segunda reuniao appareceu a idea de se elevar a
23 o numero dos membros do mesmo directorio
turemos a anarchia ; e toda vez que o principio da
autoridade nao quizer caminhar de maos dadas
tinentos. com o principio de liberdade, leremos o despotis-
0 Sh. Silva Ramos :Mas, dizia eu, pooho para, mo ; por consecuencia |>ara que o paiz sep con ve-
longe esse pensamiento, que sem reflexao me ha- j nienlemente governado, preciso estabelecer-se o
va assaltedo, porque entendo que o partido con- equilibrio dos dous principios, e foiistoo queso
" deu.
Um Sr. Deputado :Fica o paiz com um s par-
tido.
O Sk. Cunha Teixeiha :O principio da auto-!
adininisiraces; nos que indicamos o' vincia, jiossa ter tal intluencia na opinao do paiz,
onde ellas piocuravam encaminharo que consiga fazer mudar sua face poltica.
membros desta casa, que n5o foi o desejo do advo-
gar os nteresses do partido liberal, que suggeno
esta idea.
O Sh.T.i-nha Teixwra :Qual fei entao f
O Sr. Silva Hamos : O illustre collega sabe,
que houvu alguem que movido por iuteresses pes-
soaes fcz apparecer esta idea.
O Sn. Cunha Teixeiha : -Eu nunca sube de tal
cousa.
O Su Silva Ramos :Anda nao ha mutos das,
que em urna reuniao com seu mano, elle me ex-
poz francamente o que se passou a tal respeito, a
me dsse os motivos de una tal proposta; e creio
que onobre deputado deve estar convencidodeque
ridade como corretivo da liberdade, e vice-versa os iuteresses do partido liberal podam ser perfei-
ja era o principio, que eu defenda antes de appa- tamenie- advogados por um numero menor t
recer o partido progressista. membros Uberaes no directorio ; e tanto assim
wr /. -i' blLVA Kams :Entao ja progressiste ?. que o partido liberal genuino nao elevou seu di-
de (Apoiados.) Eis um antigo prt>gressista, que nos rectono a tal numero,
ro nao conheciamos. OSr. Ci nha Teixeiha : Fo meu mano que
Greio (pie ueste ponto nao restar a menor du- das passadas
vida no auiiuo dos meus Ilustres collegas sobre a abysmo por
improcedencia da aecusacao que aqu se levantou paiz ; nos que nos olTereeemos para curar seus ma-1 O S IModoko : Quem sabe
contra o adminjlrador da provincia. les: nos, que Ihe estendenios maos de amigo para O Sr. Silva Ramos : Como disse, tomo por
CompioMietti-me lauliem a fiMar sobre a no- affasta-lo das bordas dessa profunda voragem, cm ponto de partida das consideraces que tenho de
meacio dos medico e cirurgiao da Sanu Casa da que tinha de ser arremessado; iremos seguir os fazer, o discurso do nobre deputado pelo lerceiro j
Misericordia. passos de nossos adversarios; iremos lambeincon- districto, |K)is deste modo comprendido igualmeu-1 O Sr. Costa Ribeiho : Protesto contra a inter-1 apresentou a Mea de ser elevado a 2o o numero
Se disse que estes medico e cirurgiao em virtudu sumir, como elles, nosso precioso lempo einestereis te a opniao do illustie collega pelo prnieiro dis- petracao, que eslao dando s palavras do Sr. Jos i dos directores. V. Exc. disse que o que fez apre-
de disposieo legislativa, deviam ser contratados e questoes |ioliticas? tricto, porque eu os considero em perfeitoac- Bonifacio e outras ; esses seoiiores nunca trans-! sentar esta dea nao foi o inleresso do partido. Io-
nio Humeados pelo prndeme da provincia, como Um Sh. Deputado :Da poltica dimana todo o cordo. girara com seus principios. i go uu desejo que o nobre deputado d as mfiaa
oram, e que poriamo o presideute liuha iiifi'iigido bem, e lodo o mal do paiz. O Sn Costa Riheiho :Creio que no ha malig- O Sh. Franca :Qucr o partido liberal, quero que omoveram a isso, para que elie se possa ple-
* le. O Sr. Silva Ramos :O paiz enibaladq^wr tan- nidade nislo, porque se a lia, eu salwrei repelb-l* partido conservador querem maisou menos o con-1 menle justiricar.
Senhores, peco a vossa attencao para o seguiu- los annos n'uma serio successiva de esperaneas, | convenientemente, sorcio da liberdade com a autoridade, com a dille- ( S
te. E.ta casa confercionou una lei appiovaudo o que eram sempre malogradas ; iiludido todos os i O Sn. Silva Ramos :Nao ha maligaidadc, na* renca, que o partido conservador quer urna gran-
conipioiiiisso da Santa Casa da Misericordia, lei lias pelas alincanlinas de um sem numero de as- apenas a declarac.; de que versando as queixas de' preponderancia destn elemento, eo partido li-
que fez innmeras alieracoes nesse coinproniisso ; (maules ao poder, boje desconlia de todos e de lu- dos dous Ilustres collegas sobre os mesmos pon- boral quer o inverso : a dUerenea dos dous |wrti-
nessa lei estipulou-se que os cmpngadosdos esta- do ; esta eutregue ao mais completo scepticismo, to, cu respondendo um lerei satsfeito ao outro. dos est no grao, est no maioi ou menor deson-
0 Sh. Costa Ribeiho : -Os hoincus de todos os volrimento de um dos dous principios,
partidos, que leem servido todos os governos,' OSr. Silva Ramos :E' esta a dille
belec.iineiitos de caridade seriam noineados por qur ver traduzidos em fados as provas-de inle
contrato, mas o coinprouiisso, tratando dos med- resse, que dissemos ter pelo seu henvestar.
eos, diz o segiiinte : (l) Que bellos discursos nao tem sido pronnnciaiios
Ai i. 81. ai.-lu dos empregados de que tralam os em todas as nossas assemblas :' Que sublimes re-
artigos antecedentes, bavia ao seivicodo formas nao lein sido nellas discutidas ?
dous
bospilal de Pedro II um medico e um cirurgiao
operador, e ao servico de cada um djs oulros es-
tabeleeiiiie.nl.i.s um medico que nao podar ser
iieiiliuiii daquelles. I) | residente da provincia com
audiencia da juute, os uomeara e Ibes marear o
ordenado.^
Eis, pois, um caso em que a lei dispoe que cer-.
tos empregados sejam contratados, e que outros tas, todava, nao |ksso deixar
resultado, anude est a realisa-
aoude a pratica dessas modi-
sejain Horneados pe o presidente da provincia.
O Sh. Cumia Teixeiha :Sabe-rae dizer se bou-
ve essa audiencia
O Sh. Buahoue ; Creio que houve. Mas no
primeiro caso se observa que da exclusiva com-
petencia da junta administrativa contratar curtos
empregados, no outro caso diz a le que o pres-
dente noiuear um medico e um cirurgiao -, ora a
Jei nao poda determinar que os emprimados con-
tratados pela junta f.i.-sein posteriormente Hornea-
dos pelo goveruo, logo claro que a lei distingue
duas ulasses du empregados urna dos contratadas
pela junta, e outra dos Horneados pelo goveruo.
O Su. Cunha Teixeiha :O nobre deputado nao
st interhreando bem.
O Su. Buaihue : Nessa estabelecimenlo ha
empregadps de diversas cathegonas, entre estes
ha alguus ijue duvem ser de pura eoiitianea da
junta, o sem duvida de.-tes empregados que a
le quer fallar, quandu falloudos coolralos.
__ E se assim nao (usse, Sr. presidente, |iorquo ra-
2ao a le i modilicando diversos artigos do compro-
Mas, em ultimo
cao dessas ideas
das?
O Sn. Cunha Teixkira :Esta iiileiramenle de
accordo coimmsco.
O Sr. Silva Ramos : Espere ; eu irei adiantc.
Sem querer collocar-me no numero dos pessimjs-
de dizer que o aos-
no me hito de jamis rcduzir ao sou nivel. 1ue dous partidos comecaram a abandonar os
O Sr. Silva Ramos :V quem couber a iu- extremos em que se haviam enllocado.
Miiuae..i deste aparte ; por mim eu arcpillo. Foi deste moda que se constituio o partido pro- i
Disse o nobre deputado pelo lerceiro districto,; grossista ; forain estas as ideas emittidas no pro- [
que os chefes da actual situacao nao lioliam signi- gramma lido peranle a cmara, e nao houve um i
lcacao poltica perante o paiz : disse mais, que : s liberal, que pretendesse fazer-lhea maisligeira1
dissolvida a cmara se orgnisara entao e partido \ modilkacao, que de leve o cunsurasse : apenas um
da liga :e ousou mesmo proclanur que o part- deputado por Sergpe,.esse deputado legitimo, essa
do progressista nao tinha urna origem nobre.
Eu nao sei que origem mais nobre poderia tero
partido progressista 1 Elle que subi ao poder
Silva Ramos :Eu darei a explicaco em
tempo conveniente.
OSn. i.u.mia TEiXEinA :Ora muito obligado.
O Sr. Silva Ramos :Ka-lo-hei quaudoseu Ilus-
tre mano e.-tiver presente.
O nobre deputado sabe que algumas pessoas, que
ITerenea desde I nao faziam parle do directorio, peusavam que era
mais fcil serum incluidas na etapa para deputados
geraes se fossem directores do partido ; e entao
prelenderam nete pro|sito augmentar o pessoal
do directorio. O nobre collega sabe disto.
O Sn. Cunha Teixeiha :Nao sei.
O Sn. Silva Ramos :Pois eu sei e inuilos o sa-
bem.
OSr. Cunha Teixeiha : Eu nao acredito que
meu irmao eslivesse dominado desse peosamento.
O Sn. Silva Ramos : Nem eu dei a entender
tal supposieao.
O Sr. Nabor : Fo elle um dos empenhados
para excluir do directorio oSr. Dr. Vilella.
O Su. Cuhha Te.xeiha : eixe islo para quando
elle estiver pre-ente.
)Sr. Silva Ramos :Parece-me que o partido
expressao fiel da soberana nacional.
O Sn. Costa Ribeiro :Protesto contra a irona.
OSr. Buarque : Nem conveniente porque
so paiz va i mal ; e nao sou eu quuin o diz ; di-! pela medilicaco lgica e natural das ideas, nao tem amigos nesta casa.
zwn-no todos e o que ainda mais, dizem-no os poda Ilustrar sua origem com maior nobreza; I O Sh. Jacobina :A legitimidadc da eleieao de
factos, que ahi esta. para atlester publicainouto! porque sendo as ideas actos da inlelligencia, e son- Sergipe j nao pode ser contestada,
nosso estado de ducadenca. ] do esta o doin especial ir especie humana, nella i (Troeam-se outros apartes.)
Que venios pois nos lucrar o paiz com as dis- inspirada |ielo spro da divina sabedoria, no vejo | U Sh. Silva Ramos :-Dizia eu, pois, que nao
cusses Hiicas 1 I como seu triumpho podesse ser mais completo, Iniuve um s liberal, que su erguesse para fazer eslava to bem representado por i directores, como
O Sr. Costa Ribeiho |_ Se o triumpho do de- nem sua victoria mais nobre e gloriosa. censuras, para pedir modilicaeoes no programma por 2o, ou antes polo primeio numero eslava nio-
Considuraria o illustre deputado nobro a origem ministerial; e que apenas o Sr. Netio, exigi que Ihor.
do partido progrossista, s.i olle tivesse assunido as baptisassem o novo partido com o nome de liberal, j Disse o Ilustre deputado a quem me retro, que
redeas da admnislracao do paiz, elevando-se coin e que Ihe nao dssem o de progressista. o directorio nullilicou o pensamento do partido,
as armasen) punho, e derramando osanguede Mas, seos principios apreseotados pelo mniste-! moneando dentro os seus membros urna commis-
E querereiiKis nos salvar o paiz cuidando so da seus irmos 1 rio eram a baodeira do partido liberal,que conve- sao de nome.
polijea ? Nao, meus dignos collegas, como disse, a victo- mencia havia nessa suhstiluicao de nome ? Se nao | Eu na
Nao sabemos que a poltica tem sido a cansa de | ra da idea sobre a idea, a
bate j Ibes pe tence, nao
tivesse dado.
O Silva Ramos : Lamento
sem benellcio algimi publico.
deve lamentar que se
o tempo perdido,
nao vejo nesta resolucao mais do que urna
por esta forma elle lera na tei a resposta sua
arguico.
A respeito da llegalidde da gratifieacao do pa-
dre Joo Jos d'Araujo, eu noto o seguinte : a lei
que prohibi que o padre Joo Jos de Aiaujo Ios-
so pa{", fui a lei do oreameiito, em una disposi^ao
puraiiieute Iranzitoria, i|ue nao poda revugar una
lei purniaiienie.
O orcameulo nao pode revogar luis permanen-
tes por meio de disposiees Iranzilorias conse-!
guiitemenle o presidente' concedendo o.sa gralili-
cayo o fea em viriude de lei que vigora.
(Ha iimi aparte.)
O Sn. BuarcUe : -Urna disposicao permanente eu cntendia, que nao tiuliamos necessidade de tra-
s pode ser revogada por outra di'sp.^uo pernia-. u,'' d'ella aqu : mas j que a luta veio a travar-se
le oppressora de seus adversarios.
nossos males, porque nossos predecessores em vez
de cuidarem do bem eslar, e da prosperidade do
paiz Iratavam apenas de dispr as cousas segundo
as conveniencias polticas?
Nao sabem os Ilustres collegas, que as dscus-
ses polticas, sao quasi sempre entre nos anima-
das /.lelas paladea dos partidos?
Um Sr. Depi;tado : Felizmente esse pastada
misso deixou em p aquelle que determina que o! n" foi estragado pelos liberaos, mas pelos conser-1 dministraeo dos negocios p'ubiiuo's.
medicj o o cirurgiao sejam Horneados pelo presi- vadores. A' principio aquelle qne mais protegido pela
fleute da provincia 1 Creio que outro nao pode ser .0 Sa. Silva Ramos :Fosse por quem fosse sorte conseguio asseiihorear-se do timo do esta
o espirito da lei
dico la nomei
i;ado publico
houve purtatt
nlerpretaudo a lei por "esta forma. iltr^ deputados com seus apartes constantes me I ^ avuncava principios audaciosos, que julgava
.Veste iwiito creio que nao se pode dizer mais eortam o lio das ideas. I bastante poderosos para oppor um dique corren-
nada para responder a objeceo aprosenlada |elo O Su. Cunha Teixeiha: Eu uisse que nao fo-
nobre deputado pelo lerceiro dislriclo, creio que o mos nos, os que estragaran!.
presidente decidi perbilaineiite, o taino foi aquella O Sn. Silva Ramos : Nem nos os progres-
a intcrprelaeo que se deu geralnienle, quea junta, sistas. Dizia eu, qu a poltica tem sido a causa
dii igindo-se ao presidenta-, duclaroii que ella, em ''e nossos males, e que as questoes polticas quasi
vista tdo compromiso, julgava que ao goveruo 'luc "i deviam merecer altencao alguma, poique
compela fazer semelliautes nouieacOes. O com- affl geral, entre nos. a linguagem polilica a da
promisso urna le, couseguinteiiiuiiiu os seus ar- conveniencia, o da oecasio; e tent assim, que
tigos tuin tanta lona quanlo os de outra quaiquer "* vimos ainda ha pouco, um homem que ueste
lei. provincia proflgou os actos da admnislracao do
Sobre este poni nao dirci mais nada, tanto Sr. Silvera da Souza, e que rensurou a suploste
"ois quanto---eHubm deputado pelo segundo dis- ijatea*voncio do overao no pleito elaitofal, defen-
incio ja fallou sobre elle. d*r perante a naeo, na assembla gdal estes
Agora, Sr. presidente, duas. palavras ultimas principios que elle havia com calor impugnado,
acerca de dous poutos, que mu parecem haver j i <> S'<- Cunha Teixeiha : Contesto,
sido convenientemente respondidos na rasa, mas ; "Su. Silva Ramos:Contesta I
que ruferindo-sc infrac oes de le nao quero dei- i (( lu M '|?o corro por ahi improsso.
xar passar sem reparo, dizendo o que pens cer-1 Poi tanto, quando nos vemos o paiz solfrer tao
ca delles. repelidas deceDfes, o ser sempre Iludido por essa
Com relacao ao eonlraia.de estrada celebrado linguagem de paives, lilhas do'inleresse; que
pelo Sr. Paes de Mullo, chaiiiarei a attencao do DO-, crdito quuiuin meieuur aquolles, que censuram os
bre deputado pelo lerceiro districlo para a lei { clos de quaiquer admnislracao, que Ibes ad-
n. ol |pie inodiUea aquella de que tratou, e versa?
O Sk. Costa Rmkiro : J vejo que o progres-
so iuimigo da discussao.
O Sh. Akaijo Uahhos : Da discussao pes-
soal.
O S. Costa Ribeiho : O nobre deputado o
menos competente para lembrar isto, porque gosta
milito das discusso.-s pessoaes.
< Sr. Araujo Barbos : Euuneie-se claramen-
te, nao gasto de trovas,
O Sn. Costa Ruano : <> nobre deputado sa-
be bem a que me nliro.
O Su. Silva Ra.ms : Assim leudo sido a ques-
lao polilica largamente ventilada na cmara geral,
mais honrosa, e a eram os mesmos,como contentavam-se os depata- prova de que nao era possivel dirgir-se um parti-
niieiii. dos libura.-s com urna simples substnuicao de no-1 do com um directorio de 2o membros, sem que a
que mais gloria pode trazur ao lame
(Ha um aparte.) me^? I grande varedade de opinies e as desnlelligehcias
O Sr. Silva Ramos : Avancei uina |iroposicao, Era urna simples desintelligeneia pela denomi- conliuuadas viessem dentro em pouco maiifeter
que deve ser demonstrada. Eu disse que o par- naeo do partido. A isto limitou-se toda a dis-1 o desacert de urna tal medida.
tido progressista tinha subido ao poder pela suc- cussao havida na cmara geral acerca da polilica: Disse o illustre deputado que foi um conserva-
cesso lgicae natural das ideas. i' partido, entre o diminuto numero de liberaes, dor quem propoz que a chapa dos deputados ge-
Duas epinioes polticas extremadas, movidas que ahi eslava, e o rstame da cmara que em sua raes fosse orgauisada por uina commissao de dous
por odios e exaltaces reciprocas, di*puteram a maioria sustentava aquelle programma. i membros do directorio.
(Trocam-se apartes.) I O Su. CeatA Ribeiho : Nao liz reparo sobre o
u Sn. Silva Ramos :Qual foi o membro da faci de tur sido um conservador.
cmara que se pronunciou contra as ideas do pro-
gramma ?
1"m Sh. Deputado : Nenhum desde que o mi
nistero se declarou liberal.
O Sr. Silva Ramos :O ministerio se disse li-
beral, mas com os principios exarados no program-
ma. Quera o nobre deputodo que o ministerio
OSn. Silva Ramos :Foi, sem duvida, um con-
servador, mas esta prapoMa s leve um voto em
contrario, e a idea passou com o grande apoio dos
liberaes.
Rellro-me tembem a excluso feila pelo directo-
rio dor. Vilella, na eleieo de deputados, fazendo
com que seu nome fosse incluido em una chapa
entrasso em urna lurte por una questao de nome, j com os de dous candidatos mais, islo em um dis-
A'priiicipio o partido vencedor nao quera acei- para sustentar perante o partido a denominaco tricto, que s5 poda eleger dous deputados.
tar urna so idea enunciada pelo partido decahido, de progressista r Se as deas subsistan), fez bem A excluso do Dr. Vilella nao foi feila pelo
orlar que um immigo poltico se encar- o mini.-terio em aceitar a denominaco, queos l- lorio, por que o partido liberal ja havia
quaiquer cmprego publico; o mesmo se beraespreferan). do publicamente, que o Dr. Vilella nao
arte do partido vencido para com qual- Um Sk. Deputado :-E porque nao aceitam o, ca conlianea uem sympaihia, exeluin
direc-
mamfesta-
;io Ihe mere-
luindo-o do di-
me do liberaes para mostraren) que eslo com o I rectora
ministerio ? O Sh. Costa Riheiro : Protesto, por que o Sr.
O Sh. Silva Hamos : Com o programma do'Dr. Vilella nunca deixou de ser liberal,
partido progressiste, pouco se me d que me cha-1 O Su. Silva Ramos :Foi a manifestaco do par-
meni liberal communi.-la, r<*(>obleano,.ou soeiali^- i ti.lo o do|>uis sondo o Dr. Vilella incluido em urna
la ', ni cjiilt, puri'jn nntrn programma ointora i eli:.pu iriplioo com mu coiiscrvailOI e oolro liberal,
me dem o nomo de progressista. iwr que motivo o Sr. Codoy, foi proferir o nome
Depois que direito tmham os liberaes para exi- \ de um homem, que nao ia nii chapa para Ihe dar
voteco, e nao apoiou a candidalura du Sr. Dr. Vi-
lella ?
O Sr. conselheiro Paula
denominasse liberal
ideas sao
Dente ; o art. da lei do oreameiito de q-ie su trata
nao poda, por sua naluiza iraiisiunia, revogar
una disposieao permanente ; lauto mais quanlo
nella se nao dizia expiussaueiite que lal dispo.-i-
cao licava revogada.
(Troeam-M' apartes.)
O Sn. Buaiioue : -Mas, senhoru-, pode a lei do
orcameulo revogar una disposico du lei peruia-
nentu
f
n esse terreno, cabe-me o dever de acompanhar I
meus camaiadas, e de auxiha-los, como poder, nos'
li abalhos do com Ate.
O Su. Cumh Tbixkika : Desde o momento, i
um que eu tivesse eonsciencia de que um acto
quaiquer era mo, eu nao recalcitrara no erro.
OS... Silva Rata : As vuzes somos obriga- mpoiidOS pete bem do paiz
s a insistir. Umil maneira lenta, mas robusta,
Sr. presdeme. A hora vai adiantada, e eu vou' hoje m arvor(! fPondftsa>
dos
nem suppori.
tasse em
dava da parte
quer principio do lado adverso.'
Nestc estado de exclusivismo o partido vencedor i
dominou, como Ihe aprouve ; e o partido vencido
foi, em razo dessas ranrores, iwr muito tempo
.-.nleiieinilo aomais completo o-traeitmo.
O Sn. Costa Kihkiho :Apoiado ; islo al o anno
de 1861
O Sn. Silva Ramos : Fixae bem esta poca,
meus senhores, porque nella vemos dous partidos girein que o novo partido se
exaltados, um creando lodos os meos de repres- e nao progressista ?
sao, outro proclamando principios audaciosos, um Um Sn. Deputado :Se se diz que as
dando todo o elasterio ao principio da autoridade, as mosmas.
outro querendo dar todo o desenvolvimento ao O Sh. Silva Ramos :Nao sao as
principio de liberdade. te"'iw:'* modilieou.
Muitu de proposito, eu me serv no principio (Trocam-se apaos.)
deste raciocinio de palavras do Sr. Dr. Urbano, e O Su. Silva Ramos :-O partido liberal nao
ainda terei de firmar outras pi oposicoes em to aprsenla hoje outras ideas, que nao as dos amigos
distincta autoridade, para merecerem toda a im- lempos ?
portancia da parte dos Ilustres membros da op- O Sr. Cunha Teixeiha:Protesto.
posieo. OSr. Costa Ribeiho : -E eu pela minha parte listo como aprimeira llustraco de nossa provin-
O lempo tem o poder de modificar t.-das as ideas, tombem. cia, como um talento respeitavul, como um naai-
_ todos os respeitos de ser ara dos nos-
g
as le.nibra. Baptista nao leudo sido apresentado pelo directorio,
(Trocam-se apartes.) fui sea nome proferido ao do Dr. llalla.
O Su. Silva Ramos :Pois o partido liberal nao i Um Sh. Deputado : Por que tem all amigos de-
disislio da exigida reforma da constitnieao : nao dicados.
cedeu muito de ii.is antigs exageraecW Ha ve-. O Su. Silva Ramos : Mas leve votacao do Sr.
r quem conteste qne as ideas proclamadas hoje (lodoy, que assim iiiostrou querer excluir o Sr. Vi-
vismo, os males de principios polticos to exalta-: por esses mesmos, que se dizem liberaes genuinos, lella, nao obstante ser liberal; d'oude se eoneluo
dos, bem depressa se tizeram sentir, e o tempo veio nao sao diversas daquellas que amigamente este-. que o partido liberal desejava a excluso do Sr.
produzir benficas modilicaeoes nessas doutrinas, \ vam inscriptas na bandeira desso partido? j Dr. Vilella.
cujos inconvenientes alguns homens de mais calma | Portento se o partido liberal ahandonou certos I Nada digo contra o Sr. Dr. Vilella, cujo carcter
e reflexao comecaram a eooheeer e a pezar, proco- principios exagerados, e acoitou as deas modera sba o primeiro a respeitar, e nao sei as razos i|ue
rando logo oppor-lhc os necessanos embarazos. das : se o partido conservador fez de sua parle o partido liberal tinha pata o excluir, o que no-
Desde esse momento foi laucada Ierra a pr- outro lauto, o novo partido que exprimea fuso rm certo que o partido nianifestou |iublicamen-
meira sement, que germinando depois pelos assi- dessas mesmas ideas, desses mesmos principios, le este pensamento.
dos cuidados de alguns cultores, verdaderamente tinha tanta razo para se denominar liberal, como Depois dlsse-nos o Ilustre collega pelo r dislrie-
para se denominar conservador: o os liberaes l- lo, que o Dr. Urbano havia protestado contra a
todos os principios e todos os costumes ; i>lo
una verdade incontestavel, porque lodos nos sabe-
mos que niniutaveis sao s os principios de eterna
verdade. Sendo assim, como po leremos admittir,
que as ideas de um partido, que os principios pol-
ticos sejam nalleraveis, sejam estacionarios, sejam
boje o que foram em todos os lempos ?
Pois bem : os inconvenientes de um tal exclusi-
Baplisla nao pode ser
contemplado pelo directorio para ser um dos repre-
mesmas. o | sentantes da provincia.
(Trocam-se apartes.)
O Sn. Silva Ramos :Lamento no fundo d'alma,
que o directorio nao podesse solver de urna manei-
ra favoiavel ao Sr. conselheiro, os embaraces em
que se vio para a apresentacao deste distincto per-
nainbueano, |K>r que eu considero o Sr. Paula liap
lisia como a |
cia, como um
O Sr. Silva Ramos :O partido hberal nao exi- lelro digno a
gia outr'ora reformas na constituij'ao, que boje nao sos representantes, maso Sr. conselheiro Paula
hado lano tem. (Nao apoiados, muilo bem, mui-
to bem.)
flisenrsa da Sr. ilrpntailo Silva Uautos, na sessau
de 28 de marco, por orrasiaa da discasso da
forra policial.
O Sh. Silva Ramos :Sr. presidente, Coi sempre
meu firme proposito, nao tomar parle na diseusso
da forca policiakuoque fosseeoncernente polili-
ca : penei senqVe poder conservar-ine silencioso
oeste debate, no .pial continuam os loemliros des-
ta asseinbla pioiiuuciai -su com mais calor e en-
lliusia^uio, por ser esta a occasio asada para da-
rem l.wgas as paixes polticas que os dmiuam.
O Su. Costa Riheiho :Senlimeiiios pblicos.
OSr. Silva Ramos :Panao quaiquer senti-
mento enaltado: e ueste expressao nu ha Hensa
ao nobre deputado.
Mas a dirercao que tem tomado o debate, tora-
me a deixar o proposito, em que eslava, c por mi-
nba vee cabe-me entrar na discussao.
Sr. presidente, a questao, que ora se agita, j vai
por demais longa : os Ilustres oradores, que por
parle da maior, toma rain a peiio a defezada ad-
minislraeoeda |iolilica progressista, tem feito re-
cuar no-sos adversarios, de modo que eu jus eun-
sideiy fura dolerrouo, em que se haviam cohoea-
do; e nao seria possivel que assim o -fosse e nao
se poda esperar.o coulrario, porque nossos adver-
sarios eiu erro, pugnando contra a causa da ver-
ade e da juaca. diltkilmeiue poderiam canter
victoria. (Apoiadiis)
(Trocam-se apartes.)
OSn. Silva Ramos :O que eu lenho observa-
do que os aubres deputados se dizem liberaes,
mas eu apenas os tenho ouvido tocar em un ou
ouiro faeto, e fallar en algumas pessoas, e cousa
alguma km dito aeerca de seus principios poli-
Um Su. Deputado:Ahi vem o diario ,j iiuei-
xas pessoaes. '
O Sn. Silva Ramos :Toda a potiiica dos iUi.
tres deputados se tem cfralo na denoiniiaco do
partido e as queixas indivlduaes. Coma eu ia di-
zendo, nao-era de esperar que os nosos adversa-
rios deixassam de perder terreno Da discussio, por
que de sua parte esta o 6ff) e jamis o erro poj-
la, e.ii luta com a yerdade. coBi&f triumpho.
s iiieinbrus dos dous partidos ducahi
Acha que com ef-
ta entre
dos 111
O Sn. Cumia Teixeiha :
feilo houve solTrimento ?
O Su. Silva Ramos : Inturpetre como quizer
minhas pal..vras.
Eu mo esforco mesmo por nao dar valor algum
ao facto de baverem os uleiloits conservadores
apoiado o grupo Ulieral na eleieo para senadores;
beui como a circuinstaucia de lejl sido ueste casa
a nica senlinella perdida do partido conservador,
que nello existe, quem primeiro laneou-nos a
luva para o desafio, em que ora nos vemos com os
deputados liberaes : e nem lao pouco ao caso de
ler na assembla geral um deputado conservador
pedido nformai oes ao-governo acerca dos negocios
desta provincia, lirmando-se em documentos, que
d"aqu foram levados por um depuladu liberal.
Im Su. Deputado : Os extremos locam-s*.
Ourito Su. Deputado : Como sabe d*isso?
O Sh. Silva Ramos : Porque sei quem os ti-
nha, e vejo-os agora figurar na cmara.
O Sa. Costa Ribeiho : Por ahi vai mal, por-
que os caracteres, a quem se refere estilo cima de
quaiquer ncrepayao, que Ihe possa ser feila.
(Trocam-se outros apartes.)
O Si
Sr, Silva Ramos : Mas eu receio qoe essa
sympalbia entre os dous partidos; que a maneira
porque elles hoje se euteudem, possam dentro em
pouco degenerar era uina Jiga de seus dous prin-
cipios extremos.
(Trocam-se apartes.)
O Sn. Costa Kjbgiho : Mas, uieus filustres col-
legas, esse receio que de sbito me assaltou no cor-
rer d discussao, felizmente acaba de ser dissipado
por urna id^a que mu reio a mente.
Lumbro-me agora que o partido conservador j
nao existe; que ao diluvio que o submergio, ape-
nas escaparan) alguns membros, e que o partido
liberal dis-idente s existe em nossa provincia.
Um Sn. Deputado : Eiifio s oxUte o partido
progressista ?
O Sn. Silva Ramos : Eu nio disse tal eu
disse que o partido liberal s exista em Pernam-
buco, f?eca ao nobre depotado que preste alten-
c.lo para oq ^r apartes sem referencia ao qae
eu Uver dito,
(Trocam-se varios apartes.
larde. Eu vi que o
cresceu depois por |ra se denominar conservador: o os liberaes li- m, que
e transformada nham tanto direito de exigir que se Ihe dsse o no- chapa do deputados.
6,vC dar os mais me de liberal, como os conservadores de prefer-' Esto facto novo para inini.e creio que para to-
O Sk. Cumia Teixeiha :-0 presidente pode a entrar no objecto prrjpno da discussao, para isso i ulujg c prove|osos f|UCt0S rem o de conservador. (Apoiados, muilo bem.) dos nos.
abrir um crdito para fazer despeza, que lie foi, ""i aproveitare do discurso do nobre depotado Desde esse momento alguns homens de ambos | O Sh Silva Ramos : Se ambos os partidos fize-1 O Sn. Cumia Teixeiha : Elle o disse em sen
prohibida fazer ? pelo .1 districto, quu uicelou o debate. ..os partidos comecaram a caminhar para um cen- rm modilicaeoes radicaes em seus principios se manifest.
O Su. Buahoue : A despeza eslava autorsada Lunge de mim o inlerpetrar a mam resta uniao, tro cominum, onde as ideas de ambos os lados, I i- pela successiva modilicacao operada pelo tempo O Su. Sii.vi Hamos : Foi
por lei ; e .-e ha alguma cousa de menos regular, 'lUL' 8t|e boje enu os membros do partido con-
a disposico do oreainunto, pula qual se preteu-, servador o os membros do partido liberal, como um
deu revogar urna le permanente. Pacl entre elles celebrado. Eu quero considerar
Sr. presidente, ado moja uuiito fatigado, creio como lilhos do acaso, ou como nascidos da syin-
ter dito o sufficieule para explicar os lacios sobre l'atliia pela igualdade do solTrimento e pela con-
que especialmente pretenda tallar; por isso con- fraterndade no uiartj rio, essa harmona de pensar,
cluo, pediudo desculpa casa |or Ihe haver lou-1 e essa semelhanca do proceder, que hoj.; se no-
vres da exaltaeo, que at entao os cercava, se po-
dessein harmonisar de modo, que posto de parte
os erro* o os vicios de ambos, ellas consegnissem
presidir a alta dministraeo do paiz.
Em torno desle centro de da em da se agrupa-
vam aquolles membros de ambos os partidos, que
iam senlindo os inconvenientes do urna polilica de
Dr. Urbano chegando a este provincia pretenden
fazer incluir na chapa para deputados o nome do
Sr. Nello.
Um Sr. Diputado :O Sr. Urbano proteston con-
tra a chapa.
OSn. Silva Ramos :Eu eonversei largamente
com o Sr. Dr. Urbano este respeito, e elle me de-
clarou que era exigencia dos liberaes do Rio que o
em suas ideas, os actuaes partidos nao defendem
mais as exageraedes de outr'ora; porque razao de-
via ser preferido o nome de liberal ao nome de
conservador ?
Por ventura, as doctrinas de antigo partido li-
beral serao as doutrinas hoje predominantes ?
Ninguem dir que sim.
O appello feito ao paiz apoz a dissolucao da ca-
exaltacao e de exclusivismo, deixando-se licar nos mara foi em nme do partido liberal, ou do parli- Sr. Netlo fosse apresentado; mas o Sr. Dr. Urba-
extremos, aquellos que por um louco e ceg em- do progressiste ? no vendo que n.io podera conseguir lioefUsSttdo
perramento nao queriam abandonar suas antigs t'M Sn. Deputado : Foi feito em nome do par- Sr. Netto, nao me consta que elle protestasse, mas
erticas, ou os que por motivo de nteresses pro- tido liberal. que apenas dissera que Ihe restava o direito de
prios e individuaos, viam neste procedimento um O Sn. Silva Ramos :Foi feito em eome das i protestar, e o protesto feito muito depois da eleico,
forte embanco suas prosperidades presentes, e doas |progressistes, portento naocomo os Ilustres cm seu manifest, nada signitlcava, ja vinha tarde,
suas esperanzas futuras. deputados, que represen tem o partido liberal se O Sr. Urbano vendo, como elle depois declarou,
Nesta nniao entrou o partido liberal lodo em julgam com direito de exigir que o novo partido se que os nteresses do partido-liberal nao eram
maesa, porque como decahido viva em maior denomine liberal e nao progressiste. bem attendidos na orgnnisacao da chapa, derla lo-
um.o, mas o partido conservador dividio-se, e se u Sr. Deputado : Entao davia ser conser- fc' apresentar-se ao publico, manifestando sua des-
bem que o maior numero obedeeesse accao im- vador. t approvacao ; o protesto deve ser unido ao facto
penosa do tempo, alguns permanecerain firmes em | o Su. Costa Ribeiro :O nobre deputado j ds- que nao saneciouamos com o nosso voto,
sens antigos postos. se que poda tainbem c-hamar-se conservador. UmSr. Deputado: Desde enlao seria elle guer-
Com esla marcha lenta, mas reflectida, como o o Sr. Suva Ramos : Portlo, eu disse, e ainda reado.
devera ser, pois que o tempo e a experiencia des-' 0 repito, que o direito que tem os liberaes de exigir i O Sn. Silva Ramos : -Entao leve em mais conta
sem o conveniente vigor e madureza s novas ,|Ue o novo partido seja chamado liberal, tem os
meas, consegu rain os membros dessa poltica conservadores para quererem qne se chame con-
reumr em torno de seu estandarte um numero eres- servador.
cido de adeptos: 0 Sr. Costa Ribeih0 ._Tomo .
O paiz, que nao se conservara alheio marcha I O Sh. Silva Hamos : Pdc lomar,
dos negocios puWicos, e que se convencer das : Entendo, Sr. presidente, pie tenho provado ple-
desvaniagens nascdas de uina poltica de paixes mente a origem nobre do partido progressista,: do Sr. Dr. Urbano, quando elle divera l
e de odios, nao pode deixar de apoiar, cum sea po- que o nome o que justamente devera ter.
deroso auxilio, a nova phase, porque delta esperava E nao ser o que cu tenho dito mais que sarTl
maiores beneficios e mais segura prosperidade. | cente para demonstrar que a dissolucao da cama
os seus nteresses, do que os do partido.
Um Sn. Deputado :Nao pode interpetrar mi-
nhas palavras por este modo.
O Su. Silva Ramos :E' s esta a interpetracao,
que Ihe.-. .alie.
Portento anda o repilo ninguem vio o protesio
sido
(Trocam-se apartes.)
OSr Silva Ramos :-E
sai ha-se mais, que s
Sabemos que em todas as questoes de orden) po- ra nao fui a origem do partido progressiste, mas as vesperas da eleieao que se leve conhecimento
lilica encontram-se sempre dous principios balero- m um facto resultante da modilicacao das ideas, das cartas do Sr. Urbano para Goianna, apresen-
geneos, dous principios oppostos, que podemos mes- feita pelo tempo, no sentido das doutrinas deste lando o nome do Sr. Nello, o essas cartas pareciam
mo chamar hoslis, mas dos qoaes depende a solu- partido ? mais de um inimigo rancoroso, do que de um
cao da todas as grandes questoes, que affectam os | Sem duvida ; e desle modo tenho respondido a alliado.
povos, e para cojo accordo a sciencia trabalha e asseroio do Ilustre orador quem rae reflro. O orgo do parlido progressista, disse o nobre
trabalhara sempre. Pois bem ; os defensores des- Igualmente ninguem podera, vista do que len- deputado, foi o prinieirc, que rompeu em hostili-
tes dous principios, que durante algum tempo se nho expendido, dizer que o ministerio nao tem sis?- dade.
combaleram encarnizadamente, collocados em seus niflcaco polilica peranle o paiz, pois todos sabem Tenho presente que o PigwssUta s rompeu em
extremos, convenceram-se analmente de que o paiz que elle sabio do seio da cmara, e que tem por seu hostilidades depois que liveuios conhecimento
nao poda ser governado por um tao louco exclusi- presidente o membro dacamara, que foi eleto para dessas cartas a que me refer, e que bem manifes-
vismo : e modificando pouco pouco suas ideas, seu presidente. Nao pois, possivel organisar tavam que mais da menos da, o rompimento por
chrgaram ao ponto de confundrrem-se : e eis por- um ministerio de um mido mais constitucional : parte do Sr Urbano seria nfallivel.
que o partido progressista sendo um conlm em si tenha maior valor poltico perante o paiz. jjm Sr. Deputvdo O rompimento esteva feito,
os dous elementos de autoridade e de liberdade. Agora vos responder a a.'guns tpicos do discur- todo o mundo o percebia.
Um Sr. Deputado :Est em opposicao com so do nobre deputado pelo districto. O Sr. Ccniu Te xeiih'. Porque era deseja-
4ws coilegas. i A respeito do numero dosmembros do directorio do. (Nao apoiado)
Ootro Sr. Deputado :-ContDUO que yal mito disse o nobre deputado, que na segunda reuniao o S... Silva Ramos:Prcparava-se o terreno, e
bm. i da roa da Praia algumas pessoas so linham op- a prova vemo-la nos na reuniao popular do thea-
0 8it. Silva Ramos :Dous principios, mas par- poslo a rda verdadeiramente liberal, de se orga- tro de Santa Isabel. Nao sa falle pois contra nos
fetatnente fundidos de modo, que cada membro do ni*>r 9 directorio do partido com um pessoal mais que romos por demais moderadas,
partido progressista, embora tenha perteneldo i numeroso, pnrque tendo elle de representar o ele-1 Passarci a queixa pela niudanca. de Bornes na
11 iucam.se varios apartes.) partiuo uiumiuim, onioora lenua penenemo i iiiimenwu, ^ i'---------- -- .^v, u cm- i.issaiei a quena pea muuauca.
9 Sr. Silva Ramos :Eu p0^fia tles^'5 ia rS- este ou aquelje dos amigos partidos, reconhece a: ment liberal,, qaij ?ra da aceilacao da maior par- chapa de eleitores de Santo Antonio,
EU miidanea completa na chapa foi
parto recommendacio do diiectorjo, portento a i__
da commissao fei a prkneira que aa arosfraai ttic*^
gente.
Eu fiz parle de ama commissao que tero por tm
accommodar os inembros da junte paroranl dis.,.
deales, e pedndo esta ronMamo.pif periMajlMaa
a mudanca apenas de oito nome, nao ln< uH r>m
cedido. .Nao permitlir que ea> urna reo4a de m
nomes, se subsiituissem H, era iiianiresiar rfctra-
mente que a maioria da jimia paroctwal lew am
pensamento oceulto, quando aitarou a chapa eeaara
a recommendacao do directorin.
(Trocam-se apartes.)
O Sh. Costv Kihi mo :O Sr. Jos Tetxeira n>
entrou na chapa para depntedos.
O Sh. Sh.va lUisaa En
de pinado.
O Sr. Jos Teixera nSo mlr.m na
em seu peridico nm^trava-se advert a
progressjsn ; e creio que nada ha mais rutan!. <
que deixar de eoniemptar na chapa de ui
um individuo que Ihe h.Mil
Um Sn. Drktami: Ellecensu
e seus erros.
O Su. Silva RxMr* :^i>nsoravaaa*iHalraro.
cujos acios mereciam a a|NNo A., pariMto. a aVrtr
inotio su mostrara diverpenie rom o partean.
Um Sh. Dkittako :Man -\~ienn.
oi-tiio Sh. Danrraao IN se admit,
dos actos das autoridades embora eltes
mos.
OSn. Silva Rvmos iju.ro a censura, ^we..
mesmo a opposicao, ellas sao cnnvemeBiea, qn- |-
dem prestar grandes seriieos: mas nao .eaere immi
opposicao acnlosa, \*<^>\, que sempre per*
ciosa.
, OSii.Cinha Teixeirv : Eu roaaceei a taer
opposicao. poda ganh ir, oulros drivaram a tuer
opposicao para ganliarl: ha e**a OSn. Silva Ramos ->;io era porque o i
deputado censurasse alguns ama .pie (..
dar-se : o nobre deputailu hoMiloava o paril"
eslava em guerra aberta ; conscguiniemeale lact
de nao ser conlemplado na rha|ia na merere m
sura, porojae I.nIo o peni tem o .b re lo V asara-
rar susleniar-sc, e um los meios mai- aaaarar>.
mais legtimos na esrdllu de au* nndrlit
preferir os amigos aos ininiigo-
O nobre deputado p.-raliniou riiulmeate *aJe
esteva a reforma do partdu prgressi>fa.
Sr. presdeule, tundo o < partido receliak o aak
no estado em que se aehav.i. nao era possivel eV
momeiilo realisar todas essas reformas ejaw *
para desejar, e que eu acjel; fapmadn^i niarra
possivel que com lao curta esisleacia humam*
partido progressiste realisado todas as sua* iaVas.
promovido todas as reformas necesarn.
Um Sh. Deputado: E', preciso procurar a
! causas.
Outro Sh. Deput\do : Entao o partea proares-
sista nao devia ter subido poder.
O Sh. Silva Ramos Dis,; o illustre r.iibfa. aa
membro ini|iortenle ilo pi
. que nao combate os |>i iu. i
; aisla, mas que repr.ua fa
contrarios as ideas do panul
teslemunbo do illustre dep
tiro.
O Sr. Costa Riheiho :Eu o d>se.
j O Sh. Silva Ramos :-E era Sr. prnideaU, aav
; tivo justo o Miflkienie para se easaWara a .cao
em um partido, o haver elle eommelteln algaMa
erros ?
Nao seria mellmr que o lillustre rotlejra em vei
de se enllocar na opposieo.nVasse em nossasfkrira
para como amit nos guiar1?
Os couselhos dos amigos iao sempre mais arav
acolhidos, que as censuras os adversarios.
O Se Silva Ramos Sr. presidente, leas res-
pondido a parte propriaineiu* poinica do discur
do nobre deputado pelo '.\- djstrici, bem cnaa aw
do nobre deputado pelo 1 dislricto. Puupoaie, Sr.
presidente, de fazer a defeza da adiiiini.-tracju d
Sr. Silvera de Souza, por que s nobres depuU*l>^
que me precederam o lizeran catalmeale. Ma-
se alguma duvida me restaste am.Li acerca aa aa-
bedoi ia, da prudencia e da tmdorar.i com aja a
illustre Sr. Dr. Silvera de sima adiuini>trm e-U
provincia, hastaria dizer que durante essa aifcai
nistraco passou a provaria por >eis rk-W;e. i
i durante todo esse longo pleita aau su derra
provincia uina so tolla da s|ugue : que
toda essa adiuinisiraco u Sr.Silvcira de I
jassignou a portara do demissfio de um en
; publico. Purtanlo se o Sr. Dr. Silv.ua de Suaaa
tivesse seguido urna liuha delcomiurte diversa, ae
elle tivesse procedido com indi. moilei'aeaii e rri-
j torio, poderte merecer as censuras que I e san tn-
i tes ; mas nao o tez, e quem com unpareiaH apreeiar a marcha aaasa aduanisiraco, aau po.1 -
ra deixar de a elogia-la.
Sr. presdeme, tente) abusado ilcmasiadameak'
da allenc.o da casa, (nao ajiojadosi nao pude ava-
diizir um discurso brilhante que prndese \
altencao, nao s por que para asa me (altaai ir
cursos iutelkciuaes, ma i api iad..-i cwiao pm aac
trazia as minhas deas em cofifus". e em auK
coiifuso as poteran os apailes com que 4e ana
e outro lado M inlerrompid ..
Por tanto paro descnlpa a clisa du ler raaaaaa
sua attencao, e pey aos dislfuctos inembros *.
partido liberal dissidenle, que en coubeey qu.
lao comnosco em quanto aos principio-, e pie ape-
nas censuram alguus beaaa, [
ilevidamenle, que su dui\.em d
se unam comnosco para proi.
paiz, para aleanca n.os a sua
curto que o deseju de lodos
bem )
Km concluso devo dizer qu voto pelo propri
de brea policial tal qual se adha eoiie.l.i |... ywr-
qiie teulio justos e bem fundados maaram par..
meu apoio, anida que frac a actiul aduuui.-Ii
rlelo nln-ral geaaa.
os do pai lelo progres-
que pareeem rr
Eu apartas para
lado a quem sa* r-
no l-loe> pe-ad.-
sa oj-iose,
venos O beiu *>
l.ei tede, que esl.*:
. (Apuiddus aun i o
da provincia. (Muito; ap na.I .-
bem.
milito t'tn. ommIii
pai'.kcki; v m.
A coinniiss.o encarregada dej examiaj
beleeiineutos pos a eargo da apata Casa .
iicoidia. tendo visitado miiMKBsaoMsale
desles eslalieleeimeiilo-, c .llieu s mt' .i
abaixo se segueui, u que roapasmajajajaj .%ubw>-Ue
a cousideraco da ca-a.
Coilryio ilos (M'pMKM.
A falta decoinm.i.ios para Os urpiiwe algnn-
defeitos do regulainento vigente sao a raaaaaa ae
ter esse iniportaala tete I .amaas uiua marcha
tao regular como convein.
E" physicainento inpossv.l que em um cstala-
leciuienio desuado e.luc.ie.io du roemans $ 7i
!i anuos se prescinda do cmprego de laulh-ie-. u
para conceilos de roupa que Lio lcilim-mv ettra-
gam, ja para a enfermaiia, Ja niesmo para trata-
ment dos mais pequeos mesmo em perfeMw rite
do de saude.
A casa da ra da Aurora, mul este collocaa
estabelecimenlo a menos propria para anal lim
porque nao s, nao tem accoiniaoda<;es de qaali
dade alguma nem para recreio dos lueaiaos. nem
para tanque e prepares para a lavagem da roupa.
de maneira que nao s n.io tem os alumnos os re-
cluios indispunsavuis a roa idade, comu laiaheia
atidam muito mal assuiados. porque tendo da>
pouca roupa u essa mesmo leudo de ser lavada
rra do estabeseciaaento, demoi-a-se e vem 'emprr
larde, e quando a outi a j se acba em pes^iiuu es-
tado.
Possuindo, pnrni, o (latriiiKmo um excelleair
predio com imuieiiso quintal im ra da UWaia, e
pudendo esse predio.com a simples conslrurraw 4e
urna uieia-agua para refeil.rio e .lorinitoriui, ta>
recer tollas as accommodacoes necosari*, ^/tm
nao se encontram no sobredio predio da ruada
Aurora, cujo aluguel carissimo, tur na-se ale aa-
leclinavcl iiecessidade transferir para raro sv^aa
o estte li'cimeulu. depois de feito o r.f.rB* rat-
certo, que pode orear em atn aaaam de rs. parca
de quatro anuos de aluguel da mearieaaaa catada
ra da Aurora; transferencia osa quu aearreta
alm das de mais vautag'ns, urna coosideravei
economa para o cofre do patrimonio.
Os orphaos recolhdos nestc eslabutueMKaSu si
"i, e tem adiantameiilo uas aulas de priaaciras te-
tras e iuuica.
Collegio tLii oifJtaiu.
,s orphas quu, no amigo edificio aa rea a>
Autora estavam coiisirang disminu, va
nao liavendo all lugar para recreio, aem i
podam gozar do refrigerio das janellas ta. _
queucia da visinlianca de um collegio de rapaaaa,*
vjviain por isso lateralmente encerradas > cera
do edificio e sempre doenles, lauto que murta* aa-
leceram, acham-se hoje perfeitameaie acceaaaaaJa-
das no collegio de Santa Thereza, onde lea altaa
todas as accommodacoes m-cessarias. pois qaa >a>-
bindo o seu numero a IO i toe ir o i nbuluiaroa
to ao seu maior estado de peifei^o o aa
ndispensaveis a oslalic'ecimelos daaajBJi
atig mente ndo-se um pouco o aoraaMorm
torios, e pintando se o oJiiicio que, se aaa
te couio danti's, um asiwcio asqaaraaa, i
du iinicamenle solictude e infatiaaroas i
das inclytas lilha* de S. Vicente de
sao igualmente incansaveis em conservar eeaa
maior asseio e decencia pcssivel a igrca> de i


t
UrU fe g#feg>tM4 jfcfr i>Ir t rl* Abril Je ***JL
Thereza, e'^'laslmmr-s qnr-m'julros lempos
tonham estragado algumas das tribunas.
E>t cima de todas os elogios a ordem qwe rei-
na en lodo o estatteiecienlo e o extraosainario
aprovcilaniesto a adiaiitaraento das cducanias que
pre.-tam servigos naes Santa Casa da Misericor-
dia, cesando a roupa su a dos orphies o at aju-
'lando as e\posi.i> na costura precisa par os los-,
pitaes.
Devendo ser a oducago o graade desidertum
da, Santa Casa em relami is orphaas, que fio re-
codadas acuelle eslabelecimento, seria convinha-
vel reformar o regulamenlo da casa no sentido de
ailoi isar-se entrega das meninas, logo que com-
pletaren certa idade, a quem houver pedido aua
admlssae ; c nao ser dad" enzoval a doto para ca-
samento senao como recompensa as que se hoove-
rem distinguido por sua applicagoeaproveitamen-
to, dando assini logar a que sejam admitndas ,ou-
tias orphSas, que precisando ineetarem sua edu-
vaco, acliam-si' disto privadas, por estarcm os lu-
ares indefinidamente prcenrhidos por aquellas
que nunca sahiro senao Ihes apparecerem casa-
.Menlo-, no pie tambem mui poucas sao as que en-
eontram um bnin acert.
Roda oh casa dos e.rpnstos.
E' este seguramente o tnais bem montado dos
est dielceimenios a cargo da Santa Casa da Mi-
sericordia, o Arana roniplutu se fosse illuminado
gaz.
E-tc eslabelecimento perfeitamente regido e as
meninas alli recolhida* presteinrelevanlissimos ser-
vicos aos bospitacs, coja roupa rosera, c como sao
intato procurados os seos trabadlos para diversas-
Risas de familia, tiram disso os metas de se vcsti-
rwm, poupando Santa Casa mais essa destaza.
A igreja de Nossa Sen hora do Paraso, que per-
\enee Santa Casa da Misericordia, conservase
como a de Santa Thereza, no maior estado de asseio
e decencia, raras aos cuidados e zelo da* irmaas
de caridade, cuj fervor pela relgio as acompanha
ib lodosos artos de sua vida, exclusivamente con-
sagrada mitigar as afftiegoes dos polires enfer-
mos, o educar a orpbandade desvalida, sobresalien-
do em todas as suas humanitarias oceupagoes o es-
pirito da religio Coristas, de qnem sao ellas, sem
duvida, urna das mais bullas instituicees uestes
ltimos teniDOS.
Hospital da Misericordia de Olinda.
Desde que a gerencia do patrimonio da Miseri-
cordia de Otinda, passou da mao de homens s
niovidw* pelo espirito da rcligiao para a de ouiros
s eiemdus nas lides partidarias, desappareceu
aquelle rico patrimonio com nunca visto escnda-
lo, e acrimoniosa desiruico de importantes docu-
menlos, torna, sono absolutamente impossivel, ao
menss summamente diQlciI a revendicacao dos
foens daquelle estabdeciroenlo.
Julga, porm, a commissao que nao seria impos-
sivel :'I'|ihti- proras que facilitassem a revendi-
.aco de parle desses bens, se nesse proposito se
coHeei lassem os esforcos do governo, e da Santa
Casa da Misericordia.
O estado em que achamns o hospital e a greja
da quella outr'ora opuioula casa, sao mais que suf-
icientes para mostrar al ende fui a incuria e for-
mal deshonestidad.! de algiunas das pretritas ad-
iliiuislragcs.
Oantige hospital ja em parte desabado, est
agora sendo reedificado para servir de asylo aos
alienados. Se bem que esta reedificara!) est mili-
to aitiantada com o auxilio do oito conlos de res
que receben dos cofres pblicos, ella nao pode ser
ultimada sem urna d, >h-/.i que deve variar de um
cont ,i um cont e quindenios.
A igreja cuja robera amoscara desmoronarse,
oi reparada pela junta administrativa e aclia-se
ni b.iin astado0 com o (brid asseio.
Hospital tlus L'i zaras.
S t.i para desejar que este astabelecimento po-
lo.-e ser removido para lugar mais distante da
ciliado, se no lempo da sua insttuigo se acbava
suficientemente alTistado do centro da cidade,
boje a construa o ja invade as suas prulhnidades
: breve se achara elle entre as habitarocs dos
seus visinlios.
.N'um hospital habitado por doentes de molestia
contagiosa o incuravel, os inconvenientes desta
proiimidade sao patentes. Bubn, porm, tenbam
>ido baldados lodos os esforcos da sciencia contra
esta borrivcl molestia, a commissao nao julga pro*
vada a sua incurabilidad!', e faz votos para que os
mdicos nao esmoregam nas louvaveis experien-
cias, que naoemprehendido, dando-se-lhesas nos-
siwis facilidades para seus estados naquelle esta-
belecinienio.
A cober'a do hospital o a da rapellaforam feilas
de novo peh junta administrativa, e acliam-se em
boa estado : mas a< formigas e o cupim damnili-
ivun fiviiueiilemento o edificio, e apezar de tula a
vigilancia ohrigaui a fazer reparos despemliosos
sem grandes intervalos.
De lodo.- os enfermos e desvalivos cargo da
Santa ('.a*a. o< mais infelizes, os mais dignos de
compaixao sao os que habilam eta hospital. Ver-
daileiamenle e;lo alli presos, e se algum sahe
a polica torna o levar, se algum se evade
nao tarda voltar voluntariamente, porque nao aeba
acolhimeiito ila parte dos panoles e amigos, pois
todos o repellem. lican lo as-im segregado da SO-
ciedade al moricr '
Hospital Vaho II.
Ocupando se das bases em que a-s.-ntam a exis-
tencia e organisacao desto eslalieleciniento, que
de todos os da Sr.iita Casa o mais importante, e o
mais dispendioso, a commissao acha os fados suf-
dicientemenle exposlos nos rotatorios do governo
desde a recenta poca da regeaeracao dos estabe-
.tocimentos pios nesta cidadu. operada em 186').
penoso dize-Io : o hospital de Pedro II anda nao
participa dos beneficios da canalisaco do gaz B
. ijua de que goza toda a cidade. A d.-fllcienca
.las rendas da Sania Casa, que tem sido, e a
causa de se achar este importante eslabelecimento
privado destes uiellioramentos de primeira neces-
sidade emi|ual(|oer hospital pela oconoinia e com-
nodos que liettes resultam, leude a persistir, e por
isso de presumir que t-> cedo nao seja dolado
com estes importante- mellioraiiienlos, se esta as-
.-.i'inblea nao volar a quaulia necessario para aquel-
des eiicaiinmentos.
O raio do hospital, nico construido, vai-se tor-
nando insulliciente para o numero dos doentes
que se apreseiitam. A botica e a co/.inha sao pro-
visorias e muilo pequeas, e se a Sania Casa nao
iivesse perdido a causa que leve cun a viuva e
liordeiriH do ni irquez do Keeife, e polesse admit-
tir maior nuuiero de doentes do que o de 187 a
200, que sustenta, nao teria aoode os receber.
A c.omiiii.-o enteude, pois, que o governo e esta
assembla deven) atleuder a esta necessidade pu-
blica e ir pouco a pouoo augmentando a capaci-
dade do hospital. E* pelo meta de urgente ne-
-.-..ssidade para a conservaco do soalho das ga-
leras existentes no raio acabado, por vidracas nas
anellas que lites do claridade ; de nutro mo lo a
chova arruinar aquelle soalho.
A commissao nolou a falla de um regulamento
.interno, que llie parece nocossarlo em um estabe-
lecimenlo j lao importante para determinar ex-
pressamente os direilos e as obrigacoes de cada
um dos einpregados e babitanles do eslabeleci-
mento.
Ella espera que a junta administrativa, a qnem
perlencea inicia!iv.i naorganisaeo de um raga-
lamento para o dito nesntt, satisfar es>a neces-
..idade do eslabelecimento a seu cargo.
A commissao folgot de ver ueste hospital ma-
-chrnw de lavar roupa de qa resulla economa,
promptido e maior asseio no eslabelecimento.
Hospital dos alienados.
Estes infelizes aciiarnsc em quartos terreos c
liuuiidos da casa, onde estarn) os doentes autes
1 a passarem para o hospital de Pedro H. Nesses
-quartos insalubres nao recii|^ram a razao e prr-
-dem a sande de que por ventura gozaram. Achain-
s! asoslos aos acrommettimenios de seus coin-
panheiros, ipian lo d-- repente se tornam furio-
sos, acconimeiiimeutos a que alguns lem succuin-
bix? Em lugar deasylo um verdadeiro mala-
dotiro.
Tornase, pois, urgente a conclusao da obra do
hospital que se est reedificando em Olinda, desti-
nado a receber estos infelizes. Se nao ncm a de-
ijiienca de ineios permuta que seja um estbele-
iinenio desta ordem nerfeit, ao mmios pora ter-
mo aos horriTcs do actual hospicio, a proporcio-
aar commodo melltorcs e mais salubres aos des-
jjracados qu! nelle iro recolher-se.
A commissao rec.niheceu que o servido doshos-
pitaes tito coni zelo hitallijgimcla pelos seus
respectivos agentes, jue o servijo medico e cirur-
gios do hospital Pedro II, nada duixa a desejar.
a vista do rosultadi- Imontestavel das ultimas es-
latislicas, e que s inimilaveis fnnas de caridade
so deve o notawl asseio du> .-tubeheimentos, a
tiTTimfi das roufi-is c a grande parte das er.ouo-
mas bitas no hosuital b Fedro II. sem prejuizu
,1a iMa quahdade-das lint'Ht.)<.
Para esta amiHMSMO esta fora de luda a duvida,
rpie s a vocacao e.o dever religiojo po lem pro-
-lazir dedicao queob-ervou, 0 etabora offen-
da a ntodeslia das dignas fiihas de S. Viente de
Paula, pila fallara a um devur sagrado se loes
uo irifiutasse apraVciinen!os pelo muilo que tem
/. i:< bpffl d. uosa elassedesvalfida.
Aos que fecham os olhos evidencia dos netos,
riiiWs t3>'ioiiieiile : ieuibrai-vJs "dV que i'Tun
ses e.-ial)eteaw48iit aati* quo Melles iinperas-
-eH a doutrina do sacrilicio ; ido agora, oempa-
rai o decedi que fundamento de jostic e ulilidade
publica pude ter os que se diz conlra e 6ault
gente.
A commissao termina aqu.
Sala dascomwissVs. 13 de abril de 18i.
Fratasen Rocltuel P. b. de Ahleteos.Ayre de
Albuquerque Gama.
KEVISTA DIARIA.
Xa sessiiu de hontem, da assembla provincial,
foi approvado, na hora do expediente um requer-
menU) do Sr. Silva Hamos para quede preferencia
fosse publicada a discussu havida nas sesses de
lli e 18 du correnle, acerca da retirada da torga
da assembla.
Approvou, na 1" parte da ordem do dia, o pro-
jeclo substitutivo do de n. 11, que eleva a freue-
zia a capella de S. Vicente da comarca de Naza-
l.oiueiK/i da MU.i. que lora assatiado ur varios
malversores cjipitaueados por haboi (ioncalves do
Reg Barros rom u l'un,de privar Prniiano da
poss| do mesmo enfenho.
Bous dos oo-reos o ibbeto Isatiel e son osera-
ve Pedro, Kiiviaoi sido absoividos em eessoes ante-.
riores do jury. '
Em vista das respostas dadas pelo oonselho so-
bre os quesitos que llie foram propostos, e depois
de reconsideradas pelo jury de sentenca, em razo
denm equivoco que nellas'houvera, publiconoDr.:
jaiz dedireito a sentenca pela qual julgando o reo
iucurso no grao mnimo do art. 20o do cdigo cri-
minal, o condoiBjii>u pena de 1 auno de priso
com traballio* nas cusas, tofeito. i
O conselho de senleuca compoz-se dos segnmtes
Srs. jurados :
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
Manoel de Caldas Rarreiu.
Dr. Juo Pedro Maduro da Fonseca.
Major Bolariiiino do llego Barros.
Dr. Juse Honorio Bezerra de Menezes.
Tiloma z GarroL
Jos Alfredo de Car va I lio.
Approvou, depois de algumi discussao, em que !Kbas Francisco Mindttllo.
tomarain parta 4*.r os Srs. Araojo Barros e I Dr. Jos Mar tajrneirp de Alltuqcerque Lcenla.
Soarcs.randao, econlra os Srs. liervasio Cmpel- -\l;"1'"-1 Duarleltodrigues.
to e Toso Mana, o projec.to n 18 que declara Bear | Hennque de Miranda Henriques.
ik-rlencendo freguena da Varzea tado o terreno rTsuicisco de Ohvewa o Silva
a quem do nacho Timb.
Aprecien em 1' discussao o proferto n. G7 deste! Fernandos Quntellf.
Foi advogado do reo, o Dr. Celso Tertuliano
de
anno, que crea o imposto de 200J. sobre cada eai
xeiro eslrangeiro, onvindo a favor do projecto oSr. I
Silveira Lobo e contra os Srs. Silva Ramos, e
Amynlhas.
ordem do dia para boje, alm das materias j
dadas, a 3' do projecto n. 6, e I* do de n. 77.
A noticia que demos sobre o naufragio da
barca iugleza Mmit Vernou lomos a accrescenUr
que no sjibbado ultimo chegou a esta cidade urna
tiarcaea couduundo o veame e os sobresalentes
que pderam ser salvados : visto que b navio, ajic- cante terreira, por suspoilo, e
zar dos esforcos empreados c soccorros prestados,: concellos, por brisa,
em censo<|ueia de um forte aguaceiro, foi im- ontam peludo mais para os baixos, donde parece nipos-, '"'y?. Pr embriaguez.
sivel ser retirado A ordem do de S. Jos, Maneol Pern.indes da
O grande transito pelo passadico, que com-: Of** Junr' ,os A"10"'0 -Nascimenlo, Gas|r
mmica este bairro de Santo Antonio com o Uecifc,' Claudino Franca e Josa, eseravo de Jos Luiz. por
tem produzido urna baixa no aterro que fiea junto ^'ga ; Jacmlho Perreira bornes, e Lmz, eseravo
do mesmo passad.co-, e essa baixa com a chura [tope Harmogenes Scrates Tavares de Va^con-
acln.se agora convertida em um charco, que veda cellos, por infracafo de PP*.}:rrance''"aimM*;
a entrada no passadico sem grande tncommodo,' Te'xe.ra das Lhagas, e Emiliano, eseravo do
ou metter-se os ps ugua. idesembargador Francisco de Ass.s Pere.ra Rocha,
Levaiilou-sea sessfio s6 l| horas da tarde.
RBPAHTICAO DA POLICA.
Extracto das partes do dia 11 de abril
1861. I
Foram recolbidos casa de detengao no dia 18
do correntu.
A ordem iloDr. delegado da capital, Jorge, para
corracea i Jos, eseravo deJos Antonio Pereira
|K>r crime de damno.
A' ordem do subAtlegado de Recife, Antonio Vi-
Joo Antonio Vas-
Pelo juizo da delegacia do primeiro districto mo ambos por briga ; Joaquim Ferraira Pinto, por
do termo desia capital, foram pronunciados como embriaguez brigae insultos
ocurso nas penas "do arl. Oo do cdigo criminal,
pelas offeosas physicas graves lefias em Minervino
Maria da Conceigo, |>araTim libidinoso, Adolpho
Soares da Silva, Antonio Das de Souza, Francisco
Acacio Silvestre, Caetano Gomes Cavalcanti, Cou-
lidiano Celestino da Fonseca, Paulo Ferreira da
Paixo e Cyrillo Silvestre das Chagas, este ausente
e aqnelles presos na casa de deteneao.
Providenciou-se para que ao caplao do ba-
talho n. 41 de infantaria da gnarda nacional do
munipio do Cabo, Severiano Camello Fassoa de
Siqueira Cavalcanti se passe a guia de que trata o
arl. 4"> do decreto n. I LIO de l de marco de I8."id,
visto ter elle transferido a sua residencia para es-
la capital.
Sob proposla do Dr. chefe de polica nomnon-
se para os lugares vagos de 3, 4o, 5" e C" supplen-
es do subdelegado do districlo de Duas-llarras
os cidados seguales:
3" Capito llartholomro do Rege Barros.
4 Alf'Tes Marlinho Rodrigues da Suva,
o* Luiz Belchior Pessoa de Siqueira Cavalcanti.
li" Marcelino Jos de Monos.
Foram larobom pronunciados nas penas do
arl. 269 combinado com o decreto delSdenutu-
bro ile IW9, Luiz Antonio do Nasclmcnlo e Fran-
cisco Lopes de Souza, esta como cumplice do pri-
meiro.
A' ordem do da Capunga, Pedro, eseravo de Je-
suino Machado Malheiros Braga, sem declaragao
do motivo.
O chefe da 2* seeoao,
i. G. de Mesquita.
Movmento da casado detengao no dia 18 de
abril de 18C4.
A saber :
Kxistiam Knlraram. Sahiram . 342 preso* 20 16
Existem . 346
Nacionaas. Estrangeiros Mulhercs Estrangaira Escravos . 24S presos. 34 t l > Cl >
Escravas. . 4 .
346
154.
abril
Alimentados a custa dos cofres pblicos
Movmento da enfermara do dia 20 de
de 1864.
Tora baixa :
Pedro, eseravo de Jesuino Machado Malheiro Bra-
ga, intermitente. *
* BnXAMO DO DIA 17 DK Allltll-, NO UUMWUO
No processo instaurado por parle da juslica "'BLU:" ,. _. __. .
conira Jos Buarque Lisboa, foi e>le pronunciado l"nzlVescrava>i7 ""I solteiraJkia-V.sla: pneu-
nas penas do art. 220 do cdigo criminal, por ha-
ver dellorado a m.mor Cecilia Jeronvma dos San-
tos.
Antonio Gomes Benicio o Domingos Francis-
ciseo foram declarados sem cul/ia, sendo julgado
oiprocedente o summario, instaura lo contra os
inesmos por crime de roubo, que cenen no juizo
de dita delegacia.
moma.
Joaquina Maria da Couceicao, frica, 60 anuos, sol-
teira, Sanio Antonio; gslro inlerile.
Jos, P.-rnambuco, 12 anno?, Boa-Vista; ane-
mia.
18
Mara Magdalena do Espirito Santo, Alagas.
anuos, casada, Boa-Vista; febre |wrniiio>a.
Maria, Peritainbucu, I-hora. Recife ; a lo
Honlein as \ horas da larde deram as grejas .
signal de fogo na fregueza de Santo Amonio, que A...... Pen.ambuco, I mezes 9. Jos ; d.a.rhe..
bem averiguado recoul.eceu se ter sido apenas sus- Bpd. escr:'Vil. >. &,|J" A!""n,L: CUvnl"
lo de urna praca do coi po de polica que, passando
no largo do Carino e rendo sahiram algumas bis-
cas da chamn do sobrado n. suppz que fosse
fogo e mandou dar o signal, qnando o que baria
era que, leudo um dos morad.ires posto malla le-
nha no fogo, provocnu ella as fascas qa se viam
cuno verileen o Sr. subdelegado da freguezia,
que compareceu em contincutit.
Entre os actos reprovados c dignos de cen-
sura e aiiimadversao publicas, se acha por sem du-
vida aquelle que se refere uflensa de alguem. por
meta de um tarceiro, abnsando-se da boa f desta
para a cousecucao de um tal (im, procuraudo-se
fazo lo crer no suffrimenlo de urna victima.
Ante-bcnlem procurou-nos o Sr. Malinas de Aze-
vedo Villarouco para daos em nossa Revista, a
noticia que tatlio hontem em ultimo lugar, pretex-
tando para isso que era o nico recurso que tinha
a victima nffendida. ao que annuimo*.
Honlein, potm, in'orinados convenientemente,
soobenvie ser ludo quanto disse elle exagerado e
at falso em parte, como mellior se v da corres-
pondencia dos Srs. Mondes & Coelho, que a nar-
ragao verdica e cordata do que se passou, c que
resume quanlo ralbemos de ovasen sinceras.
Deixamos de aquilatar o pr'.codimenln do Sr.
Villarouco, porque s merece elle o desprezo :
c Senhores redactores da Rerisla Diaria.Len-
do em a sua Rerista de hontem um faci que se
deu entre 0 UOSSO caixero e o embregado da uIi.t-
na ra Direita, esquina que volta para o pateo
de S. Pedro, compre-nos racllicar algumas das as-
soes.
Manuel, Pernambuco, 22 inezes, lli.a-Vista: bexi-
gas.
Miguel. Pernambuco, 7 mezes, S, Jos; gastro in-
fer le.
Maria, Pernambuco. 1 dia. Bo.i-Visla : espasmo.
Escolstica, Pernambuco, 1 auno, Santo Anlonio:
dentico.
Joaipiii Gomes de Alencaslro, Pernambuco, 8-4
aunos, viuvo, Santo Antonio; erisvpella.
19 -
Maria Luzia da C-inceig.o, Pernambuco, 30 annos,
solleira, Ba-Visla, varilas.
Antonia, eseravo. frica, 40 annos, solleiro, Boa
Vista, lelano.
.Manuel, Pernatiibuco. 1 hora, Ba-Visla. espasmo.
Henriques Carneiro de Almeida, Portugal,blanuos.
casado, Recife, gangrena na sinel.
Joaquim Jacmlho Martins, Rio de Janeiro, 28 annos,
solleiro. Ba-Visla, tubrculo pulmonar.
Manoel da P.iz, Pernambuco, 2 anuos, solteiro, S.
Jos ferimeulos.
sergoes de que te servio usar o encarregado de Albos da provincia.
I ..._________.*..-- I .___I___________. _. ._!>?... .1. A^ a a .,111-. > 1 -i t I .
Di POICO BE Tll).
A provincia do Piauhy tem dez comarcas com
vinle termo>, e sao as seguinles :
Comarca da capital, com os termos de Therezna
eUniio, sendo juiz de direito o Dr. Anlonio de
Souza Mendos Jnior, juiz municipal de ambos os
termos o Dr. Jos Mauocl de Frailas, e promotor
publico o Dr. Jos Ildefonso de Souza Lima, todos
tal commiiHicagao, e esclarecer o publico do caso
que se den.
Em 8 do correte vendemos a esse senhor en-
carregado da mencionada taberna, duas pipas com
vnho por 4103000 a dinheiro, c em 16 do corren-
Comarca de Campo maior, tem os termos de
Campo-maior e Barras sujeitos a um s juiz muni-
cipal : juiz de direito o Dr. Candido Gil Castello-
Branco, fllho da provincia ; juiz municipal o Dr.
Custodio Alvos dos Santos fllho da provincia ; pro-
te mandando o nosso caixero cobranga. ordena- motor o Dr. Manoel Rufino Jorge de Souza, filho do
mos-lhe que lambem fosse receber do encarregado Ceara.
da dita taberna a referida importancia, dando-lhe Comarca da Oeiras, tem os termos do Oeiras e
nessa mema occasio ordem para abatera um ou- Valonea sujeitas a um s juiz municipal : juiz de
tro rreguez-, no caso de querer pagar logo, 105000 direito o Dr. Carlos Luiz da Silva Moura; juiz mu-
as pipas que Ihe vendemos no mez pas*a lo ; vol- nicipl o Dr. Lenidas Casar Burlaraaque ; pro-
lando da cobranga o no-so caixero da-nos canta ; motor ojDr. Valente de Fifueiredo, todos lllhos da
do que hUjvia recetado, e deparando nos logo cora o mesina comarca.
engao havido, roinlauwlo iitimediaiamenta com Comarca de taics, lem os termos de Jaics e
o dinher d-smaiichar o equivoco, ao que somos! Picos cois um s juiz municipal, que o Dr. Hay-
nfonnalos noqiiiz annulr 0 senltor encarregado | mundo Riheiro Soares, til lio da provincia; nao lem
da dita taberna, por cujo motivo houve contesta- \ promobr formado, e o juiz de direito ltimamente
ges de parto parte, e n'um conflicto, conta-nos o ; uomeado, que lilho da provincia de Pernambuco,
nosso caixeiro, Ih > arrebatara a conta e a rasgara, ainda uo lomou conla da comarca,
o que severamente reprovamos : dando semelhan- Comarca de Paranagu tem os termos de Para-
le oceurrencia, fllha da piuca experieociado nosso nagua e Senhor llora Jess da Gorgueia com um
caixeiro, e da pouca prudencia daquellc senhor, s juiz municipal, que o Dr. Joaquim Damasceno
occasio a junlarem-se algumas pessoas, em pre- Nogueira, lilho da provincia, sendo juiz de direito
senca dasquaes e com o dinheiro na uo nosso!o Dr. Jom; MarianoLustosi do Ainaral, tambem li-
caix'eiro passou novo recibo, porque na ventado a Iho da provincia,
ler este pensado melhor, nao era por 105000 em Comarca de S. Goncalo tem os termos de S. Gon-
que se nos quera lezar, como de facfo se realisou,
por um simples engao, que as cousas chegaram a
tal nonio.
Quanto ao mais deixamos apreciago do res-
galo e Jcromenha com um s juiz municipal que e
o Dr. Uaslo F.rreira de Gouveia Pimental Belleza,
'ilho de Caxias, sendo juiz de dlrerto o Dr. Umbeli-
no Moreira de Olivera Lima, fllho da provincia, e
peitavel publico que nos cunhece, limitando-nos promotor publico o Dr. Joo Lopes de Carvalho Lo-
sraente a dizer que aquelle grente ou encarrega- bao; fllho de Caxias.
do da dila taberna o Sr. Jos Antonio Soares de Comarca de Principe Imperial, tem os termos de
Azevedo, que outr'ora te ve taberna na ra do Col-! Principe Imperial, Mamo e Independencia, com
legio.Menes & Coelho.' um so juiz municipal que o Dr. Jos Ceriolane
Hoje tem lugar o concurso para as cadeiras da Souta Lima, fllho da provincia; sendo juiz de
vagas de instruego primaria do sexo masculino, direito o Dr. Joaquim Pires Gonealves da Silva, li-
S;io examinadores os Srs. professoras Miguel Ar- Iho de Peruambuco, a nao tem promotor forondo.
chanjo Mindello 6 Antonio Ruiino do Andrade
Luna.
Na noticia que hontem demos acerca da ses-
sao da assembla provincial, passou-nos consignar
que, deiiois ter orado o Sr. Silva Ramos, oceupou a
itlengo da casa o Sr. Dr. Sabino, pnr mio de um
discurso, tendete a sustentar a dignidade da as-
Comarca de S. Raymundo Nonato s tem o termo
do mesmo nome ; nao lem promotor formado, e
juiz ile direito o r. Raymundo Antonio de Carra-
Iho, lilho da provincia.
Comarca da Parnahyba, tem os termos da Par-
nahyha o llatalh i snjeitos a um s miz municipal
e promotor formado, e juiz de direito o Dr. Jua-
seinlil i e a dos espectadores, explicando a cansa : quim de Paula Pessoa de Lacera, que nao fllho
da tumulto, e pediudo o enccrraueiilo da dlscus-! da provincia.
Comarca d Piracuruna, tem os termos de Plra-
curuna e Pedro II, sujeilos a um s jaiz municipal
que o Dr. Leocadio Cabral Raposo da Cmara,
sao.
D no sabbado prximo, 23 do correnle, a
socedade dramtica Hecreio e Uio Familiar, a
sua representaban desla mez, tarando scona com
toda a pompa, romo pede o autor, o drama em cin-
co actos o sete quadros, Ahdiiw on o Salteador de
Venezix, para o d sempenho do qual nao tem a so-
cedade se poujiado a esf.irgos.
Eotrou liontem em julgamento o pr.Miesso
emque entre varios outros figura como co-ro
Manuel Joaquim do Monte, arcusado de havor dis-
Hlho do Rio Grande do Norte, e juiz de direito o
Dr. Francisco Zabujon do Almeida Pires, fllho da
Baha ; nao tom promotor tarmado.
Do que fica expendido, ver que dos 10 juizes de
direito, 6 sao libios da provincia ; ver mais qne
sendo 10 os logares de jumes municipaes, 2 anda
nao estu pre-nenldos, e dos 8 existentes s 2 dei-
xam de ser fimos da provincia ; ver finalmente,
parado um tiro sobre Graciano Jo< Rodrigues, que havendo 10 lugares de promotor, s-existem
Ferreira a seu psj Firmano Jos Rodrigues Fer- formados 4, dos quaes s um deixa de ser fllho da
i p.
rora, de que resultaran) ferimentos grave naquelle
o leve neslo.
Teve lugar o delicio em 28 de main do ultimo an-
no no engenho Sania Luzia, da frogneiia de S.
provincia.
Da ersfa
guinlc :
Escolstica transcrevemoi o se-
A8 a*hrai^}ks io roses.
fPvmm satrica.)
Que quercs.lu fazei- na soeiedade ?
Brilhar, s*r xcande nm dia ?
Onde esia, leu dipjoin de nubr*a.
TBft ourc e ndafyuM 1 -
Na lans ? \mis vais fazer entre en humanos
Ridicula f ora.
E's pobre,-c tu bem saltes que a pobreza
E mal que nao lem cura.
E o sei que a santa cliamma do talento
Te tem grande tornado,
Porem hoja o talento nada vale
Sem ser apadrmha.lo.
Tu liveste, verdade, um bom padrinho
O do leu baptisado
Mas esse, como todos, j esipieceu-se
Do pobre do alilhado.
Sei niAis que o doce goslo do'lrabalho
Te afJaga muilo a mente,
Mas onde queras tu actar trabalbo
Meu mesero de mente ?
Nao sabes que esse genero encarece
So para o brasileiro,
E a patria gosta mais de encher a bolsa
Do feliz estrangi#ro ?
Genio, illuslrago, talento, gloria,
l'orianio nada vale,
Que o dinheiro nao acha no universo
Virlude que Ihe iguale;
Diidieiro o Dos, o dolo do rico
Dos pobres o tormento,
Sem dinheiro a pobreza nao penetra
Dos grandes no aposento.
Talvez cuides que um rico casamento
Te d dins felices I...
Tu deliras mancebo, e em leu delirio,
Nao sabes o que dizes...
As muga do Brasil que tem dinheiro
-Nao ca*am*or amor.
Que os avisados |is tasas de eacoannenda
Mandse sapos;
E fazem muilo ben ;..porque ellas todas
Tem corago postigo,
Alli j amor pesdau lodo o nerfiiie,
De flor todo o seu vigo,
E escolhem para o esposo quem as randas
Coinendo da nago
Nas tornadas de margo ou d dezembro
Sabir senhor baro.
O caso ter dinheiro; venha elle
D'aqui, d'alli, d'alm
Nesta trra s considerado
Juera s dirrtiairo lem,
A honradez, o trbalo a, a probdsde
Se eousas afiliantes,
Porque esae o pensar da maioria
Dos nossos habitantof.
Foge, poiSj dos salos, da sociedade,
Dos grandes e de ludo,
Porque s iwbre, e a pobreza quatido falla
Epnohtra o rico raado.
Porque vs a viriude tangida
E quasi envergonhada,
Purque esta sociedade brasileira
Nao esl regenerada.
E vai pedir sabia Providencia
No muudo humilde canto,
Onde novas C3ipir ten infertunio.
Verter leu nobre pranlo :
Ave perdida nos coniins da Ierra
Em busca de seu lar,
O cansago, a fadga, o desalent.
Te obrigam a parar.
Meu Dos como esta patria eorrompeu-se
Na poca actual !...
Quem nao possue mundos de dinheiro
Oh cos I de nada val I...
A pobreza, a virtude, a bmeslidade
Sao ttulos sera nome :
S dinheiro, nobreza 6 lidalguia
O tempe nao consom.
E esta sociedade oncanecida
ira aurora ita seus tonos,
Que existe no Brasil para vepgonha
Dos miseros humanos :
A igualdade, que ao mundo inda proclama
O pacto social,
E' leitra mora ; jdescanca ha muito
Ka lousa sepulcral.
Do Xain Jaane Iraduziinos :
Tenlio adiado militas mulheres. que se conser-
vara virtuosas, porque a reliu-iao o pre-arreve.
Tenho adiado um ce rio numero deltas, que as-
sim se mantera, porque amara aos maridos.
Tenho adiado ainda urna asteo porcu das mes-
illas, que d'ahi nao sahem, porque nao podem pro-
ceder de OUtro modo.
Asseguram-me que difiranles nao engaando
aos maridos, obedecen) a um sentiniento de honra,
semelhanle qudle que leva mu liomein a susten-
tar a palavra dada.

Gonhcci um honrado cidalo. pal de dous fllhos.
Viudo a saltar que a inulher o enganava. expri-
mio-se deste ldd iwr entre choros :
Oh! eu morrerei... morrerei, mas nao a
deixare jamis.
Vos a amaes ?
Nao oh, nao Pois que en amo a UMNII ti
Ihos. quero que se res|ieile a sua mi.
Cumprio sua palavra, Atigrado ignorar ludo, e
protegeu sempre com a sua presenga e autoridade
a mulher, cuja conducta nao era daaconhecida de
pessoa algtiuia.
Tolos zoniliavam de sua credulidadc.
Eu, porem, acnara-o sublime i
\'n\ auno dejiois talvez, por urna manha em que
passeavainos juntos, ea Ine disse :
Meu pobre amigo quanto haveis soffrido, e
quinto deveis solfear atada 1
Bita fixou-me cora ailnurago, e disse-me :
Eu ? solfrer 1 nein lauto l Nao sabis que a
gente se habita a ludo ?

Para um marido saber se a mulher o engaa.
Para uina descubrir se Iludida pelo esposo, ha
um meio iiifalhvel.
E' a mudases, por menor que seja. nos hbitos
daquelle ou aqucila que falla aos seus deveres.

Chamtort disse :
O adulterio una qnebra, cora a differenca de
que o deshonrado aquelle a quera se faz a banca-
rola.
L-se na Cruz o quo segu :
No da 8 de dezembro eff-cluou se em Canto
cora grande pompa a ceremonia da collocaca da
podra da primeira igreja catlioiica.
Assistiram a esta solamnidada o virc-rei. o su-
periiitendente da tazenda, dous grneraes larlaros,
o thesoureiro, un cirunel da tropas chinezas e
dous inaodarius magistrados do disirielo da ci-
dade :
Alm desles eslavam presentes quasi todo o car-
po consular, os misionarios americanos, o grande
juiz de Heng Kong, o* padres das msses-catlioli-
cas ilalianas e lio|)anhoias, vmie a dous mfawto-
narios 11 anecies viudos das provincias vizinltas,
eiiifiui todos os habitantes notaveis da colonia eu-
ropea.
O cnsul francez e Mr. Guillemeni rerilarain
dous bellos discursos, fazendo sobresahir a impor-
tancia que o vice-rei dava acuelle tocante acto de
nossa religo.
0 circuito da Igreja, que n5o ter menos de 200
pos. da comprmanlo sobre 150 de largura, eslava
guarnecido de urna linha de 300 soldados vestidos
em grande uniforme.
Que diflVronga entre aquelle paize o nosso 1
Alli se edifican) templos; aqu se busca demelir
os j edificados I

A igreja nunca se olvidou daquelles que morre-
ram em defcza di patria.
E' uina virtude que ella mnitoTecomntenda, or-
denando nesinoque seus sacerdote, pela patria
pegara no angust) sacramento do altar.
0 Extn. bispo do Rio Grande, compenetrado des-
ta verdade, manilost >n lio dia 28 do passado em
um acto grande, senliinhntot He um profundo res-
peitoo amor para ora a-piellas. que derramara o
seu sangne no campo de batalha defendendo as
nossas instituices.
Eis cmno a ste respeito se expresea urna cor-
respondencia de Porlo-Alegre :
. No da 24 de fevereiro o Exm. Sr. bispo dio-
cesano celebrou a miasa, no Passo do Rosario era
um barrar" construido ad Iwc junio sepultura
do valente general Abreu, que lo dignamente se
c uidiizlo e morreu no campo da batalha do Ro-
sario.
Foi um bello e sublime espectculo ver tantas
; bravos, a cuja frente eslava o general Propicio,
[ajoelhados no insta do campo, implorando a tro-
1 toegao da Viraeui pelo cierno descanto dos bra-
t*.
?sj, que sticr-uiimlram nnquella saguinolenla ba- nd.^. volunl.irtWMMs f" u 'M
. Les acta, 5e comprchendem. mas ^ -' gjgiyf, *?^2Z5^
descrevam com as cores apropnada, X^^ZitL^ ft -i.
=--. : aulc esso absnn) iiis<.iidvel tWzrt-."^*** ""
"Postota : O'mUittkhl
III
FeJiziHonto |iara a reinase surgen
seus mais d.-nodados M.-,<*.> emir si
sequases do un|HU |ihi|tB<1,hfcin, iw^sasr per fer-
io seriam as venladeirax ptail*rapta e>1 mi,
se e le se tarna nmjioinem illnsirado.
b prepesseess hrt.To.tasa* c taspis* de Isira-
CHIiOMCi _J1)5tCIIHl
TKIllt'.\AS> I 1 KKL.4<;'**
SESSAO EM lll DE ABRIL.
l'UKSIDENCIA no KXM. SU. COMSKLHKIO
SII.VKIIIA.
s 10 horas da manha, presentes os senhores
desembargadures Santiago. Gilirana. Lourenco taiiu raspondnram Hettsas) s IMessl t m
Santiago, Reis e Silva, Almeida e Albuquerque. re re-poiid.-u llargtar ; a< .te W Molla, Perelli, Accioli, Assis. e Doria, abrio-sc a rain Abbadie el llauleville. de Otees*
sesean. Orgenes ; S. Cyriil ii~|-im|.-u ;, Inmamm,
O Sr. desembargador Guerra, procurador ila co- ziazano, o maior dos oradores, pulrarisMi I
ra, nao compareruu. ,ir'"-
Passados os taitas a entregues os distribuidos, E' justo, |kji linio, que para cunibater sis. IV-
daram-se os seguinles dro Luiz naqSidla sua intrlorn rrn/a.b apfawpai
Jl'l (AMENTOS n" (''""'menlo o illtistrad Sr. Dr. Jun.me.rj, ansa
ApfeUaroet vivis. |Tensa os Srs. rouselhein. Aunm i.r. iWslto>-
Appellante. Jus Koirigues Ramos : appellado, e outros, e ale cu, u mais huiiul p .*-sr
Ricardo Jos Fernandes i ''nlr" ,ao "onspicuo. gladiaihtres. ^^
Nullo |>or incompetencia do juico J,e f,"- ma'n prvfieuiM der* ser o sr. Apiwllante, Rento Anlonio Esleves; appellado, M'lo Pedro Luiz, ponpie aproveilaod..-e da dta-
alanoel Dutra de Souza c,l;is-|o nas ses-.ws da cm*r* temporaria '"*
Reformada a sentenca 1,0" do pas>ado somonte mitre a pretendida "**-
Aiipeilanta, Manoel Frederco Carlos de Saboia \ !i;, ",n terreno ao Sr padre timil Jannrtos
apiiellado. Trajano Antunes de Alencar. ,n""'" t s,nl" Antonio, alnit .le r.Kiiru.r a
Desprezaram-se os embargos do appcllaute. | cmplo, vomitau nos dous discurs-w que eai*. #-
AppeMante, padre Antonio Jos Piulo ; appella- ifono <'IUP pareca trzalos esludaita) a< nui I
do. o harattde Jaragu. inesjdas rarrtnas contra os jesuta*, rapuclm
Receberam-si' os embargos do appellanla. lazaristas c irmaas de cridad.-! r.tn*taVranl
ApiwUante. Joo Paes Barreta de Albuquerque ; ,0u PfSSPas adtertat an propetto, o -".!.*+>.
appellado, Manoel Ignacio de Albuquerque Mar- lejitdicirs a soo-dade brasilera, c A***.*
nho. i cxecrupio puldica.
Confirmada a sentenca com declaraco. I '-""S0 Vi' o nmrsjss na presesh- r rhri-iis ;
ApptHa'iiio crim*. i ''e Jia um (,ia v;" elle lavrando opantasaiuenle ss)
Appellaiita, o juizo ;' appellado, Manoel Itadri- tenjsnde as msto amidas prassrrd
gues Giijuiri. aenipra as subversivas taras sa rai.-rva seli
A" novo juiv. Pban'e, qne aseofraraai o tufa da aanrrtts,
ffniuaj corswi. laram Imla a Europa e proJimraiii a*
Concedeu-se ordem de habeas-corpus pedida em lenias saturnaes pr.tursoras da fatal r>**
pelico por Manoel Izidro do Nascmiento, para a '"w. primcirainenle se drrigiram para a sanssaaas
sessao de : do crranle. dos jesutas, ao depois conlra os iiuiu>iro- as-
wi.iikncias civKis. ,i,r- seguida conlra o calliobci Com vista ao Sr. deseinliaruador procurador da uliimo contra os thronos, que sao o* rerdwk-*
cora I _
A appeltnrao civel. ""1- 'oraerou-sc por rtasnsr-M contra a i*mm
Appellante, Silvestre Dmingues da Silva Pimen- f'ndana t ssVerM, eacssMi -. ouvin-Vt-se "ntor
leiras; appellado, Jost; Joaquim de Almeida Unte possesso hidcnd taw t,. rttjm rsr rnforr*m
ultimo des padres mus tripas Moje entre nos a> ordens religiosa* cstib le tsr-
to exmelas, na s |>ela fantataile IsssSBSeas-
cao dos seus inenibros, ellii ainenle aniii.i.ta peto-
governo, s ; do re>peclivo ingresso era virlmlc te um >.*
Saiupaio.
C*m vista ao Sr. Dr. curador geral
Attpettariio civel.
Appellante. Manoel Francisco das Nevos; ap-
pellado, Jos Manoel da Silva.
dii.icf.m:i\.s anisas.
Com vista ao Sr. desembargador priunotor da avis". n despeto das Icis iu ,-,mitacas pr
justiga Cl,,l-'s slasll nao saSSgndM seto \*A<-t caeapelrtste.
A apprilacao crine. [ I"1' assiin.aiilorisaiii.
appellante. o promotor ; appellado. Clemenlmo sectarios do pnili ilialiiniii ilsasni n*. **-
de Oliveira Bastas e oulros. sas capltaee na sua infernal prapeg rada. K sos-
liliminailn SIMA. I,orts proleslanli.- receliem ix cofres piil>ltn rsn>
Assgnou-se dia para" julgamento dos seguinles gru maior que o vigano> r.dliolico-
feitos :
A rerisla cirel.
Recrranle, Jos Fernandes Guimares ; recor-
ridos. Jos Rodrigues Gonealves Valle o outros.
CASSACKXS.
lli.je clama se no proprio parlamento br.*-itako
contra a fund ico de um templo califtiico. rostra
as penas eternas, um dos dogmas da nnssa r* ts-
gio. fiiluiinain-se os capucliuifo<. Iaziri-la< e r-
iiuaas de caridade, como pc-snas adversa ao ff-
0 Sr. desembargador Gilirana passou ao Sr. Hfc-so c a civili.-aco, prejuduriacs -ori.da.ta bra-
desembargador Lourenco Santiago steme dignas da eseeraee psbhrs. II-*.- ff-
A nppellaiao civel, l-''''Sl' publico e esrreve se que u ir
Appallantos, o juizo c Jos Peres Campello : ap- ijoicrun. sublileza me:liapb\ **->
pellados. Gaspar de Menezes Vasconcellos de Drura- paelo fundaraeiilal, que cuarcitas se luqn-ranie al-
raond e o juizo. i tribuicoes. que lano importan! como .letegaita pri
Ao Sr. desembargador Molla rslivo do pod'-r moderador i- rhrfa do arsanns:
As appellaces citis. miseavelj^lralcgia. emlim. pr.N-ura.lapara etae-
Appellantes, Manoel Cavalcanti de Albuquerque aroiii a seus lin.,pelos Dotilwos da opora.f
e sua mulher ; appdlados, Alexandrc Jos Rodri- "dos eonetitueiee, bastarde* hltiiB, pi
gues e sua mulher. amigos do sy>leina representaiiro, >i para arel
Appellante. Rila Joaquina de Moura ; appellado. dizer. verdad, iros seriarlo' .la demifieie, robraye
Vicente Anlonio do Espirito Santo. I nonhal quasi sesapre debe* se, cae e aeaea-sc a
Ao Sr. desembargador Reis o Silva sacro-anta liberdade.
Aiipellarao civel. "a ',pl" poneos lias nrepoz-se na cmara des
Appellante, Moque Ferreira da Costa : appella- Srs. depuladuj a refonua n"-o d<> -enad, ara-
do, Antonio Jos de Figueiredo. bando-se com o principio da riulitia tsdit, bsssea
O Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr. de outros pontos es-enriaes di cn-tiluieio ik. m-
desemhargador Reis e Silva I"'1'1"- ('""m :i il'-pen.-a m BSSdcsnnf a n-hgiao r*v
A antttarS civel. \ ,,l"lt,,;' P" nnr-ee ssasriadn.
Appellante. Jos Gabriel do Mello ; appellado, Por estes prodomos, ou Mas por e*la asarrtai
Francisco Jos Pinto. Prognssiva. de esperar que tac raen* afli laas-
0 Sr. desembargador Molla passou ao Sr. des- bem se propoalia acabarse rom a retajiau sVosls-
embargador Peretli i**0' rl" iwsnrehia hereditaria, seass p ss sra-
,1 appcllaro civel. ] ,l('0" v,n l(4:,:i- poca anormal de iguaes projrrsjer
Appellante. Bsterao lsb Paes Barreta; appella- < refonsvi*. Sk iitir ad Asir I
do, Gabriel Germano de Agolar Montarroyos. A-sm mui fcilmente poder socreder, porqjn*
O Sr. desembargador Perelli passou ao Sr. des- quawta nao ha virdadcira rrrnra r.lig.o-. apt>a-
embar,radar Accioli ri''''' '">" ;l descrenca das iii>iiuiir.V--^ jurad >-. ret-
A appeSetro cieel. I n:i a an.ircbia e wguc-se o rompimenlu de i.j- o*
Appellante, badiarel Bernardo Duarte Rrando : vnculos rociaes.
appellado. Manoel Francisco Ribeiro. S|1"' i debaiM da hngna do* impos raste rm-
0 Sr. desembargador Assis passou aoSr. descm- pre o veneno da spales. EU.- roaveaes |">r ag-
bargador Doria gredir i" ministro* do altar, e p r ntlimit n-vot-
A apiielhtcao cieel. tam-se furiosaun-nti' coolr.i o MM Aliar, ...nlra
Appellante, Antonio Cliinaco Moreira Temporal; o Ihrono e contra as bis. porque dks esafci n.fla
appellado, Dr. Manoel Gentil da Costa Atase. i qnerem que nao seja a perturbac.i.. da rilis e da
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga- ; moralidad.- publica.
dor Caetano Santiago A,l"' r"' l"'r '"'i'- n-1 exp.ctMiv. de pr-srfnsr
As a'ppellacoes nveis. em outras ronsideracocs a rcwssMs.
Appellante, Reanlo Jos de Barros : affnlte-
dos. Jos Antonio Marques e sua mulher.
Appellanle, Antonio Gonealves Ferreira Casciio ;'
appellado, Joaquim de Souza Leo.
Appellante. Alexandrc Correia tle Castro ; ap-
pellado, Tristao Jaeome de Aojo.
Appellante. Isabel Mana das Chagas Guimares : i^'^y^
appellada. Rila de Ca*sia Pereira Vianna. lnnf m mMa ,, ,,,,
DISTIlIBni.OKS-
As appellacdes civeis.
Ao Sr. dosenibirgador Gilirana
Appellanle. Dr. Jaciniho Paz Pinto da Silva, cu
radar dos BSeravos Antonio e Tiburcio; appellada,
I). Joaquina Perpelua Mavijnier.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago
Appellante. Jos Antonio da Costa Itego, como ^ (a| s l||fci,,, ^ ,
curador ; appe lado, l-ranc.sco Mun.z Poules. (lJu de Smn 0 silencio, qm.n.ta ooiru eram m-
As apprlacoes crtm-s. j ,^,-0,,,,,^.;,. (.11S|aVain a bzrr-ss rainr. mamlr-la-
Ao Sr desembargador Peretli : ql.$ principalmeole N haviim dado se
Appellante. Jo?e Bernardo de Luna ; da-1 ph.neiros das na actual sanis; erriam a-M-
as cousas, e al mulla calma e or.tam >e linlum i
PBLiaC^ 1 PEDIDO.
Ao publico (').
Nos ahaiso assifnados, depaSMas asemM-a
l de-la provincia, julgamo- d nSM itarer
o |M*ori'di!Neaia
que livemos boje, retirando no- de ivis*as ca>letras
; cora o protesto d que nao lornariamo* a nrrnpa
las em quanlo suIim-Iii o uiolivo. ipie den lufar a
Doma retirada.
(irriara regularmente os trabalh.-> da assemtaVa
sera que es.a reeiilai ulaile hestvessi sMi periur-
bada se nao por inanfe. datarle da>gte
a juslica.
Ao Sr. desembargador Accioli
Appellanle, o promotor ; appellado, Anlonio Jo-
s da Souza.
Ao Sr. desembargador Assis
Appellanle. Manuel Themoteo Brasileiro; appel-
lada. a juslica.
Encerrou-se a sessao ao meio-dia, por nada mais
haver a julgar.
CORRESPONDENCIAS.
StjiIioi'es. reductores. Por diversas orrupacoos
nao tenho podido vir mais cedo coucorrer cora o
meu fraco coulingenle para impugnacao das falsas.
e calumniosas assargoes emittidas no parlamento t** our" niegas que se manda**.- n
brasileiro pelo Sr. Pedro Luir, contra os padres je- W&Jff^QI alh repniaram..s na....
soilas, lazarisUvs e irmaas de caridade, demora esta a
que nao pode ser sensivel, tanto mais quanto o
Exm. Sr. conselheiro Autran, cora sua penna de
ouro tem dirigido excelleotos epstolas qudle no-
bre representante da naco, ora publicadas no
Diario de Pernambuco, alera de outros luminosos
arligos, que lambem teeni sillo dados estampa so-
bre o mesmo assumplo, e com que estou ara ple-
no accordo.
E pois, apezar da plena convceo da minha in-
servado nos unimos das, qnando rom geral mt-
preza da populaco de-la capil.il -oulte-e. |ieta aaa-
nlia do dia ll> do orrenle, que nina turra man
rosa coinmamiada por mai* de mu ohViai achara-
se gliariiacendo o pago da assembla. e ipj a rsa-
de erlnsn sob serta alarma, aehamt->e lantttem re-
forgadas as guarda-, o que alias pe-soalmmlr re-
rihrainos, quanto a da alfaiidega. uaoerasio por ah passamos.
Alli comparecendo, observamos que de teta. I ropa
numerosa guarneca aquelle BS8JM qu*a puna |.riii-
cipal do eddieio anl.->;.U SBBSnBBI eiurda-la par
sentini lias, alm de diversos soldad. de |di.-iaqtie
asistan nas galeras.
EnlSo rft.|ueiemo-, no que f-
reitrar a fcic-
s s>jeiro*a
irovincia, senao altentatoria da otteraaia da a
sembla.
Discutido esse requer ment, deicoo de ser rota-
do nesse dia. por *e haverem retirada 4a e*a.
na occasio era que m devia v.Har. quasi hW w
propugnadores da permanencia da forra.
.Na SBSSSO de boje qnando rsin-ravamo* jar a
makina da asseniMa,im o eu presioease, tawjii>
se rellectido sobre essa pri'vidcncia aNameser n-
convenieiile, quaudo a pr.ipria et|N'ri.-m-ia nos Ka-
suBciencia para acompanbar aquella discussao, ja ] via mostrado essa iiiro.iveniei.ria. poi* qoe. pnvo-
cand. o apparato bellico numerosisMino runmrn
minismo.
Esta meu desafogo tanto mais justificado quan-
to ontendo que todos os lilhos da igreja nestas rri-
ses nao devem abafar no coracio a sua profunda
dor, para nao poder appcar Ihe o sabio pansa-
uienlo : Videntes non videnl et iludientes non in-
tellitmnt ; em .-umnia, para aquella bydra da im-
piedado, (cojas caberas so brema neira se reprodu-
zein da vez ein;quauita.J nao podar extender livro-
racnte suas lvidas garras.
II
Keconheco que a igreja permita a diversidade
de opinioes em pontos nao esseuciaes a ainda in-
decisos da nossa sania rehgio, mas nao nulonsoii
por cstto a sizania da di-corda entra seus fllhos.
E' ainda txaclo que nem todos possnen cabe-
dae.s ou recursos paradefeza da patria, nem lodos
podem allegar bons serviros e virludes, mas todos
leen) una liogua c una penna para murmurar e
denegrir (ao menos por dicauidndu) do mrito 0 rc-
putaoo alheia, para propagar douirins incendia-
rias e soJiersivas da ordem e moralidado pu-
blica.
De ordinario os mais imperitos sao sempre os
mais atrevidos, porque a ignorancia congenila
da audacia.
Nestas circumst.mcias, porm, nao se acha o Sr.
depulado ftdro Luiz (segundo me cossla), porque
dispnuU) drt taleutos e iPustr.X'o, desses brilhan-
tes dote-* tw mo eropiego nrocurou fazer immer-
que corriara levado* peto par.n
matarla nao duWdeu repellar aquelle regia ni
lo, sancrionando as-im aquelle arloper eVasai*
abusivo e violento da materia da commi *o r
polica.
i jillorados nesta* rircnmstancias.enlende^ oaajK
deviamos facer nm protesto solemne rualra i
deliberaco, retirando-no* da assemlda r derae
de lomar parte nos seus Irabalte.*. em ipunh. alh
existir tarca dever que nos parecen lanm mais
imperioso quanloo presidente, -havendo alia* to-
mado es-a medida extraordinaria, que m est
comprehendida em suas allrilmices, sem romul-
lai a assembla, mas aimna* a aiguns uieasnro*da
maioria, declarou que retirarse liia ifoesMa, Se eH
nao honvesse de determinar a |terutannsna da
torga.
Recife, 18 de abril de 186V
Dr. Sibino Otssvrta tjtmn Pinito.
Dr. Juoquiui de Atuiuo Foiuectu
A. J. da Costa Ribeit o.
Joan Francisco Tnri, a.
J. Ilraulio tarrfa c Silva.
Diodoro Ulpinnu Co /'/> C-ilanlm.
Mwtl Xrtlo Canil ieo de Suma Btn-kiiir.
Jtzs.' da Cnnhii Trirrim.
Gaspar de Menezes Vtneottceilm 4eDr*mmind
() Por ter saludo rom alguns erras, nepruduzi-
mos boje esta publiragab.
A reaccH-)

sai


Pitillas vegetacs amura rada* de
Krmp.
A saude dependo principalmente do estado dos
estomago, do ligado e dos intestinos. Vigorise-se
os orgos digestivos, regularse-se aacco do liga-
do, restabeleca-se a aciividade natural dos orgos
secrelivos mediante o uso das pilulas vegetaes as-
sucaradas de Kemp, e a dispepsia, a constipado, a
tlautulencia e as caimbras do reir desapparece-
ro como por um encanto.
Nao ponera existir estas enormidades sem que
este saudavel aperitivo conserve o vigor e a regu-
laridad.1 das funecoes intestinaes.
As pilulas de Kemp sao Mnimamente agradaveis
absolutamente isenlas de toda'a especie de subs-
tancias mineraes e adeudadamente reguladas, es-
pecialmente para as molestias peculiares do bello
sexo.
Achar-se-ho venda em todas as principaes bo-
ticas, e em Pernambuco as lajas de Caors &
Barbosa, e Joao da C Bravo A C.
Ufandr-a
Rendimento do di la l........
Mera do da 19.................
Dtarln nte, Per nainbnco qnar Moviuient* da alfandega
Volames entrados con (aiendas... 113
com gneros... 641
' concurso para precnchinicnto da vaga do 2 es-
322:930tji cripturario 4a'mesma thesouraria.
tOSirUi Secretaria aa Ihesouraria provnola! de Pernam-
buco 18 de abril de 18tii. ,
A. F. d'Arraaneacio.
Secrefcirte.
Santa Casa de Misericordia do Recite.
O Illm. Sr. commendador Jos Pires Ferreira,
m-.owpw
Volumes sahidos
con
cu*
fazendas.
gneros..
S
3)1
836
443
iioji:
J nao existe o venerando commendador
Antonio Cordeiro Falciu, cuja vida foi urna
serie nao interrompida de acedes nobres e
s dignas de ooraroes bem formados !
Esse respcilavel cidadio nasceu no dia 24
de agosto de 1792, e baixando sepultura
un infausto 12 do rorrente mez, legou a seus
lilhos urna memoria abencoada, porque o
seu supremo prazer era beneficiar a quem
quer que fosse, e cada um dia de sua pre-
ciosa existencia era assignalado com mais
urna beneio, que da viuvez e orphandade
sobre si attrahia Deixando sua inconso-
lavel consorte, charos lilhos e devotados ami-
gos na mais profunda dr, e dando trra
o que della por emprestimo havia recebdo,
seu espirito voou rcgiio celeste para do
seu Creador aceitar a cora da immortali-
dade, promettida ao mrito c virtude I
20 de abril de 18G4.
Iklo Ciraude uo \ NEGOCIOS F.I.EIT0IUK.S.
Apurarlo geral dos votos para deputados pro-
vinciaes, dos collegios da capital, Extremoz, S Jos,
Papari, Penha, S. liento, Maco, Ass, Sant'Auna
do Mattos, Aeary, Principe, Maioridade, e Pao dos
Ferros, faltando Apody :
1 Dr. Francisco Gomes da Silva Jnior 238
2 Dr. Horacio C. de Salles Silva....... 227
3 Dr. Jos Moreira llrand.io C. Hranco. 220
4 Dr. Luiz Garlos Lias Wanderley___ 226
5 Dr. Jeronvmo ('. Raposo da Cmara. 22o
6 Dr. Vicente Ignacio Pereira........ 224
7 Dr. Hermogenes Joaquim B. Tinoco.. 222
8 Dr. Jos Alexandrc de A. Garcia.... 220
9 Vigario Bartholomeu da R. Facundos 218
10 Dr. Jos Al ves da Silva............ 217
11 Dr. Octaviano Cabial R. da Cunara. 216
12 Dr. Luiz Rodrigues de Albuquerque. 216
13 Dr. Manoel Henieleiio It. de Mello.-. 211
II Dr. Barllioloineu Leopoldino Dantas. 210
15 Joao Carlos Wanderley............ 210
16 Padre Francisco de P." S. Cmara... 207
17 Capitao Ivo A. P. de Mendonca M..... 20o
18 Vigario Jos.' Alexandre G. da Mello. 203
19 Tenenle-coronel Jos da C. Villar... 198
20 Capitao Vicente Ferreira de Carvalho 190
21 Dr. Mileno de Torres Bandeira..... 179
22 Francisco Jos Gomes............. 173
(Do Progressistu, do Rio Grande do Xorte.)
Cear.
Por portara desta data fui demitiido do cargo de
delegado de polica do termo desta capital.
Nao sei se para islo foi ouvido o Sr. Dr. chefe de
polica, de confoimidade com o paragrapho 2-do
art. 28 do regulameuto n. 120 de 31 de Janeiro de
1842.
Como qu.'r que seja, porm, jnlgo conveniente
publicar us offlcios, certidao e aileslado abaixo, am
demissao nao foi decretada a bem do servro pu-
blico.
Fortaleza, 7 de marco de 1864.
Manoel da Cunha e Figueircdo.
N. 20o -Secretaria da polica do Cear, em 23
de marco de 1; 63.Passando as raaos de V. Exc.
o ollici por copia junto do hachare! juiz munici-
pal e delegado de polica do termo desta capital, te-
nliu por din dar V. Exc. conhecimento do proce-
dimiento zelozo daquelle uiic.cionaro no cumpri-
mento dos seus devores, disiiuguindo-se, por um
amur ao trabalh o inlelligencia, com que em bre-
ve lempo poz em dia o archivo policial a seu cargo
deixado por seus antecessores em mas rondires
E julgo, porlanlo, que omesmo bacharel digno de
lo uvor.
Dos guarde i V. Evo.Illm. e Exm. Sr. Dr.
Jos Benlo da Cunta Figueiredo Jnior, presidente
da provincia.U chefe de polica, Francisco de Fia-
ra Ijiuos.
Secretara da polica do Cear, em 21 de marco
de 1863.Fico iuleirado por seu ollieo n. 23 de 20
do correte, de ler Vmc. posto em dia em breve
lempo e inlelligenlemenlc os servieos que aehou '
atrasados e os que lite foram por mim commetti-
dos; pelo que Vine, digno do louvor por seu ze-
lozo procedimento como autoridade policial e cri-
minal deste termo.
Dos guarde a VineO chefe de polica, Frun-
cisco di Furias Linos.Sr. delegado de polica des-
ta capital.
Atiesto que o comportamen/o do supplieante pe-
rante inim to desempenho de suas funecoes de juiz
municipal e de orphos o delegado de polica do
termo, lera sido sempre digno de louvor, cumprin-
do com inlelligencia, zelo c promptido, todas as
ordens e despachos expedidos pela repartiro a
mu cargo; pelo que acham-se todos em dia e sa-
tsfelos. Outro sim, nao consta que o supplieante
costuma demorar a administracio dajustica; an-
tes, a lal respeito, faco do mesmo supplieante o
mais favoravel juizo vista dos seus actos de inim
conhecdos.
Secretaria da polica do Cear, em 8 de fevereiro
de 1864.Furias Lemos.
nescarregaoi no dia 20 de abril.
Barca ioglezaEndu/nuoncarvao.
Brigue ioglez-tfuiv* of lhe Plyne fatendas.
Patacho oldemburguez Pfiel mercadortts.
Barca ingleza=Lujr Dangleyfarinha de trigo.
Patacho portuguezMuri da Gloria diversos
gneros.
Patacho nacionalU, i.mzdiversos gneros.
ImportaeSo.
Patacho nacional Relmpago, entrado do Rio-
Grande do Sul, consignado a Amornn Irnios, ma-
nifestoii o seguinte:
11,013 arrobas de charque, 374 saceos com 1,122
arrobas com farinha de mandioca, e 10 ditos com
corada; a ordem.
Brigue nacional Aurehuao. entrado do Rio-Gran-
de do Sul, consignado a Maia & Espirito Santo,
manifeSlou o seguinte :
9,296 arrobas de charque, 78 ditas de grava em
bexigas e 61 barricas com 427 arrobas de sebo
coa do ; a ordem.
Hiate nacional D. Luiz, entrado do Maranhao,
consignado a Antonio de Almeida Gomes, manifes-
tou o seguinte :
Gneros estrangeiros j despachados para con-
sumo.
596 caixnhas fogo da China -, a Tasso Irmos.
0 caixas cha, 4 ditas roupas para thealro e ou-
tr.is miudezas, 2 volumes pannos pintados, 8 ca-
deiras estofadas, 2 consolos com pedra, 1 mesa re-
donda, volume tapetes, 3 mesas pretas, 2 almofa-
das de assenlar, 1 cadeira com sola, 1 zabumba ;
a ordem.
Gneros nacionacs.
450 saceos arroz, 314 ditos milho ; a ordem.
Patacho nacional Cnpuum, entrado do Rio de Ja-
neiro consignado a Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo t C, manifostou o seguinle :
Gneros estrangeiros j despachados para con-
sumo.
200 frasqueiras genebra, 13 caixas papel almo-
co, 12 caixotes salsa parrilha. 19 fardos canhama-
co, 40 volumes barricas abatidas, c 200 meias bar-
ricas abatidas e 500 caixas cerveja; a ordem.
(eneros nacionaes.
1,458 saceos caf, 10 ditos farinha de mandioca
33 barris toncnho, 168 rollos e 70 latas fumo, I
barril tinta de escrever, 4 caixas xarope do bos-
que e 1 barrica caf ; a ordem.
Patacho nacional D. Liuz entrado da Bahia, con-
signado Palmeira & Bellrao, manifostou o se-
guinte :
5 caixas fazendas; F. Monhard & C.
13 caixas fazendas; Schaflieitlim & C.
15 fardos e 20 caixas fazendas, 163 barricas c 2
caixoes cerveja, 1 caixa mercaduras, 2 pecas de
oleado; ordem.
1 caixa fazendas; Mills Lalham & C.
1 caixa fazendas; J. Keller.
3 caixoes fazendas; Antonio Jos de Faria
Jnior.
1 pipa lirio florentino; Meuron & C.
I caixao chapeos; E. A. Burle S; C.
30 caixas licor, 6 caixas cha, 20 ditas vnho, 21
ditas cerveja; Palmeira & Beltro.
1 qnartola afeite de palma ; Antonio de Al-
meida Gomes.
Ilecchcdoria de rendas Intcrnas-
geraes de Pernambuco.
Hendimento do dia 1 a 18........ 15:3655184
dem do da 19................. *928J'72
thesoureiro da Santa Casa de Misericordia*do*Re- tres re'8Bos de ouro c prata, e uva correntio de
cife, manda fazer publico, que o da 27 do corren- ouro de lei> uma mobiUa de araarcllo, guarda rou-
te, pelas 9 tioras da manhaa, tara pagamento s a, camas trancezas, marquezas, caadolabros, um
amas da casa dos exposlos que forem acompanha- arrinho para meninos e oulros artigos que serio
das das respectivas enancas. patentes. ____________ _____________
Secretaria da Santo Casa de Misericordia do Re-
Soeledade dramtica liecrelo e
l-nln raaallkir.
De ordem doSr. director faco sciente aos senho-
res socios que desde j podero receber do Sr.the-
\f Uaria-Ieira ZU it Til I i lloras, soureiro as suas partes de bilhetes para e especta-
rua da Ca-feia i. 53. ^de d0 dia 23 d0 corrente'na sde ** ***
Por ntervengao do agente Eezefcio se vender Sociedade dramtica Recreio o Uaiao Familiar
cife 16 de abril de 1864.
F. A. Cavalcant Cousseiro.
Escrivao.
O corpo de polica compra 550 corados de
panno azul para fardameato, quem os quizer ven-
der apresentese na secretaria do mesmo corpo s
LEILAO
M
Um escravo martimo.
IIO.IK.
emleaHotf.oecoanu ^^52^!^.^^^!? -erosamente r,
proposta em carta fechada.
O tcnente secretario,
Luiz Jerooymo Ignacio dos Santos.
Crrelo geral.
Pela administracao do correio desta cidade se
faz publico que em virtude da convengan postal,
celebrada pelos governos brasileiro e francez, se-
rio expedidas malas para Europa no dia 30 do cor-
rente pelo vapor francez Eztremadure. As carias
serio receidas at 2 horas antes da que for mar-
cada para a sabida do vapor, e os jornaes at 4 llo-
ras antes-.
quem pertencer um escra-
vo angola, marinheiro, de raeia idade : quarta-feira
20 do corrente pelas 11 horas da manhaa na porta
do armazem dos Srs. Palmeira & Bellrao.
liElliAO
DE
Um bote e 4 rem
s.
110.11:
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem pertencor de um bote e 4 remos, s 11 i|2
.-:? 1".Q.'u"fa(Vd0. C,0TT^. d* Prnambuco 16 de heras do dia cima dito em frente ao armazem do
abril de 1864.O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
i: h i h v/i, \
GERM4M COINBRA.
Uecka extraordinaria
Livre da assignatura.
QIARTA FEIRA, 20 DE ABRIL.
Representar-se-ha o muito applaudido drama em
quatro actos
bario do Livramento caes d'Apollo.
LE LI
Pelo agente Mimnda.
HOJTE.
No da cima indicado s 11 horas da manhaa,
em seu armazem da rua da Cruz n. 57, o mencio-
nado agente far leilo sem a menor reserva de
prego, dos objectos que passa a mencionar:
Uma mobilia de Jacaranda, uma commoda, um ..
: guarda louga, camas francezas, consolos, appara- liviana n. b c 8 da praga da Independencia.
dores, sofas, mesas, locadores, quartinheiras, can- ---------r-------------r~3;-----------------:------------
Aluga-se a loja de uma porta so na
rua do Crespo n. i toin aimaeo ou sem
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesma rua n. 4.
19 de abril de 1864.
Vicente Ferreira da Silva.
____________________1" secretario.
caes.
Fugio ou furtaram de um dos sitios da estrada
dos Alllictos um casal de caes, send o macho
Srande,de cor amarcllo escuro, e a femea menor,
e uma cor azulada, com alguns espacos brancos ;
levando ambos coleira estreita de couro com chapa
de metal : quem os pear leve-os ao quarto sitio
depols da capella, na mesma estrada, que ser ge-
nerosamente recompensado; anda mesmo dando
somonte noticia exacta do lugar em que estejam.
S. P. Johuston e sua senhora vio ao Rio de
Janeiro.
DENTISTA DE PARS
49Rh* Vii 19
Clan eommeretal.
A reunio familiar do corrale mm t
lugar na noile lo dia X) do
Neta-19
cirurgao dentista,
49Rua
Frederco Gautier,
faz todas-as operaefles de sa arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua' e pos dentificio.
Empreza dailliiminsicjio
gv.
Todas as rendas de appareth t recaMHcVi
i|M>r escripto dando o nomo, moraib. ata, eir ,.
devem ser feitas no armazem *ia rua do I
n. 31. Os machinistas mandados para
estas, apresenlaro um lirro que m
dererao assignar logo depois de pmnato n wrrir
reclamado ; isto para que a empresa hr
de haverem os mesinos senhores sida i
te attendidos._______________^_^^_
Aluga-se por prego rom rindo wm
grande casa e exheira, ao lugar do*
defronte da igreja. e mais o segund"
da rua da Cadeia n. 4 : a traUr no
nema
tr, a
Na rua estreita do Rosario n. 31, segundo
andar, precisase de uma ama de leite que seja li-
vreenao teuha ilho.
Mez de Mara
Vende-se esle livro conforme o uso do
hospicio da Penha a i & cada livrinho : na
dieiros e vasos para cima de mesa etc., etc.
LEjILAO
DE
Per-
16:293*356
Consulado provincial.
Rendmentodo dia 1 a 18......... 53:1145735
ldem;do da 19................. 2:860324
55:975064
MOYIMENTO DO PORTO.
Navios mirados no da 19.
Rio Grande do Sul35 das, brigue portuguez Rio
Voiuja, de 272 toneladas, capillo Francisco Pe-
reira Coelho, equipagem II, carga 12100 arrobas
de carne secca; a Maia & Espirito Santo.
Rio Grande do Sul30 das, brigue nacional .ln-
reltano, de 230 toneladas, capitao Joao Esteres
Vanea, equipagem 13, carga 9000 arrobas de
carne secca; a Maia c\ Espirito Santo.
Cardiffpor Lisboa-35 dias do ultimo porte, pata-
cho inglez Sui/etia, de 184 toneladas, capitao G.
David, equipagem 10, carga carvao: a Wilsun&
Hett.
Navio saludo no mesmo dia.
Maceibarca iogleza Serapkim, capillo D. J. Ja-
mes, carga assucar.
50 acedes da Companhia
nambacana.
Quinta-reir 21 de abril.
O agente Pinto far leilo precedida a comp-
leme autorisagio de 50 aegoes da Companhia Per-
' nambucana, |iertencentes a rnassa fallida de Pa-
I checo A Mendes, islo s 11 horas do dia cima di-
to porta da associagio commercfal.
LEILO
DE
Trastes e outros mullos artigos
QUINTA-KEIIU 21 DO OillllKNTK AO HKIO DIA.
\. Kl Rua lo Imperador \ 10
O agente Olimpio em seu armazem rua do Ira-
; perador n. 16, vender em leilo diversos trastes
I novos e usados, relogios, miudezas, e outros mui-
! tos objectos que estario patentes aos compradores
no dia do leilo.
LEILO
DE
Castanhas piladas e nozes
tninta-felra 91 do eorrente.
O agente Pestaa por conta e risco de quem per-
tencer vender em leilo 13 barricas com casta-
nhas piadas e 6 ditas com nozes muito novas de-
sembarcadas ltimamente : quinta-fera 21 do cor-
rente pelas 10 horas da manhia no armazem do
Aunes defronte da alfandega.
EDITAES.
Certifico em virtude do despacho retro que pro-
cedendo ao necessario exame no archivo da seore-
taria do governo, nao existe por cumprir ordem al-
guma, ou despacho expedido pela presidencia ao
supplieante, qur como juiz municipal, qur como
delegado de polica desta capital. Certifico, final-
mente, que as ordens expedidas pela mesma pre-
sidencia ao supplieante todas ellas (eem sido cum-
pridas sem demora, como claramente se v da cor-
respondencia havida entre o supplieante eo Exm.
presidente da provincia, desde Janeiro do anno pas-
sado at boje.
Secretaria do governo do Cear, em 12 de feve-
reiro de 1864.O oflcial-inaior-inlerino, Joaquim
Maules da Cruz Guimurrs Jnior.
(Da Guzeta Oflkiul do Cear.)
Cear.
Foram demltidos o delegado e subdelegado de
polica Dr. Manoel da 'unha e Figueircdo e Pedro
Jos Fuza Lima : o primeiro magistrado intelli-
genle, laborioso e enrgico; desempenhava perfei-
tamente os deveres de autoridade policial, mas
irmio do ex-presidenlo Pr. Jos Benlo, o qual nao
obstante ter sido apoad pelos liberaes, Ihes ter
dado forga na elcicao, e sido por elles victoriado
anda depois della, incorreu por ultimo no desa-
grado delles por nio ter apoiado as falsificacoes do
Cariri; eportaulo s por este motivo demillido,
O segundo um antigo e honrado servidor do es-
tado :_servio com os Srs. Paos Brrelo e Abilo,
que nao sao snspeitos aos amarcllos e com todos os
subsequentcs administradores : nao exagerado
em poltica, como eleilor votou em um candidato
liberal o Sr. Dr. Jos Liberato; mas pezar dissj
demittido.
(Do peridico Con/iluifo.)
COMMEBCIO.
NOVO Iffitt DE PERJiAMBIJCO.
O novo banco de Parnamlmco paga o 12" divP
dendo a razio de 95 por aegao.
O Dr. Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior,
juiz municipal e da provedoria supplente em
exercicio do termo de Olrida, em virtude da
lei, etc.
Fago saber aos que o presente vrem, que no
dia 23 do crrente, pelas 9 horas da manhaa,
porla da casa de minha residencia, se ha de arre-
matar por venda a quem maior lango olferecer so-
bre aavaliagao de 255, um cavallo como bem do
evento, visto ja se ter procedido as diligencias da
lei c nao ter apparecido quem o reclamasse ; e
para que chegue ao conhecimento de lodos mandei
passar o presente, que ser ailixado no lugar do
costume e publicado pela impreusa.
Passado nesla cidade de Olinda aos 18 de abril
de 1864, sob meu signal e sello dcste juizo vallia
sem sello ex-causa,
E eu Francisco das Chagas Cavalcant Pessoa,
escrivao da provedoria o escrevi.
Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior.
Valha sem sello ex-causa.
Passos Jnior.
DECLARACES.
Juizo des feites da fazenda nacin I.
Na quinta feira, 21 do corrente, na sala das au-
diencias, pelas 10 horas da manhaa, na presenca
do IJIm. Sr. Ir. juiz dos feitos da fazenda, se ven-
derlo em praga publica as escravas seguintes, pe-
nhoradas ao ex-colleclor Manoel Marcelino Paes
ltarreto para pagamento do que deve fazenda :
(zidora, crioula, 32 annos. cozinheira, avahada por
9005 ; Querina, crioula, 33 annos, com duas Hlhas
menores, avahada por 1:2005.
Recife 15 de abril de 1864. O solicitador,
Francisco X. P. de Brito.
Directora das obras militares.
A directora das obras militares convida s pes-
soas que se quizercm incumbir da construccao de
um paiol de plvora no lugar denominado Torre,
a apresentarem suas propostas nos dias 19, 20 e
l do corrente mez na dita directora, onde pde-
nlo ver a planta, e obter os esclarec raemos de
que necessitarem sobre tal construccio; igualmen-
te convida s pessoas que se quizerem incumbir
de lagear a cozinha do hospital militar, concertar
o respectivo ogo e caiar todo o edificio, a apre-
sentarem suas propostas nos dias c horas cima
mencionadas.
Directora das obras militares de Pernambuco
18 de abril de 1864.Luiz Francisco de Paula de
Albuquerque Maranhio, servindo de amanuense.
Consulado de Franca.
O gerente do consulado de Franca tem a honra
de rogar as pessoas que ficaram devendo ao fina-
do Jean Baptiste Constantin Laumonnier, subdito
francez, fabricante de pianos em Pernambuco, de
mandar saldar os seus dbitos em mi do dito
gerente no prazo de 8 dias conlados do presente
aviso, preveniodo ellas que no caso de o nio faze-
rem ser obrigado a chama-Ios por esle Diario e
seguir a cobranga por todos os meios de direito.
Dar tira ao espectculo cora a chistosa comedia
em um acto.
Posso Miar a Sm Queiroz?
Comegar s 8 horas.
ATOOS MilTTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegaeSo eosteira vapor.
Paraliyha, Natal, Maco, Araealy, Cear e Acarac
No dia 22 do corrente seguir
para os portos cima indicados,
s 5 horas da tarde o vapor Mu-
manguape, commandante Moura.
Rccelie carga at o da 21 ao
incio dia. Encommendas, passageiros e dinhcro
a (rete at o dia da sahida as 2 horas da tarde :
escrptorio no Forte do Mallos n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado des portos do sul
at o da 30 do corrente o vapor
Apa, commandante o primeiro
tenente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a A..nimnln novo
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever V*U.CilllaU.U jldld
ser embarcada uo dia de sua chegada, encommen-' rt,.--, oa1\to/1a
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-1 vi UZC5 JUUI d(10 11.
ras : agencia, rua da Cruz n. 1, escrptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C____________
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
dos portos do norte esperada prompto a qualquer hora pa-
at o dia Io de maio, o vapor _-_ j
Cntzsiro do Sut, commandantTo: Kl 0 eXerCIClO (le SUSL WPO"
ySSS^^SStoSS^- fissao, chamado por escripta.
ra do costume seguir para os porlos do sul. __________________________________________
Precisa de tima ama para casa de
pouca familia com tanto que cosinhe
bem e seja bem limpa e laca as
compras: na rua da Cadeja do Me-
die n. 38, primeiro andar.
. Julia Maria de Vasconcelos,
poi tugtteza, retira-se para Portugal.
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da rua do
a rua das
36, pri-
meiro andar, por cima do
jarmazein Progressista, aon-
de o acharo como sempre
Precisase ile urat a-ni que saiba engom
mar, cosinhar o comprar na rua : quem preten-
der dirja-se rua da Cr fallar com a Sra. Anna Mana da Conceicio.
- OITereee-se para ama una mulher : na rua
da Conceicio n. 30.__________
Aluga-se una casa terrea na rua da Alegra
e uma loja no largo de S. Pedro: a tratar com
Joio Ribeiro Lopes, rua da Cadeia n. 33, loja.
mmmm mn,mmmmm
Fabrica (Joncei^ao da
Bahia.
Andrade tjiego, recebem constante- H
mente e tem venda no seu armazem n. H
!i da ruado Imperador, algodio d'aquel- ^S
la fabrica, proprio para saceos de assu- j**
car, embalar aigodao empluma etc., etc., 'fg
pelo preco mais razoavel. ||S
t'O
!i'!t;i.
!.&
extraordinaria
Antonio de Almeida Gcmes, rua da Cruz n. 23, pr
meiro andar.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia rua' da Cruz n. 1, escrptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azeredo & C.------------ ^ 10:00fj$()00 e 3:0O0$O00.
A O 1*AK Sabbado 23 do corrente se extrahir
Segu com brevidade o bem conhecido hiale a quinta parte da piimea lotera da ma-
lindo Paquete, capitao Antonio Maria da Costa t>\ triz de S. Lourcnro da Malla, pelo plano
,ndas loteras extraordinarias, no consistorio
da igreja de N. S. do Rosario da freguezia
, de Santo Antonio.
r'ara O HlO de Janeiro Os bilhetes, meios e quartos estao
O patacho Beberibe pretende seguir com muda venda na respectiva thesouraria rua do
brevidade, tem parte de seu carregamento promp- Crespo n. 15 e as casas commissionadas.
10 : para o resto eescravosa frete, para osquaes Os premios de 10:0005000 at 0SOO0
tem excellenttis coramodos : trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C. no seu escrptorio rua da Cruz u. 1.
Rio de Janeiro.
O brigue Imperial Marinheiro segu com brevi-
dade, e pode receber alguraa carga e escravos a
frete : Irala-se com os consignatarios Marques,
Brrros & C, largo de Corpo Santo n. 6.
De ordem do Sr. presidente da irmandade de X.
S. da Conceicio dos Militares convida-se a todos os
irmos da mesma para se reunirera em mesa geral
no dia 2i do corrente, os 6 horas da tarde, no con-
sistorio da respectiva igreja, afim de se tratar de
negocio importante,e que nessa occasiio ser aprc-
sentado.0 secretario,
_______________________F. Vilella.__________
_ Ouem precisar contratar e. ajustar por admi-
nistracao alguma obra ou concerns, ou qualquer
alguraa reforma em alguma propriedade que pre-
cisen! de pedreiro, Garapia, ferreiro, pintores e
caiadores, dirija-se rua da Santa Cruz n. 36, que
achara com quem tratar.
Agencia de passaportc.
Claudinodo llego Lima, despachante de passa-
portc, tira-os para dentro e fra do imperio por
commodo preco e cora presteza : na rua da Praia,
primeiro andar, n. 17.
Para o Rio (irnde do Sul.
Barca nacional Aguia.
Segu com a maior brevidade para aquelle por-
to, para onde recebe carga preco commodo : tra-
ta-se com os consignatarios Bailar & Oliveira n.
26, rua da Cadeia do Recife.
serao pagos uma hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CASA 1)4 FOMUiU
AOS 10:000,000
Bilhetes garantidos
A' rua de Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado faz sciente ao respeilavel
publico que se acham a venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da quinta parte da prime ira lo-
Ilha de M.sJIlgliel. teriada malriz de S. Lourenco da Matta que se
Sahe com a maior brevidade o patacho portu- extrahir sabbado 23 do corrente pelo vantajoso
guez Souza, anda recebe alguma carga: a tratar plano das loteras extraordinarias.
com o seu com iguala no, na rua de Apollo n. 4.
Para o Rio Grande ds Sul.
Brigue nacional Tygre.
Segu com a maior brevidade, recebe carga por
preco commodo para aquelle porto : trata-sc com
os consignatarios Baltar & Oliveira, na rua da Ca-
deia n. 26.
PARA LISBOA
Va sahir com brevidade o patacho portuguez
Maria da Gloria, capillo A. de Barros Valente :
para carga e passageiros, trata-se com E. R. Ra-
bello, rua da Cadeia n. 55.
LEILOES.
BE
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 12J000
Meios......... (J3000
Quarlos........ 35000
Para as pessoas que comprarem
de 100JS para cima.
Bilhetes........ U000
Meios......... 54500
Quartos........ 27SO
Manoel Marlins Fiuza
SCIEOADE
UNIAO BENEFICENTE
MARTIMA
Por ordem do Sr. presidente sio convidados pela
cpiarta e ultima vez todos os senhores socios a se
reunirem em assembla geral no dia 22 do corren-
te, pelas 6 horas da tarde, no lugar do costume,
afim de lhe ser apresentado o estado da sociedade,
fazendo-se ver a todos os socios que se anda des-
ta vez nio se reunir o numero marcado no artigo
51 dos estatutos para poder funecionar, serio des-
de logo suspensos todos os trabalhos da sociedade,
inclusive os soccorros, am de ser levado tuda ao
conhecimento da autoridade competente, conformo
manda o artigo 2o dos estatuios, para ellj^anlver
como lhe aprouver, lembrando aos mesmos socios
I o cumprimenlo do artigo 12 3 de seren elimi-
Desappareceu de novo, do aS
II10, 0 escravo Benedicto, rrionlo alt..
corpo, descarnado de rosto, p.-* e' no^
seceos, com pouca barbi. refir,.*.!* i-r >
30 annos, levou calca de brim. rami.a > 1
polo, eha|x;o do Chile ja usad .ph, 0
hender e lvalo a seu senhor Jo*- Igna. prr,
Torres no referido engenho, sera frailar rnm
A rrf matara.
Sexta-feira 22 do crreme, na sala nuMiea 4a-
audicncias. e depois da audiem-ia do Dr. ja Mu-
nicipal da 1* vara, tem de ser arrematlo par **
da o escravo Justino, pardo escaro, e.rtn M tmm**
de idade, sadio, avahado por l.tiOils, p,,r rvm-
que Antonio Domingos I'mi man ario mim mu
nicipal da 1' vara, eatriraa Cuntu. cutara J>-
quim de Suuza Valle.
Precisa-se de uma ama de leiie : aa roa *.
Imperadi r, loja de bahiis por baixo novo.
Ordem ter cern do Carino.
A mesa regedora da veneravel or>lna trrrrira
de N. S, do Carmo do Recife faz mtmm a fraJw as
seus charissimo> irmos que acha-se raf a I
de andador desta ordem, a aquelle pa* .
o dito lugar, dirija se com as suas pctics
creta rio para ser |>or elle entrego* a'asa
Secrelaria da renerarel ordem lerreiri 4r> Car-
mo do Recife 19 de abril de IH6V
Francisco Jos n* Sanr.x Jnatr.
^^_________________ Serreiario.
Precisa-se de ama ama para coaaarart
nhar : na rua do linnerador n. ri'J, I* aa>lar.
Aluga-se a casa terrea n 27 aa roa I
ral, com todos os comnmdos riece^sariaa,
murada al a beira do rio : a tratar aa raa 4a
Roda n. (i. aonde se contina a Jar ruaiaV p-r
mdico preco. incumbuiil<>-se a iatu.br
C0HP11S.
C-)mpra-se uma negra da (ita. Aapnb, 1
crioula. sem vicio algum : quem a hver. rifa-u*
Capunga Xova. no eutrar da me-raa aj bJaa>
querdo, passando o primein porta, ao nniwafc
inie achara rom quem Iralar.
Compra-se um mole |ue de
annos, e uma negra que saiba bera <
gomni.il : na rua da Cruz n I.
^
Compra-se Urna negra m-;a e
des: aa rua larga do Rosario a. zV,
andar.
Comprase um 1 jriiadro
na rua estreita do It..
rado i\ Innao.
Compra-so urna
engomine, e seja de
Praia ns. 2 e \
aiaertcaa, asaaa:
rio n. 5, deposito 4e D>>u-
e-crava, -esaa
boa conduela ;
aa raa 4a
Compra-se uma e-crava que saVa
e engommar : na rua do Crnapa n. 23.
Compra-se um e*rravu n>t>oi.i
nein achaques c que entenda >! -ervx-o 4e 1
a tratar das 3 horas em vaaie aa raa Aagaaai aa-
raero 26.
Comprase elTertiramente ouro t praia em
obras velhas: na praca da Independearu r
loa de bilhetes. _______________
(. ompra Iw effeetva-
nunte
ouro e praia em olrai velha", paiaaaa x aan
na rua larga do lto-ari|. n. \. i..j.i .le iwtrire.
Conpra-se narra laiio e chumi. i a ar
mar.em da bola arnarella i.....itao da seeretana 4-
policia.
(jnnpramv esetaru* raurta e lartv-. :.
barato : na rua .la Cadeia u -ti, armazem.
Comprara -se garrafas e lx.tija asaftai p<^
mais 25 (t|0 do preco aclual na rua IHreaa u-
mero 72.
O abaixo assignado parlicipa aos seus dere-
dores que vendeu seu estabelecunen'.o de calcado
sito na Iravessa do Corpo Santo ao Sr. Jos Mar-
ques de Airosa Braga desde o da 30 de Janeiro do
corrente anno, mas que o activo e passivo do mo-
mo al aquella data licou a cargo do abaixo as.-ig-
nado, o qual pede a seus devedores que leuliam a
bondade de virem pagar seus debilos no mesmo i
estabelccimonto, ou na rua de Apollo n. l'.l, no'
praso de 30 dias, pois o abaixo asiignado tambera
quer pagara quem deve, e nio desoja eiieomuij-
dar a neuhuin era o chamar a juizo, -c precisa mui-
to de ir tratar de sua saude, mas nio o pode bzer
sem liquidar suas contas. Recife l'J de abril de
1861F. J. itegallu Braga.___________________
I'recisa-se de nina ama livre ou escrava <|ue
saiba fazer todo o servico interno e comprar na
rua : na rua de Santa Thereza 11. 12.___________
Eiirciiho Una.
Conipram-s.
rua Direila 11. 72.
frasfo< de g.*nel>ra vai.i*
Cozmteiro.
Comprase ou aluga nm ocrar, ,lt* .-.,/mWw
cora perfeicao : na toa da Qa a. '", L+, \-
Alfreilo & Math.ii>.
Compra-se um negro de mei; iaai
Imperial u. I3*Jou 213
aa ru.k
O engenho Una, sit? na comarca da cidade da
Victoria, pode ser arrendado pela pessoa morado-
ra na estrada do Rosarinho junto a ponteznha. antes de dictar a
sendo ouvido D. Francisca da Cunha Bandeira de
Mello, moradora na rua Imperial, sobrado n. 61,
cuja quarta parte daquelle engenho lhe pertence.
Faz-se o prsenle anuuueio por ter a dita D. Fran-,
cisca da Cunha desistido da inlencao de por em
praca o engenho por arrendamentu.
Compra-sd uma esrrava que aila ru
e engommar bem : na rtia do Vigari- m. H ler-
ceiro andar.____________________
Compra-se mu>qa U:u
ensillado im Irahallm de rahrh>H mi me
um urna parelha. paa-se Ih-iii mium ha>:
no caes d'Apoilo n. aw.
liidreiru
Compra-se um i-scravn iikk.h.I.-
ijiii: Sr'ja Im?1-.-ii-.>
Maiioiiiuli.i sil ir.
KUlIf.
iira e conduela
lar na estrada do
Um H-
. a Ira-
11. il.
YENDAS.
A tlenro.
Vende-se a talterna da rua do Rangel n. 24, eaa
poneos fundos, pnioria para prirv-ipiaiite e ka-
J. J. Keller, rua da Imperatriz n. 9, est venden-
do baratissimo para acabar depressa, cora tudo
que existe na sua loja, e faz qualquer negocio com
sua loja.
J. J. Keller, rua da Imperatriz, roga a lodos que
lhe sio devedores, o favor de pagar at o dia 30
deste mez para nao serem chamados por esta
folha.______________________________________
Olferece-se um rapaz para caixeiro de co-
branza ou mesmo para escrevenle : quem de seu
prestimo precisar, queira declarar o seu nome e
morada nesla typographia para ser procurado.
O abaixo a>signado previne ao respeilavel
publico que ninguera contrate negocio com Feli-
ciana de Torres Lira*, viuva do fallecido Joaquim I
Mendes da Cunha Azevedo, com a preta de nome r,ur v,nl1" lro : ^ wptnaj 4r E
Marianna, naci Angola, visto ter o dito finado ti- (_. rua da Cadeia 11. ?>.
tante afreguetada para o mato: a tratar aa
Vende se u 111 lindo mulaiinlt de 11
um moleque de 13 aaaa*, urna negra il< 1'im -
pe feita costureira, cozinheira tagimim-iItera
uma dita de 10 anuos, cozinlMra e eajen
ra : na rua das Larangciras n^ |H, xua-to
- Vende-se a taberna sita ni roa V lata> a.
166 per ter seu dono de f.izer ama riairem e ai
i|uerer deixa-la em poder ito un eaivar : aira
tar na mesma.
Vende-se um c 1 vallo cor exrtlhntn ,
res e bouiia figura : para ver, aa primeara
ra da na do Ouvidor, e tratar na do liaperaaW a
iO, das 3 s 6 horas da Urde.
VININIPIRM. ~~"
Chegou nova remes-a de anctreta* rmm
Latas cm gaz.
HOalB.
Quarta-ftira 20 de abril as 11 horas
em poni.
r> n. i .ix i a c nados, no caso que se nao ponham quites.
TnleIPT/i^!mnoZellCTa d Sf' Secretaria da Sociedade Uniio Beneficente Ma-
0 dito gerente, roga tambem as pessoas que ti- inspector da alfandega em presenca de um em- Tilintk ig 6 aDr| dt {g^
fverem algumas reclamaces a fazer de dirig-las pregado da mesma repartirlo para o fim nomea-1 Balthazar Jos dos Reis.
aq mesmo consulado dentro do prazo de 8 dias, do com assislencia do cnsul dos Estados-Unidos, j secretario
nao podendo atlender mais aquclles que nao fl- por conta e risco de quem pertencer de ama por-______________________________'
zerem neste prazo. cao de latas com gaz descarregadas da barca ame- j Aluga-se a casa n. 17 na rua do Mondego,
Pernambuco, 18 de abril de 1864. ncana Eagle, ltimamente arribada neste porto com 3 quartos e 2 salas, cano no quintal de esgoto
O gerente do consulado, tantas quantas forem precisas para occorrer as para a camboa, dndose lieenea a fazer o despejo
'Imbert du Chenncs. desuezas da mesma barca neste porto, isto s 11 pelo porlo da olaria junio a dila casa, e a tomar
Hela thesouraria provincial se faz publico, horas em ponto do dia cima dito no armazem do banhos salgados : os pretendentes dirjam-se dila
que loi transferido para o da 26 do corrente o bario do Livramento no caes d'Apollo. irua do Mondego, olaria n. 13.
do Pililos do casal, como tambera a mobilia de ja-
caranda, constando de 12 cadeiras, 2 hanquinhas,
mesa quadrada de meio de sala, sof, lanternas,
casticaes e outros objectos, e para que nao haja
duvida faz-se o presente, protestando o abaixo as-
signado* por si e mais herderos por qualquer ven-
da que por acaso possa apparecer com data ante-
rior. Recife 19 de abril de 1864.
Caelano Mendes da Cunha Azevedo.
Vende-se um sitio rom ra ia 4e laipa.
plantado de eapim. no lugai das Arelas, o pri
ro silio no principio do R_rr a Iralar aa raa
perial n. 163.
da taaeraa m_ aa
Vende-se a armacio
a tratar ao priamra aa
da Senzala Velha n. .3.
dar por rima da mesma.
Vendem-se 70 pedras de Uvlnlh.. rimii* 4a
ilha de S. Miguel : a tratar na roa do Vigario, U
FKIJVd
branco e amaiello, 4e
a ueca de cian jifoekt*.
Onem precisar alugar um mulcque crioulo,
de 22 annos de Idade, muio fiel e diligente : diri- bernan. 14.
ja-se ao pateo do Livramento n. 31, segundo andar.
O Sr. que quer vender dous inranos e um
torrador, dirija-se rua Direta n. 31 .Na mesma
vende-se vinho verde a 480 a garrafa, e gomma em
libra a 100 rs., e em sacca a 3* a arroba. I V'-nJe-se fejao
-----------------:-------------fZ------------.--------_ quahdade, a 105
Furtaram ou foi vendido da pona da ribeira, Porto : no trapiche alfandegado do Bar. 4 Li-
da maodeum pardo ganhador, por nome Raymun- vramento no Forte do Mallo*.
do, do pe radiado e com uma fonda, um cavallo
eastanho com sellim e manta de seda sobre uma
de panno azul, a redea da bride de couro, e a da
cortadeira de tranca do serlio, bastante forte, pos
e mos grandes, foi visto tomar com alguem mon-
tado para os Afogados : quem delle souber ou o
apprehender, leve-o ao collego dos orphos na rua
da Aurora, ou em Olinda, casa da residencia do Vendem-sc saceos cora doos alqpMirea4a
professor de msica Trajano Felippe Nery de Bar- de mandila, pelo liarato proco iMiXTUO
cellos, que sera recompensado. | da Madre de Dos us. I e 9.
A4^rOO.


Piarla de Pernambaca gu.irta fclra 34 de Abril 4el84.
45
Grande pechinclu | Grande qudatfo 45
oni loque de at Arla ua loja e do faieudas na loja do Pavo, ra da linncralrii h.
arniazem da Arara ra la l iu 60, de Gama k Silva.
peratriz u. 5G de Loureueo P,, AcOa-ae este estabelecimcntu completamente sor-
II. Gufuiarea. i do de fazendas inglezas, francezas, allomaos e,
Vendido rom lonnr Ac ivtria snlsaas, praarias (auto para a praca como para o Bom e novo, a primeira mxessidade para a sau-
v i 8**" "" < '" mato, prometiendo vender-se mais barato do que de eaformoseanu-nto do individuo!
inglez com pequeo to- em outra qualquer parle princi|>almenle sendo em Meu Dos I... quo pes de pavo se lobrigam por
Ra DireitP
Oiqam 1 oi-arn !!!
CALCADO
CL4UI11
?,!]',' aY.a/ia P WoOO 8 8> algodaozinho a pon-o e de tudas as hiendas dao-se as amostras essas ras 1 que figura horrenda c nauseante a
4*>o coi, Cmbralas lisas finas a 30 e 30500 : dexando licar penlior ou mandam-se levar em ca
na ra da Imperatriz luja da Arara n. 66. sa ,,e|os caixeiros da luja do Pava...
\ende-se faltadas hauas baratissiiuas.
Yende-sc chitas finas cores escuras a 240 e 280
rA\...cova_ditas francezas linas cures fixas a |0 barato preco ile 2iO e 280 rs. sendo tintas srgu
J20, 3GO e 400 rs. o covado, gorgurao de linhopa- res, ditas francezas linas a 32(1, 340, 3(50, 400 e
ra vestidus de senhora a 280 o covado, riscado goo rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
francez para vestido a 280 o covado : na loja da riscados escocezes finos a 240 rs. u covado, isto na
Arara ra da Imperatriz n. 50. |0;a do Pavo ra da Imperatriz n. G0 de Gama &
Faiendas proprias para sentaras c meninas. Silva.
Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora As cassas do Pavo a 210, 280, 300 a 320 rs.
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e Vendem-se linissinias cassas persianas rGres fi-
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gollas xas a 320 rs. o covado.dilas francezas mui(o finas
de un palelul bcTn talludo sobraneeiro a um
guales rodo em duas solas 1 um balo bem tor-
As cuitas do Pavo. neado e bambaleante dcscnbrindo urna ponta de J
Vendem-se superiores chitas clarase escuras pe- tati'ia safara o carcomida!! |
mi!:,, eren- Santa Barbara!! Lorian a ra Dueita, bellas c
sacudam na praia esses malditos gitedet,
para senhora a 15 e 1^280, camisinbas bordadas
para senhora a 20, ditas bordadas no colai inho e
punhus e gravat.is muilu finas a 40OO e 50 : su
a Arara ra da Imperalnz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vndese colchas avelludadas para cama a 80,
ditas de linho alcochoadas a .'3, ditas de fusta a
:, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 2 :
na k>j.i da Arara ra da Imperatriz n. 36.
Arara vende cassas a 240 rs.
Vende-se cassas francezas linas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240, 280 e 220 o covado:
ua ra da Imperatriz n. 36 loja da Arara.
Rnpa fe i la da Arara.
Vende-se palelots de brim de cor a 10000 e 3'
ditos de meia rasemira a 30500, ditos melhores a
40500 e 63, ditos prelos de panno a 5$, 65 e 83,
ditos de casemira lina e deb -minados a 83 e 105,
ditos prelos de alpaca a 35300 e 45, calcas pretas
de caseiuira a 45-500, S&. I'hS e 5, dito.- de meia
casemira, ganga e brim a 2 e 23300, ditos finos
a 35300, ditos de brim branco a 33 e 30500, ca-
misas francezas a 25- 25300 c 35, seroulas a
1560<), ditas ile linbu a 5 e 233Q0, cuteles a 25
e 25309 na ra da Imperatriz n. 56.
Balees da Arara a 3->.
Vede-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35 33300, 4-5 e 45300, dits de madapolao a
305WO, ditos de mus-dina a 40 : s na Arara ra
da Imperan iz 11. 56.
Arera vende os corles de ciscados francezes a 35-
Vende-se cortes de ri srados francezes com 14
oevados a 35 o corte : na raa da Imperatriz n. 56.
Arara vende corles de casemira prela a 30.
Vende-se cortes de casemira prela para calcas a
35, 35300, 45 e 55 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende os souleaibarques.
Vende-se soutcmbarqihs prelos muilo ricos, ca-
Tpas compridas e manumites de superior qualidade
a 225 e 235 : s a Arar ra da Imperatriz nu-
mero 56.
Se4ialns4 500 rs.
Arara vende sedinlnsdestrinhas para vestida
a 500 rs. o covado, tifias linas a 800 rs., I fia Ma-
ra Pia com 4 palmos de largue palmas de seda a
$00 rs. o covado : sa raa da Imperatriz n. 56.
Arara vende camlindes de carocinlios a tjfMO.
Vende-se eambraiM de carocinhos para vestidos
a 2">oo a peca, cortes de cassa Dancen a 25, co-
bertores de pellos a -5 e 15600 : na ra da em-
peratriz n. Sfi.
Grande sorliweu^o ir fazendas pretas para a f,ua-
resma.
Sedas, grosdenaple pannos finos e casetcfcis.
Vende-se gresdenaple preto para vestidas boa
fazenda a 15401. U600, 25. 25400. 25600 e 35
covado, sarja hesponhula de seda, panno litw a 15<>00, 25, 25306, 35 t; 40 o covado. mttc sa-
perior casemiras pretas finas a 25 e 25400 o cova-
do. nierin fino a 2500 e 35. dito do cordao a
25300 o covado : ne ra da Imperatriz n. 9fC.
Arara vende tiadapolo francez a 4$.
Vende-se madapfllao fr:mcez enfestado a 45 e
45300, hrelatilia de linhn. namborito de linho para
lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara bra-
mante
var
a
(i 17 || \ 1
.....'-*.. .- .^... ...... ...1:1 iv 'ras enfesiadas de urna s cr proprias para cale.a,
Arara icidc laazn.fits para vesl.du a 2fG ^etoLs cnlleles, capas nara nnoi^ rrapas^
covado. meninos a 33 e 39600 o covado, isto na lja *k>
Vcnd-e laazinhes para vestidos de senhora a Pavau, roa datoiperatriz n. 60, de lisnia & Silva.
240, SM, J90, MOeSOOrs. u covado. casemiras! \ ruiia do l'avo.
lisas praprias .ara cepas de senhora a 15*00 o Vendem-se naletots de panno preto sobrecasa-
covado : na Arara ra da Imperatriz n. 56. C0 f;lzoni)a mul0 boa 1^.3. ditos muito finos a
Arara vewc fuslo a oOO rs. |6ft 20, 233 e 303, -alcas de casemira prela boa
Vend-;., fusfaotie cores para roupa demeninos fazenda a 13300,53,63, 75 e 85, paleois sacros
calcas e naletots a 300 rs. o covado. ganga franee- de panno preto a T, ditos de casemira de cor a
za escura e clara pura calcas e palelots a WOrs. 63 e 75, ditos ocovadt: na ruadalmperatrit n.B6Jojada Arara, preto,ditosdebrim decores, calcas do casemira
__________________----------------------------decora 15. 53,63,73, ditos de caxemira da
Extmoi-diiiiiio sortimeitto g* L^&^Jf SS S.
a 240 e 280 rs., ditas iigzezas a 240 e 280 rs. o
covado, finissimo organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do l'avao ra da
Imperatriz n. 60, de (ama i Silva.
As lazinkas da e\|uisi(o do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bfqo chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudiuhas com 4 pal-
mos de largura, proprias fiara vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baralissimo
preco de 500 rs. o covadu, dilas enfestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400- e 360 rs. o co-
vado, ditas malisadas muito linas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas du que chita tainbem malisadas
a 320 rs. o covado, dilas a Mara l'ia cum palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas deuma s cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautcmbarqties c
iianlialdi- a 720 rs. o covado, dilas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do l'avao, ra da Im-1
peraliiz n. 60, de Gama & Silva.
Os diales do Pavo.
Vendem-se finos chales de cropon eslampados
pido barato preco de 63, 75, 83. ditos de iionta re-
dunda a 73 e 85, ditos pretos ricamente bordados 1
a retroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
55, ditos de cores a 45500 c 55, ditus de merino I
eslamjiados a 25 e 35, ditos de liia a 15280 e 25,
ditos de relrozireto para luto a 65, isto na loja i
vio Pavo ra da slmperatriz n. 60, de Gama & '
Silva,
fwvmas prelas para a qturesma vende o Pavo.
Vonde-se grosdenaple preto imiilo superior a
15600, dito a 15800, 25, 25300,280 e 35, mo-
reantique preto muito superior a 35 e 25800, sar-
ja [trota hespanhola muito enccni>ada a 23, isto na
leja do l'avo ra da Impera-Ira n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavt vemle ftn luto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la setn lustro tendo 6 palmus de largura pro-
prio para vestidos, pafetots, capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 23*10, 23*X) o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos c bordados a vidrilho, manguitos
coingolhnhas e orteos muitos arligos que se ntm-
dem por precos moaveis : a luja do l'avo ra
da Imperatriz 11. 00, de Gama & Silva.
Os orpinlias do Pavo
Vende-se os mars modernos corpinlws-de atn-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do l'avo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma i\ Silva.
Os veM do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a velado pido barato preco de
405. sendo fazenda ue sempre se vendeu a 1005
e 105 ; ditos de cainbraa brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10. 13, 20 e 305; ditos de la com lindas
barras a 18 e 155: isto na loja do l'avao ra
da imperatriz n. 60, de (lama & Silva.
Os faunos do Pavo.
Vende-se panno preto milito superior pelo barato j
proco de 25, 25500,35. e 3*500, ditus muito Unos a
rapaze?
e compren) :
Borzeguins de Xanlcs 85OOO.
Ditos francezes de becerra 75-
Ditos francezes de lustre para homem 55.
Ditos para senhora, de lustre, enfeilados, 55300.
Ditos para senhora, gaspia alia, 45800.
Botinas de menina 25300.
Ditas de cores para menina 25000.
Sapaies de Nanees de duas solas 53-
Ditos de sola e vira 45500.
Sapatos de borracha para scuhoras 15300
Ditos para mcninosl5000.
Sapatus de lustre para senhora 15.
Ditos de tapete para homem e senliora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
Chioeloes rasos do Porto a 15600.
E um su: tmenlo complc.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro francez como nenbum, couro de
lustre muito grande, e iodo quantu pertence arl-1
de S. Chri.-pim.
A GRANDE CURA
PAISA TODAS AS MOLESTIAS DO
ESTia D Flil E AS ni
COMMERCIA
RA DO QUEIMAUO W. 45,
Pausando o becco da Congregacao segunda casa.
ttffliiiQ bs mmm
NOTIDADE.
Pe reir Mocha & C. acaham de abrir na rua do Quemado n. 45 um annazem de mulliados detudiiinado Ca, m
onde o respeitavelpublico encontrar sempre um completo sortiniento dos melhores gneros que vem ao nosso meii.nl
aerio vendidos por piceos muito resumidos como o re*petavel publico ver pela tabella abano mtiuictiaila gVMMI
e boa qualidade dos genero* comprados neste armazem.
s. a pr> p
rcm.
;iw-s
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a
100 rs. a libra e 2i00 a 2?800 rs. a ar-
roba.
\meixas francezas em latas e em frascos a
1200 e lj600 ni frascos grandes a
2&O0.
v. lom em caixinlias elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 120000,1,3400, i^rJO e 2(.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40000 rs. a ar-
roba.
AS
Pitillas Vcgetaos Assiicaradas
De Kcmp
Compostas dos is novos rcsnoidca ebama-
ili-s Pooopni|,iSA c I.kptaxiiri.n \, v inteira-
mente livres de Mercurio ou ontms veneno?
niimraes ou mctaltooc, so ile glande uti-
dacc nos paiaee clidos em cazos DYSPEPSIA, ENCHAQECA,
Coihjiaoto ou PrizJo do Ventre,
PADECIMENTOS DO FIGADO,
Affecroes Biliosas,
HEKORRHOIDAS, COCA,
Ictericia.
FEBRE GASTRO-HEPATICA,
t ontrasnifermidadcs anlogas
ElL.s vao rpidamente substtaiodo os antros
purgantes dlsteos.
venda as boticas de Caors & Barboza'
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos._______________^_
Rua ta Senzalla IVova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a HO rs., dem de Low
Moor libra a 120 rs.
ou .fina a vontade Azeite doce francez muito fino em garrafas t
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 040 rs. a garrafa.
Aramia verdadeira de malarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
I 300 res.
Bolacltinlias de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 35000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco relinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 410 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 13600, ,
25500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 rs a li-
bra,
i Cerveja prela e branca, das melhores marcas
libra.
Ccvadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguesas a 640 rs. a lata.
dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 3*500 e 280 rs. a libra.
Farinhado Maranliaoa 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
ra.
Patitas do gaz a 24*00 rs.
Passas muito novas a i80 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a MU a hr
l'aiiu'it a (K) rs. a libia.
Polvo sencomilito novojt kOOrs. i tfcn
Ptesiinios de l.atntgd mi calda ale *i*
muito novo a 640 rs.
Qucijos flamengos ris.
dem pratna 610 rs. a libra.
Sal rentado en Iraacaa de rUai iW ,
cada um.
Sardinlias de Nanlei a W rs.
Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a
Totti'inlio de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem emgairafes de 3 e 5 galesa 50500 lijlos de limpar facas a I i( i>.
e 70500 cada um com o garralao.
Gomma do Ancaly a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial c garrafas muito
grandes, a 10800 rs. agarrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolba de vi
dro, a 1:>000 rs., s a garrafa vale o di-
nbeiro.
Vellas de carnauba puta a 560 rs. a la-
bra.
dem stearinas muilo superore a tUM i *
libra.
Vinlio do Porto engarrafado o ia< iht r fju-
ba oeste genero e de.varias mas -. "oam
sejam : Vano da 1815. Duque di havt
Ma.leira, D. Pedro, D. Lui/ I. Mara fia.
Bocage, Cbamisso e cultos a 8M, 30o
I0ooo a garran, a en cau con i.nu am-
zia a 90000 e 100000.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lislx'a e Figo-
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far urna dilTercnca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento.
Itassa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Massas para sopa : macarro, talharim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de trit a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte j de mencionar, e que tinlo sn mi
30500 a caixa. de cozinha a 10 rs. a lata. pecase caadas, tanto en porrfci anua
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso. jretalho.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs. Qm-m comprar de 1000000 p i, ou la
arroba. dem de flor a 200 rs. \ r o abate de 5 por canto.
480, 500 e 560 rs. a garraf.i
e 40 a caada,
dem blanco de Lisian muilo loa .t 5G
a garrafa.
Mein de Bordeaos, Mador a S. i d* i "
e 800 rs. a garrafa, e 7#690 i ~Y 61
a ilu/.ia.
MemMorgaux eCliatfauhimini'le 1964, 15
a garrafa.
dem moscati'l a 800 rs. a gai i ,ifa.
Vinagre de Lisboa a IM rs. .-} garralai e
11200 rs. a caada.
Kitsk garrafas muilo grandes rs.
Alm dos gneros a. na nen< to-
rnos grande porrao de ouli
de pe?-fiiniarias.
A saperrJdade das perfumaras que a aguia
branca vende est ineontestavelmente reeonheeida
e is dando os a|ireciadarec do Imm. A agnia branca
porein tonda sempre4NR vistas o bem servir a esa
boa freguoiia taut da cidade como do interier,
mandn ver n extraordinario sortimento que aca-
ba de receber, nado cenorme snas rerommenda-
edes, sempre da neihor tjualiiiade sendo :
u.i de colonia em garrafas de diversos tamaiih&r-
e moldes.
Dita dita em francos redondos e qoadrados.
Dita dia ambreada em francos verdes.
Agua ambreada (.ara bandas.
sto na loja do Pavao, rua da Itnperatric n. 60, de
(ama & Silva.
Os cor Vendem-se ricos cortinados proprioe para janel-
la e camas pelo barato preco de !' 0 pac, sendo o
mclhor que bao mercado: na rua da Imperatriz
n. 60, de Gama Silva.
\srlrw do l'avin.
Vendem-se colclias A linho alcochoadas pro
prias para cama pelo barato preco de 55 oda nina
na rua da Imperatriz n. (iO, de Gama & Silva
As calcinitas do Pavo.
Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas
ra meninas pelo barato preco de 00 e 040
mlangnitos para senlmra e meninas a 500.
UNIAO
RCANTIL
RUA HACADEIA DO RECIFE ^. 53.
NOVO E
GEAnWDS ABMEBML DI MOLHADOS
RUA DA CADEIA DO RECIFE Ma 53.
lOita balsmica e deutritce para conservacao da* -H(K> rs., camisinlias com manpuilos a Ifi
pa-
rs.,
040 e
: na
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200
de primeira qualidade a 800 rs. a libia,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
pengirasc denlos e bom i::'liioda bocea.
5>ita de flor de laranja.
SMta de rosa e dita florida.
ijiica de lavander e loileL
JJia de atbeniense para alisar e segurar os ca-
bellos depois de atado.
Dita de Mallabar e Hoide para fingir os rabollos.
Banha transparente e lafornesa.
Dita* unas em frascos de divenas moldes.
Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
Hiiii dita em latas.
Dita dita em eopinhos sendo rente, duqueza e po-
mada imperial.
Batuuinos de vidro com perfumaras.
' 'aii.in;..:- com 0 lrasi|uinbos de clteiros.
Cosinetiquc 'ou pomada) surfine.
Exliraetas (nos e de agradaveis eheiros em bonitos
fiase o.
Dito traugipane, chero novo e mui agradavel.
Dito de sndalo.
Esseneka concentradas, com differente*
mos cneiro.
Leiie virginal pra tirar sarjas.
Oito de cacao para amanar a cutis e conservar-
Ihe o lustre.
Macassa pe ola.
Oleo philocome e surfino.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lilbia para denles.
Saboneles finos cuadrados e redondos.
Ditos finos em caixinhas de tres.
Oito- muito linos para barba.
Dito creme de amendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de -Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito d'ou leile d'ires para acabar as epinbas do
rosto.
E assim muitos oulros objectos de gosto que na
compra dos quae* o pretendente ser salisfeilo
por ailar os cobres na loja da aguia branca rua
do Queiinadu n 8.
Ohjectos de pliauiasia vindos
para a agnia branca.
A aguia branca receben novos e bonitos objec-
qa do l'avao rua da Imperairiz n. 60.
A Mara Pia.
0 Pavo vende a 8$
Vemleiii-se os mais lindos cortes de vestidos a
Kania l'ia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor francez pelo barato preco
de 5 cada um : s na loja do Pavao rua da Im-
|K-ralniz u. 00. de Gama Silva.
Os baloes do Pavo.
Vendem-se crinolinas eu balOes de 30 arcos lan-
o braneos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebraran a 2fBG0 e
de .13 arcos a 45, ditos de niusselina com babados
a 45. ditos para menina a 25 e 15 : na loja do
a: Pavao rua da Imperatriz n. 60, de (lama Silva.
O bramante do Pavo com loze
palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muito lino com
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
finissi- doze palmos de largura o mclhor e mais largo que
lem vindo ao mercado pelo barato preco de 25800
| rs. a vara ; s na loja do Pavao de Gama o Silva,
rua da Imperatriz n. 60.
As recalas do Pavo.
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
CAL DE LISBOA
Yendcm-s* bar is com cal des-
(a procedencia, ent pedra, ckega-
da laoje. e nica nova, que ha no
increado, na rua do Trapiche n.
13, armazem de .Hauoel Teixei-
ra Itaslo.
Vende-se para mais de 180 milheiros de te-
Iha e lijlo de alvenara batida, ladrilho e tapamen-
to da mallior qualidade pie pode apparecer : quem QueijOS fiamengos chegados neste ultimo
qtuzer comprar, pode tratar com o socio e admi- vapor a 2#800.
nistrador/.-.carias dos Santos Barros no becco Queij0 prato muito fresco e novo a'GlOrS.
das Barreiras, olaria n. lo, ou com Jos Mana -. i_
Goncalvcs Vieira Gnimaraes. na rua .Nova n. 49. I ll|,ra-
Castanhas muilo novas a 120 rs. a libra e
e 36000 a arroba.
Cha uxin o meihor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 2800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1500 rs. a libra,
i Cha preto muito superior a 25 a libra.
{Biscoutos inglezes em latas com diflerenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez,.soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 15350.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir'na rua da Cadeia do Uecifcn. 53, um grande c sonido araaaaaa i
nominado Unio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sorl ment di a
gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quaes ser3o vendidos em porcriea oa retal
commodos.
,c [i i j;
rs. a garrafa eSardinlias dnNabtea3M rs. i f
16200 a caada. rg. meia lata.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em paaH :
800 rs.
Azeite doce de Lisboa a 610 rs. a garrafa e
46800 a oariada.
'fura:
Vende-se plvora EKF em barricas, em lote de
100 larris para cima : no escriptorio de Itothe &
Bidoulac, rua do Trapiobe n. 1 i.
Cogitar.
O meihor cognac em caixas de urna duzia : ven-
de-sc no escriptorio de Rothe i.\ Bidoulac, rua do
Trapiche n. 14. |
Vndese una casa
reita, em bom estado, e por preco commodo, por;
seu dono se relirar : quem pretender, dirija-se
Vendcm-se as mais lindas precalas que. tcm vio- para informacdes ao Sr.' K. A. Burle & C,
do ao mercado chegaibts pelo ultimo vapor frau- i'.ruz n. 48.
rea, pelo barato preco de 000 rs. o covado, dilas I
Vendem-se dous moinhos grandes de moer
de listrinha muito miudiuhas proprias para vestidos! ~ T'- ,'7 TEJZZTi\
e ronpas de meninos e meninas pelo Trate preco fVmu ,0-,'^ 'JST'S '
de 300 rs. ; s o Pavao a rua. da Imperatriz n. 00, *[ ** .''ri0' Ura be"
rua da Bolachinha de soda em latas grandes a 2y?.
| Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 15500.
balhar, com tor-. Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
pretender, anuuncie.
bem feia : quem
loja de Gama & Silva.
Os souteanbarques do Pavo a
10 e i .# so o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souleanbarques que
lem vindo ltimamente de laazinha e caxemira ri-
camente bordados e enfeitados, cures muito delica-
das pelo barato preco de loo e l."i-3 ; fazenda esta
que em outras lojas se vendera por i' i e 2o,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavao a l\(\tlCfl
rua da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva. I <**'*'*
A* chitas do Pavo 3400 e
'ShH o corte.
Vendem-se corles de chil com doze covados'
cada corte, ditos com dez covados a 400, fazen-
Vende-se urna canoa que carrega 800 lijlos
e una eaiYOCa, Indo em bom estado, e tambem se
vende um ravallo muite bom, anda bem baixo, cor
rodado, muilo novo, ludo por preco commodo:
quem quizer comprar, dirija-se rua Direita dos
Afogados, na relinacao n. 13, que achara com quem
tratar.
de
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos da muito boa, e que nao deshota, s na' loja do Pa-
aqui, sendo : j vao tcm esta pechincha ; a rua da Imperatriz n.
Bouitos aderecos completos 'eilos de perolas falsas. 00 de Gama A Silva.
Hitos ditos de pedras por cuja perfeicao e bom Lias de urna so cor.
gosto quasi se naadistinguem das verdadeiras. Vendem-se laazinhas de urna s cor, sendo en-
Liudas pulseiras de mosaico. carnada, azul, cimenta, cor de caf, lirio claro, li-
Dita dita de perolas falsas tanto para senhuras r0 roxo Cur ,je pero|a pe|0 baratissimo preco de
040 o covado, fazenda muito fina s o Pavao, a rua
' da Imperatriz n. 00 loja e armazem de Gama A
Silva.
Panno de linho.
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., etc.
Bonitos alfinetes e annuis para grvalas.
Bonitos pentes de conxa obra de apurado gosto.
Outros travsssos com pedras para meninas. | Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
Bellas cuarnices de pentes dourados ornados gura proprio para b-nces, toalhas e ceroulas pelo
com caixos de uvas, feilos de aljfar, obra su- barato preco de 040 rs. a vara, bramante de linho
hlme. com 10 palmos de largura a 2300, algodaozinho
Ootras
com
Outras a
Voltinhas de aljfar branco e de cores com cruzes algodaozinlio a 0, 6J500 e ", e oulras muila
de pedras. fazendas brancas que se vendem muito baratas
BsseS e outros muitos objectos acham-se a venda afim de apurar dinheiro : na loja do Pavao rua da rar, preparados chimicos c pharmaceuticos que se
na roa do Qucimado loja da aguia branca n. 8 imperatriz b. 60, de Gama & Silva, I vendem por commodos prega*
e com 10 palmos de largura a 2oou, aigooaozmiio
l igualmente bellas, todas de fino dourado e monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas de
pedras. Harolmrgo com i varas a 5. t05 e 115, pecas a lartaruitadas, nada inferior a aquella. madapolao fino a 7.5500, 83, !'5 c 105, ditas de
e armazem
drogas
IIna do Cabug a. II.
DE
Juaquim Mai linIm da Cruz Crrela.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de BristoL
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kcmp.
Elixir de cilio lclalo de ferro do Dr. Thermes.
Kob da Lalecteur.
Xarope depurativo d'odorelo de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peiloracs balsmicas de Guy.
Pillas da vida.
Burel franciscano (mcsclado) para imagens.
Injucyao Brow.
Xarope de citrato de ferro de Chable.
Pitillas contra seses.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto Huido de salsa parrilha de Bailys.
Xarope alcoolico de sllame.
Alm destas drogas ha constantemente um com
pelo sortimento de lintas, verniz, ouro para dou-
dre a \& e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 3$ um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 18$ o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
5084)0 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a li$20", 1-3500
e2.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a 000 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a GIO rs. a libra.
Nozes muito novas a 100 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelaas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeilas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
i libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muilo novas a ICO rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de meihor neste
genero, a I 200 a libra.
Chocolate hespanhola 1^200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.


que se pode desejar de 7#500 a 80000 a Cerveja branca e preta das melhores marcas
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
57800 a duzia.
vezugo, cberr.c, linguado, lag<
10300 rs.
Salmfio em lalas, prepaiado po'a |n
de cozinha, a 800 i>.
Maca du lmales em latas dt I
rcis.
Chouricas e paios tm latas de 8 c i
por 70.
Toucinho de Uaboa a 520 rs. 4
80000 a arroba.
Rolaxinha ingleza a 32C is a ;b a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra
Ccvadinha de Franca-a 200 rs. a li ti.
Farinha do Maranhao a 120 is. a IR>u.
Araruta verdadeira a 320 rs. a lili.;
Cevada a 120 rs. a libra e '.*& a arndj.
Alpista a 100 rs. a libra e MDOO anaaa
Batatas muito novas em gigos .m 40 ;br*
por l|800.
Cebollas a 10 o molbo com mais de I0( o
da um.
Caf lavado de primeira quadaoV a W
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 80 r>. i i -
bia e 80100 a arroba.
Caf do Uto, proprio para nepu <>. a 80.
Arroz do Maranhao a 00 rs a lil.rae 2*i0r
a arroba.
Arroz de Java a 80 r. a libra e 2*t*.< a
arroba.
Vellas de spermaceti a 500 rs. a lili a t
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs- c
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talharim e alel a a 480 rs.
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinlia.pevide e arroz demassapara .^a
a 600 rs. a libra e 30 a caixa coro; 6 libras.
!
a 10 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste Cognac inglez de superior qualidade a 800, Pa|tos de denle lixados toro flora 400 n
genero ha grande porfi e de differentes
e 10200 a garrafa.
marcas acreditadas que j se venderam. Licores francezes das seguintes qualidades:
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque Anizele de Bordeaux, Plaisir des Dames
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz, e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
o masso, ditos lixados sem AY>r a If ri.
o masso com 20 massinbos.
Gomma de engommar muito fina a H' a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a 'lirap
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes ib >. 1-
lix, em caixas inleiras ou em nicia ie
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, viudos de conta propr
de casa particular,a 400 rs. a libra; infe-
ro se faz abatimento.
Os sniores que comprarem de 1000000 parac.mz, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200 Mostarda ingleza em potes j preparada a
e 30500 a caada. | 400 rs.
Vinho branco de superior qualidade, vindo, Mostarda ingleza empo, em frascos grandes,
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500 a 10 cada um.
rs. de barril. 'Sal refinado a 500 rs. o pote.
s -


mt t J>CTMMtf ... marta fel
Abril de i 94.
1.
9 IiAlt0 1M* OARMO 9
GRANDE SORTIMENTO
PARA A FESTA.
C2RA7YDE
NO
ARMAZEM
DUARTE & C.
Participara aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
recebar de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quacs vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer;
anunciante, como verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os raes-
raos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os sentiores que coraprarem para negocio ou casa particular de 1000 para
cima tcrao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
I) s s seus gneros site recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pede
vender por muito menos do que outro qualquer eslabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a /ibra. Vellas de carnauba e composico de 32o a
Sstanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a 11 ,ooo rs. a
a 16o rs. a libra. i arroba.
Bonho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
l,o,D rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem fraoceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 5io rs. em barril. Massas para sopa raacarro, talharim e aletria armnzens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes em trocos.
dem de porc? refinada muito alva 46o rs. j a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
a libra.
O homem do moTiment-o naoestm-ionfl.
avante i mm
GUERRA AOS INIMIGOS
Xo se iilniilte a unio cumia iciI.
\a seqie.r a diaba da allianca..
Nao se teme a furia dos corsarios.
late anuo ha de ser fclssexta.
Os eaahdes est&o preparados.
FOQO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abaixo a lisa d'agoa > iiagrt
Viva a liga do ?ennn Cheres coa fasir!
Viva o conservad-r das conser>as inginas!!
Vi > a ni os liberars freguezes do BlLlZA !!!
Vivan todos u* lerem esle annuurio.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molbados todos primorosamente escollados, por isso aprcssa-se o propietario em
offereccr 30s seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos preces, afianzando todo e qualquer genero vendido neste bem couhecido ar-
mazem.
Pede-se toda atten$lo.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia eao publico em geral
que n3o dexem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVINO.
Rest armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se as
libras que vulgarmente corren no commercio por 8f890 a 95, o proprietario em seus
M^ffigM
ment.
Prwmto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cli uxim miudinho vindo de conta propria, I
o mal or do mercado a 2,8oo rs. a libra. 2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. libra.
a libra. )oce de goiaba em caixas de diversos tama-
Idem perola o melhor que se pode desejar a nhos de 6oo a l,ooo rs. o caixao
2,7ou rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a 1,8oo rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o i>.
Jdemestrellmha,n.dmhepevideemcai.xi- Jdein frantexa a 54or8. a libfa, e 500 rs.
abas de 8 libras, muito bem enfeitadas de I sen(j(( em barril.
Cb uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os mellieres que temos tido no mer-
cado.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade (leste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
Passas em caixas de 1 aeraba' i e '/i a 7,8oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e loo rs. a libra
garante-se serem muito novas, e raudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 8oo
cimaa2,7oo, rs. a libra.
Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em Wwft |lvsson 0 ^ superior que se p-de Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
caixa tera abaiimenio. desejar a ifioo e de 8 libras para cima Lisboa a Ooo rs. a libra
dem hespanhol a 28o rs. a libra ., >0 rs Knj|nas se(,is ^ n((V;,s., |6o rs a |h|.a
Fexe em tatas muito novo savel, pescada, 1(k,m melU)S .snpen0r a 2,400 e de 8 libras Grao de bico muito novo a lo rs. a libra,
corv.na, salmao e nutras mu.tas qualidades ,,,.., ,.ima a a3(Kvrs \ Ervi,|ias francezas em latas a 600 rs.
preparada de escabeche 2.a arte de cos- 1(lem propr0 JKlra neg(lC0 a 2 3oo> de 8 |_ Potes con sal refinado a 48o rs.
bras para cima a 2,2oo. i Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
SEN OH ES E SE MW HAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza establecido ra do Lm anvnw. m.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reducir os presos de qua< ukw
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, que se dignarem vir este estabeiecaMalo.
ficarSo por certa muito satisfeilas, nao s quanlo as qualidades das generes, coa am
tratamento lodo atlenciose que se Ibes dar.
Alm do ni m primen todos deveres da boa educaco, haver dora en diante anda
maior capricho em satisfazer a ledos que henrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, seo offerecidos ao ri r
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pratique e contrario, como em imMm
casas, que at annunciam o que nao tem___O Baliza nao Ilude___
Ameixas francezas emeaixinhas eem frascos Licores inglezes e franrezes em vasr* iteiR.
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo, i versos tamanhns a l.ooo, l,5o e 4.*
2,ooo, 2,5oo e 2,8oo rs. e a libra a 800 rs.! rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra e de 9
Azeite doce refinada a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser abertu um barril ao
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo i presenca do comprador.
rs. a caada. ; dem de *.a e 9.* qualidade a 7oo, tn e toa
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,800 rs. a arroba.' rs. a libra.
r.umo,
S::^ SBiTS: Fif^ SI ?SS ^*^a; lill^, M ^ Rio em latas' de 2, 4. 6 e 8 libras \ fazenda es|,ec,a..
ees de 1 Hd. vinho especial D. Pedro V.,'ifan'TJl^hiTH^'nJiS^^ r ca(la uraa a 2' 3' y>i0 e 4'8l)0 rs' a lata-! 1>rcsunt0I,iira ihmh M^es a 7oo 1
1! ur,;*)^a^o ^quinto, marcan Mem ])ret0 0 me||,or q^.^ pde jest.jar| rs. a libra.
vinho velho Nctar superior de 183.3 Du-, & Fi|!l0 a G0 rs 0 bar-r,
ff 1S t*25 2? l*TJt M^melada imperial dos m Inores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a 1 tinhade 1 libra,
ha latas de I V* e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas
liio superior, madoira secca de superior
qualidade. vinho do Porto superior D. Lu-
iz 1 dc 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de 1,000a l,2oo rs.,
a garrafa e de lo,ooo a 14,000 rs. a caixa
rom urna duzia.
Bolachinba de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oors. a
!;i1a
Biscoitoi inglezes das melhores marcas em
latinhasde -2 luirs a l,3oo rs. a lata.
Ideas inglezes craknel em latas de i e 7 libras
de 5.000 a 6.000 rs. a lat, e em libra a
800 rs. i
Oueijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a S.Soors. cada um.
Mein prato a 7oo rs. a libra.
elegante-
ueste genero a 2,8oo rs. Chouricas e paios mnilo nnvos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2,-loo, a 4,00 rs. a libra. l.ooo rs. e 60 rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a l,Soo Massas para sopa macarrao, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libr.i.
'. dem miiidinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,oo rs. a caixa
rs. a libra. e8oo rs. a garrafa.
m francez a 7,000 rs. a duzia e 7oo rs. a
farrafa.
arutosem prandequanlidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a l,ooo,
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
dem franceza a 560 rs. a lilra, eem barril
por menos,
dem em latas a 25000 e a 15r.no a lab.
Massa de tomate em barril a 4n rs. a libra.
Idemem lata a 010 rs. a lata.
Moslarda ingleza 400 e MJO rr-is o [Mr.
s de l5oo a 3,ooo rs. a Quejos ^o reino chegados oeste ultimo va- Ideu
(nnalatasde iVaaOli-, ^,3,loo. *
,.>oo rs. a lata. lilen iiuns secao viudos por navio a 1.loo. Cliar
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
mente enfeitadas
caixinha, tambem
bras de 1,2oo a
Idemem frascas cora lampa de rosca a 1,60o fem prato t
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das scguinlts marcase
Mixde-Picles c cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. agarra'
mercado a 76o rs. a libra,
dem lotidrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a lira, vende-se por este preco
pela porciio que temos em ser.
Biscoites em latas de 2 libras das setrointes
2,ooo, 2.5oo, 3fO0o e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos sao dos tjue por alii se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,000 rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
como scjamBA F.. l'HH, JAA, outras
inuitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 000, 060. 64o e 800, rs., e c do
Porto fino em garrafa, e em cenada a
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
a 24,ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,000 rs. a
garrafa.
! Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Idem Bordoaux das mais acreditadas marcas ,, ma",
dem de peso pautado
na, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mili-
tas a 1,3oo e 1 4oo rs.
] Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
! dem em latas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrames com o garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o (jarraRo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garraRo.
dem com o garrafas de viaagre a l,2oo rs.
cotfi o garrafao.
Viaho branoo o mais superior que vem ao
nosso mercado a 060 rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacafc as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver'
grande porcSo.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,800 a caada,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa,
firvilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
grandes a 2.000 rs. a lata.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
broto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Carloes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vSo as procis-
soes a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a FRftS fl Cflma(irc em Mas de 4 e 8 libras
,wJ!rt!.L. *- ,,.. lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
: Vasos inglezes de 4 a 16libras vasios, mutto ,N a |u.(
proprio para deposito de doce manteiga I(|,.m' P'm'caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
ou outro qualquer liquido de l.ooo iors.abbra
3,000 rs. cada um. : Nozes milil0 novas 40 ,.s_ m 4
Licores das melhores marcas e mais finos rs a-arroba
a_l,ooo rs. a garrafa e em caixa ter abat-; Amendoas confeiladas a Ooo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
lata,
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oe
a 3,5oors. cada urna.
Toucinho deLislnci a 3oo rs. a libra, e a
,ooo os. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
C*H de 1.a, 2. e 3.a quahdade de 26o. 3oo
e36ors. a libra. doCerde7,8oo,8,6oo,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranho de 2.8oo a
ment.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a, 800
rs. a bra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas mapcas de
5,5oo a 0,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa,
dem em botijas e raeias, sendo preta da
! muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a 8oooraolho
640 o cento, a C,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do MaranhSo a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
marcas: Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e26o rs. a iibro.
Arroz do Maranho a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muitowuperior a 2,9oo-rs. a
arroba, e loo-rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ;ir-
roba, e 3do rs. a libra.
dem desebo muito dura flngindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o>rs. a libra, c em
caixa a 5e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
dem almajo pautadoe liso a 3.000 rs. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,000 rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueleiro a 2,2oo rs.
a resma.
dem embruiho de 1,2oo a I, loo rs. a resma.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
1,00o rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a I800
dem de diversas ...arcas em latas menores ^'C0 ,k'Mra a ^ fraSfw e *
a 1 3oo rs ** a duz,a'
dem de Lisboa de qualidade especial em la-1 ^Sj?,?1}!'' l*,h:,rira e mari,r'*
tas grandes e pequeas a 3,000 e l,5oorsJ.,,, m f' l,,a" ,. .
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica "^^fiJ*** e
e 2oo rs. a libra.
r= a uia i Marmelada imperial dos mHnr alrieaa-
rs. a ia ue teg de Lshoj| a g^ fs_ a |j|jrj|^
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo" rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Canelia a 1,00o rs. a libra.
j Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras lqni-
I das e 3,000 re. a caixa de duas arrobas.
\.M):\ OLEUoi FU,A 1)0;, V>\< \)\}\()
XAROPE DE 'RBANO IODADO
Segundo o? attestados dos medli-os dos hospiaes de Par, i-risignad.'.- no Proaveeio. e a Bpi>rova de rarint Acadmicos, etle Xarope empr.-trn-je com o maior 8ueces>o, cni lugar do OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO, ao qual ritc rcalmeole superior. Cura as molestias de pello, as escrfulas, o lymphalismo, a
Plhdfz r molleza das carne?, as perdas d' appele, e regenera a constUuicAo purificando o aangue. Em.
suoima o mala poderoso depurativo conhecido. Kllc nunca canea o estmago ou os intestin** coaao o,
induro de po.assium c o ioduro de ferro; e adiniuUlra-se com a maior elTicacidade aos meninos sujellos
aos humores ou ao cnlupimenlo das glndulas. O Douir ca/.cuatt-, do hospital de San' Luiz de Pars,
n reroiiimcnda d'um modo inteiramele particular as molestias da pelle, conjunctamenle com as pilulas
que teem seu nome.
Depsito geral : em Pars, en cata de MM. GriniMltrC-, pbumaceuticoa, 7, ra de la Feuilladt;
em Mm, en casa de nnrtrig* da Coata-Ci-lh* no torio, en casa de Mlguri Jas ar .souza-
prrciru; em o Jio-de-Janeiro, luva Prtsaaa e DbIb, ra do .^aho, ll;em llahia, en casa de
7r"r.,."?_0J:>,T,ilr*"E*'n'l"; Jjio-Cranf, n casa de Joa^aln *e Uaaay em llaran-
e nai principaes
do, en casa de < "-Ira ec*"; em Per(im.uco, ba.un. r C-| ra da"Cruz, 22; Sai
pharumriat do Itrnzll.
Deposito geral em Pemambuc* ra da Cruz n. 22 em casa de CarosBar & boza
Veode-ia uro bom piano de Jacaranda peto pre-
to cima declarado
rraniento n. 8.
Algodo da Dahia
n3 S.aci!il> de ;'sscar e roupa de cscravo; ten
I v. r o pagar, na.ru.-. dv U-, wra vender Amonio Luiz de (Miveira Azeve'do
Voade-M i escravo
Carme n. 1, taberna,
inoeo : no palee do
C.no
89VscrV''Jrk ra Ua Crai n. 1.
do A;
A
- Yendc-se eafliro? do multo boas (i dade*
n.serrni de J.,<.'. Hvgino de Miranda.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior I). Luiz 1, e outras multas
marcas, em caixa de tima duzia a lo,ooo e
t)oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a ooo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira da:
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garfafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada..
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composiclto a 560 a garrafa e 4, ooo rs. a
caada. |
Pomada a 200 rs. a duzia. sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafnes com 4 /. garrafas de Vinho supe-
rior a 2,3oo rs. com o garrafao.
dem enm 4 '/s ditas de vetugre al,oeo rs.o
garra! ao.
Vinagre PUK em ancoretas de 9 caadas a
13,000 rs. com aancoreta
dem empipa puro sem o batisna a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo re. acanada.
Caixas com 1 duziada garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrofa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes mar cas creme de vioietns. gerofles. ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, perejeot. de Turin, Bnterim,
merangos, limao. caf, laranja, cidra, gin-
ja, canelia, cravo. ortel pimenta a l.ooo
Banbade poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,6oo e 1 ,ooo rs. alihra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. .a garrafa a 8oo e a
|w\id.\ caixiaaa
s a100.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de esraherhe, da mflhor
qualiiladu que tem vindo au mercatki. a
10 a lata.
Presunto de I a mego muito sujh-i ior a 40
rs. a libra.
dem para fiambre (inglez) a RIO rra a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 35000 a resma,
dem de peso a 2 a resma.
Palitos para tientes a 160 rs. o nafa.
Dito dito de flor a (Ni rs.
Ditos do gaz;, 2>C0 a groza
Passas novas a 480 re. a libra e a l|600 a
caixa.
Queijos flamengos du ultimo vapora 2r>00.
Dito londiino a 00 rs. a libra.
/
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra.
{Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata.
LisbAa a 640 rs. em lata grande.
a 5oo Dita de
Ameixas francezas em latas de 1 */j libra a
1,2oo e 8oo rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo c l.ooo rs. o frasco.
Moslarda preparada em potes muito nova a
2oo rs. .
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Teneate verdadeira a 6,8oo rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,ooo rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem cm botijas a 4oo rs.
dem em ganafesde 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de (lentes lixads em macos grandes
com 2o oMnaeinhos a f2o rs. o masso.
Cominhos muilo novos a 32o rs. a libra e
lo,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4.5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixcs em Islas al,000 rs. a lata ja prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e BiaU> saceos
grandes a 4,ooo rs.
rs. o frasco,
dem francezas de muitas qualidades
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 re. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal relina lo, era potes de vidro, a fOO rs.
ment tanto da Baha como do Bio de Ja- o pote.
neiroal,6oo,2,2oo, 2,5oo,3,ooo e4,ooo Sabao massa a I*, 160, 200 e2IOrs. a
re. a caixa. | libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 re. a litara.
Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada na.
Vassouras americanas a 64o re, cada oan.
dem do Pollo a 4oOrs, cada urna.
Aelas de carnauba e composico a 320 rs. a
Caf do Ceara muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroto.
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho cora mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a Ufen.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
560 rs. o
dem seccas a 16o rs. a libra.
gos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 1600 re.
Farinha do MaranhSo a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem-de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
re. o frasco,
dem de laranja a l,ooo o frasco.
Gomma db ATitcaiv a 8 re. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l.ooo cada urna.
ibra e a 10)9 a arroba,
dem stearinas superiores a
maco, e em caixa por menos.
I Vinho do Porto, noleg'neno temos o
llini' sortimento possivel, que vendeam
por precos muilo bailas ala garrafa e
! a 10/ e 12A a duzia.
! dem Cherry, e da Madeira em barris e na
caixa, a 12$ a caixa e o barril conft 1 me a
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 28000.
Dito em pipa a 35000, 35500 e 4oon a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 5# a
caada,
dem idem em garrafes a 25500, am a
garrafao.
dem de Bordeaux, das melbores narras que
vem ao mercado, a 6i a caixa e a 940 rs.
a garrafa.
J Vinagre de Lisboa a t600, l8oo e 400a
caada.
Mi m idem.em garrafiVs com 5 garrafa-", per
Id com o garrafao.
Vinho de caj a 14 a garrafa. Esto
tem dez anuos.


Os precisos talheres pa-
ra enancas.
Clieparam e acham-se venda u ra do Quei-
:n:ido, toja d'aguiabranra n. 8.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
i mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos t
legtimos, e se vendem a prero mais barato do qnp
aro tiiualirner, parte.
AGENCIA
DA.
FUNDICiO DE LOW-MOOB.
Kua da Seaulla nota o. 41
Neste estabelecimento contina a haver
i.iim de ai
Rerebeu-se tovas de Jocvin branca*
proprias para a quaresma : na roa do
litja do Ix-ij.-i I1r 11. 03.
Tranrinha t lia Ku para fafrrs 4r
df riiMrs.
um completo sortimento de moendas e meiaa c/dS SffTl %S"tT^
moendas para engenho, machinas de vapor na ra d<> Queimadn toja do b.-ija flor n rS.
e tachas de ferro batido6 coado, de todos os Enftilf.s r rrtlinkas rw> lar na frmlf.
tamanhos para ditos. i Renebeu-se, variado sortimitnlt. de rnbnrsaW
----------------._______________________. diversas cres a 15400 e 24: na ra do i
Arados americanos e machinas para toja do be ja flor n. ft3.
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston C, Wndem-se ri.-s enoitats fmwir
ra da Senzalla Nova n. 42. dura dourad> : em raja dos s. Vmtm
_______;____________________________I theus. rtia da Cadeia n. 68.
Anlhmclica e gr^maiatia, uU'm edi-;
Mnehlaiift
cao do Sr. profesar Castro W ; para descalcar algod.io
Prrmpira e segunda partes reunidas da arllime
tira, prinifira e segnnda separadas, e a gramina
tira, acbam-se a vtrnta |tor preco mui commodo
fia ra do Imiii'rndor n. 15. _^_^________
VE\DK-SE
verni* o gaz pelo preco da fabrica : no armazem
da bola amarella no oilSc da secretaria d? polica.
tem vindo a
Nova n. 42,
AC,
este mercado
em casa de
ici
mrihorrs
ra da
S. P.
FAR ELO
\ endem-Mt sarco* rom 90 libras t ttrt 1 a
1*800 : na roa da Madre de Dos os. 5 e 9
.


!'* w*a *m*m .pm~i

\ i:ititin neo
SILVA & SOUZA
Ra do (Jrespo n. 9, espina da roa do Imperador.
Tendo-se o propietario (Veste armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-Ihe o titulo de principal,
por ser o mais bem locahsado desta cidado, e como um dos socios tenha de partir para a Europa, afina de all escolher os melhores
gneros, desde j;i se pede ao respeitavel publico toda a attencao, nao s para este armazem, mas tnmbem para o grande armazem Alian-
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sonido armazem Progressisla da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
quenlarem estas casas de que ferio urna economa de 10 a 0 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
guem mellior do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
AULIANCA! ra do Imperador n. ft9.
PROGRESSISTA" ra d mmm .. m.
PRINCIPAL!!r,,a do **"
.Manteiga ingleza a mais nova e fina rbegada
neste ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza, a niulhor o mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libia e 52o em
barril ou meio.
Banha de poico refinada e muito alva a 41o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha bysson, o mellior neste genero especial
encommenda do propietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras
Vinbo do Porto em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada.
dem em garrafoes com 5 garrafas.
Farinba de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolacbinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Azeile doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
64o rs. a garrafa c 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trintae lautas li- ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oo rs. o gigo c 8o rs. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,oo Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. afrasqiieirn e 56o rs. o frasco.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- dem em garrafoes com 25 garrafas a 8,ooo rs.
mazem 2,2oo rs. a libra. I Gerveja das melltores marcas de 5,ooo a
dem uxm, o mellior que pode haver neste 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac superior a 8oo e I.ooo rs. a garrafa,
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li- e em caixa ter abatimento.
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
; Peixe em lata muito bera preparado: savel,
corvina, pescada e outros a I.ooo rs. a
lata.
bra, e mais baixo, porem muito sofirivel a
l,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razan de nestes ltimos navios ter-se rece-
afamados conserveiros de Lisboa em latas
de libra, libra e meia e 2 libras a 6oo rs.
bido grande porao deste genero, a diffe- Conservas inglezas em frascos grandes a
renca de preco de 6oo a 8oo rs. a libra 75o rs. cada um.
do que se vende em outra qualquer parte. dem franceza de todas as qualidades de
dem do Rio em lata de 1 at 6 Ib. a I,4oors.
a Ib., neste genero e o mellior possivel.
Biscoutos ingleses em latas com difierentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captara, seed, osborne c ou-
tras militas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachiiihadesdaem latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinlias berineticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l,6oo e
2,6oo rs. cada unta.
dem em caixinlias de 8 Ib. a 20 rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a I, loo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go, c I,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinlio Bordeaux das melhores qualidades que
se pode desfijar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a gorrara.
Caixas com Vinbo do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e Ooo e i,000 rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcaoede
difierentes marcas muito acreditadas (pie
ja se venderam por 14,000 e 15,000 a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, I). Luiz, Camoes, Madeira sec-
ca, .Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Chorrv e Madeira para I2,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vinbo de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 060 rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem brauco o mellior neste genero vindo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
Marmellada imperial dos melhores e mais {Emilias portuguezas e francezas ja prepa-
radas a 61o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao a loo e 120 rs. a libra.
legumes e fructas a 5oors.
Mostarda franceza em jiote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para dentes 12ors. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
dem lixados muito finos a 14o rs. Avelaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. ^houricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e I0,ooo a arroba. | 8,5oo rs. a arroba,
dem de composifao cmmafadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
GBANDE ABMAZEM
DE
*> c = c 9
T%'/ 5 o
- -.- Ifi j's 3
<>
cooo o-
MOLHADOS
ra no 1 u per 1 non
N. 40
Outr'ora ruado Collcglo
DE
1 DARTE ALMEIDA $ C.
RIVAL SEM SEGUNDO
Itua do (Jueimado n. 49 e X>, toja temiairt
de Jos Je Azevedo -Mjia e Silva, esl i naliaj
no seu progreso de ve nder baraiistima:
Caixas de superiores brelas de cuta c m.>a
40 rs.
Cordao braiico pira vestido e*e.-partiUio, *:;a
ris.
Linhas de carretel (150 jardas 1 tle Mipiror caa#
dade a 60 r..
Carita de Imita Pedro V (00 jard-s) > a**
^ conhecida a iO m.
Grozas de peonas de ac de nuuUs MI *
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas purm liorsa 500 r*.
Caixas com calungas muilo dumu ^ara(4a
iOO rs.
Franja brasa e de cores para loalh.,- a |^j.
Pares de botoes tara punlto muii. nit. a I *
Calas cun soldados de chumbo u.utiu U<:.>'. a
IJf) rs
Tinteiros de vidro rom superior tinia a UM.
Ditos de barro com uperior hala a fO r.
Groza de buloes de tonca praltado, nrlaw, a
ion rs.
Tesouras para co>lura, mais ;operior, itNn
Uias para unbas muilo linas a M*> r-.
E.-covas para limoar deoi"> oiuil >ur*ri-if^ a
200 .#.
Libras de lia de todas as cores (pesada) a 7*
Caixas de plu^phoios ; Una- de papel amizade paulado e liso aiMn.
Ditas com 100 anv.-iopes muilo stiin-riurts a *>
ris.
I Caderuos de papel bramo e de mi-, ic<: .*>, a
20 ris.
I Carlas e taboadas para meninos a HO r-.
de acewler r^-^ '
e (IDO jaidas) iV c i- >
tino a iU).
Cartas de alliuetes fraoeez^s muilo lim> a M tu.
Meadas de liaba I xa para bordar a 2 r.
Pares de sapatos de tuuea inuii >uai!!>
1J600. w
Papis de agulh;. com um petfucm, tupie a O r
Croza de botoes de nudrr|ieri4a muilo lMu
o0 rs.
Cartes e caixas de colciieies raonzes -ukriafe
a *0 rs.
Bonets paia meninos muito linos a l&W 'Ty
Macos de ((rampos superiores e limjio* >Mn.
Groza de [ibosphoros do j:az mnilo n o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 6oo rs. a libra.
Boce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 008 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
I,ooo rs.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
dem maraan mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o mellior que possivel a 24o rs. alb.
Farinba de Maranhao a mellior que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 8o rs. alb.
Licores muilo finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 8oo, i,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
IJiOO rs. cada um.
Tmaras do Kgypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel alniaco pautado o melhor que lia nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
ebegados neste ultimo vapor a56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Moto novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabao massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo umpouco a I6o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados propros para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que ein outra qualquer parte
7 e 8,ooo rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a o,ooo a caixa.
Cebollas novas a I.ooo rs. os mullios gran-
des e 8oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lcntillias, excellente legume para sopie gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervillias seccas ja descascadas a 2oo rs. a
libra.
|ue e o mais rico o espacoso
ai -mazem,que presentemente se temaberto nesta praca, deliberou denominado VERDADEI-
HO PRINCIPAL ; sem dufkla pode dizer, j pela pratica e conbeimento que tem deslas
casas que e este um estabelecimento que nada deixa a desojar, ja pelo esmerado aceio
quenelle preside, como no completo sortimento que dativamente recebe de sua uropria
emcommenda.
<> propietario do grande armazem VKRIMUEIKO PRINCIPAL gloria-se emser o
primeiro a acabar com o grande segredo e aboso que i einava nos precos dos gneros de
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em-publicar todos os precos n seus gene-
ros, por onde va e v o publico que nunca mus pode ser Iludido como dizem esses. .
que, mor. idos ,! queimados pela linveja, difcem nfio vao ll... Illudc!... desenganem-se Y^.; "ijr^ZZ^r\T'r''
essesmald.zentes, que em.pianto andar no UHI.o .,ue pisa, nunca mais consentir que seoSuTr^S\ itij**
venda um objecto de b& por 10,5. O systema do Verdadeiro Principal vender muito a calejos para entreter meninos a > r-
dinneiro e gannar pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de panel o vento as ^^ de *" de iinho "u''0 **** W tk
carrega. ; Puntes de lago muito bonitos a U.
i.,i ._ ,..i_ _.. i Enfeites de laco de todas as cores a ltUO.
ft ., .. V lalor attcHca. Rudas com allmets fraocezesa 20 rs
u propticiano peue aos seus amigos e freguezes,e ao publico em geral protec- Caixas com <|uatro papis de ajuti.i- imperisws a
cao para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos (iue ninguem mais pode otTerecer' **rs- ,
t^^^T^^'^CS'^JT^^t 1,ulNC,pALam- SSSrJS^JS'fS, ,20.
nem pene a loor s os hxm?. hrs. o favor dfe. mandarem seus pedidos ao novo estabeleci- i-ares de sapatos de lia para m. nim. a n r-
ment, cerlos de nao terem occasio de se arr-epeoderem. Sapatos de tranca para enhora e para Imm, -
Mal attrnro. melhores que tem vinJo, e por prc-.. muito lai-r
O VBRUDEIBO PRINCIPAL petle, em particular lodos osSrs. de ngenho e ttmttttiZm* "'
mais Srs. do centro, queiram mandar su;is encommendas este esUibelecimento, garatin- '
do-Ibes o propnetario que tanto elle como os seus fomulos nao pouparao esforcos para! A/Vl/ sr/Jjii Wiiiiiiifn
fielmente cumprrem os pedidos que verum nderessados. 'vu t ,n *f """' "'
AO piililiro. -Na.rua d Qu""* "* '' '< H*
_? S'?5??^f ProPri;'tario pede a todos *os Srs. e Si as. que, quando teilbam de man- "uan'to tm Bwu siwcTicS'i '
nder i(,Se
todos admiran), assim vean e adimr. m.
rseos com su|teror banha para ralor a 200 rs.
dar seus pedidos seja em carta fechada ou com .grande recomiuendaco ao VERDADEI- a
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto*) sobrado em que mora o retratista J. .
americano o Sr. Osborn, e para mais certeza d portadora tem este sobrado urna botica >. J m
franceza no pavimento terreo. O VERDADEIW) PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin- FrascosT o"o veidadrini"tatoSVaJ *
de verde, as hombreiras Duarte Almeida & C. e jior cima o VERDAElHo Ditos de oleo verdadeiro que tem urna nimictea
i *KJU i S.
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5ooPiinenta do reino muilo nova a 36ors.alibra.
rs. cada um.
Mlhos ingleses emgarrafidhascom rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Queijos flamencos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Cominhos e erva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Cadena muito nova a l,ooo rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra e 0,ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e l,Ioo rs.a duzia.
LOJA DO BEIJA FLOR.
lina do Qucimailn numero 03.
Cravatiidias para sralinra.
Vendem-se pravalinlias de diversos gostos mais
modernos a 720 c 800 rs. : na ra do Queimado,
luja do beijallor n. 63.
Filas para delirum de vestidos.
Vendem-se litas para delirum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, luja do bcija-flor n. 63.
tata IraYfssos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 300 rs.: na ra do Queima-
do, luja do bcija-flor n. 63.
Papel licira domada.
Vende-se papel beira donrada a 1200 e 1(5300,
dito de cor de beiradoorada a 15100 : na ra do
Queimado, loja do beija-tlor n. 03.
Aiivelopes.
Vendem-se anvejopes de diversas qualidades
braneo a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
tlor na ra do Queimado n. 63.
tullas d.; aljfar.
Ti'inlo receido rollas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a briihantu vende-se a 14 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-tlor n. 63.
Camisas de indas.
Vendem-se camisas de metas muito
1200 e 14300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-tlor n. 63.
Eafetlcs de lila.
Tendo recebido enfeites de lita, pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 14 cada
um : na ra do Queimado, loja do bcija-flor n. C3.
tila de lia. prcta para deliram.

I ~ S
S.2S3STSS
3?, 6
/.
O te
t a =3 a>
-. c. a. S =-. o o

-
Z~ y. -t.
au -
., o 2 j-'S
a.3 S g .
9 -rc-
J3 O
_. 21
-! -y.
d to y?
r ft*
5
a. W
O.S** a
^a.*T si" 5o" g ei ;-5"t suj
S" ? 5 w o.? o_5-,
"' c"o cl-a ^ o g- s
D C o ai
1 03
a c 3
S O O"?
E 3
tD
^SS8w5 so'"
ce
> 3 v 3. O
-o a, a. o V
^ 3 b>4
^ 2 S "
o
3 T O- a
w
Si3
O O
3a "S
v.
.^
TODA ATTEH40 A" VIlilLANIfi.
Custodio Jos Alves Guimariies avisa ao respei-
tavel publico o aos seus freguezes, ijue achando-se
as obras da toja do vigilante concluidas, e acban-
do-se as ponas abortas a concorrencia do res-
peilavel publico, para assim apreciar o novo alio
<|uo so aclia no espacoso e aUgre campo, guarne-'
cido das lindas flores e muitos outros objectos de
bom gosto, que tanto sastisfeito se aclia, apresenti
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venbam ver para rrr, que s assim podero apre-
s a ciar, e acharao um grande sortimento de fazeudas
1 tendentes iniudezas. lanto para grosso como para
retalho, que todos serao sonidos a vontade. mesmo
qualquer froguez de fra que nao ponsa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
ro fazer que ser tudocomprido fielmente, nden-
do-se fazer presos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feitas nesta praca, como dos que-
2 3
rr C
Vndese fila de la preta para debrnm com 10 recebe de sua propria coala, como dos que recebe
1 de consiguacocs.
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de ftvelas pretas o com pe-
drinbas de muito lindo gosto assim como lilas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas li ve-
varas a 300 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Pitas de linho para Hordar vestido
Vendem-se litas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a poce s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
I!ntoes de inadreperola.
Vendm-se botoes de madreperola mais moder-
nos que tem viudo para puuhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este prego na
ra do Qneimado, loja do beija-fler numero 63.
rila de velludo para bardar veslM*.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Uta de velluda bordada.
Vende-se lita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos propros para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor roa do
Queimado-n. 63.
Franja prel;
Vende-se franja, prcta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se. pode encontrar : na luja do beija-tlor
ra do Queimado n. 63.
' Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de bataneo de 1 bo-
tao a 545OO a duzia, ditas de i botoes a 644O0 :
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 03.
Dminos.
Vendem-se dminos muo finos a 14200 e
14400 : na loja d beija-flor da ra do Queimado
n. 63. '
Vsperas.
VeniTemrje visearas muito na? a 800 n, : 7a
rqa do Qaeirha 3
3
M
~
3
3
o

en
a
|la
- BZS
o S-
TS 2
i ai 2
O. ">
-O o
f Sil
B ?
ti
s
-i
O
g
"2 8
fia

o
fia fia
Q-->
-3 I
fia -I
3
if
3-

e
c
9
Veudc-se alpaca prela a O rs. covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 600,600,
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs para pale-
tot, princeza prcta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta lina a 14400 o covado, laazinhas preta
para senhora que estao de luto a 720 o covado :
na ra da Imperatriz n. 86. A loja est aberta at
s 9 horas da noite.
PIUNCIPAL.
Amendoas confeiladas com bonitas cores
a 10000.
Maiitciga ingloza propiamente flor a 800 rs.
e senda em bar il tura abatimento.
Dita franceza muito nova a i><>0 a libra e
sendo em barril 320 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desejar, e
(pie mitro u,ual(|uer nao vende por menos
de U a 26700 rs.
Dito perola especial qualidade a 2#6O0
e 20800 rs.
Dito hvsson o melhor que se pode .desejar
a 20400 e 2*000 a libra.
Dito bysson e da India muito superior a
202 Dito do Ivio em latas de 2, 4, 6 e 8, libias
a 1 -5000 e 10200 a libra.
Dito preto muito especial a 20800 a libra.
Dito mais baixo a 10300 e I0GOO a libra.
Queijos ebegados no ultimo vapor a 30000.
Qaeno prato chepado neste ultimo vapor a
800 rs. a libra.
Dito tamo Parmezo o melhor e ma*
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li-
bra, sendo de 1 libras para cima a 780 rs.
Dito londrino um pouco duro por vrem
em navio a 500 a libra, c sendo intero
100 rs.
Oolachinb.is em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a 10300 rs.
Dilas em latas glandes a 20000 rs.
Ditas em lalas de 5 libras de Craknel a
i0000a lata.
Bplachuiba ngleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 20200 a barrica e 100
a libra.
Ca toes com bolacbinhas francezas de diver-
sas qualidades a OOO, 800 e 10200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
20500.
Bocelas com doces de Portugal ricamente
enfeiladasa 20500, contendo: peras, pe-
cegos, niinhas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
l'assas muito novas a 480 a libra e 70500 a
caixa: tamben) tem meias e quartos.
Amendoas de casca molle a 2r a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
40000 a arroba.
Figos cm'Caixiiihase latas hermticamente la-
cradas a 10500 e 20500, de 4 c 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
un<.^ ... -. i u Ditos d-j oleo suh'rior Phitomme a Wm m,
Masas para sopa muito novas, fot desembar- Sabonetes pipiVi muito m n
cada ltimamente pevide : rodinha C es- Ditos inglezes, sii|*rior qualidade, a IM a 3tk
trellinha a 500 rs. a libra e 30 a caixa com p'tos de bola muito linos a o e *m> t<
g |j[jj-j|g Vinagre aromtico e eheiroMt, garaninln, a f-5.
u ._-! i f n mn ii Frascos de agua de colonia muito lino- I *( rs.
Macai-rao, Aletria e Talharim a 400 rs. a libra. ll0!i de dia verdadeira e que sv g-i^ie a *J0
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 10460 ris.
a caada Ditos grandes tambrm verdadeira n l*>f'0.
Dito em garrames a 10000 cada um. F;?" dc r,,t'!,rof! mui, m'os1a "";!*" m "
.. ...- 0 .. f Ditos de agua de enloma gran.k- a Mi.
Bulijoes com 8 a i) garrafas de azette, o me- ftlti dc |^as muiI s pati s.-,.t.ra am
Iborqne se pode desejar, a 50 cada um. Pecas de na branca-le linho, wmymtm fahhfei
Palitos de dentes em macos com 20 maci- a ,0 rs.
llhos a 120 1'S cada UUl Grvalas de seda muito bonitas e Miptiior
Palitos do gaz a 20200 a groza, 20 rs. a
caixinha e 200 rs. a duzia.
(raixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
e 10000 a duzia.
Ceblas muito novas a 540 rs. o cento e
800 o mollio.
Traques de primeira qualidade a 80500 a
caixa e 240 rs a carta.
Charutos Ipvrangas em meia caixinhas
20000.
Ditos Suspiros de Thom Pinto a 10600.
Ditos Avanciros do mesmo a 10000.
Ditos Regala Imperial a 10600, garante-se^X "" I"
(pie sao charutos (pie ja se venderam por E-p.-lhos "de Jacaranda e brancos de cvlnataa a.
stas marcas tem de'.. MoOO.
dades a 500 rs.
Canelas de o>so lisas e torneadas sito Ceas a
40 r>.
Duzia de lapis muilo linos e hita a 5''"
Tranca preta lisa o melhor que ha a rs.
Escotas para limpar dentes muilo lina* a JW>e
400 rs.
Penta de volta para menina rejacar CitcB a
oOO rs.
, Ditos dourados para meninas regarar cabella a 14.
' Filas para enriar cscartilhos nimio lina a M rs.
Varas de lila com illu.zes para nth a IOO r>.
Abotoadoras de muito gato para roDeie 4 130 9.
Frascos de oleo de macaca muilo -upeiior a Vf-
ris.
uito Ikhis para -~..'.'~j>
20(j()O e 2,->8O, alm tiestas
l'ii/.ia de fac:
linas a i>4-
todas as mais (|tie costumam vir uosso
mercado. Duzia de facas e garfo>, fabo bnam,
Genebra de Holianda emfiasqueiras a 60000 248OO.
e '.-ilf'-- jcoiii dons bolife, SMMD
crari*, a
c 560 rs. o frasco.
DiUi de laranja a l>200 o frasco e 120000 a
caixa.
Dita embotijas de Hollanda a 440rs.
Cominhos muilo novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba ter abatimento.
Erva-doce muilo nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 10000 a libra.
Pntenla muito nova e limpa a 310 rs. a libra.
Cravo muilo novo a(40rs. a libra.
Alfazema nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 r. a
libra e 80000 a arroba.
Chouriras e paios a 640 rs. a libra.
Pares de meias de cores
>ara mci n> 100 n
Hez dc Marta.
O afamado miz de Mi -ia que -< v.-mlta a 34
4 e I4o00, com eattmpi 5 e ntidamente m.p en
so, acha-se a venda por :i -aliar a I-una MHB,
approveilem-se da oc.ca-i o, que mu |u -jn nts-
lam : na ra do Imperad >r n.
ESCRAVOS FCIH05.
lio San
Fugio do engenho Santa Croz fn-gmia dV
N. S. da Luz. no da 8 do correnle m>/. 01 im
de nome Joao. acaliocladu, idade ile M .. i.) r-
nos, estatura baixa, choio do corpo. 1,0.1.,.,. r-:i
rados, rosto redondo, sem barba e dantas na lr>*o-
Banhaa mais nova e alva que se pode dse-; te, ps gro>so<. tem aigumas ci.-iriies na* eaia.
jar m lats de 10 libras a 40000 a lata, i,evou vt,sUu ran""a de
Dita propria para banha de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 40800 a duzia e 5500.
Ameixas em frascos grandes a 0500.
Ditas em frascos mais pequeos a 10400.
calca azul, snala de algcdao di Ierra e um cha
peo de baca sem fundo ludo em man >-ud>>, \+
vou mais em -na companhia um cavallo |*si.' rv.
de cor fusso pedroz, com o ferro na p^rna a imt-
tacao de urna lusnura: rijga-s' nsftaan as aai-
rirlades policiae> e cun e-^p'-i-iah l.il>- a>s canttae*
de campo a sua anpraknnsao, levan.bi a iniiraLt
Ditas em latas de urna e meia libra a 6 libras! do bal 10 assiituado no referido engeniH
a 10(K) e 40000 a lata.
Mlho nglez rolha de vidro a 800 rs.
no-
las que se vende pela barato preco de 14300 e 24:
sno vigilante ra do Crespo n. 7.
Bi

I
2.
g
o

8-
g5
<3>
I
ce

Ktpecial rap
Princeza de Pelropolisj bem ronhe-
cido em toda a provincia do Rio de Ja- '
neiro e com preferencia ao Paulo Cor-
deiro e ara preta de Menron : vende-se
em seu unicudepo.-ito ra do Crespo n.
16 armatem de Ioacas de Duarte, Perei-
reira & C. ou na ra' larga do Rosario n.
38, loja da Aurora.
' mmmmmm wmwam wm
Vende-se orna taberna na roa da Soledade
e das se^uintes marcas.: Duque do Porto, jprezuntos inglezes para Hambres muito
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,' \os a 800 rs. a libra.
Velho sereo, Victor Emmanuel, D. Pedro j Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
. V, D Luiz, especial vinho velho do Porto (onservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
Cognac inglez a 100000 a duzia e 10000 a
oa eutao
ao engenho Taboca, pelo que sera |an>-ro-auenl
1 recompensado.
Jo--de Mello A.-o.
e outros muitos a 90, 100, 1-20 e 140 a
duzia e 10 a 10200 a garrafa.
Vrrihos em pipa Porto, Lisboa e Figoeu a
das melhores marcas a 3^(800 a caada e
800 a grrula.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira tic marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 20800
a caada.
JDrto Corares especial vinho a 800 a garrafa;
; Dito Lavradio muito fresco, nao levando com
posifo, a 560 a garrafa e 40000 a caada.
' n. 38, muilo boa para algum rapaz qne qurzer Vinho brancode uva fina a 600 a garrafa e
J^1 principiar a vida, com peucos fundos ou nenhnm I 40300 a caada.
vi-to o dono nao ter querido sertir por querer se lto ^^ axo a 40O a carrafa e 20800 a
- retirar para o malo, preco mono rommodo e lugar 1
de muito negocio : quem quizer dirija-se a rrresma ,. ,, ,
; casa que achara com quem tratar,adiante do quar-1 Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas (WS
tel do corpo tixo.
No Oiqni freguezia dos Afogados ha para se
marcas mais acreditadas a 60500 e 70000
a caixa.
no uiquia nr^ueiia uos rtiojraoos na para se _. -------. ,
vender ou alugar urna casa com3 patmos de-fren- Dito muitO especial que raras vezes vem aO
Hua da Senzalla u. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
seHins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
te e 80 de fundo com 3 salas, 4 qartos. cosinha
fra, estribara para cavallo?, bom quintal eom al-
gnns arvoredos de fructos e urna cacimba : qnem
a pretender dirjase ao mesmo Giqui a'follar
com Ignacio Xavier da CosU administrador do
enuenho Giqui.
1
nosso mercado a 10200 a garrafa,.garan-
te-se qwe por-este mesmo preco d pre-
juizo, e s se enedntra nicamente neste
armazem.
Licores rancezes o partuguezeS' dos melho-
res aoteres a600; M900 e 108OOar-
rafa.
GAZ GAZ GAZ
por pre?o reiluzid*. Cervejas das melhores marcas a o^AJO e
Vende-se gai da melhor quiid.de pelo; 60 rs. a duzia; tambem temos ordinaria
chicotes para carros e montara, arreos para pre o de 100 por lata de 5 ga!5s: jeo ar-! por maHo menos:
Nos das ltimos de marc/> nmtan nasadVi
fugio da ra da Pr na n. ^3, primeiro a mulatinho escravo de nome Feliv roa n* i^na?
soguintes : representa ter 12 13 annos ifc* idad>,
magro, plido, ps e orelhas grand'-. na \-rmtj
iJMri(- bochechudo, tendo um dente tirailo a* fimtr; e. as-
iv, r' inn i l>,^ ta 1ne dirigira-se para Barreiro* : r.n ato -n enle
Dttolranceza 8&00 a duzia e 800 rs. a' quf'r (JUl. 3pp.1r.-ca, nga-se as naairManta >*-
gwrafa. ciaes, e com espeialidade aos capifVs il ewafn
PalieBrandva 2J(>00 a garrafa e 32iJ000 a; a sua apprehcnsac,: advertindn-se am rm-r,
.. que o dito mulatmlto aeoberta-e rom o lilnt de
UUAW- liberto. ________ ______
Sabao massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor. I-------------Kh>mfW^ f^|j|.------------*
Pfitvo a 320 rs. a libra e 90000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de tarro
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
No dia 12 do corrente mei deapi>.n
a poder do abano assignado a escrava Marta.
' lata alaiocada. de idade 38 annns pouco mais
] menos, baixa. grossura regular. eala-lU* um
__ i crespos e cortados de novo, tem um priiM-iwo
Papel almarjo pautado e I1/.0 a 20400 a resma. Mem um dos ^ 0 Vem marca .te L,
Dito de peso pautado e lizo a 30 a resma.' pelo rosto, falla baixo e descaocada. b-vou > --s*i4.
Wlo azul proprio para botica a 20 a resma, de chiu usado e chales de la ou m rm.. anrf
Velas de spermacete a 560 rs. a libr,e sendo <}"" IHKftS Ti^ .*bi"" T'
' kw\ ; u0 na riuaue ''4 > 'trii ou nesta i)pogr.tpt..4
em Caixa a OZO. ter g4>nrr Ditas de carnauba do Aracaty a 9-S000 a airo-. Aiexaodre Jos Mana de tiolUnda Car
bae 320 rs. a libra.
FareHo de Lisboa marca N a 4.<000 a sacca.
carros de um e dous cavallos, e relogios de mazem do Caes do Ramos n. 18 e lia do Marmelada dc todos os fabricantes de Lisboa Cevada muito nova a
ouro patente inglez. Trapiche Novo n. 9. I em latas de 1 libra a 600 640. irrflME
Tiiollos para limpar facas a 160rs. cada um. l' 'l'V-'*"
& f te j Wrado a UU.H- JStTjS^Z ZZ'^SiS
Chocolate liespanlrolefrancez a IdOOOa libra. 1 ora regular, grosso do corno, bem e-pada*>, ar-
Taffe-do Rio primeira sorte a 80700 a arroba hado, e j com atfims cafcellos lr>rf na rta.
e 300 rs. a libra. bracos e |*rn8 fruscas e bastante eabeftwta*. f-
ruto de. segunda a 80400 e 280 rs. a libra. do as 1** arqueadas, porem nao moim, c-mb-
Arroz do Maranhao^ Ja va e^ India de 2^ a ^^&Z^?*2Xr.
30 a arrotta e 100 rs. a libra. > se is autoridades poliriies desta e das i*r**aeis
Alpista muito noto e.limpo a 140 rs. a B- Hmitronhes, qne o facam apprehe*>r lera-l a
- bra e 40300-a arroba sro sonoro major Antonio da IWva Rnnsav n
- -------- -tkxnn a arfnha a inn rua Imperial, assim como rT*a-e as earmae da
2no00 a artota.e 100 ampo, ^Teheao do dito escrava, na m
IffinLADO


arfttni %m% m \,m usa a
*5i* *r .>' av #-

LITTERATRA.
As filian? a da Rusala.
A Russiapacificn.grandeeriquisslma. A Euro-
pa noe observa va ateaves le una nuvem engaadora.
u nSo descubra o que realmente somos. Assopr-
i nuvei que obscureca a uossa grandeza
de ippareceu.
feilus anteriormente. .\'ae s urna ciassiueaco
arbitraria desaliava censaras graves, mas ren-
das numerosas, da mesma natureza das rendas
geraes_ do estado enlravam uara outros cofees
que nao erara os do'thcsouro, e despeadjam-sc
sem que o ministro o iubesse.
Urna commlssao especial foi encarregada de fa-
zer regulamentos mais effleazes, e. |Hr decreto
imperial de 22 de maio do 1862, tratou-se de in-
troduzir alguma ordem neste chaos.
Cada administraeao tem sido chamada nio s-
Deve-se julgar a situacao da Russia por estas pa- monte para mudar "toda a economa dos seus or-
lavras arrogantes aoprincipe Gort.-eliakof (I). ou eamentos, mas ainda para inttodnzir no seu hud-
eonvni MMes refenrmo-ttos algn* documentos
oflieiaes que estao longo de justificar semelhante
linguacem .' 0 estudo dos fados, apoiado nos pro-
prwa documentos publicados pelo governo rosso,
servir sem grande Irabalho, nos o esperamos, para rc"uaf uu ""
resolvers questdes; earesposla ser tanto mais waentemenia
significativa quanto nao complicaremos este estudo so,,ro L' *n*f"
camentos, mas anda para
get un monto de receitas e despetas ijue ncllc
nao liguravam anteriormente.
Carregaram-se aos budgets separados todas as
rendas do estado, islo toJas aquellas que pre-
eram recoihidas ao cofre do (titi-
rito nao complicaremos este estudo "&& no |*2^ 1asfimfcon!0 s R
cora ne.nlu.ma [.rooeeupaeSo esranha ao objecto. In- < 2* ^t ^T^^L T
terrogar o imperio russo acerca do que produz e as K??J5"3 S^E?"?" A m d,s-
asta indagar as eondices de crdito de que pode ra"> amhem levadas ao budget. as despezas
verificados pelos 1ue precedentemente eram impulaveis a essas re-
ceilas especies.
u ..r, recolher os testemiinlios o
fados, tal ser o nosso lim principal.
O principe Gorlschako pretende ter dissipado a! ** nuvom engaadora que'encubra os rccur'sos da ^IS^LS^TJSL^S^ *'***'
Russia mas a inoiilestavel l.abilidade da diplo- Ms; pela pnmeira sez o budget aprsenla o qua-
roacla russa nio serriu pelo contrario para distar-.dr, {'0Wpkl0^LfXfLc"?^s ,o 2?1^
car com mais arto as d.iliculdades de. toda a nalu- "'ram-se iiellc 42 700,000 rollos (mais do 170
reza contra asquees o imperio dos czares est con-! m,ll,ues de fia,lcf) de rendas uue : """" ',iw
demnado a lutar f Comecam a escla.eeer-se ques- i i^nnonadas e be>n assmi J/ SOOjOO ru-
., a qu i a falta de publindade occullava aos olhos I b,* S"fi n"H" de francos) de dspota
a Europa correspondentes. Portanto. o pnmelro resultado
d' da concentrarn das diver.-as receitas e despezas
Pdc-.-e melhor conhecer as forcas productivas c j tem sido uin augmento do producto total em pro-
as o.litares, a reeeita e a despezado Ihesouro, at veito do thesouro que corresponde quasi a 20 m-
se supponlm que enusses de papel-moeda se- pel-moeda appareceu pela priineira vez ao governo Em lugar dos 593,776,000 rublos-apolico, j de- (fcandava renhidamente travada a peleto.
jam elemento de riqueza; e para exprimir o seu de Catliarina II; o manifest publicado pela impe- viam crcu|ar 170,2^,714 rablos-prata, i raso ae
penaiih'iito por meio de urna melaphora atrevida, ratriz 29 de dezembro de 1768 apoiafa-se
ipi.-i rntre os nonras,e para joigar da situacao das toiam oorigados a
massas. basta lembrar que o imposto sobre a agua- parte em apolices.
ardenle fornece por si s mais do terco do budget trocarse a moeda
de receitas da Itussia, quando o imposto de bellidas abertas em Petersl
m no naohadifBculdade em saber seo indadciro
f'ado das linancas da Hussia.
Urna iavestigaclo calma, que nos aprsente um
quadro lcl, interessa a todos.
0 Occidente nao deve nem dissimular nem des-
conhecer urna potencia com a qual pode ser chama-
do medirse; mas talvez importa ainda mais ao
governo russo o renunciar liccoes andan* que ar-
rrcam-n'o a ser arrastrado alm do lira a que se
propoc.
Elle parece desafiar a Europa usando do presti-
gio de una grandeza extraordinariamente encare-
cida : este phaulasma toma ao longo propor(de-s
colossac.-, mas que nao tardam em diminuir ao rude
contacto da realidade.
C exemplo dos perigos que essas ficcOes criam
propria Itussia muito recente.
Basta remonlarmo-nos a guerra do Oriente que
coraeeou em t.sji e andn em 18o(i.
No momento em que manifestava-se esta guerra,
j imperador Nicolao deixava-se arrastrar a urna
resistencia imposslfel, na esperanza de fascinar o
mundo com a oslentacao de um poder liclico; a
Iiislori.H dir quanto "llie cuslou semelhante Ilu-
sa o.
Todava a Rnssa era entao mais forte do que nao
o '' hoje: ella pareca orgnnisada para a conquista,
linha-sc prvido de anto-mo de homens e de di-
nlieiro, como o dizia CDm razo nessa poca um
eminente economista; possoia um exercito mais
numeroso e melhor aguerrido; as suas linancas ja
l'jstilicavam certas inquietadles, mas nao graves
cuidados; e a inllexivel roolade do imperador s
encontrara sobre toda a soperOete de um immenso
territorio obediencia cga e resignada.
A Polonia e a suas antigs provincias reunidas
ao imperio nao estavam em guerra; a emancipa-
cao dos serves, este acto memoravol do governo de
Aiexandre II. quedar mais tarde grandes resulta-
dos, nao liana abalado um s momento as bases
ordinarias da pioduceo e renda publica.
A Russa nao tinha entrado neme periodo peri-
go de transicao em que os beneticios da amiga
ordem de cous.is desappancem sem que a nova
orden tenba ainda podido produzir os fructos di-
versamente salutares e abundautes que peruiiiti-
jo esperar do futuro.
Comtudo urna guerra de poucos annos bastn
para trazer as consequencias i|ue o imperador Ni-
COln repellia em 18oi com altiva iucredulidade.
Os leitores da Retirla nao se esqueceram certa-
mente das paginas enrgicas e brilhantes consagra-
das, ha dez anuos (2), as /mitras da guerra.
O governo russo teutou debalde contradzer, por
intermedio de um hbil e.-c.riptor M. deTengoborski,
clculos que a experiencia tem plenamente justifica-
do com elT.-ito, depois de ter reunido com difiioul-
dade os meios de fornecer duas campanhas, na
ttreeira conheceu a necessidade da paz.
Depois de 1854, as linancas da Hussia justifica-
ran! as previsOos daquelles que criam na preeperi-
dade crescenle do imperio, ou daquelles que duvi-
davam del las, a menos de um abandono dos sonhos
e tradie^es polticas do passado 1
A eomparaco de ambas as pocas lorna-se ins-
tructiva, e e com a lembranca em 18o't que exami-
naremos os recursos de ls.'l.
I
Os dados oleiaes j.ublcados em 1834 por M.
rengooorski iti devem ser antes de tudo recorda-
dos succiulamente.
A massa total dos bilhetes em circularlo eleva-
va-se a 31',027,000 rublos (4), e a reserva metall-
ca re.'.resentava ainda 42 por 100desta massa; ella
era de 146-563,000 rublos (16 -28 de setembro de
1834.)
Ja alfereca, em relacao aos annos anteriores, um
augmento notavel na circulago fiduciaria c urna
dimtmiicao d.- numerario; mas a troca de bilhetes
por dinheirocontinuava.
Hoje o lialane.) do banco de estado, de 30 de no-
vemoro de 1863, verifica urna somma de bilhetes
superior a ti3i imlhes de rublos; a reserva meta-
Ihiea e apenas de 36 millies de rublos (3j, com um
complemento de 12 milhes em fundos pblicos.
A Iraca de bilhetes, suspensa em 1833 e conti-
nuada em 1862, de novo suspensa dous mezes
depois : deste modo os bilhetes de banco equipa-
ram-se ao papel moeda.
A divida inscripta era na 1 de Janeiro de 1833
de 400 milhocs de rublos, e quasi de 650 milhoes
no principio do exercico de 1863.
Os MMete) e> me (sedulas do Ihesouro) nao
excediam em 1834 a 60 milhes de rublos; monta-
ram no Io de Janeiro de 1863 enorme somma de
120 milhes de rublos, e fo preciso crear cinco
senes novas de 3 milhes cada urna (13 milhes de
rublos) para robrir e dficit do budget de 1863.
S a elle pertence mais de meio milhar de mi-
lhes de divida fluctuante.
Deve se ainda carregar ao Ihesouro os bilhetes
de 3 por 100 ennttidos por 368,772,600 rublos, e ty~
de 4 por 100 emitiidos por 47,143,000 rublos, os
98,792,430 rublos de deposites do banco, os
38,194,333 devdos a diversos depsitos, 36,880,742
ao enfre de Moscou, 27,135,610 de contas corren-
tes, etc.; e rhega se a um total que excede, com
os bilhetes em circulaco, a um milhar de milhes
de rublos ou 4 militares de milhes de francos I
Estes algarismos devem ser explicados, e do exa-
me do todo preciso passar a um exame circuns-
tanciado, que era a'sss difflcultoso em 1854, c que
tornou-se mais fcil em 1863.
O budget russo apresentava at estes ltimos
lempos um paiz incgnito, cujo accesso era inter-
dicto aos profanos.
Foi urna grande reforma encarada como um acto
de audacia, a publicaco do ornamento da reeeita e
despeza, ainda mesmo incompleto e errneo, feito
para o anuo de 1862 por M. Kniajevitz, entao mi-
oifitro das linancas.
Um trabalho mais exacto foi preparado para o
exercicio de 1863 pelo actual ministro, M. de
Reutern.
Comtudo ha entre estes dous documentos um
poni curioso de semelhanca: arabos os budgets
teem om dficit quai egual.
O algarismo approvado para 1862 de 14,157,899
rublos, e cinco series de 3 milhes de bilhetes do
thesouro veem prefazer em 1863 um dficit seme-
lhante, que attinge o numero completo de 15 mi-
llifles do rublos (60 milhes de fraacos.)
M. de Reutern, ministro das finangas, no mez
de maio de 186:), apresentava ao czar o relato-
rio acerca do budget do imperio para o exerci-
cio de 1863. Basta interroga-lo para convencer-
mo-nos de quanto eram errneos os relatnos
(1) Discurso pronunciado no club inglez de Sao
Petersbourg 22 de dezembro de 1863.
(2) Por M. Len Foucher em 15 de agosto 1- de
setembro e 16 de novembro de 1854.
(3) Na mesma Revista, 15 de novembro de 1854.
(4) O roblo vale 4 francos.
(o) Moeda de ouro 42,829,142 rublos; moeda de
1 rata 13,125,898 rublos; barras de ouro e prata
119,385 rublos.
Ihes de francos.
Nao smente nos algarismos. tambem no
modo de classificacao que numerosas modificarles t reno com urna ii
teem ido feitas.
ta
o escriptor accrescenta : sanente n'otna poca circunstancia, que a moeda de cobre, entao ins-
imulo recente que le ligaron que bastarla fabricar truniento principal da circulacao, prestava-s mal
um |>ar He botas para fazer eaminhar quem nao ao movimento commercial c ao transporte de um
toi pwnas. lugar para outro.
Se cerlo que SWussia produz poutai, nao o Adra de dar ao papel-moeda, creado sob o nomo
menos tambera que despende muito: particulares de apolicrt, a faculdade de circular como metal, n
e o governo andam emparelhados neste ponto ; mesmo manifestri ordena que seja re eliido em ki-
a economa, esta virtude dos poros que prosperam, dos os cofres pblicos, romo numerario, no pagn-
quas que nao coala adeptos qur entre o povo ment de impostos. rA-se mais, o; eoiitrbnnitrs
qur entro os nobras,e para julgar da situacao das foiam obligados a desompenhar-se pida vigpssima
ollces. emais casas de cambio, para
moeda de cobre por apolices, forain
bourg e Moscou, l'm brilbante
apenas rejiresenta a decima parte do budget da successo coroou esta primeira tentaiva, a tal pon-
Kranca. io que os cofres pblicos podei am oblar um quar-
Nao nosso proposito diffamar a Russia, as- to |r 100 de premio na emissao do papel. Aflln
s:m como nao queremos lisonjea-la; portanto tere- de fornecer a inoeJa miuda necos-aria as transac-
mos de jnvocar. a asseverago de testemuntias ces diarias, abriram-se em 1772 numerosos e-erip-
oculares incapazes do toda a suspeita de narciali- lOrios que pagavam as apolice em dinheiro de co-
dade. Dre.
Ellas confirmam os graves inconvenientes do Um ukase de 10 de Janeiro de 1774 taha lmi-
clima e do solo, que apenas poderiam ser ven- lado a um total de 20 milhes de rublos (80 mi-
emos por um trabalho obstinado e por um capital Ihes de francos) a emissao das apolices que, em
abundante. caso neiihum, poderia ser elevada; mas este pre-
As vastas extenses de terreno s servem de ceito nao lardou em ser violado: us gastos da guer-
riqueza quando acham-se fecundadas pelo tra- ra da Turqua arrastraran! o governo a crear re-
liadlo de urna populacao numerosa e activa. Tan- cursos usando do meio muito conimodo que Iheof-
to vale o liomem, quanto a trra, porque o ho- ferecia a labrkcM de papel-moeda. Um. novo
mem que Ihe infunde a vida, t E' o liomem quera manifest de 20 de junlio de 1786, proclamou a
faz a trra. certeza formal de que jamis a somma das apolices
Segundo a enrgica expressSo de Michelet; excedera a 100 milhes de rublos,
ora os camponezes, apenas libertos, precisam O manifesti afilrmava que a massa de papel-
de tempo para livrar-se dos vicios e da ignoran- moeda j creada nao corresponda as precisos da
ca, cortejo fiel da escravidao, e para conquis- circulacao; nas a experiencia mostrou bem que o
lar a energa moral. At essa poca, a agricultu- algarismo de 100 milhes exceda muito a essas
ra, esta base fundamental da riqueza do paiz, di- precises, porque o valor das apolices declinou im-
u"uira. I mediatamente.
O camponez continuar a desfructar o seu ter-' J em 1787, o rublo de prata (dividido em 100
tradicional, eo grande ropecks) era pago por 103 ropecks em apolices;
MMrira
li
viam cn-cuiar /o.zz^/i nmius-fra.a,. i .uar aemnnanis w^n. ,- i.,ri.'
icublo eWropeckPem apolire* por Om rnbh- em 1uam". P0. luana
praia. (11 > '**e- 'lue fava ramenlc, arredavam a
Os bilhetes da crdito do estado recebeTant ga- da de cima dos combatentca, e dmaTa-o*
rantia de toos os bens pblicos ; mas, para man- mente a descoberto.
ter um preco-corrente regular, ara prociso salis-1
fazer uiha outra coadi^o muito ranis elflcaz, as-1 u- Leonor, u. Manato e Rodrigo Freir s
segurando a troca roaslante dos bilhetes por espe- ravam um s momento os oalos .! 6-
ces metallieas Por ordem imperial, no mez de confusas masjM d( n0nen, armaV, an ah ,
dezembro de 1844, transportou-se para o castello: ......,. .. ,_ ,'' '
de Sfci-Pet.-rslinr. sob a inspeceSo de vinto eqna- avan;ar. ora reinar, ja lettoajontrn-* em rom
tro memliro-i da delegaco da bolsa, um fundo me- boa enormes, ja formar de npanaa nm tnloco-
tallco de 70,461,243 rublos e 99 ropecks, parte .-m pacto, que se lananMi, romo lorren'i- inriMit
prata parto em ouro ei barras ou especies. Este ^ d ,..I(lftdidos embftaa fcb,
deposito fot subnittido a venlicacao docommercio '
de 8. l'etersburg. representado por urna deputaeo. Ir Uelraz das pequeas eleac..s. que ali lataot
Ello aginentou-se a 14dejnlho de 1843 por um sup-, (ereeia o terreno,
plemento de 12,180,000 rublos de ouro e prata.
As.-im tornase muito dificil comparar entre si
os diversos captulos dos dous budgets de 1862 e
1863.
i ""'. *"' iiiiuii ii.iukioiihi, a o graoui: iu|iciiv>/11a p.i^o pur iw-j iopciKs em apoui es;
proprietario ser obrgado a reduzir as semeadu- o preco crreme destas a|olices desceu a 108 ro-
i ras. O trabalho por jornal vae ser cada vez mais pecks em 1788, e a 109 ropecks no auno de 1789.
As despezas tceasionadas pela guerra da Tuiqua
Accrescentae ainda o numero incrivel de das e da Polonia arrastaram novas emisses de papel,
, feriados, porque o camponez russo tambem pode e o seu curso continuou n depreciar-se. (10) Era
Segundo o budget de 1863, as rendas sao ava- dizer que arruinado por festas. muito natural que o cambio sobre o estrangeiro SO
liadas om 318,800,000 rublos (1,273.200,000 fran-| Portanto, um augmento de impostos ser po"* resentsse deste enfiaquecimenlo de curso, e foi o
eos); deduzindo os 42,700,000 rublos que ]no muito tempo mpossvel; o budget das receitas de- que aconteceu.
guravam nos clculos precedentes, fiea urna re-' ve ficar estacionario. Convm oceuparmo-nos com Urna outra conseqnencia era ineviiavel, o enca-
ceita de 276,100,000 rublos (1,100 milhes de fran- o budget das desjiezas : poder-se-ha diminui-lo fa- recimeuto de todos os objectos, a alca do prego o-
cos), inferior em 8,600,000 rublos (34,400,000 cilnieule? minal das cousas. Assm o ukase'de 23 de ju-
0 ministerio da divida publica absorve pouco nho de 1794 elevou o algarismo da capitacao dos
mais ou menos 57,457,217 rublos (230 milhes de camponezes, t visto que o preco augmentado de to-
francos.) Longe de cuidar em reduzir este ca- dos os producios ibes permitlia ganhar mais na
pitulo, o gos'erno russo faz vaos esforcos para agricultura e outros trabalbos. O imposto da
augmentado tentando contratar nvos emprestimos. agua-ardenle, a quota do capital exigido para faz-r
O ministerio da guerra e o da marinha ahsorvem parte das tres corporales de mercadores, a renda
quasi 134 milhes de rublos (536 milhes de fran-: >obre o ferro e cobre, o sello, os direitos sobre pa-
cos.) tales, os privilegios, os passaportes, tudo foi aug-
Aqui anda se nota urna tendencia perg*a I mentado. L'm ukase de 28 de junho seguinteaug-
para um accrescimo de obrigaces. Tudo lera | mentou o sold do exercito.
encarecido na Russia, principalmente por causa j Por duas venes, a imperatriz Catliarina violou a
da depreciado do papel-moeda, e tendo sido um obrigaeao conlrahida de conter-se em um mximum
pouco melhorado o sustento do soldado, disto determinado de emissao. Ella tinha ido alm do
resulta urna dupla causa de aggravaco para a ^ limite de finta milhes primitivamente estabeleci-
despeza. do; do mesmo modo transpz o de 100 milhes II-
E' fazendo rc-sahir a importancia das suas for- ] xado mais tarde. Por occasio da sua morte, a
as militares que a Russia comprazse em apre-! somma de papel-moeda elevava-se a 157,703,01)0
,1,340,140.000 trancos). Deduzindo os 37,800,000 sentar-se ao mundo como urna potencia preponde- rublos.
rublos de des|.ezas ass.gnadas sobre as sommas rante. Seus successores nao pararam em to bello ca-
nscnplas pela primeira vez as rreeadaces do o famoso milhao de soldados. de que tallan; mj|10. Em 181, as apolices chegavam ao colos-
thesouro, fica urna somma de 292.700000 rublos tan,as estatisticas na r.aldade s existe no papel.; sal algarismo de 577 milhes de rublos. Alexan-
e 310,019,000 rublos levada a guerra da Polonia acaba de mostrar quanto o dre I reconheceu, por seu manifest de 2 de feve-
francos) aquella de 284,703,000 rublos levada ao
budget de 1862 com os 5,400,000 rublos que nelle
achavam-se inscriptos como receitas de ordem, e
que figuram presentemente as rendas ordina-
rias.
Este enfraquccimenlo de rendmento do impos-
to nao tem sido deudo pelos recursos que tarac-
ee a nova tarifa de patente para o exercicio de
commercio e industria, nem por um augmento de
25 por cenlo sobro a capilaco dos habitantes do
campo, ou do foro (ooroA-) nos dominios do impe-
rio, que entretanto d por si s um accrescimo de
2,700,000 rublos (10,800,000 francos.)
Do mesmo modo a falta de economa lem sido
claramente reconheeida. O budget das despe-
zas fixou-sc para 1863 em 330,533.000 rublos
ao budget d; 1862.
A diminuigo apparente de perto de
sobre a despean reduz se a 2,800,000 rublos ceder?
; total dos soldados disponveis fa>ta-se desses da-
18 milhes dos phantasdeos. E como dcixaria de assim suc-
reiro de 1810, esta massa de papel como divida de
estado; elle deu-lhe por garanta toda a fortuna
publica acrescenlando que nenhuma nova emissao
(ll,200'000 francos) se se supprimem do algaris-' Desde 1856, nao ha recrutamento : aquelle que de papel-moeda teria mais lugar. Esta promessa
mo de 1862, como se conhece do relatorio, em vez se est fazendo presentemente, deixando de parle I teve a mesma aorta das que precederam-na : em
de quatro milhes de rublos da divida mal parada, as antigs provincias polonezas, nao fornecer to l>fl7, o total do papel-moeda importava om 836mi-
7,317,000 para o preparo dos piovimentos de cedo soldados capazes de entrar em rampanha, I ifiOes de rublos.
agua-ardenle, e 3,710,OUO para o projectis e co- porquo precisam, mais na Russia do que n'outra | E dificil de negar depois de semelhantes pre-
bre destinados ao ministerio da guerra e da rna- parte, de ser por muito tempo exercitados. Qual cedenles, a facilidade de crear a moeda de papel,
rinha, artigos que devem ser despresados na na realidade a importancia actual das forcas mi-1 encobre um fatal poder de expauso que apenas
comparacao com o budget de 1863. litares? ceder a um meio radical : se se recua diante da
Como quer que seja, o ministerio das linancas O autor de urna cxcellente obra de estatistica applicaco de um remidi heroico, aggrava-se o mal
reconhece que comparativamente ao exercicio de comparada ( 7), M. Kolb, estimava o exercito acli- d-se-lbe maior exlenso e expe-se todo o orga-
1862 o orcamento das rendas aprsenla para vo 383,000 homens, a saber: infamara, guar-
menos urna diflhrenea de 8,680,000 rublos. Este da granaderos, 40.000 homens;linha, 1.10,000.
dficit cobre-se cora" a concurrencia de 4,000,000 cavallaria regular, 55,000 homens; artilhena
pelo excedente das rendas levadas em couta iiela e engeiiharia, 3),000 homens; exercito do Cau-
primeravez sobre as despezas egualmcnte ins- Citi. IW.eOO; total 385,000 homens, aos quaes
criptas pela priineira vez no budget, c com se I**16" juntar poMO mais ou menos loO.ooo
2,800,000 rublos pelas economas proposias : deste homens de fosacos o de cavallaria colomsada.
modo tica limitado a 950,000 rublos ; mas um Parece que estes algarismos approximam-se da rea-
novo dficit que ajunla-se nsullicicncia das re- 'idade. (8) ...... ,
celtas, j em 1862 verificada como elevando-se a! por occasigao da guerra da Crimea o granue
14,780,000 rs.; portanto o seu total em 1863 de exercito de operacao devia contar 418,106 soldados
15,730,000 rublos (62,920,000 francos.) de infamara, 99,260 soldados de cavallaria, e
\' vavam o exercito do Caucaso a 250,000 ho-
L que a situacao est de tal sortc pertinaz que niens.
os mais habis nao saberiam fcilmente domina- o total das tropas cujo fornccimenlo doria ser
la. Querer-se-ha presentemente aggravar esta feito pela nlendcncia militar, era avahado, no an-
situacao ? llavera esforcos para mclhora-la. ou no de 1855, em 845,000 homens; e em 1856, em
smente para manl-la ? Augmentar as fonles de 796,795 homens. A falta de reerntamento e nu-
rendas, e diminuir as de despezas, tal o cami- morosas baixas teem extraordinariamente dimi-
nho noe nos ndica o bom senso. Indaguemos o nuido, ha acta annos, este algarismo simplesmente
que possivel fazer-se, cexamiuemos priraeiro as numinal.
Em todos os paitas, o exercito figura sobre o pa-
pel como urna massa mais consideravel do que
aquella que aprsenla sob as bandeiras.
Esta differenca sobretudo muito grande na Rus-
sia, onde serve para robrir numerosas irregulari-
dades administrativas e tristes depredaces. O que
Desta modo pensou-se ter fornecido una garanta
sufllciente paratroca regular de 170 milhes de ra-
pios em bilhcies, elevando-se o fundo de reserva
quasi melado do papel cm circulacao.
E" dessa poca (1844 1843) que data o curto
periodo do esplendor financeiro da Russia. Para
melhor as*egurar o prestigio do seu peder, o im-
perador Nicolu pz a ganan 100 milhoes era fun-
dos pblicos estrangeiros. Nao se pode esquecer
Freir soltou um gr*> asa
De repente Rodrigo
vorado.
Que foi... que f.M, Rodrigo ? exi-
tosamente D. Hnralo.
U enbJH O general Paj
desviar os olnos do oruloI
no meio dos RnfTs... Ah
a sensaco prodnzida em 1847 pela compra de urna |U ^ ver deSt.moarcar n#V4> ,r
..iinimu ri., '\ mlhii iI somma de 30 milh*J dos nossos fundos publico;
francezes de 5 por 1O0 laxa de 115 francas e 75
cntimos, oque permittiu aoJianco de Franca fa-
zer face s necessidades creadas pelo provimenlo
dos cereaes.
Os acontecmentos de 1848 e a campanha da
Hungra nao tardaran! em modificara situacao: no-
vas emisses de papel renovaram o triste abuso
que o conde de Cancrn quizera acabar sem ro-
deios. Fezse pelos bilhetes do imperio oque linha-
se feito pelas apolices de Catharina e Aiexandre.
com esta differenca que a expansao do papel fidu-
ciario tornou-se ainda mais rpida.
[(Continuiir-se-liii).
o 16...
Aquelles soPortuguezi
D. Goncalo.
, r.'S|c>n.leu ''ll^
a a-pi -lie ipie
n 11 h-m : ar re-irrt
-la ckaf
lionvm' xdawwa
0 SEGREDO DO ABBADE.
K o regiment
Machado ?
16'. N.41 distingues o t-teimM
Ah! herejes! ah' jronnos!
gareis! cxrlamou D. oneal
bazofia altamente nacional
Vs aquelle ollleial qu
tropas ? disse eulo Rodrigo
HU...
Qu?.... que dizes,
minha I Forte uome
na amia o n
Agora o; p.
ao urgiilb Ja maj
'reir. E 1
nismo do eslad a um terrive abalo. Demais, os
resultados das novas, emisses mostram-se sempre
os mesmos: a moeda metallica contina a subir em
relacao ao papel-moeda, o cambio nao cessa de
desear, e o valor nomiual de todas s morcadorias
eleva-se tambera causaudo a ruina dos particulares
e perdas sensiveis ao estado.
De 1798 1817, a massa do p.i|iel-moeda tinha
mais que quadruplicado arrastrando a rcdticco do
valor real do rublo-apolice quai la parte do valor
nominal, o at mesmo a menos. Comtudo desde
1810, alm de restabelecer oequihtirio perdido por
urna emissio inconsiderada de papel, 11111 manifes-
t de 27 de maio tinha enunciado um omprestimo
interno e a veuda de urna parte dos dominios do
estado; a imperatriz Catliarina j baria pensado
em semelhante medida. E' smente era 1817 que
estes projectos poderam realisarseem parte: um
fontes de reeeita.
Um budget de 1300 milhis muito pesado para
um paiz cajos recursos, tornase preciso diz lo,
nao sao relativamente muito considerareis. A in-
dustria russa, apesar de louvaveis esforcos, anda
nao sabio inteirnmenle da infancia ; o commercio, i
pouco desenvolvido, oceupa-sc sobretudo com a' existe completo, sao os estados-maiores.
troca de materias primas, a agricultura soffre Urna folha especial, o Invalido russo, fallava em
desorganisacio causada pela abolido da serv- 1862 de 387 generaes e 30,051 officiaes, dos quaes
do ; ella salda boje o pagamento atrasado de mi- 334 generaes e 19,023 ofliciaes deveriam estar em
sena e soffnment, Ineviiavel castigo de um es- servico activo com 698,354 soldados ; mas os cas-
quecimento bastante longo dos dire!^ da justi- eos que entao se conservavam, estavam longe de
ca e humanidade. achar-se completos, siempre porque o exercito
A nobreza esta arruinada e nao possue o capi-, nm, \*m que ura dos mais consideraves da E11-
tal necessario |>ara inaugurar um novo mmotoiIos rol)a- nao u'ra as Proporcoes exageradas que
Nao se est mais no tempo em que, co- empresta urna condescendente
COSMOS
mo dizia Ssmondi, cultura do trigo custava
nicamente as bastonadas distribuidas aos cam-
ponezes ; preciso pagar o trabalho da trra, e
por toda a parte faltara bracos ; nao se pode re-
correr concurrencia enrgica da machina agr-
cola, porque esta exige desembolsos consideraves,
e conhecimentos que nao ha.
Ihe
credulidde : a
campanha da Polonia de 1831 e a lula heroica sus-
tentada hoje por este infeliz paiz teem sullicienle-
mente provado quanto difilcil tornar disyonivel
para a guerra do lado do Occidente, contando com
immensos espacos a guarda e com a guerra do
Caucaso,umeTecvo de 200,000 homens. Pdese
accrescenlar que ha falta de recursos financeiros
Os rendeiros um pouco abastados e emprende-. Que na0 P006'" .,er fornec.dos nem ,lo imposto
dores urna classe quasi desconhecida o tercei-, n c' empresiimo. O recurso extierno pa-
ro estado agrcola ex.ste anda menos do que o pel-moeda esta egualmento WIJ
lerceiro estado das cidades. Em urna palava, a. uss,a S0Tre- na mu"- uma 8rande co,,a de,le
Russia pebre. Como nao soffrera ella por cau-, l"e ameaca-a com urna cnse 'ernvel
sa de uma carga to pesada qual a de um budget! Portanto, somos levados a interrogara Russia
de despezas de mais de 1300 milhes ? Este tfo "a 'a"> **"" do 1u.e Prduz .u ??^'
lim.ta-se, como nos estados do Occidenle, a tirar Cino a*erca de uma terceira ordem defia^onnmo
adiantada uma parle do excedente dos lucros, con- menos consideraves, os quaes sao as diflu u dades
tinuamente augmentado pelo rpido movimento W Podem nascer P3 ella da sltuaao do SCU
da prodcelo : elle declara-se contra a propria crdito,
substancia do trabalho, devora lodosos germens 1 .... kl-
do augmento de capital de emprexa e cultura,' A ^'imimstracao publica de todos os estados po-
sem o qual as naces se acham desarmadas. O d ^r encarada como um grande banco cujas sa-
solo, mal cultivado, apenas d miseraveis colhei- 1,idas e entradas balanceam-se no lim do anno.
Us ; as vias de communicaca s se desenvoivem &em aiP'"ovar um semelhante expediente, com-
com vagar, porque os capiaes estrangeiros attra- prchende-se que, aprovcitando-se do movimento do
hidos ura momento por brilhantes promessas re- H'esouro e da facilidade que offerece a arreesda-
tiram-se de um emprego que nao apresenta'nem Sao do imposto, o governo crie uma moeda smoeia-
grande vantagem, nem seguranca sufllciente 5 a ria ine se mantera na circulacao sem embaraca-
iabrica languece e as trocas declinam. 'a. seno ha esquecimento de cmela nos limites
A Russia pobre : comtudo eremos que nao se marcados pela propria importancia das cobranzas
tem sempre feito juslica aos esforcos tentados pela a fazer.
administraeao para enriquece-la. Tornou-se o A prudencia, ainda a mais vulgar aconselha que
governo responsavel por um mal cujas causas }s restrinjamos a um quarlo ou terco do budget
preciso buscar em outra parte e mais ao longe. da* receitas, o que daria Russia perto de 100 mi
De cerlo faltas teenr sido corameltidas : a corrup- ",Ses de rublos (400 milhoes de francos.) Este al
cao, esta chaga vergonhosa que roe todos os ra- garismo, ja por si consideravel, acha-se quasi sep-
mos do servico publico, est longe de ser curada, '"Micado sem que a possibilidade da troca de bi-
e immensas reformas sao as nicas que podem heles por especies venha consolidar a base vacil-
dar um andamento regular esta vasta machina ; laue, d urna immensa circuladlo ficticia,
mas, para pedir emprestado um exemplo me- Na0 na nao mais curioso nem mais instructivo
chanica moderna, as mais heroicas medidas nao do V a historia do papel-moeda na Russia ; ella
"o dos principios sobre os
m crdito sinrero: a auda-
puta-o facilidade com que as
vidual, a aclividde intelligente, debalde se procu^ nais so'emnes obrigaces deixam de ser cumpri-
ra em uma organisacao social que ainda nao est **?;, ,;.,,, .- ^ 1
^^Sl^T^Z^Z^ acLiUdtqZ ^Tnecer^s SE
W>WSSri%Z ^\Smoa& propnos a esclarecer graves questOs. (9) O pa-
pin fir*vlPi'Pr ^^^^~
A Russia 'pobre, nos o repetimos, e os Rus- (7) Parece-nos que M. Kolb nao avaha em um
sos a quem nao cga um falso orguiho nacional, algarismo bastante elevado os cornos da guarda e
aquelles que possuem nofes claras e precisas osnranaderos^nwsM doplc^ eayrago qpanto
acerca da situacao do seu paiz sao os primeiros
em confessa-lo.
emprestimo foi contratado a 8:t e um lerjo por 100 bauo!'
em obrigaces, produzndo 6 |ior 100; elle reali- Maria
sou-se em papel-moeda de maneira a consolidar Rodri
por meio de uraa divida productiva tima porco da
divida improductiva.
Esta operacao foi renovada em 1818 razo de
85 por 100; em 1820, um novo emprestimo de 5
por 100 foi concluido no exterior em numerario
razo de 72 por 100, o que apenas procurou ao go-
verno um recurso de 29 milhes contra um empe-
tata elevado a 40 milhes; outros emprestimos
anlogos elfectuaram-se razo de 77 e 77 e meio,
e uma parte das sommas assim obtidas foi resti-
tuida a commisso de amortisaco da divida, eu-
carregada de retirar por este meio uma certa quan-
tidade de papel-moeda da circulacao. A massa de
papel foi reduzida em 1822 a 595 milhes 776,00.
rulos.
Era entilo ministro das linancas a conde Can-
aria ; elle recusou-se resolutamente a transformar
urna divida sem proveito em uma outra divida que
traria encargos annuaes para o thesouro. Prefe-
nu sustentar, quanto fosse possivel, o curso da
moeda de papel, esperando opportunidade em que
podesse substituir por numerario sem correr o ri-
sico de comprar por um sacrificio permamente a
perspectiva de novas emisses fiduciarias e de no-
vas revoluees no paiz. Cotiservou-se fiel esta
resoliico, e semelhanle firmeza, que fez manter
at 1839 os 593 milhes e 776,000 rublos apolices
sera augmento algum, tanto mais honrosa ao mi-
nistro quanto a situacao das linancas tinha sido
exposta a outras perdas por causa das campanhas
da Turqua, da Persia e da Polonia.
Durante este periodo, manifestou-se um singu-
lar phenomeno de difilcil explicacao. Em quanto
os cofres pblicos acceitavam o rublo-papel pela
laxa nominal, o rublo-prata por 3 rublos-apoliees
e 60 ropecks, o molo-imperial de ouro por 18 ru-
blos e 25 ropecks, o coraraerrio e o publico adrait-
liam um outro preco crrente, a saber : o rublo-
papel por 1 rublo e 27 ropecks, o rublo-prata por
4 rublos e 30 a 40 ro|iecks, o meio-im|>erial por
23 rublos. Via-se nestas variarfes,(|iieafTeclavam
rudemente o cambio, e de que o paiz muito se
queixava, denunciando-se como o fructo da agio
tagem, uma especulacao dos banqueiros.
roR
Amadlo Gama.
(Conlimiarao do n. 90.J
XV
DttS Ill.K.
D'alii pouco Rodrigo Freir, com dous oculos
de alcance sobradados da parte esquerda, e D.
Leonor encostada ao braco direilo, atravessava o
espacioso jarditn da casa, e sabia pela porta-que d
para o Codecal, seguido por D. Goncalo, com um
oculo na mo direita, e o enorme chapea felpudo
empinado desastradamente no cucuruto da cabeca,
to embebido ia as cxclamaees, que Ihe eram
inspiradas pela sorlo duvidosa dos dous sobrinhos,
que linha envolvidos na batalha.
Da rampa do Codecal, para onde abria nesso
lempo uma porta do quintal da casa, que foi de
Antonio Matheus Freir de Andrade, e hoje de
um seu successor, tomaram para o largo de Santa
Clara, entraram a portara do convento, seguirara
para a corea, e, subindo ao alto da velha mura-
Iha de Alfonso IV, forain por ella fra at ao mi-
rante de sobre o rio, que uada menos, que urna
das mais altas torres das que guarneciam a forte
muralha, que o filho de D. Diniz principiou, e que
foi concluida no tempo de Fernaudo I, seu neto.
Em cima do colossal cotovello, que ah estende
para fra a monlanha, em que esta assentado o
bairro da Sa cidade primitivalevanta-se esta
grandiosa torre, quasi que a prumo sobre o rio, e
a to elevada altura, que a oseada dos Guindaos,
que a distancia della se colleia n'aquetle ngulo da
monlanha, uma das mais ingremes que lem a
cidade, apesar da extensa volta, com que parece
que se quer enroscar u'aquella ingente massa de
granito. Em razo desta posieao saliente, da sua
grande altura e da enorme elevaco, a que est
sobre a margem do rio, esta torre, nao s se des-
taca magestosamente na frente de podra que o
Porto ii'iu voltada para o sul; mas, do alto do mi-
rante que as freirs Ihe construirn! no ciino, abar-
ca em vastissmo panorama, para leste e para
aconta, as duas margons do rio, o na frente, para
o sul, todo o extenso territorio, que os nossos pau-
sados conhecerain pelo nome de Terra de Santa
v. Era cxcellente, portanto, a posico, que
rigo Freir escolhera, para satisfazer a curio-
sidade de assislir sera perigo s terriveis peripe-
cias de uma batalha. Desde a ponte at Avintes
tudo eslava plenamente a descoberto. Nao baria,
pois, mais que dobrucar sobre o muro, e logo o
graudioso espectculo eslava todo desenrolado dian
te dos olhos.
A artilharia
omem Milho
exc laiijou D. Goncalo.
emendpu Rodrigo Fi
Por
Hill... Hill
Ililho \ Muito bem,
Goncalo.Olha, la levam o fAklo para a lado ti
lm. O que ah vera de Inj Irzes t E o p+ex 4u
mundo, Rodrigo t
Nisto o leste acaimou por
campo da batalha lana ucridi anta fosnaroda Ai
fuzilara, e pela de cinco pe^ is de artilharia, trnrn
que os Francezes varejava 1. quanl<> pndat, -
Inglezes, que vinham ainda
mundo que D. Goncalo vira.
48 e 66 de linha e o primeiroj I
Hiiho cornil
alguns miaanta, e o
no rio.
rain os
batalhao
camentos pertencentes brikada do general Sie-
wart, todos da diviso Pagel,
diviso via-se ainda do lado
a embarcar.
Vi, que internara aqu
Goncalo ao ver a espessa fui laceira, que Jl> -uhi
lo cobriu todo o campo da b lalha. e 0p4er*t
re
m
A cavallaria *>(..
al m, e priaciptava
illa -ezclanaa i
redemoinh
movimento
vam.
ar e revolverse pala ta
i das massas, que ao sei
Ierra, ao gr* seio della >e ajjita-
A cavallaria principia 1 atravessar rta
disse natas lt-jdrigo Freir.- Ves aqu. lie oVtat
que esta a dirigir o embarque. ..Mata reparar.
E' o tenente-general Payne. Este que a*aii tem.
na primeira jangada, o brij ideiro StewarL (** '
Olha para aqu, para a Curt vira. GoraJo. 5o
vs... L sobem 03 academk- a.. .e rea eUr os
caradores portuguezes. Bra o geaeral Sbrr
brook l embarca...
Ah brbantfs de lier jes, agora o verei.-.
raarinellos! cxrlamou D. | >on<;alo. AsjtanV o
oculo |iara as tropas portuguezas. que sanwMsi a
passo dolirado pela (Jirtceira cima.
Nisto a fomareda, qne env >lvia o coataaS*. 4b-
sipou se a uma rija tufada do leste.
- Deus de misericordia '.- balburiou O. Oumr.i-
lo, filando anciosamenle o lug ir da lula.
Ao mesmo lempo I). Leonor, paili.la maa> ura.
estatua de marmore, ergueu- nnrhiaalaaraar As
pe, e deixou descalur o bra u, qoe imliaftTi >
oculo.
ao exercito do Caucaso, onde se encontra urna
parte da cavallaria que nao est romprehendida
ra do"sorgosraaisacreditados da imprensa rus-! sob 1 norae^^XTmo^TTo^-
arasar,Ruski vl?^ .5S?' elle, a penuria la dtabalr.!himo m "{"i "SSSSLde Stand* 3
que nos afflig, torna-se o governo responsavel | W Handbuch der Nerglewhenden Slat.lisk, 3.
por isto, para nao coofessar que a pobreza da (edicao, IN)X. nfccnr na nniversidade
Russia a causa primordial. Ha sempre bastan- (9) M. Ivan GorlovJrfossor na on,;ers,dade
te dinheiro n'um paiz que prospera sem tata "* ^S^^^S^%
-_________ ....... fez apparecerem em 1862 o seu principios ae
(6) Setembro de 1862. economa poltica. 0 segundo volmv contera (pa-
O governo resolveu por termo a este triste esta-
do de cousas por uma medida decisiva : um mani-
fest do Io de jnlho de 1839 declarou quo o rublo-
prata seria d'entao em diante, e de uma maneira
invariavel, a nica moeda legal do imperio ; e que
as apolices, reduzi-las a seu papel primitivo de
moeda auxiliar, seriam admltidas polo valor fixo
de 3 rublos e 1|2 por um rublo-prata. Todas as
transaoces eutre particulares, e bem assim com
o thesouro, deviam daquella data era diante ser
concluidas e pagas leudo por base o valor do ru-
blo-prata.
Foi severamente prohibido dar-se, em nenhom
caso, s apolices um valor differenle daquclle pros-
cripto pelo novo manifest, e ordenou-se que os
precos correntes seriara colados em prata. Esta
medida foi logo seguida da retirada das apolices :
novos bilhetes de crdito do estado substiluiram-
n'as ; ellos deviam eslabeleccr definitivamente o
rgimen do numerario melallico. Sao estes bilhe-
tes que ainda hoje gyram na Prussia, afastando-se.
ah! da pureza que o conde Cancrin quera con-
servar-lhe.
A retirada das apolices foi determinada pelo
manifest do 1 de junho de 1843, (atlm de sim-
plificar os meios de circulacao e para realisar de
uma maneira geral a uuidade do valor melallico.)
ginas 200 e 227) s mais completas noees acerca
da circulacao fiduciaria da Russia.
(10) Eis aqui nm quadro que resume este mov-
mente no lira do ultimo seculo.
Vowi emis- Valor do ru-
A cavallaria raneeza arr-javas*
eata Ha
f Ocas altodo-
O n
re
ta.
i|Unla vez sobre a centro das I
defendi;un a panojan d Pradi
portuguez. formado em quad radu. e a I
os Ikiffs. divididos em OTMi rerebiMai iat|iiv>
damenie aquelle impelo da nol.- trnanosa. qae
sobre elles M arrojava romo .^reiMe. a lajaajar
aos raios do sol. O fogo. qi e os narfraaas e
rigimentos, ijue os flanqueaban, vomitaraai ?
si, assemolhava aquella loealdade a crtera oV
um vulco. Era suldimement nwiuaha a toaten-
dade daquelles Ihiiuil-, que areoaai arrufar--
de olhos Imandan a mei<> daiieu> | rton m
culo de fogo e ia fumo, par enjre o qnal sal b-
zia sciutillar as bayonetas, ront milhare te fa>-
cas elctricas. Por um nKim>-n4> .aiflli awle a
guiara, cavallaria e infamara, una *e,
diu-se, revolveu se. mas sempfe
terreno. De repente separ->u-Se.
gada por turcas oppostas. e lofi
ria fazer meia vulla, envolvi'la
par 1 aVtnu
quo
Em circu ICflO. sao. blo prata em papel.
1788 40mlh. de rublos 60 mlh 103 ropecks.
1790 1"0 ? t 11 < 115
1791 141 f i 123 >
1792 H7 i 126
1793 120 t t 4 135
1794 124 c 21,5 141
1795 145,8 t 1 4,5 146 1
1796 150 < i 7,7 . 147 f
continuara entretanto a troar me-
donhamente, e as descargas de fuzilara baratan-
vain-se sem inlerrupco. I). Leonor, D. Goncalo
e Rodrigo dirigiram, portanto, s oculos para a
margem esquerda do Douro, e virara o que to an-
ciosamenle desejavam.
A batalha travara-se finalmente de veras. Mur-
ray, que Wellesley destacara para Avintes, depois
de enviar pelo rio abaixo todos os barcos e janga-
das que alcancou e pode fazer construir desde que
ali chegara ainda de noute, atravessara o rio, e
avaucava por Campanha fra sobre a esquerda dos
Francezes.
O tenente-general Pagel, que commandava a di-
viso do centro do ataque, mal Ihe chegaraiu os
transportes que Murray Ihe expedir principiou lo-
go a passar o no.
Os Francezes tinham visto cora apparente isdilTe-
renca todos estes movimentos das tropas alhadas.
Soult.que nao linha forcas para lutar com lodooexer-
clo reunido, o que tinha, em ultimo caso, a retirada
segura, tentou derrtalo dividindo-o. Para issonao
fez opposico alguma passagera das primeiras
forcas; mas apenas soube que Murray tinha atra-
vessado de Avintes para a margem direita, e viu
o regiment dos Bulfs, da diviso Pagel, a subir
denodado pela quinta do Prado do Rispo, cahiu im
mediatamente sobre este, com ntenco deesmaga-
lo, e de nao deixar desembarcar mais gente por ali,
para que, ao chegar, a diviso de Murray se achas-
se dcsajudada na frente del le.
A batalha achava-se, portanto, nestos termos
quando os nossos tres personagens assestaram os
sculos sobre ella, do alto do mirante das freirs de
Santa Clara.
Os Buffs, cm Paget frente, resisliam impvi-
damente, junto do Seminario, ao embate dos tres a
quatro mil soldados, de todas as armas, com Soult era postal arremeltora com elles. As bayo-
netas da infatuara e as. espadas da cavallaria da
diviso Murray luziam do lado de Campanha, tra-
zidas a passo dobradoi na direceo do flanco esquer-
do do inimigo.
A artilharia da esquerda da Serra rarejava as
tropas francezas, seminutilisar um n tiro. As tro-
pas da diviso Paget agglomeravam-se no areal de
Quebranles,;ardeudo por acudir aos corapanheiros,
que viam em tal perigo. E o tenente-general Shor- j
brooke, a quem acabavam de chegar as necessaras Stewarl appareceu na esplanad* do
janeadas, embarcava a toda pressa, em frente da do terr.velro.mte o solo com p*st
Coniceira, as iropas que commandava. cora o pre-, seus enormes enrallos. As duas nsassnt dr ra*a
suposlo de atacar o inimigo pelo flanco dlreito. Es- lana chocarara enlo ouu contra a sataa, o
las tropas consistan! na brigada das guardas e do M> de linha, Inglezes; e do regiment porluguez confusaraenle no meio de ira
decacadores escolhidos, batelho acadmico do,*
Coimbra, e milicias deCoimbra e Figueira.
Espessa nuvem de fumo cobrira todo o logar, on-
TlirVerificou-se nessa occasio que 12,287,000
rublos-plices nao apresentarara-se para serna
sutistiluido9 estavam perdidos. Pelo contrario,
existiam 8,837,000 rubk falsos, fruclo da falsifi-
fumo, e retirar a desfilada
as da sua intantaria.
Era De- ia lloussaye
balbuciou Rodrigo Freir. Masbuve
A osle lempo uma forte int.tJ de veas
al o mirante do Santa Clara o toque i* curaria-
da iufantaria franceza. TocavaSa a r-rir ir.
Retirara Bravo! \clamLi P.-lrifo Fiasre.
Viva o pnnci|H' regente, auss -enb-<
va a santa religo! bradnu enfio D. Goarata.
E, na forca do enthusiasrao, arrerntruu tu ar
seu gigante chapu felpado. Um st|>ra mufi
do leste, que ia eni'w> atraves^aado |ta miranta.
apanhou-lh'o com sbito sopapo, lanroo m o peta
janella fra, e levou-o dianle de Si ae traataata -.
redeinoinhaudo, e (>i lanca-lo -alie Deta oa I). Goncalo nem se quer bu pw laL Q>o*>
chapu sahia pela jauella do imraate fcira. aasasO*-
va elle de novo o oculo, coin a turioiJade aariu-
samente espicacada pela voz d. Rtidriga Frer-
que exclamara arrebatado:
Mas, nao enfeudo *... Pois Islo qae e *
A retaguarda da columna initatga pritipiam, a
deslazer-se. Viam-se retirar o regiaivaOw jalas-
difioretites ras, que cooduzeai para o &em U-
Patas. Ao mesmo tempo s qua>lra mentos adiados desdobravaui en cliimn 1
das, e lancavam-se a bavuuela ibre a fnli
ponente da impvida coluiuoa ffaareza, aja
tiuuava a vomitar om fugo ternvet sotir 1
A cavallaria francesa apparecea esuw 1
le na frente da m.i>sa comparta, qu a 1
liavia formado, e arremerou-se aV^atala ->l r-
os regimentos inglezes. Estes farmaram
mente quadrada Nisio a ravaaWia da
cacao.
sciutillavam as e>padas, como infriadas, da estrel-
las cadentes a duudejar cm limitado aspara.
fC(,lr+e4m,
1'KR.NAMBUCO.- TTP. Di 1P. t. k PW


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EBU10LCA2_9WYY5G INGEST_TIME 2013-08-27T21:36:14Z PACKAGE AA00011611_10346
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES