Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10345


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Full Text
AflflO XL. HOMERO 89.
Per tres aezes adiaiitdos KgOOO
Per (res nezes vencidas 6$
Porte ao cundo per tres mezes. 750
TERCA FE1RA 19 BE ABRIL DE BM.
Per mee adiaatat. .... 19$00O
Perte ao cerreio pora anuo 3$00O
NCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
au!, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
8r. A. de Lomos Braga; Gear, o Sr. J. Jos d
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A*
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Das; Bahia, o
Sr. Jos Martins Ai ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
^ ,. ,.?AB^pA.DeS. WtfBM EPHEMERIDES DO MEZ DE ABB1L.
Olinda, Gano e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas ti u.
sextas-feiras. 6 La nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
Samo Antao, Gravat, Bezerrbs, Bonito, Carnaro', 13 Quarto cresc. as 9 h., 4&zn..e M s. da t.
Altiuho e Garanhuns as tercas feiras. H I na eho* m k M...a.
Pao d'Alho, Nazareth, Lirnoeiro; Brejo, Pesqueira* J0* Che'a M 10 J* 9 m+* s" da '
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob, 2) Quar, minS- as 2 n>,4 e 3S- <* m-
Boa Vista. Ouricury e Exu* as quartas feiras.
Sermhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Piuienteiras as quintas feiras^
Una de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os asrelas partem ao V da. .
PREAMAR DE H9JE.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da urde.
| Segunda as 2 horas e 30 minutos, da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o ral at Alagas a 5 e 5; para o norte at
a raDJ* a e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 1 dos mezes dejan, mare., niaio, jul, set enov.
n PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife ; do Apipucos as 6 '/*, 7, 7 % 8 e
8/ da m.; de- Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 >/2 da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bomfiea s 8 da ra.
Do Retare.: para o Apipucos as 3 % *, 4 A, 4 Vt,
5,6 74, Ve-6 da urde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 Vi da Urde: para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 >/. da tarde; para
Bemflca as 4 da Urde.
AUDIENCIA DOS 1RIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do emmercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Facenda: quinta s 10 horas.
Juizo do emmercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: torgas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meto
dia.
Sgunda vara do civel i quartas e sabbados a 1 har mm e a', dos propietario
da Urde. I Faria a Filbo.
DIAS DA SFMANA
18. Segunda. S. aldino L r 19. Terga. Ss. Expedito, Afiaoaaian nmi.
20. Quarto. S. Ignez do n.i-iii.- Policiano.
21. Quinta. S. Anselmo are. S. Silvio m.
22. Sexta. Ss. Soler e Caio pu> ntni.
23. Sabhado. S. Jorge m.: 3. Adberto I.
24. Domingo. S. Fiel de Sigiuartoga m
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraha da-pnga 4a I
Maaool
PARTE 0FFICIAL.
GOTOtM DA PROVINCIA.
Cenlinnarao da ripedienle do dia 11 de abril
de 1K.
Officio ao Exm. Sr. visconde de Carnaragibe di-
rertor da Faculdade de Direito. Ilavendo por bem'
Sua Magestade o Imperador por caru imperial de.
-T> de marco ultimo, comearme para o cargo de
presidente desu provincia : assim o communico
V. Exc. para seu couhecimento. Fizeram-seii -
das as mais communicages.
- 15 -
i Mllcio ao brigadero mu,mandante das armas.
Sirva-se V. Exc. de mandar inspeccionar pela juu-1
la miiiUr de sade, como pede no requerimento
rimento que devolvo da professora de instruego cidade de Nazareth, j com approvago do Exm. pap
ii|inm>fif-i r (i momt milifln i ln i lli>ii-Miin t RitL'ct nr.x.l'nlit ilmi'n.". n<. ni tii*tn "--------- A I l II
incluso por copia o pharmaeetico Carlos Felippe
llabello de Miranda, que se acha serviudo no hos-
pital militar.
Dito ao Inspector da thesouraria de fazenda. Passe portara concedendo a gratilicacao que re-
Declaro V. S. para o fim conveniente, que na se- roer o supplicante.
retara desta presidencia existe o titulo, que me Bacharel Daniel Germano de Aguiar Montar-
oi remettido com aviso do ministerio da razenda royos.Passe portara prorogando a licenca por
elementar da mesma cidade, GuilhermnaBasifcsa prelado diocesano na parte religiosa, "de parecer
de Oliveira e Silva.
N. 113.Dito ao mesmo.Passo as maos de V.
S. de ordem de S. Exc, o Sr. presidente da pro-
vincia para ser presente assembla legislativa
provincial o incluso quadro da exportago do assu-
car a que se refere o ofBcio de V. S. de 17 de mar-
co ultimo, sob n. 31. .
Despachos do dia lo de abril de 4861.
Requerimentos.
Alexandrc Mara Barbosa da Silva.Satisfar a
exigencia do Sr. inspector da thesouraria de razen-
da constante da copia junta, e volte, querendo, para
" -ulMo.
Antonio Jos de Santa Anna.Indeferido em
vista da inrormaco.
Candido das Virgens Lins. -Informe o Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
Carlos Felippe Kabello de Miranda.Apresente-
se ii- quartel general.
approvados os seguintes parece-
rttde Mello.
Sao tambem
res :
A commissao de agricultura, emmercio e i
nbra r'"*1,. > tendo examinado a petico de Gui-
.. ..iniio Baierra da Silva, para que esU assem-!
bla Ihc mande pagar a quantia de 431 360, por i
ter aberto urna valla a partir do riacho Taquara, i
de parecer que seja indeferida dita peticao, nao1
s porque a obra apenas resisti 32 dias, arrom-
bando-se no dia 30 de dezembro, como Umbem por
que dessa poltica nos libemes knnos victii
na provincia.
(Trocam-se muilos apartas.)
O Su. 1((m:h\ki.:Files (reliro-me aos cirmiHtm)
tambem attribuiram, como.o nobre depatado, a a-
gem da liga nao rclcicfio do Sr. Sa e Alhajaer-
que. Que a paixo cegasse partidarios qae viaai
prximo o termo de seu dominio, e os fcinmiii Mo-
gcos e at absurdos, cuusa que fa*-ihMMo n
concebe, por que em flin morriam aa inpeniienri.t
Anal.
O Su. Dki'mmono :Di licenca para un aparta*
O Sr. Bochael : Pois nao.1..
O Sn. IIhi;mmo.vd : Ehlao oura o que en diste
Eu demonstrei que o partido progressisU nao ti
nba nasrido da poltica de conciliario; ilinwirii
dessa thesouraria o 2* da de Sergipe Cicero Brasi-
reiro de Mello.
Dito ao mesmo.Ficando inteirado pelo sou of-
ficio de hoje, sob n. 192, de haver V. S. nomeado
Manoel Simplicio dos Beis para o lugar de con-
tinuo dessa thesouraria, vago pela demisso con-
cedida Galdino Eleuterio Teixera de Barros, te-
nho a dizer em respesta que approvo essa no-
neadb.
Dito ao mesmo.Trrnsmitto V. S. os inclusos
' i'aiu <*Ua :i an,es oa 'i n- 508 de 29 de maio Nao sera eu progressisla, se enlendesse que-a.
.'>* qn- fira rev8Ka"a- poltica progressisla firmava-se apenas n'um senti-
que seja adoptado com as alteracoes seguintes : Art. J." fcicam revogadas as leis e dsposico>s ment cujo alcance era de occasiao, e tenda a de-
suppnmidos os artigos 30, 31, 46. eoj 7 do art. em contrario. sapparecer com a crise que a motivara, antes mes-
8* ;_elquanto ao art. 34 s palera ter a devida exe- Pico da assembla provincial de Pernambuco,' mo da realisacao de qualquer idea.
cacao depois que a capella so mostrar com a dev- 12 de maree de 1864.Joaquim do Rege Barros. i Sou anda progressisU, senhores, porque o par-
da decencia, sendo esta reconhecida pelo respectivo Joo Brnutto Correa- e Silva. Demosthencs da tido progressisla tem urna bandeira em que estao
parodio. | Sutura Libo.Vigarto Jerongmo Jos Pacheco de inscriptas todas as medidas de que pode provir to-
t Sala das commissdes, 30 de marco de 1864. Albu Franctsca< Pedro.AlbuquerqueMuranho.Teixei- Limn.BiodoroUlpiano. ginte desla provincia que delle pule integran:
F.' spprovado. | te, taes como as reformas das leis de ele<;5es, da
tVimeira dscussao do projecto n. 32, que een- guarda nacional e da lei de 3 de dezembro.; a
cebii J nos seguintes termos : confeccao de urna lei hypothecaria que, de harmo-
AJt. 1." Os funecionarios provinciaes naapo- na com outra que trate de supprir a falu de bra-
d'-rao accumular empregos que sejam retribuidos ros escravos de que se resente a nossa agricultu-
pelo> cofres pblicos, nem mesmo como graiill- fa, liberte esta das difflculdades com que lula ;
ta'-'' i ti i maior esmero Para I"8 entre a recei,a -a U0S" que o partido progressisU nao^ liona tuun ki
, Ar'-,3. s runccionanos provinciaes aposen- peza do estado se d verdadeiro equilibrio, de mo- bancaria ; disse que nao- riba havido ooiro laclo
t: ,* nao poderao oceupar empregos provinciaes do a razer desapparecer para sempre os enormes notavel no paiz que podess.; ter dado origen a e*sc
r uidoi, depois que houverem obtido suas apo- dficits ; reforma administrativa de mancipa a dar partido, que o racto unir era o da reeleiro do Sr.
.-, onas; e os jubilados s poderao raz-laper- o verdadeiro elasteno s rranquezas provinciaes ; S e Albuquerque pelo 3r districto
c ~ ido apenas urna gratificaco que ser marcada systematisacao da nstruc?o publica, de- sorte a Eis o que eu disse, e demonstrei at certa
i la presidencia da provincia e approvada por esta vir ella a produzir todos os seus effeilos, qur no
assembla. que diz respeito ao moral, qur ao inteUectual so-
fres pblicos, a admittir-se o principio de que un Art. J. Os funecionarios geraes, em eommis- mente ; todos os alvitres, emllm, que- concorrer
particular deve ser indemnisado das despezas que soel provinciaes, nao poderao conur antiguidade possam para que, erigido sinceramento no paiz o
nzer com qualquer obra por sua livre vontade, em- pira seren aposentados ou jubilados, nos empregos governo da naco pela nacao attnja elle ao grao
bora ella seja de ntilidade publica. em que se acharem em commissao. de bera-estar que tem inaufervel direito, banida
Art. 4. Os funecionarios que actualmente oc- para sempre a execranda poltica do pessoalismo,
capta mais de um emprego retribuido pelos cofres causa primaria senao nica de lodos os males,
pblicos tem direito a opcao. com que temos lutado ate hoje. (Apoiados.)
Art. o. Ficam revogadas todas as disposicoes O Sr. Sabino : Apoiadissimo.
em contrario. ( o Sn. Rochael : Agora direi, Sr. presidente,
Luiz Ignacio Teixeira de Araujo e Silva.Infor- e,n Garanhuns para o aquartelamenlo da tropa, o I Paco da assembla legislativa provincial de que a palavra progressisla era a mais conveniente
me o Sr. commandante superior da guarda naci- 1U8 te*e luSar em virtudede contrato com o dele-1 Pernambuco, 16 de marco de 1864Joao T-.para qualificar este grande partido; a palavra pro-
nal do municipio de Olinda e Iguarassu. 8ad0 daquelle termo, e a commissao de parecer! cetra. Sgresststa urna palavra regeneradora, mesmo
Claudino dos Santo Lopes Castello-Branco.- 1?e ,enu0 peticionario feito a obra sem autonsa
cao do governo, (Icaria estabelecido um precedente
de consequenrias demasiadas prejudiciaes aos co-
Joaquim Aureliano de Castro. Satisfaga a exi-
gencia conlida no parecer fiscal.
Jos Moreira da Silva. -Salisfaca a exigencia da
coniadoria de razenda.
Jos Honorio da Silva Coelho Manta.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Sala das commissoes, 30 de marco de 1864.
Compeli.Stheira Lobo.i
Sobre a peticao do coronel Jos de Carvalh
Araujo Cavalcanti, em que pede o pagamento de i
q'ianiias provenientes do aluguel de urna sua casa
Marcelino Tavares da Silva.-O recruta a que, 'lue se er;a informacoes ao presidente da provin-
dorumentos, afim de que, nao bavendo inconve- allude o supplicante ser posto em liberdade se for cia s) *,(,.ueai!5?a0x ?up?iICaa.ut*'.
niente, mande pagar Joao Carlos Augusto da julgado incapaz do servco.
Silva conforme solicitou o ebefo de pobcia em o- Rulino Manoel da Cruz Cousseiro. -Informe o Sr.
lirio de honlem, sob n. 460, a quanlia de........ inspector da thesouraria de razenda.
1:906,5264 rs., despendida com a alimentacaoe die- Sabino Jos Vianna. -Aprsente ao Sr. inspector
tas aos presos pobres da casa de detenco durante do arsenal de marinha.
o mez de marco ultimo.Communcou-se ao Dr. ,
hefo de polica.
Dito ao mesmo.Faca V. S. cessar, a contar do
orrentemez em diante, o abono da consignacio
uiensal de 13000 rs. que o 2o tenente Carlos Es-
nesta provincia, visto que assim o pede no incluso
requerimento, rcmettendo V. S.. a guia do eslylo,
afim de ser elle pago integralmente de seus veei-
nientos na provincia da Baha.-Coniniunicou-so
ao brigadeiro commandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Se nao houver inconveniente mande V. S. pagar
no major Alexandre de Barros Albuquerque ou a
pessoa por elle autonsada, conforme solicitou o
chele de polica em officio de 13 do crreme, sob
E' approvado.
Segunda dscussao do projecto n. 14 deste anno
Sala das commissoes, 30 de margo de 1864. elevando villa o povoado de Salgueiro.
Buarque.J. do Reg Barros.* E-approvado senylebate.
Bernardo Ferrera de Barros Campello, pos- Primeira dscussao do projecto n. 33, dividindo
suidor de urna casa na villa do Cabo, allega que a freguezia da Boa-Vista do Recife.
servindo a referida casa de cadeia e quartel, e do-1 Vio mesa o apoum-se os seguintes requeri-
sejando elle desrazer-se delia, pretende dar a prefc- mentes.
urna palavra de redempeo, urna palavra de paz
e cheia de uncao ; .' finalmente a agua do bapiis-
i mo poltico que trouxe o esquecimento do passado
o abri as portas do futuro. ( Muito bem, muito
bem.)
Definida por esta forma a minha posiciio poltica,
permitU-me V. Kxc. que eu raga alguns reparos
: ao discurso do nobre depulado que encetou o deba-
PERIUMBDCO
ASSEMBLA PROYHCIAL.
SESO ORDINARIA EM 29 DE MARCO DE 1864.
PRES1DKNCIA DO SR. CONSKLHEIRO TRItiO DE
I.011REIR0.
(Conclusao.)
O Su._ Anurade Lima :Antes do projecto em
dscussao assignei artigos substitutivos ao mesmo
projecto, pelo que julgo-nw na obrigacao de dizer
reacia nessa yenda ao governo, para o que solicita Que v a commissao sem prejuizo da primeira; te, o Sr. Gaspar Drummond.
qualidade de delegado
urna guariu e alguns concertos de que precisava
a respectiva cadeia como se v dos inclusos docu-
mentos. Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito cmara municipal do Recife.Devolvo
cmara municipal do Recife competentemente ap-
provada a planta que para esse fim acompanhou o
seu officio de 21 de marco ultimo, sob n. 13 que
tica assim respondido.
Dito ao conselho de compras navaes.Fica ap-
provado o contrato que celebrou o conselho de
compras naves, segundo consta do termo e officio
datados de 5 e 11 deste mez, para fornecimenlo
dos artigos de fardamenio necessarios aos inipe
riaes marinbeiros, e as companhias de menores ar-
tfices e aprendizes marinbeiros no trimestre cor-
rente : o que declaro ao mesmo conselho para seu
couhecimento.Communicou-se '.hesouraria de
fazenda.
Ditoao mesmo.Pode o conselho de compras
navaes promover nos termos do seu regnlamento
a compra dos objeclos mencionados em seu officio
de 11 do crreme, visto qoe sao necessarios para
provimenlo do almoxanfado do arsenal de ma-
rinha.
Ditoao 2" juiz de paz do Io districto da fregue-
zia do Poco da Panella.Respondendo ao seu offi-
cio de 14 do correnle, tenho a dizer-lhe que a du-
vida nelle proposta, fica resolvida com oolllcio que
: desta assembla que autorise o "presidente da pro-! discusso. S. R. Ayrcs Garita.
vncia a realisar aquella transaego. Rcqueiro que seja o projecto remettido com-
A commissao de ornamento a quem foi presen- missao de eslatistica civil e ecclesiaslca.S. R.
te o requerimento do supplicante, considerando Ferreira Jacobina.
que s em caso de indeclinavel necessdade pode < Que de novo seja ouvido o hispo diocesano sem
! hoje a razenda provincial razer acquisigo daquella prejuizo da primeira dscussao.S. R. O vigario
especie | Maranho.
E' de parecer que seja ouvido o presidente da Encerrada a discusso o projecto approvado
provincia sobre a conveniencia e urgente necessi- bao, como os requerimentos.
; dade da comprada casa em qnestao. Primeira discusso do projecto n. 13 elevando
i Sala das commissoes, 30 de margo de 1864. a 'i0,500, as congruas dos coadjuctores.
Buarque.-J. Reg Barros.* 11 Sn. Burgos :(Nao devolveu seu discurso.)
0 continuo da secretaria dc< governo, Luiz O Sn. Gervasio Campello manifesta-se contra o
Francisco Pereira de Luna, pede a esta assembla pr jeeto, sob fundamento de que ao governo geral
; que lhe marque quota na lei do orgamento para o in< umbe a despeza com o culto publico, e conse-
a si o en
M,c'" ,u,,L,d u"!\'u 1J uu ,UI'C",C- a casa a razio porque oliz.
?aSJi*1KdLa{rA bemri^^JmSrqlueC^e^l,aC^^ ^e^l^^^^
. m" balho extraordinario que exerce no archivo da mes- t: go de pagar os coadjuctores, desfalcando as suas
de Nazareth com a desannexacao dos dous juiza-
dos de paz de S. Vicente e Pndoba. Em conse-
quencia disto, para reparar essa injustiga eu apre-
sentei o projecto pedindoque a freguezia deCruan-
gy passasse para Nazareth ; entretanto, Sr. presi-
dente, alguns amigos e meus collegas de districto
se oppozeram a esse projecto, porque a freguezia
de Cruangy era com posta de grande parte de ter-
renos de Goianna, terrenos que passarao a per-
tencer Nazareth. Por isso, Sr. presidente, eu
me convenc que se poderla remediar essa injus-
tiga, sem que fosse prejudicada a comarca de
Goianna, e assignei os artigos substitutivos, trans-
ferido a sede da freguezia para um lugar mais
conveniente dentro dos terrenos tirados a Naza-
reth, passando a freguezia assim para a comarca
de Nazareth,
A materia, Sr. presidente, se acha bastante es-
clarecida, segundo pens, para que a casa possa
formar o seu juizo entretanto, Sr. presidente, eu
devo anda accrescentar algumas palavras, devo
dizer que apresenlando este projecto nao fago
mais do que satisfazer os desejos ardentos que
teem os habitantes d'aquella rreguezia de perten-
cer Nazareth. Tres vezes elles mandaram re-
presentacoes a esta cmara, e agora mesmo acabo
de rebeber urna
O nobre deputad* comegou o seu discurso pe a
seguinte proposigao : Os destinos do paiz estao
entregues a homens que nao teem ideas, que nao
teem Densamente poltico.
Senhores, sorprendeu-me tal proposigao, e en-
tend que s podia pronunciar-se assim quem nao
tivesse conhecimento perfeilo dos grandos aconte-
cimentos que se deram no paiz ; entend que s
podarla ser proferida tal proposigao por quem ig-
norase completamente que eslava frente do go-
verno do paiz o Sr. conselheiro Zacharias de Ges,
tendo por companheiros os conselheiros Jos Boni-
facio, Paes Brrelo, Dias de Carvalbo e outros ca-
racteres mui distinclos, conhecidos no imperio e
de toda a considerago.
Por consequencia, Sr. presidente, por mais alten-
cioso que eu queira ser com o nobre depuUdo,
desde que elle pretendeu fazer que descesse ao ni-
vel da mais lrpe immoralidade a representagao
ma secretera, e bem como o que se Iho este a de- rendas j bastante reduzidas.
ver desde 1862 por faJu da commissao de orga- > Sn. Maranhao :(Nao devolveu seu discurso.)
ment a quem foi presente a petigo. .'ada a hora, e tendo pedido a palavra diversos
c A commissao observa que o pedido do sivoli- (etjaarea depuiados, fica a discusso adiada, e
cante j ro satsfeito em virtude da requisigo da pa.-s-se
presidencia em seu relatorio que declarou seren segunda parte da ordem do da.
os seus servicos necessarios no archivo, para o que (Continuago da discusso lo projecto de fixagao
consignou quota na lei do orgamento que apresen- da forea policial.)
lou a esta assembla. O Sn. Braulio :(Nao devolveu seu discurso.)
Quanto a segunda parte da pretengo do suppli- Vo mesa e apoiam se as seguintes emendas:
cante observa a commissao que a falta de conslg-1 Supprima-se o 1" do projecto.
nacao as precedentes leis de orgamento foi o re- 2."(que ficar subslituindo ao l)suprimara-se que nao exprmem idea alguma ? "Pois a imensa
sultado da prohibigao expressa que existi e existe as palavrassobre proposta do chefe de polica, j maioria, a quasi totalidade da cmara dos deputa-
no exercicio de se concederem gralifnagoes nao 2. Fica exlincto o posto de major fezendo '*dos, e o ministerio que ella apoia, e que sahio do
autonsadas em le o que se v do artigo 43 da le suas vezes o capito mais amigo. I seu seio, um aggregado de homens que nao ex-
n. 5oo ; e portante nao pode o supplicante ter di- 3." 0 presidente da provincia nao poder em ; prime idea alguma ?
O Sr. Drummond : Eu disse simplesmentc o
que entenda.
se eslou em erro, tere mute prazer em ser con-
vencido pelo nobre denuiado.
O Sr. Rochael : E' o mesmo pensameato de
que o partido da liga nasceu da nao reeieeao 4o
Sr. S e Albuquerque, isio qoe o efleito de oaaa
causa preexistente a origeni dessa causa, tato.
senhores, c realmente um contrasenso que eu nao
admirei nos verntethot, mas que nao esperara da
illuslragao do nobre depuUdo.
Un So, l)F.rur\bo :Se elle sentioelU perdi4a
dos vermelhos 1
O Sr. Rochael ; Senhores, em verdade i
ha ah na provincia e at no imperio que
que a recusa do Sr. S e Albuquerque foi
quencia da moderago das suas deas desde 190,
e anda dos feitos que, durante o ministerio de ojo
fez parte, so realisaram no intuito de preparar a
transigao poltica que se rcalisou em 1863 Gaaao
, pois, que o nobre deputado toroaodo-se eco foav
ginquo dos vermelhos, nos da por causa e ohfem
da liga o que era simples effeito de sua preexis-
tencia ?
Depois de dizer que o partido progressisU ao
exprime idea alguma, affirmou logo em seguida o
nobre deputado que o directorio um eaxerto
monstruoso de duas ideas opposUs. Deste modo a
monstruosidade estaria no excesso e nao na Utta
de ideas.
O Sr. Drummond :Perdoe-me o nobre deporta-
do; eu disse que o directorio do partido progress**-
ta nao era nem mais nem menos do que oa eaxer-
to que linha soOndo o partido liberal, ou por outra
o resultado monstruoso de monstruosas alkaacns,
em que se acbaram ao lado dos liberaes haanen
de crenga e de principios conservadores, iranajo-
gas.
(Ileclamagoes.)
O Sr. Rochael:Nesse caso eolendo que a mam
truosidade, como quer o nobre depuUdo, esUra aa
abundancia de ideas, e nao na falu tollas
Depois de tudo isso prorurou o nobre depuUdo
desairar a presidencia do Sr. Dr. Joao Silvetra de
reito ao pagamento de vencimentos que allega co- circumslancia alguma empregar osofflciaes de po
mo autorizadas. ; licia as commissoes de delegados, e subdele-
i E' pois a commissao de parecer que seja inde-1 gados,
ferida a segunda parte da petigao de Luiz Francis- j % 4." Como se acha no projecto.Sabino Ole-
en Vieira de Luna. gario.
c Sala das commissoes, 30 de marco de 1864. A seccao urbana do corpa de polica ser regi-
Buarque. -J. Reg Harros. da pelo regulamenlo de 2 de dezembro de 1863, que
... ainda est em vigor para a seccao volante,
a commissao de orgamento j-ro- As nu,neac8el e engajamentos para a secgo
sao da assembla uruana ser5 f,lj|os |MJ|0 presiden,e d;k
Fei presente
vincial o parecer
representagao dalles dirigida j '"nsa.-ta sobre a pretengo do padre Florencio Xa-; SOb n^a eomnmoaato^'wrp.
bontem lhe dkig mandando que Vmc. entregasse comoXmeTtoTLS qUe ^ ^^ =^-* *^a?1^' rape"- e Provedor.das Si 3. Os officiaes que forem
o livro da qualifieago ao juiz de paz,_visto ter- EsU ^j.,,,^ \s.
se apresenlado para continuar no exercicode suas
funecoes, como declarou a esta presidencia em of-
ficio de bontem.
Portara.-0 presidente da provincia, tendo em
vista o que allegou o desembargador Jos Pereira
que fique de nenhun elfeilo a portara pela qual o
lavia nomeado fiscal interino do tribunal do em-
mercio, e para exercer esse cargo noma o desem-
bargador Francisco de Assis Pereira Rocha.Fi-
zeram-se as communicacoes.
Dila.-U presidente dii provincia, attendendo ao
que requercu o juiz municipal e de orphos do
termo do Brejo, bacharel Hisbello Floreulino Cor-
rea de Mello, resolve conceder-1 lie dous mezes de
licenca com ordenado, na forma da lei para tratar
de sua sade.
DitaO presidonte da provincia, attendendo ao
que requeren em 10 de margo ultimo, o professor
publico de instruego elementar da villa do Cabo,
Claudino dos Santos Lopes Caslello Branco, resol-
ve de confu ninlaile com o 1" art. 31 da lei n,
.'lii'.i de 14 de maio de I s.. e de accordo com a in-
tormago do director geral interino da instruego pu
fclica de 22 daquelle mez, sob n. 50, ouvindo con-
selho director, conceder ao referido professor agra-
tilicago correspondente a noarta parte do seu or-
denado, visto contar mais de 2*> annos de magis-
i 3." Os officiaes que forem nomeados para a
t. it SoarasS"' noeijando-so do presiden- sec,0 Brbt|1^ de|(ojs ,,a pilb|cacrw da presente lei,
h .I^Vh Pr l,,e- ,er f'T en,reRa somente assim como aquelles que a ella perlencendo, rece-
da metade da consignagao votada por esta.assem- berem (Kistos de accesso, perceberao os mesmos
vencimentos que os ofliciaes da mesma denomina-
essa representagao por mullos
propietarios imporUntes d'aquelle lugar; e creio
que esse documento me dispensa de insistir no j bla para as obras do dito recolhimento e solicitan-
pedido de approvacao do projecto; apenas pedi-: do consignagao de nova quota para idenlico lini. ,.ao na secco"vob
re casa indulgencia para as expressoes tal vez; A actual commissao de orgamento provincial, 4.,.'0 ^m0 das praeaa ongajadas para aseegao
um pouco enrgicas que os peticionarios empre- \ nada tem a acrescentar ao parecer que lhe un re- urbana depois da Diiblcacao da presente lei ser
garam na sua representagao. niettido, porqoanto reconhecendo a ulilidade da igualmente das p'racas da seccao volante.
O Sr. Goscalves da silva :-(Nao devolveu seu | obra paraa qual se pede quota recua dianto da sa- 3. 0 ,,rt.sd^nI a provincia nao poder no-
presenga da deffl- mear para cargos policaes os officiaes do corpo de
polica.
nacional e o ministerio que ella gerou, nao posso I Souza, trazendo para aoan IiscussV o noaae do S.
deixar de qualificar essa sua proposigao senao co- Exc, ao qual colirio de aecusages em tudo e por
mo insultuosa. tudo.
O Sr. Drummond : Nao me faga injustiga. Destas aecusacoes, Sr. presidente, urnas arham-
0 Sr. Rochael : Nao posso comprehender se destruidas pelo proprio allegado. outra* torna
outra cousa. | respondidas pelo nobre deputado do districto, o
Que outra significago pode em verdade ter a' Sr. Araujo Barros, com o Ulento que lhe eoaae-
lonnal declaragao do Ilustre depulado de que os cido, e com feliz appello a documentos autheotin.
deslinos do paiz se acham entregues homens Senhores, nunca suppuz se quer que o oome do
Sr. Dr. Silveira de Souza fosse trazido a esse re-
cinto para ser coberto de aecu.-ages.
Um Su. Deputado :Pois devia esperar.
O Su. Rochael :L'm administrador que livrou
a provincia das garras da anarchia...
(Reclamages da esquerda e as galeras, apoia-
dos da direita.)
discurso.)
O Sr. Nabor :(Nao devolveu seu discurso.)
Ka Ij a
presidente
a sesso.
hora, fica a discusso adiada, e o Sr.
dcsi
SESSAO ORDINARIA EM 30 DE MARCO DE 1864.
PRESIDENCIA DO SR. CONSELHEIRO TRIGO DE
LOU1IEII10.
As 11 ) horas da manhaa, feila a chamada e
achando-se presente numero legal dos senhores
depulados.
Abre-se a sessao.
Lida a acu da anterior approvada.
O Su. PniMEino Secretario d conU do se-
guinte
EXPEDIENTE.
Um officio do secretorio do governo, remetiendo
O Sr. Rochael : Respeito as suas convieges;
mas o nobre deputado, tendo acensado todas as
adniinislragoes passadas, e nao tendo definido sua
posigao poltica nesta casa, permita que o consi-
dere urna sentinella perdida do partido vermelho.
(Apoiado.)
Um Sr. Deputado : Guarda dos tmulos (Ri-
sadas.)
0 Sr. Drummond : Coveiro do cemllerio ; di-
gam o que quizerem.
O Sn. Rochael : Agora ainda outro reparo.
0 Su. Drummond : Mas fique entendido que
eu nao tive inlengo de offender ninguem.
O Su, Rochael: Entao retira a sua proposi-
gao?
O Sb. Drummond : Nao ; eslou convencido do
que disse: mas nao tive intengo de insultar.
O Sr. Rochael : Acceito a declaragao.
Um Sr. Deputado : A explicagao um pouco
satisfactoria.
O Su. Drummond :O nobre deputado, que me
1 interpellou, entenda como quizer as minhas pala-
vras.
sembla aquello estabelecimente, parece-lhe que 0 Sn. Rochael :-Sr. presidente, eu mehavia1 (Trocam-se outros apartes.)
outro sacrificio nao pode a provincia fazer para inscripto para rallar depois do nobre deputado que r O Sr. Rochael .Nao ha quem escape ao de-
| continuago das obras do dito recolhimento. acaba de ceder a palavra; porque tendo sido o no- feito de nao se razer comprehender por aquelles que
E portante a commissao de parecer que ne- bre debutado interpellado por um dos membros; nao querem entend-lo : o caso em que eslou.
nhum outro deferimenlo, alm da quola marcada pelo 2 districto acerca da eleigo do 3, me propu-; Um Sn. Deputado : O maior ceg o que nao
para o foiuro excrcicio se deve dar ao requer- nha eu a destruir quaesquer accusagOes que o nobre quer ver.
mente do padre Florencio Xavier Dias de Albu-: depulado tivesse de razer com relagao cleicao, o Sr. Rochael :Neste raso est o nobre depu-
querque. I desse ultimo districto. \ udo.
Sala das commissoes, 30 de margo de 1864. Ja vem portento,V. Exc. e a casa qual o emba- Um Sr. Deputado :Vai to bem t... Para que
Buarqne.J. Reg Barros. rago que ora experimento em vista do Tacto que i se desvia com os apartes ?
a Presen,e a commissao de orgamento. a pe- acabo de memorar. | o Sr. Rochael :Irei meu caminho : tomare! o
tigaode Francisca Theodora de S. Jos, regente do, Paderia agora mesmo dizer alguma cousa a res- conselho do nobre depulado que mais velho do
) de Nossa Senhora da Conceigao de peilo do objecto em discusso, mas, Sr. presidente, que eu.
tislagao dessa necessdade
ciencia dos cofres.
Alem disso a commissao
em
tendo conservado na
6. O major do corpo de polica nao poder ser
, .. ------"""." ,'"""' ,i: j .. .r ....... uilia u major ao corpo ue polica nao ponera
gna a ordem do da elevante a 'e'do orgamento para o exercic.o de 1864 a 186o destacado.-67/miWfo, emoslltenes.-Jacoliina.
i a subvengao que hahitualmente concede esta as- r
as nformagSes e mappas ministrados peloprove- Ohnda, emque pede para que se eleve a subven-1 tem-se pronunciado nesta casa discursos lo bri-1 Disse ainda o nobre deputado que o partido pro
dor da Sania Casa da Misericordia acerca do nu- ao que ullimameale foi votada para aquelle ruco-, litantes, a materia se acha de tal forma esgotada,! gressista nao tinha origem nobre.
mero dos alumnos do collegio das orphaas e or- mmenlo, atlendendose a que semelltanle fevor se que eu me julgava dispensado de oceupar a alien-1 o Sr. Dhummond : -E' outro insulto t
phos, e do deslino que pelos respectivos regula-
i- fez a outros estabeleci mentes da mesma natureza gao da casa, visto que mais nada poderia accres-
i- i piando estes recia ma rain contra a d[minuigao que contar ao que'lo bem se tem dito.
Um Sr. Deputado :Falle sobre poltica.
O Sr. Rochael Aceitando o conselho do nobre
noel Buarque de Ma- nistradas pelo inspector da thesouraria provincial colhimento que rege a peticionaria nao obstante o i deputado, e porque est nos eslylos da casa, ser essa
la legislativa provin- acerca do quantum do dizimo sobre o gado vac- 'aver solicitado igualmente. a occasio de cada um definir sua posigao poltica,
e da provincia manda cun cobrado as comarcas do serto nos ltimos A commissao ignora que motivos leve a as-, seja-me permittido dizer, de passagera, alguma
terio. Communicou-se ao director geral da ins
truegao pubtea. mentos se pde a c||es dar__A' qUem jez a rei,ui
Conlinuarao de nprdwnlr de secrelario do gover- sirao soffreram as subvengoes apezar de nao seren mais
no do dia 1 i df abril de ISfii. Outro do mesmo, remetiendo as informagoes mi- pobres que aquelle, favor que foi denegado ao re-
N. 110.Officio ao Dr. Manoel
cedo, Io secretario da assembl
cial.S. Exc. o Sr. presidente
devolver V. S. para ser presente assembla le- tres annos.A' quem fez a requisiga. i sembla para proceder pela forma porque allega a cousa respeito.
gslativa provincial o abaixo assignado de alguns Outro do mesmo, remetiendo as contas, balangos peticionaria ; mas quaesquer que elles fossem, en- Senhores, sou um daquelles que foram mandados
propietarios das freguezos de Jaboatao, Cabo.Cs- e orgamenlos da cmara municipal do Rio Formo- tende a commissao que quando precedentes que ; para a ilha de Fernando em 1849 por occasio dos
cada c Sanio Anlo que velo annexo ao seu officio so.A" commissao de orgamento municipal. sejam as razos da respeilavel regente, nao pode o | acontecimentos polticos de enlao, para gozar das
do 1 correte, sob n. 63 ao qual acompanha jun
to por copia a informagao que acerca delle minis
trou o director da repartigao das obras publicas.
Dito ao coronel recrutador. Communico V. commissao de pettges. i pea prosrpeidade do estabelecimento que
O Sa. Rochael :Muitas.
S. de ordem de S. Exc. o Sr. presidente, que nesu Outra de Joao Pinheiro Catle, enfermeiro da confiado.
date oulcou-se ao brigadeiro commandante das casa de detenco, pedindo que dito lugar seja con- E' pois [a commissao de parecer que soja in-
, armas para mandar por ern liberdade o recruta siderado emprego publico, marcaodo-se-lhe um or- deferida a petigao inclusa da regente do recolhi-
Luiz Jos Rodrigues que provou isengo do re- denado.A' commissao de ordenados. menio de Nossa Senhora da Conceigao da cidade
crutamentcv .1 Outra dos habitentes do districto de Beberibe,: de Olinda.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pedindo a factura de urna estrada eomelhora-l Sala das commissoes, 30 de margo de 1864.
provincia manda declarar V. S. que nesta date ment do rio que facilite a navegagao fluvial para Buarque.=zJ. Reg Barros.*
mandou por em liberdade o recruta Manoel Joa- aquelle arrebalde.A' commissao de obras publ- Sao julgados objectos.de dehberago e mandados
quim do Nascraento que provou isengo do recru-, cas. imprimir os projectos ns. 56, 57,58, 59, 60 e 61.
lamento. Outra de Antonio Al ves de Miranda Guimares, Vai mesa, lido e approvado o seguinte reque-
15 ; testamenteiro do finado Joao Vieira Lima, pedindo rimento :
N. 111 .=Offlcio ao 1 secretario da assembla. que na lei do orgamento se lhe marque quota para Requeiro que se pega ao presidente da provin-
=Em additamento ao meu officio de 30 de margo pagamento da quantia que foi por elle paga pelos ca copia das informagoes ministradas pete juiz de
ultimo, sob n. 12, transmiti V. S. de ordem do herdeiros do dito finado de sello de legado deixado direito do Nazareth acerca do estado da cadeia da-
Exm. Sr. presidente da provincia para ser presen-, ao hospital Pedro II.A' commissao de orgamento quella cidade.Andrade Lima*
te assembla legislativa provincial a inclusa no-', Outra de Paulino Rodrigues de Oliveira, pedindo | O Sn. Cunha Teixeira faz reclamages sobro al-
ta dos proprietarios que residem em suas casas o privilegio exclusivo por dez annos para vender terages que nota no discurso do Sr. Araujo Bar-
collectadas pela collectoria de Nazareth.com deca-1 garapa de mel de furo, offerecendo dez con tos de ros, publicado no jornal do dia, ao que este senhor
racao de quanto pagam de decima. '. ris para os cofres da provincia em preslagoes de responde que o seu discurso se acha fiel mate pa-
N. 112.Dito ao mesmo. S. Exc. o Sr. presi-' um cont de ris aonaal.A' commissao de iodos- blicado segundo as notas UchygraphicaK
dente da provincia satisfazendo a deliberagao da tria e obras publicas..
assembla legislativa provincial constante do seu; Sao lidas e approvadas as redaeges dos projec-
officio de 21 de margo ultimo, sob n. 38, manda tos ns. 1 e 1
transmittr V. S. para ser presente mesma as-; L-se e vai imprimir o seguinte parecer :
sembla as inclusas informagoes'que ministrou oH A commissao de negocios eeelesasticos, con-
director geral da instruego publica e-o delegado siderando com attengao o compromisso da irman
__--:. .4* >1J.J* a* vitttnmi*. linarc (Ia rnniia. Hara rln ftonlmr Dnm Iaciic dii l\\hra< AfTlicIn tlj
ORDEM DO DIA.
Primeira discusso do projecto o. 26 que diz:
An. 1." Fica desmembrada a povoagao de Pa-
nellas, da freguezia de Quipa^a, pelos lmites do
respectivo districto, e enrorpooada do Altinbo.
lillerario da cidade da Victoria acerca do roque-' dade do Senhor Bom Jess do Pobres Afflictos da,' Art, t. Fica sendo a s>. da, reguezia de Qui-
0 Sr. Araujo Barros :A i I ha bonita?
0 Sr. Rochael :Sem duvida.
Trouxeodesenhodella e conservo-oem casa. Tan-
to gsto daquella ilha.
O Sr. Dhi'mhond :Para nao se esquecer.
O Sn. Rochael :Justamente, para nao esque-
ccr-me.
O Sr. Maranhao :Para urna segunda visito.
0 Sr. Rochael :Se o nobre deputado me acom-
panhar, irei com gosto.
Eu, portento, Sr. presidente, nao podia definir a
minha posigo presente, sem fazer nm Ul ou qual
quadro histrico do passado; mas este passado j
se acha tao bem descripio pelo nobre deputado pelo
5 circulo, o Ilustrado Sr. Eslevo Franca, que eu
me julgo dispensado de entrar em algumas consi-
deragoes, de accrescentar orna s palavra a respei-
to ; porque esse trabalho foi desempenhado com
ta manha lucidez, com tanta verdade, que tudo
quanto eu podesse aecrescenUr, s daria em resul-
tado o torna-lo eu imperteito.
Entrando no assuraplo, Sr. presidente, direi que
sou progressisU; e que o sou, senhores, porque o
partido progressisla tem principios complexos, que
soppdem outros de coja dependencia estoo, 6 tem
, ompromissos solemnes feitos face, do paiz,
O Sn. lio.ama.:Nao me tome o recado na por-
te da ra.
Por que razo nao tem o partido progressisla ori-
gem nobre?
Ser por que, inimigo de extremos, nao quer
nem o- excessos do principio da autoridade que ge-
ram a compressao e preparam o despotismo, nem
to pouco as demasas do principio de liberdade,
que geram a guerra civil e a ruina do estado?
Consislir a nobreza de um partido, e a dignida-
de de seus membros em excessos oppostos, mas
funestos ao paiz ?
que est a nobreza dos partidos, o no-
deputado tem a dupla nobreza quer de um qur
de outro partido ; por que em verdade o discur-
so do nobre deputado nao foi outra cousa mais do
que a fiel reproduego dos dizeres, ora de um, ora
de outro daquelles dous partidos exiremos.
(Trocam-se muito apartes.)
O Sb. Rochael :Em resposU ao aparte do no-
bre depuUdo direi que por isso mesmo que eslou
arrependido.
O Sr. Cunha Teixkira : Jalguei que o nobre
deputado nao eslava arrependido.
O Sa. Rochael : Dos excessos estou e esurei.
O Sr. Nabor :Ou por outra de os ter acompa-
nhado.
O Sr. Rochael :Ol I Nao, isso e mu o
Senhores, quando o illusire deputado pelo .F cir-
culo declarou que o partido progressisla nao pro-
ceder da politioa da concilacao, nao fez mais do
que repetir textualmente os sophismas o as insk-
nuagoes que os vermethos derramaram a roaos
cheias neste recinto, na hora extrema de sua agona
poltica.
O Sr. Joao Teixkira : Nao; creio que nesta
parte elles tinbam razo.
O Sn. Ahaujo Barros : Ser bom tomai u
aparte.
OS. Joao Tkixf.ira : Oipartido progccisla
nao pd ser filho da poltica, da. Qonpiujo ; por
O Sn. Rochael :Nao me importan), e dwpreso
solemnemente as reclamacoes daquelles que nao
teem consciencia de seus actos, i Minios apoiados
Vivas reclamages da esquerda, trocam-se moilo>
apartes.)
OSr. Presidente :Ordem meus senhores. O*
Srs. espectadores nio podem dar signaes de repro-
vagao.
O Sn. Rochael :Hei de dizer aqu o qoe sio-
to, e o que emendo dever dizer, estou no meo di-
reito expondo minhas ideas com a franqueza que
me propria e por isso repetirei a minha propo-
sigao.
Nao suppuz se quer que o nome respeitovd do
Sr. Dr. Silveira de Souza fosse trasido para esu
casa coberto de accosages.
O nome de um administrador que salvoo pro-
vincia de urna luU sanguinolenta, (Naoapoiados a
apoiados) em urna serie nao interrompida de seis
eleiges.sem quesederramasse urna s gude san
gue; onomc desse administrador.digo, s devena ser
pronunciado com gratido e saudade. (Apoiados.
inuilo bem.)
Porm, Sr. presidente, enganei-me : os lempo*
mudam-se ; e em materia de incoherencia e ia-
graiido nao ha nada novo sobre a ierra.
O nobre deputado ainda disse que as dinVrenfes
fregueztas foram convertidas em pragas darma.
e que onde bavia soldados ah estova a compre ai e.
Nao entrarei no primeiro, no segundo nem ao
quarto e quinto circuios ; irei ao tereetro, ao cir-
culo do nobre deputado, freguezia de Seriaoien.
Pergunto eu ao nobre deputado, naquella frefae-
zia onde havia um destacamento commandado por
um oflicial de urbanos, dea-se ahi a compressao *
a fraude ?
(Trocam-se apartes.)
0 Sr. Drummond .Nem um s homem ilo par-
tido da'op[iosicao se apresentou.
O Sn. Rochael : Porque ?
Um Sn. Deputado :Porque a etecio foi
pelo goverao.
Um Sr. Deputado :Os vermelhos nao til
elemeotos.
O Sr. Drummond :Tiofiam mullos.
O Sr. Rochael : O nobre depuUdo disse que o
eleitorado era filho da fraude, da vioieacia o da
compressao, pergunto ao nobre deputado ao sa
acha aqui o nobre depuUdo. por mandato deHe enf-
lorado ?
0 Su. Joo 'KixKiKA Isso realawnte nona
historia que eu nao se explicar.
O Sr. Drummond ;Garanto ao nottre dep alada
que porei limpo leda essa historia.
O Sa. Jacobina :Acbo bom nao i
negocio.
(Trocam-se mui los apartes.)
O Sb. RociuKfc :-Ha una eleicao ano se i
derou mais pura, que dea ao ootore depoiaJo
votos, quando nos apenas Ibes demos 10.
O Sn. Ciinma Tixejra :-Ma, porque I
O Sr. Rochael :-A eleigo que tu (arta no
ae*M
vento de Ipojuca, eque alguem coosidorou ma po-
te a da malnz, tteu ao nobre na-
que podooi explicar non
por
ra e legitima do que
pinado 20. votos ; estes
satisfactoriamente.
Um Sr. Deputado :A raza simptoa : 0
que os vermelhtu se untram aos erwaos.
O Sn. Rochael :E' o nobre depuUdo
diz, ni i sou eu.
(Ha algum apartes.)
O Sh. Rochael :Nao queso provocar aa i
(kpulado nesse terreno.
0 Sh. Silva Ramos ; Man ha nada de rergooho-
aa eleicao do 3* districto,
0 Sr. Rochabl ;5' o. que entrado.
Agora, Sr. presldeote, vou concluir loado a opi-
nio de um hopiem, quo omito sefaioy a ajaado.
nesta casa, que. pe limpo o proceda*ato do.
Sr. Dr. Sjlveira de Sojatt, quaodo mu** k*&



ri-
ni?.rio de Peraa*** Tere* leira e Airn e in.
vou 1er a oplnio do

para as divenpas frefuezias
Sr. Urbana
I'm Sr. Deputado :E' muilo seguido aqu na
can, nao ha duvida.
O Sk. Hochael :Os nobres deputados o eslao
sempre a invocar como aotoridede.
O Sr. Cota Bibbiro :Eu, nao ; o Sr. Barros
que o ti'in invocado.
O Sr. Araljo Barros :Euacceilo a sua aulori-
dade.
O Sn. Chha Tkixeira :Nao acceito tambem o
que elle disse respeito dos negocios de Pernam-
buco.
OS. Araljo Barros :Se estere cmconlradi-
iTequttr qu se solicite do governo as seguin-
tes informacoes :
!" Quafo numero o estado das execncoos mo-
vidas rada, procuradura uVal contra diversos de-
vedores do iinposlo de 20 pqrcento sobre o consu-
mo da aguardante da produoeao nacional dos an-
uos de 1839 a 1861 ;
2.*-Se foi ou nao arrematada a cobranca do
dito imposto relativo ao triennio respectivo, por
quem e qua s os fiadores;
3.* Se esse arrematante satis fez ou nao a im-
portancia da dita arrenataco, e no caso de nega-
tiva, se fbram ou nao accionados seus fiadores, e o
estado dessas execueoes.Ayres Gamo.
L-se e julgado ohjecto de dehberaco e inaii-
cao, nao.
O Sr. Kochakl :Eu pee/)aattenrao dos nobres do Imprimir'o proieeto'n. 62.
deputados. O Sa. Silva Barros pede dispensa de Taser par-
Dizia : o Sr. Urbano, dirigindo-se ao Sr. Silvei- te da commisso especial nomeada para examinar
ra do Lobo. a estrada do norte, sendo noraeado para subslilui-
O nobre deputado pode ser presidente de provin- lo o Sr. Sonto Lima,
cia, e ando ffifflmnnrnrt que ha casos em que Entra em discussao o segunte parecer adiado
preciso inaudar-se alguma torea para uin ou oulro da sessao anterior.
tonto... Seria conveniente que a eleicao se po- A commisso de instrnreopublicaexaminan-
desse fazer por toda a parte sem a presenca de um do a peticao de Galdino Eleuterio Teixeira de
soldado; mas mem sempre isto possivel...... Barros, professor publico ltimamente nomeado
Desde que um presidente tem motivos serios para para a povoacao de Aguas-Bellas, que solicita des-
receiar que a ordem publica seja attentada, (|ue ta assembla o adianiamento de cinco mezes dos
a segurnca individual sou"ra desacatos ou que o
processo eeiloral seja perturbado, entendo que este
presidente tem nao so o direito como odever de
procurar por todos os meios seu alcance evitar
que se deein ess;is cousequencias fUUOSlas.
(Ha uin aparte.)
vencimentos, que como professor houver de per-
ceber, para transportar-se aquella povoacao ; at-
tendendo a falla de recursos allegada pelo peticio-
nario, para esse transpone ; attendendo a utilida-
de de entrar inmediatamente em exercicio o men-
cionado professor ; aitendeudo anda que o peticio-
u Su. I1ih:haki. :Vou adianto; porque entendo nario olferece flanea idnea para evitar qualquer
que aquillo qu.: i.s.-u applcaeao a Sergipe deve ter
applicaco ao Sr. Dr. Silvcira de Souza. .
(Milites apj>uados.)
O Su. Mahamiao :A provincia de Sergipe ele-
geu o Sr. Nelto!
O Su. Urummond :Eleicao muito honrosa.
O Sk. Nahoh : --Ha dous annos que nao dizia o
nobre deputado isso.
Sr. Kochaei. : E, se isso ainda nao basta,
terei a opinio do Sr. Fuado que esse respeito
ainda mais explcito. Diz elle :
Na |ioca de elcieoes as obrigacoes de uin go-
verno regular nao cessam; pelo conlrario.essasebri-
gacoes, quanto polica, quanto segurnca indi-
vidual e publica, recrescem. Nao sei como que
o geranio, em um poca em que referrem as pai-
xes nobres, de envolta rom as odiosas, hade cru-
zar os bracos, nao tomar as medidas necessarias
para reprimir qualquer alternado, e garantir to-
dos o livre exercicio de seus direitos T
Um Sr. Depitado :Agora applique.
0 Su. Kochakl :Applicacao que para Per-
nambuco deve servir aquilio que .serve para as
outras provincias.
O Su. Aiiaujo Barros :O Sr. Costa Bibeiro dis-
se hontemque nao atacava a eleicao de agosto, que
s atacou a de senador, por cousequencia nao hou-
ve oowpresMO.
O Su. Bochaei. :Agora quanto s demisses
de que fallou o nobre deputado, dadas emprc ga-
dos de oonlianca pelo Sr. Dr. Silvcira de Souza, eu
leroi finalmente a opinio de urna pessoa e.-tranha
s leseas questoes, que justifica o procedimento
daquulle administrador : de um jornal eslan-
geiro que respeito de demisses se exprima da
maneira segunde :
Os lugares pblicos nao sao nem para cor-
ruptos, nem para ineptos e nem para conspira-
dores.
O empregado ha de ajudar a arro do gover-
no na parle que Ihe toca, ha dedesempenhar as
suas funceoes oflieiaes, de modo que concorra para
o bem, e nao promova o mal.
Quem quizer ser mandriao, nao aspire paga
de serviros que nao fez.
Quem quizer ser conspirador, arrisqese s
conseqiiencias, e nao propugue por inmunidades,
que nao Ihe poden caber.
Quem lr inerte, passe para os invlidos,
Uin-iii quizer ser partidario faccioso, resigne o
lugar de empregado do paiz, ou sugeile^se a |;r-
de-lo.
Nos, dos lugares dos Srs. ministros, demitii-
riamos nao s o mais humilde dos entregados,
mas o mais elevado, se, em lugar de concorrer
para o aperfdfoameato social, esse empregado
trabalha>se pelo tianslorno ; se. em lugar de cum-
pnr os seus deveres, so insubordinasse contra ci-
tes i se, em lugar de ajudar o governo na sua
mi.-.- (u de ordem o aperfeicoamenio Ihe creasse
enmararos todos os dias.
Se, em alguns casos, as leis existentes no-lo
vedassem, proporianws promtanteme a sua mo-
dilicacao.
Nao admillimos immunidedes odiosas, que
prejudiquem, ipie arrisquein mesnio a sock'ilade.
A seguraba do estado, a prosperidade publica,
a libcrdade, vida e propriedade dos cidadaos eslao
primeiro oo que as garantas de quaesquer ordens
de ompregados que existem, nao para que a for-
tuna dos cidadaos Ihe seja sacrificada ; mas como
garuaba de$sa fortuno, ou comomeio desechegar
ella.
i MO tlt'eni mas garantas ao delegado, do
detrimento fazeuda provincial : de parecer que
seja aulorisado o solicitado adiantamento, sendo,
porm, descontado mensalmente pela .piarla parte
do ordenado que houver de perceber o peti-
cionario, o referido adiantamento dos vencimentos
dos cinco mezes.
Sala das commissoes, 20 de marco de I86i.
Arminio C. Tarares dos Santos. Sodres Brandao.
Rochad.
(Cont iiiaar-se-ka )
RBYISTA DIARIA.
A assembla provincial, na sessao de hontem,
proseguio na discussao do requenmento dos mem-
I tos da minora para que fosse mandada retirar a
frca que oceupava a galera e as avenidas do edi-
ficio, orando a favor da mocao e Sr. Paula Bau-
tista, que interrompeu seu discurso por haver che-
gado, atim de prestar juramento, o Exm. Sr. Dr.
Domingos de Souza Lean, presidente ltimamente
nomeado para esta provincia.
Depois da retirada de S. Esc, proseguio a discus-
sao, concluIndo seu discurso o Sr. Paula Baptista:
e scgumdo-se-lhe na tribuna o Sr. G. Gampello lm-
bem se manifeslou contra a presenca da forra no
recinto da assembla. Passou a oceupar a atlencao
da casa o Sr. Silva Hamos, em opposicao ao reqie-
riineuto apreseulado. Quando o nobre membro la
terminar o seu discurso, sarcedeu ser accommetti-
do de." urna syncope um individuo i|ue se achava
as galerias, o que deu lugar a graude alvorolo,
sendo o recinto da assembla invadido pelos espec-
tadores que para ah se precipitaram em desor-
den!.
Conhecida a causa do molim, o restablecida a
ordem o Sr. Silva Hamos coocluio o seu discurso, e
temi diversossenhores i|ue se achavam inscriptos
cedido da palavra, passou-se a volacao, que foi em
sent Mi favoravel permanencia da Corea.
O Sr. Aquino Ponseca. declarou que avista da de-
cisaoi|ue a casa acahavade tomar,julgava ser para
si um dever de diguidade re(irar-se do recinto da
assembla, aonde nao voltaria emqiianlo um'solda-
do occupasse as galerias, ou as avenidas do edifi-
cio. Os Srs. Costa Bibeiro, Joao Teixeira, Diodo-
rb, Sabino Olegario eCunha Teixeira, lizeram igual
declaarco, bem como o Sr. Nabor, que declarou
que, comquanto perlencesse a maioria da assem-
bla, era solidario com a opposicao na presente
imesiao, eso relirava tamhem.
Em seguida os Srs. Jacobina, Jos Mara e Bap-
tista explicaran) as razes por que, nao obstante
terem-se manifestado pela retirada da forga. enten-
diain dever continuar a oceupar a seus lugares.
Passou ordem do dia (fixaco de forca policial)
orando os Srs. G. Campello e Jos Mara. .
A discussao ainda ficou adiada |iela hora.
A ordem do da para hoje.alin das materias nao
discutidas, comprehende mais a 2J discussao dos
projectos ns. 33 e 73, e parecerjs adiados.
Na noticia que publicamos acerca dos traba-
Ihos da assembla, foram hontem omtlidos os no-
mes dos Srs. G. Druiniuond, A(|uno e Sabino,
Olegario, como tendo assignado o requerimento I
que pedia a retirada da forca que guarneca as
galerias e corredores da assembla.
Acha-se concluida a eleicao para um deputa-.
do assembla peral, fundo sido escolhidooSr. Dr.!
Caelano Xavier Pereira de tirito.
Entrou hontem em julgamentc pelo jury o'
summario instaurado por denuncia do Dr. promo-
tor publico contra Tiburlino Corroa de Amorim,;
da urna imssa na igreja dos religiosos de Santo An-
tonio desta cidade, pelo descanso cierno do Exm.
Sr. coneliieiro Franciso- Xavier Paes Brrelo.
Cnmmunicam-nos o facto seguinte :
t Sabbado 16 do correte, pela volta das 11 ho-
ras da manhaa, ra Direita, em urna taberna na
esquina que vira para o pateo de S. Pedro, deram-
se gritos aqui d'el-rei, aos quaes acudram mais de
200 pessons, que encontraram o encarregado dessa
talierna agarrado com um caixeiro de Mendes &
Coelho, estalielecidos rom gneros de estiva ra
da Madre de Dcus. Esse caixeiro tendo viudo rece-
ber i dita taberna urna cunta de 2 pipas de vinho,
na impotencia de 4105, realisado o recebimento
com o abate de 105, para o que disse eslava aulo-
risado, e passado o respectivo recibo, voltou depois,
no mesmo dia, sob pretexto de ter-sedado engao,
pedindo a conta para examina-la, na qual foi sa-
tisfeito. De posse do recibo, sem mais prembulos,
a-lo em pedagos dizendo : lsio o que eu tjne-
| ria; porm, o encarregado da taberna, que nao
' eslava pelo summario deste processo, agarra-o, c
I brada |r soccorro. Pegado, portante, em flagran-
te, com os fragmentos do recibo as maos, confessa
' o seu acto, cuja pralica reprovada pelas pessoas
! presentes, entre ellas, o Sr. Francisco Antonio das
Chagas ; o qual Ihe pergunlando entao pelos 400-3
, que linha recebid, responde elle que j tinha en-
I tregado dita quantia a seus patroes. A vista de-la
I declaracao, que provava a inlencao do faci co-
[ summado, Ihe observam que o nico recurso era
I passar novo recibo, o que p rom pamente elle satis-
j faz, e as.-mi foi-se em paz esse pobre de espirito,
que arrependendo-se dessa m accao que praticou,
se retira envergonhado.
No entretanto consta-nos que os patroes deste
i moco, nao s approvaram essa levandade, repre-
hensivel perante a moralidade e boa f que deve
j presidir as transarces commcrciaes, como at di-
rigiram nesse mesmo dia, em que se deu este fac-
; to vergonhoso, insultos ao encarregado dessa taber-
! na, s porque, nao se deixou lesar III
Passageiro do patacho nacional Relmpago,
entrado do Bio Grande do Sul :Manoel Marques
Pinte Portugal.
REPARTICAO DA POLICA.
Extracto das partes do dia 17 e 18 de abril de
1864.
. Foram recolhidos a casa de detencio no dia 16
do corrente.
A' ordem do Illng. Sr. Dr. chefe de polica, Lau-
rentino Xavier d'Oliveira, vindo de Ipojuca, como
sentenciado ; Domingos, escravo de Alexandre
Correia, vindo de Nazareth, sem declaracao do
motivo; e Francisco, escravo de Antonio Pereira
da Costa, al veriflear-se quem seja o seu verdn-
deiro senlior.
A' ordem do subdelegado do Becife, Victorino
Barboza, para correccao.
A' ordem do de Santo Antonio, Joaquim Cesarlo
de Hullanda, por disturbios, Silvestre, e Joo, es-
cravo, este de Francisco Manoel de Souza de 01 i-
veira e aquello de Manoel Flix Ferreira; o pri-
meiro por andar fgido, e o ultimo requerimen-
to do procurador do respectivo senhor.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Joa-
quim Jos de Santa nna, Duarte Caliste de Fre-
tas o Candido Jos da Silva, para recrutas.
A' ordem do subdelegado do Becife, Antonio
Jos Piveto. por desobediencia; e Gervasio, escra-
vo de Albino da.Silva Leal, para correccao.
A' ordem do de Santo Antonio, Domingos Alves
Machado, para averiguacoes em crime inaflanca-
vel; James, por embriaguez #Benedicto, escravo
de Lulz Gomes Silverio, |>or briga.
A' ordem do da Boa Vista, Agostinho de Barros
Prata. por desordem; Manoel de Sonza Ferraz,
Albino Jos Teixeira e Aniceto Bodrgues d'Alme-
da, todos como indgtados em crime de furto e
jgos prohibidos; Bernardino Sotero dos Santos,
por briga.
A' ordem do da Muribeca, Jos Ignacio e Jos
Antonio Pereira d"01ivbira, ambos para correccao.
O chefe da 2* seccao,
J. G. de Mesquita.
3

2 -
- V
. 3

I
s
Masculino.
Feminino.
y.
>
y.
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Masculino.
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71 Z
Feminino.
Masculino.
Quando o allegado abonar, quando elle nao 2?!2*!iL*!we9!mlSS^P**'Wnte. M*
rresponder as juilas aspirars do delegante SfJ^^ijW^ fiiho V^JW""
nullem-lhe o mandato, qualquer que seja a M ?S ?ec:10?'" H 'l'"g"a. pela ra do
sinoi.-Cio.' 'ii i llo-picio, em a noite de 10 de fevereiro ultimo, o
con
annullei
desijwiaw.
Ca Su. Deputado : -Que jornal este ?
O Su. Bochabl :O Dote de Agotto.
O Sr. Joao Teixkira : Parece que o esc iplor
desso artigo tinha a barriga vasia.
0 Su Bochaq. :Pode ser.
1m Su. Osputaim : -S se falta a verdade com
a barriga vasta ?
O S. Bochael:Concluindo, Sr. presidente,
direi que voto pelo proiecto que lixa a torea poli-
cial para o auno de 1863, tal qual se acha, porque
trala-se de una queslao de cooflanca ; e desde
que est na adniimsiraeao o Sr. l)r. Souza Leo,
desde <|ue est na polica o >r. Dr. Abibo, un dos
orna
apoiado
indep
nada
presnlenle, nao posso deixarde pre.-tar-lheso meu
voto de intima e decidida confianca.
Teiiho concluido. (Muito bem, muito bem.)
0 Sb.Baptista :(Nao" devolveu seu discurso.)
Dada a hora, Dea a discussao adiada.
O Su. Presidente designa a ordem do da e le-
vanta a sessao.
SESSAO OBDINAB1A EM 31 DE MAHCO DE 1864.
PUES1DEACIA DO SR. C0NSELUEIR0 TR10 DE
L0URE1RO.
Ao meio dia, feita a chamada e arhando-se
carro n. 62, que conduzia a familia do capito Jos
Mariano de Albuquerque.
Pronunciado o referido boleeiro s penas do art.
20o do cod. criin., pedio o ministerio publico a
condeuiuaro do reo como incurso no grao medio
do mesmo artigo.
Em vista das respostas dadas pelo jury aos que-
silos, que Ihe. foram proposto-,o Dr. juiz de direite
fez publica a sentenca pela qual absolveu o rio o
condemnou a municipalidade uas eu-tss.
o consellio de sentenca compoz-se dos seguintes
Si s. juizes de facto :
Dr. Jos Ladislao Pereira da Silva.
Dr. liento Jos da Costa.
Luiz do Ilpgo Barros.
Manoel de Caldas Barrete.
Jesoino Bodrgues Cardoso.
Elias Francisco Mindollo.
Joaquim de Gusmo Coelho.
Anaclepi Antonio de Moraes.
Jos Bibeiro Guimaraes.
Fui advogado do reo o Dr. Miguel Jos de Al-
nieida Pernamburo.
Levantou-se a sessao por 3 horas da larde.
Havendo fallecido anle-honteni por 8 horas da
manhaa, e na freguezia de Beberibe, o cidado Ma-
Feminino.
Masculino.
-|
*
1 O
A w
Feminino.
2 '*
5 2
5
>
Masculino.
i
.
Feminino
o
ino. 1
30
. I .
TOTAL.
s
B
o

s
=
h
Sf
ADVEUTKNCIA.
Na totalidade dos doenies existem 187, sendo
alienados 8 homens e 27 muflieres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
Pelo Dr. Hamos as 6 i|2, (i 1|2,6 i|2, C 1(2, 6 1|2,
6 l|2.
Pelo Dr. Sarment s 7 1|2, 7 3o, 7 3i4, 7 li2,
7 1|4. .i.i.
Movimente da casa de deteneao, no da 17 de
abril de 1864.
Existan. 327 preses.
Entraram... 18
Sahiram.... 3
presente numero sulflciente dos Srs. deputados,: noel da Paz que em urna das freguezias desta ca
abre-se a sessao. j pital soffrera de Candido Jos de Abreu um grave
E' lula e approvada a acta da anterior. i feriinento, requereu o Dr. promotor publico auto-
0 Su. Io Secretario d conta do seguinte j ridade competente que, aliin de determinar se a
EXPEDENTE. morte fra consequenca natural e inmediata do
Um oflicio do secretario do governo, remetiendo mal do refenmenlo, houvesse de nomear peritos
o inappa demon.-trativo dos proprietirios que mo-; que procedessem autopsia no cadver.
ram em suas ca.-as com dcclaraeao.do quanto pa- i Foi Iransf-rido o concurso para 2o escriptu-
gam de dcima. A' quem fez a -requisicao. rano da tbesouraria provincial, que devera come-'
Outro do mesmo, remetiendo os exemplaresda' Qar hontem.
relacao das causas executivas da fazeuda pro-1 O pagamento das mensalidades das amas, que'
vmcial.A archivar. | servem na Sania Casa de Misericordia deve reali-'
Outro do mesmo, remetiendo dous exemplares sar-sc no dia 27 do conenle."
das collficr.oes de leis e decisoes do govecu do' Informamnos que a irmandade do Espirito
aiino de 1863. A archivar. Santo, erecta no conveuto de S. Francisco, festeja i
Uutro do mesmo, .remoliendo as informacoes este anno com pompa c solemnidadco son padiooi-
ministradas pelo eiuenheiro li-cal da estrada de ro ; e nessa occasio cantar missa nova o Sr.Dr i
ferro aeerca de represeulaces de diversos proprie- Manoel da Costa Honorato,
tarios de Jaboatao, (iibo, Escada e Santo Anto. A larde do dia da fesiaja mesma irmandade pre-
A' quem fez a requisicao. tende expor vista dos liis a procissao do seu pa-
Outro do mesmo remeltendo as informacSes mi-' droeiro, para brilhaotisuio da qual nada tem pou-
nistradas pete director geral da instrurcao publica pado.
acerca dos reiniermentos de Jos Faustino Mari-! Era data de 10 do corrente noticiam-nos de
nho Falcao e Joanna Justina de Siqucira Varejo. Garanhuns o seguinte :
A' commisso de instroceao publica. t Jos Ignacio de Mello, pardo, casado, morador
Urna peticao de Jos Hodopiano dos Santos re-1 no sitio Saccodo Bwgeriodeste districte, ha dias
clamando contra o esbUIho de seus direitos acerca soffria de desarranjo mental, suppondo que o que-
dos estatuios da veneravel ordem terceira do Car- riam prender, sem que para isso tivesse dado mo-
mo desta cidade que se acha pendente da apprnva- tivo, porque era de bous costumes.
cao desta assembla. A' commisso de negocios' A 6 do corrente, tendo sabido paraorocado,
ecclesiasticos. quando trabalhava, ouvo vozes que julgou srem
Outro de Francisco Silverio de Parias Jnior, de urna pairulha, como elle proprio confessou ao
professor adjunto das escolas de inslruccao prima- paj e a ootras pessoas. (inmediatamente lancou
ria, pedindo deeiso acerca de ter ou nao direito o man de urna espingarda fina que levara, part
supplicanle de ser movido no effeettvo magisterio para sua casa, eperto delta, ainda perseguido pela
indep,-nd.-nle de concurso. A' commisso de imaginacao, parocca-lhe ouvir novas vozes, que at-
insirureao publica. tributo a mesma patrulha que vinha em sua pro-
Ouira de Jos Joaquim da Costa e ostros, recia- cura; e enlao, armando a espingarda con um la-
mando contra um dos artigos dos estatutos da ve- co, apontou-a sobre o peite direito, e puxando-a
neravel ordem de Nossa Senhora do Carmo.A' para si, disparou-se ella, empregando-se toda a sua
commisso de negocios ^eclesisticos. carga no lugar da pontana.
Achando-se na ante-sala o Sr. Jos Mara de Al-! Este infeliz, depois de ferido gravemente, cha-
buquerque Mello, diputado p"lo quarto distrlclo, mou pela mulher queacudisse, Irazendouma vela
ntroduzido na sala com as formalidades do estylo, ou um tieso para ajuda-lo a bem morrer ; na ver-
presta juramento e toma assento dade, j nao existe, pois que, hontenr, foi conduzido
a mesa e approvado o quinte requer- o seu cadver para esta villa, atim ac se proceder
Existem. . 342
A saber:
Nacionaes . 2il
Estrangeiros 34
Muflieres . 3
Estrangeira . 1
Escravos . ;9
Escravas . 4
342
142
Alimentados custa dos cofres provinciaes
Movimento da enfermara do dia 18 :
Teveram baixa :
Bento Francisco Lopes, urilrite.
Luiz Kantista, sarnas.
Obituario do da 16 de abril, no cemiterio
riiBLico :
Apngio, Pernambuco, 16 mezes, S, Jos, entente.
Maria, escrava, 20 dias, Boa-Vista, espasmo.
Carolina Maria da Conceico, Pernambuco. 26 an-
nos, Boa-Vista, entorile chronica.
Anacleta, escrava, frica, 4o annos, solteira, Boa-
Vista pulmona
I nelle a competente visloria.
mente
Bequeremos se solicite do preMrtenteda provin-1 t Tambera no dia 8 do corrente, s 10 horas do
ca a remessa de urna represeotaeao dec habitantes dia, deixou de existir Manuel Pereira dos .Sanios
de Grvala, em que pedetn a creacao de urna es- Bocha, subdelegado de polica do disiricto da Pal-
cola de insiruefio primaria para o sexo feminino, njolra, o qual foi victima de urna hepatitis que a
e bem assim lodos os esclarecimentot que tal nada cedeu.
respeito exislam na secretaria do governo.e-' ( A trra Ihe seja levo.
mothemn-'l do Ayo Barros. | S. Uxc. o Sr. (-cidente da provincia manda
B" tambera approtado o seguinte requerimento ; celebrar amanha 20 do correle, pelas 9 horas do
UM POICO DE TUDO.
Do Nain-Jaune Iraduzimos o seguinte :
Acha-se' m leilo a adega do Very.
Una anedocta acerca do celebre botiquineiro do
Palais-Hoyal est em voga.
Em 1814, depois da entrada dos alliados em Pa-
rs, o imperador da Bussia Alexaudre I gotava de
ir janlar no botequlm Very.
S. M. fazia-se servir na sala commum, sem dis-
lioccao djs demais freguezes.
Sa despeza nao exceda de dez ou doze francos,
mas deixava sempre sobre a mesa quarenta, di-
zendo :
O restante para o criado.
Isto levava o agraciado a seguir S. M. at a ga-
lera entre .o grito:
Viva o imperador Alexandre I
Oh potencia irresisiivel da gorgela )
O exemplar da constilucao de 1793, eacader-
nado em pello humana, foi adjudicado por 226 frs.
a um livreiro de Paris.
E' dea-perar que baja um cava'leiro, que te-
nha a generosidado de dispender alguns luizes,
para lograr o prazer de queimar tao asquerosa re-
liquia.
Computndose os nomes que a nova infante de
Hespauha reoebeu pelo baptismo; v-se.que sobem
elles a noventa e dous I
Lin de raais loria sido de rnao agouro.

A venda dos desenhos de Eugenio Delacroix
contina.
O phrenesi que reina desde o principio da sema-
na, ainda nao declfnou de iotensidade.
Arrancase Utteralmente o menor pedaco de pa-
pel que lenha traces de creao.
O esboco da Batalha de Tuileaourg foi pago por
7,500 francos.
O activo sobe j a 500,000 francos.
Abafa-se na sala, atropella-se nos corredores,
move-se difcilmente as escadas.
Em Franca bom morrer___

Dar na amante urna indignidade, e na consor-
te um suicidio.
*.
Madama Spezzia, que cania a Norma, pareee-se
com um velho fazedor de oceulos, chamado Canca-
; n, que vi em Brdeos.
Falla-se muito das duas ordens de denles de
madama Spezzia.
E' urna spezzialidade.
O Slieflield Daily TeUgrault. de 11 do passado,
diz que, pela meia noite, rebonteu sbitamente um
enorme reservaterte de urna mi Iba de extenso,
' situada a sete milhas da cidade, e innundou o valle
' do Don, destruindo o aldeias inteiras, e ahogando
! durante o somno centenares de habitantes.
Arrancaramse arvores, a agua, na sua cor-
! rente rpida, arrastou deslrocps de edificios em
! grande quantidade.
Nalgumas ras de Sheffleld, esses destrocos ac-
cumulados, clevam-se altura e 8 a 10 ps, no
meio desses destrocos encontram-se fragmentos de
movis e grande numero de cadveres.
Por espaen de imis de una hora, as ras proxi-
I mas do rio estiveram coberlas por tres ou quatro
metros d'agua.
Tem-se oceupado um grande numero de pessoas
! em extrahir os cadveres das casas, cujos infelizes
habitantes foram afogados na projuia cama, e s
ha encontrado outros cornos nos jardins, para on-
de as aguas os haviam arrastado.
Nao se podera descrever bem aqui a consterna-
cao que reina na ctdade.
Suspenderain-se as transacoes commerciaes.
Ainda nao na perfeito conhecmento de qual a
extenso da desgraca, mas pereceram centenares
de pessoas emquanto dormiam.
. Um immenso volume d'agua despenhado con-
tina na sua obra de deslruica. Botherham, Don-
caster e militas outras cidades, ho de tambem
soffrer antes que o ro Trent tenha absorvido o
excesso d'agua, que deste modo se acha em per-
feita bberdade.
A 11 deste mez, o rio em Liverpool elevou-se a
ama altura extraordinaria.
O vento de oeste spprava com violencia, c an-
nuncava que a mar da noite seria aiuda mais
forte.
A altura da mar foi de 21 ps.
No dia 14, noticiaram de Londres pelo telejra-
pho, segundo cartas de Sheffleld, que o numero de
cadveres, que ja se linliam extrahido, exceda a
duzentos, e que por toda a parle se notara a mais
riva agilacao.
Offerccem-nos o seguinte escriplo :
OS SAI'ATOS DE ABDUL CASSIM.
Havia outr'oia em Bagdad um homem riquis-
| simo e muito avarento chamado Abdul Cassim.
Era tal a sua parcimonia, que nao tinha animo
nem de deixar os seus sapatos velhos.
Logo que estes se enchiam de buracos, mandara
pregar remendos pelo sapateiro, e contiuuava a
audar com elles por 4 ou 5 annos.
Por fim ticaram to grandes, e pesados, que tor-
naram-se objectos de urna critica proverbial.
Em Bagdad quando queriam fallar de um objec-
to muito pesado dizam : tao pesado como os
sapatos de. Abdul Cassim. >
Um dia, em que este homem passeava nos baza-
res de Bagdad, um seu amigo Ihe disse, que aca-
bava de receber.de um mercader de Alepo garrafas
l>or baixo preco.
Comprai urna porcao, Ihe disse elle, guardai-as
por espaco de alguinas semanas e depois podereis
vende-las com grande lucro.
Esta proposta agradou Abdul Cassim, que cora-
prou algumas garrafas por 60 dinars, e mandou
conduzi-las para casa.
Tinha outro amigo, que Ihe disse. que acabava
de receber agua de rosa de Jesid, accrescentando:
Se a queris, posso vos ceder ; o d'aqui ha mais
lempo, podis vende-la pelo dobro do que custou.
Abdul Cassim comprou essa agua, encheu com
ella as suas garrafas, as quaes collocou em cima de
urna prateleira em seu quarto.
No dia seguinte, Abdul foi ao banho ; apenas se
despio um seu amigo, Ihe disse rindo-se.
Oh 1_Cassim, deixa-me trocar os leus sapa-
tos, pois sao realmente muito pesados.
Como quizer, responden o avarento Abdul.
Neste entre lano, o cadi ou o juiz da cidade,
veio tambem lomar banho.
Quando Abdul vestio-se, procurou os sapatos, po-
rm nao os achou; e vendo em lugar delles um
calcado novo, julgou, que o amjgo tinha feilo a
troca, de que fallava. Sem outras formalidades
com alegri a apoderou-se dos sapatos novos ; e vol-
tou para casa.
Por inft hcdade tinha tomado os sapatos do cadi,
que os mandando cm rao procurar, e nao achando
se nao os horriveis chinells de Abdul, julgou mul-
lo naturalmente, que este o linha roubado. Orde-
nou-lhe, que comparecesse diante de seu tribunal,
e sem querer ouvir a sua justilicacao, o condem-
nou urna multa e muitos dias de priso.
Quando alcancuu liberdade, Abdul disse coin-
sigo.
Estes malditos sapatos sao a causa de tudo o
que tenhc soffrido ; desuonrarain-me.
E os lancou encolerisado no Tigre.
Dous dias depois, algun pescadores, tirando
d'agua suas redes, descorirain o sapatos bem co-
nhecidos em Bagdad.
Um d'elles ap.inhou-os para os entregar ao dono;
e como encontrasse a porta de Cassim fechada,
lancou-os por urna janella aborta. Os pesados sa-
patos caluram un/ cuna da taboa, onde esta rain as
garrafas d'agua de rosa, e as derrubaram ; as gar-
rafas quebraram-se e perdeu-se toda a essenca.
Entrando em casa, e rendo o noro prejuzo, que
ia solrer, Abdul arrancou a barba e os cabellos,
chorou, e de noro maldizendo os tapatos disse.
E' preciso, que me defaca destes sapatos:
vou entrralos era uin canto d casa, e nao hare-
r mais queslao.
De noite poz-se a cavar um buraco no chao.
Seus visinhos, ouvndo rumor, julgarara-no estar
minando a base de sua habllacao, levanlaram se
atemorisados, e foram ter como cadi para Ihe ex-
primir seus temores; o cadi mandou (anear Abdul
cm priso, e nao osoltou se nao depois de obnga-
lo a pagar nova multa
Vollando para casa mais triste, mais irritado do
que nunca, Abdul agarrou furioso os funestos sa-
patos e atirou-os no cano de esgoto de urna esta-
lagem.
Alguns das depois obserraram, que a agua nao
corria mais pelo cano ; os obreiros encarregados
de limpa-lo reconheceram, que o cano estara obs-
truido pelos sapatos de Cassim
De noro o avarento couduzido a prisao e con-
demnado a urna grande multa.
Deimis deste terceiro infortunio, Abdul Cassim,
desesperad.), pega nos sapatos, lava-os, e bota no
terrajo de sua casa para seccar, e. depois reduzi-
losa cinzas.
Porem um cao, saltando cm cima do terraco,
agarrou cora os "denles em um dos sapatos, e o dei-
xou cahir ; o fatal calcado cabio era cima de urna
mulher, que eslava sentaoa junto da casa, e queem
consequenca do susto, quo tve, flcou gravemente
enferma.
ti Seu marido queixou-se ao governador ;.e Cassim
fui anda condemnado priso e.mulla.
D'esta vez, nao sabendo mais comolivrar-se dos
abominaveis sapatos, Abdul agarrou os, apresen-
tou-se ao cadi, e contando-lhe tudo quanto Ihe suc-
cedera disse.
Eu peco-ros, que recebis minha declaracao,
e espero, que todos os mussurmanos presentes at-
testarao, que d'ora em diant deixam de harer
quaesquer rela^es entre mim e estes sapatos ; de-
sejo por Unte uin certllcado, que faca constar,
que, se estes sapatos causarem ainda algum acci-
dente ou de*graca, j nio serei responsarel por
seus malficos.
O cadi, a qem esta narracao agradara, cntregou
o certificado ao infeliz Abdul, dando-lhe depois um
presente.
L-se no Jornal do Comnurcio de Lisboa, o se-
guinte :
Ha actualmente na Europa quarenta edous prin-
cipes soberanos: d'este numero vinle e oito (mes-
mo tnnta contando os reis da Dinamarca e da Hul-
landa) reinam na Allemanha.
O duque Leonardo de Saxe-Meiningen- foi feilo
soberano a 24 de dezerabro de 1803, e reina por
consequenca ha 60 anuos.
Ha s quatro principes, cuja exaiucn ao poder
anterior ao anno de 1831; sao ; de parte o dn-
1 pnsn, z
que de Meimiign, o duque do Schwarbourg Ru-; conveniente, quando a propria exf
dolsUdt, o rei Guilherrae de Wurtembeeg e o du-! Via mostrado essa iocoovcnieiicia, pon as i
que Leopoldo de Analt. j cando o apparalo bellico numeroato*isw rm
Sele principes reinara depois de 1830; oimpe- de espectadoreso deliquio qoe nfcwni
rador do Brasil, o duque de Arunswick, o re dos j estes ro causa de summa agitar c
Belgas, a rainha de Hespauha, o pnncqie de Sch- n'aquelle recinto a ponto de ser tile
wartzbourg-Sonderhauseii, a rainha de Inglaterra diversos nio com o proposito de deampesssr i
c o duque de Nassau) semMa, mas qoe corras Um
Os principes, cuja exaltacao ao poder mais mo- maioria nao duvldou regeitar
denia, sao : Jorge I, rei dos bllenos-; e seu pae t0 sanecionando assim aquel!* artosr
tliristiano IX, re de Dinamarca. Depois do prn- abusivo e violento da maioria da rnrnneiiilu de m-
cipe de Iteuss-Grez, que ainda este tutelado por |,cj;1.
| sua mi, o rei Jorge, o soberano mais joven, se-, (bilocados n'estas ciiMistaawMesMs*esseeejv
gundo a idade, por isso que conta 17 annos. deviamos fazer um protesto salina' roatra ipim
i O rei Guilherrae de Wuriemberg o decano delilHiracao retirando-eos da nissetHi e eiueln
, dos soberanos reinantes, nasceu em 27 de setem- jt Lainaruarte nos seus Iraba em kmH li
!^de llS1, e ?1! I01'confluencia 83 anuos de (!xislir for(;a dever ,jue Mepareser UMe oseas ie>
idade. Deitois delle nota-so o landgrave Fernando .K.riM) ,,l,Vn,__0 re,idenle -nav. odo afeas
de Hesse-Homburgo, que tem 80 annos, e o ulu
mo descendente da sua casa.
I papa, o rei Leopoldo da Blgica, e o principe
Henrique LXVII de Beus-Schleiz, tem cada um
| delles mais de 70 annos ; entre os sete prncipes
i cuja idade varia entre 60 u 70 annos, eslao o rei
Guilherme da Prussia e Joao de Saxonia ; cinco i
sao maiores de 50 60 annos, o imierador dos ',
francezes, o rei Maximiano de Baviera (fallecido
ltimamente i; irese teem de 40 50 aunos, entre
os quaes estao o imperador da Bussia, o duque de I
Coburgo-Golha, o grao duque de Weimar ; a rai-!
nha de Inglaterra, o re de Haunover e da Italia, e
o grao-duque de Mecklemburgo Schwerin ; de 30 :
40 annos ha nore, entre outros o imperador do
Brasil, e rei de Suecia, o grao-duque de Haden, o
-sullo e o imperador da Austria ; dous teem entre
20e 30 annos,e sao o rei de Portugal co principe
de Loichtensiein.
| Entre os fallecimenies occorridos durante o an-
no passado as familias soberanas da Europa, de-
vora men ionar-se : os do archiduque Maxiuulia-
I lio d'Anstin, que morreo em Ebenzvcir no primei-
, ro do junho ; prncipe real Frederico Fernaudo de [ de Kemp.
Dinamarca, failocido em Copenhague, 20 de ju-1 Em vez de lodos e*es immiinVv e ptrhjmm*
nho ; primipe Frederico da "Prussia, morto em remedios vermfugos romp-io- d-- i-Ij a ru !
Berln 29 de jnlho ; duque Alexandre d'Anhall, mineraes apresentamds um oVIcmo
Bernburgo, morto 29 de agosto, e Analmente o, vegetal, promple e infaillivel na sua epeeaft,
rei Frederico VII, fallecido 15 de novembro, no causando nauseas nenj inemruiN'd-* de
penoso quantoopre
do essa medida extrardinaria qn* iw> esta
prehendida em suas altribuifi'tes, se en
a-sembla mas apenas a alguns itvimmm* A
maioria, declarou que retirar-se-hia da casa se este
nao houvesse de determinar a peraaaesKie da
forca.
Becife, 18 de abril de 1864.
Dr. Sabino OUg,iria L fimko,
Dr. JoaqHim He Afmimo Fonceca.
A. J. da Costa Ribetro.
Jimio francisco Teueir-i
J. Braulio Curren e SiUa.
Uiodoia Ulpiano Cottho Citan.
Manoel Netto Carnet de Somza timtrxrm,
Jos da Cu nha Teixeira.
Gaspar de Menezet VascowetUx ir Ih-ntmmm-t
Pastllhas Teraairas dr ttreap.
Chamamos a attencao de hxlu para u reni. I
mais agradavel e til qoe se ronnrre pera Ui
expellir as lombrigas : as pastilkas termutaf*-
paco de Clucksburgo.
Por morte do duque d'Anhalt-Bernburgo extin-
guio-se a linha masculina dos Bernburgo, e desde
alguma. produzimlo sempre o <-u HsVito i
maneira suave e completa, nao rarevadi> di
ai-lencia de qualquer um Miir purgaaS
logo o paiz d'Anhall, que al enlo se formava de j como un excedente meio de fazer remvrr i
; dous ducados, fundio-sc nicamente no ducado de trucces do ventre, mesmo no easu de aao esi-4i
Anhlt. I rem vermes alguns. c rinalmente hwnam-im rtsm
Entre os casamentes contrahidos o anno passa-1 dignas por lodos os resanto* da oniianra e ;
do, meneionam-se o do prncipe Guilherme de Ba- vaco de iodos os pas de familia, o ejar
den, cora a nrincota Maria de Lenchteuiburgo, ce- rao estas pastilhas elcanteineiMe
lebrado 11 de fevereiro ; de principe de Dalles,. dentro de frasquinhos de cry^lal e a renda eea an-
cora a princeza Alexandra de Dinamarca, 10 de ticas de Caors & Barbosa e de Juan da C
mareo, e o duque Boberlo de Chartres, neto do
rei Luiz Fjjlippe, cora a princeza Francisca d'Or-
leans, fliha do principe de Joiuville, 11 de junho
de 1863.
O Comnurcio ih Porto narra os seguintes fac-
tos :
Durante o anno de 1863 naufragaran! as costas
de Portugal e ilhas adjacenlcs vinte c'cinco na-
vios, sendo quatro barcas, quatro bngues, urna go-
&C.
My
Ililv*lra.
O xarope .Iberio de veame p>
muilo tem aproveitado aos que
le.-lia, e c de lamentar fe, que.
cidade a maioria dos qste sucumben) os pulmonares, sem procuraren! o rerur?o d* ffa-
r mim presara
Mlffl !' I
M mIiIi
iu.--, jtuuu iiu. ni \i uaiL.i.-, wuaiiu ut ikmco, una t"- [,:,.. .1 v___ i .
; lela, nina galeota, dous ptechos, nove hiales, um ^&2Sb qMe "** *****
falucho, uin caldque e dous vapores. i "jM" >u,a g"g _
!>... .......i. I..... ._.. ...r............. :_ O Sr. Braca rom kwa de ierra
D'esles navios doze erara portuguezes, (|uatro in-
Braga rixn Inja
glezes, dous francezes, um russo,' um italiano, um I EJ* J i' *
austraco, um hollaudez, dous iiainburguezes e um nr ",' -c "Wl"
; hespanhol. I P^^'P"-
j Estes vinte e um naufragios liveram lugar as;
seguintes localidades:
Um ao S. da Torre do Bugio, um no Cabo Espi-
chel, um no Cabo de S. Vicente, um na Punta do
Funclial, dous na barra do Porte, sendo ura na
, Cruz de Ferro e oulro ua Porcada, ura na Torrei-
ra, dous na barra de Aveiro,uiii no Torro do La-
meiro, na costa de Aveiro, ura ao S. de Villa do
Conde no lado opposto ao Cabedello, uin nos Bai-
I xos das Temerosas, na entrada da barra de Cami-
| nha, um ao S. do rio de Quarleira, na praia de Fa-
ro, um em Jusicaes, na praia de Lagos, um no Ca-
li ferragrn n rea
|M>r dous batas m> -
ii o iralamenio eer asm
cen
Maria da Cnocci^a, muradnrr.
na travesea do Monlcire n. 10, achando-se r^m-
ganada, lambem a mira recorreu e acha-se rassa-
belecida.
Um sobriiibo do senher profess.>r df NazerHbd
Cabo, arta se bssa,esejk se sd di -ua carta afcaiv.
transcripta, alera de outros fados, que podara *ei
mencionar.
A pbtysica a destru);o e a magreza de tedi>
corpo, cm consequenca de chagas, lubrcala*, e
concrecro dos bofes e de empvema, alru
vosa, o outras iimlr-uas que viciara o*
Mi Vicente: oiteram;: a^ mar^n. ao'N. d^, ZZZ2T' ^^ ^Ur"' ^^ ""^
sarampo, ele.
Na phlysica, chegando ao estado de gravidadr. >
que muilo pode concorrer para a -airar *>
doenle e ajudar os medicamento-.-, o ar doi
exercicio conveniente e ifeta. a qual nao i
de nenhuma cousa quenle. ou oV dinVil *ifr."
e a bebida compre que *eja de uatureza I
f/csca.
Toilo o seu alimento se ha de dirigir a
a acrimonia dos humores, a a nutrir, e
doenle, para o que c prctiso redazi-lo ao
rejietaes e leile.
Toda comida bebida, que -- bxiiar ka
em poucas pecgdes, para cviiar ;u o :
ch\lo fresen opprmia os boles, e acrutere
ar
4>
> ~r
i a
H? i
CORRESPONDENCIAS.
Cabo de S. Vicente, cinco milhas ao mar de Alje-
! ruz. um junto a Cacella, na prai de Villa Keal de
I Santo Antonio, um junte barra de Villa Nova de
i l'ortmo, um ao O. dos Acores, laL n. 38 33', Ion-
I gitude O 33 59, um na Coala da Candelaria, da
j ilha do Pico, um na Cosa da Feteira, da ilha do
| Pico, um na baha da cidade da Horla, um dentro
I da Caldeira do Areal, em Punta Delga la, um ao
abrigo do quebra-inar ein construccao, em Poula
I Delgada.
i Os dous navios que naufragaran] na barra do
i Perla foram a barca ingleza Rowatlon e o hale por-1
luiriiez Santa Cruz.
i Os quatro que nauTragaram as localidades per-!
I tenceules ao disiricto de Aveiro foram os hates cireolacaodo saa
pertufueiei Lmunro, .<. Pedro e Panto, e o bri- Muitos doeaai aesta aasafli >e teem rearrpm
' gue inglez Helena Jane. ao uso do oleo de ligado de bacallao, e oolra* e-
O que naniragou em Villa do Conde foi o hiate pararoes de re.-mas e balsauMts, s-m dHb-
portuguez Esperones, e o que nanfragou era Casal-! tenhin tirado proveilo; e alguns expuSam eY
nha foi o hiato |iortuguez Resolcido. raedecina corabalem com inuiU razio esw icaia
mente.
E' cosime carregar e estomago do itieate r>HBi
medirainentes oleosos e balsamicits : por-m
era vez de lirar a causa augmeutain-na. e.njmn-
1 tando o sanguc, ao mesmo ieni|i que tire a
Senlwr.es redactores.U no seu importante Dia-' apetite, retasaos t solido*, e sao de loda sorte err
rio a exposi^o de um eleitor, que inculcando ao nieiosos.
Sr. Saldanha Mariano para segunda vez ser votado' Tudo que se lzer para extinguir a asese, alem
na occorrente eleicao de senador, pila morte do do exercicio e rgimen a^ropriado deveas ser re-
chorado conselheiro Franci>co Xavier Paes IIarre- medios de uaiun/.a acida, dnStB)
to, diz haver direito de esperar do nobre corpo elei-' Os accidu- possuem a virtude toral a eleicao daquelle senhor como um acto dig- bons elTeitos ne.-ta enfermidade. porque, a m-
no da independencia e Mostrelo da provincia, contnbuem a a pasar a >de quarnte mmoS! i
visto elle ter sido j urna vez eleito. nao ter des- febre etlica, mas tambem a reire-ar a -awjer.
merecido, e ser a coherencia uina das prinviras Aos dorles desta i uL-ruiiiUJe, quando-o-i
qualdades.exigidas em poltica, e o corpo eleitoral estado de gravidada m\ que a leaea
pernamlmeano nao pede ser incoherente.
Bem nsfpareee ludo isto, senhores redactores;
mas se aquelle que. foi votado nina vez deve-o ser
segunda ; ipie diremos da pielle que tem sido vo-
lado cinco vrzes, e quatro aposentado eip listas
trplices coroa, e alguma vez at em primeiro maahaa o xarope etheno de velara.-. Teuln.aroo
I lugar, como foi o senhor eommeadador Antonio selttado, que facam uso de regalaos de rwsasvza
j Joaquim de Mello f Deve se rolar segunda vez, acida, como laranjas. Iimoes, |nungas, ova* rtr .
; para haver coherencia, como nos prega o -senhor e appUeaedea > plaas amargosas, que fcwMiraN
ai eleitor ; e nao se dore votar sexta vez, porque it nrliimigi. ti asrriai au aasaaaa mWljB fammlmWm.
[em sexta repetieoja nio seda, j nao mdispeii- c mitigar a sede.
savel haver coherencia ? Esia > p le ser a logi- a Sr.' I). Joaquina de Sa Brrelo, lema mu
ca de um ceg espirito do partido, que com late sua escrava fallecida d. -la m-d.-iu .-uUik-ahdB '
incoherencia--, e injuslicas muitas vezes se descon- tralainrnio de seu medico, reaoiveii proewrar-ssr
cerliia, provoca antagonismos fataes, e porde-se. para tratar de um outro escravo, que -..ru 4a
Serei, pois, observador da coherencia, como misma enfermidade, prcscrevi-ib.- > \arop 4m e-
quer o collega um eleilor: eu que lanas rezes vo- lame, tem melhorado coii-iiln.ivrlm.-nte.
le no Ilustre senhor Antonio Joiqum de Mello, a .-enhora do Sr. Anteiiio Fiancssr Me r i
emquanto me confer rem a hoerosa importancia de foi desengaada por hal.n- asaslsni ii.- eleitor, continuare com muito goslo, e saisfacao a estera prestada, a nos ultimo paUHni tU mmtm
tributar aos mritos do Sr. Antonio Joaquim de foi com o xarope de veame salva, nmn lewtd
Mello a homenagem do meu roto, que snpponho carta iinpicssa no Jornal de Rerife do 9 de fcve-
outro sim condcir com a imprelerirel dignidade, reiro de 1*63.
e pundonor da Ilustrada proelnnia.
acomet., procrevo-lht-s o sarro de nm
dissolvido era urna chicara d'agua cmr I
aunBl*ar em um grande r .;*i para
um papehnl.o dos po- refrigerante* tora heir.
COM que alivian ae acouieitim. ni da fel*e. e arla
Um outro eleitor.
"PBLEACES i PEDIDO.
Ao publico.
Os abaixo assignados, deputados a asst uibla le-
gslatira d'esta provincia, julgain de seu dever
trazer ao conhecmento do publico o procedimento
que tiveram buje, retirand >-se de suas cadeiras cora
o proteste de que nao tornarara a occupa-las em-
quauto subsistir o motivo que deu lugar a sua re-
tirada.
Corran) regularmente os irabalhos da assembla
sem que essa regularidade houresse sido pertur-
bada se nao por manife-iaroes da parte das galleras
de approracao a alguns dos oradores ou no sentido
" aseare Emilio do Sr. U-m-ule-cor.en-l flodil
pho Joo Karata de Alui.-i.la, U bnilim drvn
frailado por habis mdicos, r m n j irfn du
veame ada se compliiauo-me rr-iabelrmi... nm
se ve larabeinda carta irapre.-sa du n. -m Ar. w-
nenle-coiiMirl na mesmo Jornal do to,/-
O Sr. Antonio Christuu.1 FovMiiho JoSr. Qtr,-
tano Fogt, proprietario e >i>UhrU-rtn
de Macei, o primeiro 4>em conheri de, pois que fui empregado na rasa do Sr. Umr
Chapeiliu retratista, sttenesaida na ma en
ratriz, aromeltdo deste molestia foi aejni i
nado por habeis mdicos : reiimu-v ;ara a
e all continuou "m ir llmenlo, al ejne tm e-
gunda vez desengaado ilutes im-diciM d'a*. rnr
gando eu a Macri. nm amigo prrfin-an>. \rnnr
acompanhasse at a ca.-a de Sr. (Ibristiane pera rer
um doenle e prescrever-lhc algum remedio, nm
trei o lilho em urna cama desanimado e mi <
de prostraco, pois que escarrara sanme e i
de reclamar o silencio ipiando outros erara mter- completa inapetencia e fra.iu.-za a MMe'en i
rompidos e cnstevara fazer-se ouvir, inanifesuces se poder por cm n,' iw ftm de nssa nrrata i
essas i|ue pnncipalmeiite se haviam dado nos pri- xarope elherio de veame j se aetnva rmt n r*
meiros das da actual sessao-corriam assim as lado de passear em casa, desapparernje a
cousas e ate muila calma e ordem se tinham ob-: tencia, e os escarros de sanguc ; r > um i
servado nos ltimos dias, quando com geral sor- i ligada.
presa da populacao d'esta capital soulw-se pela ma- No fim da segunda ja aenei em estse de i
uhaa do dia 1G do corrente que urna torca nuine-! passear pelo seu sitio todas as i
rosa coinniaudada por mais de ura offlcial achava- esta o aconselhei. que --omfna
se guarnecendo o pacu da assembla, e que a cida-' mo xarope elherio alternado rom
de eslava sob certo alarma, achando-se tambera re- lco de veame, e que u-asse dos
forjadas as guardas o que alias pessoalinenle ve- na pancada di rilar. Sentio etle
rilicaiuos quanto a da alfandega na occasio em banlms alguns cbor|ues, mas em o |
que por ah passamos. | conlinuasse, com o qoe se lesa
All coraparecendo observamos que de feilo tro- pnis que, tenho rerebido carias de
pa numerosa guarneca aquelle paco, que a por- se me coniraunica o seo bom estada.
ta principal do edilk-io e ante-salla estavam guar-' Ne-ia molestia os expositores de
dadas por sentinelias alm de diversos soldados de aconselhain banhos salgado, apenas
polica que exisliara as galleras. tratara, dizem ser appiicados ruara aTi
Ento requereraos, no que tomos acempanhados hypochoiidria, c-lherismo, aineoorinea
por outros collegasv que se mandasse retirar a rao etc. ; entretanto vi este bmn rrnHmn
torga cuja presenta all reputevamos nao s de- do Sr. Chrisliano, e outros fados igoac
-airo-a provincia se nao lambem atlentateria da to as molestias siph\lira, e ootras
soberana da assembla. com o uso do xarepe alcoik-o de
Discutido esse requerimento deixou de ser vota- obtido cjra radical,
do n'esse dia-por se haverem na occa-io era que i O Sr. Dr. Silva medico hbil de
se devia volar retirado da ca-a quasi todos os pro- de ter applicado a um sea doenle da
pugnadores da permanencia da torca. U xarope akoolice de retamo, lee em
Na sessao de hoje quando es|ieravamos que a poz em estado de largar as
maioria da assembla ou o seu presidente houves- dava arrimado, o aconselboo qoe
se reflectido sobre essa providencia altamente in- o uso do mesmo xarope
JMOT


rilarlo de Prrnnaihueo Tere* feira i de Abril e 1M4.
/"*
banhos saldos, com <|tio se tem dado muilo bem, | ;>.' Para tudo quanto ai|ui noesiiver previsto,
e um dos mdicos, inte all om Macei tem com- regu
THEATIIO
DK
S. ISABEL.
i:npiti:/,A
GRttltNO a MMftll
Herrn extraoroTnarta
Livre da asignatura.
Crrelo geral.
egular-se-ha pelo que disooe a le.Conforme, A. Pola administrado do correio desta cidadc se
pleta conflatii-a as prepararles do veame por I F- da n"un(liac,:!0- f publico ipie ein virtud* da convence portal,
mim fetas. mitos bos resillados, que tem obtido O IlluuSr. inspector da thesouraria provm- celebrada pelos governos brasiieiro e fram-ez, se-
em sua clnica. c\a\,em cotiprimento daordem do Exm. Sr. vire- rj0 expedidas malas para turoj no dia 30 docor-
Qnando ilminm se rfi com losse val ao medico, presidente da provincia, de 6 do correte, ..manda reme pe|0 vapor (ranee/. Exlwnadmv Asearlas
este o examiua e declara o >onhor est alTectado lser publico, quo no dia 28 do mesmo, peante a Mri rac,Mlas ale i heme antes la *M fer mar-
dos pnlinSeso doenle desanima, com esta senien- junta de azemto da mesma theourana, se lia de ca(j(l para ., sania do vapor, e os jomaos- at 4 ho-
ra emende estol sem mais mra, qnnido os factos {arrematara quem por menos lizer, a obra da^con- ra9 ante9_
e a
do procurado o logar apropri
do i e assim csplicam muitos expositores de me-
dicina.
Ora, nesta provincia temos farifidade. boje o re-
curso do ar ; por que a via frrea nos proporcio-
na pois que un poueo lempo urna pessoa quo exis-
te nesta cidado fcilmente se transporta para as
ultimas estacos de Gameleira e Una, lugares per-
to do Bonito e do ouiros pontos que sao considera-
dos serto, quanlo mais que os mesmos lugares
j nao sao mos, segundo, pen-o, principalmente no
verao.
Mas dir-se-liaurna pessoa pobre nao tem mais
de se transportar e d'alli estar isso se respou-
de, que, naquelles lugares existom casas vasias e
alln!.-ain-se por prego commodo, e mesmo muitos
gneros de primeira necessidade, all se veudem
pelos mesmos precos que aqui.
Aquellos, pois, que estiverem -nestas circums-
taneias, eu Ibes facilito explicar os meios pelos
nanea se devem regpr, e Ibes fornecerei os medi-
camentos gratuitamente.
Nao deixarei de advertir ao publico, que as mi-
nhas preparacoes de veame sao reunidas com ou-
tros ingredientes, e com eHes tenho obtido ptimos*!
resultados ; n.'w se engae o mesmo publico com
outros, que por alu se annunciam, cujas prepara-
eoi-s ignoro, assim com o aproveitamento delles
nos enfermos, quem por ventura tenbam sido ap-
plicadnsa; cada um responde por si, o eu afflrmo
ci
dicamenlos nesta prov
tica na ra Direita n. 88.
Jos da lincha Pnranlios.
Nazaretli do Cabo, 7 de setembro do 18C3.
Illin. Sr. Jos da Rocha Prannos. om o maior
prazer levo ao conheeimento de V. S.. que o doen-
te que V. S. acha-se adminislrando-lhe remedios,
adiase no todo rolabelecido, portanto, nada sent,
lendo desapparecido no Iodo a losse, tem muita
disposieao comida e adiase nutrido, eixou de
tomar os ltimos remedios que V. S, receiteu no
dia 30 do pjssado, resta agora a V. S. mandar-
me dizer qual a dieta quo o doente deve conser-
var e por quanlos lempos, mencionando as comi-
das que deven usar daqui em dianle.
Resta-me agora agradecer V. S. o cuidado que
tomou nolraiamento do rncu sobrinho, abaixo de
Deus, deviclo o seu restabeleeimento a pericia de
V. S., e pjr Isso pode V, S. sempre contar com os
meas diminutos prestimos, e desojare! em todo o.
tempo dar nina prova do meu reconhecimeuto.
Desejo V. S. todas as venturas, por ser- de
V. S. mu 10 respedador c obrigadissimo criado.
Francisco Beringucr Cesar de Menezes.
&&&Jk&

experiencia tem demonstrado que muitos, ten- servacao da estrada do sul, entre o marco de 12,000
irocurado o logar apropria.lo, se le*"1 sa,,a- braas ao engenho Massangana (3 termo,) ava--
liada novamenie em 8:8005000.
A arremataban ser feita na forma da le pro-
vinci.il n. 3i3, de 15 de maio de 18oi, e sol) as
clausulas especiaos abaixo declaradas.
As pesaos* que se propor.erem essa arremata-
cao, compasee ama sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio! dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandn publicar pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 7 de abril de.1864.
O secretario
^4. F. ilil Annnnciarao.
Clausulas especiaos para arrematacao.
1." A arrematacao da ponte da estrada do sul,
comprehendida entre o marco de 12,000 bragas
aoeagenho Maasangana, ser arrematada por um
anno, pela quaotia de 5:800000, constante do
remenlo junto.
2. O arrematante dar principio as obras no
praso de 15 das, contados da data da arremata-
co, guiando-se em tudo pelas inscriprSes do or
Quarto-fnira '20 de \ ril as 11 horas
miii ili f a-ifj-i n. 53.
Por latervooco do aentn Bnwhlo so vender
ires relogios de ouro e psata, e um oorrentaAK de
uiiro de le i. urna mobilia de amartillo, guarda rou-
ASstracaodocorreio de Pernambuco 16 de P-V^"**>r't*u**, "^*?J1?
abril de 1864.-0 administrador, .
Domingos dos Passos Miranda.
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patentes.
LEILAO
DE
Um escravit
fciiarta-felra o
martimo.
lo eorrente.
GRANDE FABRICA
_r_ DE
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
4 RA HO ril*:Nl0"4
Esta fabrica, a mais antiga e acreditada (Testa capital, achate de novo mouda rusa
variado sortimendo de chapeos de sol inglese e franceses, as.-im como de iiMl<> .pi.,m.. .lu r^-peif
sua prolissao. cuino seja superiores sedas, alpacas e panno de Wda a cor>- r i|iiaitlair >r-
1 vonlade do* fregueie qur d.Xoiem de
O agente Pestaa legalmente autorisado vender icws e mais preparos para apromptar chapeos de sol
em leilao por ronbi de quem perlencer um escra- honrar este estabelecimento.
vo angola, marinheiro, de meia idade : qnarta-feira Cobre-se e concertase toda e qualqucr quabdade d estes arligos com a man,; perfew-a., pres-
O do eorrente pelas 11 horas da manba na porta lesa, c tudo por precos mnito rasoaveis
do armazem dos Srs. Palmeira & Beltro.
QUARTA FEIRA, 20 DE ABRIL.
Represeirtar-se-lti o muilo applsudido drama em
camento e pelo dispos o no novo regulamenlo de qUatro aclos
3t de agosto de 1863.
3." O pagamento effectuar-seha em prestaeoes
mensaes iguaes, de contbrmidade com t artigo 22
do mesmo regulamento.
4.* Para tudo o mais que nao se achar mencio-
nado as presentes clausulas, ou no orcamento
Lom verdade o que aqui tenho relatado, cujos me- seguir-se-ba o que dispoe o reiulamenlo de 31
]eaim:nis imwM provincia s vendo em minlia bo- de agosto, ea le provincial n. 8b.
3.a O arrematante nao tera direito a reclama- ~- -..- #
cao lguma tendente a indemnisaeo, qualquer Pnacn Til 1 lili' Sfl UHPIFOZ'
ineseja a naturesa em que se funde pora a. fOSSO IUidl S &*. WW'
COMMERCIO.
Dar fim ao espectaoulo com a chistosa comedia
em um acto.
m.
Comegar s 8 horas.
I
Conforme.A. F. tf AnunnciacSo.
O Dr. Tristao de Alenrar Araripe, olllcial da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commercio da ridade do Recife e seu termo, ca-
pital da provincia de Pernambuco por S. M. I. e
C. o Senhor D. Pedro II a quem Dos guardo
etc.
Faco saber pelo presente que no dia 2 de maio
do corrento anno, se ha de arrematar poivendi a p fc ^ M A Cear AwJ|ei
quem mais der em praca deste juizo, depois da
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
!Vavegafo costrlra h vapor.
No dia 22 do correte seguir
liara os portes cima indicados,
as 5 horas da tarde o vapor Ma-
manquape, commandante Moura.
Recelie carga at o dia 21 ao
meta dia. Eucommendas, passageiros e dinlieiro
a Irete at o dia da sahida as 2 horas da tarde :
escriptorio no Forte do Mallos n. 1.____________
Rio de Janeiro.
WO BUCO DE PElWVMBltO.
O novo banco de ParnanibuCb paga o 12" divP
deudo a razao de 5 por ac^o.
audiencia respectiva, a escrava de nome Cecilia,
crioula, de 20 annos de idade, avahada em......I
1:2005000, a qual sendo pertencente a Jacintho
Soares de Metieses, fora ao mesmo peuhorada por
cxccncao de Guimarcs & Lima.
E na falla de licitantes ser a arrematacao feita
pelo preco da adjudicacao com o abatimento res-
pectivo da lei.
E para que chegue ao conheeimento de todos,
mandei fazer o presente edital que ser afflxado no
lugar do co-tume e publicado pela imprensa. O brigue Imperial Mminksiro segu com brevi-
Dado c pssado nesta cidadc do Recife de Per- nade, e pode receber algoma carga e escravs a
nambuco aos 16 de abril de 1864. frete : trata-so com os consignatarios Marques,
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es- Brrros tS C, largo de Corpo Santo n. 6.
crivao o subscrevi.
JLKIi.VO
DE
Um bote e i rem s.
Uuiirla-fp.ira 20debril
O agent Pinto far leilo por coma .c risco de
quem perlenoor de iim bote e 4 remos, s II 1|2
li-ras do dia cima dito em frente ao armazem do
baro do Livramento caes d'Apollo.
IJh:iL<%
Pelo ageute Miranda.
4|iiaita-folr;i *s> lo corrate.
No dia cima iudicado s 11 horas da maeba,
em seu armazem da ra da Cruz n. 57, o mencio-
nado agente far leilo sem a menor reserva de
preco, dos objectos que passa a mencionar:
Urna mobilia de Jacaranda, urna commoda, um
guarda lou^a, camas franceus, consolos, appara-
dores, sofas, mesas, locadores, quartinheiras, can-
dieiros e vasos para cima de mesa etc., etc.
LEIIVVO
DE
50 acedes da Cnmpanhia Per-
nambucana.
Quinta-IVira 21 de abril.
0 agente Pinto far leilo precedida a compe-
tente autorisacao de 50 acedes da Companhia Per-
nanibucana, pertencentes a masas fallida de Pa-
checo & Mendes, isto s II horas do dia cima di-
to aporta da associaco commercial.
Bonito sortimento de bengalas precos commodos.
4 -- Ra do t renpo
m^-
AllHOKA KUIHANTE I
84Largo da Santa Cruz84
No grande armazem de molbados denominado Aurora Biillnnte, o resptavd pu-
blico mcontrar sempre um completo sortimento dos melhores fenefes alimenti.-ios >\nt
vem no mercado e por precos sempre conunodo* como se ve da tabella >giiuite
ManU
iga inglesa flor a libra a 800 e
\ I fa u lega
l'endimento'doiiia ta 16.
dem do dia 18...........
305:1415152
17:78'J4!>2
323:930|644
TritlOe de Alencar Araripe.
DECLARARES.
WovJiMeaio la alfamlcga
Voiumes entrados com fazendas.
t com gneros..
Voiumes sabidos
com
com
fazendas..
gneros...
n
V
-----512
5:
465
Para o i o iir-inlp Sul.
Barca narisnal Aijnia.
Segu com a maior brevidade para ai|uelle por-1
to, pira onde recebe carga preco commodo : tra-
ta-se icom os consignatarios Bailar & Oliveira n. |
i 26, rpa da Cadeia do Recife.___________________
! I llh de *? Miguel.
Na quinta feira. 2t do eorrente, na sala das u-' Salle com a maior brevidade o patacho portu-
diencias. pelas 10 horas da manba, na presenca guez Stmza, anda recebe alguma carga : a tratar
do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda. se ven- cojn^seu_comignatario, na ra de Apollo n. 4.
d,iao ,mu praca publica as escrayasseguinles,pe-1 |>a,.., ft KO Grande. U Su-1.
nhoradas ao ex-colleclor "
08
Trastes e outros inultos *artigos
UUIMA-KEIUA 21 DO COIIHKXTK Ao MBIO DA.
N. H Ra do Imperador N. 16
i > agente Olimpio em seu armazem ra do Im-
perador n. 16, vender em leilo diversos (rutes
rovos o usados, relogios, miudezas, e outros mui-
tos objectos que estaro patentes aos compradores
no dia do leilo.
Juizo dos feitos da fazemla nacin
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
ueimado para a ra das
92
Dita sgunda sorle a 640 e
Dita f'anceza a 600 c .
Dila (ila em barris e meios a 330 e
Tucipho de Lisboa arroba BJBOO
e ibra a .....
Chouncas novas a libra a
Queijis do reino novos a
Cha lysson muito superior a libra
Dito dito mais abaixo a 2, i00 e
Dito rerola a libra ....
Dito i reti-t mnito lino a
Dito rtiais abaixo a i>600 e .
Caf de carneo primeira qualidade
arroba 95 e libra
Dito riis abaixo arroba 88300 e
librt......
Arrm do Maranlio o mellior pos-
sivel arroba SiSO < libra .
Dito da India arriba 23"W0 e libra
Alpista arroba 480\) e libra
Painco arroba 3J> e libra
Farinha em saceos grandes igual
a de Muribeca ....
Charutos finosaixado 100 a 2-5500
35 e......
Bolachinhas de soda arroba 640 e
Latas rom ditas milito novas a
Ditas pequeas de vario* formatos
Latas com peixo ensopado de posta
Ditas com ostras a 720 e
Ditas com marinelada a libra .
Ditas com ameixas francesas a
15400.25200 e .
Caixinhas de ditas com bonitas es-
tampas- a 15600 e
Ditas com ligos ....
Latas com frue'as em calda .
960
720
640
Mil
Latas com massa de tomates enva i
libra ...
Itoioes com graxa 97
Duzia de latas de grata :t
Massas para sopa a .
Ameixas francesas libra .
Passas a......
Figos de comadre novos a
N'uzes arroba 4j> s libra
Amendoas a :I2 e .
Aseitonas de vas en fratesa a .
Conserva* francezas e bajAn M
frasco a......
Polvo do Porto libra a
Sljj e sevadinha nova, a
\'inho< especiaes do rijrlo cnida
55800 e garrafa ...
Dilo muitolinoa caada 7-5 e garrafa
Dilo da Figueira puro a garrafa
560 e caada .....
Dito de Lisboa a garrafa 4*H
nada a :t-5200e ....
Cognac verdadeiro a garrafa a
Serveja das verdadeiras asa reas i
duzia a 65 e.....
iloinma il.- cngnmmar uov i arrea*
35800e libra a IM e
Kariuha do Maranlio a libra .
Wrduleira matarana para papa
arroba 85501 e libra
Saceos com farello di
35500 e .
Tijol -s de liiupar facas
Masso- com palitos linos
! a .....
18800 Garrafas com mel de ahelha novo a
Ditas com diver.-cs usvasai a
Dilas com genebra delaraija a a
?km psm
320
720
38000
35tHK)
25560
35200
25300
2-5000
301)1
280
120
100
160
200
65000
4-5500
720
25000
15400
15**
800
720
38800
18300
560
M>
Lisboa
para den
4->"0
i-i
v*
pi
518 Recife 15 de abril de 1864. 0 solicitador,
Francisco X. P. de licito.
Na subdelegada da freguezia do l'oco da Pa-
Brigue ingle?.-Oi-v/i nff ta Pan* mercadonas. ne||aexi.-lii 16 pecas de mapa que ful adiada na
Patacho portugus -.lf.(i'<( ila Gloria mercado- |,0ra ju ,0 quem se julgar com direito a referi-
MaaOel Marcelino Paes
Rarrelo paia pagamento do qui deve fazenda : Brigue nacional Ijgre.
Izidora, crioula, 32 annos, coznheira, avaliada or Segu com a maior brevidade. recetie carga por p aAlvWirlA Q* ^-..i
9005 ; Querloa, crioula. 33 anuos, com duas Blbas preco commodo para aquello porto : trata-se com | tjl UZCb SUUldUU 11. OU, pi 1"
menores, avahada por 1:2008. | os consiunalarios Hallar & Olivara, na ra da t>- n^Jg^, nrtv fnmQ Q
\ m ll\ t^lCYCLOPEM
deia n. 26.
Descarregara no dia 19 de abril.
Barca ingleia=.'^ I) avilenfarinha de trigo.
PARA LISBOA
ras.
Barca mgb'zaEnchymton carvao.
Patacho oldemburguezP/Wdiversos gneros.
Recebedorl le remlas lntrr;t'.-
zernes de Pernnnihiic.
12:(.T!3",)2t
Rendimento do dia t
dem do da 1*
16.
2:731826:1
15:3655184
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 16......... 4S:235:*36
dem do dia 18................. *:8M80*20
53:1158356
MQVIMENTO SO PORTO.
Nmtos mirtillos no ata 18.
Maranlio pulo Cear30 dias do primeiro porto e
15 dosegunde, byate nacional Lindo Paqiule,Ae
205 toneladas, eapitao Anlonio Hara da Cosa e
Silva. .M|iipagem II, carga iliffereiites gneros ;
a Antonio Gomes d>- Almeida.
Rabia8 dias, patacho nacional I). Luis, de 133
toneladas, eapiao los Teiteira de Atevedo,
equipagem 10, carga dilTerenles gneros; Pal-
Dlra Beltro.
Rio de Janeiro14 dias patacho nacional Cometi,
de 212 toneladas, c.ipioTlieolonio Jos da Silva
Va i
LEILES.
da roana, e dando os signaos, ihe ser entregue. Mara da Gloria, capito A. de.Rarros Valenle :
SubdeU'gaeia de polica da freguezia do Poco da para carga c passageiros, trata-se com E. R. Ra-
Puuella 11 de abril de 18640 subdelegado," bello, ra da Cadeia n. 55.
Joao Paulo Penetra. ---------
>ii*octi*i:i il:is <>Ir:is mlliSai-cs.
"A directora das obras militares convida as pes-
soas que se quizerem incumbir da constru-cao de
um paiol de plvora no lugar denominado Torre,
a apresentarem suas propostas nos dias 19, 20 c
21 ilo eorrente mez na dita directora, onde pode-
ro ver a planta, e obb-r os esclarecimentos de
que neces-iitarem solire tal con^truceo; igualmen-
te convida s pessoas que se quizerem incumbir
de lagear a eozinlia do hospital militar, concertar
o respectivo fogo e caiar todo o edifieio, a apre-
meiro andar, por cuna
armazem Progi*essista, aon-!
i de o acharao como sempre
prompto a qualquer Lora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fisaao, cliamado por escripia.
a ru.i
LEILA
lK
lo barris com toncinlio.
HO.IE.
O agente Pestaa far leilo por conla e risco
se'ntarein suas "proposts nos das"c horas"cima deipiem perlencer "J" J3, barris, ^"V.f^l^j!;
mencionadas.
Directora das obras militaros de Pernambuco
18 de abril de 1864. Lilis Francisco de Paulado
Albuqaerqne Maranlio, servindo de amanuense.
Pela thesonrara provincial se faz pubico,
que fui transferido para o dia 26 do eorrente o
concurso para preenchimento da vaga do 2o es-
cripturario da mesma thesouraria.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 18 de abril de 1864.
A. F. d'Annunciacao.
Secretario.
toucinho em um ou mnis lotes : tena feira 19 do
eorrente pelas 10 horas da manba no armazem
do Sr. Avilla no Forte do Mallos.
M
Dous buhares com todos seus pertenees, 2 gamoes.
2 vsperas, 2 dminos, 4 bancas com gavetas.
. extraordinaria
Aos 10:0008000 c 3:0O0$O00.
Sabbado -'l do eorrente se extrahit
a quinta parte da primeira lotera da m-
tii/. de S. Lotircnni da Malla, pelo plano,
das loteras extraordinarias, no consisiorio
da iffreja de N. s. do Rosario da (reguezia
de Sanio Antonio.
Os bilhetes, meios e quarlos esto .
venda na respectiva thesouraria ra do'
Crespo n. 15 e as casas commissionadas.
Os premios de 10:000^000 at 2000i
serao pagos urna hpra depois da extracto'
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia |

X.
as
i
Kespeitavel eNtabelerimento Ir fazcodan
Crespo nmucro 1?.
DR
JOS GOMES VILLAR.
ICmlo iHcrcciilu a proterru das
EXCELLENTISSIMVS SENH01VVS,
e do publico ein grral.
OIprop^iet.^rio nao deseanca um f momento para bem servir aos seu- Nptnnaa, f-
zendo eucommendas para
liiglateri-.i, Fi.iiu-a, Suissa e'Allemanlia
das mellinres fazendas para
Senhoras e para howens
' vende-as por precos qde adrairam.
Santa Casa de. Misericordia do Recita.
O lllm. Sr. commendador Jos Pires Ferreira,
Rosa equipagem 12, carga cafe, e outros gene-1 Ihesourero da Santa Casa de Misericordia do Re-
res : a Amonio Luiz de Oliveira Asevedo & C. eife, manda fazer publico, que no da 27 do corren-
Riu-Grande do Sul19 dias patacho nacional Re- te, pelas 9 horas da manhaa, tara pagamento as
lampago, de 241 toneladas, capito Luz Antonio
Rodrigues* equipagem l. carga 11,100 arrobas
de carne; a Aiiidiiiii Irmao.
Nao houveram ,-ahidas.
EDITIS.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cumprimento da ordem do Exm.Sr. presidente
da pro'vincia de 17 do crrenle, manda azer pu-
blico une o concurso para preenchimento da vaga
de 2" escriptiiiano da mesma thesouiana ter lu-
gar no dia 18 de abril prximo vindouro, devendo
os pretndeme* ser examinados na grammatiea da
hngoa nacional, e.-eri|ilura^ao por partidas do-
bladas, ariiliuietica e suas appHCacdeS, com es-
pecialidade reduc^o de inoeda, pesos e medi-J
das, ao calculo de descontos c juros simples e com-
poslos, sendo preferidos os que. tiverem boa lellra
e souborem magnas estrangiraa.
Os pretendentes devi^ro apresentar seus reque-
rimentos nesta thesouraria, com documentos em
proven) que sao maiores de 20 annos, e leem bom
comporlanienlo.
E para constar se mandou publicar o prsenle
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 18 de margo de 1864.0 secretario, Ai F.
rAnnunciariri.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 28 do eorrente, perante a junta de fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar, a quem
por menos fizer os reparos, de -jue necessita a par-
te do caes da ra da Aurora, em frente do Gymna-
1o Provincia!, avahados em 2:0405000.
A arrematacao ser feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1851 e sob as clausulas
especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propuzerem a essa arrema-
tacao companeam na sala das sessoes da referida
ua no da cima mencionado; pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar so mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 5 de abril de 1864.U secretario, A. F. de
Annunriago.
CLAUSULAS ESPECIAES PARA ARREMATACAO.
!. A obra da reconstrucoio de 248 palmos eos-
rentes de caes na ra da Aurora sera feita
de ronformidade com o orcamento respectivo, ap-
jirovado pelo consellio da directora das obras pu-
blicas, na importancia de 2:010.5000.
i.' Os pagamentos sern feitos em duas presta
oes iguaes, sendo a' primeira quando os trabadlos
estiverem em meo o a ultima quando liver lugar a
entrega da obra.
. 3.* O arrematante dar principio aos trabalhos
; razo de 20 das, e os concluir no de 85, am-
rontados da data da aricinatacao.
4." O arrematante nao ter direito a nenhuma
outra reclamaeo ou indemnisaeo que nao pro-
veniente do caso previsto nos artigos 2 e 6 do or-
iniento mencionado.
amas da casa dos ezposlos que forem acompanba
das das respectivas enancas.
Secretaria da Santa JJasa de Misericordia do Re-
cife 16 de abril de 1864.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivao.
Conselho iilnnuisltalivo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objeetos
seguintes:
Para o hospital militar.
Chnellas razas, |iares 100, colxoes de panno de
linho com 9 palmos de comprimento e 3 i/2 ditos
de largo cheios de palha, 60.
100 tijellas de louca que recebam 24 oncas de
liquido.
I'ara o stimo batalho de infanlaria.
Caixas para desenho linear.
Para o 4 batalho de artilharia.
Algodaozinho de lislra, covados, 1,500.
Para o arsenal de guerra.
4 sofas de amartillo, 16 mochos empalhhdos, 4
quadros com linas gravuras, 1 espelho, 1 relo-
ro de parede. 4 mesas ps de ferro com lampos segUjnte depois da distribuico das listas
de marmore, 2 mesas de amarello. 1 rico hleiro ft thonnrprn
envidracado, garrafas com viuhos, charulos. ci-
pos, clices, chicaras e pires, 2 assucareiros, 1
quarlinheira, 3 bandejas. Irem de cosnha e ou-
tros objectos pertencentes a casa de buhar e del
caf loda Iluminada gaz da ra do Imperador I
por baixo do eonsMorio da ordem terceira.
iioji:
O agente Pinto far leilo |>or conla o risco de
quem pertencer e em lotes a vonlade dos concor-
rentes de todos os objectos cima mencionados e
existentes no grande armazem Iluminado gaz,
por baixo do consistorio da_-ordem terceira, onde
se effectuar o leilo s O horas do da acuna
dito.
Os prftendentes poderao examinar .o referido
estabelecimentc na vespera e dia do leilo das 10
s 2 horas da tarde..
LEILO
DE
OVIS
O agente Almeida Tara leilo por ordem do lllm. i
Sr. l)r. cnsul de S. M. Fidelissima dos espedios:
do suodito portuauez Fortunato Ferreira da Silva j
consistindo em 18 cadeiras americanas, urna mar-;
Lencoes de zinco com 9 giraos de comprimento d amarei|0 um Dan de Daares com rou-
l??};T^?rJ2: l. umleandieirodegas, le
copo, 1 espelho e urna
DJE
12 horas
I 1 II %o
e 4 ditos de largo, que
dos, rame de ferro para amarrar, arrobas 2, laboas ,
de louro de assoalho de 26 28 palmos de compri-
mento c 12 14 polegadas de largura, duzias 10,
cusiado de amarello de 26 28 palmos de compri- no armazem da roa da Moeda u. 43, as
ment c 16 polegadas de largo, 6, custadinho de di- do dia.
lo de 26 28 palmos de comprimento e de 16 18
polegadas de largo, 6, taboas de pinno de 3 quartos
de fiolegadas de grossura, duzias 5, arcos de ferro |
de 11/2 polegadas, arrobas 20, dito de dilo de 1
dita, arrobas 10, ferro inglez em barra de 1 e 1/2
polegadas de largura, quintaes 40, rame de ferro
err verga de 1 oilavo de grossura, quintal 1. q agente Almeida far leilo por ordem do lllm.
Para a companhiade cavallana. ,._ ijr_ cnsul de S. M-gestade Fidelissima, das
Apparelhos de limpeza, 75. dividas perlencenlcs ao espolio de Manoel Marlins
Quem quizer vender taes objectos apresentem as (-rneiro, na importancia de 7:174*043 rs.-, sendo
suas propostas em caria focha^ta na secretaria do J:j543t3rs. em letras e 4:9195720 em conla de
conselho, s 10 horas da manhaa do da 18 do cor- |vro> cujos (mos se acham em poder do mesmo
rente. agente, onde podem ser examinados pelos pr-
sala das sessoes do conselho administrativo para tendentes.
fornecimento
de 1864.
do arsenal de guerra, 11 Je abril
Antonio Pedro de S Brrelo,
(oronel presidente
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho.
Majur vogal.
ORREIO GERAL.
Relaco las tttm seguras existentes
i adminislraco 4 correi destn
nt-jfi.
O leilo ser effecluado em seu esrriplorie ra
da Cadeia do Recife o- 48, s II horas do dia
arima.
UK
Latas com aaz.
ci'lxde varaos seultures abaiio de- Qnarta-ftira 20 clarados
Ernesto Dias Monteiro.
Emigdio Getulio de Oliveira.
Francisco Morera da Costa.
Henri pie da Silva Ferreira Rabel o.
Jos Joaquim Alves de Amorim (2).
Luiz Jos do Reg Braga.
D. Maria do Rosario Pendra da Silva.
Mauricio Francisco Ferreira da Silva.
Manoel Jos do Nascimotito.
Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Vianna & Cuimaraes.
em ponto
O agente Pinto far leilo com licenca do Sr.
inspector da alfandega em presenca de ora em-
pregado da mesma reparticao para o fim nomea-
do com asssteneia do cnsul dos Estados-Unidos,
por conla e risco de quem pertencer de urna por-
cao de l?.t;*s com gaz desearregadas da barca ame-
ricana kagle', ltimamente arribada nesta porto
tantas quantas forem precisas para orcorrer as
despezas da mesma barca neste porte, isto s 11
horas em ponto do dia cima dilo no armazem do
baro do Livramento no caes d*Ap dio.
Antonio Jos Rmlrijiiies de Sotiza.
C4SA IU FOHTIVA
AOS io:ooo.(Mio
Ullhctes gai'anlidon
A* ra do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado faz scente ao respeitave!'
Hildico que se acham a venia os afortunados bi-
lhetes garantidos da quinta parte da primeira lo-1
loriada matriz de S. I.ourenco da Malta que se
extrahir sabbado 23 do eorrente pelo vantajoso '
dao das loteras extraordinarias.
Presos.
Bilhetes inteiros..... I2000
Meios......... 64000
Quarlos........ 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ H5000
Meios......... 55500
Quarlos. ....... 25750
Manoel Marlins Fiuza
" SOCIEDADE
NIAO BENEFICENTE
MARTIMA
Por ordem do Sr. presidente>ao convidados |iela
quarta e ultima vez todos os senliores socios a se
reunirem em assembla srenl no dia 22 do corren-
le, pelas 6 horas da urde, no lugar do costume,
atini de Ihe ser apresenlado o estado da socidade, ;
fazendo-se ver a lodos os socios que se ainda des- I
ta vez nao se reunir o numero marcado no artigo
51 dos estatutos para poder funecionar, sero des-1
de logo suspensos todos os trabalhos da sociedade,
inclusive os soccorros, alim do ser levado ludo ao
conheeimento da autoridade competente conforme i
manda-o artigo 25 dos estatutos, para ella resolver
como Ihe aprouver, lembrando aos mesmos socios
o cumprimento do artigo 12 3o de serem elimi-
nados, no caso que se nao pmiham quites.
Secretaria da Sociedade Uniao Beiiecente Ma-
rtima 18 de abril de 1864.
Balthazar Jos dos Reis.
Io secretario.
Sociedade dramtica Recrelu e
l'iiifu Familiar.
De ordem doSr. director faco seiente aos senho-
res socios que desde j;i poderao receber do Sr. the-
soureiro as suas partes de bilhetes para o espect-
culo do. da 23 do.crrenle, na m'-u- desla socie-
dade.
Sociedade dramtica Recreio e Uaio Familiar
19 de abril de 1864.
Vicente Ferreira da Silva.
________Io secretario._______-
Caes.
Fugio ou furtaram de um dos sitios da estrada
dos Allietos um casal de caes, senda o macho
grande.de cor amarello escuro, e a femea menor,
de una cor.azulada, con alguas espieos brancos;
levando ambos coleira estrella de euuro com chapa
de metal : quemes pe'ar le.ve.-os ao (pian> sitio
dapnH da capella, na mesma estrada, que sera ge-
nerosamente recompensado ainda mesmo dando
somente noticia exacta Ao lugar em que estej.im.
^ Importante eslaliclc iiienlo
DK
Vaznda*
DK
Meda. 1.1. linho e algodo.
de
ws-i Dais tiiIiii,
lina do Crespo uimiero I?.
RECFE.
Veinlf liaiatissim.
Imporlaulc fsl.ibtli(iiiH'iil
l'K
Fazemlns
m
Seda. la. linho c al^od
lina do Crespo numero 19
RECIFE.
Vi-ii.lt" liaralissiain.
ROUPA FEITA
NO
A B HI A Z E SI
DK
\)~X3& ID J)'JlJillAJ).U--ai)
LETRKXRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita ib*
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vonlade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tamijem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras.
bomens e meninos.
30)9000 Ditos de setim preto. .
250000 Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......
105000
70000
30500
30500
30000
40000
Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 e......
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 100 e......
Ditos de alpaca, 50, 40 e .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50. 40e ......
Ditos de brira e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e..... 80000
Carcas de casemira preta, 120,
100, 80 e......70000
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordio, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Colletes de velludo preto e de
:r>4XN>|
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, t>0. 50 e
Colletes de fustn e brim bran-
co, 30500, 30 e .
Seroulas de brim de linlio,
20490 e .....
Ditas de algodo, 10600 e. .
Camisas de peitos. de linho,
40, 30 e......2*500
Ditas de madapolo, 20500,
20e........
Chapos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. .
70000 Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda. 120,
110, 70 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
las.
20500 Toalhas para rosto, duzia, 110.
40000
40000
20500
lU>0
101*0
80AOO
20OtO
60600
64D
e........ 70000
cores, 90 e......70000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 50 o 40000 tos e de cores..... 40000
$ Ditos de ditas de cores 50 Lences de linho..... 30000
-0 40e....... 30500 Cobertas de chita chinea.. 2**0
\


fc*. V w v. a 1
.macar txffi ictn i rre v\irl. le

M
114 DO QUEUUiO N. II. .
Leja de fazon4as de Augast Fredarico do Santos Porta.
Fazendas pretas para aquaresma.
iNa4.
Na ra esweiu dn a6ario n. 34, -segundo Precisa-se de-hih-criado : na ra do Corre-
: andar, nrecisa-fie de uina ana de leite qHe-*ja li- dor do Btsao a. 24, sondo de 12 16 annos.
MmI las daHl'ooseea, subdito de S. M. F.,
vai Portugal. ____
Ricas rapas de seda preta bordadas e (afeitadas para senhora.
Souiembarqoes e manteletes de seda pretos mlo-6uperiores.
Zuavos de seda pretos Ticamente enfeitadosa 175.
Luvas de pellica de Jemw para honieni e senhora.
Chapeos pretos para homeni e chapeos de sol de-superior qualidade.
Sortimenio de grosdenaplc preto, pannos finos, casemiras preas, merm, solsima e 'be*-
basine preta tudo por commodos precos.
Camisinhas de cambraiaaGaribaldi e camisinhas-e manguitos brancos e de cor.
Vende-se para acabar ongandvs da India.a 3*0 rs. o covado, lasinhas a 360 rs. o -covaoo
eambraias de cor a 240 e 33 o.covado e muitas mrtrasazendas por commoJosprecos.
Chegaram as muito superiores
ESTEIRAS PARA SAIGAS.
vre e nao tenlu fiSio:
Mez de Mara
Vende-se este w conforme o neo do
hospicio da Peoha 14 cada livriBko:: na
livraria o. 6 e 8 da-praca da Independencia.
Rogase a pessoa que achou urna putoeira de d"Queima'd, tqjati^i.
ouro, no dia 12 do crreme mez, na estrada que'
vai da casa do Sr. Jos ttaptista Ribeiro de *"aria,
para a povoacao dos -Apipueos at a estreno dos
mnibus, quereado re.*itoi-ia, enlenda-se cora o di-
to Sr. Jos Baptista, ou nwu praca com o porteiro
dos auditorios, que ser onerosamente recompen-
sado.
Preeh*-M de ana ama qne seja forra, para
comprar e corinhar,- e ta : na ra do Queimado n. 22.
Precisa-se deuma ama que saiba cozinhar e
engommar, para casa de pouca familia : na ra
CUSTODIO, CARVALHO i C.
27 Raa do Qumado 27
Para Me ninas.
Leneinhos de cassa pelo btraio preco de 400 rs. cada m.
Cambralas
organdys faissimas a 240 rs. o corado.
A 10 a pera
de enlremeios Pinos bordado a 15 a peca.
Corles de
cambraia branca com flores a .14 a peea.
Rleas eassas predlas
bordadas de muito gosto.
Madapoln
enfestado francei muito fino a 500 rs. a vara.
Lencos
de cassa brancos e de cores a 15200 e 5 a duzia.
Co bertas
de chita chineza a preco de 25 cada urna.
Tiras bordadas peca 25.
Cambraia de linho a ;i, 45 e 55 a vara.
Ricos cortes de la dos mais modernos a proco de 204 o eniie.
Aluga-se a loja de na porta m na
ra do Crespo n. 4 com armacao ou *em
ella, para tratar era casa de 1. Falcjue na
mesmarua n. 4. _____
Precisa-se de urna ama que emenda de ser-
vicos de cozinha : na ra Nova, loja n. 7.
ATTt\^HI I
Ad* acacia.
0 bacharel Lourenr.o AvelKne de "
Albuquerque Mello, antigo advoga-
do desta cidade, leudo regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
ra do Imperador n. 40, onde pode
ser procurado para os misteresde
sua profissao todos os dias nteis
das 9 da manba s 3 horas da
tarde, e offerece como garante a
seus conslituintes a nao interromp-
da pratica de 25 annos de advoca-
cia. O mesmo aceita partidos e
tambem causas nos termos do in-
terior onde tocar a estrada de ferro.
Jos da Silva >Reis tendo por.commodidade
largado a residencia -da ilha das Merrs do lllm.
Sr. commendador Manoel Jos da Costa, acha-se
residindo na villa do Cabo, olaria de Barbalho, on-
de se acha promptopara fazer e dirigir quaesquer
obras de engenho, por vapor, agua ou animacs -,
recebe qualquer obra ou encommeuda para a fun-
dicao de ferro e bronze do Sr. Francisco Antonio
Correia Cardoso ; tajas ohrajEserao feilas na mes-
ma fundico, de baixo de sna insfieceo e geren-
cia por estar contratado com o mesmo Sr. Cardoso
para esse fim.
FUNOIQAO
DE
FERRO BRONZE
DE
COMPLETO SORTIMENTO.
NO
IIMIIXIIH
CONSERVATIVO
23-Largo do Terco-23.
Joaquim Simao dos Santos, dono deste armazein de molhados, scientilica ao respeitavel publi-
co que teem um completo sortimealo dos mesmos os quaes olTerecem mais vantagem aos Srs. compra-
dores, do que em outra qualquer parte, garanlindo-se a superior qualidade.
Precisarse de urna ama para comprar e cozi-
afear : na ruado Imperador n. 69,1 andar.
Aluga-se a casa terrea n. 270 na ra Impe-
riai, com todos os commodes necessarios, sendo
murada al a beira do rio : a tratar na ra da
Roda n. 6, aonde se contina a dar comidas por
mdico prego, incumbindo-se a mandar conduzir.
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os misteres de sua
profissao, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia ra da Saudade n. 15.
Oadvogado Affonso de Albu-
querque Mello,
f"~
Novas atrados.
N'ovos arranjos.
Xovos arranjos.
Novos arranjos.
Xovos arranjos.
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Comprase um escrito
nem achaques e que emenda _
a tratar das 3 horas em vante
mero tfi.
o rota* MI Tiri*
w% .m i w^# de csnpv;
eur Aofwn um-
- Comprase erectivameote
obras velhas : na praca da
loa de bilheles.
Comprase e/fectua-
menle
ouro e prata em obras velhas, r~rlHi .. l.
na ra larga do Hosario n. A, |..p d mt.
Compra-se robre, lalao rita** : ~mT7r
mazein da bola aiuarella no lilao da secretaria m
polica.
Compram-se eseravos nwicns e forte*
barato : na ra da Cadeia n. r,t, ars-.axeai.
FRANCJSCO ANTOKIO CORREIA CARDOSO
Roa do ilriim a. N4.
Neste antigo e preveitoso estabelecimento fabri-
cam-se de encomnienda quaesquer obras de ferro
coado ou batido, cobre .ou bronze para engennos
movidos a vapor, agua -ou animacs, com prompti-
dao, perfeicao, cujos precos j conhetidos o que
melhor se pode desejar. Para maior commedidade i
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos lirados por dia.
com escriptorio na ra estreila do Rosario n. 34, como lera sido de seus numerosus
libra, e
Manteiga ingleza flor {a 800 rs. a libra.
dem franceza muito nova a 560 a libra, em li-
bras 540.
Caf do Rio, de 1' e 2 sorle 320 e 280 a
arroba 9$ e 85500.
Arroz pilado do Maranhiio de 90 rs. 100 a libra.
Miho alpista a 160 rs. a libra, e arroba 43800 rs.
St'i'.vj.i das melhores marcas a 500 a garrafa.
Genebra verdadeira de laranja a 13100 o frasco.
dem dn Hollanda a 400 rs. a botija de contra.
Toucinho de Lisboa a 320 a libra, e arroba 83500
Passas muito novas a 480 rs. a libra, e caixa 93
Azeile doce de Lisboa o gallao 33 e a garrafa 640.
dem de carrapato a 280 a garrafa, e a caada 23
Aletria M, T, a 480 js. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 100 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes novas a 320 e 360 rs. a lata
e em porcao se far ahatimento.
Todo
6 por cento.
Vellas de carnauba a 360 e 400 rs. a libra,
dem de spefmacete a 560 e 600 rs. a libra.
Phosphoros do gaz a 23300 a grosa.
Riscoutos e bolachinhas de soda a 13400 e 23000
a lata.
Chouricas novas a 720 rs. a libra.
Mtalas a 23 o gigo.
Rolachinha ingleza nova a 240 rs. a libra.
Charutos das melhores marcas de 13200, 13500,
23000, 33000 e 43000 a caixa, em porcao se
far ahatimento.
Vinho Figueira de SAA a 500 a garrafa, e a cana-
da 33500.
dem de Lisboa a 400 a garrafa, e a caada
33000.
dem de outras marcas a 23700 a caada,
dem branco de Lisboa a 500 a garrafa,
e qualquer comprador que comprar de 503000 para cima, ter o descont de
de seus freguezes, e coofianca em suas obras, tem
contratado o Sr. Jos da Silva Reis, sem duvida o
mais habilitado por seus eonhecimentos e grande
pratica nos engennos desta provincia, e qual se
acha residindo actualmente na villa do Cabo, ola-
ria do Barbalho, para ah receber quaesquer en-
commendas e manda-las executar nesta fabrica de |
baixo de sua ingerencia e direccao, am de serem
completamente satisfeilos eens freguezes, e tam-
toeo dirige quaesquer assentameotos de engenhos
por conta desta fabrica, tirando previamente suas
plantas, etc. etc.
Tem promptas j muitas obras que afianca sua
construccao, como sejam :
Urna machina de vapor, Torea de 4 cavados.
l'iua dita dito, quasi prompta, 10 ditos, igual a
urna que existe no engenho Guerra.
Moendas e meias moendas de varios tamaitos.
Taxai, crivos c portas de fornalha de ferro bati-
do ou coado.
Roda de espora, rodetas, carretas, aguilhoes de
azas c de ferro batido, e chumaceiras.
Rronzes, parafusos, portas de agua, e cruzetas de
varios lmannos, e um cem numero de obras li-
das de varias qualidades.
Chama aatlencao ainda para a bondade, solidez' Oestes precos s'nos diasutis!
e perfeito acabamento de suas obras, no que nao : Oestes precos s nos dias uteis.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 1.5500.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 13500.
Retratos de 33 por 13500.
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Retratos de 53 por 43.
Retratos de 53 por 43.
Retratos de 53 por 43-
Retratos de 53 wr 43-
Retratos de 53 por 43.
Retratos de 53 por 43-
Retratos de 53 por 43.
Retratos de 53 por 43-
Retratos de 53 por 43-
Retratos de 53 por 43-
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
poupa exforcos e fadigas, para bem servir a todos,
pelo que espera cada vez mais o abaixo assignado
merecer a benevolencia do publico em geral, assim
freguezes u
encarrega-se de quaesquer causas crimes, civeis.
militares e ecclesiasticas. Compromelte-se a en-
caminhar com"a maior brevidade as appellacoes!
que Ihe forero confiadas.ou a relacao e ao tribunal
de commcrcio do districto, ou a relacao ecclesias- i
tica. Encarrega-se de defezas perantc o jurv
desta cidade, oudos termos prximos, dando a-par-
te conducao; assim como de quaesquer outras cau-
sas por ter em alguns delles procuradores de con-
fianca.
D consultas verbaes e por escripto ; promelle'
todo o zello, seguranca e actividade, garantidos por
urna pratica e experiencia de quasi 20 annos.
Pode ser procurado a todaahora, menos as sex-
tas-feiras, por se adiar das 9 horas s 4 desses
dias na villa do Cabo.____________
Alugam-se as casas das ras do Cotovello n
9 e Mondego n. 75, esta com a de n. 73, tambem
se vendem ou trocam-se : a tratar na ra da Ca-
deia do Recife n. 49, sobrado.
amigos.
noticias as senhoras.
Vestidos azues claros ou brancos nao servem, os
pretos sao melhores.
As horas mais convenientes ao trabalho sao das
9 horas da manhaa s 3 da (arde.
Francisco Antonio Correia Cardoso.
Compram-se garrafas e botija* va*<
mais 25 OjO do preco actual : na na Thrnu
mero 72.
Compram-se frascos d.- r.-nrhra rata
ra Oireila n. 71
tuzinheiro.
Comprase ou aluga-se um rscraro m rnfta
com iierfeico : na roa da Cadria kf m
Alfredo A Mathens.___________________' ^ m
Compra-se um negro de meia idade m raa
Imperial n. 139 ou 213._________
Compra-sd urna escrava pi* *mI: imfnr
e engommar bem : na ra do Vijiai i- a. 19 h-r-
ceiro andar.
Compra-se um ratalbi que f*p Wm
ensinado no trabalho ile i-abrnilct ou wm-
mo urna parelha, MM bom sendo bw:
no caes d 'Apollo n. 55.
Boletn
Compra-se um escravo mu; ib* b>>a i-
gura e conducta e que seja bt>ivin: a tra-
tar na tetrada do Manguind silio a. 41,
antes de chegar a ponte.
Compra-sa urna negra de m mUA-. k
seja Ihm quitandeira : a tratar aa roa IipriuJ
n. 213.
Comprase o tratado de medicina mmniu
tilica, por Jarrh, ou lbo Hoscoso: aa ra iarp do
Rosario n. 34, botica.
VEID1S.
^a'vara:
Vende-se plvora EFF em barrica*, nm Uite t
100 barris para cima : no escriptorio de K Uidoulac, ruado Trapiohe n. 14.
Cagaar.
O melhor cognac em caixas de orna duzia vem-
de-se no escriptorio de Rotbe & Btdoolae. raa 4
Trapiche n. 14.
O bacharel A. R. de Torres Randeira,
professor de geographia e historia no
Gymnasie desta provincia, contina no
erisino particular destas mesmas disci-
plinas, e bem assim de rhetorica, phlloso-
pbia, inglez e francez : na ra estreila
do Rosario n. 31, terceiro andar.
s
ATTENgAO.
Est justa e contratada por venda a taberna sita
na Passagem da Magdalena n. 68 : quem se adiar
com direito a alguma roclamacao, queira annun-
ciar poetes tro? ou <|untro Eu abaixo assignado tenho justo e contratado
a compra da taberna na roa do Hospicio n. 28.
Ignacio Jorge de Souza.
- Precisase de una ama que engomme e co-
zinhe : na ra da Praia ns. 2 e 4.
CICERO PEREGRINO
Roa Primeiro andar.
**
tiene
v
Desencatninhu-se no da 15 do corrente, do si-
tio da ra do Mondego n. 24, una sirigaita, passa-
ro do sertao, que vulgarmente chamam sariema, a
qual sendo airopelada por carreiras dadas por dous
menino*, foi ella ter ra do Principe, Conquista,
etc., segundo foi vista nesse mesmo dia, e 6 de
suppr que se estenda a outros lugares em conse-
quenria de estar de azas inteiras e correr muito.
Ella muito mansa e canta bastante : roga-se
pessoa que a tiver pegado, o favor de manda-la en-
tregar no indicado sitio, que se recompensar ge-
nerosamente.
Precisase fallar com o Sr. Manoel Antonio
Pereira, hoje morador em Gamelleira : na ra do
Crespo, loja de fazendas n. 7. ________
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Joaquim
Fernandes, vintlo ha pouco lempo da cidade do
Porto, a negocio de seu interesse: na ra do Cres-
po, loja de fazendas n. 7.
- S. P. Johnston e sua senhora vo ao Rio de
Janeiro.
Aluga-se a casa n. 36 na ra da Matriz da
Roa-Vista, o segundo andar do sobrado na ra Di-
reita n. 9, com fundos para a ra da Penha, e a
loja : a tratar no mesmo.
Lavado e eugominado.
Na ra do Brum n. 84 lavase e engomma-se
com promptido e aceio para algum collegio ou
pessoas particulares, como o tem feito para o col-
legio Bemfica, do qual os preteudentes se poderao
informar._____________________
No caf restaurand do commereie, ra do
Trapiche Novo n. 22, alugam-se quartos mobilha
dos por mez.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que no da 26 de marco prximo passado
dissolveu amigavelmente a sociedade particular
que tinha com o Sr. Jos Antonio Ferro de Fi-
gueiredo, ficando nessa mesma data de conta jus-
tas com o mesmo senhor, e desde j rendo meus
temos agradecimentos ao dito Sr. Fgueiredo pelas
boas manelras e attencao com que sempre me tra-
tou durante o tempo que foi seu socio. Recife 17
de abril de 1864.
________________Joaquim Ribeiro da Gama.
Alugam-se duas escravas para o service in-
terno e externo de urna casa, sendo urna parda que
cozinha, lava e engomma : na ra do Hospicio n.
24, primeiro andar.
Precisase alugar um escravo, dando-se o
sustento : na livraria ns. 6 e 8 da praca da lude-
pendencia.
- Precisa-se de urna ama que saiba engommar,
cozinnar e comprar na ra, prefere-.se escrava ;
na ra daSenzala Nova, sobrado n. 134, primeiro
andar.
Precisa-se para urna casa ingleza de pequea
familia, de duas criadas, sendo urna para cozinhar
eoulra para todo o ser vico interno : a tratar na
praca do Corpo Sanio n. 15.___________________
Lavadeira e engommareira.
Offerece-se para as casas de grande familia
urna boa lavadeira de varrela e sabo, e aos senho-
res solteiros um excellente engommado : na ra
do Vigario n. 18 se dir quem .
- o abaixo assignado pretendendo comprar
viuva do fallecido Joaquim Pereira da Costa La-
rangeira, D. Joaquina de Paula de Albuquerque
Maranhao. um terco da parte que dita viuva tem
em um sitio na povoacao da Boa viagein na estra-
da que vai para as Curcuranas, e como queira
evitar qualquer questao que para o futuro possa
apparecer, roga s pess.as quo se julgarom com
algum direito em dita propriedade, queira decla-
rar por este jornal no praso de 30 dias. Boa-via-
gem 19 de abril de 1864.
Manoel Feiix da Silva.
'j

|
m
Mana da Natividade Ferreira achan- i
do-se competentemente habilitada e au- $
tonsada ha aberto aula particular de en- ]
sino primario para o sexo feminino na J
ra da Solcdade n. 31, cujo edificio tem i
todos os commodos e asseio necessario \
para as alumnas, sendo as materias do i
ensino lr, escrever, contar, resar, gram- \
matica portugueza analisada e franceza, I
coser, bordar, trabalhar em lia e flores,
arle de msica applicada a piano.- Nesta
parte da educado do sexo feminino pre-
tende corresponder a especlaeao dos pais
de familia que Ihe confiarem suas lilhas
e narenles.
Precisa-se de um pequeo sitio perto da pra-
ca, com fundo para o rio e com boa casa para re-
sidencia : quem tiver para alugar, falle na ra do
Rosario da Boa-Vista n. 34.
\ DENTISTA DE PARS
19Raa Xova-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
M^ loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
| didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos denuncio.
OITerece-se urna ama para casa de pouca fa-
milia : quem precisar, dirija-se ra dos Guara-
rapes n. 30, primeiro andai\__________________
Alugam-se duas negrinhas smente para ser-
vico em casa, sendo urna de 13 anuos e a outra de
11 : na ra dos Martvnos n. 2.
Feilor
Precisa-se de um homem nacional ou portu-
guez que seja casado para feitor em um engenho
perto desla praca. anda mesmo sem pratica com
tanto que d conhecimento de sua conducta : na
praca da Boa-Vista botica n. 32, se dir.
*ogos de artificio.
No grande armazein de tintas ra do
Imperador n. 22, se vendem todos os
productos chimicos empregados na com-
posicao dos fogos do artificio.
Mi
Para o estrangeiro e para portos do imperio ti-
ram-se passaportcs com promptido e preco com-
modo : a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 3,
das 9 da manhaa s 4 da tarde.
Desappareceram hontem da ra do Impera-
dor n. 28, duas cadellas cor de caf, ps calcados
de branco e um sicnal branco na pona da cauda,
sendo o de orna maior que o da outra, ambas tem
as orelhas cortadas e a maior tem urna linha bran-
ca do nariz para a testa, acodero por Tubaro e
Balea : quem as pegar c levar a ra de Santa Ri-
ta n. 54, ser recompensado.
C/>
3-RIA ESTREITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozono contina a col-
locar dentes artificiaes^tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, Dio re-
eebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
L E. R. Vianna contina com sua aula de
latim na ra da Matriz da Boa-Vista n. 28, primei-
andar.
Akiigam-se
duas casas terreas na ra do Mondego ns. 67 e
69, cada urna dellas com commodos sufflcientes
para familia : a tratar ra da Cadeia do Recife
n. 57.____________
Precisa-se de una ama para moco solteiro :
na ra do Imperador n. 13.
g Couipanfia Odelidadc d
seguros martimos e ter-
j restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBCO
i Antonio Luii de Olireira Azevedo k C.,
! competentemente autorisados pela direc-
I toria da companhia de seguros Fidelida-
i de, tomam seguros de navios, mercado-
sss rias e predios no seu escriptorio ra da
m Cruz n .1.
Naqnes sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Casa de comnftsso de cscravos na i ua
do Imperador n. 43, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos cora promptido afim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as cominodidades precisas, e segu-
ranca, assim como alianca-sc o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, veinos e novos
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os docntes
e.n suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o )ue
tem commodes apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 2500
Terceira dita.... 23000 .
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado, r
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem- \ Na prac.a da Independencia, loja de ounves
pre tem gozado. (} n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Cabo, Ipojuca e Escada.-----------^-----------
O solicitador Pedro Alexandrino da C. Machado fl0 n* z"-
encarrega se perante os foros cima da procurado- Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
ra de quaesquer causas crimes, civeis e commcr-' Ricas saias de fustaoa 5$, camisas inglezas para
ciaes, prometiendo todo o zello e actividade que senhora a i&, 2,J>500, 35 e 45, cobertas de fusto
Ihe reconhecido pelas pessoas que ocouhecem, e brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
mesmo pela pratica que j tem adquerido nos foros
onde trabalha. Encarrega-se igualmente de defe-
sas perante o jury nos termos prximos via fr-
rea : pode ser procurado as segundas-feiras nes-
ta cidade, ra estreila do Rosario n. 34, e nos
mais dias em casa de sua residencia na villa do
Cabo.
gjl-j||
O hachar vi
Francisco Augusto da
advogado
Rl"A DO I.MPEttADOn
Precisase de uina ama forra ou escrava para
todo o servico de casa de pouca familia : no pateo
'' da matriz de Santo Antonio n. 8.
AMA BE LtITi:
Precisa-se de urna ama
do Hospicio n. 36.
com bom leite
Precisa-se de urna ama que saiba engommar
e cozinhar, e comprar na ra : quem pretender,
dirija-se ra da Cruz n. 9, segundo andar, fal-
lar com a Sra. Anna Mara da Conceico.
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 e covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao d. 29.
Nova loja dos barateiros na na do Queimado.
Tarlatanas de todas as cores, fazenda muito lina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca do22
varas, por 105, chales de laa por 35, 45, 55 8 85,
camisas inglezas para homem a 385, o05 e 605.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
na rua^i trancas de seda, de algodo e de la, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, boloes de velludo, de seda e de fusto,
bandos de cabello, meias de seda, Icques : cujos
ertigos se venlem por metade do seu valor por ser
para acabar.
Vende-se urna casa de tres andares ni ru Di-
reita, em bom estado, e por preco rommnd. pnt
seu dono se retirar : quem pr.-temW. dirijan
para informaedes an Sr. E. A. Burle a 1., raa da
Cruz a. 48._________________________________
Vcndcm-se dous moinios graaai de mmrx
caf, muito lions e promptos a trabalhar. rrm lor-
rador e fog.o de ferro, obra bem feHa :
pretender, annuncie.
Vende-se urna canoa que carreja IW
e una aarroeja, tud em bom estailo, e taaaVa e
vende um (-avallo muito bom, anda l>em bailo, mr
rodado, muito novo, tudo por Bfaaj roaaaaa*:
quem quizer comprar, dirija i ra 1 Mirea 4m
Afogados, na retinarn n. 13, que achara rom iraca)
lala r.
especial rape
R Princeza de Petrupoiis ja bem rnihf-
H cido em toda a provincia (!> Rio de li
^ ueiro e rom preferencia ao Paulo Cor-
JB deiro e aria preta de Mniroii aanaVa
)4 em -cu uaifo depotiio roa do Cntff n.
16 arma;.ein de loa^ai aa Daavta, Prei-
rera i C. 011 na ra Luga d > It^ari.i n.
38, loja da Aurora
Vende-se Dina taberna na rna da SuMade
n. 38, muito boa para algum rapaz que quizer
principiar a vida, rom aaacas loado* aa araaaa
vi.-to o dono nao ter querido ~wriir |< r .-i. r. r -.:
; retirar para o mato, preco muito 1,
de muito negocio : qu>'iu quizer ' casa que achara com quem iralar,adunte do qtwr-
tel do i.>rpo lixo.
No (iiquia frpgaezia dos Aloaados lu para *
vender 011 alugar nina ca-a rtnnaal mm '. fre^
te e NO de fondo com .! -;il:i- \ i .
I (ora, csiribaria para ravafla, aaai -piMiiai r.mi a*-
gnus arvoredos de lun-to- .. ;mia ci>-iiiiaa : f* m
.1 pretendar dirija-se ao aaau Uaaai a (jHar
com Ignacio Xavier da Costa *liniui>tr.i.ln 1.
eiigriiho (liqui.
Vende-se um boin piano de jacaraivta p^br pre-
co cima declarado : a v.'t e pagar, na rna do j-
vramento n. 8.
Vende-se um escravo in
("armo n. I, taberna.
Aliada* da Baha
para saceos de assnear e ronpa de anana; fea
para vender Antonio l.uiz de Oliveira Azevraadk
C, no sea escriptorio ra da Cruz n. I.
Vende-se caihros de muito boa* qiuli'bda
na serrara de Jo.":- Hygino de Miranda
Consulado de Franca.
O gerente do consulado de Franca tem a honra
de rogar as pessoas que ficararo devendo ao fina-
do Jean liaptiste Constantin Laumonnier, subdito
francez, fabricante de pianos em Pernambuco, de
mandar saldar os seus dbitos em mo do dito
gerente no prazo de 8 dias contados do presente
aviso, prevenindo ellas que no caso de o nao faze-
rem ser ohrigade a chama-Ios por este Diario e
seguir a cobranca por todos os meios de direito.
O dito gerente, roga tambem as pessoas que ti-
verem algumas reclamacoes a fazer de dingi-las
ao mesmo consulado dentro do prazo de 8 dias,
nao podendo attender mais aquelles que nao fi-
zerem neste prazo.
Pernambuco, 18 de abril de 1864.
O gerente do consulado,
.__________ D'Imbert du Chennes.
Precisa-s de urna ama de idade, pessoa capaz
para cozinhar em casa de pouca familia : no Re
cife, ra da Cruz n. 29.
O Dr. Carono Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua profissao de me-
dico -, sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias de interior, prosegue, com o
maior atrinco, no das mais difneeis e deli-
cadas operacoes, como sejam dos orges
o urinarios, dos olhos, partos, etc.
Machina de vapor, propria para mover ma
china de discarocar algodo, e para padaria ou
qualquer outro mechanismo que precisa da forca
de 2 at 3 cavallos : para ver e encommendar, os
prelendentes podean dirigir-sc ao Sr. Antonio Maia
de Rrito, fabrica de cigarros a vapor, na ra dos
Quarteis.______________ _
O abaixo asssgnado tendo de fazer urna via-
gem por motivo de saude, vende o seu estabeleci-
mento de molhados sito na ra da Moeda n. 29 :
quem o pretender, dirjase ao mesmo, no lugar
cima.Jos Antonio dos Santos Fontes.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numer 36.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra da Senzala Nova a. 38.
GAZ GAZ GAZ
por preeo rrduzid:
Vende-se paz ila mHlior qiialid ib prlo
pre,0 de 10 por lata de i gales : no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
A
^
r
T
m&<
Avisa.
Na officinade pintura, ra de Hortas n. 27, pre-
Campos A Lima tendo acabado com o seu es- vine-se s pessoas que tem imagens incarnadas ha
UbeJecimento de fazendas na ra do Crespo.avi- mezes na mesma, que venham retira-las quanto.
sam a todos os seus devedores em geral, que de- antes, do contra
ram procuracaoespecial ao Sr. Ivo Martins de Al- perder trabalho
meida para receber amigavel ou judicial; e sem
que por isso tenhamos a menor responsabilidade
na mesma,
do contrario sero vendidas para nao se
e material empregado.
Club i'ernainbQtfiio
Na noite do dia 27 do corrente ter lucar co,n o qne o mesmo senhor lenhade obrar, motivo
.n3n fml,r. Jg:" que s com elle se deverao^njender.___________ I
Dase 185 peloaluguel de urna escrava de
14 a 16 annos para o servico iuterno de urna casa
de duas pessoas: a tratar na ra do Livramento
n. 29 ou 36, segundo andar.________________
Aluga-se a casa da travessa do Dique n. 3 .
traia-se na ruada Cadeia n 36, armazem.
Precisa-se de urna ama para cosiuhar e com-
prar para casa do pouca familia : na ra do Viga-
no n. 1, loja de cabos.
a reuniao familiar;
Antonio Jos da Costa Cabral rua~ Direita b
99, saca sobre a ilha de S. Miguel.
Fugio do engenho Santa. Cruz freguezia de
N. S. da Luz, no dia 8 do corrente mez, o escravo
de nome Joo, acaboclado, idade de 18 20 an-
nos, estatura baixa, cheio do corpo, cabellos esti-
rados, rosto redondo, sem barba e dentes na fren-
te, ps grossos, tem algumas cicatrizes as costas,
levou vellido camisa de algodozinho de listras,
calca azul, seroula de algodo da trra e um cha-
peo de bata sem fundo ludo em mo estado, le-
vou mais em sua companhia um cavallo pequeo
de cor russo pedrez, com o ferro na perna a imi-
tacao de urna lesoura: roga-se portanto as auto-
ridades policiaes c com especialidade aos capitaes
de campo a sua apprehenso, levando a morada
do abaixo assignado no referido engenho ou ento
ao engenho Taboca, pelo que ser generosamente
recompensado.
_______Jos de Mello AzJo.
Voou do sobrado da ra da Imperatnz n.
39, um corrupio muito manso e cantador : a
pessoa que o pegou leve-o a mesma casa que ser
generosamente recompensado.
Precisa-se alugar urna ama para o servico de
pouca familia : quem quizer, dirija-se ra do
Sebo n. 25._________________________________i
O administrador da massa failrda de Victori-'
no Jos Ferreira convida a todos os credores a
apresentarom os seus ttulos oestes tres dias na |
loja de Joaquim Ferreira de Araujo Gumaraes,
ra do Queimado n. 53, afim de poder proceder a
classificagao ua forma do art. 839 do cdigo do
commcrcio. Recife 18 de abril de 1864.
.4 tteneo do publico
Madapolo superior a 75 a peca de 24 jardas por
ter um pequeo deleito : na loja da ra da Madre ,
de Dos n. 16, defronte da guarda da alfandega.
Precisa-se de urna ama, que saiba* engommar
o cozer, que seja de bom comportamento, para ca-
sa de urna s pessoa : a tratar na ra do Impera-
dor, armazem delouca n. 41.
Dinheiro vista.
Algodozinho com pequeo
toque de avara a 4$->00
e 5$000 a peca.
Vende-se na ra do Queimado n. 14, superior
algodozinho com pequeo toque de avaria a 55 e
65 a peca, a elle que est se acabando.________
Na padaria da Torre precisa-se de um amas-
sador que saiba vender pao.
COMPRAS.
Compra-se urna escrava, sendo que cozinhe,
engomme, e seja de boa conduela : na ra da
Praia ns. 2 e 4._____________________________
Comnra-se uina escrava que saiba cozinhar
e engommar : ua ra do Crespo n. 23.
Vendem-se saceos com dous alqueire* de feriaba
de mandioca, pelo barato preco de 4MR) a raa
da Madre de Dos ns. 5 e 9.
O bramante do Pata*
palaios de largara.
Vende-se bramante de linho poro, nimio I
doze palmos de largura o melhor e mais
tem vindo ao mercado pelo barato pr>-ro de
rs. a vara ; s na loja do Pavo de l*aan 4 Sirva,
ra da imperatnz n. 60.
As precalas do i*avio.
Vendcm-sc as mais lindas precalas imm ha va-
do ao mercado eaegada arfa ultimo vapor fcm-
cez, pelo barato preco de 600 rs. o covad, dita*
de listrinha muito miudinha* propriaspara vcsiH
e lulipas de meninos e meninas pelo bmto arr
de 500 rs.; s o Pavo ra da linperalru a. <*,
loja de Cama & Silva.
Os soiiteanbarqne do Pava* a
IO e I .>fi so o Pava*.
Vendem-se os mais lindo* soiitc inbarqiir* ajan
tem viudo ltimamente de lazmha e ea&anaara ri-
camente bordados e eufoiladus. roces muifci delira-
das pelo barato preco de 105 e 155 : turada eia
que em outras lojas M vendem pwr 205 <* 255. i
s para liquidar : na loja e armazem do Pa**- a
ra da Imperalriz n. 60 de Cama & Silva.
%s chitas do Pavo di 0* c
i iH H OO o cor te.
Vendem-se cortes de chia cum dnze roaiua
cada corte, ditos com dez covado* a 25*"- *"*-
da muito boa, e que nao desbota, so aa bija Pa-
vo tem esta pechineha ; a roa da laaeratra a.
60 de Gama & Silva.
1.5as de nava O er.
Vendem-se laazinbas de ama er. iadi -
carnada, azul, cinzenla, r de cale, lira ter, li-
rio roso cor de perola pelo baratsimo arrea da
640 o covado, fazenda moit" lina aft o Pavo. a raa
da Imperalriz n. 60 loja e armazem de ilaau A
Silva.


unnu uv
Grande peohiiicha
con toque de avaria na toja e
armazem da Arara ra d iiu-
peratrlz u. 50 de Lo ti renco P.
11. Ciiiluiares.
Vende-se rom toque de tari.
Grande liquidadlo
de faiendas na leja de Pavo, ra .da Inineralrii t.
60, de Gama k Silva.
45 Kua Direita
Oicam! oi<;am!l!
CALCADO
45
AcOa-se este esubeleciruento completamente sor-
lidu de fazendas inglezas, trncelas, allemes e.
suissas, proprias tanto para a praca como para o Bom e novo, a primeira necessidade para a san-
mato, prometiendo vender-se mail barato do que de e aformoseamento do individuo!
Vemle-se madapolao inglez com pequeo to- em outra qualquer parte principalmente sendo em Meu Dos I... que ps de pavao se lubrigam por j
que de avada por 6A500 7$ e 8J, algodaozinho a porco e de todas as farendas dao-se as amoslras essas ras I que figura horrenda e nauseante a,
i,JoOO e C, cambraias lisas linas a 3$ e 3o00 : deixando fica penhor ou mandam-se levar em ca- de um paletol bem talhado sobranceiro a um .
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 66. sa pelos caixeiros da loja do Pavo. quedes roido em duas solas! um balo bem tor- [
Vende-se hiendas limpa baralissimas. \& __ ,| Pavas. nea(, c bambaleante dese ubrindo urna ponta de
Vende-se chitas finas cores escuras a 240 e 280; Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe- bona safara e carcomida!
rs. o covado. ditas francezas finas cores fixas a lo barato preco de S40 e 280 rs. sendo tintas sgu-
320, 360 e 400 rs. o covado, gorguro de linho pa- res, ditas fracezas linas a 320, 340, 360, 400 e
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado 500 rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
franeez para vestido a 280 o covado : na loja da riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
Arara ra da Imperatriz n. 56. | |0ja 0 pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama
Fazendas proprias para senhora e meninas. Silva.
Vende-se gollinhas com botozinho para senhora Aseassas do Pavo a 210, 280, 300 e 320 rs.
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e I Vendem-se fintssimas cassas persianas cures fi-
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e g>llas xas a 320 rs. o covado, ditas francezas milito finas
para senhora a 15 e 1#280, camisinhas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no coferinho e
punhos e gravatas muito tinas a 45500 e 5 : s
a Arara ra da Imperatriz n. 56.
Principia a Arara vender as calchas.
Vende-se colchas avelludadas para cania a 85,
ditas de linho aleochoadas a 55, ditas de fustao a
">5. ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25 '
oa luja da Arara ra da Imperante n. 56.
Arara vende cassas a 10 rs.
Vende se cassas francezas finas a 240 e 280
covado, organdys finos a 240, 20 e 220 o covado:
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
ItMpa frita 4a Arara.
Vende-se paMott de brim de cor a 25>00 35'
ditos de meia casemiraa35500, ditos melheres a
45500 e 65, ditos pretns de panno a 5$, 65 e 85,
ditos de caseatira lina ditos pretos de alpaca a :t300 e 45, calcas pretas
de casemira a 45500, 5, 65 e 85, dita de meia
casemira, {ranga e brm a 25 e 25500, .ditos finos
a 35500,ditos dc'brim branco a 35 -35500, ca-
misas francezas a 25, 25500 e 35. scroulas a
15000, Atas de linho a 25 e 25300. oolletes a 25
e 25300 na ra da Imperatriz n. 56.
Balees da Arara a 30.
Vende-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
3-"> r.-ynmi. .i- 45500, ditos d madapolao a
)55>tK), ditos de -musselina a 45 : s da Imperatriz n. 56.
Arara vende os cortes de riscados franrezes a 3(5.
Vende-se cortes de meados francezes com 14
aovados a 35 o corte : na na da Imperatriz n. 56.
Arara vene cortes de rasrarin preta a 30.
Vende-se oartes de casemira preta para calcas a
H5. 35500,45 e 55 : na loja da Arara n. 56.
Arcra vende os seu(ei:iiiarqnes.
Vende-se soutembarques pretos muito ricos, ca-
pas compridas e manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara ra -da Imperatriz nu-
mero 56.
Sediuhas a 300 rs.
Arara-vende sedinbasdelistrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, dius finas a 800 rs., la Ma-
ra Pia ecm 4 palmos de lair-ac palmas de seda a
SOO rs.o covado : na ra da'Imperatriz n. 56.
Arawvaede cambraias aV eiiinns a 26*00-
Vean-se cambraias de-careeinhos para vestidos
a 25-!>O0 a peca, cortes de asea franceza a i&, co-
bertores de pellos a 15 e 1&6O0 : na ra da Im-
peratriz n. 56.
tomn sorlinieuto de fxteikw pretas para a qaa-
resiaa
Sedes, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se rosdcnaple preto para vestidos boa
faienda a 400, 15600, 25400. 25600 e 35 o
covado,sarja hespanhoiade seda, panno tino preto!
a 15600, 25. 25300, 35 el 5 o covado, muito su-
perior casemiras pretas finas a 25 c 25400 o cita-
do, merino fino a 25500 e 35, dito de cordao a
25-00 o covado : na ra -da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolao franceza 1$.
Vende-se madajiolao franeez enfestado a 45 e
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, Gnissimo organdy matisado rom desenbos
iniudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavo ra da
Imperatriz n. 60, de (ama S Silva.
As laazinhas da exposico do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
oique chegadas pelo ultime vapor rancez sendo
*; urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
n nipa para meninos e capas, e pelo baralissimo
preco de 300 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrinhos a 50, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Maria Pa com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de nina s cor parda, azul, cor de- l>rio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
00 e 400 rs,, isto s na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavaa.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barate preco de 65, 75, 85, ditos de ponta re-
donda a 75 e 8"5, ditos pretos ricamente bordados
a retrot-cam vidrilho a 125, ditos pretos lisos *
55, ditos-de cores a 45300 e 55, ditos de mermw
estampados a 25 e 35, ditos de lita a 15^80 e
ditos de retroz preto para luto a 05, isto na loja
do Patle ra da |Imperatriz n. 00, de Gama &
Silva.
Fatcndes prelas para a qnaresma vende o tovo.
Voflde-se grosdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, 25, 25si00, 2580 e 35, mo
reaiilique preto muito >upcrior a 35 e 25800, sar-
ja pria hcspanhla muito enoorpada a 25, isto na
loja do Pavo rua da Inq>cvatriz n. 60, de Gama
A Silva.
0 Pavo vende para luto.
V^nde-se superior selim da Cbiua faienda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
pino para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara-
to fteeo de 25, 252OO, "25300 o covedo, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e eslreitas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
ooni gollinhas e outros nuiilos artigos -que se ven-
den) por precos razoaveis : na loja do 'avo a rua
do Imperatriz n. 60, de "Gama A; Sika.
Os corpiakos do Pavo
Vende-se os mais laudemos eorpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeiledos a 7 e 85 ;
na loja du Pavo, rua -da Imperatriz 11. 60, de Ga-
ma <\ Silva.
Os vestidos do Pava
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo |>elo barato preco de
405, sendo fazenda i|:ie sempre se vendeu a 1005,
e 1j05 ; ditos de cantiraia branres ricamente bor-
dados a croch, sendo nroprios para baile e casa-
ment a 10, 18, 20 e 305; ditos de la com lindas
barras a 18 e 155; isto na bija do Pavo rua
da Imperatriz n. 60,-de Gama & Silva.
Os paauos do Pavas.
Vende-se panno preto muito superior pelo barate
Santa Barbara! I Corram rua Direita, bellas e
rapazes! sacudam ua praia esses malditos ynedes,;
e comprcm : |
Borzeguins de Xantes 85000.
Ditos francezes de bezerro 75-
Ditos francezes de lustre para homern '$.
Ditos para senhora, de lustre, enfeitados, 35300.
Ditos para senhora, gaspia alia, 45800.
Botinas de menina 25300.
Ditas de cores pata menina 25000.
Sapates de Xantes de duas.solas 55.
Ditos de sola e vira 45300.
Snalos de borracha para.scnhoras 15300
Ditos para meninos 15000.
Sapatos de lustre para senhora 15
Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
ChinclC.es rasos do Porto a 15600.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro franeez como nenhum, couro de
lustre muito graude, e tudo quanto pertence arla
de S. Chrispim.
Um confeito e especifico para
expellir os Vermes.
PaisHhas Ymitif,ips
DE KEMP.
Os woiiwis os podcn i grita, porque
ellas So do cheleo, Babor e6r t^nula-
veirv \ L'lcganciu, :i 6i'gnd.-.(le de ac-
cSo,H3 utoffbiisvo (las
Pa^.ilhas Vermifugas de Kemp
A l'AH f>\ StA
fT>niposico oxclitsivitiionte fcfetal,
s5 eetae pois as t-uas tiielborea mais
Mnplctas do todas as TeeoiiiiiietMlacee
yje se posea fascr eom justa razoas
<>llooS( na categoria-d'iiin favorito ati-
versjil.
A Btiperordadc Ana
Pastilhas de Kemp
sobre todas na pregparacGe destiitadas
para <> incsmo fiux devido ana sim-
ples coinposco im sen aroma agrada.
vel e rapidez c infallibilidade com
que alcanca a destrugao t"t;l das
CLtIUll
COJH1IERGIAL
RUA DO yi El n AllO V. 15.
Pausando o becco da Congregado segunda casa.
mmwm )
NOV1DADE.
Pereira hocha AC. acabam de abrir na rua do Quciraado n. 45 um armazem de molhados lanfiMlsfl Om m Cmmmm.
onde o re^peitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso aun. .1 11 .pjar
aero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o n m pesu
e boa qualnlade dos gneros comprados ueste armazem.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a OO rs. a grusa.
100 rs. a libra e 2V00 a 2-3800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
I#00 e 1C0O 1 n frascos grandes a
20500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 124000,10400, 15600 e U.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
libra, Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220! Peras sectas muito novas rs. a M
r?. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinbas
de oito libras e cnastrinhas de 1 arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinba do Maranbo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 6^200 rs. a frasquei-
ra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba.
Azeite doce franeez muito fino em garrafas
grandes a 900 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Rolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3;$0O0 a barri-
qtimlia e a 200 rs. a libra.
Banba de porco refinada a 440 rs. a libra e
cem barril a 410 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 25000 rs- a li-
bra,
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercad, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 300 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Polvo secco milito no\"Ji 400 r<. a wa
Presuntos de Lamego em calda d- azeise c
milito novo a 640 rs.
Oueijos flamengos do ultimo tapor : SMft
ris.
dem preto a 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro r oti) rv
cada um.
Sardinhas de Nanles a 320 rs.
Sag muito alvo e novo a 2'0 r. l ;il*a
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem emgarrafoes de 3 e 5 gales a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 re.
e 75500 cada um com o garrafao. Vellas de carnauba pura a 300 r. a W-
Gomma do Arecaiv a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs.a duzia. dem stearinas muito suptrior^s .. *** r*. j
Grao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. Vinho do Porto engarrafad; o u.-lhar fsta
dem, qualidade especial e garrafas muito ha ueste genero e de varias rn.ir.-as. amo
grandes, a 15800 rs. a garrafa. sejam : Vellk de 1815, Ih|ii.- do I
Madeira. I). Pedro, l). Lui/ I IhrlV
Bocage, Chamisso e Mi a n*i. 900 *
1^000 a garrafa. I ciit tm m urna il-
zia a 1)6000 e 100000.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa t F.ga.
barrada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8! 480, 500 e 560 rs. a garraf.i .... :i0UA,
e 40 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a MJO n.
a garrafa,
dem de Bordean, Medoc S Ju .. i "
e 800 rs. a garrafa, e 7M i Ij-Wn.
a duzia.
Marmelada imperial dos melhores conservei- dem Morgaux cChateauluminide 1854, a l-J
ros de Lisboa a 600 rs. a lata. a garrafa.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a dem moscatel 800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
ingl
pouco
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 es. a li-
bra.
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Vinagre de Lisboa a 200 r>. a garras^
16200 rs. a caada.
e 13100 a vara : na rua da Impera
vestido a 2i0
rS- 1 paletots, colh-lei capis para senhora, ronpas pura
meninos a '-i e "l$5ffl o covado, islo na loja do
a'ti, 13*80
riz n. 'li.
toara raaac laziuhas pare
OaWa.
Vende-se l.iazinhas n*ra wstidos da sonliora o /Pavjio, rua da Iiperatrz n. 60, du (lama & Silva.
240, S80, 380, tOOeaWvs. o covado, easentess I rsojia lisas proprias para canas oe senhora a I3HO0 o Vendem-se paletots de.panRo preto sobrecasa-
vevado : na Arara rua da Isipcrairiz n. SO. Leos fazenda muilo boa-a t, dllos muilo finos a
Arara >einle fMfc a 500 rs. > |<*5, O-;, 253 e :I03, calcas de casemira preta boa
'Vende-se fostao de c(res para ronpa de meninof l[atonda a 43500,53, 3,'75 c 85, paletots saceos
caicas c paletots a 500 rs. o covado, anga franca-, de panno preto a 75, ditos de Casemira de cor a
/a escura e clara para catease paletots a 440 rs, b5 e 75, ditos de alpaca preta. ditos de merino
i k vado: na rua da Imperatriz n. 56.1oja da Arara, .reto, ditos de brlm rk1 cores, calcas de casemira
____________________________________; de cor a 43. 55,65,75, dilos de casemira da
T;vf l-ini'iiifivm OAPTimPntl Beeossia a :i3, ditos oV. Mu pardo a 25800, ditos
'.de cara 3 e 23500, ^Jilos braneos muilo finos,
sto na loja do Pavao, rea da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os ciirtinadnii k pavo.
LOMERIGAS.
venda as boticas de Caors & Barboza'
uito liaa a 43808", 23.23500 e 33, cor- da Cruz, e Joao da C. Bravo & C, roa
tes de casemira de cor a 53, SfiOO e 63, casemi- 'da Madre de Dos,
ras enfestadas de urna s cor proprias para calc.a,
Roa da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
'ferro coao libra a no rs., iderndeLo^
Moor libra a 120 rs._____________
oii fina a voulatle to comprador
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Massaspara sopa : macarro, talharime ale- Kirsk garrafas mude prandi r~
e specialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 1800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
20000, 2;?200, 25500, 25800, 3000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
34500 a caixa. | de cozinha a 15 rs. a lata.
Caf do Rio muito-superior a 260, 280 e Palitos de tientes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba. dem de flor a 200 rs.
Alm dos gneros cima ti
mos grande porco de mitrus qu> i. \jh-<
de mencionar, (. sjm hala awi \. aMi p*
pease cantad is. Mi M p>>rn>-- n>
I retalho.
Quem comprar de KMfOOO pan asa lev
r o abate de 5 por cent.".
UNIO
CANTIL
de perftffiarias.
A-snperioi idade das periiarias (pie a agn
joros un bom.
porm'lando sempre em vistas o bem servir a sua
boa freguezia tanU da cidade romo do interior,
maodoavero extraordinaria sartimento que aca-
ba de reeeber, vindo roof rn suas recommenda-
-. sempre da melbor quaidade sendo :
Agua de .colonia em garrafas de diversos tamauhos
e roaldes.
"Hila diU- cm frascos redondos* quadrados.
Dita dita embreada em frascos verdes.
.Agua ambreada para banhos.
Dita balsmica e denlriflce pir& onsorvacao das
genmvae-e dentes e bom balitcda bocea.
DiU de Boride larania.
BHa de rosa e dila florida.
Dtta de lavaiiJer e loilet.
Da de atbeniease para alisar e bellos depoie de alado.
Dita,de .Mallabar e Hoide para u\i\r os
iiani raospareate e lafornesa.
Ditas unas em Irascos de diversos moldes.
I>il4 dria em bonitos vasos de porcelana.
Dila dita em lataa.
Dita dita em copinbos sendo creme, duejueza
nada iperial.
Bahiniobas de vidro com perfumaras.
Caixinhas om frisqiiinhos de cheiros.
Cosmelique Extractos fiaos e deigradaveis cheiros em bonitos
irascos.
Dito fran^ipane, chaira novo e mui agradavel.
Dito de sndalo.
Essencias conceoiradai, com differentes e uissi-
mos cheiros.
Le i le virginal paratifar carias.
Dito de cacao para aimtciar a cutis e con&ef*ar-
ihe o lustre.
Macassa perola.
Oleo pbiloeome e surino.
Di lo de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
ftis de coral e de Lubin para asolea.
Siboneles finos quadrados e redondos.
Ditos finos em caixinhas de tres.
Ritos muito finos para barba.
Dito* creme de amendoa em vaos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito o"ou leile d'ires para acabar a rosto.
E assim muitos outros objectos de goslo que na
compra dos quaes o pretendente ser sauafeito
por deixar os cobres na loja da aguia branca rua
do Queimado n. 8.
Objectos de plianasia viaielos
para a agula branea.
A aguia branca receben novos e bouitos objec-
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
! recenhecida Vendem-se ricos cortinados proprios para janel- A
pie lbe< vao | |a,o tamas pelo barato i>reco.de.!5 o par, sendo o ^
braacti vende esta Inconleslavelmente
e isso-conflrma a grande e:i-.i.;ao que me na i fo,e amas palo barato i>reco.de.!a o p.
is apreciadores do bom. A aguia branca j^g^or qae bao mercado: na rua da Imperatriz
n.i'jW, de tiaiiia cV Silva.
\s ii.Irlus do Pavo.
Vendem-se colchas de linho aleochoadas pro
nriat para cama pelo baratefireooide i5 cada nma
na roa da Imperatriz n. Ot, de-Gama i Silva
As calcinlias do Pavao.
V.T.dem-se calcinhas de caaabraia tiordadas pa-
ra im ninas pelo barato pioro de ftift e 640 rs.,
mlanguilos para senhora e meninas a 300, 640 e
H(i0 rs., camisinhas com nungurlos a I5-S0 : na
oja (io'-'avao rua da Imperatriz n.60.
Os bordados do I"a-vito.
Veiidea-se camisinhae de eanrtiraia muito finas
com maQjitos e golas muito bem bordadas pelo
barate prono de i280, ditas de iil a 15, ricas
; pelerinas ou romeiras bordadas a 1600 e su-
cabollos. perioros manguitos com golla e a balo a lfi e 45,
| sendo muito 6111 bordados e os mais modernos
j que ka no,morcado, manguitos e camisinhas a 35
e '!Vi'. gollinhas linissimas de cauiraia a 300,
I ditas do Dio a 40 e :to rs., pecas de ntremelos
e P" | com :t varas afiiO rs., liras bordadas a 15, e ou-
, iros ni uilos ariigos neste genero que *e vendem
mais barato do ua loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 00, de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda pela ricaasente
enfeitadas, sendo as mais modernas pelo batato
preco de 205, 235, **5 e 405, sauterabarquos de
seda preta sendo ricamente enfeitados a 205, 255
e 309 : na loja do Pavao rua da Imperatriz n.00,
de Gama & Silva.
As cambraias do Pavao.
Vendem-se pecas de eambraia muilo fina com
salpicos tendo 8 |2 varas cada peca a 3 0. ditas
a 35 e 35300, ditas adamascadas muilo finas pro-
prias para .cortinados a 35, ditas a 45, pecas de
cambraia brancas lisas fazenda muito lina com 8
l]2 varas a 35300, 45,45300, .55, ditas de qua-
ros proprias para forro e babadas por precos mui-
a zoaveis : na loja do Pavao rua da Imperalriz.
Panno de lilil.
RUA DACA1IEIA DO RECIFE *. 53.
NOVO E
RUA DA CARETA DO RECIFK 53

Francisco Fernn Jes Duarte acaba de abrir na rua da Cadeia do becifen. 53, um grande esorlio arn^zemde Budk m)M
nominado Unio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel pubcu um complvio sori ;:-i ^
gneros (jae vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaeSj os quaes ser.lo vendidos em porces iu a icl Im. .\
3 com modos.
Vendem-se dous caixes de pedra e cal em
Sar.lo Amaro, junto ao sobrado do Sr. Manoel Cus-
todio, se aeham divididos em raspaldo, prompio a
reeeber irav.jamenlo, assim para casa terrea ou
sobrado, a vonlade e bolsa do comprador, tendo 3
janellas e porta,,com 42 palmos de frente e de fun-
do 143, tudo de vo, alm de um grande terreno,
em cajo centro passam duas ras novas al lindar-
se na estrada de Luiz do ftro : os pretendentes
queiram dirigir se rua da Cadeia, armazem n.
33, do .agente Euzebio, que melbor informacoes
dar.
o manual lo plautador lo algo-
do. por Turoer. eonteudo os
srguntes captulos :
Io Methodos ordinarios da cultura do algodao._
2 Systeaa aperfeicoado da cultura do algodao
pelo Di- N. B. Cloucl.'
3u Historia natural do algodao, suas especies, e
variedades.
4" Molestia e insectos deslruidores do algodao.
3" Aoalyse da plaa de algodao cora rea cao a
applicacao dos (Vtrutnes, ele.
6" (/insumo do algodao e Irafico do algodao.
7 Historia do algodao e do engenho de algo-
dao.
esta obra urna compilaeao dos artigos de jor-
naes de agricultura, e em gral dos melhores es-
criplos que nesies uliimos anuos tem sabido luz
nos Estados do Sal da l'niao Americana acerca da
cultura, produccao, eoriuncrcio, historia natural.
aaalyse cblmica, e tudo mais quanto di/, respailo
*ite Importante genero de produccao agrcola.
Pode-se dizer ipie ote .Mnumil a obra mais com-
pleta que existe sobre a materia, sendo ao mesmo
tempo Iheorico e pralico. e encerrando todas as no-
ticias relativas semelbante assumpto.
Vendo-se a 65 O exemplar. ua livraria de M. F.
| de Faria & Filho, praca da Itidependimcia nume-
Veade-se panno de linho com I palmos de lar- ros 6 e 8.
gura proprio para leores, toalhas e ceroulas pelo: o Idvro do lovo.
barato preco de 640 rs*. a vara, bramante de linho ^.j adoptada |iara o uso das escolas primarias da
com 10 palmos de largura a 25300, algodaozinho provincia, cmilendo : vida de Nosso Senhor Jess
__hvgiene.
fazendas brancas que se vendem muito baratas se np,ecife, na livraria de M. Figueima de Faria
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavao rua da ^. piho, pra^a da Independencia ns. 6 e 8.
imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
Corles de cassa a3>00.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
5o rua da Im-eratriz n. 60.
aqui, sendo : ... ( 35300: na loja do Pavi
Bonitos aderecos completos feitos desperlas rabas. de Gama ^ Sl|va
O Pavo vende lazinhas pretas.
Ditos ditos de pedras por cuja perfeieo e bom <
gosto quasi se nao distioguem das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de perolas falsas tanto para seulioras
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., etc.
Bonitos alfincles e anneis para grvalas.
Bonitos pastel de conxa obra de apurado gosto.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
A Maria Pia.
O Pavo vende a 8$
Venilein-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
Bellas guarnieres de pentes dourados om
com caixos de uvas, feitos de aljfar, obra
blime.
Outros travsssos com pedras para meninas. peJUjlini0 vapor Irancez pelo barato proco
su! de 85 cada um : s na loja do Pavao rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama Silva. _
OuTras'igualmenle bellas, todas de fino dourado e! Os balites do Pavao
com oedras Vendem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
Outras a tartarugadas, nada inferior a aquella. lo braneos como de cores_ sendo americanos que
Voltinhas de aliof.tr branco e de cores com cruzes sao os melhores por se nao quebrarem a 3#S00 e
do pedras. de 33 arcos a 45, ditos de musselina com babados
Estse outros muitos objectosacham-se a venda a 45, ditos para menina a 25 o 35 : na loja do
na rua do Queimado loja da aguia branca n- 8 Pavao rua da Imperalriz. n- 60, do Gama & bilva,
I LilELiSIKK
Vendcm-se barris coui cal des-
(a procedencia, em pedra, chega-
da boje, e nica nova, que ha no
mercado, na rua do Trapichen.
13, armazem de Manoel Tclxcl-
ra Basto.___________________
Vndese urna barraca oo de i viagens,
bem construida, de 43 caixas, boa veleira. a di-
nheiro ou mesmo a prazo assim odareca boas fir-
mas : a entender-sc na rua Direita'com o Sr.
Bento de Barros Feij.
Vende-se para mais do 180 millieiros do le-
da e lijlo de alvenaria batida, ladrilhoe tapamen-
to da malhor qualidade que pode apparecer : quem
quizer comprar, pode tratar com o soefc) e admi-
nistrador Zacaras dos Santos Barros, no boceo
das Barreiras, olaria n. 13, ou coin Jos Maria
Goncalves Vielra Guimaraos, na rua Nova n. 49.
Manteiga ingleza especialmente escollada
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior
qualidade, cnegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 25800.
Queijo pialo muito fresco e novo a 640rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
o 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que lia neste genero,
mandado vir de conta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 23500 rs. a li-
bra ; cha liyson proprio para negocio a
1^500 rs. a libra.
i Cha preto muilo superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com dHrcules
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas mnito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50(' rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
: Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior qne
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
, Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs, a garrafa.
Caixas com vinho do Porlo superior de 90
a 109 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste,
genero ha grande purcaoe de differentes;
marcas acreditadas que j se venderam
por 14e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porlo, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nec-1
tar de 1833, Duque GeDuino. m
Vinho de pipa: Porto, Figueira e' Lisboa, a
400,480 e 500 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 5001
rs. de barril.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
10200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
800 rs.'
Azeite doce de Lisboa a 040 rs. a garrafa e
40800 a caada.
Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
50800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muitoproprasparammo,a 1020'', 10500
e20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 000 rs a libra.
Fruclas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cotes a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas nesle ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se ni o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate franeez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
qne ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Daosa
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Musanla ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Moslarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote. .
Sardinbaa deHanti -1
rs. meia lata.
Latas com peixe em
vezugo, cherne, Ii
10300 rs.
Salmoem latas, tre
de cosinba, a 800
Maca de tmales tm
i ris.
Chouricas e paios em
por 70.
i Toucinho de Lisboa
1 '80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 340
barrica.
Sag muilo novo a 24|)
Cevadinha de Francas
Farinha do Maranhao
10 is. < : .
sta : mm rfwn
uado. la?
Ni aria
i t kX
tas de 8 e mea Htm
3S0 rs. a |..a .
rs a iilra a
bra.
laOOrs al
2(> i s. ahtsa.
Araruta verdadeira a 3 I rs. a Bits.
ti i ansia.
e l|Ht a anst-
gigOS COIU M lltMJ
libr
libra
Cevada a 120 rs. a
Alpista a 160 rs. a
Batatas muito novas emi
por 105OO.
Cebollas a 10 o bmHm
da um.
Caf lavado de primeirajqualiilade a
a libra e !I0 a arroba.
Caf do Cear muilo su
bra e 80400 a arnl
Caf do Kio, propia pa
Arroz do MaranMoa l(
a arroba.
Arroz de Ja^a a 80
arroba.
Vellas de spermaceti a
540 rs. se for em cai
Vellas de carnauba refina
so e a 90 a arrolia.
Doce de goiaba a 640 rs.
Macarro, talharim e ale!
bra ; em caixa se faz a
Eslrellinha.pevide earroz
a 600 rs. i libra e 30 a
Palitos de dente lixados
o masso, ditos lixados sem flor
o masso com 20 massinh. s.
Gomma de engommar muilo lina a 80r>. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a :iho
400 re. em barril resueno.
Charutos dos melhores fabiicanips d- S. i *-
lix, em caixas inteiras oa em rotia*, da
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, mu rauta r r.ptis
de casa particular,a 100 r*. a Pro:
rose faz abatimento.
om mais il .' >i-
pi..i a M n *\-
nec'i'M'. a*4
rs i tmm -**>
a iibra e srvoOa
iO rs. a Iilra e
a 320 rs. t wtn-
cauao.
i
;w rs a S-
btimetiio.
Pcma>sa'. 11 lixa com 6 lra?.
fin a 2n ra.
a \m ik
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, ter5o o descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamen^:.
MUTILADO


e Aorii ae t
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria eocomroenda, o mis lindo e completo sortimento de molbados,
os quaes vender por grosso e a relalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annimeiante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
icos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
.
i
ARMAZEM
Acaba di receber de sua propria encoramenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escbidos, por isso apressa-se o propietario em
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1000 para SSlSiSSS 'uannnd l S u*** ^ "*** **** d0S "^ gene'*S 6
so mais S a 10 rv.r wntn i!a ahatinientn os nmuriofarine srHntihYum mais que mQ70m '
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais
odo s s seus gneros sao recebijos de sua propria encomraenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
M
anteiga ingleza flor a 8oo rs. a /ibra.
^astanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
Vellas de carnauba e cemposicao de 32o a
36o rs. a libra e de lo.ooo a 14,ooo.rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Boh'nho franca e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem francesa a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
e qualquer genero vendido neste bem condecido ar-
i
Pede-se toda atten#o.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVINO.
O hamem do movimento ufto estaciona
AVANTE ESHPRE
CUEREA AOS INIMGOS
\io ge admilte a iiio eommercial.
i\o seqter a liaba da alliaaca.
Nao se teme a feria dos corsario*.
Este anuo ha de ser blsse&io.
Os cautines esto preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abis a lita d'agaa at vinagre
Viva a hita do genuino Caere eem o iaatre f
Viva o coiiservidi' das conservas iaglezas!!
Vivam os liberars freguezes do BALIZA !!!
Vivam todos qu* lerem este annnncio.
Ig
SENHOHES E SKiMINAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido ra-do Livrai
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os presos de uuai
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, ficar3o por certa muito satisfeilas, nao s quanlo as qualidades das gneros, coa r<*n
libras que
~I tratamento todo atlencioso que se Ihes dar.
Neste armazem e no largo do Carino n. 9, armazem Progresivo, recebem-se as Alm documprimentodos deveres da boa edueac.lo. haver. dora em dilate iib
libra, e 54o rs. em barril. Massas para sopa macarro, talharim e aletria armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confuses em"traeos.
L S ?"Cm commcrc, l)or ?f90 Proprietario em seus maior capricho em salisfazer a ^ ,
a-H.ee este valor, sendo em pagamento, e isto para ev.tar confuses em traeos. 0s gneros pelas qualidades e preces aimunciados, sero
a uora eera caixa ter t-, Manteiga ingleza perfeitamente llr, a 8o rs,
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-l ,JJn} bul;ril a l8,0 rs- ...
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de ,de* 08? a P1" rs' a ,,,,ra' e 50 rs"
2,5oo a 3.5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
a 48o rs.
ment.
libra.
Doce de
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba "2 e \ a 7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e Inora, a libra
garanle-se serem muito novas, e graudas.
dem de pores refinada muito alva 46o rs. i
a libra. ;
Preznoto para fianhre a 8oo.rs. a libra.
Cha uxim miudintio vindo de conta propria, I
o melnor do mercado 2,8oo rs. a libra.'
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra. Doce de guiaba em caixas de diversos tama- ,,''"^c.',u .
dem perola o melhor que se podedesejar a nlios de 6oo a l.ooo rs. o caixo I(,em pe,Ia- a 2'8o rx e de 8 lll,rasPara ldm col'.\"lhli* pnprm para pod.m a 8oo
2,7oors. a libra. Sabao massa de 2oo a 2io rs. o melhor, n',,*;!? j'f' ., rS' a,h ,aj L.
Mem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra. caixa ter abatimento. :I,le ^^on o mais superior que se pode Marmela.las dos mais afamados fabricantes de
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra. dem hespanhol a 28o rs. a libr.-v def^ar a 2'Go e de 8 ^bm Para tm ,. "**? fa0 rs: a libra
dem mais baixo a i,8oo rs. a libra. Peixe em latas muito novo ; savel, pescada, ,a -,;,u0 ?; a ,., i ,Uias,secas muit0 novas ? ,6 rs- a lil,ra-
,. L corvina silmo aoutrKmnias nnali Vmtao do Alto Douro vindo do Porto engar- SStffRnK 2 "a Sde cli ,ara m a^ Ervilhas f,ancezas em ,alas a ^ '*-
rafado garante-se a supenondade deste vi- h V, 0 a ? 8oo r au I(,em P1'"'"'" l,;"'a ne-"c0 a Mnai de 8 l-! Potes com sal refinado a 48o rs.
r.ho, das seguintes marcas : Duque, Ge- Fios ^ d i J; d tdp R ... aras para cima a 2,2oo. Fumo de cbapa americano a I,4oo rs. a libra
nu.no, vellio secco, especial lagrimas do- ^X^foTT^ixtnt ,dem dofto em ,atas fle2< i-GcSIibras'
ees de 1819, yinbo especial D. Pedro V., ii^T^W^o 'm^1^na R ca,la umaa ^ 3' 3';iou e^8eo rs- a lala"
vmhovelho, Nctar superior del 833, Du- a Fi lo a O oor^ o h^r-n Wem prclo o melhor que se pode desejar
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- JSSXSSZ lTSCL.........,. M* lionero a 2.8-0 rs,
loo superior, madeira secca de superior
fazenda especial.
Figos em caixas de 1 arroba, */ e 8 libras
a 8.000 i.noo e 2,ooo rs. a caixinha.
Barra de vinho hranco de quinto, marca B ,l,(ld "? a ^ b J'" e 4*r>-" Uu PrSaB-?!ra "anibre ,n-kzes a /0 e 8o
A Filho a 60,ooo rs. o barril. I,lem j,rCj0 mel',0Qr *w se "P"* des'Jar ri rs- a lll,ra- .
Marmclada imperial dos m Ihores conservei- ,, m>t0 cncr0 a *?**>ls- ^'^ur.cas e pa.os mn.to novos a 64o a libra.
ros .le Lisboa a 64o rs. a I tinhade 1 libra ldem n".'n,,s: Sl,l>r a esse que se vende Batatas muito novas em g.gos de 34 libra a
.ni
ha latas de 1 l/i e 2 libras.
qualidade, vinho do Porto superior Lu-
a garrafa e de lo,ooo a 14,ooo rs. a caixa Aleix;.s
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitoi inglezes das melbores mareas em
latinh-isde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idea inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5.000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijns do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
francezas em
mente enfeitadas de
caixinha. lambem ha
brande l.2oo a 4,5oors. a lata,
dem om frascos com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocol.ite portuguez, hespanhol, francez e
snisso a l,2oo rs.a libra.
Conservas inflezas das seguinUs marcase
I Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o fr.s o.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra"
por, 2 e 2,400, a 4,800 rs. a libra. l,ooo rs. e 60 rs. a libra.
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra.
ez a 8,5oo rs. a caixa
1 MTinkoi -''-*- blcm miudinho proprio para negocio a I,5oo Cognac verdadeiro inglez
TSrT I f ; rs-a lil,ra- c 8ors-a ^,,Tjfa-
1 i.m'c ,in 'i'i\u\ vue|js '1 reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs.
nnr!\t,, /i3 P3^0. garrafa.
a duzia e 7oo rs. a
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhonlc aates a 32o r
como sejamBA F., PI\R, JAA. nutras Charutos das mais acreditada
dem mais sc'Cos viudos por navio a |,7oo. Charutos em grande quantidade e de todos os
dem prato ws melbores ciis frescos do fabricantes mais a creditados a l,5oo,
mercado a 7tors. a lilira. | 2,ooo, 8.800, 3,ooo c 4,000 rs. a caixa,
dem londrino aCoors., e sendo inteiro a os mais baixos sao dos <|ue por abi se ven
(too rs. a libra, vende-sc por esle prero dema 2,ooo e2,5oo rs.
pela poirao qai temos em ser. Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
Bisroilos em latas de 2 libras das Segulntes roba e 28o rs. a libra,
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoulras mui- roba e 26o rs. a iibra.
tas a l,3oo e 1 4oo rs. Arroz do Maianhao a loors. a libra, 3,ooo rs.
offerecidos
dos Srs. compradores. Nao receie o publico que se pratiqoe o contrario, como
casas, que at annunciam o que nao lem____O Baliza nao illude____
Ameixas francezas em caixinhas eem frascos Licores inglezes e franrezes em ana ilaaV
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo, versos tamanhos a l.uoo, 1.51 e %**>
2,(X)o, 2,5ooe2,8oo rs. e a libra a 800 rs. rs. a duzia. ,
Amendoas novas a 32o rs. a libra." Manteiga ingleza lar a Ron rs. a libra e de a
Azeite doce refinado" a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberto um lorril aa
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo presenca do comprador.
rs. a caada. dem de 2/ e 3.1 qualidade a 7oo, 60. e Ww
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,800 rs. a arroba. rs. a libra.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e dem francoza a 560 rs. a libra, eem barril
loo rs. a libra. por Manan.
Idemem latas a 25000 e a 14500 a tala.
Mass de tomate em barril a 480 rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por J? em i;,,a ?* N ..
l,ooo rs.ea 4o rl a libra. Moslarda mgleza M.O e MOT o g*
Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a lata de "^f^.ff^L" fc!" a,,na*
5 lDrag tes de Lisboa uOO rs. a libra.
dem de diversas marcas em latas menores Ma'"i;as,lin0 *" i* fras*"" a
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de
tas grandes e peque
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica ^TJlSk eS,re,,n,,a e *
e 2oo rs. a Hbra, "hlas
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
ibra.
B<|nnlMiaa8poeialaa.|M~^|i^ ***
squenana^ooooi.Soors.l
macan 10 a
muitas marcas. Porto, Lisboa e hgneira; ,3oo a 4,000 rs. a caixa.
de Wo, 5oo, 060, 64o e 800, rs., e o do Cbampagnhe a melhor do mercado de
l orto fino em garrafa, e em o nada a a 2i,ooo rs. o gigo, e de l,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
i Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas'',, ma-.
dem de
3,000, 3,000, 4,000 e 6,55o rs. o melhor
do Porto.
peso pautado ou tizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e paiaso de Ido a 2oo rs. a li-
bra.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
|Idem em latas grandes a 2,ooo rs. a tata.
) Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs-
Idem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Ca loes com bolas francezas proprios para
mimos ou para aojos que vo as procis-
soes a 800 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garraibes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossaestaco porstr mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.' dozia- ,
com o garrafao. i >asos mgezes de 4 a 16 libras vastan, muito
Vinho bnaneoo mais superior que vem ao Pr.opno para deposito de doce manteiga
noss mercado a 56o rs. agarrafa, e a u outro 1ual(i"r liquido de l.ooo a
4,3oo rs. a caada. .3'000 rs- cada um.
Velas de esparmacate as melhores neste ce- LlC0r.es das melhores marcas e -mais finos
mno00 rS" 3 g3rrafa 6 m CaXa tCr abat_ Amcl,das confiladas "0oo
gaz a 2,200 rs. a grosa e 2oo rs. a ^cLulre em utas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a 1,400 e 2,2oo
de 8 libras a l,8oo, c
ero de 56o a 64o rs. o maco, e em eai-
xa ter grande abatimento por ha\*er
grande porco.
Azeite doce em barril muito fino a 6to rs.
a garrafa e 4,800 a caada,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a
lata.
rs. a lata,
dem em .caixinhas
24o rs. a libra.
Noaas inuilo novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
rs. a hbra.
dem de casca mole a 32o rs.
TSSXUrJg" a ""* ***BK^^mfSi, e L;slK,a da,
duque, genuino, velho
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
t.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meia?, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a Soooraolho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oors. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Nozea muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de l.1, 2.ae 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, do Cear de 7,8oo, 8,600, Pimnta do reino a 34o rs. a libra
e 9.200 rs. a arroba do me hor. Farinha ,ir> M,kn ., ,-'.
Arroz da India, Java eMaranhSo de 2,8rK> a T jota nara SS a t* A'S. ,,m
3,000 a arroba, ede8oaloors. a libra. ciaiaC"? &T $ ** *+ um-
Passas muito novas a 8,800 a caixa e 5oo Erva doce a libra
a libra, ha caixas meias e quartos. Canella a 1,00o rs. a libra
jcvadinha de Franca a 24o rs a libra. Batatas a 1.000 rs. o gigo com 32 libras liqai-
Sagu muito novo a 28o rs. a libra. i das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por GBlHAtXTe C, pharmaceuticos deS. A. I. o Principe Napoleio, laureados
. da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Feuillade, 7.
Esta nova combinado rene debati1 de um pequeo volnme urna forma aeradavel e um gesto delicio
"*J n.ed .ore. forcos nem a sc.encla medica, nrm os qumicos os mais di,.inctos o 'poderte"rae**
mane v n parador dos forcas e da raude alterada ou perdida.
A* moli-tiias contra as quaes o Xarope tnico regenerador se tem mostrado
imin.fias, fallas_dc menstriiaeao, dores desloniago, tastio, dlgt'.-l6e8 penosi
wla"i n":i':"'-S K^.' l>'inP1|a Ha niuit
ilos maiores
a aqu. gratas porem a perseTcranca humana achao.se hoje associatlas estas duas poderosas sulisian-
; *-. o torneo rcsiaurador por excclleneia, o ferr., a baze de nosso angue, e conseguinte-
a. _?i.ro/!?d"_r.dos for"s e trado multo effica s3o: as ame-
penosas e tardas, Hres brancas,
pdej mit syph.'iitita^.'"1"'"""""'"""rv",",':""' "" N escrfulas, os estragosprodutdoe
A'SSSnlEJESLtR XarP d 1"ina e d fcrro fo> applicado nos hospilaes de Pars, e elle
SSnSn^SSIS'HBft ,0r r,m dil"r'os "tlcamentos ten uginosos c.nhecidw.
:a SdeH^eaU?22f^f22f? dem"iln membros da Academia de Medicina e profesores
o rfe,nitS,U,e da rconomfa Z^TT*? meriicampn ,0 oconservndor da faude por excellencia, e
pn*arvativ .1.,,dental? "' hM,PMa 8 Pe6as que bab.tao os paueV quentes, como
Acha-se venda no deo'nsiin ffr.i _-.._____i.__- i .
c, ra de la Fculade, 7;
no Pono, na pharmacia do
n Pelxoto Dini/., ra do
do Si nil.olomrii-F.nn.|,ro de sou.^ m casa dos sin? -"' ?ernambuc0- '" "Sa
seguiiles marcas:
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras umitas
marcas, em caixa do urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a cariada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio -sem a mais pequea
composic3o a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrames com 4 4/i garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com4 'i ditas devenagrea 1,00ors.o
garra filo.
Vinagre PKB em ancoretas de 9 caadas a
lo.ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batisma a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a G,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dtra mhrgas percicot. de Turin, Botetlm,
morangos, liino, caf, laranja, cidra, gui-
ja, caoella, cravo, orlelii pimenla a. l.ooo
a arroba.
Mem da ludia muito superior a .2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra,
dem da India comprlo a 2,4oo re. a .arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo fs. ar-
roba, e 3to rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 3to rs. a libra,
dem ile esparmaecte a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52 rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. embregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se venden por 7.000 rs.
M.'iu altnaro pautadoelisoa3.ooors. a resma,
dem de peso paulada e liso a 3,000 rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiroa 2,2oo rs.
a resma,
demeinbrulbo de l,2oo a 1,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 '1 libra a
l,2oo eSoors. a libra.
Mem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambera temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
.Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Moslarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possrvel a 1,800 e 2,800
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenenle verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 1 s. a duzia biteiras.
Vassouras.de piassava com 2 aros de ferro
vindas da l'orlo a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. o.cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqaeiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem cm botijas a 4oo rs.
dem em garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentcs lixades era macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooO' a arroba.
Sag mnito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixcs em latas a l.ooo.rs. a lata Ja prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Brao saceos
grandes a 4,ooo rs.
Banhade poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, ,8oo,
.SO, 2,ooo e l.Goo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a 1,000 rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a i,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o! Dito prato a 810 n. a libra
rs. o frasco. Sardiabaa de .N.mies 1 m n, a lata,
dem francezas de muitas qualidades a 5oo(Dita'dc Lisboa a lijo rs. em latagramV.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a mn.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal refina lo, em potes de vidn, a 600 rj.
ment tanto da Jlahia como do Bio de Ja- o pole.
neiro a 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo ei.ooo Sabao massa a IX1, 100, 2'M1 12'm r*. a
rs. a caixa. I libra.
I Toucinho de Lisboa a 3M rs. ai libra.
Dito de Santos e 3lH) re. lii.r;.
lijlo para limpar facas 1 I io s. 1 .'..< na.
Vassouras americanas a 64a r, cada una.
a l(WO.
Nozesa 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabebf. da
qualidade que lera viudo ao mercado, a
lija lata.
Presunto de lamego muito sup'ri'r a WO
rs. a libra.
dem para hambre (inglez) a 640 p-b a
libra.
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel alinaco I :t->oOO a resnu.
dem de peso a 2 a resma.
Palitos para denles a I to rs. 1 ma,...
Dito dito de Bar 1 iM rs.
Ditos do gaz;. t#JCO a groza
Passas novas a 480 rs. 1 libra e a IfMtH a
caixa.
Queijos flamengns do ultimo rapara 2-5500.
Dito loruii/io 1 :>00 rs. I
ibra.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,00o rs. a arroba.
dem do Bio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a fino rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chourcas e paiosa 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a So rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
rs o
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos.de comadre em caixinhas cora 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o. rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo era saceos grandes a 4,000 rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar-
rafa.
dera verdadeira de Hollanda cm francos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e I.Lio a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l.ooo cada urna.
i|iaes phannacias do Brasil c de Portugal.
C, e bem assim as prin-
Depositr m m Pernambuco roa da Cm n. 22 em casa de CarosBar 4 boza
Os precisos (alheres pa-
ra crian cas.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadcia do Recife n. 26, para
onde se niudou o antigo e acreditado deposito da
I mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
Chegaram e acham-se venda na ra do Que:- legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
mado, luja d'aguiabranca n. 8. > aru tqualijuer"parte.
AGENCIA
DA
FNDICO DE LOW-MOOB.
Kua da Senulla nova n. -12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C Vendem-se rico< espethos grad r
ra da Senzalla Nova n. 42. d."ra dnur;"?a i.v. ?**Jo* Sr*. Fermn &
Mem do Porto a 4u> rs, cada diua.
\elas de carnauba e coinposic'n a 320 rs. j
libra ea 10$ a arroba,
dem stearinas Mmeriora 1 StO
maro, e em caixa jtor menos.
Vinho do Porto, neste generm 1 jne-
Ihor sortimento possiwl, miel wmhiaoe
por precos muilo baixos a Ijla garrafa e
a 10/ e li a duzia.
dem Cherry. e da Madeira em larris e em
caixa, a 12$ a caixa e o barril cotift rme o
tamanho
dem de Figneira e Lisboa, em naara de
8 a 9 caadas, pt.r 285000.
Dito em pipa a 3^000, 3,551)0 c4inrm a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliia. a t$ a
caada,
dem idem em garrames a HSso, nm a
garrafao.
dem de Bordeaux. das mellares orc;qoa
vem ao mercado, a 6$ a caixa 0 a 640 rj.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 1600, l8uo|e 2000a
caada,
dem idem.em garrafoes com 5 garrafa*", per
lf5 com o garrafao.
Vinho de caj a I r> a garrafa. Este iuW
tem dez annos.
Luas de lnvia
Reccbeu-se luvas de Jnuvin tir.inrn< r peca*
propnas para a quaresma : na roa d*
loja do lii-ija Ib>r 11. 63.
Tranciohas de iaa lisa para frilr 4
ie sfaliara.
Rerclien-se, tranrinhas de diwrsan rttm pt-
ca de 30 raras a 640 rs e de 120 rs. yrifnua :
na na do Qneimado loja do hoiia IW .-:.
Enfriles de reilinhas rta lar* m frnelr.
Reedieu-sr. vanado sortimento de enfr*
; diversas raros a 15400 e 2: na ra do Ooriman
loja do beij.i flor n. 63.
dura dourada : em rasa dos Srs.
thi'iis. ra da Cadeia n. 68.
Arillimolicn e gr^mniali'^, oll'im edi-, -----------Machinas lagle
cao do Sr.professor Castro i\unes_ para descarocar algtHlao as mHhorw pv
Pn'melra e segunda parles reunidas da arilhme- |(,m yj,,,^ a
tica, primpira e segunda separadas, e a sramma-
tica, aeham-se venda |ior preco mui commodo : >('a n. 4-,
na ra do Imperador n. t.">._________^^^ A C,
este mercado
em casi de
na ib STrah
S. P. Jnhitelra
VKVDE-SE
verniz do gn pelo prero da fabrica : no armazem
da bola amarella no oito da secretarla de polica.
FARELO
Vendem-se sarros eom W linras tV farelo
3-5800 : na ra di Mr. Ir le Heos w.lc*


I
I
O \ :ki> tilinto
i
DE
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo 11. 9, espina da ra do Imperador.
Tcndo-sc o proprietario d'este armazem associado com o Sr. I'aulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhe o titulo de principal,
por ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tcnha de partir para a Europa, afim de all escolher os melhorcs
gneros, desde j se P^'dc ao respeitavel publico toda a atiendo, nao s para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
za, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
queniarem estas casas de que farao urna economia de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
guem mellior do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
ALLTANCA! rm do imperador n. 5.
PROGRESSISTAH ra *m Crines n. e.
PRINCIPAL"!r,,a do Crespo
Mauteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
blt'in bancaza, a mellior e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Bauba de porco refinada e muito alva a 4 lo
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cb bysson, o mellior ueste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras'
Fnrinha dVaTaretrVeVdadeira a 32o rs. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolacbinba americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Vinho do Porto em barril milito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs..a caada,
dem em garrames com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
64o re. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piassara com dous arcos de
Batatas e'mgigosdetiinta a trintae tantasli-j ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oors. o gigo e 8o rs.-a libra. : urna".
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. | casa a 32o rs.
casas se vende a 2,6oo rs., custo ueste ar- dem em garrames com 25 garrafas a 8,ooors.: Sardinbas de Nantes mudo novas a 32o rs.
mazem2,2oo rs. a libra. Ceneja das melbores marcas de 5,ooo a a lata,
dem iixm, o mellior que pode baver neste 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Peixc em lata mnito bem preparado: savcl,
genero a 2,6<>o a Ib. garante- se a qualidade., Cognac superior a 8oo e 1,ooo rs. agarra/a, corvina, pescada e outros a I,ooe rs. a
dem sroto muito especial a 2,ooo rs. a li-1 e em caixa ter abatimento. lata.
bra, e mais haixo, porem miito soffrivel a Marmellada imperial dos melhores c mais, Ervilhas portuguezas e francezas ja prepa-
I 2oo a Ib. vende-se por ests precos em! afamados consrvenos de Lisboa em latas radas a 6o e 72o rs. a lata.
razio de cestos ltimos navios ter-se rece- de libra, libra e meia e 2 libras a6oo rs. ; Caf lavado de pnmeira sorte a 32o rs. a
bido grandeporcSo destegenero, a diffe-!Conservas inglezas em frascos grandes al libra, e 9,ooo a arroba.
renca de preco e de 6oo a 8oo rs. a libra 75o rs. cada um. dem do Bio muito bom a 28o a libra e
do que se vende em outra qualquer parte.! dem franceza de todas as quabdades de; 8,5oo rs. a arroba.
dem do Rio emlala de 1 at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., neste genero o mellior possivel.
Biscoatos ingieres em latas com differentes Palitos para dentes 12o rs. o mago.
legumes e fructasa Soors.
Arroz do Maranbo a loo e 120 rs. a libra.
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras militas marcas a i,35o rs. a lata.
Bolacliinliadesdaem latas grandes a 2,ooe
rs. cada urna.
Figos un raixiuhas bernieticainente lacradas
c muito proprias para mimo a I,6oo e
2,6on rs. cada urna.
dem em caixinbas de 8 Ib. a 2$ rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas en latas de libra e meia e
3 liluasa l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixiuhas com ricas estampas a l,4oo rs.
Clda nma, fiascos de vidro com rolba do
mesum, oontendo lilu-acmeia de ameixas.
Champagne da marca mais superior quetem
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa: garante-se a su-
perior qualidade.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra*.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
dem lixados muito finos a 14o rs. Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. Cliouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucmho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e lO.ooo a arroba. 8,5oo rs. a arroba,
dem de composico emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 6oo rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a Ooo rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
t,ood rs.
Massa para sopa estrellinba muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra,
dem talbariin, macarro e aletria a 4oo rs.
dem macarro maisbaixoa 24o rs. a libra.
Cevadinba muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhorque possivel a 24o rs. alb.
Vinbo Bordcaux das melbores qualidades que Farinlia de Maranbo a mellior que prsen-
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e (i4o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e 10,000 rs. a duzia, e Ooo e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcoede
h itrenles marcas muito acreditadas que
j se venderam por I i .ooo e 15,ooo a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Domo, D. Luiz, CaJDes. Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fnoe ou-
tros como Cherry e Madeira para I2,oooe
13,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 56o rs. a garrafa, 3,000, 3,2oo e
3,8oo rs. a can-ida.
dem branco o mellior neste genero viudo de
eneommendaa 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
teniente tem vindo ao nosso mercadela
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muito linos de Bordeaos e todas as
marcas que na neste genero a 800, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.200 rs. cada um.
Tmaras do Kgvpto a 800 rs. a libra e em
caixinbas de 5 titiras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melher que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sab5o massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixoumpouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
. l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melbores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a 5,000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, exccllentc legume para sopa e gui-
sado, a 210 rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
UhANDE ARMA/KM
D
"O
DE
Af

MOLHADOS
f I RIJA DO IMPERADOR

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1 rz K OZ ez _. *tf ,
l *C *CJ^3*C PtS
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ooco o
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llii
-III a
0=3 ^
Htr ora ra do Collegto
DE
DUARTE ALMEIDA $
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5oo;Piinenta do reino muito nova a 36ors.alibra.
rs. cada um. Cominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Molhos itmlezes em garrafinhas com rolhade Cravo da India a 600 rs. a libra.
vidro a 64o rs. cada urna.
Canella muito nova a l.ooo rs. a libra.
Qneijos llamengos chegados no ultimo va- Alfnzema a2oo rs. a libra e 6,000 a arroba,
por e muito frescos.
Graixa a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
LOJA 00 BE1JA FLOR.
!;ua do (jucimanv niimei o (>3.
Cravaliolias para senhora.
Vendcm-si; gravaiinli de diversos costos mais
modernas a 720 o 800 rs. : na ra do Queimado,,
toja do beija-flor n. 3.
Filas fiara dcbniui de vestidos.
Vendeat-M iUS para debrum de vestido de linlio
com i varas a iOD rs. a'jn-ca : ua ra do Quei-
mado, luja do lieija-llor n. C3.
Pciilcs trwtim.
Vendem-se puntes travesos de caracol na
frente de borracha 300 rs.: na ra do Oueima-
do, l"ja do beija-Oor n. 63.
Papel beira dmirada.
Vende-se papel beira dourada a 1,5200 e 15300,
dito de edr de beira donrada a 13100 : na ra do |
Queimado, loja do beija-tlur n. C3.
Ativelupes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 040 rs., para cartas de
visito a 400 rs., pret a 720 rs. : na loja do beija-
Oor na fu do Queimado n. 63.
Vullas de aljfar.
Tendo resabido foMaa de aljfar rom cruzes de
pedia imitando a brjihanle vende-se a 1$ cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de inrias.
Vendem-se camisas de metas muito finas a
1*200 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-tlor n. 63.
Enfciles de tila.
Tendo receido eufeites de lita pretal e de co-
res mais modernas que se estao usando a l*> cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-ILr n. C3.
Fita de laa pela para dclirum.
Vende-se lita de laa pela para debrum com 10
varas a !U0 rs. a pee* : ua loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas de liuuo para bordar vestid
Vendem-se litas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pee* s quem tem loja do beija-tlor
ra do Queimado numero 63.
Bolees de raadreperola.
Vendem-se botes de madrcperola mais moder-
nos (uc tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s (|uem vende por este preco na
ru.i do Queimado, loja do beija-fler numero 63.
Fita de velludo para bordar vestido.
Vende-se tita de velludo arela com 10 varas a
900 rs. a peca : s quein tem por este preeo a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Ven>le-se fita de velludo prelo bordada de di-
versos gostos e mais^modernos proprios [iara qaa-
resma : s quem tem a a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos ns-
toc ]ue se pode encontrar : na oja do be\ja-flor
ra o Queimado n 63.
Facas e garlos.
Vendem-se facas e parios de bataneo de i bo-
llo a 5J0 a duzia. dita de 2 botes a 6WX):
na ra do Queimado, loja do beija-Oor n. 63.
Domius.
Vendem-se dminos muiJo finos a 1*200 e
1*400: na loja dv beija-ftor da ra do Queimado
n. 63. '
t'isporas.
Vendem-se vispnras muito finas a 80Q rs. : na
ra do Queimado, loja do ke>t*-r*<* *>> ___
- Vende-se muito barato l"" ?A!?*t
de 20 a 23 annos, boa coainheiraei MbW*f. de
f9opa : na raa das Calcaba o. 3
I
\ F< >W^ ?&* >a> /f*
TOW ATTE.\f\0 \<* VIGILANTE.
Custodio Jos. Alves Guimaiaes avisa ao respei-
tavel publico e aos seos freguezes, ijiie acbando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e acban-
do-se as portas iberias a coororreneja do res-
peitavel publico, para assim apreciar o uovo gallo
que se acha no espaepso e alegre campo, gnai no-
cido das lidas (lores e mullos ootros objeclos de
bom gusto, que tanto sastisleiio se acba, aprsenla
o novo canto, cbamando pelos seus freguezes que
venliam ver para crr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sorlimento de fazendas
tendentes miudezas, tanto para giosso como para
retalbo, que lodos serio sonidos a vonlade, mesnio
qualquer freguez de fra que, nao possa vir a esla
praca e queiram dirigir-se a este estabelecitiienlo
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
rao fazer que sera, tudocomprido Belmente, poden-
do-se fazer presos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feilas nesta pra^a, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignacoes.
CHEGADO PELO VAPOR.
Siora o visitante. S S S^g -- 5 A g-S^'g B.^WZ
Grande sortimento de fivelas irelas e com pe- <;S
drinhas de muito lindo goslo assim como fitas pa-
ra sinlos pretas c de cores para as mesmas five-
las que se vende pelo barato preco de 1*500 e 2*:
suo vigilaute ra do Crespo n. 7.
preta* pura a quaresma
Superiores moureantiques pretos lar-
gos a 2*200, 2*500, 3*. 3*500 e 4* o
c.ovado, bous grosdenaples pretos lar-
gos a 1*500, 1*600, 1*800, 2*000,
2*500, 3* e 3*500 o covado, ricos ves-
tidos de motireatinque pretocom barra,
ditos de eorgurao preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo Pernambuco, e outras
militas fazendas de bom gosto, pretas
proprias para vestido, superiores capas
de seda preta a 16*, 20*, 25*. 30*,
35*, ii> e 50*, manl.s pretas de fil,
lindos chapos de palha de Italia, o que
pode baver de mais goslo Canotier :
na loja das columnas na ra do Cres-
po n. 13, de AuIobo Correia de Vas-
concellos & C
Notos soutaiiibarques.
Sao ebeyados os lindos soolamhar-
i|iies e basquinas de seda pretas, rica-
.mente eufeitadas, as mais modernas
que leem vindo Pernambuco, vindas
no ultimo vapor francez, por precos
mais commodos do que em outra qual-
quer parle : loja das columnas na
ra do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
reia de Vasconcellos C.
ooo O;
Antonio Fernandes Duarte Alracida, dono dos acreditados armazens l'rogresswo
e l-nio c Commercio, e ex-socio do l'rogresso Progresista acaba de abrir boje um ou-
tro na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado, em tjue mora o retratista o *Sr. sborn.
O proprietario deste importante estabeletimento, conhecendo ijue o mais rico e espacioso
armazem que presentemente se tem aberto tiesta praca. delibei ou denominado VKRAEI-
RO PRINCIPAL ; seci duvida pode dizer, ja pela peatica e conheimento que tem deslas
casas, que este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
quenelle preside, como no completo sortimento que elei ivamente recebe de sua propria
emeommenda.
O proprietario do grande armazem VERJDADEIRO PRINCIPAL glot ia-se em ser o
primeiro a acabar com o grande segredo e abuso que ninava nos piceos dos gneros de
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os procos de seus gne-
ros, por onde va e v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizcm astea. .
que, mordidos e queimados pela inveja, dizein nao vo l I... Illude!... deseuganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trilbq que pisa, nunca mais consentir que se
venda um ohjecto de 5|> por 10l. O systema do Verdadeiro Principal vender muito
dinheiro e ganhar pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de pape! o vento as
carrega.
Pede-e a aualor attrn?3o.
O'proprietario pode aos sous amigos; e freguezes, e ao publico em geral protec-
co para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode offerecer
as vantagen6 que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bem pede a todcs os Exm?. Srs. o favor de mandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, cerlos de nao terem occasio tle se arrependerem.
Mais attcuc.o.
O VERDADEIRO PRINCIPAL pede, em particular lodos os Srs. de engomo e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas eiicommendas este estabelecimento, garatin-
do'lhes o proprielario que tanto ello como os seus fmulos nao pouparo esforcos paia
belmente cumprirem os pedidos que vierem -inderessados.
Ao. publico.
incansavel proprietario pede a lodos os Srs. eSras. que, quando leiiham de man-
dar sen* pedidos seja em carta fechada ou' com grande recomniendacao ao YERDADLI*
RO PRINCIPAL na ra do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista
americano o Sr. Oshorn, e para mais certeza dos portadores tem este sobrado urna botica
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, lem B portas de frente pin-
tadas de verde, nas hombreiras Duarte Almeida C. e por cima o VERDAEIRo
PRINCIPAL.
RIVAL SEM SEGUNDO
liua do Uiieiinadu ns. 49 e 55, Bfa i
de Jos de A a-vedo Maia e Stlva, e>u i
no Mi prognH de vMler nacalMMiao :
Caixas de superiores olxeias de cuU entapa a
40 rs.
Cordo branco para velidu e t.-parnlbo, vara ao
res.
Liohas de carretel (150 jardas de aupriur r:ial-
dade a 60 rs.
Carios de Imita Pedro V (00 >arda<> ja mmt
conhecida a 40 rs.
Crozas de peonas de ac de rautts .|y,iliJarfw
superiores a 500 i s.
Caivetes de duas tullas purm fino* a '.M r?.
Caixas com calungas muito bonita* pan ra'a
100 rs.
Franja branca e de coras para loalna- a tfiO.
Pares de botes tiara punlm irtuit I: :.^ a Un
Caixas com soldados de rliumh' muilo bui
120 rs.
Tinleiros de vidro rom superior tud I ICO.
Ditos de barro com superior imta a 100 rs.
Croza de botes de loara praliados. o mdkmr, a
UM) rs.
Ternuras para eo-tura, o mais a tan r%.
Ditas para unhas muilo linas a kmt r*.
Escovas para limpar denles minio inftlliir a
200 ra,
Libras de laa de l>xlas as carea (jBa*n)a 5*
Caixas de phosphoros de >etturaiifa a fH
Dilas de p.i|iel amizade pautado .'li" a e#r.
Ditas com *00 auvelopes muil" mp-riofe a
reis.
Cadernos Ue papel branco e de rr>~- i (* *
20 rafe.
Ctftas e taboadas para menino aif' i
Caixas com supeiioies nMM de tatadaf rbaralao
a 40 rs.
Cairelis de linba Aleaandre (UO jaulas; ac n~
a !N rs.
Daralhos para voliarete muito liu*>
Cartas de allineles trncelas muit" Mam a r.
Meadas de liuha xa para In-roar a *<
Pares de sapaios de tranca inui<- o|ii^aa a
tiOU.
Papis de agttllia com un pei|un<>
Croza de boldes de luadrcperula muilo fia*. a
300 rs.
Ca toes e caixas de role leles franctie> so|.rriarr
a 40 rs.
Ronets para meninos uuiit fimj a !*''
Macos derramos supernues e li.....
Croza de phosphoros do naz iiinilo aaaM I :iji.GU
Arei.t prea muito superni a lia) rs.
Caixas de rape com e>|.llo a l*' rs.
Itealejos para enlreler uieninus aj i -
Peeaa de lila de linho muito bo4 *"''
Penles de l*C" muilo Imniti a i
Eufeites de la^o de indas as oras a liVKiO.
Itodas com allineles ranceiesa > r-
Caixas coinquairo papis de ajulha- iTinatiara a
2W rs.
Sabonetes de familia a O, 160 fOTO
Caivetes de duas folhas muilo liim -i
Pares de sapatos de laa para mriiii!'
Sapalos de tranca para senbora e pai ..
melhorcs <|ue lem vindo, e p->r ''
quem ajanar ver. venha ra o Q na* as
4'J e 5o, e vera ludo cuino e hoin e U>raio.
h iva l sem sea mi do.
il-- wiadf
ido .
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pe li.i 'o ib
MtlMl.. .. m4 rs.
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Amendoas confeitadas com bonitas cores
a 16000.
Mauteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
e sendo em han il ter abatimento.
Dita franceza muito nova a iti a libra e
s^ndo em barril 520 rs.
Cha uchim o inellio/ que se pode desejar, e
que outro (pialquer tifo vende por menos
de 36 a 2>i rs. .
Dito perola especial qualidade a 2#80Q
e 26800 rs.
Dito hvsson o mellior que se pode desejar
a 2ViOO e -2,m0 a libra.
Dito tiysswi b da india muilo superior a
22i'0 e 2/400.
Dito do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8, libras
aL)000e 16200 a libra.
Dito prelo muilo especial a 25800 a libra.
Dito mais haixo a 16300 e 13G00 a libra.
Oueijos chegados no ultimo vapor a 36000.
(Jtteijo pValo chegado Deste ultimo vapor a
800 rs. a libra.
Ditosuisso a Parmezio o mellior e mais
fresco que se pode desejar a 800 rs.a li-
bra, simio de i libras para cima a 780 re.
Dito londrino um ponco duro por virem
em navio a^OO a libro, e sendo inteiro
400 rs.
Rolachinhas em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a 16300 rs.
Dilas em latas grandes a 2,->000 rs..
Ditas em hilas de o libras de Craknel a
4>0()0 a lata.
1 Rolachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 26200 a barrica e 1G0
a libra.
Ca tries com Imlarhmhas francezas de diver-
sas qualidades a 000, 8H) e 16200 cada
um.
Peras seccas em caixinbas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
26500. .
Bacetas CjQDB doces de Portugal ricamente
eufeitadas a 26300, contendor peras, pc-
cegos, rainhas Claudia,, ameixas, alperch
e outras umitas fructas".
I'assas muito novas a 480 a libra e 76500 a
caixa; tambem tem meias e guarios.
I Amendoas de casca raolle a 260 a libra e
y i 240 de casca dura, nozes 140 a libra e
S 46000 a arroba.
* Figos em caixinbase latas hermticamente la-
cradas a 16500 e 26300, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
e das seguintes marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,
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Massas pasa sopa muito novas, foi desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha e es-
trellinba a 500 rs. a libra e 36 a caixa cun
8 libras.
Macarro, aletria e Talhai im a 400 rs. a libra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 16400
a canada.
Dito em garrafes a 16000 cada um.
BolijOcs com 8 a 9 garrafas de azeite, 0 me-
llior que se pode desejar, a 56 cada um.
Palitos de dentes em macos com 20 maci-
nbosa 12*) rs. cada um.
Palitos do gaz a 26200 a groza, 20 rs. a
caixinlia e 200 rs. a duzia.
Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
01,6000 a duzia.
Ceblas muito novas a 540 rs. o cento e
800 o niobio.
Traques de i rimeira qualidade a 86500 a
caixa e 240re a carta.
Charuto! Ipvrangas em meias caixinbas a
24000.
Ditos Suspiros de Thom Pinto al6<00.
Ditos Avaueiros do mesmo a 1(5000.
Ditos Regala Imperial a 16000, garante-se
que sao charutos (pie j se vendern por
26600 e 268(10, alni deslas marcas tem de
todas as mais que coslumam vir nosso
mercado.
Genebra de Hollanda em frasqueii as a 660OO
e 500 rs. o frasco.
Dila de laranja a 16200 o frasco e 126000 a
caixa.
Dita embotijas de Hollanda a 140rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba ter ahatimenlo.
Erra-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Canella muito uova a 16000 a libra.
Pimenla muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo a(i40rs. a libra.
Alt i/.eina nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a,
libra e 86000 a arroba.
Chourigas c paios a 040 rs. a Ubre.
Banlia a mais nova e alva que se pode dse-
jar em lats de 10 libras a .46000 a lata.
Dita propria para bauba de cabello por ser;
alvae dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 46800 a duzia e 5500.
Ameixas em Irascos grandes a 6^00.
Ditas em frascos mais pequeos a 16400.
Dilas em latas de urna e meia libra a 6 libras
a 16200 e 46000 a lata.
Mlho inglez rolha de vidro a 800 rs.
Prezuntos inglezes para hambres muito no-
vos a 800 rs. a libra.
Na ra do Quemado as. ''
xas de tres imitas, esl resol
quauto tem no seu e.-lai hem
a lodos adiniran, a>>m vej.ini
Paseos com superior han ha p
llanha liaii>paieiile a inelhor i
Banda januaraa raacriaf aa
Frascos de oleo veidadeiro bal
Unos de oleo verdadeiro que tjm una aalanlafeai
oOO rs.
Hitos d oleo superior PtiitoconV i aw r,
SalHineles pequeuos e muilo lii ns a U
Uitos imtlezo. Mipeiior qialKli de. l Hilos de bola muilo lino- a i H
Vinagre aromtico eekeiraaa, | aranich l
Frascos de agua de ratania mi lo tu '' n
Ditos de dila verdadtira e que se eafnaaf x IAC
reis.
Hilos grandes t.iitUm verdadair.i
Frascos de cheiros muilo linosia ano :\tf- .? r
Hilos de agua de colonia aran*~ a
Pares de ligas muito tinas paka >l.< i.. '
Pecas de fila branca de linho, Miperftnj bjbbMbIv,
a 100 rs.
Cravalas de seda muilo Ixmias e soperi.T' naanV
dades a 500 rs.
Caeta de osso lisas e Unn
M r*.
111.71:i de lapis rnuito finos c fi
Ti anca preta lisa o iiielh r i|i
Escoras para limpar denle
400 rs.
Penles de volta para uieinn
fino rs.
Hitos douradns para meninas r -garar raartl 14
Filas para enliar esiartilhos uiail lnw
Varas de tita rom ilhusn |
Alxitoaduras de
Francos de oleo
n;is.
Agullii'iros de Jacaranda iuu
a 200 rs.
E-|itlhos de Jacaranda e braef"-
alaW
Duzia de facas e gai fos l
liuasatiA.
Duiia de facas e garios, taba ftranro.
24800.
Pares de meias de core* pai a
Nrz de Majaia.
O afamado nn-z de Mara q 3\
2$ e Ifj.'iil0, com estampas e ^iti.lainaaat ima-
tO, aeha-se venda \mr acaba 4 lii
approveilem-se da occa-iao, ' luui puaa *e-
tam : na ra do Imperador n 1
ESCRAVOS FGIDOS.
muito haat' a
ha jHli'
Inulto lina- ;i -IK) t
milito g().-lo p*i rllele :
de maraca ni
rniKCii.
Fugio no dia 7 do rorrele 4 miilalinhn aV i
llenrique, de idade la annos com m -'-
gnintes : cor escura, caliello d I raburl,
talbo na moleira. que cotn o c iIk-II enri*t>re, ir
duas ingoas nas venilla prov lieate da bicho ...
ps, e lem as orelhas .lobrad i< Ii-v.ki caira ~ci ra
j velha, camisa de algodozi
paletol de n-eadinho j v.lho
e>to mulaiiiiho iniiiuli-se ha
mi, seu seubor protesta com
qual pier pessoa (pie n tcnha a
e roga s autoridades p.ihci
po, tanto desta praca com > d
mesmo, e o levem a -en sen
giieircdo, na pstrada da Mal
t, que serao gratifieaih-s gen-
Velho secco, Vctor Emmanuel, D. Pedro j Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
V, D Luiz, especial vinho vello do Porto J Conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
de manya carta,
aspea .le paiba;
irpl.i >V- pai a
ri^or da le r.lra
mia na >a caa,'
e ea|Hti raa-*
ni i! i a l >\Auta 4o
J.,-r \l
'ernai ^
'o-ani'i
3 ^
3 a"
I o 9 g_^J
13 B D.
O "s ce -., o
w 3 i
o" se

il
S a g
Has Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4 C",
selns e silhSes inglezes, candieirose casti-
(K, OS T3 X
O "^ f* ?S
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s
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Vende-se alpaca preU a SOO rs. o covado.
e mtros muitos a 96. 106, 12t5 e 146 a
duzia e 16 a 16200 a garrafa.
Vinhos em pipa Porto, Lisboa e Figueb a
das'melbores marcas a 36800 a canada e
00 a garrafa.
1 D'itos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 26800
a canada.
i Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
i Dito Lavradio muito fresco, nao levando com-
posifo, a 500 a garrafa e 46000 a aada.
I Vinho branco de uva una a 600 a garrafa e
46500 a canada.
; Dito mais baixo a 400 a garrafa e 2l800 a
canada.
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 66500 e 76000
a caixa.
| Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 16200 a gairafa, garan-
te-se que noreste mesmo preco d pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem.
Licores francezes e portuguezes dos melbo-
res autores a 800, 14000 e 16600 a gar-
rafa.
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vola, m, prim-eaa preta a 800 e 640 o jovado, bombaii-
fthic/,ia ara mmaI ft montara, arreios nara Ptcte fina a 1*400 o covado, !**2^*2*
V"^ alifaprc?a para vendos a 5O0, / memores marcas a 56500 e
700 e 800 rs., fina de rorov ? 66 rs. a duzia; tambem. lemos ordinaria
Ghicotes para carros e montara, arreios para
720
carros de um e dous cavallos, e relogios de, nTua "aTmpmtHi n si'" a foiiTst'abcr ^. V?] fibra a 600 e 640.
i (t hnraa Ha milla w '
por muito menos.
Marmelada de todos os febncantes de Lisboa
Quro patente inglea,
as 9 horas da ooite.
Cognac ingJc a 106000 a duzia c
garrafa.
Dito francez a 86200 a duzia e 800 rs.
garrafa.
Palle Brandy a 2*000 a garrafa e 326000 d
duzia.
Sabao massa a 140 e 240 rs. a libra o mellior.
Polvo a 320 rs. a libra e 96000 a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas-americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado e lizo a 26400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 36 a resma.
Dilo azul proprio para botica a 26 a resma.
Velas de spermacete a 560 rs. a libra.e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 96000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
Farello de Lisboa mar N a 4*000 a sacca.
Tijellos para limpar facas a 160 rs. cada um.
Peixe'em latas j preparado a 16000 a lata.
Chocolate hespanhole francez a 16000 a libra.
Caf do Rio primeira sorte a 86-00 a arroba
e 300 rs.a libra.
Dito, de segunda a 86400 e 280 rs. a libra.
Arroz do Maranbo, Java e India de 26600 a
36 a arroba e 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-
bra e 46500 a arroba.
Cevada muito nova a 26500 a arroba e 100
rs. a libra.
Nos das ltimos de ma
ftiffiu da ra da Praia n. 3:1, ,
iniilaiiiilio escravo de nome Fi
seguintes : representa ler li
16000 a magro, plido, ps e orelhas
boctiechudo/tendoum dente ti

.. |-r. Ano.
I -inieiro aislar, aan
\. i .aars
13 >nini' ib* iifaaV,
grand- um ptmfi
ido n -aa4
la que dingira-se para llarreii os aa ai>i >n
quer que apiwreca, r.>ga-s! a aui-ridade y b-
'ciaes, e com especialidade aoskapua. s aV raa*-*
a sua apprelienso : adrerliialo-se a.
que o dilo mulalinho acobertajse com o litua me
'. liberto.____________________I_______________
ICMCrav* faa^lM*.
No dia 12 do correle mea, desapparecen a\>
poder do ahaixo assignado a pirra va Maria. a^3-
' lata ataiocada, de idade 38 annbs i-ooco mai
meno, baixa. grojsura regular^ caliell.^ um i
cres|os e corlados de novo, lei um prinrip
bebde em um dos olhos e lem marca de !*
pelo rosto,-falla haixo e des.-anr.ad, ^"*! ""'"^
! de chita usado e chales de lia w merino ai*
1 quem a pegar dirija-se casa do abaiv. a^aja>
| do na cidade da Viclona ou msU D^raphu fnc
! ter irenenisamenie pralin>a Aleandre Jos alaria de Hollanda CaaatBBa%
ATTKi\a
Acha-se fgido o escravo de nome Fao*iino,"a>
idade 40 annos. pouco mais on meix*, c.r fula.-al
ura regular, grusso do rrpo, bem c-padaud.-. bar-
bado, e j com alguns cabellos branne. i. tarta,
bracos e pernas grosas e bastante cabelluda*. Ira*
do as pernas arqueadas, porem nao muim. r>aa
ma andar em sambas, e as veze* embriaga-* baa-
taoie por gustar nimio de beber : pnanlo raa-
se s autoridades poliriaps desta p das pruTiaraM
limilrophes, qup o facam apprehpnWr p brra-a a
seo oenhoro majur Antonio da StJa taaamiav aa
roa Imperial, assim como roga se ao cagun m
campo a apprchensao do dito escraw, aae *"*
bem gratificados.
r
!


LITTERATRA.
*v/
Chronica Ibeatral.
(Carta a Orestes.)
III
Summrio: Anda o Su. Coimbua Os ntimos. -
Thabauo ahtisuco.
I)ii:;c MU a minlia ultima carta que o goveroo
tinh.i a odriga.-o de concorrer directamente para
a f .-lir.idade do povo, procurei r.iostrar que elle de-
via facilitar os meios necessarios para que os mera-
bros da sociedade podessein dislralr o seu espirito
fatigado pelas lutas do corpo. Hoje, porm, segura-
do os passos do Sr. Coimbra, analysando o seu ca-
rcter, estudando o modo porque elle tem sabido
cu-nprir todo; osseus contratos, mostrarei que Ihe
absolutamente impossivel sustentar a sua ova
empreza sem que o governo Ihe conceda um subsi-
dia nnnual.
O Sr. CDimbra, ha alguns annos, teve a ideia de
trabalhar no tlieatro do Maranhao e, para realisar
o seu desejo, dirigio-se por intermedio dosseus pro-
curadores, a autoridade competente que, de mu
bu vontade, eslava resolvida a celebrar um con-
trato con elle. Nessa poca, porm, o edificio do
thiMtro, nao podeodo resistir aos caprichos das es-
i'.lL^?egal,, ? Wa e aC ^a0S' aeMt ^ que,k* SU* Vida liS0Q6ra ihafara esquecer ossotfri envenenada pelos espirito* fracos, conquistou mais
que
diminue as forjas do todas as classesda socwdade,
era, posso dizer, o dolo, o Deus de Mirabeau!
Na sua moeidade dedicava am amor fantico de-
vassidao, existencia desregrada do libertino I
Quando, porm, os rigores da prisao conseguiram
sufocar as paixes que Ihe desvairavam a mente,
-piando, porm, a solido do carcere enlutoa o seu
corago, fazendo do devasso folgaso um pensador
malanrholico, um nauta gigante se dispoz a percor-
roc audazmente a immensidade do ocano scienli-
fico, um vulto importante deu origem poca que
banhou de sangue as paginas da historia franceza 1
Fo terrivel o combate, foi sublime a luta t Eram
os desvaneios de urna imaginago fecunda qnepro-
curavam extinguir os vis sentimenlos que domioa-
vam um corago dedicado ao futuro lisongeiro de
urna naco heroica, de urna nagao que, 'militas
vezes, se cobriu de glorias! A sua missao foi pro-
videncial I
Mirabeau soube preparar o terreno que devia
dar origem a essa revolucao que mudou a ordem
das cousas. Mirabeau plantou a sement que, ve-
getando rpidamente, produziu urna arvore fron-
dosa, que estendeu os seus ramos sobre toda a
Franca.
Ufos nem as intemperies do lempo, principiava a I A arvore da liberdade, tao cuidadosamente cul-
arruiuar-se completamente. O tlieatro necessitava;", .por Mirabeau> f' cortada por homens san-
do serta Bridados para que se podesse evitar tris- Buinar'os> por homens que mancl'aram a obra su-
les c lanientaveis consequencias. Os constituidos bhme do Dera^'ienes francez I
d Sr. Goimbr.i Ihe lizeram ver que a sua preten-! Depois de Mirabeau, um outro homem sepronoz
fio era inconveniente e bastante prejudicial aos'a enSrandecer a Franca, um outro vulto pretenden
seas interesses, scientificando-o, dando-lhe conhe-
ccr o estado perigose do predio.
0> recursos pecuniarios do Sr. Coimbra, nessa
eccasio, nao eram mito lisongeiros nem Ihe era
calcando aos ps os seus mais santos deveres, sa-|mentas de saa alma. Sem tranquilidade de espi
enfleam o seu futuro, dilBcultam o progresso da
sociedade.. A corrupcao, verdadeiro cancro
urna folha de louro para ornar a sua corda de ac-
triz. Em a scena decima Iquinta do segundo acto,
ella captivou o publico. O seu riso nervoso tor-
nou-a sublime.
A scena decima-tercera do terceiro acto, immor-
alisou-a. Auxiliada pelo Sr. Lisboa, o desempe
nhodesta scena foi pathelica e impossivel de fiel
desenho.
Finalmente, em todas as sponas da comedia a
desputar-lhe os louros da victoria. O humilde fl-
lho de Ajaccio, o insignifleante amador das mon-
tauhas da Corsega ievantou urna barretra ao reno-
me do principe dos oradores francezes f Napoleao,
o genio dos combates, o bravo de Lodi, o vencedor
rito nao possivel haver felicidade. Cumpre,
portanto, que o Sr. Germano nao se deiie levar
pete turbllho de ideas que o prooocuparo Isio
ser-lhe-bia fatal.
Sem ser Lavatar, leio as physionomias e sem
ser Gllbert, leio mesmo nos cora?5es. Conheco
perfeitamente que ha um guer que seja em o seu Sra. D. Marquelou desmentid o mu" concilio que
coracao que o martyrisa, a melancola aue se tem lne Prdigalsavam,os seus gratuitos desaffeicoados.
apoderado do seu semblante o nesar La L m, Q"izera. n,eu Orestes, manifestar-te tudo quan-
nifesta em seu rosto urna p?ovT nalente^ 2- s!"a -espe.to do ment da Sra. D Marqueta!,
niUimnahM,.! Paientt e ma porem a celendade com que escrevo esta carta
nitesia que ha um elo invisivel que, apesar seu, me obriga a limitar o estido que liz do deesm-
une o passado da sua existencia de artista ao seu penho feliz dos Intimas.
presente que Ihe indica o catninho que couduz "* fa,lara occasio para me oceupar da Sra.
felicidade. : & Marquelou. Com mais calma c socego, na
| prxima occasio, procurarei estender-me sobre a
lenlia fe em Deus o nao tema o futuro. Estu- apreciarlo exacta do seu talento artstico,
de, trabalhe bastante. Os resultados das suas vi- DeCUlPa a franqueza do pedido que vou fazer
gilias sero o nico recurso que ha de encontrar ',e- F necesfa,io ^ atandunes o Umdrtee tor-
na adversidad? encontrar ,,,e/e para te ocrupares do theatro. Eston fati-
* I gado, met amigo, precise que, com urgencia, me
O Sr. Germano interpretou perfeitamente o oen-' ajUndeS ? ,erar a min,ha cruz ao Calvaria
Recebe o coracao do teu
Pylades.
0 SEGREOO DO ABBADE.
POR
Arnaldo Gana.
(Contimiatlo do n. 88.)
XIV
A VESPERA DK IM CftADI! UA.
possivel efectuar o concert que o theatro exiga, de Marengo, lena e Austerlitz, a victima de Water-
v,u-se, portanto, coag.do a des.s.ir do seu projecto loo ou o captivo de Santa Helena nao consegTu
provando-se, mais urna vez, que, sem proteccao, na- olmscar a gloria de Mirabeau I *. Jb ,T'
i gloria de Mirabeau I Se um, cori a pon-
da se cousegue do governo, cujos actos sao, pre- i ,a de seu g'ladio, dlo'a"v7Tes" tal "ouTro"
s intrigas polit.cas que se!com a sua eloquencia, sacudindo a sua jota,
D'abJ
ex-
a ra- tinguia a mouarchia por direito divino, subiugava
teem popularisado por todo o imperio.
O porque, nao ba muito tempo, arrematando-se o despotismo e levava a morte ao"'co7ac3oTaVv"
corto imposto provincial, consegniu-se gaiiliar qua- rannia I
reala contos de res. Felicidadecsln que, na phra- n. *-- i m.i .
so do Sr. D, Buarque de Macedo, mullo depoe'con- JSX^XSiS^ **
tra a boa f do arrematante, fac.o este que, meu 'Te^rZ \ ^ dS ^ re"
ver. prova satisfactoriamente que, nem s mpre o ?T"Z *SS! ** ^Kan-
governo se interessa pelo bem estar da sociedade, Ls Zn Y- ^ Til T ^^ "
acto que mostra claramente que, no Brasi., houv IT^TJZ. T' U'and T *"
urna poca de tristes recordares para os que M-("S da 22 \ "m dizia: -1"
beui sacrificar os interesses ind.viduaes, as suas fJt 7 ^ n T ^ f ""* "^^ *"
proprias conveniencias aos intereSseseeonvenien-T_poder do ,aleut0 no Pde ser
cas sociaes.
Entretanto, o Sr. Coimbra, nao prevendo seme-
Ihanle obstculo, havia contratado tuna companhia
de grande brea. Resolvendo nao ficar com o thea-
tro de S. Luiz e, para nao faltar a sua palavra, dada
aos seus irmaos d'arte, viu-se obrigado ir para
Macei, aguardando o momento em que o governo
provincial do Maranhao mandasse concertar o
theatro.
eclipsado pelo poder da forca !
Um quera a liberdddo e o outro procura va o en-
grandecimento da Franca; um defenda os inte-
resses da humanidade na tribuna eo outro immor-
talisava o seu paiz no campo de batalha I
A gloria de Napoleao acompanhou-o ao tmulo
e, anda hoje, echoa nos saloes-do parlamento fran-
cez a voz eloquente de Mirabeau.
Assim, o orador, exercendo grande influencia
sobre o guerreiro, adquire immortal trumpho. A
Di posee do theatro de Macei, o Sr. Coimbra' |Uta do orador mais sublimo do que a do guer-
sabendo que o povo maceoense pouco amante da reiro. Este, desenvolvendo a suas faculdade*
arte dramtica, conheceu que Ihe era impossivel adquire a agilidade do corpo, acuelle, fatigando o
desempenhar a sua ardua tarefa, satisfazendo os espirito, acabrunha a materia.
desojes de um publico exigente com grandes pre- J vs, meu Orestes, que ligo mais importancia
juios, com o sacricio dos seus interesses. ao homem da sciencia do que- aos homens que,
Deu-se isto na poca em que o nosso monarcha derramando o sangue dos seus semelhanles, pro-
percorria as provincias do norte do imperio. E' in- curai" mmortalisar-se, inscrevendo-se no catalogo
contestavel, se o Sr. Coimbra, estivesse em 1ue e^cerra 0s nomes de mil hroes que teem con-
Pernambuco nessa occasio, teria aprovetado a quadra reliz da estada de S. M. I. nesta capital, re- as frontes-
esperando as suas perdas sem, comtudo, soffrer o .Por. mais 'significante que seja um trabalho
menor descuido da fortuna. Convencido disto, elle scienlitico ou literario serapre tem a sua impor-
quiz abandonar aquelle theatro com o fim nico de laDcia real- semPre merece a attencao do publico
aproveitar o sorriso que a felicidade Ihes consa- ensato, se possivel a sua existencia t
ojava. Ha ura nomem 1ue ,em enrequecido a litera-
tura franceza, mimoseando-a com os fructos das
Poda-o lazer sem quebra da sua dignidade e suas noutes de vigilias, ha um homem que ten.
boa reputacao, porque nao linha compromisso al- preparado o caminho, que deve seguir quem deseja
gum cm Macei que impedisse a rcalisario do seu tomar parte activa na tarefa,que Ihe prende a alten-
projecto Entretanto, o Sr. Dr Dantas que entao Ca0- Essc homem, Orestes, V. Sardou, euja
adminibtrava a provincia das Alagas, pretendendo belleza de estylo e fecundidad de imaginaeo oftv
dir mais bnlhantismo a rccepco que devia ter o zem oceupar um lugar bastante honroso na hta
Sr. D. PedroII,pediulhe que nao illudisse os seus dos dramaturgos francezes.
desojos nem mallograsse as suas boas esperanzas, Sardou tem um grande defeto comsigo. Nao
allegando que seria inconveniente e pouco lison- forma o plano geral da obra que tenciona confiar
geiro que um artigo do programma do festejo dei- ao papel. Escreve o que Ihe dicta a imagiaacao>
xasse de annuciar alguns espectculos dramticos. E' sto um deleito, mas um defeito que muito o
Em verdade, o Sr. Coimbra annuiu aos desejos do torna celebre,
presidente da provincia, esquecendo-se que nem
sompre i ventura nos acompanha ; concorreu para
o realce dessa recep^ao, olvidando que ella viria
Jangar na indigencia muitas familias, viria immo-
lar mil victimas no altar da ostentacao Para nao
desgostar a hospitaleira popularlo de Macei, o Sr.
Coimbra arnscou nove contos de ris A sorte
Ihe foi adversa .. Perdeu a partida Comtudo a
tranquilidade do seu espirito e a paz de sua cons-
cicncia conseguiram suffocar as sua magoas, ani-
quilaram os pozares que Ihe acabrunhavamaalma.
A adversidade nao mudou a sua natureza nem al-
terou as suas crencas.
Hoje, porm, o Sr. Coimbra, trabalhando sempre
lutando contra a sua m sorte, sollicita um subsi-
dio do goveruo para que o futuro e progresso da
arte nao sejam sacrificados. A arte dramtica con-
corre direcamente para o progresso moral da so-
ciedade. Querer-se o aniquilamento de tao oti1
instituicao, desejar-se, posso dizer, o embruteci-
miento do povo, privarse que a sociedade lance
maodeumdos meios que podem facilitar o cum-
primento do seu destino.
Amigamente, o capricho de um s homem, os
interesses de alguns egostas conseguan) snpplan-
tar as conveniencias da sociedade, aniquilavam os
bons desejos de muitos homens, verdadeiros ami-
gos da sua patria. Hoje, porm, que a situacao do
paiz bastante lisengeira, hoje que urna aurora bri-
lhante nos acea um futuro fagueiro, hoje que o
pevo quera exerce o direito mais sagrado que Ihe
assiste, esperamos que nao se inutilise os immen-
sos esforgos, empregados pelo Sr. Coimbra para a
destruir os escolhos que difficultam a marcha pro-
gressiva e vivificadora da civilisacao I
J se acha condemnada ao esquecimento a poca
que o povo considerava bastante fatal aos seus di-
reitos. Contemplemos a nova ordem de cousas,
admiremos a tranquilidade em que permanece a
oossa sociedade, aguardando sempre os meios ne-
cessarios qoe de ve empregar o governo para satis-
fazer os ardentes desejos do povo.
Escreveudo-se dessa maneira e aifficil desenliar
os typos que se crea sem cahir-se em conlradiccao.
Os ntimos, urna das melhores obras desse es-
criptor. Escrevendo esta comedia, Sardou guia-
va-se pelo principio : O drama a vida.
Os ntimos, conseguintemente, deixa ver urna
das phases da vida familiar com todas as suas fe-
licidades e catastrophes, syrabulisa a vida intima,
finalmente.
Analysemos os diversos caracteres que figu-
ram na accao da comedia.
Tholosan, medico, o moralista da comedia,
urna especie de Diogenes, Desgenais, Rodolpho
e Olivier.
Nao tem, como Diogenes, urna lampada nem
dispoe da lanterna independiente de Desgenais, en-
tretanto chama em seu auxilio a homoeopathia.
Convidado por Caussade para tratar de Mauricio,
apaixona-se, consagra sincero amor Bfiyaro/jw.
Deseja casar-se, porm o pae da sua amante, oon-
ciderando-o indifferente sua ventura, prevte
Benjamina que o seu pedido ser mal recetado.'
Tholosan procura entao mostrar que digno da
confianca de Caussade.
smenlo do autor que deveria ufanar-se, se o visse
representar.
Deu muita graea aos ditos picantes do medico.
Emflm, o Sr. Germano elevou-se mullo no correr
da comedia. A naturalidade com que fallou na
scena 15* do 3' acto, a indifferenca com que Ui
saltar a rolha do seu frasco de horaeopatbra sao
motivos que nos induzem a crer na importancia
real do Sr. Germano.
Marecat, Mauricio, Vigneux e Abiallah, sao entes
que nao sabem dar valor ao sentimento puro e san- Chegado ella, empurrou-a, e enlron desempe-
lo que une os individuo, que liga as familias e es- nadamente para dentro. Era a celia do guardiao,
labelece certa harmona entre os estados Sao 4uadl'a mais vasta que nenfwma ouirav com as pa-
rrpatnras iHhi ,, / i n m. redes ainaa aoe/9< com o tectb aindar em osso e
r.l,J t, m ,nfe,,xCow* apenas forrado das fasquias madeir, que sao
paraanusarem da itlironada confianja que a sua propras para sos ellas assenfar o-estuque. Ao
simplicidade Ihes faz consagrar. Procurara des-' primeiro relance eonheca-se que ainda mo era
gosta-lo da sua casa de campo; empregam todos os ^r es,e motivo habitada ; comtd, nesta occasio
meios para que elle se bata, em duello, arriscando < SSS^Sf fe"*uma 'ara "**" de ***1
____iT.. ZZT________ ,. "T" envernizada, sobre que ardiam dts serpeoliaas do
a sua vida, nicamente para satisfazer os seus tn- latao, e derredor da qual estn sentados- dous
dignos desejos e, nao satisfeitos com isto, Marecat frades e seis individuos seculares. Dos frade um
e Vigueta, era nome da sua*desinteressada affei-! era,'fu*rdiao e o oulroo procurador do convento-;
gao, o scientficam da sua deshonra, me fazem co-
nhecer a traicao de sua mulher.
O Sr. Pinto (Marecaij e um artista- de mrito.
Seria enfadbnho, e mesmo inconveniente, se me
propozesse aanalysar o seu trabalho- o indicar os
lugares em que conseguiu excitar a-hilaridade do
publico. Nao-quero mesmo que elle; leudo o que
escrevo a seu- respeito diga, de s* para*i :0ra,
ptiuins r...
O Sr. Porto.........comprehendendo sua parte,
soube manifestar o carcter vil e inrnjante de Vig-
MR
A Sra. D. M. Puntes, em todos os tes da come-
dia e, naturalmente, por se achar interramente fa-
miliarisada cora- ai platea, mostrou o raneor, egos-
mo e a inveja da Sra. de Vigneux. Coosegoiu
mesmo, como-devia, tornar repugnante- ainaloreza
corrupta de semelhante mulher.
O Sr. Borges, sabeodo que o sou papel do sem necessidade para o bora desfeche-da pega,
nos- gestos e tom de voz que empregouv traiuziu a
ideia-de Sardou. Comludo, con veniente-lembrar,
o Sr. Borges nao pedia elevar-se. O papel-.por si s
nao r importante, eso o trabalho artKtiso do Sr.
Borges prendeu a attengao dos espectadores.
O'Sr..Lisboa-fJ0iaricto>... Louvamos o-Sr. Lis-
boa por tor sabido- fazer-se justiga. Coofcfecendo a
sua intelligencia, dasta vez, |hjz de parte-aoAeirao
qiie consagra deolamagao antiga e, eem urna na-
turalidade impossivel de explicar, emptsgou a sub-
tileza o admanes d& um seductor ndigo e- niise-
navel como Mauneio.
Canssade um> typo original. Joiga^e- feliz,
achando-se cercado de amigos, descooiteendfe que mentes e '.avallarla- e o batalltl de infamara,
nao deve considerar o numero delta, ma ae- suas
dos seculares, alm de Pedro de Mello; eslavan aHi
o vereador Gaspar Cardbso de Carvallo e Fonctea,
o procurador da cidade Jbao Pedro Gomes de Abreu,
os procuradores do povo- Ignacio Vieira Sare e
Thomax Jos Ferreira Sraga ; Matheiw Ferreir*
Moreira-, o mais poderoso-fabricante que entao ha-
via na odade, e Theophito Jos GongaiVes, nege
rante d sola, e homem dV grande valia em toda a
cidade baixa.
Apenas-o militar entrou para dentro daquadra,
lodos os-olhos se fitaram anoiosamenle nelle.-
Eh'.io... aue novas nestrazes, primo Vasco
de OrneUas? balbuciou o ver^ador Cardoso.
Vasco- de Otnellas, que era elle, como o teitor j
de certo o adevinhou, arrereegou de si o pesado
capacele- qp# trazia na cabec?./ chegou-se > mesa,
firmou os-puntos- nella, e enseguida disse.-cur-
vando-se e relanceando os Otkea por todos m-cp-
cumstanres-:
E' chegado e- momento da-- erise. Os ifrar--
cezes forarabaridas esia manha- em Grij. Act-
bam de reeoluBP > cidade todos-os- corpos esJacic-'
nados ao sal do Douro ; a ponto, est a arder ; es-
lao collocando arbmaria cm toda-a margem da-rro
desde Miragaya-a Corticeira,. e dividindo per
differentes-poiifes-della os regknunlos de que-pe-
dem dispor.
Enia sempre- certo quererem defender-se '?|
disse radHMM o anxurador da-aidade.
Nao o creo. Xo ha reguterklade algn
na disposifo deste meios de delezaye as bagagens
e o cotninissapiado estfto-se appareHtando para -k-
hir da cidade.- O que-me parece tjue Soult nao
quer abandonar o Porto assim a raaos lavadas.
Kesistir,po!>, mas-apenas o tempj suBicienle pare
deixar atantar pana a frente as-b^agens, e as
forras por que vo guardadas. Eic todio o caso sem^
pre boin estar de- sobre-aviso.
Kii'.u) bou ve panradana emJr-ij ? E de Al-
bergara soubesle alguma cousa T perguntou ajui
Pedro de Mello.
EnnAlbergaria- a eousa nao prastou para na*
da, fepleou Vasco- de Ornellas. Os qqatro regi
que estavam acantonados em Aluorgaria-a-Nova o-
ijualidades. Consagra a sua vida em enriquecer o i pelas aldeas circumviziahas, souberaw, logo de na-
seu jar-Iim. dedicado botnica, sem tratar ctxn
indifTerentismo os negocios de sua familia. Recolhe
-m sua casa Mauricio, mogo, joven e elegante, quf,
i-M|oi-ci-ndi) o tieiiHno. t.-in a negra de dr-
honrorar o seu bemfeitor !
Foi o Sr. Thomai quem se encarregou. de- des-
empenhar a parte de Caussade. O Sr. Thossaz
conhecido pelo puolieo. O que me possi-vel dizer
a seu respeilo pide ferir a sua modestia. Neea ne-
vo mesmo tragar um elogio a sua indiligencia por-
que qualquer phrase que empregasse nao pedera
exprimir a subthnidade do seu t rabal no* Se per-
feitamente que o mundo se deixa levas, petas ex-
pressoes que l Paz bem, quem esoreve para o
publico falla com, o corago, falla ecm a abaa. As
palavras dictadas pelo coragao nao pedemser men-
tirosas nem teem o cunho da falsidade: Portanto,
dominado por estes principios, n,V;. me possivel
deixar de dac os meus sinceros patubeos ao Sr.
Thomaz, dizendo com Lamartine rr-Le cm*r est si
rtche e la tuujuc est si pauvre !
Jenny unta rapariga que ns pd* deixar de
seguir o InnnmmI exemplo das cr.adas graves. Em
Pars, comeiem quasi todas as cklades-e aldeias da
Franca, ha uessas mogas que crm na felicidade
que nases d amor, guiando-se pelos sentimenlos
puros dos-sous cor aros alheios^&o romantismo.
Desconhecia Sra. D. Virginia,Jutiveoccasio de
aprecia-la wn alguns theatros do>sul do imperio,
onde ella, tem trabalhado. Vijando, passei pela
capital de S. Paulo, ende vi-a' debutar. Confes-
so, considerei-a no mundo da nulUdades. Hoje, po-
rm, f:n;-i urna ideia bastante-vantajosa do seu rae-
rito ai lit-tiro. Nao orna actriz modelo, nao sen-
do urna mediocridade. Em nome da arte que-ella
abragou, eu a felicito pelo, bora desempenho.que
deu a parte de Jenny.
Rapkael, ti I lio e educando de Mrcate, -digno
descendente de um tao bom pae. Arrada-se d Jenny
por que ella sympathisou cora elle, e, quaado seu
pao julga que repousa nos regagos da innocencia,
elle embarca-se na estrada de ferro, levando com-
sigo o objecto dos seus pensamentos, esquecendo-
que s elle poderia ser maculado pelas, costumes-
desregrados da sua amante.
A Sra D. Otyinpta. acanhando as maneiras e
acedes de Raphael, deu a entender que havia os.-
tudado com attengo o seu papel, ct^p deienipo)io
foi magnifico.
O Sr. Teixeira creou o seu papel. LanceM nao
seria apreciado, pelo publico, se ee nao o compre-
hendesse.
Benjamn, lba de Caussmfo, urna alma, can-
todos, elle consegue salvar a honra e a vida do
.%
Sao sublimes as conquistas da Intelligencia, sao
immortaes os fructos do talento!
A gloria do genio nao parlilha o destino do ho-
mem. O peregrino que acompanha a cruzada
cientfica ou Iliteraria lega um nome posten-
dadel
Os trinmphos do homem da sciencia seguem o
perpassar dos seculos, Daqui a razo porque a
juba de Mir bean fazia estremecer o throno da Fran-
$a, d'aqui o motivo porqoe o genio da tribuna fran-
ceza fazia esquecer o raptor e o adultero qne, em
1777, descansoa a sua fronte sobre as lagos da pri-
sto de VincenOM I
Esse homem que, desconhecendo a importancia
A) papel que Ihe havia sido confiado pelo Omnipo-
tente, se entrgala vida miseravel desses seres
Seguindo os passos de (l'',a' "m coracao puro como ara bella a casta Ju-
dilli, coma era sublime o aor terno u Kaeliel.
Ama extremamente o medico e deseia uoiir a sua
hornera que o trata com indifferenlisma eterna a|ma dolle e partilhar a ar que ello respira. A
felicidade de captar a ternura e amisade sincera sua ternura, a sua gentileza, captivam o corago
de Caussade. I de Tltnlosan.
Nao nos engaamos quando dissemos que a Sra.
O Sr. Germano toraau si o desempenho deste D. Bernardina era orna joven de esperancas. A
papel. O Sr. Germano sera lisonja, actor no ingenuidade dos seus gestes, a docura da sua voz,
sentido rigoroso da palavra, um actor para' ngeleza que acompanhava as suas aegeesiden-
___m ,^ A __. __u. ____ i. d tihcaram-a perfeitamente com o. typo que Sardou
quem a arto urna simples expressao. Repre-, havia phanu7sado. Cumpre, pornl, que a Sra. D.
senta com muita naturalidade, sangue fri e ele- Bernardina nao se deixa levar pela illuso dos seus
gancia. Senhor do palco, nao recea os caprichos triumphos.Os espectadores sao inconstantes, como
dos espectadores nem o assusta o trabalho artis- S" a fj***- o publico goal das
"v _. noviaaaes. A sua natural modestia nunca deve
tico do papel que deserapenha. Quizera, entre- abandnala. Hoje censura-se a falta de firmeza na
tanto, que o Sr. Germano banisse da saa imagi- sua pronuncia, critica-.se da rapidez con que reci-
nagao as ideas que Ihe perturbara a mente, qui-1t as l'hrases mais intimas que enriquecera os dra-
, _. mas de costumes contoninoraneo o amanha tal-
zera que nao se de.xasse dominar pela lembran- ve!!se na Qe ,ouva.,a e^audi-la tnSSSmS,
ga do seu passado tao cheio de saudosas recorda- se foretn reparados estes pequeos defeitos que, de
gees, quisera ainda que pensasse no presente e molo algum, depe contra a sua intelligencia e vo-
aguardasse o futuro com inteira confianca nos "^5? P3" a arte dramtica,
incompreensiveis decretos da Provideaca. V\*^^**f^j^
preciso que o Sr. Germano crea na felicidade co- valor artstico.
mo na existencia de Deus, preciso lutar e lutar Cecilia urna senhora qu se deixa dominar
bastante, e para isso necossario muita forga de Pela Phantasias de sua Imaginagaa Ligando o
. J ... seu desuno a sorte do um homem que Ihenroraol-
vontade. Tenho conhecido que o Sr. Germano tia a feUcMaje; que poda dar-lho nina vida soce-
ara desses homens que se tornara irresolutos gada e pacifica, esquece o seus deveres de esposa
quando a fortuna Ihes adversa, julgando-se para consagrar o seu amor um mancebo que se
muito venturosos quando ella Ihes sorri. Como o
tempo, a vida humana tem as suas estacos que
se succedem continuamente. A existencia do ho-
mem como o diamante, brilha conforme sao as
suas faces. O Sr. Germano est no invern da
vida, mas, forcoso dizer, a felicidade le far
chegar a primavera, Ihe faradrarar a es-
tago das flores. Se hoje a sua existencia tor-
turada pelos pasares que se abrigara em o-
seu coragao, amaub. sera davida alguma,
1 dizia amigo de seu marido. Quando confiere,
porm, que o amor de Mauricio nm simples ca
pricho, quando pode avahar a grandeza do mal
que tende a aniquilar a sua reputago, ella evita
o abysmo e langa-se nos bracos do arrependtraen-
to, maldizendo a sua sorte.
A Sra. D. Marquelou nao satisfez a rainha es-
peclativa. De qualquer modo queestude o seu
trabalho, nao posso deixar de reconnecer que me
Iluda seu respeito. A prevengo com que o pu-
blico a esperava, foi destruida pela sublimidad
do desempenho do papel que Ihe foi confiado. A
Sra. D, Marquelou, cuja reputacaq de artista, era
i dragada, que a guarda avangada o- a avallara in-
gleza ceinmandad pelo- tenente-genaral Payne ti-
nham de noute atrai-essado o Vocga, e poz-ranise
\ofo em.retirada. De orma qiLO-apcxir e toHa-.a-
diligencia que se empregou, nao- foi possivel so
prende-los em rasao da distancia. Apenas hoove-
ram algumas cargas- de cavallarfcv. qjue deu em> re-
sultado ficar em nosso poder a artitaaria franeeza,.
a qual largaran para deseml>aFa{ar a rdi.-r.tla.
Em Grij a cousa. foi. u.ais sena..
Entao al resisliiara ?
Nao muito,.porm mais seriamente do-qqe-|
em Albergara. Parece que os-quatro mil humaos
que Ssult ahi tioha, tomarara iwsww. as aitucas
e bosques desde as Vendas-No-vas at Grij, c ah
esperaram a guarda avangada dos alliados. Tra-
voiirse cora bale rennido, mas eia(>orque o exereito
afilado conseguisse envolver ts Rrancczes, ou tpoV-
quoosles receiasao ser cortados pela dhvisia-do.
major-generaL HJI. que veiu po Avero, e honlem
desembarcou aro tWar, donde -tem vindo marchar
dt> parallelamente cora as duas~dvises sommaik--
dadas pelo general em chefe, e- (juo cer-to qun
retjraram dspeis de urna hora, de combate- Ama-
:ba saberemos ao certo o cont foi. O ju- -paree
fura de duvida que a ca vallara, que !>cs picou a
retirada, j, est muito paratta dos Carvallos.
O (jue admira Soultabandonar a posigeda
Serra, que domina toda a uaigem do re.....
E essa urna das mals-.fcjrles raavs, qpo me
levam a.acrediar que Soult nao quer defender a
cidade. Se o intentasse, n genera^ como. He ,
nao cociraetteria tal erca., Em tot. o.casa, nao
durmamos sobre conjeturas. Amanha tnduoi-
tavelmenle o da da crise; vamos, poLs a concor-
dar no que havemos da fazer...
Dexa-me primeir fazer-te umapergunta...
Dosculpa, atalhou Gaspar Cardoso. Nao tiveste,
pelo.que se v, inconveniente.... Nao cerraste pe-
rtgo... Devenios ter esta alteugo- para comtigo,
ao.s pela amizade-que te corsagramos, mas por
gratidao, porque 'e- arricasie pela causa com-
mum...
Oh I Gaspan, inlerrompeu. Vasco de Ornellas,
nao vale a pena Sillar de mim. A' hora quo e
na confusao em que eslo os. Francezes, estou con-
vencido que ale-urna farda ingleza passava incolu--
me pelo meio delles. Mas. vamos ao que cumpre,.
que larde.
E ser om nao demorar muito, que tenho do-
ir para a cmara, accresoentou o procurador da. ai-
dado.
Forte-trabalho tem o senado aguentado'- dis-
se o guardiao do convento.
Nem fallar nisso bom, roverendissioo, acu-
d u Jop Pedro. K' de matar... Sessao, perma-
nente, de dia e de noute, e isto ha qnarenfo e um
das, dosde o 1 do abril, logo depois de-acabar o
saque t... E entao a todas as horas, a todos os
momentos, alto dia e alta noute, ordene- a cumprir,
requisiges a realisar, cinlim e dialio, que- este mal-
dito Soult parece que nao come nem.durme. Est
sempre a meeher, o estafermo re dos rapazes I E
isto ha quarenta e um das, repiw Ainda os ve-
readores... revezam-se ; mas en t eu a p fir-
me, de dia e de noute... sempre. Poucas noutes do reino mandam levantar torcas para os con-
lenho podido deitar-me em cama, e nenhuma tenho vencidos de traidores patria. Pode partir,
dormido em casa. Se isto nao acaba, endoudeoo. e sara ale bom que se nao demore, Sr. Ma-
Mas vamos a sto, que quero ir para a cmara. O itous.
Antonio Mathias e o Pamplona j hao de estar an- Assim dizendo, tmm da algibeira urna bol-
ciosos pela rainha chegada. sa com dinheiro, e deu-*h"a. Matheus fez profun-
Vasco de Ornellas, apeear de vivamente contra- das eorlezias a esta parle do discurso do Sr. de
riado, escutra silencioso aquella objurgatoria do Guardizell, e partiu em seguida. D'ahi pouco
honrado procurador da cidade, que tanto estirara caminhava em direegao a Santo Thyrso, por ata-
os queixumes, apezar de se declarar com pressa. 'nos e desvos arredados da estrada real, pela qual
Ao ouvir-lhe as ultimas palavras, acudiu para Ihe recoiava encontrar os Francezes.
cortar cercea a vontade de continuar a oxpansiva Vasco nao se deitou. O ciume e a aneiedade
declamagao : acerca do resultado do combate, que no da se-
Vamos, pois, que tarde. Creio que a dis- guate havia de lnfallvelraente pelejar-se, nao o
trlbuigo mais prudente dos nossos meios de acgae deixararn sequer repousar a cabeca. O romper
a que flcou convencionada antes de eu sahir. Tu, d'alva arhou-o j na varanda do seu quarto, que
Pedro de Mello, ticas aqu no convento, para acom- do lado para Villa Nova, com os olhos pregaitos
panhares o Sr. Moreira e a gente do bairro alto, no monte da Serra, que d'ella so avista -, mas com
que ello tem prompta para o prtmeiro signa!; eu os ouvidos apurados spara q menor ruido, que ru-
voupara Detraz da S para acompanhar o Sr. morejasse dentro d'aquella easa, dcbaixo das telhas
Theophilo e a gente do bairro baino. O.signal do da qua[ dormir tambom aquella noute D. Leonor
levante ser dado em Santo Ildefonso. As primei- &* Baio,
ma, nue toda a frieza altiva c mageittaa de O.
or de Jfaio, o toda a immoMidiHf
caule, mas lemos f.iras, partazanas e macbalos. E'
quanto Iwsta.
ch,fa^rp"r;r,e e ^ *w,ain ff ASSfii tSRfSTJSts
ch^ro^es e punliaes. mml0 |nes a,aya Ml|fl| {fM ~
nirtmi. nrmuL? ^.,li,?^ os Franeeajs j sabil a milina ^^ ,,n Va^ .
.1,1 ll.ll';.,-- ,1., -|,\fl L1 .!,... ._ .
Ihe era habitual.
Desde lioniein, por M ithea Siaio, rnpea-
deu elle egunlinente fri e sereno.
Houve aqu um espago d>' profun-lo -ilea |
E admira-se f eotiaoM eMa i-m esuida
Taire/., replicn elle, pnripoe eu am-ditava
al honlem, JIM I>. Leonor de Bai:o ra incapaz
nem do que acontecen nos flns do mareo, Povo! n J"ram1,;n,u f;;ls" .
ido nao lera le ; preciso ter cuidado', antes u I'';01,0P '""" ''" "?
ie melter as armas na m.o. loi "J e gasl0i sal
convencionauu r __ c. ,. "" "* r" -. y
taimo, replcou o procurador reuo ?? |*s\"" .'"** u* *. s.-mpr.-
pego um Padre-Nosso e urna A, ,'"' ; ',a '? ^eado.nar m,so. priiaa
i Deus nos- leve a salvamento! yjlg6*-. A* %,ata a
ino. fiulT.n.: ,Tt e"'" w UM^- **
olhos estes ladros destes Franceies, que o saquea-
rais como selvagens, e qpe o teem lindado e opiiri-
nido. Gracas a Deus, que chegon o dia de fazer
contas.
' E' neceesarjo ter prudencia. O rebate nao
deve dar-se sonao no caso de ser necessarlo, acu-
diu o padre guardiao. Pelo amor de Deus que se
lembret
armado
de Ihe
Em lodo o cajo, a revolta nao se declara, se-
no no caso de Soult querer positivamente deien-
der-se dentro do Porto, dise Vasco de Ornella*.
Creio que est tudo conveocionado ?
Conveneionadssiuo
da cidade. Agora
A ve-Mara para que
cada um ao seu desl
O melhor pedir ao padre guardiao que a
reze; ser mais bem acceito, droje, sorrindo, o ne-
gociante de sola.
Ou ir cada um reza la par sua casa, rosnou
o fabricante.
Boa noute, padre guardiao-e padre procura-
dor, disse entao Vasco de Ornellas. Adeus, Pedro,
al amanhaa. Meus senhores, tennam felicissima
noule, e sentido com os nossos homene.
Perca o cuidado, Sr. Vasco de-Ornellas, re-
plicou jovialmente o fabricante. Esta gente do
Porto creada para estes feitos. Quahdo Ihes nao
contenta a governanga, sao capazes oV se revolu-
cionaren! al- as propras podras da rea-. Perca o
cuidado, perca o cuidado.. Deixe soar o- primeiro
sino rebate, e ver o que ah vae.
Vasco sorriu, e depois de os cortejar, poz na
cabeca o- sen "capacite- de drago francez, e-sahiu
como havia entrado'.
D'ahi pouco desrcralgava porta da easa de
Antonio Jbuheus, afra* da S.
Fidalgo, dise-fie o criado, que estava- es-
pera delley para Ihe abrir a porta sem o demorar
um instante-na ma, ebegaran s oilo horas o 9r.
D. Hnralo de Baio e a Sra. D. Leonor. Veiu-coui
elles uni homem, que est-l era cima espera-de
V. S, e que se nao quer deitar, porque diz, qne
logo que Ihc-fhlle, ha de*torear immediatamente
embora.
Estas noticias sorprenderou Vasco de Ornetfs-
momentneamente, mas loga assenhoreando-se,
disse gravemente:
Onde est o homem Y
Na ante-sala -espera d VT- S.
Vasco subiu. Ohomem qjie eslava na ante-sala
en Matheus Si a.
Vocemece aqoi Sr. Mul'eus f exclamou Va-
eor earregando c-sobrulho.
Ti! fidalgn; qne sust-f excfcwBou Matheus.
Parece mesmo tu-jacobino.'
Siga-me par-o meu rjaartO; r^plicou Or-
nellas.
Bes dous seguir* para o cuarto a> Vasco, al-
Imniodo pelo crir.i!iV.-queiaadHiate'dWbs com um
caotiga* de prala i: criado sahiu,. e Vasco Mhthew ficar am
se.
Eirto que >. Sr. MadMoat Owio que
vcemnee se atrev.-j a deixar aitandonadn- o posto
qiN-etii Rae encarre^ae?disss-severaneate Vas-
co-db-Ornellas.
Flalgo, venro- receber ordena replicou
co todt> o desplanta o capitn -Pawoe.
Ordens Masque ordensf
Bbfe V. S. n sabe que o~Sr. !>. Congalo
veiw ttuul-em 1 t na, como ello- quera tinha
as endet que V. Si denou, prec*a-se- fe que eu
vesse- saber o qao- tenho de fazer- -t":|ui por
dittot-.
Mas o que desidia o tio D. unoslo--.. dis-
se SnneUas, cnvieatndw sobre XtUious ora olhar
desconfiado.
Entao que (jaer^ senhor ? Sao- oousas da fl-
lalg
: Sto fidalga ?
ttae, lidalgo, pieciso pr-Se-tudo em pran-
tos linipos.
i sscalpe-me V. 5- asas eu vo diter-lhe as cou-
saatnesquaes foramt...
Mas diga. .
I_ Otbe, senlio*. o Sr. D. Goneclo nao fazia ten-
oaade-vir. era por pensamenUj- tai Ihe pas-
sa*a..
MbS n'lslo cheja o Manoel de Andr- com urna
oaaKt-itoSr. Duavo po*-a a Sra. Dt Leonor, e agora
O'TOPc-
Com urna earia do Sr. Duarte-I -'
Vi-a com estos que a trra, ha de comer.
Irma carta para iilidalga, sim, ssnbor--. e urna car-
ta que a fez chorar raoito. O rapaz,antro n'aquel-
le-dia em Cerzedalloy M dormir -Nespereira, e de-
neis partiu logo cora a resposta..
Vasto fitava .Mtuheas serenamente; mas com os
albos chispandt iaisras de vivo ranoop.
Depois daqueika segundi-..'eica continuou
Jltitlifus pareoe que o diabo ontrn no pago de
Senedeilo. 'l-.-m dl tudo n r.in oortado com a
fidalga. Quer.'a vi por forca paca o- Porta O fl-
e ella.
E aqu esiamos. Agora disa-BiH- V. S. o que
tenho a fazcFj. quo devo pali, antes de Manar
o dia.
Vasco de irnelbsnSolhe respondeu. Levantoii-
se da smMhu cade o escutr-^senlado, e pot-se
a nanear distrabido a
quarto.
O ciume acaeboava-lhe raedenhameniH no seja.
E' precise,, porem, que se aiba-qoe, em tudo o
que Matheus. Ihe dissera, havia aoenas de verdade
o ter ido. Maooel Nespecejra sal>er noticias de-
Thereza, e ter esta ida, mil foi.sabida por I). Leo- t0< a.espkauada ia Sorra cubriu i
or, niTcvnciado poderosaiaente para a resolugc-
que ella tomn de vr esperar Duarte Pinheiro au
Porto, como fin de Ihe provocar explicages acer-
ca do que andava espalhade dos seus amores cora
a filha.da Rosa do Valle. Tudo o mais era emboe-
te, engenbado pela alma tengoera e intrigante que
animana Matheus Simc Oicamarada de Dtiante
nea.se quer entrara eei, Cerzedello, e at fra is-
to o.quo mais concitara, o.amor desesperado d>:-i).
Luonor de Baio.
Vasco passeou por alguns minutos : por fim
sonbiu-se, e escreveu, deus- pequeos bilhetes. De-
pois eulregou-os abentos. Matheus, e disse-lhe
oom serenidade violentamente contrafeita, o que o
nao illudiu a elle qua Un; conhecia aardente pa:Ko
peta liilia de D. Goncalo.
N'estes dous^ bilhetes, como ver, digo aos
Srs. de Nomais e- Penaboia, que se podem liar in-
teramente de vocemec>. Leve-lh'os, e diga-lhes
que o exereito alliadu entrar amanhaa rafallve*-
mente no Porto.
Os Franceses retinto provavelmento por- Araa-
rante -, mas orno, pode aconlecer que lord Betes-
ford consiga'corlar-Bies a retirada poi Villa Real,
e que o general Silveira Ihes possa resistir por
alguns dias.om Salamonde ou em Ruives, ser
bom estae de pravencao para o caso de elle se ver
Obrigado. a operar a sua retirada pelo, rio Minho.
Voceuvucuiupra risca as ordeas. q,uo receber
d'aqoeUes d>ius fidalgos. Fago-a nesponsavel por
qualqtier transtorno causado pela sua desobe-
diencia.
Lembre-se que as cousas vo agora correr
do outra maneira que at aqu, e olhe que as
o olh>* era Vaaen rom
soberba d.- ifae era ilutada
Tamben parece que essas palavra Ibas dei-
xou Maitieu- Wraio, ao partir, db#e iaprHia
monte, depnis de o filar rom firmeza durante km
minuto. Fui delle que as aprendeu. prtrao Varaaf
im fus*, toritou rile sempr- trio* te
pruna Leo
in
viUoos que fallan verdade.
D. Leonor era vou entao nelle un ulhar
trante, e em que, airare* .k tuda a ua natural
impassibilidade ilo-asperro. lran*luziain MaMl
signaos de sorpreza.
Nao o percebo, balborim cora aliiv,-/
E eu nao me explico mai-, Mghara Va
de OrneHas com glacial anrenancia. Faii;-lo, seru
abater-tne vllamente.
A est.s palavras, I). Leonor de liaio viroo,cora
dignidaile de rainha o rosto para o lado, e raoa o
olhos nos montes de Villa Novareonservaadt^e era
seguida vnUada para la, como se att nav rslivera u
primo. Est-t nao se movrti. nao dcwe palavra, era
apresenlou a mais smenos alf. rara. de rosto;
mas no ottar incendiado luzia!t> vwlraiissiaa
amor de mistura com a ra va da Jiurae calare
cido.
Neste inlervallo, aos primeiros rao> At sel. que
lingiram de thofre as alturas de Tula ^o*a, Ka
viain principiado apparecer em gmde* raaaaa.
as fardas encarnadas dos NfhHaga* wgtete.
marchando por lodos os caminbos na br-ceau de
le lo.
D'ahi poucc- a esplanada da Serra- coara-se
de soldados e de artilhena. e, um qtrarto de ha-
r mais tarde, principiou a sentir-sr. a dk
e rio cima, ura trroteiu franco e r.r- yV a i
eos. De quando "um quando ouvia-se ura deseapya
de pelotao,e. com maions intorvall->- -indi, rara
ou outra descarga cerrada mais extensa > de mmm
vulto.
De repente un-das pegas de artiibara-da gano-
so calibre, asseslsdi na planura do n>rj da tur-
ra, por detraz da eir da cerca do con-r-ratn, den
am tiro, e o logo- d* fuzlaria cessuu 9*i**
apoz elle.
Entao as janeitas-das casas de Antn]
e as das oulras cases da ra, abrirara-se ai
rara-sede gente qna-jn poz a vigiar cora-
o tu se passava do- oulro lado do rio. Ia-i
3contecia aqui, pratlwiva-se egualmente to
as- localidades que qualinter maneira
avistar Villa Nova. 0i Francezes andava' de ea
para k na cidade sera facer caso algn doioda-
estas manfestages- da anrk-dade patriMlra da
?rat do Porto.
Paeson nuilo lernpo,se:8^oee sentic Jd lado
de alem o mais pe(n*!w rnwur que aeraiatm
ter-chegado o momento da grande Mara na e
eeaanna.
Reinwva profundwsimo i-lrari, o silenarcatra-
vorode que prognostioa ;i> ayruiinago das -jrra-
Oes tormentas, e que-as mai da ven-s naid.-
do-iJh, aflictiva suspenso era qae pradera a aat-
mos-dftiHielles que v^em apfwiiraar a hora rra>^ra*
lite*- vu jugar o desaitenran laare duvidu-* a
irusmo- lempo decisivo. Sobre a altura dos i
te- -do oulro lado du-rin-apena se riam ro^,rr
dircaw de leste, ons -.-.p tiatiis its ragrara
Rglias. Na serra a-ari-lbam eslava as-
es- morrees acezos eo^artiraeiro a pwii>s. Dt la-
do do Pbrto o mov lento- era arada menor pvrqt**
sinente se viam manclar para a lado do tamtmto
os- poueos regimentos, que atada linham Bnado-m
cvntriKb cidade, e ios quav algans contir
a peFwaut-cor po.-ladc. nat> rea do bairr!
Au troar daquollc- 'iro de f*p, que ti* i -
qce um signal ronv^nuonad, b lr.nr.iln r^ria de
rapeMaa porta do..nwtoir Tasco d \H?lix,-r
eiinou esbaforido | i;raden*a.
Que isto, scbriolti). Vasco, que tabal fcra-
am o senhor de LVrtadelliv correndo a jarrita.
o exereito alliado qua- avanra. lir l> Km-
calo i responden sMwnamenie Vasco de 'tretbra.
a liatakha que vac-principiae.
D.'Gongalo a-, mi paja Vtlb Nova i" Gaya
orulo-que irazia na.nto.
----Mas euto qye siloncio este. Vaso' rxrU-
mcu depois de um-qnar.ta it tu** dV aaaausae-
p*etativa.
"-i dizendo, volxm-so vimutraie iik|ui a para o
lat'M do sobrinhc
Vasco de Ormillas linea iV-sapparerit
IX Goncalo licju estuuefetrla Den plato abran
das desvarios da-seu espirito sobresa'iadn, ntaaa
I:Um nao Ihe res^unduu r corren tuda x. rasa ..-
busca de quem duculis cora elle a.,-ttK mm-bk
o -upiella sbita, desapnartcao do sobaialta. rarx
au:*rie criados,. c:4ava Md pelas j.iMlta rra i
olhos ecom M ooiilev Utados em vil Nva d_
'iaya..No te\-JMiiiiiia t>im quem destwturar atyat-
! abafamento-dalffia. Dk|mm de iiK.ia> correr da-
'eipara ali, depois dr muito perforar por Vrac
> o chamar -ni. alta voz pelas salas, pri i> do alto da anda, resL'nou-se, e r?iu ri^arar-
tode, o., coraprimento do m ao ,ado ^.^ hnuir Pl>in ^^ ^^^j. pa
rea silenciosa. Villa Nova, e para unolulidadeda
artilliaria hsitaoaica, coilncada ra (larara da.
Serra.
ras badaladas de rebate sahiremos todos a ra, e
faremos tocar os sinos das egrejas, por onde passar-
mos. E- empreza facillima, porque sir Arthur es-
tar dando a essa hora que fazer aos Francezes na
margem do rio. D'ahi convennmm.53 para a casa
pia, onde o senade j nos er.',ar aguardando para
proclamar Iqgo sna a'/.eza o principe regente da ja-
nella abaixo, e ^,'r com a bandeira da cidade a
reunir o ";|V(). Depois langar-nos-hemoe sobre a
re,a"'uarda dos Francezes... Ha mullas armas de
-Jgo?
No meu bairro ha poucas, responden o fabri-
XV
DIE*S lll.E.
Os primeiros arreboes do da comegavam apenas
a apavonar o horisonte, quando Vasco de Ornellas
sentiu correr os ferrolhos da porta envhjragada da
varanda contigua sna, e logo esta ahriu-se, e ap-
pareceu D. Leonor de Baiao.
Ao darem assim te de sbito de rosto nm no
ontro, os dous primos flcaram momentneamente
enleades. Pareca quo nao esperavam enconlrar-se
ali. As ciroumstancas especiaes, r-.r,, qU0 recipro-
camente se achavam, acanhavaa-nos, e por tal fr-IPRNAMBUCO. TTP.
A' nove avras, o exercilo alliadt\ a excnc -
artharia havia, Jesapparecido -1. todo, lia sofo-
do e.^i_sa It
roareda, a artiraaria pnncipiou a (ruar aMnaabav
h ten le, e ca. seguida sentirara se ince-anira*rate
descarga- sobre descargas carradas i!e luzilaria
por entro a .-irruido snrdamcn'uestrepi'aisa de mu
I .iialliii ao.longo.
I), uncab- alengava o pasceco e smpwara-se
em biecs-do |>.s, mas nada mais' vir. 'jpe a nraa-
reda dr.. atroadora artilharir- da Serna, peaqne v,
muros-da cerca de Santa Clarauitiga -wiraraa
da cidadenao Ihe -k lavarb avistar para a
fren.
ltava desesperado, oquielissirao. trade esta-
ra Vasco De re|ienlo .sentid qiir ;Uuera Hte pua-
sava, a m.io sobre o hombro deeito. VotMo-sn.
Pagado com elle estav Uodrigo fc'roixo- de Andra-
d-i; irmo s>gundo du, dono da casa. K-t. qw
oca osrrivo da canura. lugar Y p>i n nfinra to
entao pinguissimos rditos, raas. cujy exerciri lia
va delegado em M^aoel Jos-; Uvax*s Ribetro, qtsr.
desde muito o serv por elu\ logo que o exrritc
alliado ebegra a Coimbra, ao laera orara eMoh,
mais do que andar de ca para b, traaendo e r
vando commumeages do- WelWslov para os can?
pira-loros do IVrto, doM para rite. Havia daa
das que par;-ra deliiiiiivameaie na cidade, casa-
se achava hmaziado na casa de ura patnofia sa-
paleiro, vis'iabo do irmo. Fra Hodrigo fjraj
sempre Mvv as empreza^ arriscada.*, era qirao. V-
zera andejar tantos taas o seu aodactoso purtohV-
mo ; porfe a nao se-lo, a ser agarrado f.
grante pelas autoridades de Soult, muito raal a
tena soclulo o arrojo. Por menos M ntiirad o
forren,, no alto da ra da Ba vista pur moto,
menos ainda estova pean no Aijutt- o rnra dt
Ab.-uu.-a, e, na relaeo, os dous MtfCM ranNfW
no segredo.
D. GongaJov cujo espirito eslava altameaa* -
praexoitado, ticon enleado dianle da sbito aaaa-
rigo de Bodrigo Freir. ~"~
Hortwu, por vida miaba I... baflante
atrapalha-lo.
So teas coragem para assisbres a otan [
llia, Goaealo,disse-lhe Rodrigo Freirre
migo. As senhora- religiosas de Santa Clara i
zem-me o obsequio de me deixar ir para a i
te de sobre o rio. De t ve-se tudo; e.
com estes oculos, at havemos de distinjtor <
waosgeneraes.. .ludo emlim; ponina en i
tudo, bem o sabes.
S Vasco?...Onde est Vasco?-
D. Goncalo na aneiedade do alerto, am imm aa
sobrinho.
Vasco sahiu. Pensas qne- elle pode estar aran
de espectador. Mas vens a nao vea *
Mas, homem...
Nao tenhas medo. L nao nos chafara a
balas dos Francezes; e da Serra de certo a* ara-
nao fazem fogo.
Vamos, pois, com Deus.
Primo Rodrigo, en voo tambera. Peca rae
que esperem um momento por raira daa rato
D. Leonor, e recolheo. immediaianarite aar, dea
tro.
(C*mttmmm-M-m*.t
pg M F. r. PUJO


Full Text
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