Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10344


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Full Text
AMO XL. HUMERO .
Por tres mezes diaotados 5$O00
Por (res mezes vencidos 6$00
Porte ao correio por tres mezes. #730
ij*l i'.i# V
* -* v.'^
SEGUNDA FEIRA 18 DE ABRIL DE 1864.
Por no adUntaoo. .... 19$O0O
Porte ao correio por im auno. 3)090
NCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos* de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marqnes Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
NCARREGADOS DA SCBSCRIPQAO NO SL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Bahia, o
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassn', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as ierras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serrnhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para a sanir
navio.
Todos os estafetas partem ao V dia.
EPHKMER1DKS DO MEZ DE ABRIL.
La nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
Quarto cresa as 9 h., 46 m. e li s. da t.
La cheia as Id h., ;il) m. e i s. da t
29 Quarto ming. as 2 h., M m. e 32 s. da m.
6
U
21
PREAMAR DE BOJE.
Primeira as 1 horas e 1 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas e ii minutos da manh^a.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIR03.
Para o sui at Alagas a 8 e 25; para o norte at
* ."V a a 3 ^ ^e ca(*a mez' P*r* Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marg., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recito : do Apipucos s 6 8 Vi d? ni;; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 / da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de IVmtira s 8 da m.
Do Recite : para o Apipucos s 3 /,, 4, 4 /, 4 '/*,
5, 5 Vi. o /, e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 V da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Gachang e Varzea s 4 /j da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas stO horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civei: tercas e sextas ao meio
_ no Recite, em a livraria da praca da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados al hora 'ns. 6 e 8, dos proprietanos Mano* I
da Urde. i Faria 4 Fimo
DIAS DA SEMANA.
18. Segunda. S. GotUaok card.; 3. Amata m
10. Tere. S*. E\|.edlo, Arir>nin'nmi.
O. Qua'rla S. Ignez do monte iviinan...
11. Quinta. S. Anselmo are.: S Silvio m
22. Sexta. Ss. Soler e Cafo pp. rnm.
23. Salibailo. S. Jorge ni.; S. AdlKijto b.
2i. Domingo. S. Fiel de Sigmnrnga f. m.
ASSIGNA-SK
PARTE OFFIGIAL.
G0TCRN0 DA PROVINCIA.
Expediente de dia 1 i de abril de 1861.
Offlcio ao Exm. Sr. presidente da provicia de S-
Paulo.Com o offlcio de V. Exc. de 23 de margo
proxkM lindo, reeebi 2 exemplares, do relatorio
-com que o 1" vice presidente, conselheiro Manoel
Joaqunn do Amaral Gurgel, passou V. Exc. a ad-
ministrago dessa provincia.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Deerindo os requerimentos qua aqu ajunto, dos
soldados do 7" batalho de infanlaria Silvino de
arros Cavalcante e Tobas Bispo dos Santos, sobre
que versam as suas informages n. 638 e 664 de
12 do crreme, autoriso V. Exc. a mandar dar
baixa doservico ossas pracas, aceitando em lu-
gar da primeira o paisano Deodalo da Costa Ra-
mos, e da segunda Urbano de Sant'Anna Pinto,
visto que esto as condigoes do regulamenlo de
28 de setembrode 1859, segundo consta das citadas
informages.
Dito ao mesmo. -Queira V. Exc. mandar por
em liberdade, dando-lhe baixa se j estiver rom
{iraca, o recruta Luiz Jos Rodrigues, que provou
isengo do rccrulamento.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
por em liberdade, dando-lhe baixa se j estiver
com praga, o recruta Manoel Joaquim do Nascimen-
to, que provou isciigo do recrutamenlo.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. habilitarme
com a sua informacao de modo a poder satisfazer
o que exige o Exm. Sr. ministro da guerra em avi-
so de 22 de marco ultimo, constante da copia jun-
ta, com referencia ao incluso requerimento do al-
teres Domingos de AzeredoCoutinho, que fui trans-
ferido do 7" batalho de infanlaria para o 12" da
mesma arma.
Dito ao mesmo.Para ser satisfeta a disposieo
comida no aviso da reparlgo da guerra de o do
corrate, faz-se necessario que V. Kxc. informe se
a soldado Severiano Jos Evaristo, que ora pertcn-
e ao 4" regiment de cavallaria ligeira, fe passou
titulo de voluntario quande fez parte do t\ batalho
de infanlaria.
Dito ao mesmo.Para cumprimento do disposto
no aviso da repartieao da guerra de 2 do torrente,
apilio Francisco Jos Damasceno Rosadi e do le-
vente Joaquim Roberto Silva Rangel, os qoaes per-
taiiceram, o prioneiro ao 9 batalho de afamara
e o segundo ao 7* da mesma arma.
Dito ao mesmo.Remello V. Exc. p; ra ter o
conveniente destino a inclusa certido dos assenta-
mentos do alferes Candido Augusto Ribeirt, o qual
sendo do ir- batalho de infanlaria, foi pr imovido
ltimamente quollepostoe classilicado no
Jho da mesma arma.
Dito ao mesmo.Kemetto V. Exc. os
2 bata-
inclu-
sos processos de conselho de guerra dos jldaoVs
los de
Sant'Anna, Luiz Francisco, do 2" de infanta a Cus-
todio Moreira de Albuquerque e do 9 des a arma
Manoel Victorino dos Sanios; alim de ser n rum-
pridas as sentengas do conselho supremo mi litar de
justiga proferidas nos mesmos processos.
Dilo ao mesmo.Queira V. Exc. manda alistar
nos corpos em guarnigo nesla provincia, no caso
de que sejam considerados aptos para i -so, em
inspeceo de anide os recrulas Joo Pe eir da
Silva, Jos Fortunato de Lima, Francelino \nlonio
de Paula e Mauoel Jos Flix da Silva, que se
adan dolidos no quarlel do 2 batalho d 1 infan-
laria.Communicou-se ao coronel recrutacor.
Dito ao mesmo.-Remello por copia \ Exc.,
para ler a devida execueo, o aviso da rej artieao
da guerra de 2!l de margo ultimo, declarai do que
comecar a lunecionar no i batalho de ar
a p a escela regiinenlal creada pelo regul intento
approvado pelo decreto n. 3,083 de 28 de a inl de
1863.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Cummunico a V. S. para seu conheeimenlo, eafnn
de que o faga constara que:n compelir, que >Exm.
Sr. ministro da fazenda remelteu-ine com a riso de
." do tornle, o decreto nomeaudo o hachan I Hen-
rii|ue do llego Barros para procurador lisca dessa
thesouraria.
Dite ao mesmo.Remelto V. S. para os fins
convenientes, a guia passada pela thesour irla de
fazenda da Bahia, da (pial consta ter cessadi desde
o 1" de Janeiro ultimo, o abono da prestaba) men-
sal de 205000 que deixou de seu sold n iquella
provincia, o alferes do 7u batalho de inf< Diaria,
Emigdin Vieira de Lemos.
Dito ao mesmo. -Com copia do aviso da repar-
tigao do iraperio.de 7 do corrente, remello nchuo
o offlcio em que o Kxm. hispo diocesano pe e, que
se mande pagar ao vigario da fregoetia d 1 Cam-
pia Grande da Parahyba, a respectiva cong na em
quanto durar a commisso de visitador e v gario- sj
geral da provincia das Alagas, alim de qu; V. S. C
ministre a sua informacao a semelhault res-
peilo.
Dilo ao mesmo. -Communiro V. S. que >. M. o
Imperador seguudo me conslou de aviso di 1" do
correle, houvo-por bera aoraear o Exm. S con-
selheiro Joo Pedro Dias Vieira, por der.reU de 31
de marco ultimo, para o cargo de ministro o secre-
tario de oslado dos negocios estrangeiros en subs-
tituigodo fallecido conselheiro Francisco avier
l'aes Brrelo, licando exonerado da pasta a ma-
rnba. Fizeiara-se as necessarias corara nica-
coes.
Dilo ao mesmo.Na secretaria desta presiden-
cia existe o decreto, que me foi remellido co 11 avi-
so do ministerio da fazenda de 26 de margo ultimo,
nomeando o 3" escriturario desla thesourai ia He-
liodoro Fernandes da Cruz, para o lugar de 1 dilo
na mesma Ihesouraria. O que declaro V. i. para
seu conheeimenlo e afim de que o faca con: lar ao
nomeado.
Dilo ao mesmo.Declaro V. S. para seu co-
nheeimenlo e fim convenienlp, que com aviaos do
liimo,
es-
illiana
por decreto de i desle mez fra nomeado
pector da alfandega desta provincia bacharel
Alexandrino de Carvalhn Reis, para igual emjprego
na do Rio de Janeiro. O que commnnico
para seu conheeimenlo. e atim de que o faga
ar a quem competir.
Dito ao mesmo.-Transmillo por copia
ministerio da fazenda de 21 e 26 de margo
me foram remetiidos os decretos nomeando o
cripturario dessa thesouraria Joo Sevenaho Ri-
bero para chefe de secgao e para Io escripti irario
o 2" dilo Caetano da Sveira do Amaral.
Dito ao mesmo.O Exm. Sr. ministro da jazen-
4a partecipQii-me em aviso de 5 do eorrenle que
ins-
Fabio
V. S.
|cons-
V. S.
BOOM
as, a
ia no
1 ere-
para os devidos effeitos o aviso da repart^ iio da
guerra de 5 do corrente mandando levar em -
.ao director da colonia militar de Pimenlei
ultimo trimestre do anno passado, bem com
dita-lo pela de 324J770 cm qne a obra da respec-
tiva apella excedeu ao crdito aberto para t lia.
Communicou-se ao predilo director.
Dilo ao mesmo.Ao 2 lente do 4 batalho de
ariilharia a p Antonio Luiz Teixeira Campos, que
vai commandar o destacamento da villa do Brejo,
mande V. S. abonar, como solicita o brgadeiro
commandante das armas, em offlcio de 13 do cor-
rente, oquantitativo aquo tem direito para despe-
gas de transporte de sua bagagem.Commtinicou-
o ao brigadeiro commandante das armas.
DHo ao mesmo.-Tranquillo a V. S. as inclusas
ooUf, aBtn de que, nao havendo inconveniente,
mand pagar compaohia de illumlnacao dosla
capital, conforme soliciten o brigadeiro comman-
dante das armas em offlcio de 11 do corrente, sob
n. 619, a quanlia de 672-5003, proveniente do gaz
consumido com a illuminago do hospital militar
I dos quarteis dos balalhoes 2*, 7o e 9o de infanla-
ria, do cor|io de gnamigo e da companhia de ca-
vallaria desla provincia no primeiro trimestre des-1
te anno. Commuaicou-se ao brgadeiro comman-
dante das armas.
Dilo ao mesmo.Segundo consta do aviso de o
do corrente, o Exm. Sr. ministro da fazenda, dee-
rindo o requerimento de Galdino Eleulerio Teixei- 1
ra de Barros, concedeu a demisso que pedio o
supplicanle, do lugar de continuo dessa thesoura- ,
ria. O que communico V. S. para seu conheei-
menlo e devidos effeitos.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Para satisfazer a resolugo da assembla legislativa
provincial, informe V. S. com urgencia quanto ren-
deu, nos ltimos tres annos que esleve por arre-
matago, o imposto de 20 por cento da agurdente
de produego do paiz consumida na provincia, e
quanto tem rendido depois que cobrado por arre-
cadago.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que V. S. solici-
lou em offlcio de 11 do corrente sob n. 135, acabo
de designar os professores Miguel Archanjo Min-
dello, Antonio Witruvio Pinto Bandeira Ac-foli de
Vasconcellos e Antonio Egidio da Silva, para exa-1
minaren) no concurso, que tem de proceder-se
nessa Ihesouraria no dia 18 desle mez para preen-,
chmenlo da vaga do 2 escripturario nella exis-
tente, sendo o primeiro em grammatica da lingua i
nacional, o segundo em principios da escriplurago j
por partidas dobradas, e o terceiro em arithmelica
e suas applicagoes, com especialidade a redueco I
de moedas, pesos e medidas, no calculo de descn-
lo, e juros simples e compostos. O que declaro i
V. S. em resposta ao seu citado offlcio. Commu- '
oicou-se ao director geral da inslrucgo publica.
Dito ao mesmo. Para satisfazer a deliberacao
da assembla legislativa provincial, informe V. S.
acerca do >|iie pede no incluso requerimento o con-1
tiniio dessa ihesouraria Jos Luiz Salgado Accoli.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.De-
claro V. S. para seu conheeimenlo que, por avi-
so da repartieao da marinha, de 26 de margo ulti-
mo, foi approvado o contrato celebrado com o ba-
ro do Lvramento em a daquelle mez, para forne-1
cer por lempo de doiis annos o cimento e pedra de
alvenaria precisa s obras desse arsenal e melho-
ramelo do porto. Communicou-se ao inspector
da thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo. Communico V. S. que S. M.
o Imperador, segundo constou-me de aviso de 10
do corrente, houve por bem nemear o Dr. Francis-
co Caries de Araujo Brusque por decreto de 31 de
margo prximo lindo, para o cargo de ministro e
secretario de estado dos negocios da marinha.
Iguaes communicagoes se fizeram ao capilo do
porto, e ao iospeetor da ihesouraria de fazenda.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Commu-
nico V. S. que por portara de 5 do corrente, se-
gundo me conslou de aviso da repartieao da guer-
ra da inesm.i dala, foi nomeado Jos Alfredo de
Carvalho para o lugar de escripturario dese ar-
senal. Communicou-se Ihesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo. Mande V. S. receber da agen-
cia da companhia de paquetes um volume conten-
do os Vio covados de panno mesclado, que por avi-
so do ministerio da guerra de 9 de margo lindo se
mandou fornecer pelo arsenal de guerra da corle
para faldamento dos msicos do 9" batalho de in-
famara.
Dilo ao mesmo. Respondo ao offlcio de V. S.
desla data sob n. 289, declarando-llie que os cinco
caixes com o rotulo devdros vasiosvindos da
corte no patacho BHieribe devem ser enviados para
a provincia do Cear por ser esse o vasilhame de
que traa o aviso da reparlgo da guerra de 23 de
novembro ultimo, conslanle da copia Inclusa.
Dito ao capilo do porto.A'V. S. ser apre-!
sentado o recruta Maximiano Ribeiro da Costa, pa- i
ra que Ilie d o conveniente deslino depois de ins-
peccionado.
Dilo ao commandante do corpo de polica.Po-
de V. S. fazer engajar, para o servico do corpo sob
seu commando. o paisano Manoel Joaquim Pereira
Magalhes. que me foi apresenlado cora o seu offl-
cio n. 168 de 11 desle mez.
Dilo ao coronel recrulador. Mande V. S. por
em liberdade o recrula Bento, de que trata a sua
informacao de 6 do corrente sob n. 78, o qual
reclamado como eseravo por D. Isabel Mara das
Chagas Guimares, que provou pertencer-lhe.
Dilo ao juiz de paz presidente da junta de qua-
lilicago da fregueza do Poco da Panolla.Nao
tendo acompanhado a lista dos cidados qualilica-
dos votantes nessa fregueza no eorrenle anno, que
Vmc. me remellen com o seu offlcio de 12 desle
mez a copia da acia da installagao da junta revi-
sora. cumpre que m'a transmita com a maior bre-
vidade possivel.
Dito ao 2o juiz de paz do Io dislricto da fregueza
do Poco da Panela. Em vista do que me repre-
sentou o juiz de paz mais votado Francisco Duarte
Colho, em offlcio do hoje, recommendo Vmc.
que mande eniregar-lhe o livro da qualilicaco dos
votantes dessa fregueza no correntj anuo, una vez
que elle se deu por promplo, como determina o
aviso n. 136 do 1 de oulubro de 1847.
Dito aos agentes da companhia brasileira de pa-
quetes vapor. Podem Vmcs. fazer seguir para
os portes do norte o vapor Cruzeiro to Su/ boje
hora indicada em seu offlcio de hontcm.
Dito ao commissario vaccinador.Haja Vmc. de
enviar secretaria desla presidencia algumas la-
minas de puz vaccinieo para ser remellido para a
fregueza do Limoeiro.
Portara. O presidente da provincia, allenden-
do ao que requereu Felismina Claudimira de Mel-
lo Lopes, e lendo em visla a informacao do direc-
tor geral interino da inslrucgo publica de 11 do
corrente sob 11. 64, resolve nomea-la para reger in-
terinamente e mediante a gralifleago annual de
61)05000 a cadeira de inslrucgo elementar da vil-
la de Garanhuns, que se'acha vaga. Communicou-
se ao director geral da inslrucgo publica.
Dila. Os Srs. agentes da companhia brasileira
df paquetes vapor mandein dar transporte al
o- Maranho, no vapor Cruzeiro do Sal, em lugar
de r destinado passageiro de estado, aoDr. Mi-
guel Archanjo Monteiro de Andrade, juiz de dire-
to de Jaicoz, na provincia do Piauhy, e era lugar
de proa a um seu criado.
Expediente de secretario de gevtrno.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Communico V. Exc, de ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, que por despacho desla/data
aulorisou-se o director do arsenal de guerra a
mandar satisfazer o pedido para o concert da jar-
ra de que trata o offlcio de S. Exc. n. 660 do 12 do
corrente.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda transmit-
tir V. S. as 10 inclusas ordens, sendo 9 do Ihesou-
ro nacional sob ns. 30 38, e urna em duplcala
da reparlgo do ajudante-general sob n. 393, e
bem assim um offlcio da directora das rendas pu-
blicas, datado de 26 de marco ultimo.
Dilo ao diroctor-gcral interino da inslrucgo pu-
blica. S. Exc. o Sr. presidente da provincia, fl-
cando interado pelo offlcio d S". Su de 12 do cor-
rente sob n. 66, de lerem sido approvados Antonio
Juvino da Fonceca, Antonio Francisco de Moura,
Flix de Valois Correa, Juvencio Temporal, Joo
Jos Ribeiro e Sabino Anisio de Faria, no ex/.me
de veriilcago de capacidade para o magi',ierio
publico que se submetteram, manda devolver-
llw as provas esc ripias que acorapanhan^v o cita-
' do offlcio,
vaga em
Despachos do dia 11 de abril de 4861.
Requerimentos.
Andr Alves Gama.Informo o Sr. desembar-
gador provedor da Santa Casa da Misericordia.
Alexandre Correa da Fonseca- Informe o Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda.
Antonio Jos de Souza. Volte ao Sr. director
geral da inslrucgo publica para expor o mais que
Ihe occorrer.
Antonio Pinho de Moraes.Nao ha
que possa ser admillido o supplcante.
Florencia Anna do Amor Divino.Por ora nao
ha vaga.
Felismina Claudina de Mello Lins. -Passe porta-
ra na forma requerida.
Irmandade de Nossa Senhora da Boa-Viagem.
Intorme o Sr. Iheseurciro das loteras.
Joo Pereira Adrio.Remellido ao Sr. director
da colonia militar de Pimenteiras para prestar ao
supplicanle a prolecgao que estiver em seu poder.
Joannade Aquino e Oliveira.Indeferido.
Joaquim Alfonso de Mello.O supplcante ser
remellido para o termo de Barreiros, logo que seja
requerido pela autoridade competente.
Jos Pedro de Sant'Anna. Informe o Sr. Dr.
juiz de di 1 vi 10 da segunda vara.
Jos Cecilio Carneiro Monteiro.Use dos meios
que a lei faculta.
Luiz Jos de Franga.Por ora nao podo ser at-
lendido.
Lourengo Jos da Paxo.Indeferido.
Licino Porsino Noslran e Andrade.Informe o
Sr. Dr. juiz de direilo da comarca de Flores.
Man-i'l Nobre de Figueirdo Ribeiro.Informe
o Sr. nspecior do arsenal de marinha.
Sebastio Antonio de Albuquerque Mello.Re-
mellido ao Sr. director geral interino da inslruc-
go publica, para allender ao supplicanle de con-
formidade com a sua informacao de 12 do corren-
te sob n. 65.
Thereza Mara de Jess.Informe o Sr. coronel
recrulador.
lOMAMM) DAS ARMAS.
Ojiarte! general do commando das armas de Per- '
namliuco, na cidade da Recite, l.'i de abril de
1MU.
Ordem do da n. 313. j
Havendo o 1 i I cu. e Exm. Sr. Dr. Domingos de
Souza Leo sido nomeado por carta imperial de 5
de marco ultimo presidente desla provincia,segn-1
d commumcou em offlcio de hontem datado, o ge-,
ral commandante das armas assim o faz constar
gnamigo para os lins convenientes.
O mesmo eral faz outrosim constar que appro-
vou o engajamento que conlrahiram por mais seis
annos, nos termos do decrete e regulamento do
Io de maio de 1858, precedendo inspeegao de sa-
de, os soldados Jos Luiz de Franca da 6' rompa-
nliia do 2 batalho de infanlaria. no dia 10. e Jos ,
Francisco dos Santos da 1" companhia do 9 bata-
lho da mesma arma, no dia 15. tudo do corrente
mez, conforme participaran) os respectivos com-1
mandantes em offlcio marcados com os ns. 335
e 237. i
Assignado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lugo.
Conforme.Jos Ignacio de Meieiros Reg Mon-
teiro, capilo encarregado do delalhe.
sas que wao deviam envergonha-la. Os povos da
Hespanha insorgiram-se contra o miserave! nionar-
cha que os nossos triumphos na campanha penin-
sular Ihe impozeram. A santa allianca resol veu
calcar aos ps essa primeira scentelha da cnnfla-
gracSo, que receiavam percorresse a Europa. A In-
glaterra tinha naquella poca om governo tory ;
mas era um paz livre, e no ministerio dos neg
cios estrangeiros achava se Mr. Canning. Nao suc-
cumbio em presenca da arrojada violencia da san-
ta allianca 011 do isolamento em que ficou o nosso
paiz.
INTERIOR.
i'OHKKSPo\i:vri vs o mi
KM 1E PKHWIIHKO.
PAR.
Bflm, 9 df abril de 1X81.
A alfandega renden no ultimo miz 185 i."
ris.
As oulras repartieres liscaes, pouco mais on av?
nos 95:0005000
l'assageiros e navios entrados c sabido! OJO tkt
mez sao os seguuoles :
Passngeiros.
Knls. Salw.
. 30 I II
Sien charo redactor. Ainda contino mais ou
menos ncommodado, mas isto nao obsta para que
os seus leitores deixem de ler noticias desta parte
do imperio.
Hoje a correspondencias, as carias noticiosas,
um resumo einfim de novidades, sao necessanos e
apreciados como a imprensa, o vapor e a lelegra-
Juhzou do seu dever nao arriscar a sorte nacio-
nal n urna guerra em que os interesses britan-
nicos pouco ou nada tnham a recejar, e em quo
os seus limitados recursos militares seriam promp-
tamente supptantados. Achou opportuno pr-se de
Sfo^^2er^ .elecrca^iojeo-homemqnerludo viste, s
mou. A santa allianga fez oquebemquiz, e.ixo- Sfct?^LMfl*?^^,g^e ^'^SS;
lando os patriotas hespanhes desde o I ida soa at '" 1"","* U:M' ,nome"1 ,|Uer es,ar, ,!in ,odo
aoGaudiana como os \IIemaes esto fazendo aos I -n,und,, ao ,mmo ,em|>- iw que a trra que
DinamarquezeV I P|fa' 2 mar 'lue nav,'Sa' M 1 Inasfr, j para
Foi um trmmpho estril. A heranca que de-l e".e: Sa J,e4Ul!nos "iposveis
I'ortuguezes___
Peruanos......... 7t
Inglezes......... 42
4
i
I
I
I
1
I
Francezes.
Bolivianos........
Hespanhes......
Americanos......
Italianos.........
Hamburguezes ...
Allemes........
Total
.V'irio.
m
gresso de Verona. A Gra-Bretanha me do isolamento,
a influencia multiplicada.
ma cu'mn'iT'."".'""'""'"......,"'" ;"""'"_ como que se harmonizan) e casara com o comple-
modo8matBeiito,coiooafater aprimorado, com meBtofdo prgress Sl.ia|.
O mesmo, pouco mais ou menos, acontecer
agora. Aquelles que com maior vehemencia im-
pugnam a nossa presente situac.o, nao tardaro
enl convencer-se que assim "necessario, o em
consolar-se da continuaco, quando reconnecerem
o que nao lardar em lrnar-se evidente ao mun-
do, presenceando este anno o mais espantoso de to-
dos os anachronismos, a mais violenta de todas as
anomalas, na resurreigo dessa mesma sania al-
lianga que por tantos annos se '
nunca mais ser revocada vida.
Austria, Russia e Prussa, foram pousar no corpo
palpitante da Polonia, para ah celebrar ominoso
conclave. Collocaram-se em preseuga de iuteres-
ses communs, de cummum destino. Procedem em
dilferenles lugares, e por diversos melhodos, ani-
madas de urna so voulade.
Enls. e
Urasileros....... 14
Inglezes......... 7
Portuguezes...... 1
Norueguenses___ S
Francezes..J...... 1
llanoverianos.... 1
Total V
I
I
S
i
o
0
i
o
1
91
Saks.
II
10
1
1

1
Moje segu para Lisboa a barca Lin4m
nliSa para Nanles a barca Twanlin; e m dia I
Deixems de idealisar lanos beneficios e bonda-
des em favor da nossa actualidade ; vamos cami-
nhando como notemos ido. por que os que desejam a barca Amazonas para o Pwlo por UsbiVa.
antes o passado,desconheccm a tendencia que a ra- <>s dous navios portuguezes Limo e Amnzom-.
zo humana tem para aperfegoar-se e desenvol- segundo consta dos annuncios publicados do jor
verse. mies, cmduzem cerca de uns cera passagetrw '
Aijui nos chegou hontem o Ogapock, de ora avan- Ha por aqu um furor de viajar. 4 quem bx al-
ie nos parece que taremos mais algumas horas f ara goma economa ou tem mais 011 menus forioaa, U
escrever a nossa corresiwndencia, avista do aviso vo de anno 1 anno dar o seu passdk) a Europa;
do ministerio das obras publica^ du 18 do mez ul- us por esparecer, oulros por molestia, oulros aM-
jug'ou"n)orla"para ,'ttl0> 'lue determina que a demora dos vapores nes- da (ior negocio,oulros em lini pr rnloder que 1-' >
As tres aulas da ,e Porl, seja de um praso razoavel, cointanto que moda e Mara na com as mitras t
' a correspondencia vnda do sul possa ser respira-' E' na verdade para sentir que nao apparecpsse
dida pelo mesmo paquete. anda por aqui urna linha de paqui-v* para a Eu
Isto foi na verdade um beneficio roal para todos, ropa ou para ns Eslados-l nidos .' faldea lamfcem
e especialmente para o commercio que por muitas nos tocar alguns dos mclhoramentas que p*\
e muitas vezes soffreu se nao graves prejuizos, pelo essa parle do imperio, com esp^riahdWe na rapt-
menos Iranslornos e atropellos, com as presas dez e commodidade da nawgigo v^por.
sempre apressadas de alguns dos commandantes,
que a nada atienden) se nao aos seus interesses e j
desejos I
Veremos se osla providencia d'aqu mais al-
gum lempo, cahir em letra mora do esqueennen-
< A Prussia e a Austria andam cm demanda de
indignos laureis em combate desegual cora o pe-
queo povo dinamarquez. A Austria deixa de
oppr-se invaso do Jutland, e tem outro sim a
sua tarefa especial na provincia da Gallicia. A Rus- |o, como succede com tudo quanto boiu e til aos
sia coilocou o seu exercito em p de guerra, e | interesses geraes '
EXTERIOR.
O isolamento .aa Inglaterra.
O Times de 9 do corrente sola lgubres impre-
cagues por causa do isolamento e n que se acha a i
Gra-Bretanha, no momento em que, segundo diz, i
as potencias do norte se colligam contra as tenden-
cias liheraes da poca.
Observa que o abandono a que foi votado o go-1
verno britannico dimana nicamente do empenho:
de manter a paz e a boa harmona ntreos gabine-1
les do continente; e que uo a vez primeira que
eguaes resultados se colhent com o mesmo louvavel j
proposite.
Segundo o jornal em questo, a culpa nao s-'
mente dos absolutistas ; mas tambum dos intitula-
dos liheraes, que rejeilam as mais sensatas e con-
ciliatorias snggestoes.
Nao repara que o syslema poltico da actual ad-
ministrago ingleza a causa principal dos emba-
ragos em que se v enllocada. Para obter da Rus-
sia concesses em favor da Polonia; para alcancar i
da Allemanha garandas em prol da integridade da
Dinamarca; a influencia, os recursos da Gra-Bre-,
tanha nao eram sufficientes. (arecia de alliados
conlinentaes, para levar [ior dianle as suas vistas;
e os actos de lord John Russell tem quasi todos o
cunho do egosmo, da sobranceiria, e do menosca-
bo pelo apoio das oulras potencias.
Nao sorprende em consequencia. que Tyrios e
Trvanos se alfastom do poder que os Ilude c os
comprometi para procuraron auxilio n'oulra par-
te. Nao admira que liheraes e retrgrados peream
a f n'uma adminstrago, impotente para o bem,
assim como para o mal, entravada pelo antagonis-
mo do chefe do estado o do herdeiro presuinptivo,
suspeitandomais daquelles que apetece como allia-
dos do que parece receiar dos seus declarados ad-
versarios.
t A condigao da Inglaterra, diz o Times, parece
vollar rpidamente ao que era em remolas pocas, j
antes da conquista dos Romanos. Se por mundo se
entende o mondo poltico, estamos to comple-1
lamente separados delle agora cmo ento. As de-
ploraveis lamentagoes e melanclicas prophecias de'.
lord Derby, Ellemborough e Grey na sesso de
hontem, ouvem-se em toda a parte: e parece dever i
suppor-se que estamos iuvolvidos em alguma nova
e inslita calamidade.
Debalde procuraremos em torno de nos sym-
pathia ou cooperaco. Apenas nos resta, depois de
urna serie de enrgicos mas inaffleazes osforgos,
deixar correr revelia os aconlecimenlos, que fo- i
gem ap nosso influxo, maniendo-nos em inage
mais ou menos merencoria.
t Entretanto, para este estado de cousas, que
tanto provoca a irnica commiserago dos nossos
inmigos, e que to mal interpretara alguns compa-1
trilas, enconlra-se nao pequea dse de consola- i
gao. Existe alm do mundo poltico o commercial ;
e desle, nao s nao nos vemos excluidos, como,
nelle nos tornamos cada dia mais activos e mais,
preponderantes.
t Se nao podemos seguir os tendencias polticas |
que julgamus melliores em todo o caso acbamo-nos
de posse de certas vantagens que ncohoma combi-
naco pollica de per si |>de assegurartemos ri-
queza, paz, prosperidade e bom govemo.
c O solamente de que se queixam os pares de
Inglaterra, nao foi determinado por nossos erros
ou pelos nossos crimes, antes consequencia do
honesto empenho de paz e concordia entre os povos
da trra, empenho em que ninguem nos apoa. Nao
a primeira vea que snpporlamos a temporaria
aberrago, ero, ser a ultima se nos, ou os nossos
visinhos conlinentaes, nao naudarem ussencialroed-
te. O mechanisino do nosso governo differente ;
as nos.v.s vistas, os propsitos dllerem do todo o
ponte dos que elles teem. apenas provavel que
de quando em quando marchemos juntos ; e se nos
encontramos, de ve altribuir-se a mero accidente, a
nada mais. .
Ha DMoo mais de quarenla annos, a GrS*
Brelao.Wl acliou-se em iUSo idntica, e por cjW-
Do Amazonas nao sao de maior importancia as
ultimas noticias, a uo ser a reunio dos deputados
provincaes no da 25 de marco (sexla-feira santa)
na respectiva assembla, onde deliberaran) adiar
os seus trabadlos at que tome cunta das redeas
da adminislrago o novo presidente, visto nao rc-
conhecerem legalidade nos actos do presidente Sin-
val, por se aehar esle exonerado, desde que leve
noticia da sua remoro.
Isto nao admira, pbis que a assemUSJ e eaige-
ral opposicionista e omnipotente no seu pensar ;
entretanto o presidente conlinuava na direcgo dos
Por mofina, | negocios pblicos al a chegada do Dr. Adolpho de
Barros, ime d'aqui parlio para seu desliuo no va-
por Belem em 1 do correte.
Hoje j deve, como o secretario, eslar de posse
da adminislrago da provincia, e de regresso para
esta o Dr. Sinval, alim 00 seguir para a Parahyba
no vapor de 23 do corrente.
Esle administrador leve um governo bastante
tempestuoso ; os seus actos foram violentamente
atacados pela opposico, tendo a m estrella de per-
der as eleicoes lano de deputados geraes, como de
provinciaes'. j
Cora linio observase que o Dr. Sinval, alm de
ser mogo intelligenle, lera proleeeo. por isso que,
se o que succedeu no Amazonas l'osse rom outro
qualquer, estara mullo fra do circulo da gover-
oacao.
Do Per as noticias chegara 16 de marco.
A' 6 do mesmo mez havia chegado a Lorelo a co-
aproxima-se s fronteiras dos seus adiados, pres-
tes a dar-lhes auxilio, onde quer que o precisen),
alim de carregar os povos opprimidos com mais
pesados grilhes. Pode pois sorprender que haja
pouca sympathia entre a Inglaterra e as nacoes
que assim procedem? Deve sentir-sea impossibili-
dade de accordo entre nos c taes alliados.
I'o.l.i aUogar-se quR se a Inglalorra nao tem
sympalhias pelos dspotas colligados para a des-
truigao da liberdade no norte e no Oriente da Eu-
ropa, deveria ao menos achar-se em bons termos
com o partido liberal da Allemanha.
tambera islo inexequivel, sem culpa da Inglater-
ra. Colhemos das francas revelagoes de Mr. Bis-
mark, consignadas nos documentes apresenlados ao
parlamento, que as provincias do Holstein, de Sch-
leswig e o proprio porto de Kiel, nao sao as cau-
sas da aggresso da Austria e da Prussia. A Dina-
marca noderia ter conservado o seu ducado alle-
mo se nao fosse a librrima ndole das suas ns-
liluigoes. Foi o conlagio do liberalismo dinamar-
quez que a Austria e a Prussia quizeram deter.
Sao inmigos da liberdade no norte, como os que
ha quarenta annos, sem provocaeo, destruiam a
liberdade no sul; e o sangue derramado a se-
quencia da sempre renovad), nunca exlincia lula
entro a liberdade e o despotismo, K, comtudo, na
presente conjunctura, o partido liberal na Allema-
nha, adverso s suas tradigoes e aos seus princi-
pios, releva o des|iotisrao pelo ataque liberdade ;
e agula os agentes da dieta para que propaguen) nhoneira Igualan Acha-se leiininada a questo
as doutrinas daarblrariedade, afim de que se com- en[re o nosso cnsul e o governador do Lorelo ;
pete a odiosa tarefa. por consegrante aquelle navio deve regressar bre-
Fascinados pela oca invocagao das nacional!- \ v,!*?u? ?'Jm,,,,t-1,npir .i- nnno ,lo Pari
des, cegos pela pueril anlipalhiaV raca. 1 pre- n^ftJS K S2Uo^lSo!
Os navios surtos neste porto sao oi segoiX'.*-
Adr*cargi.
Brigne escuna Granosa.
Dilo ingle/. Onda.
Dilo dilo Florist.
Boro* dita Hannak.
Dita dila Bisa
Escuna dila Enchantress.
Dila franceza Josefina.
Brigue dilo Amiral Hanulin.
Brigue portuguez Tamega.
A' carga.
Barca portugueza Linda.
Dila iliia Amazonas.
Dila franceza Tocantins.
O vapor Ogapok parle hoje ao meio
O ro Amazona tem enchufo bastante \t
cidade.
tendidos liheraes da Allemanha de faci tomaram
a vanguarda na cruzada contra a liberdade da Di-
namarca, e aliaram com as suas proprias mos a
espada que ha de vollar-se contra elles. Pode es-
tranhar-se que a Inglaterra lenha pouca inciinaeao
trans.
cora osefeitos, machinas a petrechos que trouxe de
DIARIO DE PERNaMtUCO
Pelo vapor Ogapoch, entrado sahbaJu O porto-
do norte do imperio, receb-mos cartas t jonn
com dalas : do Para al.- 10 do Miranhi
do Piauhy al K do Ceara at>- 13, do K
e l'araliyba at l\ do corrente :
moflOM t Para.A minuciosa carta fe
corres|K)ndente relata quanto orcorrea.
Maranhtio. N:i ausencia da carta pondente, recorremos ao fwtmanamt M-i
d'onde Iranscrevemos o que segu :
Seguio BOTO Pernambuco no vapor
artista dramtico Sr. Duarte Coimbra.
< Dotado de excedentes qualidades pr*;
artista de grande mrito, nao de 1 '11
muitas alleicoes de estima e ami-.ule que I
bido adquirir era lodas as potM onde se I
sentado, e especialmente nesla capital
Seus amigos na oceaoBo do sea
eoUoeomo 00 rampa a banda de mu>ica 1
tallrio da guarda nacional.
Seguirn) com elle contralailos os loo
maz, Lisboa, Guimares, DI). 1'.imilla e !.
e irabalhadores engajado para o Per.
Eslo-se a concluir no OOSSO arsenal os peque-
os vaiKircs para a navegaco interior dos ros que
porhomens.que desl arle promovem a sua ruma alllu^ ao Solimoes-, os coinmandanles ja se achara
designados para os conduzr a seu destino.
no proposito de arruinar o paiz visinho?
t A isolago pode ser um mal; |wrm mal
muito menor do que a cooperago com os astutos
Inglaterra, assim como os machinistas, engenheiros e oulros artistas da exlincia empreza Cota*
lo Rocha.
Hontem 29 de marga leve lugar o baifo <
Srs. negociantes portuguezes deram em I
seu compatriota o clebre pianista porluense.
Ksleve mu concurrido e animado, e o serri
Tudo islo quanto diz respoilo a repblica perua-
na esta em aclividade, e podcmcs-lhe afUancar que
polticos que delinearam essa alianca, ou cara os 1 os olllciaes de marinha sao quasi todos joveiis e era
geral de solida e variada insiruccao, faliaudo lodos
o francez e o inglez.
Desla provincia nenhumas sao as noticias de
consideraco.
Coulinua-se a fallar cm mudangas e oooMOfOOl
para os lugares de magistratura, vagos e a vagar
nesta provmca.
O'iiovo desembargador Amonio de Itarros e \ as-
concellos, largou hoje a vara de juu de direilo; s
simples crdulos, que serviram de instrumento pa-
ra a sua realisago. Temos intima conlianga de
que as vias tortuosas s trarao aquellos que as tn-
lliara desaponlamento c calamidade. Senlimos mili-
ta satisfago cm carregar com inconveniente ainda
mais grave do que o afastaraento de to injusto ac-
cordo, antes do que ser cmplices do triste drama
em que representan) cunspicuo papel o egosmo
dos res e a loucura das naques
O Times pretende que o governador inglez se-
gu o bom caminho, achando-se em divergencia
com os retrgrados e os liheraes allemes. E per-
millido suppor que a animadverso dos dous par-
tidos nao depoe a favor da boa te e da lealdade da
poltica brilannica.
A referencia ao accordo da Russia de por o seu
exercito em p de guerra, parece desmentida. Nao
apparece o documento offlcial do gabinete de S.
Petersburgo com semelhante disposigo; nem ha
motivos para tornar plausivel lo grave delermi-
naco.
Quanio s queixas do conde Bsmark acerca da
ndole democrtica das instituigoes dinamarqae-
zas, obvio que se enganam os que nellas vem
mais do que a conlrariedade causada pela ohsli-
n-tco da opinio publica scandinav.-, ijue exerce
forte presso sobre o novo re e sobre o ministe-
rio para invalidar as tentativas de eompromisso e
de Iransacco.
A constituicao de 18 de novembro nao difiere en
cousa alguma do anterior cdigo poltico seno na
definitiva eneorporago do Schle*\vig ao reino de
Dinamarca. Os governos allemes nunca se jolga-
ram em perigo de qualquer propaganda democr-
tica, proveniente de urna raga antipathica aos |>o-
foi feto cora todo o arete a profuso.
Depois do cha u Sr. Arthur Napoteo im-au at-
Saudades do!Maranho,rcenlesvarurV 1I0 *w
compo-ic'i. que sao mais um tloro a soa rft|ur>-
sima coroa de artista. Terminada a execorit Ja
pega de msica, que foi ouvido cora arrouboe phre-
nelicameiite applaudida, recilouuSr. OtiveirajSMl-
tos, mimoso poeta porluguez e negociaate Jhuta
praca urna poorii qne merereu os applaasoojcwB
que a victoriaram. I
Hoje ao meio dia foi mimoseado o joveo ros-
la pelos mesmos com um coate de rts em Oar>
segu no segrale vapor ; mas consta que anda para os gastes de soa viagem ao Para.
ir ao Maranho,onde deixara a familia, e quepas-; oom ola manifesiagao publica de sea ea.Vi
sando-se ao llio de Janeiro, deseja alcancar antes' siasmo u admiragao, mostram os nrgoi-uitMOtjnw-
a relago desta provincia do que a d'ahi, em con-1 tuguezes residentes em nossa pn.vmcu qur IW-,
sequeucia da familia e interesses que lera no Ma- nao sobrelevam em cortezamae b-Kn gusto os wtu-
ranlio. i compatriotas, habilaiites de oulras mais idnaOiOi
Falla-se em nomeaco de presidente para esta | do imperio.
provincia, constando" que o Sr. Brusque passarL Sepnltaram-se oo dia 2. o Sr. coronel ptov
para essa. I mundo lansen Serra Lima; a S5, o Sr. tome*
Digo islo pelo que me coutam.
O governo geral acaba de mandar transenr o
arsenal de guerra que se acha at aqu eta parte
do edificio da alfandega.
Nao sei o cerlo o novo local designado, mas- di -
zem-ine liaver troca de edificios para semelhan-
te lira.
A corveta Baliiana tendo chegado a este porto
no dia 26 do mez lindo, seguio a sua viagem de
inslrucgo martima a Europa no dia t do cor-
rele.
Durante a estada aqui a offlcialidado foi visitada
por diBerentes pessoas, entre as quaes liouveram
as visitas do presidenle provincia, bispo diocesano
e Dr. chote de polica.
Acaba de chegar no vapor, o bem conhecido pia-
nista Arthur Napoleo.
Brevemente vamos ter o prazer de ou ouvir, e
vos germnicos, cujo idioma, habites, crengas, ten- consta que para este fim ha grande concurrencia
dencias, em Indo divergem da pequea nago di-! ^ pedidos para bilheles, para o primeiro concert.
,,.,>...,.,,., II...: IT.. f l.m Vil .... m,)^ uiiuval 1. til____,___I
naraarquoza. O rei Frederico Vil, que nada poupott
para hostilisar o proposite da Allemanha. ehegou a
dizer que se entendesse conveniente, para susten
Do commercio nada Iu de notavet.
Foram pronunciados priso e lvramento como
incurso no artigo laT do cod. criro. o negociante
ter os di rei tos do seu paiz, a proclamagao da re-! ailerao Guilherme Braraber e Domingo Jos Fer-
publica, nao hesitara em faz-lo. Entretanto, nem reva wr causa 0s leiles que fizeram na casa do
primeiro, sem estar autorisados jegalraente para
Tsso, conforme Ihe noticiei pela miuha correspon-
dencia de 9 do mareo ullimo.
O juiz formador da culpa foi o Dr. Romualdo de
Souza Paes de Andrade, juiz municipal e do com-
mercio que acaba as suas funegoes pronunciando
estes individuos, assim como no principio fazendo
recolher prso alguns oulros coramercanlus
comprometidos as quebras.
Este juiz diliuitivaineule nomeado de direilo para
a comarca de Solimes, pretende seguir a seu des-
tino om \" do mez vindouro.
Falla-se tambera que ser nomeado chefe de po-
da do Amazonas, como j Ihe disse.
Qqem o governo roa.nd.ara para a vara que flea
vaga o a Allemanha fez cabedat algum da ameaga, nem o
monarcha verificou a menor ulilidade de seme-
lhante arbitrio.
Segne-se que todo o jogo de palavras do Time
assenla em falsos alicorees. Nao se trata de absolu-
tismo e de liberdade, de sania allianca ou de pro-
frotM \ mas de quesles de nacionalidaile, de in-
fluencia poltica, em que a Gra-Bretanha desta
vea impotente para entrevar o curso dos acon-
tecimentos. .
Os Ingleies doem-se, porqnc rcceiam \er Kiei
conwdo em arvmal de marinha prussiana ; por
que nao Ihes co'.ivm a presenga de urna nova es-
quadra no Ba'.'iieo e 00 mar do norte. Indc ira.
(Jornal do Commercio de LisbaJ
millo Lehs de Morats Re-.-o; mestre de certrn-
do solio episcopal. I
Hontem 110) s '. horas do dia reuovam -
as tres freguvzias desla capital o eleitoreMp
penles alim de consiiiuirem a mesas parirfcti
que eom a maior calma e mgulardade foraao hc-
madas.
Pialiit.De Thoresina nw escrereo ea o r do
corrente:
ltimamente tem havido muita irrrgnlartiide
as chegadas aqui da m:Ja do curre Oa r#rv 1
uns altribuem a demora da mala ao *taJeia mm-
vai buscar eui Caxias, e oulros re
ment ao agente do correio da mesma
nao despachar incontinenti o eSlaiMa, ***** 1**
slese quetxa do mesmo ageirte ?".T%'**1 ^* *
mala qoe aqm deve rhefar no dia a-te eaamrt.
tem nestes ullimos lempos chegado 0
que deve chegar nos dias 22, a n e i, e aigooaa>
depois disto. ____
Esperamos que o administrador do rorrew Oo
Maranho d algnma provideocu em uoO-Oi a
cessar lana demora.
Parece-me que j Ihe fallei no proeev de rev
ponsabilidade que contra o agente do correo da
villa de Prncipe Imperial Miguel Antonio de rtlo
Brrelo, mandou a presidencia instaurar, polo tarto
de ter elle aberto offlcio do Dr. juiz do direiiu re-
mellido para o presidente da cmara rouatctpa! de
Marvo.
O Sr. Miguel Antonio, que. segando se diz,
nao era a primeira vez que assim proceda, fot
por aquello acto, e sob informacio do Dr jo>4 **
direilo, sosuenso e mandado responsabilisar, l-
timamente demillido, sendo sutMtilui calu Nunes Leilo, sendo que seo processo est en
andamento.
J se acha nesta cidsde o Dr. Jos Cormtano
que ltimamente foi seu pedido remondo do lo-
gar de juiz municipal do Codo om Maralo par*
a cornaca de l' Imperial. 0 Dr. Jo Ojtouoo,


DlrW te MtnnHtu%, ... wtftnndft felra I A Abril *+ 1S4.


-
\ 5. Dous (l*flitsus, cun
JttUJUU animal rada um.
tt gra
lilbw
no le
hbil> per toms erren ra*teclo, olforece radas as
garantas para que continen! a man**^0",*c
regulaiidade os negocios daquelle
partir notes dias alial de ansumir
seu cargo. ... ,
i Pelo subdelegado do termo da Independen-
cia fo preso par ferimentos graves Autouw Bosa
le Lomos, i|ue e>t prutitMciaua
. Xo primeiro do mez passado o Dr. juite di-
reito de P. Imperial pronune.ou por crime de re,
pousabthdade ao iiuarto supplenlc do Juiz munici-
pal do mesmo termo Jos do Araujo Chaves, como
ocurso no nrt. 15'J do cdigo penal.
Tambera a presidencia suspenden c mandou
responsabilsar o lerceiro supplente do mesmo
juia municipal Alejandre Francisco de Mello
Barbosa, porque deixou de preparar na ultima
sessao do jury o auno passado, os procesaos de
triSSSfSrtWr^m ""**?& 7, a ^imte concernenteao
. Eo ZSffi corrente foi preso 12 leguas dis- servieo das obras provmc.aes, flea a eargo de cada
lauto danta capital o reo Joan Alaria, pronunciado
.... i .j.. .. ...,,,. i,-i.,'i, ii iiur cri-
Art. L Alm dn pessoM de qM trata o arL 3.'
o exercioio do llavera-ao servigo da*, obras provineiaeso numero
de mostres d'wbras, feitores, guardas e escreventes
qee forem exigido? |>ela natureza de cada urna das
ditas obras.
ArL o.* 0 presidente da provincia dividir as
ticas provincwcs em trus districtos, no centro de
cada um dos <]uaes residir um ongenheiro de sec-
1." As obras executadas dentro da cidade do
Recite e seus arrabaldes Ikaro cargo do enge-
nlieiro em chete.
Art 6. Neahurn individuo, nacional ou estran-
geiro, poder excreer os cargos de engenheiro da
provincia, sem que exhiba ttulos de engenltciro
civil ou militar das escolas do imperio ou da Eu-
neste mesmo termo desde o anuo pastado por ci
me de eetellionato. Ksie reo donois de cercado
peio inspector de quarieirio com urna escolla de
paisanos, n-s em resistencia, da mal soube o
dtl.M.ado da capital, que levando o facto ao conhe-
cimenlo do Dr. ebete de |K>licia, foram immediata-
mente dadas as providencias, e efectuada a prisa
regularmente e sem o menor desastre.
Nao marchain em boto pe os negocios do ter-
mo dos Peos ; acaba agora mesmo um Francisco
Marina da Hocha de queixar-se iterante o subde-
legado contra o Dr. juiz de di reito interino llai-
mundo Soares Bibeiro, por crime de injurias
verbaes, allegando que aquello juiz o mandara
chamar em sua prupria casa, e o tachara de la
um dos ongenheros cncarregados das ditas obras
na parte que Ihe disser respeito.
Arl. 8. Todo o pagamento autorisado pelo ser-
vigo das obras proviuciaes, que f,",r coucernente
obras ou aequisigao de material de um valor su-
perior a WOflOOO, lica a cargo da thesouraria da
provincia; o pagamento, porm, inferior aquella
soinma se ctTectuar por intermedio do engenheiro
a cargo de quem estiver o servigo que a recla-
mar.
S i- 0 presidente da proviucia, sempre que fAr
necessario, designar, sob pro(iosta do respectivo
inspector, um ou mais erapregados da dita thesou-
raria tiara servirem de agentes pagadores ao ser-
vico das obras provincia**.
Arl. 9. (presidente da provinoia poder con-
driio, brejeiro, patife, cabra, atrevido, gabola e | ffder ao engenheiro ao servico das obras provin-
mentiroso. I cta<:s' aos conductores e aos enipregados da thesou-
. Despachando o subdelegado a quexa, o juiz raria provincial que servirem de pagadores, aju-
de direito dirigio-lhe, logo que foi citado, um olli- da de cosas, sempre que tiverem de sabir dos
ci com dala de SI do corrente, dizendo que na ; seus districtos em servico publico ou para fazer
verdade bavia mandado chamar sua casa I pagamentos fra da cidade. Urna tabella, que de
assembla, regular
segundo as cathegorias
que se Iranspor-
mador e atrevido, o "que fizera
jeiz de direito interino, e que por
no carcter de i Art. 10. A presente le ser executada dentro
ronseguinte se de dous mezes da sua publicacao, e bem como os
isto bavia um crime, so o "tribunal superior o po- regulameutos que para este lim forem expedidos,
lia i.rocessar e nao o subdelegado, em vista do mesmo na parte dependente da approvagao desta
art 144 do cdigo criminal! assembla.
c Nao sabemos o que faz por ah o Sr. Dr. Mon-1 Art i I. Fica revogada a lei n. 286, na parle
leiro d'Vndrade ul.imamepte nomeado juiz de di-, ppposla presente resolueao o todas as mais dis-
rcito da comarca do Jaic, (a que pertence o ter-; posigfies em contrario. Paco da assembla, 28 de
mo dos Picos) que nao vem tomar coala de sua, marco de 1864. Buarque de MacedoCampello
comarca. ^yrrs GamaAndrade UrnaFrancisco Pedro
Pelo Dr. juiz de direito da capital foi condem- i 'minio C. Tacares dos Santos-Luiz Goncalves
Pelo delegado de Paranagu foram presos os A assembla legislativa provincial de Pernam-
t Pelo delegado de Faianagua roram presos os mamam*
criminosos de morle, Joao de Ueos, o Zelerina de; buco, resol ve :
Jess. Lr"<9 I
presidente da provincia s poder
o dia o ds mez passado pelo subdelegado de i conceder licenga com ordenado aos empregados
Jerumenha foi preso Joao Mximo de Souza, pro- pblicos em caso de molestia provada com altesla-
nunciado por ferimentos graves no mesmo lermo, do de facultativo. _
crime este que commtUeu desde agosto do anno Art. 2. As brencas com ordenado mo poderao
pagada .scr Pr u,n espaco maior de trinta dias.
t U delegado da capital preudeu no dia 2IJ do | Art. 3. U presidente da provincia poder con-
currente Julio Ferreira da Silva, iniciado em xeder bcenca sem ordenado pelo lempo de um a
tentativa de morte. imIo que esl sendo procos-' res mezes.
^0 Art. i. As bcenjas nao poderao ser renovadas
O Dr. Bibeiro, juiz de direito interino da co- ou prologadas, senao depote de ter o empregado
marca de Jaics contina com suas arbitrario- j exercido de novo o seu emprego pelo espaco de
dades. Ha poueo eulrou em julganienlo iterante mezes.
o jui v dos Picos por ci ime de ferimentos Antonio Art. .>. Acontecendo ser insnfficientc o praso de
Pereira dos Santos, e nao obstante reconhecer o "In^ d's para o curativo do empregado, o presi-
iurv o Dr. Bibeiro uao se impoi tou com a decww do i "audo a parte relativa ao ordenado dependente da
jurv, e condemnou o homein um mez de prisao !, nssemblea provincial
O c'ondemnado represtntou presidencia por to | das sossoes, 28 de marco
grande arbitrariedade.
Nesta cidade nao se fizeram os actos da semana
sania.
Consta que na cidade da Parnahiha, alm do
jornal Echo da Pinwiliyba que all se publica, va]
ser publicado um ouirO com o nomc de Trtwn-
pho.
Cf.mi. Tomou posse da presidencia da pro-
vincia, i do corrente, o Exm. Sr. Dr. Laffayette w' c o seu material Reara
Bodrigues Pereira, ltimamente nomeado. das obras publicas. ....
S. Exc, nesse mesmo dia foi obsequiado pelo Art. i.- Buvogadas as disposicoes em contrario,
seu antecessor, o vice-presidenle Dr. Paula Pessoa,, ''?> da assembla, 28 de marco de 1864.Cam-
coni um sumptiioso jantar. '
O invern comecuu no centro da provincia A assoml.loa legislativa provincial de Pernam-
no l.' d.i oxjrreulu, leudo cnido sempre cluivas buco, resolver .,.,,*-
at s uliimas dalas Ar'- '" 'ica creado o imposlo addicional de 3
Bio (1..aNi.K. No recebemos carta de uosso l,or ';> sobre a imposico geral da provincia, e
correspoodente. Nada occorreu, entretanto, que est<; appticndo a manuteneao de um azylo de men-
mereea monean. *"* na prov.noa. ________
P\vHvui.-Pelo segundo dislriclo eleitoral da Ar'- 2 Fir:,m 'sentos deste imposto addicional
provincia oram eleitoe denutados provinciaas os aquellas imposirtes, que tiverem urna applicacao
Sr^. : Drs. Benjamn d'tMiveira, Mawel Carlos de especial.
tioiivca. Klias liliaco Ezeu da Costa Hamos, Epa- Art- '' rvteno imposto sera hincado depo.s
minonilas de Souza Gouva. Francisco de Paula o 4e mntadn o estabelecmienlo, nao podendo em
Silva. Antonio Joaquim de Coutn Cartaono e An f^f ser COrail anles do anno nancciro
tnico II. nri pies d'Almeida, jiadres Francisco Al-. "'*' w- ,
ves Pequeo Vicente Xavier de Faras o Francis- **S da assembla, 28 de marco de 1864.-SU-
crt Hamos.
em discussao, OM. pre.-nieiite consulta a ctbu^ile- rteiuT eu*er |ior quaLpier motivo privado de
cidindocsta que a alterarlo de*c sor telta. |Jrcer temporariamente suas func(Ses.
Procede-se cm seguida votacilo nominal, e w Art. II. O lugar de director da esc.da normal
tam a favor do voto em separad* e emenda os Sr?. t o nico amovivel. Os de mestres normaos sao
Loureiro, Soares Brando, Araujo Barros, Armi- viulicios. '
nio, Goncalves da Silva. Andrade Lima, Bego Bar- Art. 11 O director da escola governa, inspec-
ros, Ayres Gama, J. do B>*go Barros, Detnosmenes,; eiona e dirige todos os trabalhos da inslitoicao, c
.francisco Podro, e Silva Barro?, e contra os Srs. o centrd cotnmum do todos os movimeolo da
Costa Ritviro, Jacobina, Aqolno, Diodor, Soulo escola.
Lima, -Valwr.Campello, Netto.Druinmood, Baptisia, Art. 13. O mesmo lrector tera o direito de
marque. propftr quaesquer reformas da nstrureio (ubi-a,
Contra a emenda os Srs. Jacobina, Aquino, Dio- correspondondo-se directamente rom director ge-
doro, Netlo, Campello, Drummond, e Buarque, e a ral, fluem lica immediatameote sujeito.
nor os Srs. Costa Bibeiro, Loureiro, Brandao,! Art. 14. O director geral da instruecao publi-
Araujo Barros, Souto Lima, Arminio, Goncalves da ca nao poder propor reforma alguma que diga
Silva, Andrade Lima, Nalxir, Be^o Barros, Ayres respeilo escola normal, sem oovir previamente
Gama, J. do llego Barros, Baptista, Francisco Pe- sobre o assumpto ao director desta escola,
dro, e Silva Barros. j Art. 15. Fica o presidente da provincia auto-
Dada a hora, o Sr. presidente designa a ordem nsade a ornear os empregados subalternos da cs-
do da e levanta a sesso. cola normal, que entender necessarios, e a mar-
car-Ibes os vencimentos correspondentes, sujeita
.-' ,m__. ~ esta ultima parce approvago da assembla le-
SESSAOOBDINABIA EM W DE MARCO DE 1864. gislava provincial.
pnEsiDENciA uo sr. co.NSBLHEino mico de | Art 16. Fica igualmente autorisado o presi-
loureiro. i dente da provincia a organisar o regulamento ou
As 11 horas da manha, feita a chamada e regulamento, petos quaes se tem de governar a
achando-se presente numero legal dos
deputados.
Abre-se a sessao.
Lida a acta da anterior approvada.
O Sn. Pkimeiro Secretario d conta do se
guite
EXPEDIENTE.
O Sit. Asm B.viinos justfltea e manda mesa o
seguinte roquerim Bequeiro ipw sobre o projede seja ouvido o
Exm. prelado diocesano. .
E' tambera lido este outro requerimento :
Bequeiro que sobre o projecto sefa ouvido S.
Exc. o Sr. hispo da diocese, sera prejuizo da se-
gunda dscusso.-<. Campillo.
Encerrada a dlscussao, approvado o projecto,
bem como o requerimento Jo Sr. G. Campello, fl-
caudo prejudlcado O do Sr. Silva Ramos.
cnlrou em discussio e sao appiwradas as postu-
ras addicioaaes da cmara municipal de Cimbres.
(Contin*m-se-kM.t
senhores, escola normal sob as bases da presente lei.
Art. 17. Passados ires annos depois de aborta
e posta em execuco a esrola normal, ninguem
poder ser nomeado professor publico de inslruc-
go primaria sem apresenlar titulo passado pelo
director da mesma escola, no qual se declare ha-
ver sido candidato seu alumno mostr, achar-se
do 1864 Cam-
legislativa provincial de Pernam-
dramticas ou lyricas
pello.
A assembla
buco, resol ve :
Art. 1." As companhi.vs
nao serao subvencionadas.
Art. 2. Fica suppnmldo o lugar de administra-
dor do ihealro de Santa Isabel.
Art. 3.* A conservacao do theatro de Santa Isa-
"bel e do seu material Reara cargo da reparlico
Pequeo,
co Ananias de Farias, tenonte-coroiiel Ildefonso
Avrcs d'Albuquerqne e Jovino Liaaava Dino.
Do Publicad**- iranscravemos o seguinte:
t Coctanos que chegando honlein. 8 do corren-
te, reparlico os empregados do thesouro, e indo ,
Um offlcio do secretario do governo remettendo approvado em todas as materias de que se compoe
as inforrnaces exigidas por esta assembla em of-. o curso de iwdagogia.
(icio de 21 do corrente sob n. 46. quem fez a Art. 18. Aos alumnos mestres, que em con-
requisigao. curso obtiverem ijuaiquer cadeira de inslruccilo
Outro do mesmo remetiendo as informaces mi- primaria que se opnouham, ser elevado o orde-
nistradas pelo juiz de direito da comarca do Cabo, nado mais 30 % do que actualmente vencen) os
e juiz municipal de Ipojuca exigidas por offlcio professores do 2^ grao.
Art. 19. Alm das escolas que a provincia ac-
tualmente conta, ficam creadas mais as seguintes :
De latimUrna era Villa-Bella.
Uraa em Garanhuns.
Urna era Ouricury.
Sexo masculino.
Do 1" grao. Uraa noGymnasio Provincial.
Duas em Santo Antonio do Recite.
Urna em S. Jote do Becife,
Duas na Boa-Vista do Becite.
Una na Capuoga.
Urna em Apipucos.
Urna em S. Jos da Coroa-Grande.
Urna era S. Caetano da Haposa.
l'nia era Cimbres.
Urna em Bebedouro.
Uraa em fapoeiras.
Urna em Alagoa-Secca.
Uraa Bel monte.
Urna na Boa-Vista (Santa Mara).
Urna em Goianmnba.
Urna em Tejucupapo.
Urna em A rogados (logazeira).
Sexo feuitnuw.
Do 1" grao.Urna em Santo Antonio do Becife.
Unta em S. Jos do Becife.
Urna na Boa-Vista do Recite.
Urna na Capunga.
Urna no Monteiro.
Urna em Jaboaiao.
Urna em a villa de Granito.
Urna em Baixa-Verde.
Urna no Brejo.
Urna em Tacarat.
Una em Lagoa-Secca (Nazarethj.
Uraa em Saigueiro,
Urna cm Ouricury.
lima em Villa-Bella.
Uraa na Escada.
Urna em Barroiros.
Urna em Cimbres.
Urna em Ingazeira.
Urna em Ruique.
Urna era Podras de Fogo.
Uraa em Bezerros.
Uraa em S.. Beato 4e Garanhuns.
Art. 20. presideute da provincia dar pnvi-
menlo essas cadeiras, conforme as necessidades
Paco da assembla provincial, 29 de margo de das difforenles localidades e segundo as tercas dos
1864.-'Tri.cc/ra de Mello.-J. do llego Baos.. c^res pblicos.
Francisco Pedro. Art- *' u presidente da provincia poder de
A assembla legislativa provincial de Per-, ora era diaote remover os professjres pblicos
nambuco, resol ve : pedido dos mesmos, on preced*ndo proposta do
Art. 1." Os contratos celebrados por esta as- conselho director, fundada em razos que deraons-
trem ser prejudicial ao ensino a coniinuacao do
mesmo lugar.
polica autorsada Art. xa. O professor que completo tiver o tem-
iara ehoctuar es*es contratos, devendo, porin, sub- R de servico, e quwer continuar ou j estiver con-
metle-los approvacao da assembla, que o podo- "mando a exercer o magisterio, perceber mais
r alterar como entender. mMe de seus vencimentos.
Art. 3. Ficam re vegadas as disposigoes em "ArL 23. Fica era seu inteiro vigor a le citada n.
contrario. i M9 de 13 de maio de 1853, na parte que diz res-
Pago da assembla, 29 de margo de 1864.-- peilo ao Gyranaso Provincial (art. 113 at-156),
Jost Joaquin do Reg Barros. cotn a modificacao nica de que as sciencias raa-
A conimissao de instruecao publica, cujo Ihematicas serao lidas em duas erdeiras. na pri-
cargo foi ciniiiottida a larefa de apresentar urna meira das quaes se onsiuar arilhmetca e gemeo-
medida geral era bem da instruecao publica da tria plana, e na segunda geometra solida, alGebra
provincia, tendo em Vista todas aquellas de carcter e trignoraetrja rectilnea.
desla assembla de 10 do correle. quera tez a
requisico.
Outro do mesmo remettendo as copias das nter-
magoes ministradas pela reparlico das obras pu-
blicas, exigidas por offlcio de 2 do correute.A
quem tez a requisigo.
Outro do mesmo remetiendo as informa^oos exi-
gidas cm 17 do corrente, acerca dos estudos gra-
phicos da estrada de Goianna e Pedras de Fogo.
a quem fez a roquisica
Outro do iii.'miio, remettendo as intermaooes exi-
gidas em 21 do correte, acerca do projecto n. 7
deste anno. quem ter a requisigo.
Urna representacao da cmara municipal da vil-
la de Pesquen a, pudindo a revogaeo da le i|ue ti-
na parte do terreno perlencente ao seu lermo
para o termo de S. Bento. oommisso de esta-
tislica civil e criminal.
Urna petico de Bernardo Ferreira de Barros
Canqiello pdlndo que esta assembla aulorise a
fazenda provincial a comprar-lite urna casa de pe-
dra e cal que possue no Cabo, a qual se acha ser-
vindo de quarlel ao destacamento daqoelle termo.
oommisso deorgamento.
Outra dos moradores da povoacao de Capoeras,
pedindo acreago de urna freguezia naquella loca-
lidade.A commissao de divisao civil e criminal.
Outra dos guardas da casa de deteoeao, pedindo
que o augmento de 20 % concedido pela lei n. 188,
se faga extensiva a elles. commissao do pe-
ticao.
L-se e approvado um parecer da commissao
de inslrucgao publica, mandando adiantar cinco
nwzes de ordenado ao professor de instruecao pu-
blica Galdino Eleuterio Teixeira de Barros.
Saojulgados objecto de delilieracao, e mandados
imprimir os seguintes pareceres o projectos :
A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, resol ve :
t Art. 1.* Fica o governo da provincia autorisa-
do a comprar as casas do coronel Jos de Carvalho
Araujo Cavalcanti, existentes na villa de Buique,
para servir de cadeia, quartel, casa de cmara e
trabalhos do jury.
t Art. 2. Poder o mesmo governo despender
com a referida compra at a quantia de 3:3005.
Art. 3." Ficam rovogadas as disposigoes em
contrario.
t Art. i. U9 contratos ceienrauo poi ~-~.. -..**.
sembla, para publicacao e irapresso de seus tra- rom ser prejm
balhos, nao poderao exceder de suas sessoes. professor no m
c Art. 2. A commissao de polica autorisada; Art. 22. O
Contina a discussao adiada sobre o parecer da
MaminSe de polica que indofere a petico em
qiti' Jos de Vasconcelos se prouSe a contratar a
publificao dos debates da assembla.
o tl.es.iui o.r ao Mrai act.ou signaos do que traba! ..(? Sr.prosidonte convida o Sr. vire-presidente &
sido violentado em uraa de suas molas, o encontr* d.risjr os trabalhos o loma asiento na bancada,
abena nina portinliola que tem naampa do cofre, Sk- Xmc* mtmumm :-(Nao devolvou sea
e esta ri*oada no vvniiz com um jnstrunieulo que uiscurso.)
bem parecen ponu de faca. ,ws:i aPO'a-se_a seguinte emenda :
. l) ruubador, anem aner que elle foi, nada pft- ..* E,M vez da conclusso do voto em separado,
de fazer pela scguTanca do mesmo otfio, e por o 1! '"** "-esoendido o contrato celebrado
conlentou-s. em retirar-seenos bons desejos para f Miin*' rigoairoa_ de I-ana abrmdo-sc Imme-
combinar melhor |4*o. latamente como, rene.;,, para elfecluar-se um novo
. o ins|K-ctor, lugo que leve disso ciencia, le- <05P2!,,ZTf11" /,''"1"',"- s""/" /-'""'- *
vou o facto ao .coi.bocimeulo do Exm. Sr. vice-,' !' SK- Ha*'^ :-(Daremos em outro numero.)
presidente, e requisitwt una guarda jpan a ropar- N '* m,sa e I"'** >!* re(|uenmento:
Ul..-, Bequeiro urgencia para continuar a discussao
' Convm toda a eatella o scgurai.-ca, visto que er.Jacobtmi.
o estado do cofre actualmente faz -cnica e teiita-
co aos larapios.
leve elteclivameatc lugar no dia .le do corren-
te, como fiira aununoi&do, a reuniao da socieda-
de Caridadt de S. Juan Evangelista na easa
de residencia do Sr. Qr. Gajoso, com s... Exm. Sr. vice-|ire^ente da provincia.
Foram lidos dalinitivamonte a|.provados,
com pe'|u Depois do que prcicedeu-se eleigSo (directora
permanente, que (ouu'Minposla da mmeira se-
guinte : presidente, a San.' Sra. D. ft'nitia Barbara
Art. 24. Fica o presidente da provincia autorisa-
do a prover, desde j, orna de-tas cadeiras, com
ordenado igual ao de todas as outras do Gyranaso,
mais ou menos particular, apresentadas nesla as-
sembla cora relacao este ramo, depofs de haver
revisto toda a legislago provincial conoernento
I semclhaiilo servigo, considerado as candicoes poli- Meando o actual professor de mathematicas oceu-
lieas e estatisticas da provincia, o meditado profun-! pando a segunda.
damen'e na primeira das necessidades intelloctuaes | Art. 25. O presidente da provincia fica igual-
inoraos da populago, tem a honra de apresentar mente autorisado a fazer as modlBcagdeS que en-
' assembla o seguinte projecto de lei: tender necessarias no regulamento interno
de Rer-
en
O Su. Tinco dr Lqi'iieiiw :(Xo devolveu
discurso.)
Gncerra-se a discussao.
1 *4 Su. Soinrw Lima pede a retirada do seu nome
da emenda, o fltto Ihe concedido.
frocedeu-se a vo(ac,io nominal, e votam a favor
de parecer da commissao os Srs. Costa Itibeiro, Ja-
cobina, Aquino, Dodoro, Sonto Lima, Nabor, Can-
peHa, Rain, Drummond, Baptista e,Buarque; e
conl'a os Srs. Loureiro, Soares Brando, Araujo
Baaras, Ammio, Goncalves da Silva, Andrade Li-
ma, Stogo Barros Ajes Gama, J. da Reg Barros,
Gomes de Souza Gaveso.;. vice-presidonte, o lllm.'' mfhenes Francisco Podra, e Silva Barros.
Sr. Dr. Antonio de Brito.euza Gayoeu; secretario ,,,de Proceder-s* votacao sobre a emenda ao
oSr. Dr. Jos Antonio .fcaplisla ;' lliesoureiro, o TO!<>'"> separado, o Sr. Losu Bibeiro agita a se-
Sr. Cu.-todm Domingos .dos Santos; pi(tu:adores, s.u''rte n">lao :que, approvada a emenda, desde
os Sis. Francisco AnlMie Aranha Chacn, Manoe^^A'^.'^.'l^'n^^-^LT^:-, *-.. -
de AUwquerquc, e Jec
Odonco Cavalcanti
Monleiio da Silva.
j)|U| O fis. So.mies Biwnuao ([la ordem) diz que o
i seu_lkn,.|irusenlando a emenda, foi que desde j 9e
Nease sentido [de
. Coehiu,
meudador Joao Jus lunoceaoio Pougi. ,la n,at"''l;l ua conmussao.
- J^iualmeiiteresolveu-se e decretou-se fiAtfor-; Para "riair .a sua emenda.
-ria de duas ser vas, que foram apresentaoi (Trocam-seinuiloaiiaries; reina^rande sussurro
ranniao, e que, tendo j parte 4as quantias meces-. na~ ^ K.
sarni, pediam o auxilio da sooied^de para onfce-, ?!* Ctt*rA uikiro (pela ordem) .diz que como
^iiiroii) logo a.sua liberdade; aaber : a esorava IwW'ooitem de lomar cenhecimento dos trabalhos
Bavmwida, da tmilia do taMecido Dr. HanceJ Uac,,sa^ ,L.urde!n que nelles se observa, nao pode
CorreaUrna, e Beuiviuda, oseras de I). Anua Jot- ] dw,tar,le. dr. menos, duas pakvras sobre o
.quina lavares Franca. | presente incidente.
io ja lies e**:ravas, que 6ta humanitaria | nobreembr, observa, que c prtxe seguida
nstiliuciki, com |iouco mais de tres meze* 4e om lodas asassembtas, que, nenhuma moc3o offe-
^xisteuuia. tem resntuido aos g ua Jibu'i]af.
Gymnasio, ouvindo respeilo o director geral da
iustrueco publica.
Art. 26. Ficara revogadas as disposicoes em
conlrari .
Sala das sessoes da assembla provincial, 29
de margo de 1864 Francisco Rochad Pereira
Brilo Uedf iros.Arminio Car tolano Tacares dos
Sanios.Francisco de Carcallto Soares Brandao. -
O Sit. Duimmonu piz que o jornal da casa d
como opprovado em primeira discussao o projecto
n. 18 deste anno, que desmembra diversos terri-
torios da freguezia de S. Lourenco da Malla para
aniiexa-los da Varzea ; quando tal projecto apc-
nas foi julgado objecto de deliberaco.
N'eslo seutido pede que se faca a reclilicaco.
O Su. Sabi.vo Olegario (pela ordem reclama
contra a maneira, pWa qual foram publicadas al-
guraas palavras que proferir na sesso de lo de
mareo. Tratava-se >) projecto, que regulava o
pedago as barreiras ; e, lendo sido apresentada
urna emenda assignada pelos Srs. Gervasio (Ram-
pollo e Soares Brando, lovantou-so para pedir es-
clarecimenlos ; mas no Diario, em que se achara
publicados os trabalhos daquella sesso, suas pa-
lavras esto collocadas de modo tal, que denotara
falla de senso commum. O orador diz que inimi-
go das reclamacoes, por faltas leves que conslan-
i lemente appareem na publicacao dos trabalhos da
exposigo das materias de que' assembla ; mas nao pode deixar passar sem pro-
ter entrar anda no ensino do testo os desprojiosilos, que se lem no referido
primeiro anno do curso. | Mario, e que Ib sao aitribuidos, embora esteja
< J I." .No segundo anne estudaro os alumnos convencido de que isso depender somonte de erro
' reflectidamente cada um dos methodos de ensino de composigo, e tal vez de pouca cuidado da parle
*riraario conhecidos, de modo que se habilitem a^ do revisor do jornal,
corapara-los philosophicamente e a justificar pela
praiiea a excellencia do methodo mixto, o qual
A assembla legislativa provincial
' nambuco, resol ve :
Art. 1. Fica creada urna escola normal na
i provincia, que fuucconar na cidade da Becife, e
ahi serio rebebidos como alumnos todos aqueliea
cidados que se quizerein propor msso do raes-
, tres pblicos de instruecao primaria.
Arl. 2 Para sei-se'admitldo, como alumno na
escola normal, necessario :
8 |." Saber lr, escrover e contar ;
. 2." Ter mais de 18 annos;
S 3." Ser de co>ttunes puros ;
s, i." -Nao ter Milo condeinnado por crime of-
fensivo moral publica ou religio do estado.
Art. 3." Cada una de.-tas condicoes deveri ser
provada peranle o director da escola.
Art. i." Os alumnos da escola normal pagaro
em cada anno por sua matricula i'io em duas pres-
tacoes, das quaes urna ser paga ao abrirem-se os
trabalhos, e outra ao eneerrarem-se.
Art. 5." O curso de pedagoga da escela nor-
mal ser completo em Ires annos :
S 1." Xo primeiro anno ensinar-se-bo cora toda
a lucidez as disciplinas que compoem o program-
ma de estudos para as escolas primarias do grao
! do 2o, ordenadas pola lei provincial n. 369 de li
1 de maio de 1833 arts. 47, 48 e 49.
' tt 2.-' So para o futuro forem creadas escolas
de um 3o grao, a
' tal gio se compozer

PEMAMBOCO
ASffiXBLEA rROYIUlti-
SESSAO .OBDTXARfA EM 28 DE MARCO DE 1864.
fB&tfDEiNCU i II) SR. CONSeUIElUO TUlou OK
LOt'REUlO.
(Conclusao.)
iepois que sebre ella se cncerra a disoKssao, que
iD<'in mesmoo;euaulr pode altera-la em/jualquer
entdo, e, por iese, ettranha ue na presente oc-
astSo se preteada art-rar a emenda sobre que a
caca va i votar, dando-se-lhe urna interpretado iu-
tetiamente contraj-ia jo seu espirito, e cua le-
tra. Semelhante procedmento, que importa urna
flagrante infracelo do regiment da casa, entende
o lloarado membro, importa urna deeionstracao de
que o trabalhos nao marchara con a precisa re-
gularidade, um precedente pergoco que se ai
oslabeleeer, admttindo que qualuuw depulad,
! depois de'ter, pola discussao, eomprebeadido raau
Sao lidos, e jnlga/los olyjecis de deliberago c ou menos o juizo da raaioria, possa a son bol pra-
mandulos impjmir os segrale*; projectos : zer alterar o sentido da inoeo que tiver apresen-
A assembla legislativa provineiaJ du Peroam- lado, estando sobre tal assumpto encerrada a dis-
buco, resoBc : ; cuss3o. Coa quanto diz o nobre orador, a quesio
Art J." Fica extioeta a actual repnrligo das nao tenha a importancia que se Ihe qner ligar, etj-
abras publicas 4a provitca. jende que nodeve deixar passar sem protesto o
Art. O presidente da provincia ftVa autorisa- procedmento que se pretende que a casa tenha na
uo a organisar o Hsrvjcu da ronstruegan, polica e presente occasio. e, |ior isso, para que o publico
^.'i.'cV *" Prov'uciaes, de contormida-1 conhega de que parte est o desejo de infringir a
*/2?i o r?*lqu^ (ft:aem- H 'a as presentes consideracSes.
n^ A JT^J -T'90 1e que trau art- O Sr. Trigo db Locrbiro :-(N5o devolven sea
precedente na* exceder do seguinte : discurc)
l !a *.Sfirvir0 Cm ';hefc' com ornado I 6 Sr. Reg Bahbos manfesta-se no sentido de
o '?%.' -~ a ide Pder eer alterada aemenda, urna vez que sobre
rB 2? n-ann ***&' m ""^. *Ua na0 nouve ^^nO, e o seu honra do autor
s i. n,H 2J?f,000 Cada um' tende H a forma porque est escripia nao ex-
\il V^^ \ cora ^^a00 an" ^ne bem o seu pensamento.
^LfS^,i^t,!.m. ,k v.i- ..Deiois de a'*u,Bas considerares sobre a ques-
, L; nS^Pi52rSK? 9 ob1rasJ,ub,ica5> rom yen-uradae -petos Srs. Buarque. e Netto, no
a gratincagao de 600*5000 annual cada um. sesudo d nao poder altorar-se a leira da emenda
anm
na
ipela presonte lei lica sendo o adoptado para a es-
' cola normal.
> i 4.a O primeiro e segundo anuo sao chamados
de iN-.inieefio.
" i 5." o lerceiro anno aprendero os alumnos
modo de melhorar os cosliimes, o carcter e os
hbitos da infancia ; de sorte que toda a maior
parle 4o .lempo dos exercicos este anno seja em-
| pregado nos meios de bera cultivar o espirito dos
meninos e de Ibes formar sobretodo o coraco, fa-
aeodo rosos une ahi se acham em germen.
| *: Este.lercero anno ser chamado de edu-
caeao.
; Art. *.-' Em cada um dos tres anees do corso,
par das ligues diarias, ir o respectivo mestre
oceupando os alumuos com a exposciie critica das
obras e pedagoga jjuo Ihe pareeerem de melhor
nula, aseuB como dae elementares para as escolas
primaria* de que fur tendo noticia, propando o di-
rector da escola norma] directora da iasiruci;o
publica as que jesUts ultimas adiar prefer veis
para seren adoptadas.
c ArL 7.* O befo dascola normal ter a ttulo
de director, e vencer animalmente o ordenado de
2:2005 e 8003 de gratifJeago, a qual perder em
benelieio de quem o substituir, sempre que se nao
ade em exercicio, qualquer que seja a razio por-
que isso acn teca.
> Art. 8. O presidente da provincia fica autori-
sado a prover este cargo em pessoa reconheeida-
inente illustrada. de deaire on Jora do imperio,
que tenha as condicoes que a espociabdade re-
quer.
x ArL 9. Alm do director, tkam creados mais
Ires uiiccienarios sob e nome de mestres normaes,
quem o servigo da escola sera distribuido pelo
director, venenado cada um delles 1 -.000*5 de orde-
nado e oOOA de graticacao.
i Art. 10. Emquanto nao 5Y prvido o cargo de
director, serna eseola normal dirigida por um den-
tro os mestres, e que or para i slo escol hido pelo pre-
sidente da provincia, percebendo esse empregado,
alm dos seus vencimentos, i graliOcago marcada
ao director. O mesmo lera lugar sempre que o di-
OBDEM DO DIA.
Primeira discussao do projecto numero 18 deste
anno.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resol ve :
Art 1. Fica periencendo freguezia da Var/ea
todo o terreno qncm do riacho Timbi, desde sua
embocadura no Capibaribe at sna nascente, e
d'ahi i>elo ramo do norte at encontrar o rio Ca-
pibaribe, pelo qual seguir al sua fox no mesmo
rio Capibaribe.
Art 2. Revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das sessoes da assembla provincial de Per-
namhtien, 8 de margo de 1864.Ayres Gama,
O Se. liti mmono : ( Nao devolveu se discurso.)
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
Que seja ouvido sobre o projecto em discussao o
Eno. prelado diocesano.G. O Sb. Avbbs Gam\ :( Nao devolveu seu dis-
curso.)
Vai mesa e apnia-se o seguinte requerimento :
Bequeiro que seja ouvido o prelado diocesano,
mas sea prejuieo da primeira discussao.Ayres
Gama.
Becerrada a discussao o requerimento do Sr.
Ayres Gama, apptwado, bem como o projecto.
Tereeira Uscuesia do projecto numero 1 deste
anno que regula anrrecadagao do imposto do pe-
dago.
Vai i mesa apoia-se a segnlnte emenda :Em
vez de 9, diga-se6 mu bracas. Buarque. = G.
CampeUo.=Soaret Brando.'
Posto a votos o projecto approvado, e rejeitada a
emenda.
Tereeira discussao do projecto numero 3 qoe
erea urna cadeira pt* ensino das hnguas latina e
Ira Meza na villa de Ouricury.
E" approvado.
Tereeira discussao do projecto numero 5 que
approva e crditos sapplemeniares abertos pelo
governo para oeeorrer as diversas necessidades do
servigo. |
Segunda discussao do projecto numero 11 que
altera os limites da freguezia de Cruangy.
O Sb. Ajibbade Lma :(Nao devolven sea dis-
curso. )
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco rejolve :
Art. I.- Estabeloccr-se-ha, quanto antes, na ca-
pital desta provincia ura banco provincial agr-
cola, cuja nslallago ficar cargo do presidente
da provincia
Art. 2. O fundo capital do banco ser de mil e
quinnentos coutos de res ampliaves divididos em
tres mil aegoes transferives, de quobenlos mil
res cada urna, auterisada a provincia a consignar
para elle a somma do quinnentos contos de res,
como accionista de mil aci;oes, cujo empreslimo a
juro, nao excedente a oilo por ceulo ao anno, flea
desde j devidamente autorsada a contrahir, sob
garanta dos impostos provinciacs, que tiverem por
fonte as produccoos agrcolas, ou os que directa-
mente recabirein sobre os predios rsticos.
Art 3. O restante do fundo capital s poder ser
assgnado por particulares residentes na provin-
cia, urna vez que sejain cidados natos ; ou nalu-
ralisados brasileiros, e propretaros coinprovada-
meute abonados.
Art. i. Se em lugar de valer monetario, quize-
rein os accionistas garantir as suas aegoes de fun-
do com valor duplo em propriedades urbanas le-
galmenle avahadas, livros o desembaragada?, o
competentemente seguras, sor-lhes-ha facultado,
com a condiego porm do racollierem antiualmen-
te a renda correspondente ao valor da propriedado
compromellida al linal remisso desla.
Arl. 5. Consistiro asoperai;oes do banco pro-
vincial agrcola :
1.* o descont de letras de Ierra de 12 t
mezes de vencimeoto, sacadas por propretaros de
crdito, nacionaes, ou eslrangeros, o accedas in-
destinlamente, ou por proinelanos, ou por neg-
oanles de crdito, com roforeo, |iorm, de uraa ou
mais firmas de propretaros abonados.
2." No descont de aluguois de predios urba-
nos devidamente seguros, e de rsticos com fabri-
cas, arrendadas por escriplura publica prazo de l
6 annos cora as necessarias garantas.
3." Naconcessode empresmos apremio com
amorlisaco sobre hypolheoas era predios rsticos,
ou urbauos, legalmeuie avahados; sendo o prazo
para a extinego do debito de 4 12 anuos.
g 4." Na eraisso de bilhetes, ou notas de tflgOOO
res 2OO000 res pagaveis ao portador | vista
ou ao mais curio possivel prazo do terapo :
S Era tomar seminas, que Ihe forera offereci-
das a juros de 6 por cento, pagaveis prazo certo
em b Hieles vista, ou a ordem do portador.
6. Na incumbencia de mandar contratar e
transportar colonos aptos para o servigo agrcola,
bem como de encommundar e importar machinas,
e instrumentos de trabalho, qoe lendam facilitar, e
aperfeicoar a industria agrcola.
Art. 6." O banco nao percelier premio alguin
superior a 10 por cento, era exigir por araorti-
sago mais de 24 |>or cento, ao anno.
Art. 7." E' vedado aos accionistas prestarom as
suas firmas em reforco da dos acceitantos de letras,
que teuham de ser descontadas na caixa do banco,
quando a tirina do acceitanle j nao estiver reforga
da por outra firma de proprielario, que nao seja
accionista.
Art. 8." O presidente da provincia tica autorisa-
do a contrahir por conta da provincia o empresli-
mo de que faz mengo o art 2.", bem como a for-
mular os estatutos, qu devam regular o banco.
Art. 9." A installacao do banco ter lugar logo
que hajam accionistas, que abranjain dous tercos
das aegoes destinadas aos particulares, e que a
provincia tenha elTeclvamente conlrahido melado
do eniprestirao, que Ihe autorisado.
Art. 10.* i/ola accionista ter na assembla do
bancotantos votosdeliberativosquantos mltiplos
do numero 10 tiver em aegoes ; e de neiibum voto
di-pora aquelle que nao chegar a ter 10 aegoes.
Se porm, dous ou mais accionistas, que possui-
rem entre i 10 aegoes, sereunirem, e por meio de
procurago delegarem seus poderes um s, que
se encarregue de os apresenlar, poder este dispor
do uinvoiopor todos ronjunetaiiicte.
Art. 11. O presidente da provincia tendo cm
consideraco o numero total dos accionistas, mar-
eara o numero dos que devam coinpor a as?embla
geral, a junta de vogaes, e a directora do banco.
Art. I2." Os vogaes da junta, eos directores se-
rao Horneados por eleicjo da assembla geral do
banco, d'enlre os mais aptos e abonados accionis-
tas, que em numero triplo najara de ser apreseu-
tados pelo presidente da provincia oin um mappa
especialmente formado para e.-se lim.
Arl. 13." llavera por parte da provincia um lis-
cal Com a deuomiiiagao de fiscal do banco provin-
cial agrcola, cojas atlribuigocs Ihe ero cauelo-
samonte marcadas nos estatutos do banco, porteu-
cendo a respectiva nomeago ao presi lente da pro-
vincia e leudo de ordenado 4:000000 reis an-
nuaes.
Art. 14. O banco provincial agrcola gosara do
privilegio prorogavel de oO annos, de durago e
poder dar comego as suas operagoes, logo que ,-e
ache reooliiido em caixa o valor de oOO angn* en
dinheiro, e o de 100 em predios aselgnadoi na for-
ma do arl. 4."
Art. lo." As notas omitidas polo banco provin-
cial agrcola lerfl curso Toreado lias eslages pu-
blicas provncaos, e nao poderao ser rejeiiadas por
particulares, quando em pagamento Ibes forem da-
das dentro da provincia.
Art. 16." Pican revogadas as disposigoes em
contrario.
l'aeo da assembla provincial, '.I de margo de
1864.Nabor Curntiro Btstrra Cavalcanti
REVISTA DIARIA.
Na assembla provincial, logo depois do lida a
1 acta e o expediente, tomou a palavra pela ordem o
Sr. Joao Teixeira e prutestou contra o fado do
achar-se 1 galera oceupada por fe rea armada, e
\ as avenidas do pago tamhem oceupadas por tropa
do linha, offerecendo un requorinieiito assignado
por ai e pelos Srs. osla Itibeiro, Cunha Teixeira,
! Braulio, Jacobina, Nabor, Dodoro, Teixeira de
Mello e Baptista, pedindo que em continente se
tnandasse retirar semelhante torga,
O Sr. G. Campello offereceu igual entogan.
O Sr. Buarque requeren que a assembla se
|co:istituisse em sesso secreta para ti alar do as-
sumpto, visto como haviain revellacoes a fazer,
] que nao conviuha fossoui couhociilas do publico.
Sobro esla mogao oraram, favor os Srs. Buar-
' que, Ramos, Araujo Barros o Loureiro, e contra
.os Srs. Joao Teixeira, Cunha Teixeira, Jacobina,
Nabor, Baptista, G. Campello, Jos Mara e I)e-
mosthenes, sendo rejeitado o requerimento.
Passando-so a tratar da quesio principal, mani-
foslarain-se pela permanencia da forga os Srs.
Buarqii c Loureiro, e contra os Srs. Jacobina,
Joo Teixeira, Nabor e Jos Mara.
Deixou de volar-se a materia por falla de nume-
re, prolougaudo-sc a sesso al s o 1|2 horas da
I tarde.
! Nao hoave ante hontem trabalho na sessao do
jury, que se acha a funocionar, por haver sido re-
querido adiament do julgainenlo pelo reo Mannol
; Joaquim do Moracs, cujo advogado nao poden
eoinpareiier por incouiuiodo de saude.
Alguns advogados, raembros do jury, recusa-
ram-so a acreitar o patrocinio da causa para que
foram convidados, fazemio sentir a necessidade de
nppltrarem atteuco aos autos, que por sua ma-
teria nao podiam ser discutidas de momento.
Hontem, festejou a confraria de S Jos d'A-
gonia ao seu padroeiro, no convento do Carino,
com pompa e brilhanlismo. Oraram aoEvangelho
o Bvm. padre Lino do Monte Carmello Luna, e ao
I Te-Deum o Bvm. padre Leonardo Grego.
Tambera teve lugar hontem, na matriz do Cor-
po Santo, a feslividadc de S. Jos, orando ao
evangelho o Hvm. frei Joaquim do Espirito
Samo.
Hoje paga a Santa Casa da Misericordia a?
mensalldades das amas da casa dos expostos.
Na matriz, da Boa-Vista reune-se hoje o con-
selho de qualiflcagao, para attender s reclama-
gOes, durando os seus trabalhos cinco das.
' Dentro em piuco devemchegar esti pro-
vincia es Srs. Gudi e Bovla arabos tenores, acerca
"tos quaes diz o Jornal da Baha :
Pa nutre de 7 do corrente hoove as salas io
IVatro Publico o concert annunciado em tanefl
ci do tener GoMi. Po orna das mais eoncorrdas
e expen'lidas reumoes, qne temos; visto em casos
semelhantej.
Nao podemos estar presente nas as e*M
do que cvnslavn o prograrama, mis r>jn>u
que o desernpenho foi satisfaciorio.
Das que onvmos merece-nos e.-p-cial mete i
o Turbtlhio, grande golpe rnagi-ingnente esenav
tado no piano, e bem assim a cavatina e os terce-
tos do Trotador, o duelo do Bollo Mttrheru,
a aria cantada |>eJo Sr. Peeanha, |ue o fes em
bellissimo cslylo.
t O Sr. Eugenio Bivio fez a >un estra enano
tenor. I'oi rnuito aimlaudido, e obricado a repHir
a cabalolta do Trovador, oebaixo das rnaie enthn-
siasticas demonsiracdes.
OSr. Bovio, tem, na verdade, ba vozne i.n.,i
e da notas elevad issimas, lendo rbogado at aleta
do to decantado d I
Necessila. |Kirm, de aperfeifuar rase o.*.
que pnttBn ; auxiliado por urna lia escola ara
nm artista notare!.
O Sr. Gudi cantou sempre bem, com remito
goslo c maestra ; as pega que neoiben foram
bem acolhidas, nao s pe., mrito uNae evo
pelo seu perfeilo desernpenho. a
Reunio-se hontem o coll.gio rleileraldo He-
cife, para a eleicao de um deputado i aunambtv*
geral, em subsiiiuigo ao Sr. eou>enVir Pae* Br-
relo, eando a mesa assim organisaua :
Presidente, Dr l.ourenc.. Trigo de Loureiro.
Socretirios, Decio de Aquino Kouseca e AebMi. >
Pereira da Cmara Lima, cada um delles com \M
votos.
Escrutadores.Dr. Aprigio Jusiiniano a Silva
Gui maraes com % e E. A. do Bego Caziaan eom
94 votos.
Em seguida procedeu-se ao rexeeimean e apu-
raco das sedulas, que nao fot eui connJuia pi>r
raotter-se a noite.
Aralia de ser publicada urna -cena cmica.
composigo do acadmico l.uiz Kerreira Mari. I Pi-
nheiro, denoniinada. im dramalunjo e umpoeln.
E' urna Kbi tetca na litieratura Jiawai..- .-
mais ura dmurnenlo vanlajo.-o da inlelbgenria d
Sr. Maciel Pinbeiro.
Felicilamo-lo, pois, o recommeiid.inw* ao pobti<..
a leilura da sua pro tucc.i..; a .pul e oVIla eredora
por mais de ura motivo honroso para o rraptenv
autor.
Hoje deve comegar o concurso para t* escrip-
lurarin da Itiesouraria provincial.
Em coiiseqoeneia de haver soUritaO ispen-
sa o Sr. desemtirgattor Anselmo Francisco IVrelli.
foi designado o Sr. desembargadnr Joo Permra.
da Cunha Moda para oceupar inteiramerMe o biu.u
de fiscal no tribunal do roinmerno. vago por haver
sido o respectivo fiinccionario rhamMo para
supremo tribunal de juatiga.
Solicita-se-nos ota publicacao:
Senhores redactores da Hrcista. Petos se M-
menlos nobres que professa a verdade pego unas
lnhas, para o que venbo de dizer.
t O Sr. Manuel Auloaio de Jess Jranior, subde-
legado de Santo Antonio, acaba de reaiunmir omo
cargo; nos sinceramente felicitamos aos moradore-
dessa freguezia.
t A nobreza do Sr. sulxlelegado, ekva-se na,
justiga; iguala-se na indepeudenca; receneeu-
tra-se na lirmeza de seu carcter.
Seuobrigado.
Becife, 16 de abril de 1864.
REPARTIC10 DA MM.M3A.
Extrai-to da parle do dia 16 de abril de 18*4
Koram recolhidos casa de deteagao m> di t->
do corrente.
A' ordem do subdelegaiko de Santo
Pedro de Sant'Anna, por disturbio*.
A ordem do de S. Jos, Darntao
clieco, por- crime de furto e Damin
Prata. |Hir di.-iurbio..
A' ordem do da m'ja-Vista. Fraarisee Frrr..
de Sau'Anna, |ior briga e espaacam1, Jee Lau
da Silva, e Jos Baptista do liosarw, anabae p-c
crime de furto.
O chHe a t* sceea.
J. G. de Jalearle.
Movimento da casa de detemo ao ha li d*
abril de 1864.
Existiam 322 preso
Entrarara. 6
Sahiram II
A saber :
9mt
Pa-
tti.i
Nacionaes. Esirangciroe Muberes . 221 | Eslraageira Escravos Escravas . 1 W 4
31
Alimentados a cusa dos cofres puhhc l
Passageiros do vapor nacional anaw.
Irado de Para e porros intermedio*: Dr. M*m-
Saulmer, Manoel Teixeira Prnlo de Mantaa*'. I..
Anselmo Pereira Franco, l>Mirrnrn Aaioaio Ih.i-
Viclor Miiiiiz Baima, uVnlo Pereira M.an> J--
Dias Pimenla Jnior, Jo-e Mentira. Dr. Aa"
tle Panda Pereira Pacheco, Francisco Jo* da
nha Sanipaio. Manan] Antonio Ciiimarara. famai
do lleno To>cano Brrelo, Ignacio *> Rey fax
no, lldellonso da lisla Hamos. Dr. Laiat lgaa< >-
l..'o|.,.|do tle Alhuipierquu Marantiio e fea rar.
Amonio Manoel tle i'.ani|M.-. Antonio Gimralvra '
valanle, Manoel Antonio Pires. Jow Avclm M :
leiro de Lima. Antonio Kalx-llo 4e iHuetra Jeau-
tha> Alipio Tavaros da Silva, Joa.piim tnnapfera
Chaves Filh e sua familia, Ariltmio m Mra \.
ves, Ignacio dn Sanio- CoMMi Manoel liomra V -
reir, J .ao JaaJ llenri.pie- Jinmir. Ilernar.l.n-. \ -
res Manar, Primo Paeki..... Inraa, Joo H-4m- .
; Joaquim Maria a Abren. W. K. II .11 I raer a
! entregar a Joo Pereira Ib-go. I .le-erlor r I pra>;a
tpie o aci.mpauha. I aajaa aatraf, Djmtag"* r. i
pracas.
Segneni para o sul: Jeo Cipri-iano de JeMH
Manuel J. PereiiaTavares Mello AllNi>|ucri|ne.
Joaipiim, Cornil lo Cirilos.. Ca-irn, i.t Frn
Salea Jnior, Joat Maitin- Guaralvni tjna e I
cravo, Saturnino de Mallas, ten.nt- .b-eof.nl-
Xi.zint. llano e I escrava, Jaa Alra Aarm. I.
naci Jos Alves de Seota I cri.t.l... Dr. ll\p>H. .
Donellas de Albuquerquc, II pracas do ex-
1 dila tle mariuha. ii eserav,. a enlrejfjr.
Passageiros da Larca agan Imnjme, *ahn-'.
para Uvnrpool : Krederick BoMliard I mmt>*
Caries Dars.
Passageiros da barca ingbza Pnrnym, ancla
para Liverpool: GutHwraM PrarreM e .T Mu.
Passageiros de vapor anrtoaai ihpnmek.
hido para os portos do sul : --Antonio Pravape da
Silva, Jos Cii.iles Nogneiia Al.i.-.. F. Ohaaarr:
ton. Jos Ignacio D. de Unto, An-lioV Daar.
Prtala e I criado, Manoel Cordeir, aMMan V.
Brando, Eduardo Pal-n. J da Silva, BHmtr
Baptista de Souza, Antonio feriara Piar, Peto,
Alumino, Dr. Agoslnho Ermeimo de Lea e 2
cravos. ileM-rtores Agoslnho Kranco e Cumii I
Pereira dos Santo, soldado Jos- Uirz le I
Maia. tles..Tlor Kranci-co Antonio tto
segundo sargento Jo-.; Francisco .le Das la, Mi-
guel Marques Nogueira, Antonio Itia* 4os Saar-
Neves, Anua do < armo, Fulgencio Jo *> Oh
ra, Pedro D.-Uino tle Aginar, Jtiao Jt^ eV .
nior, Joo Nunes Figueired", Braz Ornac. Sanar t
Guilherme prelos libertos, Antonio da Silva fcara
Manoel Krinandes, Fulgencio Antonio, lirios *>-
dolpho Fiuock, 12 escravos a entregar
l VI POICO BE TI DO.
Do Tinlamaire Iraduzinos o que segu :
Com o lim de celebrar os B\ dava o Sr.
eos CaaafaaJaon na segunda fera uiiima.
salees da ra Flechier, um grande seria
dan-ante.
Em attencao ao draenvolvimenio do
que allbgia aos vinie lermo. Marros
redigio seus convites do modo seguale
Dansar-se-ha ao toque de piano.
Ti-.ana> de malvas e de papoulas
das nos intervallos das quadnloae.
P. S.E' interdicto a pnutica, atas
de tudo.

0 director de ama scena a
nomeareinos por motivos faro)
rern-se, esla. fro cem a mor parte de
dos femininos ; os quaes aprovertam a
gorosa para pedir fogo.
Elles deveriam antes acaotelar-ae rnta,
pondeu o tal director ao sen idmiai Ihe apresentava humildemente seaial
*x ; poU que io palba.
" Per,' faenes d'ahi .ywtoiHaT W
de palavras.
Tradnzrnos do iVim Junne: m
Tenho pnlv?cido rauiloa turimm
tes,
Rnlre outras um botiqoineiro.
Sua mulher iWia. fgido com
estanelecimenin.
Grande rumor honre all.
Tempos depois, a culpada voHa-.
f-ut-u*
s I
r-
re-

ILGVEL


nv
II. e ( k>m lrfifo, o marido re- Te beijs
I*. I (l nseci
ni) usara: rtapparccer ao bote-
olrto.
btelo
arei como as flores
to de mil cores
Diarlo de Pem&aiHu?
SrgHiatl 'Cira a a ir mni or iw#t,
rvava-su enrerraik al tea q
Vamos! E' preciso vullar |wa o
Dz-lhe o marida em unft bella mannaa.
Grava.! uti monera Je vorgonha
m Vcrganha K"s lu a nica De vergo-
uha! B feoho-aeu?.. I
O Jornal do Conunerch, de Lisboa, conta o se-
guinte :
De urna estalistiea mamiseripta de Lisboa, do
anno ile 1351, a que j temos alludido, vamos ex.-
Irair urnas curiosas noticias acerca dos cscravos e
mendigos desta eidade, naquelle lempo.
O autor do livro diz quo era escu'leiro idalgo da
casa do re. e rendeirode varias rondas.
DJ lu.io fez e.-latstica, al dos pobres e dos es-
travo*, do que esles valiam e do que os primeiros
tiravamde esmofa animalmente.
Menciona por quanto andavam arrendados os
impo-tes sobre as diversas fazeudas, mercaderas e
mautimuntos, e pela ronda calcula o valor de todas
as cousas.
Diz qic se nfferecera a fazer ao re cssa mealha
ie saceos, para gloria da eidade de Lisbo-., que
a lodos se avantajaw
Para haje extraimos os captulos que se refe-
rom aos escravos e aos pobres :
Da valia dos escruto.* qiu teem a esta eidade.
Quero fallar em escravos, que cousa que mello
medo aos borneo, que subirn tanto em quanti-
dade de quatro annos a esta parte, que escravo
que soia (co>iumava) a valer 154, que era o me-
ilior que viulia do Gui, alllrmo valer agora 455
30*000.
No perfume da inanban l"*n_J,
Quero ler nesst teus olho,
Que s nelles (inlio f,
So os labios dizenj mentira,
O olhar traidor nao ;
Quero nelles traduzir
leus sentimentos de oulr'ora;
Quero ver teuT:ora$ao,
Se nelle existe pailo,
Se o que senta el entao
Inda p'ra miin sanie agora.
Anjo, sitn. esses teus ol
Estalam lueu curasao
E nao m que vatros possuam
De encantar maior condo;
Sao como uns olhos de fada,
Que explicar mesmo nao sei;
No sea fulgor eu diviso
O cu se abrir de improviso :
Donzella d-me o p'raiso.
Nesses teus olhos que aniel!
a somma redonda de duas mil
assucar
A upi>eltwo cicei. conecito em que **> diguaram tor-nie os Molieres Havre
A|iaelianle, Manoel Froitric Cario- d.: Saboia ; pernambucanos. I mascav
appellado, Trajano Antunes de Alencar. E porque tonho oonscienra U-'mm, c ^fi *>** coB 5.3*) amibas /
faaoT"J,iOI -**,o? um* #342 arrobas e 28
ziz
Ae Sr. desemliargadfH1 M.Hla i intima coavfc'cita Ai dignidade, inoVprtrfrlimcia, e
,1 np\trlfoaw fkel. firmeza di: carcter de V. S., nao ddvidff cffifaf rom
Appfllarrtr, Esteno Jos Pac Brrelo appella- a sua valiosa coadjuvarao em prol de mfffrt fan-
do, Gabriel Germn)de Aguiar MoHtarroyos. dMaidr* na oteirau que se vai a-ron proceder"/
O Sr. deseinliareador Reis e Sur* passou ao Sr. A usonie do campo onde a eleicao vai srr disftd-
desenibargador Almeida e Alboquerqne tada, eu nao como sen*) com a bondad e honra
A appellarao ecei, de V. S., em cujas qualidades ronlto plenamente.
Appelfante, Flix Soar'es da Costa ; appellado, Sempre firme nos principios liheraes, para
Manoel Alves Barrete. tnumnho dos quaes nenhom esforro e sacrificio te-
0 Sr. desembargador Poretli passou ao Sr. des- ntio iraupado, me reputo no caso de merecer a con-
embargador Accioli tmoarse de seu apoto
As appellacoes ciieu. ?' i as suas ordens o
Do V. 8. amign, patricio, criado obrigado.Joa-
(itim Saldanha Marinho,
Rio de Janeiro, 7 do abril de 1861.
COMMEHCIO.
Lti-se no Pays:
Queris nabar
libras
Ide procurar o honrado M. Barin.
E' um amavel doul.tr que se dedica a experien-
cias in anima vili, eiu caes, gatos e coelhos.
O hbil homem teve dura a te vinte e quatro dias
un gato asphixiado debaixo da campana peneuma-
tii-a, restiluindo o depois vida.
epois de ler feiioa experiencia nos gatos obom
doutor quer faze-la nos liomens, e offerece 500,000
francos para que Ib'a deixem fazer.
Sustenta o excellente doutor que um homem po-
igo que a renda usUv arrecadada por 3:400*,_e ,je) ggn, perigo, estar quinzodias no estado em que
com as ordinarias chegar" a 4:0005, oque sao esteve o gato durante vinte e quatro.
dez unt cruzados, qne pagando de dez ris um, 6 yas CntSo, doutor, tao prodigo como amavel,
arazaoite 100,000 cruzados. Oa, alliniio quo gUt vos diverts desbaraiando as vossas librasster-
vem muiros alealdadose muitos que do de despe- Jnas, ponjue nao vos collocaes vos mesmo na in-
zas as parles que se nao pdem Bi^'ar, e de militas nocente campana, economisando as rossas duas mil
honras que os reiideiios fazem nas avaliacoes, por bras?
oiMte digo que valem oulros 100,000 cruzada, que ----------
valed) ao lodo 200,000 cruzados os escravos que j o Cotnmcrcio do Port escreve o seguinte:
vem dita eidade, e se uella gaslam pelas grandes, ijm jonia| de Madrid cunta que a rainha de Hes-
valias que tem. | panha, querendo reconhecer os servigos eminen-
utunre explicar alguinas palavras e phrases do ies oa y, joao Manoel de Manzauedo, um dos
rnanuscripto, para que se possa bem entender o m3\ rcos capitalistas de Madrid, que em muitas
sentido desie paragrapho. | occasiOos tem emprestad* ao thesouro sommas mui-
As ordinarias eram o alimento dado aos escra- to cousideraveis, sem juro, o agraciara com o titu-
Appellanle, Anlonio Torquato Fclippc Maia; ap-
pelado, Vicenteflfiodrgues de Souza.
Appellanie, Jos Fructuoso Dias e sua mulhcr ;
appellados, Felippe do Costa Soulo e sua mulher.
O Sr. desembargado!' Aceoli ao Sr. desombar-
gador Assis
As appellarots citis.
Apoellante. Jos Jwuuim da Nave Canella ; ap-
pellado, Manoel Nunes JkmsoB. >
Appellante, Antonb linwro SHrefra Temporal;
appellado, Dr. Manoel Gentil da 0>sla Alves.
O Sr. esembargaanrVss) paesou aaSr. dasem-
hargador Doria
i A (ipfeitatfm vnt. m_____
Appellante, Bernardo Jes de Barros appella- Reimenl0 ^ T
^i'.?1,|i,,ras' *'** **rw efOs sarMdT"con)
bfi,fl)i libras.
Barca ingleu ImnVne, carregoit jwa fuTerpool
1,800 >aeco< com 10,06/ arrobas de assuew 4ns-
cavado, 1,41^ saceos com 7,111 arrobas e 91 Bbtas
ifc algoilao.
Ifarra higleza Parmjon, carregou para Liverptoof
1.100 Saceos com 10.500 arrobas de assucar mas-
cavado, 1,{90 saceos eom 8,331 arrobis e 21 libras
de algodfo, l#909 couros salgados seceos com
57,62fi libras.
vos.
Aleablar, ou lealdar. termo do foral dado al-
fandega por D. Joao III, e significa dar ao mauifes-
lo as cousas que eram para consumo.
Honras que os rendeiros faziam -quer dizer fa-
vor que os rendi'iios faziam aos despachantes ou
lo de marquez.
Esta alia dislinccao, concedida a um homem que
consagra a sua fortuna immensa a actos continuos
de beneficencia, unnimemente approvada em
Hespanha.
O novo marquez de Manzanean est construindo
aos passadore de escravos, nas avahados para o actualmente na provincia de Santander um colle
pagamoalu do imposto. go e urna casa do asylo, euja despeza montar a
Vaums aiora aos mendigos. 600:000 duros.
A conta muito curiosa. Tamben) ] conslruio sua cusa hospitaes e es-
H.iza) parece que nao fique por dzer cousa de iradas, e arman e suslenlou urna companhia de in-
lamanha bondade e grandeza, a qual muto para Cantera na guerra de frica.
dos, Jos Antonio Marques e sua mulher.
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga-
dor Caelano Santiago
A appellwoes criutes.
Appellante, o promotor ; appellados. os escravos
Miguel, Evaristo, Quirino. Antonio e Roque.
Appellante, Manuel Antonio do Subral; appel-
lada, a justica.
A' l>{ horas encerrou-se a sessae.
joyo bvmo m nmmm.
O nato banco de Paraatnbuco paga o 12" divP
deado a razio de Ofi^or accjio.
a 15.
wt *
l'nilailes.
. cento
. caada
arroba
dem do da 16.
''Y"'
2il:ttlfiJ216
12:5li'.i36
305:14l15t
PUBLIGACOES i PEDIDO.
noviuiento da alfandega
Votames entrados com fazendas...
com gneros...
Votamessahidos com azeadas...
com gneros...
725
493
~83
165
618
248
Desearregam no da 18 de abril.
Barca inglesaKnrhynuon -carvo.
Barca iogleza=/,/)d'/ Danglrufartaha de trigo.
Patacho poriuguez Mara da Glona mercado
rias.
Tributa ao mrito.
Tendo durante o periodo de cinco annos cx*rc-'.
do os offleios de escrivao de orphaos e provedoria paciw oldemburgue-P/e-mercadoras
do termo de Ohnda, ao cargo do ex-puz municipal Bmw.*.a
Sr. Dr. A-
e de orphaos do mesmo termo, o lllm.
gostinho Ermelino de Leiio, que acaba de ser no-
meado por decreto de 5 do corrente mez tal* de
direito da comarca de Cacapava.na provincia de S.
Pedro do Rio Grande do Sul; e tendo sido pelo mes-
mo Illm. Sr. Dr durante o referido tempo tratado
com toda urbandade e maneiras delicadas, pro-
prias de seu genio, nao posso deixar de tributar-
Ihe o mea devid i e eterno rcconhecimenlo.
01indal4deabrldel864.
Francisco das Cliaga Cavalcanti Pessoa.
iouvar e dar gracas a quem o d. Por que tena
que deila e da de ni laot INICIOS digna de louvor,
pois nella se aeham estas qualidades de bem fazer.
E digo que nesta eidade lia, segundo soube pelo
rol das liiencas, 400 pobres e440que andam pelas
portas a pedir. E alm destes pdein andar Mirto
de oulros tantos a pedir seni licenja. E mata an-
dam umitas caixas de eonfrarias e invoeacoes de
santal a pedir pela eidade e igrejas. Afflrmaria se-
reai 160, c inais que nao pedaui e lautos que sao
C>0i). Ealm denles andam mtiitos liomens que fo-
ram abastados, com suas capas e capuzf.s a |>edira
inuias pessoas que conheemn de suas creacoos, s
qoaes aedein sccii-taiueote. E da m-sma qualida-
de aadatt mulfiores peiUado, e oulros por casados
nobres pedurau para lilhas orplias que querein
casar e para soltura de presos. E alm de-Mes os
meninos orphaos que sempre andan) pela eidade
pealado, sete eoilo. Que bem olhado tudu, ousa-
rei diaac que sao otis de 2,000 pobres pedntes.
E por que nao digam que me desordeno, ponho-
os halos em 1,000 pobres. E certifico que todos os
dias gannam dous vintefts cada da, que sao por
dia 'iO- a |or mez 3,000 cruzados, e por anuo
-32.000 cruzados.
E ni grandeza da misericordia nao fallo, por
que est notorio a todos que gasta cada um anuo
5,000 Tuzados e miis. Ncm de V. A. a rainha
uossa senaora, por que ser de admiraeao crerem-
me.
Assim que valeni estas esmolas todas, que publi-
camente se abem, em ca la um anno 60,000 ro-
zados.
A li' de i de novembro de 1544 era o regula-
ineiiio dos mendigos, ao lempo em que se fez a es-
tal .-ti.-a referida
Por esta le ningoem podia mendigar sem lieen-
i;a. Alas coiitinba dispo>ii;oes engracailas. Priiuei-
i ament, a probibieao de mendigar era s nos lu-
gares onde resida o rei.
O que qiieriam mendigar eram aillos examina-
dos |wr um medico e um cirurgio; devam confes-
sar-se primeiro.
Os menores eram tirados aos mendigos, e entra-
vam na miseiiriudia al aos sete anuos, e depois
d'essa idade eram entregues ao juiz dos urjdiaus
para os assuldadar.
A misericordia liona um albergue para os pe-
dioles, qm- n'elle qiiizcssem recolher-se; linham
luz e logo para se aquecerem, e cama de rama e
junco para doriniein.
Quera incndigassu sem lic.mga era preso e acoi-
tado, cooi baraco e pregao, c degredado para lora
da corle.
No entretanto, a lei era muito mais providente
do que boje, rom relaco aos mendigos. As suas
dispo.^iyVs mostrara que o governo de enlo pen-
sava eom mais madrela no assumpto, e procura-
va acudir a esta rhaga social, sem embargo de
.crios preceitos, n'essa poca exeqoiveis ehoje ab-
surdo-.
Tem alm dist, o mrito de se conservar affas-
tado das lulas publicas, onde a sua iulluencia lhe
asseguraria urna grande pasiega
Contentase com ser homem de bem.

As noticias da China, recebidas em Marselha. di-
zem que em Maco fra festejado com grande pom-
pa o uascimenio do herdeiro da cora de Portu-
gal.
Em II.iuk.ow bouve um tremor de trra, de que
forana victimas 300 pessoas.
E- do Sr. J
sia :
M. Alves Cavalcanti a seguiute poe-
Seos olhos.
t Quando teus olhos como ardenles lachos
Chamlas de puro amor em inim se litain,
Nao encentras lamben meas olhos quelites
Fitos nos teus esse fugo de ternura?
(Junqaena Freir)
Anjo meu, esses leus olhos
Teeffl do co mixta expreasio,
Sao dous anjuS, que roubarain
A paz do meu coracao,
Sao dous asiros, que fascinam
o volver dos odos meus,
Dous ol :os, que leem poder
De qualquer i>eito prender,
lluus demonios de perder
Os proprios anjos dos cus.
Os leus olhos neutro lempo
i'oderam me escravisar,
Taiulieni nos mea* acenderam
Chaiumas de amor a brilhar;
Cada volver urna setal
Cada requebr urna dor 1
Nos ulnares, que lancavas,
O meu wrguluu qm-bravas,
E no todo avassallavas
O meu peitu ebrio de amor.
Porque volvas, donzella,
Esses leus olhos p'ra miui?
Teus olhos, que, s bem filos
Picarlo ii'um serapbjm ?
P'ra que volvesse-os na trra
Ao mortal pobre, infeliz
Para agora em leus rigores
F.iz-lo carpir mil dures,
i,alar na vida cnli'hurrures
Em troca (le ser feliz!
J gozei desses teus olhos
(libares de amor ardentes,
Que fachos arder faziam
De amor nos meus olhos quenles;
Mas hoje vejo que fogeiu
Os meus querendo evitar,
Volrem p ra longe de inim !
No cometo leve din
u'ma paixo, que ha de assim
Minlia existencia lindar. .
)li! donzella, nio me negues
TuMI teu^idlios de amor,
ijuero ve-Ios frouxos, brandos,
Oucheios d'alvo fulgor;
Quero os teus olhos tiem negros
Sempre volvidos p'ra mira :
Quero um olhar meigo, f-rno,
Juando nao na vida o inferno
Me lega um soffrer eterno,
i'm outro inferno sem lim.
D-me nm omr meiio terno,
.Da-ine nm s por rnmpaixiw,
J'm olhar como tS sabes,
Parque a rtizer nao sri. nao ;
Qujro lr o meu Xilino
N -ssc mago talismn.
Quero ver se ebrio de amores
No da Io do rorrete falleceu na eidade
do Recife o Dr. JosLoureneo Meira de Vas-
concellos lente do curso de preparatorios'
adilido a Faeuldade de Direito.
Esta noticia qiie eximimos do Diario de
Pernambaco de 2, de que foi portador o Pcr-
sininujii, contristou peralmente nesta pro-
vincia a todos os amigos do Ilustre defunlo
eaosdoExm. Sr. Dr. Olynlho Jos Meira
seu presado irmao, a quem abalou profun-
damente, e ferio como um golpe cruel, cuja
cura por certo mpo-sivel.
O Dr. Jos Lourenco Meira de Vasconcel-
lo; desde os verdes annos se destini'iiira por
Dm sonso admiravel, que llic grangeou a af-
feieao e estima de todos os hom'nshonest.s;
e em breve vimo-lo, um cidado prestante,
um filho extremoso, um irmao dedicado, e
um lente assiduo c ilustrado. Nata* con-
dicees claro me sua morle prematura
nao pode deixar de produzir profunda ma-
gua muito principalmente quando deixa in-
consolavel una viriiiosissima consorte e na
orphandade a cinco innocentes, o mais \e-
Iho dos quaes nao tem anda oito annos.
E'com elTeito sensivel ao extremo que nao
tivesse lempo para crear e educar os seas
charos lilliinhos. aquello que soube educar
todos os seus irmftos nao se poup.indo um
s momento nesse nobre empenho que le-
vou a execuco.
Altos sao os juizos de Dos!...
A' Exm." familia do Ilustre finado nos
damos os nossos psames.
Ao Exm. Sr. Dr. Olynlho asseguranms que
o aeompanhamos em sua justa e allliciiva
dr para a qual desejamos um lenitivo.
lina lagrima de dr e de saudade sobre a
campa; uina oraco pelo amigo que j nao
existe.
(Do Progressuta do Ro Grande do Jort
Sais i de Brislol.
Importado.
Vapor uacjonal Oyapock, entrado dos porlos do
norte raanfeslou o seguinte :
Do Para.
Gneros estrangeiros j despacliados para con-
sumo.
4 saceos com 22 arrobas de erv-doce, 3 fardos
e 1 ca xa fazunda ; a ordem.
Gneros importados do Per.
1 caixa com 873 cha|ios de palha do Chyli ; a
ordem.
Gneros nacionaes.
2 b:irricas fructas ; a ordem.
Do Maranhao.
Mercadura eslrangera.
L caixa meias para senhora ; a Marques Barros
& C
1 caixa manteletes pretos, gargantilhas de seda,
e mantas de fil para senhora -, a E. A. Burle
& G.
1 caixe papel; a Jos'* de Vaconeellos.
1 caixa relogios americanos, 8 fardos madapolao,
3 ditos panno de algodfw erliso,3 fardos roupoes,
1 dito cobertores de algodo, 3 caixas chitas, 70
ditas e 50 barricas genebra ; a ordem.
Do leata.
Mercadura estrangeira ja despachaba para con-
sumo.
49 barricas e 13 meias arinba de trigo ; a or-
dem.
cimoxiCA .oicum
Til Il \ A I. I>.V HKLAltO.
SESSAO EM 12 E ABRIL.
1'llKSIOENCIA DO EXM. Sil. C0.NSEI.HKIUO
SILVKIB\.
s 10 horas da m inha, presentes os senbores
desemhargadores Santiago. Gilirana, Lourenro
Santiago, Reis c Silva, Aimeda e Albuquerque,
Motta, Perelti, Aceiol, Assis, e Doria, abrio-se a
sessao.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
ra. compareceu.
Passados os fetos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguimos
JCI.GAMENTOS
llrciirso dr [allrnria.
Recrrante, o juico ; recorridos, Joaqnim Vioira
Coiho & C.
Relator o Sr. desembargador Perelti.
Sorteados os senbores deembargadores Doria,
Santiago o Aluieida e Albuquerque.
Improcedente.
Ilecursos dimes.
Recrrante, o bacharel Alcebiades Dracon de Al-
buqnerque Lima : recorrido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Ueis e Silva.
Sorteados os senbores deseinbargadores Almeida
Aimeda e Albuquerque c Assis.
Deram provimento, com advertencia ao promo-
tor.
Agornos ie peticSo.
Aggravane, Francisco de Paula Borges l'cha ;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Reis c Silva.
Sorteados os senbores desemhargadores Gitrana,
c Molla.
Negaran) provimento.
Ajgravante. a Sania Casa da Misericordia ; ag-
gravado, o juizo.
Relator o Sr. desemuargador Almeida e Albu-
querque.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, o Doria.
Deram provimento.
Aggravante: Luiz Jos Pinto da Costa : aggrava-
do, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Molla.
Sorteados os senbores desemhargadores Accioli,
e Assis.
Negou-se provimento.
Aggravante. Jos Marcelino Alves da Fonseca ;
aggravado. o juizo.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Srs. desembargadores Santiago,
e Assis.
Nao tomaram conbecimento.
Aggravante, Bento Antonio Carpinteiro da Sil-
va ; aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados os senbores desembargadores Assis,
e Almeida e Albuquerque,
Negou-se provimento.
Apjiellaco crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Ferrei-
ra de Unto Lyra.
Nuil" o processo por incompetencia da accao.
Appellante, Beuto Paulo Zedaues; appellada, a
justica.
Nulla a abertura da fallencia.
AppeUacoet citis.
Appellante, Joao Venancio Machado Paz ; ap-
pellado, Joaquim Ignacio da Costa.
Desprezaram-se os embargos do appellado.
Appellanles. Pedro Jos da Costa e oulros ; ap-
pellado, Antonio Joao Ferreira Damasceno.
Desprezaram-se os embargos do appellante.
Appellante, D. Francisca da Cunba Bandeira de
Mellu ; appellado. Joaquim Rodrigues Tavares de
Mello.
Desprezaram-se os embargos do appellado.
DILIGENCIAS CIVEIS.
Cem vista ao Sr. Dr. curador geral
A appellarao civel.
Appellante, D. Joanna de Jess Neves Quaresma passaga ebicao
Duarte : appellado, Juaquim Francisco Duarte. A coherencia e urna das primeiras qualidades
desiokacao de da. exigidas em poltica e o enrpo eleiloral pernambu
A6signou-se dia' para julgamenlo dos seguinles cano nao pode ser incoherente.
f0itog O -ir. Saldanha Mariuno o mesmo Pernambu
Appeacoes citis. c*00 ^a,) ha pouco anda foi to nobre e esponta-
Appellanle. Jos Rodrigues Ramos; appellado, oeamente eleitu; o mesmo carcter sizudo, ornes
Ricardo Jos Kernandes. mo 'IBeral de principios severos e probidade incon-
Appellante, Silvestre Domingues da Silva Pimen- traversa ; a mesma illustracao, desiuteresse e pa
teras; aiipellado, Jos Joaquim de Almeida Leite triotismol
Sampaiu. lenws pois o direito de esperar do nobre corno
passagens. eleiloral desla lieroica yatmm a eleig >o do Dr.
O Sr. desembargador Caetano Santiago passou Saldanha Marinho cooio um acto digno de sua iu-
ao Sr. desembargador Gitirana dependencia e illustracao.
Ai appeltarSes cMs. Vu ei.kitor.
Appellante. Rita Joaquina de Moura ; appellado. Illm. Sr Tendo sollicdado do carpo eleiloral de
Vicente Antonio do Espirito Santo. nossaHiriosa provincia a admissao de meu otiscuro
Appellanles, o juizo e Jos Peres Carapello ; ap- nome na lisfra triplico que foi offerecida coroa
pellado Gaspar deMeuezes Vasconeellos de Drum-, na ultima eleicao, cons.gui isto, c do modo o mais
uioiid e' o juizo. "obre e lisongeiro mim, que por tao grande con-
Appellante. Roque Ferreira da Cosa appella- sidera^'o me cunfesso elcrnamenle agradecido. Da
do, Autonio Jus de Figueredo. trilmna parlamentar eu me dirigi aos eleilorcs de
Sr. desembargador Gilirana passou ao Sr. minha provincia, e Ibes trihutei a homenagem de-
desembargador l^ourenro 6antiago vida pelo titulo da suprema honra que me haviam
As itppeUtirots tiris. concedido.
Appelfcaitf u Gabriel de Mello ; appellado, Pela lamentavol DHirje alo Sr. conscjieiro Fran-
Francsco Jos Pinto. ri*fo Xavier Paa* larretn i!-.r nova vaga no se-
Ar>pellHnte. Jnaquini Franchwe \- AB>nf|ner[iie nado, e nova eleicao vai proceder IVrnanibtico.
Santi"o e filli ; appellada. Francisca Thoraazia Apresento-me iiovamente. rejiutando io niioba
da iConceico Cunba. ifenldade ennsaltar ao mesmo corno eteilnral se
O Sr. deaambaraadsr Loornco Santiago ao Sr. nos poucos mezes decorridos da etec".!'" lnp f"'
desembargador Reis e Silva considerado tenho eualgnmacoasaownwrectoo do
AfiPANDEllA DE PERNAMBlT.O.
l'AUTA DOS PlIBflU DOS OEffEnOS SI'JEITOS \ DlltEITO DE
BXPODTACAO. SEMANA DR 18 A 23 DO MEZ DE
ABRIL l>K 1864.
Merradorias.
Alanos.........
Agurdente de cana.....
dem restilada ou do reino .
dem eaxaca........
i dem genrbra.......
dem alcool ou espirito de agua-
ardenle.........
Algodo em caroca.....
- dem em rama ou em la. .
Arroz com casca ......
dem descascado "il pilado
Assucar" niaseavado. ....
dem branco.........
dem refinada....... f
Azeite de amendoHn ou mendu-
bim.........canada
dem de coco.......
dem de mamona..... >
Batatas alimenticias.....arruba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom.........
dem eseolba ou restollio ...
dem torrado.......libra
Caibros.........um
Cal...........arroba
dem branca........
Carne secca (xarque) ....
Carneiros........
Carv.o vegetal......
Cavernas de sicupira ....
Cera de carnauba em bruto. .
dem idem em velas ....
Cha..........
Charutos........
Ccvados (porros)......
Cocos (seceos). '.....
Colla..........
Couros de !>o, salgados .
Iilem idem seceos espichados. .
dem idem verdes.....
Idem idem cabra curtidos. .
dem idem de onea.....
Doces seceos .......
dem em geia ou massa. .
dem em calda......
Espadadores grandes ....
dem pequeos......
Esleirs para forro de estivas
de navio........
Estopa nacional......
Parraba de de mandioca. .
dem de aramia \ .
Fejao de qualquer qudlidade. .
Fivehaes ........
Fumo em lollia, bom ....
dem ordinario ou reslolho .
Idein em rolo bom.
Queijos........
Ma.........I
Touciubo.......
Velas..........
Descontos.......
Frea*.....
um
arroba
urna
libra

i
contu
um
cento
libra
um
cento
lilira
UIU
Valores.
15400
800
800
400
800
uoo
sjjwn
214000
24800
24600
44000
14*89
2DMQ
1^000
800
15200
34000
75000
85 75000
440
380
280
500
35800
45000
15001
85000
230
MO
15-iOO
25.300
l.'i5000
35.30H
:m)
170
240
100
330
I05IXH)
I4OOO
320
300
'.5000
25000
Os flamen*.* tiaaVraai if a
25600 cada aali
Veaa3*a,-*e a I O ti1,*. A, <-
gbz.
O de L->boa veixleu-se de Ma*J0
a 84200 por arroba.
Vinagre........0 de Portugal veiMleu-se k 1154
a 1205 a pipa.
> rabo*......... Os de Usa a veadVraaa-se a
2055000 por pipa, eo V ea*r*e
paizes a 20.35.
As de ce*apeaifM vefub-ranv-s^
a Mttra. o parle ia m-i* vrta*.
O ribale de b Iras reguinn ile
a 10 por cento ao annk
Para h Canal inlt^f. r^rrrfaada
iie-i,- |M.u :, sn_: ori i.iv^r-
|xl earwfaud wsie 45; peta
lastro e >/, ,-.r libra de jlaafc.
o rarnvamhi na Paralla V,
por bbr de ;.l.li, rm>
b*b V par libra
MOTIMEgTO DO mwT
:V/no. entrados mi da 16.
Para e porlos intermedios 6 dias e *> hora* e 4o
ultimo porto 10 hora- vapor narioaal ftfnrk.
de 1.080 loii.dadas. .omman.laiite o I* l^e
Antonio M. da Ponte Kiheiro. eqiicaty"' 3*.
Liverpool43 das barca ingleza <.**yn of Ikr
Pli/u, de I3'J l.tnel.Hl i-, c.ipitao Thonai If'wrt,
equipagem 9, carga fazend is : a SotilM M."ller
&.
Maaai *aaa*a no mesmo O.
Val pa raizo-Lugre firemense Salier, capilie Xiett-
gaes, carga assucar.
[>t*rpoatBarca bajama Imn^nr, rap*- W.
Sniiih. carga algudao.
Caill IMfU* inglez Welhom. eapii> Kiie. rargra
asMicar
Livei"|Hiul Barca ingleza Pnraijnn. ea|it.io Flovief.
carga algodao.
Rio-Grande do Sul Palaclm nacional
capilao Joao Manuel de Ponte*, rarca
Piarius aaMaai kt 17.
Babia Hiate nacional Garrlmldi, rpita Cu luda
Joad Vianna. carga vanos veneros.
Havre-Barca l'raiiee/.a Jeun />'(/>/n/'. rapilu Be-
jean, eara assucar e atajada*
MaroimEscuna diuainarqueza lkr, cap*li H.
Linge. em lastro.
Ro de JaneiroBiigne-psi-iina nacin >l J.r.m \r-
Ititr, capilao Joaquim Anlonio Cearalw Same.
caiga assucar e outros genero- l.i aasfMaaa
aaaraaar.
! Porlos do sulVapor nacional UpsfWtk, reeaano-
dante o I." leuoute Puntes Kiiieiro.
liabia Patacho bopaiihul Biwnfc. raa*B* IVjuo,
cun a mesma carga que Ir ele da l.rc lua.
!35< 14800
alquere 25000
cento
arroba
EDITIS.
arroba

un
anota
45HOC
1581X1
35000
115IHM
Ipcacuanba (raiz)......
Leona eni acnas......
Tcoa..........
Linlias e esletos.......
Mei ou melago.......
Milbo..........
Paptujaios........
Pao Brasil........
Idem de jangada......
Podras de amolar.....
Idean de librar......
Idem de rebolo......
Piassava.........
l'ontas, ou chifles de vareas ou
novilhos
Mortes cansadas por mineracs!
Fazem-se uso de tudus os venenos activos na
medicina e todos finalmente encurtam a vida. A
salsa parrillta de Bristol um dos poucos remedios '.rim.
verdadeiramente e puramente vegetal. Ella nao 4 caixas
contm um s grao de mercurio, arsnico, strych-
nina, bromine, iodne ou outro qualquer veneno.
Alm disso um anudlo contra os niesmos c cu-
ra as molestias que este* rausam. Pela maior par-
te das vezes estes venenos curam urna molestia
sulistituindo a por oulra : porm a saUa parrilha
do Bristol opera com a nalureza e nao contra ;
reniovendo para sempre pelo seu poder neulrab-
sador as causas de molestias ulcerosas, cancrosas
e eruptivas, regulando o ligado, dando vigor ao
estomago e intestinos aliviando o systema de subs-
tancias epidmicas e dando forc aos orgaos en-
flaquecidos. As enancas e as snhoras delicadas
podem toma-la sem susto. E' asalvacao dos doen-' paineo a Duarte A <.
tes. Cautela para evitar as imilacoes e falsifica- M pipas vinagre, 50
cees, das quaes exislem tres no Brasil. A legiti-
ma vende-se por Caors 4 Barboza e Joao da C.
Bravo & C.
Hiate nacional Sobraknse, entrado do Ararae.,
consignado a C.C. da Costa Moreira. manifestou o' dem ordinario ou restolbo
leguinte : I Gallinhas......
3,83;i maios de sola e 99 macos de eouros miu- Gouima
dos; a Joao Jo- de Carvalho Mraes.
3,330 meios de sola e 7 couros salgados; a Jos
de Sa Letao Jnior.
360 meios de sola ; a Manoel Jos Carneiro.
1,117 meios de sola, 1 altanado e 1 pacote peo-
nas de emma ; a Jos Rodrigues Ferreira.
702 meros de sola ; a viuva Manoel Goncalves
da Silva.
370 meios de sola ; a Antonio da Silva Fialho
Jnior.
80 nft'ios de sola, 70couros miados, 3 saceos cera
de carnauba, 1 pacote pennasde emma: a Fernan-
des < Irmao.
124 meios de sola, 1 pacote pennas de emma; a
Joao F. dos Santos Jnior.
6 saceos gomma, 6 ditos milho, e 3 ditos fari- Prachas de amarello de dous
sha; a Gaspar Pereira da Silva. costados.......
814 meios de sola ; a ordem. dem de louro.......
Patacho poriuguez Huno di Gloria, entrado de Rap..........
Lisboa, consignado a Euzebio R. Rabello. manifes-1 Sabao.........
ton o seguinte : Sal.........
0 pipas e 20 barris vinagre; a Manoel Joaquim Salsa parrilha......
Ramos e Silva & Gcncos. Sebo em rama......
14 lupas e 5 barris vnlio; a Thomaz de Aquino IiIciii em volas.......
jponceca. Sola em vaqueta......
230 barns touenhn, 10 ditos carne ensacada, Tahuas de amarello. ...
164 ditos azeile doce, UM ditos e 36 pipas vinho,! dem diversas......
10 ditas vinagre, 12 caixas cera em velas, 2 ditas Tapiocas........
mana, I eatSM urna halanca decimal; a E. Ra- Tatajuba.........
phael Rabello. Travs........
i7 pipas 190 barris vinho, 23 ditos azeite doce, l'nhasdeboi.......
I caixas bolachas; a Thomaz de Aquino Fonceca I Vassouras do piassava. .
Jnior. | Ditas de timb......
43 barris e 20 ancouetas vinho, 18 barris Tina- Ditas de carnauba.....
gro, 1 ancorla azetonas; a Joao MacJoldo Ama- Vinagre,
ral.
40 barris .azeite; a Luiz Jos da Costa Amo-
uina
arroba
i
cento
i
u m
caada
arroba
um
quintal
um
urna
uiollio
o Illm. Sr.ins|iector ianVanararia pr,,Tiari.U.
em cuinpriniento da ordem do Exm. Sr. protifciit*
da praviana de 17 do crrenle, manda lazer pu-
blico que o concurso [>ara piiein bunenlo ib vaga
de 2" escripiuraiio da hk*6h lar semana ira la-
gar no da IS de al.nl prximo vindour, d>-vJa
os prelundenli's ser examinadlas o.i .r.iiiiiualM-1 da
Inicua nacional, i'.-i'iipliiraefio i"r paiti-I** aV-
bradas. arithmelica e suas applicarwVs, rom e-
- ixciabdade a reducc.io de mnrda, pesi* c a*di
' i das. ao calculo de desmato* e juro himple- r-ii-
poslOs, sendo preferidas os que liverem boa Mira
e souberem liaguas esinafrira*.
Os prelendenles deverao apre-enl ir sea) r-
rimemos nesta Ibi'suuraria, rma *aa>n*lea
proven) que sui oai >re- de 2>aano.-. e leem I
roinpoiian' ala
E para constar se manluu pubrar a pr
H j pe'0 jornal.
TuJ Secretaria da matearan* proviarialde r
*S Imico, 18 demarco de 1864.O serfetam. A. W.
351HM)'
35000
351KH)
840
850./0
54000
600
14900
244000
14600
114000
45000
15200
120
cento 35000
um
libia
atiplen-
arroba
urna
ibi/.i.i
1
arroba
quintal
nina
Cento
ranada
2051KKI
105IMH)
15IHH)
120
400
235000
35500
751XX)
25-00
11051X10
735i XX)
24800
251X10
64000
200
105000
85000
65000
500
chincllas de orello; a Joaquim Pereira
Aranies.
1 dita chincllas de orello: a Satvro Seraphim da
Silva
1 bahu' livros; a Antoni) Valentn) da Silva
Barroca.
2 caixutes massa de tomates; a Jos Femandes
Lima.
8 pipas e 10 barris vinagre ; a Palmeira t Bel-
trao.
100 caixas batatas ; ao capitn.
1 caixote livros iinpressos, 1 dito com 2:732 pa-
taces; a Manoel Ignacio de Oliveira 6 Filhos.
23 ancoretas vinho, 23 ditas, vinagre, 2 barricas
Alfandega de Pcrnambuco, 16 de abril de 1864.
(Assignado.-) :
O 1." coferenle, Jos Affotso Ferreira.
O 2. conferente. Joaqnim Ignacio de Cartrlho
Mtiiiloitrn.
A|iprvo. Alfandega de Paernmbuco, 16 de
abril de 1864.Cunalho liti<.
Conforme. O 4." escripturario, Joao dos San-
tos Porto.
HeceJtediti'la le rendas interna*
geraes le Pernaubucn.
Rendimento do dia 1 a 13........ 11:8415200
dem do da 16................. 7925221
Eleleio le senador.
Para preenchimento da vaga que no senado aca-
ba de deixar o falleeimento do Sr. conselheiro
Francisco Xavier Paes Brrelo, vai-se proceder
em breve eleicao de urna lisia manea.
Tendo iido a honra de fazer parle da lista da
qual foi escolhido o Sr. conselheiro Paes Brrelo
apresenfa-se de novo candidato o Sr. Dr. Joaquim
Saldanha Marinho.
Qualquer cousa que dlssessemos sobre o carc-
ter, qualidades e servicos que lornatn este Ilustre
Pernambucano digno da honra que solicita ao cor-
pu eleiloral, nos parece, seria por domis.
Foi este mesmo corpo eleitoral que o acolheu be-
nigno pela primeira vez que se apresrniott; que,
reconhecendo os servicos, saber e virtudes Cvicas
barris azeite de oliveira ; a
Marques & Silva.
1 caixote vidros, 1 fardo lios de lnho ; a Caors
& Barbosa.
2 barris vinho; a Joao Ribeiro Lopes.
1 caixote sapalos, 2 encapados peneiras, 2 barri-
cas ervilhas, 2 garrafes acido sulphurico ; a Mar-
bntto Lopes Reis.
1 caixote peneiras de rame, 1 dito um inslru-
menlo ; a Joaquim Jos Pereira A.
2 barris vinho ; a Joaquim Rodrigues Duarte.
2 camas de ferro; a Antouio Alberto de Souza
Aguiar.
1 caixote livros impressos; a Billar & Oliveira.'
1 dito meias de linho ; a Pedro R. de Oliveira.
2 caxots vidros e tonca; a Antonio Lopes Pe-
reir de Mello.
2 caixutes fogao d.> ferro e pertenres; a Manoel' Algodao...
12:6335921
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 15......... 45:86357*9
Iderajdodia 16................. 2.3915547
48:2555330
PRAGA DO RECIFE
1*4 lE ABRIL : IHtt I.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambii.
Jos Moreira.
16 barris e 40 ancoretas vinhos, 10 ditos azeto-
nas, 10 ditos vinaure. 6 ditos chourcas, 6 ditos
azeite, 4 caixas marmelada, 1 dita ervilhas, 1 ca-
do Dr. Saldanha Marmho, o considero.) na eleicao ?"e *** sacco atfazema, 4 ditos rolhas a J.
passa(|j, 4 becundino Pereira Pacheco.
Um 'vez, pois, sancionadas estas qualidades pe- *? LI,rrs ~mi.Dh0:' 5 PS ervadoee i a Al>-
la escolhados dignus eleiiores, au tendo o Ilustre | '
parlamenlarem nada desmerecido do acolhimento;
que ha poucos mezes obteve devenios presumir e
P
II pipas e 10 barris vinho ; a ordena.
3 volurnes papel de cures, papelljo,
lequcs de
resumimos por honra do Ilustrado corpo eleiloral PPrt objeclos para ores : a A. II. Rodrigues.
ue ser tao bem surcedido aeora .iiuuto o fbi na: v?lume emblemas de chumbo para aroinpa-
que ser to bem surcedido agora quanto o fbi na i
nhia de seguros Fidebdade ; a Feliciano Jos Go
mes e Domingos Rodrigue? de Andrade.
Patacho oWemburguez Pfeil, entrado de Antuer-
pia, consignado a Roth 6t Bidoulac, manifestou o
seguinte :
50 lardos papel de impressao, 3 caixas dito de
escrewr, i dita envelo|ies, 50 barris tinta, 1 em-
brullio amostras; a ordem.
54 barris pregos, 80 caixas vidros para vitJraca ;
a Monteiro Lipes A- C.
4 barris pregos; a Prente Vanna A C.
luO caixas vidros para vidracas, 10 barris zinco;
a Saunders Brothers.
340 caixas vidros para vidracas, 130 barris tin-
tas ; a K. A. Burle 9i C.
26 barris pregos, 1 raixa espingardas, 1 dita pe-
dras de fugo ; a Henrique & Azevedo.
1 caixa carias de jugar ; a Linden Wild & C.
1 caixa fazeudas de lia : a St.n-u & C.
2 fardos papel; a Alves Hamburgr.
4G caixas papel. 59 ditas espingardas, lldila
crvstaes. 36 ditas e I barrica obras de ferro. 1 di-
la'cimeidu. 10 barris pregas 1 caixa amustras; a
Brandera Brandis.
Kxporaarito.
Briaun inslez Wili-W. carreR-u para o Canal
5,310 saceos cum 27,630 arrobas de assucar masca-
vado.
Saccou-se sobro Londres a 27
V, d. por 15000, sobre Pars a
345 rs. por fr.. e sobre Lisboa a
03 por cento de premio, elevan-
do-se os saques de que foi ixirta-
dor o vajwr inglez, a 187,000,
e sobre Franca 400,000 fr.
O desta provincia vendeu-se de
2153OO a 214800 por arroba,
o de Macei, posto a bordo, de
215700 a 2*4100 e o da Para-
hvlia, tambem posto bordo, a
224800.
Assucar........O hraiico vendeu-se de 44000 a
55OOO por arroba, o somenos
a 34'i00, o mascavado purgado
de 25800 a 25900, e o bruto de
25300 a 25600.
Vendeu-se a 755000 a pipa.
Os seceos salgados venderam-se
a 170 rs. por libra.
9 pilado da India vendeu-se
a 25700 por arroba, e o do Ma-
ranhao do 3400O a 34200.
0 de Lisboa vendeu-se a 25600
|Mjr galao, e o do Estreilo a ris
25100.
Em atacado obteve t25<*>0 por
barrica, e a retalhn 145500 :
tirando em deposito 20quintaes.
Venderam-se a 24000 por ar-
roba.
Bolaehinha...... dem a 25000 a barriquinha.
I l'AiiHiiiiriiiah,.
O Illm. Sr. inspector da lhe-rin-
cial. em eiimprimenlo 1L1 ordem do Exm. Sr. nre-
presidente da provincia, manda fazer pul.tKo 'par
no da 28 do trrenle, pirante a jiuil 1 de fa;. nda
ila mesma thesouraria. se lia de arretiialar a <\ por menos lizer a* reparos, de in- nrre*aa a par-
le do caes da ra da Aurora, rm frente 1I0 Ovnaa-
sio Provincial, avahados em 2.i)4i)5iaa>.
A ariemalae'io M'ia feita na formada U provin-
cial n. 343 de '13 ile maio de 1834 wli < citsuia*
esperiaes abaise declararlas.
A.- pessoas que se propazerem a e-*a arri ai-
laeao comparecain na sala das scv-V- ib r.-lrrala
junta no da aetoa *tf*rioaada pelo iikio dia e
compeleiileineiiti: habibtaila-.
E para e iii.-tar a* mandou paatirar o pre-eata
pelo jornal.
Secretaria da tJawoararia inniaataal iWPernaea-
huco. 5 de abril de 1864.-0 wreUr.o. A. da
Aiiniinciacao.
CLAUSl'LAS ESPECIAES PARA ARREM \Tm. \
1.* A obra da rnoailrufriWi de fu palmos fr-
renles de caes na rua da Aurora sera k-ila
de conformidade com o oreamento Hnaferrtiv.
provado pelo ronsellio da direrioria ilas otra> \n-
blieas, na importancia de 2 Oiu-jn
2.' Os pagamentos serio frito* em duas prr*la-
roes igiiaes, sendo a |irimeira ajanada ai lral>.illns
estiverem em meio e a ultima iinaml" lirer lugar a
entraga da ulna.
.'!.' O arremalanle dar principio a*f 'r.i!**
no prazu de 20 ibas, os concluir ao 1I0 63, aav
bos contados da dala da arieina 1
4.J O ai rcinatanli' niiu lera direilo a m-nhusaa
mitra nrlainaeao ou ndemni-aeau que nao pro-
veniente do eaao preritta no* artigo.' 2 e ( du or-
eamento mencionado.
5.' Para ludo quanto aqu niinesliwr **aa4al
regular-.-eba peto que dt*|iil* a le.Ctmfiirnie, A.
F. de Anniinciaiao.
0 Dr. Trislao de Alencar Araripe. ohlcial da im-
perial ordem da Rosa, e juiz de direii e>p.fial
do commercio drat* eidade do BarJat, eapr... da
provincia de Pernambiieo. r m-ii krraaa, I r -
M. imperial e coiisiiturional o Senlnr 9 PetUo
II, quem DeUS guarde, etc.
Paco ser que no dia |H de abril do rern-nte
anno. se ha de arrematar por venda a i|nem mais
dr em prara publica desl* juizo, na sala das au-
diencias, o sejuinte : um jibrado de dous ancla-
res na rua do Crespo, n. X tendo a frente para a
rua do Imperador o ( oilaoipara a rua iln Oe*p
com varanda de ferro ein [ama** lados, r nm
solio com jaaellaj* para a rua do lmiwra Crespo, com salas e quarto avallado por 25_cm
tos de ris, o qual foi penli )rado por eu-rat de
J. F. Goorge Kladts a Mig el Jos Rirboza Ihm-
maraes.
E nao bavendo lancador que cutir o preco *
avaliacao. arremalaco s-ra fila pdovaiurdBk
adjudicacao com o abatimei lo da lei.
E para* que ebegue ;> cenhermenk) de lodo*,
mandei passar o presente, que sera piildira.l peto
itpprensa e aflixadonos lasares do co*tume.
Recife, 8 de marco de 1864
Eu, Manoel Mara Rodrigues do Nasranenlo.
escrivao osubscrevi.
IrislW de Alrntur Armrmr.
; Agurdente..
'Couros......
Arroz.......
Azeite doce.
Bacalho
Btalas.....
A do Rio-Grande do Sul ven
dense de 35000 a 44000 por
arroba, e a do Rio da Prata de
25200 a 35600; flrandu em de-
posito 30.000 arrobas da pri-
meira e 15.000 da segunda.
Vendeu-se a 84400 por arroba,
dem de 15600 a 25200 a libra.
Varou de 55600 a 65400 a du-
7.1'a de garrafas.
Farinha de trigo. Relal!iou-se a pouca que existe
a 215000 a barrica.
Loura.......... A ingloza negociou-se de 305 a
310 por cento de premio sobre
a factura
Carne secca..
Caf------
Cha.....
Cenefa..
hurre hremeno Salier, carretn para Valparai-1 Manteiga.......A franceza vendeu-se de u20 a
m 4*1 sacros com 21.000 arrobas de assucar 530 rs por libra, e a ingleza a
aneT I ** a ***
Barca franceza Indi Bnjdiste, carregou par o Passas.......... Venderam-se a 65000 n caixa.
DECL1R1C0ES.
Juiz (los (VilitMla TaaeRJa aariaB '.
Na quinta feira, 21 do cu rente, n* sala da- au-
diencias, pelas 10 horas da manha, na pre>.-m;a
do lllrn. Sr. IV. juiz dos letta* da fazima. se vea-
derau em praca publica as eearaaaa .igatnaii. pe-
nhoradas ao ex-colb-clor ajaiio.l Mam-bao fce
Barrito par a pagamento du que deve faieada
Izidora, cnoula, 32 annos, rounlntra. **?'***,*'*
0UO4 ; Querina, cnoula. 33 annos. cooi duas lka.-
menores, avallada |H>r 1-2004-
Recie 13 de abril de I8l4. o s^ito*.
Franrisro \. P. de Rrito.
Na subdelegara da freguezia do Purn da Pa-
nella existe 16 pecas de roupa q Un araaab aa
lieira do rio : quem se jnlgar eOm din-ilo a referi-
da roupa. e dando os sigDae?. fhc sera entregue.
Subdelegaeia de polica da fr< iruezia do Pin-. >to
Panella 11 de abril de 1864 -O snt>Hcfrado.'
Joao PaOlo Ferreira.
'ORRKIOiTkhAL.
telaran das caria seguras tuda de aarlr pr
vapur iO>*erk para os tb^rrs abaa aV-
rlaradns :
I). Anua Rom Leal ,1- Rei.
Alexandre las Mana II .llanda Civalrinit (Vic-
toria).
Dr. Antonio Fernande- Tr ? Luarrlre.
Dr. Antonio J in*en de Manos ren-ira.
Ferreira A Malheos.
H nri ue Silva Rabello.
Jo5o Pedro Collares Mor.-ira
hit Joaquim de A.-.--^l' '!.i-iai
1
r



JosBodrigues de Souza (i).
Luiz Jos do Reg Braga.
Dr. Melquades Pereira da Sita*.
Vianna & Guimaraes.
Crrelo gearal.
Pela administrado do correio desta cidade se
faz publico que em virtude la convenci postal,
celebrada pelos governos brasileiro o francez, se-
ro excedidas malas i>ara Europa nodia 30 do cor-
rente pelo vapor francez Entremadtire. As carias
sero recebidas at 2 horas antes da que lor mar-
cada para a sabida do rapar, e os jornaes at 4 ho-
ras antes.
Administracao do corris de Pernambuco 16 de
abril de 18G4.O administrador,
Domingos ios Passos Miranda.
Conselho adniuislrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para o hospital militar.
Cliinellas razas, jares 140, colxoes de panno de
linho com 9 palmos de coraprmenlo e 3 1/2 ditos
de largo cheios de palha, 64.
100 tijellas de louca que>recebam 24 oncasde
liquido.
Para o stimo natalhae de infantarin.
Caixas para desenho linear.
Para o 4 batalho tie artilhara.
Algodoznho de listra, cavados, 1,300.
Para o arsenal de guerra.
Lenccs de linea com 9 palmos de comprimento
e 4 ditos de largo, que facam tjGOO palmos quadra-
dos, rame de ferro para amarrar, arrobas 2, talioas
de louro de assoalho de 26 28 palmos de compri-
mento c 12 14 polegadas de largura, duzias 10,
custado de amarello de 26 a 28 palmos de compri-
mento e 16 polega"das de largo, 6, custadinho de di-
to de 26 28 palmos de comprimento e de 16 18
polegadas de largo, 6, laboas de pinho de 3 (|uarlos
de polegadas de grossura, duzia* 5, arcos de ferro
de 11/2 polegadas, arrobas 20, dito de dito de I
dila, arrobas 10, ferro inglez em Larra de 1 e 1/2
polegadas de largura, quintis 40, rame de ferro
Para a companhia de cavallaria.
Apparelhos de limpeza, 7o.
Quem quizer vender laes objectoe apresentcm as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
consolhu, as 10 horas d manha dadla 18 do cor-
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 11 de abril
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
Sebastido Jos Basilio Pijrrho.
Majar vogai.
Santa Casa de Misericordia d Kecife.
0 Illm. Sr. commendador Jos Pires Ferreira,
thesoureiro da Santa Casa de Misericordia do Bc-
cife, manda fazer publico, que no da 27 do corren-
te, pelas 9 horas da manhaa, fara pagamento s
amas da casa dos expostos que forem acompanha-
das das respectivas enancas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite 16 de abril de 1864.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivao.
O corpo de polica compra 550 covados de
panno azul para fardamente : quem os quizer ven-
der, apresente-se na secretaria do mesmo corpo. s
11 horas do dia 20 do corrale com amostra, c sua
proposta em carta fechada.
Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos.
Tenente-sccretario.
DE
Dous buhare com lodos seus pertences, 2 gamdac,
t visporas, 2 dminos, 4 bancas cem gavetas,
4 sotas deomarello, 16 mochos empaliados, 4
quadros-cem finas gravaras, 1 espelho, 1 #olo-
gio de parede, 4 mesas ps de ferro com taiupos
de marmore, 2 mesas de amarello. 1 rico flleiro
envidracado, garrafas com violtos, charutos, co-
pos, catites, chicaras e pires, 2 assueareiros, 1
quarlinhfira, 3 bandejas, trem decosinlia-e-ou-
tros objteos pertencentes a casa debilitar de
cat toda Iluminada gaz da ra de Imperador
per baiao do consistorio da ordem terceira.
Torca-feira I? de abril.
O agente.Pinto far leilo por conu o rince de
quem pertencer e em lotes a vontade dos concor-
rentes de'todos os objectos cima mencionados e
existentes no grande armazem iliumiuado gaz,
por baixodo consistorio da ordem terceira, onde
se etfectuar o le I fio s 10 horas do da aimn
dito.
Os prctendentes poderao examinar .o referido
eslabeleciiuentc na vespera c dia do leilao das 10
s 2 horas da tarde.
Na Fia estrerta do osario n. 31, segundo Precisa-se de nm -erado : na ra do Corre -
andar, precisare de mi ana de leile ajeo seja li- dor do Rispo n. 24, sendo de 12 16 annes.
vre c nao tenha fMbo.
Mez de Marm
Vende-se este lwro conforme -o uso do
hospicio da Penlta a I cada Irvriaho: na u
livraria n. 6e da arara da independencia.
Boga-sea pessoa ouro no da 12 do corrate mez, na estrada que
vai da casa do Sr. Jese alapiisu Ribeiro de Paria
para a povoarao des Apipucos al a eslacao dos
mnibus, querendo restrtui-la, entenda-se com o di-
to Sr. Jos Bapt.su, ou esta praea.com o porteiro
dos auditorios, que sera generosamente recompen-
sitio.
LEILAO
MOVIS
O agente Almeida far leilao por ordem do SHm.
Sr. Dr. cnsul de S. M. Fide|issima dos espulios
do sundito portuguez Fortunato Ferreira da Silva
consistindo -em 18 cadeiras americanas, urna mar-
queza de amarello, um balui de llandres comirou-
pa, um candieiro de gaz, 1 copo, 1 espelho e urna
rede.
Terea-fcira 19 do correte
no armazem da ra da Moeda n. 43, s 12 horas
do dia.
LEILAO
Aluga-se a loja de urna -porta s na
na do Crespo n. 4 com amaeo 0u sem
ella, para tratar em casa mesmarua n. 4.
na
O agente Aliaeida far leilao por ordem do Illm.
Sr. Dr. cnsul de S. M-gestade Fidclissima, das
dividas pertencentes ao espolio de Manoel Martins
Carneiro, na importancia de 7:174*043 rs., sendo
2:234*323 rs. em letras e 4:919*720 em conta de
livro, cujos ttulos seaeham em poder do mesmo
agente, onde podem ser examinados pelos pre-
tondentes.
Terca-feira i 9 do corrate.
0 leilao ser effectuado em seu escriptorie ra
daCadeiado Recife n. 48, s 11 horas do dia
cima.
Precisase de urna ama que emenda de ser-
vicos de cozinha : na roa Nova, l^a n 7
imHmni ******
ATTEM^AO |
Aibncacia.
O bacharel Lourenco Av||ino de
Albuquerque Mello, anUge advoca-
do desta cidade, lendo regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
ra do Imperador n. 40, ande pode
ser procurado para os misteres de
sua prolissao todos os dias uteis
das 9 da manhaa s 3 horas da
tarde, e offerece como garante a
seus constituintes a nao interrumpi-
da pratica de 25 annos de advoca-
da. O mesmo aceita partidos e
tambem causas nos termos do in-
terior onde tocar a estrada de ferro.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
BHPREZA
I.KIMhM! A < 011111!!I
Recita extraordinaria
Livre da asKgnatiira.
QUARTA FEIRA, 20 I)F. ABRIL
Representar-selia o muitoapplaudido drama em
quatro actos
Quarta-fcira 20 de abril as II horas,
ra da Cadeia n. 53.
Por intervengo do agente Euzebio se vender
tres relogios de ouro e prata, e um correntao de
ouro de lei. urna mobiliade amarello, guarda rou-
pa, camas francezas, marquezas, candelabros, um
carnnho para meninos e ouiros artigos que sero
patentes.
Dar fim ao espectculo com a chistosa comedia
em um acto.
Posse fallar a Sra. Quoiroz?
Comecar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
tfavcgaco costeira vapor.
Paralaba, Natal, Maco, Ararat), Cear e Acarac
Xo dia 22 do corrente seguir
para os porto cima indicados,
as 3 horas da tarde o vapor Ma-
ma ni] nape, commandante Moura.
Recebe carga at o dia 21 ao
mel dia. Encomtncndas, passageros e dinheiro
a Irete at o dia da sabida as 2 horas da tarde :
escriptorio no Forte do Mallos n. 1.
Eio de Janeiro.
i Imperial Marinheiro segu
de recetor aJguma carga e
fele : trala-se com os consignatarios Marques,
Brrros & C, largo do Corpo Santo n. 6.
O brigue Imperial Marinheiro segu com brevi-
dade. e |>de recetor alguma carga e escravos a
Para o mo (imide do Su I.
Kart-a nacional Aguia.
Segu com a maior brevidade para aquelle por-
to, para onde recebe carga preco commodo : tra-
ta-so com os consignatarios Bailar 4 Oliveira n.
20, ra da Cadeia do Recife.
liba de W. Hlgiiel.
Sahe com a maior brevidade o patacho porlu-
guez Souza, anda recebe alguma carga : a tratar
com o seu con?ignatario, na ra de Apollo n. 4.
IJahia
O palhabotc Garibaldi sahe nestes oito dias : a
tratar com Tasso Irmos.
Para o Kio brande Sul.
Brigue nacional Tjyre.
Segu com a maior brevidade, recebe carga por
preco commodo para aquello porto : trata-se com
os consignatarios Baltar & Oliveira, na ra da Ca-
deia n. 26.
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra d
ueimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por eserpta.
extraordinaria
Aos 10:000$000 e 3:0O0$O00.
Sabbado 3 do corrente se extrabir
a quinta paite da primeara lotera da ma-
triz de S. Lourenco da Malta, pelo plano
! I das loteras extraordinarias, no consistorio
' da igreja de N. s. do Rosario da fregnezia
I de Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quarlos esto i
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. i 5 e as casas commissionadas.
Os premios de 10:000>000 at 20)&000
sero pagos urna hora depois da extraeco
at s 4 horas da larde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
0 thesoureiro,
______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CASA DA F0TU\A
AOS 10:000.000
Bilhetes garantidos
A' ra de Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado faz sciente ao respeitave!
publico que se acham a venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da quinta parte da primeira lo-
tera da matriz de S. Lourenco da Matta que se
extrabir sabbado 23 do corrente pelo vantajoso
plano das loteras extraordinarias.
Precos.
Bilhetes interos ....
Meios........
Quartos.......
Para as pessoas que comprarem
de lOOJi para cima.
Bilhetes........ 115000
Meios......... 5B00
Quartos. ....... 25750
Manoel Martins Fiuza
Joao de Arroda Cabral, faz ver a qi
vier, que contratou por compra a laberna sita na
roa do Hangel n. 10, pertenceme ao Sr. Antonio
redro Martins : quem se julgar com direito a
tpialquer reclamacao, apresente-se no prazo de tres
dias.
Precisa-se de una ama para comprar e cozi-
nfcar : na ra do Imperador n. 69, 1 andar.
Aluga-se a casa terrea n. 270 na ra Impe-
rial, com todos os commodes necessarios, sendo
murada at a bera do ro : a tratar na roa da
Boda n. 6, aonde se contina a dar comidas por
mdico preco, incumbindo-se a mandar conduzir.
advogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os misteres de sua
proussao, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia ra da Saudade n. lo.
Fina pessoa competentemente habilitada offe-
rece-se para leccionar as prmeiras letras e msi-
ca para lora desta capital : na travessa do Ve-
ras n. 14.
Hanoel Jos da Fonseca, subdito de S. M. F,
vai tortuga!.
Prectsa-sc de urna ama que seja forra, para
comprar e coeinhar, e ene de1 liador a sua conduc-
na ra do Queimadu n. 22.
Precisase de-urna ama que saiha cozinhar e
engommar, para casa de pouca familia : na ra
do Quemado, loja 31.
Jos da Silva Res tendo por commodidade
largado a residencia da ilha das Merces do Illm.'
Sr. eommendadffr Manoel Jos da Costa, acha-se
residindo na villa do Cabo, olaria de Barbalho, on-'
de se acha prompto para fazer e dirigir quaesquer
obras de engenfeo, por vapor, agua ou animaes ;
recebe qualquer ebra ou encommeuda para a fun-
dico de ferro e forouze do Sr. Francisco Antonio
Correia Cardoso ; cojas obras sero feitas na mes-
ma fundicao, de bsixo de sua inspeceo e geren-
cia por estar contratado com o mesm Sr. Cardoso
para esse tim.
FUNDIQX0
DE
FERRO E BRORZE
DE
FRANCISCO ANTONIO CORREIA CAIIDOSO
Roa Neste antigo e proveitoso estabelecimento fabri-
cam-se de encomotenda quaesquer obras de ferro
coado ou batido, cobre ou bronze para engenhos
movidos a vapor, agua ou animaes, com prompti-
do, perfeicao, cujos precos j conhecidos o que
melhor se pode desejar. Para maior commodidade
de seus freguezes, e conGanca em suas obras, tem
contratado o Sr. Jos da Silva Res, sem duvda o
rnais habilitado por seus conhecimentos e grande
pratica nos engenhos desta provincia, o qual se
acha residindo actualmente na villa do Cabo, ola-
ria do Barbalho, para ahi receher quaesquer en-
commendas e manda-las executar nesta fabrica de
baixo de sua ingerencia e direecao, alim de screm
completamente satisfeilos seus freguezes, e tam-
bera dirige quaesquer assentamentos de engenhos
por conla desta fabrica, tirando previamente suas
plantas, etc. etc.
Tem promptas j muitas obras que aGanca sua
construccao, como sejam :
Urna machina de vapor, forca de 4 cavallos.
Urna dita dito, quasi prumpta, 10 ditos, igual a
urna que existe no engenho Guerra.
Moendas e meias moendas de varios tamanhos.
Taxas, crivos e portas de fornalha de ferro bati-
do ou coado.
Boda de espora, rodelas, carretas, aguilhoes de
azas e de ferro balido, e chuman-iras.
Bronzes. parafusos, portas de agua, e cruzlas de
varios tamanhos, e um cem numero de obras miu-
das de varias qualidades.
Chama a altencao anda para a bondade, solidez
e perfeito acabamento de suas obras, no que nao
poupa exforcos e fadigas, para bem servir a todos,
pelo que espera cada vez mais o abaixo assignado
merecer a benevolencia do publico em geral, assim
como o tem sido de seus numerosos freguezes e
amigos.
Francisco Antonio Correia Cardoso.
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Novos arran os.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Retratos de H por 1.'00.
Retratos de :i> por I5">00.
Betratos de 35 |ior 15500.
Betratos de 35 por 1:00.
Retratos de 3* por l&oo.
Retratos de 35 por l.*i00.
Retratos de 35 |>or 15-*><)0.
Retratos de 35 por ISoOO.
Retratos de 35 por 15300.
Retratos de 35 |>or 15800,
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos lirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de : |ior 45.
Retratos de .>5 por 45.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de >5 por 45.
Retratos de 55 |or 45.
Retratos do 55 por 45.
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 4.
Retratos de "> por 45-
11 lx DBh.r* 'SU-
Algodaoznho ooni pernieno
toque de avaHa a 4T>00
m e 5^000 tpftt
Vendes.- na ra do Queidado 14 ,
algiKlaoznho com pequen loque de avaiaTTI
o5 a peca, a elle que est ^ acalqdt,
rrve
,_T ^"St"" nx-N'i df- xiadr de 13 a 14
ancos, mono bom cozinheVo e comprador
bem urna casa e sabe rawr lodo wvieo
fecao : a tratar na ra do> w n. SI
l'a sala e akea para fWrVfe.r
. elleirt.
Precisa alugar-se : no escilplorw da m Ib 1
perador n. .34.
s* padaria da Torre ptcria
sador qne saiha vender p.
>e de
I4a4e
duas casas terreas na riu do Momoo -
69, cada urna dellas cura Mixi.t.w
para familia : a tratar a ra da Cade
0. 57.
ra coMMMftl.).
a ruada Cadt
'i 3m^ r>i- ..
7
Precisa se de urna ama para i,f-o soHmc,,-
na ra du Imperador n 13. '
{ Na galena americana.
I Na galera americana.
Na galera americana.
Na gelera americana.
I Na galera americana.
Ra do Imperador n. :w.
Ra do Imperador n. 3K
Ra do Imperador n. 38
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Destes precos s nos dias uteis.
Desles precos so nos dias uteis.
Noticias as senhoras.
Vestidos azues claros oubrancos nao servem, os
pretos sao melhores.
As horas mais convenientes ao trabalho sao das
9 horas da manhaa s 3 da larde.
O bacharel A. R. de Torres Bandcira,
professor de geographia e. historia no
Gymnasio desla provincia, contina no
ensino particular destas mesmas disci-
plinas, e bem assim de rhetorica, philoso-
phia, inglez e francez : na ra eslreita
do Bosario n. 31, terceiro andar.
AVISO.
Precisa-se de um ou dous amassadores de mas-
Telmo Almoinha, subdito hespanhol, relira-se
para o Bo de Janeiro.
Jos da Silva, subdito portuguez. segu para
a Bahia.
advogado Affonso deAlbu-
querque Mello,
com escriptorio na ra estreila do Bosario n. 34,
encarrega-se de quaesquer causas crimes, cveis.
militares e ecclesiasticas. Coinpromette-se a en- seV^ue"entrada p^taniente 4) fabrlw. ^"pS
cam.nhar com a maior brevidade as appellagoes L bolacha : a tratar na ra larga do Bozaro n. 16,
que loe forem couGadas ou a relacao e ao tribunal nadara
de commercio do distrcto, ou a relacao ecclesias-
tica. Encarrega-se de defezas perantc o jury
desta cidade, oudos termos prximos, dando a par-
te condujo ; assim como de quaesquer oulras cau-
sas por ter em alguns delles procuradores de con-
Ganca.
Da consultas verbaes e por escripto ; promelle
todo o zello, seguranza e actvidade, garantidos por
urna pratica e experiencia de quasi 20 annos.
Porte ser procurado a todaaliora, meno as *cx-
s
tas-leiras. por se adiar
dias na villa do Cabo.
das 9 horas s 4 desse:
AVISO
Southall Mellors & C. sacam sobre a praca da
Bahia.
Precisase de um Portuguez de meia idade
que entenda de hortalica : ^ia ra da Matriz da
Boa-Vista n. 33.___________________________
Bellarmno Pereira Pinto de Lemos, subdito
portuguez, retira-se para Santa Catharina.
^m.
Aluga-se una ama de leile escrava :
argado Rosarion. 22. segundo andar.
na rn
Aluga-se a loja do sobrado sita as Cinco-
Pontas n. 62, com armacao, com lodos os commo-
dos para qualquer estabelecimento :
ra do Queimado n. 20.
Joao da Silva Ramos, medico pela Un
versidadede Coimbra, d consultas ei:i
sua casa das 9 s li horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os dorales
Alugam-se as casas das ras do Cotovello n
9 e Mondego n. 75, esta com a de n. 73, tambem
se vendem 011 trocam-se : a tratar na ra da Ca-
deia do Recife n. 49, sobrado.
I'recisa-se de um pequeo sitio perlo da pra-
ca, com fundo para o rio e com bDa casa para re-
sidencia : quem livor para alugar, falle na ra do
Rosario da Boa-Visia n. 34.
LEILOES.
LEILAO
DE
15 bai'ris com toucinho.
Kcgnnda-feira 19 do corrate.
{ <) agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 15 barris com excellente
toucinho em um ou mais lotes : terca-feira 19 do
corrente pelas 10 horas da manha no armazem
do Sr. A villa no Forte do Mattos.
DE
Latas com gaz.
Quarta-feira 20 de abril as 11 horas
em poni.
O agente Pinto far leilao cem hcenca do Sr.
inspector da alfandega em presenca de nm em-
pregado da mesma reparticao para o fim nomea-
do com assistencia do cnsul dos Estados-Unidos
por conta e risco de quem pertencer de urna por-
ao de latas com gaz descarregada; da barca ame-
ricana Eagle, ltimamente arribada neste porto
tintas quantas forem precisas para occorrer as
despezas da mesma barca neste porto, i.-to s 11
horas em ponto do dia cima dito no armazem do
barao do Livramento no caes d'Apollo.
1250OO
65000
35OOO
Amanhaa, terca-feira, s6 1|2 horas do dia
o Rvd. vigario da freguezia da Boa-Vista cele-
bra missa na sua matriz pelo reponso eterno
doconselheiro Francisco XavierJPaes Brrelo.
f DENTISTA DE P/tfifs*
S 19Ra Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
I
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes arliliciacs, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentiGcio.
eai suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorrdos em qual-
quer occasio. D consullas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receher qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25500 a
Terceira dita.... 25000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servidos que tem pres-
tado.
O proprietaro espera que elle conti-
nu a merecer a confianza de que sem-
pre tem gozado.
Na ra dos Pires n. 54 aluga-se urna excel-
lente escrava moca e de boa conducta, a qual sabe
fazer todo servigo de urna casa de familia.
Cabo, ipojuca e Escada.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Porluense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por _
qualquer somma, vista e a prazo, po- |
dendo logo os saques a prazo serem des- |
contados no mesmo banco, na razao de 4 g
por cento ao anno aos portadores (pie as- 9
sim Ihe convier : as ras do Crespo n. m
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro. I
Gasa de commisso de escravos na ra
do Imperador n. 4o, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commisso
para serem vendidos por conta de seus senhores,
a tratar na pao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promptidao alm de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as rommodidades precisas, e segu-
ranza, assim como afianea-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, vellios e novos
0 hachar?I
M Francisco Angosto da
fii advoijado
Rrv do I.MPKiiADon n. 69.
Compasla Odrlidadlr r
seguros marllln e lrr.
restres rttabelrrida
Rio de Janeiro.
AGESTES EM m-TtMHI O.
Aiilnnin Luiz de Oliveira Izrvrde A C,
competentemente autorizado* pela dirir- 1
tona da companhia de segn* Fidrbda- I
de, tomam seguros de navios, mrrrade- I
ras e predios no sen escriptorio roa da I
Cruz n .1.
i*icamainiS
!.JH
COMPBAS
Comprase efTectivamente ouro e um r
obras velhas: na praca da Indepeadenria f
loa de bilhetes.
i. ompra-se efectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagande-M
na ra larga do Rosario n. i\, Uja de oiirivn.
Comprase cobre, lalo c
l.ii.i
mazein da bolaamarella no
polica.
humbo : mn r
ni* da srrr. ura de
Compram-si- emiiH mor i forfe^.
barato
na ra da Cadeia n. .1 armawai
Compram-se garrafas e BNijas ra.< 1
mais 2o 0|0 do pren actual a ra Ibreiu m-
niero 72.
Compram-s.! frascos de g.4el)ra va>
ra Dimita n. 72.
l'ozinliein.
Comprase ou aluga-se um escr ivo com perfeicao : na ra da Cid
Alfredo 4 Malheus.
Compra-se um negro de r. Sj a
Imperial n. 13! ou 213.
Compra-ai urna eseran qu 1 sai la no
e engommar bem
cetro andar.
na ra de Vi
Compra-se urna un qne ej 1 na roa da >>o
ceicao da Boa-Villa ao lado do 11. te im.-m Uver
queira dirigirse praca da lt-,i-\
que dir quem quer.
n. W, loja r
rw n 1. ier
qih-m tiver
l'tra m. d.
Comprase una eserava
de cozinhar, lavar e engommar
do Recife n 13, I* andar.
I"et
ir : 1
que emenda
na ra da 1 j-u/
Costa
Tlomprn-sc tim 1 4\:illn Iid- M-ja
ensmado no Irabalao Je eabrM oa
1110 lima pan-llin. |ia"a-s<- li.-m ~.i|.,
no ci's d'A|niiIo 11. i...
I III
a
iujj
Na praga da Independencia, loja de ourves
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
, commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio
Moderna exposicao
liiiarle. Pereira 5 C ra!
do Crespo n. tO.
Tem para vender um rico e completo
sortimento de candieiros gaz como se-
jam para bancas de meio de sala, bonitos
f pares para consolos. lamparinas |iara
quartos, para pendnrar etc., ele., bem
W8 como para vender vontade do compra-
MK dor gaz de varias qualidades. Previas ao
t& mesmo lempo que tem de ebegar pelos
H prmeiros navios da Euro|ia loueas de to-
" dos os padrees modernos, porcelanas, v
HoUettQ
Compra-si' 11111 .'scrav.. mcNti ilc
gura e conducta p que seja Im>|'
lar na estrada do Mangwah aitio
antes ile ebegar a ponte.
Ia fi-
: Ira-
11. il.
Compra-sa dom aegra aa .......1 idadk, a
seja Ima (|uitandeira : a tratar na1 roa Imperial
n. 213. _______________________
Compra-ve o tratado de meduina h-Hueopa-
thica, por Jarrh, ou b.bo M ua raa Urya do
Bosario 11. 34, bolica.
O solicitador Pedro Alejandrino da C. Machado M> $?.' 2?SJ*SSfe *0^ ,'''"";1 ''
Consulado de Franca
Credores.
Os credores do Sr. Francisco Virissimo do Reg
Barros queiram entender-se com Tasso Irmos, ra
do Amorm n. 33, segundo andar.
Offerece-se urna ama para casa de pouca fa- J
milia : quem precisar, dirija-se ra dos Guara-
rapes n. 3, priiueiro andar. ________ I
Precsa-se de urna ama que saiha engommar
e cozinhar, e comprar na ra : quem pretender,
dirija-se ra da Cruz n. 9, segundo andar, fal-
lar com a Sra. Anna Mara da Coneeico.
Precsa-se alugar urna ama para o servico de
pouca familia : quem quizer, dirja-se ra do
Sebo n. 2-">.____________
O administrador da massa fallida de Victori-
no Jos Ferreira convida a todos -os credores a
apresentarem os seus ttulos nestes tres dias na
loja de Joaquim Ferreira de Araujo Guimaraes,
ra do Quemado n. 53, afim de poder proceder a
classiGcacao ua forma do art. 839 do cdigo do
commcrcio. Recife 18 de abril de 1864.
A Menguo do publico
Madapolo superior a 75 a peca de 24 jardas por
ter ura pequeo deleito : na loja da ra da Madre
" de Dos n. 10, defronte da guarda da alfandega.
Precisase de urna ama, que saba engommar
e cozer, que seja de bom comnortainento, para ca-
sa de uma^ pessoa : a tratar na ra do Impera-
dor, armazem de louca n. 41.
Alugam-se duas negrinhas smenle para ser-
vico em casa, sendo urna do 13 annos e a outra de
11 : na ra dos Martvnos n. 2.
encarrega se perante os furos cima da procuradu-
ra de quaesquer causas crimes, cveis e commer-
ciaes, prometiendo todo o zello e actvidade que
\ Ihe reconhecido pelas pessoas que o connecem, e
mesmo pela pratica que j tem adquerido nos foros
onde trabalha. Encarrega-se igualmente de defe-
sas perante o jury nos termos prximos va fr-
rea : pode ser procurado as segundas-feiras nes-
ta cidade, ra estreila do Rosario n. 34, e nos
mais dias em casa de sua residencia na villa do
Cabo.
dius, vasos para cornijas, pinnas, bollas,
leoes para portes de chcaras etc., etc.,
e tudo mais que qualquer pessoa deseje
ter tendente ao nosso ramo, garanlindo
commodidade em precos e sineeridade
no tratamento de qualquer cncommenda,
de que se encarregarem.
m wmmm
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Quemado.
VENDAS.
Vende se um boa piano de jai-arnd* p. lo pre-
co cima declarado : a v. i e Bagar, na ra vrauento n. n.
Vende-se um
Carmo n. I. taberna.
in-H-o
no (aleo do
- Precisase de urna ama forra ou escrava para' coR'ca! sa,a.s ie,g2fti 5* camisa inglraas para
t~ .riM todo o servigo de casa de pouca familia
Ida matriz de Santo Antonio n. 8.
o manual do plantador do al*-
do. par lurucr. cnulrada oa
sesuinteM eapitnlo l" Meioiio- ortiaarawda euiiura lo algodaa.
! Sysleinaaparfeieaado da rohara do itg.idi>
pelo Dr X M. CI011.1.
3" Historia natural do algod.io. su^s .-sp.riei.
variedades.
4" Molestia u insectos deslriihloresl i| .
>' Analyse da pfcMrt ia aajadf 1 | wa
apolicaeo dos eslraaKS, ale.
j" Consumo do abjodaoe tranco do plgo.U..
7- Historia do anjodio e do engedbo de aaja>
dq.
E esta obra nina comi-daco do- aiiig>H Ai )>r-
Bfl niteo "-""'" ""i """, c > "o" uc lust.tu ------.....-- -.....- --.-- r
v w brancas a Si, chitas com lustro para coberta com n:"'s agricultura, e e;n geral dos to-loore es-
ama he rii 1:
Precisa-se de urna ama com bom leile : na ra
do Hospicio n. 36.
L E. R. Vianna contina com sua aula de
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 e covado, las para vesti
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dosbaraleiros na ra do Qurimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
lalim na ra da Matriz da Boa-Vista n. 28, primei- a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de22
andar.______________________________________ varas, por lfl, chales de la jior 3J, 4, 5 e Si,
- Precisas de urna ama de idade, pessoa capaz caraisas inlezas P*" hornera a 38$, 50* e 60*.
para cozinhar em casa de pouca familia : no Be
cife, ra da Cruz n. 29.
O Dr. Carolno Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pude ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua proOssao de me-
dico : sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados per escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior atrinco, no das mais ditficeis e deli-
cadas operacoes. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Quemado.
Bieos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodo e de la, manguitos e
criptos que nestes ltimos annos tem M*> lz
nos Estados do Sul da linio Americana arana da
cultura, ndatelo, rnraaiarcia, historia natural,
analyse clnmica. e tudo mais quanio !/. re-peii
este importante genero de produce* agrila.
Pdese dizer qoi.....-i-- Wm*i/ a otra nuis com-
pleta qne existe sobre a materia, sendo ao ntesm
lempo Iheorico e pralico.e enrerraiwl to-la- as *
ticias relativas -iiH-lli.inie .is-un.i
Vende-se a ftf o cxeniplar. na livraria de M f.
de Faria \ F1II10. praca da InJcpemb-tcu u iaK-
NN 6 c 8.
O l.li o do Foto.
obra adoptada para o uso da- i-srula- |Ciuiaria< da
Pede-se o Sr. thesoureiro das loteras que,
bondadoso como far um grande bem a esta
provincia, fazendo extrahir as loteras smente
O gerente do consulado de Franca tem a honra
de rogar as pessoas que Gcaram deVendo ao fina-
do Jean Baptiste Constantin Laumonnier, subdito
francez, fabrcame de pianos em Pernambuco, de
mandar saldar os seus dbitos em mo do dito
gerente no prazo de 8 dias contados do presente
aviso, prevenindo ellas que no caso de o nao faze-
rem ser obrgado a chama-los por este Diario e perde'r o trabalho e material empregado.
seguir a cobranca por todos os meios de direito.
O dito gerente, roga tambem as pessoas que li-
verem algumas reclamaces a fazer de dirig-las
aq mesmo consulado dentre do prazo de 8 dias,
nao podendo attender mais aquclles que nao fl-
zerem neste prazo.
rernambuco, 18 de abrM de 1864.
O gerente de consulado, ~~ D-se 13$ pelo aluguei de urna escrava de o terceiro andar do sobrado da ra larga do Rsa-
la a 16 anuos .para o servico interno de urna casa no que volta para a do Cabug, redifcado de aovo
Machina de va|ior, propria para mover ma
china de discarocar algodo, e para padaria ou
qualquer outro raechanismo que precisa da forca j
de 2 at 3 cavallos : para ver e encommendar, os
pretendentes podem dii igir-se ao Sr. Antonio Maia
de Brito, fabrica de cigarros a vapor, na ra dos.
Quarleis.
O abaixo asssgnado tendo de fazer urna via-
gem por motivo de saude, vende o seu estabeleci- j
ment de molhados sito na ra da Moeda n. 29 :
quera o pretender, dirija-se ao mesmo, no lugar
cima.Jos Antonio dos SantosFontes.
4
A Hlho, praca da Independencia ns. 6 aM
GAL HE UMtlK
Vendcn-se harria eoua ral
ta procedencia, can pedra. ehrga-
lla hoje. e iiiiica nova, jue ha bm>
aereado, na ra doTraufekeu
13, armazem de Manoel Triar I
ra llasto.
Aluga-se o prinieiro e segundo andares da i Vende-se unta barca
pelo plano de 10:0005, por ser plano que melhor casa n- M" ^a rua Imperial : na ra da Aurora
contenta a ambicao dos jogadores.
numero 36.
Aviso.
Na officinade pintura, rua de Hurtas n. 27, pre-
vi ne-ses pessoas que tem imagens acamadas ha
raezes na mesma, que venham retira-las quanto ~ Campos & Lima tendo acabado com o seu es-! ~ Aluga-se urna das casas terreas sitas na es-
antes, do contrario sero vendidas para nao se tabelecimento de fazendas na rua do Crespo, avi- trada do Chora-menino entre as duas pontes, com
sam a todos os seus devedores em geral, que de- m commodos seguinles : 2 salas, 4 quartos, qnin-
------ ram procuracao especial ao Sr. Ivo Martins de Al- tal murado, cozinha (ora e cacimba : a tratar na
meida para receber amiga ve! ou judicial ; e sem estrada do Hospital Portuguez, sitio n. 1, ou na rua
Na noite (lo (lia ti do corrente lera lutrar 1ue Pr isso tenhamos a menor respousablidade .das Trineheiras, loja de lartarugueiro, confronte a
9 MuadSn f-imiliai- com 'Iue mesmo senhor tenha de obrar, motivo rua do Rosario.
a Ktiniao umiliai ______________(__________ que s com eMe se deVerao entender.
Antonio Jos da Costa Cabral rua Dir 09, saca sdbre a ilha de S. MigueL_________^^
ca nova de .
-Ui-ni Construida, de 45 caixas, ba vele
nheiro ou mesmo a praao aasm aaWvaa
mas : a entender-se na rua Direila
Bento de Barros Feij.
Club cernanibucano
%I -IGl-SE
Preeia-e de urna anta 413raasa de pouca de daas pessoas : alratar na raa
familia : eaj-.ua dateozala X**e*..'S8. n. 29 ou 36^ segundo andar.
'i Livramealo >eom grandes commodos para familia :
jic segundo andar do mesmo.
LICOES de c.wto.
Xadame Fanny iiomeaiix.
discipuu do conservatorio imperial de msica de
a tratar Pars, d li'ees de piano e canto : a tratar na rua
JNova n. 9, loja do Sr. Hypolito Domont.
\ ende-se para mai> de 180 milh.-t.
Iba e lijlo de alvenaria batida, ladrilhor
lo da malhorqualidade qne pode apparen
quizer comprar, pode tratar cora o h-h.
lustrador Zacaras dos Santos Barro,
das Barreiras, olaria n 15, 011 coro *
Concalves Vieira Guimaraes. na roa .Xova
Altcilo da
para saceos de assocar e ronpa
para vender Antonio Luiz de Oiiveara Aaveda A
C, 00 seu escriptorio raa da Croa a. I.
Bakia
da



\
*
Grande peehiacha | Grande liquidadlo
eom laque de a varia na loja c (de lw udas oa loja 4o Pavio, ra da Iraperalri a.
armazeui da Arara ra dalan-i 60, V (orna 1 Silva.
peratrlz u. 5G de LHreeoP.' ^rOa-seestecstabelecImcnto rompidamente sor-
M. CiiliMArSf>s Itwodc faiendt w^litas, rrancezas, aJlemaes e
v..T .I,' a. ...,. msus> Pr8Prlas tamo para a praca como para o
veide-se cora toqa de aviria. mato, prometiendo vcdct-se mais barato do que
\endese madapolao inylez eom pequeo to- fmootm qualqucr parte principalmente sendo em
22f avva.ria por64j0?. f,-e8*' *,,fda?^2,,a 5*r<;, <> de todas as fazendas do-se as amostras
4*000 e 30, cambraias lisas linas a i e J50UO : deixando fiear penhor ou niandain-se levar em ca-
na ra da lmperatriz loja da Arara n. 5b. M ,w|os caeiros da loja do Pavo.
Veode-se (aseadas limpas baraUssiutas. | As cllUas do Pail)
Vende-se chitas Anas cores escuras a S40 e 280
rs. o covado, ditas trancezas tinas cores lixas a
Diaria de gciimlf .- *fgaa4sU*r* is 4c 4ln de ia4.
45
Rua Direita
Oicam! i^amTtt
CALCADO
m
*..

CL A RIII
... _....>. preco de 240 e USO rs. sendo tintas lega
320, 360 e 400 rs. o covado gorgurao de linho pa- riiS) diUs fran^eias unas a 320, 340, 360, 400 e
*^0 "^ rs" covado'di,as PreIas targa e estrellas,
na loja da rlscados escomes finos a 240 rs. o covado, '
ra vestidos de senhora a 280 o
francs para vestido a 280 o covado
Arara ra da lmperatriz n. 56.
Fazendas proprias para senhoras e meninas.
Vende-se gollinhas com botaozinbo para senhora
e meninas a 400 e 320 rs., manguitos do filo e
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gollas
para senhora alie 10*80, camisinhas bordadas
para senhora a 2$, ditas Bordadas no colarinho e
punhos e gravatas muito finas a 45300 e 5 : so
a Arara ra da lmperatriz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 80,
ditas de linho alrochoadas a 55, ditas de fustao a
50,ditas de damasco a 45, ditas de chita a ti
a loja da Arara ra da lmperatriz n. 56.
Arara vende cassas a 2 W rs.
Vende-se cassas Trancezas finas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240. 280 e MO o covado:
na ra da lmperatriz n. 56 loja da Arara,
ftoupa feila da Arara.
Vende-se paletols de brim de cor a 2*500 e 30'
ditos de meta casemira a 30500, ditos melhores a
4*500 e 64, ditos pretos de panno a 5$, 65 e 8*,
ditos de casemira lina e debrunhados a 8$ e 100,
ditos pretos de alpaca a 35500 e 45, calcas pretas
de casemira a 45500, 5*, 65 e 8*, dito.- de rucia
casen, ganga e brim alie 2*500, ditos finos
a 3*3*0, ditos de brim branco a 35 e 3*500, ca-
misas Trancezas a 2*, 2*500 e 3*, seroulas a
l*fl, ditas de linho a 2* e 2*500. colletes a 2*
e 2*500 : na ra da lmperatriz n. 56.
llalles da Arara a 30.
Vende-se baldes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 85,3*500, 4* e 4*900, ditos de madapotao a
3*o00, ditos de imis-cina a 4* : so na Arara ra
de lmperatriz; n. 36.
Miara vende es corles de riscados franceees a 30.
Vende-se cortes de ri seados francezes coro 14
ovados a 35 o corle : na ra da ImperaTrir. n. 56.
Arara vende cortes de casemira preta a 30.
Vende-se cortes de casemira preta para calcas a
3*, 3*500, 4*c 55 : na loja da Arara o, 18.
Arara vende os seulembarunes.
Vende-se soalembarques pretos murte ricos, ca-
pas compridas e manteletes de superior qualidade
a 225 e 2*5 : s a Arara ra da lmperatriz nu-
mero 55.
v.linhas a 500 re.
Arara vende sedinhas de lislrinhas qnra vestidos
a 08 rs.-o-covado, ditas finas a 80t)rs., 1.1a ala-
ria Fia com 4 palmos de largo e pahuas de seda a
800 rs. o-covado : na ra da lmperatriz n. 56.
Arara vende -caafiraias de carociibe-s a 20500.
Venflc-scrambraias de carocinhos para vestidos
a 2*300 a pera, cortes de cana fraoceza a. 25, co-
bertores de iteflus a 15 e 1*600 :-na ra da lm-
peratriz n. oS.
Gr#tioYorl;BWiilo de fazendas nretas para a qiia-
resma.
"Sedas, grosdenaple, pannos linos e casemiras.
Vende-se -.grosdenaple preto para vestidos boa
fuenda a 'IS'iOO. 1*000, 2*, 25*00, 25600 e 35 e
covado, sarja hespanhola de seda, panno fino preto
* 1*600,35, 2*500, 3* e 4* o ovado, milito sn-
Bom e novo, a primeira necessidde a
de e atormoseamento do individuo I
Meu Dos I... que ps de pavao se lobrigam por j
essas roas! que figura hu renda e nauseante a
de 11 rn palelol bem tatuado sobranceiro a um
guales roido em duas solas I um balo bem tor-
neado e bambaleante dcscubrindo urna pontade'
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe- bolina safara e carcomida 11
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas segn- Santa Barbara! 1 Corram ra Direita, bellas e
rapazes! sacudan na praia essas malditos gnedes,,
e compreni :
Borzesuins de Nantes 8*000.
Ditos fcancezes de bezerro 7*.
Ditos francezes de lustre para homem 5*.
Ditos para senhora, de lustre, enfeitados, 5*500.
Ditos para senhora, gaspia alta, 4*800.
Botinas de menina 2*500.
Ditas de cores para menina 25000.
Sapatoes de Nantes de duas solas 5*.
Ditos de sola e vira 4*500.
Sapatos de borracha para senhoras 1*500
Ditos para menlnosl*000.
Sapatos de lustre para senhora 1*.
Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
Chineldes rasos do Porto a 1*600.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro francez como nenhuro, couro de
. isto na
loja do Pavo ra da lmperatriz n. 6 de Gama &
Silva.
Af cassas do Pavio a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissnas cassas persianas cores fi-
las a 320 rs. o covado, ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, iinissimo organdy matisado com desenhos
rniudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laazinhas da eiposirao do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna s edr ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
S Sara ",emD0S e "Pa?;, e I*1 baratissimo ias,re muito grande, e tudoquanlo pertence arte
preco de oOO rs. o covado, ditas *&** tmn- o &.
entestadas trans
prenles de quadnnhos a 500, 400 e 300 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna s cor parda, azul, cor de lyrio e
peroia proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
J900 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da lm-
peratriz o. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon eslampados
pelo barato preco de 6*, 7*, 8*. ditos de ponta re-
donda a "5 e 8*, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 12*, ditos pretos Jisos a
5*, ditos de cores a 4*300 e 5* ditos de merin
estampados a 2* e 3*, ditos de laa a 1*280 e 2*,
ditos de retroc preto para luto a 6*, isto na loja
de Pavao ra da fclmperatriz n. 60, de Gama A
Silva.
Fazendas pretas para a qaatrsma vende o Pava*.
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
1*600, dito a 15800, 25, 2*500, 2*80 e 3*, mo-
reantiqoe preto muito superior a 3* e 2*800, sar-
ja preta hespanhola muilo encorpada a 2*, isto na
luja do Pav ra da lmperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavo vende para lula.
Veude-se superier s>ctm da China faaenda toda |
de laa sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
pno |iara vestidos, paletols, capas ec, pelo bara-
to pre?o de 2*, 2*200, 2*500 o cavado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos ciiordados a vidriho. manguitos]
com gollinhas e outros muitos arligos que se ven-jj
dem por procos moaveis: na loja do Pavo a ra i
d Imperatrz n. '50, de Gama & Silva.
Os orpinhos do Pnvo
Vende-se os vnais modernos oorpinhos de cim-
bris ricamente bordados e enfeitados a 7 e 8*,
ua loja do Pavo, ra da lmperatriz u. 60, de as-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple prole ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
40*; sendo fozenda que sempre se vendett a (00*
e 10* ; ditos de cambraia trancos ricamente bor-!
de S. Chrispim.
Os Casos
OS MAIS AGRAVANTES
n
D'uiiia jk(iua/. (uiaiao
ESCRFULAS,
OU EPJiPCOES ESCROFULOSAS,
rkcms de IihIsi ;t eqmR,
rr RA DO VIEOl %IIO y. 15,
Passando o beceo da Congregacao segunda casa.
NOF1DADE.
l'ereira Rocha A C. acabam de abrir na ra do^ucimado n. 45 um armazcm de molhados denominado Claiim Con
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mere*1... tatas
aerao vendidos por presos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se u boai pen>
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 200 rs. a pam
100 rs. a libra e 2^400 a 30800 rs. a ar- libra. | Pasis muilo novas a 480 rs. a libra.
r0"3 Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a Wki i. ?. libra.
vmeixas francezas em latas e ero frascos a r?. a libra,
i200 e 1^600 tu frascos grandep' a Cevada a 80 rs. a libra.
2*500.
lom em caixinbas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 12^000,1^400, l600e2.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a i60 rs. a libra e a 40GOO rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
\ Aramia verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
\ Batatas muito novas a 40 rs.
Krvilhas portuguezas a 640 rs. a lata,
dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Domo em caixinbas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
lfi00, 5*500 e 280 rs. a libra.
Fafitina do Maranbo a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Gcnebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 6*200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafocs de 3 e 5 gales a 5*500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
de carnauba
Peras seccas muito novas a WKi t>. a
Pain$o a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito no\o_a 400 rs. c r.ix
Presuntos de Lamego'em caUi -zejk*
muito novo a 640 rs.
Queijos flamengos do ultimo vapi r ||
ris.
Idempratoa 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vfdro
cada um.
Sardinhas de Nantes a 32'* rs.
Sag muito alvo e novo a 260 t>.
Toucinlto de Lisboa a 320rs. a libia
64* r
J
SYPH.ILIS, OU MAL VENREO, Bi?5S? inglezS de diversas
1*300 res.
marcas a
perior rasemiras pretas finasaS* e 2*400 o cova-, dado.;' a c*' SSldoJfP,s Pfa baile e casa
do. merinV; fino a 2*500 c 35 dito de cordao a
*'i00 o-tevado : na ra da lmperatriz n. 56.
\trars vende madapoln francez a 1;>.
Vende-se>mada|iolao francez enfestado a 4*e
4*o00, bretatdia de linho, bamburiio de linho para
Icni-es e-seroulas a 440, 500-e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos -de largura a 2* a
vara, brim nardo de linho a806e 1*, dito braBM
a 1*. fftftfi e 1*400 a vara : ca ra da Itnpent-
triz n. 56.
arara covado.
Vonde-a* aainbaa para vestidos de senhora &
240, 280,810, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisas proprits para capas de senhora a 1*800 e
covado : na Arara ra da lmperatriz n. So.
'litara vende fustao oOO rs.
ment a 10. 15, 20 e 30*; ditos de laa com lindas i
barras a 18 e 13* ; isto -na loja do Pavao ra!
da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos do Pavio.
Vende-se ipanno preto meito superior pelo barato
preco de 2*, 2*500,3* e 3j>b'00, ditos muilo finos a!
4*, 5* e 6*,cortes de casemira preta entestada a !
4*, 4*500-e*, casemira preta fina de urna s
largura muito lina a 1*80*1, 2*. 2*500 e 3*, cor-
tes de casemira de cor a o*. 5*500 e 6*, casemi- j
ras enestadas de urna s cor proprias para calca, j
paletols, colletes, capas para senhora, rou^ias para |
meninos.a 3* e 3$500 o covado, isto na loja do
Pavao, rua-da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
1 riiupii i!c Pavo.
Vendem-se paletols de panno preto sobrecasa-
cos fazenda-muito
boa a i-.',, ditos muito linos a
16*, 20-;,25* c 30*, raigas de casemira preta boa
\ ende-.vr tusiao de cores para roupa de meninos fazenda a 4*500,5*, C*, 7* e 8*, paletols saceos
calcas e paletols a 500 rs. o covado, gan(-a franee- de panno preto a 7*, ditos de casemira de cor a
7.a escura e Mar para calcase paletots a 440 re. 6* e 7*, ditos de alpaca preta. ditos de merino
o covado: na na dalmperatrrvn. 56,lojada Arara, preto, ditos dehrini de copes, caigas de casemira
' de cor a 4*, -*5.6* 7*, ditos de casemira da
T.1I0RES,
FilMillirm--.
BERTOEJAS,
OPHTHALMU,
lvilrojiisa,
Empgens,
HERPES,
iPitr tros,
MUKU8
KSt^KHllO.
Tiuhti.
cmagas ama,
Rhet/fiatistmo Chroqiotn^
WBllWAM W-RAL
Nerswfc, NmaJ^g,
mlt. h mam, nm
SUPPRESSO DAS REGRAS, oot
AMETtSRRHEA,
Bolachinltas de soda, latas grandes, a 2(J rs.
a lata.
\ Ditas ittglez-as muito no\^s a 3O00 a barr-
qtnha e a 200 rs. libra.
. Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
embarrila 410 rs.
ICfca hyssen, huchine peroia a 1^600, ,
2&J06, 21800 e 3000 a libra,
dem ppeio muito superior a 20000 rs a li-
bra.
'Oerveia preta e fc^anca, das melhores marcas
qoe vem ao mercado, a 50* rs. a garrafa
e 5#800 a (tafia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa,
CoRservasa 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Ctarutos dos melhores fabricantes da Bahia
e especialmente da fbrica imperial de
e 70500 cada um com o garrafo.
Gomma do Arcaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 110 rs, a duzia.
Gr5o de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a lj&800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 1#000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 5G0 rs. a libra,
e em barril lera abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em tata a 640 rs.
MarmeAadi imperial dos melhores conserva-
ros de Lisboa a 60o rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 >.
dem regular a 500 rs.
Massas|ara sopa : macarro, talharime ale-
300 rs. a h-
ati ',Z
tria a 480 rs.
Candido Ferrara Jorge da Costa, a 800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
2;000,1^200, 2J5500, J800, 3^000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
30500 n caixa. | deeozinha a 10 rs. a lata.
Caf do'Hw muite superier a 26*3, 280 e Pablas de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra-eTpOft, 80 e0100 rs. a Paltos de dentes a 120 rs.
arroba. i Mem de flor a 200 rs.
Vcllas de carnauba pura a
bra.
dem stearinas muito superiores
libra.
Vinho do Porlo engarrafado o m ihor
ha neste genero e de varias m.n ..as,
sejam: Velbo de 1815, Ihi<[iu d(. Poffo.
Madeira, D.Pedro, D. Luiz I. Man.ifr..
Bocage, Cbamisso e outros a 800, 9tX) e
10000 a garrafa, e em caixa a-m urna d*>
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figuet s
480, 500 e 560 rs. a garrafa i 30, 3$Ot-
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500'rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. i T*X<
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgaux eChateauluminide 185', a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa c
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a !*C0C rs.
Ah'm dos gneros cima mencionados to-
rnos grande porco de outros qu. l.-ixaaor
de mencionar, e que ludo sn i .
pecase carnadas, tanto em por\ M -n
retalho.
Quem comprar de 1000000 para una te
ra o abale de 5 por cento.
VXtiPfitirriillIflnO ^OrtlTllPlltlR 'Escossia :l 3*. d,lS d,! ^m Pard fl 2*50i, ditos
Xx&.bLUVlUJlkUlU :*U1 llllieilie decera 2*-ea-5500, dites brancos mu.to finos,
A-superiowdade das perfunsrias que a aguia
tranca vende est inconUslavuimente recenbecida
isso eoaraaa a grande extaagao que Ibes vis
dando os apreciadores do bom. A aguia branca
f-cn-ni Eendo-rempreem vistas 'bem servir a sua
toa freguezia tanto da cidade f orno do interior,
mandou vero extraordinario sortimento que aca-
ba de recetor, viudo conforme suas recominenda-
cea. sempre oa mellior qnalMafle sendo :
sto na loja do Pavao, rua da lmperatriz
Gama & Silva.
Os t^Hr-t iudo* lo pavo.
Vendem-se ricos coi tinados propriOB twra janel-
la e camas pela barato preco de 9* o par, sendo o
nellior que lia no mercado: na rua da lmperatriz '
a. 00, de Gama 4 Silva.
A colchas ilii Pavo.
Vendeni-se'Colchas de Imho alcochoadas pro
(trias para cama pelo bacntnpreco de o* cada nma
Agua de colonia em garrafas de diversos lmannos I** rua da '"W-31 >. ^ (.ama.* Silva
e moldes.
Dita di la emifrfiscos redondos e quadrados.
Dita,dita anibroada em fraseos Bardes.
A i; .iml-ie-til... fiara banhos.
Drta Ijalsamica e dentrifice para ecaservarao das
angivase denes e bom halitmk bocea.
Orta.de .flor de laranja.
Uila de rosa e dita florida.
Dita deJavander e toilet.
Uitx de.atheniense para alisar e segurar os ca-
bello*; depois de atado.
Dita (le tlallabar e Hoide para u'afir.es cabollos.
IJiBhartransparente e lafornesa.
Ditas fmae em fraseos de diversos -moldes.
Dita dila-em boniuis vasos de poreelam..
Diadita.em .Iotas.
Ditadtta-em.copinhos-sendo creme, duqueia
madau'mperial.
llaliuBtniOoide vidro eom perfumaras.
Gixiahae oom ti frasquinhos de coetros.
Cosmetiuue ^*u pomada) surfine.
Extractos fino e de agradaveis clieirosemitonitos
frascos.
As -calcinitas do Pavo.
Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
c meninas pelo-barato preco de 500 e OSO rs.,
mlaiiguitos para -senhora c meninas a -300. 640 e
fc(>0 rs., camisinhas com manguitos a 4j$S80: na
ej de Pavio rua da lmperatriz n. 60.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camwinhae de cambraia mu eerj manguitos e<>las muitoifcem bordadas pelo
barate preco de J-280, ditas de fil a A*, ricas
pelerinas ou romeicas bordadas a 1*600 e2*, su-
priores manguitos.com golla e a balao a 3*<; 4*,
seiid'i muito bem bordados e os mais modernos
que ha no mercado, manguitos c camisinhas a 3*
ei*500, gollinhas Ikwssiinas de cambraia a-300,
; ditas de fil a 240 e 20 rs., pecas de entrunM-ios
e P" com .varas a 640 rs.; tiras bordadas a 1*. e ou-
; tros muitos artigos neste genero-que se vonem
| mais barato do que em autra quakjuer parte; s
na lojn.do Pavo, ruada Imperalrik n. 60, de la-
ma & Silva.
As caaac do Pava.
Dito franipr.ne, cheiro novo e mu agradaveL Vendem-se ricas capac.de seda pr-eta ricameots
Di lo de ndalo. enfeitadas, sendo as mak -modernas pelo barate
Ksenciaseoncaiatradas, otn differente e Jbss- P>"fco de JO*, 25*, 30* e 40*, sauteeibarques de
mos cheir.os. S0('a Pr,?ta -sendo ricamente nfeitados a 20*. 25*
(Leite virgioafpar. tirar sarias. ; e 30 : a loja do Pavo raa da lmperatriz n. 60,
f'Oito de eneaa^an amaciara cutis e eaosaiwar- Gaaiai\* Ihe o lustre i ftfi cainliraias *<; Pavo..
lscassa peruJa,
lirlco philucoiuti e eurino.
Dit') de babosa.
Opiata ingleza e ira-aceza.
Pos de eoral e de Labia para dentes.
-Sabo&eles finos quadrados e redoados.
JJilu? fiaos em caiiiubas de tres.
iDitos fnuito linos para barlia.
Hilos reme de anwudoa em vasos *e vidro e por-
celane,
Tsnico.oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito d'ow eite d'ires para aeabar as eapinhas do
rosto.
E assiin mitos outros objertos de gosto que na
compra dos-quaes o pretndeme ser sttisfeito
por deisar s cobres na loja da aguia hranea rua
do Queimado a 8.
Objeetos de phantasia viudaas
para a agnla fcraaea.
A aguia branca receben novos e bonitos objer-
tot de phantafia, aiguns dos quaes nunea vistos
aqui, sendo :
lili, L"l ILilud
Mmm das [risas,
EMACIAgAO,
ttiente do estafa vicioso 4o an OTLAMMA-CTES CHRCliKAS,
Affeor/es Chronicas do Figada,
A-l.M como TODA! \s mais eiMIW k\TKS y,$-
LMII.ta, I'I.'I.vcli -vi.mkxtk QO*NSO SAO
AS,-OU t'ltODUKIDAfl PMiO MCI
urna uae ao MKKCuuaa ou
\Z< I.M.VO,
Asi, ,. imiiliKiii r.l<> BrtiamH MM fl AR.
SltiaC e >lr irinwfita ^(-..mi..-- .-
Todaa.esi^ Enfermid.Tdes prompta e effic.iz.
mate cedem a benfica, poderosa e
jaisCcaiitesqialidades damui
justamente Afamada
HUffUMU li; BOBTOI,
venda nas boticas de Caors 4e Batboza'
rua da Cnnz, e Joao 4a C. Braw & ;C, rua
da Madre de Dos.
Sal doAssii
Vende-se a bordo da barca portuguesa iris; a
tratar com Antoto Luiz de Oliveira Aaevede A
C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1, ou com o
capito a bordo.
Rua da genzalla Nova n. 42.
Neate estabeledmerrto xtendem-se: taetas^e
ferro coado libra a 1M rs., idemdeLe*
Moor :Bbra a 120 rs.
on flnn a voutade do comprador
UNIAO MERCANTIL
1WJA IIAC1DEIA IIO RECIFE X. 53.
NOVO E
ORANDE AEKAZmM DB MOLHDOC
RCA OA CAIIETA. DO ECIFE l. 53.
iFrancisfls FernaiwJes Duarte acaba de abrir na rua da Cadeia do Reciten. 33, um prande e surtida arnurem J.. m. ;i
nomtnndo Uni, Merco** Neste^rande amnazem encontrar sempre o respeilavel ,,ublL um mn o Si!
!!fl?f:J com mojos.
Manleiga inglew especiaimente esoolhida Vinagre de Lisboa a
deprsmeira t; etn-haiTil se taz abatrnoslo.
Manteige franceza a mais superior do mer- .00 rs.
cado e S60rs. a libra, eS20 rs..em*arril Aaeite doce de Lisboa a
ou-mejo- i800 a caada.
Prezuntosinglezefi para fiambra, de superior Geneora de Hollanda a
ou a relallio por pi ; ass.
200 rs. a garrafa e Sardinhas de Sanies a 340 rs. o quariue 3
rs. meia lata.
!^2K refina vezugo, cherne, linguado, iaguaoLa
1^300 rs.
qualidade, chegados neste limo vapor, a
7O.K. a libra.
Queijos femengog chegados -neste ulikao
vapor a 2S800.
Queijo [ji:V.j muilo fresco eawa a 640.
a libra.
Castanhas uito nsvas a 120 r-s. a libra*
-e 30000 arroba.
Cb uxin o teihor jue ha ueste genero,
Bandado r de eonta propria a 2800
r& a libra. -
640 rs. a garrafa e
300 rs. o frasco e
5*800 a frasqueira.
Caixiishas com ameixas franceza?, ornadas
con ricas eslampas na caixa exterior,
muoproprias para mirao,a 1^20i', 1^500
e 20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Warmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
Vendem-se pecas de camkrata muito fina com
salpicos i.-nild-fc j|2 varas cada jj.-i.-a a 3 O, ditas
a 35 e 3f30Q, .ditas adamascada* muito unas pro-
prias para cortiittdos a 35, dita* a 45, ncas de'
eambraia branca* lisas farenda cnoiio liita -o 111 8;
i(i varas a 0o#, 45,1^500, 5, ditas de uua- S
ros proprias para orro e baba dos por prego mui- a
a. zoaveis: oa aja do Pavao rua -da lmperatriz.'
rauao de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
goca proprio para bwnies, toalhas e ceroulas peto
baralo preco de 610 rs. a vara, bramante de linho
eom Ul palmos de largara a 25500, algodaozinho
moflsdro com8 palmos de largura a 15. i*-;as de
Hamluw^o com 20 varas a 95, 105 o 115, pecas de
madanolko fino a 75300. 5. 95 e 105, ditas de
alKodaoziaiw a 65, 65300 e 75, e outras militas
fazendas blancas rjue se vendem muito baratas
Cha hvson muito superior a 20560 re. a II- *"Ju
' hyson proprio para negocio a
bra; cha
10300 rs. a libra.
Cha preo muito superior a 2r? a libra,
ftscouts inglezes em Utas com differenles
em calda das melhores qoalidades
qoe haem Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Noze6 muito novas a 160 rs. a libra.
qualidades, como sejam eraknel, victoria, y^j""?
Salmo em latas, preparado ptfa neva arf
decozinlia, a 800rs.
; Maca de lmales em latas de 1 >A,: ora
ris.
Chouricas e paios em lalas de 8 1 wmm Un
por 70.
I Toucioho de Lisboa a 320 rs. a l-ra t
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 408fi0 a arrote
Batatas muito novas em gigos com 40 libra
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
00 rs
Vendem-se dous caixdes de podra e eal em
Santo Amaro, junto ao sobrado do Sr. Manoel Cus;
t~ (odio, se acham divididos em rasialdo, prompto a
?^lC.^a,Jin,hc!ro:na,k.doPavao rMda receber iravejamemo, ass.m para casa Ierren ou
sobrado, a vontade e bolsa do comprador, tendo 3
lmperatriz n. 60. de Gama & gilva,
Carlas de eassa a203O.
Vendem-se cortes de cambraia eom
Amendoas confeitadas de diversas cores a ^a^ lavado de primeira qualidade a
800 rs. a libra. a libra e 90 a arroba.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor, Caf do Cear rou>l superior a 280 rs. i -
muito perfeitas, s vista se faz o preco.) h e 80400 a arroba.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750 taledo Rio propriepara negocio. 3*0
rs. cada um.
Emilias francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o qne ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Arroz do Maranho a fOOrs a libra e 2S0f
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 5400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a bra
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba retinada a 320 rs. o av
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
^h'JT^ l*TJ*VA*: Macarro" talharim e alelria a 480 rs. a I-
I eomplctos 'ellos de parolas falsas.: 3SiaDSlvak,I'av5 ,ua da ImFeratria
janellas e porta, com 42 palmos de frente e de fun
babados a | do 113, tudo de vao, alm de um grande terreno,
n. 60.
Dito, ditos de podras por cuja perfeicao e bom
godo ijuasi se ais dtinguem das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de perolas falsas tanto para senhoras
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., ele.
Bonitos alllneles c anneis para gravatas.
Bonitos penUjs de conxa obra de apurado gosto.
Outros traversos com pedras para meninas.
O Pavo vende laazinhas pretas.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavao rua da lmperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
A Maria' Pia.
O Pavo vende a 8$
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
Bellas guarnieses de'pentes dourados ornados gados pelo ultimo vapor francez pelo liarato prego
eom caixos de ovas, feitos de aljfar, obra su- "e 8* cada um : s na loja do Pavo rua da Im-
hliiue, peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Outras igualmente bellas, todas de fino dourado e' Os bales do Pavo.
com pedras. Vendem-se crinolinas ou bal3es de 30 arcos tan-
Outras a tarlarugadas, nada inferior a aquella. to brancos como de cores sendo americanos que
Voltinhas da aljoar branco a de cores com cruzes sao os melhores por se nao quebraren a 30300 e
de pedras. de 33 arcos a 40, ditos de musselina com babados
("Uses e outros mutoi objeetos aeliam-se a venda a 45, ditos para menina a 25 e 30 : na loja do
M fm do Queiraado loja da aguia branca o. 8 Pavo rua da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
em cujo centro passam duas ras novas at lindar-
se na estrada de Luiz do Reg : os pretenden tes
queiram dirigirse rua da Cadeia, armazem n.
33, do agente Euzebio, que mellior informacoes
dar.
Vende-se un excedente sitio com grande
casa de vi venda, capella dentro da mesma, com
cacimba, tanque e bomba e boa agoa de beber, co-
cheira, estribara, corral c pasto para vaccas, no
qual sitio se pode levantar duas ou quatro olarias
por ter muito bom barro, tendo o mesmo 1,673
palmos de fundo e 1,600 de largura, com 40 ps
de coqueiros o muitos arvoredos de ructos : os
pretendenles dirijam-se rua de Hortas n. 12, se
gundo andar.
FA RELO
Vendem-se saceos com 90 libras de farelo a
30800 : na rua da Madre de Dos ns. 3 e 9.
outras militas marcas a 10350.
Bolaciunha de soda em Jalas grandes a 20.
Figos em caixinbas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinbas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
I'assas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 30 um quarlo ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior qoe
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a'Cerveja branca e preta das melhores marcas!'
Caixascom Mnho do Porto super.or de 90 5800 a duzia. | a 600rs'\ lbra e u a caxa Cf,m',} ^
a 109 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste Cognac inglez de superior qualidade a 8Q0, pa|,os de dente usados com flora 20o n
genero lia grande porcao e de differentes e 10200 a garrafa. j 0 mass0> i]im Meados sem flor a 160 ri!
marcas^ acreditadas que j se venderam Licores francezes das seguintes qualidades :J omasso com 20 massinbos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito Gna a 80r.. a.
e de outras muilas marcas a 10 a garrafa libra.
e 100 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra c
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
90 a duzia Charutos dos melhores fabricantes de I Fe-
Mostarda ingleza em potes ja preparada a lix, em caixas inteiras ou em meias de
4ffs'. 0800, 20 e 30.
a !i cJrUnm em P 'em S S e$' iPresUDlos d<> reino, vindos de conta propia
de ca. P,e- I ro se faz abatimento.
por 14J> e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, terSo o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
i,


l>larlo de PerMMkne* Ate
Irlr IM4eAlMrH4e lft4.
! Vi A H CO CAURVO 9
GRANDE SORTIMENTO
I TI
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acaban da
receber de sua propria encomraenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vende por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
a.-iiiuneiarite, como verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
aros proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
Todos os senheres que comprarem para negocio ou casa particular de 1004 para
cima tero mais 9 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mars que
odo s as seus gneros sao recebidos de sua propria encomraenda, razo esta para pode
veuder por muito menos do que outro qualque estabelecimento.
Mantega ingleza flor a 8oo rs. a /ibra. | Vellas de carnauba e composicao de 32o a
Cnstanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo,ooo a H.ooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
B.'nho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem francesa a mais nova do mercado a 56o tera abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. i Massas para sopa macarro, talharim e aletria
dem de porco refinada muito alva 46o rs. a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
a libra. ment.
Preroatn para fianbre a 8oo rs. a libra. dem estrellinba, rodinha epevideem caixi-
Ch uxim miudinhe vindo de conta propria, nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra. 2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
dem byson de superior qualidade a 2,6oo rs. libra.
a libra. ; Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
leara perola o melhor que se pode desejar a nhos de 6oo a l,ooo rs. o caixao
2,7oo rs. a libra. Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melbor, em
GRAIOE REVIW
NO

ARMAZEM
do
O homem do movimento n&o estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Xo se admitir, a Huiao commrrcial.
\ao se quer a diaba la atliaiica.
Na se teme a fitrin dos corsario'*.
Este auno ha de ser bI**exio.
Os eanbdes estilo preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abaiaa lina a"gaa ua vinagre
Viva a liga do genuino Chores roa lasare!
Viva t conservad-r das coiservas inglezaa!!
Yivum os I iberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivam todos qu lerein este aniiuiirio.
I ie-n preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
IJem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmao e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caas de 1 arroba, '/i e 8 libras
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado gar.inte-se a superioridade deste vi- [
nho. das seguintes marcas : Duque, Ge-'
nuil, velho secco, especial lagrimas do- a 8 e 2 rs a caixinha
^l 4?K ?' eSpC'CI a ? n Barris (!fi viO branco de quinto, marca B
vinho ve ho Nctar super.or de 1833 Du- & Filho a 60 rs Q baj que do Porto de 1834, vinho do Porto ye- Marmeluda imperial (los m lhores conservei-
ros de Lisboa a 61o rs. a 1 tinhade 1 libra,
Hjo superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior [>. Lu-
izl de 1817, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a l.ooo rs. a caixa
com urna duzia.
F-olacbinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata
liiscoiloj inglezes das melhores marcas em
Iatinhasde2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idea inglezes craknel em latas de o e 7 libras
de 5.000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pe4o ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
ha latas de 1 !/i e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 61o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de 1,000 a 3,ooo rs. a
caixinha, tamhcm ha latas de 1 '/ a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
' dem em-frascos cora tainna le rosca a 1,600
rs. o frasco.
Chocolate portugus, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixiie-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
; Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garraf
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamltdr F., PKR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; 2.5oo a 4,000 rs. a caixa.
de I80, 5oo, 56o, 64o e 800. rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
Porto fino em garrafa, e em uada a a24,ooors.ogigo,ede l,2ooa2,ooors.a
3,ooo, 3,000, 4,000 e 6,oo rs. o melhor garrafa,
do Porto. ; Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
idem Bordoaox das rnais acreditadas marcas ,, ma",
dem d*
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa-.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
do P-trto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaco por str mais
fresco a 2, loo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de viaagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho oran.' o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3-00 rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 50o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por ha ver
grande porche
peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,noo rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Miiho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l,ooo rs. a garrafa e em caixa ter abati-
1 ment.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Azeilc doce em barril muito fino a 6io rs. Chauncas as mais frescas do mercado a 800
a garrafa e 4,800 a caada. rs a Ubra.
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa. Genebra de laranja em frascos grandes a
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a l,ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados tocios primorosamente escollados, por Isso apres'sa-se o pnopriehrio em
Merecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, afiancando todo e qualquer genero vendido neste bem eonhecido ar-
mazem.
Pede-se toda attentfto.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desaj>ercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazn) e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commenio por 8#890 a 9,-5, o proprietario em seus
arm;izens da-lnee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confuses em trocos.
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba''? e V a 7,5oo,
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 rs,
. e em barril a 78o rs.
dem franceza a 51o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,600 e 4,9oo rs. a caixa, e loo rs. a libra
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem jierola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a.800
cima a 2,7oo, I rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo c de 8 libras para cima Lisboa a 600 rs. a libra
ai,5oo rs. > Emilias secas muito novas a I60 rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2:3oo rs. Ervilhas franeczas em latas a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 l- [ Potes cora sal refinado a 48o rs.
bias para cima a 2,2oo. ; Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, 4, C e 8 libras! fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,800 rs. a lata. 'Presunto para Hambre inglezes a7oo e 800
dem preto o melhor que se pude desojar | rs. a libra.
neste genero a 2,800 rs. Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a tibia. l.ooo rs. e 60 rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletrid
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por 3,loo.
Idean mais seceos viudos por navio a l.Too.
dem prato tis raelliores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra.
dem lomlrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porfo que temos em ser.
Biscoilos em latas de 2 Horas das seguintes
MffflSil)
SENIIOHES E SBMIOHAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido 4 ra do LivramenW os.
38 e 38 .A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os presos de quaai todos w
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, que se dignaren) vir a este estaheleernwnlo.
fcaro por certa muito satisfeilas, nao s quanto as qualidades dos gneros, como a*e
tratamento todo altencioso que se Ihes dar.
Alm do cumpri ment dos deveres da boa educaco, haver dora em dianle anda
maior capricho em salisfazer lodos que honrarem esla casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, serio oTerecidos ao euw
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pratique o contrario, como em ostras
casas, que ate annunciam oque nao tem.... O Baliza 11S0 illude....
Ameixas francezas em caixinhas e em frascos Licores inglezes e francezes em vasos de di-
^
e 800 rs. a garrafa.
dem francez a 7,000 rs. a duzia e 7oo rs.
garrafa.
Charutos era grande qnanlidade e de todos ds
rubricantes mais a creditados a l,5oo,
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa-
os mais baixos sao dos que por abi se ven
dema 2,ooo e2,5oo rs
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a aij-
roba e 28o rs. a libra.
manas : sborne, Crakntl, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade o 8,2oo rs. a ai
Rocetas eora doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Touciuno deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 as. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de 1.a, 2.a e 3." qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra. doCear de7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,8oo a
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadkiha de Franfa a 2io rs. a libra.
Sagn muito novo a 28o rs. a libra.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
610 o cento, e a P,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a Ubra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a loo rs. a fibra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3.000 rs a caixa de dnas arrobas.
GWGEASAHiIlNNoitiD DUNAND
Superiores a iml*:s ;i
Effeito seguro e prompl
Xr.fallivBl.
biladn|t,i .^/'i
i^am^i^-.iWffl^^-sHiM^tria^a
prrpairaftles conhecPlu ni Soj rootra k| 6onorfaii ^ Ble -norrhiflM U m.iis inian*:ia e rokoidoa.
a|0| s.irn nriftas,noiu iUow, neni ireiuor. P*nce> ; lotuiti prn Mrrttlo >ni ttiii.
Injecco curativa e preservativa
)M omt rapilo7 frx:
caw'l'idn,!,, ,
\lttrrt -)* "M"(inri*iit&i corl-giiosu< mito* aeliMt. riore.i branoa5. .\ilslrrre:i'.e <
ri.i". I'AUIS, '. ru .iti HttrcJic-St-l"n Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros Barboza
Machinas inglezas
pira descaroenr algodo as melhores que
tem vindo a este mercado : ra da Senzaln
Nova n. 42, em casa de S. P. Jobnston
Ct L,
Veade-se albaca preta a 00 rs. mado.
\ en^-se alpara preta para vestidos a 300, 600o
700 p 800 r.<., lina de rordo a 800 rs 1
iit, prhreza prrta r hoo e 6W ocovado, Iwmbazf-
a i-rf-ta 1'ma a 15400 o novado, ISazinlias jirea
para,fenhora cpie esto de luto a 7i0 o covado :
na ra da Imperatriz n. 56. A loja est alerta at-f
:i, 9 horas da noite.
Vende-se muito barato urna preta de dade
de 20 a 23 auno?, boa eozinheirac eosaboadeira de
roapa : na ra das Caloadat b. 2.
.
Vendeoi-se sarcos rom dous alqueires de farinha
e mandioca, pelo'barato preco de 13300 : na ra
da Madre de lieos ns. 5 e 9.
- Vcndem-se ricos espelhos grandes com mol-
dura dourada : em casa dps Srs. FerFeira Ma-
Uieus, rua da Cadeia n. G8.
ria, Pci'-nic, Fauce, Machinee outras mui-
tas a l,3oo e 1 loo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,000 rs. a lata.
Balachiba de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Ca loes com bolas francezas proprjos para
mimos ou para anjos que vilo as procis-
soes a 600 rs. cada uin.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,ioo e 2.2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4.000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vi nhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas : duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior I). Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
Mem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto. Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas ponco condecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicao a 560 a garrafa e 4.000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafes com 4 '/ garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem ciim 4 '/ ditas de venagre a 1,00o rs. o
garraf3n.
Vinagre PUR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com a anco rea
dem em pipa puro sem o batisme. a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores franceses e portugueses das seguin-
tes marcascreme-de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
ilua amarga, percicot. de furia, Boteflm,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gui-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a 1,000
_ ._______-___________1--------------------------------------------
verniz do paz pelo pi'K'o da fabrica
Tf
,i r..y,_,..., no armazem
illa no oio da secre*Ht 0% polica
ruba e26o rs. a iibra.
Arroz do Mai anhfto a loors. a libra, 3.ooo rsL
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e !'' rs. a libra,
dem de sebo muito dura lingindo esparmace-
te 3iio rs. a libra,
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 5 rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 1,000 rs. a res-
ma, j se venden por 7.ooo rs.
dem almaco pautado e liso a 3.ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,2oo rs.
a resma,
demembrulho de 1,2oo a I,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 4 libra a
l,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,00o rs. tambera temos em
fraseos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a Too rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o,mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piaaaava com S arcos de ferro
vindas do Porto a 3So rs.
Cebollas muito novas a oors. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate porlugue*/. hespanhol e francez de
800 a 1,000 rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqoeiras a 6,000
e 860 rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafes de 14 garrafas a 5.2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs o macinhos a lio rs. o masso.
Comanos muito novos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Multo alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixcs em latas al,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 800 rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinada a 800 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libia, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
5 libras,
dem de diversas martas era latas menores
a l,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-1
tas grandes e pequeas a 3,ooo e 1,5oo rs. 1
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banhade poreo a 44o rs. a libra, e era barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito propriospara com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,000, 2,800,
2,5oo, 2,000 e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e i,00o rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,000 o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez pnmeira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4.5oors. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 6io rs. a garrafa a 800 e a
versos tamaubos a l.ooo, l,5oo e i.800
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra e de g
libras para cima sera aborto um barril aa
presenca do comprador,
dem de 2.a e 3.a qualidade a Too, Con e 4oo
rs. a libra,
dem franceza a 560 rs. a libra, eem barril
por menos.
Iilem em latas a 25000 e a 14500 a |a!a.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
Ideraem lata a 610 rs. a lata.
Moslarda ingleza 400 e (00 reto o me.
MarmHaila imperial dos melbores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a lilra.
Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
85 a duzia.
Massas para sopa, taJharim e macarro a
480 rs. a libra,
dem Anas, estrelinha e p.-\i-!.\ raiuaba
com 8 libras a 13600.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabedie, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
l->a lal.i.
Pregunto do lamego muito suprior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 rit a
libra.
dem americano a 400 n. a fhra.
Papel almaco a S|MO a res^a.
dem de peso a 26 a resma.!
Palitos para denles a 160 rs. lo ...
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 24200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libit
caixa.
Queijos flamengos do ultim
Dito ioiiut ino a yOO rs. a Id
a 14800 a
vapor a 24500.
a lata,
lata grande.
a libra,
dro, a 600 rs.
l,ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o. Dito prato a 640 rs. a libra
rs. o frasco. [ Sardinhas de Nantes a 320
dem francezas de muitas qualidades a 5oo Dita de Lisboa a 640 rs.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 210
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal refina lo, em potes de
ment tanto da Babia como do BiodeJa- o pote.
neiro a 1,600,2,2oo, 2,5oo, 3,ooo c4,ooo Sabio massa a 120. 160, |200 e 240 rs. a
rs. a caixa. I libra.
_,,,. QQ ... iToucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Cafe do Ceara muito super.or a 28o rs. a libra ut { $ulM 0 auu ,.. ,ib|.a
Tijolo para limpar facas a} 40 rs. cada
Vassouras americanas a 04o rs, rada urna.
dem do Porto a 400 rs. ada urna.
.V'las de carnauba e coninjosico a 320 rs. a
loo
a arroba,
dem do Bio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de
ceblas,
r.houricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5eo e 64o'
rs. a lata.
grandes a 1,000 rs.

Os precisos fallieres pa-
ra criar) cas.
Cbegara.m e ncliam-se venda na rua do Quei-
ranto, toja d'agii'ibranoa n. 6.
Cal de Usboa e potassa da
Rnssia.
Vende- najua a Cadeia do Kecife n. 26, para
onde se mudiiu oanUfio e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se v'endwn a pre^o ma:# barato do que
aru t.iua!qtiar'.pMte.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,000 rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a l,ooo rs. a gar-
rafa.
d em verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 8 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a latae l,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l,ooo cada urna. '
libra e a 104 a arroba,
dem steirinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
I Vinho do Porto, neste ge *mo temos o me-
lhor sortimento possi' el, que vendeana
por precos mnito haixbs a 14 a garran e
a 10/ e 12 a duzia.
dem Cherry, e da Maden a om larris e em
caixa. a !2->a caixa e ( barril confirme
tamanho
dem de Figueira c List 6a. em ancoras de
8 a 9 caadas, por 28 008.
Dito em pipa a 3000,
nada
dem do Porto, denomi
caada,
dem idem em garrafo
garrafao.
dem de Bordeaux, das
vera ao mercado, a 6
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 14*
caada,
dem idem.em garrafeS com 5 garrafal,
14 com o garrafao.
Vinho de caj a 14 a garrafa. Este vi
tem dez annos.
500 e 44000 a ea-
do Baliza, a 54 a
a 24:100. am o
ielhores marcasqM
a caixa e a 640 rs.
14800 e 24000a
i.uvas de louvia.
Hecebeu-se linas de Joavln branca* r prrta*
I pmpnas para a qnaresma : na rua 00 OjM-una
I loja do beija 0<>r n. 63.
Tranrinhas t lia la aara cafaitr de
de 8Mhwa.
Itecebeu-se, tmneinhas um completo sortimento de moendas e meias ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs, iF"*'
moendas para engenho, machinas de vapor | na rua do Queimado ioa do beija Oor T
e tachas de ferro batido e coado, de todos o Enfriies ir rediahas r*m lar* aa frcalr.
Keceteu-s. variado sortimento *
diversas ceres a 14400 e 14: na roa do 1
AGENCIA
M
FNDICAO DE LOW-MOOB.
Rua da Scnulla nava t. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
tamauhos para ditos.
Arados americanos e machinas para loja do neija flor n. 63.
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,'-----------------.---------
rua da Senzalla Nova n. 42. | J (}J |) ^ | \
^riihiiieiica e ^rammatira, iiH'nn edi-'superior, enrasa de Deloicbe,
cao do Sr. professor Castro !\uncs
Primeira e segunda parles reunidas da arilhme-
lica, primeira'e segunda separadas, e a pramnia-
lica. acham-se venda por preco inui
na rua do Imperador n. 15.
com modo
Wndii-s* uma escrava de 25 30 annos de
idade, tem as habilidades remtate?: doceira de
trahalhar em Indas as qualidades de dore, e rmi-
nl\a o diario le nina casa: na cidnde de Dunda.
rua do Martiia? Ferreira. n. 11
Xov a. 22.
Araba de receber pelo vapor francw, deraa pea-
l-ra encommenda, um mnito nonif" sortiaMaf lf
relogios de ouro, roberloj e de^ubcrlu', paSetait
Miisso ; tambem de prata b-urada. palele
das melhores qualidades. Na iKeiua raja H
pertadores c otaros objectos qae serio
muito em conta.
Vwule-se *!* de moilo ifc
na erraris ie Kv Hytrino de Mivaada.


<***> tte ****>< *fWtt% irfrf-n^^ihfH *C1H*

O PRINCIPAL
O VERO iDIIKO
PRINCIPAL
DE
SILVA & SOZA
Ra do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
Tendo-se o proprietario d'esle armazem associado com o Sr. Paulo Ferrcira da Silva, resolver dar-llie o titulo de principal.
por ser o mais bem localisado desta cidade, e como um dos socios tenlia de partir para a Europa, afim de all escollier os melhores
gneros, desde j se pede ao respeitavel pultlico toda a attenco, nao so para este armazem, mas tambem para o grande aunazem Alian-
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Gimes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
quentarem estas casas de que fario urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nn-
guem mellior do que nos pode offerecer tantas vanlagens eomo as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! rua do Imperador n. a.
PROGRESSISTA das Crnies n. Se.
PRINCIPAL!!r,,a do Cp Mantciga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapur a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza, a mellior e mais superior do
nusso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Banba de poico refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eera barril a 4oo rs.
Cb hysson, o mellior neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras
Farinlia.de ara ruta verdadeira a32ors. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolacliinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Vinho do Porto em barril muito especial a
Ci rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada,
dem em garrames com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a lijlo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Glo rs. a garrafa e l,8oo rs. a caada. Vassouras de passava com dous anos de
Batatas em gigos de trinta a trintae tantas li-j ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oo rs. o gigo c 8o rs. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo Escovas de passava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- dem em garrames com 25 garrafas a 8,ooo rs. Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
mazem 2,2oo rs. a libra. Ceneja das melhores marcas de 5,ooo a I a lata,
dem uxim, o mellior eme pode haver neste | 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Peine em lata muito bem preparado: savel,
E
GRANDE AMHAZEM
DE
genero a 2,6oo alb. garante-se a qualidade. Cognac superior a 8oo e l,ooo rs. a garrafa,
dem prelo muito especial a 2,ooo rs. a li- e em caixa ter abatimento.
bra, e mais baixo, porem muito soffnvel a Marmellada imperial dos melbores e mais
1 ,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razfio de nestes ltimos navios ter-se rece-
ido grande porco deste genero, a diffe-
renca de preco de Goo a 8oo rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio emlata de 1 at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., neste genero e melbor possivel.
Bscontos inglezes em latas com differentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captain. secd, osborne c ou-
tras limitas marcas a i,35o rs. a lata.
Bolacliinbadesdaem latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinlias liermeticamente lacradas
e muito proprias para mimo a I,Goo e
2,699 rs. cada urna.
dem em caixinbas de 8 Ib. a 2$ rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Aineixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rollia do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a I8.000 rs. o gi-
go, e I,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
afamados conservemos de Lisboa em latas
delibra, libra e meia e 2 libras a 600 rs.
Conservas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
legumes e fructas a Soors.
corvina, pescada e outros a l.ooe rs. a
lata.
Ervillias portuguezas e francezas j prepa-
radas a 6io e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e O.ooo a arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao a loo e 120 rs. a libra.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para dentes 12ors. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a lio rs. Avelaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa' Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. i Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e I0,ooo a arroba. I 8,5oo rs. a arroba.
dem de composic3o emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates era latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras cm latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa estrellinlia muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra,
dem talliarim, macarro c aletria a 4oo rs.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades que | Farinha de Maranhao a mellior que prsen-
se pode desejar a 7,ooe e7,5oors. a ca-i tmente tem vindo ao nosso mercado a
xa e 04o re. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo c 1,000 rs. a
garrafa; neste genero lia grande porcoe de
(lifierentos marcas muito acreditadas que
j se venderam por I ,000 0 f 8,000 a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Domo, D. Luiz, Camcs, Madeira sec-
ca, Pectar, Genuino e Malvasia linoe ou-
tros romo Clirnv e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 50o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem bianco o melhor ueste genero viudo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
1 lo rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muilo linos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 800, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caixinbas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
ebegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabio massa, amarello e castanbo a 22o e
24o rs. a libra.
MOLHADOS
RIJA 0 IMPERADOR
N. 40
Outr'ora na do Collcgio
DE
DARTE ALMEIDA f C.
Antonio Fernandes Duarte Almeida, dono dos acreditados ai ixmGniFrogimao
e Uniao e Commercio, e ex-socio do Fiegresso Pngressmta acaba de abrir boje um ou-
tro na rua do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista o Sr. Osborti.
O proprietario deste importante estabelecmeuto, conbecendo que o mais rico e espacoso
armazem que presentemente se tem aborto nesta praca, deliberou denominado VERDADEI-
RO PRINCIPAL ; sem duvida pode dizer, j pela pratica e conheimento que tem deslas
casas, que este um estabelecimeuto que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
quenelle preside, como no completo sorliitiento que effetivameute recebe de sua prouria
emeommenda.
O proprietario do grande armazem VEBDADE1K0 PRINCIPAL gloria-s em ser o
primeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos precos dns gneros de
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seus gene-
ros, por onde va e v o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem csses. .
que, mordidos e queimados pela inveja, dinem nao vaoll... Illude!... desenganem-se
esses maldizentes, que emquanto andar no trimo que pisa, nunca mais consentir que se
venda um objecto de 50 por 100. O systema do Verdadeiro Principal vender muito
dinheiro e ganbar pouco, com elle que sem medo diz, que bailas de papel o vento as
carrega.
ede-*c a malor atlru<-<>.
O proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico em geral protec-
eo para o novo estabelecimento, garantindo aos mesmos me ninguem mais pode offerecer
as vantagens que se presta a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam-
bem pede a todcs os Exms. Srs. o favor de raandarem seus pedidos ao novo estabeleci-
mento, cortos do nio terem occasiao de se aneponderem.
Mais altea^io.
O VERDADEIRO PRINCIPAL pede, m particular todos os Srs. de ongenho e
mais Srs. do centro, queiram mandar suas encouimendas este estabelecimento, garatin-
do-llies o proprietario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparo esforcos para
fielmente cumprirem os pedidos que viercm inderessados.
Ao |Hhlic.
O incansavel proprietario pede a todos os Srs. e Sras. que, quando tenbam de man-
dar seus pedidos seja em carta fechada ou om grande recomtnendaefto ao VERDADE-
RO PRINCIPAL na rua do Imperador n. 40, junto ao sobrado em que mora o retratista
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo americano o Sr. Osborn, c para mais certeza dos portadores tem este sobrado urna botica
rs. a libra. franceza, no pavimento terreo. O VERDADSIRO PRINCIPAL, tem 5 portas de frente pin-
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra. tadas de verde, as hombreiras Duarte Almeida & C. e por cima o VERDADEIRo
Chocolate francez de primeira qualidade a PRINCIPAL.
l,2oo rs. a libra. 'Amendoas confeiladas com bonitas cores
dem de Santo muito superior e medicinal a a I 000.
l,3oo rs. .Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo' t sendo em barril lera abatimento.
rs. a duzia, que em outra qualquer parte Dita franceza muito nova a 560 a libra e
7 e 8,000 rs. | sendo em barril 520 rs.
Charutos dos melbores e mais afamados fa- cha uchim o melhor que se pode desejar, e
que mitro qualquer nao vende por menos I Dito em garrafes a I.-SOOO cada um.
de 30 a 20700 rs.
Dito perola especial
t- 2i>800 rs.
qualidade a 20GOO
bricantes de S. Flix e do Ro de Janeiro, i
de l,5oo a 5,ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molbos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaha a 6*0 rs. o caixo. Dito hysson o melhor que se pode desejar
Lentilhas, escolente legume para sopa egui- j a 2)400 e 20600 a libra.
sado, a 24o rs. a libra. ; Dito hysson e da India muito superior a
Emilias seccas j descascadas a 2oo rs. aj 2i2:0 e 2/400.
libra. Dito do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8, libras
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5ooPimenta do reino muito nova a 36o rs. a libra.! a f .>000 e I #200 a libra.
rs. cada um. Cominhos e erva doce a 32o e 4oo rs. a Ib. Dito preto muito especial a 20800 a libra.
Mullios inglezes em garrafinhas com rolha de Cravo da India a 600 rs. a libra. ;-Dito mais baixo a 1(5300 e 10000 a libra.
Massas para sopa muito novas, fui desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha c es-
trellinha a 500 rs. a libra e 30 a caixa com
8 libras.
Macarro, Metria e Talliarim a 400 rs. a libra.
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa c 10400
a caada.
vidro a 64o rs. cada urna.
Botijocs com 8 a 9 garrafas de azeite, o me-
lbor que se pcxle desejar, a 55 cada un.
Palitos de denles em macos com 20 maci-
nbos a 120 rs. cada um.
Pajitos do gaz a 2#00 a groza, 20 rs. a
caixinha e 200 rs. a duzia.
Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
el000 a duzia.
Ceblas muito novas a 540 rs. o cento e
! 800 o mollio.
Traques de irimeira quaiidade a 8#500 a
Canella muito nova a l,ooo rs. a libra. Queos chegados no ultimo vapor a 3^000. | caixa e 240 rs a carta.
LOJA DO BEIJA FLOR.
hua do Queiiuu Cravatiiilias para senliora.
Vcndcm-sc rravalinhas de diversos costos mais
modrruus a 70 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do beija-uor n. ti3.
tilas para deliruiu de vestidos.
Vendem-se litas para debrum de vestido de linho
com ii varas a 10U rs. a pera : na rua do Quei-
mado, loja do lieija-Oor n. (33.
IVntes travessos.
Vendern-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 300 rs.: na rua do Queima-
do, !<>ja do bfija-llor n. 63.
I'apel beira dourada.
Ventfe-se papel beira dourada a 1,3200 e 1300,
dito de cor de beira dourada a I510 : na rua do
Queimado, loja do heija-flor 11. (!3.
Auvclupes.
Vundem-se anvelopes de diversas qualidades
lirancu a 800 1 s. e de cor a 040 rs., para cartas de
visita a 100 r>., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na rua do Queimado n. 63.
lidias de aljfar.
Tendo recebido vollas de aljfar com cruies de
pedra imitando a brante vende-se a 1,5 cada
urna : na rua do Queimado loja do beija-llor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na rua do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Eufeiies de fita.
Tendo recebido enfeites de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a tacada
um : na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de ia pela para drliruiu.
Vende-se fita de liia pela para debrum com 10
varas a flOO rs. a peca : na loja do beija-flor rua
do Queimado n 63.
tilas de linlin para bordar vestido
Vendem-se litas de linho para bordar vestido
oo rotipinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca so queni tem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Rotos de madreperola.
Vendem-se boles de madreperola mais moder-
nos 11 ue tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Vita de velludo para bordar vestid*.
Vende-se fita de velludo prele com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-llor da rua do Queimado n. 63.
tita de velludo bardada.
Yende-se fita de velludo prelo bordada de di-
rersos gostos e mais modernos proprios para qna-
resma : s quem tem e a loja do beija-flor rua do
Queimado d. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas larfroras para
enfeitar capas on manteletes 09 mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e tarfos.
Vendem-se facas e garfos de hala neo de t bo-
to a 3o00 a duzia. ditas de 2 boioes a 65*00 :
m rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
E mines.
Vendetn-se domines muito finos a 15*00 e
15100: na loja de beija-flor da rua do Queimado
a, 63.
Visporas.
Vendern-se visporas muito finas a 800 rs
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Queijos flamengos chegados no ultimo va- Alfazema a 2oo rs. a libra c ,ooo a arroba. Queijo prato chegado neste ultimo vapor a (Charutos Ip) rangas em meias caixinhas a
I 2I00.
e mais Ditos Suspiros de Thom Pinto a litOO.
por e muito frescos.
Graixa a loo rs. a lata e l,Ioo rs.a duzia.
800 rs. a libra.
Bitnsusso Pnrmezao o melbor
m
TODA ATIERA O A VIGILAS FE.
Custodio Jos AI ves Guimaraes avisa ao respei- ^
tavel publico e aos seus freguezes, que achando-se s^g
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan- W
do-se as ponas aberlas a coneorrencia do res- wM
peilavel publico, para assim apreciar o novo galla ^g
que se acha no espaepso e alegre campo, guarne- jSR
cido das lindas llores "e muitos outros objeclos de *
bom goslo, que tanto saslisfeilo se acha, aprsenla >^
o novo canto, chamando pelos seus freftuezes que W
venham ver para crr, que s as.-im poderao apre- >^ti
ciar, e aeharao um grande sortimenio de fazendas H
tendentes miudezas. tanto para grosso como para 7r\
relalho, que todos serao sonidos a vontade, mesmo '0j
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta v
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode- |j|Oi|'
rao fazer que ser tudocomprido fielmente, poden-;
do-se fazer precos muilo razoaveis, nao s pelas c/3(r:O<;C)53S0>>-O2C3"*iH-2
boas compras feitas nesta praca, como dos que'
recebe de sua propria conla, como dos que recebe
de consignaces.
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande soitiinenlo de (velas prelas e com pe-
drinhas de muilo lindo goslo assim como filas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas flve- J
las que se vende pele barato preco de 15500 e 25
s no vigilante rua do Crespo n. 7.
pretas pura a quaresma
Superiores moureantiques pretos lar-
gos a 252OO, 2550O, 35, 355OO e 4-3 o
covado, bous grosdenaples pretos lar-
gos a 15300, 15600, 13800, 25000,
25500, 35 e 353OO o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
dilos de gorgnrao preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo Pernambuco, e oulras
mnias fazendas de bom goslo, pretas
proprias para vestido, superiores capas
de seda preta a 165, 203, 253, 305,
335, 40 e 505, mantas pretas de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode haver de mais gosto Canotier :
na loja das columnas na rua do Cres-
po n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concellos & C 9|
Novos soutambarques. m\
Sito chcuados os lindos soulambar- ||| I
ques e basquinas de seda prelas, rica- '
mente enfeiladas, as mais modernas Wi
que teem vindo Pernambuco, viudas 5^ |
no ultimo vapor francez, por precos
mais commodos do que em outra qual-
quer parle : loja das columnas na
rua do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
reia de Vasconcellos C.
Kk
3 "o
si
5
S!
3 B u -
W
M
E". o 2 5 o
illlliilw
te S -1 1
3 I'
guaso.? ^pas
fresco que se podo desejar a 800 rs. a li-
bra, sendo de i libras para cima a 780 rs.
Dito londrino um pouco duro por virem
em navio a 300 a libra, e sendo inteiro
400 rs.
Bolachiuhas em latas de 2 libras de todas as
qualidades cpie se procura a I/J300 rs.
Ditas em latas grandes a 2000 rs.
Ditas cm latas de ii libias de Craknel a
4500O a lata.
olachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2200 a barrica e 100
a libra.
Ca toes iom bolachiuhas francezas de diver-
sas qualidades a 000, 8-JO e 1^200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
2:>b00.
Ikicetascom doces de Portugal ricamente
enfeiladas a 2-J500, contendo: peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
I'assas muilo novas a 480 a libra e 7?500 a
caixa: tambera tem meias e quartos.
Amendoas de casca molle a 200 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
400() a arroba.
Figos em caixinhase latas liermeticamente la-
cradas a 14500 o 20500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia viudos do Porto
e das segrales marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,'
Ditos Avaneiros do mesmo a l^OOO.
Ditos Regala Imperial a 1&000, garaute-se
que sao charutos que j se venderam por
2.-3000 e 2.)80O, alni destas marcas tem de
todas as mais que costuman vir ;i nosso
mercado.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a GflOOO
e 500 rs. o frasco.
Dita de laranja a 1)200 o frasco e 120000 a
caixa.
Dita embotijas de HollanJa a 440rs.
Cominhos muilo novos a 400 rs. a libra e
sendo em arroba ter abatimento.
Krva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 1-JOOO a libra.
Pimenta muito nova e lirada a 140 rs. a hora. |
Cravo muitonovo a040rs. a libra.
All/.e-ina nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 80(HK) a arroba.
Chouricas e paios a 040 rs. a libra.
Oanha a mais nova e alva que se pode dse-
jar em latas de 10 libras a 40000 a lata, j
Dita propria para banba de cabello por ler j
alvae dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 4.S800 a duzia c 5$ 500.,
Auieixas em frascos grandes a 0.iOO.
Ditas om frascos mais pequeos a 10400.
Ditas era latas de urna e meia libra a O libras
a 10200 e 40000 a lata.
Mlho inglez rolha de vidro a 800 rs.
Prezuntos inglezes para hambres muito no-
\osa 800 rs. a libra.
RIVAL SEM SEGUNDO
Kua do Queimado n. 49 e 33, mja Haiiann
de Jos de Acetado .Mai.i e Silva, etM e r...nua*du
no seu progres? de vender tarati*M.
Caixas de superiores otarias e c 10 rs.
Cordio bramo para veslidu e espartilko, v. M
res.
Lionas de carretel (ISO jardas d< >JiKriw r.i*h-
Ca lOes diiiniu PeJro V (JO lardas) u a>iiia
conhecida a W rs.
Crozas de pennas de ac de nuiu>
su|ieriore>a 500 r-
(aniveles de duas foitiaa p.^m ftn..- a 500 w.
Caixas com ealungas uiuiu, bwita ui.... 1
luu rs.
Franja blanca e de cores para loalh. ^ Hit
Pares de IhiIiVs hh punho muit<. -...mu^ a l-J
Caixas coa Miiil.ulos de cituiaU) ibiutu
120 rs.
Tinteiros de vidro com Miprrior tinra a If 0.
Ditos de barro com superior lala a loo 1
Groza de bulos de luuri praii-J u
ItOrs.
Toouras para cortan, a ais >uperi<>r, a '.(? -
j Ditas para unhas muilo Haas a 400 r.
E.-covas para limpar deotes Oiu.io f(*ti
200 rs.
Libras de Ia de todas as cores 11 r-.ulai a 7}
Caixas de phi..-phor'>s de se^uiai.<;a a ItO.
Ditas de papel amizade paulado e I1-0 a > 1 9 rs.
Ditas com I0O anvelopes inuil >.erk.rr a
! reis.
Cadernos de papel branco e de aam, BJP^MB)
20 ris.
, Cartas e laboadas para meninos a MO 5.
Caixas com superiores i>cas de a.-bder r'.ui:.'
I a 40 rs.
i Cairelis de liuha Alexandre ilOU jarda-) iVnirt
a '10 rs.
. Bai albos para vollarele muilo fino- a iW.
' Carlas de alunles franceses muil > lino* itn.
I Meadas de liuha f Ou para bordar a *> r*.
j Pares de MDttaa de tranca muilo -naei.wxi a
I 1013OO.
Papis de agolha com um nei|Un< W- Groza de boioes de madrepetuta awito Bv* a
M rs.
Carloes e cauas de clchele* franceaaa tft'mtri
a 40 n,
Rois para meninos muito fiR- a l5f 0 e ?-J
I Macos de {raninos sujieritir.-s e lim;>OA a ."* r
' Cruzado pliospliuros do caz muilo aovvs a J>--
1 Ai va prela muilo superior a 100 rs.
, Caixas de rap cum espoluo a 100 rs.
Realejos para cnlieter mtninos a 80 r<.
1 Peras de fila de linho muilo boas a 40 r.
Petes de Uco muilo boailos a l.
Enfeites de laco de ludas as cures a l3M
Roaai com allinetes francez..- a SO rs.
' Caixas com qualro papis de aguttias aiatiiaes a
240 rs.
Saboneles de familia a 80, 100 e 310.
Caivete:- de duas fulhas muilo u>,- a j-O.
Pares de tpalos de Ia para m< nir.i < a iMra.
Sapalos de tranca para senhora e para aotre*.
melhores que tem vindo, e por pre aMNlaaai
uem i|uizer ver, veuha a rua 00 liaiiaiaM as.
a 5o, e vera tudo como o boa e barato.
K iva l se 111 segundo.
Na rua do Queimado os. 49 e 55. loja tmiv'--
zas de Ires portas, e>t resollido a vewfcr
quanlo tem no seu e*labeleeiroeiiio por ptf, .c-
a lodos admiram, assim vejam e .oln-irem.
Frascos com superior hanha para aeah-r a MD rs
Hanha liansparenle a inelhur que ha a fa#f*.
liaulia japoueza superior c garantida a M9 ra.
Fratesa de oleo voidadeiro babona a 389 n.
Ditos de oleo verdadeiro que um urna nVii&aa 1
500 rs.
Ditos de oleo superior Ptiorome a 890 r\
Saboneles pequeos e muilo tiou a -
Dilos inglezes. uperior qualidadv, It'.o -.|
Dilos de bola muito linos a 240 o ii0 r.
Vinagre aromtico e cheiros. garantido, a 1-5
Frascos de agua de colonia muilo nim* a UO ge.
Dilos de dila verdad* ira oque se 0.ir-ule a fe:'
Ii'S.
Ditos (jrande- tamlxm verdadeira l IJtO.
Frascos de 1 luiros muito linos a2m. :)20e HO r-
Dilos de agua de colonia grande? a io
Pares de ligas muito Unas para i ni:ora kH9)rs
Pecas de lila branca de linbo, *u\
a 100 rs.
Grvalas de .-.oda muilo bonitas e >ii[ 1 mees dades a 50(> rs.
Canelas de osso i.-as e loraeadas muito f.
40 rs.
Duzia de Lipis muito linos o f.-rr- .i i'O
Tranca prela lisa o incito.r (bj ha a f) t<
Escovas para limpar denle- 1110110 BBaa9a9
400 rs.
Pealas de voita para meninas wga^ar <-t> I
500 rs.
Ditos delirados para menina- re-racar -.1*1.a 15
Filas para enliar esparlillu nimio liiu- i H rs
Varas de lila cun illn es para wlnl
Aliotoadura? de minio goslo inra rollete 1 I
Frascos de olee do maraca milito
ris.
A;miIIii-i .V tu -...i.1 ma nwa boa- para >;nato
a 200 1 s.
Esp.-lhos de acarante o hcapaai -clun ruw a
2-3300.
Duzia de focas ,'aifos cm' doo- liotK, mrnt*
linas a '-5.
Duzia de lacas e gallos, cabo 1 .
iSOO.
Pares de meia- de cores para menin- a 109 r?
Vende-se na roa do Pilar n. I'!-. I* ji>!>r
urna mulata de 18 annos de nladv. ii .k. aaa
achaques, eon aipMBM halnlidades. ____
queu
4Je
n de Mara.
O afamado mez de Mara ajH .'lia a'"5
-3 o ,->>lMi. eoi i e-lampas e nili-l.
so, acha-so a venda por acabar a \A**>
approveitem-se da ocra-io, qoe mu ,'
tam : na rua do Imperador n. 1.1.
GAZ GAZ 4AZ
por proco iTdn#ido.
Vende-se paz da melbor qualid de arl
ore,o de 104 por lata de pata : no ar-
mazem do Caes do Hamos n. 18 e rua !<
Trapiche Novo n. 8.
ESCRAVOS FGIDOS.
Velho secco, Vctor Emmanuel, D. Pedro Mostarda preparada a 200 rs.o pote.
V, D Luiz, especial vinho velho do Horto i Conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
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Vende-se uina taberna em urna das meihares
Mas Campo Verde, roa o Sowgo u, W i attem
pretender, dirija-se 4 mesma.



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Hna da Semalla n. 41
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhbes inglezes, candieros e casti-
faes bronzeados, lonas inglezas, fo de vela,
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e outros muitos a Qft, I0#, 12$ c
duzia e 16 a 1#2G0 a garrafa.
Vinhos em pipa Porto, Lisboa c Figueira
das memores marcas a 3#800 a caada e
800 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 23800
a caada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
Dito Lavjadio muito fresco, nao levando com-
posico, a 560 a garrafa e 45000 a canuda.
Vinho branco de uva fina a 600 a garrafa e
4^500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 2800 a
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 2 garrafa da*
9
e
mmmmA.
chicotes para catTo* e monjaria, arreios para ^^Sff^tg^^Si^
carros de unae dou caYaOI r0808 de pr0prw para principlante: a tratar na mesma, roa
ouro ptttf-nte inglez. do Raacjel n. 18.
Cognac inglez a 104000 a duzia e M000 a
garrafa.
Dito francez a 83300 a duzia e 800 rs. a
garrafa.
Palle Brandy a 25000 a garrafa e 320000 a
duzia.
Sabo massa a 140 e 240 rs. a libra o mellior.
Plvoa 320 rs. a libra e DiJOUO a arroba.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado e liio a 20400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 3(5 a resma.
Dito azul proprio para botica a 20 a resma.
Velas de spermacete a 560 rs. a libra,e sendo
em caixa a 520. ^^
s acreditadas a 60500 e 70000' Ditas de carnauba do Aracaty a 90000 a arro-
ba e 320 rs. a libra.
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 10200 a garrafa, garan-
te-se que por este mesmo proco d pre-
juizo, c s se encontra nicamente neste
armazem. .
Licores francezes e portuguezes dos memo-
res autores a 800, 1*000 e 10500 a gar-
Cervojs-das melhoreii marcas a 30300 e
60 rs. a duzia; tambem temos ordinaria
por muito menos.
Marmelada de todos os fabricantes de Lisboa
em latas de 1 libra a 600 e 640.
Nos das ltimos de marr prximo pacato
fugioda rua da l'raia n. M, pnamra .imlar, ara
mulaliiiho eseravo de noiue Felu. rom u sajiar-
seguintes : representa ler l a 13 >BOM
magro, plido, pf a orelhas rau!- m |
bocheehudu, tendo um dente liralo m fr^?ii^:r
ta que dingira-se para Itarreiros : m hi u m <'
quer que appareca, r.ifa-se as aulri4rs p- i-
ciaes, e com especialidad* aos capilar* & cjiaj
a sua apprehonsao : adverlindo-so j -
que o dito mulalinho acoberta-se mm < aaft V
liberto.___________________________________
Fupio de llamara*-* um esrravo fe t*m mo, eiioolo, e.-talura mediana, pouea bar'a. Wa
baixa e um penco grossa, Jacinan <\ uol- f.i,
que se diniiia para esta cidade a pro-urar **%' r.
e j foi aqui encoutiado : qinm o papar t>\'
levar rua da imperatru a. I* aaiar, Kia M
compen.-ado._____________________.
No dia Ii do crrente mei desapparerea *
poder do abaixo as-ignado a esmva Mana. r
lata alaiocada, de Mide 18 annos pw >* a
mfno-\ baixa. grossura revlar. rahWlos tira tanjo
crespos e corlados de novo, tem um pnnrip* belide em um dos olhos e tem marras neloroslo, falla baixo e devaneada, l-mi -r.-l.
de chiu usado e chales de lia o meno ai I
quem a pegar dirija-se a casa do altano as^ipnx-
do na cidade da Victoria ou nesta typograpa apa
ser generosamente gralrflcado.
Alexandre Jos Mara de Hollanda Cavalrar.fi
Farello de Lisboa marca N a 4000 a sacca.
Tiiollos para limpar facas a 160 rs. cada um.
fSu era latas j preparado a 10000 a lata.!
Chocolate bespanhol efrancez a 10000 libra.
Caf do Rio primeira sorte a 80OO a arroba
e 300 rs. a libra.
DHo de segunda a 80400 e 280 rs. a libra.
Arroz do Maranhao, Java e India de 20600 a
30 a arroba e 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li-,
bra e 40500 a arroba.
Cevada muito aova a 20500 a arroba e 100
rs. a libra. i
OTMCM
Acha-se fgido o escravo da ix me FauMti
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fala, at-
ura regular, grosso do eorpo, bem espadando, l ar
bado, e j com alguns rabelins brano.- aa baila.
bracos e pernas grossas e basunte cabellad*, i-
do as pernas arqueadas, porm nao nimio, ^^fa-
ma andar cm sambas, e as veies embnafa-f naa-
tante por gosUr muito de beber : por mil ro^a/
se as autoridades policiaes desU e das prwinrias
limilrophes. que o facam apprebenoVr e lava-b a
seu senhor o major Antonio da Silva Gsaa*>, aa
rua Imperial, assim como ropa-se aos rpita* *
campo a appreaeosao do di lo escravo, 'pat sera
bem gratificados.


9
Ptart 4e rciMM^M ... >mmi fejr ts de Abril ato IM1.
L1TTERATURA.
Os jesutas, as lazaristoa as ruias de faridaile
defendidas por si ctrsmos no tribunal da razo
e da historia.
!!
j real e directa, que o catliolii-ismo oxor
gao se acharara regulados pelo ensino galuohco, (e d fanatismo, cqmo os inculcou o Sr. deputado. miUiva dos primeiros bares do Cerzedello. 5
dirigido pelas habis mos dos jesutas, mauanto Se a propocigao 'etacta, que papel representou J,uarte o """o qne conhecesse, egoalraenle des- .
a liberdade em suas legitimas crcumscripcOe> sa- nesses lempos a inlelligpnria humana ? porque SMi!1!?" iSf^^-lt*'^ 2lieJiyr*raid t,04.-* ?s?e-Ihf?n ejerid*e :
nn am (tiiac Ii a a,ravessar afe^ali por entre as trevaa cahoHeas.em' To fre Lopo,' isso nao passa d
cao, e levava-lhe comsige o pouco lempo d que
elle poda dispOr. Assim tomn' rudernente a mo
bia-se harnjonisar oom as imperiosas exigencia* nunca ella revindicon seo drreltos palverisandoa que a escurido da noute eayolvi as emni
da obediencia a ordem pubHca permanaceu nal-errnea doutrina dos ilhos de Lojola? Nao nhads ruinas do amigo solar tos Barbadas,
teravel e d3o se va a soberana dos povos man- criel que etn. secuto em que as atiendas e as
diada pelo sangue do regicidio; guando peYra o letras se achavam j algn cousa adantadas, po-
coHtrato social de J. J. Rousseau sabio ralhego- dnssem os apostlos da mentira conseguir plantar
ra de doutrina social, quando os encyclopedi-tas o Imperio do erro sem que vissem sua obra des-
eou .-obre o elemento sy'.logstieo c sobre o eleuien- conseguiram se mmiscuir na drecgio da opiniao, moronar-se pelos nvencves embates da verdade.
lo bistorlce da humandade i um fecto contras- apoiados uos impos absurdos de \blteire, arre- E essa riedibilidadc torna se tanto mais mpossi-
tavolatteslado mesBOpor alguns escriptores he- bentoir esse immenso volco, que ameagava sub- j re quando se considera que os jesuitas tveram grandemente
teroJoxos. Se uo fura essa afluencia, que a niergir o mundo na grande alluvio de suas ein- ( sempre frcquenles e continuos combates comas liosamente,
egreja procuren sempre conservar sobr as ins- *, "ias 1ue' -'hia incido pela prodigiosa forga theonas nascidas na Allenianba e vulgarisadas: i
titinges liumauas, a sociedade ttria sido abalada da verdade.
peto peso desmedido do egosmo anligo, leria -idOj E', por consequencia, necessario
restabelccer a
vicua de todas as consequencias oriundas da ( verdade dos faclos salvando a reputacao dos jesui-
prii aira queda. tas perante o tribunal da historia cruelmente so-
A negacaodosentmento moral pela sensualidade, Phsticada pelos grandes espiritas do protestan
a negago da iutellgencia pela ignorancia, a ne-
garau da liberdade pela e.-cravidao conduzira o
rei da crearao avasallado ao ultimo carril da ani-
malidade. A doutrina dos philosophos desses tem-
pes de trovas e obscurantismo nos prova exhube-
tsmo.
O Sr. deputado Pedro Luiz dando o sgnal de
ataque nstitugoes do catholcsrao assestou pr-
meiramente todas as suas bateras contra a sabia
pela marcha do protestantismo. Qual fui esse da
em que o instituto de Santo Ignacio de Lojola se
vu acolarlo dos ataques da impiedade ? Elle sas-
tentou sempre urna lula encarnizada era favor do
catholicismo, em prol da santdade de seus princi-
pios. ||
Todas essas consderagoes e muitas outras que
selhepde addicionar nos levam a crer que da
bocea dos jesuitas s sabia a palavra, qne salva os
ranlemcnte a evidencia dessa verdade.
precises grandes tractos de iutellgencia
sociedade de Santo Ignacio de Loyola e tragou em Pvos os governos, os individuas e os estados.
.Nao sao tom magistral a longa e gloriosa carrera de tao
para co-
nli^cer-se que o mundo vencido pelas mximas do
paganismo marcha para o termo de sua perdi-
gad se nao fura a ronclusaodo sacrificio na pend
de segundo Isaac.
Ora a egreja foi incumbida de continuar na se
importante associacao, proclamando do alto da tri-
buna parlamentar.
t A companha de Jess depois de ter avassalla-
do o mundo com a sua poltica ousada, snistra e
ardilosa prendendo na sua vasta rede de confra-
rias c de agentes, bracos e consciencias. homens
ne dos lempos a obra da redempgo comecada pe-1 c cousas, povos e governos, pesou um da e tao al-
ia immolagao do cordeiro. Sobre os tragos dos i tamente nos destinos da humandade, que foi con-
successeres dos apostlos com a virlude e a verda- j demnada com horror e repellida de lodo o mundo
de v-se apparecer as scicncas, a civlsagao e to-
das as insUtoicSea beneficentes. Ao passo que es-
s-s grandes coragoes levados por seu zelo parecem
citslisado.
Vejamos qual foi essa poltica ousada sinistra e
ardilosa, que seguida pelos jesutas fe-Ios ser con-
nao obdeccr senao ao instincto sublime do aposto- demnados com horror e repelados de todo o mundo
lado, que os impelle, transportan! ao mosmo lem- civilisado.
po consigo e dspensam sobre longin<|uas praias
"strangeiras todas as influencias moraes e carita-
tivas : inspirara aos povos o amor ordem, a mo-
derago, a juatga, a verdadeira liberdade e todas
as virtudes sociaes, que Ihes reslituem sua verda-
deira dignldade e Ihes do as deces aflegcs da fa-
milia c da patria. (Ravignan.) O mesme pro-
tcslaotsmo de Muller nao se pode recusar ao re-
conhecimento dessa verdade histrica.
Quando o Eterno para experimentar a coragem
de seni combatentes permitliu que os poderes do
inferno se ronspirassem para dar o ultimo golpe
na obra de seu filho, o catholicismo, attacado de-
apiedadamcnle pelo canibalismo romano, foi pro-
curar as delicias da solido os grandes recursos
do ascetismo e recobrar novas torcas para debellar
seu rancoroso inimgo. O grao precioso nao tem
necessdade para se desenvolver nem do sueco da
'.erra, nem de urna doce athmosphera ; mesmo
na esterilidade do rochedo elle mostra as extrinse
v?.-: preciosidades de sua natureza.
Foi o preludio dessa vida cenobtica, que mais
tardo povoou principalmente as sohdoes do Egyp-
to, e nica que podia reerguer a liumanidade aba-
tida pela grosseira corrugo do paganismo. E
assim leve principio essa serie nao interrompida
de institutos religiosos cada qual mais importante e
mais scllicto pela desenvolurao da verdade evang-
lica.
Diz-se (e esta urna ohjeceau mu sedira do pro-
te>tanismo.) que a religifio tem urna vida indepen-
deote da das ordena religiosas e ijuc sem ellas po-
de subsistir. E' ama verdade. A arvore pode
eistir sem suas flores e seus tractos ; flores e
tractos podem certamente cahr sem que o tronco
robusto perca sua vida ; mas emqnanto a arvore
existir deixar de dar llores e tractos 1 (Bulnrs.)
E' o que succede com o catholicismo.
Kiagnem dir que com a extincejio dos institu-
id.-, religiosos extinga-se tambera a religio do Gol-
gotba mas segne-se d'ah que nao sejam elles seus
uaturr.es atavos c que- nao llie prestera um impor-
tar.tissimo auxiliar em sua carrera terrena? Por-
que o catholicismo bascado na omnipotencii sera-
piternado Altissimo, zomba de todos os estorvos,
que Ihe olferecera as contrariedades do mundo p
dc-se concluir que deva a egreja militante dspen-
car os servaos desses seus cheles naturaes, e que
genrenha baxar a onda clical, que vae subindo
de da para din .J Responder pela affirmatva ata-
car o catholicismo no que elle tem de mais bello e
maravilhoso sobre a trra, pretender quebrar a
magnifica cadeia de suas gloras, o sublime enea-
dciamento de .-cus triumphos.
Deixemos que o sophsma protestante passe de-
sapercebide por entre as lileras da milicia catho-
lica. A pruiera indigencia a indigencia da
verdade, assim como a riqueza da alma pela pos-
se da verdade a primeira riqueza. disse Lacor-
da;rc em seu profunuo meditar.
C espirito de impiedade, sempre disposto ali-
mentar a selva de seu odio contra os pontos capi-
laes do cathosmo nao tem potipado as ordens re-
ligiosas. Os botes da maledicencia tem sido con-
tinuamente alirados para estoi va-las na bella es-
trada de suas glorias, no iramenso progresso de
suas grandezas. Entretanto se todas tem compar-
tilhado dos infortunios, que por mais de urna vez
tom dilacerado ocoragao da egreja, se todas tem
tomado parte as grandes batalhas, que contra el-
las constantemente machinara os ininigos da fe, a
companha /<- Jess tem sido a mais fortemente at-
tacada, aquella contra quem mais acodadamente
se tem dirigido os golpes ferinos dos apostlos do
erro. E porque ? Porque foi ella a que mais se-
riamente se empenhou por assentar em inabala-
veir alicorees o edificio da verdade, porque foi ella
que, derramando pelas diflerentes classes da socie-
dade os saos principios de urna boa educago e as
verdaderas mximas de urna salutar nstruegao
conseguio deitar por trra a carcomida doutrina
ao jansenismo de raaos dadas cora o philosophsmo.
Nao portanto, de admirar, a guerra traicoei-
ramente planejada contra esse magestoso instituto,
que logo nos primeros annos de sua existencia
apresentou a estatura de um collosso e desenvolveu
as torgas de um gigante. > Mas que importancia
merece ella ? Despida do manto da sinceridade e
s revestida dos andrajos pestllentos da mais re-
quintada m t, s tem servido para justificar a
grandeza dos jesuitas e os sustos que ao erro in-
cntia o assentameoto de sua moral nica compe-
tente para formar a intelligeucla c o coragao do
homem.
Que o ensino catholico dos jesutas era muto e
muito adoptado para .Irmar era seguras bases o
merhanismo social o que se evidencia pelas l-
goes da historia e o qae attesta a horrorosa revo-
lajao de 1789 com o seu estrepitoso cortejo de
terrives barbaridades, revolugao atroz qae, forja-
da nos negro* escondrijos da licenga e da anar-
cha apresenton ao mando o que hava de mais
afcjecto o repeliente symbolisando a liberdade, Pro-
cura-se justiOca-la com a oppressao ao povo fran-
cez ; sim, diz o visconde de Bonaid, elle era des-
gragado e opprimido, porm, da oppressao a mais
cruel e a mais funesta.da oppressao das falsas dou-
trinas e dos escriptos impos e sediciosos ; e certa-
mente o governo foi bastante punido para qae se
deva abster-se de o exprobrar sua memoria.
Foi essa consequencia do ensino heterodoxo.
p com effeito qual a razio principal da revolu-
gao franreza 1 Emqnanto os principios da educa-
A formidavel heresia de Luthero. ampliada pe-
0 Sr. deputado Pedro Luiz invoca a Franca para
comprovar seus avangos e a Franca faz prva em
contrario.
Foi na Franca, diz emphateamente o Sr. de-
putado dominado do sentmento de sua autoridade,
foi no cerebro do mundo que o grande instituto de
Loyola travou a sua mais ferida batalha. A Fran-
ca, marchando na vanguarda das nagoes, tornava-
se por sso o ponto principal das companhias jesu-
ticas : ordenava a poltica dos falsos apostlos,
manter ah sempre rme o seu predominio univer-
sal, o seu cdigo negro, as suas imposturas escan-
dalosas.
Quaes foram os males, que resultaram para a
Franca do ensino catholico pela companha de Je-
ss 1 quem foi que raanteve o legitimo podero dos; bresaltado.
Desreu entilo uns poucos de degraus mais, a-
e suas atterradoras consequen- soube fazer comprehender convenientemente asiJ-: l para eiclarecer ocaminlo a Ou-
las extravagancias de Calvno prncipava desen- res e a verdadeira obediencia dos povos ?
cas e ameagava d'Allemanha conquistar o mun- relagdes de sociabildade ? Estou persuadido,
do quando um da o intrpido soldado do cerco de, dizia Leibnitz, qne muto se calumnia aos jesuitas,
Pamplona despresando a aprasivel opulencia d e 1ue $e '*M tem Presta,io opinics, que nem ao
corte de Fernando V do Hespanha, resolveu-se a """"os WW chegaram ao paisamento.
entrar para a milicia dos combatentes do Senhor e j Nao ; da doutrina dos jesutas s provleram para
conseguiu fundar urna ordem para a qual foi esco- a Fraoga beneficios e beneficios reaes. A des-
lindo geral por Paulo III. Urna grande mssao,' ruig5o dos jesuitas, dizia Luiz XVI, deisou um
diz o insuspeito Dr. Llanos Goduez, urna grande vacuo, que, com grande prejuizo daeducacao da
misso tinha elle cumprir na vida : ao entrar l mocidade e das seleneias, nenhuma
como soldado do Filho de Deus, a espada deixa de
ser sua arma para o ser a palavra com a qual de-
via conquistar em favor do cu por meto de urna
crinada intellectual a todos os povos do oriente.
Lutando com innmeras dfllculdades suggeri-
das j pelas cortes europeas, j pelos superficiaes
absurdos do jansenismo e do philosophsmo, j
pela propria inquisigao, que desconfiando da dou-
trina acenara-lhe com seus calabougos e fognei-
corporacao
pode anda encher. E' o orculo da verdade pro-
nunciado pela victima do voltairianismo.
Qual foi a consequencia do ensino dos encycla.
pedistas ? Nos o tizemos seatir : a sanguinolenta
revolugao de 1789. E par; que nio sejamos (idos
por visionarios, citaremos as palavras de M. De
Pradt no Congresso de Viema : Os homens qye
se aecusa de ter dado o raovnento ou preparado
as vas para a revolugao nao fbram pela maior par-
ras, o humilde solitario de Maurreza chegou dar
a sua instituigao o maior incremento possivel, li- ,e educados nos coliegios doroados pelos ju-
gando aos seus successores a sublime missao e s"i,as-'
eleva-la ao maior apogeu da grandeza e de circun-
da-la da mais immarcessivel gloria.
E o lpgado foi cumprido. Em poucos lempos,
nogenerelato mesmo de Jacob Laynez, primeiro
successor de seu immortal fundador, a companha
de Jess, ramificada pelos dfferentes pontos da
Europa, exerceu urna influencia preponderante
nos destinos d;> humandade. E assim continuon
at o momento de sua Ilegitima e barbara ex-
tingao.
Em que, porm, se baseava essa benfica o sa-
lutar preponderancia ? Ougamosum pouco o histo-
riador Cesar Cautu :
Urna organisago compacta fuera ehegar a
companha de Jess essa grandeza inaudita, que
fez della um objecto de temor para os povos como
para os res, e attrahiu-lhe a perseguico em um
sectilo, que proclamava a tolerancia. Nascidos no
momento em que appareciam as letras e a civlisa-
cao, os jesutas, em vez de se obslnarem em fazer
retrogradar a sociedade, em pregar a pobreza, em '
fazer guerra as doutrinas, secundaran; o movimen-
lo. Applicaram-se instruceao da mocidade anda
mu negligencada ; nao oceultaram-se nos deser-
tas, antes se estabelecendo as cdades, naS corles
e se azendo valer em toda a parte, emprehende-
rara dirigir os res. As academias, os theatros, os
exercicios gymnasticos, foram os meios de que se
servirn) para preparar seus discpulos vida so-
cial 5 suas egrejas offereciam s bellas-arles occa-
siao de se desenvolveren) ; procuravam as mis-
ses as vantagens temporaes ao mesmo lempo que
a salvaeao das almas ; e, assim como enriquecan)
a pharmacia .procurando-lhe a quiqa, adogavam o
de visos de um
mar- cerebro ailucinado petos remorsos e pelos rigoret
. s. da penitencia. Deus misericordio. Nao se
Ao reconhecer o baixo da estreita escada de! compraz em torturar a humandade, e folga de ter
granito, que conduzia para os andares superiores; de absolver um verdadeiro arrependiraeuto...
da torre, Duarte chamoii em alta voz por frej Lo- Mas se urna bala...
podeBaiao; ma apegar de repetir por militas! toncara! nem todos os que \io guerra
vezes aquelles brados, de uenhuma recebeu res-! morrem nella. E de resto, se oo morrer, que tem
pos'3-, tawt...
Resolveu-se cntao a emprehender o subir s Mas quera le obriga a partir, lillio !excla-
cscoras aquella escada, que elle sabia que eslava ( mou fre Lopo em tora supplieante, e ponde-se de
arruinada ; e comecou a subir ca- joellms c de raaos erguidas dante dblle, 1
e bradando de quando em quando,! Son miliffr e son fldalgo replicn grave-
. por fre Lopo. Mas ao nono ou do- mente Duarte.Os meus cantaradas vao ompe-
legran, reconbeceu que bavia ali tal ruina,' nhar-se na lula, em que se vae decidir a idde-1
qne era pengoso continuar mais para a frente, pendencia da mnlia patria. Se eu nao partir, o;
Parou, e poz-se de novo a chamar rijamente por lilho de Fernao Barba de Azevedo, o senhor de'
fre Lopo. | Nospereira, licar tido na coma de um covarde. I
U c:codaquelles brados, resaltando por entro. Que rao aconselha, pois, Sr. D. Lopo de Baiaot
as ruinas, soavam tao rouca, c pavorosamente O frade poz-se de um salto em p.
que parecan) a voz do velho gigante a lamentar-! Parte exclamou altivamente.Em nome de
se ne me perlurbarem o seu soinoo secular. leu grande pae, ordeno te que ptirta*.
uarte cha mou por muto lempo, sem alcancar Ao acabar de dzer estas palavras, fre Lopo es-1
resposta. De sbito soou do alto da torre um br'a- pantou de repente os elhos apavorados, d.'u dous <
do, agudo e vibrante, como o grito enraivecido j passos para traz levou as raaos aos ouvidos como
do cndor, ao desferir o vo em direcgo aoolho para nao ouvir o que dissera, e, arrojndose de
ito soi, para onde o chama a aguia real a coraba- golpe por trra diante do crucifijo, exclamou em
te, coniiecedora de que ali o lernvel gigante dos' voz terrivel:
ares sera obrigado a render-lhe vassalagem, como Vaidade das vadades. tudo vaidade I Ah I
qual.|uer das aves mais soraenos. Satanaz, que anda misas levantar a cabera *
Aquelle orado seguiu outro brado, e logo vu-1 E dzendo, tomou do chao unas disciplinas en-
se luzr atravez das fendas da abobada o rellexo \ sanguentadas, que estavara junto do altar, e co-
ae urna luz, que se vinha aproximando. Por fin megou a acoutar-so tao furiosamente, que o sao-
fre Lopo de Baiao appareceu no alto da escada- gue espirrou-llw do aovo das costas, arregoando-,
na, com urna acha acceza empunhada na mo di- se pelos sulcos, j meo coalbados, do que Ihe cor-'
reiJ?.- ... ra quando Duarte chegou.
v inna nu da cinta para cima, e o flahito |>endia-' Duarte, espantado por esta roragem de dlace-'
^'"."."'. ..dependurando da corda, com que rar as proprias carnes, esleve alguns minutos sera
ousar dzer palavra. Per lira bradou-lhe :
To fre Lopo, era nome da feiicidade de sua \
filha, esrute-me.
Senhor I.. .Senhor !.. .compadecei-vos de I
mim Iexclamou o frade, largando das raaos as
disciplinas.
Depois voltou-se para Duarte. sentoo-se sobre os;
joelhos, enlagoa as mos sobre elles, e fteou silen-'
coso.
To frei Lopo,dsse entao Duarte por Deus,
attenda-me com o* olhos no inundo, e desviados
por um momento da sua allucinagao. Itequciro-
Ihe, pos, em nome do Deus, que me escutV.
Falla que te e.Mou ouvindo, filho-baibuciou
humildemente o frade.
Duarlo lilou-o durante um momento, e sm se-
guida disse-lhe com amor :
Meu lio, eu creio- em que Deus ter cuidado
da mraha vida. No sola* de Nespereira fie um
anjo a orar por mim, e- Deus nao querer que
a fique sera mam'.", logo das depois da- fe-
ali o trazia habilualmenle aperlado.
Quem s, humera ? bradou o frade era
voz spera Que pretendes de mira a taes des-
horas ?
Sou eu, tio frei Lopo, sou eu......Du-
arte.
E dzendo, o mogo senhor de Nespereira ia
aproveitando a claridade para vencer as ruinas
da vellia escada.
Tu... tu, filho cuclamou fre Lopo, so-
Quanto a nos sao incontestaves o mrito > a
gloria da eompauhia de Jos em face da his-
toria.
Ougamos por um pouco o que- escrevia Lainen-
nais em ItfO :
i Teuho fallado de dedicagb; e- a esta palavra.
meu pensamento vae repousar sobre esta ordei<
pouco florescente, e cuja existencia inleira nao foi
senao urna grande dedicago humandade e-
religio. Aquelles que a destruirn) bem o sa
biam, ecra isto para elles urna razo de a destrui-
rem, come o para nos de Ihe- pagarmos o tri&ui-
to a saudade e reconhocimantoi quo ella merece por
tantos beneficire. Ah I quem pedera conta-los- lo-
dos ? Por muto tempo anda- se sentir o vauo
immenso, que deixaram na chrstandade esse ho-
mens vidos de sacrificios como os outros sao
de gozos, e por muto tempo se trabalhar por en-
che-lo. Quem os tem substituido as cadeiras ?
quem os substituir nos collegios ? quem se
offerecer em seu lugar para ir levar a t
e a civlsagao, como o amor do nome fraaccz's
florestas da America ou s vastas reges J,'frica,
tantas vezes banhada de seu sangue ? Accusam-
os de ambco : elles a tmham com effeito, e que
corpo a nao lera ? Mas sua ambigo era fe fazer
bem, todo o bem que eslava ao seu alcance-, e quem
nao sabe que as mais das vezes o que- menos os
homens perdoam ? queriam dominar em toda a
parte, c onde dorainavain elles senao nessas re-
gies do novo mundo onde pela primeira c ultima
vez, se vu reahsada sob sua influencia essas chi-
meras do falsidade, que se perdoava apenas ima-
ginago dos jioetas ? Erara perigosos aos sobera-
nos : e a phlosophia quem Ihe faz essa censura ?
Este aehou-sc em breve junto delle.
Tu... tu. filho I dizia frei Lopo, sobre-
saltadle indagando com um oHvar ancioso a ex-
pressodo rosto do ingo.
Nao ha nada de extraordinario, to respon-
deu esle serenamente e sorrndo*lhe para o asso-
cegar. E" que esta ante-numli.-, querendo
Deus, lei de j estar distante de Nespereira, e pre-
ciso por jsso aproveitar o tempo. porque, antes de I licidade te'r alvorecido para ela.
partir, tareco de fallar comsigo. Subamos, pois.
O frade nao deu palavra, voltos e comegou a
su bir para o alto da torre, allumiando com a acha
o sobrinio, que ia apz delle. Duafle reparou
entao que frei Lopo linha as costas denegridas e a
espagos arregoadas desangne.
Minutoo dpos rhegaram ao mais- alio repar-
t raento da lorre. Doaptc rodcou os eios em vol-
ta de s. A um lado a abobada que servir em
outros lempos de tecto- aquella fortiesma lorre,
hava cabido, deixande atravz do cnovnie rombo
um pedaco de- cu a descoberto. Pbr baixo deste
rombo arda urna raz de- pinheiro, flne-dava luz a
lodo o repartimento. Do lado opposi o a esle vam-
se urnas poueas de |iedr.-w amontoa las em forma
de altar, e sobre ellas um' crucifixi i de roadera,
aos ps do qual jazla ume caveira humeoa. No
chao hava urna billiu com> aua. Duarte anda
procurou por um momento' o lel. env que frei
Lopo repousava mis o penitente na tinh cama,
dorma sjbro-as lageas do pavimeno, com- urna
pedra para roiwosar a cabera.
Frei Lopo mirara, ao entrar, a aclia pora a fo-
gueira, elkara-de p juirto- do sobranh, que, ao
dar com os olhos n'aquetlai mise ip, sentara-sc
desalentado-sobre tima podra.
Tio fre Lopo, dkwe Duarte 4-estas rigo-
res tentara a Deus, nao o nmmoveml
Calla-te; Hlh9; n>pcou o frade mais
soITcem os eondem nados s penas eternas.
E se o- seu crme merecer lamanha con-
deinnago, que mais poderla ftwer para ata-andar
a justiiM do Senhor ?
E jufeas tu que a nao merecii, Ouari? Ha
vinte annc que vejo a ir de Deus a olhar-me
pelos olhudesta caveira, fulminandomo como a
precito, listo foi o amante de Mara -4 conlinnou,
pousando a mao sobre a ca*era.Foi dentro des-
te crneo que se volveu o casto pertsamento de
fazer de Mara urna esposa dtosa; R>i dentro
deste crneo que troou a mahlieao, com <(uo o a-
mante da Rosa do Valle iaimnon o assassino, ao
reoeber o- golpe, que privava aquelle anjo do seu
cordial defensor.
Que de torturas, qne de agonas nao tenho sof-
frido ha vinie annos diante- desta caveira,. que me
terasiilo desde entao eompanheira iaceparavel,
qur na thebaidn da Falperra, qur as margens
do Jbrdo, qur a ui, cesta velha torre, onde o
acto infame-dos Barbudas teni' expiado o seu cr-
me villo, minuto minuto, por angustias inel'a-
veis I Oh t que terrives recordages no lom ella
desiiedidOy como espiono* pungentissnos, sobre
a rainha alma! Ali, n'aqnellas duas- rbitas car
omidas, estiverara os olhos, que se deleitaran)
extticamente com a vista, do anjo, por quera erara
amados; ali estiveram os ouvidos |ior onde entra-
vam, as palavras suavissimas e mefediosas, em que
ella Uve explicava o sea amor ; a!i sobre aquella
dentadura amarelletida, confrangoram-se amoro
rigor dos jejuns introduzndo o uso do chocolate. I ^.ja como ror, eu abro a historia, ah vejo as ac
Em resumo, elles se transformaran) segundo a; cusagdes, procuro as provas dellas e nao acho se-
nao.urna brlhante justificacao.'
Continuaremos.
e ao passo que o seculo zom-'
marcha do seculo
bava dos franciscanos por serem choquemos, dos
doracianos por serem perseguidores, dos religiosos
Cislercences por serem ociosos, dos cartuxos por
se encerraren) na vida contemplativa, va os jesui-
tas se misturaren) com a multido vestidos como o
restante do clero, misionarios as colonias, poe-
tas agradaveis, escriptores polillos, historiadores
applicados ao uso das escolas : eram ao mesmo
tempo cortezos penetrantes, que conhecain as fra-
quezas do tempo e saban) manejar os homens, e
publicistas cuja independencia hava excedido a dos
philosophos.
Entretanto longe de entenderem o progresso
maneira do seculo, isto .como um divorcio com
o passado e com a egreja, elles permanecan) es-
treitamente ligados corte de Roma. O soberano
pontfice desapprovava certo espirito de tolerancia
as mssoes da China e Malabar, elles nao hesita-
vam em obedecer, anda que Ibes custasse as con-
quistas compradas por dous seculos de martyrios,
e a esperanga de converter o maior imperio do
mundos
Es a conducta tragada e fielmente executada
por esses denodados athletas da verdade, que tve-
ram de Iutar por fim com todas as forgas do erro
collgadas para frustraren) o explendido trumpho
do principio catholico. Es o proceder desses ani-
mosos apostlos da f, que segundo a' ajustada re-
fiexo de Grocio, s tveram tuna grande autorida-
de no mundo pela santdade de sua vida, e porque
nstruam a mocidade as letras e na sciencia sera
receber nenhum salario...
E por que essa lula tao tenazmente sustentada
Em nosso prraeiro artigo deram-se os sagrantes
erros typographicos :
Na i* columna linhas 56 escolsa por es-
cola ;
Na mesma colnrana linhas iOO que em vez
de porque;
Na i' columna linhas 24 liona por nao
tinha ;
Na mesma columna linhas V brasileiro por
ecclesiaslico ;
Na mesma columna linhas 51 distribuido
por devera ser distribuido ;
Na mesma columna linhas 60 ineompatiblida-
de por ncomptblidade ;
Na mesma columna linhas 72 e 73 ha por
houvesse, est por estara ; e alguns
outros que fcilmente sero suppridos pelos le-
tores.
Recife, 13 de abril de 186.
i. Gutnnes da Silva Mello.
Aqai Duarle fez pausa d um momento, e depois
continuou ;
Mas se eu morrer, desde j reclamo os cui-
dados a- a vigilancia do pa* e do avo em favor da
lilha e db neto. Que o mundo nao ouse levantar
cora iMOieaeia os olhos para-a esposa e para o B
Iho de Ruarte Pinheiro de Nespereira I Deixo tu;
do prevenido para o caso de morrer nesta guerra.;
Aqu est- urna notacontinuou, tirando de den-i
tro da carfeira um papel, quo entregou ao frade,
o qual o tomn machirialmeirte-aqui est urna-
nota que ! lem o meu. testamento. Ah provejo ao futuro de
meu filho,. e nelle declaro o ineu casamento e o
nome das teslemunhas, que a elle assistiram. O
resto fica ao sen cuidado. Sr. I>. Lopo de Bao,
continuou solemnemente eu cahir n'um
campo de batalha, morrere co a consolagao de
que deixo ininha mulher e msu filho, abrigados
pelo ampano e pela vigilancia d nm nobre e leal
cavalheiro.
Fre Lope- derruboa-se aqu oom a fronte por
Ierra.
Nos no to sobrev vemosbaibuciou em
voz dolorosrjneiite medonha. So da em que
morreres, elles subirao eomtigc-ao cu, e eu-----
eu..
Aqu soltouium brado pavoroscf e callou-se.
Meutioi.. meu lio. cnclamou Duarte,
sacudindo-o pelo hombro por Deus !.. nao se
dexe arrastar pela allucinagao.
Escute-mo:.
O frade erjuwu de novo a calwna, e tornou a fi-
car silencioso em frente de Duarte.
i'."in;;i p;,ri.'in Vasco de Ornellas e Fernao
de Alp.nin Se i5o morrerem, sao-Jous nobres ca-
valleiros, aye o ajudaro a proteger a esposa e a
fazer do lilhc-de Duarte Pinheiro um homem digno
do grande nome dos seus antepassados. Ha en-
tre raim e Vasco um segredo oootinuou depois
de um momento de silencio.
Esse segredo importa talvez litje algum resenti-
mento d'ello- para comigo. E>tou innocente do
que elle suppe.
Se eu morrer, entregue-lhe esta carta, que o
desvondap, e elle fara entilo justiga memoria
do homcnti que tanto o amou. &ts esta carta nao
seja vista por. oulrem. Assim importa dgn-
dade dfr urna nobre dama.
O frade-tomn machinalmente a carta, que Du-
arte Ihe (i-flercia, e este seguiu logo :
Niw Ihe pego que consoVsua lilha durante a
minha anin na.
Seria desuonhecer os deveras sagrados de ui
pae, ou-, reputa-lo capaz do. criine de os cs-
qiiecer.
Tenho, porm, a pedir-lhe que attenda muto
vigilantemente seguranga d'ulla. Nem o aabade,
nem Prophiiio Caetano esl*) em edade de o fazer,
e Manoel exige por forga que- eu o leve comigo
mando dizor que nao me esqoecerei da sa i
mendag9o.
Depois deseen eorottt, e toas* em segoida. a
galope, o eaminke de Nespereira.
Ao mesmo tempo que elle deseca peta tacMa
abaixo, Vasco de Ornellas sahia Vira/ e aaar-
vores que esta vam encostadas m mmrn. e earaaai-
nhou machinalmente para o lado do porto. aerea-
de elle sahira.
Este homem e eu na* ol^-m.,- i -
no mundo baibuciou comsift o nlmr e
Ouardizella, seguindo com o oNhm ria-
de rancor o vulto do primo, qne ia a rfeepar
a estrada.
Vasco, arrasladn por essa sbita in>Ht-b.
que o crme inspira aquelles que domina >le In.
tinha segnido atr.i de Duarff, qiuivl<> e *epa-
rarain, depois de sahirem do paifo de OriedeN.
Ao vedo voliar, revrou Umbt-ui para na ser r-
eonhecido.
Era eta a cansa d'aquelle galope, tmr Darte
sentir diante de si.
Vasco rodeara o muro da quinta, e rfcegara a
porto ja depois de Duarle ter -ubi av naa* :
mas como tinha a certeza que elle ao voteara pava
Nespereira, imaginou qne eslava ali Vatm, em
razo de algum encontr ronvenriooadu r>im D.
I^eonor.
O v-lo dVscrr da planura do moni.> ra
verdadeira lliyi, M.i> depoi- Mn-lhe
quinta, ouvm-lhe as palavras que di-se a*;
e ficou convencido que D. L-tmor e Duarte %.
menlam, quand.i negavam M ~.-u* amure.
came dementou-o totalmente. D-sde nm du Va*-
co de urnohas odiou Duarte Pinheiro rom iaim,^
capital.
Quando d'ahi por duas horas o Sr. de .V*pe
reir monta va a cavallo porta do sea sotar par*
partir para Guardizella, aclNii fr.-i lpo de Baw.
sentado n'uma pedra que hara ah d.-fr.miv. Mal
a porta se abriu. o frade crguen-*e, e dmgia-s-*
para ella.
Venho v ver no solar Je Nespereira, Duarte
disse serenamente ao sohrinho.
Duarte Pinheiro lanrou-se-the no* hraros cena re
conheeimentn. Depois Jiririu-s. *< velbo moren
rao, ime andava revistando o ensHtiamiMu d ca-
vallo i-om sollicitude rerdatleirameate paleraai.
abraeou-o, e disse Ihe
Prophirio Caetano, ar- minia vlra, arm
foverna no solar de Nespereir-a, mrn *> Sr. fr
.upo de Riio. Ordeno-Fe que Ibe oketlrraa aaaa>
se fra a mim proprio.
Em seguida abragou oulra wez o-rto, e favalgaa.
Vige por ella, balburiea. aaertaa reai kr
ga a mao do-frade.
E dzendo,. esporeou o cava|b, e arraaraa d*ali a
toda a brida.
Ao tempo jue elle despedan jaiope prf erra-
da lora, Fr. Lopo miviu um grito dilureramr. lo-
go o baque de um corno, que tamtava sobre o pa-
vimento do andar superior. >? instinto
tou o que seria-, e lanrou-se carrer pela
na cima.
Therezaestava eahida romo raerta-soare e-:
junto de urna jroella.
Deus de misi-ricordia, i5a"me torra para
nao sucrumbr ao desespero da minea terrivel m\-
nieo balbucitu o frade, tomando a Maa ao
smente os labios, atravz dos o/iaes.passavam em I para o exercito. Sabe o que houve entre mili e
devaneios encantadores o casto nome de esposa, e "
a expresso dos radiantes sonho*> iL kticidade fu-
tura, que o amor phantasiava dentro dfaquel le era-
neo t Ai talvez que ali, onde tbram as faces...
Matheus Simao.
K um grande covarde, tun malvado sem alma
e eu nao creio que a bondado- do tio D. Gunrato
seja capaz de
enfrear aquella fra
"el
E' preciso
Receio-me-,
os labios della souassem algama hora, com um maior pulso do que o d'ella para isso.
heijo de virgem, aquelle santo amor que Ihes pro- pois, da vinganca d'aquelle- villao, a quem a minha.
inettia o cu sobre a trra t E fui eu que estorvei ausencia dar talvez ousadia para milito. Rogo,
aquelle paraizo de amor! E foi a minha soberba \\ie, portartto, meu tio, que-deixe esta torre duran-
satnica que destruiu aijue la obra tao nteiga e| re a minha ausencia, qu va habitar no paeo.de
to harmonios, que o Senhor formara com tanto *
carinho, passando por sobre ella como turarlo que
tudo mirra e tudo desoa f
Nespereira para vigiar de-perlo por sua filha e por
seu neto. Promette-in'n. tio frei Lopo ?
O- frade roden em vsli* de si os olhos, como-qae
a despedir-se com saudmle d'aquelles tristes luga-
res.
Fre Lopo cahira de joelhos ao principiar a !al
o" S T1 S"glJ" i ^^^^JX^e^ saa fiiha,
0*J'f c.;,hldos e n^OS.0nl^? Ui^ r.'VM "ao Ihe faca este pequeo sacrificio r- excla-
0 SEGREDU DO ABBABE.
POR
Araaldo Gama.
(Continnaco do n. 87.J
XIII
O ANTRO DO I.OUIS-UOMKM.
A esta escundade transparente, as ruinas do
outra o dizer aquellas ultimas palavras, calln- i mou p1|arte 5
se, e ieou com os olhos alheadamente fitos na ca-
veira. Por tiin ergueu o rosto para Duarte, e,
apernando para ella, disse-lhe com aquella sereni-
dade triste, que succedera nelle amiga exaltago
febril, que Ihe nao dava um mompnto de descan-
so, nem de paz i.itima :
Aquella a caveira do amante da Rosa do
Valle. Roubel-a ura da ao outro desgracado...
ao meu cumplice, que vigiara cuidadosamente a
sepultura do assassinado, e della colhera, ao cabo
de dous anuos, aquella reliquia, dante da qual
conseguu ondoudecer. Eu nao pude...
Assim dzendo, recahiu na profunda melancola,
que Ihe era habitual.
Duarte contemplou-o assim durante alguns mo-
mentos, mas vendo que elle nao voltava s, le-
vantou-se, foi onde elle eslava ajoelhado, e disse-
Ihe, tocaodo-lhe no hombro :
Se assim Sr. Di Lo|>o de Bao, requeiro-Ihe
pela memoria da Rosado Valle,que v vigiar pela
seguranga da filha do seu crme.
Os olhos do fraile chisparan) incendiados por
medonho furor.
Silencio. Duarte Pinheiro bradou em voz
terrivel.
Depois tornou a prostrar-se com a face de rojos
na ierra, e exclamou :
Deus de misericordia, amerceae-vos de mim.
Duarte, filho, as tuas ordens sero inteiramente
cumprdas.
Duarte callou-se, c os dous ficaram alguns mi-
nutos silenciosos.
Sao horas de partir; dsse ento Duarte
vou descansado, porque deixo D. Lopo de Bao de
vigilancia aquelles que mais amo no mundo...
contr^osinoilensivos membres da companhtade S^dSha^^
Jess Elles, verdade, predominaran) mu sol- 'co, tinham aspecto solemne e magestoso. Osa-
damente na balanga geral do universo; mas como tos pinheiros seculares, que estaucionavam aqu e-f
assentarame sustentaran) essa influencia T auaes *l P?r ,pom H,a assemelhavam phantasmav
fm r a i V^ de sentmel a a ossada gigantesca daqueHe Antheu
foram os meios de que lancaram mao oara isso? a. aa .-^. f~, a ":"^a"
que langaram mo para isso 1
E' facte evidenciado pelo testemunbo da historia
que em seu auxilio nunca se acharara os meios ma-
teriaes da forga physica ; elles nao tinham exord-
ios por meo dos quaes podessem manier e conser-
var seu dominio as nagdes europeas, nem em
lrte alguma do globo. Ora, se isto assim foi, por-
que a historia nio nos- atiesta o contrario, e se
certo tambera que, independente dos meios physi-
cos sua preponderancia foi real, a consequencia
que elles para isso empregram s e smente os
meios persuasivos, que faziam calar no espirito e
no coragao dos povos a verdade da doutrina, que
pregavam.
Nem se diga qae sua doutrina era errnea, e
quo elles eram os missionarios do erro, da intriga
da edade media ; e a torre, que do meo della
dioso e venerando cadver do passado. Pareceu-
Ihe ento ver luz atravz das estreitas janellas,
que havam no topo alteroso da torre, empanada
Tio frei Lopo, eu nao passo perder tempo.' e se o que vale D. Lopo de Bao.
Tenho as horas contadas; necessario que me at- O frade ergueu-se machinalmente. Duarte apro-
lenda. ximou-se d'elle, e abragou-o. Ento frei Lopo
Fallareplicn o frade, pondo-se de p, e apertou-o phrenetcamento contra si, e dos olhos
encostando-se ao tosco altar sobre o qual eslava o rolaram-lhe duas grossas lagrimas pelas laces
crueilixo e a caveira. i abaixo.
Esta madrugada, parto para o exercito... J Vae Duarle, e confia em Deus dsse
rompeu Duarte. enlio.
Tu Iexclamou o frade, aprumando-se e fl-1 Oh I nao se o que o coragao me adivinha I
tando nelle os olhos espantados de pavoroso terror. I Assim dzendo, pegou de urna acha que arda na
Tul... tul...E aquella pobresinha !.. .E o mea fogueira, e allumiou Duarte at fra das ruinas da
perdo I.. 4>eus meu, Deus meu, acaso me illudi- barbacaa.
na eu ?... Aqai o mogo tornou a parar, e fitou-o dolorosa-
E assim dzendo, carainhava em drecgao de mente, apertando-lhe a mao.
Duarte, a passoslentos.com as mos postas, e, Um momento depois cahiu de joelhos aos .ps
com a vista incendiada por medonho terror. d'elle.
Duarte Pinheiro carregou severamente as so-, Meu tio, abengoe-me era noma de meu
brancelhas. pae disse ento, levando a mo do frade cima
To fre Lopo,disse ento gravemente da cabega.
preciso que nos nao deixemos arrastar por alluci- j Este recaou-a de golpe.
bragos.
Ao cerrar da noute desse mesmo iKa,
primos e Pedro de-Mello entraran, iw Phrft. de-
lgadamente e |Hr dfferentes ramianos. Uva e
meia depois esta vam lodos reunid na ra Daam
da S, em casa d vereador Aitlonin-Maniia Fmr-
de Andrade, na qual tinham de tk..r naMHai
'asco de Ornellas-e Pedro de Me., que
ciam no Porto, per ordem de \V.-|,|.-.-.
ilrigirem a propenda rcvolta Ja idad, se.
ventura, fosse presiso faze-la arretHtniar.
AlU noute Duarte Pinheiro e K.rnie de
i!-.-embareavam de nm lite pertenreale a
vio mercante suri-no Douro, e satiiaai aij
.-.tlin^uet.i que conduzia ao porra da macad i
tilinta dos padres congregados di- Uireira do Pm
ro/ qual elle noria abirado. Tir.giila a saa-ti
com um signal convencionado. o purtn
e os dous entraran) para dentro, e foram re
dos ao superior, por quera pergnnlaram
l.da a carta de Ai.tono Malhias. que elK-s lW ra-
Rvgaram, deu-lhes sem demora -avalles e gafa ae
m noute de 8 os tez entrar a sako- em Ceiaara.
dlnde no da segatoie inarrharam para i.5hrt..
encorporados nojyoso do exen:lo inimadi
yor sir Arthttr Wrllesley.
XIV
A VF.SI1HIA DK M ORA BK WA.
Esta vam para dar as onze hora da noma- e II
ju-maio de isic.i.
Em lugar do silencio protones, qaa era dk>epe
nar r|ue reinasse, aquella hora, aluna ctkaaV. mi-
litarmente oceupada por um exercito tnnr ir
que della se aponen de assalm. o Ptw artava
violentamente -.eiladn, e resoawi, por to eaV
a|uelle iNirborinho confuso e roidosn, (|m> prerrde
qualquer dos grandes aconleriaienkis, qu costa
mam commover as cdades |^Bl.as.
Por toda a parle rufa vam taajbores. e araraai a
reunir cornetas t elarins. Por 'esta e pes xfiella
ra sentia-se o-rodar estrepitosa da araiaarM ra
direcgo ao bawrg baixo. Or-Jelanrao i
ria corram a. destilada em diftreato
Por aqu sentase o estrepito uniforme ..
do de regimealos de infanta a marinar tp3t>
delirado per ali o tropear taaivallarn mh^mtm
se a trote aberto, para o sai. para c Irste a ri-
dade.
Macas e ttarro> i-lu-n i'.v irrfoW. m geaaaai
dolorosamuote, subiam a-tada dapwtn-, e i w mi
nhavam para os afaraato b-H.nae>. Frtn aa-
trullws learchavain pasto dobradna> rna>. en-
zando-se a cada esquina urnas pa narras. A
porta desaa e daquella rata. s>avar arado e pra-
gasdu Ugageiros, que esCuiam e^mnao de pe-
sadas ki'dagens as rruras. A.4 tSe alrano eatono-
lecimenlos pnblicos esaavam eyuhnen anula :
e por tillas fra sabiara. e entra vam, i-mloraranOO
se com a pressa un- nos oiilros .ohladu e*pata-
nos, cunduzindo fardvK e raxV^t que lanrevaoi tm
Mmo, os quaes. mal ustavam netos, paraa lea*
asouUadw |Kir toma pelotees, de solrfana. nVto.
direniesruidos, dmistura rwn m oV nao poara*
pitf-las e janellas, que-se abran e hnto lerhav un a
mtslo. ao nproxiatar das patrUihao. trwm ia.
noooMa sordo bororinh.>. tpie aipiella kra se U
yantara ao de cima do IN-rto, e jie era coao oa>.
a voz da grande cidade a pergunlar a raooHa a
que quera dzer Uailadi> rtew
raento, era que andavaro. os s.-us iliiminiocu.
De sbito oaviu-s.'. di> lado da alameda das. ir-
tudes, um tiro de pega de grosso calibre, lasi aan-
dou tods os cbos da ridade. a mkh delle aa
aquelle ronco, borborinho que > asit.iva nal ra-
redobrou d intensidade : e ao mesinu lem#u, >
bre o rio, a ainxkspbera enruU-c.-u de repaoas *
de leve, e logo alogueou-senmo retVxo oVcbrV.
de um grande incendio que prinripiou a -urente
car para cima da cidade enormes n.lo de tamr
cabginoso, que lanravam de si o elv-iro natomi
do pea.
Minutos depois, um soldado do regirunm Ira., .
de dragos n. 18, montado n'um maumnre ramas
prcto, corra de.-liada pela ra da- Flore- Ut \:
e d'ahi, abocando a do Loureiro, veiu peto Bafc..;.
al o largo do Reine, sem deseaasaf nm imanan
a rapidez da carrera
Chegado ah, enfiou |*la trarossa, ie leva para
a ra Dreita, e que era ento ladrada nonrfc
pelo muro da cerca do convento de Sanio atoan
da cidade, que andava em eun-trin-gaa, e rap-
obras tinham nesse lempo parad.) pea pnnar
vez.
Mal o rpido tropear da *siiada. em qae ia a
cavado, baten o primeiro som sobre o I api-lo a.
bocea da ra do Heimix hipo a brfa pacto a
carro da cerca se entreabrid a raaaeNn, cacao
que para espiar; e aucoas o soetodo se ipnmiii
uella, abriu-se de par em par. rile entroa son pa-
rar por ali dentro, e ella fechou-.-e-me
le sobre as costas.
crcscia para o ceu, era como um braco, que Iho nagoes e phantasares imtginosos. O mundo est Oh I nao I bradou com terrivel pavor
tirara de fra da eampa, ainda a ameagar o fu
turo.
Duarte parou um momento dante deste gran-tas cousas como ellas realmente sao.
com todo o seu positivismo beira do nos ; nao ha Sera chamar sobre t a ira de Deus. Vae, mas
tempo a perder em magnagoes. Cumpre olhar sera a minha maldgo.
O frade olhava Duarte, como se o nao- compre-
bendesse : por (tu baibuciou :
- Oh I desde o da em que tu quzeste que eu
pela densidade das trevas, que ali, talvez que por abragasse Thereza, em que Ihe disseste que eu era
esse motivo, pareciam agglomerar-se mais. En-. seu pae, desde esse da afflz-me a considerar-me
caminhou-se ento para as ruinas. Passou para perdoado por Deus. Mas agora, quem sabe?...
alm dos vestigios da amiga barbacaa ; e por ci- Tu partes para a guerra.. .c urna bala.. .Oh! en-
ma da cava, agora de todo raza e entdlhada, che- j tio, arre fa|al I escarneo de Satanaz I isto nao era
gous ruinas da velha muralha, para dentro da o meu prdo...era a minha torturaf Mandara
qual entrou, por junto dos restos do' qne fra em Deus ao meu crme que me subjsse pelos cabellos
outro tempo um bastiao, par do qual a qua- { at s portas do cu. para de la me deixar cahir
drella do muro estava j de lodo assolada. despenhado at ao mais fundo dos tormentos, que,
D'ahi dirlxiu-se para as ruinas do amigo alca-: do justica, merec ?
cer arastcllado, atravz das quaes foi s apalpa- j Duarle carregou severamente as sobranceras.
dellas at entrada da velha torre, fundaoao pr- Frei Lopo fugia-lhe de novo nos vos d aUuoina-
Assim dzendo, arremegou a acha para longe de
si, e mergulhou de um salto entre as trevas, que
envorriatn as ruinas.
Duarte Pinheiro permaneceu um momento im-
movel e com os olhos titos no caminno, por onde
aquelle homem singular desapparecera. Desceu
entao recha, bateu outras duas pancadas no
porto da quinta dos Baies, c entrou para
dentro. ,,.
Minutos depois, sahiu, acompanhado do aldeao,
que ha poneo Iho segurara o cavallo, o que o irstia
agora pela rodea.
Duarte cavalgou.
Toma, disse ao homem, dando-lhe alqum
dinheiro e amanhSa diz prima D. Leonor?que
me encontraste no caminho (lo Porto, e <{ue ou Ihe
A'poucos passos denlr da cerra, ai
soflreou o cavallo, e desamotoa. O irtrJo
que Ihe abrir a porta, aproximoa-se tonjo, o
Ihe, tomando o cavallo pela reea :
Ai que medo, li'lakio : qne medo om q> li-
mos estado por V. S. I
O drago fez um gesto de amizade ar> oom da
frade, e depois einaranhou pela crea tora enV
recgo porta que do ron vento aorta actoto oaa.
Entrou, e em seguida, snmn aaressadameato a cas-
ta escadaria. que levava ao mapnnVa nratorie.
que anda eslava por terminar, e aiiigauc por
elle fra para urna porta ao ruado, pato cana-ai rr
ta da qual a luz jorrara em tone
rCcaf
pgRNA.SBCO.-. TTP. l) & #. *


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