Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10342


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Full Text
ANUO XL. ROMERO 86.

Ptr tres meres auiautados JJJOOO
Por tres mezes vencidos 6$000
Porte ao correio por tres mezes. 750
SEITA FURA 15 DE ABRIL DE 1864.
Por ano adiantaio. 19)000
Porte *> correio por um 3|00
ENCARREGADOS DA SUBSCRrPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Ararat y.
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinbeiro & C; A-
mozonas, o Sr. Jeronyrao da Costa.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
EPHEMERIDKS DO MEZ DE ABRIL.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Govanna e Parahyba as segundas e.
sextas-feiras. c Lu nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
Santo Antao, Grvate, Bezerros, Bonito, Caruaru', 13 Quarto cresc. as 9 h. 46 m e 14 s da t
Altinho e Garanhuns as tercas eiras. Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiroffirejo, Pesqneira, Che,a M i0 h' 59 e 2
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', CabrobJ ffl Quar nog- as 2 h., 14 m. e 32 s. da m.
Boa Vista, Ouricury e Exu* as qaartas feiras.
Sermhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas parten) ao Vi dia.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 11 horas e 18 minutos da Urde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a brama a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
0 ., ? Recife : do AP'Pucos as 6'/,, 7, 7 y* 8 e
o 7* da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboauo as 6'/, da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemflca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 yt, 4, 4 y4,4 /*
V. 5 y, e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 y, da Urde; para Jaboatao s 4 da tar-
de 5 para Cachang e Varzea s 4'/, da tarde; para
lBemBcaas4daurde.
PARTE QFFICIAL.
G0VERX0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 12 de abril de 1864.
Oilicio ao brigadeiro commandante das armas.
Ooeira V. Exc.maudarapresenUr na casa de detengo
manhia s 8 horas do dia, 30 pracas para escolu-
rem 2o sentenciados de Justina al bordo do va-
por Maman'juapc, devendo 20dessas pracas acom-
nanha-tos al o presidio de Fernando.Olliciou-se
ao inspector do arsenal de marinlia para mandar
postar urna lancha no caos de 22 de Novembro para
o embarque daquelles sentenciados e cominunicou-
sc ao brigadeiro commandante das armas.
Dito ao mesino.Sirva-se V. Exc. de expedir
suas ordens alim de que o recruta Antonio Joaquim
de Sant'Anna nao siga amanha para o presid de
Fernando, visto que tem elle de provar iseuco
legal.
Dilo ao mesmo. Sirva-se V. Esc. de mandar
alistar como voluntario no 7 balalho de infama-
ra, se for julgado apto para o servico do exercito
o ndado Jos Luiz de Souza Maia.
Alteres Julio Augusto Carlos c Silva.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Quirino do Nascimento. O suppiicanle
para o fin que requer, tem o prazo marcado no re-
glamento do 1" de maio de 1858.
Manoel Benedicto do Nascimento. Concedo o
prazo de 30 dias que o suppiicanle requer.
Pedro Adriano de S. Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Tenente-coronel Alexandre Severino Villanm.
Passe portara concedendo a licenca pedida.
AUDIENCIA DOS TRiBUNAES DA CAPITAL
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta.-, s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s II horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 40 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia. .
Segunda vara do civel: quartas e sobados a 1 horal. lVV ZS?X^
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
11. Segunda. S. Lean Magno p. dout. daegr.
12. Terca. S*. Viclor e Vessia nim
13. Quarta. S. Hermenegildo principe m.
14. Quinta. S. Domina v.; S. Tibtirriom.
13. Sexta. S. Pancracio; S. KiiiliiqiiHi m.
16. Sabbado. S. Engracia v.; S. Calixto m.
17. Dominga Ss. Hermogenes e Fortnalo mm
ASSIGNA-SE
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Fifueiroe i*
Paria & Filho.
consideravelmente ( Cabio a diligencia de Vienna d<> Castello, da
stabelecimen- ponte ao no Lima com seis passageiros, tnorrendo
consta, i quatro dentro da carruagem. O Vtentnse relata o
tambem que- j irislissimo desastre da segunte maneira : Est to-
prxima se- mada de consternaran e espanto toda esta cidade.
que com louvavel zelo tem procurado reetillcar ou
gunda-eira o numero de ac^oes que desejam.
"; ^m consequencia aa affluencia de subscriptores, \ sa correspondencia pingar agua, frmos logo sal
S dea nada t^m rtUn ni ,1 c?, exa.c,ai\a r^ < "solveu-se nomear ua commissao provisoria para teadospela noticia que ja etichte toda
a ttm dito. Oeste silencio, e do que tratar dos trahalhos preliminares para a formacao horror
""" "-'" da companhia.
os louvores que quelle distinrto clnico e al-
dante so prodigalisam.
A misericordia da Ribcira Grande forrvw-e dirt*,
e medicamentos gratuitamente aos enfermos po-
bres.
Monten de manhaa (13) ao recebermos toda a nos-, o numero do vietim.-.s, at 9 do corren I* Im de
10, e de cama no mesmo da acbavam-se HO a*er
EXTERIOR.
diz a Independencia Belga concluimss nos que, pelo
menos, existe o projecto da viagem de el-rei e sna
augusta esposa Pars.
Qual seja o fim desta viagem, isso que est
anda em segredo.
Se poltica ou nao, e mesmo conveniente,
nao o sabemos nos.
CORRESPONDENCIAS DO OlA
RIO OE PERXAHHVCO.
Lisboa, 28 de marre de 1S6I.
Varios boatos correram aqu nos dias que pre-
A cmara municipal de Lisboa, tendo assegu-
rado o edificio incendiado em 60:000*000, sendo
30:000*000 na companhia Frdeiidade e 30:000*000
na companhia Scguranga do Porto, o reputando a
perda occasionada pelo incendio de 19 de novem-
bro de I 63. como total, por isso que lodo o edifl-
a gente de
e indignar.
E' que a mala-posta se precipitara no rio com
seis passageiros que trazia, conseauindo s dous
escapar da morte. Corriam todos para o lugar do
sinistro, e a circumstancia de ser d*a da fera aug-
mentava a confusao e dava margem mil encon
Iradas apprehensoes acerca da identUlade das vic-
timas.
tados
S. M. el-rei desejoso de que se conclua o mo-
numento de Aroroso de Pampeltido, consagrado
memoria gloriosa de urna das mas notaveis pocas
cederam as festas da semana santa, sobre desac- da nossa historia contempornea, e dos bravos que
cordos mioisteriaes e planos de recoraposcao. che- se sacrificaram pelo resubelecimento da monar-
gando a allirmar-se que os ministros da fazenda, da. cha constitucional, pela causa da liberdade, orde-
mannha e da juslga, deixariam as suas pastas, "<> que o director das obras publicas do distrcto
, sendo o Sr. Lobo d'Avilla substituido pelo Sr. con- do Porto faca rematar quanto antes o obelisco
Dito ao mesmo,- tin ademento aomeu officio de dAvila o Sr. Mendes Leal pelo Sr. visconde da cuja construefo se deu principio em 1840 ficando
de boje tenbo a dizer que q voluntario Jos Luu de Vnigi rande de Macio_ e n/^,, IWfiira da para esse efleito aulorisado "--.--
fanTa ufSUS !fVolfS S0Dhora*- '"7 S" MTido ^ **',icando so,nente as ^ &** I1"1 Veriflcou^e denota serem U5*fj****f 0-.M- **
do^^ntettnSa^n53?meBll,a "" ^"> u^m-e "*^ lr ser impossivel ar- os Srs. Francisco Luiz da Silva CouloVabasiad. r^JnTJl^^
ao correntc a 4 Horas da larde. derem, ned o scomnanhias itamW .Inr hmW). .-_. ^------,*-*. ~i-.. ,. ua_ aioraiaenio aos nglezes que, com-hlera
snas ordens para que elle siga
seo destino.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
ira da
sem fun-
, por
estarem attenuadas algumas das resistencias poli-
ticas e sobretudo parlamentares que se indigila-
que esperam do movimento desta linha, de sup-
A iniciativa da interpcllacao coube ao marquez Pr aae geverno os ouca e os atienda Aos de-
de Vallada, que a fez por um modo, se nao violen- PuUdos de Cintra e Mafra curapro tomar a peilo
lo na phrase, comtudo enrgico. i es,e negocio. 1
A' declararlo expressa do Sr. Gaspar Pereira da! A assen)bla geral dos accionistas da Cotnpa-'
omcio que vja. bjb ian- gilva (ministro da justica) pediram simultaneamen- nllia dos mnibus, reunida em sessao no dia 18 do
.VimnrJX i Prz.Jtu-n to a P1" Srs. cardeal patriarcha de Lisboa, correle, procedeu eleico da direccio, que deve i
bispo de Vizeu, conde de Thomar, Moracs Carva- Ber"" s lraba|lhos durante o correte anno, reele-!
Iho, Rcbello da Silva e Sebastio de Carvalho. gendo a que fuuccionra no anno anterior.
riel e soldado de corno de guarnicao desU provin
i-ia, Antonio Francisco Das e Misario Autouio
Alves, seja eflecluado pelo comuiandante do desta-
canicnto da villa do Granito, onde acham-se serviu-
do taes pracas o qual tem dinheiro para esse fim,
e nao ao alferes quartel-mestre daquelle corpo,
lSernardino Candido de Araujo, como selicilou este
110 re lueriinento que veio anuexo ao olllcio do bri-
gadeiro commandante das armas n. 464 de 10 de
marco ultimo, sobre que versa sua citada iufonna-
cao, devendo V. S. nesie sentido expedir as conve-
nientes ordens. Communicou-se ao brigadeiro
oiiiii)andante das armas.
Dito ao mesmo. -Pelo olllcio
gi'i em 9 do corrente, sob
de haver essa thesouraria comprado a Francisco
Jos Arantes e sua mulher pela quaotia de 2:000*
o terreno sito no lugar denominado Torre, o qual
se deslina a coustrucean do deposito de plvora e
do quarlel que o governo mandou all azor.
Dito ao mesmo.Mande V. S. abonar em os de-
idos lempos a Joao Carlos Augusto da Silva a con-
signacio de 20* mensaes que o lente do 5" bata-
II1.10 de iafantana Folippe Guilhermo de Miranda
Lisboa pretende deixar-lhe de seu sold, a contar
do mez corrente al o fim de margo de 1863, como
declara no incluso requerimenlo.Commuuicou-se
ao brigadeiro commandante das armas.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Olinda c IguarassuEm vista do que pon-
deran V. S. em seu olllcio de 10 do correle, desig-
nei de conformidade com o art. 7o do decreto n.
1,354 de 6 de abril de 1854 o tenente-coronel com-
mandante do 9 batalho de infamara da guarda
nacional do municipio de Olinda Manoel Antonio
dos Passos e Silva para exercer interinamente as
funcedes de chefe de estado-maior desse coinmando
superior : o que V. S lhe far constar.
Dito ao director das obras militares.Mande V.
S. ladrilhar com pedrasa cosiubado hospital mili-
tar beni como concertar o respectivo fogo e caiar
todo o edificio comosilicitouo brigadeiro coinman-
Janle. das armas em olllcio n. 613 de 9 do corren-
teCommunicou-se ao brigadeiro commandante
das armas.
Dito ao juiz do paz mais volado do Io distrcto
da rreguez da Escada.Tendo deixado de acom-
panhar a lista dos cidadios qualilicados votantes
Dessa freguezia no corrente anuo que Vine, me re-
metteu com o seuoflicio de 11 de marco ultimo as
relaeoes de que. trata o decreto n. 2,863 de 21 de
dczeinbrode 1861, cumpre que m'as envi com a
possivel brevidade.
Portara.O vicc-presidente da provincia alten-
deii>lo ao que em data de 9 di corrente allegou o
d isembargador Anselmo Francisco Peretti, resolve
C ii-id.-rar sem elfeito a portara pela qual o havia
n lineado fiscal interino do tribunal do commercio
desU provincia, e para esse cargo nomea o desem-
nargador Jos Pereira da Co.;la Molla.Fizeram-se
as eoiiuiiiiiiieacoes necessarias.
Dita.-O vicepresidente da provincia attendendo
ao que requeren o desembargador Alvaro Barbalho
l'cnoa Cavalcanti, resolve prorogar-lhe por vinte
dias a licenca com vencimentos que obteve para
tratar de sua sade.
Expediente d secretario do governo.
N\ 105.Oflicio ao r. Manoel Buarque de Ma-
cedo, Io secretario da assembla provincial.S.
Exc, o Sr. vicepresidente da provincia, manda de-
clarar V. S. em solucao ao seu oflicio de 8 de
mareo ultimo, sob n. 22, e para fazer sciente as-
sembla legislativa provincial, queda secretariado
governo, ncm da reparticao das obras publicas,
como se veda informaco do respectivo chefe, in-
clusa por copia, nao consta que se livesse
spo de Coimbra,
feito muila impresso.
Na minha ultima Ihe circumstanciei os factos.
Os debales passaram cmara dos pares, ende o
ministro dos negocios ecclesiaslicos e de justica foi
dar as inesmas explicares que linha apresentado'
na casa electiva ; acrescenlando, porm, o muito
formalmente, que nao reconhec.ia nos prelados o j
direito de nomearem os escrives de suas cmaras
ccclesiasticas.
a despender o que fr
necessano e se ai ha oreado pelo referido enge-
nheiro.
Por decreto de 9 do corrente foi approvada a
instiluieao da caixa de seguros mutuos sobre a vi-
da, fundada pelo Montepo Geral, e approvado
lambem o seu regulamento orgnico.
Consta ter sido apresenuda ao governo urna
proposta de alguns consideraveis capiulistas de
Londres, para a construccau de urna linha frrea
de Lisboa para Mafra, passando pelo Campo-Gran-
de, Beinfica, Luz e Cintra. O ponto de partida em
Lisboa deve, ser o Salitre, ou no largo do Inten-
dente.
Esta proposta diz-se que nao envolve nenhnma
condico onerosa para o thesouro. se nao se pede
nem subvencao, nem garanlia de juro, se os pro-
ponentes coutam, e se contentam s com os lucro*
derem, pedio s companhias seguradoras o valor
Metra do ?eguro. A companhia Fidelidade, depois
de urna longa correspondencia, recusou-se ao pa-
No primer deste mez que os socrorros prin-
cipavam a ministrarle com regularidad* e de
suppor que o mal nao prosiga.
As noticias da India purtugueza alranran ate
4 de fevereiffv
Urna caria de data posterior da a noticia de te-
rem sido mandadas Torcas da capital para pacinY.ir
a provincia de Salary que se achava indignada
francisco Luiz da S ., abastado ^^T^fZ^
propr.etano our.ves desta c.dade-Bernardo Jos senhores da provincia,15 opprimiam e vevanTot
da Suva Moura, mancebo estima-te e bemquisto de habilantes della a ponto de irem aos pano>W *>>
tona a gente que conhecia, que lora aqu caixeiro irur os pus iL.i.w < ,1,,, iin-,im.?. i..
gamonto integral da quanlia segurada, com o fun- muitos annos,' at ir para o Porto, onde era socio di lKaco me la nenum,T Zn ., SGL
damento do que o prejuizo foi parcial, e que as da casa do Sr. Joao Pinto, nos Qerigos-on.ro in- Jra^^piS^SSSl^TlTOZ
abobadas e ludo o ma.s que foi preservado do fogo, dividuo, negociante de Barcellos, que vinha aqu ?^S^^r^^JSr^^ ^^
se devia considerar como salvados, para se abaler j fazer o pagamento doma tetrao finalmente urna KZT?"!lL.TCglJ JI1.1^" Wl*
urna parte correspondente ao seu valor na indem- joven da freguezia -< r..;*.,^ ^h.m^. ..,. ??.??.'_? rV, u'"a epoc.a em '!ue a azei
nis^Sao-. dieta.
Escapou nm pobre rapaz que parecejvinha na
laboa do cocheiro, e o Sr. Manoel Jos Goncalves
do Valle, professer de musiea desta cidade, que
teve a felicidade de poder j no rio, partir alguns
vidros e deiUr a caneca e os bracos de fra, e
agarrar-se pona do chicote que de cima Ihe lan-
cou o cocheiro sendo depois conduzdo para casa, deixar de volUr a attenco sobre t*> 1
sem accordo, ferido o contuso, como natural. sumpto
' caustrophe leve lugar poucos minutos depois q arcebispo primaz havia regressado a Ga a 30
de Janeiro da visita pastoral que fez s muses do
sul.
Nao chegando as partes a um accordo, est a
questao submetiida aostrbunaes, tendo j sido pro-
posta a competente acciio no tribunal do commer-
cio de primeira instancia de Lisboa.
Entrou no dia 17 tarde no Tejo a fragata
vapor austraca Schwazemberg commandada pelo
capuao de mar e guerra TegeltkofT, com 500 pra-
cas de guarnicao e 50 pegas montadas. E' da forc,a
de 400 ca val los.
Esla fragata condnzio reboque o brigue dina-
marquez Grelhe, rapitao Gans de Leith, com carvao.
Destinava-se para Barcellona, e foi aprisionado no
dia 16 s duas horas da tarde, segundo declaran o
commandante da fragata, a urnas 50 militas ao SO.
do cabo de S. Vicente.
O commandante do aprisionado dcclarou que fra
lomado referida hora, achandose na lalilude 36
40" e longilude 8 10' a O. de Greenwich, vendse
a trra, e 10 milhas do cabo de Santa Maria.
Alm da fragata que trouxe o brigue a reboque,
entrou tambem urna canhoneira vapor, chamada
Seehund. e commandada pelo capilo do navio
Kronnowetter. Traz montadas 4 pecas, da for^a
de 230 cavados, e tem 123 pracas de guarnicSo.
Segundo se diz, estes navios esperam no Tejo
mais dous, para se dirigirem reunidos para o Bl-
tico.
de Gontinhoes chamada Bene- esta sem metes de acudir s despezas ordinarias do
paiz que luu com urna caresta sempre creyente e
aterradora.
Seria para ver se o governoinglez, a pretexto d-*
proteger os seus subditos, invadisse mindwc
oceupar militarmente a provincia de Salarv, raja
fertilidade inveja, e se apossas.se finalmente della
S de esperar que o ministro da marmita ni..
m
e concltiio com o celebrado non msiimus contra o
que o illustre prelado denomina invasoes do poder
temporal sobre os direitos da igreja
que
continu,
convira
verse.
Consta I r sido assignado o contrato enlre o
Teve em seguida a paavra o nobre bispo de Vi- governo e o Sr, Notman, da venda d< caminbo de
zeu, que e nao alfastou um pice do espirito con-j *er'"0 do Barrelroas Vendas-Novas,
ciliador o eminentemente evanglico aquetodeol OSr.Notmafi, dizem ser um rico capitalista, e
clero Ilustrado deve prestar sincera homenagem *'em ^'s^ representa a companhia dos caminhos
deve dissol-
ao
a subven-
nestes tempos de transico e menos accordo entre
as doutrinas extremas.
A mocao com que o reverendo diocesano rema-
ten a sua falla, era to aceiUvel, que o Sr. conde
de Thomar retirou a sua para adoptar esta ultima
que linha por fim, aconselhar o governo, sem aze-
dtuiie, a regulamenUr o assumpto especial que d-
ra motivo ao conflicto.
O Sr. Horaei Carvalho (ex-mnistro da justica),
como abalisado jurisconsulto, e defendendo o go-
verno, foi erudito, como sempre, o conciliador como I
Ihe cumpria.
O Sr. Rebello da Silva, elevou-se, como costuma, Barreiro s Vendas-Novas servir para
em altas consideracoes, concillando a attenco da S^o do caminno'de Beja Faro,
cmara pelo altractivo irresistivel de sua palavra j F' a.iu.da conjtralado, segundo se diz, com o mes-
inspirada c correclissima. n*0 individuo o ramal de Beja Serpa e Moura at
O Sr. Sebastio de Carvalho, joven orador que ronteira, a entroncar no caminho de Cdiz,
nio timbra de mansido parlamentar, esclareceu a Todos etes contratos devem em poucos dias ser
discusso tambem, dando ao debate o seu contin-' prsenles ao parlamento,
gente. Diz-se que anda o mesmo Sr. Nolman fizra urna
Veremos como termina este novo incidente poli- proposta ao ministro, para a construego, sem sub-
lico. vencao, do camipho de ferro do Porto a Regoa.
O ministro declarou que nao tinha aferr pas- Parece que o proponente e o ministro licaram j
ta, mas dessa declaracao a lomar o papel passivo de accordo, sendo as despezas, que se eslo fazendo
de victima expiatoria, vai alguma distancia. com os esludos, pagas metade pelo governo e ou-
A questao seria, e as disposicoes em que se tra metade pelo |Sr. Notman.
encontra aquelle ramo do parlamento nao ser! Com o titulo The Lisbon oil company, limited,
muito fcil harmonisar todas as opinies desassom- se constiluio em Londres urna nova companhia, des
liradamente.
rida, extrahida da parte do registro de entrada dos
navios.
Diz-se que os navios de guerra portuguezes, ti-
nliatn no da (7 tomado posices em frente de Be-
lm, o al accrescentaram que havia marchado ar-
tillarla para esse mesmo ponto.
Opinava-se
de ferro ingleses. : presa, para a
Dizem que compra o caminho por 224 mil libras.' cluida a guerra,
cre cScaVfSSJST** Pr 943 Cn'0S'IU" I ^!a.p*ra a enlre8r> ^l(> 1ue o navio eslava livre
O mesmo Sr. Notman comprou
das 4 horas da manhaa, no sitio da Ponte de Pedra,
logo adiante da capelln de S. Lourenco.
A mar estava chcia e precisamente naquelle
sitio onde o rio mais fundo.
At o fecho da portinhola nao poda ser fielmen-
menle aborto por quem ia deutro, por ser de mola
impossibililando os infelizes de saltaren) fra ape-
nas deram pelo perigo. ; nomeasse urna commissao que indicasse as altera-
desde ci~ms nue devem u>r ilxc -a n,-iin>* rfn
Houve em Cochira grandes fesUs pelo nascimen-
to do nosso principe e herdeiro da cora, o pe
manifesu essa sympatlua, que ah se consagran *
nome portuguez.
A junta geral do distrcto pedio ao governo qm
(oes que devem ser fcilas, a novissima reforma in-
diciara, para que se torne cnectivamenie proveiio
sa a sua execucao em Ga.
Segundo a India Portugmeza, o gevernador an
dava Iludido quando assegurou mesma juntane
ia haver na villa de Morgo urna esUco de kle-
grapbo elctrica que se collocaria em mais breve
communicaco com a capitel.
O Diario de Lisboa em rectificaco onVial Ham
que nao consUva ao governo allera^o da paz pu-
Segundo informa o proprio Sr. Valle,
muito antes de chegarem ponte vinham j des-
ordenados os cavados da frente, importando-se
pouco com o castigo que repetidamente Ihes dava
o cocheiro, que infelizmente ao entrar na ponte,
ou por punca experiencia ou por vir com pressa,
castigou as parelhas fortemente, dando em resulu-
do desprender-se um dos guias, o d'aqui vir o car-
ro de encontr ao gradeamento da ponte, que por
se adiar fra de todas as rondiedes de solidez, ce-
deu fcilmente esta presso; sendo anda visivel bica~em SauTy.
o forte vestigio das rodas a distancia de mais de 60. ^
palmos pela arestada ponte, al aquelle ponte em />. s.-Corre em Lisboa que no dia II de abril
que a diligencia se precipiten com os cavallos dos 1 prximo se abre provisoriamente a explorario o
quaes morreram tres, porque da parelha da frente caminho de ferro entre Coimbra e Porto.
so um cahiu, que salvou logo de preferencia aos l Hontem na cmara dos depuudos trrminmi
desgranados passageiros t a discussao do projecto sobre o tabaco na genera
E certo que a voz publica se mostra severa con- jjdade, concluindo o Sr. Foutes o seu discurso, que
Ira o conductor, que nem ao menos se lembrou havia comecado na anterior sessao.
de chamar logo a gente mais prxima para acudir Posto o projecto a voto na generalidade, foi ap-
eoMra
especialidad*!
. ..Ja Ke I as de man
reio e salvar o cavado III
esse mesmo ponto. ue cnamar logo a gente mais prxima para acudir | Posto o projecto a voto na generalidade
.que o governo de vi a apossar-se da aos desgranados, sendo que s depois de passados provado em votaco nominal por 76 votos
1 entregar a quem de direito fosse, con-; 3 quartos eu urna hora que appareceu alguem ; 53. Gomera hoje a discussao na e*penalida<
rra, intimando o commandante da ira- sabem porque ?.... tPara ir tirar as malas do cor- Cootinuam no distrcto de Villa Ke I as d
_. .-esatvaro cavaiioil! !tra^es pacificas, a proposito das ultimas irenolu-
Sr Price o I (i h ,,/ -'"*. TeJ0; So do',olf das 8 horas ; Evora e a:; S*!?^*'"* ?'' CSSa$ **"* ***** "**** ^"^ "^ CUrU
a'. .. _wJ_ 1 governo proceden como devia, em face das leis
t.oiM.i tambem ter-se assignado o contrato, com! apphcaveis ao caso
o mesmo Sr. Nolman, para a construeco do cami- j 0 ministro da marrana ordenou que os offlciaes
mo de ierro O Beja a Faro, com a subvenyao de e Iripolaces se recolhessem bordo dos seus res-
18 cornos por kilmetro. L pectivos navios.como medida de prevencao, nao por
Parece que o producto da venda do caminho do) que se recoiasse algum conflicto, ou
para apoiar
ntimacoes peremptbrias, mas para estar precalado,
como deve sempre achar-se, para quaesquer even-
tualidades.
O ministro dos negocios estrangeiros officiou ao
ministro d'Austria Desta corte, fazcndolhe ver
que as nossas leis nao permiltem que o navio
aprezador com a sua preza entrem nesle porto, e
que, portante, dsse as suas ordens ao comman-
dante da fragata, para que sahisse barra com a
preza.
Este o direito entre nos, direito consignado
primeramente no decreto de 30 de agosto de 1780,
depois no de 3 de jnnho de 1803, e mais moderna-
mente nos decretos de 5 de maio de 1334 e 23 de
junho de 1859.
O principio geralmente seguido permillido
nada a manufacturar, em ampia escala, o oleo de entrada nos portes neutros aos aprezadores e suas
linhaca. ., ,nnnn T prezas; mas Portugal e a Suecia tem eslabelecido
O seu capital e de 100,000 em 16,000 aeces I a restriccao esse principio, nao permittindo a en-
de 10 cada urna. .-.. Irada, para se manterem, quando neutraes, na
A primeira etrtissao e de 50,000. mais estricta imparcialidade.
Os directores $ao : Este systema, invariavelmente adoptado entre
Jos Augusto Braancamp, presidente.Manoel nos, foi agora mantido polo governo, que sempre
Alves do Rio, Eduardo Gibbon Swann, A",,c M-
Por outra parte a questao da abolicao do mono-
polio do tabaco que se discute na outra cmara,
tem dado margem a grandes vacillaces no espiri-
to da maioria.
O discurso do Sr. Jos Maria do Casal Rilieiro,
(ex-mnistro da fazenda,) moderado e cortez na
forma, mas forte naessencia, abala os nimos pela
analyse rigorosa, e em muitos casos, rrespondivel, Kenzie, B. Philippon.
dos clculos edados estalisticos em que se fundara i Os banqueiros sao em Londres :
o projecto do governo. Mrs. Masterman, Peters, Mildred & C.
O ministro da fazenda, feliz na argumentacao,' Em Lisboa :
adduzio, na replica, vigorosas consideracoes em I O London and Brastlian Bank.
abono da sua proposta. Os actuaes pronrietarios liguram desde
Nao se prev comtudo o desenlace da discussao,' 26,000, representadas nos predios e mais mate- Cada povo tem o direito do' eslabelecer a polica
que a semana-santa veio piedosamente interrom-, riaes adquiridos, e que consiste em 8,000 metros dos seUs portes e de provr ao que mais importa
per l quadrados de terreno na margem do Tejo prximo aos seus int ranea, sem prejudicar os dos outros
Deve-se comtudo notar que na cmara alta, na ao Calvario, e nos armazens machinas e mu con-' p0vos. Este principio sanecionado pelo direito in-
questao do conflicto episcopal, o ministro da justica; sideravel quantidade de utencilios que j possuem' ter nacional, respeilado por todas as nacoes.
decUrou cmara que a responsabilidade da nao' para a sua laboracao. Segundo se deprehende das dedaraedes docom-
aceitacao do candidato proposto pelo bispo de Co- i Esta industria, nova entre nos, parece offerecer mandante da fragata, e do proprio capilo do na-
imbra, era apenas delle ministro; na cmara dos. largo canuto a^ urna lucrativa exploracao. j vio aprezado, a preza foi feita fra da linha de
inistro da fazenda, na sua resposla
ro e outros membros da opposi-
Angas mc suscitou a sua observancia, quando houve guerra.
I Em 1780 houve a guerra entre a Inglaterra e
America ; em 1803 a da Franca contra a Inglater/
ra e outras potencias ; em 1854 a da Crimea/e
B em 1859 a da America do Norte contra a do-lsul.
! Portugal lem sido fiel a este systema, que o
1 que mais Ihe convm, como nacao "pequea.
Bornea-
do commissao alguma para examinar a estrada do
norte da empreza Mamede, e que por isso nao pode deputados, o ministro da fazenda, na sua resposla Vai estabelecer-se em Lisboa urna companhia,] respetu da~ cosa delPorlugal";" portnto'o governo
ser satisfeita a rcquisicao de que traa o seu citado ao Sr. Casal Ribeiro e outros membros da opposi- com a denominado A univerial, de seguros mu- indilTerente esse facto ; s Ihe resta nao con-
v.'a* ^ ?ao, sobre a proposta para a liberdade do tabaco, tuos, sobre a vida o contra-risco de mar e fogo, e i sentir que o aprezador permanec:. no porto, com a
.\. 106.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre- declarou que todo o gabinete solidario na respon- desconlos, com um capital de 5,000 contos de ris, I preza.
sitenteida provincia quem foi presente o oflicio sabilidade della. divididos em 50,0o0 aegoes de 100*000 cadaj
de V. S. de 7 do crreme, sob n. 73, manda deca- o que ne menos se colhc de tudo isto, que, se urna. Ha excepcoesprescripcao estabelecidanas nos-
rar-lhe para fazer sciente a-sembla legislativa o Sr. Gaspar Pereira por sua parte est disposto a' Esta nova companhia dividir-se-ha em quatro sas leis, quando o aprezador entrar nos nossos
provincial, que na secretaria do governo nao exis- ser lancado s gemonias para salvar a situacao, o' seccoes, das quaes a segunda importantissima, e portes por forra maior, ou acossado pelo lempo,
tem nem consta que existisse os ttulos scientilicos Sr. Lobo d"Avila nao parece estar por ora resolv-1 inteiramente urna cousa nova entre nos, de consi- j
de que trata o seu citado oflicio.
N. 107.Dito aomesrno.S. Ext. o Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. para
fazer sciente a assembla legislativa provincial que
o cid.tdo Felippe Mena Callado da Fonseca foi no-
me ido por portara de 4 de dezembro do anno pas-
sado junta por copia.
Pira assim satisfeita a requisicao dessa assem-
bla constante do seu oflicio de 7 do corrente, sob
11. Ti.
N. 108.Dito ao mesmo Em additaiiento ao
meo oflicio de 30 de marco ultimo, sobn. 72, trans-
miti a V. S. de ordem de S. Exc. o Sr. vicepresi-
dente da provincia para ser presente assembla
legislativa provincial a inclusa nota dos proprieta-
ros que residem em suas casas collecladas pela
collectona de Goianna, com declaracao de quanto
pagam de decima.
N. 109.Dito ao mesmo.Passo as mos de V.
S. de ordem de S. Ex. o Sr. vice-presldente da pro- fincas e n
do a sahir do gabinete, sem o arrastar a todo elle
na sua queda.
Estas declaraces preventivas nola-se que ve
sendo de rigor, e com o andar do tempo sero tai-
vez formuladas as etiquetes parlamentares.
Oca-o recente da proposta para a reorgani?arjodo
exercito, apresenuda pelo Sr. marquez de S dallan
j ou falte de mantimentos e aguada, ou com ararla,
deraveis vantagens para os accionistas epara opu- que ihe nao permita navegar, ou fugindo ao ini-
blico. migo. As leis da humanidade auterisam e funda-
Esla segunda seceo compe-se dos spguros ma- inenlam estas excepedes.
rilimos sobre a vida isto os martimos ou quaes- \ O brigue dinamarquez Gretk pedio nodia 21 pi-
quee viajantes que desejarem segurar as suas vidas' loto para sahir ; porm por causa do mu tempo
contra os riscos do mar por espaco de urna viagem,! nao pode sahir nesse dia e s o pode fazer no dia
alcancam, por diminuto premio, um capital, cujo seguinte.
vincia, para serem presentes assembla legislati-
va provincial copias dos termos relativos a llanca
que prestou na estaco competente Jos de Vas-
concellos, para cITectuar o contrato da impresso
e_publicaco dos trahalhos das repartieres provin-
ciaes a que se refere o oflicio de V. S. de 7 do cor-
rente, sob 76.
Despachos do dia 12 de abril de 1851.
Hequeritnentos.
Desembargador Alvaro Barbalho Ucha Caval-
canti. Passe portara concedendo a prorogago re-
querida.
Anna Florencia dos Sanios. Concedo o prazo
de 30 dias que a supplicante requer.
deira mencionada no discurso da corda, e com todas reudimenlo pode garantir os meios de subsistencia I O brigue vai iripolado por gente da guarnicao da
apparencias de um acto em que todo o gabinete era', de suas familias ou de quaesquer pesseas que estt- fragata, a qual, segundo consta, permanece no
solidario, e o desfeixo desse debate, em que, depois marem. Tejo. O brigue vai para o porto do Mediterrneo,
da exoneracao do nobre ministro da guerra e da'. Para a companhia, esta especie de seguros ha de naturalmente Trieste,
do ministro do reino (Sr. Braancamp,) choveram trazer grandes lucros, porque, como se sabe, sem-!
as declaraces de que a responsabilidade da projec- pre minio menor o risco de vida, relativamente
tada reforma nao era collectiva, traz agora de so-1 quelle que ameaca os navios ou as mereadonas.
ore-aviso lodos os ministros. i Estes e aquellos, perdem-se umitas vezes, recebem
E' por isso, creio, que vai tratando cada um de avarias, ou abandonam-se sem que os passageiros
fazer as suas declaraces previas, para intelligencia ou as tripolaces perecam.
das materias collocando u deixando de collocar as Segundo consta, a companhia, logo que todo o
questes no terreno escabroso de absolutamente po- capital esteja subscripto, ha de nomear urna com-,
1 missao para requerer ao governo a concesso de
privilegios para as caixas filiaos que esUbelecer
as colonias.
As outras tres seccoes de que ha de compor-se a
companhia hodeser as de seguros .de vida em
mutualidado, seguros contra risco de mar e fogo, e
Vai lomando corpo a noticia que j pela maia
anterior, Ihe dei da projeclada viagem do chefe do
esUdo c de sua augusta esposa a Franca ou Italia,
para a qual o governo, nos termos da carta consti-
tucional pedir a devida consideraco ao parla-
mento.
Commenta-se esta noticia por diversos modos e
nao falta quem assevere que a visiu de el-rei ser
corte da Italia, a seu sogro
manuel.
O Jornal do Commercio de hontem, escrevia a
este respeito o seguinte:
< Ha dias noticiamos que se divulgava o boato
Por urna escuna ingleza, vinda da ilha de
SanU Mara (Acores) conste ter sido incendiado
um navio, as alturas daquella ilha, por um va-
por que se presume ser o Florida ou o Alabama.
3ue se julga ser o mesmo que na manhaa do dia 1
o corrente, passra por fra do ancoradouro.
Gonstituio-se no dia 21 a commissao nomeada
para tratar de levar a elle i to a elevacao do monu-
mento D. Pedro IV.
E' composta dos seguintes cavalheiros :
Conde de Farrobo, presidente ; marquez de S
da Bandeira, vce-presidente ; Miguel Angelo Lu-
p, secretario ; Joaquim Pedro de Souza, vice-je-
cretario ; duque de Palmella (Antonio), marquez
transaeces bancarias. Quaesquer desUs seccoes, | de Fronteira, marquez de Souza Holztein, conde
reunidas em urna companhia cem o capitel de
5,000, bem administrada, deve trazer-lhe lucros
e-re Viclor Em- certos, e ao publico em geral vantagens considera-
veis, facis de apreciar.
Segundo conste, subscreveram j para esta com-
de de Mello, visconde de Benaguzil, visconde de
Menezes, consclheiro Jorge Husson da Cmara,
Francisco Assis Rodrigues, Marciano Hanques da
Silva, voages.
Ficou logo resolvido abrr-se um concurso euro-
de que el-rei ira brevemente Paris, "ou talvez em pouco tempo esteja fechada a subscripcio, por-
Archangela Mana da Conceicao. Prove o que Italia; agora vemos na Independencia Belga, repe- que o Densamente inicial que prende aoestabele-
allega lida e ampliada a noticia, como os leitores vo ver; cimento da Untversal, foi perfeitamente acolhido
Carlota Maria Francisca. A supplicante am diz pois o referido jornal na sua folha de 18: | pelos primeiros subscriptores, e de certo digno da
prova isengo legal. I No fim deste mez, ou no principio de abril aeoita^o que raereceu.
panhia cem importantes sommas muitos negocian- peu, para o que foi nomeadauma pequea corarais-
tes e capiulistas da nossa praca. E de crer que; sao, para confeccionar o programma qu-e dnve pa-
ra depois ser discutido.
Os trahalhos da demolicao de fatigo pedesUl
vao muio adianudes.
Nodia 13 do corrente ho*r*;e ama catrslrophe
que fez muilas sensaodes.
. cora suas msicas frente e bandeiras naemaaes
de os fazer tirar antes, nem consentio depois que acodem a cidade, enviando depulace* ao x\mt
se Ihes prestasse o menor soccorro, antes de che- cante, que o governador civil de Braga, que go-
garem as autoridades judiciaes e sanitarias para yerno all mandou para conhocer dos factos que
lavrar acto. tenia sensaco tinham causado no iiarlamento e ao
hssas autoridades chegaram as 10 horas (!!!) e paz. As grandes reunes, sao ora por parte d.
perto do meio da foram os cadveres conduzidos desaffectos ao governo civil scvndieado, ora dos
em esquifes para o hospital da Misericordia, onde : Seus afTeicoados. Tem reinado ordem, todava, no
se ordenou entao a applicarao dos meios indica-1 meio de todo este movimento
dos pela sciencia para restituir-Ibes a vilalidade !!! j No circo Price, um demador de leoes, Mr. Ne -
Tudo isto tao inaudito como horroroso. I com0j attrabe as attencoes do publico ha 3 dias.
Os brados de iudignacao|e exaspero sao unsonos Traz dous lees termidaveis c 3 lea. Fallase
e geraes. I em que levar ahi as suas fras.
Anathema sobre os causadores desse luto que pr um telegramma de hontem, ro-ebido do
boje cobre urnas poucas de familias e desse pran- p0rto, sabe-se que o fl to que lem vertido toda esta cidade I do desconlos e de emisso. O seu capital sera de
A corveta Infante D. Joao foi a Inglaterra 0|0 In| contos.
nao s para collocar a machina all construida, mas Em Braga, acrescenta o mesmo despacho, vai
tambem para completar os arranjos interiores do estabelecer-se um banco com estatutos semelhanie
navio, que convinha serem all feitos. I aos do Banco Alliaura. O seu capital sera ov mil
Esses arranjos importara cmdoze mil e quinhen- contos. Grande numero de accoes esto j sobs-
las libras.
O contrato cfTectuado com um respeitavel cons-
tructor inglez, contem mais de vinte clausulas, em
que elle se obriga a completar lodos os arranjos
necessarios no interior do navio e a fenecer todo
o material preciso para o seu completamente.
Nessas clausulas entrara a construeco de todas
as divisoes interiores, paies, camarotes, bunhers,
de
cnpto.
Na cmara dos pares proseguio hontem a dis-
cussao sobre o conflicto com o verdadeiro bispo >
Coimbra, orando o Sr. Miguel Osorio, governaaen-
Ul. Outro digno par ficou com a palavra para
hoje.
O Sr. marquez de Vallada, que lambem leve a
palavra hontem, disse em pleno parlamento que a>
0 nu-
cir, cabrestantes, bombas, mesa de equipagem, novas eleices da maconaria tiaham tirado
toldas, escaleres, turcos, pintura, calafate e tedas |neit j,. gro-meslre ao Sr. Lobo d'Avila, ministra
as mais obras que necessitar; e que nao tinham si- fe fazenda. Consta que e>l eleilo o Sr. duque o>
do feitas em Lisboa. Loul, que j oceupou este elevado cargo na ma
Entra por ultimo na despeza ciuda, a que resul- conaria.
tar da estada do navio na doka.
No contrate ha urna condico addicional para fa-
zer pequeas emendas, que vem a ser as seguin-
tes :
Corte des mastaros da gavia, porque da expe-
riencia da pequea viagem para Inglaterra, pare-
ceu ao commandante do navio, que a maslreacao
tinha muita guinda, e que seria necessario dimi-
nui-la.
Levantar um pouco o gurups; o fazer algumas
modificacoes no beque, resultantes daquelle levan-
lamento do gurups.
Fazer pequeos arranjos nos cscovens, porque
parece carecer de solida.
Por estas emendas exigi o conslructer 200 li-
bras.
A corveta S da Bandeira, entrou era Loan-
da no dia 14 de Janeiro e a 17 tomou posse da es-
Uco naval
Nodia 25 a corveta Sagres, sanio d'aquelle por-
to para o Rio de Janeiro d'onde regressar a Lis-
boa.
As guarnicoes das escunas a vapor barao de
iMzarim, Maria Anna sero brevemente rendi-
das.
As guarnicoes nomeadas para substiluirem as
d'estes dous navios transportar-se-hao para Mozam-
bique era um navio mercante freudo pelo governo
para este fim, visto nao ler agora transporte de
guerra de que possa dispr.
Trate-se de abrir novamente as porus do thea-
tro Normal Sra. Emilia das Neves. Tem perdi-
do o theatro, e tem perdido o publico, com a sua
ausencia.
Manifestou-se ha quatro mezes urna febre epi-
dmica na pequea freguezia da Achada ilha de S.
Miguel, que no ultimo mez lomou carcter assus-
tador.
A cousa attrihue-se a urna caixa de toucinho em
estado de pulrefacco que o mar all arrojou, oque hontem. Eis as noticias que comemos :
S. Pauto.De urna carta desta provincia roMU
ULTIMAS NOTICIAS ESTRAHCURAS.
Agencia telegrapkica lluras Bullier \ C.
Madrid, 28 s 10 horas e 25 minutos da ma-
nhaa.
Morreu o almirante Pinand Cracovia, sen data.
A condessa AdzelU e a condessa Otrawska, com
4 filhos, foram presas.
Madrid, 28 s 7 horas e 10 minutos da noire.
Praga de Madrid 28. Os fundos consolidado*
licaram a 52, 05 ; e difleridos a 47, 75.
Praca de Pars 28. Os de 3 por cento coUram-
se a 66, 15; os de 4 1|2 por cento a 93, 10.
Praga de landres, 28. Os consolidados reall-
saram-se 91 3|4. Os 3 por cento portugueses
48 7t8.
ALCANCE DB HKSI'AMIA.
As folhas de Madrid, al 25 do corrente. Cons-
Uva que se ajustou com o archiduque Maximiliano
recahir n'um principe hespanhol o throno do M-
xico, no caso de fallecer sem herdeiros o novo im-
perador.
D. Jos Salamanca panio para Pars, alim de
tratar dos caminhos de ferro da Valarhia e Mobla-
via, de que se fez emprezaro.
A rainha assignou os decretos conferindo o
tosao d'ouro ao rei de Dinamarca, ao duque de
Teman e a D. Pedro Jos Pidal.
DIARIO DE PEfUUMBUCO
Tomos viste jornaes do Rio e Baha, sendo
aquelle de 8 e este de 12 do corrente, do qnars
foi portador o vapor inglez Magdalena,
a pobre gente quiz aproveiur derretendo-o o fazen-
do uso da graxa para illuminaco.
Pouca importancia se deu aos primeiros casos,
e quando ao chefe de distrcto foram pedidas pro-
videncias, j se tinham dado alguns faltecimentos,
e cerca de sessenla individuos se achavam anecia-
dos!
Nao havia na localidade recursos alguns, sendo
necessario percorrer distancia excedente a trinta
kilmetros para se encontraren^ soccorros mdicos
o pharmaceutices I .
Logo que o governador civil teve conhecimento
deste esudo, tomou-o em unta consideraco, que
sem perda do tempo se Ihe aecudio como urga. O
distincto medico Dr. Xislo, marchen da Ribeira
o seguinte:
A cidade de Campias foi testemunta de ara
atlenudo horroroso que, pela circunstancias oe
o eercaram, e pela posico (te victima, despert a
indignaco geral, colligando todo* os Iiiuii tajan
daquelle lugar era um peni molo nnieo f*fc
provaco solemne aos autores de lio bediofin
crime. 1^
O Sr. Joo Quirno do Nascimento, esto*
do 5o anno da Faculdade de Direito de & H**0
fra passar as ferias da semana-santo no**#**
sua respeiUvel familia, que ahi habito. No si
do, 26 de marco, recolhendo-se nonto para}sna
casa, foi, ao apeiar-se do carro, viole
, residencia para a Aohada, levando commetlido pelas .costas por om capaog^ qnejes-
um hbil sangrador para o ooadjuvar como enfer- carregou-lhe junto a 'on^.fS^"^.0*"
metro no traumento dos doentes, e sao repelidos' tao forte, que a vctima cabio iminediataraetesem
I


ftAfc T"
liliirlo de PeraaphneA fexi fclr f & de abril de I 64.
sentidos c banhaildem s^ig*ue. Trosiailo no cd<\
leve linda d soffier urna segunda pautada, a (|TWT,
destechada cei h ira sobrg o alio la i-aboga, abrio-lbe,
urna foriissnna brocha : c lerroro gotpc u-rla Sido
desparado se acaso o cocheiro, rcstabelccido do
susto qae ospcrimenlra no primeiro oslante, nao
se houvessc rolloeado entre o offendido c o sieca-
rio, aparando a pancada, que de lao vilenla que-
brou-lhe o Inaco indo o ccete bater de encontr a
urna das rodas do carro.
O instrumento da crime arha-so depositado
casa da polica : ti un vigoroso cabo de foice feito
de madeira rija o tendo na pona nina inmensa
trave de ferro Latido. Poi munido desta arma po-
derosa que o assassino, protegido pela esruridio da
noute vcio tiacoeiraniente atacar um moco fraco c
desarmado.
E' notorio que na vespera dous pidos, escra-
vos, un do Di. Francisco AiiIohIo de Araujo e o
oiiiro do Sr. Qecnardins Anuda, irmao do Si. Ga-
rfio do Atbala declararan! eio urna fazenda que
dirigiam-so para a eidado no intuito de desempe-
nharein nina rommis.-o imprtame ipio Ins havia
sido dudada, e ipie consista no assassinalo do es-
ludante Joio Qiiinno do Nascimento.
O estado da vichma asss melindroso; um
medico entinado declamo nfallivel a morte, era
visla da terca com que os golpes foram blandidos
e dos profanaos signaos que na caneca do offendi-
do limara a anua do majvado. Quando, porm,
veulia o Sr. Nascimento a restabelecer-se, de pon-
co ibo servir a vida : lera mais tardo ou mais
cede de catar victima do Lacamarle homicida, por
que os seus assassinos dominam a polica, aterro*
risan a populacao, colloeam sobre suas caberas
maculadas a corda de titulares e, ejn vez do hald-
tarcm o careere dos criminosos, conspurcain os sa-
lees da nobreza, enlileirando-se entre os membros
da fldalgoia do imperio.
OSr. major Joaquim Quirino dos Santos, pai
do infeliz aggredido, um venerando septuagena-
rio, que permanece ncoiisolavel,derraniand copio-
sas lagrimas sobre a sorle de seu filbo e pedindo
debalde s autoridades do lugar um auxilio contra
os sircarlos, que passeiam impunemente; mas a
polica nada pode, porque a seguranea individual
ali vive a im ic do capricho, e os potPtilados de
Campias, cercados de capangas merranaiios,
zombam da morahdade, brincam com aexitencia
de seus desafTeieoados, e ditam a le autotidade
despretigada e sem torga.
Rio de Janeiro.O senado deixou de funecionar
no dia 7 por falla de numero.
A cmara dosdeputados approvou nesse mesmo
dia, depois de orarem os Srs. ministro respectivo e
Lima Uuarte, a proposla do governo que lixa as
(oreas de Ierra para o anno linanceiro de 18t4
186.*>. e mais as seguidles emendas :
Fica o governo autorisado a crear na cidade
de Macei capital da provincia das Alagas, urna
companhia lixa de guarnirn composla de cen Bra-
cas de prei. Anstidet da Silreira IMo.Joao de
Souza Mello e Mvm.A. J. Moreira.
Km lugar do arligo addiiivo como se acha rc-
digido sobre conselho de compras, subslilna-se por
esti:Feam extinctos os conselhos administrati-
vos para forneciment dos arsenaes do guerra,
rcverlendo suas funecoes para os empregados dos
niesmos arsenaes e da repartiese de fazenda que
pelo governo forera designados.Jos Antonio
Caraira. Martinho Camm. Moreira. Pinto
Urna. S. Sonto.Fonseca Vianna. Isilo da
Cunlia.
Supprima-se o artigo additivo delerminando
que na promocoes do exereito al o posto de coro-
dcI inclusive sejaui feitas por anligaidade ein lem-
po de paz.-Marlinlni Campos..1. hittlo da Cu-
nta.-Francisco Y auna.
i O individuo recrutado que depositar a quanlia
de 6U0, ou presiar lianca idnea, na eonformida-
de das leis criminaos, ser inmediatamente sollo
alim de poder allegar as isences que por ventura
ti ver.
t Oiiando recrutado no interior das provincias,
mediante o referido deposito ou lianca, ser igual-
mente sollo, e se Ihe marcar um prazo na prupor-
cVi das (Malicias, na razao de tres leguas por dia.
para apreseptar-se na capital da proviucia, ou para
assenlar praca ou para allegar sna isonro lo-
Mi.-Co< Pmto.J. o. Nebiat.-Agotimko J. F.
Birlas. .
Approvou ein seguida em urna so discussao, de-
pois de um dbale entre os Srs. Mariinbo i ampos,
Manocl Joaqoim, Saniva, Silveira Lobo, e Valdc-
taro.o projecto que concede s lilhasdocapito-mr
Jos Pereira Filgueiras a peno que Ibes fora con-
cedida desde o dia do fallccimenlo de sna mi I).
Mafia de Castro Filgueiras, com un additivo aulo-
risando o governo a mandar abonar viuva do
do tenente-general Lzaro Jos Goncalves o mel
sold que Ihe compele, sem prejuizo da pensoque
j percebe do> mires publicos.
Approvou igualmente o projecto que approva o
condal i celebrado com o visconde de Barhaecna
para lavrar as nonas de rarvao do pedia as mar-
gens do Pasaa-Dous, dilrieto da Laguna, na pro-
vincia de Sania Catharina.
Oecupoii-se em ultimo Ingr com a continuarn
da I- discussao do projecto que autorisa o governo
a subvencionar a navegarn a vapor em varios ros
do Amazonas e Para. Oraram os Srs. Leilo da
Conha e Libralo, cando a discussao adiada pela
hora.
- Foram Romeados por carias mperiaes de G do
comnie:
Secretario do governo do Cetra o Dv. Jos Julio
de Albuquerqae Barros:
Dito do Rio-Grande do Norte, o Dr. Luiz Rodri-
gues de Albnqoerque.
Espirito-Santo.A elcicao para um depuladn
assembla geral, em substimicao do desembarga-
dor Sootodeve ter lugar -l\ do crtente.
Na madrugada de S dispararan! dous tiros de
espingarda sobre a casa do vigario de Cariocica,
sendo elles cinpregados as paredes e portas.
Jialiia Nada oceorreu, que mcreca meneo.
NOTICIAS OOXMERI IAES V. MAHITIMAS.
Itio de Janeiro. 7 de abril.
Cambio.Incluiodo30,000sacadashojeaS7 '2,
27 Vs c -1 ti d., e transacoes reguladas sobre Fran-
ca a :it r. soiiiinam os saques fechados pelo pa-
quete ingle/, ilagilalena:
Sobre Londres, 410,000 a 27 '-,. il / e 27 '4
d., predominando o primeiru e segundo algarismos
que licam nnes.
Sobre Franca, 1.000,000 francos a :I46, 47, 48 e
49 ris.
Sobre Hamhurgo, 120,000 ni. b.
Aplices.-Das geraes de 0 % negociaram-se
boje 120 a 90 \4 /, e 20 dilas ao par.
Desconlos.Conservam-senos liancus a 8 %. Na
praca regulam de 7 ',', a^.l /, continuando em pe-
quena escala a procura de numerario.
Metaos.L'xportarani-se desde o 1" do correnta
at boje (7) os valores:
Ouro em p l'rata em
Destino, e moeda. moeda.
Sonlbanipton..t2-.*)00400 3
Lisb.'u e l,,.i|l.|s.2i||.-,7.l(1 i
Pernambuco...:i2:0(iO5000 & i
& i 10:0003000
Moutevido. ..14:6683300 4:0005000 &
Notas do
governo.
Total.... 117:7705630 4:0005000 10:00003000
Acedes.Negociaram-se uso do banco do Brasil
a 325 de premio.
Caf.Nao nos constam vendas hoje. O merca-
do est calmo porm firme.
Km ser............... 40.000 saceos.
Chegou 7 do correte, procedente de Per-
nambuco, com 14 das, a barca in-. leza impera-
dor.
Aehava-se carga para Pernambuco o palha-
fcole Piedade.
PERNAMBUCO
RIVISTA MARM.
Feaccionou hontem o Instituto ArcAeologco e
teoqrephtco Pernambucano com assutencia do Esm.
nionsciiJior Maniz Tavares, e dos Srs. padre mestre
Lino, major Salvador enriques, e Drs. Joaquioi
Portella, Joares de Azevedo, Gervasio Campello e
Wilruvio Pinto Randeira.
O Sr. secretario perpetuo d eonta de que nao
ta expediente.
I? apreseotado um numero do jornal o Brasil,
que foi dirigido pela respectiva redaceo ao ntti-
tuto. E' reoetjido com agrado, e manda-se ar-
chivar.
O Sr. 2* ecretario, a quem, como autor da idea i
oi incumbida a respectiva redaccao, aprsenla a'
seguinte represenlaciio, que tem de ser levada a
assembla gi ral sobre a fesiividade nacional do dia
87 de Janeiro : ,
Augustos c digm'ssimoc Srs. deputados da na-
ci brasileira I O Instituto Arrheologico e Geo-
grafitico Pernambucano, por urna resoluco sua lo-1
mada em sessao de 21 de Janeiro deste anno, vera
ao seio da represenlaciio nacional invoca:- o seu I
esclarecido patriotismo em favor de um dia nota-
vel para a provincia de Pernambuco.
II dia 27 de Janeiro de 1654 foi o da 'rotaura-
' cSo do sen (errilorio, sacudindo do si denodado e
para semtiri: o jugo bollaHfb'z.. Depois do 7 de se-
[fcinbru osle omaor dia dos annaes de Pernam-
buco, por que he recorda os multiplicados rasgos
de abnegaco e amor da patria de seus antepassa-
dos, em lao santa e gloriosa causa.
< Em poca poueo remola seuu Ibanle dia nao
passava desapercebido em Peruambuco : era so-
leuinisado como sao boje os de festa nacional em
lodo o imperio. Infelizmente, porm, por circiuus-
laucias que o Instituto nao pretende in.vesligar. dei-
xou esse dia de ser cominemorado depois de corlo
tempo.
t E* a renovacao desla lieranca tradicional que
o Instituto solicita para a sua provincia, requeren-
do, como aqu requer aos augustos e dignissimos
representantes da nacao, hajam por bem declarar
por Ici (pie de ora ei diante siga considerado de
fextividade nacional para Pernambuco o dia 27 de
Janeiro, com feriado em todas as estacSes publicas
da provineis.
c Salado Instituto, 14de abril de 1864.
Enira em discussao, e approvada a redaeeiio,
devendo ser remedida a seu deslino por interme-
dio do socio orador, Dr. Nascimento Feilosa.
Sao lidas as duas propostas, indicando urna as-
signada pelo Sr. r. Wilruvio Pinto Bandeira o Dr.
Mariano Joaquim da Silva, residente em Macei,
para socio correspondente e outra subscripta pe-
los Srs. padre mestre Lino e major Salvador Hen-
riques, indicando para socio eflectivo oSr. Dr. An-
tonio Mana de Faria Neves.Vo a couimissao de
admisso de socios.
Entrando ein discussao o parecer adiado da com-
misso de fundos.e ornamentos sobre as cuntas
prestadas pelo Ihesureiro, tomam a palavra os Srs.
seguinles :
Ur. Gervasio Campello, dando a razao da intelli-
gencia que, como Ihesureiro, ligara ao art. 3- dos
rticos addiciouaes aos estatales ; viste ter en-
tendido que as mensalidadesdosellectivos importa-
vara urna assignalura da Revista.
Major Salvador enriques abunda as mesmas
nades, notando que ao Irabalho do cobrador nao
corresponde a insignificancia da gralilicaco, de
maneira at a nao acliar-sequom queira incumbir-
se de lal irabalho com ella somonte, e concine of-
l'erecendo a seguinte proposla, que mandada a
commisso de orcamenlo.
Propendo quo os 20 "/ do que falla o art. 3o
dos additivos, quo deve ter o continuo, comprehen-
dam as mensahdades.
Saladas sessoes, 14 de abril de 1864.Salva-
dor enriques de AWuiuerque,
Dr. Wilruvio Pinto Bandeira, em sustenlacao do
pareeer, combale a intelligencia dada aquello art.
:t', visto nao importar a mensalidado do socio cf-
feclivo assignalura da Revista do Instituto, tanto
mais quanlo esta em importancia muito menor,
lendo applicacao lambem a mensalidado outros
fins que no aquello s. O orador nao deixa do
reconhecer procedencia as razoes de nsufcien-
cia da gratifcacao do cobrador comparada com o
seu Irabalho, expendidas pelos procedentes orado-
res ; mas emende que a nlelligencia dada ao su-
pradito art. 3." fora arbitraria, e que ojure ronsti-
tuto c ella asustenlavel.
Encerrada a discussao, approvado o parecer
com a emenda offerecida como bil de mdemnidade
por aitencao aos servicos do empregado.
A cominisso de iwderes e orcamentos lendo
presente a cunta corrale apresenlada pelo ihesu-
reiro deslc Instituto, e procedendo ao competente
exame de suas verbas comparadas com as voladas
no orcamenlo do anno social vigente de 1863
1864, verilicou o que passa a expor conslderacao
do Instituto.
Que foi arrecadada neste corrento anno social
a quautia de 6805, procedente de jolas e mentali-
dades, constiluindo esta importancia a sua receila.
i de 5685380, em que monlou a respectiva despeza.
Que, finalmente, da comparadlo do quantum
da despeza com o da receila, resulla um saldo a
favor do Instituto, existente em mo do mesmo
Ihesureiro, na importancia de 1115620.
No entretanto ola a commisso que as duas
ultimas addicoes de despeza, consignadas na conla
crrante, tem urna procedencia nao autorisada
porquanto referindo-se ellas a porcenlagem de 20
/ paga ao cobrador e deduzida das joias e das
mensaljdades dos socios, occorre que a esse empre-
gado nao cabe semelhanie porceniageb por lal co-
branza, cujo Irabalho red huido pela, gratilica-
fo volada, sendc-lhe smente devida porcenlagem
sobre as assignaturas da Revista, segundo os arti-
gos addiciouaes aos estatuios. (Art. 3".)
t Assim, portauto, a commisso de parecer
(jue, excluidas essas duas verbas ni m|iortanca do
545800, sejaui as conlas apreseniadas pelo ihesu-
reiro approvadas, augmentando o saldo a favor do
Instituto nessa quanlia; oi|ueoeleva a 1665120.
Sala do Instituto Archeoloijico e Geograpnico
Pernambucano, lo de Janeiro de 1964. Antonio
W'ttruiio tinto Bandeira e Accioli de Vasconcellos.
-Franciscode BarrosFalciio Cacalcanti de Albu-
querque.
Proponho que o parecer da commisso de or-
camenlo seja approvado, menos na parte que pro-
pde a resliluico da quautia receida pelo cobrador
por porcenlagem de fmeiisalidades, fado que fica
approvado. sem que h'aja resliluico alguina.
Sala das sessoes, 14 de abril de 1864.S. //.
de Alutuerque.
Seguindo-se n discussao o orcamenlo da receila
c despeza, vem mesa o seguinte requerimento :
Itequeiro que o orcmento volte a commisso
para modilka-lo de roformidado com a emenda
approvada.Campello.
Approvado o requerlmenlo, remedido o orna-
mento a commisso respeeliva para o referido lim,
e levanta-se a sessaa
Depois d'amanha reune-se o collegio eleilo-
ral deste 1" disiricto para eleger um deputado, em
consequencia da vaga abeita pela nomeaoao do
conselbeiro-Paes Brrelo para ministro de estado.
Hoje se cxlrahir a 1* parle da 2" lotera da
Santa Casa de Misericordia.
O vapor que no dia I: do correte chegou dos
portos do sul, Irouxe-nos queixas pronunciadas de
fallas de remessas dos nossos Diarios, nao s para
diferentes lugares das provincia em que elle lo-
ca, como principalmente para todas as pessoas
quem remellemos na corle; o alguuias deseas quei-
xas nos asseguram que raro o vapor em que sao
elles receidos seguidamente.
Avista do que liea expendido, para crer que
vai insto una subtracc.o calculada ; porquanto
remessa feila com toda a exactnlo, nao s pelos
vapores brasileiros, como pelos francezes e ingle-
zes; e perianto soliciamos urna providencia a res-
peito da parle de quem a possa e deva dar.
Do Pilar, em Alagoas, esereve-nos o Sr. Jos
Joaquim da Maia communicando-nos, que de mar-
co para c nao ha receido Diarios; ao passo que
esles Ihe tem sido pontualmenle remedidos nos do-
vidos lempos.
Consignamos islo para idntico lim.
Por quoixa inlerposta pelo Dr. Francisco
Leopoldino de Gusmao Lobo por crime de injurias
impressas contra Francisco Jos Vianna, foi este
condemnado |iena de dous mezes de priso e
multa corresiwmdenie metadedo tempo, havendo
sido proferida a sentenca pelo Dr. Manoel Joaquim
Silveira, 6"supplente da l' vara municipal.
Foi hontem apreseotado ao jury mais um
processo ser julgado, estando devidamente pre-
parado. E' nelle autora a justica publica, e reo
Manoel Joaquim do Monte, por crime de teutaliva
de morte.
E' o processo que ser boje submettide julga-
menlo.
Submelteu-se hontem julgamento pelo jury
urna importante causa criminal. Foi sujeitado
attenco do tribunal o summario instaurado pelo
delegado do 3 districto contra os pretos Thomaz e
Alexandre que, em Janeiro de 1836 e em camindo
liara o engeulio General, assassinaram por
uni de espancamento seu senhor Manoel Jos
Pereira, subdito portuguez.
Medeiando mais de 8 anuos entre a pratica do
delicio ea instruccao da culpa, era bem de receiar
o enfraqnerimento da prova. Obteve-seentretanto
que compareceram juizo tres lestemunhas, dig-
nas de cuiilianca, que Irausmidirain a coulisso ex-
tra-judicial de um dos aecusados.
Tal foi a base da aecusacao que pelo orgo do
ministerio publico foi expendida com clareza e pre-
eiso.
'enlre muitos advogados do auditorio, que pelo
presidente do tribunal foram convidados tomar
si o encargo da defeza, loi aeceita a raisso pelo
Dr. Maooel Caldas Barrete que prestou o devido
juramento.
Terminados os debates, sao propostoe c respondi-
dos os quesites, o Dr. juiz de direite publicou a
senienca pela qual condemna ambos os reos sof-
frerem'a |iena de gales perpetuas, no senda cabi-
vel a imposico da pena do morte por baver sido
vencida a decisao sobre urna das circunstancias
por 7 votes.
Foram condemnados as cusas os senbores ac-
tuaos, dos reos.
O conselho de sentenca compoz-so des seguinles
Srs. juixes de facto :
Pr- Manoel Pereira de Moraes Pinheiro.
Dr. Jos Rodrigues l'ereira.
Dr. Manoel Francisco Teixeira.
Dr. Jos Maria Carneiro de Albnquerque Lacerda.
Dr. Jos Ladislao Pereira da Silva.
Francisca de Oliveira Chaves e Sirva.
Luiz do Reg Rarros.
Jo< Thomaz de Aguiar.
Jos Itilieiro (iuimaies.
Pedro < arneiro Campello.
Manoel Jos Pinto.
Joaquim de Gusmao i'.oelho.
I'.KPARTIIJAO DA POLICA.
Extracto das parles do dia 14 de abril de 1864.
Foram recodados casa de detenco no dia 13
do corrente.
A' ordein do Sr. Dr. chefe de polica, Luiz Gomes
da Silva, branco, vindo da Escada como sentencia-
do ; Joanna Paula da Silva, parda, sem declaraco
do motivo.
A' ordem do Dr. juiz municipal da 2* vara, T-
burli'ho Correa d'Ainorim, pardo, como pronuncia-
do no art. 20.*i do cdigo criminal.
A' ordem do subdelegado do Recife, Anselmo,
pardo, escravo dos herdeiros de Jos Maria de Je-
ss, requcrimenlo do tutor dos mesmos herdei-
ros.
A' ordem do de S. Jos, Jos Verissimo tic Aze-
vedo, branco, disposico do Illm.-Sr. Dr. chefe
de polica ; os pardos Domingos Francisco da Cos-
ta, por insultos, Joo Evangelista, para averigua-
coes policiaes.
O chefe da 2' seccao,
J. G. de Mcsquita.
Movimenlo da casa de detenc.lo, no da 14 de
abril de 1864.
Existiam. 330 preses.
Entraram... 12
Sahiram. ... 40 >
A saber :
|ue
Consta que existia tuna vasta associacio,
tuiha liliacs as principaes idades da Italia.
Entre os individuos presos, notam-se algnns ne-
gociantes de una honradez apparente e funecio-
narios da inonarclua austraca; em Mi lao foram
presos dous negociantes ricos e considerados, que
esta va m Aliados n'aquella associaco.
A descoberla foi devida a um rapaz, que, lendo
adiado um maco de notas falsas do banco, as le-
vou para a escola. All circularam as notas, e
afina] cairam em poder dajusiica.
A auteridade prosegue anda n'um iuquciito
severo.
A Pretse escreve o seguinte :
O reino da Polonia, segundo o ultimo recensea-
menlo, conta 4,433:000 habitantes.
A raaior parle da propnedade territorial est
' as mos de 3,000 familias (23,000 psseaa dos
dous sexos),-que constituem a alia nobreza.
Os seus dependentes formam ""0,000 familias
(171,300 individuos), que coinpoem a pequea no-
breza ou scliliachta, que, pela maior parte, possue
poreos de ierra, mas que, considerando humi-
llantes os trabadlos agrcolas, prefere
' empregos publicos.
E' a esla classe que pertcncem os 13 ou 16,000
funecionarios do reino.
O clero catROtico na Polonia composto de 4,600
membros, sendo 2,218 prelados e curas, 1,808
frades e 521 religiosas.
0 clero polaco recebe o dizimo de todas as pro-
dueces da trra.
Os 913,000 habitantes nao catholicos pagam o
diziino a igual dos catholicos.
desembargado!- Guerra para procurador da coi;a. |;,
fazenda e soberauia nacional. Nao havendo sub |,;(
preenchiila essa vaga, coritinuiu incompleto e que ha poneos me;
mauco aquelle tribunal, dando isso lugar a conii- presoadmns |wr h
nuas e reiteradas requisices ao presidenie di re- qUt fpri Uo bem
c-c.dha loa dign s rMfnwn, se
paiI.iiim-uLii ein i a d--0HT.-.-i4 ,(,,
cano que ha (khhm
neamente eleilo; o
Existem. . 330
Nacionaes . 224
Estrangeiros Mulheres . 32 2
Estraegeira .. Escravos Escravas . 1 38 5
322
136
Alimentados custa dos cofres provinciaes
Moviuieuto da enfermara do dia lo :
Tiveram alta :
Raymundo Jos de Lima.
Quintiliano, escravo do Dr. Gervasio Goncalves da
Silva.
Passageiros do vapor inglez Magdalena, vin-
do do Rio de Janeiro : Antonio de Castro Alves,
Martniano Guiseppe, Francisco de Blasis, Pietro
de Giovanni Vita, Giovanm Battista Durante.
Passageiros do vapor inglez Magdalena, salu-
do para Southamplon e portos intermedios : Joa-
quim Jos Gomes de Souza, Frcderico Lemcke, Ma-
noel Jos Gomes, Joaquim d'Azevedo Maia, Manocl
Jos de Lima, Frcderico Monhard, F. Linden, Frc-
derico Agostindo Weglio, Joo Fernandes Prenle
Vianna e sua sendera, Francisco Joaquim Pereira
Barroso, sua mulher c qualro hlhos, Joo Matheus,
HermogenesOcIaviano Alves do Figueircdo.William
Otte, Luiz Francfort, Laura Chri.-tiani, Joaquim Jo-
s de Aguiar, Eduardo Jacob Forster, Pedro Pue-
che, Manoel Francisco de Aguiar, Jos Ignacio do
Bego, Antonio Joaquim Rodrigues, Antonio Jos
de Souza Guimares, Miguel Pereira Leal, Jos
Anastacio Gomes, Antonio da Cruz Lulo, Ricardo
Hughes e sua senhora, Manoel Joaquim Mendes da
Costa, sua seHhora c urna lilha menor, Joo Fehx
da Rosa, Antonio Carneiro Duarte Vianna e sua
senhora, Manoel Alves Santiago, Jos Antonio Mo-
reira Das, Antonio Jos Ennes Draga, Daniel Rol-
luis, Bernardo Goncalves de Mados, Francisco Gar-
rido, Jos Valdeperas y Boca, Arsenio Augusto
Perreira.
Passageiros do brigue nacional Mafra, sabi-
do para o Rio Grande do Sul :
Tenente Felippe Guilberme de Miranda Lisboa,
sua senliora e 3 fillios, Melquades da Cerqueira e
1 criado, Francisco Gomes Pessoa de Araujo, An-
tonio Luiz de Faria Guimares, Hygino Raymundo
Gomes, bario de Mau, Claudino do Reg Barros,
Victorino Pereira Maia Jnior, Antonio Francisco
de Moura e 3 escravos, Leopoldo Smith do Vascon-
cellos, Jos Joaquim Pntenla Guimares, C. Jos
(forrea Loureiro, Jos do Porto Vieira, Antonio
Freir Cidro, Antonio Joaquim Teixeira Barboza,
Jos Luiz Pereira Lima, ("arlos Alberto (Juadros, 1
escravo de Francisco de A. Almeida, Dr. Miguel
Archanjo Monteiro de Almeida e 1 criado.
Obituario do oa 13 un aiiuil, no cemiterio
publico.
Maria, Pernambuco, 24 horas, S. Jos ; convul-
soes.
Josepha, Pernambuco, 7 mezes, Santo Antonio ; es-
pasmo.
Maria, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista ; anasarca.
Uma crianca encontrada na porta da matriz do Re-
cife, taaos, Recife; bexigas.
Mar'a, Pernambuco, 4 mezes, Recife ; convulsoes.
- 14-
Joo, escravo, frica, 3 annos, solteiro, Boa-Vista ;
tubrculo pulmonar.
Seveiino, Pernambuco, 5 dias, Boa-Vista : espas-
mo.
Maria Dionisia da Conceico, Pernambuco, 40 an-
nos, viuva, S. Jos ; intente.
Mara, Pernambuco. 16 mezes, Santo Antonio; den-
les.
Maria. Pernambuco. 4 mezes, Sauto Antonio ; diar-
rha.
Mara, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista ; interite
aguda. .
Lenidas, Pernambuco, 9 mezes, Recife ; convul-
soes.
Gertrudes, Pernanmbuco, 2 annos, Sanio Antonio :
inchacao.
O terceiro estado (commerciante, industriaos,', mercio, e sabendo ou devendo saber que, apenas
chegada aquella com mullicado offieial, nao era
possivel quo o Sr. Villares continuarse a ominar o
lugar de adjnnclo e fiscal, porque razao nao previ-
denciou de maneira a remediar esse horrivel pro-
visorio que tem suspendido a administraco da justi-
ca commercial, em segunda instancia, e que, atn-
mancado pelo presidenie da provincia com uma
medida quo nos nao parece legitima, vem por em
sustos todos os litigantes o derramar duvidas sobre
o direite de cada um ?
E, entretanto, nao s a provincia de Pernam-
buco que soffre : mais qualro nutras, que consti-
tuem o districto do tribunal, acham-se soto a pres-
so dos resultados de lio ivprebensivel abaudono !
Quem nos peder remediar ?
Quando um governo assim procede, deve erar-
se que entra em suas vistas aconselhar e conven-
artisias e pequeos burguezes) conta cerca de
950,000 individuos dos quaes 384 sao judeus.
Comquanto nao esteja n'uma independencia to
immediata da alia nobreza como a pequea no-
breza e a populacao rural, o terceiro estado esl,
ainda assim, debaixo da sua influencia.
Das 433 cidades do reino, 228 pertencem a par-
ticulares, e as instiluieoes municipaes e judicia-
rias eslao de faci mesmo de direite sb a tutela
i dos grandes prepnctarios.
Este protectorado esicnde.se com uma prepon-
derancia mais exclusiva sobre a popuiacu rural,
cuja cifra de cerca de 2,270:000 individuos.
O Commercio do Porto conta o seguinte :
O graa-duque Nicolu, herdeiro do throno da
! Russia, lendo j passado dos 20 anuos, pos nas-
mo liberal de prineii a* *evwro r cvrA4Mr
Iroversa : a me-ina lu^lrarwt, -t-iiiitsun
Irioiismo
Temos |K)is o din-ajo de esrar 4
provtiKi.i a
ii mu i.-!..
dependencia 0 illu-tlaro.
.. requisices
laco, j [ior occasio d'iinpedimenlo d'algum dos paseada elcicao
dous nicos adjunclos que all existiam e j por a coherencia
necessidade d'observancia de le, nos julgamenlos exigidas em poblnM
de todas as revistas, visto nao poderem elles ter
lugar sem o concurso de tres juizes logados.
Nao era isso bastante, nein um lao manifest
desservico publico pode, por laido lempo, desper-
tar a attenco do governo. emhra confe-sassem
sempre os ministros, em seus relatnos, que o
tribunal do commercio de Pernambuco permane-
ca incompleto I Cumpria que fossemos levados ao
apuro de ver aquelle tribunal sem poder fum-eio-1 H,.inr.-il d'esta her>M<|i
nar per falta de membros, ou funecionando de Sadlaitba Mariutio
maneira a incidir graves duvidas a respeto da va-
lidado de seus julgamentos!
O ex-minilru dajusiica aposentou ronselbeiros
do supremo tribunal o declaren que o seu decreto
s seria subinedido a approvacao do eorpo legisla-
tivo, na parte pecuniaria, e, entretanto, nao cogilou
procurar \ de preencher as vagas (jue essas aposenudorias
necessariamenle deixavam, nem leve o preciso va-
gar para ver que o tribunal do commercio de Per-
nambuco, j incompleto, e devendo licar privado de
mais um membro, lornar-se bia inhabilitado para
funecionar I
O ministro actual, lindo referendado o decrete
de nomeaco do Sr. Villares para conselheiro da-
quello supremo tribunal; enviando para esla pro-
vincia a respectiva coininunicaco ; devendo saber
da falta que j experimenlava'o tribunal do rom-
otofrve iItti
a d illuiirndu
cedido agora
a das friiHrira*
eerp ^Uural i
cano nao pode ser lirotiTcaa.
O -r. S.llmha M rinlw *-* ^mnn.
Un i-
rara-t.-r

- ti K
ln
'tt-n.
PBUC10ES i FEDDQ.
Ilii ilado dn m
i.i a :>! '
ice qw foi lfle
M
II' I
adj
*M
A.
ceua 20 de seteinbro de 1843, vai, segundo o uso cer a nacao que nada, nada deve esperar daquelles
estabelecido na casa imperial da Russia, Ester es- que seacham em frente de seus destinos
! te anno a sua primeira vlagcm na Europa.
) O grao-duque Nicolu visitar primero as de-
ferentes ertes da Allemanha c depois ir a Londres
e a Pars.
A comitiva do principe esl j formada.
Entre as pessoas designadas para acompnhar
o grao-duque designam-se o general conde Sergio
Strogonoff e o coronel da guarda Richer.
A partida de S. Petcrsburgo deve ter lugar em
meado de abril.

O re de Baviera, Maximiliano II, falleceu em.
Munich no dia lo, ao ineio dia, suecumbindo
uto. ataque de erysipella.
Tinha nascido a 28 de novembro de 1811 e su-
, biu ao throno, em consequencia da abdicaco de
SM pai, o rei Luiz (que ainda vive), em 21 de
mar(o de 1848.
Conlava, borlante, 83 annos de idade e 16 de
reinado.
Lasou a 13 de oulubro de 1842 com a prineeza
Frederiea Francisca Augusta Maria Hedwige, li-
dia do fallecido principe Guilberme da Prussia,
nascida a lo de oulubro de 1823.
O re Maximiliano, conde palatino do Rheno,
duque de Baviera, de Franconia c Suabia, era pro-
prietaro do regiment de couraceiros austracos
i n. 2, chefe do Io regiment de hussards prussi-
I anno n. 8 e proprielario do regiment de lan-
i ceiros russos de S. Pelershurgo.
Deixa dous fildos o principe real Luiz Olhon Frc
derico Guilherme, i|uo nasceu a 23 de agosto de-
1843 o que conta 19 annos de idade, e o principe
Olhon Guilberme Leopoldo Adalberto Waldcmar,
' que nasceu a 27 de abril de 1848.
O rei Luiz, quo sobreviveu seu flho Maximi-
liano II. tem 78 annos, pois nasceu a 23 de agosto
de 178o. succedcii seu pai Maximiliano I 13
de oulubro de 1823 e abdicou em 20 de" marco de
1848.
E' a esle rei que a clebre Lola Montes deveu a
sua nioor eclebridade. i

Urna correspondencia de Flemburgo publicada
pela Gazeta Nacional ra alguns curiosos prome-
nores sobre a quantidade de vveres diariamente
fomecida noSchleswig s tropas prussianas.
Dislribuem-se-lhes cada da 39,000 libras de car-:
ne de iioi (cerca de 62 bois) 78,000 oncas de caf,'
19,300 libras de arroz ou 23,000 libras *de ervildas i
efavas, e 117,000 oncas de sal.
Este fornecimenio exige urna despeza diaria de
23,000 Idalers (18:0005.)
Cessem por um momento as pugnas en-
fadonlias d'uma polilica estril para darem
cabida a assumpto de mais alto quilate.
O conseldeiro Paes Rarreto j nao existe I 1
Um dos vapores que nos annunciava seus
servieos, e os louros que a coldendo. ineum-
bio-se lambem agora de nos dar a infausta
nova de sua morte.
O Brasil perdeu unv* dos mais fortes pro-
pugnadores das suas liberdades, o progresso
o mais estrenuo defensor da sua causa, e a
polilica um dos seus mais notareis represen-
tantes na actualidade.
O destino que o apontara como um dos
iniciadores de uma uova poltica, nao Ihe dei-
xou aciaar o empenho. Nao sabemos qual
seja mais para lastimar, se as consequenrias
da sua falla, se o desgosto supremo d'aquelle
grande carcter, ao ver fiigu-se-lhe a luz da
vida, sem poder produzir em factos o pensa-
mcnlo (devado, que Ido andava reposto na alta
mente !
Os homens morrem, e os aconlecimentos
caniindaui; mas, a Materia roeolhc os seus
nomes piadosamente como incentivo a pre-
sentes, c exemplo a vindouros.
Paes Brrelo morreu ; o seu nomo porm,
vivera na memoria de todos enheno de res-
peitos e veneraces ipie s sao dados aos que
sacrificaran! a favor da humanidade os dons
com que a uatureza os dotou.
Pernambuco chora boje a parda, ansia ir-
reparavel, ao menos mudo sensvel, de um
dos seus mais distinctos fildos, e o Brasil,
que o admirara, ouvir a nova como umacnu-
tecimenlo, nao qualquer, mas, destes que
ninguem sabe medir o alcance, o perante
o qual lodos trepidan) ao calcular-lde as con-
sequencias.
Illm. Sr.Teada
SSm briosa |.r< u
nome na lstra tri|...
na ultima elen;, oti- gm *>. e dbmnatoxt _
Obre e li-om.'-iro 4 miin, pie p-* U. yrn\'
sideaco mi.' cniifi^so elernanw-me afir.wt-
trbuna pirlamenlar eu me dirig -* ^u-.t-
minda provincia, e Id-- lid .
vida pelo titulo da suprema boara qae wr. t ,
concedido.
Pela lamcntavel morte .* Sr. enanrtVir f ,-
cisco Xavier Paca sarrHs d.i---- saaa .
nado, e a nova ele $o vai prnc^drr ferawe
Apresi-nto-me n ram.-nfe n-pntM>K *
digndade con>ull r ao ickok) rorpo "fciSx.1
nos poneos mezes rf.-e.Trntow da rt'irl -m -i
considerado lendo eu alguna i nii de' i
concedo ein que fe dignaran) tv-r-M* a rt *<,
pemamhucanos.
E |Hir(|iie lenbo ronscienria dr
intima convieco da ili^nHladc.
irmna de earacaiidt *>. s.. naoitovid
a sua valio-a ciadjuvac* i em strol dr
djilalura na eleicO qor r vai a_'
Alsenle do campo on>|<- a rlnro v,
lada. eu nao cunto srsia com a hnmiun i
de V. S-, em cujas qualkbdr rn*at
Sempre lirme n*^ |fincip*ri barrar.
triuni|ibo dos quaes nenhum eforn> e .jcvi*-
nho iMnipado. me i'Kil.i no ra de wrrrrrr^
tinuaco de sen apoio
Fico as suas ordens o
De V. S. amig. pono., criado
quilH Salil'iuha M'ii <*'i.
Bio de Janeiro, 7 de abril de I"*'.4
O Sr. cons ibeiro Oiirhnrro da
eleilores espeeiaes dai provincia de
seguinte circular :
Illm. Sr.Anhelando a di*inrta
contemplado na li>la trplice >fn- a hrf<
cia de Pernambuco leip de aprnratar
perial. alim de ser prerncboU a vaga
no senado o Sr. consttheir Par<
i V. S. O ini|Hirlanle i4ise*|iiio dr r<
voto e inlluencia. ein a-.W-m a que
guir a dita honra. qnv
' me considere as cirrumsIaBria de
lendo em visla met pracrdimrMo **
, bem assim M mriUUM que pr mais > l
presumo ler preslat>> cftm magi^traAt.
ministro de e-lado resiilrnle dr .1
sei.do urna dellas de Pfvissawi.
graiido cierna
Tenbo a manir |T. S. aliento venerador e amig*
. Pint Chichi'ii a da i, imi
Ornamente e gsstii da !injilrfTira
' poltico de couvicciVs pnabalarer $r
re Chicborro, as riajrai
,'transen v,i se reci.moien.la f*
'que e rara nos li.ini-n- *npen
pelo capricho (te destino S K\ a#'r *
vicos que tem preciada a ssn, mi mrn
?igiialar-ltie a unponaaVia, e
le para os collegios e'eiMSWl de
(Exliabido do Corma I nsaM>7 '-
tonara V aw
(WNa ta>
pv dto .
r
UM POLCO DE TUBO.
Publica o Jornal do Commercio, de Lisboa, o se-
gointe :
No estado actual das cousas na Allemanha, e
ein presenga da guerra contra a Dinamarca, pa-
rece-nos de mudo interesso uma noticia da os-
quadra dinamarquesa, com todas as indicacGes
sobre a forca de cada um dos navios.
A Dinamarca possue 114 navios, jogando 832
pegas de artilharia; sendo 21 vapores a hlice, 7
de rodas, c 80 navios de vella.
Vaparei a hlice couracados.
Danebrog, da forca de 400 cavados, com 14 pe-
cas de calibre 00.
Peta' Skram, 600 cavados, 36 pecas de 60.
Rolf-Krake (monitor), 233 cavados, 4 pecas
do 60.
Absalon, 100 cavados, uma peca de 60, e duas
de 4.
Sftcrn Snarres, |100 cavados, uma peca de 60 e
duas de 4.
Vaporas a hlice
Skjold, da forca de 300 cavados, com 60 pecas
deJOO.
Viels Juel, 300 cavados, e 60 pecas de 60.
Sjellawl, 300 cavados, e 60 pecas de 60.
Jglland, 400 cavados, e 60 pecas de 60,
Tordenskjold, 200 cavados, 2 pegas de 60, e 20
de 30.
Ileitadal, 200 cavados, e 16 pegas de 60.
Thor, 260 cavados, e 12 pegas de 60.
Dagmar, 300 cavados, e 16 pegas de 60.
Fylla, 130 cavados, urna pega de 60, e duas
de 4.
Diana, 130 cavados, uma pega de 60, e duas
de 4.
Vapoies de rodas.
Holger Danske, da forga de 260 cavados, uma
peca de 60, e 6 de 30.
Schelcswig, 240 cavados, e 12 pegas de 4.
Heckla, 200 cavados, uma pega de 60, e 6
de 24.
Geisler, 160 cavados, duas pegas de 60, o 6
de 18.
Skirner, 120 cavados, e duas pecas de 24.
Aegir, 80 cavados, duas pegas de 18, e 8 de 4.
Hertha, 90 cavados, e duas pegas de 21.
Alm destes vapores, lem seis pequeos bar-
cos de ferro a hlice, com duas pegas de 30, c4
de 4 cada um.
Navios de vella.
Valilemar (nao) com 84 pegas de 30.
Frederic VI (nao) com 84 pegas de 30.
Tltetis (fragata), com 48 pegas de 30.
Havfruen (idem), com 46 pegas de 30.
Valkyrien (corveta), com 20 pegas de 30.
Najaden (idem), coln 14 pegas de 30.
St. Ttiomas (brigue), com 16 pecas de 30.
Ornen (idem), com 16 pegas de 30.
Ncptun (cter), cora 8 pegas de 4.
Tem tambern 23 canhoneiras com urna pega de
calibre 30 cada uma.
17 chalupas, com uma pega de calibre 24 cada
uma.
10 pequeos navios, com uma pega de calibre
24 cada uma.
A Dinamarca possue lambem 27 transportes.

Em Milo lem-se prendido ltimamente mais de
duzenias pessoas, recusadas de falsificago de o-
las do banco, e de ontras especies de moeda.
CIIROXICA JUDICURI4
TKI lll-.Y 1L DO '< JI.U l-:i4'H>.
SESSA ADMINISTRATIVA EM 14 DE
ABB1L DE 1864.
PRESIDENCIA O EXM. SR. CO.NSELItEinO
SOUZA.
As 10 doras da manda, reunidos os Srs. depu-
tados Reg, Lemos, Rosa e Alcoforado, o Sr. pre-
sidente declarou aberla a sessao.
Lida, fui approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
l'm odicio da presidencia da provincia, commu- ludo o imperio.
ipando que, attendeoda ao que allegou o desein- j Nesla conjuncin, quando temos de eleger un
bargador Anselmo Francisco Perelti, considerou 'deputado, quando c lempo de cuidar o partido li-
sem efieito a portara pela qual o havia nomeado ', bcral de Pernambuco na reparacao dosgravusimos
fiscal deste tribunal, para cujo lugar nomcou o erros de um recente passado, grave rcsponsabili-
desembargador Jos Pereira da Costa Molla.Ac- dade pesa sobre us eleilores dberaes do primeira
cuse-se a recepedo e arcluve-se. i districto.
Oulro da junta de correctores, de 12 do corren- Deve ser escolhido por
A caiiili'laliira do Itvm. Sr. den Dr. Joaquini
Francisco de Faria.
E sabido por todos que o partido liberal eami-
nda de dia em da a tomar a direcgo do pail ;
sabido por todos, que a depulaco pernainbucana.
ao mesmo tempo' que, salvo honrosas excepgOes,
muj iracas garandas ulferece ao principio liberal,
nao conta um pessoal de tlenlos e tradiccdes em
ordem a seren mantidos os luios da provincia. K
.-abiilo por lodos, que essa deputaeao, eosa as ex-
cepcoes dilas, lem decabnlo no concelo publico de
"..-<
asn


te, acompanbando a cotago olicial dos precos cor-
reajes da praca, da ultima semana.Arcdive-se.
DESPACHOS.
No requermento de Ifontoard & C, pedindo o
registro de duas procuragoes que apresentam.
Registrem-sc.
esses eleilores um ho-
rneo! que seja como um vivo protesto de que M
partido liberal de Peruambuco nao falla um BW*
soal illnslrado e patritico ; un lioiuem que, sendo
urna brildante recordaco do passado, seja ao mes-
mo lempo una viva esperanca do futuro.
S assim os lideraes de Pernambuco imdero de-
No de Andrade & Mello, pedindo o registro do vidamenle reliabililar-so no eonceilu da curte e de
seu conlrato de sociedade.Vista ao Sr. desemdar- todo o paiz.
gador fiscal. verdade que os erros de um recente passado
No de Bernardo Jos Rodrigues Pinheiro, satis- crearam difflculdades para a prxima eleicao, cujo
fazendo o despacho de II do corrente.Prestado o resultado de alguma sorle nao deve correr sobre
juramento e assignado o termo de responsabilida- exclusiva responsabilidade dos eleilores liberaos:
de, entregue-se a carta de registro com as annola- mas corto que, se da parte destes ttouver tino a
goes necessarias. patriotismo bstante para que se cencordera una-
fio de Antonio Domingues de Almeida Ponas,: nimes na votacao, o triumptu sera nossa
i pediodo registrar urna proenraco.Regslre-se. Neste intuito da feito quanlo Ide possivel o di-
I No do Tasso Irmos, pedindo cortido da eserip- [ rectorio liberal, trabaldando quasi ein unauinila-
. tura de hypolheca do D. Maria das Noves Tasso de para que todos os esforgos dos dberaes convn -
; Jos Jacome Tasso. D-se. jam para um ponto. '
No de Jesuino Jos Machado, entregando a caria E nao ser o nome indicado palo directorio suf-
| de registro do hate Camaragibe, por bav-lo ven-, ficicnte para eoogracar todas aduesdes e lodos os
i dido a Bernardo Jos Rodrigues Pinheiro, e pedin- rotos lideraes?
do ()aese fagam as annoiacoes precisas para cessar O Sr. Dr. Joaquim Francisco de Faria um c-
a sua responsadilidade.Archvese a carta de re-; dado illustre. cujo passado poltico completa
garanda de probidade e patriotismo. Nome contie-
i cido no imperio, e vaulajosamente condecido, o Sr.
| Dr. Faria est no caso de ser o eleilo dos hberaes
yalVa.
O xarope etherio da sastoSM i"*
mull' ni aanaanad ,,.~ ;.
le.-lia. e e de lamrntai -e. .jih-.
cidade a maeoia dos que niJim d A- BSStoa*
los pnluioiiarev s-in pioriirarrsa a rrrar-. i
tico e da escavnala, sjaa me padrat rumm-
ineio de sua sal
0 Sr. Draga mu teta dr Irrragas aa r
Direila, foi ile-"ng.iiao sr aaa batoaw a>-
dico-, letoasa Una >ym o trataawaa par mar
preseripta.
A Sr. Jaraawaaa Mafia .la i".iarriraa, man-
ila trave-a do Moalnn
ganada. UmUm a mi
d-lecida.
1 lll >obrI|lK< do i-nl
Cafea, acii.i-e Ihimi. aaa
tran-ciipia,al.i-i da M
inenci-mai.
A pbi\.ii-a i- a dastri
COrpO. I'lll Coll>1|l|.-||ei.l
concM-cc.'iu O ... U.fi.....
vila. e oiin u).,| -
como i-ioii,ni... slparaai
sarampa, tsa.
Na |.hi\ -i.-.i. clh-gaadoj
1111 ; iiiiiii-i aaall <*ae
do-'iiie s ajular i. Ii
exercici.....iiivenieiit-
de uenhllliia coii-a ipeol*
a bellota couque -pie m H
II I".
psastosasa da Sasai
-Ir *m raras <-
tart.-. tase p>*.
sapeaa dr
i-, mi r
!i.l -le 'liti.ir a -
a aiUrir. s -<**T
redufi-te
a l-aw-r ka
que SSM
glstro e fagam-se as annotagoes como requer.
SESSAO JL'D CIARA EM 14 DE ABRIL
JL'DICIARIA EM
DE 1864.
PRESIDENCIA DO KXM. SR. CONSELHEIRO
SOUZA.
Secretario, Julio Guimares.
fresca.
Todo o eu aliiiH-nl -
a acrimonia dea tosa
doenle. para o que pi-
V-.-!.le. i; I,-lie.
Toda comida c te-biila,
em imiici anrfasa,
chjlo fii .c-i opp.IH i
circulaco de .Jiigu'.
.Mudo doealM d- Ha
ao uso d<> ole de Ii
paracu de 11
tenhain lualo psaveisa;
inedecina coiula-cui co:.i
mente.
E* costume eaajaajsff
inedicanii nios oleo.i. e I
em vez de iir.u a causa
lando a aasajsSKj ao
apetite, iela\aiii o> soiidtr- e *aa dr
nicioo<.
Tudo que se fizer para x.iagaar a
do e\ercici-i c rgimen aplaafftada Wrm -
me-lio de uature/a aebJ deirrynMr r caiw
Os renlo pruein a virlutir dr aaaaari
bons elTelos ncla asMsSffJrissalB, ponpar. j
coiitribiiein a apagas a .> miamlw tnm :
febre cibica, mas lambem a refr>rara
Aos do.-iit.-s dota nteruiHla-te.
j do primeiro districto, como uma recordaco da estado de gravnlade tal que a
gloria que ja ti vemos, como demonstraco da glo- acometie. pr. -.cn-vo-ltoes ja Msrea > am
ria que ainda podemos ter. disaolvido em uma chicara S'irin r m aa nir
um liberal sincero e desapaixonado que esta assucar em mu grande ropa para
A h horada tarde, o Sr. presidente abri a ses- fallando aos seus correligionarios. Se nao for ou- um papclmhu dos gda refrigrvaaap-
sao, estando presentes o Sr. desembargador Silva j vido, tanto peior para todos os dberaes de Pernain- com ssae alisada no tiimraai da
Guimares, e os Srs. deputados Reg, Lemos, Ro- buco : dir-se-da que os dberaes de boje j nao sa- inaiiha
*-
e xarope elhcno aV v.-taaa>. Traa .
sa, e L. Alcoterado. bem escolher o verdadeiro merecimento, j nao sa- selhadu, que facam na de \.f lar* a aai-r
Lda, foi approvada a acta da sessao anlece- bem por a margein ambiges desarrazoadas de in- acida, cuino laraiqa. limar*, attaaga*. aaa *
dente. dividuos, que u'uina cadeira de deputado nao sa- e sppiirafdas a> sdaaaaa afcsfasaay pessass*
agoravos. bero sustentar nem os interesses dauago nem os oeeteeaage,e ri......- Trii-aiu l:i|* i sj 11
Do juizo especial. bros da provincia. c mingar a sede.
Aggravante, Antonio Joaquim de Mello ; aggra- Todava, se lal acontecer, nao de vem desesperar A Sr.* 11. Joaquina de Sa fcarrrt aaa*
vado, Manoel Joaquim Baptiza. os dberaes de Pernambuco : a mar de lama da sua escrava fallecida d.- umlr>fea aiaiMir-
0 Exm. Sr. conselheiro presidente nolomouco- de baixar, e voltaro das gloriosos para o leao do tralamcnto de sen medro. Miaja .
norle, do qual ri-se hoje qualquer crianga.
UM EI.EIT0R DE SARTO A.NTONIO.
nhecimento.
CARTA TESTEMl'NHAVEL.
Do juizo especial.
Aggravante, Francisco Gomes de Oliveira ; ag-
gravados, os administradores damassa fallida de
Seve, Filhos & C.
O Exm. Sr. conselheiro presidente tomou conhe- Para preenchimento da vaga que no senado ac- foi cora o xarope ile vea
cimento. ba de deixar o fallecimento do Sr. conselheiro caria impressa no Jornnl
i:ieivo de senador.
para tratar de um oulro escravo.
mesma enfermidade. pr. vr. vi
lame, lem melborado coaMdrra
A senhora do Sr. Anttato Fr
f'.i desengaada por hatoeis
esteve pi osuda, e no uliaaai
rl
Herife dn 9 de fc-
Nada pudendo tratar-se o Sr. presidente encer- francisco Xavier Paes Brrelo, vai-se proceder reirode la.:
rou a sessao. em breve eleigao de urna lista trplice. O aseraaa Emilio do Sr
--------------------------------------- Tendo lido a honra de fazer parle da listada pho Joo Baraia de UajaJU
qual foi escolhido o Sr. conselheiro Paes Barrete ganado por habis medico*
apresenla-se de novo candidato o Sr. Dr. Joaquim veame acba sa completimraie
se v tambein da caria isapru.m aa
COMMNICADOS.
E' necessario que estejamos abandonados intei
ramente dos poderes soberanos do estado, ou que
o execalivo entenda que os enredos polticos de-
vera ter a forga d'impr silencio lodas as neces-
sidades mais lalpitantes da nagao, e, sobre tudo, nigno pela primeira
Saldanda Marindo.
Uualquer cousa que. dlssessemos sobre o carc-
ter, qualidades e servigos que tornam este Ilustre
Pernambucano digno da honra que solicita ao eor-
po ele toral, nos parece, seria por demais.
Foi este mesmo corpo eleitoral que o acolheu be-
ncnle-curonel no mesnw Jmrmtt Ikae.
O Sr. Antonio CJiriMiano Fq(t. ssss*afr. >"
liano Fogt, pnq.rirlar e .Hartona aria*'
de Macei, o primeiro tona cnaaniJ ar-b -
de. pois que foi empr.-gad.. > rMi.Vl
... vez que se apresenlou; que, ('haiiellin reiraiisii *' ---
a adra.nislragao da justiga, para que possamos ex- reconhecendo os servigos, saber e virtudes c vas ratrii arometf 2 L
pilcar o que se passa em Pernambuco. do Dr Saldanlia Marinbo o considerou na cleigo K^pZt^JlL?*
A mais de dous annes achava-se incompleto o passada. ^ c all ni m,.. ? .
tribunal do commercio,, pela nomeacio feita do Sr. i Urna vez, pois, sancionadas estas qualidades pe- guada ve" d^ngWdT
n a sw
ac 1 >
/a* -


------ a -" I I......m fc^M^i^M^M
gando cu a Macei. um nmigiTpcdto-inc, que o
aeompanhassc at 5 Sr. Christiauo para ver provem que sao maiores d
um doente c preserever-lhe algum remedio, encon- comportamento|
ft lar lo e t*ttmburt>
-.-(
ti'ei o liilio eiu urna cama desaaiuiada c cm estaba
Je prusirneao, pois que. Marrara saiifjut, e linea
completa inapetencia, e fraque, a pomo de. n|o
se poder pdr era pe, do flu do una garrafa do
jarope etherio de clamo ja so acliava elle lio es-
lado do passear ara casa, aVsapparoeuia a mapc-
tema, os escarros de sangue; e a losse mi-
tigada.
iNo fim da segunda ja acliei em estado do faz-lo
passear pelo son sitio todas as manhas. Acabada
esta o aconselhei. que continuas no uso do mes-
nio xarope etherie alternado rom o cliarope alcoo-
leo de veame, o que usasse dos banhos saldados
na |iancada do mar. Scnlio elle nos prinoiros
banhos atgnns choques, mas cm o aconselhei qne
' continuasse, cora o que se tem dado mulo bem,
peis que, teiiho recebido carias de Macei, em que
se me communica o sen bono estado.
Keitt molestia m expositores de medicina nao
aconselliam banhos salgados, apenas (piando d'elles
Iratam, dizem ser applicados contra as escrfulas,
lmenlos nest Miesourara, eom documentos em let eom um cavallo, todo em boi'n Sfade, a*i liado Bra i ni. s. '. i A'n' e 20 aimo.-s '' leetn boro pgr lOOS, por exerueao de Andrade i, Rpgon-
tr Jeiuino Machad i Maibeiro Braga : o* 11 rajan -
o presente lesiwdUrao comparecer do da cima indicado, as
de l8Ck0 secretario, .1. F. matad > por vodda, lleno de Irada a audiendr'do ^, ra da Gadeia do Kerife.
film: Sr. I>r jiftz municipal ra vara civel, urna lllia tl> %~"iii
la da alfandega desta cidade olaria sita na Passagem da Magdalena contiguo a c,h* Mm, ,IZ! i ,*
K para constarse Biandou,publicar
pelo jornal.
Secretaria d tfceso'irarn provincial de Pernam-
buco. 18 de maree
d'./lnminciarcTo.
Pela inspector
se faz publico, que no dia ii do corren te", ao mel
da e a porta da mesraa, serao arrematadas em
hasta publica cinco bengalas approhehdidas ans
marinheiros da barca americana Alio, na occasiio
de desembarque, sendo; tima de madeira no valor
de 4ICrs, equatro ditas de o-.se, pesando tres libras
tudas, no vaior c S0^ : aarr-cinaUfao i livrajc
direitos ao arrematante.
Qoarta secc.io da alfandega de Pernambuco 12
de abril de 1801.O 2" escripturario,
Caetano {ornes de Sa.
_ O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cuinprimento da ordem do Eira. Sr. vice-
presidente da provincia, manda fazer publico, qoe
no dia 2* do correnle, perante a junta
JO (ifVlidt
larca nacwnal Afilia.
12 horas da manla, na sal das audiencias.
- No dia 15 do corrento mei ten de ser arre- ';>;'"-' com consgnala nos' i.dr
Saeif aF^or brevidade" para aauHle por
:.\*WfPO#c ""M prego ofrfodo
tra-
& Olive ira o.
'assagem da Magaleua contiguo
ponte pequea sobre n. 2, avahada por 3005 por
execucao de Antonio da Silva Maia contra Jos
Paulino de Almeida e sua mulher : os licitantes
poderao comparecer no dia cima indicado, is 12
horas da nianhaa, na sata das audiencias.
Directora da* obra militares.
A directora das obras militares tendo de man-
dar proceder construcrao de um paiol para pl-
vora no lugar denominado Torre, convida as pes-
soas que se quuerem cncarregar desta constru-
cao, a aprsenla re m seas proposias nos dias 14,-13
e lo do coirente inez na dita directora, das 1
Miguel.
Sane eom a maior brevidade e patacho Inortu-
guez Souza, anda recebe atguma carga : a tratar
comoseu con, ignataho, na ra le Apollo n. i.
mimm
Baha
O palhabote Gnrfonldi sahe netes oito dias : a
tratar eom Tasso Irmaos.
I*ara
So!.
de fazenda
hypocbomlria, e-theri?mo, amenorrhea, radhis- da mesma thesouraria, se ha de arrematar, a quera
mo etc.; entretanto vi este bom resultado no fllha | por menos flzeros reparos, de quenccessiia a par-
do Sr. Ciiristiano, e oulros fados iguaes tenlio vis- te dn caes da rea da Aurora, era frente do Gymna-
to as molestias siphjlicas, c outras muitas que io Provincial, avahados em 2:0i0fi000. !
eom o uso de xarope alcoolico de veame leu sel A arrematacanser feita na formada lei provin-
obndoc-jra radical Icial n. 343 de lodemaiode 1834 e sobas clausulas!9 Kxm
o Kio Grande, do
Brijiie nacional Tigre.
Segu eom a maior brevidade, recebe carga por
preco commodo para aquello porto : trata-se eom
horas ao meio dia, onde poderlo obter os esclare- os consianalarios llaltar S; Oliveira, na ra da Ca-
cimentos necessarios sobre tal construecao.
Directora das obras militares de Pernambuco
13 de abril de 18bl.-l.niz Francisco de Paulado
Albuqucrquc Maranbao, serviudo de amanuense.
i onei).
A ptssoa que botou no correio urna carta para
deia n. 2G.
UIL5ES.
U Sr. Ilr. Silva medico hbil de Macei, depoifWspeciaes abaixo declaradas,
de terapplicado a um seu doenie de rheumatisuiej As pessoas que se propuzerem a
o xarope alcoolico de veame, logo quo elle
poz em estado de largar as moletas, cm que an
lava arrimado, o aconselhou que continuasse eom | competentemente habilitadas.
Sra. D, Torquata da Cunha e Silva Gou-
essa arrema-
se (taeao comparecaui na sala das sesses da referida
'junta no da cima mencionado, pelo meio dia e
i
o uso do mesmo xarope conj neta mente cora os E para constar se mandou publicar e presente
banhos salgados, cora que se tem dado multo bem, I pelo jornal.
o e um dos mdicos, que all em Macei tem eom-1 Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
ptele conrianea as preparaeoes do veame por' buco, 5 de abril de 1864.O secretario, A. F. de
inim feitas. pelos bons resultados, que tem obdo Annnnciacao.
em Ma clnica. CI.AUSl'LAS ESPECIAES PAHA ARREMATAgAO.
seoras existentes
Quando algucm se v eom losse vai ao medico,
esle o examina e declara o senhor esl affectado
dos pulmeso doente desanima, eom esta senten-
1.' A obra da reeenslruccao de 248 palmos cor-
reles de caes na ra da Aurora ser feila
de conf'irmidado eom o orcaraenlo respectivo, ap-
calves, queira vir a esta administrado para indi-
car o destino da referida caria.
; ORHEIOEHA'
Rclacao das earta^
ua administraca <1 corre!a tiesta
ciImIc para os senllores abaiio de-
clarados
Antonio Lopes Rodrigues.
Ernesto Das Monteiro.
Emidio Getulio de Oliveira.
Franklim de Azevedo Maia.
LEIO
DE
Fazenda avariadas.
BfMK
0 agente Pinto far leilao por ordem de diver-
sos e por contae risco de quem pertencer de lo
fardos de algodaozinho marca FAMA 532/^, urna
porcao de madapolo e lencos de cassas tudo
cora avaria d'agua saltada, e existente no arinazcn
da ra da Gadeia n. 38. onda se effectuar o lei-
la.i s II horas cm ponto de dia cima dito.
nos puimoes-o doente desanima, cora esta senien- ee contorm mane eom o orame mo ipii, -f- Dr. Francisco Aminthas e CarvalhoMoura(2).
ca entende estar sera raais cora, quando os actos provado pelo conselho da directora das obras pu- Francsco Dllarte da SMva
IiEIIi^O
blicas, na importancia de 2:0405000. i p..,,,,:..... M,,r,.iia iii Pn.'
2.- os pagamentos sero feitos em duas preeU- 5SS rViro de Soua
ces iguaes, sendo a primeira uando os trabalhos jSSffiSffiSEta
r 'TJ? d 5 rT0 C S U"ma qUand0 lVef ,Ugar Se Si u?m ATedA-orini (2).
entrega da obra.
3." O arrematante dar principio aos trabalhos
no prazo de 20 dias, e os concluir no de 63, am-
0 a experiencia leem demonstrado que muilos, ten-
do procurado o lugar aproprado, se teem salva-
d"; e aisla explicara muitos expositores de me-
dicina.
i i a. nesta provincia temos facilidade boje e re-
curso doar ; por que a via frrea nos proporcio-
na, pois que em pouco lempo urna pessoa que exis-
te nesla cidade fcilmente se transporta para as bes contados da data da arrematagao.
Ultimas e.-iacoes de Gameleira e Una, lugares per- 4." O arremtame nao ter direito a nenhuma
to do Bonito e de oulros pontos que ,-o considera- outra reclamacao ou mdemnisaeao que nao e pro-
dos serlao, quanto raais que os mesmos lugares veniente do caso previsto nos artigos 2 e 6 do or-
ja nao sao maos, segundo, pens, principalmente no eamenio mencionado.
verao. <>" Para tudo quanto aqu nao estiver previsto,
-Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem mais | regulai->e-ha pelo que dispoe a loi.Conforme, A.
de n transportar ed'alli e.-iara i-so se respou- F- de Aiinunriacao.
de, que. naquelles lugares exislem rasas vasias el 'Mllm. Se. inspector da thesouraria provin-
allugaiB-se por preco commodo, o mesmo muitos eial, em cnmprimenlo da ordem do Ex-n. Sr. vice
gneros de primeira necessidado, all so vendem presidente da provincia, de 6 do correte, manda
pelos mesmos piceos que aqu. razer publico, que no dia 28 do mesmo. pente a
AqneNes, pois, que eslrverem nestas circums- junta de fazenda da mesraa thesouraria, sellada
N
Movis e ontros muitos artigos.
UOdE
SO A11MAZEM DV 1UA DA CADE1A UO 1IECIFE X 48.
<) agente Olimpio far leilao de diversas obras
de marcineiria novas e usadas e de outros muitos
artigos.
Dar principio o leilao s 11 horas.
>
DE
laneias, eu Ihes facilito explicar os meios pelos
ca nn'iilo-i gratullamente.
Nao deixarei de advertir ao publico, que as mi-
nlias preparai oes de veame sao reunidas rom ou-
tros in^redienii-s. e cora ellos lenlio obtido ptimos
arrematar a quem por menos fuer, a obra Ua con-
scrvaeiio da estrada do sul, entre 0 marco de 12,0 M
bracas ao engenho Mansangana [3* termo), ava-
hada novamenle en\. 3:8008000.
A arremataciio ser feita na forma da le pro-
vincial n. 343,*de 13 de maio de 1834. e sb as
Clausulas especiaos abaixo declaradas.
resultados : nao se engae o mesmo publico eom
outro.% que por ah se annunciam, cujas prepara- As pessoas que se. propozerem essa arremata- custado de amarello de 26 28 palmos de, compri-
ignoro, assim como aproveilamento delles fio, comparee nema sala das eessdes da referiua ment e 16 nolegadas de largo, 6, cusiadinhodedi-
a i nfermos, i qnem por ventura lenham sido ap- junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia, e lo de 26 28 palmos de comprimenlo.e de 16 18
pilcados; cada um responde por si, e en afBrmo coinpetentemenie habilitadas. polegadas de largo, 6, ladees de pinito de 3 quarto-
E para constar se mandn publicar pelo jornal, i de polegadas de grossura, duzias ii, arcos de
Major Laurentino Jos de Miranda,
Maria do Rosario Pereira da Silva.
Mauricio Francisco Ferreira da Silva.
Manoel Jos do Nascmcnto.
Manoel da Silva Mendonca Viauna.
Vicente Machado Freir Pereira da Silva.
Consciho admiiiislraiivo. r^TS?']
O conselho administrativo para forneciinento do JvJ/ jL "y/ j1
arsenal de guerra tem de comprar os objeclos ~^"\ TT '^ '-^S XJ~*3 X/ o
seguintcs: I agente Almeida levara novamente a leilao a
Para o hospital militar. : requerimentodos administradores da massa fallida
Chnellas razas, pares 100, colxoes de panno de deXovaesAt C. e bor despacho do lllm. Sr. Dr.
lnho eom !) palmos de comprmeme e 3 1/2 ditos i,,iz especial do comraercio, das dividas activas
de largo cheios do palha, 60. i inesma massa. cuia relagao se ada cm poder
Para o 4 batalho de arlilharia. a mesmo agente onde pode ser examinada.
Algodozinhode listra. covados, 1,300. Sabbado 1(5 to crtenle
Para o arsenal de guerra. Em seu escriptorio ra da Gadeia do Recife n.
Lcnces de zneo eom 9 palmos de comprmeme 48, priraeieo andar, s 11 horas,
e 4 ditos de largo, que facara 1,600 palmos quadra-
dos, rame de ferro para amarrar, arrobas 2, taboas
de louro de assoalho de 26 28 palmos de compri-
inenioe 12 14 nolegadas de largura, duzias 10.
84Largo da Santa GrmMM
No oranoV trrtnazem de moBiados denominado Aurora Hrilhantp. o rmmlm
blieo encontrara sempn- um comidi soriinwnfo dos methore g.-ner,^ aiuiH-niiei, i
vera ao mercado e por precos senipre commodo- con:,) se ve" da tabella MftfMe
Latas eom Diana da tomates nova a
vom wrdade o que aqu tenho relatado, cojos me-
difmenlas nesta provincia s vendo em miiiha bo-
tica na ra Direita n. HS.
Jos da Rorhn Paranhnt.
Nazarelii do Cal mi. 7 de >etemliio de 1863.-
tllm. Sr. Jusda.Bocha Paraiihos.' oui o maior
prazer levo ao conhecimento de V. 8.. que o doen-
te que v. S. acha-se adroinlstrando-lhe remedios,
ncha-se no todo restahelecido, portanlo, nada sent'',
leude daonnparecido no todo a losse, tem muita
dis;iosicao comida e acha-sc nutrido. Deixou de
tomaros nltimos remedios qoe V. S, reeeitou no
lia 30 do p'issado, rola agora a Y. S. mandar-
me dzer qual a dieta que O doente deve ronser-
' va/ e por quantos teuquis, mencionando as comi-
das que devora usar daqui em diante.
i; .-la-iiie agora agradecer a V. S. o cuidado que
toinou no tralaiiiento do meu sobiinlio. abaixo de
DeUS, decido o seu ivslabeieriiiii-iilo a pericia de
V. &, e par leso pode Y,S. sempre contar eom os
Ateas diminutos prestimos, e desojare! em todo o
tempe dar orna prora do meu recoiilieciuiiito.
Desejo V. 8. todas as venturas, por ser de
V. s. minio respirador e obl igadissimo criado.
FroHtet BerHgHtr Cesar '' Menezes.
Secretaria da thesouraria provincial de Per
nambuco, 7 de abril de 1864.
o secretario
A. F. ihi Annitnrtiiri'iii.
Clausulas especiaos para ar'rcinataco.
I. A arreinataeo da ponte da estrada do sul,
Oomprohendida entre o marco de 12.1X11) bracas
aocngenlio MaHsangana, ser arremtala por m
auno, p,|a quauta de 5:80J,5O0, constante do
o remenlo jimio.
x* O arrematante dar principio as obras no
praso de 13 das, contados da data da arremata-
cao, guiando-so em ludo pelas inseripces do or-
camento e pelo dispos.o no novo regularacoto de
3 de agosto de 1863
9." O pagamento eirctuar--.,-lri em prestaVoVs
mensaes iguaes. de conforinidade cora o artig 22
do mesmo regulamenlo
L" Para ludo o mais que nao se acliar mencio-
nado as prsenles clausulas, ou no orea monte,
seguir-se-ha o que dispdd o reirulamento de 31
de agosto, ea le provincial n. 286.
3.' o arrematante nao ter direito a reclama-
cao lgume tendenJB a indeniiusaco, qualquer
que seja a naturesa em que se funde pora tal
lira.
Conforme.A. F. ia A*unnca(&o.
O Dr. Tristo do Alencar Araripe. offlcial da impe-
rial ordem ila Rosa e juiz de duello especial do
comraercio desta cidade do Recife, por Sna Ha-
gestado Imperial e Constitucional o Sr. D. Pe-
dro II a quem Dens guarde, etc.
Faco saber aos que o prsenle edital virom c'
_;d'elle noticia llverem que Manoel Antonio Ribeiro, I
me dirigi a peticao do theor segjointe :
Hita. Sr.Diz Manoel Anlonio Ribeiro, casado
e morador na friguezia de S. Jos d'esta cidade,
coininerciante esialielecido eom prensa e arinazem
de algodao no largo da Assetnbla n. 22, onde ti-
nlia sociedade particular eom sen cunhado Manoel
Antonio d'Albuquerqiie que tendo sido incendiado
no dia sabbado d'alleluia, 26 de marco do corren-
te anuo, o referido armazem e prensa eom tudo j
quanto n'elle bavia, islo 116 saccas de algodao, I
de propriedade do supplicanle, e cerca de 800 ej
lanas de diversos, sendo parle de exportadores e
parle de productores, eraos Domes o supplicante
nao pode saber, porque loram incendiados todos
!,. i os livros, qnadernos de assentos, notas, comas, cm
;1lilU )\.\lilf lili I ljit.1 \ (IIi 1 tit', ll,n "'do quanto exista-no escripiorio do armazem
(l novo banco de Parnambuco paga o 12" dit* Ia Prensa do supplicanie, e leudo o mesmo suppli-
ferro
de 11/2 polegads, arrobas 20, dito de dito de 1
dita, arrobas 10, ferro inglez em barra de I e 1/2
nolegadas de largura, quintaos 10, rame de ferro
em verga de t oitavo de grossura, quintal 1.
Para a eompanraa de eavallaria.
Apparelhos de lirapeza, 73.
Quem quizer vender laes objeclos aprsente as
suas proponas em caria fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do da 18 do cr-
reme.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
forneeiment do arsenal de gtterra, 11 de abril
de 1864.
Antonio Pero de S Barrete,
Coronel presidente
SrlHisttuo Jos,'' liusilio l'tjrrlto.
Major vogal.
Na subdelegar-ia da freguezia do Poco da Pa-
, mdla existe I (i pecas de EOupa que foi ai-hada na ;is -
beira do rio : quera se julgar cora direito a refer-
da roupa. e dando o; signaes, ihe ser entregue.
Sobdolegacja do puln-ia da freguezia do P050 da
Panella 11 de abril de 1864.O subdelegado,
Joo Paulo Ferreira.
DE
Dous buhares eom todos seos pertences, 2 gantdes,
2 visporas, 2 dminos, 4 bancas eom gavetas.
4 sofs de amarello, 16 mochos cmpalhalos, 4
quadros cora linas gravaras, 1 espelho, 1 relo-
gio de parede. 4 mesas ps de ferro eom lampos
de marroorc, 2 mesas de amarello. 1 rico fiteiro
envidraeado, garrafas cora vinhos, charutos, co-
pos, clices, chicaras o pires, 2 assueareiros, 1
quarlinheira, 3 bandejas, irem de cosinha e ou-
tros objeclos perteiieontes a casa de buhar e de
caf toda Iluminada gaz da ra do Imperador
|Kir baixo do consistorio da ordem terceira.
Terea-feira I de abr!.
0 agente Pinto fari leilao por cunta e risco de
quera pertencer e cm lotes a vontade dos concor-
rentes de todos os objeclos cima mencionados e
i existentes nogtande armazem Hlminado gaz.
[ por baxo do consistorio da ordem tereeira, onde
: se effectuar o leilao s 10 horas do dia acuna
dito.
Os piYtendentes poderlo examinar .o referido
estabelecimeptc na vespera e dia do leilao das 10
Aiiai'nLiiili peiloral ile Kcmp.
A celebre aaaeahuila peitoral de Kemp, de cu-
a virtudes espeeifleas lautos annoncios apparece-
ram em dossos jornaes urna composicao de ve-
_ es pectoraes e nio conlm iienhum astringen-
: venenoso 011 mortalmente narctico. K' prepa-
rada era forma de ura xaro.-e delicioso e um po
ileruso e rllicaz remedio para irritacao dos pul-
11 S anginas, ratarrho, losse, resfriamento, rou-
quidao, aflecefies calarrhaes, escarros de sangue
todas as Iiinuraeraveis molestias que ali clara os
orgos da ii-spiaiao. Cuidadosa eseientilicainen-
.' preparada por Lanman &*Kemp em Nova Voik.
'ciia--i' venda as lujas de Gaors A Barbosa, na
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra da
WiTre de Dos.
THEITRO
DE
LK8l,.lO
DE
nWEBM
O agenle Almeid far leilao por ordem do lllm.
Sr. Dr. cnsul de'S. M^gestade Fideliss'una. das
divida; pertencentes ao espolio de Manoel Martins
Carneire, na importancia de 7:1745043 rs., sendo
2:834*323 rs. era letras e 4:,.U95720 era conta de
livro, cujos ttulos e achara era poder do mesmo
agente, onde podein ser examinados pelos pre-
tendemos.
Tferga-feira 19 doeorrente.
O ledio ser eflectuade em sen escripiorio
, daCadeiado ReoHe a. 48, as 11 horas do
cima.
na
dia
AVISOS MT11S0S.
COMMEBCIO.
i:niiti:/,A
if;m\m Aconiuiii.
t Recua da assiguatnra.
SABBADO, 16 DE ABI1IL
'ESF^*^"*^'^*m\* sua residencia da
.tlei.do a razie de t) |ior aeco.
Alfandega
Beudimento do dia la 13........
Id-'.-ndo dia 14.................
236:5245304
8:7:t05681
Mov meato da alfandega
Votamos entrados eom faiendas.
f cora gneros.,
Volumes sabidos
eom
cora
fazeuflas.,
gneros..
27
C4
44
86
91
130
Itesearregam no fiia 15 de abril.
Barca ingleza iBiAyMoy^-carvao.
Rafea ingleza -(wvrpfrfmf-inercadoi ias.
Bares inglezal'S/o carvo de pedra.
Patacho olderaburguez PfiHmercaduras.
Hecebedoria de rendas Internas
geraes de Pernainbuco.
Beudimenlo do dia i a 13........ 9:6I83I2
dem do da 14................. 6675837
10:3865169
Consnlado provincial.
Beudimento do dia la 13......... 42:3795233
f Je;n!do da Ii................. 1:4005703
cante eanvieeao de que essa incendio nao lora
casual, mais piojeclado e realisado de proposito
para fazer mal e perjudicar coiisidei avelmente ao
mesmo supplicante, e protesto como protestado tem
fundado no decreto n. 737 de 25 de novembro do
1830, e mais legislacao era vigor, contra quem
quer que (o o autor, mandante, e mandatario do
referido incendio, alim de pagar ao supplicante a
Importancia do algodao incendiado, perdas e dai-
nos, que elle supplicante pertencer assim como
protesta da mesma forma nada pagar, e neni ser
responsavel pelo iucendio dos algodao*, que se
achavain depositados era sua prensa e armazem,
por qualquer titulo, visto romo nao-pode responder
por um facto alheio absolutamente alhei a sua
vontade c que excedeu a previsfio do supplicante
e porque csse protesto nao pode ser intimado pes-
soalraente as parles, pelos motivos cima allega-
dos, e achar-se juntamente no caso do art. 391 ao
citado decreto, o supplicanie requer, que tomados
por termo e por elle assignado, seja publicado e
eom a graciosa come-
Terminar o espectculo
dia em um acto.
POR CAUSA
DE
UM PAR DE BOTAS.
PERSONAGENS.
Anselmo.............. Lisboa.
Pedro, criado........... Teixeira.
Sebastio
Anastacio..............
Molla.................
Francisco, cabello.......
Barbosa, sapateiro......
Margarida, liilia de Molla.
Lisboa.Actualidade.
43:77959,18
MOYIMENT DO PORTO.
Navio entrado no dia 14.
Jtio de Janeiro -6 dias, vapor inglez Magdalena,
de 1,720 toneladas, coraiuandanto Wuolevard,
equipagem 130.
Navios sal/idos no mesmo dia.
1\o Grande do Sul Brigue nacional Mafra, capi-
tn Joaquim dos Santos Souza, carga assucar.
l'ertos do norteVapor nacional Cruzeiro do Sul,
comraandante Maneebo.
SouthamptoD e Prlos intermedios -Vapor inglez
Magdalena, comraandasrte Woolevard.
EDTAES.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
01 cumprimento da ordem do Exm.Sr. presidente.
>la provincia de 17 do crreme, manda fazer no-
Mico que o concurso jara preenehirnontu da vaga
de 2" eseriplurario da mesma thesouiana ter lu-
4:ar no dia 18 de abril prozimo vindoiiro, devendo
i-; preteedneie r examinados na fi* ramal ca da
im*i tiaV*>lid, e.-criplHTacao |mr partidas do-
liradas. arUhraetiea e suas applicacoes, eom es-
i.eralidade rednecao He moeda, pesos e medi-
jlis ao calclo de descontos e juros simples e com-
i'ostovSndo preferidos os que tiverem boa letira
rera linguas eslrang^iras.
Os pretodentes devero apresentar seus reque-
felfa a sua" iutiraaco por edilas pda im- Leocadia, filha de Sebas-
pr;.nsa- tio.................
.% esles termos pede 4. S. Sr. Dr. juiz do eom- Magdalena
mercio assim Me delira...... fin aprendiz de"aifVie.'.
Becife, 9 de abril de 18G4. Manoel Antonio Bi-
betro.
E mais senilo continha em dita peticao aqu:
transcripta : na qual dei o despacho do theor se-
guinte : Tmese e intime se. como requer.
Becife, 12 de abril de 1864. Alencar Araripe.
E mais senao Continua em dito despacho aqui
transcripto i em rirtude do qual fura a mesma pe-
ticao destribuida ao escrivao de.-lejuizo, Manoel
Maria Rodrigues do Xascimento; o qual fez [arcar
o termo de protesto do theor seguiute : Termo de
protesto.
Aos 13 de abril de 1864, nesla cidade do Re-
cife. em meu cartorio, comparecen o supplicante e
disse perante mira e as lestemunhas infra assigna-
da que reduzia a protesto o cooledo de sua pe-
ticao retro, a qual offeieeeu como parte de presen-
te que Dea senda Eu Adolpho Liberato Pereira
de Oliveira escrevente juramentado o escrevi :
Thomaz.
Porto.
Guimaraes.
Borges.
Pinto.
D. Leopoldina.
D. Virginia.
D. Jesuina.
Victorino.
Coraecar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
COXPANHIA BEASLXEIRA
E
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte espera-
do at o dia 17 do crcente o va-
por Uyapock, comraandante o
primeiro tenente Antenio arce
lino Puntes Ribeiro, o qual depois
da demora do costme seguir para os portos do
sul.
Desde j recebern-se passageiros e engaja-se a
vm^ubscev,* ^S!!!Sft^SS!^SA cargare o "vapor poder cenauzr, a nu evera, I te de 100005 em quar.os, n. 1775 con. i
lBl',nuaI ser embarcada no dia de sua chegada: encom-; 3:0005, n. 201)1 eom es 5005 e outras muita
Silvino de Barros Faleo.
Cunha.
Secuuduo Eliodors da
0 cirurgio Leal mudou
roa do
jQueiinado para a rua das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
i armazem Progressista, aon-
ide o aciiarao como sempre
'prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pi-Q-
flssilo, chamado por escripta.
&wsm& i
Aos s:oue$ono.
Corre hoje.
Sexta-feira, i 5 do coi rente se extrahir
a sciiai.i parte da segunda lotera da Sania
Casa da Misericordia, no consisloriuda tepe-
ja de a. S. do Bosaria da freguezia de San-
to An Ionio. |
Os bilhetes e raeios est5o venda na
respectiva thesouraria rua do Crespo n.
l*ie as casas commissionadas.
Os premios de !>:i)00$QOO at 100000
' serio pagos urna hora depois da e.xtracga>-
! at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
O thesoureiro,
i________yntonie Jos Rodrigues de Souza.
CASA UA FOttTIM
AOS 5:000.000
HHIit le* garantido
A' rua do Crespo b. i e casas de costume
O abaixo assignado tendo vendido uos seus mui
afortunados_bilhetes, garantidos os de n. SO'JS eom
eom a de
muita* =or-
E raais senao continha em dito termo de pro-.;^or,aV!fen5l? ,,
lo amii tran^crinto. R em virtnde do meu do*.' Antonio Luir de Olnei
: mendas e diuheiro a frete at o dia da sahidas 2|tes de 2005, 1005, 405 e 205 da lotera que se
da Cruz n. 1, escripiorio de i acabou de extrahir a beneficio da grej.i de N.
eir Azevedo C.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
\;m'sacao costo ira vapor.
testo aqui transcripto. E em virtule do meu des-
pacho o escrivao fez passar o prespnle pelo qual
intimo e hei por intimados todos os nteressados
na conformidade do allegado na petigao cima
E par qoe ehegoe *b conhecimento de qnem Parauyh, NaUl, Mace. Aracatr, Gear e Acarac
interessar possa, mandei passar o prsenle que se- 1 j Nn dia 22 do correte sepuir
1 publicado pela iinprensa eaffixado n"- Inni Mfk^T.. Par/' P01'1"--1 a'"ima ind-ados,
do costurao.
Becife, i:t de abril de 186i. Eu Manoel Maria
Rodrigues do Na*cfctiento. escriviio o subscrev.
Tristo di Alencar Araripe.
S. do Amparo de Goianna, convida aos possuido-
res de ditos bilhejes a tirern receber seus respec-
tivos premios sem descont algum era seu esta-
belecinenlo (iisa da Fortuna rua do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
belecimenlo e as outras casas do ccistume os no-
vse afortunados bilhetes garantidos a beneficio
da S-inU Casa da Misericordia, que se extrahir
s 5 horas da tarde o vapor Un- i sexta-feira 13 do carente.
m
mumm.
No dia lo do correnle mez, tendo de ser ar
eemalado por venda, depois a audiencia do illm.
Sr. Dr. juiz municipal da i* vara clvel. 11ra cabrie- Brrros & C, largo do Carpo Santo n. 6.
inanguape, commandante Moura.
Becobe carga at o dia 21 ao
meio dia. Eoeoinmendas, passageiros e dinheiro
a Irete at o dia da sabida as 2 horas da tarde :
ecewptorio no Forte do Maltn n. 1.
Rio de Janeiro.
O brigue. Imperial Mnrinheiro segu eom brevi-
dade. e pode receber atguma carga e esrnvos a
frete : trata-se rom t consignatarios llsrauef,
Presos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios......... :i5000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
mneles.......,. 55500
Meios......... 25750
Manoel Martins Pinza
Na rua dos Pires n.54 aiuga-sc urna excel-
! lente escrava moca e de boa conducta, a qual sabe
i aer lodo servico do urna casa de Caini'ia.
.-
ILEOML.
fartejffciwglcxa il ir a libra a S00 e
lita segunda serte a 610 e C
illa francesa a G110 e .
Dii.i dita i-ni barris e meios a 530 a
fucinltode Lisboa arroba l>&i
e libra a.....
ouriras no#as a libra a
Q i'ijos de reino noves a
th hysson inulto superior a libra
, Dito dito raais abaixo a 25,25100 e
Dito perola a libra ....
Dito prelo omito tino a .
Dito mais abaixo a 15600 e .
Caf de caroco primeira quilidade
arroba ll.j e libra
Dito mais abaixo arroba 85500 e
libra......
Arret do Maranho o melhor pos-
sivel arroba :ioiOt) e libra
Dito da india are.'a 2$Sl)l) fibra
Alpiste arroba 44HD0 h libra .
Painjo arroba o-i e libra
Farinha cm saceos grandes [goal
a de Muribeca ....
Charutos finos caixado 100 a 25"00
35 e.....
Bolachinhas de soda arroba 640 e
Latas cora dit is milito novas a
Ditas pequeas de varios formatos
Latas cora peixe encopado de posta
Dlas eom ostras a 720 e
Ditas eom marmelada a libra .
Ditas cora amcixis francezas a
15100. 8#100 e .
Caixmh'is de ditas om bjnitis es-
tampas a 15I0J e
Dilas cora fi/os ....
La tas cora fruea; era calda .
060
720
640
ot',.1
321
720 P.ssas a
34OOO
,1-illlHI
Solio
:5200
25300
25000
300
280
120
1IHI
16
21111
65000
45"i00
720
{m>m
33800
13511
14300
061)
' .,..., ... -
libra
Boir.es eom grana 07
uxia de laUs de ffKa
aseas pjira sop a
Araexas fraueotaa iira
Fqtus de coinadie novos a
tozos arroba ii c libra
Aini'iido:i> a :!20 e .
fcetonas de El vas em frasent a .
ooservai francetaa e ingleza o
frasco a......
Polco do Porto libra a
Sag e seradinha uova a
Y'fnhos especiaos do Porto canuda
35800 < irrafa
Wte iirait.ifinoa caada 75 e garrafa
Olio da Figneira pare a garrafa
."MO e ea nada .....
Oito de Msbea -\ garrafa 4*1 e e
raidi a :t*20o ...
Cognac verdadeiro a garrafa a
Serveja das woladeiras marras a
diuia a 65 e.....i
Gonme de iMi^ommar nova arroba
35800 c lihrv a 121 .
mm
n
5000 Farinha do Maranbao a libra ii\0
15400 Verdauira matanna pura peM
15900 arroba 853M" e libra 4*1
80I Sai.....a con rarello de Lisboa i
720 35500 e .t.jmi
Tijol.s de limpar lacas a |i;u
Masso^coin pali'os tluos para derf
tes a.....1 *nn
Garrafas eom mol de al Ih.i novo *
Ditas #a diversos xaroje- a L :>*>
Dil.i? cora genebra delaranja a 15200
Si
INJECTION BROU
PERFUMERA MDICO-HYGINIA
\k J.-P. LAROZE, |we, Farnue Estos productos son el resultado de la aplicacin de las leyes de la higiene la per-
fumera, que se eleva y convierte en farmacia de la belleza,encargada de atender a la h~
giene del ei'itis, cabellos y dientes, que todos son ig.inostan importante*; sirven BM n i-
tary destruir las causea de las enfermedades que su hermana primognita, la farmacia
propiamente dicha, esta* llamada curar.
ELIXIR DLNTirftico par* cutar iiimedijiaimiiie
10. doura imiH.i.; el nisea 1 fr. 2S
POLVOS DLNTITniCOS OSADOS, ion liise lie
iii.iyiitsi.i, pnra huMmhimchi y unmciw ios
dwllt'S: 11 fi.'Wo........1 fr. jO
opiata DENTirnicA, ptri forUlot haandnji
r\il;n l:i. IHrVnhjl (lrlll:ill'S 1 fr. 50
CRTrvo bENTAL, pan ninir los diniics ra-
riados me Sr l.i m]lmi:a.lnra, y avilar los :il>i e-
so j (Inloii.; ti i.n.o coa el ii-liiiinnilo. !i fr.
AGUA LEUCODEUriINA |i 11 COBIeUtl M ln r-
niosuid de i.i i-/, y Lis uiicioiic il-j la piel; el
frasco.............3 fr.
ESPRITU DE ANS RECTIFICADO l'nniplelill'nlo
ilel tocador le la boca despus de cada comida;
I Iraw............1 fr. 25
JABN LENITIVO MEDICDIAL, para el locador ;
i ti foleU, auiiciidias amargaa, ramillete, etc.,
el jaboi.............1 fr. 59
JABN LENITIVO MEDICINAL, culi yemas de
hoero, paraevilar lask-k-Iks en el culis, li.mli.luias
y enliniieiladi de la piel; la vkilela i.,inil-
lele, etc.; el Jabn.........2 fr.
CREMA DE JABN LENITIVO MEDICINAL en
polvos. Es c.vcnai para la baiba,como lanibiin
para el locador de las mujeres y nios; el
frasco.............2 fr.
AOA LCITKAL, para conserrar y embellecer b
c Oi.iv.s, oiiiliando sus ralos ; el frasdo 3 h-.
ACEITE DE AVELLANAS rcnrUMADO, para re-
mediar la sei|uedad > alonia e l-.s laLello; d
tatU........".....J~ 2 Ir.
VINAGRE DE TOCADOR SUPERPUIdl. mm.
biario |or su suavidad y acnim r< Irefcante ; el
nw...........1 1 fr.
COLD CREAM SUPERIOR, para crHiserrdV .1 en.
biam.i, treaco, iliaano. v >.iiiar las nndrrwiiui.
ii> uso de lo* a! lie.; el I....... J 1 Ir. M
ACU \ DE COLONIA SUPERIOR. ron iih.u ', ,
'I. I.i rslablLil.il de .11 p.iiiuiic I.i Ii. e l.n.
para el locadm lanos I.h .1 s \ ge ,ak>; el
frsto..........'. I fr.
PASTILLAS ORIENTALES di dm UK*M UrHH M.
pal a Ins fuelles: al ra;:.........I y 2 .
AGUA DE PLORES DE ALHUCEMA. Li
niti) bii.cadn |ku destiaii lao enoferSBddL biir-
eer v H-lies'ai ciertos OrRlM*: el lia.c i. Ib. 5*
ESPRITU DE MENTA SUPERFINO. I I el mas
perfecto lndi.pens.ible i uiapl nienlu di I lixa-
dor de la I- a de.pues de la cu sida ; H
frasco............| tr. 2a
POMADA CONSERVADORA i mi quimil.i ni ,i ,
loliilH'T lo. labeiio.. bi rnii .irlo. ilai i|we
Se pongan i anos antes de lienijHi; el Ih e. 3 fr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, pertontiteas, pele leersa,
mercaderes de modas y novedades. Venta por menor : En la Farmacia Lar ruc
Keuvc-dcs-Pcrns-Champs, 26.
Expediciones: en casa de J.-P. LAROZE, ruc de la Feolane Ms)liret3>Wst iPm.
Desgnese en que lengua deben estar las instrveriones que ecawasltasi u casta piod M
t
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS AMARGAS
De I.-I*. I. lltOZI!, Qumico, Famwcruliro de la Escuela superior Je hn<
Esto* Jarabe, al regularizar las funciones del esttfmagO inleslinos, destrv
indisposii iones proieil'ormes, y hace abortar las enfermedades de que son signos
sores. Mdicos y enfermos bao reconocido qoe restablucc la digestin, liancm
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos,] inlaiub
son el resultado de digestiones penosas. Su gusto agradable, v la facilidad ea
soporta, lo lian hecho adoptar como el especlieco infalible de las enfrrmedadca
s.is. gastritis, gastralgias, clicos deestnmagoy entraas, palpitaciones, main
razn, vmitos nerviosos. Su accin eobre las funciones astmiladoras es tal,
mdicos mas ilustres lo han adoptado por escipienle real de loa dos primerea
teraputicos : el Ioduro de potasio y el Proto-Ioduro de hierro, hjii'i..n.li.
observado que. bajo su influjo, el primero pierde su accin irritante, y ijani
su electo astringente;
JARABE DEPURATIVO JARABE FERRUG!f0S0
esas
irecur-
l.s.i-
cs, pi.
que se
nervio-
i
que lee
Ut. ClinTtiAS IIE XAHAMAS AMARUAS
CON IODURO DE POTASIO
;| Ioduro de potarlo, administrado en solu-
i i!,'. bajo fotuta tlida, cansa al enfermo mu
;iiii n|.i-ii:ni. ia, determina Bccldentes que
1 > i:!i i-;.ii .i ri niK'i.ir esle elieaz rcinedio.
t n el. al Janibe de corteoi de naranjas, m
r.Hi-a ni L'aaitnlgla id desanvgwdel eslmega
inteiiliins,) entelas duste .-alvo conducto,
i.i-linas iii| inaiias pueden seguirse sin oitci-
runrion, en tai ffecctonrj escronilosaf, loner-
riilofsie, rae-, rusas, y eil la- -eiiuiHlarias ter-
ciarlas, niel ufas las reumticas, de qie es su
mas m-iii especfleo. I.a dosii est di linidade
:.i manera i,iie el mdico la varia como quiere.
I-.I frasco : i fr. 50
lx)s Jarabes de J.-P. LAROZE estn siempre en frascos es|ieci.iles jamase
bolillas ni Irascos redondos .Expediciones: en casa J.-P. LAROZE, ruc de h r1
Moliere, 99U$i Depsito general: farmacia l.arozi', ru Fnivr lm Pi lile fai
y en casa de lodos los farmacuticos antiguos de Francia y del Esirangero.
Desgnese en qve lengua deben rifar las instrucciones jite acompaan A cada j>ruiuele
l'<. GO|tTtl.il n,; s\:;.v>J\s '!\;
con PROTO-IODURO ds H I. asm iaeiiui de la sal (Vi na mi
da oartezaida naranjal m lauto
cuanto que este Jarabe, eiiiuteade
esllmiilar el apetito, ai-iiu la set
ukiigstrico, \ por roi.-i^'i, di., r
tas runclonei autuimiiialcs, oeutralnl
efectos de los rerrugmosaf j eloi lea
s.idez de cabera, roneliparHMi, dalan
tiiiii- .al paso ijiie facilita su absi.i
suelto en el Jarate, se loma \ naai
mente, por dallarse en el eelade
asiiiiilati'r; j aelpaeda eaaferet 11 ,
culi,res plidos, iiriila UaacM,
ufeee oneseserondoeas] requlttaaso.
4 fr. 50.
rl IsMe
u i"n.il
iasiiat
wlri-l.s
la f ji-
ro ni.-
de los
m n i,
man i
i
'<
i
medias
Snlaine-
I, 6,

Vndese uavu.i do taqpersAw b&Ha iraneetoi n


+
uiario ac rtnmnpuc^-r- >cna letra .A a* AUr ge 1H4.
Joao da Silva Hamos, medico pela Uni
, versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentos
ea suas casas regularmente as horas
para isso designadas, safvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em-qual-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o procuraren! no hospital Pedro 11,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operaco cirurgica.
Para a casa ae sade.
Primeira classe 3000 diarios.
Segunda dita.... 2*500 >
Terccira dita.... 2,$000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O propietario espera qne elle conti-
nu a merecer a conflanca de que sem-
pre tem gozado.
Pede-so ao portuguez commerriante, milito
contiendo cm Hio Formoso |tor Liberal Cuca, que
'tenha a bondade de responder a um annuncio que
vcm nos Diarios de 28, 29 c 30 do mez prximo
passado, que Ihe dii respejte, para alguem nao
acreditar que se funde prata lina sem liga de una
famosa chapa de chumbo.
Len Cliapclin, pholographo, estabe-
lecido na na da Imperatriz n. li, vai a
Europa a bem de seu interesse.
Emprehendendo esta viagem com o lim nico
de estudar os rnelhoramentos e progressos da sua
arte, espera, de volla em setembro, poder agradar
as pessoas que se dignarem occupar-lhe. Deixa
sua casa e oflicina cucarregada a sua esposa, que
tendo tonga pratica de tirar retratos continuar a
trabalhar com todo o esmero c promptidao.
Aproveita a presente occasiao para agradecer
ao publico desta formosa capital e particularmen-
te as pessoas que Ihe honraram com a sua con-
flanc_a,a prolercao e bom acolhimento que the
prodigalisaram e offerece o seu pequeo presumo
em Paris onde especialmente se dirige ; devendo
relirar-se no fim do mez at l oachar o respeita-
vel publico prompto para qualquer trabalho de
sua profnsao.
ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozorie contina a col-
locar denles artificiaos tanto por meio de
molas como pela prcsso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fqucm a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparares as mais acreditadas
para conserva^o da bocea.
Curso
cie-
no
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova -19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacocs de sua arte, e col-
loca dentcs artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe recorihecem.
Tem agua e pos dentificio.
mwm-mm
Credores.
Ita
d
Os credores doSr. Francisco Vri*.*imo do Reg
tarros qneiram enlender-se com Tasso Irmaos, ra
lo Amorim n. 83, segundo andar.
" wmmwm m mmmmmr
O bacharel A. R. de Torres Bandeira, |
professor de gcographia e historia no 5
Gymnasio desta provincia, contina no j
ensino particular dcslas mesmas disci- fi
plinas.e bem assim de rhetorica, philoso- 5
phia, inglez e francez : na ra estreita |
do Rosario u. 31, terceiro andar.
de inathcniattleas
mentares.
0 professor de mathematicas elementares
Gymnasio Provincial tem de abrir particularmente
um curso destas sciencias, cujas lines devem
principiar no da 20 do corrente mez : as pessoas
que Ihe tem fallado para aprenderem as ditas sci-
encias, comparecam na casa de sua residencia na
ra Direita n. 74, no dia 19, das 7 horas al as 9
da manhaa, e a tarde a qualquer hora, para se ma-
tricularen^_________________________________
Campos & Lima tendo acabado com o seu es-
Diulieiro vista.
Algoditozinho com pequeo
toque de avaria a 4#500
e 5$000 a peca,
Vende-se na ra do Quelmado n. 14. superior
algodozinho cora pequeo toque de avaria a $ e
6 a peca, a elle que esl se acabando._______
Aluga-se o sobrado de um andar da ra da
; Praia n. 57 : a tratar no Campo-Verde, ra do
Destino n. 20, sobrade.
Aluga-se um molerme de idade de 13 a 14
j annos, muito bom eozinheiro e comprador, serve
I bem urna casa e sabe fazer todo servido com per- j
I' feico : a tratar na ra dos Pires n. 54.
Oadvogado Affonso de Albu-
querque Mello,
, com escriptorio na ra estreita do Rosario n. 34,
encarrega-se de quaesquer causas crimes, civeis.
militares e ecclesiasticas. Compromelte-se a en-
caminhar com a maior brevidade as appella<;oes
que Ihe forem confiadas ou a relacao e ao tribunal
de commercio do districto, ou a relacao ecelesias-
tica. Encarrega-se de defezas perante o jury
desta cidade, oudos termos prximos, dando a par-
te conducao; assim como de quaesquer outras cau-'
sas por ter era alguns dclles procuradores de con-'
flanea.
Da consultas verbaes e por escripto; promette
todo o zello, seguranca c actividade, garantidos por
urna pratica e experiencia de quasi 20 anuos.
Pode ser procurado a toda a hora, menos as sex-
tas-feiras, por se achar das 9 horas s 4 desses
das na villa do Cabo.______________________
lina sala e alrova para guarda-litro
solleiro.
Precisa alugar-se : no escriptorio da ra do Im-
perador n. 34.
ROUPA FEITA
<%VI*O
NO
ARHAZF.J1
DE
$WW S WW**
hW
4*
^D
X.ETREIRO VERDE.
Neste stabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 354 e
Sobrecasacas dem, 39*3 e .
Paletos idem e de cores, 25)9,
Southall Mellon 4 C. sarn sobre a
Babia.__________________________
l'recisa-se de sin Partogaei de sari*
iue e nienda de norial ira : a nu 4a
loa-Vi fia n. 33- _______
Vai ser arrematada o terrea iio
iwrial, penhorado a Joaqim l.m-i
Franca pelo jniz de orprio dia ndath. ewwat.
(amaraes, por execuro de Am >nio i>mqmm >r
de Sant Auna. _____
Bellarmino Pereira finio de Crum*.
portuguez, retirase para tanta l'.aihariaa.
200, 15* e......10,5000
Ditos de casemira, 20*, lo*,
12*. 10* e...... 7,5000
Ditos de alpaca, 5(5, 4$ e .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
5*. 45e ......
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 4*, 3*500 e. .
Ditos branco de linho, 6*, 5* e
Ditos de merino preto de cor-
A mesa regedora
erecta na matriz do SS.
da rniaudade das almas,
Sacramento da Boa-Vista,
7 do arL
do, 10*, 7*e.....5*000! 2*e
30*000 Ditos de setim preto. .
25*000 Ditos de ditos e seda branco,
6* e.......
Ditos de gnrguro de seda
pretos e de cores, 6*, 5* e
Golletes de fusto e brim bran-
co, 3*500,3* e .
Seroulas de brim de linbo,
2*400 e ......
I Ditas de algodo, 1*600 e. .
3*000 camisas de peitos de linho,
WXX>\ 4*,3*e/.....
[Ditas de madapolSo, 2*500,
5*0C
3*500
3*500
tabelee.meuto de fazendas na ra do Crespo, avi- u*1"do da touldade que Ihe confere o
sam a todos os seus devedores em geral, jue de- do cnmprom.sso que rege esta irmandade, con- j
ram procuracao especial ao Sr. Ivo Martins de Al-1 Vlda a ,odS <* clianssimos irmaos para que s
meida para receber amigavel ou judicial ; e sem
jJ
0 bacharel Loureoco Avellino de
Albuquerque Mello, antigo advoga-
do desta cidade, leudo regresiado

0 ella, tem aberto o seu escriptorio ^
S roa du Imperador n. 40, onde pode jag
S sor procurado para os misteres de 5
SR sua profisso todos os dias nteis H
^ das 9 da manlia s 3 botas da *<<(
4 tarde, e offerece como garante a ^'
seus constituimos a nao interrompi- S
da pratica de 25 annos de advoca- B
Gil. O mesmo aceita partidos e ^
tambem causas nos tormos do i-
que por isso tenhamos a menor responsabilidade
com o que o mesmo senlior tenha de obrar, motivo
que s com elle se deverao entender.____________
Arrenda-se ou vende-se urna casa com bas-
tantes commodos, com terreno de plantacoes, perto
do banho por ser junto a ponte de Tigipi : a fal-
lar no engcnbo Peres com o capitao Carneiro, ou
nos Afogados com o tenente-coronel Manoel Joa-
quim do Reg Albuquerque.___________________
o terceiro andar do sobrado da ra larga do Rosa-
rio que volla para a do Cabug, redilicado de novo
e com grandes commodos para familia : a tratar
no segundo andar do mesmo.
m
%?
tenor onde locar a estrada de ferro.

mi
mmmwmmmm
.. Jo> Goncalves rerreira Costa, tem ca-
: sas terreas para alugar na travessa do
'fr Costa junto a fundico ao preco de 95 c
." 105, com portan para a mar : a fallar
*; na mesma travessa na taberna do fim da
v. mesma.
I I(ES DE CANTO.
Hdame Fauny Boureans,
discipula do conservatorio imperial de msica de
Paris, d lices de piano e canto : a tratar na ra
Nova n. 9, leja do Sr. Hypolito Domont.________
--OpatIreF.li.de V., no largn do
Paraizo n 2), simulo anlar, anda
precisa de am primen o andar para sua
reside'lia no centro da fYcjniczia de
Sanio Antonio, c assim tambem de
urna ama esorav, que saiba engom-
mar c cosinhar e que seja fiel._______
1*011 une m 'ison eir libere.
On demande une onseriere excellentc em toute
espces de conture on desire, qu'elle s'ache faire
les reprises, raccommoder les has y cofn, tous
les raccommodages en general. Elle sera bien
traite qu'ille said libre ou esclavo : s'adresser
St. Amare sito de Mr. Charles L. Cambronne.
diguem comparecer no consistorio desta irmanda-
dc no dia 17 do corrente, s 9 horas da manhaa,
para que reunidos em mesa geral deliberem sobre
a reforma e alteraces de diversos artigos do so-
bredio compromisso. Consistorio da irmandade
das almas 13 de abril de lStl'i.
Manoel Zefenno Dias Brrelo.
______Escrivao._________^^
. Na padaria da Torre precisase de umamas-
sador que saiba vender pao.__________________
Da ra do Lieramento al a do Imperador
perdeu-se um bracelete de ouro : quem o achou c
quizer restituir na ra do Imperador n. li, pri-
meiro andar, ser gratificado.
~ Aluga-se a loja de urna porta s na ra do
Crespo n. i, com armaco ou sem ella : para tra-
tar, em casa de J. Falque, na mesma ra n. 4.
Precisa-se de urna ama para casa de familia,
sendo smente para cozinhar : quem pretender,
dirjase ra da Cruz do Recife n. 44, primeiro
andar ; paga-sc bem.
Calcas de casemira preta, 125,
400, 8*6......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Colletes de velludo preto e de
20000
40400
20500
40600
ra-
Chapos de massa, pretos fran-
70000 cezes, 400, 90 e. .
70000 Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 420,
40OOO| 440, 70 e......60000
Collarinhos de linho flno, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toalhas para rosto, duzia, 440,
40000
I
20500
20500
80500
20000
640
e........ 70000
cores, 90 e......70000,Chapeos deso, dealpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 50 e 40000 \ tos e de cores..... 40000
Ditos de ditas de cores 50 i Lences de linho..... 30000
Fulgencio Anloni" c ManoH Fhtiu_
ditos portugiiezes, vo para o Rio e htir.
Precisa-se de um primimn 5rtb> pertn 4t> ^.
;n, rom fundo para o rio fl rom bw caa para re-
sidencia : quem liver para atufar, falle m raa 4
Rosario da Roa -Vista n. .ti.________________
Tina pessoa conipeieMemeale liila* V-
rece-se para leccionar H primrira Mr* m*-,-
ca para lora desta capital : na trafetM V Te-
ras n. IV.
Ofterece-se para 53* de lilnr
paz de 13 annos, rbigado rrniniTLMj V ..
gal : quem preriur airija-w a ra du Vwarw a
li, prim iro andar, escriiitoriu.
Telmo Almoioha, subdito hnp^4 retira -
para e Rio de Janeiro.
Jos da Silva, subdito portaru.-/ i.
aBahia._________________ ^^ ^^
Joao de Arruda (abral, faz ver a _
vier, que rontratoa por rnatpn a tjfcrnu
ra do Rangel n. 10. pertearenie ao Sr.
Pedro Martins : quem m juhtar r qualquer reclamarn, apre*ate- m pr e es
dias.
Pugio de Itamarac um mm de m S-
mao, crioulo, estatura mediana, pnara Iwrla. M
baixa c um pouro grossa, derlaron juand
que se dingia para esta ndade prrarar
e j foi aqu encontrado : .pum n pefar e )r_.
levar ra da Imperatriz n. 35, I* aa4ar. era re-
compensado.
Precisa-se de una ama para comprar e rzi-
nhar : na ra do Imperad. n. 6t. I- aa.br.
Aluga-se a casa n. 17 na roa *> Mnmrr
com 3 quartos a 2 sala*, quintal baVha e ttm
cano para esgnto, dando-se lieenra a batr *-
pejo |ielo piirto da oiaria jnnt.i i mevma ram
quem a pretender, dirjase dita otaria a. 13.
i
40 e........30500 Cobertas de chita chineza.
20000
nao
r.v.
A VELHA ENCICLOPDICA
Rcspeittavel
cstabeleciiuento de fazendas
Crespo numero 19.
na
aw.
DI
Precisase de urna ama para comprar e co/.inhar
para urna pessoa s : na ra da Cruz n. 9, primei-
ro andar.
.Na ra estrella do Rosario n. 31, segundo
andar, precisa-se de urna ama de leitc que seja II-
vre c nao tenha filho. ______________
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de rapaz sol-'
teiro : a tratar n ra do Queimado n. 30.
Club conimerclal.
A reuniao familiar do corrente mez de abril
lugar na noite do dia 23 do mesmo.
ter
-,
mmm
A ttencao.
Xa ra d;i Florentina n. 2S lava-so e engomma-
se com presteza c por preco commodo.
Na ra das Grozes n. 37 precisa-se de olfi-
ciaes de charuteiro.
Aluga-se a casa terrea n. 270 na ra Impe-
rial, com todos os commodos necessarios, sendo
murada at a beira do rio : a tratar na ra da
Roda n. 6, aonde se contina a dar comidas por
mdico preijo, incumbindo-se a mandar conduzir.
OLI.VDA.
fl padre Jos Estoves Viainia tem aberto as suas
aulas de prlmeiras letra, latirn e francez, desde o
dia 4 do abril : assim como contina a ensillar as
mesmas materias por casas particulares.
Precisase de una ama para casa de urna
senhora : na ra por detraz da igreja de, Santa
Tlieroza n. li.___________________________'
O lioinem solteiro que precisar de urna ama
de boa conducta para servicos internos, dirija-se
ra da Conccicaozinha, loja n. 8.___________
Da-se 3003 sobre hyi>otheca em algum es-
cravo ou escrava : na ra de Santa Hita n. 27,
segundo andar.
Doseja-se fallar com um rapaz natural do
Conselho de Monla-I.egre da freguezia do Reigoso,
sobrinho do reverendo vigaro los Goncalves Pe-
reira : na ra da Guia n. 42._________________
Anda est por alugar a casa da ra de S.
Miguel dos Afogados n. 28 : a tratar na ra Im-
perial n. 98.
""Oadvogado Eduardo de Barros "pode
ser procurado para os misteres de sua
profisso, das 7 s 9 horas da manhaa e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia ra da Saudade n. 13.
O Dr. Carolino Francisca de Lima San-
tos, eoutina a residir na roa do Impe-
rador n. 17, 2 o andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o cxercicio de sua profisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 lloras da tard, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior affinco, no das mais difllceis e deli-
cadas operacoes. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
gjgg |l'l|"3l|;.gl|;lf
O bacharel Jos Roberto d Cunh Sal-
continua com o sen escriptorio de ad-
vogado ra estreita do Rosario n. 41,
l. andar, onde podo ser procuradodas 9
huras da manhaa s 3 da tarde : reside
na mesma casa.
JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecido a proterro das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico o ni geral.
Olproprietario nao descanca um s momento para bem servir aos seus freguezes, fa-
zendo encommendas para
Inglaterra, Franca, Suissa e Allemanlia
das melhores fazendas para
Senlioras e para homens
e vende-as por precos qjo admiram.
Importante estalielcciiuento
DE
F a zondas
fteda, la,
DE
Z^^m ?^tV:fe
B8I.I
DE
RELOGIOS.
Concertam-sc relogios de algbeira, do parede e
de cima de mesa, soja qual fr os seus autores,
assim como realejos e caixas de msica, tudo com
perfeico c presteza, garantindo-se o bom regola-
] iainen'to e mais barato do que em oulra qoalqaer
parle: a ra da Cadeia Nova ou deteneo n. 36.
Precisa-se de um moleque de idade de 16
120 annos para servico de casa : a tratar na ra '
da Cadeia do Recife, loja de relojoeiio n. 40.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
Quinero 36.______________________________i
Casa de conuiiissao de esc avos na na
do Imperador n. 45, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commisso j
| para serem vendidos por conta de seus senhores, .
' nao se poupando exforcos para que os mesmos se- i
j jam vendidos com promptidao afim de seus senho- '
res nao sofTrerem empate com a venda delles. A !
I casa tem todas as cominodidades precisas, e segu- i
[ ran^a, assim como alianca-se o bom tratamento.;
lia sempre para vender escravos de ambos os se- \
xos, vellios e novos
DA
Festividade da confraria de
S. Jos d'Agonia.
Sabbado 16 do corrente ao meio dia ser annun-
cado a subida do estandarte sua aste por algu-
mas girndolas do fogo, tocando nessa occasiao a
; msica da guarda nacional de S. Jos, de que
mestre o Sr. Hermogenes, haver vesperas a noite,
c missa de madrugada, em que a msica tocara as
pecas do coslume. Pelas 11 horas do dia 17 come-
car a missa da festa, sendo o orador della o re-
verendo padre Lino do Monte Carmello. Findar-
se-ha o acto com o Te-Deum Laudamus, sendo o
orador o reverendo Sr. padre Leonardo Joo Grego.
Manoel Francisco dos Santos e Silva.
Secretario interino.
lu homem portuguez, casado com pouca
familia se ofToroce para caixero ou administrador
de algum engcnbo ou mesmo para tomar conta de
algum estabelecimento na praca ou mesmo no
mato do que tem bastante pratica : quem precisar
annuncie.
linho e algodo.
j. de
jmi d.83 miAi,
Ra do Crespo numero 1?,
RECIFE.
leude liatalissimii.
Importante eslabelcciiucnto
DE
Fazendas
DE
Seda. la. linho
de
0 Dr. Cosme de S Pereira runli-
na a residir na ra 4a Cruz n. 53.
P e 2 andar, onde pmk *t pror>-
nulo para o exerck'W desua profis-
so medica, e cota e*pvilitLMfe
sobre o seguinte
Io molestias 4e olhos ;
2o perto:
3o ilos urji* g*iiiti
nitamis.
Em sea eseri[itorin i* Hsl s
rao examinados na onlt-m le snas
entradas comoramlo o tratnllio pHs
Sdoentes de olhos.
Dar consultas todos os dias A
i 6 as 10 da manhaa, menos nos uW
m miiiRus. J_
Platicar toda e quakpi*>r nprra-
i cao que jnlgar conti-im-iit' para _
I prompto restaheleclKP'o dns seus I
jpt lloi'llli'S. I ____
BmtSBWmWmaBimimwmmmWm m
Kociedade de cgnroA mi
de vida Installaia pelo
i'iiio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provinria A
Luiz de Oliveira Azcvedo A C, evripanri as raa
da Cruz do Recife n. I, estio aulori^a'W tst )
a tomar assignaturas e pretar ttaidea m nrtarm
\ mentos que forem neceswrlo*. as ptasaai o >
jsejarem concorrer para t.lo til e henHkVa rmr r
as, egurando um futuro lifonctrn jos as mi jad
TLNTUR.RM.
Tingc-se corn perfero para qiiab]n*r
cor, e o mais barato possivtl: na ra .lo
Rangel n. 38, segundo andar.
JfiSJt aflua
e algodo
C0MPR1S.
Ra do Crespo numero
RECIFE.
Vende liaratissimo.
0
Francisco
Quem se quizer alugar para criado, dirija-se
ra de S. Francisco n. 8, a fallar cora o escrivao
Silva Reg.
bachartl
Aiisasto da

advogado
Imperador
Costa
n. 69.
Moderna exposi$lo
i'Diiarte. Pereira & C, ra:
do Crespo n. t.
Tem para vender um rico e completo ;
sortimento de candieiros gaz como se- \
i j.-ini para bancas de meio de sala, bonitos
I pares para consolos, lamparinas para )
i quartos, para pendurar etc., etc., bem ;
9 como para vender vontade do compra-
| dor gaz de varias qua^dades. Previne ao
5 mesmo tempo que tero de chegar pelos
j? primeiros navios da Europa loucas de te-
l dos os padroes modernos, porcelanas, vi-
! dros, crystaes, azulejos, figuras para jar-
l dins, vasos para cornijas, pinhas, bollas,
i leoes para portos de chcaras etc., etc.,
| e tudo mais que qualquer pessoa deseje
I ter tendente ao nosso ramo, garantindo
i commodidade em precos e sinceridade
l no tratamento de qualquer encommenda,
de que se cncarregarem.
Cbuipanhia Odelidade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Itio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Aievedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
predios no seu escriptorio ra da
n .1.
Ama de eite.
Precisa-se de urna ama do leito que seja forra e
sadia, e que o leite nao tenha mais de 4 6 me-
zes : na ra do Brum n. 81.
Aluga-se |iara servico de earroca um preto
que seja escravo e sem \io, de idade de 40 43
anuos,o ronusio : quem tiver para alugar, dirija-
se ra do Sebo n. 8, das 6 s 8 horas da manhaa
d do meio dia s 1 horas da larde.
Aluga-se urna casa terrea na ra da Alegiia
c una loja no largo de S. Pedro ; a tratar com
Joao Ribeiro Lopes, ra da Cadeia n. 33, loja.
OTerece-se urna ama para casa de pouca fa-
milia para cozinhar, engommar alguma cousa, e
para fazer os servicos de dentro de casa, aanga-se
a conducta da ama : quem quizer aluga-la, dirija-
se ra do Imperador no terceiro andar n. 16.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas,-assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinbeiro a premio.
Emmmmmmmmmwm
Maques sobre Portugal. 3
Oabaixo assignado, agente do banco a
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef- g
fectivamente por todos os paquetes sobre |
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por -
qualquer somma, vista e a prazo, po- fl|
dendo logo os saques a prazo serem des- B
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
I sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
IIIllilBIilIiS
Os accionistas da companhia Vigilante sao
convidados para comparecerem no escriptorio.do
Dr. Alcoforado, no da 18 do corrente ao meio dia,
para que constituidos em assembta geral proco- bordados, botoes de velludo, de seda e de fustao,
dam a nomeacao da direccao e deliberem acerca bandos de cabello, meias de seda, loques ; cojos
da entrada das quantias necessarias para os ropa- ertigos se vendem pormetade do seu valor por ser
ros que precisa o vapor de reboque e sobre a sua para acabar.________________________________
gerencia. E mais se avisa que a actual direccao Machina do vapor, propria para mover ma-
tem resolvido pedir a enlradadas quantias indis- ^ de discaroQar a|godao, e para padaria ou
pensaveis ou a venda das ac.cocs dos accionista?, ,_ ...... mpr.hankmo
ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimad*.
Ricas saias de fustao a :i, camisas Inglczas para
senhora a U, 2500, 3,5 e 4,5, cobertas de fustao
brancas a 54, chitas com lustro para coberta com!
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de'
cores para vestido a 320 e covado, laas para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Tarlalanas de toda* as cores, fazenda muito lina
a 720 a vara, cambraa para cortinado, peca do 22
varas, por 105, chales de laa por 35, 4, 55 e 85,
camisas inglezas para homem a 385,505 e 605.
Ae n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodo e de la, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
2K
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazcm de titilas.
Este armazcm conten tudo quanto
preciso para que a industria de pintura, de
q 11aluer genero que seja, desempenhe
seu lim, isto embellezar, conservar e
rcpioduzir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas de Pa-
ris. Londres e Hambtirgo, pude offerecer
productos de conlianca, c satisfazer qual-
quer encommenda ;i gresso trato c a re-
talho.
Os Sis. artistas pintores, e es donos de
obras podero oscolhcr vontade, pois
que tudo estar vista, as dffercutes co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vcl, e como as obras a envernizar_ s se
deve empregar tintas muidas, e nao me-
recendo confianza as que vcm de frapara
commercio, por velhas, e talvez falsifica-
das, neste armazom se as mocr vis-
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas c verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde em
|) e em folha, prata em folha, p de bron-
zear do varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, bumidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
tacs, azul, roxa, verde e amarella, inoffen-
sivas, nicas que se devem empregar as
confeitarias, colleccOes de pinecis para
fingir madeira, coui propredade, c outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas finas 0111 tubos, em crayoes ou pastel,
tollas para quadros, caixas de tintas linas
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidiaca de todos os l-
mannos, e muitos outros objectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
ro ser mostrados.
Joao Pedro das Neves,
Gerente.
J
O abaixo assignado vai liba de S. Miguel
e deixa nesta praca como seus procuradores em
primeiro lugar ao Sr. Jos Victorino de Soma, em
segundo ao Sr. Francisco de Oliveira Franco, e
em terceiro ao Sr. Jos Cordeiro Ponte.*. Declara
em tempo que julga nnda dever. no eutanto se al-
guem se julgar seu credor por qualquer titulo, te-
nha ahondado do apresentar-se no prazo de 3
dias, i ra do caes do Ramos n. 4, para ser in-
mediatamente pago.
Francisco Jos da Cosa Ribeiro.
_<3i
Aluga-se nina ama do leilo escrava
largado Rosarion. 22. segundo andar.
Mez de Mara
1 Vende-se esle livro conforme o uso do
hospicio da Penlia a 1$ cada livriolto: na
liviana n. 6 e 8 da praca t|;i ludepetidenria.
Aluga-se una das casas terreas sitas na es-
trada do 1.hora-menino entre as duas pontos, com
os commodos seguintes : 2 salas, 4 quartos, quin-
tal murado, cozinha fra e cacimba : a tratar na
estrada do Hospital Portuguez, sitio n. I, ou na ra
j das Triucheiras, loja de lartarugueiro, confronte a
ra do Rosario.
Com O titulo Do tMiln OS muilu appareceu
hontem 13 na columna Publiauyes Muda, as-
signado pelo Filante. proUmdo ilu Uanilo em que
esse quem quer que seja, iiuerendo fallar d al-
guem (o que tambem nao so desfija saber) nao du-
vidou lanear ,-olnv a classe dos caixeiros urna ig-
nominia, dizendo : < que era desgraca que na
elasse militar um triste caixeiro chegsse a posi-
fo de offlcial miseria das miserias I!... Sr. Ki-1
lauto, quantos tambores nao ha por ah que eslo
elevados aos postos de generaes, e outros que ja
morrenm nesses mesmos postos .' quantos sapa-
teros e carroceiros nao estao boje elevados a pos-
tos, talvez superiores ao Sr. Filante ? mas, ha nis-
so algum crime? nao I porque csses homens nao
nasceram fui tos, fizerani-se, e por esta mesma ra-
zio devem ser respeitados como taes, e anda mui-
to mais do que o nobre Sr. Filante, que valou-se
da imprensa para manchar a honra do seu couipa-
nheiro d'armas! talvez invejando, mais um galo
que esse companbeiro tem.
Agora Sr. Filante, por ventura ser a classe dos
caixeiros tao desprosivel, que nao possa de seu
seio sahir um homem para ser ollicial do exerci-
to ? que despreso ha nisso ?! nonhum logo o Sr.
Filante falla aeriamenle. Se o Sr. Filante (que
outro nome nao merece) quer fallar mal do seu
companheiro, falle sim de suas aeges, o nao tra-
ga por divisa de ignominia a classe dos caixeiros
donde elle sabio; pois nessa classe existem bons
e maos assim como na que esl alistado o nolire
Sr. Filante iroteijilo do Duuilo. 1
Vui caixeiro. ,
Compra *e effecvamente ouro e prab *ir.
obras velhas : na pi aea da ld.-p nV-i ta a. J.
loa de bi I heles.
tompra-$e\effect ra-
mtmt
ouro e prata eni ol.ri- wfia*, papaad- --! |#
na rua larga do R.i-ari n. t\. I"ia dr mtrirr*.
na rna Comprare aafksaL latjt. r cSwaS : jt
mazem da bola amarella 00 uiiu da iccrriana dr
_______ polica.
Garrafas.
Compram-sc garrafas va^ia< d<- viatw e rerwja.
c tainliein fra-e n c Mi;i> de griv-bfa : mi ro
do Imperador 11. ">". arma/iin Alianra.
Compr.iin-se i'-rravu^amrrts e (urlr. rwi-
barato : na rua da Cadeia n "ti, iimini
tlompram-x- garrafas e bonjae ta-
llis 25 0|O do prcro actual : na rua Itircita mi-
niero li.
Compram-se Irascos de ren.-bra va>u* sa
111a Direita 11. "i.
Jozinhririr
Comprase 011 aluga-se um e- ron perfeico : na rua da I j l< 1a :, Ikiaa ?;
Alfredo & Malheus.
lanra docioMl nm tmm e<-
vi.-tJ-.T, aaocwrM fm e*
pensaveis ou a venda das aecoe
que o nao quizorom fazer, visto que por outra for-
ma mpossivel fazer-se qne iudspensavel pa-
ra t|ue nao seja perdido o privilegia ou tomaren)
outra qualquer providencia.
E faz-e .esta de.-laracao para que na assenibla
geral se na allegue ignorancia.
Recife, ja e a|jr| ae ig6i_
qualquer outro mechanismo que precisa da forca
de 2 at 3 cavallos : para ver e encommendar, os
pretendonies podem dingir-se ao Sr. Antonio Maia
de Brito, fabrica de cigarros a vapor, na rua dos
Quarteis.
Fernando Alfonso Coelho
da provincia,
retira-*-: para fra
O abaixo asssgnado tendo de fazer ama via-
gem por motivo de saude, vendo o seu estabeleci-
mento de molhados sito na rua da Moeda n. n :
quem o pretender, dirija-se ao mesmo, no lugar
cima.Jos Antonio dos Santos Fontes.
Alugam-se as casas das ras do Cotovello n.
9 e Mundego n. 75, esta com a de n. 73, tambem
se vendem ou trocam-sc : a tratar na rua da Ca-
deia do Recife n. 49, sobrado.
CONVITE.
O juiz da irmandade de N. S. da Boa-Viagem
convida a todos os membros da actual mesa rege-
dora para reunirem se na respectiva igreja domin-
go 17, pelas 9 horas da manhaa, para tratarse de
negocios de interesse da igreja.
Roga-se encarecidamente a pessoa que tirou
no correio cartas vindas da Baha para o abaixo
assignado. o especial favor de entrega-las na rua
da Imperatriz n. 88, previno-sc tambem pessoa
contra quem veio sacada una ordem a meu favor
de nao paga-la, pois que foi consumida no correio
com outras cartas de importancia.
Ernesto Botelho da Audrade.
Pode-se a qualquer pessoa o mesmo s auto-
ridades policiaes, que capturem a um mulatinho de
nome Hygino, de idade de 13 annos, pouco mais
ou menos, que evadio-se do casa na larde do dia 12
do presente mez, levando calca azul e camisa bran-
ca de madapolo, e costuma mudar o nome, e anda
nos arrabaldes desta cidade : quem o appre-
hender leve botica do pateo do Terco n. 135.
Compra-so non i'reUl.pfr- s-iil-a
nhar c engommar : a rua 60 (Jiv-mmiI I*,) Ma-
niera 31.______________________________'
- Compra-se un negro de nxu i.I.mS* : aa raa
Imperial n 139 ou 213.
Compra se una balai
tado : q. em tiver para
folla._________________
Compra se um rarroie 4 ruda" que *-
neiro, para 2 eavaMos : a tjra'ar na rna 4 *-r*f*
n. H, loja dos Srs. S-wza AydraV C________
Conipra-sd 11:11.1 r-i-ravj .jur ais rnahor
e engommar bom : na nial do Yiyari m. 19. fc-r
ceiro andar.
-^-t
Comprase urnara ceieao da Ba-Vista ao lana i! aorie : nrm irwr
quoira dirigir-so a praca da laa-Tiata kkri u. *.
que dir guem quer. |______
(nipra-se tuna esclava |tr>-ra. vae na mli
do cozinhar. lavar e i-ngipiiir : aa raa U *jm
do Recife n. i-t, I* amlar. ]
Coinina-s.- mu ivalhi qne xp brm
etisinadn no irahallin i-lrid>| sjbj n-~
mo urna parelha. pa^i^.- Um otni biav:
nu caes d'.\|>oi|o 11. "".
Ifnli'tro
Oimpra-se um mtivo m.Nn.1,- u,3 ft.
gura e mmIucLi v. qoMfrja iMVeim : a Ira-
UT na estrada do M uk'iiiiuY) sfstf n. 21.
antes de otsMaV a |kii|P.
TEI
Vende-se caibros de
na serrara de Jos ll>gin<
AVISO.
Vende-se na rua do
urna mulata de 18 annos
achaques, com algunas
Precisa-se de um ou dons amassadores de mas-
sera que entenda perfeitamento do fabrico de pao
e bolacha : a tratar na rua larga do Rozario n. 16,
padaria.
Aluga-se a loja do sobrado sita as Cinco*
Pontas n. 62, com armaco, com todos os commo-
dos para qualquer estabelecimento : a tratar na
rua 00 Queimado n. 20.
Vende-se una peqo
poucos fundos >na rua l
taberaa rosa sata
erial a. 130.
IXJECCAO imow.
Remedio infallivel
antigs e recentes,
tica franceza, rua da
con.
nutra as
Cruz o. 22, por-
tir ico


Y -
[T;-r

45 iiua .DireitP 45
Oicam! oi^am! II
CALCADO ^
Bom e novo, a primeira, necessidadc par a sao
de e aformoseamento do individuo! .
Mcu Dos I... que ps de pavSo se lobrtgam por
essas mas I que figura horrenda e nauseante e a
de un palctot bem tatuado sobranceiro a um
quedes roido em duas solas I om baiau bem tor-
neado e bambaleante dcscubriudo nma pontt de
botina safara e carcomida I!_ n-
Santa Barbara I! Coi ram a ra Direita, bellas e
rapazes! sacudam na praia esses malditos guedes,
ecompretn :
Borzeguins de Nantes 8*000.
Ditos francezes de bezerro 7*.
Ditos francezes de lustre para homem 5J.
Ditos para senhora, de lustre, enfeitados, 54500.
Ditos para senhora, gaspia alta, 4J800.
Botinas de menina 2)5500.
Ditas de cores para menina fiOOO.
Sapatiii-s de Nantes do duas solas oj.
Ditos de sola e vira 45300.
Sapalos de borracha para senhoras liJoOO
Mu para meninos 15000.
Snalos de lustre para seuhora \&.
Dilos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
Chineloes rasos do Porto a 1A$00.
um sortimento comple.a eni sola, vaquetas,
couros, bezerro francez cowo nenhum, conro de
lustre muito grande, c lude quanto portence arta
de S. Chrspim. ____
Vendnn-se dous caixdcs de pedra u cal em
Santo Amaro, junto ao sobrado do Sr. IIanoel Cus-
todio, se arfuin divididos em raspaMo, prqmpto a
recetor travejamento, a.-sim para casa terrea ou
sobrado, a vonlade e bolsa do comprador, Irado 3
janeWas -e porta, cor palmos de frente e 4e fun-
do 113, tifio de vio, alm de un grande terreno,
em cj centro passam duas ras novas at lindar-
se na estrada de Luiz do Bciro; os pretendentes
quefram dirigirse ra da C ifleia, amiazem n.
a3, fio agente Eszebio, que incWior infformacdes
tim._____________________ __________
Vendem-se dnas casas por barato preco, sitas'
ne 9 |ui, lenSn urna armaeao para taberna, um
quafto, urna -sala, cozinha Jera, e.-'tribaria, caeini-
)y.\ c grande quintal ciscado^ c outra com does
mirtos, dufts salas, cozinlia fra e quintal : quein
pretender, pode-se dirigir ao pato da I'enha -n.
10, armazem Progresso,. qne QChcr com quera
tratar.___________________________
Vendem-se Ixinitas vacis e muito boas : no
sitio do'Cactinda, no Rosarinho.
Vende-se a taberna da ra do Rangel o. 17
TRELO
Vendem-se saceos com 00 libras de farelo a
3800 : na na da Madre de Dos ns. o e 9.
Vendo-se a armario da taberna da ra da
fienzala Velba n. o : a tratar no primeiro audar
por cima da mesma.
~YIS0 AOSSBSTlIEOICSr
RIVAL SEM SEGUNDO
Itua do Queimado ns. 49 e 55, toja de miudezas
de Jos de AzuveJo Mata e Silva, est continuando
no aeu progresso de vender haralissimo :
Caixas de superiores obreias de cola e mass a
40 rs.
Cordao braico papa vestido e espartilho, vara 20
ris.
Linhas de carretel (130 jardas) de superior quali-
dade a GO rs.
Car toes de liuha Pedro V (200 jardas) ja muito
conhecida a 40 rs.
Crozas de peonas de ac de militas qualidades e
superiores a 300 rs.
Caivetes de duas folhas porm finos a 300 rs.
Caixas com catangas muito bonitas para rap a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
Pares de botoes para punlio muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rt.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Groia de botos de tonca pratiados, o melhor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais suponor, a 400 rs.
Ditas para indias muito linas a 400 rs.
Escovas para limpar .denles muito superiores a
*W rs.
Liliras de lia de todas as cores (pesada) a 70.
Caixas de phosphoros de seguranca a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a t'.OO rs.
Ditas cora 100 anvelopes muito superiores -
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Cartas e tabeadas para meninos a 80 rs. *
Caixas com superiores iscas de acender charutos
a40rs.
Carrefcss de linha Alexandre (200 jardas) de coros
a rs.
Baralhos para voltarete muito finos a 240.
Cartas de allinetes francezes muito finos
Cura ca'arrhos, lossti
coqueluches, irritaces
nervosas sas dos bron-
chiot e todas-as dm-
eos do peito basta ao
doente urna colhe rchdea deste xarope DtFoaon.
Dr. CHAMLB,em P-mb. r We, M.
Pars, 36,RuaVivienne, D"
Sirop du
DrFORGET
CHABLEmdecin
DEPURATiF
dn SAING
PLUS DE
COPAHU
DA S ENF1.HM1I > ADAS DKS SKXIA ES, AS AFFEO
gOF.S CUTNEAS. F. ALTERAgOESDO SANGUE.
liOOOOcuiasdasim/niigciM
] insudas, herpes, sarna
Komixoes,atnmonia,eaU
wereoes, viciosas do san-
tjiie; virus, e alleracoes
do Sniiy.i'. (Xarope vegetal sem mercurio). Sepa-
rativa* vrsrtaea BAI*I1*S MINERAES
tomao-se dous por semana, seguindo o Iractamento
Dei'iiratirn : em "regario as meslas molestias.
Este Xarope Citracto de
ferro de CHARLE, cura
immediatamentequalquer
puraacao, relaxacao,
e debtlidade, e igual-
mente os fluxos e flores brancas das mulheres.
Esta injei'fao benigaa-emprega-se com o Xarope da
Citracto de Ferro.
Hemorraiilan, Pomada que as cura em tres das.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i as affeccoes-- cutneas e comixoes-
PILULAS VEGETIS DEPURATIVAS
do D' Chfele, cada frasco vai accoaipahado d
um folheto.
Veiule-se na tua do Imperador botica
ifranceza n. :)8.
l'IISll
Fotos ile artifldo.
Xo grande arntazeni de titilas .rua
Imperador n. 22, se vcndciti ledos
do
os
productos cliimict*! empregados na com-
posieao dos fofos do artificio.
Wt
W& Tinturaras.
)S Na rita do Im|tetador n. 22, no grande Sfi'
^S arinazein de tinta6-se vende todas :t* co- B
j8? re> precisas para (ingir pannos. S5;
orla e i,boi;abia
BAltTH'lLOMEU A C.
Rua l.tfia do Bosarlo u. 24.
Vende:
'Ventosas de gsoMM elstica,
Esmaites para oarives.
Fundas ingleas.
"Vdros de bocea Urga rom ndlia.
Yinla branca em assa [ara putura fina a 200 rs.
a libra.
Vende-se um eieeJlenle sitio na estrada do
Rosarinho, compreuwulendo C00 palmos de frente
e *ai6 de 2,000 de etten-jao, alaraando muito para
o fundo, onde confina com o alaadico, e o sitio
Caettnda, 'lue boje do Sr. Tasso.
Ojotin o sitio abundantes arvares, como sejam:
mangueira, jaqueiras, mangabeias, sapotiseiros,
limeira*^ limes doce?, figueiras, pinheiras, um
grande e oplimo pomar de cxcellentes laranjas,
oitis, abarate, grande profusao du eancleiras, que
pode sillar todas essas boticas e casas de drogas,
eajueirus, donds, eoqueiros, catles, jambeiros,
goiabeira^, rueta-pao, aracaes e banaueiras.
.No fundo do sitio existe una malta de grande
exlenco e abundante de madeira de diversas qua-
lidades, e (Toode se pode tirar leuha para vender
todo o anuo, urna rica e encllenle baixa para ca-
pirn existente sos fundos do sitio capaz de susten-
tar muitos cavallos de verao a invern, e outra
b'nais para cima quu est plantada, pasto para 12
(.o va ceas de le te.
Alem de outras commodidades que offerece o si-
o.. arcresce a de uuia bella, grande e moderna
ca de dente e 90 de fundo, contendo tres grandes sa-
las na frente e diversos quartos espacosos c fres-
cos, assim como grande atibara e grande cozi-
nha fra.
Os productos do sitio o eoostituem urna ptima
propredade, cujos rendmnto6 sao sufflcientes pa-
ra a susteotacao de urna numerosa familia, e s a
prxima retirada do proprielario para outra pro-
nncia o obrigaria a vender urna to til proprieda-
t, que muito adequada para algutn senhor de
tendo alguns escravos, pode fazer della m grande
patrimonio : quea quizer, pois, fazer urna bella
^uisko, dirija-se esta typographia, ou loja
do Sr, Ramos na rua do Crespo, fazendo quina pa-
ra a do Queimado, que dir com quein se de ve of-
ender.
Anlhnelea e gramnalitM, uitimt ed-
a do Sr. ^rofessop Castro Vunes
Primeira e segunda partos reunidas da arilhme-
tka, primeira e segunda separadas, e a gramma-
tiea, acham-se venda |ior preco mui commodo :
na rua do Imperador n. 13.
Vende-se muito barato urna preta de idade
de 20 a 23 anno?, boa cozinheirae ensaboadeira do
roupa : na rua das Calcadas n. 2.______________
Vende-se urna negrinha de idade de 13 an-
nos, robusta o de bonlia figura : a tratar na rua
da Cadeia n. 23, em frente ao b'icco largo
IXUVOKIVAL
mu m wmm
1Gfina d Qveiniado i
Oitavas derctrbz preto 140 rs.
j Fitas e corddes para enflar espartilhos 80 rs.
CarlOes de colchetes de 1 e i carreiras 40 e 80 rs.
: Caixinhas de colchetes 20, 40, 60 e 80 rs. I
Carteirinhas com sortioiento completo de agulhas
! 600 rs.
Caixinhas com 100 guilas francezas 240 rs.
Caixiuhas com 100 agulhas Victoria 320 t.
Cartas de allinetes de ferro NO rs.
Meias prelas para senhora 320 rs.
Pecas de fita de seda 320 rs.
Pecas de fita de velludo lavrado 15.
Duzias de caixinhas de phosphoros 160 rs.
Macos de superior palitos de denles 240 rs.
Brincos balao pretos e de cores 400 rs.
Rosetas prelas 240 rs.
Bonitos boioes para punho 200 e 600 rs.
Varas de galifo lavrado braneo e de cores 80 rs.
Pacotes com papel amizade branco e de cor 640 rs.
Caixinhas com papel amizade pautado 800 rs.
Caixinhas com 100 anvelopes 800 rs.
Oculos do armaco de ac 1-5.
scovas para denles 160, 320 e 140 rs.
Escovas para roupa 640 e 800 rs.
Escovas para cabello 640,1# e 1300.
Pulseiras de missanga c de continhas 800 rs.
Pulseiras de continhas com pedrinhas 1.
.Peotes de massa em caixinhas 500, 800 e 15-
Peales de lago imitando tartaruga. 1^280.
Groza de boles de madreperola 500 rs.
Pentes com espelho que Techa como caivete 500
ris.
Pentes com tres faces 800 rs.
Baralhos de cartas francezas 200, 320 e 500 rs.
Pecas de tranca de caracol branca, preto e de cor
a 40 rs. Luvas hraucas de Joun frescas 25O0.
C L1K i 11
IIUA DO QUEIMADO \. 45.
Passando o becco da Congregado segunda casa.
mmim
NOVIDADE.
Pereira Rocha C. acabam de abrir na rua do Queimado n. 4o um armazem de molhados denominado Cfj< u &mmr**,
DOSSO B^eriatlO, 1
a 800
onde o respeilavel publico encontrara aempre am completo sortimento dos memores gneros que vena ao nosso b^1^1^
aerSo vendidos porprecos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; gaiai^e-se
e boa qualidade dos gneros comprados oeste armazem.
a 800 rs. a
Nrr
Muadas de linha tit* para bordar a 20 rs.
r*res de sapalos de tranga muito superiores
15600. i
Papis de agita tom um pequeo toque a 10 rs.
Croza de botoes de madrepcroU muio finos a
CartOes'e'caixas de cleteles ****** superiores! B^jt^lfffiS.'&fii ixm
.y rrascos de agua de Colonia 400, 1-5 e 1*300.
lonets pa'ra meninos muito (teos a 1*900 el). \ Klos de extractos finos 320 500,800 e !$
Macos.degramp superiores e Hmpos a 30 r^ gj J ^Z^m**.
Ditos brancas de Jouvin nao frescas 1.
a Ditos prelas de Jouvin nao frescas 1.
I Ditas 4c Escocia brancas finas 1*.
Ditas de montara 500 rs.
Ditas de seda brancas, pretos e de cores 1>.
Garrafas de agua de Florida l400.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e Chouricas e patos muito novos
100 rs. a libra e 2400 a 2#800 rs. a ar- i libra.
roba. Cevadinha de Franga muito superior a 220
Ameixas francezas em Tatas e em frascos a r?. a libra.
4^200 e 1<5G00 (D frascos grandes a Gevada a 80 rs. a libra.
2500. Ervilhas portuguezas a 040 rs. a lata.
Idom em caixinhas elegantemente entortadas dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
com ricas estampas no interior das caixas Figos de comadre e do Douro em caixinhas
a 12)5600,10100, 10600 e 20. I de oito libras e canastrtnhas de 1 arroba a
Amendoas com casca muito iiovas a 280 rs.' 1,0800, 80500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farmha do Maranh5o a 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 rs. a ar- .Farinha de trigo a 120 rs. a lihra.
roba.
Croza de |Uesphoros do gaz wutto novos a
Areia prett muiio superior a 100 rs.
Caixas de cap cora espelho a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Pecas de *ta de linho muito boas a 40 rs.
Pentes de laco muito bonitos a i.
Enfeites-de laco de lodas as -cores a 1>300.
Kodas com allinetes fraocezesa 20 rs.
Caixas-com quatro papis de agulhas imperiaes
240 rs.
Sabooetes de familia a80, 10 e 320.
Caivetes de duas folkas muito finos a 320.
Pares de sapalos de toa para meninos a 400 rs.
Sapalos de tranca para senlwra e para tiomom, s
melhores que tem vdo, e por preco muito barato:
Ditos de pos hygienicos para dentes 1J>.
Pacotes com pos de arroz 640 rs.
Canudos de pomada franceza 120, 240, 320. 990 e
lOOO.
Sabonetes de bola e de familia 400 rs.
'. Ditos inglezes Windsor 320 rs.
I Ditos diversos 100 200 rs.
* Sapatinhos de laa para enanca 400,600 e 15-
Ditos de merino para bapUsado lifiOO.
Touquinhas de blonde eofeitadas 1^600.
I Gravatas de seda com passador e laco 800 rs.
Pecas de cascarrilha etnzenta 1400.
Di las de Su de laa preto e de cores para debrum
de vestido 15.
Ditas de fita de vellude preto de seda ns. 2, 4, 6,
8, 10, K, 16, 20,24,30, 40, 50, O,, 100, 128
e ISO, que se vendem muito barate i bem como
ricas utas de 4 e a dedos de largura, e do ultimo
gesto para tacos e cintos, e por preco commodo :
Ka rua do Queimade ns. 49 e"o5. loja demiude- na loja de miudezas, rua do Queimado n. 16.
de tres jiortas, st resolvido a vender ludo ^
quein quizer ver, venba rua do Queimade os.
4'Je-oo, e ver mo orno bom e barato.
Riva l sem seg mido.
zas
quanto tem no seu -esiabelecimento por preces que
a lodos admirara, assfcn vejam e athnrrem.
Krascos com superior beata para acabar a 280 rs.
Banha transparente a melhor que ha a 600 rs.
lian ha japoneza superior e garantida aSOOrs.
Frascos de oleo verdadeiro babosa a 500 rs.
Ditos de oleo verdadeiro que tem urna maoanha a
500 rs.
Ditos de oleo superior Philocme a 800 rs,
Sabonetes pequeos muito linos a 60 rs.
Ditos inglezes, superior qualidade, a 160 e 320.
Ditos de bola muito finos a 240 e 400 rs.
Vinagre aromtico eeheirosa, garantido, a 15-
Frascos de agua de olonia murto finos a 400 rs.
Ditos de dita veradeira e qne se garante a 600
iris.
Ditos grandes tambera verdadesra a 15200.
Frascos de cheiros muito linos a 200, 320 e 500 rs.
Ditos de agua de colonia grandes a 640.
Pares de ligas muito finas para senhora a300 rs.
Pecas de fila branca de linho, superior qualidade,
a 100 rs.
Cravalas de seda -muito bonitas superiores quali-
dade a 300 rs.
Caetas de osso lisas e torneadas muito finas a
40 rs.
Duza de lapis muito finos e fortes a 240.
Tranca preta lisa o melhor que ha a 80 rs.
Escovas para limpar dentes muito finas a 200 e
400 rs. '
Pentes de volia para meninas regacar cabello a
500 rs.
Ditos dourados para meninas regacar cabello a l&.
Filas para cnliar espartilhos muito linas a 60 rs.
Varas de fita com ilhazes para vestido a 100 rs.
Abotoaduras de murto osto para collete a 120 rs.
Frascos de oleo de macaca muito superior a 103
neis.
Agulhoiros de Jacaranda muito bous para agulha
.ii 200 rs.
Bspelbos de Jacaranda e brancos de columnas a
2.5500.
Duzia de facas e gaiss com dous .boioes, muito
finas a 65.
Duzia de lacas e garios, abo branco, cravadas, n
25800.
Pares de meias de cores para menino* a 100 rs.
Xtju Dcseobfiuiciilo Espantoso!
8 Mando SriciUtKo uiiaiiiimimwlr o apprava
S3
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolacltitihas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas rnglezas muito novas a 30000 a barri-
quiiha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 410 rs.
Cha hysson, huchine perola a 10600, ,
20300, 20800 e 30000 a libra.
!dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra,
Gerveja preta e branca, das melhores marcas
qnevem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 90800 a duia.
Cognac inglez fmo a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de aaeitonas, a 750 rs.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VDI
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafes de 3 c 5 galocs a 50500
e 70500 cada um com o garrafo.
Gomma do Ancaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 800 rs a libra, e de 8
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento
Massa de tomates em barril a 480 rs. a
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60( rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia Massas para sopa : macarrao, talharim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de! tria a 480 rs.
Palitos do gaz a 202UO rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libia.
Peras seccas muito novas a 600 rs. tota*
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo scceo muito novoja ^00 rs. a libra
Presuntos de Lamego em calda de aae.Uf e
muito novo a 640 rs.
Queijos Damengos do ultimo vapor 240D
ris.
Idempratoa 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a ISO rs.
cada um.
I Sardinhas de Nantes a 32* rs.
Sag muito alvo e novo a 200 r>. a totas.
Toucinhode Lisboa a 320rs. a lili :.
Tijolos de limpar facas fIM rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a fe-
lfa.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. e
libra.
Vinho do Porto engarrafado u mhor qur
ha neste genero e de varia marras, cnaw-
sejam: Vellto de 1815, Du.|i; do Pur*..
Madeira, 0. Pedro, D. Luiz I, Mara a
Bocage, Cliamisso e cutios a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa 33, 3*501'
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a900 rs.
a garrafa,
dem de Bordeara, Medoc c S. Juiieaa Ufe
e 800 rs. a garrafa, e 3M i 70300 rs.
a duzia.
dem Morgaux e Chateaulumini (K 1854, a 14
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muU> grandes a i$mni rs.
Alm dos gneros cima menchiMBl ta
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito novas a IGO rs. a libra.
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
80500 a caixa. | de cozinha a 10 rs. a lata.
Caf do Bio -muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a Jifera e 76309, 80 e 80500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
^arroba. i dem de flor a 200 rs.
mos grande pon-rio de mitins .,i;( riuaue
de mencionar, e que tudo ser v.ndidopnr
pegas e carnadas, tanto em porre? coa i
retallto.
Quem comprar de 1000000 para ima le-
ra o abate de 5 por cento.
.-
A f (MipoMcao inacahiiite
Peioral de k>mi.
TV>r epar;o de muito tempo w lia nzado ex-
teamente em Empico juua a. cura de
>
lo
<~ s- r? ro B
CJ
-- o
ce
es sr -,__, o B
g.3 f "g 6>H
B S. 8. 5.5 B!
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IIOIirillARTIIIILIMIE VC
Roa larga do Rosario n. 31
Vende:
Tudos os remedios do Dr. Chablc.
Capsulas e injeccao ao malico.
Injeccao Faagi
l'mihis do Dr. Alian.
Pilulas do Dr. Laville.
Pilulas do polire-homeni, excellentes contra rlieu-
matismo.
Pilulas para sezoes.
Pillas e ungento Hollovay.
Phosphato ferro de Lerrs.
Todos os remedios de Kemp: pastilhas, pilulas,
anacaliuita, salsa de Bristol, etc. etc.
E muitos outros medicamentos e especialidades
que sempre se cncontrarao em dita botica.
Vende-se um excellente sitio com grande
casa de vivenda, capella dentro da mesma, com
cacimba, tanque e bomba e boa agua de beber, co-
rlieira, estribara, curral e pasto para vaccas, no I
qual sitio so pode levantar duas ou quatro olarias
por ter muito bom barro, tendo o mesmo 1,675
palmos de fundo e 1,600 de largura, com 40 ps
de coqueiros e muitos arvoredos de, fructos : os
pretendentes dirijam-se rua de Hurlas o. 12, se-
gundo andar.
TSICA PULMONAR,
CAIARRHO, ASTHMA,
BRONCHTE, TOSSE CONVULSA,
crpo ou GARRemiro, e
Inflarama9oes da Garganta e do Peita,
c isto eoiu UM resulta/lo to feliz c verdadei-
ramonte eceemebeoeQ o nao on saetkirad'nute
arvore l ijne chauT.o Axacairii.*, c que
se cncontra io Mxico.
A Comps9o Anacahuita Peito-
ral de Kesip imi Xarpp delicioso,, intoi-
s^mentc ilift*eiiiite na 1a composi^ao de
ledos os mais 3'ertoraes e Expcctorastes.ma-
iruactiirados de fructos .astringentes, aseas
ea'tizes, :c., o sesmo nao conten nenliuiu
Aldo Pnusieo ou outros juesquer >gre-
iliUfjjs venenosos.
ToJas ns molestia* e affeceies da gargnta
c <16 pulniocs dcfis^parecem como por am
niagtce encanto, mediante a aecao deste is
nnipaiarcl e irresititwl remedi.
' veada as boticas de Caors & Barboza'
rua da Cruz, e Joo da C. Brao & C, rua
da Madre de Dos.
Aitenco
Xa na do Racimado a. 00, fa-
brica de chapeos de sol,
dtjgado pelo primeiro vapor fumo caporal da
primeira qualidade, e vende-se um pacote por i&,
meio pacote 500 rs., e Uninem cachimbos os
mais modernos ; por isso pdese ao senhores fu-
I mants que soubcrem apreciar o que bom fumo,
que nos honre com a sua prsenca ; tamben) ben-
galas de muito bom gosto com castdes de marfini,
| ludo se vendar pelo preco mais ratoavel do que
i em outra parle. Na mesma casa vende-se papel
profiri para cigarros.________________________
Kua da Senzalla u. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
seliins e silhes inglezes, candieiros e cas-
caes bronzeados, lonas inglezas, fo de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
UNIAO MERCANTIL
RUA l> Vi 11IEIA 1IO KtIFE \. 53*
NOVO E
AHUAZmK
MOLHADOS
RCJA DA CADEIA DO UECIFE J. 53.
Francisc Fernande6 Ouarte acaba de abrir na rua da Cadeia do Uecifen. 53, nm grande e sonido armazem de d>< !Udo
nomicado Unio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sorlin 11(. .
gneros.que vemao mercado, tanto esuangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porroes ou a retallio p<-r i
' commedos. "
lapa
Manteiga ingleza .especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de pnkneira qualidade a 800 rs. a libra, I 200 a caada,
em barril se faz abatimento. | Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-
Hez de liarla.
0 afamado mez de Maria que se vendia a 34,
2,5 e 1500, com estampas e ntidamente impres-
' so, acha-se venda por acabar a 1,5000 o velume,
\ approveitem-se da occasiao, que mui poucos res-
tam : na rua do Imperador n. 15. ^_
cado a S00 rs. a libra, e 520 >r. em barril
ou meio.
Prezuntos aglezes para fiambre, de superior
qualidade, chegados neste ultima vapor, a
720 rs. a W*ra.
iQ-aeijos flameogos ebegados neste ultimo
vapor a 23800.
Queijo pralo muio fresco e novo a 610 rs.
j aUbra.
Castauhas muito novas a 120 rs. a libra e
e -3$O00 a arroba.
ICh uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 800
rs. a libra.
Chi hyson muito superior a 2(5560 rs. a li-
bra ; eb hyson proprio para negocio a
150O rs. a libra.
Gb preto muito superior a 25 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades, como sejam craknel, victoria J^fiiJ Z'Z mo'lia i
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras militas marcas a 13350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 23. Amendoas confe.ladas de
Figos em caixinhas hermticamente lacra-!
das, muito proprias para mimo a 13500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 13 e 23 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 33 um quarlo ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 183 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
800 rs.
Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
438O0 a caada.
Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
53800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1320", 13500
e23.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
13200.
Marmelada imperial, do melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Frucias em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
diversas cores a
800 rs. a libra.
MacSas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito 'novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 13200 a libra.
Chocolate hespanhola 13200 a libra.
Algndo da Baliia
para saceos de assucar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no $eu escriptorio rua da Cruz n. 1.
GAZ GAZ GAZ
por preco reduzido.
Vende-se gaz da melhor qualid< de pelo
pre.o de 103 por lata de 5 gales: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
Trapiche Novo n. 8. ______________
Vende-so o sobradinho da rua das Trinchei-
. ras n. 37, rende mensal 24 : a tratar no largo
Vende-se a taberna junto ao sobrado grande da do Paraizo n. 6._____________________________
Passngem da Magdalena n. 68, com poucos fundos, Vende-sc urna taberna em urna das melhores
proprm para principlanto: a tratar na mesma. rua roas, Campo Verde, ma do Socego n. 49 : qnem
do Rangel n. 18. pretender, dirjase mesma.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1*.
que se pode desejar de 73500 83000 a' Cerveja branca e preta das melhores marcas
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa. que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
Caixas com vinho do Porto superior de 93 5*800 a duzia.
a 10*a duzia, e 900 a 13a garrafa; deste Cognac inglez de superior qualidade a 800
genero ha grande porc3o e de differentes I e 13200 a garrafa.
marcas acreditadas que j se venderam Licores francezes das seguintes qualidades:
por 149 e 153 a caixa, como sejam: Duque j Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz, e de outras muitas marcas a 13 a garrafa
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nec-j e 103 a caixa.
lar de 1833, Duque Genuino. Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a 93 a duzia.
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 33, 33200 Moslarda ingleza em potes j preparada a
e 33500 a caada. 400 rs.
Vinho branco de superior qualidade, vindo, Moslarda ingleza em po, em frascos grandes,
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 5001 a 13 cada um.
rs. de barril. Sa' refinado a 500 rs. o pote.
Sardinhas de Nantes a 340 rs. oqnavlM
rs. meia lata.
Latas com peixe cm posta : savel, coni*.
vezugo, eherne, linguado, iMtfafta,
13300 rs.
Salmo em latas, preparado pe!a cova jrt*
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de I ubra a tfu-
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e me>a I*.
por 73.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra
83600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a lihra e 4*
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a Ufa.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a lil i..
Cevada a 120 rs. a libra e ?b a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 43800 a arrot.
Batatas muito novas em gigos com 40 libo-
por 13500.
Cebollas a 13 o molho com mais de 100o-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a -
a libra e 93 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs
bra e 83400 a arroba.
Caf do Rio, propriepara negocio, atf<.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 2&O
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceli a 560 rs. a libra t
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 IB, c m->~
so e a 93 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talharim e aleiria a 4W) rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellinha,pevde earroz de massa ar^ i-\
a 600 rs. a libra e 33 a caixa oro 6 libra*.
Palitos de dente usados com flor a SO rs.
o masso, ditos usados sem flor a 160 rs
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a Ot. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a it>ra
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. I>-
lix, em caixas inleiras on em meias. >
13600, 23 e 33.
Presuntos do reino, vi mos de con la pmpn
de caja particular, a 400 rs. a fibra; a
rose faz abatimento.
Os senhores que comprarem de 1003000 para cima, terSo o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamen'.-.
..j.


- M, M *--
lUW *
^*t.a iciirt a* c ^wr c ai
(KV\ RCVOLI VAO
NO

ARMAZEM
DO
DUARTE & C
Participara aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que aeabam da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molbados,
os quaes vendeni por grosso e a retallio por menos 10 por cento do que outro qualquer
annuncnnte, como verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
ip.os proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senliores que comprarem para negocio ou casa particular de 100$ para
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam niars que
ol) s s seus gneros sao receidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga iiin'eza-lor a 8oo rs. a fibra. | Vellas de carnauba e cemposico de 32o a
astaimas maito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a ll,ooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bonho r.mcez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Nollanda em botijas de conta a
t,Soo rs. cada urna. 4i0 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem Uraoceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs, a libra, c5io rs. ein barril. Massaspara sopamacarrao,talharimealetria
ld< m de porce renada muito alva 46o rs. j a 48o rs. a libra eem caixa ter abati-
a libra. ; monto,
tonto pira fianbre a 8oo rs. a libra. dem estrellinha, rodinha epevideem caixi-
Cha uxim miudinho vindo do conta propria, nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
o m!li or do mercado a 2,8oo rs. a libra. 2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. libra.
a tibra. Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
Idem perola o melhor que se pode desejar a nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixao
2,7oo rs. a libra. Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melbor, em
Mem preto muito lino a 2.5oo rs. a libra. caixa ter abatimento.
Id m mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra. dem hespanhol a 28o rs. a libra.
I' ,u mais baixo a l,8oo rs. a libra. iPeixe em latas muito novo ; savel, pescada,
bo .,, a t^;o .io.a,, Prt,, jpr. X^%?%%-
O homem do movimeuto nao estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
>\jio se admitir a utiio coniiimial.
Nao se qoer a diaba da a I llanca
Nao se lene a furia des corsario*.
Este auno ha de ser blssexio.
Os eaohes esto preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO.'!!
Abaixo a lista d'a-na no >iu;i-re
Viva a liga do geniia Cheres coa fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivam os liberaes fregoezes do BlL'ZA !!!
Vivan todos que leren esle aunando.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molbados todos primorosamente escolllos, por isso apressa-se o proprietario em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus eneros e
resumidos preces, afkmcandu todo e qualquer genero vendido neste bem condecido ar-
I
mazeni.
Pede-se toda atten$to.
O proprietario pede a todos os senliores ebefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella :
AVINO.
Nestt armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, reeebem-se as
libras que vulgarmente correal no commeiviu por 8#890 a 9 >, o pmprictario em seus
armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e islq para evitar confusoes em trocos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cb uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
SENHOHES E SFMIOHAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido roa di L* trmenlo na.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de qnasi Mm w
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignarem vir esle estatelecinviit
ficaro por certa muito satisfeitas, nao 9 quanto s qualidades dos gneros como r^mm
tratamento lodo allencioso que se Ibes dar.
Alm documprimentodos deveres da boa edueacao. haver doraem dianie ainda
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades c precos annunciados, sero offerecidos ao rvmt
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se dos Srs- compradores. Naoreceieo publico que se praiiqmo contrario, comoem ouir
que os memores que temos tido no mer- casas> 1UC at annunciam o que nao tem------O Utiliza nao illude____
cado. i Ameixas francezas em caixinhas e em frascos Licores inglezes e franrezesemaaaai .le H-
Passas em caixas de 1 arroba e'ia 7,5oo,
rs. a
i Figos em caixas de 1 arroba,
e 8 libras
mano, el o secco. especial lagnmas do-1 a 8>l0, 4 000 e ^ rs c;mh3
m v.r, ... esponal D Pedro V., Ba,,,s ,,. V][l!l(( ,,,,, lle in(0i niarca B
elho Ncrlar superior de 1833, Dn- & Fi|ho a () ono rs ^
22? K 22? t Por, Ve" Mermelada imperial dos m Ihoies conservei-
too supe ior, madeira seeca de super.or ros ik. Lj ,, 64(j
qualidade, vinhodo Porto superior D. Lu-
iz 1 cial, vinlio do Porto de l.ooo a l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a 1 l.ooo rs. a caixa
" uina duzia.
' soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercadea 2,-2oo rs. a
lata.
Biscoitoi inglezes das mMhores marcas em
latinhasdeS librara fr,3oo rs. a lata.
f I.' r inglezes crakm em latas de 5 c 7 libras
de fJ.ooo a 6.000 rs. a lat, e em libra a
f rs.
Q leijos do reino chegados pelo ullimo vapor
a 2 5oo rs. rada um.
I li n praio a 7oo rs. a libra.
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra I 2'000> 2,5ooc2,8oo rs. c a libra a 800 rs.
garante-se serem muito novas, e raudas. Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Idejp perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corintbias proprias para podim a 800 Azeile doce refinado a 800 rs. a garrafa.
cima a 2,7oo, 1 rs. a libra. ; dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e i,8oo
l.lein livsson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de rs- a canada.
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 600 rs. a libra
a2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a I60 rs. a libra.
Mem menos superior a 2,4oo ede 8 libras Grao debico mudo novo a Ifiors. a libra.
para cima a 2,3oors. Ervilhas francezas em latas a 600 rs.
Mem proprio para negocio a 2,3oo. de 8 li- l'otes com sal relinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a 1,400 rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para Hambre inglezes a 7oo e 800
rs. a libra.
(/' ouriras e paios mnito novos a 64o a libra.
nos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 3i libra a > rs#
dem de Lis
bras para cima a 2,oo.
dem do Rio em latas de 2. 4. 6 e 8libras
cada urna a 2, 3, 3,oo e 4,8oo is. a lata.
dem preto o melbor que se pode desejar
neste genero a 2.800 rs.
hade 1 libra, dem m
versos tamanhos a l.ooo. I,."loo e 4.800
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra e de g
libras pora cima *:i'.i talo um barril na
presenta do ompwdor.
Wem de 2.* e 3/ qualidade a 7oo, *m e 4oo
rs. a libra.
a 56 rs. a libra, eemhnrril
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,800 rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e dem francesa
loo rs. a libra. ,por menos.
Aletria branca e amarella a loo rs. a e a ^ JWa bb
Araruta verdadeir.-. a 32o rs. a libra.
libra.
ha latas de I '/ e 2 libras. por, 2 c 2.loo, a 4,800 rs. a libra. l,ooo rs. e 60 rs. a bra.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra, dem mais baixo bom para negocio a !,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletria
a 64o rs. a lata. rs. a libra. a 4oo rs. a libra.
Ameixas francezas cm caixinhas elegante- j hlem miudinho proprio para negocio a l.-ioo Cognac ver dadeiro inglez a 8,Soo rs. a caixa
Massa de loante<>m barril 480rs. a 4il>ra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por ^m.,"^ tt4"- \ ^ ..
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra. Mosiarda ingina m.....mhi ,,,s o ,.'e.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de ^meUda nnper.a d.,s melhor Un
5 j)ras tes de Lisboa 1 (.00 rs. i Mn.
dem de diversas ...arcas em latas menores *^!<5? ,lc zara a 8w> ** *" a
8> a duzia.
taJharimi e mararr.. a
mente enfeitadas de l.ooo a 3,000 rs. a
caixinha, tambem iia latas de 1 a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oors. a ata.
dem em frascos com tanipa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portugus, hespanhol, francez e
suisso a l,2(io rs. a libra.
Conservas inglesas das seguinbs marcase
Mix.'.-F'icles e cebollas simples a 75o rs
o frasco,
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 7o rs. a garra f
rs. a libra. c8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados ueste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
pora 3,loo. garrafa.
Mem ma's soceos viudos por navio a l,7oo. Charutos em grande quanlidade ede todos os
Lisboa de qnalidade especial em la-iMa^ns ^f*' ,'lJh'iri
milese pequeas a 3,ooo e l.oo rs.! 1AZr*'? a- .-
bamWanoe OnL. h.,.;,, Ww ""w. esirelmha e
\inbo em pipa das mais acredidas marcas Sardinluis de Nantes a 32o rs. a latinha
B F.. PRR JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
nwitas marcas, 1 orlo. Lisboa e Figueira ; 2.000 a 4,000 rs. a caixa.
de i 500, 060, 64o e 800, rs., e o do Champagnhea n '
Porto tino em garrafa, e em caada ?. a 2i,000 rs. o
3,000, 3,5oo, i,<;oo e G,.*;.jo rs. o melhor garrafa.
melhor do mercado de 12.000
gigo,edel,2ooa2,ooors. a
do l'urlo.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs: a res-
iden) Bordoanx das mais acreditadas mareas ma\
a 7 ... rs. a garrafa, e a 8.000 rs. a caixa. ',de de Pesn pauLitlo ou hzo de 3,uoo a
rafOes com o garrafas de superior vinho
do Pnrto a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem 1 im -j garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estarao por ser mais
> a 2,4oo rs. rom o garrafio.
dem com 5 garrafas de viaagre a l,2oo rs.
. o garrafo.
liobrapcoo mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
l,3oo rs, a caada.
Ve as de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 96o a Co rs. o maco, eem cai-
vi ter grande abatimento' por ha ver
grande porciO.
Azeile doce em barril muito fino
a garrafa e 4,8oo a canada.
dem francez
dem prato es melhores e mais frescos do
mercado a 7;-'.o rs. a libra,
dem londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
800 rs. a libra, vemle-se por esle preco
pela poreio que temos em ser.
Biscoitos em laias de 2 libras das sesruintes
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2.600, 2,.'..o, 3,000 e 4,800 rs. a caixa.
os m.iis baixos sfio dos que por ahi se ven
don a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
dem de peso pautado ou
4,ooo rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer -liquido de l,ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l,ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo.5oo rs. a caixa.
6io rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
refinado a 800 rs. a garrafa. Genebra de laraaja em frascos grandes a
Lrvilhas francezas e porluguezas a 64o rs. a l,ooo rs. o frasco.
,, 'a^' ,. Serveja da,- mais acreditadas marcas de
Bocetos eom doces seceos de Lisboa de 3oo 5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a d.ooo rs. cada urna. agarrafa
Toucinho deLisbr.a 3 3oo rs. a libra, e a dem embotijas e meias, sendo preta Sa
,ooo js a arroba. mul0 cre,|ta(ia marca T ^ 6 5oo a 7 ^
Kozes muito novas a 16.. rs. a libra e 4,800 rs a duzia.
.rJs,"i~ar''aa o .. .. Ceblas em moflios grandes a 800 o molho
r V .' SSM 30 64 e cent0- fl a 'Soo n. a caixa
5 q n'r 7' ? i"" ^l*00' 8,6' Pimenta do reinf> a 34o rs. a libra,
e 9.2o, rs. a arroba do melhor. Farinha do MararihSo {4o rg [b
A.roz da India, Java oMaranhao de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs cada um
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Corainho a 4oo rs a libra
Passas muito novas a 8,Soo a caixa e 5oo Erva doce a libra
a libra, ha caixas meias e quartos. Canella a 1,000 rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3.000 rs a caixa de duas arrollas.
manas: Osborne, Crakm I, Mixed, Victo- Mein de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e26o rs. aiibra.
Arroz do Maraohlo a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
Mem da India muito superior a 2.9oo rs a
arroba, e loo rs. a libia.
dem mais baixo redondo a 2.6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3 o rs. a libra.
Mein de sebo muito dura inginJo esparmacc-
te 3i:.i rs. a libra.
dem de esprnacetea 54o rs. a libra, e em
caixa a Sge rs.
Papel o melhor que se pode desejar par.; os
Srs. empregaxtos pblicos a 5,oo) rs. a res-
ma, j.i se venden por 7.000 rs.
dem a Imaco pautado e liso a 3.000 rs. a resma.
dem de peso pautada c liso a 3,000 rs. a
resma.
Mem a zul de botica ou fugueteiroa 2.2oo rs.
a resma.
dem embrulho de 1,2oo a 1, ioo rs. a resma.
Sa;' muito novo a 28o rs. a libra.
No ara zem de llenrv Gibson, ni ra' Haehlnas in^lezas
da Cadeii do Rerife numero OG, para descarocar agodSo as melhores que
veude-se '^m vi,lli" a os4eercado : ra da Seuzala
0 7 / / #, i 1 rSuva '^ i2, em casa de S. P. Johnston
melhor fe I tro asphal- c,
lie
proprio para eobfir lelhadus, pan forrar salas, so-
Lr ladnllios por baixo do lyelas ou esleirs, ou
para autocar entre a madeira d navios c o forro
o> nieiwl (ios inesmos. Esle Miro, alm de mtiilo
i.aralo, levo e duravel. precisando nii'lade da ina-
flale da sua ipplieacao, podo ser rollocado por
>| laljiucr earpinjeire ou Irabalhador curioso ; tem
IffttMinPiite a p.ulieiilar Tamafem do ser involtm-
rw m1 nipim e mais reptis r.mdensarao da
jumidade e a t-huva, alm do muitas onlras van-
^:;iarm Laas escossez&s
.Vi toja do baratelro ra do!
i Crespo 11. 1. junto ao arco S
. a 400 rs. o cova.io.
Fnzimda ila moda i
na, Pec-nic, Fance, .Machinee outras mul-
las a 1.3.10 e I 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2.000 rs. a lala.
Balachinba de Craknel em latas de u libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,.rioo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Ca toes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vSo as procis-
soes a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em titas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a 1/ioo e 2,2uo
rs. a lala.
dem em caixinhas de 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra,
dem de casca mole a 32o .s.
Vinhos engarrafados no porto e Lisboa das
seguales marcas: duque, genuino, velho
66CCO especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Liriz I, c outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a cariada,
dem superior a 5oo rs. a garrafa e 3,2oors.
a canada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a canada
e 5oo rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a canada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicao a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
canada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
tas gran.
Bolachinhas americanas, a 3,000 rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banha de poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a loo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e pcmla a 3,ooo, 2,8oo,
2,">oo, 2,ooo e l,('.oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,600 e l.ooo rs. aiibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,000 o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez pruneira qualidade a I,loo
rs. a libra.
Mem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Ceneja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. agarrafa a 800 e a
l,ooo rs.
r'vide, raixirtba
Nozt'sa 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da mtfhor
quali.lade que tem vindo au nieirad a
t#a lala.
Presunto de larnego muito sbjNrior a SW
rs. a libra,
dem jara fiambre (inglezj
libra,
dem americano a 400 rs. a
l'apel almaco a 3-mMM) a r>->
Mem de peso a 2# 1 reama.
Palitos para deuis a MOrs.
Dito dito de il.a- a tt ra.
Ditos do gaz a Sl'Ua grozi
Passas novas a 480 rs. a libr
caixa.
Queijos flamengos do ultimo
) n'
a 64i) iv 4 a
ilrra.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o. Dito prato a Mi rs.
Sardinh
dem francezas de muilas qualidades a 5oo|Ditade Lisboa a 640 rs. enflata
rs. o frasco.
)ito loii.ii ioo a yO rs. a l.bh.
s. a libra, f
! Sardinhas de NaolM a 30 rsi
ea I x0 4
500.
a ata.
Sagfi muito superior a 240 ra a libra.
A iSSOO.
^ eodem-ae sancos eom dous ajqoeire de farinha
dp man li...m, rielo barato preo de i-5"KH)
da Madre de Daos r l ": e!'.
Ilotinns contra callos.
Botinas inglezas para homem, sendo as mais
bem feitas e macias ne lem rindo, e polo bara-
tissimo prtvo de U : na ra Nora n. 7, toja do
vapor.
VenoVi-se ricos Mpelhoa {rrarals rom mo|.
duradonrada : em casa dos Sr.-:. Ferrcira & Ma-
ineu-, iua da Cad.ia n. 68.
Garrafoes com 4 % garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafo.
dem com 4 \'t ditas de. venagre a 1,000 rs. o
garrafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancore'ta
dem em pipa puro sem o batism* a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portnguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito. amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limio, cal, laranja, cidra, gi-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a l.ooo
Ameixas francezas em latas de 1 2 libra a
. l,2oo e 800 rs. a libra,
dem em fraseos de 3 libras a 2,"Joo ;s., so o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos" em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Monos inglezes a 800 e 1,000 rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Lalas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem armiado possivel a I.800 e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Boo. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Poflo a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800rs. o molho e 3oo
rs. o cento.
Chocolale portutruez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Gefiebra de Ilollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs.
Mem em grfrraloes de 14 garrafas a 5.2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a !2o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a^4o rs. a libra.
Cevadmhade Franca a 18o rs. aiibra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4.5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo arroba.
Peixes em latas, a 1,00o rs. .Ciato ja prompto
a coraer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biatfl saceos
grandes a 4,000 rs.
rs. o frasco c a 5,5oo rs. a duzia.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal relina lo, em potes de vi
ment tanto da Babia como do Rio do Ja-, o pote.
neiroa 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo Sabo massa a 12('. 160, 2|0 e240 r.*.
rs. a caixa. libra.
r, r. ., ao i Toucinho ile Lisboa a 3(> n
Cafe do Ceara muito superior a 28o rs. a libra .,:,,,,., c........>,*>
a ,' mo de Santos e do rs. ,1
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
ro, a lioo n.
a II
illa.
I't i -. caria urna.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra,
tropos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
Mein do Porto a 100 rs, ia.li urna.
Aelas de carnauba a eomposi{fkj a 320 rs. a
libra ea 100 a anadia,
dem steirinas superiores ja 50o ri. o
maco, e em caixa por mer
Vinho do Porto, neste genenoj lemos i.
Ibor sortimento possivel, fin renda
por precos mtiilo haixos al# a nafa e
. a 10/ e li a duzia.
, dem Cherrv, e da Madeira e
dem seccas a 160 rs. a libra. caixa, a 125 a caixa e o bar|
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras' tamanho
por I600 rs. dem de Figueira e Lisboa.
Farinh.i do Maranhao a 12o rs. a libra. 8 a 9 caadas, por 2S:S<
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a Dito cm pipa a 3>000, 3*5
libra. nada
Farelo em saceos grandes a 4,000 rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar-
rafa.
d em verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l,ooo o frasco.
Gomma do Aracatj- a 8a rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
arria a eta
I conf< 1 me
ancoras de
e 45"o.> a ca-
1, a 53 a
dem do Porto, denominado
canada.
dem idem em garrafoes a RfSOO, caal o
garrafo.
dem de Bordeaux, dasmell wsmarenque
vem ao mercado, a 63 a c xa e a 60 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 15600, 1 ftftoo e 000a
canada.
dem idem.em garrafoes comlS garrafas-, por
li5 com o garrafal..
Linguas americanas de grande tamanho a Vinho de caj a Id a garraffc
l,ooo cada urna. tem dez annos.
B'iui'eiles de cascarrllha e tranca
a 500 rs. cada um.
A aguia branca est vendendobons enfeites de
Kna da Senzalla Ko> 11. 42.
Neste estabelecimento vend m-se: tachas da
casearrilha e iranea, preu e de cores todos ao i ?rro 3o 'J" a *,0 n i( de Lo*
baratissimo preo de 500 rs., servindo elles tanto Moor "Dra a 120 rs.


I \ 1 -
. Wa amarella no oiiiia da spcretara Se pUria.
Os precisos fallieres pa-\
ra enancas.
Cal de Lisboa e potassa da
ltnssia.
A'ende-se na ra da Cadeia do Reti/e n. 26, para
I onde se mudou o anteo e acreditado deposito da
i raesma ra n. 12, ambos os genera? sao novos e
CJiegaram c acham-se venda na ra do Quei-!legtimos, e se vender a preo mais barato do que
mado, loja d'agaiabranna n. 8. aru tqualquer.parte.
para senhoras como para meninas, a vista pos
da nommodiiladc do preco ninguem deixar de os
comprar na ra do Queimado loja da aguia branca
n._8._____________________________________^
AGENCIA
DA
rUNDICAO DE LOW-MOOB.
Ra da Srntalla ora n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um complejo sortimento de moendas e meias (1vilr^eu{.s'l: va[?,'!', ^''l'.1
moendas para engenho, machinas de vapor lo^fo brija florV fi!t l
E.uvas de UtuilM
Rerebeu-se linas de Jourin I rar.ra*
proprias para a quaresma : um
loja do beija flor n. 63.
Tranciubas dr la lisa para rafr
de scabara.
Rereben-se, tranrinhas de ditfTsa>
ea da 30 varas a tiiO r>. p de 120
na na do Qariaao luja do beya
Knfeiles de rrdiihas roa lard
limenl
Ust vinbo
e (tretas
OaQwM
de ra
r- i
fl i i
a freale.
? ei.f. ies >
na n a do Qar
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
:
Sal da Inmi
Vende-se a brrdo d:i barra no.
- Afados amaricaaos-a machinas para tratar oom Aatooio Lu de fJBw
hvarTotpa: em casa de S. P. Jbhnston C. ( P9 .eTi|itork ra da Gnu i
ra da Senzalla Nova n. 42.
capilao a bunio.
Lavas de pe
Chegaram para a leja d agola
Queimado n. 8.
ea.
anca,
Vende-se urna barraca que ra reta de I
130sainos dea.'sucar. as-im romo a
': a
.1 Azvrd
I. ou noaa
urna* U sta
roa de' mansas de roda, e bi> de .-arro: a (altar no-. A>-
1 gados com o tonente-roronel Manoel J>jaqntrj.

ffiTJLDfj
NME. _


Wtftrt* I

Grande liquWi
i
o#io
le fazendas na leja do Pavo, rfla da Impcralrii a.
(JO, de baa & SQn.
AcOa-se este estabeleciruoolo completamente sur-
tido de fazendas inglezas, francezas, ailemaea e
suissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo veoder-se mais barato do que
em oatra qualquer parle principalmente sendo em
porcao e de todas as farendas dao-se as amostras
deiiundo tlcar penhor ou maudam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavao.
As taitas it> Pavo.
Vendem-se superiores chitas clarase escuras pe-,
to barato preco de 140 c 280 rs. sendo tintas gu-
r, ditas francezas tinas a 320, 340, 360, 400 e
300 rs., o covado, ditas pretas largas e estrellas,
riscados escomes linos a 210 rs. o covado, islo na
loja do l'avo ra da luiperalriz n. 60 de Gama &
Silva.
Attcassas do Pavo a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vcndem-se tinissimas cassas persianas cores li-
las a .'120 rs. o covado, ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas inglesas a 240 c 280 rs. o
covado, flnissimo organdy matisado cora desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de dama & Silva.
As liaiiuhas da exposico do Pavio.
Vendemsc as mais modernas Ifiazinbas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
di' urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e | 1 > baralissimo
pic^o de500 rs. o covado, ditas enfestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 300 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
4e s'da e i palmos de largura a ROO rs. o covado,
o ditas de una so er parda, azul, cor do lyrio e
tserola proprias para venidos, sautombarques e
Sribaldes a 72W rs. o covado, ditas cscocezas a
0 e 400 rs isto s na loja do i'avio, ra da Im-
peratriz o. 68, de Gama Os chales !<*.
Vcttdom-se finos chales de orepon estampidos
pelo baraie preco de 65. 75, ^ ditos de potffa re-
donda :a ?4 e M, ditos pretos ricamente bardados
a rctrnz 5*, ditos de cores a WaiOOe35, ditos de merino
^am^ailos a 25 5, ditos de laa a 15390 e 25,
AUt-K-hr re roz preo para 'lato a 65, iso na loja
Silva.
ftzmdas pretas MMI t""rrs|n v<**r' P>o.
V mle-se gresdenarile preto mutto superior a
45500. dito a fStiO,, 25500, 25M e 35, mo-
reantiqne pw*o inulto Hiperior a 35 : 25800, sar-
ga prela hespmiliola maito encorpade. 25, isto'is
3ja do l'avS-riia d Imperatru m. t50, de Gana
& Silva.
t) Pava* vende para luto.
Vendc-s-:;-superior setim da Olt'ma fazendaoda
de laa seos lutro'tendo palmos 4e largura pro-
pno para vestidos paletots, ca^s etc., pelo tbara-
to f.reco'-o-5, 35200, 25*>t> < covado. 'cassas
pretas lesas, chlttts pretas bfans estreitas/chales
de merilisos-c bordados a vidrilho, magitos
com gollinhas-e cutios muilose:tigos que -se ven-
den (>cr preeosTazoavcis: na ''oja do Pavs ra
da Imperatriz'n. 60, de Gacm; & Silva.
'tos corpiHfcos-Vln Pavo
Vecxle>so o mais modernas corpinhos-de cam-
braia -ricametile bordados-e nacwjado'Ptavao, ra d* imperatriz n: 69, de Ga-
ma^ Silva.
Os vestidos 'Oa Pavo
^eode>seirico8 vestidos-le grosdenaale preto ri-
camente bordados a retada pelo barate preco de
4*8,-sendo azenda we-R3pre se vendeu a 1005
cHK>: dt.os de camfcraia liiancosroomenlebor-
dedos-a' efoehe, sewto ort>rios para bnile e casa-
meflOo-a'W, lo, 20 < MS-; ditos de laa b>\rras a 18 e 155; i*to na loja do Pavao ra
ti'a'tmptfv.triz n. de'-llwna & Silva.
Os jwwMt'-'lw Pavo.
Vertc>--e panno preto muito superwr pelo barato
preco dt:-25, 253l,S-"-l500, dites'jnuito finos a
'A5, '^ e i\$. cortes de ocfomira pre? enfcsiada a
ifc&if^SB e 65, caemira preta lina te urna s
kirgHpa.muito fina a CSH*, 25. 2W e 35, cor-
itas coasemira de cor-s 35, BJBwKjb^iI, casemi-
ras'oafo tadas de uma-st cor propri* para calca,
palctMs, colletes, ca meiiaw a 35 e3s*t0r covado, iste na loja do
Pavi>.,':ua da IcKptrstitr n. 60, dcCama & Silva.
4 ropu: dii l'avo.
Vaatfam-sc |iaJ<;tot*ids panno prsto obrecasa-
C6.sl'fa>A*:ida muit l5,St^r. 2-").5 < 305, cok-as de caseonra pela boa
lateada a 45j0,-5,4&, 7J e 85, paletots saceos
de, p: neo preto a "5, datos de easew.ra de cor a
65 e^Ti, ditos de pasa preta, iiUs de merino
rato,('.ili'sdcbrini da-p'ircs, calcas de casemira
deaord 45, $i,65>7% diios de axemtra da
Esoom.1 a 35, ditos de 'tjrim pardo?. 25500, ditos
dooaria 25 e 15800, flUos mramas muito finos,
lo"', loja do hnao/rua da Impeaatriz n. 60, de
(iaoa.& Silva.
4s eoriaiHS*ts fio |:ivo.
'Vi.ilein-se ricas eiUsiudos promiag para janel-
la- o-i'.nas pelo baca1o imclhor que lia o-j oiereado : na rua< ta Imperatriz
.'itt. 'Uj Gama & Silva.
l4olias do Pavo.
Yenrt'in-se flatahatMa linho aloailioadas pro
BOBS para rama pdobrrtfo preco do b& rada nma
nani>i da liniieratfi'/.'ntft, de (jamaji: Silva
As r*niiJa6 do l'avo
"VW.em-se caloiohas-te cambraia fardadas pa-
ra &v-niuas pelo baolo.pra'o de 300 e 640 rs.,
tBtaajgixtos para BWinta' "meninas a-500, 640 e
8M< a, amistabas 00i-angaito9 a H5280: na
oja /s boraLi VcHil"m-se eaimaiabaa de-canibraia rrinto finas
eoin-uto quitos e jf'as ouiila bem bordidas pelo
baca!*. p:iro de 152*),.iita de fil a 5, ricas
pelcKiua* ou roOMira&bardiadas a i56tft>.e25, su-
poniurc.aiangiiiioseoii goliat a balo a^5e 45.
seBdoriiiwti) bem bortLidos e os mais ,iaodernos
qe iacoe mercado, manguitos o eamisMtas a 35
6 35SW0, *ollinhas (ini^iiuas.ta cambraia a 500,
diUftdc.liw a 24(1 e .''i( rsipeeas de enir-emeios
cona ^> tetas a 640 rs^ tiras,bordadas a 1, e ou-
trosiwuitosarligos oeste genero que se vendem
inai- barata do .u.- em utra.qualquer pade : s
na Ujai do avo, ra da dinperalriz n. 60, de Ga-
ma 4. BaWa.
As capas upav.ii;
Vendem se ricas capas de seda ,preta ricameote
enfeada. sendo as mais modurnas pelo bsalo
preco do ftBf, 255, 305 e '(;,. sautembarques 4e
seda preta se-ado ricamente utoilades a 205, 2U5
e 30 : ua toja do Pavo ra da .Imperatriz o. 69,
de Gama & Iva.
,' cainliraias o Pavo.
Vendem-*e pora* de cambraia muito fina com
lpico-; leudo |2 varas cada jieca.a 8 0, ditas
a 35 e 35S0U, ditas adamascadas muito finas pro-
prias para cortinados a 35, dita* a 45, pecas de
cambraia brancas lisas fazenda muito :lina com
,|2 varas a 359*0, 45,45500, 55, ditas de qua-
106 proprias para forro c bahados por.precae mui-
a zoaveis : na loja do Pavao ra da tmperalriz.
Paaao de linbo.
V*de-se panno de iiuho com 4 palmos de lar-
gara profiri para l*w*es, toalhas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linbo
com 10 palmos de largura a 25900, algodaozinho
monsiro mu 8 palmos do largura a 15, pe$as de
Hainhura-o com 20 varas a fl5, 105 e H5, De^asde
madapolo fino a 75900. 5, >5 e 105, ditas de
algodiiozinlw a 65, 65900 e 75, e outras muito
azendas braneas que se veodem muito baraus
aim de apurardioheiro : na loja do Pavao ra da
imperatriz n. 60, de Gama Si Silva.
Corles de eassa a3#00.
Vend>m-se cortes de cambraia eom babados a
35500; na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Stlva.
0 Pavo vende iSazinhas pretas.
Vendem-se liazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Bilra-
A Mana Pia.
0 Pamo vende a 8$.
Vende"'86 os mais lindos cortes do vestidos a
vnria Pia roni Hadas tarras de seda, sendo che-
Idnt nlo u mo >-*norlrancez pelo barato preco
ifSrSu'STi .*> Pvfiorua { la,
peratrrz n. 60, de Gama & Silva.
Os baloes do Pavo.
Vendem-se crinolinas eu baldes de 30 arcos taZV
to brancos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebraren) a 35900 e
de 35 arcos a 45, ditos de musselioa com babados
a 45,'ditos para menina a 15 e 35 : na loja do
avo TUS da 'mperatrlz n. 60, do Gama &-Silva.
DE
SILVA & SODZA
Ra do Crospo n. 9, espino da ra do Imperador.
Teuil*se o proprietatio d'este armazem associado com o Sr. Paulo Fcrreira da Silva, resolver dar-Uic o titulo de principal,
o mais bem localisado desJa cidadG, e como uro. dos socios lenha de partir para a Europa, afim de attl escolhcr os melhores
por ser
gneros
ca
quentarem estas casas de que
guem melhor do que nos pode offerecer tantas vanlagens como as que se observam nos armazens:
ALL ANCA! ra do imperador a. a 9.
PROGRESSISTA ra da8 cwm n. e.
PRINCIPAL! "* do Cp<"spo **

HIPLET0 SORTIMEMO.
NO
AKHl/Ht!
CONSERVATIVO
23Largo do Tei^o23.
re>|"i'i
Joaquim Simio dos Sanios, dono desle armazem de molhados, srientiAVa ao rspei'avrl juth-
co que leein um completo sorlimcnto dos mesmos os quaes ofTerecem mais vanlag.in ao* Sr-. t^u
dores, do que em outra qualquer parte, garanlindose a superior -pialidade.
Manteiga ingleza flor fa 800 rs. a libra.
dem franceza muito nova a 560 a. libra, em li-
bras 540.
Caf do Rio, de 1" e 2 sorle 320 e 280 a libra, e
arroba 95 e 85'>00.
Arroz pilado do Maranhao de 90 rs. 100 a libra.
Mho alpista a 160 rs. a libra, e arroba 45800 rs. luma$ a ^ ft fig(f
Vellas de rarmiiba a :uw>, 40n r
dem de ipormataH a .k e tsuo a. a irt,t_
Phoaphoros do gaz a 5uki a yi
Kiscoutos e uolaL'binhas de soda
a lata.
Chorifu aovti T.
Manteig mgleza a mais nova e lina chegada
neslc ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza a melhor e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Banha de poico refinada e muito alva a lio
rs. a libra, e em barril a too rs.
Cha hysson, o melhor ueste peero especial
encummenda do proprk*atio a 2,7oo a Ib.
dem Hem menos superior e que en outras
Vinho do Porto em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a carada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
t.ioo rs. a caada.
dem em garrafoes 'com 5 garrafas.
Farinha de arar uta verdadeira a32ors. a Ib.
Phosphoros do gaz a oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a !teo rs.
casas se vende a 2,6oo rs., custa ueste ar- Idcmcm garrafoes com 23 gan-afas a 8,ooo rs.
mazem 2,2oe rs. a Mm. i Ccrveja das melhores marcas de 5,ooo a
dem uxim, o melhor tpie pode haver neste | S,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa.
fenero a2,6oo alD.^arante-scaqualidade, Cognac superior a 8oo i.ooo rs. agarrafa,
Uem preto mMio -especial a ^ooo rs. a li-
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Jijlo para limpar facas a i2o rs. cada um.
64o rs. a garrafa c 4\,8oo rs. a caada.
Batatas cm gigos de trinta a triuta c tantas li-
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra.
Genebra de HoUanda a mais superior a 6,ooo
rs. a frasqueira e 56o rs, o frasco.
bra, e mais ba'rxft, porem iwiito soffrivcl a
i ,2oo a H., vende-se por estes presos cm
razao de estes timos na\ios ter-se reci-
bido grpmde.porc.ao deste^enero, a di*e-
renca do que-se vende em oulra qualquer parte.
dem do Sio-emata de 1 6 Ib. a 1,4po rs.
a Ib., neste genero o melhor rwssrvel.
Biscoutos inglezes em laas com diffwantes
quadades como sejmi craknel, victoria
piesnic, soa, captain. sced, osbomc e ou-
tras mullas marcas a i,35o rs. lata.
Bolaohinha'tc soda em latas grandes a 2,000
rs. cada turna.
Figos em'caixinhas termetieameiteilacradas
c multo proprias ^ara mimo '-1,600 -c
2;6oo'rs. cada urna.
Id-jm1 emcaixinhas de8Ib. a2(5>re. cadaum
Issas'iv')vas a 8,ooa rs. a caroae 48o >4k.
Jbmekmsfrancezasw.i latas de U'trae meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8o# rs. a'lilr-a.
aixinlias com ritas estampas a l,4oo ts.
cada urna, frasees de vitlro com rlha do
mesmo, conteno libra e meia de amersas.
'fiharn]agne da marca mais suwrior rmettem
>vindo ao nosscxiorcado a't8.ooo rs.'C gi-
;.go, e l,8(i(i rs.* garrafa; garante-s: su-
(periov (|ualidil*.
'Vinlw. Bordeauvas melhon?fquarKlade-que
-se pode desciar a 7,ooo'cr,5oo rs.a cai-
a e 64o rs.:e garrafa.
fQmas rom Vhado l'ortr-tqteiiorde'-*,ooo
s lo.ooo rs. c duzia, e'9oo e l'.ooo -s. a
igarrafa; net?eneroh*^T3nde porreoede
dilfei-enles 'Veas multo acreditadas que
ja se vciHlervni por 14,eo e 15,oooa eai-
xa como sejaari: Duque dofi'orto,: Lacrimas
do Doure, D.Luiz, Caniros, Madciresec-
ca, NeeUr^<2eoiao e'Maivasia wm mi-
tros comoClwry e Madetra para I2s*oo e
13,ooo rs.-caixa.
0fioho de pipaift>rto, Lisboa Figueira a 4oo,
48o e 560*6. a garrafe, 3,ooo, Z^oo e
3,5oo rs. aioanada.
lcm bianco omolhor msteggenero vindw de
encommenda a 6oo rs. a garrafa, e4,5oo
r s. a caada.
cmcaixa ter abalimento.
Marmofeda imperial ds melhores c mais
afamados conservemos de Lisboa em latas
delibra, libracToiae2lil#rasa6oo rs.
Conservas inglezas em frascos grandes a
78o rs. cada m.
dem franceza de todas as qualidades de
V"limes e frncjttrs a 5oo rs.
Vassouras de piassara com dous arcos de
ferro prendeudo o cabo a 32o rs. cada
urna.
Esoovas de piassava proprias para esfregar
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savcl,
corvina, pescada e outros a l,ooe rs. a
lata.
Ervilhas portuguezas "c francezas ja prepa-
radas a 64o e 72o rs. a lata.
Caf laxado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,5oo rs. i arroba.
Ser/eja das melhores marras a 500 a jrarrafa.
(enehra verdadeira de laranja a 15100 o frasco,
dem do Hollanda a 400 rs. a botija de contra.
Toucinho de Lisboa a 320 a libra, e arroba 85"i(K)
Passas muito novas a 480 rs. a libra, e caixa 95
Azeite doce de Lisboa o gallao 35 e a garrafa 640.
dem de carrapato a 180 a garrafa, e a caada 25
Alelria M, T, a 480 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 100 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes novas a 320 e 300 rs. a lata
e em porco se far abatimento.
i 15400 r 2u"
Todo
6 por cenlo.
BoMwnba ingleza nova a 140 rs. |a libra.
Charutos da* melliores manas 2n0.
2501K, .15000 e 45U0U a caiial em paaaj
far abatimento.
Vinho Fiffilfira rt-' SAA a 500 a jirnfi
da :i4:ni
dem de Lisboa a 400 a prakfe, e a cauwf
35000.
dem ile outras marcas a 25700 alca
dem branco de Lisboa a 500 a jran
e qualquer comprador que comprar de 505000 pira cima, ter.i
.le-eaa*>
Aire* do Maranldo a loo e 120 rs. abra.
Mrstarda franceza-cm pote preparada too rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para domes 12o rs. o maco, Awendoas de raca mole a 4oo rs. a libra.
l*em lixados muito finos a !4o rs. AvelSas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearmas 56o rs. *>ibra a 54o rs. Ohouricas e paios a 7oo rs, a libra,
fdem de carnauba pura c rdfinafts a 360 rs. | Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou
a libra W,ooo a arriba. 8,5oo rs. a arroba,
dem de cmnposicao ewna?ndas a 32o rs Presuntos de Lamego de superior saudade
o maco Massa de tomates em l*tas a 6oo rs. a libre.
Doce em calda das maisespeoiaes fructas dt
Europa a 6oo rs. a 1ittn.
Ostras" era. latas mulo hem preparadas a
l.ooo >rs.
Massa psra sopa e,4srollrnha rnuito novn-cm
cabros de 8 libras* 3,oooe 5oors. a libra.
Idem'trifliarim, nuwrlo>e 'altila a 4ootrs.
dem'macarr3o mais:batxo;a'24ors. a'IPra.
Ceradirika muito iwva de'Franca a2oors. a
libre..
Sag B melhorqircprwsiwl a 24o rs. alb.
Faritmp. de Mararti.no airorflior que pr^-ti-
taante tem 'vmdo ao -nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomroa do Aracaty muito alva a 8o rs.alb.
Licores muito liiws lie 'Bordeaux e t manas que he neste g.uero a 8oo, .ooo
e L,2oo rs.-aiajrrafe.
XAROPE TNICO REGENERADOR'
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por tlUlltil.T e C, pharmaceulicos dcS. A. I. o Principe Napokio, lawiada
da Escola de pharmacia de Paris, ra de la Fcuillado, 1.
Esta nova comWncSo rene tebalin de um pequeo voluroe urna forma airadavel um immIo Ha multo ^ue os medicot ilctejavao ardentemcnle a reuniao distes dous nieiliramenloa. c Mi. ap>n.-
dus maiores esforcM, nem a sciencia medica, nem os qumicos os mais ii.iinciu* o tcdriM mr%,.#
at aqui; gromos porem perseverarle* humana achfio-ae boje assoviadas e.-laa duaa p4vws -
cias, a rnlm, o tnico, restaurador por excedencia, o ferr*, a baze de nosso sangue. e tt(|aM^
mente o reparador dos Torcas e da saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xnrope toolto regenerador se tem mostrado muito eNkai -. a mm-
norrlieias, faltas de menstmavfte, dores d'eMamago, faalio, digestfies penosas e Urdas, res branr-n.
mi nstru^oes dilllceis, o lyoiphalisaio, o enpobrecimenlo do sangue, as escrfulas, os >strago* fttunim
pelas nK>lestlas syphilitieas,
lia penas um" nnno que o Xaropc de quina c de ferro fui app'icado nos huspilae^ de Paria, t n>
hoje oakriV.
.prosi'ecto encerra mimeraeos ccrthicaxlos de muito memtiros da Academia d Medica* ynt
da faculdade que attestao que este precioso medicamento o conservador da saudV pot
oTeronstitiiinte da econsrnia animal, indispensavel s pessoas que batnto oa paijr qoei.i *,
preservativo das epidemias.
Acha-sc venda no deposito geral, em Paris, na pharmacia Grlmaalt c c, ma de la Feni'M. 1;
em Lisboa, em caca do SBt Hatlrla* da Caxla-Carvalka, narral r C; no Porta, na khanottrl* *
Sr Mlt<"< l J"- -dr imu Pcrr;h 'Sabio, II; na Baha, en\ casa doSfn J3o-C,netHno rerrelra-ti.lnhelrai DO Bio (.Vaff^sV,ra >a>a
Sr Ja nq uta 4c f)olir> ; no Jf a rn n hdo, em casa dos Srs Frrrelra r C ; em Prrmtmlmf<. em rasa
do Sr llarraonim-Craneiae<> de Soaia; em casa dos Srs saaarn e C, e besa astn rus im-
clpaes pharmaciRS do>Brazil e deVertugal.
Deposito geral am Perna#abuco ra da Cruz n. 22 em casa tic Caros A rUrlura
Alpista muito novo e limpo a 16e rs. a li-
bra e 4,4oo a arroba,
Painco novo a 18o alb. e 5,ooots, a arroba.
Sabao massa, amarelle e Girtartko a 22o e
24o rs. a libra,
dem rnois liaixotimip^uco a*6, 180eSee
rs. alubia.
Castanhes pelladas a "24o rs. aibra.
Choeotj francer de iprimeira qualidade a
l,3oe rs. a libra,
dem d* Sant moHe-stiporior-emedicitHlIa
l,3oi rs.
Cojos lapidados pwijirios ;pare agua aii,o.)O Arara ra da emperatriz n. 50.
rs.:R duzia, que-esn outru .qualijuer epurte NaaMag pruprias para senhoras c mcHims.
~7e 8 000 rs Vende-seolliohas com hotaozinho para senhora
Osa>iabM .'ln* mJmmwaa,* m>< ifamailot; fa-ie raeninas a0e;,i0 re> nia"guit,,s de fil e
Uiariuo, ttos mtii^ir b e mu. aianwuot. t.i icambHria niaDguit0S e gollas
tejantes de S. febxe do WlO de Janefl-O, para senhora a 15 e t*i90, caunsinlias bordadas
Graiwie peclik^ha
(wm toqnc de avarla na loja c
armazetn la Arara rna da Im-
peratriz a. SU de 1.4>hreu^o P.
M. Ctataaares.
Vflde^e-com toqese arara.
Vende-se tnadapelao inclez com pequeo to-
que de a varia >pnr00 7 e 8>, al(iodaozinho a
4.J500 c 3#,Tjambraias lisasirmas a :\& e 35500 :
na ra da lmporntriz loja da Arara n. 56.
\'eudeH*? .duendas lini|ias baralissiaaas.
Vende-se diitas linas cores escuras a 240 e 2801
rs. o covado, ditas franrnzas linas rArcs finas a
;(20, 360 e 400 ts. ocovadn. frorgurao de linho pa-
ra veslidos'de etihora a H o covado, riscado
francez para vestido a 980 o covado : na loja da
N.97.
do 4,5oo a Batea* carao.
Ceboifas nova a U..ooo 'ps.-os molhos ^ran-
GenL-ra de larattja em 'frascos granes a
li.Soo rs. ralla um.
Tmaras do1 Egipto ;t-8(w rs. a libre e em
ckihbas de 5 libras a n,uoo rs.
Pap: ajmaco pautado-o melhor que 1u nes-
te genero a 4,ooo hs.s resma.
Saludioado em'iindos
rs. cada um.
MdllK-s inglezesemgarrafiubas eom>rd)ha de
villro a 64o k. catlauna.
Quy s tlameiigos vlitignlos no ultimo va-
no*: e milito 'frescos.
para senhora a $&, ditas bordadas no colarinho e
punhoso grvalas muito finas a 450U e <$ : s
a Arara ra da Imperatriz n. 56.
ttee e mo IV. o-ceniO. Principia a Arara vender as colchas.
Dtjcei de {?oiauB n 4o B. -o ...iixao. y-ente-n bichas apiadadas para cama a 8,5,
LcrilMtas, excelleitteiegume para sopa^eigui- dHasde Jisho alooebeadaf a 55, ditas de fbstio a
-safio, a 24o ilt*. a JibRt. i 55, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 2 :
lli iHhii seccas descnscaas a 3oo vs. a 'na ^ja da Arara rna da Imperatriz n. 56.
. ([j-, j Arara itmt cassas a 210 rs.
Vende-se cassas fraiwezas finas a 240 e 280 o
Para se fechar MtiM MaMb-aa .-
cas barricas que eslam da \rn(aii'ira a: -
xa n. 97 : no escripioriu tl' Kdaji.l Ki* u.
na na do TrapidM n. 11).
mmmmmm mam:***.
I FAZENDAS
pretas pu ra a i n A *
Snperions aaawaaaopva i-ir(.- iar-
SR gosa 2*200, 25500, 35. 355oo Wi
w covado, Im>iis ^rosdimaplrs ,;.
| eos a 15500, 15600, S^ai. smi.
SW 25500. 35 e :i53O0 o ivad
4* tidos de moi:natin<|U'' apata i
ditos de ci ijiuro preln \mfia>.t
LOJA 00 BLIaA FLOR.
lina <1i 4|imiita Ditaiei-o 63.
Cravaliahas para aenitora.
Vendem-se gr-avaOnhas de*div9r modernos a72Oe-4W0 rs. : na rna de Queimado,
loja do beija-flor n.-53.
Fitas,paaa delu um desvestidos.
>Vendem-se titas pera debrum de vestido de lia'jo
co 12 varas.A.40 rs. a pt-ca :rtta ra do y.j- -i-
mado, loja do>beija-aor n. 63.
iPeu'.is lrave86.
.'ndem-se pentes travessos .Se caracol iti
fraatede borracha & 500 rs.: naixoa do Queitaa-
do, oja do beija-flor.n. 63.
Papel brira dourada
uea n. 8.
Fnifeoos
cooi gomma arbica dissolyida : vendem-se
.una do (Jueimido, loja dagaia.branca n. 8.
w sorhmento.
Vf*ide-se papel beira domada at|200 e l*Ud(}, | sem lacos, etc.; tamban recebeu outros mui bo-
di(o-dc cor de beira docrada a llttt! : na ra do nilo>, e secundo suas Fttcomnicndacoes vieram^os
Qtwwiado, loja.doibeije-flor n. 63. toe ha debis moderno e apurado gosto : as.iini
'liivlniies i"01' pretndorites munidos de iiinlioirm serio ibein
Vondem-se anvclpsas" de diversa qualidades --ervidos : m ra do Quaitnado,,lo>a d'agaiaibrtn
branoo a 800 rs..e de cor a 6i0 rs., pana cartas de
visiaa 400 rs., preto.a#*20rs. : na ..-> do beija-
flor oa ra do Quoimadoa. 63.
taitas lie aljfar.
Teno recebido voltas de aljfar com .eruzes de
pedra urna :>ua ra do Quoimado toja do beijador n. 63.
Caminas.de aeias.
Vendem-se camieas de >aieias muito finas a
1520(1 e 5300 : na ra do>Qneimado, loja do bei-
ja-llor,n.3.
Eufees de Ui.
Tendo acebido enfees de ifita pretas e de co-
res mais modernas qtree ealo usando a lr.-ula
um : na raa do Queimado, loja do beija-flor t 63.
l'iu de la preta para lehrum.
Vende-se fita de laa preta para debrum cora O
raras a 900 apega : na loja do beija-flor a
o Queimado a 63.
Filas de linbo para bardar vtsliilo
Vendem-se Otas de linho para bordar vestido
ou roupioho de meninas com 40 \ma a 640 e
806 C8. a pega s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Botiet de madreperala.
Vendem-se botoes de madreperola mais moder-
nos que lem viudo para punhos de sentara a 320
rs. o par : s quem vende por este preco o na
! roa do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
fita de velludo para bardar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Veade-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e raaie modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Fraaja preta.
Vende-se franja preta de diversas- larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que so pode encontrar : aa loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas c garlos.
Vendem-se facas e garfos de balanc de 1 bo-
tio a 55500 a duzia, ditas de i boldes a 85400:
na roa do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Domines.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
15400: na loja do beija-flor da ra do Queimado
0.63.
Vkparas.
Vendem-se vsperas muito ftaas a 800 rs. : na
,- da Qiwimado, loja do beija-flor n.63.
s potes de VIS a dopPimeatadoreino.muitonovaa 3Gors.aUra. ^SSUSSffinS^ 0e mo covado-
Comtnhos eerva doce a 32o e 4oo re. a Ib. aa rua^imi)1;rai,K loja da. Arara.
Gravo da ludia a 6oo re. n libra. Kouaa cifa da Arara.
Canalla muito nosa a 1 ;ooo irs. a libra. Vende-ac pieiots-de brim de cor a 25500 o 35'
Alfafl3ma a 2oo fir-ii.-a n I rin i i hfn .e 1 Ion r a dtmia *550e 5, dilos ir<-ios de panno a iig, 65 e 85,
braa.a a loo ts. a lauve 1,100 rs.a anm. 1^^^aae3ra teaedebranbadus a 85 e 105,
ditos pretos de alpaca a 35500 e 45, calcas pretas
do casemira a 45500, 55, 65 e 85, dito.- de meia
casemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos finos
a 35500,ditos de brim branco a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25. 25500 e 35, seroulas a
15000, dtta de linlio a 25 e 25500. colletes a 25
e 25500 : na rua da Imperatriz n. 56.
Bales la Arara a :i->.
Vende-so baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 33,35500, 45 e 45500, ditos de madapolo a
3550O, ditos de mussoiina a 45 : s na Arara rua
da Imperatriz n. 56.
Arara vende os corles de riscados francezes a 3$.
Vende-se cortea dericados franeczes com 14
! covados a 35 o corte. : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende cortes de casemira pela a .15. *
Vende-se corles d<'casemira preta para calcas a
135, 35500, 45e 55 : na lija da Arara n. 56.
Arara vende os soiitcinlianities.
Vende-se soulem I .arques pretos muito ricos, ca-
thi iTTnvn m 1 nutrir pas compridase manteletes de superior qualidade
1UDA \I1I.M_. \ll AU MlilI.AAlb. a 225 e 255 : s a Arara rua da Imperatriz nu-
Custodia Jos Al ves tuimaraes avisa ao respei- i mero 56.
Sedinhas a 300 rs.
Arara vende sedinhas de lislrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., laa Ma-
A \(l, MUNC4
receben as verdadeiras
l.irvas tic :I(W\ iu
pretas-c de oulraseares.
Papel ile oores.
Folbas grandes para enffites-de bandeij.ts : ven-
dem-serna rua do Queiroao, inja d'aguia wanca
numero*.
ENFEITES
com /laeo e oo.tr;w piiilidaAes.
A ai!: a branca acaba.de receber omibetloe
completo+01 tiinento de enfeilos .eom lacos, .ditos
r at.-
Mcadoa con bam, o mai- u i
que lem viudo a P.-rnatnliiini.
miiilas fazendas de Loni poM 1 r t.-
proprias para vestido, su| rim
de seda preta a 165, ST5. t .'
335, 40 r ;n)5, man!;.- pr-'
lindoscha|.ii>s de palha
pode liavrr da mais posto a 11
na loja das 1 nlumnas na n\i
no n. 13, de Antonio Cafieia
concellos c C
Notos soutaiiiban w .
Sao ehfffadM os linilos iM anil-ar-
qiii's e banoiaaa de seda pfH
1111'iilc enfciladas, as mais ni aWn.i-
que It-em vtulo ;i IVrti.iiu
no ultimo va|ior francez. |>r
mais eommodos do qne -tu 001
qtier parir : loja das
rua do Crespo n. 13, de AnAufi 1 -
rea de VaaeoBecllaa j

MILI H
I
f
*
:?;
?
v
:
:
*
FEfJiO
Vende-se feijao mulatinho ni'iii" 1 r.. 1;
numero
o alqneii e. ( a HO rs. a ruia. i
145 o alqeire, e 14io n. a eak
FE/JVO
Vendem-se saceos com 20 cnias de njv-
tinho muito novo a ll5-">oo, dito maisl
'.'o : na rua ireita n. H.
lavel publico e aos seus freguezes, que achando-se
as obras da loja do Vigilante coacluidas, c achan-
na do-se as portas abatas a eoacorrencia do res-
peilavel.puulieo, para assim apreciar o novo gaHo ria Pia C0II, 4 pa|lll0S de ^oe palmas de seda a
V.w In t> nnvn rniirinnt *i/i_ yil,'! f a r tt/'Cltto LiJftt IKllll iAJ'm~ilUm cido das lindas flores e intuios outros objeclos de, rira ven(te raniliraias de earorinhos a SJ900
bom^osto, que tanto saslisfeito se acha, aprsenla '
o novo canto, chamando pelos seut; freguezes que I
Vende-se cambraias de earooinhos para vestidos
eobam ver para crer, que s assim poderao apre-1 fj*^ W}} cor'e.s.de ISL*^" % ,C'
l Jttjuia betica recebeu pore ultimo vapor ^r e :ichar3o um ande POrUmert dc rzerdas; bortores de pellos a 15 e 15trfN na rua da Im-
umadvo v. bullo-toril n S i^^i., ., .t,.^.- ....... ^. ,^.^ m ..., I n. DO.
com
del la
ro : na rua. do Quemado, loja d".#uia braaca nu-
mero al
Izas
ar ojea 4 proclsso.
Vendem-se* ro O Qaeiflndo loj fr gui-
bransa n. 8.
papel mam
alma>a> de pese,
A lem do grande sorakaento de papel greve e ou-
tras muitas cualidades, que constantemenie se
acham na loja d'aguia ranea, faz-se notavei pela
uperioridade de qualidade o papel inglez alma.s*>
e de peso, que acaba de negar para a dita loja ;
ubi e outro sao mui eocorpades e' de um assettna-
do lustroso e macio, que na verdade a: odos agr- j
dato. As resmas da<]ue'te tem
desle 500, e custa cada nma 65-
mesma qualidade e do tamaito pequeo, em cal-1
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
da, distando este 25, e aquelle 15<00 a caixinha.
J vem pois es apreciadores do bom papel que i
dirigindo-se munidos dedtnheiro serao bem servi-
dos : na rua do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento,
faaonda eus pedidos por meio de canas, e pode-
sorliniento de fazendas pelas para a qua-
resma.
Sedas, grosde'naple, pannos finos e casemiras.
Vende-se grosdenaple preto para vesiidos boa
ana i
FARINHA FONTANk.
Farinha da ni ni I o arre lila ja Man..
Fontana rcsrmbarcatia bajr, Watir-r
por preco mais rt.mmarlo da Uae rm
qualquer oiilni parle : na raa ta Cra?
n. 4 tasa tle \. 0. Bielier i C sarrr+-
sores.
Vende-se para mais de 180 milh.- ros~aV~a>-
llia e lijlo de ai venara batida, ladnlho lipiwf
lo da malhor qualidade aawpi IfaM rr rfnr.
quizer comprar, pode tratar eom n nriaj
nistrador Zaearias dos Sanios Rarri
das Ilarreiras, (liria n. 15, ou nm
rao tzer que ser ludo comprido fielmente, poden- Y ,'
do-se azer pre?o* muito razoaveis, nio s pelas fazen.da a *M0. **' 25'^O, 25600 e 35 u
boas compras lUus nesta praca, como dos que 0ivd^!ia),r{a i.^"1!.0'8 de, fda' P^o'">o preto
recebe de sua propria conU, como dos que recebe a ,i600' S.8**^ .3* S 4S V.^/S0110 SB" 1
de consicuaces penor casemiras prelas finas a 25 e 25400 o cova-
'aiGAOO PELO VAPOR. J"'"?rB fin, a 2550 ea 3f dit0 ^ cZl a
S para o vigilante. a5500 o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Grande sortimenio de fivelas prelas e com pe- j rara vende madapolo francez a 4^.
drinhas de muilo lindo gosto assim como fitas pa- Vende-se madapolo francez entestado a 45 e
ra sintos pretas e de cores para as mesmas five-' 45300, bretanha de linho, hamburpo de linho para
las que se vende pelo barato preco de 15500 e 25 : lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
Oon^alves Vieira lumarae-. na rua >'u a n VJ
ESCRAVOS FGIDO;.
i'll !
ao le. f
Vacia
480 folhas, e as S"00 vigilante rua do Crespo n. 7.
Tambem veio da I
COPOS com BA-
IMI.t.
A agnia branca acaba de receber os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banha, os qnaes es-
to sendo distribuidos com aquelles pretendenles
que contribuirem com 25500 vista : isso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MITO BOAS MEIAS
para eenhoras e meolaai.
A agnia branca recebeu mui boas meias france-
zas, de Uno tecido e fio redoudo, o que as tornam
de immensa duracao, porque muito convm, anda
mesmo distando 7 e 85, como se eslo vendendo a
dinheiro vista, na toja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
Vndese urna barcaca nova de 4 viagens,
bem construida, de 45 caitas, boa veleira. a di-
nheiro oa mesmo a prazo assim offareoa boas fir-
mas : a entender-se oa roa DiMit COBI o Sr.
Bento de Barros Feij.
CUL DE LISBOA
Venden-M- bnrrls eom cal dea-
t procedemefa, em pedra, chega-
da hoje, e ualea nova, tjue ha no
aereado, na rna do Trapichen.
ia, arfianieiB e Manoel Teliel-
ra Basto.
ruante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15^80 e 15400 a vara : na rua da Impera-
triz n. 56.
Arara vende laaziuhas para vestido a 210 rs. o
covado.
Vendc-se laazinhas para vestidos de senhora a
; 210, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
i lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
fi,' covado : na Arara rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende fuslo a 500 rs.
Vende-se fuslao de cores para roupa de meninos
calcas e paletots a 500 rs. o covado, ganga france-
za escura e clara para caigas e paletots a 440 rs.
o covado: na rua da Imperatriz n. 56,loja da Arara.
Fogfo do ar
Recebem-se encommendas de fogo do ar : no
armazem da bola amarella no oilao da secretaria
de polica, sendo o mesmo fogo fabricado na fabri-
' ca da vlnva Hufino, na estrada de Juao de Barros,
Vesde-se alpaca prela a 500 rs. o cavado.
Vende-se alpaca preta para vesiidos a 500, 600,
; 700 e 800 rs., fina de cordan a 800 rs para pale-
to!, princeza prela a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, laazinhas preta
para senhora que esli de luto a 720 o covado :
na ruada Imperatriz n. 06. A loja est aborta at
as 9 iioras da soite.
2;a> atarea de 18f...
Na data cima desapnarereu a panal hera..
qual empreaava-M' em vender auna sea I >
ponto principal a rua dos Pires. nma | r^t..
conhecida por andar sempre rindo-s.- uibr*W
s e constantemente tra/er tima rontiadn
amarrada a cintura : quem a petrar e kvar a tan
senhora sera recompensada na casa n. i di
quina da rua do Paiacio do Sr. bi.po. _
Ivscravo nflalo.
No da 12 do corrente roez deappnr
poder do al.ai\o assignado a escrava Mara, nti
lata alaiocada, de idade 38 anuos puta* mu a
menos, baixa, grossura regular, cabrtl<> um taM
crespos e corlados de novo, tem nm pri-ipio it>
belide em um dos olhos e lera marras paxno
pelo rosto, falla baiio e descaocada. kvmi vasttaV
de chita usado e chales de lia ou Mnoi Mili
quem a pegar dirija-se i casa do abaiv> a-mu
do na cidade da Victoria ou nesu l>posranc tpat.
.'era generosamente gratificado.
Alexandre Jos Mara de Hollanda t".ivalcr..
ATTKMjAO
Acha-sc fgido o escravo de arme Faa^nno, aV
idade 40 annos, pooco mais ou menos, n* rola, at-
ura regular, grosso do corno, bem cpariait'.
hado, e j com algnns cabelh branew na hw*s
bracos e pernas grossas e bastante rartHind*. Ira-
do as pernas arqueadas, porem ni* mata, ana-
na andar cm sambas, e as veie* ewbn.ian Bas-
tante por gostar muito de beber : ortana mfa-
se s autoridades policiae> desta e das pnwiari*
limtlrophes. que o faeam apprehecder a k*va-k> a
sen senhoro major Antonio da Silva Gtwm.to, m
rua Imperial, assim como roga-e aos uacii i
campo a anprebensao do dito escravo, qn
bem gratificados.
r
MUTILADO



tMarlo de Wwnamhmt* H\i& lelr t* de Abril de t %*.
LITTERATRA.
OSr. de-totado Pedro Lnii, a fiberdadee os jcsuita.
Entre o grande numero de erros e aCurmae4>es
infundadas em que abunda o segundo discurso do
Sr. dejiutado Pedro Luir, que cao trepidou em tor-
nar odiosa a missao sagrada do cloro na sociedade,
incmjlra-sc aquelle que consiste cm afirmar, que
91 padres da compauhia de lesos devein sor repel-
lidua da sociedade moderna em nomc da liber-
tada. A liberdade, sao palavras do orador libe-
ral, de ve atirar a instituirao de Loyola, sob qual-
quer forma que appareea, abafa la nos limbos de
un passado odioso, c fazer sentinella s portas do
futuro para que nem um momento, nem um da
ella ahi possa penetrar com os seus flagellos.
Ora, como as palavras jesuitismo e jesuta sao
de muito, e anda hoje na bocea dos polticos ir-
religiosos synonymos de catholecismo e de clero
catholico, como bem indicam as formas sob que os
jesutas podem apparecer no meio da sociedade,
nao 6 destituido de fundamento, crer que o autor
d'aquellas palavras comprehendeu em sua ternvel
prosciipcio todo o clero catholico, que se nao com-
pi se nao de jesutas ora sob a forma de lazaris-
tas, ora de capuchnhos, etc.
Admittiudo porm que o Sr. Pedro Luiz nao qui-
zesse fallar se nao dessa escolhida e brilhante par-
te do clero catholico pertencente sociedade de
Jess, 6 claro para quem tem algumas Inzes hist-
ricas que a mencionada citacao nao passa dessas
explosoes oratorias to communs irrilavel raca
dos declamadores, genvs irritabile vutttm.
Basta com effeto possuir algumas noeSes da his
toria poltica dos dous ltimos seculos, para saber
que averdadeira doutrina das liberdades publicas
foi constantemente ensnada e defendida na ordem
dc-Jesus, por aquellos de seus membros que por
seus talentos e estudos especaes tiveram de tratar
Je questoes de direilo publico ; niio precisando mais
para fazer aceitar logo estaassergao mais do que ci-
tar os nomes do Ilustre cardeal Bellarmino, c o do
doutor eximio Francisco Soares, que por s sos re-
sumem toda a escola poltica da sociedade de Jess
de quem foram como legisladores nessas materias-
Bellarmino e Soares, um sabio theologo e contro-
versista sem egual, outro ainda maior theologo, e
o mais Ilustro philosopho depois de S. Thomaz seu
mestre, e ambos sahidos do fecundo tronco da ar.
vore de Jess, podera com razao ser considerados
como o martello dos absolutistas e dos polticos
modernos filhos do Contrato Sorial.
las para por a these fora de toda a contestocio,
tornando-a aceitavel todo espirito desprevinido, e
que as discussoes s busca a verdade, convem
expor as doutrinas polticas da companhia sobre o
ponto o mais importante direilo publico, e aquelle
d'ondo partem como coqsequencias todos as ques-
tSes secundarias relativas ao exercicio das liberda-
des civis ou polticas.
Convm fallar aos povos das vantagens da auto-
rvlatle, e ros rcis das vantagens da liberdade. Esse
profundo pcnsauento, admiravel .-ynthese de todas
as relaces que podem existir entre os povos e seus
soberanos, o que s poda sabir de urna cabera
como a do Ilustre i. de Maistre, exprime fielmen-
te as doutrinas polticas da companhia de Jess,
como vamos ver expondo succintamente a opino
de seus doutores sobre os dous pontos capitaes de
direilo publico, nos quaes se resumem todas as
questoes que hoje dscutem os defensores do sys-
icrna representativo.
A mentira protestante, so tem gerado desde o
seu appare.eimento at hoje o erro em todas as cou-
sa:, cm historia, em moral, em dogma como em
poltica ; em dogma saenficaram a liberdade do.
homem ao poder da grapa, como em poltica immo-
laram as liberdades publicas ao absolutismo real,
C desposta anglicano Jacques I, theologo pedante
quarendo constituirse senhor absoluto assim do
espiritual, como do temporal, escreveu c sustentou
a doutrina que o rei recebe o seu poder inmedia-
tamente de Deus, e nao mediatamente pelo povo, e
que por cor.sequencia em caso nenhnm o povo Ihe
poda tomar conla de seus actos. Deste modo se
v que o absolutismo nasccu l na trra do protes-
tantismo.
Mas que fizeram os jesuilas, destinados por Deus
para oppor constante resistencia aos assaltos da-
quella seita dados a verdade da tradicao catholca ?
Bellarmino e Soares, em nome da liberdade dos po-
vos, regatada pelo precioso sangue de Jess Christo,
responderam ao despota, que o poder dos res vem
de Deus, verdade, por que nao ha poder que nao
venha delle, Yon m potestas nisi a Deo, mas que
elles o recebiam immediatamente das mos da com-
munhao social, e que por tanto os mesmos res na
eram irresponsaveis perante os ridadaos. A rea-
lesa e a obediencia que lhes devida, diz Soare>
tem o seu fundamento immediato em um pacto da
sociedade humana, e por conseguinte nao resultara
nem podem resultar da inslituic3o immediata de
Deus, pois que todo pacto humano nao pode proce-
der se nao da vontade humana : Nam hnmanum
paclum humana contrahitur votuntate.
Eis em substancia a doutrina da escola jesuta
sobre a origem da soberana. Pode desejar-se dou-
trina mais liberal, e por tanto mais opposta ao ab-
solutismo, sobre este importantismo ponto 1
Parlndo desses principios os mesmos jesutas
sustentavam contra a escola ante liberal, que a so-
ciedade poda era casos determinados oppor resis-
tencia activa aos actos do soberano. Todo o esta,
do, dizia o eximio Dr. Soares, orgo poltico da so.
ciedade de Jess, tem direito de depor o soberano'
como um meio de defeza necessaria a sua conser-
vacao ; c por tanto se o rei, ainda que legtimo, go-
verna como tyranno, e se o estado nao tem outro
meio de defender-se contra os seus excessos se nao
de|>o-lo e expelli-lo, pode faze-lo sem offensa de
nenhum direito, e em virlude nao s do direito na-
tural, pelo qual semprc permitlido repellir tor-
ca injusta pela forca, come por que o pacto funda'
mental pelo qual o estado transmttio sua autori-
drde ao rei que Ihe prometteu fidelidade, encerra
sempre a clausulaseo rei se nao tornar tyranno.
Fallando pois aos res da moderacao e amor com
que devem tratar os povos, por cujo intermedio re-
ceberao o peder, e os quaes podem retirar o mes-
mo poder quando este for convertido em mal para
os mesmos povos ; e fallando a estes da obediencia
e respeilo que devem auloridade dos soberanos,
sem o que impossivel a paz e a ordem da socie-
dade, os Jesutas estabeleceram a verdadeira dou-
trina da liberdade poltica, opponde assim un po-
deroso contrapeso doutrina da soberana absolu-
ta e inamissivel de origem protestante.
Essa theoria eminentemente liberal, e que forma
a base dos syemas representantivos modernos, o-
illustre jesuta Soares aprendeu em seu mestre S-
Thomaz de Aquino, a maior gloria da ordem dos
pregadores, e um dos mais brilhaotes astros da
sciencia chrlstaa.
E de feito o doutor anglico, cujas doutrinas po
liticas sao anda hoje admiradas e seguidas por sa-
bios publicistas, ensinava que na organisagao dos
estados todos os cidadajs devem ter parle na sobe-
rana, por que, dizia elle, este o meio de conser-
rar a paz no povo, e de fazer que todos respeitem
a ordem de cousas estabelecida ; e accrescentava
a infla que o raelhor rgimen para um osudo ter
um soberano virtuoso, com delegados que a sen
exemplo usem de sua autoridade conforme a virlu-
de, mai de todo que o poder pertenca a todos, ou
por que todos os cidadaos sao eleg veis ou por que
sao elertores : Et tomen talis principalus ai omnet
E Deus nos livre que elles apparecam agora no es-
tado de decadencia religiosa em que desgraciada-
mente nos acharaos, porque a liberdade s pode
ser convenientemente applicada cora .s preeeitos
da religio, sem os quaes ella fcilmente degenera
em licenca, em revoluca.
Mas como nao ha de sor assim T Ao passo que o
pertinet, tum quia ex omnibu eleg possunt tum c|ero, os capuchinhos, /*nr/i do >esuiio en-
quia eliwn ab mnibus ehgunlur. S. th. 1. 2. q. IOS* snam aos poros o eaUocismo, e cora osle"o amor
Nao te sei bem dizer o que 6; mas a cousa
eheira assim a modo- de milicias, de ordennneas,
era p deigperra permanente, e obrigadas a senti-
nella e aguardas... ;
Aqu Vasco de Oroellas soltoo franca e rasgada
gargalhada. .
Otba que esta s pelo di Ao I disse Mello por
fim. Deve ser cousa muito para ver um negocian-
te ou um advogado do Porto do espingarda s ros-
Eis como aquelle que ensinava que a lei urna ao trabalho, a modestia, a moderaca, a obediencia tas, a fazer sentinella ; e a soldadesca
disposieao du razao e uo da vontade expunha as
suas ampias theorias sociaes, que nos pontos essen
j ciaes se acham em perfl'ta harmona com a seen-
, ca contempornea, e entre tanto viveu no seculo
j XIII, nos temos da edade meia, que a ignorancia
dos lempos modernos chama seculos barbaros I
Assim pois se por liberdade se entende, nao a
independencia absolula, que nao pode sor til ao
homem nem na ordem sciculifia nem na ordem
i social, mas a faculdade de fazer o que justo e
, conforme s leis da justica, indubitavel que os
jesutas foram verdadeiros liberaos; e' longe de
deverem ser repellidos cm nome da liberdade, a
verdadeira liberdado os deve chamar e ouvi-los
como os maiores martellos da licenca.
E nem se pense que s Bellarmino e Soares fal-
lavam cora aquella franqueza perante as cortes d
Europa. O P. Jesuta Mariana, homem de trans
, a quem se
ao poder, o respeilo s leis e as nstituicoes; ao1 paga, a dormir a soinno sollo nos quarleis I Por-
passo que ensinara-lhes a liberdade com que de-! que a tal guarda nacional, assim a iodo disto.
vem exercer os seus deveres de consciencia, nao K quem quer, paga o servico a dinheiro I E' um
clegeudo para seus representantes senao as pes- ] novo modo de vida 'aventado pelo tal rei dos ra-
soas de merecimento, eque por sua vida e seus1 pazes... e um nao pepueno imposto para os que
actos garantam a posico que ho de montar na re- nao nascerara com disposicoes para a tarimba nem
presentacao nacional, ao passo que por este modo'. para as fadigasdos acampamentos. D'aqui a pou-
moralisam a populado, os liberaes ante-clericaes co, se a cousa durasse, annunciar-se-hiam pelas,
por meio de seus emistarios do liberalismo as pro- j esquinas guardas a tostao, plantes a pataco, fa-
vincias tram ao povo a liberdade de votar, impon- j chinas a seis vintens... Era para ver I
do-lhe chapas por dinheira ou promessas de em-
pregos pblicos, e por este modo corrompem e des-
moialisam o povo, corrupco e desmoralisaco que
se vae desenliando a traeos, cada vez mais vivos.
E aqu Pedro de Mello soltou nova gargalhada,
cm que foi cordialmente acompanhado por Vasco
de Ornellas.
Olha, Pedro, disse este por fim, isso que se
chama legislar para a kfa, e assim legislam sem-
prc todos aquelles que querem transplantar os
Quem nao sabe que de quatro em quatro annos
a populacao recebe daquelles mesmos que Ihe de-
viam dar exemplos de virtudes, ampias e eloquen-' usos de urnas nacoes para as ou'.ras, sem conhe-
tes lices de corrupeo, comprando-lhe os rotos' cerem ora respeitarem a ndole daquella, onde os
ccndental tlenlo, de urna vasta erudiecjio, que por, ''rrM com dinheiro do estado, creando at em-' querem implantar. Esta-mc perecendo que as taes
sua historia da Hespanha merecen ser chamado o pregos e gratficaedes para remunerar aquelles que guardas naciouaes serio entre nos urna grande
Tito Livio hespanhol; professava doulrinas, quasi'" ''a eleitoral souberara fazer mais velhacaria parvoice.
ultra liberaes. em favor dos candidatos impostos ? E os que fa-! O nosso povo pega em armas por vontade, mas
Escolhendoo Felippc II para ensinar ao infante ,Ze,n tudo is,' e ainda mais' s5 os que declamam repogna-lhe armar-se por obrigaco. Ora fajara l
contra o clero chamando-lhe turba de levitas mer-! guardas nacionaes n'um paiz assim Demais eu
Maranaescreveuparaistoasuaobrr-flfl7r( cadores>'^ ^'nerada e prostituida, que trafica voto contra o armamento geral de qualquer pan.
adular n roi .n com a con*cienc'" e a v$mmm, i? especula com JO tal systema significa a guerra civil permanente,
de Hespanha os deveres dos principes, o P. Joao!
Mariana escreveu para istoa sua obra.
Regs instituitione e ahi longe de adular o rei.en-
sinando-lhe o absolutismo, dz-lhe pelo contrario, 'w'aw'a ae ueos'
com toda a liberdade, que o rei deve exercer o seu
poder com muita moderacao, lembrando-se sempre
de que nao governa aos seus subditos como a escra-
I significa a pressao continuada do receio da desor-
Ser esto liberdade de insultar e calumniar ig-'dem e da revolu?ao. sempre inminentes. Pelo
norainiosamente o clero catholico, os ministros de tal rei dos rapazes melhor general
um Deus de paz e de verdade, que se quer para o 1ue gveri>ante. Se quer, o povo armado, ahi tem
vos,"mas como a homens lime : Non taqianTsa- Brasil ? Desta j temos em demasa agora preei- as n,ilicias e as ordenancas; deixe-as ficar que
vis dominetur, quod fadunt lyranni, sed tanquam sanios daquella liberdade que Deus ensina aos seus em
libens prasit. filhos, e na qual sao mestres consommados os pa-
nella por habito a ndole nacional. Forte legisla-
dor I
Se taes sao, porm, as doutrinas da escola jesui-!dreS da coml)annia de ,esus I P"nias da II- aur_
ii i-nmn otniii-nr co llo ..um ... berdade que ensina ao homem a sabir do necea-1
ta, como explicarse que um parlamentar liberal do % ^ ^ ^.^ ^^ razioPcalma foi pedir que represealasse a Buonapar.e que o fi-
Mas c verdade, sabes da deputacao que Ihe
repula os jesutas, e em nome da propria liber-
dade ?
No principio do seculo XVII a ignorancia dos le-
gistas francezes chegou a tal ponto, que queimavam
pela mao do carrasco as obras de Bellarmino e de
Soares, porque estesjesuitas, de accordo com os
theoiogos e os jurisconsultos da edade media ensi-1
navam que a soberana vem de Deus pelo povo e pa,XeS, C de Punncar a raza0 Pela mcditacao, pe
que os res nao sao irresponsaveis perante os ho- la ora5' P6'0 jejum e pel retira
e esclarecida pela luz do Evangelho, para poder
obrar com acert nesta vida.
Tal a liberdade que os catholicos do Brasil de-
sejam, e que por ninguenr pode ser melhor ens-
nada do que pelos jesutas, que durante dous an-
nos aprendem somonte a sciencia de dominar as
moas. E o que queriam os aduladores parlamen-
Quanto liberdade daquelles que s sabem in-
tores por em lugar dessas doutrinas ? Queriam eri- sultar aos ministros da egreja de Jess Christo, co-
gr em dogma nacional e em lei fundamental do .brindos de baldSes e injurias, daquelles que, co-
zesse rei de Portugal ?
Pois sempre se realisou I...
Bealisou... no dia 26 de abril. Eu te con-
t. Isso foi um dia de perfeila furcada, mas ao
mesmo lempo de nojo e de grande imiignago.
Pedro de Mello parou aqu um momento, c logo
continuou :
J nos das anteriores tinham chegado depu-
laces de difltrentes terras,a prestar a'sua adheso
Soult. Dexa ver se me record. Vieram de
Barcellos... de Vianna... de Villa do Conde...
Guunares... Villa da Feira... E' isso. A fren-
te da Villa da Feira veio o corregedor Bibeiro de
reino, que o rei recebe o seu poder s de Deus, e d* o apostlo S. Pedro, s tomara a liberdade ^ empavonando-se dentro de urna beca de
que em caso nenhum o povo pode prvalo do mes- Cl,m0 um VtU Para encubrir o espirito do crime :
nio poder.
O que, porm, releva notar que, como observa
o historiador Bohrbacher, foi o clero quem por sen
orgiio, o cardeal Du-Perron, conseguiu com muita
difliculdade destruir a doulrina anglicana.
V-se, pois, que foram os principios contrarios
aos que ensinaram os jesuilas que levaram os par-
lamentares francezes em 1614 a querer estatuir em
lei o absolutismo real.
Et non quasi velamen habentes malitice tibertatem
(I Epist. c. 2, v. 16), nos a repellmos como catho-
licos em nome da liberdade que Deus deu aos seus
filhos.
Eu sou tambem liberal ; e como poderia deixar
de s-lo sendo catholico? Mas nao levo a minha li-
berdade ponto de tolerar que o erro e a verdade
a corrupejio e a moralidade, o mrito e o demerito
tenham a mesma recompensa ; quero tambem o
progresso e a civilisacao, mas nao a civlisacao que
Pelo pouco que fica dito pde-se, pois concluir, consiste em favorecer a todo culto nao catholico
que os jesutas nunca foram absolutistas, e que as em dar os dinheiros c os empregos pblicos a toda
suas doutrinas traduzrara sempre aquella liberda- a especie de sectario era atacar as communida-
de que propria dos filhos de Deus, tibertatem fi- des religiosas, deixando plena liberdade s pennas
liorum Dei como diz o apostlo (Bom. VIH, 21), e e s linguas de calumniar a egreja; em usurpar
que consiste em amarem-se e respeitarem-se mutua- os direitos dos bispos brasileiros, embaracando-os
mente povos _e governos, cumprindo todos os deve-! em sua aeco civilisadora; em querer riscar da
res de christaos. j cons,itu,.ao 0 3. do art 95 abrinde assim M j^,,.
Quando Luz XIV dizia o estado sou eu-nao ts do parlaraxiito a toda a especie de inimigos da
foi de certo dos jesuilas que elle aprendeu esta dou- re''8iao do estado ; em desfeitear a pessoa do So-
trina. O que elles Ihe ensinavam pelo orgo de beran0 no proprio pafo real, em pagamento da ge-
seu irmao o Ilustre Bourdalone.eraque o rei derla nerosidade do mesmo Soberano,
amar os seus povos dando-lhes exemplos de virtu- Emfim, eu sou liberal, como ensina a ser a egre-
des e v.vendo como um re christao deve viver.pu" ja pela bocea do seu chefe visivel na famosa enev-
ro de vicios e de .inmoralidades. I clica Jamdundum, saluda da alma magnnima de
Com effeto, todas as mes que linham de pregar Pio 'x> 1ue inaugurou o seu glorioso pontificado
aos res nunca os jesutas calaram a verdade fal- com as mais Prudenles e benficas reformas no
lavam sempre com toda a liberdade, nao os' alia- ^ "J*,liberal em sfus estados' te que as ,eria le"
, ., vado adianto, se a licenca do liberalismo nao o li-
gando com a vil e prejuuical adulaco. E para ( vesse obstado, ensanguentando o proprio palacio
prova basta ler-se, por exemplo, aquelle sermao so- onde estovara reunidos os ministros e os deputodos
bre a Impureza, que o referido Bourdaloue pregou do estado com o sangue de seu ministro. E a ra-
na presenca de Luiz XIV, reinando ainda madama Ca dos a*sassinos de Bossi nao est anda ex-
de Monte span. Ahi o ncomparavcl jesuta fulm- line,a
na a mnlher deshonrada que se gloria de seu pro-' Eu sou liberal, mas, segundo a tradicjio da egre-
prio opprubio, eao marido infiel, que trata cora ja> e os eUsinos do mestre do Vaticano; e por islo
grossena e rigor aquilloque devia sero objecto de .
seu amor, e adora aquillo que a causa visivel de ;,0da a maxim1' Pensament0> Pnneipio, doutrina e
suas desgranas. i accao, que estiver em opposi?ao com aquelle en-
Mas se no campo das theorias, os sabios jesuitas sno ainda que venha C0Der, com vu da liber"
tinham as suas doutrinas, abstiverara-se sempre de dade velameH /*frta'"-eu a Po em nome da
applica-las nos paizes em que vivara, nao obstante i verdad<;ira civilisaao e f verdadra liberdade,
o seu tao fallado podero, e permanecan, conten- J? w 'TOde ^^ ^aao evangelista, da ver-
tes debaxo das instituices de todos os estadoscui- ^^^T* ** **"**.*;alholica : Co9scetU
dando s de preencher o fim de sua ordem. Tal
foi o systema dos jesutas anligos, e ainda o des
novos. A sua poltica o bem da egreja e dos es-
tados : dando a mocidade urna educacao christoa,
e por meio del la conduzindo-a felicidade e paz:
eis a sua nica missao. Se o estado monarchico,
elles sao monarchistas, com tanto que baja liber-
dade para as ideas christas serem pregadas; as
repblicas sao republicanos com a mesma cendi-
cao. E assim tem vivido bem nos Estados-Unidos,
na Suissa, na Franca e na Blgica, etc.
Neste ultimo paz, que de certo vive com liber-
dade, os jesutas gosam tambera dessa liberdade
pregando e ensinando, e os liberaes ali ainda nao
os fulminaram em nome da liberdade. Pelo con-
veritalem, et reritas liberabit vos.
Becife, 13 de abril de 186&.
Um catholico.
0 SEGREDO DO ABBAHE.
pon
Arnaldo Gama.
XI
Noticias.
(Continnacfio do n. 83J
Aqu os dous ficaram por alguns minutos em si-
lencio. Vasco de Ornellas disse por fim :
Muito bem. Silveiraglorificou-se. Folgo com
trario emjulho de 1843 o re dos Belgas dirgindo-se isso. Mas ao cabo de contas a perda da ponte de
aos padres jesuilas do collego de Namur fallou-lhes Amarante gravissimo embanco para a realisa-
nesles termos :
Senhores, alegro-me de achar-me no meio de
vos. Sei que daes aos vossos estudos urna boa e
sabia direccao. Trabalhae, senhores, a mocidade
precisa de bons principios; nao ha nada mais im-
portante, principalmente nos dias de hoje, em que Se a sustentasse.
cao das operaces prejectadas.
Talvez : comtudo, se Beresford conseguir re-
tomar Amarante no mesmo da em que sr Arthur
conseguir tomar o Porto, parece-me que Silveira
fez maior servico era perder a ponle, do que faria
ha quem se exforce por propagar os mus princi-
pios procurando excitar as paixdcs. Na sociedade
ha urna luto entre as boas e as ms doulrinas;
Como assim ?
Eu te digo. O re dos rapazes, como l pelo
preciso pois, lutar contra o espirito desordeiro que Porto chamara ao Soult, contando at esse dia com
tende a revolucionar os estados; e se nao se Ihe | a passagem do Tamega aberta por aquelle ponto,
oppuzer barreira desde o principio (eremos que! dirige de certo a retirada para ali. Ao saber que
temer dias tempestuosos; mas se pelo contrario Beresford est na frente delle, tem de retroceder,
elle for vencido um bello futuro se aprsenla a Bel- E aqui o tens, a perder a vanlagein da antecipa-
gao da maroha, o por conseguate sir Arthur com
gica.
< A Blgica, contina o rei, tem urna bella e fe-
liz posxiio, s delta depende conserva-la e torna-la
mais vaniajosa. e conservando os seus principios
desembargado^ que no dia 15 Ihe fura concedida
por um decreto de Soult, em razao delle ter vinte
annos de servico bom e exemplar. Muito bem.
No dia 2o chegou a de Braga. Esta j era mais
numerosa. Trazia trinta e seis membros, tirados
do clero, nobreza e povo, e vinha capitaneada pelo
corregedor Antonio Jos de Mesquita. Chegou ao
meio dia, e apresentou-se logo a Soult cora urna
representacao, em que dizia que considerava o
throno portuguez vago, e por isso rogavam a Soult
que pedisse a Buonaparlc que lhes nomeasse um
rei...
Que infames I balbuciou aqui Vasco de Or-
nellas, verdaderamente indignado.
E que tolos I arcrescentou Pedro de Mello,
rindo-se as gargalhadas. Como te dizia chegou a
tal dupulacjio, e mal chegon foi o signal ja espe-
rado por Soult e pelos afrancezados, para o que se
pretenda fazer no Porto, onde a cousa pareca ter
mais importancia. Aquelle maroto do Frederico
de Almeida Correa (1)... corregedor e provedor
da comarca... e o paleta do conego Jos Valerio
ofllciaram aquella cmara e s demais autorida-
des, e este ao cabido, para se reunirera" no dia se-
grate de manha, com o llm de irem encocora-
dos levar a Soult urna representacao, que os taes
chamavam acto da nossa felicidade e ventura.
Ninguem disse chuz nem buz, j se v. Todos
obedeceram, porque todos sabiam que por detraz
do Valerio e do Correa estova Soult c as bayonetas
trancezas. E a cousa era to clara que na cmara
onde se reuniram, appareceu todo o estado-maior
de Soult, e urna guarda de honra formada pelos
granadeiros e atiradores do regiment francez n1
4, para acompanhar a tal grande deputacao. Ao'
meio dia sahiu o prestito da casa pa, onde, como
sabes, a cmara funecona actualmente. Consta-
va de sessenta pessoas, que caminhavam como que
presas no meio do esta-maior de Soult, precedidas
por urna msica militar de nao sei qual rgimen
to, tocandp estrepitosamente, e seguida na reta-
guarda pela tal guarda de honra do n. 4. Cami-
nhavam todos cabsbaixos e tristes, excepeo do
maroto do corregedor, do asno do Jos Valerio, de
um tal Manoel da Cruz Maia (2) e de Jos Pinto
de Mesquita e Lima, ltimamente provido'por Soult
no novo cargo de commissario da guerra do excr-
cito portuguez. Estes am de cara erguida e van
gloriosos, olhando com salsfacao para todas as ja-
nellas...
Aqui Pedro de Mello parou de repente.
Por Deus, Vasco de Ornellas I exclamou fi-
nalmente, causava indignacao o ver aquelles mu-
rolos caminharem para o palacio dos Carrancas,
onde Soult est aquartelado, to salisfeitos e van-
gloriosos da deshonra da naco ; e causava egual-
mente nojo o ver as demonstrases de contenta-
mento que davam, vestidos o Valerio de esmoler e
capello-mr de Soult, de unto pessoa, como el-
le se assigna, e o Mosquito com a farda do novo
emprego creado pelos Francezes.
corregedor ia de beca, e o Maia, desavergnnha-
do vestido, acredita-lobas? de criado-reposteiro
da real casa do principe regente 1 Olha que isto
cusa a acreditar.
Assim dizendo, Pedro de Mello fitou em Vasco de
Ornellas os olhos ainda rutilantes da indignacao
que en to o tomara, e depois de alguns momentos
de silencio continuou:
O tal acto da nossa felicidade e ventura ia
mais longe que o de Braga. Nelle nao s se decla-
rava o throno portuguez, mas pedia-se que fosse
Soult o rei de Portugal. Era Soult a pedir por li-
ndas travessas a Napoleo urna corda.
A representacao foi lula com enihusiasmo. pelo
corregedor, e em seguida Soult leu em portuguez
mascavado urna resposta que dizem que fura es-
cripia pelo maroto d Valerio. Depois alguns en-
tusiastas correram janella, e deram vivas a ej-
rei Soult, atirando com dinheiro ao povo. Ninguem
responden, excepto os rapazes que o faziam com
evidente escarneo, lancando-se s robatmhas sobre
o dinheiro.
D'aqui Ihe proveto o titulo de rei dos rapazes.
afacilidade de o alcancar, ou de Ihe tomar a fren- Mas ohJ ,nanidd dsB 8*>ras humanas! comi-
t se Ihe quizer cortar a tirada. nuou Pedr de ^^ com V01 con'"'ameule en,oa
| da, no meio de tainanho regesijo, as apogeu da
Soult nao nenhum cabo 18lr'* daquelles jacobinos, nouve um desalmado
i e este desalmado desalmado foi este leu humilde
Ha de ser difficil.
ser respcitavel e respeitada. O que sobre tudo me de esquadra. E que novas do Porto, Pedro de Mel-1 sers0t qQ(
compraz, senhores, a educacao terdadeirnmente lo ? aecrescentou em seguida Vasco de Ornellas.! qUe e'ngenhou o agorentar a festa cora um modo
nacional
educa
impraz, sennores, e a eauvuruu veiuaaeimmeme w i numnuui cm swguiua i *ro i>i iieua. que engennou o agorentar a esia com um mono
luca-la assim e ella sera o sustentculo aa pa de la V|es|e no dia 12 Muil0 Bttb0i muUa ex|or. | queo s^,, ja an esla ap(,gado com a cidade.
Vasco de Ornellas solton urna gargalhada. |asse. IW Uro, vendo que elle eonlinoao i
Mas diz-me, Pedro; perguntou entao em que disse como (jue oara aor airam eam**
atado deixastes s probabilidades da revolta, se Mas auue nareee oarJ^U i
fr necess ao faae|-se ? de 8U|)iu. AimJa ^ ^uWe-T-iW
Ah! fcr es* ponto nao tenhas duvida, res- : de r^cashoras ^ ruZmTmrm.
pondeu Pedio de|Mello. Os Francezes- poem em om voz em qne resoava a de' lerVaateV cw*.
verdade receio. porque anda lembram 0s horrores que aquella ind.fferenea o dilacerara. A*Td> r-
do saque, e sobreiudo porquei mate pequea des- eeber ordem de narT Cow> aMar 4*mt **-
cer ; como fidalgo que ma, nio >to 5rar arT>
eonflaoca ha \oo prso oo fuzilamento. Mas por
isso mesmo os animo?, naluralmenle bellicosos da
gente do Porto,-andain altamente indignados e de-
sejosos de occasio de se desforrarem.
Ainda hontem os Francezes fuzilara-n um larrei-
ro, acensado de aliciador cm favor de Silveira. Fu-
zlaramno no alto da ra da Boa-vista, precisa-
mente, segundo medisseram, no sitio onde foi apu-
pado o auno passado o Quesnel, quando o IJall sta
o levou prisionelro para Hespanha. Porlaram-se
como selvagens como pobre homem. Levaram-no
a marche-marche para o campo de Santo Ovidio,
espectador da lula, em qne a iodeaeaaVaria m
nha palria se rae pelejar.
E obra como qu<-m rrpliroa D. I.mi V
eu fura homem, tambem nao neava e> vr
ento vae coiincar brevenvnte a ramanha
iDglezes avanran por Om ?
Segund acal de ser inluraaaiev *vt*m Vaa-
co de Dinellas. sir Ai Huir dere partir de tifia Ir
terca feira que vem, e, o mais tardar, d--* calar
em frente do Porto seUa-Mra ou saMwto. Tr aki
-'; gnu deve icr lugar u mais iuiDorUule e mal fcri-
alu lizeram-no ajoelhar no meio do campo, para o ( j0 combate. Deimis delle ..{ Deus o ae-
.0 i'Oir-i
muro do Pamplona ; mas, ainda nao contentes do
primeiro sobresalto da agona da victima, tornam
a erguelo, e vo fuzila-lo efectivamente ao cinto
da ra da Boa-vista I Estas barbaridades, e o nao
Ihe consonlirem padres, segundo so disse, revolta-
ram de lodo o genlio.
Nao tenbas duvida, Vasco de Ornellas, se nos
fr preciso, teremos um levantamento em massa.
gira.
Ah I Sm, replicou n.a. hiiulmenl ta-
nor. c continuou com os ol** Btos ,ra Vaark Ira
mente e sem a menor aaacaacia.
Aqui Vasco de Ornellas aealM qne a alma se Wte
quena desoedaear. Conteve, porm. i niela afa-
mas nao pode torear a linxna a falUr. Leaaar
o. olbos lilus m Ite p* aifea
ni.i
estove assim com
Nem o Senhor de Matosnhos valer a Soult, ape-! minutos: mas logo, como se a alma paira*
zar de elle l ir oulro dia, com grande arruido, fin- u'al, e ella nem sequer nsse o primo, T.^tMii
gido devoco e outros signaos piedosos, tudo para' chinalmentc a cabeca, tornou-a a recostar* a
captar a oiniao publica. Ninguem o acredilou ; e e filou de novo os '.Jhos m> Mam Y. me de
odeam-no... emfim como se costuma odiar os in-! Vasco, aperar de luda a ua arroante altrm. as-
vasores. I somaram evidentes sigaaes de Micria liilarcrao-
A conversacao chegava aqu quando se ouviram |C rruzon os bracos, r laoej rom im nlbH IMceca-
dar sois horas no relngio principal do solar. Vasco quc-lla mulher formosis.-ima, que adorara com acaar
de Ornellas ergueuse.
Muito bem, Pedro
assentado que parlamos
de Mello ; fica, por tanto,
esla noute. Como andaste
quasi insano.
Nisto o sol, ao inergulhar de indo por Ir
montes do hnrisonle. lanrou atravez & um
luda a que passou, precisas de descansar um pou-1 das miVens, o seu ullimoraio .le rtVtprdHb i
co, e eu lenlio tambera de dar algumas providen-' res,. as ,UVores. Eto lur mais vira loMMlacaa
cas -obre os meus negocios particulares. Ah esta cne0 (^ |nos ft D l^onor tfVpertoa-a c da-
urna cama para te deitares, e ali urna campainha' mou.a a ronsciencia da presenca do winn '
para chamares e criado, se necessitares de alguma
cousa.. Permitle-me lit-enca. At logo.
A' vontade, Vasco de Ornellas; vonjade,
respondeu Pedro de Mello.
E dizendo, arremecou-se de um salto para cima
da cama do amigo, com a sem ceremonia dos acam-
pamentos e das academias.
D'ahi a um quarto de hora Vasco de Ornellas
galopava a toda a brida pelo caminho do paco de
Cerzedello fra.
XII
.1.1- despedidas
Eram quasi sete horas da tarde.
O sol, a descahir para o occidente, mergulhara
n'um formoso e.caslellaraento de nuvens, que for-
ra vam o horisonte, e apavonara deliciosamente as
mil figuras fantsticas, em que ellas se recorta vam
ae acaso.
Os outeiros, as collinas e os valles assombra-
vam-se de cores deleitosas, variegadas por desva-
radas maneiras.
As Dores, ao cerrar as corollas, tspiravam per-
fumes suavissimos, sacudidas amorosamente pela
aragem fagueira da tarde, que por ellas se entre-
mettia. Era um verdadeiro ai-outecer de prima-
vera no Mnho, todo rescendente d'aquella dulcis-
sima poesia, que inspira o amor dos cherubins o
dos anjos.
A esta hora D. Leonor de Baiao chegava ao mais
primo.
*d.
elevado e mais gracioso terra?o da quinta de Cer-1 ^Tucuraoreao coarto i naz to
zedello, para o qual dava entrada urna avenida tor- JJ^ que bu tuosa e aprazivehnente abobadada pelos ramos en- ',' q Du>que nilles "ma "'"' qor
iprazivelineute abobadada pe
florados do frondoso arvoredo, que pittorescainen
te o circumdava. A passo lento, com os elnos bai-
xos e como que enlevada era profunda meditoco,
a formosa dona de Cerzedello encaminhou-se ma-
chinalmenle para um dos canaps, que estancea-
vam ao longo do parapeito. Sentou-se, pousou o
cotovello sobre a aresto de muro, recostou a face
na me, e litou o olhar distrahido nos mil caval-
creaaaej i
Olhe romo est forinoso' o por do
ento, para disfarcar o alh>nmento qo a
ra. Mas faz-se larde, e o primo ha de jiktw trf-
Iher Guardizella___
Assim dizendo, kvanton-se, e. e d***murotmm4o
com soberana graciosidade o v,-sii*So. ia a dar a
primeiras passadas, quan.to Vaseo. romo ipae im-
pellido pela necessidade, impr-.irahiv.-l pur mai-
lempo, de realisar a mieiM.-o que o aunara, m aaa-
chinalmente alguns passos para ella, e Uatatjeiaa
arrebatadamente em voz quasi trmula :
Prima Leonor.... ptro-lhe que me at'.'...
Bogo-lhe que se sent.... lenho qne Ihe diz*r.
D. U'onor relanceou de golpe sobre elle na eAar
fundo e prescruta-lor; como que hc.-it..u um mo-
mento, mas por lira sentou-se, e eraron os olK ao
primo com toda aquella soberana e fra altn.-z.
que lo natural Ihe era.
Vasco estove callado alguns minutos, lempo pre-
ciso para de tolo robustecer a voatauV. Por Ira
disse-lhe em voz firme, mas em que ln-m di>lim--
tamente se enloava o amor que ItivesMava ao
scio :
Prima Leonor, daqui por algumas h.iras, es-
larel j a grande distancia de CerzedHto. Pela gra-
ta memoria dos felizes lempos da oo*>a mbnr.
dgame o valor em que Im apreciar daqca pur
diante a minha vida. Vale ella porvenlura a pcam
de a nao ex por temerariamente aos azares dos eme-
nten o-
mr livre
por liin
Ao terminar, a voz de Vasco, apezar da apea-
rente serenidade, com qne elle dizia estas patarra-.
resoava com lo profunda agona, qne o rora^o.
tamltcra dilacerado de D. I^onor. subiu-lhe mo-
mentneamente aos olhos um olhar de compadec
menlo e. de pezar bem seniitio.
Primo Vasco, responden, mas sempre seas a
leve animaco de .-emitante, supponho rom
P rTJ' 'far no.llonson,e-. .. ,., hnr> bardia o malar-se viva, mas para d'.minar me
Era devoras tormosissuna assim. Aquella hora, ImjmdecL que em mira nao pode
n aquella postura, e com a sentidissima expressao eorresnondeneia
que Ihe irradiava do rosto, que Deus modelara
pela belleza grandiosa dos seraphins, aquella mu-
lher, como o Pygmalio da fbula, dara vida pelo
amor a urna estatua de marmore. Aquella era,
em verdade, D. Leonor de Baio. Era-o pela for-
mosura ideal do semblante, pela soberana airosi-
dade da corpotura e pela expressao magestotica dos
gestos ; mas d'aquelle todo espirava agora um nao
sei que de to docemente triste, que embrandecia
a dureza habitual que afflgurava de podra, e dei-
xava irradiar toda a suavissirna meiguice, que cir-
eumda, como aureola de encanto, o rosto da mu-*
Iher formosa, que solTre de amores ou de sauda-
des. N'aquella doce melancola, n'aquella resigna-
cao que Ihe enlevava o espirito, D. Leonor de Baio
a despeito da natural soberba, mostrava que era
mulher, e, portauto, que nascera para amar o ser
amada.
Havia ali angustiada agona na expressao d'a-
quelle rosto. A furto se Ihe roubava o segredo,
que o orgulho recalcara ferozmente no seio, se a
solidan Ihe nao alentasse odesafogo. Havia ali
correspondencia..'..
Leonor... Leonor... por Deus nao ermti-
nue, exclamou Vasco de Ornellas e-lenoVado de
golpe os bracos para ella, e lancando a eaU-ca para
traz com supremo desespero.
Depois cobriu o rosto com as maos. e assim es-
tove alguns instantes.
Diga-me, intorrompeu arrebatadamente, ao
menos feliz 1 Duarte ama-a ?
Nao, respoudeu I). Leonor sem apreseatar no
rosto a menor alter.ieao. mas em voz que pareri.i
um grito do coraco a despedacar-ne.
Desgracado de mim exrlamou Vasco de
Ornellas, soliando um brado dilacerante e cofcrindo
o rosto com as mos.
Alguns minutos de|wis. apanhou o chapen, que
Ihe tinha cabido, e disse com aspecto sereno, ma>
em voz medonhamentc cntoada :
Sei o que me cumpre fazer. Adeos......
Leonor.
Assim dizendo, rortejou a prima, e enraminlmu
para a avenida. D. Leonor erguen-se, suslcre-..
por um braco, e f-lo voltar para junto do canap
1 .-I ,-- ...rt I"" U,M i' IV", *" IC-IV MMl.ll I1.II.I lilil'.'
agona, a agona de amor que aspira a real.sar am ^ d o|(r^^ J >{
souho de felicidade, sonnado pelo coracao, e que se g^^ d | sereumi,n|r v
sen e esmagado pelo despjeso e pelo abandono. O | e ,a|nljein smI u,.sgrar;ula. N:io mmnm a nii-
boatos, que Ma heu S.maoespalhara arte.ra n nle, nha ja Cum defxar'.me 0 jnl0 .......>(,
acerca de Duarte, t.nha.n-lho irr.Udo a soberba e duvjdS0 d() llesl.spcro ,Ke inspirara. Acre-
mas haviam-lhe egualmeute dilacerado a alma e | M cora torcas tanto mais robustos, que a pa.xao sata- ,0 ou rycDlnn aiuVmais.
nica nao Ihe poda dominar senao ariilic.almcnte Ao c| fc ^
a pa.xao anglica. D.ante de gente a lidalga all- m cjc0 k ,,,(r'S(;,,re fria iitlYn damjHI(, os|0
vez, que nella degenerava hab.tual.nente erasobei- formo,jsilll irra()iava do novo mJni0S0 resp4,.0.
ba, encadeaya-lhe a manifesiacao da dr, e D. Leo- d(jr d n meiancolia lo doce do nmSZ,
uor aprescnlava-se fra e imperturlavel, como se c haij;i ()UC( divmiava l0 Vl. ,a ^im .
aquello pesar Ihe nao esp.nhasse afllict.vamonto o O'|hos dc Va5C0 seccos |o d da fe|,re d ,.
coracao. A sos coms.go a funda melancola que ,,. d(i!i r, ,ium,de,.era,n com 0 brUhs suave da
logo se a-senhoreava della, demonstrava oque tom|Kllx;lo docemeule dolorosa. com que se pre-
era aquella agona, tao pungente que a ia pouco e
pouco matando, sem ter ao monos o desafogo das
lagrimas, porque a altivez de Leonor al diante
de si propria se corra dc chorar.
Pobre Leonor I Se ao menos pudesse desabafar.
pelo pranto .' As lagrimas sao o nmeo desafogo;
senda a agona dos anjos. InMinrlivamenle desli-
sou para os ps della, e litou-a com os olhos cheio>
de amor e brilhanles daquelle sentiinento soaris-
simo.
Oh deixe-nic estar assim, balbuciou em voz
doce, quando Leonor forcejara para o fazer le-
que a mulher lera |iara minorar os grandes pesa-' vantar
res. Nos es homens, se nao morreinos no prme-.
ro impelo das grandes dores olvidaiiio-las por lira,!
sem para isso precisarmos de as desfazer em la-1
grimas, porque esta ahi o mundo largo, largo, e
lodo elle indisputado apauagio da nossa virihdade.
Mas mulher, a quem a sociedade, ou porventu-
ra a Providencia, coniou as passadas ; que nao po-
da avoejar para fra do esti eito espaco dos cuida-
dos pequeos ; que desusa na vida docemente e
nao como nos, atordoada pelo redomoinhar do tur-
bilhao dos aconlecimentos : mulher, que nao tem
cousa que Ihe distrada, e deslite os olhos do mo-
tivo da sua dr, se a nao desafoga pelas lagrimas,
aos poucos e poucos se Ihe desitedaca o coracao, o
a vida funde-se-lhe por fim a febre d'aquella ago-
na, como a cera ao lume da alampada ou o ouro
ao fogo do crisol.
Um sorriso docemente melanclico apparern
ento a hrimar ao de leve sobre os labios .(aquella
mulher formosa, e a nio della des.ahiu ntn o
hombro do homem, que a adorava. em quem os
olhos se Ihe lilaram com sentidissima gratido.
Oh Vasco, disse por lim, porque nao havia
Deus de bemfadar-me este amor I...
Oh I so lu qnizesses I... balbucion elle.
Si; eu quizesse Nao... se eu podesse...
Ao velos assim transformados pelo amore rnla
desgrara, ninguem dissera que naqnella mnlher
eslava a fria e soberb I). Leonor de Haio. e od-
ie o duro e arrogante senhor da Turre de Guardi-
zella.
D. Leonor passou por lim a mo por sobre a
fronte.
Vasco, disse ella ento, pensa qvie nao lenho
Sentada e iminovel, assim se conservou D. Leo- S|Tn,,0 muie ao ,,. a a ja |he |abora uo
lor por mais de um quarto de hora. De repente coracao ? Su,,.,oft.me ,ao dura e tao fria que tenha
a lucia pertinaz, que a vontade de ferro Ihe trazia
Invada com a irrosoluco que o acaoliava, ao
aproximar da occasio de realisar um pensamen-
lo, que de muito trazia meditado.
D. Leonor nao deu conta d'elle, senao ao senli-lo
j a meio do terraeo. Ento voltou o rosto, e de
repente a frieza e altivez habitual samram no co-
racao a melancola, que lio docemeute Ihe irra-
diava do rosto.
Prima Leonor, disse Vasco, depois de a cor-
gnu'a tem apuntado adugamente os espinhos da
minha. Dra melado da vida para o fazer e-ue-
cer de mim, e tod w das peco a Deus que lhe lran>-
forme emjudio esse amor, para que eu soffra... por-
que assim soffrerei menos.
Leonor.. Leonor, antes Deus me fulmine qne
ouvi-la I exclamou Vasco de Ornellas com apaixo-
nado arrebatamenlo.
Nao, Vasco ; peca antes a Deus que me ou-
ca... replicou ella pousando-lhe a mo sobre a
tejar, e em voz era que resoava a0 de leve a lu- bocca porqUe o seu amor im|K>ssvel, aemcea-
to que Ihe ia no espirito venho do gabinete do to tou ,rislementc c em Vl)I niais teM a,*r,ando
D. Goncalo, onde medemore quasi duas horas nas dta as Diaoj de y que eslaYain coarahi.
cora elle e com Matlieus Sunao. Pecp-lhe, pois, vamente enlacadas
desculpa de a nao vir cumprimentar mais cedo, e Entao nevm A n)enos a ^tmc* ? balbwou
dizer-lhe... adeus. I e||e
D. Leonor relanceou de repente os olhos sobre o { Bla abanou ,riSlemente com
primo. negativa, e em seguida balbuciou .
Adeus I balbuciou ella, como se o nao enten- j part.ce-me que nao
desse. Eniao parto ? acrescentou framente. Apez;ir da negai-o significara o meneio da ca-
- D aqu por algumas horas, responden o se- ^^ acuelle parece-me arrebalou Vasco delieiosa-
nhor do Guardizella, cada vez mais commovido, nenie.
O amor desesperado alentase
a cabera una
tria.
Eis corno um re liberal, falla aos padres jesu-
tas I Ah I prouvera a Deus que no Brasil se po-
desse dizer o mesmo; no Brasil onde a educacao
da mocidade e a insirucgo publica se acham no
mais lamentavel estado de atraso. Entre nos nao
ha infelizmente jesutas; mas em compeosaco ha
liberaes inimigos do jesuitismo.
Aqui fallase de dia e de noute, e em todas as
partes de liberdade, e ninguem v os seus efleitos-
sao, muito pouca seguranca, e por cima de tudo D'ahi a noticia voava de bocea em bocca, e era
isto muitos folhetos, muitas proclamacSes, muitos! P? ver re,bo'iC0 1U(J cau?ou entre ,s *^ranc^;
. .. o i j O Correa, o Valer, o estado-maior, tudo andou
boleuns e mudas lets, que Soult decreta, cum a n.Hm redemoinho. Nao se ouvam senao correr ca-
mais imperturbavel seriedade, para toda a nacaa i rallos desfilada, tocar cornetos a reunir, fugir
Sabes por fim de contas de que se lembron De- j este, correr aquelle.. B.galei-me.___________
cretou a formacao de urna tropa oo guernlha, ou (I) Foi, depois da tomada do Porto, rondemna-
..no*er $0 me do a degredo perpetuo para a ilha de Santo Ca-
qoe diabo que ene cnama... ue.ra w se ^ e | par|(u a H d? ^ ^ lg|a
lembro... Gearda... guarda nacional... e kso. j ^ Fl) depois condemnado em dez annos de de-
Has que quer dizer guarda nacional ? excla- gredo para Angola e para l partiu 13 de julho
moa sorprendido Vasco de Ornellas. l i de 1810.
mas fazendo cada re maiores estorcos para con
ter-se. Vou reunir-me ao raeu regiment, porque
a campanha rae definitivamente romperse.
Desejo-lhe mil felicidades, primo Vasco, vol-
veu D. Leonor, e crea que tico pedindo a Deus
que mo conserve illeso dos perigos da guerra um
dos queridos compaoheiros da minha infancia.
A estas palavras, pelo rosto de Vasco de Ornel-
las passou de repente urna como nuvem de medo-
usanameate al
. com a mais sosneuo riso, em que se Ihe afllgurc
! ao al vorecer a luz do futuro.
Vasco soltou, pois, um grito de alegra suprema,
e cobriu as mos de D. Leonor de beijos phreneti-
cos de amor e de gratido.
I Ento urna lagrima deslisou furtivamente pelas
faces daqnt'lla mulher, sempre to friae lo altiva.
Durante um minuto os olhos della nao despegaran
nha palldez os olhos chsparam-lhe um amor tao a vista, docemente compadecida, de cima daquelle
ardeote e tao mal fadado como o de D. Leonor ; e homem, desgracado porque a amara tanto : e as
o corpo fez um hgeiro movlmento, como se o ins- maog n5o ^ fhe aIrevera*n a furlarem-ie
tinelo o quizesse arremecar para es ps d'aquella manifestacao de felicidade, que nao poda
moH.er. Mas a rija vontade e a altivez do senhor mais que ospa50 que e||as M prciUsSm a
de Guardizella contireram de chofre este impeto, e bailadas.
aquelk
durar
serem
slo. D. Leonor conti-
collaram-no immovel ao
niiava fra e mpassivel.
Por alguns minutos os dous primos
ram palavra. Vasco nao alinava co^
Uo disse-
e que ha-
[(Coafi'm.
via de fallar, e D. Leonor aguarda que ele fal- PSRNAMBUCO. TTP. O* M. f. P. P1LB0
NMMMMMU'J-- tS-mmum


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