Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10339


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Full Text
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AMO XL HOMERO 83.
Par tres nezes adiautados $$000
Par Ires mezes vencidos 6]fU00
Porte ao correio por tres mezes. 750
TEICA FEIRA 12 DE ABRIL DE 1864
Par anna abantada.....19$00f
Porte ao correio por oa aaaa 3J00
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Marantio, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A"
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL
Alagas, o Sr. Clandino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Atrae Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins & Gasparino.
EPHEMERIDES DO MEZ DE ABHIi-
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Govauna e Parahyba as segundas el
sextas-feiras. La nova as 11 b., 29 m. e 2 s. da m.
Sauto Auto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caraaru', 13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e 14 s. da |.
dISL6 ^aranlKnS, DaS ,.er5aife!ras- 21 La cbeia as 10 h., 59 m. e 2 s. da t.
Pao dAlho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesquerra, ,n n,.. *l ,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaram', Cabrob, 29 Quart0 ma*- ** a "14 m- e 32 da m-
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Form'oso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
IIha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vz dia.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas-e .W minutos da manha.
Segunda as 8 horas e 54 minutos da tardu.
PARTIDA DOS VAfOHES LOSFEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e Vi; para o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernaudo nos
das 14 dos mezes de jan. mar, maio, jul, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS,
a ,. "? Recife : ** Apipucos as 6'/,, 7, 7 /**
8 V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da Urde \. da
Jaboatao as 6 A d a.-t do Caxang e Varzea a* 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : parao Apipucos s 3 /,, 4, 4 >/t, 4.r
'. '/*, V e 6 da tarde; para Olinda as 7"da
manhaa e 4 '/da tarde; para Jaboatao s 4 da atr-
ae; gara Cachang.i,e Vanea s4 >/tda tarde; pataj
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES Da CAPITAL.
Tribunal do com.nercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do cwd: tercas e sexta)- ao meio
dia.
Segunda vara do e>ol: qnartas e sabbadts-a 1 hora
da tarde.
I'.as i-a MMtHt, j
11. Segunda. S. Loa* Magno.p. doot. negr
12. Terca. Ss. Vctor e Yrwoa nim.
13. Qiiarla. S. ll.niKnegiWn i nm-ine m.
14. Quinta. S. Domina v.-. S. Tibnrrl a.
|& Sexta. S. Panrrario; S. Kinhi<|ii m
Ifi. Sabbado. S. Entrara t.. S. JUill m.
17. Bomingo. Ss. Ilermogsnes e Fui nula
ASSIGNA-SI
no Recife, em a livraria i s- praca a I
ns. 6 e 8. dos proprietar.os Manoel
Farm & Fimo.
PARTE 0FF1CIAL.
OVEREO DA PROVINCIA.
Expediente d dia S de abril de 1861.
Oflicio ao Exm. bispodiocesano.Parasalisfazer
a deliberagao da assembla legislativa provincial
az-se necessario que V. Exc. Rvm. informe acer-
ba do incluso prqjecto n. 70 deste anuo, que des-
membra de freguezia de Nossa Simliora das Mon-
tanbas de Cimbres, a capella de Nossa Senhora
Mi dos Homens, sita na villa de Pcsqueira, e eleva
u malnz com a invocarlo de Santa Aguida.
Dito ao Exm. conselheiro presidente do supremo veu-se a guia daqulle carvoeiro.
ibunal de justigaForam convenientemente dis- Portara.O v
dendo
entrar em exercicio o agraciado independente de j de trilhos urbanos, a partir desla cidadc U po-
titulo que apresentar no praso de 3 mezes conta- wacao de Apipucos, em virtude da le n. 518 de
dos de hoje.Fizeram-se as necessarias commun- 21 de junho de 1864, de parecer quo seja devol-
cacdes. vido ao Exm. Sr. presidente da provincia para, de
j Dito aos agentes da companhia Brasileira de pa- accordo com os mocionados contratantes, fazer as
. quetes vapor. Declarndome o desembargador alleracSes abaixo mencionadas, sem as quaes pcn-
' provedor da Santa Casa de Misericordia em officio saa commissiio qpe esla assembla nao deve appro-
de 11 de marco ultimo que nao convm serem tra- var o dito contrato, pelas razoes que passa a ex-
tados nos hospitaes daqulle estabelecimento os por.
tripolantes de navios, como o foi o carvoeiro do pa- > O 2* do art. 2* contm a obrigaco para o go-
quete Princezn deJoinville Theodoro Jos de Frei- verno provincial ou cmara municipal de fazer as
las, salvo se pagarem as respectivas despezas, vis- des|zas de desapropriacao necessari para a con-
t como nao contribuem os referidos navios cem o tinnaco da ri*a Formosa at a ra da Eperanca.
mesmo imposto que paam na corle e na Bahia ; A commissao pensa que esla despea, em caso
assim o communico Vmcs. para seu conhecimen- algum deveria ser feila pelos cofres provinciaes,
to e direcco.Ao provedor da Santa Esta devol- visto ter a estrada um carcter completamente
municipal, moob como o trabalho para abertura
tribunal dejusiica.Foram convenientemente dis- Portara.O vicepresidente da provincia alten- de ras dentro da cidade, devendo-se notar que a
tribuidos pelos juizes de direito com jurisdicao dendo ao que requereu o escrivSo e tabelhao do ra Formosa, nem o seu prolongamento pode ser
nesta provincia, que sao 21', inclusive o que occu- termo de Nazareth, Franklin Alves de Souva Paiva considerada como parte de abruma estrada provin-
a>ao lugar de chefe de polica, os 22 exomplares
da lista de reviso dos niesmos juizes, que recebl
com o oflicio de V. Exc. de 19 de marco prximo
faltando 3 para serem distribuidos pelos avulsos
que aqu existem.
Dito ao conselheiro presidente da relacao.Com-
munico a V. Exc. que por decreto de 2' de marco
resolve conceder I he tres mezes de licenca para
tratar de sua sade onde Ibe convier.
Dita.O vice-presidenle da provincia attenden-
cial existente.
Considerando mais a commissao r|ue a cmara
municipal nao deve fazer esta despeza, por ter
do ao que representou o presidente do tribunal do; outras obras de mais urgencia, para as quaes a
commercio desta capital em oflicio de 5 deste mez,' sua receila j insufllciente, e sendo alm disto
resolve nomear o desembargador Anselmo Fran-! razoavctque a companhia reeebendoum previlegio
cisco Peretti para exercer interinamente o cargo de 20 annos soflra os onus resultantes das obras
prximo findo, S. M. o Imperador houve por bem de fiscal daqnelle tribunal por ter o desembargador de seu contrato, entende que o 8 2" do art. 2* deve
nomear .para o lugar de desembargador dessetri- Manoel Rodrigues Villares de ir tomar assento no ser substituido pelo seguinte :
bunal o juiz de direito Antonio de Barros e Vas- supremo tribunal de justica.Fizeramse as neces- Tolas as desapropriacSes serao feitas por con-
concellos,Communicou-se ao iuspector da thesou- sarias communicacoes. ta da companhia.
raria de fazenda. Dita.O vice-presidente da provincia conforman- ArL ."{ Este artigo trata das condices cm
Dito ao brigadeiro commandante das armas. do-se com a proposta do Dr. chele de polica desta que deve Bear a obra para nao impedir o transito
Qui-ira V. Exc. ordenar a junta militar de saude data resol ve conceder ao tenente-coronel Luiz Fran- publico, mas a sua ndeterminacao dar lugar a
jue inspeccione o lente do corpe de polica cisco de Barros Reg a exoneraao que pedio do questoes entre o governo e a companhia durautea
Francisco Paulo de Souza Malagueta, enviando cargo de delegado do 3' distncto desta capital : e execucao dos Irabalhos, senao lite for acrescenlado
V. Exc. o termo da inspecc.o.Communicou-se para o substituir nomea o Dr. Augusto de Souza o seguinte :
Leo.Communicou-se ao Dr. chefe de polica. Acrescente ao art. 3 :
Dita. -O vicepresidente da provincia conforman- Os trilhos nao poderf.0 exceder em parte algu-
do-se com a proposta do Dr chefe de polica n.' ma ao nivel da estrada de mais do 3 pollegadas.
39* de 30 do mez lindo, resolve nomear a Francis- Art. 3 Este artigo, a partir das palavras :
co Benicio das Chagas para o lugar vago de 3 sup- assim como que no caso de alteracao al o fim,
pente do subdelegado do districlo do Bonito 1 trata de dosapropriacoes por conta do governo.
da freguezia do mesmo nome. Communicou-se ao i Emende a commissao que esta parte do art. deve
Dr. chefe de polica. ser supprimida pelas razoes expendidas respeito
Dita. O Sr. gerente da companhia Pernambu- do 2* do art. 2.
cana de navegaco costeira, faga transportar para | Arl. 14. Este artigo autorisa o governo a crear
o presidio de Fernando por conta do ministerio da um emprego publico, cuja necessidade a commis-
guerra no vapor Mamanguapr, os ofliciaes, pracas sao nao reconhece, |>or nao ter a companhia de fa-
de pret o sentenciados militares que o brigadeiro zer obras de importancia tal que exija a presenea
commandante das armas mandar relacionados para continuada de um Fiscal, pensa, porlanto, a com-
bordo do mesmo vapor.Communicou-se ao briga-1 missio que o art. 14 deve ser substituido pelo se-
ao commandante do cor|K> de polica.
Dito ao mesmo.Respondo ao oIBcio n. 634 que
V. Exc. me dirigi em 7 do corrente, deelarando-
llie que o recruta Tiburtioo Jos deve ser posto
m liberdade por ter ltimamente provado isen-
^ao do recrutamento, observando-se acerca dos de
nomes Jos Antonio de Souza, Feliciano Ferreira
da Silva e Severiano Gomes Coulinho : o que re-
solv por oflicio de 7 do corrente.Communicou-
se ao coronel recrutador quanto ao primeiro.
Dito ao mesmo.Remello iucluso por copia o
-oflicio que honlem me dirigi o Dr. chefe de poli-
-cia eo do delegado do l" districlo deste termo, a
oue elle se refere, para que V. Exc. flcando intei-
rado das occurrencias que se deram por occasio
deiro commandante das armas.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes a vapor, mandem
conveniente, mande pagar a Manoel Figueiroa de
Faria conselho administrativo do arsenal de guerra em
oflicio de boje, sob n. 22. a quantia de (iJ^OoO,
proveniente de annuncios mandados publicar por
aquello conselho no Diario tle Pernambuco durante
o trimestre de jam-iro a margo deste anno. Com-
inunicou-se ao presidente daqulle conselho.
Dito ao mesmo.Avista do incluso oflicio do di-
rector das obras publicas de 29 de margo ultimo,
que me ser devolvido, informe V. S. com urgen-
cia se em algum lempo aulorisou-se a venda da
parle do terreno pertencenle ao quartel do corpo
de |Kjlici;>.
Dito ao mesmo.Em deferimento ao incluso re-
querimenlo do chefe de secgao dessa thesouraria
Antonio Luiz do Amaral e Silva, c sobre que versa
a sua informago n. 180 de 7 do corrente, autoriso
V. S. a mandar pagar-lhe sob minlia respousabili-
dade, nos termos do decreto n. 2,884 do 1" de fe-
vereiro de 1862, a grallicago que se Ibe esta a
dever pelo exercicio de contador dessa repartigao.
Dito ao mesmo. Inteirado do conteudo do seu
oflicio de 5 do corrente, sob n. 176, tenho a dizer
em resposta, que j estando salisfcita a despeza
proveniente dos concerios feilos nos candieiros e
apparelhos da illtiininago do palacio da presiden-
cia, a qual nao obstante as razoes allegadas em
seu citado oflicio devia correr pelo crdito votado
na ordem do thesouro nacional n. 169, de 17 de
seleiiibi'o do anno prximo pascado, nada mais ha
a resolver a esse respeito, cumpnndo entretanto
que V. S. solicite do governo iinjierial o crdito
que ainda se (zer preciso para a illuminagao de
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Para satislazer a deliberagao da assembla legisla-
tiva provincial, remella-me V. S. copia do termo
de nanga que se lavrou em consequencia do con-
trato celebrado entre essa thesouraria e o -cidado
Jos de Vasconcellos para a impressao dos iraba-
lhos olhViaes.
Dito ao mesmo. Altendendo aoque no incluso
rcquerimenlo expoz o amanuense da repartigao das
obras publicas, Amonio de Paula e Mello, recom-
mendo a V. S. que mande pagar integralmente ao
supplicante os seus veneimentos relativos ao mez
de margo ultimo, em que por doente deixou de
comparecer naquella repartigao aflm de exercer
as funcgoes do seu emprego, considerando assim
abonadas as fallas por elle dadas.
Dito ao commandante do corpo de polica.Visto
3ue foi considerado apto para o servigo como V. S.
eclarou no seu oflicio n. 164, desta data, a que
respondo, o paisano Uhaldo Antonio de Souza Res,
guinte :
A fiscalisago do trabalho da companhia flcar
margo de 1864.
Compeli.Silmra IMo.Rego Barros.
Su. Buaiiqle :Pi
USlI. PIIKSIDK.VTE
-Peco a Dalavrx
:Fica o parecer adiado.
de serpreso pelo subdelegado da freguezia do Recite
o soldado do 4" balaiho de arlilharia a p Vietor
Jos de Souza, sirva-se de dar as providencias que de paquetes a vapor, mandem dar transporte para I cargo da repartigao das obras publicas ou do en-
julgar convenientes alim de que se nao reprodu- Maranho per conta do ministerio da guerra no | genheiro da cmara municipal, nao dando este
zam semelhantes occurrencias o sejam punidos vapor que se espera do sul ao lente do 5* bata-; servigo direito ao empregado que for dellc encarre-
como for de lei os autores das de que cima fallo. Iho do infamara Felippe Guilherme de Miranda gado de exigir gratifleaco alguma.
Dito ao Dr. chele de polica.Pelo seu oflicio Lisboa, sua miilher e tres filhos menores. Ofllciou- Sala das commissoos, 22 de man
de 5 do corrente liquei inleirado de ter V. S. no- se thesouraria de fazenda para mandar ajuslar '
meado a Joaquim Theodorco de Albuquerque Ma- conlas a esse ofllcal e communicou-se ao brigadei-
rttiihao par* o tugar de escrf vftu d vxs do deien- ro i-oiniiianaanie ua armas,
cao. Communicou-se a thesouraria provincial. Expediente do secretario de governo.
Dito ao inspector da thesourana de fazenda. jj 94.-OIII.io ao Dr. Manoel Buarque de Mace-
Participando Jos Soares de Mello Avellins, que do, secretrioda assembla legislativa provincial.
.na qualldade de 1 supplente do juiz municipal do _De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da
termo de Cabrob, e no impedimento deste assu- provincia, transmiti V. S. para ser presente
mi em II do mez findo o exercicio do cargo de assembla legislativa provincial copia do otflcio
juiz de direito interino da comarca do mesmo no- datado de 6 do corrente em que o director da re-
me, por ter o elTectivo entrado no gozo da licenca partigao das obras publicas expoe as razoes por
que obleve : assim ocommunico a V. S. para seu que al o prsenle nao ministran o mappa demons-
conhecmenlo. tralivo das obras construidas e reparadas na pro-
Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. a inclusa vincia durante os cinco ltimos annos a que se re-
coma em duplcala, alim de que mo Jiavendo m- fere os oflicios de V. S. de 2 de margo ultimo e 2
do corrente, sob ns. 6 e 62.
N. 95.Dito ao mesmo. Remello por copia V.
O Sr. Buarque pede urgencia para ser discutido
o parecer.
Verillca-se.a urgencia.
O Sn. Bu.miqub diz que concorda inteiramente
com as emendas feitas pela Ilustre commissao ao
parecer que se discute, que vai mesmo alm, tendo
outras emendas tofferecer, mas que discordado
alvilre lembrado pela nobre commissao, de ser o
contrato remedido ao governo, por isso que a pra-1
xe estabelecida serem os contratos submettidos
consideragao da assembla, que os approva por
meio de urna resolucao, indicando enlao as altera- j
goes que Ihe parecem necessarias. No caso ver-
tente, havendo o contrato sido celebrado pelo go
S. de ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provin-; verno, a assembla apaas incumbe regeila-lo em
na para ser presente assembla legislativa pro- limiiie, approva-lo tal qual, ou fazer as alteracqes
viudal, aflm de ser tomado em consideragao o ofll- co que em 30 de margo ultimo me dirigi a cama-: e nesse sentido eflorecer um requerimento.
ra municipal da villa do Bom necessidades de seu municipio. Requeiro que o contrato seja devolvido com-
Hilo ao Dr. Luiz de Alhuquerque Marlins Perei-! missao, para que as emendas propostas sejam apre-
ra, delegado de polica do Io districlo da cidade do sentadas na forma de um projecto de lei. Bimr-
Recife.Respondo ao oflicio de V. 3 de 6 do cor- "'- |
rente, di/.endo-lhe que o hachare! Antonio Annes O Sr. Gervasio Cami-eli.o diz que a commissao
Jacome Pires comparecer perante essa delegada ( enlendeu dever apresentar o parecer, tal como se
s 11 horas do dia 9 deste mez, aflm de dar o seu! acha redigido, por isso que estando o contrato ce-
depoimento, como V. S. solicitou em seu oIBcioaci- lebrado,^ nao |>de a assembla estipular novas
ma citado. condicgoes, sem que os contratantes assintam nel-
Prevalego-me da opportunidade para offerecer las : e que, portanto, s depois que o governo e'
V. S. a seguranga de minha subida e-tima o consi- ti ver entendido com os emprezarios, e souber se '
deragao. j aceitam as alteragoes propostas, poder a assem-;
Despachos dos dias 7 e 8 de abril de 1861. bla Pr meio de urna lei, approvar o contrato, sen-
do trabalho em pura parda volar-se desde j urna
lei sem se saber se os contratantes aceitam ou nao
fequerimentos.
Antonio Malaquias de Macedo Lima.
Sr. director das obras publicas.
Fidelis Jos Cavalcante.A' vista da informago
nada ha que deferir adminisiralivamente.
Franklin Al vea de Souza Paiva.Passe portara
concedendo a licenga que pede o supplcante.
Jos Francisco das Chagas. Nao tem provado
isengo legal.
Jos Antonio de Souza.Informe o Sr. coronel
recrutador.
Joaquim Affonso de Mello.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Jos Manoel da Costa Gamito. Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Major Manoel Januaro Bezerra.
rendo.
Tliereza Mara de Jess. Exhiba a supplcante
certido de idade de seu lilho.
PERBAMBDGO
ASSEMBLA PROVINCIAL*
SESSAO ORDINARIA EM 22 DE MARCO DE 1864.
PRESIDENCIA do sr. conselheiro trigo de
LOIIREIRO.
(Continuaco.)
Informe o'
as modificagoes propostas.
Nesle sentido o honrado membro declara negar
o seu assenlimento ao requerimento.
O Su. Jacobina mamfesta-se contra o requer-
meato :
Encerrada a discussao, e posto votos o reque-
rmenlo, regeitado, sendo approvado o parecer.
L-se o seguinte (recer :
Francisco Duarte Coelho, oflicial-maior da secre-
taria desla assembla, requer que se reduza or-
denado a graliligao de 200OO que actualmenle
percebe, elevando-se assim aquelle de 1:2004000
1:400. E para fundamentar suapretengao outra!
Atieste que-' razao nao a"e8a o peticionario seno o haver sido j
; augmentados o anuo pa>sado por acta desla assem-1
; bla os veneimentos dos dentis empregados da se-1
ereiaria, ao pa.-si que neiiliuin augmento tivera os
i dellc peticionario.
A' commissao de ordenados nao parece proce-
, dente o motivo com que o peticionario procurou
; justificar sua pretencao, por quanto da tabella dos
\ veneimentos que actualmente percebem os empre-
! gados da secretaria v-se que a diflerenca entre os
veneimentos do oflicial-maior e os do 1 ofllcal es-
t em relagao a differenga que se observa entre os
veneimentos dos demais empregados, pelo que do
fado de haver esta assembla augmentado o anno
passado os veneimentos dos empregados da secre-
taria, deixando de faz-lo quanto aos do oflicial-
maior, nao se pode concluir seno que a assembla
quiz tornar mais justa e equitativa a gradago da-
So lidos e julgados objectos de deliberagao e
mandados imprimir os seguinles projectos :
A assembla legislativa provincial de Pernambu- quedes veneimentos reparando a njustiga que sof-
que pretende servir no corpo sob seu commando, co, resolve : | freram os demais empregados postos seus venci-
pde V. S. mandar alista-lo. Art. 1* Fica o presidente da provincia autorisa-1 montos em confrontagao com os do oflicial-maior.
luto ao director do arsenal de guerra. Mande do a despender at a quantia de 6:0004000, com! Por oulro lado considerou a commissao que de-
V S recolher aes armazens desse arsenal como a canalisago d'agua potavel para abastecimento ferir a pretencao de que se trata sera fazer quan-
requisitou o brigadeiro commandante das armas da cidade da Victoria ; to ao oflleal-maior sement a excepgao do syste-
em oflicio n. 631 de 6 do corrente, lo vellasde: Art. t Depois de concluida a obra, correrao ma que regula os veneimentos de todos os empre-
com(>osigo que estavam carregadas ao Forte do todas as despezas de conservago e reparos por gados da secretaria desta casa, sio a da divlso
Buraco e foram dadas em consumo por se acharem conta da respectiva municipalidade. | dos veneimentos em ordenado e gratilicago, sysle-
inserviveis. ommunicou-sc ao brigadeiro com-j Art. 3 Revogadas as disposigoes em contrario, ma cujas vantagens parece commissao serem de
mandante das armas. I P?o da assembla, 22 de marco de 1864.Car- primeira evidencia.
Dito cmara municipal do Recife.Remello valhe Honra. -Agres Gnma.Soams Brando. Finalmente quando o empregado de que se trata
cmara municipal do Recife a inclusa copia do of-1 A assembla legislativa provincial de Pernara- tem estado q-jasi constantemente fra do exercido
Ocio que em 30 de margo ultimo me dir.gw o ca- buc, resolve : de seu emprego e at na casa se tem declarado
pito do porto para que d as providencias neces- Art. 1 Pica elevada cathegoria de cidade a, que elle trita de requerer sua aposentadoria, nao
sanas aflm de serem removidos para outros luga-' povoagao do Podras de Fogo, e para ella transfer- era cerlamente a occasio mais opporluna para se
rw como convm ao transito publico, os objectos da a sede da freguezia de Itamb. : decretar o que o supplicante pretende,
que se acham depositados as ras e pateos proxi-1 Art. 2* A nova cidade ser a cabeca do termo | E |or tanto de parecer que se indelira a referi-
mos ao caes do Forte do Mallos. I de Itamb, o qual comprehender as freguezias do da |ietco.
Sala das commissoes da assembla legislativa
provincial, 22 de margo de 1864.Costa Ribeiro.
Joao Braulio Correa e Silva.
Dito mesma. Para saiisfazer a resolugao da Itamb e Cruangy.
assembla legislativa provincial informe a cmara I Art. 3* Fica restituido freguezia de Itamb o
mumdpal do Recife se ns alteracdes operadas na territorio delta desmembrado para a de Cruangy.
planta desta cidade de 1853 1856 ha relagoes en-1 Art. 4 Ficam revogadas as disposigoes em con-
tra essas alteragoes e os terrenos da marinha con- trarlo.
cedidos ao engenheiro Jos Mamede Alves Ferreira,! Paco da assembla legislativa provincial do Per-
afun de saber-se se as referidas alteragoes foram nambuco, 14 de margo de 1864.Jos Joaquim de
eitas na intengao de rehaver-se esses terrenos ou Sonto Lima. Nabor Or Miro Bezerra Cavalcanli.
e Ihe dar melhor forma ou mais vantagens. | Jos Bonifacio de Si Perrira.
Dito ao juiz municipal de Goianna.S. M. o Im-; L-se o segundo parecer :
pera houve por bem fazer merc a Joaquim Raphael de publicas, tendo examinado o contrato celebrado
Mello Jnior, da serventa vitalicia do oflicio de pela presidencia da provincia como Sr. Dr Jos
depositario g'eral desse termo : o que commnnico; Bernardo Galvo Alcoforado, baro do Livramento
racer, urna vez que me parece de justica o que e-
clama o peticionar.io.
Senhores, ordinariamente concede-se aos empre-
gados pblicos um ordenado flxo, e urna gratifira-
gao que ]hes dada, segundo se diz, pro lahom,
grallicago que os empregados perdem quando
por qualquer cteeumslancia deixam o exerciiyo.
dos seus empregus.
Este systema.Sf. presidente, que at certo pon-
to e acceitavel, por isso que um correctivo para
os abusos, nao di.xa de ser tambem urna injustc:
relativa feita aos mesmos em|iregados. Pois, quan-
do o ein|iregado se aeha doente, quando as suas
necessidades erascuin, quando as suas despezas
augnienlam, -ojue se Ihe lira urna parle de sen
vencimenlo, coUocando-0 assim em peior circoms-
Uncia ? Eu enteiido Sr. presidente que nisto nao
ha verdadeirajistiga, nao ha verdadeira equidade.
Se se tem em vista evitar que os empregados al>u-
sem, a auloridade tem outros meos de chaa-los
ao cumprimento de seus deveres, sem que por om
oxcesso de precaueao fagamos soffrer o empregado
que est realmente" impussibilitado de servia, que;
se acha enfetmo, e consegiiinlemente tem necessi-
dades mais urgentes a satisfazer.
Com relacao ao empregado de que se traa, que
todos nos conbecemos, que se acha realmente en-
fermo, e enerado de familia, eu creio que estas
consideragoes prevalecen), e por isso nao posso
prestar a minha acquieseeiicia ao parecer.
O Sr. (.osta Kibkiro levantndose aara susten-
tar o parecer declara que, amigo do empregado de
quem se trata, reconhecendo iue elle un homem
que tem a seu cargo a sustenUgo de faiwlia nao
peijuena que nao nossue outros recursos seno
os seus veneimentos como empregado publico, es-
timara poder dar um parecer favuravel sua pre-
tengo; mas que os fundamentos do |>arecer em
que combinou com o seu collega de commissao
deixa bem claro que o orador nao poda satifazer
M seus desejos sem fallar ao seu dever como
deputado, sem faltar conlianga com que o hon-
raram seus collegas nomeando-o |ra a com-
missao de que faz parte : pondera que a considera-
cao nica com que foi impugnado o parecer, a sa-
ner.jjue o empregado acha-se doente e que na oc-
casio de doencas que o empregado publico mais
necessila de seus veneimentos nao Ihe parece pro-
cedente, parece-lhe provar|de mais pois se assim o
entemlesse a assembla devia-so ento fazer urna
lei para todos garantindo-lhes a percepgo intera
dos veneimentos ou o augmento destes em occasio
de molestia, alm de quo a graca que o peticiona-
rio requer nao smenle para o tempo em que du-
rar a molestia; ainda observa que os vencimenlo*
de todos os empregados da casa sao divididos em
ordenado e gratifleaco a que a deferir-se proten-
go do peticionario seria fazer a seu respeito ex-
cepgao do systema que regula quanto aos outros
empregados da mesma repartigao a que pertence:
.fin:ilnn:nlit declara iiip a rurninisso lirocuroil
cumplir o seu dever, mas que se a assembla qui-
zer ser para com esse empregado mais equitativa
do que foi a commissao nisto o orador smente ter
tranr.
O Sr. S Perrira :Sr. presidente, pedia pa-
lavra nao para responder ao nobre orador que me
precedeu, mas sim para simplesmente exhibir pe-
rante casa as razoes pelas quaes vol contra o
parecer que se discute.
Observo Sr. presidente que o anno passado, nes-
ta casa se augmentaran) os ordenados de todos os
empregados da secretaria...
O Sr. Costa Ribeiro :Esquecru me tocar nes-
se ponto, mas o parecer res|onde a is-o.
OSr. S Perrira : ... e que nao foi augmen-
tado o ordenado desse empregado flcando o 1" ofll-
cal com 1:4004000 e o oflicial-maior, que o che-
fe da repartigao, com 1:000400. Aeho que em to-
das as repanigoes os ordenados esto mareados
segundo a importancia dos lugares, e sendo assim
d-sc una anomala na secretara da assembla,
vindo o chefe da repariic.no a ter ordenado inferior
ao de um seu subaltern.
Sem querer locar no passado, devo notar que
alguma consa aclara no animo da assembla do
anno passado para ter este procedimento, |>or que
tendo feto tima lei mnibus em que embarcou
mtiila gente, fez tambem nina lei em relagao a se-
cretaria deixando a margem esse empregado que
serve desde que temos assemblas provinciaes.
O Sn. Costa Ribeiro :Por ahi vai mal por que
esse homem tinha muitos servigos, era milito que-
rido dessa gente.
O Sr. S Perrira :E foi esquecido I Nessa
Suestao- Sr. presidente, eu nao entro; o que enten-;
o que alguma cousa houve para polo a mar-
gem, com o que se Ihe fez urna grande injustiga,
na minha humilde opino
Um Sr. Depitado :Devemos prescindir dessas
consideragoes.
O Sn. S Pkrrira :Nao quero entrar nellas, o
nobre depulado que quer forgar-me a isso.
Em segundo lugar esse homem tem mais de
trinia anuos de servigo. por que elle empregado
desde que temos assembla provincial, ejaoera
antes.
Um Sr. Depitado :Isso urna forte razo pa-1
ra se Ihe augmentar o ordenado.
O Sn. S Perrira :Hoje que elle so acha no ul-
limo quartel da vida, que se acha as portas da
morte, e vem pedir que se repare a injustiga que
16 Ihe fez o anno passado, acho que um aclo de J
justiga desta casa conceder-lhe o que pede.
O nobre deputado pelo l circulo disse que este i
empregado era muito querido dos homens da poli-
tica decahida, e que elle tinha muitos servigos,
Admira-me Sr. presidente, que este homem go-
sando de tanta estima, e tendo tantos servigos, co-
mo realmente tem, fosse esquecido de seus amigos!
circtnslanca esla que prava nao ser exacto o que
diz o nobre deputado, yoto pois contra o parecer.
Encerrada a discussao, e posto votos o parecer
approvado.
l'IIIMKIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Continua a discussao adiada sobre o parecer que
conclue contra a iudicago do Sr. Souto Lima, pe-
dindo a reforma do regiment.
O Sr. Naror (Nao devolveu o seu discurso.)
O Sr. Cu.nha Teixeira manifesta-se contra o pa-
recer e em favor da indicago.
Encerrada a discussao o parecer posto a votos
e approvado.
Contina a discussao sobre o parecer da com-
missao de polica que indifere a petigao em que
Jos de Vasconcellos pede se contrate com elle a
publicagao dos debates da assembla.
O Sr. Presidente convida o seu substituto a to-
mar a direcgo dos trabalhos, e toma assento as
bancadas.
OSr. BtAnouE : Sr. presidente, acho-me sob
urna dolorosissima impressao, tendo de impugnar
nesta casa o voto em separado do nosso muito il-
lustrado presidente efTectivo, membro da commis-
sao de polica, que, pelos seos coohecimentos, pela
experiencia que tetn dos negocios pblicos, pqr
certo, deve merecer muito mais subida considera-
gao do que aquelle que tem a honra de oceupar a
attengo da casa
sata da legislatura, eu wmhern t
mais exiliigo de |Mlum) alfo-n.
O Sn. Bi'aik.ii e : -llera ; o n>>bre 4i pata Ai re
i'oiuVre a necessidade du-contrato ajtjaav a ari-
iimvo anno.
Afora atienda a casa qe o contra reM.ra*>
por qualro annos Iraz iviuo cua***aenria um en
noiuia para a provincia, nao p>le Vvr ti-
mis lavoravel aos cuites puMiroa, purifi .
minar antes de ludo- se o contrato celebrado com
este senhor se achava- ou nao no caso do ser res-
cindido. Esse exame, Sr. presidente, devia em pri-
meira lugar ser estobtrfeeido a respeito da autorWa-
eoconferida por esta casa a commissao de polica
da sesso iransacfaj. para realisar um semallianle
contrato.
Examinando este-ponto, a commissao policial de-
via igualmente collwr dados acerca do cunprimen-
do contrato do Sr. commendador Figueiraa, e ver | aquelle que contrata pop iguaTli-iaf
se por este lado, faltaodo elle a seus deveras? poda fcKr preparativos para se trabaMM|
tambem o seu contracto ser rescindido. engajar lachygraphos, i.de ruatralar
Fram estas as .pestes principaes, os pontos ca- duque aquelle que jontrau por u
pitaes que cotunuseo de |K)licia cumpra exa- mente.
* OSr. Dkmosthknks, Ento devia, coatratar-
A commissao de polica, Sr. presidente qiicramlo por vinie, por oilenia e noventa aawf.
proceder com ctorio, querendo resolver-se tiio sa> i) Sn. Soaiiks Hm.iuu : Devun faaer se fo-
mente pelos primipios de rigorosa Justiga,. (Hieren- iraios perixluos
do que o seu preceder fleasse eseomado de toda a O Sr Ihakoi k : Estou que us
pecha de parcialidade, foi ver desde qtiando.ocon- iaa me dispensario de respunder a
ma a 4r
mendador ManoeliRigueiroa de Faria havio.contra- Quanto inim, a. razao que arli
tado a publicagao. dos Irabalhos da assembla, fot da assembla que priineirameale
examinar minuciosamente todos os seus contratos trato por quatra a-joos, na U* outra
anteriores, alim de conveneer-se, de chegar ao co economia dos cofres publico', por i
nliecimento scoactual contrato di virgia dos outros, vencen de que aquelle que rualraUso*
se tinha condigoes lesivas da fazenda, condiges que anuos, poderla fa*-k> mais barato a
aiitonsassem a medida extrema de urna resciso. (|ue contratarse por um ou duu*
A commissao de polica procedeu a esse exame, podera mesmo oaerecer mais garaalias
vio contrato por oontralo, e reconheceu que a un- cao do contrato.
ca differenga entre o actual e os preaedenles, diOe- Um Sr Dekiaoo :Isso aconUeeaiM
renga que nao de hoje, a do prei^-o, differenga | ranle a poltica decahida.
qne achava sua, razo justificativa na natureza das! o Su. Blakkve : Eu vou munrar ao
consas, no augmenio da despeza que contratante pulado que esl pouco a |ar dotes aeawaa.
era obrigado a fazer pelo accresciino de trabalho. inoslrar-lhe a sua sem razo.
Por essa occisio, Sr. presidente, leve a commissao Sr. presidente, o parecer do nobre laaa>n
de verilicar qtte nos contratos celebrados por outras sideute resenle-se de algom az>ilume,
provincias, de igual e inferior catlwgeria, o prego i umbem etn considerac.jes |nJiin-as,
po rrjue se paga idntico trabalho inuitoo superior, ponto eu quero lamber responder-aW Eu
E assim Se. presidente que a provioeb da Bahia
levf-
qae mM
p .
portanto. a attengo da casa para a laHur.t dr aan
parecer da commissao de pwaria da **emal *
\*W, litmada pelos Srs. Flix P>-ii>ia> V Brifc a
Mello Cunha Machado.
O Sa. Aoiino : InU-iramenle inlet>s* a* V.
Figueiroa. I
OSr. Br abuce : Cwaa que oessa evora rm
nava inteiramente a poltica liberal, talaaaVm
toado sido ose parec.T elaborado por
assembla, liberaes muito pronunriadoa, e
ao Sr. Figueiroa, creio que r->ponde rile
menle a parte do parecer do honrado
sideute que relativo a publica
rece que est elle Armado por au
po'lern ser reculadas pelo nobre i
O Su, Tru;o w-: LoiREiRo : Sao i
O Su Bi'auui k :A casa me ha de |
eu leia esse parecer.
A commissao de |>olicia, lendo ajumiaen
contrato feilocom oemprezario do Diitm Permtm-
buco, para a publicagao por tarhygrapli 4 ra-
balnos desta assembla, aehou que au aam re*
brailo sobre liases ranaveU lMidjp-i
obrigagoes reciprocas, e romunnaml-1
cumanas contra o mesin, em jaraotiado i
ment do contrato.
O emprezario do Diario de fern
gou-se a engajar sua rusta os tarh>|
cisos, a fazer publicar em seu jornal > i
dialo a cada sesso diaria lodos os di trie so profe-
ridos na assembla e mais pecas raaajiw tfr< *
discussoes, mediante o pagamento de tle roa* *
ris |or cada sesso ordinaria, e senda este
sado em duas presiacoes iguaes, urna no |
do primeiro mez da s'esso e a ultima ao :
mez. Sugeilou-se a fazer publicar as i
que qualquer deputado se dignar fazef sobre sen-
discursos ja publicados. E para garaatir o rnm-
phmenlo dessas obnjjagoes >ul>ini-lieu-*e a prna-*
lecunianas ou multas nos caso* sef ninte* a
pagar cem mil ris se (torventura deitar de ptiWi
car no jornal do da seguinte rada sesso rtt-'ria
urna parle da discussao, e de concluir i publicaran
no da iiiimedialo, quando Ihe nao for oe*r*el
zer em um s jornal; e a pagar duzeals nil
se esla falta eslender-se mai dias ; a paear, a-
tro sim, a multa de cem mil reis -e otnatir na* pa-
blicagoes nina parle de una se>so diaria r tle n-
zentos mi' ris se a om>sao for de uma>e>-i *-
ra completa : e finalmente a soffrer a aaam
seis conlos de ris, caso a falta das publicar* at
eslenda a urna sesso animal, tirando todava sem
responsabilidade, quando a- fallas lotem ommn-
nadas por cirenmstancias imprevistas, trtailn, e
que Ihe nao seja |>ossivel acaulellar.
A assembla, |M>rm, nos rasos de prnmfarit.
e convocago extraordinaria est obrigada a
O Sn. Jacobina :Pego a pa lavra.
O Sr. Prbsidente :Fica adiado o parecer.
O Sr. Costa Ribeiro propoe urgencia para dis-
cutir-so o parecer, a qual e approvada.
O Sn. Jacobina :Sr. presidente, submettido a
consideragao da casa o parecer sobre a petigo do
oflicial-maior da secretarla desta assembla, eu pe-
di a palavra nicamente para conseguir o adiaman-
to, alim de com mais vagar esclarecer o ineu juizo
sobre a materia, visto que tenho duvidas a tal res-
peito, como, porm, foi approvado a urgencia, e
a Vmc. para seu conhecimento e aflm de que faca I e Antonio Luiz dos Santos para o estabelectmeato naotere duvida em apresentar urna emenda ao p-
0 Sr. Trico de Lourbiro k outros (Nao apoiado.)
OSr. Buaro.uk :Sr. presidente, nao foi sem
longo estudo, sem profunda meditagao que exami-
nei a petigo apreseiitada nesta casa por Josc oe
Vasconaslkw, era que solicitava que cora elle fos-
se contratada a publicagao dos debates da assem-
bla provincial. Do exame dessa petigo, Sr. pre-
sidente, reconhec a prima (ocie que semelhaute
contrato nao poda ser celebrado sem que pnce-
desse a resciso daquelta que ora existo com a
commendador Manoel Figueiroa de Farta; por
lailo a maioria da. warssao de poljeiri. devt* eu-
paga pelo o apanhamento e publicac/Io dos debaies
de sua assembla cinco conlos de ris por mez ;
assi m que a provincia de S. Paulo paga, por igual
Iratralho, quatro conloa de ris por mez; que a pro-
vincia do Rio Grande do Sul tambem depende para
este fim quatro conlos e quinhentos mil ris |>or
mez, ele.
Em poder da commissao de ponda existem docu-
mentos que provain a exacttdao io que acabo de
avangar, que provam que o contrato actualmente
existente com a empresta do Diaria de Pernambu-
co cusa pouco mais de melado do que esses ou-
tros.
Pondo de parte esta consideragao de segunda
ordem, examinemos os |>ontos capitaes de que a
pouco liz mengo : primeiro se a assembla tran-
zada podia ou nao conceder aulonsagao a sua com-
missao de polica para contratar a publicagao dos
debates legislativos por espago de quatro annos,
como o fez.
Sr. presidente, sobre a queslo de competencia eu
direi. urimg. qiio neuhum Doder mais competente
para este tim do que esTa casa, socunuo, que o pro-
cedentesdas anteriores assemblas confirmavam se-
melhante attribuigo. E desde que a assembla
transacta, regularmente constituida, conferio a com-
missao de polica a attribuigo de celebrar um se-
melhaute contrato, a commissao de polica, contra-
tando com o commendador Manoel Figueiroa de Fa-
ria, nao excedeu o rbita de seus deveres.
Um Sr. Deputado : -E a assembla estatuio a
approvago po>lerior ?
O Sn. uaiioue :Eu tratarei deste ponto a seu
tempo; deixe-me continuar, consinia que eu ma-
nifest a minha opino sobre os dous pontos que
estabeleci, e la hei de chegar.
Acredite o nobre depulado que eu lenho desojo
de ver esclarecida toda luz semelhante questao,
tenho desejo de que a assembla se convenga de
que a opino da maioria da commissao nao s a
exprselo de suas convcres, como a expresso
da razo e da justiga, 6por Coseguinle proeurare,
quanto em mim couber, disslpar todas as duvulas,
responder a todas as objecces que porventura se
possam apresentar.
Portanto, Sr. presidente, a meu ver, nao se pude
dizer que a assembla transacta exorbitou, por que
ella usou de urna attribuigo que era sua, de urna
attribuigo que nunca Ibe foi contestada desde
1811.
O Sr. Trigo de Louueiro : Mas que Ihe nao
competa om toda su i extenso; cu o provarei.
O Sn. Buaiiqle :Pude ser que os legisladores
provinciaes nesse longo espago de lempo nunca
comprehendessem os seus deveres 1 pude ser que
nenhum dos membro* das assemblas transactas
enxergasse essa exorbitaeo de attribuicoes ? En-
tretanto acredite V. Exc.'que respeito muito a sua
intelligencia, e fallo tao somonte dominado pelos
impulsos da minha conscieocia, nulrindo desejos
ardentes de ser convencido por seus argumentos.
Dizia eu, que se nao poda considerar que a as-
sembla transada lvesse axorbilado, porquanto ella
usou de unta altribugo sua, attribuigo que se comegada a sesso, tem diroito a mettdV da
nao pode dizer que pertencesse a nenhum outro po- j tanci do ajuste, e lodo elle, se o adiamrnio
der superior. | der no ultimo mez de sesso. I
Se passarmos desla consideragao aquella que Ihe Tendo sido celebrado <* cntrala rom na-
inferior, a do prego, circumslancia de ler sido I missio de polica em 10 de abril de f*Vl. para a
o contrato celebrado por quantia superior qualla I rpie foi ella especialmente autorizada or e-ta a
3ue at ento havia sido paga, eu direi, Sr. pre>-1 sembla, mandou o emprezario engajar tarfcygra-
ente, que ainda ahi a assembla era a nica com-1 phos, e como se julgasse era presenta do ea#aja-
petente para tomar conhecimento desla circums- ment damnificado, recorren as*emb4ra em aant
tancia, para avahar da justiga de semelhante acres- de I8i, allegando o prejuize que baria >*>*. <
cimo de despeza, por que ella a distribuidora dos I pedindo reparago, pretextando para isto igaaraa-
dtnheiros pblicos e o principal fiscal destes, ella cia acerca do quanto poderia montar a anajajpo
a reguladora das necessidades da provincia, conse- dos trachygrapbos. ___
guintemente era ella a nica competente para a va- < Em face de tal reclamagao, leado a animal*
liar se o prego desse contrato era ou nao exorbi- ouvido a commissao de polica, sobmettru e a dar
tante. I ao emprezario mais quinhentos mil rw aaatiar-,
Um Sr. Depctado : E rsgeitou prego menor. addicionando-se um artigo a este respeito, o qne tr
O Sr. Buarque :A assembla, portanto, exa- teve em consideragao as le de orraatoaia qaa sr
seguiram.
Tem o contrato de ullimar-se em IM7. e en-
tendo a commissao que, se nao lende dado
substancial, nem qualquer ooiro ib-fetto ia*ri
que importe nullidade, deve elle vigorar, e i
nuar at o tempo de seu comidemento, nj## *mr
nao est no poder desta assemhlm rjmm-lir am
contrato legamente (ro com prejniz m pmrU
contratante.
Sala das commissoes da a*setnNea proviaoal
de Pernambuco, iO de marco de I***. V,a*-
Peixoto de Brito. Cnnha Machado, i
Devo observar antes de lodo
que aqu se alinde perfeitanvt
que ora se disrole r servio-lhe
Um Sb. Dkutado :Ha ala
enorme de prego.
O Sa Buaboub :Perdoi-me V. Eic.; aejaa
quero raoslrar que o coalrafc caiae aja nato |
quatro annos, cora ludas as oniraa cunan i
mal, excepto a do proco, da ajana ja i
O Sb, Aounw : -Sera bom
mero de asignaturas que o jornal
que lera boje.
O Sn. Buabuuf. :Eis ala MI
do por esta casa, parecer Erando par
muito conspicuos do partida aberal,
nao pode deixar de sor rictaic pi
(NoapoiadosK
O Sr. Ci nh.vTiiixkiba :Nao oarapv.
O S. Ruuque : -Nao digo qoe re-
diga que una procede ale tao aatot
deixar de merecer a iwaia'i'tK*'
tem en valar aqu lio qne se i
loss daquelles que te iaten
dfln cas nos convenios por eMa i
seriedade que devo p:esidir
onigem. _
Um Stt DawTAao :Siwrih aaaea a Ir. fV
gueira. poda impor, por<|aa en o aniee ajar aV
aha, urna, folha diaria.
ao emprezario, por cada dia ib- *ess, urna
correspondente a que llw devida porcada a de
sesso ordinaria.
Nos casos de adiamento, se elle le* logar prc
viamenle, islo antes da reunio da as#i,mak>a.
emprezario tem direito a urna indemaisarao mra-
sal de cem mil ris; se se verificar a* Vp*
minando devidamente as condigoes olferecidas pelo
contraante, julgando-as vantajosas, e aceitando-as,
a sua competencia nao pode ser posta em duvida,
a regulandade do seu acto nao pude ser coates-
tada.
O Sr. Amvntas : Mesmo regeitando o prego
menor ?
O Sn. Buarque O nobre deputado tem illus-
trago bastante para discutir, nao s esta questao
como ratrns de maior alcance ; pecolhe, portanto,
Jue me deixe concluir a minha demonstrago, e
epois aprsente as objeeges que muito bem Ihe
parecer.
A respeito da proposia menor, a seu tempo tra-
tarei della.
Sr. presidente, se me disse em outra occasio
que a assembla transacta nao devera ter feito o
contra lo, mas sim deixado para a assembla actual.
Sr. presidente, sobre este poulo eu tenho dous ar-
gumentos a apresentar : em Io lugar o precedente
seguido constantemente nesta casa, e nunca contes-
tado de terem sido todos os contratos celebrados
, desde 18il, por espaco de quatro anuos ; e em r,
I que sempre que o csulrato tinha de lerminar-se,
nesse auno a assembla o renovava por Igual espa-
co de lempo, e isso tinha urna razSo justiucativa
: que me parece, nao poder deixar de ser aceita
pela casa. ,,
Todos comprehendem, Sr. presidente, que esta
casa em suas primeires sessoes, tendo de oceupar-
se dos trabalhos preparatorios, que nao pode pre-
terir, tem necessidade de que o contrato para a pu-
blicagao de seus debates ja tenna vigor, nao pode
presoaiJir de publicar esses irabalhos, e conseguin-
leiaente deve islo estar regulado pola assembla
anterior.
O Sr. Trigo de Louuano:Est prevenido isso
o voto om separad,
0 Sr Buarque: :Estimo muito que o nobre de-
putado tenlia ioconhoeido esta necessidade.
0 Sn. Trjup be Uwreiro : Qqaato a paneir*.
.|ue aarcaa
ataras* Mraae


talarte de i'ern atabaca) ... Terca lelr* i* de Abril de i4.
-
Olmo Sk. Depi taeo :Havia oiaiiaNtco. lacio, de menor importancia, podor ser mais van-, Arl. 13. O inspector da thesouraria forretirar
OS. Achino :-E era olluial. tajoso ? da caixa de. crdito, ilsco-hypoihocario, e recolher
O Su. Ucahfl'e : Creio que imadas razies,. Urna empreza do ordom do DiVu que posaran no espirito da .aeseinUlca daquelle co, que tem prosudo servieos relevantes ao paiz, conveniente rendimento, qualquer fundo da amor-
po para nao contratar com o Diario Novo, foi urna empreza que faz honra provincia, e^pse p- tisacao, de que nao se faga preciso para urgente
- ser este um jornal poltico, e de j de para o futuro ser-nos anda muito til, ao de- pagamento das apohces;ou resgatar, com descon-
Francisca, filha de Mara, cnoala, escrava de Mar-
parida de Sun Firmina.
Guilhermina, parda, filha legitima de Joao Fran-
cisco dos Santos.
Leonor, branca, filha legitima de Francisco Jos dos
Passos Guimares.
tempo
justamente por
v menos circulado que o Diario dePernambuco, e ver ser preferida por umadiffereoca de300? rs.? to do juros,aquellas que Ihe forera offerecidas an- 'Prxedes, serai-braneo, flluo de Mara Cardina de
resumo isto, porque dominando eno as ideas li-1 Poder-se-ha julgar lesivo o contrata celebrado tesdo praeo do vencimento. Lima.
eraes, sendo a assemblea em sua maioria infen- com o Diario de Pernambuco pela quanlia de seis | Art. H. Realisado pelo hypotheeante o final pa- Luiz, branco, fllho de Alejandrina Vicencia do Ra-
sa aoSr. Figueira... conlos de ris 1 Nao, Sr. presidente, nmguetn o gamento da hypotheca dous mezes depois da go Barros.
O Su. Aquno : Eo proprietario do Diario dir, ninguem dir que urna differenca de qui- ultima annuidade, a tliesourana Ihe restituir um Joao, pardo, filho legitimo de Joao Francisco dos
Novo tinha assento nesta casa. nhentos mil ris seja razao sufliciente para se pro-, terco dos lucros, que tiverem resaltado do paga- Santos. ,
O Su. Buarque :-Eis ah mas urna razao para fenr um jornal em condicoes muito inferiores ao ment de joros sobre capital ja amortisado. Jos, branco, filho de Candida Sima Serafina,
convencermos que foi essa consideraco que ac-' Diario de Pernambuco ; eu nao darei por certo e | Art. 15. Os possuidores de apolices de hypothe- Josinot pardo, filho de Maria Caetana da Encar-
tuou nos membros desta casa para darem prefe- meu vote para que pela diITerenea de qulnhentos capoderao haver o pagamento destas, ou d's pro- n.icao.
rencia ao DiVino de Pernambuco. mil ris so preflra o Jornal do Recife ao Diario de prietarios hypothecantes, cujos nome estiverem Victorina, parda, filha de Gertrudes, escrava de
Fetos estas consideracoee Sr. presidente, eu' Pernambuco, e sobretudo provada como esta a ne las inscriptos, ou da thesouraria ; nao podendo Manoel do Reg Soares.
entraroi na exame do parorer da maioria da com- regularidade do contrato celebrado com este ul- todava accionar aquelles, sem recorrer esla, de- Maria, branca, filha legitima do capitao Jos Pere-
pois do vencimento das mesmas apolices. ra Teixeira.
Art. 16. E' facultado ao proprietario hypothe- Canuto, pardo, filho de Maria Itelvina dos Santos.;
cante reunir em qualquer lempo antes do venci- Jovina, parda, filha legitima de Tliomaz de A>|uino \
ment da hypotheca o seu predio hypothecado, ou Trevas.
no valor total da hypotheca, ou smente em parte; Isabel, parda, filha do Maria Luzia da Concccao.'
recolhendo thesouraria as apolices, que ainda nao Josepha, parda, filha de Rita Maria do Paraizo.
liver transmittido, ou ja tiver pago, ou descoma- Eugenio, branco, filho legitimo de Lino de Faria.
do antes dos respectivos vencimentos. Enesteca- Jos, branco, tilUo legitimo de Manoel da Costa
so fica lambem remido das obrigacSes, que Ihe sao Mangerico.
impostas pelos arts. 10 12, quanto aos pagamen- Jos, pardo, filho de Mariana, escrava de Bernardo
os semestraes dos juros e amonisacao. Jos da Costa Valente ; liberto, tendo pago o seu
tuno.
missao de polica, e depois apreciare! ainda o vo-
to em separado se for islo necessario.
A commissao disse em seus considerandos_:
priineiro, que a commissao de polica da sessao
transacta havia sido aulorisada para azer semo-
Ihaute contrato, e que esse contrato loi approvado
por estt casa. Na sessao de 17 de abril do auno roa seja lesivo em relacao
prximo paado foi lido e approvado e seguale Vasconcellos. Mas, seuhores, se se quer zelar os
parecer (le) cofres pblicos, se o bem entendido espirito de
A eommissio de polica, em vista da autorisa- economa que domina os nobres deputados, por-
cao da assemblea, nao aceitando a proposta de que razao se nao ha de abrir a concurrencia,quan-
0 Sr. Tumo be Loureiro :Nao tem sido satis-
feitas as condicoes do contrato, como V. Exc. alle-
ga em seu parecer.
O Sr. Brarque :Eu chegarei l.
Admitamos li lalmente que o contrato de Figuc-
a proposta de Jos de
Carlos Ernesto de'Mosquita Faleo, restricta ao
do ella pode trazer ainda mais vantagem para a
apanhameiito dos discursos, e nao comprehensiva provincia ? Porque se ha de mandar determinada-
da puWicacao o portante snjcla inconvenientes mente contratar com Jos de Vasconcellos ?
ouesio facis de eomprehonder-sc, allendeu i m Sr. Deputado : Abrio-se a concurrencia
nroposta feita por Manoel Figueira de Faria, e das outras vezes ?
" com elle fez o contrato junto. E' pois de parecer O Sn. Buaquue :Se o nobre deputado entende
que seja approvado o mesmo contrato. I que as outras vezes se proceden mal, nao ra-
Ye-se, portante, que o actual contrato se aclia zao para que agora se proceda da mesma forma ;
revestido de todas as formalidades legaes, tendo se o nobre deputado entende queent.io houve abti-
sido eu um dos que volaran pela sua approvaco. so, hoje que esse abuso notado, deve ser rorre-
Creio que islo serve de resposta ao aparte que gido, nao devenios imta-lo : isto que e de ra-
no correr do mea discurso den o nobre nombro zo, isto que de usura, adinituda a nullidade
que se senta do lado direito. \ do contrato.
OSr. Amtntuas : Nao, sonlior. Sr. presidente, vejo que esta dado a hora para
O Su. Uu.mu.ii-: :Um dos outros considerandos entramos na segunda parte da ordem do da, e eu
da eommissio refrete ae faeto const..nte de ter' nao quero por mais tempo abusar da bondade dos
sido seiiu lliante contrato celebrado sempre |Kir
quatro anuos desde 1844, faeto que nunca solreu
con(esla(;;o ntm mesmo durante o dominio do
partido liberal, como aeabei de mostrar, preceden-
meus nobres collegas. (Nao apoiados.)
Formulei o parecer, nao por ser amigo do Sr.
Figueira, mas porque vi que a sua causa estiva
fundada em justica, porqne entend em minha
ie que nao poda dexar de pesar muito no animo conscicncia que esta assemblea nao pedia rescin-
da maioria da commissao. d,r sernelhante contrato sem fallara todos os prm-
tos
Art. 17, Na usando da faculdde, que Ihe valor,
concedida pelo artigo antecedente, e incorrendo na Mara, branca, filha legitima de Antonio Maria de
ralla dos pagamentos semestraes, a que esl obri- Brito.
gado, o hypotheeante, o procurador fiscal requere- Luiza, cronla, filha de Henriqueta, croula livre.
r immediatamente por parle da fazendaseques- Maria, parda, filha de Ludovina, escrava de Caro-
trono seu predio hypothecado, indicando pessoa lina Ferreira dos Anjos.
idnea para o administrar por espaco de seis me- Amelia, parda, filha legitima de Stiro Jos dos
zes, (indos os quae?, nao sendo inleiramenle pagas Prazercs Loyola.
to^as as prestacoes vencidas, proseguir-so-ha na Maria, branca, filha legtima de Maurino Jetunes
execucao cQnlra o hypotheeante, sendo o predio Alves Pereira.
irremissivelmentc arrematado. Mara, parda, filha de Ignacia Maria da Con-1
ArL 18. O juiz dos fetos da fazenda o com- ceicao.
Setcnte para julgar todas as quesloes procedentes Philomena, croula, filha de Maria Joaquina do Es-
as contratos auloi isados pela presente lei, qur pirilo-Santo.
seja a fazenda provincial autora, qur seja r. Julia, branca, filha legitima de Lvo de Souza e
Art. 19. O presidente da provincia fica auton- Silva,
risado a formular sobre estas bases os estatutos, Manoel, pardo, filho legitimo de Damiao Barcellar
que hajam de regular o servico da caixa economi- de Oliveira.
ca de crditotisco hypothecariofavorecendo Idalina, branca, filha legitima de Manoel Joaquim
quanto possivel fr a classe dos propietarios, e Nascimcnto.
Meando, desde j, creada para o mesmo servico urna Concessa, parda, filha legitima de Stiro Jos dos
seccao especial, composia precisamente de um fhc- i Prazeres Loyola.
Agora um ouiro considerando, alias importan- cipios de jnslica, sem proceder com arbitraneda- soureiro e de um secretarioespeciaes, e de dous Aquilino, brancu, filho legitimo de Joao Paes Bar-
tissimo que foi in pugnado pelo nobre memoro de, sem abrir a porta um abuso das mais i calculistasalm mais do numero e categora de bosa.
dissidente e que o seguate : considerando II-1 terriveis consequencias. Se passar o precedente, empregados, cuja creacao tenhao presidente da Wenceslao, filho legitimo de Jos Moreira da Silva;
nalmenle que. firmado com justo motivo na f dos de boje em dianle nao haver mais contrate com a | provincia de julgar conveniente para o bom de-1 licenca para ser baplisado no Cabo,
contrates Manoel Figueira de Faria contraten la- provincia, que mereca f ; e nos estamos colloca- j sompenho do mesmo servico. Virginia, branca, filha legitima de
ehigraplM*, fez desbezas de preparativos, pelas dos na posicao de dar o excmplo de_ respeto as Art. 20. Os casos imprevistos por esta lei, e que Carvalho Raposo,
quaes tem direito urna indemirsa^iio, e que esta leis, de dar o exemplo da manuteneo da l dos | devam ser_ atendidos, nao o tendo sido nos esta-, Casamentos
rejudicial .ios cofres pblicos desde que nao contratos.
Felisbino de
fosse exigida por "cansa e conveniencia publ'ica.... Creio ter justificado o voto da maioria da com-
Sr. presidente, nao sou versado em direito, mas'missao; entretanto anda tomarei parte na discus-
creio que recouhecda a legalidade de um contrato, sao se estas minhas razoes forem impugnadas, de-
aquella das partes contratantes que delle se afas- clarando muito solemnemente que, se me conven-
lar, qur em prejuizo da outra, qur |wr mero ar- cerem de jue cstou em erro, nao terei duvida em
bilrio, infringindo as condieds do mesmo contra- reconhece-lo, voUndo pela resciso do contrato,
to, est sujeita urna pena, quresia pena esteja es- Vai mesa e apoia-se o segrate requerimento:
tpula la no contrato, qur tenha de ser arbitrada Requeiro urgencia para continuar a dis
posteriormente a infraceao por tribunaes compe- do parecer.Cunha Teixeira.
tentes, dando se em todo o caso udemoisacao (ConUmiar-se-ka.f
dos prejuzos causados.
Creio que sobre isto nao ha a menor duvida ; e
se lenho demonstrado al aqui a regularidade com
que foi celebrado o contrate do Sr. Figueira, se
as minhas razes proceden, nao ter o Sr. Figuei-
ra direito urna indemnisaco pela resciso do
contrato ?
O Su. Aql'iko :Que duvida.
O Su. Trico ue I.ouiiKino :Nao lem.
O Sr. Bi arque : O nobre membro dssideale
entende que o contratante nao pode ter direito a
indemnisaco por haver engajado lacliygrapbos, e
feilo preparativos para execucao do contrato que
celehi'oii, firmado em que esses preparativos, es>cs
eagajamentos apenas deviam ter sido fetos para a
pnmeira sessao da legislatura actual.
A assemblea legislativa provincial de Pernatn-
buco resolve :
Art. 1." A thesouraria provincial, alm do q ua
actualmente passar lambem a sercasa;: de
soccorro publicono sentido de abono e garanlia
ao crdito do todos os propietarios da provincia,
que conlribuirem directa ou indirectamente para a
receita desta com a somma dc50 para cima.
Art. 2. Para o fin de se fazer cfTectivo o abono
e garanta de que trata este priineiro artigo, insti-
tur-Se-ha sob a immediata inspeccao e fiscalisafao
do respectivo inspectorurna caixa econmica de
crdito fisco-hypothecaro na qual so recolherao
todos os litnlos de hypotheca formalmente offere-
O Su. Trico oe Loiheiuo :Porque so contrata [ culos fazenda provincial por lodos os proprieta-
com os tachygrapbos de legislatura cm legisla.- j rios da provincia, que se qmzcrem utilisar do soc-
tui-a. forro desta lei
O Su. Aquno : Os tachygraphos eslo contra- onerosas.
ttdos por todo o tempo do contrato do Sr. F- Art. 3." As formalidades exigidas para a
eca fazenda provincial s;io as-segoinlM
tutos expedidos pelo presidente da provincia, se- Bertholino Correia de Amorim com Isabel da Cos-
ro regulados pelas leis em vigor da fazenda pro- ta Dourado.
vincial, e na falta pelas leis e regulamntos da Dr. Joao Antonio de Barros com Anna Moreira da
fazenda geral sobre materia idntica, ou anloga. Silva.
Art. 21. Os ordenados para os sobreditos qua- Americo Ferreira da Silva com Anna Paula de
tro funcionarios -seraos os seguinles: para o the-' Mendonca.
soureiro da caixa 4:0005000 rs.; para o secreta- Francisco de Paula Lindoso com Maria Leopoldina
rio da mesma2:4004(>0Q.rs. e para os calculis- Gomes.
tas1:800,SOO rs. cada u'm. Quanto aos maisem- Antonio Jos Ferreira Refinador com Maria Caroli-
pregados enjos lugares tenbam por ventura de ser na Espindola.
creados, serao os seus ordenados equiparados aos Manoel Maria Monteiro com Anna Lourenca da
que perceberem os empregados provinciaes de Fonceca.
igual eathegoria. Manoel Florentino Sobral cem Guilhermna Ferrei-
Art. 22. Nao ser motivo para nao ser admitidlo | ra Cavalcanli.______________________
a gozar do soccorro desta le, o ser proprietario hy-
potheeante devedor da fazenda provincial, ou ter
o eu predio onerado para com esta ; porque nes-; :
te caso, se ordenar apenas, que no acto da com- i
mutaco da escriptura pelas a|K>lices de hypotheca, j
sejam depositados tantos desles titulos, quants i
baslarem para garantir o pagamento integral da
divida do hypotheeante, quem se dar prazo cur- r-
to para realizar o pagamento fazenda provincial
glicinia.
O Sr. Blaiique :Mas, Sr. presidente, preciso
altender que aquelle que contrata por um anuo
nao faz os preparativos que aquello contrata por
e sujeilai-se s suas disposicoes
bypo-
l*. Avaliacao do predio hypoihecando
2". Certidao negativa de liypolhcca extrahida,
us ltimos 8 dias. do competente registro, e na
4 anuos; nesle ultimo caso o contratante oblem qual se declare que o hypotiiecanlo esta desemba-
.,.,---------..-----, _S- .1 _. ._0-.m..| .1..,. lo ; -,y,,t., -.. .-A 1- ..,(,.-..----------,-.:_l i. P..a-- ,_-
cbygrapbos, como na compra do material preciso val liypolherar fazenda, como de hypotheca geral
para a impressao portante deve o contratante au- de lodos os seus bens.
ferir d'alii una vantagem, que nao aufei iria se o
contrato fosse feilo por um s anuo, circuinslan-
c;a que elle deveria ter levado cm conta quando
fez a sua proposta esta casa.
E' de tanto mais peso esta enusuleracao, Sr.
presidente, quanto eu acabo de saber que o Sr. Fi-
gueira eoiilraiou os seus tachygrapboS pelo tempo
da duracSo de seo contrato.
O Su. Auui.no :Acabo de perguntar ao Sr. Fal-
can, que me disse isso mesmo.
(i S'. Trigo de Locbeiro :Isso nao bastadizer,
preciso provar.
O Su. Buarque :V-sc, portante, une tem o
Sr. Figueira contrato com os Srs. tachygraphos
por espaco de i anoos, ha para elle um prejuizo
eerto com > resclsid do sen contrato, e que. portan-
te, lem direito a urna indemnisaco.....
O Sk. Trico de Louheiko :Por i anuos '
O Su. Bcarque :... conlseqoencia lgica da
resciso do contrato.
(II. 1 um aparte).
,0 Siu Bcabquk :Atienda V. Exc. que con-
tra!., celebrado por 4 annos ; V. Exc. reconheie
que a asseml.la transada tinlia o direito de cele-
bra-lo para este anno ; faltam 3 annos,consegointe-
rr.ente a indemnisaeo deve ser para esse lempo,
indemnisaco que llie devlda por ter acreditado
na f dos contratos; porquanio, Sr. presidente, nao
haveria quem ponesse imaginar que um contrato
celebrado pelo poder legislativo desta provincia,
que um contrato feilo com auiorisacao mullo ex-
pressa, que um contrato ap|>rovado posteriormen-
te por esse poder, vJesse a ser rescindido por in-
comp.'leticia do roniratante, por incompetencia da
assemblea.
Sr. psesidente, fe e poder legislativo provincial
au der por si o exemplo do respeito deviilo a f
dos contratos, em quem poderemos nos acreditar ?
Quem se atrever de boje em diante a fazer um
contrato com a provincia ?
A ille'galidade de um sernelhante contrato s no-
doria proceder da incompetencia.desta casa. Has,
senhores, haver quem conteste a nossa competen-
cia para celebrar seuielhantes contratos ? Temos,
por ventura, rescindido os innmeros contratos ce-
lebrados, qoc posteriormente se tem reconheeido
lesivos dos interesses da fazenda publica ? Nao, se-
nhores.
Senlior presidente, islo se niio tem feto, e ncm
se deveria fazer, porque a assemWa tem reconhe-
eido, e deve sempre reconhecer, a necessidade de
respeilara f doscontratos.eainda mais na queslSo
que se avena, porque a assemblea ainda se nao a-
treveu a arvorar-se juiz as quesloes em que.
parle.
Eu nao sei se eslou em erro, mas creio que ha
disposicao expressa om lei que-estatu os casos de
resciso dos contratos (mandse da leso enorme,
quando essa lesao de mais de melado d valor
do objeclo sobre que versa o contrato. Mas poder-
se-ha dizer que o trato de que se trata lesivo ?
Admitamos por momentos que o conlrato cele-
brado com o Sr. Figueira lesivo, como diz o
inenibro dissidente, em relacao prposta de Jos
de Vasconcellos. Jos de Vasconcellos offerece para
azer a -publicaciio dos delates por 5:o00$ rs.; o
contrate do Sr. Figueira de fi:0003 rs., temos,
por tanto, a differeuQa entre um e ouiro de'OOl.
Agora a lleudamos s seguntes consideraf5es, de-
pois de deuuinstrada como fica a legalidade do
on trato.
O jornal de Jos de Vasconcellos urna folha
asente, urna empreza que comeca, urna folha
sem circulacao por toda a provincia, um orgao
j auxiliado- petes cofres pblicos, porque'pubhca
o expediente do governo...
O Sn Aot'iwo : Nk mprez Hnetuante.
OSh. Mi ari.uk : OSr.Figueiw'ia proprietario
de um jornal que lem quarenta anuos de existen-
ola, }rnal de grande vulto oo imperf, senfio d'pri-
meiro. (^segundo em importancia, jamal qne tem
ircula(;.io em todo o paiz, que contaecido na Eu-
ropa, jornal que lido em lodo o centro da pro-
vincia, que tem de chegar, portante, s ni5os da-
qoeiles qoe aqu nos mandaram.
&, senhoras, urna empreza deeia ordm urna
eni|>rcza que tem contrstadoa puWicaeao dos de-
bates desta casa desdo 1844, sem que tmha in/rn-
gido seus conlrato, segondo tem sido reconheeido
pelas diversas commisnoe* de polica des* casa,
que ha de dixar de ser prefvrida pela mesqumrtia
differenca de 5000 rsr?
Me pareeeqnee5Uconsidenic3onao podo deivar
de ser attendida. 8e o contrato celebrado com o
Diario de Peruambuco lesivo pela quanlia de
6:OWS rs., apoar de sen grande formato, do sua
grande rirtulaeo, de sna importnri* reconheei-
da, o contrate feite com o Jornal o Rerife por rs.
3;500#, jornal de menor formato, de menor circu-
3*. Titulo de acquisieao ou dominio do predio
destinado hypotheca.
.4'. Conheclmento da respectiva agencia, em co-
mo se acha o predio seguro contra o incendio por
todo o prazo da hypotheca.
3*. Cerlidodo todos os escrivaes do judicial do
termo em que residir o hypotheeante, e for sima-
do o predioe dos desta capital, em como nao lia
penhora nem exeeutivo algum contra o bypothe-
canle que possa afTectar o dito predio.
Art. ." O valor do predi., hypolli-candb ser o
de >ua renda liquida multiplicada por "20 se fr ur-
bano, e multiplicada por 15 at 25, conforme o lu-
gar do sua situacao e as suas beiufeiterias, se fr
rural.
| 1." A venda lquida dos predios urbanos ser
estimada em relacao ao imposto da dcima que
paga o predio.
S 1" A venda liquida dos predios ruraes ou rus-
ticos, ser estimada em relacao a conlrihuieao que
pagarem os seus producios, multiplicada a somma
toial desta pelo numero9, at que por lei especial
seja tanibem crea.lo o imposto directo para ests
predios, caso em que pelo mesmo numero ser
substitutivamente multiplicada a somma da nova
con'.ribnican.
Art. o.* Preenchdas estas formalidades, e com
os respectivos documentos juntos, o proprietario
hypotheeante mandar lavrar escriptura de hypo-
B9
x
s
>
e levantar as apolices.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Paco da assemblea provincial de Pernambuco,
II do abril de 1861.Nabor Carneiro Bezerra Ca-
vakanti.
REVISTA DIARIA.
00
Masculino.
Feminino.
>
r
O
31
-
M
Masculino.
A assemblea na sessao de houtem approvou, na ;
l* parte da ordem lia, em l' discussao, o projucto i
n. 73, abre nm crdito ao governo para restitu-
^ao de sello de branca e legados, pago ndovida-
mente pelos herdeiros de J. Vieira Lima e Luiz Jo-'
-A .., c, -" .- j------t--- _u------ ... i;.-...-.
da fregczia de Petrolina; em 3 o projecto que
concede urna subveneao de 25 contos de ris ao
Imperial Instituto de Agricultura Pernambucano,
orando os Srs. Costa Ribeiro e Paula Baptsta ; em
3" o de n. 9 que altera os limites do termo de
Tacarat. Entrando em 2" disoussSo o de n. 6,' j
que transiere para a povoaco de Ipojuca a sede j j
do termo do mesmo nomo, orn o Sr. Cunha Tei-
leira, ficando a discussao adiada. S !
Interrompendo-so a ordem do dia, o Sr. G. Cam- *L
pello offerecuu una mogo para que na discussao:
do ornamento provincial preferisse lixacao da [ oo
despeza e orcamento da receita, oraudo o mesmo
Sr. e o Sr. Buarque contra. Foi rejeitedo o reque-1
rmente.
Na 2' [tart da ordem do dia (lixaco da forca S
policial) oecupou a tribuna o Sr. Jos Maria.
A discussao flcou adiada.
A ordem do dia para boje comprehendo a 1*
disenssao dos projectos n. 74 e. 76 ; 2a dos de ns.
14, 80 e 55 ; 3* dos de ns. 16 e 'i5.
Depois d'amanhaa reune-se em sessao or-
dinaria o Instituto Arciteologico e Heoijraiiliico Per- <
nambucano.
Informam-nos que o delegado de polica e o!
commandante do destacamento do povoado dos'
Montes vai procedendo alii sem a precisa regalan-1
dade na distribincao de jusca ; pois que
Feminino.
m
H
39 =
vi Z
I I
Masculino.

>
Masculino, i _
I- H a
Feminino.
I Masculino,
x i
30
a m g
H*
-o
m m ^*
Feminino.
. TOTAL.

Si
ADVERTENCIA.
Na lolalidade dos doenles exislem 189, sendo
alieuados 8 homens e 27 mulhercs.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
Pelo Dr. Ramosas 7, 7, 6 1|2, 6 1|2, 6 Ii2,6 1|2,
6 l|2.
Pelo Dr. Sarmentlas 7 3j4, 8, 7 l|2, 7 3|4. 8,
/ ij-. /.
Fallcceram :
llieca do predio fazenda provincial por melado cao alguma.
do seu valor, na qual assignar com o procurador! Isto pro va o seguate trecho do urna carta que
liscal, por parte da fazenda ; nao dispensada a as- [ nos inderessada sobre o objeclo :
Anaslacio Jos da Silva, 4 de abril ; pbtvsica
pulmonar,
ige de! Marcelino Francisco Standes, 6 ; dem,
collocar-se em pocjSo sobranceira, apadrinha des- Francisco de Paula Reg 6 ; interito chronica.
all'ei.es alheias, fazendo-as proprias com delrimen- Tonjualo de Mallos, 8 ; pbtysica pulmonar,
ment da garanta devda aos eidados sem distinc- Manoel Francisco Piaba de'.Mello, 9; interito
signatura de sna inulher, se for casado.
Art. 6" O inspector da thesouraria, a queni ser
apresentada a escriptura de hypotheca com os do-
cumentos, mandar immodiamentc publicar por
tiirita dias um udital, cm que se nomear nao s n
predio hypothecado, como a pessoa do proprietario
hyputliecante e 0 lugar de sisa residencia, coma
clausula de i|ue(/iirw se julgar COM direito ao
dito predio aprsente o seu protesto at o im do
dito imizo, sub tena de ser consiilerudo ntulirioso.
Se depon va'contender com a fazenda e. Ihe dis-
putar preferencia com hypotheeat occultas.
Art. 7." Findo o prazo dos editaes, e nao appa-
recendo duvida que possa comprometi!- a fazenda
proviucial, mandara o inspector, que o thesoureiro
da caixa fi.-co-hypotheearia, receba os documentes
e d em troca ao proprietario hypotheeante apo-
lices de hypotheca privada transmissiveis, com
garanta da fazenda provincial, na importancia da
melado do valor do predio, conforme a escriptura.
Art. 8." As apolices de hvpotheca representaro
valores de 503, 1005, 2003, 500 e 1:000,5 rs.,
sendo para cada urna destas soinmas proscripto
um modelo especial, que ser cheio por mo do
secrelaiio cem a nscripcao do nome do hvpu-
thecante, do predio hypothecado, seu valor, e lugar
da siiinco.
Arl. 9a As apolices de hypotheca de 503 e de
1003 rs. nao resarao juro algum, por serein paga-
veis em notas do theseuro, ou aceilaveis pela
thesouraria em pagamento de suas dividas acti-
vas, sem alguma fixaco de prazo, tendo apenas
por condicio o passarem na circulacao por tres
mutacocs com endosso, sendo o prinieiro do pro-
prio hvpolhecant e os outros dous do 2" e 3
chrooica.
Manol. prctolivre, 10 ; nterite.
Movimeulo da casa de detencao,
abril de 1864.
Existiam. .
Entraram.
Sahiram. .
no da 9 de
363
6
21
preses.
ltimamente prenden, sem motivo plausiva!,
um nogociante que alli ha de nome Antonio Jos
da Silva Marques, moco probo e honesto, como que
liara salisfazer a vonta'de de um desaffecto do dito
Marques, com o qual elle priva. Mas para coho-
nestar esse arbitrio disse que Ihe constara que Mar- Exislem..*. 363
ques andava com urna faca de pona I A saber :
E' forca que vista do exposto, nao saiam qs i Nacionaes 247
agentes do governo da rbita dos seus deveres, vis- Estrangeiros 31
toque do contraro, em vez de mauterem o equil- Mulheres ... 2
brio, plantaran a desordem, tanto maior em eflei- Eslrangeira .. 1 >
tos prejudiciaes quanto escudada na torca publica, Escravos ... 62 >
a quem est incumbida a guarda e nao a oUcnsa Escravas ... 5
dos diretes dos governado.s. .
A' segunda sessao judicial ia, hontem cov.vo- ;)48
cada sob a presidencia do Dr. juiz de direito da se- Alimentados cusa dos cofres provinciaes
gituda vara, Manoel Jos da Silva Neiva, compare-1 Movimealo da enfermara do dia 11 :
ceram 29 juizes de faeto, faltaudo apeaas 7 para Teve baxa :
cumplclar o numer legal. Feliciano Primo de Jess, dores espasmodicas.
Expediram-sc os necessarios mandados para Tivcram alta :
noliucaeo dos juradas novameote sorteados em Joaquim, africano livre.
150
numero de 19.
l de esperar que comece hoje a funecionar o
tribunal.
Remettem-nos o seguiute para o que chama-
mos a aitenco da autoridade a quem compita a
providencia :
Senlior redactor.l. urna vez recorremos
sua cenceituadu revista diaria chamando a atten-
cao da cmara municipal |>ara urna porcao d'agua
eslagnada que exista no llm da ra Bella, lem-
Joo Roberto Pereira.
Joao Duarte de Oliveira.
Manoel Joaquim do Monte.
Francisco Alves Feitoza.
Manoel Joaquim da Silva.
Joao Mariins Ferreira da Costa.
Lourenco, escravo de Guede9 Aranjo.
Jos, escravo de Francisco Ferreira de Mello-
Obituario do da 8 de arril, m> cesiiterio
publico.
brando a necessidade do collocar-se nesle lugar ca- Torquate de Maltes, Rio Grande do Norte, 28 an-
no de esgoto. Mas foi debalde. Agora que aquello nos, solteiro, Boa-Vista; phtysica.
tanque esl mais que nunca digno de attencao, do Joaquim, escravo, 11 dias, Santo Antonio; totano
novo rogamos encarecidamente ou cmara, ou Mara, Pernambuco, 20 mezes, Recife denticao.
CCS-
sumarios, sem que de tacs endossos resulte a me-quem competir que ao menos trate de atierrar Joanna Carneiro dos Marvrios;Pernambuco, 78an-
nor responsalulidade aos dous ltimos endos- aquelle lodacal, que lanja ul ftido que a salubri- nos, viuva, Boa-Viste; um ataque cerebral.
dade publica j sento os seus effeitos. A necessi- Mara, escrava, 50 annos, solteira, Boa-Vista; urna
sanies.
REPARTIQAO DA POLICA
Extracte das parles dos dias 10 e 11 de abril de i
1864.
Foram recolhidos casa de detencSo no dia 9 i
Art. 10. As aroljres de hypotheca de 2003 at dade urgente de tal trabaljio obrga-nos a esperar-
1:0005 rs. s serao pagaveis em notas do thesou- mos desta vez a attencao a quem nos dirigimos.!
ro, ou aceitareis pela thesouraria em pagamen-
to de sdas dividas activas, a saber : as de 8005 r*-
i M mezes, as de 5003 rs. 24 meze?, e as de rs.
1:0005 50 me2es de prazo, e vencero os juros
de 10 por eeftlo ao anno, pagaveis pelo hypothe-
eante, oo pela thesouraria de seis cm seis nrees.
Art. 11. A conta dos juros ser feita de todo o
capital da hypotnera pelo thesouro da cala de
crdito hypothecario, e redozida bilhetes, que re-
presenten! as parcellas pagaveis semestral mente,
com a competente nnnieraco dos respectivos pra-
zos de vencimento.
| Io Estes bilbeles serao entregues pelo thesou
no
do corrento.
A' ordem do subdelegado do Muribeca, os par-
dos Antonio de Paula Avelino, e Antonio Jos Go-
mes, ambos para veriguaces policaes.
10-
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefo de policia, os
hepatite chronica.
Umbelina Rosa dos Santos, Pernambuco, 30 annos,
casada. Boa-Vista; congestao cerebral.
9
Alexandre 'os da Cunha, Pernambuco, 36 annos,
solteiro, Santo Antonio; gastro nterite.
12 annos, solteira, Recife.
10 mezes, S, Jos; denti-
Paulina, Pernambuco,
i gastro inlerite.
Virginia, Pernambuco,
ci.
: Victorina, Pernambuco, 40 annos, solteira, escrava
Boa-Vista; anemia.
solteira, escrava, S.
pardos Maximino Ribeiro da Costo, sem declara- Calharina, frica, 60 annos
cao do motivo, Bernardo Jas das Virgens, Manoel I Jos; ttano.
Alexandre de Oliveira, e Joaquim Jos de Lima,
Franeelina, Pemambiico, 7 mezes, Boa-Vista; ana-
reiro conjuntamente com as apolices ao hypoihe- preto, para recrutas. zarca,
cante : e transmitios proporciona I mente por este A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Igna- Eslephana, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos; etifor-
aoeesswnario'ds apolices, independente do en- co, crioolo, escravo de Frederico .Chaves, para ma branca.
dosso, requerido para validado das tres primeiras corpeccao. ------------
negoriaefiea destas. O ohefe da S seccao,
Art. 12. Oproprietario hvpothecante, aMm do J.QidfMetquita. !> ui ufe tuiru.
pagamento dos joros, que d obrigado a realisar se- Lista dos baphsados e casamentos da fregne- \ Do ivam Jaune traduzimos o qne segne :
mestralmente em dmheiro, ou ao possuidor das. zia de- Santo Antonio do Recite, em marco de 1864 :'- A casa A. Leagre, ru Bonaparte n. 37, resol-
apoUew, ou nhesotirarhr, se esta j ostivw pago, Evarwto, branco, filho legfttno de Manoel Martins ven um problema procurado at hoje em vao.
ser obrigado lambem a entrar para a caixa de dos 9antos. I Comprehendeu qne em un poca, era que a
crdito eomM po cento do capital da hypotheca, Pranetsea.-branca, fllh legitima de Francisco Fer- proflsso do livreiro tem conseguido por as obras
para amorusaeSo annnal desta, devendo este paga- reir Barbosa. ma celebres ao alcance de todos os recursos, o
ment sor (analmente dividido por semestres, e patelo, branco, fllho legitimo de Manoel Fran- preco das encadernacoes nlo estava em relacao
realisado em dinheiro. cisco de Paiva. com o dos litros; e que se nao devia mais dispeu-
der para encadernar um volurre tres ou quatro ve-
zes mais do que para compra-lo.
E, pois, acaba essa casa de obter nm privilegio
para urna nova encadernacao baixo proco; a qual
nao deixa nada a desejar sob a relacao de eleg.iri-
.fia e do solidez, ao passo que custara 60 centesimoe
por volume.

Um homem nao pode casar-sc sera ter ao menos
disseceado urna mulher.
A sorle de um casal depende da primeira ocea-
sio de aproximaco.
Se exislem dinerencas eotre este momento de
prazer e aquell'oulro, um homem pode sempre ser
feliz com a mesma mulher.
A mulher mais virtuosa pode ser indecente sem
que tenlx^ disto consciencia.
A mulher mais casia pode ser a mais volup-
tuosa.
O poder nao consiste em obrar ferie e umitas ve-
zes, mas em faz-lo a proposite.
O casamente deve sem cessar combaler um moos-
tro que devora ludo : o habito.
E" mais fcil ser amanto do que marido, pela ra-
zao de ser mais diuTcil ter espirito todos os dias do
que dizer bellas cousas de lempos cm lempos.
Um marido nao dove jamis dormir priineiro,
nem levantarse por ultimo.
O homem que entra no tocador de sua mulher
um philosophoou uui imbcil.
Traduzimos do Tmtamarre o que segu :
Madamesella Celina Renand sustentava a sua
companheira Blondolet, que o substantivo rhume
era do genero feminino.
Tu te engaas, minha chara.
E's tu pelo contrario que vas errada. Rhume
nao a femea de rhum ?...

Urna moca queixava-se a sou medico de urna
asthma coricea que allligia ao velhusco do ma-
rido.
Pobre querdinhol ajuntou ella enxugando
urna lagrima de crocodilo. Sem duvida lerei em
breve a dr de perd-lo... Felizmente o preto diz
bem com as minhas feices.
Socegue, senhora ; a asthma de ordiuario
um privilegio de longevidadc.
Ah, doutor I fez a aspirante viuvez com um
desses gritos que vo direito ao coracao, porque
partem delje. Ah, doutor I cure-o bem depressa I
Pedem-nos esta publicaciio:
AMAR e cata.
Mimoso anjo, inspiracao divina.
Nos leus olhares, cu beb amor;
Disseram el les, o que nao dizem os labios,
Nem mesmo a aurora prescrutando a flor I
Um rain ardente d'uma luz mais pura,
Filtrou meu peite, que pulsava ento ;
Nos labios d'alma imprimidlo um beijo,
Escreveu teu nome etn meu consto I
E pronuncici-o. Ao abrir dos labios
Sorvi d'amr cltica ambrosia...
Mas em niveas azas d'imagem santa,
Meu Dos meu anjo para o cu suba t
E eu curvei-me n'avelludada relva,
Vendo-a elevar-se para o cea inundo
Cbame-lhe anjo, no fervor da prece,
E ella olliou-ine mu gentil sorrindo.
Eu vi vi no riso, que ella me dou,
Toda vida minha com prazer profundo ;
E vendo o anjo se envolver as nuvens,
Cahi por Ierra... e morr p'ro mundo !
Subi aos cus, me deixou na ierra,
Peregrinando com saudade e dr,
Como um proscripto de viver caucado,
Q'a morto implora ao seu Creador.
Amor primeiro, germinado n'alma,
Anjo celeste qnem amei vivendo,
Quando minh'alma fr por Deus chamada.
Inda o teu nome bemdirei morrendo I
Extraamos da Cruz o seguinte:
i.A ic.rkja.
A igreja nm corpo e um reino todo divino, que
tem a Jess Christo por chefe, e por Salvador.
O seu eslabelecimento o maior dos milagros,
nao havendo cousa mais maravilhosa em toda a
conducta de l)ea, do que o modo, com que for-
iii-ni .i igreja por in=inimcmos ao rraco o >"r
molos os mais desproporciooados para lao grande
elleilo.
Nunca Dos fez apparecer da una mancira to
linlliante o soberano imperio, ipie tem sobre os co-
raees.
A igreja propriainente a sociedade dos Santos.
que servem u Dos, debaixo de um chafe, que
Jess Christo.
Nesle sentido lem ella nimias parles.
Os santos, que csto no co, sao a mais nobre e
excedente parte, o esto a igreja ti iuuiphanle.
As almas que estao dolidas no purgatorio para
se purilicareni de seus pescados, faiem a igreja to-
lerante, os liis, que vivendo sobre a Ierra, estad
ainda em cmbale c devem operar a sua .-alvacao
com temor, e tremor, fazem a parte que oos oais
coohecida, sto a igreja militante.
E' iinportaiilissiiuo conliecer as ipialidades ou
caracteres, que a disiinguem das outras socieda-
des, a sabor, que ellauma, saola, catholca, apos-
tlica, indefoctivel e inlallivel.
Una.
Nao ha senao urna igreja de Jess Christo. e esta
deve ser nica ; porque nao ha seno um s reba-
nho e um s Pastor. A igreja esposa de Jess
Christo : logo lasos Quisto nao lem mais que urna
esposa* 0( judeos e os gentos compoudo a igreja,
nao fazem senao um s edificio, fabricado em Je-
ss Christo, que a pedra angular. Kiuliui a igre-
ja o corpo de Jess Christo, e Jess Christo nao
tem mallos corpos, ainda qne este rorpo tenha di-
versos membres. Esta anidado da igreja foi figu-
rada na unidade da Arca, lora da qual ninguem se
salvou as aguas do diluvio.
Dos para ronservar a sua igreja em unidade,
esial.eleceu una cadera, e autoridade superior
para vigiar a sua eouservacao, e esta a igieja de
Roma.
E' preciso, pois, que o seu chefe tenha a autori
dade, que Ihe necessaria para manter a anidado
e evitar toda occasiao de scisma; e ainda que o
soberano pontfice nao use de poder, senao confor-
me a disposicao e delerrainacao dos sagrados ca-
ones, cointudo verdade que ello lem por direito
divino e por inslituicao de Jess Christo os diretes
o prerogativas necessarias para trabalhar euVaz-
mante em conservar a unidade, a ordem e a dis-
ciplina da igreja, que Ihe tem sido particularmente
confiadas.
Sania.
A santidade verdadeira, que uasca da caridad.: e
liabitaco do Espirito Sanio, necessaria igreja
do sor que toda a igrja nao pode ser nina socie-
dade do hypocrilas,som alguma santidade interior.
Nao liaste pira explicar santidade da igreja, fa-
se-la consistir oa santidade da religio, da doutriua,
dos sacramentos e de outras cousas sementantes,
que respeilam ao culto exterior, preciso entender
por esta santidade, que Ihe d este titulo, a que Je-
ss Christo Ihe tem dado pelo merecimeulo do seu
sangue o anda que a verdadeira santidade da
groja seja interior. Deus deixa de a distinguir por
este signa!, c de a fazer conliecer aquellos, que se
desgarram ; e ainda que na igreja se ache alguma
desordem, ha comtudo virtudes lao eminentes na
maior parle dos santos da igreja romana, que nao
se saliera racionalmente duvidar, de que lado est
a igreja.
E' verdade que olla se compuede bons de raaos, de
bom grao e depalha; mas os mosnao sao verdade-
ramente membros interiores do Corpo de lasas
Christo : neste sentido ellos estao na igreja, mas
nao sao da igreja ; sao membros do abotre e nao
da pomba ; estao fra da igreja, ainda qae appa-
reco denlro.
Catholca.
A igreja catholca pela universalidad.: da sia
doutrina, em que ella condemna todos os erros
condemnados, e abraca todas as verdades definidas,
pela universaldade de communho, em que com-
preheode todos os liis espalhados por todo o mun-
do; pela universaldade successiva, em que compre
hende todos os lempos desde os apostlos at o pre-
sente ; porque nao pode assignalar-se ponto, em
que possa dizer-se, que a igreja romana tenha prin-
cipiado depois dos apostlos at ao presente ou te-
nha sido acc usada de novidade, quando pelo contra-
rio se assignalam principios a todas as outras
seitas.
Apostlica.
A igreja apostlica ; porque tira aos apostlos
a sua doutrina, autoridade e missao.
A igreja nao se propde unir-se a revelacoes par-
ticulares ; mas revelacao feita aos apostlos ; de
sorte que o que se nao romprehende nesta relacao,
nao comprehendldo na sua f.
A doutrina dos padres da igreja que ama dou-
trina pode ser-apostlica, sem se aehar inserta na
escriptura; comanlo que se ache eonheclda na
tradicao ; e bssta para reputar apostlica ama dou-
trina, que seja ensinada por muitos padres, toste-
noimmaaaa ai
cidaaHwaaw-
st'i-iilo rree-
nella qaiBr-
a, esa roe
Inca de i*.
Irma doutrina -j
munliando ser aU a doulnna da igreh o qa asa-
ca foi contradiu : baste lambem qne una aaasri-
na, se ache estabelecida por toda a igreja, srca qar
algum autor a tenha combatido, conwTaovaiaaa m
erro ; o que .-igual de ser esubeleci
tolos ou pelos concilios gerava.
Indefectivel.
A igreja do Jess Christo nao Bill perecer a
vera sempre urna igreja Mari ; pi.pie -n*
navera pa.-kires eslate-lecidos por J^-i* Chrisfa.
Biiir>mtUeu e,k> a 8eu^ 3V<***>* esui --mprerofii
l,!LK,K>r um temP 1'mitedo ; n&s iiao
S5Bf.*" SflCulu*- o 1"e rontm urna proaama
sos ChJ^ fM*J"P,:lu'dade da Kreja, pu* qne Je-
r7aaaatL^ 'i de,,,ra l|l" '""l ****
5I?eB'Er W "Pibi o. que
Infallit.ilidade.
-I5L?25i5r* WW** incapiz,te par^.f
Esta Infallibilidade da igreja c.hi
ella nao pode ensnar geralmeaai i
dos os seus bispos donlores. urna .1.
obrigar sua coofisso, sem que es
verdadeira.
A igreja para differencara verM do .tto r.m-
sulla sempre a tradicao, e a sua iofallMl..b*.'c.,n-
siste na assisleocia de Dos, que a io d. ixa en-
gaar.
Se acaso ha alguma coiilest.-tco, ai Balam ama
la em concilio. *^
Ha concilios particulares, que Mij.-im -+n Un*,
a repcito dos pnt..s eaaaaaMaa, roo Maaaaaaia.
digao ; eaiuda que pos-amenganar-se. serom rol.
mados por concilios gera-s, sao rfupoU aereii-r. ,, t
toda a igreja e a sua d.ciso >. f.u |N r esta ar^na-
cao inleiramenle certo; |hirqiie a i- eu na* !.
errar. r '
A respeito dos concilios geracs. late que pito*
sao legtimamente juntos, os bi com liberdade, enlao coul.-m a auteri ade .te l-.to
a igreja e nao deve duvidar-.se da ve dadr da a
decisao ; e a aceeiac... aaa faz a rr.ja aaa A*
propriameole Certeza e infallibilidade a *aa* 4>ri-
soes. mas faz somete notorio que as i ou-1-
passado regulrmeos ao concilio
A resj*lto da decso nos pontos d facin. o tm-
lmenlo dos theotogos qoe alada os ruarik-
geraes |wdem engaarse nos forma ti revelado
e que a respeito do papa nao de I i que affc io-
fallivef:
E' igual senlmento da igreja de F anca o |.-l,,
elle enganar-se e que o concilio ger I Ihe supe-
rior.
cmara m \n iru
SESSAO EXTRAORDINARIA i
REIRO l)K iw.t.
Presidencia do Sr. Marros I
Presentes os Srs. llego e Albuqudrqn. iKislav
do Reg, Seve e Carneiro, abre-se a ****>, > Ma.
t approvada a acia da antecedente.
L se o seguinte
EXPEDENTK
l'm ofnelo do Sr. vereador MeiltL rommoniraa-
do que achando-se mal de sua h*\*. nao p>-a
comparecer, o que faria togo qn i nvlhorassr.
Interada.
Outro do juiz de paz do .1* distri to da frrfiirzfc
dos Aff.igados. cidado Francisco i asado da Foa-
seca, coininunicando haver passadi o exercirio *
juizado de paz ao supplenie Luiz d i Conceiro Al -
bnqufcrque.Que se respondesse qne o uppteafc-
de que trata o juiz de paz. nao pode macara
cargo, por quanto nao se acha a insta juramenta*.
Ouiro do eugenheiro cordiador, r.-mcticn.'.. .
orcamento do atierro, e bomba a |fazer-se na ira-
vessa do Quiabo da fregczia d>* Anogalos, na
importancia dito orcamento de T MV*>- Qae -
pozesse em praea para os dias i7 > 19 do correase
e i de marco futuro.
Ouiro do mesmo communicando qne ttn conse-
quencia da ordem que tivera, di igkvse a ra 6
Trapiche no bairro do Recife par: medir a pan.:
das casas jierlencentes ao ominen lador Joa Ptni"
de Lomos. DNimameafe incendia a, que d> nm-
formidade com a planta da ridad deve ser r*-
propriada, e procedendo as aeea arias averiyaa-
c>es, achou que a primeira ao noi le dere ser roc-
iada na amanen an t j.ainios em toda ua rarta-
i a, e que a segunda ao sal desta deve ser Lta-
bem cortada na caataneia de l) \ ilmo-s na -xirr
od.l.ide nurie. e de V. oa extremid de id, flran I..
assim oeste |>onto de outros tanto palmo*, e asna
panagem smola de II paloma.- a a desapm-
priaco. diz o engeoheiro. se estei iter a ter.
casa .leyera ser ella cortada na rtaaral dv V'.'
palmos na extremidad.: non.-, e di \t na rxlrrnn-
da.le su I, licandii anda um reran i de ootros lan-
os palmos, e tima passagem sme le de !>
se remellesso copia ao procura, or. e e Ihe ro
coinmendasse para tralar da deSapropriarao .la-
dUM c.i-.s.
Ostra do Hseal de Santo Anin), informando
requerimento. no .pial o giianW municipal
quella fro-im-zia, Candido Jaad ()k rOSBaa, pe*
um mez de licenca para tratar d clara que sera conveniente roon |.t-ii........
melad.' do lempo, visto nao ter ill quem a sui-li-
tua.Coneedeu-ee no sentido da nraaaeiei
Outro do adminilra.lor do cem lene pul I
fregue/.ia de S. Lourenco da M..I a. remetiendo .-
mappa los enierrameiitv f.-ii- s n. momo rstobr-
I.cimento desde o dia II a I > correnleA..
procurador.
Foi approvado um parecer da ci|minisio de an-
liria, dando por conferida, e n eaaadospr>rw
approvadas as comas preladas pe d preeovaaaf r.
trimestre de outiibto a dez.-int.r.i .. mnu pasead
danda-se-lne a r.-spectiva qoiacan
A' requerimento do Sr. Seve. n|. ii-mi .... li-
cal da lia \ 'i,ia para cacar a lie nc. ..[cedida
para f..z.i i :.
|... vi-ti. .-. 11 -1...
qu.r aaa cna?-
uin reqnn-
dc Orvail.
n. pr. sidenle d.v
i-|h i-a a
de I"';* ai
Francisco Comes d Siha Saraivi
lelh. iro no lugar de S.into Asa
nao pcrl.iicer-lhc o terreno or
tMiir o dito tclheiro.
Mandou-se remetler ao a.lv.igaR,)
mente, no iju.il (lemente SoaV s
presentando um de-pacho lo |
piovnria, mandando que fique I
cao da postara de 21 de fevereiro
se reunisse a assemblea pi<>via nqii.'i para continuar com seu ar Migue em toja *;
sol.iado.
Ordeiiou-se ao fiscal da Roa Via que au em
haracasse a obra do cano de e*f ae da S<>tedMe
ao Hospicio, da qual arreu a!,.rile Tto udK.
Rampa.
O secretario aprosentou o relal trio toe nejoei-
iiiunieipa.s (luanle o exercicto ultimo de l<%4 a
1W3, ja passado liupo, aasajl Mra, e n.an.l.. i
se dar o conveniente deslino.
Despaeharam-se as petiedes da daroaeza de Cim-
bres, Itellarmiio Cleiaeatino d.il rosla Med.
Candido Jos dos Passos, irmaadade do Sr. H.kii
Jess da Via-sacra, Jos RayrnOMo da Natfepaaaa
Saldanha, Joaquim Mariins Perra, Jos'- Pereira
de Magalhes Bastos, Jos Marcelino Alves da
Ponseca, Jos Pereira de Azov do, Jos J.opim
Alves, Joao Raposo, Luiz Jos a Oi-i.i Amurim,
Libauio Candido Ribeiro \ C > anm-l .Marques d-
Abren Porto, Mauoel de Seuz; Ta vares, iaan-l
Dias da Silva Santos, Manoel Pa rao do Nacimen-
to, Manoel do Nasciinento K.-rr ira. Mamvl d'AI-
uieida Lipes, Maooel 1'rbano d E-pirit Sas*,.
.Manoel Mariins de Carvalho. V ino.l Ignaeio Je
Oliveira Lol, Tliomaz Jo.-e da- Neves, Theodon
Ramps, l'mbelino Cadontt, e letanlou-se a sessaw.
Eu Francisco Canuto da Roa-v agem, secretar a
escrev.
Declaro em tempo que presioh juramento o pri-
meiro supplente do juiz de paz
freguezia da Ita Vista Francici
MelloBoa-viagem o declarei.- I
sidente.Reg Maia.Carne o ilenriques a
Silva.Leal Seve.Barata de A mida.
do -I" dstricto da
Kulino Colho .to
Barros Reg, are-
CllltOMU JlimiMRIi
Tlll III V % I. DO CO! IMERCIO.
SESSAO ADMINSTRATE K KH II DE
ABRIL DE I8C ,,
presidencia no exm. sr. oxsrlheiro
SOCIA.
As 10 horas da manhaa, reui idos os Srs. aaw-
lados Reg, leemos, Rosa o Alce orado, o te. pre-
sidente declarou aberta ascssc
Lida, foi approvada a acta d ultima.
rxprdibntk.
Leu-se um oillcio da presid acia da praviratia
de 8 do correnle, communicanio lar aaaaarada <>
desembargador Anselmo Fraanaco Panel i para
exercer interinamente ocargo pe acaL-
se a recopeo e archive-se.
DESPACHOS.
No requerimento de Bernai la .
Pinheiro, viste pelo Sr. desembj rgador
dindo a entrega da carta de ref airo
pe-
do bola i.'i-
iLFfiVn


Diarla d PersaHue*; --- Terea felra l de Abril de l&M*
do leiloeiro com n da mol e anno em que leve lu-
gar a venda do hiato.
No de V.ilcniiin do Valle Lobo, pedindo o regis-
tro do sen contrato swial com Antonia Joaquim do
Nasoimenio Barros Vista ao Sr. doserabargador
liscal.
No de Jos da Silva. L>yo & C, pefldo j regis-
tro da nomeaeiio de sen cai\eiro llenrique Jos da
Cunlia Sohrinho Registro-se.
No de Panlioo Tires Falca, pedindo o registro
da escriplura ante-nupcial de sua fllha com Theo-
doro JuM Registre-se.
No de Antonio Jos de Siiua Guimaraes e Jos
Cardoso d i Silva Pinto, pedindo o registro do seu
ontralii do sociedade cotnincrci.il sob a filmado
"Guimaraes 4 Cardoso.Como requer.
No de Antonio Jos do Souza Guimaraes, pedin-
do o registro de uina procuraco que ajunlaCo-
rno requer.
No de Machado & Santos, firma fallida, pedindo
sua rehabilitacaoAutoado pelo oflicial Innocencio
Antunes, haja vista ao Sr. desemhargador fiscal.
Sendo conclusos os autos de rehabilitacao do
Campos & Lima, liveram o seguinle despacho :
Os recibos apresentados nao correspondem a todos
os crditos da lista.
Nada mais houve.
SESSO JUDICIAIUA EM 11 DE ABRIL
DE 1804.
rilESIDENClA DO EXM. SU. CONSELHEII10
SOUZA.
Secretario, Julio Guimaraes.
A ',' hora da tarde, o Sr. presidente abri a ses-
sao, estando presente o Sr. desemhargador Silva
Guimaraes, e os Sis. depulados llego, Lemos, Ro-
sa, e C. Alcoforado.
Lda, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
Foram apresentados ao Exm. Sr. conselheiro
presidente 44 foiios. que o Exm. Sr. conselheiro
Masad Rodrigues Villares enviou secretara a 7
d corrente, sob os ns. segnintes :272, 278, 284,
296. 2!>7, 301, 302, 304, .113, 314, 316, 321, 322,
324, 325, 331, 335, 337, 341, 342. 344, 345, 346,
-US, 350, 35!. 357, 358, 360, 361. 362. 363, 364,
:165, 366, 367, 360, 370.371, 373, 375, 377, 379 e
381.
Nada pudendo tratarse o Sr. presidente cnccr-
rou a sessao.
calves da Silva, Feliciano de tal morador no serto
de Papacara, Joao Manoel de Araujo Costa, Manoel
Candido de Farias Lei!*, Antonio Paes Barretnteoj-
mandante superior. Jlo Dantas de Oliveira, AdoSo
Clementino Mito e o portuguez Estrella morador
no serto do Rio do Peixe.
avista doste triste e mo estado cm qne se acha
o abaixo assignado convida e roga a seus credorea
pedindo-lhes ozlo e inere de darem em suas di-
vidas o abate de 25 por cento o alm deste o prazo
de mu anno, sem ser obrieado a pagar cunta algu-
iiii das que deve, e depois do anno pagar 23 por
cento em cadaanno, e seguimento al findar de pa-
gar todas as dividas sem que pague nenhum juras,
e para assim poder negociar e fazer as diligencias
devidas e poder ter a palma de pagar a seas ere-
dores como desejo, assiro convidos para respon-
derem nesla praca pelo Diario ou por escripia em
qualquer parle para o fim de se poder reformar as
letras, espera dos bons coracoes de seus credores
o bom resultado, alm deque nao occufto a todos
o sen estado de nao poder pagar sem que tenlla o
recurso pedido a seus credores.
Luiz Jos Lucas de Mello.
Aguas-Bellas.
Molina.
Perganta-se, j est abrogado, ou derregado o
5* do art. 129 do nosso eodigo penal, ou se este
beneficio s concedido em Aguas-Bellas, onde o
primeiro supplente de subdelegado, se eommunica
com criminosos e pronunciados, que se acham ho-
misiados no sitio de seu pae?
A' quem compete responda
Qnem titilo quer saber.
Aguas-Bellas, 14 de marco de 1864.
A?r
nas-ltellas.
Molina.
Pergunt-se ao Sr. lente coronel Jos Afro de
Albuquerqne Maranhao, se licito conservar es-
rravisados aquetles libertos de Matta-Grande, ou
Pao d'Assucar ? e mais os Africanos que escapa-
rama milito costoas pesquizas do Dr. Hemete-
rio ? contra as leis do paiz.
O Ipanemense.
Aguas-Bellas, 16 de marco de 1864.
5." Para tudo quanto aqu noesliver previsto,
regular-se-ha pelo que dispoe a lei.Conforme, A.
F. de Annunciaco.
O lllm. Sr. inspecior da tliesouraria provin-
cial, em curaprimeuto da ordem ito Em. Sr. vioe
presidente da provincia, do 6 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 28 do niesino, peranle a
junta de fazenda da mesma Ihesouraria, se ha da
arrematar a quem por menos fizer, a obra da con-
wr vacuo da estrada do sul, entro umareo de 12,0 0
bracas ao engenho MansaTigana (3* termo), ava-
llada novameni.; em 5:800*000.
A arreinataco ser feita na forma da le pro-
vincial n. 343, de 15" de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaos abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem essa arremata-
do, comparec ama sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar pelo jornal.
*Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 7 de abril de 1864.
O secretario
A. F. Ai AnnuHciacao.
Clausulas especiaes para arremataco.
i." A arremataco da ponte da estrada do sul,
eomprehendida entre o marco de 12,000 bracas
ao engenho Mansangana, ser arrematada por iim
anno, pela qnantra de 5:8005000, constante do
ornamento junto.
2.' O arrematante dar principio as obras no
praso de 15 das, contados da data da arremata-
cao, guiando-se em tudo pelas inscripcoes do or-
namento epelo disposo no novo regulamento de
3i de agosto de 1863.
3.' O pagamento effccluar-selu em prestacoes
mensaes iguaes, de conormidade com o artigo 22
do mesmo regulamento.
4.* Para tudo o mais que nao se achar mencio-
nado as presentes clausulas, ou no orea monto,
seguir-se:ha o que dispon o regulamento de 31
de agosto, e a lei provincial n. 286.
5." O arrematante nao ter direito a reclama-
cao alguma tendente a indemnisaeo, qualquer
3no seja a naturesa em que se funde para tal
m.
Conforme.A. F. da Anunnciaro.
C0MMUJVICA2QS.
.4 provocar do Sr. imeira le S.
S ha dotis dias Ti ve couheciment da provoca-
cao do Sr. Dr. Teixeira de Sa, que foi inserida no
C'tns/ihicioiiil Pem-iiimburano do do corrente.
Respondo pela minha parlo ao Sr. Dr. S,que
nao f.illei no nome de S. S., quando tratei dos ne-
gocios da secretaria da assembla, e que nao me
record mesmo que tivesse elle viudo a discus-
so Ma deslavor para S. S.; que as considera-
do > que! enunciei na assembla sobre a materia
a que allude S. S. ja fram publicadas ; que se al-
guna eou-a do que disse pode alTeetar S. S.,
ruin eu ser a parte relativa as posturas appro-
vadas na sessao do anuo pnssado, que nao foram
copiada! e romettidas ao giVratao, como se devia
ter foi lo.
fas miabas parvras nao quiz off.mder a nin-
gueni.
itocife, II de abril do 1864.
Iluargue de Moccdtt.
POBL10AC0ES A rEPrn
Km 2 do corrento Raemos ao Sr. engenheiro fis-
cal mu pedido que nos pareca muilo Rttoavel, .ipe-
sar de que S. S. nao so dignou dar-nos nina pala-
vra em re-posta, nem tao pouco providenciar acer-
<-.i il i- glozlas que continnam pregadas.
Supnomos ipieosx' IndMerentismo de S. S. pro-
vm de nao dover responder genialha que tran-
sita na 3a ebssc, do quem s so recebo o ilinlu'iro,
no qual nao ha dill'.-ronca, mas nao se cura de
dar-ihes algum commodo, mesmo por dignid.uk
preprla do um osfaheleeimento como nina estrada
de ferio.
Sabbado, 9 do correte, a Cidade inleira presen-
ciou o estada em que chegaram os wagons de 3"
classo as Cinco Puntas pola inanha.i, oni conse-
ijuencia da grande Chova ifwsM dia !...
Seo nosso pedido e menos ju-to, S. S. sirva-se
dizer-nos que estamos em erro, oaueremos aquiHo
a qne natemos direito; por que ja ouvimos dizer
por empregados da estrada de ferro (ja se sabe)
qne a 3* cTasse para pretos escraws e pessoas
descalcas e que por isso os wagons nilo tom gelo-
'ia~. Se cota efleilo o regulamento da estrada de
torro i-sini o dolonnina. cuino o disse un empre-
211", neJimos ao Sr. en.'on'ioiro fiscal se digne
ni in I w publicar esse artigo para I10J90 conheci-
monto, aftm de tan quorermosque se reatabaleean
.as golozas da '! classe, que foram pregadas, e de
Ino gosain a 1' e 2J classes, sem que tendamos esse
direito.
Tomos esperancas do qne S. S. far alguma cou-
-a em favor dos passageiros da ')' classe, com oque
nos poupara o trabalbo de urna ontra pnblicaQo, e
de reoacrermis a algum poder, se bouver, que es-
toja sobre S. S. no inliitu de sormos altendidos.
y.
Ao Sr. Francisco Jos da Silva Ralis.
O Jornal do eafe de 9 do corrente publicou
um peooaoo artigo firmado |H>r este senhor, em
una lingnagem pouco decente contra neo pai e
Sr. Jos Rodrigues Ferreira.
Sondo o estylo rolloxo do individuo, a este devol-
vo intactas as aggress.-s e injurias que nosse arti-
go se encontrain.
Meu pai. cuja boa f como negociante antigo,
por to los conhecida, tem sido, verdade, victima
da especulacilo e rapia de mnilos tratantes os
quaes, por ventora, betn poderlam ter embarazado
as transaeces sempre licitas do seu negocio.
O Sr. Silva Ralis fique bom sciente de que -nao
ha de ser por lal arle do insulto pela imprensa
que hade levantar ca>lellos sua pnpOlaeSo em de-
iriiuontn do crdito que sempre logrou nesta praca
un u honrado pai, o qual commetteu o grande
irime de previnir ao publicodeque era credor
Oeste senhor !
O Sr. lialis no inventario por morle de sua mu-
Iher nao deso eveu, como devia, esse debito ; e de-
pois desse (arto, quo cm nada abona o Sr. Ralis,
quera este sentar que meu pai guardasse silencio
a respeito do seu dev'edor, contra o qual bavia ob-
tulo urna Senlenca no valor de mais de 1:000.3000!
Meu pai nao fez mais do que prevenir o publico de
<|Oe aquelles bous estovara SUjeitos a aquello ere-
dito simegado e nao deScriplO no inventario. F-lo
para segurar a sua divida.
Se o Sr. Ralis quer defender-se, use de expres-
ses mais convenientes, e guarde para com o pu-
blico aquella deferencia, que os bomens devem aos
outros na sociedade.
O ex-mestre do biate Sobralense nao tem autori-
saeao para usar de expressoes taes que ferem a
decencia de bomens, que sabem como meu pai
mantera sua dignidade.
Se o Sr. Ratis houvesse guardado para com meu
pai diverso proced ment, nao precisara este, por
erto, recorrer a imprensa para garantir o seu di-
coito, j sophisiuado pelo mesmo senhor; porm,
inalmenle reconhecido e julgadopelo tribunal com-
petente.
Quanto ao mais, sao baforadas de orgulha, do
"iue licito qualquer lomar para si a dse, que
iiein quizer.
Meu pai ir seguindo o seu caminho, sem que o
perturben! os clamores |>ela imprensa afm de viu-
ijjir o ultraje feito honra e probidade do Sr. Ratis.
Recife, 12 de abril de 1864.
Joiio Ferreira dos Sanios Junwr.
i) abaixo assignado declara o seguinte :
Tendo como publico frequentado o negocio de
adbs nos serties, as feiras e cm matancas, for-
iieeaudu ao povu nesta capital desde o anno de 1S33
;it-!86;l eum constancia em todas as erwes, da:re-
^olta de 1848, da febre e do cholera, pudendo du-
.i.inteses lempos, sempre ctimprirei pagar suas
letras cm lempo e dia, como publico istu al 1860,
.purera, logo de 1861 em dame entrn os mfor-
luntos e derrotas em seos negocios, soffrendo uns
oiormes prejuizos em solas de gado, as vendas,
ns feiras e nos apuros de carne na praca; junio
aos prejuizos que ITlC deram s.us socios, at .|UC
rbegou o abaixo aanigiwdo au estado ae V-sespero
-sem mas puder fazer seus pagamentos, e assim
liuje se v no estado de nao poder negociar por
jnuito acarralado de dividas, e devendo aos segua-
les Srs.: capillo Manot 1 Juaquim Ferreira Estoves,
Manoel de Souza lavares, Amonio Moreira da Cus-
a Francisco Jos da costa Germano, Antonio Gon-
Paslillias vermifu^ts de kemp.
Todos os mdicos que especialmente se teem dedi-
cado cura das molestias das crirteos asseveram I
que as paslilhas vermfugas de kem o remedio.
o mais excellente c efflcaz que at hoje tem sido I
conhecdo. Acham-se ellas exclusivamente prepa-
radas com as substancias vegetaes as inais saluti-!
feras. O seu sabor delicioso, nao causara au-,
seas nem dores, e produzem seu efleilo completa-1
mente sem que seja preciso logo immediatamente |
usar do nenhuma especie de purgantes. Tanto as
ms como os proprios lhinhos nunca desesperara (
d'ellas, porque se as primeiras teem completa con-
lianca as pastilhas, estes ltimos as tomam com o
maior prazer possivel. Desde que estas admira-
veis e incomparaveis pastilhas foram descobertas,
todos os demais vermfugos asquerosos teem sido
quasi interaraente abandonados e desterrados por
todos. As pastilhas vermfugas de Kemp so aoham
lindamente acondicionadas dentro de frasquinhos
de crystal nao s para sua boa exportacao como
para sua conservacao contra todas as vieissitudes
dos lempos. A' venda na toja de Bravo 4 C. e de
Caors (i Barbosa.
DECLARACOES.
COMMEHCIO.
novo \u\m )i: PEiiriiBiico.
O novo banco de Parnambuco paga o 12" divP
deudo a razo de 'J& por sccao.
Alfandega
Rendimento do dfa 1 a 9 ........
dem do dia 11.................
212:120,5341'
10:94o929 j
223:0665270
Uoviuieui'o da alfandega
------166
81
118
199
Volumes entrados com fazendas... 34
com gneros...
Volumes saludos com fazendas...
rom gneros...
Descarrojiam no dia 12 do abril.
Barca inglezaKncliynuon -carvlo.
Patacho dinamaniuezAlicecarvo.
Barea inglesa -Sernokinafazendas.
; Brigue inglez William pedia e carvao.
Barca inglezaVision carvo de podra.
Ilecebetloria de rcutlas internas
geraes de Pernainbuco.
Rendimento do dia 1 a 9 ........ (5:6743890
dem do da 11................. 874J201
A junta administrativa da Santa Casa da Mi-
sericordia desta cidade faz publico, que vai inten-
tar pelo juizo municipal da 1* vara, escrivo Bap-
tista, aeco ordinaria contra os herdeiros do falle-
cido Jos da Cunha Teixeira, para nullidade do in-1
ventario o partilha a que se procedeu pelo juiz da :
provedoria, escrivo Vasconcellos, nos bens do fi-
nado Jos lienio Fernandes, e aeco de reivindica-
cao contra os herdeiros de Francisco Antonio Bu-
rao, para, por meio dessas acedes, haver, alm de
outros bens, os sobrados ns. 35, 37 e 45 na ra da
Cruz, fregueza de S. Fr. Pedro Goncalves do Re-
cife.
Cnitspllio ailmiiiisltaiMi.
eonselho administrativo para fornecimento do |
arsenal de guerra tem de comprar os objeelos
seguintes:
Para o hospital militar.
Chnellas razas, pares 100, colxoes de partno de
linho com 9 palmos de comprimeuto e 3 1/2 ditos ,
de largo cheios de palha. 60.
Para o 4- batalho de artilharia.
Algodozinho de listra, cavados, 1,500.
Para o arsenal de guerra.
I.en^es de zineo cora 9 palmos de comprimeuto
e 4 ditos de largo, que facam 1,600 palmos quadra-
dos, rame de ferro para amarrar, arrobas 2, laboas
de louro de assoalbo de 26 28 palmos de conipri-,
ment e 12 14 pidegadas de largura, duzias 10,
custado de amareilo de 26 28 palmos de compri-
meuto e 16 polcgadas de largo, 6, custadinho de di-
to de 26 a 28 palmos de comprimeuto e de 16 18,
polegadas de largo, 6, taboas de pinho de 3 quarlos
de polegadas de grossora, duzias 5, arcos de ferro
de 11/2 polegadas, arrobas 20, dito de dito de I
dita, arrobas 10, ferro inglez em barra de 1 e 1/2
polegadas de largura, quinlaes 40, rame de ferro
em verga de i oitavo de grossura, quintal 1.
Para a companhia de (avallara.
Appareliios de limpeza, 75.
Quem quizer vender taes objeelos apresentem as i
suas propostas em carta feehada na secretaria do;
eonselho, s 10 horas da manha do da 18 do cor- :
rente.
saia uas sessoes no eonselho administrativo para1
fornecimento do arsenal de guerra, 11 de abril
de 1864.
Antonio Pedro de S< llarreto.
Coronel proshionlo
Si-bastido Jos Basilio Pijrrho.
Major vogal.
Quinta-feira 14 do corrente depois da au-
diencia do juiz de paz do seguudo disli icio da
fregueza da Boa-Vista se lia de arrematar diver-'
sos movis perteneenies a Joo Gregorio da Conoc-'
cao por exocuco de Joaquim Fernandos dos Santos.
COMPANHIA
DAS
MESSAGEEIES IMPERIALES
At o dia 14
do corrente es-
[era-se da Eu-
ropa o vapor
francez Estra-
madure, o qual
depois ,da demo-
ra do coslume
seguir para o
Rio de Janeiro locando na Babia, para passagens
etc., traia-se na agencia ra do Trapiche n. 9.
- Gs passageiros de Pernambuco para os porto's
da Europa que queiram segurar as suas passa-
gens a bordo dos paquetes desta companhia nos
mezes de maior affluencia tem a faculdadc de as
tomar no dia em que os vapores seguem para o
sul, pagando porm como se fosse do Rio de Ja-
neiro.
COMPANHIA BRASiXEIEA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sul esperado
at o dia 14 do corrente um dos
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte,
uesde ja recebem-se passageiros e engaja-se a |
carga qne o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
aas e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tomo Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA ~BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte espera-
do at o dia 17 do corrente o va-
por Uyapock, commandante o
primeiro lente Antonio Maree
---------- lino Puntes Ribeiro, o qual depois
da demora do costume seguir para os portos dj
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no da de sua chegada: encom-
raendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Waregaco costelra a vapor.
Fernando de Wonha.
No dia 13 de abril prximo/
ao meio dia, seguir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Ma-
manguape, commandante Mou-
ra.
TIIE&TRO
>rii oefedade Welj*l
blic^u.i.
O Sr, director manda ari-ar Srs. soeian,
por HVdivus iiiipresvisi.s
assembla feral, tendo lo
tarde : roga porlanto aos
io deivom d>- comparece
"a*, '"'aria daSocKfdadf fcUptimea^ Per
SCCi -i.,: i ul;l I
cana, 12 oa.
Instituto Arckeologico e Goo-
^aplii oo Peni;mibu esmo.
. llavera j>J^*3- ordiiiaria auiuta feira 14
do crreme atW. Whs il l,0l'a' ^ m~
tilta : t nrss.i reOlrial' se (,isc,llil';'1 or,-'a-
menu. para o annu uY lisCK a l885' '',,e
au pdre ter lugar na ultima a>""mb ,l'a 1Jor
te nao achar presente o respectivo tUCs0U'
reiro.
Sao pois convidados lodos os memlirosl
do Instituto que actualmente se ach.un do|
Recife a assistir a esta sesso.
Sala do Instituto, H de abril de 18Gi.
J. Soares d"Azevedo,
______________Secretario perpetuo.
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do ,
T r I'ans, da lices He plano e casan : a
armazem rrogressista, oti- :'j H>noiifei>f
bi.j .1- i Ik^j* A
siihi- spB|H>ro- jue
abril do IH6V
N
'mi
X A. HaeM.
Ir. Hcrelari"
Sorvote ledos os dias ao|nvio da
Trapiche n. 18.
" rna<
lics rnrnm e
H:iil.une lannv Roarranx.
discipula do conservatorio in||H-rial a> mn.ira 4p
Pars, d lices de piano e eanf : a tratar raa
HoaamM._________
; na (aja
A^ ^ !, Precsase de onVia**
de o acnarao como sempre da m da cruz *..
ftinileir.'.
r na nvi
prompto a qualquer Lora pa-| n ^,p**:u
r r -a # m r Domingo 10 do rorreas,
ra o exercicio de sua pro- feo dama almiarar.
n i Chaves, um papagaio minio ...
tissiio, chamado por escripia.! ,,ha de olho ,,ir,il" m >
________:________________T____________* i bastante fillador : rcaa-se a ara*
6 horas da
ad. > Ff'drria
manso, irad.
Hini ^rha o iitit arlnda>
Me: de Mara
Vende-se esle livro conforme o uso do
hospicio da lVnha a l-> cada livrinlio : na
livtaria n. 6 e 8 da juaga da Independencia.
| a blindado de leva-la, qne ser rwotnBF.wad.
Precisa-se de nm ama?
que tenha baslnnle pralica : a
do Rosario n. 16, padari.'i.
lor a> *?,
tratar na n. i I iras
Antonio Luiz de Faria Um
portuguez, retira-se para o Para.
rae*. -ol-lHa
l^embranea ao* hatlrnrUm.
Nao se i'squccam de comnar*C''r par a M
matacao das drogas de quo n tica n#*rth. aa>
nuncon a compra para o dia t do correa*-. IYr-
cos razoaveis que para ramandaf
AO Pt'BI.H.il
O abaixo assignado. a lo-ni;do son dirHt.> taz
Rio de Janeiro.
O brigue nacional Almirante pretende seguir
com muia brovdade, tem parte do seu carrega-
mento engajado : para o resto que Ihe falta, e es-
cravos a frete, para os guies tem exel lentes com-
modos, tratase com os seus consignatarios Anto-
nio Luiz de Oliveira Azovedo & C, no seu escrip-
orio, ra da Cruz n. 1.
Aos 5:OO0$OOO-
Sexta-feira, 15 do corrente se extraliir
a stima parte da segunda lotera da Sania
Casa da Misericordia, no consistorio da gre-j
)a de N. S. to Rosara da freguezia de San- sri,,n,' i'"'1" gfyg iH.0 ,:^"tUf
t0 Antonio ves Lima Ihe e devedor da quaalia dr r. *"*lv
.-, ....' i iwircnio debito Ihe fez especial IimxiIIwi-: em "> da
Os btlhetes e meios -estao a venda na ; jlinn dl. mi, nas notas do lafiti*. Ijiz F.-rrat-
respectiva thesouraria ra do Crespo n. : ra Bandeira de Mello, da villa! iW lisnara^n. *lua
15 e nas casas commissionadas. quatro escravo* Caalaaa, l'-nWria. AMm .- \*-
Os premios de 3:000*000 al 10|BW\t^^!U^^SStit
SeraO pagOS uma hora depOlS da extraC?ao ( emergencia que orcorrer em dfen l^ns. alini da
at S 4 horas da tarde, e OS OUtrOS no dia ser convenientemente pago, fe-rife 9 dr abril da
seguinte depois da distribuicao das listas. 1^-Francisco Muniz das r.l^ga* Farl.
O thesoureiro,
ynlonio Jos Rodrigues de Souza.
7:5I9|M1
OKHfclO OthA
i.
Consulado proTlncial.
Rendimento do dia i a 9......... 31:207*457
IdemTdo dia 11................. 5:088*338
36:21)5*793
MOYIMENTO BO PORTO.
Nucios entrados no dia H.
Aracaty12 dias, biate nacional Sinu Amia, de 43
toneladas, capito Antonio Joaquim Alves, equi-
pagem carga algoJao e outros geoeros ; a Ber
nardo Gurgel do Ainaral.
Rio de Janeiro por Maceio 24 dias do primeiro
porto, 3 do segundo, brigue nacional Relmpago,
de 175 toneladas, capillo Jos Francisco Alves
Jnior, equipagem 10, carga 5400 alqueires de
farinha de mandioca ; a C. C. da C. Moreira.
Nao houveram saludas.
EDITAES.
O llm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidenta
da provincia de 17 do crreme, manda fazer pu-
blico que o concurso para preeuchimenlo da vaga
de 2 escripturano da mesma thesouiaria ter lu-
gar no dia 18 de abril prozimo vindouro, devendo
os pretndeme ser examinados na grammatica da
lingua nacional, escripturacao por partidas do-
bradas, arilhmetica e suas applicacoes,' com es-
pecialidade reducc'io de inoeda, pesos e medi-
das, ao calculo de dcscontos o joros simples e cau-
postos, sendo preferidos os que tiverem boa lettra
e souberem lingua estrangoiras.
Os pretendentes deverao apresentar seus reque-
: rimentos nesta thesouraria, com documentos cm
provem que sao maiores de 20 annos, e teem bom
comportamento.
K para constar se mandou publicar o presente
. pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 18 de marco de 1864.O secretario, A. F.
d'Annunaacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Kzm. 8r. vice-
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 28 do corrente, perante a junta de fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar, a qnem
por menos flzer os reparos, de ^ue necessita a par-
te do caes da ra da Aurora, em frente do Gymna-
sio Provincial, avallados em 2:040*000.
A arremataco ser feita na forma da le provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1854 c sob as clausulas
especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propuzerem a essa arrema-
taco comparecam na sala das sessoes da referida
junta no da cima mencionado, pelo meio dia c
competentemente habilitadas.
K para constar so mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
buco, 5 de abril de 18640 secretario,. A. F. de
Annunciacao.
CUUSl'US ESPECIAES PARA ARREMATACO.
1." A obra da recenstruccao de 248 palmos cor-
rentes de caes na ra da Aurora sera feita
de conformidade com o ornamento respectivo, ap-
provado pelo eonselho da directora das obras pu-
blicas, na importancia de 2:0404000.
2.a Os pagamentos sero feitos em duas presta-
coes iguaes, sendo a primeira quando os trabalhos
esiiverem em meio e a ultima quando livertogar a
entrega da obra.
.>.' O arrematante dar principio aos trabalhos
no prazo de 20 dias, e os concluir no de 65, am-
bos contados da data da arremataco.
4.* O arrematante nao ter direito a nenhuma
outra reclaniaeao ou ndetBoitaiejto que n pro-
veniente do caso previsto nt arfigos 2 c 6 do et-
caateato ineucionndo.
Retaca das carias seguras existentes
in af)mBslraco i! > correio tiesta
cHitc para os sciihnres abaiio de-
clarados
Antonio Cesar de Azevedo Guedes.
Padre Antonio da Cunha Figueiredo.
Ernesto Das Monteiro.
Emigdio Getulio de Oliveira.
r'ranklim de Azevedo Maia.
Francisco Moreira da Costa.
Jos Joaquim Alves de Amoriin (2).
Mara do Rasara Pereira da Silva.
Manoel Jos do Nasciinento.
Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Correio geral.
Pela adminislracao do correio desta cidade se
faz publico que em virtude da conveneao postal
celebrada pelos governos brasilero e francez, se-
rao expedidas malas para Europa no dia lo do
corrente, pelo vapor inglez Magdalena. As cartas
serao recibidas ate 2 horas antes da que for mar-
cada para a sahida do vapor, e os jornaes at 4
horas antes.
Adminislracao do correio de Pernambuco 1 i de
abril de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EHPREK4
GKK.iW AC0IB4.
3a Recita da asslgaatiira.
QUARTA-FEIRA. |3 DE ABRIL
Subir seena o interessante drama em quatro
actos, original francez
Tara o hiu (ir me (Ja Sul.
Ilarra nacional tijiiia.
Segu com a maior brevidade para aqnelle por-
to, para onde recebo aanp prece commodo : tra-
ta-so com os consignaurios Rallar J Oliveira n.
20, ra da Cadeia do Recife.
O palacho nacional Dota Amigos, estando
carregado, sabe no dia 12 do corrento para o Rio
de Janeiro. O naaia de boa marcha e tem o\-
cellenles comnudos para passageiros ou escravos
a froto : a tr.dar cora o capilao Jos Pereira Re-
zenJe, na praca do eominereo. ou cora os consig-
natarios Ainorim Irm.los, ra da Cruz n. .'t.
Rio de Janeiro.
Segu em poneos dias o brigue escuna Joven
Arlhur, tem parle do seu carreganicnto engajado,
Itaru A rasl.t OUA 11^ f-ilw a .......,-,... ., i,,.i.. paa
os qoaes trm excelicntes commodos trata-se com
os seus consignatarios -Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo dt C, no seu escriptorio ra da Cruz nn-
rnoro I.____________________________________
lia/iia
O palbabole Garibaldi sabe nestes oito dias : a
tratar com Tas.-o Irmaos.
Para o Ki (rantlc lo Sul.
Hrique nariiiinil Tvijre.
Segu com a maior brevidade, recebe carga por
proco commodo para aquelle porto : trata-se com
os consisnatarios Rallar \ Oliveira. na ra da Ca-
deia n. 26._______________________'________I
f'ara o tito Grande do
Sal
segu em poneos dias o brigue nacional Pedro V : I
para o resto da carga trata-se na ra de Apollo j
numero 30. i
CA84 A POKiliU
AOS 5:000.000
IBHhetfes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mu
afortunados bilhetes garantidos os de n. 20U3 cora
a sorte de 10:01)0* era quartos, n. 1775 com a de
3:000*, n. 2001 com es 500* e outras muita* sor-
tos de 200*, 100*. 40* e 20* da lotera que se
acabou de exlrahir a beneficio da igrej.i de N.
S. do Amparo de Goianna, convida aos possoido-
res de ditos bilhetes a virem receber son- respec-
tivos premios sem descont algum em sen esta-
belecimenlo Casa da Fortuna ra do Crespo n. i.).
O mesmo lera exposto venda em seu dito esta-
belecimenlo e nas outras casas do costume os no-
ves e afortunados bilhetes garantidos a beneficio
da Santa Casa da Misericordia, que se extralnra
sexta-feira 15 do correle.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 05000
Huas -inann
Para as pessoas que compraren]
de 100* |iara cima.
Bilhetes ..:... 5*500
Meios......... 2*750
JAnaal Marlins Finia
Caixeiro.
Precisa-se de um menino de idade de 14 16
annos, quo taha bstanle pralica de taberna : na
praca da Roa-Vista n. 11.
y patn* F. I>. ili* \., a lars 1 m
Paraizon 21), t'gwil ai'ar, inia
precisa ale 11:11 primeiro nndar pn tm
resiilcmi no centro la fejtae/ia 4e
S;iiito Antonio, e assini hwbrn #>
1111 a ama esi-rav, tjue saiki ea;
mar e tosinhar e a| lie wtm tiel.
E" lainantarel o misero tM
actakmt" la po-
lica na garanta individual F-t irnos ven I
se multiplic.im os facto- d- d < imraliaarSn, ejaa
tem ehegado a poni dos r g sultarein a pessoas honesl'-. q.i anr i 1 > de
dignidade se estao vendo nhrig.ii > a --.ir
percebido insultos, que softVetn roo. ,n- u.taa
com um .senhor na noile .lo dia O. >\\t* ni ile
-ondo digna aoompanbar a pnsi aaaa i maa-
to inferior cou licca>. su levo %\ 1
afrontado por fall do pilicia a|q.iom o ntre-
pa-se. _______________________
AfBrrt.
hiu rm 1
lie 'anta
\ onlin.
r"iH|o um ni isftil i',l
On demando une oaaerteve vu
espeees dceoaMTOea deatre, qu"
los reprises. rarcommndcr los M
los raccomminlaes en general.
! I I-I
SI
\niare sil., it. Mr riiuii..- I fc* .
Prelii cozinh&ra
Precisa-se de nina prela para naaatairt tr:ner
lodos os das nm laixo c m nMWfa da S l-lad
para a ruado Qnetoadoa. 16. loja. oia> #r trata.
Ouem precisar de urna eser.ua o..ni heataada
e bom loilo. para criar, dirija -o a la larga !> Ro-
sario n. 22. segundo andar.
LEILOES.
i.iulJI
PERSOXAGEN'S.
Tholosan, medico....... Germano.
Marecal............... Pinto.
Caussade.............. Thomaz.
Mauricio.............. Lisboa.
Vigneux..........-..... Porto.
Abdallah............... Rorgas.
Lncelo!............... Teixeira.
La Richaudire......... Leonardo.
Lourenco..."........... Barbosa.
Cecilia................ D. Anlonina.
Bcnjamina............. D. Rernardina Pontes.
Senhora Vigneux....... D. Mara Pontes.
Raphael............... D. Olympia.
Jenny................. D. Virginia.
A scena passa-se em Ville d'Avrav, na ca?a de
Caussade.
Actualidade.
Terminar o espectculo com a graciosa come-
dia em um acto,
A Viuva da Camelia.
Gomecar s 8 horas.
N
Parte do sainado la ru< do Arago nu-
mero 19-
HOJ9?.
O agente Pinto autorisado pelos procuradores
bastante do hachare! Jos Thcodoro Cordeiro, le-
var a lelo a parte ilo sobrado de dous andares
com sotao na ra do Aragfio n. 19, que por legi-
ma materna locou ao mesmo bacharel, isto s 11
horas do dia cima dito em seu escriptorio ra
da Cruz n. 38, onde se dar desde j qualquer es-
clareeimonto a respeito.______________________
IJ II %o
Carros e cavullns
O agente Simdes far leilao requermenlo dos
curadores fiscaes da raas*a fallida de Josrt Mar-
que? dos Santos Aguiar Ov O, e mandado do lllm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio dos
carros, cavallose mais uteneilios da coeheira ra
do Imperador n. 23, em um ou mais lotes a vonta-
de dos licitantes.
HOJE
Terca-feira lido corrente s 10 l|2 horas
da manhaa em a mesma cocheira a ra do Impe-
rador n. 23.
wm&wmmmm mmw mmmmimm^m
AURORA BRILHAHTE
LARGO DA SANTA CRUZ N.
O proprelario do grande armazem de moldados denominado fAumra Rnlhani*. arabaa>
reduzr o prego dos seus gneros, precos estes que muilo bao de agradar aos senkre> eeen-
pradores.
LEILAO
DE
Fazendas avaritada.
)uint;i-felra 14 do rorrenfe
ao lueio dia.
No armazem do agente Olimpio na ra do
Imperador o. IG.
O agente Pinto far leilao por ordem de diver-1
sos c por conta e risco de quem perlencer de 13
fardos de algodozinho marca F&MA 552/j^, uma
porcao de rnadpolo e lencos de cassas tudo
com avaria d'agua salgada, e existente no armazem
da ra da Cadeia n. 38. onde se efJectuar o lei-
liia s 11 horas- em ponto do dia actrrra dito.
Manteiga ingleza flor a 720 c 800
I Dita hamburguesa niuito nova a
1 Dita francesa a 340 e 560 rs. e em
barra a......320
Queijos do reino novos a 2*300 e 3*009
I Presuntos novos de Laraego, libra a 480
Chouricas do reino novas, libra a 640
! fispermcete multo fino a 720. 640 e .
Velas de carnauba arroba 10* e libra
360 c.......3
Cha liysson rauito superior a 2*500 e 2*700
Dito iterla a 2*"0O
Dito miudnln a 2*800 e 3*000
Dilo preto muilo superior a 1*800, a 2*250
Lalas com bolachinha de soda de 5
libras a......3*000
Ditas com biscoitos de varias qualida
des.......1*400
Doce de goiaba e banana fino a 400.
560 (caixao) e -
Marmelada nova dos melhores auto-
res, libra a 640 e
Lalas com peixe savel, capuxo, fango.
congro, salmonie e outros muilos
bem preparados a ... 1*000
SardinhasdeNantes, latas a .
Frascos com genebra de Hollandada
verdadeira, a 5i)0 e frasqueiras a 5*300
Garrafdescom genebra de 23 garrafas a 8*000
Frascos com genebra de laranja a 1*000
Vinhos daFigueirae Lisboa, a 400.
500 e........... 560
Dito do Porto fino a 640, 720 e 800
Dito branco proprio para missa a .
Serveja de boas marcas a 500 rs. a
garrafa e a duzia a.....5*850
Ognac verdadeiro, a garrafa por. 1*000
Vinhos finos engarrafados no Porto, a
garrafa por 1*, 1*200 e ItfOOO
Assim muitos outros gneros que de
por precos muito commodos.
Dito muscalel e Setuhal a 800 e
Licores tinos a 800, 1*0110
Caixinhas com amoixas muilo ladas a !*(>oo o. .
Lalinbas com ditas a I*.'00, 2*
Ditas com figos de comadre novos
l*500e .....
Ditas com ervlbas fiancoza- o pnrt^i-
guezas a.....
Dilas com ostras a .
Hitas com massa de tomates .
Ditas com fructas de Portugal a 5W|e
Azeitonas de Elvas em frascos a
Frascos cora conservas a 750 e .
Ditos com moslarda franceza a
Macos com 20 macinhos de piltns
denles a......
lijlo- de limpar a .
Aramia verdadeira vinda do encf
raenda, a libra a .
Gomma de engommar a 2*400 a
roba e a libra a 100 e
Tapioca muilo nova, a libra a 140
Ervilbas seceos egro de loco, a IiIm
Massas para sopa, macarrau, Ulliarn
e Liria, a libra .
I>it is brancas, vindas de l.i-lta, a
Pevide, estrellinhas e rolinhasa
Caf de primeira s .re, ,1 liliria 28^
Sal.o verdadeiro hespanho!, a libra
Dito massa a 160, 200, 240 e
Alpista a 4*800 a arroba e a libra
Painco a 5* a arroba c a libra
Amcndoas de casca mole a 360 e dnra
Azeite doce refinado, a garrafa a 800 <
Molhos com mais de 100 relilas a.
Castanhas novas, a libra .
Nozes, a libra.....
ixam de se mencionar, tudo da meiaar
AVISOS MARTIMOS.
Hha de *. Miguel-
Sahe com a maior brevidade o patacho pertu-
guez Souza, anda recebe alguma carga: a tratar
com o seu con-igualara, na ra de AiHb n^ 4.
DE
Trastes eoHlr.'S muilos arliios.
Sexta-feira 15 de abril.
O agente Olimpio no dia, hora e lugar cima
vender em leilao: marquezas novas e usadas,
commodas, apparadores. camas franrezas, lavato-
rios, cadeira> avulsas, retogio* de cima de mesa e
algibeira, mesa elstica, catiides o outros mullos
objeelos que Sarao patentes aos compradores no
dia do leilao
^%&*,m
DE
DE
J. VIGNES.
AVISOS DIVERSOS.
saude.
A. A. Ferreira vai a Portugal ratar de sua
fS. ftfc* 111'A DO IMPERADOR V 4i.
Os pianos desta antiga fabriea sao boje assaz cenbeddoa |orn iiue seja iieceasario i
sua superioridade, vantagens o garantas que offerecem aos compradores qiiali.lade eaiasi
veis querelles tem definitivamente conquistado sobre lodos oa que tem apparocid. acal
suindo um teclado e inachiniemo que oliedccem todas a.s vontades e caprii-hos das
nunca 'altor, por serem tabrkadt de proposito, e ter-se feito oltimamente mclhranumlo
tissimos para o clima deste oaiz -r qoanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por i*>
veis aos owvidos dos apredWores.-
Fazenwe conforme aa encammendas, tanto nesta fabrio romo na do Sr. RIondeL de
correspondwjle de J. Viernes-, em euja capital foram sempre premiados em todas as cxl
No mesmo estabdeoiment se acha sempre um expleiuJWo c variado sortimenio d
raelhoreCTnpositows-da.Euc?)ia, assim como harmonir e pianos harmnniros, seain'
por presos- raiito weoaveis.
1* atare a
inyerba-
ilegvelL



ROUPA FEITA
N6
AKJIUKH
m
m
O ftc. Vilella Tavares tem o seu osorip-
ra do .advocar:i ra do Crespo .a. |,
onde soia encontrado unios os das neis
da WHioras da manha as 3 da tastie.
4bJllA IDb IfB'JtUIil'J):D~ LETREIRO VtROE.
Neste esbeleosuento ha sempre um sortimento completo de roupa feila de
S| todas as qualidades, taaabem se manda fuer por medida, voafcade dos concor-
riTitf as* n ,inu lom usa ilns mpllinv.s nrnfewfinrftfi. assim miM ambem tem um k
senhoras, w
rentes, para o que toi utu dos melhores proesfiores, assim comotambem tem um
grande e variado sortine&to de fazendas de todas as qualidades, para
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 55 e 30000
Sobrecasacas dem, 34 j e. 25(jK)00
Paletos idem e de cores, 25,
m, M e...... iOflOOO
Ditos de casemira, 20, I5&
12,9, 10* e...... 75000
Ditos de alpaca, 55, 45 e 35500
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55, 45 e......* 35500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. 35000
Ditos branco de linho, 65, 55 e 45000
Ditos de merino preto de cor-
dio, 105, 75 e..... 55000
Calcas de casemira preta, 125, I Chapeos de massa. pretos fran-
105, 85 e......750W cezes, 105, 95 e .
Ditos 4e setim preto. 550OOJ
Ditos de ditos e seda branco,
G5 e.......55OO0
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e 45000
Colletes de fustao e brim bra&-
, co, 355Q, 35 e 25500
Seroulas de brim de linho,
25400 e......25000
Ditas de algodo, 15600 e. 15400
Camisas de peitos de linho,
45, 35 e......25500
Ditas de madapoio, 25500,
25 e........
1iova hospedarla
A TRAV1ATA.
.V na do Rosario Larga a. J?.
Francisco Garrido lendo negociado o seu amigo
hotel denominado Trovador, abri urna oova hos-
pedara em a casa n. 37 da roa larga do Sosario,
cujos commodos o habilitan! a annunciar ao publi-
co que nella teca sempre todas as iguarias .prepa-
radas por um hbil culinario. Outro sita, iia mes-
j ma casa hatera todo o genero de bebidas necessa-
rio, noite somete nimio bein feito, e dous .buha-
res de mogno competentemente preparados, lista-
ra aberla desde as 6 horas da manha al as 12
da noile; e tudo sto ser feito por precos tao ra-
zoaveis que os freguezes necessariamente ikaro
satisfeitos. Para molhor conhecimento do publico o
proprietario declara que a casa a em que Cune-
cionou a inuilo coahecida sociedade Corybantiaa.
Aluga-se o primeiro e segundo andar* da
casa n. 193 da ra imperial : na ra da Aurara
numere 36._________________________________
O hacharel Penoentino Saraiva de Araujo
Calvo, residente na villa de Pao d'Alho, onde tes
seu escriptorio de advoeacia, acharolo se autorisa-
do pela directora da ia*truccao publica, ensiua ot
preparatorios de latim e francez.
Outro sim recebe em sua casa, mediante razoa-
veljienso, os alumnos, cujos pais ou encarregados
nao possam de outra maaeira mante-los na villa.
A* fita igualmente meninos de primeiras letras
que onfiar pessoas habilitadas e idneas para o
bom desempenho do magisterio, funecionando tudo
deban de suas vistas e immediata direceo.
Ditas de cores, 95, 85 e.
Ditas de meia casemira de co-
res, 55OO0 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 45500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Colletes de velludo preto e de
15600
85500
25000
75000 Ditos defltro, 55, 45.35500 e
! Ditos de sol, de seda, 125,
45000 115, 75 e......65000
Collarinhos de linho fino, ulti-
45000 ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
25500 tas.
25500 Toalhas para rosto, duzia, 115,
! e........
cores, 95 e......75000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 55 e 45000
Ditos de ditas de cores 55
45 e........35500
5
75000
45000
22
A Menea*.
Di-ee dinheiro a juros coni hypotheca
em predios ou com boas firma- : na boti- ^
ca do fir. Gameiro, se dir quem d.
1H
Alagad.
a casa terrea da ra Velha n.
a tratar na ra do Sebo n. 24.
Aluga-se
tos e de cores
Len Coberlas de chita chineza.. 25000
Precisa-se de urna senhora para ensinar o I
pertuguez, msica e costura em um engenho : a
tratar com os Srs. Leal & Irmos, com escriptorio I
na rna da Cadea.
OtTerece-se para caixeiro de taberna um ra-
paz de 13 annos, chegado proxi mmente de Portu-
gal : quem precisar dirija-se ra do Vigario n.
12, primeiro andar, escriptorio.
AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na praja do Corno Santo n. 17, terceiro
andar.
AVISO.
Roga-se as pessoas que tiverem penhores em
meu poder, o favor de vir resgata-los no praso de
30 dias, a contar de boje, lindo osquaes sero ven-
didos para pagamento ; depois do que nao tero
direito a exigi-los em qualquer lempo. Recife 7
de abril de 1864.
Jos dos Santos Ramos de Oliveira.
mmmm$
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesla cidade, saca ef-
fectivameute por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
Sualqucr somma, vista e a prazo, po-
eudo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Irrenilanieulo.
Arrenda-se o engenho Canzanza, distante desta
praca cinco legoas, moente d'agua, com (...las as
obras, e boa casa de vivenda : a tratar no enge-
nho Garana com a proprietaria.
Casa de coroniisso de cscravos na ra
do Imperador n. 45, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commisso
para seren vendidos por coma de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promplidao afim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como alianca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
0
Francisco
RlA
K-
bachartl
Augusto da
adeogado
Impehador r, 69.
Costa
%%W
Precisa-se de urna ama forra ou escrava que sai-
ha engommar perfeitamente e cozinhar, de boa
f .l.if la. pagase bem : na ra das Cruzes n. 36,
primeiro andar.
Precisa-se de urna ama que saiba engommar
o de bom comporlamento : a tratar na ra do Im-
perador, armazem de louca n. 41.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
f iano novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Paris, especialmente para este clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo bem conhecido Joao l.ati-
monnier que teve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultima, vende-se muito em
Machina de vapor, propria para mover ma
aua'iour oSn^S o'ueureeufdforca o ~ Mu*** ^ casas terreas sitas na ra da \ coma, s para salvar o dinheiro' queje tinha adian
B&agJr^ff^rjaSSiffl I ******* ge^tai daSotedde y Mangui-j tajo ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
pretendentes nodem diriyir-se ao Sr. Antonio Maia
de Brito, fabrica de cigarros a vapor, na na dos
** i at 3 cavallus : para ver t eiieommendar. os ( ^ fvitoo .,. e MI11I wllInlU3 pmfTU- a
i milia a tratar oom Jos Joa.|uim Lima Bairiio,
na ra da Cruz n. "
Quarteis.
18.
Precisa-se fallar na loja ra do Ops-
po n. 17, com os senhores Firmino Mon-
teiro da Silva Carneiro, Pedro Barbosa
da Silva, Jos Antonio Lopes Jnior a
negocio de nteresse.
C\\\S
iW
para alagar
Aluga-se a casa na ra do Mondejo n. 7. com
bous cimimodos para familia, tem t salas, 4 quar-
tos, cozinha fra, quintal e carimba, e na ra EN-
reila n. 36, loja, que serve para um estaheleci-
nento ou casa de morada, tem quintal e cacimba :
trata-se na ra da Cadeia do Recife n. 29.______
- O abaixo assignado roga encarecidamente
pessoa que se dignou proeura-lo em seu escripto-
rio para entregar urna carta viuda de Lisboa para
seu mano Antonio Rodrigues de Almeida, a boiiila-
de de ir*dc novo o procurar, e caso o nao encon-
tr, entrega-la a seu lilho no mesmo escriptorio,
ou deelarar por e?se jornal qual o lugar em que o
deve procurar.
Luiz Antonio Rodrigues de Almeida.
Aluga-se urna casa lerrea na ra da Alegra
e urna loja no largo de S. P.'dro : a tratar com
Joo Ribeiro Lopes, ra da Cadeia n. 33, loja.
A pesso.i que annunciou precisar de 2:3005
a premio sobre hypolheca em predios, pode diri-
gir-so Santo Amaro, ra da Aurora, deiwis de
passar o Gymnasio e a pontezinha de ferro, a se-
gunda casa ao p do Sr. commandante de cavalla-
ria. Na mesma casa conipram se aretes da com-
panhia de Beberibe, e da-se 3:0003 sobre hypQ-
theca de predios livres.
Monhard & C. fazem seiente a esta praca que
durante a ausencia do Sr. Frederico Monhard fi-
cam encarregados da gerencia dos seus negocios
os Srs. Osear Falkusen e Carlos Baumer que as-
signarao conjunctamente.
Quem precisar comprar um bonito boi para car-
roca, dirija-se ra da Aurora n. 22.
Lava-se e engonima-se com perfeico, por
preco muito coniinodo, e precisa-se alujar urna
preta escrava que seja tic! : na ra da Matriz da
Boa-Vista n. 19.
No trapiche de Castanha Grande se acham tres
barricas de farinha de trigo chegada no mez de
dezembro ; quem a ella sejulgar com direito, diri-
ja-se ao abaixo assignado, dando os necessarios
signaes. -Norbeno Cavalcanli deAlbuquerquo.
Ig| Uadvogado Eduardo de Barros pode j9B
<*a ser procurado para os misleres de sua 0,a
jgg prolissao,das 7 as 9 lloras da manhaa e fifi
S das 3 da Urde em diante na casa de sua 5
fg& residencia ra da Saudade n. lo. 8
Quem se quizer alugar para criado, dirija-se
ra de S. Francisco n. 8, a fallar com o escrivao
Silva Reg.
^4 ma
Moleque.
Precisa-se alngar um mokquc de 13 16 annos
de idade: na ra do Queiniado n. 28, primeiro
andar.
Criado.
Precisa-se de um criado : na ra do Queimado
n. 28, primeiro andar.
Offerece-se urna ama para casa de pouca fa-
milia para cozinhar, engommar alguma cousa, e
para fazer os servicos de dentro de casa, afianca-se
a conducta da ama : quem quizer aluga-la, dirija-
se ra do Imperador no terceiro andar n. 16.
Aluga-se a casa n. 36 na rua~da~ Matriz da
Boa-Vista, o segundo andar do sobrado n. 9 na ra
Direita com fundos para a ra da Penha e a loja :
a tratar no mesmo.
AMA IIC IJ-.ITK
Precisa-se de urna ama de leite que seja forra e
sadia, e. que o leite nao lenha mais de 4 6 mezes:
na ra da Brum n. 84.________________________.
Inolrucco priman* csecundaria
M. A. A. S. declara ao respeitavel publico desta
cidade que se acha no excrcicio de seu magisterio,
e eontina a ter suas aulas na casa n. 68 da ra
Direita. ________________
Eu abaixo assignado declaro que ninguem
fafa negocio com Rento Jos de Miranda com os
perteoces c armacao da pad.uia na travessa do Li-
ma em Santo Amaro, por quanto nao Ihe pertence,
e s sim ao dito abaixo asignado ; no caso que
procure a quem engaar, ouvir toda a sua chro-
inca por este Diario.
Antonio Francisco Correia de Mendonca.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande arinazctn de tintas.
Este armazem contm tudo quanto
preciso para que a industria de pintura, de
qualuer genero que seja, desempenhe
seu fim, istn embellezar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas de Pa-
ris, Londres e Ilamburgo, pode offerecer
productos de confianza, e satisfazer qual-
quer enconi menda grosso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras podero escolher vontade, pois
que tudo estar vista, as differentes co-
res de que tiverem necessidade.
Ha tintas cm ntassa e em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
deve empregar tintas muida*, e nao me-
recendo confianca as que vem de fra para
coinmercio, por velhas, e talvez falsifica-
das, neste armazem se as moer vis-
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha lambem ouro verdadeiro, verde em
p eemfolha, prata cm follia, p de bren-
zear de varias cores, .diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
taes, azul, roxa, verde e amarella, inoffen-
sivas, nicas inte se devem empregar as
confeitarias, colleccoes de pinceis para
fingir madeira, com'propriedade, e outros
de varias qualidades, rernizes, copal,
graixa, I naneo ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas liuas em tubos, em crayoes ou pastel,
tullas para quadros, caixas de tintas linas
e pa|>el para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos c vidros para vidraca de todos os ta-
maitos, e muitos outros objectos, cuja
utilidade c emprego s com a vista pode-
ro ser mostrados.
Joao Pedro das Neves,
Gerente.
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pequea familia : na ra do Queimado n.
28, primeiro andar.
Juo de Arruda Cabial faz ver a quem con-
vier q.-.e contratou por compra a taberna sita na
ra do Rangcl n. 10, pertencente ao Sr. Antonio
Martins da Silva : quem se julgar com direito a
| qualquer reclamacao, apresente-se no praso de
i tres dias.
_Jgi
Companhia Adelfdade de
seguros inti-ilirnos e ter-
restres estabeleeida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
dc, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 as U huras da mairhaa, e
das 4 s 6 da Urde. VisKa ee docntes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, quesero soccorrdos en qual-
quer occasio. D consultas aes pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade reguJarmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nea pra-
tca qualquer operaco cirargiea.
Para a casa de sade.
Prmeira classe 34000 diarios.
Segunda dita.... 2*500
Terceira dita.... i&ttO >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elie conti-
ne a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
A RKllAlli: MI BRASIL
SEU NASCIMENTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Por Aflonso de Albuquerque Mella.
Est a imprima -se e (ar um volunte de 400
paginas.
X foi publicado no Diario de Pernambueoo prin-
1 ripio em tres artigos communicados, e nao pode
, ser continuada a sua publicacao assim, em conse-
! queaeia da abundancia de materia que tem este
; jornal.
Por aquelle principio o publico ter podido ver
, se a materia dever ser ou nao interessante.
Para imprimir um volume o autor pede assigna-
turas e smente quanto baslem para as despezas
! da impressao e brochura.
E' a suunna da obra mostrar como a liherdade
no Brasil tem sido sempre sophysmada pelas tran-
saeces que tem feito o partido liberal com os cor-
cundas, governando quasi sempre os corcundas
anda mesmo com os lilieraes no poder; mostrar
como para este lim, nao tendo os corcundas apoio
no novo, tem corrompido o paiz para vencer as
eleifes, e ter as cmaras suas; tem corrompido
as cmaras para destruir todos os actos legislativos
do partido liberal, todas as garantas constitucio-
naes.
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
zido paiz ao pauperismo e miseria, faltando
cada um toda a garanta do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan-
ta s ha exterso, qur dos governantes, qur dos
mais fortes, e nao ha industria licita que de* para
viver. ,
E' como urna historia, desde a independencia ate
hoje, fazendo-se apauhado smente dos fados im-
portantes, donde comecou a nascer a libenlade no
Brasil, e como ella lem sido esnancada, assassinada
e enterrada, analysando-se todos esses factos, e de-
monstrado-se todas as consequencias das artuna-
nlias do partido corcunda, e da imbeclidade, fra-
queza e corrupto do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco at a raloeira da revolucao
de 18, em que o fizeram cahir.
Analysa-se todos as ramos da administracao, e
mostra-se como tudo feito em defraudado da
causa publica, dos interesses da communhao, e em
beneficio smente dos protegidos : como todas as
emprezas e melhoramentos s tem de liem publi-
co o pretexlo, e de real a locuplelaco dos afi-
jados.
Conclue-se pela analyse da situa^o, e mostra-se
como Pernambuco com as qualro provincias suas
irinas do norte, as primeiras na manifestacao dos
sentimentos livres, tem chegado maior abjeccio.
A assignatura de 25 por volume, pagos adian-
tado, obrigando-se o autor a restitui-los se as assig-
naturas nao chegarem para a publicarn. Depois
de impresso custar o volume 33. Assigna-se na
liviana ns. ti e8 da praca da Independencia.
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista, |
faz todas as opera^oos de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfei^o, que as pessoas enten-
8didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
DE
PARTIDAS DOBRADAS
OFFERECIDAS
A ASSOGIAf i9 COMERCIAL BENEFICENTE
DE
PKHWHIHO
POR
Terceira escriturario da Ihesouraria
e faieuda de Peroambuce e cempeteateueute au-
lorisaao para exercer o pro-
fessorate parlicalar de arillimclica na mesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da typographia
Commercial, d'onde em breve sahir luz da pu-
blicidade em ntida impresso e sob o formato de
8* portuguez.
Compe-se esta obra de um volume, dividido em
urna parte Iheorica e outra pratica, de fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
escriturado.
A respectiva assigoatura acha-se aberla em to-
das as livraras desta cidade, ao preco de SfOM
por volume.
Urna ama para casa de homem solieiro en
de pouca familia, offerece-se na ra do Sebo nu-
meru 35.__________________________________
Precisase de um forueiro : na ra Imperial
D. SI.
Precisa-se de nina preta ou um moleque que
eja fiel, paga-se oem : na ra de Hurtas n. 106.
Pede-se ao portuguez commercianle, muito
conhecido em Bio Formoso por Liberal Cuca, que
tenha a bondade de responder a um annuncio que
vem nos Diarios de 28, 29 c 30 do mez prximo
passado, que Ihe diz respcito, para alguem nao
acreditar que se funde prata fina sem liga de urna
famosa chapa de chumbo. _________
Precisa-se alugar un moleque ou velho que
saiha comprar, para casa de pouca familia : na ra
do Trapiche n. 26.
Precisase de um criado de 12 16 annos :
na ra do Corredor do Bispo n. 24.
Precisa-se de urna ama que seja escrava, pa-
ra cozinhar e engommar, pagase bem : na ra
Direita n. 72.
BOTIfilARTHOLOME K
Ra larga do Rosario n. 3 i
Vende:
Todos os remedios do Dr. Chable.
Capsulas c injeccao ao malico.
Injecco Fauna "
Pilulas do Dr. Alian.
Pilulas do Dr. Laville.
Pilulas do pebre-homem, excelleiites contra rheu-
matismo.
Pilulas para sezes.
Pilulas e ungento Hollovay.
Phosphato ferro de Lerrs.
Todos os remedios de Keuip: pastiihas, pilulas,
anacahnita, salsa de Bristol, etc. etc.
E muitos outros medicamentos e especialidades
que sempre se cncontraro em dita botica.
Nolfc ias!
^licias!
Policas!
Malicias l
MUt
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Retratos de H (wr
Retratos de -16 por
Retratos de :i", por i.~to>.
Retratos e XJ pr ||5UO.
Retratos de .1* p |.1i*.
Relralos di- 3-J por IJ^OO.
Retratos de 35 por l."*>
Retratos de :i per lSMt.
Retratos de -U por iTMi.
Retratos de 3 pof l**<".
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 relralos tirados por da.
200 retratos tirados por da.
Retratos de :5 por VJ.
Retratos de 5!pur V*.
Relralos de 5,5 por %&.
Relralos de .'4 |>r %Z
Retratos de 5 por V4
Retratos de 55 por M
Relralos de 5f|pnr VJ.
Retratos de 5 >w 45-
Relratos de 55ipor 45
Retratos de 55 por 15
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperado* a. :W.
Ra do Imperador a. :W.
Ra do Imperad. m. 3H.
Ra do Imperadtis n. 3H.
Ra do Imperador n. X.
Destes precos s'nos dias uleis.
Uestes presto s nos dias uleis.
Aluga-se o sobrado de um andar da roa da
Praia n. 57 : a tratar no Campo-Verde, raa do
Hesiino n. 20, sobrado.
t/1
^JM h
o
US o
^ (OZORIO) o
f% vi m o <=> Dinheirt >isla.
Algodaozinho com peqtfoiio
toque de avara a 4:>0o
e 5^000 a jiecit
Vende-se na ra do Queimado n. 14, *ieriir
al.">dao7.iiilio com pequeno toque de a varia a i-5 e
65 a pee a, a elle que esla se acabando.
Credores.
Os credores do Sr. Francisco Virissmo do Reg
Barros queiram entender-se com Tasso Irmaos, ra
do Aiiiorim n. 3o, segundo andar.
u Lacharel A. R. de Torres Baudeira,
professor de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, contina no
ensino particular desias mesmas disci-
plinas, e bem assim de rhelorica, phlloso-
phia, inglez e franrez : na ra estreita
do Rosario n. 31, terceiro andar.
.t-KI'l Ksllll n \ l>0 R0.SARI0-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
quein a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Wocledadc de seguros mutuo*
de vida installatla pelo Banco
l ii i fio na cidade do Porto.
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo So C escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. I, esto autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec
mentos que forem necessarios, as pessoas que de
sejarem concorrer para tao til e benfica empre
as, eguramio um futuro lisongeiro aos associado
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 33,
1 e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profs-
so medica, e com esivciald*le
sobre o seguinte
I" molestias do olhos ;
2o de pedo:
3 > dos orgos gt-niti
urinarios.
Em seu escriptorio t>s lenles se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho jm-Ios
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
0 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda c qualquer opera-
co ipie julgar conveniente para o
prompto restabelecimenlo dos seus
doentes.
:s.*-.* -i*."a
<* wRm
m
m
ASIA
Precisa-se alugar urna escrava para ama de ca-
sa : na ra da Gloria n. 44.____________________
Precisa-se de urna ama para cosinhar em
casa de pouca familia : na ra Nova loja n. 7.
Aluga-se um sitio com grande casa e cochei-
ra nos Remedios, defronle da igreja : a tratar cm
Remfica, sitio de A. V. da S. Barroca.
i
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Im|ie-
ra.lor n. 17, 2* andar, onde pode ser pro-
curado a quakioer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua profisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio da al 4 horas da tarde, devem sor
dmados iwr esrripto. O referido Dr.
ao abandonando nunca o estudo das
molestias do interinr, prosegue, com o
maior affinco, no das mais difflceis e deli-
cadas operaces. como sejam dos orgos
ounnarios, dos olhos, partos, etc.
Alugam-se o segundo
casa da roa da adea n. 4
da mesma.
e terceiro audares da
: a tratar no armazem
AimcR
O abaixo assignado declara que at hoje nao se
enearreguu da fe>ta de Nossa Senhora da Soleda-
de na igreja de Sanio Amaro das Salinas, bem
como que nada lem dito em referencia ao encar-
regado dessa festa, mesan |Kirque nao se quer in-
tronteiier em semelhante negocio. A nao ser um
verdadeiro crpula ou calumniador infame, nao
pode o abaixo assignado acreditar me alguem Ihe
tenha aitrihuido iniervencao em tal negocio, pelo
que dede j declara o c.iiiirario.
_____________ Trwtau Francisco Torres.___
D -AMA
f recisa-se de urna ama pata engommar e cozi-
nhar n nina casa de duas jiessoac de familia : no
caes do Ramos u. 32, segundo .amia r.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Ricas saias de fustoa 55, camisasInglezas para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, coberlas de fuslo
brancas a 55, chitas com lustro para coberta coro
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 3*0 o covado, lias para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao d. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Qneimado.
Tarlaiauas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 105, chales de la por 35, 45, 55 e 85,
camisas inglezas para homem a 385, 505 e 605.
Ao 29.
Nova loja dos barateiros na ma do Queimado.
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodo e de la, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, botes de velludo, de seda e de fusto,
bandos de cabello, meias de seda, leques ; cujos
ertigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar._______________________________
Precisa-se comprar algumas casas terreas :
quem tfver e quizer vender, dirija-se ra do
Queimado n. 2a, que se dir quem precisa.
Quem tiver para vender um cscravo sapa-
leiro de 18 2 annos, poder procurar Manoel
Gonveia de Souza, no seu escriptorio, ra de Apol-
lo n. 30, que por mais de seu valor nao deixar de
compra-I, agradaiido-lhe a figura.
- Precisase de urna amado boa conducta para
cozinhar e engommar, s for preciso : na ra do
Crespo n. 10, loja.
jm tenor uiiue locar a estrada ue ierro, tk ., AWin f\ tfkla Art inil
mm**m*mm*:*m |0FI(A h l)l.0(i\ltl\
ATTE^lO
Ad-iiCacin. I
R 0 bacharel Lnurcnco Avellino de S
JR Albiitpierque Mello, antigo advoga- Si
do desia cidade, lendo regressado "0
^ ella, tem aberto o seu escriptorio ^
vjjf. ra do Imperador n. 40, onde pode u*
S ser procurado para os misleres de ^
^ sua profsso todos os dias uteis j
^ das 9 da manha s 3 horas da }#
4 tarde, e olTerece como garante a *?
seus constituiites a nao nterrompi- ^
da pratica de 25 annos de advoca-
da. 0 mesmo aceita partidos e
tambem causas nos termos do in-
terior onde tocar a estrada de ferro. |
mmmmmmm-wm*
Faiem-se llores de todas as qualidades, tou-
cados de seda e la, carapofas e sapatinhos de
la por diminuto preco, assim como cosem-se cos-
turas finas e grossas, bordados e labyrintos : na
ra da l'niau n. 43.
Caixeiro.
Precisa-se de um pequeo de 12 14 annos, na-
cional ou estrangeiro, para caixeiro de fra do
balco de urna botica na cidade da Parahiha : os
pretendentes podem dirigir-se ra da Cadeia do
Recife n. 44, a fallar com Thomaz Fernandes da
Cunha.
a.' Jos Goncalves Ferr ir* Costa, tem ca-
sas terreas para ahigar na travessa do
'?., Costa junto a fundico ao preco de 95 e j
St 105, com portao para a mar : a fallar |
H na mesma travessa na taberna do fim da aa
jfc mesma. '.+
Mmmmm wmm wmmm
Precisa-se de urna ama para comprar
e cosinhar: na ra do Imperador n. 69,
primeiro andar.
Sitio na Capnnga.
Aluga-se um sitio na punga a margem do
Capibaribe.com boa casa de vivenda e mais arran-
jos ; a fallar com Jos Maria Seve, na illia dos Ra-
los, rna do Seve, casa n. 16.
Willian Otto, socio gerenie da casa de Rabe,
Schameitau & C, retira-se temporariamente para
Europa e deixa na gerencia da dita casa commer-
cial o Sr. Henr de la Grange.
Aluga-se a loja de urna po ta s na ra do
Crespo n. 4, com armacao e sem ella, para tratar.
cm casa de J. Falque na mesma ra n. 4.
Luiz Antonio Goncalves Ferreira, como tu-
tor e administrador de seu filho Ascencio, lendo
no Jornal do Recipe n. 76 um annuncio cm que se
expoc venda o sitio luiranga em que o referido
menor tem parte, protesta contra semelhante au-
nuncio quanto a parte do mesmo seu filho, e de-
clara que a ninguem autorisou a vender o referido
sitio Ipi ranga.
1
BASCO l \ 1 %<>
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes cm Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k C
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Rarcellos, Lamego, Cevilha, Rraga,
Penafiel, Bragauca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valeuca, Rastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
m
BaRTHOLOMEU & c.
Ilua Larga do Rosario n. 34.
Vende:
Ventosas de gomma elstica.
Esmaltes para ourives.
Fundas inglezas.
Vidros de bocea larga rom rolha.
Tinta branca em roassa para pintura lina a 200 rs.
a libra.
Curso de mathcmatlcas ele-
mentares.
1 0 professor de mathematicas elementares no
Gymnasio Provincial tem de abrir pariicularmeule
um curso destas sciencias, cujas liees devem
principiar no dia 20 do corrente mez : as pessoas
que Ihe lem fallado para aprenderein as dilas sci-
encias, coinpar.fam na casa de sua residencia na
ra Direita n. 74, no dia 19, das 7 horas al as 9
da manha, e a tarde a qualquer hora, para se ma-
tricularem.
Offerece-se urna mulher para ama interna de
urna casa de pouca familia ou de homem solteiro :
na ra das Trincheiras n. 13.
Antonio Duarle Carneiro Vianna vai tiuro-
pa e deixa por seus basianles procuradores o
Sr.' Antonio Pedro de Souza Soares, seu primeiro
procurador e gerente de todos seus negocios, em
segundo lugar os Srs. Prente Vianna 4 .., e ter-
ceiro o Sr. Jqs Joaquim da Costa Pinheiro.
Arrendase ou vende-se urna casa com bas-
tantes commodos. com lerreno de plantacfles, perto
do banlio por ser junto a ponte de Tigipio : a fal-
lar no engenho Peres com o capitn Carneiro ou
nos Afeados com o tenente-coronel Manoel Joa-
quim do Reg Albuquerque.______________
D-se cffeciivainente dinheiro a premio em
pequeas e grandes quanlias : na ra Augusta
numero 45._______ ". .._________
Prara de mofis.
A praca annunciada de movis por execuco de
Jos Goncalves Ferreira osla contra JoaoCancio
Ferreira da Silva fot transferida para o dia 13 do
corrente, das 3 s 4 horas da tarde, a porta do julz
' de paz do 1* dislricto da Boa-Vista.
Jos Joaquim de C.rvalho, subdito portugus,
retira-se para Maeeio.
I'reeisa-se atajar irn.i preta de meia idaoV
quem livor, dirija-se ra Direita n. .">*. sefiad
andar.
Aluga-se um moleque de idade de 13 a I i
anno, muito bom coziuheiro e comprador, serve
bem uma casa o salte fazer l-vlo servK-o rom per-
iclito : a tratar na ra do- Pires n. i.
Jeionymo Tliom da Silva, enlaja.. bra>il. .r>.
relira-se para Europa.
ATTENgAOT"
Aluga-se uma casa com baslantes comm-xl..- pa-
ra erande familia, sita na iravessa da Passaavm da
Magdalena : a tratar na botica do pateo do Carino
numero 3.
Preeia-se de una ama forra ou eserava p.tra
casa de pouca familia : a tratar na ra do .traga-
numero 12._________________________________
Precisa-se de nina ama que compre, enpK*-
me, cozinhe e faca o mais servieo de urna |eq i-oa
familia : na roa dos Pires n. 27.________________
a ra da Alegria n. 7 aluga->e urna e-erara
para todo o servico.
0adyogado Affimao de \\\m-
querque Mello,
com escriptorio na ra estrella do Rosario n. .i.
encarrega-se de quaesquer causas rrime", riveis.
militares e ecclesiasticas. OMiiprotnellr-se a es>-
caminhar com a maior brevidade as appellaHV^
|ue Ihe forem confiadas ou a relacao e ao iribsvU
de commercio do distrirlo, ou a relaco errlesia*-
tiea. Encarrega-se de defezas peranle u jorv
desta cidade, ou dos leaos prximos, ilambia par-
te conduco ; assim como de quaes pier oulras cau-
sas por ter em alguns delles procuradores de caav
lianca.
D consultas verhaes e p r escripto ; prometic
todo o zello, seguranea e actividade, L'aranti.kM por
uma pratica o experiencia de quasi 20 anw>H.
Pode ser procurado a toda a hora, meuos as w\-
tas-feiras, por se adiar das 9 horas s 4 desse
dias na villa do Cano.
Na rna da Cadea do Ri-rifc n. 3. prsesro
andar, tiram-se |>assaportes para o estrangeiro.
de escravos para o Rio de Janeiro, coro pruosplido
e preco coromodo.____________________________
Uma sala e alcova para gaarda-lnr*
solleiro.
Precisa alugar-se : no escript-ino da ra do la-
perador n. 34._______________________________
Joaquim de Meiln (irreiro, siiIkIiIo |rto-
guez, relira-se para a ilha de S. Miguel
Aluga-se o segundo andar do obrado na rna
da Lapa n. 13, |x r barato preco : os prtUsasaaas
dirijam-se praca da B a-Vista n. '.'._________^^
Tendo ficado a porta da cocheira do Dr. Per-
reir, no pateo do Para>zo, sem estar fechada
chave, em a noite de 9 para 10 do corrale, rfesao-
pareceu da mesma um cavado ruco, de boas car-
ne-, com marca de colleira do carro, aauifc na-
cho : quem delle tiver noticia, poder dar paras
na ra larga do Rosarlo n. 20, que ser recw
pensado. ______
ArUGlL-K
o terceiro andar do sobrado da rna larga do Rosa-
rio que volta para a do Cabug, nidificado de aovo
e com grandes commodos para familia : a tratar
no segundo andar do mesmo.


\
i


CUSTODIO, CARVILHO 4.C,
27 Ra do Queiinado 27
Para me n las.
Leacinhos de cassa pelo btrato preeo de 100 rs. cada um.
Canabraias
organdys flnksimas a 240 rs. o corado.
A 10 a peca
cto eolremeios finos bordado a 1 a peca.
Cortes de
cambraia branca com flores a 3 a peca.
ticas cassa* pretas
bordadas de milito gosto.
Madapolo
entestado francez muito flno a 300 rs. a vara.
Lencos
de cassa brancos e de cores a t200 e ii a duzia.
Cobertas
de chita chineza a preco de 25 cada urna.
Tiras bordadas peca 2.
Cambraia de linho a 33, 4,8 e o a vara.
Ricos cortes de laa dos mais modernos a proco de 504 o corle.
COMPLETO SORTIMENTO.
NO
CONSERVATIVO
23Largo do Terco23.
Joaquim Simao dos Santos, dono destc armazem de molhados, scicntifica ao respcitavel publi-
co que leem um completo sortmeato dos mesmos os quaes offerecem mais vaoiagem afta Srs. compra-
dores, do que em outra qualquer parte, garanlindo se a superior qualidade.
Vellas de carnauba a 360 e 400 rs. a libra.
Manteiga ingleza flor |a 800 rs. a libra.
dem fraceza muito nova a 560 a libra, em li-
bras 8tt).
Caf do Kio, de e serle 3 e 280 a libra, e
arroba 9* e 84500.
Arroz pilado do Maranhao de. 90 rs. 100 a libra.
Milho alpista a 160 rs. a Ifbra, e arroba VJfltors.
Serbia das melhores marca* a 500 a garrafa.
Genebra verdadeira de laranja a 13100 o frasco.
dem do Hollanda a 400 rs. a botija de contra.
Touciho de Lisboa a 520 a libra, e arroba '8338*
Passas muito novas 486 ts. a libra, e catoa'IS
AzeKc doce de Lisboa o gaNao 33 e a garrafa'6*0.
Wem de carrapato a 288 a f arrafa, e a canuda 3
Alria M, T, a 480 rs. a Nora.
Gomma de engommar muito al va a 106 ts. a'lftra.
Sardinbas de Xant.-s novas a 320 e 380-rs. a lata
-e em porcao se fa? ((batimento.
dem de spernwcete a 560 c 600 rs. a libra.
Phosphoros do gaz a 23300 a grosa.
Bwcoutos e balacbinhas de soda a tfWM 23000
a lata.
Chouricas novas a 720 rs. a libra.
Batatas a 23 o gigo.
OolachinUa inglesa nava a 240 rs. a libra.
Charutos das meAwres marcas de 13209, IJwOO,
23090,53000 43000 a cala, em por rao se
far batimento.
Vinho Figueira dcSAA a S0 acarrala, e a cana-
da asm
dem de Lisboa a 400 a garrafa, a caada
33990-
Idemtle outrasenarcas a 21300 a caiida.
'dem firanro'ile 'Lisboa a 3*0 a garrafi.
I* 1\1>E Kl 0L5 \ 10
ARMAZEM
DO
Todo e qualquer comprador que -comprar de 303000 pan cima, tora o -descont de
6 por cento.
\ VELHi ENCTCLfiPEWa
RespeAtevel cstaheleciment* de tazendas raa do
Crespo Micro VS.
DE
JOS GOMES VJLLAR.
Qtsdo un-rctiihi.s proteceodas
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e JEo publico cu ge ral.
OJproprieario nao descansa um s momento paraibem servir aoe -seus frugusies, fa-
zendo ncotamendas para
Inglateirca, I rauca. Suissa e'Allenian-lia
das mdb.iFes'fcsendas para
Sen horas e para iomens
i e vend-ntr por precos que admiram.
laiaortunte csialicle enlo
DE
F DE
Seda, la, linho e agodo.
de
ron mutis wmm
Ra do Crespo numero 19.
RECIPE.
\ i-iU'i- aialissiino.
Campos & Liwat ter.do acabado com.4> seu es-
taUflieomento de faceadasrna ra do Cmpo, avi-
sara Ai idos os seus devedores em geral, /jue de-
ram iprreuracao especial .-.o-Sr. Ivo Martinsde Al-
meida.para recetar amigav ou judicial; queper.*so tcnliamos a ir.eiwr responsabiidade
com o.que o rnesmo saulior tauiade obrar,.Biolivo
que m.cosi elle se deweraonleadcr.
Iiiiporluatc cslabcSiciment
DE
fazendas
COMPRAS.
Compu se effectivamente oaro e prata Ai-as velka .: na uraca da iadopeudencia n. ti
lu. de biHiele;..
(. ompra-se effeel va-
mente
ouroj prata em uras vellias, pagande-se betn
na ru* larga do Bojario n. -I, loja de aitrives.
Ctmpra-se euure, latilo e chumbo : no ar-
-.uazem 1 bola amardsa no oitao da secretaria de
.pulira.______________
ComanuB-M Diario velhos para embjulbo^a
ij j arroba : no largo da Penlia n. 6.__________
DE
tieda. la. linho e algodo
A d(!
MM Jiil' 7iili.
Rata do Crespo nuenero ti
SECIFE.
Vende baratissim.
V'oade-se um sobrado de u andar e solio,
sito ai'ua de Apoll n. 8, rom 10 quartos .e iun
grande armazem : quem o quizar comprar, eirieit-
da-seom Sernardinode Sena uias-,4ue dir quem
0 vende.
Vende-u a parle a casa d tuada na rua da Suledade n. 50, em <-ios pro-
prios, cor.mba fra. caringa com boa agua, e i|uin-
tal mnradw, a ^ual parte *e acba livre e deeemba-
1 arada, e .corresponde ao valor de 1:2133 ; sendo
por conseguiUe a outra nata pequea parte 110 de
trezentos e tastos mil reta, segundo a antiga ava-
liarao : os preteadentos poderao entrnder-se com
0 I)r. Campos, que indicar o vendedor.
Garraks.
Corepram-se garrafas vasias de vinho e serveja,
tambem fraseos e botijas de genebra : na rua
dotmoerador n. HT, armazem Alianca._________
Cumpram-se esnavos moeos e fortes, sendo
barato ; aa rua da Cadeia n. 52, armazem.
CoiBjvam-SQ garrafas e botijas vasias por
mais 25 Of) do preco actual : na rua Direita nu-
roero "i.________________________________
Urna encom.-venda.
N'o armazem do caes de Apollo n. 53 compra-se
um cylindro parapadaria, que esteja em bom cs-
tado.___________________________________
Coiiipram-se fiascos de genebra vasias : na
rua Direita n. 72.
Compram-se casas terreas : quem tiver c
quizer vender, dirija-se praca de Fodro II n. 2,
defroote da igreja do Espirito Santo.__________
Comprase um baixo de si binol j usado,
pjas em bom estado : na rua da Viraeau n. 30.
(Jozinliei'o
Compra-se ou aluga-se um escravo que cozinhe
com perfeicSo : na rua da Cadeia n. 33, loja de
Alfredo A Matbeus._______________________
Compra-se urna eserava preta que entenda
de cosinha, lavar e engommar: na rua da Cruz
do Recfe n. 43, primeiro andar.
YENDAS.

tm

1

*-ate
Kt'A DO BKUM NS 34.

,'.'1i'.ki np cosirr.v vapor
2
^Vende-se urna mobilia de Jacaranda quasi
nova : a rua da Cadeia armazem n. 53, do ageu-
te Eaxfcio.
Vende-se uma prett crioula, bonita hgura,
sem dafeito nem virio, com 25 anuos de idade,
vinda do malojiropria para se applicar a qualquer
servico : para ver e tratar na rua das Cruzes nu-
mero^_________________________________
Sal do Ass
Vende-se a lK tratar com Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no sea escriptorio raa papitao a bordo.
Vendem-se saceos rom dous alqoeires de farinha
de mandioca, pelo barato preco de 43500 : na rua
da Madre de Dos ns. 5 e 9.
FTRELO
Vendem-se saceos com 90 libras de farelo a
33800 : na rua da Madre de Dos ns. 5 e 9.
Aencao
X* rua do Quehuado n. 99, fa-
brica de chapeo de sol,
chocado pelo primeiro vapor fumo caporal da
prinitira qualidade, e vende-se nm pacote por 13,
meio parole 500 rs, e umbem cachimbos os
mais moderaos ; por isso pede-se ao senhores fu-
mantes que souberem apreciar o que bom fumo,
que nos honre com a sua presenc ; tambem ben-
galas de muito bom gosto com castdes de marino.
tudo se vender pelo preco mais razoavel do que
em outra parle. Na mes'ina casa vende-se papel
proprio para cigarros._____________
Vende-se o pardo Severiano com 22 annos
do idade : quem o pretender, dirija-se ao escrip-
torio do Dr. Alcoforado, que tem poderes para rea-
lisar a venda.
Wudem-se ricos espelhus grandes com mol"
duradourada : em casa dos Srs. Ferreira & Ma-
tbeus, rua da Cadra n. 68.
Vende-se orna eserava de 28 annos, que rn-
gomma com perfeigao, cozinha igualmente, faz
doce du qualquer qualidade, refina assurar, cose
chao ote. ; etnflrn faz com perfeico qualquer ser-
vico d una casa de familia ; na rua do Queima-
do n. 37,
Acaba (le receber de sua propria encotaraenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente 'escolUidos, por isso apressa-sc o proprietario em
offerecer aos seus treguezes e ao publico ca goral a seguinte tabella dos seus gneros e
reswiidos procos, atiancandu tido e qualqaor genero vendido neste bom conhecido ar-
nia&em.
Bede-se toda atenoao.
0 propietario pede a todos os sniores chefes de familia e ao publico em geral
^ne nao dcix-wn MMV desapercebida a 9eginte MNilla:
AVISO.
Neste arronzan c 9 largo do Ganmo n. 'ft, armazem PtMgressivo, recebem-se as
Vibras qoe vulganmente cwrrcm no coranercio pw 81890 a 9$, o proprietario em seus
armazcitS'dfhlhoeeste valor, sendo eta .pagamento, e isto para evitar confusoes em trwoos.
rs. a duzia l#oo rs. a garrafa, gararrte-se
que os menores que tetaos tido o ater-
reado.
lassas em caixasde d arroba '/* e 'A a 7,3oo,
Manteiga inglezaperfeitameote flor, a 8eo rs,
e em barril a 78o rs.
dem francexa.8 54ors. a libra, e^0 rs.
siiiidi emliant'il.
3,6oo e l,eo rs. a catxa, e ioo rs. a libra
garante-se serem muito novas, e raudas.
Cha uxim a S^bo rs. alra, e de ibras
pace -cima -a.Gno.
dem pentla a ,8oo rs. e de 8 libras para Mea coriuthie propinas para podin a 800
cima a 2r7oo, rs. a libra,
dem hysson o mais superior que *e pode fflarmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a -2j6oo e de 8 libras ;pra cima Lisboa a 600 rs. a libra
a l,5oo rs. Emilias secas tnuito novas a I60 rs. a libra.
Grao de bioo muito nove .a 16o rs. a libra.
rvilbas franoezas em latas a 600 rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a-1, ioo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 800
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito nevos a 64o a libra.
Jdem menos-sqperior a,4oo ede* libras
pura cimaai,3oors.
dem proprio jrara negetoio a 2,3oo, de 8 li-
bras pata cima a-2,3oo.
dem do Rio .i latas te 2, 4,Ce"S5 libros
vni, 1 iiiiia ;' 3, 3,ooo e i,8oo K. a lata.
:Idem preto o icellior qae se pode lesejar
nese genero a 2,8oo:P6.
ddem menos stflierior a.csse que vende Batatas muito ovas em gigos de 3i libra a
por, 2 e 2,**, a i8oo rs. a libra. l.ooo rs. e Se rs. a iibra.
IdemiHiais baike bom ,paca negooio:a l.uoo Massas pSra sopa macarrao, talliarim aletria
rs..a libra. a ioo rs. a ribra.
Idemimiudinho proprio paranegwio^ l,5oo 'Cognac verdadeiro iuglez a 8,000 rs. aeaixa
rs. a libra. 800 rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados ueste ultk&o va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
pora 3,100. garrafa,
dem iinais seceos vindos im*t navio a i,7oo. Cliarutos em grande quantdade e de todos os
0 homem do moviinento nao estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admilte a anio commeroal.
Ko seqeer a liaba da ailianca.
Nao se teme a furia dos corsarios.
Este anuo ha de ser biooexto).
Os canhes estSo preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO
Abaiio a iifa d'^oa viiagre
Viva a liga do genuino i heres rom a faabref
Viva o conservad >r das conservas inglezas!!
Vivan os liberaes fregaeze> do U.iLiZA !!!
Viva 111 todos qu- ierem esle ntinio.
. '
dem jiraid mi iwflimiiii enorts ricdbiiu
mercado a 76o r-t. a libra.
dem loadrDO a 600 rs., e sendo inteifo a
5oo r-s. a libra, vende-se ;^or este preco
pela poiriio que tamos em -ser.
i Biscoitos em latas de i libras das sepruintes
\'i limite.? maiijB crodrta^ofl ct 1
4,000, 2.S00, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ah se ven
defii a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
marcas-: Osborne,iCrakntl, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Peo*ic, Fance, Machineeoutras mui-
as a 1,3eo e 1 ioo r&.
Pokos obogaos ultima*6ente doorlo a 32o
rs. a libra. *
dem em latas grandes a 2,000 rs. a lata.
Baladiinha deraknelem latas de 5 libras
l.i i.v., a 4,006 rs.
dem iqglexas em barricas a mais nova do
meneado a 2,<*j rs. a batiiea e 21o rs. a
libra.
Cariaos pm bolas francezas proprios para
mimosou para atq/is tpie vo as procis-
ses a (W rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a loo
rs. a libra.
Figos de comadre em litas de i e 8 libras
lacradas hermticamente a l,ioo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinlias de 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
Nozes amito novas a 140 rs. a libra, e i,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de easca mole a 32o rs.
Vanos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1831, vinho do
Porto, velUo superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, c outras muitas
marcas, em caixa de uma duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 6io rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conbecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 360 a garrafa c 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libia, e 2,ooo a arroba.
Garrafes com i ','* garrafas de vinho supe-
rior a 2,3oo rs. com o garrafao.
dem com 4 '* ditas de venagre a 1,000 rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em ancorelas de 9 caadas a
13,000 rs. com aancoreta
dem empipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e l.ioo rs. a caada.
Caix.is com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e porttiguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botcflm,
morangos, lindo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, ortel pimenta a 1,00o
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz de Maranlio a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da ludia muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra,
dem da India coinprido a 2, loo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vella6de carnauba do Aracaly a 9,000 rs. ar-
roba, e 36o rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingiado esparmace-
te 36o rs. a libra,
dem do esparmacete a o lo rs. a libra, e em
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 0,000 rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
dem amaco pautado e liso a 3..000 rs. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiroa 2,2oo rs.
a resma.
Idemembrulho de l,2oo a I,ioo rs. a resina.
Ameixas francezas em latas de 1 ', libra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,3oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para 1,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanbol e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14 rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixes em latas a i ,00o rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
Os precisos fallieres pa-
ra enancas.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se muduu o antigo e acreditado deposito da
raesmarua n. *. arabos o gneros sao novse
Chegaram e acham-se venda na rua do Quei- legitimos, e se vendem a preco mais barato do que
MMigM)
SENHORES E SMBOHAS.
O proprietario do grande Armazem do Boiiza estabelecido rua do Livraiuento &..
38 e38 A, defronte da grade da igreja, ac?.ba de reduzir os precos de quasi' todas os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, que se dignarem vir a este eslabe>cimenff),
ficaiao por certa muito satisfeilas, nao s quanlos qualidadesdes gneros, cuino comc
tratamento todo attencioso que se Ibes dar.
Alm do cumprimento dos deveres da boa educaco, haver d'ora em diantr au..ia
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, ser5o offerecidos ao exanw
dos Srs. compradores. Naoreceieo publico que se pratique o contrario, como em oatias
casas, que al annunciam o que nao tem-----O Baliza nao Ilude....
Ameixas francezas emeaixinhas eem frascos Licores inglezes e francezes rm\t>*< s !* di-
de diversos lmannos a l,2oo, l,6oo, 1 versos tamaitos a l.ooo, l,3oo e 4,8oc
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 800 rs.! rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. 1 Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra t
Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberlo am barril m
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo I presenc do comprador.
rs. a caada. j dem de 2.a e 3.a qualidade a 7oi, Gw t 4oo
Alpiste a 16o rs. a libra, e i,800 rs. a arroba. I rs. a libra.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e dem franceza a 560 rs. a libra J eem barril
loo rs. a libra. por menos.
........ ... i-v Idemem latas a 24000c a i J5bOa laia.
Aletria branca e amarella a ioo rs. a libra. ., uimateem barrla 3n \ih.a
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. ,\S?Jfi..a L... r. rs" a "*
dem em lata a 610 rs. a lata.
rifH.>
W72IT*r*?rT.Ubr?' 41braSPr Mos,arda inleza m ,J0 "* *
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra. Marmelada imperial dos melbores falrr.
Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a lata de ^ de sba a ^ s a ,,,
Idem'd diversas ...arcas em latas menores ^^u^ "" 8 "' 1 ^ *
Massas para sopa, taJharm e macan o a
a l,8oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-1
tas grandese pequeas a 3,ooo e l.ooo rs.!Idtm m m d
Bolachmhasamericanas, a 3,ooo rs. a barrica-
e 2oo rs. a libra.
Banhade poreo a 4io rs. a libra, e em barril
a ioo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a 1,00o rs.
Gli llUAjm, lijsstiu c pe. u\o a O,ooo, ,,
2,5oo, 2,000 e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e l.ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez pnmeira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a i,5oo rs. a Pastas novas a i80 rs. a libra e a
duzia, e a ioo rs. a garrafa. caixa.
Cognac inglez a 61o rs. a garrafa a 800 e a. Queijos flamengns do ultimo vapor ?. 2V"
l.ooo rs. Dito londrino a 900 rs. a li;>.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito pialo a 640 rs. a libra.
r6. o frasco. Sardinhas de Nantcs a 320 rs. a lata.
dem francezas de muitas qualidades a 5oo Dita de Lisboa a 640 rs. em lata gran*...
rs. o frasco e a 0,000 rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal relina lo, em potes de vidro, a 60C rs.
ment tanto da Rabia como do Rio de Ja-, o poie.
neiroa 1,600, 2,2oo, 2,800, 3,ooo e4,ooo Sabio massa a 12f, 160, 200 e2i0 n. a
com 8 libras a 1 Uno.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche. la melhor
qualidade que tem viudo ao mercado, a
1>a lata.
Presunto de lamego muito superior a 4S0
rs. a nora.
dem para fiambre (inglez) a 640 r. a
libra.
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 3||000 a reama.
Mera de peso a 2l a resma.
Palitos para'dentes a 160 rs. o mato.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a S#sWO a groza
l80fii
rs. a caixa.
libra.
Toucinbo de Lisboa a 320 rs.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra m (,e ^^ m y>
e a 8,000 rs. a arroba. Tijo|() papa !mpar ^ ,u ^ e
dem do Rio a too e 2So rs. a libra.
a libra.
Vassouras americanas a 64q rs, cada unr.
Cebo.^ a 9oo rs. o molho com mais de loo 5J5^7;^^ JJ-"
I 560 rs. c
Aelas de carnauba e composico a 320 rs.
libra e a 10t a arroba,
dem stearinas superiores
maco, e em caixa por morios.
Vinho do Porto, ne.-te geneni temos o me-
' pie vendemos
15 a garrafa t
barr* e
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra. ,hor sorlimeht() ivr|
dem de ca,u em latas a 320 rs. ajibra ,r ^ ^ ,
Ervilhas francezas s portuguezas a 000 e 64o J ^ e 12* a duzia.
r9, a 'ata- i dem Cherry, e da Madeira ei
dem seccas a 160 rs. a libra. caixa, a 12 a caixa e o barril coafci m
Figos de comadre em caixinbas com 8 libras tamanho
por 16oo rs. .dem de Figueira o Lisboa, em aacural
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra. I 8 a 9 canadas, por 286000J
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a Dito em pipa a 3)5000, 348M e 4ooo a
libra na('a
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco ,dem Jj p"rl"' lenomiuado fcliza. a 5*
Genebra ingleza marca gato a 1,00o rs. a gar- ,cana,la- -
" fa ,(lem "lem em garrafes a 2500, con:
ra,a- garrafao.
d em verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a 1,000 o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
10
t
Sjj
dem de Burdenux, das melhores marras q;,e
vem ao mercado, alija caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 1 1600,1 ptof e 25000 a
caada.
, Idtm idem,em garrafes com." garrafa., \a*
Graxa a loo rs. a lata e l",loo a duzia. I 15 com o garrafao.
Linguas americanas de grande tamanho a Vinho de caj a !J a garrafa.
1,000 cada orna. tem dez annos.
Este vir.fro
Knfeltes de cascarrllha (ranea
a 500 rs. cada mu.
A aguia branca est vendendo bons enfeites de
cascarrilha e tranca, prelus e de cures todos ao
baratissimo preco de 500 rs., servindo elles tanto
para senhoras como para meninas, a vista nois
da coinmodidade do preco ninguem deixara de os
comprar na rua do Queimado loja da aguia branca
n. 8.
AGENCIA
DA
nudo, loja d'aguiahranca n. 8.
' aru tqualqner'parte.
FUNDIClO DE LOW-MOOB.
Raa da Sf aulla nova n. Al.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e tachas de ferr batido e coado, de todos o
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston d C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se um cavallo o uma machina pro-
prios para nadara e moer mandioca : na rua do
Kangel u. 9.
Rua da Senzalla Sota a. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs.. dem de Lo*
Moor libra a 120 rs.__________________
Lavas de fouvin.
Recebeu-se lo*as de Joovin branra o pma
proprias para qoaresma : na rua do Qo^imart
loja do tmija flor n 63. I
Tranciohas de lia lisa para rafrilrft it alI
de rilara, i
Rrc^ben-se, trancinhas de diversa rom f-
ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. prqnrna* :
na rua do Qiuimadn loja do hnija fh>r n i'-'..
Enfeites de rrdiahas ron lar* n frmlr.
Rcccbeu-se, variado mmuiuJ 'le nf.itj,*
diversas cores a l400 e 21: na roa do IJiiriwiSn
loja do beija flor n. 63.
Vende-se loocinb lo strl;Vi muito ivwo a
240 a libra, liu'os novos a |i.O, st mente de r.wntro
a 320 a carrafa : no pateo do Carino, exinma tU
rua de Horias n. 1 _________________
4 tlemctt.
Vende-se um jojro de bolas rom lodo* o< vrt
perlenoes, por preco razoavel ipicm prrttnrt
dirija-se ao raes do Ramos n. 32, amide roroitira
r a pessoa com quem deve tratar.


CL.IRI11
45

Ra Direito
. Oicam! oi-tam ?!!
45
COMMERC
III 1 DO i)l El *3 AIIO W. 45,
Passando o becco da Congregado segunda casa.
mmu iM mmm
NOVIDADE.
e vira 45*ft
Pereira Rocha C. acabam do abrir na ra do Queimado n. 45 ura armazem de molliados denominado Clai mi Coitmercial, s?'ialos de borr-iaba^ara scnhoras 15300
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melliores gneros que vem ao nosso mero
aero vendidos porprecos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionadas.sai
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos
100 rs. a libra e 23400 a 2*800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas era latas e eoi frascos a
1(5200 e l,JCO0 tnfrascos grandes a
2*500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 12*000,1*400, 1*600 e 25.
Amenduas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 100 rs. a libra e a 4*600 rs. a ar-
roba.
.Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640rs. agarrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
1 *300 ris.
muito superior a 220
libra.
Cevadinha de Franca
r?. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata,
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oilo libras e canastrinlias de 1 arroba a
1*800, 5300 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 6*200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafoes de 3 e 5 galoes a 5*500
e 7*500 cada um com o garrafo.
Gomma do Ancaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 1*100 rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores minio finos a 700 rs. a garrafa,
dem, qualidade especial e garrafas muito
..garante-se o bom piso
a 800 rs. a Palitos do gaz a 2*200 rs. agrosa.
Passas muito novas a A90 te. a libra.
Peras seccas muito .novas a 600 rs. a lb.
Paiaco a 200 rs. a libra.
Polvo secco'muito novla 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego"m calda de azeite e
muito novo a 640 rs.
Queijosflamengos do oltirao vapor a 2*400
ris.
Idempratoa 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantcs a 32' rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
lium e ftvp.j aiyimt'ira necessiilide -ara a sau
de e aformos*alwnu*do individuo!
Mei> Dos f... -que pKjc pavao se lobriiam por
essas ras! que figura horrenda e nauseaste a
de nm palelot bem talbido sobranceiro a um
guefo rodo em Ovas sotas I um balito bm tor-
neado e.bambaleante vdcscDtrrtfldo urna paula de
bolina safara c carcomida !
Santa'Barbara !! Corram ra Direila. U-Uas e
rapares! sacutinm naprah esses nditos fttedes,
o conprcm : _,
BorzeSuins de Nadies 85000. \*/
Ditos-rancczos du brterro 75.
lWos francozes de-lustroj^nif'homPn 35.
Ditos irasenhora.dir lustre, enfeitados, 3 DjlosiKtra sentiora/pspuKilia, 15800.
Botinas de menin.v250r).
DUas decores para menina i^ftOO
SapatoesdeNantes de duas-sotos;
Ditos de sola
9 I Vit.O IIO VAHJIO 9
GRANDE SORTIMENTO
Ditos aar mnino(*'*000.
Snalo d| lustre para senhora 15.
Dilos delapete para bonem^eiiliora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs
Chincloes rasos do Porto ?rt E un sortimento. cinpje.o sola, vaquetas,
rourts, leiarr frncez roaioneulium, courode
lii*tr#m*t(> fiante, e lufi^uanto pertence art,
de S. Chnspim.
m confeito e especifico jara
expellir os Vermes,
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
bra. .
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra]
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Yelho de 1815, Duque do Porto,.
. Madeira, I). Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
1*000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 9*000 e 10*000.
grandes, a 1*800 rs. a garrafa.
Rolachinnas de soda, latas grandes, a 2* rs. I dem garrafas mis pequeas a 800 rs.
,a lala- i dem, garrafa forma de pera e rol ha de vt
Ditas inglezas muito novas a 3*000 a barr-: dro. a 1*000 rs.. s a garrafa vale o di-
qumlia e a 200 rs. a libra. nheiro. f.
JJanha da porco refinada a 440 rs. a libra e Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-' dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
barrada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8! 480, 500 e 560 rs. a garrafa e 3*, 3*500
e 4* a caada,
dem tenca de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. Jolien a 7001
Cha hysson, huchin e perola a 1*600, ,' libras para cima sefar urna differenca.
20500, 2*800 e 3*000 a libra. j dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
dem prelo muito superior a 2*000 rs a li- e em barril ter abatimento
',ra- Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
Cerveja preta e branca, das melhores marcas' bra.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 53800 a duzia.
Cognac ingle/, lino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Balda
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 1*800,
2J000, 2)200, 2*500, 2*800, 3*000 e
3*500 a caixa.
Caf do Rio
Caf
300 rs.
arroba.
muito superior a 260, 280 e
a libra e 7*500, 8* e 8*500 rs. a
[Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60o rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talharinte ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a ICO rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de co/inha a I* rs. a lata.
Palitos de denles a 160 rs. o masso.
Palitos de denles a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
e 800 rs. a garrafa, e 7*000 e 7*500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateatiluminide 1854, a 1* I
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
1*200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 1*800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-1
mos grande porc5o de ontros que deixamos
de mencionar, e opte todo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes. como a
retalho.
Qnem comprar de 100*000 pura cima te-'
r o abate de 5 por ceato.
RIJA ]>ACAlEfA DO RECIFE
NOVO E
H. 53.
Pasillias Temlfnps
DE KEMP.
Os mciiiiifis :'i jH'dcni i grtflff, [M>rr|iie
ollas sfi'i veis. A olt'gtuiuim a sciiiiidatle de ac-
<}o, o ilioffuiisivo i;:<
Pastilhas Vermfugas de Kerap
A PAK I>. I A
(aaipfaajM axelaniraainfe ftffttuf
sao esta poia as Bas meliiorcs v mua
completa c todas :i> reenmiKcndHeed
ijue se posan fazer e uin jnstH razan aa
colloco na etejriu (ruin avurito uni-
versal.
A sii>eri(.T>}a Pastilhas de Keuip
so\ro todas as prejMirajes destinndna
para >> mesnio fian derido i ma sim-
ple coiii)iisic:l<)- o sen aroma agrada
vel e rapidez s nfallibrlidmle con
que alcanca a des^ruiyo total das
LOMBRIGAS.
A venda as botica de Caors A Barboza'
na da Cruz, e Joo a C. Bravo & ,, ra
da Madre de Dos

DUARTE & C.
Participam aos seos numerosos freguezes c ao publico eaa gera! ptr ^baaa
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e conplsto sortimeol' de mJk^*.
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do upe ooim ifiiilfaw
annunciante, como vero pela segninte tabella que abaixo notamos, garant, do m mm-
naos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que compraren para negocio ou caa parliribr de IOM aara
cima tero mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scieilifiram aaan ja
odos as seus gneros slo recebidos de sua propria encommenda, razi esta para a*a>
vender por muito menos do que outro qoalquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a /bra. | Vellas de carnauba e eoaipoaifao de 32o a
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de t,*oo a I1.wm> rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinlio francez e em caixinhas de 7oo a
l,5oo rs. cada urna.
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de porco refinada muito aira 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a ftbra.
Cha uxim miudinho vmdo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a hora'
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perofa o melhor qoe se pode desojar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,J5oo rs. a libra,
Mena mais b;uixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais ba?xo a l,8oo rs. a libra.
Genebra de NoDanda em botijas de cnata a
| 440 rs. a botija, eeu duBia oueaaaarnca
tert abatimento.
Massas para sopa rmrarrSn. t.T*harin *iHra
a 48o rs. a libra e em caixa ter afratt
ment,
dem estrellinha, nxKnha f|pe>idena> nn\-
nhas de 8 libras, mnit hrm etfntarfa-y ile
2.5oo a 3,5oo rs. a nixiha ealatn a
libra.
Boce de goioba em caix?n ile diver?* im
nhos de 6oo a l,ooo rs. b od
Sabo massa de 2oo a 2i> o m.-iv,^, nm
caixa tera abatimento.
dem hespaiih) a 8o rs. Ultra.
Peixe em latas- muito novo-; >a\.i. .,-...j
i- u a. au i a corvina, salr.io e nutras nniita>-ti'
fmho do Alto Douro vmdo do Porto engar- ....,',,,,, .... ^^
rafado garande a superioridade desle-, E e 4Ti So r" Xu *
nho das segantes marcas : Duque, Ge-^^^^fl^ i*, UWm
sumo, velho secco, especial ragrimas do- u Uin rZ 7.
,ot ,, lolo .-!,'*,;. .6. ,, a 8,000 4.000 & 2.000 rs. ;: aiuii 1.1.
ses de 1819 vmho especial Jfc Pedro V., ffe,,.is tle vin|ll(,ram,, d, u> %
mho velho, Nttar superior de 1833, Du-1 4 rm a ()Mtn rs ^
pm ro r\t*-
q^.idadevm.f do Porto superior D. Lu-| EmTLuttMmT*'* "^
ix .-de 184/, layrtmas do Daaro espe- Maf)s| (,cloma|(l l^,atas,],1(lr;if]l%tJe |jbr,
ci.'J, vinho do Pcrto de l.oooa l,2oo rs. a(Jio rs a ,ata
c^nT,maCd^i^i000aU'00"re-aCaX3;Ara^:,s franrezas ^"*-
u?- i ?" mf,nte enfeitadas de i.Soo a Z-.fw^ r*. a
Bofochioba de soda especial encommenda e a caixinh ,am,,era, ba |;(|;(,,,,, |f,
mawnovaqueha no mercadea 2r2oors. a; fcSfle ,.(lrt a ijoors.aal
Mem cin frascos com lampa de ro-.-i a f.Caa>
rs. o frasco.
Choootate portuguea, hespanhol. m\i a
9ie do Po to d* 1834, vmho do Porto ve- ^iliwhlh impeiit| llos m T
Ibo superior, madeira secca de_ superior, F0S (le sbo;| a Vmi ,
MOLH
KUA DA CAIIA B0 ECIFE II, 53.
>s
garrafa e
brancas a
francisco Fernandes Duarte acaba de abrir
/(ominado Unin Mercantil. Neste grande armazem
neiM que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como
eommodos.
B:i)leiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Ilantega franceza a mais superior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior! Geneora de Hollanda a
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a 5800 a frasqueira.
70 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 5800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 34O0O a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 08OO
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 2560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1<$500 rs. a obra.
Cha preto mnitn superior a 25 a libra.
Biscoutns inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam craknel/victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornea e
outras militas marcas a 1<5350.
Oolachinha de soda em latas grandes a 2.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 1>500.
Camuas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a t&ei cada urna.
'''issas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 3# um quarlo;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a !8o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 80000 a Cerveja branca e "preta das melhores marcas
200 rs. a
1^200 a caada.
Azeite doce retinado em garrafas
800 rs.
Azeite doce de Lisboa a 040 rs. a carrafa e
40800 a caada.
500 rs. o frasco e
a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1020",10500
6 20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
ve i ros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 6UO rs a libra.
Frucias em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em tatas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Notes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
pretax para a quaresma B
Superiores moureaotiqncs pretos lar- O
os a 25280, 2^500, :t, 34500 e 4,5 o
novado, hons grosdViiaples pretos lar- $
gos a 15300. i&W% tSSOO, 2,5000,- S*
25500, 35 e 35500 o covado, ricos ve?- Sl
tidos de nioureatinque preto com barra., ffi
dilos de sorgurao preto bordados c ada- ]
mascados com barray o mais moderno- H
que tem vindo Pemambuco, e outras Si
militas fa>nrias de 10111 posto, preias
proprias para vestido-, supriores capas
de seda prela a 165, 205, 255, :!05,.
335, 40 e 505, maalu pretas de fil,,
lindos chapeos de paPia de Italia, o que
pode liaver de mais pasto Canotier :
na loja das columna na ra do Gres-.
po n. 13, de Antonio- Correia de Vas-
concellos i n.
suisso a l,2oo rs, .1 libra.
Conwrvas inglezas ras s-y;iiinb* ;'rraia
Misde-Picles e ceblas simpli rs
o frasco.
Anconrtas de vinho rntan-s
a 72o rs. a garra f
a 5n."**rj.. c
ques e basquinas de seda pretas. rica-
mente entalladas, 33 mais modernas-
Sardinhas deNantes a 340 rs. o quarlo e 56(
LaSs cTm peixe em posla : savel, corvina I ^ ^5^5^ l
vezugo, ceme, lingual, lagostiuha a'm s ""dos stH,li,m,,ar-
103('O rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte \
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tmales em latas de 1 libra a 601
ris.
Chouricas e paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e !
80600 a arroba.
a 320 rs a libra e 40 a
mais commodos do qe em ontra qual-
quer parre : loja das columnas ns.
ra do Crespo n. *3i de Antonio Cor
reia de Vasconcelos- & C.
Bolaxinha ingleza
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 20 a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libra
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Mea le .fiarla.
O afamado tmtz tle Mn*ia que se venda a 35,
35 e 15500, com eslampas e ntidamente impres-! ,
so, acha-se a ve approveilem-se da oeeasiao, que mu poneos res
lam : na ra do Imperador n. 13.
lata.
Biscoitas inglezes das melhores marcas em
latineas de 2 libras a l,3oo rs. a lata.
dem inglezes craknel em latas de 5>e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs a lat, e e libra a
800 rs. 1
Queijos do reino chegados pelo ultime vapor
a 2,5eors. cada urm
dem prato a 7oo rs. a* libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas- marcas Sardinhas de Nantes > .Vo n
como sejam B A F., PBB, JA,\. outras charutos das mais acredrtadaa h V
muita*marcas, Porto Lisboa e F^ueira ; 2,5oo a 4,000 rs. a-caixa
de 4835oo, 56o, 6*0 e800, rs., e o do Champagnhea melh.vdom.-nafk 1 J_\no
Porto fine em garrafa, e em onada a a24,ooors. o gigo, a de l.iooa 2 w.r*.a
3,000,. 3,5oo, 4,000 s-6,5oo rs. -melhor; garrafa.
do po,t0- Pape! greve paulado m liso a MH rs. a r-
111.'.
dem de peso pautad ou liz> ,*>a
4,o9o rs. a resma.
Gomma muito lina e alva a 80 r>. 1 Imra.
Millw^alpista e pains de 16o ;. | i-
t bra.
Palitos do gaz a 2.2oo-rs. 1 grosa .|M t a
duzia.
ezes de 4 a 46 libras vasi +. r
Superior que- vem aoi V**! Para lep* Ip
nosso mercado a 56rs. agarrafa, e a ? oMro ,lua,,P,kr u1wi> >""o a
4,3ors. a caada. !.. ^f* ca,,a "'
Velas diaesparmacate as melhores neste ge- L,col*es das melhores manas e m finos
ero de 56o a 64o rs. o macoy e em cai- j ,'"00 rs- a *im* e em cai" x* ****>-
xa ter grande abatimento por haver .
graade porcao. I CofB.ac 2'erdade,ro *.B,ez a *<*> garraa
dem Bo?doaux das mais-acreditadas marcas
a 7oops. a garrafa, e-a 8,000 rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de superiar vinho
do Porto a 2,2oo rs. eom o garramo,
dem cora 5 garrafa de vinho da Figuaira mais
proprio para a nossaestaco por str mais
fresca-a 2,4oo rs. com o garrafa,
qne teem vindo Pwnambuco, viada W& Mem com 5 garrafas de- vinagre a ,2oo rs.! v aU2ia-
no ultimo vapor francer. por precos jfe com 0-arrafao. Vasc mgl
*' Vinho bmneo o mais
?2S?<"s',>>tisislt-42
Si

2|2.
5.S.2 |"^^8^3g"
BB
V.
ce-
9

Magaas e peras chegadas nesle ultimo vapor, Caf do Cear muito superior a 280 rs. a b-
muito perfeitas, s vista se faz o preco! Dra e 80400 a arroba.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750 ^af do Rio, proprio para negocio, a 80.
rs. cada um. 1 Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 20800
Emitas francezas e portuguezas em latas de a arrta.
1 libra a 640 rs. Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2400a
o.
o o.
o
SU t^_. C Q
g-2.
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O CB -, Sj
cr = 300 a
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1 CB _
r" en "c: ~
O ES
C Ct> = -i
" = S 3
- r. as
>9
a 64o rs.
a garrafa e 4.800 a caada,
dem francez refinado a 800
Ei-vitoas francezas e purtuguexas a 64o rs. a
Jala,
lo,5oo rs. a caria.
Chonricas as mais frescas do mercado a Hoo
rs. a libra.
r. a garrafa. Ginebra de laran> em frascos gra.-.W a
1,000 rs. o fras.t.
Serveja das mais acreditadas sorras ,|e
Botlas eom doces seceos de Lisboa de 3oo 5,5oo a 6,5oo aduzia e de ma a 5oo r.
a garrafa.
O o. a
CB
-
O.'
li
caixa e 70 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 109 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; desle
genero ha grande porcoe de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camfies, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, ai
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for ero caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
enebra de laranja em frascos grandes a 1*. ^Znl^tulrme LVTt r
arveja branca e prela das melhores marcas S m caixa^ faz abatid *
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores fraeezes das seguintes qualidades:
Anizele de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muilas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90
a duzia.
4, 48ti e 5<>0 rs. a garrafa, e 30, 30200 i Mosiarda ingleza em potes j preparada a
e 30500 a caada. 400 rs.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Mosiarda ingleza em p, em frascos grandes,
ja engarrafado a 640 rs. a garrafa e a i
ss. de barril.
a 10 cada um.
Sal refinado a 500
k\
rs. o pote.
Ca
Palitos de denle lixados com flor a 200 rs
o masso, dilos lixados sem flor a 160 rs
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em rnixns nteiras ou em meias, dt
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta proprii
de casa particular, a 400 rs. a libra; iute:-
rose faznbnlimei
Os senhores que compraren! de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.

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a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3o rs. a libra, e a
ft,ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,800.
rs. a arroba.
Caf de 1.a, 2.a e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, do Cear de 7,8oo, 8,600,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Mem em botijas e meia*. senda preta da
muito creditada marca T de 6.5oo a 7,8a
rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a 80001
640 o cento, e a e,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra

Arroz da India, Java e Maranhao de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o r cada
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominoo a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e Sioo Erva doce a libra,
a libra, ha caixas meias e quartos. Canella a 1,000 rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 24e rs. a fibra. Batatas a l.ooors. o gijfo com: hhras tnwj
Sag muito novo a 28o rs. a libra.___________das e 3.ooo rs. a caixa du duas tntSmi
Kearmzemdellenry fiibson, na rna' staehina lasirzaa
da Cadeia da Rer-ie numera 62, ,>ara descarocar algodo as in.-lh.ir*-* H^
vende-se lm *"'*'a es,(' mma<*>: tu* da Snt'^
r\ ti t, i. Novan. 42, em casa di- S P. 4,0*101
O meUor feltro asphal- *c
tic*,
1 proprio para cobrir lelhado?, para forrar sala so- frenos "- '- e urna na ra Jo II
bre ladrilhoe por liaixo de petes ou esleirs' ou *" : ''uem Pre,,'n(,er dirija-se a 1 Forte
I para collocar entre a madeira de navios e o forro {V ,0' a en,en,,'-T-se com Amonio
- Vndese urna barraca que carreja de 120 a ide meto! nos me#moj. Este feltro. alm de muilo
130 saceos de assucar. assiro como afumas tiestas i 'ia.raU)'e ,UVtl e uravel. precisando metade da ma-
mansas de roda, e buis d arro: a Tallar nos Afo- *'r* "sada Psa agueniar os lelhados, |ela fac.ili-
gados com o Icnente-coronel Manoel Joaquim. a applicacao. nde ser enllncaiiit or
ara lados.
Pecas de madapolao c(in PMKOS salpiros de
mofo 1 453O0, 55.JO e 65, dita de dito enfesta-
do milito fino ?&. Altfod.Winho gnufrwr com
pequeo toque do mofo por 40 e 45300 a pe^a :
"a ra do Queimado n. 17.
ppltaarao, pode ser collocado por
qualquer carplnteiro ou trabalhador curioso ; tem
igualmente a particular vantageia d ser mvulne-
rawl ao cupim e mais reptts condensacao da
numidadc e rhuva, alm de multas ouiras van-
tapens : os pretendentes dirjam-se ao supra-indi-
cado armazem.
VB\DE-SE
vemiz do gaz pelo preco da fabrica : no armazem
da bola amarclla no oitao da secretaria de polica.
Oplioia
farinha de milbo a oilo patacas a arroba : na ru
do Brum n. 32, fabrica de costura vaper
bo 11 a 1$W0
a caada, garrafa a 3t50 r., paz a 440, estearinas
a 5i0, de carnauba a 320. qociJoS frescos a 35 :
no armazem da estrella, largo do Paraizo n. 14.
Vende-sc o sobradinbo da ra das Trinch!,
ras n. 37 : a tratar no largo do Paraizo n. 6.
Vendem se as casas terreas it em ifnwt
I sendo duas na roa de S. Krancis cum o ^
- rr.inrii
Collares.
manmxmmmwmK^mw ^RrOHCWalD
Lfias eacssoziis
\i loja do baralelr* rata 4
Crespn. 1, JHa
Sa 100 rs. rotailr
Fazenda dntnwl*
I
Dotinas contra caito.
Bolinas ingleths para homem. >cnfc. a mais
bem leilas e macias m tem r'm\a, e |h>Io Sara-
tissimo projo de !A : ua ra Ra 7. | a
vapor. ^
Vcnde-se a armara') da l^a da roa larri *>
i-Roaarion. 31. com um'resto o> miod-wi 00 m
ellas a vuntade do comprador : a tratar aa awam


t
Ufarlo de Prriitmhnro ... Ter?: fcrra 11 de AbrH de lM4.

Grande liquidadlo ,
e faenilas na leja do Pavia, ra kf a Imperatrir b.
o, de Gana & SHv.
AeOa-se este estabelecimento completamente sor-
tido de fazendas inginas, francezas, allemaes e
suissas, proprias tanto para a jirafa como para o
mato, iiromettendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porcao e de todas as fazendas do-se as amostras
deixando ficar penhor ou mandam-se levar em ca- (
sa pelos caixelros da lja do Pavao.
As chitas do Pava.
Vendcm-se superiores chitas claras e escuras pe-.
lo barato prego de 210 c 280 rs. sendo tintas s rss, ditas francezas linas a 320, 340, 360* 400 e
300 rs., o covado, dilas pretas largas e estreitas,
riscados escocezcs feos a 240 rs. o covado, islo na
loja do Pavao ra da Imperalriz n. 60 de Gama &
Silva.
As cassas do Pavio a 210, 2N0, 300 e 320 rs.
Vendem-se lioissimas cassas porsianas cores fi-
xas a 320 rs. o covado, ditas franxezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzeza a 240 e 280 rs. o
covado, linissimo organdy matisado com desenhos
miudinhosa 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. CO, de (ama & Silva.
As lazinhas da exposigo do Pavo.
Vendcm-se as mais modernas lazinhas mossan-
biqoe clicgadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudnhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
titas mais baratas lo que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a alaria I'ia com palma
de soda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna s cor parda, azul, cor de lyrio e
perol* proprias para vestidos, sautembarques e
paribaldrs a 720 rs. o covado, ditas escoeczas a
800 e OOrs.. isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peran iz n. 60, de Gama & Silva.
Os cuales do Pavo.
Vendein-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 6,8,75, 8,$, ditos de |K>nta re-
I' -mi i a 76 e 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a \i&. ditos pretos lisos a
55, ditos de coros a 45500 o 56, ditos de merino
estampados a 26 c 36, ditos de I i a a 16280 e 26,
dilos oo retroz preto para luto a 66, isto na loja
Ou l'avao ra da Imperalriz n. 60, de Gama c
Silva.
fazendas arelas para a naresina vende o Pavo.
V:mde-se grosdenaple preto muito superior a
16600. dito a 16800, 26, 26500, 2680 e 36, mo-
reantiquo preto muito superior a 36 c 26800, sar-
ja preta totwanhota muito encorpada a 25, isto na
loja do Pavao ra da Imperalriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavo vende para lulo.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de lia sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, palelols, rapas etc., pelo bara-
to prego de 26, 26200, 2650. e covado, cassas
pretas lisa?, chitas pretas largas c estreitas, chales
de merino lisos c lardados a vidrilho, manguitos
conijmllinhas e outros muitos artigos que se veu-
Jem por precos razoaveis : na loja do Pavao ra
da Imperairiz n. 60, de Gama & Silva.
O rorpinhos de Pavo
Vende-se os mais modernos" rorpinhos de cam-
Imia ricamente bordados c enlejiados a 7 e86 ;
na loja do l'avao, ra da Imperalriz n. 60, de Ga-:
ma Silva. .
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente, baldados a vellido polo barato preco de
406, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1006
e 1^05 ; ditos de cambraia breos ricamente bor-
dados a crocite, sendo proprios para laile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 306; ditos de. la com lindas
barras a 18 3 166 isto na loja do Pavao ra
da Imperalriz n. 60, de Gama k Silva.
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo n. 9, espina da ra do Imperador.
Tendo-se o proprielario (Teste armazcm associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhc o titulo de principal,
por ser o mais bem localisado desta ciiladc, e como um dos socios tenha de partir para a Europa, afim gneros, desde, j se pede ao respeitavel publico toda a attengo, nao s para este armazem, mas tambem para o grande armazem .A Man-
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
quentarem estas casas de que fatuo urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possom comprar em outra parte, poique nin-
guem mellior do que nos pode offerecer tantas vanlagens como as que se observam nos armazens:
ALLIANCA! ra do Imperador
R14 DO QUEMADO X II.
Leja de fazeedas de Augusto Frederieo des Sait-s Per le.
Fazendas pretas para aqunresma.

u. &9.
PROGRESSISTA:! ma das cre. n. se.
PRINCIPAL!!!rHa do Cpesp* B *
Manteiga ingleza a mais nova e fina ebegada
ueste ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza, a mellior e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Banha de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, cem barril a 4oo rs.
Cb bySSOB, o mclbor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem dem menos superior e que em outras
Vinho do Porto em barril muito especial a Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada. Pbosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza-
4,4o0 rs. a caada. Bolaclnha americana em barrica a 3,ooo
dem em garrafes com 5 garrafas. rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara bmpar facas a 12o rs. cada um.
64o rs. a garrafa e 4,8g3 rs. : can:da. Vassouras de piassa-a com dous arcos de
Batatas em gigos detrinta a trinta e tantasii- ferro pF'derido o.cabo a -320 rs^_ cada
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- dem em garrafes com 25 garrafas a 8,ooo rs. Sardinhas de Nantes muito novas a 32o
rs.
mazem 2,2oo rs. a libra. Cerveja <
dem uviui. o mellior que pode baver neste i 5,5oo
genero a 2,6oo alb. garante-sea qualidade. j Cognac superior a 8oo e i.ooo rs. a garrafa.
marcas de 5,ooo
a garrafa.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a
l,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razo de nestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porcao deste genero, a diffe-
renca de preco de 6oo a 8oo rs. a libra
e cm caixa ter abatimento.
Marmellada imperial dos melbores c mais
afamados conserveiros de Lisboa em latas
de libra, libra emeiae 2 libras a6oo rs.
Conservas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savcl,
corvina, pescada e outros a I.ooe rs. a
lata.
Ervilhas portuguezas e francezas j prepa-.
radas a 6io e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
do que se vende em outra qualquer parte. dem franceza de todas as qualidades de 8,5oo rs. a arroba,
dem do Rio em lata de l at 6 Ib. a i,4oors. legumes e fructas a 5oo rs. Arroz do Maranbao a loo e 120 rs. a libra,
a Ib., neste genero o mellior possivel. Mostarda franceza em pote preparada a 4oors dem de Jan a loo rs. a libra.
Ricas capas de seda preta bordadas c enfeitadas para senhora.
Soulembacques e manteletes de seda pretos muio superiores.
Zuavos de seda prelos ricamente eneitados a 176.
Luvas de pellica de Jouvin para homem c senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Sorlimenlo de grosdenaple preto. pannos finos, casemiras pretas, merino, seh-"
basiaa preta tudopor commodos precos.
Camisinhas de cambraia aGaribaldi e camisinhas e manpnitos braneos e j ror.
Vende-se para acabar organdvs da India a 320 r?. o covado, lasinhas a 360 rs. o r.^atto<
cambraias de cor a 240 e 320 o covado e muitas outras fazendas por commoJos prerw.
i;hegaram as muito superiores
STEIRAS PARA SAIi
INJECCAO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO.J
GRIMAULT E C'f PHARMACEUTICOS EM PARS
Novo Iratamento preparado com as fulhu. de Mallr*.rrc H Prra.para a cura r.-..i iiifcaKjH
da (ionorrhea .em reccio algum da contrarc?o do canal no da nflammacfto do* inli -tni".- i rr'rttu
doiiior nicr4, de Pars, ter renonciado. desde ua ipparicin, ao emprnio de nualqiier mitra tKilamrnaK
Emprega-se injrcci no cometo do u\o. as capsuiat em todo os rasos enrooicu* e imelrriiw, ^M
refislirn s preparacoes do copahu, cul>clia c s injcc(;ocs com base im lu la.
tli psito coral : cm Parix, cm casa de MH. Grlnaanl* r c, iiliarmacculicos, 7, ru dt la Krnill*;
cm Lisboa, la-Agii.llnlio da Coala-Carvalb* Juntarj no {'orlo, ulsurl Jaar r Soasa Trr-
etra; em o lio-de-Janeiro, Gentaa, 102, ra S. Pedro; cm Bahia, jimH:ri<. rerrrlra-e^.
helra; em Rio-Grande, Joaqun ale (inday, em Maranhdo, Frrrrlra e 3"; em /Vraam! t,
shaua e O, ra da Crin, 22; sama, e as principaes pharmaclas do Uraiit.
Deposito geral em Pernambuco ra
da Cruz n. 22 em casa de Can* A Bart>>u

INJECTI0N"BR0U
Vende-se narua do Imperador botica franceza n. .18.
Biscoutos inglezes cm latas com differentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolacbinlia de soda cm latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a 1*000 e
2,6oo rs. cada urna.
dem cm caixinlias de 8 Ib. a 2*5 rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cala urna, frascos de vidro com rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa: garante-sc a su-
perior qualidade.
Palitos para dentes 12o rs. o mago.
dem lixados muito finos a 14o rs.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa
a 54o rs.
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
a libra e 10,000 a arroba.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
AvelSas muito novas a 2eo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Chouricas e paios a 7oo re. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba.
dem de composicao cmmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
Vende-se panno preto tnuilo superior peiotaaratoj
preeo de 26, 26300,36 e 3*300. ditos muito linos a
46, 56 e (6- corles de casemira praM enfestada a
46, 46SB03 larfura imiilo tina a 16800, 26. 26o0 e 36, cor-
tes de casimira 6. easemi-,
ras eofWla*M de urna s cor proprias jiara calca.
patVlotfi, v.illi*es, canas para Manon roupas para
meninos a 3j| 3l5Bt4> covat, isto n-,i luja do,
Pavab, rual;i.liiipei:itii/. n. 00, deOama Silva. I
\ rmi|a do Tata*.
Wndem-sc nlatou de panno preto sobracasa-
eos fazenda muito boa a il~,. iltw muito fios a i
1)6. 20?. 2.")rj v. ;H<6, calcas de caiemira preta boa
fazauda a 16S,56, 6& 2J e K6, palelols saceos '
de panno preto a "6, ditos de casennra de cor a
06 e 75. ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, dilos de brim de cores, calcas de casemira
le cor a 5. 56,*6, "5, dos de eaxemira da1
Eseossia a :i5, ditos de britn pardo a 2630:', titos
de ("i a 26 e 26500, ditos lurancos muito fieos,!
lo na loja doiavo, ra da Inipeatnz 11. CO, de, r
" Os'coi Vendem-se ricos cortinados proprios para janei- -*" ";*'. ,'l-,u,, t"Tm'
la o camas pelo barato preco de06 o (>ar, sendo o | Uu 00 UuCIIUUdO DUmCrO b.
molhoi qoe lia no mercado : na ra 4a Iniperairir. j ravaliulias para seuliora.
11. lili ,de (..una \ Mi va. Vendem-e gravalinhas de'diversos gestos mais
As nuflias do RattaV | modernos a720 c 800 rs. : na ra do Queimado,
Veiidem-se .colchas de linho alceehoadas pro loja do beija-flor n. 63.
pas para cama pelo barato preeo dei>6 cada una
na na da Imperan iz n. (iO, de iama & Silva
As calcinlias do Pavao.
Vendenve calcinbM de cambraia bordadas pa-
ra tm-iiinas jiclo barato preco de fiOO e O'iO rs.,
nalanguitos para senhora e meninas a 500. ClOe
00 rs.. rarisiubas i-.im manguitos a 16200 : na
oja do l'avao ra da li|ralriz n. 60.
Os Fioi'lado do Pava.
Vendem-se aamisinliae de cambraia muito finas
com manguitos e gulas muito bem bordadas pelo
barate preco de i6280, pelerinas ou roiaeirasbordadas a 16t">00 e26, su-,
es manguitos com colla e a bal;io a 35 e 15,
sendo milito bem bardados o os mais modernos
' ua no uiercadu, manguitos e camisinhas a 35
e tiSOO, pollinli.is liuissiuias de cambraia a SW,
ditas de lil a 210 e 32o rs., pegas de entreuieios
com 3 varas a 610 iv., liras bordadas a 15, c ou-
tros iiuiitos artigos lu'le genero que se vendem
mais barato do que etu outra qual(|iier parte : s
na luja la Pavao, ra da Imperalriz n. 60, de Ca-
ma & Silva.
As capas do Pate.
YnnikWa an ricas capas de seda pretil ricamenle
enl. ii..iUs. Beoda as mais modernas pelo barato
prego de M6, tS6, 305 e 406, sauUJinbarques de
seila preta toa ricamente eneitados a 206, 255
e '"',- ua loja do l'avao ra d Iraperatriz n. CO,
de Guioa ^ Gilva.
is cambraias de Pata.
Vendem-se pecas de cambraia muito fina com
salpii os leudo 81|2 varas cada pega a 3 0, ditas
a 36 e 36500, dilas adamascadas inuilo linas pro-
prias para cortinados a 36, ditas a 46, pegas de
cambraia brancas lisas fazenda -muito lina com 8
1|2 varas a 35800, 45.46300. 55. diu,f ^ 'I"3-
ros proprias para forro baados por pregos mui-
a zoaveis : na loja do Pavao ra da Imperalriz.
Paiinn de linho.
Vende-se panno de linho com i palmos de lar-
gura proprio para lenres, toalhas e ceroulas pelo
baraio |.ivco de 640 rs*. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25300, algodozinbo
monstro com 8 palmos de largura a 15, pegas de
Hamburgo com 20 varas a 95.106 <' H*. pecas de
madapolo lino a 75300, 86, 96 e 105, dilas de
algodozinbo a 65, 66500 e 75, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem maito baratas
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavao ma da
rmneralriz n. 60, de Gama & Silva,
Corles decassa a 3^300.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
353 de Cama & SUva,
0 Pavo vende lazinhas pretas.
Vendem-se lazinhas pretas a 200 rs. o covado :
Da loindoPavaocuada tmperatriz n. 60, de Ga-
ma 6 Silva. .
A Mana Pa.
0 Pavo vende, a 8$
Vendem-se os mais lindos cortes do vestidos a
Mara Pia com lindas barras de seria sendo che-
artos pelo ulmo vapor iraw-ez pelo Inrato prego
e 85 ES um : s na loja do Pavao roa da Im-
peralriz n. 60, de Gama* Silva.
Os bales do Pavao.
Vendem-se crinolinas eu balSes de 30 arcos tan-
to Uncos como de cores, sendo a menea nosque
sao os melhores por se nao quebrarem a 3630
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa estrcllinlia muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe Soors. a libra,
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinba muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o mellior que possivel a 24o rs. alb.
Viiilio Donleaux das melbores qualidades que Farinha de MaranhSo a mellior que prsen-
se pt*le desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de ),ooo
e lo,ooo rs. a duzia, c 9oo e i.ooo rs. a
carrafa; neste enemha arande norcaoedc
(lirfdvntes marcas muito acreditadas que
j se venderam por 14,000 e 15,000 a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, 1). Litiz, Cames, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino c MaKasia lirio ou-
tros corno Cherry t Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vinliode [lipa:Porto, Lisboa, Figtuiraa 4oo,
48o e 56o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
SajSoo rs. a caada.
dem braucii o mellior ueste genero viudo de
encommenda a lioo rs. a garrafa, e 4,5oo
s. a ranada.
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muilo finos de Bordeaux e tedas as
marcas Que ha ueste enero a 800, I.ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Geiu'hra de laranja 'm frascos grandes a
i.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caixinh;is de o libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a i,5oo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,600 a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabio massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo umpouco a 16o, 180e2oo
rs. a lihra.
CasUinhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
do l,5oo a 5,000 a caixa.
Cebollas novas a i.ooo rs. os momos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixao.
Leiitillias,excellenteh(gume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas soccas j descascadas a 2oo rs. a
fibra.
Sal reqnado em lidos poles de vidro a SoojPi menta do reino muito nova a 36ors.alihra.
rs. cada um. Cominhos eerva doce a 32o e ioo rs. a ib.
Gravo da ludia a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a l,ooo rs. a libra.
Aifazema a2oo rs. a libra e (,00o a arroba.
Graixa a ioo rs. a lata e l,ioo rs.a duzia.
Mtbos inglezes jmgarrafmliascom rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Pitas para dehrim ie vestidos.
Vendem-se Jilas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a |oga : na ra do Quei-
mado, loja do ieija-tlor n. 63.
Pcntes travesees.
Vendem-se pcntes travessos de caracol na
ngato de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel latn turada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 16300,
dilodo cor de boira dourada a 15100 : na ra do
Quenado, loja do beija-flor n. (iJ.
Antlopes.
Vcadem-sc anvalopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., (ara carlasde
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
il' ir na ra do Queitnado n. 63.
t "lias de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedia imitando a brilhantc vende-se a 15 cada
urna : narua doQuuimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
lou e 16300 : ua ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Eufeiles de lita.
Tendo recebido enfeites de lita pretas e de eo-
res mais modernas que se esto usando a 16 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de la arela para debrum.
Vende-se flta de laa preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a pega : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
k 4 recebeu as vcnladdras
Luvati de Jouvin
pretas e de outras corss.
Papel de cores.
Pollias grandes para enfeites de bandeijas : ven- i
oV.ni-se na ra do Queimado, loja fagina branca i
numero 8.
EiSFEllES
com laco c entras qualidades.
-A agpia branca acaba de receber um bello e
i completo sorliuiento de eufeiles com lagos, ditos ,
1 sem lagos, ele.; tambem receben outros niui bo-
nitos, c segifndo suas re i que ha de mais moderno e apurado" costo : assim
0tk
Fivelas com pedrasno>
vo sortimento.
ultimo
Grande peehincha
com (oque de avarla na loja e
armazem da Arara ra da Im-
peralriz u. 56 de l.oiircuco P.
ti. CinimarSes.
Vende-se com toque de avaria.
Vende-se madapolo inplez com pequeo to-
qae de avaria por 66500 76 e 86, algodaozinho a
&6500 e 56, cambraias lisas linas a 36 e 36500 :
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se (aiendas ljnipas baratissimas.
Vende-se chitas linas cores escuras a 240 e 280
rs. o covado, ditas francezas linas (Ares flias a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorguro de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara ruada Imperalriz n. 56.
Fazendas proprias para scolioras e meninas.
Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gollas
para senhora a 16 e 15280, camisinhas bordadas
para senhora a 25. dilas bordadas no colarinbo e
punbos e grvalas muito linas a 46500 e 55 s
a Arara ra da Imperalriz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 85,
dilas de linho aleochoadas a 55, ditas de fustio a
55, dilas de damasco a 45, ditas de chita a 25 :
na loja da Arara ra da Imperalriz n. 06.
Arara vende cassas a 210 rs.
Vende-se cassas francezas linas a 240 e 280 o
covado, organdvs finos a 240, 280 e 220 o covado:
na ra da Imperatriz n. 50 loja da Arara,
itoupa frita da Arara.
Vende-se palelols de brim de cor a 26500 e 36'
ditos de meia casemira a 35500, dilos melhores a
15500 e 66, ditos pretos de panno a 5$, 65 e 86,
ttitfi Ha ('^inir'i (n > .l^l.i-iitiK-.l... o ttjl o KL&
ditos prelos de alpaca a 350OO e 46, caigas pretas
de Casemira a 46500, 55, 65 8 86. dito.- de meia
casemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos linos
a 36600, ditos de brim brmiro a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 26, 26500 c 36, seroulas a
16600, ditas de linho a 25 o 25500. colleles a 26
e 26500 : ua ra da Imperatriz n. 5*0.
Raides da Arara a .15.
Vende-se balees crinolinas de 20, 30 e O arcos
a 35, '16500, 45 e 46500, ditos de madapolo a
.16300, ditos de musseliua a 46 : s na Arara ra
da Imperatriz n. 56.
Arara vende os corles de riscados franeczes a 3$.
Vende-se cortes de meados francezes com I i
covados a 36 o corte : na ra da Imperalriz n. 56.
Arara vende corles de casemira pela a &.
Vende-se corles de casemira preta para caigas a
35, 3550O, 45 e i>i : na loja da Arara n. 56. "
Arara vende os soulemliarques.
Vende-se soulemliarques pretos mallo ricos, ca-
pas c.ompridas e manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara ra da Imperatriz nu-
mero 56.
Sedinhasa iiOO rs.
Arara vende sedinhasdelistrinhas para vestidos
ar500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., laa Ma-
na Pia com 4 palmos de largo e palmas de seda a
800 rs. o covado : na ra da Imperalriz n. 56.
liara vende cambraias de caiocinbos a 2ofl0.
Vende-se cambraias de carocinlios para vestidos
a 26"100 a peca, cortes de cassa franceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na ra da Im-
peratriz n. 56.
brande soiiiuieuto de fazemlas pretas para a qua-
resina.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vecide-se grosdenaple preto para vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25400. 26600 e 35 0
CQvado, sarja hespanholade seda, panno lino prelo
a 15600, 26, 25500, 35 e -5 o covado, muito sh-
perior casemiras pretas finas a 25 e 25400 o cova-
dito de cordao a
os pretendentes munidos de dinheira serao bem rnili i til \ \ t\ \n 11 i\n;
servidos ; na ra do Queimado, loja d'aguia bran ,UH| Al n^V-AU A" \ llil L.VM L.
ca n. 8. Custodio los Al ves Guimaraes avisa ao respei-
i tavel publico e aos seus freguezes. que achandose
'laNXJS as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na do-se as ponas abenas a concorrencia do res- _
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8. peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo j do, merino fino a 26500 e
' que se ada no espagoso e alegre campo, guarne- 26560 o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
cido das lindas dores e muilos outros objeelos de Arara vende madapolo franceza 15.
bom gosto que tanto sasliseilo se aclia, aprsenla Vende-se madapolo francez enfeslado a 45 e
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que 15500 bretenha dc linll0 namimrp0 de |inho para
venham ver para crr, que s assim poderao apre- |e 6es |M m m m bra_
dL^aeSadas S .cia!f e,acnara? uin r:,indf ^--timento de fazendas, ^ de h d d ; u
sa^rer a lo los o^ lend*nlos ;t "''deza*. lano para grosso como para Lrjm b #
diuheT-'reta,11'0' W? lodo&frf sor,,dos-a TOnttd*Vm1enS? e 15400 a vara : na ra da Impera-
uiunei nuainuer freeuez de fora que nao possa vir a esta lri_vn **
17 1
r oifo do a r
Recebem-se encoairneudas de logo t>> ar
armazem da bola amarella no oiiiio da m
de polica, sendo o mesmo fogo fabricado
ca da vinva Rufino, na estrada de Jwao de
Vende-se para mais de 180 mi!'
Iha e lijlo de alvenaria batida, ladrilh
to.da malbor qualidade que pode apatanret
quizer comprar, pode tratar com o
nistrador Zacaras dos Sanios Rarnis. no
das Barreiras, olaria n 15, ou nn
(jongalves Vieira Guiwariw, na ra Nova .
I.nva de pellica.
('.llegaram para a loja d agina branca.
Queimado n. 8.
Vende-se um exeellenle siIki na e Rosannho, comprehend>mdo 600 palnMis nV iaat
e mais de 2,000 de exlengao, alaryand.. rodo pera
0 fundo, onde confina rom oalazaduv. hitu
Cacunda, qoe hoje do Sr. Tasso.
Contm o sitio abundantes ardores. enx>. sm>
man!uciras, jaipieiras, mangabriras. -api tix iup
limeiras, limes dores, ligueiras. piiluira.* um
grande e ptimo pomar de excelbntes lar ja'
ollis, abacale, grande profnsao de raavMraa, fk*
pode suppir todas essa boticas e rasas i|<- aj anr.
cajueiros, dendes, coqueiros, ral-i.-, jamb ir*r
goiabeiras, frurla-pao, aragaes e ban.m. k
No fundo do sitio existe urna malla de eUmaV
exlengao eabundante de madeira de i 1 -'y*
1 idades, e donde se pode tirar lenba para va
todo o anuo, urna rica e excellente baila par
pim existente nos fundos do silio capaz A
lar muilos cavallos de verao I inu-ni 1
mais para cima que est plantada, paula paral
15 vaccas de leile.
. Aleiii de outra- cuminodidades ni
to, accresce a de urna pella, prarule Mitama
casa, construida logo na entrada, orn >> palia, r
de lenle e 90 de fundo, contendo tres gtaiMft
las na frente e diversos quarUm 1 -: n
cns, assim como grande cstnbaria e prarnte pat-
illa fura.
Os produelos do silio o ciinstilin-i.1 urna >, ti...
propriedade. cojiis rendimentos lio iibjUi ii m>
ra a sostenlago de urna numerosa I uiolia. t> t i.
prxima retirada do proprietari- para n'ra **-
vincia o origaria a vender urna lau mil pr p<
de, que muito adequada para aL-uin -cr.h
ngenho que queira vir morar M 11
lendo algnns escravos, pode fazer Va aai sr*-''-
patrimonio : quem quizer. pois, fazer nina ? l'a
acquisigao. dirija-se a esta l\pojra|il 1.. .
1! Si. Ramos na ra do Crespo, fazeiido quina pa-
ra a do Queimado, que dir coa ajara e.i-
cniler.
AI|a<4W la Bahia
para saceos de assucar e riui >!
para vender Antonio Luiz de (Hivrira .'.
C, no seu escriptorio ra da Cruz n. I.
GAZ GAZ GAZ
por preeo reduzido.
Vende-se gaz da melhor qualid re [>-
prc.o de 10,-j por lata de I pM
mazem do Caes do Ramos ii. 1 e n:a ib
Trapicrie Novo n. 8.
que
hlat de Imo para bordar vesl.do ,|dadeg
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido acham na |0jaVaguia branca, faz-se notavel pela
ouroupinho de meninas com 40 varas a 640 e sm.noriJu de )Ua|dade o papel inglez almasso
800 rs. a pega s quem lera e a loja do beija-flor eX peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
ra do Queimado numero 63.
HiiIim's de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder
A aguia branca recebeu por esse
um novo e bello sortimento
com pedras, podendo assim
dellas precisaren., urna vez que apparega uiunei- -ua|uer freguezde fra que nao possa ..
ro : na ra do Queimado, loja d aguia branca nu- p^ e qoejram dirigir-se a este eslabeleciment
mero *- ; azendo seus pedidos por meio de cartas, e podo-
II L I I Vf I U T l* aier que seri',udo eomi,rio filmenle, pden-
la II Fili I lllljl'i/i do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
/*a uu iitvuuu ij^g compras fej^s negta praga, como dos que
almaeo e de peso. I reeebe de sna propria conta, como dos que recebe
Alem do grande sortimento de papel greve e ou- i de consignagoes
constantemente se crusbAuu ieuj vakuh.
S para o vigilante.
Grande sortimento de fivelas pretas
irais. it>:& a*
um e outro sao mui encorpades e de um assetina-
do lustroso e macio, que na verdade a', odos agra-
dam. As resmas daqueile tem 480 folhas, eas
flos que tem vindo para pnnhos de senhora a 320 de,sle 500, e cusa cada urna 85. Tambem veioda ,
rs. o par: s quem vende por este prego na niesma qualidade e de tamaito pequeo, emeai-' f
e com pe-
drinhas de muito linde gosto assim como filas pa-
ra si utos pretas e de cores para as mesmas five-
las que se vende pefo barato preco de 16500 e 26:
s no vigilante ra do Crespo n. 7.
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fila de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a pega : s quem tem por este prego a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor rna do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos qoe se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de balango de 1 bo-
tao a 56500 a duzia, ditas de 2 botes a 66400:
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
taaWta
Vendem-se domines muito finos a 16200 e
16400: na loja do beija-flor da ra do Queimado
n.63.
Vispora*.
Vendem-se visporas maito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Azai pava antjoa do proelaso.
Vendem-se na roa do Queimado loja da agni
brana n. 8.
xnhas de 100 folbas, tanto liso como beira doura-
da, cuslando este 26, e aquelle 16200 a eaixinha.
J vem pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro serao bem servi-
dos : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
COPOS COM BA-
HHia
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banba, os quaes es-
tad sendo distribuidos com aquelle pretandentes
que conlribuirera com 25500 a vista : isso na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MIJITO BOAS KEliS
para senhora*. e meninas.
A aguia branca recebeu mui boas meias france-
zas, de fino tecldo e fio redoudo, o que as tornam |
de immensa durag3o, porque muito convm, anda j
mesmo custando 7 e 86, como se esli vendendo a I
dinheiro a vista, na loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8.
ti iz n. 56.
Arara vende lazinhas para vestido a 240 rs. o
covado.
Vende-se lazinhas para vestidos de senliora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara ra da Imperalriz n. 56.
Arara vende fuslo a :(l rs.
Vende-se fuslo de cores para roupa de meninos
calcas e paletots a 500 rs. o covado, ganga france-
za escura e clara para caigas e paletots a 440 rs.
o covado: na ra da Imperatriz n. 56,toja da Arara.
Vende-se alpaca prrla a 00 1.-.
Vende-se alpaca preta para w -f,
700 e 800 rs., lina de cordao a mjw r* | aia ,
tot, printoza prrla a 8C0 a NI I. a laz.
na preta fina a 15400 o covab>, l.-.;n I,as ,
fiara senhora que rslao de luto a 7.i> 1.
na ruada imperalriz n. 56. A loja csU abena ao
as 'J horas da noite.
Ra da Si'nzalla n. 42.
Vende-se. em casa de S. P. Johnston A C
scllins e silhes ngluze, candieiros e casU-
caes bronzeados, lonas ingh-zas, 60 de vela,
chicotes para carros e montara, arroio* para
carros de um e doas cavallos, c Nk^M A
ouro patente inglez.
ESCBaVYOS TGIDOS.
Acha-se fgido o escravo de
I\97.
Vndese urna bar caga nova de 4 viagens,
bem construida, de 45 caixas, boa veleita. a di-
nheiro ou mesmo a prazo assim oflerega boas fir-
ma : a enteBder-se na raa Dlreila Bento de Barros Feij.
CAL DE LISBOA
veaidem-ae barr eom eal de
ta proeedemea, naipedra, ehega
da ho)e, e unlca ova, aiar ha >
Para so fechar contas vendem-se as poti-
cas barricas que restam da verdadeira gra-
ta n. 97: no escriporio de Eduard Fenton,
ira roa do Trapiche n. 19. _________
8 FAEDTHA JONTA1A.
Farinha da muito acredita marca
rontaia esembarcada boje, vei4e-se
iwr preco mais commoa do qae em
Hualqucr otra parte : aa roa da Cruz
n. 4 rasa de M. 0. Bieber A C. socces-
sores.
FEUlO
Vende-se feijo mulalinho muito novo a 176500
o alqueire, e a 560 rs. a cuia, dito mais irigueiro a
146 o alqueire, e a 440 rs. a cuia : na ra Direita
numero 8.
m me Fau-!ir.o, #r
idade 40 annos, pouco mais ou iihi-. r fe!a, at-
ura regular, grosso do corno, bem e-padaiido, lar-
bado, e j com alguna cabellos avaaia M I irte,
bracos e pomas grossas e bastante i abclindas, Ira-
do as pernas arqueadas, porm nao n inm, raala-
ma andar cm sambas, e as vezes tmbriaga-e tej-
anle por goslar muito de beber : p< rlanro mea-
se s autoridades polirlaes desta e das limitropbes, que o fagam ap)>rehend.r e lera-lo a
seu sentaor o major Antonio da Silva (o-mao, aa
ra Imperial, assim romo rogase aos capilar* de
campo a anprehenso do dito escravo, jn* seriW>
bem gratificados.
FEIJVO
' "* jV-a!L-a-T&Sl' rendom-se s^'05 com^O enTis de feijlo mtrla-
aaiaeaai up Mam* i cbi- tinho muito novo a 116500, dito mais trigueiro a
ra Vasto. 194: oa roa Direila n. 8,
3, ai
Fupio no da 2 de margo do cotTenle aun
do engenho Floresta do termo* de Aiai.n. pmvin-
ca das Alagoas, um escravo de nome Loia, rapa
signaes sao os seguintes: labra, rom 22 a 23 as-
nos de idade, corpulento, estatura regular, rara
gorda, sem barba, os beigos um lano pnwsos, w*m
todos os denles e bem alvos1: rojo rwravo ar*a-
me-se andar no centro desta provincia, nn aa ev
Irada de ferro : quem o apprehender p n>r rre-
fregar nesla praga a Antonio de Honra Rnlint. oa
em Maeei Manoel Joaqaim Daarte (ittimarars.
ou mesmo no referido engente a sea sentar Or.
Jos Casado de Accioly Lima, que ser n campa
sado generosamente. ___________
"PogioBodia 2 do correle nm m.l'tei I;
nome Ignacio, de idade de 1H 20 anno*. a*a!
foi escravo do Sr. Joao Cavalcanti de Albuiiirrfii.
Mello, senhor do engenho Ar-guari, ierm< de Br-
reiros*, e supp3e-se que tomasse esu dirergio
portento pede-se is aofrridades palirtee > pal-
quer lugaraapprehea^ateaViiaaaaaa, bem rmm aos
capiles de campo, levando roa da Cade a. 41
que sero recompensados; cojo inofaiue leal .
seguintes slgaaes: prelo, fulo, rtieia lo nrpo, tei-
goe grandes e tem algumas marcas pelas costaa.
MOTILADO



Blarlm d PirMMi Tere fe Ira 11 de Abril de lltl.
LITTERATRA.
QlAKTA CAITA DIRIGIDA, PELO EX*. SR. COXSELHKI-
RO rEDRO ACTUAR DA MATTA K ALBUQI,F.RQIE, AO
SR. DEl'LTADO l'ERO MIZ.
Illm. Sr. Pedro Luiz. Extincla a ordem dos je-
sutas por elemento XIV, releva indagar: 1" se a
bulla que a supprtmiu, fui uin acto consciencioso
e espontaneo do Suinuio Pontfice : 2 (pial o moti-
vo allegado para a suppresso ; 3o se esta fura exi-
gida por todos os principes, ratliolicos e nao ralbo-
leos, em cujos estado,* havia jesutas; 4" liualinen-
le se a bulla que os exlinguiu fui aceila por to-
dos.
Quanto ao primeiro ponto sabido que aextlnc-
go dos jesutas fui un sacrilicio, que as cortes de
Madrid, de Yersalhes e de aples, onde predomi-
nara o parlidodos philosophantes, exigiram do pa-
pa. De feito, una ordem. que por niais de duzen-
eos anuos nao bavia degenerado, porque sempre
eonservou a pureza de costumes e o zello pela sal-
vago das almas, o que foi reronhecido e confessa-
do por tantos pontfices, entre os quaes figu-
ra um Benedicto XIV, cujo nome inmortal na
egreja, e pelo mesmo Clemente XIV, que decretou
logo depois de sua ele.vac.ao ao pontificado indul-
gencias aos jesutas, denominndoos operarios ter-
rorosos do cumpo do Senhor, nao mereca por certo
ser extincta. l.ogo a sua extinrgo nao foi um ar-
to consciencioso. mas extorquido fraqueza de
Clemente XIV. A prova mais evidente que no
dia seguinte ao da assignatura da bulla da extinc.
cu da companhia de Jess, Clemente XIV cstava
interamente arrependido do^que. fizera^^'tor-
mentado dos reniofsqfqiJ diza e repeta: Meu
Dr^'estou rnndemmido : o interno minka mora-
-da. D'entao por diante o |x>n(ilice nunca mais lo-
grou a sade do eorpo e do espirito, porque perde-
r o juizo desde que decretara a suppresso dos
jesutas, e s o cobrou na hora da morle. Este pon-
to bisturico incontrasiavel, porque est autenti-
cado por dous successores inimediatos de Clemen-
te XIVPi VI e Pi VIIe tradicional em
Roma.
Se a extncro da companhia de Jess nao fui
um acto consciencioso e espontaneo do caneca vtsi-
vcl da egreja, claro que nao se iodiam allegar
motivos que a desabonassem. Ecom effeito a bulla,
ou breve, que supprimiu a companhia de Jess,
nao condemna nem a doulrina, nem os costumes,
uem a disciplina dos jesutas. Os uniros motivos
allegados sao as i/ueixas das cortes. Logo a mes-
ma bulla una justificado cabal dos jesu-
tas. Se as queixas eram uem fundadas, porque
nao as provaram t porque as curtes qucixosas pre-
f. mam recorrer ameaga do rompimento cun a
Santa S, se esta nao supprimisse a companhia de
Jess? Nao se deram ao traba I lio de mostrar que
assistia-lbes a razo, porque certamente nao a ti-
nliam. Devia-se pois obter pela violencia, o que
minease teria conseguido pela justica; muito em-
bora a violencia casse patente aos olhos do publi.
co, coniu ficou, porque nao se condemnou nem a
doulrina, uem os costumes, nem a disciplina dos
jesutas, o que importa a confisso tacita da falsi-
dade das arguices que Ibes faziam seus inimigos.
s jesutas eram innocentes; mas a sua inorte ha-
va sido decretada nos conselhos da impiedade os
gabinetes de Hespanha, de Franga e de aples -,
porque eram os mais valentes defensores da reli-
gio e os mais devutados a Santa S. E.-scs gabi-
netes nao o ignoravam, e por isso j os tinham ex-
pulsado de seus estados: mas a obra fra inconi-
fllol**- U',t\ 1 lnOlptliu'llt Ii.I-I rll < r, y ...,. I, i., .(.. I,,
sus :dii timpanitis vincula corum : et projiciamus
a nobis jugum psorum.
Sbese rom certeza que a bulla de Clemente
XIV, que abolu por toda a parte a ordem dos je-
sutas, nao fra exigida senao pelos gabinetes de
Hespanha, Franca e aples. Mara Thereza, m-
peratriz d'Austria, quera a conservaban dos reli-
giosos de Jess, se bem que por fim se visse obri-
gada a ceder as instancias de seu filho Jos II, a
quem prometieran! os Bourbons a propriedade dos
bens dos jesutas. O re de Polonia, os eleitores
de Daviera, de Treves, de Colonia, de Mognncia, o
eleitor palatino, os cantes suissos, Veneza e a re-
publica de Genova oppunham-se a destruico da
companhia de Jess. (arles Manoel, rei da Sarde-
nha e do Piemonte, que se nao mostrara, durante o
seu reinado, benvolo companhia, mas era dola-
do de penetraro de espinto e de amor justicia
conhecendo as intrigas urdidas contra os jesutas, e
que a perseguicao ordem de Santo Ignacio linda
um fim remoto e superior, constilue-se prolector
iidla. A unirle porm impedu-lhe de continuar
at o fim. Vctor Amadeo, seu filho e successor
no throno, amara sinceramente aos jesutas ; mas
como era casado com a irma do rei de Hespanha,
Carlos III. e tinha alliangas de familia com a corte
rJe Franca, prestou-se a ser neutral. Catharina II
da Bussia e Frederico II da Prussia, que linham
jesutas em seus estades, e nao eram principes ra-
tholicos, nao promoveram tambem a destruirlo dos
jesutas.
Provado pois est que, sendo a suppresso da
companhia de Jess exigida s pelos gabinetes de
Hespanha, de Franca c de aples, nao havia con-:
tra os jesutas o odio geral dos principes reinantes.
B isso basta para lomar evidente a injustica da'
perseguido, e da extinego dos jesutas.
A bulla da abolico iiae poda pois deixar de pro-
ducir grande iniprcssu nos nimos dos verdadei-
ros calmbeos, e nos eslaaos onde os jesutas exer-
eiam pacificamente sua salular influencia. Elogia. I
dos, nao havia muito, por Clemente XIU, ei-los
destruidos de sbito por Cirneme XIV I
Ao grande enthusiasmo do episcopado catholico
ao ver o herosmo com que Clemente XIII defen-
der os jesutas, succedeu o desgosto profundo com
que se recebe o decreto do seu successor, extinguin-
do a companhia de Jess. O arcebspo de Vienna
em termos respeitosos, porm enrgicos, represen-
ta ao papa a injusticia com que os jesutas sao tra-
tados, e os males que se seguirlo extinecao.
Cbrislovao de Beaumonl, arcebispo de Pars, re-
cusa aceitar o decreto pontificio, edar-lhe cu pri-
men to, qualifieando-o de juno pessoal e particular.
Falla em nome do clero de Franca, que diz elle re-
conhecia na bulla de Clemente XIII a respeito dos
jesutas toda a forca e autoridade que se allribue a
nm concilio geral, visto que fra lavrada, consul-
tadas pelo sanio padre lodo o clero catholico e to-
dos os principes seculares; e acaba por dizer ao
papa que se nao pode encarregar de fazer que o
seu decreto seja aceito pelo clero, porque nlo seria
ouvido, e deshonrara o seu ministerio.
Se o sentimento catholico do clero francez, e
pde-se dizer que do clero em geral, desapprovava
acto de Ceme ote XIV, Frederico da Prussia e
Catharina da Russia se oppunham a que tivesse
xecugao em seus estados.
Mas os jesutas, as mesmas victimas, supplicam
a Frederico ocumprimento do decreto. Pois bem,
disse o rei, j que vos nao queris aproveitar dos
meus beneficios, nao quero tambem violentar vos-
sas consciencias, e permiti que vos consideris
comprehendidos na suppresso da vossa ordem,
que eu qnizra conservar.
Eis aqu pois como os jesutas na Prussia se re-
signaran! a soffrer o golpe que os feria morialmen-
1 te, recusando toda a protecciio temporal. Mas con-
tinuaram, como padres seculares, a dirigir a ins-
truccSo publica, porque Frederico II, rei da Prussia,
compartilhava as convicres de Bscon de Verula-
mio e de Leibnitz acerca da excellencia das escolas
dos jesutas.
Na-Russia os jesutas pedem a Catharina que
Ibes iH'rmitia prestar prompt i obediencia supre-
ma autoridade espiritual do soberano pontfice ro-
mano, execulando S M. aabuligao da ordem ; por-
que assim au s S. M exercia sua rpal autoridade,
como el les obedeciam com prnmpldao ao soberano
pontfice. Mas a Iniperairiz nao cede ao pedido
humilde des jesutas, nem lo pouco s instancias
de legado do papa, e prohibe positivamente a exe-
cugo da bulla Dotninus ac Redemptor noster
A este respeilo a imperatriz escreve ao papa a se-
guinte carta : t O medo nao convm ao carcter
de vossa santidade, nem sua dignidade se pode
conciliar com a poltica mundana, quando esta se
oppe religiao. Se protejo esses pobres religio-
sos perseguidos, nao por capricho, mas por amor
da razao e da justiga, e na esperanga da utilidade
que meus povos colherao delles. Essa sociedade
de homens parificas e innocentes vivir no meu
imperio, porque enlendo que de todas as corpora.
ges a mais propria a instruir a mocidade e a
gente inculta, insprando-lhes sentimenlos de huma-
nidade e submissao, e os verdadeiros principios da
religiao chrisia. Nao lenho que temer intrigas,
nem tramas de padres; e no meu imperio ninguem
perseguido senao por motivos evidentes. Nunca
pude ver as proras dos crimes de que foi aecusada
essa sociedade, e ouso dizer que tambem vossa san-
Liidadejo^.jdo,t--------- _-
Assim fallava urna imperatriz schismatica, leva-
da s do amor da justica, porque reconhecia a inno-
cencia dos perseguidos. E em presenga de um
lestemunho tao valioso podereis vos, Sr. Pedro Luz,
estranhar que tambem eu, no mciu das vozerias
da impiedade, levante a mnba fraca voz em defeza
da ordem dos jesutas, para proclamar ao publico
que ella foi sempre pura e zelosa pela salvago das
almas, e nunca desmerecer de seu Ilustre e santo
fundador, e que sua suppresso fra obra da im-
piedade ? Pois os teslemunhos de um Frederico II
da Prussia, amigo dos encyclopcdistas, e que es-
crevia a d'Alembert que bem conhecia as intrigas
urdidas contra os jesutas, e de urna Catharina da
Russia, que desafiava o mesmo papa a exhibir as
provas dos crimes de que aecusavam a sociedade
de Jess, nao sero mais valiosos do que os escrip-
los desses escrevnhadores inimigos do catholicis-
mu, que nao fazem mais do que resusctar velhas
calumnias ?
Senhor, para os imparciaes os jesutas estao com-
pletamente justificados ; para os impos nunca o
serao. Escolhei pois a que classe queris per
tencer.
Rccife, 10 de abril de 1864.
Conselheiro Dr. Pedro Autran da Malta e A
por asim dizer, organisa-lo, tra naturalmente in. der recommendar aos lavradores, propagando as
dcada a necossidade de urna commissao; e com vantageng de cada um desses methodos. Em todo
esse fim tue a satisracao de rcunirjsses prest- caso, poderSo essas tres machinas servir de ncleo
mosos auxiliares, e no-Ios em acefo combina- collecc^o que neeessariamente vira a ter o Impe-
da com reciproca vantagem delles e do paiz. rial Instituto Fluminense lie Agricultura, recente-
,. mente fundado com tao felizes auspicios eimi'ai-
A sene das materias de que devena occu- [ia d, ree4bcr para a sua dotofao 11))a |,)l,)V!a,Lg*^.
par-se a commissao assim organsada, para satis
fazer a letra das inslruefes im|*riaes abrangeria
quasi todas as 30 classes do catalogo geral da ex-
posirjao internacional. Os meos, entretanto, de
que podia dspr a commissao eram, por urna co-
incidencia neste ponto digna de sentir-se, cir-
cumsc ipto quasi aos mesmos ramos de sciencia,
salvas as afnidades de conhecimentos que a llus-
tracan de seus membros pudiese utilisar alm da
esphera dos estudos da sua profissao.
Neste particular porm era a difilculdade de
nalureza invcncivel, e s o discernimento e jus-
teza na seleccao das materias, que fonnaram o
programma desse plano de estudo, pode de alguma
sorte allenuar a carencia das hablitaees espe-
caes.
E assim aconteceu ; pois na verdade foram de
preferencia examinados aquelles assumptos que
offerecam interesse mais immedalo ao Brasil,
e que sem duvida se podiam capitular no espirito
geral das instrucgoes.
Para levar a effeito esta idea, dirig em 13 de
malo urna circular a esses ofrlciaes, convidndo-
os a se reunirem em Londres; offerer a presi-
dencia da commissao ao vice-almlrante Grenfell,
diosa e eAfleate do alto patrocinio de Vosa \Ia-
gestade Imperial.
Pelo que loca ao destino qiieliveram os abiertos
enviados para Londres pela coaiiniss.n directora
da exposiyao nacional, bem que se houvesse deler-
minado noart. 12 das inslnieces de 21 de ilezem-
bro de I8SI, que ell.-s seriamdevulvido perio, uu vendidos aqu, conforme as declaracoes
fetas no officio de remessa ; por um subsequente
despacho do ministerio da agricultura, cominercio
c obras pubficas, datado de 27 de foverero, me
ro declarado, que dos objectos remettidos para a
exposicao internacional smente dexariam de vol-,
lar : ,
M. As sublancias animaes e vegetaes que podes-
sem servir as analyses e aprecai;es do jury ;
i As substanciaes alimenticias
3. As amostras de madeiras que podessem pres-
tar-se a experiencias sobre a sua resistencia o peso
especifico.
Assim foram reenviados para o Brasil todos os'
arngos que liguraram no compartimento brasile-
ro da exposigao internacional, menos alguns da !
c classe, quelomei o arbitrio de distribuir pelos
museus de South Kensiglon, de Edimburgo e de
Salford, a exemplo de outras commissoes de go-
vernos estrangeiros, que alm de salisfazerem
pedidos semelhantes, lizeram valiosas ufferlas a es-
ses e a oulros dslabcleciment.ts. Ali licaram sem
1 duvida esses espt^cmens dos nossn<-oroduria&ejin.
que para ella contnbuiu com o valioso conlingen- j mais niilid* p^ra ns u que se .uitassein para o
Brasil. Os objectos que Ihes mandei entregar cons-
lam dos respectivos documentos em queagradecem
este obsequio da commissio.
A EXPSITO INTERNACIONAL DE IMDKRS El
MU,
Kelatoriu do Sr. conselheiro Camino Horrira,
presidente da commissao brasilcira.
(Conlinua^ao.J
Nao me limilei a isso nicamente ; qualquer
que fosse a importancia dessas apreciaces publi-
cadas na Europa, e para nos mesmos o valor de
suas indicaees, reslava-me anda fazer por de-
sempenhar as determinacoes especiaes das ins-
trueces acerca da comparado dos nossos produc-
tos com os das outras.exposices. afim de colher
desse contraste a maior somma de proveito que es-
ta opportunidade nos podesse ollcrecer.
Essa incumbencia foi anda cumulativamente
acceita pelo proprio Sr. Mers, que, tendn-nos j
servido com zelo infalgavel, como nosso jurado,
quiz de novo penhorar-nos, dando mais essa prova
do interesse que conserva pelo nome do Brasil.
Nos annexos acha-se reunida a correspondencia
relativa tarefa que encarreguei a este e a outros
savants acuna mencionados, e traduzidos os seus
respectivos relatnos.
Avahar esses documentos |>ela ausencia, al-
gumas vezes, daquelle sido agradavel da lingua-
gem que nunca descobre una falta, seria desco-
ubecer o v^rdadeiro alcance de sua appbcacao.
Os privilegios na sciencia teem por braso a
verdade, e nicamente ao seu clarao benfico
que se podem realisar as melhores aspiraces.
Nesses documentos, porm, ha dictames precio-
sos, e dados interessanles a nossa industria para o
seu desenvolvimento ; sendo nesse particular es-
pecialmente recommendavel o relatorio de Mr.
Mers, pelas laboriosas confrontaces que flzera
dos nossos principaes producios em suas afnida-
des induslnaes rom os de dutros paizes.
O complexo de todos esses relatnos tem, pare-
ce-me, um valor intrnseco e um mrito real, que
nao desdiz de seus autores, aos quaes seja-me lici-
to aqui dar os meus agradecimentos.
Pelo que toca ao esludo das exposices estran.
geiras, ahi a tarefa era immensa : defini-la seria
tragar limites a um campo de observacao onde se
aehavam representadas, na verdade infinita de
suas formas e multiplicidade de suas applicacdes,
todas as artes otis e industriaes do mundo, como
que chamadas em curpo para um novo Josaphat a
ouvir o juizo dos homens sobre o progresso de sua
perfeigo.
Calculando a importancia desse .estudo, e ante-
vendo a magnitude dessa tarefa, os governos inte-
ressados mais immediatamente nos resultados da
exposicao, reuoiram as capacidades mais compe-
tentes e dellas fonnaram essas commissoes nume-
rosas e Ilustradas plo prestigio de seus membros-
que nesse operoso intuito aqui conoorreram.
Grandes corporacoes scientificas mandaram
egualmente seus delegados, e na lista brilhante
dessas capacidades notarn-se inuitos nomes Ilus-
tres que a sciencia, a industria e as artes se apra-
zem de reconhecer como seus denominadores na-
turaes.
Foi em geral dessa qualidade a milicia de que
se auxiliarais os governos para mandaren obser-
var, como as anteriores exposices, essa lula gi-
gantesca das forras productivas de todos os paizes
e recolher os Ihesouros de suas observagdes. Es-
sas expeiligoes foram mu dispendiosas aos gover-
nos, mas a importancia do objecto prevaleceu a
todas as considerages, e os resultados dos traba-
Inos, para que essas commissoes e delegados reu-
nirn preciosos elementos, coonlinuaro a reco-
1 nlieccr a serie dos aunaes da industria.
A falta de recursos organsados em sentido pa.
ralello a esses que me retiro, era Unto para sen-
tir no caso do Brasil, quanto para desejar que se
cumprissera nesla parte as instrucgoes do governo
mperial.
Ocporreu-me entretanto a idea de por em con-
tribuigao, para o estudo das exposiges estrangei-
ras na parte mais u menos relativa ao escopo
daquellas instrurgdes, o talento e as luzes pro-
flssionaes de urna pleiade de jovens offlciaes do
nosso exercito e armada, q&e se aehavam na Eu-
i ropa em estudos de applicago, por cunta do go-
verno imperial.
! Para dar um centro a esse plano de estudo, e>
te da sua^periencia.e nuloride. Da minh
parle Ihes facililei todos os meios de tornar mais
proveitosas que possivel fosse as necessarias inves-
t gages.
O appello qne fiz dedicagao e ao patriotismo
foi bellamente correspondido, pelo modo louvavej
com que porta procuraram todos elles desem-
penliar a incumbencia que Ihes commetti; o que
tenho a satisfagao de levar mui respetosamente
ao alio conhecimento de Vossa Magesiade im-
perial.
A serie dos relatorios parciaes da commissao
especial, vae acompanhada pelo officio do presiden-
te, ao qual respond nos termos devidos.
II
Do merecimento technico desses trabalhos nao
me abalanco a ajuizar : Vossa Mageslade Impe-
rial compete julga-los com as luzes que Ihe sobram
e na altura onde nao chegam os vos da eiuulagao
Nao entretanto duvidoso, que esses trabalhos sym-
bolisam a boa vontade e o esforgo, toi|ues caracte-
rsticos dessas aspirages briosas da mocidade, que
mais tarde conduzcm a commettimentos os mais
gloriosos.
Eis aqui, senhor, o que me foi possivel obter
quanto ao estudo das exposiges estrangeiras, me-
dante contribuiges que se podem chamar nossas,
porque nossos sao aquelles que a isso se prestam
por mero interesse do paiz; e sem o cortejo dis-
pendioso do grande pessoal, embora calvez mais
proficuo, a que por esta occasiao recorreram outros
governos.
O presente relatorio vae aeompanhado de um
atlas, contendo os desenhos lilhographados de di-
versas machinas, que foram objectos de esludo e
observagao de alguns membros da commissao es-
pecial, e que por elles se acham descriptas ou re-
feridas nos seus respectivos relatnos. Foi nesta
parte das instrueges o que se pode execular como
parecen mais proveiloso, sem recorrer a mui cus-
tosas acquisigoes de modelos, muitos dos quaes
nossa industria.
De mais, em materia de machinas, alm de que
o prego dos modelos em geral mui elevado, nao
corresponden! ellos utilidade que promettem no
ponto de vista pralico da machina em grandeza
propria.
Assim a acquisicao dos modelos, que alias nao
abundaram na exposigao, pois, como disse, ali se
apresentou a mecbanica, geralmenle fallando, com
as grandes proporgos do seu vulto natural nao po-
dia ser feita por essa occasiao para os fins e com
as vantagens desejaveis.
Entretanto, na i inmensa variedade das machi-
nas que me figuraram no annexo occidental do edi
ficio, havia alguns descarocadores de algodo re-
putados os mais perfeitos e dos mais vantajosos re-
sultados.
Hefiro me machina ingleza, de Macarthyr. de
aeco dupla, e auto-nutrida, exposta por Platt & Ir-
maos, de Oldham perlu de Manchester; e a outra
de Emery, Americana, com apparelho junto para
abrir e liinpar o algodo.
Dus principios diversos servem de base ao sys
tema dessas duas machinas; o de cylindros, in-
gleza ; e o de serras, americana. Ioformages
muito circumstanciadas a respeito dellas se acham
nos relatorios annexos, bem como a respeito de ou-
tra tambem apresentada na exposigao por Dobson
e Barlow, no mesmo systema de Macarthy. Essas
machinas repn'senlam o que se considera ser at
hoje o ultimo melhoramento nessa materia; e a
differenca dos dous principios quasi oppostos, at-
trahu j por tal forma a attengao dos interessados
as manufacturas de algodo, que a associago de
Manchester conhecda pelo nome de 'Cotton Sup-
plg Associaliont est tratando de comprar era gran-
de escala, os resultados respectivos dos dous sys-
lemas.
Na questo industrial do algodo, que actual-
mente agita diversos paizes, sem duvida o Brasil
um dos mais interessados; e nao se pode desco-
nhecer o que elle d -ve esperar desta grande causa
se um esforgo discreto e perseverante corresjionder
a importancia da solugo. Para semelhante desi-
dertum nao Ihe basta, porm, augmentar a pro-
dueco desse genero, cumpre-lhe anda produzi-lo I se a "nid ade d0 genero humano,
to bom ou melhorque tantos compebdores, a quera ni^K^^Sof ffl^&tJSA
o estrondo das armas fratecidas ao norte do nosso nages da trra, mas undade que seja o resultado
continente, veio agora despertar do somno de Epi- e producto dessas mesmas variedades nacionaes e
menides em varios pontos do globo. No relatorio flaalidades antagonistas.
-.. .... -. .,..- As distancias que separavam as differenles
importante de Mr. Mers e a questao do algodo I nac6es e parlPS do g,,)0> vao rpidamente rlesap-
amplamenle tratada com relago ao Brasil; os da- parecendo ante os portentos da invengao mod-rna
dos que com tanto esmero ali se acham reunidos,! e podemos hoje atravessa-las com iucrivcl fac-
so, se anda disso precisassemos, valiosos eleraen-, dadt I conhecem-se as lnguas de todas as nages,
tos deanimagao para nos emuenharmos na lula e 1 as aCfIu's,5e,s de cada uma ',oe,"-se ao alca0(,e
. "2 v us emPen>armos na ma, e j de todo 0 niunao rommunica-se com a rapidez o
de bom agouro para a victoria. | pasamento, at pelo poder do raio. Por nutro
Avisado por autoridade competente, apressewne \ 'ado> grande principio da diviso do trabalho,
a fazer acquisigo daquellas tres machinas aua i 1Ut p,M,e C"3"181""^ a for?a mo ura ,da civilisa^Ao.
fnram tmimiitU nn m4i .-- ^muA.' ^ >* vae-se eslendendo a todos os ramos da sciencia, da
foram expedidas no mimst no de agricultura, duatrta e arte.
coramercio e obras publicas. Urna egual de Platt | t Em quanto as maiorias energas mentaes se
& limaos foi mandada para a Franca, destinada a esfurgavam outr'orapor adquirir um saber univer-
enriquecer aja tao celebre colleccao do .Conser- sal e esse era li.,",ad'J a poucas pessoas hoje dri-
^.^ j- .-. m __ j Pe|n-se a especialidades, e anda nessas s suas
valono das artes e ofOcios e o isso assai dizer do; mais particulares individuages ; mas o saber ad-
seu merecimento. A de Dobson & Barlow, bem qoir-ido passa tugo ao dominio da rommunidade
que do mesmo systema de cvlindros, como disse. universal inteira. Em quanto n'oulros lempos uma
recommenda-se todava pela sua simplicidade, con- tnTu^. ^T"0 ,e,^e,^ a jeS"-*"
... i em nos>os das faz com que es dica sempre desejavel para servigos desta ordem thicSol apenas apparece, seja logo memorada o
no interior do paiz; e estas, corno a de Emery, po- excedida por esforcus competidores.
dero ser experimentadas com algodo de felpas I productos de todas as parles do globo sao
dillerentes, e usadas segundo a nalureza da libra {!?* ^ K&i' 'en'osR,|ue escol.her
' melhor e mais baralo para nossos flns, e as forras!
que melbor se adopte a ser preparada por uma ou de produeco commettem->e ao estimulo da com-1
por outrade serra, ou de cylindro. Este resul- pctigao e do capital. Assim vae o humera chegan-
tado ser fcil de obter-se sob as indicaeesscla- P* mais completo cumprimento daquel-
, -, ^\^ la grande e sagrada nussao que no mundo Ihe
rendas da nossa Sociedade AuMtdwa da Indus- compele preencher. Creada a imagem de Deus a
tria Nacional, que tontos servicos tem j prestado sua razao, lera de usa-la em descohrir as leis |>or-
ao pa, e que mediante as mformagea coihidas as K, H t ... mando estas leis por guia de sua propria conducta
localidades, reeoihecendo o ment respectivo des- donjar piir8 M uso a M,ureia> tornando-se ello
ses novos engenlios de preparar o algodo, os po lambeta um instrumento divino,
Entre outros estabelecinuntos de grande impor-
porlancia nesle paiz, o luslitulo Real dos engenhei-
ros militares, em Chatam, dirigime um egual pe-
dido, desi-jando, al por compra, haver para o seu I
museti varios artigos que > aehavam na nossa ex- i
po.-ieao ; ;io que me nao foi possivel acceder uda '
insufilciencia em geral da quanlidade de cada um
dos objeclos exhibidos.
Pelo mesmo motivo nao pode ser tao completa-
mente como era para desejar a collecgao de .-emen-
tes de cereaes de differentes paizes apresentados na
exposigao.
Os respectivos commissarios e agentes nao as
vendiara e s propunham troca-las por outras das
que havamos exposto, o que era irrealisavel as
nossas circurastancias. Todava algumas pude ob-
ter, e as remetti ao ministerio da agricultura, com-
mercio e obras publicas, acompanhadas do officio
em que dei conta da liquidacao do nosso comparti-
mento.
Tal Senhor, a resenta abreviada da execucao
que dei s instrueges do governo de Vossa Ma-
geslade Imperial. Noteru por ventura us resul-
tados correspondido aos meios; nem uns nem ou
tros porm, chegaram por certo ao nivel dos meus
desejos, se possivel nao fosse em ludo o termo na-
tural de boa vontade.
. I
HELAQAO SUMMARIA.
Quando o facho da civilisago moderna, Ilumi-
nando o espirito das nages Ihes mostra do dia em
da a dependencia provincial em que se achara os
seus interesses recprocos, e lende a amortecer as
rivalidades tradiccionaes que as separara ; ipiando
as sciencias e arles, deixando essas phases fortui-
tas de gloria por occasiao de uma descoberta so-
lada, marchara no sceulo actual em eorpo e orga-
nisadas; quando em summ'a, o trabalho de hornera
tem, por assim dizer, adiado a sua grarainatica ;
os paizes que retivessem nos limites de suas fron-
leiras as aspirages do seu adianlamento, ver-se-
hiam condemnados a uma infancia indefinida, ou
cruel mente punidos da louca vaidade da sua sufli-
cier.cia.
Obedecendo s leis supremas da expansao e do
progresso, nao era possivel, pois, que as exposi-
ges, admiravel invento fertilisador do trabalho, se
liiuitasseni a representar as scenas da emulago
industrial no recinto de familia deste ou daquelle
paT i* nin p r rnrrwwni pascar, pni ihp.ltros mili-
to mais vastos e nimio mais solemnes, petas pro-
vas do concurso, em presenga dos esforgos feilos
por outras nages.
J desde 1844, ao terminar a serie brilhante das
exposiges francezas nesse rtecennio, tinha-se tor-
nado geral a emulago na Europa ; e a Blgica, a
Prussia, a Austria, e a Hespanha lizeram por seu
turno exposices nacionaes.
Assim o mysterio sobre o carcter particular das
principaes industrias europeas ia desapparecendo
c sentiam-se geralmenle os beneficios da rev-
lacio.
A cada periodo desses rerenseamentos da indus-
tria mais crescia no meio das nages a forca ex-
pansiva do genio do secuto, al que em 1848 vem
de novo germinar o pensamento de uma exposi-
gao nacional em Londres, arolhido no seio da so-
ciedade das Artes, Manufacturas eCommercio, que
por varios annos tinha j organisado diversas ex-
posiges da industria do paiz.
Os auspicios dessa poca eram bem pouco feli-
zes : as casiastiophes polticas e sociaes, que pro-
fundamente alala va ni ento o continente da Euro-
pa, nao acorogoavam planos de urna crapreza to
pacifica, e te-la-ham addiado para melhores lem-
pos, a nao ser a perseverancia do seu mclhor Me-
cenas.
A frente desse pensamento, o principe consorte
presidente da sociedade das Artes, sonhe de promp-
to leva-lo altura da sua esclarecida inlelligen-
cia ; c transfurmando-o, e dando-lhe pro|>orges
mais ampias, tralou de promove-lo eftlcazinenie
com aquella dedicagao que Ihe inerereram sempre
os pensamenlos generosos, e as ideas proficuas ao
paiz, que por vinle e ura annos teve a fortuna de
possui-lo para abrlhaniar o reinado da virtuosa
ranha.
Quando pela primeira vez teve de enunciar-se
em publico sobre a nalureza e alcance da empre-
za que projeclava, di-se S. A. B. o seguinte :
t Mui lisongeiro deve ser-me por ceno, o ver
que una suggesto enunciada por mira como no
meu entender, de importancia nesta poca, haja
encontrado to universal concurrencia e approva-
co ; isso me ha pruvado que o eonceito formado
por mira do carcter peculiar e requisitos deste
secnlo, ia de accordo com os sentimenlos e opi-
nies da nagao.
t Enlendo, senhores, que toda pessoa educada
lem obrgaco de observar, e de esludar cora cui-
dado, o lempo em que vive, e quanto Ihe ti pie ao
alcance, contribuir com o seu bolo de esforgo in-
dividual para o cumprimento do que se er ser or-
dem da Providencia. Ninguem tudavja, que tenha
dado alguma altengo s feiges particulares da era
actual, duvid.ira por um momento de que. estamos
vivendo n"um periodo de transigi,a mais pasmo-
sa, tendente com rapidez a preencher. aquelle gran-
de fim, ind irado pela historia inteirao rcalizar-
A sciencia descobre essas leis da forca, movi-
mento e transformarn: a industria as applira
materia bruta, que a Ierra nos produz em abun-
dancia, mas quca o saber torna valiosa. A arte
ensina-nos as leis mmntaveis da belleza e da sy-
metria, e de accordo com ellas d formas s nos-
sas pro lueces. Senhoresa exposigao de 1851 de-
ve dar-nos ura criterio e uma pintura viva do de-
senvolvimento a qae o genero humano tem chega-
do nesta grande tarefa, e lira novo ponto de parti-
da que todas as nages poderao lomar na ulterior
di receo de seus esforgos. E-pcrO e runfio que a
primeira mpresso produzida no espectador por
esta vasta colleccao. sera a de reconhecimenlo
profundo ao Todo Poderoso pelo bens que j nos
lia concedido ueste mundo; sendo a segunda, a
conviccao de que elles s podem realizarse em
proporgo do soccorro que eslivermos dispostos a
prestar uns aos oulros e, conseguinleiuenle, s
pela paz, benevolencia, e prompto auxilio, nao s
enlre individuos, mas entre as naces da trra.
Era, na mais elovada concepgo* a phlosophia
humanitaria das exposiges universacs apresentada
pelo seu proprio instituidor.
Nascida rom taes destinos, veio a celebre expo-
sigao de 1831 saudar c assoriar as produeges da
industria de tudas as nages. O espirito de libera-
lidadccnryrlopedica e cosmopolita da poca era o
que essa exposigao devia representar, realisando
pela primeira vez o
Dissociata locis concordi pnce ligavit,
inscripgo feliz n'uina das arfen* de inedalhas
conferidas aos vencedores desse memoravel tor-
neio. f
Assim, o encantado Palacio de crystal, de-
senlio engenhoso do jardineiro Pailn, foi o
poni de partida para os marcos miniarlos que li-
nham de assignalar em periodos segrales os espa
eos vencidos no campo do progresso pelo trabalho
do homem.
..m quanto ls.'l v effecluar em Dublin outra
exposigao com o carcter de universal, o mesmo
espirito associadorda industria que ali procura ma-
nifestarse, transpe o atlntico para simultanea-
mente surgir na America -, e ostentando sobre a
bella c Mauha tan o seo poderoso iofluxo, pro-
duzo no mesmo a exposicao industrial de No-
va York.
Mal se hava concluido, por parte dos paizes eu-
ropeus ali representados, a larefa da observagao
que naturalmente despertava a primeira reunio
universal da industria no Novo Mundo, convocada
por um povo tao enrgica e industrioso, e j em
1834, no coragao da Allemanha, na cidade das ar-
les, se abre a exposigao de Munich, que, se nao foi
internacional, pode chamar-se tGermanica. Erara
os comicios industriaes da Vaterland reunidos
na Batiera.
Ainda em 1853, excmplo da primeira realisa-
da em Londres, fra logo decretada na Franca ou-
tra exposicao universal para 1S55. A presenga de
uma guerra, em que se aehavam a esse lempo em-
penhadas as maiores potencias, era um incidente
grave que fazia recear pelo bom xito de nm con-
gresso pacifico das arles ; mas o espirito do seculo
lem sobre os feitosda |>oltca sempre a ultima vic-
toria ; e a capital classica da intelligencia e do gos-
to vio abrir-se o Palacio da Industria, que dei-
xou ao mesmo lempo uma pagina brilhante e ins-
tructiva na historia. No seu bergo Ilustre, porm,
recebeu esla instiluigao a innovago fecunda da
exposigao das Bellas Artes, que assim pela pri
meira vez se acharam solemnemente em congresso
universal :
A influencia qu*, desde 1831, devia ter exercido
sobre o mercado de cada povo a primeira reunio
geral do mundo productor, modificando o goslo e
forma dos productos, a solidez e economa do tra-
balho, o eraprego das materias primas, e meios d
produegao, era nm corollaro quasi natural, ampia-
mente verificado em 1855; mas a superioridad'
relativa dos productos seria ura phenomeno incom-
pleto, se na se procurasse ministrar ao mesmo
lempo o conhecimento dos precos, um dos elemen-
tos mais importantes da aprenaeSo, e a consecuen-
cia pratica que mais inleressa universidade dos
homens. E' a ordem natural das cousas neste se-
culo da permuta.
A exposigao universal da Franca teve ainda a
iniciativa desta doutrna complementar dos parios
gigantescos da industria moderna. Assim a de-
clarago dos pregos dos productos, inlerdcla for-
malmente na exposicao de 1851, foi na de 1855 fa-
cultativa, n as com instancia recommendada a to-
dos o expositores, e bem qae nao obngatoria na
de 1802 foi entre tanto geramente satisfeita.
Para o moviinenlo que agita o mundo Industrial
a Iheoria da flnalidade seria um solecismo philoso-
phico. Nao poda pois o tempe decorrido desde o
eomego do millenio do Hijile Parle era 1851, ler-se
desperdigado em detrimento do progresso. As no-
vas conquistas do vapor em suas variadas applica-
ces. desde as mais complicadas combinages do
genio at o mais elementar dos productores da ri-
queza o arado ; a electrcidadie triumphando no
seu campo misterioso, j to grande, e cujos limi-
tes mal se podem prever ; a raprensa e todas as
arles aflins em aciividade e apereigoamento sem-
pre crescente, e ao alcance de todos; a multipli-
cagao da industria fabril lutand de dia em dia por
achar a etpiago entre a perfeigoe o prego mni-
mo ; os meios de communicacao e de transporte
porfiosamente desenvolvidos eiii quasi todos os pai-
zes amigos e modernos ; o eommercio penetrando
em todos os pontos do globo per entre as ruinas
das velhas preoecupaces dos povos, e sobre os des-
micos dos obstculos' artificia** dos governos ; lo-
dos os agentes do poder productivo lo humem ia*
senvnlvi-ndu-se continuamente na cadeia immensa
dos ledos da civilisago; essas tendencias, em sum-
ma, j parcialmente realisadas, para abater as bar-
reiras de hoslilidade contra os productos estrangei-
ros, e a franqueza quasi geral prol da dissiraina-
go dos conhecimentos humanos; lodos estes helos
importantes deviam forgosamente ter influido, nesse
intermito de repouso apparente, sobre o systema
geral das industrias, originando novas, e 'melho-
rando todas. Essa influencia mais se devia sentir
no paiz que para a industria o cenlro arterial do
mundo.
As tradiges que deixara a exposigao de 1851,
reanimadas pelos successos do de 1855, avivenla-
vam naturalmente a apreciago dessa ordem de
factos; ixas nina feigo caracterstica de todas as
instiluices e grandes emprezas neste paiz, o se-
ren consequencias das ideas nacionaes. A habli-
dade era advinha-las, o engenho era exprimir leis,
a actividade em promovc-las, e a coragem da res-
ponsabilidade, sao o segredo do triumpho. Desde
1858 a mesina Sociedade das Arles, herdeira
dessas tradiges, tratava de preparar uma nova
exposigao universal pan 1801, e desta vez como
da primeira, sob o impulso inmediato do seu real
presidente, tinha a necessidade de popularisar a
idea e dar-lhe o tunho nacional, afim de obter os
meios de sua realisago. O espirito publico dou
l>or um momento moslras de algum receio, nao tan-
to pelo custo da empreza, como por Ihe parecer
mu curto o intersticio entre a exposigao da Franca
e a de novo projeclada.
O principe, purera, tinha melbor apreciado o in-
menso progresso dos ltimos dez annos, senta loda
a importancia do successo da exposigao das bellas
artes em Manchester em 1857, e desejava apressar
a associaco na Inglaterra da industria e das bellas
arles de todas as naces.
Sob lo seguros dictames, a iSoriedadedas artes,
ao passo que inoculava hbilmente a idea nos
circuios commerciaes, propunha olcialmcnte aos
commissarios de 1851, o encargo da nova exposi-
cao ministrando-Ibes todas as informages, e pro-
metiendo procurar os fundos necessarios.
A guerra da Italia, no principio de 1859, veio
inesperadamente ennuvear os horisonles da empre-
za, e interromper os passos incipientes da sua or-
ganisago. Apenas porm, restabelecida a paz,
e a cunfianga pubbca retomava a Sociedades
das artes o lio das suas negoeiages com os com-
missarios de 1851; e j em junho de 1860 Ihes
apresentava uma subscripcao voluntaria, para um
fundo de garanta, por mais de 300,000 libras.
A' frente dos garantes figura va na li-ta o princi-
pe com a quantia de libras 100.000.
A energa da sociedade e dos commissarios era
elaborar, com perseveranga digna das grandes
actos platicados, as bases em que devia assentar a
confianga delles e do publico, tinha levado o projec-
lo sua inadureza.
A idea eslava saccionada pelos votos nacionaes;
e em 14 de fevereiro de 1861 da va S. M. a ranha
carta de incorporago da empreza, Horneando ao
mesmo lempo rommissaros da exposicao nacional
de 1862 os cinco propostos pela Sociedade das
bellas arles.
Entre os commissarios reaes nao flgurou desta
vez, como da primeira. o principe consorte; mas os
membros da nova commissao real eram os mais
competentes executores do grande pensamento, e
os legtimos depositarios dos interesses que os seus
mimes signifleavam.
O conde Franvlle representava o estado, e a
experiencia de 1851; o duque de Buckingham e
Chandos, a alta aristocracia, e a experiencia da or-
Sanisagao de grandes emprezas, adquirida n'urna
as maiores corapanhias de caminhos de ferro
Loudon and Nort Western Kailway; Mr. Thomaz
Baring, membro do parlamento, os altos intereses
Prt-

mu-
commerciae, e a graede .
sir Charles Wentwor Dilk o
missario da exposicao de MU
com os planos de avHhoraamNu
sorte; Mr. Thomaz Fairbaira, m
. fabricas, e a experiencia da
em Manchester.
Nao cabe aqui dar os delalkes nphm
; ro desla operaco gigantesca ; haau
fonte dos meios pecuniario.
Sob a garanta dos sobscriaearee,
banco da Inglaterra as sommas
a execucao da empreza.
\--ui', na plirase expre-uiva do artas!
ler do Ihesouro. Mr. Gladslon". esla,
meira exposicao. sabio do rorarao de
da bolsa do povo.
K' todava curioso o contrato lekbrad
commissarios reaes c os empecanos da
gao de edificio.
Segundo e*sa nova especie de sociedade *m
tiiipaiti. assumram os empresarios leda a
sablidade p"la execucao das obra*,
sommas que houres-eni de rrrefcer peto sea
dependentes da rereila da expooicao.
Os commissarios reservaram-sc a opr+> dr
prar o edificio, ou meramente toca-la.
licava absolutamente garantida a
00,000.
Se as reeeilas excedessem a lillas Wt.MH
celieriam os erapr. zarios luda a quaitlu d*ah
veniente, ate somma de libra- HN).IWI>-. e n
isse meio se Ihes Dagassem pr mlnru
300,000, a rea central da pieria das aiatara*
ria pertencendo Sociedade da* arte.
Finalmente, obrigaram-se os rniprnarias a
der lodo e edificio aos romroissirnH rear por
a quantia de libra 30.1100 que as*im
libras 130,000, rusto total das coaslracgie.
A nalureza peculiar iV-Me rootrato era
a |ir a coberto o interesses do* "
dos; o risco que tomavant os
valor de 100.000 libras, sel.re o xito
foi mais um elemento de cooliaoca
lisarao.
Designada a localidaoV nos terreH adyaoali j
ao musen de Sowr* kctikytm,, e ao jarda da m-
ciedade de horticultura. s*t> im plan* da i
ro real, o eaaWkj Powlqe. rm priarlata i
de 1X1,1. eomcnm a coMrocro do e*fa>*
posigo (Exhibition b'iildSmn. 'dewnaimja i__
la, e como por o miraste cwn a do palacw de rrv-
tal. em 1851.
Em pooco mais de onze nvics eMava .
a conslrucco. segundo ai letra do contrato;
tado um edificio de eadarter |ii laiaaiai
uma de perlo de dezessee aeres de Ierra,
rea addirimial em doot anaexo de
acres de extensao, e assim lranfurmi_
lijlo, madeira e vidro, o uuro repreiilada par
libras 430,000 f ^
A Inglaterra, acaba de dizer o irifi itar frtai.
mais propria qae ouir qualquer pan para e>la
surte de soliic.es, \mi ao servico das
eoes a actividade das su is olncinas.
J era 1851 o palacio le cryslai k
construido em menos de nove metes.
A deschpgao desse ed Ocio rolossal, na |
de vista de architrriura corre por caaat a nai
niissao es|iecial,i e dou i dos seas anaaVa se ar-
cuparaui densa tarefa em um dos rrtjawha
UM
propriai
e belleza de
deste docoairan;
:om os rigores e
innmeras satn acrs
epanaphoras *
rca-
Keproduzir meras k._,
sobre o aspecto artisliei
desconiecer a nalun
impresses descrptas
da critica, arham-se.
do lempo, que tur mam
teciinento.
Os que sonhavam
truego quasi ferica
rain no Sculh Krsingti
de carcter masscn t
reminiscencias, e iar
o destino de exposigi
porrin, para estes g
resol vi da al hoje.
sigues universaes de
de sua- precises;
dos productos, sem I
grandes dilliculdad.
bavera em breve, d
edilicio assaz v.isd
sem poder chamar-
nal e pitloresca, ab
so cortejo industrial
formas rlrgaii.i da
palacio de m>tal
am rompo-iio gij
duradonm. estraaan
endo-lhes incnagital
A questo de arel
mies acampamento* _
s coostrucedes para a*
mdea da coadiraa
a mallqHiraro _
ites assignave-, (ai
materiaes ao fatara.
uma aulorisaV
. w
raai
ira raal-los. > O >
monumento, nem uto-a <
ou so seus tertw m
poca.
iV esforcus mararilhosos para a naaiian
edificio marchavaraj a passo egual roa) n ifanh
de admiravel e ex; rtido melligeale da caaaBM-
sarius reaes para a irganitaco do ostenta 4 cv
pusigao, e com tod as providencias alba da aa
tillar a promessa i o da da abertura. Da maav
nesta operaco diaVH < *r*-
le decis'ies que apaarereat aa
pho por elles oblida
teraunho a serie
COmO appeudici' a
IMil, que abrauge
respectivas publica oes, onde agora de *> pro-
eminente o catalogi geral da eaposieao, cato
dro snentriieo e ar anjo syjleamir. corre
rain pralieamenic s muliipta* exigencias, r
dos interesses de u na exposicao
Para ao avoluii ar documento*. liaiaV aw a
a eipawco non
regulameolo de Iran
_ fem seu suaimario toa *-
ma pralico desla e: posr
At quasi o da i i abrlara dir-se-kto ^t a *-
lemnidade teria d: ser ineviiavetiaeato arnn*'a.
tal era o atraso em que pareca lado a iaa-rvir >
ediucio; mas cuino p<>r encanto a ordvni satoa
desse rabos, c as apprehrrbes turnara
apreciavel a puntualidade.
No 1* de raao foi, pois, aberta
todo o ceremonial do programma
Um motivo lamentavel, dominaad reaeia e
o sentimento publico, privara a sua aaaai njii s
ranha de ir enlo em pessoa abrir innato da pac
e presidir ceremonia lesliva. ttoa romnax an
porm, representava a soberana, i
gados inmediatos, .para fazer a* honra cvicas
Gra-Bretanha aos convidados da BMaado.
Eram membros desla commissao, sua alten mal
o duque de Cambridge, o arrehcqi de fiatoai_
primaz do reino; o lord rtianreMer ; lord Palmer^
ion ; o lord ramararn-mr ; o ronde Brrhy ; e a
presidente da cmara dos cwmnuax; \mnto com
pleto das tres ordens do estudo, e da oi'ianie* i,
paiz, enngrassadas enlre si somtira da realea
Bem que fielmente exentada a k-nra do m-
grarama, mais fcil examinar qae desrrever e*-
M feslividade esplendida, mas onde honre don fas-
tas : uma para sempre irreparavel, a do dajalr
Fautor, cujo busto ao lado de nm rama canto,
mais servia de indicar que elle a.*i*tia em riparia
ao seu triumpho que de avivar a lemnranca na at*
pessoa ; outra hita era a da ranha. qae. ao aa*
de acclamagoes de^rudas pela *oa graraxa rre
senga. poderta dirigir ao seu poco e aos renrr>en-
tanles de todas a uaooes ali reunidas a bem anr-
pnada saudagao li*j w -a.
Chegado o cortejo ao zimnorto nnlailil danV
ficio. dirigiu o conde Granville ao daaar d Cam-
bridge a seguinle allocug aipii Irximlmrcj. re-
pruduzida :
Com permissao de vossa alteza real e awhaia
commissarios de sua mageslade.
Nos os commissarios da exposicao de mt m>
mildemente pedimos 'venia para diriKir-ato> a -na
mageslade, por meio de vos seos .Ilustre* repre-
sentantes nesta occasiao, com os protesto* da rato
dedicagao ao throno de sua magestaaV a a mi
pessoa. **
Primeiro que ludo nos trto
testar a sua magoiade a espreseo de m
funda sympathia na dotorosa anWran nm t
aorouve ao Todo Poderoso vi>iur
e a lodo o povo deste reino nata
seu real consorte. Nao poden* e
este o anuiversario da abertura da
de exposigao nternacjon.d, ha i
da por sua mageslade, quando am
mo presidente dos rtomroiarios _
gao, se dirigiu sua magostad em
jamis esquecerao. Depon da ler i
ceduieiilos da cummissao nm <
seus deveres, leriniooa com a
para que uma preza destinada) a
.... ........... Am k_____ .
os ramos da industrial humana, fartalacaT as *
ade enlre todas a aaede na
culos de pat e de amizade .-
trra, podesse, com a broca da ,
na, conduxir ao bem do poco de
ser por longo lempo recordada
brillantes acoulociinenios do
liz de sua magestade.
tar-
afe-
I "'""'WnT/'aa***/
psbNambuco.- rit. m f. t. *
w


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