Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10337


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Full Text
AMO 11. HOMERO SI
Por tres nezes abantados 5SO00
Par (rea mezes vencidas 6S000
Parle aa carreia par tres oiezcs. 075(1
;m w~ *
< -.
SABBAU 9 m ABK1L DE 1X64.
Par anua adanlada.....9J00O
Porte aa correia por om aono 3J00U
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO iNOKTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrno de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos d
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquina Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL.
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos Martius Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Taraandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de temando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, da.
EPHEMER1DKS DO MEZ DR ABRIL.
6 La nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
13 Quarto cresc. as 9 b., 46 m. e 14 s. da t.
21 La cheia as 10 h., 59 m. e 2 s. da t.
29 Quarto mig. as 2 h., 14 ra. e 32 s. da ra.
PREAMAR DE HOJE.
Prraeira as doras e 6 minutos da manhaa.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEMOS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Gr Auja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, niarg., niaio, iul. set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife do Apipucos as 6 /,, 7, 7 i/* 8 e
8 '/z la m.; de Olmda s 8 da ni. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 / da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemtica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 /, 4, 4 "A, 4 Vi,
&, 5 'A, 5 Vi e 6 da Urde; para Oiinda s 7 da
raanbaa e 4 V da tarde; para Jaboatao s 4 da Ur-
de ; para Cachanga e Varzea s 4'/da tarde; para
Bemnca s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribnnal docommercio: segundas e quintas.
Heladio: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quimas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: torgas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do cival: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA Sfe.MA.NA.
L Segunda, tfp Annum-i.-irao de N. Senhora.
5. Terga. S. Iria v. m., S. Zen n.
6. Quarla. Ss. Dfofeaes e Platonides mm
7. Quinta. S. Kpiphanio h.; S. Ruftm. prob. m.
N. Sexta. S. Amando b.; Ss Kli/loe Mxima mm
'.. Sabl.ado. S. Deinelrio ni.: S. Acacio b.
jO. Domingo. S. Vicente Ferrer.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Inaeoeaieaca
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Fignejroa *
Faria 4 Fimo.
PARTE QFF1CIAL.
goyerm da provincia.
Continuar de eipediente do dia de abril
dr 1861.
Ofllcio ao director geral interino da inslrucgo i
publica.Para satisfazer a requisico da assem-!
Idea legislativa provincial, informe Vmc. acerca
do que pede a mesma assemhla no incluso requc-1
rimenlo Claudino dos Santos Lopes Castello Branco,
professor publico da villa do Cabo.
6
Ofllcio ao director da Faculdade de Direito.
Haja V. Exc. de informar sobre o que pede o ba-
charel Francisco Jacintho de Sampaio no incluso
requeriinento.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Para os convenientes exames transmuto V S. a
inclusa copia da acta do conselho administrativo do
arsenal de guerra, datada de 30 de marco prximo
lindo.
Dito ao mesmo.Expega V. S. as suas ordens
para que na recebedoria de rendas internas seja
arrecadada em vista da nota junta, a importancia
dos direitos e emolumentos que tem de pagar os
ofllciaes da guarda nacional mencionados em dita
iola para obtengan das suas patentes.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.De
conformidade com a informago ministrada non-
tera e sob n. 82, pelo director da repartido das
obras publicas acerca do reqtierimento em que o
major Antonio da Silva Gusmao, allegando nao ha-
ver apparecido licitantes a obra da conservago da
estrada do sol entre o marco de 12 mil bracas e o
engenho Massangana, olferece-se a exccuta-la aug-
menlando-se-lhe 16 por cenfo ao valor do respec-
tivo orcamento, recommendo V. S. que mande
E*r novamente em praca aquella obra servindo de
tse a essa arrematacao, o olferecimento feito pelo
supplicante. Communicou-se ao director da repar-
ticao das obras publicas.
Dito ao mesmo.Tomando em consideracao o
*|ue expoz o director da reparticao das obras pu-
blicas no oflicio constante da copia junta, datado
de hontem e sob n. 87, recommendo a V. S. que
em vista do competente certificado mande pagar ao
arrematante da conservacao do tereciro termo da
estrada da Victoria a quantia de 4B$0U0 reis, a
que tem dircito, sendo 2oftti0 reis, por haver con-
servado a primeira milha durante o mez de marco
ultimo, e o restante por ter executado 61 bracas
correles de empedraincnto, a razao de 7000 reis,
por braca como se v do citado ofllcio.Commu-
nicou-se ao director da reparticao das obras pu-
blicas.
Dito a Antonio Xavier de Moraes.Recommen-
do V. S. que trate de pagar com urgencia na re-
cebedoria de reodas internas a importancia dos d4-
reilos que segundo a nota por copia inclusa, est a
de ver relativamente a sua patente de coronel com-
mandante superior da guarda nacional dessa co-
marca adra de entrar quanto antes em exercicio
como convm ao servico, devendo V. S. constituir
ira procurador para em seu nome, caso nao possa
4x>mparecer pessoalmente prestar o juramento do
estylo na secretaria do governo onde existe a sua
patente.
Dito ao director da reparticao das obras publi-
cas. Respondendo ao seu olhVio de 2 do corrente,
sob n. 84, tenlio a dizer, que pode Vmc. lavrar o
termo de recebirnento definitivo das obras do pri-
meiro e segundo contratos dos depares da ponte
dos Carvalbos os quaes j se acham rancluidos de
conformidade com taes contratos, cerlo de que nes-
ta data recommendo a tliesouraria provincial, que
em vista do competente certificado pague ao res-
pectivo arrematante a importancia da ultima pres-
tago a que elle tem direito.Olliciou-se neste sen-
tido a thesouraria provincia!.
Portara.O Sr. gerente da companliia Pernam-
burana mande dar transporte at a cidade do Pena*
do no vapor Paralaba, em lugares de r destina-
dos a passageiros de estado ao alteres Thom Go-
mes Pereira Lima, e sua mulher e a 4 Hlhos me-
nores, i
Cnntiniiaro do expediente do secretario do governo
do dia 5 de abril de -1861.
N. 80.Ofllcio ao Dr. Manoel Bnarque de Mace-
do, primeiro secretario da assemblea legislativa
provincial.Em soluco ao seu ofllcio de 17 de
marco ultimo, sob n. 3-1, transmuto a V. S. de or-
dem de S. E\e. o Sr vice presidente da provincia
para ser presente a assemblea legislativa provin-
cial a informacao que minislrou a cmara munici-
pal do Recife, relativamente ao quanto se tem gas-
to as obras do matadouro publico desla cidade,
em que estado se acha e o que falta para concluir.
N. 81.Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc.
o Sr. vicepresidente da provincia,devolvo a V. S.
para ser presente a assemblea legislativa provin-
cial o abaixo assignado dos moradores das povoa-
roes do Loreto, Piedade, Caodeias e Cureuranas o
qual vai coberto com copia da informacao que so-
bre elle minislrou o director da reparticao das
obras publicas com a qual concorda o mesmo ex-
ccllentissimo senhor.
N. 82.Dito ao mesmo.Em additamento ao
meu oflicio de 30 de marco ultimo, sob n. 72, irans-
roitto V. S. de ordem de S. Exc. o Sr. vice-presi-
denle da provincia para ser presente a assemblea
legislativa provincial a inclusa nota do numero dos
proprietarios que residem em suas proprias casas,
cullectadas pelas collectorias de Oiinda e Cabo.
6 -
Oflicio ao brigadeiro coinmandante das armas.
- Por despacho desta data se autorisou o director
do arsenal de guerra a salisfazcr o pedido de cai-
xoes assignado pelo coinmandante do 9.* batalho
de infanlaria : o que communico V. Exc. de or-
dem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia
e em resposla ao seu ofllcio n. 626 de 5 do cr-
reme.
N. 84. Dito ao Dr. Manoel Buarque de Macedo
primeiro secretario da assemblea legislativa pro-
vincial. De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presiden-
le da provincia, transmiti V. S. para serem pre-
sentes a assemblea legislativa provincial as inclusas
contase orcamen o que remeneo a cmara muni-
cipal da villa do Cabo com ofllcio do l- do corrente
junto por copia.
N. 85.Dito ao mesmo.Para que a assemblea
legislativa provincial resolva o que entender con-
veniente sobre o pagamento das prestacoe*, a que
tem direito o engenheiro civil Jos Mamede Alves
Ferreira pela entrega provisoria dos 15 c 16 lan-
dos da estrada du norte, de que arrematante ;
manda S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia,
(ransmittir por copia V. S. o ofllcio que, em 2 do
corrente, sob n. 120, I he dirigi acerca de seme-
Jhante objecto o inspector da thesouraria provincial.
N. 86.Dito ao mesmo.Com a devoluco do
contrato celebrado para a construeco dos trilhos
urbanos desta cidade a povoacao dits Apipucos, or-
dena o Exm. Sr. vice-presidente da provincia que
eu declare V. S. para o fazer constar a assemblea
legislativa provincial, e em resposta ao seu ofllcio
de 31 de marco prximo lindo, sob n. 60, que os
contratantes dos predilos trilitos urbanos aceitam
as modillcacoes feitas pela commisso de agricul-
tura, commercio e obras publicas, no parecer que
por copia veio annexo ao seu citado eflicio, menos
na parte relativa as desaprepria^oes, que os mes-
mos contratantes declaram que s farao mediante a
quantia de 18:000^000 reis, que elles adiantaro
sem jaros algum ; mas que Ihiss deverao ser pagos
em presiacfles annuaes, com que a mesma assem-
Mea poder auxiliar os cofres da municipalidad,
por conla dos quaes eotendemque devem ser teitas
aquellas desapropriacoes.
Diio ao Srs. Manoel Ignacio de Oliveira & Fillio.
1 ela secretaria do governo se devolve aos lllms.
ars. Manoel Ignacio de Oliveira A Filho, negocian-
tes nesta pra Que rumpram o disposio no aviso junto por copia,
expedido pelo ministerio da fazenda, em 14 de mar-
co ultimo a que veio annexo o mencionado reque-
rimento.
Despachos do dia 6 de abril de 1864.
Heqtiirimentos.
Major Antonio da Silva Gusmao.O olfereci-
mento s pode ser aceito como base de urna nova
arrematacao, a que se manda proceder, e pode o
supplicante concorrer se quizer.
Capito Antonio Goncalves de Moraes.Passe
portara concedendo a licenca pedida.
j\ntono Luiz de Oliveira Azevedo.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial
Francisco Gomes de Oliveira.Satisfaca a exi-
gencia do inspector da thesouraria de fazenda cons-
tante da informacao inclusa por copia.
Luiz Amonio Xavier Machado.Em vista da in-
formacao nada ba que deferir.
PERHAMBDCO
ASSEMBLEA PROVINCIAL'
SEsSO ORDINARIA EM 21 DE MARI DE 1864.
PRESIDENCIA DO SR. CONSKLHEII10 TltlGO DE
l.ol IKIlli i. '
(Conlinnarao.)
E' lido e julgado objeelo de deliberaco e man-
dado imprimir o prnjecto n. 44.
L4-se o parecer da maloria da commisso de po-
lica, sobre a rescisao do contrato para a publica-
cao dos debates da casa, que j foi publicado no
uosso numero de hontem.
O Sr. presidente convida o Sr. vice-presidente a
oceupar a cadeira, e pede a palavra pela ordem.
Su. Tinco de LoLREino:Sr. presidente, tendo
commettido V. Exc. as funecoes da presidencia
da casa, pedi a palavra do lugar que agora oceupo;
e pedi-a, Sr. presidente, por duas consideracoes :
a primeira que, tributando justo e devidamenteo
mais profundo respeito illustracao, probidade, pa-
triotismo e conhecimentos praticos dos nobres e I-
luslrados incmbros, que assignarain o parecer da
commisso de polica, que acaba de ser lido, coiu-
tudo nao me foi potsivel, sem constrangir a miuha
couscienea, concordar com o mesmo parecer; e
por isso resol vi-me a apreseniar por escripto o
meu parecer em separado. E a segunda Sr.
presidente, que entend, e anda entendo, que nao
tendo podido concordar, como disse, com o parecer
dos dous nobres membros da commisso de polica,
nao devia presidir discussao desse mesmo pare-
cer, assim como entend, e anda eutendo que tam-
bero nao devo presidir a casa quando se passar
disenssio do parecer da maioriada cemmissao edo
emittido por mm como membro da mesma commis-
so, dissidente da maioria della.
Alm disso, Sr. presidente, confesso ingenuamen-
te que deposito a maior conlianca no nosso nobre
collega 1 secretario a respeto da exactdo da le-
tura do meu dito parecer em separado ; sim, Sr.
presidente, deposito esse respeito no nobre 1 se-
cretario a maior conflanca que se pode depositar
em pessoa, de cuja sisudez, discripgao, probidade e
cxaciidfw na observancia dos^seus deveres se tem
provas irrecusaveis.coino as queeu tenlio da parle
do nobre 1 secretario.
. OSh. Bi'akqi-b :Muilo obrigado.
O Sn. Tinco M Loliieiuo :Mas, Sr. presidente,
e mimo dillicil que aquelle que tem a proferir p-
lavras alheias escripias ; muilo dillicil, digo, que
aquelle que lem de articular palavras alheias re-
presentadas por escripto, se compenetre inteira-
mente do espirito e dos aflectos, ou sentimento da-
quelle que concebeu e signilicou por escripto essas
palavras.
Sim, Sr. presidente, isso mallo dillicil; porque
seria necessario que quem lsse livesse os mesmos
sentmenlos, os mesmos aflectos e o mesmo espirito
que leve aquelle que representou por escriplo as
suas palavras ; e principalmente quando essas pa-
lavras tem de ser lidas peante urna assemblea.
rundado, pos, neslas ultimas razoes, e nao na fal-
ta de conlianca na pessoa do nobre 1" secretario,
que en ped a palavra.
Peco, pos, V. Exc, Sr. presidente, que se dig-
ne consultar casa, se me permute que eu mesmo
lea o meu parecer, reservndome para entrar na
discussao na occaso em que ufh e oulro parecer
liverem de ser apreciados pela casa.
V. Exc, poi tanto, se acha justo o meu requeri-
mento, se dignar de consultar casa.
O Sn. Presidente :Entendo que nao neces-
sario consultar casa ; V. Exc. pode ler o seu pa-
recer em separado.
O Sr. Trico de Loureiro :Bera ; snjeitome
decisao de V. Exc, e agradeco-a, porque e muito
justa, e estamos em lempo, em que necesssario
agradecer a mesma justic-i, que se nos faz.
usando, pos, da permisso que V. Exc se dg-
nou de me fazer, eu passo lr o parecer. (L.)
(Urna interrupcaozinha leilura.)
O Sa. Trigo de Loureiro :Esqueceu-me, Sr.
presidente, manifestar casa primeiro que ludo,
que, desde 1830, dous annos depois da minha che-
gada a esta heroica provincia, conlrahi amizade
com o proprielario do Diario de Pernambuco, e essa
amizade lem durado, lem permanecido nalteravel
at hoje. Pique, portanio, como cousa assentada e
cena, que nao por odio, nao por inimizade al-11
guma que porventura tenha ao proprielario do
Diario de Pernambuco, que olereco coosidera^o
da casa este meu parecer.
Tambem me esqueceu declarar no principio, que
nunca uve al hoje convefsaeoes alguma com Jos
de Vasconcelos, e que apenas o conheco de vista ;
nao Ihe lenho, portanto, nem amizade, nem ini-
m i zade.
(Contina a lr.)
Agora descansaren e para isso peco V. Exc.
que contine por mais un pouco na presidencia da
casa.
L-se o voto em se|rado, que j tambem foi pu-
blicado nesse mesmo numero, iicaudo o parecer
adiado na forma do regiment.
Continuacao da discussj do parecer adiado da
commisso de polica sobre a indicaco do Sr. Sou-
to Lima.
Os Sus. Araujo Babhos k Costa Hibeiro mani-
feslam-se a favor do parecer.
O Sk. Souto Lima :(Nao dovolveu seu dis-
curso.)
A discussao fica adiada pela hora.
SEGUNDA PAUTE DA ORDEM DO DA.
Contina a discussao adiada sobre o projeclo de
fixaco de Jorca policial.
O Sr. Ayres Gama :Sr. presidente, nao sei
como me tire do embarace em que me acho tendo
de expender algumas ideas a respeito do assumplo,
alias iodo momentoso, que oceupa a nossa attenco,
especialmente quando j se lizeram ouvir intelli-
gencias robustas e mui distinctas de ambos os la-
dos desta casa. A idea, porm, que tres desses
membros lizeram do estado actual do paiz me dei-
xa anda alguma cousa accres^cular aquillo que,
alias, tambem j foi dito com muita lucidez e ilus-
tracao.
O nobre deputado que primeiro fallou impug-
nando o projeclo de forca policial cncarregou-se de
fazer o histrico, infiel e incompleto dos fados que
tinham motivado a dissolucao da cmara, explican-
do tambero de um modo, nao menos inexacto, nem
menos infiel os acootecimentos que emanaran)
desse acto, que, para miro, talvec um dos mais
acertados que consignamos em nofsa historia poli-
tica, e que se peccou, talvez fosse por vir um pou-
co mais tarde do que devia. *
O nobre deputado a que me refiro comeepu di-
zendo. que negava o seu apoio ao projeclo de lixa-
go da forca policial, por isso que elle importava
urna demenstracao de conlianca no governo. En-
tendo que o nobre deputado est em seu direito
negando apoio ao projeclo, julgo, porm, que errou
quando avancou que os deslinos do paiz estavam
confiados a urna porcao de horoens sem significa-
cao, sem idea alguma poltica. Essa asserco j
foi, no meu fraco modo de entender, completamen-
te destruida pelo meu distncto collega de commis-
so que em primeiro lugar fallou sustentando o
projeclo.
Os destinos do paiz, pelo contrario, eslao confia-
dos caracteres muilo distinctos, e que symholi-
sam as ideas da maioria da nagao, (apo>ado>) as
tendencias de ha muito manifestadas, e os interes-
ses tambem de ha muito reclamados ; tendencias
alias muilo legitimas, inleresses muito elevados.
(Apoiados.)
0 partido progressisla, pois, nao urna rennio
de homens sem signicacao, nem ideas polticas ;
pelo contrario uro desses partidos inmensos, um
desses partidos respeitaveis, cujo nico alvo o in-
leresse e bem publico em sua mais larga ac-
cepeo.
Nao me encarregarei de fazer o histrico dos l-
timos annos que precederam a situacao actual ;
porque entendo que o meu nobre collega deputado
pelo S-distrcto e que fallou em primeiro lugar,
leyou evidencia a proposicao que ha pouco avan-
cei de que a situacao actual era justamente aquella
que de ha muito reclama varo as necessidades, e os
inleresses de todo paiz.
A necessidade que havia de fazer trumphar as
ideas liberaes legitimas, o principio, alias apnrova-
do pelo systema representativo de que no Brasil
nao havia s lugar para um partido, foi o que, na
phrase de um grande estadista deu lugar actual
siluago poltica do imperio.
Alguns caracteres muito distinctos de ambos os
lados outr'ora oppestos, conheceram que tinham Io-
dos o mesmo fim, e as mesmas tendencias, diver-
gindo apenas, e isto mesmo muito pouco, nos meios
de reduzirem effeito essas tendencias, ou por ou-
tra de alcancarero esses flns
A conctliaco, pois, que logo que foi iniciada
pelo finado marquez de Paran tinha sido recebida
como urna utopia, passou a ser urna verdade sen-
tida, reconhecida e pralicada.
Um Sr. Deputado :Menos para Pernambuco.
O Sn. Ayrks Gama :Pernambuco infelizmente
tem sido quasi sempre urna excepcao em negocios
polticos, e eu nao poderei chegar a dar a razao
dessa excepcao, como que svstemalica.
O Sr. Cunha Teixeiba : Reconhece o fcio.
Q Sr. Ayres Gama :Basla nao ser ceg.
Como ia dizendo, a eonciliarao que, logo que foi
iniciada passou como urna utopia, deixou de o ser,
e foi, pelo contrario, reconhecida como necessida-
de, e posta em pratica. Ero consequencia desse
systema, alguns homens moderados dos antigos
partidos entenderam-se ; conheceram que queriam
a mesma cousa, que tinham as mesmas aspiracoes,
e divergindo apenas nos meios de conseguir esse
fim ; e desde ento, Sr. presidente, collocou-se a
grande pedra fundamental do edificio que hoje ve-
jo, e vejo com prazer em seu maior explendor.
As ideas liberaes legitimas e moderadas cujo
triumpho foi reconhecido indispensavel por esses
caracteres distinctos da assemblea geral, sao os
mesmos comidos em sua essencia no programma
do ministerio, e que symbolisam o partido pro-
gressisla ; e portanto nao foi sem razao que eu
disse que negava, e negava com todas as forcas
de urna convieco sincera, a proposicao emillda
pelo nobre deputado do terceiro districto, de que a
situacao actual era um conjuncto de Ipmens, que
nao signilicavam idea alguma politieir
Disse o nobre depuiado que a liga ou partido
progressisla, ou como melhor nome tivesse em
direito, (e nole-se a irona e sarcasmo que reve-
laro essas palavras), era uro amalgama de princi-
pios heterogneos, idea esta que foi tambem sus-
tentada pelo nobre orador que ltimamente fallou
nesie sentido o distncto deputado pelo primeiro
districto.
Sr. presidente, nao ha heterogenedade alguna
nos principio, nem as ideas proclamadas pelo
partido progressisla, pelo contrario eu vejo urna
massa compacta, uniforme, solidara e perfeila-
mente homognea. O distncto deputado a quem
me redro, depois de historiar infiel e incompleta-
mente os acontec roemos que emanaram da disso-
luco da cmara, avancou que o partido progres-
sisla tinha tido urna origein menos nobre, e que era
se nao o tinha sido directamente originado, ao me-
nos concorrera muito para seu nascnnente a nao
reeleicao do consolheiro S e Albuqucrque pelo 3o
districlo.
Este pensamento do nobre deputado basta ser
enunciado para ser repellido por lodos aquelles
que estiverem par do que se passou no 3o distric-
to ao lempo dessa eleicao. A nao reeleicao do Sr.
conselheiro S e Albuquerque nao podia ser ori-
gem da formaco do partido da liga, quando pelo
contrario a nao reeleicao do Sr. S.e Albuquerque,
om consequencia da guerra desabrida e injusta
que Ihe moveram aquelles que dominavam a silua-
eo poltica de ento, foi motivada pelo despeilo
desses individuos por verem o- desinteresse com
ique elle punlia de lado as consideracoes pessoaes
para seguir a idea que domina va o paiz.
Entendo, pois, que a nao reeleicao do conselhei.
o S e Albuquerque consequencia da sua
lvergencia, c nao a divergencia consequencia
a nao reeleicao ; nem preciso grande esforgo
e intelligencia para conceber a forca desta argu-
lenlacao.
i Nesse histrico infiel e incompleto dos factos que
sje deram nesta provincia desde a dissolucao da
clamara, o nobre deputado pelo terceiro districto
tambem nao trepidou em aecusar com provas
muito frageis. o direi mesmo sem provas, a admi-
nistraeio da provincia. O nobre deputado avancou
isso que commun a todo partido que perde
ulna eleicao, e que a eleicao venceu-se porque
o cofres pblicos abrirarase ; porque os empre-
gos pblicos foram postos em almoeda a quem
mais votos desse, mas que da prova ?
Mas.Sr. presidente, eu entendo que quando se
aqcusa urna autoridade altamente enllocada, nao
se pode faze-locom declamacoes vagas, e sem pro-
va immediala de (odas as assercoes.
|0 Sr. Cunha Tkixeira : Provas do que se
gasta pela verba da polica secre'.a f
0 Sr. Ayres Gama : Prova de que os cofres
se abriram para compra de votos e de tudo o mais.
V* Sr. Deputado : Ahriram-se os cofres da
polica secreta.
0 Sr. Ayres Gama : Perdo, o nobre deputa-
do a quem me reiro nao fallou em verba da poli-
ca secreta seno depois que foi combatido, e como
refaca.
0 Sn. Feancisco Peuro : Nem fallou.
O Sr. Ayres Gama : Mas, como ia dizendo,
quando se diz que a administraco abri os cefres
da provincia para comprar votos, preciso que
esta proposicao seja acoinpanhada de prova im-
mediata, cabal e conveniente.
O Sn. Nsrro : Como que elle confessou va
cmara dizendo que era um aaeio conservador *
OS* Ayres Gaua : S se confessou peto boc-
ea do.Sr. Dr. (alia.
O Sr. Cost\ Riremio : Nao foi compra de
votos, fot gratlicagao a algumas autoridades.
O Sr. Araujo Barros : Isso agora ja outra
cousa muito difireme.
O Sn. Ayres Gama : O que eu eslou dizendo,
era que o nobre deputado avancou nesta casa que
oseofres publicos se tinham aberto, e que os em-
pregos publicos esliveram em leilo quem desse
velos a esle ou aquelle candidato do governo ; e,
dizia eu, osla aecusaco era daquellas que nao
bastavam ser enunciadas, e que ao contrario pre-
cisavam ser acompanhadas de provas, e provas
niuito coocludentes ; e tanto mais fortes quanto
mais grave era aecusago.
Mas, diz o nobre deputado, como provar-se que
dos cofres da polica sabio dinheiro para a com-
pra de votos? E eu direi, se impossivel provar,
Sr. presidente, impossivel aecusar, porque aonde
a prova impossivel, a aecusago tornase ftil, e
impossivel e a impossibilidadc de provar nao jus
tfica urna aecusaco, sabe-o perfeitamente o meu
nobre collega, que' mais jurista do que eu. Appel-
lemos para a conscier.cia publica, e appellemos
para a provincia inteira, e vejamos se ha razao,
anda mesmo por hypothese, para se avancar que
foram dlspendidos ilinheiros com a compra de
votos.
Um Sr. Deputado : A respeito da eleicao do
Sr. S e Albuquerque, nada sei, nao esto aulo-
risado, mas a respeito da eleicao geral___
O Sr. Ayres Gama : E1 desla que fallou o no-
bre deputado a quem me refiro, e tanto desla
que o nico fado que elle quiz Irazer como prova
inconcussa foi o de Antonio Francisco de Carva-
llw, da Escada, que, disse elle, devendo dous ce-
ios de ris a cmara da Escada, c nao tendo com
que pagar veio ao Recife e voliou com dinheiro,
pagou o que devia a dita cmara, e votou no Sr.
Sa e Albuquerque.
Sr. presidente, ser isto a prova ? ser isto um
argumento ? Creio que nao.
Pois nao poderia esse homem ter amigos dedica-
dos que vendo-o em emharngos, de seu bolsinho
Ihe emprestasse esse dinheiro ?
Pode o nobre deputado avangar quem foi que deu
esse dinheiro ?
O Sit. Nabor :O dinheiro foi oblido l mesmo
entre os amigos.
OSn. Cunha Teixeira:Eu creio que o nobre
deputado falla nisto era hypothese.
O Sr. Nabor :Eu o sei particularmente.
O bit. Ayrks Gama : -Eu nada sei esse respeito,
mas dizia smente que o fado de apparecer o Sr.
Carvalho com dinheiro bastante para pagar a divi-
da em que eslava para com a municipabdade da
E cada, nao pode ser trazido como prova incon-
cussa, nern mesmo incompleta de que foram abor-
tos os cofres para compra de votos, visto como o
conselheiro S e Albuquerque, alias muito aparen-
tado no districto, nao eslava privado de ter nao s
um mas ate muitos amigos que, dirigindo se esse
individuo, (dado como verificado o fado,) Ihe dsse
<|ii.niii,t iiiir>>arm para saiisiazer essa aivioa.
Passando da poltica da provincia poltica geral,
disse o nobre deputado que nao comprehendia que
motivo podesse ler a cora para dissolver a assem-
blea, que nao poda ser motivo de nao ler passado
a lei bancaria nem outro qualquer, conhecido e
justo.
J disse pouco quaes as consequencias que
trouxeraro a dssolug.o da cmara, e qual a razao
3ue produzio esse acto alias necessario, alias um
os mais honrosos e acertados do nosso sabio ino-
nareha. (Apoiados.)
Feliz, porm, do paiz era que a cora s langar
mo aesse supremo recurso constitucional ero cr-
cumslancias idnticas aquellas em que estavamos
quando baixou o providencial decreto de 12 de
, maio de 1863 (Apoiados.)
Passando deste ponto administrago provincial,
e querendo justificar a nao eonlianga que leslemu-
nhava a presidencia, avancou anda o nobre denu-
do algumas proposces que, a serem reaes, collo-
cariaro o Dr. Silveira de Souza era posieao bem
pouco favoravel. Mas, Sr.presidente, vi, e vi coro
todo o praser destruidas e aniquiladas urna por
urna dessas proposces.
O nobre deputado pelo 2 districto, provou com
documentos irrefragaveis a falsidade o conseguin-
temente a m f de taes aecusages, dexando
apenas dous pontos, por talvez nao estar bem par
de todas as circunstancias, um driles porm est
no meu conheciinento, refiro me a venda de urna
propnedade ao Sr. Antonio Jos de Castro, e este
acto a que deu lana importancia o nobre deputa-
do, (airea um daquelles que mais honra a admi-
nistraco do Sr. Silveira de Souza porque foi uro
acto de rigorosa juslica, e appello para a conscien-
cia do nobre deputado que se assenta ero frente
mm, e que foi advogado do Sr. Castro.
O Sr. Diodoro : -Ero que ponto?
O Sr. Ayres Gama :Na adjudicago da pro-
priedade do Manguinlio.
O Sr. Diodoro:E' verdade. Fui advogado do
Sr. Castro, e sei que elle tinha urna hyinilheca so-
bre essa propriedade, sei que elle tinha direito e
direito ineonleslavel a propnedade. Agora sobre
a arrematacao, e d'ahi em diante nao sei nada.
O Su. Ayres Gama :Nao houve arremalagao. A
propriedade foi praca por tres vezes, e nao appa-
recendo lecitanle, foi adjudicada fazenda : mas o
comme.ndador Antonio Jo de Castro tinha urna
h y poli leca imito anterior a essa pinhora da fazenda,
feila a Joo Carneiro Machado Ros como fiador de
um arrematante de impostos provinciaes. A fazen-
da mandou fazer pinhora nessa propriedade, mas
os oilici.tr em vez de pinhorar toda propriedade,
pinhoraram apenas duas casinhas que ficavam nos
fundos, mas por um erro indesculpavel em vez de
se avaliarero essas duas casinhas, nicas penhora-
das procedeu-se avaliago de toda a propriedade
e da casa da frente ; e por um erro anda maior
foi adjudicada fazenda a propriedade por seis
contos de ris, quando o Sr. Castro j a havia
comprado e pago a respectiva siza no valor de 16
! coutos de ris.
O Sr. Cunha Teixeira :Afinal por quanto foi
entregue essa propriedade ao Sr. Castro, que a ha-
via comprado por 16 conlos anteriormente?
O Sr. Ayres Gama : O facto o segrate : a
propriedade foi adjudicada fazenda. Mas o Sr.
| Castro nao querendo correr todos os termos de
, urna aegao, nem sujeiiar-se as delongas de urna
demanda que lintia direito indeclinavel, preferio
] pagar a fazenda o valor porque receben ella a pro-
ptiedade, e consolidar assim o direito que j linha
sobre a mesma propriedade.
Este fado ha de ser explicado pelo distncto de-
pillado pelo 3o districto que ba de convencer per-
feitamente, e mostrar a m f de quem o apresen-
tou. e por isso nada mais direi.
Passando tratar da administrago provincial,
dizia eUj vi, e vi com muito prazer que todas as
aecusages foram destruidas, que todas baquearam
perante a verdade dos fados comprovados cora do-
cumentos pelo nobre deputado pelo 2 distrelo.
Depois dessas considerages, e da brilhante de-
I feza do Sr. Dr. Silveira de Souza eita nesta casa
I por dous membros muito Ilustrados ; levautou-se
, comtudo o distncto deputado pelo 1 districto, e
continuou as aecusages ao mesmo Dr. Silveira
de Souza, e passarei responder seno todos os
pontos ao menos alguns de que lenho sciencia.
Um Sr. Deputado : -Pode medixer por quanto
a final ficou a propriedade ao Sr. Castro, e por
quanto eslava adjudicada a fazenda?
O Sn. Avius Gaja : Por seis a sele contos.
Um Sr. Demiado :-E linha sido comprada a
tmormewt por 16 contos I
OSa. Ayres Gama : -O distncto deputado. pelo
i districlo disse que nao approrava o fitojecto
apresentado pela commisso, por que nao conllava
na administrago da provincia, e remontando-se
origein desla nao eonanga, avancou algumas pro-
posicoes que, se me nao engao sao eslas : que S.
M. o Imperador quando d'aqui voitoii de sua visita
a provincia foram remunerados muitos cdados,
mas esipiecidos completamente os liberaes.
O Sr. Costa I'.ibkiuo : Alienas toquei nisso, dis-
se que o cofre das gragas se abri para todos menos
para os liberaes.
O Sr. Ayres Gama :Mas, Sr. presdeme, per-
guntarei eu ao nobre deputado, querer d'ahi tirar
; argumento contra a poltica actual ? Os progres-
islas sero responsaveis pelos mos fetos pr.ttica-
dos [lelos ministros anteriores ao nascimento do
partido progressisla, e que sao responsaveis |ior
esses e outros actos e injustigas se que houve-
ram?
O Sr. Costa Ribeiro :Nao toquei nisso em re-
. I a gao a administrago.
O Sn. Ayres Gama :Trouxe esse facto como
razao da pouca conlianca que depositava na adini-
\ nistrago.
Um Sn. Deputado :O aclual chefe da sluaco
em Pernambuco tinha grande conlianca nesse mi-
nisterio.
O Sr. Ayres Gama :Nao me julgo habilitado a
responder a sso, o que apenas direi, que esse ar-
gumento me parece nao vir nada ao caso para jus-
tificar a nao conlianca do nobre deputado aclua-
lidade poltica do imperio.
O Su. Aiiai jo Barros :O ministro nao que faz
as gragas.
0 Su. Costa Ribeiro :Mas o responsavel pe-
los actos da coroa.
OSn. Cunha Teixeira :Eu declaro que j sa-
ba a muilo lempo que nao era o ministro que fa-
zia as gragas.
O Sr. Araujo Barros :Pois ento nao queira
d'ahi tirar argumanlos contra a situago.
_0 Sr. A y res Gama : Dizia eu que o facto de
nao ler o Imperador agraciado os liberaes nao po-
dia provar contra a actual administrago.
0 Sr. Costa Riheiho :Nem trouxe o ficto para
provar contra a actual admimsinico.
O Sn. Ayues Gama : D'ahi, jis, se nao podo
tirar argumento que avorega a nao eonlianga do
nobre deputado ao governo.
Disse o nobre deputado que. em quanto as nu-
tras provincias se dava mais ou menos exp.insao
ao elemento liberal, em Peruambuco continuava o
circulo de ferro.
Sentares, como ha pouco disse, o partido pro-
gressisla um partido novo, e nao pode ser res-
ponsavel por nenhum dos actos pralicados antes
da sua existencia ; o partido progressisla que nao
pode ser le modo algum responsavel por esle ou
aquelle arbitrio corametlido pelos governadores de
e nlo, arbitrios que sou o primeiro a confessar;
e de ha i xo desle ponto de visla que repito, que
semelhante argumento nao pode prevalecer para
, justificar a nao conlianca na administraco aclual.
I iisj mais o noiire ueptuauo que na rtuuiau que
: se fez nesta cidade para formar-se a liga, ouvio di-
i zer que nenhum dos partidos renunciava as suas
crencas. e que desde ento desconllou da actual si-
tuago.
O Sn. Costa Ribeiro :Perdo; nao foi s por
isso.
O Su. Ayues Gama :Eu nao assisti a nenhuma
dessas reunios, nao me achava na capital nessa
I occasio, mas o que verdade que pessoas mui-
lo fidedignas que l esliveram contestam ter-se de-
clarado que os partidos conservavain suas antigs
ideas...
O Su. Costa Ribeiro :Est boro I
0 Sr. Ayres Gama :... e aqui mesmo perante
o nobre deputado parece-me ler ouvido dizer sso
mesmo.
OSn. Costa Ribeiro:Eu l estive
Ot tro Su. Deputado : E eu tambem.
O Sn. Ayres Gama :... parece-me ter ouvido
dizer que nao houve tal declaracn, vislo como os
que formaram o partido e formam Imje, concor-
dara que nao ha dous elementos.
OSn. Deodouo :Agora.
O Su. Costa Ribeiro:Alguns progressistas ro-
conhecidos nao dizem isto.
O Sn. Araujo Barbos :Por exemplo?
O Su. Costa Ribeiro : Os nobres deputados sa-
liera bem quem eu me retiro.
O Sr. Ayres Gama :Disserain-me que tal de-
clarago nao existi, mas dado o caso que existis-
se ; boje todos reconhecem que nao exislem dous
elementos, e que pelo contrario o partido progres-
sisla forma um lodo homogneo, tem urna s ban-
deira e um s lira ; os liberaes lem sido contem-
plados para todos os cargos, teem sido chamados,
e os mais distinctos liberaes do imperio se lem
prestado a adherir as novas ideas.
Un Sr. Deputado:O Sr. Lopes d* Rio Formoso,
nao quiz l commisso.
O Sit. Ayues Gama :Disse o nobre deputado
.que o Sr. Lopes do Rio-Formoso repellio os liberaes.
Mas, Sr. presidente, preciso nolar-se que os libe-
raes de Hio-Forinoso nao tomaram parte activa na
direceo dos negocios polticos daquella localidade,
por que elles mesmos nao quizeram, por ura es-
i crupulo mal entendido. (Nao apoiados.)
(Trocam-se varios apartes.)
O Sr. Ayres Gama : Os factos provara o con-
trario, os factos provaro que os liberaes do Rio
| Formoso, em cujo numero se achava o meu collega
i Dr. Joo Counbra combinaram cora o Sr. Jos An-
: Ionio Lopes fazer as eleiges do commum accordo,
! combinaram al no numero de eleitores que cada
| um dos lados podia dar, veio at o dito Dr. Coim-
bra enlender-se cora o directorio, e esle acceilando
o concurso, disse-lhe que se enlendesse com o Sr.
Jos Amonio Lopes para a formaco da commisso;
chegado, porm, ao Rio Formoso, os liberaes nao
quizeram estar pela combinaco.
Um Sr. Depui ado : E foram unirse aos ver-
mclhos para combater o Sr. Jos Antonio Lopes.
O Sr. Costa Ribeiro : Estar vermelho o Sr.
Joo Coimbra ?
O Sr. Cunha Teixeira : Estou autorisado a
declarar que os lilieraes ero Rio Formoso erara
tratados como inimigos rencorosos. (Nao apoia-
dos.)
O Sa. Ayues Gama : 0 que verdade, e est
na conscrencia de todos quanlos sabero dos nego-
cios do Rio Formoso, que se os liberaes nao en-
traram em combinaco na eleigo, foi porque elles
mesmos nao quizeram, porque em Rio Formoso
nao ha questo de principios, porque em Rio
Formoso n3o se faz guerra ao partido conservador,
faz-se guerra ao Sr. Jos Anfoflio Lopes, (adiados)
porque os liberaes do Rio Foiwso reuniram-se
a um vermelho muito prouunciaJv,. ? *>r. major
Diniz, inimigo pessoal e capital de anilla data do
Sr. Jos Antonio Lopes, e lomaram-n'o patt chefe,
aiiin de guerrear a esle smente.
(Apoiados e nao apoiados.)
Si, pois. os liberaes doflendessem all principios,
| e livessoili em vista smente os inleresses do par-
tido, o nao inleresses individuaes, por cerlo terse-
iam entendido com o Sr. Lopes, mas os ditos li-
lieraes faziaiu loda e qualquer combinagao com-
anlo que fosse e-xpclhdo do parlido o mesmo Sr.
Lopes. i -|
Um Sr. Wputado : E o Sr. Lopes esta as n-
leiras do partido progressisla ?
Q Sil Cunha Teixeira : E estar em toda a
paite com o governo.
O' S. AYftKs Gama Portanjo, do que se pas-
Ijsou em Rio Formoso nao se pode tirar argumento
contra a situacao actual porque maguera dir
qu ooavMiba ao partido, progressisla procurar ar-
rancar ai influencv que era Rio Formoso exerco e
Se Jos Aniego, Lopes que tioM ajudado, q>* ti-
nha prestado to i elevantes serviros ao partiV>.aia-
da antes de assumir as redeas do governo.
( Ha um aparte.)
O Sn. Ayues Gama : Posso ilnrmar ao aobrr
deputado que os factos so deram como aseevrm.
que os liberaes do llio Formoso, repeiliram a par-
t Iha que se Ibes propunha.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Ayues Gama : O que eu sei a
amiges o Sr. Joo Coimbra repeiliram o maad.iio
que Ihe haviam confiado.
Sin!n. Sr. presidente, nao poder aeempaaaar a
nobre deputado, neste terreno, e siato-a paraijr-
era preciso por em jogo individualidades n luda-
as vezes que eu poder prescindir das pessoa* para
tratar smente das ideas, procuran-i bxe-ia. ia-
elizmente nolei que em lodo o longo discurso do
nobre deputado as qucixas erara puramente pe
soaes.
O Sr. Costa Ribeiro : J esperara por isto.
(lia ura outro aparte.)
O Sn. Ayres Gama : Nao sei se elle fex bam
ou mal, mas o que seno pode negar qae
queixas foram todas pessoaes; e me parece qo>\
quando se trsia de urna queslo destt eraeax,
quando se trata de |Kililica, deve-se antes prescin-
dir das pessoas por amor das idea, do aae pres-
cindir das ideas por amor das pessoas : posa es
lar era erro, mais pens assim.
Um Su. Deputado: E ser isto de boje T
O Sr. Ayres Gama : Nao divo que seja as
hoje, mas eu fallo segundo as miulias coavieco**.
e todas as vezes que em poltica eu poder aaa-
trahir-me de inleresses purarm-nle pessoaes para
defender unicaraenle Ideas; hri de faze-io.
Um Sr. Deputado: Todos fazem assim.
O Sr. Ayres Gama : A prova do que aeatwi
de di/er que todas as queixas do nobre deputa-
do, nao erara seno pessoaes, nao eran seno em
favor deste ou d'aquelle individuo que por ler tuf-
frido esta ou aquella conlrariedade em saas re-
te nges eleiloracs.
Fallando anda contra a administrago da pro-
vincia, me parece que o nobre deputaoo dea como
urna das causas que o lizeram desconfiar da actual
Minarn, que lizeram rrer que ella nao era, cuan
se dizia, urna siluago que desejasse o triumpaa
das ideas liberaes, o nao ter se incluido na chapa
ao Dr. J rutijnm Vilella de Castro Tarares.
O Sr. Costa Riheiho : Nao foi isso, foi o pro-
cediiueiito havido para cora elle da parle do di-
I rectorio, que nao foi leal.
O Sr. Ayres Gama : Mas o partido dever ser
censurado por esse fado ?
J disse que nao eslive presente a reuna qoe
| leve lugar na ra da Praia, mas os nobres deno-
tados que all esliveram, saliera perfeitametH** api
| o nomo do Sr. Dr. Jeronymo Vilella foi repellido
por grande maioria das pessoas prsenles.
Um Sn. Deputado : Na ra da Praia ao se
tratou de organisar a chapa de deputados.
i c 4....... r..... i.. -- ----
por o directorio, e, segundo me informa, a po-
pulago em massa repellio |or tres veles o auau*
do Sr. Dr. Vilella.
Um Sr. Deputado : O Dr. Vilella eontnoava
a ser liberal ou nao? Se continuara deria bater
I lenidad.: para com elle.
0 Sn. Ayres Gama : Me parece que o dilem
menos cabivel, pou.u lgico. O que s* .le 5
entender que se em urna reuna toda liberal o
Dr. Vilella foi repellido, uo devia mais ser coasi-
' derado liberal benemrito.
O Sr. Costa Kireiro :Esta boa I
O Su. Cunhi Teixeiua :E cmio foi repelliao ?
Quero que o nobre deputado diga isso.
(Trocam-se muilos aparles.)
0 Su. Ayues Gama : Aduvida de que o Sr. Vil
lela cntimia a ser liberal ou nao, foi jiMUateale
o que fez coro que o directorio o im-luisse na cha-
pa para o V- distrido, porque se o povo o esrutnrv
se, recoBhecer-se-hia que elle linha enVflivanMfale
influencia sobre os liberaes do V- dislrido, laato
. mais quanto elle concoma com individuos ataja)
j distinctos e nao menos liberaes.
Nao conslou das aecusages de nenbora dns
membros que se levantaran! nesta rasa que o pre-
1 sidenle da provincia tivesse feilo a menor guerra.
o que se segu que, os amigos dos que concur-
ran! com o Sr. Dr. Vilella eiiipenliarara-s* forte-
i mente pelo triumpho de seus candidatos, nada
mais justo.
0 Sn. Costa Ribeiro : Eu se toquei ne^t* pon-
to foi em relacao sluaco |iluica, e nao em reta-
gao a administraco da provincia.
OSn. Ayues Cama Nem eu eslou refutando
agora o nobre deputado ; eslou dizendo que aa se
pode deduzir dos esforcos lejos pelos amigos eV-
concorrenles do Sr. Dr. Vilella, que o prrsidaale
livesse guerreado, caso umeo ero que podia ser (es-
ta a censura. Os concorrenles do Sr. I*r. Vil Ola
Irabalharam, veneeram, mas foi por esforcos sea
e de seus amigos, e nao iwr influencia do goveraa,
nem mesmo por influencia do directorio.
Passando o nobre dcpulado a analyse das elei-
ges provinciaes, disse que havia prevenro rwa-
ira os liberaes verdadeiros, aporrado esle tarto
com a nao incluso na chapa de alguns libera* de
opini.io muilo einliecid.-i, e citou exemplos.
Infelizmente vejo que anda estou no mesmo ler
reno, anda s.io queixas por amor das peiraas
Ero um paiz era que la muilo maior BumrroeV
liberaes do que de lugares para depotados, aau
possivel que lodos os lilieraes sejo aUead* ,
nao possivel que em um termo como o do RcciO.
aonde lia milhares e militares de liberaes anMo
pronunciados, fossem incluidos ledos numa asta
aonde s podiara enir.tr dezoito.
I Um Sr. deputado :Dezoilo nao, nove.
O Sr. Ayres Gama : A lisia foi de desos, ou
\ antes de vinte.
Passando o nobre impugnador do proferta fc*-
lar as delegaras e subdelegadas militares, ara-
nunckm-se inleiraraenle contra ellas par
contra a lei.
Sr. presidente este o ponto de discussa
talvez tenha mais relacao com a materia ; mm
entendo, e nao eoteudo s, comigo peata
! gente, que os delegados militares bem luagids se-
'. rem um llagello, sao urna garanta de orden aai-
to eflkaz. A lei diz, verdade, aae elles deeeas
i ser moradores dos proprios lugares, mas as o**-
niencias publicas fallando mais alio do que aaal-
, quer oulra consideracao, lem mostrado a atbala
de de taes nomeayes
O Sr. Costa Ribeiro : Se tedas as /ropresai^
, las pensassem com o nobre depoiaaV, mal a
! pa'*- ~- a.
i O Sn Araujo Barros : Nao apoaao.
O Sr. Ayres Gama :Pacieacia.
O Sr. Araujo Barros :Como se fez ees Juaaa r
| Como se lera feito em ootras provincias cu pre-
sidente inleiraraenle liberaes ?
0 Sr. Costa Hiueiuo : Aonde foi isto ?
O Su. .aii \no Barros : Em Minas.
O Sr. CosSa Rimiro : Isto nao. aM reraV
eado. >^ '"
O Araujo Barro ^ao est rerVaao ? Ek-
ld o nobre deputado nao quer ver a luz.
O Sa. Ayues Gama : Eu ouvi na cmara farsa:
ambos os partidos {econhecerem a uiilidade i
medida, ambos os, oarlidos cooconlaram .
semelhante medida a decretada pela "
O Sr. O^sj* Ribeiro :Aceito.
O Sr.. Axres.Gaiu : -Aceite, porqoe a
tem sido combatida, por uns e outros, nao iaea
evtusiva de unj, partido.
O. Sn. Costa Ribeiro : Basta ser contra a lei
eipressa. Partido nenhum pode socleatac:
djjnirii coftlr a lei expressa,


- -r- j t
_----------
! iv ; .* ui
c"-"V
. O. ir. AmuhGama :Sein com Indo condcmnar
o nsMdo.
oSk. FA\gv:Poraceasio da formaco do
-------------------------------------------. .. .
O Su. Ames Gama : A interprelacjio
a esse artigo de lei, outra minio diversa.
Usi Sh. I'mi iaiiu : .Nao admitle Interpreto^*
porque clara, diz que sarao W meados cidados
residentes no lunar.
O S. Cumia Tkixiira : Que j estveretn resi- sista veto achar o partido liberal na situacao que
dindo no lugar. anda hoje mantem.
O Sr. Ames Gama : Nao diz que j estivcram O En. Abaljo Barbos : -
Em todo o raso cu voto jara (i, o ih,k)so seja Demando por mmediatamenle seu plano em ti filhos, dos quaes xitfem 13
(.obrado |K>r arromaiacao, isto e> favor da emenda, rxceucu, Fabiana, combina com Proderico c Felip- "
porque a experiencia me ten) convencido de .puo pa o rapto de Leonina, em urna noute de baile de
residmdo, diz residentes, e desde o momento em
que o delegado nonieado for militar, sua reside*
cia em toda a parle da provincia, porque a Torca
volante nao tem residencia fita, e portante basta
que ao exerrer o lugar resida no termo u comar-
ca onde tem de servir.
(Ha um aparte.)
Mas lodos os delegados militares sao enviados
d'aqui 1 Muitas vezes os delegados sao nomeados
depois de residtrem no lugar um anno e mais;
-----**? *'M uiCiiM.i i Uil ll/f llld< partido progressisla, o partido liberal nao Tez re- os impostes arrecadados por admiiKetracao saomjii-1 mascaras, que M iricio d era
nuncto de principio algum seu, o partido progres- te mais lesivos para os cofres publhws do que per frusiniila em seus iolentos no momento da execu-
arreraalacao. (fio por Henrique ; e qual, lendo ouvido tudo, e
u au. biiauoue :Kespondam osjiobres depnta- combinado com Anastacw. irao de Mauricio, e ri-
nrion i respeh ll '""Posto do dous mil e co faaendeiro em Minas, quem fez vir corte
qutnnenios. ,, j,^ g^ t0 e ppma, consague transportar
u au. sa i*ereira :Eu recordo-nie de que nos Leonina, adormecida #lo narctico que Ihe foi da-
aauos passados a arremataco da barreira da Pas- do-.por Fabiana, paja casa de Francisco, pai de
sigem rendeu multo, pelo que houve urna rrande Henrique, onde ella permanece at o da seguiste.
concorrencia a essa narreira, chegando a arrema-
tagao, se nao me engao, a dezaseis contos de reie,
A renuncia tinba sido
anterior.
O Su. Franca :Sim, senhor.
OSu. Nbtto : -Nao houve renuncia.
O Sh. Aaaujo Bariios : Tanto houve que nin-
Kuom arvora mais a bandeira da constituiitc.
(Trocam-sc ootros aparte*.)
. o mais vcllw tem
W i|i annos, e o mais novo ttt ifl annos. Dous
raezes antes da sua inerte disse-lhe un vizinho
quando ella sabia a dar o seu habitual uasseio
Seria bom arrimar-se a um bordad.
Nada, nao senhor, replicn a boa mulher com
lamavel sonriso no* labios, isso dava-nw ares de mui-
to velha.
A noticia donde extrahimos estes apontamealos
cooclue, cuando Augustin Thibauli, fallecido cora i
, 120 annos, no Baixo Canad, e Soultana Medio ^' I?'0" cand,d*to *ime<- das gera.* .vm-
que viveu 120 annos em Oran, sendo mii'denuairo E" *n,do-. A""*"*" *> im
S^iu. i.------- nmm Teizeira, coja candidatura enegaa a ser
seus voto i Um importara a conten* i
lemne de que esse directorio ou o partida i
represento morreii, ja nao existe, neaamaa larra
ton, nada val, nada no primeiro difundo
ral, certamente o mais importante da prov
sem querer fazer injuria ana riranir. pots na rapi
ul acha-se reunida maior romn de (Ilustrar*
maior grao de iadepsnancia.
l'in uome era geralmente aponiaio como i
Sr. Abes Gama Os apartes desvaim-me do! creio que isto se deu em 486i, nao i
I pe a poca, mas afflrmo que isto exacto. "
em
Por
s
tes, levando Mauricio a tentar envenenar-se; o
que nao efecta pela apparicao deAnaslacio. Este,
de|Miis de Ibe liawr pago tedas asdmdas, rem
completar a sua obra, evitando assim o suicidio de
pdem nem devem ser duradotiros. re?0'fia nao 6 em sua olalidadc o partido liberal cordo-me de um fado que cilarei, sem lodavia on- Mauricio e a desgraea da mulher e filha : a qual
O Sr. Costa Hibkiro : Logo nao residente de 1842, os principios bberaes adoptados por este trar na sua analyse minuciosa. ; por ella eniao apresentada seus pais, bem como
no lugar em que est destacado. partido entao, pouco a pouco se foram modillcando, i O lmp~"
O Su. Ayrks Gama :__Tambem nao o deixa de assim como os conservadores moderados se (oram | arremal
Sabida a ruina de Mauricio e o desapnarecimen-] gera^oes, formando um eonjuucto de iOi decen-
to da Mha, os fingidos amigos fogein, e Sao denles.
substituidos pelos credores que erguem-se iusolen-
A razo por que entendo que o partido fet bem tanto, para mim, fra de duvida que os imnosto
fi tomar o ame de progressista, justamente jarrecadado* por arremataco *o hks vanuiosos
o commandanics de 'destacamentos, que nao por que eu entendo que o partido liberal, hoje pro- para a provincia do que por administracao Fu re-
ser, porque a nao ser residente no lugar, sena
preciso que elle tivesse residencia em outra parte,
mas ollea lio tem, porque a tropa volante e resi-
dente em todas as proviucias, e em todo o impe-
rio.
modificando, at chegarmos ao estado actual.
O Su. Costa Kibeiho :Mas a cssencia sempre
ficou t
O Sr- Ayhes Gama :A que ven isto ?
OSu. Araljo Barros :Ha poucoapresentou na
-. .-u iii.uj.-e minuciosa. por eiia emao apreseniaoa a seus pas, nem como
O imposto de heraneas e legados era cobrado por o seu salvador, a quem ella dada em casamento,
rremaiacao em certa villa, deu-se o facto de falle- completando este quadro magnifico o offereciraento
cer um horoem bstente rico, tendo de pagar de de oilo apoiires de" 1:000^000 que Francisco, sem-
imposto sua heran^a vinie c Untos contos de pre desprexsdo por seu irmao e ennhada, vm tra-
reis- ; zer como bolo para o pagamento das dividas dos
Esta casa tendo conhecimeoto do facto, determi-; mesmos.
u que o imposto nao fosse mais arrematado, I Quanlo execucao, diremos que o drama correu
os artistas que perlia se
ver o pensamento do au-
as Sr." 0. Maria Pontcs,
Fallou mais o nobre deputado em fados prati- amara um deputado de Minas urna moco para so mandou que se cobrasse por administracao, e o re- bem da parle de lodos o
ados em tUinda.a respeilodos quaes as diligeu- reformar a constituidlo; apresentou-se um mera- su liado fui que o novo collector provincial nao deu esforcagun por desenvolv
jas da polica ainda nao deram resultado algum. bro do gabinete dzeodo que o ministerio se ret-! canta de sua missao, esbanjou os dinheiros pabli-i tor, primando ire elles _.
Note a casa que o nobre deputado falla no resulta- raria se houvesss alguma reforma, e a cmara de-: eos, e em resultado os fiadores ti vera m de entrar Camilla e Bernardina, o os Srs. thomaz, Ls-
do das diligencias da polica... cido que nenhuma reforma haveria. I para os cofres pblicos com a somma correspon- boa c Mauricio.
O Sr. Costa Hibeiiio :Fallei na hypolhese de se O Bl> Costa Ribeiro :Creio que ainda nao pas- dente a que o collector linha esbaujado, sendo um A Sr.* D. Maria Pontos artista de mrito, e que
ter feito alguma cousa comodevo suppor. sou isto. I dos fiadores o pai do nobre deputado Sr. Dr. Can-' sabe coinprehender o seu papel, collocando-o na
(Trocaro-se a liarles.) 0 Sr. Au.mjo Barros .Cabio inmediatamente.' pello, e viudo assim a perder os fiadores e a pro-; altura do personagem que representa.
O Su. Aires Gama :A polica obrgada a' Pois o nobre deputado nao sabe disto ? vinca tambera. A Sr.* ti. Bernardina, apezar de novel na carrei-
empresar diligencias, isio se fez : quer o nobre O Sh. Atmes Gama :Sr. presidente, os nobres Quanto a dizer-se que os arrematantes cobrara ra, tem talento e mostra goslo pela arte que cultiva
deputado tornar responsavel a polica porque essas deputadus concordes n'um i ionio, aecusaram a pre- de mais, creio que isto nao muito exacto. Pode e na qual Ihe auguramos um bello futaro.
diligencins nao foram coroadas de bom resultado? sidencia pelos excessos, pelos almsos comnettides acontecer que quando alguma pessa passa nabar-' O Sr. Porte bom artista e conheceJor dascena,
L'm Sr. Dkio i ai.. :-Pelo menos nao rMHn pelo Sr. Silveira de Souza e Abilio na elecao de reir por falta de trouco, deize dinneiro de mais, edeve-o bem paten toarnos seguntes espectculos,
milita aclivdade. | senador, e fallaram de pasquins, dessa guerra pe- porm se volta reclama, recebe inmediatamente o quando Ihe hbuverem pascado os recelos do publico.
O Su. Ayrks Gama :Pode ter havido muita ac- quenina e immoral que se desenvoKeu coutra um que se ihe resta, o que j se deu contigo. Se por A Sr* D. Camilla e os Srs. Thomaz e Lisboa sao
tividade e nao se ter tirado resultado alguni. candidato. Eu enlendo (pie esse argumento nao ventura so d"ssem dessa* extorcos, nos loriamos | conhecidos do publico, e por isso diremos apenas
(Trocam-se a parte.-, i procede mais do que os outros. Primerramente se : de Ver muitas reclamacoes pelo Oiarie, mas nao
O Sh. Ayres Gama :A polica empregou dili-! oo pasquins sao urna guerra nequenina, iiumoral e! me consta que taes reclamacoes tenbam appare-
genctas, e anda as emprega fiara deserbrir os au-; torpe, entao ser mais nequenina, mais immoral e cido.
lores desses crimes ; se anda nao o cunseguo, na-mais torpe, a-guerra fela por aqueltes que maior. L'm Sn. DeplUuo :E os administradores nao
Do Doze de Agosto extrahimos o seguintc:
KmtrsiASMO.
Mor.lrz el croaMct.corbeau.btUti de l'iile.
Le puele f il au cid 1
AJf. de Musset.
Nao I nao mor re a luz sagrada
Que em minh'alma pz o Eterno,
Nao sao rgelos do invern
ue apagara raas dos cos;
eu creio na estrella amiga
Que me Ilumina o futuro,
E vo altivo e seguro,
Cheio d'amor e de Dos!
da prova isso contra polica, e prova apenas con-
tra os iiieios de qne dis|M")e a policia, e que infe-
lizmente sao entre nos muito exiguos.
(Ha um aparte.)
> Sr. AvuesGama : ttepilo, porque os roeios
de que dispoe a policia sao insuflicenies ; e essa
argumeotacao me parece ser a avor do projeelo,
Itorque o que elle quer habilitar a autoridade
forneceodo-lhe meios de [loder preeneber o seu
tira v de obrar com mais energa.
OSu. Costa Hibeiro:Dar meios a quem se
nostra incapaz I (Noa|toiados.)
O Sh. Ayres Gama :Entao nao ha chefe do po-
numero de pas<|uins empregareui. Dos pasquins podem tambera fazer o mesura 1
que innundaram esta cidade quando se trato va da O Sh. S Pebkiba :Mas que nao se dio eases
eieicao de senador, felizmente para o partido pro-: abusos, e eu entendo que a arrecada?o desse im-
gressisla nao havia um s que nao fosse atacar di- posto por arremataco muito oais vautijosa,
rectamente os membros lo seu directorio. muito mais lucrativa para os cofres pblicos, por-
0 Su. Cihha Tkixeira : Ainda eslao pregados | que alm de iixar a cifra esta sempre progre*-
pelas esquinas alguns contra a pessoa do Sr. lir- siva.
que se conservam sempre os mesmos, dignos de
seu apreco e estima.
O scenario novo do segundo e quarto actos,
agradou-nos pelo gosto e delicado do trabalho, que
bem denota a hbil mao que o executou, e quo
til foi para o theatro a acqnisicao do Sr. Veneri,
que dentro em (>oueo levantar do p, dignas de
porm mostrados ao publico, todas as vistas que se
julgavam romo tnulilistias, pelo deleixo e nenhum
zlo que Ibes lindara em outros tempos.
Felicitamos, pois, empreza, nao s pela eom-
bano. Cm Su. Dbputado :E as convencoes (que pre- panhia que nos trouxe, como ainda por esse artis-
0 Sr. Costa Kibeiho :E me dizera que a poli-: cedem a arremataco nao tem peso para o nobre ta que far renascer o nosso palco com o seu
cia entrou nesse negocio. i deputado"' pincel.
(Trocam-se apartes.) O Sn. Sa Pereiua : Quaes sao essas conven
O Su. AyhksGama : = Examinando os pasquins ; coest Creio que se manda lixar editaes, e ha an
um por um, v-se que todos ellos tinham por lim nuncios pelos jornaes, etc.
licia que nao seja negligente, porque nao ha pro-; cubrir de baldes, de rediculo, a um dos membros j O Su. Amynthas : -Ha mais alguma cousa, os
vincia em que o ebefe de polica saiba de lodos os do partido progressisla, o Sr. Dr. Feilosa, lancando pretendentes a arremataco combinam-se a que el-
crimes que se commctteiii ; isso nao acontece nem ao rediculo um defeito physico, viste i|ue outro nao la seja feita |>or um baxo preco.
mesmo nos paizes mais cvilisados. podiam achar : isto qu guerra pessoal, torpe | O Sr. S Peiikiua :Isso um facto todo espe-
O nobre deputado disse ainda que nao acredita- e mesquinha. i cial, que nao pode servir de argumento para que
va nos senlimenios libertes dos membros do par- O Su. Cunha Teixeiiia -.Parti primeiro de l : deixe de ser preferido o systema de arremata-
lido progressisla ; porm sendo interpelado para : o Sr. Dr. Urbano que foi velipendiado. cao
declarar qual era o lira dos liberis dissidentes,
ba dous partidos li-
lim .
dsse que era dar maior expansiio ao elemento de-
mocrtico.
O Su. Costa Ribeiho : Dos liberaes dissidentes
nao, do partido lilieral do imperio.
O Sr. Ayres Gama :Neg.
I'm Sr. Deputado :Entao
beraes hoje T
O Sn. Ayhes Gama :Nao, o partido liberal ni-
co qne eu conheco o partido progressisla.
I'm Sn. Defutauo :Entao para que esse titulo
de partido progressisla ?
8 Sn. Ayres Gama : Eu cliegarei a essa gran-
de qnesto de palavras.
O desnvolvimenlo do principio democrtico e
jucamente o que tem em vista o partido progres-
sisla ; queremos tod o descnvolvknento possivel
as iihias, queremos a liberdade dentro dos limi-
tes coustilucionaes, conseguinlemente queremos o
desnvolvimenlo do principio democrtico, quere-
mos que no paiz s mande a lei, c s quando se
pode chamar paiz liberal mas nao liberal o paiz
em que t"dos mandam, e isso o que querem os
liberaes dissideules.
I'm Su. Dei-i tado : Vamos aos factos.
i) Su. Ayres Gama :Que factos quer o nobre
deputado quando o partido comeca agora sua exis-
tencia 1 Isso pressa de mais e querer o im Mt*
O Su. Ciniia Tkixeiua :Acha pouco o que se
tem dado !
O Su. Costa Kiueiho :Oslados que se teem da-
do s tem servido para crear prevences. em meu
espirito.
O Su. Aiiiks (ama :Portante, o principio de-
mocrtico existe em toda a sua plenitude no pro-
gramnia do partido progressisla. Democracia n.io
demagogia, nao anarchia ; o partido da liber-
dado segundo a lei, justamente o qne todos os
prosres&istas querem ; e como um grande orador
francez eu din-i, que o paiz em que s manila a
voutade da lei, esle sim um Mtl verdadeiramen-
te livre, o paiz em que s manda a vontado de um
individuo, esse esclavo, mas aquelle em que se
obdece a vonlade de todas as cabecas, entao esse
paiz anai chico, deniagogiro, mas nunca pede-
r chamarse livre nem democrtico.
I'm Su. Deputado :-Enio aonde estamos nos 1
OSu. Ayres Cama :Estamos no paiz onde go-
verna a lei.
(Trocam-se apartes.)
O Su. Ayhes Gama :Dizia eu, que o elasteiio
do |ii ncipio democrtico nao poda ser trazido co-
mo motivo justificativo da dissidencia, e julgo te-
lo demonstrado.
O nobre deputado pelo primeiro districto, o Sr.
Dr. Sabino, sustentando as niesmas theorias do
primeiro oradora quem me referi, disse que v no
partido progressisla reuniao de principios hetero-
gneos.
Sr. presidente, esle o argumento nico de to-
dos os que querem lancar sobre,o partido progres-
sisla a pedia de conler'em si os principios da pro-
pria disi-oluco ; mas nessa mcMiia doutiiua. nes-
sa mi-Miia opinio vejo eu a cuatradiccao dos li-
beraes que guerreara o partido progressisla e a
obra infernal do partido decabido que s tem pro-
curado plantar a discordia como meio de obter o
enfraquecimento do partido que boje domina a si-
tuacao como meio de aniquilar esse mesmo par-
tido.
Qual o argumento que se apresentou ? O ni-
co o tervm entrado neste partido pessoas que
j pertenceram a oulros partidos, pessoas que j
esliveram em opposico de ideas.
O Su. Costa Kibeiro : O que eu quero sao
factos.
O Sn. Aires Gama :E' por isso que eu espero
que nao produzrao effeito essas intrigas de que
lancain mao aquelles que desejam ver a dissoloco
do partido progressisla; dease colosso qne, |ior
meios leaes jamis podero os conservadores des-
truir.
O Su. Cunha Teixeira -.Colosso i
O Sn. Costa Hibeiro : Eu creio (fue o colosso
ja baqueta.
O Su. AiiArio Barros :Com osesfonjos do no-
bre deputado 1
O Sh. Atoes Gama : O nobre deputado disse
que o partido progressista doria tomar de prefe-
rencia o nome de liberal, por isso que foi este par-
tido que concorreu para a formacao daquelle.
Senhorc,a differenca do nome parece-me uin|ar-
gumento too fraco, to ftil, que nem mesmo me-
rece conteslacao. Eu que sou liberal, passando a
chamar-me progressisla, deixarei de ser liberal 1
Nao estao os partidos sujeito* a estas mudancas de
nono s sem que niudem os principios ? Assim come
o partido liberal de outi ora tomou o nome de par-
tido praieiro, e mais tarde se cliamon outra vez
o partido liberal sem mudar soa natureza, scm
abandonar seus principios, por que razo nao pode
o mesmo partido chamar-se progressisla, quando o
nobre depntado mes.no diz que liberal c progres
sista a mesina cousa, e que nao haprogresso scm
liberdade, nem esta scm aqoelle f
O Su. Costa Hibbtro :Mas tom-9e dito que
cousa nova.
(Ha um outro aparte.)
O Sr. Ayres Gama :Ento os nobres deput?46s
nao me comprebrnderam Eu estou me rferindo
ao argumento apreseniado pelo SrJ9f. Sabino,
(piandii^.'.i*HHuu_desde qne vio ess/j partido com-
-Wltf deHHiientos7HjtPTsejieoi-yeiiar o nome de
liberal-para tomar o de progressisto, entendeu que
deva relirar-se delle. Mas foi o proprio Sr. Dr.
Sabino quem avanoou nesta casa que, liberal e pro-
gressisla era urna e a roesma cousa. Como, pois,
vera elle mesmo fazer questo sobre o que nao tem
dilTerenca ?
(Trocara-se apartes.)
O Sa. Arauo Harros :O partido liberal renun-
ciou algum de seus principios, nao quer mais a
consumite, nao quer mais a uxtinecao do juro
convencional, nao quer o comrtiercio a retalho,
quer ootras cousas que nos tambem queremos,
por isso cada um vpo com seu contingente, e for
mou-se o partido progressista.
Sao estas as considerac.es que tenho a apresen,
lar a favor da emenda, a qual presto o meu voto.
REVISTA DUBU.
(Trocam-se outros apartes.)
O Sr. Ayres Gama : Eu nao me referi a pas-
quins pregados as esquinas, porque nao os vi ; os
pasquins deque fallei sao esses jornaeszinhos que
appareceram nesta cidade com estampas, versi-
nhos, e com artigos que nada dcpunham em favor
de quem os escrevia e que bem longc deprejudi-j Hontem a assembla provincial, na primeira par-
car aquelle a quem queriam increpar, pelo contra- te da ordem do da, approvou em primeira discus-
rio, para os que bem pensassem, faziain-lhe um sao o projeelo do orcamento provincial, em segun-
heui, porque nao podiam achar-lhc defeito que o da o que autorisa a construccao da estrada do nor-
prejudicasse na opinio publica. te entre os rios Ubii c Bujari, orando a favor os
0 Papagaio da D. Liga foi o anico d'entre todos' Srs. Arminio, Goncalves da Silva, e contra o Sr.
os pasquins desse lempo que nao aecusou o Sr. Dr.! G. Campello. Sobre o que eleva cathegoria de
Feitosa, todos os mais linham por flm direclo ata-1 villa a povoacao de Ipojuca (segunda discussao)
car a sua pessoa, c nao Ihe achando defeito, va-1 orou o Sr. Cosa Hibeiro contra, licando a discus-
liam-se de urna deformidade physica ; isso 6 que j *|g adiada,
se pode chamar guerra tornee inmoral. Na segunda parte da ordem do dia (flxaclo de
(Ha um aparte.) j forca policial) orou o Sr. Drummond, que oceupou
Eu declaro solemnemente que niio venho aqni a tribuna at s 5 horas da tarde, licando a discus-
defender pessoas, e sim urna idea, um partido que sao adiada pela hora.
sigo, e que foi combatido pelos nobres impugnado- Hoje deve continuar a oceupar-seda materia o
res do projeelo. mesmo senhor, depois do qual seguro os Srs. Cu-
Entendo que o interesse individual nao pode ser ; nha Teixeira e Albuquerque Mello,
razo para estabelecer-se um cisma no partido. A ordem do da para hoje, alm da materia an-
0Su. CixhaTeixeira .Quem disse o contra- leriormente designada, comprehende a primeira
rio Jiso ? discussao dos p.'ojelos ns. 67,60 e 73, segunda do
0 Sr. Costa Ribeiho :Mas atienda que em po- n. 18, e nica do compromiso da Ordem Ter-
lilica nao se pode absolutamente abstrabir das pes- eeira de Nossa Senhora do Monte Carmello desla
----- riifauto
O Su. Ayres Gama :Eu sei (|ue um partido ; Antc-hontem fomos aecusados na assembla
comiiosio de pessoas. e que quando se falla no par-1 provincial por demora na publicacao dos respecti-
tido lalla-se as pessoas; mas o que entendo que vos debates ; mas vai nessa mcrciwcao urna nota-
nao lia nada que justifique o quererse estabelecer vel sem-razo para comnosco, logo que se aitenda
um scisma n'um partido, sraente porque os inle- ao que ocrorre sem causa nossa.
ressesdetal e lal indvdnalidade foram prc^udi- *>s oradores devem, segundo o contrato, corrigir
cades. s,>us discursos dentro de tres horas ; porm ao
contrario temo-Ios recebdo com um, dous e tres
das de espado, dando-lhes no entretanto cabida em
nosso Diario, sem isto sermos obrigados. D'ahi
procede essa demora, e mais ainda por haver ses-
gad em que, orando i, 6 e 8 Srs. deputados, que
preenchem ontras tantas horas, nao possivel pu-
blica-la descarnada, apenas com um ou outro dis-
REPARTigAO DA NWU.
Extracto das partes do dia 8 de abril de 1861.
Ktram recolhidns casa-de detencao no dia 7
do conente.
A' ordem do Dr. juz especial do comme-ren^ Ma-
nuel Jos de Faras, portuguez, sem declaraco de
mdivo.
A' ordem do subdelegado do Reeife, Joaqun)
Soares de Barros, sem-branco, e Joanna Alexan-
drina Ponciana, parda, ambos por insultos ; Anto-
nio, crioulo. eseravo de Manoel Jos Machado, a
requer ment deste.
A' ordem do de Santo Antonio, Benedicto, crioo-
lo, eseravo de Joao Silveira de Souza, a requeri-
mento deste.
A' ordem do da Varzea, Manoel Guedes de Ua-
ra, branco, Emiliano Manoel Barbosa da Silva,
pardo, para averiguages policiaes; e Manoel Ro-
mao Al ves dos Santos, tambem pardo, por briga.
0 chefe da 2a sec^o,
/. G. dt /esquita.
r.-p^ii.
se razV*
MI
(Trocam-se apartes.)
Todos os argumentos que foram apresentados
na casa, cu vi que se referam inlcresses pes-
soaes offendidos.
O Su. Costa Hibeiro :Nao fiz isso que me esta
allribuindo.
0 Su. Ayhes Gama : Nao vi seno queixumes
por nao ter sido incluido na lista trplice o Sr. Ur- curso, que tempo nos mandado ; e para isto
bao.
O Su. Costa Hibeiiio :Esl engaado, protesto
contra isso.
O Su. Ayres Gama :Apenas ouvi queixas pes-
soaes e mais nada.
O Sr. Costa ItniKiiio :Est respondendo ao que
eu nao disse.
O Su. Ayrks Gama .Tratou de factos, de acn-'
mesmo fortios autorisados pelo Sr. Io secretario, no
intuito de obviar semelhante circumstancia.
De mais, nao isto novo nos parlamentos -, e
mesmo no Rio de Janeiro temos notado atrazo de 6
e 8 sessoes, sem embargo da respectiva empreza
manter um pessoal e receber um estipendio maior
na razo sxtupla, do que paga esta provincia.
Depois, nao ha condieao alguma de nosso con
teciiHeotos, ou como quizer que Ihe chame, mas I trato de publicaco dos trbalhs, que nao tenha
deu em resultado isso mesmo. j si(, e "o seja executada completamente ; e essa
0 Su. Cumia Teixeiiia :Leu o protesto ? ; demora, qne se ahi atira. nao proven de nos, e
(i Sh. Ayhes Gama :Ouvi o ler. sim da delonga da reviso dos discursos pelos Srs.
0 Su. Costa Ribeiho :Se quizer responder ao deputados,que os recilaram.
que eu nao disse responda. Sobre nossas sollictaces e reelamaces de
(Trocam-se apartes.) providencias, foram cerradas as portas do gvmna-
O Su Ayhes Gama :Eu nao ouvi outra cousa, j sio ; mas ha oulros edificios em construccao por
nao ouvi st'no queixas, porque esle ou aqueUe iu-1 aquellas iininediacoes que, achando-se abertos,
dividuo tinha sido prejudicado ; mas em ludo isso ; prestam-se aos actos, cuja inconveniencia entao
nao vejo urna razo que justifique a dessidenca [ notamos com relaco ao gymnasio.
dos nobres deputados, a razo porque sendo libe- E, pois, importa que os respectivos proprietarios
raes nao sao proyressistas. ; praliquem a mesma providencia, para qne nao seja
< > Su. Cumia Teixeiiia : O que admira que os' nullificada a j tomada, pois do contrario apenas
progressistas, dizendo-se liberaes, continen! na haveria deslocaco de theatro ou substituico de
lugar.
cima de tudo est a moralidr.de e a seguranca
individual e de propriedade, que em tal estado ten
pratica de actos que moslram seren conservadores.
0 Sn. Ayres Gama : Quaes sao esses actos 1
O Sh. Ramos :E eu pergunto se alguns que se
dzem muito liberaes nao tem platicado actos que um constante i ni migo,
toda o liberal deve reprovar. Segunda feira abre-se a 1 sesso judiciaria
O Su. Cunha Teixeira :Qu idindel i do jury desta comarca do Reeife.
O Sn. Ramos : E* a resposta a sua proposieo. Arribou ante-hontem, ao nosso porto, com
O Su. Ayres Gama : Portante Sr. presidente cu I agua abena, a barca americana Eagle, em sua via-
entendo que se pode mellior ad vogar os nteresses do | gem de New-York para Talcunliam.
paiz, que se podem manifestar ossenlimentos patrio-
ticos, que se podem sustentar principios polticos
absirabindo-se das pessoas, prescendndo-se dos in-
teresse individuaes para se cuidar mais um pouco
nos interesses da naco. Julgaudo ter respondido
como me foi possivel'aos argumentos apresentados
Eslevo tundeada no lamaro, vinda da Babia,
a curveta americana de guerra Wackussett, com-
mandanto Collis, a qual seguio a crusar.
Fallecen e foi ante-hontem sepultado o Dr.
PraOctsco de Paula dos Santos Alellluia, advogado
do nosso foro. Damos nossos sentiraentos sua
pelos nobres deputados julgando ter demonstrado I inconsolavel familia.
que o partido progressista nao sso que os nobres O expediente do consulado portuguez vai das
deputados quizeram dizer, eu sento-mc conclnindo: 9 da manha s 3 da tarde.
com o pensamento de um grande escriplor fran- Hoje sae para Macei e escalas, Penedo e
ccz... do Rvm. Lacordaire quando disse que tudo Aracaj, o vapor Parahyba, da rompanhia Per-
o que havia de grandioso e sublime iicsm- mundo narabucana, tirando a mala no correio.
linha sidoeto pela lei do dever, ao passo que tudo Teve com efTeito lugar naquinta-feira a re
quanto havia de menos digno e ignobil havia sido, abertura do nosso Santa Isabel, pela nova compa
dictado pelo interesse.
Tenho dito,
(Muito bem, muito bem.)
O Su Costa Ribeiro :Creio que nao ha allnso
nessas suas palavras contra nenhum de seus coi-
legas.
O Su. Ayhes Gama :Nao senhor fallei em ti/fK.
O Sn Costa Ribeiro :Eu protesto sempre con-
tra isso.
-se-ha.)
nhia dramtica, com o drama em cinco actos Luxo almirante Rodney c o conde de Grasse.
UM POICO DE TUDO.
Damos exlrahidos da Cruz esle traeos biograph-
cos (lo Dr. Ibiapiua, cujo passameuto em boa hora
se nao realisou : m
Deram os jornaes do norte a noticia itValleci
mente do celebre missonario brasileiro padre Ibia-
pina.
Este virtuoso sacerdote nasceu na cidade de So-
bral, provincia do Citar.
Dedicou-se cedo ca reir das letras, matricu-
lando-se no curso jurdico de Olinda, onde os seus
talentos Ibe grangearam nao pequea glora j. dis-
tingu ndo-se sempre por sua vida exeiuplar e por
seu amor igreja.
ba provincia natal, nelle vendo um carcter I-
llbado, o tlegeu depuladu ;uinbla gcral, resi-
dindo nesta corte com o fallecido conde de Iraj
tambem deputado.
Nomeado lente do curso jurdico de Oliuda, exer-
ceu este emprego por pouco lempo ; epejindo de-
misso pariiu como juiz de direto para a comarca
de Queixerarnobim.
Deus, porm, o chamava para outra vida.
Renunciouocar^o de juiz, c veo para Pernambu-
co_na qualidade de simples advogado, onde aquriu
nao pequea fortuna.
Passado tempo, tocado mais forte pela graca di-
vina, repartiu todos os seus bens com os pobres,
tomou ordeus sacras e principiou pelos serles a
pregar a palavra de Dos.
0 fructo de suas misses era prodigioso; como os
apostlos da primitiva igreja, por onde passAva, es-
palhava mil bencosemil lienecios.
Fundou-a casa de Misericordia de Sant'Anna e a
de Sobral, ambas no Cear.
ltimamente dirgu-se a missionar o serto da
Parahyba, e ah qual outro Francisco Xavier entre-
gou ao Creador essa alma casta.e santa, purificada
pela dr e pelo soffrimento.
O padre Ibiapina um vulto venerando e digno
de figurar no Pantheon dos nossos homens Ilus-
tre, si por ventura entre nos de alguma cousa va-
lessem os serviros prestados religio.

N*uma gazeta franceza encontramos urna bella
noticia para aquelles quede coraco amaina igreja.
Vi ule e nove, escreve um jornal francez, o
numero das folhas calholicas na pennsula italiana,
que defendem o direto temporal do papa.
Entre nos brasileiros, se conlam quatro gazetas
exclusivamente calholicas A Estrella du Norte,
no Para O Brasil, na Baha A Cruz na capi-
tal do imperio, e .1 Estrella do Sul, no Rio
Grande.
Folhas estas unnimes ern todo o pensamento e
doutnna e que ainda com sacrificios eslo promp-
tas a defender o papa e os seus direitos como pon-
tfice e comorci.

N'uma correspondencia de Berln, l-se que as
ras dessa cidade, j vom raonges com seus hbi-
tos a esmolarcm, para ahi fundaren) um coiiveulo
de sua ordem.
O que dro a isto os nossos parlamentares ojie
tanto gritam contra os frailes, lazarslas e irinaas
de cardade ?
Pois a Prussia nao urna terra de protestantes ? I
O jornal francez Le Temps noticia o seguintc,
com relaco aos centenarios fallecidos no anuo
findoo :
Em Londres, James, Mayess morrou, tendo 100,
de auno de idade ; servir como marinheiro ob o' recia que novo dia deveria ser designado, e nova
Comtnando do almirante Hodne, e era o ultimo so-; convoeaeo deveria ser feita. Nos editaes de con-
brevi vente da memora vel balalha naval de 14de|vocaco aos eleilores est escripto que a clei-
abril de178, dada no mar das Antilhas entre o cao tem por m opreencliimente da vaga pela no-
Que tem, que importa se s vezes
Minha alma triste vacilla?
Nao treme a luz que scintilla
Mal que um sopro a vem tocar?
Que tem, se acaso mmudeco,
Se a fronte inclino, e medit,
Quando o tripudio maldito
Vejo ao meu lado pastar ?
Quem diz que o sol perde o brilho
Porque desee no borisonto,
Ou que inoi re a luz na fronte
Onde Dos pz um laurel ?
Quem sorr da casta musa
Porque a v bannada em prantos .
.Quem se atreve a pedir cantes
Aos captivos d'Israel 1
Nao 1 se as aves eminundecem
Quando se despe a floresta,
Se os cantos d'amor e fesla
Nao resoam pelo ar,
Se Inz paluda do invern
Neja viceja urna bonina,
Quem diz que a quadra divina
Nunca mais ha de voltar ?
Quem diz que as rosas c os lyrios
Nao bao de vir en cardumes
Encher de gratos perfumes
As brisas da solidad?
Que a monlanba, o prado, o bosque
Nao tero fulgor um dia,
E que nao ha de a poesa
Romper-nos do coraco?
Quem diz que o mani sombro
Que o eo nos tolda de nev
Nao ha de, desfeilo em breve,
Todo em tarlas sabir:
E qoe entao, n'esse momento,
Nao deve a aurora inflamraar-se,
E a campia engrnaldar-se,
E a primavera sorrir?
Nao digam Einquanto a sombra
Desee negra e carregada,
E os seios d'alma inspirada
Se estorcem no fri horror;
Emquantn, tartos de glora,
Os hislries adormecen),
Ao puro cysne fallecem
Urandos murmurios de amor.
Mas quando o p, que hoje em nuveos
Vaga, ondula, e cobre tudo,
Se abater, tristonho e mudo
Nao ha de o cysne (car;
Batendo as azas constante,
Soltando vaga harmona,
Kara romper a poesa
. Por torra, per cos c mar I

A MULHER.
t C'est l'heureux privilgc de
la femme de rester trangre
aux raisons d'lal, el aux froids
saleis de la poliique, pour se
livrer tout enlire aux gn-
reuses inspiralions de l'me, el
Kour ollrr des consolatons
l'nfortune, des encouragements
tout ce qui.esl noble et sa-
cre.
(Napoleo IH, resposta ao car-
deal de tonnechose.)
A misso da mumer importantssima. Faz
mal, bem mal, quem descura a sua educaco I
A mulher uwve, pelo amor, as mais generosas
inspiracoes.
A iinilher destinada a preparar a alma dos in-
fantes; a inspirar a estes, docura, religio, carda-
de, e amor da familia.
A mulher destinada a consolar os aflictos, e
infelzes.
A mulher destinada a encorajar tudo o que ha
de nobre, generoso, e sagrado !
A misso da mulher toda de espirito; urna
misso quasi celestial!
E^ranhas s paixes n/nenas, que dominamos
homens, chamados grandes, a mulher culta, ,
deixai que assim o diga, a diviralade terreste,
que inspira aos homens, amor, virlude, religio,
abnegaeo, e coragem ; essa divindade que
Ibes faculta, repouso as fadigas, goso na pros-
peridade, consolayo na desgraca, e conforto na
dr.
Em Portugal, desgranada verdade, trata-so pouco
da cultura do espirite da mulher.
Pois ella urna cousa iiiqiortantissima que nao
datera descurar-se,
resol vida pelo directorio. Mas, toaros d
o 8r. Dr. Joo Teixeira petos prinripaes
a imprensa desla cidade, iarlustv* t
rroyieuiMa,, decan>u qne se retirava por
vu:. oe que oiMwtuuawetto dara ronta<
que tem o direto de exigi-Us. Quaaio ada, na-
l,.AM!r,0'e hem rW te o*. Dr- J~ T-
*^? g "" proceder, pms nao banana Ul
somen\abrLDer,r0 '""5 *
soraenie a si, mas ao seu partido
ponderosas nelle nao actoa*Um.
Entretanto nao nos farree w so erra
motivo para que os progresista, m
pteilo, couf.ssando Mata a prhri e do
solemne sua fraqueza.
Anda menos nos parece que l*w deveria -
motivo para o completo silencio, que ate k w.
guardado a mprensa te panido : prto entrar!
taes aconiecimenlos exigiam ex|Hirarues qu. -rr-
vissem para esclarecer e orientar' aqnrttes te
tamos esforcos toem despendido para atinreai
esse directorio a o partido que elle reprsenla
Desde que o Sr. Dr. laetan,. Rro # naiiln
eonsell ou dirertorio do partido liberal r^r.^iM.-
tuido por oeeasjo do rom|iimento it /-*
triumpho de sua candidatura ou o InnioV'Xt
candidatura do Sr. Dr. Pana sera H MMla
para o mesmo partido, anda que, quaaio a a.
semprocurarmos rn^ar o awnx-iim-nio -te >'
linio, o Inuiiiplio de sua candidatura k-m
signilicayo da do triumpho da candidatura do Sr
Dr. BaiM; pelo que se teramus dos libera.-* a
oucori.un para a orgawsacio dodwccawwe
que desejam ver os liberaos puros ou rraaaaa
preduimarein na dire.co dos neg.irii *4*m
de nossa provincia, o nosso voto pertaaceria a en-
tnelo meinhro do clero peraarabaraao qnv taaao
se tem ennubrerdo pela sua tirnit-za d raranrr e
que no parlamento ja leve occa*io > d ir rana
de sua profunda illuslraro e latente oratorio
Mas, anda que assim esja, nao deixa de *-t vt-
dade .pie o Iriiiniqho do raudidalura de Sr Dr
Unto sera anda urna victoria para o partid taW
ral desde que elle perlence ao dirdurio bl-ra..
desde que em suas circulares arre mi i
liberal, desde que nao conseguir o sea mim
seato mediante votos dos liberaes; cedo uurtaa-
te certe, a visto de ludo isso, que elle ira aa ra-
inara poslar-se au lado dus liberar* desta prova-
cia, oque em nome do principio klieral uva ins-
tado dos negocios d IVrnambuco.
E' verdade qus tow-se iii|nMndo qae o Sr. IH\
Caelano linio lera e apow, seno ostensivo, nrea-
lo do governo da proviacia e do direetorm pro-
gressista.
Nao podemos arredilar em semelhante cenan,
que vina annuviar a nobreza de earaevr, ana
devenios suppor no Sr. Dr. Brite e estaatus asnea
de qoe nessa liypoUtose, se isso vtesse a wamfcs
tar-se, nao haveria eleitor liberal por mais amas
que bata do Sr. Dr. Bnto, que Ihe dea? o >ea
voto, pois em poltica a causa pnMica deve er
anteposta por lodo o bom ridadao a caosa pantea-
lar, s iransacfi's vergonhosas. i\tr ootro U.h>
directorio progressia toril .-sriuerido as mave-
niencias de seu partido, e nao dovidaatnt dnrr.
teria coberto o seu partido de ignominia Tena
esquecido as conveniencias de seu partid, parque
no seio deste deve haver caracteres qne mnis
conliainu iuspirein, para o futuro, do qne ca-
racteres rerruiados a cusa de transaccrs* nas i-
leiras contrarias,e que no futuro podero ?uir
norte que bem Ibes aprouver, lena .-.4^-rio ra
partido de ignominia, porque isso nao .(nana
de importar a coiilisso mais mmViimm de Iraqnria.
alm da pretenco de homens de merecunratii de
seu proprio seio por homens das Mteira* roa-
t ranas.
Ilepeiiraos, estamos longe de lazer lejoru a ra-
mator do Sr. Dr. Bnto : estas nossas eoa*ieVra-
eoe- sao feitas por mera hypothese para iiH-lhor
comprehenso das nossas duvidas que d> rjan*
ver esclarecidas.
Para nos especialmente eib-aordiaano a si-
lencio da mprensa protprtsittii, e -te -ib-nn..
da-se .piaiiiJo o .-oi.ii.laio do directorio pn>rre..
la relirou-se, quando lodos proruram salrr dWee*
ui.ilivos. i|uando ate te^e, vntnera di etow-a w-
nhuui mino a presentado pe o partid*, piando
seu arpio na bnpreusa deitou de extslir e paatt-
do i.-u ua aananaancia de urna co/uinna empres-
tada do jornal que orgo ofHcial do governo da
proviaeo, quando consta neraliiH-nie que protim-
dos desgoslos existem cutre o Sr. r. Femisa. *
seus coiiipanhe.il us liberaes Serfico e Han-i
de um lado, c de oulro o Sr. Pae> Barrete e eu-
ainigos.
Quando taes factos se do e o espirito puteieo
varilla, e Ulna eteicao |>e lera de (ireeeiler. n
licito guardar o silencio ; salvo se s enb-nde
que o ikjvj, que a massaldo |iarudo nao t.-m di-
reito de saber como os legocios d> parlHh. <-or-
rem.
filellor
de urna uas
eleitor qne foi ura dos
da liqn ao lado do Sr. Di
berase como cu, lenho
essa eleico, mas confess
ceda, lol a Batel, lal a
regoezias desla capital .
tiais fortes propafla.io. -
Feilosa e de outros U-
dc dar o meu voto - que nao sei como !*-
fonfiisao cm que iry> os
negocios politicos de min I |irovincia. c.taU qu*-
al o da 17 a luz deixe chegar ale aos um de
seus rajos.
.1
PUBLICACOES 1 PEDIDO.
|mtlime do li railsphrrio
ridr tlal.
A prxima eleico de un deputado pelo
priweiro ilistiiclo.
Pela organisa^o do gabinete de lo de Janeiro
foi chamado para lazer parte delle o Sr. conse-
Iheiro Paos Barrete. Na forma da lei foam rcon-
vocados os eleilores do primeiro districto, alm de
resfionderem se contuiuavam a prestar coulianea
no Sr. conselheiro ou queran) outro para seu re-
presentante. O da 17 do coi rente foi o designado
para essa eleico.
Teudo-sc, porm, d'ahi poneos das seguido a
escolha do mesmo Sr. consellieiro para senador
por esta provincia, vago deixou o Sr. conselheiro o
seu lugar de deputado para o qual nao pode mais
ser eleite. Assim, pde-se dizer que cessaram a
razo e o fun daquella convoeaeo e portante pa
e Vaidade, cuja acto passada no Rio de Janeiro,
na actualidade, sendo o primeiro, tercero, quarto
e quinto artos cm casa de Mauricio, empregado
publico, e o segundo no Jardim Botnico.
O assuihpte do drama o seguinto :
Mauricio, filho de honrados artistas, sendo em-
; pregado publico, tem a infelicidade de casar com
una mulher amante do luxo e vaidosa, ponto tal
de leva-lo des|iezas fabulosas com feslas e des-
\ perdidos, e a desconhecer ;o aos proprios parea-
| tes, por serem artistas, originndose disto dividas
| sem flm, que ella pretende saldar com a fortuna do
1 marido que espera apanhar
j innocente, procurada com
vi uva de raaos coslumes, c in
No Gran-Han (Blgica), morreu Mara Joanna,
mulher Houcelet, tendo 100 annos e lo das.
Em Hornsby-Hall (condado do Lincoln, na Ingla-
terra), a Sra. Massinberg, que nascra em Versail-
les ha um secute e um mez.
Em Halsinufors, a Sra. elviez, tendo 101 annos.
Em Montpleasant (Livorpool) David M:ic-Vay,
tendo 101 annos.
Em Lude (Sussa), Bole, veterinario, 101 annos.
Em Santo Amonio, porto de Belliazona, Antonio
MareUi, 102 annos.
Na tilia do Cuba, o patriarcha das Antilhas, D.
meaco do Sr. conselheiro para ministro.
Entretanto como nova convocac.ao nao appare-
ce e prximo est o dfa 17, nao podemos loriar-
nos aosdesejos de expor algumas duvidas, que nos
assallam o espirito em relaco a essa eleico, ao
vote que devemos dar e em relaco mesmo si-
tuado poltica da provincia, pois que a eleico de
ura representante da naco sempre um acto po-
lico ; situacao que nos se nos figura todos os
das mais complicada e embarocosa.
Quaes os candidatos que se apresentam nessa
eleico 1 Al hoje nao constaseno de dous, o Sr.
Dr. Joaquim Francisco deFariaaapresentaeoque
se nao aprsenla por si, mas cuja candidatura
apresentada pelo directorio do partido flberal.do qual
Biscurso do Sr. dr untado s Pereira, na sesso de
t $ do passado.
O Sn. S Perciba :-Sr. pre.-idente, eu preten- viuva de mos coslumes, e nimigaoceulta de Mau-' rapazes e 48 raparigas -, 191 bisuntos, % rpales e directorioeellepresidenteeojbr. r.Uetano Xavier
di pedir a palivra logo que tei lido o artigo para ricio, por t-la desprezado quando m;o. 76 iapargas e finalmente 2 trinetos. Pereira deBritoqueapresente-se por si mesmo, mas
fazer algntnas reflexites em referencia a mnterfn, I A aeco do drama comeca justamente quando I Em Cremooa, Alessandro Corr morreu, tendo que tambem emenibro do directorio ou do conse
mas tendo pedido a palavra o nobre deputado o Sr. I Mauricio c Hortenria (sua mulher) procurara enta-1102 annoa o 8 metes de idade; deixa urna viuva de m desse partido, directorio e conselho organisa-
G.rvazio Campello, depois das consideros or' bolar o casamento da filha com o commendador Pe- 82 annos. ^s por occasiao do romp.uiento hav.do com ? liga
elle oderecidas, julguei-me dispensado de aventu-1 reir, homem estpido e enfatuado |wrsna riqueza, Em Western (Estados-Unidos), Jobez Halleck, da parte da grande maiona c dos mais distincios
rar mais algumas ideas; tendo porm dad* um i que tudo envida para entrar na classe da ariste-! av do actual secretario da guerra, chegou a con- liberaes da provincia, e*f
anarte oue foi mipucnado, ped de novo a palavra, | cracia. i tar 103 annos. P"*1- ,
riorm'v Exc. nao ouvio, e nao estando na sala o De combinacao com sua filha Felippa e com Fre- Em Tlaliscoyan (Mxico), Verea y Nio, viveu' Ora, exislmdo nesta cidade um directorio dos
Sr nrimeiro secretario, adiantou-se o conselheiro derico, moco de costumes pervertidos e que tudo 103 annos e 7 mezes. | que ainda eontinuaram a sustentar a liga, c tem a
Paula Baptista e falln antes de mlm. 'envida para haver um bom dote, Fabiana com o Em Trieste, Asna Pilleri morreu, tendo 165. lodo ocusto pretendido manter e salvar a auiono-
Re'almeiite Sr presidente, as ideas apresentadas (im de melhor executar seus planos de vinganca! annos. I ma do partido progressista, partido que nns den-
udo nobre deputado meu collega de circulo, e pelo! procura arrebatar Leonina, filha de Mauricio em i Em Granada, Maria Antonia Garca conlou 105 nem ser o mesmo panido liberal, augmentado por
nobre deputado pelo quarto circulo calraram muito favor de Prederico e prejuizo do commendador, an nos e 2 das de idade. novas alhancas, e outros d*fi"em "" "" vo
quem quer ligar Felippa, para que, saciados seus' Em Armagh (Irlanda), Cornelius Hucketl, viveu partido com ins e aspirages que nao sao iden-
malvados intentos, a deixe entregue aos horrores 108 anuos.) eos aos dopartido liberal antes de formada a liga,
da prostitoteo, realisando a vinganca que ella de-! Em Palaski (Indiana), morreu com 110 annos, exislindo dlzemos, om directorio desse partido e
sejava. | Joseph Reicherv, amigo offlcal das guardas soissas' tendo mais em seu favor o apoio licito e decente
Leonina, levada por um sontimento nobre de seu de Luiz XVI, capito das guardas francezas na que Ihe pdem prestar os que oceupam as primei-
America em 1772.
Em Benacazeu (Hespanlia).
juitado pelo quarto i
em meu animo.
O nobre deputado pelo quarto circulo desenvol-
ven a questo em poucas palavra, como realmen-
te ella deve ser desenvolvida, mas creio que hou-
ve um engao da parte delle, enlendendo o artigo
de urna forma, e a emenda de outra, suppondo o coraoao, apaixona-so pelo pintor Henrique, seu pri-
nobre deputado que o artigo do prujecto mandava mo, quem afinal desdenha pelos sarcasmos que
cobrar o Imposto de barreiras por arremataco, e i Fabiana e seus seqoazes Ihe aliram face, sera
a emenda por administracao, entretente o con- comiodo arrancar-lhe esse amor nascldo do cora-
lario. cao.
D. Sdlercontou 115
annos.
Em Cincinnati (Estados-Unidos), a viuva Broad
morreu, contando 118 annos t vera de 3 maridos
ras posteos officiaes da provincia, qual o candi-
dato desse directorio Y Dexari elle que a eleico
corra sem um conselho aos seos amigos politicos,
tem urna s recommendacSo; sem a indicarlo de
un nome, quem os seus amigos devana dar os
(KXTRAHIDO DA GAMTJ MK.NSAI. Os M0n\< I
Existe por certo rana f alidade altamente am-
\ toral, suave e deleilavel la deliciosa fragranria
desla agua popular que il; Lio grande ornamento
| serve ao loucador.
Ella como por encamo i os faz lembrar o duin
simo iiici uso florido do ve 'o ou a imuaro de ua
favorito tora de msica a itigo, o qual porvmtura
nos faz recordar aquellas scenas ja pas>ada<. du-
rante as quaes oiivimo-lo pela vez prinv-na. I
espirituabsaute e delicado como o aroma da grntu-
na agua de colonia, e co nimio o seu perfume e
mais profundo e duradoui a sua fragrancia nan-
ea muda nem enfraquece. como acuMece rom os
mais perfumes extrahidu > e compitos de idees
volatis.
As senhnras, as quaes feralmente soffrem de do-
res nervosas da caboca Iti 5 do a preterearia a to-
da e qualquer urna outn appbcaco local, rm>>
um excellente meio de alhviar as di'ires: e ea
qualidadc de um per fui le para o quarto >te um
doenle elle por sem diiii.la eniinenteinenle r.-lri-
gerante c agradavel. I cterimo-nos to someata
quanto acia floiiida de Mihiut a L\.v*m
Quanlo s mitaces sao ellas ttespreziveis e ni"
inerecein a mais* leve me icio.
Acha-se em todas as K as de periumarias.
COMMEBCIO
?
MIHI BlMO ll l'EUMIBICO.
O novo banco de Parn nnbuco paga o 12* dtvp
dendo a razo de 9 por ; ceo.
llfai
Bendiment do da I a 7
dem do dia 8.........
lesa
nnIbmcbio a alfa
VcJames entrados com fa codas ..
i com g. aeras...
Volumes saludos
com
com
(aiendas.
gi eros.
156:i0ft2*>
2!: I WJV..I
l5:/*8*7M
m
tjm
Descarregam no pia 9 de abril.
Barca inglezaEnchymiomcarvie.
Patacho dinamarquezAneearva.
Barca ngleza -Serapkina l mercadorias.
Barca nglezaVision-et to depedra.
lapo taeia.
Escuna argentina R. & '., entrada I
Ayres, consignada Perei a Caroeiro,
o seguinte :
1,000 quintaos hespanhi es de carae de ehaiaj-nj
e 25 couros seceos de polt o ; a ordem.
Patacho portuguez 6a ibaldi, entrado do Rio


Diario de reruiNM* Mabnado de Abril de 1 **.
Qfande do Sul, consignad a Bailar & OHvoira, ma- Iba tendo a frente para o rio Capiharibe, com urna
nitcston o seguinle : por e duas jhnenas ao lado, jardim na frente, eo-
t,736 arrobas de carne de charque c 6 couros piar aom grade do-fearo todo roda, com duas ta-
vaeeuns seceos avariadas; a> ordonv
Barca americana A'to, enliib da pesra. consig-
nada a II. Korsler ti ('... manifestou o seguinle :
17o larris azeite ile batida ; aos mesmos.
Barca iugloxa Endijmson, cidrada de Liverpool,
consignada a Wilson & Hclie. manifestou o se-
guidle :
W7 toneladas de rarvao de pedra, i caixa fumo,
potando 10 libras; aos nestnos.
Va|H)r brasileiro Mamangmipe. entrado do Cear
e escala, manifestou o seguidle :
Do Cear.
44 barricas farinba de trigo, 3 saceos com 10
arrobas o 21 libras de eaf pilado e W maioj de
sola ; a ordem.
De Maco.
18 sacros com Si arrobas de cera de carnauba;
a Pahneira & llellro.
200 molbos de palha de carnauba ; a Eduardo
Duarle Coentro.
'(00 molhos de dita dita ; a ordem.
i7 saceos com 176 arrobas de cera de carnauba,
200 esleirs de palha, 10 meios de sola e 5 molhos
com 12o courii>!ios; aviuva de Manoel Goncalves
da Silva.
Brigue brasileiro Caramba, entrado do Rio Gran-
de do Sul, consignado a Maia & Espirita Santo,
naaifesiou oseguinle :
8,3*5 arrobas de carne de charque, 1,190 lioguas
seccas e 54 couros vaocuns seceos; a ordem.
Hiate brasileiro Sonta Cruz, entrado de S. Ma-
theus, consignado a Luciano C. da Costa Moreira,
manifestou o seguinle :
2,270 alqueires de farinha de mandioca; a or-
dem.
Barca ingleza Fisin, entrada de Livcr|Kx>l, con-
signada a Sauoders Brothers & *, inanifostou o
seguidle :
tiT i nieladas de carvo do pedra : aos mesmos.
JExportaeo.
Patacho italiano Mana, carregou para Genova,
com escala por Marscille, KM) saceos com 4,500 ar-
bas de assucar branco, 2,500 dilos com 12,500 di-
las de dito masoavado, l ditos com 71 arrobase
20 libras do algod e 50,000 unhas de boi.
Brigue pnrtogucz Comante II, carregou para
Lisboa 490 saceos e 51 barricas com 2,705 arrobas
e 18 libras de aananar bruteo, 2,370 saceos e 50
barricas com 12;il2 arrola8 o 28 libras de assucar
inascavado, 977 couros salgados seceos com 25,534
libras, 200 saceos com 350 alqueires de farinha de
mandioca.
Barca franceza Villr de Frontignan. carregou
para Marscille 5.040 saceos com 25,000 arroba? de
assucar malcarado, 400 saceos com 1,957 arrollas
e 21 libras de algolao.
Heeehednrla de rendas Internas
geraes de Pernainbiico.
Kendimento do dia 1 a 7........ 5:2174601
las a-ipiatr (pianos "no andar terreo; e o sotSo I
da e dous qiiarlo*, com jauellas no oitao, cozinha
do oulrp lado com tres .piarlos ; leudo lo lado 1 so-
brado meia agua com 5 janeltas e dous grandes >a-
loes, cesheir, estribara, gallmbeiro, cacimba com
bomba, iodo murado, avahada por oito contos de
ris, a qual fura |enhorada por execucao de An-
touio Jos Teixeira Bastos t C. contra T. Marques
da Silva. K nao hareado lancador que cubra o
preco^d avaltacan, a arrematado ser feita pelo
preco da adjudicaoao na forma da lei.
E para que chegue ao conheciinenlo de todo*,
maodei passar o presente, que ser-publicado pela
imprensa e affixado tos atarea do costume.
Rio de Janeiro.
libras de liquido 4, ditas de dito dito que leve 4
libra*-de liquido 4, ditas de dito dita que leve 2 li-
bras 4. Sigue em poneos dias o brigue escuna Javnn
'Quem quzer vender taes objeclos aprsentelo as Ai Ihur, lem parte do sen carregamento engajado,
suas propostas em caria fechada na secretaria para o resto que Ihe falta e escravos a frete para
ronselhe s 10 horas da uianufu .lo da 11 do cor- os qnaas tem excellentes commodos trala-se com
rente. : os su consignatarios Antonio Luiz de Olireira
Sala das sessdes do consoho administrativo para Azevedo k C, no seo eseriutoriu. rua da Cruz uu-
forneciment do arsenal de guerra 6 de abril mero 1. 1/
(Te 1864.
Antonia Pedio Je S Barrett,
Coronel, presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho.
Major vugal.
rVaea H movis,
Sabbado 9 do corrente, pelas 4 horas da tarde,
Baha
O palhabote GarihtUdi sahe nesles oito dias : a
iralar com Tasso I raos.
Para Kio Grande n> i 0 Brigue nacional Tjgrr.
Ilecife, 7 de abril e 1864. E eu Manoel Mara fe? 4t^CSJ!lJ2L ,1 1- *S <> preto coinmodo par aquello porto : trala-se com
os consignatarios Bailar & Oliveira, na ra da Ca-
deia n. 26. i
nle. araba i
iii
ru-.i.j.meu o nni>i ........ "' ? cripto dos mencionados autos.
IdemdodiaS ................. o7J*820 escrivA fez
Rodrigues do i\*scimento, eserivao, o subscrevi.
Trisliio de Alencur Aniripe.
O Dr. Tristao de Alencar Arari*e, oIBeial da im-
perial ordem da Rosa o juiz de dtreilo especial
do commercio desta cidade do Reeife e seu ter-
mo, capital da provincia de l'ernambuco, por S.
M. I. e C. o senhor D. Pedro II, a quem Deus
guarde etc.
Faco saber aos que o presente edilal virem e
delles noticia u verem, que por este juizo pendem
uos autos de execucao de sentenca cutre partes, a
saber : como autor exequente Octaviaoo de Souza
Franca, e como reo executado Francisco Antonio
de Oliveira, e proseguindo seus devidos termos se
hiera penlwra em dinheiro pertencente ao referido
execulado, e sendo em publica audiencia deste jui-
zo pelo procurador do autor me fura feilo o reque-
rimenlo constante do seguinle termo : >
Aos 15 do fevereiro do 1864, nesta cidade do Re-
eife de Pernambuco, em publica audiencia que aos
foilos e as partes fazia o Dr. iuiz de direito espe-
cial do commercio Tristao de Alencar Aranpe,
neHa pelo solicitador Joo Caelaao de Abren, pro-
curador do exequente fora aecusada a penhora que
se segu feila em bens do executado, requerendo
que ao mesmo nao s Ocassem assignados os seis
dias da lei como dez aos credores incerlos, 'passao-
do-se os edilaes do estylo, visto como dita penhora
se effectura em dinheiro, requerendo que dita pe-
nhora licasse esperada at ser intimado o executa-
do para os termos da penhora, por isso que se acha
elle fra do teme, declarando o procurador do
exequente haver recebido un conslituinte por con-
la da presente execucao a quanlia de 5315500,
sendo 400$ em 30 de mareo de 1863 e 131500
em 18 de juuho do mesmo anno, do que passara o |
competente recibo. O que ouvido pelo juiz, bouve \ fi*l.lllp
dilo requerimenlo por deferido.
Exlrahi o presente do protocolo de audiencias e
junto o mandado e a procuradlo que se seguem.
Eu Faustino Jos da Fonseca, escrevente jura-
mentado o escrevi.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, eseri-
vao o subscrevi.
E mais se uo conlinhacm dito termo aqui traos-
trieto da Boa-Vista, tcm de serem vendidos os mo-
v*is penhorados Joo Canelo sa do Veras, por execucao de Jos Goncalves Per-
reir Costa }"" "
.iroprielario do grande armazem de molbailos denomina.].) fAnn
reduzir o pre^o dos seus gneros, pregos estes que muito bao de agr ar a..s senbore> co-
pradores.
THEATRO
DE
S. ISABEL
EWPREKA
MMW >CMlMi.
SABBADO, 9 DE ABRIL DE 1864.
9a Reelta da assfgnafiira.
Vara o Ato Grande do
Sul
segu em poucos dias o brigue narinnnl Pedro V:
j para o reste da carga trata-se na ra de Apollo
; numero 30.
LEILOES.
fflMIrl,!!
MMHI
Sabbado 9 de abril as 11 huras ra
di Cadeia uunicru^armiizem.
1 UK
Urna est-rava erlonla, Idade i
anuos, habilidades, eoslnha e
engoniuia.
[ l ma mabilia de Jacaranda e n-
ira dita de awarello.
Terminara o espectculo com a graciosa come- pelo agente Euzebio se vender pelo maior pre-
go que se achar uiin escrava de nome Luiza, bo-
nita figura, com habilidades, engomnia e eoslnha,
os pretendemos giiciram api oveitar a occasliio.
Represenlar-se-ha o exeeHeme drama, origina
brasileiro do Exm. Sr. Dr. Maccdo, em 5 actos.
LUXO V\II)\I)E.
novas
VIMM
5:791*421
Consulado provincial.
Bendimenlo do dia 1 a 7 ......... 20:0935965
dem do dia 8................. 2:(i8505O
passar o presente, pelo qual cha-
mo, cito e hei por citado os credores lacertos do
mencionado supplicado, para que dentro do indica-
dia em mn acto.
A Yiuva da Camelia.
Comecar s 8 horas.
galera de
vistas.
lina da Imperalrlx n. &3.
Hoje e amanhaa eslarao patentes as seguintes
Panorama da cidade de Pars.
Assalto e lomada da torre de MalacofT.
Cidade de Valenca na Ilespanha.
A sanguinolenta batalhaa bayoneta calada dada inras j, oSlil lioitn O JlBllUli
pelos Hespaiihoes no serralho em frica costra os
Marrocos.
l'r.ii-.i do commercio Iluminada em Lisboa
UK
O ealxas eom inassas.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quero pertencer de crea de 200 caixas de
massas soriiilas, alelria, macarra, lasanhe. em
perleit'. estado c as uielhorc* que tem viudo ao
mercado em um ou mais lotes vontade dos com-
pradores : segunda-feira 11 do crrente pelas 10
Manteiga ingleza flor a 720 e .
Dita hamburgueza multo nova a
Dita franceza a 540 e 561) rs. e era
barris a......
Queijos do reino novos a 24500 e
Presnntos novos de Lamego, libra a .
Chouricas do reino novas, libra a
Espermacete-muito lino a 720. 640 e .
Vetea de carnauba arroba 104 e libra
360 e.......
Cha hysson rauito superior a 24500 e
. Dito perola a
Dilo miudinl!) a 24*00 e
Dito prelo muito superior a 14800, a
Latas com bolachlnha de soda do 5
libras a......
Ditas com biscoitos de varias qualida-
des.......
Doce de guiaba e banana lino a 400,
560 (calxo) e .
Marmela.la nova dos nclhores auto-
res, libra a 640 c .
Latas com pelxe savel, capnxo. fango.
congro, salmonte e oulros muitos
bem preparados a ...
Sardlnhas de .N'antes. latas a .
Frascos com ganebra de Hotlanda da
verdadeira, a 500 e frasqueiras a
Garrafoscom genehrade 25garrafas a
Frascos com geneiira de laranja a .
Vinhos d Figueirae Lisboa, a 400,
500 e...... ....
Dito do Porto lino a 640, 720 e .
Dito branco proprio para missa a .
Serveja de boas marcas a 500 rs. a
garrafa e a duziaa.....
Coguac verdadeiro, a garrafa por.
Vinhos finos engarrafados no Porto, a
garrafa por 14- 14200 e .
800
si M Licores linos a 800, |. indi >
520
340011
480
640
600
320
24700
2450
34000
25250
34000
14400
640
720
14600
320
3S360
84000
14000
Mili
800
640
54830
15000
Dito muscatel e Swnl.a
Itn
a mil) ,
muito cii(ei-
Caixinhas com ameixas
tadas a 14600 e .
Lalinhas com ditas a 14 00, 24 -
Ditas eom figos de com .Ir nnvns a
155000 .......
Ditas com ervilhas franc as e pwtu-
guezas a .......
Dilas com ostras a ....
Ditas com massa de lom les .
Dilas com fruetas de Poi ugal a5Hrte
Azcilonas dt'Elvas em rasco* a
Fraseos com eouserva* a T50 e .
Dilos com mostarda fram /.i a .
palitos de
le nm>
Macos com 20 macinhos
denles a. .
Tijolos de limpar a
Aramia verdadeira viuda
inclua, a libra a J .
tiomma de engomraar a : 4400 a ar-
roba e a libra a 100 o .
Tapioca muito nova, a libi ka IV)
Krvillias seccas egrao do I ico, a bl.ra
Massas para sopa, macarr o, lallianm
e letria, a libra.....
UiUs brancas, viudas de I Amt, a .
Pevide, eslrellinhas e rodil has .
Caf de primeira s^rie. a I bisa 280 r.
Sala verdadeiro hespaohc a libra .
Dito massa a 160, 200. 241 a
Alpisla a V->8(M) a arroba e > lit>ra
l'aineo a 55 a arroba e a lil ra
Amendoas de casca mole a 16 e dura
Azeile d.K'e retinado, a garr fa a snor-
Molhos com mais de 100 ce olas a.
Casianhas novas, a libra
1J000 >'ozes, a libra
I 28
Srt>
litm
t>4#
72
tm
na
mt
MlM
-410
I4#
por
22:7824^15
M07IMENT0 DO POBTO.
No dia 8 do corrente
ni'in sabidas.
nao houveram entradas
9!
EDITAES.
Faculdade le Direiio
De ordem do Exm. Sr. director se faz publico
C68 a contar da dala deste, a cadeira de lalim do
curso preparalorio desta Faculdade e o candidato
que se qiiizer nserever dentro do referido pateo
dever previamente justificar pnate o Exm. Sr.
director: I" ser cidado brasileiro; 2" maiorida-
.1 legal : 3" moralidade por meio de alleslados
dos parocbos e de folhas corridas, nos logares
on.iu hoiirc-r residido nos cinco ltimos a,nnos;
4" rapai idade professional. rein sido em algum temuo con.leinnados a gales
ou solTn.lo aecusacao judicial de furto, roubo, es-
lellionato. banca rola, rapto ou oulro qualqucr cri-
me que offenda a moral publica ou a religiao do
do prazo comparecam nesle juizo munidos dos, ^,5, jS festejos do casamento do rei de Por-
respeclivos documentos para allegarem o que fr |Uga|,
de juslica, sob pena de revelia. c'id'ade do Rio de Janeiro.
E para que chegue ao coiiliecimcnto de todos Estaro prsenles mais diversas vistas que dei-
inandei passar editaos que serio allixados e publi-
cados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Reeife, capital
xam de ser mencionadas por oceupar muito es-
pato.
Osalao estara aberto
da provincia de Pernambuco, aos 22 de marco de quams e quimas-feiras das 7 horas da noi
1864.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, eseri-
vao o subscrevi.
Trisliio de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, ofcial da impe-
rial ordem da Rosa e juiz de direito especial do
commercio desta cidade do Reeife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por S. M.
I. e C. o senhor D. Pedro II, a quem Deus guar-
de etc.
Faca saber aos que o presente edital vlrem e
.Iclle noticia tiverein, que |>or este juizo pendem
ana autos de execucao de sentenca, entre partes, a
saber : como autor exequente Jos Francisco Br-
relo, e como reos execulados os curadores fiscaes
da massa fallida de Amorim Fragoso Santos A C,
boje os administradores, e proseguindo seus devi-
dos termos se lizera penhora em dinheiro porten-
cenle aos referidos execulados, e sendo em publi-
ca audiencia desle juizo pelo procurador do autor
me lora feito o reipieriuieolo cm^un do seguin-
le termo :
Aos 7 de marco de 1864, uesta cidade do Reeife
de PeriKimbuco.'em publica audiencia que aos bi-
tas e as partes t'azia o Dr. juiz de direilo especial
do commercio Tristao de Alencar Araripe, nella
pelo solicitador Joo Caelano de Abreu procurador
aos .abitados, domingos,
te em
diante. Entrada 500 rs.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR-
Dos pollos do sul c esperado
al o dia 14 do correle um dos
vapores da cmipanhla o qual do-
nis da demora do costume se-
guir para os portas do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
LEILAO
DE
Sapatos de norraeha.
Srpmlii-feir.1 11 do corrente.
.Vi arillazriii ilo Alies.
Para llinidar.
O agente Pestaa far leilao por conla de quem
pertencer de diversas caixas de sapalos de bor-
racha com perfeito soriimento para fechamenlo de
factura e serao vendidos em lotes vontade dos
compradores : segunda-feira II do corrente pelas
11 timas da manha no arinazem do Annes defron-
le da alfandega.
Assim muitos oulros gneros que deixam de si' mencionar, tudo da milhor nulidade
na por procos muito commodos.
DE
DE
J. VIGNES.
\. ... ki % no niniitDoit
Parte do solirado la ru do iraiiao nu-
mero 19.
Terca-felra 19 de abril.
0 agente Pinto anlorisado pelos procuradores
bastante do bacharel Jos Tlieodoro Cordeiro. le-
Os [Manos desia anliga fabrica sao hoje assaz conbecidos para que s.ja n. -e.v..irio in>isiir >>lre a
sua superioridade, vantagens e garantas .pn- olTerecem aos compradores, qual dada estaa inrinH.-nta
veis querelles tem dehnitivameiile conquisUido sobre todos os que tem appar kMb m-sia prara ; po-
suindo nm teclado e machinismo que obedeceni todas as v.mlades cap cIm ibis |anist.>. >
nunca 'alhar, |>or serem fabricados de pmpoaite, e ler-se feito ltimamente u Ihoraim-ni.c m>pi>mn-
tissimos |>ara o clima desle paiz ; quanto s volea lio melodiosas e flautadas,
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conformo as cncommendas, tanta nesta fabrica como na do Sr.
corres|>ondente de J. Vignes, em cuja capital taran sempre premiados em tadaJ
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado so tmenlo de n
tuelhores conqiosimres da Europa, assim como harmnicos e pianos barinoni os, semlo tud v
por precos muito razoaveis.
carga que o va|M>r poder conduzir, a qual dever vara a leilao a parle do sobrado de dous andares
ser embarcada no dia de sua chegada, eneornmen- com solao na ra do Aragao n. 11', que por legi-!
bacharel, isto s 11
&.V
pr i-lo mnit.> aguda
Blond.d. ib* Pars, socm
; expweiVs.
>tado, nao se |M>derao Kworever excepto se a oc-
cupaeao judicial livor sido argida de falso pelo do exequente, fora aecusada a penhora que se se-
candidato, e nao bouver provocado condemnacSo ge, leiu em bens dos execulados, requerendo que
judicial, o assim o decidir a congregaeo por va Wte nao so licassem assignados deliaixo de pre-
da recurso, internosto dentro dei3*i dias. Para a gao, e sob pena de laiicameiilo os 6 das da le eo- b K Recebe'caraa at o dia 12 ao
capacidade profe sional dever exhibir o candida- "">dez aos credores ncer.os passando-*e os edilaes Sffl^RiSSbsTSSi-iwiros e dinheiro Sr" Dr JU"' & d,r,,l", SS *, r,"nmt'^^,0. dos
10 algara d.,L documentos seguin.es : 1 titulo de jlo estylo, visto como di.a penhora se elTectuara TZ**KE2*Si! fSL+E: "^MWI"e m***** l ***** a fUa
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio do An-
tonio Luiz de Oflveira Azevedo i\ C._____________
COMPANHIA PEHNAMlfUCANA
DE
Xavegaco eosteira :i vapor.
lilla de Fernanda de Nnraaba.
No dia 13 do corrente ao meio
dia segu para o presidio de Fer-
nando de Noronha, o vapor Mn-
manguape, commandante Moura.
ma materna locou ao mesmo
horas do dia anima dito em
da cruz n. .(fi, iniiic so uara desde ja
clarecimento a respeito.
seu eseriiitorio ra
l|ul
liii|uer es-
M
Carros e cavallns
O agente Simoes far leilao requerimenlo dos
curadores liscaes da massa falllila de Josi Mar-
ines dos Santos AguUr v\i C, e mandado do Illm.
capacidade na materia em concurso, conferido pe-1 dinheiro. O que ouvido pelo toteo assim O de- escrj.(lor0
lo conselho director da inslrucco primaria e se-, 'erio ; e aclnndo-se presente o sohciiador Miguel;
candar da corle; 2 titulo de" profesor publico,: Jos de Almeida Pernambuco munido de duas pro-
tamtwn da materia em concurso, concedido pelo euraroes dos administradores por |>arle destes pe-
Koverno imperial;.'!" diploma de bacharel ou de t dio vista. 0 que fui igualmente deferido,
-d.mlur nis facilidades do imperio ou academias Exlrahi o prsenle do protocolo de audiencias e I
estrangeiras, ou l.aeharel em leilras, salvo as pes- junto o mandado e as ires procuracoes que se se-
soas nota veis por seo talento e reeonliecidamente guem.
habilitadas, que forcm dispensadas desla preval Eu Fauslino Jos da Fonseca, cscrevenle jura-
pelo governo, ou que se quizerem prestar a um i mentado o escrevi.
evtmo previo, ludo de conforinidade com o cap. Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, esen-
1- do regulamenlo de 5 de malo de 1855. Secre- WO subrrevi.
tan i da Faculdade de Direito do Reeife, 7 de
abril de 1864.
O secretario.
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
O Illm. Sr.inspector da thesouraria provincial,
E mais se nao continha em dito termo aqu trans-
cripto dos mencionados autos.
Em cumprimento do meu deferimento, o referi-
do escrivo fez passar o |>rescnte pelo qual chamo,
cilo e hei por ciado os credores lacertos dos inen-
em cump Hlenlo da ordem do Exm. Sr. presidente clonados supphcados, para que dentro do indicado
la provincia de 17 do corrente, manda fazer pu- j prazo comparecam nesle juizo, munidos dos res-
Mico que o concurso para preenchimento da vaga' pectivos documentos para allegarem o que lor de
le 2" eseripturario da mesma Ihesouiana lera lu- justica, sob pena de revelia
ar uo dia 18 do abril prximo vindouro, devend-i E para que chegue ao conheciinenlo de lodos
mandei passar edilaes que sero aflixados nos lu-
os preiendentes ser examinados na grammatica da
lingiia nacional, rscripturaco por partidas do-
orail.is, arthmelica e suas appfieacdea, com ea-
paalalldade reducan de mieda, pesos e medi-
das, ao calculo de desconlos e juros simples e com-
|Hstos, sendo preferidos os que liverem boa lelira
.' soberem linguas esirangciras.
Os pretendemos deverao apresenlar seus reque-
rimeutos nesta thesouraria, com documentas em
proven que so inaiores de 20 annos, e leem hora
comporiamenlo.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 18 de margo de 1864.O secretario, A. F.
d'Aiinimnacfw.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem .lo Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no .ha 28 do corrente, perante a junta de fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arremalar, a qnem
por menos (lzer os reparos, de jne necessila a par-
le do caes da ra da Aurora, em frente do Gymna-
sio Provincial, avahados em 2:O4OO0O.
A arremataeoser feila na formada lei provin-
cial n. 343 de 13 de mata de 1834 e sob as clausulas
especiaes abaixo declaradas.
COM P AH MA
MESSAGERIEs' IMPERIALES
Al o dia 14
do corrente cs-
pera-se da Eu-
ropa o vapor
franrez Kajrn-
do Imperador n. 23, em um ou mais lotes a vonta-
de dos licitantes.
Terca feira l do corrente s 10 1|2 horas
da manha em a mesma cocheira a ra do Impe-
rador n. 25.
AYISOS 3IYERSQS.
0 cirurgifio Leal niudou
5SsViet|* sua residencia da ra do
SgoS!S3"i| (teinada para a ra das
Hio de Janeiro locando na Babia, para passagens ^Hmii/fka jlc, trata-so na agencia ra do Trapiche n. !). \ V1 WO )VUilutr u.
CASA IIA FORTIIW
AOS 5:000.000
Bilhctes garantido
A' rua lio Cresp n. 2'i e casas I nislmue
O abaixo assignado leudo vendido nos seus mui
afortunados brinetes garantidos os de n. 20!>t com
a sorle de 10:0004 em quarto*, n. 1773 com a de
3:0004. n. 2001 com os 5005 e outras muilas sur-
tes de 2005, 100$, 40ft e 204 da lotera que se
acabou de eitrahir a beneficio da igreja de N.
S. do Amparo de Coianna, convida aos possuido-
res de dilos bilhetes a virem recelar seus respec-
tivos premios sem descont algum em sou esta-
belecimento (isa da Fortuna rua do Crespo n. 23.
O mesmo lem eiposto venda em seu dito esla-
Ijelecimento e as outras casas do costume os no
NOVO SISTEMA
KSCllinilUtil HKROMH.
poi
Par i ida i obrada.
Io>,- Antonio Gomes Ju lior vai mandar para
prelo um novosyslema de esc ri pin rara > mercantil
|Mir partidas dobradas, de onfermidade einn a a>-
ciso do tribunal do com tercio da capital do im-
perio, em sessao de 27 de anejrn de IH3I, em vi--
ta da qml pode o Diario s r e.-cnpluratlo p>r ri-
tracto, dos livros auxiliar s. sendo as romas ge-
raes (do antigo svsiema) -Iras a pagar, a b-ira* a
receber, substituidas |>r c dumnas as coalas ror-
rentes, demonslrando esta: por una sioipb-s sm-
ma, em qualqucr monien > que o r.Hnn.t-rrianr-
queira saber o oslado de > a ca.-a. (jua,s as c>*la-
vose afortunados bilheles garantidos a beneficio Jevedoras, e quaes as en doras, as resarrlivas
da Santa Casa da Misericordia, i|ue se extrahir t
sexla-feira 13 do crrenle.
Precoa.
Bilhetes inteiros..... 6*000
Meios......... 340OO
Para as pessoas que comprarem
de 10)4 para cima.
Bilhetes........ 34500
Meios......... 24730
Mano-l Mtirtins Fiuza
O halanco geral, formul 100 segundo ole
syslema, nada deixaa des ar, como se obserTai
ditlerenles modelos
Ainda conten esta obra I" urna lalioa eom nu-
meres fixos, |>elos ipiaes ci nlu-rido a pret^> cb- urna
arroba (seja elle qual foi)
urna simples mulliplicac;'
de qualqucr genrro. |>w
11 se connreo o imfti--
de qualquer numero ile s rroba, libra e oncas. 2"
Os passageiros de Pernambuco para os portas !
meiro audar, por
36, pri-
cima do
ropa que queiram segurar as suas passa- l-nrm*7Pl11 Pl'ftOTASSKl 10T1-
1 bordo dos paquetes desta companhia nos i <" IMCUl rjrU^rCSSl&Wi, dUU
gares do costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Reeife capital
da provincia .lo Peroambiico, aos 22 do marco de
1864. Quadragcsimo terceiro da independencia o
do imperio do Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri- '
vo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
da Eu
gensa
mezes de maior anuencia tem a facuidade de as', Ai* t\ an\\nv*\\ rnmn comnra
tomar no dia em que os vapores seguem para o ut? u dbllMM) OU111U fcCllipiv/
sul, pagando porm como se fosse do Rio de Ja-
neiro.
ESTRADA DE FERRO
DO
DECLARARES.
Companhia de eavallarla de
Pernambuco.
A mesma companhia precisa contratar o foroe-
cimento de inel de furo pira a cavalhada. Rece-
bem-so propostas no dia 16 do correle at ao
meio dia, na secretaria da dita companhia.
Quarlel no Campo das Princezas 7 de abril de
1864.
Manoel Porfirio de Castro Araujo.
Capitao commandante.
iorreio.
Pela adrainistracao do correio se faz publico qua
As pessoas que se propuzerem a essa arrema- 'Ie Asve conduzir o vapor costeiro fa-
1 ...ao comparecam na sala das sessoes da referida i"_*'6 CCKn.des,,ino .aos. Pr,os do .sul. a, Sergipe,
junta 110 da cima mencionado, pelo meio dia e
-competentemente habilitadas.
E para constar so mandou publicar o presente
jielo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 3 de abril de 1864.O secretario, A. F. de
Anuonciacao.
CLAUSULAS ESPECIAES PARA ARREMATAQAO.
1." A obra da reconstrurcao de 249 palmos cr-
lenles de caes na rua da Aurora ser feila
^le eonformidade com o orcamcnlo respectivo, ap-
provado pelo conselho da directora das obras pu-
blicas, na importancia de 2:0404000.
2.' Os pagamentos sero feitos em duas presta-
coes iguaes, sendo a primeira quando os trabalhos
esriioren em meio e a ultima quando live" lugar a
entrega da obra.
3.* O arrematante dar principio aos trabalhos
111 prazo de 20 dias, e os concluir no de 65, am-
J>9S contados da data da arrematado.
4. O arrematante nao ter direito a nenhoma
oiitiM reclamacao o;i indeinnisaco qun nao pro-
veniente do caso previsto nos aligos 2 e 6 do or-
<-amento monrinnado.
5." Para tudo quanto aqui noestiver previsto.
r ".'ular-seha pelo que dtspde a lei.Conforme, A.
F. do /Minnneiacao.
O l)r. Tristo re Aterrar Araripe, ofm-ial da im-
erial ordem da Rusa, e juiz de direilo especial
4o eommerno, n"e*la cidade do Rerife de Pr-
inmbucq, por Sin Magostado Imperial e Consti-
tucional o Sr. D. Pedro I, a quem Dos guarde,
fecham-se boje (9) as 3 oras da larde em puto
Caaselho adnnislraiive.
0 conselho administrativo, para fomecimento do
arsenal de guerra, lem ae comprar os objeclos se-
guintes:
Agua de laharraque 40 garrafas, agurdente 30
garrafas, alca! a ;lo 30 ditas, assucar de leile i
libra, aluiiscar 4 oiiavas, assucar retinado 12 arro-
bas, acetato de morpluna 1 onc.a, actalo de chum-
bo 4 libras, beijoim 2 fibras, brax 2 fibra*, cant-
ridas 6 libras, cera branca 1 arroba, cera amarel-
la 2 dilas, carbonato de potassa 2 libras, carbona-
ta de magnesia 1 dita, chlorato de polassa Son-
gas, camphora 4 libras, caixas para pilulas cem-
Deulo iodureto de mercurio t oilavas, extracto de
belladona 1 libra, dilo de acnito 2 oncas, los de
I i nao 16 libras, llores de rosas 4 ditas, iodureto de
potassa 8 libras, dito de chombo 8 oncas, dito de
ferro 8 ditas, llrmaca 2 arrobas, malvas 1 arroba,
mann commnm de primeira qoalidade 1 arroba,
manteiga de porro 4 arrobas, oteo do ricino 5 ar-
robas, dito de mastrusso 24 vidros, dilo de amen-
doas 16 libra-, dilo de ligado de bacalhao 8 dilas,
dilo de Ol.veira 32 dilas. perchlorureto do ferro 8
oncas, papel Hollanda pautado marca grande meia
resma, papel de embrullio 2 resmas, tito branco
paulado I dila, pastilhas de Kemp 24 vidros. rtu-
los para rirurgia 1 resma, dilos para medecina 1
dita, rollia* do cortica 201), santonina 2 oncas, sa-
me 6 libras, sanguexugas hainburguezas 200, sal-
\lez de Mara
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte espera-
do at o dia 17 do corrente o va-
por Ouapoek, commandante o ,
primeiro lente Aimmo Maree ; hospicio da Penha a 15 cada livrinho : na
ino Pontes Rlbeiro, o qual depois livraria n. R O 8 da prafti da Independencia.
da demora do costume seguir para os portos d*
sul.
prompto a (palquer Lorapa-I Eeeife a Sao Francisco,
ra o exercicio de sua pro-! Tren mimImi *mpnmmm
JT i\.,m'in,r,, 111 .1,1 ,-,imiiiio navAraa ila i>-s-
nsslo, cliamado por esenpta.
Desde j recebem-se passageiros eagate-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
raendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
Domin;i> 10 do correnle haverao da es
laco de filmo Puntas a de Prazeres desde
s 9 horas da HMiMh at o meio dia tantos
trens quantos sejain precisos para n trans-
Vende-se esle livro conforme o uso do porte das pessoas que quizerem ir a fesla
dos Prazeres, os quaes partiro a propor-
co que fr pi-eenchida a sua lotacao e vol-
taro sem demora.
Das i lioras da tarde al s 9 da noite
os mesmos trens percorrerao de Prazeres
para Cinco Puntas tantas vezes tambem
o decreto n. W.l de M
le aioslo de IHSCI. qae
declara e moditica o rege menlo do sello n.|27t::
de 26 de dezembro de 18" I); 9 o dwrrto n. :rl7
de :il de dezembro de 181
Coes do regolamenlo das
A edieo desla obra vai
Hospital Portuguez, por
autor, e nao tendo dita
espera-se que o publico ci
assijinalura, nao s em al en.-ao a ulih.lade da dita
Aos $:0O0$O0.
Sexta-feira, 15 do corrente se extrahir
horas, agencia rua da Crtit n. 1, escriptorio de a ^fan parte da segunda lotera da Sania
knts\nt\ lu? lia IMiiruiri At^w./1.. JL T l,.. ....
Gasa tfct Misericordia, no consislom*da igre-
ja de N. S. do Rosara da freguezia d San-
to Antonio.
Os bilhetes e meios esto venda na
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C.
COMPANHIA PKHNAMBUCANA
DK *
Navega^o eostelra a vapor.
dame Martins, seguir para os, la e as casas commissiouadas. ,nllnnn
portos indicados no dia 9 do cor- Os premios de 5:0804000 ate 1O1JOOO
rente s S horas da tarde. Rece-1 g^o pagos uma hora depo6 d extraccio
bera carga ate o d.a 8. Encom- 4 horas (tai tarde, e os outros no dia
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o da; ..,;. i i;.D
da sahida s horas : escriptorio no Forte do segWflte JepOW da distribuico dS listas.
Mattos n. i. 0 thesooreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
COMPANHIA PEKNAMWJCANA
DB
Mavegacn eostelra a vapnr.
Fernanda de Naranba.
No dia 13 de abril prximo,
ao meio dia, seguir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Ma-
mangvape, commandante Mou-
ra.
1 Ma de S. mgnet.
Sahe com a maior brevidade o patacho portu-
guez Souza, ainda recebe alguma carga: a tratar
com o seu con-ignatario, na rua de Apollo n. 4.
io (le Jauera
0 brigue nacional Almirante pretende seguir
com mnita brevidade. tem parle do sen- carrejja-
mento engajado : para o resto que Ihe falta, e es-
cravos a frele, para os quaes tcm exrellentes eom-
niodos, trala-se com os seus consignatarios Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sou escrip-
sToe Brisiol 2ividro.s sulpiato quenino ffoneas, oei% rua da Cruz n. i.
sulphalo de magnesia S* arrobas, lanino 4;oncas,
vatarianata do, quoniuo 1 ow-\, vinho branco 60
D. Carolina Lios Meira de Vasconcelos,
Jos lenlo Meira de Vasconeellos e Saiyro
Emiliano Meira de Vaseoncolloe, team pelo
present agradecereordialmenle aos amigos
de seu sempre chorado esposo^ filho e ir-
mao .pie se dignaran) de acoinpanhar o seu
corpo ao cemilerio, como de assislirein ao
me-nenio no solimo dia.
Para o *o ir Hile ib Sul.
a lintc 1 casr. e sitio no lugar da C punga ve-; sarolas de ferro forradas de porcelana que ji>ve 81 ?6, rua da Caijeia do Reeife.
Precisa-so ik um menino de lia i\ aaiw
rom pralica de laberna ou sn ella : te, Ca,PM**
rua das Crioulas. n. 37. .JJ.. .
__ os Sis. crdulas da- massFTabl de
Mawnol do Aveved^ Pontes sao oonvidwl^
vnem receber o pr'nrrHrc dividendo, lioje
sabbado 9 e segunda for.\ |l do ulwil em
dosadministiMil'nes, fQI ilo Trapiche
Novon. 16.
quantas lurem necessanas para transportar
os passageiros que se apresentarem naquel-
la estac5o com o respectivo bilhete.
Escriptorio da superintendencia, 8 de
abril de I86i.
R. Austin,
_____________Superintendente interino.
OfTerece-se uma ama para casa de pouea fa-
milia para cozinhar, engommar alguma cousa, e
para fazer os servicos de dentro de casa, aflaaca-se
a conducta da ama : quem quizer aluga-la, dirja-
se rua do Imperador no terceiro andar n. 16.
0 alferes secretario do batalhao a. o de re-
serva da comarca de Santo Anio los da Cma-
ra Pimentel e nao Jos Pedro da Cmara Pimen-
tal, como foi publicado nesle Diario._____________
Alugase a casa n. ;M$ na rua d* Matriz da
Boa-Vista, o segundo andar do sobrado n. 9 na rua
Direila com fundos para a rua da Penha e a loja :
a tratar no mesmo. ______
AMAM L1KTE
Prncisa-se de nma ama de leite qoe seja forra e
sadia, e que o leite nao tenha mais de 4 6 mezes:
na rua da Brum n. 8i. ^_ ^_^_
lnslruert primaria e secundaria
M. A. A. S* declara ao respeitavei publico desu
ckfade que se acha no exercicio de sea magisterio,
e rontintfa a ter suas aulas na casa n. 68 da rua
Direita. ___________________ _
Monhard c\ C. fazem s.ienle a esta praca quo
.ItMranie a ausencia do Sr. Krederico M.udiard *
cam eorarregados di gerencia dos seus m-r" .
os Srs. Osear Falkusen e Cirhs (tatmer 'Cl
que as
obra, mas tambem ao tim
ducto.
Sal>screve-se na (iraca
do Illm. Sr, Dr. Fonseca.
;i .pie atiera aa di-paai-
Mnaflagaa
anr Mn em benenVii b
fTerecimenlo do
I ufpilal fundo disponivW.
acorra eom a resp-tiv.
Srs. Gutmaraes \ 'Mivi ira ; rua da Imaralrz
(alerro da Boa-Vista) bija
casa do autor, rua do ne< lino n. 3. das i as 6 I
ras da tarde; a 25 cada
na occasiao da entrega.
a que I apptirado o pro-
de Pedro II. escriptorio
loja de bvros dos Illm-
da bandeira a. H, r rm
volunte, brocaanra.
Fugio no dia i do < orrenle un ataas^ae ib-
nome Ignacio, de idade d H a H aimn, a faal
foi escravo do Sr. Joo C valcanti de AlhoqrwnaB
Mello, senhor do engenhc Ar..guar, termo dr rr
reros, e sunpoese que lomasse esta direrria
portanto pede-se as autoridades polieiaes t .|uul
quer lugar a apprehensojlo mesmo, h^ra eoao ars
capitaes de campo, levanta) rua da i'adeia a Vi.
que sero recompensados; cojo mole.pie teas n*
si'guintes signaes : prelo, falo, ehm> b 1
eos grandes o tem algumbs marcas pelas
O abaixo assignatbijrujra enrarerii
pessoa qoe se dignoii prorura-lo na m
rio para emregar uma carta viada de L
seo mano Antonio R xlrignes de Almewla. a tmmB-
tre, entrega-la a seo lllw a ou declarar por esse jornal qual o logar em aja
deve procurar.
Luiz Antonio Bodrigaes de Alnwida.
Alnga-se nma ca
e urna loja no largo de Si Pedro : a tratar man
Joao Bibeiro Lopeaj ria da Cadeia n. H. baga.
Hol
ue.
Precisa-se alugar um rajsfenjop de 15 a la
de idade : na rua do Q leNaado a *t, prir.
andar.
Criado.
Preeisa-se de nm crta< >
n. 28, primeira andar.
Prociaa
casa --i* d> orna an a par! o seTtim
* poqueua familia
primeiro andar.
.signaro conjunclamenle.
roca, dirija-se roa da i arora n. ti.
E abaixo nssigna.K doolar'
fae, negocio MtaMf K. Miranda 3JS
pertences cnrmjnk da pad>rJl na ,Mre4c I
maemS-anti. Amr.ro, or quanto no Ihe pertence
e s6 s.m, ao dita BbbHo a procure a quem enyanar. ouvir toda a \-hVr,------ri m ------T+
nica por este Km, f'" a ,D* <* [. 0 na rt b
Ama
^n
na rua d.
Qut-m precisar compra
<*][(>
Lava-se e ougunu
precj) multo commodo, r
pr.
Boa-Vista a .
nm bonito Imi para car
i-so cm pertrifa, par
precisa-* aloaar um.
na rua da btriz da
Antonio Francisco Correia de Mendonca. I Sil Reg.
I rua de S. Francisco n.
te tara rriado, .brija-sr
a fallar com < esrrivja
r
MUTILADO
ilLEGVEL


kmri .1
_----------
lutnacu wat**)
t. iiln.rfrti.#,
a__;____
w ac a Mr ii ae _*.
O Dr. VHella Tavares tem o sen cscrip-
rio Je advocara ra do Cresiw n. 1,
onde sera encoulrado todos os das otis
das 10 horas da manha s 3 da tarde.
IMAM % w*
b-"5_ DD pj'JIi'JlI^!)
LBTREIRO VERDE.
Neste estabelecimenlo ha sempre um sortiraento completo de roupa feila de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
K grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
<"M homens e meninos.
Casacas de panno preto, 35,5 e 305000 Ditos de selm Pret0-
Sobrecasacas idem, 30)9 e 25^000 Ditos de ditos e seda branco,
Paletos idem e de cores, 250,
20,5, 15,5 e...... 40,5000
Ditos de casemira, 205, *5,
m, 105 e...... 7,5000
Ditos de alpaca, 55, 45 e 35500
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55. 45 e......35300
PERGINTI SE
Aos benvolos Srs. devedores dos herdeiros do |
fallecido .Manoel Antonio da Silva A atunes se nao
acliam sufficente o tempo decorrido da morte do
mesmo al o presente, para saldaren seus dbitos
pois os ditos herdeiros julgara terem tido dema-
siada contemplado, vFto o que previnem aos mes-
| mos senhores que, se nao se dignarem compare-
cer ra dos Pires n. 3o, no prazo de 30 dia?,
dar-se-ho as providencias necessaras.
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. 35000
Ditos branco de linho, 65,55 e 45000
Ditos de merino preto de cor-
do, 105, 75 e..... 55OO0
Calcas de casemira preta, 125,
105, 85e......75000
| 65 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
Colletes de fusto e brim bran-
co, 35500,35 e .
Seroulas de brim de linho,
25400 e ......
Ditas de algodo, 15600 e. .
Camisas de peitos de linho,
45, 35 e......25500
I Ditas de madapolo, 25500,
25 e........
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 95 e .
Nova hospedarla
A TRAV1ATA.
A' na do Rosario Larga n. 37.
Francisco Garrido tendo negociado o seu antigo
hotel denominado Trocador, abri urna nova nos- ]
! penara era a casa n. 37 da ra larga do Rosario, i
i cujos commodos o habilitan) a annunciar ao pubh-
R, co que nella lera sempre todas as iguarias prepa-
i radas por um hbil culinario. Outro sm, na mes-;
: ma casa haver todo o genero de bebidas necessa-
rio, noite sorvete muito hem feito, e dons Mttia- ]
i res de mogno competentemente preparados. Esta- $
, r aberta desde as 6 horas da manha at as 12 ottKi
i! da noite; e tudo islo ser feito por precos tito ra-1
i zoaveis que os reguezes necessaramente ficario
satisfeitos. Para melhor ronhecmento do publico o |
' propnetario declara que a casa a em que func-
cionou a muilo condecida sociedade Corybantina.
Joao da Silva" Ramos, medico pela Ui
versidadede Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
en suas casas regularmente as horas
para rsse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serio soccorridos em qual-
quer oeeasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doeote,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacae cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira elasse 3000 diarios.
Segunda dita.... 2o00
Terceira dita.... (KM)
Este estabelecimenlo j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O propnetario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de (pie sem-
pre tem gozado.
A VELHA ENCICLOPDICA
Rcspeltatel
tfi
4
25000
15400
15000
UMimW NO BRASIL
NASC1MENTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Por Alfonso de Albnqnerque Mello.
Est u imprim -se e (ar um colume de 400
paginas.
J foi publicado no Diario de Pernambuco o prin-,
estabeleclannto de fazeadas
Crespo numero IJ.
. JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecido a protercio das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
OJproprietario nao descauca um s momento para bem servir aos seol lenme*
zendo encommendas para
Inglaterra, Franca, Suissa e Alltaaiha
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
|e vende-as por precos que admiram.
Importante esiakclerimento
DE
Fazndus
Seda,
DE
Precisa-sa alugar urna sala de um sobrado riu0 em tres artgos communicados, e nao pode
no bairro de Santo Antonio: qnem tiver annuncic. #cr continuada a sua publicacao asim, em conse-
; Aluga-se o primeiro e segundo andares da quencia da abundancia do materia que tem este
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora jornal.
numero .'16.
85500
25000
Ditas de cores, 95, 85 e. 75000 Ditos de fltro, 55, 45,35500 e
Ditas de meia casemira de c- Ditos de sol, de seda, 125,
res, 55000 e.....4,5000, 115, 75 e......65000
Por aquello principio o publico ter podido ver
se a materia de.ver ser ou nao interessanle.
Para imprimir mu volume o autor pede assgna-
turas e smente quanto bastem para as despezas
da impresso c brochura.
E' a summa da obra mostrar como a liherdade
ISa, linho e algodo.
i*na do Crespo numero U,
RECITE.
Vende baiatissiiuo.
Importante eslabdrcinruto

w:
i Collarinhos de linho fino, ulti-
450OO ma moda....... 640
i Sortimento completo de grava-
25500 tas. (91
25500 Toalhas para rosto, duzta, 115,
I e........75000
cores, 95 e. ." 75000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 55 e 45000 tos e de cores.....45000
Lences de linho..... 35000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 45500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Colletes de velludo preto e de
Ditos de ditas de cores 55
45 e........35500 Cobertas de cliita chineza.
25000
O bacharel Pergentino Saraiva de Araujo
Galvo, residente na villa de Pao d'Alho, onde tem
; seu escriptorio de advocada, aehandu se autoriza-
do pela directora da instrurao publica, ensina os
: preparatorios de latim e francez.
Outro sini recebe em sua casa, mediante razoa-,no Brasil tem sido sempre sophysmada polas tran-
vel pensao, os alumnos, cujos pais ou encarregados saccoes que tem feito o partido liberal com os cor-
Inopossam de outra maneira mante-los na villa, fundas, governando quasi sempre os corcundas
Aceita igualmente meninos de primeiras letras i ainda mesmo com os liberaos no poder; mostrar
: que confiar pessoas habilitadas e idneas para o ''llllu Para esl Um, nao tendo os corcundas apoio
\ ; bom desempnho do magisterio, funecionando tudo nu Pvo> lom corrompido o paiz para vencer as
; dcbaixo de suas vistas e immediata direceo. i elei{5es, e ler as cmaras snas; tem corrompido
---------------------p-----rr-------------------- as cmaras para destruir todos os actos legislativos
l.l(|UI*acao. I do partido liberal, todas as garantas coustituco-
J. J. Keller na ra da Imperatriz faz qualquer ne- naes.
gocio com sua loja, seja com fazendas ou sem ellas. Gomo, por estes meios,
Tambem continua a vender baratissimo para aca-
bar depressa com tudo que existe na sua loja.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite que tenha bom
leite : na ra da Florentina n. :ii, esquina da ra
Bella.
Seda. las. linho
de
Jl)Zl _li__3 71.Uii.ii,
Rila do (respe
RECI
l cade baratissia*.
para o
Retira-se Manoel Pereira Ferreirinha
Rio de Janeiro a tratar de seus negocios.
Precisa-sede urna senhora para cnsinaro
pertuguez, msica e costura em um engenho : a
tratar com os Srs. Leal & limaos, com escriptorio
na ra da Cadea.
Aluga-se ama excedente ama eserava de
boa conducta para casa de familia, a qual sabe
bem coznhar, engommar e ensaboar : na ra dos
Pires n. a 4.________________________________
Alugam-se as casas terreas ns. 1 e 3 da ra
do Hospicio : a tratar na nu do Se ve n. 2, ou na
ra do Encantamento n, II.
- Faz-sc todo e qualquer negocio eom nina le-
tra j vencida da quantia de i!W j do Sr. Pranklin
Benjamn Peixoto : a tratar na ra da I'raia ser-
raria n. 5U __________^^________
Quein precisar de ama pessoa para cosinhar
di rija-sea travessa do becco do Pocinho n. 1.
Paulo Ferreira da Silva e Joaquim Jos Go-
mes de Souza tem feito urna sociedade nos seus
arinazens da ra do Imperador n. 57. ra das
Gnes n. 36 e ra do Crespo n. 9, cuja soc ieda-
dc gyrac de hoje em diante sobre a lirma de Sil-
.... i: g------- o ...f.. 1., .1.. ..i.,.;i ,1,, iar.'.________ ',
Os administradores da massa fallida de An-'.
tonio Pereira da Silva rogain a todos os credores |
de apresentarem os seus ttulos oestes oitodas no j
armazem de Mves Hoinhurg-r & C, afim de, pode- j
rom proceder a classiiieaco na forma do art. S'il. I
do God do Com. Recife 7 de abril de I86i.
1!
"I
O lili
.
Na noite de o para 6 do corrente roubaram da
casa em que reside oabaixo assignado, em Cachan-;
p, os segoiaUM objectos : i microscopio -de Rossi,
i copos de prala, tendo escripu em um delles o
nome William Charles Martineau, 2 caixos redon-1
das de folha com rendas da trra, i carteiras por-;
talis para escrever, I sacco eom o nome Marti-
neau cheio de roupa de uso particular, 1 par de
botocs de ouro ouvaes para punhos de camisas, 3
botoes lisos de ouro para abertura de camisa, 1
saia de eambraia bordada com| estrellas pretas, 1
chapeo pret de palha da Italia para senhora, tdn-
do plumas azues escuras, 1 chapeo de feltro de co-
pa redonda, cor de cinta, para homem, 4 covados
de brilhantina branca com estrellas cinzentas, 2
paletols de casemira, sendo um cor de cinza com
Nutras, ou mesmo cor mais escura, e 1 cor de sal
e pntenla : qnem apprehender esse objectos e der \
noticias ao abaxo assignado, ser generosamente,'
gratilieado.William Martineau.
bastante leite
O padre Flix Rarreto de Vasconcelios
transferio a sua aula de latim para casa
do Illm. Sr. Dr. Jos Soares de Azevedo,
actual director da instruccao publica da
provincia, na ra Bella n. 37. Os inte-
ressados podem entenderse ou com o
mesmo Dr. ou com o annunciante, das
8 at s }l horas da manha.
O mesmo annunciante ainda precisa
de um primeiro andar para sua resideu-
cia no centro do bairro de Santo Antonio
e assim umbem de urna ama eserava,
que saiba cosinhar e engommar com per.
feicao e que seja diligente e fiel.
os corcundas tem redu-
zido e paiz ao pauperismo e miseria, faltando
cada um toda a garanta do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan-
ta s ha exlerso, qur dos governantos, qur dos
mais fortes, e nao ha industria licita que d para
vi ver.
E' como urna historia, desde a independencia ate
I hoje, fazendo-se apanhado smente dos fartos im-
' portantes, donde comecou a nascer a liherdade no
lira.-il. e romo ella tem sido espancada, assassinada
j e enterrada, analysando-se todos esses fados, e de-
monstrado-se todas as consequencias das arlima-
nhas do partido corcunda, e da imhecilidade, fra-
queza e corrupcao do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco at a raloeira da revolucao
de 48, cm que o fizeram cahir.
Analysa-se lodos os ramos da administrarlo, e
moslra-s como tudo feito cm defraudacao da
causa publica, des interesses da communhao, e em
benelieio smente dos protegidos : como todas as
empresas e melhoramentos s tem de bem publi
co c pretexto, e de real
|hados.
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
1 e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prolis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
1" molestias
2o
3o 1
Fazendas
OITerece-se urna mulher
com
ira ti
11
Altcnco.
D-se dinheiro a juros com hypolheca
em predios ou con boas firmas : na boti-
ca do Sr. Gameiro, se dir quem d.
" T&S&l^i sms#i>s*>i?
%lnguel.
Aluga-se a casa terrea da ra Velha
a tratar na ra o seno n. 2*.
t
O bacharel Jos Roberto da Cunta Sal*
\c> continua eom osen escriptorio de ad-
vog.ido a ra estreita do Rosario n. 41,
i. andar, onde pode ser procuradodas 9
horas da manha s 3 da larde : reside
na mesilla casa.
Os administradores da massa fallida de, An-
tonio C-irneiro Pinto convida a toqps os credores a
apresentarem os seus ttulos para poder proceder ,
a classtfleacao na forma do art 859 do God. do Soelcdadc de seguros mutuos
Com na ra do Imperador na primeiro andar, d vjd |nst:l|l;u|a elo Banco
isto uestes oito das. Recife 7 de abril de looi. _, .- r .
-----;------r=------------------------- Uuiao ua eidade do Porto.
- >a ra da Floreni.na n. 28 engomma-se com ; 0s entps nesla cjdade e provincia Antonio
presteza e proco commodo. ail de 0|V(,ira Aajvede & c Wriptorio na ra
1 da Cruz do Keeife n. i, esto aulorisades desde j
a lomar assignaturas e prestar todos os esclarec
montos que forem necessarios, as pessoas que de
sejarem concorrer para to til e benfica empre
as.egurando um futuro lisongeiro aos associado
Ammlanieulo.
Arrendase o engenho Canzanza, distante desta
praca cinco legoas. moente d'agua, com todas as
obras, c boa casa de vi venda : a tratar no enge-
nho Canana com a propietaria.
Casa de commisso de escravos na ra
do Imperador n. 45, tei-ceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commisso
para seren vendidos por conta de seus senhores,
uo se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com prompldo atim de seus senho-
res nao sollreiem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como alianea-sc o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, ve I hos e no vos
de olhos;
de peito:
dos orgiios geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
r3o examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os das d si
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restahelecimento dos seus 1
j doentes. SI
Cam|K)s & Lima t ndo acabado com o seu es-
tabelecimenlo de fazendas na ra do Crespo, a vi-
todos os seus devedores
TliNTLRARIA
Tinge-se com perfeigo
cor, e o mais barato possril:
Rangel n. 38, segundo anrtay.______
Precisa-se alugar dou* pieto* para vrwtrr
fazendas na ra : a |'ssoa que krct.-mW alapar
dirija se nu do Padre Florunok. 22, Am 7m
horas da manha, que adiar coi iqsein tratar,
annunciar sua residencia para
Carta.
O Sr. Justino Jos de Souza
carta de importancia na ra da
ni.'ii o andar.
Precisase de um menino o>! 12 a V aam
com pratiea de taberna ou sem elfc : na Ijmb
ra das Crioulas n. 47.
procurada
te m
i. pri-
COMPRA
Comprase effectivamente oto e prata
obras veluas : na praca da Independencia tt
,oa de bilhetes.
ompra-se effctva-
mente
sam a todos os seus devedores em geral, que de-
ram procuracao especial ao Sr. Ivo Marlins de Al- ouro e prata em obras velhas, pafai.-W.-m htm
a locuplelagao dos afi- meida para receber amigavel ou judicial ; e sem na ra larga do Hosario n. -.'4, jji
que por sso tenhamos a menor responsabilidade
Conclue-se pela analyse da situacao, e mostrase com o que o mesmo senhor tenha de obrar, motivo
como Pernambuco com as qualro provincias suas que s com elle se deverao entender.
irmaas do norte, as primeiras na manifestacao dos
Comprase urna eserava im
entenda de engnmmado : a tratar
do Rosario n, 24, primeiro andar.
Scnzala Nova n. 4 se dir q uem
Gompra-sc ojhre, lalo e d imb>: m ar
mazem da bola amarella no oito
polica.
livics ipmch..Pi ..rjii,.,,,:,,, Aluga-se o sobrado de um andar da ra da Compram-se accoes do novo
seaSi!Sd?ietf Sa^p^^X SLSS as.oSono c,mpo" "erde'rua d0 na3,,,UC0",,a corapa"h,a '^r
Udo, obligndose o autor a restitui-los se as assig- ues"no "' **' soorauo-
naturas nao chegarem para a publicacao. Depois
de impresso custar o volume :-5. Assigna-se na
livraria ns. 6 e8 da praca da Independencia.
Engomma-se com perfeicao, sendo camisas
de homem a 80 rs., caigas a 120 rs. : quem preci-
sar, dirja-se a travessa da Raixa Verde, na quarta
casa defronte do sitio do Sr. Arantes, que achara !
com quem tratar. I
Aluga-se o i andar da casa n. 3 da rua da
Matriz da Roa-Vista, junto com o corredor da esea-
da, quintal e cacimba : a tratar com o Sr. Anto-
nio Joaquim Ferreira Porto na taberna da Ponte
Velha.
irires.
e sadia. <(>
rua .-ii.-iu
en r Pvr-
t: na rua 4a
prfct-ii.li-
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta eidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim I he convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
0
Francisca
Ra
hacha i'r.l
Augusto da
advogado
do Impkiiador i. 69.
Costa
Aluga-se um inoleque de idade de Iti annos,
propro para criado : as pessoas que precisaren!,
drijam-se a rua da Imperatriz n. 51, primeiro
andar.
Nicola Inividiato, subdito italiano, retira-sc
para a Itahia. <
Olferece-se para e.nxeiro de taberna um ra-
paz de 13 annos, chegado prximamente de Porto*
gil : quem precisar dirija-se rua do Vigario n.
12, primeiro andar, escriptorio.
AMA*
Precisa-se de una ama para casa de pouea fa-
milia : na praca do Corjio Santo n. 17, tereciro
andar.
Tviso:
Roga-se s pessoas que tiverem penhores em \ Oabaixo assignado tira passaporte para den-
meu poder, o favor de vir resgata-kw no praso de ro e fra do imperio, despacha escravos e encar-
30 dias, a contar de hoje, lindo osquaes ser.io ven- rejja-se de agenciar compras e vendas dos mesmos,
didos para pagamento ; depois do que nao tero mediante a paga que so convencionar, e nao rece- Pars, especialmente para este clima, ecom todo o
direito a exigi-los ern qualquer tempo. Recife 7 be-os em sua casa de commisso, como por enga-, cuidado possivel, pelo bem conhecido Joo Lau-
de abril de 1864. I no foi annunciado ha dias por este mesmo jornal, monnicr que leve armazem de pianos na rua da
Jos dos Santos Ramos de Oliveira. i pudendo ser procurado em sua casa na rua Velha Imperatriz; e por ser o uliiin, vndese muito ero
! da Roa-Vista n. 58. I conta, s para salvar o dinheiro que se tinha adian-
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, eompram-sc obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer CQncerloH e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
' tuno
Vende-se o ultimo piano
novo
mandado fabricar em
O bacharel Francisco de Paula avalcanti de
Albuquerque reside na villa de Pao d'Alho, onde
tem o seu escriptorio de advocada, casa defronte
do qnartel.
Gaelano Mendes da Cunha Azevedo.
A pessoa que trouxe de Darreiros urna carta
remettida pelo Sr. Carolino, solicitador, com a
- Machina de va(Wr,l,rorrla~pira mover ma- g?* ^lMTr S ,antos1rai' par,a,enlr<1e;
china de dscarogar algodo, e para padaria (J&AM&?.* %***.** ***** **#*
qualquer outro mechanis.no que precisa da for.;a rua do Crespo n. 2. esquina.___________________
de 2 at 3 cavallos : para ver e eneommendar, os '
pretendentes podem dingir-se ao Sr. Antonio Maia !
do Rrito, fabrica de cigarros a vapor, na rua dos
Quarteis.
lado ao fallecido
andar.
na rua Nova n. 19, primeiro
Precisa-se alugar por anno 4 escravos
nao sejam velhos : a tratar na rua
ou na rua da Cadeia do Recife n. 64
dar, de 1 s 4 horas da tarde.
%m.
AliKjuel de eserava
Aluga-se urna eserva que cozinha, ensaboa e en-
gomma alguma couza, e faz todo o servico inter-
no e externo de urna casa : quem qulzer, dirija-se
rua dos Pires n. 54.
Precisa-se de um menino Portuguez de 12
Precisa-se de urna ama forra ou eserava que sai- 14 annos, que saiba ler : no deposito do largo d
l engommar peritamente
i escravos que ~-i p-.v.....v.,. v
da Roda n 54 i conduca. pagase bem : na rua
4, seyunrin an.' : .'""""ro andar._____________
e cozinhar, de boa! Carmo n. 5, junto a Mica.
das Gruzes n.
36,
Precisa-se fallar na loja rua do Cres-
po n. 17, com os senhores Kimono Mon-
teiro da Silva Carneiro, Pedro Barbosa
da Silva, Jes Antonio Lopes Jnior a
negocio de interesse.
Precisa-se de urna ama que saiba engommar
o de bom comportamenlo : a tratar na rua do Im-
perador, armazem de looca n. 41.
na
do sol.
- Precisa se de urna ama de leite sem filho :
rua da Concordia, sobrado n. 34, armazom
Manoel
Baha.
Cordeiro subdito portuguez vai
CASAS .
para alagar
A.'uga-se a casa na na do Mondogo n. 7, com
nous Lommodos para familia, tem 2 salas, 4 quar-
tos, coziu'ha fra, quintal e cacimba, e na rua Di>
reita n. loja, que serve para um estabeleci-
menlo ou caa Je morada, tem .quintal e cacimba
trala-se na rua da ,"-ad,;'a
A viuva, irmaos e cimbados do fallecido
. Lourenco Pereira da Silva Pntente!, muito agr-
| decem a todas aquellas pessoas que se dgnaram
' acompanhar o corno do presado fallecido ao ce-
miierio publico, e de aovo os convidam para as-
sisiirem a missa do stimo dia que ter lugar sab-
hado 9 do corrente pelas 8 horas da manha na
ordem terceira do Carmo.
Preta ou preto.
Precisa-se alugar um escravo para servico
de casa : a tralar na rua larga do Rosario n. 33
No trapiche de Castanha Grande se acham tres
barricas de farinha de trigo chegada no mez de
dexembro ; quem a ella se julgar com direito, dir-
ja-sc ao abaixo assignado, dando os necessarios
ignaes. Norbcno Cavalcauti de Albuquerqno.
DENTISTA DE PARS
i9v-Rua
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaces de sua arte, e col-
loca dentes arlificiaes, tudo com supero-
ridade e jierfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Dinheiro a vista.
Algodaozinlio com pequeo
toque de avaria a 4^500
e 5$000 a peoa.
Vende-se na rua do Queimado n. 14, superior
algodozinho com pequeo toque de avaria a ."-j e
03 a peca, a elle que est se acabando.
Compra-se urna prea que saibh rng.
coznhar : na rua de Apollo n. 32, a fundo
Garrafas.
secretaria *
r ka
Compram-se garrafas va>ia< de rmt> e !rreia,
c tambem fi ascos e botijas de gene a : na nu
do Imperador n. 57, armazem Alianc.
Com|iram-se escravos mana wie-.
barato : na rua da CnMn n M, an jjem
Compra-se um corrento rt- nuAi de le >--ni|
grande, em segunda nio, paga se b : a tratar
na rua das Cruzes n. I.
Credores.
Os credores doSr. Francisco Virissimo do Reg)
Barros queiram entender-se com Tasso Irmaos, rua
do Amorim n. 35, segundo andar.
O Dr. Carolino Francisco de Luna San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro- jg
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua prolissao de me-
dico ; sendo que os chamados, denota de
meio da at 4 horas da tarde, devem sor
deixados por -escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior afflnco, no das mais dilliceis e deli-
cadas operaces. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, ele.
Compra-se urna eserava crioul; 16 a 2
anuos de idade, que seja .sadia e de I t*a lisura, pa-
ga se bem : na rua do (Jueimado n. II.
^_^_____^^^_^^^___^_^^ >
Compra-se um cabriole! amerismo. rnAata*,
usado, que esteja
nal n. 33.
em bom estado
la rua Impe-
Compra-se um mntrqoe de 12
qnem nlirer, dirija se a travesea da 1
n. 2, que achara rom quem Ir.ilar.
Ixitija
na rua
C.oiiipram-se garrafa-. I
mais 25 U|d do preco actual :
llklo 72.
14 MMM :
ilre d. Iv.h
raia>
lhr.-iu
u i-
0 bacharel A. R. de Torres Bandeira,
professor de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, contina no
ensino particular destas mesmas disci-
plinas, e bem assim de rhetorica, philoso-
pliia, inglez e francez : na rua estreita
do Rosario n. 31, terceiro andar.
Aluga-se um sitio na Capunga, estrada do Ja
cobina, junto ao Sr. Domingos, eom boa casa, jar-
din e todo murado : a tratar na rua das Calcadas
numero 6.
VENDAS.
Frederico
para Europa.
Leincko, cidado bremense, vai
DG
m^-I^I^ fc^)t&$ PARTIDAS DOBRADS
. Na rua da Aurora n. 26 precisa-sc de um ra-
paz que saiba
xtUneo.

Vende-se um jogo de tullan com tfcl. i *ei*
|ei tences, por BMfB razoavel : quein pretewleT
du ija-se ao caes do Itamos n. 32, ao e encontra-
r a |>essoa com quein deve tratar.
Vende-se um cavallo e un m
prios para padaria e moer mandioca :
Rangel n. 9.
Vende-se a armaeao da loja da
Alt tCCIi.
0 bachard Lourenco Avellitto de
Albuquerque Mello, antigo advoga-
do desta eidade, leudo regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
rua do Imperador n. 40, onde.pode
ser procurado para os misteres de
sua profisso todos os dias uteis
das 9 da manbaa s 3 boras da
larde, e oflerece como garante a
seus conslituitites a nao interrompi-
da pratiea de 25 annos de advoca-
da. O mesmo aceita partidos e
tambem causas nos lermos do in-
terior onde tocar a estrada de ferro.
Fazem-se llores de todas as qualidades, ton-
cados de seda e la, carapucas e sapatiuhos de
la por diminuto preco, assim come rosera-s cos-
turas finas e grossas, bordados e labyrintos : na
rua da Unio n. 43.
O advogado Eduardo de Barros pode
'ser procurado para os misteres de sua
1 proflssite, das 7 as 9 horas da maWiIa- e
das 3 da larde era di ante na casa de sua
residencia roa da Saudade n. I .i.
i atni c fiiiiicez.
Eslo abertas estas duas aulas desde
o 1* do corrente, no obrado n. Si, *1a
rua da Cadeia do Recife.
>- Precisa-se para ama casa ettrangeira de umJjT Desappareceu ou furtaram da corheira
Precisa-sede oui preta eserava para cozinhar, ^l^r[lTh^ ^r^ ,,T Saiba M C.,and, Dubeux' no ****>> um "I3"0 oin "*
taar e razer o servico interno e urna casa, afian-. signaes seguintes rodado, c com bou orelha to-
ca-se bom tratamento : a tratar em Santo Amaro, rada, tendo no pescoco cicatrizes de Colleira, foi de
casa do Sr. Carlos Luiz Cambroune.__________ servico dos mnibus : quem o achar ou delle tiver
"_ i!ma nessoa comnetentemente hahilitaria noticia, leve-o cocheira do dilo Claudio
- Prt.-isa-8e de um ca.xe.ro para urna fabrica nBD ItS "3" n?',! do Imperador, que ser recompensado.
ou um preto velho para trazer um caito com co
mida da Soledade para a loja da rua do Queimado
n. 16, onde se trata.
OKFERKCIDAS
A ASSOCIACAO COMMERCIAL BE.WICCXTE
DE
i'i;it\4)iiti(o
POR
^A& tjfonJeca ae >-sviueactr0d
Terceiro escrituraria da Uiesouraria
de fazcuda de Pernarabuce e competen teniente au-
lerisado para eiereer pro-
fessoralo parlicHlar de aritlimelica namestna
provincia.
Acha-se esta olira nos prelo da typographia
^; Com mereja!, donde era breve sahir luz da pu-
j(pi i blieidade em ntida impresso e sob o frmalo de
jgg: 8 portuguez.
^ Compne-sc esta obra de um volume, dividido em
#f urna parte theorica e outra pratiea, de fcil alcan-
ce s jiessoas que se queiram dedicar ao estudo da
escrituraco.
A respectiva assignatura acha-se alierta cm to-
das as livrarias desta eidade, ao preco de 33000
por volume.
si mmm wm mww*
C'ompaaliia fldelldade le g
seguro martimos e ter-
restreti estabclccfda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEI'NAMBUCO
Antonio Luii de Oliveira Azevedo k C.,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelda-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n .1.
Hosario u. 31, com um resto de miuibas o i *-:*
ellas vontade do comprador : a tratai i
bina pro-
a ra *>
larg.i !
na m--a
Hotiiws amtni cali
n.
Bolinas inglezas para homem, sem a* ais
bem feitas e macias ,ue tem vindo. e telo hara-
tissmo preco de 'JJ : na rua Nova n. fcjja 4o
vapor.
de espirito* : a tratar na rua Dreita n. 28.
' Urna
que offerece todas as garantas de illustracao, de
moralidade e de longa pratiea de ensino, se pro-
na rua
Caixeira
Acaba de sabir tas prclas te nn>.
efficiiM oalniank civil, ecrlcsia-lico,
comracrc I, fabril e agrcola, conten-
do todos o-< empreados, cngeiilMis e
nes'ciaBt'S, inclHsive as niodiiieaces
havids at M de dezcratTO ultimo ;
vfde-sea 1$000 uuiramente na li-
vraria n. 6 e 8 da prega da lndepen-
dcaa.
Alugam-se duas casas terreas sitas na rua da p6e a receber em sua casa, qur como pensionis-
Esperanca, rua que vai da Soledade ao Mangui- tas, qur como meio-pensienistas, qnr simples- Precisa-se de um |>equeno de 12 14 annos na-
nho, feitas a moderna, e com commodos para fa- mente como externos, um limitado numero de me- cional ou eslrangeiro, para caixero de fra do
imlia : a tratar com Jos Joaijuim Lima Bairo, nios para Ihes dar a edocacao moral, religiosa e balco de urna botica na eidade da Parahiba : os
rua da Cruz n. 18._________________________Iliteraria, que se pode receber nos melhores esta- pretendenles podem diigir-se rua da Cadeia do nuemTiue'r.^sir \me'ccimurou"ao Sr."los Paulino
^ va rua llllperial precisa-se de urna ne- belecimentos desU natureza. Naoser^ebem m- Becife n. 44, a fallar com Tho.naz Fernandes da Lopes de Aln.eida a sua taberna siu na rua do
"* ,N '-ira e enaommadira temos maiores de 12 annos. As condioes de ad- cunha. u.',:.^
gra rozm.. -----------------:------j.----- misso, assim como lodos os mais esclarecimentos p-ef....^ ...-.-
queannunciou precisar de 2:300# a este resi>eito serao fornecidos no escriptorio da.'
Aluga-se urna casa terrea sita na travessa
do Dique n. 3; trata-se no armazem n. 36 da rua
da Cadeia. ________,
k n,i,.tn, 'iu^ i psie refocilo serao i a -
ir-se a Santo Amau rua oa .Aurr?' "P018 at- 9 horas da manha as 3 da tarde. m.ta onnn. ,
pastar o Gvmnasra e Ponlin'a de ferro, a se-
Bunda casa ao p do Sr. t'ominandante de cavalla-
Joao Fernandes Prenle Vianna com sua se-
nhora vai Europa^_________________________
"^""Mariano Francisco Ferreira faz setenta a
Hangel n. 17-
L. Francfort vai para Europa.
ra. Na m.sma casa compr^-J" "/S6? da com-
panhia de, BeberUw, e da-se i.'PQ obre, hypo-
i theca de predios livres.
Atteueao
Na rua a Conceicao n. 11 precisa-sc de um me-
nino de 10 3 annos, dos chegados ha pouco da
Europa, para ca;.ro.
mais annos, com todas as possiveis vantagens para
o propretario e para o nqulino, prefeje-se casa
que tenha quinta! e arvoredo, e que nao seja dis-
tante do centro da eidade : a tratar no escriptorio
da praca de Podro II n. 2.
Uli
Precisa-se alugar urna eserava para ama de ca-
sa : na rua da Gloria n. 44.__________________
Precisa-se de urna ama para cosinhar em
casa de pouca familia : na rua Nova loja n. 7.
Vende-se um exrclleule to na M --la d.
Rosarinbo, eomprchcndcnilo (00 palm>> de rroN-
e mais de 2,(KJ0 de exlenco, alargando imito pan
o fundo, onde confua com o ala/adi)>, e o mIm
Cacunda, que hoje do Sr. Tasso.
Conliu o sitio abundantes arvnres, ci no sejam.
mangueiras, jaqueiras, mangabeiras, a knft_nrw,
limeiras, lmi-s doces, ligueiras, pint nras. um
grande e ptimo pomar de excell iit larawjas,
oilis, abarate, grande pi ofuso de ranet iras, qot
pdi- suppir todas essas boticas e caas r dr.^a-,
cajueiros, dends, riM|uciros, catle, imlieiru-',
goiabeiras, frucla-po, aracaes e bananc _
No fundo do sitio existe urna malla i i graa-Se
exlenco e abunilanle de madeira de div< r-as qua-
lidades, e d'onde se |K>de lirar lenba |r i veinirr
todo o anno, urna rica e excedente baiii para ea-
pm existente nos fundos do sitio ra|oi I susiea-
lar muitos cavallos de vern inveruv e mira
mais para cima que esta plantada, pasto ira 12 a
15 raeeas de leite.
Alera de nutras commodidades que ofte pee o si-
tio, accresce a de urna bella, grande e noaVrna
casa, construida logo na entrada, com M pnM_w
de trente e 90 de fundo, contendo tres gr _!* sa-
las na frente e diversos qii-rt. espacnoi i e arl-
eos, assim como grande estribara e graOdr roii-
nha fra.
Os productos do silio o conituein u
propriedaile, cujos rendiinendis sao sume
ra a sustentaeao de una numerosa fami'
prxima retirada do proprietari. para
vincia o oaricaria a vender urna Lio ubi
de, que muito adequada para algum
engenho que queira vir morar na prac
tendo alguns escravos, pode fazer della u
patrimonio : quem imizer, pois, fazer ni
acquisicao, dirjase a esia typographia,
do Sr. Ramos na rua do Crespo, azendo i
ra a do Queimado, que dir com quem se
ender.
RSLOGIOS.
Vende-se em casa de Jtilmslon
C, rua do Vigario, n. 3. um
ment de relogios de ouro pal
glez, de um dos mais afamados fa
de Liverpool, e tambem urna variedad* do
bonitos trancellins para os mesmos


uv
t
f*
COMM
,45 Kua Direita 45;
Orna
inr^rram
nr
RA DO ^t EIUAIIO U. 45.
Passando o becco da Congregado segunda casa.
NOV1DADE.

CALCADO
Bom a njvoA* ui imcira necesshtade para a sau-
- -4.e afornwsaraalto do individuoA
1 Meu DosI. *. essas ras! que figura (o/rema e nauseis a
i de mi) paletol Im.mii 4UkA sobrancviro ubi
guedet rodo em-4ua3 Sofe-I* un baln btti tor-
jneado e bambaleante, dcsclfliriudo urna punta de
botina safara e carcomida! !'
Santa Ujilua! I Corram rna"Diroita, Helias e
rapaiesl srydam ua praa essos waldilos jwdn,
e compren : '-
Borzeuins de Xantea 85000.
Ditos francezes de bezcrro 75. **
Ditos francezes de lustre para.noniem 50.
Ditos |iara senhora, de lustre, enfeiladns, 50300.
Ditos para senhora, gaspia alta, 40800.
Botinas de menina 24500,/
Ditas de cores paia menina 20000.
Sapaioes de Nanles de dua sisla? 50.
Ditos de sola c vira 45500. '

is Piulo.
I L- m-
Pereira Rocha 4 C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de rnolhados denominado Ciaiim Commercial, "x5i*pj menSsl'fofJO.enh0ra l*3
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melliores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
aerao vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se oboin pefeo
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e Cbouricase patos muito novos a 800 rs. a
100 rs. a libra e 20400 a 20800 rs. a ar-, libra.
roba. I Cevadinha de Franca muito superior a 220
Ameixas francezas em latas e em frascos a rs. a libra.
15200 e 1(5600 c n frascos grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
20500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das oaixas
a 120000,10400, 10600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40GOO rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Aramia verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Bismutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eem barril a 4c O rs.
Cha hysson, huchine perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra.
dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Ervilhas portugnczas a 640 rs. a lata,
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Uouro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinha do .Maranho a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
ra.
Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muita novas a 600 rs. a libra
Painco a 200 rs. libra.
Polvo secco muito novla 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640 rs.
Queijos Hamengos do ultimo vapor a 20400
ris.
dem pratoa 640 rs. a libra.
Sal retinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nanles a 32" rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Sapatoi de luitr para seuhora 15-
Ditos de tapete para horneen e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional ?*** u.
E um sortimento comple.o em sola, varetas,
eeuros, bezerro francez como nenbum, etoro de
lustre muito grande, e ludo (uanto peronea a arla
de S..Chrfcpim.
O FTuiiic da Mu.
f tlf B0.P1MAD0 N. H
Laja de fazendas de lujos! Frederico dos Sait
Fazendas pretas para a quaresma.
Ricas capas de seda" preta bordadas e nfeitadaa par senhora.
Soulembarqucs e manteletes de seda pretos mnito superiores.
Zuavos de seda pretos riramente-etifeitados a 170.
Lavas de pellica de Jouvin para homem e senhora.
Chantos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Sortimento de giwdcnaple pW*> pannos Anos, easemiras pretas. mcr.uo, aeitr.
basina tirita ludo por commodos precos.
Minhas de cambraia aGarMi e ramisinhas e ma-giiii. 1 ,, e *_cor.
Vende-se para a--abar organdvs da India a :iO rs. n .ovado. I,,.,s,nl.as a .JoO.-. o o ni)
oambra,a$ d# cor a 840 e 340 o eovado e muitas outras fazendas |nn- (.inmolo, precos.
Ctorgwram as mnito snperlores
ESTEIKAS PARA frAIiAfe
XAROPE TNICO REGENERADO^
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por CHIMA i,t e C*, pharmacn ticos deS. A. I. o Principe Flipolelo, lan
da Escdla de pharmacia de Paris, ra de la Feuillade, 7.
Esta no\a combinaco rene dcbaixo de um pequeo voumc urna forma aradavcl e um gaato del
lia mulln uc o inditosdisejavo aidentinieute a reuniau diste* doumednamenlo, **'**''' '
dos mainrea etforcot, nom a aciencia medica, nrm os qumicos o mala diatinetot o awiln^nar*
al mpii; gracar porm jicrueMTanr.ii huinan nchao-ae boje awocindaa e*ta duas oderatax aa
ca, a tuina, u tnico, restaurador |pr rxicllcncia, o frr, baM de no*ao aangue, e eaaaegui
mente o rciiarndor dos forjas c da raude alterada ou perdida.
As mnleatias contra as qnars e Xarope tnico regenerador se tem mostrado muito eflitai *o ; a y-
norrlieias, fallas de mensUuacaa, dores d'estomatto, faslio, dige>tcs penof a. e tardas, flores t>r.r.ej L
menatiua^oes dUTIrrU, o Ijmphatisnio.ocmpotreciinento do sangue, as escrfulas, os estragos prodund
pelas ninlestlas syplulitirns. ^^
Ha penas un nno que o Xarope de quina e de ferro foi applicado nos hospitaes de PrU, el i
hwe o medicamento mais em voga, substituindo, por assim diser, os medicamentos ferruginosos ronhrrida .
O pros;crto encerra numerosos certifleadosde mullos mcinbros da Academia de Medicina e [rofeasor a
da faculdaile qio' altestfio que este precioso medicamento o conservador da saude por cxrell. n< i, i
o reconslituintc da economa animal, indispensavrl s pessoas que lialntau os pairea quentcs. coa >
preservatiro das epidemias.
Aclia-se venda no deposito geral, em Par*, na pharmacia Grlumnll e c-, ra de la Feuillade. Z
em Lisboa, em caza do >or Raiirlao d* Coala-Caralk, Barral r c no Parlo, na nharmaria >
Sr Mleu.'i J"- de Souaa Ferrelra; no /l io-dc Janeiro, eni casa da lata rei*f m Mala. nM i i
Sal>3o, ii; na Hahio, em casa do Sr JaHe-CarlanaFerrelra-ExalahelrainoRio liraidr, em rasa i i
Sfii Jonqnln rfc (,oH, no Maranho, em casa dos Sirs Ferrclra r l> em Pernambuco, em ral l
da Sr Burlhalaaira-Fraaelara de miui.n; em casa dos Sir* SKaan e C, e uem eniu uas pra '
cipaes pliarmarias do Brazil e de Portugal.
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 5^00 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafo.
Gomma do Arcaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e llOO rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito Anos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 1800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rollia de vi
dro, a 1(3000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
bra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
lia neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, O.Pedro, D. Luiz I, MaraPia,
Bocage, Cbamisso e outros a 800, 900 e
1)5000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a OjJOOO e 100000.
AGUA FLORIDA
De Muiray Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 81
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
Cerveja preta e branca, das melhores marcas | bra.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 55800 a duzia. Marmelada imperial dos melhores conservei-
Cognac ingle/, fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
ros de Lisboa a 60 rs. a lata.
Marrasquino de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Massas para sopa : macan o, talharim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 rs,,
Nozes muito novas a 160 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a
arroba.
a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de co/.inha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porc3o de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porces como
rctalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
Este raro qtiiio delicado perfume b
qnasi que incxtitiguivel e Ida cheio de
niiiitusa fragrancia e frescura como o
delicado elidi das proprias verdecen-
tes flores. Durante os mozes caloren-
tos lo verao o 6eu uzo torna-se iinincu-
teniente apravel e descjavel em' con-
seqtieucia da influencia refrigirante e
suave que ella ptoduz sobre a pello:
em quanto que tizada no banlio ella
Hiparte o corpo lnguido e caneado
una certa elasticidade de vigor e torca.
Ella imparte transparencia as feiges,
e remove pannos, sardas e beiioejas di
sobre apelle.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barbpza
UHIiO
MERCANTIL
a m
aawsaWBaat r .-.-"
NOVO E
OEA1TD3 AaUJLZTU DE MOLHADOS
RA DA CAIIEIA II ItEClFl. W. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Leciferfc 53, um grande e surtido armazem de molhados de-
nominado Unido Mercantil. Neste grande armazem encomiar sempre o respeitavel publico um completo sortimento des melboref
gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os qunes sero vendidos cm porces ou*a relaiho por precos asst
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas de Nanles a 3i0 rs. o quartoe56(>
de primeira qualidade a 800 rs. a libia, 10200 a caada. i rs. meia lata.
em barril se faz abatimento. Azeite doce retinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina,
Manteiga franceza a mais superior do mer- 80o rs. vezugo, cherne, linguado, lagostinha,
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e 10300 rs.
ou meio. 40800 a caada. j Salmo em latas, preparado pela nova arle
Prezuntos inflezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e! decozinha, a 800 rs.
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a 50800 a frasqueira. I Maga de tomates em latas de 1 libra a 60C
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas' ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Cbouricase paiosem latas de 8 e meia libra
muitoproprias paramimo.a 1020", 10500 por 70.
e 20. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Fraseo de vidro com lampa do mesmo, con- 80600 a arroba,
teodo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40
10200. barrica.
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijoprato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir do conta propria a 20800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
0500 rs. a bra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscooos inglezes em latas com differentes
qualidades, como sejam crakiiel, victoria,
piquetez, soda, captain, seed, bornez e
(miras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem viudo ao nosso mercado a 180 o gigo,
f araole-se a superior qualidade.
Vioho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 10 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porcb e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Dorfro, t). Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa:- Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
30500a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 64 rs. agarrafa e a 500
rs. de barril.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em iaias hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Sag muito novo a 240 rs. a libra. .
Cevadinha de Francaa 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs.-a libra.
Aramia verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 1-20 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas: muito novas em gigos com 40 librar
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750 Caf do Rio, proprie para negocio, a 80.
rs. cada um. Arroz do Maranh2oa 100rs. a librae208OP
EtS7iTrlP0rl0gDeZaS em lataSde|Arrozrrd0ebaiava a 80 rs. a libra e 2*400,
Ervilhas seccas muito novas a 10 "^2*51" spermaceti a 560 rs. a libra e
Chocolate francez, o que ha de melhor neste anJ'.86 f-6m ?'Xi' ooa ,
genero, a 0200 J libra. ^ 1 ^9Ta "roba '
Chocolate hespanhd a 10200 a libra | D(* edea ^[fkO rs. o caixo.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1. Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
Cerveja branca e preta das melhores marcas, bra. em caixa K faz abaliment0-
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e Es,re||nha,pevide earroz demassa para sop
5*800 a duzia. i a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Cognac inglez de superior qualidade .* Palilos de denle |ixados com fl6ra 2(X) rs
e 10200 a garrafa. j 0 masso# dilos |ixados sem fl6r a |60 rg
Licores francezes das segnintes qualidades : | o masso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
e de outras muitas marcas a 10 a grrata libia.
e 100 a caixa. i Banha de porco refinada a 480 rs. a libra
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
90 a duzia. j Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mostarda ingleza em'potes j preparada a ix, em caixas inteiras ou em meias, de
400 rs. I 10600, 20 e 30.
Moslarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conta propri
a 10 cada um. de cata particular,a 400 rs. a libra; intei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abatimento.

O senhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
0 '0 ORIENTAL DE KBHP
PARA OS CABELLOS,
una preparaco admiravcl para lim-
par, aformosear, conservar e reetabcle-
cer os cabellos.
A venaa as uoiicas ae i^aors a naprnur I
ru da Cruz, e Joao da C. Bravo t C, ra;
da Madre de Dos.
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.' i- z.s -.'. -
Vndese na ra do Imperador botica franceza n. 38.
TODA ATTEiXfAO AO VIGILAN TE.
Cuslodio Jos Alves Guimaiiius avisa ao respei-
tavel publico e aos seus ireguezes, ijue acliando-se
as obras da toja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as portas alieims a concorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo galla
qoe se aclia no espacoso e ali-gre campo, guarne-
cido das lindas llores "e muilos outros objeclos de
bom gosto, que tanto sasb'sfuito se ada, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas, unto para grosso como para
relaiho, que todos sero sonidos a vontade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
Jirafa e queiram dirigir-se a este estabelecimento
azendo seus pedidos por meio de carias, e pode-
rao fazer que ser tudo coraprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feitas nesta praca,.como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignaces.
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de flvelas pretas e cora pe-
drinhas de muito lindo goslo assim como filas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas five-
las que se vende pelo baralo preco de ljSSOO e i&:
s no vigilante ra do Crespo n. 7.
GRAVATINHAS.
Tambem chegou nm grande sortimento de gra-
vatinlias tanto para homem como para senhora,
de todas as qualidades e bordadiulias, vindo entre
estas nma pe juena amostra de lacinhos com alfl-
nete de pregar cm camisinha cousa muito linda e
inteiramente novo fnsto,' ver para querer : s
no vigilante roa do Crespo n. 7.
GRAVHE
Arapelmas de seda de apurado gosto para senho-
ra fazenda que que sempre vendeu-se por 13,
vende-se na ra do Queimado n. 17 por 8$ para
apurar dinheiro, garantindo-se o bom gosto c es-
lado da fazenda.
Grande pechicha
oa toque de avai'la ua loja e
armazem la Arara ra da -
peral i-i/ u. r>(> de I^ourcnco P.
H. Ciuiuares.
Vende-sc rom to Vende-so tnadajiolo infiel com pequeo to-
que de avaria por G 4oU0 e o. catnbrai.-iS lisas linas a :; e :;0-'iimi :
na ra da Imperatriz loja da Arara n. G.
Vcnde-se fazendas liiiipas liaralissiiitas.
Vende-sc chitas linas cores escuras a 240 e 280
rs. o eovado. ditas francesas linas cores fixas a
320, 360 e 400 rs. o eovado, goiguro de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 u eovado, riscado
francez para vestido a 280 o eovado : na loja da
Arara ra da Imperatriz n. 86.
Fazendas proprias para scuoras e meuiuas.
Vende-se gollinhas com botozinlio parasenbora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfeiUdos a 500 rs., manguitos e gollM
para senhora a \5 e i280, caiuisiiibas bordadas
para seuliora a 20, ditas bordadas no colarinlio e
punhos e grvalas muito linas a 10300 e 50 : s
a Arara ra da Imperativa n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas aveiludadas para cama a 80,
ditas do linho alcochoadas bS, ditas de fustao a
30, ditas de damasco a 4, ditas de chita a 20 :
na loja da Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende rassas a 2 id rs.
Vende-se cassas francezas finas a 240 e 280 o
eovado, organdys linos a 240. 280 e 220 o eovado:
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Itoupa feila da Arara.
Vende-se paletots de brim de cor a 20500 e 30'
ditos de meia casemira a 35500, ditos melhores a
40500 e 60, ditos pretos de panno a 5j?, (>& e 80,
ditos de casemira lina c dennintiados a 8 e 100,
ditos pretos de alpaca a 30500 e 44, cateas pretas
de casemira a 40500, 50, 64 e8. dito.- de meia
casemira, ganga e brim a 25 e 20500, ditos finos
a 30500, dilos de brim branco a 30 e 30500, ca-
misas francezas a 20. 20500 e 35, seroulas a
14600, ditas de linho a 24 e 24500, col lelos a 24
e 20500 : ua ra da Imperatriz n. o<.
liales da Arara a 30.
Vende-se balocs crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 30,34500, 45 e 44500, dilos de mada|>olo a
34500, ditos de musselina a 44 : s na Arara roa
da Imperatriz n. 56.
Arara vende os corles de riscados francezes a 30.
Vende-se cortes de ri icados francezes com 14
covados a 34 o corle : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende corita de casemira arela a 30.
Vende-se corles de casemira preta para calcas a
34, 34500, 44e 54 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende os sotitrnibarqurs.
Vende-se aontembarques pretos muito rfcfcs, ca-
pas compridas e manleleles de superior qualidade
a 224 e 230 : s a Arara ra da Imperatriz nu-
mero 56.
Scdiabas a 300 rs.
Arara vende sedinhas de lislrinhas para vestidos
a 500 rs. o eovado, ditos finas a 800 rs., laa Ma-
ra Pia com 4 palmos de largoe palmas de seda a
800 rs. o eovado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende cainliraias de earocinbos a 20SOO.
Vende-se eambraias de carocinhos para vestidos
a 20500 a peca, cortes de cassa franceza a 24, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na ra da Im-
peratriz n. 56.
Grande sortimento de fazendas pretas para a qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e easemiras.
Vende-se grosdenaple prelo para vestidos boa
fazenda a 15400, 14600, 24, 5400. 25600 e 30 o
eovado, sarja hi-spanhola de seda, panno fino preto
a 15600, 25, 24500, 34 e 44 o eovado, muito su-
perior easemiras preas finas a 24 e 24400 o cova-
| do, merino fino a 20500 e 34, dito de rnrdao a
i 245OO o eovado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapoln fame/a i-v
Vende-se madapoln francez taftaMk a 45 .
453OO, hrelanha de linho, li..nil>inj:o de linno ara
lences e seroulas a 440, 500 e 640 a .
marrte de linho de 10 palmos de largara a 23
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dWo Lr.i. 1
a 14, 14280 e 14400 a vara : na ra da lio,
ti iz n. 56.
Arara vende lazinltas para vestido a 2(0 r.
tovadu.
Vende-sc lazinhas para vestidas de >enhr>ra a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o rovado,
lisas proprias para capas de senhora a I480 o
eovado : na Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende fusta* a 500 rs.
Vende-se fustao de cores para roupa deroeni;.".
calcas e paletots a 300 rs. o eovado. gan^a franta-
z.i escura e clara para calca? e paletots a 440 r*.
o eovado: na ra da Imperatriz n. 50.loja da Aura
pretas para a quaresma
Superiores mou rea tiques pretos lar
gosa 20200, 24500, 34, 30500 e 40 o
eovado, bous grosdenaples pretos lar-
eos a 14500, 15600, 15800, 24000,
255OO, 35 e 34500 o eovado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
ditos de trorguro preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo Pernamhuro, e outras
muitas fazendas de bom gnsio. pretas
proprias para vestido, soperiori raWl
de seda preta a 164, 204, 255. M4,
355, 40 e 505, mantas pavln da tito,
lindos chapeos re palha d Italia, o que
pode haver de mais gosto Can. itier :
na loja das columnas na roa 4a Oes-
po n. 13, de Antonio Corma de Vas-
eonceilos & C.
Notos soutambariiien.
Sao ehejados os lindos MaMataV*
'[u-'S e basrpiinas d' .-leda (irelas. riea-
menle enfeiladas, as mais ni.lir.i
que leem vindo Pernamituco. vinda*
no ultimo vapor francez, por prerr.
mais commodos d que em ouira qual-
quer pai te : loja das columnas na
ra do Crcs|>o n. 13, de Antonio Cor-
reia de Vasconcellos j C.
^Sa' aa7aB>at aataat yafaaSa aBl XeTat W
N.97.
Para se fechar tontas vendem-se a. ;<-
cas barricas que restam da vcrdatU'ia gra-
xa n. 97 : o escrip/orio de rMuanl K;iti n.
na ra do Trapiclie 11. ID.
Na ra Formosa ou largo do Hospicio, ra a
n. 29, vendem-se cinco casaos de canarios hamhor -
uezcs produrU)res,a 100 cada casal : a tratar U
s 9 hoaras da manha, e das 3 s 6 da tar.t..
Vende-se nma tede de rasto o> 80 bracas r.
comprimento e 6 de altura, e ludo em l->m e*a>.
tambem nm eabriolet novo com lodos os seus prr-
lences, algnmas iraves de 30 palmo* de romp-
mento e 12 polegada= de grosMira. oV qualidade,
9 casas meia-agoas que rende 1:6005000 animal-
mente, e sao novas, no mesmo terYen p4e fazer
so outras tantas, eno melhor lugar que ha ; e vn-
dem-se todos estes objeclos muilo cm emu
quem pretender, pode procurar na ra da Praia a.
61, ou na ra do Brum n. 70, em tai de Joba
Donnelly



ivanoa
v v A toril e t
DO
PBOGRESSISTA
lili BAS CROEN H. 36
E
BITA DO CRESPO B\ 9
ftn feairr 9 Manto A (oslo.

Joaqun* Jos (ornes de Monza tem a honra de participar ao respei-
lavel publico, que tem resobado vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
tO a 20 por cento do que outro qualquer anniraciar, como se v do presente anmincte,
asseverando o propietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
stjibelecimentos, que nunca terao occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-ee
adornado n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
to'hidos.
CHA
kTSon, uxim e perola a 2 400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
uito superior, do Rio do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
ir Lisboa e da Figoeira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
f.000 rs. a garrafa.
aYtrdeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 105 a duzia:
CIIAMPANHE
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a dozia e 760 rs. o fraso).
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 re.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,080
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
* melhor que temos neste mercado a 20,000 nmit0 superior a 560 rs. a libra, e em caixa
rs. o gigo. a 550 rs.
r_nviM. CHARUTOS
K eruto superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a a caixa.
m,zia- TOUCWHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 30$ rs. a
GENERRA
& Hollamla em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. o frasco.
BOLACHINHA
4te soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
rom
mglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
titira.
B1SC0UT0S
an latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
a India e do Maranhiio a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
a 2,500 a arroba
e 100 rs. a
saiito nova
libra.
GOM.MA.
canito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piadas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
-*. rna'rs novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
MHMSM
fflrancozas em latas de 1 e 1|2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
<& Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
libra.
ERVILHAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maro.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e-1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FAR1NHA DE ARAKUTA
verdadeira e muito nova a iOO.rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,00f rs. a
arroba.
COMINIIOS
os mais novos e mais superiores a 401 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 1(50 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
20rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por CO rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 420 a S40 rs.
por libra.
CRAVDE KKVOIA V1l
NO
ARMAZEM
T
DO

Acal de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molbados todos primorosamente escolbidos, por isso apressa-se o proprietario em
oTerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, aOancando todo e qualquer genero vendido neste bem contiendo ar-
mazem.
Pede-se toda atten#io.
0 proprietario pede a todos os senbores chefes de familia e ao publico em'geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazera e no largo do Gormo n. 9, armazem Progressive, receltem.se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 80890 a 95, o propietario em seus
armazens da-lliee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar eonfusies em trocos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo ein barril.
0 homem do moTimento mo estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS IMMICOS
o se admilte a uuio connercial.
Rae saquer a diaba da alliaaea.
Nao se tee a furia das corsaria*.
Este anno ha lie tmr fctlaaextat.
Os eanhSea estio preparadla.
F0G0! B0M FOGOMELHOR FOGO!!
Abaixo a liga d'agaa aa >iBagre
Viva a liga de geaoiat Caere* ca la are!
Viva o conservador das conservas iagleza
Vivan as liberaes fregtieie* do BtUZl!!!
Vivan todos qne lerem este annaario.
m?mm
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2.600.
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas emcaixasde 1 arroba '/e V a 7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oors. a libra
garante-se serem muito novas, e raudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podini a 800
cima a 2.7oo, | rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,600 e de 8 libras para cima Lisboa a 600 rs. a libra
a 2,5oo rs. : Emilias pacas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2.4oo e de 8 libras; Grao de luco muito novo a i 60 rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. Ervilhas francezas em latas a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
bras para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a l.ioo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, i. 6 e 8 libras fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2.8oo rs.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 800
rs. a libra.
Cinturicas e paios mnito novos a filo a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatal muito novas emgigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. l.ooo rs. e 60 rs. a libra.
dem mais liaixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro, talharira aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oq rs. a cajxa
rs. a tibra. e 800 rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a ",00o rs. a duzia e 7oo rs. a
,-ltnr a 3. 1 00 garrafa,
dem mais seceos yindos por navio a l,7oo. Charutos em grande quantdarte c de todos os
SBNHOHES E SEMIOHAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido ra do Lirramin m.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os presos de qnasi todaa m
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignarem vir a este estatwWiiM >,
(carao pur certa muito satisfeitas, nao s quanto as qualidades des gneros, coa em o
tratamento todo attencioso que se Ihes dar.
Alm do cumpri ment dos deveres da boa educaco, haver dora en diaate
maior capricho em satisfazer todos que honraren esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, sero oflerecidos ao
do3 Srs. compradores. Nao recete o publico que sepraliqueo contrario, tono en
casas, que al annunciam o que nao tem___O Baliza nao illude___
Ameixas francezas em caixinhas e em frascos Licores inglezes e francezH envases Je di-
de diversos tamanhos a l,2oo, i,600,' versos lmannos a l.ooo, l,5oa e i.*
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 800 rs. rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingteza flor a 800 rs. a libra e a> *
Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima sera aberto um barril ta
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo presenca do comprador.
rs. a caada. dem de 2.1 e 3.a qnalidadea 7n, fine t \>v*
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,800 rs. a arroba. rs. a libra.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e dem franceza a 560 rs. a l}bra, e en barril
loo rs. a libra. 1 por menos.
Aletria branca e amara a 4oo rs. a libra. {J 2*? } **>a "J-
Araran verdadeira a 32o rs. a libra. ? TT*i!T barn *"* a ,,,,r3
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por E""" hi:l ,a ** **..
t.ooo rs. e a 4o rs. a libra. *** "ft" ."*>. ^* n ff-
Biscoitos inglezes Lunch a I800 rs. a lata de "JSSiSEti^TaC? "''^
5 |Dras tes de Lisbwa a 600 rs. a Idtra.
dem de diversas marcas em latas menores ^7*",,,e i8non- 9mm e '
a 1 3oo rs uuza.
dem d Lisboa de qnalidade especial em la-1 MaJ^s rPsar.^ih0rp|a taJharim m*-arr*
tas grandes e peqnenaj a 3,ooo e 1,5oo rs. ,, f ^. .
Bolachinhas american, ;, a 3,ooo rs. a barrica, ^^ miraf ,S>-
Nozes a I fio rs. a libra.
MAIS ATTIStf^Ao
^ n?Pxj? f*16 m,(1'es,es gneros, um explendido sortimento de phospheros, fumo, al-
prsta. peras em calda e seccas. figos, copos r-
finos para agua, massas para sona azeite ca-
neka, pinente. velas de carnauba, banha de porco papel e outros muiloaXero? d es-
tova, que todos serao vendidos por mdicos nrecos gneros, ae es
-r>rn
ni,al. Gomn;!rcia1, c,ar,m. AHianra, etc., etc., etc., declara que s con
SS ZSZS3L717iT\'fazend0 com esles uma *de "^ESS
/lf *- fac,lldade de compraren por precos muito em conta o bom fiam-
^i S ,,at,JKC asaborosa botachinha de sota, que razn uma boa allianca
anntSS T! Prl fia0' UnC0S I"8 Sabe'n iinita|- a ^tes r-
E 22 S? T ,cor,rrentes- Vinde, senhores, a ,s armazens, aonde podis den-
SannSfSSS S0:l,niento desaboro^ menioa, escolherdes os que nSs
dem prato os melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra.
Idem> londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porco que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das segundes
fabricantes mais a creditados a 1,5oo,
2,000, 2.S00, 3,000 e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos sho dos que por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
(OJIPLETO SORTIMENTO.
NO
ARMAZEM
CONSERVATIVO
23Largo do Terco23.
'. do que em onira <|uajquer parle, garamiodo-se a SU|ieror quallade.
5^; srrss seus Si- =~ =^r&c;
marcas : Osltorne, Crakntl, Mixed, Victo- dem de segante qualida.le a 8,2oo rs. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranhao a ioors. a libra, 3,000 rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo r9. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3o rs. a libra.
dem de sebo muito dura fingndo esparmace-
te 3tio rs. a libra.
dem de esparmacetc a 54o rs. a libra, e em
caixa a 5ers.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, j,i se vendeu por 7.ooo rs.
dem alm,icopautadoelisoa3,ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a3,ooors. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueleiroa 2,2oo rs.
a resma.
Idemembrulho de l,2ooa l,4oo rs. a resma.
a l.ioo e 2,2oo
a l,8oo, (
em l-
Manleiga ingiera flor a 800 r*. a libra,
dera franceza moito nova a 580 a libra
bras 540.
Ca/ do Rio, de l e 2- sofle J20 e 280 a li
arriba 94 e 84500. '
Ar-M pilado do Maranhao de 90 rs. 100 a libra
Vfto al,>,su a 160 rs. a libra, e arroba 4*800 rs!
Sw/eja das me horts marras a 300 a garrafa.
iu- In ieHdad"r f'*"Ha a 1*100 o frasco.
Blem do Hollanda a 400 rs. a botija-de contra
Tmcinho de Lisboa a 320 a libra, e arroba 8*:^
Passas minie novas a 4*0 rs. a libra, e caixa 9*
Azeite doce de Lisboa o galla 3* e a garrafa 640
ifc*! do Garrapato a 280 a garrafa, e a caada 2*
Ak-Kia M, T, a 480 rs. a libra.
mma deengommar mnito alva a 100 rs. a libra
Sitrdinhas de Nantes novas a 390 e 380 rs. a tata
e em porcao se far abalimento.
Todo e qualquer comprador
t por cento.
que
Vellas de carnauba a 360 e 400 rs. a libra,
dem de spermarele a 560 o 600 rs. a libra,
i'hosphoros do paz a 2*300 a grosa.
Biseootos e botachinhas de soda a 1*400 e 2*000.
a lata.
Chourieas novas a 720 rs. a libra.
Batatas a 2* o gigo.
BolaehiBha ingleza nova a 240 rs. a libra.
lK3*^u!.^rarcas.de,W0(>' 1*W0-
SSESSV***a ca"t8-em HF
v,S38m? ra de SAA a "a 8arraa-e a oa">-
Me3*00o" U** S a Rarr"*' e a canada
dem de outras marcas a 25700 a canada.
Uem branco de Lisboa a 500 a garrafa,
comprar de 505000 para cima, lera o descont
de

.Hez de fiarla.
O afamado mez de Mara qn se venda a 35,
SS e 1*500, com estampas e ntidamente impres-
as acha-se venda por acafcar a IJ000 o volunte,
jpproveilem-se da oecasjao, que mui poucos res-
toin : na ra do Imperador n. 15.
FEUiO
Vende-se feij.o molatmho muito nevo a 17*^00
* al'iueire, e a 560 rs. a cua. dito mais iriguein. a
5 o alqueire, e a 410 rs. a cuia : na ra Direita
aumero 8.
mno
Vendt-m.se saceos rom 20 cnins de feiiao rniik
aniioumto novo a 114300, dito mis
9>-: na. ra Direita n. 8.
Vendo-s a taberna
sita na
T.lha n. 52, com todos os gneros e armacau (o
aaraiMiM s : a traiar na-musma.
\ Botica e armazem de
drogas
Kua do C al>M- n. n.
DE
JitaqMm Hartinh da Cre Crrela.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrillia de Uristoi.
Pastilhas assucaradas de Kcmp.
Pastilhas vermfugas de Kcmp.
Elixir de citro laclato de ferrodoDr. Thermes.
11 ol i dd Lafecteur.
Xarop depurativo d'odoreto de ferro de Guv.
Xaropepeitoral sedativo de Guy.
Pastilhas neitoracs balsmicas de Guv.
Plalas da vida.
. Burel franciscano (mesclado) para imagen*,
ra da Senzalla .Injefrito Brow.. '
Xarope dc curato de ferro de Chabie.
Pitillas contra aesiosi
Sntsa parrilha di' Sands.
Extracto Hudo de salsa parrilha de Bailvs. "
Jarope aIcoulico de vellame.
,.iem dt>$tes ^fo^as ba constantemente nm com-
trigiieiro a
rjira lodos.
Pu^as de madaimlao rom jioucos salpieits de
)fj 4*.)00, 3*300 c G* ditas de dito enfe>t;i-
*> milito fino 7*. Algodaozinho snppridr com1 nieto sortiii A?'7m7''^VrmTmmvmc ma q***
lequeno toque d, mofo ,,, i* e 45300 a pei-ai I nr XX?!? ^"IL*0-**** m'
na, Pec-nic. Fance, Machineeoutras mui-
tas a 1,3oo e 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra,
dem em latas grandes a 89000 rs. a lata.
Balachinha de raknet en latas de 5 libras
' bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as en barrii-as a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
li'tra.
Cartifes tftm bolas franee'/as proprios para
mimos 011 para aujos o,ue cao Das procis-
ses a tkto rs. cada um.
Peras seccas as mais novas 1I0 mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente
rs. a lata,
dem ein caixinhas de 8 libras
24o rs. a libra.
Nozes moilo novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Ameadoas confeitadas a 9oo rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguiutes marcos ; duque, geuuiuo. velho
secco oaaacnl. lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Pinto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca, Por-
to superior I). Luiz I. e outras nmitas
marcas, em caixa de uma duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa,
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa, e 4,oooa canada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a canada.
Moni em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,800 a canada
e (toe rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio seto a mais pequea
comnosicao a 500 a garrafo e 4,000 rs. a
caada.
Pomoda a.200 rs. a duzia, sevada muo no-
va- a 80- rs. a.libra.. e 2,8oo a arroba.
Garrafoes com 4 '/ garrafas de vinho supe-
rior a 3&00 rs. com o garrafao.
dem con 4 '/rutas de venagre a 1 ,oeo rs. frj
aarrafao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,000 rs. com aancoreta
Wenemplpa puro sem o batisraa a 2oo rs.
a garrafa e 1,4oo rs. a capada.
Caixas com 1 duzia da garralas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa-e 7oo-rs. a garralo.
{icores franceses e portngnezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, geroflee, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perieito, amen-
doa Hiiarga. percicot. deTurih, Boteim,
morangos, linio, cal, ranj. aidra. gin-
ja, canejla, a'avo, oei jmejiu a ltooo
Peixe preparado de eacabeehe, da n>iVir
qualidade que tem viudo ai m*>rral 3
10 a lata.
Presunto de laraego uiuitr superiur a 4Hf)
rs. a libra,
dem para hambre 1 inglez) a 640 rm a
libra.
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 30000 a resma.
dem de peso a 25 a resma.
Palitos para dentes a 160 rs; o maro.
Dito dito de lor a 20 rs.
Ditos do gaz a 2*200 a grra
Passas novas a 480 rs. a lila-a e a 1*800 a
caixa.
Queijos flamengos do tiltimO vapor a tiOO
Dito londrino a 900 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de 1 libra a
L2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,00o rs. tambern temos em
frascos para 1,4oo rs.
Conservas inglezas a Too rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mus tarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
tem arranjado possivel a I.800 e 2,8oo
rs. a. lata.
Scrveja Ron. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800rs. o molbo e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem cm botijas a 4oo rs.
dem em garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em macos grandes
com 2o rs o macnhos a 12o rs. o masso.
Gominhos muito novos a 32o rs. a libra e
10,000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Gevadinla de Franca a 18o rs, a libra.
Milho alpista a I4o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixes em latas a T.ooo rs. a lata j prorapto
a coraer-se.
I'arello de Lisboa marca N. e Riato saceos
grandes a 4,000 rs.
pTd*\ camilla
e 2oo rs. a libra.
'Banha de poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a 1,00o rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,60o e l.ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,000 o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I ,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Ceneja branca marca Allsopps a 4,5oc
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra!
rs. o frasco. i Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem francezas de muitas qualidades a 5ooDitade Lisboa a 640 rs. ira Uto grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. ;Sag muito superior a 2i0rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti-Sal refina lo, ein poles de vidro, a 600 r*.
ment tanto da Babia como do Rio de Ja- j o pote.
miro a 1,60o, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo Sabo massa a 121', 110, 200 e 240 r. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320
Dito de Santos e 300 rs.
Tijolo para limpar facas aj 40 rs. caita un.
Vassouras americanas a 6>> rs, cada una.
dem do Porto a 400 rs,
Aelas de carnauba e coinr
libra e a 10* a arroba.
dem stearinas superior
maco, e em caixa por
Vinho do Porto, ne&tc gedeno temos o ne-
Ihor sortimento pnssivk que venlemo
por precos mui'.o haixojs a I* a garrafa r
a 10/ e 12o a duzia.
dem Cherry, eda Madeira
caixa, a 125acaixaco
tamanho
dem de Figueira e List
8 a 9 caadas, por H
Dito em pipa a 3)5000, 3
nada
dem do Porto, denominado Baliza, a 5*
canada.
dem idem em garrafoes | a 2*500,
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chourieas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
. rs. a lata.
rs. a libra,
libra.
uma.
icao a 320 r.
500
rs. >
librs
em barr n
rril conft roa
en
de
em ancoras
e 4*000 a ea-
Idem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8
por lOoo rs.
Farinha do MaranhSo a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo era saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1.000 rs. a gar-
rafa.
.1 era verdadeira de Hollanda em frascos muito M grandes a 1,2oo rs. o frasco. vem a0 ruerca(lo> a 6| \ CTXJ, e [ 6^
lem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo! a garrafa.
rs. o frasco,
dem de laranja a 1,000 o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e 1,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
l,ooo cada uma.
Vinagre de Lisboa a 15600, l*8oo e 2*000a
canada.
Idt-m idem.em garrafoes com ", garrafa, por
15 com o garrafao.
1 Vinho de caj a 1* a garrafa. Este vi
1 tem dez annos.
Enfeites de <-a sea rril ha e tranca
I a &no r. radia nm.
Aagaia branca est rendendo bons enfeites de
cacarrilha e tranca, pretos e de cores todos ao
baratsimo preco de 500 rs., servindo elles tanto
para senhoras como para meninas, a vista pols
da commodidade do preco nimjuem deixar de os
coprar na rna do Queimado toja da agnia branca
n. 8.___________________________________
AGENCIA
FUNDICO BE L0W-M00R.
Roa da Senzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
raoendas para engenho, machinas de vapor
umm
----------M-
vern do gaz peto preco rfa fabrica.: no armazem.
dn lila amaivlla no.oito da secretaria de polica.
%ihwS na rua
480 rs. a garrax
Cal de i.whoa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
tqde se mudutt o amigo e acreditado deposito da
1 mpsma rua n. 12, ambos Os gneros sao novos e
nircTh n. M. vinho verde legtimos, e se venden a preco mais barato dp.qu*
aru Ujualquer;parte.
0
Rut da Seazalia aova a. 41
Neste estabelecimento vndem-se: tachas t
ferro coado libra a 110 rs., iden de Lev
Moor libra a 120 rs.
Mil lio novo a 2$5DO
Vendem-se sacros eom Milho noito
oO0 : na rua Direita. tatema b. 4, e m
nba da alfandega, armazem da esquina n.
fronte ao guindaste.
rua-
ft.nvaa de
Rccobeu-se lnvas de Jonvin branca mtru*
proprias para a qnaresma : nv roa dv OreinnO
luja dn bfij.i flor n. n\
Traiiriahaa Ir lia
Rcrelieu-se,
lisa para frrtr k
dr arahara.
tranrinhas dc di ve
e tachas de ferro batido e coado, de todos os, ea fe 30 varas a 040 rs.. e k 120 rs.
tamanhos para ditos. '" rua do Queimado loja do U-ija flor a. *T~
-__________________________________ Enfriles ile rnlinhas rom.lar sa frralr.
Arados amerieanos e machinas para' Rereiieu-s\ variado sortini'nio de ntrn a>
lavar roupa: en casa de S. P. Johnston 4 C, ff??" c0roi a 1*400 e l: na roa do Qwau
rua da SrjnzaUa Nora n. 42. 1 '^ dn *'* flor
Vcndcm-s* lmis sillines
_ Vcailem-se calven
lie*la typographla.
para montara
waaloA. s';nl",ra : > Tn Niwa n. I. Irja de sHMro ao 1*
tem algnm uso.
Urna ; adrerte-e pv.* t\t;.~.



\
i
- '
Grande liquidadlo :
> fajeadas h leja 4o Pavio, na ,4a hnperalri ."
88, 4e fiam 4 Sihra.
AcOa-oe este estabeleciuiento completamente sor- j
Udo 4e faiendas inglezas, francezas, allemaes # i
suissas, proprias Unto para a Braca como para o
mato, protnerttsndo vender-se mais barato do ne
cm uutra qualquer parte principalmente sendo em
oreio e de todas as hiendas dao-se as amostras
df ixando Bear penhor ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavao.
As chitas de Pavao.
Vendem-se superiores chita* claras e escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas s*gu-
rw, diUs Trariceras finas a 320, 340, 360, 400 e
00 rs., o covado, ditas prelas largas e estrellas,
riscados cscocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Aocasaas 4o Pana 240, 280, 300 e 320 rt.
Veodem se tioissiinas cassas persianas cores li-
xas a 320 rs. o covado,ditas francezas muilo finas
a 340 e 280 rs., ditas nuezas a 240 e 280 rs. o
covado, finissimo rgano" y tnatisado com desenbos
niiudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
rouiio finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
As laziuhas 4a eiposirao 4o Pavio.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bi<|ue ehegadas pelo ultimo vapor franeez sendo
de nina so cor ou de listas raiudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratsimo
prejo de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de qnadrtnnos a 508. 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muilo finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que cliita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
c ditas de una cor parda, azul, cr de lyrioe
peria proprias para vestidos, sautembarqnes e
liaribaldcs a 720 rs. o eovado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz o. 60, de Gama A Silva.
8s chales 4o Pavio.
Vendcm-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 6*, 7*, 8*. ditos de ponta re-
donda a 7* c 8'*, ditos pretos ricamente liordados
a retroz com vidrilho a 124, ditos pretos lisos a
*, ditos de cores a 4*500 e 5*, ditos de merino
estampados a 24 e 34, ditos de la a 14280 e 24,
ditos de retroz prelo para Into a 64, isto na loja
do Pavao ra da ^Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Paseadas prelas para a oarrswa i de o Pavio.
Vande-se grosdenaple prelo muilo superior a
600, dito a i800, 24, 24300, 2480 e 34, mo-'
reantique prelo muilo .-uperior a 34 e 24000, sar-
jacjreta bespanliola muilo encornada a 24, isto na
ija do Pavao a, ra da Imperatriz n. 60, de Cama
& Silva.
0 Patio vende para lato.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
d lia sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
pno para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara-
ta proco de 24, 24200, 24500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos bordados a vidrilho, manguitos
oemgotbnnas e outros muiros nitros que se ven-
dan por precos nuoaveis : na loja do Pavo ra
da Imperante n. 00, de Gama & Silva.
Os corpinhes de Pavio
Vende-se os mais modernos rorpinhns de cam-
traia ricamente bordados e entelados a 7 e 8* ;
wa loja do Vaxm, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma A Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdeoaple preto ri-
exmente bordados a veludo pekt barato preco de
{F*4, sendo (wenda! que sempre se vendeu a 1004
li04 ; ditos de cambraia bra neos ricamente bor-
dados a croch, *cWto proprios para baile e casa-
mento a 10, 1, 20 e 304; ditos de lia com lindas
luvrras a 18 13*; isto na loja do Pavao ra
dn Imperatriz w. dO, de Gama & Silva. '
Os pw 4o Pavio.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
Bago de 24, 230S8 e 3500, ditos muilo linos, a
44, o* e 64, enres d casemira preta entestada a
44, 44500 c 64, caseMi'a preta fina de urna s
lanyuru muito lina (4800, 24. 4**0 e 34, cor-
tes do casemira de 01 a "4, 54500164, casemi-
ratiiifestadas de wna s cor proprias para calca,
pal-tote, colleles, capas para senhora. roupas para
110 11.10- .1 .10 e .(.;*? n Covado. islo na loja do
Paas, ra dalni[iera&m u. 60, de Gasua V Silva.
- A roana do Cavo.
V*4em-se paletotsde panno preto sobroeasa-
cos te. .Hila muito boa a l-5. ditos muito finos a
164, **?- 25 e 30., calcas de casemira prela boa
l'azendaa 44500,64,64, 74 e 84, paletots saceos
de panno preto a 74> ditos de casemira de cor a
64 e 74, ditos de alpaca preta, ditos de merino
'proto, dMos debrim de eaMs, calcas de casemira
ib; cor a 44, 54, <>4, 74, ditos (fe caxemica da
Escossia a :i*, ditos de hrira pardo a 24500, Altos
de cor a 4 c 24300, ditos (trancos muito fiuos,
sto na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de '.'-3 o par, sendo o
iiclhocque bao mercado": na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas 4o Pavio.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro
iras para cama po barato preco de 54 cada nma
na ra da Ini|ieratriz n. 60, de Gama & Silva
As ealcinhas do Pavao.
Vendem-se ealcinhas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo barato preco de 500 e 640 rs.,
mlaiignitos para senhora e meninas a 500, 640 e
800 n., eamisinhas com manguitos a 15280 : na
oja iio Pavo ra da Imperatriz. n. 60.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinhae de cambraia muito finas
rom manguitos e golas muito bein bordadas pelo
barato preco de 14280. ditas de tilo a 14. ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 14600 e 24, su-
periores manguitos com golia u a balao a 34 e 44,
sendo muilo l.eiu bordados e os mais modernos
que lia no mercado, manguitos e eamisinhas a 35
e 3*300, golliulias linissiuias de cambraia a 500,
ditas de (li a 240 e 320 rs., pecas de entremeios
com 3 varas a 640 rs., liras bordadas a 14, e ou-
tros 11 mi los artigos neste genero que se vendem
mais barato do que em oulra qualquer parte : s
na luja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavio.
Vendem-se ricas capas de seda prela ricamente
euieiladas, semio as mais modernas pelo barato
preco de 204, 254, 304 e 404, sautembarques de
seda preta sendo ricamente enfeilados a 204, 254
e 309 : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As cainliraias do Pavo.
Vendem-se peca de cambraia muito fina com
lpicos lendo 8 |2 varas cada peca a 3 0, ditas
a 35 e 34500, ditas adamascadas muilo finas pro-
prias para cortinados a 35, ditas a 44, pecas de
cambraia brancas lisas fazenda muito lina com 8
I|2 varas a 35500, 44,44500, 54, ditas de qua-
r )s proprias para forroe (jabados por precos niiii-
;. zoaveis : na loja do Pavo ra da Imperalriz.
Panno 4e liubo.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura propriopara lences, toalhas e ceroulas pelo
barato prego de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos- de largura a 24500, algodozinho
monstro com 8 palmos de largura a 14, pecas de
Hamburgo com 20 varas a 94, 105 e 114, pegas de
madapolao fino a 74500, 84, 94 e (04, ditas de
algodozinho a 64, 64300 e 74, e ontras multas
fazendas brancas que se vendem moito baratas
aflm ile aparar dinheiro : na loja do Pavo ra da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
Curies decassa a3j$500.
Vendem-se cortes de cambraia com babadas a
34500: na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
de Gama & silva.
0 Pavo vende laazinhas pretas.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o cavado :
na loja do Pavo ra da Imperatriz 60, de Ga-
ma & Silva.
A Maria Pia.
0 Pavo vende a 8L
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pia com lindas borras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor franeez pelo barato proco
de 84 cada um : s na loja do Pavao ra da Isa-
peratriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Os bales do Pavao.
Vedem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
10 brancos como de core* sendo americanos que
sao os melhorcs por se nao qoebrarem a 34500 e
de 35 arcos a 44, ditos de musselina com babados
A 44, ditos pan wettma a i* e 3# : na loja do
Patio rtia da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
LOJA DO BEIJA FLOR.
Bu do Queimailo lamero 63.
Crivaliabas para teahora.
Vondera-so gravalinbas de.diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na roa do Queimado,
toja do beija-ftor n. 63.
lilas para 4ebrn de vestido.
Veodem-se filas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na roa do Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
Peales iravessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
Fog'o do ar
Bocehem-se encornaseada* de fugo 4o ar :
I armazem da bola amarella no oil o da secretaria
de polica, sendo o mesrao fogo falirieailo bi Moa>
ca da vjqva Rufino, na estrada dt Jaio ete Butm
Veade-se urna taberna na raa do Itorgel m.
10, com poucos rundao, propria pora pinriali
por ser afreguezada no retatbo uem rr
Tendo-se oproprietario d'este armazem assocado'com o Br Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-lhe o titulo de principal,! **> W io ^fjj \
por ser o mais bem localisado desta cidade, e como ura dos socios tenha de partir para a Europa, afm de all escolher os melliores Vende-se papel beira doorada a 14200 e 14300,
gneros, desde j se pede ao respeitavel publico toda a attencSo, nao s para este armazem, mas timbem para o grande armazem Alian- dito de cor de beiradonrada a 14100 : na roa do
ca, da ra do Imperador n. 57 e para o bem.sortido armazem Progress6ta da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fie- Queimado, loja do lieija-flor n. 63.
quentarem estas casas de que farao urna economa de 10 a 20 por cento do pre^o que possam comprar em outra parte, porque nin- Airelopes.
guem melbor do que nos pode offerecer tantas vaniagens como as que se observara nos armazens: 1 Vendemse anvelopes de divers
allia^va ra do Iaiperador *.
PROGRK8S1OTA
FHIMIPAL !! na do Crespo
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima tera ahatimento.
dem franceza, a melitor e mais superior do
nosso mercado a 060 rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Banha de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem dem menos superior e que em outras
dirija-te meso Ubwna.
Vende-ce para

ra das Cruzes u.
r^ Jt "W .
Vinho do Porte em barril muito especial
64o rs. a garrafa, e 5,ooo es. a caada.
Vinagre puro de Lislxw a 2oo re. a garrafa e
i,4oo rs. a caada.
Ideni em garrafes com 5 garrafas.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Phospboros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oots. a groza-
Bolacliinha americana em barrica a 3,000
rs., e em libra a 2oo rs.
tH* ~ milhciros 4 fev
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima- ''" Lr nl.-T ba,,* f"
lo da malhor quahdade que pode at|>|>an ,>r .,i,i
quizer comprar, pode tratar com u ?oeio e arfir*
nistrador Zacaras dos Santos fbiro, no |*
das Bar reiras, otaria n. 15, ou tcm J. P Mana
Goncalvcs Vieira Guimares, na rtu Xova 49
Vende-se urna neyra moca rom iin.aYria'd*
4 mezes, a qual lem muilo boca leu. e prfia
engommadeira e rozinheira : quein preimtr, 4b-
r i ja -se na do Livranento n. 8,1 w iua 4u Im-
perador n. 44, terceiro andar, com AgocUnbo k
reir Jnior.
lea.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
64o rs. a garrafa e 4,8oo re. a caada. Vassonras de piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas-li- ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oo rs. o gigo e 80 re. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco,
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- dem em garrafes com 25 garrafas a 8,000 re.
mazem 2,2o rs. a libra.
dem uxim, o melhor qtie pode haver neste
genero a 2,600 a Ib. garante-se a qualidade.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a
4,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razao de uestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porteo deste genero, a diffe-
renca de preco de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio em lata de 1 at 6 Ib. a i,4oors.
a Ib., aeste genero o melhor possivel.
Biscoutos ingleses em latas com diferentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captain. sced, osborne e ou-
tras muitasmarcas a 4,35o re. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
re. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a i,600 e
2,6oo re. cada urna.
dem em caixinhas de 8 Ib. a 20 rs. cada urna
Passas novas a 8,000 re. a caba e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 800 rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a i,4oo rs.
cada una, fiascos de vidro enm rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
vndo ao nosso mercado a 48,000 re. o gi-
go, e 1,800 rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bordwuix das melliores qualidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo re. a ca-
xa e 64o rs. a garrafa.
Ca xas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e I.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porc3oede
diferentes marcas muito acreditadas que
Cerveja das melhores marcas de 5,ooo a
5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa.
Cognac superior a 800 e i,00o re. a garrafa,
e em caixa ter ahatimento.
casa a 3o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savcl,
corvina, pescada e outros a 4,ooe re. a
lata.
de diversas
braneo a 800 rs. e de'cdr a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja 4o beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
Voltas 4e aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brilhante vende-se a 14 cada
urna: na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de eias.
Vendem-se camisas de meias muilo Anas a
44300 e 14300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeiles de SU.
Tendo recebido enfeites de tila pretas e de co-
res mais modernas que se estao usando a 14 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fila de la prela para debrum.
Vende-se fita de laa preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas de liuho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar r vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portugnezas e francezas j prepa- 800 rs. a peca s quem tem aloja do beija-flor
afamados conservemos de Lisboa em latas radas a 64o e 72o re. a lata. -a do ** wpw> .
de libra, libra emeia e 2 libras a 600 re. i Cafe lavado de pnmeira sprte a 32o rs. a! Ven4em-se botes de madreperola'mais moder-
Conservas inglezas em frascos grandes a! libra, eD,ooo a arroba. !nosjue tera vindo para punhos de senhora a 320
75o re. cada um. dem do ftio muilo bom a 28o a libra e rs. o par : s quem vende por este preco na
dem franceza de todas as qualidades de; 8,5o rs. a arroba. "" o$uendo, M* do beija-flor numero 63.
legumes o fructas a 5oo re. Arroz do Maranlito a 4oo ISO rs. a Mitra, ^S^SSSS SS
MosUrda franceza empotepreparada a 4o re Monde Mi re. a libra. ]JSS^^SSS^v^
Palitos para dentes 12o rs. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo re. a libra.
dem lixados muito finos a 44o rs. Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e cm caixa Nozes muito novas a 2oo re. a libra.
a 540 rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a360 rs. {Toucinho de Lisboa a 320 re. a libia uu 1Queunadoa. 63.
a libra c lO.ooo a arroba. I 6,5oo rs. a arroba. (ranja preta.
dem de composicao emmafadas a 32o re. Presuntos de Lamego de superior qualidade | Vende-se franja preu de diversas larguras para
l.uvas de prIII
Chegaram para a loja d'aguia hranca,
Queimado n. 8. _____ 1_______
ra do
Km io SeiMlla 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnstno A C_
sellins e silhoes inglezes, cantjieiros e caso-
caes bronzeados, losas iaglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios pan
carros de um e dous cavados, e reiofios de
ouro patente inglez.______
Ostias
farinha de milho a mas patacas a airla
do Brum n. 32, fabrica de costura 4 oapor.
Vende-se alpaca preto a SOO rs. rotado.
Vende-se alpaca.prela para veslidtos a 500, <* 700 e 800 rs., lina de rordan a 800 ks |ra *M-
tot, princeza jirela a 800 e 640 o corado. I. i> (^vi-
na preta fina a 14400 o covado, liazinhas iccto
para senhora qne estad de luto a 7tO o rovad
na ra da Imperatriz n. 56. A loja bj aucruadl
as 9 horas da noite.
a
loja do beija-flor da'ra do Queimado 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
320 rs ibra 1 u a ?"*: ?* v"^i iem loJ* do be|a-flor rua *
Al^dae k khi
para saceos de assocar o rena de
para vender Antonio Luiz de Oliveii
C, no sen escriptorio rua da Cruz n.
e*-ravo; irsn
Azevcdodl
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 re. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 re. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
4,000 re.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,boo e 5oo rs. a libra,
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo re.
dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranhao a melhor que presen-
temente tem vndo ao nosso mercado i
44o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muilo iuosde Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 800, 4,00o
e 4,2oo rs. a garrafa.
j se venderam por 44,ooo e 45,ooo a eai-1 Genebra de laranja em frascos grandes a
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Cames, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia finoe ou-
tros como Chorry Madeira para (9,qoo p
I3,ooo rs. a caixa.
VhiIki de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 060 rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
'.I-'-hki rs. a cana.la.
dem liranco o melhor neste genero vindo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo re.
1 ':l| uil :ilm-ji;.. | .:.nl :i. I.. > 111. Ili' >t- <|tc Im nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a56o TS.alb. enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
Alpista muito novo e limpo.a 46o rs. a li- i e SU?W : U*"do bd,a'flor
bra e 4,6oo a anoba. | ** *** feg>
Pamco novo a 48o alb. e 5,ooors. a arroba. | vondem-se facas e garfos de bataneo de 1 bo-
Sabao massa, amareho e castanho a 22o e ao a 54300 a duzia, dius de 2 bot6es_a 4*00:
na rua
do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
gemines.
Vondem-se dminos muito finos a 14200 e
44400: na loja d* beija-flor da rua do Queimado
n.63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
24o rs. a libra,
dem mais baixo umpouco a 46o, 480e2oo
rs. a libra.
Castlidas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate franeez de primeira qualidade a
4,2oo rs. a libra,
dem de.Sanie muito superior e medicinal a -rondo Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Copos lapidados proprios para agua a5,000 (Mlj [Ir, iSlllll
rs. a duzia, me em outra qualquer parte y? "'" ^^Wf*
7e8,ooors. Veudeiu-se barrls com cal des
Charutos ilos melhores e mais afamados fa- ta procedencia, cm pedra, ebega-
brcantes de S. Flix e do Rio de Janeiro, da hoje, e nica nova, que ha no
de 1,500 a .ooo a caixa. mercado, na rua do Trapiche n.
Cebollas novas a 1.000 re. os molhos gran- .', 'mazem de Ha noel Telxei-
des e 8 Doce de goiaba a 64o re. o caixao.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
GAZ GAZ GAZ
por preco redil
Vende-se caz da melhor qualkl. de r*fc
pre.o de 404 por Jada de 5 gal* s : no ar-
mazem do Caes do Basaos n. i i e toa che
Trapiche Novo o. 8!_____
Vende-se urna huronea nova d 4 nafras,
bem construida, de 45 canas, boa \ rleira. a A-
nheiro ou mesmo a prazo assim offler ca boas iav
mas : a entender-se na na Direit cora o V
Dent ifp Barros Feij.
Os precisos tal/teres pa-
ra criancas.
Chegaram e acham-se venda na
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
ESCR1Y0S ruc
1 na rua do Qna>
ATTENCiO
,f.
sado, a 24o re. a
libra.
libra.
uno & o* oto' v C
Sal refinado em lindos poles de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a libra.
rs. cada um.
Mol 11 is 111 If/.es em gai-rafiiibas com rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Colinabos e erva doce a 32o e 4oo rs. a 11.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canda muito nova a 4,000 re. a libra?
Alfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e 4,leo rs.a duzia.
A fenco.
Vende-se um cabriolet inglez de quatro ro-
FARINHA FONTANA.
Fariuha 4a muito acredita ia marca
oiitaun '.vmliiiiiivlrt lioje, CndC-V;
por preco mais cemmodo do que em
qualque- outra parte : na rua da Croi
11. 4 casa de N. 0, Bieber C. sucecs-
tore.
Venda de urna hypothtca.
Os liquiliiiurios da massa fallida de
Acha-se fgido o esrravo de m me|F.iu-imo, 4t
idade 40 annos, poucomais on men ura regular, grosso do corno, bem cridando, l-o1
bado, e j com alguns cabellos branebs na baria,
bracos e |>ernas gros>ase bastante c:il rilada, ira-
do as pernas arqueadas, porm n.i<> 11 mU\ c-m
ma andar cm sambas, o as vetes crnbi taga-se na
tafke por gostar muito de beber : r*1 tanto rapa-
se s autoridades poliriaes desta e da i provincia*
limitrnhes. nue o facam aDnrehcndei e le a-li>
nnuro maior Antonio da
seu sennor o niajor Antonio da Silva
x "
luis
rua Imperial, assim como rogase aos
campo a apprehensSo do dito e.-erav..
bem gralitirados.
Pugio no da 1 de marco do ro#ente ar.r.a
do engenho Floresta do termo de Atis o, prox
cia das Alagoas, um escravo de nonte Luiz, ct>f
signaos sao os seguntes: rabra, com a 23 an-
nos de idade, corpulento, estatura rc ular, rata
gorda, sem barba, os be eos um lano l tono*, lem
todos os dentes e bem alvos ; cujo cscr vo prri
tau, na
ca|>it>s dr
que cr:lr
(|u.muiU-' Vetidc-se toucinho do sertao muito novo a ^^^^u,.,.,..,..,...^^
das para um ou dous cavados, um cavallo rodado 40 a libra, figos novos a 1(0, sement de coentro JOSe ADIOHIO nUSlO VCHOCUI a ll vpollie- me-se andar no centro desu provincia on m c
Vendo-se por commodupreco um escravo criou- *mesmo cabriolet, um cavallo rosilho bom an- a 3i0 a garrafa : no pateo do Carmo, esquina da nn tam i,qS eiiopiillOS Hallo (ili'S&V ',radade erro : (iuem aprehender tai en-
_ I Irpirar iwisls nrara a Antonio p. Mniir.i tliiP,

lo, de bonila"figura, muito robusto, e proprio para dador de baixo a esr,
lodo e qualquer servico, o muito principalutente P& ^i" n- ^>
liara feitorde filio por ter grande pitica e enteu- i___________
der muito de plantacao : a tratar no caes do Ha- Vende-se salitre de superior
mus n. i. barato preco
na travessa da Trem-
qualidadc
na rua do Vigario n. 31.
por
rua de Hortas n. i.
e Gajabiss no termo de Seriohem
Aias para aojo* de proeissSo. n^ t 31:S35$911 rs.; tratar aas
Vendem-so na rua do Queimado loja da agua
i bra 110a n. 8.
da
casas a raa.do Trapiche e. 34.
tregar tiesta praca a Antonio de Moura Kolurt, oc
em Macei Manoel Joaquim Duarie ( i.inuri.-=,
ou mesmo no referido engenho a seu al il*r o Br
Jos Casado de Aceioly Lima, que ser ecompe
sado generosamente.
DOS PREMIOS HA LOTERA EXTRAORDINARIA.
\:
LISTA

PARTE DA !
GERAL.
85"
CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 557 DE 4 DE MAIO DE 1863.
DA CIDADE DE GOYANN, EXTRAHIDA EM 8 DE ABRIL DE 1804.
NS. PREMS.
3
."i
6
9
11
13
14
16
18
19
20
21
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50
53
55
06
59
61
64
69
73
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87
98
102
3
13
46
18
21
22
24
32
37
39
4S
54
60
61
64
75
105
20*
10-3
NS. PREMS,
182
87
88
91
93
98
99
202
3
9
10
18
21
30
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42
44
46
51
52
53
58
62
63
76
80
81
89
92
93
302
3
4
6
IX
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16
18
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26
27
37
39
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20$
102
204
40*
10*
40*
10*
NS.
346
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55
57
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4
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40
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89
90
93
95
503
6
7
12
14
16
20
21
26
PREMS.
10*
NS. PREMS.
20*
10*
o
32
34
37
39
40
43
48
55
65
36
71
77
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88
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95
96
97
98
604
10
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22
30
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33
34
36
37
40
42
45
50
2
57
59
62
66
70
77
78
79
10*
20*
10*
20*
10*
NS. PREMS.
680 10* 839
82 42
85 43
93 46
96 32
98 53
99 86
706 40* 56
9 10* 60
10 63
13 64
14 67
16 200* 69
22 10* 77
27 _ 80
31 _ 81
32 . 86
35 87
37 __ 89
49 _ 904
51 __ 8
58 __ 9
61 B 10
63 _ 12
65 16
72 __ 17
82 __ 18
83 ___ 19
89 __ 21
90 mm 23
91 __ 26
92 . 27
93 4a 29
94 _ 3S
95 _ 38
96 20* 40
97 10* 41
800 45
2 _ 50
3 __ 52
8 __ 53
14 MM 54
16 56
25 20* 59
27 10* 64
29 65
30 81
NS. PREMS.
20*
10*
20*
10*
.NS. PREMS. NS. PREMS. iNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
983 10* 1162 10* 1331 10* 1514 10* 1671 10*
87 63 39 15 77 -
89 68 42 17 80
94 69 43 18 92
95 72 48 19 200* 93 -
99 76 57 20 20* 94
1006 _ 81 65 22 10* 95
7 _ . 84 66 27 1700
8 87 68 28 i
13 94 69 33 8
16 __ 99 70 36 12 -
17 1201 71 39 18 -
18 11 87 42 19 200*
21 16 89 44 20 20*
25 20* 20 91 48 22 10*
26 10* 23 94 50 25
30 28 98 51 29
38 _ 29 1406 53 30
52 31 14 54 39
33 _ 34 16 53 42 -
54 _ 37 22 .59 46 --
64 40 24 62 54 40*
65 41 20* 26 70 55 3:000*
66 43 10* 34 71 20* 56 40*
68 46 38 72 10* 61 fO*
69 48 39 82 72 -
71 40* 32 42 85 76
78 10* 54 45 92 84 -
85 20* 55 53 93 85 -
88 10* 59 54 98 90
96 60 63 1600 98 -
98 63 64 1 1800
1101 71 68 __ 4 2 -
5 7o 69 . 6 7
10 82 73 M 16 10 -
12 85 74 27 17
15 __- 94 80 40 - 20
17 .... 95 W 46 26
18 __, 99 81 51 : 28
20 _-_ 1303 87 53 31
35 +1 6 91 85 37
37 40* 10 02 56 40
40 10* 12 - 3 7 41 -
41 17 __ 1500 2 _ 40
47 19 2 10* 63
56 23 _ 3 500* 64 60
61 L 24 4 20* 66 1
NS. PREMS.
1853
58
60
61
62
80
83
1904
6
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44
46
50
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59
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80
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91
94
95
98
2000
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24
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64
63
10*
40*
10*
20*
300*
20*
10*
RENEFICIO )A IGREJA DE NOSSA SENIIORA DO AlPAhO
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. iNS. PREMS.NS. PtIEITS
2077 10* 2243 10* 2447 10* 2626 10* 27i 4*
78 44 56 100* 28 2808 10*
79 45 58 10* 31 12
61 40* 58 67 36 14
82 10* 62 . 73 43 n
91 70 75 48 23
92 100* 71 40* 76 55 29 ?*
93 10:000*^ , 87 10* 77 20* 87 33
94 100* 93 78 10* 70 35
95 10* 94 81 81 37
99 % 83 82 42
2100 _ 97 85 85 47
3 __ 98 MM 88 86 51
9 _ 2303 --- % 89 57
17 8 _ 2507 92 61
25 10 MM 10 96 86 -
26 20 18 99 _
29 23 16 200* 2700 20* 73 -
34 28 -- 17 10* 4 10* 79
37 29 --- 19 5 88
38 31 20 10 82 B
39 32 M. 21 11 83 88*
48 44 MM 28 12 88
50 45 MM 34 13 _ 91
51 46 __ 42 17 91
52 47 --- 47 18 97
53 49 56 21 1903
58 51 __ 57 28 m 8
63 52 MM 58 17 14
64 53 _ 60 19 10* 16
67 60 66 32 M 93
68 61 20* 68 100* 33 M
72 66 10* 73 10* 38 17 ~-
77 80 79 80 75 78 z 42 43 __ 31 81
88 _ 83 SO 49 44
93 84 ____ 85 55 57
2212 MM 87 mm SB 88 i
13 __ 94- 204 89 * 0 61 *~
17 20* 2409 10* 01 61 87 -
22 10* 14 95 71 88 -
25 21 S604 100* 75 78 988*
27 24 ___' 9 10* 88 71 9*
31 27 40* 12 n 73
36 33 10* 13 . 89 87
40 35 14 8 88
42 37 ___ 11 ' 83 81 "
O erWio, Severiano Jote de Moura.
Ptrn.mmTyp. de MatmlFigueiroa de Paria & ftlho=* 4864.


*-*-
9---------
Os jesutas, os lazarislas e as fufes de r-aridade
defendidas por si mesmos no Iribnnal da raiao
c da historia.
i
Mas-eni que consista essa exjHilieca I A gran- do. pelo principio do conhecimenlo, pelo pri
de objengo ler o morro de Saeta Antonio, loi-! seicntifleo, a causa absoluta, eomerou a ob
cado para o dito m, aislado ao govurno quatro- i lisadora dos tempos modernos, a prepond.
rentos cornos de rts I Quanto fts entendemos abseluta do e",end,men,' do Pncenlo j
que o facto de se haver dado qnatrorentos rentos [M,ure" e sobra a.fora como Pnw*,
do res pelo referido morro nao razo sufflciente formas de toda afJa
para que so nao possa Uzer a edneessao de urna ve procurar a orige
pequea parte dalle para salisfazer ura tao justo cmlisagao, da w>or
Mal estara- so o diijtlo afecte da forja interior da ac$ao
c Se os
xercuo
asfe Aa
mo, enviai
riam com
quezes houvessem smao t
Iri, teriam c*Jrserva|o
. riada quo o inimigo
insola de linngorla
navios ; Njrriiel-No
stlceesso Os invaso
A soicrba e magestota aore das cumiadas do '"'Clamo, urna tao forte necessid de.
Ga'vario acaba de r^eber mais um golpe .remen- mos nos se s se devele dar o que nao *taw|H*J na actIMdade .elteclual e. material
do pomuc respeittTOl parece ser a mo que o de*- dinheiro. O mrito da doarao c regulado pelo seo munao '""
,... O santuario da l.istoria foi profanado e va! >r intrnseco e este se representa na socedade) Assim poderse h.a d.zer que a civilisago e
,,-direiios Imprentis laucados como jo- Wto'ieq valor exititu-cco, pelo seu valor mone- de<
fuetes na praca publica do l\io de Janeiro, na ca- uri.
niara dos Sis. deputados !... Vergonlia para o O ministerio das obras publicascomprehendendo
imperio do Cruzeiro, para a Ierra da Santa Cruz t..\ niellior o alcance e o fundamento moral Uo projoc-
0 Sr. diputado Pedro Luiz trahira o seu diploma, t0 ,ssjm s0 expressara, informando sobre o pedido
Ir.ilnndo o mandato de seuscommittentes... O po- u0 |,a,ire Janrard : Cbeme declarar V. Exci.
vo brasleiro, cijos sentimentos religiosos se acham am),(,. I60 uma rrma't>m,> ?!)U'ar> absoluta, como a juntos, as duas extremidades da hnha de Duppel
r ora aPP"ca- natureza mesma do principio de que a expressaa uue sao o Yemmngb|ind e o estreito de Alsen.
a Graaaaj, um catiiinho coojd alindo a Enera-
do sund ; a pode rara ni-se do batel, que serve para a
passagem do e.-lreito, e transporlaram-se para a
pequea pennsula de Broagorland |wr onde po-
dem altingir, pateando por SkMsjfcell e Snnel, os
entrilieiramentos dinamarqup7.es di Duppel, o
ral absoluta. Esta demonstraran nao pode ter lu- '1*-' W,M. *?*W} urna estrada addiccinnal para
gar se nao lenta, gradale progresivamente. F If,3^0'alt'm das ** paSSm >ytel 6
em virtude do desenvolvimento das leis do espirito j A perda da pennsula de Broagorland e do
do principio evanglico na accao social que a ci- Xybml-Nor, posto que seja sensivel, habilita loda-
vilisagao moderna se unversalisa e toma pouco via os dinamarquezes a juntar todo os seus esfor-
SIQlO INTERNACIONAL DE LONDRES EM
1862.
do Sr. coaselhfiro Gamitas Moreira,
residente da eomuiissao brasileira.
Intrmlucca.
mn
Senlior.I'or deceto fie WS fie oifubro de 1*61
liouve por bem Toda ttagesjarle Imjierial noaiear-
me presidente da Oominjssao ctu ut>r parle do im
peno liona de assistir a exposfead itiieroacional de
Londres.
gao alguma a dar por este ministerio aos terrenos rea| e vv
tao bem ronhecidos e demonstrados, o povu bras-
leroquedesdeseu berro repousa soba sombra pedl()os e que nio v mcoilvenienle em ,
protectora da arvore do cailiol.cismo nao poda ou-1 e||eg cuncedlos ^ trmenlo ou graluitamcnO! (lazzici.) ,
lliorgar ao Sr. deputado a inaudita temeridade do
mancharas candidas vestes de seu protector...
E'l-' repelle com bailante dignidade o grito de guer-
ra levantado contra os levitas do Senlior e protes-
ta polo excesso do mandato pratk-ado pelo seu
m.iii latario.
Consnmmou-fc a obra da inquidade I O impor-
tuno regalismo, que tantas vezes tem fallado pela
boca de alguiis minislros, conseguiu, por fim, ro-
tQOibar no seio da reprcsenlae.ao nacional, fazendo
tremer de horror as augusta atMibadas do mages-
toso edificio. A tenebrosa cohorte dos ininiigos
da fe conseguiu ter o seu representante entre os
legi-ladores do imperio... Funesto triumpho !
Nao bastava que de quando em vez a imprensa
se desvairasse procurando quebrar a forca moral
dos ministros do altar e dirigindo suas envenena-
das sellas contra os paslores do rebanho catholico;
era uea colisa a invasao protestante na metropo-
Ic do imperio, assentada na indiTerenca policial ;
nao bastavam os frequeutes ataques do poder exo-
cutivo ronlra a jurisdiegao ecclesiastica ; ludo Isto
anda nao enchia a medida dos desejos da mpie-
d^de, era preciso que a roquenha vz do erro se
fizesse ouvr no recinto da representacao nacio-
nal I... E isto acaba de succedor... Est com-
pleta ;i victoria l...
Kos, que temos empenhado nossa penna na de-
feza dos sagrados direitos do calholicisino e da
egreja e procurado salvar seinpre a dignidade do
altar abocanhado e despresado pelos grandes tl-
lenlos, nao podemos delxar passar o arrojo da im-
pi -Jade, seco fazermos nosso protesto, sem levan-
tar nossa fraca voz em proi dos direiios da verda-
de tao descommunalmente conculcados no hedion-
do halcao do erro... Pdu o Sr. deputado consi-
derar este nosso procedimento comomjm mama
hj'suila talvez seja... mas nao ser nunca o
sculo de Judas dado na face do clero brasleiro
para niellior o atraicoar... nao ser nunca a ma-
na da escolsa garibaldina e do carbonarismo de
uosso tompo...
ti.na das maiores faltas do voltairianismo de ho-
je nao lera coragein precisa para dirigir direc
lanieute seus ataques ao ponto a que elles se enca-
iii'n'am, nao ter a franqueza de desenrolar sua
banflWa e pregar abertanieute o exterminio da
egreja e o aniquilamento do ratholicismo... Para
qje essas reservas, que j nao illudein ? porque
ao >c deelaram ? Para que cssa guerra sorraleira
e indircctameute planejada ? ao menos lenliam o
mrito da franquea... "?
Entreunto, como a verdade por toda parte e por
tolos os modos faz apparecer o iuigor aa sua iiu,
nao acompaiihemos os novos discpulos de Voltai-
re em sua triste celebrdade, sustentemos a causa
do catholicismo no ponto em que 6 elle atacado-
para o fim cima mencionado conforme houver de
i deliberar o corpo legislativo, uma vez que ella te
j nha de contrariar qualquer projeeto de ruaou pra-
! CA que se baja de adoptar para o Intu o. O mi-
nisterio da fazenda opinouno mesmo sentido. Es-
lava reservado ao Sr. deputado Pedro Luiz a glo-
ria de encontrar a pedra philosophal descobrindo
a grande expolacao dos dinheiros pblicos...
Voto contra o trajelo porque encerr uma
irona, rtliru uma injuria ao clero e ao gmernodo
met paiz.
E' mnito zombar e ter em bem pouca conta a
llustrago de uma cmara... Onde est aqu a
irona ? onde a injuria feta ao clero brasilero pe-
la coricessao do terreno sufflciente para a edifica-
cao de um templo catholico ?
A consiiluicao poltica declarando em seu arl. 5*
que a religio catholica, apostlica, romana, cont
eos martimos s forcas de Ierra, para cooperarem
un
m n
por este mesmo principio que a 'cf-1 Os navios de guerra dinamarqnezes netas
nico e universal Pa.ra8ens' n5 sSo as*az numerosos, como cuni-
pria. S apresentam um vapor rouragudo i mo-
.nitor, denominado Holf Krake; e aguardam ou-
0 carro do progresso marcha, por consegulnte, iros dous do mesmo modelo, viudos de Inglaterra,
allumado pelo faeno da verdade evanglica que Tambem teern duas escunas forradas de ferro, a
nao abandona os povos no difflcilimo oerisrinar do ^.5"to.tt e a.Etbe'* Snarf mas chapas nao
mna u,:',.,, ""^'""'"Perigimdi u teern duas polegadas e meia de espessura. Fal-
muiido, so o ens.no catholico, harmonisando a scien-;,am as canhoueiras, que fariam excellente ser-
cia com a fe e esUbelecendo as legitimas relacoes i vijo.
entre a obediencia e a liberdade tem sabido guiar' A? fra?atas e corvetas esto dissemnadas no
imnavidne om eon irnmh,. L. i l .,. Bltico, no mar do Nono ou no canal de Inglater-
mpav dos em seu tr.umphante cam.Dhar os novos ra moqmism os mtos MeaM ou Smi
israelitas, que recelosos procuram evitar os moder- Caga de vasos mercantes, muitos dos juaes bao
nos Pharas. sido apresados, e conduzidos s i I lias de Sujland e
E por quem tem sido guardada a arca sanU da
Fonia.
Em compensacao, avultam os vapores trans-
verdade por entre as medonhas tempesUdes do portes para ,evar |ropas a dlfferen,e5 porU,s. Re-
erre ? Pela egreja, pelo ensno dos padres. Elles e nova-se a uctca de 18W. Podem atacar os aus-
soraenle elles tem sido os fiis zeladores do gran- tro-prussianos pelo flanco, pela rectaguarda, por
dioso legado ao Flho do Eterno ; elles e so.nente J"*" ")"^nha'I e/e!'rar com rapidez, sein-
.... \ j Pre 1ue a supenondade do numero torne a lucia
elles tem conservado illeso o sagrado deposito onde desegual. A medida que se aproxima a primave-
se acham encerrados os pertontosos destinos do ge- ra, e que findam os geles, augmentam os eraba-
nero humano. i ra50s des invasores, e as facilidades de resistencia
..... dos invadidos.
Entreunto por que se propoe a idea de levantar-; i>K|0 cm.juanto, a abundancia de nev que
nuariaasera religio do estado nao estabeleceu i" ma's u,m S* ca,ho,,f Sr dePutado Pedro ^"*J ,nui, ^-P-K* dos all.ados.
I.mt lirail lia Inhiina nar amentar inAn nfinn rfp. -'''o poutin i
podem accumular em Duppel o material de
O iiiT "r"t"nite ; s'l' de ('ue careCem Para destruir os reducios do
u que se preienue i nmg0. Dao p^jem rvir-se das estradas para
exactamente com este projeeto fundar mais um transporte de objecios pesados, porque os cavallos
Luiz brada da tribuna parlamentar todo ufano de
s e do seu mrito oratorio :
ninlio d lazaristas, levantar no Brasil mais um
pulpito e mais um coufessionario para o jesuitis-
mo
O que verdade, porm, que os nossos verda-
que s o sacerdote brasleiro podesse exercer as
luncroes do ministerio brasleiro. E nem poda fa-
xe-lo. chrstianismo nascido no Paraso robus-
tecido as escabrosidades do monte do sacrificio
devia operar o resgale de todos os ilhos de Adn,
sem attender ao exclusivismo das nacionalidades.
E o uue seria uma religio, que s podesse ser en-
sinada c pratcada pelos cidados de um paz qual-. oeiros majes provem, d uus zaristas e oos je-1 gj^ Acabou para o3 austro-prussianos o partido
quer ? Oude se adiara o mrito da redempcao 1 suitas, mas sm dos afamados polticos que, sugan-! que podam tirar das densas massas de infamara
Se o mal a todos affectou por todos egualmente dis- i do 0 saugue ao estdo vao 0 reauiin00 a um pros. I e de cavallaria. trila oa qnarenta mil dina-
tribuido o remedio sanador. I ,rament0 tolal...
O sacerdote caihobco nao lem patria. Retrato
nao se movem em meio de uionies de gelo.
Em summa, mudarain as condicoes da cam
panha. Ao desalent dominante as tropas, que
retiraram de uma linba de cincoenta milhas, en-
tre a embocadura do Schlei e do Eider, succedeu
. a confianca resultante da limitada rea das opera-
deiros males provem, nao dos lazaristas e dos je-1 c5l.S- Acahnu nara aiu,l.n.nriI5sianil liartj0
Continuaremos.
Recfe, 6 de abril de l6i.
/. Gnennes da Silva Helio.
fiel daquelle que o instituiu elle nao escolhe lagar
para espalliar a verdade de suas palavras e a in-
fluencia de suas obras : elle ti o medico do deser-
to da vida sempre prompto para applicar o balsa,
mo s grandes feridas d'alma humana. E mal de
nos se assim nao fra Ento veramos a gran-
deza do padre aniquilada diante dos indeclinaveis
lmites das naques, veramos a iicompatbilidade
de suas vestes desfeita pela mudanca dos lugares : As P^\S exercito dinmnnrqucz :
. ., ,. r. _., ,, O exercito dinamanmez parece agora ter
a obra de Deus (icava subordinada a obra do no- j achado abrjg0 sftguro na $&& Hna de Atwn,
mem e o philosophismo estara satisfeilo... E' pe- que oceupa. O corpo avancado dos austro-prus-
na que assim nao seja para contentar a leviandade sianos nao se adiautou alm de Hiukeois, a sudoes-
sophslica da liberdade.
Se assim claro esU que nao se pode impr ao
O QEU VIE PELO MUNDO.
Do Jornal do Commercio de Lisboa transcreve-
mns o seguinte artigo ali publicado sob o titulo
marquezes, que eram insufRcientes para a defesa
dos vintes e sete fortes do Dannewerke, sobejam
para defender as margens do Sound e da ilha de
Alsen, por isso que a lueta mais naval do que
terrestre.
Nao todava para dssirnuJar, que em nao
distante periodo, essa vanta^em |>de desappare-
cer. Se a Austria consegue apresentar a sua es-
quadra do Adritico no mar do Norte, a lucia as-
sumir oulras propon.es. Toda a esquadra da
Dinamarca ser apenas suffieiente para competir
com as torgas navaes inmigas; e se nfi consegue
destrui-las em combate formal, arrisca-se a perder
o fruclo de aturados esforcos c a abandonar talvez
para sempre o nico ponto do Sdiies'wig onde
anula trmula a sua bandeira. >
ponto,
t O resto do ducado de Sehleswig |de ser pre-
padre Janrard a nterrupco de suas pratieas rel- sa da invaso gnrmanicit Ser porm surprehen--
'. ,.--',. dente, que consiga expedir os dinamarquezes de
giosas : elle e livre em exerr.iu-ias onde bem Ine Alsen. O re Cbrstierno tornou a apparecer ero
parecer. Donde oasce, portanlo, essa pretendida meio dos seus soldados. O actual commandante
injuria ao clero brasleiro? em chefe general Lutticliau, ex-commandante
da artilharia, e o mesmo quedefendeu Fredericks-
0 argumento do Sr. deputado nao consequeote ladl em iS'i. E' o nico general, que do conse-
e de maneta alguma p.i(ie prevalecer. Se ha of- L'10 ue uerra opinou pela defesa do Dannewercke.
. Qual fo a causa, que deu lugar uma lo gran-
de virulenrla contra a religio catholica, apostli-
ca, ruinaua ? que razio levou apparicao de uma
lo singular celeuma ? havera alguin atteulado
contra as instiluioes muuarclucas bra^ileiras ?
tena sido feito alguma grave injuria aos poderes
constituidos do estado ? estara em pergo a ordem
publica por alguma sedieefio de fanatismo r nao,
nada disto. O fado muito simples.
Banana cmara dos Sis. deputados um projee-
to organisado e apresen lado pela commsso dos
negocios ecclesiaslicos da legislatura de 186, que
mediante as condicSes, que julijasse convenientes,
porm titulo ijratuito e perpetuo o terreno quefos-
se necessurio para a edifiranio de vm templo ca-
tholico dentro da aiadt do Rio de Janeiro ; e o Sr.
diputado l'edro Luiz, que parece timbrar em sus-
tentar e desenvolver a propaganda protestante no
Brasil, aproveilou a occasio que se lhe offereceu,
para fazer osumucao de seu falso liberalismo co-
mo prejuizo da verdade e da crenca geral dos Bra-
sileros.
E quaes as razoes para um tal procedimento T
Voto contra o prjeclo, disse o nobre deputa-
do, porque visa uma expoliado dos dinheiros p-
blicos. Voto contra o projeeto que encerra urna
irona, atira uma injuria ao governo e ao clero do
meu paiz. Vol contra o projeeto porque denun
cia claramente tendencias ms, que, predomina-
rcm, um da hdo de amortecer-nos os bons instinc-
tos, que nos dirigem na eslrada franca do progres-
.so, bao de manie lar-nos, bao de vedar-nos em toda
e qualquer empreza grande e generosa, que por-
venlura possamos tentar. Muito bem I Se se ira-
Ussc de edificar uma mesquita musulmana ou um
pagode chinez, talvez o Sr. deputado nao voUsse
conlra o projeeto. Isto mesmo ser catholico. Os
maiores inimigos do catholicismo jaoos que mais
se ineuleam por seus extremados defensores..
Nao admira : o lobo da fbula se fin^iu amigo pa-
ra mellior tragar a inoffensiva ovelhinha.
Entremos, porm, na analyse refleclida da tr-
plice razo porque o Sr. depuudo Pedro Luiz, vo-
ta conlra o projeeto e vejamos qual pode ser a
ua procedencia.
Voto contra o projeeto porque visa uma expolia-
cao dos dinheiros pblicos.
E' quando apparece o grande zelo pelos dinhei-
ros pblicos. O governo crea qnantos empregos
inuleis pode lhe suggerir o bom desejo de agradar
aos seus proselytos, faz quanlas concessoes polti-
cas lhe s3o exigidas oor aqueiles, que o cercam,
inventa e subvenciona quanUs commissdes desne-
cessarias podem apparecer, manda esludar na Eu-
ropa em vez de fundar escolas no imperio, lepar-
te do mellior modo os suores da naci, no en-
Unto nao se encherga nisso uma expolacao dos
dinheiros pblicos ; antes pelo contrario se enta
laudos a administrado que assim procede. Ape-
nas, porm, se falla em fazer um dispendio, que
traga como consecuencia o bem real dos indivi-
duos e do estado nascen) de improviso vaos temo-
res e Infundados receios para se opprem essa
medida de interesse geral reclamada por todas as
con.-eiencias e de todos desojada. Na verdade que
nao sabemos o que se deva mais admirar se o zelo
do Sr. depuudo pelos dinheiro pblicos se sna te-
meridade em affronur uma assembla de catholi-
cos com ideas, que s podiara ter cabimento no
philosophismo do seculo XVIII...
fensa ao clero do Brasil, esta offenta aio tM era
ao padre Janrard permittido por em pratica as ce-
remonias da religio em qualquer templo, nao 6 a
forma material do edificio que constituir o objecto
da injuria... Injuria, e injuria airocissima, irroga
o Sr. deputado egreja brasileira julgando-a rapaz
de se considerar ofle.ndida pela inaugiiracao de
mais utn templo catholico...
E' bonito ver o Sr. deputado se apresentar invo-
cando o jiairiolismo do clero bra.-ileiro para mellior
disparar o canho de sua eloquencia conlra o cora-
gao angustiado da egreja catholica Patriotismo
em religio 1 terrivel descoberta s propria do ge-
nio. .. Entreunto, o Sr. depulado, que se iuculca
tao extremoso defensor das prerogativa do clero
brasleiro quanlas vezesja elevou sua poderosa voz
para advogar sua causa 110 tribunal da opinio pu-
blica f quanlas retes sustentou seus direiios con-
culcados pelas arrogantes arbitrariedades do poder?
O novo chefe de esUdo maior Stjernliolm, que
at agora servia nes-m quahdade na i' divi-au.
* >- i* r-l- M* 4* rl(>fo.:l M'
ilha asseiilaram, que ella nao tiuba eapacidade
bstame para atojar todas as tropas. Aaccumula-
go e a desordem foram consideraveis nos primei-
ros momentos. Em consequencia, eipediram-se
logo 1000 hemens para Frederieia. Parte uma di-
visao (ara auxiliar os oorpos postados no Jutland.
Calcula-se, que 12,000 horaens, ludo o que a Iha
pode aquartelar e suslenUr, sao bastantes para
obstar a que o inmipo se aposse delta.
c Alsen acha-se circundada de agua assaz pro-
funda para desaliar um inimigo inferior Dina-
marca em recursos navaes. O sitio mais exposto
I a costa, que demora no Sound (estreito) em
j frenle da pennsula de Sundwitt, especialmente a
parte mais estreita entre Arukilson, na emboca-
dura do fiord de Augustemburgo, e a exlremidade
I meridional do Gut, onde ha uma ponte que vae
dar Sonderburgu. A maior extensa* da iWra, em
luili 1 rem, do noroeste ao sudoeste, de perlo
de quatro milhas dinamarquezas ou dezoilo milhas
inglezas.
O Sound nao lem mais de Ireze milhas de ex-
tensao; e a parle mais estreita, de Arukilson
Soaderburgo, pode ser de seis inillias inglezas. A
Boje o Sr. depulado vota contra o projeeto para a lar8ura ^nA m extrtmiae s^entrional
edilicacao de mais um templo catholico por que elle nao de mais de meia millia dinaroarqueza; po-
descauca e basea-se uo pedido Ue uin padre estrun- rin, o estreito, que eonstitue propriamcnle o
geiro; se o pedido fosse felo por um padre brasi- Sou!,d> n5 reea, entre as costas, maior larga-
ro vouria contra por que un espirUo se senUca % tZZ^Va'^'t^ fif?
uritaao e ussustudo atante da onda clerical, que das ou 150 metros.
rae subimlo de da para da... esla vez nao fo- Os navios de guerra da Dinamarca podem
rara muilo fortes as telas do sophisma: nao foi pos- postarse vontade em dfferentes pontos junto
.... ... ilha, e inutilizar quaesquer esforcos para avanr-ar
sivelaaguiadesembaracar-sedellas... das tropas de Ierra.
E' para lamentar que o Sr depulado nao se te- Alera de Sonderburgo e da ponte ah cstahele-
. ,. cida, os dinamaniuezes oceupam, na pennsula oe
nha lembrado de propor a abobeao da clericatura Sundwitl, a forte1 posirao de Duppel ou Dybol, es-
lo Brasil ; talvez que assim contentasse seu espiri- pecie de testa de ponte, que consiste em dous fer-
io irritado e assustado diante da onda clerical, que les e uma serie de entrincheiramentos, por meio
vae subiiulo de dia para dia ; Ulvoz que assim sa- dos quaes podem defender, nao so a ponte de Son-
7 '. derburgo, como obstar a marcha do inimigo alra-
tispzesseao paiz. L sobretodo o seu uome caria I vez da pc,,jn#|a
estampado em letras de ouro 110 irarmore da bisto* 1 < SupponJo. que os austro-prussinno; avancem
ra patria. Os eros e Democlecianos tambem se de Fleusburgo sobre Hiukenis e Gravensten ou
11... n 1 ___.. 1 .^ i. a Graasten, para investir com as obras exteriores de
tornaran] celebres. O Judas ao apostolado ha de Dup(H., n-o Si.ra ,.x,raorilini,ri0i ,|oe se apode-
acompanhar o catholicismo ate a consummaeo dos rassem da posicao em virtude da superioridade do
numero; posta que o terreno seja acidentado e des-
coberto; e que os diuamarquezes, aproveitando as
seculos.
Quanto ao governo nao seremos nos quem o ab-
i dis|iosiges de defesa, possam varrer todas as ave-
-"I va. nidas com a sua artilharia.
A terceira razao a mais frisante e a que mais, < Admitiindo todava, quo os allemes se apo-
predominou no animo do Sr. depulado : derera de Duppel, e de toda a trra firme, achara-
se emfim junio ao mar, em presenca do Sound,
Voto contra o projeeto por que denuncia clara- exposios ao fogo, nao s das bateras da ilha, co-
mente tendencias mas, que, a predominaren!, um mo das canhoneiras, brigues, rorveUs ou fragatas
dia nesta trra ho de amortecer-nos os bons ios- migas, postadas em torno de Alsen as aguas
,. _. ,. ,. An ^- do norte do Sound, e na baha de Heusburgo.
tractos, que nos d.r.gem na estrada franca do pro- ^ ^^ a ponIe de Sonderbur-
gresso, ho de manieUr-nos, bao de vedar-nos em g0 em uireccio Iha, v-se elevar o terreno rap-
toda e qualquer empreza grande e generosa, que damente, e altingir o ponto culminante em Dyb-
porventura possamos tentar. boelsbjerg, a perlo de Ires quartos de mili de
Suuderburgo. Nesse ponto, e desde a pequea na-
Quaes sao, porm, essas perniciosas tendencias, hia de Vcmmfngbund at parte mais exigua do
que aineaeain aniquilar o Brasil fazendo netle parar estreito de Alsen, os dinamarqueses levanlaram
o carro do progresso ? quaes sao esses sinistros uma ,,nha de g" e, bastioes, armados de uma
. H^. .... .. centena de canhoes de grande calibre, que se es-
lms, que o autor do projeeto tao sabiamente soube tendem por uma frenle de m||ha e ||)eia A posi-
encobrir e que s poderam sec descortinados, pela gao, do nutro lado do estreito, formando simples-
aguda penetrago do Sr. deputado^Pedro Luiz ? Ha mente a testa de ponte, eonstitue uma pennsula
proposces, que fcilmente se- euncia, as qUe 'r'a"RU,ar-. ,endo Por1base a 1,nna de forlilicages
v v. v \ em Duppel, e por lados as encestas do Vemming-
depois se tornara de uma impossivel demonstragao. bund e do estreito de Alsen.
Todos conhecem a perfeita anithese que o cliris-! Alm de Sonderburgo e de Duppel, os dina-
. marquezes tem tido os seus piquetes avaneados a
nanismo planten, no mundo em frente da socieda- ,res ^^ de dis,ancia. A estrada, que conduz
de paga e a grande reforma, que fez dos deslrocos pela ponte de Sonderburgo ao continente, passa
da antiguidade surgir a florescenle socedade dos pelos eslreitos desflladeiros da montanha de Dup-
temoos modernos. O consummatum est do He- P*'- guando chega a sua maior elevagao, divide-
lempua mu*'" se em dous ramos, um dos quaes leva directamen-
demplor no ultimo acto da redempcao oi a palavra ,e a a|deia de Dupiiel; d'ah a Nupel, costeando o
magna que fechou o quadro dos deslinos da huma- brago de mar denominado Nybml-Nor, acabando
.7; em Fleusburgo por Aizbull, Gravensten e Riuke-
.u j ^,~ M.naan a ipi mnrl ah- i oulro dirige-se ao norte para Sattrup ou Sot-
O evangelho tendo proclamado a le moral ab- ^p ^ pemnsula de Sundewill.
soluU, iuniU, creou, propramente fallando, a lo-1 A pennsula tem o seu islhmo entre Atsbcel,
eca da historia e ao mesmo lempo o desenvolv- sobre o Nybcel-Nor, e Ballegaard, na parte mais
B________... I____...,-, i,.i.taVAl d.K dftsti- larga do estreito de Alsen. Sae da mesma penm-
Uiscurso do lw. Sr. Ilr. Jiinqncir. em reseosta
as do Sr. I>r. Pedro Luiz contra U irmas de
earidadf. padres lazarisUs e missionarios capa-
chinhos, na sesso da cmara temporaria.
(Conclusa 0.)
. O Su. Pedko Lia : Eu disse que a historia
ti nha lavr.-ido a sua senlenca.
O Sit. Jf.-tytnuu O nbre deputado como ju-
risU sabe perfeitameute que se os jesuiUs nao es-
tivessenr morios o processo nao esUva lindo : a'
appellaeo havia de ser coulinuada todos os das ;
au ta i'-iKiliriii. Jo^jrli .. n'irt ..i([iii I.
*> Su. l'Kimft l.iuz : Ku disse que tinha sur-
gido- novo jesuitismo masearado.
O Su. Jinqueim 1 Para que o jesuitismo es-
leja com o seu processo ultimado era aecessario
que elle livesse desapprrecido do orfre terr-
queo.
O nobre debutado pelo Ro de Janeiro compre
hendeu que eu 1a chegar a urna certa onsequen-
cia, recuou.
Sir. Pedro Lrir : Est engaado- completa-
meute; demonsire.
O Su. JeifojoBOtt : Se os jesutas esfao mortos;
se o seu processo est lindo, qual a razo desse
grande temor, desse- grande receto que lem o no-
bre depulado t 1 Apwiados.l
OSm I'kimo Lua : Ah I E' por isso que re-
cu ei ?
O Sin. JufQt'mit%: O nobre deputado dsso
que os jesutas quenem resurgir agora. Se um
processo iludo, urna cousa mora pranle o lempo
e a historia, evidente que aquelle que entender
que etla pode resurgir, e lera receio disso, est
evocndoos fantaseas dos sonhos de l&tffiuan ; e
sb esta base falsa, apresentou-nos o. nobre depu-
lado suas coosideraces, eloquenles, sm, porm
inteiramente improeedentes.
Sr. presidente, V. Exc. comprehende que esla
tribuna fahga muilo, principalmente quando se
teiik adversarios que nos merecein htilo o rospeito,
e euioe apartes devem ser lomados em toda a
considerar; por isso nao posso alongar-me
mais.
Entretanto, antes de concluir, anda levantarei
a mi nha voz em favor de meia duzia de homens
rjue como eu disse, vivera nesle paiz coberlos cora
o bu re da pobreza.
O nobre depulado exagerou ; disse que as suas
praticas elles maltas raes offen>liam a moral pu-
blica pelo modo de se exprimirem.
Em primerio lugar, Sr. presidente, observo que
nao ha grande admrago em que individuos que
fallara outra lingua, trans|iortailos de repente a
patos eslranlios, commetum grandes faltas de
liuguagcm.
(5 Sr. Pboiio Luiz : A questo nao da lin-
guagein, sim dos principio*.
O Su. JiNQLKiiix ; O que quero dizer que
alm dos grandes serviros na ordem material,
serviros que o nnbre deputado creio que eonlir-
mou, servigos que toda a cmara reconliece, pres-
tados pelos capuchmlios, haviam servigos de or-
dem moral.
E' certo que esses padres nao se exprimem em
uma linguagem muito correcU, mas eu apfiello
para os nobres deputados que digam, se na or-
dem moral, se para a paz de muitos individuos, se
para a finalisacao de um estado do manceba, se
para oulras cousas semelhanles a voz d-stes pa-
dres singelos nao tem sido inuas retes de gran-
.ao receber esse decreto, ti ve a honra de dizer ao
ministerio da agricultura, cjmtnercio o obras pu-
blicas o seguinte :
romo esla aoslgnacao como um acto de confian-
ga iinplieita; c reverente beijo as maos de Sua Mi-
gestado o Imperador por baverse dignado lem-
brar-se de mira, dando-mc este encargo era ne-
gocio em que est empenhado o nome do Brasil.
II ije, ao dar conta desia honrosa trela, muito
mais do que enlao reconheeo a lealdade daquelle
presentimenlo.
que talvez parecesse ter ou pusilnime, ou for-
mula trivial de falsa modestia, era o dever em
frente da responsabilijaje, lue.lnulo os propros
recursos para cabal tli'smnpemi'i das instrueges
destinadas a dirigir os trabalhos da commsso!
O texto e o espirito desse documento testemu-
nhara as vistas patriticas e esclarecidas do gover-
no de Vossa Magestade Imperial, e a importancia
do objeclo, soube abranger no maior mbito d.i pro-
liciencia um complexo de indcaees em tienellcio
do paiz, pela primeira v.-z olllcalmente represen-
tado em uma corte plenaria das industrias do
mundo.
Tornar o imperio conhecido, e debidamente
apreciado, diz o prembulo daquellas nslrucroes.
apresentando algn* espcimen* de seus multipli-
cados e valiosos productos, com o lira de permuU-
los e de excitar capiUes, bracos e inlelligenca da
Europa para sua exlracco preparo: dar urna
idea posto que fraea da nos-a actividad*? e civilisa-
go, fazendo assim desvanecer preconceilos, que se
liaj.iin formado routra nos, tal o alvo principal a
que visemos, re/leciindo diversos producios a expo-
sicao internacional de Londres. Ao zelo e luzes da
commisso confia o governo o procedimento que
deve ler nessa grande exposico, Unto na parte
relativa aos objertos que leera de lhe ser enviados
pela commisso directora da exposigo nleimvil no
Rio de Jaoeiro, como aos de produegao estrangeira,
esfergando-se por tornar os pruneios oem eoflke-
cidos, e esludando os segundos para aproveiur o
que delles nos puder ser vanlajoso.
. Grande e fecundo era por cerlo o pensamento
do mndalo; dssnnular-lhe |>orm a dilliculdade,
de'xando-me deslumhrar s polo clarad da sua uli-
lidade, terla lalvez explicagiio, mas nao poderia jus-
tificar-se, seria traliir a causa que inelhor eu dese-
java servir.
Foi-me, pos, tornse reconbeeerquea importancia
da missao rivalisava cora o obstculos que lhe
eram inherentes.
Fallavam-me as babllaees profissonaes para
esludar uma encyclopedia m .tRgo, onde os pro-
duelos da inlelligeiH'.ia se dispni:Nn a glora da es-
culla no silencio sublime da eomiioraeo. Faltava-
ine, por assim dizer, a usUlistica industrial, para
cora justeza discernir if entre os melhoramenlos de
lodo o genero os que mais nos conviesse adoptar
OU nanixialisar.
Por oulro lado, tambera me nao cra compotenb:
para a sos e por niini mesmo reahear em todo o
alcance desejavel o pensameulo fruetifero de tor-
nar conbeeida, devidament.- apreciada na Europa,
a altura a que lem j chegado anda mais a que
pode atlinjtir, a forca productiva do mais rico dos
continentes, uma vez abortos os mananciaes ira-
mensos da sua riqueza e prosperdade. Heeeiava,
em sumrm, sahindo da propria esphera, perderme
na esphera eslranha.
Todos este obstculos teriam sido de cerlo su-
perados peloillustrado concurso dos raeus distinc-
tos collegatv cujos valiosos conselhos me haveriam
dado um autillo ncalculavel.
Consignando aqu esta laruna deplorak'el no pes-
soal da ronmu.-.-o, seja^nie dado expressar, em ho-
meuagein a jusliga mais do que a amisade, qoo
sensivel me fc'i a falta-de collaboradores tao avan-
tajados.
Do Sr. basa de Mana teria a commisso brasi-
leira ulilisad as luzes e a experiencia, que lo
iiolavelmente-elle lem posto em contrbuigao a bem
do paiz, tomando sempre a dianleira na- arena in-
dustrial.
No Sr. Porto Aleere teria a commisso encon-
trado o tlenlo bhlhame do Iliterato e-uo anima,
apreciando o primores e maravlhas das bellas-
artes, e descreyendo a variada etimologa das in-
dustrias dos- povos.
No Sr. I'creira da Silva uve a vantagem de cur-
ta, mas valiosa coonerago. Chamado ao exercicio
das tiiuee'-s legislativas, deixou-me privado da
proficuidade de suas luzes, para ir emprega-las em
nutra mais Uta esphera; ondeo seu helio tlenlo
desde ha muito conhecido.
Assim reikuida a commisso nicamente aquel-
le que leve a subida honra de ser designado para
presid-la, era-lhe indeclinavel buscar o que lhe
fallava em- nutra ton te sempre perene, quando
animada pelo sentimento do dever. Ah encontr!
o que tnicamente poda acharesforro, aclividade
e zelo.
E tambem. era esse o nico penhor de que eu
dispuulia para com elle responder ao decreto de
Vossa Mag/istade Imperial. Isso porm asseguro,
Senlior, era^ireguei sem poupanga, a tira de desem-
penhar do mellior modo possvel, a missao lo ar-
dua quao importante que me lora confiada.
O como, uto fi>i dado elfeclua-lo o que mu res-
peitosami'iite submello Vossa Magestade na expO-
si/io que- vou empreheiider.
l'ara dr urna idea dos limites deste Irabalho,
proeuraMi tragar como dvses naturaes da histo-
ria do nostioeomparecimento na etgnidgaa interna-
cional dt' Londres, os diversos puf iodos e phases
principe e*clarecido esse
onze annos prndnzio o paUeWVbsfsl r
riHi o de South kentimftm.
E' como centros de auiondaV e
a exlinreo discrea ecorrecgo
as rivalidades e indt-vida i
fataes em lodos os poetas onde se
os prncipes mi soberanos parerea sanasaasao
para as exposigd'-s.
Sua inlervengio c nm trago raraelmst o ank*
grandes suerosos; e quasi mU~imj,it* M tmrmm
as ex|Hi.-ici">es inlernacionae.-; pur ser ak ata*?
larga a esphera de argo para as randas entrar-
Uvas.
As exposices nniversaes da Inglaterra e Pranca ilreram >< pleni sacre**, pp" a Am Rifa-
dos! rajos n;i0 enapst a egnalar.
Esses concursos lorars e narioaae* sao pan o*
principes Urdas dinbvis, mas glortean; e
culannenie adaptadas para pV n relevo, e'
disimeam.'nie assignaUr a caio.-i.lade. <> awrH t
aclividade por limites o raracter as tendearan e
parlamentare*.
K nessa felii npiwri.inida.le qoe a rnWaaiirir.V
a permuta de enhene, o rontaeto iimaniati e ni-
quele com as serenes da orie.U4e 4ea> BBS
excluickis. Ihes iraz a immensa vaaMes
blages pratiras de govern hiuirnlx 1
rienea pessnal.
Girando nessa es|ihera deliratfct. enli
todas as zonas de iiilereses wkirnwrid* Mi-
ados ; animando, ej.i111111l.1mt. afrestan*
aa
tr
ensmando; foi na patria d. esse principe Ilustre *>ube ino>irar-ie
tenaz da idea das exnosiges. e ao 1
Ierra, um povo severo e rer cliama-lo Alberto o Bom..
Nos paizes novos principalmente, a
ctles mais necessarias para nmheojr
especiraens dos *eus |irn4urt.>* natarte*. 1
cultura conlemporam-a. dos sea* rerarn. m
dos as proprias localidd>-> para tora:
cido o custo na produrgo. rooiraslar t Jar e> as>-
dr;io dos prodnrios existentes.
E' nesses Iransumptos feraes da* exprawiw
locaes que se faz o ineenlario antis aa tr**
exacto da forga proilurtiva -Je rada provincia, en
estado; e quando o acert e a expericaria ar
a sua aprecago, d'ahi que aarm
partilha, que afianram rom ja-lira o !
familia nacional.
Nessas grandes CMiroaUgW arl 1
de todas as industrias a m mentar
influencia constderarri e bem-nra ax__
cem sobre a soluc.lo das altas gaanJln
ras do lempo, fornecemlt- elenv-nios novo* de 1
paragao .|ue faliaram. Por ntrm Mas ar
corriuir eom seguranga os vtrw e
gislagao desrairada, aje bvoreee
com d-trimento- de onlra. amr|iiiiihand em r-
Uncando as fontes da rique paMm wb a Mm
saode um favor mrsrref, 00 da
um preconceilo.
A novidade ib apreciar, 3 ra
|itieuom,-nos. que as eapot>irde da laaaawia tor
necem sciencia econmica, aetae iiwaaasatii
iaatrucUras sobre eusto-e e etemeaSne a ara-
duego, sao os dado preriosos paca a jaaarafeva
do estadista. e para a deciso do K'istadar. v a
nialMMjjBag de embaraar a mo temeraria aa e
creUco de medidas perturliailuras- d eam star
nacional, que ataran a industria desde aran e
envenenam-lhe a vitabdade. e tranr-tm-we a ea-
irada para a circulara do round. M nmm*cy^*.
em siumna sao uma nece**idade a nenie, le-
vadas |elo consenso geral categora da* BT.taaV '
insliluH-o'-s.
lli'IHHir as suas vaniagens aea aanwnj s-
lenme, em que sao praticamenfe sentidns e j*U-
mente proclamadas, rttailo tirrhtn asa .
aconleciinenlo, que o pan soiitie i> It-m 1
hender. as comineinoraces festiva 1
diz a a|>ologti da festiridne.
A elevada inteltigenra de V. X. imneri.il.
nterpren- da sua poca, nao esrapavam. em I
o seu alcance, as vantao-n* das eat>isirjMS.
O desaniih) sempre Mitier^nr- .1*
e aliutentado' quic peto mafloer V pnaieaa*
teniaiivits pariinilares; as iWetiniim. me tad
diflicullam e oulras ron,|ir>es Ljperi.mi dera
va*to imperio, porereriam. momenSa anae*. *^r
um acervo- de difnVukfedes insitprrtvrts para >
proni|.io levar a efkit esse peamiasan; mas a
iilii>irarfii do painolisiao- de V. + Bemr-e-
ranea elevada do seu deseis feservaV>
ludo Miperar.
Aceitando em nome- do Brasil o roonn aatp
vei para a- grande reumau interniooma, mi vi a
V. M. realisar peta primeira vez rase-puaiaawain
grandioso ten.lo firme nonnanra ** manras das
disposNijes do seu paiz. A essa reniara res-
pondeu um movimento-aeral; e no*- aaatus m->
remlos do imperio produziu a vas d aamarcha
ura echo de sympall'i.v e emhu^asrra peta -xs
sigo nacional.
Desse espectculo- novo i cloquale ba >
os fructos ipie o temt>o se 111 im jnrt di
tonar; mas a execw-ao do p inmaiaH ja para
o chefl> do eslailo unta baliza de ruma par eV>
plantaila na eslrada. do nosso progresso. en-
um germen prohibo- de glora pora a seu re
nado.
Nao i; menos para assignalar a priimaniB e aa-
eiTte.coin ipi.'oijivernode V. M. iin->erial t-m-i a
peJlna eaerneie mtmimi aWeaB^naana;a somv- p>
eut movimenlo susiilt.uieo a aclivid.-ub* esrtarrridi
don presidentes das provincias e do aun % 41-
ciaai, e procuras o concurso an jsaan de aNas
e;^meiilailes provactas na a.linini*ITa-a.. .it'
1101111 ligados a fumlaciies de utihdade aaMea, e
as ideas cardeaes do lempo.
E.-se beuelii'io foi hbilmente obada petti derre-
lo-de 17 de jullio, iioineando a mmi'sae par 11-
nha de orgaiusar ua corle a e&postraa das ent-
ibelos agrcola*, naturaes e intloaSriae* d mt-
perio, e pelas- iasirurcoes de H de acost aera as
lo estibio a que esse fado se prestara at o eueer- i Maosjoo as- provincias. Ah ** r--velam .-
ramenio da mesma ex|M)*ico. mero e dedica po do inini*trt de V. JL.de
A e)ijiosB;o nacional que foi a jseira, e precedeu
remessa, dos nossos productos, conslilue o poni
de parlda da inlervengrio do Brasil na exposien
inlercional de Londres.
foi um suceesso nolavel, e marcando um perio-
do digno- de, ser considerado, formara assim a I*
parle, que chamarei pie para em-
As medidas tomadas para o reconhecmenlo.
coJIocaco e classficaeo dos nassos arligos no edi-
ficio da* exposigo; e m geral os meios emprega-
ilos para realisar o pensamento que presidio s
instrueedes do governo de V. M. imperial, daiadas
de i de dezembro de 1801, formara oulro periodo
correspondente 2* parte, que se pode chamar
execugao.
Consnleragoes geracs sobro as exnosicoes ioler-
naaionacs, um breve resumo da de Itttti; abertu-
ra, continuagao, premios,encerramenlo; e o effelo
deste grande pensamento da 3-* parte desle relaio-
rn>, leudo por epigraplie relagao summaria.
Algnmas palavras sobre o progresso notado em
varios ramos da industria representados na expo-
sigo, urna visia geral dos nossos productos, tero
de formar a V parle, sob a rubrica aprecago.
Sob este (ilano que o bem do methodo rae sugge-
rio, teuUrei csliocar esses assumplos. cuja aridez,
a nao ser a intrnseca utilidade, s pode ser eom-
receio me falle.
I
pBBjtanAGAO.
c As exposgoes da industria, disse outr'ora Na-
poleao I, sao os congressos dos povos que prepa-
ment regular, progressivo, indubitavel dos desti
uos absolutos da no.*sa especie. E' assim que o
progresso se constituiu como fado incontestavel na
ordem moral e poltica da socedade humana ; e
cem a revelaco da ordem absoluta, com o desen-
volvimeuto progressivo das forcas racionaos da in-
telligencia, desenvolvimento necessarlo para che-
gar posse da idea abslau e representar no mun-
larga
sula outra mais pequea ao meio-dia, que tem o
nome de Broagorland; e cujo isthmo se acha en-
tre Nybrel e o Vemmingbund. 0 mar, que cir-
cumda essa pequea lingua de Ierra aberto do
lado de Vemmingbund, a lesre, e da bahia de
Fleusburgo ao sul e a oeste. Estreita-se todava
em Egerusund, para se dilaUr de novo as agu^
de Nybcel-Nor. que banham os dislrielos de J"U"
pe, Alsho?! e Graasten.
do alcance Quem que ignora, principalmente | nenat^nela taOlllJlladn em desereve-los. E o que
no norte do Brasil, quanUs desavengas, qnanus
discordias entre individuos esses padres teem ulti-
mado, trazendo a paz para o seio de militas fami-
lias ? (Apoiados). Quem nao sabe que aps essas
lices, que nao sao felas cortamente na lingua ,.
pura de Cames, mas emfim que sao ditas confor-. ram a paz do mundo.. Estas palavras arrancadas
me o bom senso pode ajuda-los, elles teem feito! o "eni da em horaenagem aos benehc.os
com que muitos individuos deixem- de vver em da paz, eram apenas a prophecia do que no correr
manceba! do seu propno seculo linba de ser reahsada, em
Se porlanto elles sao pouco numerosos ; se nao aceordo commum dos soberanos e dos povos e na
leem aspiracoes algumas ; se, como o nobre de- mais vastas proporroes por ontros quo receberam
putado disse, apenas os presidentes de provincias, a missao de civihsar sem destruir,
os mandara chamar elles la vao correndo cumprir!. E"i oceasiao anloga, e sem violencia ao propno
o que se Ibes determina, por que razo havemos inslinclo, um espirito benfico, representante illus-
denegar-lhes as virtudes que elles possuem. ? tre da civ.hsacao e do progresso sul-amencano.
Assim, Sr. presidente, eu Inalisaaqul o meu dingiu_ao presidente da commisso directora da
discurso ; naturabneute nao voltarei mais tribu- exposigo nacional estas memoraveis palavras, que
na sobre este assumpto ; f.ira a cmara o que todo ras.le.ro deve tolgar de ver reproduzcas,
entender em sua jusliga em relagao ao projeeto. I As (estas da inlelligenca e do trabalno; disse
Emendo que cumpri o meu dever procurando a- V. M. im'ierial. sao sempre motivo do mais funda-
presentar estas consderagdes em resposta ao que do regosijo. Mrahas animagoes nunca deixarao
disse o nobre depuudo. sem que ten ha nada do de procurar a quem concorrer para o engrandeci-
commum com aqueiles fanticos que querem por ment da nossa patria.
ventura plantar em toda a parte o ullrainonlanis- Com respeito ndislvel da a.lmraisiragao pre-
rao exagerado, sem que tenha nada de commum senciou o Brasil o anhelo e solieitude paternal eom
com aqueiles individuos que ten>em apnnhalar a Que nessa solemnidade presidio o seu inonarcha a
liberdade (apoiados); mas era nome desses prin- primeira feU de familia da industria brasileira, e
cpos lo santos que eu pego que, assim como a* preparou os elementos para a nossa participaran
doramos a liberdade e respeiUmos os seus aposto- na fesU universal da industria, e das bellas artes
los, tambem sejam tolerados os individuos qno de lodas as nagoes.
fallara em nome d'Aquelle que morreu no Calva- Em paizes cuja civilisagao data de seculos; o
rio; pois nao poderemos sem grave injusiiea ira- onde alias ninguom ousou contestar a utilidade das
lar uns por ura modo e outros por modo diverso, exposiges, tem sido preciso sempre que acgo
(Apoiados ; muito bem, muito bem.) propulsora dos governos nellas inlerviesso com o
O orador comprimenudo.) eoniingenle das animacoes.
0 Sr. Dantas ; Le van ton a questao altura 1 "esta mesma Inglaterra, onde o governo se fu-
era que sempre deve estar. (Apoiados,) de no paiz quanto ao forfo interior dos seus inte-
resse?, a historia registrar, quo as exposgoes
locaes e naciopaes precisaran recober de um
>. 11 lu un niii's tarde as in-tna commisso brasiINra em L-mdres. Allu haHo ao
resultado- du exeeoco, defina mi>lestameaa> ,0
snna'lor Souca e Mello o valor Jo* seos etirn.-
il 1 -iel-1, m> acto solemne ib eneerTaiwnlj da >-\
posicao nacional ; Estreitoera inter* dh d
terajio. afanadas aa difneu'd.id>r a superar \
pe-ai di-lalo. |Hirm. a mai nrrib* rondaera d
bom e\i*> da empreza lieou de rert evi-iltila.
Acoraaii>so directora da expo^iei aarnaa.
eeiiiro auxiliar do governo nesta larefa e>ini a
respoadeu de modo adiniravd a gndb'aea. da
seu iwme.
Xas diversas inslrueciV-.-. rrgoUndu
Uiot> urlicos de uma operaro da n-iva. e ao 1
nh> tampo giganP-se.i. era necessarM UkIo
cmu-iliar e prever. Toroam-se nolavets
doi'umenlos as iiidicagon tendenles. rooril
elementos imp exposgoes ; na se dira ler salo esse am
lo do talento para o teial anda nao liana,
esculla. O Sr. in.ir.piez de branles, uen.,
presidente da rominissao directora, ruja clem-
encia mostrada por naja longa rarreira na adan-
nistraco do paiz, loro sido tantas veza aur e>
apreciada, nao poda denar de influir de amd>
conspicuo em Irabalho la importanSa; cama
novos, sabiamente rootlades a sua duetra.
A ri'gularidaile com que loram evatadas a-
inslruccoes do ministerio da i)iiiassaii, e da
oommisso direclora, pelas drde|iadM da gavera
e seus auxiliares : a facilidad* ama eae brsm
cumpieheiididas pela massa 1 mu lateen da pro-
vincias, deram aos meios o cuna de acera r de*e
ser grato a todos que conlribuiraa naca a real 1
sacfm do grande pensamenlo. o ver qoe r-.nii .
do nao deslnmr-u o espirito aariwnal.
U processo das c\pi>ires em leda aart a
boriosa; o o lem|Hi o matar dus eses
organsacao dos seus irabalho*.
Dociltenlos olliciaes sobre a mais
exposiedai francezas, ilecrelada a 9 di
(8->:i. allesiara que al |5 de marro de L_
do apenas comegara a entrada dea
los 00 Palacio da Industria, anda
mora uma boa parle dos 199 corniles
em que para isso se havia dividido a Praara
os eintiar.ii.-o* que travaram marcha das **
ees demoraram por quinze da a aW-rher
lo llorao que devia ser admirado aa I* de amia
Se a dcsigoaldade das empreaas 1I1 tnauau a
analoga, a disparidade dos meio* a tez saarest-
hir, e o que se conseguiu execuiar na bVaeil na
pouco mais de Ires metes sob aa fcnaai
goes de primeira lentaliva, e aja Mb 1
das energas do paiz, ma
turo I Nesle seculo do I
tirado as glorias hdieidadr, e o Iraeaaaa e
pre a Ugitima recotnnaaja dan
rCoafmaar-sr-aa.)
PSRNAMBUCO TTP. vHtf. t. h'
'


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