Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10336


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Full Text
I


'i

AMO XL. HOMERO 80.
Por tres ezes altados $$000
Pnr lies aiezes vencidos 6UUU
Porte ao correi por tres mezes. 075U
*h *ln!*
SEXTA FE1RA 8 DE ABBIL DE 1864.
Por km adiantado.....9&80O
Porte ao carreio por un anno 3JjU)t)U
SNCARHEGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Onda, Cabo e Escada lodos os dias.
Iguarassu", Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-fei ras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'
Altinho e Garanhuns as tercas eiras.
Pao d'AIho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
Ingazera, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob
Boa Vista, Ouricury e Exu* as quartas eiras.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SL Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-^
' ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas fui ras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vi da.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Uatal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeaty,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
St. Jos Mariins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
Teira Martns & Gasparino.
EPHEMER1DES DO MEZ DE ABRIL.
l> La nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e 14 s. da t.
2* La cheia as 10 h., 59 m. e 2 s. da t
23 Quarto ming. as 2 h., 14 m. e 32 s. da ro
PREAMAR DE HOJK.
Primeira as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as 5 horas e 42 minutos da urde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e V5; para o norte at
a urania 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes de jan. maro., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos as 6'/*> 7, 7 */,, 8 e
8 V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 da m.; de Bemllca s 8 da m.
_ Do Recife : para o Apipucos s 3 /*, 4, P, 4 /i,
5, 5Vi, Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4i/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4'/,da tarde: para
Bemflca as 4 da tarde. |
AUDIENCIA DOS 1RIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal Ao conimercio: secundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SEMANA.
4. Segunda. c$> Annuneiacao de N. Senhora.
5. Terca. S. Iria v. m.; S. Zetion.
ti. Qua'ita Ss. Diogenes e Platonidcs mm
7. Quima. S. Epiphano b,; S. Rufino presb. m.
8. Sexta. S. Anuncio li.: Ss. Elizio e Mxima mm
9. Sabbado. S. Demetrio m.; S. Acacio b.
{0. Domingo. S. Viceute Fcirer.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independenca
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueiroa d.
Faria & Fimo.
PARTE QFF1GIAL.
GOYERM DA PROVINCIA.
Expediente do dia .' de abril de 1861.
OflicioaoExm. presidente da provincia doSergi-
qjfc.Transmiti V. Exc. o incluso aviso do mi-
nisterio da jusliga de 19 de marco prximo dudo
com o requeriineulo documentado de Antonio Jos
do Valle Marafuz, que sendo expedido para essa
provincia, veio com subscripto esta presi-
dencia.
Dito ao brgadeiro commandante das armas.
Em deerinento ao requerimento incluso do cabo
de esquadra do 7" batalho de infantaria, Jos Ma-
na de Fgueredo, sobre que versa a sua informa-
cao n. 09 do 1" do correte, lenlio a declarar
V. Exc, que pode mandar dar-lhe baixa, aceitan-
do em seu lugar o paisano Mauricio de Araujo Li-
ma, que est as condices do reculamente de 28
de setembro de 1859, segundo consta da alada n-
ormaco.
Dito ao inesmo. Srvase V. Exc. do mandar
#or em liberdade, daodo-lhe baixa se ja estiver
oin praca, o recruta Elisiario dos Santos Leal, que
provou senco do recrutamento. Conimumcou-
se ao commandante superior da guarda nacional
do Recife.
Dito ao mesmo. Quii V. Exc. mandar p.',r
-em liberdade, dando-ihes baixa se ja astiver com
praca os rea ui>. Manuel Jaoquim de Santa Anua
e AmoJosc da Silva, que provaram senco dore-
crutamt-nto. Lommumcou-se ao Dr. chele de |o-
Jiria.
Dilo ao mesmo. Srvase V. Exc. de informar
acerca do que pede Jos Cecilio Carneiro Monleiro
lio incluso requerimento.
Dito ao mesmo. Bode V. Exc. nao so mandar
considerar sein efleiio, como propio em >eu ollicio
n. 602 do 1" do correte, a baixa concedida por of-
Jino de 18 de marco ultimo, ao soldado do 2* bata-
lho de infamara Dionisio Jos de Lyra, visto nao
ter cumprido o ajuste que fez com o paisano Jos
Francisco do Nascimento, a quem ollereceu para
finalisar o lempo de servco que Ihe falta, mastain-
liem realisar a praca do referido paisano como vo-
Jutilario, urna vez que qur servir em dilo bata-
lho nessa qualidade, segundo V. Exc. declara em
seu citado ollicio.
Dito ao nicsmaTendo-me o Exin. Sr. ministro
da guerra declarado em aviso de 9 de mareo ulti-
mo, que, por nao haver no mercado panno alvadio
par o tardamente dos msicos do 9o batalho de
afamara, autorisou o direcior do arsenal de guer-
ra da corte a substituir por panno msela, igual
amostra inclusa os 135 corados daquelle que se
mandou fornecer por outro aviso de 12 de dezem-
iiro do anno passado : assim o communico V.
Exc. para seu conliecimenlo.
Dito ao mesmo. Remello por copia V. Exc.
para seu conhecimento e direceo o aviso de 7 de
marco ultimo, em que o Exm.Sr. ministro da guer-
ra me communicou haver exiedido ordem para
ser enviado esta provincia o desertor do 2' ba-
talho de infantaria Jos Pedro dos Santos.
Dito ao Dr. chefe de polica.Pelo seu offlcio de
2 desle mez fiquei inteirado de ter V. S. demittido
a Manoel Pedro de Castro Limado lugar de barbel-
ro da casa de deleneo, e nomeado a Cyriaco Al-
ves de Jesns para o substituir.Cominunicoii-se ao
inspector da thesouraria provincial.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Nao havendo inconveniente, mande V. S. pagar ao
capilo de engenheiros Domingos Jos Rodrigues,
como pede no incluso requerimento, a gratilicaeo
que Ihe compele por se adiar encarregado interi-
namente da lscalisaco das obras do melhorainen-
to do porto uesta capital a contar de 9 at 31 de
marco ultimo.
Dita ao mesmo.Em vista da informaran minis-
trada por V. S. em data de 21 do mez lindo, aca-
bo de expedir as ordens necessarias, afim de que
os i scrives do civel Frlippe Henicio de S Lyra,
e Rufino Jos da Cunta, e o de paz Manoel Dias
da Silva, recolham (|uanlo avies e sob pena He res-
ponsahlidade repartico competente as quantias
que indevidainente houverem arrecadado de impos-
1o de sello de papis. Fex-e o uecessario expe-
diente.
Dilo ao mesmo.Communico V. S. que o pro-
motor publico da comarca do Brejo, barharel Ma-
noel Galdmo da Cruz, entrn em 21 du mez lindo
no gozo da lieenca que ohlivera.
Dito ao mesmo. Participando o bacharel Luiz
Antonio Pires, que no dia 1" do frrente reassu-
mio o exercicio do cargo de juiz muinicipal e de
orphaos do termo da Escada, por se haver termi-
nado a lieemja de que gozava : assim o communi-
co V. S. para seu conliecimento.
Dilo ao mesmo. Communico V. S. que o pro-
motor publico da comarca do Rio Formoso, hacha-
re! Paulo Matlins de Almeida, entrn em 28 do
mez lindo no gozo da lieenca que obieve.
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. os inclusos
documentos, afim de que nao havendo inconve-
niente mande pagar, visto a.-siin o haver solicita-
do o commandante superior interino denla comar-
ca era officio de 20 do. correte, os vencimentos,
relativos ao mez de marco ultimo, dos ofliciaes de
1' linda, tambores, cornetas e clarins empregados
nos coritos da guarda nacional desta capital. Com-
municou-se ao commandante superior da guarda
nacional do Recife.
Dito ao mesmo. Em vista da inclusa folha, e
nao havendo inconveniente, mande V. S. pagar a
Quantia de 100 rs. proveniente do alnguel, rela-
tivo ao semestre de Janeiro a marco deste anno, da
casa que serve de secretaria do commando supe-
rior da guarda nacional desta capital. Communi-
cou-se aocuinnmiuante superior do Recife.
Dito ao mesmo. Para satisfazer a requisicao da
assemhla leyislaliva provincial, informe V. S., ou-
vindo o inspector da alfandegn, se a creaco da
inspeccao do algodo til e conveniente aos inte-
resses da provincia. Iguaes informacoes pedi-
ramsc ao inspector da thesouraria provincial e a
Associaco Commercial Benofleonte.
Dito ao mesmo. Participando Lourenco Soares
Cordeiro de Mello em 18 de marco prximo findo,
que na qualidade de 1" supplente assumira o exer-
cicio do cargo de juiz municipal e de orphaos do
termo do Limoeiro, |or ter o bacharel Marco Tulio
dos Reis Lima, concluido o seu quadriennio : as-
sim o communico V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesmo. Ao alferes do 7* batalho de
infantaria Joaquim Rodrigues Vianna, que vai
comniandar o destacamento de I* linha da cidade
da Victoria, mande V. S. abonar o quantilativo a
que tiver direito para condueco de sua bagagem.
Communicou-sc ao brigadeiro commandaiite das
armas.
Dilo ao mesmo. Communico V. S. que conce-
d ao major do corpo de engenheiros Sebastio Jo-
s Basilio Pvrrho o prazo de 2 mezes que solicitou
para apresentar o seu titulo do director do arsenal
de guerra, o qual deve ser contado desta data em
diante.
Dito ao mesmo.Communico a V.S que o pro-
motor publico da comarca de Garanhuns, bacha-
rel Jos da Cosa Dourado entrou em 17 de marco
prximo Qndo no goip de una lieenca de 30 das
que obteve : eo respectivo juiz de direito nomeou
o cidado Miguel Primo Villar do O' Barbosa para
iervir interinamente aquelle cargo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. indmenisar a caixa di corpo de polica
desta provincia da quantia de 23 abonada a um
sargento e urna praca de igual corpo na do Para,
certo de que nesia dala officio ao Eim. presidente
d all para que seja essa repartico satisfeita da Vmc. que, verificando por si o facto que noinclu-
sobrediiamianiia.Fizeram-se as necessarias com- so abaixo assignado allegam aiguns habitantes do
municacoes. 2 districlo da freguezia dos Afogados r.lativanien-
ito ao mesmo. Tomando em consideragao o te a abertura da camba dos Remedios da qual re-
que no incluso requerimento expoz o bacharel Jo- sultou ficar intransitavel a estrada denominada ira-
s Raymun4o da Costa Meuezes professor de pililo- vessa do Luca, informe a esse respeito como resul-
soplua do Oymnasio provincial recommendo V. tado de suas averiguacoes.
S. que mande pagar integralmente ao supplicanto Dito ao director da colonia militar de Pimenteiras.
os seus vencimentos, relativos ao mez de marco Concedo a permisso que Vine, solicitou em seu
ultimo em que por doente deixou de reger a sua officio de 26 de marco ultimo para vir a esta eapi-
cadeiia considerando assim abonadas as faltas por tal aflm de prestar comas dos dinheiros desnendi-
clle dadas em todo aquelle mez. dos com esse cstabelecimenlo no trimestre prximo
Dito ao mesmo Annuindo ao que solicitou odi- findo.
rector da repartico das obras publicas en. officio Dilo ao conselho administrativaRecommen-
de 2 do crreme sob n. 85, recommendo a V. S., do ao conselho administrativo que compre com bre-
que nao havendo inconveniente, mande adiantar, vidade para fornecimento da pharmaria do hospital
ao thesoureiro daquella repartico a quantia de militar os medicamentos e mais objeclos menciona-
b:.m& constante do incluso pedido, para a conli-: dos nos 2 pedidos que aqu ajunto.Fizeram-se as
nuac ao das obras por administrado no corrente ( necessarias comino ni cacees
mez.-Commumcou.se ao referido director. Dito ao juiz de paz presidente da junta revisora
Dito ao mesmo.-Recommendo a V S. que nao da qualificacao da freguezia deTaquaretinga.-De-
havendo inconveniente, mande pagar ao delegado; volvo Vmc. para ser devidamente assignada pela
do fcxu ou a pessoa |>or elle autonsada conforme respectiva junta nos termos do aviso n. 42 de 15 de
solicitou o chefe de.poiicin.em officio do do cor-. marco de 1847 a copia da lista da qualillcacao dos
rente sob n. 404, nao a quantia de 6J despendida volantes dessa frsguezia no corrente anno que Vmc.
como se ve da inclusa ronta em duplcala com o me remelteu com o seu ofBciode 16 de marco ulti-
aluguel da casa que servio de cadeia naquelle ter- moe recommendo-lhe que me enve as relacSes a
mo a contar de 20 de jaOTiro ate 20 de fevereiro qUe se refere o decreto n. 2865 de 21 de dezembro
ultimo e com o /orncciinento de luz para a mesma de 1861, que deixaramde acompanhar ao citado of-
cadea, mas son a de 4^000 somenle proveniente fico.
de tal aluguel, visto que o rornecmento de luz de-; Dito ao gereme da companhia Pernambucana..-
\e ser feto por conta da respectiva cmara munl-; Transmiti por copia Vmc. para seu eonhecimeu-
cipat. Conimunicou-se ao Dr. chefe de polica. to e devida execuco o aviso de 21 de marco ulti-
Dito ao mesmo. -Para satisfazer a deliberado mo em que o Exm.Sr. ministro de agricultura, com-
da assemblea legislativa provincial preste V. S. as merek e obras publicas declara que a concesso
informacoes exigidas no officio do respectivo 1- se- feita a companhla Pernambucana no contrato an-
crelano de 2 do corrente e sob n. 68, incluso por nexo ao decreto n. 2793 de 23 de setembro de 1862
copia, osivindo quanto ao 1" quisito ao administra- para mandar os seus vapores at o porto do Ara-
dor do consulado. caju tCand no do penedo .-, M modi|icar 0
Dito ao mesmo. Nao havendo inconveniente prev.lego de que gosa a companhia Rih.ana em
mande \ f, pagar a Romao do Reg Barros, con- virtude do contrato approvado pelo d.creto n.
forme solicitou o chefe de polica em officio do i" 1038 de 30 de agosto de 183
venieirf' 7h i^' ^f*, ^tl^T pr0~ P-Urin.-0 Sr.' gerente da companhia Pernam-
ven.en e do aluguel venado desde 17 de jane.ro bucana de navegac.io costeira faca tranportar para
nn.l i "'a/g? ** ann? d,a casa M1 r,10 de i o presidio de Fernando por conta" do ministerio da
quarlel ao destacamento da freguezia da Varzea,, guerra no vapor Mamungitapr, o tenente-coronel
como se vu da conta junu em duplican, o qual,, commandante nomeado para o mesmo presidio Luiz
segundo consta do citado officio ja se acha muda- ios jfonteiro, beta como os volamos de que se com-
do para a casa, junto a ponte do Caxanga.Com-; p&j a bagagem desse offlcial
m h!>0,";sY0 C'R'h f" p0lic!a-. h i Di,a- Ao mesmo 8eren'c, para mandar dar f*t
111 tar8ar presidente do tribunal sagtm para Fernan4o ao cria'do do teneme-cornel
do o' merc.o -De conforinidade com o disposto commandante do mesmo presidio Carlos Mara,
no g II art 18 do decreto n 738 de 2* de novem-, PhimI.bi a* ?..- Aa ...
bro de 1850, transmuto V. S. a carta de registro nme a wcreUno1do 91Trrno-
e matricula do brigue brasilriro Carolina, que (o' n! a br.l*"lde,ro commandante das armas.-
condemnado por innavegavel e vendido em hasta1 ?e., Exc. o Sr. vice-presidente da pro-
publica na cidade do Porto como declarou-me o' *'nfa .c^mmun,C a V. Exc que por despacho
Exm. ministro de ustranseiros em aviso de 9 de ^esla data autorisou-se o director do arsenal
do guerra a satisfazer o pedido do commandante
do 9 batalho de infantaria a que allude o offleto
de V. Exc. n. 616 de 2 do corrente.
marco ultimo.
Dilo ao commindante superior da guarda nacio-
nal de Cabrob.Ao seu officio de 5 de marco ul-
timo, res|K>ndo declarando que tica prorogado por
3 mezes na forma do art. 10 do decreto n. fioi, o
prazo concedido por lei para V. S. apresentar-se
fardado.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Cabo. Para se providenciar como V. S. so-
licitou em seu officio de 24 de Janeiro ultimo a que
respondo acerca do fornecimento de objectos de
expediente para a guarda nacional sob seu com-
mando superior, faz-se necessario que V. S. apr-
sente o orcameirto de que trata o art. 38 do decre-
to n. 1332 de 18 de fevereiro de 1854.
Dito ao direcior do arsenal de guerra. Fca
concedido o prazo de 2 mezes que V. S. solicitou
em ollicio n. 274 de 28 de marco ultimo para apre- me o Sr. coronel recrutador.
sentar o seu titulo de director desse arsenal de-, Alferes Jesuino Deoclcciano de Souza Bruno.
vendo esse prazo ser contado de h>je em diante, j Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.Forneca V. S. ao 4* batalho i Joaquim Aureliane de Castro.-Volte ao Sr. ins-
de artilharia a pe 250 enxergoes vasios, como se j peclor da thesouraria de fazenda para expor o mais
determinou em aviso da repartico da guerra da-: que Ihe ocorrer.
lado de 9 de marco ultimo ; ficando V. S. certo de Manoel Flix de Jess.Dirija-se ao seu com- i
que se deve abonar ao conselho econmico do mes- mandante.
ino batalho a quantia de 700 rs. para a acquisi-1 Manoel Teixeira de Jess.Informe o Sr. direc-
eo da palha necessana para enchmenlo de cada tor do arsenal de guerra.
N. 79Dito ao Dr. Manoel Ruarque de Macedo,
I* secretario ja assemblea itifitlava provincial. -O
Bxm. Sr. presidente d provincia mandar transmit-
ir V. S. para ser presente essa assemblea o
incluso quadro das dividas passivas de exercicios
lindos liquidadas pela thesouraria provincial, at o
ultimo de marco prximo findo.
Despaches do dia de abril de 1861.
Hequer metilos.
Tenente Henriquu Tiberio Caprstano. Remet-
tido ao Sr. commandante do presidio de Fernando,
para attender ao supplicante.
D. Isabel Mara das Chag.is Guimares.Infor-
um dos ditos enxergoes, de coiiformidade com os
avisos de 14 de fevereiro do anno prximo passa-
do e 13 de Janeiro ultimo.
Dito ao mesmo. Para os convenientes exames
remeti V. S. por copia os eonherimenUs e ter-;
nios de entrega dos objectos remettidos |ielo arse-
nal de guerra da corte no patacho nacional Bebevi-
be cun deslino a esta provincia e ao Cear.
Dito ao mesmo.Communico V. S. que por
decreto de 12. segundo me conslou de aviso da re-
I'artico da guerra de 14, tudo de marco ultimo,
foi aposentado, na forma da lei. o escripturario
desse arsenal Francisco Searfieo de Assis Carva-
Iho.Igual communicaco se fez a thesouraria de
fazenda.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.D
V. S. as |ircrsidencias necessarias para que se leve
a effeilo nesse arsenal ronstrm-clio do scaler au-
torizado pele aviso da repartico da marinha cons-
tante da copia inclusa, aerendo a respectiva des-
peza ser escriptnrada de
Mara Rila da Boaventura.Nao tem lugar.
Rila Maria da Conceico.Enlregne-se suppli-
cante e mediante recibo, os papis a que se refere.
Salusliano Jos Cezar.Nao tem lugar.
KiiniAMm DAS ARMAS.
Quartri ycnrral do coiumando das armas de Per-
iiainliiirn. na cidade do Recife, 7 de abril de
1861.
Onlem Jo da n. 3Q9.
0 general commandante das armas determina
que seja tiesta data desligado do 7 batalho de
infantaria, ao qual se acha addido, o Sr. lente
Felippe Guilherme de Miranda Lisboa, que no
vapor que se espera do sul tem de seguir para a
provincia do Maranhao reunir-se ao 5" batalho
o ciiv da mesma anna Da? 1ual fo' Iransfendo.
do Z^-Ommkmi^i^^TSSS;-' A-ignado.-S^/omo M Antonio Pereira do
raria de fazenda. \ fl.Lt____ i r j .< ,, ..
Dilo ao rapito do porto-Informe V. S. se foi i, Conforme.-.*.- Ignacio de Steileiros Reg Mon-
destinado para o servco da marinha o paisano Ma- taro' caP"a encarregado do de.alhe.
noel Joaipiim, recrutado na comarca de Cabrob.
Dito ao commandante do presidio de Fernando. |
D V. S. as providencias necessarias para que
venham a esta capital o paisano Miguel Pereira do j
Valle e os sentenciados de justica Francisco Af-
fonso do Reg Mello, Manoel Pereira da Costa e
JoSo Jos Gandra, al'un de deporem como testemu-
nhas off.recidas pelo lenle reformado do exerci- .
lo llenri.iue Tiberio Capfetrano, no conselho de n-: "" *"" Dr. Sabia, na sessao de
vestigaco a que est elle respondendo. passado.
Dito ao tenente-coronel Manoel Florencio de' OSn. Sabino :Sr. presidente, a discusso de
Alencar.Fica prorogado por 3 mezes, na forma hontem provou evidentemeute que eu tve muita
do art. 20 do decreto n. 1354 do 6 de abril de 1854 razo quando na sessao de ante-hontem censure!
o prazo de seis, dentro do qual devia V. S. apre-1 os nobres deputadosda direita, por terem dexado
PERHAMBCO
ASSEMBLEA PROVINCIAL'
Distarse do Sr.
19 de
senlar-se fardado e promplo para o servco, e des-
te modo satisfaco o que V. S. solicitou em seu offi-
cio sera data
Dito ao commandante do corpo de polica.Ao
soldado to rorpo sob seu commando Manoel Flix
ficar sem defeza alguma a adminislracao tran
saeta.
Da Sr. dkpltado : Pensei que j tinha retira-
do esta sua censura.
O Sr. Sabino : V. Exc. sabe muito bem da
de Almeida, que roncltiio o seu engajamento como impressao que havia causado o discurso do nobre
consta de seu officio de 2 deste mez mande V. S.' deputado pelo 3' distrcto ; este discurso foi bas-
dar a baixa que pedio. j tante desagradavel para a adminislracao do Sr. Sil-
Dito ao mesmo.Pode V. S, mandar alistar no veira de Souz ; e eu, naturalmente inclinadla
corpo sob seu commando o paisano Joaquim Anto- justica, tinha desejos de |ouvir os nobres deputa-
nlo Rodrigues que foi julgado apio para isso em dos a respeite dessa adminislracao, para que esse
inspeccao desande como V. S. declarou em seu presidente nao fieasse' indefezo, para que nao pas-
ollicio o. 157 de>ta data a que respondo. I sassem sem a men*r contestacao as aecusac-oes for-
Dito ao Sr. \V. Olto.Recehi o officio que em 31 tissimas apresentadas pelo nobre deputado pelo 3*
de marco me dirigi ao Sr. \V. Otto e em resposla districlo.
tenho a dizer-lhe que nao s approvei provisoria-1 Os nobres deputados receberam-me na pona da
mente a deliberaco que tomou de incumbir ao Sr. espada.
Henrique de la Grange, durante a viagem que vai I'm Sr. Dkpitaoo : Moralmente fallando,
fazer Europa da gerencia merina do consulado i OSr. Sabino :Mas ellesgnoravam, ou fingiam
de S. M. o re de Hannover e do vce-consulado da ignorar que o meu fim era verdaderamente nobre,
cidaile livreehanseatica de Leubeck.qae estavam a era digno de meu carcter, da minha lealdade, e
seu cargo, ficando porem o mesmo Sr. de la Gran-! do carcter de todos aquelles que sabem render
ge obrigado a apresentar o imperial exequtur no preitos a amizade. Os nobres deputados eram ami-
prasj de 3 mezes contados desta dan, mas tam- gos do Sr. Silvera de Souza, cuja adminislracao se
bem mandei passar-lhe a portara que solicitou para, achava sob a impressao de urna aecusaco grave,
a sua sabida do porto desta cidade. Aproveto esla Como amigos devam os nobres deputados im
occasiao para renovar ao mesmo Sr. W. Otto os: mediatamente ter-se levantado para desvaneccrem
meus protestos de estima e consideraco.Fizeram-! a impressao causada. Ao menos eu assim proce-
se as necessarias coinmunii-ac5es. | deria e esa razio porque provoquei a defeza.
Dito ao director das obras publicas.Para sals-! Ouvi com prazer, o muito prazer as ideas que
fazer a resoluco da assemblea legislativa provin-
cial constante do officio do respectivo 1" secretario
de 2 do corrente sob n. 67 novamenle solicito de
Vmc. um quadro demonstratvo das obras construi-
das e reparadas na provincia nos ltimos 5 annos
com as designacoes i pedidas.
Dito ao mesma~-Pra satisfazer a deliberaco
da assemblea legislativa provincial recommendo
foram apresentadas pelo nobre deputado do 3* dis
tncto, e igualmente a lgica cerrada do nobre de-
putado do 2* districto em defeza do Sr. Silvera de
Souza.
Algumas das aecusaces Qcaram para mm sem
forca, oulras, porm, eslao em p.
Um 9n- Dbfutado : Talve veja anda a des-
truioao gwal.
O Sr. Sabino :Portante, eu me songeio por
ter tornee-ido aos nobre deputados occasiao para se
manifestaren!, apezar de ter sido chamado ordem
por V. Exc.
O Sr. Prksioknte : Na forma do regiment.
O Sr. Sabino :Fui chamado ordem sem que
me achasse fra da ordem apezar desse inciden-
te desagradavel, eu felicitme com os nobres de-
putados, por Ibes ter fornecido occasiao, nao s de
paienlearem seus talentos, como tamben) para
prestarem mais um servco esse presidente, cuja
a lminislraco defeiidem.
Um Sr. mputaso : Enlo acha que fallaran)
por causado servco que Ibes preslou ?
O Sr. StBiNo :Quer que responda a esse apar-
te ? Eu gosto de guardar aqu todas as convenien-
cias, e quando alguma vez me excedo, crean) os
nobres deputados que o faco levado por urna espe-
cie de impulso de uidignaco, como o que me do-
minou enlo por causa do silencio, que os nobres
depoiados gtiardaram.
OSr. Araujo Barros : Perde-me, d lieenca
para um aparte ? O nobre deputado nao sabe que
ha lcticas, ha mesmo um litro chamado tcticas
parlamentares ?
O Sn. Sabino : -Anda nao vi cae livro ; mas se
foi por tctica que os nobres deputados assim proce-
deram, creio que nao fizeram bem; e por isso a
minha censura nao pode dexar de ser considerada
corno um servco que prostei-lhes como amigos
que sao do Sr. Silvera de Souza.
Um Sn. Disputado :Presin, nao ha duvda.
O Su. Sabino :Apezar de nao compartilhardas
ideas politicas do seu modo de administrar homens
livres em lempo de eleico, todava respeito o Sr.
Silvera de Souza, e estou certo que a discusso
seria encerrada infallivelmente, se eu nao tvesse
pedido a palavra. (Mo apoiados.;
Isto o que vj a cmara e o publico ; mas
como o nobre deputado declara que isso foi urna
tctica de partido, eu deixarei esse incidente de
parte.
Sr. presdeme, eu nao quei a entrar na discus-
so da parte poltica que costuma apparecer as
assemblas provinciaes por occasiao da discusso
do prqjecio de forga policial, e muito menos queria
apreciar os males que temos soffrido da poltica
actual e da poltica decahida, porque, Sr. presiden-
te, o meu partido, o partido do meu coraco, ainda
nao chegou a reinar entre nos ; o partido da
constituico co:n todas as suas bellezas, com toda a
sua moralidade, com todas as suas verdades, com
todas as liberdades, com todos os direito* e garan-
tas que ressumbram de cada urna de suas dspo-
siefles.
E' este o meu partido poltico, partido que tarde
ou nunca ser levado ao poder.
0 Sn. Geqvasio Campello :Nunca.
OSr. Sabino :Desgracadamenle, tarde ou nun-
ca ser levado ao jioder; pelo menos em quanto a
geraeo presente nao preparar a i?eracTn> futura
pra reeeber essa constituicao como ella .
Um Sn. Den tado : E' o que estamos fazendo.
O Sr. Sabino :E eu desejo o concurso de todos
para esse meu partido.
O Sr. Avres Gama :Eu julgo que o que est
no poder.
O Sn. Sabino :Acha isso ? Pois ha duvidas a
respeito.
Entretanto, Sr. presidente, devo declarar a casa
que em quanto nao ver o reinado do meu partido,
eu nao tere remedio senoir militando as fileiras
daquelles que propugnan) mais pela liberdade.
Dito isto, permitan) os nobres deputados que
aprecio algumas circunstancias da situado pre-
sente, em relacao tambera a ura certo passado no
que serei muito breve, porque assim como eu estou
cansado era consequenca do horrivel calor que
hoje aqui tem feito, creo que os nobres deputados
tambera o estaro.
Sr. presidente, .estemunha contempornea ilo<
acontecimentos polticos de Pernambuco desde
1848 al boje, completamente estranho s intrigas
politicas, que em minha humilde opimo, tanto tem
iutorpeeido a irradiado das boas ideas, das ideas
manifestamente uteis prosperdade do paiz, eu i
me tenho conservado naespectativa, de algum tem-
po a esta parte, desde que na provincia se comecou i
a fallar em liga entre urna fraccao do partido con-'
servador e o partido liberal. Me pareceu que se
melnanle liga seria exetjuivel em todo o imperio, i
viste que o reinado das ideas exageradas havia
passado, deixando apenas como triste lerabranca
de sua existencia a descrenca, o desanimo, o can-
saco e a miseria.
Mas, Sr. presidente, laucando uraa vista retros-
pedir sobre os aconiedmeutos da provincia e so-
bre os homens que mais se empenhavam na reali-
saco da liga, eu tem pelo resultado dessa unio,
de principios heterogneos, tanto mais quanto as
tendencias dos homens polticos da nossa trra lera
sido levadas sempre para o lado do predominio pes- >
nal, deixandose de parte, tendo-se em pouca;
conta o desenvolviinento dos principios e a pratica
das boas ideas pregadas quando na epposico. Te-:
roos visto que todos os partidos que tem subido ao
poder, nao tratara mais dos principios, nao procu-
ran) mais p-los em pratica, apenas tratara de sa-
ber quem deve ser o presidente da provincia, o
chefe de polica, os delegados, deputados geraes e
proviciaes, e toda essa gente, que deve compor o
paiz offlcial. A liga, portante, nao marchara em
terreno diverso.
A' vista diste, Sr. presidente, eu, liberal de longa
data, apezar da nenhuma importancia que tenho
no partido (nao auoiados), e muito principalmente
para com os homens que o tem dirigido, conser-
vei-me em reserva at que os resultados praticos
da liga rae resolvesse a prestar-lhe os meus fracos
servicos, ou a combate-la cora todas as ranhas
tercas, una vez que os principios libertes nao los-
sem-adoptados polos conservadores dssdenles que
haviam procurado o a]ioio do partido liberal.
Cora effeilo reunido um crescido numero de ho-
mens, organisou-se o que foi conhecdo pelo notne
de lija, a qual veio pois a ser composla dessa frac-
cao do partido conservador com o partido liberal,
que na sua mxima parle, se nao na sua totalidade
contribuio para a formaco do novo partido, que
mais tardo foi conhecdo pelo nome de partido pro-
gressista.
Desde logo, Sr. presidente, eu entend que havia
um erro na origem da formaco do partido, por
que se os homens que formaran) a liga, aceitaran)
as deas do partido liberal, bem naturalmente devia
ser dado a esse partido a denominaco de partido
liberal, tanto mais quanto sendo o partido liberal
da provincia sem duvda alguma muito maor do
que o partido contrario, cresce a proporco era re-
laco aos conservadores que haviam concurrido
para a liga.
Parece, pois, que a denominaco do partido libe-
ral devia naturalmente ser dada a liga, e nao a de
partido progresssta.
O Sr. Costa Ribeiro :Apresentaram muita re-
pugnancia para esse nome; hoje que dizem que
sao progressistas.
O Sr. Sabino : Per que, Sr. presidente, nos go-
vernos liheraes, nos governos das materias, sao
sempre as maiorias que prevalecen). E se a mate-
ria do partido progresssta era sem duvda nenhu-
ma do lado liberal, nao se faria favor algum ao
partido liberal cooserrando-se a denominaco de
liberal em vez de profresslsla, tanto mais quanto
a idea de liberdade nao pode dexar de estar asso-
ciada a idea di> progresso, por que liberdade sera
progresso e progresso sem liberdade, sao ideas
que se repeliera, que se contradizem, que se nao
pdem comprehender.
l'iiSn. Disputado :-Issome>moprovaa. Insigne
iicancia da questao, pro va que a cousa indffe-
rente.
Ainda assim eu nao admiti a imposico da par-
te dos directores dos partidos, mas sim da parte
0 bu. Sahino : Se assim e por que razao Uve- dos eieitoros, os quaes reunidos iior freguezas de-
; ram repugnancia de dar a liga a sua verdadeira cidiro quaes devem ser os candidatos; e aquelles.
ucnominacao ? lor que razao uVnominarain-na an- \ ,,,. forcm adoptados pelo maor numero de fro-
tes progresssta do que liberal f D'onde proveio guezias, sero deliniivamente os que devem ser
, essa repugnancia ? A observacao do nobre deputa-! e|et0 do podena proceder se os conservadores, que ; manter essa chapa. essa a nica imposico que
adherirn) a liga dosnm a palavra progresla a admiti, porque nao verdaderamente imiiosico
mesma sigmlicacao da palavra liberal ; mas ellos. ,as sim um accordo da maioria, a que a minoria
a quizeram entender em accepcao dillerenle. i ie deve submetier para liem cominum. Nao isso
! Se os hberaes, a quem em grande parte cabera ento um aditamento, mas sim uraa magnanim-
os peccados da liga, nao tivessera algum motivo dade do corpo eleitoral em favor do partido a que
particular para consentirein na mudanca de deno- perience mn acto muito louvavel.
minaran, eu dira que ellos havism esquecido todo Esiou muito convencido, Sr. presidente, de que
o seu passado, tedas as suas doutnnas, aceitando um eleitor sabe melhor a ijueiii deve dar o seu vo-
uma denominaco difireme daquella, porque eram t,(, de que ura eleitor tem sempre melhor senso pa-
conhecidos era loda a parte. ra escolher aquelles que o devem representar, do
1 m Sr. Deputado :Anda ha pouco disse que que aquelle que iropde urna chapa ; porque o elei-
era a mesma cousa, agora ja diversa. tor, qnando d o voto so tem em vista o bem pu-
l Sr. Sarino : -Ento nao comprehendeu a mi- blico, ao passo que o potentado que iinpoe um can-
nha argunienlacao. Eu disse que os hberaes s didalo s reconhece que tem urna paixo a exer-
podenara concordar na Iroc?. de denoininavao por cer (apoados). Um candidato que alcanca a elei-
algum motivo particular, se houvessein renegado o do pela vonlade soberana dos eleiteres, mais in-
seupassado, seo considerassem como um erro, e dependente do que o que a conseeue por meio da
entao ligados aos conservadores quizessem formar mposco. (Apoiadi*.)
um novo partido inteirraent diverso do que ha- Nenhuma necessidade havia poisdoprocedimen-
viam seguido ate ah. to que teve a coramisso do directorio do partido
L* Su. DEPcrADo :-Se disse que se devia nao progresssta impondo provincia os seus deputa-
renegar o passado, mas esquece-lo. I dos geraes; mas a provincia acceitou a chapa e
O Su. Sabino :Querein o esquecimento do pas- sugeitouse a imposico, por que a poca era de
hesitacoes, o os prupaladores de ms novas nao se
esquecian de aterrorisar-nos cora acontecimentos
desastrosos, com o triurapho dos contrarios se aca-
so nao se eerrassem as fileiras do partido. Foi por
tanto satisfeita a exigencia do directorio, ou antes
de sua coramisso. Nao houve mesmo lempo em
. pensar na partilha leonina que se havia feto dos
O Sr. Sabino :-E" verdade, Sr. presidente, so candidatos dando-se fraeco conservadora 8 e ao
descubro urna razo plausivel para explicar a fa-. parid0 beral S.
cihuadc, com que fui aceita a denominaco de pro- (Troeam-se apartes.)
gressista dada ao partido da liga ; essa razo con- f o sR. Sabino :Apresentaram-sc as elecoes pa-
sistio em nao se ter querido olfender o melindre : ra deputados provinciaes ; a opimo publica se ag-
dos-que-se-haviam unido a nos, daquelles que era M oll, uin S(!nti,|0 mtnos passivo, e procura reagir
sado ; isso bom ; porque no passado de todos os
partidos eu vejo tantas vergonhas !
Um Sr. Deputam) :Tantas glorias.
OSr. Sabino : Mas as vergonhas sao maiores
, do que as gloras.
O Sil Araljo Barros :-Vergonhas e glorias re-
ciprocas.
todos os lempos e de todos os modos haviam com-
batido o partido liberal e reduzido-o a ultima mi-
seria.
Um Sr. Deputado :Recebendo o nome de pro-
gresssta eslava do mesmo caso, porque progres-
ssta e liberal a mesma cousa.
OSr. Sabino :Sim, a mesma cousa; mas
porque embirraram com a palavra liberal ? D'on-
I de veio essa aversao dos progressistas essa pala-
vra T Logo a denominaco de progresssta nao tem
| outra explicaco seno a de nao se ler querido of-
fender o melindre daquelles, que nos procurarara.
UmSu. Deputado :Mas se era para croar ura
I pulido novo.
O Sr. Sabino : Novo era que senldo ? A frac-
cao conservadora tendo reconhecdo o pergo de
suas antigs dea, mudiflcou-as e aproximou-se do
partido liberal.
Um Su. Deputado .Para ser justo diga que de
parte a parle se deixaram eertos e determinados
! principios.
OSr. Sabino :Eu disse no principio do meu
discurso que o reinado das ideas exageradas havia
passado; o partido liberal j as havia renunciado
a muilo tempo ; mas urna parte do partido conser-
vador, reconhecendo mais tarde essa necessidade,
procurou ligar-se ao partido liberal, c formar cora
elle um s partido para rcalisar ura pensaraento
commum.
Eu nao se o que quer dizer um partido s com
duas deas inteiramente oppostas.
Um Sr. Deputado :Ha inuilos progressistas
que entendern isto.
O Sn. Sabino :-Essa idea est mora ; nao ha
progresssta de boa f que tal admita. Mas se a
liga romo partido poltico livesse lomado a deno-
minaco departido lilieral. eu nao se que nome
havia de darse aquelles que mais tarde houves-
sem de fazer a sua retirada desse partido.
Um Sn. Dentado :Gentiiuos.
<>Sr. Sabino :Liberaos puros, liberaos ge-
nuino* ? Mas estas i>omens que; haviam adherido
liga pan formar, nao um partido de oecasio para
debelar o mimigo commum, mas um partido soli-
dario era deas, e era actos com o lira de governar
o paiz. como podiam merecer essa denominaco ?
Dar-se-hia o caso de podercm existir no paiz dous
partidos liberaes Nao ; logo houve na lormaco
do partido progresssta um erro ; deam-lhe a de-
nominaco de |irogressista, quando lite devam dar
a de liberal; e isso sem duvda concorreu para a
desmembrado do partido.
Senhores, facara o que lizerem ; apesar ta von-
lade dos homens, o partido liberal nao pode mor-
rer ; apesar de todos os subterfugios, o partido
contra a forca do directorio, que queria outra vez
impr chapa ao eleitorado; e o directorio ou a sua
Cinnisso, reconhecendo o perigo de affronlar a
opinio, resolveu-se em ultimo caso a ampliar a
lista dos caitdidatos, e apresenteu urna chapa com
o numero duplo de nomes, e at, para alguns lu-
gares, ainda mais do duplo, rom o lira de satisfa-
zer maor numero de aspiracoos; mas qual de ve-
ra ser o resultado disso f Anda quando o direc-
torio nao livesse recoinraendado cerlos e determi-
nados candidatos d'entre os que se achavam na lis-
ta, para serem volados de preferencia, aquelles que
deixassera de,ser eleitos se queixariamde haverem
sido illuddos. Foi sso mesmo oque aconleceu, e
alguns delles vieram engrossar nossas fileiras. Cor-
rido o escrutinio, onde o houve, (pois em algumas
partes sabemos que nao houve escrutinio) foram
naturalmente derrotados mais de melade.dos que
foram iucluidos na chapa, ao passo que alguns que
pleitearan) fra da chapa obliveram a sua eleico
sem imposico do directorio ou do governo, mas
i somonte pela vootade do corpo eleitoral, sendo cu
o menos habilitado delles.
Um Sr. Deputado :Quaes sao elles?
O Sn. Sabino :O Sr. Jos Teixeira, o Sr. con-
selheiro Raptista, o Sr. Gaspar e eu. Fomos eleitos
mudo livre e espontneamente.
Outro Sr. Deputado :Creo que todos os que
eslo aqu sao de eleico livre.
O Sr. Sabino : Nao contesto absolutamente is-
so ; apezar da chapa, creio que alguns o sao ; mas
oulros sao talvez (aqui para nos) filhos da fraude
ou da imposico. (Reclainacoes.)
Ja vejo pie todos sao de eleico livre ; mas o
que certo que houve chapa ; que o directorio
nao deixou a escolha livre ao corpo eleitoral, como
devia, uraa vez. que o corpo eleitoral pertencia em
quasi sua totalidade ao partido liberal.
O Sr. Araujo IIarros O fraccionamento do
.'!" districlo deu lugar a entrada aqui de um ver-
inelho.
0 Sn. Sabino :E sso um mal?
O Sn. Araujo Barros : Eu at queria mais ;
queria uns seis.
O Su. Sabino :Sr. presidente, eu j disse que
s admitlia a imposico que partisse do corpo elei-
toral ; por que o deputado eleito pela vontade do
poro ura deputado livre, que pode dispr de sda
intelhgenea, lie suas faculdades, de sua liberdade
em beneficio da patria, ao pasan que aquelle que
icleito por una imposico nutem em vista seno
satisfazer as paixes inleresseiras de quera o fez
eleger. E por sso que eu condemno o systema das
mposices que st! |hiz era pratica na provincia.
0 Sr. Silva Barros :Pela minha parte protes-
progresssta nao pode ser seno o partido liberal.! to ; o meu collegio nao recebeu imposico.
(Anotados.)
Outro erro.
Organsado o partido progresssta, enlendeu-se
que se devra nomear ura directorio de finio e
cinco memhros, ao qual se concedeu todo o poder,
lodo o direito de dirigir o partido, mas esse direc-
torio desconhecendo o seu poder, o seu direito, de-
legou-os era dous dos seus membros, deixando-se
ficar inteiramente a vontade delles. D'alii r-se
que o partido liberal, que condemnava o dominio
exclusivo de uns na poltica decahida, veio inme-
diatamente a cali ir no dominio exclusivo de ontros,
os quaesdeterminavain ludo, fizeram a eleico em
toda a provincia como bem Ihes pareceu, eralim fi-
zeram o que fazia o partido conservador. E, quan-1
do, Sr. presidente, o corpo eleitoral pertencia em | a W* de senador. O es pinto ptxh ico man Mwto-
sua quasi totalidade ao partido progresssta, <-,.*. I se era favor de um candtdato liberal, que por mu
do o partido cons
eleicoes de deputados
O Sr Sabino :O nobre deputado tem inlluen-
cia no seu distrcto, tem muilo merecunento pes-
soal ; por tanto nao precisava de imposico para
ser eleilo. Quando de outra vez tive asseto ncsla
casa o pai de. nobre deputado me preslou seu va-
lioso apoio em favor de minha eleico. Nao me re-
tiro pois ao nobre deputado; e nei mesmo a nc-
iiIiiiiii outro. Estou fallando era these.
At aqui, Sr. presidente, tenho censurado t-
mente o directorio por haver marchado no cami-
nho do personalismo e das imposces. O governo
da provincia, leudo encontrado nelle tanta docili-
dade para a salisfacao dos seus desejos, contentou-
se cora ver a eleico dos seus candidatos sem res-
ponsabilidade directa e immediata. Chega, porem.
e por isso nenhum
corpo eleitoral toda a liberdade na escolha dos seus
representantes, a commisso do directorio apresen-
la urna chapa cerrada de candidatos exigindo a
sustentaco dessa chapa em nome da disciplina do
partido."
Ora, estando o corpo eleitoral assim composto no
sentido das ideas do partido, parece que se devra
dexar o campo livre as aspiraces, visto que quer
do lado da fraego conservadora, quer do lado li-
beral haviam muitos homens de talentos, muito il-
lustrados e de muitos servicos, que desejariam so-
licitar um lugar na representaco nacional; mas
a commisso do directorio entendeu que o triura-
pho das eleicoes primarias Ihe dava o direito de
impr provincia os seis deputados.
Um Sr. Deputado:E como o nobre deputado
apresentou-se e sahio ?
O Sn- Sabino : Fallo por ora em relacao a as-
semblea geral.
Nao ponho a menor duvda no mereciraento, na
illustrac, nos servicos, e conseguintemenle nos
dreitos dos respetaves cidados, que foram apre-
sentados, e que efleclivainenle foram eleitos; mas
o que contesto, o que condemno esso direito de
impor candidatos a eleiteres livres, senhores abso-
lutos da simar in, e que nao podiam temer a con-
currencia dos contrarios.
(Troeam-se apartas.)
0 Sr. Sabino: Sr. presidente, em eleicoes eu
admiti duas man-iras de ser livre; urna oosorufa
e outra relativa. Chamo absoluta, quando o corpo
eleitoral pertence a um s lado poltico, como se
deu as eleicoes passadas ; e nesse caso os candi-
datos se entendem directamente com os eteitores,
e estes de sua parte deciden) do seu voto como
querem, mas. samare no sentido das ideas domi-
nantes ; relativa, quando os eieitoros estilo dividi-
dos em qaus ou mais grupos, iguaes ou quasi
igliaes, de nvaneira que a oUvergenoia de votos de
um dos. grupos venha % dar ga.nho de causa ao ou-
tro, ^ejtar de. means numero^.
presidente da provincia .
nio publica, impone urna chapa para a lisa
trplice, coinposta sem duvda de cidados respei-
taveis e dignos de loda a consideraco, mas que
nein por sso parda o fatuo a sua odiosidade, e netn
justifica a forte guerra que se fez a esse candidato,
E, mais urna vez foi levado a effeilo a doutrina do
personalismo e das imposces I
Nao quero entrar na apreciaco dos metes que
se empregaram para arredar o candidato do povo
da lista trplice.
Basta que esteja na consciencia de todos, que o
honrado Sr. Dr. Urbano nao poda dexar de ser
levado ante o throno imperial como um dos eleitos
senatoria pelo povo pernambucano, se a aeco
do governo nao se ternasse no sensivel contra a
sua candidatura. (Apoados).
O Su. Araiio Barros da um aparte.
O Sr. Costa Riueiho : 0 nobro deputado es-
carnece de tudo.
OSn. Aittvjo Barros : O nobre deputado
nao pode sabor se eu fallo ou nao cora escarneo ;
isso querer imputar-me intoaedos ; querer en-
trar em minha consciencia.
O Sr. Sauinu : Sr. presidente, eis aqui algu-
mas das causas mais salientes que tem concorrido.
para a desmembracao do partido progresssta na
provincia. O desgosto comecou a manifestarse logo
que se chegou a conhecer que as Ideas nada va-
llan) e que os homens eram tudo. Muitos dos libe-
raes voltaram aos seus antigos arraiaes, porque
esperavam tudo das ideas e nao esuvam dispostos
a sacrilica-las por amor das pessoas, Afflrma-se
que a situacao ha de mudar; mas, emquanto nao
rauda, conservarao-nos-hemos em nosso, posto.
Deixando estas consideraedes, Sr. presidente,
tanto mais quanio esto^ bastante, fatigado, Pa.sa,-
rei a apreciar o urvieete de llxacao da, terca, poli-
cial. Julgo que es.k projecto vai dar um arbitrio
bem grande ao, chefe de polic^ pn.4o a sua dis-
posicao a sponao urbana s;^ (Jej$jencia do prq.



miGk
=="=
aliarlo de PcrMakiM *e&<* feto 8 e Abril de t84.
sidento da provincia ; o ainda m.i-; privandi o
presidente do direiti de doiqiuir a**^^ ,.1'1 si?".
$os:n previa prosita do chefo tf) polica. .Me
parece ludo Uso perigoso, un porgue entre nos
ha tendencia bem notavel para o abuso do poder
era rclago aos direitos do povo, como porque nem
sempre se pode dar harmona- completa ">
chele de polica o o governo da provincia. Um che-
fe de polica que por qualqaer motivo se acl e em
desharmonia com o presidente, pode ler tenalo
(tma paz o a unta concordia eommnrs, c urna! as
mitras se ainasscm raritaUy.iaiente.
Tem-nos sido particularmente grato o reconhecer
que wds, Ilustre e honrado-presidente, e estas raes-
nias pupulaces estaes auimados dos niesmos dase-
jos de paz c tranquilidadoque nos temoj, em nos-
sas artas sopracitadar, lilea*> aos aossos su-
praditos veneraveis irmaos. Prata o mesmo
tempo a Dos que os outros povos da America e
os poderes que dirigen), considerando seriamente
quanlo urna guerra civil grave e desastrosa,
piraees de um
resolutamente o
remos de
oueiheleKar'o jefc ^tteto f o "prest" ""-ttir as mais fevorosas suplicas ao Dos Omni-
^me n.?o pudendo tero correctivo moral do de- potente, para que: espalhe sohre todos; Ppw a
Silos sera pronta do chefe de polica, e nao A" "J"* de,pazei *, candade, e crac
querendo e nem derendo ver menoscabada sua ; os livra dos f
auioiidade, laucar mo da torga para oppur a
forca.
Sr. Arai hasta para por termo a ludo isso.
O Sn. Sabino : Mas, se antes de vir essapor-
tal ajtiver o chefe de polica mandado fazer
jurntima no presidente, de que servir ella 7 (tusa-
das). '
Ora, se alguns chefes de polica ja abusara mul-
to honradamente do seu poder, apelar da depen-
dencia em que esto do presdeme, o que diremos
agora que Ihes concedemos o arbitrio de dispor de
una forca sem essa dependencia ? Creio que por
ora nao se dai tal conflicto, mas"elle se pode dar:
e como nos nao legislamos so para o presente, e
sim tambera para o totora, enleiido que devenios
previnir os acontccinienlos. (Apoiados).
que, sendo protegidos c animados pelos amadores
e protectores das artes, que infelizmente ni alma-
dam entre nos, milito podiam contribuir para o
progresso das artes, com todos os seug^pnos t ap-
plicacdea.
987 igrejas, 56
Inglaterra eontam-se atpaliinte 1:267 sa-: panhau-o ptasenteiro at a pita a matriz,
e 137 cea- em ama eloquente allocucoMa dedaruti o motivo
REVISTA DURi.t.
A assembla hontem, depois do expediente, ou-
vio o Sr. Soares Krandao, (|ue reclamou contra a
falta de exaego do contrato para apanhaniento
J03 debates, queixando-se do atraso da publicagao,
ao aue respondern) os Srs. Cunha Teixeira,
Buarque e Jacobina, procurando justificar essas
fallas. O Sr. Trigo de Loureiro, abandonou a ea
deira presidencial, para tambera queixar-se do
modo irregular por que 6 feila a publicagao dos
trabalbos, abundando as aecusacoes feitas pelo
Sr. Soares Brando.
Pateando priraeira parte da ordem do dia,
entrou em prime ira discussao e foi approvado era
primeira discussao, sem debate, o projecto n. 61
que regula o modo da extraego das loteras.
Continuando a terceira discussao do projecto
n. ti que manda auxiliar com a quanlia de z.'>
contos de ris annuaes o Instituto Agrcola, logo
que esUbeleca uraa fazenda modello, oraran) os
Sis. ti. Campello, Soares Rrando c Jacobiua II-
cando a discussao aliada, e com a palavra o Sr.
Nabar.
Na segunda parte da erdera do dia (torga poli-
cial) oraran) os Srs. t. Franca e Nabor, lieando a
discussao adiada pela hora.
A sesso prolongou-se at as o horas da larde.
A ordem do dia para buje, alm da materia
adiada, eomprehende, a primeira discussao dos
projectos ns. 4H, 50, 51, Si, 63, e 7i; segunda do
ile n 29, e terceira do de n. lo.
Comoprazo de quatro mezesesl concurso o
provimeiilo da cadeira de latim do curso prepa-
ratorio ar.nexo Faculdade de direto desla ci-
dao>.
Sao condieoes para a respectiva inscripeo ser
brasileiro, e ler roaioridade legal, raoralidade,
iseneo de crime e capacidade professional.
Hoje se evirabira a primeira parte da
primeira lotera da igreja de Nossa Senhora do
Amparo de Gotaana, pelo nevo plano das loteras
extraordinaria,-, sendo o maior premio 10:000uo.
RRPAIlTIi; so DA POLICA.
Kxtraeto das partes do dia 7 de abril de 1861.
Foram recolhidos casa de detencao no da 6
do correte.
a' ordem do subdelegado do Recife, Barlholo-
tncu Tavares de Souza, branco, por briga.
A' ordem do de S. Jos, Julio da Costa, pardo,
por desorden-,
A' ordem do da Boa-Vista, Joo, pardo, escravo
de Manoel Marques de Lemos, requerimenlo do
procurador deste.
O chefe da i' sercao,
J. G. de Mesguita.
Passageiros do vapor nacional Mamangunpe,
viudo de Cear o portas intermedios .
Jos Antonio Lopes uimares. 1 iilho e I cria-
da, Jos Antonio da Silva Grillo e 1 lilha, Ricardo
llugho o sna senhora, Antonia Tiberia Arislides
dos Santos Villaca, Dr. Manoel Gomes do Mattos e
1 escravo, Jos Joaquini Fernandes, Atislriliano
Francisco Sampaio, Astunilto Samuel, Henrique
Hermann el escravo, Antonio Virgilio de Souza.
Juaquim Soares KaiKiso da Cmara, Caudido Joo
Autonio, Januario Nunes. Thomaz, MauoL'l Luiz,
Jos Antonio Guimaraes, L. l-'iaiirkforl, Hulino
Olavo da Costa Machado, acliro Alexandre Mei-
ra, e um escravo a entregar.
Passageiros do vajior nacional Persinungo.
sabido para o Acarac e partos inlermedios : -
Dr. Joo Helvecio da Silva Monte e I criado, Dr.
Adelino de Luna Freir, Antonio Goncalvus do
Moraes c 1 criado, Marcolino de Souza ravasso.
sua senhora, 1 Iilho menor e 1 escrava, Luiz Fe
males que os affligem. Nos
suppllcamos'ao mesmo tempo ao Dos Clemente e
Misericordioso espalhe sobre vos as luzes da sua
graca. e vos ligue comnosco por una pereita ami-
sade.
Dada em Roma em S. Pedro, em 3 de dezembro
de 1863, do nosso Pontificado XVIII.
Pw IX.
De urna correspondencia europea para a Estrel-
la do Norte copiamos o seguinte trecho :
O jornal /.- Monde fallou assaz tongamente da
notavel nfemona de Sr. hispo do Para; outros jor-
naes de provincia se tem igualmente oceupado
della,ciiando-se entre estes L'Union de LQuest.
Tanto melhor!
Nao su pode dar excessiva publicidade a este
generoso combate pela liherdadeda igreja
O jornal le Monde de Paris tem bem grande nu-
mero de I ei i ores no Brasil: possa elle provar que
a Franca se interessa na prosporidade religiosa
deste bello paiz.
Da Revista Mensal transcrevemos o seguinte:
Asi...
Eu vite, virgem, sobre o eolio a fronte
Curvada fronte a segredar queixumes I
Eu v-te triste, qual pendida rosa
Hontem mimosa a exhalar perfumes t
Cabellos negros, no cahir esparsos,
Formosos traeos eslampavam n'agua I
Assim eu vi-te a extrahr da harpa
Acerba farpa de pungente magoa t
Busqoi-te I Achei-te I Em macia relva,
Alm da selva, recostei-te a mim I
cPor mim defnhas ?perguntei ehorando,
E tu, chorando, me disseste Sim !
Na
cerdotes,
vento.
Na Escossia ha 178 sacerdotes,
conventos.
O culto calholico augmenten n'um anno, na In-
glaterra, cm 45 sacerdotes, 36 igrejas, l mosteior
e 2 conventos.
sostonw de PaivatTorres, combinada rom o trato
lino delirado que o distingue, foraui stiflicientes
para esubelecer a rootiaoca e amisade em todos.
O povo cornpreheodeu instantneamente que o seu
missionario, perfeito imiador do divino mestre,
I ora. um varao4nteiramente apostlico ; entao acora-
' '"*_'
moateiros,
| de sua vlni, e delineou b plano de leus trabalbos
161 igrejas e 13 religioso*.
Deu comelTeito principio missfo no dia 16,
sendo notaveis a concurrencia e a docilidade. com
que o ouviam, e a clareza e precisio cora que elle
fallava, pondo ao alcance de todos, em lingoagem
Na Escusa aogmentou em 3 sacerdotes e 4 con- elegante e simultneamente simples e persuasiva,
?eotos. toda a doutrina do martyr da Golgotha. Com quan-
to as necessidades moraes de um povo civilizado
devara oceupar as primeira6 attenees dos que se
dedican) a satisfaze-las, nao menos imiiortantes e
urgentes sao as necessidades materiaes. E' urna
verdade poltica e religiosa, seguida pelos bons go-
vernos, qae a par do apcrfcicoamcnto moral deve
o material.
as jubilosas ap-
estar o material, para que aquello possa ter sua que Ihe foram posteriormente oferecdas
verdadeiraexpansao. O reverendissimo conego Joo carta dedicada tambem em verso.
Chrisostomo de Paiva Torres coraprehendeu esta | Possam os pens;idores aquilatar a verdadeira in-
verdade, e para logo lancoo suas vistas sobre a fluencia, que s o christianismo exerce sobro os
obra do nosso cemiteno, o qual, tendo ldo e seu povos; e o governo a importancia, que Ihe deve
comeco em 18o6, al agora achava-se parausado merecer um clero, que o que faz, devido to so-
por que o seu ureamento cm dez contos de reis, mete a scus proprios recursos.
Depois, a sorte resequio-me as flores f ...
Espinhos, dres,.entornou-me n'alma!
Mas inda espero n'um recente espaco
Prender-te ao laco de amorosa palma.
INVOCACAO A SA.NTISSIMA VUlliRS.
O' Mi Benidila, que nos cos imperas,
Ouvindo os coros diviuaes dos anjos ;
Fulgente estrella, neste mar da vida
Trbido semprc I
Os olhos volve para nos piedosa,
Que desvairados de illuses inundas
Nem j sentimos da verdade augusta,
Fulgide raio!
O vicio eleva (i i un;-liante O rollo;
Folga a impiedade sem temer castigos,
E contra os gritos que a verdade sulla
Hrrida brama I
Voraz incendio de paixoes insufla
No pello todos, com fatal presagio;
Ri-se o demonio dos que infame forja
Rgidos ferros 1
Senhor do mundo se proclama o ouro,
Com falso brilho seduzindo os homens;
Empuuha o sceptro con) que a todos doma,
Despota insano!
Da Cruz sombra a hypocrisa vive,
Trajando as roupas da virtudo pura j
Lauca vaidade t de gallas veste
Tmulos tristes I
S tu, Senhora, como Mi clemente.
Podes allivio nos prestar aos males,
Ouvir os nossos, que. para ti se elevam
Frvidos votos 1
Por nos, Virgem. l nos cos implora,
Junio do throno de leu Filho Amado:
Applaca a sua, contra nos, accessa
Colera santa!
H. de Santa llellena Magno.
Faber morreu ultimanente era Lon-
CHR0NIC4 Jl IIK IVUIV
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 7 DE
ABRIL DE 1864.
PRESIDENCIA DO KXM. SR. CONSF.LHEIRO
SOUZA.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
tados Lamos, Rosa e Alcoforado, o Sr. pre-
sidente detlarou a berta a sesso.
Lida, foi approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, enviando a carta de registro e matricula
do brigue brasilelro Carolina, que foi conderanado
como innavegavel na cidadedo Porto, como consta
da participado do Exm. Sr. ministro dos negocios
estrangeiros.Accuse-se a recepeo e facam-se as
annolacoes necessarias.
Oulro do mesmo Exm. Sr.. enviando dous volu-
mes da eolleccao de leis e decisOes do governo no
anno prximo passado.Accuse-se a recepeo e ar-
chvem-sx;.
Foi presente a colaco official dos preeos cor-
rentes da praca, relativa ultima semana.
Archive-se.
DESPACHOS.
^ L'm requerimenlo de Samuel Power Johnslon &
C, pedindo o registro da procuraeao que ajunta.
Registre-se.
Oulro de Grennf de urna procuraeao que apresenta.O mesmo.
Outro de Leal & Irmao, pedindo o registro de
urna escriplura de hypotheca.Registre-se.
Outro de Jos Antonio Gomes Jnior, pedindo
esclarecintento ao tribunal qual a exprtala que
deve receber na qualidade de arbitro e desempata-
dor em urna causa commerrial. Dirija-se ao joiz
especial do coinmercio perante quera penden) os
feitos.
Outro de Cunha Irmo & C, pedindo qne a jun-
ta de correctores Ihes d por cerlido o cambio por
?ue se effectuaram transaccoes de saques sobre
ortugal do 1* 14 de fevereiro.Como requerem.
SESSAO JUDICIARIA EM 7 DE ABRIL
DEM864-.
I'IIKSIDKNCIA DO EXM. SR. CONSBLHEIRO
SOUZ.A.
Secretario, Julio Guimaraes.
A 1 hora da Urde, o Sr. presidente abri a ses-
so, estando presentes o Sr. desembargador Silva
Guimaraes, e osSrs^depuiados Lemos, Rosa, c C.
Alcoforado.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
DISTRIBt ICOES.
Appellantes, Caelano Cyriaco da Costa Morcira,
como administrador de sua mulher, Manoel Leo
de Castro e outros herdeiros de D. Antonia Mara sao no 1 de Janeiro d'este anno. Esse dia licou na
de Castro ; appellados, Barroca Ni Castro. | lembranca dos goiannnhenses como o mais solem- i
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes. j ne e festil de saudosas reminiscencias. A tarde, na
accravos. procisso de penitencia, o reverendissimo missio-
Aggravante, Albino da Silva Leal; aggravado,; nario a frente de nao menos de cinco mil pessoas,
Manoel Antonio Pereira. arompanhado do clero, se dirigi ao cemilerio ; e
O Exm. Sr. conselhero presidente denegou pro-1 abi, depois de citar o famoso texto de lobMtsere-
vimento. mim inei, salten eos anuci meiproferto urna to-
Nada mais houve, e encerrou-sc a sesso l}( : canta pratica, servindo-lhe de pulpito um tmulo.
com urna iiluminacae. Todas
inoTistraciMis de regosijo sito urna prova bem
sante do espirito religiosa dos guiauninhenee*.
O reverendissimo missionario demurou-sa eara
este povo, qu o cobria de heneaos, sete dias; e
no domingo 21 do corrente parti de novo para a
illa da Penha, recebendo as mesmas demonstra-
tdes de estima a alia consideracao, trorando-se
apenas os risos da vinda pelas sentidas lagrimas
da partida.
No ultimo ponte da despedida (no j citado Bem-
fica) o reverendissimo missionario subindo a urna
pequea eminencia, fallou de novo com termos to-
cantes e arrebatadores ao numeroso auditorio, que
o acompanhava, empenhou sua eloquencia em ex-
hortar a perseveranca no culto da Santissima Vir-
gem a Seobura-das Dores, a quai dirigi urna fer-
vorosa suppllra, sendo n'efta acompanhado por to-
dos ; e aheucoando o povo, seguio viagem no ineio
de um concurso extraordinario de cavalleiros.
Abaixo transcrevo as poesas, que foram rccila-
! das em obsequio de lo preslimoso missionario, e
em urna
aVpoia era aome del la que estes versos
De nossos coraafic; raui descorado
Sfngela emanacao do eterno amor
Proluijdo, immenso.
A vos os|dediramos. Valo ao menos
Onde qner qae fortoaa va var,
Esto prova lereis, fallida ambora;
Mas vivo sempre.
PUBLIC1C0ES 1 PEDIDO.
pelo menos, por causa da natureza do terreno e a
Ierra que demandava, nao poda ser prvido pelos
cofres pblicos, e menos pelos particulares.
Cedeu aos esforcos do reverendissimo missiona-
rio to insuperavel diulculdade I Collocando-se a
frente do povo, fallou e foi obedecido; trabalhou e
fui imitado, principalmente pelo sexo femurno, cu-
ja constancia e fervor no trabalho esto cima do
todo o elogio e encarecimeato!
Eotregando-se a esta piedosa empreza, elle des-
tribuio a ordem do servico por tal modo que, nem
a obra fallava a sua pessoal cooperacao, nem ao
tribunal da penitencia e ao pulpito a sua assisten-
cia. As seis horas da raauha, depois da missa, os
homens em grupo separado, c as inulhcres acoin-
panhadas pelo reverendissimo missionario e por
mim, os materiaes erara conduzdos para o ceraite-
rio ; este mesmo exercicio era fielmente executado
as quatro horas da larde, e pela seis tinha princi-
pio o calhecismo. Desappareceram entao as dis-
linccoes e prejuizos sociaes, concorrendo ao servico
nao s a mulher do povo, como as seahoras mais
gradas d'esta vida e seus arrabaldes. Um inci-
dente que promeiiia resultados desvaolajosos, deu
lugar a que se duplcas^em as tarcas do povo. O
fervor de rauitos homens arrefeceu : e o reveren-
dissimo missionario observando que taes homens
se apresentavam no cemilerio como espectadores,
senlio-se ferido em seu zelo, e do pulpito declarou
que se retirar ia em poucos dias. Bastou osla pru-
dente ameaca : no seguiuto dia ( que espectculo
enlernecedor I ) a malriz enclieu-se de homens do
todas as classes ; o no momento era que o reveren-
dissimo missionario sabio a pregar, um d'elles Ihe
declarou cm respeitosa frase o motivo de sua rou-
nio, protestando em nomo de todos pela mais se-
vera adheso ao servico.
Os coraeoes bem formados desronherem os raeios
de resistir a humildades o povo goianninhense ma-
nifestou que sabia respeitar as virtudes do eximio
missionario ; e este nao exilou em Ikar entre nos
proseguindo em sua marcha toda apostlica.
Seu zelo pelas obras de piedade nao se estendeu
smente ao cemiterio : influa consideravelmenle
, para que se acabasse a capella do Sautissimo Sa-
; cramento, aflm de que se fizesse logo para all a
I trasladacao do man divino.: o que efTucuvamente
! se realisou.
Findou-se n'esta matriz o exercicio da santa mis
Villa de Goiannioha, 23 de fevereiro de 1804.
O vigario, Manuel Ferreira Borges.
piiimeira inu'w.
Sede bemvindo, Senhor,
A este povo feliz,
Em seu lcame fervor
Quanlo elle l)em o diz
Vinde outra vez entre nos
Erguer a possanie voz
Em prl da cansa do Deu?,
Vinde animar nosso canto,
Se t- r preciso com pranU
Lave o povo os erros seus.
De Deus canlastcs louvores,
Coravosco o povo cantou,
Depois chorastes as dores,
Comvosco o povo etiorou.
Pois bem, leviu sublime,
Niuguem agora se exime
A lo pura inspiraco
Vede, o povo era saudoso,
Ei-lo que veut pressuroso
Na mais pura devocao.
Fallai-nos desses mystcrios,
Thesouros da ebristandade,
Entuai novos pslterios
Ao Senhor Deus de boudade.
Desviai nos>o batel
Do perigoso parual
Que o re do mal nos arraou.
Quando Deus fez o piloto,
Deu-lhe a f, santo conforto,
E a Ierra lirme apuutou.
horas da tarde.
O padre
dres.
De protestante tornou-so
ardente apostlo de Jess
odor de sanlidade.
Suas numerosas obras, lodas inspiradas pela
piedade mais viva, o colloram enlrc os primeiros
escnplores da Inglaterra eonlemporanea. Sobre
catholico fervoroso e
Chrisio, e morreu em
DIARIO DE PERNAMBUCO
Pelo vapor Mamanguape, da companbia Pernam"
bucaua, recebemos cartas e jornaes do Cear, Rio
Grande e Paratiyba.
Nada de importante occorreu no Cear.
Nosso correspondente do Rio Grande, diz-
nos o seguiule, em dala de 5 do correute :
t i% noticia que Vine, deu no seu Diario de 31
do prximo passado, que aqu cnegoa no Oyauock.
a i do corrente, de constar que se achava nomoa-
do presidente para esta provincia o Sr. Dr. Auto-
nio de Araujo Arago Bulco, fez, como soe sem-
pre acontecer, bulna nesta cidade, causando ale-
gra uns, e tristeza outros, conformo as pai-
xoes, que dirigem os espritus das pessoas, que se
interessam dcstas cousas, e estabeleceu contro-
versia entre unas o outras, aquellas sustentando
que o acto verdadeiro, e estas que elle duvi-
lippe, Luiz Mesquila de Loureiro Muraes, Manoel | ludo a que se intitula All for Jess, taivez o
Geraldo Monleiro e Silva, Filomeno Cleineiitino
Machado, Jos Pedro Rodrigues da Silva William
Kuiley Jnior.
Tudo concorren n'essa occasio para tornar o acto
inteiramente enternecedor e pathetico. Alliando o
brilho da eloquencia ao importante do assumpto,
dir-se-hia que eram os projirios cadveres que er-
gniam a lagera tumular, e de joelhos pediam urna
oracao aos lllhos, irmos, e paes, que se achavam
naquella piedosa perigrinaejio. Seguio a pratica,
na raais recolhida ge nuflexao, una supplica pelo
repouzo eterno das almas dos que all estavam se-
pultados. O prauto foi geral ; e esta scena deixou
bem conheeer a influencia da religiao pelo minis-
terio de ura sacerdote Ilustrado e virtuoso.
Depois de tantos beneficios liberalisados pelo re-
verendissimo missionario Joao Chrisostomo de Pai-
va Torres, seu zelo procurou ter tima nova cffuso:
nao contente com o muilo que j-havia feto, fun-
dou uraaconfraria de Nossa Senhora das Dores
coinposta exclusivamente de mulheres, c creou urna
outra contraria cora o ttuloInstituto da Infancia
CUrislaason a proleccao especial de Nossa Se-
nhora dos Prazeres, Orago d esta freguezia. Foi
aqui o primeiro lugar, onde as suas vistas alongn-
dole sobre o holisonta do christianismo, lobriga-
UM POICO DE TUBO.
Jcfferson Davis, presidente dos Estados Confede-
rados da America do .Norte, enderecou a carta que
datiios abaixo ao Summo Puntillee l'io IX :
sua Santidade o Papa Pi IX.
Itichiiioml, 2.1 de setenibro de 1863.
Mudo veneravel ebefe da Santa S, e soberano
Ponliliee da igreja ratholiea apostlica romana.
As carias que Vossa Santidade dirigi aos vene-
raveis chefi-s do clero catholico da Nouvelle Or-
leans e de New-York me foram corainunicadas, e
li cora a maior einoro os termos petos quaes vos
tendes dignado exprimir a profuuda dor que vos
fazem eiBrimaajar a carnilicina, a ruina e a de-
vasiaco, que sao as conseipiencias da guerra feila
actualmente, pelos estados e aos povos que me lera
esc.olhido para presidir ao seu governo, cartas
pelas quaes ordenaes a estes chefes e ao seu clero
exhortar os povos e as autoridades ao exercicio da
ca idade, c ao amor da paz.
Son profundamente sensivel candado e s sym-
palhias chrisias que lera inspirado Vossa Santida-
de no appello reiterado feto ao veneravel clero da
igreja catholiea, para o convidar a usar de toda a
sua autoridade era favor do reslabeleciinento da
paz e da tranquillidade.
Por isso eu creio do meu dever exprimir Vos-
sa Santidade, pessoalmcnte e em nome dos povos
dos Estados Confederados, que todos nos estamos
vivamente commovidos com os sentimeutos de
amor e de ca idade chrisla que tem guiado
Vossa Sanlidade nesla occasio, e de o certificar
cruel oppresso e de uina medonha carnificina,
deseja agora, como tem sempre desejado com fer-
vor, o fin tata guerra impa : que nos temos ma-
nifestado em nossa oracoes ao Pai Celeste, senl-
mentos iguaes quelles (le que Vossa Santidade
est animado; que nos nao desejamos mal a nos-
sos inimigos, (pie nao ambicionamos nenhuma das
suas po.-sessoes; mas hitamos nicamente para
que i. lies ressera de devastar o nosso paiz, e de
derramaren) o sangue do noaso povo, para quo nos
deixem viver em paz sob a egide de nossas insti-
tuices e de nossas leis que prolegem a eada ura,
n3o s no goso dos seus direitos temporaes, mas
tambem no livre exercicio do seu culto.
Eu rogo pois Vossa Santidade de acceilar, da
niiiiha parte e da de povo dos Estados Confedera-
do, nossos sinceros agradecimentos pelos seus es-
forcos a pro da paz. Possa o Senhor prolongar os
dias de Vossa Santidade e te-lo na sua santa
guarda.
Jefferson Davis,
Presidente dos Estados Confederados da America
A esta caria se dignou S. S. de responder com a
seguinte:
lllustre e honrado presidente, sade. Nos aca-
bamos de acolher, com toda a benevolencia que
convnha, as pessoas por vos enviadas para nos
entregar a vossa carta datada de 23 de setembro
ultimo. Experimentamos nao mediocre alegra de
salier por estas pessoas e por esta carta os senli-
mcnlos de jubilo e reronbeeimei.lo de que ficastes
possuido, Ilustre e honrado presidente quando t-
vestes conhecimento de noesas cartas para os
nossos veneraveis irmaos Joo Arcebispo de New-
York, e Joo Arcebispo de Nouvelle-Orleans, em
data de 18 de setembro do anno passado, e as
quaes nos temos com todas as nossas toreas, exci-
tado o exhortado a estes veneraveis Irmaos para
que, em sua piedade e em sua solicilude episcopal,
so esforcassem, com o zelo o mais ardenle o em
nosso nome, a Irabalhar para consegraren) o flm
da fatal guerra civil que estalou nesses paizes,
aflm de que as populacoes americanas vjessem a
ivro asctico mais notavel dtste secuto.
Tudas as tullas inglesas deploraran) unnimes a
perda de ura hornera to eminente,
O Dote t Agosto publica :
Q Diario de Usba publicou o mappa estatistico
dos baptismos, casainentos e bitos que tiveraui
lugar no ronlinente do reino no anuo de 1860.
Daremos em resumo o resultado curioso desse
mappa.
as dioceses de Algarve, Aveiro, Reja, Braga,
Rraganra, Caslello-Branro, Coirabra. Elvas, Evora,
Guarda,' Lamego, Leiria, Lislioa, Pinhel, Porlalegre,
Pnrlo, Vizeu, compondo-so de 3:778 freguezias,
%8:04o fogos. e de 3.587:480 almas, houveram
baplismos118:470, sendo 118:420 infantes, 50
adultos 59:251 do sexo masculino e 57:519 do fe-
minino, 99:69rt lillios legtimos, 8,655 naturaes,
expostos 10:117. Nascerara 26:245 da meia noite
s 6 horas da manha; 25:745 das 6 horas da ina-
uha ao meio dia ; 19:713 do meio dia s 6 horas
ila tarde : 22:365 das 6 horas da tarde meia noi-
te. De 24:402 anora-se a hora.
as mesmas dioceses, o resultado dos easamen-
tos foi de 23:584793 maridos al a idade de 20
annos; de 20 a 30, 11:8*3 ; de 30 a 40, 7:629 ;
de 40 a 50, 2:285; de 50 a 60, 686 ; de 60 a 70,
230 ; de 70 a 80, 36; de mais de 80 annos, 10.
Do idade gue se igora 32. Desles, 19:995 soltei-
rus, e 3:689 viuvos.
Mulheres at 20 annns, easaram 3:159 : de 20 a
30, 12:840; de 30 a 40, 5:615; de 40 a 50, 1:620 ;
de 50 a 60, 260; de 60 a 70, 47 ; de 70 a 80, 4:
de raais de 80 anno?, 7 (III). De que se ignora a
idade 32. Deslas, 21:504 solteiras, 2:080 viuvas,
e 370 exposlas.
O numero dos bitos foi de 76:816, sendo 37:813
do sexo masculino, e 39:001 do feminino. Mortos
nasrenca 1:624, antes do 1 anno 15:861, de 1 a
10, 16:363 ; de 10 a 20, 3:283 ; de 20 a 30, 4:940 :
de 30 a 40, 4:813 ; de 40 a 50, 4:680; de 50 a 60,
6.002 ; de 60 a 70, 8:610 ; de 70 a 80, 7:194; de
80 a 90, 3:352 ; de 90 a 100, 375 ; de mais de 100
annos, 67 de que se ignora a idade, 152. Dcstes,
47:340 solteiros, casados, 17:225, viuvos, 11:635,
de estado que se ignora 596.

Entre as importantes questoes que agitara a opi-
nio publica em Inglaterrra, a mais grave, sem
duvida a do peso que deve ter realmente o filho
do principe de Galles, que nasceu lia lempos em
Windsor.
Sobre este ponto, os espiritos profundamente
descordes, e a naco, dividida em dous pontos irre-
conciliaveis, tendera uns para sete libras e outros
para nove.
O partido das sele nao admitte que o novo prin-
cipe pese mais urna onca, opiniu que repelle com
horror o patriotismo do partido das nove libras,
porque, se assim fosse, no entender dos conhece-
dores, o real infante leria nascido com sete mezes,
circurastancia absolutamente Irregular e defel-
tuosa.
Para calmar os espiritos, foi preciso nada menos
que a intervenfb da principal folha medica do
Londres The Lance!; os sabios e judiciosos orcu-
los d sciencla declararam que nao tendo o novo
principe sido pesado nascenen, era impossivel
flxar ao certo as sete ou nove libras de peso de
S. A. R.

Um curioso de Minde, provincia deste districto,
no concelho do Porto de Moz, pode, forca de pa-
ciencia e trabalho, construir de raz de oliveira
um relogio completo, que funeciona regularmente
dando oras o quartos, e tendo ponteiros para ho-
ras e minutos, tudo da mesma madeira c com
grande perfeico e obra d'arte.
Nem este insigne artista, que se chama Jos
Martin6 de Sena, se lembrou anda de mandar -
por este bjecfo, nem provavelmente alguem o per-
suadi a isso. E, mais um grande cngenbo que
vive ignorado na sua aldeia, como muitos outros
doso ; porquanto as cartas de pessoas que esto rara a necessidade de lo piedoso instituto a seme-
no Rio de Janeiro, e que andam ao fado do>movi- j Ihaaoa do que ha na franja, com ura estatuto ou
atonto do governo, nada absolutamente, nada di-1 reguiaraento aprop iado as iracas torgas da idade
zera a tal respeito ; e por isso aguarda-se com infantil de ambos os sexos, cora o fim do conduzir
palpitante anciedade o vajwr de 17 do corrente, ] a niocidade ao louvavel dever da primeira comuni-
que sem duvida confirmar ou nao a exactido nho sacramental. E' de primeira intuicao o al-
cance de una to santa instituico. Todos coin-
prehendeni o grande debito, em que a sociedade
licou atrancada para com este piedoso missionario ;
desta noticia.
O invern, que se deraorou bastante, mas qne
umlim chegou, tem sido por ora to escasso, que
ainda nao grandes esperanzas de prosperidade
a lavoura e eriaco ; pelo que os-generos tanto de
um como de outr desles dous ramos, conservam-
se no statu quo de sua caresta.
t Em coinpensaco deste mal lemos nosso
favor o inelhoramento da eslalistca criminal ;
pois que do primeiro de Janeiro deste anno at a
presente dala s consta ler havido um homicidio
na provincia, e afora este nenhum outro crime de
vulto que se saiba ; o que tanto mais de admi-
rar, quanto era nenhuma parto da mesraa provin-
cia existe forga, que possa garantir a prevenco dos
deliclos.
Acba-se convocado para o dia 18 do corrente
o jury do Ceara-meirim, q ue por va de regra
sempre sera julgamentos importantes a fazer ; o
por isso se eu souber do alguma cousa notavel,
qne se all passe, prompta e lealinenie Ihe c.oui-
municarei.
t Afora islo, nao sei de mais cousa alguma que
valha a pena referir, pois que estamos na mais
completa paz, a
intriga interminavel e incessante, que reina entre
nos, por causa das polticas opi>oslas.
O Mamanguape est no porto, e '
la para partir : termino portanto neste
Na Paratiyba achava-se concluida a eloico
a gloria do invento ser sempre ura llorao, que or-
I uara a memoria de seus trabalbos apostlicos.
As virtudes do progador, que esencialmente in-
j fluera para obomexito da pregacao evanglica,
I aqui nao licaram sera o desejo do fructo : rincoen
la e tres libertinos que passavam a vida era publi-
co concubinato, espontneamente se eflorecen) a
reparar pelo sacramento do matrimonio os escn-
dalos da vida passada. Que bello triumpho para a
religiao I
Concluida a misso o reverendissimo missiona-
rio ainda se dignou demorarse para deixar, como
deixou, o consistorio era estado de se concluir a
sua obra. Sendo-lho necessario levar a outros lu-
gares guaes'beuelicios, d'aqni parti para a villa
da Penha 23 de Janeiro. Ajoite prudente, mais
do mil e quinheutas mulheres acompanharam-n'o
al o sitio Bem-lca; e ahi a rusta de lagrimas al-
' cuncaram do reverendissimo missionario a proraes-
sa de vir anda pasear algnns das n'esta villa.
desta
villa quatro leguas) fui executado por un concurso
de mais do cen cavalheiros, fazendo parte desta
e querer levar or a Seu "W^>r>to al a Penha (distante
i nede a ma- icomitiva :is ** "' gradas d'aqui.
J' 'Iinn' : O revercndis.-imo missionario curaprio
uuli i Huiran messa' fjzen(1' a su2 "trala n'e?la v|lla
.luida a etoicao do corroate mtjf A jriBM)()au,
para membros aasserablea provincial oopr me.ro as Ur altuilienta ponlloi;it|a
d,sf.c.o, sendo os escolh dos asta: D w Joao demoilstra b de amJMsadc.
F. Moira de Vasconcelos, Luiz Ignacio, Cordeiro, d romnideeii com os
i(...,n^ Aiu,i ri, nhuirn r.anuphn Rmiiisnn "o, qut se tompauttu com os
Liento e Eduardo, capitn Moura
da Assumpco.
c a
COMMUNICADOS.
Rio brande do Norte.
AS MISSSeS NA VILLA DE GOIAXNLNHA,
Tcstemunha oceular dos notaveis acontec mentes
a sua pro-
lia no dia 14
A rraaadade de Xossa Senhora
por lo ob-equiosa
preparou-se de ura ino-
is pequeos recursos
scnli-
Pede a
irmanda-
r'r?- \rannH lle foi aJ"aada em seus esforcos por "toda a popula-
, cao, que generosa se prestou ao servico de urna
' funeco cujo carcter ora todo religiosa
So nao fosse o proposito de contar os factos des-
carnados de tolas as suas particularidades, seria
demasiado longo a narraco, a que me lenbo pro-
posto.
No sitio Bcm-fica propriedade do capito Targi-
no Ernesto Bananeira, estavam tres pomposos ar-
cos, decorados a expensas do mesmo proprietario.
No Irajecto da ra principal at a matriz acnavam-
so dispostos cm pequeas distancias sele arcos.
que lia dous mezes tem presenciado este villa, nao Era abono do bom gosto bastar dizer que foram
devo nega-losao conhecimento do publico, nao s ornados sob os cuidados da irmandade do Nossa
por que ellos despertara novas e profundas refle- Senhora das Dores. Um carro triumphante pariin-
xes aos esp,ntos_ serios, como tambera por que do da matriz acompanhado pela irmandade ese-
deixam em confusao os pintos fortes, verdadeira gudo de urna rica charola, sobre que esteva eolio-
pra.gLV,'n ml^i6'0- cada a veneravel iraager de Nossa Senhora das
aAZTL ^J V'"a ? dia 1S de ^res,foi receber tora da villa a arca era que vi,
c ZL\ enn.^lfttA^hri0J',eVere5di??i,,,0 ro6- nha "" ontra magera de Nossa Senhora das Do-
ITcll Z^ l^pTrthmr^nT0 de Paiva, r^* res ^"encent ao piedoso irassonario. As irraas
res.com o flm de des tribuir aos meus parocluanos trajavam hranco, lendo urna fita azul liracllo.
o pao da palavra divina, apla.nando-lhes o cami-Este praalitoani^aAaa^abLia^aaMda^r
nho da verdadeira felicidade. O povo, presentindo dada preceido pela imagen dairman-
os benelk-ios resoltadas de tao saiuter visita, ag-1 Ao p do arco da matriz (eram tres a imitaco
glomeravasaguardando soflrego o momento em das tres portes principasdb Uumlo^vam dSS
que podena bftjr as maos do d.sl.ncto e piedoso irmas da confraria; e ao chegar o vi 2 S
levita, que cm breve ia abnr-lhe os iesouros do sionario, duas poesias foram or ellas recindZ
christianismo. O desejo subia ao seu apogeu, sa- offerecendo a primeira urna capella e a secunda
bendo todos qne lam receber pela primeira vez um uraa palma de flores arUficiaes. No fim deste re-
missionario fallando a mesma lingua, perfeito co- citaco o reverendissimo missionario agradecca ,i
nhecedor dos costantes do povoLa quem trazia o offeita por meio do um bello e interessante basco,
conforto d'alma, e em cujo coragao fervia indubite- viso, pedindo permisso para ofIVrecer capella de
velmente, a par do amor da religiao, o amor da Nossa Senhora das Dores, e a palma ao seu beni-
patria. dissmo Filho.
Alguem j disse o semblante o espelho d'al-! A' entrada da matriz se achava a irmandade do
ma : e na verdade, n'aquelle ar modesto e re- Sacramento, a qual recebeu debaixa do palito o
o. .
ide, m)
i
>s r".
Corra as azas da fama
O bem que a nos lendes feito ;
Falle o amor que derrama
Expaosoes em cada peito.
Que o diga esta irmandade,
Que por vossa caridade
J colhe saudavel fructo:
Que digam estes meninos
Congracados pequeninos
Por meio de um Instituto, {i)"
Inda o solo brasileiro
Tal confraria nao (inha,
Foi este povo o primeiro...
Em vossas raaos que vinha.
Exulta agora o Brasil
Por ver a idade infantil
Batendo s portas do cu,
E v, constante guerreira,
Nos bragos tendo o cruzeiro,
Contemplai vossos trophos.
Bemdizendo o vosso nome
Com saudade o repelimos,
A ausencia jamis consom
O que no peito sentimos.
Recordara lodos a historia
Dessa bullante victoria
Que pela f aicaugastes;
Foi grande e nobre o esforco...
Para derribar eolosso
Deus sabe quanlo lutastes.
A palavra vossa espada
A ferir os coragoes.
Sobre a paz aqu jurada
Se ergucn vussus pendes.
De que poder se reveste
Essa voz quasi celeste
Que de Deus no amor se nflamma t!...
Sede bemvindo meu pai
Esse menor que ahi vai
Diz quanlo o povo vos ama.
Eu que tambera fago parte
Desta porgo de fiis,
De seu prazer sou comparte,
Aplaudo vossos laureis.
Se eu fura esses jardins
Onde pizain seralins
Collira lindos fesles ;
Mas s tenho esta capella,
Acceitai, as flores della
Vo os nossos corages.
nona mala.
Salve de Dos, pregador constante,
Fiel amante do mandado santo ;
Sede betiivindo, salutar renov
Trazei ao povo que vos ama tanto.
Vos sois o norte, que desfaz os vus
Dos escarceos que a maldade encobre,
Por vos, eu sinto, o coragao se expande.
Exulta o grande, se consola o pobre.
Trazeisnos labios confortavel pao
Para os que vo se abracar a cruz :
Mostris o erro que a razo olTusca,
E o povo busca scinlillanle luz.
Qual vera a briza de gentil manha
Com terno afn rorejar a flor,
Assim, meu pai, nos trazeis ao peito
O doce effeito do mais terno amor.
Vinde, qne o povo ancioso espera
Quem lano impera cun amor de pai,
K quando o povo no amor se inflamraa,
E' pura a chama que do peito sai.
Oh nao lembremos a fatal partida,
Na despedida o clamor que eu vi...
Hoje si ice ole a lelhal marasmo
O enthusiasmo de vos ter aqui.
A branda aragem de lo leda aurora,
A flor que cora no alent abrir,
D'ave o gorgeio que dos ares desee...
Tudo parece festejar e rir.
Estes cffluvios de um sentir tao novo,
Todo este povo jubiloso unido,
O simples gesto da expontanea festa...
Tudo me atieste que vos sois querido.
Minhas irraas (que vos devem tanto'
Na voz do canto ressurabrando amor,
Os paes dos tilhos contemplando o bem
Sim, todos vera no mais puro ardor.
E eu vos trago este pobre palma,
E' de nos a alma mpmrnao singela,
Resta com nosco este cara'csp'ranga
Nossa lembranga levareis com ella.
DISCURSO
recitado por occasio de da r-se
sepultura ao liacliarel Jos
Lourenco Mclra de vaseou-
eellos.
L'm tmulo na torra, e a sauda-
de em nossos coragoes I
Paulino I. Soares da Silva, jnior.
Nao lia ainda muitos dias que o cadver quo
aqui vemos, prestes a desfazer-se e a conAinir-sa
com o uada d onde sabio, era ura ser animado, de
elevado eorago ; delicias da esposa idolatrada, es-
peranga de cinco innocentes lilhos, arrimo do pai
na ultima quadra da vida, satisfago do amigo, am-
paro do desvalido, e guia segura de urna tenra rao-
cidade pelos caminhos da virtude e da (Ciencia.
Ha de repente sua hora final, e mulher e filhos,
pai e amigos e necessitados sao atirados viavez,
orphaudade e dr, sem que podessem ronter o
golpe cerleiro, que o fez rolar da grandeza do mun-
do ao nada do sepulchro I
Quem o dina, senhores, que lo c*do esrivessem
contados os dias do baeharel Jos Lourengo Meira
do Vasconcellos I...
Ha poucos annos que, como o romeiro da Pales-
tina deixa a sua ierra natal, essa Paran} ba de gra-
tas recordagoes, e sem mais recomraendagoes que
o talento, a moralidade e o desejo de ser til a s
e a patria, caminba ao templo da scieacia, depois
de liaver disputado em publico concurso a cadeira
de latim do collegio das Artes, que Ihe proporciona
os meios de ehegar honrosamente ao Hm de sua
carreira litteraria, lomando o grao de baeharel em
direto na antiga academia de Olinda.
E o pobre que partir de sua trra com a capa e
as sandalias do romeiro adquire posigo ; entao
que se revella toda a grandeza do seu cerago.
Reparte com o irmo e o amigo o pao e o fructo
do seu trabalho ; protege aos que o procurara, abre
suas portas e arolhe em sua casa aos que como ello
peregrinan) na jornada do templo das lettras.
Aqui estou eu, senhores, que venho pagar mnha,
divida de gratido a beira do tmulo do meu patri-
cio e bemfeitor ; e vos, collegas, que tambera par-
ticipastes dos influios de sua generosidade moral
comigo, e oremos junios pelo seu eterno repouso.
RUFIBO T. DE ALMEIDA.
Itlt LAGRIMA
vertida sobre ota mulo de O. Ma-
ra Mathllde Passos Ftgnel-
redo.
Vinde candidas rosas, aguecnas
Vinde, rxas saudades,
Orvalhai tristes lagrimas, as c'rtas
Qu' ho de a campa adornar por mim depostas
Era holocausto a victima da morte.
A. Gonc.ai.ves Das, Praneiios canias.
Sob o peso da funrea lago do sepulebro acaba-
de vergar a fronte empallidecida raais uraa rosa,
que apenas comecava a desabrochar no jardira da
vida I... t
A seiencia do Paraizo acaba do apresenlar mais
um de seus tremendos resultados triste resul-
tado I___
O campanario christo nos lgubres accentos fie
seu profundo gemer veto reclamar dos filhos da
cruz mais urna lagrima por raais urna victima da
rr.orte I___
Moi le cruel legado deixado humanidade
afilela pela fatal curosidade de Eva peccadora I
Terrivel parca! Porque nu respetaste a precio-
sa existencia de Mara Mathilde dos l'a.-sos Figuei-
redo ? Nao te abalaran) os prantos da viuvez ? no-
te coinmoveram as lagrimas da orphaodade 1 Se a.
morte_ o castigo transgresso do paraizo, por
que nao poupaste a innocente ? Que feito da jus-
tiga do Arbitro Supremo ? Ah I....
Correi, tristes lagrimas sentidas
Dai dor desabal'o, que me opprime
O triste peilo de geraer caneado___
Aquella, que ainda hontem espargia no regaeo-
da familia, os carinhos de esposa e os desvcllos do
mi, jaz boje oceulta, e oceulta para sempre no re-
gelado trio da campa___
Choremos... choremos, porque as lagrimas so
o balsamo do eorago angustiado I___
E vos lenros arbustos batidos pelo mais norrivel
furacao, curvai a fronte aos decretos da Providen-
cia, e por entre os suspiros da dr deixai escapar
a oracao dos morios, entoai o rrqniescat in pace.
A mi que acallis de perder vella por vossos des-
tinos na manso dos justos.
PP. A A. MM.
Illm. e Rvm. Sn. con roo Joao
Paiva Tobues.
Chrvsostojio db
servado, na mansidio e brandura que transpare-
cem em seu rosto, eslo stereolipados os sentimen-
tos generosos que transbordan) em seu eorago. O
povo tem a sua physionomia natural, que Ihe for-
nece o instincto de apanhar os tragos, e d'elles ll'
distiucto missionario e o conduzio a eapelte-mr.
Logo depois entoou-se um TeDeum em acgo de
gragas ao Altissimo.
As girndolas que ribombavam nos ares, en
competencia com os repiques, barmouisavim-se'
rar, como por encanto, verdades que escapan) mui- com a banda de msica, que acompanbou esta fes-
tas vezesaos mestres das griencia?. Foi assim que tival procisso. t
a presenga do reverendissimo conego Joo Chri- A noite ainda esla villa prostou o seu cortejo
Qual o orvalho de estiva madrugada
Do ether subtil librando'os poros,
Traz seiva, animago, calor e vida
A planta, a flor.
Ou qual brisa vernal ao por do sol,
Da tarde murmurando o hymno agreste,
Move threnos seulidos na folhagem,
Ternas blandicias.
Assim, oh I menageiro da verdade,
Prendendo os coragoes em dore amplexo,
Firmaos do Christo a lei, deixando a f
Nos folhos d'alma.
En troco de tao grato refrigerio
A flor d o perfume, a plante fructo,
E o bosque entrega brisa as leves palmas
Basto e frondoso.
Assim de vossa voz ao brando influxo,
Das paixoes atormenta acalentenuo,
Brote nos pellos; perennal, vicosa,
_________A gratidao.___________________
(1) A irmandade das Dores.
(i) O Instituto da infancia christa.
iiHcahuita ueiloral Una simples tosse pode ehegar a ser mortal se
nao se atalhar tempo ; porin cvilar-se-ha rom-
pletamenie o perigo fazendo-se uso immediato da
Anacahuite peitoral de Kemp,a qual, median-
te a sua benfica influencia, faz ceder rpidamen-
te a irritaeo dus pulmes e garganta o restabelece
a sua aeco vigorosa, regular e saudavel. Os que
dizem que a aslhma ineuravel, muito se enga-
nam. Esta fortificante composigo vegetal subjuga
essa alflictiva moleslia, ainda mesmo quando de-
baixo das formas as mais obstinadas e aggravan-
tes. As anginas nunca terminaro em bronchites,
a tosse cm phtysca, nem a rouquido em aslhma,
se desde logo do seu principio forem atalhados
cora este balsamo vegetal suavisador e sedativo,
seus benficos effeilos sao prompiamente notados
as enfermidades dos pulmoes, dos vasos brou-
chios e da pleura.
Pde-se achar a venda era todas as boticas e
lojas de drogas.
Elein\o por devocao dos jui/.es e tifis
niirdomos quc'lcui de festejar o glo-
rioso mai tvr S. Jlanoel da l'acien ia
erecto na igreja de Nussa Senhora
do iereo uo presente anuo de 1864.
Juiz perpetuo.
O Illm. Sr. Manoel Carreiro da Silva.
Juizes por devocao.
Os Illms. e Revd. Srs. :
Frei Joaquim do Espirito Sanio.
Padre Antonio Mello e Albuquerque.
Juizes protectores.
Os Illms. Srs. :
Manoel Izidoro Oliveira Lobo.
Manoel Ferreira de Souza Rarboza.
Juizas por devogo,
As Mimas. Sras. :
D. Francisca Mara das Chagas Reg Bastos.
I>. Candida Francisca da Trindade.
Juizas protectoras.
As Rimas. Sras. :
D. Maria de Almcida Lima.
D. Thereza de Jess Oliveira e Mello.
Mordomos,
Os Illms. Srs. :
Manoel Ferreira dos Santos Jnior.
Manoel do Nascimento Pinheiro.
Manoel Fernandes Fradique.
Manoel Fernandes dos Santos.
Manoel Pairo do Nascimento.
Manoel Martfns Lopes,
Manoel Joaquim Mcndes Amorim.
Manoel Jos Pereira de Oliveira.
Anselmo Jos Pinto de Souza Jnior.
Antonio Pereira de Souza.
Jos Prancisco Mendes Amorim.
Padre Albino de Carvalho Lessa.
Padre Francisco Joaquim Pereira.
Frei Antonio de Santa Rita.
Miguel Francisco Marinho.
Mordomas.
As IHroas. Sras.:
D. Maria Caetena Leito.
D. Joaquiaa Aniunes da Silva,



S*
I
D. Francisca Eugenia Casado Lima.
1). Jnvina Cuidla Barr! da Konseea.
D. Joaquina Felisberta de Albuquerquo Ribero.
D. Margnrida Francisca da Menezes Amorim.
1). Sinhorinh Amelia Gomes das lanos.
D. Monica Souza l'inlo Pessoa.
]>. Juanpa Mara da Coa<'e49w Brit.
I). Felicia d'Assu.npco Pereira Prente*.
P. Antonia Querina Barral da Fonseca.
D. Joanna do Rosario Goncalves Machado.
D. Mana ProBla daConceicao Cardozo.
Encar regados.
Os Illins. Srs. :
rsncsco Jos Ferreira Bastos.
Daipn Jos da Silva Santiago.
enrique Jos dos Sanios.
Joaqum Scveriano Nogucira.

23fi
Fhi)Iea.
i'tlicrio de veame por mim preparado,
dcamenlos nesta provincia s vendo em minh* bo-1 A arrematacao sera felta iw forma da le provn-
tica M ra Diretla n. 88. I eial n. 343 de 15 do maio do 1854 e sob as clausulas
Jote da Rocha Paranhes. lespeciaes abaixo declaradas.
Razare* do Cal*, ? de sctembro de 18W.- Ai peanas que se propuzorem a essa arroma
Illm. 8r. Jase da Ifccli* Paranhos. 'om o maior taco comparecen na ala das sessoes dar
praxer levo ao conhecimento de V. S.. que o dnon-jjuma o da aeimn meneionado, pelo meto
le ene V. 8. aehatse i niWnin>irainLt fn" remedios, competentemente habilitadas,
acba-ae no.lodo reslabeleeido, portante, nada ente, E para constar se mandou publicar o presente
leno desapparecido no todo a tosse, tem nuil,pelo jornal. .... n____
disposicao comida e acha-se nutrido. DeiXou de Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
tomar os ltimos remedios que V. S, recemw n;iucn, 5de abril de 186V-O secretario, A. r. ae
dia 30 do passado, resta agora V. S. mandar- Annunciaeao.
me- dher ll a dieta me o doente deve cooser- CLAUSULAS ESPECIAES PARA ARREMATACAO.
var e por uuantos lempos, mencionando as comi- !. A obra da reconstruyo de 248 palmos cor-
das que dever usar daqui em diante. rentes de caes na ra da Aurora sera fela
Resta-me a-ora agradecer Y. S. o cuidado que de confjrmidade com o oreamento respcriivo, ap-
loinoo o irataoieato do mon sobiinho, abaiio de^ provado pelo conselho da direrlom das obras pu-
Deus, devido o seu reslabelccimenlo a pericia de Micas, na importancia d< *0403000
V. S- eiiar s*o podo V, S. sempre contar cen os! 2-' Os patnenlos serao fetos em duas presta-
meus diminutos prestimos, o desejarei em todo o cues iguaes, sendo a primeira quando os trabamos
lempo dar urna prova do meu reconheciinento. I estiverem em meio e a ultima quando liver logar a
rida
-
lempo uar urna prova
Desejo a V. S. toda
muilo tem aproveilado aos que solrom desta mo- V S. mu lo respe. lador e obngadissimo criado.
lestia, e de lamentar-se, que, no obiuario desta
cidade a maioria dos ipie sucumben) de tubrcu-
los pulmonares, sem procuraren o recurso do pra-
*eo e do esprtenle, que llies podem encaminhar o
meio de sua salvado.
O Sr. raga con loja de ferragens na ra
Dircila, foi desengaado |or dous habis m-
dicos, acha-se bom com o Iratamento i>or mim
rescripto.
A Sr. Jeronyma Mara da Concelco, moradora
DA travessa doMonteiro n. 10, achaudo-se desen-
flnada, lamben mim recorreu e acha-se reata-
Mecida.
l'in Milu inlw do senhor proessor de Xazeralh do
Cabo, arha-se bom, como se ve de sua carta abaixo
transcripta, aliu de oulros factos, que poderia aqu
menciouar.
A ntitysica .a deatmicao e a magreza de todo
orno, en conseqnenc de chagas, tubrculos, e
coiierecco dos bofes e de empyema, atropina ner-
vosa, e cintras molestias que vician os humores,
como escorbuto, alporcas, gallico, asthma, bexigas,
sarampo, etc.
Na phiysca, chegando ao eslado de cravidade, o
que muflo pode concorrer para a Valvacao do
doente e ajudar os modcamenlos o ar do campo,
exercicio conveniente e dieta, a qual nao deve ser
de nenhuma cousa quonte, ou de diflicil digeslfo ;
e a bebida cuuipre que seja de uatureza branda e
fresca.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a moderar
a acrimonia dos humores, e a nutrir, e susler o
doenle, para o que preciso reduz-lo ao uso de
vegelaes e leile.
Toda comida e bebida, que se tomar ha de ser
em poucas porcoes, para evitar que o excesso do
ch> lo fresco opprima os bofes, e accclere muilo a
circulaco do saugue.
Miiits doentes desla molcslia se teem entregue
as uso do oleo de ligado de bacalho, e nutras pre-
prameos de resinas e blsamos, son que dellas
leaham tirado pro vello; e alguns expositores de
tnedecina coinbateii com inuita ruad esse Irala-
inento.
E' costiime carrejar o eshimniro do doenle com
inedicamenlos oleosos e balsmicos ; porn esles
em vez de tirar a causa augmentam-na, esquen-
taado o sangue, ao mesmo len|io que tiran o
apetite, relaxan os solidos, e sao de toda sorte per-
niciosos.
Tudo que se fizer para extinguir a losse, alm
do e\erncio e regimenvjM'i'UTn iado devem ser re-
medios de uatureza acida, detergente c calmante.
Os accidos possuem a virlude de produ/jrem
Jions elfeitos nesla enfermidaile, porque, nao s
contnlitiem a apagar a sede quando acometlem a
febra elliiea, mas lamben a refrescar o sangue.
Aos doentes desta eiifermklade, quando o seu
estado de gravldade tal que a febre cibica os
aeometle, prescrevo-lhes o sueco de um liado
hssolvido en urna chicara d'agua com bastante
assucar em um grande copo para misturar com
um papehnlto dos pos refrigerantes para tomar,
om que alivian) no acomi.'lliinento da febre.e pela
Jiianhaa o xarope etherio de veame. Tenlio acon-
selhado, que facain uso de vegelaes de naluieza
acida, como larajas, limoes, pitangas, uvas ele,
f applicacoes il" |>lanlas amargosas, que fortifican
o estomago, e servem ao mesmo lempo para destruir,
c mitigar a sede.
A Sr." 1). Joaquina de S Brrelo, tendo urna
sua escrava fallecida desta molestia submeitida ao
iratamento de seu medico, resol ven procnrar-nie
para tratar de um oulro escravo, que sonra da
mesma enfermidade, preaerevl-ln o xarope de ve-
Jame, tem melhorado consideiavelmente.
' A senliora do Sr. Antonio Francisco Honorato
foi desengaada por habis mdicos desta cidade,
estove proslada, e nos ltimos paroxismos da mnrte,
oi com o xarope de veame salva, como se v da
parta impressa no Jornal do llecife do 9 de feve-
l'iiio de 1863.
O escravo Emilio do Sr. lenente-coroncl Rodol-
phi Joo Barata de Almeida, foi lambem desen-
gaado por habis mdicos, e com o xarope de
veame acha se completamente relabeleeido, como
se v lambem da carta impresea do mesmo Sr. te-
ande-coronel no mesmo Jornal do Hed?.
O Sr. Antonio Christiano Fogt, lho do Sr. Chris-
iano Fogt, proprietario e estabelecido na cidade
de Macei, o primeiro bom conhecido nesla roda-
dc>. pois que foi enipregado na casa do Sr. Len
Clianellin relralisla, estabelecido na ra da Inipe-
raiiiz. aromellido desta molestia foi aqui desenga-
ado por habis mdicos : reliroti-se para a Babia,
e .illi conlinuou em tratamenlo. al que foi se-
4,'iimla vez desengaado pelos mdicos d'alb, che-
ir nulo en a Macei, um amigo pedio-me, que o
acompanhasse at a casa do Sr. C.hrisliano para ver
um doente e prescrever-lhe algnm remedio, encon-
trei o llllio em urna cama desanimado e em eslado
de prosuacad, pos<|ue wcarrava sangue, e tinlia
- omplela inapetencia, e flaqueza, a |Hinto de nao
se poder por em p, no lio d Mrope etherio de veame j se achava elle no es
lado de passear em casa, desapparecida a inape-
tencia, e os escirros de saugue: e a tosse mi-
tigada.
No liui da segunda j achei em eslado de faz-lo
passear pelo sea sitio todas as manhaas. Acabada
esta o acooselhei, que continuasse uo uso do mes-
mo sarape Iberio alternado com o charo|c alcoo-
Jico de veame, e que BMM dos banlios salgados
na pancada do mar. Sentio elle nos priineiros
Jianlios alguns choques, mas em o aconselhei que
Ofltiouasse, com o que se tem dado muilo bem,
pois que. tenbo recebido cartas de Macei, en que
.-e me coinmuiiica o seu bom estado.
-Nesla inoleslia os expositores de medicina nao
aconselham banhus salgado*, apenas quando d'elles
tratain, dizem ser applicauos contra as escrfulas,
JiM'OCliondri, cstherismo, amenorrhea, raethis-
nio etc.; enlretanto vi esle bom resultado no lho
de Sr. Christiano, e oulros factos igoaes tenlio vis-
Ve as molestias siphylicas, e outras militas que
com o uso do xarepe alcooliro de veame tem se
iliiido ora radical.
O Si. J)r. Silva medico hbil de Macei. depois
de ter applicado a um seu doente de rheumallsmo
*> xarojie alcoolico de veame, logo quo ello se
poz em eslado de largar as motetas, em que an-
dava arrimado, o aconselhou que continuasse com
v oso do nit!.-iBo xarope conjum'temente row os
bauhos salgados, com que se tem dado muilo bem,
e um dos mdicos, que all en Macei ten com-
j.l. la eunllanea as prepara;es de velante por
mim feilas, pelos bons resultados, que lem oMido
em sua clnica.
Quando alguem se v com losse vai no medico,
ste o examina e declara o senhor esl alfectado
los puluieso doente desanima, com esta sonten-
;a entende estar sem^mais cura, quando os factos
-i a exiwrk-ncia teem demonstrado que muitos, ten-
ilo procurado o lugar apropriado, se tueo salva-
.li; e assim cxplicam muitos expositores de me
dcina.
Ura, nesta provincia temos farilidade boje e re-
curso do ar ; por que a va frrea nos proporcio-
na, pois que en pouco lempo urna pessoa que exis-
te nesla cidade fcilmente se transporta para as
ltimas estacos de Gaineleira e Una, lugares per-
fu do Bonito e de oulros pontos que sio cousdera-
.los orlad, quanio mas que os mesmos lugares
ja nfui sao maos,.segundo, peu>o, pC|incpalneile no
verfto.
Mas dirse-ha urna pessoa pobre nao tem mas
de se transportar e d'alli oslara isso se res|ou-
4le. ijue, naqoelles lugares existem casas vasias e
allogam-se por prego commodo, e mesmo muitos
^mu/ros de priineira necessidade. all se vendem
mim mesmos preces que aqui.
A pielles. pois, que esiivorem neslas circums-
^Mci'|s, eu Ibes facilito explicar os meios pelos
jjuaes se devem reger, e Ibes fornecerei os medi-
rtmmVr graluitamcnle.
Um deixarei d advertir ao publico, 4]inr as mi-
iihas f repimcoes <\* wl.ttnc sao niunias ci*n ou-
iio- iii"re.lieiiles, e com ellos tenlio obtido ptimos
resultados ; nao se engae o mesmo publico com
muros que foralu se annunciam. coja* (trepara-
os ignoto, a*''"1 como aproveilaiMeiilo dellos
enfermos, a quem por ventura lenham sido ap-
idicados ; cada um respondo por si, e eu afflrmo
[om verdade o que aqui leuho relatado, cojos me-
s venturas, por ser de
i
Franoisco Bermuer Cesar de'Menezes.
COMMERCIO.
novo iu\:o u peiswubico.
O novo banco de Parnambuco paga o 18* di vi'
dendo a razio de 90 por aceao.
Alfaatlega
ftendimento do da 1 a 6.......
dem do da 7................
ll:ti7**ISi
3V957*8t)4
M#vlanrasto da alf :im*c&*
131
2*4
134
1,080
Votantes entrados com fazendas.
cen gneros.
Voiumes sabidos
com
com
fazendas...
gneros...
Descarregam no dia 8 de abril.
Patacho argentinoR & Ccarne secca.
Patacha nacional -Beberibe -diversos gneros.
Barca inglezaFuio-carvo depedra.
Barca ingleza -Serafina mercaderas.
Patacho dinamarquezAticecarvo.
Brgue inglezWi'//nm carvo, ferro e pedra.
Barca inglezaEnehynuon -carvao.
Kecebedorla de rendas Infernas
geraes de Pernambuco.
Rendmento do dia 1 a 6........ 4:667|42
dem do da 7................. 5505173
5:217*601
Conanlado provincial.
Rendmento do dia 1 a 6 ......... 17:004*3
dem do dia 7................. 3:091*100
20:09^1133
entrega da obra.
3." O arrematante dar principio aos trabamos
no prazo de 20 dias, e os concluir no de 05, am-
bos contados da data da arremalacao.
4.* 0 arrematante nao ter direito a nenhuma
oulra reclamacao ou indemnisacao que nao pro-
veniente do caso previsto nos artges "i e do or-
namento mencionado.
5.* Para tudo quante aqu naoestiver previsto,
regular-se-n pel que dispee a lei.Conforme, A.
F. de Annunciaciio.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, ofcial da impe-
rial ordem da Rosa e juiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recife, por Sua Ma-
gestade Imperial e Constitucional o Sr. U. Pe-
dro II a quem Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 25 de abril
156-6304250 *0 carrente anno se ha de arrematar em praca pu-
== blica deste juizo, na sala das audiencias, um piano
[de Jacaranda em bom eslado, avahado por qui-
nlienios mil res, e tima escrava de nome Marga-
: rida, avallada por um cont c duzentos mil res,
o"- I a qual orioula, e representa ter quatorze anno?,
e foram |>enhorados Jos Mara de Carvalho Ju-
| mor por si e como tutor dos menores, por execu-
cao de Jos Joaqum Lopes de Almeida.
E nao haveodo lancador que cubra o preco da
avalacao, a arrematacJio sera feita |>ele valer da
ailjidicaeao com o alialiniento da lei.
E para que chegue ao cohecimenlo de todos,
ser publicado esle na forma do estylo. Recife, 7
de abril de 186'. Eu Manoel Mara Rodrigues do
Nascimento. escrivo, o subscrevi.
Tristiio d* Alencar Araripe.
Francisca Lucio de Castro.
Francisco Moreira da Cada.
Hermenegildo Fernandes de Soasa Lobo.
Jos Joaqun Alvos de Amorin (2).
Maria do Rosario Pereira da Silva.
Manoel Jos Dantas A Filho.
Manoel Jos do .Nascimouio.
Manoel da Silva Mondonca Vianna.
Tribunal do comiuercit.
Pola secretaria do tribunal do commercio de
PMTwnboco se faz publico, qae nesta da dea re-;
gstrado o distrato da aociedade de Manoel do Cou-!
to Gaedes, Jeao Bapti9ta Goncalves e Antonio Lo-
pes Pereira de Mello, que gvrava nesta prac.aaob a
firma de Amonio I. Pereira de Mello & C, ucando :
cucarregados da liqnidarao os dous priineiros, des-!
de 31 de jnlho de 1859, quando coflsideram eslinc-'
; la a referida sociedade, e o ullinm pago do seu ca-
i pilal c desonerado de qualquer responsabilidade.
Secretara do tribunal do coinniarcio
; nambuco C de abril de 1864.
Julio Guimaraes,
Ofllcial-maior.
Para o dio Grande do
numero 30. ^ r
LEIIOIS.
C osnpanlila de avallarla de
ornainlmro.
A mesma companhia precisa contratar o furne-
cmento de mel de furo para a cavalhada. Rece-
O agente Almeida far leilao, requerimento
de Per- dos administradores da massa fallida de Novaes
I & C. e despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
'commerciodas dividas activas da mesma massa
1 na importancia de 187:4835203 rs. cujos ttulos se
agente
j acliam em poder do mesmo
ser examinados.
ihmi:
Em seu escriptorio ra da Cadeia
onde podein
do Recife n.
1,214
bem-se propostas no dia 16 do crrente at ao
meio dia, na secretaria da dita companha.
Quarlel no Campo das Priocezas 7 de abril de
1864.
Manoel Porfirio de Castro Araujo.
Capilo commandante.
a Praga re uioveis,
Sabbado 9 do correte, pelas 4 horas da tarde, I
depois da audiencia do Sr. juiz de paz

48 s 11 horas.
LEILAO
tro.
DE
I ni bote f hu i-lirn o
HOJE
O agente Pinto far leilao requermento de
do 1* dis-; William Kelev Jnior (apilad da galera americana
trelo da Boa-Vista, lem de serem vendidos os mo- CrcouU,e com autorisacao doSr. inspector da al-
veispenliorades a Joo Cancio da Silva, na iraves-' fandeRa de um ^g e um chronometro, objeclos
sa do Veras, por execucao de Jos ionijalves Fer-
rara-Costa.
Na subdelegaeia da freguezia do Poco da
Panella, existe um anel de ouro, que foi tomado a
um preto escravo, que o anda va vendendo e diz
que e liuha adiado : quem se julgar com direito
ao referido anel e dando os signaes do mesmo Ihe
ser entregue. Subdelegaeia de polica da fregue-
zia do Poco da Panella, 5 de abril de 1864.
O subdelegado,
Joo Paulo Ferreira.
salvados da referida galera. leilao ser effec-
tuado s 10 ho>as do dia cima dte e em presenca
do cnsul dos Estados Unidos, no trapiche da al-
fandega. ___________

HS
THEATRO
DE
DECLlfilCOES.
MOYIMENTO DO PORTO.
Nano sahido no dia 6.
PenedoHiate nacional S'ini'i Rila, cap tilo Joa
quin Antonio de Fgueiredo, carga differentes drado, cabo de
gneros.
JfilOJOS entrados no dia 7.
Cear e porlos intermedios5 dias e II horas, va-
por nacional Miunnnjiuipe, de 337 toneladas,
commandante Manoel Rodrigues dos Sanios
olorra.
Xew-York 57 dias, barca americana t'aijle, de
200toneladas, capilo Gavilt, equipagem 10, car-
ga dilferentes gneros; a Henry Forster t C. de largura 6,
Arribou esle porto com agua aberta : seu des- ditas pequeas 3, gral de pedra con mao I, podra
lino era Talcnnham. marmore polida I, es|ialula de inarllin 1, copo gra-
Sanla Camarina pelo Rio de Janeiro -24 dias do duado do vidro de 1 a 16 oncas, funil grande de
Pela suldelegaca do Recife se faz publico,
quo se acliam depositados dous carneiros, sendo
um maior que oulro : quem for seu dono cumpa-
reca nesta sultdelegacia, que dando os signaes cer-
los Ihe serao entregues.
Subdelegaeia do Recife 5 de abril de 1864.
O subdelegado,
Luiz Antonio Goncalves Penna.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objeclos se-
guintes:
Para o arsenal de guerra.
Len^es de zinco com 9 palmos de comprimenlo
e 4 ditos de largura que facam 1,600 palmos iiua-
le hnho branco de 1 l|2 ollegada 2
pecas, linhas de barra para caixas de guerra 20
pegas, cabo de lnho vellio 20 arrobas, rame de
ferro proprio para amarrar 2 arrobas.
Para a companhia de cavallaria.
Luvas 10 pares, tordas de linho 150 bracas.
Para o laboratorio.
Peneira de cabello 1, ditas de seda 2, facas finas
6, encerados com 8 palmos de comprimenlo eS
lesonra grande para cortar papel 1,
S. ISABEL
i:hpiii:/.%
GERMANO A COlftBRi
SABBADO, 9 DE ABRIL DE 1864.
*' Recita da asslgnatnra.
Represenlar-se-ha o cxcellunte drama, original
brasleiro do Exm. Sr. Dr. Macedo, em 5 actos. .
Ll\0 E V41D.4DE.
LEIL.VU
DE
ms*
Terminar o espectculo
dia em um acto,
com a graciosa come-
A Viuva da Camelia.
Comcear s 8 horas.
primeiro porto e 12 do segundo, escuna nacio-
nal Camponmi, capilo Jos Gregorio, equipa-
gem '. carga 1,500 alqueres de farinha a Mar-
ques Barros 4 C.
Baha5 dias. crvela americana a vapor Wachu-
w/, commandante Collins.
/Vamos subidos no mestw dia.
Rio Grande do SulBarca brasileira Clementina,
capilo Joaqum Antonio Gadre Jnior, carga
carvao do pedra e oulros gneros.
MarstillePatacho italiano MnvVi.capitao Luiz Ito-
zano, carga assucar e algodao.
MarseillcBarca franceza Yille de Frontingnan,
capilo Rouse, carga a??ucar.
AracalvHiate nacional Exhalurjio, capilo Tra-
jaao'Antunes da Costa, carga diferentes g-
neros.
EDITES.
vidro I, jarra de barro I, chinchas pares 100.
Quem quizer vender taes objeclos, apresentem
i as suas propostas em caria fechada na secretara
| do conselho, s 10 horas da manha do dia 8 do
correnle.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 1 de abr de
1864.
Antonio Pedro de S barreta,
Coronel presidente.
Sebaslitlo Jos liaxilw Pijnlw.
Major vogal.
Couselbo ailniiiihtriiimi.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objeclos
seguintes:
Para o pro.-i dio de Fernando.
Fruta-pao 50 a 100 pfe, abarate 50 a 100 ps,
tamarindo |30 a 100 ps. palmeira mamonacu'SOa
100 ps, ditas carnauba 50 a 100 pos jaque-iras 50 I
100 ps, bananeiras inaca 50 a 100 ps manguei-
50 a 100 ps, limen as 50 a 100 ps, limo d-
Faiuldiiile de Direi o
De ordem do Exm. Sr. director se faz publico
que est posto a concurso com o praze de 4 me-
zes a contar da data desle, a cadeira de lalim do
curso preparatorio desta Faculdade e o candidato
3ue se quizer inscrever deniro do referido prazo
ever previamente justificar perante o Exm. Sr.
direelor : 1 ser cidado brasleiro; 2" maorida-
de legal; 3o meraldade por meio de altestados
dos parochos e de folhas corridas, nos lugares
onde houver residido nos cinco ltimos annos;.
4U cauacidade prnfessiunal. Os que porm Uve-!
rem sido em algum lempo condemnados a gales i
ou soltrido aecusacao judicial ile furto, roubo, os-
lellionato, banca rota, rapto ou oulro qualquer cri- \
mo que offenda a moral publica ou a relgiao do
eslado, nao se podero inscrever excepto se a oc- '
cupagao judicial livor sido argida de falso, pelo
candidato, e nao houver provocado condemnaco
judicial, e assim o decidir a eongregaco por via
de recurso, inlerposto deniro de dez dias. Para a !
capacidade professional dever exhibir o candida-
10 algum dos documentos seguintes : Io titulo de,
capacidade na materia em concurso, conferido pe-
lo conselho director da inslrucco primaria e se-
cundaria da corte; 2o titulo de proessor publico,
lambem da materia em conenrso, concedido pelo '
governoimperial; 3 diploma de hachare! ou de
doulor as faculdades do im|ierio
eslrangeiras, ou bacharel em lettras, salvo as pes-
soas notaveis por seu talento e reconhecidamente
habilitadas, que forem dispensadas desta prova
pelo governo, ou que se quizerem prestar a um
examo previo, lude de c.onferindade, com o cap.
'" do regulanMnto de 5 demaio de 1856. Secre-
taria da Faculdade de Djretto do Recife, 7 de
abril de 1864.
O secretario.
Jos Honorio Bescrra de Menezes.
Ollhn. Sr.insperior. dalhesouraria provincial,
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 17 do correnle, manda fazer pu-
blico que o concurso
ras
ce 50 a 10 pes, larangeiras diversas 200 |>es, se-
raenles de algodao 2 arrobas, ditas de dito amarel-
lo 1 arroba, ditas do iuliame 1 carga, ditas ou mu-
das de madeiras de construccao ou outras arvores
fructferas, come mac-aranduba, angico, embiriba,
pao d*arco, genipapo, pao amarello, castanhas, ci-.
cupira, batinga : lodos esles objeclos acondiciona-
dos em vaslhas que possam ser Iransportados ao
mesmo iiresidio.
Quem quizer vender taes objeclos apresentem as
suas proposlas em caria fechada na secretara do
conseibo, s 10 horas da manha do da 8 do cor-
renle.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 1 de abril
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
Selmstio Jos Basilio Pijrrho.
Major VOgal.^
Censelho adaiaislravo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos se-
guintes :
Agua de labarraqne 40 garrafas, agurdente SO
garrafas, alcool a 36" 50 ditas, assucar de leile i
libra, abniscar 4 oitavas, assucar refinado 12 arro-
bas, actalo de morpliina 1 onca. acetato de chum-
i ara.l'e'mias ^ '* librai!' beijoim 2 libras, brax 2 libras, canta-
I ridasO libras, cera branca 1 arroba, cera anurel-
la 2 ditas, carbonato de potassa 2 libras, carbona-
te de magnesia 1 dita, chlorato de potassa 8 en-
eas, camphora 4 libras, caixas para pilulas com-
Deulo iodureto de mercurio 2 olavas, extracte da-
belladona i libra, dito do acnito 2 oncas, (ios de
i linho 16 libras, llores de rosas 4 ditas, iodureto de
potassa 8 libras, dito de chumbo 8 oncas, dilo de
ferro 8 ditas, linhaca 2 arrobas, malvas 1 arroba,
manila comuium d primeira uualidade i arroba,
manteiga de porco 4 arrobas, oleo de ricino 5 ar-
robas, dito de mastrusso 24 vidros. dilo de amen-
doas 16 libras, dte de figado de bacallao 8 ditas,
dilo de livein 32 ditas, perchlorurelo de ferro 8
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos porlos do sul esperado
at o dia 14 do correnle um dos
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do coslume se-
guir para os portosdo norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devora
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete ate o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo A C______
COMPA1YHIA
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
At o dia 14
do correnle es-
pera-se da Eu-
ropa o vapor
francez Eslra-
madnre. o qual
depois da demo-
ra do costume
seguir para o
Rio de Janeiro locando na Baha, para passagens
I etc., trata-sc na agencia ra do Trapiche n. 9.
Os passageiros de Peniambuco para os portes
! da Europa que queiram segurar as suas passa-
I gens a bordo dos paquetes desta companhia nos
i mezes de maior afflucncia tem a faculdade de as
I lomar no dia en que os vapores segueni par:, o
| sul, pagando porm como se fesse do Rio de Ja-
neiro.
Raa de AH *K>-
hoji:
O agente Pestaa legalmonte autorisado por
urna pessoa que so relirou pira a Europa far le-
I lo de toda a sua mobilia consslindo em rica mo-
, bilia de Jacaranda lampos de pedra, inagnificoit
i espelhos com mesas lampos de pedra. cama de ja-
| caranda, tedeles, guarda vestidos, apparadores.
mesa elstica, mesas, marquezas, cadeiras, guar-
da louca, louca de jantar em apparelhos, vidros,
porcelanas, candelabros, serpentinas, irens de co-
sinha, cofres, jirros e um excedente cabriole!,
alm disto muitos oulros objeclos que impossvel
enumera-I >s e que serao patentes, assim como
alguns escravos : soxla-feira 8 da correnle pelas
10huras em ponto na ruado Apollo n 35._______
LiElliAO
DB
Movis c ontfros multo arllgos.
UOJE.
Sexla-feira S do correnle ao meio dia.
O agente Olimpio em seu armazem ra do
Imperador n. 16. vender em leilao mesas de
nieiode sala, marquezas, apparadores, cadeiras,
camas francezas e oulros muilos objeclos.
&3SS3 "
DR
O agente Almeida far leilao requcrimenlo
dos administradores que foram da massa fallida
do fallecido Joo Jos de Gouveia e por despacho
do Illm Sr. Dr. juiz especial do commercio de um
escravo de meia idade.
bio.ii:.
No armazem da ra da Cadeia do Recife n. 48,
s 11 horas.
; Na mesma occasio ser vendida por cotila e
risco de quem iierlcncer una bonita escrava de
117 annos propria para servico de urna casa de fa-
milia.
4^Bmonar-a.
An in:Ml**OnO e 3:#4
Corre hoje.
Sexta-fcira, 8 do correte se extrabir
a urimeia parle da primeira lotera da
'ftj4 df N. S. do Amparo da cidade de
Coianna pelo plano ultiniaiiiente adoptado
para as luteiius exlraonliiiarias.
Os Irideles, meios e rnirtos estarie
fonda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15 e as casas commissionadas.
Os premios de IO:OOOifOOO at OiOOO
serao pagos urna hora depois da extrccao
at s 4 horas da tarde, e os outros nndia
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesooreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
~mk 4 F0KTM1
aos orooo.ooo
Itllhclf s garantido
k' na de Cresol u. 23 e easas de coslume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mu
afortunados bilheles garantidos o do n. 1773 com
a sorte de 5:0004, n. 2486 com a de 1:2004, e ou-
tras muitas de 1004, 404 204 da lotera irue
se acabou de extrahir a beneficio do Gymnasio,
convida aos possuidores de ditos hilbetes a virem
receber seus res|ieclivos premios sem descont
algum em si'ii estabeleciinenlo Casa da Fortuna
! ra do Cresjio n. 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito sta-
; belecimeuto e as outras casas do coslume os ne-
vos e afortunados bilheles garantidos a bennlei
da igreja de N. S. do Amparo de Goianna, que se
dever exlrahir no dia 8 de abril pelo vanMjose
plano das loteras exlraerdinarias.
t"recuN.
Bilhetes inteiros..... 12*000
Meios......... 64000
Qnartos........ 34000
Para as pessoas que comprarem
de 1004 para cima.
Bilhetes........ 1IJ00O
Meios......... -,4500
Quarlos........ 247S0
Manoel Martint Finia
Precisa-se faltar na loja a ra do Cres
|w n. 17, com os senhores Firmino Hoi
teiro da Silva Carnciro, Pedro Barbosai
da Silva, Jos Antonio Lopes Jnior
negocio de interesse.
c\ss
para al "(jar
Aluga-sc a casa n.i ra do Mondego n. 7, com
bous commodos para familia, tem 2 salas, 4 qnar
tos, cozinha fra, quintal e cacimba, e na ina-Di-
rela n. 36, loja, que serve para um estobelcci-
meiiio ou casa de morada, tem quintal c cacimba :
trala-se na ra da Cadeia do llecife n. 29.
Precisa-se de urna ama que compre, engoni-
nie e cozinhc : na ra de Aguas-Verdes n. 6.
Jos Antonio Moreira Das cidado braslei-
ro va i Europa.
IEIIAO
S:ilili;iil( !> de abril as 11 horas rua
da Caricia numero 53, ariuazcm.
DE
l ni: escrava i*iiula, iilade **
annos, babllidndes. cosinlia e
engoanuia.
i ma mobilia le Jacaranda ou-
lra dita de amarello.
Pelo agente Euzebio se vender pelo maior pre-
co que se adiar um i escrava de nome Luiza, bo-
nita figura, com habilidades, engomma e cosinha.
os pretendentes queiram aproveilar a occasio.
: me 6 libras, sanguoxugas hamburguezas 200, sal-
bradas, arithmetica e suas "apploacOs, com es
^Urd^nsTfc&^lj^t1 SS&t!6Sta! tse
^Sb"eu^l;eut^e,,,^,veren, boa """SSS-!-T5SS SftJSRJ
e Mttberem lingius e-lraogoiras. ^ fi .,arrafas xafoue de Naife 24 ti-
E^onstar se manden publicar o ^J^^^T^^^l
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pemam- i*r%e ****> dlU,s dtdUo Ui,a'"Ue leve 2J*-
&.Lt-Tr dC ,864" SeCreUr0' K -m Vtor vender laes objec.osapresentems
- Por ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica MS Pposlas em carta fechada iw secretaria Jo
faco publico para cohecimenlo de quem pclsmin-!eonseiho as 1 h,Kas da manhaa ** d'a 1J d COr"
teressar, que tendo-se ultimado a obra do calca r*5lc/ i,,,-,,;,, ,,;.,, .-,.,
memo da ua da Aurora, fia.no prazo de contados depois da publicaeo deste cdital.em seu 'men, doarse,,al dc S* ( abr"
inteiro vigor o que foi determinado por edital de "* '*"
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlos do norte espera-
do al o dia 17 do corrente o va-
por Oyapock, commandante o
primeiro lente Antonio .Maree
ino Ponles Hibeiro, o qual depois
da demora do coslume seguir para os porlos do
sul.
Desde ja recebom-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
meadas e dinheiro a frete at o dia da sabida s 2
horas, agencia rua da Cruz n. escrplorio de
Antonio Luiz de Oliveira Axevedo & C.
COAIPANIIIA PEilNAMItCANA
DE
Mavegacio cosicira a vapor.
Macei e escalas, Peiirdu e Aracaj.
O vapor Parahtfha, comman-
dante Martins, seguir para os
li/i^v porlos indicados no dia 9 do cor-
" rente s 5 horas da tarde. Hece-
____ ber carga al o dia 8. Encom-
: mendns, passageiros e dinheiro a frete at odia
! da sabida s 2 hor.is : eseriplorio no Porte do
altos p.l.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DK
Xavegavo cosicira a vapor.
Fernande de Neroim*.
No dia 13 de ahnl prximo,
ao meio dia, seguir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Ma-
mangvapr, commandante Mou-
ra.___________
Una de S, Miguel.
Sahe com a maior brevidade o patacho porlu-
guez Souza, anda recebe alguma carga : a tratar
com o seu con-ignataro, na rua de Apollo n. 4.
88 de marco do anno prximo passado, relativa-
mente ao transito de carros, mnibus e oulros ve-
hculos de comiuccao peta ponte d Boa-Vista o de
Santa Isabel, os quaes devoran -rnenlo sabir pela
ptimeira e entrar e sabir livremenle pola ultima
alim de evitar o cnconlro dos meamos vehculos
pela referida ponte da Boa-Vista.
Secretaria de polica de Pernambnco, 31 de
marco de 1864.
N impedimento do seerelario Jos Xavier
Faustino Ramos. *
-0 Illm. Sr. inspector da tliesenraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 28 do corrente, perante a junta de fazerma
da mesma ihesouraria, se ha de arrematar, a quem
por menos fizer os reparos, de que necessita a par-
te do caes da rua da Aurora, em frente do Gvmna-
so Provincial, avahados em 2:0404000.
Antonio Pedro ie S Brrelo,
Coronel, presidente.
SebasHiio Jos Basilio Pnrrlio.
Major vogal.
ORHEIOGEHAL
Relacao das carias segaras existentes
na i>mioisIraca 4* corr*i lesln
cidde para es'scnhores aoaixo de-
clarados
Antonio Cesar de Azevedo.
Padre Antonio da Cunha Fgueiredo.
BapttSo Antonio Luiz Dnarte Nuncs.
Antonio do Moura llolim.
Ernesto Das Monleiro.
Emij-dio Getulo de Oliveira.
Franklim de Azevedo Maia.
Bio de Janeiro.
O brigne nacional Altniraule pretende seguir
com umita brevidade, tem parte do seu carrega-
ineiito engajado : para o resto que Ihe falta, e es-
cravos a frete, para os quaes tem excellentes com-
unidos, trala-se com os seus consignatarios Anto-
nio Luiz de Olivoira Azevedo & C., no seu escrip-
orio, rua da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro.
Segu em poueos dias e brigne escuna Joivm
Artlnir, tem parle do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falta e escravos a frete para
os quaes tem excellentes oommodos trata-se com
os sous consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo iC. no seu escritorio rua da Cruz nu-
mero 1._____________________
tOO caixas coin massas.
O agente Pestaa far leilao por conla e risco
de quem pertenece de cerca de 200 caixas de
massas sortidas, aletrii, inacarro, lasanhe, em
perfeito eslado e as moldares que tem vindo ao
mercado em um ou niais lotes vontadedos com-
pradores : segunJa-fcira 11 do corrente pelas 10
horas da manha no armazem do Annes.________
LEILAO
DE
Sapatos dc borracha.
II do correte.
.Vi ariiiazein di Annes.
Par liquidar.
O agente Pestaa far leilao por conla Je quem
pertencer de diversas caixas de sapalos de bor-
racha com perfeilosortimento para tochamente de
factura e serao vendidos em totes vontade dos
compradores : segunda-feira II do corrente pelas
11 hoias da manha no armazem do Annes defron-
te da alfandega.
Se^uuda-feira
Acaba de sabir dos preles de **
ollirim o almaiiak civil, ei*rlesia>tie,
roinmi'iTi I, l'aliril e agrcola, conten-
do lodos es empreados, envendas e
iit\ocinil''s, inclusive as modificnces
liavidas at \ de dezeuthro ultimo ;
vende-se a 1 $000 nicamente na l-
>raria n. 0 e 8 di praca da Indepen-
dencia.
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os msteres de sua
prolisso, das 7 s 9 horas da manha e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia rna da Saudade n. 15.
Precisa-se para una casa cstrangeira de urna
escrava robusta, fiel e sem vicio, que saina bem
lavar e fazer o servico interno de urna casa, afian-
ea-se bom Iratamento : a tratar em Sanio Amaro,
casa do Sr. Carlos Luiz Cambroiinc.
DE
forte do sobrado da HM do Arago nu-
mero 19.
Terea-feira 19 de abril.
O agente Pinto autorisado pelos procuradores
bstanle do bacharel Jos Theodoro Cordeiro. le-
var a leilao a parle do sobrado de dous andares
com solo na rua do Aragao n. 19, que por legi-
ma materna tocen ao mesmo bacharel, istosll
horas do dia cima dito cm seu escriptorio rua
da Cruz n. 38, onde se dar desde j qualquer es-
clarecimento a respeito.
AVISOS DIVERSOS.
No trapiche de Caslanha Grande se acham tres
barricas de farinha de trigo chegada no mez de
deiembro : quem a ella se julgar coin direito, diri-
ja-se ao abaixo asignado, dando os MSSSsat ios
signaes.-Norberio Cavalranti de Albuqucrquo.
Precisase de 6004 a juros de 2 9fl ao mez,
da mancra que convencionar : a pessoa que
tiver dita quantia para dar deixe a sua morada e
igualmente o seu Dome escripto em un quarlo de
papel, e entregue na lvraria da praca da Indepen-
dencia ns. i e K para me ser entregue.__________
- Aluga-se urna casa terrea sita na travessa
do Dique n. 3; irata-se no armazem n. 36 da ra
da Cadeia.
Joo Fernandos Prente Vianna com sua se-
nhora vai Europa._________________________
A pessoa que annunciou precisar de 2:o004
a premio sobro hypolhcca cm predios, pode diri-
girse Santo Amaro, rua da Aurora, depois do
passar o Gymnasio e a poiitezinha do ferro, a se-
gunda casa ao p do Sr. commandanle de cavalla-
ria. Na mesma casa compramse accoes da com-
panhia de Beberibe, e da-se 3:0005 sobre hypo-
llieca de predios livres._______________________
Attenco
Na rna da Cdnceicao n. 11 i>recisa-se de um me-
nino de 10 12 annes, dos chegados ha pouco da
Europa, para caixeiro.
Desappareceu ou tunaran da cocheira de
Claudio Dubeux, no Recife, um cavallo com os
signaes seguintes rodado, e coin urna orelha to-
rada, tendo no pescoco cicatrizes de colleira, foi de
servico dos mnibus : quem o sear ou delle tiver
nolicia, leve-o cocheira do dito Claudio, na ru
do Imperador, que aera recompensado.__________
Ceziuha-se mensalmente para qualquer pes-
soa, oor preco commodo. e ensaboa-sc reupa, tanto
de homem como de seohora : quem Ihe couvier,
dirija-c a tratar, na rua do Pnnci|>c n. 8._______
Balda
O palhabote Garibaldi sahe noste
I iratar com Tasso IrmSes,
oito dias; a
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da rua do
Quehnado para a rua das
Oruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem IProgressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer. iiora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripta.
Mez de Maria
Venttevse este limo conforme o uso do
hospicio da Penda a \& cada livrindo: na
tivroria n. f e 8 da praca da Independencia.
Mariano Francisco Ferreira_faz scienle a
quem interessar, que oomprftu ao 8r. Jit' Paulino
Lopes de Almeida a, si\;\ ahorna sita na rua o
Rangel n. 17-
Caixeiro
Precisa-se de um pequeo do 12 li annos, na-
cional ou estrangeiro, para caixeiro de fra do
balco de urna botica na cidade da Parahiba : es
pretendentes podem dirigirse a rua da Cadeia do
Recife n. 44, a fallar icom Thqinaz Fernandes da
Cunha.
Precisa-se alugar um sobrado de dous ou
tres andares, com ampias awommouacues para
urna familia numerosa, o aluga-sc por cinco ou
mate annos, com todas as posiveis vantagens para
o proprietario e para o inquilino, prefere-se casa
que tenia quintal e arvoredo, ,e que nao seja dis-
unte do centro da cidade : a tratar no escrtptefk
da praca de Pedro II n. 1
Urna pessoa competentemente habilitada, e
que olTerece todas as garantas de illuslracao, de
moralidad', e de longa pralica de cosno, se pro-
poca receber em sua casa, qur como pensionis-
tas, qur como meio-punsionistas. qur .simples-
mente como externos, um limitado iiuinera.de me-
ninos para Ihes dar a educaco moral, religiosa e
Iliteraria, que se pode recebar nos melhcres esla-
belecmenlos desta natureza. Nao se recebem in-
ternos maiores de 42j anuos. As eondieees de ad-
misso. assim como todos os maisesclareelmentos
a este resneilo serao fornecidos no escriptorio da
praca, d& Pedro. \l n. 2, em iodos es dias uteis,$das
9 hrasjla manha s 3 da tarde.___________
" L. Fra'nTfor!;"vai para Europa.


MOTILADO


^g^^M0R!9jg9J9mmmmmmmmmmmmmmmmmm
I nnni
ROPA FEITA
NO
IHJIAZHJI
DE
rrena-se para casa de un moro solleiro de
urna aitu-furra uu captiva, que saiba cozinhar e
engommr.:.para traiar, na ra da Cadeia n. 55,
primeiro andar.
O .administrador da massa fallida de
Rostron ooker & C. rogam aos credores ba-
jam de aprosentarem dentro de 8 dias seus
tulos 5 ra do Trapiche n, 46, para serem
verificados.
%Vlft fc WWfc
I
4D-
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre om sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
bomens e meninos.
Casacas de panno preto, 35,5 e 30*000 Ditos de setim preto. 5*000}
Sobrecasacas idem, 30* e 25*000 Ditos de ditos e seda branco,
Paletos idem e de cores, 25*, 6* e.......5*0005
20*. 15* e. 10*000 Ditos de gorguro de seda
Ditos de casemira, 20*, 15*, pretos e de cores, 6*, 5* e
12*, 10* e...... 7*000 Colletes de fusto e brim bran-
Dr. Vilella Tavaresleu, o oSSSp^
5W8
advocara na do Crespoid
sera encontrado todos os dias uteis
10 horas da manhaa as 3 ta tarde.
m
PEIGUim SE
Ditos de alpaca, 5*, i* e
Ditos ditos pretos, 9*, 7*,
5*. 4* e ......
; Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 4*. 3*500 e. .
! Ditos branco de linho, 6*, 5$ e
Ditos de merino preto de cor-
dao, 10*, 7* e.....
Calcas de casemira preta, 12*.
10*, 8*e......
Ditas de cores, 9*, 8* e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 5*000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 4*500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 5*, 4*500, 4* e .
Ditas de ganga de cores, 3* e
Colletes de velludo preto e de
44O00
2*500
.. A^e'0* Srs. devedores dos herdeiros do
rallecie Manoel Antonio da Silva Antunes e ni
acham eufliciente o tempo decorrido da morte do
mesmo at o presente, para saldarem seus dbitos
pws os lito* herdeiros julgara terem tido dema-
siada templario, visto o que previncm aos mes-
mos senhores que, se nao se dignarem compare-
cer a ra dos Pires n. 3o, no prazo de 30 dia<
dar-se-nao as providencias necessarias.
Mova hospedarla
A TRAVIATA.
roa do Itosario Larga n. 37.
Joo da Silva Hamos, medjeo pela oi"
versidadede Coimbra, da consultas em
sua casa das 9 s < 1 hora.- da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
ca suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, qoe sero soceorridos em quai-
quer occasio. D consullas aos pobres
que o procuraren) no hospital Pedro !,
aonde encontrado diariamente das 4
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella ur-
lica qualquer operaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 2*500
Terceira dita.... 2*000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons serviros que tem pres-
tado.
O propietario espera que elle conti-
nu a merecer a conllanca de que sem-
pre tem gozado.
4 VEIH4 ENCICLOPDICA
Itespeltavel estaheleelmentfo de fazendas ra do
tss; as
estaheleelmentfo de fazei
Crespo numero 19.
DE
zendo
JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecido a prolccrao das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publleo eiu geral.
Olproprietario nao descanea um s momento para bem servir aos eos frmm fa
o encommendas para Vb eu* -g"eze>, fa-
3*500, co, 3*500, 3*e
orAA Serou,as de Driai Je Unho,
3*500. 2,5(490 e.....;
lAnrn Ditas dt al8d3. WWQ e. .
i wvv! Camisas de peitos de linho,
4*, 3* e......
Ditas de madapolo, 2*500,
^2*e........
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 10*, 9* e. .
7*000 Ditos defeltro, 5*, 4*, 3*500 e
Ditos de sol, de seda, 12*,
4*000 11*. 7* e......6*000
Collarinhos de linho fino, ulti-
4*000 ma moda
4*000
5*000
7*000
2*000
1*400
2*500
1*G00
8*500
2*000
A LIBKI.IIADE MI IIIUSIL
SEU NASCIMENTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Por Alfonso de Albuquerque Melle.
Est a imprim)-se e fari um volunte de 400
paginas.
J foi publicado no Diario de Pernambucoo prn-
e au pode
Francisco Garrido tendo negociado o seu antigo
, hotel denominado Trovador, abri urna nova hos-
: pedaria ern a casa n. 37 da ra larga do Rosario,'
i cujos commodos o habilitam a annunciar ao publ- i
co que neUa lera sempre todas as iguarias prepa-
radas por um hbil culinario. Outro sim, na mes- 'ripio em'tres artigos communicados,
: ma rasa ha-vera todo o genero de bebidas necessa- ser continuada a sua publicarlo assim, em conse-
no, a noite sorvete muito bem feito, e dous blha- quencia da abundancia de materia que tem este
res de mogio competentemente preparados. Esta-' jornal.
da 2S? SaL6n 5S2*i d,S ma"h5a a, -as I <* qee Principio o publico ter podido ver
, aa no le, e ludo isto sera feito por precos lao ra- st Hlat'era deveri ser nu inleres-Sile
saiisiulos. Para melhor conhecimento do publico o tMras meme miantn bininm nara is desn^a.;
propr.etar.o declara que a casa a em que func- fiZl25fcS2L
cmnou amuiloronheeidasociedadeCorvbntina vrTzSS. T^TZ ..._:,.
--------:---------------------____ j.nuiiM. t a summa da obra mostrar como a liberdade
| I recisa-sa alagar urna sala de um sobrado no Brasil tem sido sempre sophysmada pelas tran-
no bairro de Sanio Antonio: quem tiver annuncie. saccoes que tem feilo o parlido liberal com os cor-
A luga*5e-e> primeiro e segundo andares da IcunJas governando quasi sempre os corcundas
Inglaterra, Franca, Suissa e AUemanha
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
e vende-as por precos q Importante esialicicciiucnto
DE
Fazondas
Seda,
DE
la, linho e algodo.'
Itua do Crespo numero 19,
RECIFE.
Vende baiatissimo.
Imnorlanle estabelecimento
E
Fazendas
algodo
DE
Seda, ISa, linho
de
Ra do Crespo numero 19
RECIFE.
Vende liaratissirao.
Sortimento completo de trrava-
2*500' tas.
(40
, casa n. I9.'t da ra Imperial : na ra
; numero 36.
A tugase
2*500 Toalhas parroslo, duzia, 11*,
le........ 7*000 _
cores, 9* e......7*000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 5* e 4*000 tos e de cores..... 4*000 S?
Ditos de ditas de cores 5* Lences de linho..... 3*000
4* e........3*500 Cobertas fie chita chineza.. 2*000 M
tim preto para qualquer servico : quem precisar,
pode dirigir se ra larga do osario u. 16, que
achara com quem tratar.
O bacharel Pergentino Saraiva de Araujo
vao. residente na villa de Pao d'Alho, onde tem
da Aurora, a'0(la niesmo com os I i be raes no poder; mostrar
1 como para este lim, nao tendo os corcundas apoio
------------ no povo, tem corrompido o pata para vencer as
! eleicoes, e ler as cmaras suas ; tem corrompido
as cmaras para destruir todos os actos legislativos
i do partido liberal, todas as garantas constitueio-
naes.
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
lido o pan ao pauperismo e miseria, faltando
cada um toda a garanta do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan-
, seu escriptorio de advocacia, aehando se autorisa-
do pela directora da instruccao publica, ensina os ,,a so na "tersao, quer dos governantes, qur dos
c. \Ki\rn
PORTUGUEZ ni; I.KIILIU EU PKH-
1\AMUIJ(0.
De ordem do lllm Sr. presidente do consclho
deliberativo sao convidados os senhores membros
do referido eonsellw a reunrem-se no salan do
Gabinete sexla-feira 8 do correle, pelas 6 112 ho-
ras da tarde.
Secretaria doconselho deliberativo do Gabinete
Portuguez de Leitura em Pernamhuco aos 6 de
abril de 1864.
Domingos Jos de Amorim.
2. secretario.
ouboff
Na noite de 3 para 6 do corrente rnubaram da'
casa em que reside oabaixo assgnado, em Cachan-1
p, os seguinles objectos : 1 microscopio de Rossi,
2 copos de prala, tendo esenpu em um delles o
nome William Charles Martineau, 2 caixos redon-
das de folha com rendas da trra, 2 carteiras por-
lales para cscrever, 1 sacco com o nome Marti-
neau cheio de roupa de uso particular, 1 par de
botes de ouro ouvaes para punhos de camisas, .'1
botoes lisos de ouro para abertura de camisa, 1
preparatorios de latim e francs.
Outro sim recebe em sua casa, mediante razoa-
vel pensao, os alumnos, cujos pais ou encarregados
(nao possam de outra maneira mante-los na villa.
Aceita igualmente meninos de primeiras letras
que confiar pessoas habilitadas e idneas para o
bom desempenho do magisterio, funecionando ludo
debaixo ci suas vistas e immediata direccao.
Liquidar.
J. J. Keller na ruada Imperalriz faz qualquer ne-
roco com sua loja, seja'com fazendas ou sem ellas.
Tambem continua a vender baratissimo para aca-
liar depressa com tudo que existe na sua loja.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite que tenha bom
leite : na ra da Florentina n. 34, esquina da ra
Bella.
Helira-se Manoel Pereia Ferreiiinlia para o saia de cambraia bordada com| estrellas pretas, 1
Rio de Janeiro a tratar de seus negocios. i chapeo preto de palha da Italia para senhora, to'n-
Precisa-se du urna senhora para ensinar o I o ?"*5 azues ?scuras' chapeo de fellro d'e co- :
pertuguez, msica e costura em um engenho : a ; ?a 1re.i)?nda.' cor.de c,nza' Para l'omem, i covados
tratar com os Srs. Leal
na ra da Cadeia.
& Irmaos, com escriptorio de brilhanlina branca com estrellas cinzentas, 2
I paletots de casemira, sendo um cor de cinza com
- i listras, ou mesmo cor mais escura, e 1 cor de sal
81 e pimenta : quem apprehender essei objectos e der
noticias ao abaixo assgnado, ser generosamente
gratificado.William Martineau.
Alnga-se una excellente ama escrava
boa conducta para casa de familia, a qual sabe
bem cozinhar, engommar e ensaboar : na ra dos
Pires n. 5'i.
Alugam-se as casas terreas ns. 1 e :t da ra
do Hospicio : a tratar na ra do Seve n. 2, ou na j
ra do Encantamento n. II.__________________^
Faz-se todo e qual.pier negocio com una le-
tra j vencida da qoantia de 499* do Sr. Pranklin
Uenjamim Peixoto : a tratar na ra da Praia ser-
rara n. 59.
Quem precisar de urna pessoa para cos aliar
dirija-se a travessa do becco do Pocinlio n. I.
Oirerecese urna mullier com bastante leite
para criar : na ra da Mangueira n. 6.
O bacharel Jos. Roberto da Conha Sal-
les continua com o sen escriptorio de ad-
vogado a ra estreita do Rosario n. 41,
1." andar, onde pode ser procuradodas 1)
hoias da inanhaa s 3 da tarde : reside
na mesma ca t O padre Flix Brrelo de Vsconceios
transfero a sua aula de latim para casa
[ do lllm. Sr. Dr. Jos Soares de Azevedo,
actual director da nstruccao publica da
: provincia, na ra Bella n. 37. Os inte-
: ressados podem entenderse ou com o
I mesmo Dr. ou com o annunciante, das
8 at s 11 horas da manhaa.
O mesmo annunciante anda precisa
de um primeiro andar para sua resideu-
cia no centro do bairro de Santo Antonio
e assim tambem de urna ama escrava, i
que saiba cosinhar e engommar com per. j
feico c que seja diligente e fie'
mais fortes, e nao ha industria licita que d para
virar.
E' como urna historia, desde a independencia ate
hoje, fazendo-se apanhado smente dos tactos im-
portantes, donde comecou a nascer a liberdade no
Brasil, e como ella lem sido espancada, ssassinada
e enterrada, analysando-se todos esses factos, c de-
monslradose todas as consequencias das artuna-
nhas do parlido corcunda, e da imbecilidade, fra-
queza c corrupeao do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernamhuco at a ratoeira da revolucao
de 48, em que o fizeram cahr.
Analysa-se todos es ramos da administraran, e
mostra-se como tudo feito em defraudaran da
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profls-
so medica, e com especialidade
sobre e seguinte
Io molestias de olhos ;
2o de peito :
3o dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
Gas 10da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticnr toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus 8
doentes. $$$
Campos i Lima tendo acabado com o seu es-
TINTURARIA.
Tinge-se com perfeico para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.
f.~ i>recia se alub'ar dous pretos para vender
fazendas na rua : a pessoa que pretender alujar
dirjase a rua do Padre Floriano n. 22, das 7 as9
horas da manhaa, que achara com quem tratar ou
annunciar sua residencia para ser procurada.'
Carta. '
O Sr. Justino Jos de Souza Campos, tem urna
rtade importancia na ruada Cruz n. 23 lri-
ca
meiro andar.
Precisa-se deum menino de 12 14 anuos
com pratica de taberna ou sem ella : na Canun"
rua das Cnoulas n. 27. K b
COMPRAS.
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas: na praea da Independencia n. 23
ioa de bilhetes.
causa publica, des interesses da communhao, e em tabelecimento de fozendas na rua do Crespo, av-
beneticio smenle dos protegidos : como todas as sam a todos os seus devedores em geral, que de-
emprezas e melhoramentos s tem de bem publi- ram proeuracao especial ao Sr. Ivo Martins de Al-
eo o pretexto, o de real a locupletacao dos all- meida para receber amigavel ou judicial c sem
|liados. queporisso tenhamos a menor responsabilidade
Lonrluc-se pela analyse da sluacao, e mostra-se com o que o mesmo senhor tenha de obrar motivo uma esf,rava cnoula, mora, com cria ou sem ella ;
como Pernamhuco com as quatro provincias suas que s com elle se devero entender. Ina ru:> do Hospicio n. 27.
'ZSto&^&^^S?&& -A.uga.se o sobrado deum andar da rua da! Z*+!J*Z**!** ^; P****
Comprase efecV va-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagndose bem
na rua larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
Compra se
\%MMil
Pela ultima vez se avisa ao Sr. M. (;.
F. que at o fun de abril, ou alguem por
elle, mande satisfazer o vale i de 10H->940
rs. i'juros da le, que em 31'de marro de
1800 assignou na cidade de (Hinda, o qual
o pago ao principal credor pelo abaixo as- da Cruz do Recife n. 1, esto autorisados desde j
a tomar assijjnaturas c prestar todos os esclarec
mentos que forem necessaros, as pessoas que de
ejarem concorrer para to til e benfica empre
O abaixo assignado avisa aos Srs. cobrado-
res do consumo da agurdente deste termo, que
do l"do corrente mez de abril em diante dexou
de vender agurdente a retalho e em poredes su-
Soeieil;il de seguros mutuos geitas a paga do consumo, as suas duas tabernas
de vida inslallada pelo Banco ida ra do K0 e rua ,,a PUte dcsta cidade- Goian"
V.U. na cidade do Horto K S ** de 1860 Baptisla do Macedo.
provincia Antonio |
escriptorio na rua
en tmenlos lvres, tem chegado maior alijeccao.
A assignalura de 2<> por volume, pagos adi'an-
lado, obrirando-se o autor a restitui-los se as assig-
naturas niio chegarem para a publicacao. Depois
de impresso custar o volume 35. Assigna-se na
lvraria ns. 6 e8 da praca da Independencia.
Engomma-se com perfeirao, sendo camisas
de homem a 80 rs., calcas a 120 rs. : quem preci-
sar, dirija-se travessa da Baixa Verde, na quarta
I casa defronte do sitio do Sr. Arantes, que achara
rom quem tratar.
Aluea-se o Io andar da casa n. 3o da roa da
Matriz da ltoa-Vista, junto com o corredor daesra-
da, quintal e cacimba : a tratar com o Sr. Anto-
nio Joaquim Ferreira Porto na taberna da Ponte
Velha.
Praia n. 57 : a tratar
Destino n. 20, sobrado.
no Campo-Verde, rua do
Di ii he i ro vista.
andar, tres ou quatro escravos de meia id'ade, for-
tes e sem vicio algum: para tratar de manhaa.
at as 10 horas e de tarde das 3 s 6 horas.
Comprase uma escrava moca e sadia, que-
emenda de engommado : a tratar na rua estreita
do Rosario n, 24, primeiro andar.
Compram-se accoes do novo banco de Per-
narobuco eda companhia de Beberibe: na rua da
Secuta Nova n. 4 se dir quem pretende.
- Compra-se cobre, latao e chumbo : no ar-
AlgOdflOzillhO COm pejUenO mazemdaMaam;
toque de avada a 4#500
Os agentes nesta cidade e
Luiz de Oliveira Azevedo S C
signado como garante de dito vale, nao o
fazendo se publicar o sen nome por exten-
so e a maneira porque l'oi conirahido este
debito,
Manoel Jos de Azevedo Amorim.
Paulo Ferreira da Silva e Joaquini Jos Go-
mes de Souza tem feilo u:na sociedade nos seus
armazens da rua do Imperador n. 57. rua das
CniMS n. 36 e rua do Crespo n. it, cuja socieda-
de "vrar de hoje eiD diante sobre a lirma de Sil-
va & Souza. Recife, 1 de abril de 1864.
- Os administradores da massa fallida de An-
tonio Pereira da Silva rogam a todos os credores
de apresentarcm os seus ttulos Restes oito dias no
armazem de Aires Homburger c C, aflu de pnde-
rem proceder a elassiticaeao na forma do art. 859
do Cod do Com. Hecfe 7 de abril de 1864.
as, egurando um futuro lisongeiro aos assoeiado
*.' ;a' >
>m
y
m
m
Os administradoras da massa fallida do An-
tonio Carneiro Pinto convida a todos os rredores a
apresentarem os seus ttulos para poder proceder
a classilieac.lo na forma do art. 85'J do Cod. do
Com, na rua do Imperador n. 12, primeiro andar,
isto nestes oito dias. Becife 7 de abril de 1864.
Na rua da Florentina n. 28 engomma-se com
presteza e proco commodo.
Maques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Aluga-se um moleque de idade de 16 annos,
proprio para criado : as pessoas que precisarem,
dirijam-se rua da Imperatriz n. 51, primeiro
andar.
Nirola Inividato, subdito
para a Baha.
- A festa de N. S. da Soledade que se venera
em Santo Amaro das Salinas, por rircumstancias
imprevistas transferio-se para domingo 24 do cor-
rente impreterivelmente, por ser da em que se
festeja a fgida de N. S. para o Egypio.
OITerece-se para caixeiro de taberna um .
paz de 13 annos, chegado prximamente de Portu-
gal : quem precisar dirijas; rua do Vigario n.
12, primeiro andar, escriptorio.
i'llifiaes de fuiileiro.
Precisa-se de ofllciaes de funileiro : na loja de
fiinileiro e lampista na rua estreita do Rosario nu-
mero i'J.
Precisa-se de um pte velho para carregar
um caixao com comida : narua do Queimado n.
16, loja.
Oabaixo assignado tira passaporte para den-
tro e fra do imperio, despacha escravos e encar-
rega-se de agenciar compras e vendas dos mesmos,
mediante a paga que se convencionar, e nao rece-
be-os em sua casa de commssao, como por enga-
o foi annunciado ha dias por este mesmo jornal,
Mtenriio.
D-se dinlieiro a juros com hypolheca
em predios on cora boas firmas : na boti-
ca do Sr. Gameiro, se dir quem da.
^mmm m& mmw
Est para alugar-se o segundo andar do so-
brado da rua das Aguas-Verdes e uma grande ca-
sa e sitio na estrada de Joao de Barros: quem
pretender falle na rua das Cruzes sobrado d. 9,
lado direito quem'vai da rua do Queimado para
S. Francisco. No mesmo sobrado ha para ven-
der-se uma moblia de Jacaranda, uma cama de
ferro nova para- casados, bonitos candelabros, um
rico piano e uma estante com alguns livros e duas
soleiras de podra de Lisboa, que tudo se vende
pelo menos preco possivel, por se querer deso-
cupar o sobrado ou se aluga o Io andar com a
moblia.
AlugUCl.
Aluga-se a casa terrea da rua Vellia n.
22 : a tratar na rua do Sebo n. 24.
Vnt ii ila Mirtilo.
Arrendase o engenho Canzanza, distante desta
praca cinco legoas, moente d'agua, com todas as
obras, e boa casa de vivenda : a tratar no enge-
nho Carauna com a proprietaria.
Casa de commssao de escravos na rua
do Imperador n. 45, tereciro andar
italiano, retrase no f01 ai>nunciado ha dias por este mesmo jornal, Nesta casa recebera-se escravos por commssao
podendo ser procurado em sua casa na rua Velha para serem vendidos por conta de seus senhores,
da Boa-Vista o. 58. I nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
.________Caetano Mendes da Cunha Azevedo. jam vendidos com promptido alim de seus seuho-
A pessoa que trouxe de Barreiros uma carta rt's na0 soflrerem empate com a venda delles. A
remedida pelo Sr. Carolno, solicitador, com a casa lem ,9das ** nmodidades precisas, e sega-
quanlia de duzentos e lautos mil ris para entre- ranca, assim como a(ianca-se o bom tratamento.
gar a Adriano & Costa, pode dcixa-a na loja da Ha semPre Para vender escravos de ambos os se-
ra- rua do Crespo n. 2, esquina. xos> velll0S e novos
pENTISTA DE PARS g
19Roa .\va-1
M Frederico Gautier, cirurgio dentista,
H faz todas as operacoes de sua arte, e col- jj
5 loca dentes artificiaes, tudo com superio- H
| ridade e perfeico, que as pessoas enten- gj|
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentiticio.
e 5j?000 a peca.
Vende-se na rua do Queimado n. 14, superior
algodaozinho com pequeo toque de avara a 55 e
65 a pe^a, a elle que est se acabando.
&'&* >^iS J^r- SmaS^ "S
Compram-se duas
na rua da Praia n. 9
escravas de meia idade
ompra-se uma preta crioula ou da Angola,
sem vicio : quem liver, dirija-se Passagem, casa
n. 15, que achara com quem tratar.
Comprase urna preta que saiba engommare
cozinhar : na rua de Apollo n. 32, segundo andar.
Credores.
Os credores doSr. Francisco Virissimo do Reg
Barros queiram entender-se com Tasso Irmaos, rua
do Amorim n. 35, segundo andar.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua prohssao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia al 4 horas da tarde, devera ser
dexados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do intcriwr, proseguc, com o
maior afflnco, no das mais difliceis e deli-
cadas operacoes. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
Garrafas.
Compram-se garrafas vastas de vnlio e serveja,
e tambem frascos e botijas de genebra : na rua
do Imperador n. :i7, armazem Alianca.
Compram-se escravos mocos e fortes, sendo
barato : na rua da Cadeia n. 32, arinazem.
f lo
'O bacharel A. R. de Torres Bandeira.
prtifessor de geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, contina no
ensillo particular destas mesmas disci-
plinas, e bern assim de rhelorica, philoso-
phia, inglez e franrez : na rua estreita
do Ro:-ario n. 31, terceiro andar.
Precisase de uma ama para o servico de
uma casa de |iouca familia
mero 36.
na rua da Gloria nu-
.%%%
I reeisase de uma ama forra ou escrava que Precisa-se de uma ama forra ouescravinue sai- i
saiba cozinhar e engommar : a tratar na rua do ba engommar perfeitamente e cozinhar de boa
Crespo n. 18, segundo andar. conducta, pagase bem : na rua das Cruzes n. 36
j primeiro andar. '
Precisa-se de uma ama para casa de
familia : a tratar na rua la Roda n. 34.
pouca
AMA.
Precisase de uma ama para casa de pouca fa
0 hachan l
Francisco Augusto da Costa
advogado
Rua do Imperador n. 69.
- Na rua da Aurora n. 26 precisase de um ra-
paz que saiba guiar carro.
- Deseja-se fallar aos Srs. Joo Fernandes Bap-
tista, Joao Pereira da Silva, que morou na rua da
Guia, Manoel Paulino Cesar Loureiro, Joo Fran-
cisco de Paula Ozorio e Joo dos Santos Coelho :
na rua de Aguas-Verdes n. 50prraeiro andar, das
4 horas da tarde em diante.
- Antonio Jos de Souza Guimares vai Por-
tugal pelo Rio de Janeiro, e declara que nada deve
nesta praca ou fra della por titulo directo ou in-
directo de qualquer natureza, nem mesmo conta
de livro, a liquidacao de seu activo, assim como
todos os seus negocios ficam cargo de seu socio
Jos Cardoso da Silva Pinto, competentemente au-
torisado, sendo seus procuradores em 2o lugar An-
tonio Francisco Martins e em 3 Jis Manoel da
Veiga Seixas.
Furtaram em casa de. uma hvadeira, em
Beberibe, quatro frondas de cambraia de linho,
sendo as duas maiores s com renda ao lado, e as
menores de labyrintho e bico em roda, duas de es-
guiao de labyrintho, fingindo a labyrintho uma ces-
ta de flores, quatro ditas de esguio todas ahertas
de renda, uma camisa de cambraia de linho com o
talho enfeitado de ntremelos e rendas; as fro-
nhas estavam marcadas com dous SS e C. Furta-
ram mais diversas pecas de roupa e dnheiro : a
quem for offi-recido far o favor de apprehender e
dar parte no aterro da Boa-Vista n. 49, ou na Pon-
te de Uchoa, sitio da capella, que ser recompen-
sado com generosidade.______________
Aluga-se um sitio na Oapunga, estrada do Ja-
cobina, junto ao Sr. Domingos, com boa casa, jar-
dim e todo murado : a tratar na rua das Calcadas
numero 6.
Compra-se um correntio de ouro de e sendo
grande, em segunda mi, paga se bem : a tratar
na roa das Cruzes o. i.
Compra-se uma escrava crioula, de 16 20
annos de idade, que seja sadia e de boa figura, pa-
ga-se bem : na rua do Queimado u. 31.
Compra-se un cabriolet americano, coberto,
usado, que esteja em bom estado : na rua Impe-
rial n. 33.
Compra-se um moleque de 12 li annos :
quem o liver, dirija se travessa da Madre de Dos
n. 2, que achara com quem tratar.
VENDAS.
Vende-sc na rua Direita n.
a 480 rs. a garrafa.
32, vinho verde
Frederico
para Europa.
Lemcke, cidado bremense, vai
milia :
amlar.
na praca do Corpo Santo n. 17, terceiro
Precisa-se de uma ama que saiba engommar
o de bom eomportamento : a tratar na rua do Im-1 m. ....
perador, armazem de louca n. 41 wa PraS* aa independencia, loja de ourives
--------------j--------:------^---------------- n. JJ, compram-se obras de ouro, prata e pedras
i recisa se de uma ama de leito sem lilho : preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
a Concordia, sobrado n. 3i, armazem commenda, e todo e qualquer concert e
I mente se dir quem d didhero a premio.
do sol.
igual-
Manuel
Bahia.
Cord
eiro subdito portuguez vai
'
Roga-se s pessoas que tiverem penhores em
meu poder, o favor de vir resgata-los no praso de
30 dias, a contar de hoje, lindo osqaaes serao ven-
didos para pagamento ; depois do que nao terao
direito a exigi-los em qualquer tempo. Recife 7
de abril de 1864.
t__________Jos dos Sanios Ramos de Oliveira.
o bacharel Francisco de Paula < avalcantTde
Albuquerque reside na villa de Pao d'Alho, onde
tem o seu escriptorio de advocacia, casa defronte
oo qnarlel._______
.h^'N!f",:"lev,1|K,r' proPria Para mover ma-
china de discantar algo.lao, e para padaria ou
qualquer outro meohanlsino que precisa da forca
de 2 at 3 cavallos : para ver c ecmnmendar.T
prelendentes nodem dirigirse ao Sr. Antonio Maia
de Bnto, fabrica de cigarros a vapor, na rua dos
Quarteis. _____________
Precisase alugar por anno 4 escravos que
nao sej.im vclhos : a tratar na rua da Roda n. 34
ou na rua da Cadeia do Recife n. C4, segundo an-
dar, de 1 s 4 horas da tarde.
' tuno novo
A viuva, irmaos e cunhados do fallecido v
Lourenco Pereira da Silva Pimcntel, muito aera- n v.enrtese .""""no piano mandado fabricar em
decem a todas aquellas pessoas que so dignaram ,ar!s>esPecialmente para este clima, e com todo o
acompanbar o corpo do presado fallecido ao ce- cmdado possivel, pelo bem conhecido Joo Lau-
milerio publro, c de novo os convidam para as- .mounier (lue leve "mazem de pianos na rua da
sislrem a missa do semo da que tora lugar sab- ,,nnera,.r, ? e P,r ser o ultima, veode-se moito em *
bado 9 do corrente pelas 8 horas da manhaa na fonta>so 'ra. "alvar dnheiro quesetinha adian- S
ordem torceira do Carino. i ud, ao fallcido : na rua Nova n. 19, primeiro M
Ail ii cmc i a.
O bacharel Lourenco Ave!lino de
Albuqueiijue Mello, antigo advoga-
do desla cidade, tendo regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
rua do Imperador n. 40, onde pode ||s
ser procurado para os misteres de
sua profissao todos os dias uteis
das 9 da manlia s 3 horas da
tarde, e oflerece como garante a
seus constituidles a nao interrompi-
da pratica de 25 annos de advoca-
cia. O mesmo aceita partidos e
tambem causas nos termos do in-
tenor onde tocar a estrada de ferro. $$
\ov DE
PARTIDAS DOBRADAS
OFFERECIDAS
A ASS0CIAC.0 C0MHEHCIAL ItKUHU.NIH
DE
PER\tnm o
roR
Terceiro escriturario da tbesouraria
de fazenda de Pernambueo e eompetentemenle au-
torisado para eiereer pro-
fessorato particular de arilhmetica na mesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da typograpbia
Conimercial, donde em breve sahir luz da pu-
blicidade em ntida impressao e sob o formato de
8 portuguez.
Compoe-se esta obra de um volume, dividido em
uma parte theorica e outra pratica, de fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
escrito rara o. x
A respectiva assignalura acha-se aberta em to-
das as livraras desta cidade, ao preco de 55000
por volume.
Preta ou preto.
Precsa-se de una preta escrava para cozinhar,
ou um preto velho para trazer um caixao com co-
mida da Soledade para a loja da rua do Queimado
n. 16, onde se trata.
Precisa-se de um caixeiro para uma fabrica
de espritus : a Iratar na rua Direita n. 28.
Alugam-se duaseasas terreas itas na rua da
, Esperanra, rua que vai da Soledade ao Mangui- i------n ffi
nho, relias a moderna, e ema comoiote para fa-! Z.' ,," ,*
miha : a tratar com Jos Joaquim Lima Bair.io com
na rna da iv... n io p "' e declara ao re
andar.
Aluguel de escrava
Aluga-se uma eserva que enzinha. ensaboa e en-
gomma alguma couza, e faz lodo o servico inter-
no e externo de uma casa : quem quizer, dirija-se
rua dos Pires n. o4. .
Precisa-se de um menino Portupnez de 12
i 4 annos, que saiba ler : no deposito do largo d
Carmo n, 5, junto a botica. o
na ma da Cruz n. 18.
.r Na Iu? ,n,iwlal n. i prert-&ee
gra eozmhelra e engommadoira.
assgnado tem justo e contratado a
berua sita no pateo do Paraizo n. 30,
respeitaveJ publico para ____ tiver qualquer embargo, .apresenta-lo w icaso de
m^mmmmmmmmm f""BSP.fSfflPSa
Fazem-se llores de todas as qualidades, ton- B ZZZZZml ...t^i ... a "
cados de seda e la, carapucas e sapatinhos de | egliro* martimos c ter- |
la por diminuto preco, assim como cosem-sc eos- j restres cslnhcleeldia no a
turas finas egrossas,'bordados e labyrintos : na! j Ro de latirfro.
rua da Li.io n. 43. A(ENTES EM PBHNAMBUC0 gg
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
com|etentemente autorisados pela direc-.B
toria da companhia de seguros Fidelida- |
de, tomam saguros de navios, mercado- |
rias e prodios no seu escriptorio rua da 5
Cruz n .1.
l alim c fni'icez.
Esto abertas estas duas aulas desde
o do corrente, no sobrado n. Si, da
rua da Cadeia do Recife.
Precisase de uma pessoa que saiba bem co-! Aluga-se a casa terrea n 2i na travessa
I.uas de fouvln.
Recebeuse luvas de Jonvin brancas e pretas
proprias para a quaresma : na rua do Queimado
loja do beija flor n. 63.
ranciulias de la lisa para enfeiles de ramisinha
de senhora.
Rerebeu-se, trancnhas de diversas cores pe-
ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do beija flor n. 63.
Enfeiles de mininas cora lato na fenle.
Recebeu-se, variado sortimento de enfeiles d
diversas cores a l400e 2: na rua do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Fumo da Ierra.
Vende-sc fumo da trra de sup"rior qualidade,
tanto a retalho como em porgo, por ter grande
quantidade delle : no paleo da Santa Cruz na es-
quina ao entrar para a rua Velha.
Azas para anjos de procisso.
Vendem-se na rua do Queimado loja da agola
hranwa n. 8.
Vendem-se dous sillioes para montana da
senhora : na rua Nova n. I, loja de selleiro ao p
da taberna do Sr. Lima; adverte-se que os silbos
lem algum uso._________________
Vende-se toucinho do serta muito novo a
240 a libra, figos novos a 160, sement de coentro
a :i20 a carrafa : no pateo do Carmo, esquina da
rua de Hortas n. 2.___________
Vende-se uma rede de raslo de 80 bracas da
eomprimento e 6 de altura, e ludo em bom estado,
tambem um cabriolet novo com lodos os seus per-
tenecs, abrumas travs de 50 palmos de eompri-
mento e 12 polegadas de grossura, de qualidade,
9 casas meia-agoas que rende 1:6005000 annual-
mente, c sao novas, no mesmo terreno pode fazer-
so outras tantas, eno melhor lugar que ha ; e ven-
dem-se todos estes objectos muito em conta :
quem pretender, pode procurar na rua da Praia n.
61, ou na rua do Rrum n. 70, cm casa de John
Donnelly
w
Vende-se salitre de superior qualidade
barato preco : na rua do Vigario n 31.
Vende-se um cabriolet inglez de quatro
das para um ou dous cavallos, um cavallo rodado
do mesmo cabriolet, um cavallo rosilho bom an-
dador de baixo a esquipar : na travessa da Trem-
pc, sitio n. 2.
da
uma m- tres da*4 a contar da data destt ReciSe 4s abril ziflfe&r, para casa de um estrangeiro, que seja es- rua do Calabouce por detraz da rua Nova quem
Coelbo, i era*- m srrava : na rua Nova n. 25. I quizer falle na rua da Penba n..5. co 30.
de 1864>-*azilic Luiz
INJECCAO BROAV.
Remedio infallivel contra as gnorrlieas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica (raneen, rua da Cruz n. 22, pre-


1
1 i i
* ?*--
CLtRIlf
i*
COMMERGIAL
BM
RA IIO W. 45.
Passando o becco da Congregado segunda casa.
emmw i)
NOV1DADE.
Pereira Rocha & C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado CUuim Commercial.
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sorlimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
aero vendidos por presos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualiade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do MaranhSo, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a
100 rs. a libra e 240O a 2J800 rs. a ar- libra.
roba. Cevadinha de Franca muito superior a 220
Ameixas francezas em latas e em frascos a rs. a libra.
I 1200 e 1,5600 n frascos grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
2(5500. Ervilhas portugnezas a 640 rs. a lata..
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 1260OO. 15400, 10600e 23.
Amendoas cora casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4$60d rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de malarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs'. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
13300 ris.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
13800, 53500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranlifioa 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 63200 rs. a frasquei-
ra.
Palitos do gaz a 23200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito aova a 600 r*. a libra
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novla 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640 rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 23400
ris.;
dem pratoa 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 32' rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra.
Ra Direita 45
Oicam! oi-am!!!
. CALCADO
Bom e nove, a primeira necwsidade par a san-
de e aformoseafuento do individuo I
Meu Dos I... qoe pes de. navao se lobrigampor
essasruas! que figura horrenda e nauseaulea
de um paletol bcra. tamado sbrancero a um
Quedes rodo em dua sola um balu bem tor-
neado e bambaleante deseubrindo urna ponta de
botina safara e careoiida! I
Santa Barbara!! Ccrram ra Dircita, bellas e
rapazes! sacudam na praia osses malditos anejes,
e comprem :
Rorzeguins de Nantes 84000.
Ditos francezes de bezerro 74.
Ditos francezes de lustre para homem oj.
Ditos para senhora, de lustre, enfeilados, 54300.
Ditos para senhora, gaspia alta. 44800.
Botinas de menina 24500.-
Ditas de cores para morfina 23000.
Sapatoes de Nantes de dua solas 3$:
Ditos de sola e vira 1$50\"
Sapatos de borracha para senhoras 14500
Ditos para meninos! 3000.
Sapatos de lustre para senhora 14.
Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitueioiH*SOO rs.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
couros, bezerro francez como nenhum, rouro de
lustre muito grande, e tudoquanto pertence arto
de S. Chrispim.
Um Descobrimento Espantos!
0 Hnndu Stitutifito iinaiiiinaumlt o approra.
GRANGASNT!BtFNNRRHA(5CASnEnNA
Superior* a loita n. |irr|i:ir:i>,Ccs i'nh*:.ln ,,\i),.,*, ,r, c ,.
Efilo seguro epromplo, m nnnvMs.nem callea*, nm inmoi. i-.,
X .....
InjecQao curativa
l-n->rrha;U < mtt* n'onsts c rebelas.
1 fnin ir i'u, cgrt4 e preservativa
lnfjlU*!. can i-iun ra|nil.-i -rm rf..rr< M esirurriaientoj cuttu in..,. i. _. i ......... .
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros Barboza
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 53500 Tijolos de limpar facas a 4 40 rs.
e 73500 cada um com o garrafo.
Gomma do Arcaly a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 1310O rs. a duzia.
Grao de hico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa,
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 13800 rs. a garrafa.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 23 rs.' dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
a lata. dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
Ditas inglezas muito novas a 33000 a barri-; dro, a 13000 rs., so a garrafa vale o di-
quinha e a 200 rs. a libra. nheiro.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
e em barril a 410 rs. barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
Cha hysson, huchin e perola a 13600, ,' libras para cima se far urna differenca.
23500, 23800 e 33000 a libra. dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
dem prelo muito superior a 23000 rs. a li- ] e em barril lera abatimento.
bra. Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
Cerveja preta e branca, das melhores marcas, bra.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 53800 a duzia. Marmelada imperial dos melhores conservei-
Cognac inglez lino a 900 rs. a garrafa. ros de Lisboa a 60o rs. a lata.
Conservas a 720^s. o frasco. Marrasquinbo de Zara, frascos grandes, a
dem, s de pepjed, a 720 rs. | 800 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs. dem regular a 500 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha Massas para sopa : macarrao, talharim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de tria a 480 r"s.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 13800, Nozes muito novas a 1G0 rs. a libra.
23000,232OO, 23500, 23800, 33000 e Peixe em latas preparado pela primeira arte
33500 a caixa. | de cozinha a 13 rs. a lata.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 83 e 83500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba. dem de flor a 200 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
bra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porlo engarrafado o melbor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
13000 a garrafa, e em caixa com urna du-
I zia a 930OO e 103000.
dem em pipa, Porlo, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 33, 33500
e 43 a caada.
dem tranco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 73000 e 73500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 13
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
13200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muite grandes a 13800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em poicoes como
retalho.
Quem comprar de 1003000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
pretil para a quaresma
Superiores moureanliques pretos lar-
gos a 24200, 24500, :i, 34500 e 44 o
covado, bous grosdcnaples pretos lar-
gos a I .>>( K), I 600, 14800, 2000,
23500, 34 e 3*5500 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque pretocom barra,
ditos de (rorgurao prelo bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem viudo a Pernambuco, e outras
umitas fazeudas de bom goslo, pretas
proprias para vestido, superiores capas
de seda preta a 164, 204, 254, 303,
354, 40 e 504, mantos pretas de lit.
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode haver de mais gasto a Canotier :
na toja das columnas na ra do Cres-
po n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concelos & C.
ovos soutainbarques. m n'nhos e *ravahs ,nuito ,lnas a ^:m e 5*
oj. _u-.~ j-- -?.-..- **x a Arara roa da Imperatnz n. 06.
Priudpia a Arara vender as colchas.
Grande pechincha
com loque le ararla na foja e
ai mazna da Arara ra <| Em-
peratriz n. 56 de Lomcnco P.
.11. Ciulinarcs.
Vcnde-se rom toque de avaiia.
Vende-so madapolao inglez rom pequeo to-
que de avaria por 5300 74 e 84, alpodaozinho a
i.j()() e 0$, cainbraias lisas linas a 35 e 34SOO ;
na ra da Imperatriz luja da Arara n. M,
Vende-se faiendas limpas baratsimas.
Vende-s<: chitas finas cores escuras a 2i0 e 280
rs. o covado, ditas francezas linas Ves fixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, nvgorao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o covado : na toja da
Arara ra da Imperan i n. 06.
rairinlas proprias para senhoras c lucilinas. .
Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320" rs., manguitos de fil e
cambraia enfeilados a bOO rs., manguifaM e collas
para senhora a 14 o 14280, cainisinhas bordadas
para senhora a 24, ditas bordadas no colarinho e
s
Sao ducados os lindos soutamhar- S^



RA IIAC A im% V DO RECIFE
NOVO E
GEAHDE .SU1.ZSLE
v. 53.
MOLKAD
A (>)iti|tosii;ao Aiiacaliuita
IVitoral de Kcnip.
Tor -? [.:i<;. lc muito tempo se ha uza tensamente em Tampieo para a cura de
TSICA pulmonar,
CATARRHO, ASTHMA,
BRONCHITE, TOSSE CONVULSA,
CRPO OU GARROTILHO, e
Inflammacdes da Garganta e do Peito,
c isto com um resultado to feliz e verdadei-
ramente assombroso o pao 011 madeira d'uina
arvorc que cbamao Asacauuita, c que s
se cncontra no Mxico.
A Composico Anacahuit a Peito-
ral ramente differente na sua composico de
todos os mais Peitoraes e Expectorantes ma-
nufacturados de fnietos astringentes, cascas
e raizes, c., o mesmo nao contem nenhum
Acido Prus-iico 011 outros quaesquer ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias e affecc,oes da garganta
c dos pulmdes dcsappareccm como por um
mgico encanto, mediante a aceito dcste in
r-ninparavel c irrcsbtivcl remedio.
A venda as boticas de Caors & Barboza4
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo de C, ra
da Madre de Dos.
ques e basquinas de seda pretas, rica-
mente enfeitadas, as mais modernas
qoe teem virrdo Pernambuco, vindas
no ultimo vapor francez, por pre?os
mais commodos do que em outra qnal-
quer parle: loja das columnas na
roa do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
reia de Vasconcellos C.

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Vende-se colchas avi-lludadas para cania a 84,
ditas de linho atcochoadar a 54,,|llas de fustao a
"4, dua- de damasco a 14, ditas de chita a 24 '
na loja da Arara ra da Imperatriz n. 36.
Arara vrnde cassas a 2 id rs.
Vende-se cassas francezas linas a 2'i0 c 280 o
covado, oigandys finos a 210, 280 e 220 o covado:
na ra da Imperatriz n. 06 loja da Arara.
Itoupa fiita da Arara.
Vende-se palelots de brirn de cor a 24300 c 34'
r*r" ditos de meia casemira a 343OO, ditos melhores a
go 1 4500e 64, ditos pretos df panno a 3J, 64 e 9,
O ditos de casemira fina e deb unhados a 84 e 104,
P" ditos pretos de alpaca a 34500 e 44- calcas pretas
P* de casemira a 44300, 34, 64e8. dito de meia
casemira, ganga e brim a 24 e 24300, ditos finos
a 34500, ditos de brim branro a 34 e 3,8500, ca-
misas francezas a 24, 24300 e 34, seroulas a
14600, ditas de linho a e 24300. eolletes a 24
e 24500 : na roa da Imperatriz n. 50.
llalles ila Arara a 3 A.
Vende-se halfies crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 34,3430O, 44 e 44500, ditos de madapoito a
34300, ditos de musselina a 44 : s na Arara ra
da Imperatriz n. 56.
Arara vende oscortes de riscados francezes a 3.
Vcude-se cortes de r -cados francezas rom 14
' covailos a 34 o corte : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vrnde corles de casemira preta a 3#.
Vende-se cortes de casemira preta para calcas a
:i4, 34300, 44e 54 : na loja da Arara n. 56.
Arara vrnde os soulembarques.
Vende-se soulembarques pretos muito riros, ca-
pas compridas e manteletes de superior qualidade
S3
m
c-
o
1 Vende-se um excellenle sitio na estrada do
Rosarinho, comprehendendo 600 palmos de frente
e mais de 2,000 de extenco, alargando muito para
o fundo, onde confina com o alagadico, e ositio 224 e 234 : s a Arara ruada Imperatriz nu-
Cacunda, que hoje do Sr. Tasso. mero 36.
Conten o sitio abundantes arvores, como sejam:
manguciras, jaqueiras, mangabeiras, sapotiseiros,
Sedinhas a 300 rs.
Arara vende sedinhas de listrinhas para vestidos
IlUA A i AilEIA HO KEIFK 53.
Francisco Fernandes uarte acaba de abrir na ra da Cadeia do liecifen. 53, um grande e sorti.lo armazem de molliados de-
nominado nio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel jublico om completo sorlimento dos melhoret
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porcoes ou a retalho por precos assf
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas de Nantes a 340 rs. o auartoe56(
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, t$00 a caada. i rs. mea jaia_
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel corvina
Manteiga franceza a mais superior do mer-1 800 rs. vezugo. cberr.e, Imanado, lagoslinha
cado a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a GiO rs. a garrafa e 1,5300 rs.
oo meio. I 4^800 a caada. SalmHo em latas, preparado pela nova arte
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco el de cozinha, a 800 rs.
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a j 54800 a frasqueira.
limeiras, limoes doces, figueiras, pinheira?, unia 300 rs. o evado, ditas finas a 8oilrs.. 13a i Ma-
grande e ptimo pomar de excelentes laranjas,' ra l>ia com 4 palmos de largoe palmas de seda a
: oitis, abarate, grande profuso de caneleiras, que 800 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
pode suppir todas essas boticas e casas de drogas, Arara vende cambraias de ca ocinos a 2a00.
cajueiros, dendes, coquciros, catles, jambeiros, i Vende-se cambraias de carocinl.os para vestidos
goiabt-iras fructa-pao, aracaes e bananeras. a i&rm PrIes dc ^^ fr,|Ui>7, u ro.
| No fundo do sitio existe urna malla de grande b(,rt((ros dc' ^ m M Tja da' ,,.
extencao e abundante de madeira de diversas qua-1 pera!riz -;g
lidades, e d'onde se pode tirar lenha para vender ..',,, ,nr,'m.n|ft |, -*- nr(,Hs nn i ma.
todo o anno, urna rica e excelleirte baja para ca- 0ianUC sor"m<"1, c "iu<" Pia* I- 3 9+
pim existente nos fundos do sitio capaz de susten- resma,
tar muitos cavallos de verao a invern, e outra I Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
mais para cima que est plantada, pasto para 12 | Vende-se grosdenaide preto para vestidos boa
13 vaccas de leiie. fazen.la a 15400, 14600, 24, 24400, 24600 e 34 o
Alem de outras commodtdadcs que offerecc o !>i-1 covatl, >arja hr?|>anliol.i d>- m la. |\nno fino preto
tio, accresce a de urna bella, grande c moderna a 14000, 24, 24300, 34 e 44 o covado. muito sa-
casa, construida logo na entrada, com 80 palmos 'perior cas-miras pretas finas a 24 e 24400 o rr.va-
de trente c 90 de fundo, eontendo tr.es grandes sa-; rio. merino lino a 24300 e 35, dito de rnrdao a
_ las na frente e diversos quitos espacosos e fres- 24300 o covado : na ra da Imperatriz n. 36.
eos, assim como grande estribara e grande coz-1 Arara vende ijaftfiit francez a l9.
nha fra. Vende-se madapolao francez enfiestado a 4-3 c
Os productos do sitio o constituem urna ptima 45300, bretanha de linho, hamborgo -Je linho para
propriedade, cujos rendimentos sao sufflcient-s pa- lenfcs o seroulas a 440, 500 e 640 a vara, tira-
ra a sustentarlo de una numerosa familia, e s a matrte de linho de 10 palmos de largura a 24 a
prxima retirada do proprietarii para outra pro '
vmciao oirigaria a vender urna to til proprieda
de, que muito adequada para algum senhor de trizan 36
engenho que queira vir inorar na praca, e que A|.ara' vende ]&Mku IWI vfslido a 250 rs. o
tendo alguna escravos, pode razer della um grande : ,r. ,
patrimonio : quem quizer, pois, fater urna bella ,. ,- ,,"va,l,'
adiuisicao, dirija-se a esta tvpographia, ou loja J(Vom1,,!s'' l:i;'*"lli;ls Pra vestidos de senhora a
doSr. Hamos na ra do Crespo, faz.-n.lo quina pa- -f40- im< :-> 40 e ;>0 rs. o covado. easenriraa
ra a do Queimado, que dir com quem se deve en- 'isas proprias_para capas de senhora a Ij8()0 o
Jiitlt-n- 1 covatl : na Alara ra da Imperatriz n. 36. .
Arara vende fuslao a 300 rs.
Vende-se fustao de cores para ronpa de meninos
calca-, e paletn a 300 rs. o covado. gan^a france-
za escora e clara para calcas e paleiots a 440 rs.
o covado: na ra dalmper.iiriz n. 36.loja da Arara.
vara, brim pardo de linho a 800 e 14, dito hrar.co
a 14: 15280 e 14400 a vara : na ru.". da Impera-
Sjtl5B.8.S.3rS: l?f
:j

j-
3
a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conla propria a 2800
r. a libra.
Cha hyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra ,- cha hyson proprio para negocio a
1 #500 rs. a obra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.'
Biscoutos inglezes em latas com differenles
qoalidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muilas marcas a 15350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Pateas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50;' rs. a libra e 35 um quarto ;
eem caixa se faz abatimento.
Araetxas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garante-sea superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 96
a 10 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; desle
genero ha grande porcao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porlo, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavelios, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
ris.
com ricas estampas na caixa exterior, (Chouricas e paios em latas de 8 e meia libra
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
a 320 rs. a libra e
a libra e 45 a
muito proprias para mrao,a 1520", 15500
e25.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, eon-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
15200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 300 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
AvelSas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor, Cafe do Cear muito superior a 280 rs. a li-
muto perfeitas, s vista se faz o preco. 1 bia e 85400 a arroba.
Conservas inglezas om frascos grandes a 750 Caf do Rio> proprie para negocio, a 85.
por 75.
Toucinho de Lisboa
85600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranh3o a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e ?5 a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 45800 a arrobs-
Batatas moito novas em gigos com 40 librai
por 155(0.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs,
a libra e 95 a arroba.
rs
5*S
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portugnezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor nesle
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Arroz do Maranhoa 100 rs. a librae2580C
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caix3o.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1. M,I,"LB ,ikL
Cerveja branca e preta das melhores marcas Mag:?LtaJ]?"^ T&' a b'
5S800aandumzrada 50 3 ^^^^^^^^^^sop,
CTl|2^
e hzw a garrara. 0 nm^ d(og |xados sem flr a m ^
Licores francezes das seguintes qualidades: | 0 masso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a
e de outras muilas marcas a 15 a garrafa I libra.
e 105 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a fibra t
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa ej 400 rs. em barril pequeo.
95 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mostarda ingleza em potes j preparada a |x, em caixas inieiras ou em meias, de
TODA ATTEiXfAO AO VIGILANTE.
Custodio Jos Aires Guimaraes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que achando-se I a
as obras da loja do Vigilante concluidas, e acban- ^ o
do-se as portas abortas a concorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo galla
que se acha no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas flores c muitos outros objectos de
bom gosto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que "^ _
venbam ver para crr, que s assim poderao apre- ^' o
ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas o jq
tendentes miudezas, tanto para grosso como para' Si
retalho, que todos serao sonidos a vontade, mesmo! 5
qaalquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este eslabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de caitas, e pode-
rao fazer que ser tudocomprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feitas nesta praca, como dos que
recebe dc sua propria conta, como dos que recebe
de consignacoes.
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de livelas pretas e com pe-
drinhas dc muilo lindo gosto assim como Illas pa-
ra sintos pretas c dc cores para as mesmas Uve-
las que se vende pelo barato preco de 14500 e 24:
sno vigilante na do Crespo n. 7.
GRAVATl.NHAS.
Tambcm chegou um grande sortimento de gra-
valinhas tanto para homem como para senhora,
de todas as qualidades c bordadinbas, vindo entro
estas urna pe juena amostra de lacinhos com alfi-
netc de pregar em camisinha consa muito linda e
inteiramente novo gosto, ver para querer : s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
LUVAS PRETAS DE JOVIN.
Os freguezes acharao grande sortimento de lu-
al
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<;ii%\si:
BoUiiiiAiiTimuiiiiiy;.
Una laijpi do llo..;uiii 11 ;.
%'cnde :
, Todos os remedios do Dr. Cbable
Capsulas e injeccao a j malico.
Injecrao Faugl "
Pilotas do Dr. Alian.
Pilulas do Dr. I.aville.
Pilulas do pabre-jismem, expelientes coma rtiet*-
matism'.
Pilulas para sezSen.
Pilulas e ungento Ilolluvay.
Phosphato ferro de Lerrs.
Todos os remedios de Kemp: pastillias, ululas,
anacabuita, salsa de Bristol, etc. ele.
E muitos outros medicamentos e especialidades
que sempre se encontrarlo em uila botica.
BOTICA K DROGARA
Bartholoaikl- 6. c
Um I ii-1 do llosirln u. 34.
Ve me:
Ventosas de gomma elstica.
Esmaltes para (urives.
Fundas inglezas.
Vidros de bocea larga rom r.i'ha.
Tinta branca em massa para | inlura fina a 20 rs.
a libra.
Arapelinas de seda de apurado gosto para ?enho-
ra, fazenda que que sempre vendeu-se por 134.
vende-se na ra do Queimado o. 17 por 84 para
vas prelas e de cores, dc"Jouvin, assim como de apurar dinheiro, garantindo-se o bom gosto ees-
seda de retroz tanto para senhora como para la 400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos glandes,
a 15 cada om.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
IC00, 2 e 3.
Presuntos do reino, v'mdos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
08enhore que comprarem de 1004000 para cima, ter5o o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
mancas e para homem que se poderao sortir a
vontade : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
NOVOS ENFEITES.
Novo sortimento e enfeiles pretos e de cores
com lacinhoe de oulras muilas qualidades: s
no vigilante rna do Crespo n. 7.
TRINA E VOLANTES.
Grande sortimento de trina, volantes, galoes,
grades e muilas obras de palheta para ornamen-
to de igrejas : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
Enfeites para as senhoras.
At que chegaram os mmtos desejados enfeites
com lacinhos de fitas para senhora pelo barato pre-
co de 14500.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Meias de seda branca de peso para senhora.
Vendem-se superiores meias de seda de peso
muito alvas para senhora : na ra do Queimado
n. i, loja do Preguiea.
________________________ i
Precisa-se alugar um escravo para servieu
de casa : a tralar na ra larga do Rosarlo n. &
VBMIE-SK
verniz do gaz pelo preco da fabrica : no armazem
da bola amarella no oitao da secretaria de polica.
Mcz de Marta.
O afamado mez de Maria que se venda a 34,
24 e I450O, rom estampas e ntidamente impres-
so, acha-se venda por acabar a 14000 o volunte,
approvetemse da occasiao, que mu poucos ros-
tam : na ra do Imperador n. 15.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cura ca'arrhos, tosses
coqtieluches, irritaces
nervosas sai dos bron-
chios e todas as doen-
1 fas do peilo; basta ao
oente urna colhe rchdea desle xarope D' Fobor.
Dr. 111 mili:, em Pariz, ra i ee, M,
Pars, 36,RuaVivienne, D"
Sirop du
DrF0RGET
CHABLE mdeciN
iEi.no
N.W.
Vende-se feijao mulatinho muito novo a l"4o00
o alqneire, e a 500 rs. a cuia, dito mais trigueiro a
1114 o alqueire, e a 4i0 rs. a cuia : na ra Direita
numero 8.
Para se fechar contas vendem-se as pou-
CM barricas que restatn da verdadeira gra-
xa n. 97: no escripi'orioMe Eduaird Feotn,
na ra do Trapklte n. i9.
FEIJAO
Vendem-se saceos com 20 cnias de feijao mua-
linho muito novo a 114500, dito mais trigueiro a
94 : na ra Direita n. 8.
Vendo-se a talierna sita na ra da Senzalla
Velha n. 32, com todos os gneros e armaeao, ou
a armaca.j s : a tratar na mesma.
DEPURATIF
du SAIVG
PLUS DE
COPAHU
DASENFKRMIhAllASliKSSI.XrAKS. ASAFFRO
^OES fUTANF.AS.F, ALTERA^OF-SDOSANGUE.
llOOOOcurasdasim/finjii
vstalas, herpes, sama
:omixoes,acrimonia ,ta-
ercoes, viciosas do san-
__jue; virus, e ollera (oes
du satiyue. (Xarope vegetal sem mercurio).Bc|mi>
ratita* vegetaM iiiviio 'imillil
tomio-se clous por semana, seguindoo tractaniento
Deimralirn : em, regario as mesmas molestias.
Este Xarope Curado de
ferro dc CtlABI.E. cura
imiaeiatamentequalqixr
puraacao, relaxacao,
1 debilidade, e igual-
mente os laxos e flores brancas das moUiercs.
Esta injeccao benigna emprega-e com o Xarope da
Cilracto de Ferro.
HemarraMaa. Pomada que as cura cm tres dias
POMADA ANT1HERPETCA
Centra: as afleccoes cutneas e comixoes-
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do Cbable, cada frasco vai accompanado de
ua folheto.
Vende-se na
franceza n. :I8.
Na ra Formosa ou largo do Hospicio, rxa
n. 29, vendem-se cinco casaes de canarios hambur -
guezes productores,.! 104 cada casal : a tratar das
' 7 as 9 lloaras da mantiaa, e das 3 as 6 da tarde.
ra do Imperador botica


ATTENCAO
AOS
DO
PROGRESSISTA
RIJA HAN (lll/>ES A. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
ST balrre de Sania Antonio.
f iKitjiilni los Gomes de Sonza tem a honra de parlicipar ao respei-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 80 por cenlo do que ontro qualquer annunciar, como se v do presente annuneie,
aseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas qoe frequentarem les
estabelecmentos, que nunca terao occasiao de reclamar qualquer genero, visto tetsse
.ir1ont.i<1o n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
cocidos.
CHA
hysson, uxim e perola a 2 400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
muilo superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Cordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 100 a duzia.
CHAMPANHE
CRAtfINB RGVOIiU^&O
ARMAZEM
*
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frase.
MARMELADA
dos meihores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
a melhor que temos neste mercado a 20,000' uito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
rs. o gigo.
CERVEJA
nato superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a
duzia.
GENEBRA
de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. e frasco.
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
urna,
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
lihra.
B1SC0UT0S
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India c do Maranho a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
a 2,500 a arroba
e 100 rs. a
muito nova
libra.
GOMMA.
mnito superior em saceos com qnatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a lihra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1(2 libra a 1,000
r. a libra.
SARDINHAS
deNantcs muito novas a 300 rs. a lata.
CHARUTOS
da Rahia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOUCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
C0M1NH0S
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 0(X> rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero ha sempre tm grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
MAIS ATTKH^AO !
Existe alem d'estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seccas. figos, copos unos para apiia, massas para sopa, azjte, ca-
nella, punenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos generosL de es-
tiva, que todos sero vendidos por mdicos precos.
Tend<) o proprietario dos armizens do progressista deliberado nao concorda
co:n a Ii^a da Umao Convnercal, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., dejara que i con
corda em alliar-se aos seus fregueses, fazendo com estes urna liga de interesses recprocos'
tn I.) os seus alliados a faeuldade de comprarem por precoe muilo em conta o bota fiam-
bra, o formidtvel queijo e asiborosa bolachinha de sola, que fazem urna boaftllianca
com a superior champanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
nmona com os seus concurrentes. Vnvle, senhores. a )s armazens, aonde podis d'en-
tre um muito explendido sortimento desaborosos alimentos, escolherdes os quemis
vos apetecer, certos de que nunca tereis occasiao de arrepender-vos de gastar o vosso
dinbeiro nestes estabelecimentos.
Acaba de recebor de sua propria encnmmenda om grande e variado sortimento
de morhados todos primorosamente escolbidos. por isso apressa-se o proprietario em
offerecer sos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte talla dos seos gneros e
resumidos preco.*; afiancando todo e qualquer genero Tendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Pede-se toda atten$to.
0 proprietario pede a lodos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercibida a seginte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carino n. 9, armazem Progressi\o, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio i>or 8#690 a 94, o proprietario em seus
armazens da-lhee este valor, sendo em pagamente, e sto para evitar confuses em troeos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8
cima a 2,7oo,
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os meihores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixasde 1 arroba' e V* a 7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oors. a libra
garante-se seren muito novas, e graudas.
ibraspara dem corinthias proprias para podiin a 8oo
i rs. a libra.
0 homem do movimento nito estaciona.
AY4NTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Ko se adnritte a muiae connercial.
l\t se qier a dala da allianca.
Na* se teme a furia des cargara*.
Este anuo ha de ser folssrvo.
O caaheH esto preparadas.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!! I
Abaiio a liga (Tagua uu viaagre
Viva a liga da geauiaa lacres com Sanare!
Viva a caaservad<>r das conservas inglezas!!
Vivam as liberaes freguezen da BALIZA !!!
Vivam todos que leren este a n muira.
&mmm
SENHOHES E SBfiHORAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido ra do Livramento na.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os presos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignaren] vir este estabelecimento.
(carao por certa muito satisfeilas, nao s quanlo s qualidades dos gneros, como com o
(ratamente todo attencioso que se Ihes dar.
Alm do cumprimentodos deveres da boa educacSo, haver d'ora em diante ainda
maior capricho em satisfazer todos que honraren esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, serio oferecidos ao exame
dos Srs. compradores. Naoreceieo publico que se pratique o contrario, como em outras
casas, que al annunciam o que nao tem.... O baliza nao ilhide___
Ameixas francezas em caixinhas e em frascos
de diversos tamaitos a l,2oo, l,6oo,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.
dem hysson o mais superior que se pode ; Mar-muladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra
-a2,5oo rs. i Ervilbas secas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, i, 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo c 4,8oo rs. a lata.
dem preto o mentor que se pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
Ervilbas francezas em latas a 6oo rs.
Potes com sal retinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para hambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a libra.
[Chouricas e paios mnilo novos a 64o a libra.
dem menos superior a esse que se vende, Batatas muito novas em gigos de 34 libra
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. l.ooo rs. e 6o rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarrao, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem mindinho proprio para negocio a 1.5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. e 8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
pora 3,loo. garrafa,
dem m.i's WCCO vindos [>or navio a l,7oo. Charutns em rande quantidade o de todos os
dem pralo es meihores e mais frescas do fabricantes mais a creditados a l,5oo,
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinada a 8oo rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Licores inglezes e francezesem vasos de di-
versos tamaitos a l.ooo, 4,5oo e 4,8oo
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de g
libras para cima ser aberto um barril na
presenca do comprador.
dem de 2.1 e 3.a qnalidade a 7oo, 6oo e 4oo
rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e dem franceza a 560 rs. a libra, e en barril
loo rs. a libra. por menos.
Wrtria brinca e amarilla a ion r*. a lihrt ,demem lalas a 25000 e a l500 a lala.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por ^Zi^^'/^r^ o pote.
Marmelada imperial
mercado a 7fio rs. a yijra.
dem londrinn a 6oo rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-so por este pre^o
pula porco que temos en ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das sesuintes
2,ooo, 2,500, 3,ooo c 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por al se ven
dan a 2,ooo e 2,5oo rs.
Cafe de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra,
marcas : Osborne. Crakntl, Misad, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fanco, Machineeoutras mui- roba e 20o rs. a iibra.
COMPLETO SORTIMENTO.
NO
AK.H.IXEM
CONSERVATIVO
23-Largo do Terco-23.
Joacjuim Sim.m dos Sanios, dono desie armarem de molhados, seieoOea ao respeitavel publi-
co que teeoi ura eompleio soriinBento dos mesaos os qnaes otTerccem mais vantagum aos Srs. compra-
dores, do que em ui (|iialirtar parle, garaniindo-se a superior qualidade.
Manteiga ingleza flor la 800 rs. a libra.
dem franceza muito nova a 5C0 a libra, em li-
bias 540.
Caf do Rio, de 1" e sorte :i20 e 280 a libra e
arroba 9 e 8,;>:>oo.
Arroz pilado do Maranho de 90 rs. 400 a libra.
MKRO alpista a 160 rs. a libra, o arroba 45800 rs.
Ser/.-ja das meihores marcas a 600 a ftarrafa.
Ginebra verdadeira de laranja a 15100o frasco.
llem do Hullanda a 400 rs. a botija de contra.
T.mcinho de Lisboa a 320 a libra, e.arroba &500
Passas muiio novas a *80 s. a libra, exawa*3
Azile dpce de Lisboa o nMk> a-i*f*fa.#o.
Id.>m: Ak'lria M, T, a M n.+Mn-
'"ujia dt en^'-iniHiar uujtojUvp n HX) r. a lil*:i.
Sardinbas de NanlAs wwis -020 c 300 rs. a t;ta
porcao se far ahalimento.
Todo c tftaijUier comprador
6 poijcenta
W
Vellas de carnauba a 360 e 400 rs. a libra.
Idam de spermacete a 560 c 600 rs. a libra
Phosphoros do gaz a 25300 a grosa.
Biscoutos c bolachinhas de soda a 15400 e 25000
a lata. *^
Chouricas novas a 720 rs. a libra.
Batatas a 25 o gigo.
Bolachinha ingleta nova a 240 rs. a libra.
Charutos das melhorea marcas de 15200, 15500
25000 35000 e 45000 a caisa, em potcsTse
fara abatimejilo.
Viah'1^e'ra deSAA a 500 earrafr, e a cana-
Id6350ot I*'*0* a ^ Katr'*, C a #anada
dem de outras marcas a 25700 a caada,
dem branco de Lisboa a 500 a garrafa,
^niprpr de 505000 para cima, ter o descont
de
a
CUSTODIO, CARVALHO t C.
2T tea Queimado 27
i
Pam ineatlaas.
Leuciuhos de cassapalo btrato preco riejUjO rs. cada um.
Caaabraias
organdys flnissimas a 2-40 rs. o covado.
4 # a peca
de aremelos inos Iwrdado a 15.a peca.
ca^braia Lranca com flores n 35 a peca.
bordadas de muUo goelo. UUm* CaS8a8 Pr*ta*
rodfttado fraucez muito fio a oflO.rs. a .f *<^'>
le cassa brancos e de cores a 15200 e 25 a dnite. *
loberas
do cltila chineza a preco de 25 cada orna.
Tiras bordadas peca 25.
Cambraia do linh a 33, 45 e i>& a vara.
Iticos corto-, de laa dos mais modernos a preeo de 205 o corle
Ja
II ;
1 i

las a l,3ooei 4oors.
Polvos ebepados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra,
dem em latas grandes a 2,000 rs. n lata.
Balachinha deCraknelem latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem inglexaa em barricas a mais nova do
mercado a2,iko rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Carios com IwJas francezas proprios para
mimos 011 para anjos que vito as procis-
soes a Goo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Flos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas bermeticamente a l,ioo e 2,2oo
rs. a lata,
dem em caixinhas de 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas concitadas a 9oo rs. ;i libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinltos engarrafados no Porto e Lisboa das
segundes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, violto es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834. vinho do
Porto, velho superior, madeirasecca. Por-
to superior 1). Luiz I. e outras umitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada,
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a caada.
dem em pipa Porlo. Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa,
(dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,uoo rs. a caada.
.Especial vinltoLavradio sem a mais pequea
composico a 500 a garrafa c 4,ooo rs. a
cuitada.
Pomada a 200rs. a duzia. muda muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafes com 4 *ft garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo n>. com o garrafao.
dem com 4 *, i dilas de venagre a 1,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em ancorelas de 9 caadas a
15,ooo rs. com a ancorela
dem em pipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Calxas com 4 duziarfe garrafas de vinho fcor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores frarrcezes e portoguezes das seguin-
tes marcas creme de vilelas, geroflcs, ro-
sa, absiuto vespeiro, amor perfeito. amen-
dua amarga, percicot. de Tarn, BotoDm,
morangos, limito, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo. rlela pimenla a 4,00o
Arroz do Maranho a 4oors. a libra, 3.000 rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, c loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra,
dem da India comprido a 2.4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Araeaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3ikt rs. a libra,
dem de sebo muito dura lingindo esparmace-
te 36o rs. a libra,
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 5o rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, ja se veudeu por 7.000 rs.
dem almaco pautadoe lisoa S.ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiroa 2,2oo rs.
a resma,
demetnbiulhode 1,2ooa l,4oors. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 '* libra a
l,2oo e8oors. a ubra..
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para 4,4oo rs.
Conservas inglezas a Too rs. o frasco.
Molaos inglezes a 800 e 4,ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes mui lo nova a
2oo rs.
Lalas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a 1.8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Scrveja Ron. Teneote verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas prela e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. ocento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a 4,ooo rs. a libra.
Genebia de Hollondaem frasqueiras a 6..000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafOcs de 14 garrafas a 5,2po rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o ma$so.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
4,000 rs. ea 4o rs. a Ubra.
Biscoitos inglezes Lunch a Mi rs. a lata de
5 libras,
dem de diversas marcas era latas menores I
a 4,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-1
tas grandes e pequeas a 3,ooo e 4,5oo rs. |
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica;
e 2oo rs. a libra.
Banha de poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,000 e 4,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 4,6oo e 4,000 rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a 4,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a 1 ,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a 1,000 rs. a libra.
Ceneja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
dos meihores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
85 a duzia.
Massas para sopa, talharim e macarrSo a
480 rs. a libra.
dem finas, eslrelinha e pevide, caixinha
com 8 libras a 15600.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
t -s .-1 lala.
Presunto de lamego muite superior a 480
rs. a libra.
dem [ara fiambre (inglez) a 640 res a
libra.
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 35000 a resma.
dem de peso a 25 a resma.
Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 20 rs.
Ditos do gaz a 25OO a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 1,J800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 2)5500.
Dito lonclrino a 900 rs. a libra.
l,ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. Sardinbas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem francezas de militas qualidades a 5oojDtlade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia.
,Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti-1 Sal refinado,em poles de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Baha como do Rio de Ja- o pote,
neiro a 1,600,2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo
lo.ooo a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadnha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 4 4o rs. a libra e 4,5oo rs. a.
arroba.
Gomma a 80 rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixes em latas a 4,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farcllo de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
H6 pata asseofcaras.
(i ollinhas c pnnlios.
Cheparam as riqaissimas rollinhns com punhos
Cal de Usboa e potassa da
Rassla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
de lindos bordados c lio lio puro guarnecidos com onde se mudoa o amigo e acreditado deposito" da
bonitos bolfiozinhof lano para senhora como para mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
menina, pos a vi*ta fai fe : s.no vigilante rua.do legtimos, e se vendera a preco mais barato do que
Crespo n. 7. laru biualquer^ parte.
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,00a rs. a arroba,
dem do Ro a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de 400
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadnha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de guiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj om latas a 320 rs. a libra.
Ervilbas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo era saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 4,000 rs. a gar-
rafa.
d em verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a 4,000 o frasco.
Gomma do Araeaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamaito a
4,00o cada urna.
Sabao massa a 120, 160, 200 e240rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
lijlo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
dem do Porlo a 400 rs, cada urna.
Aelas de carnauba e composic3o a 320 rs. ,a
libra ea 40(5 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porlo, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos mui'-o haixos a lf> a garrafa e
a 10/ e 425 a duzia.
dem Cherry, e da Madeira em barris e em
caixa, a 42 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira c Lisboa, era ancoras de
8 a 9 caadas, por 28000.
Dito em pipa a 35000, 35W) e4|$k>oo a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
caada,
dem idem em garrafoes a 2|5500, com o
garrafao.
dem de Bordeaux, das meihores marcas que
vem ao mercado, a 63 a caixa e a 840 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a ltlOO, 158oo e 25000 a
caada,
dem idem.em garrafoes cora 5 garrafas, por
15 com o garrafao.
Vinho de caj a 4I a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
Aaguia branca est vendend bens enfeites de 'il fi07'f).
cascarrilha e tranca, pretos o de cores todos ao
baratsimo preco de 500 rs., servindo ellos tanto
para senhoras como para meninas, a vista pois
da commodidade do preco ninguem d.-ixar de os
comprar na ra do Queimado luja da aguia branca
n. 8.
AGENCIA
tu
Chegaram nicamente para o Vigilante os Neos
enfeites a rainha deEscossia, fazenda inteiramen-
te moderna cmaito barata olhando a sna qualida-
de c gosto : s na loja do Gallo Vigilante, raa do
Crespo n. 7.
-
Km da Seuzalla Kova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 420 rs.
FNMCO DE LOW-MOOR.
Roa da Scaaalia nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver;
um completo sortimento de moendas e metas
moendas para engenho, machinas de vapor
e lachas & ferr/baMo e coado. de lodos o. ^VK'. &USU
tamaitos para dltOS. nha da alfandega, armatem da esquina n. 7, con-
Milho novo a *$fno
Vendem-se saceos com milho muifo
fronte ao guindaste.
Arados americanos e machinas para, Vcnde.se uma casa ,erre p^Tia
lavar roupa: em casa de S. P. JOhllSton & C ; n. C7. frepuezia de S. Jos, a qi indc mensa I-
ruada Senzalla Novan. 42 memn i'-x cwn bastan! quema
j quizer comprar, procure ame asa o seu pro-
prietario, ou na ra da Cr fe n. 6, tercri-
ro andar, que achara pessoa lfortsada ptTa fazer
o negocio.
Vendem-se ealavcs
nesf yii>griphl;i.
vaslft*


l

ABMAZEM LLIANCA
57-RUA DO IMPERADOR-57 W
M
l;uiIo Ferrelra da silva.
O proprielario (leste grande estabelecimento de raolhados, recebe por todos os vapores e navios os melhores gneros que
vem ao mercado, os quaes vende em seu armazem pelos mais resumidos precos.
Tendo chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a escolha de seus gneros, tem a honra (te annun-
ciar ao respeitavel publico, que ninguem como elle pode vender fio barato e por Uto resumidos precos; servindo como costuma aos
seus freguezes com os melhores gneros que se pode desejar.
ATTUYVAO.
Querendo o proprietario (leste Ufo til estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por
menos do que outro qualquer, garantindo aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groza*
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Tijolopara limpar facas a 42o rs. cada um.
Vassouras de piassava com dous arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
urna.
Escovas de piassava proprias para esfregar
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savel,
corvina, pescada e outros a l,ooo rs. a
lata.
i mais Ervilhas portuguezas e francezas j prepa-
radas a 6*o e 72o rs. a tata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba,
dem do Rio muito bom a 26o a libra e
8,5oo rs. a arroba.
i Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
Manteiga ingleza a mais nova e Una chegada
nestc ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima tora abaumento.
Moni franctza, a melhor e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Rauha de pora, refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Vinho do Porte em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 0,000 rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada.
dem em garrafoes com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a
04o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Batatas em gigos de tunta a triuta c tantas li-
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000
rs. a frasqueira c 56o rs. o frasco.
Cha hysson, o melhor nestc genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem dem menos superior e que em outras
clisas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar- dem em garrafoes com 25 garrafas a 8,ooors.
mazem 2,2oo rs. a libra. I Cerveja das melhores marcas de 5,oo a
dem uxim, o melbor que pode haver neste 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac superior a 8oo e i,ooo rs. a garrafa.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, c mais baixo, porem muito soffrivel a
1,2oo a II)., vende-sc por estes precos em
razo de nestes ltimos navios ter-se roce-
bido grande porcao deste genero, a dille-
renca de preco de 6oo a 8oo rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio em lata de 1 ate 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., neste genero o melhor possivel.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades como sejain craknel, victoria
pic-uic, soda, ca{>tain. seed, osborne e ou-
tras militas marcas a 4,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l,6oo e
2,6oo rs. cada urna.
dem em ramullas de 8 Ib. aS rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a 4,2oo, 2,ooo e 8oors. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rafal do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a I8.ooo rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa: garante-se a su-
lerior qualidade.
Viulio Bordeaux das melhores qualidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e Doo c l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcSoede
diferentes marcas muito acreditadas que
j se vendern por 1 l.ooo e lo.ooo a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Canioes, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia lino e ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Violto de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 5oo rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3.5oo rs. a caada.
Mein liranoo o inellKir neste genero vindo de
encommenda a Goo rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
e em caixa ter abatimento.
Marmellada imperial dos melhores
afamados conserveiros de Lisboa em latas
delibra, libra e meia e 2 libras a 6oo rs.
Conservas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
legumes e fructas a 5oors.
Mostarda franceza era pote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para deutes 42o rs. o mico. j Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a 44o rs. Avelaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e cm caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. j Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. j Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e lO.ooo a arroba. 8,5oo rs. a arroba,
dem de composic3o emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 6oo rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 6oo rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
4,ooo.rs.
Massa para sopa estreUinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra,
dem talharim, macarrSo e aletria a 4oo rs.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a Hbra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranho a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty mnito alva a 8o rs. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 8oo, 4,ooo
e 4,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oo rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
Sal refinado em
rs. cada um
Mullios inglezes em garrafinhas com rollia de
vidro a 64o rs. cada urna.
Qucijos flamencos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
chegados neste ultimo vapor a56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 46o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 48o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabao massa, amarello e castano a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo um pouco a 46o, 480e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
4,2o rs. 9 libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,ooo rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rk> de Janeiro,
de 4,5oo a 5,ooo a caixa.
Celxillas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 8oo rs. o cento.
Doce de goiaba a 6io rs. o caixo.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
*"v (fraude liqrrida0o
de fazeatfas na toja dft Parte, ra da laperalris a.
O, de fiaat 4 SUm.
AcOa-senfte eslabeleciuieoto couipleUniBle sor-
ullo de fazendas. inginas, fraaeetas, ailtme*
suissas, proprias (amo para a praga como para o
mato, prometiendo veoder-se mais barato qne
era outra qualquer parte princinatmeate sendo em
poroso e de todas as lateadas dao-se as amostras |
deiando Mear penhor ou mandam-se levar em ca-
sa |>elos caixeiros da toja do Pavo.
As chitas de Pava*.
Vendem-se superiores chilas claras e escuras pe-
lo barato preco de 2'0 e 280 rs. sendo tintas **gu-
r, dius francezas finas a 3*0, 340, 360, 400 e
500 rs., o corado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, islo na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As cassas do Pavao a 210, 280, 30 e 320 rs.
Vendem-se linissimas cassas persianas cures fl-
xas a 320 rs. o covado,ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 540 e 280 rs. o
covado, nissimo organdy matisado cora desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a J20 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As liatiohas da eiposicao de Pavo.
Vendem-se as mais modernas iaaainhas nioss.in-
biqoe ebegadas pelo ultimo vapor francez sendo,
de urna s cr ou de listas mtudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de zahora,
i roupa para meninos e rapas, e pelo baratissimo
I prego de oOO rs. o covado, ditas enfestadas trans-
prenles de quadnnhos a 300, 400 360 rs. o co-
I vado, diias matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
dilas mais baratas do que chita tambera matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palma,
de seda e 4palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de una s cor parda, azul, eor de I y rio e
perola proprias para vestidos, saulembarques e-
garbaldes a 720 rs. o covado, dius escocesas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im~
peratriz n. 60, de Gama di Silva.
Os chales d Pava*.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 65. 7, 8. ditos de pona re-
donda a 74 e 85, ditos preto ricamente bordado
a retroz com vidrilho a 124, ditos prelos lisos a
ais ditos de cores a 44300 e t ditos de merino
estampados a 2.5 e 35, ditos de I a a a 5280 e. 25,
ditos de retroz preto para loto a 65, uto na leja
do Pavo ra da lniperatrta m. 60, de Gama &
Silva.
Fazridas pretas para a qiarrsna veade Pavio.
Vande-se grosdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, 25, 25300, 2580 c 35, mo-
reantique preto muito superior a 35 o 25800, sar-
ja preta hespanbola muito encorpada a 25, isto na
leja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama
A Silva.
O Pave veade para lote.
Vende-se superior setirn da Cbina fazenda teda
de la sea lustro leudo 6 palmos de largura pra-
prio para vestidos, paletois, capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 25300 o covado, cassas
prelaslisas, chitas pretas largas e estreitas,chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
coingollinbas e outros inuitos artigos qae se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gasta & Silva.
Os carpiaaee de Pava
Vende>* os mais modernos rorpinhos de cam-
hraia rieamente bordados e eoleitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos de Pava*
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pcto'barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e I05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 305; ditos de l.a com lindas
barras a 18 e 155; isto na loja .do Pavo roa
da Imperatriz n. 60, de Cama & Silva.
Os pannos de Pavo.
Vende-se pajino preto muito superior pelo barato
preco do 25, 25300,35 e3300, ditos muito finos a
; 45, 35 e 65, cortes de casemira preta entestada a
LOJft DO BEIJA FLOR, i k A(ll\ BUftCA
i lindos potes de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a 36o rs. alihra. 45, 45300 e 65, casemira preta finade urna s
.....Chintos cena doce a3So ctoo B. a Ib. ffS&^*J^%^*S:
(javo ua Imita a OO rs. a llora. ras infestadas de urna s cor proprias para calca,
Can.-lia muito nova a 1,00o rs. a libra. \ paletots, cohetes, capas para senhora. roupas pa
Ufazcma a 2oo rs. a libra e (,ooo a arroba, meninos a 35 e 3*500 o covado, isto na loja do
Graixa a loo rs. a lata e l,loo rs.a duzia. i ^'^ ra da Imperatriz n.(50, de Gama&bilva.
_________________________!---------------- A roapa do Pavao.
. tt Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
AO II. ". eos fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a
Nova loja dos barateiros na ra do Queiaiado. 15, 20, 255 e 305, calcas de casemira preta boa
Hieas saias de fustaoa 55, camisas Inglezas para hienda a 45500,35,65, 7* e 85, paletots saece*
fiU (lo QueQiado numero 63. recebeu as verdadeiras
Cravaliuaas para sealiora. LUV'S dC J0U>1Q
Vendem-se irravaiiuhas de diversos gostos mais pretas e de outras cores.
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do (Jueimado, | Pilliel (le C0113S. Sore*,lSiraJ2?,Ml2rn', 9 cai para
loiadobeiia.llor n 63 ajJCl uc wica do a 480,560 e 640 o covado.
loja uo oeija iior n. o Fo|has g ^.^ de ||ande as ven. t. 91)
Vendem-se filas para debrum de vestido de jinno nnmfim g Nova loja dos barateiros na ra do Qneimadn.
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
uiado, loja do beija-lior n. 63.
Pcutes travessos.
Vendcm-se penles travessos de caracol na
frente de borracha a 300 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel luir domada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra do
Q -junado, loja do berja-flor n. 63.
Aimlopes.
Venden;-se anvelopes de diversas qualidades
bramo a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : ua loja o beija-
flor na ra do (Jueimado n. 63.
Voltas de aljfar.
Tendo recebtdo voltas de aljfar com cruzes de
podra imitando a briihanle vende-se a 15 cada
urna : na ra doQueimado loja do beija-flor u. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-llor u. 63.
1 afeites de lita.
Tendo recebido enfeites de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 15 cada
mu : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fila de la prela para debrum.
Vende-se fita de lila preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63."
Fitas de linho para bordar vestido
Vendem-se litas de linho para bordar Tvestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
00 rs. a peca s qoea tem loja do beija-flor
rna do Queimado numero 63.
Itoloes de inadrrperula.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para uunhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestide.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs, a pega : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qoa-
resma : s quem ten a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larRoraspara
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de balanco de 1 bo-
llo a 35500 a duzia, ditas de 2 botScs a 65400 :
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
15400: na loja di* beija-flor da ra do Queimado
n-63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Qaeimado, loja do beija-flor n. 63.
__Vende-se para mais do 180 milheiros de te*
Iba e tiiolo de alvenaria batida, ladrilho c tapamen-
10 da nialhor qualidade que pode apparecer : quem
ouizer comprar, pode tratar com o socio e admi-
nistrador carias dos Santos Barros no beceo
das Barreiras, arlan. H, ou rom Jos Mana
encalves Vieira Guimaraes, na na Nova n. 49.
ENFEITES
senhora a 25, 25500, 35 e 45, cuberas de fuslao, e panno prete a 75, ditos de casemira de cor a
brancas a 35, chilas com lustro para coberta com 6* e 75, ditos de alpaca prela ditos de merino
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de preto, ditos de brini de cores, caigas de casemira
ciMMfl nara vestido a 320 e covado. las nara vesti- de cor a 45, o5,65, 75, ditos de caxemira da
Escossia a 35, ditos de bnm pardo a 2530U, ditos
de car a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama le Silva.
Tarlalaas de todas as cores, fazenda muito fina ] a 720 a vara, cambraia para cortinado, pega de 22 j Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
' varas, por 105, chales de lita |>or 35, 45, 55; e 85, | |a e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
com laco e Olltras qnalidades. camisas inglezas para liomem a 385,505 e 605. j melhor que ha no mercado': na ra da Imperatriz
A agola branca acaba de receber um bello e| A O. 29. n. 60, de Gama & Silva,
completo sortimento de enfeites com lagos, ditos. Kva loja dos barateiros na rea do Queimade. As colchas do Pavo.
sem lagos, etc.; lambem recebeu outros mui bo- gipos pret0. fyanjas Mt> todas as qualidade* Vendem-se colchas de linho aleochoadas pro
Dito, e segundo suas recommendaces vieram dos tran(.as d seda algodao e de lia, manguitos^ ; Pas para cama pelo barato prego de 55 Cada nma
que ha de mais moderno c apurado gosto^ assim camivnnas bordadas, collarinhos e punhos, folhos I na ra da Imperatriz n.60, de Gama & Silva
intendentes munidos de dinheire serao bem bordados, botoes de velludo, de seda e de fuslao,' As calcinlias do Pavao.
na ra do Queimado, loja d aguia bran bando8 de eabe||0; meas dc sedai |C(]nes cujos; Vendem-se calcinhas de cambraia bordadas pa-
. ertigos se vendem por metade do seu valor por ser 1 ra meninas pelo barato prego de 500 e 640 rs.,
servidos
ca n. 8.
Frascos
para acabar.
I.uvas de pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8.
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Vvelas com pedrasno*
vo sortimento.
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
um novo e bello sortimento das procuradas livelas
com podras, podendo assim satisfazer a lodos ue
dellas precisarem, urna vez que apparega dinhei-
ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
PAPEL IKGLEZ ,
llMft e de peso. m Bna d SDfa"a *,?, P
Alem do grande sortimento de papel greve e on-! Vende-se, em casa de S. P. Jotinston & L.,
tras mui tas qualidades, que constantemente se sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
acham na loja d'aguia branca, faz-se notavel pela ^g bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
su4jenoridade de qualidade o papel inglez almasso untp<. nap ,_.A1S p "....j. arrpirm nara
e de peso, que acaba de chegar para a dita h-ja ; i emeotes para carros e montana, arretos para
um e oulro sao mui enenrpados e de nm assetma- carros de um e dous cavallos. e relogios de
do lustroso e macio, que na verdade a; odos agr- ouro patente inglez.
dam. As resmas daqueile tem 480 folhas, e as --------------------r-.---------------------------
deste 500,e custa cada urna 85- Tambem veioda | "pUfHa
i mlanguilos para senhora e meninas a 500, 640 e
'800 rs., camisinhas com manguitos a 15280 : na
oja do Pavao ra da linperairiz n. 60.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinliae de cambraia muito finas
com manguitos e golas mnito bem bordadas pelo
barato prego de 15280, ditas de fil a 15, ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e 25, su-
periores manguitos com golla e a balao a 35 o 45,
sendo mnito bem bordados e os mais modernos
valor de I>i:835$9i1 rs.; tratar as
casas a rna do Trapiche n. 34.
Venda- ne<-ra mo5a com uma cria de
t mpMM. i "iuito bom leile e perila
nfiommade eeozinheira : quem P/'^"^'.^
r t*e ra do Livi noto n. 5, eu 4 ra do Im-
SJkV l 4a\ aereen idfr, ee A|otto rer-
retra Awftr.
mesma qualidade e de tamanho pequeo, em cai-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
da, custando este 25, e aquello 15200 a caixinha.
J vem pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos dedinheiro serio bem servi-
dos : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
COPOS COM BA-
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banba, os quaes es-
tao sendo distribuidos com aquellos pretandentes
-ine centribuirem com 25500 a vista : isso na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MIO !III\S EUS
para senhora e meninas.
A aguia branca recebeu mui boas meias france-
zas, de fino tecido c fio redoudo, o qne as tornam
de immensa duracao, porque muito convm, ainda
mesmo tustando 7 e 85, como se esto vendendo a
doheiro vista, na loja d'aguia branca, rna do
Queimado n. 8.
F ogro do a r
eT7
Recebem-se encommendas de fogo do ar : no
armazem da bola amarella no oitao da secretaria
de polica, sendo o mesmo fogo fabricado ua fabri-
ca da viuva Rufino, na estrada de Joao de Barros,
Vende-se uma taberna na ra do Itangel n.
10, cora poucos fundos, propria para principiante
por ser afreguezada no retalbo: quem pretender,
dirija-se mesma taberna.
Vendem-se os terrenos de marinha do caes
de Caplbaribe ns. 40 e 40 A : a tratar na ra da
Imperatriz n. 63, segundo andar.
Venda de urna hypohtca.
Os liquidatarios da massa fallida de
Jos Antonio Haslo vendem a livuolhe
........ i .. ____i., u.,it*Y........ senuo mnito nern horuaaos e os mais mouenms
ca (|UC tem UOS CngentlOS JlattO OrcSSO ||ne ha no rnercad0) manguitos e camisinhas a 35
e CajallHSS UO terillO (le ScrinhCia BO e 35500, gollmhas Bnissimas de cambraia a 500,
ditas de fil a 240 e 32o rs., pegas de entrenu-ios
com 3 varas a 640 rs., liras bordadas a 15, e ou-
tros muitos artigos neste genero que se vendem
mais barato do que em outra qualquer parte : s
na loja do Pavo, ra da linjieratriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As capas do PavSo.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
enfeiladas, sendo as mais modernas pelo barato
preco de 205, 255, 305 e 405, sautembarques de
seda pela sendo ricamente enfeitados a 205, *>5
e 30 : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
.\s caubraias do Pavo.
Vondem-se pegas de cambraia muito fina com
salpicos tendo 8 l|2 varas cada pega a 3 0, ditas
a 35 e 35500, ditas adamascadas muito finas pro-
prias para cortinados a 35, ditas a 45, pegas de
farinha de milho a oito patacas a arroba : na ra
do Urum n. 32, fabrica de costura vapor.______
Vende-se alpaca prela a 500 rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600, i cambraia brancas lisas fazenda muito lina com 8
700 e 800 rs., lina de cordao a 800 rs para pal-11,2 varas a 35500, 45,45500, 55, dius de qua-
tot, prineeza preta a 800 e 640 o covado, bomban
na preta fina a 15400 o covado, lazinhas prela
para senhora que esto de luto a 720 o covado :
na rna da Imperatriz n. 56. A loja est aberta at
s 9 horas da noite.
Algodo da Baha
para saceos de assncar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo t
C-, no seo escriptorio ra da Cruz n. 1.
os proprias para furro e babados por pregos mui-
raaoaveis: na loja do Pavio ra da Imperatriz.
Panno de liman.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura propria para lences, toalhas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
cora 10 palmos de largura a 25500, algodozinho
monstro com8 palmos de largura a 15, pegas de
Hamburgo com 20 varas a 95,105 c 115, pegas de
madapolao fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodozinho a 65, 65300 e 75, e outras muitas
\jA.MJ VlXi \IJ\Jla fazendas brancas que se vendem muito baratas
i>or preco reduzido i alim ue apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
Venase gaToa melhor qualid.de pelo; ^^^Sm
pre.o de 10* por lata de 5 galoes: no ar- j Vendem.se cortes de cambraia com babad0s a
mazem do Caes do Ramos n. 18 e ra do; 3goO: na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Trapiche Novo n. 8. de Gama t Stlva.
-----rr;----------r--------------7|------- 0 Pav5o vende lazinhas pretas.
- Vende-se uma barca ca nova de 4 viagens, Ven(k!m^e |aazDhas pretas a 200 rs. o covado:
btmf"s.,rJ!^d! ".^"L^LlfJ!1;.. aalojadoPavoruadalmperatrim. 60, de Ga-
ma & Silva.
flr-
Sr.
nheiro ou mesmo a prazo assim offereca boas
mas : a entender-so na ra Di re i ta'com o
Bento de Barros Feij.________^^___^^^
Os precisos talheres pa-
ra crian cas.
Chegaram e achara-se venda na ra do Quei-
mado, loja d'aguiahranca n. 8.
ara todos.
A Sferia' Pa.
0 Pavo vehde a
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pin com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor franeez pelo barato prego
de 85 cada nm : s na loja do Pavao rna da Im-
peratriz a 60, de Gama & Silva.
Os bal5es do Pav3o.
Vendem-se crinolinas ou balees de 30 arcos tan-
to brancos como de cores_ sendo americanos aue
ATTENCAO
9 IM 1U. 1IO ARMO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
>ai Ki ft 5 J
i}*
m
PURA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os qnaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como ver3o pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os ntes-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de fOOf para
cima tero mais o a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mars que
odos s seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, raz5o esta para pode
veoder por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Vellas de carnauba e composigo de 32o a
36o rs. a libra e de io,ooo a 11 ,ooo rs. a
arroba.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a /ibra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a f 6o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a
l,oo rs. cada uma.
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barrit.
dem de porco relinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para ftanbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
Wem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve-
lho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz f.de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de t.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a 44,ooo rs. a caixa
eom uma duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
tata.
Bfscokos inglezes das melhores marcas em
lainhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos de reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macando, talharim e aletrta-
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem en/citadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 600 a 1,000 rs. o caixo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em-
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescad,
corvina, salmo eoutras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de eos-
nhade l,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, V* e 8 hbras
a 8,000 4,ooo e 2,000 rs. a caixinha.
Barris de vinho branco de quinto, marca B
& Filbo a 60,000 rs. o barril.
Maimelada imperial dos m< Inores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a Ltinhade 1 libra,
ha latas de 1 '/i e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a i i-i rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 '/ a 6 la-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a 1,60o
rs. o frasco.
Chocolate porluguez, hespanhol, francea e
suisso a l,2(io rs.a libra.
Conservas inglezas das seguintis marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 7o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f .
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas, Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
-como sejam Bdt F., PRR, JAA, outras | Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas, Porto, Lisboa e Figueira ; 2,000 a 4,000 rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
Porto fino em garrafa, e em caada a
3,000, 3,5oo, 4,060 e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
a 24,ooo rs. o gigo, e de l,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve paulado ou liso a 3,ooo rs. a res-
Garrafoes.godoi 3 garrafa!t de|8upmor finto g^^ m[Q ^^ t, a 8o rs ^
do Porto a 2,200 rs. com ojgraOk de rg
dem com o garrafa de vinho da Figueira mais | Kra
proprio para a nossa estacao por ser mais, p ,. g fc 2 2
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo. | zja 8 8
dem com 5 garrafas de viaagre a l,2oo rs. Vasos nglezes de 4 a |6 bras vasics mv{0
comogarraiao. ^ proprio para deposito de doce manteiga
4,3oo rs. a caada. Licores das melhores marcas e mais finos
Velas de esparmacate as melhores neste ge-, 000 rs a gamfa e em cajxa ,era afjati.
ment.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo.ooo rs. a caixa.
a 64o rs. Chouricas as mais frescas do mercado a 8co
rs. a libra,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.' Genebra de laranja em frascos grandes a
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a' l.ooo rs. o frasco.
lata. Serveja das mais acreditadas marcas de
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo 5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a 3,5oo rs. cada uma. I a garrafa.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a dem em botijas e meias, sendo preta da
9,ooo js. a arroba. 1 muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
Nozs muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a duzia.
rs. a arroba. Ceblas em molhos grandes a 800 o mclho
Caf de i.*, 2.a e 3.a qualidade de 26o, 3oo 640 o cento, e a 6,800 rs. a caixa
e 36o rs. alibra, doCear de7,8oo, 8,60o, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
ero de 56o a 64o rs. o maco, e em ca-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino
a garrafa e 4,800 a caada.
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranh5o de 2,8oo a
3,000a arroba, edeSoaloors. alibra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha dc Franca a 24 rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Farinha do MaranhSo a 14o rs. a libra.
Tijoto para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,000 rs. a caixa de duas arrobas, '-
._____________________
CAL ne LISBOA
Vendem-se barris com eal des-
ta procedencia, em pedra, ehega-
da hoje. e antea nova, me ha no
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazem de Manoel Telxel-
ra Basto.
ESCRAVOS FGIDOS.
1
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita a marca
Fontana resembarcada hoje, vende-se
por preco mais cuuimodo do qne em
qualtuer outra parte : na ra da Cruz
0. 4 rasa de 0. Bieber k C steces-
sore.
Atlenco.
Vende-se por commodo prego um escravo criou-
lo, de bonita figura, muito robusto, e proprio para
todo e oualauer servico, e muito principalmente
para feltor de sitio por ter grande pratira e enten-
der mnito de plantario : a tratar no caes do Ra-
mos n. 2.
Acha-se fgido o escravo de nrme Faustino, do
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fula, at-
ura regular, grosso do corpo, bem espadando, l-ar*
bado, e j com alguns cabellos brancos na l.aiba,
bracos e pernas grossas e bastante cabelludas, tt u-
do as pernas arqueadas, porom nao muito, costu-
ma andar em sambas, e as vezes embringa-se has*
tanto por gestar muito de beber : pnrianto roga
se s autoridades policiaes desta e das provincias
limilropties, que o facam apprehender e leva-Io
sen senhoro major Antonio da Silva Gnsniao, na
ra Imperial, assim eomo roga-se aos capites do
campo a apprebensao do dito escravo, que sera
bem gratificados.
Fugio no dia 2 de margo do corrente simo,
do engenho Floresta do termo de Atalaia, proviiu
cia das Alagoas, um escravo de nome Luiz, cujos
signaes sao os seguintes: eabra, com 22 23 an
nos de idade, corpolento, estatura regular, car
gorda, sem barba, os beicos um tanto giossos, tea
todos os denles e bem alvos ; cojo escravo presu-
me-so andar no centro desta provincia, ou na cst
trada de ferro: quem o apprehendeT peder en*
tregar nesta praca a Antonio de Moura Rolim, ou
em Macei Manoel Joaquim Duarte Guimaraes,
ou mesmo no referido engeoho a seu senhor o Dr.
Jos Casado de Accioly Lima, que ser recompen*
sado generosamente.


LITTERATURA.
Anda Sr. dcputaee Pedro Luir e a sua cresada
anli jesutica.
1
Animado o Sr. deputado Podro Luiz pelo Ifffor*
vel acolnlmeato tpw deram os seus amigos ao seu
di>curso pronunciado na tessao de 3 de margo pas-
sado, conira a onda clerical e a iuvaso jesutica,
cij-riio que lao tristemente impressionou oesp-
rto e os scntimentos calhollcos dos lrasilciros,
volia de novo tribuna na sesslo de 16 do mesmo
mez, e sempre dominado por apprekemti, receios
e temores pela sitiiaeao clerical, que toe se dese-
nliando a teos cuda vez mais turo, faz um longo
discurso -sobre o niesmo ttierna que servir de as-
suinplo ao primeiro.
Agora, porm, o temos mais alale c misado,
p rqoe veni firmado na auloridade de urna certa
trindade anticlerical, coniposla de A. Herculano,
Jet Eslevao c Ernesto llenan : aos dous primeiros
o nobre desalado cita, das ideas e formulas, do se-
guido sei-ve-se sem nomea-lo, como logo veremos.
OITendido em meus sentimentos religiosos pelo
primeiro discurso do Sr. Pedro Lata, escrcvi por
esta mesara Otario em 24 do mez pastado um com-
mullicado, como um u-sieimiriho de mi nha justa
indignacao, e como um fraro brado em favor dos
nleresses calliolieos ; e pila mesina rano e com o
mesmo lira torno agora a escrevor, protestando con-
ira as doctrinas cuntidas no segundo discurso do
mencionado Sr. Pedro Luiz.
Nao passou desapercebido a ninguem, que o ter-
reno pedido pi lo Ilevd. padre Janrard, para edi-
cacar de um tmalo catholico, foi smente urna
occasio para o Sr. deputado poder melbor laucar
os seus anatbemas contra os institutos religiosos ;
e por isto nao me demorei da primeira vez sobre
este ponto, e non presentemente o farei. nao obs-
tante servir elle anda de introdcelo ao segundo
dJscorso do mean Sr. deputado.
Cun relago ao referido ponto lmitar-me-hei
apenas a dizer, que seria mais louvavel que o Sr.
Pedro Luiz como depulado de urna nagao catholica,
lattatasse a sua voz contra o fado de ser o gover-
no o prinniro a animar o culto protestante, conce-
dendo ampios terrenos, e auxiliando com os dinhei-
ros dos Brasileiros catholicus a erecgo de templos
daquella seila, como lera succedido as provincias
do Uto Grande do Sul e Santa Catharina, onde as
colonias allomaos obriqam-no a isto.
As iras de S. Exc. deveriam dirigir-so antes a
piolligar o favor que vota o nosso governo aos
pastores protestantes, de preferencia aos ministros
do catholicismo ; pois que ao passo que a estes co-
mo vigarios concede a mesquinha congrua annual
de 600000 rs., aquelles, alm da quantia annual
de 8005000 rs., liberalisa passagem nos trens do
naminhode ferro e nos carros da companhia Unio
o Industria.
E nem convem esquecer que aqui mesmo nesta
provincia j se deu por muito tempo o fado, de
haver um trem especial lodos os domingos, s pa-
ra conduzir villa do Cabo o pastor protestante ;
com o que se despenda nunca menos de 150&0O
rs., que corriam por conta da garanta de juros
concedida pelos governos geral e provincial.
Contra estes factos, que revelam claramente de-
cidida proteceo a urna religio catliolica, e que
como taes sao altamente inconslitucionaes que
deve erguer-sc a voz de todo deputado eatbolco,
e nae contra a edilicacao de um templo para uso
de um povo ealliolico, de quem somos amigos, c
a quem devenios muito.
Mas voltemos a parte principal do discurso do
Sr. Pedro Luiz.
Insiste o nolire deputado na dea da semclhanea
existente entre os jesutas, lazaristas e capuchi-
nlios, e para provar o seu asearlo Id perante a c-
mara alguns Mtigos dos estatutos da ordem de S.
{.azaro, e diz : Vede, obediencia passiva, e abs-
tengiio completa de s mesmo ; e depois de haver
lido outros artigos com relacao ao mesmo |>onto,
exclama abrazado no santo amor da liberdade :
. Mas, senhores, qual o fundamento philosopbico
dessa escravido ? e a maioria da cmara que
como o Sr. Pedro Luiz pareca ignorar o funda-
mento pliilosopbco da lei da obediencia nos nsti.
tutos religiosos, admirou em silencio a penetrarao
de seu joven membro.
E nao isto s, senhores, contina o ora-
dor, os lazaristas sao como limas na mao do ope-
rario ; o lazarista nao pode lr ou escrever sem
expressa hcenga do superior, nem sem ella pode
ser testemunlia para jurar sobre tal ou tal fado, a
nem contar seja o que fr. Que esmagadoras pro-
liibicoes I Dizei-me, meus Ilustres collegas, nao
isto a base de urna constituicao de ferro, esses prin-
cipios nao cliocarao de frente a nossa consliluigo
e as nossas leis ? Imaginem os meus collegas a se-
rie de bypotheses que se poilem dar na vida do ci-
dadao, na vida geral, na vida social, que vem a
ser aectados por estes principios ?
E os seus collegas admirados da forca imagina-
tiva do Ilustre parlamentar, responderam : Apoia-
dos, apoiados !
Mas quem eslava fra do nfluxo da voz do ora-
dor, e leu calmamente o discurso do inimigo dos
la-zaristas, nao poda deixar de dizer comsigo: Pois
ser possivel que em urna assenibla composta de
borneas to Ilustrados, haja tanta indifferenca e
esquecimento do que ha de mais commum e essen-
cial a todas as ordens religiosas, a ponto de fazer-
sc da lei da obediencia um crime contra as mes-
mas ordens ?
E de facto, ninguem ignora que a divina lei da
obediencia, conslituindo amis alta perfeigochris-
laa, foi em todos os tempos a alma, a vida e a for-
ja, nao s da sociedadc de Jess, mas de todos os
institutos religiosos, desde S. Bazilio o Ilustre le-
gislador dos mongens no oriente, at S. Benlo, o
patnarcha da vida religiosa no occidente, e deste
at o fundador da ordem de S. Lzaro.
De surte que a obediencia mais ou menos abso-
luta tem sido em todas as ordens religiosas, como
em todos os exercitos, a primeira coudigo de sua
existeucia, e o ponto d'ondc dirvam todas as suas
Coreas moraes.
Cumpre, porm, notar oeste lugar, que ao pas-
ito que todos os fundadores de. ordens religiosas
impunham a lei da obediencia em todo o seu rigor
e sem limites S. Ignacio, o glorioso fundador da
aociedade de Jess, entenden dever abrandar esse
salutar rigor, permiltindo que os membros da so-
ciedade dirigisseui humildes representagdes aos
seus superiores, manifestando com respeto os pon-
Ios em que pensavam de modo diverso dos mesmos
superiores, temperando por este modo o conselho
da obediencia cega, caca quandam obedientia. E
anda mais, se a auloridade do geral se desviava
das regras e do fim da sociedade, podiam os seus
nembros dep-lo ; dizendo sobro isto um padre
jesuta, que por muito tempo illustrou'a tribuna
sagrada em Franca : nunca se apresentou esse ca-
so extremo, c nem com o poder de Deus, accres-
Centa o sabio padre Ravignan, jamis se apresen-
Ur.
Oh I qae preciosa licao para os apostlos do li-
beralismo moderno, 4*10 lachados com o orgulho
protestante, a cada passo esto perturbando a pax,
derrabando gayemos e revolucionando estados I
A' respeto,pois, da leda obediencia o Sr. Pedro
Luiz tem razao do dizer, que os lazaristas nao sao
mais que jesutas; c podia ter dito o mesmo, sera
dzer novidade.-d todas as ordens religiosas, que
todas sao consanguneas com a sociedade de Jess
em seus llns e em seus meios : fins, a glora de
DIus e-a salvacao das almas, meio, a le da obe-
diencia, cuja forca e philosophia sendo desconhe-
cidas dos espirites superticiaes e irreligiosos, nao
ewap&ram a penetraco do genio cliristae do illus-
(re guerreiro do cerco de Pamplona.
E' verdades Santo Ignacio de Loyola exhorta os
seus irmaos a so deixarem reger c dirigir pela Di-
vina Providencia como se estivessem raortos, perin-
de ac si cadver essent.
Mas ne.te ponto o santo fundador do instituto de
Jess mo fez mais do que adoptar aquello pensa-
mento do grande e admiravel S. Francisco de As-
sis, que nao considerava como realmente obediente
senao o religioso que se deixava tocar, mover, col-
locar e descollocar, sera oppor nenhuma resisten-
cia, e como se fra um corpo morto, corpas exani-
me-, sendo anda assm que esse grande santo, a
quem foi dado realisar tantas maravilhas neste
mundo, instruindo aos seus religiosos dizia-lhes :
Quero para meus discpulos homens mortos e nao
vivos, mortuos non vivos ego tneos vol.
Finalmente o supraeilado S. Basilio, nma das
mais varonis figuras das antigs egrejas, e urna
das mais bellas glorias do episcopado, no cap. 22
de suas Constituicoes monsticas, quer que os reli-
giosos obedecam corno o instrumento na mao do
operario, ou como o machado na mao do lenhador.
Por aqui se v, pois, que a parte dos estatutos
dos lazaristas, quasi limam in manibus fabri, que
tanto escandalisa ao Sr. deputado Pedro Luiz, nao
cousa peculiar ordem de S. Lzaro, nem a dos
jesutas, mas urna lei commnm a todas as ordens
religiosas.
Onde, porm, esses padres, esses simslros e as-
tuciosos jesutas furam buscar essa lei tao repug-
nante Mberdade, e que tao de frente choca as
constituicoes e as leis dos povos lvres ? Beberam-
na em purissisw fonte, receberam-na de mestres
nfallveis, do grande apostlo das gentes e do seu
divino mestre.
J nao sou eu que vivo, diz S. Paulo, Christo
que vive em mim : vos estaes mortos, a vossa vida
est escondida com Christo era Deus. (Gal. 2 e Col.
3). Tal o ensino que forlaleceu o espirito do
apostlo, dando-lhe armas com que em seu aposto-
lado obtivesse tantas victorias gloriosas. Morrendo
para o mundo, para si, para sua vontade e para
ludo que nao fosse Deus, venceu aos inimigos
d'alma e salvou a umitas.
E S. Paulo aprendeu essa doutrina da bocea da
verdade eterna. Se o grao nao morre, fica s, po-
rm se morre produz muito : Aquelle que ama a
sua alma perde-la-ha, mas aquelle que neste mun-
do aborrece-a, guarda-la-ha para a vida etorna.
Assm ensina Aquelle que foi obediente at a norte-
Ora, o que ser essa morte voluntaria de si mes-
mo, esse odio de sua alma senao, diz S. Tliomaz, a
reuuncia da vontade propria, senao a virtude da
obediencia ?
Eis porque S. Gregorio (Moral c. 10) diz que a
obediencia a virtude que da iugresso n'alma a
todas as outras, e ah as conserva ; eis por-
que o principe dos moralistas chrisios, o doulor
anglico, ensina que, fallndose de um modo ab-
soluto, a virtude da obediencia, quedespreza a von-
tade propria por causa de Deus, a mais louvavel
de todas as virtudes moraes : Per se loquendo, lau-
SaNMar esi obeAientue vtrtits, quee prupter eum
contemnit propriamvoluntatem quatn alia? 1 titules
mortdem. (Sum. Iheol. 2.2. q. 101.)
Comprehender agora o Sr. deputado o que o
obediencia pasiioa, e a abstenco completa de si que
to impensadamente censura ? Ficar agora sa-
beodo qual o fundamento philosophico dessa escra-
vido ? Anda ignorar que a obediencia cega as
ordens religiosas a fiel derivacao do espirito do
Evangelbo, a mais louvavel de todas das virtudes
moraes 1
A obediencia tambem urna virtude social, por
isto mesmo que moral; e de feito, o que seria da
sociedade_ sem a obediencia passiva ao poder pu-
blico, qulquer que seja a sua forma, e s leis, se
o poder publico manda o bem da sociedade, e se as
leis traduzem a justiea ?
Foi em virtude dessa obedienria agora ignorada,
que os valorosos jesutas, to acerbamente maltra-
tados pelo espirito protestante encheram o mundo
com suas obras ; foi ella que levou-os a China, as
Indias, a Arabia, a Grecia e a America, soffrendo
dos intieis selvagens, e mesmo dos civilisados, atiran-
tando injurias e ignominias e o proprio martyrio,
com lauto que a lei do crucificado fosse pregada, e
com ella a civilisayao.
E' em cumpruueuto da mesma lei que os padres
das missoes e irinas de caridade se acham hoje
em todas as partes do mundo, prestando assignala-
dos servicos causa de Deus e da civilisaco.
Amauha, diz aos jesutas o seu superior, parti-
ris para o Japao, ah vos espera o martyrio, mas
nao temaes, segu; e o jesuta (tela lei da obedien-
cia, responde : Sim, meu padre, perinde ac cada-
ver. Hoje, diz o superior s irmas de caridade,
partiris para a Crimea, nem vos assuste o terri-
vel typho que l devasta ; e a irmaa de caridade
pela lei da obediencia, responde : Sim, raeu padre,
quasi limam in mambus fabri.
E os servieos que d'aln resultam regsta-os a
historia, e couservam-os na lembranca todos os ho-
mens reconhecdos ao beneficio.
Taes sao os inicios do principio da obediencia,
lha do sacrificio livre e da abdieacao volun-
taria.
Oude est aqui a offensa nossa Constituicao e
s nossas leis ? O Sr. deputado diz que as conse-
quencias praticas que se seguem da doutrina da
obediencia consagrada nos estatutos dos lazaristas,
nao precisam de demonstraran ; e eu pens que
esle ponto, como tudo mais que o nobre deputado
tem avancado, precisa e muito de ser demonstra-
do ; nao tendo at hoje feito outra cousa st nao de-
clamar, e repetir injuriosas aecusacoes contra o
clero catholico, aecusacoes de que elles ba muito
estao defendidos.
No terreno das generalidades fcil colher So-
res ; os espinhos estao nos factos, as demoastra-
cos, e disto lem-se constantemente abatido o Sr.
depulado Pedro Luir
O que poder haver de prejudicial administra-
cao da justica, em nao poderem os lazaristas depor
em juizo seui iicenca de seu superior? Porventura
"os nossos clrigos o podero fazer sera Iicenca do
ordinario ? E quando j foi negada essa Iicenca, ou
quando j soffreo a justica publica por essa.prova
de respeto e de obediencia que at os propros
empregados pblicos prestara seos chefes?
Tendo at aqui respondido a primeira parte do
discurso de que nos oceupamos, parte que leve por
fim censurar um ponto da disciplina das ordens re-
ligiosas ; agora passarei a fazer algumas observa-
edes sobre a parte do mesmo discurso em que o
seu autor ataca a moral e o dogma dos lazaristas e
dus capuchinhos.
Um catholico.
(Contmuar-seJia.)
Retorna do ystem;t dos pesos e
Medidas na Inglaterra.
Ninguem tera consultado certamente os docu;
mentos publicados na Inglaterra, qur sabr scen-
cias, qur sobre eslatistica, qur sobredjmisiria e
commercio, sera notar logo a extrema confuso qae I
aprsenla o systema actual dos pesos* e medidas da
Gra-Bretanha.
Nao smente nao se encontra entre as difieren-
tes series a menor base geral que forneea. como o
systema mtrico, um termo de comparaco entre
as medidas de natureza diversa; mas frecuente-
mente a mesma serie contm divisoes extravagan-
tes, nao se ligando unas s mitras por nenhuma
analoga racional, e nao offereceudo nenhuma re-
lacao exacta entre os seus mltiplos e seus subml-
tiplos.
Tal unidade que pareca dever ser invariavel a
formar um typo nico s tera uniformidade na sua
denommaco e troco, como valor intrinscco, de um
genero e de um eouimerno para oulro: assim a
libra nao a mesma, nem para as las, nem para
os fenos e a palha, nem para os carvoes de pedra;
a vara ingleza (eli) aprsenla, segundo as circuns-
tancias, quatro compriinentos differentes; a toesa
ou braca ffathom) que vale seis ps quando mede
um vaso de guerra, nao tem mais do que cinco ps
e meio para o navio mercante, e cinco ps, se se
trata de um barco de pescara. Naturalmente nem
a milha geographica, nem a legua marinha tera
relacao com a milha, medida usual de distancia ;
mas a milha ingleza, a milha escossezae a milha
irlandeza differem alm disso sensivelmehte una
da ouira, e o mesmo se d com a geira em cada
um dos tres paizes.
_No que diz respeito s medidas de capacidade,
nao ha menos contradiges, que se choquera, a no-
tar : o alqueire (bushel) corresponde a 20 diraen-
soes differentes. Apenas poder-se-ha dizer exacta-;
mente quanlo vale o moio (hogshead): para a cer-
veja, de 5i galdes; para o vinho de 63; e o pro-;
prio galao nao tem um peso uniforme para o vinho
e para a cerveja.
Eraflm, a medid 1 que se modifica j em razo da'
natureza mesma do liquido muda diversas vezes
segundo a sua qualidade; nao ha quasi, por exem-1
po, qualidade de vinho que nao meca em easco.
(pipe) urna quanlidade difireme; explica-se alm
disso perfeitamenle este ultimo facto, em um paz
onde os vinhos sao todos de procedencia eslran- i
geira: a dimensao regulamentar da tonelada
necessanamente resentiu-se da diversidade dasori-
gens.
Afim d mostrar toda a extravagancia da no-
menclatura dos pesos e medidas inglezas, citare-
mos anda o stone, medida de peso que varia se-
gundo os lugares e as mercaduras; vale ordina-
riamente 14 libras inglezas (cerca de 6 kilogram-
mas 35); mas pesc-se carne verde ou peixe, o
stone, sem mudar de nome, nao representa mais
do que 8 libras (3 klogrammas, 63) e smente 5
libras (2 kilogrammas 26) para o vdro. O stone
de lia de 18 libras em Darlington ; o stone de
bnho eleva-se a 21 libras era Downpatrick e em
Belfast, para a mesma mercadoria, vale ora 16 li-
bras 3/4, ora 24 libras e 1/2.
O quintal (hmreiwtiaih 100 NfenaJ significa
ora 100, ora i 12 e 120 libras isso depende da na-
tureza da transaeco.
Compre-se urna onca ou urna libra de urna mer-
cadoria qulquer, essencial especificar se se en-
tende ser pesada era libra hollandeza, libra de peso
ou libra troy.
Cada genero de commercio ou de producto tem
para assim dizer, a sua medida propria, e as ques-
tdes duvidosas decidera-se mais pelos hbitos de
tal ou tal negocio do que pela approximaco de um
padro llxo.
Nao ha lugar, em summa, de se espantarem mui-
to com esta incoherencia; sem irmos, com effeito,
muito longe pelo passado a dentro, encontramos as
mesmas anomalas, a mesma multiplicidade de ty-
pos no nosso systema de pesos e medidas; as moc-
das, as medidas de pesos, as de comprimento e de
capacidade, variando de provincia em provincia,
de regio era regio, creavam ainda em Franca, no
fim do ultimo secuto, embaracos e abusos, que s
desapparecerart na poca em que o systema m-
trico vcio substituir por esta desordem a sua bella
e simples regularidade.
Era entre nos como o na Inglaterra, a conse-
quencia natural de urna formaeao histrica com-
plicada por numerosas guerras exteriores, nva-
ses estrangeiras, taes como a dos Normandos na
Inglaterra no X secuto, e a dos Ingtezes na Fran-
ca nos XIV e XV seculos, augmentos terntoriaes
obtidos pela conquista de provincias dotadas de
urna vida propria o nacional.
As coudicocs do rgimen econmico, da mesma
maneira que as ideas, a linguagem e os costumes,
deviara necessariaraente offrer a influencia desses
elementos variados.
Sejam quaes forera, quanto ao mais, as causas da
cenfuso, basta assignala-la para que se apreciem
lodos os inconvenientes. Os pesos e as medidas
formam a lingua indispcnsavel das relacoes com-
merciaes entre as nacoes : e se ha urna lingua que
de va ser universal, sem contra licao essa, porque
assim como o diz com tanta justica o Sr. Jos Gar-
niel' no seu Tratado das medidas mtricas, imulli-
pjicidade c diversidade emquestes de pesse me-
didas synoniuios de complicaces, erros, longos
clculos e perda de lempo. Egualraente, quanto
mais as relacoes entre os povos se multiplicara,
mais se sent a necessidade da unidade e da clare-
za nesses termos fundamentaes dos troco. A di-
versidade das nomenclaturas, mesmo quando cada
urna dellas fundada em principios regulares,
crea seras dilflculdades as transaeces; mas se
se acham, como na Iuglaterra, em face de um sys-
tema que-nao esta, de modo algura, de aceordo
comsigo mesmo, o embaraco torna-se quasi inven-
civel.
Nada diremos dos pretextos que fornecc a fraude
mas a boa f engaase involuntariamente e pode
raras vezes evitar erros prcjudiciaes a um dos con-
tratantes.
Se os interesses do commercio sao sbretudo at-
ingidos por una combina^ o tao defeiluosa.a
sciencia e a industria experimentara por seu lado
um prejuizo sensivel: perdem ellas sempre algu-
ma cousa das luzes que peden) esperar da vulgari-
sacao de seus trabalhos recprocos.
Os obstculos que resultam de urna falta de cora-
biuacao a respeito do systema dos pesos e medidas,
resentiram-sc especialmente era urna occasio so-
lemne : na poca da primeira exposicao universal
de Londres era 1831.
O jury dcexaine viu-se multas vezes embarazado
para estahelecer exactas comparacoes de preco en-
tre os productos anlogos, remettidos pelos exposi-
tores dos differentes paizes, tanto as desscmelhanca
das medidas lancava a incerteza na apreciacao dos
elementos de produegao.
As mesmas difflculdades se renovaram por oc-
casio da grande exposigao de I85'5, em Pars, e o
jnry, dessa vez, nao quiz encerrar-se sem declarar
as vantagens que resultariam da adopcao de um
modo uniforme de pesos e medidas.
A Inglaterra nao esperar ale l, nao smente
para reconhecer a verdade do principio geral, mas!
para confessar que o seu rgimen de pesos e me- !
didas era certamente um dos que mais se restara
critica. Desde 1852 oceuparam-se desse enfado- \
nho estado de cousas, e formra-se, pela iniciativa
do Sr. Yates, umaagitacao pacifica, mas perseveran-
te, qual associou-sc logo a sociedade das artes,
cujos esforcos contribuirn), em larga escala, para
o resultado que temos de aprpsentar hoje. A so- .
ciedade dirigi ao chanceller do Erario urna peti- I
gao a favor do- um systema uniforme de pesos e
medidas, e, ao mesmo tempo, discuta as diversas
combinagoes entre s, e pronunciava-se decidida-
mente pela adopcao do svstema mtrico tal como
praticado em Franga.
O principe Alberto, cuja proteegao intellgente
procurava animar todos os progressos capazes de
acompanhar o desenvolvmento moral e material
do seu paz de adopcao, e que recebeu a just re-
compensa por urna profunda estima, e por urna
affeigao respwlosa, as quaes o seu nome deve um
lugar tao distmeto na historia da Inglaterra, o
principe Alberto deu promptamente o seu concurso
a essa til reforma.
No congresso internacional de eslatistica reunido
em Londres em 1860, expnmiu-se elle desta ma-
neira sobre tal assumpto : As differengas de
pesos, de medidas e moedas que apresentam as
parcellas estatificas, sao urna causa incesante de
erros e de difflculdades; propostas foram feitas era
reunios precedentes para evita-las, e nao se pode
duvidar, tanto quanto se deve desejar, que ellas
tem renovado. Einfini, em 1861, urna commisso
representando as juntas de commercio das princi-
paes cidades do Reino-Unido e os mais importantes
centros de industria, tomou urna rcsolugao na qual
dizia ser muito desejavel que se adoptasse o syste-
ma mtrico, iutroduzido com tanta vanlagem para
o commercio em diversos paizes da Europa.
Este movimento de opinio, prolongado durante
oito annos o fortificado com adhesoes consideraveis,
chegou por fim ao resultado natural: o parlamen-
to tratou da questao, e no comego de 1862, a c-
mara dos cummuns nomeou urna commisso en-
carregada de proceder a urna syndicago a respei-
to da conveniencia da transforuiago reclamada, a
respeito das vantagens que poderia offerecor ella
ao commercio interno e externe, e a respeito dos
mais efhcazes meios de realisa-la, no caso qae fosse
admittida.
Por urna feliz coincidencia, a exposigo univer-
sal de 1862 abnu-se, no momento em qae a eom-
missao proceda s suas syndlcagdes, do maneira
qne leve ella a vanlagem de eselarecer-se com
todos os aponlamentos que lhe podia fomecer a
experiencia das nacoes estrangeiras.
As suas investgages nao se limitaran) pois In-
glaterra ; ella interrogou tambem todos os homens
eminentes por seos esludos econmicos, que a so-
lemnidade industrial alrahira a Londres, e entre
aquelles de quem obteve as mais preciosas indica-
eoes, devenios citar especialmente, com ella, o Sr.
Miguel Chevalier, cujo nome liga-?e a todas as re-
lages nternacionaes. A commisso drigiu suas
indagagoes para tudo quanto podia, na questao,
interessar sciencia e ao ensino publico e bem
assim ao commercio e industria; e por toda a
parte encontrn numerosos partidarios do projeclo
de reforma, e bem raros contradictores.
Antes de dar as conclusoes to decisivas do re-
latorio da commisso, resumiremos rpidamente
alguns dos pontos cssenciaes sobre os quaes se
explica esse documento, e principalmente sobre o
que diz elle da simplicidade e da lgica de nomen-
clatura que fazem a superioridade do systema me -
trico.
Essas observaedes, cheias de sensatez e de im-
parcialdade, sao um dos mais completos elogios
que se tem feito do nosso rgimen de pesos e me-
didas, e nao talvez intil lembra-las entre nos,
onde, apezar de uraa pratica de meio seculo, esse
rgimen nao tem sempre estado a abrigo de criti-
cas, algumas vezes bem fortes.
si questao de principio era a primeira a resolver
pela commisso parlamentar : convinha conservar
o systema em vigor? Se fosse renunciado, devia-se
escolher urna nomenclatura, cujos mltiplos e sub-
mltiplos fossem, verdade, deciraaes, porm que
conservasse, nao obstante, um carcter proprio, e
de algum modo indgena; que ficasse sendo, em
urna palavra. um systema inglez ? ou emfira con-
verja pedir emprestado pura e mplesniente
Franga o systema mtrico em sua integrago? A
primeira hypothese, a da conservago do'a'a quo,
foi promptamente regeitada; os inconvenientes de
urna nomenclatura to arbitraria, despida de regu-
lar encadeamento, cujas partes fraccionarias nao
se prendem por nenhum ligo lgico, tinham sido
mui superabundantemente notadas para que pen-
sassem na sua persistencia.
No caso de urna nova nomenclatura, a preferen-
cia foi logo dada ao systema decimal sobre qual
quer outra combinago numrica.
Desde, porm, que por essa se decidiu, a com-
misso reconheceu que havia toda a razo de de-
terminarse ao mesmo tempo pelo systema mtrico,
qulquer combinago decimal distincta, suigencris,
para assim dizer, apresentando tantas difflculdades
de execugo como o systema francez, a commisso
enteudeu que a origein estrangeira deste nao era
urna objeegao sufflciente para contrabalangar-llie o
mrito.
Se expermentarmos, diz a commisso, formar
um systema especial, um systema nacional, de-
ver-se-ha temer que nao nos vejamos obrigados a
mdalo d'aqui a alguns annos, pelo menos as
nossas relages nternacionaes, medida que o mo-
menvito do commercio e dos escambos se alargarem
entre os povos da Europa.
Ecom um sen ti ment liberal, sent de qulquer
prevengo mesquinha, proseguiu deste modo :
O systema decimal mtrico completo, e
homogneo em todas as suas partes; perfeitamen-
le decimal em todos os seus mltiplos e diviso-
res ; leude de mais mais a introduzir-se as rela-
coes nternacionaes, e ao mesmo tempo um bene-
ficio para os paizes que o tem admiltido, e um lago
novo entre elles.
Nao se podia certamente dizer nem mais e nem
melhor.
Hoje, com effeito, o systema mtrico applicado,
com mais ou menos extengo, na Hollanda, na Bl-
gica, na Italia, na Hespanha, em Portugal, na Sois-
sa, na Grecia e era diversos estados d'Ameriea do
Sul.
O Zolloverein est disposto a aceitar o metro
corno base das medidas de comprimento, em lugar
do p, e o semi-kilogramma para as medida de
pesos; as cidades hanseaticas j ternram o se-
mi-kilogramma por peso typico, e a Russia nao pa-
rece estar longe de entrar pela mesma trilha. Era
Km, como fa-lo observar o relatorio, resulta de
todos os lestemunhos dos estrangeiras o facto sin
gulariuente notavel de que todos os paizes onde o
systema mtrico foi imroduzido tem tirado im-on-
testaveis vantagens e nunca nianifestaram. depois
de sua adopcao, a menor intencao de renunciar a
elle.
A propria Inglaterra se nao o pratica ainda de
urna maneira habitual, nao licou sem apreciar-lhe
todo o valor : diversos negociantes ou manufactu-
radores de boa vontade fizeram uso delle para os
seus negocios pessoaes e todos atteslam as facili-
dades que a sua certeza Ibes assegura.
Um dos principaes industriosos da Escossia, o
Sr. Dickson, declarou commisso que atlribuia,
em grande parte, as suas vantagens em Franga ao
emprego do metro em suas operages commerciaes;
deu-lhe assim a exadidao que simplifica e accelera
a marcha dos negocios, ao passo que os seus con-
currentes, servindo-.se exclusivamente dos pesos e
medidas inglezes, foram arrastados a erros e a
cont stages.
A extenso que tomam cada da os escambos
por meio das estradas de ferro, faz ainda notara
commisso com muitissima razo, demonstra a in-
dispensayel necessidade de termos unilormes no
commercio ; convm hoje mais do que nunca, que
os negociantes, em relago entre si, nos pontos mais
longiuquos do globo, possam comprehender clara e
promptamente as condiges com que gyram todos
os das. >
A industria nao menos interessada do que o
commercio em tal progresso ; as dedarages colin-
das na syndicago nao deixam duvida a -sementan-
te respeito. Segundo o Sr. Crosby, engenheiro ci-
vil, a exportago das machinas uglezas augmen-
tar muito pela applicago de um modo uniforme
de pesos e medidas.
Por seu lado, o Sr. Fairbairn declarou que a pro-
porgao que a Inglaterra construa em mais alta es-
cala, senta extraordinariamente a necessidade,
para as pequeas draenses, de medidas mais cer-
tas do que as orneciJas pela nomenclatura actual.
Alguns constructores inglezes, accrescentava
elle, tem recorrido, em seus trabalhos, ao systema
mtrico, e tem tirado ptimos resultados. Nao sei
de caso algum era que tenlia elle sido abandonado
depois de |iosto era pratica, e nao duvido que seja
successivamente applicado em todas as grandes of-
licinas de construegao, por que, de todos os syste-
mas de pesos e medidas, incontestavelmente o
melhor.
Um outro engenheiro, o Sr. Siemens, expnmiu-
se a seu turno, uestes termos, perante a commisso :
O millimetro umversalmente erapregado em
Franga ; uraa u nidade de medida perfeitamente
adoptada as conslrucges mecnicas ; a que pro-
cura mais exactidao as dimensoes. >
O relatori o termina por urna ultima ordem de
considerages relativas influencia que a inlro-
duego do systema mtrico pode exercer na mar-
cha do ensino, e esta influencia muito mais im-
portante do que se supporia por um exame super-
ficial.
Pareca, effedivamente, que aprender tal ou tal
nomenclatura deve ser quasi indifferenle ; mas
basta alguuia reflexo para reconhecer quanto a li-
gago lgica dos termos entre si, e sua justa de-
duego, auxilia o estudo da metrologa. Ao passo
que, as combinagoes arbitrarias, s indican) ao es-
pirito expressoes soladas, de urna reminiscencia
difOcil, o systema mtrico, pela a>sociago de ideas
que apparecein naturalmente, offerece noges tao
claras quo rpidas e talvez nao se tenha feito bas-
tante justica em Franga acgo favoravel que elle
tera exercido a esse respeito, sobre o ensino publi-
co. A commisso ingleza esclarece este lado da
questao por urna serie de testcinunhos que nos pa-
recen! merecer reproduego :
A economa de tempo na educagao, diz a com-
misso, nao um dos resultados menos provetoso
do systema mtrico; ao passo que o estudo dos pe-
sos e medidas inglezes penoso e ingrato ao mes-
mo lempo para o professor e para o discpulo, qul-
quer pode perfeitamente adquirir o couhecimento
do systema mtrico.
E resume ella assim as deposiges apresentadas
em apoio dessa opinio.
Comparando o systema inglez de calculo ao
systema decimal, disse o Sr. Lorsont, pens que as
difflculdades do primeiro sao tao grandos como se-
ra hoje, as operages de artlimetira, a emprego
dos antigos nmeros romanos.
O systema mtrico aprende-se fcilmente, de-
claran tambem o Sr. Fellow, e qulquer pessoa po-
de compreheuder o mecanismo em menos de urna
hora.
Os mais experimentados mestres da escocia nao
tem avahado era menos de um anno o tempo que
o systema mtrico p le distrahir aos estudos, e o
Sr, Mumfori, director da escola de Highgate, a'ttes-
|0U, alm disso, que elle encitova singularmente 9
zelo so interesse de seus discpulos da preferencia *,..,_. .., '__.
a qulquer ootro. .Piscuras da ku*. Jf. Jj>r. Janqueira, em respes!;!
OSr. Dr. John,*, aqiversldade'de Bonn, ehefe *>Sr. Ir. Paire Lab centra as irasias de
l<, Mires lazaristas e nbsisnarss eapn-
s, aa sesals da cmara temprana.
(Continuarlo )
em Liverpool, de nma instituiga rotaposta sebro-
ludo de meninos estrangeros, assigoalou, pelo coa-
trario, o enfado e a taaiga que a nomenclatura in-
gleza irape aos seus alumno e aos seus professo-
re^ exige ella um lempo consideravei, e mais de A nK,
um alumno viu-se embancado, no curso de euen-'. "ITiJ- l*'0 R, dc -aneiro ha de sa-
sino, por essa barreira, tao dilUcil .1 venser, que J*-r 1ue Wl. ee un dos pontos em que mais se
romeen 1 tlrmava a iraprensa bortua-m-?* n -^T. .
encentra no coraeco.
A perda de te'rnpo experimentada pelas crean-'
resultado do in.juerito a que se procedeu no asv
lo da Ajuda. *
Dis.-e o jornal portuguez :
Nos pedimos toda a vigilancia sobre o asylo
da Ajada. As enancas ahi esto enterradas em
sdon%nd^T,nUndici^e devurad" l'r "
"' 0;Y-Tud01.'5 P.rovein *J Que directo do
asylo foi confiada a irinas francezas, que'
caridade, vieram pan aqu ganl.ar dinleiro.
por
mprensa porlngueza a res
irmaas. Eu nao quero alongar-me com ci.acA
gas, para compeueliarem-se da nomenclatura dos mas n;,. w,5 "imir-me nesta occasio de anda
pesos e medidas inglezas, immensa, d.sse o Sr. "r ao "J00*' doP,l,ad, Barre, que se oceupa assiduaraente com a ins- \ ^""'fj* ,)or "in Jornal portuguez, como o
truego publica.
Ainda mais, na sua opinio, se os estudos das es-
colas militares, em Franga, sao mais elevados e
mais adianlados do que na Inglaterra, deve-se at-
trbuir, entre outros motivos, ao teijipo que os es-
ludantes gastara cni percorrer penosamente o de-
dalo da arithmetica ingleza.
Um sabio mathematico, o Sr. professor Morgan,
de parecer quo o lempo consagrado, na Iuglater-
ra, para aprender a arlhmetica, poderia ser redu-
zido mciadc c talvez a meuos, pela adopcao do
systema decimal.
A commisso interrogou sobre esle ponto especial
diversos industriosos ; todos foram unnimes em
reconhecer com que facilidade os operarios se pe
ao crrante do systema mtrico.
Emprego nos meus trabalhos cerca de mil in-
dividuos, dizia o Sr. Dikson de liunkirk, cuja depo
sige foi citada precedentemente ; lenho lido fre-
quentemenle conta-mestres que vinhatn da Escos-
sia, ignorando a lingua franceza, c ainda mais a
denoininagao c o valor dos pesos c medidas e dos
signaes monetarios usados em Franga ; pois, todos
se tem familiarisado rpidamente com o systema
mtrico.
O Sr. Richard Wisc, oceupado como mecnico
pelo Sr. Brassey, trabalhou as estradas de ferro
francezas, belgas, sardas, etc., e confessou que
aprenden rpidamente o mecanismo da escala m-
trica, e a achara muito mais comprehensivel do
que a nomenclatura |>or toezas, ps e pollegadas
inglezes {yards, feet, inches.)
A esta pergunta que lhe dirigirn) : Em que
terapo julgaes que os operarios inglezes pdem
aprender o systema mtrico ? o Sr. Wise res-
pondeu : Em uraa quinzena, ou em rigor em
um mez ; todos os operarios com os quaes tenho
estado em contacto preferem muito mais o metliodo
francez ao methodo inglez, e o aprenden) sem diffl-
culdade. >
Como j o dissemos, o systema mtrico decimal s
tem de se fazer conhecer praticamente na Inglater-
ra : a contabilidade da thesouraria faz uso do sys-
tema decimal, que est no ponto de ser applicado
na repartigo de eslatistica do departamento do
commercio, e j se serven, delle em outras admi-
nisiraces publicas para a redaccao dos registros
de contabilidade e de eslatistica.
As escolas de agrimensura sao feitas cora a d-
viso decimal, e as companluas de seguros erapre-
gam-a para a llxaco de suas proporcionalidades.
Os alumnos da universidade de Londres adoplaram
o grammi para base de seus clculos, e pergunlan-
do se ao Sr. Miller, professor na universidade de
Cambridge, em que poca o systema mtrico fra in-
troduzido nessa celebre iustituigao, para as opera-
ges scienlifieas, respondeu :
Data de to longe quanto pode alcancar a
minha reminiscencia. Creio que nao ha chimico
que, desde 1836", tenha recorrido medicilo de d-
ses quo nao fossem baseadas na diviso decimal. >
Emfim, o Sr. Graham, director da meada, afflr-
mou que as subdmses do systema mtrico for-
mam uraa especie de linguagem contraum entre
todos os sabios, e que quando ellas nao sao empre-
ndas as obras scienlifieas inglezas, estas (Icam
ignoradas em Franga; accrescentava elle que na
Inglaterra o systema mtrico comega a passar nos
livros elementares relativos s scicucias.
vista de provas to diversas e to convincen-
tes, produzidas em pontos de vista I;m> dilTerentes,
em favor do systema mtrico, a commisso sub-
metteu ao parlamento as seguintes conclusoes :
Em seguida a um exame completo e minucio-
so da questao, a vossa commisso chegou unani-
mente a este aceordo, que o melhor camafeo a se-
guir era introduzir com tent, mis de um modo re-
soluto, o systema mtrico neste pata.
Conse/guintcmentc prope :
l. Que a applicago do systema mtrico seja
reconheeida como legal, sera que todava, nenhuma
medida penal torne esse systerfa obrigaiorio, at
que tenha sido sanecionado pela ronviego geral
do publico;
2. Que urna repartico dos |iesos e medidas
seja cstabelecida como annexa ao departamento do
commercio. Essa repartigo subordinada aulori-
dade do governo e responsavel perante o parla-
mento, ser encarregada da veriRcagao c da con-
servago dos padroes.da vigilancia dos inspectores,
e gerlmente de todos os deveres que se ligam
um servigo d^sta natureza ; ter especialmente de
tomar as medidis tendentes a desenvolver o em-
prego e a estender o conheciinento do systema me-
trico-por todas as admnistragoes publicas e pelo
paz s
3. Que o governo auxilie o uso do systema
mtrico tomando esse systema, ciiojunctaraente cora
o rgimen actualmente em vigor, para base da li-
xago dos direitos da alfandega : tornar-se-ha des-
ta maneira familiar aos manufacturadores e aos
coinmerciantes inglezes, ao inesrao lempo facilitan-
do as relacoes dos negociantes estrangeiras com a
Inglaterra';
4." Que o systema mtrico torne-se una ma-
teria de exame para os concurrentes que aspiran,
entrar para os erapregos civis;
5." Qii'" o {ramiiin seja adoptado como unidad.'
de peso pela adinnistrago dos eorreios, para a
laxa das cartas e livros que sahirem ou entraren)
do estrangeira;
< ti.'" Que a junta do conselho de ensino publico
exija que o systema mtrico seja ensillado as es-
colas que recebem una subvencao do tliesouro;
7. Que, as estalisticas oflciaes, as quantida-
des sejam expressadas segundo a nomenclatura do
systema mtrico, em relago ao seu valor, confor-
me s methodo dos pesos e medidas inglezas (I);
8." Que o emprego do systema mtrico seja
autorisado nos actos do parlamento relativos s em-
prezas particulares;
9. Que o systema mtrico e os pesos e medi-
das offlciaen inglezas sejam smente applicados al
adopcao geral do systema mtrico ;
10. Que a repartigo dos pesos e medidas, cuja
organisaco proposta, seja obrlgada a apresenlar
um relatorio annual ao parlamento.
Estas proposgoes esto evidentemente mui longe
da roalisago; -lhes preciso primeiramente a
sanego do parlamento, e sobre ludo a do paiz 11-
tero, muito mais lenta e muito mais difOcil dc Ob-
lar. O primeiro na verdade, s lera a emittir um
voto necesariamente dictado, permitta-se dize-lo,
pelo bom senso ; o segundo, pelo contraro, deve
triumphar dos hbitos seculares, despir-se de toda
a prevenco nacional e amolgar-se a um systema
novo, seri contradigan, de orfetem estrangeira.'B*
isso urna lula que reclamar un etforeo bastante
penoso ; lamo* coran prava a immensa delonga que
honve em Franga antes que as vantagens e a prati-
ca do svstema mtrico penetrassem ora todas as clas-
ses. Um passo essencial, porm. foi dado, a con-
sagraco do princi|iio por una commisso parla-
mentar, composta de homens eminentes, cuja opi-
nio tem urna sufflciente auloridade para deixar
presentir a deciso legislativa.
As resoluges da eommisao, e particularmente
as considerages pelas quaes ella as justifica, po-
den) inspirar Franca um legitimo sentimento de
orgulho; todava, n deve ella esquecer que os
mclhoramentns trocados hoje entre os novo* for-
mam de algum mod-, um frrente continuo que
transporta incesantemente de um para oulro a
divida de reconhecimento.
Se a Inglaterra est disposta para apropriar-se,
nesta occasio, de um progresso, cuja iniciativa
nos pertence, nos lhe devemos muitos outros, e dos
mais recentes, no nosso proprio rgimen econmico;
mas e.'t ah juntamente o mrito dessas conquis-
tas pacificas de ser superior qulquer suscepti-
bilidade mesquinha e de procurar era ambos os
lados urna egual satisfagan nossas victorias moraes
qup exarto dizer. que de ambos os lados ha o
direito de cantar o Tc-Dntm cora egual enlhusias
mo e egnal honra.
Loris MiCHKHM.
(Journal des Economistes.)
(I) Faremos notar, a respeito desta dsposgao,
que, nos diversos congressos de eslatistica havdos
at hoje, constantemente reeommendou-se, para as
publicacOes estalisticas, a dupla ennnciagao dos va-
lores, era medidas c |*os locaese de ronformi-
dade com o systema mtrico que tende deste modo,
cafo vez mais, a Iprn.ar-su o termo gera,| 4e fim-.
pareci.
fc.ni virtude desta denuncia, Sr. presidente, pro-
cedeu-se a um nquerilo .1J asylo da Ajuda e o
resultado desse inquerilo foi o segnint
JL la";'dt {m- aos ,0 Ju i""w, ueste con-
celho de Belera e no asylo dos orphos da febre
araarella. estabelecido no velhe palacio da Ajuda
aonde ve. o respectivo administrador deste con-
celho o bacharel Pedro Lamas, acharam-se reuni-
dos com elle SS. EKxc. condessa do Hio-Maior
marqueta da Frontn, viscondessa de Ameca
dired)res do dito estabelecimento, o visconde de
Porto-Corvo thesoure.ro, o Dr. Abel Mara ias
Jordao medico do asylo, o conde de Sobral, co-
vernador civil de Lisboa, e seu secretario geni
Luiz de Albu.|uer.pie, os rs. C. M. Bero, Bar-
ral, Brandt, e o cirurgio Jos I. J.,rge. Passan- "
do-se ao exame referido para veriluar o estado
sanitario das cnangas recolliidas ao asvlo, todos
foram umnimes em declarar que as ditas crian-
ras tinham boa cor, e boa espertara, e que esta-
vam, alem disto, em um estado perfeitode asseio.
tt-aqui, portanto, a que licou reduzda a de-
nuncia dada no jornal portuguez ; urna commis-
so comiKwta de pessoas competentes reconheceu
que aquelles meninos eslavara de boa sade e em
per feito estado de asseio.
Conira isto, de que servem declamagoes !
epois, Sr. presidente, o honrado membro ain-
da insisti na liliago da ordem dos jesutas para
com a ordem dos lazaristas, e anda neste pon o
._lixc. fot novamente injusto com aquella insti-
luigao linda ; que teve e.n verdade grandes erros,
mas que tambera prestou relevantes ser vicos.
Nao quero, Sr. presidente, historiar aqui des-
envolvidamenle as lulas, a gloria, os erros, os sa-
crificios, os actos meritorios da companhia de Je-
ss; nao occasio pr pria de faz-lo em un tri-
buna parlamentar; mas nao posso deixar de di-
zer S. Exc, que tanto appela para a historia, que
veja os terrajes que os jesutas prestaran), e que
ao menos era homenagem a esses servigo nao
eucarega ainda mais alguns dos seus erros.
Nao duvido, Sr. presidente, que elles tivessem
suas regras e institutos secretos ; mas o que evo
dizer que o plano cora que se fundou essa ns-
tituig.'io de nenhuma maneira pode ser atacado por
individuo queasyle ideas liberaes. O honndodc-
pulado poderia, se quizesse, ver a bulla com que
o Suinnio Pontfice Paulo III creou esta iustituigao.
e ah nao vrria se nao amor humanidade, se
nao o desejode propagar a fe.
Mas eu quero coucordar eom S. Exc, em qjue
os jesutas tivessem estatutos secretos. Eu lu o
primeiro a reconhecer os erros, e quig os criraes
que os jesutas r.ommetteram ; mas tambem sao
poeto descoohecer os grandes servigos que eiles
prestaran) a Portugal, nao s na ordem moral em
suas colonias, eoino na orden material. Foram
elles que auxiliaran) o geveruo portuguez a dila-
tar as suas colonias, e a propagar a f, porque na-
quelle lempo a cruz era levada as proas dos ga-
lecs portuguezes que ian evangelisar o mun-
do. ..... Foi D. Joao 111 quem pediu seis jesutas
(e ento essa companhia tinha poucos membros)
para irem auxiliar a conquista da India, chaman-
do aquelles povos verdadeira religiao e raonli-
dade. Nessa occasio nao poderam partir de Ro-
ma senao dous; um licou em Lisboa, o outro, que
teve de seguir para a India, foi S. Francisco Xa-
vier ; e a cmara sabe o relevantes servigo que
elle ali preslou reiftio e ordem publica. (A-
poiados.).-
E se por ventura o honrado deputado jul$t que
foram os jesutas que armramos bracos dos as-
sassiuos de Henrique Iff e de Henrique IV, e da-
quelles que tentarara contra a vida de D. Jos, a-
pesarde que os dous primeiros morreram qpando
apenas a ordem dos jesuitas eslava eslabelecida.
eu nao posso deixar de acoiupanha-lo na sua acre
censura, por que ella se dirige a homens taeaticos,
e eu no deferido o fanatismo.
Se eu abomino os Jacques Clemente ec*Ravail-
lac (que creio que nao erara jesuitas, e se eonfesso
que estes nao podem ser peidoados ou relevado:,
do chine de haverein tentado contra a vida do re
portuguez, eu, por essas aberrages, per esses
Cfimes de alguns, nao posso esquecer servigos va-
liosos que prestaram, e que este paiz atiesta cora
monumentos eternos.
O Su. Pedro Luiz ; lia contra a opnao do no-
bre deputado a historia.
O Su. Nuri : Escripia por quem ? Pelo libr-
rimo marquez de Ponibal e quejando.
O Sr. Pedro Luiz : A historia da guerra que
muitos papas fizeram aos jesutas.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Jinoueira : Ea digo ao honrado depu-
lado que nao devemos eondetnnar a insliluigao
nicamente por essas aberrages que apparece-
rain, quando a instituigo tinh chegado ao apogeu
de sua grandeza, porque sabe lodo o mundo que
quando qnalquer instituigo, qulquer homem,
tem tocado meta do poder iuclinado a-
busar.
Se eu vejo que tantas cabegas Ilustres cahi-
ram, como a de Luiz XVI, de Mara Anlonieta,
da bella princesa de Lamballe, e de militares de-
victimas debaixo do ctelo revolucionario hei dc-
concluir d'alii conira a liberdade ? (Muito bem)
O Sr. Passo Luz : Deve concluir contra o
despotismo.
0 Sr. Ji.fouKiRA : Diz muito bem o hanmlc.
depulado, era o despotismo de Bobspierre ero. ac-
m da liberdade, era em nome dessa deosa pura
e agestan que aquelle republicano a, cobei&ode
llores, declarar a fraternidade do genero humano
era uraa praga, ajotado na viziuha couliuiava a
guillietina a sua obra funesta Mas pelws erimes
de I78i,j* pelos desvarios de alguns mjndiros da
nstiluigo de Loyola, eu nao posso concluir nem
contra os jesuitas, era contra a liberdaiK (Apela-
dos ; muito bem.) Sim, Sr. presidente, nao posso
estar cora os fanticos, qur religiosos qur pol-
ticos ; mas porque nao estou nem coro uns, nem
com outros fanticos, devo estar no meio termo, e
no meio termo as questes s vistas sb a sua
verdadeira luz, no meio termo nos, homens poli-
ticos, devenios fazer josee aquella revolugo de
1789, que veio libertar o inundo das cadas que
o prendiam (apoiados); devenios uzer justiga aos
caracteres patriticos e justos que ento appare-
eerara (apoiados): mas nao devemos concluir,
porque o sangue correu em jwros, porque a hu-
manidade gemeu de urna maneira inaudita, contra
a liberdade. (Apoiados) Sobro o seu manto nao
podem cahir as gottas de sangue que se derra-
maran) em seu nome, assim como sobre a ampa-
nhia de Jess nao pode cahir o sangno daquetUo.
que por ventura foram iromolados, (Muito bem.).
Eu nao quero os extremos : por consegrante, se o
nobre depulado se collocasse neste terreno, havia
de reconhecer os servigos quo prestaram aqaelles.
jesuitas que se enbronhavam pelas nossos uivios.
sertes, que procuravam chamar os indios sagre*
mo da egreja; lei de Ueus; se o nobre depuia-
do fosse iinparcial dira aqullo que dissesam o..
historiadores imiurciaes daquella ordem:. quo
se os jesutas commetteram grandes erimes, tat-
bem praticaram grandes virtudes. (Apoiados,)
Sim, o procosso est lindo, como dasse a sobre
deputado pelo Rio de Janeiro, nao ha mais appel-
lagao, a justiga pronuncou a sua ultima palavra.
Portanto, aceito este juizo do nobre depulado, e
digo que hoje todos de vem fallar com documentos
e cora a historia, ninguem, por maior lalonlo quo
tenha, pode apresenlar cousa alguma de novo.
Mas eu chamo para este ponto a attengao da
casa ; os jesutas esto mortos, o seu processo
esta lindo, nao ha mais appellago.
O Sr. Pedro Luiz diz abrumas palay-ras qae aio
podemos ouvir.
O Su. Junqukira : O nobre deputado osla pre-
vendo as conclusoes a que pretendo chegar ; como
hbil argumentador conhece o periga das prirais-
sas que aceitou.
O nobre depulado disse hontepj; -Oe ,esuitas
esto mortos.
(Continuar-seha),
PERNAMBCO.- TTP. DB H. P. t 4 #ILH0
MOTILADO


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