Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10334


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Full Text
ABHO XL. HOMERO 78.
Por tres aezes adiantados J>$000
Por fres mezes vencidos 6JJI)0
Porte ae correio por tres nezes. *75()
!* ">b Utdi f
DIARIO DE
jii.i1iL i*i-%t.\tl
QARTA FEIRA 6 DE ABBIL DE iM
Por aioo adiantado.....19^000
Porte ao correio por ura anno 3)000
ENCARREGADOS DA SUBSCKIPQO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alerandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oiiveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
NCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o
St. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyaona e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Garuara',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serrahaem, Rio Forrnoso, Tamandar, Una, Barrei
ros. Agua Prcta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/* dia.
EPUEMERJDES DO MEZ DE ABRIL.
6 La nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da ni.
13 Uuano cresc. as 9 b., 46 m. e 14 s. da t.
21 La cheia as 10 h., 59 m. e 2 s. da t.
29 Qoarto ming. as 2 h., 14 m. e 32 s. da ra.
PREAMAR DE HOJB.
Prmeira as i horas e 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da man ha a.
PARTIDA DUS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a e 25; para o norte at
aGran.J*. a 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes de jan. marc., maio, jal, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos as 6 '/, 7, 7 /j, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 Vi da m.; do Caxang e Vanea as 7
da m.; de Bemfica s 8 da m
Do Recife : para o Apipucos s 3 % 4, 4 /, 4 Vi,
' w-1' l1 e 6 da trde5 P8 Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/i da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 Vi da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relagao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do coinmercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
4. Segunda, ega Annuncaro de N. Senhora.
3. Terca. S. Ira v. m.; S. Zenon.
6. Oii.tr la. Ss. Diogencs e Platonides mm
7. Quinla. S. Epiphanioh,; S. Kuflnopresb. m.
8. Sexta. S. Ainannio b.: Ss. Elido e Mxima mra
9. Satinado-. S. Demclrio m.; S. Acacio b.
10. Domingo. S. Vicente Ferrer.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d
Faria & Fimo.
PARTE QFFIGIAL.
<0\ER>0 DA PROVINCIA.
Ceanuaeao ti expediente de dia 31 de marco
de 1861.
Circular a todos os juizes de dircilo da provin-
cia. Transmiti Vine, a inclusa reviso da lisia
dos juizes de diroito, pela ordem de suas antigui-
dade al dezembro de 1863, que para esse fin re-
ce do Kxm. presidente do supremo tribunal de
)usti$a em dala de 19 deste mez.
Dita a todos os juizt-s municipaes da provin-
cia.Remello Vmc. a eolleccao (em 2 volantes).
mulgadas no anuo de 1863.
Offleto ao superintendente da estrada de fer-
ro.Da informado junta por copia, ministrada
pelo engenheiro liscal ver o Sr. superintendente
oa estrada de ferro, que durante o mez de feverei-
ro prximo (iodo, a conta dos transportes feitos
por ordem do governo, fica redunda a quantia de
14^830
Devo ponderar ao Sr. superintendente que tendo
O governo, pela 13* das condigoes, que baixaram
com o decreto n. 1,030 de 7 de agosto de 1852, di-
reito a duas passagens gratuitas, em cada viagem
nos trens dessa estrada, nao est inhibido de dalas
quem quizer, e por conseguinte aos militares, e
que smente quando se acham preenchidas taes
passagens sero as demais pagas pelo inesmo go-
verno, segundo a natureza dos passageiros e de
conformidade com o disposto as 13' e 14* condi-
ces annexas ao supracitado decreto.
Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
Em vista do que pondera o l)r. chufe de polica em
ollicio n. 391 de 29 do correnle, junto por copia,
convm que quanto antes seja removido do largo
da asseinbla legislativa desta provincia, como de- -
lerminei em data de 28 dcste mez, o carvao de pe-
ora que ali se acha.
i de abril.
Offlrio ao Exm. Sr. Dr. Antonio Joaquim da Sil-
va Gomes, presidente da provincia da Babia. Ac-
cuso recebido o seu offlcio de 12 de marco prximo
Ando, em que V. Exc. me communica baver no dia
3 desse mez, prestado juramento e tomado posse da
administrado dessa provincia.
Dito ao Exm. Sr. Dr. Francisco Ignacio Marcon-
des Homem de Mello, presidente da provincia de
S. Paulo.Pelo seu offlcio de 8 de margo prximo
lindo, liquei inteirado de haver V. Ex. prestado ju-
ramento e tomado posse perante assembla legis- >
lativa provincial do cargo de presdeme dessa
provincia.
Dito ao Exm. Sr. Dr. Jos Joaquim do Carmo,
presidente da provincia do Paran.Picando inlei-
rado pelo seu ollicio de 3 de marco lindo de haver
V. Exc. prestado juramento e tomado posse da
sidministragao dessa provincia: tenho a sasfago
de apresentar V. Exc. os protestos de eslima e
destnela considerago.
Dito ao Exm. presidente da Parahyba.Rece
lindo, 2 colleccoes dos actos promulgados pela as-
sembla legislativa dessa provincia em sua sessao
ordinaria do anno passado.
Dito ao Exm. presidente de Santa Catharina. -
Accuso recebido com ofllno de V. Exc. prximo
lindo, 2 exemplares do relatoro que apresentNi o
Exm. ex-presidente Pedro Leito da Cunba, no
acto de pastar V. Exc. a administraro dessa
provincia.
Dito ao Exm. conselheiro presidente do supremo
tribunal de justica.Cmnmuiiiro a V. Exc. que o
juil de direiio la comarca de Cabrob, bacharel
Leocadio de Andrade Pessa, entrou em 9 do cr-
reme, no goso da licenga de 3 mezes que Ihe foi
concedida.
Dilo ao brgadeirn commandante das armas.
Expeca V. Exc. suas ordens para que a escolta de
dez iracas que em virlude do meo ofllcio de hon-
tini tem de apresentar-se boje ao meio dia ua re-
partir) da polica, para conduzir criminosos ao
termo de Ipojuca, ali se demore at o encerramento
dos trabalhos do jury. Cominunicou-se ao Dr.
chufe de polica.
Dilo ao inesmo.Sirva.se V. Exc. de mandar
alistar nos corpos em guarnigao nesta provincia,
se inrem considerados aptos para isso em raspee-
rao de sade, o> recrulas Joao Francisco de Souza,
Elisiario dos Santos Leal, Severino Jos dos San-
tos, Francisco Jos Cardoso Coutinho, e Joaquim
de Sant'Anna Jnior. Ccinniuiiicou-se ao coronel
ricrutador.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
apresentar ao Dr. chufe de polica amanha s 11
horas do da 3 pracas de piel para escollarem at
o termo de Agua-I'reta, uin individuo ijue vai ser
processado.Coniniunicou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Dilo ao_Dr. chefe de polica.Para satisfazer a !
dcliberaeao da assembla legislativa provincial, in-
forme V. S. ouvindo o delegado do termo do Boj*
que acerca do que pede no incluso requer ir ento o
coronel Jos de Carvalho Araujo Cavalcanli.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Para cumplimento do aviso do ministerio da guer-
ra de 21 de margo ultimo, junto por copia, baja V.
S. de informar acerca do que pede no incluso re-
querimento documentado o sargento reformado
Claudio Jos de Carvalho.
Dito ao mesmo. Remello por copia V. S. o
aviso da reparticao da guerra de 22 de margo pr-
ximo lindo, em que se determina que se faga car-
ga ao major commandanle do corpo de guarnigao
desta provincia, Fernando Machado de Souza, da
quantia de 145000. proveniente de um livro for-
necido ao primeiro baialhao de infantaria pela casa
de correcgo no lempo em que all servio esse offl-
cio como major liscal.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Pa-
ra salisfazer a deliberago da assembla legislati-
va provincial preste V. S. s seguintcs informa-
coes :
1." Qual o numero e o estado das execugoes mo-
vidas pela procoradoria fiscal contra diversos de-
vedores do imposto de 20 por cento sobre o con- i
sumo de agurdente de produrcao nacional dos an-'
nos de 1B59 1861.
2. Se foi ou nao arrematada a cobranca do dito
imposto relativa ao triennio supradito e por'quem,
e quaes os fiadores.
3." Se este arrematante satisfez ou nao a impor-
tanea da dita arreniatagao'e no caso negativo se
foram ou nao accioaados seiis fiadores e o estado
destas etecugoes.
Dito ao mesmo. De conformidade com o offlcio
do director da reparticao das obras publicas data-
do de 28 de margo uliimo e sob n. 81, transmiti
por copia V. S. para servlrem de base a arre-
matacao dos reparos de que neressita a parte do
caes da ra da Aurora, ein frente do Gymnasio
troviacial, o orgamenlo e clausulas que me remet-
leu o predito director pa imi>ortancia de 2:0404000
devendo essa despeza, por falla de crdito ser le-
vada a verba do paragrapho primeiro artigo 13 da
le do orgamento vigente, conforme indica aqnelle
director.Communicou-se ao Director da reparti-
cao das obras publicas.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Oiiuda e Iguarassu.Ordene V. S. ao com-
mandante do balalho n. 10 do nfaniari.da guar-
da nacional do municipio de Iguarassu, que pres-
te urna guarda de houra para assistir aos actos da
fesla mr Nss Senlfbra do Livramento n'aquella
villa no da 4 do corrente.
Dito ao commandante do corpo de polica.-Po-
de V. S. mandar dar baixa ao soldado' do corpo
sob seu commando Alfredo Arthur da Silva, visto j desde o primitivo; o a existencia desse contrato
que fmalisou o lempo de servieo como consta da foi trazida mesma assembla em sessao de 17 de
sua infonnago n. 148 de 30 de'margo findo. abril pelo seguinte aelo :
Dilo ao juiz de direito do Cabo.Para satisfazer ;
A commissao de polica, em vista da autorisa-
gao da assembla, nao aceitando a proposta de
Carlos Ernesto de Mesquita Falcao, restricta, ao
apanhamento dos discursos, e nao comprehensiva
da publicaran, e portanto sugeita inconvenienles
a exigencia da assembla legislativa provincial, In
forme Vmc. se a casa offerecida por Bernardo
Ferreira de Barros Campello, no incluso requer-
ment tem s necessaras condigoes para servir de
cadeia e nella funeconar a cmara municipal da que sao facis de comprehender-se, attendeu a pro-
dessa villa e dar audiencia as respectivas autori- posia feila por Manoel Figueiroa de Faria, e com
dados. elle fez o contrato junto.
Dito ao promotor publico desta capital.Remet- ; E', pois, a commissao de parecer, que seja ap-
to Vmc. copia authentica da nformagao minis- provado o mesmo contrato. Visconde de Cmara-
Irada em 9 deste mez sob n. CI pelo coronel re- yibe.PortrlIa.Ferrra 'Aguiar.
rrutador cora referencia ao requerimento em que No correr da presente sessao, porm, foi submet-
Maria da Boa-Ventura, pedia a soltura do recruta tido essa commissao um requerimeoto sobre a
seu lilho Hyppolito Francisco do Monte, e a que al- materia do nosso contrato, presuppondo assim de-
lude o seu offlcio de 29 deste mez. | liberadamenle a inexistencia delle ; e na aprecia-
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro. gao desse requerimento, que era o segundo no pre-
Para seu conhecimento transmuto Vmc. a in-: sent anno all apresenlado pelo mesmo individuo,
clusa copia do aviso que em 8 de marco ultimo, foi j como j houvera lugar no passado, levantaram-se
expedido pela reparligao da agricultura, commer- j divergencias entre os niembros da referida com-
ci e obras publicas ao Sr. Bramak superintenden-; missao ; e d'ahi a produccao dos seguintes pare-
te da estrada de ferro desta provincia acerca da ceres, opinando no enlamo a sua inaioria pelo in-
adopco provisoria da nova tarifa da mesma es- deferimenlo da peligo, pelos fundamentos jurdicos
rada. | e racionaes em que baseado o seu voto :
Dito ao mesmo.Para seu conhecimento trans-1 Foi presente commissao de polica a peticao
millo Vine, a inclusa copia do aviso que em 18: de Jos c Va.-roncrllos, que se propoe a contratar
do corrente, foi expedido pela reparticao da agri-'os trabalhos de publicagao desta assembla pela
cultura, commerco e obras publicas relativamente quantia de 5:5005 em cada sessao, salvo as proro-
as dnyidas propostas em seu offlcio de 23 de janei- gages, sugeitandose s condigoes do estylo.
ro ultimo, >ob n. 164, acerca do modelo n. 3 dos A commissao, considerando que existe umeon-
mapp.is que acompanharam o aviso de 30 de de- trato celebrado pela assembla transacta com Mi
zembro do anno passado. noel Figueiroa de Faria, por espaco de quatro an-
Dito ao juiz de paz e mais membros da junta de nos, para idntico ttm ao que se propoe aquella pe-
qualificacao da freguezia do Limoeiro.Nao tendo ticionario;
acompanhadoa lista dos cidados qualificados vo- Considerando que um semelhante contrato teve
tantes nessa freguezia no corrente anno, que Vmcs. lugar em consequencia de autorisgao conferida
me enviararn com o seu offlcio de 25 de margo pro- por esta assembla, que approvou-o em sua integra
xiiho lindo, as relagoes de que traa odecreton. 2865 na sessao de 17 de abril do anno passado ;
de 21 de dezembro de 1861, cunipre que essa junta Considerando que os contratos celebrados com
em sua segunda reunio, quando houver de resolver Manoel Figueiroa de Faria desde 1846, sempre ti-
sobre as reclamagoes dos interessados, organise as veram lugar por espago de quatro annos, pela fr-
refi'ridas relacoes em face da doulrina do aviso n. ma por que se contralou a publicacao dos trabalbos
106 M 13 de marco de 1862 e m'as remetta oppor- desta casa para as sesses de 1864 1867, c que
lu menle. nunca soffreram contestarlo ;
Dito aos agentes da companhia Brasileirade pa- | Considerando que o contrato de Figueiroa nao
queles a vapor.Podem Vmcs. fazer seguir para |)de ser considerado lesivo dos interesses da pro-
os i-ortos do sul o vapor Paran amanbaa a hora vincia, porquanto foi celebrado por preco inferior a
indicada em seu offlcio de hoje. ; outrosique para fim semelhante tem celebrado as
1 orlaraO Sr. gerente da companhia Pernam- a,ssemblas proviociaes de nutras provincias ;
bucana, mande dar transporte para a ilha deFer- : Considerando que Manoel Figueiroa de Faria
nando no vapor Mamanguape, em lugar de r des-; tem dado completa execugo aos seus contratos, e
tinado passageiro de estado a fre David da Nati- principalmente ao ultimo celobrado, e que se acha
vidade de ."Sossa Senhora. sob a llscalisago da commissao de polica ;
Dita. Os Srs. agentes da campanhia Brasleira | Considerando finalmente que, firmado e com
de paquetes vapor, mandem dar transporte para justo motivo na f dos contratos, Manoel Figueiroa
as Alagas por conta do ministerio da guerra no de Faria contralou tachvgraphos, fez despezas de
vapor Paran a 2 soldados que, alm dos 4 de que' preparativos, pelas quaes tem direito urna indem-
trata a portaria de 30 de margo prximo findo, nisacao, c que esta sera prejudicial aos cofres pu-
acompanham o alferes Joaquim Jos das Neves Sei- blicos desde que nao fosse exigida por causa de
xas ao centro da provincia.Ollicou-se ao Exm.; conveniencia publica;
presidente das Alagas para fazer transportar estai E' de parecer que seja iodeferida a pretencao
geme at Penedo em um dos vapores da compa-! do snpramencionado Jos de Vasconcellos.
nina llahiana. j Sala das commissoes, 18 de marco de 1864.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasleira Af. Baarque de Macedo, secretario.Jos Elista-
de paquetes vapor, mandem dar urna passagem: quio Ferreira Jacobina, 2* secretario.
ateo Itio de Janeiro em lugar de r destinado al t O membro da ccmmisso de polica signatario
passageiro de estado ao piloto da armada Francisco do presente parecer em separado, como discorde do
Xavier Rodrigues Pinheiro.
Aos mesmos agentes mandou-se dar transporte
al o Rio de Janeiro em lugar de r no vapor Pa-
da maioria dos membros da mesma commissao so-
bre a proposta de Jos de Vasconcellos, proprieta-
ro do Jornal do Recife, relativo ao apanhamento e
rana ao Dr. lleraclio Vespaziano Fock Romano, publicagao dos trabalhos desta assembla pela quan-
..___. -j.___....I. lia de 5:500JOOO por cada sessao annual, e com as
CMMatia de expediente do secretario de gorerno condigoes do eslyfo e usadas, sub.nette conside-
larro de 1104 raco desta Ilustrada assembla as razos que ac-
luaram no seu espirito de tal sorte que nao pode
adherir ao parecer unnime dos seus Ilustrados
collegas da mesma commissao.
O signatario do presente parecer em separado
Iguarassu que segundo constou de participagao da tributa alio respeto illustragao, talento, probida-
secretaria de estado dos negocios do imperio de 19 de e patriotismo dos seus dous nobres
31 de marco de -I mi i.
Offlcio irmandade dos Martyrios de S. S. Cos-
me e Damiao da villa de Iguarassu.Pela secreta-
ria do governo se communica a irmandade dos
Martyrios de S. S. Cosme e Damiao da villa de
collejas da
mesma commissao de polica, e sent profunda-
mente, que por fraqueza de inlelligencia, nao tenha
podido chegar ao conheciinenlo do bem publico
que cortamente se ostenta em loda a luz da verda-
de ao penetrante espirito da maioria dos membros
da commissao ao emittir o seu parecer : c pois o
membro discordante reconbece e confessa ingenua-
mente a debilidade e Iraqueza de seu entendimen-
lo. que nao se compenetren da procedencia das
...iperio -
do corrente, por portara d'aquella dala bouve por
bem Sua Magestade o Imperador aceitar o titulo de
juiz perpetuo da referida irmandade que dever
pagar as respectivas despezas aim do obter a men-
cionada portaria que existe nesta secretaria.
1 de abril.
Offlcio ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas.Por despacho desla data autorisou-se ao di-
rector do arsenal de guerra a salisfazer os pedidos
do capitao commandante da companhia de artilices consderacoes da inaioria dos membros da com-
e do almoxarife do hospital militar a que alludem missao de polica.
os oflicios de V. Exc. de ns. 594 e 596 de 31 de E de feito o humilde membro discordante,
margo prximo lindo : o que communico V. Exc. por mais que pensasse sobre a subsistencia doscin-
de ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da pro- co considerandos que precedem ao ultimo, e tendo
v'nvin- ,. na devidaconsideracao as circumslanriasconnexas
jS. 77.Dito ao Dr. Manoel Buarque de Macedo, com o contrato celebrado em 13 de abril do anno
primeiro >ecrelario da assembla legislativa pro- prximo passado para fim idntico ao que se pro-
vincial. -S. Exc. o Sr. vice-presidente da provin- poem Jos de Vasconcellos, nao vena existencia
cia manda declarar V. S. para fazer sciente as- desse contrato embanco serio algum ao deferi-
mbta legislativa provincial que a representagao ment da petigo de Jos de Vasconcellos.
t Da acta da sessao do 1 de abril do anno pr-
ximo passado consta que a commissao de polica
fra autorsada nessa data para confeccionar o con-
trato do apanhamento e publicagao dos trabalbos
| da assembla, com dependencia de ulterior appro-
vagao desta, a commissao, porm, presidida, assim
como a assembla, por quem entilo poda tu-
llo na provincia, nao se limtou como Ihe cumpria
a confeccionar, ou formular o contrato e leva-lo
approvago da assembla, antes de o consummar
ou dar por feito e acabado, lirmando-o em 15 do
sobredito mez e anno, com a assignatura de cada
um de seus niembros, e da outra parle contratan-
te, o proprictario do Diario de Pemambuco, mas
fez precisamente o contrario, ultimando o contrato
sem previa approvago da assembla pela quantia
de seis contos de res por cada sessao annual, pa-
ga adiaulada oilo mezes antes do comego de cada
sessao.
dos habitantes de Grvala de que trata o ssu offlcio
de 31 de margo ultimo, sob n.62,j foi transuiiltida
a mesma assembla com o meuollicio d'aquella da-
la, sob n. 76.
Despachos do dia 1 tic abril d ISti .
liequeriinenlo.1.
Abaixo assignado e proprielarios no lugar deno-
minado engenho da Torre.Em vista da informa-
cao nao tem lugar.
Angelo Antonio Pejera.Nao rem lugar.
Alexandrina Pereira de Souza.Informe o Sr.
desembargador provedor Sania Casa da Miseri-
cordia.
Bacharel Francisco Gongalves da Rocha.Passo
portaria na forma requerida.
Jos Francis-co das Chagas.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Joao Baptista da Luz.Informe o Sr. nspertor
da thesouraria de fazenda, ouvindo o da alfandega.
Manoel Francisco de Souza. Admiltase quando
houver vaga.
Na sessao de 17 do mesmo mez e anno, sendo
i .iJa urna petigao de Jos de Vasconcellos proprie-
JSSS ,? f 7a ?Tr/ de ^raDJ Be''',ari0 d0 Joma) dReafe, offerecendo-se a contratar
nenV portara Concedcndo a I.cenga que 0 apanhamento e publicagao dos trabalhos da as-
'.':.- o. .- r- _. t j r. sembla por quatro contos e quinhenlos mil ris
i;?^,S TVfJ^T1'0 Pt'SSOa I6 S'qUe!ra Pr cada sessao annual e con. as ou.ras demais
Cavalcanti.-Informe o Sr. commandante superior condigoes proposias pelo proprietario do Diario de
da guarda nacional do municipio do Cabo. ; Pemambuco, foi remeiiida a mesma peticao com-
DIARIO DE PERNAM8UC0
missao de policial: mas, sem embargo disso, foi lo-
go depois acodadamente lido e approvado na mes-
ma sessao o contrato celebrado com o proprieta-
rio do Diario de Pernambwco, cuja publica appro-
vago a conimksao de polica julgou ento neces-
saria para inutilisar a proposta de Jos de Vas-
concceltos, muito mais vanlajosaaos cofres p-
blicos do que do proprietario do Diario de Per-
j do dominio do publico um annunco da se-
cretaria da assembla provincial no sentido de con-
vidar concurrentes a contratar a publicagao dos
respectivos trabalhos e o apanhamenlo dos debates nambuco ; porquanto loria poupado aos mesmos
por tachygrapbos; e nao menos do mesmo domi- cofres seis contos de ris durante o quatriennio
no o protesto que entendemos dever fazer com re- daquelle contrato.
lago materia, como contratantes que eramos Mas n5o s isso. A necessdade, natureza, ob-
desses servigos por um acto bilateral legalmentc jecto e flm do referido contrato por sem duvida
celebrado e cumprido com religiosidado em suas que autorisavam a cmara da prxima passada le-
estipulagfSes referentes nos. Mas com telo s a gslatura provincial para comprhender nelle a
expectago publica nao pode estar salsfeita ainda. primeira sessao annual da legislatura actual, por-
Interada do que capital, saliendo apenas que quanto sem essa condigao os trabalhos da presen-
sem razo de ser quebrou-se a f dos contratos, te sessio nao poderiam ser publicados na durago
faltam-lhe as circunstancias cujo conhecimento della. Por modo nenhum. porm.a autorisaco pa-
carece para, com o estudo dellas, melhor firmar o ra comprhender, como comprehendeu, no mesmo
pensamento daillegalidade e do abuso ligado ae icio contrato, nao s a segunda sessao annual da legis-
ea assembla provincial, que nos referimos. E, latan actual, mas as duas sesses da legislatura
pois, fazendo-nos um dever disto, jarnos historiar o de 1866 1867. A assembla transada portanto
fado sem todava commenta-lo, Urna vez que nesta usurpou um po-ler que evidente e incontestavel-
parte acba-se elle devda extensamente moralisado mente em face do interesse publico competa c-
pela opnio, que por certo nao urna mera abs- mar actual e a que Se Iho ha de seguir na pro-
traego, e significa mais que um capricho em suas xima futura legislatura.
evoluges sempre amesquinhadas. j Se em face do ioteresse publico, porque pos-
No anno prximo findo celebrou comnosoo a as- sivel que em cada urna das cmaras das duas le-
sembla provincial um contrato para os_ referidos gislaturas segnintes aquella em que se fez um con-
trabalhos pelo espago de 4 annos, condigao esta que tnto to vantajoso pan ointeresse privado e to des-
sempre fon consagrada nos anteriores, a datar vantajoso para o interesse publico, haja mais aelo
pelo bem publico do que houve naquella que tal
contrato fez c tambem possivel que para o tem- i
po do novo contrato que de ve ser celebrado du-
ranle a primeira sessao annual de cada legislatu-
ra, se aprsente pcssa que se offereca a contratar i
0 apanhamenlo e publicacao dos Ira'balhos da as-
sembla sob condigoes mais vanlajosas para os
cofres pblicos, do que as do contrato anterior, co-
mo duas vezes se tem realisado na pessa de Jos
de Vasconcellos; vanlagem essa que foi roubada I
aos cofres pblicos pelos contratos quatriennaes i
celebrados durante a dominacao olygarchica.
t E a vista de ludo isso. acamara actual, com-1
posta na mxima parte de seus membros de cida-
dos que nunca submetteram o eolio ao jugo da
selvagem olygarcha, deixar passar inclumes
tantos abusse usurpages dos seus poderes, e dos
da cmara que se Ihe ha de seguir, deixando de
annullar o ultimo contrato desla casa na parte
delle relativa segunda sessao annual da legisla-
tura actual e a primeira e segunda da legislatura
seguinle ? Nao, evidentemente nao. O siganlaro
do presente parecer deposita bastante conanga
na illustraco, probidad* e patriotismo dos nobres:
membros da cmara actual (para afflrmar afouta- '
mente, como afflrma que o contrato celebrado nes-
ta casa em 16 de abril do anno prximo passado
ha de ser annnllado na parle delle comprehensiva
da segunda sessao annual da legislatura actual, e.
da primeira e segunda da legislatura seguinte.
! Fnajmente, quanto ao ultimo considerando
da maioria dos membros da commissao de polica,
este ainda seria menos procedente do que os que
o preceden), se fon possivel nao se ver ern cada
um destes improcedencia absoluta; por quanto
; em hypothese nenhuma se pode admittir direito da
parte do proprietario do Diario de Pemambuco pa-
ra exigir dos cofres pblicos indemnisago de des-
pezas feitas com tachvgraphos o preparativos no
caso de ser annnllado o seu contrato na parte
delle relativa segunda sessao annual da legisla-
tura actual, e primeira e segunda da legislatura
seguinte.
pois, de parecer o humilde membro da com-
missao de polica, que dess*arte ousa divergir do
parecer da nobre e Ilustrada maioria dos demais
niembros della, que so declare nullo o contrato
celebrado em 15 de abril do anno prximo passa-
do com o proprietario do Diario de Pemambuco na
parte delle comprehensiva da segunda sessao an-
i nual da legislatura actual, e da prmeira e segun-
da da legislatura seguinte ; e que seja aceita a
proposla do proprietario do Jornal do Recife, Jos
de Vasconcellos, e autorsada a commissao de po-
lica para formular o contrato, de me ella faz
menguo, s.-nente com relagao segunda sessao an-
nual da presente legislatura c primeira da legis-
latura seguinte pela quantia de 5:5005, que elle
exige por cada sessao annual, e com todas as de-
mais condigoes expressas no contrato de lo de
abril do anno prximo passado, exceptuada a de
ser [kir.-i a dita quantia no mez de julho do anno
anterior ao de cada urna das suas referidas sesses
annuaes, a qual dever ser substituida por esta : i
O empresario receber melade da quantia estipa- '
lada logo no principio de cada sessao annual
e a outra metade no flm della ; e que logo que
formulado seja o contrato com assentimento do
emprezario, independentemenle de assignatura
j dcste, o submetla approvago da assembla.
1 Sala das commissoes, 18"de margo de 1864.
Dr. iMiirenro Trigo de Loureiro.
Em vez da concliisao do voto em separado d-
' ga se :seja rescindido o contrato celebrado com !
Manoel Figueiroa de Faria, abrindo-se immediata-'
mente a livre concurrencia para effecluar-se novo
contrato.Soarcs lirandao.Dr. Lourenco Trigo
^ de Loureiro.
j Eis que licam ah consignados em sua integra os
, dous pareceres ; e as razes de procedencia de
] um, e os motivos de improcedencia de outro sao
: constantes delles mesmus, resultam dos proprios
' enunciados.
Ora, desde que assentou a assembla provincial
em publicar os seus debates por tachygrapbos;
desde que em 1844 traduzio esta resolugo em
fado, que este importante servgo nos foi commet-
liilo por meio de um contrato por 4 annos de du-
rago em seus effeitos. Este pnzo prendeu-se sem-
pre, como j o dissemos, na renovaco delle, ou nos!
contratos posteriores peridicamente celebrados
em 1847, 1831, 1855, 1859 e 1863 com a mesma
, assembla para idntico fim, tendo sido a praxe se-
guida as respectivas celebrages sempre a mesma.
sem alteraco de forma.
Sim, tem-se ella pautado pela communicaeao da
commissao de polica casa no sentido de que o i
contrato est a terminar nesse anno, e pela auto-
risacao consequente desla para aquella celebrar o !
novo. Platicada essa delegago |ior meio da as- f
signatura deste, elle Irazido 'ao conhecimento da
casa ; esta approva-o, o ento surte os seus effeitos,
vigorando no anno prximamente seguinte.
lsto posto, sendo bienual a durago das assem-
blas provinciaes, fra de duvdaque tem o con-
trato de ser execulado |ielas duas assemblas futu-
ras ; e esta pralca nao interrompida, passada em
aresto, tem consagrado um direito, que nao pode
ser innovado seno na confeceo do novo contrato,
i e jamis alterado na permanencia do celebrado an-
teriormente sob taes condigoes, menos que se nao
| erija o arbitrio do abuso em regulador de materia
j to melindrosa.
Alm de que, se os pareceres da commissao de
polica dos annos cima referidos tem equivalido
iei; se como tal ho sido executados ; se por forga
disto finalmente os seus effeitos sao contemplados
nos orgamentos annuos, onde a coherencia e a so-
lidaredade do corpo legislativo abrindo um espa-
go de excepgo para o parecer de 1863 '. o qual
foi approvado, como j indicamo-lo, em ses-
se de 17 de abril desse anno, tendo sto publi-
cidade neste Diario do dia 23 do mesmo mez ?
Desta regra nem apartou-se a sessao de 1846,
apezar de fazer parte della o Sr. conselheiro, actual
presidente da assembla e membro divergente da
commissao de polica, sendo at mu expressivo o
que nella occorreu ento.
Membro da assembla desse anno o proprietario
de um jornal creado para sustentarn da parciali-
dade poltica naquelle lempo dominante; tratando
elle de tomar si esse servgo, assentamos -em ter-
minar o nesso contrato nao continuando a concor-
rer, de sorte que abstiveree-nos de apresentar pro-
posta tal respeilo para novo contrato. No en-
tretanto queixas se ergueram all contra a publi-
cagao, e indo urna dellas a commissao respectiva,
esta produzio o seguinte parecer :
< A commissao de polica, tendo examinado o
contrato feito com o emprezario do Diario de Per-
nambuco, para a publicagao por tachygrapbos les
trabalhos desta assembla, achou que foi elle ce-
lebrado sobre bases razoaveis, tendo-se estipulado
obrigaces recprocas, e commnado-se penas pecu-
niarias costra o mesmo, em garanta do cumpri-
niento do contrato.'
< O emprezario do Diario de PernambHco, obri-
gou-se a engajar sua cusaos lacby graphos precisos,
a fazer publicar era seu jornal no da inmediato a
cada sessao diaria lodos os discursos pwferidos na
assembla e mais pegas concernentes as dscussoes,
medanle o pagamento de tres contos de res porca-
da sessao ordinaria, c sendo este realisado emduas
prestaces iguaes, urna no priocipio do primeiro
mez da sessao e ultima no seguad mez. bugei-
lou-se a fazer publicar as rectifleacoes que qual
quer deputado se digoar aier sobre seus discursos
ja publicados. E para garaatir o cumprwento
dessa* obrigaces submelleu-se penas pecuniarias
ou i multas nos casos segualos : a pagar com
mil seis se por vealura d*ii*r de publicar no jor-
nal do dia seguinte cada sessao diaria nma parte
da discusso, e de concluir a publicagao no dia im-
mediato, quando Ihe nao fr possivel fazer em um
s jornal; ea pagar duzenlos mil ris se esta falta
estender-se mais dias : a pagar, oulro sim, a
mulla do cem mil ris se omittir as publicaces
urna parte de urna sessao diaria, e de duzenlos'mil
ris se a omisso fr de nma sessao diaria comple-
ta : e finalmente a soffrer a multa de seis contos
de ris, caso a falta das publicaces se estenda
una sessao annual, Picando todava sem responsa-
blidade. quando as fallas foreui occasionadas por
circumstancias imprevistas, fortuitas, e que Ihe nao
seja possivel acautellar.
A assembla, porm, nos casos de prorogacao
e convocago extraordinaria est brigada a pagar
ao emprezario, por cada dia de sessao, urna mota
correspondente que' Ihe devida por cada dia de
sessao ordinaria.
i Nos casos deadiamento, se elle tem lugar pre-
viamente, isto antes da reunio da assembla, o
emprezario tem direito a urna indemnisago men-
sal de cem mi ris; se se verificar ao depois de co-
megada a sessao, tem direito metade da impor-
tancia do ajuste, e todo elle, se o adiamento se
der no ultimo mez de sessao.
c Tendo sido celebrado esse contrato com a com-
missao de polica em 10 de abril de 1843, para o
que foi ella especialmente autorsada por esta as-
sembla, mandou o emprezario engajar tachygra-
pbos, e como se julgasse em presenga do engaja-
menio damnificado, recorreu assembla em abril
de 1844, allegando o prejuizo que havia sotTrido, e
pedindo reparaco, pretextando para isto ignoran-
cia acerca do quanto poderia montar a acquisigo
dos lachygraphos.
Em face de tal reclamagao, tendo a assembla
"lvido a commissao de polica, submetteu-se a dar
ao emprezario mais quinhenlos mil ris annuaes,
addicionando-se um artigo a esle respeto, o quo se
teve em considerago as les de orgamento que se
seguiram.
Tem o contrato de ultimar-se em 1847, e en-
lende a commissao que, se nao tendo dado vicio
substancial, nem qualquer oulro defeito intrnseco
quo importe nullidade, deve elle vigorar, e conti-
nuar at o lempo de seu complemento, visto que
nao est no poder desta assembla rescindir um
contrato leyalmente feito com prejuizo da parte con-
tratante.
f Sala das commissoes da assembla provincial
de Pemambuco, 20 de margo de 1846. Souza.
Peixotode tiritoCunha Machado. *
Mu conbecidos sao da provincia os signatarios
deste parecer.eentre elles figura o Sr. Dr. Joaquim
Nunes da Cunha Machado ; o qual, alm do mais,
apreciado pelo seu carcter austero e nada con-
descendenle pedidos e osinuages, por mais
douradas que sejam para seren acquiescidas.
E esse parecer, que conclua \>or julgar incompe-
tente a assembla jwra rescindir um contrato le-
gitmente feito, iwlo prejuizo da outra parle contra-
ante, e isto em poca de vertigem partidaria, e
quando o orgo desse partido ambiciona va por
esse contrato, foi elle todava apreciado em seus ju-
rdicos fundamentos pela casa, e em seguida vota-
do em seus termos formaes, fallando ento mais
alto a razo que conveniencias particulares.
Nao obstante, porm, anda que sob os auspicios
de to poderoso recurso, nao apresenlamos propos-
ta para novo contrato; de sorte que sendo pessoal-
menle convidados para sto pelo Sr. Dr. Flix Pei-
xoto do Brita e Mello, nao acquiescemos pela ra-
zo que Ihe demos de existir no seio da assem-
bla quem o fizesse ; e assim us nao queramos
entrar em concurrencia, una vez que reconbeceii-
do ser insuffleicnte para as despezas a consignago
votada, lindamos por nfallivel que a concurrencia
vi ria so aggravar a situaco do contraanle sem essas
vanlagens para os cofres pblicos ; porque estas
nao eslo no menor prego, mas antes as condigoes
do servieo, no implemento real do estipulado, nas
circumstancias de garanta isto offerecidas. Ora,
nao nos podando demover oeste nosso razoavel
proposito, o referido Sr. Dr. Peixolo deBrito ento
convida* aquelle senhor, o qual sen lurno reco-
ntiecendo a procedencia das nossas ponderares,
retrahio-se da prelengo de contratar o servgo do
apanhamento e publicara) dos debates ; de manei-
ra que desta franqueza reciproca, exposta com leal*
dade, resultou continuar o nosso contrato pelo
inesmo espaeo de 4 annos, dentro do qual funecio-
nou urna assembla de outro credo poltico, sendo
nolavel que ella, de pensamento opposlo confec-
cionante do contrato, nao visse naquelle espago
urna exorbitancia, urna absorpgo de autoridade
que Ihe perlencia I
tomo fecho este historiado, devemos addicionar
que, para cumprimenlo e sat-fagao do contrato ce-
lebrado no anno lindo, de antenio lizemos os ar-
ranjos preliminares, e entre estes o engajamento
do tachygraplios, celebrado com o Sr. Carlos Er-
nesto de Mosquita Falcao por escriptura publica s
notas do tabellio Costa Monteiro, em 4 de Janeiro
deste corrente anno ; pela qual nos constituimos
res|ionsaveis para com ello pelos 4 annos do nosso
contrato, ora rescindido sobre fundamentos de um
voto duplicadamenle original, pele que diz respei-
lo ao espirito, e pelo que afiVcla forma delle.
Por feliridade taes actos nao se praticam com
frequencia ; e este de que nos oceupamos, guarda
lodo o prestigio da anormalidade, porque virgem
ainda nos fastos do parlamento, na historia dos
contratos com as as.-emblas.
Em lempo algum, mesmo nos dias mais tenebro-
sos, deu-se ainda, que entre duas partes interessa-
das em contrato oneroso, nma se erigsse em tri-
bunal para expoliar a outra, sem sua audiencia,
rescindindo um contrato synallagin^tco, celebrado
na melhor boa f, e sem nnovago nem preterigo
alguma de forma paciicia t
E essa rescisao tanto mais peregrina quanto a
sua razo de ser affecta todos os contratos, cuja
execugo exceda ao lempo de urna legislatura, fe-
rindo-os de nullidade.
E quem destes principios nao tira como conse-
quencia legitima um absurdo deploravel e pertur-
bador da ordem e harmona ; pois, elles nao con-
sagram menos que serem os poderes de urna as-
sembla menores que os da outra ?
Demais, nao pode proceder contra a permanen-
cia do nosso contrato o augmento do guaniam d'elle
com relagao ao anterior, visto'que resultou essa ele-
vacao do accrescimo de trabalho, que Ihe foi liga-
do. A assembla entendeu com criterio, que era
conveniente addicionar ao contralootrabalhodo ex-
pediente da respectiva secretaria, o qual anterior-
mente achava-se incluido no contrato das outras
publicaces provinciaes, alm de constituir-nos em
obrigagao de fornecer durante o periodo das sesses
tantos Danos quantos sao os senhores deputados;
servgo estp que comptalo por cerca ders.
1:0005.
E se ha a notar alguma cousa, nao ter-se de-
duzido desle uliimo contrato, na base olTerecida
para a respectiva arrematago, um quantum, equi-
valente essa diminuicao do trabalho, quo impor-
ta urna riiminuico tambem de despeza.
Nao temos com o que ahi fica expendido o pro-
posito de coiBinenlar a rescisao do nosso contrato ; a
peculiaridad desle fado nos exime deste trabalho
por dosnenessario; masdeviamosexpr aos nossos
leilores o que occorrera, combinado com os prece-
dentes da historia desses contratos : e isto zemos
em cuiuprtmento de nin dever para com o publico.
Aos nossos assignanles, porm, asseguramos que
os oompromissos deste Diario para com elles sero
maalidos era seu vigor e cumplidos despeito de
qoaesquw eventualidades.
PERHAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL'
Discurso proferido pelo Sr. deputado Canha Tei-
xeira, na sessae de 8 de passade, per occasie
de disentir-se o parecer da rommissae dr pulira
em relagao ao estado dos trabalbos da secretaria
da assembla e proposla que fez a mesma cem-
misso da ailmisso de um cellaboradur e grili-
fiearo para e primeire official.
O Sh. Cumu Tlixkiiia :Sr. presidente, pedi a
palavra para fazer algumas considerages breves,
em relagao ao parecer que acaba de ser submetti-
. do a discusso.
I Tendo pedido a palavra, e esperando que ficasse
por esse fado adiado o mesmo parecer, na forma
, do regiment, aguardava-me para em occaso op-
portuna oceupar-me do assurapto, com maior som-
ma de conhecimenlos a seu respeto; no entretan-
to a urgencia votada requerimento do nobre de-
putado o Sr. Io secretario, obrga-me a apresentar
breves reflexes, como j dsse.
Nae posso, Sr. presidente, deixar de oppr-me
s concluscs do parecer da nobre commissao de
polica, que alias muito venero, e dire a razao por
que assim procedo.
Vejo em primeiro lugar que se concede urna li-
cenga de dous mezes ao official maior, na esperan-
za de que no fim desse lempo possa esse emprega-
uo reassumir o exercici de suas funeges, exerci-
co que ento nao ser lo difficil, como no lempo
j de sesses; mas o official maior nao se restable-
cer no fim desse prazo, tal o seu estado de sa-
de, e assim a licenga, que ora vamos conceder-lhe
pelo tempo das sesses, importar ndamenos que
urna brenca por todo o anno, de modo que quanto
ao fundamento do parecer da nobre commissao nos
mesmos nos iludiremos, pois que, emquanto a no-
bre commissao se recusa a conceder ao official
maior urna licenga por quatro mezes, a concede
por todo o lempo de sesses, viudo o resultado a
ser o inesmo.....
O Sn. Bu more :Nao apoiado.
OSh. Coima Tkixkira :... visto como fcilmen-
te imder o official maior faltar ao exercici de seu
cargo, fra do tempo de sesses.
Em segundo lugar, prope a commissao urna
gratificago de m$SH ao primeiro official, por
ter esle de accumular as funeges de official maior,
ea nomeago de um collabordor com apaga de
30,5000 mensaes durante o lempo das sesses.
Ora, temos assim um acrescmo de despezas com
a nomeago de um collabordor, e alm disto se
quer dar urna gratificago de 2P0500O ao primeiro
official, por ter de exercer o lugar do official maior,
a quem difflclmente conseguir a medicina resla-
belecer.
(Ha varios apartes.)
Su. Cunhi Teixeiha :Pergunlo eu, o primei-
ro official passar a exercer todas as funeges do
oflicial maior e ao mesmo tempo m suas? Ou, ao
contrario, tendo de exercer as do official maior, pas-
sar aos demais empregados os trabalhos, que, co-
: mo primeiro official, Ihe sao incumbidos ?
No primeiro caso, ser justa a consgnacao de
Urna gratificago; nas ento a nao haver 'outras
razes que nao as apontadas no parecer, nao me
: parece rasdavel a nomeago de um collabordor;
no segundo caso, porm, os demais empregados
que vo licar sobrecarregados dos trabalhos que
competan) ao primeiro official e aos quaes certa-
i mete nao dar salsfacao um simples collabordor,
julgar-se-ho tambem com direito a urna gratifica-
( gao, porque tambem compartilham o accrescimo
| de trabalho, e assim nao poder o parecer da no-
! bre commissao ser considerado como tendo apre-
ciado convenientemente o meio de .-atender s ne-
cessidades da secretarla.
Desejo, pois, oovir a algum dos membros da no-
! bre commissao de polica, assegnrando que, se no
' correr da discusso a nobre commissao puder fa-
| ser callar em meu animo a necessdade da appro-
vago das concluses desse parecer nao duvidarei
i dar-lbe meu voto.
(Depois de orar o Sr. Io secretario obteve segun-
da vez a palavra o Sr. Cunha Teixeira.)
O Sn. Cunha Teixeiha : Sr. presidente, as con-
siderages que acabou de expender o Sr. ^secre-
tario em relagao ao mo oslado dos negocios a car-
go da secretaria desta assembla, e a necessdade
1 de providenciar a esse respeilo, tem algum peso, o
que francamente confesso; mas nao posso deixat de
i exlranhar que com as medidas proposlas pela no-
bre commissao de polica sejamosobrigados a conti-
nuar solTrendo os inconvenientes, que a nobre com-
missao lastima.
De feito, se durante o anno findo, lendo sido no-
meado para exercer interinamente o cargo de offi-
cial maior nma pessa extranha secretaria, em
quem devenios suppr a aplido necessaria para
bem desempenha-lc, e que o devra ter exercido
elfectivameiite, os trabalbos se alrazaram conside-
ra velmenle, conforme o confessa a commissao, dan-
do-nos, nas mais tristes informages, certeza de rei-
nar a anarebia na secretaria, como nao continua-
r a acontecer isso, se em vez de entrar, neste an-
no, para substituir o ollicial maior um individuo
que nao perienga ao pessoal da secretaria, for d'isso
encarregado o primeiro oflicial, entrando apenas
um collabordor ? Eu creio que, em vez de melho-
rar-raos, continuaremos no mesmo estado, ou peio-
raremos, a menos que se me prove ser devdo esse
estado lastimavel a negligencia de quem teve a seu
carge substituir o oflicial maior effctivo, a cuja fal-
ta de exercici, por forga de seus incoramodos, de-
vemos o que se diz da secretaria desta assembla.
( Ha varios apartes.)
O Sit.Cu.NHA Teixeiiia :Nao sere eu quem lera-
bre a adopgo de alguma outra medida. Deixarei
isto nobre commissao de polica ; mas nao dei-
xareide fazer sensivel a improficuidade das que
nos sopropostas, por quanto conhego que essas
medida- nao removero o mal, e apenas difficulia-
ro o grande desenvolvimento delle.
Fallemos com clareza. Nao nos Iludamos. Du-
rante a sessao do anno passado o official-maior nao
pode exercer suas funeges; seus eocornroodos con-
tinuaran) e smente era selerabro tornou elle a as-
sumir o exercici dellas, para deixa-lo mais tarde.
Creo pamente que elle se acha impossibilitado de
reassumi-lo e que nunca mais poder desempenhar
suas funeges, pelo que me parece que apenas se
irata de preencher tempo.
O Sn. Buarqub Aprsenle urna emenda.
O Sn. Cunh. Tbixeiba :-No apresenlare emen-
da alguma ; mas nao deixarei de notar que sena
mais conveniente adoplar-se urna medida qualquer,
que tendesse a restabelecer a ordem nos trabalhos
da secretaria.
(O Sr. Dr. Aquino d um aparte. >
O Sn. Cunha Tkixeira :41 Sr. Dr. Aquino, pes-
sa habilitada, acaba de dizer-nos que duvida que
0 official-maior se resiabeleea, e temos assim urna
pro va do que eu j dsse ; por Unto fra de du-
vida que as medidas- proposlas tendera sraenlc a, _"
tornar menos sensivel a falla do ofJQcial-maior du-
rante o tempo de sessao.
Disse o nobre i. secretario, quanto a este ponto,
que a commissao, nao poda saber se (indos os dous
mezes de sessao o ollicial-maior estara ou nao res-
tabelecido. Ora, Sr. presidente, o offlcal-maior
quem julga serem-lhe precisos quatro mezes para
tratar do sua saude, como se v de sua peioao, a
qual se refiri a commissao ; e alm disso um me-
dico respeitavel nos informa que esse empregado
se acha irapossibilitado de desempenhar seu lugar,
1 duvldando qo possa He rqstabelecer-se,
*


iMigff MU m a gm at

DI Arto de rerBaaabaco Qnarta lelra ft 4c Abril 4c 184.
____________ ft
Em tac* cireumsiancias
nos engaar, dando eomo
de
para fandam.-rito < "*"? m-Ullrobe,
nos o^anar, nailiio cuino ran'ianiiviiu -u "-- --- .-.-, aa ^v.<
proced ment a esperanca Jo restabelecimcuto dcs-^aueisee, que dosujatido limito i
secmpregado? 11rnHi"*se fugar, prefertndo-o
HnvRntK \uJilie-nos com alguma idea. uualqaer comarca, todava ver
Cumia Tmxeiiu :Daixarei a discrcao (dom-lo, se norveulura nao pass;
.^-m .i,, iwiiici.i anrfseniar-nos remedie wtantoem rniprtfctdo nobl
pregado
O Sn
O Sil Cu
da commissao do polica presentarnos
para esse mal, por ser a ta quo esta affecto esse
negocio, permanecendo na conviecao de que a mar-
cha dos negocios da secretaria no melhorara.
Um Sr. Dki'ltado :A fiscal-sacio do interino
pode conseguir mellioras.
OSr. Cinha Tkixeira :Estimo que o nobre
deputado assim se pronuncie. Nao quera eu at-
tribuir aquello, a cojo cargo esteve a secretaria, o
anno passado, negligencia no eomprimento de seas
Jauto os incoaxvnientcs de ser a sede da comarca
temo tantoas Sezes e molestias do S.
continuar a oceu-
mesmo a outra
-me-hei toreado a
ar o projecto.
emprefisdo poblco que fallo, e nao
em homem que tem oleres-e privado. Quizera
mesmo nesta oceasiao uo sor o promotor de Ca-
brob, porque entao eu fallara com mas fran-
quea.
0 Sn. Sabino Olegario : onde mora sua fa-
milia?
O Sn. Silva Barros : Estimo muito' o aperta
do nobre deputado; ia-rae esipiecendo de declarar
casa que tanto me considera imparcial nesse
, negocio, que lando em -Cabrob uiiulia familia,
OSn. Buaue :E eu nao quero dizer isso. multos prente?, e amigos dedicados, gosando mea
OSr Cumia Tkixrir \ --Quero esquecer o que pai alli de multas sympalhias e alfeicoos, tendo
est passado, o tratar de providenciar para que all alguma influencia poltica, cu fecho os olhos
nao continu o abuso aos intoresses de familia e venho pugnar pelo bem
publico, pelo interusse geral dac oraarca. (Apoia-
l'edrei, pois, mesa que lenha em consideracao publie
isreftates que tenho apresentado ; que atienda uu>.)
convenientemente aos trabalhos da secretaria para Lsli
mo portanio que o nobre depntado me tivesse
a
convt ..
nos apresentar urna medida que tenda a fazer des- {lembrado esse ponto que me la esquecendo.
apparecer o mal, nao se contentando com deixar i O Sn. sabino Olegaiuo: 1-oi islo de propo-
que as cousas flqiiem no mesmo estado. (Apoiados.) silo.
OS. Silva Bunios : O projecto, e verdade,
-------- que nao quer a extinecao da villa de Cabrob, elle
ni ---"___- "- ,i.,i.ii., Ui ftarrns 'Jutr elevar Salgueiro a villa e transferir apenas
Discurso pr.feiido (icio !>r. dcpulade Ml Barras ^ M a ^.^ wmrei> m comQ flm d( cen.
a .srssu de lo ilc marro de 186.
o Su. Su.v\ Barros : Como aulor do projec-
tralisar mais aaccao da justica, e arredar os em-
pregados pblicos do perigo das sezes e intermi-
to que se acha em discussao cumpre-me o dever, tentes, de modo que possam as autoridades pu
de fundamentado; mas antes de duer alguma
cousa com relacao ao projeolo, eu tnlio necessida-
de de fazer algumas consklcracoes geracs em rela-
cao a materia.
Sr. presidente, nao venho aqui representar o in-
teresse privado de algiiem, o meu Um mais no-
hre, e mais elevado. Venho, sim, como represen
biieas residir sempre na sede da comarca. Como
de le, o que nao tem assim succeddo em Ca-
brob ; o o que nunca succedor se continuar a
ser alli a sede da comarca.
(Trocain-se apartes.)
0 Su. Silva li muios : Eu podia, Sr. presiden-
te, citar o nome de alguns magistrados, e inagis
tante do provincia, fallar em nome dos meus cons- Irados disiinclos, que servindo alli por alguns tem-
tiUlintes, Callar om nome de 306 el eilores, que pos poucas vezes residiram dentro da villa, e mui-
me honraram com os seus sulragios; e venlio nos- j lo iioucas audieucias alli deram. O Sr. Dr. Gon-
U oceasiao tribuna Tallar especialmente em no- calves Lima por exeniplo foi alli juiz municipal 4
me dos distinctos habitantes da comarca de Ca- annos, poucas vezes resida na villa, c muito pou-
brolii.. cas audiencias deu alli, e nem por isso, se podera
Sr. presdeme, tem o projecto por (im elevar o, dizer que o Sr. r. Goucalves Luna mo magis-
povoado do Salgueiro a calhegoria de villa, e irans-; irada
fere para ali a sude da comarca de Cabrob ; e, Um Sn. Oepctado : Ninguem pode negar a
ignorando a maioria desta casa quaes as vanlageiis honradez e probidade do Sr. Goucalvos Lima.
c ullldade publica que resulta de semelhante mu- O Sn. Silva Barros : Eu sou o primeiro a
inda" que mu succintamciite, alini de nao roubar
tempo aos nossoslrah.lnos.
Cnamo, pois. a aitcncao dos mens honrados coi-
Vegas para a expo>icao que veu fazer, e peco
vossa benevolencia "por alguns minutos, pois sere
breve.
Comecarei prinieiramente, Sr. presidente, por
demonsliar as grandes desvantagens que otferecc
villa de Cabrob actual sede da comarca do
mesmo nome ; e depois passarei a mostrar as
vantagens que olferece o Salgueiro.
Sr. presdeme, xvilla de Cabrob, aonde a
sede da comarca do mesmo nomo, situada na
margem do rio S. Francisco, e entre dois ros af-
fluentes, em que desemboca urna legua abaxo, e
oulroj leguas acuna ; pelas endientes do ro e
seus aumentes, Ikam alagadas as suas grandes
margeos, de modo que pela scente apparecem
todos os annos muilas febres intermitentes, sezoes,
ou carneradas, que um verdadeiro llagello para
seus habtame.-: tem alli todos os anuos o a 6 me-
zes de epidemias; a (ionio de ale os proprios habi-
tantes da villa retirarem-se para as iazendas a-
fastadas do ri.i" a passar esse periodo infallivel
de epidemia reinante.
Creio, pois, que nao ha neste caso quem ignore
que as margens de S. Francisco sao combatidas
desse terrivel mal, sendo pois o Cabrob situado
as margens desse rio, e ficando enllocado entre
os dois anuentes de que i falle, Cabrob por
sua posicao um dos lugares mais epiJemieos das
margens de S. Francisco, ao menos aquello de
de expor j veem os nobres deputados as des-
vantagens que olerece o Cabrob, pelo que nao
deve continuar a ser alli a sede da comarca.
Passarei anda a mostrar outias desvantagens
para mim de muito peso.
O termo de Cabrob, Sr. presidente, tem urna
xtenso de mais de Irinta leguas ; elle limila-se a
sul com a provincia da Babia, e mesmo na villa
de Cabrob que na margem do rio S. Francisco
que limita esta provincia com a da liaiiia, e limi-
la-se ao norte com a provincia do Ceara na comar-
ca do Jardim (Cariris no vos) ; ora, Cabrob adia-
se por conseguinle na exlremidade do turnio, de
modo quo nos Irabalhoe do jury, rauilos cidadaos
quahficados jurados, que moram nos limites do
termo, tem de caminbar trinta e tantas leguas para
vr aos trabalhos Jo jury em Cabrob, |o vencendo
esta terriyel viagein o perigo das sezoes e fe-
corroborar o que disse, para mostrar que, sendo o
Sr. r. Concalves Lima um distiucto magistrado
todava nos perodos de sezes, retirou-se para
sua fazenda, e s com grande sacrificio ia dentro
da villa. D'onde se v que o Cabrob de tal
forma epidmico, offerece Mea desvantagens, que
faz com que os magistrados recuem diante dos deve-
ns que Ibes sao impostos, alim de nao sacrificar
suas vidas.
Um Sn. Deputado : Nao ha quem conteste
isto.
O Sn. Silva Barros : Eslimo muito o aparte
do nobre depulado, estimo muito saber que a casa
se acha compenetrad-a da verdade do que lenho
exposto, e se convenga de que nao venho fallar
aqu em prol de minhas conveniencias particula-
res ; venho sim fallar i m nome dos meus const-
tuintes, em nome do povo, em nome de 306 eleito-
res que aqui me mandaram, venho pugnar pelo
bem pubiiee, e interessos reaes da provincia.
(Apoiados.)
REVISTA DUR1A.
A asscmbla na primeira parte da ordem do
da da sessao de hontem, approveu em primeira
discussao o projecto n... que altera os limites da
frrgnezia de Petrona, orando o Sr. Araujo Bar-
ros ; rejeitou em primeira, igualmente, o de n...
que autorisa o governo da provincia a mandar fa-
zer os estudos geodsicos necessarios para a
ronstraccao de pocos artesianos, fallando contra os
Srs. Silva Barros.'Burgos e S Pereira, e a favor
o Sr. Gervasio Campello approvou em terceira
discussao o de n. 14, que eleva villa a povoacao
de Salgueiro da comarca de Cabrob, e substiluio
em segunda discussao o de n. lo que manda dar
gratillcacao ao segundo eserive dos feitos da fa-
zenda provincial, igual a do escrivao companhei-
ro, depois de orarem os Srs. rummond e Silva
Hamos.
I'assando-se segunda parte da ordem do dia,
DCCUpe a tribuna o Sr. Araujo Barros, que pre-
encheu a hora, prolongaudo-se a sessao al depois
das i horas da larde.
A ordem do ilia para+ioje a mesma.
No sabbado passado deu a sociedade theatral
Mvlpomene l'eriinmhiicana a sua recita mensal com
satisfactorio desempenho.
drama foi felizmente oscolhido, pois altn do
bres intermitentes. Accresce ainda, Sr. presiden- fundo moral, tem a belleza chisto.-a da diccao ; e
te, que Cabrob nao s llca n'uma exlremidade do
termo, como lambem n'uma extremidade da co-
marca.
A comarca de Cabrob compoe-se, como devem
saber os nobres deputados, de dous termos, o de
' abrob e o do Exu'e dista ura do outro 36
40 leguas, de maneira que mpossivel a juslica
publica ser alli satisfeta com a devida presteza e
celeridade. Alm dislo |ienoso ;'io juiz de direi-
to, e ao promotor, tor de ir todos os annos 2 motes
pelo menos a trabalhos do jury, revisao de jura-
dos, correces etc. no Exu' na distancia de 30 e
tantas leguas.
Para que a justica publica em urna comarca] do
tal exteiisao seja bem satisfeila, para nao serlao
penoso aos empregados pblicos, deve a sedo da
comarca ser no lugar mais central, d'onde posMoi
occorrer tempo todas as necessidjrtes, bem como
chegar a rempo lodos os seus pontos a accao da
justica publica.
Vejauto?, pois, Sr. presidente, se Salgueiro pre-
enchu estas condicocs.
0 povo de Salgueiro, sede da freguezia do mes-
mo nome, Dra entre o Cabrob o o Exu', distando
de Salgueiro .i Cabrob 11 leguas^e para o Exu',
isto para o Gravat que a sede do termo 16
leguas ; pelo que est perleitamenle enllocado no
centro da comarca.
Alm desla vantagem, Sr. presidente, accresce
que o Salgueiro em povoado novo, llorescente,
de um clima o mais saudavel e o mais sadio que
possivel, pois propriamenle serlao.
A experiencia tem mostrado, Sr. presidente, que
Cabrob pela insalubridado de scu clima nao po-
de prosperar, nao pode mesmo continuar a ser a
sdc da comarca, sob pena de vvennos sempre
all em interinidades, poisr.ao ah juiz que quera ir
para Cabrob ; es que j I tem ido tem saludo
as carreiras com medo das sezes quando chega o
lempo deltas.
I'u Sn. Deputado :No tempo de invern lica
deserto, at o professor corre.
O Su. Silva Baiiros :Existe ah urna cadeira
elementar, talvez ha Irinta annos, e quasi nunca
exercida por professor eflectivo, porque os que pa-
ra I tem ido, tem saludo as carreiras, e maldjzen-
do de sua sorte.
Tem ainda o povoado do Salgueiro outras vanla-
geiis, Sr. presidente, e c o de ser o lugar da co-
marca que tica mais perto desta capital, al um
nonio certo por ondepassam os correos que v<
para o Ouricurj e para o Granito, e o ponto aondo
croza m as estradas que partem desta capital para
o centro do Piauhy, do centro do Cear para o cen
tro da fiahla, e para muitos pontos do rio S. fran-
cisco, como para Cabrob, Piranhas, ele.
Ora, um lugar uestas cirrumstancias lem multa
possibilidadede augmentar, tem tambem a vanta-
gem de ter-se sempre noticias desia capital, por
o do Oorieury ; ao psso que em Cabrob apenas
pasa o estafeta que va i atti, e d'alli Boa-Vista.
Comparando, pois, o povoado de Cabrob com
o do Salguero, dero declarar qne o de Ca&rob
maior, tem maior numero de casas, por isso mes-
mo que ura povoado antigussimo, porm a edi-
ticacao do Salgueiro melnpr, e em relacao lem
raelhores predios do que Cabrob.
Em summa, sonlwres, Salgueiro um povoado
floresceole, habitado por um povoactivojaborioso,
o seuterritorio fertilissimo, e a agricultura all
est bastante desenvolvida. Ao pass o que Cabrob
urna zona estril, e improductifera, de modo que
os seus habitadles sio abastecidos pelos gneros
que vem do Salgueiro e Cari rys No vos.
Existe no Salgueiro urna cdeira de iustriiceao
primaria exercida j>or um hbil e muito distn'cto
professor, e muito freipientada, o que todo mos-
tra o deseuvolviroento do lugar.
Ha um excedente eemiterio publico feito pelos
particulares ; ha um templo que a matriz, posto
que pequea, todava aeha-se em obra, e com al-
;nm auxilio do governo pode tornarse um excel-
ente templo. Por todas estas consideraefles, pois
6r. presidente, v r. Exc. e a casa que o povoa-
do do Salgueiro offerece vantagens taes me por si
s s5o bastantes para fundamentar o projecto alm
dos inconvenientes que realmente offerece o Ci-
fcroho.
Tenho at aijnj fallado como representante da
provincia, mas a casa deve saber que sou promo-.
ior publico da comarca de Cabrob, e reconheco
a comedia credora de elogios pela sua originali-
dad.*, espirito e sal que aacco aprsenla ettrsu de-
desenvolvimento scenco.
E' um auspicioso ensaio do Sr. Firmino Candido
de Figueiredo. qu nao deve deixar de aproveitar
suas felizes dsposices para esse genero da lillera-
tura dramtica.
Depis d'amanha se extrabir a primeira par-
te da primeira loioria da igreja de Nossa Senhora
do Amparo de Goanna, pelo novo plano das lote-
ras extraordnarias.sendo o maior premio 10:000$.
Tendo-se procedido no domingo passado
eleieao para hova directora da sociedade dramti-
ca Hecreio e Untao Familiar, tonta eleitos os se-
grales senhorts :
Director.
Luiz de Franca e Souza.
Vice-d rector.
Epaminondas Pinto Bandoira e Accioli de Vas-
concellos.
Io secretario.
Vicente Ferreira da Silva.
i- di lo.
Elpidio Cardozo Rabello.
Thesoureiro.
Jos Olympio de Carvalho Mendonca.
Procurador.
Thom Fernandes Madeira de Castro, Filho.
Censor.
Bernardino de Seona Muniz.
Aiite-hontein, por 7 horas da noile, um cerlo
Flix, que inora ra da Carnuda do Carino nesta
freguezia, atirou um projeclil sobre o orpliao e
menor de 8 annos por nome Jos, que lhe causou
ferim-jiito grave na caneca.
O subdelegado de Sanio Antonio procedeu sem
Souza, Jos Correia Elesbo e Antonio Jos Pereira
mandou-se que fossem ellos po;los om liberdade.
Prorogouse por 0 das a lioenca concedida
com vencimentos ao juiz de direito da comarca de
Goanna bacharel Francisco Goncal vos da toaba pa-
ra tratar de sua sade.
Ao tenente-eoTonel commtndante do batmhio
n. S3 do infamara da guarda nacional do munici-
pio de Santo Antao bacharel Pedro Bezerra Poreira
de Araujo Beilro concedeu-ie 4 meces de lieenca
para o lim cima indicado. ~
REPARTIQAO da polica.
(Bxlractodas partes dos das3, 4e 8 de abril de
1864.)
Foram rocolhdos casa de deteocao no dia 2
do corren lo :
A' ordem do subdelegado de Sanio Antonio, Ma-
noet, pardo, escraro de Praiicisco Lucio Colho,
sem declaracao de motivo.
A' ordem do do Peres, Prxedes Jos Goncalves,
pardo, para averguaces em crme de furto.
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Anto-
nio Zacharlas do Carmo, eroulo, sem declaracao de
motivo.
A' ordem do subdelegado do Recifo, Manoel Poe-
ma de Quelroz, branco, Benedicto, crioulo, escra-
vo de um tal Castro, ambos por briga.
A' ordem do de S. Josefas pardas Joanna Bapts-
ta, Anna Joaquina Mara da Conceicao, Ignacia Ma-
ra da Claudna da Coneei^ao, e Joo Nuoes lava-
res, pardos sem declaracao de motivo.
A' ordem do da Boa-Vista, Joaquim, pardo, escla-
vo de Luiz de Moraes Gomes Ferreira, requer-
menlo deste.
- 4
A' ordem do Dr. delegado da capital, Antonio
Ferreira da Silva, pardo, iara averiguacao, Narci-
so, africano, escravo de Joao Baptsla Draga, por
infraevao de postura.
A' ordem do subdelegado do Rocife, Pedro Hes-
panbol, branco, Jos Polooio, Itliano, Mauul Joa-
quim do Nascimeoto, prelo lodos por disturbios.
A' ordem do de Saolo Antonio, Domingos Amo-
nio Forraz ou Fernandes, branco, e Joaquim Fer-
reira Pinto, pardo, ambos por furto; os croulos
Bonifacio Jos Ferreira, Gabriel, escravo, de um
tal Manoel, Antonia Mara da Conceicao, e Felismi-
na, escrava de Joaquim Francisco do Bego, todos
para correccao.
A' ordem do da Ba-Vista, os crioulos, Joaquim
Thereza Nunes, por crime de furto, Jorge, escravo
de un tal Cardozo, por desordem.
A' ordem do de S. Jos, Vicente, pardo, escravo
de Francisco Jos de Campos Pamplona sem decla-
racao do motivo.
O chele da 2* seceo,
J. Q. de Mrsquil.
Movimento da casa de detonco no dia i de
abril de 1864.
A saber
Existiam .
Entraram. .
Sahiram .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mu Hieres .
Estrangeira
Escravos .
Escravas .
36i> presos
4
l
s
258 presos.
31
1
1
60 >
a
356
loo.
abril
Alimentados custa dos cofres pblicos
Movimento da enfermara do dia 4 de
de 1864.
Tveram baixa:
Manoel Joaquim da Silva : syphilas.
Jos Francisco de Paiva sarnas.
Francisco A I-ves Feilosa; omeoplize.
Jos Correia de Mello ; anazarca.
Victorino da Silva Lima ; olile.
Movimento da casa de detencio, no da 3 de
abril de 1864.
Existiam. ..
Entraran!..
Sahiram...
3o6 presos
14 >
4
A saber:
Existem.......
Nacionaes.....
Estrangeiros...
Mulheres......
Estraugeiras...
Escravos......
Escravas......
366
265
32
1
1
62
5
366
Alimentados a casta dos cofres pblicos---- 152
Movimento da enfermara no dia 5 de abril
de 1864.
Teveram baixa :
Antonio Jos Pacheco, apoplexia.
Manoel do llego Barros, intermitiente.
Manod Poema de Queiroz, sypblis.
Teveram alta :
Innocencio Francisco d'Olivera.
Luiz de Franca Ventana.
Manoel Joaquim do Espirito Santo.
Jos, (escravo do capito Jeronymo.)
Obituario do da 2 de abril, no cemiteiuo
riBLICO.
Francisco, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista; gas-
tro hepatite.
Vicencia, liberta,8 mezes, Pernambuco,Boa-Vista;
convulsoes.
Julio, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos; interite.
Jos Francisco da Costa, Pernambuco, 20 annos,
solteiro, Becife; tubrculo pulmonar.
Barbara Maria da Conceicao, Pernambuco, 60 an-
nos, vuva, Boa-Vista; gastro interite.
Ambrozina, Pernambuco, 8 mezes, S. Jos; es-
pasmo.
Isabel, Pernambuco, i horas, S. Jos ; conges-
ta o.
Galdioo, escravo, Pernambuco, 18 annos, solteiro,
Boa-Vista; escrubulosa.
Jos, Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio; es-
pasmo.
Feliciana Maria da Conceicao, Pernambuco, 60 an-
nos, viuva, S. Jos; precemonia.
Catuariua Das de Lima, Pernambuco, i"> annos,
viuva, Boa-Vista; hydropesia.
Juvita Mara da Conceicao, Pernambuco, 33 annos,
casada, S. Jos; cancro uterino.
Gregorio, escravo, Pernambuco, 33 anuos, solteiro,
Boa-Visla; hydropesia.
Amalia, cidade de Olinda, 7 mezes, S. Pedro Mar-
tyr; molestia de peito.
A Bosnia I hispo (,mgr. Sebastio Francovich), 103
misionarios, 3 convenios, 57 parochias e suecur-
gaes, 13 escolas (750,000 catholicos.) A Herzego-
' vina 1 hispo (sede vacaute), 42 misionarios, 1
; convento, 19 parochias, 4 escolas, (50,000 catholi-
'tos.) A Albania 2 bispos (NN. SS. Darius Buccia-
relli e lix Ciurcia), 56 laMMooarios, : ptro-
chias e suecursaes e 5 resiieneUs. A Macedoaia
12 misionarios, li parochias e suecursaes. Coh-
unlinoplae o archlpelago tem 12 misstonanos, 9
parochias o suecursaes, e 5 escolas. 6 total dos
missionarios na Europa de 096, com 277 estabs-
lecimenCos.;
Na Asia :Em Terra Santa, 186 missoasu-ios e
padres coadjutores, 31 conrelos, 76 parochias,
santuarii4)u capellas, 26 escotas, 45 casas para
pobres. A China tem 5 hispas (NN. SS. Ephise
Chais,-vigaTio!tetolico de-Ghen*Si ; Gabriel da
i Morena, vigario apostlico de Chao-Si; o rigario
1 apostlico de Bon-P (sede vacante) ; Miguel Na-
varro, vigario apostlico de Hon-Nan ; e Luiz Cas-
lellazze, vigario apostlico de Chan-Toung, secun-
dado por um coadjutor; Mgr. Annibal Fanlon. Na
China nao se sabe bem qual o numero dos mls-
! sionarios. O total para a Asia sao 309 inissiona-
rios e 87 estabelecmentos.
Na frica :O baixo Egypto, tem um bispo,
mgr. Pascal Vuicic ; 42 missionarios o padres
coadjutores, 10 parochias e suecursaes, 6 escolas.
10 alto Egypto, sob a aulordade do mesmo bispo,
tem 9 misionarios, 6 parochias ou suecursaes. A
| frica central, 23 missionarios e 5 estacos. Tri-
| poli da Barbaria, 8 missionarios, 7 parochias e
suecursaes, e 1 hospicio. Marrocos 2 missionarios,
2 conventos (Tnger e Tetuan). O total aa frica
' de 48 missionarios, e 31 estabelecmentos.
Na America :A California, tem 6 missionarios
e 1 convento i Neva-York, lem 5 missionarios o 1
convento ; Tecra-Nova, 4 bispo, mgr. Mullock, 2
; missionarios, e urna estacad ; o Illinois, lem 9
missionarios, 4 parochias e z conventos ; Texas, 3
missionarios, 1 parochia e 2 estacos ; Bllalo, 27
missioncrios e 3 convenios; Ciociunati, i7 mis-
sionarios, e 3 convenios ; Mxico, 7 eollegios ;
Chiapas, 1 collegio.
Na Bol i via ba 102 missionarios ; no Per' 30, 3
conventos e 2 hospicios; Chili, 32 missionarios, 2
eollegios c 1 hospicio; Conederaco Argentina,
39 missionarios, 3 eollegios c 2 hospicios ; Nova
| Granada. 14 issonarios e 2 eollegios ; Bueuos-
Ayres,23 missionarios, 1 collegio e 2 hospicios.
Todas as misses da America Meridional e a
maior pacte das da America Sopieuirional man-
dara religiosos para evangelisar as tribus selva-
gens. Total na America 349 missionarios e 49 es-
tabelecimentos.
Na (leennia :As ilbas Philippioas. tem 217
missionarios, 42 con ventse 141 parochias (750,000
catholicos) ; a Australia, um bispo. mgr. Geoglie-
gan ; a .Nova-Zelandia, 6 missionarios e 1 conven-
to; ilba do Van-Couver, 2 missionarios e 1 con-
vento. Total na Ocoania, 228 missionarios e 157
eslabeleaimentos.
O total geral sao : 1,597 missionarios e 691 es-
tabelecmentos.
*
Urna carta recente, datada da cidade do Lago
Salgado (Salt Lake Cily, fallando do novo theatro
edificado pelos marmons, diz qne um dos mellio-
res da unio e accrescenta :
lloniem nuie conlei no camarote da familia
de Brigham Young noventa e tres mulheres e
ci Janeas, e o camarote nao estava completamenle
cheio. OSr. Youog eslava com as suas duas mu-
IIk-iv.s favoritas u'um elegante camarote parti-
cular.
Desde o primeiro de abril prximo, o banco do
Franca deve emiiiir notas de 51 francos.
As notas de 50 francos devem ser um pouco
maiores do quo as de 100 francos.
Como todas as novas notas do banco, bao de ser
azues. O desenlio da fenle oval, e muito pare-
cido com o das notas de 500 francos ; o do verso,
no raeio da vinheia aul, tera impresso as segun-
tes palavras ein prelo e grandes caracteres :
lianco deFrama.
Diz-se que a primeira emisso ser fixada em
50 milbes.
A Naio publica o que segu :
Em Liverpool, no dia 17 de fevereiro foi posto
em leilo o famoso vapor Great Bastera.
O primeiro lauco foi de 20,000 libras, por fin foi
arrematado por 25.000 libras pelo representante
de nina companhia que se organisou para empre-
gar esto navio em vageu s para a India e Aus-
tralia.
A nova companhia leve que comprar 70,000 ac-
| ces a antiga companhia, podendo por isso calco-
lar-se que o Great Eaitern foi vendido por 80,000
libras.

A barca ingleza, procedente de Macau, que se
diriga Europa, com carga de cha e outros ob-
! jectos, foi de repente atacada as costas da China
: por uns piratas ; 16 boinens, que compunlum a
I tripolacao foram assassinados, e o navio, depois
de roubado^enlregue s chammas.
...
S. M. a rainha D. Isabel convidou para padrinhos
da recem-nascida priuceza o re e a rainha de a-
ples.
Os reaes padrinhos serao neste reto representa-
dos por S. A. o Sr. infante D. Francisco de Paula,
e a duquezi de Montpensier.
CI1U0.MC1 JtlflCURIl
TIHBIVAI COS9IEBCIO.
SESSAO ADMINISTBATIVA BM 8 DE
DE 1W4.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSF.LHinRO
SOUEA.
s 10 horas da manhaa, reanidos os Srs. depu-
tados Bego, Leaos, Hosa e Alcoforado, o Sr. pre-
sidente declarou aberta a sessao.
Lida, foi approvada a acia da ultima.
DESPACHOS.
No requerimonto de Jos Ernesto Ayres de Sou-
za Monieiro e Jas Lourenco da Cruz, pedindo o
registro do seu contrato social. Haja vista ao Sr.
desembargadr fiscal.
No de Antonio Jos de Castro, pedindo certidao
do dia, mez e .anno em que leve lugar a sua matri-
cula de commercante.D-sc.
No de Antonio Lopes Pereira de Mello & C, pe-
dindo o registro do distrato de sua sociedade.Be-
glstre-se.
No de Novaes A Filho, pedindo o registro do seu
contrato social. Vista ao Sr. desembargador fis-
cal.
No de Jos Feliciano Machado, pedindo que a
junta dos correctores d certidao sobre os precos
dos gneros de urna relacao que ajuntaComo re-
quer.
Itr;t*ili;til
uil <- 15,000 ac-
demora corpo de delicio, como Irte fra requer- Theodora Constancia da Silva, frica, 45 annos,
do pelo Dr. promotor publico, ordenando as dmais
diligencias legis, quaes peda o caso.
Foi ferido nos Prazeres por Antonio Zacba-
rias do Carino nm msico seu companheiro, depois
de reciproca attercacao.
O delnqueme acha-se recolhido <*asa de deten-
cao, tendosido preso por pessoado pov-.
Com o lim de averiguar a origem do incendio
da prensa de algodo, que teve lugar no da 25 do
passado, o Sr. r. delegado tem procedido a varias
diligencias, das quaes resultando indicios de culpa-
bilidade contra Manoel Matts dos Alijos* por ato-
nomazia Manoel Col, fui este recolhido a priso *,
onde fe? revelaces a outros companbeiios alli en-
contrados, de modo que ellas, passaram para o co-
ulwcimenio da polica, e Irouxeram a pristo tam-
bera de um Mauoel Cezinbeiro, coreo no crme do
incendio.
Este, segundo contou Manoel Col aquelles cam-
panheiros, resullou delle ver um caixeiro de Rdjei-
ru na quiila-feira santa entrar com ura grande
viuva, Recife; craugrena.
Luiz Antonio de Freitas, .Pernambuco, 74 annos,
casado, S. Jos; crysipela na face.
Antonio, Pernambuco, 1 hora, S. Jos; convul-
soes.
Lourenco Pereira da SWa Pmentel, Pernambuco,
27 anuos, casado, Boa-Vista; phtysfca.
Manoel, Pernambuco, 5 mezes, S. Jos; espasmo.
Jjs, Pernambuco, 10 das, S. Jos; espasmo.
Pedro Antonio dos Santos iuiz, Pernambuco 44
aunos, solteiro, Boa-Vista; hydropesia.
5 -
los, escravo, Pernambuco, 36 aunos, solteiro, Boa-
Vista ; tubrculo pulmonar.
Ivmpia Maria da Conceicao, Pernambuco, 32 an-
nos, .viuva, S. Jos; tubrculo pulmonar,
naca Maria da Costa, Pernambuco, 25 anaos, ca-
da, Uecife; raenegile.
oiicalo, l'ei nambuco, 3 mezes, Boa-Vista; inflam-
macao.
Anastacio Jos da Silva, Baha, 34 annos, solteiro,
Santo Antonio; sera declarar a mo-
l POICO BE TODO.
masso de scdulas e deita-lo na carleira da prensa. Boo-Vista; phtysiea pulmonar.
Avista do que, concebeu elle o projecto de apode- Silverio Macario do Rosario, Bio Grande do Norte,
rar-sc dessa (juautia, do qual associou-se o referido 32 annos, solteiro 8. Jos; tubrculo pulmonar.
Mauoel Coziuboiro ; e noite ambos .poderam por Manoel, escravo. Pcrpambuco, 1 dia, Afogados ; es-
meio de chaves falsas entrar na prensa, cuja car- I pasmo.
leira arrombaram, passando pela decepcao poxem Ameba. Pernambuco, 16 mezes, Boa-Vista ; es-
le nada acharera nella; o que levou-os a abra/ J pasmo.
sobre urna porcao de algodao a vela acesa,' que le- Benedicto, Pernaaabuoo, 1 anno, Box-Vista; es-
varam entao. | I pasmo.
E' esta a causa originara desse Incendio, segura- Prvulo que foi encontrado na porta da igreja de
do o quo se ha colindo das averiguages constan-1 8. Pedro, '
les de interrogatorios nao s csses dous, corno ,\ lestia.
mais um outro que foi igualmente preso ; e si
bem que nelles haja negacao do faci, com ludo
confes-uram circunstancias, que a destroera subs-
tanciaimente acerescendo que se contradi- em
seus depoimentos.
As av'eriguaces da polica proseguem, e de
suppor que fullas resulte afinal o conhecimento
completo da verdade.
Hojo iOJ eiTtctuar-se-ha por intervencio do
agente Pinto o leiiao de pianos, movis, obras
de prata a roa da Cadeia armazem n. 24.
Amanha (7) ao meio dia dever ler lugar o
leilao d'uma grande bibliotheea cora excellentes
obras dedireitoe litteratura por intervencao do agen-
te Pinto na ra da Cadeia o. 24.
O Sr. di*. Claudiuo de Araujo Guimaraes apre
sentou S. Exc. o Sr. presidente da provincia a
earta patele te sua homeacSo de consol do reina
de Portugal nesit capital hm eomo o exeqaatur
concedido por S. M. o Imperador a essa nomeaefio.
Por haverem prvido isencao Ugal os reeru-
tas Antonio Jos de SanfAnna, Joo Francisco de
Le-se no /ernat i Commcrcio, de Lisboa, o se-
grate :
|Osi religiosos fraiiciscaiwsfeforinailos, sobfa obe-
diencia do padre, ministro geral, que reside no
convento de Ara Cosii, em Roma, formularam l-
timamente urna esiatstica das suas misses em
todo o mundo.
Na Europa :A Inglaterra, sob a dependencia
do ministro provincial da Blgica, tem 13 misio-
narios e 2 conventos (Manchesier e Sclerder, no
Col'nwall). A Irlanda tem 72 missionarios, 16
conventos e -13 parochias. a H -llanda 60 missio-
narios, 5 conventos e 12 parochias A Westphafia
e outras provincias prussianas 108 missionarios,
9 conventos e 4 residencias. A Valachia, 16 mis-
sionarios e 3 conventos. A Russia' 144 missiona-
rios> 12 conventos o 23 parochias. A Servia 4 his-
po (pede vacante), 11 missionarios e 7 parochias.
Exlrabimos d'ura jornal francez a seguinlo no-
ticia:
Joao Bouquet, mancebo, possuidor d'uma cara
redonda e corada, e "de 1,500 francos, natural do
; Berry, veio para Pars teular a fortuna.
Jaluvia algum lempo que ello estava servindo
em urna casa de considerajo, quando travou co-
nhecimento (n'uma loja de peso) com urna suuho-
ra, que sedizia sor coudossa de Sanio Hilario.
0 singtlo Bouquet e a nobre condessa encon-
traram-se .muitas vetes, e finalmente depois de
urna noite passada no camarote da condessa, Bou-
quet recebeu urna carta, quo s um ardunte amor
sabe dictar, e que .acabava assim.
Estou douda t Deliro I E eu estimo esta lou-
cura porque ella me leva a dizer-te : Joo, queras
! ser mcuesposo r E's digno de o seres, c has de
i s-lo. Nao podes usar de meu nome, mas chamar-
' te-has Bouquet do Santo Hilario. Deixaremos
este bairro, e tuas maneiras, leu porte magestoso
conlirmaro fcilmente leu novo titulo.
Condessa Emmelina de Santo Hilario.
O pobre Bouquet licou assombrado de tanta
ventura. '
A condessa disse-lhe qae eslava em Kligio a sua
fortuna (1,800:000 francos) e que para as despezas
doprocflsso ella precsava de 500 francos. Bou-
quel apressou-se de Ih'os trazer, exultando de jubi-
lo. Qoinze dias depois, a condessa disse-lhe que o
processo eslava ganbo, mas que para mandar vir
os papis, etc., etc., etc., precisa va de 1,000 fran-
cos.
O dcil Bouquet no esperou que Ih'o dssessem
duas vezes.
No dia que para o casamento fra destinado, Bou-
quet oom sen inelhor chapeo na cabeca, guarda
chuv debaxo do braco e jaqueta nova, dirigio-se
para o domicilio da sna condessa.
Horror I
Desapparecdrc*
Os 1,500 desappareceram, e eis como JoSo Bou-
quet, natural do Berry, aeordoa de um sonho cor
de rosa.
Os tribunaes <*foe, pelas mdicacSes dadas, reco-
nhecurara em ndame de Santo Hilario umaastu-
ta cavalhera de industria, viuva Berln, condem-
naram-a a qualro anuos de priso.
I klfeljfclB 4
Capital do banco
oes a 100.....
Acces emittidas 13,000 a
100........
Capital pago a 40 por accao
Bank ii.l-
13,333:333*330
11,555:5552350
4,622:222,5220
faie-te conduzir pdr um ollicial de justica para um
tomundo calabaucj que existe na cadeia. Cons-
lando-me que se tinha dado este arbitrio contra
om ollicial do mea batalhao/inimediatamenie di-
igi-me ao Sr. Oliveira fazend-lhe ver os previlc-
giosaramias-te que aanfUateoflicial da guarda
nacional, e qne jamis poderia continuar na pri-
so em que so acha va, sem grave prejuiso e des-
douro a d.si-.pfina, e prerogalivas da guarda na-
cional ; e o Sr. Oliveira Andrade a nada aitendeu
sendo preseso aimal, qne o digno Sr. Dr. juiz de"
direiio desta comarca inlerviesse, e flzeSM cora
que fosse solt o referido alfares. Tocare ainda era
outro facto; Dr. Oliveira Andrade como juiz
d orphaos sabio da cidade cora o lira de avahar
cenas propnedades pertcncentes aos orphaos e de-
morou-sc na povoacao da Vicencia; onde da casa
era que se achava (do capilo Pava) mandou ime
os pernos tossem avahar tres ou quatro proprid ,-
dcs, sendo urna deilas a propriedade Urucuns por-
tencenie aos lierdeiros do finado Joaquim Bezerra
LfS?* u 'r Mtor e,"ri morando nella um
geiiro d aquelie Bezerra de Menezes de nome Pe-
t fn,ara Himeiro; re este pedir-me pa-
ra que fallasse ao Sr. Oliveira aura de que nao
SSS a praSa rerenda R'opnedad... visto que sea
salor de renda annual nao chegava a sojouu ris,
e entao, recordava-me que o juiz de direito e meu
respe.lavel amigo u finado Dr. Herculano Antonio
Pereira da Cunha ordenara em correccao que as
propriedades cuja renda annual nao uxeedesse de
o0.3000 res denassem de ir praca, entend que
tratando de um acto de justica e at de toda equi-
dade poda e devia interceder em favor da preten-
do do Klo AleanUra Romero. Nao obstante re-
BALANCO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMB-
* CO, 31 DE JANEIRO DE 1861.
ACTIVO.
London & Brasilian
Bank, Londres
Lelras descontadas .
Diversas contas cor-
rentes e outros va-
lores .....
Lelras a receber .
Mohilia.....
Caixa:
Em moeda correte 378:061$-590
I te pos i tailo na caixa
filial do Banco do
Brasil.....38:9005000
582:421,5190
I,8i5:214150
718:805070
62:777*040
7:552*100
416:9615590
PASS1VO.
Capital.....
Depsitos e contas
correntes. .
Diversas contas cor-
rentes e outros va-
lores .....
Letras a pagar .
3,633:7315740
888:888*890
1,729:1045160
939:3245820
76:4135870
3,633:7315740
Recife, 5 de abril de 1864.
W. J. Haynes, accountant.
COMMUNICDOS.
A directora das obras publicas c a empreza
Ma medo.
O Sr. Francisco Bapnael de Mello Reg, nao po-
dendo contestar os argumentos apresentados em
meu coramunicado de 26 do prximo passado, re-
sultantes d'analyse de seu relatorlo do crrenle
anno, como director das obras publicas, appareceu
om o Diario do houtem cora uina insultnosa des-
compostura, em resposta ao que lhe foi dito, apro-
veitandd-se para as*e lim do elegantes pensaraeu-
tos, j por outros dados publicidade.
E iKstas circumstancias pato, (coitado 1) pro-
curando atlenuar impresso, que nos leitores do
Diario devia produzir aquellas lgicas demonstra-
ces, soccorrou-se da feliz idea, de nao considerar
le nimba la va, nulo quanto firmado por mim ap-
pareco pablicado. Assim dizendo, quiz o Sr. Ba-
(ib.ifi attribuir-me, o que cosiuma a praticar,<|uan-
do trata de materias da protlssao, que ofllcialinen-
te exerco; como bem opodem informar seus coin-
panheiros de reparticao-
Para aquelles quo me conhecem de perto nada
devo dizer a niou respeto i para os que comigo
poucas relaees lem, envio-os a combinarem os
diversos oscrptos |wr mim firmados, e certifica-
rein-sc da denudado de estyllo, liuguagem, ou
forma de argumentaco, que entre elles existe,
para que autorise a acreditar--, no que diz saber
o Sr. Rapliael.
Nao eslou resolvido a tomar a toga de acusa-
dor, para que me convida o Sr. Baphaol, nao s
por ser isso improprio de meu carcter, como a-
ima por estar certo das eloquentes rrfularcs
com quo seria mimoseado por esse fado; e de
mais nao cosluino augmeutar a llicco ao adicto.
Devo certificar ao Sr. Ilapbael, que anda nao
me esquoci do concurso nico, quo S. S. proslou-
me para defender a repartico das obras publi-
cas, da qual eu era director e S. S. um dos un-
genheiros,quando em 1855 foi essa desabridamente
atacada n'assembla provincial, onde S. S. lo
bem se achava ; emhora os maldizentes d'aquella
poca (a que nunca dei crdito) atlribuissem a as-
tuciosas insiniiaces de S. S. a opposcao, que se
mefazia, para eu deixar esse lugar, que leudo ao
depois vagado por minha livre e espontanea re-
tirada, foi e contina a ser por S. S. bum preen-
chdo.
Reconhecendo no Sr. Raphael um dos mais a-
nieslrados gladiadores no campo, para oude pre-
tendeu levar a discussao, e em que toda a lgica
de argumentaco e dos fados se curva peanle
ama serie de improperios, nao dissimularei minha |
covardia, nesse terreno, improprio de pessoas,
que se presara, e entao ponho aqui
cussao, que por essa forma em nada pode inters
ME.
Recife, 3 de abril de 1864.
Joi- Maniede Aloes Ferreira.
toando o(I:nder a susceplibilidade do Sr juiz An-
drade prefer a principio mandar requerer, como
effedivameiiis foi requerido pelo meu amigo Dr.
Jos Mana Larde- |ara pie a referkla proi.rieda-
06 nao fosse levada praca. Esse requeri.nento
ro deferido favoravelmente ordenando o juir. tMi-
veira neste mesmo despacho que sustada a une
tossem pagas as cusas at o nonio de avaliacao. '
i. i .'? 0Screvi ao "ach-rel Oliveira Andrade pe-
dido-lhe quinze dias de espera para que o mesmo
Alcntara, segundo este me alnuava, podesse
ruaiisar o pagamento das ja falladas cusas, e na
carta que tenho em meu poder declarou-me o ba-
charel Ohvera Andrade que sim. E a despeito
desta sua afilrraacao o m-smo juiz Andrade man-
dou logo depois de cinco dias|que os olliciaes de
justica Leandro, e cabo Joaquim lizessem embargo
em bens de Alcntara o que elfeclivamente fez em
cavallos e escravos de Alcntara para pagamento
das refundas cusas, sendo de admirar que estas
cusas subiram a importancia de 985900 ris, as
quaes nao foram raliadas e pagas smente pelo
dito Alcntara como era de lui, visto a existencia
de outras deligencas nessa mesma oceasiao; v-
se pois que alm da tergversacio e subterfugio
com que o Oliveira Andrade proceda em negocies
serios e graves percebia cusas eoccessivas.
Registro ainda um outro facto de prepotencia,
do Sr. bacharel Andrade em relacao e interferen-
cia indebita, ou anies excesso do aulordade que
praticou por oceasiao da destribucao dos gneros
da fera da povoacao da Vicenciapor quanto ten-
do a cmara municipal designado o lugar dessa
fera era alteucao s rommodidades e convenien-
cias dos habitantes d'aquella povoacao, do accor-
do com as dos conductores de gneros trazidos ao
mercado, succedeu que o Sr. bacharel Andrade
descendo de sua alta inissao, oHteiasie ao subdele-
gado de pulida para fazer collocar a fuira em lu-
gar diverso do designado pela cmara, e logo dous
mezes depois despeilado comigo e com aquello
subdelegado ofhViou ao fiscal contrariando inleira-
mente essa ordem, e sustentando a deliberacio
primiliva da cmara.Ora, quem nao encherga-
r nesse procedimenlo um jogo todo improprio de
urna autoridade que nao presa a honestidade no
cumprimenlo dos seus deveres-niovendo-o con-
forme o teclado de suas paxes e despeito f O
facto mais que verdadeiro c felizmente ah esl o
teslumunho da cmara municipal, do subdelegado,
e de todas as pessoas d'aquella povoacao que apre-
ciaram essa contradanza policial de fera, e o po-
bre povo cima e baixo a salislazer paixes.
Outros e muitos factos como estes, e mais gra-
ves do que esles, e que comprometiera al a hon-
ra e reputado do bacharel Oliveira Andrade sao
contados publicamente ali n'aquella cidade de Na-
zarelb ; mas os que fieam expendidos estou prome-
to a prova-los, se necessario fr|; sao SUffioientes
para demonstrar que o bacharel Oliveira Andrade
nada tem de progressista; -torque a cada pauso
oslenta-se o homem do regresso, c desses outros
lempos passados em que a aulordade ludo inva-
da, a tudo poda fazer, e por consgrame lorna-
va se desptica e lyranna.
Finalmente esiigmatisando esles e oulros arbi-
trios do Sr. Oliveira o fago como homem bem in-
tencionado, e que deseja que os seus direilos, as-
sim como os dos seus concidad.ios sejam devida-
raunlu garantidos e respeilados, o faco, repito,
como progressista verdadeiro quo ardnleuiente
quer o bem estar e felicdade do seu paiz. E, que,
se esles principios nao sao adoptados pelo partido
progresista do qual fac" parle entao nao duvida-
rei deixar esse partido |wra rucolber-me ao silen-
cio e entregarme aos trabalhos domsticos de mi-
nha familia, e lempo vira pie se conheca, que
hoineiis dessa ordem era lugar de servir de esteio
a um partido poltico, ao contrario concorre para
sua desmoralisaco e aniqullamonto.
Vollarei se anda for forcado pelo Sr. Oliveira
Andrade.
E no entretanto, dando publicidade Srs. redac-
tores a essas bubas muito agradecer o seu cons-
tante letor e assignanle.
Manoel Carneiro CacalanUid'Albuquerque .acuda.
Becife, 26 de marco de 1864.
FU3LEAC0ES A PEDIDO.
L-se no Commercio do Porto o seguale :
Os primeiros luizes de ouro, foram cunha Jos em
Franca, por ordem do superintendente Ballion no
meado do secuto XVII.
Depois de um jantar que deu a muitos grandes
personagens da cort, mandou servir tres bacias
cheias de.lgjzes, e convidou os seus convivas a to-
mare/n a quantidade que quizessem daquelles es-
pecimens da nova mpeda.
Quatro dos convivas, aprovelando a permissao
encheram tanto as algibeiras, que nao podiara an-
dar, segundo conta ora memorialista da poca.
O superlntendeate rio-se muito, porra o ra que
fez as despezas daquelle ridiculo divert meato,
acbou-o de multo mo gosto.
Vm destes primeiros luizes de ouro, nue sao
muito raros, foi ltimamente comprado na Blgica,
por dezoito vezes o seu valor intrnseco^
A cidade de Dublin, foi altimente theatro das
mais rafes, desordeos, a proposito de um meeliug
que tinha per fim protestar contra a ereeco de
urna estatua do principe Alberto, flo Colluge-reen.
O povo invdio a sala onde tinha lugar a reunio,'
quebrou os bancoe, o estrado, as mesas, e obrigou
os.odlviduos que conslimini a meu a abandonar
olocaL
CORRESPONDENCIAS.
Pitillas vegetaes assuearadas de
Kemp.
Agradaveis vista, istmias de, todo o sabor re-
pugnante, to suaveis quilo efilcazes, tnicas e
termo a dis- purgativas : estas famosas pilulas possuem. pois,
tedas as inapreeiaveis qualidades, pertencenies a
l nm remedio calh.irtico, alterativo e restaurante.
| Tal <) jrfizo medico confirmado pula experiencia
de uiIhares de doenies.
Quando as funcees do Ogado e do ventre se
achara por-qualqucr forma desarranjadas, devem
ser restiluidas boa ordem e regularidade com
estas pilulas rresistiveis. Ellas sao taoinfalliwis
quanto sao agradaveis u sem controversia alguma,.
o melhor aperitivo geral ; o umeo remedio anti-
bilioso que se pode conseguir, quer neste ou em
qualqner um outro paiz.
Em oonsequencia dolas se acharem acondicio-
nadas em frasi|Uinhos de cryslal, o tempo nao al-
tera as suas propriedades.
A' venda nos eslabelecimentos pharniaceulcos
de CaOfs & Barbosa, ra da Cruz, e J. da C. Bra-
vo C, ra da Madre de Deus.
Srs. redactores :Chegando a esta cidade no dia
9 do corrente, notei que dosafTeetos meus cun o
fim de prejudicar-nie no conceilo das pessoas que
me honrara com sua confianca e amisade, haviam
mandado espalhar de propoVito nesta ridado que,
eu tiuha mudado de poltica, e estava brigado com
todos osProgressislasdo minha comarca. Se
bem que os meus amigos nao acruditassora nessu
invento, declaro comludo para aquellos que rae
nao conhecem, que sou progressista de antiga da-
la, muito lempo anles da existencia da liga. O uui-
o huiuoin que. rao nao inspira a precisa ponjbpca
para o considerar como meu correligionario, o
correligionario com prutenges a diefanca da liga
nesta comarca o Sr. bacharel Joaquim Jos de
Oliveira Audiade actual juu municipal t d'orpliaos,
e delegado de pulida, u -por isso oo duvido que
este senhor, com quem nao tenho presentemente, dendo a razo le DJ por arcao.
e nem desujo mantor relauoes
COMMERCIO.
mu mm DE PERN.4MBUG-0.
O novo banco de Parnainbueo paga o 12 divP
de espm-e alguma,
seja directa ou ndireclainenle quem tunha manda-
do propalar o referido boato.
Fazendo a presente declaracao, pareee-me que
eston na ohrigaeao de refei shruns fados que se
team -dado Mina mim raaneHe r. Andrade,. o que
jservuiV C** \pmtvffisW d>) Me acabo de fier.
Nao lallamlo no raradej piiliiico do bacharel
Oliveira Andrade (porque neidiura lhe conheco, c
jnlgo capaz de ageitar-se a quahiuer poltica) basta
o sen procedimenlo arbitrario, irregular, e crimi-
noso mesmo nomo juiz e delegado de polica para
que eu como poliiit de boa ti, e por amor aos
principios nao rae deixasse sujeitar as imjMsicoes
e dfwpotlsinos do Sr. bacharel OHveira Andrade
obre a er e simples apparencia de progresso.
Beferir-lhcs-hei alguns factos acontecidos com-
migo que p6em bem em relevo a verdade do se
carcter em.relajan esse procedimento.
Tendo sido notificada para asSignar um termo
de curatella de um cumiado o atieres Joaquim
Jos Goncalves, comparecen este presenca do
Sr. Dr. Ofjvelra Andrade, e teve de solicilar-me
despensa deste cargo, visto,ter motivos poderosos
para nSo arceitar, no entretanto porm o Sr. Oli-
veira, como saltao que falla aos seos vassalos, de-
pois de despresar os principios de cdocacao e be-
nignidade com jtie fora tratado pelo referido atie-
res Goncalves declarou do alto de sua poltrona que
eseofhesse ou assignar o termo ou ir para a ca-
deia. Nesta contigenca, vendo o alferes Goncal-
ves que nao poderia conseguir a dispensa desda-
da, e muito menos qne houvesse le que o torcas-
se a isto, sem ser pelos tramites legaes declarou
cora a simplicidade de seu carcter que obrisse o
| Sr. juiz como entendesse, sem jamis assignar o
termo, para logo, sem mais observaces teve de
Alta ti lega
Bendimento do da 1 a 2___,...
Munido da o'.................

72:7664916
20.788729
9:.:>oo0i.'<
Movluicai'o la alfaodega
Volumes entrados cora fazendas..
4 com gneros..
Volumes sabidos
cora
com
fazendas...
gneros...
44
lit
224
ISo
176
'379
Oescarreganj no dia 6 le abril.
Paiacho dinamarquezAiicecar vite.
Patache naoioal-&jtw-i6-diversos gneros.
Brigoe ingtez WUliam dem.
Im-porte-pa*.
Patacho nacional EspadariK, eolrado do Hlo de
Janeiro, consignado a David P. Bator, manifesiou
u st-fiiiute :
40U0 alqueires de farinha de mandioca ; a m-
dem.
Patacho nacooar Poluma, entrado de Santa Ga-
tharina, consignado a Miguel Jos Alves, manifes-
teu o seguinte :
7200 alqueires de farinha de mandioca e 10 dn-
zias de costado de canella ; a ordem.
Rccehrdorla le readas iMernaa
geraes Bendiment do da 1 a 2........ < *a7U740
dem do da 5................. l:62379:i
rt

3.495,5333


dem do lia 5 ................. 7:394J502 ]
!^J$
-r~
srenograhp o Sr- Venar!. I Venara-, igualmente
o lindo drama en 4 acias, ouial> rincez da ac
luaJidadc
do Recife se faz publico, |
os dous carneirus, sendo quo ser brevemente lvalo a scen, e no qual cs
MliLTOIII MEl(lfORlRfiKI>/3
0TIMET0 DO MT9.
Nnviot entrados no dia 5-
0 subdelegado,
Luiz Antonio Goncalves I'cnna.
Alt0 1 Ti'JbiAal. (|o commercio.
V
farinha ; a David Ferreira Bailar.
Liverpool 40 das, barca ingleza Seraphina, de
2!>9 toneladas, capitao I) I. James, equipagem
14. carea fazendas e outros gneros ; a Johnston
l'ater & C.
Observarlo.
DO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSG08O,
hiimi o i*ahti:iei ss orn viioit
ras por ioj|>ortacao e exportado de genero* na
cionaes e eslrangeiros, por grosso e a retalho.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 6 de abril de |**tt\.
Julio Guimares,
Offlcial-maior.
-- Na subdelegacia da freguezia do Pogo da
Suspendern do tatuarlo : para Havana o bri- Panella, existe um anel do otiro, quo fol tomado a
gue hespanhol Pairo Antonio, capitao Pedro Oria, um preto escravo, que o andava vendendo e diz
ii a mesma carga qne Wouxe de Bueaos-Avres. .ue lint aehado : quem se julgar cora direito
'ara Cork a galera americana Asee Eldrigde, ao referido anel e dando os signaes do mese Ihe
ilao Collmon, com a mesma carga que irouxe sera euttegue. Subdelegacia, de polica da fregue-
ilhas da Hollanda. ,zia do ^S0 da Panella, 5 de abril de 1864.
O subdelegado,
Joao rk\2 Ferreira.
C'oiiAflho adininlsi-;> O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra lera de comprar ps objectos se-
AVISOS HUITIHOS.
COMPANHIA BRASILEIKA
de
PAQUETES A VAPOR
, Dos portos do ul e esperado (
at o dia 14 d 'correle um dos
vapores Ja roMjtana o qual de.-
pois da demora do coslume se-
guir [tara os portos do norte.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se a
i
das santificados
EDITAES.
O Hln. Sr. inspector da thesonraria pfevintlal, I ftate* :
m rumprimento da orden do Exm. Sr. presidente
da provincia de 17 do eurrentp, manda fazer pu-
blico une o concurso para preenehimento da vaga
I 2" eserrpurano da mesma tbesouiana ter ln-
no dia 18 de abril proxtmr vindouro, devendo
o* prelendentes ser examinados na grammalica da
iingua nacional, esrripluraeao por partidas do-
bladas, ariihmetira e snas applieacoes, com es-
perintidnde redurcao de moeda, pesos e medi-
das, ao calculo de descome* juros simples e com*
posto*, senn preferidos as quo tiverem boa lellra
e -nih-rnii lingnas eatranf T)s prelendentes deverao apresentar seus reque-
rimeptos nesta thesoufaHa, com documentos em
Iirowin que sSo maiores de JO artnos, e teem bom
comporlaiuento.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretan* da tliesouraria provincial de Pernam-
kiiro, 18 de mareo de 1864.O secretario, A. F.
irAiinuntinrao.
Por nrdem do Illm. Sr. Dr. ebefe de polica
faco publico |>ara eonheeiiiiento de quem nossa in-
teressar. que tendo-se ultimado a obra di) cala-
mento da ra da Aurora, fica, noprazo le tres dias
contados denoto da publicaran desle edital, em seu
inteiro vigor o que fui determinado por edita! de
2H de marco do anno prximo passado, relativa-
mente ao transito de carros, mnibus e outros ve-
hculos de conduecao pela ponte da Boa-visla e de
Santa Isabel, os quacs deverao smente sabir pela
primeira c entrar e sabir livremenle pela ultima
alim de e\iiaro enconiro dos mesinos vehculos ne-
4a referida |ionte da Boa-vista.
Secretaria de polica de Pernarnbuco, .'II de
mareo iln 1864.
No impedimento do] secretario Jos Xavier
Fausliim Humos.
Para o arsenal de tierra.
LepfS rJe lineo com !> palmos de comprimellld
e 4 ditos de largura que faeam 1600 palmos qua-
drado, cal de linho branco de 1 \i |iollegada 2
peca?, linbas de barra para caixas de guefr20
pegas, cabo de linho velho SO arrobas, rame de
ferro propno para amarrar 3 arrobas.
Para a compamta; rfe ^avallara
Luvas 10 pares, cornide linho 130 bracas.
Para o laboratorio.
Peneira de cabello 1, ditas de seda 2, facas finas
ft encerados com 8 palmos de comprimento e 5
de largura 6, tesoura grande para cortar papel 1, i
ditas pequeas 3, gral de jiedra com mao 1, podra
marmore polda 1, esptula de marlim 1, copo gra-
duado do vdro de 1 a 16 oncas, fonil grande de !
vidro 1. jarra de barro 1.
Quem quizer vender taes objectos, apresentem
as suas propostas em carta fechada na secretara
do conselho, as 10 horas da manhaa do dia 8 do
corrente.
Sala das sessdes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 1 de abr de
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrko.
Major vegal.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento de
arsenal de guerra tem de comprar os objeclos
seguintes:
Para o presidio de Fernando.
Frua-pao 30 a 100 ps, abacate 50 a 100 ps,
tamarindo |.'ii a 100 ps. pabiK-ira mamonacu'50a
100 pos,ditas carnauba 50a 100 p-,jaqueiras 50 a i
100 ps, bananeiras macaa 30 a 100 ps mangnei-
ras 50 a 100 ps, limeira's 50 a 100 ps, limo d-
^ VA IA *. i-______;_^_ .ir_______oaa .. t .
LEILAO
PE H
lioveU. cabriole!, planos e u-
trot Milito objectos.
(Mnta-feira 7 du torrente.
Hitada Cadelario Recifc o. 48.
0, agente OLTPIO fark leilao dos seguBteJ'ob-
swsifc'afirJsa' 3 Rna 6l0- ^ do Fundao 3
vestido, um crande espelho, camas franceza de 0 Dr. Lobo MOSCOS/) d consultas gratuitas aos polires lodos s das das 7
aSfJMfSl^S!^^ .horas da m^c d3i e in:;ii1 s 8 ll,,ras .d rt6' exw,,?3H d0$ ,1,as
los, quartiQheiros. marquezas, comraodas, conso- Ph&WlKlCKl eSpeClUl liOMeOlDalhCa
los, quadros com estampas, um guarda vestido, ,/i ',. ," t"tt^*^
e outros uiuitos objectos que se toma cufadooho No mesmo consultorio na scrapre o mais appropnado soriimeiito do carletras
'tubos avulsos, assim como tiniuras de varias ymiiaiuisaces e pelos preces seguintes
Carteiras de ll tubos grandes. .
de 2i tubos grandes. .
de 36 tubos grandes. .
de 48 tubos grandes. .
i le 60 tubos grandes. ^
Prepara-se'qualquercarteira conforme o pedido que se fi/.er, e cora os rwnedios
que se Beilir., I / -M /vv
ITt/ub avu'ao ou frasco de tfntura de meia onca 1^ 00.
Senda parada de 12. custarao os precos estabelecidos para as carteiras.
Ha tubos mais pjuei}os cada um a 500 ris.
mencionar.
Dar principio o leilaos It horas do dia.
-----
126000
186000
250O0
<|nlnta-feira 7 de abril.
0agente Pinto far^ leilao re .ueriqento dos

por
ras: agoncia, ra da Crua n. I, ascrplorio de An- Tlwroza e una mobijia de amarello, uens perten-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo 4C__________! cenes a referida maa, s 11 horas do dia cima
COMPANHIA 3#&*W!IBA mm rM,da CacWhn- armaie,n-
DE
illtvo
LEIO
PAQUETES A VAPOR.
.Dos portos do norte espera-
do at o dia 17 do crtente o va-!
per i/apock, cwnmandanle o!
pTtauroioneiite AnMnio Maree I^.EL.^J *?*n le'lao, a requcrimento
lino Ponles Hibero, o qual depois dos administradores da massa fallida de Novaes i
do cosame seguir para os portos d) *SliS?*2?2 5* lM"^*"- Dr; 1UI1 e5')ec,al do '
ua doinnr r v commerno da* dividas artiras da mesma massa
SO]. .. .- I na imiiorfcwx e 187: Desde j-i feeim^C. fttSMmni. e e V{t;*?r'; acliam em [der do mesmo agente ODde podem
carga sef T**1^ no dJa f&. rA?JJ?mi' Sexta-feira 8 do corrnid.
Sf^SSfc % 5e,ra,e ** S5' **m KCT^or\o roa da Cadeia do Recife .
horas, agencia raa da Cruz n. 1, escriptorio de ^ h horas.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
!VaTegaeS coste ira a vapor.
Marri t escalas, Peard e Aracaj.
O vapor Parahyha, comman-
porl
rente
bt-r
mendas, passaffBiro
da sahida s STibras
Mallos n. 1
COMPAKHIA PERNAMBUCANA
DE ft
\avegaco cos el r a vapor.
Parali\lia. fatal, Maeao, Araealy, Ceari e Acarar
No dia 7 do abril corrente, se-:
guir para os portos cima indi-;
cadbs s A horas da tarde o vapor \
l'crsiunn, commandante Rales, i
Recebe carga al o dia G. Encom-
mendas. passageiros dinlieiro a frete at o dia
da sahida s 2 horas da tarde
Forte do Mallos n. !.
DE
lu l>o(e e um ehronometro.
Sexta-feira 3 de abril.
II vitos.
A meihor obra da bomeopatbia, o Manual de Medicina jHomcopalliico do Dr. Jalir.
(lOns grandes volumes cam diccionario............ 2O0OO
Medicina domestica do Dr. Hering, ......... 10/jlOOO
Repertorio do Dr. Mello Moraes..........' 0000
Diccionario de termos de medicina......., 3J0H
Os remedios Ueste estabelecimento sao por demais conhecids e dis|)ensam portan-
tO de serem novamente recommendados aspessoa que (juizerem usar de remedios ver-
dadeiros, cnergeos e dotadores: lia tudo do meihor que se pode desejar, globos de ver-
dadero assucar de leite, notaveis^pela sua boa conservarlo, tintura dos inais acreditados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparaco, e portante a maior ener-
ga e certeza em seus efluitos.
Casa de mide para escravos.
Recebe-se escravos para iralar de ijddlqik'r ciifermidade ou fazer-se-lbe qtialquer
operacao, para o que o annunciante julga-se sulUciertthlefite habilitado.
i"13"?0!110. mel^or possivel, tamo na parte alimentar, como na medica, e
conceito. se nao
em mandar seus
sujeilar aos precos
LEIL40
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
DE
Kna de Apolle n. :t..
Mexta-fclra H do corrente.
O agente Pestaa legalmenle autorisado por
ar%
15o de toda a sua mobilia rnnistindo em rica mo
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
Adireccao do BANCO UX1A0 tendoobtido do governo de S. M. F. a autorsacao para estabele
l' i k i r M t*. i nA %Ti.jln.i j\ni n\ iitiinl.Jji ]^.. _.__ ..i.Ll! j a ^__.^. i ^ .. _a a .___ ___a._____*_ _**_________________ __*_ ^______
urna pessoa que se re.irou para a Europa far le- j cer 0 seguro; & v^em mutualidades;^ p'ibieo'quVde^ j toJ" su^rip^^-." poV"ma-
i" uc roa ,i sua muuiiKt i "n-i-iniuo em rica mu- ^ VM (|,l1!Tn rtas uaninlM ninHiouc
bilia de Jacaranda lampos de pedra, magnifico.s w VW> ue"a,XOuas quintes cond.ioes .
, ce 50 a 10 ps, larangeiras diversas 200 ps, se-
O Illm. Sr. inspector da thesonraria provin- menles de algodao'2 arrobas, ditas de dito amarel-'
ch\. em rumprimento da ordem do Exm. Sr. vice- lo I arroba, ditas de inhame 1 carga, ditas ou mu-
presidente da provincia, manda faxef publico, que das de madeiras de constrticeao ou ootras arvores
UO da S do corrente, pRmtB a jimia de f.izenda fruetiferas, como niacarandulia, angico, embiriba,
da mesma ihesourara, se ha de arrematar, a quem pao d'arco, genipapo, pao amarello, caslanhas, ci-
Itor menos lizer os reparos, de -pie necessiia a par- cupira, batinga : todos estes objectos acondieina-
t. do caes da ra da Aurora, em frente do Gymna-' dos em vasilhas que possara ser transportados ao
sio Provincial) avahados em 2.0WKS000. me-^mo presidio.
A arremaiaeiiosera bita na forma da le provin- j Quem quizer vender taes objectos apresentem as
cial n. 3i.'l de lo de maiode ISoic sobas clausulas suas propostas em caria fechada na secretaria do
especial abaixo declaradas. conselho, s 10 horas da manhaa do dia 8 do eor-
As pi'ssoas que se propnzerem a essa arrenia- j rente.
laeio comparecim na sala das sossoes da referida Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 1 de abril
de 1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente
Scbastiiiv Jos Basilio Pt/rrho.
Major vogal.
Enipraea publica do juizo de orphos do termo
de Olmda, no dia 7 do crreme mez, depois da au-
diencia do mesmo juzo. se ha de arrematar por
venda, a quem maior laneo olferecer, tres barca-
das, sendo urna denominada ARdorinha, de lotacao
de 18 toneladas, com seus pertences, por 1:400,8,
oulra dita denominada Sania Cruz, de lolaeaode 7
toneladas, sem ulenclios, por- ."003, outra dita de-
de lotacao de 4
! espelhos com mesas tamtws de pedra. cama de ja-
caranda, (odeles, [guarda vestidos, aparadores,
junta no da cima mencionado, pelo ineio dia e
competen (emente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
liueo. .*de abril de 18(i4.0 secretario, A. F. de
Annunciaeo.
CLAUSURASESPECAB PARA ARKEMATACAO.
I." A obra da reconstrneeo de 21S palmos, cor-
riiil-s de caes na ra da Aurora ser feita
de con! irmidade com o orcamenlo respectivo, ap-
provado pelo conselho da directora das obras pu-
blicas, na imporlancia >: :0i0t>000.
i." Os pagamentos sern feitos em duas presta-
," ', I nominada Santo Antonio Viajante, <
C....S uae, sendo a pnmeira quando os trabalhos ,ond.ldas ^m Btenc,lo8 .>0Jr 2003.
..'Siivereni em ineio c a ultima quando tiver lugar a
entrega da obra.
:.' O arrematante dar principio aos trabalhos
no prezo de 20 dias, e os concluir no do 6*, am-
bos contados da dala da arrematac.io.
4.a O arremtame nao br diivito a nenhuma
ontra reclama^ao 011 ndemnisaco que nao pro-
veniente do caso previsto nos artigos 2 e C do or-
caoMMle Mencionado.
"i Para tudo rroanto a^ui nao estiver previsto,
ri's'iilar-si'-ha pelo que clisHie a le.Conforme, A.
F. de Annunciaco.
Dr. lermogenes Scrates Tavares de Vasconcel-
bis, juiz municipal da tJ vara dcsla cidede do
lucilo de l'eniambuco pr S. M. I. ele.
THEATHO
DE
S. ISABEL.
Empreza Germano a (oimbi'a.
Coinpanhia dramtica.
Aclrzes :
D. Antonia Marquelou... Ia dama joven de forca.
Fago saber aos que o presente odilal virem, em
Santa (
a pelico
seguinte : -......
Iliz a junta administrativa da Santa Casa da Mi- j / Irr'"'i MaraCarnde. Copie
sciieordia do Itecife. que quer fazer citar aos her- 9- OlynpiaK.deCarvalho. Utilida
mim a junta administrativa da Santa Casa da Mi- ^- M;"'i.:, V. de i. Ponte?. dita centro.
sericordia desta cidade me fez a pelico do ibeor ? Camilla M. Cniimaics. Ingenua.
;D. Emilia U. Ponles..... Dita.
ette.
que quer lazer citar aos her-1 "i.>'ii'-r.ui!iJiiiviiiio. uiilidade.
deiiw de I). Auna tandela lloaventura do Car- S ,;eol,oldina E.Uapiisla. Dita,
mo, vinca do COroaeJ A^ustinho Cesar de Andrade i D- /suma J. da Silva.... Canala.
Mello, moradora que fui oiu Curcuranas, para fal-
la rem a I" desle juizo aos termos de um libello
em que llies quer pedir a quantia de 2005 com o
premio vencido, para cuja garanta a mesma O..
Amia Benedicta Boaveniura do Carino Irypolnec-
ra o seu sitio denominadoForteem Curcuranas,
como meiliormcnie exptessar em seu libello. E
jiorque o sapplicarrtc fenora
f'siilcncia desses herdeiros, quer por ..
citar por caria r, edito-, com o praso de 30 dias, I Antonio T. da K. L>te... Caricato.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
os
Mavegae^o costelra a vapor.
Fernando dr .\nronba.
No dia i'i de
ao meio
sido ...
manguapr, commandanle Mou- ?.?g??!!''0*.< 9P6 ?rf0,.;P,.ieI!fefr "5i? como
ra.
Com perda de capital e lucros;
cajiiial smente ;
Dito lucros smente;

^^t^^nS'X^S^'^ IdeVCDd? a 1,rimeira W+ ,er ]^T J de Janeiro de 1859!
ZSSk^JSnSS ArttS? fiSs d Z ,u As ?Dla,!ns $ d" toes "ni mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
Ihe o juro de quantas diminutas, de que avulsas se nao [dert tirar nenbnm resultado; mas alm
i ilia l-i de abril prximo i""'^"""'^"'re'-"'"'; '"\^'<"'", nonnow
leio dia seguir para o pre- sinna> cofres, jarros e um excelente cabriofet,
de Fernando, o vapor a- 'al^,n <,is, mu'tos outros objeclos qob imfiossivel
illia de 8. Miguel.
Sabe com a maior brevidade o patacho porln-
guez Sotizn, anda recebe alguina carga : a traiar
com o sen con-ignaiano. na na de Apollo n. 4.
Para o tF Grande dn Aerlse Assn.
Segu com brevidade a barcaca nacional Gra-
ciosa, a qual tem parte de seu carregamento just: Imperador n. 16, vender em
disso, este rendiinenlo augmentado |ielo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condices
da subscripcao, dos que fallecem. Tamboni partido pelos socios sobreviventcs tudo aquillo que os' so-
is escravos sexta-feira 8 A torrente 1 i C0S in0r0S0S "f S2 >aainenU)S'sao Pf esle molivo <*rldos a pagar, bem como caducidades que.
aZr, rri'n ,. a1h -" ^ occorrerem pela falta de cumpnmento do compromisso social.
10 horas em ponto na ra do Apollo n 3o. ] As liqudapoes ^ ^ sys|ema das cora'p;,nnas hespanholas, Tutelar e outras ; e para se poder
i fazer urna idea do que pode produzr una entrada annual de 105, puhlica-se a seguinte tabella basca-
da sobre a experiencia de muitos annos decompanhias desta natureza :
Em o annos Em lOannnsEinlo annos Em 20 annos Em 23 anno.
para tratar do restante, na fabrica da travessa do
Carioca n. 2, caes do Ramos.
rara o lio de Janeiro
Segu com muita brevidade para o dilo porto o
patacho nacional Dous Amigos, de primera mar-
cha, tendo a maior parte de seu carreijainenlo
prouipto, e para o resto e escravos a frete, se cn-
tendam com seus cousignatarios Auinrim Irnios,
ra da Cruz n. 3.
Rio de Janeiro.
.liKILAtt
DE
Movis c oulros muitos artigos. Porum menino
Srxla-fera 8 dt cerrente ao mei dia.
0 agente Olimpio em seu armazem ra do
leilo mesas de
meo de sala, marquezas, apparadores, cadeiras,
camas fraacezas e outros muitos objectos.

Por urna pessoa de

>
AVISOS DIVERSOS.
Jos Soanf (l"Azovedo, professor de
Iingua e litteratura nacional no Gymnasio
Provimial de Pernarnbuco, tem abanto em
sua casa, ra Bella n. 37, um curso de geo-
de rlietorica e
de 1 dia a 1 anuo no* 4005 9005
de i anno a 2 > 905 300,8 7505
de 2 a 3 8fiS 2005 7205
de 3 a 4 86A 2805 7105
de 4 . a 15 > xt',,5 2705 7005 7005
de 15 > 29 . 8t>5 2705
de 20 > a 30 . 865 2705 7105
de 30 a 40 > 86,8 2705 72<*
de 40 . a 50 > 90* 3005 7505
2:0005
1:7005
1:6005
1:5605
l:5o(J5
1:5405
1.5605
l.GOOO
1:8005
4:7005
3:7005
ist
:!.3*>5
:s:35
3:4005
3:7005
5:0005
As entradas por urna s vez dao resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Unio, Joc da Silva Machado.F. M. van
der Niepoort.
Agentes em Pernarnbuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
0 brigue nacional Almirante pretende seguir grapliia e historia, e oulro
com muita brevidade, tem parle do seu carrega- .
ment engajado : para o resto que Ihe falla, e es- potica. As pessoas que desejarem fre-
crayos a fele, para os qnaes tem excellentes com- qUeiitar ama ou oulra destas disciplinas i
niiidos, trala-se com os seus consignatarios Anlo- .... .. .,
nioLuiz de Oliveira Azevedo & C.,' no seu escrip- podan diii^'ir-s*' .1 indicada residencia, de
orio, ra da Cruz n. 1. manlia at s 9 horas e de larde a qual-
THEATRO
PK
%W\\|%
*
THo de Janeiro.
quer hora.
0 cirurafio Leal mudou
iociedade Helpoiueue Pcrnani-
bucaaa.
De ordem do Sr. director sao convidados os se-
nhores sjcios paracomparecerem assemhla ge-
ral ainanliaa s 6 horas da tarde, alim de tratar-se
! do negocios de alia imporlancia. Secretaria da
abril
Segu em poucos das o brigue escuna Jorem
Artlnir, tem parle do sea carregamento engajado, v/ v/a ui -^
para o resto que Ibe falta e escravos a frete para -_. -ioc)-t'rl/Tinio Ac* mm lr>' sociedade Melpomenc Pernambucana, 6 de
os qnaes tem excellentes commodos Irata-se com A^SSoWlol? para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
Joo N. A. Maciel.
Primeiro secretario.
Actores
Germano F. d'Olivcira..
Antonio l l). Coiinbra..
Tliomaz A. Espica.....Centro nobre.
Anionio T. de C. Lisboa. 1" alan.
J'iiquim J. Pereira Porto. Dito.
Victorino Jos da Rosa.. 2 dito.
o- nomos e lugar da Praneisco de P. Ilorges.. Galn cmico.
iiur por isso faze-los Manoel Jos Pinlo...... Centro dilo.
ji >r lodo o contedo ne>ta e para os de mais termos
da causa al real embolso e lioal execucao, sol
pana de revclia : portante, pede ao Illm. Sr. Dr.
joiz municipal da t' vara assim a delira. E. K.
.MeComo procurador Jos Tbeodoro Gomes. E
nadi mais secontinha em dila pelico, a qual sen -
dU-me apresentada, nella dei o despacho seguinte:
Distribuida, justifique no dia designado pelo es-
crivo liedle 16 de nvembro do 1803.lava-
res U Vascone^llis. E nada mais se conlinlia em
awo mea despacho, em viriude do qual foi a aecao
di>iribuida ao escrivo, que esta passou, tendo-se
designado dia, foram inquiridas duas teslemunhas
apre.sentadas por parle da supplicanle, que jnraram
a veracidade do- allegiwlo ei dita pelico, e em vis-
ta ilo que subindo os aulos minlia conelu^o, dei
e profer a sentenca do tbeor seguinte :
Vi.ios esles titOS. |Vlge>par senlenca o allegado
a l'olhas 2 e pague a supplicat.; as cusas. U.-ci-
!' i .le maree Je I864.Hernio.^enes Sacnates la-
vares dt VsConcelloB. K nada mais se couiinha
ni iiiia inirilia sentenca. ni vi nade da iraal o es-
rivao fez rio sur ,a preai'iite-, e por liernjda qual
ni.i!iili-a loilas ;i-i'i's-ias. pareriIPS, amigos c co-
nhecidos dos norduiros del). Auna Benedicta Boa-
veii'urado Carino, Ibes faca aviso c Ihes decm sci-
hncia de que pela prsenle sao citados para/alta-
ren aos termos de urna aeco de libello eivel, que
Ibes pretende proir a juma administrativa da
Sma Casa da Misericordia, como se acha declara-
do na petic > supra transcripta, alim de que com-
parecam en jui ilte^arem a sua defeca, dentro do praso de 30 dias,
Mili peua de revelia. E jiara que chegue ao couhe-
cimento de lodos, mandei passar a presente com o
praso de 30 iliis, que sera publicada e alsada no
lugar publico d|costina^
Dada c passala* neskv-lijado, do Rcife dePcr-
n.i.nbuco ans3 de marco de 1864.-Eu PedroTer-
filiano (bi Cnnha, cscrivo ,a escrevi.Hermoge-
nes1 Scrates Tavares de \rasconceIlos. Val pagar
lia nhninistniliva da'Santa Casa da MtsVrieor-
|iniria de 2o0rs. de direiiosdachancellaria.
ilocilo 3 do'marco de 1864. O' oscrivao Cunha.! Fre-lerieo:.................
Val pagar a minn de sello 800 rs. Recifu 3 de Petit, criado francez.........
piaren de 1804O cscrivo Cunha. N. 1067 Pa-, 1" mascara.................
troi 250 rs. de dimites do hnncellaria. Recebe-1 2 dilo.....................
lia 4 de marco de 1864. -Cbavus Franca. -N. Uorleneia, inuttier de Mauricio
i o sello, oilo ceiilos.Pagou 809 rs. Re- Leonina, lilha dellortcncia....
Antonio P. Guimares... Utilidade.
I Jos M. B. de Carvalho.. Dila.
i Henrique J. de Pontes. Contraregra.
i Joo Veneri..........Seenographo.
i Jos Bernardino ..... Ponto.
i Jos Alvos Monteiro___Maquinista.
; A. da C. S. Guimares.. Fiscal.
E' este o quadro da companhia dramtica que a
empreza tem a honra de apresentar ao publico, o
me t>-r de funcionar no corrente anno theair.il.
Anda se espea la provincia do Ifaraftbao os ar-
tistas U>ulo Rocha e Libanio Colas, aquelle actor,
e este mestre de canto da companhia, compositor
e regen lo di orehestra.
AssiijifalUi'ii.
Desde j aclia-se abfirta a assif natura, lano de
camarotes como du cadeiras, por 30 recitas. Os
Srs. assifsnanles lero 10 por cont de abatimento
sobre o total da imporlancia da assignalura, que
ser paga emduas presiacoes adiantadas.
Eapectaeulos.
Os es|iectnciilos sero sempre variados, j por ao-
vas comedias em 1 aclo, j por algumas scenas W-
micas en entre-actos. Para os Srs. assignanles r9o
ver mais do que urna repeticao, sendo extraer-
arias todas aquellas que se derem de dramas
Bama
O palhaboto Gnribaldi sahe uestes oito dias : a
tratar com Tasso Irr.;os.
LEHES.
meiro andar, por cima do
armazem Progi^essista, aon-;
de o achanlo como sempre
prompto a qualquer iiora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripia.
4
tXtraordinara.
Um piano forte em perfeito estado, urna mobilia
de Jacaranda com lampos de pedra, I tapete, 1
candjeiro de gaz, 6 c.aslic es com mangas, 2
jarrds dourados, 1 mesa elstica, 1 apparelho de
meial iipiieipc. I dito de porcelana branca, 1
dito de cor, garrafas para vinhos, copos, com-
poleiras, 1 toillete de mogno, 1 apparador, 1 \t)!i IO:OOOMOOO e 3:00A#O0O
guarda louca, 1 guarda livros, 18 cadeiras de I c~- (|Pnn. d iniiah'u
amarello, 2 camas, 1 quarlmheiro. I mesa de t,#fre amnniiaa.
piano e mullos oulros objeclos perteocentes a Sexta-feira, 8 do cnrrenU se extrahtr
una casa de familia. a luimeita parte da primeira lotera da
Um paliieiio, 1 salva, 24 colheresde so|ia. 24 di- rreia de N. S. do Amparo da cidaili' de
tas para clui e 1 para assucao ludo de prata do ,g,anna pel() p|an0 ui,jmamenfe adoptado
O padre l'elix Brrelo de Vascoucelios
transfero a sua aula de latim para casa
do Illm. Sr. Dr. Jos Soares de Azevedo.
actual director da insiruccao publica da
provincta, na ra Bella n. 37. Os inte-
ressado- podem entender-se ou com o
mesmo Dr. ou com o annunciante, das
8 al s 11 lloras da manhaa.
O mesmo annunciante anda precisa
de um primeiro andar para sua resideu-
cia no centro do bairro de Santo Antonio
e assim t.nibem de urna ama cscrava,
quo saiba cosinhar e engommar com per.
eieo e que seja diligente e fiel.
Amatle le i le
Precisa-se de urna ama de leite que tenha bom
leite : na ra da Florentina n. 34, esquina da ra
Bella.______________________________(________
Alnga-se um silio na Capunga, estrada do Ja-
cobina, junio ao Sr. Domingos, com boa casa, jar-
dim e todo murado : a tratar na ra das Calcadas
numero 6.
Preeisa-se de urna ama para o servicp de
urna casa de pouca familia : na ra da Gloria nu-
mero 36.
Desappareccu desde o dia 2 do corrente um
rapaszinho de idadede 16 anuos, de nome Sidrono
Augusto de Hollanda Soares, branco. fillio de Jos
Machado Soares. morador em seu silio no boceo do
Fundao, em Beberibe de baixo, lendo sabido de
casa, de manhaa, montado em um eavalln, para
comprar algumas encommendas aqu no Recife,
nao voltou mais, sendo apenas o cnvallo em quo
dito rapaszinho la montado entregue a meia noite
por Goncallode tal, dizendo <|ue o lilho do mesino
Machado Ihe deilira o cavallo na jiorla, e que ia
receber um dnheiro que Ihe devjam, e como nao
vollasse mais, por isso o ia entregar ; o que pede
o abaixo assignado, se alpuem souber noticia del-
le, de dar parte no quartel de polica ao Sr. lente
Lace*.Joao Machado Soares.
Porto,
IIOJK
i para
as loteras extraordinaria*.
O agente Pinto Pira feffirj s lt> horas do dia
qoarla-relra 6' do frrente, die lido>os objectos
S'ma descriptos eiistentes no'armazenrda rua,ila
lea n. 38, onde se eirectiftr o leilo, deverrao
os com|iradores relirarem seus lotes em 24 horas.
LftllLAO
DE
Carros, cavallo e m\ls iitencf-
lios il i ot-heiri ;i rita do lui-
r lo r u. ..
D agenle Siines levar pela terceira vez atei-
lao a mandado do Illm Sr. Dr. juz de direiio es-
Taluda de Jos Marques dos Santos Agniar A C,
Enviudo do base a olferu obtida no leilo do 1
dp corrente mezi
rojrr
Quarla-fra 6 do crrente as 10 1|2 horas
na mesma ascrNirar ra do Imperador n. K>.
Os bilheees, meios e quarws eslaro
?anda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. i 5 e as catas commissionadas.
Os premios, de 19:0004000 at 200000 ;
serao pagos urna hora depois da extraccao;
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da dislribuico das listas.
O tbesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O abaixo assignado avisa aos Sis. cobrado-
res do consumo da agurdenle deste termo, que
ido ido corrente me de abril em diante deisou
de vender agurdente a retalho c em porcoes su-
gelas a paga do consumo, as suas duas tabernas
da ra do Rio erua da Ponte desta cidade. Goian-
na, 2.de abril de 1864.
Joao Baplisla de Macedo.
Precisa-se de 2:5005 a juros sobre bvpetb^
ra em predios : oa ra do Queiinade loja de miu-
dezas n. 24, se dir quem quer.________________
Preclsa-se de um pretil velho para carregar
um caixo com comida : na ra do Queimado n.
16, loja.
I). Carolina l.ins Meira de Vasrohrellos. Jos
liento Meira de Yasconccllos o Salsro Cmiliano
Meira de Vasconcellos, esposa, pai e irm i do lina-
do Dr. Jos Lourenco Meira do Va-concellos, ro-
, gam aos amigos deste queiram comparecer na ma-
B^SIiSlJSa J triz da Boa-Vista, quintafeira. 7 do corrente, pelas
8 horas da manhaa, para assistirem ao memento
que se tem de cantar pela alma do mesmo Aado.
Na ruada Aurora n. 26 precisase de um ra-
paz que saiba guiar earrn.

5
.1 C-iiva,.
.':!' \ de marctt de l^i. Chaves Sena. Eslava o
Mo. O. Tru'noi*o nwMiatar da Shvlra. presi-
iSOi. Canijicllo Jnior.
Kraliertura do tbeatro.
1* nKfllKSKKTA^AO.
a 9 le abril de 1HftJl.
A orchestn executar urna agradavel symphonia.
Repmeutar-se-hao excellente drama,original bra-
sileiro do Etm. Sr. Dr. Macedo, em ."> actos
LXO E VAIDADE.
PERSONAGENS.
Mauricio, empregado publico Porto
AnasUcio. fazendelro........ Thomaz.
Felisberto, marcenero....... Borges.
flenrqne, pintor.......... Lisboa.
Reinaldo, coronel........... Pinto.
Ciinmemlador Pereira...... (luimares.
Victorino.
Teixeira.
Leonnrdo.
Barbosa.
D. Mara Pontes.
I). Camilla.
1). Jesuina,
I). Bernardina.
D. Lepordina.
D. Olympa.
Kle. etc. '
Fabianna..................
Felippa, lilha de Faldana-----
Lucia, filha de Reinaldo......
Kaiiny. criada iugleza........
Mascaras de ambos os sexos..
a aeco passa-seiio Ro de Janeiro Aoiaalidade.
l.'ma grande btbirateca de eueileates
ohras U iffreita.ciiHcratura.
H04E
Qainta-I'cira 7 de abril ra da Cadeia n. 38.
' O agente Pnio far leilo por cunta e risco de
quem pertencer e sem reserva de preco de urna
grande porc.10 de rtifTerente obras de direito e
lilteratura como sejam : Lohao, Legisbco PoTtu-
gueza, Chaveau, Troptong.' Chateaubriand, Car-
noi, Silva Lisboa, Pcllelin, Tullier, Vultairc, Bio-
graphia Cnivers.nl, Qnsot, DopJri Ain.Alirens, Do-
uuza Gortez, V. Hugo, Pelat, Eugenio Sue, Vattel
Sorna l'intii, toureiro, Pineutn B'Vno, Berna I
Saint Prie muilos outros-q je esiarao patentes ao
exame dos concurrentes no dia 7 de ab'il na rin.
Ignacio Mpr* de Preias, Romarico Luiz
de Freitas, ^ngela Maiia de Frcjtas. Liberato
Lm'z di Preias, Joanna Amalia de Moraes
Freias e Joaquina Mana da Conreicao, agra-
detem cordialmenie todas as pessoas que
se digaacam assislii" as exe iuias e acompa-
nhar an cemiter^i fu|lico os restosnorlaes
|t de sen areza|r> marido, pai, sofero e irmio,
Luiz Antonio de Freitas; e de novo os convi-
dan) para assisiircm a missa que pelo repou-
zo eterno d.i mesmo Tinado se tem de cele-
brar no da U de abril as 4'.2 da manlia, na
igreja do X. S^'jiliora do Terco, pelo que se
cuiifessaui desde ja cternameute gratos.
PliotoiiTipliias.
Niiu feudo sido possivel ;i todas as p.s-
snas. que eoiicorienim ao liwia do Forte ao
Maibis, vOr o eorpo. encontrado na parada
AUtiica.
D-se dnheiro a juros com hypotheca m
em predios ou com boas firmas : na boti- &*
ca do Sr. Gameiro, se dir quem da.
mm m mm mam
Roga-se por favor a quem foi entregue urna
carta para Monteiro 5 Soares vinda do Rio Gran-
de do Norte pelo vapor Persinunga,, faca m favor
Antonio Teixeira Pei'xoto declara ao Sr. Mi-
guel Joaquim da Cosa que de boje em dianlc nao
se responsabilisa pelos alugueis da loja n. 3o da
ra da Matri da Boa-Vista. Inundo nulla e sem
efleito-a sua cariado nanea que se acha em poder
do dilo Sr. Miguel. Recife 6 di abril de 1884.
Desrja-se fallar aos Sis. Jo i Fcrnandes Bap-
lisla, Joao Pereira da Silva, que morou na ruada
Guia, Manuel Paulino Cesar Loureiro, Joo Fran-
cisco de Paula Ozorio e Joao dos Santos 6mHv :
na ra de Agnas-Vcrdes n. 50, primeiro andar, das
4 horas da tarde em diante.____________________
Precisa-se de um cozinheiro. na ra da Lapa
n. 3, para um botejuim : quem pretender, dirja-
se mesma casa.
Furtaram em casa du urna 1 >vadeira, em
Beberibe, quatro fronhas de cambraia de linho.
sendo as duas mejores s com renda ao lado, e as
menores de labyrintho c hico em roda, duas de es-
guiao de labyrintho, finginrto a lahvrintho urna ees-
de a enlregar na ra larga oo Rosario n. 46, pa-11^ oe flores, qualro ditas de esguio to dara.
Est para alugar-se o segundo andar do so-
brado da ra das Agoas-Verdos e urna grande ca-
i sa e silio na estrada de Joo de Barros: quem
'. pretender falle na ra das Cruzes sobrado n. >,
liado direito quem val da ra do tjiiemailo para
i S. Francisco. No mesmo sobrado ha para ven-
. der-se urna mobilia de Jacaranda, urna cama de
.ferronova para casados bonitos candelabros, um
rico piano e urna estante com alguns livros c duas
soleras de pedra de Lisboa, que ludo se vende
pelo menos preco possiv.l, por se querer deso-
: cupar o sobrado ou se aluga o 1 andar com a
, mobilia.
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser procurado tiara os misteres de sua
prdlisso, das 7 te 9 h ras da ihanhda e
das 3 da tardo em danle na casa de sna
residencia ra da Saudade n. 15.
Alwgtiel.
Aluga-se. a casa terrea da ra Yellia
Ja casa uufiimada. un curioso pode fazer de renda, nina camisa de cambraia de. linho com o
lalbo enfeilado de ntremelos e rendas ; as fro-
ndas estavam marcadas com dous SS e C. Furta-
ram mais diversas pecas de roupa e dnheiro : a
quem for off-recido far o favor de apprebender o
dar parte no aturro da Boa-Vista n. 40, o a Pon-
te de Uehoa, silio da capella, que sera recompen-
sado com generosidad.
ol-iaiw de fuuilt'iro
Precsa-so deofllciars de fnnileir: mi l"ji de
funileiro e laiii|ifeia na ra eitrdlla 4) ftisario uu-
mero .
- .Vfiionio Jos de SoAza Gumarj.-s vai a \\-
lugal pelo Rio de Janeiro, c itoclara que nada deve
j nesta orara ou lora d.lla por titulo directo ou in-
K! directo de qualquer 'natureza. nem mesmo conta
^ di' livro.a liquidacm eo sen activo, assian neta.-
Hti.iodosos seus negngios licam cargo de sen -
B Jo ,! lorsadb. sendo seu* procuradore i^ m 2? *ir ii-
8 'ionio Francisco Martuis e erh 3" Joo .Marjoel, o>
I Veiga Scixas.____________________ '"- '"
n } O nii^i\') assisroiido lem justo e nmtr'M.'fiW'a
mmpra da taberna sita no natal ) Paraizo 3>.
publico
El
0 scenaro est sendo todo retocado pelo hbil da Cadeia n. 24, onde se effectuar o I lo.
urna photoirraplii;. o hoje expor a venda --.-.----------------n------------s;---------------------- e declara ao rspe.iave pubiuo para que, quem
Qlanni P-semnlare^ -\ 300 rs rlli i\m n'iim Aluga-soa casa terrea n 2 na travessa da iiver rjifilquer emfcnjsd, aprcsenla-lo no ^hso'de
alguns excmplare^ A .TJO rs. cala um. n um ; rua rio GaTabouce por deten da ra Nova : quem tres dias, a contar da dala de Me. Recife 6 jo abril
dos armazens das proximidades dessa a. quizer falle na rua da Paute a. 5. i de 1864-Bazilic Luiz Coelho. v
MUTILADO


-- *
cas4 u fortuna
AOS 10:000.000
Bilhetes garantido
A' ni do Crespo n. M casas d eostt
Precisa-so paca casa de um moco solteiro de
urna ama torra uu Captiva, que saiba coiiiihar.e
engdnmar : para traiar, oa ra da Cadcia u. 35,
primeiro andar.
Aluga-se unta grande casa larrea coni bom
Jumta' iodo murado, eacimba e alguns ar forados
e friAt. sita na raa Ha fcafedade o. 32 i quem a
O abaixo~s "''no largo daSoledade n. ff, que all eoconlrar
as chvese pode ajustaron narua do Crespo loja
do Sr. Ramos n. 25.
O administrador da massa fallida de
afortunados bilhetes garantidos os de n. 77 com
asortede5:000*, rr. 2486 eom a de 1:200*, e ou-
tras mitas do 1005, 405 e 20* da lotera que
se acabou de extrahr a beneficio do Gymnasio,
convida os p*MMmM ^ Rostron RookerAC. ro^m ros credores ha-
receber seus respectivos .
algum em ten estabelecimento Casa da fortuna
ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem es posto a venda em seu dito esta-
belecimento e as outras casas do costume os no-
vse afortunados bilhetes garantidos a beneficio
da igreja de N. S. do Amparo de Guianna, que se
dever extrahir no dia 8 de abril pelo vantajoso
plauo das loteras extraordinarias.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 'SSK
Meio*......... 5J8
Quartos........ 5U0U
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ iWJOO
Meios......... *&500
Quartos........ 2*750
Manoel Martins Fiuza mm
Precisa-se fallar na loja ra do cres-
po n. 17, com os senhores Firmino Mon-
teiro da Silva Carnciro, Pedro Barbosa
da Silva, Jos Antonio Lopes Jnior a
negocio de iuteresse.
jam de apresentarem dentro de 8 dias seus
ttulos a ra do Trapiche n, 46, para serem
verificados.
mm mmmmm mmmm
O Dr. Vilella Tavares tem o sen escrip- -j/.
rio de advocada *rua do Crespo n. 1, M
onde ser encontrado todos os dias uteis Sfe
das 10 horas da manha s 3 da tarde.
Precisa-se de una ama para casa de hornero
solteiro : na ra da Imperatriz, taberna n.34.
O abaixo assignado, administrador da rcoe-
bedoria de rendas internas geraes, constando-Ihe
que alguns agentes enrarregados pelos donos, da
matricula e eliminaco de seus escravos, exigcm
delles55 para pagamento do certificado da matri-
cula que a recebedona obligada a dar; apres-
sa-se a declarar que taes certificados siio dados sem |
nenhuma despeza de quem os matricula, e que os
referidos agentes eommetlcm urna extorcao.
Kecebedoria de Pernambuco 31 de marco de
1864.. -Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
PERGlNTl SE
Aos benvolos Srs. devedores dos herdeiros do
fallecido Manoel Antonio da Silva Antones se nao
acham sufficiente o tempo decorrido da morte do
mesmo at o presente, para saldarem seus dbitos
pofs os ditos herdeiros julgam terem tido dema-
siada contemplacao, visto o que previnem aos mes-
mos senhores que, se nao se dignaren! compare-
cer ra dos Pires n. 35', no prazo de 30 dias,
dar-schao as providencias necessarias._______
Aluga-se una preta ou um moleque que seja
fiel: quem liver dirija-se a ra de Hurtas nume-
ro 106.
Juaodasnta Ramo, mfedico pela L'ni
versidade de Coimbra, d cnsules etn
sua casa das 4 s da Urde. Visita os doentes
em suas casas regularmente aas horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soecorridos em nual-
quer oecasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II
aonde encontrado diariamente das 6
as 8 horas da manha.
Trm1 sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente
anda mesmo os alienados, para o
tem commodos apropriados e nella
tica qualquer operaran cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3*000 diarios.
Segunda dita.... 2*500
Tercera dita.... 2,5000
Este eslabeleeimento j bem acredi-
tado pelos bous servieos que tem nres-
tado. ,
NOVO SYSTEMA
DE
ESCRlPTdMo MERCANTIL
POR
kb ss
que
pra-
0 propietario espera qoe elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
A LIKKIMK W MUSIL
SEU NASCIMENTO, VID \
E SEPULTURA
Por Allouso de Albaqnerque Mello.
Est a imprimirse e fari um volume de 400
paginas.
Partidas dobrarlas.
Jos Antonio Gomes Jnior val mandar para o
prelo um novo systema de escripturacao mercantil'
por partidas dobradas, de eonfermidade com a de- i
cisio do lriinm*Mo commerek da capital do ira-
perio, em sessao de 27 de Janeiro de 1831, em vis-
ta da qual pode o Diario ser escripturado por ex-
tracto, dos livros auxiliares, sendo as con tas ge-
raes (do antigo systema) letras a lugar, e letras a
receber, substituidas por columnas as conlas cor-
rentes, demonstrando estas por urna simples som-
ina, em qualquer momento que o eommerciante
queira saber o estado de soa casa, qnaes as conlas
devedoras, e quaes as credoras, uas respectivas
columnas.
O bataneo feral, formulado segundo este novo
systema, nada deixa a desejar, como se observa em
dilTerentes modelos.
Anda contm esta obra: ama taboa com n-
meros fixos, pelos quaes conhecido o prceo de urna
arroba (seja elle qual for) de qualquer genero, por
urna simples multiplicaeo se conhece o importe
de qualquer numero de arroba, libra e oncas; 2o
o decreto n. 3139 de 13 de agosto de 1863, que
declara e modifica, o regulamento do sello n. 2713
de 26 de dezmbro de 1860 ; 3- o decreto n. 3217
IIA R TF de *** de dezembro de 1863 que altera as disposi-
- edes do regulamenlo das atandegas.
A edicito desta obra vai ser feita em beneficio do
Hospital Portuguez, por offereeimenlo do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel,
espera-se qoe o publico concorra eom a respectiva
assignalura, nao so em attenco a ntilidade da dita
A VELHA ENCICLOPDICA
Itespeltavel estabelecimento de fazendas & ra do
Crespo numero IV.
DK
Ja fot publicado no Diario de Pernambuco o orn- afsl8nalura> "ao so em attenco a ntilidade da
ripio em tres artigos communicados, e nao pode Tn.' mas ,ambera ao uni a vt>r pnnlinni.l. .. .... ..l.l:--_- _. UllCtO.
Edouards
Bahia.
Ilraun, subdito allemao, vai a
Quem liver para vender urna "negra da Cos-
ta, boa quitandeira, dirija-se ao Hotel da Barra, no
segundo andar, que ahi achara com quem tratar,
ou annuncie sua morada ; paga-se bem.
Aluga-se o segundo andar e soto do sobra-
do da ra da Seala Ve|ha n. 22 : quem o pre-
tender entenda-se, cum Jos Antones Guimares e
as chaves est na inesnia ra no deposito n. 48.
Precisa-se de urna ua para o servieo de
urna casa de pouoa familia a tratar na ra das
Cruzes n. o.
A dentisla brasileira, Rosa Jame, avisa ao res-
peitavel publico, c especialmente a seus freguezes,
que mudou a sua residencia para a ra da Penha
n. 17, segundo andar, onde poder ser procurada
para qualquer servico de sua prolisso.
H&npni
O hachar ti
da
adiogado
do Imperador >". 69.
Francisco Augusto
Costa
RlA
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Silo Francisco.
HiDEiRi.
A componhia da estrada de ferro recebe
propostas para Corneeimento de 10,000 ro-
los demadeira ou qualquer poroso desta
quantidade postos as eslacoes. Os rolos
devem ter as dimensocs seguintes : 9 ps
inglezes de comprido e 1 p .inglez de di-
metro no milo e das qualidades seguintes:
oiticica, sicupira. sapucaia de pilo, maca-
raiulnlia preta, a tratar por carta ou pes-
soaluiente com o engenheiro da companhia
o Sr. G. O. Mann, na villa do Cabo onde
quaesquer outras informaces se daro.
Proco de cada rolo'I $500 rs. c pagamentos
no lira de cada mez.
R. Austin,
_____________Superintendente interino.
Precisa-se do urna ama para o servica de
urna casa de pouca familia : a tratar na ra das
Cruzes n. 'o.
\va hospedarla
ATRAVIATA.
A' ra do Rosario Larga n. 37.
Francisco Garrido tendo negociado o seu antigo
hotel denominado Trovador, abri urna nova hos-
pedara em a casa n. 37 da ra larga do Rosario,
cojos commodos o habilitam a annunciar ao publi-
co que nella ter sempre todas as iguarias prepa-
radas por um hbil culinario. Oulro sim, na mes-
ma casa haver todo o genero de bebidas necessa-
rio, noite sorvete muito bem feito, e dous buha-
res de mogno competentemente preparados. Esta-
r aberla desde as 6 horas da manha at as 12
da noite; e tudo isto ser feito por precos tao ra-
zoaveis que os freguezes necessariamente icarao
satisfeilos. Para melhor conhecimento do publico o
proprictaro declara que a casa a em que func-
cionou a muito conhecidasociedade Corybantina.
Ma praca da Independencia, loja de ourives'
n. 33, comprm-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz i|ualquer obra de en- i
commenda, e todo e qualquer concert, c igual- j
mente se dir quem da dinheiro a premio.
Aluga-se um moleque de 17 annos para qual-
quer servico : a tratar na na do Qneiinado n. 6.
Precisa-sa alugar urna sala de um sobrado
110 bairro de Santo Antonio: quem tiver annuncie.
Jos Gonealvcs Ferrara Costa, tem ca-
sas terreas para alugar na travessa do
Costa junto a fundico ao preeo de 95 e
10, com portito para a mar : a fallar
na iu' .-na travessa na taberna do fim da
mesma.
Na ra estreita do
andar, precisa se de urna
livre e nao tenha filho.
Rosario n. 31,
ama de leite
segundo
que seja
1
%ano novo
Vende-se o uitino piano mandado fabricar em
Paris, especialmente, para esle clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo bem conhecido Joo Lau-
monnierque leve annazein de pianos na ra da
linperalriz; e por ser o ultima, ve.nde-se muito em
conla.s para salvar o dinheiro que se tinha adian-
tado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar.
Dase 100 rs. sobre
gem de bolos e sequilhos
Carino.
rada pataca de venda-
na botica do paleo do
aIuj uel de escrflva
Alug una eserva que cozinha, ensalma e en
gomnia algnma cotiza, e faz todo o servico nter
no e externo de urna casa : quem quizer, dirija-se
ra dos Pires n. Si.
- I'recsa-se de um menino Purtuguei de 12
li annos, que sai lia ler : no deposito do largo d
Carino 11. o, junto a botica. o
WS(g&
No trapiche de Castanha Grande se acham tres
barricas de farinha de trigo chegada no mez de
dezmbro : quem a ella se julgar com direito, diri-
ja-se ao abaixo assignado, dando os necessarios
signaes. Norber Cavalcanti de Albuquerquo.
til*
para alagar
Aluga-se a casa na ra do Mondego n. 7, com
bous commodos para familia, tem 2 salas, 4 quar-
tos, cozinha fra, quintal e carimba, e na ra Di-
reita n. 36, loja, que serve para um estabeleci-
mento ou casa de morada, tem quintal e cacimba :
trata-se na roa da Cadeia ns. 28 e29.
Precsase de urna ama que compre, engom-
nie e cozinhe : na ra de Aguas-Verdes n. 6.
Precisase de um criado : na ra do (kirre-
dor do Bispo n. 2i, de 12 16 annos._____ _
Precsa-se de urna prssoa que saiba bem co-
znhar, para casa de um estrangeirn, que seja es-
cravo ou escrava : na ra Nova n. 23.
Na refinacao da ra nova de Santa Rita pr
cisa-se de um refinador que cntenda perfeitamen-
te do irabalho._________________
Precisa-se do um amassador : na padaria
cm Santo Amaro, atraz da fundico do Sr. Starr.
Jos Antonio Morara Das cidadao brastlei-
ro vai Earopa.___________
Manoel Cordeiro, subdito portuguez, vai
Bahia.
Antonio Joaquim Teixcira
portuguez, vai ao Para.
Barbosa, subdito
Araba di* sabir tes prelos tle no-s;i
llitiiM salmanak civil, eivlisia-lico,
coune.rci'1, fabril eajtrkoh, eonlen-
d toitos os emprimados, enjillios e
ne"(iaHtis, iucinsive as modi6t>coes
lm> id.is at Hl de dczcmuro ultimo ;
veide-se a 1 $000 unir mente na li-
brara n. 6 e 8 da prora da liidepen-
deacia.
^ ma
Precisa-sede urna, sendo forra,
Manguinho, sitio do Jorge Tasso.
leite.
em S. Jos do
Precsase alugar urna ama forra ou escrava
que saiba coznliare engommar : a tratar na ra
do Crespo n. 18, no segundo andar.
Aluga-se o primeiro c segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.______________________________
Precsase alugar una preta boa cosnheira:
na ra do Queimado n. 16, loja^_____________
Ledo, subdito portug uez
Antonio da Cruz
vai a Europa.
a luyase
um preto para qualquer servico : quem precisar,
pode dirigir se ra larga do Rosario n. 16, que
achara com quem traiar.___________________
Pea ultima vez se avisa ao Sr. M. C. F. que
al o fim de abril, ou algnem por elle, mande sa-
t>fazer o vale de 108,59iO rs. e juros da le, que
em 31 de marco de 1860 assignou na cidade de
Olinda, o qual foi pago ao principal credor pelo
abaixo assignado como garante do dito vale, nao
o fazendo se publicar o seu nome por extenso c
a maneira porque foi contrahido este debito.
Manoel P. de Azevedo Ainorim.
- Custodio Amonio Soares vai Enrona e dei-
xa por seus bastantes procuradores, em Io lugar
Joaquim Goncalves Salgado, e Bernardo de Siquei-
ra Castro Monteiro c Joo Teixcira da Rocha.
Antonio dos Santos Guimares, cidadao bra-
sileiro, vai Europa.____________________
Precisase de um pequeo de idade de 12 an-
nos, com pratica de taberna : quem pretender, di-
rija-se ra do Palacio do Bispo n. 40.
Alnga-se o Io andar da casa n. 3S da ra da
Matriz da Boa-Vista, junto com o corredor da osea-
da, quintal e cacimba : a tratar com o Sr. Anto-
nio Joaquim Ferreira Porto na taberna da Ponte
Velha._________________________________
Offerece-se um moco com habilitacoes necessa-
rias para ensino primario, para ensinar em enge-
nho : quem quizer utilsar-se do seu pouco pres-
umo, dirija-se ra da Senzala Velha n. 42, pri-
meiro andar, ou na Passagem da Magdalena, em
casa Jo Sr* Dr. Antonio Buarque de Gusmao, que
achara com quem trataiv____________^___
SOCIEDADE
UNIAO BENEFICENTE
MARTIMA
De ordem iteSr. presidente scentifico aos senho-
res socios effectivos, que no da sexta-feira 8 do
corrate, pelas 6 1|2 horas da tarde, no lugar do
costume, haver sessao da assembla geral para
tratarse de negocio de grande'monta, assim como
do art. 12 3 dos estatutos.
Secretaria da Sociedade Uno Beneficente Ma-
rtima 2 de abril de 186i.
Balthazar Jos dos Reis.
__________________1" secretario.__________
O bacharel Pergentino Saraiva de Araujo
Galvo, residente na villa de Pao d'Alho, onde tem
seu escriptorio de advocada, ae ha mo se autorisa-
do pela directora da inslruccao publica, ensiua os
preparatorios de lalim e fraucez.
Outro sim recebe em sua casa, mediante razoa-
vel penso, os alumnos, cujos pas ou encarregados
nao possam de outra maneira mante-los na villa.
Aceita igualmente meninos de prime ras letras
que confiar pessoas habilitadas c idneas para o
bom desempenho do magisterio, funecionando tudo
debaixo ue suas vistas e inmediata direecao.
l.iquHncao.
J. J. Keller na ra da Imperatriz faz qualquer ne-
gocio rom sua loja, seja com fazendas ou sem ellas.
Tainbem continua a vender haralissimo para aca-
bar depressa com tudo que existe na sua loja.
Furtaram na madrugada do dia 30 do mez
de marco prximo passado do casa da ra das
Aguas-Verdes n, 6, em que mora a Sra. Marian-
na Freir Pedrosa de Albuquerquc, os seguintes
objectos : 1 par de rozetas de brilhantes, em urna
caixinha forrada de velludo carmezim ; 1 par de
botes de ouro para punhos ; 1 dedal de ouro com
o peso de 2 1|2 otavas, com as letras iniciaesM.
T. P. A ; 1 volta de trancellim chalo com tran-
%m
Precisa-se de urna ama para urna casa de pouca
familia : na praca do Corpo Santo n. 17.
DENTISTA DEPftRIS
lRoa Nota -i9
Froderico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaedes de sua arte, e col-
loca denles artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
mmm
Credores.
Os credores do Sr. Francisco Virissimo do Reg
Barros queiram entender-se com Tasso Irmos, ra
do Amonio n. 3S, segundo andar.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Noticias!
noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
. pro-
ser continuada a'sua publicacao assinr em co'ns- du"?- ,
quencia da abundancia de materia que tem este A T,Fscroeve'se "a Praca Je Pedro II, escriptorio
jornal. M ;" lllm.Sr, Dr. Fonseca, e loja de livros dos Jllms.
da impressao e brochara. OCLasiaQ oa entrega.____________________
E' a summa da obra mostrar como a liberdade !
no Brasil tem sido sempre sophysmada pelas tran-
saceoes que tem feito o partido liberal com os cor-
cundas, governando quasi sempre os corcundas !
anda mesmo com os liberaes nojwder; mostrar ,
como para este lim, nao tendo os corcundas apoio
no povo, tem corrompido o paiz para vencer as i
eleices, e ler as cmaras suas; lem corrompido
as cmaras para destruir todos os actos legislativos
do partido liberal, todas as garantas constilucio-
naes.
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
zdo o paiz ao pauperismo e miseria, faltando
cada um toda a garanta do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque Onde nao ha garan-
ta s ha exterso, qur dos gdvemantes, qur dos
mais fortes, e nao ha industria licita que d para !
v ver.
E' como urna historia, desde a independencia ate
hoje, fazendo-se apanhado smente dos factos im-
portantes, donde comecoa a nascer a liberdade no
Brasil, e como ella lem sido espancada, assassinada
e enterrada, analysando-se todos esses factos, e de-
monstrado-se todas as consequencias das arlima-
nhas do partido corcunda, e da imbecilidade, fra-
queza e corrupcao do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco al a raloeira da revolucao
de 48, em que o fizeram cahir.
Analysa-sc todos es ramos da administracao, e
moslra-se como tudo feito em defraudacao da
causa publica, des interesses da communho, e em
beneficio smente dos protegidos ; como todas as
empiezas e melhoramentos s tem de bem publi-
co o pretexto, c de real a locupletacao dos ali-
gados. ..
Conclue-se pela analyse da stuacao, e mostra-se
como Pernambuco com as quatro "provincias suas
irmas do norte, as primeiras na manifestarlo dos
sentimentos livres, tem chegado maior abjeccao.
A assignatura de 25 por volume, pagos a,lian-
lado, obrgando-sc o autor a restitui-los se as assig-
Biloras nao chegarem para a publicacao. Depois
de impresso custar o volume SJL Assgna-se na
livraria ns. 6 e8 da praca da Independencia.
Engomma-se com perfeicao, sendo camisas
de homem a 80 rs., calcas a 120 rs.: quem preci-
sar, dirjase travessa da Baixa Verde, na quarta
casa defronte do sitio do Sr. Arantes, que acbar
com quem tratar.__________________________
loaquim Jos Gomes de Souza vai Europa,
e deixa por seus procuradores durante a sua au-
sencia, em 1 lugar ao seu socio o Sr. Paulo Fer-
reira da Silva, em 2o ao Sr. Francisco Fernandes
Duarte, e em 3o ao Sr. Joaquim Pacheco da Suva
Precisase de um bom cozinhero lorro ou
captivo, porm que seja pessoa capaz de tomar
conta de urna cas.i de pasto, nao se importa de dar
bom ordenado, com tanto que seja capaz : a tra-
tar na rna da Cruz n. 68.

' JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecida a proteccao das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e le pnblico em geral.
O propietario nao descanca um s momento para bem servir aos seus freguezes fa- %
zendo encomraendas fiara
Inglaterra, Franca, Suissa e Allemanlia
das mclhores fazendas para
Senhoras e para homens
e vende-as por precos que admiran.
Importante eslabeiccimento
DE
Fazendas
Seda.
DE
la, IIhIio e algodSo.)
Rna do Crespo numero 19.
BECIFE.
Vende haiatissimo.
Importante estabclecimcalo
DE
Fazendas
DE
Seda, la. Ilnho e algodo
nj mmm nn^,
Crespo numero 13
RECIFE.
Vende baratissimo.
ilua do
SSSK -SS
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de 35 por 25.
Retratos de 35 por 25.
Retratos de 35 por 25-
Retratos de 35 por 25.
Retratos de 35 por 25.
Retratos de 35 por 25-
Rctratos de 35 |>or 25-
Retratos de 35 por 25.
Retratos de 35 por 25
Retratos de 35 por 25.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de !i& por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 |Kir 45-
Retratos de 5-3 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de "5 por 45-
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Im|ierador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Desles procos s nos das uteis.
Oeste* precos s nos dias uteis.
Casa.
Aluga-se a casa n. 8, da ra do Principe, fregu-
zia da Boa-Vista, com 3 quartos, 2 salas, cosiuha
fra, cacimba c quintal grande, a tratar na ra No-
va n. 3.
O Dr. Cosme de Sa Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
i "molestias de olhos;
2 de peito :
3 dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes sc-
riu examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d sj
6 as 10 da manha, menos nos do-
l'raticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus i
doentes. g
"T 9ISB S WB81WM
Dinheiro vista.
Algodfiozinho com pequeo
toque de avaria a 4$500
e o$000 a peca.
Vende-se na ra do Queimado n. 14, superior
; algodaqzinho com pequeo loque de avaria a 55 e
65 a peca, a elle quo esta se acabando.
C i IX -) o zr. I f B S -1 -i s c -i M W> 3 1* a. --i a P 2 -i B-o c n -> re" P c c ~ ^J a -i < 0 i o o-m n
a te o p' b c | -i o S R o -s o = re S -i a E o. i m e i c -i 5 -i 9 re 3 ''A o z a "i re_
^
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua profissio de me-
dico ; sendo que os chamados, depos de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
dei nados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior afiinco, no das mais difflceis e deli-
cadas operaces. como sejam dos igaos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
COMPEAS.
-------
Furtaram no sabbado 2 do crreme da ra
dos Pescadores n. 21, pelas 10 horas da noite, um
cao de trra todo cm cabellos, de cor castanha e a
frente e mos brancas : quem o pegar leve-o a
mesma casa que ser recompensado, e protesta-se
contra ouem o liver oceulto.
Frederico Augusto Wegelin, cidadao roteo
vai para Europa.
Precsase da quantia de 4005, pagando-se o
premio de 3 0|0 ao mez, e dando-se em hvpotheca
um escravo : quem tiver annuncie para'ser pro-
curado.
Compra-se effectivamente ouro e prala err
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Comprase efectiva-
mente
ouro e prata cm obras velhas, pagande-se bem
na ra larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Casa de comiuisso de escravos na ra
do Imperador n. 45, tercciro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promplidao afim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como afianca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
O bacharel ATR. de Torres Badeira,
professor Je geographia e historia no
Gymnasio desta provincia, contina no
ensino particular destas mesillas disci-
plinas, e bera assim de rhelorira, phlloso-
phia, inglez e franrez : na ra estrella
do Rosario n. 31, terceiro andar.
0 Sr. Joo de Carvalho Pinto tem car-
tas de sua familia na ra do Queimado nu-
mero 25.
40S PlIhTlGlEZES.
A commissao provisoria, Horneada pelo lllm. Sr.
cnsul geral Dr. Jos Henriques Ferreira, para
quenita e 1 medalha de ouro com dous diamantes, tratar dos interesses e desenvolvimentodasocieda-
2 moedas deourode 205; 1 ditade 105 ; 1 nota do Monte Pi Portuguez por elle insultado, convida
de 1005 da rail* filial e 115 mil ris em sedulas, a lodos os seus compatriotas para urna nova reu-
sendo 1 de 105 e a oulra de 45, ambas do gover- niao na quinta-feira 7 do corrente s seis e meia
no ; 1 moeda brasileira de 200 rs. e 1 dita de 50 horas da nwto, nos saloesidoJGabinete Portuguez de
ris cstrangeira : 1 frasco d'agua de Colonia c 1 Leitura, para o fim especial de fazerem a eleicao
dito d'agua Florida : quem souber ou for offere- da direecao provisoria do mesmo Monte Po.
cido algum desles objectos para comprar, queira A commissao espera o comparecimenlo de to-
apprehende los e levar na casa da mesma seuhora dos os seus concidadaos, para lun lao til
aeinia declarada, para ser generosamente
pensado.
Quem precisar comprar urna mulata moca
com todas as habilidades, por pouco dinheiro : di-
rja-se ra do Mondego n. 17, prximo ao becco
das Barreiras,
recom- momenloso interesse para a familia porlugueza
aqu residente.
Recife, 4 de abril de 1861.________________
Quem precisar de duas amas para casa de
homem solteiro ou de pouca familia, para cozinhar,
dirija-se ra de S. Francisco n. 21.
Adccia.
O bacharel Lnurenco Avellino de S
Albuqueniue Mello, antigo advoga- M
do desta cidade, tenido regressado m
% ella, tem aberto o seu escriptorio M
ra do Imperador n. 40, onde podo i
ser procurado para os misteres de >,
sua proisso todos os dias litis S
das 9 da manlia s 3 horas da $$
tarde, e olTerece como garante a g|
seus constituintes a nao interrump-
da pratica de 25 annos de advoca- i
cia. O mesmo aceita partidos e W
tambem causas nos termos do in- m
terior onde tocar a estrada de ferro. W
[en
o
"o o
BIOJ
18) <^
o
o;
Compram-se
dous cavallos quartos para carga : no silio do vi-
veiro do Muniz.
Compra-se
urna escrava croula, moca, com cria ou sem ella :
na ra do Hospicio n. 27.
Compra-se na ra do Pilar n. 143, primeirr
andar, tres ou quatro e.-cravos de meia idaile, for-
tes e sem vicio algum: para tratar de manha
aioaslO horas e de larde das 3 s 6 horas.
ra
que
estreita
Compra-se urna escrava moca e sadia,
enlenda de engommado : a traiar a
do Rosario n, 24, primeiro andar.
Comprain-se acedes do novo banco de P
nambuco eda companhia de Beberibe : na ra
Senzala Xova o. 4 se dir quem pretende.
- Compra-se cobre, latao e chumbo : no ar-
mazem da bola amarella no oilo da secretaria de
polica.
cr-
oa
Compram-se duas
I na ra da|Pi aia n.
escravas de meia idade :
3--RLA ESTREITA 00 R0SAR10--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles artiliciaes tanto jior meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
liquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacocs as mais acreditadas
para conservae.o da bocea.
Campos < Lima tjndo acabado com o seu es-
tabelecimento de fazendas na ra do Crespo, avi-
sam a todos os seus devedores em geral, que de-
ram procuracao especial ao Sr. Ivo Martins de Al-
meida para receber amgavel ou judicial ; e sem
que por isso tendamos a menor responsahildade
com o que o mesmo senhor tenha de obrar, motivo
que s com elle se devero entender.
Joaquim Fernandes da Silva Campos vai fazer
urna vagem fra da provincia.
Comprase urna preta croula ou da Angola
tem vicio : quem liver. dirja-se Passagem, casa
n. l.'i, que achara com quem tratar.
Compra-se urna preta que saiba engommar~e
cozinhar : na ra do Apollo n. 3i, segundo andar.
VENDAS.
It % \ i O I \ IA O
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernaubuco
Antonio jluIz de Ollvelra
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa liiial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barcellos, Laniego, Covilha, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
llha da Tercera, llha de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valenc, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar.no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Fazem-se llores de todas as qualidades, ton-
cados de seda e la, carapocas e sapatnhos de
la por diminuto pi eco, assim como cosem-se cos-
turas linas egrossas, bordados e lab\ cintos : na
ra da Unio n. 43.
lalim e Traieez.
Estao abenas estas duas aulas desde
o do corrente, no sobrado n. 52, da
ra da Cadeia do Rpcife.
Precisase para urna casa estrangera de urna
escrava robusta, liel e sem vicio, que saiba bem
lavar e fazer o servico interno de urna casa, afian-
ca-se bom tratamento : a tratar cm Santo Amaro,
casa do Sr. Carlos Luiz Canibrounc.___________
Precisarse fallar ao Sr. Pompiho Nnma Pes-
soa, negocio de seu interesse : na ra larga do
Rosario n. 27.
Precisa-se de urna ama nicamente para co"
zinhar, para casa de urna familia : na ra do Ran-
gel n. 8, deposito.___________________
Domingos Alves Matheus embarca para o Rio
de Janeiro o seu escravo crioulo de nomo Eugenio.
Aluga-se o sobrado de um andar da ra da
Praia n. 57 : a tratar no Campo-Verde, ra do
Destino n. 20, sobrado.
ndaiica.
I O agente Simoes mudou o seu escriptorio da ra
da Cadeia n. 28, para a mesma ra n. 3, primeiro
andar, aonde.pode ser procurado para os misteres
: de sua profissao.
I Precisa-se de um caxeiro para taberna, dan-
do fiador a sua conducta : na ra do Hospicio nu-
mero 24.___________________^______
A pessoa qu annunciou querer comprar
urna obra de Cheauveau direito criminal, dirjase
ra Velha da Boa-Vista n. 43. 2 andar.
Precisa-se de, um
- da ra Direita n. 84.
Na ra Formosa ou largo do Hospicio, casa
n. -29, vendem-se cinco casaes de canarios hainbur--
guezes productores,! 105 cada casal : a traiar das
7 as 9 lloaras da manha, e das 3 s 6 da tarde.^
Vende-se urna casa terrea na roa da Palma
n. 67, frepnezia de S. Jos.-, a qual rende mensal-
mente 255, com bstanles commodos: quem a
quizer comprar, procure na mesma casa o seu pro-
pietario, ou na ra da Cruz do Recife n. 6, tercei-
ro andar, que achara pessoa autorisada para fazer
o negocio.
Vende-se a taberna sita na ra da Scnxalla
Velha n. o, com todos os gneros e armacao, ou
a armacao s : a traiar na mesma.
Vende-so ama taberna na ra do Rangel n.
10, com poucos fundos, propria para principame
|ior ser afreguezada no retalliu : quem pretender,
dirja-se mesma taberna.
Vendem-se os terrenos de marinha do caes
de Capibaribe ns. 40 e 40 A : a tratar na ra da
Imperatriz n. 63, segundo andar.
GK.4MIIE
Arapehnas de seda de apurado gosto para senho-
ra, fazenda que que sempre vendeu-se por 155,
vende-se na ra do Queimado n. 17 por 85 para'
apurar dinheiro, garantindo-sc o bom gosto c es-
tado da fazenda.
Vende-se urna preta croula de meia idade,
bastante robusta, boa lavadera de sahao e varrela,
e propria para vender na ruaou servico de campo:
na ra da Cadeia do Recife n. 50, primeiro andar.
VNDESE
trabalhador: na padaria
vernz do gaz pelo proco da fabrica : no armazeir
da bola amarella no oito da secretaria de polica.
Vende-se nm bom terreno entre ts duas pon-
tes da Paisagem da Magdalena, ao entrar parao Ca-
juero, tendo a frente murada : a fallar no Forte
do Mallos prensa do Brilo cv Jos Luiz.
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Jolmslon Pater d
G ra do Vigario, n. 3. um bello sorti-
menlo de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
- a
1'
i
MUTILADO
1


MJA IW QIM4D0 N. M.
leja de foie_ Pazendas pretas para a quansma.
Bioas capas de seda preta bordadas e eoeiladas para seora.
Soutembarques c manteletes de seda pretos ffmito menores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitados a 174-
Lavas de pellica de Jouvin para homem e senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos Sortiiaento de grosdenaple preto, pannos finos, casemiras pretas, merino, sclistna e bom-
baste preta ludo por commodos procos.
amistabas de cambraia aGanbaldi e camisinhas e manguitos areos e de cor.
Vende-se para acabar organdvs da India a 30 rs. o covado, laasinhas a 360 rs. o covado 9
cambraias de cor a 240 e 3Oo covado e muitas outras fazendas por oomniodos precre.
Chep.tram as muito superiores
ESTE1K 1S PARA SALAS.
XAROPE TNICO REGENERADOR
D QUINA E DE FERRO
Preparado por .HiMAl i.T e C*, pharmaceuticos de S. A. I. o Priucipc NapoleSo, laureados
da Escola de pharmacia de Paris, ra de la Feuillade, 7.
Ksta nova comblncao rene debaiio de un pequeo volume urna forma aKradavel e um gosto delicise.
Ha muito que os mdicos detejavao ardenUraente a reuniao dcsle dous niedicamenlos, e todava, aperar
dos maiorc ctforcfts, nem a ciencia medica, ncm o qumico as mai dislincios o podero conseguir
at aqu; tracas porem perseveran?* humana achio-se hoie associadas esta duas poderosa substan-
cias, a *_, o tnico, restaurador por excelencia, o ferr*, a baie de nosso sangue, e conseguinte-
mente o reparador dos torcas e da saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quacs o Xarope tnico regenerador se tem mostrado muito efllca sao : as m,*-
nrrliel_, faltas de menstruacao, dores d'estomago, fastio, digestoes penosas e tardas, flores brifftas,
nienstruaeoes difflcels, o lymphatismo, o empobrec-ento do tangue, as escrfulas, os estragos produxido
petas molesUas syphiliticas. .
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro fol applicado nos hospitaes de Pars, e t elle
hoje o medicamento maisem voga, sabstituindo, por assim diaer, os medicamentos ferruginosos conhecidos.
0 pro>icto encerra numerosos certificados de muito* membros da Academia de Medicina e professores
da faculdade que attesto que este precioso medicamento o conservador da saude por excellencia, e
e o reconstituinte da economa animal, indispensavel as pessoas que habitao os paite* queutes, como
preservativo da epidemias. ..__..
Acha-sc venda no deposito geral, em Parit, na pharmacia 6rlaalt e O, ra de la reulade, 7;
em Lisboa, em raa do Snr no-rl < Ct-Crvl_, aarraleC) no Porlo, na pharmacia do
~r MiKiti-l Jo.r *r s.ni Ferrelra; no >- Saldo, II; na Baha, em casa doSiir Jaa-Caaaa Fer-5*ra-aalaara t noflio-Grande, em casa do
sn jonqntn *e <*>; no Maranho, em caa dos Sfirs Ferrelra oem Pernambuco, em casa
do Sur Rartaalamra-Fraaelara te Santa< em casa do Sir* Sitan e O, e bem assim as prin-
cipad pharmacias do Braiil e de Portugal.
Ra Direifo- 45
Oiftam! ov.amtH
CALCADO
45
Bom e novo. a primeara necesidaae para a sau-
de e aformoseamento do individuo!
Meu Dos 1... que pg de pavao se lobrigam por
essas ras! que figura Horrenda e nauseante .a
de um palctot benvlaltwdo sobranceiro a um
nuedes roido ero. duas solas 1 um balau bem tor-
neado e bambaleare dcscubrmdo urna pona de
botina safara e carcomida f!
Santa Barbara!! Corram ra Direita, bellas e
rapazesl sacudara na praia esses malditos gueaes,
e compre :
Boneguins de Nantes 8*000.
Ditos francezes de bezerro 74-
Ditos francezes de lusire para hornera aj.
Ditos para senhora.de lustre, enfeilados, 55300.
Ditos para senhora, gaspia alta, 45800, l.; .,'_
Botinas de menina 24500.
Ditas de cores para menina 25000.
Sapatdes de Nantes de duas solas a.
Ditos de sola e vira 45500.
Sa patos de borracha para senhoras I4ou0
Ditos para meninos 15000.
Sapa tos de lustre para senhora i&.
Ditos de tapete para hornero e senhora 1800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
Pun sortimento comple.o em sola, vaquetas,
cooros, bezerro francez como nenhum, eouro de
; lusire muito grandevo tudoquanto pertence arta
! de S- Chrispim. ^_^^
GRANDE CURA
PARA TODAS AS MOLESTIAS DO
as omiius.

KIAO

MERCANTIL
v
RA HA C AIIKIA IIO RECIFE A. 3,
NOVOE
GEHDE ASMAZmU DE MOCEADOS
RA 1)1 CADEIA IIO KECIFE W **3.
Francisco Fernatules Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do hecifen. 53, um grande e sorlido armazem de molliados de-
nominado Vnio Mercantil. Neste grande armazem encontrar senipte o respeitavel publico um complelo sortimento d(s melbores
gneros que vem ao mertado, tanto erangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porgues ou a relallio por preces asss
cominodos. *.\^
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas de Nantes a 340 rs. oquartoeSCO
de primaira qualidade a 800 rs. a libra, 10200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a irais superior do. mer- 800 rs.
cad'o a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
od nido. 4800 a caada.
Presuntos mjlejes p3? flaabre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, cbegado* neste ultimo vapor, a'. 5#800 a frasqueira.
' Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 cm casa de Caros & Barboza
FAZIMS
3S
preta* para a quaresma
Superiores moureantiques pretos lar-
dosa 35200, 25500, 35, 35500 e 45 o
cevado, bous grosdenaples pretos lar-
Ss a 15300. 15000, 15800, 25000,
500, 35 e 35300 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
-ditos de gorgurao preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que lem vindo Pernambuco, e outras
muitas fazendas de bom gosto, pretas
proprias para vestido, sojieriores rapas
de seda pn-u a 165, 05, 255, 305,
355, 40 e 505, mantas pretas de Tilo,
lindos cha|tos de patha de Italia, o que
pode haver de mais gasto Canotier :
na luJA- das columnas na na do Cres-
po n. 13, ou Antonio orreia de Vas-
concellos & C ;*.
Novos soutaiwbarques. m
Sao chejrados os lindos soutamhar- JB
ques e has^iis de seta pretas, noa- ^B
mente enteitdas, as mais modernas M
que teem vindo Pornaubuco, vindas ^
no ultimo vapor francer., por precos w
mais commodos do que 01 outra qua"l- Ba
quer parle- loja das columnasm. ^T
ra do Cre^ >n. 43, de Autonio Gor- B
reia d Vasooncellos & C ^
AS
Vendc-se'na taberna w inelhor docal do
Campe. Yerd.'., .muito prqpria -para um principian-
te por ter poueos landos : a 'tratar na ra do Ro-
sario da ttoa-Vista n. Si.

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PHulas Vcgetaes Assiicaradas
De Kcmp
Compostas ilos d<>is novos resinoides cliama-
doa Podopiuna c Leptanokima, u iiitcira-
mente livres de Mercurio ou outros venenos
niincraes ou mctallicos, sao de grande uti-
dade nos paizes clidos cm cazos de
DYSPEPSIA, ENCHAQECA,
Con4ipacao ou PrizSo do Ventre,
PADECIMENTOS DO FIGADO,
Affec^fs Biliosas,
HEMORRHOIDAS, COUCA.
Ictericia,
FEBBE GASTRO-HEPATICA,
i: curlriis rtirrrmiiltiilrs mutlocnv
Eu vio rpidamente subattaindo os ant'^os
purganU Urtiticos.
A venda as boticas de Caors de Bartwza'
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.Grande pecliiiiclia
con toque de avarla na loja e
armazem da Arara ra da Im-
peratrlz u. 5 de l.oiireneo P.
M. U uimares.
Vende-se com toqne de avaria.
Vende-se madapolo inglez com pequeo to-
m de avria por 65500 75 e 85, alpodozinlw a
5500 e 55, cambraias lisas finas a 35 e 35500 :
r ra da Impcralriz loja da Arara n. 56.
Vende-se fazendas limpas baratissimas.
Vende-se chitas finas cores escuras a 240 e 2801
rs. o covado, ditas fraocezas linas cores fixas a
330, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara ra da lm|icratriz n. 56.
Fazeudas preprias para senhoras e Meninas.
Vende-se pollinhas com bolaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfuitados a 300 rs., manguitos e geilas,
para senhora a 15 15280, camisinhas bordadas
,iara senhora a 25, ditas bordadas no colariolio e
punhos e grvalas muito finas a 45500 u 55 ~- so
a Arara rea da hnperatnz n. 56.
m Principia a Arara vender as-eochs.
Vende-se colchas avelludadas para cmna a 5,
ditas de lindo alcochoadas a 55, ditas de tustao a
55, ditas de damasco a ty, ditas de chita a 25 :
na loja da Arara ra da Imperalriz n. 36,
Arara vuilc cassas a 2M) rs.
Vende-se cassas francezas linas a i40 e 280 o
covado, oigandjs finos a 240, 280 c 220 a covado:
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Uoupa feita da Arara.
Vende-se palektfs de brim de cor a 35500 e 35' j
ditos de meta casemira a 35500, ditos melhores a
4550O '65, ditos pretos de panno a 5g, 65 e 85,
ditosde casemina tina e debrunhados a 85 e 105,1
ditos (retos de.nlpaca a 35500 e 45, cak;as pretas!
de casemira a 45500, 55, 65 e H&. ditu.- de meia j
casemira, gan^a e brim a 2& c 2^300, ditos linos
a 35500, ditos deferim branro a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25, 25500 e 35, seroulas a
15600, ditas delirJio a 25 e 25500, oolletcs a 25
e 2550O : na ra da Imperatriz 11. SO.
Hatees da Arara a 3 A
Veade-se baloescrinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 33,35500, 45 e 45500, ditos de 3550O, ditos de muselina a 45 : s ua Arara ra
da Imperatriz n. 56.
AraraWHdeoscortes de riscados francezes a 3fr.
Vende-se cortes de ri icados franoeaes com _1'4 i
covailos a 35 o corte : na ra da Imperatriz n. 56. j
Arara veude corles de casemira ,pnela a 3$.
Vende-so cortes de casemira pela para caigas a
35, 35*00, 45C55 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende os soulenibarqnfs.
Vende-se soutembarques pretos mito ricos, ca-; javel publico o aos seus freguezes. que aeliando-se i
pas coupridas e manteletes de supcpior qualidade ;iS obras da Icija do Vigilante concluidas, e achan-
a 225 e 255 : a Arara ra da Imperatriz nu- mero 56. peittvel pubh<*, para assim apreciar o novo galla!
Sedinuas a SOO rs. que se acha n esnaeoH) e alegre campo, guarne- j
Arara vende sedinhas de listrmhas pera vestidos cido das lindas Sores "e muitos outros objeclos de \
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800'F., laa Ha- bom gosto, que tanto saslisfako se acha, .aprsenla 1
ria Pia com 4 palmos de largo e. palmas de seda a o novo canto, chamando pelos seus freguezes qoe
800 rs. .covado : na ra da Imperatriz n. 56. venham ver paca crr, que s assim poderao apre- .
Irara vende .cambraias de carocinlws a 2&S0Q. ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegados neste ultimo
vapor a 2)5800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 3-5000 a arroba.
Cha uxin o raelhor que ha neste genero,
mandado vir de conla propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 2#5G0 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1,5500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoutos inglezes em tatas com differenles
qualidades, como sejam crakDel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 15350.
Bolacbinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 1(5500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de 6gos de coma-
dre a 1(5 e 2(5 cada urna.
Passas mtito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e U um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a l8fo gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vioho Bordeaux das melhores qualidades
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mirao.a 0B, 1(5500
e2,5.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
1(5200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a CiO rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 1(5200 a libra.
Chocolate hespanhola 1,5200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
quesepdedesejar de 7(5500 a 80000 a Cerveja branca e preta uasmelhcres marcas
aixa e 720 a 800 rs. a garrafa. ha arcado a 500 rs. a garrafa e
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 10* a duzia, e 900 a 1(5 a garrafa; deste
genero ha grande porcaoe de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14* e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Dooro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo 4C, ra; Vmbo de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
da Madre de Dos. 400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
30500 a caada.
Yn\o branco de superior qualidade, vindo
fi engarrafado 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
que
5800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
rs. meia lata.
Latas com peixe em posla : savel, corvina,
vezugo, eberne, linguado, lagostinha, a
0300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs. yv.
Maca de tomates em latas de 1 libra a 60C
ris.
Chouricase paios em latas de 8 e meia Iixra
por 70.
Toticinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Covadinha de Franca-a 200 rs. a libia.
Farinha do Maranhno a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e ?4 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 40800 a arrobz-
Oatatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85 i 00 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talharim e alelria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellinha,pevide e arroz demassa para sopa
a 600rs. a libra e 30 a caixa am 6 libras.
Palitos de dente lixados com llr a SOO rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinbos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a fibra e
400 rs. em barril pequeo.
, Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conla propria
de ca-a particular,a 400 rs. a libra; iutei-
rose faz abatimento.
-.-i,
Os senberes que cemprarem de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
TODi ATTBfAO AO VIGILASTE.
Custodio Jos Alves Gtiimaraes avisa ao respei-
Vende-se .um eotoellenle, sitio.ua estrada da
Uosarinho, ctrmprehendcBdo 000 iialiuos de frente
c mais de 2,0u0 deexteneao, alabando muito para
a
neranz TTS '" \ P^S*e Gra .artiiiHiffn de fazendas i.rftas aara a aua- ;f;uendo seas Pedidos Por meio de carIas> ^
GraMC swtanietito de uzeadas pretas para a qua- ro f(zer sertBdocomprido delinete, poden-
resnta.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se Fosdenapie Pjeto para vestidos boa recebeidesiia |*ropr.ia conta, como dos que recebe
CLi4I\I
COMMERCIAL
RA IIO }1 EiJIABO W. 45o
Passancto o beceo da Congreglo segunda casa.
mmm mMM
NOriDADE.
i "onde conlina coii'i o alagadi-o, e o sitio, fazenda a ||M0, 15600, 2& 24400, 24600 e 34o ^e consgnalas.
covado, sarja hor-panhola de seda, panno (mo preto
Caeunda, que hoje do Sr. Tasso.
tontm o sitio abundantes arvores, omo sejam:
imangueiras, jaijueiras, mangabeiras, fiapotiseiros,
liimeiras, limoes doces, fujaeiras, piuleiras, um
grande e ptimo pomar i excelientes Jaranjas,
citis abacate, graude profuaio de caneladas, i)ue i
ipd suppir todas rfssas boticas e casas de .drogas, I
.cajueiros, dends, oyueiros.
CHUGADO PELO VAPOR.
a 14600, 24,25500, 34 e 44 o covado, muito si- g para o vigilante,
perior casemiras-preas finas 24 e 24408 o cova- Grande sortiraento de fivelas pretas e cora pe-
do, merino liiw.u 2400 e 34, dito de -oordaola drinhas de muito lindo gosto assim como dtas pa-
2o00 o covado :ina ra da Imperatriz n.36. ;,ta sintos pretas e de-cores para as mesmas ive-
Arara me madapolo i ancez a 40. ; las que se vende pelo barato preco de 15500 e ti -
Vende-se madajijlio francez enastado a 44 le smu vigilante ra do Crespo n. 7.
, catles, jaiidieiros, 144S00, bretanha de .linho, hamlwrgo de lintw paila GaAVAnNHAS.
izuwveiras fructa-pio, aracaes e bananeiras. I lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, Jjrat-' Tsmhcm chegou um grande sortimeoto de gra-
a fundo do sitio tiste urea malta de grande marte de linho de *0 palmos de largura a -24 n vaiiohas tanto para tomen como pata senhora.
UlliMfjii e abundaate de madeira de diver^ae qua- vara, brim pardo de luido a 800 e 14, dito brando de todas as qualidades e bordadinhas, indo entre
iidada e d'onde se pode tirar inha para weader a 14, 14280 e 15409a vara : na nua da Impera-, esta* urna pe juena ainoslra de lacinhos com ald-
codJ.c anuo, urna rica excellente baixa paraca-; irjz 56.
uim OBstente nos fundos do ^ilio capaz de 6usien- ^rara ytBe laziakae ara vestid a 230 rn.
focado.
Vende-se laazinhas para vestidos efe senhora
de trente 4 90 de fundo, corteado *rs grandes sa- "< '* a aUW "
las nafrante e diversos quartos eswv;osos e fres- Vende-se isio de cores >ara roupa de menino^
eos aa4aonio grande esU-diaria e rande cozi-1 caicas e paleteas a 500 rs. o ovado ganga francei
nha fi'a :" <^clll*a e etara Para ca,?as Pa.le,0s a 4e rs-
Os productos do sitio o cotMtilueai ,uaia ptima o ooirado: na ra da Imperatriz n.56,lojada Arara.
opriedaoV,ujos rendimentos aa sn(Beentes pa- Luvas de IMM'Iii.
n a .susteotafio de urna numeroea aoulia, e so a g^^u.^ lmas de JourB i^nfas nwfas
prxima retirada do prourietari. para ura pro-1 |iro[)rtag ara a (juaresma na roa do Queimado
Piereira RochaAC. acaliaam deabnir na ra doQueimadon. 15 um armazem de molhados denominado Claiim Commercial.
do-se fazeT precos muito razoaveis, nao lo pela* 'onde o respefcawil publico encontrat sempr-e um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quacs
toas compras feiius nesta praca, como dos que ^rg0 vendidos por preces muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom pesi'
* ^ba qualidade dos gneros compnag neste armazem.
Arroz do Maraaho, da India e Java a 80 Owuricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
100 rs. a libra e 20400 a 20800 rs. a ar- libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
roDa. Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas e em frascas a j re. a libra. I Painco a 200 rs. a libra.
1-5200 e 10600 tn fraseos grandes a Cevada a 80 rs. a libra. I Polvo secco muito novo.a 400 rs. a libra.
r intuitos cavallos de verao.a invern, c outra
ntfc-pwa cima que est plantada, pasto para t.
15 raccas de. leile.
^a-ooorigar a vender urna ti uti. proprieda-1 ^gffJStSST '
de ,|ue muito adequada para algum seirijor de |*^TTJ*. ,L"'1{:
SgatbO que queifa vir morar na (raea, o que
teado alguns escraros, pode fazer delta um graade
pjaajapinin : quem mjUer, poto, fazer urna btdla
aMuisieio, dirjase a esU typographia, ou loja
do Sr, Ramos na ra do Crespo, fazendo quina [ta-
ra a do Queimado, qu tender________________________________
FiUJINHA FONTANA.
FariHua da muito acredita a marca
Fontana esembarcada boje, vende-se
pr preco mais commodw do que em
qualquer outra parte : na roa da Crnz
B. 4 casa de N. 0. Bieber C. succes-
gorefr. ___________________
Milko novo a l$t*Q
Vendem-se saceq com miiho muito novo a
2-i'iOO na ra Direita; taberna n, 4, e na escadi-
niada alfandega, armazem da esquina n. 7, con-
fronte ao guindaste.
iraiiruka* de Ua l_ para enfeilea ie camisinlia
de cenhora.
Rccebeu-*e, trancinhas de diversas cores pe-
ca do 30 varas a 640 rs., o de 120 rs. pequeoas :
ua ra do Queimado loja do toija flor n. 63.
Eafeites de redinhas coa lace na frente.
Recebeu-se, variado sortimento de enfeites de
diversas cores a 14400e 24: na ra do Queimado
I loja do beija flor n. 63. ____________
Vende-se ora bom escravo de 30 annos, pou-
co mais ou menos : a tratar na ra estrella do Ro-
sario, taberna ao voltar para o pateo do Carmo nu-
mero 47.
Os precisos latheres pa-
ra crian cas.
Chegaram e acham-rse venda na ra do Quei-
; mado, loja d'aguiahranra n. 8.
ara lodos.
Pecas de madapolo com poucos salpicos de
mofo 44300, 55300 e 64, ditas de dito entesta-
do muito fino 74- Algodaozinho superior com
pequeo toque de mofo por 45 e 45500 a peca :
na ra do Queimado n. 17._______________
nete de pregar em camisinlia cousa muito linda e
mteiramente novo gosto, ver para querer : s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
LUYAS PRETAS DE JOUVIN.
Os freguezes acharao grande sortimento de lu-
vas pre_ e de cores, de Jouvin, assim coaao de
seda de retroz tanto para seohora como para
ci iancas e para homem que se poderao sortir a
Hilarte ; f no vigilante ra do Crespo n. 7.
NOVOS ENFEITES.
Novo sortimento de enfeites pretos e de cores
com lacinhoe de outras muitas qualidades: s
no vigilante rna do Crespo n. 7.
TRINA E VOLANTES.
Grande sortimento de trina, volantes, galdes,
gr;
to
Enfeites para as senhoras
At que chegaram os muitos desojados enfeites
com lacinhos de fitas para senhora pelo barato pre-
:o de 14300.
j S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Fumo da Ierra.
Vende-se fumo da trra de wp-rior qualidade,; (
quina wtrar para a roa Velha. braD.a n. 8.
por tr grande Aajas para anjos de proelsso.
255O0.
Ido_t em caixitduu e-gantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 125000,1,5400,1^00 6 25.
Amodoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 100 rs. a libra e a 40600 rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
a'des'TmuisVbras^de pa'eta para mna"men' j Biscoutos inglezes de diversas marcas a
de igrejas : s no vigilante ra do Crespo n. 7. 1 j;iO ria.
Bolaclnlias de soda, latas grandes, a i$ rs.
a lata.
Ditas inglezas milito novas a 3#000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco retinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 4i0 rs.
Cha hysson, huchin e perola a i #600, ,
2J500, 2800 e 3^000 a libra.
i Vende-se urna nera moca com urna cria de
i mezes, a qual tem muito bom leite e perita
dngommadeira ecozinlieira : quem pretender, di-
rija-se ra do Livramento n. 5, ou ra do Im
Meias de seda branca de pese para senhora.
Vendem-se superiores meias de seda de peso
muito alvas para senhora : na ra do Queimado
n.12, loja do Preguica. ________
perador n. 45, terceiro andar, com Agoslinho Fer- _, "' lfavr ___. Q a^v^ i:
reir Jnior. dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e especialmente da'fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a i 0800,
A f. ten-cao
Vende-se por commodo preco um escravo criou-
lo.de bonita figura, muito robusto, e proprio para
todo e qualquer servico, e muito principalmente
para feitor de sitio por ter grande pratica e enten-
der muito de planlacao : a tratar no caes do Ra-
mos n. 2.___________________________________
.Hez de Mara.
O afamado mez de Mara que se venda a 34,
24 e 15500, com estampas e ntidamente impres-
so, aeha-se venda por acabar a-14000 o volume,
approveilem-se da occasiao, que mui poucos res-
tam : na ra do Imperador n. 13.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de taette e
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra, i muito novo a 640 rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 204OC
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
dem prato a 640 rs. a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
ra."
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 50500
e 70500 cada um com o garrafao.
Gomma do Ancaly a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs, a duzia.
Gr5o de bico a 150 rs. a libra.
Licores minio finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitaraente flor, desem-
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60< rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talharim e ale-
tra a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e' Peixe em latas preparado pela primeira arte
30500 a caixa. de co/.inha a 10 rs. a lata.
Caf do Bio muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroba. | Mero, de flor a 200 rs.
ibra.
Sal retinado em frascas de vidro a 600 r.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 32ft rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li
bra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porlo engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, O.Pedro, D. Luiz I, Maria Pia.
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna do-
la a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Juhen a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateaulominide 1854, a 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muite grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porc3o de outros que ileixa_os
de mencionar, e que ludo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porroes como
retalho.
Quem comprar-de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
MOTILADO


RA DAS CRUCES TM. S*
E
BA DO CRESPO V. 9
Me fealrre de Manto Antonio.
loaquim Jos tomes de Sonsa: tem a honra de participar ao respei-
tavcl publico, que tem resolvido vender os seas gneros de primeira qualidade por menos
10-a 20 por cento doqtw outro qualquer ansunciar, como se v do presente annunan.
asseverando o propietario tfestes annazens a aquellas pessoas que frequentaretn Mes
estabelecimentos, que nunca tero occasiao de reclamar qualqier genero, visto ter-se
.adr.no.io n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialffleiw es-
cribidos,
CHA
oysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8;900
e 8,400 a araoba e 300rs. a libra,
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordcaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 o 104 a dusw.
CIIAMPANHE
a mclhor qne temos neste mercado a 20;000
rs. o gigo.
CERVEJA
mito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.aJ
duzia.
CENSURA
de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. o frasco.
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
urna,
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra*
B1SC0UT0S
cm latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da Jada e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
a 2,500 a arroba
e 100 rs. a
muito nova
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francesas em latas de 1 e 1(2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINIIAS
de Vantes muito novas a 300 rs. a lata.
CONSERVAS
inglezas a 8,500 duzia e 760 rs. o fresan
SAL REFINADO
em frascos de vidreeom tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,006
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a,50ftr&
a libra.
MSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frascoi
MARMELAOA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
muito superior a 500 rs. a libra, eem-caist
a 550 rs.
CHARUTOS
da Bahia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
T0UC1NH0
multo novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA UE ARARTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE ;
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba. *
G0M1NH0S
os mais nevos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a ICO a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode ha ver neste genero-a
20rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 000 rs. a lata.
SABO MASSA
ne*te genero ha sempre um grandojorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
<- II V^Di: *pvMN|L
0 townern Ib moviiaentG afteelaGiona.
Acaba de receber de'sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molhads todos primorosamente escomidos, por isso apreesa-se o proprietario em
onerecef aosss fregueses cao publico em geral aseguinte tabella do3^seus generse
resumidos precos, aliancando todo e qhalquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Pede-se toda atteacto.
O proprietario pede a todos os senliores chefes'de familia e ao publico em geral
que1 ti deixem passar'desapercebida a -segunde tabella:
A* *?.
Neste armazem c no largo do Carmo n. 9", armazem Progrssivo*, recebem-se as
libras que vulgarmente corten! no commercio j>or 8)5890 a 90, o-proptietario era seus
armazens da-lheeest valor, sendo etn pagamento, eistopara evitar eonfusoes em trucos.
Manteiga ingleza perfeitaraen te llr, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs,
GUERRA AOS INIMKJOS
.Vio se ailmitte a unio commcrciaf.
Rae se qaer a diaba da ailianca.
Nao se teme a feria das corsarias.
JEaie auo ha le acr bisse\t.
Os ranhes esto prepara dos.
FOGO l BOM FOGO! f MELHOR
Aaaia a lina d'afaa ae vinagre
Viva a liga da genuino Cheres earn amare!
Viva a conservad >r das conservas inglezas!!
Vivam as litarais fregnezes do B.1LIZ1 ?!!
Vivara todos aae lerem este immnirw.
FOGO!
i
krsm
dem franeeza a 54o rs. a libra; e iOO rs.
sendo em barril.
Cha uxim a'2j7oo'rs. a libra, e de 8 libras
.. para cima a 2,boo.
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixasde 1 arroba' i e kft a 7,5oo,
3,Goo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
garante-se seren muito novas, o graudas.
dem perola a 2,8o rs. e de 8"iibras para dem corintbias prflprias pana pedim a 8oo
cimaa2,7oo, rs. a libra.
dem bysson o mais superior que sep/>de .Marmc-fadas dos mais afamados fabricantes de
dsejar a 2,6oo e do 8 libras para cima Lisboa aOoors. a libra
a-2,300 rs. i Ervilbas secas muito novas a 16o rs. a libra.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras' Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras [tara cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 o 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o melhor (pie so pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
Ervilbas francezas-' em latas a Ooo rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouriras e paios mnito novos a 64o a libra.
dem menos superior aesse que se vende Batatas muito novas emgigos de 34 libra a
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. ( l,ooo rs. e 6o rs. a itbra.
dem mais baixobom para negocio a l.Soo Massa para sopa macarrao, talharim aletria
rs. a Obra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocie a l.ooo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. : e 8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino ebegados ueste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 2,:>oo. garrafa,
dem mais seceos viudos por navio a l,7oo. Charutos em grande quantidade e de todos os
SBNH0RE9 E SENH-O-HAS.
^^fopf4eta4-ido.aade>i>'wiiiTinw rfn itofao-ostobaleoidoi M+foLwnrimo ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os procos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade.
A guorra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda a mais exigeol, que se dignarem vir este cstabelecimemo,
icaro por certa muito sat isfeilas, ro s quanto as qualidades n % aeros} como com o
tratamento todo attenciosoqueselbe dar.
Alm do cumprimentodos deveres da boa educagao, haver d'ora em diante anda
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, aer5o oTerecidos ao exafne
dos Srs. compradores. N5o receie o publico que se pratiqueo contrario, como em outras
casas, que at annunciam o que nao tem___O Baliza no ilrade___
Ameixas francezas em caixinbas eem frascos Licores inglezes e francezesemvasos de di-
IBAIS ATTKfft'lO !
Existe alm d'estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nella, p.rnenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que lodos serao vendidos por mdicos precos.
Tem i o proprietario dos
;om a liga da Unio Commercial,
armazeos do progressisla deliberado nao concordfl
, Clarim, Alliani-a, etc., etc., etc.. de;lara que so con
< h aa em alliar-se aos seus fregueses, fazendo com estes umi liga de interesses recprocos'
tendo os seus alijados a faculdade de comprarem por procos rauilo em conta o bom liam-
ore, o rormidavel queijo e a sjborosa bwlachinln de so la, que fazem urna boa ailianca
com a superior chaoipanhe e o porto fino, nicos que sabetn imitar a unio destes ar-
mizans com os seus concurrentes. Viude, senliores, a >s armazens, aonde podis den-
tre um muito explendido sortimento dosahorosos alimentos, escolherdes os quemis
vos apetecer, cortos de que nunca tereis occasiao de arrepender-vos de gasUr o vosso
(Jinheiro nestes estabelecimentos.
COMPLETO SORTIHEMO.
NO
CONSERVATIVO
23-Largo do Terco-23.
. J'1fluim Sim.io dos Sanios, dono desle nrmazem di> molhads, BcieotiOn ao resneavel nubil,
i o que leem un eomptelo sommenio dos mesn.os os quaes oflurecem mais vantagem aos Srs. coraora-
tom, do que em Un qualquer parte, garantmdose a superior qualidade.
Maateiga ingleza flor |a 800 rs. a libra.
Idum fraseen muito nova a j'60 a libra
bras io.
Caf (Id Itio. de Ia a 2- sorle :I20 e 280 a libra e
arroba 95 e 8&50O.
cm
Arroz pilado do Maranhao o> 90 rs. 100 a libra
N lioalpila a 100 rs. a libra, e arroba 4*800 rs.'
Ser/ej das melhores marras n 500 a garrafa
i-'iiebra verdad-.-ira de l.-.ranja a 15100 o frasco.
I! m do Hollanda a 400 rs. a botija do contra
Toncinho de Lisboa a 320 a libra, e arroba SfiriOO
Passaa muito oras a 480 rs. a libra, e caixa 95
Azc le noca de Lisboa o gallio 35 e a garrafa 640.
Mein de (-arrpalo a 280 a garrafa, e a caada 25
Al. tria M, T, a 480 rs. a libra.
(|Miitia de engommar mnito afra a 100 rs. a libra.
Sardinhu e Nanlea novas a 320 e 360 r9; a lata
o em porcao se far abalimento.
Todo e qualquer comprador
G por cento.
------------------i^-----------1_
que
Vellas de carnauba a 360 e 400 rs. a libra,
dem de spermacele a 560 e 600 rs. a libra
Phosphoros do paz a 25300 a grosa.
Uiscoutos e bolnchinhas de soda a 15400 eSJOOO
a lata.
ChouriQas novas a 720 rs. a libra.
Hlalas a 2J o gigo. >
Bolachinlia ingleza nova a 240 rs. a libra.
Charutos das melhores marcas de 15200, 15500
25000, 35000 e 45000 a caixa, em porciose
fara abalimento.
Vd535500ra 8"U 30a garraf8' e Cana-
W aja? LisLoa 40 a garrara' a """""H
dem de outras marcas a 25700 a caada
dem branro de Lisboa n 500 a Rarrafa.
comprar do 505000 para cima, ter o descont de

^
!
CUSTODIO, CARVM.H0 & C,
27 Eua do Queimado 27
Para meniDas.
i
; ,01b
Leucinhos de cassapelo barato preco de 100'rs. cada n'm.
Cambraias
organdys finissimas a 240 r?. o covado.
de c ircmeos finos bordado a 15 a peca.
Corles de
carnala branca com flores a 35 a peca.
.,.,,, ., Hca* rassas predas
buididas de muito gosto. r
cnktsiade francez muiloflno a 500 rs. a vara. '
de taecl brancos e de cores a 15300 e 25 a duda.
a ,. w L-'-L <'er ac chita chineza a preco de 2.5 cad;. urna.
Tifas bordadas |Wa
amhraia de lhno a 33. M e 53 a varo.
:
-
I

I
h ab a iii

Iticos corte? de 13'dos rai nmettof a riH de 205 o corto.
1 MU
dem prato s melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra.
dem londrino a Ooo rs., e sendo inteiro a
foo rs. a llira, vende-se por este preco
pela porco que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguinles
marcas : Osborne, Craknri, Mixed, Victo-
ria, I'ec-nic, lance, Machinee outras mu-
tas a l,3ooe 1 4oo re.
Polvos cbogados ultiiuaiuentc do Porto a 32o
rs. a libra,
dem em latas grandes a 2,ouo rs. a lata.
Uatachioba de Crakael em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingieras em barricas a mais nova do
mercado a 2,fioo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Ca toes roa bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vao as procis-
ses a Ooo rs. enda um.
Peras seccas as mata novas do mercado a 4oo
rs. a libra. \^
Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
" lacradas hermticamente a I,4oo e 2,2oo
rs. a lata,
dem em caixinbas de 8 libras a 1,800, e
' 2'ni rs. a libra.
finia muito novas a 140 rs. a libra, e 4.000
rs. a arroba.
Amondoas confeiladas a Ooo rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinbos engarrafados no Porto e Lisboa das
segurares marcas: duque, genuino, veiho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, reino superior, madeirasecca. Por-
to superior I). Luiz I, e outras umitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
Ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada,
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada,
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 000 rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conbecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicao a 500 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 /S garrafas tic vinho supe-
rior a 2,000 rs. com o garra fao.
dem com 4 /j ditas de venagre a 1,00o rs. 0
garrafo.
Vinagre PRR em aucoretas de 9 caadas a
1 ,ooo rs, com a ancoreta*
dem empipa puro sem o batisms a 2oo rs:'
a garrafae l,4oo'fs.'a'c'nada'.
Ccns com I dtiziada garrafas de viftbo Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixn c 7oo rs. a garrafa.
Licores france7.es e porfnsuzes das segtiin-
tes marcas creme de violfetas, gerocs, ro-
dua amarga, peretcot. de turin, Botefim,
morangos, limilo, caf^. laranja, cidra, gin-
ja, canella, eravo, rlela pimenta a l.ooo
fabricantes mais- a creditados a ,5oo,
2,ooo, 2,oo, 3,000 e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por alii se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8foo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
dem de segunda' qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e20o rs. a iibra.
Arroz di> Maranhao a toors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Araeatv a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3Ho rs. a libra,
dem de sebo muito dura lingindo esparmace-
te 3iio rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, c em
caixa a ie rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, ja se vwideu por 7.ooo rs.
dem almaco pautado e liso a 3.ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,2oo rs.
a resma,
dem embrulho de 1.2oo a 1, 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 t libra a
l,2oo e 800rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a"2,5oo rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tambera temos en
frascos para 1.4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Mullios inglezes a 800 e 1,000 rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a 1,800 e 2,8oo
rs. a lata.
Seiveja Hon. Tenente verdadeira a6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
o 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassourns de piassava com 2 arcos do ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate porlugtiez hespanliol o francez de
800 a !,oon rs. a libra.
Genebra de Ilollondaem frasqueiras a 6,000
c .>&> rs. o [rasco.
dem em botijas a 4oo rs.
Mem em garrafoos de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
c;iixa.
dem de dentcs liyades em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
GoBMiitios mito novos a 32o rs. a libra e
10.000 a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevatfcntoade Franca a 18o rs. a libra.
Wlho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba'.
Gamma- a-So-rs a libra e 2,4oo a arroba.
de diversos tamanbos a l,2oo, U600,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 800 rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs.-abanada.
Alpiste a 160 rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da.India, e Java 38c e
loo rs. a libra. x ^
Aletria branca e amarella a 4oo~FS. a ljbra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
l,ooo rs. ea 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
5 libras.
dem de diversas marcas em latas menores
a I,8oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la-
tas grandes e pequeas a 3,ooo e 1 ,Soo rs.
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
e 2oo rs. a libra.
Banha de poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a iini rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e l,ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a l.loo
rs. a libra.
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64ors. agarrafa a 800 ea
em barril
versos tamanbos a l.ooo, 4,5oo e 4,8oo
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flw a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ser aberto nm barri* na
presenca do comprador,
dem de 2.a e 3.a qnalidade a 7oo, 600 e 4oo
rs. a libra,
dem franeeza a 560 rs. a lit
por menos. *
dem\JthM9tW6o e a IJUJOO lala.
>h*assa de tomate em barril a 480 rs. a libra,
dem em lata a 640 rs. a lata.
Moslarda ingleza 400 o 600 ris o pote.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
86 a duzia.
Massas para sopa, talharim e macarrao a
480 rs. a libra,
dem linas, estrelinha e pevide, caixird.a
com 8 libras a 15600.
Nozesa 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
l,->a lata.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambro (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 30000 a resma,
dem de peso a 2# a resma.
Palitos para dentes a 166 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 2#200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 1,5800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20500.
Uo londrino a 900 rs. a bbra.
Enfeies de eascarrllha e trauca
a 500 r.s. cada um.
A aguia branca est vnndendo bons eofeites de
["cascawi|he ti-an?..pwtm> e du aerea todos ao
baratissim preco do 500 rs., serviudo elles tanto
para senhoras como pra meninas, a vista pois
da commodidade do proco ninguom dtixaia de os
comprar na ra do Queimado loja da aguia branca
n. 8.
sa, absitito-vespeiro, nmnrperfeto, anten- Peixes em latas aly08-ifs: a fcta j prompto
a comer-se.
l'.iicllo de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
IM para assenhoras.
I, ..llinhas r pnnhos.
riicaraiu as riijuissimas pollinhas com ftunbs
de>l|r(4os hWdadVis e lindo nitro pnarnocidos rom
benitris'BttSonlios tanfo pnn scnbora como tara
Senina, |wis a viste faz fe : s no vigilaniftjruAfjo
espo n. 7.
Cal de Usboa e potassa da
itodit.
Vende-se na ra daCadeia do Rocife n. 26, |iara
onde so mudeu o anpo e acreditado deposito da
masipa-ruan. 12, ambor os gneros sao novse
Ifgitimos, e se vcndqm.a preco mai> barato do-que
laru biualquer.parte.
neiroa I,Ooo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,000
rs. a caixa.
Cafe do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba.
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a Ooo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Cliouricas e palos a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra.
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhascom8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo cm saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a l,ooo rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 80' rs". a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho
1,00o cada urna.
l.ooo rs.
Concorvas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. I Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem francezas de militas qualidades a Boo Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. ..Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste. genero temos grande sorti-iSal retinado,em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Bahia como do Rio de Ja- o pole.
Sabo massa a 120, ICO, 200 e240 rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Mito de Santos e 300 rs. a libra.
Tyolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
dem do Porto a 400 rs, cada orna.
Aelas de carnauba o composicao a 320 rs. "a
libra e a 10# a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 1$ a garrafa e
a 10/ e 12 a duzia.
dem Cherry, eda Madeira em barris e em
caixa, a 12 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras, de
8 a 9 caadas, por 28^000.
Ditoem pipa a 30000, 3$50 e 40000 a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 50 a
caada.
dem idem em garrafoes a 20500, cora o
garrafo.
dem do Bordeaux, das melhores marcas que
vem ao mercado, a 60 a caixa e a 640 re.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 10600,108oo e 20000 a
caada.
dem iilcni.em garrafoes com 8 garrafas, por
10 com o garrafo.
Vinho de caj a 10 a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
AGENCIA
FNDICAO DE LOW-MOOR.
Ra da Seiualla nova a. 42.
Neste estabelecimento cdnfina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batidaecoado, de todos os
tamanhos para ditos.
Kicos enfeites pvra se-
t) hora
Chegaram nicamente para o Vigilante os ricos
enfeites a rajaba; t&Kswssie^faaeneb intriramen-
te moderna emuito barata olHanifo a sua (inalida-
(ht ei#e*o<: s ba faja do Gallo Vigilante, ni* do
Itaa fla Seiftatt !\oVa n. 4?.
Neste estabelecimento vendem-se: tochas de
ferro Moor libra a 120 rs.
FEUtfl
\i\\
Vende-se feij.o mulalinho muito novo a l?^'OO
i o alqueire, e a 360 a cuia. dito mais triponiro a
- Arados americanos e machinas para Jj!1*5c a ? rs-a cuia : na ird,a
lavar roupa: em casa de S. P. Johnslon & C,
ra da Senzal'a Nova n. 42.
crtlxfies
veadem-se
nrsla typographla.
vaslos
Vendeis-so saceos cen 90.icuws de foijp. mi.
tinho muito novo ,a ItOO,' diip tnaje^ig^i.- a
t>5 : na ra Dircita n. 8.
MOTEADO
\
.


1

ftajM uc .cri-v
~"i-t tmr (TFCKirr
t
ARMAZEM ALLIANCA
57-RUA DO IMPERADOR-57 *
DE
Paulo Per reir da Silva.
0 proprietario dcste grande estabelecimeuto de moldados, recebe por todos os vapores e navios os melbores gneros que
vem ao mercado, os quites vende em sea armazem pelos mais resumidos precos
Grande liquidadlo
de faienaas na leja do Pri, roa dt Imperalrh i.
60, de G*ma & Rfrfc
AcOa-se este estabelceimento completamente sor-
ullo de lateadas inglezas, fraucezas, alkwae
suissas, proprias lama para a praca fumo para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parle principalmente sendo em
i.orcao e de todas as fazendas dao-se as amostras
leixando ficar penhor ou mandaro-6e levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavao.
As chitas do Pavao.
Tende cltegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a escolha de seus gneros, tem a hoara de annun- veodem-se superiores chitas clarase escwas pe-
ciar ao respeitavel publico, que ninguem como elle pode vender to barato e por to resumidos procos; servindo como costuma aos |0 barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas s. gu-
seus freguezes com os melhores gneros que se pode deseiar. J"dllas '"ceas unas a 320, 340, ico, 400 e
^ o rs., o covado, ditas pretas largas e estrellas,
ATTEXV-^O* i n?eados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
Querondo o propietario deste tao til estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por i gjJ Pavao "a < imperairiz n. 60 de Gama &
monos do que outro qualquer, garantindo aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem. i ^ casgas 9 pavio a 2i0 so 300 e 3'0
9 IiARGO DO C \ lino 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza, a melbor e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Banha de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melbor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar-
mazem 2,2(M* rs. a libra.
dem uxim, o melbor que pode baver neste
genero a 2,6oo aU). garante-se a qualidade.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, jwrem muito solnvel a
i,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razao de uestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porcao deste genero, a dille-
renca de prego de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Hio em lata de 1 at G Ib. a l,4oors.
a Ib., neste genero o melhor possivel.
Biscoiilos inglezes em latas com diflerentes
qualidades como sejam crakael, victoria
pic-nic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras muitas marcas a i,35o rs. a lata.
Bolacliinbadcsdaem latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a i ,60o e
2,6oo rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 Ib. a2(5 rs. cada urna
Passas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas franeczasem latas de librae meia e
3 libras a l,2oo, 2,000 e 800 rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada iiiii.i, frascos de Nafre com roiha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
viudo ao aosso mercado a 18.000 rs. o gi-
gfc\ e i,800 rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Viubo Borneaos das melhores qualidades que
se pode desojar a 7,000 e 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e 10,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcoede
diferentes marcas muito acreditadas que
ja se venderm por 14,000 e 15,ooo a eai-
xacomo sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Cames, .Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa: Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
48o e 51)0 rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem liiancn o melhor neste genero viudo de
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
r s. a caada.
Vinho do Porto em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
1,'uio rs. a cariada.
dem em garrames com 5 garrafas.
rs.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib. j Vendem-se floissimas cassas persianas cores fi-
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia C|Msa3*0rs. o eovado.ditas raarezas muito finas
9 4rn r a orar' a 24,e o "' dllas aguzas a 240 o 280 rs. o
_ b .. n covado, finissimo oraanJv aiatisado com desi'Bhos
Bolach.nha amertcana em barrica a 3,ooo miUdinhosa320 rs. o colado, Vssas rudK
rs., e em libra a 2oo rs. muito finas a 20 rs., isto na loja do Pavao ra da
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um. imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piassava com dous arcos de | '""s da eipesiria do Pava.
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
bra a 2,5oors. o gigo e 80 rs. a libra.
ferro prendendo o cabo
urna.
l 32o rs cada ^ endem-se as mais modernas laazinhas mossaa-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escovas de piassava proprias pan esfregar mos de largura, proprias para vestido de senhora,
casa a 32o rs. r0UDa Para meninos e capas, e pek) baralissime
Unlinhae ra NntP muitn navas a 32o rs Pre de500 rs- covado, ditas entestadas trans-
bar ntias de Nantes muito novas a oto rs. parentes de qnadrinhos ^ m (3C0 rs n ^
* lato. vado, ditas matisadas muri finas a 300 400 rs.,
Peixe em lata muito bem preparado: savel, ditas mais baratas do que <-lua tambero natisadat,
corvina, pescada e outros a 1,000 rs. a a320rs. o covado, ditas a Maria Pia com pauna
r de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
l_ ,, .. i e ditas de nma sror parda, azul, cor de Ivrioe
Ervdhas portuguesas e fxancezas ja prepa- ^^ proprias para vestidos, sauembarques
radas a 64o e 72o rs. a lata. garibaldes a 720 tt. o covado, ditas scooezas a
: Caf lavado de nrimeira sorte a 32o rs. a' 800 e 400 r. isto s na loja do Pavo, ra da Im-
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco.
dem em garrales com 25 garrafas a 8,ooo rs.
Ceneja das melhores marcas de 5,ooo a
5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa.
Cognac superior a 8oo e l,ooo rs. a garrafa,
e em caixa ter abatimento.
Marmellada imperial dos melhores e mais
afamados conserveiros de Lisboa em latas
delibra, libra e meia c 2 libras a 6oo rs.
Conservas inglezas em frascos grandes a libra, e 9,ooo a arroba.
75o es* cada um. dem do Bio muito bom a 28o
dem franceza de todas as qualidades de' 8,5o rs. a arroba.
legumes e fructas a 5oo rs. Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
Mostarda franceza em pote preparada a loo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para dentes 12o rs. o maco. I Araeudoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a 14o rs. Avdaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinno de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e lO.ooo a arroba. 8,5oo rs. a arrota,
dem de composic5o emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e >,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 6oo rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 6oo rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa cstrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
dem talharim, macarro e aletria a 4oo rs.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a libra.
Ccvadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Marauhao a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 8o rs. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 8oo, l.ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Pataco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sab3o massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo um ponco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
1,300 rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,ooo rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Bio de Janeiro,
de l,5oo a .1,000 a-caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaha a 64o rs. O caxo.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seceas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Cominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Sal retinado em lindos polos de vidro a 5oo Pimenla do reino muito nova a 36o rs. a libra,
rs. cada um.
Mullios inglezes emgarrafiihaseom rolhade
vidro a Co rs. cada urna.
QueijoS flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
I peratriz n. 60, de Gama & Silva.
libra el s c',a''8 ^e Pav*-
Vendem-se fiaos chales de crepon eslampados
pelo barato preco de &i, "5, *S. ditos de pona re-
donda a "5 e H$, ditos |>retos ricamente bordados
a retroz com ridrilho a 1*5, ditos pretos lisos a
.'i-3. ditos de eros a 446O0 v. 5i, ditos de merin
estampadoi 4 2 e 3. duos deliaa 14280 e 24,
Jilos de retroz preto para luto a 64, sio na loja
do Pavao ra da llmperatriz n. 60, de Gama &1
Silva.
Fazrndas pretas para a quaresma reade Pavo.
Vonde-se gropd^naple prefo muito superior a-
I50O0. dito a 1480% 24, 4300, 2480' e :i4, mo-
reanti(|U4; preto muito superior a 34 e 24800, sar-
ja preta hespanhola muito encorpada a 25, isto na
leja do Pavao ma da toiperatnz n. 60, de Gama
& Silva.
O Pai vende para luto.
Vende-sc superior sera da China fazenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletots, rapas ele., pelo bara-
to preco de 25, 24200, 243180 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas lacgas o estrellas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilbo, manguitos
comgollinhas e outros muitos artigos cine se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavao rea
da Imperatri'z n. 60, de Gama k Silva.
Os corpimVs do Patio
Vende-sc os mais modernos eerpinbos de cam.
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavao, roa da Imperante a. 60, de Ga-
ma 1 Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenapie preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1004
e 1^04 ; dilos e cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para bailo casa-
mento a 10, 13, 20 e 304; ditos de loa com lindas
barras a 18 e 134 ; isto na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & sirva.
Os paouos do Pavao.
Vende-se paiiRo preto muilo superior pelo barato J
preco de 24, 24300,34 e 3500, dilos muito finos a
15,'? e 64, cortes de casemira preta entestada a
15, 445O0 e4, casemira preta Ona de nma so
largwa moMo usa a 14800, 24, 24300 e 34, cor-
tes de casemira de cor a 34, 34500 e 64, casemi-
ras .nfe.-iailiis de uma s cor proprias para caira.
LOJA DO BEIJA FLOR. | A 4 Un;', do Oiieimal numero 63.
Cravaliiikas para scnliora.
Vendem-se gravalinbas de .diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-llor o 63.
litas para dcliruiu de vestidos.
Vendem-se litas para debriim de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do (uei-
niado, loja do beija-llor n. 63.
I'eutes travessos.
Vendem-se peutes travessos de caracol na
fronte de borracha a 300 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel licira domada.
Vende-se papel Iwira dourada a 15200 e 14300,
dito de cor de boira dourada a 15100 : na ra do
Queanado, loja lo beija-flor n. 63.
Auvclopes.
Vendem-se aovclopes de diversas qualidades
braaco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 r?. : na loja do beija-
flor ua ra do Queimado n. 63.
VlUis de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
podra Hitando a brilliante vede-se a 15 ada
urna : na ra do (jueiinado loja do beija-llor o. 63.
Camisas de acias.
Vendem-se camisas de meias tnuilo finas a
15200 e 153U0 : ua ra do Qocimado, loja do bei-
ja-flor i. 03.
[jif. i.'s de fita.
Tendo recebido enfeites de fita pretas de co-
res mais modernas que se esta usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
i Ja de lia preta para deb um.
Vende-se fita de laa preta para debrnm com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-llor ra
do Queimado n 63.
filas de linho para bordar vestido.
Vendem-se Atas de Imho para bordar ("vestid
oa roopinho de meninas eom 40 varas a 640 e
0Q rs. a peca s quem tem loja do beija-flor
roa do Queiinado numero 63.
liotick de madreperola.
Veadem-se boies de madreperola ais moder-
nos que tem vindu para puuhoe de senhora a 330
rs. o par : s quera vende por este preco ata
ra do Queimado, loja do beija-llor numero 63.
fila de velludo pa bordar veolid*.
V*ide-se lita ie velludo preto eom 10 taras a
3U0 rs. a pnca : s <)uem lem por este proeo a
loia do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de veluido Imrdadj.
Vende-se fita de velludo prelo bordada do di-
versos gostos e mais modernos proprios para qoa-
resma : s qoem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeilar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na oja do beija-flor
ra do Queimado a. 63.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos de balanco de 1 bo-
tad a 5300 a duzia, ditas de 2 boles a 60400:
na roa do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Domias.
Veodem-se dminos moito finos a 15200 e
1|V00: na loja d- beija-flor da ra do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 re. : na
ra do Queimado, loja do beia-flor n. 63.
recebeu as verdadeiras
Luvs de Jouvin
pretas c de outras cores.
Papel de cores.
Folhas granas para enfeites de bandeijas : tea-
dem-se na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
Omclla muito nova a l,ooo r. a libra. potoloto,oltato, capas para senhora, roupas para
Alfazema a 2oo rs. a libra e <>,ooo a arroba., meaioos a 34 o 35 o covado, ato na loja do
Graiva a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.! Pava0> ruauaImperatriz n.60 de Gama & Silva.
______________________I--------------- \ roupa do Pavao.
_ qQ Vendem-se paletots de panno preto sobreeasa-
AO II. o. eos fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a
Nova loja dos harateiros na rua do Queimado. 164, 20s, 234 e 304, calcas de casemira prela boa
Ricas saus de fustaoa 34, camisas inglezas para I fjueuda a 44300,55, 64, 75, e 85, paletols saceos
senhora a 24, 25500, 35 e 44, cobertas de fustao de panno preto a 75, ditos de casemira
r\FKI1ES
brancas a 35, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, laas para vesti-
do a 480, 360 e 640 o covado.
Ao u. 29.
Nova loja dos harateiros na rua de Queimado.
fazenda muilo fina '
de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merina
preto, dilos de brim de cores, calcas de eaoumira
de cor a 45.' 35,65, 75, ditos de caxemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25300, ditos
de cor a 24 e 25300, ditos brancos moit finos,
sto na loja do Pavao, rua da Imperatriz a. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavao.
con lace e outras qualidades.
A ajMiia branca acaba de receber um bello e
completo sorlimento de enfeites com lacos, ditos
sem lacos, etc.; tambem recebeu outros mui bo-
nilo>, segundo suas recommendacoes vieram dos
que ha de mais moderno e apurado goslo : assim
os preteodentes munidos de dialnirn soro bem
servidos : na rua do Queimado, loja d'aguia bra
ca n..
Frascos
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. *.
Fivelas com pedrasno*
vo sorlimento.
A agwa branca recebeu por sse ultimo vapor
um nove e bello sorUmento das procuradas livelas
com pedeas, podendoassim satisfazer a todos que
deltas precisarem, roa vez que appareca dinhei-
ro : na rea do Quemiado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
PAPEL I1XGLEZ
*liua de peso.
Alem do grande sortmeBto de papel greve e ou-
tras muitas qualidades, que constantemente se
aeltam na loja d'aguia branca, faz-se notavel pela
eoperioridade de qualidade o papel inglez almao
e de peso, que acaba de ebegar para a dita loja -,
um e outro sao mui eneorpados e de um assetina-
do lustroso e icio, que na verdade a', odoe agra-
dan. As resmas daqueile tem 480 folhas, e ae
desle 300, e anata cada ama 84. Tambem veio da
mesma qualidade e de tamanho pequeo, em cai-
xinhas de 100 foHias, tanto liso como beira doura-
da, costando este 24, e aquello 14200 a caixinha.
Ja v-eem pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro serao be servi-
dos : a rua do Qavnraado, loja d'aguia branca
atunera O.
COPOS COM i-
I\II%o
A aguia branca acaba de receber os bem coabe-
cidos e apreciados copas com banha, c* quaes es-
tad sendo distribuidos eom aquellos pretendendes
que contribuirera com 4300 vinta : teso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MUITO IHUS MAS
liara seuboras e laeaiuas.
A aguia branca roeebeu mui boas meias france-
zas, do fino lecido e fio rodpudo,. o que as tornam
de imuiensa dura^ao, porque nuiU) convm, anda
mesmo custando 7 e i, como so oslad vendendo a
dioheiro visia, aa Iqja d'aguia branca, rua do
Queimado o. 8.

Tarlalanas de todas as cores, ..
a 730 a vara, cambraia para cortinado, pera de 22 I Vendetn-se ricos cortinados proprios para janel-
varas, por 104, chales de la por 34, 44, 54 e 84,; |a t camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
camisas inglezas para homem a 3K4, 504e 604. melhor que bao mercado': na rua da luiperatriz
Ao b. 29.
Nova loja dos barateiros aa rua do Queimado.
Mcos prelos, franjas de todas as qualidades,
'n. 60, dc'tiama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro
__Vendo-so para mais do 180 milheiros de lo-
Iha e tiydo de alveaaria batida, ladrilho e tapamen-
to da mallior qualidade que podo appareeer : quem
nistrador Zacaras dos Santos Barros, no boceo
das llarreira, oiaria n. t, ou oom Jos Hara
Concalves Vieira Guimaraes, na rua Nova n. 49.
irVde-sfl Brt cabriole! inglez de quatro ro-
das para um ou dus cavaBos, um cara lio redado
do mesmo cabriolet, um carallo rosilho hom an-
dador do bnixo i s
pe, sujo n. I.
Bolas para bilhar.
Francisco Garrido lera para vender no seu esta-
belecimento, rua larga do Rosario u. 37/ excollen-
k* botas para bilhar; sendo um jogo de 4 bolas por
304, panno para o mesmo 605, HUt a groza 125,
urna duzia 14200, salas para o tacos 25 o cento.
Fo&ro do ar
Recebem-a encommendas de fogo do ar : no
trancas de seda, de algodo c de laa, manguitos e I P" para cama pelo barato preco de o5 cada nma
camiVinhas bordadas, collarinhos e punbos, folhos i na rua da Imperatriz n.60, de Gama & Silva
bordados, botCes de velludo, de seda e de fustao, i As calcmnas do Pavao.
bandos de calo-lio, meias de seda, loques ; cojos | Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
rligos se vendeni por atetade do seu valor por ser i ra meninas pelo barato prego de 300 e 640 rs.,
para acabar. mtanguitos para senhora e meninas a 300, 640 e
------------ mM J^ SmZm-------------!w, Ts< camlsmlias rom manguitos a 15280: na
L,lixs e pellica. i eja de Pavo rua da Imperatriz n. 60.
Chegaram para a loja dagma branca, rua do; _____
Quedado n. 8. bordados do IMtao.
---------------------------------------------------- ; Vendem-se cainisiiiliae de cambraia muito tinas
^tlida (leum(lliypullttC(l. com manguitos e golas muito bem bordadas pelo
\c li.iii,lil..^ J* uaa faUiJ-a* liaratoprerode 15280, dilasde fil a 15, ricas
US I iquilla Idrios O* a8a ailUa t pe|erina:; ou T0W^n?, bordadas a I5e00 e25, su-
Jos Antonio 6^(0 vendefll llVWrlhe- periores manguitos com golla e a balo a 35 e 45,
.-i una lni I...L aaantthae V;\U\'c.*u.eai, sendo amito bem Iwrdados e os mais modernos
(I q* teni^ nos cafMMS Mnllo W css quc ,^ llierca(la> ^,05 eaaaWefeu a 34
C CabllUSSD no lermo fJ Ser'lllliaCffl DO e 3550O, gollinhas finissimas de cambraia a 300,
vaUr i 2i *fi2Sli 1 m lMlap'afi ditas de fit a 240 e 320 rs., pegas de ntremelos
.1 ioi .).>,! i is- ,d lrdldrd^.Cl)m 3 varas a 640 rs^ tiras bordadas a 14, o ou-
Casasa roa do Trapichen. 34. '. tros muitos artigos neste genero que se venden
----------------------------------------------mais barato do que em outra qualquer parte : so
r1 irllill Da 'Ja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de G-
\ n -u ma 4 Silva.
No armazem de Joaqaim Francisco de Alem,
Forte do Mattos, vende-se farinha de mandiocade
superior qualidade a 45300 o sarco : |H>riaato
qiU'in ti\>er precisad aprwelte apochincha._____
Kna da Senxaila n. 42.
Vendo-ee, em casa de S. P. Jobnston & C,
sellins e Ihes inglezee, candieiros e casti-
ces bronceados, lonas inglezas, 6o de vela,
As capas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda piola ricamente
enfeitadas, sehdo as mais modernas pelo barato
preco de 204, 234, 304 404, sautewbarqucs de
soda prela sendo ricamente enfeitados a 205, 235
e 309 : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As rainhraias do Pavio.
Vendem-se pecas de cambraia muito fina com
chicotes pana carros e awtaria, arneios para lpicos tendo* l|2 varas ada peca a 3 < 0, ditas
rarrn dcuoip doau cavaUa* re^lrtoinc d :i& e 3530, dilas adamascadas muilo imas pro-
arros rje um e dous cavattos, e relogios de ^g ^ C(^na(los a % dilas a |K!Cas de
tro patente inglez._______^__^^ cambraia brancas lisas fazenda moito una com '8
Olima F* 34S0O, 45,44300, 34, ditas de qua-
os proprias para forro o babados por procos moi-
farinha de milho a oito patacas a arroba : na rua
do Brum n. 32, fabrica de costura vapor.
to fazoaveis: na loja do Pavo rua da Imperalriz.
Panno de lahn.
ende-se arpaca preta a SEO rs. covsdt Vende-sc panno de Irimo com 4 palmos de 'lar-
Vende-se al|iara prela para vestidos a 500, <500, gura proprio para tonres, toalbas e ceroalae pelo
700 e 800 rs., lina de cordao a 800 rs para >pale-: barato piweo do 040 rs.a vara, bramante de linho
lot, princeza prela a 800 c 640 o covado, bomhazi-, con) 10 palmos de largura a 24500, algodotinho
na preta fina a 15400 o covado, ISatinbas preta monstro com 8 palmos de largura a 14, pee6 do
para seniora que Miad de loto a 7 o covado :' Hambufgd cora 20 varas a 05, 105 e H#, peeaoae
na ruada Imperatriz n. S6. A loja st aberual ~ madapolao fino a 74S0O4 85, 05 o 105, ditos-de
as 9 horas da noite^_____________^_____ a^aezinho a 05, 64300 e 74, e ouiras minias
1 "'.. ----D i.- fazendas brancas que se yendero muito baratas
Alg/'dao Ha BHllia af,m e apurar dinheiro : na loja do Pavao roa da
para saceos de assucar e roupa de eseraro; lem i jmperatriz o. 60, de Gama & Silva.
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevtdo &! Corles de cassa a 35500.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35800: na loja do Pavao rea da Imperatri n. 00.
de Gana di Silva.
O Pavo vende laazinhas pretas.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam do
receber de suapropria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annuucianto, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios rilo s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1005 para
cima ter5o mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
odos 08 seus gneros se recobidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
yender por muito menos do que outro qualquer estabelecimeuto.
Vellas de carnauba e composico de 3o a
36o rs. a libra e de lo,ooo a 11 ,ooo ra. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de cunta a
440 rs. a botija, eom duzia ou einbarrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarro, talharim e aletha
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, radiaba e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
doce de goiaba em caixas de diversos una-
nnos de 6oo a i,ooo rs. o caix2o
Sabo massa de 2oo a 2io rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de Mttftr
nha de l.oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de arroba, l > e 8 libras
a 8,000 4,ooo e 2,ooo rs. a caixinha.
Barris de vinho braoco de quinto, marca B
Filho a GO.ooo rs. o barril,
quedo Porto de 1834, vioho do Porto ve- Marmelada imperial dos m lhores conserva
lho superior, madeira secca de superior i ros e Usboa a 64o rs. a Ltinhade 1 librb,
quabdade, vinho do Porto superior D. Lu-! ha latas de I */i e 2 libras.
ixl.dei847, lagrimas do Douro espe-|Massa ae tomate em latas domadas de 1 libra
al, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs. a g40 rs a igta.
a garrafa e de lo.ooo al i.ooors. a caixa Ameixas francezascm caixinhas elegante-
ingieza tlor a 8oo rs. a Abra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolioho francez e em caixinhas de 7oo a
l,5oo rs. cada uma.
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Preranto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libia.
Mem fcyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perola o melhor que se pode desejar a
27oo rs. a bbra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
Wem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
ndo, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 4833, Du-
com uma duzia.
Bolaobinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata,
Biscoitoi inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
mente enfeitadas de l,5oo a 3,000 m a
caixinha, tambem ha latas de 1 Vi a ti li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a 1 ,Coo
rs. o frasco.
Chocolate portuguex, hespanhol, francez e
suisso a f.Joo rs.a libra.
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a Conservas inglezas das seguinbs marcase
8oo rs. Mixde-Picles e cebollas simples a 75o i s
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor 0 frasc0i
i 2,5oors. cada um. ; Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
dem prato a 7oo rs. a bbra. a 720 m a garraf
Vinhe em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinlia.
como sejam B & F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas, Porto, Lisboa e Figueira ; 2,5oo a 4,ooo rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o,,g4o e8oo, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
Porto fino em garrafa, e em nada a a2i,ooors. ogigo.ede l,2ooa2,ooors.a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor j garrafa.
. do Porto. Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
IdemBordoaux das mais acreditadas marcas ,,ma\ 0
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,ooo rs. a caixa. ** g^E**0 0U hzo de '** a
GTrZn%%!^llVT^ o ". a libra.
do Porto a 2,zoo rs. com o garramo. .,iu i ____.i < u i-<
dem com 5 garrafa de itabo da Figueira mais, M'lho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a t-
proprio para a nossa cstaco por ser mais ,-,' ,, __ a a ar> '
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo. ** gaz 2'2o rS" a gr0sa e 2o r8' a
^TrSfaS^ VHagre a 1,2 rS' ^ Vasos'inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
com o garrafo.
Viaho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a olio rs. a garrafa, e a
4,300 rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcSo.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualqer liquido de l,ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1 ,ooo rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo.ooo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 8oo
rs. a libra.
dem francez refinado a 8oo rs. a garrafa. Genebra de laranja em frascos grandes tr
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a | l,ooo rs. o frasco,
lata. Serveja das mais acreditadas marcas de
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
. a 3,5oo rs. cada uma.
IwuoiDho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nftzes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa,
dem em botijas e meia1:, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,Soo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 8ooomcrtho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Ca de 1 .*, 2." e 3." qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, doCear de7,8oo, 8,6oo, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e9.2oo rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranho a 44o rs. a libra. '
Arroz da India, Java eMaranhSo de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 46o rs. cada um.
3,000 a arroba, e de 8o a 4oo rs. a libra. Comiabo a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
i libra, ba caixas meias e quartos.
Sevadiaba de Franea a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Canella a 1 ,ooo rs. a libra.
Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas,
C, no seu scriptorlo rua da Cruz n. 1.
GAZ GAZ GAZ
por pre Vende-se gaz da melhor qualfd. de pelo
pre-;o de 465 por lata de 5 galOes: no ar- r ajjva.'
mazem do Caes do Ramos n. 48 e rua do
Trapiche Novo n. 8.

Vende-se uma barcaca nova de 4 viagens,
bem construida, de 45 caixas, boa velejra. a di-
nheiro ou mesmo a prazo assim ofloreea boas fir-
mas : a ntender-se na rua Direiu eom o Sr.
Bento de Barros Feij.
A Mara Pia.
O Pavo vende a
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos i
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vaporrrancet pelo Itaraao proco
de 85 cada um : s na loja do Pavao rua da Im-
peratrn. 60, de Gama 4 Silva.
. Qs baloe do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou balSes de 30 arcos tan
Vende-se um carro com vidrafas^proprio pa-
ra particular e com arreios de metal principe : I
qoem o comprar nao far a moaor despea. Tam- lo brancos como de cores sendo nertea imane
mu bomsovendeaparelhadecavallorooa, gordos f^n ^^eXSrcom\S
armazem da bola amarella no oitio dajecrettia' e grandes o muito trotadores Do-carro o na sella, de 33 arco ^^Lf.J'f'ij*. C?J gg1^
de polica, sendo o meamo fogo fabricaoVna fabri- andam baixn at meio: a ver o Miar na rua do a 45, *J* J" f&f^fcJ? ?l
ca da viuva Rufino, na estrada de Joao de-Barros, Cotovdlo padaria n. 31.
CAL DE MSBOl
Veadem-se barris con cal des-
tadjNPOcedeaeia, em pedra. bega-
da boje, e nica aova, mercado, na rna do Trapicheo.
13, armazem de Manoel Velxel-
ra Basto.
ATTINflO
i
Acha-se fgido o escravo de nome Faustino,^
idade 40 nios, pouco mais ou menos, cor fola, at-
ura regular, grosso do oorpo, bem ospadado, I ar-
bado, e j com alguns cabellos brancos na barba,
bracos e pernas grossas e bastante cabelludas, lan-
do as pernas arqueadas, porm nao muito, cnstu-
ma andar em sambas, e as vezes embriagase bas-
tante por postar muito do beber : portadlo ropa-
UBre^pT^ autoridades petiriaes desta e das pmvinctes
nfesB7eTEvanmgS 1 vo..; Ke de SN ?^!S&S&ZSZfSStgSi '
, ieY0unj01, sm sonnoro major Anionio da Silva Gusmao, na
Bebi des mirarles 3 vols. i Goisot, Revolntion
d'Angielerre 1 vol.; Ghaielet, de la prostiiution l
vela..; Magalhaes, Tamoyos 1 volume; Mendes,
Eneida Brasileira 1 vol. ; Heitor Pinto, Imapem da
Vida ChristaaS vols.; Le Sage, Diabo Coxo 2 voK;
,V.. da branles, Missal Especial. 1 vol. : na rua
estrena do Rosario n. 12.
i i .i
ESCRAVOS FGIDOS.
Est fgida desde 28 de margo uma mulata'
rua Imperial, assim como roga-se aos capitats de
campo a apprehensao do dito escravo, que serio
bem gratificados. .
Fugio no dia 2 de margo do rorrenTe inrio,
do engenho Floresta do termo de Atalaia, provin-
cia das Alagoas, um escravo de nome Luiz, crios
signaes sao os seguintes : cabra, com 22 23 Vi-
nos de idade, corpolento, estatura regular, caira
gorda, sem barba, os beicos um tanto grossos, #m
todos os dentes e bem alvos j enjo escravo pre^u-
me-s'e andar no centro desta provincia, ou na Es-
trada de ferro : quem o apprehender nuder rn
i pavao rua d Imperatriz 60, de Gama & Silva, I rfratificado.
qnein a pegar, leve- roa'do Hospicio n. II, qo I Jos'Ca'sdrdeTccroV Lima, que ser recompen-
sado generosamente.

'


uiario .c rernHuinaco Miiartn lelra de tbrll de 1 f.
-~ *m- *'
LITTERATRA.
A IRMiA DE CARIMBE.
Ha no mundo nm ente bemfazejo e solicito, cuj
niisso providencial 6 volar sobro nos, cuidar da.
. inf.ain.., procurar-nos, se possivel, todos
l |,ens da vida, r oonriliar os nossos in'erosscs
un os veres que somos ligados ; um
t-ni* me deve especialmente orcupar-se da nossa
taeSo, porni (|iie soffre, quando nos soffremos,
a-se, quando nos alegramos. i|iio nos arompa-
em todas as vicissiludes da vida, eno extremo
i u amor desojarla, lalvez morrer comoosco
nossa mae I
sobre a torra para nos
se tem atacado ltimamente todas as instituicoes
pas deste feliz Imperio, ondo o espirito hetero-
doso dos inraiigos di.egreja nao pode ver seno
com demasiado pesar, medrarem as associacos
das irmaas de caridade, dos padres lazrtelas, e at
mesmo dos proprios capuchinhos, cuja reputacao,
cujos relevantes servicos, cujo zelo ai
guem jamis contesioiLe o paiz tem ariamente p
coahecio.
Quando todas as nadies teem franqueado os seus
portos a esses obreiros do Evangelho, (mando o
proprio islamismo inveterado nos seus antigos
odios votados ao nomo rhnstao, eedeodo_ forca
irreslstivel dos toctos e da eyidenria, teem reeo-
nhecido a importancia de taoSublime obra, abra-
cado, admirado, e mesmo lomado o zelo infatiga-
vel desses berdeiros da virtude por excelleacja,
quanto nao para lastimar que o paiz joven, edii-
Anjude Dous baixado sobre a torra .
guardar com a egide do amor, quem jamis se in- cado desde o berro as mximas do catolicismo.
teressoa laolo por nos, quem nos tralou com tanta : queira arredar-se dessa senda de gloria que Ibe oi
ternura, qnem nos prodigalisou tantos cuidados ? Iracada, e manchar a sua reputacao ?
entendeu que nio era bastante ; e propoz, que nin- da enorme, e coneftem que tambera elles podem quatro nieHera,^em carruagem al ao cinto do a0 mesnjo i. igia armas Grerco
gero podessa ser admiuido sem jurar: 1, que com o encargo. ^Ilegam qne nao esto aperlado' boulevard, e da roa Upelletier. Ali aguamara* recebeu por diversos gentes, entre ouiros Mos-
nunca pegou era armas contra o governo**, qua n'uma pequea ilha, nem dominados por nma aria-! at mcia nouje sabida do imperador, olh3odoj-* Geno, dez l>ombas, revolver*, punhaes.
nunca presten auxilio rebellio-3, que nunca tocracia egosta, e que, sendo os seus recursos pro-' por yezes em tora com descoafiac*. ~mei^^T^S^Z ^JSS^^ "" ''e M?z"
menea emprego algum da coofederacio nem teve diglosos, nada Ihes de ve me.ter medo. O porvir. n T,,h n m Inia de Rtu- "Unios que doviam acoKhalo. ? W '""
relacoes com as autoridades de Jeffcrjon Da vi?.
Mr. James Bayard, eleito senador pelo De-
laward, declarbu que nao admitte semelhantes
prcsrripccs. Poda, sem trahir
conformar-se com as novas
nunca.praticou com os separatistas mas emende,
que a constiluicao nao lhe prescreve semelbanie
a consciencia,
exigencias, porque
Prvir> t A 29, Trabucco e Greeco foram a loja de Ran-
em nao remoto periodo, se encarregar de rednzrr ca, a pretexto de cenar cabello. Depois entraran
estas jactancias ao justo valor.
que
Em Julho di
as passagens da opera, e examinando se eram vi
Em jumo do 1863, estando em Miln rece-
bou a visita de Nalale e Itnperatori, um di* rom-
lian u-iiyw .. iir ,-, ,l nm U-..i. >"'"'"
nistro Seward teve o desplante de dizer quo a' A 30, Rancial e sua mulher, entrando para a
guerra nao so- nao havia empobrecido pessoa algu- 'opera, encontraran! os mesmos individuos a porta
encargo, que o senado nao pode expulsar quem ma, coma havia augmentado muito os recursos na-' do edilicio.
cuidados ?
Que sculo mais doce ja oi imprimido em a nos-
sa faro, que carinneso affocio, i|ue suave enleio,
que mysteriosa alegra jamis algucm ex|ierimcn-
lou que se pndesse egoalar aos preciosos momentos | grandes mi
i*n ene stivemos entre os bracos dessa filha do compelemos
Deixemos i|ue grandes vultos na Europa se te-
nham conspirado contra os successores de Vicente
de Paulo e contra as instituicoes monsticas ; as
grandes inlelligencias nem sempre sao as mais
liara opinarcm em materia desiaor-
amor 1 Mulher ou anjo, ella passa sobre a trra jdem : pairando muitas vezes em urna regio de
como una emissaria de Deus, que deve zelar dos Musites, naufragara em suas ideas ; o orgirtho
eonvida a render-lhc as nossas Immenagens. Ao' o apanagio dos Vollaire e dos Rauspeau.
seu lado apparece um oulro ente, porvenlnra mais | Abramos a historia, e fallemos a lingnagem dos
nrcoioso, que cninmungando eguaes senlimenlos de; fados. Percorramos esses annaes da proiiaganda,
taruma, dedicaran e amor, prcenche todava tima c contemplemos ahi esses hroes da f affrontando
niisslo mais elevada eaugusta : a Imia de Cu- |>erigos, Jrabalhos, perseguicoes, snpplicios e
asylos,
nrtoilr. Uie e irmaa ellas niarchain sempre uni-
das por um s laco, que oamor ; mas o amor,
que em urna apenas um scniimenlo todo filbo da
jialnreza, ou urna forca magntica que se traduz
i-ni um pendoT ou tendencia para cortos e delor-
miOMos .-eres, em a outra o senmento elevado
a ralhegiiria de virtude, que tem urna espbera mais
ampia, um fin mais nobre, que ligar a humani-
dade em urna s radeia, cujo primeiro lo a ca-
ridade que so acba engastada ao Ibrono de Deus.
fio ten do barbarismo nos coniomplamos sce-
nas espantosas, que analysadas polo escalpcllo da
raan esclarecido pela luz do Evangelho, parece-
ran) desmentir esses senlimenlos tao ntimos da
naliireza, e sullocar a voz da consciencia que nos
induz crcr, que una Ici especial foi gravada pelo
Creador lio coraro daquelles que nos dao o ser
aqui sao as Espartanas que exercein atrocidades
para rom os seo.- filhos, afim de acostuma-los aos
duros Irabalhos da guerra; ali vemos um Bruto sa-
crificando os seus Minos no altar da liberdade.
Ao caiboiici.-mo, pois, eslava reservada a gloria
de aperfecoar todas as leis do coracao, bazoar o
amor em um principio mais solido, desterrar es-
sas ronsideracoes mvranu-nte naluraes e pessoaes
que nos Icvam amar os nossos filhos, os nossos
simelhanles, c em geral aquellos que mais prxi-
mamente se aeham ligados nos ; fazer que o bo-
rne n. ame a seu semolhante, nao smente por cer-
tas circumsianeias particulares, por re.rtos ttulos
que o tornara iredor desuaadhesao e sympalhias,
mas porque tem um dever que a religiao Ib'o im-
pe ; que a mae ame a seus lilhos, nao somonte
para obedecer voz da nalureza, para cuidar do
seu inioiesse temporal, do seu Lcm oslar nesta vi-
da, mas tambera porque Deus qur que ella os
ame, que os instrua, que forme o seu coracao, que
os dirija em ordom conseguir o seu ultimo lim.
l que outra religo poda mais cabalmente preen-
eber essa> coud(es que a religiao de Josus Quis-
t 1 E' elle quem nos ensina amarmos os nossos
immigos, e por amor delle supportarmos todas as
fraquezas dos nossos semelbanlcs; elle quem
faz do genero humano urna s familia, que nos
chama seos filhos para que lodos sejamos irmaos
ligados pelo vinculo da caridade : e por esta vir-
tude sublime que nos vemos pralicados os maio-
res prodigios de dedicacao o amor, que vemos o ho-
nu i. quasi que declinar de sua altadignidadc para
ceder essasdoces inspirafoos que oiinpellem hu-
nulliar-se dianto do seu semelbanie, exemplo do
Divino Mestre ; por intermedio dola que a reli-
giic, como mi solicita, procura remediar todos ns
malos que afJJigem a triste humanidade, satisfazer
as suas niais urgentes necossidades, consolar os
afflictos, enehupar o pranto do infeliz, e fazer que
o homem no meio desse mar tempestuoso, seguro
ancora da esperanca, e tendo por santelmo a
, possa c egar ao porto da salvaeao.
A caridade o vinculo que liga o homem
Deus, o logo sagrado que ardo na pyra do amor
que abraza o coracao do rente ; ella quem faz
que o homem soja polo amor aquillo que nao po-
, doria ser pela forca, nem mesmo pela f.
Mais nobre e mais sublime que os sentimentos
da premia na tu reza que nos levara amarraos os
nossos amigos, os nossos prenles e os nossos li-
lhos. a caridade, partindo de un principio mais
elevado, se nos manifesta debaixo de mn carcter
todo sobrenatural e divino, fazendo que. sintamos
mi verdadeiro interesse pelo bem estar dos nos-
sos semelliantcs, pela sua felicidade, que conside-
remos como lilhos aquellos de quem nenhum ves-
tigio temos de cor.hecimeuto, de quem um benefi-
cio se qur, nao havemos recebido.e aquellos mes-
nos que nos ndiam, que nos aborrecen!, sao por-
ventura objecto sobre que recahom os favores des-
sa sania virtude.
Misso augusta por sem duvida aquella que
tem por l'nn alliviar os paderimentos da humani-
dade, Roccorrer os infelizes E' o calholicismo
qnem nos falla, quem nos demonstra altamente
esta verdade as pessoas dessas novas Kitker do
christianismo, dessas heronas do seclo XIX. A
imiaa de caridade uin Ir.insumplo de Deus,
a imagem de Jess Chrislo reproduzida entre os
tomen*, e a sua instiiuico urna das mais bri-
hanles glorias do chrisiianismo nesles ltimos
tempos.
Pretender offuscar essa gloria, desvirtuar o ca-
rcter de tao pia instituicao. querer oppdr as tre-
vas luz, a razo evidencia, tornar-se ru de
sua propia consciencia. t Formadas, diz Bos-
suet, por santissimas regras, ellas se oceupam
no servico dos pobres e enfermos cora tanta casti-
dade, hnmildadu e caridade, que nao permiltem es-
qiiecer o seu incomparavcl pac o fundador, e o es-
pirito que Ihes elle imprimiu com o sello de una
immortal duracao. (I) Nossas pocas calamito-
sas em que a sociedade. entregue aos horrores da
mono, parece suecuinbir ao desespero e ao desa-
nimo, que tocante siena, que espectculo enterne-
cedor nao o ver se urna mulher oppondo natu-
ral delicadeza c fraglidade do seu sexo um valor
e nma dispo.-icao verdadeiramente varonil ?
Onde quer que a humanidade solTre, que urna
f.iniilia gerne ao peso da indigencia e do infortu-
nio, que a urphandade chora desvalida, ahi veris
urna filha de Vicente de Paulo miligandoa afflic-
fo de uns, levando palavras de eonsolaoao ou-
Irns, dis|iensando o obulo da caridade por entre os
intVttzes, e dando aos enfermos os soccorros espi-
liluaw. Com que docura, com bondade, nao dis-
tribucni ellas esses d'ons ministrados nicamente
pelo seu ardente zelo pela causa dos seus irmaos
em Jess Christo ? Quem nao sentir-se-ha possuido
de nina emi'Cao indizivel ao prosencear o modo af-
favd, a ternura, o rarinhoso affeclo, com que es-
sa s mulheres anglicas eslroilam em seu seo o
^ohre orphozinho, impriraindo-lhe na face.um
doce sculo, cobrindo a sua pello desnudada, sa-
ciando a sua fome, e sobretudo instrundo-o nos
rudimentos da f ?
Aqui poder-se-ha descobrir de quanta vantagem
6 a r> ligiao, quantos beneficios nos ella presta nos-
sas inclytas filbas da caridade.
Feliz o paiz que possue em seu seio tao pia, quao
ulil instilnic.o. As familias menos favorecidas da
fortuna acharan ali um asylo de educacao para os
seus lilhos. Maes de urna nova ordem, mais eleva-
das que aquellas que nos deram o ser, maes pelo
espirito e pelo amor, como aquellas o sao pela na-
lureza e pela carne, maes devotadas especialmente
S [rfeico do espirito, e por consequencia tanto
mais nobres, quinto o espirito superior mate-
ria, o sobrenaioral ao terreno, o eterno ao mortal,
quem Ihes poder negar a sua primazia e excellen-
cia ? J A
Com effeito, que urna mae leve o amor dos li-
lhos ao extremo de fazer por elles os maiores sa-
crificios, que urna esposa esgole at a ultima fez o
ca'x da amargura para salvar o esposo, nao admi-
ra isto, nfi" sorprende mesmo; masque urna mu-
lher que ne tem filhos, que nao tem irmaos ( hy-
fintbiticamente fallando), que nao tem esposo, que
nao tem paes nem familia, o at mesmo patria,
que nao seja a patria commum de todos os fiis,
ame com lama ternura os seus irmaos, prodigali-e
tantos cuidado*, e cuidados de urna mae verdadei-
ramenie extremosa, com effeito urna gloria qne
SO religiao pertence.
Entreunto tal a fragilidade e a cegueira do
liomcm. que, no momento mesmo em que-acaba
de receber tao alutares beneficios, desconhece os-
sous agentes, e muitas vezes lanta sobre elles a
injuria e os doeMes.
E' a.-sim que com incriv'el animosidade e rancor
morle. Vejamos ali elles estabelecondo
acolhendo os pobres, educando a mocidade, arran-
cando do seo do paganismo milhares de almas:
vejamos essas mulheres de caridade arrancando
das garras dos animaes urna immensiaade de me-
ninos expostos s feras pelos barbaros Chinezes;
entremos em um desses collegios de educandas, e
admiremos o zelo e solicitude dessas maes e mes-
Iras; vejamos nos bospitaes como ellas preenchem
ao mesmo lempo um duplo papel de maes e 'cria-
das, de onfermeiras do corpo e do espirito I (!) que
pois se pretendo ohjeclar contra essas inoHen(iivas
mulheres, e contra os lazaristas ? Cneguemos
um acord, e digamos, que esse falso zelo qe se
slenla pelo paiz antes urna evasiva ou um colo-
rido que se pretende dar um odio secreto votado
a virtude e a religiao, do que urna demonslracao de
verdadeiro interesse pelo bem e prosperidadp do
paiz. E que males podem trazer ao imperio essas
mulheres, cuja nica ambiguo a gloria de Deus.
cujas vistas s se dirigem ao bem, cujo interese
o interesse de todos os chrislaos, cuja vida ijma
completa abnegacao, cujo fim o allivo eo soccor-
ro da misera humanidade? Que glorias, que vanta-
gens, que prerogativas podem ellas roubar ao paiz,
para que se levante tanta celeuma ? Serio \ as
associagoes religiosas, que veem ao Brasil, a cansa
das suas fioangas? Nao poder o nosso governo
supportar essas despezas f Nnguem, por cerlto,
ser tao injusto para invocar um motivo tao frivo- (
lo. As companhias dramticas que constanlemn-
te chegam aos nossos portos por certo nao trazem
mais vantagem c menos dispendios, do que a asso-'
ciaco das irmaas de candado e dos padres lazaris- i
tas; oscolonoscslrangeirosnaodevcm merecer mais
sympalhias, nem mais apoio da parte do nosso ge-
vitiio. porque, contrabalancados os lucros eqs
lirejuizos de uns e de outros, seremos forcados
dar o nosso voto favor daquelles que sem perverj-1
torem os costumes nos encuera de tantos benefi-
cios. As companhias lyricas e dramticas trazem.
verdade, bellas representac5es, arias primorosas)
e excellcntes cantoras; mas quando no delirio
das scenas, no ardor entbusiasiico das harmonas
thcatraes, as cantoras acercadas de urna aihmos-
phera perfumada se elevam ao mundo das phanta-
sias, podem, quando muito, despertar paixdes ro-
mnticas, voluptuosos enleios, verdadeiras arden-
tas daiinaginacoescandescenle. Entretaiilonessas
horas do volupias e arroubos, em que orna socieda-
de frentica applaude o desfecho de urna dessas
aventuras amorosas, de um aconteciraento trgico,
e os doces accentos das seras do palco, a irmaa
de caridade, acompanbada de um coro de aojos,
enla hymnos perante o aliar da SS- Virgem.
Em um scrulo, como este, em queja corrupcao
vae, como a peste, solapando os alicerres da socie-
dade, nos necessitamos de mais moralidade, de
mais religiao; necessitamos de pessoas dedicadas
ao bem espiritual, que formem os coracoes da mo-
cidade, para que tenliamos para o futuro bons paes
de familias, bons esposos, bons cidadaos, que sejam
agarantia do governo do paiz, que repillamoegois-
mo, trabalhem para o bem commum da sociedade,
porque da moralidade de um povo depende muito
a felicidade deum paiz: um povo immoral,avsso
aos principios da religiao, quasi sempre rebelde,
desenfreado e egosta.
Quando o ocho da impiedade, revestido com os
atavos do urna eloquencia deslumbrante e fasci-
nadora, se levanta para combaler a religiao as
pessoas dos lazaristas e capuchinhos, acohertan-
do-se hyporritamenie com um manto de falso pa-
triotismo, pretextando a inconveniencia de sercm
estrangeiros, de rorromperem a lingua verncula,
e de levaren) o povo ao phanatismo. a* contrario
devisamos ncllcs um principio nao s de economa
social, mas tambem religiosa.
Primeiramente diremos, que em materia de reli-
giao nao ha patriotismo: todos Irabalham por urna
s causa que a causa commum de todos os fiis,
a religiao s lera um principio, que Deus, s tem
um fim que a salvaco dos [hjvos, que a virtu-
de, que o mesmo Deus.
Em segundo lugar occorre logo a vantagem, de
que os lazaristas e os capuchinhos podem fazer
muito bem ao imperio, e realmente o tem feuo,
domesticando tantos dos nossos patricios que vivera
as brenhas em estado de completa selvageria,
dando dest'arle numerosos bracos para a nossa la-
vroura, ao mesmo lempo que"dao egreja novos
proselyos. Quanto niio seria para desejar que se
ampliasse o numero desses religiosos, afim de que
se ampliasse tambem o numero daquelles que de-
vora entrar para o gremio da civilisaco e da egre-
ja ?! Dcsta forma poder-se-hia economisar a des-
peza de colonos estrangeiros, e evitar o seu contac-
to, que alias pode ser muito pernicioso, porque
perleBcendo elles differentes seitas podem mu
bem inficionar a nossa populacao ao passo que se
forera enlrelacando com nosco; e do mais: ho-
raens que fallara um idioma diverso podem egual-
mente corromper e viciar a nossa lingua, introdu-
zir milhares de enxertos, e roubar-lbc a sua belle-
za original e primitiva. Outro tanto nao succede
com os capuchinhos, porque se fallam nial, fallara
a verdade, fallam para moralisar o nosso povo, para
calar-lhe no anituo o temor de Deus, o respeito s
leis, a obediencia aos seus ministros: e todava sao (
mais ou menos comprebendidos, e nao inspiram o
motaor receio de perverterem a nossa lingua, nem
08 nossos costumes. Genios da paz, elles podem
muitas vezes subcar as revoltas. Eutretanto gri-
ta-se contra esses homens, quer-se acabar com
elle; mas cenfiamos no carcter religioso que dis-
tingue mudos dos distinctos membros do parla-
nimio brasileiro, que daro isto o devido apreco,
e nao se deixarao levar de vencida pela linguagem
blasphema e anti-religiosa do antagonista da vida
| monstica.
Jos Leandro Martins Soares.
se negu a prestar os juramentos exigidos, e que
i essa prepotencia nao far mais do que abrir cami-
nho a novos abusos.
O senado, entretanto, approvou a proposta por
27 votos contra U, e Mr. Bayard teve de resignar
o seu lugar. O resultado ser tornar facciosa aquel-
la corporacao. Restabelecida a uniao em todo o
paiz, establecida a egualdade de direitos para to-
dos os cidadaos, nao ser licito o arrependimento
para quaesquer individuos conspicuos das provin-
cias sublevadas. Nenhum poder tomar assento no
sallo legislativo de Washington, nenhum poder
discutir os negocios pblicos a par dos que perlen-
cem a outro partido.
llavera dezolo mezes, o congresso votou urna
le, confiscando era proveito do tbesouro, toda a
propnodade real e pessoal dos que tomaram armas
contra o governo, a despeito da expressa disposi-
cao do aru 3, sec{o 3' ca?. 2 da constituicao, que
d ao congresso faculdade para punir crimes de
alta traicao, prohibindo todava que a pena pase
da pessoa do delnqueme, e se estenda aos seus
successores.
O presidente objecin medida ; e devolveu-a
ao congresso com as suas observaedes. Em confor-
midade com a sua opinao, a lei foi modificada, e a
perda da propriedade limitada vida do deln-
queme. Agora pretende-se restituir lei a sua pri-
mitiva iniquidade, e tornar o sequeslro definitivo,
irrevogavel. O advogado mais saliente da modan-
5a o chefe da maioria na casa dos representan-
tes, Mr. Thaddeus Stevens daPensylvania.
1 Em discurso proferido a 24 sustentou, que o
pacto fundamental nao tinha applicaco ao caso;
queos homens do sul deven) ser considerados ini-
migos estrangeiros, e tratados nessa conformidade.
O sequeslro das propriedades era puramente deri-
vado, segundo o orador, da lei da guerra
e do direto das gentes, sobre as quaes a cons-
tiluicao nao tem aleada. 1A propriedade de inimi-
gos estrangeiros deve ser confiscada sem appella-
cao. Os rebeldes constituiram-se em governo sepa-
rado ; c foram reconhecdos como belligeraotes,
nao s pelas nacdos eslrangeiras, como pelos Es-
tados-Unidos. Acham-se em ludo as condicGes de
urna naco estrangeira.
> Se qualquer estado da repblica, como tal faz
a guerra, e se torna belligerante, pedemos, quando
o vencermos, trata-lo como se fosee nacao estran-
geira ; e nao assumpto sujeito i constituicao, es-
t inteiramente fra da sua competencia. Pelas
leis da guerra o vencedor pode capturar, e dispor
livreinente > tudo o que pertence ao> inimgo, ven-
dendo-o para pagar as despezas da luta, e os pre-
juizos por ella originados. >
1 Eis o tarainho que se escolhe pora congracar
os dissidentes, para tornar a nacao compacta e ho-
mognea. Se passa esta medida& nada admira
que assim acooteca vista dos precedentesos ha-
Veres dos povos do sul ficam a merc dos homens
do norte; e a geral ruina o primeiro acto da res-
taurado do rgimen de Washington.
t Se na Cln:>, ou no Japo se levassem a effoi-
te semelhantes atrocidades, a indignaco suscitada
encontrarla conectivo na idea de que os despotas
do oriente cooeideram os povos reaanhos de gadov
de que Ihes Irrito disporem como quizerem; mas,
vrificando-se n'um paiz com pretences ao maicr
liberalismo e a requintada civilisaco, que impres-
sao devem sentir aquellos que prezam a justva,
qie attendem a consiencia, e que nao fazem aos
outros o que nao desojara para si ?
! A tarefi dos lesgisladores ser ardua, ponqu
ha nimios negocios a attender. Bastam as finnras
pa|ra consumir a actividade e a energa disponiveis.
u projecto de impostos, estabelecdo em margo de
1862, e approvado por ambas as cmaras, nao cor-
repondeu ao que se esperava. Tanto na receita
interna, no imposto sobre a renda, como nos direi-
tos; de atiandegas, collocou Mr. Chase na forcosa
necessidade de contrair emprestimos sobre em pres-
timos, elevando os com prora ssos do thesouro ao
maior auge
Calculava-se que a receita interna attingiria
iSO,000:00 de dollars anaualmente, inclindi>.
imposto sobre a renda. Mas os tribuios cobrados
no espaco de dezoto mezes, isto desde julho de
1862, a Janeiro de 1861, nao deram mais de.....
47,641:000 dollars, ou 31,740:000 dollars no auno,
desfalque sobremaneira sensivel.
O imposto sobre a renda nao tem podido co-
brar-se regularmente seno as grandes cidades
No resto do paiz, os troperos sao multiplicados. Os
contribuintes conseguem Iludir os esfrcos do
fisco.
as alfandegas, certo, nao discrepa o resul-
tado das esperanzas do governo. Mas, cumpre
conaes. O ministro Chase, que se propoz subsli-1 A 2 de Janeiro, rocco, Trabucco, Iraperatori
tuir os bancos dos respectivos estados por bancos Ie Maspoli vsitavam as avenidas do palacio das Tu-
nacionaes, dos quaes j existem 208 cora o capital Iberias. A sua preoecupacao crescia visivelmcnto.
de 32,234,200 em papel-moeda, nomeou Mr. Mae-
cullogh fiscal do numerario cm circulaeao.
O fiscal mencionado acaba de dirigir urna cir-
cular aos directores dos novos bancos, o a doulrina
que afflxa, abonando os seusconhecimentos econ-
micos, una severa licao aos loucos, que imagi-
nan! inexhauriveis os recursos dos Estados-Unidos
em urna guerra desastrosa.
t Tendo sempre prsenle (diz Mr. Maccollogh)
que, apezar de parecer superficialmente que os es-
tados leacs se acham em prospera sitoacao, niio
o que se verifica dopois de maduro exame ; que
ao passo que o governo se empenha em supprmir
urna rebelliao de inaudita exten9ao e ferocidade,
obrigado a pri var constantemente o paiz da popu-
lacao laboriosa e productiva, e de distrahir a in-
dustria mechanica dos trabalhos de valor
recebia
se para
por con-
Respeilavel Sr. Mazzni. Depois de ter por
vezes rommunirado ao seu amigo G.... o meu
de para tentar contra a vida de L N., e vendo que
olio nao rnoslra empenho em auxiliar a miada
einpreza, o firme po|>osito, resolti escrever-
Ibe c^m a esperanca de ser emfmr auxilia-
\'dlaU i""1 D,en5- Soa etc- Imprraton
Mazzini deu a caria a Grecco
como nwto de
Sontiam-se observados, andavam separados, faziara
iongas ralltt as ras a p ou de carruagem, e
quando se moviam lancavam sempre os oliios di- i
reita e esquerda. Achavam-se embaracados, segurar Imperatorf. Depois, foi agariadoTraboc-
para pagar as suas despezas. Pareciam aguardar '& E'e individuo por largos annos leve vid cr-
imnenles urna carta com d.nheiro. r' cin im e |85| ^ mu8Jco
A 3, depois de irem debaldo ao cerreie. mam- navios de guerra franeezes Algtara e Pandora
festam o maior desapontaraento. Os seus passos, Desappareceu endividado. A 14 de outobro As
agitacao e nquielacoes de sobejo revelavam os seus ,?i/ ful condemnado era Faris ora anno de pri-
designios. Parecou momento opportuno para pren- yf gjjde raton.e, dandoo non,^ ,e-
de-Ios. para Italia, c serviu n'um relmenlo de 'ca-
Nessa tarde, as quatro horas e mea, Trabucco (adores dos Apenninos. Em seguida foi para
e Grecco, que eslavan no hotel de aples, foram Londres ; e a 19 de agosto e 1861, foi eoii-
eamnndos demnado pelo enme de roubo tros mezes de
capiuraaos. (priJil0_
t As pesquisas a que se procedeu deram os se-1 Grecco, que era 1860 o enconlrou em aples,
guinles resultados : M*1** c novembro de 1863 em Genova; e em
dezembro em Lugano, em Mendrisio.- Trabucco
No quarlo oceupado por Trabucco aclwu-se na
nerma- i j a ..___passa va por conspirador audacioso; eQuadno.se-
periua gaveta de urna commoda om sacco do ntean com creilr0 de Mazzini almnnii-n
nenie, para a limitar ao fabrico de armas, petre- fccIiadura. Quan(lo se pcuill a Tra,)1ICC0 1]Ue abris.! cre^10 v""' a,wnou "
Quatr ou cinco das antes da parata
chos militares. As cidades enchem-se de gente ;
mas os campos sao abandonados ; acaba a cultura,
e vem-se ruina e depredaces, como nunca d'an-
tes se observaran! no paiz. A nacao, diga-se o que
se disser, nao est em va de prosperidade. A
guerra cm que estamos empenhados urna dura
necessidade ; e deve ser continuada, para a con-
servacao do geverno, sejam quaes forem os sacrifi-
cios que cnste ; porm, o paiz dofinhar considera-
velmente com a sua prolongaeao. A ostensiva
prosperidade dos estados fiis de vida exciusis-a-
nienle s vastas encommeiidas e largos desen*bol-
sos do governo e da abundancia de meio circulan-
te que poem em gyro. >
.. aara
se, pretenden que o objecto nao lhe pertencia, e Franfa, Il>peralon apresentou a Grecco um-ren-
que lhe fora dado por um Inglez para levar a Lon-; Cebo por nome Scaglioni, um dos mil de" Mrsala.
dres. Descobriu-se a chave do sacco n'uma das al- j que fra obrigado, por esordem e processo- a lu-
gibeiras do ru. Deniro, havia um punhal e duas 8'r (,') ,>a.y'a-.
bombas envoltas n'ura lenco, ctieias jpHta^L \&&*t~-\&*i
urna com doze espoletas e outra com dez. Coro gos da empreza, imperafori repeliu, que era m-
oulra chave, que tinha Trabucco, abriu-se a caixs flexivel como o dnttno. Seaglioni ped tempe-
comprada em casa de Liard. Tinha dentro dous
revolveres, capsulas, e um instrumento para fixar
s espoletas.
a
< Na gaveta de Grecco, dentro de mu sacco do
viagein, havia duas bombas embrulheda n'um len-
co, massosde plvora, e um revolwer de sete tiros
para reflectir
prompto.
e em seguida deu pwto de
O imperador eccapeu en Paris a su resi-
dencia de invern. Grecco esporava a MMHM
de urna bengala esywgarda, qee devia ser-lhe en-
tregue da parte ae Maczini. Recebeua de
dezembro.
20, os quatro ru satown de Lugano, le-
van4o cada um no sacco de viagem, duas das-
carregado e escorvado, n'um eslojo de viagem
Assim, quando os ministros, dominados pelo aeton-se urna bengala-espingarda; e ora- um bahu' bombas entregues por Grecco, me das dez en
orgulboe pelas necessidade das.tuacao, prelerv-; um pun||a|iCrar,ucbos de revolwer. Descubrirn!-! tregoes por Mazzini s'levava lo. Trsper-
dem apoar-se em absurdos $ em errneas doulri- M roais em ^^^ 6reec(>i a,sns escritos, par- l^'-"P' .r'"
as, apparece um subordinado' imparcial e illus' (e foj, n/ues da letra de Mazzini.
trado, que restabelece a verdade dos fados. Na1
hesita ora declarar que a guerra acarreto insana-
veis desastres, amesquinhando ledos os dias os re-
cursos, as forcas productivas. Acautelando os di-
rectores contra as suggestoes dos que recommen-
dam arrojados c&mmetiimcntos no intuito de Ihes
assegurar espleudida reputacrs financeira, Mr-
Maccullogb resume as modestas e nvariaveis ope-
races desses estabelecimontos, sonclundo com
ama reflexao, aproveitavel a mais de um paiz, cm
quaesquer circumstancias. Os brilhantes fioan-
eeiros, diz elle, ou sao charlates ou. marotos.

Sob o tirlo Cemptrnco contra a vida do impe-
rador, d a Presse, jornal de Par,, o seguinle acto
de aecusaca:
* No dia 24 de dezembro de 1863-quatro estran-
geiros, entrando juntos cm Franca pela fronteira
suissa, apresenraram ao commssario de polica de
&. Louis os- passaportes, que os designavam sob os
nomos de Grecco, Trabncco, Imperatori e Maspoli.
O' funecionario que os examinou recordou-se de
fique em 186* unr chamado Trabucco fra indicado
j .miui iKulcs i fioiiifli ,i como eoiis|)irailor ita-
liano perigoso. Apressoo-se a telegraphar ao pre-
feito de polica, que o individuo com aquelle nome
se diriga a Paris com tres companheiros, pela va
forrea de-Mlhousc;
< Quando no dia 25, s 5 e meia da manha, os-
viajante se apearam na eslacao dV leste, achava-se
organisada urna vigilancia especio!, e desde ent9-
os seus passos foram- seguidos.
Sahiram do mesmo wagn sem trocar urna.
paitara) e tingiram' lomar dfrecooes differentes-.
Mas todos quatro, imperatori o Maspoli n'uma car"
ruaflem, Trabucco- n'oulra, e Grecco no omnibus-da
va frrea, encaminhnram-se ao hotel Santa Mara',
ra de Hivoli n. 83. Imperatori, Maspoli e Grecoo
com o nome de FioreU tomaram quartos, onde po-
sena a bagageia. Trabuccot que irazia a liracollo
Bl instrumento musical de lUo e una bolsa de
caca, deixou o hotel naquelle da. Annuncira que
No mesmo da, as 7 horas da tarde, Imperatori
das armas, plvora- comprada n*
Grecco. Ires- das dejis passaram *
froabM.
.%confissCes de Grecco, ao principio foram-
e-Maspoli foram preso n'uma loja de licores. Con- contestadas pelos outros. No primewo'interroga-
torio, "Srabucco pretenda' ignorar uso a que
dziraro-n'os ao hotel o> aples, onde se deu bus-
ca em sua prosenca. Nada de suspeito seachou
no quarlo de Imperatori; mas na gaveta da com-
moda de Maspoli, havia quotro bombas carrejadas,
um revolver de seis tiros, carregado e escorvado,
um masso de plvora, balas, tres caixas de capsu-
las, dous ponhaes e outros pertences de arnuis de
fogo.
t Em presenca destae-dfescobertas, parec diffl-
ail aos ru negar os seus projectos criminosos.
Todava romecaram pon dizer queno tinharoida
alguraa sinistra. Conheceram porm, que o ayate
ma niio Ibes aproveitava-; e dfecidram-se a confes-
sar. Grecco- foi o primeiro, que fllou n'essc senti-
do. As suas- dbclaracoes, hoje coufirmadas no-es-
sencal pelos cemplices, indicara- de um modo
preciso a ongem. e os-pormenores da conspira-
nao:
t a testa do trama torna- a eacontrar-se Maz-
zini.
c Esse ardente conspirador, j enndemnad- por
oonlumatia. a 3 de setsmbro de W>~, pelo tribunal
do as-i se- iln Sena, como culpado de baver trama-
do com gs chamados Tbaldi, Bariolloti e outros,
urna conspiraco contra a vida do imperador, nao
oessa de-perseguir Hpoloao IIIo>principio de or-
dem e de autoridade, de qne a revoluco impla-
oavel inimiga. No processo figuramos escriptos-em
que se manifestavaro- esses designios; e que runi-
pre recordar, para mostrar a criminosa perseve-
ranca do chefe do partido de accao-na. Italia.
c A 10: de junlio de ls.'". NVi/zini oscrevavaos
seus filiados Massarenl e Campanella : tA'tMC*>
< no' ilo attentudo una cousa vital para o paiz....
t Qiuisi toda a. questao alt se resume......O negocio
< de Paris lornou-se mais do rjpe nunca desej/ido e
i araenle......> Kucuui meada va as suas insWucces
sobro o methodo r* seguir; indioava os meiode ob-
lec fundos; e dizja : quizera ilttr millwcs, -mas nao
ftMO.
Pouco dopcs, lastimava o desmoronamonto de
um plano archilectado com tantas fadigas. Outro
Mazzini
se- diriga a Londres, porm encaminhou-so ra
de S. Honor n. 198, onde- Gocco, que habitara a ^alquer dara com a catata na paredo.
casa n'uma anterior viagem, foi recommend.vlo. declara que torna a principiar:
alugar-lhe aposento. preparaa para 1863 ara vasto mowmento re-
t Estas astallacoes eram provisorias. A 29, volucionarioy cujo signal devia ser o assassinato do
Grecco apresentou-se no hotel de aples- ra S.! imperador. Grecco conspirador de segunda ordem
Honor n. 17t>,
mo dia foram
, e alugou tres quartos, na no mes- pareceu-lhe assaz obsciuio e assaz nosoltilo, para
occuoados. por elle, por Maspoli e ser investido da dirocgo do atteulado. -Grecco.
Trabucco Este ultimo, sahindo da asa n. 198,
tomou a procaucao, j usada quando sabio do ho-
tel Santa Mara, de declarar que ia -j. Londres. No
dia seguinte Greeco trouxe Imperatori, que se alo-
jou trato quarlo aposento.
t Em todos estes botis a catadura dos quatro
estrangeiros pareeeu singular. Mnstravam altitu-
de incerta, preoccopada, mysteriosa. No hotel
Sania Mara, Grecco recommendou ao criado que
(1) Em tuna carta que este insigne prelado diri
giu a SS. Padre Clemente XI.
'
0 que vae pelo mundo.
Do Jornal do Commercioe Lisboa Iranscrevemos
seguinte artigo ali publicado sob o tituloA i-
tuacao nos Estados-Unidos:
Em/joanto n5o comer de novo a luta em
grande escala, talvez para definitivamente acabar
com a existencia dos confederados, o presidente, e
os legisladores dos Estados-Unidos rivasara no
empenho de acfrrar odios e' de tornar es habitan-
tes do sol cada vez mais inconciliaveis com os do
norte.
Mr. Lincoln nao admitte eompromissos para
a sujoicao; nao transige com os chefes da insur-
reico; nao olvida as dssences ; nao presta faci-
lidades aos plantadores dos estados do golpho para
a reparaoao dos i inmensos 'firejaizos que teem sof-
frdo.
i O senado decid a a 25 de Janeiro qne nao bas-
ta o juramento al agora consagrado para a admis-
sao dos novos representantes. Para ser senador
dos Estados-Unidos exigem-ie- as segnintes condi-
<6es. Deve ter trinta annos de edade. Se nasceu
fra do paiz, deve ser naturalisado ha nove annos.
Cumpre que habite o estado por onde foi eleito: e
antes de tomar assento, antes de exercer as suas
funcroes. deve jurar obediencia constituicao.
t Mr. Charles Sumner, o notorio abolicionista,
advertir que, sao taxados todos os consumidores, i nao dsse a chave do quarlo a pessoa algun-a, am-
para proteccao do fabricante americano. I da que fosse seu pae. Na ra de S. Honor n. 198,
Os legisladores vao oceupar-sc com a reforma Trabucco disse a madama Mousset, dona da casa,
das leis de 1862; mas s no que diz respeito aos I Que as 'echaduras dos movis nao eram bem segu-
tributos Internos. Nao ser alterado o imposto so- ras, e foi comprar na loja de Mr. Liard umacaixa
bre a renda; porm tornase mais coercitivo o re- nova com fechadura, onde metleu o que Irazia na
gulamento para a sua cobraaca. bolsa.
t Os direitos de 33, 40 e 45 por cento sobre fa- t Hospedando-se no hotel de aples, Grecco
zcodas inglezas e francezas, continuarao a ser co- mandou examinar por um serralheiro as fochadu-
brados as alfaudegas. O accrescimo dos direitos i ras dos movis. Foi ello que quiz levar a sua ba-
sobre as agurdenles mostra que os Americanos gagem para o quarlo. Demorou quanto pod a
nao parara no aggravo das suas pautas, e que den- i apresentacao dos passaportes. Foi somente a i de
tro cm pouco haver direitos prohibitivos sobre os Janeiro que a dona da casa, madama Thiry, conse-
principaes gneros de importaco. guiu ver os gassaporles de Trabucco, Imperatori
O ministro da fazenda lisongeia-se de obter e Maspoli. Grecco s apresentou o seu no dia se-
para o anno seguinte 120,300:000 dollars ; e com guinte.
LSSw I' a reDda "? ,0UJ de n8-500:00 I Os passos destes homens denunciavatn inquie-
1^ ** as alfandegas, 1,000 000 da venda di n>m ao n .
.a rt*XuiA ae ierra do para vigiar os quarlos. 0 criado que os servia
estado, 5,000000 de vanas procedencias natntaii l j .- l
dade de 224,500.000 dollars ^^^ m T** PerCtbu e mesmo de noute, tinha* entre-aber-
as as portas das alcovas, para onvirem qualquer
Calcula, que s o augmento do direto sobre ru'do da casa.
agurdenles, elevado a 60 cents por galo, lhe da-1 No exterior, os seus modos anda- eram mais
r nada menos de 46,000:000 ; e se se verificar, suspeilos. Posto que esvessem juntos no hotel, e
Oca demonstrado que as destillaciSes dos Estados- que as sabidas fossera combinadas, touiavam a pro-
Unidos produzem 77,000:000 gallos de licores al- caucao as ras de andar aHasiauos uns dos ou-
clicos, atlendendo ao consumo do paiz. tros, liogindo nao se conhecerera, ou passavanj uns
t Da receila total ser preciso destinar, para per outros com simples cumprimentos. Logo no
pagamento dos juros da divida, 56,000,000 dollars, da immediato chegada a Paria, observaran! com
tirando para as despezas ordinarias e extraordina- estranha minuciosidade as avenidas do jardim re-
rias 168,300,000. Como esta?, na actualidade, or- servado das Tulherias. No mesmo dia metteram-
cam por 3,000,000 diarios, ou, segundo o calculo se em carruagem, c percorreram pela praca da
mais moderado, 900,000,000 por anno ; obvio Concordia a grande avenida dos Campos Elysios,
qne, se continua a guerra, o ministro nao lera re- marchando a passo os cavallos, para de tudo toma^
medio seno proseguir nos empreslimos, ou impri- rera nota.
mirmais papel-moeda. Nao fra de proposito A 38 de dezembro, Trabucco, depois de apro-
wppor que mais um anno de guerra levara os en- KtliT^ ^ olimidiacoOS da opera, onde S. M. o
cargos da divida a 100,000,000 dollars aonuaes, imperador ,**, representac;ao, e de se haver
Os Americanos nao se assustam'com a divida, demorado na loja de Mr. Ranciat, cabelleireiro, roa
Cltam o exemplo da Inglaterra, que 1em urna divi- Grange-Bateliere, foi ter cqm os seus amigos. Os, banco
diz Mazaini. na carta ao ttuM de- M de Janeiro-
de 1864, um patriota entluisiasta, que lomou.
parte activa as eraprezas do 1860 e 1861, no
c sul. da Italia; c como, (al achou-se cm conlaclo-
> coaoigo. >
O contacto tornou-se intimo em 1863. Mazaini
achava-se entoem Lugano. Oplanodeliniu-se. Re-
solveu-se que Grecco viesse- u Paris, ho comoco de
maio, para estudar a situacoo; e quando losse-
lempo, levar a eftito o atlentado. Quando parliu,
Mazini escreveu em sua presenca, e enlreiou-lho
urna cifra para a correspondencia. Tudo foi hbil-
mente previsto : as relacoes em Paris, para esca-
par aos agentes de polica; a preciso de dinheiro.
de armas, de cmplices; eo aviso que di/via dar-se
na vespera do attentado.
t Mazzini dava esta direceo para Londres. Ma-
dama lloselli, 58 Midelson square, Ponhmville Lon-
don. E>ia Roselli lilha de urna mulher com
quem Mazzini tinha relacoes publicas em Lu-
gano.
i As instruccoes diziam mais :Se estiverdes
em contacto com Mural, diris entre mitras cousas,
mar temles esperanca de fazer boa earreira militar.
No caso de haver absoluta preciso de armas, pe-
dir-lhe-hois licenca para dedicar-lhe uraa phaotasia
da vossa coinposieao para piano, U voto. Carecen-
do d dinheiro, pediris que vos compre a ultima
opera de lialfe. Havnelo -grande probabilidade de
dar o golpe, escrevertfis urna' carta insignificante,
concluindo : escreverei d novo em nma semana,
em tres ou quatro dias---- Se for preciso um au-
xiliar, diris :indicae-me o precode um piano de
Uroudevood, em Londres.
t A nola escripia cora a letra de Mazzini, como
se deduz do exame dos peritos.
Alin do escripto, Mazxini enlregou dinheiro
a Grecco. drigiu-se este a Fran'ga, por Turin o
Monte Ces. Cngou nos primeiros das de rnaio; e
habitou successivamente, tanto sob o nome de Fio-
ret i romo seu verdadeiro nome, o hotel Santa Ma-
ra ra de Mi v.. I i, e o da ra. de S. Honor n. 198.
Achou preiexto para apresentar-se em casa do pri*-
ipe Mural; fallou com um dos seus secretarios;
e ssim cooseguiu persuadir os agentes de polica
de que era intil a vigilancia. Entretanto o impera-
dor havia. sabido de Paris. Decidiu-se, depois da
correspondencia cnlre Grecco e Mazzini, adiar a
ecuco do alien lado. Grecco sahiu do hotel em
julho, de'ixando um batid com roupa.
< Disse que ia para Londres ; e volton para Lu-
gano, dar cuntas a Mazzini.
i As suas relajos com elle foram continuas.
Em virtude de uuia medida das autoridades hel-
vticas contra os homens do partido de aepio,
Greceoretireu para Mendrisio. Vinha, pur* di-
versas 'vezes na semana ter com Mazaini.
< Oito dias antes do sabir de Lugano, Mazzini
deu l,3po francos a Grecco. Enviou-lbe depois de
" y.GOO francos, "depois J.fJDO em notas do
eram destinados os objecios encontrados no seu
quarlo. Posteriormente, pedlu para ser ouvido.
Declarouf com grande ex;5iaco, reproduzida as
paginas por ello escripias dbpois-da prwio, que as
bombas apprehendidas na gaveta da su commoda
eram o soo quinho, que as trouxe para Franca,
e queri.Tssrvir-sc d'ellas para malar o-imperador,
cuja vida-jtwou destruir depois do-cmbale de As-
promonle.. Adinitle que em Lugano -Greeco, mos-
irando-IKe urna bomba, dissara : ti a' viriadeiru
juslica.
a Em Paris Trabucco, gunrd chavodos mo-
vis onde-se esconderam as bembas, foi especial-
mente inonmbido de examinan as cemmas da
opera.
t Consta do summario, que pedia varias- infor-
macoos sabr o que se passava> qpando o-impera-
dor sahia do-palacio.
ScagUcni, depois de negar,, confirmoai plena-
mente o depoimentode(recco.accrescentandO que
havia imaaw reciproca de op^roorie-para- o-que
so relirass da empreza. Dise, que as bombas
doviam stsdattadas debaixo da'carruagem perador; o o-alternado concluido, sendo mislor.
Iior meio- d*s- nunhaes e revolver.
Impenatori comecou por inculcar-se estmnho
conspincao,. lisongeando-se de que, pernada
ser cncor.trado-no seu aposenlcficariaem melhor
posieao. Ms, a sua caria a Mazzini, achada em
poder de rocco, nao deixa divida corea-dc seu
papel.
t Debdde tentn atiesar, qne a misslvn roo
tem o atear.ee qne se lhe d : atllrmando qm- Ih'a
extorqnaxam, e que nao cessouide ser vidlmaido-
uma espeoie de coaccao moral.
romtudo- olirigado a reconhoeer as- suas
relacoes- rom Grecco. Admilte, qne lhe- apre-
sentou Caglioni, que sabia o- fim da Wagcm,
que parlecipou na mlroduccO' das bombas; qne
soube usar Grecco do nome- supposto de- Fio-
relli.
Os- outros rus allegara, que senao *i acha-
rara armas no seu quarlo, e porque as (echaduras-
da sita- commoda eram as menos seguras Sta
glion? linha as- duas bombas- de que ftnperatr^-
ri devin fazor uso. Emliin, o> agenles db- |iolioin
dem*nstram, que elle nao oessou de cooperar
com os demnis rus para levar a efuilo o ab-
lentado.
Quanto a Mazzini, o protesto que, segundeo
seu- costume, fez por va da imprensa estrangeira.
tanto acerca d'esla conspiraco, como dv de fJ7,
nao pode prevalecer conloas precisas eaccordes
deelaraces. os indicios e sobretudo as- pravas es-
criptas," colligidas no processo.
Foraii chamados peritos para examinar as
armas apprehendidas. Venficaram, ftizeitn re-
benlar duas bombas, que cada urna se di-ridia em
mais de 40 fragmentos, cuja dispersan dftvia pro-
duzir lerriveis resulladhs.. Quanto- aos pnnhaes,
que Greeco diz envenenados, constado-se a pre-
senca d urna materia gommosa e-de- ralbas de es-
tanlio, que servirn) para fixar urna substancia ve-
nenosa. Mas esa substancia, que dtenot na folha
apreciaveis vestigios de alteracov volatisou-se, e
n3o fin* possivel caracterisa-Ia.
No momento em quo os rws (oram presos, a*
exeencao do attentado eslava evideatemente mnilc.
prxima. Trabucco disptinha-se- a partir. Disue-
no hotel, que ia para Londres, pediu prgos e mar-
tollo para fechar uraacaixa; e escreveu umnrf.icir
se no bah. encontrado, no seu quarlo. Sraglioni.
escreveu faniSBa, para lhe mandar dinheiro.a.
Genebra.
Grecco escreven para Londres, que tndo-ia
bem ; c pedia fundos, que effcrtivamcnle chH!Hiaifo
6, depois de preso, em forma de letra da 5tw
francos, dada por nma casa, cujas relaiiJes. poai
Mazzini sao notorias. Emflm, as bombas, que s
deviam ser rorregadas .-i ultima hora,fora radas na vespera da priso dos rus. A operjcao
foi fota por Trabucco e Grecco, cor .-uixiio do
Scaglioni, e em presenca de Imperalork. rrabuc-
co, com vistas que diffleil entender^ negau ter
participado no trabalho. Entretanto, no-nhimo n-
terrogalorio disse : acceito as respostas dadas
pelos meus amigos.
Nunca houve crime mais habmeate prepa^
rado; nunca honve conspiradores melhor escolta-
dos, munidos de armas mais torriveis e mais su-
guras.
Nunca esteve mais prximo execucao majej
attentado contra a sociedad inlera, quandb a
vigilancia da autoridade penetrou esses desieno-,
desfez a conspiraco, entregan os culpados jus-
tica.
Por conegnint;, os chamados : 1.* Pasquale
Grerco, de 28 annos, rofessor de msica, natural
de Pisa (Italia), morando na ra S. Honor a.
178. 2. Raphael Trabucco, de 40 annos, natu-
ral de A versa (ludia). 3." Natalo AugusSiao
Imperatqri, de l annos, encadernador, natural
de Lugano. 4. Anselo Scaglioni, de t an-
nos, estudante, natural de S. Gluseppe (Italia).
5.* Guseiqie Mazzni, natural de lialte, au-
sente :
< Sao acensados de terem em 1863 e 1864 for-
mado eoncluio entre si, e organisada conspiraco
coro o fim de attentar contra a vida do imperador,
sendo seguida a conspiraco de um acto comimt-
lido on principiado para dispor a execucao. Cri-
me previsto pelos arligos 86 89, jj 1.* do cdigo
penal.
Feto no tribunal \S de fevereiro do J86V-,
O procurador geral Imperial.Corifora-
PSRNAMBUCa TYP. UB M. P. F. h PILHO
i
MUT


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