Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10333


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Full Text
AMBO XL. BDMERO 77.
Pop tres mtzes achantados 5$O00
Por (res nezes vencidos ... 6SUU0
Porte ao corrcio por tres mezes. 0750
.t#ni
DIARIO DE
n i itrtn
ESWRRBGADOS DA SUBSCRfPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrno de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. de Leos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro di C; A-
ciaz^nas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SBSCRIPCAO NO SUL.
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Rahia, o
Sr Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins v Gasparino.
EPHEMKRIDES DO MEZ DE ABRIL.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu", Goyanna e Parahyba as segundas e.
sextas-firas. 6 Lua nova as H n- 29 m. e 2 s. da m.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruarn', 13 Quarto rese, as 9 h., 4b' m. e 14 s. da t.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. ti Lua cneia as 10 h. 59 m e 2 s. da t
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, <, n, ,___, ,' ,,'
Ingazeira, Flores, Villa Bella, TacaratV, Cabrob;| 29 Quart0 min- as "14 m- e 32 s. da m.
Roa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimeateiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partera ao Vt dia.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda as 2 horas e JO minutos da manha.
TERCA FEIRA 5 DE ARBIL DE 1864.
Por anno adiantado. 19)000
Porte ao correio por om anno 3JJ00O
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada niez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes .de jan. marc., maio.iul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/* 7, 7 >/,, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 Vi da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Remlica s 8 da m.
Do Recife : para b Apipucos s 3 '/i, 4, 4 /* 4 Vi.
8, 5 Vj, 5 V e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 >/, da-tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 V da tarde; para
Remflca s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRJBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao : tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da (arde.
DIAS DA SEMANA.
4. Segunda, ega Annnnciacao de X. Senhora.
5. Terca. S. Iria v. m.; S. Zenon.
6. Quaila. Ss. Ringencs e Platonices mm
7. Quinta. S. Epiphanio I,; S. Rufino pre.*b. m.
8. Sexta. S. Amaneio b.: Ss. Elisio e Mxima mm
9. Sabltado. S. Demetrio m.; S. Acacio b.
10. Domingo. S. Vicente Ferrer.
ASS1GNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d
Faria & Fimo.

PARTE GFFICIAL.
(OVEREO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 31 de marro de 1861.
para maior facilidade seretn extrahidas em papel i Fot tal o entliusiasmo destes senhores, que se nhores de ouro e prata, papis de crdito e objee-
ou panno regital. chegaram a alugar bestas de carga a 2&230 ris tos diversos vai fazer a emissao de 600:0005000
"Dito ao capitao de engenheiros Domingos Jos por ida e volta I I em acedes de 5000O, pagaveis em prestar-oes de
Rodrigues. Para poder cumprir o disposto ne A opposico, querendo dar nesta occasio ao' 10 por cento.
aviso do ministerio da fazenda de H do corrente commissario syndicanle ama prova cabal da sua No Io do corrente teve lugar a abertura da ses-,
recommendo Vmc. que se incumba de levantar a popularidade, fez um appello geral sua gente, e sao ordinaria da junta geral do districto do Porto.'
planta de urna ponte sobre esteta) de ferro para a informam-nos que para Ihes poupar sacrificios re- Nada por em quanto se tem passado que mereca'
alfandega desta capital, e organise o orcamento da solveu, altn de Ihe proporcionar commodos meios aqui moncionar-sc.
de transporte, fazer servir na Cumieira ura almo- A diligencia do administrador do segundo bairro
co e jantar abundantes. > foi preso no dia 29 do mez passado um individuo
E' pena que o dia chuvoso como est vesse por nome Feliciano Joaquim de Oliveira que se oc-
transtornar parte de seus planos. cupava no innocente mister de abrir chapas para
Estas cresodas sommas, gastas por tal forma urna nova emissao de notas do Rrasil, sem quanti-
levam-nos ao convencimerito de que nisto ha um tativa fixa. Foi preso, segundo nos informam, em
fim occulto. Qual elle o futuro o dir. | flagrante. Eslava abrindo um cunho tendo diante '
Esperamos que seja este o ultimo acto a-que as-; de si o original, (pie era urna nota verdadeira desse
sistamos dessa farcada eleitoral, que ba tem pos imperio, do valor de SftOOO. O preso pessoa obs-
est em scena, porque a questo ha de terminar cura, e at ao presente nao tem feito revelaco al-
depois da syndicancia. Alguns collegas nossos da guma importante. Declarou que a chapa appre-
nem saino, durante a quinzena, embarcado al- freu nos ltimos dias de sua presidencia, registra
guma. v na historia da provincia um nome credor do acata-
mento e gralido dos Cearenses pela justica que
fez, pelas obras publicas a que deu comeco eanda-
mento ; pela actividade e perseverancia nos dicta-
mes de fazer prosperar a mesma provincia.
(Gazetta Oficial.)
OfficioaoExre. bispo diocesano.Para satisfa-' respectiva despeza remetindome todo esse traba-
ter a deliberacao da assembla legislativa provin- iho con a possivel brevidade.
cial fai-se neeessario que V. Exc. Rvnia. intorme i Portara.O vicepresidente da provincia atten-
cerca do projecto incluso n. 33 desle anno. deudo ao que requereu o professor publica de ins-
Dito ao brigadeiro commandante das armas. trueco elementar da villa do Rrejo padre Jos
Envi V. Exc. os inclusos processo* de conselho Procopio Pereira resolve conceder-lhe 30 dias de li-
de guerra dos soldados Antonio Bispo de Sanl'An- cenca com vencimentos para tratar de sua sade
ii>, IManoel da Paixao, Joao Launano Jos, Pran- nesta capital. Communicou-se ao director geral
cisco de Souza Saraiva e Emiliano Izidoro do Sa- da instruccao publica.
enmonto, sendo este da companliia de cavallaria e -----
aquellas do corno de guarnico desta provincia, I Expediente de secretario do governo.
aflu de seren euuipridas as seutencas uelles pro-1 N."
Joiidas pelo conselho supremo militar de justica. cedo 1." secretario da assembla legislativa pro-1 vt"! auemissao ao sr. Barbosa, sao somos dessa oescontiecido, que suppunha ser lavrador.. A casa
Dito ao mesm >.Sirva-se V. Exc. de expedir as vincial.De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presiden- ] opiniao e eremos que quando mesmo o governo ti-, em que trabalhava e foi preso, na rna de Fradellos,
su.is ordens, alim de que urna guarda de honra te da provincia transmitto V.'S. para serem pre- vesse taes ideas -nunca poderia dar esse passo sem nao era a da sua habitacao. Tinha-a alugado ha
geja postada boje s 4 horas da tarde, junto ao sentes assembla legislativ: provincial 40 exem-, pruneiro ter presente o resultado da syndicancia, I alguns mezes e s ltimamente a para alli com
ra t ilo Cimpo das Princezas para lazer as honras
.11 ustylo ao Exm. presidente nomeado para a pro-
vincia do Cear Dr. Lafayette Rodrigues Pereira,
providenciando ao mesmo tempe para que a forta-
leza do Rrum d a salva do costume logo que o
vapor demandar a barra.
73.OfhV.io ao Dr. Manoel Buarque de Ma-: capital tem querido fazer acreditar como inevita- hendida Ihe fura encommendada por um sujeilo
.secretario da assembla legislativa pro- ve! ademissao do Sr. Rarbosa. Nao somos dessa desconhecido, que suppunha ser lavrador.. A
Resumo do activo e passivo Jo
Portuense em 24 ACTIVO
Existencia em dinheiro metlico
Letras descontadas eareceber..
Empresiimos sobre penhores...
Movis e utensilios............
Parte noemprestimo paraadoca
de S. Miguel...............
Emprestimo ao governo para
obras da barra..............
Apolices em ser..............
Acf.oes do Banco da ultima emis-
sao tomadas por cunta propria
Diversas liquidaQoes..........
Crditos diversos.............
/Janeo Mercanlit
o ile 1864.
394.47839f)0
1,303:07758.18
234:5953800
5003000
5:8343661
82:0943863
152:2003000
168:7433700
2:5003000
1,127:0563973 !
piares da relacao das causas executivas da fazenda e esta sendo, como nao podemos duvidar, a ex-
provincial. | pressa da verdade, nao o ha de criminar. Deci-
j. 74. Dito ao mesmo. O Exm. Sr. vice- da, pois, o gaverno com justica e nao sacrifique o
presidente da provincia quem dei sciencia doseu
offlcio de 30 do corrente sob n. 55, manda declarar
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar por
em liberdade, dando-lhe baixa, se j estiver com
praca, o reeruta Manoel Severino Marques, que
pruvon isemao do recrutamento.
Diio ao Dr. chefe de pohcia.Communico V.
mais frequencia, o que deu lugar ao procedimento
das autoridades.
El-rei o"Sr. D. Luiz querendo galardoar os ser-
Sr. Barbosa (o governador civil) a raeros capri- vicos prestados por alguns cavalleiros exposicao
chos, tendo sempre em vista a dea em que a maio- agrcola que no auno passado teve lugar na cidade
a V. S. alim de fazer constar assembla legisla- r'a das cmaras do districto est de seguirem a de Braga agraciou : com a commenda da ordem da
ti va provincial, que anianha 1 hora da tarde sor,e d'aquelle funecionario para se nao ver de fu- Conceico o Sr. Jos Joaquim Vieira, que fra pre-
receber no palacio do governo a deputaco que ,uro.e.'n. embaracos. / sidente da grande commissao da expsito ; com a
tem de (presentar alguns actos legislativos sane-
cao de S. Exc.
N. 73. Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc.
.- que em aviso de 11 do corrente declarou-me o Sr. vicepresidente da provincia trasmiti V. S.
o Exm ministro da marinha ter mandado por em para ser presente assembla legislativa provin-
cial, alim de ser tomada na devida consideracao_a
inclusa representacao acomparthada de informarlo
do director geral da instruccao publica, em que
varios moradores da freguezia de Gravat pedem a
creaeo de urna cadeira de instruccao primaria
para o sexo feminlno.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. O
Villa Real, 7 de marco.Como annunciei a
V...em data de 5 do corrente, verillcou-se non-
tem a reunio dos eleilores do eoneetho da Regoa,
para se qu.-ixar.-in das violencias de que foram
victimas na eleico da cmara municipal.
Comparecern! mais de 600 eleitores cem os
principaes propietarios do concelho frente, entre
os quaes se contavam 35 dos 40 maiores contri-
buintes.
Foram acompanhados de tres magnificas musi-
commenda de Chrislo os Srs. Jos Joaquim Soares
Russel, presidente da cmara municipal de Braga,
e Miguel Jos Raio e Joao Antonio de Oliveira Dra-
ga, membros das diversas commissoes da mesma
exposicao ; com o habito da Conceico o Sr. Anto-
nio Ignacio Marques, ouicial-maior do governo ci-
vil ; e cora o habito de Chrislo o Sr. Mondes, pro-
pietario da fabrica da chapellaria, da casas novas,
que SS. MM. visitaram.
O imposto do pescado, contra o qual militse
liberdade o reeruta Francisco Gomes Pessoa de
A ra i jo, que allude os seus officios de 15 e 26 de
Janeiro ultimo em consequencia de ter ido julga-
do incapaz de servir, por solrer de tubrculos pul-
mooares.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. para o sexo feminlno. cas> fme collocram era frente do governo civil tem dito na imprensa, por ser um imposto que pou-
CoastamkMM de aviso datado de 10 do corrente Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. O da casa do Exm. commissario regio tocando os co influe para o augmento da receita do estado e
que por decreto de 9 desle mex houve S. M. o !m- Exm. Sr. vice-presidente manda transmiltir V. hymnos nacionaes e algumas pecas escolhidas. pesar sobre urna classe iwbre, rtndeu no anno pro-
pei adir |>or bem confiar a pasta do ministerio de S. s 3 inclusas ordens, sendo urna do thesouro Es,a grande reuniao nomeou urna commissao ximo passado 72:6443317, sendo por consequencia
i-iirangeiros ao Exm. Sr. ministro da marinha con- nacional sob n. 29, e duas em duplcala, expedidas P*ra apresentar ao magistrado syndicante um re- superior em 18:6345761 ao rendimento do anno
- Ii'iro Jofio Pedro Dias Vieira, durante o impe- pela reparticao do ajudante general sob n. 391 e flueri ment, em que se relatavam as violencias anterior. Para aquella cifra entrou a administra-
dimento, por molestia de S. Exc. o Sr. conselheiro 392, bem como um offtcio da directora geral das praticadas pela autoridade na eleico da cmara cao do pescado do Porto com 9:7475730, e as ai-
Francisco Xavier Paes Brrelo : assim o commu- rendas publicas de 12 do corrente mez. I munic'pal do concelho da Regoa, e em que se pe- fandegas da provincia do Mmho com 5:7785369.
nico V. S. para sen eonhecimeoio. Dito ao Dr. Candido Jos Casado Lima, professor-dia 'ossem inqueridos os eleitores nelle relaciona- Esta ultima quantia foi cobrada pelas alfanJe-
de franrez do curso de preparatorios da Faculdade dos, visto ser quasi impossivel a inquirico de to-' gas de
de Direito. S. Exc. o Sr. vice-presidente da pro- dos. os queixosos. Villa do Conde............. 4:4603080
vinca manda communicar V. S. para seu co-! A commissao foi recel.ida pelo Exm. commissa-
nhecimemto, que com offlcio da secretaria de es- \ rio regio, que prometteu principiar o inquerito dos
tado dos negocios do imperio, Ihe foi transmitido eleitores da Regoa no dia lo do corrente, juntan-
para ser entregue V. S. depois de satisfeitas as. do-se ao processo da syndicancia o requeriniento
despezas do estylo, a sua carta competentemente Pr. el,es presentado.
Ris 3,492:0823797
rAssivo.
Capital actual da Raneo....... 1,800:0005000
Diversos depositantes......... 790:3825265
Obrigaces do Raneo a praso___ 3l2:0255tt8
Notas em circulacao.......... 365:0993000
Juros de apolices vencidos e por
pagar..................... 4485000
Dividendos por pagar......... 4:7395000
Fundo de reserva............ 100:0003000
Reserva para garanta de crdi-
tos dnvidosos............... 8:8193435
Ganhos e perdas.............. 110:5693779
Reis 3,492:0823797
INTERIOR.
Dito ao mesmo.Para os convenientes exames
transmiti V. S. a inclusa copia da acia do con-
cilio administrativn do arsenal de guerra, datada
de 14 do corrente.
Diio ao mesmo.Communico V. S. que Roma-
1 no Francisco dos Santos na qualidade de 4" sup-
plenle, entrou em 24 de fevereiro ultimo no exer-
cicie do cargo de juiz municipal e de orphos do
termo de Cabroh no iiii|iediinento do respectivo
proprietario e do Io. 2" e 3 sepelentes.
Dito ao mesmo.I'ommunc V. S. que o juiz
de direito da comarca do Cabrob, bacharel Leo-
adio de Andrade Pessoa entrou em 9 do corrente
110 gozo da licenca de 3 mezes que Ihe foi conoo- 22 do corrente, para poder
**- cluso requerimento em
Dito ao mesmo.O Exm. Sr. ministro da fazen-
da p.iriicipuu-me em aviso de 8 do corrente, que,
por decreto de 27 de fevereiro ultimo, fora no-
meado i escripturario da alfandega de ParaaagoA
o 3" escripturario da desta provincia Joao Jos Pe-
reira de Paria. O que declaro V. S. para seu co-
nhecimento e fim conveniente.
Dito ao mesmo.Declaro V. S., para seu co-
nhecimento e fim eonveniente, que com avisos do
ministerio da fazenda de 21 do corrente me foram
remeltidos os ttulos de nomeaedefl do cartorario
dessa inesouraria, Herculano Dedato dos Santos
para 3* escripturario da mesma, e Manoel Jos
de Afollar para o lugar de cartorario.
Dito ao mesmo.Communico a V. S. que o ba-
cbarel Joaquim Jos de Oliveira Andrade entrou
em 3 deste mez no exercicio do cargo de pliz'mu-
nicipal e de orphos do termo de Nazareth, no
qual foi reconduzido por decreto de 4 de fevereiro
ultimo.
Dito ao mesmo.Transmuto por copia a V. S.,
para sua inielligencia e devidos eueitos, o aviso
da reparlicao da agricultura, commercio e obras
publicas, de 10 do corrente, acompanliado de co-
pia de outro do ministerio da fazenda de 3 deste
mez no qual so declara que gozam de isencao de
direitOS de 1 1|2 por cento de expediente, as com-
panhias ou empiezas, que nos seus contratos fo-
rem expressamente sontas do direito de impor-
taco.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Autoriso V. S., em vista de sua inforniacao de hori-
t.-iii. sob 11.U6, a mandar pagar ao lenle da
seccao urbana do corpo de polica, Tliomaz lludri-
gues Pereira, a quantia de 125540, que despondeu
com o expediente da primeira cempanhia daquel-
|a seccao quando commandou-a interinamente, a
coutar de 0 at o ultimo de outubro do anno passa-
do, e Je 22 de dezembro subs.iquunte a 27 de Ja-
neiro deste anno, como se v da cunta "que devolvo
e ni.' f..i enviada com offit'io do commandante do
predilo corpo, datado de 18 do corrente e sob
apostillada.
Dito Alexandre Fernandes de Magalbes Bas-
tos. Pela secretaria do governo se communica ao
Sr. Alexandre Fernandes de Magalhes Rastos,
subdito porluguez, que segundo constou de offlcio
da secretaria de estado dos negocios do imperio de
ter andamento o in-
que Smc. pede ser natu-
ralsado cidadao brasileiro, preciso que junte em
original os documentos exigidos- pela lei de 23 do
outubro de 1832.
5035310
3685334
3413492
693000
195924
14*129
Despachos do dia 31 de marro de 1861.
Requerimentos'.
Antonio Jos Pereira. Nada ha que deferir.
Antonio Paz d'Oliveira. Em vista da informacao
nao tem lugar o que requer.
A
do Amparo da cidade de Goianna.Informe o Sr.
thesoureiro das loteras.
Maria Rorges Carneiro da Cunha.Informe o
Sr. desembargador provedor da Santa Casa de Mi-
sericordia
Maria Rita da Boaventura.Informe o Sr. coro-
nel recrutador.
Vianna..............
Caminba.............
Espozende...........
Villa-Nova da Cerveira
Monsao.............
Depois disto dissolveu-se a reunio, retirando-sc / Valenca.............
os concurrentes para suas casas debaixo de urna Diz o Viramanense que no dia 8 pelas seis horas
chuva torrencial. e meia da tarde se formara rpidamente sobre a
Na vespera havia chegado a esta villa urna forte cidade de Guimaraes urna fortissima trovoada, que
columna de infantaria 13 e 31 cavallos do 6 de despediu copiossimos aguaceiros, e urna faisca
cavallaria. elctrica, a qual, dando na torre da igreja de S. Do-
Quizeramos que as autoridades de Villa Real, mingos, Ihe derrubou algumas pedras da cornija,!
de cuja defeza o Sr. Julio Caminal se encarregou e deslacou outras, e molindose depois para den- i
na cmara popular, se pozessem de accordo como tro da igreja, fez ahi consideraveis estragos, que- \
Ilustre deputado a respeito de um assumplo to brando vidracas, derrubando altares, levantando'
importante como a seguranca publica do distric- taboas, etc. ,
to, porque, em quanto S. Exc. assegura que com : i As podras derrubadas da torre foram impelli-'
os veteranos nicamente ella se pode sustentar a' das a bastante distancia, cahindo sobre o telhado j
despcito dos manejos da opposico, us vemos mo- do extncto convento, no qual lizeram notaveis ava-
ver a tropa da provincia sempre que a opposico ; rias, e despenhando-se de|ois no paleo que d ea-
d algum signal de vida. irada para a sacrista da igreja. ('.reseque a fais-
0 Sr. secretario geral, servindo de governador ca fora all attrahida pela materia elctrica da es
Nassa Senhora iSSjfi"* re"niao-de Ihnfem' co,-n
fundamento de que o cdigo nao adnuile reunioes
de mais de 20 pessoas; obstou porm a este gran-
de disparate o Exm. commissario regio.
Tinha sua grana esta prohbieao.
Com o resumo que passamos a fazer das princi-
paes operacoes effectuadas pelo Banco Mercantil
Portuense no sen anno econmico lindo em 24 de
EXTERIOR.
roHiii:si>n.\i)KVC'iAN do ma
RIO 1>K IM:k VVHRlt O.
PORTO.
U de marco de 1861.
Abriu-se em Villa Real a
lacio telegraphica, que est collocada no edificio
do extncto convento.
Apezar do que diz o Vimuranaue os apparelhos
do telegrapho nada solfreram, nem as imagens do
interior da igreja foram' tocadas apezar da faisca
andar nos altares.
O jornal o Commercio do Pono, no seu n. 47, pu-
blcou uns mappas, que Ihes foram fferecidos, das
fevereiro ultimo, completamos a noticia do mov-., embarraces pertencenles praca do Porto esobre
ment dos principaes estabeleciineulos bancarios o inovimeuto martimo da barra do Douro e por
; desta cidade, no anno de 1863. tos do norte do reino no anno de 1863. Por elles
Colhe-se do relatorio apresentado pelos gerentes se v que esta praca tem 13 galeras, 44 barcas, 11
do dito Raneo em assembla geral do 1 do corren- brigues, 13 patachos, 2 escunas, 1 lugre, 23 niales,
{e> o segrate : 4 rascas e 1 vapor para reboques, alm do qual ha
Depsitos por entrada e sabida.. 22,614:2023781 hoje mais outro vapor empregado no mesmo ser-
Movimento da caixa............ 31,105:5193583 vico. Total, excluindo os 2 vapores, 112embarca-
Emprestiinos sobre penhores.... 348:4135000 f0es com a lotaco de 27,339 toneladas e 1,439 tri-
I Letras descontadas............. 2.067:3363339 polantes.
Transferencia de fundos.
10,028:7775398
Estas operacoes deixaram o lucro de..........
s eleicoes raunicipaes f^S'gSSLS i '^T^^aal edadndo o dividendo de 3
Dos dous mappas que referem o movimento da
barra do Porto formamos o segunte:
128.Communicou-se ao commandante do corpo
de p..liria.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Fica assim approvada a deliberacao que V. S
tomou, como me participou em seu offlcio n. 21,
firmado em 4 de fevereiro ultimo, de comprar 72
alqueires de familia a razo de 25100 o alqueire,
alim de ser distribuida aos sentenciados existentes
nesse presidio.Communicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
de commissario regio, foi ali proceder o Sr. Janua
rio Correia de Almeida, governador civil do dis-
tricto de Braga.
A msso de que o integerrrao magistrado se
incumbi melindrosa e de difflcilimo desempe-
nho.
No meo da cxaltaeao partidaria que lavra nos
dous bandos que se gladiaram no campo eleitoral,
e cercado das malficas influencias dos obele* des-
ses bandos eremos que urn impossivel moral pa-
ra magistrado syndicante o conseguir apurar a
n. .verdade dos fados.
Nacionalidades.
Para o leitur melhor avahar o que se tem passa-
do a respeito da syndicancja, copiaremos parte de
dnas correspondencias escripias de Villa Real por
cavalheiros que vem os acouteciraentos por dffe-
rentes modos :
c Villa Real, 6 de marco.J deu comeeo aos
trabalhos da syndicancia de que foi encarregado
nesie districto o Sr. Januario Correia de Almeida,
como se v de um cdital que com data de 3 do
corrente fez alfixar e publicar em varios jornaes,
Dito ao commandante superior da guarda na- e no qual sao convidadas todas as pessoas que quj-
cioaal do Recife. Providencie V. S. para que um zerem depr ou dar eselarecimentos sobre os acn-
itos lutalhoes da guarda nacional desla capital se tecimentos da passada lula eleitoral a ncreve-
apresente em frente da igreja matriz da freguezia rem seus nomes at ao da 18 para dejiois serem
de S. Fre Pedro Gonealvcs, no dia 3 de abril pro- convenientemente chamadas.
limo vimlouro, s 6 horas da manha, ali 11 de Sem querermos de forma alguma duvidar das
acompaonar a procisso do Senhor aos enfermos boas intencoes com que o fez, parece-nos, todava,
que tem de sabir daqueila matriz.Recommen- que S. Exc. nao foi muito feliz 00 meio que em-
mendou-se ao director do arsenal que, mediante pregou para chegar ao conhecimento da verdade.
inJeinnisacao. furneea o carluxame sera bala ne- Ora snpponhamos por ura pouco que, por um
cessario salva que se tem de dar na occasio capricho ou oulra circunstancia qualquer, se nao
einque recolher-se a predita procisso. inscreviam seno individuos de urna parcialidade
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Com- poltica: poderia o Sr. Januario fazer obra por
iiunicando-raao Exm. Sr. ministro da marinha em
aviso de 22 do corrente, ter approvado nessa data
a proposla (|ue V. S. fez de Vicente Alilio Regulo,
para seivir o lugar de me-tre de armas da coai-
taes depoimentos ? Entendemos que nao.
Mas, concedendo mesmo quo se inscreviam e
e que depunham partidarios de ambos os campos,
poderia o Sr. governador civil de Rraga formar um
panhia de aprendizes marinheiros desse arsenal, juizo seguro e apurar a verdade em face de depoi-
em substiliiicao a Juo Nuncs Correia, que foi de-
niilti lo : assim o declaro a V. S. para seu couhe-
cimentoe execuco.Communicou-se ao inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Circular a todas as cmaras- municipaes da pro-
vincia.Para dar cumprimenlo ao dsposto no
aviso expedido pela rcpartic.10 da agricultura, cora-
por cento distribuido no primeiro semestre, e o que
na actu.ilidade se est pagando pertencente ao se-
gundo semestre, de 6 e meio por cento, tica ainda
um saldo para a nova conta de ganhos e pedas de Portuguezas......
18:2533069. Brasileiras.......
Reunindo os dous dividendos acuna menciona- Hespanbolas......
dos, prefazem elles o total de 9 e meio por cento ou Francezas........
193000 jmr aeco. Inglezas.........
No periodo que se refere otelatorio soffreu o. Hollaudezas......
Banco o prejuizo de duas letras falsas no valor de Hainburguezas ...
9445260, e espera do tribunal competente a solu- Hanoverianas.....
cao da pendencia acerca de urna letra de cincuenta Dinamanjuezas...
cuntos descontada a Thomaz Mara Bessone, a qual Suecas..........
a directora pretende fazer considerar como divida Norueguezas.....
privilegiada.
Em igual diligencia, e de comramn accordo, an-
dam tambera o Banco Coramercial e Banco Unio,
desta cidade, a respeito de duas letras, de cincoen-
ta contos cada urna, que descoutaram ao Sr. Bes-
sone.
O resumo do activo e psslvo, que val no fim
desta missiva, mostra o oslado do eslabelecimeuto
bancario, rjue vimos de tratar, no ultimo dia do seu
anno econmico.
A companhia de reboques martimos e fluviaes
do Porto leve no anno econmico (indo em 29 de
fevereiro ultimo a receita de 10:1535626 c a des-
peza de 5:9625321, havendo portanto o lucro de
4:1913303.
Prussianas..
Russas......
Americanas.
Turcas.....
Rremezas...
Sahidas.
Embar- Va-
caces.
256
5
N9
11
141
19
3
7
3
9
2
6
13
6
1
0
Entradas.
Embar- Via-
gens. cacoes. gens.
753 257 749
7 5 6
22 21 23
23 11 23
228 149 233
20 19 20
3
7
3
12
2
6
18
6
1
0
3
10
3
8
2
5
13
7
1
1
3
10
3
12
2
5
20
7
1
1
501 1111 olo 1118
mentos to oppostos como devem ser os de indi-
viduos que taes ? Tambera entendemos que nao.
Em vista disto, temos para nos que este meio
inefllcaz c incapaz de conduzir S. Exc. ao fim a
que se propoz.
Sejam chamadas a depdr pessoas independentes
e indifferenles a esta lula, e a verdade fcilmente
mercioe obras publicas era 29 de fevereiro ultimo, apparecef; do contrario, deixando isso ao arbi-
recommendo a cmara municipal de... que preste trio de cada um, muito natural que se nao en-
com urgencia as seguintes informales : contre seno com apasionados de um e outro cam-
Io. Qual a quantidade de terreno de que neces* po, que por seu turno se ho de interessar sobre-
sitam a povoacoes de seu municipio, caso seja io- maneira em occuliar ludo o que os possa preju-
sufflciente o que Ihes tem sido concedido, ou em dicr.
cuja posse esto. 1 Nao temos interesse em que o Sr. Dr. Januario
2.' As competentes plantas cora designarn das obre desta ou d'aquella.forma : emiltimos a nossa
mas, pracas e as reservas exigidas lelos artigos opinio e nada mais.
77 e seguales do regulamenuT de 30 de Janeiro
de 1854
Dito ao director das obras publicas. Para cum-
primenlo do aviso expedido pela reparlieo da
agricultura, commercio e obras publicas, em 19
do corrente, recommendo a Vmc. aue me remeta
D.zia-se por aqu ha dias que boje se reuna na
capital do districto um t meeting promovido pe-
los chefes da opposico, sem se dizer o fim para
que.
Verificou-se, com effeto, o boato, marchando pa-
ra Villa-Real todos os boraens c independentes >
Na primeira destas- verbas entra a quantia de
9:6155200, importe de 183 reboques martimos e
36 fluviaes, e 19 e meia horas de fugo.
Na segunda verba as quantias de maior vulto sao
os premios do seguro dos dous vapores de reboques
7055000 ; as soldadas tripolaco effectiva a
extraordinario, etc., 1:5185970; e a pilotagem dos
reboques 6255720.
'Os accionistas da nova companhia Utilidade Pu-
blica reuniram-se em assembla geral no dia 29
do passado para Ihes ser presente o parecer da
commissao de exame de contas e proceder-se
eleice da direceo que tem de gerir es negocios da
companhia em quanto o governo nao sanecionar o
novo estatuto, que d urna differente organisaco
companhia.
Os actos da gerencia no anno frado de 1863 to-
rara plenamente approvados, recebendo a directo-
ra um voto de louvor pelos servicos prestados ao
estabeleciment durante a sua administraco.
Indo-para se proceder eleico, a assembla re-
solveu por unanimidade que os directores, cuja ge-
rencia terminava, continbassem a dirigir os nego-
cios da companhia como testemunh de considera-
cao que elles merecan assembla, continuando
por consequencia nos cargos de directores os Srs.
Justino Ferreira Pinto Rasto, Dr. Antonio Ferreira
de Macedo Pinto e Jo Cario* Lopes.
o saldo
O vapor de guerra Lynce, empregado na fiscali-
sacap, entrou a barra 13 vezes e saho 12.
O movimento dos outros portos do norte do reino
foi o segunte:
Entradas. Sabidas.
Naci- Estran- Naci- Estran-
naes. geiros. naes._ geiros
Portos.
Caminha........
I Vianna..........
Espozende.......
I Povoa de Varzim.
.Villa do Conde...
Aveiros ..".......
Figueira........
91
152
49
10
62
371
374
2
25
2
0
2
17
48
87
151
49
10
67
381
372
1109 96 1117
2
26
2
0
2
17
46
95
a alfandega do Porto rendeu no mez de feve-
reiro ultimo 172:7093388, a saber :
Irrfportaco.......... 151:660,
Exportago...........
Reexportaco........
Consumo...........
Tonelagem..........
Diversas receitas......
6:393*980
95*220
5:972*580
1:508*580
7:139*008
com a brevidade que for possivel copias de quaes- que militara n'aquella bandeira. Nao houve carro
quer mappas dsla provincia, quer de todo o seu on cavalgadura por estas immediacoes que nao
parte della, pudendo essas copias fosse aproveitada.
quer mappas aesla
terreno, quer de p
Por ultimo a assembla deliberou que
de 659*138 pertencente antiga companhia Utili- no dia 27 do passado com
dade Publica fosse distribuido proporcionalmente das.
Cambios.-Sobre Londres a90d. de90d.v. 53
3(4 a 53 7|8. .
Pars 100 d. 529.
Hamburgo 90 d. 48 a 48 t( no-
minal.
No dia 8 arribon a Vigo a barca Urna proce-
dente de Peruambuco.
A barca- rnense, cuja sahida do Rio Grande do
Sul j era sabida lia perto de dous mezes, e prin-
cipiava a dar cuidado nesta praca, arribon a Vigo
infeliz viagem da lli
pelos as> los de mendicidade e das raparigas aban-
donadas.
A caixa de crdito e soccorros mutuos da asso-
ciaco industrial Portuense para salisfazer s pes-
soas que affluem a solicitar transacedes sobre pe-
0 tempe eorreu-lhe muito desfcvoravel. Soffreu
alguns estragos na mastreaco e panno.
Abri termo de carga em 9 de mareo a barca
S. Mnnoel 11, para o Rio de Janeiro.
Ccm relacao aos portos do Brasil nao entrou
CKABi.
Qninhcnlos e noventa dias, ou a presidencia do Sr.
Dr. Jos Bento.
Foi a 5 de maio de 1862 quo o Sr. Dr. Jos Ben-
to da Cunha e Figueiredo Jnior assumio as redeas
da administraco desta provincia, na qualidade de
seu presidente.
Foi nessa poca, e quando a provincia j lutava
com a mortfera epidemia que roubou-lhe para ci- '
ma de 12,000 habitantes, que S. Exc. comecou sua
administraco, poca bem espinhosa para della sa-
bir-se bem qualquer administrador, como facilmen-
mente concebe a mais curta telligencia.
E por certo quando calamidades taes accommet- '
tem a populaco, as exigencias, os qucixumes, as
censuras formigam e apparecem por toda a parte;
O descontentaniento dos que esperavam ou soccor-
ros pblicos, ou interesses mltiplos segu e acom- j
panha a situaco ainda alm de terminada a cala-
midade, de sorte que atravessar, vencer o espaco i
calamitoso bem acolhdo dos povos, um trium-
pho, que poucos governantes tem obtido, e o Sr. Dr. j
Jos Rento foi um desses a quem coube essa glorja i
porque se :-oube conduzir nessa poca difficil, to
opportunamente, que nem do governo geral, nem
des que foram soccorridos durante a existencia do
mal deixaram de merecer ajiprovaco os seus
actos.
Ahi est a imprensa peridica para testemunh
do que avaneamos. Se alguein houve, que ergucs-
se a voz para raaldizer a administraco e em al-
gum jornal, essa voz lora logo abafada pelo brado
unisono da imprensa nos jornaes de mais crdito e
voga, essa voz maldizente e solada, era contradc-
tada pejo senlimento geral, que observava no ad-
ministrador da provincia um homem dedicado pela
salvaco do povo, sem que comludo malbaratasse
a fon te dos soccorros.
Depois dessa crise luctuosa vieram outras, que
tem sido umitas vezes a mortalha das admnistra-
coes, porque nellas ou com ellas tem determinado
seu governo homens provectos na sciencia adminis-
trativa, queremos dizer, depois do cholera-morbus
seguiram-se tres eleicoes, urna de um deputado ge-
ral, outra de senador, e ainda a de depulados pro-
vinciaes, e em nenhuma dellas antes e depois de
feitas a imprensa taxou o governo do Sr. Dr. Jos
Bento de parcial, de vertiginoso, de prejudicial, de
injusto, immoral, arbitrario, perdulario dos dinhei-
ros pblicos.
Progressstas e conservadores, vermelhos e ama-
rellos, todos achavam-se salisfelos do modo por
que inarchava a administraco. Tudo era calma e .
quietacao jolitica.
Veio finalmente a dssoluco da cmara.
Os nimos tomaram um choque elctrico, e da
dormeucia em quo se-conserva vam, comecaram a
prepararse para a luta das urnas, mas at o poni
de lindarem as eleices no crculo da capital, os
partidos nao invectivaran] o governo, antes o Uve-
rara como garanta do muito que poderia resultar
de perturbarlo da ordem. em vista da exaltacao
de que ento se investram uns e outros partida-
rios.
Feita, |)orm, a eleico as duvidas do vencimen-
to completo da parle dos Ubnraes levaram estes a
romper contra a administraco, jnlgando-a bandea-
da com os contrarios as eleices procedidas nos
dous outros crculos de Sobral e Crato.
Ferdos no amor proprio da poca, entendendo
.que toda a presa eleitoral devia tocar aos liberaes
com excluso absoluta dos conservadores arg;
ram de menos leal ao governo geral o Sr. Dr Jos
Rento, de obsluado protector de falsifieacoes de
actas, e outros desregramentos, sem attenderem
quetis conservadores estavam de longa data as
posces offlciaes e que se nao haviara de suicidar
aas eleices, nao obstante as prudentes medidas
que o governo provincial tomasse, para que seu |
processo fosse regular, e as urnas expressassem a
maior liberdade de voto.
Ora, visto pelo que expomos com todo o as-:
sent da verdade, que a administraco nao proce-
den com nenhuma compresso do vol livre, antes j
seu nico proposito foi que as eleices se pleteas-
sem pacificamente, e que o triumpuo das urnas
coubesse aos que directamente devia caber. A in-.
tenco.governaliva foi sem duvida terminar pacifi-
camente a eleico chamando os partidos a um re-
sultado satisfactorio para ambos, e ninguem dir
que com este proceder de conciliaco S. Exc. tra-
hia as lendencias da poca, nem davamorteao
partido liberal, como se apregoara depois pela im-
prensa.
Nos outros ramos da administraco que se nao
ressentem da poltica o Sr. Dr. Jos Beilto portou-
se de um modo digno de louvor e gratdo de to-
dos os Cearenses, porque-nunca se afastou, do que
tinha para si preceituado como marcha de seu go-
verno. .
Foi econmico e creador, porque cuidou venta-
josamente do progresso material da provincia, e
mormente da capital sem esses desperdicios, que
esgoiando a renda publica, nao deixam a prova das
despezas feitas.
Adundo a thesouraria provincial quasi exhaus-
ta, quando tomara conU da presidencia, condoli-
se to sobriamente, com tanto tino administrativo,
quo os empregados pblicos foram. sempre slen-
los de seus ordenados em dia, e dolou o Lear de
lieneticios reae, que mais Urde (nao agora) serao
louvados por aquelles que actualmente os depre-
ciara. ....
Graduamos, pois de urna vez, aja a administra-
cao, que aeatiou, foi beneficente para o Leara, que
o Sr. Dr. Jos- Beato da Cunha e Figueiredo Jnior
nao obstante abjunsclamores da pposijao que sof->
PERUAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL'
Discurso do Sr. deputado Cunha Teixeira na sesso
de 8 do passado.
0 Sr. Ct'MU Teixeiha (Pela ordem) :Sr. pre-
sidente, eslava no firme proposito de nao vir apre-
sentar aqui reclamacao alguma a respeito da pu-
blicago dos trabalhos desta casa, e por isso que
tenho contemplado silencioso algumas alleracoes
bem sensiveis, que se ho dado na publicaco de
diversos discursos aqu proferidos; mas hoje, Sr.
presidente, nao posso deixar de sahir desse propo-
sito, porque corre-me o deverde protesUr contra e
modo porque foi feita a publicado de um aparte que
profer quando orava o nobre deputado o Sr. Dr.
Araujo Rarros, era relacao ao Sr. Dr. Francisco
Goncalves da Rocha.
verdade que quando orava o Sr. Dr. Araujo
Barros e se tralou aqui do nome do Sr. Dr. Rocha,
eu disse que poderia referir alguma cousa que ha-
viadilo o Sr. Dr. Goncalves da Rocha em confian-
ca, mas que nao o faria por que sso me havia si-
do referido por alguem em confidencia ; mas nao
disse, Sr. presidente, e nem poderia dizer que o Sr.
Dr. Francisco G da Rocha me houvesse referido
cousa alguma em confianca, e nao o poderia ter dito
por que nao lenho a honra de conhecer o Sr. Dr.
Francisco Goncalves da Rocha; no entretanto
apresenla-se hoje um aparte, nao dire que de pro-
posito, em que se me attribue o ter eu dito que po-
da revelar alguma cousa que o Sr. Dr. Goncalves
da lloclla me havia dito em confianca. Ora, publi-
cado assim o aparte esUr em seu direito o Sr. Dr.
Goncalves da Rocha se me attnbuir o haver eu-
faltado verdade, por quanto dir que nao entre-
tendo comigo relacoes de amisade como me pode-
ria revellar cousa alguma em confidencia?
Portanto pego que se tome na devida considera^o
o que acabe de dizer, e que d'aqui por diante baja
mais fidelidade na publicaco do que aqui se pas-
sar, servindo estas palavras de correctivo ao en-
gao havido na publicaco de raen aparte. Repito,
nao conheco e Sr. Dr. Goncalves da Rocha, nada me
foi confiado por elle, e apenas me referi ao que ou-
vi a mais de urna pessoa.
O Sh. Ahai'jo Barros :Assevero ao nobre de-
putado que nao costumo alterar apartes de pessoa
alguma.
OSr. Cumia Teixeira : Noattribui isso ao no-
bre deputado-
O Su. Araujo Barros :E estou quasi em esta-
do de poder allirmar que o nobre deputado me deu
este aparte.
O Sr. Cunha Teixeira :Dei um aparte, ver-
dade; disse que elle havia dito em confianca a al-
guem ; mas nao que me havia dito.
Um Sr. Deputado :A questo est nopronome
me.
O Sr. Araujo Ruiros : Lembro-me perita-
mente de todo este incidente, e se nao foi este o
.aparte que o nobre deputado deu, nao poda ser
seno este o aparte que eu entend, e a sequenca
do meu discurso est provando justamente isso.
Entretanto estimo muito que o nobre deputado
faca esta declaraco ; Isto serve-me perfeitamente,
agradeco-lhe de teda coraco ; estimo que o no-
bre deputado pedindo a palavra dssesseque havia
ouvido alguma cousa de terceiro, mas nao do Sr.
Dr. Francisco Gongalvcs da Roeha 5 estimo perfei-
tamente isto,.porque vai cada vez mais provando a
verdade das proposic&es que avancei nesta casa.
O Sr. Cunha Tbtuira : Seja como quizer ;
mas s tomo a paternidade de meus actos.
E tenho concluido.
Discurso doSr. deputado Silva Ramos, na sesso de
1 i do passado.
O Sr. Rimos :Sr. presidente, de todos osobjec-
tos que devem ser discutidos e deliberados pelas
assemblas legislativas, nenhum ha de mais mo-
mento, nem mais digno de oceupar a attencao de
seus membros do que, o que for concernente a re-
edita, e a distribuico dos dinheiros pblicos.
(Apoiados.)
Certo, Sr. presidente, de que esta consideracao
pesi no espirito de todos os membros desta casa,
eu espero que as quest>!s de floancas merecero
sempre a mais seria attencao de todos os meus dig-
nos collegas ; eu espero que os talentos queornam
esta assembla, viro neslas occasioes com suas
ideas luminosas esclarecer as questdes, de modo
que as deliberacoes lomadas por ellas sejam as
mais prudentes "e sabias, sejam as que melhor se
firmem uos principios da sciencia e que orem mais
bem sancionadas pelos resultados praiicos colhidos
em casos idnticos as paizes mais adianlados que
o nosso. Que se nao diga, Sr presidente, que os
membros desta casa se enchem de calor e entlm-
siasmo quando se trata de questoes em que se en-
chergam conveniencias polticas, mas que se mos-
tram fros eihdifferentes as questoes de verdadei-
ro interesse publico. (Muito bem, muito bem:)
O Sr. Sabino : Anda nao ha motivo de queixa.
O Sr. Ramo-|:Alguns. meu collega.
Um Sr. Deputado : -Nos veremos mais larde.
(Ha ura outro aparte.) ..'..
O Sr. Ramos :Creio que o nobre deputado nao
assistio a discusso a que me retiro.
Desojando eu, pois, Sr. presidente, que seja esta
a norma de conducta a seguir-se nesta casa, eu o
menos habiliudo de seus membros, (nao apoiados)
vou entrar na discusso do projecto n. 1 que tem
por lira regularisar a tarifa da uxa das barreiras.
e desde j peco venia ao nobre autor do projecto,
cojo talento e llustraco su o primeiro a respei-
tar e confessar, se tenho de me aifastar era algu-
ma parte de suas ideas. .
Sr. presidente, a creacao dos impostos nao 6
um acto voluntario dos poderes do e>tado, mas sim
urna necessidade inherente a organisaco das so-
ciedades humanas, porque se os depostanos ao
poder teem a obrigaco de prestar jos pmm
maior somma de gosos possivel, se enes it m ue
garantir-lhes o territorio nacional ooattftji**
estrangeira, se elles tem de ^pregar "^
oara manter a paz interna e sua ^H.^ f
de cuidar dos diversos ramos da, administraco, *
tem de facultar-lhes os commodos maier.aes taci-
ltando-lhes os transportes quer pelas otradas
qur por, outros meios, entendo que os pov^ nao
podero de modo algum esimir-se da obngacaode
concorrer para a satisfaco destas necessidades. fc.
unto assim Sr. presidente, que todas as socie-
dades humanas tem admittido os impustos, diversi-
ficando apenas em sua qualidade e natureza con-
forme seus graos de dvitasaeo, em cuja razao 01-
recia elles se multi(iU>am. nc
Dzem espirite* talvez meaos razoaveis, que os
imposlos servem de retardar o progresso ; mas eu
pens, Sr. presdeme, com os *m^"* q?t_a""
fendem a opinio contraria, eu entendo que a tom-
ma dos beneficios que resulta osiimpo os mm-
:to m-iior doque a somma dos sacrificios que se
rer.uerom proveito do estado.
OSr. Sabino .-Quando elles sao bem appli-
lta0SB. ramos :-Apoiadissimo; os abusojs to
tSl


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Diario de rcraaaiKae* Terca felr* de tbrll de 1 S4.
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do centro nao repugnnro em pagar o imposto de Que o seu nuteisnossa lar de que queixar-se, e cu
barroira de duas ciii duas leguas. pois sujeito-fie a esse uso ou costume.
(Ha um aparto.) i O nobre 1" secretario coin os coulieeraentos que
O Sr. Hamos :E' preciso collcarmo-nos no tem sobre a materia era questao, e cora a inlelli-
justo meio termo, nao tocarmos o extremo de col- genria de que dispoe, serapre que se faz ouvir
entram nunca em linha de conta ; apenas devenios
no< empenbar |H>r combate-Ios.
Mas, Sr. presidente, taita a abstracto to (ira
justo do imposto ora geral, que para salisfazer
as necesidades publicas, o imposto sem duvida ,.
um mal porque de particulares arte de suas renda, que podiam re- se daro o* ambaragos que eu apontei, nem tambera o pedagio, tnosirou a sua conveniencia era i* dis-
sultar qur em augmento do seu bem estar, qur colloca-los em tal distancia que o seu producto nao cussao, o pedio que Ihe fosse approvado, para pas-
era augmento das economa que depois podern chegue de forma alguma para oceorrer os gastos da sar a 2* discussao, declarando, com a sua costu-
prodnzir novos capitaes, e dar assim maior activi- conservacao. ma(la franqueza, que aceitara qualquer emenda
dade ao traba Iho. Por consequencia, Sr. presi- Agora direi duas palavras acerca des argumen- naquella discussau, quando estati vase por fon me-
dente, todo o govemo que crea impostas deve ter tos do raeu digno collega pelo districto. morar o projecto, a dar mais luz a sua idea: eu
o maior cuidado, o maior zelo pela sua economa ; I Diz o nobre deputado : quando de toda a parte lambem, Sr. presideute, procedo do mesmo modo,
deve exigir o menos que seja possivel, deve exigir se pede protereo para a agricultura, quando o ad- aceitando as emendas que trouxerem maior escla-
quando milito, tanto quanto seja absolutamente ne- ministrador desta provincia apresenta ideas de tan- recimento ao objecto era questao, cora Unto que
cessario ta utilidade em bem da agricultor, o que toda a desde ja lique recoabecida a vantagem e utilidade
Fazendo nppliraco desles principios ao projec- rasa as deseja realisar, como que nos vamos em- do raeu projecto, e assim procedendo, estou de per-
to em discussao, e tenho a dizer, que seu autor baragar 0 progresso da agricultura impondo-lheutn. feito accordo com o nobre i* secretario,
nao teve era vista crear o imposto do pedagio, por- onus lo pesado 1 Sr. presidente, tenho dito por niais de
que elle ja se acha estabelecido por lei, mas sim Sr. presidente, eu entendo que urna da
dar o pese devido a urna justa necessidde, qual a Ibores prologues que nes podemos prestar a a-
de regular a tixago e arrecadago desse imposto gncultura, abrir boas estradas, proporcionar-.
que era taito entre nos sem methodo e sera justica. Ihe os raeios de se por em fcil communicacao
porque, nao s a taxa do pedagio nao apparecia cora esta cidade ; e por tanto augmentandose o
lixada na lei do orcamenlo, e eslava isto atTecto ao imposto de forma tal que possa occorrer-se a
poder execulivo, romo tambem havia urna dcsi- conservago das estradas em diversos pontos da
gualdade, e grande desproporco na cobranza des- nossa provincia para a capital, ninguem poder
se pedagio, como todos nos sabemos. O nobre au-, dizer que esta assembla procura por cstorvos ao
tor do projecto, pela regularisaco que pretende' progresso do agricultura.
dar ao eslabelecimento do pedagio, eleva necessa-1 O Sn. Souto Lima
riamente o valor desse imposto, tornando o mais! cuidado.
oneroso.
. Vejamos, Sr. presidente, se ha necessidde de
augmentar-se este imposto, e se estamos em urna o dinheiro obtido desse imiiosto seja so e exciu
occasiao opportuna para o fazer. Que ha necessi- sivamente applicado na conservado das estradas
dade de augmentar o imposto, eu o comprehendo,! que j temos e construegao de novas; e nlsto que
porque esses lugares que boje gozam das vanla- deve haver todo o empenho, por que os agneut-
gens de estradas francas e facis para o transpor-1 lores sentrado os beneficios praticos de urna ui
te de seus productos para a cidade, devem concor- imposigo, conhecendo sua boa applieagao nao
rer para a conservago dellas, visto que o governo extarao em paga-lo, e chegar nm da tal vez em
dcs|K*ndeu quantias ayudadas em sua construccao.
urna vez,
que elle j se acha estabelecido por lei, mas sim Sr. presidente, eu entendo que urna das me-' quenada quero deatogadilho': quero todava a cal-
ma e circumspeccao as discussoes, porque so as-
sim e que podemos legislar, tendo em mira nica-
mente os interesses da provincia, os quaes sempre
devem estar de aecrdo cora as tarcas dos nossos
cofres, os quaes como bem se tem dito.eeu o creio,
nao comportara despezas extraordinarias.
Do que tenho dito se ve claramente que aceito as
observacoes do nobre Io secretario, e milito desejo
que elle concorra com as suas luzes, para
Ah
quena
que est a diffl- 2* djseussao o projecto tenha aquelles esclareci-
i mentos que forem necessarios, para que elle bem
O Sh" Ramos : A condgao essencial pata que [ preencha o lm que tive em vista quando o confec-
este projecto produza seus bons resultados, que conei, e apresentei-o alta consideracao e sabedo-
ria da casa.
REVISTA DIAMA.
O Sr. Deodoro :E o nico beneficio de que go-
za a popularn interior.
O Su. Uiarle :Nao o nico, porque tam-
Lem gosam da seguran-ca individual.
O Sn. Drmosthbkes .-Qual segnranca indivi-
dual-! No mallo nao ha nada de regular.
O Su RiARqiH : Eu peosei que a seguranza
publica chegava a todos os cidadaos.
O Sr. Avbes Gama : Em these, de facto nao.
O Su. Ramos : Mas, Sr. presidente, ninguem
contestar a justica com que se cobra o pedagio,
toda a vez que csse imposto seja aimiieado para a
conservado e meihoramento das estradas. Emen-
do pois que elle deve ser cobrado, e que deve ser
augmentado porque a taxa actual nao chega para
os beneficios de conservago, por quanto, os luga-
res que gosam hoje das vantagens de boas estra-
das publicas nao eoncorreram directamente pagan-
do_um pedagio para a construccao dessas estradas;
(nao apoiados) o governo apphcou* em beneficio
dessas localidades, proporcionando-Ibes boas es-
tradas, os rendimcntos de outras fontes de receita,
e por consequencia c justo que os que se appro-
veitam desses beneficios, os que tem de transitar
por essas estradas, concorram com um tanto para
a sua conservago.
O Sr. Huarque :Este o principio em que se
funda o imposte do pedagio.
O Sn. Netto :Nao apoiado; isso absurdo.
O Sr. Ramos :Desejava ouvir o nobre deputa-
do provar este seu aparte.
O Sr. Uuarque :Se absurdo, justamente o
que eu estou leudo aqu.
Um Sr. Depctado :Isso sao principios applica-
veis l na Europa.
O Sr. Ramos : -Mas ha principios geraes que se
applicam a todos os paizes.
Um Sa. Depctado :Em circumsiancias idnti-
cas.
0 Sr. Ramos :Essa applicacao faz-se sem alte-
rar os principio-; em sua essencia, modirteando-os
simples mente.
(Trocam-se outros apartes.)
O Su. Ramos : -Se os nobres deputados me dei-
xassera proseguir na mlnha argumentado, tal vez
j livesse deixado de cansar a attenco da casa I
mas i un estes apartes tao repetidos, "obrigam-rae
a demorar.
U Sn. DupuTAho : -Prova de que a casa Ihe es-
t prestando toda attenco.
O Sr. Ramos :Eu agradeco muito; mas ftenho
pouca pratica destas di>cussoes, e os apartes rae
desviara, inrraenle quando se trata de objecto tao
serio como este.
Dizia eu, Sr. presidente, que entenda que M
devia sustentar e mesmo augmentar a taxa das
barreiras, porque esses lugares que hoje gosam
do beneficio de estradas -francas, nao concorrurain
directamente para a sua construccao, e enlo
justo que, ainda com raais alguin sacrificio, auxi-
lelo ao governo na conservacao das estradas,
una vez que o governo despendeu com ellas o
producto de outras tantas de receita.
Mas. Sr. presidente c-taremos n> em cireums
tandas de eslabelecer barreiras de tres era tres
rail bragas, segundo quer o projecto? Nao se op-
pora essa diviso a alguma das regras que recom-
niendam os economistas, e que devem ser obser-
vadas na arrecadaco dos impostes ? Eu entendo
que sim,
Levaniam-se censuras aqui nesta casa contra o
estaliclerinienlo das barreiras de tres em tres mil
bracas, c tara desta rasa, eu ogo queixas amargas
acerca desse accrescmo na laxa, como um mal
que se vai fazer a agricultura.
Mas, Sr. presidente, preciso nao recuar, pre-
ciso Dae estlar em se exigir e>se sacrificio, por que
tambera esse clamor funda-se em prejuizos lilhos
dos il< fritos que se encontram sem|ire na creacao
de impostas, e na reluctancia que ha em se aceitar
novos impostes, precise nao dar todo o peso a
esses clamores, atiin de que pelo meio raais fcil e
conveniente droguemos ao resultado desojado ; uina
das condtcc.ocs ijue eu julge indispen-iavcl, da maior
necesMdade e que existe no pensament do nobre
autor du projecto que todo o-dinheiro obtido na
cobranza do imposto do pedajjio, seja exclusiva-
mente applicado a conservacao e melhorameuto
dessas estradas ; por que quando as pessoas que pa-
jarera o imposto comprehenderem que vera d'ahi
um beneficio real, (pie es hoje lirados, sao convertidos era vaulagens reaes
para a agricultura, dando-Ibes francas e boas es-
tradas, serapre bem conservadas, deixar eulo de
haver reluctancia no pagamento do imposto, epou-
co a pouro se snpportara o augmento, al chegar-
iuu.- ao ponto desejado.
Por tanto, Sr. presidente, eu evtendo que nao
occaviao de elevar-se mais o imposto do pedagio-
visto o mo estado de nossa agricultura, entt-udo
mesmo que a coltoeaeao de barreiras de tres em
tres mil bragas se oppe a rana das regras recom-
mendadas pelos economistas na creacao dos im-
postos,(|iieter-seem vista queelles, alm do onus
que produzem aos particulares. Ibes nao sirvam
de encommodo. E. em luvida, Sr. presideBte, que
as [R'ssoasque tiverem de transitar por urna estra-
da, tendo de parar de legua era legua para pagar
o pedagio, os cargueiros que em numero conside-
ravel tem de a}glomerar-se as barreiras para que
o enearregado cobre um vintom por cada cavallo,
soffrerao tira grande encommodo, e um atraso em
sua viagem, difflculdade esta queconvm ser remo-
vida, no que tivermos deassentar a tal respeito.
Entendo mais, Sr. presidente, que o estabeleci-
mentodas barreitas de tres em tres mil bragas es-
taca anda um nutro |>rincipio que os economistas
mandara conn?iderar na creacao dos impostas, que
c facilitar a cobranca, ou por oHtra evitar que com
a arrecadaco do imposto se nao faga despender
urna grande |>arte do producto, que se cobrar. Ora,
con se v o nimsto de barreiras assim estabele-
cido, fhz com que urna grande parta d seu pro-
ducto seja ci nsninmido com a arrecadagSo.
I'm Sr. np.MTAno :Podo al nao valer a nena.
O fin. Hamos :Depois, Sr. presidente, ha um
outro principio de grande alcance que parece que
o nuhfe autor do projecto nao teve em vista, e que
estabelecidas as barreiras em espagos por demais
curtas, isso convida a que os viandantes procurem
dcviar-se do ponto das barreiras e llludir deste
modo o cuidado e a vigilancia do*i gnardas.
Porianta, Sr. iiresidente; ee entend dever apre-
scnuir a emenda, pela qttal substituo a distancia
de Ifes por seis mil bragas.
O Sa. Deodoro :Se fosse de doze nao-fazia
mal.
O Sr. Raaos E' muito penco entao o tributo.
O nobre deputado sabe em qn estado estio os co-
fres provineiaes, sabe a dtnVrenca que ha de trans-
portar obyectos por boas estradas ou transportar
por pessimas estradas, o nobre deputado sabe que-
dos lugares por onde ha fcojft estradas abertae, os
viandantes mostram difiiculdade em pagar un vin-
iera por duas temas ; mas sehoje se pergnniar aos
hoinens do serlio, que muitas veres se vem na
iui|os*bilirtade de transportar seus productos por
falta do estradas, se qnerem pagar igual pedagio
tendo estradas francas e boas, oMes respndepa
sem Cuitar, que'sim.
O 6b. Deodoro :Concordo com isso, mas acho
muito ponru sefs mil bragas.
O Sr. Ramo :Por isso eu entendo que, cons-
truidas as boas estradas, por onde os producios
jos.-Vn vir fcilmente capital, os nossos homens
A assembla provincial, na sesso de sabba-
do, proseguio na 24 dicusso do projecto n. 17,
que succeda como a Inglaterra, aonde os parli- j que crea a inspeegao do algodao, o qual ficou ada-
cuiares sao os primeiros a pedir a creagao do pe- do por sollicitarem-se -informages da presidencia,
dagio, cora tanto que tenham boas estradas. | depois de orarem os Srs. G. Campello, Ramos, S
A razo aprsenla^ pelo nobre deputado de Pereira e Ruarque.
que o inspector da tbesouraria reclama contra o Entrando na aprecago da 2* discussao do pro-
estabelecimento das barreiras de seis em seis jecto n. 32, que estabeleco algumas incompatibili-
mil bracas, por ser demasiadamente oneroso, para dades para os empregados provinciaes, orou sobre
mm. nao tara peso algum, por qne para ter peso o art. 2o o .-r. Costa Ribeiro, ficando a materia
era necessario que o inspector se apresentasse adiada pela hora.
apoiado em estatistcas bem taitas, mostrando que | Na 2* parte da ordem do dia ( flxacao da for-
o augmento do pedagio tinha concorrld para di-! ga policial) oceupou a tribuna o Sr. Araujo Bar-
minuir a quantidade dos objectos transportados ros, llcando a discussao adiada. A sesso prolon-
para esta cidade ; esta estatistica, porm, nao exis-1 gou-se ate de|>ois das 5 horas da tarde,
te, e tudo quanto o inspector disse infundado, A ordem do dia para hoje compoe-se : da 2* dis-
por que o nobre deputado sabe que ha quesloes cnsso dos projectos ns. 48, 26 e 16, e 3' do de n.
a que s se responde com dados estalisticos, com li, altn das materias anteriormente designadas, e
o estudo e confrontago de dillerentes perodos. | que ainda nao foram discutidas.
Um Sn. Deputado : Se nao existem as bar- j Sabbado, por volta das 5 horas da tarde, em-
reiras de seis em seis mil bracas. barcou na rampa do Trapiche Novo, dirigindo se
OSn. Ramos : Por tanto, Sr. presidente, ou para bordo do vapor Paran, b Sr. Dr. Jos Henri-
aceito o projecto do nobre primeiro secretaria, ques Ferreira, consul-geral de Portugal n'este im-
no qual descubro bellas vistas, e Hns convenien- perro, e o seu chanceller o Sr. Daniel da Silva Ri-
tee, por isso que tende a regulansar um impor- beiro.
tanto ramo do servico que at hoje tem sido ir-, Grande numero de amigos foram assistir ao em-
regular, e tem de raais estado tora das atribu- barque destes dous cavalleiros, sendo enternecedo-
coes do |Kder comiietente ; mas entendo que o dora a despedida, pelas muitas sympathias de que
artigo 2 do projecto deve ser substituido, aug- aqui justamente gesavam.
mentando-se o espago entre as barreiras seis. Alguns botes chelos de pessoas acompanha-
mil bragas, por cuja forma se consentiam os inte- rain at bordo a galeota em que iam aquelles
resses da provincia com os dos particulares, nao' dous senhores, bem como um escaler com o novo
calo Antonio de Oliveira, Joaqnim Veira de Mello
Pinto, Jos Antonio Soaros, J. Duarta da Silva Bra-
ga, Balbina A. da Costa R., Cupertino Guima-
raes Basto, Henrique Jos Alves Brito, Bertino Lo-
pes de Araujo, Thomaz de Faria e 2 escravos, ma-
jor Jos Guedes Nogueira Jnior, Fernando de A.
Santos, 10 escravos a entreitr e Jos de Miraada boa, naufragou no dia ide tavereiro na costa oa
Curio.
rbpabtiqao da polica.
(Extracto das partes do dia 2 de abril de
1864.)
Foram recoltiidos casa de detencao no dia i
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. cliefe de polica, Aris-
lides, pardo, escravo de Mariana Amalia da Silva,
por crime de roubo.
' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Joao, Africano, escravo de Joaquim de Araujo, por
insultos.
A' ordem do da Boa-vista, Miguel Joaquim das
Chagas, e Joao Duarte de Oliveira, pardo, ambos
para averiguagoes.
0 dieta da t seccao,
J. de Mesquita.
Movimento da casa de detengo no da 31 de
margo de 1864.
A saber
Existiam Entraram. Sahiram . 364 presos 19 i 20
Existem.... 363
Nacionaes. Estrangeiros Mulheres. Estrangeira Escravos Escravas . 260 presos 31 2 i 1 63 3
se adoptando assim nenhum dos extremos.
Mando mesa urna emenda, fazendo substi-
tuir as palavras, tres mil bracas por 6 rail bra-
gas.
Discurso do Sr. deputad* Simio Lima, pronunciado
na sesso de 16 do passado.
O Sn. Solt Lima : Direi, senhores, poucas pa-
lavras acerca da utilidade do projecto que se dis-
cute.
innegavel que urna estrada que fr do lugar
em que se acha a actual estrada do norte Goian-
na nao pode trazer provincia o onus que se WP*
pe. O terreno que lera de percorror essa estrada
um terreno plano, muito arenoso, verdade, mas
que, segundo creio, nao oerece essas grandes dif-
liculdades...
Um Sr. Deputado : Est em contradiegao cora I
e nobre deputado do segundo districto.
O Sr. Solt Lima : 0 nobre deputado que me
cnsul portuguez Dr. Claudino de Araujo Gui-
mares.
Os amigos, que os foram buscar ponte de
Ucha, acompanharam-n'os d'alli em carros at o
lugar do embarque.
Foram destribuidas duas poesas impressas, em
despedida ao honradisstmo cnsul que d'entre
nos se ausentou, rematando uina dellas com a se-
grate cstrophe :
ssim nao desee quem tao alto se colloca,
Quem sabe entre os seus manter lllesa
A dignidade da lei 1
Nao desee I Sobe, serapre honrado e nobre,
Quera por mais d'um motivo se dcstngue
Entre o povo e o rei I
Na noite desse dia teve effectivamente lugar o
sarao que, era obsequio ao Sr. Dr. Claudino d'A-
raujo Guimares, cnsul de S. M. F., deu na sua
residencia campestre, ao Caldeireiro, o Sr. Eusebio
Raphael Rabello, deslindo negociante de nossa
363
Alimentados casta dos cofres pblicos 159.
Movimento da enfermara do da 1 de abril
de 1864.
Teve baixa:
Joao Alves Ferreira, intermitiente.
Movimento da casa de detencao, no dia 1 de
abril de 1864.
Existiam...... 363 presos
Entraram
Sahiram .
11
9
A saber:
Existem....... 36o
Nacionaes.....
Estrangeiros...
Mulheres......
Estrangeiras...
Escravos......
Escravas......
263
31
1
1
64
S
365
Alimentados a custa dos cofres pblicos____
Movimento da enfermara no dia 3 de
de 1864.
Teve baixa:
Albino Jos da Silva, intermitiente.
153
abril
! Nao era possivel re-
untr-se urna mais numerosa e escoltada sociedade,
a que all va se n'aquella noite, testemu-
nhando desta forma os Ilustres concurrentes, nao
L'tt POUCO 11K TODO.
Urna carta de Sant'Iago, do Cliili, annuncia que
um novo incendio n'uma igreja, por occasiao do
offlcio da noite, esteve a ponto de renovar a catas-
trophe da igreja da companhia. Felizmente porm
pode ser extindo, antes que o pnico que se apo-
dorou dos espectadores tivesse causado novos de-
sastres, que tomavam o mesmo carcter, por isso
que a fuga dos fiis ia necesariamente produzir a
obstruegao das portas.
O que ha de mais notavel, que, apesar do nu-
mero de vis timas no incendio de 8 de dezerabro, a
parte femenina da populago toma enrgicamente o
partido dos padres, quasi que organisou um dis-
turbio para reclamar o restabelecineuto dos oflicius
divinos da noite, que o governo do paiz julgou de-
ver prohibir, em consequencia do segundo incen-
dio, felizmente atalhado.
O clero tambera oppoz urna grande resistencia
execugo do decreto.
Era sustentado pelo phanatismo, que soube ns
pique a-6 milhas ao sul da barra de Villa-Nova de
Portmo, no dia 21 de fevereiro.
Salvou-se na laucha a tripolago.
O patacho io^lez Blowner, de 106 toneladas, pro-
cedente de Demerara, com carga de diferentes
mercaduras para a Madeira, e de melaco para Lis-
Letius catuiiona$Hs.
Por ouro, prata e
titulo.-- commer-
-ciaos.......
Por outros ttulos.
16:0094460
'1:228*000
Galo, districto da alfandega de Selubal, percowdo
toda a tripulago, que se compunba de 9 homens.
Salvou-se uina parle da carga.
A barca prussiana Sfathde de 400 toneladas,
precedente de Trou para aples, com carga de
carvao de podra, subraorgio-se no dia.27 de feve-
reiro, ao nerte da baha de Peniche, salvndose
toda a tripolago e alguns objectos de pequea im-
portancia.
No dia 26 do mez passado, o temporal que rei-
nou as costas do canal da Mancha, arremessot
cosa, perto de Dungeness, o navio Golden-Age, fre-
lado de Madras para Londres, com um carrega-
mento de 200,000 libras esterlinas (99 contos de
ris) o navio naufragou a um quarto de milha ao
litoral; a tripolago cooservou-sc algumas horas
entro a vida e a morte.
Os marnheiros e passageiros expostos a cada
nstame a ser levados pelas vagas que varriara o
convez, acabaram finalmente por serem soccorrt-
dos pelo barco de pilolagein e por outro da socie-
dade nacional de salvago.
O estado do mar nao deixava esperar, segundo
as ultimas noticias, que se salvasse o navio ou o
seu ca recmenlo. ., Passivo.
____ Uuiiro do Brasil cuida do capital.
O Commercio do Porto narra : Valor tarnccid pe-
Entre os dados interessantes extrahidos do rea- la eaixa matriz.
torio official sobre o ultimo recenseamento da In-. Emisso.
glaterra e do paiz de Galles, apparece a estatistica Valor em circula-
numerica dos inglezes residentes no estrangeiro.
Conum-se- 23:844 inglezes establecidos em
Franca. No resto da Europa 35L500, a saber :
7:363 na Allemanha, 5:467 na Italia (comprehen-
dendo Roma), 4:092 na Blgica, 3:879 na Uesna-
nha, 3:749 na Russia, 2,360 na Turqua e 2,072
era Portugal.
Letras a recetor.
Saldo desta conta.
Conlas correntet.
Saldo desta conta.
Diverso.
Saldo de varias con
tas........
Caixa.
Pelos segualo va-
lores:
Em miMvi.i de ou-
ro de 2rrtrila-
tos........4,697:0965610
Em notas do go-
verno dos valo-
res de 102.000 e
superiores. .
Em notas menores
de 105000.....
Em moeda de tro-
co ........
Em notas da pro-
liria caixa. .
17:2374480
4,412:577I67
416:3215495
J,588:3985zt8
240:0005000
4:0005000
35009
24:7605000
4,965:8355619
12,001:7195565
gao........
Litras a pagar.
Por dinheiro toma-
do a iM'emio. 5
Por saques..... 228:7185020
Diversos.
Pelo que respeita Asia ha : 30 subditas ingle- Saidoue variascon
zes na Persia, 1:072 na China, 81 no Japo e 24
era Sio.
A populago ingleza na India chega aproxima-
damente a 125,000 almas, incluindo 85,000 sol-
dados.
O Egypto tem 731 e o resto da frica 340 resi-
dentes inglezes.
Na America do Sul, os dous paizes em que os
subditos britannicos sao em maior numero, sao o
Chile e o Brasil, que do respectivamente asylo a
4,132 e 2,838 inglezes.
Porm nos Estados-Unidos onde se acha a
maior colonia da populago ingleza dos tres
reinos.
O recenseamento efT-ctuado naquelle paiz era
1860, dava all residentes 2.200,000 subditos de
S. M. Britranica, sendo 477,445 inglezes, 108,518
escossezes, 1,611,304 irlandezes e 249,970
dianos.

tas.
tiaalws e perdas.
Lucros sujeitos a
lquidago. .
2,000:0005000
8,585:2405000
228.7185020
1,087:4175633
100:3435912
12,001:7195565
O guarda livros.
Ign-uio Nttues Corra.
PUBLICARES i PEDIDO.
Phtyslea.
-----------------------. O uoore iur------- ,-
pr'ocedeu est engaado quando falla na ladeira do F >.'
Ub, porque deve saber que o contrato-Mamede-1 A fest *. esplendida
cttinprehende a ponte sobre o rio deste nome ; por,
causegunte, ficando a ladeira aquem do ro, des- j ''Jjjj
31 O^t'BuARQuT^-Mas'attenda que se a estrada' ?., aPreco em f* livera,n obse.juioso convite tram a suprema talic7dade em se fazer queiraar em
tao fcil assim, parece que uo ha essa urgeacia \ fc'to pelo ,amavel dono da casa, como a estima c ceremonia, com os seus mais ricos vestuarios, para
. .. r ein O xarope etherio de veame por mim preparado,
muito tem aproveitado aos que solTrcm desta mo-
cana- lestia, e de lamenUr-se, que, no obtuario desu
cidade a maioria des que sucumben) de tubercu-
; los pulmonares, sem prucurarem o recurso do pra-
Organisa-se actualmente em Nova-York urna ex-; tico e do experiente, que lhes podem encamraharo
posigo de bellas artes, na qual sao convidados a meio do sua salvago.
tomar parte os artistas europeos. O Sr. Braga com loja. de ferragens na ra
As receitas desta exposigo sao exclusivamente Direla, tai desengaado por dous habis me-
destinadas s victimas da guerra fratricida que dicos, acba-se bom com o tratamento por
desoa a America.
A abertura est fixada para 30 de aliril pr-
ximo.
Os objectos enviados pelos artistas devero ser
acompanhadosde uina declaracao do prego.
No caso de venda, o valor delles ser-lhes-ha en-
viado logo que se feche a exposigo.

No dia 26 de tavereiro houve em Dublin, capital
da Irlanda, um julgamento singular e por um jury
especial.
Um memoro do clero anglicano, o reverendo S.
Ferguson, procedeu judicialmente contra um man-
mim
prescrip'.o.
A Sr.* Jeroavma Mara da Conceicao, moradora
na travessa do Montairo n. 10, achaudo-se de.-en-
ganada, lambem mim recorreu e acha-se resta-
belecida.
Um sobrinho do senhor professor de Nazerdli do
Cabo, acha-se bom, como se v de sua carta abaixo
transcripta, alm de outros tactos, que poderia aqui
mencionar.
A phtysica a deslruigo e a magreza de todo
corpo, em consequencia de chagas, tubrculos, e
concrecg'o dos bufes e de empyoina, atropina ner-
vosa, e outras molestias que viciam os humores,
cebo, M. Haly, por ter violado a promessa de casa-, como escorbuto, alporcas, gallico, astbma, bexigas,
menlo quetizera a sua filha Julia Carolina Fergu-: sarampo, etc.
esterlinas por
por sua parto
son, e reclamando dez mil libras
perdas e damnos, fazendo a joven
igual reclamaco.
Houve por lira composigo entre as partes, con-
sentindo o mancebo era se deixar condemnar na
pirar as senhoras de todas as idades, que concor- somma de mil libras esterlinas por perdas e dam-
riain s fesias nocturnas, para presenciaren! aquel-
las pompas pagas.
Parecan) obstinar-se em querer ser quemadas.
E' verdade que algumas viuvas indianas encou-
considerago que votam sua pessoa, e s distinc- honrar a memoria de seu esposo.
Lim\ __0 nobre deputado ainda 'tas qmi'idades ,j0 digno cavalleiro, seu hospede i Nao deixa tambera de haver insensatos
Su Souto La*O nobre deputado ainda'tas 1ua|idades do digno cavalleiro, seu nospeue i Nao deixa tambera de haver insensatos que am-
no me ouvio I des<-e 1ue cnegou do Maranho. bicionam o singular marivrio de serem esmagados
A estrada-Mamede-comp, ehende a ponte do I J *^Z& ^^^IT"^^^: I SSStSM SS^JXSS^T Pdere,U "
Lhu, logo, sendo a ladeira aquem do no, segue-se
que est comprehendida na estrada contratada, c
por consegrante desapparece essa difflculdade; mas
vial que todos Ihe reconhecem, eslava justamen- j direitos para o paraso de Wishnou 1
te cheio de sati>faco e alegra, por ver a concur-
rencia e enthusiasino que toda a sua casa apresen-
lican. os alagados de Itapirema. a passagen. deste! av;,> olTereceodo assim urna tasta duplamente m-
rto, a grande ladeira do mesmo. nome, assim como | teressante e magnifica, quer para o excelente ara -
a que desee para itajari ate encontrar a estrada^0 1ue to*l"*a, quer para os ara.gos quejoim-
a que desee para Buja
tara a cidade. Se, porm, o terreno nao offerece
grandes difflculdades para a factura da estrada ;
pelo invern a passagem do rio Iiapireina, e'todos
esses e outros obstculos de fcil remogo, inter-
ceptara completamente o transito; e isso o que
preciso memorar.
V-se, portante, que a satisfago dessa necessi-
dde nao pode trazer grande onus aos cofres p-
blicos, porque a posigo da estrada que falta con-
cluir, erabora de grande e urgente necessidde
de fcil execugo.
m Sit. Deputado:Equanto. poder custar es-
sa estrada ?
OSr. Souto Li*.v : Nao posso determinar pre-
cisamente o que ser preciso despender, mas se
houver zello pelos interesses da provincia...
l'v Sr. Depctado :A avaliar pelos 355 cada
braga anda por diuentos e tantos contos...
U Su Souto Lima :Mas sto pelo luxo de
Pernambueo, e a ter-se de seguir o que j se deu;
porque dado o primeiro passo na estrada do abuso,. D?:
tudo mais devia seguir o mesmo eaminho para jus-' *
don, e que tanto se divertirn) e tao saudosos delle
se despedirn).
Compareceram militas familias, calculando-sc a
concorrencia em perto de trezentas pessoas. Dan-
garam-se diversas quadrilhas, walsas. polkas, des-
de as 9 horas at ao amanhecer de domingo, ten-
do-so retirado algumas familias 1 hora da noite
por terem de vir para a cidade.
A mesa esteve lauta e profusa, nada ponpando o
nosso amigo o Sr. Eusebio para satisfazer plena-
mente os desejos e os gostos de todos os seus con-
vidados.
. Na occasiao em que tai servido o cha e o choco-
late, destribuiram-se lindos ramalhetes pelas tar-
mosas damas, que com suas gracas realcavam o
tastim, bem como um com as cores asul e branca
e urna rica fita tendo em letlras douradas : Viva
o cnsul portuguez.
O brigue hespanhol Francisco, capito Jay-
mes em sua viagem de Montevideo para Hava-
encontrou, 19 do passado, na lal. S. 22
e long. 0. 35- um blc cora o capito e oi-
lificar o que se linha taito; mas nos qutrj conhce- ,0 tripulantes da barca americana Crele, desam-
cenws os vicios dessas avaliacoes, deverao-nos nre-' P''"rada, 9"Me noras anles' Pr ,er a,,.er! aua'1e
renir contra ellas, alira de que com menos dispon- 'Ja ttr del.,a n? Prao 7 P*8- EsIe navi ia de Ul-
dio a provincia satisfaga suas necessidades.
(Trocam-se apartes.)
U Sn. Souo Lima :Nao fallo em relago a nos,
fallo cora referencia ao passado ; digo qne o luxo
de Pernambueo que tem autorisado esses esban-
jamentos dos dmheiros pblicos...
O Sr. Aquino : Nessa estrada ?
O Sr. Souto Lima :Em todas as nossas obras
publicas.
A provincia da Parahyha, provincia de terceira
ordem e sem recursos, acha-se hoje dotada de urna
estrada de 30 leguas, e de soffrivel transito at ao
Brejo de rea : e queris saber senhores quanto
las para Ifamhurgo, cora carregamento de guano.
O restante da tripolago, em numero de dez pes-
soas, inclusive o immediato do navio, seguio no ou-
tro bote, sem que se saba seu destino.
No sabhado deixou o brigue hespanhol F?vr-
cisco aquello bote no lamaro, seguindo sua der-
rota.
Est designado o da 11 do corrente para a
reunio da primeira sesso judiciaria do jury do
termo de Rinda.
, Deram, sem que sesaba qnaes os autores,
em arrancar ou inutilisar os lelreiros em lousa, que
exisiem as portas de eserplorios e de outros es-
custou essa estrada ? Dezenove i-onlos e duzentosi tabelecimentos. Essa graca nao pode e nem deve
mil ris. segundo me informaran)! Nao porm continuar ;os seus autores, pois, cessem de prose-
uraa estrada de rodadera, e nem superfluametite Pmr u'e"a- uma vez que lhes pode acontecer al-
calgada, como algumas partes das nossas; mas an- f'um nial da respectiva pratica.
les nos tvessemos estradas como essa que dessem Na sexta-feira tocou era nosso porto o vapor
fcil transito para o centro, do que termos essas [nS,ez P^'J, com procedencia de Cosk por Vigo,
uoucas aue a nroviucia tem e me lan cara* lh Lisboa e Tenerilfe.
poucas que
sao sabido.
a provincia tem e que lao caras Ihe
J se v, Sr. presidente, que a estrada de que-
trata o projecto de fcil execugo, por quepoucos
sao os obstculos que nelle se eucontra para a fac-
tura; mas esses obstculos mndam de na tu reza no
lempo invernoso, e ento o transito torna-se diffl-
Construido em Glasgow pelos constructores Ja-
mes & Ueorge Thompson, destna-se navegaco
entre a cidade do Itio Grande do Sul e os que raes
llcam prximas.
E' pequeo e de ferro, tendo o porte de 145 to-
neladas. Seu comprimento de 147 ps e a maior
cilimo at perigoso. Mas Sr. presidente ninguera larRUra de 21 calando 4 1/2 d'agua quando carre
contestar que- de grande vulto o commercio de 8*1'. cninjdetamente.
Goianna para esta capital, alm de que aquella es-
trada frequentada pelos viajantes da provincia
da Parahyha ; por consegrante nao deve esta as-
sembla deixar de autorisar um pequeo dispendio
com lima obra tao til.
Acho pois que o projecto deve ser approvado em
primeira discussao, emWa soffra depois alguma
emenda.
Movido rodas, tem sua machina a torga de 75
cava I los.
Tem sua vasta cmara na r, a qual toda abor-
ta e seus camarotes. Ha Igualmente um salo era
separado para senhoras.
Esse vapor segpio para- o sul seu destino.
Ao amanhecer de sabhado passado houve
uma tentativa de roubo na Lija de ourives do Sr.
Benjamim F. da Cunha. Terreo, na ra do Quei-
DUcurso do Sr. Guneahrs da Suva, na sesso de 16 jm*Paf a conseguirem o seu, intento, serviram-se os
paseado. | larapios da. circuutatanna de ftcar aberta.a porta
O Sr. Goncalves da Silva : Sr. presidente, da escad, depois d sahida de alguem que tara
Uando aprsente) algumas consideragoes em rea- missa de madrugada ; e por ah pretendern) elles
gao a conveniencia da factura da estrada entre o realisar o roubo que nao effertuou-se em conse-
rio Ub e o Hujary : quando disse, que acuialraen- quencia di uma parede que guarnecendo o p da
te aquella estrada era uma necessidde- palpitante escada ijao Ibes, facilitou o ingresso desejado.
para o transito publico, que daa quanto antes ser | O vapor Paran, sabido para os portas do
satisfeta, e al com preferencia a outra qualquer sul do imperio, conduzo os seguintes passageiros :
obra, ainda que estivesse Me mewuu condieot-s Antonio, eoeira Valladares, Jote Alves Feilosa
daquella ; quiz qoe se me enteodesse, que pu-fd- Franco Filbo, JaciMho F. Esmera Ido c 1 -escra-
lavt, sobordinando as mullas ideas aquellas que vo, cnsul portugus Dr. Jo* Henriques Ferreira
melbor desenvuivessein esse aegeri, que melhor e seu secretario Dr. Daniel da Silva Bibeiro, Dr.
direcgo Ihe dessem, em ordem a pdennos ter nma Heraclio Vespasiano Fiok Romano, Augusto Cesar
boa estrada, que flzesse desappareeer os grandes de Azevdn Lima, pillo da armada Francisco Xa-
inconvenientes para o transito publico, qne acteal> vicr R Pinheiro, Kaymundo de-S, Joaquim. Alves
mente se do : portan lo eu nlo poda prescindir de C. Brandao, Anianio Jos Lopes, Antonio Jas
de qualquer emenda naquelle sentido, mas quiz que de Figueiredo, Benta Joaqun).'de Medeiros, Ro-
se reconhecesse desdo logo a sua utilidade, man- moflida Mara da Luz, Francisco Manoel da Costa
dndose esta, oa aquella emenda na segunda dis- Moniz, Ventara JosnHartias, Affimso Peiioto Li-
cueo. ma e 1 criado, altares Joaquim Jos das Neves Sei-
Me parece, que estylo admittido por esta eaea xas, 1 cabo de huimadra e H soldados, t. Gaioraar
reconhecer-se a utilidade de qualquer projecto na Luiza, Olymfio Eusebio de Arroxellas Galvo, Lud-
i* discussao, raormente quando este tende a rae- gero Bourigoes de Carvalo, Gamillo de Lells Ta-
Ihoramentos materiaes, coma sao a oonstruegao de vares, lente Antonio Jos Pvreira de Siquerra.
estradas, o a outras obras de au vantagem real Jos Joaquim do Oliveira, Manoel Cassemiro da Ro-
e palpitante, sendo emendado na 2* discussao, sem sa Jnior, Candido Francisco Soares, soldado Gon-
0 senado votou urna lei prohbindo d'ora avante
illuminagSes as igrejas. A mesraa lei ordena que
con.itrucco dos templos seja modificada, e que
para o futuro tenham um numere sufflciente de
portas.
Formouse em Santiago uma brigada de bombe-
ros que tai organisada cora enthusiasino.
Enterraram-se 2,100 cadveres lirados das rui-
nas da igreja Compaa.
Encontraram-se corpos mutilados e merabros se-
parados dos corpos, e um certo numero de taridos.
O numero total das victimas calculado am...
2,500.
A 31 de dezerabro a igreja de Santo Isidoro es-
teve para ser, tbeatro de um incendio seinelhante.
Una vela do altar pegou tago a ura ramo de flo-
res artificiaes.
O tago tai inmediatamente apagado, porm a
multdo fugio na maior confuso.
Os officios religiosos nao continuaran).
De Angola cscrevem :
Os inglezes ttzerara das suas; eis o caso :
A guarnigao da corveta Archer, tandeada neste
porto, tai, no da 25 de Janeiro, fazer exercieio de
fuzilara a Ponta da liba, levando tambera urna pe-
ga que all deixaratn ticar, bem como uma cala,
em que elles disseram que tinliara plvora.
Indo depois busca-las, dizera que acharara a cai-
xa arrorabada, e por isso tarara com os doze ma-
rnheiros, ura aspirante e ura official, passar uma
busca a todas as cbalas dos mixoluandas da. Ponta
da liba ; e como nao achassem a plvora tu arara
todo o dinheiro era prata que acharara, a crtagao
e os pannos novos dos pretos, rasgaran) os pauuos
velhos, c partiram algumas canoas ou dougos.
Os mixoluandas, tendo abandouado as cbalas
naquella occasiao, vieram no dia seguinte capita-
na do porto, queixarem-se ao novo capito do por-
to, o 2o tente Jos Joaquim de Almeida, o qual
deu conhecitiiento do occorrido ao governador ge-
ral.
Nada mais se sabe, nem mesmo tal vez o gover-
nador raexa mais nisto.
Ha pouco raais de um anno, que as forgas na-
vaes britannicas affro>itaram a bandeira portugue-
za, no proprio porto de Loanda, obrigando a tan-
dear e abordando o navio Paquete de Mossamedes.
O governo inglez deu satisfago por esse insulto.
Agora, o governo |K>rtugu<.-z sera solicito era re-
clamar igual satisfago pelo caso referido, e de
certo o governo brjtaunco nlo a negar, assim
como a indeinnisagodevida aos mixoluandas qpe
tarara expoliados pelas forgas britanmeas, que pra-
licaram ura acto.de piratera.
Confiamos em que o governo, sendo certo o fac-
to mencionado, saber cumprir o seu dever, e de-
sejavamos mesmo que sobre elle dsse algumas ex-
phcacoes na folha official.
nos em favor do pai, e na de tres mil libras esler
linas em favor da filha pela violago da promessa
de casamento.
Desoito contos de ris custou ao mancebo o que
vulgarmente se chama entre nos roer a corda I
Se as volagoijs de promessas desta natureza se
pagassem c por tal prego, haveria tal a quera
para as pagar nao bastara a fortuna de ura Roths-
Cllild I
NOVO BAXCO DE PERNAIBL'CO.
Balanccle do Novo Banco de Pernambueo em 31 de
margo de 1861.
activo
% polista da divida publica........
K-or.nia de ter o da Bnlua........
Estrada de tarro de Pedro II......
Depsitos.........
loias depositadas......
Letras depositadas......
Ttulos depositados......
I.eiras caucionadas.....
Letras descontadas.....
Letras receber......
Letras protestadas.....
H fines.............
Banco da Baha N/C .
lose Antonio de l''igueiredG
llor do Rio le Janeiro. .
Abiguel de casa ....
KorHei'iiiienio.....
Despezas geraes.
Ciiva ...
Ju-
68:70OS9:
i:tl :074570b-
128:000-3000
72:00t)4(KM)
5:738,1180
17:7:iW:i60
8 e27o582:i
58:7175132
1.126:3495433
o9:27tl!)8
262:7425774
159:7805434
63:5315)46
....................
273:0883745
1:6624300
5:0005000
1:0005233
837:2985644
E' do Sr. Firmino Candido
guite poesa :
ELISA /
de Figueiredo a se-
Blisa t A brisa, que devassa e passa
A relva e selva de Horrabas mil,
Teu eolio-sollode candura pura
Bafeja-adeja n'um soprar subtil.
Se a lauua de seu manto santo
Uraiiqueia a areia do parcel d'alm,
Despertaaleru do passado ainado
Lembranca manga, que raeu peito tem.
Quem dora a eraque lo bella estrella
Oue oulr'ora a aurora de venturas deu I...
Ljueriaura da um segr-doa raedo
r"allar-tearaar-te quanio amou Dirceu I
Mas triste I Exista de raeu. peito o Ieito, .
Onde se esconde da saudade a dSr 11
Elisa t Elisa i Que malditadita,
Tyranooarcanode mfelz amor I
Recebo e bebo da desgracaa taga
Stsudo e mudo a esgotarei ao lira 1
Desejoalmejosoffimentos lentos,
Sou forte f A morte nao me assusta assim !
Meu praato tanta, que o desgosto ao rosto
Sorabrio e fri j mudou-Uie a cor 11
Quem ama a chamma da lanterna eterna
Se atira'a pyra, vai morrer de amor 111
O berganm inglez F va para Liverpool, com carga de mineral, tai a
Res.
PASSIVO.
Capital..........
Emisso.........
Depsitos da direcgo ....
C in<*< eorrefit... si infiel..........
Fundo de reserva......
rillos em couco.....
Banco da Pabia S/C .
Knowles & Hosler, (i- Liure )
Saques........................
Mama fallidas cargo do Raneo.
Dividendos........
Premios de saques e remessas .
i le--CU I I le.-........................
2,000:0005000
1,440:0005000
72:0005tMI0
72:3363381
108:28115009
103:7453463
Ris. 3,986:1685925
Estada da caixa.
Em ouro *moeal -
do .... 362:2403188
Ero notas do the-
sonro in iores de
103000 4:1003000
Em unas menores
dn 105 1:3755000
Em nias da caixa
lili.il do Banco do
Brasil 105:3005000
Em olas do Novo
Banco de Per-
n*"-l>.ico genclii
De 2005 94:8003
> W05 42:7005
Da 505 11:8505
-----------149:3503000
E n i rata e cobre. 14:9333464
4262 nota do
4651
2430
Demonstrarn da enukso.
valor de


2005000
1005000
505000
O. guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Ptnto.
Caita filial do banct do Brasil em Per-
namlHic
BALANCETE EM 31 DE MARCO DE 1864.
AGTrvo.
Accionistas do banco do Brasil.
Entradas nao rea-
lisadas de 10.000
accoes local isa-
das na provin-
cia ...........
letras desoontndas.
Com duas assigna-
taras residentes
no Nigar do des-
L coMo....... 638:5175312
Com uma s dita
dit0....... 61:8785294 597:4055606
Na phtysica, chegando ao estado de gravidade, o
que muito pode concorrer para, a salvago do
(lente e ajudar os medicamentos o ar do campo,
exercieio conveniente e dieta, a qual nao deve ser
de nenhuma cousa quente, ou de difeil dwesth ;
e a bebida curapre que seja de natureza branda e
fresca.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a moderar
a acrimonia dos humores, e a nutrir, e suster o
doente, para o que preciso reduz-lo ao uso de
vendaos e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ha de ser
em poucas porgues, para eviiar que o excesso do
chylo fresco opprma os bofes, e accelere muito a
circulago do sangue.
Mnitos doentes desta molestia se teem entregue
ao uso do olee de ligado de bacalho, e outras pre-
paragoes de resinas e blsamos, sem que dellas
tenham lirado proveito; e alguns expositore- de
inedecina cembalem com muita razo esse traia-
menta.
E' costume carregar e estomago do doente cora
medcame utos oleosos e balsmicos ; porm e-tes
em vez de tirar a causa augmentam-na, esipien-
tando o sangue, ao mesmo lempo que tirain o
apetite, relaxara os solidos, e sao de toda sorle per-
niciosos.
Tudo que se fizer para extinguir a tosse, alm
do exercieio e rgimen apropriado devem ser re-
medios de uatureza acida, detergente e calmante.
Os accidos possuem a virtude de produzrcm
bons effeitos/ nesta enfermidade, porque, nao s
contribueira apagar a sede quando acomettem a
robre elhica, mas tambera a refrescar o sangue.
Aos doentes desta enfermidade, quando o seu
estado de gravidade tal que a tabre elhica os
aeomette, prescrevo-lhes o sueco de um limo
dissolvido em uma chicara d'agua com bastante
assucar em ura grande cope para misturar com
um papclmho dos pos refrigerantes para lomar,
com que aliviam no acometimiento da tabre, e pela
manha o zarape etherio de veame. Tenho acn-
, 3,986.168392.' settmdo, ipie fagara u acida, como laraijas, limoes, pitongas, uvas etc.,
e applicai'oes d" plantas amargosas, que fortiticain
o estomago,.e servem ao mesmo lempo para destruir.
o mitigar a sede.
A Sr.' D. Joaquina de S Rarreto, tendo uma
sua escrava fallecida desta molestia submettida ao
tratamento de seu medico, resolveu procurar-me
para tratar de um outro escravo, que soffria da
1:3405498 mesraa enfermidade, prrscrevi-lhe o xarope de ve-
135270 lame, tem melhorado consideravelmente.
7:8195760 a senliora do Sr. Antonio Francisco Honorato
2:4755908 tai desengaada por habis mdicos desta cidade,
31:4755000 esteve prestada, e nos ltimos paroxismos da morte,
1:4035927 tai com o xarope de veame salva, como se v da
43:2765509 -carta mpressa no Jornal do Recife do 9 de feve-
reiro de 1863.
O escravo Emilio do Sr. tenente-coronel Rodol-
pho Joao Karata de Almeida, tai lambem desen-
gaado por habis mdicos, c com o xarope de
veame acha se completamente re-tabelecido, como
se v tambera da carta impressa do mesmo Sr. te-
nente-coronel no mesmo Jornal do llecife.
O Sr. Antonio Christano Fo-tt, filho do Sr. Chris-
tiano Fogt, proprietario e estabelecido na cidade
de Macei, o primeiro bem conhecido nesta cida-
de, pois que tai empregado na casa do Sr. Len
Chapellin retratista, estabelecido na ra da Impe-
ratriz, acomedido dpsta molestia tai aqui desenga-
ado por habis mdicos : retirou-se para a Babia,
e alli continuou em tratamento, at que tai se-
gunda vez desengaado pelos mdicos d'alli. che-
gando eu a Mace um amigo pedto-me, que o
acompanhasse at a casa do Sr. Christiano para ver
um doente e presrrever-llte algum remedio, encon-
tr) o filho era uma cama desanimado e em estado
de prostrago, pois que cscarrava sangue, c tinh
completa inapetencia, e fraqueza, a |>onto de nao
se poder por em p, no fim de uma garrafa do
xarope etherio de veame j se acha'va elle no es-
tado de passear em casa, desapparecida a inape-
tencia, e os escarros de sangue: e a tosse mi-
ngada.
No fim da segunda j achei em estado de faz-to
passear pelo seu sitio todas as manhas. Acatad
esta o aconselhei, qne continuasse no uso do mes-
mo xarope etherio alternado com o charape alcno-
heo de veame, o que usasse dos hatillos salgad*
na pancada do mar. Scutio elle nos primeiro
banhos alguns choques, mas em o aconselhei continuasse, cora o queffe tem dado muito bem,
pois que, tenho n'cebidW-artas de Macei, em qc
se me communica o seu liom estado.
Nesta molestia os expositores de medicina nao
aconselham banhos salgados apenas quando delle
tratam, dizetn ser applicados contra as e>rrofulaS
hypochondria, estherismo, amenorrhea, racihis-
mo etc ; entretanto vi este bom resultado no O"
do Sr. Christiano, e outros factos iguaes tenho vis-
to as molestias siphyliras, e outras muitas qo
com o uso do xarepe alcoolico de veame tem **
obtido cjra radical.
O Sr. Dr. Silva medico hbil de Macei, dep*
de ter applicado a um sen doente de rheumatim
o xarope alcoolico de veame, logo que elle *
poz era estado de largar as moletas, em que '
dava arrimado, o aconselliou qoe continuasse co"1
o uso do mesmo xarope conjuncumente rom o-'
banhos salgados, com que se toril dafo muito be1"-
e um dos mdicos, que all em Mei tem com-
837:2985644
852:4005000
465:1005000
l2:5005tKX)
Ri 1,440:0005000
3:9205000


-I
Diario de Pernambuco Terca felra 5 de Abril de 18*4.
pela eonflanca as proparacoes de veame por
boi fwUc. pelos bons resultados, qae tein oblido
tsua clnica.
juando alguem se vcom loase tai o medico,
ci examina o decala -o Altor ala alionado
palm*o doenie desanima, com esta senlen-
{a entend; estar $em mais cura, quando as faclos
c a experiencia leera demonstrado que muitos, ten-
do procurado o lugar apropriado, se teem salva-
do; e assim explicam muitos expositores de me-
|na.
ra, nesta provincia tomos faf indate boje fr re-
so do ar ; |>or que a va frrea as proporcio-
pois que em pouco lempo urna pessoa que exis-
te esta cdade fcilmente se transporta para as
ultimas estacoes de Uameleira e Una,- lugares per-
todo Bonito e de outro* punios que sao cou*idm-
te serian, ijuanlo mais que os mesmos locares
j nao sao inaos, segundo, pens, principalmente no
verao.
Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem mais
de se transportar e d'alli estar isso se respou-
de. que, naquelles lugares existem casas vasias e
allugam-se por prec,o commodo, e mesmo muitos
gneros de primeira necessidade, alli se vendem
pelos mesmos precos que aqui.
Aquelles, pis, que estiverem nestas circums-
tanda-, cu Ibes facilito explicar os meios pelos j
cjwcs se devem reger, e Ibes foruecerei os medi-
Mentos gratuitamente.
Xo deixarci de advertir ao publico, que as mi-
M preparacoes de veame sao reunidas com ou-
tros ngiodenles, e rom elles lenho oblido ptimos
fWltaos ; nao se engae o mesmo publico com
1 que por ah se annunciam, ruja-
:f:
Lenba em achas .
Toros. : .:: .
Lindas e esteios. .
Me I ou neiaco. .
Mili*.....
Papagaios. .
Pao Ikasil........
dem de jangada......
Pedras de amolar.....
dem de filtrar......
dem de reboto......
Piassava. ......
Ponfa*, m chifres de vaas ou
novilhos........
Pranrhfies de amarello de dous
costados f j y
dem da louro.......
Rape..........
Sabo...........
Sal..........
Salsa parrilha.......
cento
1
ura
caada
arroba
um
quintal
um
urna
mol lio
cento
IJWO: Sebo em rama......
11*000'dem em velas.....
SJ09O Sola em vaqueta. -
MO Taboaj de anurtlo. .
iM0:Idem diversas. .
2*500 Tapiocas......
5*000; Tatajuba......
5*0001 Travs......
840 Unhas de boi .
4*000 Vassouras de piassava.
1*200 Ditas de timb '. .
190 Ditas de carnauba .
, Vinagre.
T^T
5*500
'000
urna 2**00
ducia 10*000
73*000
...
. anua
. quintal
. urna
. Geato
...
...
. >
caada
2*800 i-
11111
t
libra

alqueire
arroba
Alfandega de Pernambuco, 2 de abril de 18ti4.
(AssignadosV:
0 I." conferente, enuino Jos Tavares.
O 2. confrente, Carlos Augasto Lins de Souza.
Approvo. Alfandega de l'aerniubuco, 2 de
120' abrigo de 1864. Carvulho Res.
400: Conforme. 0 4." escripturario, Joo dos San-
23*000 tuS Porto. '
Sala das sessoes do conselho administrativo para
rnecimento do arsenal de guerra 1 de abr de
Antonio Pedro de $ Barreta,
Corone! presidente.
Sebastio Jos Basilio Pyrrko.
Major vegal.
Unselh* administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
8*000 *^S(,"a, de *" o
6*000
500
L1EIEO
HE >x
os arl
5*000
20*000
10*000;
1*000;
TABELIA DO BENDMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO .NO MEZ DE MARCO DO
CORRENTE ANNOFINANCEIRO, COMPARADO COM O DE IGl'AES MEZES DOS DOUS ANNOS
LTIMOS.
Importadlo.
Direitos de importacao para consumo..
Ditas addicionaes de 5 %.....
Ditos addicionaes de 2 %.....
prepara- Ditos de baldeaco o reexportara0
c reexportacAo para a Costa
eslrangeiree nare
ede* ignoro, assim com o aproveitamento delles
aos enfermos, a quem por ventura lenham sido ap-
plicados ; cada um responda por si, e eu afirmo
com verdade o que a(|ui leuho relatado, cojos me-
dicnmenios cesta provincia so vendo em iniuha bo-
tica na ra Direfta n. 88.
Jos da Rocha Paranhos.
Ifazareth do Caito, 7 de Sembr de 1863.
Ulna. Sr. Jos da Racha Paranhos.' om o maior
prazer levo ao conhecimento de V. S.. que o doen-
le que V. S. aclia-se adminjstrando-lhe remedios,
acha-se no todo restaheleeido, portanto. nada sent,
tendo desapparecido no todo a losso, tem muita
ibsposieao comida e acha-se nutrido. Deixou de
tomar os ltimos remedios que V. S, leceilou no
ilia 30 do passada, resta agora V. S. mandar-. _
me diaer qual a dieta que o doeate deve conser- Direitos de 5 9/0 de exportacao
var e por quanlos tempes, mencionando as com- Ditos de 2 /o addicionaes .
das que dever usar daqui em d.ante. Ditos de 2 % der exportacao .
Rstame agora agradecer V. S. o cuidado que Ditos de 1 % lo ouro em barra
toniou no tratamento do meu sobrinho, abaixo de djjos Qe i/2 o/0 d0s diamantes.
Dos, devido o seu restabelecimento a pericia de Expediente das capatazias. .
V. S., e por Isso podo V, S. sempre contar com os I Interior.
meus diminutos prestimos, e desejarei em todo o Multas.........
tempo dar urna prova do meu recoiihechnento. | Sello do papel fixo ....
Desejo V. S. tedas as venturas, por ser de Dito do pa|iel projiorcional. .
V. S. muilo respetador e obrigadissimo criado.
Franci.-ai Beringuer Cesar de Aicnezes.

Ditos de ditos
d'Africa .
Expediento dos geueros
gados por cabtitagem .
Ditos dos gneros do paiz .
Ditos dos gneros livres.......--i-
Arm.azenagens...........
Premio dos assignados ..-..,..
Despacho martimo.
Ancoragem............
Ditos de 13 / das embarcaces ostrang'eiras
que passam a nacionaes.......
Ditos de 5 */ na compra e venda das embar-
cac5es .............
ExporPico.
Direitos de 15 %do pollrasil
Salsa parrilun de Bii^tol.
A salsa parrilha de Bristol : Os dimas dos pai-
ze* trpicos siio o laboratorio de todas as enfermi-
dades cutneas e ulcerosas. esta pois a razao
porque e-la preparacao, que os sulijuga com urna
seguridade proverbial, litleralmente indispensa-
vel tanto no Brasil como no resto da America hes-
panhola.
As escrfulas em todas as suas terriveis formas
promptameote suepombem mediante a applicacao
deste poderoso agente detersivo, as chagas se cu-
ram, as erupcots desappareeem, as conjuncturas
contrahidas recobram sua elasticidade, as inflam-
niacoes e tumores M desvanecein, os cancros se
atalham, os abnessos se secam e o rheumatismo se
allivia |or meio da salutfera operacao deste gran-
de purilicador e curativo vegetal; nao supprimin-
do, mas sim exlinguindo completamente.
A verdadeira salsa de Bristol preparada por
Laminan A Kemp, Nova-York eaiha-se venda
as lojas de Caors e Barbosa e Bravo & C.
Emolumentos
Imposto dos despachantes .
Extraordinaria.
Receita eventual '. .
CMMEBCIO.
Dizimos da provincia das Alagdas. .
Ditos da prorineia da I'arahvba ....
Ditos da provincia do Bio Grande do Norto.
Contribuicao de caridade .......
1863 1864

399:33369'i
49:2875028
7307!)
74*847
4:474*462
3:035*693
.700*591
2:1-414695
*
2:750*670
*
51*000
*
118:961*655
47:584*609
2:165*880
959*328
472*400
257*440
88*200
468*750
629:881*291
5:568*676
10:820*134
1:834*005
809*343
648:933*649
1862 1803
359:304*272
48:341*031
145*356
62*019
634*878
1:940*832
656*100
8:358*548
*
2:486*700
*
194*321
*
60:150*270
24:060*061

*
4:654*635
462*830
675*260
203*140
54*000
281*250
509:605*603
5:758*040
3:982*199
1:468*004
856*180
321:670*023
_ comprar os obieclos
Mguintes:
Para o presidio de Pernando.
vFruta-po 50 a 100 ps, abarate 50 a 100 ps,
tamarindo |50 a 100 ps. palmeira mamonacu'Wa
100 pes, ditas carnauba 50 a 100 pcs.jaqueiras 50 a
100 pes, bauaneiras macaa 50 a 100 ps mangaei-
ras ->0a 100 ps, limeira's 50 a 100 p-, limao d- '
ce 50 a 10 ps, larangeiras diversas 200 ps, se-
mentes de algodao 2 arrobas, ditas de dito amaril-
lo 1 arroba, ditas de latame 1 carga, ditas ou rip-
das de madeiras de construccao ou ouiras arvores
fructferas, como macaranduba, angico, embiriba,
pao d'arco, genipapo, pao amarello, casunbas, ri-
eupira, baiinga : iodos estes ohjectos acondiciona-
dos em vasilhas que possatn ser transportados ao
mesmo presidio.
Quem quizer vender taes objectos aprsentela as !
suas propostas em caria feenada na secretaria do
eensdho, s 10 horas da manhaa do dia 8 do cor- i
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
lornecimente do arsenal de guerra, 1 de abril
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
Sebastmo Jos Basilio Pyrrko.
Major vogal.
Km praea publica do juizo de orphaos do termo .
de Olinda, no uta 7 do correte mez, depois da au-
dieni'ia do mesmo juizo, se ha de arrematar por
venda, a quem maior ineo oerecer, tres barca-
.. 1 cas, sendo urna denominada Andorinha, de lolacao
jjWOo j fa i* Ione|a,ias> con, seus pertences, por 1:400*.
a uoo tmn! oulra d'ta denominada Santa Cruz, de lotacao de 7 :
' toneladas, sem utencilios, por 500*, oulra dita de-
nominada Santo Antonio Viajante, de loueio de 4
toneladas, sem utencilios, por 200*.
Movis o oaros mnltoM rntUfos.
Sc\la-frira 8 do rntrentc ao mi\o dia
O agente Olimpio em sen arhmern a roa do
Imperador n. 16. vender em tMlo mesas de
meio de sala, marqnezas, app.nradores, cadeiras,
camas francezas e outros muitos ohjectos.
18611862
372:474*178
37:246*903
269*792
433*068
952*033
1:897*630
235*615
1:241*273
Para o Hi< (raoilc dn \oils e Assn.
Segu con brevJdttde a Nrcaca nacional Gra-
ciosa, a qual tem parle de scu carrrgamrnto justo:
para iratar do rstame, na fabrica da fravessa do
Carioca n. 2, caes do Hamos._______ _
^ara o lito de Janeiro
Segu com muita brevidade para o dito porto o
patacho nacional Dous Anuyo*, de primeira mar-
cha, tendo a maior parte de seu carregamenlo
prompto, e para o resto e escravos a frete, se en-
tendam com seus consignatarios Amerim Irmaos,
ra da Cruz n. 3.
Eio de Janeiro.
O brigue nacional Almirante pretende, seguir
com multa brevidade, tem parle do seu carrega-
menio engajado : para o resto que I he falla, e es- >
ravos a frete, para os qoaea tem excedente com-' Sua UM, ra Bella n. 3>, um ni SO e gO-
modos, traase com os seus consignatarios Anto-; graphia e historia, o OUlTO de rhetorica e
mo Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, no seu escrip-; *
orio, ra da Cruz n. 1.
AVISOS DI7EBSQS.
Jos Soares (lAzevcilo, professor de
lingua e lilleratura nacional no fbjtumm
Provincial de Pernambuco, tem aberto em
Rio de Janeiro.
Segu em poucos aias o brigue escuna Joiem
Arthur, tem parte do seu carregamento engajado,
para o resto que Ibe (alta e escravos a frete para
os quaes tem excellentes commodos trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo t C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.
Balda
O palhabote Garibaldi sahe nestes oito das :
tratar com Tasso Irmaos.
LEILOES.
150*000
672*750
60:072*837
34:031*107
*
*
*
1:5I6*0S0
82*433
749*400
385*549
34*600
243*750
461:422*395
DE
THEATRO
DE
potica. As pessoafi quo deejaretn fre-
quenUtr tima ou oulra destas disciplinas
podem ditKr-s indicada esidcncia, de
manhaa at ;is 9 horas c de tarde a qtial-
quer hora. _________
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da roa do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achario como sempre
prompto a qualquer ora pa-
ra o exercicio de sua pro-
S. ISABEL
Empreza (ionnano & oirobra.
dramtica.
&0 birrls com nanteiga iugleza.
Mills Laiham & C. fario Sao por inlervenco I fiSSO, Chamado jOT CSCripta.
do agente Pinto, em totes a vontade dos compra-
dores, de 50 barris com manteiga ingleza ultima-1
mente descarregaeos, os quaes sero despachados
e vendidos s 1 horas do dia acuna dito no ar-
mazem do Sr. Aunes em frenie a alfandega.
LEIUO
Compauhla
Actrizes :
D.Antonia Marquelou...
D. Maria V. de L Ponles.
D. Camilla M. Guimares.
D. Emilia B. Ponte
Sem mtrva t preeo.
Pelo agente Miranda.
3*136 k Vir6'iw Maria Carnide. Coquette.
1:378*053 D- f'y'i'l'iaF. deCarvalho. Utilidade.
1* dama joven de forca.
1* dita centro.
Ingenua.
DiU.
803*403;
209*310
468:2865297
Alfandega de Pernambuco, 31 de marco do 1864.
O 3o escripturario,
Joiio Bernardo Diniz Pessoa.
Keccbedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1.
dem do da 2......
9554569
916*171
1:871*740
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1............. 2:5l7*2Hi
dem do dia 2................. 1:881*731
Alfandega
Rendimento do da 1...........
dem do dia 2.................
24:010*751
48.756*165
72:766*916
Hovimenio da alfandega
\oluiues entrados com fazendas.
< t com gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
63
520
112
400
583
512
Kxportaco.
Barco ingleza Olinda, carre^ou para o Chile por
Macelo 1,126 saceos com 5,600 arrobas de assucar
masca vado.
Patacho liespanhol Fomento. CarregOO para Bar-
celona, 730 saccas com 3,717 arrobas e 11 literas
de algodao. 40 rours seceos com 1,143 libras e 6
pniiirlwVs de vinlniico.
Iiirea fraaceza Ro-tlrande, carregou para o Ha-
tro 300 saces com 1.500 arrobas de assucar mas-
cav.ulo, 315 ditos com 2,719 arrobas e 14 libras
de aluolao, 2,300 conros verdes com 108.073 lihras
o 2,050 couros seceos salgados com 61,017 libras.
Patacho inglez IP. M. Dirige, carregou para
>'ew Yi.rk pela Paraliyba 100 saceos com 514 :\r-
robas ile algodao.
Barca ingleza TnlUmin. carreg.Hi para Liverpool
3.400 s.iee.s com 20,000 arrobas de assucar inas-
carad, I.IM saccas com 6,329 arrobas e 22 libras
de algodao.
liiigue inglez Mamte carregou para o Canal
3,57 ecas com 17:8.*i0 arrobas de assucar mas-
cavado.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
pm'ta dos l'iikqo dos sbrumm sujeitos a dilleito de
exi'okta<;ao.semana de 4 a 9 do mez de ahrii.
M 18(14.
Mercadorias.
Alanos.......
Agttardenti dif cana. .
dem restilada ou do reino
Id -ni caxaca.......
dem gene'bra.......
Id. ni ale.iol eu espirito de agua- >
ardente.........
Algodao em carneo arroba
dem em rama o em laa. t
Arroz com csea......
ili'iii descascado ou pilado t
Assucar mascavado.....
4:399*015
PRAGA DO RECIFE
SBE ABRIL E IMft-l.
AS TRES HORAS A TARDE.
Revista seuianal.
Cambios........ Saccou-se sobre Londres de 27
s/, a 27 V d. por 1*000, sobre
Paris a 345 rs. por fr., e sobre
Rio Grande do Sul pela BahavaporinglezP/miV;/
commandante B. G. Cuiten.
Navios entrados no dia 3.
Buenos-Ayres 22 das, lugre bremeuse Saier, I jog M. B. deCarvalho!! Dita"
de 231 toneladas, capito C. Keecsegaes, equipa- Henrique- J. de Ponles. Contraregra.
D. Leopoldina E. Baplisla. Dila.
D. Jesuina J. da Silva Calicata.
Actores :
Germano F. d'Oliveira..
Antonio J. D. Coimbra..
Thomaz A. Espiuca.....Centro nobre.
Antonio T. de C. Lisboa. 1" alan.
Joaquim J. Pereira Porto. Dito.
Victorino Jos da Rosa.. 2" dito.
Francisco de P. Borges.. Galn cmico.
Manoel Jos Pinto...... Centro dito.
Antonio T. da V. Leo... Caricato.
Antonio P. Guimares... Utilidade.
geni 9, em lastro ; a Aniorim Irmaos.
Falkland I>land4 metes, barca americana Eagle,
do 335 toneladas, capilao J. R. Alian, equipagem
23, carga 930 barris com azeite ; ao mesmo ca-
pilao. Veto refrescar e segu para a pesca.
Buenos-Ayres30 dias, patacho argentino R. & C,
de 88 toneladas, capitao Francisco A. Caballo,
equipagem 7, carga 1000 quintaes hespanhoes de
carue ; Pereira Carneiro cv C.
A'nrio] saludo no mesmo dia.
Liverpool Barca ingleza Talismn, capilao Jo- eregente di orenestr.
Joiio Veneri..........Scenographo.
Jos Bernardino ..... Ponto.
Jos Alves Mnleiro.... Maquinista.
A. da C S. Guimaraes.. Fiscal.
E' este o quadro da companhia dramtica que a
empreza tem a honra de apresentar ao publico, e
que lera de funcionar no crrente auno Iheatral.
Anda sa espera da provincia do Maranhao os ar-
tistas l.outo Rocha e Libanio Colas, aquelle actor,
e este mestre de canto da companhia, compositor
Albuns.
Loucas.
Vidros.
Lanternas.
Facas.
Bandeijas.
Trens de cosinha.
seph Riffle, carga assucar e algodao.
Observarao.
Suspendeu do lamaro para Havana a sumaca
hespauhola Ardilla, capilao J. Ferr, com a mer-
ma carga que treme de Buenos-Ayres.
Navios entrados no dia 4.
Lisboa a 95 por cento toprejnjo, I Howl.inds I-land 95 dias, galera americana Asa
A?sucar......
Unidades. Valores.
cento
caada
1*400
720
800
400
MO
900
lilom.lirancn........
dem retinado.......
Azeite de ainendoim ou mendo-
bini.........
Mein de coco.......
dem de mamona.....
Batatal alimenticias. ....
Bolacha o diara, propra para
embarque .....-
Jdem lina........
Caf boin........
dem esoolha ou reatoilio
f1eui torrado ....
Caibros. '.*.
Cal...........
Jdem branca .
Carne secca (xarque)
Cameiros.......
Car vito vegetal.....
Cavernas de sicupira
Cera de carnauba em bruto.
dem dem em velas
Cl.a.........
Clianitos.....-rTF
Cavados (porcos).....
Cocos (seceos)......
CoOa.........
Couros de boi, salgados .
dem ideiii seceos espichados.
f.i ni dem verdes ....
dem idem cal.ra cortidos. .

caada
arroba
libra
um
arroba


um
arroba
urna
libra

cenW
um
cento
libra
l ten idem de onca..... cento
Doces seceos....... ^ra
dem em gela ou raassa. >
dem em calda...... ,
Kspnnadorcs grandes um
Mein pequeos....... ,
E.-ieras para /erro de estivas
de navio........ cento
Estopa nacional...... arroba
Furina de de mandioca. alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijao de qualquer qudlidade. .
i'iecliaes........ nm
i em tolha,- bom .... arroba
Meui ordinario ou reslolbo >
Mem em rolo hora......
Mein ordinario ou ivstollio
alliuhas........ urna
Conima.......'. arroba
Jjieeacuanha raiz). ..'...
5*123
20*500
15500
2*506
2*600
3*7tH)
4*160
25000
1*600
800
1*200
3*000
7*000
8*000
7*000
440
m)
280
500
aaaaa
3*000
15000
8*000
250
366
1*500
2*500
15*000
3*300
500
470
240
100
350
10*000
1*000
320
500
4*000
2*000
15*000
1*600
2*000
4*0 K
15X00
5*000
14*000
8*500
80e0
5*000
600
1*900
25*000
sommando os saques a 40,000.
Algodao........O desta provincia vendeu-se de
20*000 a 20*700 |>or arroba, de
primeira sorte, o de Macei, pos-
to a bordo, 21*500 e o da I'ara-
hvba, tambem posto a bordo, de
22*000 a 22*300.
O tu anco vendeu-se de 3*600 a
4*500, O someno de 3*200 a
3*V>0, o mascavado purgado de
2*750 a 2*950, e o bruto de
2*450 a 2*600.
Agurdente..... Vendeu-se a 735000 a pipa.
Couros.........Os seceos salgados veudeani-se
a 170 rs. por libra.
Arroz.......... pilado da India vendeu-se
a 2*700 por arroba, e o do Ma-
ranhao a 3*200.
Azeite doce..... O de Lisboa vendeu-se a 2*700
por galao, e o do Estreilo a ris
2*500.
Baealho....... Em atacado obteve 12*000 por
barrica, e a retalho de 10*000 a
13*000: Picando em deposito
3,200 barricas.
Batatas.........Venderani-sc a 2*000 por ar-
roba. ,
dem a 2* abarriquinha.
A do Rio-Grande do Sul ven-
deu-se de 2*000 a 3*600 por
arroba, e a do Rio da Prala de
2*600 a 3*400; fieando em de-
posito 46,000 arrobas da pri-
meira e 20,000 da segunda.
dem a 8*000 a arroba,
dem de 1*800 a 2*:i00 a libra.
Negeciou-se de
tonelada.
Vendeu-se de 5*100 a 5*400
a duzia de garrafas
A de Plnladelphia e New-York
vendeu-se de 22*000 a 23*000 a
barrica, e a de Trieste de 23*000
a 24*000; licando em deposito
1,500 barricas da primeira, 500
da segunda o 1.800 da terceira.
Vendeu-se a 360 rs. por botija.
A
Bolarhinha.....
Carne secca___
Caf...........
Cha............
Carvao depedra.
Cerveja.........
Farinha de trigo.
Eldridge, de 1178 toneladas, capilao W. 11. Coll
mon, equipagem 26, carga guano; ao mesmo
capitiio. Veio refrescar.
Buenos-Ayres pelo Rio de Janeiro26 dia* do pri-
meira torio e lid ultimo, brigue hespanhol
Pedro Antonio, de 210 toneladas, capilao Pedro
Orla, equipagem 12, carga carne; Amorim Ir-
mao. Veio receber ordens.
Rio de Janeiro18 dias, polaca hespanliola Venta-
rita, de 171 toneladas, capftao G. Marislany.
equipagem 12, em lastro ; Tasso Irmao.
Liverpool 43 dias, barca nglexa Viioon, de 468
toneladas, capitiio Jashhridge, equipagem 16,
carga carvao ; Sannders Brothers & C.
Santa Catharina pelo Rio de Janeiro 45 das o
do ultimo porto 30, patacho nacional Pol\cena,
do 198 toneladas, capilao Cypriano Antonio dos
Quadros, equipagem 10, carga 7000 nlquuires de
farinha : Miguel Jos Alves.
Observara o.
Nao houveram sahidas.
EDITAES.
Assiynatiua.
Desde j acha-se abena a assignatura, tanto de
camarotes como de cadeiras. por 30 recitas. Os
Srs. assignantes lerao 10 |>or cento de abalimenlo
sobro o total da importancia da assignatura, que
ser paga em duas presiacoes adiantadas.
Espectculos.
Os espectculos serio sempre varjadosj por no-
vas comedas em 1 acto, j por algumas scenas co-.
micas ou entre-aclos. Para os Srs. assignantes nao
ha ver mais do que una repeiiciio, sendo extraor-
dinarias todas aquellas que se derem de dramas
que agradem (imito, e assim seja exigido pelo pu-
blico.
Itcaberlura do thealro.
1* HKI'IIK.SKMAC.AO.
tilinta eha 9 de abril de 18S4.
A orebosta execoiar urna agradavel >ymphonia.
Representar-sc-hao excellente draina, original bra-
sileiro do Emn. Sr. I)r. Mnu-do, em 5 artos
LUXO E VAIDADE.
PERSONAGENS
Mauricio, em pregado publico Porto
Anaslaco, fazendeiro........ Thomaz.
Felisberto, marceneiro....... Borges.
Henrique, pintor.......... Lisboa.
Terca-feira 5 do corrente, s 11 horas do dia,
sero levados leilao na ra da Cruz n. 57, os ob-
jectos segulntes:
Urna commoda.
Camas francezas.
Amparadores.
Cadeiras
Consolos.
Sofa.
Quadros.
Alm de outros muitos ohjectos de gesto, entre
os quaes nao podemos dftlxar de mencionar um
rico adereco de ouro era vado de pedras preciosas,
e um retogio para rima de mesa, com manga e
mostrador de crysial, que d horas e meias horas
em campanliia, e cuja corda dura 15 dias, sondo
invisivel a communieac/io da machiaa com os pon-
teiro<,-o que o torna de sbito valor.
Repelimos : os objectos levados a leiliio sero
vendidos sem limiies ao correr do martelln.____
LEIUO
sem limites
Pelo agente Miranda.
O senle cima, compelenlemenle auiorisa.lo. fa-
r leilo d<-.piatro terrenos, junios, sei.arados ou
mesmo vendidos em poreo-s,conforme a vontade
dos pretendentes, s 11 horas do da terca-feira 5 do
corrente. no seu armazem da ra da Cruz n. 37 :
antes de proeeder-se o leilo cima mencionado o
mesmo agente est prompto a dar a todos os pre-
tendentes as mais ampias informaefies.
extraorduiur a.
Aos 10:0000000 e 3:00011000
Sexta-feira, 8 do corrente se extrahir
a primeira parte da primeira lotera ta
i ..'i-i-ja de N. s. do Aiup.u u da ctdade de
Goianna pelo plano ltimamente adoptado
para as loteras extraordinarias.
Os bilbetes, meios e quartos estarSo
venda na respectiva thesouraria na do
Crespo n. i 5 e as casas commissionadas.
Os premios de 10:000*000 at 200000
sero pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 doras da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
0 thesoureiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Photograplmus.
Nao tendo sido possivel todas as pes-
soas, que concorreram ao largo do Furiedo
Mattos, ver n corpo encontrado na parede
da casa ijucimada, uut cm inso pode fa/*r
urna pliotograpliia, e boje expon venda
alguna esemplares 00 rs. cada um, n'um
dos armazens das proxitnidaiks dessa casa.
Genebra........
Lou^a...........
OUIm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
cm rumpriinento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 17 do corrente, manda fazer pu-
blico que o concurso para preenchimenio da vaga
de 2" escripturario da mesma thesouiaria ter lu-
gar no dia 18 de abril prximo vindouro, de vendo
os pretendentes ser examinados na grammatica da
lingua nacional, cscripturacao por partidas do-
bradas, anlhuietica e suas apidicaces, com es-
pecialidade reduccao de moeda, pesos e medi-
125-jOO a 145 a das, ao calculo de desconlos e juros simples e com
postos, sendo preferidos os que tiverem boa leltra
e souberem linguas estrange iras.
Os pretendentes deverao apresentar soos reque- j
rmenlos nesla thesouraria, com documentos cm
provem que sao maiores de 20 annos, e leem bom
comporlamento.
E para constar se mandou publicar o presente
peto jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco. 18 de marco de 1861.O secretario, A. F.
ingleza ordinaria negoeiou-se ul'Annuneiarao.
Reinaldo, coronel........... Piulo.
Cmnuiendadur Pereira...... Guimares.
Frederico.................. Victorino.
Petil, criado francez......... Teixeira.
Io mascara................. Leonardo.
2* dito.................... Barbosa.
Ilortencia, mulher de Mauricio D. Maria Ponles.
Leonina, lilha deHorteneia.... amilla.
Fabianna.................. D. Jesuina.
Pelippa, lilha de Fahiana___ D. Bernardina.
Lucia, lilha de Reinaldo...... 1). Leo|ioldiiia.
Fanny, criada ingleza........ D. Olympia.
Mascaras de ambos os sexos.. Etc. ele.
a arcao passa-seno Ro de JauciroActualidade.
O scenario est sendo todo retocado |>elo hahil
' srenograho o Sr. Veneri. Prepara-se igualmente
*' o lindo drama em 4 actos, original francez da ac-
tualidade
OSWIUOS
que ser hrevemenle levado a scena, e no qual es-
tra a 1' dama t). Antonina Marquelou.
Os bilheles podem ser procurados no escriptorio
do thealro qualquer hora.
Os espectculos comecarao hora do costume.
Um piano forte cm perfeito estado, uina mobilia
de Jacaranda com lampos de pedra, 1 tapete, I
candieiro de gaz, ti caslijaes com mangas, 2
jarros dourados, 1 mesa elstica, 1 apparelho de
metal principe, 1 dito de porcelana branca, 1
dito de cor, garrafas para vinlios, copos, coni-
poleras, 1 lmete de mogno, 1 apparador, 1
guarda lou^a, I guarda livros, 18 cadeiras de
amarello, 2 camas, 1 quartinheiro, 1 mesa de
pinlio e muitos outros objeclos perlencentes a
urna casa de familia.
Um palileiro, 1 salva, 2i rolheresde sopa. 2i di-
las para cha 1 para assucar ludo de prata do
Porto,
O agente Pinto fara leilao s 10 horas do dia
qtiarta-feira 6 do corrente. de todos os objectos
cima descrptos existentes no armazem da ra da
Cadeia n. 38, onde se elFectuar o leilo, de vendo
os compradores retiraren s.-us lotes em 24 horas.
LEILO
lienci-
llo lin-
Manteiga,
Massas.........
Oleo de linhaca..
Passas..........
Presuntos.......
Queijos........
Sabao..........
com 320 por cento de premio
sobre a factura.
A franceza venden-so de 500 a
520 rs por libra, e a ingleza de
740 a 760 rs. a dita; licando om
deposito 2,800 barris de amia*.
Vonderam-se a 7W00 a caixa.
Vendeo-se a 1\S900 o galao.
dem a "000 acaxa.
Venderam-se do l-i a 115 pqr
arrotia.
Os flamcngos verulcram-se a
2G0.
O amarello vendeu-se a 150 a
libra, e o do Mediterrneo a
240 rs.
Toucinbo.......O de Lisboa vendeu-se a 8000
por arroba, nao havendo do da.
Santos
Vinagre........0 de Portugal vendeu-se de 115
a 120 a pipa.
Osde Lisboa obtiveram 2003 por
pipa e.os de ouiros paizes 2.
As de cmposieo vendram-se
de 52 a 5i>*s- o pacob de ei*
velas.
Descontos....... Os desean los da semana foram
de 8 a 10 por cento ap auno.
Pretes___.....Para o Canal inglez a 40, e of-
ferecido a 45pela Parahyba,
til6 pelo lastro para Liver-
pool, e Vi por libra de algodao.
UOTIMENTO DO PORTO.
Vmhos
Velas------
Por ordem do Illm. Sr. l)r. cliefe de polica
fa(,o publico para conhecimento de quem pnssa in-
leres.-ar. que tenib)-sf ultimado anidado cal?a-
ment da ra da Aurora, fies, noprazodc tres dias
contados depois da publicago deste edital, em seu
inb-iro vigor o que ful determinado por edtal de
28 de mareo do anno prximo passado, relativa-
mente ao Iransito de carros, mnibus e outros ve-
hculos de conduccao pela ponte da Boa-vista e do
Sania Isabel, os quaes devero smente sabir pela
primeira e entrar e sabir livremente pela ultima
a (ni de exilaro encontr dos mesmos vehculos pe-
la referida ponte da Boa-vista..
Secretaria de polica de Pernambuco, 31 de
mano de 1864.
No impedimento doj secretario Jos Xavier
Faustino Ramos.
_..j..i.!.. L .__lu .'______LJ.-JM
DECLmcSES.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BBASILEIRA
\J DE
PAQUETES A VAPOR
Dos partos do norte esperado
al o dia 3 de abril o vapor Pa-
ran, commandante o capillo
de fragaia Santa Barbara, o qual
depois da demorado costume se-
portos do sol.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de .sua chegada, encoiumen-
das e dinheiro a frete at* o dia da sahida as 2 ho-
ra*: ageania, roa da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Cok de Oliveira Azevedo A C.
DK
Carros, civallos e ni lis
lios da cocheira rua
rador a. 5.
O agente Siuioes levar pela terceira vez lei-
lo a inaiidadoxto Illm Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio, os'carros, cavados e todos
utencilios de dita co-heira perteneenles massa
fallida de Jos Marqnes dos Santos Agnar ^ C,
servindo de base, a offerla obtida no leilo du Io
do corrente mez.
Quaria-feira 6 do corrento as 10 1|2 horas
na mesma cocheira rua do Imperador n. 25.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira,
-~ professor de geographia e historia no
g5 Gyinnasio desta provincia, conlina no
Kgj ensino particular destas mesmas discb
2 plina<.e bem assim de rhetorica, philoso-
s5 phia, inglez e francez. : na na estreila
M do Rosario n. 31, terceiro andar.
O abaixo assipnado faz scienle ao publice em
peral, e milito pruieipalinenle ao ropeiiavel cor-
po de coiiimercio, queda dala do prsenlo annun-
Cio tem conlrahido soceJade com Jos Fernandes
Ramos de Oliveira, em seu armazem de carne
secca silo na rua da l'raia de>la ci.lade n. 24.
cuja sociedade yai gyrar debaixo da lirma Maia it
llamos, e para a todo o tempo constar faz o pre-
sente aniuincio.
Recife, 30 de marco de 1804.Donizio Gon-
calves Maia.
Manoel Jos- de Lima, subdito jiortuguez, vai
Europa.
Offorece-80 una ama para casa de pouca fa-
milia, para cozinhar e engoiiimar alguma cousa.
e para fazer o servco de dentro de casa, afianza-
se a conducta da ama : quem quizer alugar.dui-
ja-se rua do Imperador, no terceiro anda/, nu-
mero 16. ___________ "________'
. Precisa-se alagar por me/, nina canoa de car-
ga de 500 a 600 lijlos : na rua da Roda n.54.
Sr. Joo -de Carvalbo Pinta tem car-
tas .le sua familia na rua do Queimado nu-
mero 25.
gira para
Navios entrados no dia 2.
Liverpool41 dias, barca ingleza Emdymeone, de
6i# toneladas, capitn Sl.-ll, equi-agem 16 carga
carvao de pedra ; a Willsoo & Helt.
Buenos-Ayres23 dias, sumaca hespan'nola Ardil-
la, de 112 toneladas, capito Jaime Ferrcr, equi-
pagem 10, carga carne; a Tasso & Inuao.
Navios sahidos no misino din,
Rio de, Janeiro o porlos intermedios vapor nacio-
nal Paran, conunandanto o capitao de fragata
Antonio Joajuim de Santa Barbara.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal d gaerra tem de comprar os objectos se-
guiles :
Para o arsenal de guerra.
Lences de zinco com 'J palmos de comprimento
e 4 ditos de largura que fafam 1,600 palmos qua-
drado, cabo de buho branco de 1 l|2 pollegada mondas, passa
pojas, linbas de barra para caixas de guerra 20 ''a sa,1"'a as
pe{as, cabo de linho velho 20 arrobas, rame de r
ferro pro|.no para amarrar 2 arrobas.
Para a compauliia de cavallara.
Luas 49pares, urdas de linho 180 bracas.
Para o laboratorio.
Pcneira de cabello I, ditas de,seda 2, facas linas
6, encerados com 8 palmos de comprmanlo e5
de largura 6, tesoura grande para cortar papel 1,
ditas pequeas 3, gral de podra com mao 1, pedra
marmore pnlida 1, esptula de marfim 1, Cipo gra-
duado do vi.tro de 1 a 16 ongas, funil grande de
sidra 1, jarra de barro 1.
O'jeui quizor vender tan -objectos, apresiMrtem \
as suas propostas e.m carta fechada na secretaria
do conselho. s 10 horas da manhaa do
corrente.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^iavegaeo costelra vapor.
Parahyha, Natal, Maco. Aracarj-, Cear e Acarac
No dia 7 de abril corrente, se-
guir para os porlos cima indi-
cado- as 4 horas da Unte o vapor
Persinumjo, commandante Bates.
Recebe carga al o dia 6. Eocom-
eiros e dinheiro a frete at o dia
: horas da tarde : escrplorio no
n. .
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
Naresacao costelra a vapor.
Keriianiln 'le Noronlia.
No da 13 de abril prximo,
ao mei dia. seguir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Ma-
nniiigiiai'i'- com mandante Mou-
ra.
Ilha de .**. Sllguel.
Sahe oom a maior brevidade o patacho portu-
(!ia 8 do guez Souza, anda recebe alguma carga : a tratar
i com o seu conrignatario, na rua de Apollo n. 4.
l'raa S'anle biblioteca de oxcclleotes
liras -le ireit* e lilleratura.
Quinta^rira 7 de abril rua da Cadeia u. J8.
O agente Pinto far leilo por conla e risco de
quem pertenec e sem reserva de preco de urna
grande porcao de differentes obras de direito e
lilleratura romo sejam : Lobao, Legislacao Porlu-
gueza. Cbaveau, Troptong, Chateaubriand, Car-
nol, Silva Li>boa, P.-llelan, Tullier, Vollaire, Bio-
graphia Universal, tuisot, Dupin Ain.Ahrons, Do-
noza Cortez, V. Hugo, Pellat, Euaene Sue, Vattel
Souza Pinto, Loureiro, Pimenta Bueno, Bernal
Saint Pi iz e muitos uniros que eslaro paleles ao
exame dos concurrentes no dia 7 de abril na rua
da Cadeia n. 2i, onde se effectuar o leilo.
LEILO
DE
Movis, eabriolets. planos e ou-
tros muitos objectos.
Ibiima-fcira 7 de corrente.
Ruada Cadeia do Recife n. 4S.
O agente 0LYMP10 far leilo dos seguiotes ob-
jectos novas e usados : um bom piano moderno
autor Wsaseenhoff, dous sanctuario.-, um guarda
vestido, um urande espelho, camas francezas de
amarello, toucadores, lavatorios, eabides, appara-
dores, mesas clsticas e nutras de diversos mode-
los, quartinheiros. marquezas, commodas, conso-
los, quadros com estampas, um guarda vestido,
e muros muitos objectos que se torna enfadonho
mencionar.
Dar principio o leilo s 11 horas do dia.
Aos i'ortuguezes.
A commisso provisoria, horneada pelo Illm. Sr.
consuT geral Dr. Jos Heiui|ues Ferieira, para
tratar dos inleresses e desenvolvimento da socieda-
de Monte Pi Portumiez tior elle instalhido. convida
a todos os seus compatriotas para una nova reu-
nio na qiiinta-feira 7 do enrente s seis e meia
horas da noite. nos saloes|dojl'.abinole P.-rtuguez de
Leitnra, para o llm es ecial de fazerem a eleir/io
da direccao provisoria do inesilio Monte Pi.
A commisso espera o compareciuieiilo de lo-
dos os seus coucidados, pata lim to ulil e de lo
momentoso interes.-e para a familia portuguesa
ai|iii residente.
Becife, 4 de abril de 186i. ______
.t:n.:%o
A pessoa que aniiunciou querer comprar
urna obra de Cheauveau direito criminal, dirjase
rua Vellia da Boa-Vista n. 43. 2" andar.
SOCIEDADE
NIAO BEJVEFICENTE
MARTIMA
De ordem doSr. presidelile seientifloo aos senho-
res socios effeclivos, quo no da sexia-frira 8 do
correnle, pelas 6 1|2 hora- da larde, no lugar do
costuiue, havej' sesaao da assavablea geral para
Iratar se de negocio dt grande monta, a.-siin como
do art. 12 3" dos estatutos.
Secretaria da Sociedade tno Beneficente Ma-
rtima 2 de abril de 1864.
Balthazar Jos dos Ibis.
__________I secretario.__________
O bacharel Pcrgeiitmo Saraiva de Aranjo
Galvo, residente na villa de Pao d'Alho, onde tem
seu escriptorio de advocada, achando se aulorisa-
do pela oirecloria da instrueco publica, ensina OS
preparatorios de lalim e francez.
Oulio sim recebe em sua casa, mediante razoa-
vel pensao, os alumnos, cujos pal* ou encarregados
nao possam de ontra maneira manto-Ios na villa.
Aceita igualmente meninos de primeiras tetras
que conliar a pessoas habilitadas o idneas pana o
bom dosempenho do magisterio, nuecioiiando tudo
debaijto ue mm vistas e Iminediata direccao.
Kugio no dia 2 de marco do corrente auno,
do engenlio Floresta uo termo de Atalaia. provin-
cia das Alagoas, um escravo de nonie Luiz, cujos
siguaes sao os seguidles: cabra, com 22 23 an-
nos de idade, corpolento, estatura regular, cara
gorda, sem barba, os beieps um tanto gtossos, tem
todos os denles e bem alvos ; cujo escravo presii-
ine-se andar no centro desta provincia, ou na es-
trada de ferro : quem o apprehender p >der cn-
ir.gar nesla praga a Antonio de Moura Ronm, ou
em Macei Manoel Joafjuim Duarle Guimares.
ou mesmo no referido engenho a seu "senhor o Dr.
Jos Casado de Accioly Luna, que ser recompen-
sado generosamente.
O agente Aimeida far leilo, reqnnmonlo
dos administradores da massa fallida de Novara
& C. e desparti do lllni. Sr. Dr. juiz especial do
commercio das dividas activas da mesma massa
na Importancia de 187:4835203 rs. cujos ttulos se
acham em poder do mesill agente onde podem
ser examinados.
Soxta-feira 8 do corrente.
Em sen escriptorio rua .|j Cadeia do Recife n,
4^ s 11 horas.
Liq tea.
J. J. Kellcr na ruada Imperatriz faz qualquer ne-
gocio com sua toja, seja com fazendas ou seip ellas.
Tamhm continua a vender harajissimo *aja aca-
bar .1 eprcssa rom tudo que csislc na sita loja.__
E-la fgida desde 28 de marco uma mulata
uscrava, moca, com idade de 22 aiinus, gorda, tom
um tobinho ua testa, rosto ivdoudo, cabellos ane-
la los, as peruas arqueadas, moleiruna no andar,
quem a pegar, leve-a rua 4o Hospicio n. 24. que
ter gratificado


naOfci^am
Wl.,Jl<


CASA I) V FOKTIM.
-:
AOS 10:000.000
Bllbctes garantidos
A' roa do Crespo 11. 23 e casas do costura*
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mai
afortunados bilheles garantidos os de o. 177o con
asortede5:000, n. 2486 cora a de 1:200*. e ou-
tras militan de 1005, 40j> e 205 da lotera que
se acabou de extrahir a beneficio do Gymnasio,
convida aos possuidores de ditos bilheles'a virem
receber seus respectivo pnxnio* sera descont
algum .-ni seu estabelecimenlo Casa da Fortuna
ra do Crespo n. 33. .
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
belecimenlo e as outras casas do costume os no-
vose afortunados bilhetes garantidos a beneficio
da igreja de N. S. do Amparo de Goianna, que se
dever extrahir no da 8 de abril pelo vantajoso
plano das loierias extraordinarias.
Presos.
Bilhetes inteiros..... 12*000
Meios......... 6*000
Quartos........ 3*000
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 11*000
Meios......... 5*300
Quartos........ 2*750
Manoel Martins Fiuza
D-se de 2 6:000* a premio sobre !iy[oihe-
ca de predios livre e desembaracados._________ .
Precisa-se para rasa de ura moco solleiro de
I urna -ana forra ou captiva, que saiba cozinhar e
! engommar: para tratar, na ra da Cadeia n. 53,
ijHiimeiro andar._____________^______
Urna pessoa que se retira do imperio quer
raBsferir urna hypoihecaquo tena ora ura predio
nos arrabaldes do Recife no valor de 7:000*, va-
tendo o predio mais que essa quantia: a fallar
rom Joaquim Antonio Percira, rjta larga do Rosa-
rio, loja de touca n. 26. ___________________
Aluga-se urna grande casa terrea com bom
quintal lodo murado, cacimba e alguns arvoredos '
de fructo. sita na ra da Soledarte o. 3 : quem a
pretender dirija-se padaria dofif. Joaquim Jorge
no largo da Soledade n. 14, que all encontrar
as chaves e pode ajnslar ou na ra do Crespo loja
do Sr. Ramos n. 25.
. *^T8*?rgr*^ *"* *c de Abril 4e^4.
Joo daSilvaRamos, ne*ic'peian
versidade de CoinVbra, U onsultas em
sua casa das s H hocasda ma'nha e
das t s 6 da urde. Vwria os doentes
em uas casas regularmente as horas
para jsso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero socoorridos em qual-
quer .occasiib. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
encontrado diariamente das 6
manhaa.
sade regularmente
qualquer doente,
para o que
O administrador da massa fallida de
Rostron RookerAC. rogam aos credores ha-
jam de apresentarem dentro de 8 dias seus
ttulos 3 ra do Trapiche n, 46, para serem
verificados.__________________________
Feltor.
Anda se precisa que entenda milito de planta-
cao e de eapm e hortalce, preferindo-se casado:
em Parnameirim sitie do Pombal.
Precsase fallar na lojaa ra do O- SKt S
po n. 17, com os senhores Firmino Mon- I
teiro da Silva Carnciro, Pedro Barbosa
na Silva, Jos Antonio Lopes Jnior a
negocio de interesse.
O Dr. Vilella Tavares tem o seu esenp-
rio de advocada ra do Crespo n. 1,
onde ser encontrado todos os dias uteis
das 10 horas da manhaa s 3 da tarde.
- Fazem-se bolos de todas as qualdades e por
omito commo'lo preco, com todo o aceio e perfei-
co ; assim como preparam-se bandejas para casa-
mentos : na ra Augusta n. 61.
Precisase de urna ama para casa de.homem
soRelro : na ra da Imperatriz, taberna 11. 34.
Quem precisar de urna inullier para ama de
casa de pouca familia para cosinhar e engommar
dirija-se ra das Cinco Ponas n. 114, que acha-1
r com quem tratar.
Aluga-se o acougue do pateo da Santa Cruz
com dous talhos e seus utencilios, na loja do sobra-
do que faz quina para a ra Velha : quera o pre-
tender, dirija-se ra ireita n. 91, priraeiro an-
dar, ou na taberna que tica ao pe.
PER(l\Ti SE
Aos benvolos Srs. devedores dos herdeiros do
fallecido ManoW Antonio da Silva Antunes se nao
acham suficiente o tempo docorrido da morte do
mesmo at o presente, para saldaren) seus dbitos
pois os ditos herdeiros julgam teram tido dema-
siada eoniemplacao, visto o que previnem aos mes-
mos senhor*s que, se nao se dignarem compare-
cer ra dos.pires n. 35, no prazo de 30 dias,
dar-se-hao as invidencias necessarias.
Aluga-se umapreta ou um moleque que seja
fiel: quem t ver dirija-se a ra de Hortas nume-
ro 10fi.
pra-
aonde e
s 8 horas da
Tem sua casa de
culada para receber
anda mesmo os alienados,
tem commodos apropriados e nella
tica qualquer operacae cirurgica.
Para a casa de sade.
Priraeira classe 3*000diarios.
Segunda dita.... 2*500
Terceira dita.... 2*000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O propriettrio espera que elle conti-
nu a merecer a conlianra de que sem-
pre tem gozado.
A LIBfflillADE NO BRASIL
SEU NASCIMENTO, VIDA
E SEPULTURA
Por Alfonso de Albuqnerque Mello.
Est a imprimtr-se e fari um volume de 400
IIJHMI.
NOVO SYSTEMA
DE
ESCiirriiRA|io mercantil
Partidas dobradas.
1 Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para o,
prelo um novosystema de escripturacao mercantil
por partidas dobradas, de confermida'de com a de-
cisao do tribunal do commercio da capital do ira-'
perio, em sesso de 27 de Janeiro de 1851, em vis-:
ta da qual pode o Diarto ser escripturado por ex-'
I tracto, dos litros auxiliares, sendo as contas ge-
raes (do amigo systema) letras a pagar, e letras al
receber, substituidas por columnas as comas cor-!
rentes, demonstrando estas por nma simples som-'
ma, em qualquer momento que o commerciante
queira saber o estado de sua casa, quaes as contas
devedoras, e quaes as credoras, as respectivas
columnas. r
O balanco geral, formulado segundo este novo
systema, nada deixa a desejar, como se observa em
differentes modelos.
Ainda contm esta obra: I* urna taboa com n-
meros fixos, pelos quaes conhecido preco de nma
arroba (seia elle qual for) de qualquer genero, por
urna simples multiplcalo se conhece o importe
I de qualquer numero de arroba, libra e oncas ; 2
, o decreto n. 3139 de 13 do agosto de 1863, que
declara e modifica o regulamento do sello n. 2713
de 26 de dezembro de 1860 3- o decreto n. 3217
A VELHA ENCYCLOPEDICA
ltrspcitavcl
estabeleelmento de fazerdas
Crespo 11 muero 17.
DE
MORTE f 3Me deiembr<> de 1863 que altera as disposi-
ces do regulamento das alfandegas.
A edicao desta obra vai ser feita em beneficio do
Hospital Portuguez, por offerecimento do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel
esperase que o publico concorra com a respectiva'
J fol publicado no Diario ile Pernambncoo prin- j asignatura, nao so em attencao a ulilidade da dita
pi em tres artigos communicados, e nio pode j mas tambem ao fim a que applicado o pro-
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriptorio
j do Illm.Sr, Dr. Fonseca, e loja de hvros dos Illms
na occasiao da entrega.
JOS GOMES VILLAR.
Tendo Merecido a protecrlo das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
O proprietario nao descanca um s momento para bem servir aos seu fremiczes fa-
zendo encommendas para ^
Inglaterra, Franca, Soissa e Allemanha
das melhores fazendas para
Sen horas e para homens
I e vende-as por precos que admirara.
Importante eslabeleciniciilo
clpio
ser continuada a sua publicacao assim, em eonse
quencia da abundancia de materia que tem este
jornal.
Importante eslabeleciment
DE
Fazndas
DE
Seda, ISa, liolio e algodSo.
|Rua do Crespo numero I?.
RECIFE.
Vende baiatissim.
DE
Fazendas
e aljsodo
Acba-se justa e contratada a casa da ra do
Jardim n. 20 : quem se julgar com direito al-
gnma reclamaciio, declare dentro do prazo de tres
das. _______________________
Preeisa-se de 700* a 2 por rento por 8 nie-
les dando-se seguranza era um predio : quem ti-
ver annuncie. esla iypographia achara quem d
O abaixo assignado, administrador da reoe-
bedoria de rendas internas geraes, constando-lhe
que alguns agentes encarregados pelos donos, da
matricula e eliminago de seus escravos, exigem
delles5* para pagamento do certificado da matri-
cula que a recebedona obrigada adar;apres-
sa sea declarar que laes certificados sao dados sem
nenhuma despeza de quera os matricula, e que os
referidos agentes comraettem urna eztorco.
Recebedoria de Pcrnambuco 31 de marco de
186'k.-Mauool Carneiro de Souza Lacerda.
Edouards
Babia.
liraan, subdito allemo, vai a
Quem tver para vender urna negra da Cos-
ta, boa qutandeira, dirija-se ao Hotel da Barra, no
segundo andar, que ah achara com quera tratar,
ou annuncie sua morada ; paga-se bem.
timo, dirjase ra da Senzala Yelha n. 42, pri-
raeiro andar, ou na Passagem da Magdalena, em
casa lo Sr" Dr. Antonio Buarque de Gusmao, que
achara com quem tratar.
Preeisa-se de um rapaznho para ajudar a
trabalhar na fabrica de sabao da ra do Rangel :
a tratar na mesma.________________________
Aluga-se o segundo andar e sulo do sobra-
do da ra da Senzala Velha n. 22 : quem o pre-
tender entenda-se com Jos Antunes Guimaraes e
as chaves est na mesma ra no deposito n. 48.
Precisase de urna ama para o servico de
urna casa de pouca familia a tratar na ra das
Cruzes n. &
A dentista brasilea, Rosa Jame, avisa ao res-
peitavel publico, e especialmente a seus freguezes,
que mudou a sua residencia para a ra da Penha
n. 17, segundo andar, onde poder ser procurada
para qualquer servico de sua prolisso.
O
Francisco
Ra
hacha ni
Lugnsto da
advogado
do Imperador n. 69.
Costa
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sffo Francisco.
HADGIRA.
A componhia da estrada de ferro recebe
propostas para fornecimento de 10,000 ro-
los de madeira ou qualcpier poroso desta
quantidade postos as cstaces. Os rolos
devem ter as dimenses soguintes : 9 ps
inglezes de comprido e 1 p inglez de di-
metro no milo e das qualdades seguintes:
oiticica, sicupira. sapucaia de pilSo, maca-
randuba preta, a tratar por carta ou pes-
soalmente com o engenheiro da companhia
0 Sr. G. O. Mann, na villa do Cabo onde
quaesquer outras informaces se daro.
Preco de cada rolo !?500 rs. e pagamentos
no fim de cada mez.
R. Austin,
Superintendente interino.
Precisa-se de urna ama para o servi

urna casa de pouca familia : a tratar na ra das
Cruzes n. 35.
Xova hospedarla
A TRAV1ATA.
A' roa do Rosario Larga n. 37.
Francisco Garrido tendo negoriado o sen antigo
hotel denominado Trovador, abri urna nova hos-
pedara em a casa n. 37 da ra larga do Rosario,
cujos commodos o habilitan) a annunciar ao publi-
co que nella lera sempre todas as iguarias prepa-
radas por um hbil culinario. Outro sim, na mes-
ma casa haver todo o genero de bebidas necessa-
1 o, noite sorvete muito bem feilo, e dous buha-
res de mogno competentemente preparados. Esta-
r aherta desde as 6 horas da manhaa at as 12
da noite; e ludo isto ser feito por precos to ra-
zoaveis que os freguezes necessaramente (carao
satisfelos. Para melhor conhecimento do publico o
proprietario declara que a casa 6 a em que func-
cionou a muito conhecidasociedadeCorybantina.
Precisa-sa alugar urna sala de ura sobrado
no bairro de Santo Antonio: quem tiver annuncie.
Os senhores abaixo declarados queiram fazer
o favor de virem 011 mandaron seus correspon-
dentes ra da Pitia n. 44 a negocio que llie diz
respeito.
Juviniano Irincu Paes Barreto (engenho Barra).
Manuel Ignacio de Luna (engenho Irmandade).
Ignacio Jos da Penha (engenho Firmeza).
Francisco Rodrigues da Silva (Gamella d Grande).
Xa praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Aluga-se o sobrado de um andar na ra Di-
reita d. 81 : a fallar na ra da Penha n. 5.
Jos Goncalves Ferreira Costa, tem ca-
sas terreas para alugar na tra'essa do
Costa junto a fundico ao preeo de 9* e
10*. com portao para a mar : a fallar
na mesma travessa na taberna do fim da
mesma.
Ama de
0 abaixo
assignado
perdeu
do enge-
nho Genipapo ao engenho Santa Rosa, da
freguezia de Ipojuca.umembrulho contendo
4250000 em libras esterlinas em ouro, em-
brujadas em papel pardo, e atado com li-
nha branca, por isso roga a quem o achou
se digne levar ao mesmo engenho Genipapo,
a Exma. Sra. D. Marianna Francisca de
Paula Cavalcanti, proprietaria do mesmo
engenho, que gratificar. Os males que
acarreU ao abaixo assignado, que pobre e
carregado de familia, esta perda, pode cal-
cular quem o achou para que se mova res-
tiluc5o.
liento Goncalves.
Aluga-se um moleque de 17 annos para qual-
quer servico : a tratar na ra do Queimado n. 6.
Na ra estreita do Rosario n. 31, segundo
andar, precisase de urna ama de leite que seja
livre e nao tenha filho.
1 tuno novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Pars, especialmente para este clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo bem conhecido Joo Lau-
monnier que leve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultimo, vende-se muito em
cunta,s para salvar o dinheiro quese tinha adan-
tado ao fallecido : na na Nova n. 19, priraeiro
andar.___________^_^____^^_____
D-se 100 rs. sobre cada pataca de venda-
gem de botse sequilos : na botica do pateo do
Gamo.
Furtaram na madrugada do da 30 do mez
de marco prximo passado do casa da ra das
Auuas-Verdes n, 6, em que mora a Sra. D. Marian-
na Freir Pedrosa de Albuquerqoe, os segrales
olijecios : 1 par de rozetas de brilhantes, em urna
caixinha forrada de velludo carmezim ; 1 par de
botos de ouro para punhos ; 1 dedal de ouro com
o lso.de } 'l2 ouvas, com as letras iniciaesM.
T. P. A.; I volta de trancellim chato com tran-
quemia e i medalha de ouro com dous diamantes
2 moedas deourode 20*; 1 ditade 10* ; l nota
de 100* da c.iixa lial e H* mil rls em sedlas
udo 1 de 10* e a outra de 4*, ambas do gover-
no ; i moeda brasileira de 200 rs. o i dita de 50
ris cstrangeira ; 1 frasco d'agua de Colonia c 1
dito d'agua Florida : quem sonber ou for offere-
cido algum destes objectos para comprar, queira
apprehende los e levar na casa da mesma f endura
cima declarada, para ser generosamente recom-
Precisa-sede urna, sendo forra,
Mangninho, sitio do Jorge Tasso.
leite.
cm S. Jos do
turas e smente quanto baslem para as despezas
da impresso e brochura.
E' a suouna da obra mostrar como a liberdade
no Brasil tem sido sempre sopbysmada pelas tran-
saccoes que tem feito o partido liberal com os cor-
cundas, governando quasi sempre os corcundas
anda mesmo com os liueraes no poder; mostrar
como para este flm, nao tundo os Corcundas apoio
no poro, tem corrompido o paiz para vencer as
eleiedes, e ter as cmaras sua; Um corrompido
as cmaras para destruir todos os actos legislativos
do partido liberal, todas as garantas conjtituco-
naes.
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
zdo o paiz ao pauperismo e miseria, faltando
cada ura toda a garanta do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan-
ta s ha extorsao, qur dos governantes, qur dos
mais fortes, e nao ha industria licita que d para
v ver.
E' como urna historia, desde a independencia ate
hoje, fazendo-se apanhado smente dos farlos im-
portantes, donde comecoa a nascer a liberdade no
Brasil, e como ella tem sido espancada, assassinada
e enterrada, analysando-se todos esses factos, c de-
monstrado-se todas as consequencias das artima-
nlias do partido corcunda, e da imbecilidade, fra-
queza c corrupcao do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco at a raioeira da revolucao
de 48, em que o fizeram cahir.
Analysa-se todos os ramos da administracao, e
mostra-se como ludo feito em dcfraudaeao da
causa publica, dos interesses da comrounhao, e em
beneficio smente dos protegidos : como todas as
emprezas e melhoramentos s tem de bem publi-
co o pretexto, e do real a locupletacao dos an-
iados.
Conclue-se pela analyse da situaco, e mostra-se
como Pernambuco com as quatro provincias suas
irmiias do norte, as primeiras na manifestacao dos
sentimentos livres, tem chegado maior abjeccao.
A assignatura de 2* por volume, pagos adian-
tado, obrigandose o autor a restitu-los se as assig-
naluras nao chegarem para a publicacao. Depois
de laurean rustar o volume 3*. Assigna-se na
livrana ns. 6 e8 da praca da Independencia.
Engomma-se com perfecao, sendo camisas
de homem a 80 rs., calcas a 120 rs.: quem preci-
sar, dirija-se a travessa da Baixa Verde, na quarta
casa defronte do sitio do Sr. Arantes, que acitara
com quem tratar.______________________
O Sr. Mathias Jos de Carvalho tem urna car-
ta na liviana da praca da Independencia os. 6 e 8,
a qual s se Ibe pode entregar pessoalmente, c co-
mo se ignora sua morada roga-se-lhe que an-
nuncie.
Joaquim Jos Gomes de Souza vai Europa,
e deixa por seus procuradores durante a sua au-
sencia, em Io lugar ao seu socio o Sr. Paulo Fer-
reira da Silva, em 2 ao Sr. Francisco Fernandas
Duarlc, e em 3o ao Sr. Joaquim Pacheco da Silv a
Precisa-se de um bom cozinheiro torro ou
captivo, porm que seja pessoa capaz de tomar
conta de urna cas. de pasto, nao se importa de dar
bom ordenado, com tanto que seja capaz : a tra-
tarMiaimadaCriizn108._________
Custodio Antonio Soares vai Europa e dei-
xa por seus bastantes procuradores, em Io lugar
Joaquim Gomjalves Salgado, e Bernardo de Siquei-
ra Castro Monteiro e Joo Tcixeira da Rocha.
Thomaz de Faria regressandj ao Rio de Ja-
neiro, declara, que rom acrisolada gratido se lera-
brar sempre e dar publico testemunho que o su-
perior tribunal da relaco desta cidade verdade-
ramente simbolisa a justica, nico palladio do ci-
dado, que como eu, a despeno de sua boa f e
innocencia se vio arrastado tela judiciaria por
quem j nao est ao alcance de Ihe reparar to gra-
ves males. A todos os meus particulares amigos
e mais cavalleiros que me obsequiaran cora suas
visitas e finezas, cordealmente agradeco, assegu-
randolhes que por factos procurarei demonstrar-
Ihes minha gratido e rcconhecimento. De todos
me despeco, offerecendo-lhes meus servicos e dedi-
caco, pedindo desculpa se pela inesperada chegada
do vapor tenha deixado de pessoalmente cumprir
com este dever. Contina a minha procuracao
DE
Seda, ISa, llaho
, de
Rna do Crespo numero i?
RECIFE.
Vende liara ti.ssiiki.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Notieias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
Da a residir na roa da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prolis-
so medica, e com especialidade
sobre e seguinte
1 molestias de olhos ;
2o b de peito:
3o dos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
r5o examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
eo que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Dinheiro vista.
Algodaozinho com pequeo
toque de avaria a 4$500
e o^ij{){) a peca.
Vende-se na ra do Queimado n. 14, superior
algodaozinho com pequeo loque de avaria a 5* e
o* a peca, a elle que est se acabando.
COMPRAS.
Compra-se effeciivamente ouro e preta em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos lirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de 3* por 2*.'
Retratos de 3* por 2*.'
Retratos de 3* por 2*. i
Retratos de 3* por 2*.'
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.'
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
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Precisa-se alugar urna ama forra ou escrava
que saiba cozinhar e engommar : a tratar na ra i "as pessoas dos meus amigos Srs. Dr. Cosme de Sa
do Crespo n. 18, no segundo andar.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.
Cm moco brasileiro chegado ha pouco de
fora offlTcee-se para caixeiro de qualquer
casa commercial ou mesmo para escripia por ter
bom talho de letra : quem precisar dirija-se a ra
de Santa Rita n. 13.___________
Precisase alugar una preta boa cosinheira:
na ra do Queimado n. 16, loja. _____________
Antonio da Cruz
vai a Europa.
Ledo, subdito portug uez
a biga-se
um preto para qualquer servico : quem precisar,
pode dirigir se ra larga do Rosario n. 16, que
achara com quera tratar.
Pela ultima vez se avisa ao Sr. M. C. F. que
at o flm de abril, ou algnem por elle, mande sa-
tisfazero vale de 108*940 rs. e juros da lei, que
cm 31 de marco de 1860 assignou na cidade de
Olinda, o qual foi pago ao principal credor pelo
abaixo assignado como garante do dito vale, nao (
o fazendo se publicar o seu nome por extenso o familia
a mane ira porque foi contrahido este detato.
Manoel P. de Azevedo Ainorim.
Pereira e Ricardo Pereira de Faria, que lo gene
rosa e dignamente me tem prestado seus servicos,
e altendero a qualquer justa pretencao que ca-
sualmente me diga respeito.
Antonio dos Santos Guimaraes, cidado bra-
sileiro, vai Europa.______________________
Precisa-se de um pequeo de idade de 12 an-
nos, com pralica de taberna : quera pretender, di-
rijase ra do Palacio do Bispo n. 40._________
Aluga-se o Io andar da casa n. 35 da ra da
Matriz da Boa-Vista, junto com o corredor daesca-
da, quintal e cacimba : a tratar com o Sr. Anto-
nio Joaquim Ferreira Porto na taberna da Ponte
Velha.
Retratos de o* por 4*.
Retratos de o* por 4*.
Retratos de 5* por 1-3.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos do 5* por 4*.
Retratos de o* por 4*.
Retratos de o* por 4*.
Retratos de o* por 4*.
Retratos de o* por 4*.
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do.Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Destes precos s nos dias uteis.
Uestes precos s nos dias uteis.
Gasa.
Aluga-se a casa n. 8, da ra do Principe, fregue-
zia da Boa-Vista, com 3 quartos, 2 salas, cosinlia
fra, cacimba c quintal grande, a tratar na ra No-
va n. 3.
Furtaram no sabbado 2 do corrente da ra
dos Pescadores n. 21, (telas 10 horas da noite, um
Retratos de 3* por 4*. cao de trra todo em cabellos, de cor castanha e a
frente e maos brancas : quem o pegar leve-o a
mesma casa que ser recompensado, e protesta-se
contra quem o tiver oceulto.
Frederco Augusto Wegelin, cidado suisso
vai para Europa.
Precisase da quantia de 400*, pagando-seo
premio de 3 0|0 ao mez, e dando-se em hypotheca
um escravo : quem tiver annuncie para ser pro-
curado.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Gasa de commissao de escravos na na
do Imperador n. 45, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jara vendidos com promplido anm de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A que s com elle se devero entender,
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como afianca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velbos e novos
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar (lentes artiflciaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras uo
flqucm a vontade de seus donos, tem pos
e outras pre|aracoes as mais acreditadas
para conservac^o da bocea.
Comprase e/fectva-
mmte
ouro e prata em obras velhas, pagande-sc bem
na ra larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
Compram-se
dous cavallos quartos para carga : no sitio do vi-
veiro do Muniz.
Compra se
urna escrava crioula, moca, com cra ou sera ella :
na ra do Hospicio n. 27.
Compra-se ou aluga-se urna escrava que sir-
va para ra, paga-se bem : na ra do Hospicio
D. 62.
Comprase na ra do Pilar n. 143, primeiro
andar, tres ou quatro escravos de meia idade, for-
tes e sem vicio algum : para tratar de manhaa
ate s 10 horas e de tarde das 3 s 6 horas.
Comprase urna escrava moca e sadia, que
entenda de engommado : a tratar na ra estreita
do Rosario n, 24, priraeiro andar.
Compram-se accoes do novo banco de Per-
nambuco e da companhia de Beberibe: na ra da
Senzala Nova n. 4 se dir quem pretende.
Compra-se cobre, lato e chumbo i no ar-
mazem da bola araarella no oitao da secretaria de
polica.
YENDAS.
Campos & Lima t:ndo acabado com o seu es-
tabelecimento de fazendas na ra do Crespo, avi-
sara a todos os seus devedores em geral, que de-
ram procuracao especial ao Sr. Ivo Martins de Al-
meida para receber amigavel ou judicial ; e sem
que por isso ten liamos a menor responsabildade
com o que o mesmo senhor tenha de obrar, motivo
Joaquim Fernandes da Silva Campos vai fazer
urna viagem fra da provincia.
Offerece-se um moco com habilitacoes necessa-
rias para ensino primario, para eosinar em enge-
nho : quera quizer utilisar-se do seu pouco pres-
Quem precisar comprar urna mulata moca
cora todas as habilidades, por pouco dinheiro : di-
rija-se ra do Mondego n. 17, prximo ao becco
das Barreiras,____________________________
Aluqnet de escrava
Aluga-se urna eserva que cozinha, cnsaboa e en-
goraraa alguma couza, e faz todo o servico inter-
no e externo de urna casa : quem quizer, dirija-se
ra dos Pires n. 54.
Engomma-se com perfeico roupa de homem,
e garntese a seguranca della : a tratar na ra
dos Pires n 54.
AYfBJWkOl S5EF
0 bacharel Lourenco Ave 1 lino de
Albuquerque Mello, antigo advoga-
do desla cidade, tendo regressado
ella, tem aberto o seu escriptorio
ra do Imperador n. 40, onde pode
ser procurado para os misteres de
sua profisso todos os das uteis
das 9 da manhaa s 3 horas da
tarde, e ofTerece como garante a
g seus conslituintes a nao interrump-
- da piatica de25 annos de advoca- .
cia. O mesmo aceita partidos e ^
tambem causas nos termos do in- W
terior onde tocar a estrada de ferro. W*
Precisa-se de urna ama para urna casa de pouca
na prac* do Corpo Santo n. 17.
DENTISTA DE PARS
19Ra Nora-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca denles artiflciaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos denuncio.
BiXO l \I\<
ESTABELECIBO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Lulz de Olivelra
Azevedo k c.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa Glial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira. Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
ries, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Braga,
Penaflel, Braganca, Amarante, Angra,
Una da Terceira, IIlia de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Vende-se um excellenle sitio na estrada do
Rosarraho, comprehendendo 600 palmos de frente
e mais de 2,000 de estenoo, alargando muito para
o fundo, onde confina cora o alagadini, e o sitio
Cacunda, que koje do Sr. Tasso.
Contm o sitio abundantes arvores, como sejam:
mangueiras, jaqueiras, mangabeiras, sapotiseiros,
limaras, liraes doces, ligueiras, pinlieiras, um
grande e ptimo pomar de excellentes laranjas,
oitis, abacate, grande profuso de caneleiras, que
pode suppir todas essas boticas e casas de drogas,
cajueiros, dends, coqueiros, catles, jambeiros,
goiabeiras, frucla-po, aracaes e bananeiras.
No fundo do sitio existe urna malla de grande
extenco e abundante de madeira de diversas qua-
ldades, e d'onde se pode tirar lenha para vender
todo o anno, urna rica e excellenle baixa para ca-
pim existente nos fundos do sitio capaz de susten-
tar ramios cavallos de vero invern, e outra
mais para cima que est plantada, pasto para 12
lo vaccas de leite.
Alera de outras commodidades que oferece o si-
lio, aceresce a de urna bella, grande e moderna
c;.sa, construida logo na entrada, com 80 palmos
de ti ente e 90 de fundo, contendo tres grandes sa-
las na frente e diversos quartos espacosos e fres-
cos, assim como grande estribara e gratule cozi-
nha fra.
Os productos do sitio o constitucm urna ptima
propriedade, cujos rendimenios sao suflieiente pa-
ra a suslenlac/io de unta numerosa familia, e s a
prxima retirada dojiroprietario para outra pro-
vincia o oorigaria a vender urna to til proprieda-
de, que muito adequada para algum senhor de
engenho que queira vir morar na praca, e que
tendo alguns escravos, pode fazer della um grande
patrimonio : quem quizer, pois, fazer urna bella
acquisifao, dirija-se a esta typographia, ou loja
do Sr. llamos na ra do Crespo, fazeudo quina pa-
ra a do Queimado, que dir com quem se deve en-
tender.
Vende-se urna preta crioula de meia idade,
bastante robusta, boa lavadeira de sabo e varrela,
e propna para vender na ruaou servico de campo:
na ra da Cadeia do Recife n. 50, primeiro andar.
Foffo do ar
Reeebemso encommendas de fogo do ar : no
armazem da bola amarella no oitao da secretaria
(je polica, sendo o mesmo fogo fabricado na fabri-
da viuva Rufino, na estrada de Joo de Barros'
!fl(G&>
pea-"
do.
ATOO
Precisa-se de urna pessoa que tenha muita
pratica de organisar escripias em partidas dobra-
das : trata-se na ra do Queimado n. 46, loja de
Guimaraes A Bastos.
Credores.
Precisa-se de um forneiro que saiba bem desem-
penhar o seu lugar : a tratar no ra larga do Ro- Os credores do Sr. Francisco Virissirao do Reg
saro n. 16. Barros queiram enlender-se com Tasso Irraos, ra
' do Amorim n. 35, segundo andar.
Fazem-se llores de todas as qualdades, tou-
cados de seda e la, carapucas e sapatnhos de
laa por diminuto pre?o, assim como cosem-se cos-
turas finas e grossas, bordados e labyrintos : na
ra da UniaO n. 43.
Nocledade de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
Unlio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azeveda & C escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, estilo autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec-
mentos que forcm necessarios, as pessoas que de
tal i III e fl III tez. I sejarem concorrer para to til e benfica empre
as, egurando ura futuro lisoogeiro aos associadet
Eslao abertas estas duas aulas desde
o l do corrente, no sobrado n. 52, da
ra da Cadeia do Recife.
udanca.
O agente Simoes mudou o* seu escriptorio da ra!
da Cadeia n. 28, para a mesma ra n. 3, primeiro
AUeuce.
Precisa-se para urna casa estrangeira de urna
! escrava robusto, fiel e sem vicio, que saiba bem
Precsa-se de urna ama ou escrava para casa de ; lavar e fazer o servido interno de urna casa, afian-
andar, aonde pode ser procurado para os misteres pouca familia : a tratar na ra da Roda n. 28. ca-se jx>m tratamento : a tratar em Santo Amaro,
de sua proflssao._____________ _________ Aluga-se a casa terrea da ra do Mondego "
f- Precisa-se de um caixeiro para taberna, dan- n. 75, na fragueiia da Boa-Vista, caiadi e concer-
do dador A sua conduca : na ra do Hospicio nu-. tada de novo : a tratar na ra da Cadeia do Re-
mero 24. | rife n. 49, sobrado, Rosario n. 27.
casa do Sr.'Carlos Luiz Cambroune.
Precisa-se fallar ao Sr. Pompiho Numa Pes-
soa, negocio de seu interesse ; na ra larga do
Precsa-se de urna ama nicamente para co-
zinhar, para casa de urna famdia : na ra do Ran-
gel n. 8, deposito.
Domingos Alves Malheus embarca para o Ro
de Janeiro o seu escravo crioulo de nome Eugenio.
Aluga-se o sobrado de um andar da ra da
Praia n. 57 : a tratar no Campo-Verde, ra do
Destino n. 20, sobrado.
Na ra do Crespo n. 16 deseja-se fallar com i dador de baxo a esquipar :
Sr, Ernesto Botelho de Andrado. I pe, sitio n. 1.
Quera paga chegue-se : ovas do sertao, as mais
nova que ha no mercado a 320 rs. a libra queiios
do Serid a 560 rs. a libra, manteiga de Cacao ex-
cellenle para o caf a 800 rs. a libra, loucinho do
Brejo a 400 rs. a libra, ovas de lia marac a 4 o
cento, tainhas do serto as mais frescas que ha a
240 cada urna : quem quizer venha ou mande
escada do mestre de msica do tinado bataiho 53
ra do < hefe-maior,dentro do rauzeu Iliterario; as-
sim como na mesma hoje se ensina o passo de ro-
ma com pequeo lucro.________
VKXDKSE
verniz do gaz pelo preco da fabrica : no armazem
da bola amarella no oito da secretaria de polica.
Vende-se um bom terreno entre aj duas pon-
tes da Paasigom da Magdalena, ao entrar parao Ca-
jueiro, tendo a frente murada : a fallar no Forte
do Mallos prensa de Brito & Jos Luiz.
Vende-se um cabriolet inglez de quatro ro-
das para um ou dous cavallos, ura cavallo rodado
do mesmo cabriolet, um cavallo rosilho bom an-
na travessa da Trem-
j

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*
|ft*^,w*w;-r-.few HtoJt&tmtor**'
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RA BHliflMAUO N. H.
Loja de tazetdas 4e Augnslo Frederico dos Santos Parto.
Fazeniaa prea* para a quaretma.
Ricas capas de se* prota bordas enfeltaflas para senhora.
Soutembarques e manteletes de seda prctos wntto sopertores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeiudos a 17$.
Luvas de pellica de Jouvin para homem e senhora.
Chapeos pretos para howem cfcapos de sol de superior qualidade.
Sortimioto de grosdenaplo preto., pannos finos, casemiras preas, merino, selislna e bom-
basina preu lado por com modos presos.
(.misionas de cambraia aGanbaldi e camisinhas e manguitos brincos e de cor.
Vende-se para acabar organdys da India a 320 rs. o covado, lasiahas a 360 rs. o covado a
cambraias de cor a 40 e 380 o covado e maltas outras fazendas por commodos presos.
Chegarm as mnito superiores
ESTEIRAS PARA SAIAS.
45 Ba Direita
Ofrnm! oiram !V.
\
CALCADO
INJECCO e CAPSULAS
GRIMAULT E C!? PHARMACEUTICOS EM PARS
a a cura nimia c infallivcl
Mr>; em R~ **. -*< m G*T; . ******* e
Deposito geral em Penaambueo roa da Cruz n. 22 em casa de Caros 4 Barboza
Vende-se imi negra meo* com urna cra de
% mezes, a qual v-m muito Nm leite e perita
'ngommadeirae-cozinheira : taea pretender, di-
irija-se ra de Livramento *. 5, eu ra do Im-
perador n. 15, lercoiro andar, coro Agoslinbe Fer>
reir Jnior.
Metas dtseoa Dranca de peso para seafcora.
Vendem-se superiores tocias de seda de peso
muito alvas para senhora : na ra do neimado
n. 2, loja do Pregaica.
A lengo.
Ve*e-sc por commodo preco um escravo c nou-
lo, do tonrta figura, muito robusto, o proprio para
todo e qoahioer -servlco, e muito principalmente
par* Teltorde sitio por ter grande pratica e enten-
der multe -do plan tagne : a tratar no caes do Ra-
mos m. 3.
TODA ATTERCAft A0 SIGILANTE.
Custodio Jos Alves Guimaries avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que achando-se
as ebras da loja. do Vigilante concluidas, e aeitan-
'do-se as portas aberlas a concorrencia do ires-
peitavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que se acha no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindasflores "e muitosoutros objectos de
bom gosto, que.tanto sastisfeito se acha, aprevena
o bovo canto, chamando petos seus freguezes que
venham ver para crer, que s assim podero apre-
ciar, e acharao um grande sortimnto de fazendas
tendentes miudezas, tanto para gosso como para
retalho, que todos erSo sortides a vontade, mesmo
qulquer freguez de fra que nao possa vir a-esta
pra{a e queiram dirigir-se a este cstabelecimento
azendo seus pedidos por meio de cartas, epode-
rao tazer que ser tudoeomprido fielmente, poden-
do-se Cazer precos muito razoaveis, nio s,pelas
boas-compras feilfts nesta prae.a,-como dos recebe de sna proptia conta, como dos que recebe
de- ooowgnac5es.
CHEGADO PELO VAPUR.
S para o vigilante.
Grande sortimentode fivelas pretts e com ,pe-
drinhas de muito lindo gosto assim como fitas-pa-
ra sintes pretas e decores para as .mesmas Tive-
lasque-s vende pelo.liarato preco de l$aOO e i$ :
:Suo.vigilante ra do-Crespo n. 7.
GRAVATINHAS.
Tamben chegou am-grande sortimento de-gra-
>v atiabas tan lo para neaiero como paca sonhora,
detodasae qualidades bordadinhas, vindoentr-e
estas ujai.ieiuena amostra de lacinnos com alli-
nete de pregar em camisinha cousa muo linda e
irrteirameme novo gosto, ver para querer : -s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
IiDVAS PRETAS >DE JOUVIN.
Os fregueses acharao grande sortimente de lu-
vas prelas-e.de cores, de Jouvin, assim cerno de
seda de retroz tanto para -senhora como para
crianzas e para homem que se poderao sortir a
vontade : s ao vigilante ra do Crespo n. 7.
NOVOS ENPEL1S5S.
Nov -sortimento de enfeites pretos e de ores
com laaho.e-de outras mu as qualidades : fi
no vigilaste rna do Crespo n. 7.
TRINA E VOLANTES-
Grande *ortimento de trina, velantes, galfiee,-
grades e juilas abras de palheta -para ornamen-
to de igrejas : ao vigilante ra-da Crespo n. 7.
Enfefes para as senfeoras.
At que chegarm os mnitos desejados enfeites
&fg\ lacinnos de fitas para senhora pelo toarato pre-
.qoM 14300.
,^ no Vigilante, aa do Crespo n. 7.
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5 O rt> O ^ # fe- -i 2T^ m ^ibk
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Grande pechincha
con t%ue de avarla na loja e
aruaiem da Arara ra da i m-
peratrlz a. 56 de Lourenco i*.
M. ulmares.
Vende-se com toque de avaria.
Vende-se madapolao inglez com pequeo to-
que de avaria por 65300 75 e 8$, algodaozinho a
&5M 55, cambraias lisas finas a 35 e 35300 :
na roa da lmperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se fazendas limpas baralissiaas.
'>iicie-so chitas fiaas cores escuras a 240 e 280
rs. covado, ditas francezas linas cores fixas a
33, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
rancez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara ruada lmperatriz n. 56.
Fazendas proprias para se nimias e meninas.
Vende-se gollnhas com botaozinho para senhora
% meninas a 206-c 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e gollas
qiara senhora a 15 e 15280, camisinhas bordadas
-para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muito Unas a 15500 e 55 : 90
a Arara ra da lmperatriz n. 56.
Principia a Arara Tender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 85,
ditas de linho alcochoada* a 55, ditas de fustao a
55, ditas de damasco a 45, ditas de chit a 25 :
na loja da Arara ra da lmperatriz n. 36.
Viara vende cassasa240 rs.
Vende-se cassas francezas finas a 240 e,280o:
covado, organdys finos a 240, 280 e 220 o covado:
na ra da lmperatriz n. 56 loja da Arara.
Itoupa feita da Arara. J
Vende-se paletots de brim de cor a 2550Q e 35'
ditos de mia casemira a 35500, ditos melhpres a
45500 e 65, ditos pretos de panno a 5f, 5 e 85,
ditos de casemira fina e debrunhados a 85 105,
ditos pretos de alpaca a 355O0 e 45, caifas pretas
de casemira a 45500, 55, 65 85, dito.' delmeia
casemira, ganga e brim a 25 e 25300, ditos finos
a 35500, ditos de brim braaco a 3e 35500, ca-
misas francezas a 25, 25500 e 35, serotllas a
15600, ditas de linho a 25 e 25500, colletesja 25
e 25500 : na rna da lmperatriz n. 50.
Baloes da Arara a 3.
Vende-se bales crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35,35300, 45 e 45500, ditos de madapolao a
3oOO, ditos de musselina 45 : s na Arara' ra
da Iniporatriz n. 56. I
Arara vende oscortes de roseados franectee a aL
Vende-se cortes de ri jcados francezes covados a '$ o corte : na pa da Imperatria n. 56.
Arara vende cortes de casemira preta a 3-J.
Vende-se corles de casemira prcta para caigas a
35, 35500, 45e-55 : na loja da Arara n. 36.
Arara vende os smiteinban[ues.
Vende-se soutembarques ptetos muilo ricos, ca-
pas compridas e manteletes de superior -qualidade
a 225 e Mi : s a Arara ia da lmperatriz nu-
merse.
Sedinhasa OO rs.
Arara .vende sedinhas de Iklrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., laa Ma-
ra Pa-com 4 palmos de largo e palmas de seda a
800 rs. o covado : na ra da lmperatriz n. 56. !
Arara vende cambraias de aroeinhos a 2-3*00.
Vende-se cambraias de arecinhos para vestidos
a 25500 a peca, cortes de-cassa franceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 45600 : na ra da lm-
peratriz n. 56.
Grande sordmenlo de fazendas pretas para a >qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se g-rosdenapie preto para vestidos toa
fazenda a 1$400, 15600, 25, 25400- 25600 e 35 o .
covado, sarja hespanhola de seda, panno lino preto;
a 15600, 25,35500, 35 e 45 o owado, muito sa-
perior casemiras pretas finas a 25 e 25400 o coya-
do, merino linea 25500 e 35, dito de cordao a
255OO o covado : na ra da lmperatriz n. 56.
Arara vende madapolao framcei a 4$.
Vende-se madapolao francez entestado a tf
15500, bretanha de linho, Iwmborgo de linho para
lenees e seroulas a 440, -500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dtto branco
a 15, 15280 e 15409a vara
triz :i. 56.
Arara uinle liiazinlitspara vestida a 240 rs.
ovado.
Vende-se laazinhas para vestidos de senhora a
240,289, 320, 400 e 508 rs. o covado, casemiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara ra da lmperatriz n. 56.
lrara vende fusilo a 500 rs.
Vende-se fustao de core6 para roupa demeaiaos
caigas e paletots a 500 rs. o ovado, gan^a france-
za escura e lara para calca6 e paletots a 440 n>
o covado: na ra da lmperatriz n. 56,loja da Arara.
Bom e novo, apiimeira necessidade pata a san-
de e aformoseamento do individuo I '
Mau Dos!... que ps de pavao se lobrigam por
essas ras 1 que ftgun horrenda e nauseante a
de um palelot benl. tatuado sobranceiro a um
gu/its rodo em -duas solas I um balo bem tor-
neado e bambaleante dcscumindo urna ponta de
botina safara e carcomida 1!
Santa Barbaran Corram i ra Direita, bellas e
rapazes! saeudm na praia esses malditos guedts,
e comprem : 4
Borzeguins de Nantes 85000.
Ditos francezes de bezerro,75
Ditos francezes de lustre para toraem 5*.
Ditos para senhora, ite^ustre, enfeiudos, 55500.
Ditos para senhora, Raspi^^aUa, 45800.
I Botinas de menina25500. *,u'
5 Ditas de cores para menina 25000.
Sapates de Nanlts de diias solas 55-
Ditos de sola e vira 4530*.
Sapatos de borracha para senhoras 15500
Ditos para meoinosl5000.
Sapatos de lustre para seuhor 15. .
Ditos de tapete para homem e senhora 80n"S.
Ditos da liga consum mal 500 rs.
E um sortimento comple.o em' sola, vaquetas,
couros, bezerro francs como nenhum, couro de
lustre muito grande, t tudoquantopertence arla
de $ Chrispim.______________________
Os C sos
OS MAIS AGGRAVANTES
IKiutia perlina/, nuracao
ESCRFULAS,
O ERPCOES ESCROFULOSAS,
ulceras de toda a especie,
SYPHILIS, OU MAL VENREO,
UffliO
MERCANTIL
RA 1A CADEIA DO RKC IFK I. ft3.
NOVO i,
GEA1TDE AEUASSM DB MOCHADOS
Mnn DA iWA CAWEIA DO KECIFE M. 53.
Francisco Fernandos Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Reciten. 53, i>m grande e surtido armazem de roolhados de-
nominado Unido Mertant, Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel rol tico um completo ^lmenlo ^do8 me,,,acr
gneros que vemao m(*A tanto esiraigeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em portoes ou a-retalho jor tr^cs zssas
commodos. V>
Manteiga inglesa especialmente escdlhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de Drimetrl qualidade a 800 rs. a libra, | ld200 a caada.
% Barril se faz abalimento. Aaeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais "superior do. mer- 860 rs.
cado a 560 rs. a libran 520 rs. era barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
meio. a 40800acaada.
Prezontosioglettspara Ambre.de superior Geneora de Hollamla a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegadoa neste ultimo va^or, a 50800 a frasqueira.
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BERTOEJAS,
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B8COEBCTO,
Tinha.
CHAGAS MGAS.
P.h^urjjjSitsrrAO Chronc
DEBILIDADE (ERAL,
Nervoskladc, Nevralias,
FALTA DB ITBTffl!, FlfflO,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
LI1KU FLBIES MCIS,
lletetiesio das l'riuas.
EMACIA^O,
Ou emmagrecitnmto geral do eorpn\ jn'oc*>
uiat* do estado vicioso do t/uiffne,
INFLMACOES CHROKCAS,
Affecfoes Chronicas do Figado,
AaSISI COMO TODAS AS MAIK fIMILIIANTKS MO-
LEl'lA, l'IUKCll'Al.MKSIP. QfANDO SAO
AIJADAS, ..i: PJMWODAfl I'F.IX) un
L1VKK V0 1>0 MkUCIKIO OU
Quixiho,
A*.lm MUfl 4:lH>liral |icl<. rri'44ieul4- I1H4 A Al-
SENICO c outnu |ire|iiira;.-"<-M .tlhiemeai
Todas estas Enfertnidadcs prompta e elicab
mente cedem a bene(ica. poderoza e
purificantes qualidades da mu
justamente afamada
ti;>PBBIMIl w, iHiism.
A venda as boticas de Caors & Barboza'
xtia da Cruz, e JoSo da C. Bravo A C, roa
da Madre de Dos.________________ i
Yende-se o engenho S. Paulo, sito aa regu-
naVa da" Impera" I a *s Afogados, eujas trras do boas canoas
I (socas resocas) rocas, e tem muitas outras vaota-
1 gens 5 vode-se com a safra e 20,000 covas de
roca toda madura : quem o pretender, dirija-se ao
Sr. Manoel Eleuterio do Reg Barros, ou ao mes-
mo engenho a enlender-se cora o seu proprietario,
0 engenho tem bastantes maltas.
Hez de Mara.
0 afamado mi de Maria que se vendia a 34,
2$ e 1*500, com estompas e ntidamente impres-
so, acha-se wnda por acabar a i#000 o velume,
approveitera-se da occasio, que mu poucos res-
tam : na ra do Imperador n. 15._____^^
720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a MOvs.
a ribra.
Castanhas- muito novas a 20 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 2i580O
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha byson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 20 a libra.
Bisco utos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelee, soda, captara, seed, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 800 rs. a libra e 30 umquarto ;
em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
moitopropriasparamirno.a 1020", 10500
e20.
Frasco de vdro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em tatas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muilo novas a r. io rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maguas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervittias francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
tem vindo ao nosso mercado a 1*0 o gigo,: aJ^^-HJ, a m0 1bra.
garante-se a superior qualidade. | ___L_ ," _,___,_.....___A
ni* sp ndcde?eiaT 4e 70500 a 80006 a Cerveja branca e preta das melhores marcas
&^TCSRT. SSL & ZTC3d0 a 50rs"a garra e
Carxascom vmhodoforto superior de 0 ^^ aUl- .nr ..L Rnft
a 10 a duda, e 900 a 10 a gTrrafa; deste Cognac mgtez de superior qualidade a 800
genero ha grandeporejoe dedifferentes. e J02Wagrrala,
marcas acreditadas que j se vendram Licores francezes das segrales qualidades:
por 14J> 1^0 acxa,comosejam: Boque
do Porto, Lagrimas do Douro, Iuz,
Cames.Tadeira-secco, Carcavellos, nc-
tar de t833, Duque Genuino.
Vrabo de jiipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
"Vinho braoco de superior qualidade, ^indo
j engarrafado a '640 rs. agarrafa e ^ 5001
rs. dejarril. 1
Artiaete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a-duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
460 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a -10 cada um.
Sardinha6deNanlesa340rs. oqusrtoeOO
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagoslinta, a
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates era latas de 1 libra a 600
ris.
Cbouricase paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 i
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do MaranhSo a 120 rs. a libra. f
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e ?0 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 3C0rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Bio, proprie para negocio, a 80.
Arroz do Maranb5oa 100 rs. a libra e 20800
a arroba. ,
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 200 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarr5o, talbarim e alel ia a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abalimento.
Estrellinha.pevide e arroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras on em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos deconla propua
de casa particular, a 400 rs. a libra; iuiei-
ro se faz abatimento.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, terSo o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
CLA
COMMERC
RA DO Passand o beeoo da Congregarlo segunda casa.
mmM iji n:
NOFIDADE.
Pereira Bocha AC. acabam de abrir na ra do Quetmado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commertial,
onde a respeitavel publico encontrar empre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
eero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
boa qualidade dos gneros comprados oeste armazem.
Arroz do Maranbao, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs.
100 re. a libra e 20400 a 2^800 rs. a ar- i libra,
roba.
Vemlem-se: V. Hugo, Coulemplations 2 vols.s
Le Bretn, Poapea I vol.; Padre Ventura, Fem-
mes de l'Evangile 1 vol.; Mere de uien 1 vol.;
Ecole des miracles 3 vols. ; Gusot, Revolution
d'Angleterre 1 vol. ; Chalelet, de la prostitution 2
vols. ; Magalhes, Tamoyos 1 volume; Mendos,
Eneida Br*ileira 1 vel. ; Heitor Pinto, Wnagem da
Vida Chrislia \ols.; Le'Sage, Diabo Goio 2 vols.;
V. de Abrantes, Miseal Especial 1 vol. : na ra
etreiia do Rosario n. 14.
I,uvas de Jouvin.
Reccbeuse luvas de Jouviu brancas o pretas
proprias para a quaresma : na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Trancinhas de lia lisa p^ara enfeites "Je eaislulia
de senbara.
Recebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
ca de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na ra do Queimado loja do beija flor n. 63.
Enfeites de rediabas com laoo na frente.
Recebeu-se, variado sortimento de enfeites de
diversas cores a 10400 e 20: na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63.
INJECClO BROW.
Remedio nfallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, ra da Cruz n. 22, pre-
^IIIllllllIIl
Fogos de artificio.
No erando armaieni de tintas ra do
Imperador n. M, se vendem todos os
productos chimicos empregados na com-
. posicio dos togtaarttem.^^^^
fttttt **
Os precisos talheres pa*
racriancas.
Cfaegaram e acham-se venda na roa do Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8._______________
Vende-se um escravo mulato de muito boa
figara ptimo para pagem, bolieiro ou cmdo, sen-
do alm disto carreiro e apto para qualquer ser-
vico : a entender-se com o Sr. Caetano Mendes da
Cunha Azevedo na ra Nova n. 56, fabrica de cha-
rutos.
f ara lodos.
Pecas de madapolao com poucos salpicas de
mofo 40300, 5*300 e 60, ditas de dito entesta-
do muito fino 70. Algodaozinho superiar com
pequeo toque de mofo por 40 e 45500 a peca :
na ra do Queimado n. 17.
A zas para anjos de procisso.
Vendem-se na rna do Queimado loja da agui
brana n. 8.
%'iolKi muito bom a *#ttOO
a caada, em garrafa a 360 rs., queijos frescos a
30100, manteiga ingleza a 720, franceza a oiO, cha
miudinho a 20360, caf a 280, arroz a 100 rs,
toucinho a 240, carne do mesmo a I60t velas de
carnauba a 320, espermacete a 310, sabao a 180 e aMiffl||fI ftU|fa Dar(e na TUa da CfUl
220, gaz a 440 a garrafa, azeite de carrapalo a 260, quaiqaer ouira parie m iu v,iul
alpista a 140 a libra, espanadores de palha a 800 B. 4 casa de N. 0. Bieber k C. SBCCCS-
rs., banha refinada a 400 rs.
trelia, largo dn Paraizo n. 14.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita la marca
Pontana cesembarcada neje, Yende-se
por preco mais commodo do que em
no armazem da Es-
Vende-se um bom escravo de 30 annos, pou'
co mais ou menos: a tratar na ra estreita do Ro*
sario, taberna ao voltar para o pateo do Carmo no-
mero 47. ___
sores.
Vende-se um terreno de quina, tendo em urna
frente lo palmos e na mitra 126, na ra denomi-
nada do Principe, sitio que foi da extincta socie-
- Vendem-se os tres tomos das blographias de
alguns poetas c outros homens lllustres da provin-
cia de Pernambuco, obra rica de novidades e mui
to interesse : na ra do Imperador n. 14._______
Milho novo a $f>nO
Vendem-se saceos com milho muito novo
Ameixas francezas em latas e em frascos a
1)9200 e 1600 t n frascos grandes a
20500.
Idom em caixinhas elegantemente afeitadas
eom ricas estampas no interior da* caixas
a 12^000,10400, 10600 e 20.
Amendoas com casca muito uovas a 280-rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a Ijbra e a 40600 rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito uno em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinbas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
e em barril a 410 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
rs. a libra. Pajnco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novla 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. ; Presuntos de Lamego em calda de azeite e
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra, i muito novo a.640 rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinha do MaranhJo a 120 rs. a libra. '
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Gepebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafes de 3 e 5 gales a 50500
e 70500 cada um com o garrafao.
Gomma do Ancaiy a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 1 > 100 rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para orna se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conserva-
ros de Lisboa a 60 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, talbarim e ale-
dade" de" ftaao'e"tecidos,'mullo bom para edificar' 2500 : na roa Direita, taberna ia. 4, <8 ";
- a tratar na Soledade nha da aUandpga, armazem da esquina n. /, con
I fronte ao guindaste.
por ser terreno muito solido
numero 41.
novas a 160 rs. a libra.
e eTpecTalmente da fabrica imperial de | tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito mu
SrXni So 20SOO, 20800, 30000 e (Peixe em latas preparado pela primeira arte
qA^no' a caixa. | de cozinha a 10 rs. a lata.
r do Rio muito superior a 260, 280 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a Palitos de dentes a 120 rs.
arroto | dem de flor a 200 rs.
res,
dem prato a 640 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 32' rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 3201 s. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li;.
bra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria l'ia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du*
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Pono, Lisboa e F'gueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa c 30, 30aO
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a .00
o 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgauxeChateauluminidel854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porg3o de outros que rieixan os
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porces como
retalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.




X
de remM Torca felra 5 de AbrIt4rlSl
DO
OGRESSISTA
RA AS HIZES \. 3
E
RA DO CRESPO N. 9
Wo balrro de Santo Antonio.
Joaqun fea ornes de Soiizr tem a honra de participar ao respei-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira quaJidade por menos
10 a 2o por cento do que outro qualquer annuociar, como se v do presente annancio,
asseverando o proprietario d'estes arnaazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
estabelecimentos, que nunca terSo ccasiao de reclamar qualqHer genero, visto ter-se
adnnt.i cocidos.
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas emilicamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muflo bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muilo nova a 400 rs. frasco.
MARMELADA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
a mettior que temos"estemercado a 20,000 mi,it0 superior a 500 rs. a libra, e em caixa
rs. o gigo.
CHA
hysson, uxim e perola a 2 400, 2,600 e
2,80G> re. a libra.
j CAF
muito superior, do Rio edo Cear a 8,000
c 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
800, 9,000 e 400 a duzia.
CHAMPANHE
KAADE Itl VOLM i
NO
ARMAZEM
DO
CERVEJA
mio superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.a
duzia.
GENRBRA
de Htllanda em frasqueiras a 5,500 e 500
- rs. frasco.
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
umi.
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
llira.
BISCOUTOS
cm lilas de lodas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da Lilia e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muilo nova a 2,500 a arroba e 100 re. a
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
tttt 2,000 c 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muilo novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas di mercado a 8,000 a caixa e
e fOO rs. a libra.
AMEXAS
francezas em latas de 1 e lr2 libra a ijOoo
re. a libra.
SARDINIIAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
a550rs.
CHARUTOS
da Rahia a 1,600. 2.200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOUCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
. as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 re. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
"SAG
o mclbor que pude haver nesle genero a
2>0rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SAIAU MASSA
neste genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
Acaba de receber de sva propria encommend om grande e variado sortimento
de moHiados todos primorosamente escolhidos, por isso apresase o propietario em
offereeer tos seus fregaezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, a flaneando todo e qualquer genero vendido neste bem conbecido ar-
mazem.
Pede-se toda attemjfto.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carino n. 9, armazem Progressivo, recebem-se' as
libras que vulgarmente correm no commercio por 80890 a 90, o proprietario em sens
armazens da-lbee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar eonfuses em trocos.
Manteiga inglezapexfekamente flor, a8oo rs, rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
e em barril a 78o rs, que os melhores que temos tido no mer-
Idem franceza a 54ors. a libra, e 500 rs. cado.
sendo em barril. Passas em caixas de 1 arroba' e % a 7,5oo,
Okomem de mo*in*ntGn&oe8fec!Oiia.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS NIMHOS
i\t se admilte a nniaa comme retal.
se uuer a diaba da allianca.
Nao se tf me a furia dos corsarios.
Este anno ha de ser btasexto.
Os canhSes estio preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!
Abaiio a lita d'af na do vinagre
Viva a liga do geoaii Cheres cora o fiambre t
Viva o csaservad >v das conservas ingleza*! I
Vivan os liberaes fregaezes do BALIZA !!!
Viva lodos qae leremesleaiiiiim-io.
fSI&@
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 8oo
cimaa2,7oo, I rs. a libra.
dem hysson ornis superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,Coo e de 8 libras para cima: Lisboa a 6oo rs. a libra
a ,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
dem menos superior a 2,4oo o de 8 libras j Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Existe almd'estes gneros, um explendido sortimento de phospboros, fumo, al-
pish. p>as em calda e seccas, figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
n il a, pimenta, velas de carnauba, banha de porco, papel, e nitros muitos gneros, de es-
tiva, que lodos sero vendidos por mdicos precos.
c rn
Toada o proprietario dos armazeus do progressista
a la di Uniao Cominercial, Ciarim, Allianca, etc., etc..
para cima a 2,3onrs.
dem proprio para negocio a 2,3uo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4. G e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8uo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
Ei villias francezas em latas a 6oo rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
dem mcuus superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2,loo, a 4,8oo rs. a libra. l.ooo rs. e 6o rs. a iibra.
dem mais bata) Iwm para negocio a l,5oo Massas para sopa maearrao, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a I i ha.
dem miudinho proprio para negocio a 1,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. e8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino ebegados ueste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 2,5oo. i garrafa.
dem mais seceos viudos or navio a l,7oo. Charutos em grande quantidade e de todos os
dem pralo es melhores o mais frescas do fabricantes mais a creditados a 1,5oo,
mercado a 76o rs. a libra. 2,ooo, 2.5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
dem londrino a 6uo rs., e sendo inteiroa' os maisbaixos sao dos que por ah se ven
5oo rs. a libra, vende-so por este preco' dema 2,ooo e2,5oo rs.
pela porcao que temos em ser. j Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
Biseoitos em latas do 2 libras das seguintes roba e 28o rs. a libra,
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, .Machineeoutras mui-! roba e 26o rs. a bra.
tas a l,3oo e 1 4oo rs. Arroz do Maranhao a loors. a libra, 3,ooo rs.
SENHOHES E SE MO RAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido roa do Livramenlo ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesla bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto. assim declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, que se dignarem vir este estabelecimento.
(carao por certa muito satisfeilas, nao s quanto as qualidades des gneros, como com o
tratamento lodo altencioso que se Ihes dar.
Alm do cumprimento dos deveres da boa educado, haver d'ora em diante anda
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, serao offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Naoreceieo publico que se pratique o contrario, como em outras
casas, que al annunciam o que no tem.... O tahza nao ilrude....
Ameixas francezas emeaixinhas eem frascos Licores inglezes e francezesem vasos de di-
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo,| versos tamaitos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,ooo, 2,5ooe2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.! rs. a duzia.
Amendoas novas a 32o rs. a libra. I Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de $
Azeite doce refinada a 8oo rs. a garrafa. libras para cima sera aborto um barril na
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo presenca do comprador.
deliberado nao concorda
etc., declara que s con
c >rdi f.m alliar-se aos sens fregue/.es, fazendocom estes urna liga de interesses recprocos'
I 111 os sou alliados a faculdade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
bro, o rormidavel juiiijo e asiborosa bolachinha de sota, que fazem urna boa allianca
c i ii i i ipenor cha npanhe c o porto fino, nicos que sabem imitar a uniao destes ar-
raaians com os seus concurrentes.. Vinde, senhores, a s armazens, aonde podis d'en-
ird u:n muito explendido sotimento desaborosos alimentos, escolherdes os quemis
vnsapetocer, cerios de que nunca lereis occasio de arrepmder-vos de gastar o vosso
dinnoiro uestes estabelecimentos.
COMPLETO SORTIMENTO.
NO
iK^iiyj^i
CONSE
23-Largo do Terco23.
Joarjiim Simao dos Sanios, dono desle armaiem de molbados, scionlilic ao respeitavel oubli-
co que toem um corapleio soriimenio dos mesmos os quaes offerecem mais vantagem aos Srs. comnra-
anrcN do que em uuira qualquer parte, garautindo-se a Wptrior qualidade.
libra, c
siiperi
Vellas de carnauba a 360 e 400 rs. a libra,
dem de spermacete a 360 e 600 rs. a libra.
I'hosphoros do paz a 24300 a grosa.
Biscoulos e bolachinnas de soda a 14i00 e-94000
a lata.
Chouricas novas a 72u rs. a libra.
Hlalas a ih o gigo.
Bolachinha ingleza nova a 240 rs. a libra.
Charutos das melhores marcas de 14200, 14500
24000, 34000 c 44000 a caisa, em porco se
fara abaiimeoto. v
Vin.h0-,^ira de SAA a 500 a garrafa, e a cana-
USSLI? Lisboa a 40 a garrafa, e a caada
dem de outras marcas a 28700 a caada.
, dem branco de Lisboa a aOO a garrafa,
e qualquer comprador que comprar de 304000 para cima, lera o descont de
M intriga ingleza flor !a 800 rs. .a libra.
TJem fianceza muito nova a 560 a libra, c
lira- 540.
" if do Rio. de 1= e 2- sorle 320 e 280 a
arroba 94 e 84500.
Arria pilado do Maranhao d<- 90 rs. 100 a libra.
M-.tio alpista a 160 rs. a libra, e arroba 44800 rs
^T'eia das melhores manas a 300 a arrafa.
'.. o Ii.a v.'.rdadcira do laranja a 14100 o frasco
J.i.'ii da Hollanla a 400 rs. a botija de contra
1 : inuo de Lisboa a 320 a libra, e arroba 84"XK)
f.issas muilo novas a 480 rs. a libra, e caixa 94
A/:e le doc^ de Lisboa o gallao 34 e a garrafa 640.
id in de carrapato a 280 i garrafa, e a caada 24
Al ira M, T, a 180 rs. a libra.
Gp iHia de engommar muilo alva a 100 rs. a libra.
Sai dianas de Nantas novas a 320 e 360 rs. a lata
o em porcao se far abatimento.
Todo
6 por outfo.

l"A
CUSTODIO, CARVALHO & C.
27 Ra do Queimado 27
Para meninas.
Lcucinlios de cassa pelo barato preco de 100 rs. cada um.
Cmbralas
ndys fiuissimas a 240 rs. o covado.
... t lf i peca
de cniremcios linos bordado a 14 a peca.
c^mbraia branca com flores a 34 a peca. *
bordadas de muito gos.o. RlcaS CaS8'as l're*fl
;.f -la lo franrez muito fino a 500 rs. a vara. ,la,>0,ao
Iracos
de ca.-.sa brancos e de cores a 14200 e 24 a duzia.
Cofeerias
de c.nu ehinna a preco de 24 cada urna.
Toas bordadas pera 24.
rjambraf do linho a'35- 44 e -"fl a vara.
tticos cor!"- de laa dos mais modernos a rr-^o de 204 o corte.
Polvos cliegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,oon rs. a lata.
Ualachiiiha de Crakoel em latas de 5 libras
bruto a i.ooo rs.
dem inglezas era barricas a mais nova do
mOrGtdo a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Cartoes com bolas francezas proprios |iara
mimos ou [>ara anjos que vo as procis-
ses a Ooo rs. cada um.
Peras sen-as aamais novas do morcado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em litas do i e 8 libras
lacradas hermticamente a I,too e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a i .800, e
24o rs. a libra.
Nozes muilo novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinlios engarrafados no Porto o Lisboa dis
seguintes marcas: duque, genuino, voltio
secco especial, lagrimas doces, vinlio es-
pecial I). Pedro V. nctar superior 6*e
1833, duque do Porto de 1834, vin.no do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior 1). Luiz 1, o outras militas
marcas, em caixa de urna duzia a lo,ooo e
Ooo rs. a garrafa,
dem branco ;le uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada,
dem superior a fioo rs. a garrafa e 3,2oo4S.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conbocidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,000 rs. a caada.
Especial vmho Lavradio sem a mais peqnona
couiposico a 560 a garrafa e 4.000 rs1. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 Vi garrafas de vinho supe-
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2.4oo rs. a arro-
ba, c 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Araeaty a 9.5oo rs. ar-
roba, e 9tio rs. a libra.
dem de sebo muito dura ingindo esparraace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 5e rs.
Papel o melhor que se pode desojar para os
Srs. cmpregados-publicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
Idemalmaco pautadoelisoa3.ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,000 rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2.2oo rs.
a resma.
dem emhrulho de 1,2oo a 1,4oo rs. a resma.
libra a
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e
loo rs. a libra.
Aletria branca e araarella a 4oo rs. a libra.
raruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra.
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de
5 libras,
dem de diversas marcas em latas menores
a 1,3oo rs.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la- i
tas grandese pequeas a 3,ooo e l,5oo rs.'
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica <
e 2oo rs. a libra.
Banha de poreo a 44o rs. a libra, e era barril
-a^op rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxyra, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,3oo, 2,000 e l,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, 1,60o e 1,00o rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,oooo
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a l.loo
rs. a libra,
dem hespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
. .ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. I Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem francezas'de militas qualidades aoo|Ditade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. JSag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti-iSal relina lo, em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Babia como do Rio de Ja- o pote.
dem de 2." e 3.* qnalidade a 7oo, 600 e 4oo
rs. a libra,
dem franceza a 560 rs. a libra, e era barril
por menos,
dem em latas a 20000 e a 10500 a lala.
Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra,
dem em lata a 640 rs. a lata.
Musanla ingleza 400 e 600 ris o pote.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa 600 rs. a libra.
Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
80 a duzia.
Massas para sopa, talharim e macarrao a
480 rs.a libra,
dem finas, eslrelinha e pevide, caixinha
com 8 libras a 14600.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qnalidade que lem rindo ao mercado, a
10a lala.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 30000 a resma,
dem de peso a 20 a resma.
Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de fior a 200 rs.
Ditos do gaz a 20200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 10800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20500.
Dito londrino a 900 rs. a libra.
1

: 1 'ja..'ii /
; i;ill

- { 1 .
j
riora 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 j ditas de venagre a! ,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em anenretas de 9 caadas a
lo.ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batisma a 2oo rs.
a garrafa e 4,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muilo especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portnguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absitito vspero, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. deTurin. BefeUtt,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gftJ
ja, canella, c'ravb, ortelS pimenta a l.ooo
Ti
So para asseaiioras.
-.
Ameixas francezas em latas de 1
1,2oo e 800 rs. a libra,
''dem em frascos de 3 libras a 2.5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a Too rs. o frasco.
Motaos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muilo nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arninjado possivel a 4,80o e 2,8oo
rs. a lala.
Stfrveja Bon. lenle verdadeira a 6,8oo rs.
a duzia.
dem de outras marcas-.pretu e branca a 5,5oo
o 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a 800 rs. a molbo e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portnguez hespanhol o francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollondaem frasqueiras a 6Jooo
e 56o rs. o frasco.
dem om botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixadhs ero macos grandes
com 2o rs omacinhos a 42o rs. o mass.
Commhos muilo'novos a32ors. a libia e
lovoeo a arroba.
Sag muito no a 24o rs* a libra.
Covaduma de. Frasca a 48o rs. a libra.
Milho alpista a 44o rs. a libra a^Boo-rs. a
arroba.
Gomnia a 80 rs a hbra e 2,46o a arroba.
Peixos om latas a 4,ooo rs. a lala j prompto
a oomer-se. i
Faiello de Lisboa marca N. e Biato saeeoe
glandes a 4,ooo rs.
------------------1----------------------------------------1-------------------------1___________
G ollinhas c piiubos.
Chegarara as riiiuissimas collinhas com punhos
* '" _F._. ____________:J ._____.'
Cal de Llafeoa r potfa&sa da
Hn.vsia.
Vi'inle-sr na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
ieHndiM liorriirdiise finho puro guarnecidos com'onde. se mudou oantigo e acreditado deposito da
fconitos.li.itrruzinlies tanto para s< nhora como para'mesam rtra n. 12, ambxN os genvros sao novse
Sienina, pois a vista faz fe : s no vigilante .ni d( i legitimos, e se vendem a preco ma.> barato do que
respo 11. 7. iaru tqualquer^ parte.
neiroa 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca A 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra,
xipos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas eportuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre era caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4.000 rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 4,000 rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a l,2oo rs. o frasco. -
dem de Hollanda em frascos pequemos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l.ooo' o frasco.
Gomma do Araeaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e 4,4oo a duzia.
Linguas americanas de grande taraanbo
4,000 cada urna. I
Enfeites de easrarrllha e tranca
a .00 rs. eada nin.
A aguia branca est vendendo bons enfeites de
cascarrilhae tranca, pretos e de cirt-s todos ao
baratissimo preo de 500 rs., servindo elles tanto
para senhoras como para meninas, a vista pois
da commodidade do preco ningum deixar de os
comprar na ra do Queimado leja da agoia branca
n. 8. y :___________.
AGENCIA
|A
FNDICAO DE LOW-MOB.
Rui da Sdiialla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha\"er
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferr batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Sabao massa a 120, 160, 200 e240 rs. a
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijofo para limpar facas a 140 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
\elas de carnauba e composicao a 320 rs. "a
libra e a 100 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito baixos a 40 a garrafa e
a 40/ e li a duzia.
dem Cherry, e da Madeira em barris e em
caixa, a 120 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 280000.
Dito em [>ipa a 30000, 30500 e 40ooo a ca-
ada
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 50 a
caada,
dem idem em garrafoes a 20500, cora o
garrafao.
dem do Bordeaux, das melhores marcas que
vera ao mercado, a 60 a caixa ea 640 rs.
a-garrafa.
Vinagre de Lisboa a 10600,408oo e 20000 a
caada.
Idat idem.era garrafoes com 5 garrafas, por
40 com o garrafao.
Vinho de caj a 40 a garrafa. Este vinho
tem dez anuos.
-------------------------------------------- -___
Hicos enfeites pvra se-
r 1 hora
Gsgai am nicamente para o Vigilante os ricos
enhile* a rainha deEscossia, fazenda inteiramen-
te moderna e muito barata olhando a sua qualida-
de tost : s na loja do Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Ra da Senzalla Vova n. 42.
Neste siabelecimento vendem-se: tachas de
ferro cado libra a 440 rs., idemdeLow
Moor libra a 420 rs.
FKI.M)
Arados americanos
lavar roapa: em casa de S. P. Johnston i C
ra da Senzalla Nova n. 42.
Veadem-sc cafxoes Tastos
tiesta typographia.
Vende-se foijo mulatinho muito novo a 17,#*tO
^^^ o alqueire, e a 560 a ma. dito mais riaoeiro a
e machinas pan *?-a.'^ut'M'e a m ? a cia : D1 rua Dirciu
numero 8.
FKU)
Vendem-se saceos rom 20 cutas de feijSo mub-
i'*p muito novo a H500, dito mai> Irigueirc a
'.'-'> : na ra Direita n. w
ILEGVEL
S


/
57-RUA DO IMPEKADOR-57
DE
Paul Ferrelra da Mira.
0 proprietorio deste grande estabeleciraento de moldados, recebe por todos os Tapores e navios os melhores gneros qtif
vem ao mercado, os quaes vende m seu armazem pelos mais resumidos precos.
Tende chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a escolha de seus gneros, tem
ciar ao respeitavel publico, que ninguem como elle pode vender to barato e por Uto resumidos- procos; servindo
seas fregueses com os memores gneros que se pode desejar.
ATTEM,'A.
Querendo o proprietario deste lio til estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por
menos do que outro qualquer, garantindo aos seas fregnezes lodo e qualquer genero sabido de seu acreditado armazem.
tem a honra de annun-
como costuma aos
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatnenlo.
dem fraucoza, a melbor e mais superior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meio.
Bauha de poico refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eera barril a 4oo rs.
fch bysson, o mellior neste genero especial
encommonda do proprietario a 2,7oo a II).
dem dem menos superior e que em outras
Vinho do Porto em barril muito especial a
61o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada.
dem em garrafoes com 5 garrafas.
Farinhade ararnta verdadeira a32ors. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oo rs. a groar
Botachinha americana em barrica a 3,ooo mjudiohosa320 rs.Ycovado,-cassas
Grande liquidadlo
de faunoas na leja di Pava*, ra da Iiuperalrz a.
SO, de liaaa L Sitia.
AcOa-seste esubelcciauonto completamente sor-
lido de razeodis ingleza?, francezas, atlemios o
smmns, propinas tanto para a praca como para o
malo, prometiendo vender-se mais barato do que
m outra qualquer parte princi|ialmenle sendo em
orcao e de tudas s ntzoodas dao-se as amostras
leixando fiear penhor <>u mandam-se levar em oa-1
sa pelos eaixeiros da loja do Pavo.
As chitas do Parti.
Vendem-se superiores chas claras e escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas s< ti-
res, dilas franceas finas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, dilas- jaretas largas e eslreitas,
nscados escorezes finos a 240 rs. o covado, islo na
loja do Pavao ra da lmpcratriz n. 60 de Gama &
Silva. ?.
As casaas de Pavao a 240, 280, 300 e 320 r.'
Vendem-sc flnissimas cassas persianas cores fi-
xas a 320 rs. o covado, dilas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
O)vado, flnissimo organdy matisado com desonbos
garibaldinas
rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
Gio rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piasstnra com dous arcos de
Batatas cmgigos de trinta a trintae tantas li- ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oors. o gigo e 80 rs. a libra. urna.
Gencbra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escovas de piassava proprias para esfregar mos de largura, proprias~fara vestido de seHhora,
rs. afrasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs. roupa P*ra,n,!sninos e capas, e pelo baratissimo
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As lazinhas da eiposif ao do Pavi.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
baque chegadas pelo ultimo'vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miadinhas com 4 pal-
casas se vende a 2,600 rs., custa neste ar- dem em garrafoes com 25 garrafas a 8,000 rs.' Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs. gjge ^S!i&jmlSas ,nB"
mazem 2,2o rs. a libra. ICerveja das melhores marcas de 5,ooo a| a lata. V^j0, ditas matisadas muito finas a atjOeWr*C
dem uxim, o melbor que pode haver neste! 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Ipeixe em lata muito bem preparado: savel, ditas mais baraus do quectniatambem matisadas
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac superior a 800 e 1,000 rs. agarrafa,! corvina, pescada e^outros a l,oo rs. a a 320,rso, corado, ditasa Hara Pa com patea
dem prelo muito especial a 2,ooo rs.. a li-
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a
i,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razo ile nestes ltimos navios ter-se rece-1
bido grande poaga* deste genero, a diffe-
renca de preco de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio emlata de i at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., neste genero o mellior possivei.
Uiscoutos inglezes era latas com differentes
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-uic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,oo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l,Goo e
2,6o rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 Ib. a 25 rs. cada urna
l'.issas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas om latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 800 rs. a Hbra.
Caixinhas rom ricas estampas a 1,400 rs.
cada urna, frascos de triara com rolha do
inesmo, contendo libra e meia de amei.xas.
Champagne da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a 18.ooo rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho llonleaiix das melhores qualidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,000 rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcoede
dilcrentes marcas muito acreditadas que
j se venderam por 14,ooo e 10,000 a eai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Canutes, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Cherry eMadeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa:Porto, Lisboa, Figueiraa 4oo,
48o e olio rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem branco o mellior ueste genero vindo de
i'iicommeiula a 600 rs. a garrafa, e 4,5uo
r s. a caada.
e era caixa ter abatiraento.
Marmellada imperial dos melhores
lata,
e mais Ervilbas portuguezas
e francezas j prepa-
radas a 64o e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e ),ooo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao a too e 120 rs. a libra.
afamados conserveiros de Lisboa em latas
de libra, libra e meia e 2 libras a 600 rs.
Conservas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada un.
dem francza de todas as qualidades de
legumes e frnctas a 5oo rs.
Mostarda francza era pote preparada a 4oors dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para tientes 12ors. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a 14o rs. Avelaas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra ecm caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e iO.ooo a arroba. 8,5oo rs. a arroba,
dem de composicao emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l,ooo rs. "
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
dem talharim, macarro e aletria a 4oo rs.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a lib~a.
Cevadinha muito nova de Franca-a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que c possivei a 24o rs. alb.
Farinha de Maranhao a melhor que presen-
temente tem viudo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs.alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 8oo l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes .a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oors. a libra.
dem de 9ant 'milito superior e medicinal a
i,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
de soda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e dilas de orna sror parda, azul, cor de Itrio e
perola proprias para vestidos, sautembarqes e
garibaldcs a 720 rs. o covado, ditas escoeezas o
800 o 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os hales do Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 6$, 75, 8. ditos de ponta re-
donda a "ii e 8&, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vdrilho a [it, ditos pretos lisos a
55, ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merino
eslampados a 25 e 35. ditos de laa a 15280 e 25,
ditos derelroz prelo.para luto a 5, isto na loja
do Pavao roa da Jmperatriz n. 00, de Gama 4
Sirva.
Fazeodas prelas para a qHaresma vende o Pavo.
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
15000, dito a 15800, 25, 25500, 2580 < e 35, mo-
reanlique preto mu i lo .-uperior a 35 o 25800, sar-
ja prea hespauhoia muito encorpada a 25, islo na
leja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
O Pavo vende para Itrio.
Venderse snperer selim da China faz en da toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletols, cafas etc., peto bara-
to preco de 25, 252O0, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas estreitas, chales
de merino lisos e bordados a vdrilho. manguitos
com gol li nhas eoutros muitos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis: na loja do Pavo roa
da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
Os eorpinnos do Parlo
Vende-sc os mais modernos rorplnhos de cam-
hraia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85
. na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
rs. a duzia, que em outra qualquer parte | ma ^ Sj,va *^
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a 0,000 a caixa.
Os vestidos do Pavo
Vendo-sc ricos vestidos de grosdenaple preto' ri-
camente, bordados a veludo pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e l-<05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
Cebollas novas a l.ooo rs. os moHtos gran- dMlS a croche se0(lo proprios para baile e casa.
des e 800 rs. O centO. meuto a O, lo, 20 e 305; ditos de la com lindas
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo. barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavo ra
Lentilhas, excedente legume para sopa egui- Ja Imperamzn. 60, de Gama 4 Silva.
sado, a 24o rs. a libra. 1* V** do PwM-
Ervilbas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Vende-se panno prelo muilo superior pelo barato
preco de 25, 25300,35 e 3500, ditos muito finos a
45, 55 e 65, corles do casemira prea entestada a
i gClllU a *,uw IO. u I (/.Illa. ..^i ... bt. 'V v., vi ivo uu unviiiii. (ivi. ,...,,.-.-...--_
Sal refinado em lindos potes de vidro a 5oo Pimenladoreinomuitonovaa 36ors. alibra.: M-, 453oo e 5. casemira preta fina He urna s
Jt -fc*^ jCominhos eerva doee a32o e 4oo ". Ib.lj^^^^^
Molhos inglezes emgarrafinhascom rolha de
vidro a 64o rs. cada tima.
Qneijos Batilongos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Cravo da India a 600: rs. a libra.
Canella muilo nova al,000 rs. a libra.
Alfazema a"2oo rs. abra e (S.ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e Meo rs. a duzia.
LOJA DO BEIJft FLOR. | k kW\ IMM\
Uua lio Qucilliado numero 63. recebeu as verdaderas
Cravaiinhas para senliora. LU>mS (IC JOU\m
Veiidem-s ravatinhas de diversos goslou mais pretas e i
ra do Queimado, 1
ras entestadas de nma su cor proprias para caiga,
paletols, colletes, capas para senhora, roupas para
meninos a 3d e 3*500 o covado, isto na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa do Pavo.
Vendem-se paletols de panno preto sobrecasa-
cs fazenda muilo boa a 125, ditos muito finos a
165, 20t, 255 e 305, raleas de cafemira prela boa
modernos a 7O a 800 rs. : na
loja do beija-llor n. 63.
litas para debruui de vestidos.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a.peca : na Tua do Quei-
niado, loja do beija-llor n. 63.
Peutcs iravessos.
Vendem-se penles travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja do hcija-flor n. 63.
Papel lieira domada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
dito de cor de beira dourada a 15100 : na ra de
(jueimado, loja do beija-flor n. 63.
Aovelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., prelo a 720 rs. : na loja do'beija-
flor na ra do Queimado n. 69.
tollas de aljfar.
Tendo recehido voltis de aljfar com eruzes de
pedna imitando a brhbante vende-se .a 15 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-llor n. 63.
Cahiisas-de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-llor n. 63.
Enfciles de lita.
Teudo recebido eufeites de fila pretas e de co-
res mais modernas que se eslo usando a 15 cada
nm : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fila de la prela para debrnin.
Vende-se fila de la preta para debrom com 10
varas a 900 rs. a poca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
rilas de linho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar rvestido
ou roujiiDho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s quem tem loja do beija-flor
rna do Queimado numero" 63.
Boles de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos ^ue tem vindo para puntaos de senhora a 320
rs. o par : s quera vende por este piuco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de vedado para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quera tem por este preco a
toja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-sc ha de velludo prelo bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qna-
resma : s qt*m tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
franja prela.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lidos gos-
tos o,ue so pode encUtraj-; na loja do beija-flor
ra do Queimado a iXy
Facas e vrf#6.
Vend>m-se facas e garlle balance de 1 bo-
to a 555OO a duzia. dita di botes a 65400 :
na ra do Queiraado, leja debej^-flor n. 3.
rjo*infl\ -.
Vendem-se domines moitovflno, a 15200 r
I540 : na loja do beija-flor daVua Vj Qaeimado
u. 63. \
Vsperas. \
Yendem-sevisporas muito finas aVSOO.'rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-florV 3.
Vende-se para mais le 180 mhrus do te-
Iha e tijolo de al venara batida, UdTiUt>top4men-
to da malhnr qualidade que pode apparucef; quena
quizer coia^ar, pJe tratar oom o ocio oyidmi-
astrador Zacaras dos tenia* Barro*, m>WCo
das Barreiras, olario m. 15, om com Jos *,rja
fieocaiveo Vieira Gtairaaraes, na ra Nova o. 5r>,
Farinha W*\*u \
Vendem-se saceos grandes com farinha de rnan-
fiota.3 melhor do mercado, pr *
ua da aladre de Dos us. 5 e 9.
Papel de cores.
Follaas grandes para enfeitesde bandeijas : ven-
dem-se na* ra do Queimado, leja d'aguia branca
numero 8.
K
coaii lavo e outras qualidades.
A aguia branca acaba de receber um b lio e
completo sortimento de enfeites com lacos,
sem lacos, etc.; tambem recebeu outros niij
Ao n. 29.
Nova luja dos baratearos na ra do Queimado.
Ricas saias.de fusta a 55, camisas Inglezas para faaenda a 45300,55, 65, 75 e 85, paletols sarcos
senhora a 25, 25500, 35 e 45, coberlas de fustao de panno prelo a 75, mos de casemira de cor a
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com .6* e 75, ditos de alpaca prela datos de merino
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de prrto. dllos de brlm de cores, calcas de casemira
cores para vestido a 320 e covado, litas para vesti- de cor ti 45 55,65, 75, ditos de caxemira da
do a 480, 560 e 640 o covado. : Escossia a 35, dilos de bnm pardo a 25500, drtos
i 9Q de cor a 25 c 25500, ditos brancos muilo finos,;
fl u. *. st0 na j0ja j|0 pav50j roa da imperatriz n. 60, de
Nova luja dosharateros na rna do Qneimado. Gama & Silva.
Tarlatanas de todas as cores, fazenda muito fina! Os cortinados do |avo.
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 221 Veqdem-se ricos cortinados proprios para janel-
varas, por 105, chales de la por 35, 45, 55 e._85, ]a e camas pelo barato prego de 95 o par, sendo o
dilos
bo-
ssim
bem
nilo, e segundo suas recommendaces vieran dos
que ha de laiais moderno e apurado' gostoj
os prelendenles munidos de dinheire serao
servidos
ca n. 8.
Frascos
com gomma arbica dissolvida : vendem-se
ra do Qneimado, loja d'aguia branca n. 8.
Vvelas com pediasno
vo sortimento.
camisas inglezas para hornean a 385,505 e 605-
A b. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
1 Bicos pretos, franjas de todas as qnaudades,
trancas de seda, de atgodao e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, follaos
bordados, botoes de velludo, de seda e de fustao,
melhor que bao mercado : na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro
pnas para cama pelo barato prego de 55 cada urna
na ra da .Imperatriz 11.60, de Gama & Silva
na
As calcinhas do Pavao.
na rna do cjueunado, loja o aguia rtigos se vendem por metade do seu valor por ser' ra meninas pelo barato preco de 500 e 640 rs.,:
para acabar. ; mlanguitos para senluna e meninas a 500, 640 e \
800 rs., camisinhas rom manguitos a 15280: na
oja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Os bordados do iavo.
Vendem-se camisinhae de cambraia muito finas
t en fia de lima tiyputhtca. com manguitos e golas moito bem bordadas pelo
n0 Um.it*.* 1.11.. 1 la ,1 rll lis iiquiaalarios-da massa railidaUpeierinaSO-uron)eiras bordadas a 15600 e 25, su-
1. ii vas de pelllea.
Chegaram para a loja d'aguia branca, ra
Queimado n. 8.
o
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
um novo e bello sortamenio das procuradas favelas
com pedras, podeudo assim satisfazer.a Uidos que
Julias precisarem, urna vez que appareca diuhei-
ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
PAPEL IKGLEZ
almaco e de peso.
Alemdo grande sortimento de papel greve e ou-
tras muitas qii.ilidades, qne constantemente se
aclaam na loja>d'aguia branca, faz-se notavel pela
sinierioridde de qualidade o papel inglez almajo
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e outro sao mui eneorpados c de nm assetana-
do lustroso e maeio. que na veroade at odos agra-
dara. As resmas daquellc tem 480 folhas, e as
deste 500, e cusa cada urna 85. Tambem veto da
mesana qnalidade e de lamanho pequeo, em cai-
xinhas de 100 follaas, unto liso como beira doura-
da, cualando este 25, e aquello 15200 a caixioha.
J vem pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se murados de danheiro serao liern servi-
dos : na rna do Queimado, loja d'aguia branca
numero .
C0P0S COM BJl-
A aguia branca acaba derec eber os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banha, os quaes es-
tao sendo distribuidos com aquelles pretandentes
que contribuirem com 25500 vista : isso na ra
do Queimado, loj* d'aguia branca n. 8.
MUITO K para senboras e meniuas.
A aguia branca recebeu mui boas meias france-
zas, de lino tecido e fio redoudo, o que as toroam
e imroensa duraco, .porgue muato convtn, anda
mesmo matando 7 e 85, como se esto vendendo a
dinHeiro vista,, na loja d'aguia branca, roa do
Qttoiaiaao n. 8.
Jos AlliomoBastO VCndCIB a llVDOlhe- I penores manguitos rom gol la e a balao a 35 e 45,
a que tem nos eBgcnhos \h Uo dr-sso
e(lajalnisMi un U'imo deSci-iiiliacui do
valor de 31:835^911 rs.; ir.uar as
casas a rna do Trapiche b. 34.
Farinha.
No armazem de Joaquim Francisco de Alera,
Forte do Mallos, vende-se farinha de mandioca de
superior qualidade a 45500 o sarco : portanto
quem tiver precisao aprevelte a pechincha. ___
que ha no mercado, manguitos e camisinhas a 35
e 35500, gollinhas Onlssiraas de cambraia a 500,
dilas de fil a 240 e 32o rs., nejas dc ntremelos
com 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a 15, e ou;
iros muitos artigos neslc genero que se vendem
mais barato do que era outra qualquer parte : s
na lujado Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
enlejiada?, sendo as raais modernas pelo barate
1 prego de 205, 255, 305 e 405, sautembarqes de
seda prela sendo ricamente eueitados a 205, *5t5
. e 30 : na loja du.Pa.vao ra da Imperatriz n.Q,
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C ^ Gama swa. '
sellins e silhocs inglezes, candieiros e casti- '< As camoraias do Pavo..
{aes bronzeadoSj lonas inglezas, fio de vela,' Vendem-se pegas de cambraia maiito fina com
chicotes para carros e montara, arreios para ^lpicos tendo 81|2 varas cada pega a 3 10, datas
carros de um e dous cavados, e relogios de'a 3* e 3*300' di!a8 damascadas mut.o
Kua daSeuzalla 11. 42.
ouro patente inglez.
I prios para cortinados a 35, ditas
finas pro-
45, peajas.de
(Mim*
farinha de milho a oito patacas a arroba : na ra
do Brum n. 32, fabrica de costura vapor.
cambraia brancas lisas fazenda muito liaaa cum 8
J(2 varas a 35500, 45,45500, 55, ditas de qua-
,08. propriatpara turro e babados por precos mni-
razoaveis: na loja do Pavo ra da imperalriz.
Panno de linho.
Vende-se alpaca prela a OO rs.,o covado. Vende-se panno do linho com 4 palmos de lar-
Vende-sealjiaca preta para vestidos a 500, 600, gura proprio para a>nees,tolhas e eeroulas pelo
700 e 800 rs., fina de cordo a 800 rs para pal- barato preco de 640 rs. a vara, bramante de Ikaho
tot, prtnceza|>retaa800e40ocovado, bombaai- com 10 palmos de largura a 25500, Igodaozmho
na prea lii a a 15400 o covado, laaziilias prea monstro com8 palmos de largara a 15. pecas de
para senhora que eslao de luto a 720 o covado : Hamburgocom 20 varas a 95, 105 e.H*,pecasde
na ruada Imperatriz n. 56. A loja est aberlaat madanolao fino a'75500, 85, 95 e 105, ditas de
s 9 horas da noite. : agortauzinho a 65, 65900 e 75, e ouiras nanitas
-------1------:'"" J ;'.....-,",","....... fczendas brancas que se vendem muito baratas
Algorfa da Baha
para saceos de assncar e roana de escra vo tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C no sea eserlptoaUo ru da Cruz e 4.______-
(4S4.

V;'Pde-se urna pequea caa de nedra e cal sita
na cidade de Olinda, ra da Bica des Quatro Can-
tos *. 17 V a tratar no Varadouro com o Sr. Jos
Nunes de Paula, ou aqu na ra da Sealia VeHaa
n. 96, padaria. m
Bolas para biltai
Francisco Garrido tem
GAZ GAZ GAZ
prev reduzido.
Vende-se gaz da mellior qualid de pelo'
pre o de 10o por lata de 5 galoes: no ar-
naazem Caes d Raaws o. i8 e ra do |
Trapicha Novo a. 6.
Vende-se nma barcada nova de 4
aflm de apurardinheiro : na loja1 do Pavo ra da
imperatriz n. 60, fle Gama & ,v*.
Cortes de eassa 30500.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35500: na loja do Pavao ra da Imperatriz p. 60,
de Gama & Uva,
, O Pavo vende lazinhas pretas.
Vendenvse lazinhas relas a 200 rs. .0 covado :
naloiadoPavaofuadalmperalrk n- 60, de Ga-
ma A Silva.
A Marta Pa.
O Pavo vende a 8$:
Vendam-ae os mais Hados cortes de vesidos a
sendo ebe-
arato prfo
INJECTION BROU
PERFUMERA MDICO-HYGINICA
Dc J.-P. LAROZE, Main. Farncrioct di la Eicaria esoceial dt rari
Estos productos son el resaludo de la aplicacin de las leyes de la higiene i la per-
fumera, que se eleva y convierte en farmacia de la belleza, encargada de atender la hi-
giene del culis, cabellos y dientes, que todos son rganos tan importantes; sirven para evi-
tar y destruir las cansas dc las enfermedades que su hermana primognita, la faranacia
propiamente dicha, est llamada curar.
aova LTOTaax., pin cwierYar y nlx'llt ccr los
caMUts, fortificando iu* rafees ; el fra>co S fr.
SBimrRlCO para cunr lnmediaiamenie
los dolor de iniii'l* ; el frasco 1 Ir. 2b
polvos DsaTinucos robado*, ron liase de
magnesia, pjrj fiiiblanqueLer y conservar los
dlsui' s ; el Rase*........1 fr. 50
OPIATA dentfrica p;ii ;i fw lilicar las encas y
rilar las nr-vralgf:>s deniales i fr. 50
nuTZTO DEHTAL, para curar los riletMes ca-
riados antes dc l.i tinploinadura, y afilar los aline-
aos y dolores; el fi asi con el ni-11 umento. A fr.
AOUA LEUCODERMIHA, para conservar la her-
mosura de I a tes- y las funciones de la piel; el
frasco.............S fr.
swpnrra di Asas ucTiricuDO, complemento
del tocador de la boca despus de cada comida
ea frasco...........I fr. 25
jaion ixarmvo medicinal, para el locador;
i la inlea, almenillas cinarras, ramillete, ele.,
el Jabn............1 fr. 50
1ABOH LEtrmvo medscwal, con yemas de
huevo, paraet itar lasui ietas en el calis, hendiduras
!l enfennedades de ka piel; i la violeta, ramil-
pte, etc. ; il jabn. ....... 2 fr.
CHEMA M JABOM LZSnTIVO MEDICIMAL en
polvos. Es esicial para la bai ha, como tambin
para el locador de las mugeres y nifios; el
A-saco............, 2 fr.
^r;
ACEITE Da AVELLANAS PERmMADO, para re-
mediar la sequedad y atona Ue los cabellos ; el
fi i seo.............2 fr.
VaiAQRE I TOCADOR UPEPJni(0. rvnom-
Inaiio por su suavidad y aechan refrescante; el
fiasco.............1 fr.
COLD CREAM SUPERIOR, para conservar el blanco, fresco, Ui4 ano, y evitar las coiatriie'irias
del uso de loa a Id les; el bote. t fr. SO
AOUA DE COLONIA SUPBRMR, con mbar sin
el. La estabilidad de su pe fume la hace buwar
.ra el tocador, ba los locales y geuei ales ; el
isco..............1 Ir.
PASTILLAS ORJBNTALES del doctor Paul Ciernen!,
par* quitar el n o del tabaco y neutralnvir los hli-
tos fuertes; al caja........1 y 2 fr.
AGUA DE TLORES DE ALHUCEMA. COSUlllicO
muy hu-i.-nl'i i'." desunir lascoinetom-s foiialv-
cer y refiesrar ciertos dncanos ; el fra>on. 1 fr. 5*
ESPRITU DE MENTA SUPERriNO. Es el Illas
perfecto : indispensable couipteinento del (ma-
dor dc la boca despus de la comida; el
frasco............1 fr. 25
POMADA CONSERVADORA con quinina pina, para
lortiiic.ir los i .mello., hermosearlos y vital que
se pongan canos antes de tiempo; el bote. 3 fr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfumistas, peluqueros,
mercaderes de modas y novedades. Venta por menor: En la Farmacia taroie. ru
Neuve-dcs-Petits-Champs, 26.
Expediciones: en casa de J.-P. LAROZE, ru de la Fontaine-Moliere, 39 bis, en Pn is.
Detigueie en que lengua dtbt* citar las wslruconti que acompaan cadaproiiucln.
JARABE DE CORTEZAS Dt NARANJAS AMARGAS
Be sf.-l". LAIIOZK, Qumico, Farmacutico de la Escocia siperier de Parts
Este Jarabe, al regularizar las funciones del estmago intestinos, destruye esas
indisposiciones proteiformes, y hace abortar las enfermedades de que son signos precur-
sores. Mdicos y enfermos han reconocido que restablece la digestin, haciendo desa-
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos, y calambres, que
son el resultado dc digestiones iicnosas. Su gusto agradable, y la faedidad con que se
soporta, lo han hecho adoptar como el especieco infalible dc las enfermedades nervio-
sas, gastritis, gastralgias, clicos de estmago y entraas palpitaciones, males dc co-
razn, vmitos uervaosos. Su accin sobre las funciones asimiladoras es tal, que los
mdicos mas lustres lo han adoptado por escipcute real de los dos primeros agentes
teraputicos : el Ioduro de potasio y el Proto-Ioduro de hierro, habiendo
observado que bajo su influjo, el irimero pierde su accin irritante, y el segundo
su electo aslriaagcnte.
JARABE FERRUGINOSO
JARABE DEPURATIVO
DL OORTUS UE NSBStlUS MUGS
CON IODURO DE POTASIO
El Ioduro dc potasio, ailininistrailo en solu-
cin li.ijn forma Mula, causa al enfermo una
rail ri-ptitmanrin, Vtrrmina accidentes que
n ol.man renunciar a esto ellcaz remed".
Uniln al Jarabe le omina de naranjas, no
catara ni aaaiialida ni desarreglo del estmago
intestinos, y gracias .. este salvo-ruodiiulo,
|as curas depuradas pueden Fegiiirrcsin mlcr-
rttpcion en las afeccione* escroto lusas, tiiner-
riiosas, canc. rusas, y cu las .-caundarias 1er-
ciaiias, Inrlusas 'ns reiiliillesa, de i|tie es su
mu' Mgswo esjitcilii-o. la "Icsis csiii di'linidadc
lai manern une el mtlico lu varia emiin quiere.
El Irasco i 4 Ir. 50
DE CORTEZAS DE XAH1XJAS AMRCSS
con PROTO-IODURO de HIERRO
la asociacin de la sal frrea con el Jaralie
de cortezas de naranjas es tamo mas racional
cnanto que este Jarabe, empleado solo para
cslimiilar ol apclilu. activar la secreciuti M
jugu aja Ico, v por constituiente, r-tulaiiiar
las funciones ilidnminulcs, neutralizalostrislcs
efectos de los ferruginosos y de los ioduros fpo
i-aile/. de cal.c/a. constipacin, dolores epigs-
tricos), al paso que facilita su absorcin. Di-
suelto en el Jarabe, se toma y soporta fcil-
mente por bailarse cu el oiario pon mas
asimilable; y a.-ipuede seguirse la cura de los
colores plidos, pnlltlas blancas, anemia,
afecciones escroulwas y rauuiii.-mo. El frasco :
i fr. 50.
l,os Jambes de J.-P. LAROZE estn siempre en fraseos especiabas (jumasen medias
Juitillas ni Irascos redondos'. tapallfeMS: en cata J.-P. LAROZE, ru de la Koiilaine-
HfjKw, 3!ifc'.. Depsito general: farmacia Laroze, ruc Neuve-des-Petits-Chanips, i,
y <'n ssasn de lodos los farmacntiecs antiguos de Francia y del bislruugero.
Orsffmm en nue lengua deben estar as instrucciones que acompaan cada producto.
rf--J:n?.a
i.'i .- = i

.
.

< i
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w
'3
f>- 1
L
S H
re ^^^


Vende-se na ra do Imperador botica francza n. 38.
pretas pura a quaresma
Superiores mmireantiques pretos lar-
gos a 2^200, 25300, )&, 35O0 e 45 o
covado, hons grosdenaples pretos lar-
gos a 1*500, 13600, 1JJI800, 2*000,
2*500, :t* e :i*3(0 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto.com barra,
ditos de eorgnrao preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo Pemambuco, e outras
muitas fazendas de bom roslo, pretas
proprias para vc-tido, superiores capas
.de seda pfeta a 16*, 20*, 25*, 30*,
35*. 40 e 50*, mantas pretas de fil,
lindos chapeos dc palha de Italia, o qne
pode haver de mais gosto Canotier :
na loja das columnas na rna do Cres-
po n. 13, de Antonio Correa de Vas-
concellos & C
Novos soutambarques.
Sao chegados os lindos soutambar-
ques e basquinas de seda preta?, rica-
mente enfeiladas, as mais modernas
que leem vindo Pernarrrbuco, vindas
no ultimo vapor francez, por precos
mais commodos do que em oulra qual-
quer parte : loja das columnas na
rna do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
reia de Vasconcellos ESCBAYOS FGIDOS.____
Fugio no dia 30 de margo findo, as 5 horas
da manha, da casa le seu senhor, urna anulad Je
nome Guilhermina, com os signaes sefalnM :
olhos grandes copados, cor alatoada, tem taita do
denles na frente, tem costura de al|iorra no pes-
clo, levando vestido de cassa azul e chale du l.ia
azul ferrete, o un lilho de idade de 2 mezes, de
nome Tilo, bastante claro, cuja eneran di compra-
da ao coronel Jos Peres Canapello, tendisido esa*'
escrava seduzida por sua mai, de nome Doroe ia,,
que se achaca residindo quasi sempre em compu
nhia da fllha em casa dos seus seuhores na ra'
ra Direila n. 139, a qual crioula, baixa, poNU,
anda de manto e saia de alpaca : rogase s anrv
ridades policiaes a captura da mulata ou a prlsao
da mai, alim de dar coma da llha e neto, levando
a dita crioula em casa do mesmo senhnr, na aua
Direila n. 139, ou recolhe-aa a casa de detencAo a
dita negra.
Quarla-feira de trevas fugio de casa de se**
senhor o escravo crioulo Jos, de 21 anuos de ida-
de, bem preto, cutis marcada de bexigas, estatu,*
regular, espadado, cabeca redonda, tem una Lt}-
lide no olho esquerdo, e falta de dobles na fente,
levou calca e camisa de riscado azul, fui ltima-
mente comprado pelo bacharel Deinosthenes daSil
veira Lobo ao senhor do engenho Brocado : ro'W
ser levado ra do Queimado n. 50, prmHfiro
andar.
ida cam
Genoveva, pre i,
ClL HE LISIIO,
Vendeaa-sc barris com cal ties-
ta |>r*cdrneia. em pern, chufea-
da hoje. e nnlcanava, jne lia bo
mercado, ana rna do Trapiche n.
IS, araoutzem le alaaoel Telxel-
ra
Ausentou-se no dia 26 do crrenlo,
do abaixo assignado, a ese r a va
crioula, idade de 36 aniws, pouco mais, rom en
signaes seguintes : ana, ollaar sombro, lendn ra
face dlreita um golpo, eem urna damaosniia dos
dedos cortados : roga-se as aoioridades twlMM*e
capitaes de campo a appavhfBAo da dita escrava,
levando-a roa Velha n. ofl, onde sera generosa-
mente recompensado. J
Masoel do Nascamonto Silva Basle*.
ATTE^AO
Arha-*e Jigido o escravo de neme Fansiinq, de
. idade 40 anuos, poucp mais ou menos, cor lula, 4
viagens, Vendeaj-ae os raaas liados cortes do vestidos a |g armuiatetu e Xaaoel TelieJ- ura regtalar, grosso do corpo, bem espadatlo, l ar
bem forviitririda, de 45 caixas, boa w letra, a di- Mara fia ora ttodas barras de seda, sendo che- _- snaa< bado- ej C(,m alguns cabellos branro> ca liarl*,
nhairo ou meimoa prazo aasim o/fereca boas flr- (cadas peloatimo vapor Irancea pelo barato proco ---------- _____________________ bracos e pernas grossas e bastante cabelludas, te-
iras : a entenderse na roa Direita com o Sr. de8*cadaum: s na loja do Pavo ra, da Ipo- -i ---------<,,-. : ,4o as pernas arqueadas, jaorm nao muilo, ci4-
BVnto de Barros Peijo. peratriz n. 60, do Gama & Silva. __ ,. ea nm ^ZV' 'n _-.,_ .Inr. a na*" n sambas, e as vezes mbriaga-se Brt-
' h JtalTber luiriai.to toak-
VmiM^ril^ltoL^nmn-m- mnUo nropno para v.agem : para *r, na coche.- Claridades nohciaes deUa enas pn.vhXi
&z**2sz tss&ssass&zi tSSrSSsfrw "^tr^tu.^.s. ra&w%wswa
JtaeiO^mento, ra larga do'Hosaro n. 37 wcellen-ijwm Mi vendo a par.lha do eavallos rucos, *wdos fiom<***** Pf^ gJg-^ os Campe Verde, muilo 4*^ria para um 'arisoiaian. rea 1 ^noroga-se aos capities- de
ies bolas para bilbar; sendo umjogo de 4 bolasgor | e grandes a muato troudores no carro e na sella, 4e35 arree a 44. p "^T. ~ a, i -Ju, ^no ClCTt. .^ar S *,' rllrr!nr,Qi!r"s *,,. nlZ nrla


9 reo : namf, panno para d mesmo 60*, giz, a groza fi*, andam ba'xn at meio: a ver e tratar na ra do
1*WadOzial#00, solas para os tacos 2* o cont. Cotovollo padaria p. 31.
Pavo na da Iroperat
ina a tt e 8* : na bija fl\> teaorler poocos fundos : a tratar na ra. do fio- campo a apprehensao do dito escravo, que serlo
triz n. 60, de Gama & Silva.: sarioia Boa-Vista n. 51 ^ bem gratificados.
IlLEGIVEL


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LITTERATURA
REVISTA SCIEiNTlMA.
olele essa mistara conten mais ou menos oleo pe- deu de ama s vez o algodo, a cochonlha, o assu- rania universal, mas nao a conh>ceu, e depois de' summa piedade do Senhor. Fique! nabalavel, e, jas, men*agelro da minha rcdempeao! acrecentou
JAllO 011 irais OH menos olBAlioeiin car <\ t.iharn o arair. a hannilha n r.imiu>rhf> n havnr atravflssarlA Rurniu pshnn rinlnrrKaiiii>nlp ,i.,..,i, ^.,11.. -r^,....... i__.__.>; nh'*tr i .
sado ou mais ou menos oleoligei'o.
Como no oleo ba differentes densidades, as par-
tes mais lgeiras e mais volates ardem primeiro,
depois ardem as que teem urna densidade media e
ficam para o flm as que teem mais densidadere que
sera muito difficil e talvez mesmo imposslfel que
ardam. E' por essa razio que os candieir
Explorarles gcographicas e scientiflcas da Fran-
ca. -Recordaba, a exploradlo do Egypto no.tero-
Jo Napolen IO duque de Lu\ nos.Canbo-
lu-ia porlalil.Sep destino.Pongos do oleo de
petrleo.Algumas palavras sobre a gem-rallda-
de dos Heos inincraes.O petrleo na antiguida-
de. Presentemente na America, cn Franja e em
Portugal.Di versos leos provenientes dos schis-
tos bituminosos Razes porque deve haver can-
tella na importaco o goarda do petrleo.No- -
va materia coloranteMeio de salvar os navios "!au ll,e,ro> mas a composicaocompleaaissse oteo
fcil mente.
car o tabaco, o araju, a baumlha, o campeche, o haver atravessado a Europa, acabou^olorosamente ( desudi-me delle. Teu pae lancou-se eolao a chorar em ^uida, curvando a face a
caf, o cacao, populacSes, thesouros, industrias, em um rochado. O soberano universal do XIX ,mi,.,. *.,.. portos novos, frotas innumeraveis, que navegara sceulo osUva em outro lugar; era um pobre ame-! J" .'"' "\ me lenat)r0J* sounnfco.
desde ento som descanco, mais numerosas que as rieano descooherido, sem nome, sem ttulos, sera Boofe aodae,a palavras daqueMe justo, quanda j __ Yenht... venha atracar toa liha, balbuciou
andoriobas, de una outra margena do Atllanlieo. dinheiro, que o Instituto de Franca, Irida em cima,' en o quiz repellir rom medo de que Dens o cacti- Duarte, de todo commovldo obriaando a levan-
E, depois de tal conquista, ainda poder-se-ha declarava ser louco em devida forma. Emqiianto, irasse por abracar o precito.
de pe- chamar Carlos quioto um grande rei, porque seus a Franca admirava um coveiro cavado qu (ratia
fazer por toda a parte cemiterios Nao, disse-me elle, se crime chorar um
grande reforjo de milhdes, o louco' a,,.o ilcgrarado, que ento a ira do Dus me
a aquentar urna marmita para #
evaporisajo sobre a lampa,
mudar a face do inundo com urna
monarcha, de geraeao cin gerajo. Revive, ou an- gotia de vapor. Nunca o mondo, desde que ti
laeiimenie. ,,.,,.u.,uC|,CuVutu. nevive, ou au- g- o -pur. minea o monuo, uesae que e hosnirio da Falnerra
Comprehende-se fcilmente que o gran pur- les vive sempre e sempre soberano, em Boston, no mundo, Unha ouvido tal absurdo.' O louco deixou Pcn"en,es ao "J"' H*
za do oleo de petrleo lem muita influencia nesse Rio de Janeiro, Marselha, Londres, Hamburgo e os sabios escrever, o (|ue quizeram, e que apresen- dez seguintes nao vi mais ceu do qi
suboergidos.Camiuho de ferro aereo.
A Franja parece querer disputa a Graa-Brc-
tanha a prioridade e importaucia, que esta ojea"
martima tem adquirido ha anuos, nos estudos
m'iitilicos c as investigajoes geographicas de
grande alcance para o progresso da civilsajo.
Na ultima sesso solemne e annual da socieda-
de de acelimataco, annunciou Mr. Duruy, minis-
tril da instruccao publica do imperio, que ia par-
tir para o Mxico urna commisso encarregada de
exidorar scientilieamente esta parle da America.
O fado recont o que se passou no Egypto no
lempo do primeiro imperio.
O Eg>pio, depois de conquistado pelas armas da
Frjnja, foi convenientemente estudado pelos seus
sabios.
Ainda boje a obra gigantesca em que se consig-
nou es.-c estudo, e a qual se guarda em um movel
proprio que se vende com ella, pelo menos urna
nordacao tao gloriosa para o primeiro imperio
como qualqucr das suas mais deslumbrantes vic-
torias, porque eniquanto a obra dos combates ra-
r.rnente sobrevive as armas a que foi devida, a
obra da penna permanece eternamente memoravel
n:>s paginas que a registraram.
Ao mesmo tempo que a Franja projecta o es-
tu jo praticamente scientifico do Mxico, um dos
seus mais Ilustrados fimos, o duque de Luynes,
procura com empenho realisar um intento que,
se ti ver xito, ser altamente honroso para o nosso
sequo.
O duque de Luynes mandou construir urna ca-
DDOoefra a vapor de forma que pode ser desman-
chada, acondicionada para fcilmente se transpor-
tar por Ierra e ser novamente laneada ao mar em
vi ote e quatro horas.
O duque tenciona visitar os portos do Mediter-
rneo acompanhado por sabios artistas e dislinctos
martimos.
O navio ser desmanchado para atravessar, le-
vado por gado muar, as montanhas da Juda ; se-
r de novo posto a navegar no mar Morto, para
que se possa fazer a analy>e chimica das aguas
de^te mar.
A expedijo voltar depois para o Mediterr-
neo, entrar no mar Negro e no mar de Azoff, pa-
ra subir pela corrente do Don.
O nawo atravesara em carros as steppes do Do-
loy chegar ao Voiga e descera at ao mar Cas-
pio, cujas ondas sao to facis de incendiar. A ex-
pclifo ostudarao littoral deste mar, melade agua
melade petrleo.
Ivu seguida o navio atravessar, levado por ca-
melos, o dsenos da Asia Menor, atravessando o
amigo reino dos Molos e dos Assyrios, para che-
gar ao Tigre o ao Euphrales. ;
A canlioiieira voltara depois a Franja pelo gol;
fo Prsico, mar Negro e canal de Suez, que estar
terminado quando lindar a expedijo projectada
pelo duque de Luynes.
Em Franja e ein Inglaterra repetem-se cada vez
mais os aconlecimentos que despertara a attenco
publica sobre o uso do olee de pretoleo, ou mais
propiamente sobre os mcios de o usar com menor
contingencia de perigo.
Alm do incendio de urna ou duas das princi-
paes fabricas de Londres, eisaqui a' noticia de al-
guns dos fados, que a imprensa estrangeira tem
registrado
Em Pars, em casa de um negociante da ra do
llail, quando acceuderain um candieiro que conti-
ii'.i petroline, fieou urna gola desse oleo, a qual
se inceudiou rebentando o candieiro. Felizmente
os fragmentos nao offenderam ninguem ; mas o
oleo incen liado cahiu em cima dos livros da es-
cnpluracjio do commerciantee queimeu-os. O in-
cendio nao progrediu.
Um commerciante de vinhos, na ra Bichat, foi
com um mojo ao ?eu armazem subterrneo para
ahi tratialharem.
O mojo poz o candieiro que levavam nos de-
gru> da evada ao chegar defroule da porta do
ciesmo armazem.
Nesse momento nolaram que ali havia certo
eheiro desusado e abriram a porta para saberem
0 que o mol va va. Logo que se abriu a porta sa-
hiu do armazem um vapor intenso que se incen-
dio! rpidamente assim que chegou ao candieiro,
eno musmo infante ficaram os dous homens ro-
deados de chammag, Custou-lhes muito a subir
a escada e piando chegaram cima tinham o falo
quasi todo ipu-imado.
Quando Ihos acudiram e depois de apagado o
incendio que coraccara, [i6de-se verificar cjue elle
fura causado por algum oleo de petrleo que ha-
via sabido de um toiinel que eslava no armazem
vi'.inho. O liquido tinha filtrado atravez da pare-
de, que separara os dous armazens, e volatilisou-
se no do cuinmercianle de vinhos.
Em Inglaterra urna criada, no intento de deitar
01 'o do petrleo n'um candieiro, pediu a urna
creanea que a allumiasse com outra luz para nao
entornar o olea O gaz achou-sc sbitamente em
contacto com a luz da vela, o que motivou urna
violenta uplosao. A criada licou queimada, mas
a'cvanc salvou-se.
Estes fados provenientes da invasao feita pelos
leos mineraes na illuminajo publica e domesti-
ca, devem provocar algumas observajoes acerca
da generalisajo do seu uso.
A|*sar deja lutarem vanlajosamente cornos
leos vegelaes e at com o gaz, pela variedade
com que se annuociam que procurara ampliar o
se i c nisummo.
Todas essas variedades, qur se denominem
srlii ou guz'-ine, teem vanlagens e inconvenientes com-
muns, porque sao materias bituminosas ou corn-
il jsli veis fosseis.
Das maifi-ias bituminosas o naphte e o petrolo
forana conhecidos pelos pnvos do Egypto e da Per-
ala, inuitos sculos antes de serera lutroduzidos na
Europa. Desde Mossus at Bgdad, o jiovo allu-
nia-se com petrleo, exlrahido de Kerkout. A
Birmania, a Valachia, a ilha de Zante, a ilha de
Tchelebeii no mar Caspio, a Juda, etc. possuiam
jazigoi de naphte e de petrleo, que foraa conhe-
cidos em pocas muilo mais remotas do que os da
America, que hoje teem tao grande importancia
no commercio. Em Franja tambem ha umjazigo
de petrleo, em Caban, ao p de Pznas, no de-
partamento de Hraull.
nao favorece o sen estado d pureza. r
Quando o petrleo contm muito oleo lipciro ar-
de mellior, mas torna-se eulao mais perigc so o seu
uso.
Do que flca escripto resulta que nao i os deve-
nios arrepender de termos sido os primeiros que
na imprensa peridica ponderamos que en conve-
niente acautellar a iraportajao e guarda d s leos
mineraes, ao darmos noticia das providenci is toma-
das a tal respailo pelo senado de Hamburgt.
Em Nova-York as companhias de seguro s contra
os incendios examinaram os leos mineraes com to-
da a atlenjao e reconheceram que elles eonteem
uina grande quintidade de materias volatas fcil-
mente inllammaveis o que podem evapnrisar-se,
mesmo na temperatura ordinaria, prortuzipdo um ,
gaz que, misturado com o ar, pode motivar urna
explosao. Kesolveram, portanto, as companhias
que nao receberiam esses leos para o seguro se
nao eslivessera armazenados com muila soguranca
eapesar disso devendo pagar os seus posndores
para os poderem segurar um premio que no sena
inferior a 3 p. c. do seu valor. I .
O chimico distincto Sptimos Piesse descobnu
nova materia colorante que vem mencionada no
tJorn.il da Sociedade Chimica de Londres. I
Parece-nos que se deve denominar azulan. Pro-
vm da dlstillajao das folhas de Pogostemtn Pal-
chottli. Apesar da su origem botnica foi tambem
encontrada por M. Piesse em todos os oleojessen-
ciaes, como sendo um dos seus principios imme-
dialos.
A azulina pura tem bella cor azul e o oleo de
caraomilla deve a cor azulada, com que se apresen-
la, a urna pequea quanlidade dessa materia que
entra na sua composijo. ]
O chimico inglcz Julga que a azulina nkfl se li-
mita s a dar a edr azul, mas assevera que, mistu-
rando-a em proporjdes differenles com urna resi-
na amarella pode fornecer azul, verde etc. I
M. Piesse de pimo que esta substancia tam-
bem tem propriedades od' riferas, exalando um
aroma agradavel.
engenheiro allemo Bauer, depois de Imuitos
estudos, chegou a trazer flor de agua um i
vapor bavaro, que estava submergido hav
an nos no lago de Constanja. Para levanta* o na
vio que permaaecia 70 ps abaixo do nivel da
agua, fez-se uso de um apparelho de que Bauer
inventor.
Mandou atar'por mergulhadores a cada laJo do na-
vio dous grandesbalesiinpermeaveis e fe-Ios enchor
de r. Logo que os baloes comejaram a estar sufflci-
entemenle ebeios, observon-se movimento na agua,
como se entrasse em fervura -, e o navio prinpipiou
pouco depois a apparecer ao cimo de agua j
Nao s neste facto que se observa o vautajoso
emprego dos aerstatos.
Na imprensa scientifica corre a noticia d um
projecio que se pdejulgar raaravilhoso edm re-
ferencia ao celebro monte Rigi.
O intento do autor do projeclo construir ujm ca-
minho de ferroaereo.como elle Ihe chama.desdiedes-
se do monte at ao cimo. A forja motora qua leva-
ra os wagons por esse caminho ser o gaz hydro-
genio em baldes irapermiaveis e presos aos
mesmos.
O autor deste projecto sendo j popular em Pa-
rs como prestigiador, se conseguir que elle se
adopte geralmente na subida das montanhas, ser
em breve popular na Europa e na America,1 por
ter vencido uina das mais graves difflculdades da
locomocao.
(Commercio do Porto).
Um anno depois, fui recebido nionge entre os
e durante os
que o que se
Darcellona. Reina anida j do fundo dos seclos tassem argumentos os mai'scompetentesedecisivos aviattva pela estrena fiesta, por onde o da me en-
sobre dous continentes. Nao ha navio que parta contra sua descoberla, e quando acabaram suas' trava na celia; aera soube que o mundo exislia
de nossas cosas, que nao parta em seu nome, em demonslrajes, poz sua caldeira a Iwrdo de um I _n5o onrvtrt.irmsft nenitenie oueme irazia todos
virlude do passaporle datado ha quatro centos an- navio, e o navio andou como se e5tivesse vivo e I ^o Pr vero irmao pera ten e queme traz.a todos
nos ; nao ha um fardo viudo d'America, que, de- fosse animado por algum espirito. Um outro lou-' os das o pao e a agua. Debaldc rernao e bonjalo
sembarcando em nossa trra, nao traga mvsterio- co pqz a caldeira era urna carruagem, e a carrua-' tentarain fallar-me: nao os quiz ver mais, porque
smente escripto eir algum lugar o sedo real de gem, presa do delirio, palpilou, soprou, partiu e rereiava que o amor, qae senta por elles, me des-
Colombo. rodou no espajo com a rapidez da tempestade, ...-.,;!
Porqu o signaldaverdadeira realeza reinar no como um furacao I E a distancia desde ene da PerlaSiC saudades do mundo, que eu tinha tao vil-
avio a
dous
ESTUDO SOKRE blISOT,
POR E. Pellktan.
O Sr. Guisot contina a oppr a historia da In-
glaterra repblica, e a provar pela biographia
d'um e d'oulro, que toda a revolujo volta forjo-
samente a seu ponto de partida.
A Inglaterra, dznos elle, mais material que
nos, em ludo, fez outr'ora mais ou menos o que fl-
zenios. Dcsthronisou urna dynastia, proclamen a
repblica, lanjou o partido socialista no poder^ sob
o nome de nivelador, e depois de haver experi-
mentado todas as miserias, loucuras, fraqoezas e
vaidades da democracia, lncou mao de nov em
um bello da da realeza.
Porque a realeza a mesma vida da sociedade.
Desappareja a realeza, e acabar a sociedade. A
raonarchia lem existido sempre, e quando ella se
fr, se por ventura pode desapparecer, coaduzira
com sigo a civilisajo. Em urna palavra, o Sr. Gui-
sot quer que os reis sejain perpetuos na Europa.
Perpetuidade dos reis I Sou tentado a seguir o
mesmo parecer. Mas antes de tudo, o que que
chamaes realeza ? as palavras ora sempre expri-
mem as ideas. Chamaes acaso reis quelles ho-
mens que influem sobre nossos destinos ? Se is-
to, acceito a delinijao.
Assim, em una tribu rajadora, para nao ir mais
longe, o cajador quer conhecer mais o raslo da ca-
ja e mais a saber acuar, ser por certo o sobera-
no da tribu ; a commandar, dirigi-la-ha, e lera o
seu governo ; elle a nutrir e lera em urna pala-
vra aejao sobre os demais cajadores, porque sabe
melhor obrar que elles, para achar e lomar o jan-
lar que pula ainda pelo prato.
Do mesmo modo, na vida pastoril, que consiste
no tempo e espajo. Nao tem duracSo, nem fron- foi vencida e a humanidade renovada, e nao foi s
teiras. Nao teme invas5es, nem derrotas. E' ter- o verbo do hornera foi tambem seu corpo que cix-
na e universal como Deus, de quera descende, E' culou na mesma hora, no mesmo da, de limite
verdaderamente urna dynastia, em um s homem. em limite, atravez de vinte fronteira?.
por direito divino. Fulton refez as condicedes da geographia. Poz
O outro re, o nsonho de convenci, morre, e a Russia sobre o Rheno, ao alcance de nossa ra-
mullas vezes interamenle. fluencia. Antes de cincoenla annos, (previno ca-
Quem pode, por exemplo, contar a vida do ulti- ridosamente todas as chancellaras) a Russia ser
mo Christiano ? O rei morreu. Viva o rei I E franceza. Revolucionou completamente a diplo-
preciso assim gritar para atar bem ou mal essa macia. Escreveu para os povos um novo direilo! Pr Deus- Part, pois, paraa minha longraqua pe.
eternidade intermitiente continuamente despedaca- das genios, mais durador que o tratado de Muns-1 nitenca; mas antes de partir, quiz saber de minha
da por urna molestia! Qnem, porm, pode dizer ter. Impoz sua lei todos os estados da EuropaJ fihacuio abandono total romepavaaaffleurar-se- me
Colombo e morto 1 Viua Colombo Colombo vivir Que dizemos, da Europa s?.. da America, d'Asia, "t romejaiaaaingurar se rae
-* --.______ ------- An .*. ..,* i :_...*_. >.*_.____________. ______ IlOS O L I 1 lili -
mente maltratado. Ao fim dos dez annos os rebates
do meu medonho remorso era nada tinham dimi-
nuido de inlensidade. O superior condemnou-me
ento a ir Jerusalm, lavar-me as aguas santas
do Jordao e pedir misericordia prostrado dianie do
tmulo de Jess Christo. Eu principiava a descon-
I fiar de que estava irremcssivelinenle condemnado
eternamente sem precisar de todos esses vivas. do mundo inteiro. Reina agora por toda parte
O re imaginario pode, se, chamar-se Alexan- Napoleo conduzia apenas um exercito. Fultou
dre, dar um passeio armado de Bosphoro ao Indo; achou meio de transportar urna popnlacao. Hoje.
mas elle passa, nao retm parcella alguma do ter- urna najao vae com facilidade visitar, por mero
ritorio. O vento nesse caso tambera rei : sera- prazer, outras asedes. Olhae para Londres neste
pre conquistoa assim. Mas o genio, esse verdadei- momento e depois podis fallar do reinado de Na-
ro rei, guarda sua conquista. Voltae a cabeea para poleao, esse rei de bollas que deu quatro passos
o pocote, veris perpetuamente l embaixo, no ho- sobre o planeta, e alguns riscos de sangue na costa
risonte, sobre esse navio, passar e repassar a som- de Allemanha. Lamento vossa ignorancia, nao
bi-a de Chnstovo Colombo 1 tendes ainda idea alguma de soberana.
A historia dz-nos ainda que tal rei um tanto il- Realmente choro que depois dessa lijo de his-
lustrado, Joo, Luiz, ou Francisco deu a urna najo toria perpetuamente escripia a nossos olhos, o Sr.
essa unidade de ideas que constitue exclusvamen- Guisot desarranjado em suas ideas por ama revo-
te para o pensador a nojo da patria. A patria lujo, cria dever proseguir ainda em urna guerra
a sociedade dos espiritos. A sociedade dos corpos de allusao contra a democracia. Quando nos pro-
forma o rebanbo. var que Ludlon, que Lilburne ho seguido toda
Mas nao foi nem Joo, era Francisco, nem Luiz, vida urna illusao sob o nome de repblica, que
que realisou essa unidade, foi um outro rei que Monk era um homem sensato inda que mentiroso,
descobrio o meio de tornar a palavra humana, pre- por ter reconduzdo Londres a monarchia escon-
sente no mesmo Instante e visivel por toda a parte, dida em urna trairo. Que importa isso? Por
At ento um homem fallava aqu ou ali, e sua voz agora nao temos que dar razao nem a Hallis, nem
lentamente laneada sobre o papel, circulava inda a Fairfax, nem a mistress Hutchisson, nem a Dur-
mis lentamente entre as populajdes. Os povos nett. Nao nos importa mesmo saber se a anliga mo-
no tinham tempo de pensar do mesmo modo. Urna narchia nao por toda parte na Europa urna cli-
ida mal chegava a fronteira, e j era substituida mera maior que a repblica, a julgar pelas cabe
por outra em seu ponto de partida. As almas nao jas que neste momento Irazem coras. Pomos de
podiam assim tornarera-se aceordes. lado essa questo profundamente accessoria para
Um homem porm em um lugar qnalquer, em o prsenle. Visamos mais alio que a casa, inda
Strasburgo, senta o Sangue real ferver-lhe as quando reconciliada dos Bourbons.
veas. Decompoz a palavra am pedacinhos de Pedis realeza. temos. Somente o genio
chumbo, cada umdos quaes tinha sua lettra em re- reina sob o nome da liherdade. Amamos, aben-
levo. Crcou a irapreosa, isto a communho un- coamos sua soberana, que redunda sempre em
versal dos espiritos. Poz sobre os labios do ho- beneficio de seus subditos. Nao se apossa do po-
mem um poder de explosao cera vezes mais terri- der senao para paga-lo centuplicadamente. Quei-
volqucoraio. Urna palavra cabida de una pena, ra-se ou nao, elle que dirige nossos destinos,
no fundo de urna cellula, choa ao mesmo tempo Vivemos a tres annos sobre urna hvpocrisa de re-
em todos os continentes, era todo o espajo. Os publica, por ven tura vivamos d'ootro modo sob a
espiritos, at ento affastados, poderam trocar suas monarchia ? Calemos pois nossos pezares.
ideas, atravez das distancias. Toda a nova ver- Perdendo sucessi va mente iresdymnastias.aFran-
dade estendeu seu auditorio largura da imraen- ja nao perdn nem urna nvenjo, nem um com-
sidade. Desla conversa habitual cem leguas de mercio, nem um vestido, nem um prato, e nem se
inlervallo nasceu o poder novo da opinio. A opi- quer um prazer. Resignmonos a obdecer dora
nio nao mais do que a unidade de ideas pelo avante ao nico rei real que eleva n'este mundo
contacto dos espiritos, que a imprensa tem dora a bumanidade em gru e felicidade sem murmu-
em diante reunidos sob sua mao como em ama s rar da Providencia que sem cessar nos manda o
assembla. genio para nos consolar de um throno queimado e
Pois bem I Vos todos que buscaes a monarchia je um palacio deserto. Somos, bem o vedes, tao
onde nao est, onde nao pode estar, olhae em torno realistas como Sr. Guisot; smente somos de ou-
de vos, nao ha se nao um re remante, Gutem- tro modo. Qual de nos lem razao ? Emprasamo-
berg. Elle destnronou successivamente os outros |0 para decidir a queslao, no secuto seguintc, e por
reis, desde o papa at o imperador ; s elle exerce pouco que se apresse, a hora chegar.
a soberana neste mundo. Queris a prova ? Ei-ta :
no dia em que vossas pequeas monarchias sao
vencidas, no da em que vossas dymnastiasinhas
sao proscriptas, que adiado, que re dos res
ides pedir soccorro ? Gutemberg.Fundaes um
jornal.Proclamaes assim a soberana imprescrep-
livel desse primeiro soberano. Pedis sua investi-
dura para vossas contrafaejoes de monarchia. Al;
tacae agora sua magestade, negae seu poder, fazei
leis de compressao, eu vos coohefo : sois amotina
dores.
Sei que mal dizeis esse gigantesco accrescimo de
vida que lira sem cessar da natureza urna forja
incoinmensuravel por um infaligavel destino. Nao
goslaes que a voz humana falle alm dos horison-
les visiveis ao olhos, e aos seculos vindouros, que
do fuudo da seus limbos, j a ouvem. Quanto mais
o hornera se aproxima de Deus por urna participa-
jo cada vez maior do infinito tanto mais sois ten-
tados a consdera-lo decaliido. Ainda lanjaes o
auatlieraa sobre a arvore da sciencia. Deploraes
pela imprensa a descoberla da imprensa, imitaos
(Trad. por D. da C.)
0 SEGREDO DO ABBADL
POR
Arnaldo Gama.
exigir o resgate d'uraa cidade, dirigir um ataque,
I ainda por acclamaco o soberano da tribu; rei-
na, administra, ordena, decreta, quer um lugar
dos pastores, porque sabe melhor querer.
O soberano pois, um instrumento aperfeijoado
na acjo, investido de poder nicamente para com-
municar aos outros homens um maior poder. Tam-
bem o primeiro re era quasi para toda parle um
inventor ; Cecropa foi rei por ter descoberto a oli-
veira, Jason por ter adiado o vellocino, Triptolemo
por ter feto conhecido o trigo, e Minos por ter ela-
borad urna legislacao.
Isto posto, podis ainda hoje chamar re todo
aquelle homem, moco ou veln, primognito ou
mais mojo, que traz de pae filho um par de des-
grajas, que mora em um palacio, que passa tropas
em revista, que pe sua effigie as moedas, que
janla, anda, falla e vive segundo as regras de urna
Era Portugal sabemos que ha na visinhaja de impiedosa lithurgia, que espo>a de manhaa urna
Mu um jazigo de petrleo, cuja localidade mal
se cunhecv ignorando-se tambera todas as outras
Circumstancias porque a sua existencia quasi
nicamente sabida por um aldeao que apparereu
em Lisboa com abundantes amostras d'aquelle
combusiivel, as quaes apresentou a pessoas compe-
tentes para as examinaren!
F
0 terreno ..
tos Bastos. Estes distinctos caval eiros prestaran}
um grande servijo ao paiz, dando impulso a tao
Otil descoberla.
O oleo de schislo, s tem sido empregade prati-
princeza, e diz nole ao deitar-se : Voa dar
t ao mundo um novoexemplar de direito divino ,
e apaga a luz e dorme.
Este pode appellidar-se rei ; effectivamente
rei em efDgie, as moedas. Reina por seus pala-
cios, guardas, ulicos, camaristas e berlindas ; e
entretanto, desde que o mundo mundo, nao ha
(Continuando do n. 7ii.y
E'elle... .' Thomaz... o meu cumplice...
o desgrajado que se perdeu pela minha soberba.
Tambem aqu o encontrei da mesma forma na
noale fatal, em que a (ilha de raeu pae morreu vic-
tima da miniia|(orpeza I Havinte annos!.. Aodar
comigo de rosto, disse-me aquellas palavras, e, des-
de entao at boje, repete-as invanavelmente e todas
as noutes, assim como todas as noutes vea ali ris-
car na Ierra uina cruz, no lugar e a hora em que
o amante da Rosado Valle cahio assassinado. Que-
Ralao.rd sublimo pensador"escreveu um da con- res ir ver, Duarte t accrescentou sempre em tora
Ira a escripia. Acliava que a palavra escripia des- sumido e como a medo.
truia era nos a memoria. Prefera urna faculdade Duarte nao se raoveu donde estava.
uina descoberla. Pois bem 1 Sabis, o que fez : .
a escripia para punir Platao ? conservou-nos fiel-1 N>o vas, nao vas, coniinuou o frade. Para que
mente o seu paradoxo. has de ir ? Aquelle lugar de inu agouro.
Devoraos pois desde l refazer a lngua da his-1 __. .
toria, e nao d.zer sob o reinado de tal ou tal pro-1 Depois arrastou-se de joelhos para junto do sobn-
nome que perlence a tal ou qual dymnastia, a nho, e disse-lhe como puridade:
Franja fez iste ou aquillo ; por que militas vezes Thereza filha do raeu crim.. e d anio
succede que quem menos reina o principe re- mereza e a nina uo meu crimt, e ao anjo,
nante, se pela palavra reinar se entender deve in- que era filha do crme de meu pae.
""sagTraTenleft XVI foi re no sentido do al- Em seguida fre Lopo licou por milito lempo
manak real, nsposou urna archiduqueza, trouxe ura callado, e como quo inteiramente alheio a ludo o
cordo pendente do pescojo, ouvio missa com mu- que se passava em redor delle. Porm continuou
sica, recebeu sobre a cabeja urna garratinlia de em yQZ mas ggj-gnj .
oleo, destribuio sua efflgie sobre o cobre era nu-
Inoes de exeraplares, escutou danjando embaixa- Aquellas palavras que acabas de ouvir, Duar-
rhomaz, aoencon-
: iiai-iuc uMM cuo .iijui. uc|>uis daquella medonha
Pois bem, francamente, nao havia no fim do ul- resoluco, augmentarara por tal forma o terror, de
timo seculo ninguem menos apto para governar, que eu j vinha apossado, que fiquei dementado de
isto para formar ura povo, raolda-lo, tranforma- |odo 0 raeu prjineiro peDsameuto fui livrar-rae
lo que esse bom hornera ; fa o sem irona, elle era
brusco e hora, honesto e dominado por seu confes- P<*> suicidio dos tormentos que o remorso me ap-
sor, bom christao, pae virtuoso, e tlvez quem sa- parelnava neste mundo, mergulhando a alma desde
be, excedente serralheiro, se ura prejuizo de fami- logo a quelles que inevilavelmcnte lite eslavam
lia nao Ihe houvesse contrariado a vocajo. Elle
leria comido paciflcamente seu bocado de pao, como reparados no outro. Mas a misericordia de Deus
no dia era que a realeza expirava as Tulherias. salvou-me, fazendo cora que o santo abbade de Nes-
No leria trazido ante a Europa o peso de urna hor- pereira me seguisse at aqui, em razao do reeeio
rivel tragedia. Nao leria ido em urna carreja do e |njnna a||ucinaca0 |ne causara. Ao ver-me
yggfr fcgStT By^"^ln!l^l^P^^5 naquelle desespero, consolou-me, e persnadiu-me
raair^ordl^lbTatdeTPpaX^fuqneSo que enlasse arandar pela peniencia justa col-' *" J" o fea.corajao offega de despre-
,,;.,,.,. ,i .,, rtu.iinn > CT L i i zo e de nojo pelo assassmo villao e traidor da des-
equivoco ae seu destino i ra do Senhor. A minha alma abnu-se as consola- .. ., .....
O infeliz s foi rei para morrer; mas era seu grajada Rosa do Valle I.... Deus de misericordia,
sobretudo em pilha'r, o pastor que melhor sabe or-1 dores. Foi em urna palavra um re completo, me- |e> e m foram ditas
ganisar urna expedico, sorprender urna caravana, nos no que diz respeito a ter amantes, e filhos bas- ^
novo crime.
Um dia, ao por do sol, cheguei ao paco de
Nespereira. Ninguem conheceu o monge, excep-
to Ferno Barba. Rolaram-lhe pelas faces duas
lagrimas, aopediraopenitentequeoabenjoasse. Eu
lancei-me de rojos aos ps delle, e respond-lhe,
cxorando-lhe a por o p do justo sobre a cabeja
do criminoso. Ento contou-me lodo. Fernao fazia
crear a minha filha, fazendo-a passar por filha do
seu antigo cantarada Pedro. Assim era preciso
para ser de lodo hnmilhada a soberba do arrogan-
te D. Lopo de BaiSo I Fernao, sem o saber, servia,
as mos de Dens, de mais um meio de me ful-
minar. Depois quiz v-la..........mas de lon-
ge. Deus de misericordia, a que impetos do cora-
jao me nao foi preciso resistir para nao correr a
beijar aquelle anjo, que tanto se assemelhava com
a minha.......com a minha.......com aquella
desgrajada!
Aqu fre Lopo parou de novo, abafado pelas
lagrimas. Depois de alguns minutos de silencio,
continuou :
Mandei ento chamar o meu Gonjalo. Elle
veio Meu irmao I meu bom rmao! acrescen-
lou o fiade era voz trmula, I i ni pando as lagrimas
cora as costas da mo. Depois abracei os dous, e
part-----Nao tinha de (ornar a ver teu pae I Ao
voltar, devia achar-me s.....s cora o mea re-
morso; Deus assim o quera, porque o precito nao
devia ter consolajes e elle era o nico homem
cujas consolajes, eram capazes de abrandar o
rigor desto intimo algoz que me tortura.
Part, pois. Duarte quatro annos nao parei
um momento, nao doscancei a cabeja seno sobre-
as pedras das estradas. Mas l como aqu; masr
as margens do Jordao e junto do sepulchro de
Cnrsto, a minha agona acachoava tao medonha-
mente como dentro da celia do hospicio da Falpcr-
ra. Entend que Deus exiga maior expiaco. E
achei-a.....dentro da torre velha de Cerzedello*
acrescentou o frade, accentuando estas palavras
com certo qu de ferocidade selvagem.
Mas ser o meu expiavel ? seguu frei Lopo,
apoz alguns instanles de silencio. A (figura va-se-me
que nao. Deus nao me conceder at ento um s
momento de paz interior; e ao chegar Ierra na-
tal, achei leu pae morto, achei minha filha ao
abrigo das tedias debaixo das quaes tinha nascido
e morrido I). Estevo de Barbuda, o mais tar-
de.....mais tarde Monstro, monstro, bradou
aqui o frade, batende violentas punhadas no peito,
para que ronsentiu Deas que o inferno te vomilasse
no mundo ?
Frei Lopo esteve por muito tempo debrujado
para a trra, geinendo e chorando com medonha
agona. Ao cabo de longo espajo foi serenando
pouco pouco, e por fim levantou o rosto, e, pon-
do os olhos cheios de lagrimas no sobrinho, dis-
se-lhe era voz docemenle melanclica :
Duarte, meu filho, tu foste, sem o saberes, o
instrumento mais terrivel de que Deus se serviu
para me torturar. Minha filha seduzida pelo filho
de Ferno Barba era o espinbo mais pungente e
mais doloroso da cora do raeu excruciante mar-
tyrio. Oh! que horas, que dias de agona cora
aquella medohha desgraja diante dos olhos I Ali
estava o dedo de Deus como que apontando o irre-
missivel da mnilia condemnajo Senhor, Senhor,
exclainou ento o frade em voz supplicante e er-
guendo os olhos e os brajos para o cu, peccarei,
porventura, alentando a esperanja de que a santa
uno da minha Thereza cora o lilh daquelle juslo
seja o iris de formosura celestial, com que me
annunciaes a possibilidade da minha redempjo ?
E assim dizendo, o frade callou-se, ficou por um
pouco com os olhs filos no cu. Depois a fronte
pendeu-lhe para o peito, as mos ligaram-se-lhe
uina outra apoiadas nos joelhos, e assim ficou
algum tempo, com as lagrimas a correrem-lhe
mansamente pelas faces abaixo.
Duarte, disse por fim, esta a historia do
crime, que deu vida a tua mulher-----Deus meu,
Deus meu, nao mo desamparis 1___Filho, leio
Jelas nossas avenguajes s podemos dizer que lu do sol mais do que um verdadero re o no-
rreno onde est* o jazigo perlence aos Srs. Pin- mera que mais influe nos nossos destinos-, t este
- re e sempre um homem de genio, porqueni-
co dirige, transforma, desenvolve e regra nossa
existencia.
K historia pode dizer que tal prncipe chamado
cntente desde os trabaihos de Selligue, que, em Luiz, que traz nao sei que numero, onzedozetreze
18:14, foi o primeiro que o pode extrar dos schstos oa quaiorze, destrua o ^0. f"*"0!?!*
tmuiinosos, por meio da distillajao. Itelk, emannpou as communas, submetteu os la-
Os leos em bruto que provem da distillajao dos droes titulares que roubavam as estradas, e divi-
schisios bituminosos, os que sao devdos rectifica- diram a Franja era mil pequeas Franjas, ornadas
ao de l.Mas as suli.-tancias conhecidas polo nome de torres e aracias. _^__'.1
te mineraes combustiveis, tem urna manifest ana- A historia ment.u. Eis a verdade. Um homem.
Hii o oleo de oetruleo alguns dizem um frade, descobnu um da, sonhan-
^n^e^olaSSos nao se pode rontr do. urna nova especie de p. Poz n ura (Ja.*-
boa illurai- fre, carvo e salitre, e com um grao disto achou
reinado, Parmenlier reinoa mij vezes mais do que
elle, com urna enchadada na planicie de Greoelle.
Fez presente da batata a nosso paiz; melhorou por
toda parte a mesa do pobre -, expulsou em parle a
fome de um solo por tantas vezes esfoineado pela
penuria t O reinado de Parmenlier est escripto
de sulco em sulco de urna a outra extremidade do
territorio. De dia em da a effigie de Luiz XVI se
vae tornando cada vez mais gasta as moedas, c
jdes daquelle justo. A cada palavra delle a espe-1:
ranja sobrava alemos dentro do meu corajo, e a
minha soberba humilhava-se....... humhava-se
a ponto de nem se qur ousar por os olhos na
trra.
O mea futuro ficou logo ali irrevogavelmente
inspirae-lhe coropaixo 1...... Duarte, pela alma
santa e nobre daquelle homem que me amou tan-
to, que nem mesmo o reeeio da ra de Deus pode
acabar cora elle o callar a amisade que me tinha
pela agona que me despedaja a alma, a todos os
instantes, recordando que me nao licito abracar
minha filha; pelas intimas attrbulajoes que me
resolvdo. O mundo acabara para D. Lopo de Baio;
cunhos, a btala porm floresce sempre ecada'an- o soberbo e arrogante fidalgo de ouiros lempos foi ,j|acerami ha vinte annos, sem me"consentirem
io com ella a gloria do Parmenlier. Parmenlier por mim sepultado de todo na humildade, com que um re|anco de paz nem de descanso nao me des-
me arrastei aos ps do abbade, pedindo-lhe que ro- preses......perdoa-me I O ten despre e o leu
gasse por mim a Deus. IVali avante nico lugar, ^j,, seriam 0 g0|pe n(.omportavel desla medonha
onde eu podia achar razao de existir,-era entre os perseguijao; far-me-ara condemnar pelo deses-
rigores de urna lliebaida. D'aqui, deste lugar, eu per0->.#
via, ao longe, a serra da Fal perra, a convidar-me
inda reina e reinar sempre, nao teme revolujoes,
ero proscrpeoes por sua dymnastia, entrelazada
ao solo por suas iimnorredoras raizes.
A cada instante chamamos o reinado de Napo-
leo um grande reinado, e seguramente neuhum
homem destinado a trazer urna fila em aspa accu
Assim dizendo, o frade soltou um grito doloroso,
mulou mais do que elle em sua cabeea todas as
ideas de realeza. Foi ao mesmo t.mpo rei e irape- n erem.teno, CJra os cilicios, com a peni-1
rador, para de algum modo exaurir o vocabulario tencia e'com as orajoes dos seus monges. Pare- e '* a se ae aos *" au'SODnnno-
do poder. Se para reinar bastante haver folio ceu.me a voz do Senhor a chamar por Saulo. Nao "rte catava W* *goma dilacerante com in-
disparar mudas vezes o canho, na verdade tem .____. ^ I _,. n, ^,.m.; diziveis signaes de dor e de compaixao. Ao ouvir
mnimninn rpini.t imr a ni..,...m ,. .... .; quiz demorar-jne a responder a ella, e determraei ... *; ....
arapiaraenie reinaae, por que ninguem, que eu sai- ^ as u limas pa avras de fre Lopo, ergueu-o pe os
com o seu effeilo seguro para urna
meio de atirar a-is ares enormes pedajos de podra.
"Tallando em especial do oleo de petrleo, dre- Desde esse momento, ess descoiihecdo, este aa-
JSSToZmiTaraerieano Moybray asevera wZ*rei,potepreciso^ne**$*!>V
l
ue 100 parles deste oleo fornecem :
seu
:. commamlou todos os exercitos, ganha
. .---.- j._.:j- .;.. 4a ,n;i< ,.|(.v:itl< .'.lluras. tr.tns|)0e abysmos e
"TfiFir9 *"*m0 adensida' Slfc?:ilsa^d^,,o^SreMuS^
tunarles deoleo liBeiro nara illamnaco (liaht- mais cvdisajes. K o rei*. seutem po, o rei
macS SS*f I* gabare ^ ^ feU mSS fU" Par'r Para 'a aqUe"a meSma D0Ule' bra3' e disse em voz commovida ^ia de
A forja de calclos, achoa meio de ir com qui- Mas anUiS de ^r,ir' eudevia Provideocir docura:
nhentos mil homens fazer em Moscow ama visit, da filha do meu crime. Hesile um momento
que o imperador da Russia Ihe pagou em Pars enlre raeu irmo e leu pae. Preferi por fim a aus- ~ Meu l,.....meu Pore l,' Grande foi de
com o mesmo acompauharaento. Mas foi-lhe pre- u-ridade desle bondade do outro Despedi-rae do cerlo o seu crirae, mas grande tem sido a sua ex-
ciso, para andar essas centenas de legua, quinta ^^ tmamaMol <- a inM... n.ur piajao. Deus pae, nao algoz. Venha comigo,
veuha abrajar sua filha.
| tars.
O frade, encostado ao sobrinho, deu com elle al-
guns passos para a frente.
De re|>ente parou, tomou-lhe eom forja as mos
entre as suas, e disse-lhe com voz doce c suppli-
cante :
Duarte, meu querido Duarte, hoje nao... ho-
j6 nao... Seria abusar da piedade do Senhor.
Deixa que primeiro me purifique pela peniten-
cia.
E depois de um momento de silencio, em que o
esleve Atando com a rnais viva expressao de amor
e de felicidade, acrescbntou em voz, em que se en-
toava sentido e profundsimo affedo :
- Vae tu, filho, vae tu ; e que as heneaos de
Deus chovam, as milhares, as felicidades sobre a
tua cabeea e sobre as cabejas da minha filha e do
meu neto. Vae, Duarte, vae acalmar os terrores
de Thereza e de Ferno e diz ao venerare! abba-
de que deixaste o desgracado frei Lopo de Baiao
com a alma arroubada pela consoladora e eHesti.il
esperanja dos penitentes, que tem f viva na infi-
nita misericordia de Dens.
Assim dizendo, beijou-lhe as maos urna e mu-
tas vezes : depois separou-se delle, encamfnhoa-se
para a borda da ingreme ladeira que desee para o
valle, e em breve desappareceu, mergulhando por
detraz della. D'ahi a instantes Duarte pnneipieu a
ouvir os sons de um cntico religioso, que sabia
para o cu, roscendendo da gratidao com que o*
justos 3gradecem as mercs, que recebem de Deus,
Correu ento beira da encost, e olhou. Frei Lo-
po ia ja a nietade della, entoaudo em voz cheia c
barmoniosa o psaimo de David, que principia :
Benedicam dominum in omni tempore semptr aus
ejus in ore meo. (4)
D'ahi pouco chegou ao fundo do valle, diriga-
se a easinha arruinada, onde vivera a desgrajada
Mara, e prosiou-se cora a face era Ierra diante da
porta della.
Duarte esleve-o observando, durante algum lem-
po, mas nao o viu mexer-se daquella posijo peni-
lente; por fim relirou-se, e dirigiu-se apressada-
mente ao solar, onde a anciedade do amor extre-
moso de Thereza, e a inquietjo da amizade de
Ferno deAlpoimJ mal se podiam conter, apezar
das palavras e das seguranjas, com que o venera-
vel abbade de Nespereira irabalhava por assere.
na-los.
XI
Noticias. *
Tinham passado precisamente quinze dias depois
do casamento do morgado de Nespereira com a fi-
lha de frei Lopo de Baio. Chegra, portanto, o
dia 5 de raaio de 1809.
Durante este curto espajo de temo, que Duarte
passou junto da esposa e do filho, no gozo daquel-
la suprema felicidade que enleva todo o homem de
coiajo, ainda que nunca em dias de vida rabis-
casse um s verso, os aconlecimentos. comqnanto
se nao adiantessem. eom muita rapidez, ainda as-
sim nao tinham deixado de ir ganhando terreno
para a frente.
Retrotraamos por um momento a attenjo
para o movimento poltico, que preceden os fados,
a que o leitor acaba de assistir. Assim preciso,
para se poder entender o seguimento dos successos
que tenho de narrar.
Lord Wellington, ou sir Arthur Wellcsley como
anda ento se chamava, ao desembarcar no dia
4 de abril em Lisboa, vinha aliamenteesperanjado
de que poderia aprisionar o pequeo exercito de
Soull, com a mesma facilidade com que o hespa-
nhol aprisionara em Baylen o cemmandado por
Dupont de l'Etange.
as ambiciosas aspirajes, que Ihe erara inspi-
radas por aquelle ardor indefinivel, com que ins-
tinctivamente o empuxava para a frente a felici-
dade, qnc ruis tarde o levou a Waterloo, o Fabio
britannico esquecia que Soult nao era Dupont; o
em consequencia deste esquecimenlo dispoz a cam-
panha pelo plano, que Ihe parereu mais conducen-
te realisajo da esperanja que tinha.
A diffleuldade nao estava em tancar os France-
zes do Porto.
Wellesley sabia muito bem que Soult nao era ge-
neral quecahisse no engodo de querer defenderse
coro pouco mais de dez mil homens, dentro das ex-
tensas fortificajes do urna cidade populosa, qua-
Ihe era hostil; porque ninguem sabia melhor dt)
que $oult, que todas as manifeslajes desym-
patha, que tinha recebido, nopassavam de actos
offieialmente promovidos, para atordoar ao longe-.
Assim, para Wellesley, a questo cifrava-se era
corlar a retirada ao melhor dos generaes do im-
perio, e encurrala-lo na provincia do Mraho, do
forma que em qualquer canto della encwiitrasse.
como Dupont, o seu Baylen.
Difficil empenho devoras; mas pelo fado V o
nao ter realisado, nao cabe, de justlea, ridiculo
algum ao general inglez.
A pnmeira obrigajo de um cabo de- guerra
empreheoder e dispor sabiamente as grandes ma-
nobras. O do mais obra da fortuna. E a esta o
primeiro favor que elle lem a pedir que Ihe po-
nha na frente tira Dupont de l'Elang ; o ultimo que
Ihe arranje um Grouchy e um Blucher. Quo lia ahi,
pois, de ridculo em Wellington pretender encur-
ralar Soull e os seus pouco mil borneas bo Minho ?
A fortuna empurrava-o. Nao foi ee depuis o ven-
cedor de Waterloo 1
Para realisar, portanto, o plano que linha con-
cebido, Wellesley ordenou ao general Silveira que
defendesse, em Amarante, a passagem do Tamega,
para deserabaracar, a qual Soult, prevendo o que
necessariamente tinha de acontecer, j havia feto
avanjar os generaes Luisn e Delaborde a frente
de tres mil soldados, com o Um de facilidtar por.
ali a retirada por Villa Real para aCastella.
Em seguida fea avanjar psra Tras-os-montes. o,
exercito portuguez cominadado por Berestswd,
com ordem de cobrir loda a provincia, e, sobretu-
do, de nao deixar sahir Soull por Monlalegro nem
por Chaves.
Se estas ordens se realisassem, reate** uoka-
menie ao marechal o rio Mnho para retira* o por
ahi < intentava Wellesley, se fosse bem snecedido,
aperta-lo lano, que Ihe fosse imprawravol a, passa-
gem daquelle rio (tj.
Ora, a inaneira de levar a e*-*'lo a la) apena-
della era simples e bem rumKuiada; o naiuralinen-
le seria bem succedida, se Soult nao Dra Soult.
Wellesley e Beresford tinha* viudo reunidos at
Combra. Ahi separaram-^- Beresbrd marchou
paia Tras*os-montes no^,a de maio ; no dia 7
devia chegar Vizeu, > da 8 i Laniego. Assim o
combinaram eassim^C0Dleceu. Eniu Welhnston
. XTSrdST. =rrcr,aU= abhade, que senao ri.-u.ouaaunjoar.me, e parti =.
dos reis, e agora mesmo, reina ainda
10 partes de oleo ligeiro para lluminaco {light
itliimiiviiing oiij, densidade 0,768a 0,780. w *>> ~-rr---------- -- p..iM Pmairn t
5 panes de oleo inedio p .ra lnminacao (mdium A historia d.znos que ^^ff^SL
itluminating o), densidade 0,790 a 0,800. gando, ferce.ro ou qoarto do *^*&S
JO ..leo pesado para illnminaco (heavir-illumi- conquistador, porque enirou pela ^HMIMMPO
nutinq oil), densidade 0,800 a 0,825. ou seis cidades, e juntou a seu reino cinco ou seis
12 de oleo pasado, que contem 1,3 por 100 de pa- valles. Nao quero dizer mal de nentium mnos
rafflna cristallisavel. e Franca ou d'Allemanha, mas devo declarar que
t de residuos solidos carbonisados. quem quer que tomou, nao importa que provincia,
Ha, prtenlos, no mesmo producto tres qnalida- sob esse nome, um bem mediocre conquistador,
C'-s diversas de oleo para illuminajo, as quaes em comparacao cerlo aventureiro que trana. por neme e pap1.^^ _
. leera tao pouca differenja na densidade que im- todo poder|Jno mundo nina tahoa e urna i*. | Inares de nomens ao me
' nosaivel separa-las completaraenle. Por consequen- Atravessou o mar sobre essa taboa, sob adlrec- padres mais te tmm
atraz de s quatro millioes de homens pel'ocamiiiho. Mra paco de Nespereira., Quando cheguei, ja
Esse passeio militar nao cuslou a Franja menos ludo descansava dentro delle coui a paz e cora o
de vinte rail milhdes; e o que resta de tudo isso? socego.com que os virtuosos dorroeinaooute,egosam
Campos estruraados na Allemanha pelo mais caro d ^ BaU %
dosestrumes,aldeas incendiadasemLhampagne,pa- "' *^ ^
lavras magnificas: Wagrane.Auster lililz, Marengo, hriram-ma, e eu lu ler com leu pae ao seu pro-
Friedland, apostilladas por urna ultima palavra priu quarto. Ficou epaulado de ver-roe, e sobre ero vo, entrecortada.
Walerlsoinvlidos, pernas de pu, cruzes de tudo e ver-me no esiauo era que eu ia. Contei-lhe tu- 0 mandas
h0Rei alumfse'm duvida, commando mais exer- '"*-Uw a "*&> ^ """* traado,leguei-lhe Em "n,me de Deus ord'eno-lh'o, exclamon
citos do que Napoleo, nem matou mais gloriosa- m'nha Ulha, e ped Ihe que cousolasse o meu pobre Duarie Pmheiro, erguendo solemnemente o brajo;
mente e por proeessos mais abreviados, ma mi- irmao. Feruao Barba Ikou assombrado coro o 4jue para o cu.
s onviu; depois empeohou-se cora todas as foroas Grajas Deus de piedade I Grajas, Dea
me fazer mudar de proposito.
Ao ouvir estas palavras, frei Lopo voltou-se de
golpe para o sobrinho, e fitou nelle os olhos ruti-
lantes de celestial gloria.
Ver minha filha I... Abraca-la I... exclamou
E tu s que o mandas... que
que no dia 7 maii(ira. salur de Combra a guarda
avanjada e a canaria, e quo fuera alio no dia 8
t para dar tem0 a/Qu o marechal Beresford,com
o seu eorpo, hegsso cima do Duuro (3), avaa^
cou petinilivineNle para o Purlo no da 9. Toma-
do o Purtr no da 12; como effectivauenle acooAe-
ceu, We'esleytenciunava fazer picar a retirada de
Soult pjrumi pequea diviso asrdeos dolenen-
tc-get-eral yurray, e elle marchara immediat-
meiiie par/ o Mnho, pelo caminho do litoral.
^_____________ fCowtniiar-s^a.)
(1) vtalino XXXIII.
m
nao deu aos
cantar e aoj poetes mais
r pm rfithvramhoi em me ,aler muaar de proposito. Mas as razdes misericordia I exclamou q frade, com verdadeJro
SoTuuSSrdrdiv^ &r?^\Suri,^|d1& sonhara,^, delle eram ma, fracas que a inspiracio da jubilo e lancando-se de J*ff APCnjoado
t
Vid. iCorreio Itrasiliense de junho de 1809.
Cari do general Wellesley ao >ecreiario da guer-
lord visconde Caslli'n-agh, datado de Mntale-
aos 18 de maio de 1809.
(3) Vid. Correio Brasiliense de junho de 180.
..arla do general Wellesley ao secretario da guer-
ra, lord visconde Castlereagh, dalada do forto, aos
12 de maio de 1809.
MUT
PBrNMC.- TYP. B tt t k LHQ
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