Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10331


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Full Text
:
AUNO XL, HOMERO 75
Por tren nezes adiantados 5JO00
Por tres mezes vencidos 6J{U00
Porte ao correio por tres mezes. 750
i-

SEXTA FEIRA 1 DE ABBIL DE 1864.
Por asno adiaatado.....19S00O
Porte ao correio por um anno 3$00(J
DIARIO DE PERNAMBUGO.
ENCABREGADOS DA SUB8CBIPQAO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Ar'onio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Mar K\o, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, Srs. Manocl Pinheiro & C: A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KVCAHKEGADOS DA SUBSCBIPCAO NO SL.
Alagas, o Sr. Claudino Palcao Dfas; Babia, o
Sr. J.-" Marlics Alves; Bio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martras A Gasparino.
EPHEMEB1DES DO MEZ DE ABRIL.
PARTIDA DOS KSTAFETAS. .
pirada, Cabo e Escada todos os das. *.|
Iguarassu*, Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras. 6 La nova as 11 h., 29 m. e 2 s. da m.
Santo Antao Gravat, Bezerros, Bonito, Cmara', 13 Quarto cresc. as 9 h., 46 m. e 14 s. da t
Altinbp e Garanhuns as tercas feiras. 2I La cheia m 4fl h r m < ,
Pao d'Alho, Nazareth, LimoeirorBrejo, Pesqueira,\ T U l 59 m- e 2 8- *
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob 29 Quart0 min8- as 2 n->14 m. e 32 s. da m.
" Ouricury e Exu' as quartas feiras. '
- -- -----,--..... j au uas ijuai ias letras.
5>ennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
nkr0j' I03 Preta e Pimenleiras as quintas feiras.
una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
I Todos os estafetas partem ao V dia.
pueama'r de hoje.
Primeira as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 11 horas a 18 minutos da tarde.
P aRTIDa DOS VAPORES COSTEIRO.
Para o su I at Alagas a 5 e 28; para o norte at
a Granja i 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., ruaio, ral, set. enov,
PABTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 'A, 7, 7 y*-8 e
8 y, da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 "/i da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemflca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 / 4, 4 y4,4 y,,
o, o '/4, K >/] e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 41/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de; para Cachang e Varzea s 4'/, da tarde; para
Bemflca s 4 da urde.
AUDIENCIA D03 TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Belacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
28. Segunda. Ss. Prisco, Maleo e Pastor mm.
29. Terca. S. Bertholdo c; S. Joas m.
30. Quarta. S. Rodezinho b.; S. Joiie Climaco
[31. Quima. S. Veremundo; S. Balbina v.
1. Sexta. S. Macario b.; S. Valerio ab.
2. Sabbado. S. Francisco de Paula f. dos re.
3. Domingo. S. Pan<:acro b.; S. Benigno m.
ASSIGNA-SE
r Rceci,e,'em timria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d
'Fana & Fitho.
PARTE OEFICIAL.
GOVERM DA PROVINCIA.
Bipeftslfl do dia 2 de maree de 186i.
que Oca assim respondido.
Dito ao brigadeirp commandante
V. Exre
Teixeiraparaprovar a isencao que diz ter seu
filho Manoel Francisco Alves Teixeira para nao ser
recrutado.
Despachos do dia 29 de marco de 1854.
Requerimentos.
Augusto Ribeiro de Aquino.O supplicante nao
tem provado isencao legal do rerrutamento.
Antonio Alves da Silva.IndeOrido,
Fenelon da Annunciaco Firmo. Nao tem lu-
gar.
Jos Moreirada Silva. Informe o Sr. inspector
a de fazenda.
Jos Firmo Pereira do Lago.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Comrnendador Manoel Gamillo Pires Falcao.
Dse.
Manoel do Nascimento.IndeOrido.
Manoel Francisco de Sonza.Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.
Manoel Marques Bacalho.IndeOrido.
Padre Simo de Azevedo Campos,-Opportuna-
mente ser attundido.
Offlcio ao bario de Itamarac, enviado extraor-
10 e ministro plenipotenciario do Brasil em
1Fiz seguir para a provincia do Para o of-
lieio i|iie para ter osm destino V. S. se servio re-
1 i-niefom o seu datado de 13 do corrente, da thesouraria de fazenda.
Pereira do Lago.-Informe
das armas.
Rcstituindo a V. Exo*. a conta que acompanhou em
duplcala o seu ollicio de 29 de fevereiro ultimo,
da despera feila pelo 7 batalhao de iufantaria com
0 carreto de fardamento e mais objectos do arsenal
de guerra para o respectivo quarlel, e com a con-
diuro dalli para o poBto de embarque, dos que
1 rain remedidos para o presidio de Fernando, te-
nho a derlarar-llie que segundo informa a conta-
doria da thesouraria de fazenda, nao deve seme- --------------
Ihanle despea ser satisfeita pelo cofre das econo-
Diia* licitas daquelle batalhao. MIMANDO DAS ARIAS.
lito ao msnio. Sirva-se V. Exc. de mandar
,.! fin liherdade, dando-lhe baixasej estivercom Quarlel general do eommando das armas de Per-
, o. ecruta Joao Bezerra da Silva, que proVoa nambuco, na cidade da Recife, 29 de marf* de
semao do recrulamento. .uf, v
Dito ao mesmo. Expeca V. Exc. suas ordens SM-
para que a escolla de 16 pracs commandada por | n Urarm do da n. 306.
Oflicial de .|ue tratei em ofllcio de hontem, se de- ; ^general commandante das armas determina que
mure no termo de. Serinliem at o encerramento na mannaa do da 1 de abril prximo vindouro,
da prxima sessao do jurv, que se acha convocada fe Passe rev.isla Beral de mostra, em seusrespec-
naraudiaSdfl abril vihdouro, como solicitou o lvo*nuarteis, aos corpos movis do exercito exis-
Dr.chefode polica.Lommunicou-se ao Dr. che- "? nia capital, ao deguarnicao, e ascom-
!,.,!,. policia panhias soladas, pela ordem segrate : as 6 ho-
ras companhia de artilices ; s 6 1|2 ao 7- bata-
lhao de inrantaria ; s 7 a coMpanliia de cavalla-
ria ; as 7 1|2 ao 2* batalhao; s 7 3|4 ao 9
ambos de infamara ; s 8 ao corpe de guarnido,
e finalmente s 9 ao 4a de artilharia a p, na ci-
dade de Olinda.
O mesmo general declara para os Ons conve-
nientes, que em virlude da autorisacao da vice-
presidenria, communicada em offlcio de 21 deste
mez, foram no da immediato (22), disiiensados
dos servicos que preslavam Como rirurgoes con-
tratados para o servico medico-militar desta guar-
nido, os Srs. Drs. tstevo Cavalcante de Albu-
querque, e cirurgiao reformado d'armada, Fran-
cisco Marciano de Araujo Lima, visto lerem ces-
sado os motivos, pelo que foram contraiados para
semelhante servico.
Assignado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Jos Ignacio de Medeiros Reg Mon-
)etro, capito encarregado do detalhe.
Dito ao Dr. chele de policia.Devolvo V. S. a
tada deSjMU feita rom o sustento dos presos
- da cadeia de Olinda, nos mezes de novem-
I e dezembro ultimos que veio junto ao seu offl-
1 le 4 deste mez, alim de sati>fazer-se o que exi-
inspe tor da thesouraria provincial, em infor-
5o de 12 do curn-nte junto por copia.
Uilo ao ronsul da Su.issa. Picando inleirado de
haver o Sr. F. Lindera, cnsul da Suissa uesta pro-
vincia, incumbido-das respectivas funecots consu-
cooto pariicipoii-mc em seu offlcio de 28 do
corn "te o Sr. Em'iliw Wild, durante a viagem que
vai i'er Europa,ay)hn a declarar-lhe em respos-
l i|iie nao s approvei provisoriamente a sua deli-
brrarao, Orando o mesmo Sr. Wild obrigado a
presentar o imperial ^exequtur no prazo de 3
mezes contados de.-ta data, mas tambera determi-
nar i|ue se passe a portara solicitada pelo Sr. cn-
sul |iara llie servir de passaporle.
Renov ao Sr. cnsul da Suissa, os meus pro-
- de estima e consideraco. Fizeram-se as
ssarias conmnimcaees.
yi 1 ao inspector da thesouraria de fazenda.
"temi ao oficio de 19 do correle sob n.
' 111 que V. S. impugnou o pagamento da
quantia de f37iM> de.-pendida cora o fornecimento
de luz para a guarda da cadeia da cidade de Olin- < a
da. durante os 11117.es de marco a outubro do anno *"
1 passado, tenho a dizer que mande effec-
tuar esse pagamento confirme recommendou esla
lencia em 39 d* dezembro daquelle anno, vis-
to que no i'ililicio que ali tambera serve de cadeia
esteve aquartelada a referida guarda, para quera
sincntc fui fornecMa a luz de que se trata.
1 > 11-* ao mesmo.Era vista da conta junta em
duplcala, que me f"t remedida pelo director do
arsenal de guerra com offlcio de hontem sob n.
270, mande V. S. pagar a Slarr C. nao havendo
onvlmienle 1 quantia de 2875'o0 prvenienle de
.;n'i'.i halas de fafro fQndidu, que fornecerara
-------. .._.. ......v,....,,. "i..ubn ui.iii^iuuu .. ii.hiii-i mi ,-iiii-na a meta oo paiz. u panino
a irontcira do Jutland, o governo dinamarquez fez progressista nacional debaixo do Sr. deBennigsen
embargar uo sinente todos os navios allemes lem esta vez urna maioria decidida na secunda ca-
surtos em portos dinamarquezes nao smente os
prussianos e autriacos mas tambem declaren a
guerra, por mar a toda a marraba mercante da Al-
lemanha, armando e expedindo urna flotilba para
aprisionar os navios allemes. Isso se flzera, apezar
de nao haver o resto da Allcmanha, como se sabe,
tomado parte no procedimento da Austria e da
Prussia no Sclileswg. A Dinamarca por isso fazia
a guerra em plena extensao esem qualquer con-
mara. Na questao do Srhleswig-Holstein" porm,
todos os partidos acham-se unnimemente de ac-
cordo, o que se mostrou, quando o Sr. Bennigsen
apresnlou urna proposta, acerca da nomeacao de
urna commissao commum de ambas as cmaras
para a questao dos ducados.
Na Austria, o dia 29 de fevereiro trouxe a pu-
bhcacao do estado de cerco sobre a Galicia. Os or-
gaos offlciosos do governo j desde mais lempo ti-
para Vmc. me-
ta situar.
(Carta particular.)
do smente, ficaodo Friedericia fra do limite das maneira mui positiva, que nao desejava semelhan- Ottoni E eu Ihe commuoico i
pl^K 6 ,ali'ad0S' a lD,namarca acha-se ."? tes demonstraces. Mas o paiz naoJse deixou im- hor poder apreciad ^^eria leM^sItuaco
caso de oppor toda a sua forca ao ataque parcial, pedir por nada, e sob os olhos dos com.nissarios
em quanto que se Friedencia foi aUcada ao mesmo das grandes potencias, a demonstracao foi realisa-
tempo, ella deve dividir a sua forga ; nao tendo os da. A deputaco declarou ao duque, que o paiz
ainados, porem, vista a grande supremaca do seu estava uoanimemente resolvdo,a nao aceitar outra
numero de tropas, de receiar igoaes inconvenien- solucao da questao Schleswig-Holsleineza do que
tes da divisao das suas forcas. Mas quanto s con- a que correspondesse aos plenos direitos do paiz e
sideracoes polticas da localisaco do combate, o que nunca approvara qualquer uniao com a Dina-
adversario ja desde muito abri mo d'ellas. Ain- marca,
datantes de haver o marechal Wrangel a^ingindo No Haoover fo aberta a dieta do paiz. O partido
Goianna pretende lancar mo e
j despojos do despotismo.
aproveitar-se dos
ASSEMBLEA PROVINCIAL-
Discurso proferido pelo Sr. depulado Suva Barros,
na sessao de 10 do passado.
O Sn. Su.va Humos : Vi com prazer, Sr. pre-
-m--------* f ---- *^-------------------".- w (Vi|,IHU J \i\,,-HKl lilil.' K.IUIIH H~
sideracao, e em todo o caso devia ser considerado i nham preparado essa medida. E na realidade a
como um acto de humHiacao propria, se apezar' ":">"5" :-'-------:
disso, em Vienna e era Berln nao se ousasse de to-
mar represalias. Para tratar disso, foi o assomplo
da missao do general Manteuffel. O mesmo porm
j tinha chegadoem Vienna no dia 24 de fevereiro
e ainda all se acha hoje, sem que al agora se co-
nheca alguma cousa de positivo acerca do seu suc-
agitaco do partido uaconal-polonez tinha all to-
mado pooco pouco um lal carcter, que exiga
medidas repressivas extraordinarias. O negocio
verdade que muito fatal para o joven constitu-
cionalismo austraco.
Toda a Hungra desde annos j se acha em esta-
do de cerco declarado ; o mesmo estado, porm,
cesso. Olllciosamenie se diz tanto de Berln, como arada nao pronunciado, reina na Venecia, e depois
de Vienna, que as duas grandes potencias allmaes de agora proclamado o mesmo tambem na Galicia,
se acham no mais completo accordo era todo o res- as garantas constitucionaes ficam suspensas na
peito ; mas em quanto de Berrn se d a noticia de maior metade do imperio austraco.
um prorapto progresso no Jutland, diz-se de Vien-1
na, que o gabinete all insiste ainda em nao querer ^"i^
ver a guerra eslendida alm de Holding.
EXTERIOR.
RIO -:
I Vtllll RGO.
DO DIA
IMKWtlKI < O.
o de marco de ISO i.
Esla vez nada temos de referir de oceurrencias
bellicosas. A nosico Duppel-Alsen, a nica que
os Dinamarquezes ainda possuiam no territorio
Schleswiguez, acha-se ainda em suas mos, e os
Prussianos que alli operara contra a posico nimi-
ga, achara-se ainda ocxupados com os preparativos
para o ataque. Diversos combates de reconheci-
menlo, ao resto de pouca importancia, mostraram
iquelle arsenal en virtude de ordem da presiden- que nada resultara de um golpe de mo .-obre as
ca, segundo ronsa do citado oficio.GoomoBi- trincharas dinamarquezas. E'por isso preciso pro-
ao .un- tu do arsenal de guerra. ceder-se a um sitio venladeiro, e para esse fim
Dita ao capitif do porto.Olflciando nesta data acarretar a necessaria artilharia pesada de posicao.
. i ii i ininaiidanie das armas paraman- Al agora o rigoroso fro do invern, em conse-
dar apresenlar i V. 8. aflra de servir na marinha quencia do qual o terreno se achava gelado de qua-
01 -i iiia Ani in Jos Pereira : assim o commum- tro cinco ps por baixo da superlicie, demorou a
coa V S. iili lou-M- ueste sentido ao brigadeiro construeco das baleras de demolico, de sorte,
que nao "se pode contar de ver aberta a accao da
artilharia contra as alturas de Duppel, antes de
meados do mez. Entre tanto a pausa preenchida
por pequeos combales das guardas avancadas, e
de vez em quando por urna canhonada com um
navio de guerra dinamarquez, que se esforca de
reconhecer as posicoes -dos sitiantes, ao musino
lempo que os Dinamarquezes do seu lado aprovei-
tara esfe termo que Ibes offerecido, para comple-
tar as suas fortilkacOes e dar-lhes maor forca por
meio de novas "*ws-
Cuino os nossos \J8jtores j foram informados, a
retirada dos Dinamarquezes do Dannewiike, alm
Je para a posietm de Duppel, drigio-se e.n parte
para o norte, para a fortaleza de Friedericia, no
dulland, a qual acha-se em communicao com Dup-
pel-Alsen pela va de mar. As tropas auslro-prus-
sianas que os perseguan) nessa direccao, tinham
oecupado sem resistencia as cidades de Hadersle-
ben e Apunwad, encontrando s na fronreira do
Jutland alguns piquetes de cavallara dinamar-
queza. Tambem esses se retiraran rpidamente
dos alliados, os quaes Analmente tambera oceupa-
ram a cidade de Kolding, que j situada sobre o
territorio da Jutlandia. Aqu porm oppoz-se pro-
visoriaiheiite um impedimento a novos progressos.
Apenas sececebera em Londres a noticia de have-
A Inglaterra decidio-se entre tanto a perseguir
a victoria provisoriamente obtida na questao da
localisaco do combate no Schleswig, sahindo-se
em Vienna e em Berln com a urgente proposta de
umeongresso para a pacifica resolucao da lula al-
lema-dinamarqueza. Em Vienna isso foi de novo
acolhdo com grande ardor, mostrando-so em Ber-
ln certa hesitacao,masjulgandodever nao separar-se
do seu adiado, tambera consentirara. A conferen-
cia devia ter lugar sem armisticio simultaneo. A
Inglaterra, desde o principio, tinha feito essa con-
cesso ao partido militar prussiano, o qual verda-
de, de outro modo nao lera aceito a proposta da
conferencia. Na mesma deviam tomar parte os
assignantes do tratado de Londres de 8 de maio de
1852, isto alm da Austria e da Prussia e da Di-
namarca, tambera a Inglaterra, a Franca, a Bus-
sla-fe a Suecia, sendo tambem convidada a dieta
allemna._ De um programma da conferencia nao
foi questao provisoriamente; por que em Londres
bem se comprehendia. que fosse o mesmo formula-
do como quizesse, vista a posicao diamelralmentc
opfMSta entre a Dinamarca e a dieta allema, a 0-
xacolprovisoria do mesmo, s podera servir para
fazer knallograr a realisaco da conferencia. A
Bussiadeclarou-se de accorde cora a conferencia, e
tambem a Franca se mostrava em geral entendida
com al proposta, tomando todava a sua participa-
Qao na couferencia dependen^ da approvacao da
dieta allema e da Dinamarca. Da Suecia nada se
soubeLa dieta nao foi ainda apresentadaa propos-
ta res diva ; a Dinamarca demora a sua deciso,
mostr; ndo-se at agora sem volitado para consen-
tir na Jiscussao diplomtica proposta. Na Franca
nao se est mal contente com isso, e tambera em
Berln nao se dissimula a satisfaco por causa das
Iracas espera ncas de urna conferevcia. S em
Vienn; e em Londres sustentam anda a es.peran-
ca e o desejo da sua realisaco.
Dur inte todas essas oceurrencias, continuou
dentro da dieta allema a
grandt s potencias e a maioria dos outros governos
allemajs. Na nossa ultima j fallamos das confe- i beus j*g d* car,as-
reuriai ministeriaes em Wurzbureo em 18 e 19 ~ ",.a,a i4. !* m
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
2i de marea de 4861.
Vamos iado mal e multo mal porque nioguem
se entende, a ninguem se entende porque a situa-
co maldita nao nasceu de urna idea mas de mes-
I quiohos interesses. D'ahi vem que cada qual dos
j senhores da Ierra nao cuida seno de si; cada
; qual procura tirar o melhor partido possivel de
sua posico sem se preoecupar do prejuizo que
d'ahi pode resultar ao visinho.
As provincias foram destnbuidas pelos conquis
O Sr. Miranhvo : Por certo o nobre deputa-
do perde muito.
O Sr. Nabor : Aqu o interesse publico
i que falla ; nao a minha conveniencia I...
Por outro lado vi o nobre doputado qualificar
Goianna de leo do norte; e que era um cas-
talio que convinha ser destruido.
O Sr. Maiuniiao : Ninguem sabe melhor
disso do que o nobre depulado.
O Sn. Nabor : Se! que urna localidade que
desde longa data habitada por caracteres muilo
livres e distinctos I... Sei que Goianna urna ci-
dade coberta de glorias amigas, que se deve res-
peilar.
O Su. Maranhao : Foi ella que deu vida ao
nobre depulado.
O Sr. Nabor : Deu, c ha de dar em todas as
sidente, que o projecto em discusso nao foi im-
pugnado por nenhum dos nobres deputados ; mas
antes que se me pecam explicaces a respeilo, eu
me apresso em da-las.
u sn. presidknte : Peco aos nobres deputa-
dos que nao interrompam o orador, e que o Sr. de-
pulado se dirija a casa ou a mesa, e nao aos seus
collegas individualmente.
0 Sr. Nabor : Dirigi-me ao nobre depulado
que est aqu a meu lado a atrepellarme com
isso o que nao pode
mesmo projecto.
Sr. presidente, anles da memoravel poca de
1848 o povoado de Fazenda-Grande havia sido erec-
to em villa, coma denomnaco de villa da Floresta.
Floresceu essa villa por alguns lempos, e poda mais
tarde tornar-se um lugarejo importante, -e a le n.
248 de 16 de junho de 1849 nao a tivesse suppri-
mido.
Nao foi certamente, Sr. presidente, por motivos
de utilidade publica que isso se fez, nao foi por que
nao tivesse a Fazenda-Grande as devidas propor-
coes para constituir um termo, mas cortamente
por conveniencias e caprichos polticos dos domina-
dores ((aquella poca.
Senhores, o povoado da Fazenda-Grando tem to-
das as condices precisas para constituir um termo,
um povoado grande, e sua respectiva freguezia e
bastante extensa, muito habitada e rica em relaco
a pouca fortuna que existe nos sertes. Parece,
portanlo, justo que, depois de passados esses 14 an-
nos de ostracismo, depois que essas paixes e esses
odios polticos tem arrereeido, e traU-se hoje de ra'm em rlacao a Goai i tei.no
promover o bem publico e o interesse social, essa [nr a -
villa seja novanjente restaurada. ^ I fazer hoje, para compensar outra i
nnra^iW0 Pe a loaserl;,(!'. conhece,dor da" por ventea se tivesse praticado hontem
quella localidade, achando de just.ca a restaurado ^o nobre deputado que acaoou de fall;
apartes suecessivos....
O Sn. BoARQOl : E'
fazer..
O Sr. Nabor : Mas nao posso deixar passar
desapercebida urna semelhante insinuacao.
O Sr. Drummond : O que que est em dis-
cusso, sero as glorias de Goianna ?
O Sr. Nabor : Mas que Goianna nao o
leao do norte, nao o leo de bocea aberta, como
disse o nobre deputade, para engulir e tragar lu-
do. .. (Bisadas).
O Sr. Maha.nhao : E' a mai do nobre de pu-
lado, defenda-a.
OSn. Nabor : E tenho alguma honra nisto I
Sr. presidente, eu nao me restrinjo a impugnar
a inslnuaco odiosa que os nobres deputados flze-
por fim demons-
injusiica que os nobres deputados querem
dessa villa, e sendo isto urna necessidade reclama
da pelos habitantes dessa localidade, nao hesilei era
apresentar com os meus dignos collegas do circulo
o presente projecto, e vim a tribuna demonstrar a
sua utilidade e conveniencia.
Sr. presidente, a comarca de Tacaratu compoe-
SBKflfiU "= S S=TU SZZS.'ZF 53=
fez mais do que legalisar e cumprir as ordens que
elles ihe transmittem. O Zacharias prestase a to-
do este manejo como quera nasceu e foi fadado
para elle. S. Exc. rene nanita fatuidade suh-
serviencia sem limites. Ninguem tanto como elle
aprecia o peder pelas suas pompas e vaidades, e
por isso procura adivinhar os pensamentos dos que
Ihe pode?- encunar os gozos ineTaveis que des-
frucia, suscitando na cmara dos deputados obst-
culos sua duraran. A isto que elle chama sa-
ber governar, sciencia de que, como elle dizla as
vesperas de sua elevacao ao poder havia dar licoes
a quem as soubesse comprehender.
Nao obstante, as cousas nao vo c muito para
que digamos em rellaco as sympathias pela pessoa
de S. Exc. O Sr. Zacharias nao inspira confianca
nem aos homens nem aos principios. Os liberaes
genuinos o tolerara para mais se fortiflearem a sua
sombra, consummando por via delle a inverso
completa do paiz'offlcial, para, depois de chupada
a laranja, deitarem as. cascas fora.
E' geral a crenca n breve duracao do ministe-
rio. Est na consciencia de lodos que basta urna
HUIH-llllll, LUIIIIMUUU i 1 1 i i I, ____
discusso entre as dHas! ?banada da camara Para faze-' salla na facilidade com que os meninos desmanchara
andante ilis armas.
Dito ao coimundaiite do corpo de policia.P-
de V. S. fazer ;.-istar para o servico do corpo sob
sen minutando j paisano Manoel Ferreira Jnior,
aprefrntad i eoR o seu offlcio n. lio de 28 do cor-
rente.
Dito ao iiii'mii. Recommendo V. S. que abo-
l.' urna dala desold a um sargento e um soldado
cid rorpode poliia do Para que veram em deli-
gencia a esta pr-vluca, e lera de regressar para
nl no vapor qunse espera do sul ; communican-
do-me V. S. a nportancia desse aliono am de
solicitar do Exm presidente daquella provincia a
cotnjM-tfnte indenoisa^ao. Communicou-se ao
chefe de policia,
Ditoao directo das obras publicas.Para satis-
fa/ri a ileliberaiii da a>semlda legislativa pro
vincial constanlfl di oficio do respectivo Io secre-
tario ministre Vmc. urna copia da planta de que
M servB esfa repaiiieao para organisar o orija-
meni da estrada de Goianna Pedras deFogo.
1it ao juiz de pa; presidente da junta de quali-
ficar i i!a freym-zia (.i Ex.Nao tendo acompa-
Dhadu a lisia dos rd\dios qualiOcados votantes
rii fregnecia nororrnte anno, que Vmc. mere-
melleu com 0 seu offlfbde 27 de fevereiio ultimo,
as relacoes de que trata o decreto n. 2865 de 21
(I. dezembro de 1861, etnpre que m'as enve com rem as tropas austro-prussianas atravesado a fron
a i o-sivel brevidade. teira do Jutland, expediram-se para Vienna e Ber-
Puriaria.Os Srs. age&ea da companhia brasi- lin represenlaces ameacadoras por causa-disso.
ileira de paquetes a vapo mandem dar transpor- a Franca tambem exigi esclarecimenlos sobre a
lepara o Maranhao, por cuta do ministerio da tendencia do passo milita/dado, e em Vienna onde
guerra, no vapor que se enera do sul, aocadete desde o principio se tinham feito todos os esforcos
o corpo de gnariiuao da provincia do Piauhy para localisar a guerra no Schleswig, e onde com
unan
lar tudo
e Fazenda-Grande, e coust le um s termo, cuja
sede o Tacaratu ; essenerrao tem urna extensao
de mais da trinta leguas, a contar de Tacaratu aos
limites da freguezia de Fazenda-Grande; sendo que
os habitantes desta freguezia as sessoes do jury e
oulras necessidades que chamara a sede do termo
e comarca, tem de caminhar uns vinle e outros
trinta e mais leguas, e por uin'camraho pessimo e
de um areial iusupportavel.
E', pois, doloroso, senhores, o continuar essa or-
dem de cousas. Os cidados qualifleados jurados
tem pelo menos duas vezes por anno de fazer essa
terrivel viagem, e viagem obrigaloria, por cuja
omisse ou fallasoffrem urna multa; sao obrigados
portanto a deixarera suas casas, seus servicos, seus
negocios e suas familias para cumprirem esse de-
ver oneroso, accrescendo a tudo isso a penosa c
terrivel viagem de Iriuta e mais leguas por um pes-
simo cara i u lio.
Me parece, portanto, que vista do exposto, nin-
guem poder escurecer a ^ecessida e justica da
restaurado dessa villa, nao devendo a casa en-
chergar aqui negocio de conveniencias polticas, e
sim a satisfaco una necessidade publica, ou antes
lujustica que se fez aquella
a reparaco de urna
, localidad'e.
marco deu-se aqu. um^acto ^ Sr presidenle :l 14 annos passa,,os a
de fevreiro. Acerca das resoluc6s tomadas as "1"""' contnslou a quantos tiveram de le w- f zja da FMenJa.Urandt ,inha prop0rces para
nhec.mento. 0 senador Ottoni fo. nomeado para conslllak lim terill0 se 0 ^Mo Je ^eadav
m Tr-^f"^ Grande janease lempo mereceu as honras de ca-
leodencia,de um lado de evi- ^-''VT'' ".""i"-''"" V anmversar.o na a- ,hegorjs| de vi|la nojfi que ,U(Jo lem augrnentad0)
-...-- quanu podesse prejudicar a accao das 'l ,0ne s-M- a miperairiz, e naocc aslauuocorii- qUe a pupuia.-o lern crescido, deve com maioria deJ
grandes potencias .no Schleswig, mas de outro lado P^senca da corte, dos altos funcc.onario> r.|zSo c0nstjtu||. um afi,n d(J as nt!Ce5S.
de guakdar os direitos dos ducados de Schleswig- "* ? d'S ?,dadaS de var* ****** "J*? 'dades publicas tejara bem satisfe.las, e nao conti-
Holsle i e e a auloridade da dieta. < n sa,a? imPfnal elle Passou l,ela frenl,! do ',n|^'' nuera os povos daquella freguezia a solfrer a terri-
No d a 25 de fevereiro leve lugar a primeira vota- ,radf faZPndolhe aPcfnas um cumpr.mento de c.i- vo| |nasa(Ja de ^^^ para 0 Tacara,Q em
cao da dieta sobre a questao desuccesso.primei- "r,? e,n Sff""lat '<" beijou a maj a ""Iera- 53,^^^ do serv|?0 pub|co e muitas vezes a ne-
raments sobre a validado do tratado de Londres. E apenas fora da sala do. cortejo declarou em g0l.l ,0 furo e ouvtr mui,as necessidades parti-
A com i.isso propoz a declaraco positiva de sua alla a J*.1 l,l,ha 1"er!do ',v"' 'lu? nao "*' culares.
nulhdle, e que em consequencia disso nao era Jara a m a imperatriz do Ura>il, mas a urna se- Sr. presidente, o projecto marcando os limites
adraiss vel na dieta um enviado de el-rei Chrsta-1 Dn"ra c<>'no f ".rlri de u,n cavalheiro. e Qeve ,er 0 termo d(J Flores,., diz quu 0 ,trmo
no IX ob base desse tratado, as>im como que a : ft .sn epiitacoes como saDe, peijam a m;0;lera |,or |imjies a freguezia de Fazenda-Grande, e
coinmii sao lease autonsada para deixar comple- ( linl)Lri,a"r i se f oni nao quena aar ao enere, bgm HSsm Q ri(Kho ^ eiUre.sen.a uue limita com
tainent 1 de lado o tratado de Londres nos seus futu; 0.6??*! a mesma demonstracao de respeito que f uezia e termo de Villa Bella, ele.
ros relatnos
Schle
Ihe dao todos os Brasileiros, o meio era muito fa
Gmicalo Paes de Azevedo eAlmeida Filho.Com-
niiiiiicoii-se ao cuiiuiiandan- das armas.
Dita.-O vice-pre-idente ia provincia atlcnden-
do; o que requeren a sociiQade benelicenle dos
Artistas Alfaiales, instituid; iiesla cidade, e em
vita do que dispoe o "(d arl. 29 do decreto n.
lidade
nao
base desse tratado, assim como a autorisacao da
commissao, de nao fazer mais caso do mesmo nos
seus novos relatnos.
Devo declarar casa que o riacho de entreserra
mas por
isiderado esse
cerno perten-
gua dos demais cidados brasileiros, o Sr. Ottoni
guir-se por nao beijar a
mo ao imperador. Est no seu direito buscando
. tenca nao s no ecclesiastico, como
tem mn.to a pelto dest.ngu.r-se por nao faenara civ]^^ term0 de Floresta.
riacho per-
nos negocios
berg, e ti norae dos mesmos governos apresentarara
ao mesnio lempo a proposta de couvocar-se adieta
do Hortera.
Julguei, pos, necessario, Sr. presidente, tocar
neste ponto, e descer a e;-tas minu-
de que os nobres deputados nao se
se quef desmembrar esse lugar da
freguezia de Villa-Bella para annexa-lo Fazenda-
IllJill' ',lil no T Illa Ut/HO IMIP ouin/naiu u i*o>iuu
mesmo momento em que recusava ao imperador Grr(de S(J pe^, pnjs a Fazenda-Grande, jus-
es%r:it^:r?a 'js^.. m3n.. ? ? ** ?*&*.^*ca,.,egoria
Nao admittido neste paiz
nhoras. Se se cumprimenta d'est'arte
lugar de director ba mesma sociedade
Flix Venancio de Cantaliie.
Expediente do secn ario do governo.
N. 66.- Olfleio ao Dr. M oel Buarque de Mace-
do, i" secretario da asseml a legislativa provin-
cial.He ordem de S. Kx< o Sr. vice-presidente
recelo e snrpreza se observara a marcha do mare-
chal Wrangel, muito prornptos cstavam, parasujei-
tar-se aos receios do exterior. Se tivesse dominado
a opnio do conde de Bechberg, o marechal Wran-
gel tena receido inmediatamente a ordem para
retirar-se. Em Berlin |iorm o Sr. doBismark nao
I de l!l de dezembro fa 1860, resolve nomear se senta com forcas suficientes para dar tal golpe
ao partido militar, e cm quai.lo temara tranquilli-
; sar a Inglaterra cora a promessa de querer dar ao
] marechal Wrangel urna reprehenso por causa do I
: seu procedimento precipitado, elle consegran da
Austria, que e>la approvou a oceupaco urna vez
realisada de Holding, sob condico que cessasse lo-'
do o avanco d alli para diante. Se o marechal'
Wrangel recebera com effeito a reprehenso pro-
cousa que
ixa ingleza
em 26 de fevereiro, perm, lord Palmerslon fallou
da mesma, e a consequeucia foi, que o marechal
anuos era que foi elle arreadad. Wrangel pedio a sua deraissao, e que no quartel
Pica assim satsl.u a misico da mesma as-1 geral prussiano se fez valer a mais alta indigna-
scmbla constante do offlcu de V S. datado de 21 cao. O embaraco em Berln, onde o partido mui-
do ('miente, sob n. 41 lar tomou parte nessa indignaco, nao foi pequeo, i
N. 17. liito ao mevmo,-0 Exm. Sr. vice-presi- e aflrn de acommodar o negocio e tranquillisar o
denle da provincia inandairansmillr a V. S., pa- marechal Wrangel, o re enviuu para o quartel ge-;
- Fredenco
lanas perto
I do Bin es u I lado da
co.n ulflcio de 26 de fevertiro ultimo.
da provincia transmuto ,, r0pia a V. S. para ser Wrangel recebera cora elleito a reprehei
presente a assen.bla legi l,va provincial a nfor- [ metlida ao enviado inglez em Berlin, f
macu prestada pelo insp>ctf da ihesonrara acer- nao se sabe. Na sessao da camara baj
ca ilo quantum do dizinn siiire o gado vaecum
cobrado as comarcas do 4e#o nos ltimos tres
ra serem presentes a a>se^hla legislativa provin- ral o princq>e L!,r,os' ,ai do PrinclPe I
cial as inclusas rontas, ba,BCo e oreamento que Carlos, commandante des tropas prussiat
remellen a cmara munfeZal do Bio Formoso de Dup|iel. Nao se conhece arada o resi
co.n ulflcio de 26 de feven.ro ultimo. sua missao.
N 68.-Dito a mesmo. Elll solucao aos offlcios Entre tanto a acommodacao com a Ans
d- V S. de :{ e 21 do crrcS sob ni 8 e 42,trans- ca de cessar o avanco na Jutlandia so tu
mi-io-liie de ordem do ExinSr^ce-presidente da considerada em Berln como provisoria, e
I"-.....ia, para rem prn^HEerabla legis- {conseguir que a Austria ronsent.sse que
1.1,...... '' .' lu <>=' __" jo Mioraenfts imitares fosse eslendida
Da Austria e da Prussia, porm, a dila recebeu
urna proposta commum, exig-indo
dianlos tropas federaesno Hob
tambem debaixo das ordens do
e que a Austria e Prussia
tambera nomearem de seu lado comniissarios cvis, rial; S. M. a imperatriz nao poderia
para o Holstein ao lado dos commissarios feleraes. recusar em relacao a sua pessoa.
Ja na prxima sessao, em 3 de marco, aevja ser Nao houve quera se nao doesse do como abusn
votado sobre essa proposla, e isso leve lugar com o Ottoni das conveniencias imperiosas da mages-
effeito. uue. Essas conveniencias collocaram a inclyta
A proposta fo, porm, entregue, commissao pri'neeza, lo venerada por suas virtudes, em po-
holsteineza para relatar. sico inferior ultima das senhoras brasileiras que
Na mesma sessao o Hanover apresentou ao resto' instinetivaraente recusara urna demonstracao de
urna proposla, que tal vez ser de graves conse- deferencia e estima que em sua presenca era recu-
qnencias, a saber: de intimar Dinamarca de re- sada muilo de proposito a seu marid. De feito,
tirar, ao mais tarde em 14 dias, as medidas loma-1 nu ha senhora casada nenhuma que nao repellis-
das contra os navios allemes, e no caso de recusa se com desdem o ousado que passando pela frente
de declarar-lhe a guerra federal. .A votaco cer- de seu marido sem o eumprimentar, fosse a ella
ca dessa proposla foi flxada para q dia la dirigir os seus cumpnmentos. A hypotheso in-
Entretanto, continua a agitaco'nos crculos do teiraraente idntica, porque o bejarao no- se-
povo allemo em favor dos direitos dos ducados e nao o modo admittido pelo uso anliquissimo de
do seu duque Fredereo VIH, sendo sobreludo a nossos paes de eumprimentar o chefe do estado e
popularn do Schleswig a que com a maior ener- a sua augusta familia,
gia se pronuncia a esse respeilo. Embra grosseiramente offendida as suas affei-
J lizemos observar a seu lempo, que em toda a c5es de esposa, nessas affeicoes to caras ao seu
parte, logo que entravam as tropas austro-prussia- coraco, e em o dia solemne dos reg isjos de fa-
nas, segua inmediatamente a proclamaco do du- milia, S. M a imperatriz cumprio religiosamente
que Fredereo. | os deveres de magestade, sobrepondo, em presen-
Tambem quando os commissarios civis austro- ca das altas dignidades do e-tado, a qnalidade de
prussianos prohibirain essas demonstraces, amea- imperatriz qualdade de esposa. Identificada
(ando com severa punico, isso nada mudou. j com as exigencias imperiosas de tao elevada ge-
A despeito da prohibico, as proclamacdes se- rarchia, nao leve olhos para ver o Sr. Ottoni abys-
guiram de um lugar para o outro, e mesmo as mado na grossera de-um procedimento inqualifl
beijar a mao as se-1 de v||a e t)J devem os |jmjttis, da fregUtZia_ser.
infiera- _j. ,... __....___ _i_j...,s_
sua missao.
Entre tanto a acommodacao com a Austria acer-
Jutlandia s tinha sido
alim de
que a linha
laliva pro^nciaira-infiVrii/.koVmap'bas que "mi-das opracoes militares fosse eslendida sobre o
ni-tro, pr,,i da SaSs de Mi eHcordia Jutland o ajudan.e geral de, el-rei, o general de
*-'T.-a donumero dos alu-no^ dos collegios de Manteuffel foi enviado para Vienna com urna carta
auiograpba do seu, soberano ao imperador Francis-
co Jos. Com effeito havia motivos urgentissimos
a marcha sobre Friedericia. Por causa da
Duppel-Aisen, ella
'nos dos collegios
or|*aiHi orphias, e do d*-,,,, qUe pelos respec-
tiv 1. re(iU|iim..ms sk pdjB siiiw dar.
"i'1 ao curouel recrutad'
I" Mente
O Exm. Sr. vce-
da provincia iu,da communicar a
X^TmaTrJ^^ Oensv^paraaPiqafnafe.. Se Duppel fr a.taca-
para .
comtnunicacao da mesma com
forma assim urna nica grande posicao defensiva e
povoaces, onde os habitantes em numero maor cavel e principalmente de parte de um senador do, pojos do despotismo, (Nao apoiados). Disse isto o
nubre deputado que fallou em pnmeiro lugar em
defeza do projecto, que os nobres deputados de
Goianna se queriam locupletar dos despojos do
desjiolismo I.,. Eu, portento, nao poda deixar
passar desapercebda esta insinuacao odiosa contra j 1
fallara dinamarquez, sobreludo as cidades. 1 mpeno
DepoN da proclamaco, foi cada ve en viada urna I Nao foi ella a offendida porque as offensas do
deputaco ao duque em Kiel, e nao se passou um Sr. Ottoni nao podera chegar lo alio; a offensa
da sera que o mesmo livesse de receber essas de- foi feita s altas dignidades do estado, aos cidados
puteces de todas as parles do paiz, com seus en- de todas as gerarchias sociaes reunidos no paco
dere^os de fnlelidade. I para cumprimeolarem* a consorte imperial pelo
Nos ltimos das de fevereiro appareeeu em anniversario de seu natalicio, A offensa foi feila';
Kiel urna deputaco de mais de mil pessoas, em todos nos, ao paiz inteiro que venera na augus-
que de
preseule me occorreu para fundamentar o projecto,
e entendo que sao bastantes para urna breve expo-
siro de utilidade e conveniencia publica, e se isto
nao fr bastante para que os nobres deputados pos-
anal preslar os seus votos ao projecto, eu eslarei
prompto a dar todo e qualquer esclarecraento de
que porventura possam precisar.
Aguardme, portanto, para a discusso em lem-
po opportuno, deixando por ora de entrar em mais
largas consideracoes para nao roubar lempo.
Discurso do Sr. depotado Nabor, na sessio de 12
do passa10.
O Sh. Nabor : Como deputado do segundo
distrieto e nao exclusivamente de Goianna, nao
posso involver-me na questao que se agita sem
grande pezar, poi isso que s trata de interesses
deputado que acaoou de fallar, disse
que Goianna era urna comarca importante, urna
comarca extensa, que media talvez 20 a 30 leguas,
e que Nazareth apenas linha oilo a dez. Mas, Sr.
presidente, ser isso argumento para convencer
da necessidade de passarem-se os terrenos que
pertenciam a Goianna para a comarca de Naza-
reth ? Quando muito isto poderia servir para algu-
ma medida em relaco a diviso da comarca, a
creaco de novos termos, necessidade esla recla-
mada pela populaco de ltainl> e mesmo de
Cruangy, e que portanto deve ser mais depressa
J1 attendida do que essa entrega, que os nobres depu-
l lados querem que se faca a Nazareth.
Um Sn. Deputado : Nao entrega.
O^Sr. Nabdr : E* por bondade ou por fa-
vor dos nobres deputados s e nao por amor da
justica.
Um Sr. Deputado : Logo loi injusto o acto
que hoje se quer revogar.
O Sr. Nabor : Nao sei se lera sido injusto,
porque a admittir-se slo, considerar-se-bia injust-
ca a creaco de urna freguezia nova qualquer; e
por consegrante a facilitaran que desta creaco re-
sulta administracao do pasto espiritual aos po-
vos. seria...
O Si. Maranhao : Urna patota.
OSr. Nabor : Ora, onolire deputado noque-
rendo olhar para o que pretendehojeem favor
de Ntrela, so encara as colisas para o lado da
patota I (Risadas).
A creaco de urna freguezia nunca pode ser um
acto de injustica, e por consegrante nao entendo
que fosse inieiramente injusto o acto da ssemlda
passada.
Se a assembla passada teve em vistas dar forca
a.esta ou aquella influencia cleitoial, tambem boje
so podera dizer que o nobre deputado tem era vis-
tas dar maior forca ao collegio de Nazareth (nao
apoiados) ; e se isto assim, nos nao devemos
acompanhar aos nobres deputados quando deixam
ver claramente a sua intenco.
(Ha um aparte).
0 Sr. Naror : Pelo menos deduz-se isto.
Agora vamos ver a justica ou injustica que ha
em relaco ao projecto.
A freguezia de Cruangy composta de tres po-
voados...
O Sn. Maranhao : O nobre deputado nunca
l foi.
O Sr. Nabor :Fui lano lcomo JVazarelh.
O Sh. Maranhao : Nunca la passou.
O Sn. Aquino :E como foi deputado ?
Un Sn. Depctado :Por sympathia.
OSr. Nabor : A freguezia de Cruangy rotn-
posta de 4 povoados que sao Mocos, Cruangy e...
(para o Sr. Souto Lima), : faz o favor de dizer-me
qual a denomnaco dos outros.
Um Sr. Deputado : Sao apenas tres.
O Sr. Souto Lima : Tem tambem a povoaco
de Pindoba.
O Sn. Maranhao : Pindoba nunca foi povoa-
co : um eugenhoe um convento dentro do
matto.
O Sr. Nabor :Eis aqui, Sr. presidente, sendo
Cruangy, o lugar onde se ada collocada a sde^p
freguezia deste nome perteiicente sempre Goian-
na e nao a Nazareth, quer-se hoje tirarJiao s
este mesmo povoado de Cruangy, coinofiambein
lrar-se a povoaco de Mocos, e outras nTTo perlen-
cem Gaiauna, de longa dala, e da-las de mo
beijada a Nazareth.
Um Sr. Deputado: Quantas legaas dista de
Mocos Goianna ?
O Sr. Nakor : O procedimento que hoje se
quer ter, importa urna injustica maior do que a
que se allega ter feito a assembla passada, quan-
do. tirou S. Vicente, (povoaco que nao tem mais
de duas leguas, para da-la a Goiauna.
(Trocam-se apartes.)
O Su. Nabor : Ao passo qae hoje se qur tirar
de Goiauna para Nazareth os povoados de Mocos e
Cruangy, que tem de exteuso de seis eito le-
guas.
O Sr. Maranhao : Est engaado ; o nobre
deputado nao conhece esses terrenos.
O Sn. Nabor :Isto nao se contesta I
O Sr. Maranhao :Estou contestando.
O Sr. Nabor :Diga-me por obsequio quantas
entre dous collegios importantes, entre dous colle- \ leguas sao, que eu me louvare na suaaeuara-
gios que me minislraram mais ou monos meios cao
para que eu podesse ler assento nesta casa.
Portanto, Sr. presidente, cheio de escrpulo
que entro na questao, mas nao posso deixar de q
fazer quando tico dos nobres signatariosdo pro-
jecto expressoes, que. de alguma forma vo offen-
der, e offender muito a dignidade de Goianna.
(Nao apoiados).
Tenho razan, porque se disse aqui que os repr-
sentantes de Goianna queriam lancar mo dos des
O Sr. Mmjanhao : -O nobre deputado s co-
ntiendo infelizmente em Goianna.
O Sr. N.bor :Nesta capital, em Nazareth, Li-
moeiro, Bonito, e em outros pontos da provincia
so u bem conhecido I
Um Sr. Deputado Teve votacao em Naza-
reth ? ...
OSr. Nabor : Se nao tive mais de ti votos,
fo devido talvez ao nobre depulado.
O Sr. Maranhao : -Eu fui muilo cavalleiro cora
o nobre depulado.
O Sr. PasiDENTE :Sr. depulado, peco que se
cima materia. .
O Sr. Nabor :Estou me restnnglndo, mas o
nobre deputado est me atrepellando com apaes
nome de todo o paiz, como representante dos di
ferentes lugares. As autoridades austro prussia-
as nnham-se esforcado de impedir em dinerenles
lugares a nomeacao desses deputados ; mas sem
successo. O re da Prussia tinha declarado urna
te imperatriz 6 modoJo de todas as virtudes do-
mesticas, o lypo ioexedivel da esposa e de iiip;, de
familias, a bondade nalleravel de todos os dias e
de lodos oa iqsianies, o anjo de caridade,
A imprensa nada disse a esfe respeito, ealou-se,
J.
9*
deputaco do Schleswig que se ie apresentou, de, emmudeoeu, parece que teve vergonha pelo Sr.
urna comarca que desde longa dala tem sido forte
baluarte da liherdad- contra odespotsmo, que tem
por tantas vezes derrabado os castillos deste, e
nvestido-so assim de glorias, e de glorias immor-
redonras pela liberdade I...
O Sr. Maranhao : A eleicao do nobre dopu-
tado nao Ihe servio l de mulla gloria.
O Sr, Nabor ; Nao, jQis, seni grande i mus-
imprudentes que eu nao posso deixar de res-
pouder. .
OSn. Maranhao :-0 nobre deputado esta o-
riando muilo
OSn. Nabor :Sr. presdante, dizem os potn^
deputados que a assembla passada pratioou "'" t
injsijoa lirand.- o pon lo de S. """^7.^ paria
pqya freguezia de Cruangy ; Vioje querem rom-
tica, Sr. presidente, que se passa a dizer qqfl1 pensar essa. injustica com outra muito maior, a
H
>i
.
I
l

1


rv
s^
Diarto de l'ernawbnco sexta felra 1 de Abril de f .
REVISTA DIARIA.
qual dnr-sc para Nazareth os povoados de Mo-
ros, Cruangy e Pindoba, que sempre pcrtenccratn
Goianna, povoados que conteem oito leguas de A assemblX na sesso de hontem, approvou, na
territorio, ao passo que S. Trente s continua primeira parte da ordem do dia, o projecto n. 13
duas. deste anuo elevando 4004000 as congruas dos
O Sn. Mahanhao : O nobre deputado est coadjuctares, orando os Srs. G. Campello, Ramos,
cepo. Maranho e Buarque ; em primeira discussao o de
O Sn. Nabor : E', pois, orna injusiiea... n. 41 que reforma a reparlicao das obras publicas
o Su. M.iiAMiAo :-.FeiU ao nobre deputado. em segunda o den. 12 que crea a raspeceo do
O Sr Naboii :Sirn, ama injustica eom que algodo, tomando parte no debate os Srs. Ramos e
os nobres deputados querem reparar outra. S Pereira.
Eu poviauo me-oppooho ao projecto tal qual Na segunda parte da ordem do da (flxacao de
est, podendo apenas concordar em que se resti- forca policial), oceupou a alteocoo da casa o Sr.
la .Nazareth o povnado de S. Vicente ; e assini Cunta Teiieira.
voto |>elo requenmenlo, porque emendo que se A ordem do dia para hoje, alm da materia an-
trata de urna materia muito seria, qu exige, todo terior, comprehende mais a primeira discussao dos
o cuidado, que depende de esludos topographicos, projectos ns. 36 e 41, segunda do de n. 22, e ter-
e informaedes das diversas autoridades locaes e ceira do den. 19.
respectivas ranuras municipaes... Nao me oppo- O vapor eosteiro Ptrsinunga, ehegado hon-
rei, pois, Sr. presidente, que se faca a devida; tem dos portos do norte de sua escala, nao foi por-
resliluico, menos pie, por interesse dos povos, tador de noticia alguma de.importancia.
outra alguma alterarlo se nao faca precisa na-
que lia localidad*. E neste sentido estou disposto
mesmo a acompanhar um nobre deputado que
pretende apresentar um projecto erigindo em villa
a povoacao de Pedras de rogo, medida esta do
muito alcance para a provincia e de reconhecida
utilidad* para aqueiles povos. Mas preciso em
todo o caso ser esclarecido, e por isso voto pelo
requenmenlo.
Tomou hootem posso do cargo de cnsul de
Portugal nesta provincia o Sr. Dr. Claudiuo de
Oliveira Guimaraes.
Hoje noite tem lugar a rcunio que Ihe e offe-
reeida pelo negociante o Sr. Euzebio Raphael Ba-
bello, no Caldereiro.
Seguio honlem, bordo do vapor Oyapock,
o Exm. Sr. Dr. Laffayele Rodrigues Pereira, presi-
dente ltimamente nomeado pasa o Cear.
S. Exc, durante sua e'stada entre nos, foi com-
primentado por urna commisso dejovens e
A saber
Entraram. .
Sahiram .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeira
Escravos .
Escravas. .
10
20
364
262 presos.
32
3 >
1
63
3
>

364
Alimentados rosta dos cofres pblicos 162.
Movimeuto da enfefmaria do dia 31 de marco
de 1864.
Nao houve.
Passageiros do vatior nacional Oyapock, sa-
bido para os portos do norte :
Antonio da Silva Bayna, sua senhora e 2 escra-
vos, 2o cadete Goncalo" P. de Azevedo e Almeida,
John J. Foster, 1 escrava de Sebaslid Jos da Sil-
va Braga, Homs Armold Berdk, Joseph Lweijo,
George Lamb, s,ua senhora e 1 tilho menor, Alfre-
do Thomaz Cook, Bernardino Al ves Sa lazar, Flix
' Parcor, Andr E. Ferreira Lima, sua senhora e 1
escravo, Leooiz Francfort, Francisco Alves de Sou-
za Car val lio e 1 criado.
Passageiros do patacho inglez W. Jf. Dodge,
sabido para New-York :
W. F. Hall, e W. B. Swift.
. Passageiros do vapOF nacional Persmunga,
por urna commisso ,------ -~
Discurso do Sr. Soares Brando, pronunciado na daiUes denota Faculdade de Direito, sendo seu entrado de Granjaeiportoi'nterraedios.
sessao de 15 do frrenle. orador o Sr. Jos Avelino Gnrgel do Amaral. j '<'<> Serino, Manoel Isidro da lo4a <
O Sr. Soarks Biiamdao :-Sr. presidente, sendo I Remetironos a segumte noticia
eu um dos signatarios da emenda em discussao, e
a ciando o nobre deputado pelo l" distrie o (o Sr.
Sabino) de pedir explicacoes acerca do pensainento
que tiveram os autores dessa emenda para apre-
seiita-la consideracao da casa, julgo-me obrlgado
a fazer mui succintas consideracocs para satisfazer
ao nobre deputado. Vou nicamente ex|>or as ra-
zesqoe aeiuarain ao espirito dos autores da emen-
da ao ai i. 6<*do projecto.
Dizia esse artigo. (L.)
O presidente da provincia, na expedieco dos
regulamenlos neeessarios execocao desU le, tica
aulorisa mento da referida laxa, que forem reclamadas pelo
Mrvieo publico.
Oceorreu-nos o seguinte pensamento : muito
possivel, e provavel at. que sueceda estabeleecr-sc
una barreira as trras de alguin engeuho; mui-
tas veres os propietarios desses engenhos ser-
vem-se das estrada- publicas para por ellas man-
dar-se conduzir suas canas, mandarem levar seus
gados ao cercado e para outros dilTerentes misteres
de sua industria, podendo, portanto, tornar-se-lhes
por de mais pesado a barreira sendo ellas obri-
gados a pagarem o imposto todas as vetes qae tive-
rem de fazer passar pela barreiraesses gneros e
animaes.
O Sr. Sabino Olegario :Aeho milito justo.
O Sn. Soares Brandao : Diz o artigo do projec-
to que, o presidente peder conceder as isempeoes
reclamadas pelo servido publico; c mais nada pelo
que entendendo nos que muito fcilmente pedia
realisar se a hypothese que acabei de mencionar,
julgamos rasuavel desde togo-i>reveni-la,e foi para
ssh (|ue aprestaramos a emenda, que se discute.
C.reio que o nobre deputado est satisfeito.
(Ha um aparte.)
O Sr. Soakes Brandao :Nao faremos questao
de redaccao. Se o nobre deputado enUode que se
pode u>ar do urna melhor redargo, mais garauli-
dora dos abusos, apresente-a, que a aceitaremos.
Discurso do Sr. (encalves da Silva, na scsso de ii
* do correte.
0 Sr. Goncalves daSilva :Sr. presidente, sen-
do, et* um dos signatarios do projecto em discus-
sao, sendo um dos seus autores, e at figurando o
meu humilde nonie em primeiro lugar entre as as-
signaturas deste mesmo projerto, corre-me o de-
ver imperiosa de dar as razes que tive para o
apresentar consideracao c sabedoi a desta casa,
tenho nina obngaeo restricta de dizer quaes os
motivos que actuaram em meu espirito para dar ao
Exin. presidente da provincia a faculdade de con-
tinuar a factura da estrada ao norte desta provin-
cia entre o engeuho UM e Bujari na comarca de
Goianna, com i|0CM por menos o lizesse ou mais
vantagens oflrecesse. Ese dever imperioso me
taillo mais agradavel, Sr. presideBte, quanto es-
ton iiitiiiiameiile convencido da proticuidade, das
vantagens do meu projecto, que nada menos ni-
pona do que o encrandecinicnto da provincia de
Pernambae. Pencando assim, Sr. presidiante, eu
nunca me persuad que alguem se levantasse para
impugnar, para iieilirjexpiiea^oes relatimamente a
sua uiilidade, mrmente o nobre deputado que me
piecidi'U, me adiiuroii isso sobro modo, e eu dou
a raaio desta minha admiragao.
Um Sr. Deputado :Elle nao conhece a locali-
dade.
() Su. Goncalves da Silva ;Oocam os nobres
deputados, e vejan se tenho ou nao razao.
Admirei-me que lo-se o n>bre deputado o pri-
meiro que se levantasse para impugnar o pro-
jecto.
(t Su. Demosihenes :Nao impugnei, pedi expli-
caces.
O Sr. Goncalves da Silva :Que pedisse essas
mesiiias expiicacoes, porque quando em una das
*e.-.-es anteriores o nobre deputado apresentou
um pr. jecln e al de alcance inaior, para se fazer
a estrada de Tiombetas Bonito, o nobre deputado
nao go-tou que o nobre 2 secretario Ihe pedisse
exphcacoVs acerca da prolicuidade ou vantageni
dessa estrada, o nobre deputado cnrommodoii-se
muito eom pdirta-se-lhe essas explicacoes, at se
offeiideu bastante, poique o nobre deputado julga-
va o .-eu projecto lio til, a ponto de nao seren
precisas laesexplnacoes.
O Sr. Demosthenes :Impnpnou-se o projecto,
din ndo-:e al que a estrada era do systeina de. ro-
d.igcm, eousa que .- Unios no Biode Janeiro.
O Sn. Gokcalves da Silva .Mas quein disse
isso fui o noble 1 secretario, d< pois que o nobre
2" secretario fallo ; porm quaudoo nobre 2o se-
cretario pedio simple.-menie explicaoes, o nobre
deputado nao gostoo, eu atlendi muito para a dis-
cutan, e potei isso, razio porque adinirei-nie que
fo>se o nobre deputado o primeiro que quizes>e
explicacoes sobre a conveniencia e utilidade do
projecto que se di-cute, quando se trata da primei-
ra discussao, e eu estou iiiU-iraim-nte convencido
de que, todo e qualquer projecto que tendo a fac-
tura ile una estrada ciicerra em si una utilidade
palpitante, (a|K>iados) de primeia intuicao. e at
me parece mesmo ijue a marcha a seguir-se em
piojt ctos idnticos, nao pedireni->c explicacoes
da sua conveniencia, porque ella salta aos olhos,
*dPdente ; mas sim deixaudo-se passar o projecto
em primeira discussao, para na secunda offerece-
i eiu-sLs con.-iderai'ms que podein liaver contra
elle.
Todo o mundo sabe que o Exm. presidente da
provincia contra tou a estrada do imite na distancia
ile d--/. leguas, lodo o mundo sabe que essa estrada
est Ma al'esse poni, mas todo o mundo sabe
que d'ahi at Goianna anda a estrada se nao fez,
e que s.mdo urna distancia muito pequea, eu
eoteudo que se ileve concluir esta obra de gran-
de importancia, mesmo porque nessa pequena ex-
tensa., ha omito-, inconvenientes que prohiben) o
transite publico.
Ha dous rios muito caudalosos na grandes in-
vernadas, e duas ladeira* muito mgrimes, alm de
um arcial de mais de meia legua.
Ora achando-se a estrada adjuntada como se
arda, restando apenas esses cmharacos para que
ella possa dar pefeilo transito ln$ producios do
ii. i te da provincia, uo sera conveniente concluir-
se esse rente de estrada quanto antes ?
Un Sr. Deputado :Todos querem muitacousa.
O Sr. GoNCAi.vgs da Silva :Eu naoquero mui-
ta rousa, se quizesse pedera a satisfaeo de outras
necessidades muito importantes da ^comarca de
Gmaftna, mas nao faco isto, porque attendo as cir-
coiosunria.s do cofre da provincia, apenas me
limito a pedir que se faga essa obra argente, essa
pequea exienco de estrada que vai do rio Ub
ao no Hujai y.
Um Sn. Depltado -Quantas leguas?
O Su. Com;.\lves da Siuta:Duas e poacas
brabas.
U Sr. Deputado :Sao qaatro leguas.
0 Sr. Goncalves da Silva :-*So seis mil e
lanas bracas, est no orgamento de. engenheiro,
segundd as infornia,c6es que me derlm.
Quando, pui<, Sr. presidente urna estrada recla-
ma ,-er feta n'uina pequea exteneo, quando essa
estrada encei ra tantos inconvenientes como os apun-
tados por niiui, me parece que esta cmara rilo
deve por manara alguma regeitar o projvcto, tanto
mais escando elle em i' discussao.
(frocam-se aliarles.)
O Sr. Goncalves da Suva :Justamente : por
isso'que as nobres deputados aceitain as mnha>
explicacoes e entendem que o projecto til; ter-
mino as minha* cnsideraedes, esperando que elle
|iasse em i* discussao.
Os serventes da obra do cano que se esta fa-
zendo na ra do Destino, tem por coslume* depois
que se findam os trabalhos, reiri descancar fia cal-
cada de urna casa sita na mesma ra, que serve de
deposito dos materiaes da mesma obra, e entre el-
los um cabra de nome Jos, escravo de urna fami-
lia, que mora as proximidades do quartel do Hos-
picio, o qual, segundo nos informam, por mais de
urna vez tem dirigido graeejos indecentes as pes-
soas que passam.
t E* conveniente que a polica pooha cobro a
audacia desse escravo, assim como o Sr. Teixeira,
administrador da dita obra, aflm de evitar-se al-
gum conflicto desagradavel.
Informam nos que acha-se carcomido pelo
cupiHi, e em risco per isto mesmo de cahir a cada
momento, a columna do ultimo lampeo a gaz de
Santo Amaro. E pois, couvm que se effectue a
competente subslituicao, antes que vindo abaixo,
occasione algurn incotnmodo a quem passando em
tal occasiao, fique sob a sua queda.
. Encerrou-se hontem a matricula do anno
da Faculdade de Direito desta cidade.
O Afee Banco est pagando q duodcimo di-
videndo, correspondente a 9 por accao.
Reniellem-nos a seguinte communicacao, cuja
materia carece das vistas providentes da respectiva
autoridade, alim de reinover-se o abuso que e de-
nunciado : ,
Sr. redactor da R-vista Diaria.E por ceno
admiravvl que as barbas da polica apparecam in-
dividuos, que, sem tributar respeito algurn, a fa-
milias honestas dirijam Hr improperios e ameacas
eom bastante detrimento de sua honra, e tudo
isto se torne neutra a autoridade policial, a quem
tem sido cornmunicados taes actos.
Queremos fallar do subdelgado do primeiro
Amonio Pavao de. Vasconcellos, Francisco Antonio
Faleo, Dr. Joao Busson, Antonio Luiz Leite, Joao
F. da Conceicao, Felippe Jos Domingues, Affonso
Jos de Oliveira, Severano Huniz Pacheco, Jos
Mara de A. Mello, D. Maria Fernandos Campos,
Francisco Jos Soares, Jos Rodrigues Machado
Cortes, Jos Rodrigues de Siqueira, D. Amanzel C
L. Gama e 1 criado, Luiz Ferro, Jos Anastacio
Gomes, Jos Saturnino Carneiro C. da Silva, Anto-
nio Pereira de S e 2 escravos, Jeronymo Thom
da Silva, Adriano Augusto de Almeida, Joao Fran-
cisco da Silva Mendonc,a, major Aotonio Carneiro
de Almeida, Jesuino B. de Souza, Joao deDeus
Goncalves e varios escravos a entregar.
Alguns instantes depois perguntou-lhe novamen-
te o capitn :
Podis aturar mais cinco minutos ?
Sim, com a ajuda de Deus respondeu Joao
Mavnard.
ds seos cabellos brancos estalavam sobre a sua
cabeca; urna das suas naos estava inutitisada.
Com o joelho no chao e com os denles e a mo va-
lida na reda, o velho eslava firme corno urna ro-
cha.
O navio chegou costa ; estava salva toda a
gente de bordo, porm Joao Maynard cabe morto
s-bre o coa vez em chammas.
Este rasgo de herosmo na nossa opno,
muito superior do athenonse CynegerOj me se-
gurou urna embarcaco persa com a mao direila,
depois com a esquerda, u afinal com os denles,
quando o inimigo Ihe cortn os dous bracos.
Este estava animado de um ardor selvagem, po-
rm Joao Maynard dedcava-se tranquilamente
salvacao de algumas pessoas que Ihe eram estra-
nhas.

As noticias da China, recebidas em Marselha,
dizeni que em Maco fra festejado com grande
pompa o nascimento do herdeiro da corda de Por-
tugal.-
Em Haukow houve um tremor de ierra, de que
foram victimas 300 pessoas.

Diz nm jornal de Paris que um cao qne M. Geor-
ges Hailu, actualmente regente da orchestra da
opera, tinha quando era regente da orchestra do
grande theatro de Lyon, dava o la para seu amo
aliar a rabeca.
D-me o la, Turco, dizia o professor, e o intelh-
gente animal, estendendo logo o pesroco, sollava
urna especie de gemido que dava sem variar urna
comma, o a do diapasn usado naquella poca.
E' para sentir que a adopcao de um novo diapa-
sn normal, produzisse graves perturbacGes nas
relacoes musicaes entre o amo e o seu cao.
l'M POUCO BE TUDO.
A Gazela dos Estrangeiros reala e seguinte:
Foi no ultimo baile da corle de Alhenas, para o
qual tinturo sido convidados pequeos, grandes e
a classe media, tudo mistura.
Ksuvam os olliciaes da guarda nacional, que
nem todos sao senhores.
Como isto meleslava um pouco s susceptibili-
dades dos aristcratas, um d'elles, vendo o seu sa-
pateiro no baile, dirigise para elle e disse-lhe
muito alto:
Folgo do vos encontrar, porque desejava fal-
lar coui vosco para vos dizer que os sapalos que me
fizeste, me apertam horrivelmente.
O sapateiro nao se deixou abaler |>ela recorda^o
da sua condco humilde e respondeu :
Se os sapatos vos incommojdam, tanto melhor,
porque talvez vos far pensar em me pagar, pois
que ha muito lempo que m'os deveis e outros
mais!
Sem se elevar tMra crepridain, o boteiro aparou
dis'iriclo da frgez'ia dos jngalos, o que de cerio bem o boto do seu adversario, que flcou corrido.
bastante admiravel, visto o grande tino policial------------
com que sempre esta autoridade se tem manifes- Diz o Jornal do Porto que existo na quinta do
tado naquelle lugar, no desempenho das funeces ; Exm. Sr. Joao Pacheco Pereira, em Villar da Torre
inherentes a seu cargo : mas desta vez nao se tem da Marca, um magnoiio real, cujo tronco, pouco
prestado a corregir um celebrrimo Chico Maca-1 cima da Ierra, mede vinle palmos de circumfe-
co e um seu companheiro, que ousam dirigir os rencia I
mais asquerosos insultos, e at ameacas de clavi-1 0 ramos d aqnella arvore luxuosa e de magm-
note em punho aquellos que tem a iufelicidade fleo aspecto apresentam um compnmento honson-
de serem-lhes circumviznhos, nao obstante as re-1 tal de mais de doze metros, contados do tronco em
teradas queixas que estes fazem aquella mesma todas s direccoes!
autoridade 90* coberlo e assombrado pela ramagem da-
E como seja hoje a vossa Revista Diarta o quelle gigante vegetal mostra urna crcumferencia
nico meio de que se servem aquelles que sem io- de setenta e oito metros, ou cerca de trezentos e
fluencia alguma local, deixam de ser attendidos em sesseoia palmos.
suas queixas; por isso pedimos-vos que queiraes Nao ha anda muiros annos que o jardmeiro que
dar publicdade ao que cima vos expomos, pedin- foi de Guilherine IV de Inglaterra, veio de proposi-
do providencias a respeitoT
c Um observador.
Ik>m data de 30 do prximo passado recebe-
mos de Pao d'Alho a seguinte carta :
t Ha muito nao Ihe dou noticias deste Pao
d'Alho. Temos estado sem novidade que mcreca a
pena referir-lhe.
Vamos bem quanto a salubridade;_ tambero os
gneros alimenticios continuam por baixo prece, a
exc.|cao da carne que ainda vai cara.
O invern tem-se feilo esperar ; de vez em
quando arma-se o lempo, mais desapparece logo
os
ca das armacoes. Consta que pe
to ver o magnotio deque fallamos easseverra ser
o maior, dos da sua especie, connecidos na Eu-
ropa.
A Nocfie refere o seguinte.
Len>js n'um jornal urna anedocta que mostra
i bem claramente o valor philologico do-M- Ernes-
to Renno amor da sacrilega obra a vida de Je-
ss.
Mr. Renn que, segundo vemos, sendo professor
da lingua e litleratura hebraica e syriaca, professa
o que nao sabe, se quiz dar o ar de consumado
s signaos de chuvas. Parece que. estamos na po- orientalista com o ir visitar ao celebre Drack doc-
a das armacoes. Consta que pelos srteos j esta, tissimo rabino, convertido a religiao catholica.
COMMUNICADOS.
PUBLICARES 1 PEDIDO.
ckuvide para fallar-lhe com a linguagem de l.
Adeos. Esla marcada a correicao nesta comar-
ca para 18 de abril prximo.
De conformidade com o parecer do conselho
director, manda a presidencia que seja adoptado
em todas as escolas primarias da provincia a ta-
beada, que coraiioz Verialo Sergio.de Moura Mallos.
Ao escrvo*> jury da comarca de Nazareth
Manoel Jdaquim Bandeira de Mello, concedeu-se
ticenca |>or tres mezes para tratar de sua sade
fra daquella comarqa.
Dirijem-nos as seguinles linhas sobre acons-
truccao do paiol da plvora na Torre :
* Sr. redactor da Revista Hara.8a sua Revis-
ta do Diario n. 68 houve quem viesse ao encontr
de alguns proprielarios da Torre, que representa-
ran! a S. Exc. o Sr. presidente contra a construc-
cao projectada do paiol da plvora na locahdade,
que ao seu correspondente parece a mais propria
para o lim, que se lem em vista.
Sem querermos disputar com elle conheci-
nientos pyrotcehnicos, que nao possuimos, bastar
dizer que oSr. Arantes, romquanta possua all al-
guns terrenos e chcara, nao o maior proprieta-
rio d'entre os dzoilo, que assiguaram a represen-
laciio eita presidencia ; sendo que o seu estabe-
leciinento enmmercial nao passa de una' paitara.
E quando elle, por mais corajoso, ou por Ihe
fazer coiita vender o seu terreno ao governo, jul-
gasse conveniente supportar a edlicataode um de-
|K>>to de plvora junto a sua propriedade, nao fica-
riam por isso os ouiros proprielarios na olirgaco
de se calarem, vendo eavar-se um precipicio, em
que podem ealiv a lodo momento.
Inqueslionavclmente nao permiltidi por le
alguma, que no meio do ncleo de urna populacao
creseente, onde se vai procurar abrigo contra as
cnferuiidades do centro da capital, se collonue um
estalielecimento, que deve recolher milharps mi-
niares de arrobas de. plvora, que de maii a mais
lem de ser guardadas por algurn destacamento,
que nao Kjder deixar de inquietar o re ouso de
quem vai procurar sade. na hbe.rdade do campo.
Nao terei a arrogancia de, como prt tende o
correslondente, apuntar a S. Exc. os luga es com
Indas as condiedes teehnicas para um tal estabele-
cimeuto : o que, porm, posso afirmar que o
local por ora eseolhido o mais improprio sobre-
tudo porque ha de vir a incommodar, ecamnifi-
car a una nao pequea vizinhanca, que ce lamen-
te tem iodo o direito de oppor-se por lodos (s meios
legtimos a ediliraeu do paiol acola.
< Todos os proprielarios, que assignaram a re-
presentacaOj e oulros que por falta de lempo o nao
tizeram. estao persuadidos de que se o Sr. presi-
dente da provincia for visitar pessoalmenle o lu-
jar, de i|ue se falla, reconhecer, que nao justo
nem possivel, que nclle se coosirua o deposito da
plvora.
Moviment do liospial de Nossa Senhora da
Conceicao dos Lazaros, do 1* 31 de marco de
1864
Entrando em conversa scientitka acerca da lin-
gua hebraica, M. Drack peasM nao poder usar de
maior cortezia com o orientalista do collegi de
Franca, do que Ihe apresentar um curioso manus-
cripto hebraico.
Mas quem tal dira I
O professor de lingua hebraica nao pode decifrar
urna retira ; e, um pouco confuso, se despedio de
M. Drack, pedindo-lhe a paga da visita. M. Drack
o satisfez, mas nao adiando a M. Renn em casa
Ihe. dejxou um bilhele escriplo em lingua syriaca-,
porm ao professor de hebreu e de syriaco, aconte-
ceu-lhe o mesmo que com o manuscripto hebreu,
nao pode entender una palavral
Eis os sabios de hoje.
A eleice peU Io circulo.
0 appello s urnas o meio de que hinca mao
todo aquelle, que minando o caminho da poltica,
e sempre leal ao seu partido espera estender os re-
cursos de sua iaietligencia pelo progresso do paz,
que com tanto ardor tem sustentado j na tribuna
e associaedes polticas, j representando os inte-
resses do povo, quando esle o aprsenla como
patrono de sua causa.
II
E o povo fiel a aquelle, que nas crises nunca
Irepidou, que sempre o vk) atal.ua vigilante da li-
berdade, que usando da palavra, e quando a voz da
justica o chamara, esquecia Gregos e Troianos, e s
tinha em mira os interesses do seu paiz, o seu
progresso material e moral, com ennfinnea o deve
aceitar, e dar ainda urna prova de que o vol que
vai depr na urna cahe sobre um homem, que em
circunstancia alguma deixar derespeilar oque a
conslituico Ihe prescreve.
MI
E este homem intelligenle activo, zeroso no man-
dato de que se acha encarregado cumprir o que o
povo delle exige.
rv
Aproximam-se as eleicoes, que devem collocar
na assemhla geral um candidato pela vaga deixa-
da pelo Exm. Sr. conselheiro Francisco Xavier
Paes Barrete, que assumio o honroso cargo de
senador do imperio.
V
E o povo, e aquelles que consideram represen-
tado nacional como o ncleo de todo os que se
teem sacrificado pelo progresso, nao hesitaran em
satisfazer essa eondiecao escolhendo aquelle, que
a bem do partido, que se ergua, recusou em bene-
ficio desse mesmo partido a sua candidatura, e
cedeu o seu lugar.
VI
E este homem, que de tao bom grado nao hesi-
tou um .- momento-em sacrificar a sua-eieico' foi
o Sr. Dr. Caetauo Xavier Pereira de Brito, que por
10 annos consecutivos 'tem sido deputado provin-
cial, que tem prestado servicos qur como funecio-
nario publico, qur como medico, que o governo
qualquer que tenha sido o seu credo tem encon-
trado nelle ohoinem do dever, e da juslica embora
nao vivesse com elle em harmona de ideas pol-
ticas. *
VII
Nesta provincia onde superabundam os desejos
do pr.)gresso, e s do progresso, devem todos os
Pernambucanos reunir-so e nao perder a occasiao
Je remunerar aquelle, que verdadeir. amigo do
paz, e que inmensas provas tem dado do seu
acrisolado amor por esse mesmo progresso.
VIH
Somos Pernambucano, lvre, e independente, e
certos de que a minha provincia deve mandar ao
parlamento iiomeus do carcter do Sr. Dr. Caelano
Xavier Pereira de Brito, esperamos, que os nossos
patricios concorram para que elle seja o eleilo pelo
Consolacao
Se um dia virgem piedosa
Urna lagrima saudosa
Nao vier triste o queixosa
Em meu tmulo verter,
As flores na madrugada
Sobre a lousa requeimada
Doce gota perfumada
De orvalho faro descer.
Se distrahido viajor
Do caminho no labor
Nem um s olhar de amor
A minha campa mandar;
A la do co n'altura,
Bompendo o veo da espessura,
Ha de vistas "de ternura
Nella saudosa empregar.
Se nenhnm mortal houver
Que me d, quando eu morrer,
Urna lembranca sequer;
Paciencia! sou contente I
De miin fallar o prado,
O fresco bosque enramado,
Que susurra socegado
Ao toque d'aura fremente.
0 bosque, os prados, e as flores,
E da la os resplandores,
Da natureza os primores
Que eantBi na lyra pura
Hao de lembrar-se com amor
De seu humilde cantor,
Quando jazer la no horror
Da sombra sepultura.
Nomez de Janeiro prximo passado, segundo urna
estatistiea martima dosEslados-Unidos, perderam-
se 36 navios americanos : 6 fragatas, t barcas, 6
bergantn?, 16 goletas e 2 vapores.
O valor das perdas calcuJa-se em 3,874:0005000
em nossa moeda.
O Commercio do Pmto conta :
Nos Estados-Unidos exista um (arJoao Maynard,
txistiarn 13 horaens e 13 mulheres, enpram z muilo conhecido como marinheiro honrado e intel-
homens e 2 mulheres, morreu 1 homemj cxislem
1% homens e 13 mulheres, total 29.
Observacao.
Falleceu Joaquim, de nac" da Costa.
O mordorno do mez,
A. J. Gomes do Cmreio.
0 regente, .
Diniz Ignacio P. dos Sa
beparticao da polica.
(Extracto das partes do dia 31 de marco de
1864.) v
Foram recolhidos casa de delenco no dia 30
doenrrente :
A' ordem
Africano li
tos.
I gente.
Em urna tarde do verao passado indo elle romo
piloto, n'um vapor que ia do Estreito para llulfalo
(America do Norte), o capitao vio um fumo espessu
que saina do poro, e gniou iminedialameute
Simpson que fosse ver o que era.
Simpson veltou paludo como um lenijol, excla-
mando :
Ha fogo no navio I
Ao fogo I ao fogo I gritn o capitao.
Todos os passageiros pozeram mo i obra, porm
intilmente se lancavam baldes de agua sobre o
se lancavam baldes
. incendio, alimentado por urna grande quaodade
m do Dr. delegado da capital, Pedro, de resina e alcatro.
ivre, e Cosme Jos Damio, criulo, am- Quanto vai d'a
........i. i e.i. ni...
Los para rorrerco.
A' ordem do subdelegado de Sanio Anpnio, Ma-
noel Ignacio Quilate, pardo, tambero para corree-
cao ; Galdino ou Claudino Ferreira Gomes do Es-
pirito Santo, crioulo, para avenguaefies poleaes.
A' ordem do de S. Jos, Quitea Mara da Con-
ceicao. parda, por disturbios. 1
A' ordem do da Boa-vista, os pardos Marcelino
e Manoel, escravos, esle de Joaquim Majtlns Mo-
reira, e aquelle de Jos Antonio Perrao dk; Figuei-
redu, ambos por iufraccio de postoras.
0 chefe da 3" seccao,
/. G. de Mesbuita.
Movlmento da casa de delenco no lia 90 de
marco de 1864.
Existiam ... 374 presos
aqui i Bllalo ?
Seie mil has.
Kmquanto lempo chegaremos l Y
Em tres quarios de hora, se conservarmos a
mesma veloeldade.
0 capillo aconselhou os passageiros a que fossem
para a proa e ledos para l foram.
Joao Maynard tlrou ao leme, cercado de cham-
mas, que o' sutTocavarn.
0 capujo gritou-lhe com o seu porta-voz :
Ji>3o Maynard ?
Sim, sim, senhor I
Estaes ao leme T
Sim.
De que lado vai o navio T
Do sudoeste.
Dirigi-o para o sudoeste e ganhai a praia....
1 circulo.
IX
A urna decidir, na urna, e nos eleitores confia-
mos.
UNA IKlllllt
de sandade sobre a lousa funeraria da Exm.3
si. II. Antonia Apolinar ia dcliell oll'r-
recida ao seu ittcousoiavcl espose lllm.
Sr. Manoel Luiz de Mello, a seu lilho c
meu aniiijo o lllm. Sr. Joao Luiz de Mello
e a sua desolada familia.
As gratis e a paz do cora-
cao nu lirram da morte. Fe-
nevem os lyrios apezar da can-
diilez das suas corothis e da
pureza dos vulles em que ha-
bit am.
Chateaubriand.
A ampulheta do lempo em seu gyro pe-
rennal acaba de marcar o limite a mais urna
existencia preciosa!
Mais urna vida pura, exemplar e virtuosa
acaba de sunur-se para sempre "na tenebro-
sidad do sepulcro I
A e.posa lerna e idolatrada, a mi extre-
mosa e adoravel, a amiga fiel e dedicada, o
syrobolo anglico de todas as virtudes do-
mesticas, nicas que mai&^rios approxima
dessa sombra errante e fugitiva a que cha-
mamos f. lindade, e que em vo procuramos
tocar neste valle de protoacas a Exm.'
Sr. D. Antonia Apoliuana de Meilo j nao
existe... Morreu I...
Ao alvorecer do dia 27 do cor rente, or'va-
Ihada peas sentidas lagrimas de seu vene-
ravel esposa e rilbos, prenles e amigos de
sua numerosa familia, depois dos mais dori-
do> padi.rimeiikis, e d receber todas as con-
solaces que ne.te solemne e Inste momen-
to nos ..|T. recea n-ligio de Jess Christo, a
sua alma, despreudendo-se do involucro ma-
terial que a prenda a Ierra, e purificada no
crasol do soffrinienio, foi repousar perpetua-
mente no seio da Divindade.
ConMjIem-se pois os uieus amigos e sua
esliinavel familia com a mavio-a lembranca
de que o dia soleiniiisimo da Ke>sm reicao
do Martvr do Golgota foi tambero o da trans-
plautaco daquella flor aos deliciosos vergeis
da etrruidade.
Chorar sobre a campa do ente que mais
nos aitecou a existencia neste mundo, lo
agradavel e consolador l.~
Orar por aquella que nos embevecen os
das o guiou nossos trmulos passos na sen-
da e cabrosa da vida, tao santo e iro-ffavel,
que aps este sagrad dever sentimos em
iiosso toracao alguma cousa de celeste; e o
fcenlunos -(>or.|Ue a ora^-ao das lagrimas,
quando naso das da verdadetra compunco,
formam juntas uina benfica e mystenosa
escada de oiro que nos facilita a commuoi-
cacao com o Ser immuiavel n perrnaruuile.
Curvmonos pois, em presenca da fria
lousa que encerra os restos inanimados que
tiranteamos, e depondo sobre ella urna gri-
naldarte vinieras, fassamos subir a.) throno
do Eterno urna fervorosa prece pelo descan-
co eterno da sua alma.
Kecife, 31 de" marco de 1864.
LF.'
Phtyslca.
O xarope etherio de veame por mim preparado,
muilo tem aproveitado aos que soffrom desta mo-
lestia, e de lamenur-se, que. no obtuanolaa-u
cidade a maioria dos que sucumbem de tubrcu-
los pulmonares, sem procorarem o recurso do pra-
tico e do experlenle, que Ihes podem encaminnar o
meio de sua salvacao.
O Sr. Braga com loja de ferragens na ra
Direita, foi desengaado por dous habis m-
dicos, acha-sa bom com o tratamento por mim
prescrip'o.
A Sr. Jeronyma Mara da Conceicao, moradora
na travessa do Montmro n. 10, achando-se desen-
gaada, tambem mim recorreu e acha-se resta-
belecida.
Um sobrinho do senhor professor de Nazereth uo
Cabo, acha-se bom, como se v de sua carta abaixo
transcripta, alm de outros fados, que poderia aqu
mencionar.
A phiysica a deslruic.io e a magreza de todo
corno, em conseqnencia de chagas, inberculos, e.
concreccao dos bofes e de empyerna, atrophia ner-
vosa, e outras molestias que viciam os humores,
como escorbuto, alporcas, gallieo, asthina, bexigas,
sarampo, etc.
Na phtysica, chegando ao estado de gravidade, o
que muilo pode eoncorrer para a salvacao do
doente e ajudar os medicamentos o ar do campo,
exercicio conveniente e dieta, a qual nao deve j*er
de nenhuma eousa quente, ou de difilcil digestao ;
e a bebida compre que seja de natureza branda e
fresca.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a moderar
a acrimonia dos humores, e a nutrir, e suster o
doente, para o que preciso reduzi-lo ao uso de
vegetaes e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ha de ser
em poucas porcoes, para evilar que o excesso do
chylo fresco opprima os bofes, e accelere muito a
circulacao do sangue.
Muiros doentes desla molestia se teem entregue
as uso do olee de ligado de bacalho, e outras pre-
paracoes de resinas e blsamos, sem que deltas
tenham tirado proveito; e alguns expositores de
medecina cembatem com muita razio esse trata-
ment.
E' costume carregar e estomago do doente com
medicaineihos oleosos e balsmicos; porm estes
ero vez de tirar a causa augmentam-na, esquen-
tando o sangue, ao mesmo lem|io que Uram o
apetite, relaxam os solidos, e sao de toda sorte per-
niciosos.
Tudo une se fizer para extinguir a tosse, alm
do exercicio e rgimen apropriado devem ser re-
medios de ualureza acida, detergente e calmante.
Os accidos possuem a virlude de produzjrero
bons elTeitos neste enfermidade, porque, nao s
contnbuem a apagar a sede quando acomettem a
febre ethica, mas tambem a refrescar o sangue.
Aos doentes desta enfermidade, quando o seu
estado de gravidade tal que a febre ethica os
acomette, prescrevo-lhes o sueco de um liuio
I disslvido em urna chicara d'agua com bastante
! Manear em uro grande copo para misturar coin
um papelnho dos pos refrigerantes para lomar,
I com que aliviam no acomettimento da febre, e pela
' marihaa o xarope elherio de veame. Tenho acon-
sejado, que fac;f ii uso de vegetaes de natureza
I acida, como laranjas, limos, pitangas, uvas etc.,
i e applicaeoes de plantas amargosas, que fortificam
I o estomago, e servem ao mesmo lempo paradeslruir,
! e mitigar a sede.
A Sr.' D. Joaquina de S Barreto, tendo urna
sua escrava fallecida desta molestia submeltida ao
tratamento de seu medico, re&olv.eu proctirar-me
para tratar de um oulro escravo, que soffria da
mesma enfermidade,-prescrevi-lhe o xarope de ve-
lame, tem melhorado consderavelraente,
A senhora do Sr. Antonio Francisco Honorato
foi desengaada por habis mdicos deste cidade,
esteve prostada, e nos ltimos paroxismos da morte,
for com o xarope de veame salva, como se v da
carta, mpressa no Jornal do Recife do 9 de feve-
reiro de 1863.
O escravo Emilio do Sr. tenente-coronel Bodol-
pho Joao Barata de Almeida, foi tambem desen-
gaado por habis mdicos, c com o xarope de
veame acha se completamente restablecido, como
se v tambem da carta impressa do mesmo Sr. te-
nenle-corouel no mesmo Jornal do Recife.
O Sr. Antonio ChrLstiano Fogt, lilho do Sr. Chris-
lian.i Fogt, proprietario e estabelecido na cidade
de Macei, o primeiro bem conhecido nesta cida-
de, pois que fui empregado na casa do Sr. Len
Chapellin retratista, estabelecido na ra- da Impe-
ratriz, acomettido desta molestia foi aqui desenga-
ado por habis mdicos : retirou-se para a Babia,
e all continuon em tratamento, at que foi se-
gunda vez desengaado pelos mdicos d'alh, che-
gando eu a Macti, um amigo pedo-nn-, que o
acooipaWMsae at a casa do Sr. Chrisiiano para ver
um doente e prescrever-lhe algum remedio, encon-
trei o filho em una cama desanimado e em estado
de prosiraco, pois que escarrava sangue, e trnha
completa inapetencia, e fraqueza, a ponto de nao
se poder por era p, no Uro de una garrafa do
xarope etherio de veame j se achava elle no es-
tado de passear em casa, desapparecida a inape-
tencia, e os escarros de sangue; e a tosse mi-
tigada.
No fim da segnpda j achei em estado de faz-lo
passear pelo seu siio todas as manhas. Acabada
esta o aconselhei, que continuasse no uso do mes-
mo xarope etherio alternado com o charope alcoo-
lco de veame, e que usasse dos banhos salgados
na pancada do mar. Sentio elle nos prunero>
banhos alguns choques, roas em o aconselhei que
continuasse, cont o que se tem dado muito bem,
pota que. tenho recebido cartas de Macei, em que
se me cominunica o seu bom estado.
Nesia molestia os expositores de medicina nao
aconselham, banhos salgados, apenas quando d'elles
tratam, dizem ser applcauos contra a< escrfulas,
hypoehondria, estherisnio, amenorrhea, raclhis-
mo etc. ; entretanto vi este bom resultado no lidio
do Sr. Chrisiiano, e oulros factos iguaes tenho vis
te nas molestias siphylicas, e outras inuilas que
com o uso do xarepe alcoolico de veame lem se
obiido c ira radical.
O Sr. Dr. Silva medico hbil de Macei, depois
de ler applicado a um seu doente de rheumali>ino
o xarope alcoolico de veame, logo quu elle se
poz em estado de largar as moletas, ero que an-
dava arrimado, o aconselhou que continuasse coro
o uso ifo me.-mo xarope conjuntamente com os
banhos salgados, com que se tem dado muito bem,
e uro dos mdicos, que all em Macei tem com-
pleta confianza nas preparares de veame por
mim taitas, pelos bons resultados, que tero obiido
em sua clnica.
Quando alguem se v com losse vai ao medico,
este o examina e declara o senhor est affectado
dos pnlmeso doente desanima, com esta senten-
ca entende estar em mais cura, quando os factos
j c a experiencia teem demonstrado que milites, ten-
do procurado o lugar apropriado, se teem salva-
do ; e assim expheam rnuilos expositores de me-
dicina.
Ora, nesta provincia temos facilidade hoje e re-
curso do ar ; por que a via tarrea nos proporcio-
na, |"ois que em pouco lempo nina pessoa que exis-
te ne-ta ci.iade fcilmente se transporta para as
alionas esiaces de Gameleira e Una, logares pif-
io do Bmito e de outros pontos que sao considera-
dos perita, quanto mais que os mesmos lugares
j nao so'inos, segundo, pens, principalmente no
verao.
Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem mais
de se transportar e d'alli estar isso se respon-
de, que, riaquelles lugares exislem casas vastas e
allugam-so |ior preco commodo, e mesmo muitos
gneros de primeira necessidade, all se vendem
pelos mesmos presos que aqui.
Aquelles, pois, que estiverein nestas circums-
tancias, eu Ihes facilito explicar os meios pelos
quaes se devem reger, e Ibes foruecerei os medi-
camentos gratuitamente.
N5o deixarei de advertir ao publico, qne as mi-
nhas prepararles de veame sao reunidas com ou-
tros ingredientes, e cora elles tenho obtido ptimos
resultados ; nao se engae b mesmo publico com
outros, que por ah se annuuciam, rujas prepara-
edes ignoro, assim com o aproveitamenro delles
aos enfermos, a quem por ventura tenham sido ap-
plicados ; cada um responde por si, e eu afflrmo
com verda.le o que aqui tenho relatado, rujos me-
dicamentos nesta provincia s vendo em miuha bo-
tica na ra Direila n. 88.
Jos da Rocha Paranhos.
Nazareth do Cabo, 7 de setembru de 1863. -
lllm. Sr. Jos da Bocha Paranhos. om o maior
prazer levo ao conhecimento de V. S.. que o doen-
te que V. S. acha-se adminislrando-lhe remedios,
acha-se no todo reiahcleeido, portanto, nada sent,
tendo desapparecido no todo a tosse, tem muita
| d.s|nisicao comida e acha-se nutrido. Deixou de
tomar os ltimos remedios que V. S, receitnu no
dia 30 do passado, resta agora V. S. mandar-
me dizer qual a dieta que o doente deve conser-
var e por qtiantos tempos, mencionando as comi-
das que dever usar daqui em diante.
Besta-me agora agradecer V. S. o cuidado que
tomou oo tratamento do meu sobrinho, abaix. d
Deus, devido o seu restabelecimento a pericia d
V. S., e por isso podo V, S. sempre contar com os
meus diminutos prestimos, e desejarei em todo o
lempo dar orna prova do meu reconhecimento
Desejo V. S. todas as venturas, por ser d
V. S. muito respaiudor e obrigadissimo criado
Francisco Berittgmer Cesar de Mennet.
Aiacaliiita leitenl de Kemp.
Alegrem-sc todos aquelles que por espaco de an-
nos nteiros leem vivido agooiados e afflicios (K.'|0S
soffrimenlos da astluna e dos bronchios. Este ex-
celiente e inoffensivo remedio vegetal auaca
promptamente com invariavel seguranca essas
molestias mesmo nas suas peiores formas. .A ar-
vore d'onde o rico balsamo eitrahido lem sido
verdadeiramente a arvore da vida para milhares
de pessoas que pereciam das affeccoes dos pnl-
mes e da garganta. Limpa e faz remover tortas
as mucosidades accuniuladas nos vasos bronchios
fortifica a membrana da iraca-arteria e do delira'
do tecido dos pulmoes e imparle um vigor verda-
deiramente maravilhoso todo o apparelho da res-
pracao. Enconlra-se nas drogaras de Caors &
Barbosa e de Bravo & C.
COMMERCIO.
aovo bim:o m reiiPitHBici).
O novo banco de Parnarnbuco paga o 12- divi-
dendo a razio de 95 por accao.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 30........ 601:8Vx:ir(
dem do dia 31................. %:t/fWi
ARMlim
Movlmento da ^Ifandega
Volumes entrados com fazenas...
i t com gneros...
Volumes sabidos
com
com
fazendas...
gneros...
34:1
464
180
4*0
807
00
Descarregam no dia 1 de abril.
Patacho inglezArtaxerxesdiversos gneros.
Barca francezalean Baptistamercaduras.
Brgue nglez U'illiam dem.
Imooriaeo.
Contiouaco do manifest do vapor inglez Uagiat-
lena.
25 fardes e 63 caixas cora chitas, fazendas de al-
godao, de la e mixtas ; a James Byder.
2 caixas roiudezas ; a Monteiro Lopes & C.
3 caixas modas, sedas, 1 volume amostras ; a E.
A Burle & C.
1 caixa grvalas, 1 embrulbo amostras -, a Car-
neiro & C.
1 caixa fazenda de seda e de algodo ; a Alvei
k C.
1 dita chapeos de sol de seda ; a Manoel & C
3 ditas chales de la, 1 embrulbo amostras 5 a F.
Sauvage & C
3 caixas sedas, gravuras, fazendas de la e amos-
tras ; a Ferreira & C.
3 dras obras de cobre; a Prenle Vianna & C
1 volume amostras 5 a Greenup & Schavind.
1 volume amostras, l dito objectos particulares i
a K. Lightbourn & '-
2 volumes amostras ; a Patn Nash k C.
1 volume chicotes; a T Kruckemberg.
2 caixas fazenda de linho; a L. A. Stoueira.
1 dita vestidos ; a Johns^on Paler & C.
3 ditas retroz, 1 dita fazendas ; a Izidoro Nello
5 ditas fazenda de algodo, 3 volumes amostras;
a Sempson & C
1 volume amostras; a Antonio V. da Silva Bar-
roca. >.^^'
2 caixas"amestras, 1 embrulbo couhecinientos;
a Adamson Howie C.
1 caixa objectos de esenptorio ; a Londou B
Bank.
1 dita livros ; a A. M. C. Soares.
1 dita modas a ordem.
1 dita dinheiro ; a Ferreira k Loureiro.
1 dita publica^es; aos encarregados do consu-
lado portuguez.
5 ditas dores, 1 dita peras ; a Duarte k C.
1 dita lazendas de la, 1 dita retroz a Vaz k
Leal.
1 dte chapeos para senhora, 1 dita queijos e car-
ne secea ; a J. F. Necdham.
2 embrulhos amostras -. a Habe Schmettau k C
1 caixa tecidos elsticos ; a Alves Hamburger
& C.
1 dita roupa ; a E. Fenton.
1 dita miudezas ; a D. Maria Araujo Oliveira.
Brigue inglez WiUiam, entrado de Liverpool,
consignado a Simpson k C, manifesiou o se-
guinte :
121 fardos e 63 caixas tecidos de algodo. I dita
mercadorias, 3 ditas utensilios de escripterio, 1 di-
tas ferragens, 2 ditas burras de ferro, i barrica*
I nica ; aos consignatarios. ,
56 caixas e 16 fardos tecidos de algodo ; a Sou-
tlia Mellors & C.
30 barris manteiga, 18 ditos oteo de linhaca. 20
caixas cha e 50 pecas de cabos ; a Manoel J B. t
Silva A Genros.
1 caixa miudezas ; a Vaz k Leal.
1 dita brim brnco; a L Antonio Siqueira.
50 barris manteiga; a Luiz Jos da Co>la
Aniorini.
4 fardos tecidos de algodo, 90itoneladas de po-
dra de lasiro; a Saunders Brotheri & t<.
50 barris manteiga; aFerreiraqt Loureiro.
2 fardos e o caixas cobertores aTla, brim e le-
cidos de linho; a l'hipps Brothers!
1 caixa tecido de la e algoJi ; a Carvallio i
Nogueira. f
500 caixas sabo; a J. Pater i5jC.
6 chapas de ferro: a C. StarrJI
50 caixas vellas estearinas, 26 lardos e 12 caixas
teciitesde algodo, 12 barricas e.33 gigos louea,
4 caixas folhas de cobre ; a orden.
22 toneladas de carvao de peJia e 1 caixa um
cofre de ferro fundido ; a A. M. Machado.
1 barril carne, I caixa conserva, 1 dita toucinbo
e (arinhade ava; a E. Fenton;*
398 barras de ferro ; a S. P. Johnslon & <'..
20 barris manteiga ; a J S. P.Correia Jnior.
Patacho nacional Bebcribe, entrado do Rio de Ja-
neiro, consignado a Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C, manifestou o seguinie :
Gneros estrangeiros j despachados para con-
sumo-
20 dadM de pranxes de pinho, 2 pipas e 13
harns vinho, 250 ditos banha de porco, _25 caixat
azuleijos, 13 volumes barricas vasias, 75 caixes
fogo da China, 50 caixas enxofre em pedra, 5 cai-
xas baloes ; a ordem.
Gneros nacionaes.
5,200 alqueires, 2 barricas e 1,214 saceos fari-
nha de mandioca, 335 ditos e 2 barricas caf, 9X
jacaz btalas, 224 rollo* e 95 latas fumo; a ordem.
VaiMjr nacional Oyapock, entrado dos porios do
sul manifeslou o seguinte :
Do Rio de Janeiro.
Gneros estrangeiros j despachados para con-
sumo.
1 caixote livros impressos ; a Prenle Vianna
4 C.
1 dito chapeos ; a Joaquim Alves.
8 fardos canharoaco; a Samuel Power Johosloo.
1 caixo damasco ; a Leheman freres.
1 caixo fazendas ; a Monteiro Lopes & C.
1 caixa fazendas ; a ordem.
Gneros nacionaes.
2 caixoes chapeos ; a Joaquim Alves.
1 caixo charutos, 2 caixas rap, 25 rollos fumo.
4 caixes chapeos, 1 caixote diversos objectos. 2
saceos milho ; a ordeno de diversos.
lia Baha.
Gneros estrangeiros ja despachados para con-
sumo.
12 caixas e 26 fardos fazendas ; a Johnston Pa-
ter & 0.
6 voluntes fazendas ; a Joao Keller & C.
10 fardos fazendas ; a; Pateo Nash & C
12 caixas fazendas o li fardos ditas ; a Sempsoo
*C
iaj
4 caixas fazendas ;b
34 caixas (azendas |i
fazendas; a Andrade k
8 fardos e i caixa
Rogo.
8 caixas fazendas ^ Augusto Cesar de Abrea-
Schafheitlin k C.
1 Grenup & Sabwiod.
Gneros nacionaes.
charutos; a Joaquim Bernardo dos
2 pacotes
Beis.
2 pacotes eharutos ; a Jos L Bourgard.
2 candes charuro, 8 lardos fumo e 125 saceos
rafe ; a Palmeira k Seliro.
Hecebedorla.de reada* laterna
geraes de Peraambaeo.
Rendimento do diafl a 30........ 46:983^262
dem do dia-.'...;............. 3:s*32#"HW
i.
:9ia95


I
, -
RENIHIIENTO DA RECF.REftMIl
INTRiNA"* ftM liF ftM&ftl
HEZ DE MARCO, A SABER :
Remato (yaograiroia-iaeioMl. .
Honda nos propros aacionacs. .
f.iros ln lernjiio de marmita ..
Si/.a dos heos de r&i*.............
Dcima addicional das corpora-
coos de mo morta.............
Dreiios nooa e velhos e de
chancellara....................
Ditos de patentes dos offlcases da
Kttajda nacional................
alma (Jo chancellara.........
atriculas da Faculdade do Di

l'raneisct Jos da Silva Halles, equipagem 20, Mendos 4 Coelho.
carpa algodao e outrdS gneros. Mande] Ignacio da Silva Braga.
l'orte^jj ^a^ escuna diaaniarqjjeia .-Miiy Manoel Ignacio de Oliveira
de 164 toneladas; caplt liaos amo, eafcpa Mano.1 Jos Danta & Flho.
; gelb 8, ara cai-vjo a. WNIan A- BoJt. j Manoel Jos do Nascimento.
Navios autillos no Husmo da. Or. Marmel Rodrigues de Arroda Cmara-.
quem-pertencer, requer'unento d* diversos nc-
.ociantes desia nrjea uiterossados o par despacho
do lilm.Sr.Dr. jui>|H'cial do rommercio.
r~
if*~
. nL,os Alexandre.lopes da Rosa, raiga'asquear.
1775120 BrVeona-P!Uacho hespnliol Fomento, capilla
I Thomas Alsina, carga algodao.
104257o4 Macfi--IHTcainlei0/iwii,rapitIoSamuel Prow-
' se, em laslro de assuoar e pedra.
>66oOOO New-York pela ParahvbaPancho mjrlez, \V
34754b0 Doge, capito PenirV, carga algodao e oulros
gneros.
i eito ....................... 12:8315200 Para euprlps i ntei medios -Vapor brasilero Oyapock,
Multa por iiifracces do regula-
monto.........................
Sello d papel flxo................
Dilo do 'proporcional.............
Premios tos depsitos pblicos.,..
Emolumentos.................
Imposto sobre Iojjs e casas de
descernios...........
Oito sobr casas de movis, rou-
pas, etc. fabricados cm pai es-
trangeiro............
Taxa de escravos.........
O.branca da divida acliva ,
Iniliunnisages...........
Deposito de diversas origeus.....
2335122
5:0495 to
8:6345%0
77*070
1:8305700
commandante o Io lenle Pontes Ribero.
EDITAES.
OIHm. Sr. inspector darhesooraria provincial,
9:1345710 em cumprinlento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de. 17 do corrente, manda fazer pu-
blico que o concurso para preenchimento da vaga
5605000 fle *" cci iptnrano da mesma thesonrana lera lu-
Conselho decooipmsjnavaes.
Contrata o conselho no da 3 de abril proxirpa-
nientc vindouro, sob as condicoes do estylo, e em
vista d* proposias recebidas nesse da at as.il
horas da manha, a lavagem de roupa dos estabe-
-" lecimentos de marinha no trimestre de abril ju-
nho do correte auno, c fornecimento durante
este mesmo tempo dos seguintes objectos de farda-
ren to.
Para os aprendizes artfiecs.
Blusas de algodao azul, bonets para o servico,
cobertores de lia e saceos de guardar rouva.
Para os imperiaes marinbeiros c apren-
dxes ditos.
Bonets de panno azul e saceos de lona de mari-
nhagem.
Tambem o conselho no referido dia e por igual
forma proniove a compra dos seguinlcs objectos do
material da armada : 40 arrobas de pregos do fer-
DE
50 karrls com uiaiiiclg.i iugleza.
Terija-fira 5 de abril. ,
Mills Latham & C. rfo leilao por intervoncao
do agente Pin, em lotes a vontadVdos compra-
dore?, de 50 barril com mantona ingiera ahima-
mente descarrogados, o quaes serao despachados
e vendidos s 11 horas do dia cima dito no ar-
mazcm do Sr. Afines em frenje a alfandega.
rt]
IMPERIAL
WST.TIW
de Pernambuco,
3105000
30:9135363
31 de marco
Rocebodoria
de 1664
O escrivo.
Consulado provincial.
Rendiroento do dia i a 30......... 103:72858V."i
dem do dia 31................. 1:32554211
105:0515268
liradas, arithmetica e suas appliearSn, comes- Lti|(l0s'UIVtrs0!i 10 arrobasdczinco em'bana. 12
pec.ahdade a reduccao de moeda, pesos e med- > d tanoas'de p|nho da Suecia de i i|2 pe-
das, ao calculo de descontos e juros simples e com-1.
pontos, .-cmo preferidos os (pie. livereui Loa letlra
c souberem hnguas estrangeras.
is prelendentes deverao aprescnlar seus roque-
riinenlos ne.-ta thesouraria, com docunienli* em
provem que san matores de 20 anuos, o leemhom
comporta ment.
E
pelo jornal.
legada, 1,200 ps de chumbo em lenco! do mais
fino, 1,700 lijlos de marmore de 10 pollegadas em
quadro para ladrilho, 10 duzias de taboas de pinho
da Suociade i pollegada, e 300 palmos de varan-
da de ferro. Alem destes objectos promove mais o conselho
iiuoi taiiH-ino. ,ki !...'' quer no mencionado dia^omo em.lod(is os oulros
\ m" Se Publicar o preente je ^ ^^ ^^ pia,menle ue propostas
: e condicoes do estylo, a compra do madetras cur-
_ Secretaria da thesouraria provmcial de Perjam- y conslruc^ de um transf,0rto do guerra,
buco. 18 d.- marco de 1864.-0 secretario, i. F. g^ UQ come^0 de comiJras navacs 23^e mar-
a Annunrtarao. _,. .o^.
SflHW'SL0^ *32* I2 <27S2kifcSS i; SSm do Illm. Sr. l)r. chero de polica, C de l8W'
do as-
MM.IAI. i:\t o MK
A s.VUKH :
Direitos de 90 rs. por
mar exportado ... ....
Dilo de 20 rs. por cauada d'aguar-
.dente, ele......................
Dit\3 0I|| dem do algodao expor-
lalu..............
Dilo Oe7 OlQ'io mel.......
Dito de 8 por. ceoto de couros
seceos, verdes e espichados...
dem dem de 5 dem dos mais
generas exportados.....>. .
30J viIh e, 1 a o- i-li">- i 11 i.n .
2Uj> rs. por meia sia de es-
clavos .............
40 por centQ de novos e velhos di-
reilos doempiegados provin-
caos.. ,\.
Krii.,iiin,,'iilo'i
Dcima dosp
20 010 lo con
Imposto 'lo I
Olfersm es
llll.Mi.lii JO S, y,
polica.....
s arbonos .
l'.i^'i inl"iiU' .
r c-nii rakre
CiQOlJS .
:ni.i (owe Ol-
lera
it"s ox |ik|,.ci u.eoiun
'! el lade................
Ub MAKi/) Oh lc*i taco publico para conhecimenlo de quem possa in-
teres.iar, (pie t'ondo-se, ultimado a obra do" calea-
, w ...K, j Diento da ra da Aurora, fica, no-prazo de tres das
i:.t|5Jbi' contados depois da publicacao dcslc edital, em seu
.yrvBon- inlciro vigor o que foi determinado por edital de
"tSUWo, i8 de marco do anno prximo passado, relaiiva-
mente ao transito de carros, mnibus e oulros ve-
hculos de conduccao pela ponto da Boa-vista o de
Sania Isabel, os quaes deverao smente sahir pela
primeira e entrar e sahir livrementi; pela ultima
afim de exilaro encontr dos mesmos vehculos pe-
la referida ponte da Boa-vista.
Secretaria do polica de Pernambuco, 31 de
mano de 1864.
N impedimento do secretario Jos Xavier
Faustino liamos.
. O Dr. Manoel Gentil da Costa Alves, juli munci-
I pal supplente da segunda vara e preparador dos
U05VH) processos do jury, por S. M. o Imperador, que
< Deas "";irdt elr '
mfl Kaco saber que pelo Dr. Manoei Jos da Silva
ii.iSOOO jfeiv, ju de direito da 2* vara criminal desta
comarca, me foi coinmiinieado ter designado o dia
7:o#36Q"j| do aj,rii prximo viodouro, pelas 10 horas da
i manltaa, para abrir a 2* sessao do jury, que tra-
balhar em das consecutivos, e havendo proeddi-
23:8935608
1445410
3:4135393
1:1425183
1:9305000
S:$1353
Alexandro Rodrigues dos Aujos,
Secretario.
ii:\ 1 ito
Sociedade dramtica Melpo-
mene Pernambucana.
O Sr. director menda avisar peto presente aos
Srs. socios, ipie amanha 2 do correnle d a so-
ciedade Melpomene Pernambucana o seu espect-
culo, levando scena o drama em tres actos -
Andr o Fabricante e a comedia- Poesa e Mu-
sica,ouos Namorados sem ventura-original
do Sr. Firmino Candido de Jgueirdo. Os Sis.
soeios, quo eslivorom qniu-s com a eaixa da so-
ciedade, podero dirigir-se casa do Sr. thesoti-
reiro, ra do tabug n. 8, para receherem seus
bilhetes.
Secretaria da sociedade Melpomene Pernambu-
Um piano forte em perfitd estado, urna mobilia
de Jacaranda com tampos de pedra, i tapete, i
c.indieirode gaz, 6 casticaes com mangas, 2
jarros dourados, i mesa elstica. 1 appareloo de
metal prncipe, 1 dito do porcelana branca, i
dito de cor, garrafas para vinhos, copos, com-
poteras, i >34rtete de. mogno.. i a|parador, i
guarda loue.i, I guarda livxps 18 radeiras de
amarello, 2camas, I quartinheiro, 1 mesa de
pinho e multo* outros objectos pertenceules a
urna casa de famiha.
Um paliteiro, i salva, 24 colhercsde sopa. 24 di-
tas para- cha e i para assucar ludo de Prata do
Porto,
>ti 111:1 r-ii .1 d abril.
O agente Pinto fara lelo s 10 horas do dia
quarla-feir 6 do corrente, de todos os objectos
cima- descriptos existentes no armazcm da roa da
Cadeia'n. 38, onde je eflectuar o lelo, devendo
os compradores retirarem seus lotes em 24 horas.
AVISOS DIVERSOS.
NOSSA SENHOOA DO BOM CONSELHO
Ril Di vi non v s. 50.
Sob a direocaodo abaixo assignado aoha-se funecionando este Instituto desde o dia 7
de Janeiro prximo passado, e nelle se ensioam todas as disciplinas preparatorias pata a
matricula do curso jurdico, desde pruneiras lettras.
Todas as caderas- acham-se providas pelos melhores prufessores, cuja hsta i Mi
publicadanesie Diinio.
,- Recebem-se pensionistas, meio-pensionisias e externos, pagando na seguinte pro-
porcao:
PENSIONISTAS.
................. 1005000
MEIO-PENSIONISTAS.
................... .. 455000
EXTERNOS.
.................... 28*000
K,wl')ensioni?las e me'0-Pensionstas pagarao os preparatorios que estudarero raio
de 55000 mensaes, bem como os externos d'aula primaria.
Para mais esclarecimentosdirijam-se ao director, aqualquer hora, no Instituto, qu
e tranqueado visita dos pas e correspondentes, bem como a todas as pessoas que nisso
tiverem interesse.
Recife, i de fevereiro de 1864.
Antonio Augusto Fkiiiikiha Lima.
Quartel de casa, mesa e luz
dem de mesa.......
dem de cada preparatorio
X >,0 mkr
i>ulU)'os mdicos
" rniilui m*..............
505 sobre leliapos estrangeiros e
roupa eM?....................
'I* lid I 0|0 soiiie 05 premios
" iiMoro" d"< lotera*..........
lm|M)stodi.' 300 rs. por toneladas dj
al varonas..................'
Sello Ou iioraneas o logados.. .
Imposto sobre alvarengas e escra-
vos do servico do mar.......
Imposto sobre cario, omuiuus,
c*rr(Ma e vehi-ulos........
5 0,0 soii'o rii-in ios bens d"
rii das corouricOi'S do mo
mo'it........ .
Imiiosto de 1003 por casa de lei-
les........................
dem de 300-5 sobre coinpaiihias
anonymas c agencias.......
dem de 2005 sobre casas de com-
missao......................
Multaa por inraceees......
Custas .....'...................
Mullas da decima emais impostos.
nao--------------------......""----------- "-.......' '- 1 ca,,a- (1 al,,i' ue '864. O primeiro secretario,
SJiSiw (jo ao sorteio dos 48 jurados que tem de servir na j;-10 y. a. Macil.
' mesma sessao, em conformida'de do art. 329 do re-
6i5000 guiamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, foram
sorteados e designados os cidadaos seguintes :
i:OoO*M)U, Freguezia de S. fre Pedro Goiical ves.
I Dr. Jos Rodrigues Pereira.
9MiM
l:404|S00
2:1615454
6605000
3685000
715200
1005000
9005000
2005000
227-5H 48
2385338
760
105:034,1*68
de marco
Mesa do consulado provincial, 31
de 186'.
O 2* escnpi'irario,
Lui/. de Azevedo Souxa.
Brasil um
pipa 1235000 1305000
5460 5480
5480 5300
9
lr;tt-:i ll Porto.
l'i-r'iti: dus gtiunts de toatertio com o
10 (// mm-fO de 1864.
IMroKTACAO-
Aguldente de cana do
Brasil.....
Algodao da Babia (falta).
de Pernambuco.
do Mar 1 iban >
do Para llalla) >
dos Estados-rui-
dos (falla). "
Arroz do Maranhao (falla) quintal
do Para (falta) .
da India. .
Assucar do Rio fle Janeiro
da laliia blanco.
h na sea Yo
de Pernambuco
branco .....'
. mascavo
Calo do Rio de Janeiro 1*
2' (falta)
3 (falta)
escolba l'.(filta)
2' (falta)
Cacao, da Babia. ." .
do Para .
-Churos grandes. .
pequeos .
Couros seceos da Rabia e
Minas .....
> do Rio Grande
imlh.
45000
1560(1
15900
15350
15900-
15600
45600
35100
45000
335300
3-54011
15700
2-5000
15600
25330
15900
45700
.35600
45200
34-5000
18(900 -19-5000
< 5130 5133
de 17 a 22"i.
5130
516-3
5153
5170
de 10 a 16 t.
sbados de I'1'1''
naiiibuco e Mara-
nhao...... 5H5 5120
> do Para e Rabia 5113 5120
amiba de pau do Rrasil quintal 35600 35800
domina do rasil cm pa- ,
neiros.....@ 15300. J595C
Helaoo.......almude 25250 15800
KXl'OKTAgAO.
Allios. ceuto de mamita
Manoel Duarle Rodrigues.
Folislierto Ignacio de Oliveira.
Caetano (Aiiaco da Cosa Machado.
Capito de fragata Hermenegildo Barbosa de Al-
nucida.
Kregueza de Santo Antonio.
Dr. Joao Pedro Maduro da Fonseca.
Iierculano Doodato dos Santos.
Dr. Caroltno Francisco de Lima Santos.
Dr. Jorge Ooriullas Pessoa.
Dr. Jos Joaquim do Moraes Sarment.
Jos da Fonseca e Silva.
Dr. Jos Ladislao Pereira da Silva.
Dr. Manoel Pereira de Moraes Pnheiro.
Dr. Maximiano Lopes Machado.
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
ennqiie Jos Alves Ferreira.
Mainel de Caldas Barrete.
Coronel Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Jos Joaquim da Costa Mascarenhas.
Dr. Miguel Joaquim de Castro Mascarenhas.
Ir. Ksiovao 'avalcanti de Albuquerquc.
Chas Francisco Mindello.
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
Fivguezra do S. Jos.
Francisco Serfico de Assis Carvalho.
Freguezia da Roa-Vista.
Lui/. do Reg Barros.
Demetrio de Gusmao Coelho.
Dr. Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querquc.
Dr. Jos Loorenco de Meira Vasconcellos.
Joaquim d" (insmao Coelho.
Dr. o> Mara Carneiro de Albuqnerque Lacerda.
Joaquim Jos de Miranda.
Dr, Jos Honorio Re/.erra de Menezes.
Joao Pinto de Leinos Jnior.
Jos Joaipiiin Antuiies.
Dr. B.'iito Jos da Costa.
Jos llibeiro Guiniaraes.
Rento Jo^ da Costa.
Thomaz Gawvt.
Feliciano loaojjim dos Santos.
Francisco Acetle de G"iiveia Lins.
Fregiieiia dos Afogados.
Anacleto Antonio de Moraes.
Freguezia da Magdalena.
Barao do Livrainento.
Belarmino do lto;o Barros.
Freguezia jlo Poco.
Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
Henriquo de Miranda +Ienriipies. '
Pregoeftk de S. Lourenco..
Dr. Manoel Artbur de HollandaCavalcaoti do
'bnquenine. *> *,
Freguezia de Jaboato.
Jos Francisco de SonzS Loao.
Fn^ruezla de Muribeca.
avisos martimos.
GOMFANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES Jk VAPOK
Dos portos do norte esperado
at o dia 3 lo abril o vapor Pa-
ran, commandante o capito
de fragata Santa Barbara, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder eonduzir, a qual dewr
ser embarcada no dia de sua chegada. encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da saluda as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luir.de Oliveira Azevedo & C.____________
COMPANHU PERNAMBUCANA
DE
\ ves:t'"< eostelra vapor.
Paralnlia, Natal, Macan, tracal}, Ceara e Aearai 11
No dia 7 de abril corrente, se-
guir para os portos cima indi-
cados s 4 horas da tarde o vapor
Associa$to Typographica
Pernambucana.
Sabbado, 2 de abril, s 7 hora* da tarde o
no lugar do costume, haver sessao ordinaria do
conselho director.
Secretaria da Associacao Typographica Pernam-
bucana, 30 de marco de' 1864.
__________Carlos'Dia*, 1- secretario interino.
Instituto Archeologieo e Geo-
graphico Pernambucana
Sao convidados lodos os membros do Ins-
tituto que actualmente se acluim nesta ci-
dade a reunir-se era assembla geral no dia
Io de abril prximo futura s H lioras da
manha, no salSo do Insttilo, afim de se
cutitiimarem as eleices que ficaram addia-
ilas na seso de 13 de fewiviro, dar-sepos-
se nova mesa, e disi'ulir-sft o orcamento
apresentado para o anfto social de 1864-
183.
Secretaria do Instituto, 2!) de marro de
I81.
J-. Soares d Azevedo,
_______^^ SecreLario perpetuo.
CONSULTORIO MEDICO-CIKLRGICO
DO
DR. PEDRO DE ATTAIIYDE LOBO MOSCOSO,
MKD1CO, PARTEIRO : OPLIttIMHI.
3 Ra da Gloria, casa do Fundi 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s I
horas da manlia, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepto dos dias santificados
Pharmacia especial homeopatilica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sorlimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacOes e pelos precas seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tubos grandes. 185000
de 36 tubos grandes. 245000
de 48 tubos grandes. 305000
de 60 tubos grandes. 3?>5000
Prepara-sequalquercarteira conforme o pedido quesehv.er, e com os remedios
que se pedir. .
m tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 15 00.
Send para cima de 12, custaro os precos eslabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada tim a 500 ris.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina jHomeopathico do Dr. Jahr.
dons grandes volumescem diccionario............ 203000
Medioina domestica do Dr. Ilering,........... 105000
Repertorio d Dr. Mello Moraes............. 65000
Diccionario de termos de medicina ........... 35000
Os remedios deste cstabeleciment sao por demais conhecidos e dispensam pot tan-
to de serem novaioente recommendados aspessoai que quizetem usar de remedios ver-
Jos Soare? d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Gymnasio
Provincial de Pernambuco, tem aberto em dadeiros. enrgicos e duradores : lia ludo do melhor que' se pode desejar, globos de ver-
dadeiro assucar de leite, nota veis pela sua boa conservaco. tinturados mais acreditados
estabelecimenios europeos, a mais exacta e aecurada preparago, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de sarle para eneraros.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operaco,.para o que o annunciante julga-se sufficientemente habilitado.
O tcatamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
0 Pirnro'i'V r Pil miniAn f^nccin4ndo a osa a mais de qualro-annos, ha militas pessoas de cojo conceito se nito
V llllU&lull Utal iUUUOU: p(j0 ciuvjdar, que pdem ser consultados por aqaelles que desejarem mandar seus
a sua residencia da ra do'doentes
OiiaimiilA noTHi i mo Aua Paga-se25000 por dia durante 60 dias e dahi em diante I43GO.
pdl a Urt As operacoes serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
-______________________________
sua casa, ra Relia n. 37, um curso de plii-
losophia e oulro de lingua franecza. As
pessoas que quizerem frquentar urna ou
oulra destas disciplinas podeiu dirigir-se
indicada residencia, de manliaa at ;is 9 ho-
jas e de tarde a qualquer hora.
l'rrsiminija, commandante Ratos.
Recebe carga at o dia 6: Encom- H^yao Qahrnfl/4 ll R(\ mi- razoaveis que costuma,pedir o annunciante.
mendas. passageiros e dinheiro a frete ate o da j VJI U/iCa OUUllUU 11. OU, ])Hm
da sahida as 2 horas di tarde : escriptorio
Forte do Mallos 0. !.
COMPANIIIA
PERNAMBUCANA
DB
"meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
^laTega^o costclra a vapor.
rVrnayihi de \uronlia.
ii dia n de, abril prximo,
ao meio dia, seguir para o pre-
sidio de Fernando, q vapor Mu-
miinguape, commandante Mou-
ra.
Pata o k (rantlft d Aorls e Assn.
Segu com brevldade a barcaga nacional Gra-
ciosa, a qual tm parte de sen carregamento justo:
para miar do resiaute, na fabrica da trawssa do
Canora n. 2, caes do liarnos.
^ara o Hio de Janeiro
Segu com muia brevldade para o dito porto o
patacho nacional Dons Amigos, de primeira mar-
cha, lendo a maior parte' de sen carregamento
prompto,' e para o resto e escravos a frete, se en-
tendam com seus consignatarios Anjerim limaos,
Al- ra da Onz n. .'(.
de o acharao como sempre
j prompto a qualquer iiora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fisso, chamado por escripia.
Importante apparicao.
Os cataclysmos da nalureza, os terremotos, as
iuiiilaciJes e os incendios causando o reviramento
da trra, o abalo e desiiioronamento aos edificios
vetustos, aps as desgranas e des ilagoes que tra-
tero, dt'pois das victimas i|ue ceifam aqu e all.
Eio de Janeiro.
O brigue nacional Almirante pretende seguir
com muila brevidade, tem parte do seu carrega-
mento ongajado : para o resto ipie lite falla, e es-
fieie, para os ipi^s tem excelle'ntes rom-
Joaquim Podro CarneirQ Campello.
A lo los o's (junes o a cada um de per si, bett|cravog (>|(,
como a todos os intereslos em geral 5e con-rada ^ ^-m o seas consignatarios Anto-
jara comparecprein no primeiro andar da casa
ijue foi cadeia, naala das sessoes'do jury,-tanto
no referido dia e hora como nos "demais seguintes,
emnnanto durar a sessao. sob as pepas da le se
falla rem.
Bjiaui miechegea'notcla a tolos, mandei
passar o prsente. i|ue sera litio e aflixado. 'nbsVIu- Afiliar, tem-parle do son carregamento engajado,
gares mais piiblic'os e piihdcarto pela Impteris, e pa/a o resto que Ihe falla e escravos a frete para
A/.eile......
r.iiumbo de nuincao .
fio |iorreto .
fio le vela lino. .
> > ordinario .
Feijao branco. ,.
. vermelho. .
. amarello .
rajado....
fraue ....
J'p-Slll.tOS.....
jtetrot preto 1' .
> 2"
de cores 1*
. i' .
YinUo velbo do Douro.
. branco. .
de consumo. .
almude
quintal
alqueire

SoOO
75000
34600
H5000
5
i
5
5730
5
630
:lo!)0,i
45*10
:I5'HM
5*800
:i5o()0
55fi(M)
7521)0
.15X00
85320
45000
57.10
570
5O0
720
um
45000
6mhe;n remellar iguaos aos subdelgate" di t-r-
mo*par publicados e inandareqi fater as noiilica-
cA uucessarias aos jurados,*aos culpados e as
tesiemnnhasque se aeltarein em seus diarieros.
Recife, 29 de marc,0 de 1864.
Eu Joaquim Francisco de Pauta Esleves Cle-
mente, escrivo do jury a snbserevi. .
.tf'inocl Gentil da-Costa Ah*s:
BEGU&ACES.
------r
-
A Comoiissao de pulira da assembla provhV"',
.cial, aiitorisada pela Assembla. recebe |>ropoAtss O palhabote Garibaldi sahe ncsles oito dias : a
>5000 para o eoitfrakttla public^o dos debates c apa- tratar com Tasso Irmaos. <
nio Luiz de Oliveira Axevedo & C, no seu escrip-
orio, ra da Crin n. 1."
Rio de Janeiro.
Segu em poucos dias o brigue escuna Jovetn
os'quaesiem excellentes comoMids trala-se con
os >ciis consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
'Azevedo PC., no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1. %
^*ara Lisboa.
Sabir;* com toda a brevidade o muto veliro
brfsue iwrtuguoz Constante T, por ter quasi
pronr("to todo o seu carreganieoio, tena excolleiiiet
commodos para passageiros, e |wra estes e o res-
tante da Vara tr.at-se com Manoel Ignacio de
Oliveira Fdho nfnargo do Corpo Santo lil.n
Buliia
........
.
LEILOES.
Accoes de bancos e comfonlUas.
Slanco de Portugal ....
. Commere.ia! do. Porto.
> Mercantil portuense. .
, Doao......
. /Ilianea.....
<;uropanWa Garanta.....
, -Seguranza ....
K(tUidade.....
i* Uvuro......
ItjUIPinafao a gaz .
de Reno pies ....
Vi^ao portuense
eraoao Persoveran-
35-tOO \ ohamentes delles por larhygraphos para as sessoes
65000 dos anuos de 186* 18ii6.
440(10 i As condicoes para a celebraciio do novo conlra-
ppa 1,305000 3005000 lo serao as do est\ le, a adoptadas nos contratos
. 1405000 I6O50OO Menores, com excepcao do praso, qile ser o aci-
. 35000 16J0OO: ma referidlo, e de forma de regular os pagamentos
_ que ser o que mats conveniente for aos inleres-
. ses da hienda provincial.
.":I4S000 As propostas deverao ser entregues na secreta- r .
2755H00 ra da assernbln, at o dia 6 de abril prximo, to CafPOS, CaVllOS e H1HIS IlleOOlllOS llil
2745000 27.'i5000 nio dia, em carta fechada. Por ordem da com- lOCheira anta *0 llljerailor 11. 2J.
IJoJOOO roissao de ^u^j^gjj injer,, ^ 0 agi.m ^^ ^ ^^ vez |ej
KS1 O.KHMOr.KHA'. ,.
2O5D00
DE

SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccao do BANCO UNIAO leudo ohtida do governo de S. M. F. a autorisacao para eslabele
cer o segoro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripedes nnuaas por urna
s vez, debaixo das seguiules condicoes :
Gnu pcnla de capital e lucros;
Dito capital smente;
. Bito lucros smente;
devendo a primeira liqhidacao ter lugar no Io de Janeiro de 1839.
As vantagous do emprego d capiues em inutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
Ihe o jurole quautias diminutas, de queavulsas se nao poderia tirar nenluim resultado; mas alm
disso, este rendiroento augmentado polo capital 011 lucros, ou ambas as cousas, conforme as eoridieties
da subscripcao, dos que faliecem. Tambem jiartido pelos socios sobreviviles ludo aqtiillo que os siv
m como caducidades que
aguan cem (,u aorfom dessas ruinas Uwortantes c0s inorobs nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, ber
objectos, que mudo ulilisam as sclencias, a archeo- occorrerem peto falta de cumprimento dO compromisso social.
logia, a historia; a litteratura, etc. As liquidaijes sao pelo systema dascoinpanhias hespanholas, Tutelar c oulras; e parase poder
.Xeiihiim dos habitantes desta cidade ignora o faier urna ideado que pode produzr urna entrada annual de 105, publica-se a seguinte tabella basea-
falal incendio da madi n arco prximo flodo deixando reduzidas cinzas gm Z auBOs Km 10annos Em 15 annos Em 20 anuos Em > anuo.
4:7005
3:7005
3:5005
3:4005
3;3SM
3:3305
3:4005
3:7005
5:000f
. As entradas pt>ruma s vez dau resultados muito snperiores s annuaes.
Porto, 10 de agosCo de 1863.Os directores do Banco niao, Jos da Silva Machado.F. M. ra
der Niepoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 1.
mais de mil sacras de algodao recolbidas na pren-
sa do Sr. Hibeiro; pois saibam os leilores, que-o
edificio do Forte do Mallo-, ero que jeve lugar
aquelle incendio, e que pertence ijacao, tero por
parede lateral, ao norte, as antigs muralhas de
um curioso, iiooiein as 6 horas da larde, um gran-
de caixao de chumbo, contendo um corpo embal-
samado, que depois de Mjrias-iiive.-ligacoes conde-
cen-se ser de um do$ Iwres Hala vos da conquista
hollandeza nesia boa trra, ha dpus seclos. O cor-
po est muito bem conservado e deitado no caixao;
temi os bracos cruzados sobre o palto laia de
enriado da "ordem seraphica. Alg^uns dos igno-
riiili-s que mais tar.l. foram ver esie corpo, aitri-
buiram-no a algum hroe Pernambucano; mas
depois, folheadas as clirooicas dai|uelles lempos,
verificou-se ser de uro Hollandez que alli pagou o
mal que fez.
Consta-nos, por pessoa fidedigna, que esle caixao
com seu conteJo estar exposlo aos visitantes cu>
riosos at buje ao. ineio (fia, sendo depois retirado
para ir enriquecer algum muzeri histrico, vi^j
ser nina preciosidadrr rara, digna das mais graves
cogitajes e profundas rllex>s ; ou entao ser en-
tregue a algum dos seas despende ates que o for
rectamirr';)'ir/roi' Quem mais vive mais ver.______________**
or um menino de 1 dia a 1 anno 1105 4005 9005 2:11005
. de 1 nno a 2 . 905 3005 7505 1:7005
. de 2 > a 3 865 2905 7205 * 1:6005
de T . a 4 > 865 2805. 7105 1:56(4
> de 4 > a 15 > 865 2705 7005 1:5505
or urna pessoa de 15 20 865 2705 7005 1:5405
1 de 20 a 30 865 2705 7105 l.MOf
t de 30 . a 40 865 2705 7205 1:6000
> de 40 > a 50 > 905 3005 7505 1:8005
remio
5000
805000
13o a mandado do Illm. Sr. Or. juiz de dirilo es-,
pecial do commercio. <*s carros avallus e tuflos os
'niMncibos de dita cocheir pertencentes- a- massa
Si Relat. ils crl*. t*.Unta ^*Htf*r*J58? fe
ieraeo Harmona
r And'-ade.
fiilidade poblica .
Monrorvo provincial
Lanificios" de Lord.

20.5000
100;
nominal
n/a,1raDsl|-aco d Cnvi Whl do correte mez.
cbra S-'xta-feira l*d abril s lltioras'
ii- A
2935000
4C05000
-
3005000
405000
.OO5OOO
_
IOYIMEISTO BO PORTO.
!
**"------- !*'------------------------ -
Naclk ertrmlos no dia 31.
r cania e norlo* iairt^idlo*1^*! n {Persinunga de 4U toneladas, comuiandanle D. Marianna Augusta da Hocha Bastos.
Angiislo Cesar dp Ajeiwdo. .,,
Padre Alitmiui da i.uulu hopeiredo.
Anlort^LiilWNfteK1'
Antonio tle Paula e Wlu
D. Carila oiila Carneiro da Cunba.
Knie-to Das MoiUeuo.
Frankliii de Azeyedo Mata.
Francisco Moreira da Costa.
francisco Simos da Silva Mafra.
Hrni-nigililo F.ruaiidos de Souza Lobo
Jwoquin da Bocha.
U.-' da CsU Bi aivdo Cordeiro. -
tel Jtviqum Alves d*. Amorim (%}
m
da inanliaa nacocheiraa rua do Imperador n. 25\
EHIIJLO
DE
.tlgodo.
Sobbadn 2.(U abril.
O agente Pinto far loilao s 11 horas do dia
do corrente de urna poreja de atgqdn salvo
b
2,
do
.VOS IMBlUilHZES.
A ci|Hm#sln provisoria; nomeada selolllin. Sr.
cnsul geral r. Jos lletir!|uc- l'envra, para o
fin de proseiiliir na generosa <1a da i*liliii;o
do Monte ti royiugites cidade, dlnvida a
tod-s os seus cojinuali|ota,s..aqu, rjjdentes, para
de nofo se reiiiffem nft salab,*J.W)fie/e Porta-
lia 4.Lai^iiru,1s '
MmM alten co ao que inte res 9
tmm nmm
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
v. Ekcs. eontlnueni a proteger ao iinportaate estabele-|
cloieuio a rua do Crespo u. 19
DB
JOS GOMES VILLAR.
f
oa
ir "*''
Manoel Luiz de HeJIo, 5(,,1S n,,lf>s C !gen-
'rqs, totnaram n rcsolucao de* mudar, o arto
-o solinm. dia do fatlccimento de sua presada
niulber.mai e sogra, Antonia Ajiolinaria de.
Mello, para a capclla do ('emiten pnbliro,
l ir isso cinvidaro sons b>igo$ piy: assisti-
rem a esse acto de candado, amanha Stto
apil pelas C horas d,i maiiba, peJ5 que ca-*]
'a vez mais se iiwsiram gratos.
Grande novidade. Bales. 111
Balos de 40 arcos a 55, de 30 a 45 c de 20 a 35- _
Pazendas proprlas para i rpnrrsni:.
MoremtiffVie 'preto em cortes, ditos'd'fnuito goto para covados. grosdenaples preip*"j
de superior qualidade. I
Para hombros de seohoras.
Capas prelas, casaces, casaverjues c*|irfllos, oteuibrques, manleletes de- gres, di ::
tos de guip, chales prelos deguipii etc., ote, capas de casmiiira cun capuz, na deleles ,
icaseroira ricamente enfeitar?os, c,hap>dinas de palha com ve', dulas, cainhraas, vejli-,
dos para noivas, dilos de seda, vestidos do blorole com capella e manta a 185, de ros
branco etcetc,,4nadai*lesde75, 84, 105. U5e 25. eamhraias lisas 11.111 o boas
transparentes e tapadas a 35, 44,55, 64,75. e 95 a peca, fazeudas de linho de lodas
a*dualidades e oulras muitas fazeudas.
Proteccaik.

O abaixo assignado, administrador da reo'e:
hedoriide reoilas internas geTaes, c instan lo-lne
oie alguns suteules encarrga tfs uts.,dn >s, da
matricula, eeliininaglo de seu c-eray .s, cxigem
delles53 para pagamento do certificado' da nutr
incendio da prensa do Sr. Maaovl "Antonio Biuoiro' '---------------------------
e existente w 4m alvarengas ancoradas em! Aclta-wjusu-e contratada a rasaidarua
fwrtMo li^ilrt de ilenenrpa do arnnzem dos: Jardn n: 20 :'quem se Jnlgar rom direilo a al-
Srs. Jos la Silva Loyo A ., no Forto dd'THarw*,') guma reelami*, deelaru dentro do-tirazn de fre
onde'seeffectiiaro eiliio por cotila e-risco de dias.
Rogase ao Sr. subdelegado ila, freguozia f>
Boa-Vista que lance suas vistas para 4 roa da i'.on-
quista. ond". os larainos cstim iWsfrixHaftdo-bom
peite, e penis que l--ein rodbulo do quintal da casa
. 7, deixanlo at o PoHo abert-. q-iand sal.eirt
eula que.a recei.c l..rwi oi.n-a la a dar; apr.'.-s- cjilp os despojos-alholos l-to pe lo
sa sea declarar .pa taes'cei-iiriea t-sV, M.J..S. sem _________Um iii>tfador da rna.
nanlroma desiiewd) iiicm os rtatrioula, c qu os'-------'""'- ." -\<. i ~r-' -cr
r>n!rM*i agentes conniwlt*m una oxlorco. t?riMtM40de 7ta)i a2 por cenbkpjf % m-K
Recebedora de IVrnambaeo 31 de iiwfc 4 ios dandis seguranza em um pr.-dio :...qtpuilH
1864 -Maqool Carneiro de Soma Laeerda. ver annuncie. .Nesta ivpographia ac|ara quem da
lILEGVEL
'


r
AMi
BRILHiME

DA SANTA CRUZ JNL 84.
5
tos
rxtraordiar>a.
Aos ll:000 e S:0Mft#*00
Sexta-feina, (Joorte-^e extrahif
ja jiineifa parte da
Sgneja do N. s. do
ralveiio.
utn caixeiro pana a refinacio da
Preem-e 4e
Passagea 4a Magdalena, de !4 a tfc annos
tar na raesoia.
a tra-
O proprietario demande arraazem de moldados denominad [Aurora Krihante, acaba de
redecir o preco dos stius gneros, procos stas que inuito luio de .agradar aoe senhores eom-
pratres.
00 Olio moscatel e ftetuhal aO00-e .
Na travesea de S. Pedro, esquina da ra do
Fogo o- 10, preparara-se coto pefeicao bandeijas
de boliohos de diversas armacoes e gosto vista
eir lotes da da incouuiieada, *ur* bailes, casamentas, festas de
r' du ralt ile 'Krejasi, seraaaa santa, ou prociSdes, e tambero
rw ua iinane ue ^jin^g ^ (jasas qualidades os mais escocidos,
fUQunaa peiQ .plano Ultiinaaente adoptado S em libras a 800 rl, de seis para cima. Assim
ij>ara, ,as loteras extraordinarias. como ootras incommendas de podas, toda a qua-
Gs bilhetes, meios e uuarlofi estarlo l'idade de pastis, bolas finos, e po-de-l, cm toda
venda na respectiva thesouraria j roa do lrfcl*do aoss<> mercado, -a mestna casa so
J precisa alagar ama prelaon moleqw? por mez, que
em
KfOO e .
superior a (800, e
Manleiga ingleza flor a 720 o
Dita hamburguoza i imito nova
Dita ranceza a 540 e *60 rs.
bannis a......
Quejos do reino novos a 34300 e .
Presuntas novos de Laraago, libra a .
Chouricas do reino novas, libra a
Esperraacete muito lino a >20, 640 e .
Velas de carnauba arroba i0$ e libra
360 e......
Cha hyssoB muito superior a 2#500 o
Dito perola a
Kilo iniiidiut' i a
Dito preto iwii it"
Latas com bolachinua de soda de 5
libras a......
Ditas com bisooilos de varias qualida-
des.......
Doee de goiaba e banana fino a 400,
560 (caixoi e -
Marmelada nova dos melhorcs auto-
res, libra a 640 e ....
Latas eom peixe savel, capuxo, fango..
congro. salmonte c outros muitos
bem preparados a ...
SardinhasdeNantes, lates a .
Fraseos eom genebra de Hoilanda da
verdadeira, a 500 e frasqueiras a
Garrames com genebra de agarrafas a
Frascos eom genebra de laranja a .
Vinhos daFigueirae Lisboa, a 400,
500 e...... .
Dito do Porto fino a 640, 790 e .
Dito branco proprio para roissa a .
Serveja de boas mareas a 500 rs. a
garrafa e a dnziaa. ,
Cognac verdad.'iro, a garrafa por.
Vinhos finos engarrafados no Porto, a
garrafa por l-V 1-5200 e .
enfei-
IfioOO
15280
25001
35800
Ditas com figos de omadre novos a
WOOe.......2^000
Ditas com ervilhas francecas .pertu-
gnezas a .......
Sitas com ostras a .....
Hitas com massa de tomates '.
tttU com fructas de Portugal a 60 e
Aceitunas de Elvas em frascos a
Frascos com conservas a 750 e ..
Ditos .eom mostarda frauceza a ,
MaeoscomSO macinhos de palitos de
deates a........
Tijolos de limpar a ...
Araruu .verdadeira vinda de encom-
ineida., a libra a.....
Gomma de engommar a 2400 a ar-
roba e a libra a 100 e ;
Tapioca muito nova, a libra a 140
Ervilhas sneas egrao de bico, a libra
Massa para sopa, macan o, lalharira
e letria, a Jibra^-.' ....
Dh>s brancas. vindas de^isboa, a .
Pevide, estreliBas_jKfodiitbas a .
Caf de primeira srte, a libra a 280e
Sabao verdad o no nespahol, a libra .
56a Dito massa a 160, 200, 240 e .
Alpista a 4800 a arroba e a libra
Paincp a 3.-5 a arroba e a libra ,
Amendoas de csea rale a 360 dura
Azete doce retinado, a garrafa a 800 e
MolIws com maisde 100 ceblas a. .
Castanhas novas, a libra ....
tfOOO Nozes, a libra
*0OES
PARTID1S DOBRADAS
OHWDBCIDAS
AASS0CUC0 COlMERClLBEMnCINTa
DE
c/^
PEBNAMBUCO
POR
Mrtl Licores linos a 0*0, 1^000 e
Caixinhas com aeitas muito
520 tadas a 1 000 e
3JWM0 .atinhas com ditas a 1*500, i% 4
460
AM
108
320
woo
2*500
3^600
2*250
3*000
1*400
640
720
1*000
320
5*500
8*00
1*090]
800
640
5*850
15000
Crespo n. lJe-nas casasconaaisaiona.
Os premies de 10:0004000 at 0*000
serao pagos urna hora depois da extraorJio
at as 4 horas rk tarde, e os outros no dia
segumte depois .a distribuicJo daslistas.
0 thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Soasa-
CASA UA FOttTIM
AOS 10:000,000
lilil, tr* garantidos
A* ra do rasas .n. 23 e asas do eosltme
O afaaiso assignado lendo vendido nos seos mu
afortauados bilhetes garantidos os de n. 1775 ora
asortedeiOOOi.n.aMtfcoma de 1:200*, e ou-
tras murtas de 100*, 40* e 20* da lotera que
se aeabou de extrabjr a beneficio do Gimnasio,
convida aos
saiba vender botinhos na ra, ou mesmo de ven-
dagem, paga-se bem._________________I
O abaixo assignadit, visui do sen mo esta-
do de saude, e sem esperaocas de ficar bom tao'
cedo, resolve-se a vender os seus dous engenhos
Limeirinha e Pindobal para pagar aos seus genero- [
sos credores, porque nao quenpasear por ingrato,
e mesmo porque pode morrer de repente e deixar
Terceir rscrrturai io da tbesoararia
de fazenda de Pernambuco e competentemente au-
torisad para exereer o pro-
fessoraio partieabv de arilbaeliea namesma
aroviflcia.
Acha-se esta obra nos prelo da typographia
algum em seu estabeleoiueuto
ra do Crespo a, 23.
O mesmo teiu exposto renda em seu dito esta-
belecimento e as outras casas do costume os no
vos e afortunados bilhetes farantidos a beneficio
- O abaixo assiirnado propoe-se a vender escra
da igreja de N. i. do Amparo de Goianna, que se T9S de coramissao mediante a paga que se con-
W
Assim muito- outros gneros que deixam de se raeneioaar, tudo da uelhor qualidade
por precos muito commodos.

dever extrahir ao dia 8 de abril pelo vantajoso
piano das loteras extraordinarias.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 12*000
Meios......... 6*000
Quartos........ 3*000
Para as pessoas que eoMprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 11*000
Meios......... 34300
Quartos........ 24730
Mimofi Mari ni Fiuza
NOVO SYSTEMA
DE
ESCRIPIUIA^O ME8C4MIL
, Partidas dobradas.
Jos Antonio Goirtes Juuior vai mandar para o
prelo um novosystema de escripturacao mercantil
por partidas dobradas, de cnri^rmidado com a de-
cisao do tribunal do comnierciu da capital do im-
perio, em sessao de 7 d Janeiro de 1851, em vis-
ta da tracto, dos livros auxiliares, sendo as Antas ge-
nes (do antigo svstema) letras a pagar, e letras a
receber, substituidas por columnas as comas cor-
rentes, demonstrando estas por ama sfmples sara-
ma, em quahjuer momento que o commerciante
Sueira saber o estado de sua casa, qnaes as con tas
evedoras, e quaes as credoras, as respectivas
columnas.
O bataneo geral, formulado segundo este novo
systema, nadadeixaadcsejar.como se observa em
dilTerenles modelos.
Ainda contm esta obra: 1 urna taftoa com nu-
portuguez. meros lixos, pelos quaes conherido o proco-de urna
Umpoe-se esU obra de um volume, dividido em arroba (seja elle qual for) de qualquer genero, por
Joaquim Cavalcanti de AJbueuerque Mello. ura? r'arte M50ri<'a e "** PrliS? de facil a.ca" T* l'nple8 mul,'Pcao se conhece o importe
-r^ \ ~,. ce as pessoas que se queiram dedicar ao estudo da de qualquer numero de arroba, obra e oocas ; 2*
Da-se de 2 a 6:000* a premie obre hypothe- escrituracao. o decreto n. 313'J de 13 de agosto de WW que
ca de predios livre e desemlranieados._________ A respectiva assignatura acha-se aberta em to- declara e modifica o regulamento do sello n.'2713
Precisa-se para casa de um mogo solleiro de das as ''"rarias desU cidade, ao precode 5*000 de 26 de dezembro de 1860 ; 3* o decreto n. 3217
urna ama forra ou captiva, que saiba cozinhar e Pr volun>e- dc 31 de dezembro de 1863 que altera as disposi-
engommar : para tratar, na ra da Cadeia n. 5o, M ^s do regulamento das alfandegas.
primeiro andar. *~ j A ed.icaodesla obra vai ser feita em beneficie do
Hospital Portuguez, por offereciniento do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel,
espera-se que o publico concurra com a respectiva
assignatora, nao era attenrao a ntlidade da dita
obra, mas tambera ao lim a que appcado o pro-
ducto.
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriptorio
do llIm.Sr, Dr. Fonseca, e loja de livros dos lllms.
Srs. Guimaraes Oliveira ; ra da Imperatriz
(aterro da Boa-Vista) loja da bandeira n. 28, e em
i casa do autor, roa do destino n. 3, das 4 as 6 ho-
[ ras da tarde; a 2* cada volume, broebura, pagos-
na occasiae da entrega.
<; niranio iiuiuiie uuuc uiuiu-i uc 11: 'cine i! urnai p^_.:.i .i ------,7. ;.--'-----
incommodos etrabalhos para sua mulher e f.lhos : fe ^' d-^de -*"1 bre-Ve """^ a,luz da p"
os pr,tendentes pod.em informar-se o quo sao os gl'jjjjjj """^ 4B4<>ressao sob formato de
engenhos, e depois dirijam-se ao^cgenbo Pindobal,
Urna pessoa que se retira do imperio auer
(lossuidores de diOSs bilhetes a virera (ransferir urna hypuihera que tem era um predio '
receber seus respectivo* premios sem descouto os arrabaldes do Rccife no valor de 7:000*. va--!
a iemlu i predio rnais que essa qiuatia : a
os arrabaldes do Rccife no valor
fallar
em Joaquim Antonio Pereira, ra larga do Rosa-
rio, loja de louga n. 26.
DE
J. VIGNES.
\. ..,. RA DO IMPERADOR \. ...
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz cenhecidos para iue seja necessario insistir sobre a
sua superiondade, vantagens e garantas que offerecem aes compradores, qualidades estas incontesta-
veis 1 ti < .elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesla praca ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e jer-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tude vendido
por precos muito razoaveis.
Precisase fallar ha loja roa do Cres-
po n. 17, com os senhore* Firmino Uen-
teiro da Silva Carneiro, Pedro Barbosa
da Silva, Jos Antonio Lopes Juuior a
negocio de interesse.
ROPA FEITA
NO .
AHHAZEH
DE
%Wm ti ft .Wfen
^D^
-d
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um jB
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, S'
homens e meninos. Wk
B#M0fi
30*000
25*000
7*000
3<$500
3,51500
l
Casacas de panno preto, 35* e
Sobrecasacas dem, 30* e .
Paletos dem e de cores, 25&
20*, 15* e......10*000
Ditos de casemira, 20*, 15*,
125, 105 e......
Ditos de alpaca, 55, 45 e .
Ditos ditos pretos, 9*, 7*,
55. 45 e.....,
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 45, 35500 e. .
Ditos branco de linho, 05,55 e
Ditos de merino preto de cor-
d5o, 10*, 7* e..... 5*000
Calcas de casemira preta, 125,
105, 85 e......
Ditas de cores, 95, 85 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 5*000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 45500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Cohetes de velludo preto e de
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,-
65 e ,. '. .
Ditos de gorguro de. seda
pretos e de cor-es, -05, 55 e
Golletes de fusto e brim bran-
co, 35500,35 e .
Seroulas de brim de" linho,
25400 e ......
tnnn Ditas de al8do' *5600 e. .
35000 Camisas de peitos de linho,
45000 45, 35e. .....
)itas de madapolo, J5500,
55000;
45000!
25500
25000
1*400
25500
1*600
ESTRADA DE FERRO
DO
Eecife Silo Francisco.
Trena especlaea
PARA A
FESTA DOS PRAZERES.
No domingo 3 e segunda-feira 4 do corrente
alm dos ordinarios, ha ver trens especiaes para
a estacao de Prazeres que circularo pela- forma >
seguinte:
Partida de Cinco Ponas 11 horas da manhaa.
Volta dos Prazeres 11 horas da noite.
Os bilhetes sero vendidos de conformidade com
as tabellas e com a lotacao dos carros, os compra-;
ds para os trens especiaes darao direito a trans
porte smenle nos esinos trens.
11. Austin,
____ Superintendente interino.
mm
3ue ninguem faga negocio com a padaria da cida-
e de Olinda, ra do Varadouro n. 35, sem que
primeiro falle com Joaquim Goncalves Salgado,
pois a mesma Ihe est hypothecada pela quantia
de 1:000* para a fundaran e utencilios da,inesma.'
Fazem-se bolos de todas as qualidades e por
muito commodo prego, com todo o aceio e perfei-1
cao; assim como preparam-se bandejas para casa-1
mentos : na ra Augusta n. 61.
vencionar.Toino tambera despacha escravos, tira
passaporte para dentro e fra do imperio mais em
coata do que outra qualquer pessoa, pudendo ser ,
proeurado na ra Nova n. 56, fabrica de charutos,
i e na Boa-Vista, ra Velha u. 58, das 6 s 10 horas
; da inauhaa, e Santo Antonio, roa Nova, das 10 s
' 3 horas da tarde.
| __________Caetano Mendes da Cunha Azevedo.
Quem achou no domingo de pase boa dentro
da igreja do Corpo Santo, urna pulseira de ouro,
a quai tem ura laco no meio, e esmaltada de azul
; nos lados, querendo-a restituir, pde-se dirigir
ra da Senzalla Velha, na segundo andar do sobra-
do n. 100, que ser gratificado.
Aluga-se urna grande casa terrea cora bom
quintal todo murado, cacimba e alguns arvoredos
de fructo, sita na ra da Soledade n. 3 : quera a
pretender dirija-se padaria doSr. Joaquim Jurge
no largo da Soledade n. li, que all encontrar
as chvese podeajustar ou na ra do Crespo loja
do Sr. llamos n. g. ______________
Precisase alugar urna eseran para o servi-
co interno e externo de urna casa de pouca fami-
lia : na ra do Caldeireiro n. 60, se dir quem
preci ia.
_ Precisa-se de urna ama para casa de rapaz
solleiro : na ra do Queiraado n. 47.
Perdeu-se urna perola grande na quinta oa
sexta-feira santa, da ra do Imperador para a igre-
ja de S. Francisco : a pessoa que achou leve ra
do Imperador, armazem de louca n. 41, que ser
gratificado.
O administrador da massa fallida de!
Rostron Rooker & C. roga aos credores ha- j
jam de apresentarem dentro de 8 dias seus
ttulos ra do Trapiche n, 46, para serem i
verificado. ________
Feltor.
Anda se precisa que eotenda muito de planta-'
Cao e de capim e hortalice, preferindo-se casado:
em Parnameirira sitio do Pombal.
m mnmmmmmmmBMs
O Dr. Vilella Tavares tem o seu escrip-
rio de advocada ra do Crespo n. 1,
onde ser encontrado lodos os dias uteis
das 10 horas da manhaa s 3 da tarde.
?!
II8
1 Si <*
5 JP -. i e
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n n o. n re B >
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O
7
Joao da Silva Ramos, medico pela Unf
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
en sitas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procuraren! no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem-sua casa de sadc regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o qae
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operaran cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3*000diarios.
Segunda dita.... 2*500
Terceira dita.... 2*000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servieos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a conanca de que sem-
pre tem gozado.

BRASIL
SEU
m
5
PEIGUNT4 SE
Aos benvolos Srs. devedores dos herdeiros do
fallecido Manoel Antonio da Silva Antones se nao
achara sufficiente o lempo decorrido da morte do
>l(|lies solll'C lilil"iiI mesmo at o presente, para saldarem seus dbitos
ioLu.z de Oliveira Azevedo & C.. agentes P?'? 0# ditos herd5iros. julgam torem tido dema-

do banco Uniao do
sadn, sacara por
banco para o Porto u
agencias as provincias: Amarantes, Aveiros, Bar-, dar"se-nao as providencias necessar.as.
cellos. Bastos, Beja, Braga, Braganca, Chares, Coim-1
bra, Covilha. Evora, Fafe, Figueira, Guarda, Gui-
maraes, Lamego, Leiria, Oliveira de Azemeis, Pe-
naliel, Porto-Alegre, Rigoa, Setubai, Vianna de
Casulla, Villa do Conde, Villa Beal, Vizeu, Angra
Terceira, Faial, Madeira c S. Miguel, qualquer som-
ma a praso ou vista, podendo logo os saques
serem descontados no mesmo banco a razio de
4 0|0 ao anno : a tratar na ra da Cruz n. 1.
NASCIMENTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Por Alfonso de Altiuquerque Mello.
Est a imprimirse e fari um totume de 400
paginas.
J foi publicado no Diario de Pernambuco o prin-
cipio em tres artigos coramunicados, e nfio pode
ser continuada a sua publicacao assim, em conse-
quencia da abundancia de materia que tem este
jornal.
Por aqnelle principio o publico ter podido ver
se a materia dever ser ou nao interessante.
Para imprimir um volume o autor pede assigna-
turas e smente quanto bastem para as despezas
da mpressao e broebura.
E' a sunima da obra mostrar como a liberdade
no Brasil tem sido sempre sophysmada pelas tran-
saccoes que tem feito o partido liberal com os cor-
cundas, governando quasi sempre os corcundas
ainda mesmo com os liberaes no poder; mostrar
como para este lira, nao tendo os corcundas apokj
nopovo, tem corrompido o paiz para vencers
eleicoes, e ler as cmaras suas; lera corrompido
aelos legislativos
garantas conslitucio-
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
- Aluga-se urna preta ou um moloque que seja zido o paiz ao pauperismo e miseria, faltando
fiel : quera ti ver dirija-se a ra de Hortas numa- cada um toda a garantia do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan
D. Anna Francelina da Cunha avisa ao res-
peitavel publico que autorisou para spu procurador
o Dr. Demosthenes da Silveira Lobo desde o dia 25
de fevereiro prximo passado, ficando desonerado
o Sr. Claudino do Reg Lima de procurador da
mesma.
Na noite de sexia-feira da paixo, do pateo
do Terco at a ra Direila, perdeu-se urna pulsei-
ra de onro nova com o peso de4-oitavas : quem a
achou, querendo restituida, dirija-se ao patelo
Terco n. 36, que ser r compensado.
T. E. de Moraes Camino -autorisado pelo ,ia so ha extersaq, qur dos goveroaptes, qur dos
governo tem aberto aula de nslruc?5o primaria ")ais 'rl,!S, e nao.ba^iudustfia licita,que d para
na ra de Hortasui. 106, para o que coovjda aos v'^e,r- -
pais de familia que quizerem confiar seus filhos como urna historia,desde a independencia ate
ao seu cuidado como tambera dar liegoes por ca- hoje, fazeudo-se apanhado smente dos tartos ira-.
| sas particulares nao s das materias primarias portantes, donde cohiecou a nascer ajiberdde no
como de preparatorios. Jlrasil, ecomoella lera sidoespancada,assassinada
lys

Novos arranjos.
Novos arranjos.
Nevos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
N
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2>.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
Retratos de 3* por 2*.
ca
pelo lempo que se eonvencionar : a pessoa quo
quizer, dirija-se travessa da ra' da Imperatriz,
quina do becco dos Ferreiros n. 42, que dir quem
precisa. .
7*000
75000
4*000
45000
2*500
25e
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 95 e. .
Ditos defltro, 55, 45,35500 e
Ditos de sol, de seda, 125,
115, 75 e......65000
Collarinhos de linho Gno, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
8*500
20000
640
250O Toalhas pararosto, duzia, 115,
cores, 95 e......75000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
5
7*000
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
45 e........
45000
35500
tos e de cores.....45000 K
Lences de linho. ..... 35000 yM
Cobertas de chita chineza.. 25000
Quem precisar de urna excellente escrava
mofa o de boa conducta, para fazer todo o servico
de casa de familia, dirija-se ra dos Pires n. 54.
Trecisa-se alugar um prelo, preferindo-se
que seja escravo, paga-se bom ordenado : na pa-
daria das Cinco Pomas n. 98, para mandados de
entregar pao c bolacha.
Altenco
- Precisa-se d quantia de 600* cora hypothe- l^^&^S^S 2Z?, ^
era uraa casa, sen'd, o premio de 1 0,0 2 raez, nTa^do^^
queza e corrup?d"do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambhcp al a raloeira da revolucao
de 48, em que o (izerara rahir.
Analys-sc todos es ramos da administraciio, e
: mostra-se como tudo feito em defraudaco da
| causa.trabuca, dos interesses da communhao, e em
beneficio smenle, dos protegidos ; como todas as
'einprezas melhoiaranto s tem de bem publi-
co o pretexto, e de real a locupletacao dos afi-
liados.
Conclue-se pela analyseda sjtuago, e mostrase
Como Perhambuco com as qutro provincias suas
irmaas do norte, as primeiras na manifeslacao dos
senlimentos livres, tem chegado maior abjeccao.
A assignatura de 2* por volume* pagos adian-
u-fnin-^ tado^ obngandosc o autor a reslitui-los se as assig-
A COmgonhia da estrada de Ierro racebe naturas nao chegarem paraa publicafio. Depois
propostas para fornecimento de 1.0,00o ro- de impros* cji-siar o volume 3*. Assigna-sc na
;los de madeira ou qualqut porc-i desta ^vra>ia-ns.6 e8da praca da Independencia.
1 quantidade postos as estagoes. Os rolos' *
devem ter as dimenses segiainles 9 ps,
1 p inglez de dia-
ESTRADA DE FERRO
Recife a.'^6 Francisco.
Precisa-se dejuma escrava ou ama que saiba co-
zinhar e eneoramar, pagando-se bem : para Ifalar, jnglezes de COmprfiJo e
coaraUoapo8n!esre ^^ dreBaPtae,> metro no milo e das .qualidades seguinte's:
- Perdeu-se tia qninu-feira santa, por occao ,C;C?' ^T' F^* ^ Pl$' ^'^
de visitar santo sepulchro da igreja do Paraizo randiiba preta, a tratar por carta ou pe<>
S. Francisco, uma pulseira de ouro com esmaltes soalmente com o engeheifo da companhia.
zoes e brancos: rogase encarecidamente a quem o Sr. G. O. Mann, na villa do Cabo onde
a ti ver achado o favor de a levar ra do forres
n. 38, segundo andar, que se Ihe gratificar gene-
lesamente alera do se llcar bastante agradecido.
B
m mmmsm m mmmmmm
0 bacharel A. R. de Torres Bandeira,
professor de geographia e historia no
Gymna'sio desta provincia, contina no-
ensino particular destas raesmas disci-
plina-, < bem assim de rhetoriea, phtloso-
plna, inglez e franeez : na ra estreita
do Rosario n. 31, teroeiro andar.
Precisa-se de tuna ama para lodo o ser-
vico de uma casa de familia : na ra es-
treita do Rosario n. 31, terceiro andar.
Precisa-se de uraa ama para cosinhar em
casa de-iim homem solteiro : no pateo da Ribeira
n. 3, (<}a. Na mesma cmstt dase almoco, jantar e
ceia para una pessoa por 15* mensaes e vendem-
se 2 moleques de 10 12 annos e um negra ba
cosinheira.

Ao jornal do Recife .
Andr de Abreu Porto declara que nao teve par-
te por qualquer mudo na publicado da segunda
eonsignacao ao lomal do Herife dos nomes dns.qpe ,
e dislinguiram na extmcfo do incendia do arml-^
rem do Sr. Ribeiro ao Forte do Manos, quehontem v'do todos os Srs. socios a reonirem-se
eio precedido com seus louros de proteceo e be-
niiraiiiade do respectivo redactor.
Ne-tes irNtes acontecimentos elle se tem achado
sempre prompto lilierabsar os seus ervicos, que
bons on mos nunca os prestou na esperanca de
ver o sen nome em inencoes honrosas de joruae3,
qae nem honrara e era deshonrara a ninguem.
D-se na ra do Arago n. 930 dinheiro afju-
ros em grandes e pequeas quantias e a vontade
d* tomadores : quem quizer aproveittr, pode di-
rigir-se h..je da* 6 da manhaa at as-.*! da noite.
Nh mesma casa ven lemse beijs, tapiocas e bis-
coitos por harxo preco.
Na travessa do Veras, ca
noite a exposico de um rico cosmorama de lindas
vistas, pelo preco de 40 re. cada pessoa, e gratis
para os meninos. Na mesma casa ha para vender
boas vlas.______________________________
ProcMa-se de uma ama s para cozinhar :
no largo do Paraso n. 6.
So ii'riaiic Uraiualica c Recreio t nio
Familiar.
De ordem do Sr. director desta sociedade, con-
na rasa
da sde desta associacao, pelas 4 horas d& tarde
de domingo 3 do mez prximo vindouro, aflm de
se proceder eMeio dos membros da nova di-
rectora que tem de funcciojnar de abril junho do
comente anno.
Secretaria do Sociedade Dramtica Recreio e
Uniao Familiar, 31 de marco de 1864.-los Mar-
tina. Monteiro. pr-muiro secretario.
~^0 abaixo assignado faz siente ap publn-e era
geral, e muilo principalmente ao respeltvel cor-
po de commercio, queda data do presotte annnn-
co tem contrahido sociedade cora Jos Fernandes
Ramos de Oliveira, em sen armazem de carne
secca sito na ra da Praia desta cidade n 24,
cuja sociedade yai gyrar debaixo da firma Maia &
Ramos, e para a todo o tempo constar faz .o pre-
sente annuncio.
Rccife, 30 de marco de 1864.Dionizio Gol-
calves Maia. v'
I Manoel Jos de Lima, subdito pontuguez, vai
i Europa.
Precisa-se d
solleiro : na ra da Imperatriz, taberna n.
ama ama para casa de ho
omem
Na ra da Roda n. 6 conlinua-se a mandar
comida para fra, e incumbe-se de tudo por preco
razoavel.
Dinheiro vista.
Algodaozinho com pequeo
toque de avaria a 4^500
e 5#000 a pega.
Vende-se na ra do Queimado n. 14, superior
lodozinho con pequeo toque de avaria a 5* e
6* a peca, a elle que est se acabando.
A loga-se o coligue do paleo
com dous tainos e seos utencilios, i
do que faz ijuina para a ra Velha
tender, dirija-se ra Direita n. 91,
dar, ou na taberna que tica ao p.
qaesquer outras- informdcSes s*darao.
Preco de cada rolo 1*500 rs. e pagamieilQS.
no fim.de cada mez. ..
Ul Austin,
Superintendente, interino.
Joao Jos da Silva
tratar de sua saude.
Guimaraes vai Lisboa^
Domingo 3 de abril em diantc vende-se leite
puro na ra dos Quarteis n. 10, a doze "vintens a
garrafa._____________________________'
Precisa-se de uraa ama para o servico de
uma casa de pouca familia : a tratar na ra das
Cruzes n. 33.________________.
Casa de campo.
Aluga-se uma casa com bons commodos para
jamilia. sita no poco da Panella, tendo 4 salas, 7
quartos, roznha, despensa, qnarto para criados,
cocheira, estribara, carimba, terraeo. jardiin e
horta, sendo a casa mi fresca e sadia : quera a
pretender pode-se dirigir ra da Imperatriz n.
19, a tratar cora Frederico Chaves.
-- Paga-se bom ordenado a uraa senhora que
200 retratos tirados por dia.
200 retratos lirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por da.
200 retratos lirados por dia.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de o* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 3* por 4*.
Retratos de S* por 4*.
Retratos do 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 8* por 'i-5.
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Itua do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. .'18.
Ra do Imperador n. 38.
Destes presos s nos dias uteis.
Oestes jilecos s nos dias uleis.
BAXCO I \| lo
ESTAUELECIO NX CIDADE DO PORTO
j Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k < .
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial era Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
IteaJ, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Laraego, Covilha, Braga,
PenaeJ, llmganca, Amarante, Angra,
liba da Terceira, llha de Faias, Ilha da
- Madeira, Villa do Conde, Valenea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se eonven-
cionar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
3-RIJA ESTRENA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozono continua a col-
locar dentes artillciaestanlo por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
liqueni a vontade de seus donos, tem pos
e outras prepara^oes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
Engomma-se com perfeico, sendo camisas
de homem a 80 rs., caigas a 120 rs. : quem preci
FOLHINHAS PARA 188
Na praca da Independencia Itvraria n>
e 8, acliam-se venda as seguintes folh.
nbaspara 1864impressas nesta typographia
em excellente lypo e bom papel,
Fplhinha de porta conlendo as mate-
rias do costume, rs......., ico
Bita- de algibeira, sob a epigrapbe
religiosa, contundo alm das materias
do* costume os sete passos da Paixo
de Nosso Senhor Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariant; liymnus e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicaces de diversas oraces; con
Serapliica ; exercicio ao sagrado cora-
co de Alaria; oraco para visitar as
igrejas no dia da Purciuncula ; oraco
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceico ; e medilaeoes
sobre a reforma da consciencia, rs.
Dita de dita, sob a epigrapbeVa-
riedade, cometido alm das materias do
costume : receilas uteis e necesarias
aos diversos mysterios da vida ; phvsi-
ca e recreativa ao alcance de todo
pilheriase ratices; poesas; charadas'
i e peosamentos colligidos por
320
um curioso.
320
na foja do sob" 5** ^u cidade no engenho denominado Pao cask dXnt So'sitmdo Sr "an^qne aTl arl '^ ffic, d,Vm0' Jgla pelo ro-
iha" Sem oli tSZSMSF&X*! .*5?^ <*a* fef I-em tratar. ^ que verendo conego penitenciario da S de
W*fo...........040
quem o pre- at esse |Ugar a |ratar ^ rua Q Hanwel n. 61
primean- cora Rmio Jo^ Ferreira Lima.
ir, ou na taoerna que iica ao pe. .----------------------------------------------------" iwwiito naiaionci
- OITorece-se urna ama para casa de pou.-a (a- Confuira de S JnS*d'Agnnd M Companhia Qjlilldadc de
milia, para cozinhar e engommar alguma cosa. O socretario-convida a todos os seus"irmos
e para fazer o servico de dentro de casa, afianca- comparecereirfdnmmgo 3 de abril pelas 10 horas
M a conducta da ama^. quem quizer alagar, dirl- da raanh.ia, no respectivoconsi-,torio, para em me-
no terceiro andar, nu- a geral clegerem a nova uw$i que tem de func-
1 ____________ cionar.no futuro anno de 1864 186o.
Manuel Frantisco dos Santos e Silva.
Secretario interino.
ja-se rua do Imperador,
mero 14.
Quem precisar de uma raullior para ama de
easa de pouca familia para cosinhar e engommar j __^_
dirija-se raa-das Cinco Puntas n. 114, que acha-; Antonio Joaquim Tciseira Barbosa, subdito
com que tnaHar._____________________ portnguet, yai ao Para.
frecisa-e alujar por mez uma canoa deear-; Miguel tomes da Silva retira-*e ^ara fa 4a
l joJor : na rua da Roda u. vi ju-o.vjacia.
.go..eoOOat>00 lyulw
seguros niarltluios e ter-
restres estabeleclda no
fio de Vaneiro.
AGENTBS EM PEI'NAMMICO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente atorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomara seguros de navios, mercado-
g rias e predios no seu escriptorio rua da
1 Cruz n .1.
.iinm
O bacharel Jos Roberto da CunhaSiil-
les continua com o sen escriptorio de ad-
yogado rua estreita do Rosario n. 41,
I." andar, onde pode ser proeuradodas. 9
horas da manha s 3 da .Urde: reside
na mesma ra!a.

TINTUMNAi -
Tinge-se com perfeicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rua do
Kangel o. 38, segundo ailar.
^
.
i
, '
v
t-
J
motlado


O hachanl g
M Fraoeiscii Augusto da Costa
g ahogado
fl;jm ltlv D0 U*,KIUDOn 69- W
>( |>ra5 da indypenilcncla, luja de onrlves
eeaapram-sc obras de 011ro, praia e iw.lras
pTMtpp% assim como se faz qualquer obra de en-
jniienaa, e todo e qualquer concert, e igual-
BWB le se dir quem d dinhelro a premio.
- Alnga-se o sobrado de ura andar na ra D-
reitan.81; a fallar na ra da IVnba n. 5.
\ova hospedarla
LA.TRAVUtA.
roa dfljlosario Urja n. 37.
(Jai rido u-ndo negociado o seu anli
hotel denominado trovado*, abri ama nova h
pedaria em a casa n. 37 da ra larga do Rosar
cujos commodos o habilitan) a auiiunatir. a pu
co quo nella ter sempre todas as iguarias prer. i-
radas por um hbil culinario. Ontro slm, na mi s-
ma rasa haver todo o genero de bebidas neoes! i-
rio, noite survete muilo bem fei, e dous bilt 1-
res de mogno competentemente prepara*. Esfe-
ra aberla desde as 6 horas da maoha at as 13
da noite; e tudo isto ser feito por preeos tao ra-
zoaveis que os fregueies necesariamente ticarao
satisfeitos. Para melhor coohecimento do publico o
proprietario declara que a casa a em que func-
O enge- conou a muto rotihecida sociedad Corybantina.
O abaixo assignado perdeu
ho tScnipapo ao engenho Sania Rnsa, da Aluga- frcgttezia de Ipojuca.umembrulho conterKlo Bangel : a tratar na ra do Sel n. 13._________
4a50OOO em libras esterlinas em Otiro, em- Precisa-sa alugar urna sala de nm sobrado
bralliadas em papel pardo, e alado com li- no bairro de Santo Antonio: quem tiver annuncie.
fcha branca, por isso roga a quem O achOtt Ossenhores abaixo declarados queiraui fezer
e digne levar ao mesmo engenho Gcnipapo, o favor de virem oa m'andarem seus correspmy
a Exma. Sra. D. Marianna Francisca d *" P<* 4i a a0010 iue ",e dit
Paula* Cavalcanti, proprielaria do mesmo 211 ,rinca rjes Barreto (engenho Barra).
engenho, que gralilicar. Os males <|UC Manuel Ignacio de Luna (engenho Innandade).
acairela o abaixo assignado, que pobre e Ignacio Jos da Penha (engenho Brincia).
pCarregao de familia, esu penla, pode cal- F
cular qaom o achou para que se raova.a res-
tilut<*aX
SenlA Goncaltes.
0 Dr. Cosme de S Pereira confi-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
l*&Yandar,ende podesejprocuv
rade'paj^rlf exercieio. dje s. frlofis
sao jnedicay- e cam-ufspcialidade
sobre q segmnttV' -
1tiioct- de olhos ;
2 y V depeito :
3VV" y-^RSorg5sgeeiti
V f urinarios.
Enf&u escriptofio os docntes se-
rao \aminados na ordem de suas
ntralas comecandp o trabalhd'pelo's
doenles de olhos x
Dara-eesUas todas- Os dias d s
6 as 10 da manha, menos, nos do-
mingos.
Pralicac 'Teda e qSlquer opera-
cao que "julgar conveniente para o*
prompto restaffelecimento dos seos
doentes. ( /
OMIAO
;1/
^T-
MERCANTIL

RITA DA CABBIA DO HEC IFI3 W. SS.
W NOVOE
9ZP AltVAZBU DE UOJF.A

\
-+ -Maga-sc um moleque de t** annos para qual-
^ner -servico : a tratar na rua do Queimado n. 6.
=- Na rua estrella do Rosario 'n. 3!, segundo
ander, precisase de nms ama de "kitc que seja
lire e nao tenlt* no.
Krancisco RodrigueR da Stva (Gamella de Barra
Grande).
mmmm mmK
Jojc OoncalvesFerreira Costa, tom ca-
sas'terreas para lugar na lra"e35 do
Costa junto a fumdi^o ao prefo *t M e
10$, com portib para a marc : a Tallar
nattiesmatrafessa na taberna*) lim da
mes mu.
COMPRAS.
i'tam novo
I Precisa-s de nm caixotre para taberna
rua do Rangel n. 17. ^^^
Vndese o ftimo piano mandmlo fabricar oin
'Pars, especialmente para este clima, ecom lodo o
'cuidado possivel, pelo'bem conhecido Joiio 4-au- |
mounierquelevc'Qrmazem de pianos na ra da.
' Imi)eratriii por-er o ultimo, vndese multo em \
conu, so para -salvar o dinheiro que se tinln ndian- ~ 'Preisisa-ae de urna ma que compre e ninhe
todo ao allMido.: a rua No.-a n. 19, jrinmiro "W* Pessoas : natua do Qefmalo n. 17,
Para coser costuras de atfawle offereeom-se
dnas costurelras, que trabafham com perTeicao e
aceio : quom de scus presiimos se quii(rlilisar
djrija-se a'rua da Concordia n. 18. ______
andar.
luja.
Modstale de segwros mutuos
de vMa4m(allda pelo Hanoo
inho ni cidade do i'orio.
Os agentes neSla cidade provine Aiitoaio
Luii d-<$liveifAievecte'4 escrintoriona rua
da CnK do RenKe n. 1, estad autorisados desde j
a lomar assignoioras- e pn^-tar lodos os wslareci-
mentes que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem concower para lio til e benfica ompre-
zas, egnrando nm futuro Ksomreiro os assoriado,
IM-se'108 rs. sobre gem de btese seqoilhos : na botica do paleo do
Canmo. __________
jafki acezar Pmio de OHiwh, nego-
ciante MtnoBtada, ivttra-se pana ira do
imperio., a;tratar deua saude, ovando em
sua copaf:hia sua .-senhora c deas filhas
meiiores. f- deixa otno seus procuradores :
em ppwiro lugar o Si'. Antowo Jos dos
Rejs, .mnador na.roa do Imperador, en-
'carregado de todos sepuii'lo.kigaro Sr. Dr. Jorge ernellas Ri-
beiro iPessoa, morador na rua larga do
Rosario:; oem terceii lugar o Sr. Francisco
Jof -Ferosiides Pires, morador o pateo da
Santa Cruz, I'regueiia da Boa^Vist. Decla-
ra peia'isegunda \ezque at esta-ata, nala
deve em Pgr.namt)uo..________________
A luga- e o seguiMlo andar e solio do sobra-
do da ruada Seniala VoHia n. 2i: quem o pre-
tender eotenda-se com Jws Aotimes ^uimaraes e
as Ama 4e hite.
Prectsa-sede urna, senBo forra, em S. Jos do
Manguinho, sitio do lor^e Tasso.______^^^^
-Precisa-sc de ura menino de l 14 anaos
de idade para caixeiro de taberna : no pateo do
Carato n. .'<9, prefe>lndo-<=e poriuguox._________
Precisase alagar -urna ama forra ou escravn
que-saiba coiinttar e-engommar : a tratar na roa
doCrspo n. 18, no -segundoandar.
Oigo eti Antonio Vilra de Mello, morafior
emOtibeira d'Afua branca de Morojo, que -mo
devedor ao Sr.Jos'lFeixeira'Leite, morador no Re-
cite na rua do Quaimado, a quaiUia de 2903, (en-
dona particiado-";. dle que venha ou mande para
eor pago, em rariio de que meustiens tem de rrem
>)eraca para pagar aos meus credores, e -nao-
(Kissivel vir resposta porque elle abi nao mera
oais. ________^_______
Quem,precisar de urna criada para uso in-
terno de uma-casa, dirija-se travessa dos Marty-
ros n. I.______________________________
Na noite de quinui-feira santa perdeu-se orna
jwlseira de ouro, suppoe-se oae ao sahir do con-
vento de S.Francisco.: nuem a tiver achadu e
ueira restituir, dirija-se ruado Nogueira,-subra-
di n. 2C, sepiM'do andar.
Compra-se ewcirtanietie ouro e prata em
obras velhas: nafraba da IndpenflfQcia n, 32
lea de bilhetes.
Comprase effecUm-
mente
ouro e prftla em oaras velha*, pagndose bem
na roa larga do Rosario n. fc, hija de ourives.
Na Tua das Cruzes n, 43, primeiro andar,
compra-se ama negra moca que saiba oozinhar
engommaT. ____________
Compram-se
doas cavallas quaftosjiara carga; ao silio oe vi-
veiro do Maniz. _
urna esorava crioula, moca, con -oria ou seo ella :
na rua do Hospicio n. 27. ___________
Compra-se u aluga-se ma esorava que sir-
va para rua, paga-so bem: na rua do Hospicio
n. 62.
Comprarse oa rua do Pilar n. 143, primeiro
andar, tres ou quatro escFa*os de moia idade, for-
los* sem vioio alaum: gRfa tratar de manht
ate s 10 horas e de tarde das 3 s 6 lloras.
^/TOJA A AEIA DO IIECIFE IV. 53.
Francisco FaflaMes Duatte acaba de abrir na rua daCadeiado Recifea. 53, um grande e sonido armazemde molhaesde-
[|3ipmioa4e nio Mere$til Nestq grande armazem encontrar sempre o respeilavel i ublico um completo sortimenlo d ^eneros q ?em o,fl^cado, tanto csirangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porcoes oh'a retarho por precos lj
remniodos. t \n
Manjeiga in^kt especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
. rrirfteira qua'.idade a 800 rs. a libra, 10200 a caada.
* 'em^arril se faa-abaUagnto. Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Maoteiga frauceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado a 5U0 rs. a liraTe 520 rs. embirril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
u treio, 4^800 a caada.
r^zuBtoiqjg'e^espira fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
quahdade, chegads neste ultimo'tapOr, a 5f5800 a frasqueira.
VIND1S-
Rabe-S'.lunettau 4 C. |iarlicipa a seus fre
guez<'s ipje mudou o seu armazem de fazendas da
rua daCadeia n. :17 para a mesma raa n. 18.
Jos Jttpwiymo da Sh-a vai' fazer urna via-
gem ;i'Eum^w. levando em sua compaatiia sua se-
ntiara, e deixc como saaa procur.rdoc^ em pri-
nieiro lugar a seu cunliadoo Sr. Juaqcim Lopes
MiTi;'ti.i. soui.'rino e somc Joaquim T:oodoro da
Silva c os Uim-iiM U'j-.viuilar.
Francisco iarrido, lendo de se retirar para
Europa, dcixa como seas procuradores rn-su pro-
vincia : em primeiro lugar ao Hlm. Sr. Antonio Va-
lentim da Silva Barroca, e em segundo ao Sr. Se-
verino LyraMalvar, tollos -elles com poderes ne-
cessarios.
^1 Uenco
Precisase aiugar urna ama que seja boa e fiel,
faca todo o servteo de casa de pequea familia e
compre ua rua : a ti atar na rua larga do Rosario
o 38, loja da Aurora.
Credores.
>Os credores doSr. Francisoe Virissimo do Reg
Barros queiram eniender-se com Tasso liuos, rua
do Aiinirm n. .'!."_ segundo ailar.
Quem annunciou neste Uiario que .precisava
de um caixeiro .para tomar conta de urna taberna |
em ponto grande por balanco, nao se olhando o or-
denado inereccBdo a pessoa : pode procurar na:
Aluga-se o segundo ar.dar do sobrado na rua
Dirorta n. '.i, n,m fundos pana a rua dail'enha, e a
loja,a casan. 36 na rua da matriz. da:45oa-Vista, -
cozinha rLU lla Viradlo n. !, que .a .possoa dura coubeci-!
Vendc-se um escravo mulato de muito fco&
figura oplwno para pagem, bolieiroou criado, sen-
do alm disto carreiro e apto para qualquer ser-
vico : a eatender-se em o Sr. Caetano Mendasda
Cunha Aaevedo na rua Nova n. 5%, fabrica dcoea-
rutos.
--------------------------------------------------------------------__
Para lodt.
Pecas de madapolao com p-ucos salpiees de
mofo i$j00, K-"ii.'i e 6$, ditas de dito entesta-
do muilo lino .7. Algodoikiho superior com
pequea toque de mofo por 44 e 4o00 a pega :
na rua do Queimado n. 17.
~Cavall..
Vende -se um beincavallo,'nvo, grande,'eforte e
imuito roprio para viagem : para ver, na-cochei-
ra do Sr. Paulino no Mundo Novo.
Vendem-se 72 covados >e tapete aveltudado
da nietaor quahdade. ,preco muito barato, assim
como aluga-se urna escravade 12 14 annos para
andar cora enancas : a 'tratar na casa terrea aon-
de monou o Sr. Cuunares, .na esquina da rua do
Camin Novo na Soledade. _______________
Vende-se o eogcnho 8. J*aulo. sito na regue-
zia dos Afogados, cujas terj-as dao boas caimas
(socas e resocas) rocas, e tem oiuilas outras vanta-
gens ; vende-sc com a safra e 20,000 cavas de
roca toda madura : quem o,pretender, dirija-.-- ao
Sr. Manuel Eleuterio do Reg Barros, ou ao mes-
mo engenho a enleader-se umn o seu propietario,
ii engolillo tem bastantes mallas.
lumainimiiiioMi y<;
Rua larga do Rosar n. 3L
Vende:
720 rs. a libra.
1}ueijos amengos chegados nesl^ llimo
vapor a 2(5800.
Queijo prato muito fresco- e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito oras a !20 rs. a tbra e
e 3i>009 a arroba.
Cha ux'm o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a t#800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 2*50* rs. a li-
bra i cha hyson proprw para negocio a
!$00 rs. a libra. *
Cto preto moito superior a 2<$ a fibra.
Biscoutos inglezes em lates 010 diferentes
qualidades, oomo'sejam entoel, victorin,
piquelez, soda, captara, seed, borneze
outras mwifas marcas a 4#S50.
*olachinha Figos em caisinhas bermeiicament Inora-
das, mtfrts proprias para mimo a +/>S>00.
Caixinhas de 4 e "8"libras de figos de-oema-
dre a 1 jS'e 2$ cada urna.
Passas inwto novas, cTiegaSas neste -ultimo
vapor a 50^'rs. a libran 3VJ umquarto ;
e em caixa se 'faz abatanento.
Ameixas francezas em latas de mcie a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais sapsrior que
tem vindo aooosso-mercado a tSlogigo,
gareote-se a-superior -qualidade.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1020", t(5500
aU.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
tfSOO.
Marweada imperial, dos melhores consr-
venos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
Sobras a600 rs a libra.
Froctas em calda das melhores qualidades
que ha em.Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muilo novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca melle a 400 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeilas, s visla se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada nm.
Emilias francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
Sardinhas deNantes a 340 rs. oqnartoeoCO
rs. meia lata.
Lalas com peixe em posta : savel, cervina,
vezugo, cherne, linguado, lagosiinba;'- a
1^300 rs.
Salmo em latas, preparado pela ,Dnva,arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 1 libra a CCO
ris.
Chouricase paiosem lalas de 8 e meiara
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80000 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca* 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 408(0 a arroba-
Batatas mnilo novas em gigos com 40 lil rss
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um. y
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranboa 100 rs. a libra e2800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2*400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 660 rs. a bbsa e
540 rs. se for em caixa.
tibra.
Oh genero, a 10200 a libra. so e a 90 a arroba
Chocolate hespanhol a 10200 a libra. Doce de g0aba a 640' rs 0 cais3o.
Yiobo Bordeanx das nnelbores cualidades 'Genebra de laranja em frascos grandes a W. Macarro, talbarim e alelria a 480 rs. a h-
qne se pode desearte 70500 a 80000 a ;Ceiwja branca e preta das melhores marcas j bra. em caixa se faz abatimento.
qse ha no mercado a 500 rs. a garrafa eJEgtrellinba.pevide e arroz demassa para sopa
ff800 a duzia. | a roo rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Gegiac inglez de superior qualidade a 800 palitos de dente lixados com flora 200 rs.
caixa e 726 a 800 re. a garrafa.
Caisas com finho do Porto superior de 90
a 10 -a duela, e 900 a 10 a garrafa; deste
-genero na grandeifwrco e de differentes
10200 a garrafa.
marcas acreditadas que j -se venderam Iiccres francezes das seguinles qualidades :
rpor 14>e 150 acaka.como-eejam: Duque
pintada e Miada, com 4 quarlos, 1 alas, -
fra, acimba propna e quiatal murado: a tratar, me"l (l'' Sg co'-'luria. _________________ Todoe os remedios do Dr. Chable.
na niema ^asa ___________________' I Preeisa-se ik um preloou pardo para ajudan- t^a^sulas^p ^njec^ao ao matieo
Preeisa.se de urna aitaa ijiara o-servico de de cozinha : no Hotel Trovador, rua-larga" do
urna casa de^auca familia a ; tratar aa rua das Hosai-io n. ii.
Cruzes n.
O
Aiujia-sc <'a>a tbrrea da rua do Mondego
Atteneao
"Na-rua estreita do llosarioa, lli, pre"cisa-se de
n. 7.". aalregutua ladade*ovo : a ti alar na rua .a GadeiaJo Re- co, para caixeuo-. ________
cife n. fct* -<.;lir:wi.;. ___ I lfreek*a-se de-uuja amague .eoinpre e cosi-
*; nhi para rasa" ile ,pouca familia.: na rua de- .11 ir
la a. 'JQ, obra'do.
---------r
Injeccaofaugs
Pilulas 4o Dr. Alian.
Pilulas do r. Laville.
Pilulas do pobre-homem, excellentes contra rheu-
matismo.
Pilulas uan sezoes.
Pilulas fc ungento Hollovay.
PhospJiato ferro de Lenas-
Todos os. remedios de Kemp :.pastlhas, pilulas,
'aiiaralma. salsa de liristol, etc. etc.
E muitos outros medicaraenios c especialidades
omasso, ditos lixados sem flor a ICOts;
o masso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
do Torio, Lagrimas do Doaro, D. Luiz, -e de outras militas marcas a 10 a garrafa j libra.
Camoes.'Madeira-secco, Garcavellos, Nec- -e 100 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra o
tar de 133, Duque Vkiho de,pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a 0 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. f e-
400,480 e 560 r*. a garrafc, e 30, 302001 Mostarda ingleza em potes j preparada a1 lix, em caixas inleiras ou em meias, de
e 30500 a caada. | 400 rs. | 10600, 20 e 30.
**inho branco de-superior qualidade, *;indo Mortarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conta propna
j engarrafadoa>>640rs.agarrafa e 5001 *10cadaum. de casa particular,a 400 rs. a libra; iiiiei-
rs. debarril. Sal>reinado a 500 rs. o pote. rose faz abatimento.
06-senhores CL
COxMMEUC
Preeisa-se de urna ama que
nhe para casa de poticaJfamlia:
n. SO. '
compre e
-iua da Guia' -
B0TIC4 L UK0GARI4
luja do li.-.ija--ir n. 63.
A.ealisia braidiia,i'osa Jame, avka aq ,vc&- Traucialias de Ua Usa para enfeiles de -raiuisiulia
peavfl publico, e ipecialmenu! a seus oe^uezes, "je ^nbora
que ndou a sua residencia para a rua & Penhu Receheu-se, rancinhas" de diversas cores pe-
n. 17, segundo aiulai:,.onde palera .ser procurada de 30 varas a 640 rs., e'de 120 rs. peanenas :
para acalquer serviy de -su* protegi._________ ,na rua do QU-eima(i0 |oja doteija flor n. 63.
(1h.;i. Enfeiles de reatabas co lato na frente.
Aluga-se a casan.*, da rua do Principe, feerae- Recebeu-se, varudo sortimento e enfeitesde
ja daltei-Visia, rom ouanos, 2 salas, eowaJia lvo^is-cores a IM0 e 2*:. aa rua do Queimado
tfra, cacimba e quintal grande, a tratar ua rua Hit- loja oa teija flor n. 63.
W n. 3.
AUCIH'O. 1ue sempre se encoulrarao em aita botica.
Preeisa-se de urna ama ou eserava para casa de IIA VI f\ i
pouca familia : a tratar na rua iln Koila n. 28.
BABriIOLOMElT Rua Larga do Rosario 34.
flavas -be *lou>n. Vende".
Heccbeu-se luvas de Jouvin braneas e prelas (Ventosas de gomma -erastica.
>roprias paca a quaresma : na. rua ^o Queimado Esmaltes para-pu-rivec.
Fundas in.nlezs.
tt(0
i
Su rua Nava de Santa Rka n. 43, serrara de.
Jo* Apnaoio AvJa. tem grande juantidade de tra-',
vetas ,e enxams/le louro de dvero comprimen- i
tos a apartaras, je que se vendena miuto barato
vista da .yiali lade-_________________________!
O abaixo assi^nado tem just oatratado os
objer.to da f..brica de cigarros do aatigo'becco dos
Portos, pejHencenle as Sr. los Auioaio e C.arva-'
Iho M.U-H--.I i (>or isso yuem tiver alguiaa cousa a
reclamar, ap/iesente-sc *o praso de tresdiaca con-
tar de boje diante.
Jos do Coulo Guimaraes k C. >
Declara-*e a quem quer que pretenda arren-
dar a engenhoea Maraco j, sita na aldeia qae foi
dos Indios do termo da Escata, que os pontos di-
visorio- das po$sesdesia engenboca parir com o ea-
geubo Cassu, sio pelas posturas que se achara
posias do nascente puente, sendo que de nma a
oaira corra cerca quati recta, qac, segundo cons-
ta, a Botono, fura destocada pelo^ctual posseiro
de Maracuj do seu lugar primitivo, jiara assenta-
la oraliui-.iiie as Ierras que sempre pertencer-am
ao engenbo < assu ; e emao se preteada' demons-
trar com toda a evidencia, a sem razio do preten-
cioso posseiro que tem querido arrogar-se a direito
que nao tem. faz-se a presente decjaraco atim de
poupar desaveocas cun quem por ventura, sem o
alier, venh para dita engenhoea, suppondo-a tal
eoo a pintam, sendo pelo contrario tao peqneni-
na, tao acanliados os partidos que tem, e j can-
sadas, que pouco ou nenhum intcwsse resultar
ao trabalhador.
O Sr. Antonio Goncalves que foi ou anda o
posseiro daquella engenhaca, melhor dir o que
ella e se o omprasa a declarar se os limites ci-
ma indicado* sao ou nao verdadeiros.
GttTllE CYlXOBAMl
Azt para aajos de procisso..
Vendem-se na rua da-Queimado loja da agui
Jjranna &. 8.____________________________
Alttga-se o primeira segundo andares da
cwn. 493 da rua Imperad .: .na rua'da Aurora
numero 36. .
aa^MS sobre. Ptrtsagal.
Oabaiso assipriado, afate db banco
raereantil frmense nesta esdade, saca ef
feetMamaote por todos os paquetes soure
o meano -buco para o Porto e Lisboa, por
qualquer sitoaia, vista e a prazo, po-
dendo tofo a saques a prazo sc< contados oe memo banco, oa razao de 4
por cento aa auno aps portadores que as-
sim I he convier': as ras do Crespo ni.
8 ou do Imperador n. 51.
"ioa/inisQ da Silva Castro.
mwmmmm
Vidros de bacca larga*rom rolha.
Ttala branca em njassa para pintura una a 200 rs.
a libra.
ft*sr.
fuitoiirias.
Na rua do Imperador n. 22, ao grande
anmazent de Untas se'vende todas as co-
ros precisas para tingir pannos.
oaca
.Hez de .Varia.
O afamado mez de Mara que se venda a 35,
2S..c 1,5300, com estampas e ntidamente iotptes-
8o,aoha:se venda por aeaiiar a 15000 o velume,
appoveitem tan ; na rua do Imperador a. 15.
Cuitas'de afee.
Dala nova ed#io de cartas de abe, consideravel-
mente augmentoa; acha-sea venda na rua do Im-
perador a. 15.**
taic.eisuiw da duutriiia ehristia.
Una nova eJicao wui correcta oVeathecismo da
doutrina ebristaa ; ada-se venda na rua do Im-
perador n. 15. ________
V'eiide-se a armario e todos os pertences da
taberna da rua da Roda n. 18. Na mesma com-
pram-se diarios *; papis que sirvam para em-
SruIrjp- i
RUA DO Ql'ElJBAIIO I. #< '
BassaDr4@ o hecco da Cong-regacao segunda casa.
NOVIDADE.
Pereira 4tocha.4'C,acabara deaburita rua do Quemado n. 4o um armazem de molhados denominado Clarim Commerdcl
oade eero vendidos porprecoe muitoitesumidos oomo o respeiU-.t'l publico ver pela tabella abaixo mencionada; garant-se o'bom neso
boa qualidade dos generes comprados neste aiunazeni.
Arrode MaranltSo, da India e.Java a 80 e Cbxauiicas e paios amito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 2,3200 rs a crosa
100 f.a. libra e *W*00a 24800 r-s. a ar- labra. Passas muito novas a 480 rs. a libra
roba. Cevadinha de Franga muito superior a 220 Peras seccas muito novas a GOO rs. a
-r Vendem-se os tres tomos das biographias de
. alguns poetas e outros homens (ilustres da provin-
Casa de eommisMA eswavos na raa "-- *
\>%
Vislas modernas ranea vistas nesle
imperd.
Rna da Inperatrlz n. 53.
Grande galera de vistas extraordinarias
ao publico nos dias Utrcaa, fluartas, quin-
tas, sabbados e domingos- O salo estar
boje aberto d 7 horas da noite em diante.
Entrada 900 rd. ',
.
do Imperador n. 43, terceiro andar
Nesta casa recebem-se eseravos por commissSo
para serem vendidos por conta de seus senhore?,
Oo sa poupando exforcos para auo os mesmos se-
jam vaodidos com prompdio afm da seos senho-
res nao solfrerem empate com a venda delles. A
casa tea todas as commodidades areeisas, e segu-
ranea, assim como aluinea-se o bom tratamenlo.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, ve 11 ios e novos
ca de Pernambuco, obra rica de novidades e mui-
to interesse : na rua do Imperador n. 14.
Os precisos talheres pa
ra enancas.
Chegaram e acham-se venda na rua do Quei-
mado. loja d'aguiabranea n. 8. ____________
l" de pars
19 IIh Nova -19
Neva-49
cirurgio dentista,
49Rua
Frodericp Gantier,
faz todas as operacoes de sua arte, e col
loca dentos artiliciaes, tudo com superio-
ridad e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentiflcio.
FARINHA FONTANA.
Farinha <1a moito acredita a marca
Fontana esejibarca-la liojc, vende-se
por preco mais commodo do que em
qoalquer entra parte : aa rua da Cruz
n. 4 rasa de X. 0. Bieber k C. succes-
sores.
Ameixas fracicezas em lalas em frascos a
16200 .e i()600 iufiascos grandet a
20500.
Idom em caixiihas elegantemeirtefinfeitaflafi
com ricas .estampas no interior 4as caixas
a 120000,10400, ldCOOe U-
Aatendoas com asea muito novas a -260 rs.
a libra.
AJpisa a ICO rs. a iibra e a 40600 rs. a ar-
roba. +
Aztite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e oras a 180 rs.
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos ingiezes de diversas marcas
10300 ris.
peso
libra.
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a .80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra
Ervilhas portuguezas a>640 rs. a lata. I Presuntos de Lamego"em calda de aze.e e
dem seccat muito novas a 200 rs. a libra.: muito novo a 640 rs.
Figos de comadre e do Oouro em caixinhas Qtieijos flamengos do ultimo vapor a 20400
de oito libras e canaslrinhas de 1 arroba a ris.
10800, 50500 e 280 rs. a libra. dem prato a 640 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra. Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs
Farinha de trigo a 120 rs. a libra. cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 32' rs.
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a Ubra.
ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra,
dem em garrafes de 3 e 5 galbesa 30500, lijlos de limpar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafo.
Gomma do Ancalv a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Gr5o de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa,
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.! dem garrafas mais pequeas a 800 rs;
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
4 quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
e em barril a 4i 0 rs.
Cha nysson, huchn e perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra.
dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li*
bra.
dem stearinas muilo superiores a 600 rs. t
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor qcrt '
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
iMadeira, 0. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia,
Bocage, Chami9S0 e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e100000.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se fara urna diflerenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
; e em barril lera abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
Cerveja preta e branca, das melhores marcas \ bra.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa dem em lata a 640 rs.
e 50800 a duzia. RJarmelada imperial dos melhores conservei-
Vendem-se as seguinles ohras de direito :
Ventura-poder publico; Conslantcurso de
poltica constitucional; Heliorgimen constitucin
nal; Monlesquieuespirito das leis, e Cnloinbel -
Instituicoes da Franca. A pessoa que quizer com-
- A pessoa que annuucia precisar de quem lo" P^-las," dirija-se fu do Socego n. 24.
me conta de urna taberna em grande escala, por1 Vr fI,r*jpT f\ t>f> ATlf
balanco, pode vir entenderse com algucm, na rua lllld-TiLi^i/VU DilU i
do Amorim n. 58, armaiem. RemedQ infaiveI ^^ as
gnorrheas
- Precisa-se de urna pessoa que tenha mo.ta angag e rccenles unic0 deposito na b-
pratica de orgamsar escripias em partidas dobra- .. c- r_ Qa__A
das tuta-w na rua o Queimado n. k, lofa de tica franceza, rua da Cruz n. 22, pre-
iGuimaraes A Bastos. -, ICO30.
Cognac mglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de aeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
ros de Lisboa a 60o rs. a lata.
rrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, talharim e ale-
e especialmente da fabrica imperial de' j tria a 480 rs.
Candido Ferreira Jorge da Crista, a J 0800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
20000, 20200, 20600, 80800, 30000 e Pixe em latas preparado pela primeira arte
30500 a $axa. de cozinha a 0 rs. a lata.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e Pflitos de dentes a 160 rs. o masso.
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80500 rs. a palitos de dentes a 120 rs.
arroba. i Iuem de flor a 200 rs.
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30oOO
e 40 a caada.
dem braaco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateaulumlnide 1854, a 10 ""
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de sba a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados to-
mos grande porcao de outros que ileixaags >
de mencionar, e que tudo ser vendido.por
pecas e carnadas, tanto em porces como
rctalho.
Quem comprar de 1000000 para cima, te-
r o abate de o por cento.
MUTILADO


W DO
PROGRESSISTA
RA DAS CKITZES X. 36
E
CRESPO
RA DO CRESPO N. 9
i%"# foalrro de Santo Antonio.
CIJA
bysson, uxim e perola a 2 400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
inuito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a aiaoba e 30Q rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1 .000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 10 a duzia.
CHAMPANHE
a melhor que temos neste mercado a 20,000 muit0 superior a 560 rs. a libra
rs. o gigo.
CERVEJA
muilo superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.a
duzia.

Joaquina fos domes de Souza tem a honra de participar ao resnei-
tavel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por canto do que outro qualqner annunciar, como se v do presente annunwo,
asseverando o proprielario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarein, estes
estabelerimentos, que nunca tero occasiao de reclamar qualqner genero, visto ter-se
artnnf-. comidos.
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 560 rs.
a libra.
MSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MRMELADA
dos melbores conserveiros a.640 rs. a libra.
ESPERMACETE
e em caixa
a550rs.
CHARUTOS
da Rabia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
T0C1NH0
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERV1LHAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs. *a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
A.MENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FAMNHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a" 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba .
SAG
o melhor que pude haver neste genero a
2*0rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latmhas del libra por 600 rs. a lata.
SARAO MASSA
neste genero ha semprc i;m grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
GENEBRA
de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. o frasco.
B0LA6HINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
urna,
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra.
BISCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
' cada lata.
AKROZ
da India e do Maratfiao a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muito nova a 2,500 a arroba
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1(2 libra a 1,000
r. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
e 100 rs. ,a
Acaba de receber de, sua propria encommenda un grande e variado sortimento
de moldados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprielario em
offerecer aosseus Ireguezes. e ao publico em geral a seguinte tabella dos suus eneros e
resumidos precos, afianzando, todo e qualqner genero vendido neste bem condecido ar-
wazem.
* Pede-se toda atten$to.
O proprielario pede a lodos os senliores abane 'le familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
% VISO.
Neste armazem e no largo do Carino n. 9, arraazem Progressivo, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 80890 a 9<&, o proprielario em seus
armazens da-ldee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confuses em trucos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos Ireguezes e ao publico em geral que acabara da
receder de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de moldados,
os quaes venden por grosso e retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como verao pela segninte tabella que abaixo notamos, garanndo o mes-
naos proprielarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os sendores que compraren para negocio ou casa particular de 1000 para
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scienlificam mais que
odos s seas gneros sao recebidos de sua propria encommenda, raao eata para pdt?
veuder por muito menos do que outro quahpier estabelecimenlo.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra. | Vellas de carnauba e cemposicao de 32o a
Castanhas muilo novas a 2,ooo rs. a caixa, e i 36o rs. a libra e de lo,ooo a Hrooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolindo francez e em caixindas de 7oo a' Genebra de Hollanda em botijas de conta a
1,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou ebarrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. Massas para sopa maearro, talharim e alaria
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se!
que 6 os melbores ^a leaos tido no mer- dem de poro relinada muito alva 460 rs.
a libra.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs. cado.
sendo em barril. Passas em caixas de 1 arroba'', e "4 a 7,5oo, Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra
Cha ux.m a 2,/oe rs. a libra, e de 8 libras 3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oors. a libra Cha uxim miudinao vindo de conta propria
uStlSS yJS k ',. ^nte-se serem muito novas, e graudas. o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra!
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corintbias proprias para podim a 800 '
cima 2,7oo, ; rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Ro em latas de 2, 4, 6 c 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,800 rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2.8oo rs.
MAIS ATVpft?&0 !
Existe ..lm destes gneros, um expandido sortimento de pbosphoros, fumo al-
piste, peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite,
ella, punen a, velas de carnauba, banda de porco, papel, e outros muitos gneros, de
ti.a, que lodos serao vendidos por mdicos precos.
ca-
es-
n pPn n0 d?s armizens do progresista deliberado nao concorda
Mi- l "'aU'nTrCial' C,a,",n' ,,iana' etc"etc- et--... .leJart queso con
t \, i b-' faC"l,laJe de coinPr^cm por precos muito cm conta o bom fiam-
Xn^ r l',',IJ',he aS'b0r0Sa M*M*b* do sola, que fazem urrr. boa alltanca
mw-, lZl' clanj.iaheeop.rto fin., nicos que sabe/ir imitar a uojo destes ar-
?!n m,?. *ST ?.)1ntU,Tenl,- Vi:"le- sendores, a >s armazens, aonde podis den-
re: um mu.to evplenl.do so tmenlo desaborosos alunemos, escolherdes as quemis
5eCCr; CLTt?s1a,a inlieiro nestes estabelecimentos. b
COMPLETO SORTIMMO.
NO
NSEBV
rs. a
dem hvsson o mais superior que se pude Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 600 rs. a libra
a-2,5oo rs. i Ervilhas secas mu i lo novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2.4oo ede 8 libras Grao dedico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em latas a 600 rs.
Potes com sal relinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambra inglezes a 7oo e 800
rs. a libra.
Cliouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2.4oo, a 4,8oo rs. a libra. 1,000 rs. e 60 rs. a libra.
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa maca'rrao, talharim aletria
re. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miiulindo proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro ingleza 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. e8dors. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por 3 2,5oo. garrafa.
dem mais seceos viudos por navio a l,7oo. Charutos era grande quaulidado ede todos os
dem prato os melbores e mais frescos dy fabricantes mais a creditados a l.fioo,
mercado a 76o rs. a libra. 2,ooo. 2,5oo, 3,ooo e 4,000 rs. a cai\a,-
Idem londrino a oo rs., e sendo inteiro a os mais daixos sfio dos que por ahl.se ven
5qo rs. a libra, venile-se por este proco dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
pela porcao que temos em ser. 1 Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes I roba e 28o rs. a libra,
marcas : Osborne, Crakn< I, Mixed, Victo dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mui-j roba e 26o rs. a iibra.
tas a l,3oo e 1 4oo rs. Arroz do Maranliao a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da India muilo superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a fibra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9.5oo rs. ar-
roba, e 3'io rs. a libra,
dem de sebo mnito dura lingindoespurmace-
tfl 3to is. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a lidra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
a 48o rs. a dbra e em caixa lera abati-
mcoto.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
ndas de 8 libras, muito bemenfeitada de
2,oooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 re. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diverso;; ta-
nhos de 600 a l.ooo rs. o caixo
Sabao massa de fioo a 24o re. o melbot e
caixa ter abatimento.
j dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-! 2?[?' ,sa,m30 e C5 m"it:,s 1*^
rafado garante-se a superioridade deste'vi-1 $*$& 7fSl7S ^
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- P?7Z,,:,! I rSu a ata" 0 .^
nuino, velho secco, especial lagrim s do- ***** ZTZ V^' S
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V n**'T k 1 a.ca,xmha-
vinho velbo, Nctar Sor de 1833 t "TvZ'lt otar'0' "' B
B.tfl6'2?S Man^^m^r^s conserve,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-!
^rutcS'000alM0rS hV,Ai?irfn!^T rajinbra e.egante-
Bolachinha de soda especial encommenda e a' 2SShTS em t T fff.. r*
mais nova queda no mercadoa ...oors. a Sfrr3frJ*&i '* C1'"
BiscoitOi inglezes das meldores marcas em! W-m em/rascos com lampa de rosca a 1, too
atinhasde2 libras a l,3oo rs. a lata.
ros de Lisboa a 64o rs. a I rafeado 1 libra,
ha latas de 1 j e 2 libras.
rs. o frasco.
SS#^!L.,5SS.,=f*'-'
de 5,000 a 6.000 rs. a
800 rs.
Conservas inglezas das
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
23Largo do Terco23.
m rm. Ial1imn S,m"! (,los S;,!"us. d"" dfisie armazn de motilados, scimlifica ao
dore" \ n,T:TV]irn s,,rren' aM m^ M """'< i va.uag.3m aoVSrs
otes, do n.ie em ouin -inalquer parto, pranjndo-se a suprior qwriidade.
Manteiga infrteza flor -a ROO rs. a libra.
Moni In.nf-eza muilo nova a 5G0 a libra
l>ra< SW).
Caf di Kio. de 1" o 2
armiia !)5 e 8.*J0O.
Arrz pa.io ,i0 Jfsranhao de 90 rs. 100 a libra
II'.no aloisia a 160 rs. a libra, p arroba 45800 r<
seroja das molbores marcas- a 500 a pirralii
''"l-ra v,>nla,l,ira d laranja a 1*100 o fraseo,
l lem .lo H..||aa respeitavel publi-
compra-
cm }{-
forte :i20 e 280 a libra, n
Twinh de Um a 320 a libra, e arroba 80
Passas minio nnv:is a 480 rs. a libra, e a imra, p caUa '.)$
AzilediM-fl Ih Lisboa n nada. *5a (tarrf:i 640
W.'iir de rarrai.ato a 280.a garrafa, e a caada 2*
AteR-ia M, T, a 80 rs. a libra.
G nuil de wwormnar muilo alva a 100 rs. a libra!
Sardinhas de Nanips novas a 320 e .160 rs. a lata
D em prrao se far abatimento.
Todo e iualquer comprador que com|irar do 505000
operior qualidad
Vellas de -aniaiiba a 360 o 400 rs.% libra.
Hem de sperma0te a .'60 e 000 rs. a libra.
Phosphoros do paz a 25300 a prosa.
Ifisconros e bulaehinhas de soda a 15100 e 24000
a lata.
Cliouricas novas a 720 rs. a libra.
Hlalas a 25 o gigo. '
Bolachinh'a ingleza nova a 240 rs. a libra.
C"a'^ das ,ni'llws marcas de 1200, 1*500
25000, 35OO0 e 45000 a. caixa, em porco se
fara abatimento. "
V,d''3Soo'ra dC %* l 50 a 8arrafa' e a Cana"
Idpm de Lisboa a 400
3-3000.
a garrafa, e a caada
dem de oulras marcas a 25700 a caada,, .
Wem branco de Li.-boa a-500 a garrafa.
lera o desconl. de

para cima,

CUSTODIO, CARVALHO
27 Rua do Qeimado
Para meninas.
Lenrinhos de cassa pelo barate pre^o de 100 rs. cada uoi.
crpandys linissimas a 240 rs. o corado.
** onu-emeios finos bordado a 15 a peca,
ambraia branca cou flores a 3* a peca.
& c.
27

Cambralas
A 'H! >% Pe?a
Cortes de


bordadas de muito gosto.

Ui.-i* fnnti-.is pretas
n
nrestado francez muito fino a 00 rs. a vara,larta,>0,0
ti>' cas>a brancos decores a 15200 c 25 a 1n7.ii.a*OS
, ,. ,. t'ohierlas
' dula rhineza a preco de 25-iada uma.
Tira* b irdadas |>eca 25.
C;.u.br.:ia !,; Julio a 3o, 45 C di,a vaca,
Hi.'us cortos de laa ds i,us modero^ i ihopq de 205 o corto
r
rs. a libra,
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balacliiiiha de Craknel em latas de 5 libras
brulo a 4,ooo rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
morcado a 2,5oo rs. a barrica B 2io rs. a
libra.
Carios rom bolas franrezas propros para
mimos ou para aojos que vo as procis-
soes a (oo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Fifos de comadre em htas de i e 8 libras
lacradas hermticamente a I/oo e 2,2oo
rs. a lata,
fedemem caixinlias du 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
Nozes muilo novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amondoas confeitadas a 9oo rs. a libra,
dem fi casca mole a 320 rs.
Vinlios engarrafados no Porto o Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial I). Pedro V, motar superior de
1833, duque do Porto de 1834, yinho do
Porto, velho superior, madeirasecca. Por-
to superior 1). Luiz I. e oulras umitas
marcas, em ama de niua.duzia a lo,oooe
9oo rs. a garrafa,
dem branco "Je uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,-000 a caada,
dem superior a So-o rs. a garrafie 3,2oo rs.
a caada. v
dem em pipa Portp, Lislioa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Boo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs4
a garrafa e 3.000 rs. a caada.
Especial.vinho Lavradio sem a mais pequea
t composicao a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. adunia, sevada muilo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrames com 4 \'s garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem cm 4 '/*4itas de veaagre a 1,00o rs. o
garra fjo.
Vinagre PUR epi aaooreiis de 9 caadas a
. 15,ooo rs. com a ancoreta
dem empipa puro sem o batism* a 2o rs.
a garrafa l,too rs, a caada.
Caixas cun 1 dudada garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800. rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
L-iicoras franceses e:portuuezes dasseguin-
tes marcas creme de violetas, geroiles, ro-
sa, absintp vespeiro,,amor perfeito, amen-
dua amarga, pe/cieeV de-Turin, BoleOm,
morangos, limo, caf, laranja. cidra, gin-
ja, caoella, cravo, rlela pimenta a I.ooo
lata, e libra; .,lliservas ingiezas das segunUs marcase
Queijos do reino chegados pWo ultimo vapor I 'f^8 e ceboIlas simples a 73 n
a 2.500 rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
a 5o,ooo rs., e
Ancoretas de vinho colares
. a 72o r,s. a garra f
Viaho em pipa das mais acreditadas marcas, Sardinhas de .Nantes a 32o rs. a btmba
coim aejamfi* F PHB JAA,.outras; Charutos das mais acreditadas marcas de
mu tas marcas. PorU>.-Lisb6a e Figueira ;! 2.500 a 4,000 rs. aVaixa
2!r b000, 6if 800'rs' e d0 Champagnhe a melhor do mercado de !2.ooo
V%. f J!"\ garraf3;,e em ^' a! a24,ooors.ogigo,edel,2ooa2,ooors.a
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs: o melhor garrafa. w
d0 Porto# Papel.greve paulado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.'
3 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. Ide.m de.P,,S0 paotdo ou lizo de 3,5oo a

Srs. empreg:idos pblicos a 5,ooo rs. res
ma, j se venden por 7Cooo rs. ,*'
l.lem almaco pauladoe liso a S.oob rs. a resma,
dem de peso pautada e-liso a^3,ooors. a
resma. m .
dem a zul de botica ou fugueleiro a 2.2oo rs.
a resma.
Idemembrulhode l,2oo ad,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em ltasile 1 *j libra a
I,2oo e8oors. a libra.
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Mullios inglezes a 8oo e l.ooo rs. o frasco,.
Moslarda preparada em potes muilo nova a
. 2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem ari'anjado possivel a l,800 c 2,8oo
rs. a lata. *
Serveja Ron. Tenente verdadeira a 6,8q> rs.
a duzia.
dem de nutrs marcas prela- branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia itileiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs. i
Cebollas muilo novas a 800 rs. p molho e 5oo
rs. o cento. .
Chocolate, por logue/, hespanhol c francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
'Genebra de Hedionda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco.
dem cm botijas a 4oo rs.
dem em garrames de 14 garratis a 5.2bo rs.
Palitos do gar 4 2,4001*. aigtoza e 2o rs. a
caixa.
dem de .lentes lixados em macos grandes
cl>m 2o rs o marinbos a'12<) rsvo mnsso.
Copyphps muito iovos a 32o"rs/ a libra o
lo,000 a arroba.
Saga mnito novon iofs.-a-HUra*.
Cevadinha do Franca a 18o rs. a libra.
Milbo alputa a 14,0. rs. a libra e 4,Sep-rSi a
I Garrames com 5 garrafas de superior vinho i-000^s- a rt!sma-
do Porto a 2,2oo rs. com o earrafiSo "ilhoa' "
bra.
dem Btir.loaux das mais acreditadas 1
dem de espirmacete a 54q rs. a libra, c em
caixa a 5ers.
Papel o melhor que se pode desejar para'os .
,sj. dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais; "J a,P,!,la l)ainso de 1()0 a 2()0 r- a b-
H proprio para a nossa estacao por srr mais \ D R1, .
fresco a 2.4uo rs. com o garrafao. Fal'tos do az a 2'-00 rs- a 8rosa 2oo rs. a
dem com 5 gatpfas de viuagre a l,2oo rs.! z,.a- .,,
com o garrafao. iVasos "i?'ezes de l a I b libras vasios, muito
Vinho brando mais superior que vera ao: propno Para dePosil> de doce manteiga
nosso mercado a 50o rs. agarrafa, e a^ nu outro J"a,,"er '""11'0 de 1'000 a
4,3xx) rs a cariada 0,000 rs. cada um.
^.Velas de esj>armaea'te as melhores neste ge-Licores das melhores raarcas e mais finos
ne.ro de 56 a 64o rs. o maco, e em cai-
xa. ter grande abatimento port haver
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino
a garrafa e 4,8oo a caada.
dem francez relinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas ranfcezas e purlugnezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada uma.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,T)oo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
,. "rs. a arroba.
Caf6-de4., 2.e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. nlrbra, do Cear deJ.Soo, 8,600,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
irroz da India, Java eMaranbao de 2.800 a
3,000 a arrapa, e de 80 a loo rs*. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra., ha caixas meias e .pianos.
Sevadinba de Franca a 2io rs. a libra.
Sag muit novo a'28o rs. a libra.
a I.ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
i 64o rs. Choun'cas asmis frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa. ,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito credilada marca T de 6,5oo a 7,8oo
' rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a C,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino'a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs cada um.
Cominno a 4oo' rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a 1,000 rs. a libra.
Batatas a 1.000 rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs a caixa de dnas arrobas
Gomma a 80 rs a libra e2,4oo a arroba.
JPeixes cmJatas ai^)oo_rs^ Jalajipromptti'
' acomer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biatp saceos
grandes a 4,ooo rs. r
-.,
.


s para assenhoras,
(i nllinhas e poslios.

"^"fiasr^yi
Chejaram as riquissimas gollinhss com funbos Vende-se na rua dafjdela do fpte n. !6, par
dbn.lui I10rrtad.se |ibipuro luwrneoidos rom onde"mudou o -antvo e a.r-ditido fleiiosi dj
- Im,k..izu.Iius u.iio;para fiiliora como fra rnesma,ru.%9. l.J> ambos o* ge^^ps so nu-vost
so 110 vigilante rpa.do leeitirabs,'e se vendem a preco mais barato doflKt
amit onalquer. parte.
'dipniua. fins avista faz f
Crespo n. 7.
Enfeites de cascarrilh:i e tranca
a 500 rs. eada nm.
Aacruia.branCa est vendendobons enfeites de
ca^carrilha e tranca, prelos e de eres todos ao
baratissimo'preoode 500 rs., servindo elles tanto
para senboras ctmo para meninas, a vit pois
da commodidade do prei;o nin^iiem deixara de os
Chcnaram nicamente para o Vigilante os rleo
enfeites rainba de Kscossia, fazenda inteirami-n.
te moderna e muito barata olhan.lo a sua uuili.la-
comprar na rua do Queimad leja da agu.a branca, e e gosoj s na loja do Gallo Vigilante, roa do
n.8.
Crespo 11. 7.
AGENCIA
OA,
FSDICAO DE LOW-MOOB.
Rm 4* Srauila bom i. 42.
Neste estabelecimenlo contina a haveH
um completo sortimento de moendas e meiai
moandas para en^enho, machinas de vapor
e tachas de ferro lado e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Hicos enfekes pora s#~
ahora
Roa da Seozalla Kva n. 42.
Neste estabelecimenlo vendem-se: tachas d*
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lo*
Moor.Ubra a 120 rs.
'----------------------------------------

Vende-si
rimo

i
*
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Joonston cV C.
rua da Seozalla Nova n. 42.
se fejao mulatiibo muito novo a 17*500
o abpiL'ire, e a 560 a rula, dito' mais tripueiro a
145 o abjoore,e aUMCrs. a cuia : na riiail*ftia
muneru 8.
1
VendeMHse alxes
tiesta typographla.
VI1! I \ l
TanijuL Ve " tinho muilo novo a 115500, dito raa^i iRlgUftiimifH
i yj : na rua Direila n. 8.



i
57-KUA DO IMPEKADOtt-57
DK
Paulo Ferreira da Silva.
0 proprietario deste grande cstabelecimento de moluados, recebe por todos os vapores e navios os melbores gneros que
vem ao mercado, os quaes vende em scu armazem pelos raais resumidos precos.
Tend* chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a escolha de seus gneros, tem a honra de annun-
ciar ao respeitavel publico, que ninguem como elle pode vender t5o barato e por USo resumidos presos; servindo como costuma aos
seus freguezes com os mclhores gneros que se pode desejar.
Grande liquidaba
de (atenas na loja do Pavao, ra ,da Imperan iz
CO, de Gama A Silva.
AcOa-e este estabelecimenlo completamente sor-
lid) do {azoada Higiene, franceas, alleinae *
suissas, proprias tanto para a traja como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parle principalmente sendo em
porcao e de todas as fazendas dao-se as amostras
deijando ficar penhor ou maodam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As chitas do Pavao.
\ili:\(tO.
Qinrendo o proprietario deste t3o til estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por
rawnos do que outro qualquer, garantindo aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatiinento.
dem franceza, a mellior e mais superior do
nosso mercado a 5Go rs. a libra e 52o em
barril ou meto.
Itauha de porco refinada e muito alva a 4io
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melbor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras
Vinho do Porto em barril muito especial a Farinha de ararata verdadeira a 32o rs. a Ib.
64o rs. a garrafa, e 0,000 rs. a caada. Phospboros do gaz a 2oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza-
i,4oo rs. a caada. Bolachinha americana em barrica a
dem em garrafoes com 5 garrafas. rs., e em libra a 2oo rs.


m m emit n. u.
Leja de fazendas de Augusto Frederica das Santos Porto.
Fazendas pretas para a quaresma.
Ricas capas de seda preta bordadas e enfeitadas para senhora.
Sootembarques e manteletes de seda pretos muito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitados a 174.
Lavas de pellica de Jouvin para homem c senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Serlimenlo de grosdenaple preto, pannos finos, casemiras pretas, merino, sclisiria e botn-
1 SS ,uPer*>r* chitas claras e escuras pe- basraa preta ludo por commodos precos.
10 na raro preco e 240 e 280 rs. sendo tintas st-gu- Camisinhas de cambraia aGaribaldi e camisinhas e manguitos brancos c de cor.
res, aiias trancezas finas a 320, 340, 360, 100 ei Vende-se para aeabar organdvs da India a 320 r?. o covado, lasinhas a 360 rs. o covado a
largas e estrenas, eambraias de cor a 240 e 320o covado e muitas oulras fazendas por commodos precos.
Chegaram as muito superiores
ESTEIRAS PARA SAI.AS.
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, islo n
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva. 1
As casta* do Pavana 240, 280, 300 e 320 ra.
Vendem-se uai&simas cassas persianas cores fi.
xas a 320 rs. o cVado, ditas franrezas muito linas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
1 000 covado' finissimo organdy matisado com desenlies
a,vw i miudinhosa 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a J20 rs., isto na loja do Pavao ra da
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um. Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vassouras de piassava com dous arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
urna.
G4o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li-
bra a 2,5oo rs. o gigo e 80 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
casas se vende a 2,600 rs., custa neste ar- dem em garrafoes com 25 garrafas a 8,000 rs. Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
mazem 2,2o rs. a libra. Cerveja das melbores marcas de 5,ooo a| a lata.
dem uxra, o melbor que pode baver neste | 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa, Peixe em lata muito bem preparado: savel,
genero a2,6oo alb.garanteseaqualidade. Cognac superior a 800 e i.ooors. agarrafa,' corvina, pescada e outros a 4,ooe rs. a
dem preto muito especial a 2,000 rs. a li- e em caixa ter abatimento. I lata,
bra, e mais baixo, porem muito soffrivcl a' Marmellada imperial dos melbores e mais Ervilhas
1,2oo a Ib., vende-se por estes precos em! afamados conserveiros de Lisboa em latas rada
razao de uestes ltimos navios ter-se rece- de libra, libra e meia e 2 libras a 600 rs. Caf
bido grande porcao deste genero, a diffe- Conservas inglezas em frascos grandes a: libra, e 9,ooo a arroba.
75o rs. cada um. dem do Rio muito bom a 28o a libra e
dem franceza de todas as qualidades de 8,000 rs. a arroba,
legumes e fructas a 5oors. | Arroz do Maranhao a loo e 120 rs. a libra,
a Ib., neste genero o melbor possivel. Mostarda franceza em pote preparada a 4oors dem de Java a loo rs. a libra.
Blscoutos inglezes em latas com differentes; Pablos para denles 12o rs. o maco. I Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
As laazinhas da eiposiro do Pavao.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor franecz sendo
' de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
! roupa para meninos e capas, e pelo baratissinio
preco de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
! prenles de quadrinhos a 800, 400 e 360 rs. eo-
I vado, ditas raalisadas rouilo tinas a 300 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem niatisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Maria Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
renca de preco de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte,
dem do Rio emlata de 1 at 6 Ib. atj,4oors.
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-nic, soda, captain. sced, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
dem lixados muito finos a 14o rs. i Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra,
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.\ Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e 10,ooo a arroba.
Figos em caixjnbas bermdicamentc lacradas < dem de composicSo emmacadas a 32o rs.
e muito proprias para mimo a l,6oo e
2,6oo rs. rada urna.
dem em caixinbas.de 8 Ib. a 20 rs. cada urna
Passas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas franrezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo c 800 rs. a libra.
(iaixinlias cdin ricas estampas a l,4oo rs.
cada tima, frascos de vidro com rolha do
mesmo, ronterulo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go, e 1,811o rs. a garrafa: garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho Bordeaux das melbores qualidades que
se pode desojar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai- i
xa e 'i lo rs. a garrafa.
o mago e 9,000 rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a too rs. i libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. 'a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra,
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranhao a melbor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Caixas rom Vinho do Porto superior de 9,ooo Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa: ueste generaba grande porcaoe de
differentes mansas muito acreditadas que
ja se venderam por 14,000 e 15,000 a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, I). Luiz, Camocs, Muleira seo
ca, Nctar, Genuino e Malvasia finoc ou-
tros como Chrrry e Madeira para I2,ooo c
13,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipas Porto, Lisboa. Figueira a 4oo,
48o c olio rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3.3oo rs. a caada.
dem bi anco o mollior neste genere viudo do
t'i.i'iMiuntMiila a Gim rs. a
r s. a caada.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas (pie ha neste genero a 800, 1,00o
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.teo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3.5oo rs.
Papel almaco paulado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
Sal refinado em lindos potes de vidrn a fioo
rs. cada um.
Mullios inglezes em garra finhas com rolha de
vkfro a >>'i" rs. cada uma.
arrala, e 4,5oo j Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
8,5oo rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Pataca novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixo umpouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castlidas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados propros para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos mclhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a 5,ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 8,00 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, excedente legume para sopa e gui-
sado, a 2io rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a lib ra.
Cominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Gravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a t ,00o rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra e ,00o a arroba.
peratriz n. 60, de Gama.ASilv.-i.
Os chales dt Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco dt) 6, 75, 85, ditos de pona re-
donda a7J*e8, ditos pelos ricamente bordados
a/etroi comvidrilho a 125, ditos pretos lisos a'
5J1, dito?1 de cores a WBOOe M, ditos e merln* rs. o covado, ditas fratasas linas coren rlxas
estampados a 2 c 3, ditos de la a t*280 e U,
ditos derelroz preto para lulo a 64, isto na loja;
do Pavao ra da ^Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Fazendas pretas para a quaresma vende o Pavo..
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, ij, 23300, 2,880 e 3*. mo-
reaalique preto muito superior a 'i e 25800, sar- cambraia enfeitados a 300 rs., manguitos e gollas
tpara senhora a 1A e 14280, camisiuhas bordadas
320, 360 o 400 rs. o covado, gorguro de linho pa-
.ra vestidos de senhora a 280 o covado, recado
francez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara ra da Imperatriz n. 36.
Fazendas proprias para srnhoras e meninas.
Vende-se'gollinhas com botaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos do fil e
iaprota bespanhola muito encorpada a 25, isto 11a.
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
O Pavo vende para lulo.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de lia sem lustro lendo 6 palmos de largura pro-'r1
prio para vestidos, palelots, capas etc., peto tiara*
to proco de 25, 25200, 25300 o covado, cassac
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos e bordados a.vidrilho, manguitos
comgollmhas eontros muilos artigos true se ven-r*
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo ras
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os nirpiilios do Pavo
Vende-se os mais modernos rorpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e'85 ;'!
na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a velndu pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e t*5 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa>
ment a 10, 13, 20 e 305; ditos de la com lindas
barras a 18 e 135 ; isto na loia do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelp barato
preco de 25, 25500,35 e 39500, ditos muito tinosa
45, 35 e 65, corles de casemira preta eufestada a
45, 45300 e 65, casemira preta fina de urna s
largura muito lina a I580, 25. 25300 e 35, cor-
tes de casemira de cor a 5, 55500 e 65, casemi-
ras entestadas de urna s cor proprias para calca,
pai.'ini-. edllete*. capas para senhora. roopas para
meninos a 35 e 3#50O o covado, isto na loja do
LOJA DO BEIJA FLOR. I 4 GUIA BRAMA
Una do Qucimadu numero 63.
Cravalintias para srnbora.
Vendem-se gravatrflhas de diversos gostos mais
modernos a 7-20 o 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
lilas para ilcbriim ilc vestidos.
Vendem-se lilas para debium de ve>lidode linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, loja do beija-llor n. 63.
Peutes Iravessos.
Vendem-se peritos travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja d beija-tlor n. 63.
Papel lieira donrada.
Vende-se panel beira donrada a 15200 e 15300,
dito de cor de beira donrada a 15100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Anvclopfs.
Vendem-se anvclopes de diversas qualidades
branco a SoO rs. e de cor a 640 rs., para ca la.- de
visita a 400 rs., prelo a 720 rs. : ua loja do beija-
flor na ruu do Queimado n. 63.
tollas de aljfar.
Tendo recebido volias de aljfar com Brocea de
pedia imitando a briibantu vende-se a 15 cada
una : na ra do Queimado loj do beija-llor n. 63.
Camisas de un as.
Wndem-so. camisas de nielas muito finas a
1520O e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-llor n. 03.
Hnfcitrs de lila.
Tendo recebido enfeites de lila pretas e de co-
re* mais modernas que se esto usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-ll. r n. 63.
Fila de la preta para debrum.
Vndese lila de la preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
lilas de linlio para bordar vestido
Vendcm*n fitas de linho para bordar '"vestido
011 rnupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pega s quein tem e loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Biilcs de raadreperola.
Vendem-se botes de madrepernla mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-llor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se lila de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por este prego a
loja do beija-llir da rua do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se fila de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
r. -ina : s quem tem a loja do beija-llor rua do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larpnraspara
eneitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e qarfos.
Vendem-se facas e garfos de balando de t bo-
tao a 55500 a duzia. ditas de 2 botes a 65400 :
na rua do Qneimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 r
15400 : na loja d- beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Vende-se para mais de 180 milheiros de te-
Iha e lijlo de alvenaria batida, ladrilho e tapamen-
to da inathor qualidade que pode apparecer : qnem
quizer comprar, pode tratar com o socio e admi-
nistrador Zacaras dos Santos Barros, no 'nece
das Barreiras, otaria n. 15, ou com Jos Maria
(encalves Vieira Guimaraes, na rua Nova n. 49.
Fariufoi a tS
Vendem-se saceos grandes com farinha de man-
dioca % melhor do mercado, por barate preeo : na
roa da Madre de Dos ns. 5 e 9.
A* 11. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Qneimado.
l i ras saias de fustoa 55, camisas inglezas para
senhora a 25, 25300, 35 e 45, cobcrls de fusto
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
sem laces, etc.; tambem receben outros mui bo-
nito-, e segundo suas recommendaces vieramdos
que lia de mais moderno e apurado goslo : assim
os pn tendentes munidos de dinheirw sero bem
servidos : na rua do Queimado, luja d'aguia bian
ca d. 8.
Graixa a loo rs. a lata e i\00 rs. a duzia. Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
.4 rinipa do l'avo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
cqs fazenda muito boa a 125. ditos muito finos a
165, 2o?. 255 e 305, caigas de casemira prela boa
fazenda a 45500,55,65, <5 '' &5, palelots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de I preto, ditos debrim de cores, calcas de casemira
cores para vestido a 320 e covado, las para vest- de eor a 45, 55.65,75, ditos de caxemira da
| Escossia a 35, ditos de briui pardo a 2-330 >, ditos
, de cor a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
j st na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do paviio.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janl-
la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
melhor que ha no mercado': na rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
.\8 colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro
priaa para cama pelo barato preeo de 55 cada tima
folhos i na rua da Imperatriz n. 60, de Gama t Silva
mm
ex-INT. oo QSP. dos VENREOS
.?fl
Superiores alodtis as rm.pam^o condecidas al hojconirn a Gonorrneas t Blonnorrhaela* ai mais n!Ciis.i
Hffeia segur" e prornpto, sem nausftan, nciu clicas, oom tremor. Facis .'t tonar ''tn MjrretM 'oni tisana.
. eelet.
Injecco curativa e preservativa
infalllvci. r ;rj cm rHpi'l.-/ *-i ilon-a os caoontmMdi mnlllcllMOS WUauicii irm lai.tuniadr, l'urljllca 't* legum..))!"* e 09 prt:*f:r\* J-' iffahum 'I <-i
Flr brnc-
- PAIUS.
.- t.|*irlnMin
i.-, ,.* s II..U .4.
Deposito geral era Pernambuco rua da Cruz n. 22 em casa de Caros A ttarboza
Grande peckincha
ni (oque de avarla ua loja c
armazem da Arara rua da im-
peratriz n. 66 de i.ourcueo i,
li. Ciuimares.
Vende-se com toque de avarta.
Vende-se madapolao inglez rom pe
que de avaria por 65300 7 e 8$, algodaozinho a
4*30O 6, eambraias lisas linas a 35 e 35500 :
na rua da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se fazendas limpas baralssiuias.
Vende-se chitas finas cores escuras a 240 e 280
Milho novo a 2#f>< 0
Vendem-se saceos com milho muito novo a
25300 : na rua Direita, taberna n. i, e na e>cadt-
nha da alfandeiza, armazem da esquina n. 7. cou-
fronte ao guindaste.__________________________
Vende-se urna taberna propria para princi-
piante, na rua do Hospicio n. 28: a tratar na
pequeo to- mesma. ___________________
Vendem-se i V. Hugo, Coniemplauons 2 voto;
Le Rreton, Pompea 1 vol; Padre Ventura, Fcm-
mes de l'Evangih) 1 vo.; Mere de uien i vol ;
Ecole des miracles 3 vols. s (ui.-ot, Hevolulioa
d'Anglelerre 1 vol. ; Chatelet, de la prostlotion 2
vols.; Magalhes, Tamoyos' I vtilume; Mendes,
Eneida Brasileira 1 vol. Heitor Pinto. Imagein da
Vida Christai vols.; LeSage, Diabo tkixo 2 vols.;
V. de branles, Missal Especial 1 vol. na rua
estrena do Rosario n. 12.
Um Ih'scobriiiiento Et-piuiloso!
recebe as verdaduiras
l.uv^s de Jouvin
pretas c de outras cores.
i n>ei de cores. d0 a ^ 560 e 640 0 COvado.
Folhas grandes para enfeites de bandeijas : ven-. *.. OQ
dem-#e na rua do Queimado, toja d'aguia branca' m .,,..' .
numero 8. ^tTa '"J3 dos barateiros na rua do Qneimado.
A A'RRi'l ni n Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
|t \ Ir 14 I I4X ja 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 2!
IVilff DI I DlJ varas, por 105, chales de lia por 35, 45, 9$ e 85,
com laeo e outras qualidades. | camisas inglezas para homem a 385,505 e 605-
A aguja branca acaba de recebar um bello e
completo sortiinenio de enfeites com lacos, ditos
Frascos
na
com gomma arbica dissolvida vendem-se
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fivetas com pedrasno>
v sortiment". .
A afrna branca receben por esse ultimo \apoit
un novo e bello sortimenlO das procuradas flye|a>
com pedras, podendo assim satisfazer a todos qn
dellas preeisareni, urna vez que appareca dinhei-j
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
almaco e de peso.
Alera do grande sortimeMo de papel greve e ou
tras muitas qualidades, que constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-se nulavel pela
su^enoridade de qualidade o papel ngle.z almasso
e de peso, que acaba de chepar para a dita loja ;
um e outro sao mu encorpados e de um assetina
do lustroso e macio, que na verdade a", odos agra-
dan. As resmas da>iue!le tem 480 folhas, e as
deste 500, e cuta cada urna 85. Tambera veo da
mesraa qualidade e de tamanho pequeo, em cai-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
da, ciisiando e.sii"95, {' aijuelle 15200 a caixinha*.
J vem pois os apreciadores do bom pap^l que
dirigindo-se munida dedinheiro serao bem serv-
dos : na rua do Queimado, luja d'aguia branca
numero 8.
COPOS COM BA-
NDA.
A aguia branca acaba de reeeber os bem conhe-
eidos .apreciados copos com nanita, es quaes es-
to sendo distribuidos com aquelles pretdndentes
que contribuirem com 25500 a vista : isso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca o. 8.
NtilTO- BfllS *GIAS
para senhoras e menina.*..
A aguia branca receben mui boas meias franee-
zas, de tino lecido e flo redtiudo, o que as tornara I
de immensa duraco, porque muito convm, anda
mesmo f nstando 7 e 8J, como se eslao vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seija, de algodo e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos,
bordados, botes de velludo, de seda e de fustao,: As calcinhas do Paviio.
bandos de cabello, meias de seda, leqnes ; cujos 1 Vendem-se calcinhas de cambraia bordadas pa-
rBrtigos se vendem por melade do seu valor por ser'ra memoas pelo barato preco de 500 e 640 rs.,
1 para acabar. | mlanguitos para senhora e "meninas a 50, 640 e
15280:
l.tivas de pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca,
Queimado n. 8. ,
1800 rs., camisinhas com manguitos a
rua do ia ^G Pavao rua da Imperatriz h. 60.
na
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinhae de cambraia mmto finas
! cora manguitos e golas muito bem bordadas pelo
Os liqidalariosda massa fallida dr: L"r?H ,r^^eJMwtd.^sl.e ,r4ll2o Sn"^
pelerinas ou romeiras bordadas a I50OO e 25, sa-
I periores manguitos com golla e a balo a 35 e 45,
sendo mulo bem bordatWis e os mais modernos
que ha no mercado, manguitos e camisinhas a 35
e 35oOO, collinhas finissinias de cambraia a 500,
ditas de fil a 240 e 32o rs., pecas de ntremelos
j com 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a 15, o ou
I tros muilos, artigos neste genero que fe vendem
---------- ; mais barato do que em.outra qualquer parte : s
na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
, 11*. ma t Silva.
As capas do Pavo.
, Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
eufeitadas. sendo as mais modernas pelo barato
i preco de 205, 255, 305 e 405, sautembarques de
Kaa da Sen/alia n 42 'St(,a )rHa sendo ricamente enfeitados a 205, 255
! e 30 : na loja'do Pavo rua da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As eambraias do Pavo.
Vendem-se peca de cambraia muito .. fina c
^eiida de urna Itypothexa.
Jas Antonio Rasto vendem a liypolite
-ra ipii' I 111 nos engonhos Mallo (irosso
eCajaltuss no 'cinio deSeriubcm no
valor de 31:8355911 rs.; Iraiarnas
casas a rua do i i-ai/iclie 11. 34.
Farinha,
No armazem de Joaquira Francisco
Forte do Maltos, vende-se farinha de mandioca de
superior qualidade a 45500 o sacco : portanto
quem tver precisan aprovelte a pechineha.
42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstondcC.,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casli-
caes bronzeados, lonas" inglaas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para I salpcos tendo 81|2 varas rada peca a 3 oo, ditas
carros dejim e doas cavados, e relogios de a 3e 3i500-di,as a ouro patente inglez.
FKIJUI
prias para cortinadas a 35, di'as a 45, pecis de.
cambraia brancas lisas blenda muito lina com 8
lj2 varas a 35500, 45,45500, 35, ditas de qua-
ioos proprias para forroe babados por precos-mui-
razoaveis : na loja do Pavao rua da Imperatriz.
Vendem-se saecos com tres quantas de feijao Panno de linno.
mulatinho novo a 14*000 o sacco: a elles, antes' Vende-se panno de linho eom 4 palmos de lar-,
que se acabem : na rua do Vigario n. 26. ; gu^ ProPno para lenjoes, toalhas e ceroulas pelo
__________________ c ___________ i barato preco-de 640 rs. a vara, bramante de linho"
Olim* : com 10 P*,mos de largura a 25500, algodaozinho
farinha de milho a o.to" atacas a arroba : na rua' ^S^m^Tr^mBlAi^lt
do Brum n. 32, fabrica de costura vapor._____ SXZ "affi 8^*. Maris^ de,
Vende-se alpaca preu a 500 rs. o covado. algodaozinho a 65, 65500 e 75, e outras muitas
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600, fazendas brancas que se vendem muito baratas
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs para pal- aflm de apurar dinheiro : na loja do Pavao rua da
tot, prineeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi- imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
as*.
Algftl. da Baha
para saceos de assucar e roupa de eocravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no sen escriptorio rua da Cruz n. 1.
Vende-se urna pequea casa de pedra e eal-stta
na cidade de Olinda, rua da 'Bica dos Quatro Can-
tos B. 17 : a tralar no Varadouro com o Sr. Jos
Nunes de Paula, ou aqu n rua da Senlla Velha
n. 96, padara.
Bolas para buhar.
Francisco Garrido tem para vender no seu esta-
belecimento, rua larga do Rosario n. 37, etcellen-
na preta Tina a 15400 o covado, laazinhas prela
para senhora que esao de luto a 720 o covado :
na rua da Imperatriz n. 56. A loja est aberta at
s 9 horas da noite.
Corles de cassa a3o00.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35500: na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
O Pavo vende laazinhas pretas.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado:
na toja do Pavo roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva
A .Maria Pia.
O Pav,o vend* a 8$.
Vendem-se os mais lindos corles de vestidos a
Maria Pia eom lindas borras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor Irancez peto barato prefa
da 85 cada um : s na loja do Pavao rua da Im-
peratriz n. *0, de Gama & Silva.
Os balea do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcoa tan-
Vende-se urna bareaea nova de 4 fiamos: lo brancos como de coree sendo amerwatans que
bem construida, de 45 calas, boa vele ira. a di- sao os methores -per e *> joeltmem a MWMi
tes bolas para hllhsr; sendo umjogo de 4 bolas por nheiro ou mesmo a prazo assim offoreca boas flr- de 33 arcos a 45. ditos de musselma com baba*
505, panno para o mesmo 005, piz, a (troza tU, mas : a entender-ne na rua Direita com o Br. a 45, dlios para menina a t5 e 35 : na loja do
urna dutia 15200, solas para os tacos 25 o ceirto. Bento de Barros Feij. I Pato na da Imperatriz d. O, de Gama & fciira.
GAZ GAZ GAZ
|>.r pre?o rednzldo.
Vende-se gaz da melhor qnalid de pelo
pre o de i O por lata de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 8 e rua do
Trapiche Novo n. 8.
para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muito linas a 45500 e 55 : s
a Arara rua da Imperalnz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
VeiHhMe colchas avolludadas para cama a 85,
il i tas da linho alcochoadas a 55, ditas de fusta. > a
,'5, lilas de damasco a 45, ditas de chita a 25 !
na loja da Arara rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende cassas a 210 rs.
Vende-se cassas francezas linas a 240 e 280 o
covado, ervandys linos a 240. 280 e 220 o covado:
na na da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Roupa (cita da Arara.
Vende-se paletols de brim de cor a 25500 e 35'
'ditos da meia casemira a 35500, ditos mclhores a
45oO0 e 65, ditos pretos de panno a 5$, 65 e 85,
ditos de casemira (ina c debrniiliados a 85 e 105,
ditos pretos de alpaca a 35500 e 45, (alfas pretas
de casemira a 45500, 55. 65 e85. ditos de meia
eaJMhMj ganga e brim a 25 e 25500, ditos finos
a 35500, ditos de brim branen a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25, 25500 e 35, seroulas a
15600, ditas de linho a iS e 25500 cohetes a 25
e 95K00 : na rua da Imperatriz n. 56.
Balees da Arara a 35.
Vende-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35,35500, 45 e 45500, dilos de madapolao a
35800, ditos de musselina a 45 : s na Arara rua
da imperatriz n. 56.
Arara vende osearles de riseados franerzes a 35-
Vendt-se cortes de ri cados francezes com 14
covados a 35 o corte : na rua da Imperatriz n. 56.;
Arara vende corles de casemira preta a 3 '.
Vende-se cortes de casemira prela para caifas a
35, 35500, 45c 55 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende os soiilcwlianiues.
Vende-se soulembarques pretos muito ricos, ca-
pas compridas e manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 so a Arara rua da Imperatriz nu-
mero 56.
Sediohasa 500 rs.
Arara vende sedinbas de lisirinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., la Ma-
ria Pia com 4 palmos de largue palmas de seda a
800 rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende eambraias de carvciubes a 2o00.
Vende-se eambraias de carocinhos para vestidos
a 25500 a peca, cortos de cassa franceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na rua da Im-
peratriz n. 56.
Grande sorliineuto de fazendas pretas para a qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25400, 25600 e 35 o
covado, sarja hespahhola de seda, panno lino preto
a 15600, 25, 25500, 35 e 45 o covado, mulo sh-
periOi* casemiras proras finas a 25 e 25400 o cova-
do, anierin fino a 25500 e 35, dito de cordao a
255OO o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolao fraum a i .->.
Vtnde-semadapolao francez infestado a 45 e
45500, brelanha de linho, h.imburgo de linho para
0 Mundo Scirntifiro unonimantrnte o approva.


A Compasivo tnarahuito
IVi.oral de kmi|).
Por espado de limito tempo te ha nada c
tensamente em Tampieo pan n cnr.i ile*
TSICA plmonab,
.CATARRHO, ASTHMA,
BRONCHITE, TOSSE CONVULSA,
CRUPO O GARROTILBO, e
Inflamma9des da Garganta e do Peito,
lences e seroulas a 440. 500 c 640 a vara, bra- an(lam bai* a, ""*''': a ver tratar na rua
e isto com un resultado to feliz e veWUde-
aiin nte assonibroso o pao ou madeira (Toma
srvore i que cliamTo Anacaiiiiti, o que so
se cncontra no Mxico.
A Composicpo Anacahuita Peito-
ral de Kemp e' um Xaropt delicioso, ntei-
ramente d!fierente na ina compoeic/io de
tixios os mais Pcitoracs c expectorantes ma-
nufacturados di fructos astringentes, cascas
e railes, dtc,, o mesmo nao conten nenhum
Aculo Pruuieo ou outros quaesquer ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias c afleces da -rariianta
c dos pulmoes dcsapparecem como por um
mgico encanto, mediante :\ accao dcato in
romparavel e irrcsistivcl remedio.
A venda as boticas de Caors de iarbOSf
rua da Cruz, e Joao da C. Dravo & C, rua
da Madre de Dos.
Vende-se nin carro com vidnieas^pronrio pa-
ra particular e com arreios de metal principe:
quem o comprar nao far a menor despera. Tam-
bera se vende a parelha de cavallo* ruejos, gordos
e Brandas e muito trotadores no carro e na sella,
do

raairte de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim tardo de buho a 800 e 15, dito branco
a 15, 5280 e 15400 a vara : na rua da Impera-
triz n. 56.
Arara vende laazinhas para vestido a 210 rs. o
covado.
Vende-se laazinhas para vestidos de senhora a
2i0; 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisas >proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : ua Arara rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende fusto a OO rs.
Vende-se fustao de cores para roupa de meninos
caifas e paletols a 500 rs. o covado, gana france-
za escura e clara para calis e paletols a 440 rs.
o covado: na rua da Imperatriz n. 56,loja da Arara.
Cotovello padaria n. 31.
Tanqu* para oleo.
Vende-se um naroa da[Cadeia do Itecife n. 12.
W9
m
FAZENDAS
pretas para a qlia resma 3s
Superiores monreantiqws pretos lar- '
fosa 25*00, 25500, 35, .'15500 e 45 o
covado, bous grosdenaples (iretos lar- ,"}.
ros a 15300, 15600, 15800, 25000, Lx
255OO, 35 e 355(K) o covado, ricos ves- W
lidos de niooreatinque preto com barra, m^
dilos de irorgurao preto bordados eada- ^*
mascados com barra, o mais moderno /"
que Um vindo Pernambuco, e outras |
muitas fazendas de bom itosto, pretas ..
proprias para vestido, superiores capas ^
cto seda preta aM 65. 205, 255, 305, M
355, 40 e 505, maulas pretas de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o que *
.pode haver de raais gosto (^notier : ^j
na loja das columnas na rua do Cres-
'00 n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concellos & C
'Novos sontambarques.
Sao cheuados os lindos outamtiar-
ojws-e basouinas de seda pretas, rira-
inenie enfeitadas, as mais modernas
i|oe teem vindo Perhambnco, vindas
no ultimo vapor francez, por presos
! ,Bpais commodos do que em ouira qual-
"q'uer parte: loja das columnas na
ina do Crespo n. t, de Antonio Cr-
rela de Vasconcellos & C
IHLIIEUMMh
Vtpaidrni-se bari'lN eom cal de-
da boje, e nica nova, que ha-no
mercado, na rna do Trapichen.
IS, armazem de Jlauocl TcUei
ra Basto.
ESCRAVOS FGIDOS.
Quaria-feira de trevas fugio de casa de seu
senhor o escravo crioulo io*, de 21 anuos de ida-
de, bem preto, cutis marcada de bexigas, estaluja
regular, espadado, cabera redonda, tem uma be- '
lide no olho esi|uerdo, e falla de dentes na frente,
levou caica c camisa do riscado azul, foi ltima-
mente cora prado pe I o bacharel emosthenes da Sil-
reir Lobo ao senhor do engenho Brocado : podo
ser levado rua do Queimado n. 50. primeiro
andar._____________________________________
Fu(io no dia 17 de aguato do anno passado i
urna escrava velha de nonie Mara, conga, com os
signaes segun'es: haixa, fua de cara, com os dea-
tes todos perfeiios, lera um lobinhodo tamaito de
uma laranja na pa e nutro hibinho no dedo gran-
de do p di> tamaito de um liman di- molho : 10-
ga-se as autoridades e capites de campo que a
capturem e levem-a roa das Cinco Ponas n
54, que x'i.i recompensado. |
- Ausenlou-se no dia 26 do coirenle, da casa
do abaixn assigoado, a escrava Genoveva, frea,
rriotila, idade de 36 anuas, ponco mais, eom os
signaos seguinles : alta, olhar sombro, lendo na
face direita um golpe, eem ma das raaos nm dos
dedos cortados : roga-se as autoridades iioliciaes e ,
capites de campo a apprebeasao da dita escrava,
levandoa rua Velha n. 40, onde ser generosa-
mente recompensado.
Manoel do Nascimonto Silva Bastos.
Acha-se fgido o escravo de neme Faustino, de'
idade 40 anno?, nouco mais ou mems, cor fula, Jl-'
ara regular, grosso do corpa, bem espadado, barn
hado, e ja com alguos cabellos brancos na barba
bracos e pernas grossas e.bastante cabelludas, ten-
do as pernas arqueadas, porm nao muito, cestu-'
ma andar cm sambas, e as vezes embnaga-se basJ
tanie por jtortar mu de 4*ber : perianto rouas
se s autoridades policiaos desla e das provincias,
limiiropbes, que o facam apprehender e lvalo a
seu senhor o major Antonio da Silva Gusmao, Mr1
rua Imperial, assim eoiiHV rega-se aos capitae* de
campo a apprekeBsao do dito escravo, que serio
bem gratificados. .
Ff7io bo dta 25 do oomtnt mez um negra
crioulo, de nome Flix, raje representa ter 40 an-
uos, com a Iwrba j pintando, foi escravo do Srs.
Augusto Coelho Lete, 00 de pesso da familia da*
soa mulher, o qnal lera o braco esqoerdo unipwuv
eo mais fiuo que o outro, dous eu tres dedos da
rrao sao interi^Sdos 0 ser jovimento, gosta muit
de fumar, sahio com caifa azul, paletot preto *
ctiano do palha ffna : onem o-pegar, lev tra-
vessa da matriz de Santo Aaloaio, obrado n. l*i
que ser recopnsado. r
.*
Bn

vti
MUTILADO


UTTERATOA.
O SEGREDO DO ABBA&B.
POR
i l
Aiualiiotanu.
'
de Cerzedolto urna nodoa, qne repatei por algum Era T,ho-eia.' Eatap que tea isso > adrai- lana do tea proce
tempe iadeteel j /* | Jave, ? Tu CI ^ s9ja eu Q ^ J^ a M|Mir ^ ^ !
E dizeado,cstcndeu-lhe a m?~ -'- l,pm n3l> n:,rt,,'al rt <*>'<^i, vm.e_..,_ ..-
tempo espantoso, e espartiosiss
; wn i iu ci que seja eu o uiflc fldalgo:
( mao, aeto n'aquelle; r*m?n3b 6a:X[ casar corr>"titna "mulher
sissimo sobretudo na!]0
casa illuslrissima. Escuso ponderar-te o que d-
VIII
(Cunlinuarao do n. 7\.)
serenidade medonha da Voz de Duarte o do [ tiva dt ura amor ardenlissimoj que n'aquellc na mesa de piu relo ir l^'^ZZ TI daS as perajicas que a teu respeito se ntrera
,, |pndbr mfunado do *r conrea-,, bem que | *- > < as l^lfc que urna co.uu.na da inesma LerVtavraaade final Snerl^sf #SJ &S5fU3
i j ramageus e airumada em tres ps terminados 'em re-su'lado inmediato do teu casamento coui Toa-
reza, ser o teres por ininiigos os paes e as Binas
Ora nhJ n -.-. l, I casadouras, e porlanto o teres de isolar-te de todos
muda um pouco de aquelles com quem nos homens bem educados uni-
nqnellas palavras nao craui ditas s para, intmi- perlencem vontade.
d*r i UM que exp..niai.i toda a vedada do senil- s tres primos caV| entfi ^ garra de aguii, disse muito naturalmente"
menta, que o dominara, de urna resolucao mata- Caminharam algum tenido juntos, mas Vascode! 'f C~~
l.ivrimente tomada. Ornellas leve de separar-so dos dous. para seguir fi*ura' cament podemos viver o meio d'esla solitaria
Ao ouvi-las, Malhens, dementado pelo pavor, pot> : o caminho de Guardizelia, qoe flea em direccao Eotao pirque? thebaida, a que chamam provincia.
le um salto en. p, e arremessou-se para a es- opposta a Nespere.ra. Um quarto de hora depois i/T* ******* Uto censa, que se v n^J-FiZ-TT rln.m.uK TS
canaria; mas Duar.e atravessou-se-ll.e no can..- Duarte e Fernao chegaram a urna encruzilhada, I de lJau Va-le louca, perdidamente, a pon- consetencia eTategria do meucuraca? e Se
n!., e deu-lhe no peiio nma punlialada tal, que o formada por dous camiones bifurcados, onde de- ,0 de ,oda a fa ^renidade glacial e soberba nao m? e-"l>osa como Thereza e un. amigo como l
>m -a ue
rPorque ha n'elles
00 casar, e rauitos
I das filhas.
traala
nl;-e
pacas o*olar
itas rp
e te altne
e faj elle ali filisse uarto em voz dura
anda o soblallio.
- <>' sima mojtyr do mais itigro dos crimes
V8a
ria e^t^rba D. teonor ^.^Baiao. Vasco de Or- i I Feroo de lpoim conbecea que <*m arteira-* !
Aellas, porem, a quem o ciume dava o condao de fridt envolv lo por filiarte na conclusao do"nrin-'
Aber 4r no mais fundo do corcao d'airitJa mu- fu oue elle nronrin A.ih-i- P a
ie proprio etabelecera e sanecionara. de u.ma grande fortuna e representante de urna
rnn pobre dialio dp nm Al
no eu, a voz Me D. Leonor clamarlaJ
mais questiona-se um margado, seillor
i ? fcus que me nk< tire a va, antes de eu
un o interno me iraao na
o-to or, qoc m; suas prie^i, SSW ,U-e ^ m'Ste m^-
eo Sl^tt'^Vt^ ^^n *j W." -Uo
conhecea logo ao primeiro relac*, que ApruBxm..e-, J,^, ao longo do encost d; .Itro-
aqueiie acto era espontaneo e resultado da inicia- na, e pousan* i a chicara 'vana vih mm > e far5 as filhas e'os Paes ao verem mallogra
n* mesA rt n ,. n,,A ... ... peque- daS as epperaiifas_, qu a teu respeito ie ntttrem
fa voltar de rojos ao meio do terraco, soltando ao viam separar-se.
ni -no tempo um grito medonho de terror e de an- Fern3o de A{poim __ ^ ^^ ^ ^^
gsU>. de Nespereira-conheco a fundo a toa amhade e
l>..'.is robustos criados appareccram entao com as a tua bella alma, e por isso nao rdfceio que roe
, que Duarte requerera. Este com as tercas, fi,iues C01" "acor pelo que acaba de acontecer,
...luraes, que a raiva Ihe prestva, empolgou Duarte, replicou Alooim Kstimo A
,. rapMo de Pasaos pela gola da japona, e p-lo veras que te deixasses levar
do i '-. i mi 1.1
- Sigam-mo, bradou Duarte aos criados, arras-
lando coniigo o desgranado Matheus.
O instincto da conervafSo ati^ou as forjas desic.
De un s impeto sollou-se da presa de Duarte, e
fui cahir de joelhm aos ps de D. Leonor, que ca-
sualmente eocoDiroo. pela frente, no estonteamento
a si.a fgida,
d
Valha-me... vallia-me, fidalga... valha-me
pc'as riuco cl.agas de Nosso Senhor Jess Christo I
tx< amou cm tom de medonlia afflicco, e de sup-
plca lao.angustiada, que mottia d.
A soberba filha dos Daioes de Cerzedello lancou
sokre o desgranado um fro olhar de desdem e de
desprefcr, c arredou-se, fugiudo-lhc com o vestido
a qne elle se quera apegar.
- Misericordia bradou entao Matheus Simo,
ao sentir-M de novo empolgado pelo braco de ferro
de Duarte Pinhero.
Esto, ao senli-lo desprender-sc-lhe d'entre as
mios, saltara sobre elle como o tigre sobre a presa,
q:i' casualmente deixou fugir d'entre as garras_
Mas aqui D. Uoncalo e Fernao de Alpoim intervie-
ram .i:livamente em favor do infeliz toureado.
Duarte, deixa o homem ; rego-t'o pela recor-
da-; J i da nossa infancia, dizia Alpoim, encadeando
Duarte entre os bracos robustos.
Misericordia I bradava Matheus, agarrando-
s aosjoelhos de D. Goncalo, ao sentir-se arrastado
por Uuarle.
Sobrinho... sobrinho... dizli D. Gonzalo,
aff.TranJo Duarte, pelo amor que te tenho, pe-
fo-le...
P.ir/Deus 1... balbuciou Duarte com os
c'.li^Wimnados pela colera, que este embarazo
llrT sma.
Pela alma de tua mae I... Duarte I... di-
r 1). Cacalo, alferrando-o cada vez mais apavo-
rad .
Duarte... amigo... attende... soueu...
4ltia Peinan de Alpoim. Deixa o villo... rogo-
t'o-.. Basta ja o terror que Ihe tens posto...
P. lo inferno I rugiu aqui Duarte Pinhero.
n'uin grito supremo de rava.
1, de um impelo arraston alguns passos comsigo
Matheus, que tnba empolgado, e o lio e o primo,
cni rujos bracos se debata.
D. Leonor, sentada en. posio.lo de soberana n'um
dos canaps, assistia a este espectculo pavoroso,
fra e impassivel e lilando-o com um olhar que nao
(rabia a mais ligeira commo^ao do espirito.
ElJi Vasco de Ornellas, que estivera at aqu
el.i u! lo para ludo aquillo com ura sorriso de irona
no? labios, e sem se desencostar do parapeito do
verraco, disse de l em vuzcheia e vibrante :
Duarte Pinhero, v que esls praticando urna
vil ania. Repara que esse homem esi s no meio
de muitos que Ihe sao inimigos. Se pretendes de-
voras realisar a tua ameaja, adverte-m'o, que que-
ro rotirar-ow para te nao ver commeller una co-
vardia indigna de umcavalleiro.
Ao ouvir estas palavras, Uuarle Pinhero soltou
Matheus d'entre a presa, com que o afferrava, o
durante um minuto, cravou em Vasco de Ornellas
u o olhar de terocidade satnica. Depois fitou ter-
liveluiL'iile Matheus Simo, quo estava diante delle,
tremendo como varas verdes, e teve-e, sem Ihe dar
palavr, sujeto por alguns instantes a tortura da-
quje olhar.
Ri-para bem em mim, villao, disse-lhe por fim
cni vuz serena, mas terrivel, e sacudindo-o rude-
neate pela lapella da japona, repara bem em mim,
c junis te esqueca o que vou dizer. Se volveres
a ter a ousada de levantar osolhos... de olhar
com arrogancia... de olhar sem humildade a fa-
.. iia de Oerzedello, esmago-te como um reptil que
. E se tornares a ter o atrevimento de passares
cm Nespereira, e aqui Duarte sacudiu-o com raiva
verdaderamente diablica, mando-te agarrar...
tnando-to tirar a pelle das costas, e depois faco-te
di'acerar pelos meas caes de fila, canalha. Ah t'o
entrego, faz delle o que quieres, perorou, dirigin-
do-sn Vasco de Ornellas, a cujos ps fez ir cahir
de rojo Matheus, como o tremendo empurrao coro
que o arremessou de si.
Matheus cahiu quasi apopltico aos ps do Sr.
da Torre de Guardizella. O terror apoderra-se
delle totalmente, e transformra-o em verdadeiro
AUtomato.
Levante-se ; vse embora, disse Vasco. Nao
Ihe esqoeca o que estov para Ihe acontecer, e
avise-se, que para outra vez nao lerao misericordia
de si. Iletirese v para sua casa.
Ilatheus Simao nao se mechen.
Ande, levante-se/contionou com alguns asso-
mos de compaixo Vasco de Ornellas.
Levante-se, sor Matheus, levante-se, disse-lhe
O bomdoso D. Goncalo, puchando em peso por elle.
Ande, v se embora, nao tenha medo, ninguem Ihe
faz mal.
A-sim dizendo. conseguiu p-lo de pe. Matheus
caminhou entao at o meio do terraco, sem coos-
Ciencia de cousa alguma, e cantaleando como em-
jriapado. De repente despertou, e lembrou-se
d'onde estava, e do que ltimamente Ihe tinham
dilo. Dcitou a correr como um desesperado, ar-
teiness.-Du-se pela escadana abaixo com o eston-
leameulo do cao, a cuja cauda prendeu rapaz tra-
tesso um busca-p; que vae de espaco espaco a
estourar incendiado.
Aps a retirada de Matlieus a situaco tornouse
incommodativa, como costuma sempre acontecer,
depois de terem lugar acontecimentos, na drecco
dos quaes nao poderam combinar as pessoas que
oelles intervierara. Ful impOsstve! reatr a con-
s/ersacio, e a(>enas se conseguiu pronunciar roeia
duzia de monosyltabos sobre banalidades, a que so
dava poura alinelo. Em conseqnencia disso os
res primos retiraram-se em breve.
Primo Duarte, t disse- D. Leonor, quau-
o elle se despeda agradecp-lho muito do oo-
racao o ter lavado de sobr o brazio dos Baioes
pela colera a una
imprudencia, de que nos pode resultar grandes
males. Pelo que me diz respeito, asseveroic que
o meu bro nao sent a mais leve bolliscadura
porque sei que s incapaz de esquecer que temos
na infancia embalados no mesmo berco, e que
dala desde entao a nossa amisade
Duarte apertou com elfeeluosa effusao a mo do
pruno.
- Fazes-me favor de ir jantar araanha com-
migo ? disse-lhe em seguida Preciso faer-
te urna confidencia e pedir-te um favor, que j
de ti que possu fiar.
- Nao faltare! responden Fernao, surpre-
hendido pelas ultimas palavras do amigo.
Os dous despediram-se entao, ecada um tomn
o seu caminho Duarte o de Nespereira e Alpoim
Martnho do Conde, onde habiaya ,n'H
suflkente para a minia telicidade.
Assim dizendo, poz-se a passear dislrabidamenle
na sala. Por fim parou, a disse:
Anda assim nao me julgues fio le.viano,
Fernao, qoe stmponhas que eu nao lenlrn pensado
algum lamo n'isso que acabas de dizer. At j
resolv acerca do meio de conjurar a tempes-
tade.
O meu casamento Orar pelo entretanto secreto;
e Thereza ir tiver para a residencia com relho
abbade de que e prenla. Mais Urde, quando to-
nao

est m !disse por flmPois nao minha unao com Thereza. Creio que assinr o
fc para fisoitear,o amor de D. Leonor de Baiao 5hwLue sera meDOS foTte- De mal* m esa-
due aimfci iiiom ib!. f.. "* das cousas publicas aconi1ha-me lambem a
n J g enforcar o Matheus... adoptar esta mesma resolugao.
uuartc soilbu auni nma gargalhada franca e jo-1 Ora ah estamos cnegados ao' segundo e nao
vial,a que ecfrespondeu redobradura de espanto menos importante embarace, Duarte acudiu
em Fernlo dfe Alpoinr. aqu Fernao de Alpoim.Que enrionns azer,
Pm *r-,i r i-nJii r s i 'tl f^itaf o fidalgo, qualidftdes (tur, na presente
Po.s, drtras r Acred.Us-l o ? eaelamou conjnciura, redobrra era ti a obrio, ue a
puarte, repifwrando a gargalhada. honra te impoe, de tomares as armas em' ravor da
independencia da patria?
Duarte fliou o primo um momento, e em'segnida
ser capaz de bafar tolalmente a manteslaeo da-
quelleamor. Portanto...
Mas, enfio, qae tenho eu com Isso ?excla-
mou impacientemente Duarte Pinheiro.
Que tees com issotPois correspondes ao
amor de D. Lionor, animas aquella paixo,,,
Eu I I
A esta excl imacao, que sabio doslabibs de finar-
te com a mai >r naturalidade DOSSIvel Fuman fie j
Alooim Otan mu a J. I da esta en,e Pr abi & desengaar de que ni
AlpounOtouielle grandes olhoucbews de espnnln tem em mim neivo possisvl, ratao descobrirei
Esta nat -*- -!-t-
groiaveij a O0s. Vindo, meastilhot.
DiOShdO, o fradeatirou-it d*
1 por tarro, e asim m e com a face
ates, chorando
e conduiiu-a para nio do ^ ^Xl t0"u,\ ",;l" 'Je ?arl''' J'^e-lhe cm voz triste :
em frenio-do atibado. J T Duarle' f" l,lh(?' '""I^ndo lilho, na san-
- MeuTnl.or, disse enlau ote anciosamete- a ",noe,'ncia da ,ua alma- a-n^re e (So caval-
o'4bidrinliot...Faltaa-sua testeniunha le,ra' u"ca, Penfas,f ue P^csse baye-crime
-ProphirloCariaiin,-aecoflia Duarle em voz m,r0CC(l'r de lamanha expia^ao, nao verdade ?
sonoraaproxima-le... i K rm!udo esse crime existe.. .e desse crlme, pa-
0 vellio morilomo ap'roxmou-se. n ,9ual a,'rdilei |ior muio lempo qo nto havia
E logo acnesfentou
J Esta ti peto- diabo f E o mais gmr naiu-1 reW
al que Leoijor fambem se persuadsse disso: Ago-
t me Itmbram aquellas pairas que ella me'dn-
se ao sahirmos. Por isso Yaseo de Ornellas-esta-
va negro que nem nma bota f
E aqui sollou nova" gargalhada
i A
casal pertencente ao morgado de Pombeiro, cujo T Cr*' que esa9 *fallar srio"' Daarle-disse-
irmo segundo era, e cuja casa admnistrava, ees- i 4,Poi">Prm olna 9"e honlero flngiste bem..-.
de que o morgado se achava ausente no BrasA ~~ Homera> Navra &oavalheiro; acredua qae
para onde acompanhara a familia real, quand ,9do8 ,res vos en8a"aes redondamente.- E'verda
de que-Ijeooor me tem dado demonstracSes mair
q evidentes de amor ; mas egnaknente verda-
* que eu tenho teito iudoo que tenho podido pa-
n Ihe roeelrar que Ihe nao quero corresponder,
q|io antes desejo transmudar aquello amor em odio,
ijal por mal antes o odio do' que o amor de Leo-
nbr. Agora dir-te-hei o motivo daqueite arcesso
o roMo radiante de alegra e de suprema ehci-1 de colera que me teve a douapassos de awassinar
3atheu Simo. E' fra de duvida que me con-
taran* fundamento os atrcviientosdaqnHe vil-
i um dos criados do paco, que casnal-1 f Pu* com ,0 D- Gonzalo<; porm eonfesso-te
est fugiu a invasao de Junot.
IX
O CASAMBNTO.
seguinte Fernao de Alpoim u
a chegar ao solar de Nespereira, encontrou Do-
arte Pinheiro.que vnhadolado do presb>lerk>^oiB
Eu sei1 bem o que devo fazer, Ferirr de Al-
poim.
Partir para o eaercito; mas-'por isscmesn
que devo partir1, qne devo tambentapressar'omeu
casamento.
Fernao fitbu'o aome quem o no comprslien-
dia.
As balaenoesccttiem as pessoas, FernSe-,^
contnuou Duarte por isso, antes de me ir expor
aellas, devo legitimar meu lilho e dar Thereza- finarle, metidillo, acompanha-me- bradou
mordom.
Silencio, e obedecereplicou Duarte Pinhe-
ro, pondo nelle uns olhos que o petrilicaram.
Prophiro Caetano nao se moveu, mas tlcou tre-
mendo como varas verdes. Elle bem comprehen-
diao quanto aquello acto o honrava. Mas elle___
padrinho do casamento do_ senhor de Nespereira !
No fervor da sua dedicado pela gloria da familia,
pedia mentalmente a Deus que abrisse a trra, e
o sumisse pelas entranhas della alixo, antes de
lindar aquello acto, que o honrava a elle, mas que,
a seu parecer, desauorisava a grandeza e a fidal-
guia da familia de Nespereira.
Deus na o ouvlu, e o casamento acaben sem
novidae para pite.
Parabens, parabens, mcus queridos ftlhos I
exclamou jubilosameute o velho ahbade, ao lindar
a ceremoniaDeus abencoa-vus e abencoa o froto
do amor que o sacramento acaba de santificar.
A estas palavras onvin-se nm gemido prefumta-
smo ao fundo da egresa, e o frade erguei>se de
p. Depois diripu-se a passo rpido para junio dos
timos, lancou-se aos pes delles, e bradtu em voz
sobrenaturalmente antoatfa :
-*- Alwncoae-me, meas Ifthos, abencoae-me, pava
ver se Deus |ior f me per*).
Ninguem ousou mover-se, aiaguem responden
palavra. Os gestos r a voz do frade tinham im-
pressicnado vivamente todos oe' chromstantes,
excepca, ao que parec, do ve abhade, por cu-
jas faces corra abundante copia de Ingrimas.
Fre Lepo esteve um momunlo em silencio, e co-
mo a espera daquella encao que pedia. Por flm
comecou a suspirar dolorosameni^e a- bater com
a fronte rijas-pancadas no-soalho.
Deus f!eus, Deus meoj *| bradou por fim
quando levaniareis de cuna-da rainha'caoeca a ira
da vossa tremenda jusilla f
Assim dizendo, ergueu-se de golpe como allu-
cinado.
Quando no dia
mente la passando. Ao v-lo, Duarte saudou-o
comumbrado de satisfacao, e tovou-o nos-bra-
cos, soltando um chuveiro d'aquelles chistes tra-
vessos e folgasaos, que Ihe eram tao natu-
raos.. "
Ora, gracasa Deus, que encontr porftro
ffancamenle que aquellos insultos nao forain mais
que proiextoj. mais que a oceasiao... nao-foram
euiliw mais que o morro que eu no Mi da
pera earregada- al a bocea de raoeor e doriodig-
nacoi
, A un ira, a verdadeira causa do o*>' con
..,4ue tratei. hontom aquelle canalhaacresoentoo
kT Vr eaxciimoa A'Pim- abracando- com os oihos a principiaren! a schitillar entereci-
o com bem sentido affecto. \m3* audacia, que elle leve, de levanta, os
E os dous primos, travando-se dos bracos, ea-'oU*08 pa** Thereza, durante a mmba ausencia.
caminharam para o solar, charlando galhofeira- j E com estas palavras, Duarteergneu-se trema.
monle- lo de colera, e poz-se a passear agitado na easa-
Dcpois que, no dia aaterior, Fernao de Alpoim, ?crna0> ** Goohecia bei" a ton* *We^ >/-
se separou de Duarle, ao achar-se a sos comsiso
internou-se na Impresso qne Ihe tinham causado
as palavras do primo e, meditando nellas en
tom em que foram ditas, suspeitou que aquette
convite"signifleava alguma cousa de muito serio-e
muito grave.
Masque poderia ser ? Que favor e que segre.
do eram aquelles, que Duarte s delle se atreva"
a fiar?
tiva, que toda, s irrita va ao mais leve roca. uV
qualquer senirmento apaixoiiadi.,- acudiu inaonli-
nenle.
Homom, estimo-o. Antes assim, porqoo'tie'
veras Vasco de Ornellas ama ardeatemente D.JJea-
ii'ir. Tti wlvjuJiaste ao certo.
- E oHla queniodiflicil a adivinhafiiore-
plicou Duarte, tornando a sentar-so em frente to
primo.Jai antes da minha partida-para Franca o
As differentes supposiges, por meio das quaes ,',ma suspeitado. Oque lastimo, o sinlo prafiui-
prelendeu explicar aquelle caso, achou-as todas damente^ que Vasco ande naqueHes emparrtar-
iraprovaveis, e d'aqui resultou o accender-se-llie >"amentosrsemabnr-se francamente comigo, apa-
o espirito vivo desejo de que o dia seguiste che- sar de eu,Ul,i tee dado rauit0 proposito mil.oe-
gasse depressa, porque s delle que poda es-
perar a satisfacao da ouriosidade, que aquelle rae-
lo Ihe provocara.
Chegando ao solar, esperou que Duarte se a-
brisse logo em seguida com elle. Era o qoe mais
natural Ihe pareca, porque a sua viuda ali na-
quella oceasiao era resultado do convite que re-
cebera no dia anterior conviie quo, por desne-
cessario familiaridade que entre ellos havia,
pedia rasoavelmenle urna explicaco.
uuarle, porm, em nada Ihe tocou antes de jan-
lar. Mostrou-lhe os seus oavallos, a sua matilha,
e as suas armas de caca ; e toureou com chistes e
apodos acerados, mas inolTensivos, o pobre Pro-
phiro Caelano, o qual andava visivelmonte inquie-
to, mediabundo e cabisbaixo.
Ao jantar Duarte contnuou a charlar alegre-
mente sobre assumptos nteiramente alheios ao
que dissera no dia anterior, e a apodar chistosa-
mente o velho mordomo, cuja iuquetacae e tris-
teza cresciam de ponto medida que o dia se la
adiantando.
Fernao de Alpoim notou esta inquietacao de
nao s
estendia muito de proposito o jantar, mas que de
quando em quando, atravz de toda a sua estou-
vada alegra, os olhos illuminavam-se-ihe, e flta-
vam-se scintllantes em Prophirio Caelano. Isto i
casies para o fazer. Com franqueza, nao- me
agrada aq,uelle procedimento ; aetio-o pouco-leal-
o de pouea amisade.
s kij.usto para com elle, Dnarte. E" mos-
roo por ser teu amigo que Vasco se nSo tem abor-
to francamente comtigo.
A tallar-te a verdade, no>perceboa fcxja.do
teu argumento.
Eu me explico melhor. Vasco.de Oiallas
receia que a tua amisade, sabendo da sua paixao
por D. Leonor, te obrigue a faeer por elle algum
sacrificio penoso ; e por isso tem a delicadeza de
te nao fallar n'um assumpio que te poria na. neces-
sidade de to sacrificares, o que a elle nadn apro-
veitaria, porque como cavalheiro que So acei-
tarla o sacrificio. Depois aquelle genio- concen-
trado, que tem, cerra-o inteieamonte contigo...
Mas entao.como podevemos vir a entender-
nos a este respeito ? Eu, 6 que de cesto nao vou
procurar-lhe com a lanterna os olhos que elle tei-
ma perl.nazmente em desviar da la.
Deixemos o negocio, ao tempov Como estou
agora desengaado a respeito do teu supposto amor
Prophirio, e notou egualmente que Duarte,- > por D. Leonor, na.uraf que seja en o predeslt-
nado para desengaar o. pobre Vasco.
Em todo o caso, j vs quo o meu casameaio
por esse lado nao eneonlra eoibaracns.
Fernao de Alpoim tornou a aconchegar-seucca-
acontecia todas as vezes que o velho, arrebatado I deira, e replicou ;
pela impresso do pensamento que o torturara, And^ assim, ereio que a prudencia acon-
alheava-se; e, esquecendo que eslava diante ^b!t gente, ora parava, rosmoneando um monologo Passo-
inintellgivel mas acompanhado de gestos muito
expressivos de quem censura va e reprehenda s-
peramente ; ora levanta va dolorosamenie os olhos
ao cu, com os bracos aescahidos com desatento Baio...
ao longo do corpo e as mos entecadas urna na
outra.
Eram perto das quatro horas da tarde, qoando
os dous primos se orgueram da mesa, e entraram
no quarto de Duarte, onde elle ordenou ao mor-
domo que Ihcs mandasse servir o caf.
D'ah a alguns minutes estavam sentados, um
E porque?
Em primeiro lugar, t conheces bem o
genio soberbo e imperioso de D.. Leonor do
E que tenho eu com isso ?
' Nada primeira vista, porque s indepen-
dente e senhor das tuas acedes, e nada Ihe deves
a ella; muito, porm, se attenderes a que vives na
seoitdade, a qual sacrifica o mais das vexes o de-
Ver aos nleresses e aos proveitos particularpst
Attende continoou FernSo de Alpoim, vendo
om frente do outro, em duas magnificas voltena- que Duarte o quera interromper de impacienta-
as estofadas, saboreando sybariticamente a deli- Logo que se publique o teu casamento com The-
ciosa e aromtica bebida. ireza'. ^ resulados d'esu surpreza serao os se-
, ., -i guintes.
A conversaCao versava sobre as circumsjanc.as, Lp0nor ama-te apaixonadamente, ama-te com
que acompanharam nao sei que episodio davoHa verdadeiro amor. O perder-te nao produzir
de Duarte Portugal, quando este a interrompeu "'aquelle carcter orgurhoso s o despeto de so-
de chofre, dizendo: X* Preftr'da por outra, e essa outra urna mulher
, do povo.
I orno esse sentimente, j de si terocissimo n'um
carcter como aquelle, incendiar-se-tia oulro
mais terrivel e mais audacinso anda. Na deces-
De qoe casamentes ?balbnciou Fernao, sor- peracSo d'aquelle
prendido por aqulla perguola, em que Duarje ir-
rompera lio inesperadamente e tao de golpe.,
Quero dizer, do casamente de um fidalgo
com urna mulher do povo r*replicou Duaio Pi-
Que pensas tu dos casamentos dsi|uaes,
Fernao de Alpoim ?
o direito de ser trotada rom o respeito e conside-
napo devida mae do futbro senhor da honra ds
Nespereira.
A e>ias palav-ws, Permc- do Alpoim ergueu-se,
eestradeu a maca-Duarte,.eem enthusiarmo ecom
Jfania.
fe um lea* e honrado cavalheiro; Duarte
^dtese--lhe enla^- A tua1 amisade nobi.l quem
a'postiBe.
Se en soubesse- qne tinlias um lhc;- nada
teria ponderado. As dividas de honra uagam-
sej-som ailcnder a eoasiderafses de qualidae al-
goniK
Entao approvsa-o raen casamento cortrThe-
reat- disse Duarte, litandc-o- com ancietade e
aptante entre as soasa mo, qpe Fernao u> AJ-
poixT'lue estendia.
AppreiTO respandu este- solemnemerits-.
O sanoxie-da mulher pfcbtia nao* delusira as vetas
da familia >l>re, que tu chanmr-para o seu se.
A neW-eza vn pelo- marido, e- nao pela roojher.
O maido nobre faz noarea mulher, por mai* do
intimla'pMbe que e!W sahlsse. Was anda nm
assim no- fose. tu davias ca#ar com Thenxa.
ciina- de todas as cemideraedes; est a legitima-
fo de-um filho, e a rsporayo a- honra de una
mulbcf.
- OUiijgado... obrijsadd, Fbrn de Alpoim,
disse DiaPte, aperta ido-the comnovid a mo coo-
ira o pei obrigado jonessas twai* nobres pala
vras. Assim rejo que *posso peie^obsequo de
qne te lJei.
Diz o qne pretendes.
Taorera orpha de pac e de ma*. Encarre-
gas-te de a.aeorapanharao altar, 8'aai Ihe servires
de poef
(ii.-inwii milhodvontade?, ate; e agr*
deco-te a- hniHa qoe me- laae, proertado-me para
lao glorioso encargo.
Duarte -apertou Ferrando Alfoirn .Vum abrac->
aflectunso, disse-lhe ea seguida
Otrigadn, meu qtwrido Fernao; nunca o
esqueceei.i O meu casamento heje, as sete
horas da tarde, aqui, aa.capella .te solar. TI-
reza tem de vir da residencia som. o velho abr
bade...
N'isto-Duarte nterrcnpeu-se, son, se atrever*
acresceaiarioque desova quo o primo fizes.-iei
n'aquelfa.oerasio. Fi-rno comprehentteu-o. Pn
xou do retegto, consultou-o, e cm> seguida poz-se-a
p, e dissey lomando o cftnpu :
Sao-seis horas e um qearro. Vu re-
sidench,. buscar a nunba alilbada. Ate legas
Duarle.
Este e.nU(ou-o com nm bracos e assim o acn-
panhiiu al porta daqu>ilo. A' sahida to-,
mou-lha-a.mo, apertou-Jh'a, coolra o peito, e bal-
bucion:.
Nunca o esqueoerei..
Ao chegar ao larg palim do al* da esradaria,
Fernade Alpoim eaeontrou Piwphino Caetanep ear
co>tado, balaustrada>de pedra, cura a eabec.xdes-
cabiib.para o peito^os.bra(os-desiaktecidos ;>.lon-
go do-ourpo e as raaos, enlatadas nma na outra.
Ao ruido dos passo* do Fernao, o velho meniomo
levaah>u a cabeca, u aprumu>se.
E que me diz a isto, ddalgo ? exclamou,a.
meia vezA honra, da nossai casa vae pique !
B porque ?^-pergunUu Pernae de Alpoim
coitabem fingida ailmracii.
- Pois nao telina o Sr. Buartinho em easar, com
Thereza, fidalgo. I:
Mais isso.quo tem,. homem ?
Que teiiy senhor l dina de um aarpinleiro,
de um mecnico........ como eu que o digo I Sanm
Mara, vale-ios,, que a honra da nossa casa vana
| pique I
Ora van-bem s v que nao calendo-nada
disto, Prophirio.
-Nao uniendo, senhor! Pois eu. nao emendo
que a nossa casa Sea deshonrada yulo, casamento
do fidalgo com uata mecnica...
Outra vida^ entra vida, Prophiao Caotaao, ac-
cudiu Fernao, interronipendo-o.4aiba u/j a no:
b.vzasao,vem pelasmulberes, vem P'tes liomens,
e que por isso, anda que Duarte casasso com a
mulbec mais villa desie mundo, seus Hlhos nao
drixavam de ser tao lidalgos como cite. O que ad-
mira que sendo mordomo ha tantos anuos em
Nespereira, anda ignore estae lels, por que a no-
breza se regula. Outra, vida,. Prophirio Caelano
Ao ouvir as ultimas pafcmas, o velho mordomo
Qrou suspenso, e com os olhos lu.s em Fernao de
Alpoim. que, dizendoosy dvitou a correr pela esea-
daria abaixo, e desappaxeceu pelo porlao fra.
A nohreza au vera pelas mulheres, vea pe-
tes homensrepeta estiradamente Prophirio. Cae-
tanto.Ao menos Yaitumos sso. Mas asswi como
assimaccresceatou em seguida, soltando, do pei-
to opprimido um dpteresissiino suspiro assim co-
mo assim sempre era bem melhor que elle casasso
em Cerzedelte, ou em Nomais ou e\ IVnab-.ia...
Aquillo einttm Sempre era sangue luapo... Tiu;re-
za... ci liuua ( por flm de con tas sempre filha de
um mecnico. Mas sus, bocea de pragas Iaecu-
diu logo, batendo com a mo na boceanao vs
que a Sr- D. Thereza ser em poucas horas esposa
doirlirstnssimo morgado de Nespereira?
Aqui deu novo suspiro profuudissirao, e entrou
as salas interiores, rosnauruuieiite :
-- Vaina nos Deus I,.. valUa-uos Deus!... va-
Iha-nos Deas I...
em voz sobrenatural.
E, aferrando Dtiarte pelo brr.co,'correu com elle
'- porta princip,"! da capella. qOe desarrobou
n'um relance, e para fra da quat se lanfcnw o
sobrinho, que o segoia automalvamente e sen fa-
zer resistencia alguma.
Duarte. meo Duarte !evetamou Tereza
n'um grito de angustia infinita, e estendendo *
brawsf para elle.
- Em nomo de Deus, ordnele qae nao- v
maic-vanle, Sr. Fernao de Alpoimbradu solemne'
mente, o velho abbad; ao ve-lo lanzarse pet* egre-
ja fra apoz Duarle.
Fent* de Alpoim rarou, e o atibad seguiuy fal-
lando com Thereza :
PIUw, nada reedes. Tu e ten marido sote-os
dous entes, que aquelte homem mais9tremece nos-
te mu:)* Fre Lopo-de Baio ante- doixara die-
pedacar*se, do que coenmiir que toqvem n'ui* ;*>
cabelte-da eabeca do leu novo.
E depoieaerescenlou.-ilirigindo-seaiFrno :
Sr -Alpoim, deise ir o Sr. Dearte Pinhetetv
que i'llit-vtitiara brevemente. Deiis- aesim o qutin
Aquella- dusgracado penitente fallado-passar per
esta terrivel prova da sua medonha eepiaco.
O abkade chorava aodieer estas- palavras. Al-
poim e Thereza olhavam pasmados pora elle. A-
muiu ir.iinncia quo o veUx> exercia- sobre ella, e
a minia oonuanca que Aiooim linha n>'elte, e sobre-
ludo na.coragem e na torcas do Daacte, derain-
Ihes animo para couteit-ott impelo dn ancedade.
em que os fancara o aeonaaeimeiito inopmado e ev
iraordinartev que viera-perturbar aipaeMa san.
te*la da amor.
X.
Revelara*-- dfrei lj>f.
Quem=tiver reparado;. rom alguna attenco, n*
quasi inaotcf ronipila siM|iwocia de aJinw e do ole-
vayes, eiaque se coBaa, por des*aradas manei"
ras, o ste tertilissimo da provincia da- Minho, teri
conhecklaqjue ella nm wilra cousa mais do que
o-complexo de exlensa>-i> enrome oocitilheiras de-
montes, qtfey vistas dual*, devem alyurar-se gi-
gantes periurbancias tnaereolareSr.dtMenvolvda.v
irregata^mentoem toda^asuperlteienwetoda do ler
reno. D'-aqui todas ai|Bellas subidas-e descidas que
urnas apuz. oulr.is, um, iwwauUin oea:.iix>ixa:n o so-
lo ; d'aquii aquelles profundos vailes-graciosamen-
to cobeiHos de aldeias, em que a vista do viajante,
ao achai'-se em ciar aira. desapernada, mergulha
inespeuiamente, e qpandoclle, oiuraaao do exlen-.
so trato piaino do terreno que tem atraveslo,,
menos-imagina que vae caminhatidu pela planura.
de uina.monianha ; 'Uqui einliiaouatta inmensa
dadedanlbnas e otHetros aprazi.weLs, defrontauVs
comeeuta regularidad, e que lada, mais sao que
os iHovaros e canese dos momas que "orinaiu.a,
cori^eira, os quaes por muito-xerrados uns eos
ira o-outros, s a grande altura, que se descri-
iiiiimii. cada um sobre si.
i*a lugar, omle as duas fregueskis de Cerzedelte
e Nespereira lindam urna com.a outra, a eUeMii
planura da cordihera, sobre que ellas eslo stlua-
da> encolhe-se de repeine stitire as proprias- ea--|
ti.inbas, ahrndo.entro ellas mna eomo gracicei&M-
iea abra, resguardada dos ventaje das intempOrtoa
pelos corles laleraes da moupiAha, quo solxotudo
do lado do Cerje>lello, se-levanlan quastque abru-
mo sobre ella. Este p-queno- valle nao cte-ga, po-
rm, a cortar-toulmente-as. duas freguezias una
da outra, porque para.a.ua-nii de melad-; du* limi-
tes d'ellas, terminando.aj fundo em Udeira. muito
declive, inas-ainda, assim-, do menos pender que as
dos lados, jyie sao quasi nerd.ideiros dosoeniiadei-
ros. Asaduras desloe, site torras de mallo .e-pi-
nheiras.
Foi pai..i aqui, para alio do in-nile U|ie do Udo
ue Nespereira ficasobrauecro ao valle, qpi frei
Lopo de Baio guiou a sobrinho, o qual. o.seguiu
ao principio auiom.Uicainente, mas que-dpsde m ti-
to ja ia,appz elle ai:na&iado pela vivissima curiosi-
dadesque inspiraas.ii as palavras dosordenadas e os
geste qua>i. que aUuciuados do lio..
O) terreno, q,ue-ani /orina a boriUdangreme la-
deisa, que do aJto. do monto desee para a valle, ,
como do lao onposto, bravio e inculto. N'essa
oceasiao apenas o eobriam urzes> rjistoiras e quasi
seceas, poc entre as quaes prineipiava a desun ir
o- tojo sempado de pouco. A eem passos da arista
dw encosla corra parallelo cem.eIJa um extenso e-
cerrado puiheiral, vedado pu* um muro baixo e ite
pedra tosca, sobre o qual so nia levantada urna da-
quel las grosseiras cruzes de pau. que imlicam o
lugar onde se praiicoi. ablua assassinato. Esta
cruisque de si nada tinha, aV mais nolavel que as
ouiras, era, porm, muito, conhecda e fallada na-
quektes arredores, em razan do facto singulanneur
te mysierioso, que jiutto dVlla linha lugar. AjM
ps d'ella c a iwuca di>taBeia da |>arede, via-s na
superficie alvacenta e lisa de um caminho, que se-
gua por ali, oulra cruz, fundamente gravada na
torra petes dedos do um doudo, ou antes monoma-
niaco, que hahilava na al.fea, o que havia muito-
anuos que embtrrava em vir ali, to>1as as noutes
langar-se de brucos anda que a chuva eahisse em
torrentes ou o gelo fizesso estalejar as arvores.
A disianeia desia cruz, e mesmo tieira do des-
penhadeiro, foi onde frei Lopo parou eom o s-ibri-
nho. A nonio tinha cerrado completamente, mal
la cheia espalhava a sua luz melanoolb-a |xircioa
de tojas aquelles terrenos, inionn>-tlendo-se lgu-
bre por entre os piniieiros e illt.unn.ind tao phan
tasiicainentrt o fundo do valte.qn
ranea. Quando aate-hontem noute passei por
-Ne-spereira, no meu caminho para a (orre velha
ae (Airzedello, a ira de Deus anda pesava sobre
mim como urna monunha mas o velho abbade
samu-me ao caminho, lapcou-se nos meus bracos
e disseme: *
aT auror *! 'edempcao desponla, fi'ei Lopo
TherezT *** casa amanhaa com
-. O' generoso filbn do mais nobre dos homens,
exclamou sbitamente o frade, lancando-se de to-
Ihoi drante do sobrinho. de maos postas e cuoi a
faces bagadas era lagrimas que as heneaos do
j*mhor JosfiMO sobre a iu cabera, como o orva-
Iho perfumado da aurora desee sobre as llores das
nossas pampinas; que a fefirtdade seja lao assrdua
junio de n, romo o o termoso aojo da guarda que
Deus creou de proposito para te acompanhar n'es-
te mundo ; e que a tua alma na presenca iieffavel
do Eteino se alte lanto em gloria, quanla foi a
ronsolafao e a esperanca que tu deste ao crimi-
nwnoso, ao condemnado... Thereza minha fi-
lha I exclamou aqui n'um brado pavoroso, e ar-
remessando-se de rojos aos ps do sobrinho, pelos
quaes arraslava a fronte, cobrindo-os- de beijos e
de lagrimas.
O silencio daquslfa solido, a le raelaneolira
i que o illuminava, e o panorama lugabremeMc
phantastico que se desenrolava diaule dbs olhos
de D'urte, de mistura com o extraordinario da
yor; dos- gestos e das patavrs do frade, tinhan>!he
ido-pouco e pouco desvotveiido no espirito um
senumenio de horror itwefinivel, que per llm se
asjenlioreou delle por tal rma, que o coteuim-
movel ao'lerrcno, sem Ihe dar tercas para impedir
os aclos de humildade do-lio. Mas. ao ouwip-lhe
as MAM palavras, Dua-rte dea um salto,, como
se desnertara sacudido pela mo robusta de um
llercwes, e, lomaodo fre Lopo pelos braco, cr-
gueu-o eexrlamou :
lio-frei Lopo, que lcncuras sao estas rQe
esta a dizer 7...
O fiad descahiu quasi?desanimado nos bracos
do sobriehe,-. a chorar e a soiu'-.i' angustiosamente
nos bracvs-db sobrinho. Pbr tira- conseguiu asse-
nhorear-se; e e4o disse-lhe-com serenidade gra-
ve e auteri.ad, apontando-pwa orna pedra, <*'
crescia p.-,rn-fra do terreno- >beira do desponha-
deiro :
Senla-te ali e escuta-me:
Duarte ofcdceu quasi que-moclanalmente. fre:
Lopo poz-se entao a pasear alheado, e assim an
dou alguns minutos. Por amajorltoxi dianto de
sobrinho e diswHta;
Vou centac-ie a triste historia da minha vi*
da----l)ex;--n estar exclamou imperiosamente
a ver que Cuarto se ia levamappara o obriuar a
evjiner-.se da hemiMe | >)hos quo ievo- revelar o aeu crime ao marido
generoso da fiHia da desgraraday enja perdi^io'
OMMl.
Ao som de?toe pata vras Dcarte neealiiu sobre a-
pedra, e fre LepOj. depois de estar atgnas miuutos-
sVneioso e cem- eaheca pendida- para o peito,
ergueuj-a e coniinanu assim :
Eu contava p* noarenia, quando, de|iois de urna larga ausen-
oia deoiio annov deixamos oor.ereiiode que era-
mi oflBciaes, vwmos a eslu nossa torra natal -
elle ewn tenco do-uo lomar, panno* era marga
do> e comu tal segua as arinns-per capricho ; eu
para recolher celia vez, ao Mk algens mozes-,.
popjutfv como dio segundo, segua-as por obri-ja-
Mtot
OT tristes leiniraoras do meuipeeeador passado,.
qnand que v>uil<> me abnodonareis a memo-
ria exclamouiaigui o fradi-coin dotoro.-a er.to-
nacrMedonho recordacc** do> Salanaz, quan-
" eeaseniireis que o peniento'deseance em paz
do
............------------.-r-1 oligurava deheo-
a s sete oras em ponto Duarte Pinhero, pri- sissnnn jar.lno, cxOerto <\ oeiu-ma arneuuda e lu-
morosamenle vestido, desceu do paco capella. miuosa, o destacado do slo e sus|ieiisn no ar emci-
Ao jntrar ne|la, j encontrn o velho ahbade, pa- ma das mos de fadas tiavessas e galhofonas
pOVOr
nheiro. ''
Acbo que um casamento como outro qual-
quer responden Alpoim, qae principiara des-
confiar, que era chegada emfim a oceasiao de sa-1
de- niosameiiie e com todo o respeito o seo luirariunio
creta imperiosamente que se traduza em fac- da futura pVlalga de Cerzedelto
to. Sabes o qbe se seguir d'aqui, Duarle Pi-
nheiro?
E depeis de alguns instantes de pausa, cou-
ber o que Duarte Ihe quera dizer.
Nesse caso nao acbas.que teja etfraofdjna-
rio o eu asar assim ?
.''{fifi

To I...
Eu, sim. Aihniras-te ?
Poisanoivaque nos amronciavar aatesde
partir para Franca, era... era I... I *BW .i
tmuou:
Estou convencido de qoe a arrogancia sala-
nica, que domina aquella mulher, dar taes torgas
immobildade glacial que Me mascara o rosto,
que i'elle nao apparecer, nem ao de leve, signa!
Ao ver curar .o noiio, os olhosNje Theteza ruti-
teram deamor e de (ejcidado, EJte amvxnou-se
della, beijou o filhmho, e estendeu o mao a Fernao
> tTIhHQ
Este acmou-lhe enio com a caliera para o fundo
eia voe:
de si
da rai>*lla, e disse a meia
Olha.. o lio frei Lodo, b
O ti frei Lopo Irepeti Duarte.
E olhando, viu a luz tibia' que laucavam
que Ihe traia o desespero do corafao *A ardente alguns candelabros, :qe estavam acezos, o vulto
lava d'aquelle medoabo olcao rebeatar de oulra negro do frade, de rojos por torra com a cabea
man'eira |eBlfe ^ bracas, que Unha esteiididos para a frente,
|iiaes SO COIinei-eU I
a terrivel exaltacao, que cominovia, disse mu voz
solemne e aponUndo. para o fundo do valte :
T-.'Subrinho... meu querido Duarte, vd* l em
baixo aquella ca-iuha arruinada, teoe daquelU
chousa, por junio de cuja* paredes derribadas jias-
sa aquello correito cry>ialno, que se desusa tao
docemente por entre as flore- ? Ha vmie. hiiiio* vi
va ali una mulhoi, tormo cmn oraanjo d
Deus, pora e iimoeenii-, i-omo a Vvgeiii qu* elle
escolheu (Ufa litfanar',.quanii.. de.sreii ao mundo
a paHcer pelos peci-ado^ dos ho-neus.
Aqui fre Lopo. uja v ,z pruiei|iiava a tremolar
cavernosa, interrompeu e de sbito, tancou-se d
ipil. ii. -,*"/. i *-----.---- r-----..., m<(i-| iiu.- imei loro i, u u ur Miimo, miic i(|-~e O'
D. Leonor decretara com arrogante soberba. com as aiftos entecadas convulsivamente urna na joelteis, e. erguen-to* brao* para o cu eX'-ia-
baixeza dos leus seoljmentos, aptegoar a VU". i oulra. I co!!l \^^ exalucao :

iiriK ora, sem quo- o pnjaos com. o remorso apa
voradur, que presente a elemn^condeunaco I ...
Di Lopo do Barbuda de Azevedo d Baiocont-
nuou rom terrivul'.sewidade da aspecto ra Os-
piada por solwrba e arrogaacin egual aquella,
com que o genio da trovas ousou. pdr os olhos mi
eu, e aspirar a Humo radioso, de soare o jeali
a Omnipotencia oreada fitz.ntuar o infinito ao-
simples ha fu da. sua vontadj-.. baro, imperlofa>e-
som ptedade, suppunha que os seus caprthws.
erain a lei suprema do univenso.
Na sua sobertw, consubsianiiiara a humaoidiute-
e os seres dotados-de simples-vida animal ; e-astes.
confuodia-os comn aquelles qpe apeas VHggiam.
um homem e umcavallo, umx-avallo e umr. ,pedra,
eram o mesmo diante da terocidade. com. na* e-
puiava todas a-cousas mijogUL-te> darualtea-
'<* dos seus desejw volunfctinsns.
a alegra enmantara da. nteoioha, o.sonriso
que enflora oafalMOS da Kudher qoe aiaa.&dedi-
ame heroica eom que o poe se saerifiraupela feli-
Oklaite dos lilhots as lagrnas da innocenaia.oppri-
nuda, iienhuin, ,->hiu, daupelles seoiiaamlois que
poelisaiii a aridta da vida material, OflOMM no
pedo daquelle homem fetnz, que aclum.praaer em
nu-itar os seus aloes uns-uonira os outre>,. que so
nao commoviai cem a, lagrimas qca fazia correr
para sati>fazer a.sua. vontade, que p.-Lumvii somc-
U.1S friolcira, ojie Ihe espieacasse a avogaaria, cra-
vava a espada no paila do seo intT|j Hirlt intimo.
Todo n elle rvstelgava. soberba, crutOA. raperio-
sidide ; ludo-manitesiava o desaliso,tees* e insen-
sivel, com que pun os ps solua-as- eousas mais
santas para ohasar realisa?ao dd-um. capricho.
Aqui fre fcopo.eotxi-se de sbito) e rtcou alguns.
minutos cora.o* olhos alaeadamante filos no slo,.
os bracos deoahidos- e as mos aperlada urna na,
oulra. Por tira, coanuou em s^z, taislo :
Tal er*,eu ba vmte.annos, Dmirie, tal era .-u,
quando, de volta do exercilov passei um diaeam,
teu pao |>o; aqui e, ao passac,.seali sabir l de-bai-
xo, do fundo, do. valle, urna -tm. maviosa e tera,
que cantava e-ue a alegra da.fecidade, que o,cu,.
as llores o-a<-brisas da primavera uspiramas-aU
mas innocentes e desoppriinidasde pezares.ao des-
abrochar da jovenlude. A^itnsimei-me doste mes-
mo lugar-onde estamos, e .li'ahi, de junto dsssanws-
ma pedan, en. que ora ests sentado, m*fta.ulliei a
vsia na valle, para ven quem era que dnscaatava
assim doc**monie.
A pona daqueUa, casinha arruinada mas en-
tao toda mimosa e bura, cuidada, ali aape daquelle
carsego, junio daquoUus res, e sombra d.-s ra-
mos de um frondoso, carvalho que se-dVbrucavam
por cima do muro. daehou tu'inosissima, coju a costura sobre.o.j'oetho, iraha-
Uiando e caniaaAk, como quem liaba no espirito
Dores e alegriai eguaes aquellas, que a primavera
tao deliciosamente espanejava ca tora.
Surprehendeu-me a frescura e o esmero ds.
quella casinha solitaria, e sobretodo prendeu-maa
alegra e a telicidade daquolla mulher, ijueeu nen--
ca ali vira, porque, anles do eu partir para o eajjr-.
cito, aquella casa era apenas, mesquinha arriViuia*
onde os pegureiros do senlwrdoCerzedello asOjUMl
rocolhor o gado as horas da calma, quando^ no, es-
to, il-s.'iam cora os rebaidios aquelle valte,MUtMO
oputeniamenle arrelvado.
Quem aquelte rapariga ? pergunlei a teu
pae.
A fallar-te. a verdade, nao o sei bem, res-
ponderme elle. Vindo aqu ante-hontem para exa-
minar estes pmli-iros quo me perlencem, dei por
ella como t doste agora, e, pergnntamto ao mor-
domo quera era e como se chamara, responden
ise que so chama va Mara, mas que era mais co-
nhecda na aldea |ielo nome de Kosa do Vallo, al-
cunha quo Iho pozeram em razo da sua mutia
rormosurt, o do lunar onde vive. Disse maK que.
era fllha daquella Anna, tembras-te? daqueba pe-
gureira de Cerzedellu, lao telgazai e travessa, quo
quando, em rapazas, ia,ns Cin encouiravainus.
nd monte sempre a cantar alegremente, e que de-
pois, mais larde, desappareeeu da aldea, rotieiill-'
menle e sem se saber polo qu. Cnnlou-me o
mordomo que, ha cousa de seis aunos, cora<-eou a
levantarse a casinha que ali vs, sobre aquella
tosca arribana do valte. que lio nossa conhecida .
I erguuiados os pedreiros jielo dono da obra, res-
IKindiam que era o abbade de Nespereira; e esto
dizia que o ora Anna, a pegureira, quo anda era
prente delle, e que, segundo ello diiia, linha en-
viiivado fcurja pouco, Iteando-lhe do marido urna
blha e algum pouco de dinheiro. Acabada a editi-
aci cliejpm Anna e a filha que era entao meni-
na de duo aunos de edade.
(rM/iNMdr-fe-fta.,)
PEHNAMBUCO Y9. DR M. Ir, F. 4 FLHO
i


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