Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10330


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Full Text
*
-
/*
AlffO XL. HOMERO 74.
Por (res nezes adianUtdos 5SO00
Pr (res mezes vencidos 6$0UU
Porte aocorreio por tres niczes. f?7o0
DIARIO DE
01WTA FEIRA 31 DE MARCO DE 1864.
Por amo adiantado.....i9$00O
Porte ao correio por ura aono. 3$() ENCARKEGADOS DA Sl'BSCRTPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima'
Natal, o'Sr. Antonio Marques da Silva; Araraty,
Sr. A. de Lomos Bnga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oiiveira: Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues: Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
taazonas o Sr. Jerot.ymo da Costa.
KNCARFEGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Clnudino Falrao Dias; Baha, o
Sr. Jos jlariins Alv^s; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Mai iras a Gas|>arino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olin ia, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tergas feiras.
Pao l'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
Inijazeira, Flores, Villa Relia, Tacaratu',"Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quarlas feiras.
Senrhaem, Rio Formoso, Tamandar, l'na, Barrei-
roi, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de temando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/i dia.
EPHEMERD3ES DO MEZ DE MARCO.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
II Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 38 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto raing. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manhia.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
PARTID, DOS VAPORES COSTEROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; pan o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fumando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., raaio,jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBl'S.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/*, 7, 7 >/2, 8 e
8 >/z da m.; de Olinda s 8 da rn. e 6 da tarde; de
Jaboato s 6 '/j da m.; do Caxang e Vrzea s 7
da in.; de Remfica s 8 da m.
Do Recife: para o Apipucos s 3'A, 4 4'/;, & '/2,
5, 5 '/i, 5 >/} e 6 da tarde; para Olinda as 7 da
manha e 4 Vi da tarde; para Jaboatao is 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 >/i da larde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira rara do civel : tercas e sextas ao moto
da.
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SEMANA.
28. Segunda. Ss. Prisco, Maleo e Pastor nm.
29. Terca. S. Rerlboldo c.; S. Joaas m.
30. Quarta. S. Hudezinho b.; S. Joito Giman).
31. Quima. S. Veremundo; S. Balbina v.
1. sexta. S. Macario b.; S. Valerio-ao.
2. Sabbado. S. Francisco de Paula!. dos re.
3. Domingo. S. Pan raer b.; S. Benigno n.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa i*
Faria 4 Fimo.
PARTE OFFIGIAL.
flIMSTF.niO DA JUSTINA.
2* secgo.Ministerio dos negocios da justiga.
Rio de Janeiro, lo de marco de 1864.
lllin. e Exm. Sr. A' Sua Magestade o Impera-
dor fui prsenle o oficio dessa presidencia de 4 de
Janeiro oo crrente anno* em que antecessor de V.
Exc, refi-rindo a duvida suscitada entre o primeiro
substitu i do juiz municipal do termo da capital e o
jiuz de direilo, consuliou : se os snpplcntes do
juiz municipal, quando em exercicio, anda mesmo
para o julgamcnto de um ou mais proressos, por
impedimento accidental do juiz effectivo, sao
tantos de servir no jury.
O mesmo augusto senhor, tendo ouvido o conse-
llH-iro consultor dos negocias da justiga, e conside-
rando o uue resolveram os avisos de 6 de maio de
1843 e 10 de Janeiro Je 1854, em relacao aossap-
E leales de subdelegados e juizes de paz, houve por
em man lar declarar V. Exc. que ossuppien-
!> do juiz municipal devem-entrar as lisias de
jurados, sendo obrigacao do juiz de direilo dispen-
I .r imratdiatameue iquelle que estiver em exer-
icia
Deus guarde V. Exc. Zacharias de Ges e
Yasconcc'los. Sr. presidente da provincia do
Cear.
*fll\ I NTKII IO DA niRMHl.
Achando-se comprchendidos na hvpothese 1* do
| 1 do a i. 2* do decreto n. 260 do 1; de dezembro
de 1841, os officiaes da armada mencionados na
relacao i| ie rmn este baixa, assignado pelo senador
Joao Pedro Das Vieira, do meu conselho, ministro
e secretario de estado dos negocios da tnarinha, hei
por brin, de ronormidade com o disposto no citado
artigo, ransfen-los da I* para a 21 classe do res-
pectivo q aro. O mesmo ministro e secretario de
estado assim o tenha entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 9 de marc* de
1864, 43' da independencia e do imperio.Com a
rubrira de Sua Magestade o Imperador.Joao Pe-
dro Deas Vktra.
Relacao ios officiaes da armada que por decreto
desta nata sao transferidos da pora a 2* classe
do respectivo quadro.
de parecer que o sobredilo privilegio nao foi con-
cedid i se nao para a navegagao entre os portos pri-
vileghdos, e nao para a navegagao entre esses por-
tos e otitros quaesquer, e que por conseguinte a
companhia Perrnamburana, como qualquer outra,
pode levar suas barcas de vapor aos ditos portos
privilegiados, cointanto que os faga seguir para al-
gum que nao esteja cnmpreheiidido entre esses, ou
que pira elles nao conduzam passageiros e cargas.
E, undoso S. M. o Imperador conformado com o
mencionado parecer por sua immediala resolueao
de 3 do corrente, assim o commumeo V. Exc.
para sen conhecimento, eparafazer constar quem
convier.
Dos guarde V. Exc. -Joao de Aliada Pern-
ea Fi.'ho.Sr. presidente da provincia do Cear.
G0YER.10 DA PROVINCIA.
Etpedienle do da 28 de marro de 1S6,
. Offkio ao brlgadeiro commandante das armas.
Expega V. Exc. suas ordens para que amanha a
hora do expediente, se aprsenlo ao Dr. chele de
policir, urna escolta de 16 pracas commandada por
ofllcial, para conduzir nove criminosos, inclusive i
dous offlciaes da guarda nacional, al o termo de i
Sennhem.-Communicou-se aopredito cnefe.
iu. ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de eroittir o !
seu juizo sobre o que pede no incluso requerimen-
to Therea Mara de Jess, a mi do recruta An-,
ionio .oaquim dos Santos, que foi preso com o no-
me de Anlonio Joaquim de Santa Auna.
Dte ao inspector da tliesouraria do fazenda. -
Respo idendo ao offleio dessa inspectora de 27 de
Janeiro ultimo, sob n. 39. tenho a dizer que, era
vista das razes expendidas pelo brigadeiro com-
maudante das armas, em sua uformanao junta por
copia, n. 467, de 10 do corrente me/, mande V. S.
pagar companliia Pernambucana, alm de outra
quanti is constantes dos doeiimentos que foram an-
nexos ao meu offleio de 12 do citado mez de Janei-
ro, a ile 460*800, proveniente das passagens dadas
por conla do ministerio da guerra 24 msicos
que acompanharam o mencionado brigadeiro ao
presid o de Fernando. Tambera devo V. S. man-
dar satisfazer nao s os 863400, em que importara
as passagens concedidas pelo commandante daquel-
le presidio quatro mulheres e cinco lllhos de sen-
tencalos que d'alli regressaram, procedendo
descont nos venciinentos do predito commandante
para iiidenmsar se a fazenda nacional dessa quan-
Almirante graduado John Pascoe Grenfell, con-
s ilI geral do Brasil em Liverpool desde julho de tia, tito lo havr dlspo*^'^fam'^lwe
< .- i i. n i 4 .'he pe-milla ordenar taes passagens, mas tambem
Lapitao-tencnte Jos da Cosa Azevedo, emprega- os 10666 correspondentes as comedorias dadas
d., poto mmisieno dos estrangeiros em corarais- bordo do vapor Jagwribe ao ex-insuector da the-
sk-s de demarcarlo de limites desde julho de sourana de fazenda do Rio-Grande do Norte, no
,.- .... ..- o n- ~~. seu rtere9SO !" esta capital, devendo este ultimo
.apiiac-tencnte Joao So.rMP.nto, empregado pagamento ser realisado sob mint.aresponsabilida-
ivln ministerio do imperio como adunto a secgao de, nos termos do decreto n 2884 do 1 de feve-
asironom.ca da corauissao inrdmfflda de explorar reiro de 1862, por no haver crdito para essa des-
o mb-rior de algumis provincias do imperio desde
agosto d> 1853.
i* lente Joao D jarte da Ponte Ribeiro, empre-
gado no eorpo diplomtico desde margo de 1851.
1* lente Franriwo da Cunha Galvao, emprega-
do romo en|enheiro pelos ministerios da fazenda e
agricultura desde setembro de 1852.
I* lenle Jaron*e Martins Baggi, empregado
como rn^enheiro ao servigo da provincia da Bahia
desde Janeiro de 189.
I* lente Geraldo Candido Marlins, licenciado
fara esu dar o curso da escola central desde se-
tmbro da 1881.
1* lente Francisco Soares de Andrea, licencia-
de 14 de jan.-iro de 1862.
Rio de Janeiro, em 9 de margo de 1864.Joii
Pedro Dias Vieira.
IUXISTERI4 DA AGRICULT-
KA <'OJ1TIKKCIO
E OBRAS PUBLICAS.
_ thesouraria provincial.
DirerUina do correio.N. 247.=^Rio de Janeiro- -constando de ofBcio do director da repartieao das
Minisbrio dos negocios da agricultura, comuier- obras publicas, datado de 26 do corrente, e* sob n.
cm obras publicas, era 18 de margo de 1864.i "
1 Im. e Exm. Sr.T indo chegado ao meu conheciy
ihoit alaumas quenas da parte do corpo con-
meriial Ja capital ce-sa provincia, a respeilo do
pouco lempo que al i se demorara os va|K>res da
MpM a hrasileira de paquetes, causando assim
graves p-ejuizos ao commercio, recommendo a V.
Exc que no uso qu fzer da faculdade que con-
ft-re a con-iieao dea na du que acompanhain o de-
creto n. 1.515 de 3 ce Janeiro de 1855 procure sem-
pre conciliar a sua 'ixecugo com os inleresses do
c'inn.errio, marcan lo um prazo razoavel para a
partida dos ditos vapores, de modo que a corres-
jondenci seja devi lamente respondida pelo mes-
mo paquete.
Daos e larde a V. ExcDomiciano Leite Ribei-
r.'.Sr. presidente Ja provincia do Para.
para
peza, segundo consta do offleio dessa inspectora
acuna cilado.
Diic ao mesmo.Declarando-me o capillo do
porto >m offleio de 23 do corrente, sob n. 40, que
naqueila dala prestou juramento e tomou posse o
secretario nomeado para aquella repartigao, Deco
de Aqjino Fonceca : assim o commumeo V. S.
para ;eu conhecimenlo e direegao.
ilo ao mesrao.Transmillo V. S. os tres in-
clusos prets.que vieram annexos ao offleio do com-
mandante superior da comarca de Olinda, de 24 do
corrente, ara de que, nao havendo inconveniente, i
mande pagar os vencimentos relativos aos mezes
de deiembro a fevereiro deste anno, do corneta do
9 batalbo de infamara da guarda nacional da- i
quella comarca, Justino Jos do Amparo, o qual,
segundo consta do citado offleio, acha se despedido .
do servigo do predito batalliao, desde 22 do corren-1
le, por haver linalisado o seu contrato.Coramu-!
mcouseao commandante superior da guarda na-
cional de Olinda e Iguarnssu.
Dito ao inspector da
Hirertoria do correio.N\ 253.Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura, commer-
cio e o! as publica', em 21 de margo de 1864.
Illm. e Exm. Sr.-Havendo o contrato approvado
p lo decreto n. 1,0(3 de. 30 de aosto de 1852, con-
cedido privilegio oclusivo aos vapores da eompa-
r.bia Raliiana para navegar at Macei com escala
lelos portos do Aracaj e Penedorepor outra
parte permillindo o contrato approvado pelo decre-
to n. 1,793 de 25 do setembro de 1862, que a com-
I ..niiiu Pernambucana faga ebegar os seus paquetes
at AraeaM tocando no porto do Penedo: cumpre-me
declarar V. Exc. que esta ultima concesso nao
I o le modificar o privilegio de que goza a compa
rioa liinaiia, lie; n lo. |>orlaiilo, estatielecido a
exetnplo do que de erminou o aviso de 6 de margo
de 1860, junio pnr_epia, com relago s compa-
nliias dt navegaca do Maranhao e Pernambuco,
que os vapores de.,acompanhia nao pdem trans-
portar cargas nem ssageiros entre os portos refe-
mVm
IVus g larde V. Exc. Domiciano Ij-ite Ribeiro.
Sr. pre-idenle >\t provincia de Sergipe.
Na iiie-ma conlorinidade aos presidentes das
Alagas e Peruaml neo.
AVISO DE 6 DK MARCO DE 1860.
Illm e Exm. Sr. Tendo sido ouvida a secgao
dos MUnrim do imperio do conselho de estado acer-
ca da rerlamago da eompaiiliia de navegagao a
vapor do Maranbi, d que V. Exc. trata em seu
onVi n. 135 de 2 de dezembro ultimo, para que
se obste que a compauhia Pernambucana faga se-
guir os seus vapore* aos portos que Acara ao norte
da capit. I des-a piovincia, avista do que dispdem
u< iviiilic?Vs do contrato approvado pelo decreto n.
2,197 de 26 de junho de 1858, (pie Ihe concedeu
privilegii exrh'sivi. |ior espago de dez anuos para
<-sub<,lei*r a navef ago regular por vapor entre o
arta de S. Lint do Maranhao e o da cidade da
Fortaleza, cora escala pelos iiortos da Parnahyba,
Aovaca f Granja, ou quaesquer outros que se
pre 78, que ^arrematante dos conceros da ponte sobre
o rio liurja acha-se com direilo ao pagamento da
prime ra pre-lagfio do seu contrato suppleinentar,
por h;iver execuiado melado do respectivo servi-
go : assim o communico V. S. para seu conheci-
menlo, e alim de que, em vista do competente cer-
tiflcado, mande effectuar esse pagamento.Com-
inunu ou-se ao director das obras publicas.
Dito ao capito do porto.Fago apresentar V.
S. o recruta de marraba Manoel Francisco Alves
Pereia, alim deque Ihe d o conveniente destino I
depoi:, de inspeccionado Communicou-se ao Dr. |
cliefe de polica.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. que man-
de desobstruir o terreno prximo ao caes do Forte
do Malos e aterrar a ecavagao que all existe e
pode lausar damno ao publico.
Ditoao capito de engenheiros Domingos Jos
Rodrigues.Tendo o emprezarioda ponte de ferro
desta capital, llorare Groen, segundo constou de
aviso da repartigao da agricultura, commercio e
obras publicas, de 25 de fevereiro ultimo, sob n. 4,
reclamado do governo imperial una indeuinisagao
de 3,240 (28:800*000) pelo exeesso do materjal;
que cuipregou na sua constru-gao, e outra de___
10:00J* 00 por perdas e dainnos que allega lar
solTriilocoma demora que houvo era se despachar
na allandea desta cidade urna parte do material
da mesma jionie, por duvidas, que occorreram
quanto ao pagamento dos diruitos de exiiediente a
que niti e-tava sujeito, resolv nomear Vrac. e 0 i
engei heiio civil Mann, para nao s examinaren! e,
avalirein as obras addieionaes, sobre que versa
a primeira reclamagao, mas tambera calcularen! o
preju .zoque soffreu o empresario cora a deloriga
havida no despacho da alfandega pela exigencia
do pagamento de direitos a que nao eslava obnga-
do : o que Ihe commumeo para seu conhecimenlo,
esperando de seu zelo e dedicago ao servigo pu-
blico trae se prestar de bom grado a essa coinmis-
so. Igual mutalis mutandis ao engenheiro civil
Mann.
Dito a cmara municipal do Recife.Constando-
ine que se esli fazeudo obras nos educios incen-
diado; da ra do Trapiche Novo, no lugar em que
segundo a planta da cidade tera elles de recuar
alim de dar transito para o caes, recommendo c-
mara municipal do Recife que a ser isso exacto,
mande quanto antes embargar aquel la< obras pro-
ceder do a semelhante respidfO como for de le.
Ditj cmara municipal de Pod'Alho.Devol-
vo -amara municipal de Pao d'Alho, para ser
convenientemente sellado o regulamento do cemi-
terio publico dessa villa que acoinpanhou ao seu
offliio de 12 de janeiro ultimo alim de pnler ser
approvado pelo Exm. prelado diocesano e remettido
a assimibla provincial.
Dilo ao capito Jos Joaquim de Barros, ominan-
danbi do destacamento de Tatarata'. Pelo olcio
que 'mc. me dirigi em II do crrenle, liqueicer-
lo de qne pelo juiz municipal desse termo Ihe fra
entregue a quantia de 1315320 producto da arre-
matarlo de 4 cavallos de proprledade do major
Joao Francisco do Livramento, e emresposta tenho
a dizer que opportunamente deveri Vmc preslar
comas dessa quantia ihesouraria de fazenda.
Communicou-se predita thesouraria.
Dito ao gerente da Companhia Pernambucana.
Convindo que seja quanto antes removido para
lugar mais appropriado o deposito de carvo de
pedra que possue essa companhia no forte do
Mallos, atiento o inconveniente que causa aos
predios que Ihe ficam prximos e o risco e facili-
dade que ha em incendiar-se o mesmo carv", re-
coinmeodo Vmc. que trate de eflecluar essa re-
mogo com a mxima possivel brevidade.
Dito ao juiz de paz mais votado da freguezia de
Cruangy.Nao tendo sido recebida na secretaria
do governo at o presente a lista dos cidadaos
qualificados volantes no corrente anno nessa fre-
guezia era sua primeira reunio, e sim ni da se-
gunda que me foi transmitida com offleio do se-
gundo juiz de paz de 17 do corrente, cumpre que
Vmc. m'a remella com a possivel brevidade.
Expediente do secretario do governo.
N. 60.Offleio ao primeiro secretario da assem-
bla legislativa provincial.-As informages exi-
gidas pelo assembla provincial, e de que traa o
offleio de V. S. de 21 do corrente sob n. 46, man-
da S. Exc. o Sr. vice-presidente da piovincia satis-
fazer do modo seguinte:
Que seacha vago o offleio de labelliao de notas
o escnvlo do civel e orphos do termo de Cim-
bres por haver fallecido o respectivo serventuario,
segundo communicou o juiz municipal em 23 ds
junho do anno passado.
Que nao foi posto concurso o referido offleio,
por peuder de decisao do governo imperiaj,
quem se consultou em 22 de dezembro daquelle
nno.
Que os requerimentos dos pretendentes que
tem apparecido ao tal offleio, tem sido remedidos
a informar ao predito juiz municipal.
N. 61.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
deRte da proviucia, quem foi presente o offleio
de V. S. de 10 do corrente sob n. 26, ao qual veio
annexo o projecto n. 6 deste anno, manda remelter
V. S. para o flm conveniente as informagoes in-
clusas por copia, ministradas pelos juizes de di-
reilo da comarca do Cabo e municipal de Ipojuca,
as quaes tem a accrescenlar que Iho parece de
conveniencia o referido projecto que eleva ca-
thegoria de villa a povoacao de Ipojuca e suppri-
me a de Nossa Senhora do O".
N. 62.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. vice-presidente da provincia, iransmilto por
copia V. S. para serem presentes assembla
legislativa provincial as inforraaces exigidas em
seu offleio de 17 do corrente soo n. 32, relativa-
mente aos estudos graphicos da estrada de Goian-
na Pedras de Fogo.
N. 63.Dito ao mesmoPasso por copia s
mos de V. S. de ordera do Exm. Sr vice-presi-
dente da provincia, para serem presentes assem-
bla legislativa provincial as informagoes pedidas
em seu offleio de 21 do corrente sob n. 43, relati-
vamento ao projecto n. 7 desle anno.
N. 64.Dito ao mesmo.Traosmitto por copia
V. S., de ordem de S. Exc, o Sr. vicepresidente da
provincia, para ser presente assembla legislati-
va provincial, aflm de ser tomado na devida consi-
derag.io o inclusp offleio em que o desembargador
provedor da Santa Casa de Misericordia pede ao
mesrao Exm. senpor que solicite dessa assembla
a nomeagao de^uraa commissae d'entre os seus
membros para visitar os estaheleciraentos pios
cargo da referida Sania Casa. Communicou-se ao
provedor da Santa Casx
N, 65.Dito ao mesmo.Em additamento aos
meus offl.-ios do 12,19 e 22 do corrente, sob n. 39,
51 e 57, passo smaos de V. S. de ordem do Exm.
Sr. vicepresidente da provincia, para serem pre-
sentes assembla legislativa provincial as inclu-
sas coplas das informagoes ministradas pela re-
partigao das obras publicas relalivamenle ao 7." e
8* quesito do seu offleio de 2 deste mez sob n. 6.
Despartios do dia 28 de margo de 1861.
Requerimentos.
Francisco Alves Teixeira. oncedo.
Francisca Mara das Mercs.Junte a suppli-
cante ceriidao de baptismo do seu lilio, e prove
que viuva.
Joaquim Roberto de Andrade. Informe o Sr.
juiz de direilo da comarca de Garanhuns.
Jos Antonio dos Santos Lessa,-Iuformeo Sr.
inspector da thesouraria provincial.
o i
' frt- L* Os menores de 14 jjmos do que tr*ta e coodeeosago do habito de
do art. 10 e o art. 13 to -tOTigc crin
w ---------------------------------------------------------W--------- i
. S. Rento de Aviz, e
mina! outras ordens honorficas, continuando os m>-m ,;
nao serao recolliidos prisao, mas sim aprsenla- offlciaes a perceber durante semelhante servigo o
dos dentro de breve prazo, por seu pai, tutor ou dobro das respectivas maiorias de embarque,
pessoa era cuja companhia viverem, autoridade l Art. 2. Os offlciaes qne, contando menos de
mais visinha do lugar do delicio. I '*> a'mos de servigo, requererem e provarem achar-
i Art. 2 A autoridade a quem fr apresentado se as eondicoes exigidas para obler reforma se-
o menor na forma do art. 1." far assi;jnar pelo | rao transferidos para a 2.* classe, e nesta se con-
apresenlante termo de comparecimento do mesmo servaro pelo espago de um anno, lindo o qual se-
inenor a todos os actos do processo quo se houver r*o reformados, se por novos exames recouhecer-
de instaurar conforme as leis do processo criminal; se que subsisten! as causas allegadas.
era seguida interrogar o menor e a pessoa que. Artigo. Sao permanentes as dsposig5es dos
o acompanhar, remetiendo copia do termo e nter- arts. |. e i ua presenle lei.Barao de Porto-Ale-
rogatorios autoridade a quera competir tnr-i'Jre,-Alvm.-iorrira.
mar o processo, se nao fr ella propru a com- Art. 1. Consideram-se motivos, alm dos men-
pttente. Clonados na 1.' parle do 1. do art. 2.' do decreto
t Art. 3." Fica pertencendo ao juiz municipal n. 260 de 1 de dezembro de 1841, para decretar o
I julgar laes processos, com recurso para^ relago governo a passagem dos offlciaes da armada da 1.'
do distrieto, que peder ser interposto por parte para a 2." classe os segrales :
do menor, do offendido, ou da jusliga por seu pro-1 l" Emprcgo effectivo de lente, professor,
! motor, nos casos em que ha lugar o procedimento oppo.sitor e adjunto da escola demarraha, revocada
ex-offleio. a parte final do segundo periodo do art. 106 do
Art. 4- A todo o delnqueme que fr condem- regulamento que baixou com o decreto n. 2,162 de
nado a pena de prisao com trabaibo ou prisao sim- *.de maio de 1858 : e bem assim o de bibliuthcca-
ples ser levado em conta o lempo da prisao an- rio, lente c professor das aulas de pilotagem e ou-
Ficam revogadas as disposigoes "ern
tenor a condemnago, qur durante a formago
da culpa qur depois da pronuncia, tendo-se era
vista quanto aos condemnados prisao com tra-
balho a regra estabelecida no art. 49 do cdigo cri-
minal,
t Art. 5.
contrario.
S. R. Sala das sessoes, 10 de margo de
1864 /. P. Hurta de Araujo.
Fez-se a 3.* leilura da proposta offerecda pelo
Sr. Felicio dos Sanios na sessao de 25 de feve-
reiro, reformando alguns artigos da constiluigao
do imperio, e a cmara nao a julgou objecto de de-
liberago.
INTERIOR.
BIO DE J V \KIHO.
11 de margo de 1861.
A cmara dos deputados approvou hontem, era
uraa s discusso, o projecto que autorisa o gover-
no a mandar matricular o estudante Jos Lourcn-
go de Caslro e Silva no 1.- anno de qualquer dos
cursos mdicos do imperio, dispensado para este
fnn o prazo de dous airaos marcado em lei para a
realisago dos ditos exames, com urna emenda es-
tendendo o mesmo favor ao estudante Venancio de
Oliveira Ayres.
Rejeilou depois em 3." discusso o projeclo gnu
revofa os arls. 27 e 28 do regiment commum.
na parle em que exige metade o mais um dos
membros de cada uraa das cmaras para haver
lugar a mslallacao da assembla geral.
Approvou em seguida, em 1. discusso, depois
de orar o Sr. C Oitoni, o projecto que manda vi-
gorar no anno flnanceiro de 18641865 a lei para
o exercicio de 1863 1864.
A pedido do Sr. Martim Francisco, entrou logo
em 2." discusso o mesmo projeclo, a qual flcou
encerrada depois de orar o Sr. ministro da fa-
zenda.
Foi apresentado o seguinte artigo additvo:
O governo autonsado a applicar ao resgate
dos bilhetes do ihesouro em circulago a importan-
cia do exeesso que resulta do emprestimo conlra-
hido em Londres no mez de ouiubro do aono pr-
ximo passado, e da emisso de apolices feita nesta
corte no referido mez, sobre o pagamento dos em-
presiimos de 1824 e 1843, para que fra aniorisa-
do pela lei n. 1,113 de 27 do setembro de 1860.
art. II S 11.- C. B. Ottoni. M. P. de Souza Dan-
tas. Eduardo de Andrade Pinto.Francisco Car-
tos lie Araujo Brusqne. -Joaquim Saldanha Mari-
nhoLcitao da Cunha.Siltino Cavalcanti. A.
C. Tavares fastos. J. Silceira de Souza.Alfonso
Celso. S. Somo. Pau/a Soiiii?. Felicio dos,
Santos. >
Foi tambem apresentado o wguinte prolocto:
A astembla geral decreta:
O paquete vapor Brasil, que entroa hontem
dos portos do sul, foi portador do datas de Porto-
Alegre al 2, Rio Grande 4 e Sania Catharna 6 do
corrente.
A assembla legislativa rio-grandense, quo de-
m insiaiiar-se no dia 1*. anda trabalhava em ses-
soes preparatorias com mui diminuto njmero de
deputados.
O jury da farhoeira tinha absolvido o tenente-
coronel Tristo da Cunha.
O prelado diocesano eontinu:.va na sua visi-
U pastoral, e achava-se na ultima data em S. Ga-
briel.
No Correio do Sul de Porto-AI-gre l-se :
Temos noticias de S. Francisco de Assis que
nos relatam tres morticinios atrozes.
< Um negociante allemo da quella localidade
tinha vindo a esta cidade a negocio, e um malvado,
aprovettando a sua ausencia, assassinou sua infe-
liz esposa, cravando-a de facadas, uraa menina de
13 annos e um allemao curtidor, que, dormindo
na (iiesina casa, acudi ao rumor que presenta no
interior.
A sede do veidugo nao eslava ainda saciada,
e correu um talho n'uma pobre crianga de peito,
que felizmente pode escapar ao golpe
O assassino fugio, e nao nos souberam infor-
mar se foi ou nao conhecido.
O desditoso esposo, que se achava nesta ci-
dade, parlio ha dias, ignorando entretanto o deso-
lamento em que vai encontrar sua casa.
As folhas do Rio Grande annunciaram para o da
5 do crrente um concert vocal c insti umenial,
em que doviam tomar parle as mais distinetas
pessoas da cidade, promovido pelo Sr. Joao Pedro
Gomes Cardira, era beneficio dos indigentes do ar-
chipelago de Cabo Verde.
L se noCommercio de Pelotas de 24 do pas-
sado :
No domingo passado, Jos Luiz da Silva No-
vaos, de 27 annos de idade, capataz da graxeira do
Sr. Honorio Luiz da Silva, sahio tarde, como
sempre costumava. Recolhia-se de madiugada ao
eslabelecimento, quando meia duzia de caes que
o desconheeeram lancaram-se sobre elle com ta-
manho encarnigaraento que quando chegaram a
acudir j o capalaz eslava horrivelmente lacerado
no peseogo e no qucixo. Foi transportado no dia
seguinte para o hospital de Reneticencia Portugue-
za, onde se Ihe applcaram todos os raeios da scien-
cia : o laceramento, porin, era mortal, eo infeliz
mogo suecumbio eivado do dores.
Foi sepultado honlem tarde.
< Era subdito portuguez. >
12
A cantara dos deputados approvou hontem sem
debate, em urna s discusso, o projecto que auto-
risa o governo a conceder ao l." conferente da
alfandega de Pernambuco, Domingos da Silva
Guiraaraes, um anno de licenga cora lodos os
seus vencimentos para tratar de ;ua sade onde Ihe
convier.
Approvou tambem em 3." discusso, depois de
orarcm os Srs. Junqueira, ministro da fazenda,
Costa Pinto e Martim Francisco, o projecto que
manda vigorar no anno linanceiro de 1864 1865
a le para o exercicio de 1863 1864, bem como o
seguinte artigo additvo.
t O governo autorisado a applicar ao resfale
dos biltietes do thesouro em circulago a importan-
cia do exeesso que resulla do emprestimo contra-
hido em Londres no mez de oulubro do anno pr-
ximo passado, e da emisso de apolices feita nesta
corte no referido mez, sobre o ligamento dos era-
prestimos de 1824 e 1843, para que fra autori-
sado i>ela lei n. 1,113 de 27 de setembro de 1860,
art. 11 II.-C. B. Ottoni.- H. P. de Souza Dan-
tas.Eduardo de Andrade Pint<>. Francisco Or-
los de Araujo Brusque. Jnaqu.m Saldanha Mari-
nho.lsittio da Cunha.- SilcihO > avalcanti. A.
('.. Tavares Bastos.J. Silwira ie Souza.A/fonso
O/se. S. Souto.Paula Souza. Felicio dos San-
tos. >
Occupou-se em ultimo lugar rom a 3.* discusso
da proposla do governo fixando a forca naval para
o anno linanceirode 1864 1865. Oraram os Srs.
Carneiro de Campos e Alvira, ilcando a discusso
adiada pela hora.
Foram lidos e apoiados os seguales artigos ad-
ditvo. ;
A disposigo do art. 4.* da lei n. 1,100 de 18
de setembro de 1860 extensiva aos offlciaes que,
nos termos do precedente artigo, forera transferidos
para a 2.* classe. fiaro do Porto-Aleare.- Al-
vim. Moreira.
No art. 3. Depois das palavras os recruta-
dos, suppriraa-se : o voluntarios.
t No art. 4.- Era vez de flca abolido o castigo
de chibata s pragas, etc., diga-se : flca abo-
lido o castigo de pancadas do espada ou chbala ;
o mais como est no artiga Barao de Porto-Ale-
gre.Alrin*.Moreira.
i Art. I.* O lempo de servigo militar que os
offlciaes da armada e das rlasses annexas presta-
rom as provincias do Malo-Grosso e Amazonas,
e no estabelecimenlo naval do Itapura, ser coav
putado em mais uraa quarta pait para a reforma
tros establecidos nos arsenaes de marinha.
2. Emprego por mais de anno era navios
das companhias de navegagao.
3." Emprego effectivo por mais de anno na
direegao de hospilaes, no observatorio astronmico
e no desempenho das funeges de secretario do
conselho naval, salvo quando fr exercido este car-
go por qualquer dos membros do mesmo conselho,
na forma do respectivo regulamento; de ajudanle
do encarregado do quarlel-geueral, de secretario e
oIDcial da secretara do mesrao quartelgeneral, de
commandante e ofllcial das companhias de apren-
dizes artfices dos arsenaes, de offlciaes da escola
de marinha, de ajudanle das capitanas de portse
do director ou inspector dos phares.
| 4." Exercicio effectivo de emprees ou com-
misses que nao forem cssencialraente militares, e
por lei commellidas a offlciaes da armada.
Art. 2." Sao permanentes as disposigoes dos
paragraphos antecedentes. Bardo de Porto-Ale-
gre.Alvim. Moreira. >
Ao art. 7.' Suprima-se a palavra plenamen-
te. Saldanha Marinho.
O Sr. Costa Pinto dirigi mesa um requer-
ment pedindo una sesso secreta para inlerpel-
lar o Sr. ministro dos negocios estrangeiros.
Marrou-se para esse flm a lerga-feira prxima, ao
alo dia.
Sua Magestade o Imperador, acompanhado dos;
seus semanarios e dos Srs. barao de Tamandar, '
inspector do arsenal de marinha e chefe do dis-
iricto naval, embarcou hontem s 9 horas da ma-
nha n'aquelle arsenal, e visilou as fortalezas de
Sania Cruz e Villegaignon, assisiindo em ambas'
ao exercicio de artilharia e infamara.
as 2 1|2 horas da tarde regressou Sua Magesta-
ao arsenal de marinha, d'ondo logo retirou-se.
Por decretos de 5, 6, 7,8 e 9 do correle :
Foram Horneados :
O bacharel Augusto Jos Peixoto, juiz municipal
e de orphos do termo do Joazeiro, na provincia
da Bahia ;
0 bacharel Jos Marianno da Cosa, juiz munici-
pal e de orphos do termo de Alcntara, na provin-
cia do Maranhao ;i
Obacharel Astolfo Po da Silva Pinho, juiz mu-
nicipal e de orphos do termo de Leopoldina, na
provincia de Mraas-Geraes, licando sem effeito o
decreto do de julho do anno passado, que o no-
raeou para o da Chnstina, na raesraa provincia ;
O bacharel Joo Hrauio Moinlios do Vilhena,
juiz municipal e de orphos do termo de Pouso-
Alegre, na provincia de Minas-Geraes ;
O bacharel Vilal Ferreira de Moraes Sarment,
juiz municipal e de orphos do termo de Villa-No-
va da Rainha, na provincia da Bahia, fleando sem
effeito o decreto de 4 de dezembro do anno passa-
do, que nomeou para os termos de Santa S e Joa-
zeiro, na mesma provincia;
Manoel de Souza Leo, tenente-coronel comman-
dante do batalho de infamara n. 11 da guarda
nar-onal da provincia de Pernambuco ;
Epaminondas Vieira da Cunha, tenente-coronel
commandante do batalho n. 10 de infamara da
mesma provincia.
Foraj removidos :
O juiz de direilo Francisco da Serra Carneiro,
da comarca de Alcntara, de 2' entrancia, na pro-
vincia do Maranhao, para a vara couimercial da
capital da mesma provincia.
0 juiz municipal e de orphos Francisco Caeta-
no de Almeida Galeo, do termo de Villa-Nova da
Rainha para o de Santa Isabel de Paraguass, am-
bos da provincia da Bahia.
Foram reconduzdos :
O bacharel Joao dos Santos Neves, no lugar de
juiz municipal e de orphos dos termos reunidos
de S. Maiheus e barra de S. Mathcus, na provincia
do Espirito Santo ;
O bacharel Jos Marques Camacho, no lugar de
juiz municipal e de orphos do tormo do Pombal,
na provincia da Parahyba.
Foram concedidas as demissoes que pediram :
O bacharel Domingos Anlonio Alves Ribeiro, do
lugar de juiz municipal e de orphos do termo da
Imperatriz, na provincia do Cear ;
0 bacharel Adeodato Serrano Pires de Camargo,
do lugar de juiz municipal e de orphos do termo
de S. Paulo de Muriah, na provincia de Miiku-
Geraei.
Foi transferido como aggregado para o 1* bata-
lho da reserva da guarda nacional da corte o ca-
pito da 2' companhia do 4" batalho de infamara
da mesma guarda.
Foi commutada em um moz de prisao e mulla
rorresinndente metade do lempo a pena de ag> i-
tes e de tr.-.zer ferro ao peseogo por espago du um
mez, que foi condemnada pelo jury da cidade
de Taubat, na provincia do S. Paulo, quando se
achava na condigo de cscrava, a preta Joseph
actualmente liberta.
Tiverara merc da serventa vitalicia :
Joaquim Raphael d Mello Jnior, do offtVio de
depositano geral de Goianna, na proviucia (le Per-
nambuco ;
Luiz Anlonio Barbosa, dos offlcios de partidor e
distribuidor do termo d PuritieagAA na provincia
da Bahia ;
Antonio Barbosa dos Reis, dos offlcios de_parti-
dor e distribuidor do termo da Puritcago, na
mesma provincia.
Por decretos de 9 do correnh>:
Concedeu-se reforma, na conformidad* do $ 8o
do art. da lei n. 6W de 18 de agosto de 1852, ao
major do corpo de na vallara de Mallo-Grosso, Jo-
s Mara de Siquoira Osar, visto soffrer molestia
incuravel, que. ,> tornava iuc-apa do servigo;
Goncedeu-so ao alferes alumno do exercito, An-
tonio Ford Moniz, a deiuissJo que pedio do servigo
militar.
Por portaras de 8 do correle foram nomeados :
Manoel Rezerra dos Santos, para agente do cor-
reio de Becerros ; Joao Francisco de Moura Cu-
nha, para ajudanle do do Rio-Forraoso, por exo-ie-
racao de Francisco Esteves Paes Brrelo ; Vicente
Ferreira da Ci uz, para ajudanle do de Rom-Con-
selho, lodos na provincia dePernambucu ; Miguel
Moreira de Camino, para agente do de Marago-
gipe, por exonerago de Jos Pereira Bastos Va-
rella ; Manoel Renovato de Alvarenga, para seu
ajudanle; Manoel da Paiao Siqueira Santts, para
ajudanle do da Alagoiuha ; Francisco Florindo de
Souza Ifoyor, paia ajudanle do de Nazareth, todos
na provincia da Bahia.
Foi creada uraa agencia de correio em Japara-
tuba, na provincia de Sergipe, e concedida a de-
misso pedida felo agente do correio da Laguna,
Luiz Goncalves Barreros.
Por portaras de 9 do corrente :
Foi nomeado Joaquim Jos Moreira Jnior, para
geme do eorreio de Lorena, na provincia de S.
Paulo, por demisso dada a Joaquim Marianno da
Rosa e Silva.
Foi creada a agencia do correio no lugar deno-
minado Cachoeira da Limeira, na provineadb Rio
de Janeiro, e nomeado para servir de agente Anto-
nio Jos Borges de Faria.
Pelo ministerio da fazenda expedio-se avis&pre-
sidencia de Pernambuco, commumeando que foi
presenle Sua Magestade o Imperador o offleio da
dita presidencia de l?de dezembro do anno passa-
do n. 124, acompanhado do requeriraento em que
os negociantes Tasso Irmos e eutros pediam solu-
gao duvida, que apresentaram acerca da respea-
sabilidade dos recibos ou mandatos ao portador,
de que tratam a lei n. 1,083 de 22 de agosto e de-
creto n. 2694 de 17 de novembro de 1860. quando,
apresentados no prazo de tres das, nao forem pa-
gos nem protestados; e o mesmo augusto senhorj
tendo ouvido a seceo de fazenda do conselho de
estado, e cooformando-se com o seu parecer, hou-
ve por bem declarar, por sua imperial resolueao
de 13 do corrente.que, sendo taes questoes da com-
petencia do poder judiciario, nao pertence ao go-
verno dar a inierpretago que aquelles negociantes
solicitara, tanto mais porque elle nao nem pode
ser assessor dos particulares.
Ao Sr. Dr. Antonio Ferreira Vianna associarara-
se rauitos cidados de diversas classes sociaes,
sem distinrgao de partidos, e quolsaramse para
offerecer ao Sr. barao de Monlserrate urna cora,
de ouro, em testeraunho de respeito e admirago
pelo seu procediraenlo, como presidente do supre-
mo tribunal de jusliga, no dia 5 de fevereiro desle
anno.
A cora est quasi concluida, e em breve sera
exposta ao publico. E" um primoroso trabaibo ar-
tstico que hu'ra a officina dos Srs. D. Farani &
Irmao. Deve ser apresenlada ao Sr. baro de
Monlserrate no dia 25 do corrente, anniversario
do juramento da cousliluigo, por uraa deputago
coraposia de senadores, deputados, advogados, ne-
gociantes e fazendeiros.
Temos noticias de S. Paulo at 10 do corrente.
A' 5 chegou o Sr. Francisco Ignacio Marcondes
Hornera de Mello capital, e 7 tomou posse da
admiuistraco provincial.
13
Hontem nao houve sesso nem no senado nem
na cmara dos deputados por falta de numero le-
gal.
Leu-se um offleio do ministerio do imperio, com-
municando que S. M. o imperador se dignar rece-
ber no pago da cidade, 1 hora da tarde, a depu-
tago desta cmara que tem de cumpruueatar o
mesmo augusto senhor no dia 14 do corrente, an-
iversario natalicio de S. M. a Imperatriz.
L-se no Parahybano da Parahyba do Sul :
i onsla-nos que ofazendeiro Joaquim Hennque
da Silva, morador em sua fazenda da Bella-Auro-
ra, situada entre a Bemposia e S. Jos de alm Pa-
rahyba, suicidou-s cora um tiro de pistola.
< Ignora o nosso informante o que motivou tal
desalmo.
14 -
Por decretos de 9 do corrente mez foram
apresentados os padres Jos Joaquim de Souza e
Oliveira na igreja de Nossa Senhora da onceigo
da cidade de Campias, na provincia de S. Paulo, e
Agostiuho Machado Lima na de Nossa Senhora da
Luz da ciliado de oritiba, na do Paran.
Por cartas impenaes da mesma dala foram no-
meados moiisenliores da capella imperial os cone-
gos Flix Mara de Freitas e Albuquerque e Ja-
nuario Rento Xavier; e confirmado o couipromisse
da irman lade do Sanlissiino Sacramento da fregue-
zia de Naasa Seuhora da Ajuda da ilha do Gover-
uador.
Por decreto da mesma data fez-se merc do foro
de mogo tidalgo com exercicio na casa imperial ao
Dr. Antonio Luiz Barbosa da Cunha, Paulo Barbosa,
da Cunha e Loureugo Barbosa da Cunha.
Por decretos de 12 do corrente foram onga-
dos :
O juiz municipal bacharel Romualdo de Souza
Paes de Andrade, para juiz de direilo da comarca
de Sotimoes, ua provincia do Amazonas.
O bacharel Antonio Rodrigues Monteiro de Aze-
vedo, juiz municipal e de orphos do termo de
Iguassti, ua provincia do Rio de Janeiro.
Foram removidos seu pedido :
O juiz de direilo D. Luiz de Assis Mascareohas,
da 2* vara criuio para a vara de orphos da corle.
O juiz de direilo Luiz Carlos de Paivi Teixeira.
da 1* vara crime para a 2* vara especial do com-
mercio da corte.
O juiz de direilo Francisco Jos Furlado, da 1*
vara crime da capital da provincia de S. Pedro, do-
Rio Grande do Sul para a 1" vara especial do com-
raerclo da corle.
O jui2 de direilo Antonio Francisco de Aaeedo,
da comarca do Rio Grande na provincia d* S. Pe-
dro uo Sul, para a 2* vara crime da curte.
O juiz municipal e do oruhos M a noc Jps Es-
pinla Jnior, do termo do Rio Preto im piovincia
de Minas Geraes, para o de Cantagallo, aa provin-
cia do Rio de Janeiro.
Passou da 2* para 3* entrancia :
O juiz de direilo Adriano Jos Lfa>, da comarca
de luhambu|i, na provincia da Babia, para a 1* va-
ra crime da con
Foram designados pedido dos respectivas mi-
nisierios:
O juiz de direito da 1" vara crime da capital da
provincia do Maranhao, Yfcrialo Bandeira, Duarte,
fiara auditor de marinnA da curte.
O juiz d" direito da comarca de Uaborahy, Fran-
cisco Soares Teixeira de Gouva para auditor du
guorra da corte.
ecla.rou-se pelo ministerio da agricultura ao
*\


Diario de PernaMhneo Quinfa felra 31 de Har Impcrlor u obras publicas que "'" v's,a '''' '
; i decreto n 3,198 de 16 de dezembro do auno
precien auado, Bcam dispensados de nova prova
os iu>i(vi.iui)> i|uo Uveros ubtido approvagaa J; s
: h tapertaru nas materia* do programma re*
. activo e nu quaes foram ja objecto de exame ptr
jarlo de wilimiVw Horneadas por este minis-
lerio.
sao qiio podio do logar do escrivito da 3* efcsso do
alnioxarlfado do arsenal de guerra da corte.
Fui aposeuiado, na formo da le, Francueo Sera-
phico de Assis Carvalho, ucripturario do arsenal
de guerra de Pernambuco.
por contar mais de 2"! annos de servbja, e aehar-se
impOSSibilltado de nolle ronlinuar, om eoaaequeo-
cia das niuleslias que Ore.
Em consoipjencia da vaga que detou o capitao
de fragata Jos Moroira Guerra, reformado no pos-
di rector do arsenal de guerra di provincia de Per-
pauboeu. Poetlo de 2 do correte mea.
Ciruigio-mr de brigada do corpo de sade
Dr. Joao Pires Farinha, do lugar de delegado do
cirurgio-mr do exercito na provincia do Ama
Por portaras de ti do corrente foram nomea
'dos Joao Gomos dos Santos e Kranoisco de Paula 12 do crreme os segrales offleiaes:
! Nobrega, o primeiro para agente do correio de Ca-; A rpitas de fragaia, o capitao tenente Joao Ma
IVta ministerio dWwendi recommendou-se beceiras. por demissao de Manoel Melchiades Pe- noel de Moraes e Valle, por antiguidade
Mfandegt ^T^tl^SSSS^ <> reir JW o segundo para agente O da villa de ; ggf*gZ^jg~ M "*
isenco do pagamento dos dire.los de expedien'.o luga, ambos na provincia da Parahyba. de Borj. Salema t,
om favor de algumas eompanhias, e liel observan-;
i-U da i'irrular n. 48 de 11 de setenibro de 1862,
lo de capitao de mar e guerra, em 17 do mez pro- tonas, como requereu. Aviso de 4 do crrente
ximo pretrito, foram promovidos por decreto de mez.
Transferencias.Dos Srs. alferes Manoel Emi-
lio, do batalhe de cacadores de Matto-Grosso
Io" lenle, o 2 tenente Theotonio Coelho Cer-
L-se no Minas-Geraes de Ouro-Preto de 10 do'queira de Camino, por nierecimento.
,.....uir corrente. Por aviso de 5 do corrente, dirigido ao chefe de
!2r'i" S?Z^^1Z$SZ Sr. capitao Antonio Demetrio Goncalves Cor- esquadra inspector do arsena, de inarinha da *
la"Viud. < imha uZZwrho h?re dos di- rea acaba de prestar um relevante servico a huma- te. estaheleceu-se regras acerca do dost.no que de-
tSS!SSSl?%S?l^ i-'af'meando os fundamentos dXidas* dohartos dTaStstrXS
sou respectivas UMrexu continuassem a gozar candade na cidade de Ul.eraba somente com o au- d
da aMUtt isencidTaSunanto durassem sena coi- xil.o das csmolas que esta agenciando
[ralos, ou at que por mutuo oecrdo fossen. nesa Assim seus esforeos seja.n coroados do reliz
parte alterados lioando a dita alfandega na intol- exilo. ____^-.. a.
de semelhantes! Foi capturado em feveroiro, no municipio ue
ligeneia de que gozara da
direit
con
ie
diente
conl._.
cun u arl. 512 5 21 da melle regulamento. UIII-.
no mesmo sentido thesouraria da Baha, vorado pelos corvos Os medios opaaMe.
! nhecor que o individuo era de cur parda, e que na
i va fallecidu acerca de 18 dias,
arsenaes de marinha e depositadas nos eslabeleci-
Hicntos de crdito.
para o corpo de guarnico do Para.
Alferes Polycarpo Jorge de Campos, do stimo
batallio de infanlaria para o lugar de secretario
do corpo de guarnico de Pernambuco, e Joao
Baptista de Meuezes, oeste corpo para a fileira da-
quelle batalhao, como requererau.
Primeiro cadete Joaquira Ferreira da Cunha
Barbosa, do primeiro regiment de cavallaria li-
geira para a cavallaria de S. Paulo.
Licencas concedidas.Aos Srs. : Tenente-eoro-
nel do terceiro regiment do cavallaria ligeira
Antonio Peixoto de Azevudo, e segundo cirurgio
do corpo de sade
Dr. Jaime de Alineida Coulo,
Por portaras de 12 do corrente foi nomeado te- para tomaren) assento na asembla legislativa da
graphista da repartido dos telegrapbos areos provincia do Rio Grande do SulAviso de 4 do
los Mara de Almeda, e exonerados, a seu pedido corrente mez
os telegraphislas Jos de Almeda Carvallio e Joao
Ignacio da Silva e Souza.
eioa-se
panQQ cuminvwJcar a alfaadega respecliva.
Por decreto de 1 do corrente foram elevadas
calhegora de seccao de batalhao a companhia e a
scelo de companhia avulsas do servico da resorva
mas nada a dtzer organisadas no municipio de Caxias, da provincia
dos
Hontem ocla volta das 7 horas da manilas o, acerca da causa do fallecimenlo.
fraueo Att|4e Pivut, por motivos anda nao ave- Por algumas roupas deseonfia-sc ser um
rguados. lemou pr termo aos seus das, preci menores do corpo policial que desappareceu ha
taaia-M do pareJao do |irimeiro Janee da ra de 080*09 das. --_i-
Monto Alegre. Apesar de eahir sobre pedrasuao desunise que nao houve criine e somente
pereceu. As pessoas que o deseobriram recfliaram um sinistro. >
prcsiar-lhe soccorro sem a presenta de uina auto-1 16 w. om
rdade ; debalde, purm, se recorreu a dous iris- Acamara dos deputados reunio-sc hontem em
pactaras de qoarteirio, um dos quaes sananos lar sessao secreta; porem, sendo consolta^da, aa rorma
SM o Sr. Joa- Francisco da Silva Bru.n, e ao sub- do_regiment, so u objecto propost devia s<
delegado da freguezia de Santo Amonio. Os
dous lado secreta ou publicanunio, delibero, de aceor-
riaTtH rotaur amlios sub pretexto de nao do com os membros do gabinete, .|ue UMaBJ"re-
catar dentro de seu qoarteiro o lugar onde se de- untes, que o fosu publicamente; e a>sim trnuu-se
ra a iuiraia, e o ultimo tmha dado ordem ios publica a sessao, entrando logo as segowtea later-
criados'para que nao o ncommodassem! )n- pellacdes em disoussao, a (|ual lieou eucerr.ui.i,
nao suffiia ocora;ao depois de orarcm os Srs. Usa note, n
do Maranhao.
Por decreto da mesma dala fo creado um bata-
Iha de infamara da guarda nacional na freguezia
de, Nossa Seobora de Nazarelh da Tresidetlaj da
proviucia do Maranhao.
seus
*5o varias pessoas, as quaes
doixar assim morrer um hornera sem ao menos,
leuiar acudir-lh^, tiraran) a custo o infeliz do fun-;
do em que se achava, e conduzram-o casa 00
sade do Sr. Dr. Pertence, onde se Ihe prestaram j
os i>nneiros aoccorroa. Someoto ao meio-dia o
subdel^ado niandou >> ndicar do facto por um ins-
pccier do quarteirau, que deu ordem para o ferido
ser transportado para a Santa Casa de Miseriior-
dia.
Augusto Pivot era aiarcneiro, dizem-nosque dos
mais habis, moravana ruado Espiruo Santo, ><:ba-
Segundo cirurgio do mesmo corpo Dr. Jos Au-
gusto Barbosa de Olivera, para tomar asseato na
asscinbla legislativa da provincia de Matto-Gros-
so.Aviso de 9 do crreme mez.
Major reformado Jos Mara de Siqueira Cesar,
para residir na provincia de Minas-Geraes.
Capitao do primeiro regiment de cavallaria li-
ge.ira Jos Cesar de Mello Sampaio, qualro BMBU,
com sold e etapa, para tralar de sua sade na
provincia de S. Paulo.
Capitao do quarto batalhao de infamara Fran-
cisco Xavier Correa da Coucoirao, seis mezes, para
----------- t ratar de sua sade.
Consta-nos que o Sr. Dr. Theodoro Machado Fre- Primeiro tenente do primeiro batalhao de arti-
re Perera da Silva pedio exoncracao do cargo de Ihana a p Pedro Ribeiro de Soma Rezende, para
chefe de polica da provincia do Rio de Jaueiro. enirar no gozo da liceuei de um auno que Ihe fui
________ concedida pela ordem do da n. 377 de de de-
Por sentene.i do consclho supremo ruiliiar, pro- zouibro do anuo prximo pasado.Em 4 do cor-
ferida hontuin, foram suspensos os ofllciaes do va- reute mez.
por Pm- Carvalho de commando por um anuo, e Basilio An- priano Jos Pires Fortuna, tres mezes de favor
tonio de Siqueira Barbedo das func<;oes de imme- para tralar de sua sade Tora desta cidade.
date por seis mezes; o escrvo Olyinpio Ignacio Tenente do nono batalhao de infamara Augus-
Cardiin por um anno, a o cominssario Jos Auto- to Lea! Ferreira, dous mezes com e sold e etapa,
nio de Souza Gumares por dous mezes; tendo e para tratar de sua sade na provincia de Pernam-
immediato alm disto tres mezes de prsao. buco, onde se acha. ,
------------ Alferes do primeiro batalhao de infamara Car-
No da 13 do corrente procedeu-se no 1" distric- los Maria Nogueira liauuano, um mez em proro-
oegocios utraogeiros sobre o'objeett constante da to da provincia de S. Paulo cleicao de um depu- gagao da com que se acha.-Em 7 do correnlo
tado para preenclier a vaga que deixou na cmara mez.
o Sr. conselhero Jos Bonifacio de Andrade e Sil- Alferes do terceiro batlliao de infamara Luiz
va, por ter aceitado a pasta dos negocios do im- Xavier Esteres, tres mezes para tratar de sua
peno. sade na provincia de Santa Camarina.
No collegio da capital obleve o mesmo Sr. con- Reforma.Fo concedida, por decreto de 9
negocios estrangeiros, Nebas e Frauco de Al-
meida:
i Usando do direilo que concede o art. 108 do
regiment, requeiro sessao :ecreia para iuterpellar
S. Exo o Sr. ministro e sereiano de esudo dos
nula jimia.
t Rio do Janeiro, 8 de marco de 1864,Anin*
da Cotia Pinto Site*.
t Tendo o governo braslero resolvido suspen-
der as relacoes diplomticas entre o Brasil e a
aa em estado cuja gravidade nao foi possivel desde Graa-BreUnha, retirando de Londres a loaaaao U+ s*iro 5
lego avaliar emo certeza Pru'1' 8 ,enUo posteriormente repellido a media<;ao | presentes.
- 15 -
Uontera dia de graade gala, por ser o anniversa-
rio natalicio de S. M. a Imperan-iz, eslivoran em-
liandeirados e salvaran s horas do costume os na-
vios de guerra e as urtalezas do porto, e i 1 hura
da tarde houve cortejo a SS. MM. Imperiaes, uo
papa da cidade.
Nao houve hontem sessao no senado por (alta de
numero legal.
A cmara dos deputados oceupou-se hontem com
a 1* discussao do projecto que autorisa o govern i a
contratar os trabalhos necessaros para a na\ega-
$5o do rio de S. Francisco. Fizeram algumas ob-
servacoe* os Srs. Tavares Bastos, Franco de Al-
zneid. Mello Franco e Ribeiro da Luz, sobre re-
qui rimemos de adiamento offerecidos pelo pr mei-
reos dous ltimos senhores.
Omtinuou depois a 3* discussao da proposia do
governo que fr.a as forras de mar para o anno l-
nan<-eiro de 1864 |8t>5. Orou o Sr. Saraiva.
Ambas as discussoes tica rain adiadas polo_ dora.
O Sr. I'araoagua, como relator da depulacao in-
cumbida de cuinprimentar a S. M. o Imperadi r pe-
lo anniversario natalicio de S. M. a Operalri leu
o seguirle discurso prununcudo peraule o uiesino
augusto senhor:
Secbor.As nafoo?, bem como as familias,
tAin os seus dias festivos e de gratas reminiscen-
cias.
< Na aseaba imneratriz, augusta esposa de V.
M. Imperial os BraafleirXM bemdizein econteirplam
rom ufinia as virtudes cxemplaies que, fazeudo a
ventura de V. M. Imperial, edificara o povo e exal-
tara a realeza.
t O seu anniversario natalicio, alm de una fes-
ta de familia, puis um inutivo do mais ingenie re-
gozju publico.
.as galas esplendidas com que hoje celebra -se
na eftrte e na.N provnolas do imperta tao grandioso
aconteeimento, corrospondem aftectos os mais pu-
ros, al.'grias intimas, eflusoes de verdadero cun-
ten la nxrnio.
Dtus prulongue os dias da virtuosa mp< ratrz
do Brasil pon gloria da familia imperial, para lus-
tre do solio e amparo dos owliies.
Senhor, sao estes os sentmoutos c os votos do
povo braslero, que pur parte da cmara dos de-
putados, vieu us manifestar na augusta prese ica de
V. M. Impeml e de s. M. a Imperan iz. felicitndo-
os por to fausto Motivo.
S. M. o Imperador dignou-se responder :
i A /radeco curdialinente cmara dos Sis.de-
putad.s as suas congratularles em festejo Je um
da l i gralo ao meu coracao.
F.. i| Praneiso Augusto da Funceca e Silva lez na
(aculdade de diroito do Recife todos os exames
prccaraiurius exigidos para a matricula das Ticul
dades de direilo, dos quae. repeli, por nave rom j
presciijitu, os de inglez. rh'-lurca; e nao Ihe ten-
do .-ido po-sivel repeiir tambera o de geogr.'phia e
bisluria, igualmente iire>eri|dus, pede a esta augus-
ta rainara que o considere cuino valido pan o lira
de matnouUr-se este anno na dita laculdade visto
j o ter prestado em 1860, como prova cora a cer-
ti.lio que ajuutuu, as.-im como de lodos os ou-
tros.
Parece commisso de nstrurcao publica que
a pretein'fw do supi lieante esta as me>mas coudi-
gies de outras que im sido este anuo atltndidas
jHir e-ia cmara, pur assentar em princ|iius de
eqmdade ; e por isso enlende que deve ser deferi-
da a sua im'I cao, para o que sulunelte comdera-
cio la raa a segiunte resulucao.
Aouootasa gerai rtaalve :
Art. 1 Fita o governo aulorisado a mandar
adniiiiir matricula do i" anno de qualquer das
/acuidades de dfavjto d-> iiii|ierio o estudauli: Fran-
ciS4-1 Augusto da Fonceca e Silva, hivandu-se-lhe
em couia o exame de geographia c historia feito
em 1860.
ArL 2." Ficara revogadas as disposiges em
contrario.
Sala da- commi-ses, 12 de marco de 1864.
.Son;.i ti ni Itini.Miu tita Fraiicitco.Barbota de
Olivrira, vencido. >
Pur carta imperial de 9 do corrente mez fo no-
meado ravalleiro da ordem di Rusa Francisco Pi-
res de Garvono 8Hva, eoipregado da rriiarlicio
dos m-gocos estrangeiros do reino de Portugal.
l'or decretos de 12 do corrente foram noreados
MO Ricardo Gumares para o lugar de escrip-
turaro servudo de secropirio de polica da provin-
cia do Paran.
O iMoharel Jos Cestrio de Faria Alvim para o
car;ii de secretario de polica da provincia de Mi-
as-Geraes.
I'oi exonerado Antonio Marciano da Silv, Pontos
do ca ju de secreUirio de polica da provincia de
Minas-Geraes "
Fui ehivada categora de esquadrao a eoojpa*
ohia avul-a d<- cavallaria da guarda nacion.il, crea-
da no municipio de Alagoiuhas, da prov icia da
Baha
selheiro 54 votos, numero igual ao dos eleilores corrente mez, na confortnidade do i 1.' do arl. 9.
da lei n. 648 de' 18 de agosto de 18d2, ao Sr. ma-
bflorecidaporS.M.Fider.ssimaemorde..iacessarl 18 jor do corpo de cavallaria de MaUo-Grosso Jase
urna tal situaeao reconhecidameute prejudicial aos' A cmara dos depuUdos adoptou hontem o pro- Mana de Siqueira Cesar, visto soffrer molestia in-
iniercsses de ara'bas as nacoes. jeclo que autorisa o governo a mandar admilt.r a curavel que o torna incapaz do %*&
i eseio iuterpellar S Exc o Sr. miaislro e se- matricula do 1- anno de qualquer das faculdades Designares de reformas.A do Sr. tenente-co-
etario de estado dos negocios estrangeiros sobre de direilo do imperio o estudante Francisco Augus- ronel do curpo de engenheiros Manoel de trias
i to da Fonseca e Silva, lev\,ndo-sc-lhe era coma o \asconcellos no mesmo posto, vencendo o res-
' exame de geographia e historia feito em 1860; pectivo sold, na conformidade das leis do primei-
hem como duas emendas estendendo a mesma raer- ro de dezembro de 1831 e 14 de juiho de 1855.
c aos estudantes Zeferiuo Botelbo de Andrade e Patente de 4 de fevereiro rindo.
Jos Pedreira Franca Jnior. I A do Sr. capitao do terceiro bataihao de mfan-
Conliouou depois" a 1* discussao do projecto que taria Joaquim Rodrigues da Silva no mesmo
autorisa o governo a conceder ao padre Janrard o posto, vencendo o respectivo sold na conformida-
terreno necessario para a edilicacao de um templo, de das leis do primeiro de dezembro de 1841 e 14
Orou o Sr. Junqueira. I de juiho de 1855. Patente de 3 de fevereiro
Cuiitiniiuu em ultimo lugar a 3a discussao da (indo,
proposta do governo que xa a forca naval para o; A do Sr. tenente do corpo de estado-maior de
anno flnam-eiro de 18641865. Orarara -os Srs.' segunda classe Jos Feliciano Bueno Mamor no
Barbosa de Oliveira, ministro respectivo e Lopes mesmo posto, vencendo dezesete vigsimas quin-
Netto, tas partes do respectivo sold, pela tabella do Io de
Ambas as discussoes licaram adiadas pela hora. dezembro de 1841 et4 de juiho de 1855.Patente
------------ ; de 3 de fevereiro findo.
Por decreto de 15 do corrente foi o governo au- A do Sr. segundo cirurgio do corpo de sade
torisado para appllcar o decreto n. 1,094 de 5 de Dr. Joao Albano de Souza no jnesmo posto, ven-
setembro de 1860 aposentadoria do procurador cendo a terca parle do respectivo sold pela ta-
fiscal da thesouraria de fazenda de Sania Calhari- bella do l. de dezembro de 1811, e lei de 14 de
dr5o avuso eTavaTlaria da guarda nacional'as na, Polydoro do Amaral e Silva, quanto ao lempo juiho de 1855.Patente de 7 dezembro do anno
fregnezias de Butucal, LencAes e S. Domingos, da. em que servio romo escrivao dos felos da fazenda prximo passado.
cretario de estado dos nego<
os seguintes artigos:
t~" Se com efeit, era consequencia das res-
potas dadas pelo governo imperial offerta da
mediacao, cessarara quaesquer negociaos a res-
peito. .
2. Se, recusando-se acattaeo de nwdacao,
o governo imperial tora em vista exigir por qual-
quer meta a reparacao das offensas recebidas.
3." Ou se nao cogitando em outros meos, o
governo imperial aguarda da accao do lempo o
restahelecimenlo das relacoes, "caso novas violen-
cias do governo hritannico nao venham complicar,
como de recear, a actual situacio.
t Rio de Janeiro, 8 de marco de 1864.Antonio
da Costa Pinto Silva.
Por derrelehfo 1 do correule, foi creado mais
um baulltae deinfantaria da guarda nacional na
cidade de (Caxias, da provincia do Maranhao.
Por decreto da mesma daia foi creado um esc|ua-
provincia de S. Paulo.
Por decreto de 10 do crrente fui concedido a
Ca los Pinto de Figueredo e Eduardo Joaquim Pe-
reir do Oliveira privilegio |.r dez annits para es-
laueleeerem a navegaco por vapor no rio Itaba-
l.u.iii.i. as provincias do Rio de Janeiro e Espirit.
Sanio, mediante as clausulas uguioJM
l. O coucessiuiiarios se obrigara a eslabeleeer,
por si ou por meta de urna companhia, a navegaco
por vapor no rio IteaoBtana desde a sua foz, no
ocano, al o porto da Limeira.
2." Esta uavegacao devera ter oomoco dentro do
pra-o de um atino* contado desia dala, e ser con-
na mesma provincia.
A do Sr. alferes do batalhao de cacadores de
Matlo-Giosso Manoel Jos de Campos Vital no
mesmo ppsto, vencendo o respectivo suido, na
cunfunffidade das leis do 1." de dezembro de 1841
e 1835. Patente de 3 de fevereiro
lindo.
da freguezia de Santa Rita.
Foram removidos :
Ojuiz de dreito Antonio Joaquim Monteiro de
Sampaio, da comarca de libos, de 2" entrela, na
provincia da Baha, para a de fiaborahy, de 3* en-
trela, na provincia do Rio de Janeiro;
Ojuiz do direilo Ricardo Pinheiro de Vascon-
celos, da comarca de Camama para a de Inhabil-
ite, ambas de 2* entrela, na provincia da Babia,
na pro-
linuada com toda a ro
o presente privilegio.
3." Os coneessionarios declararlo perante o mi-
nisterio da agricultura, commcrcio e obras pnbh-,
cas o numero de viagens que demij-raraa-; VSrS A vol^-^ ,'ra o cargo de 3
te o anno, espet ilieando as pocas em que*rao'
lugar; e nao podero alterar o numero e a ordem
das viagens estabelecidas, salvo so provarem, a
conteni do governo imperial, a conveniencia da
aitoraean.
4.a Apresenlarao approvacao do mesmo gover-
no a tabella dos precos de transporte dos pa-sagei-
roa e cargas, a iiual iiao podan nunca ser alterada
sein antohsaoo ole.
5.* Esta co"nce-s,"io ser nulla e de nenhum effei-
to se dentro do praso mareado na clausula 2a nao -
e-tiver esiabeleiida a navegac.io, e com toda a re-1 **
gulardade. Caducara Luul.ei no caso de licar
uiterrompida pur mais de seis mezes, sem inutivo
josiilioado perante o ministerio da agricultura.
6." Em cada viagem de ida nu de volta torao
passagem gratuita, pagando, porin, as respectivas
comodonas, al duas pessoas que forero emprea-
das em ser.codo governo, precedonde ordem por
esoripto. Nao'seutilisando o govrrno,era qualcpnr
viagem, das duas aooMgoas gratuitas, nao poder
lior isso dispor de maior numero de lugares em
qualquer das viagens Ugaiotes.
7.' Ser tambera gratuito o transpone das malas
do correio, e bem assim de quaesquer soramas e
cargas mandadas pelo governo, nao exoodendo ao
peso de 36 arrobas em cada viagem, ou de ida ou
de volta. As cargas serao recebidas e entregues a
bordo, e as malas nas agencias, ou a pessoas com-
petentemente aulorisadas.
8.* O governo pagar 20%. menos de que os
particulares pelo transarte de colonos e passagens
e pelo frete de cargas.
!>.* Findo o pra-o do privilegio, os concessiona-
rios ou a companhia que omanisarem perdono o
direilo as obras que bverom feito00 lelo do rio ou
na sua foz para facilitarein a navegaco, sem direi-
lo alguin a qualquer indemnisaco.
17
A cmara dos depuladus aimrovou hontem, em
urna so discussao, o projectu que aulorisa o gover-
no a reailinitlir praca de aspiraste guarda-uia-
riuha o alumno paisano do 3" anno da escola de
marinha Manoel Alvares dos Sanios.
Continuoii depois a 1" discussao do projecto que
autorisa e governo a conceder ao padre Janrard o
terreno necessario para a edilicacao de um templo.
Orou o S. Pedro Luiz.
Coiitinuou tambera a 3* discussao da proposla do
governo que lixa a forca naval para o anno finan-
ceirode 1864 a 1865. Orou o Sr. Leitn da Cunha.
Ambas s discuoes licaram adiadas pela hora.
Por decretes de 15 do corrente foram nomcados:
O juiz de direito Antonio Augusto da Silva, para """Je"juil!"o d
chefe de polica da provincia do Rio-Grande do
Norte ; --------------
Ojuiz de direilo Manoel Pedro Alvares More ira Entraran) hontem de noile as corvetas Xilneroy
Vlabmm, para chefe de polica da provincia da e icrenice da nossa armada. 0 primeiro regres.-a
Baha ; do s<:u cruzeiro, e o segundo vera de Montevideo,
0 juiz municipal hachare! Antonio Dnarte oa d'onde sahio a do mez pausado. A Uereni- nao
Silva Valenca, para juiz de direito da comarca de ; (,0(le) como a tfuiur9t alcancar o ancoradouru,
Maracas, de entrancia, na provincia da Babia; ^ lor-lhe fallado o vento, e leve de fundear mu
O juiz municipal bacharel Joaquim Rodrigues jiruXlna ja fortaleza da Lage. Avisado disto,
immediatamento o Sr. capilo do porto em
. rebocador, e conduzio-a para o surgidouro
0 bacharel Antonio Cutrim de Almeula, parajuiz :u|ll0 j^jh^ ^ Cobras,
municipal e de orphaos do termo da villa Chrisli
KaTemqua^doraV Sei* f / direito da comarca de Urub,, iarlio
uiariuaai. mtpim de {, en,ran,.|ai na pr0vincia da Baha ; um n
L-se no Parahybano :
t Infelizmente a noticia que demos de se haver
supplente do subdelegado de pohcia do r disincto sucjado o Sr. Joaquim Henriques da Silva fo
O juiz de direito Sebastian Cardoso, da comarca
de Maracas, de 1* entrancia. para a de Camam,
de 2' entrancia, na provincia da Rabia ;
O juiz de direito Domingos Ribeiro Folha.da co- c|eillem.iai entrego a minha alma, e com humil
marca do Urub para a do Rio de Untas, ambas de Q .,entao ,ius meus peccados.
de 1- eulrancia, na provincia da Babia, a seu pe-1
dido.
exacta ; para mais certilicar-nos ura nosso amigo
envou-nos a segunie copia da carta que o infeliz
eserevra quaudo se preparava para commetter
tainanho desatino:
Meus tilhos e fi!has.-A dignidade. queco
tantu apreciara, a honradez, que eu a liona como
em um templo, a conscicncia, quo modelava as
mnlias acedes, que a respe itava e acaricia va ; as
primeiras desappaieeeram, a ultima, maculada, e
deuppareee cun ellas a minha vida, pois vou
l morrer.
Dcos perde aos que concorreram para tao
triste final : misericordia divina e sua infinita
da-
reprovados em qualquer das materias do curso da
escola do marinha, eoe oue perdern alguns dos
anuos do mesmo curso, em virtude do disputa no
Io do artigo 41 do regulamento que baixou cora
o decret n. 2,163 do l"de marco de 1858, podero
repetir as ditas materias ou anuos, como alumnos
externos, e ser de novo admitlidos ao intrnalo se
obtiverem approvacao plena e forera menores de
18 annos.
t Art. 7. (Additivo ). Os alumnos externos quo
forera approvados plenamente nos tres annos do
curso, tiverera fetos os respectivos exercicios pra-
ticos, e houverem dado provas do bom coraporia-
rncuio, podero ser admitlidos ao servico da arma-
da como guardas marinha, urna vez que satisfacain
as condicoes estabeleeidas para a admisso dos
alumnos internos, e nao leuham de idade mais de
21 anuos.
Art. 8. (Additivo ). O governo autorisado a
crear mais duas rompanhias de aprendizes tnan-
nheiros nas provincias onde julgar conveniente.
Art. 9.* (Additivo). Ficam extensivasansem-
preados da secretaria do conselho naval as dispo-
sices dos artigos 19 a 20, 22 a 30, e 48 a 34 do
regulamento que baixou com o decreto n. 2,359 de
19 de fevereiro do 1839, sendo exercidas pelo se-
cretario do mesmo conselho asattribuicoes conferi-
das nesses artigos ao director geral da secretaria
de estado.
Art. 10. ( Additivo ). Aos ofllciaes do corpo
de saude da armada, e de fazenda, tica extensivo o
favor relativo ao monte-po, que a resolucao de 15
de juiho de 1852, concedeu aos offleiaes da armada
nacional e imperial e do exiincto corpo de arlilha-
ria de marinha, demittidos dos postes a pedido seu
com tanto que lenhaiu pelo menos 10 annos de ser-
vico.
O artigo 3. da proposta passa a ser ar-
tigo 11.
t Paco da cmara dos deputados, 4 de margo de
1864.Joo de Souza Mello e Alvim.A. F. Mo-
reira.
Approvou igualmente os seguintes artigos auditi-
vos mesma pcoposta, offerecidos na terceira dis-
cussao :
Eliraine-se no respectivo artigo as palavras.
E condecoraeo do habito de S. liento de Aviz.
Moreira.AlvimJos Angelo. >
Art. 1." Consideram-se motivos, alm dos men-
cionados na pnmeira parle do l. do artigo 2."
do decreto n. 260 de i de dezembro de 1841, para
decretar o governo a passagem dos offleiaes da ar-
mada da primera para a segunda classe os seguin-
tes :
1.* Emprego eflectivo de lente, professor op-
positor e adjunto da escola de marinha. revogada
a parte final do segundo perioJo do artigo 106 do
regulamento que baixou com o decreto n. 2,162 de
1 de maio de 1838 ; e bem assim o de biblolheca
rio, lente e professor das aulas de pilotagem e ou-
tros estabelecidos nos arsenaes de marinha.
c | 2.* Emprego por mais de anno em navios
das companhias de navegaco.
t | 3. Emprego eflectivo por mais de anno na
direccao de hospitaes. no observatorio astronmico
e no desempenho das funecoes de secretario do con-
selho naval, salvo quan lo fr exercido este cargo
por qualquer dos membros do mesmo conselho, na
forma do respectivo regulamento ; de ajudantc do
encarregado do quartel general, de secretario e of-
Acial da secretaria do mesmo quartel general, de
coraraandante e offlcial das companhias de apren-
dizes artfices dos arsenaes, de ofllciaes da escola
de marinha, de ajudanle das capitanas de porlos e
do director ou inspector dos phares.
t i 4.* Exercicio eflectivo de empregos ou com-
missoes que nao forem essencialmenle militares, e
por lei commettidas a ofllciaes da aunada.
t Art. 2. Sao permanentes as disposic5es dos
paragraphos antecedentes.Baro de Porto Alegre.
Alvim.Moreira.
Art. !. 0 tempo de servico militar, que os of-
fleiaes da armada e das classes annexas prestaren)
nas provincias de Matto-Grosso e Amazonas, e no
estabelecitnenlo naval do Itapra, ser computado
em mais urna qnarla parle para a reforma e con-
decoraeo do habit de S. Bonto de Aviz, e outras
ordens honorficas, continundoos mesmos officiaes
a perceber durante semelhante servido odobro das
respectivas maiorias de embarque.
Art. 2." Os offleiaes que, contando menos de
30 annos de servico, requererem e provarem adiar-
se nas condico'-s exigidas paraoblor reforma serao
transferidos para a segunda classe, e ne.-ta se con
servarao pelo espaco do um anno, Godo o qual se
rao reformados, se por novos exames reconhecer-
se que subsisten) as causas allegadas.
t Artigo. Sao permanentes as disposigoes dos
artigos 1 e 2 da presente lei.baro do Porto Ale
gre.Alvim.Moreira. >
i No artigo 4."Em vez deFica abolido o cas-
tigo de eliibata s pracas, etc. ,-diga-se :Fica
abolido o castigo de pancadu de upada OU de ch-
bala.0 mais como esta no artigo.-Baro de Por-
to AlegreAlvimA. J. Moreira.
< Ao artigo "." Supprima-se a palavraplena-
mente.Saldanha Marinho. >
Oecupou-se em ultimo lugar com a segunda dis-
cussao da proposta do governo lixando as tareas
de trra para o anno linanceiro de 186418bo
Orou o Sr. Carneiro de Campos, ficaudo a discus-
sao addiada pela hora.
Sua Magestade o Imperador, acoinpanliado dos
seus semanarios e dos senhores in>peetor do arse-
nal de marinha, general Cabral o chefe do primei-
ro dislrcto naval, embarcou hornera s 9 horas da
uianlia naquelle arsenal, e leudo visitado as cor-
vetas Sitherolii) e tereice, foi examinar as obras
em construec da Praia de Fra, Pico e'Fortaleza
de Sania Cruz.
A's 2 e raea horas da tarde desembarcou Sua
Magestade i.o arsenal de guerra, onde o esperava
o trem e a guarda imperial.
Estados-Unidos, Rio da Prata, Brasil, e Ibas da Ma-
deira e Tenerife, acompanhadas de letras paga-
veis em qualquer dessas agencias, desde o valor
de 10.
Se na cidade a que chegar o portador nao se
saccar directamente sobre Londres, a rupeetiva
agencia regular o pagamento da letra em dinhei-
ro stertiiw, pelo cambio all combinado com a pra-
ca mais prxima.
Introduzindo esta facilidade entre nos, o Londor
& Brasilian Bank faculta aos que desejarem per-
correr o mundo o transporte dos mees pecuniarios
de que careeerem, sem a necessidade de levarera.
para qualquer ponto, grossos valores em especie.
de Ouro-Preto, de 12 do
Foram designadas :
A comarca de llhos, de 2* entrancia,
vincia da Baha, para nena ter exercicio o juiz de
direilo Antonio Gomes Villaca ;
A comarca de Nossa Seniora da Graca, de l1
entrancia, na provincia de Santa Caihariua. para
nella ter exercicio o juiz de direito Severiauo Al-
ves de forvalho.
Foram exonerados a seu pedido :
O juiz de direito Severino Alves de Carvalho, do
cargo d chefe de polica da pruvincia duRiu Gran-
de do Norte;
Jeronymo Jos de Mesquita, do cargo de 3o sup-
plente do subdelegado de polica, no Io distrito da
freguezia de Santa Rila.
Da ordem do dia n. 391 expedida pela reparti-
cao do ajudante general consta U seguintes :
Nomeacoes :Dos Srs. coronel do corpo de es-
tado maior de segunda clas>e Francisco Xavier
Torres, para inspeccionar o quinlo batalhao de in-
fantana ;
.Mandein dizer cincoenla niissas por minha al
ma ; todos os meus lilhos, netos e afllhados, deito
a minha benco e digo adeiis.
Declaro que dous escravos meus me vo le-
var na canoa ao raeio do rio, e que s conhecerao
meus intentos, quaudo o tiro me cortar e fio da
existencia e eu me tver raergulhado : esla deca-
racio para arredar quahpier sspeita que nossa
recalur sobre elles. Joaquim Hrmiqnes da Suva.
Bella-Aurora, 5 de inaico de 1864.
Encontramos nossa cjpia liel alguns erros
oriographicos qo i claramente demonstram estar o
infeliz suicida adb urna dohrosa impressao quau-
do aescreveu.
19
A cmara dos deputados approvou hontem em
primeiro lugar, em urna s discussao, o projecto
que autorisa o governo a mandar passar caria de
cidadao bra>lero aos subditos iirlugnezes Manoel
Francisco Ferreira Ramos. Luiz Antonio de Mace-
do, Adelino Jos da Costa, Antonio Ferreira da Cu-
nha, Manoel Albino de Barros e Bernardo Jos da
Rocha, cora varias emendas eslendendo o mesmo
L-se no Minas-Geraes
corrente :
Foi preso nos fios do mez pausado, e recolhidc
cadeia da villa de Ayuruoca, o reo Joaquim Pe-
rera de Mello, pronunciado por crime de homi-
cidio.
Esta prisao foi devida s diligencias do juiz
municipal supplente, bacharel Antonio de Barros
Mello.
Foi tambem preso no municipio do Mar de
Hespanha, e recoHudo respecliva cadeia," o reo
Cassiano, escravo doSr. Francisco de Paula Galdi-
no Leiie, que assassinou brbaramente a urna pre-
UMambem escrava.
Um grupo de desordeiros accommetleu a
cadeia da villa da Olivera. e tiroudellaa forca o
reo Manoel, vulgo Cavaquinho, pronunciado pele*
horrivel e infamante criine do ter estuprado sua
propria Giba de idade de 11 a 12 annos.
i As autoridades lcaos, recelosas de alguma
aggresso, nada lizeram para a punicao dos delin-
quenies, lirstando-se a dar conta do facto ao Sr.
Dr. chefe de polica, o qual immediatamente requi-
silou e fez marchar para aquella villa um destaca-
mento de 12 pncas commandadas por um offlcial
de conlianca.
OSr. Otto enviou-nos de Caeth asegninle no-
ticia :
Acho-me hospedado, descaneando um podco
da longa e ineommoda viagem, no bello Tuscula-
num do excellenle padre Joo da Costa Vianna,
um dos multo poucos sacerdotes que, em obras e
praticas cuiitina, representa a Miserico,dia Divina
sobre a trra, amado e venerado por todos.
N'um cant da bella varanda chora um ho-
raem com descoinmunal expressao no .ympathic
rosto, mas j nao desespera e ouve com religiosa
resignaco os circumstames que me referen) o lac-
lo seguinte :
Antes de hontem, 14 de fevereiro, no logar
Goaribas, peno das fazendas do CapSo-grosso e>
da Serra, freguezia do Taquaruss deste municipio,
foi o dia da ira de Zeliaolh para a familia de Joo
Correia de Santa Anna, cidadao religioso, muito
trabalhador e probo pai de familia. E' que as ove-
Ihas mansas do redan lio de Christo sentem mais
que as aravas os signaos da presenca divina nas
grandes eatastrophe*, e ai daquella que murmure
contra os altos juizos de Deus I
Era da domingueiro; o crepsculo j ia in-
vadindo os eslreitos cubculos da casinha e anda
nao liaba o pai da familia voltado da jornada, que
deu em busca dos supprimentos semanacs para os
caros seos.
A esposa rodeada dos filhinhos orava, acabava
a Magnifica! e principiava a uraco da Estrella do
Co.....
Ao simultaneo e te nivel estrondo do trova
cahio a filha mais vellia da casa, arrastando na sua
queda outras duas mais pequeas, e inmediata-
mente rambaleou e cahio a mi com um lilhinho
de dous annos nos bracos, a quera acabava de en-
tinar a fechar as mozinhas e fallar o nomo da Mi
do Sanio Salvador !
< Logo o fugo lavra pelo tecto da easa, Janeando
sinisiros claros sobre a lgubre scena. Eis que-
urna menina de oito annos de idade, como que gal-
vansada se levanta, corre para o pote d'agua, o
levanta como se fosse urna leve froea de algodao,
despejando-o sobre o rosto da sua mi edas manas-
zmhas.
A ma levanta-se em sobresalt ; linguas de
fogo por toda a parte rasgam a espessa fu maca e
lancam claretes sobre a donzella sem sentidos e a
menina mais pequea jaz prostrada.
t A mi empurra a porta, s se lembra de sal-
var o thesoiiro eterno, transporta as Gibas fra da
i*mi. ji nao luido voltar.as vigas da casa cahn-
do de.-iroem toda a esperanca, nem esta pobre
mi cuida em outra cousa fra das queridas Glhi-
nhas.
A pequea acorda com os angustiados beijos
da mi ; a donzella, a mais mimosa joia deste par,
por elle |>o<-tisado com os adornos incomparaveis
da inlelligencia e trahalho unidos pureza, foi
ferida em cheio no anglico rosto, e a Vrgera San-
tissima j a tinha levado para o coro celeste.
20
0 senado approvou hontem, nas discussoes para
que eslavam designadas, as diversas propuicoes
da outra cmara que estavam dadas para a ordem
do dia, com excepcao da que autorisa va a governo
a conceder ao vigario da freguezia da Sacra-Fami-
lia qualro annos de licenca cora as suas congruas,
e da que Ihedava igual autorisaco para conceder
um anno de licenca com todos os vencimi-ntos ao
conferente da alfandega de Pernambuco Domingos
da Silva Guimares, as quaes foram regeiladas.
OPpruvou depois os reqoerimentos dos Srs. ha-
rn de Muritiba, Ottoni eJobira, o primeiro pedin-
do informaedoa ao governo acerca dos bens r lilhos
menores de Bianehi, e o segundo e terceiro tam-
bera pod indo informacoes sobre a agencia ofiVial
do matadouro eoulros assumpios relativas ao mes-
mo esiabelecimento.
Por carta imperial de 16 do corrente mez foi na-
turalizado cidadao braslero o subdito portuguez
Manoel Femandes da Silva.
Por cariada mesma data foi apreseutado o Rvd.
Jos Joaquira da Fonseca Lima em una das cadei-
ras de conego da capella imperial.
Por decretos de 16 do corrente foram nomeados:
0 bacharel Antonio Pinto de Mendonca, juiz mu-
nicipal e de orphaos dos termos reunidos de Quei-
xeramobim e Riacho de Saugue, na provincia de
Ceara.
0 Dr. Guilherme Jos Teixeira, para o lugar de
primeiro supplente do subdelegado da freguezia da
Gloria.
Foi reconduzido o bacharel Jos Calandrini de
Azevedo no lugar de juii municipal o de orphaos
do termo de Chaves, na provincia do Para.
Por decret de 12 do corrente mez foi concedida
a medalha humanitaria de 2* classe ao aprendiz
mannheiro Martinianu Manuel do Sacramento.
Por decrete da mesma dala taran nomeados ea-
valleiros da ordem de S. Beiiio de Aviz os capiles
Carlos Frederieo de Lima, Puinpou Capistrano do
Reg Lobo e Izidoro Fernandos de Oliyeira.
Por decretos de 10 do Corrate foi exonerado Fe-
Foi promovido o capitn Francisco de Soi za Dan- lismindo Augusto Ca-te|lo-Hram o do lugar de U-
Us ao po>R> de majnr commaudaote doesjuadro crelario da ins(iecco do arsenal de marinha da
de cavallaria n. 18 da guarda nacional da provm- provincia de Mallo Grosso, como pedir, e nomea-
cia da Baha. do para o dito lugar o amanuense da secretaria
F.-z-se m-ro a Jo Joaquim de Azevodc Couti- da inspeccao do arsenal da corle Jos Antonio do
bo da servenlia vitalicia deum dos olflrios de es- Olivera Figo, que tatuboin foi incumbido do exer-
en vSo de appellacoes da relacao do Rio de laneiro, cicio de secretario da capitana do |H.rto da mesma
que se acha vago. provincia, sendo substituido no emprego de ama-
iiueii Por decretos de 12 do corrente foi nomealo phar- O capito-tenenle Jos Raymundo de Faria foi
mareo!ico alferes da repartcao ecclesiastica do por decreto de igual data refurmado no mesmo
etercito Rcginal Jos de Miranda poto, com o res|>ectivo sold, conforme requerera,
batalhao
Tenente reformado Pedro do Reg Barros, para
e lugar dif ajudante da furtaleza da Lages.Em 7
du curente mez.
Roginaldo Jos de Miranda, para pharmacetitco
alfeies do corpo de sade do exercito.=Decreto
de 12 do corrente me.
Remoco. Do Sr. capello-alferes da repartieao
eccle^iastica do exercito, paila* Braulio Ludger"
do Reg Monteiro, da provincia do Para para a do
Rio-Grande do Sul, onde servir no 5." regiment
de cavallaria ligeira.
Demissao. Por decreto de 9 do corrente mez
foi demiiiido do servico do exercito, por assim ha-
ver pedido, o Sr. alteres alumno Antonio Forel
Moniz.
Exonrameos.Dos ro. tenente coronel do cor-
Concedeu-se a Jos Guilherme Lisboa a demis- no termos do alvar de 16 do dezembro de 1790, po de engenheiros Luiz Jos Monteiro, do lugar de
Tenente-eoronel do corpo de engenheiros Luiz favor a diversos estrangeiros.
Jos Monteiro, para commandante do presidodej Approvou tambem em pnmeira discussao o pro
Fernando de Noronha.Ein 2 do crreme mez. jeclo que autorisa o governo a mandar proceder
Matar do mesmo corpo Seba-tio Jos Basilio sem demora s exploracdos dos nos Xmgu, Tapo-
Pvnho, para director do arsenal de guerra da pro- jos, Madeira, Puns, Japura,lc, e Rio-Negro, nas
vieta do Pernambuco.Decret de 2 do correule provincias do Para e Amazonas.
ii.7 Approvou mais, depois de orar o Sr. >ery a se-
cirurgio-mr de brigada do corpo de sade' guinle redaeco, para a lerceira discussao das
Dr. Joo Pires Fannha, para servir na guarnicao emendas a proposta do governo que hxa as torcas
da provincia do Ro Grande do Sul. como menibro de mar para o anno fmanreiro de 1804186o, ja
da respecliva junta militar de sade.-Aviso de 4 auprovadas em segunda discussao:
do corrente mez. Aciescentese no lugar competente.A assem-
Piimeiro cirurgio do mesmo corpo Dr. Miguel bla geral decreta:
Joaquini de Castro Mascarenhas, para delegado do I Art. 3. ( Additivo). Os recrufados e volunta-
cirurgio mor do exercito na provincia do Piauhv ros podero eximir-se do servico militar, mer por
Alteres do oitavo baUlho de infanlaria, Pedio subslituioo de individuos que tenham a idoneida-
Pierre de Carvalho, para quartel mestre do mesmo de precisa para o mesmo servico, quer mediante a
Hontem nao houve sessao na cmara dos deputa-
dps por falta de numero legal.
21
Recebemos folhas do Paran que alcancam a 14
do corrento.
A aseemhla legislativa funecionava regularmen-
te desde o dia 1 em que |ide proceder a eleioo
du re-pectivas commissoes.
Perante esta eorporaco tomara posse da admi-
nistraco provincial no dia 7 o novo presidente Dr.
Jos Joaquim do Carmo.
quanlia de 60020011, com Unto que o facam dentro
dos pnmeiros 6 Otean a contar da praca.
Arl. 4. ( Additivo ). Fica abolido o castigo de
chibata s pracas voluntarias e engajadas, e auto-
risado o governo a reformar desde j o artigo 80
dos de guerra da armada, limitando os rasos em
que podera ser apphcado aquelle ca
crutados, e terminando por desoontos,
tos e outras penas senielhantes a subslituioo do Pur portara
Por decretos de 16 do corrente :
Clico leu-se au brigadeiro Jos da Victoria Soa-
res de Andrea a demissao que pedio do lugar de
director do arsenal de guerra da corte.
Foi nomeado para substilui-lo o tenentc-eoronel
do corpo de engenheiros Antonio Pinto de Figuei-
redo Mondes Antas.
Por portaras da mesma dala foram exonerados :
O brigadeiro reformado Luiz Antonio Favilla, do
lugar de presidente do conselho administrativo pa-
ra fornecimonto do arsenal de guerra da corte.
O brigadeiro reformado Rento Jos Leite de Fa-
ria e o coronel reformado Joao Caetano E-pinho,
los lugares de vogaes do mesmo conselho adminis-
trativo.
Foram nomeados :
Prrsidente do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra da corte., o briga-
deiro Jos da Victoria Soaros Andrea :
Vogaes do mesmo conselho, o coronel reformado
Alexandre Mara de Carvalho e Olivera e o tenen-
te-eoronel reformado Jos Pedro Heilor.
Por portaras de 16 do corrente foram creadas
as agencias de correio nos arraiaes do Tabnleiro e
Sania Quiteria, na provracia de Minas, sendo no-
meado Aureliaiio Mauricio do Oliveira Rocha para
Por decretos de 19 do corrente foram nomca-
dos :
O commendador Jos Lopes Percira Baha para
meinbro da juma administrativa da caixa de ainor-
lizacao da divida publica ;
0*1* ocriplurario da thesouraria de fazenda de
Pernambuco, Joao Severiano Ribeiro, para chefe de
eeeie da mesma thesouraria:
O 1" escripturaro da thesouraria de fazenda do
Ceara, Jos Flix d'Azevdo, para 2 conferenie da
alfandega do Maranhao.
Pr decreto da mesma data foi concedida a de-
missao que pedio Thomaz Vellozo Tavares, do lu-
gar de administrador das capaiazias da alfandega
de Albtiquerque.
Por poruas de 18 e 19 do corrente foram no-
meados :
O escriturario da alfandega de Alboquerqtie,
Crispim Ferreira de Olivera, para 2- da de Para-
nagua;
O 2 escripturaro da thesouraria do Paran, Jo-
s Cavalcanti de Araujo, para igual emprego na do
Ceara;
O cartorario da thesouraria de .fazenda de Per-
nambuco, llerculano Deodato dos Santos, para 3
escripturaro da mesma thesouraria:
Manuel Jos Soares de Awllar, para cartorario
da thesouraria de fazenda de Pernambuco;
Jos Soares da Silva, para praticante da thesou-
raria de fazenda de Minas Gentes.
/ -----------
Por decretos de 16 e 19 do corrente.
Foram nomeados :
O baehan-l Francisco de Sonza Paraizo, juiz mu-
nicipal e de orphaos dos termos reunidos da Bar-
ra do Rio de Contas e Marah na provincia d.. Bu-
US IH3U lili luco'' i,,,, vi.-."--- -- ----- ---- .
stUm aos re-' o lugar de agente da primeira, e Joao Goncalves da "'' Jns
rebaixamen- Silva Ferreira para agento da segunda. '> oacnare jse igna< i
,\l lUnUaToo Por nortaria da n-sma data fui nomeado tele- de ori.i.a. do termo de S
acio Gomes Gumares, juiz
Santo Amaro, na provincia
enga-
pn dito castigo de chibata aos voluntarios e
jados.
Art. 5. ( *>dditivo ). Os aprendizes marinhei-
ros que, cunfonne os acti aes regulamento* do go-
verno, passar ni a grumetes, serao considerados
desde enio pncas voluntarias para gosarem de
lodos os favores a estas concedidos, menos a do
premio pecuniario.
Art. 6.' ( Additivo). Os aspirantes que forem Europa,
graphista da repartieao dos telegraphos aerios Jos da Baha ;
Francisco Coelho.
O bacharel Jos Luir. Soares Marlins, juiz muni-
cipal e de orphaos do termo da Pomba, na provin-
0 London & Brasilian Bank acaba de additar s cai de Minas Geraes ; ..... .,-
suas .MM-racoes de crdito urna de recrecida uti- 0 bacharelI Joaquira * >
lidade principalmente para os viajantes. Propoe- mnn.c.pal e de orphaos do tenno do Desterro, na
se esteeslabeleeimento a furnecer cartas de credi- provincia de Santa Ca^"5
to di, i-idas a seus agentes em todas as cdades da O capitao Antonio Lopes Braga, para o po lo de
e nas prinripaes pracas da Alia, frica, tenente-eoronel chefe do estado maior do co.n.nan-


Diario de Pcmamhac Quinfa felra 31 de Mareo de 19114.
do suprior da guarda nacional da provincia do.^^^MIu,^^m ,kM^
^Ipti" Ma.tiniano da Suva Rea Brando, pa-' Tomn conta da pasta da fazenda o Sr. Goncal-
ra teneule-coroiiel chela do estado maior do cuin-
ntaiiiio superior da guarda nacional dos munici|Mo
da Cainpaoba e Itajub, da provincia de Minas be-
raes ;
U niajor Jo* Lucca-s da Silvcira Campos, pa-
ra ten.nie-curo.iel commandanle do quarto Data-
ban da reserva da guarda nacional da proviocia
de S. Paulo
O Paraguay e as repblicas do Paciflco e da
Ai lenca Central ficavain em pat.
Por decreto de 19 do frrente mez M nomeado
cavalleiro da ordem da Rosa, o alferes de guarnicao
da provincia de S. Paulo, Jos Francisco Soares.
O radSo Francisco Nolasco da Franca Antunes, Por carta imperial de 19 do corrente foi natura-
^SSJS^c^^ dolalalhio de li^docdadio bras.eiro o subdito portuguei rran-
Chttria n. Hi da guarda nacional da provincia Ida Ja* Andrade.______
*v", ".*.' r '- Recetemos datas de S. Paulo at 19 do corrente.
Oi.arturd 1Silo da Rocha Passos. no lugar Na ele.cao para um deputado a assembla peral
de%J muni'ci ^ o Wrmo VSES. na Jo- \ & MMri* ^JSawKtSSi
viner da Batir f*ciu no Co"egio Braganca 27 votos, numero
O baebarel i-raulio Romulo Colonia, no lugar de igual ao dos volantes.
otSSTmjSSlSmm Ne-lo, no lugar denominadoTaipasacontecen 11 do corrente u.n
ZSEB &^ d *"" ^ CaeU!' ^ta**32 trabajadores fazendo orna es-
U\"J;" U' mmui'o Jos de Campos Curado cavaranque ji se aehava multo aprofundada,_des-
Fleury, no lug.r de" juiz municipal de orpbaos aliou o barranco .inmediatamente
do leras da capital da provincia de Goyaz.
Foi remov.(.:
f' ,, .n'nas q moslram a uberdade das ierras na.,uelle
SSa. LUSoS^ f'" U eS,err' a Pr' I ^SSStSS ^ruT era um
r;r ti jk Sai. T3S-SS aai&ls.ss
^^da' prSaVkTaulo; "eforma nenies- te Un. braca, de extensao, continua mais en
lenos %iiu .aixos.
a concavidade,
cahndo a massa de Ierra toda sobre os cinco info-
lites operarios.
Aceurreu gente ao lugar e conseguio a_ muito
O juiz de direito Agostinho Luiz da Gama, da
comarca de Mag, de 2* entrela, para a 1" vara
crime da corte, de 1" enlrancia ;
G juiz municipal bacharel Emygdio Marines
Santiago do lermo de Pao d'Alho, para o do Li-
mo.-iro, ambos na provincia de Peroambiico, a seu
pedido ;
O juiz municipal bacharel Joao Nenomueeno
Bezerra Cavalcanti, do termo da Serra, na proviu
cia do Espirito Santo, para a 2* vara do termo do
Rio Grande, na provincia de S. Pedro do Sul, a seu
pedido.
Foi designado o capitao Ignacio Jos Ferreira
para exereer o lugar de major do 1" batalhao de
infamara da guarda nacioual da provincia do Ma-
r ni i i o.
DIARIO OE PERNAMBUCO
mo pto.
a promovidos:
O capitao Manoel Rahia da Rocha, ao posto de
roa ..r ajudanle de ordens do rommando superior
da g larda ua ional do municipio de Pitangui, na
provincia de Minas Coraos: ..
O cai.ao I alhena Gomes Pinheiro Machado_ao **+*jg% ^ ^ ^ fc
F
Inspector da de Paranagu ;
O 2 escripturario da thesouraria de fazenda de
Peroambuco. Caetano da Silveira Amaral, pan l*
da mesma repartieo;
O 3* dito Heleodoro Fernaades da Cruz, para T
da mesma thesouraria;
O bacharel Lourenco Accioli Wanderley Cana-
varro, para procurador Oscal da thesouraria de
fazenda das Alagas, tendo sido concedida ao ba-
i charel Carlos Augusto da Silveira Lobo a exone-
i -__- j.Ar racoque pedio do dilo lugar.
- Na fazenda do Sr. Antonio Jos Correa de Ar- v~i y _____
ruda encontrou-se nm p de mamona com mais de D d 3), pub|cada ante hontcm
lacaas
Dando publiridade a dcclaracao qu) nos foi en-
viada icio oUlcial-maior interino da asscmbla
provincial por ordom da commissao de policia, e
i pela qual se convidam as possoas qi e quizerom
contratar a publicado dos debates d;. mesma as-
scmbla para oflerecerem suas propottas at o dia
6 de abril, fazemos logo o protesto do nao convir
na rescisao do contrato, que para o mosmo fim t-
veramos celebrado com a mesma assembla, c que
tem de lindar em 1868, e de reclamar a indemnisa-
Foi aggregado ao corpo de cavallaria da guarda ^r10 qUe nos compete por direito, corresnondente
nacional da corte o alferes secretario do 3 corpo' &Q va)or do mesmo ronirato. visto que para dita
da nn arma dos aianliislHd Caaganten precedeu formula algum.a, e nao po-
S. S SS&. Mmas-Gerae-'Fr I fi-i **"* -ide -
Foi creado um batalhao de infamara da guarda dl5 partes contratantes. Estamos no (irme propo-
nacional na fregueziado Barracao, da provincia da &ilQ (j(J jazer os devj,ios protestos em forma regti-
Ba'*" ,. ., _^._.. a -' f" e de manter o nosso direito pelos moos que
Foi aposenudo o conselheiro Luzebio de uueiroz "'. '. ____,_T_
routinho Mattoso Cmara no lugar de ministro do adimttem as lab do patz para cuja proteccao ap-
snpremo tribunal de justica. < pellamos. E fazemos esta declaracae nao s para
-------- manifestar a nossa intencao. como para que se nao
Por decretos de 25 do corrente foram nomeados: an,gue qualquer acquiescenca de nossa parte,e cm
O escripturario da alfaodega do MaranhSo Jos ,emp0 t licfasj,-l0 opitortuna deduzremos as razes
francisco Martins de Almeida, para ajudanle do opuormo-nos reschao fallada.
que temos para op|>ormo-
-*-
Os vapores francez MWaii e brasil>',iro Oyapock,
dieyados hoiitcm do sul do mperio, foram leado-
res de jomaos do liio at 44, da Bahi;. at 27 o das
Alagoas at 28 do corrente.
Seb as rnbricas Parte Gfficicial < Interior, en
contrario os leitore* o que ha de mais imprtame,
alm do que so ha mais o q e segu.
Rio dk Janeiro.Em visa da decUracjio posili-
va Ma M Baara dos communs, na sanio de 18
do passado, por Mr. Layard, em nom? do gnverno
inglez, de qtie havia elle aceitado a media<-ao offe-
I, e um p de algodio hdfcaceo-semenle-1 -o d ^^ exxnWmos 0 ingjez
< oberto com 4o macaas, flores e botoes. sPcninte renda por
Em data de 12 do corrente escrevem-nos de
po-io de ui.ij val liria n. 13 da guarda nacional da provincia de
S. Paulo. .
F.h refornudo no mosmo posto o teuonte-corr.nel
cooimandante do batalhao de infamara n. 8) da
da nacional da provincia da Baha Antonio de
li.uqueique Mello Montenegro.
Fui elevad; a railiegoria de batalhao a seccao do
lutalhio de r werra > 10 da guarda nacional da
|in\iucia de >. Paulo.
Por portari de 19 do corrente foi nomeado Pc-
-.8 le fi-TereirosuJcidou-seFelippe, de idade 2i an-
ios, escravo do escrivo de orpbaos Jos Joaquim
de Moraes Saldanha. Felippe, embriagado, apanheu
i.iea duzia de bolos, atabas que Ihe inflingi seu
cnlior; uesse momento Felippe corre e atira-se
n'um P050 de 90 palmos de altura, e lindou assim
IMS da-.
t Joaquina, escrava de Joao Germano, idade cin-
roenu e tantos anuos, foi adiada enforcada ante-
lontem, II. no seu quarto; tendo sido procurada
udo o da, foi son senhor dar com o corpo anda
toJuslwiLadia para o lugar de agente do' uspenso por urna corda n'um doscaihros do quar-
napruvmca do Rio de ',to. AUr.bue-se este atienta- a alicnacao menwl.
de Gaidiuo Alves
crrelo de Pkiso Sei:co,
Jan iro. vago por eioueracao
Monleiro.
22
Entrou hoolem em 1* discussio no senado a pro-
posi -ao que autorisa o govetno para organisar c
mi idar iKJrim oxecuco urna tarifa especial
direit.s de in.portaV) consummo destinada
23
Passou hontem em i' discussao, no senado, de-
l>ois de terem orado os Srs. Jobim e Naboeo, o pa-
iecer de commissao indefenndo a representacao
la assembla provincial de Minas Geraes, ped mo
a creacao de um eonselho de exames na capital da-
s quella provincia.
andeVa^ u^"*"* '-Grande do Sul; o, Foi em seguida approvada em 1- discussao e en-
tendo orado iJ"sr*. Dias de Carvalho e Paranhos, Ira em 2-, a proposiVao '"n^,',|iUn"rarem
M remetii la a commusaa de fazenda, a requer-. y.gor a le de orcamento de ^* *f"- """^
M mo do ^.neiro de-tes >e.,hores. e 2- passaram >em debate *****
Tevede.oislii"ar 1 1-di-.u^an da propo^ico Srs. visconde de Itaborahy, Das de (.analho, Pa-
<,\ mani.r mllnaar em vig,^ a le, do or^amo \ ranhos o PimenU Bueno, a ox)U ******
2e 1863 a 6i emquanlo n for feita a de 1864 a rada por nao baver numero suit.eute para vo-
i. Orarais os St. visromle de Ittlwrahy, Das, tar-se.
de Carvalho e S-uia Franco, (raudo a dixu-sao
1 rada | or nao baver 11 ais quem quizesso fal-
de
seguinte : .____.^ pHlinne Gui- niento das relaoes inlerrompidas entre o Brasil e
Transferencias.-Dos Srs tenentes Fel.ope w resolveu ogoverno imperial acceitar
Iheruie de *nto.^Jl'* ^V^lvt lam-em a mesma mediacic, considerando remov-
lliao de infanuna, e Sever.ano Rabel da Silva I e ^^ j^^JSg ; causa 0 inhibira
'^S^SSSSStSS- do guan.tri.do con, pe zar de aprovei.ar-se desde logo do o.Tereci-
Espirito-Santo, An.ouio, Augusto Nogue.ra de Bau- memo.^ n)nisierjo da ^.^ LaJxou Q segujn.
te decreto :
llei por bem, usando da autorisacao concedi-
da pelo 5 3 do art. i da le n. 1,142, de 4 de selem-
bro de 1861, crear mais urna coinpanhia do corpo
de imperaes marinlieiros, com a mesma forca c
em tudo semolhanle as bm cxistem.
< Juao Pedro Dias Veira, do meu eonselho. Mi-
nador do imperio, ministro e secretario de astado
dos negocios da marinlia, assim o teuha entendido
no lugar denominado Jos Batalinlta, distante des-
ta villa inea legua, foi mortalmente ferido com
ioaa tacadas Mauoel Vicentu dos Sanios por seu
pruno Alberto Goncalves Swres. Conduzido nodia
seguinte n'uma rede para esta villa, foi de baldo
os exforcos da medicina, porque os mteslinos que
haviam sahido, j se achavam em esladode putrec-
facao, Falloceu lionlem (2) deixando dous lilhos.
Era lavr nlor, casado e morador na Lagoa Grande,
districto dos Remedies. Ignora-se o motivo do ho-
micidio e a policia trata de capturar o criminoso.
A autoridade procedeu a corpo de delicio e o Sr. l-
ente crurgiao Amerno empregou lodos os re-
cursos para galra-io con a peiicia que ueile COflb*-
ceinos. mas foi tudo intil. >
Para Antuerpia : brigue bao vera no Friederika
WUk 115 sh.
Para a California : com a carga do brigoe Ber-
ln (condemnado) : barca ingleza Ann AV/son, a 40
sil. dita Trent por 90(1 para 300 toneladas, e bri-
gue ohlemburguez Edward por S 950 para 290
toneladas.
Para o Canal, carregando em Santos, brigoe hol-
landez Drtrede a 50 sh.
Para Coostantinopla : brigue inglez Ministret a
50 sh.
Para Montevideo: carregando em Paranagu
briKue porlugiiez Eugenia por libra & 1600.
Para New-York : liarra dinainarqueza Doten, e
escuna dita .tfica 35 sh., briuue inulez Escaot a
A..ag,,as.-So no d,a 14 b po>s.vel exl.ngu.r-se 50 ,h., dito belga ,ermma J sh dito SrmL
>OnUAj UlMMhRUAEs E MARTIMAS. |ulckense thmHhm e dito penense Ell.da a W
r*i. Uu."Ty'fS-J> 1^''"rf0" 1* fr- sh- br'f",c dinamarquez Wm. Sthnmkau a 32 sh.
tamb.os.-lngla erra oQ 3|4 ,1 ranea o 32 frs., e 6 0 n w
Hamburgo nominal, Genova 5,25 frs., Rio de Janei-
ro 1,831 1(4, Montevideo 1|4 Op) dase.
Pesos fortes.l'liima venda a dinheiro529,l5 ct.
Desconlos.-O banco recebes 6edaa900 ao
anno. Na praga regulam om metal de 7|8 a 1 1|8
0pJ e em moeda correule 7|9 a 1 0|Oao mez.
Fretes. Inglaterra : couros salgados 25 sil., di-
tos soceos 50 sh. e fardos 20 a 26 sh. com 5 (>|0 de
capa. Franca (Havre, Marselha e Brdeos) : cou-
ros salgados 30 frs. para o priinero e nominal para
os oulros porlos, ditos seceos 60 a 70 frs. e fardos
40a45frs.com 100|0 decapa. Estados-Unidos
(baodeira neutra) : couros seceos 3|4 cts. e fardos
6 com 5 0|0 de capa. Brasil: 4, 5 e 6 rls. f. e nos
ros mais 1|2 rl. por quintal de carne sueca.
Miintevidi-o, 14 de marro.
Cambie.Inglaterra, 52 l|i d. por peso corrente;
Franca, 84 1|2 a 84 frs. por oneas ; Genova, no-
minal : Rio de Janeiro, 29(400 por onca ; Bue-
nos-Ayres, ao par.
Sominam os saques : sobre Londres S 12,000,
Franca 500,000 francos, Rio de Janeiro 1,700 on-
eas, Buenus-Ayres 4,000 ditas.
Divida publica. Consolidada 30 rls., exigivel 60,
novos ttulos 69 a 70 0|0 do valor, interna 40 0|0
dem, aiiglo-franceza 53 a 54 10j0 dem, e Gounoi-
I be n 5 a 5 1|2 0|0 dem.
Descontos. -O banco Commercal di a 9 o rece-
mann, para o lugar de secretario do corpo
guarnicao de S. Paulo ; e alferes secretario deste
corpo, Jos Marcolino de Andrade Va^concellos,
para a fileira daquelle, como requereram :
2* cadete do l" batalhao de inmutara Melchia-
des Marinho de Queiroz, para o batalhao de cata-
dores da Bahia.
Lcencas concedidas. -AosSrs. : l'rirurgiao do
corpo de saude Dr. Pedro Tilo Regs, para tomar
assento na assenio na assembla legislativa prora-
cial do Rio Grande do Sul. Aviso do 18 do corren- e 'Kf- Jjm em dc d>
te mez; .
Tenenle do 2 regiment de cavallaria hgeira
Manoel Jacintho Pereira, para vir a osla corte
prestar exame na escola militar das materias pra-
ticasquelhe fallam para ser considerado com o
1864, 43 da independeociM e do imperio.Com a
mbriea d.- Sin MagMIade o Imperador. Joo Pe-
dro Dias V ir ira .
Por oecasilo do anniversario de S. M. a Ira-
prratriz mandn o senado una commissao de s
curso da ^5?iK^if,-urf. Frw " t:l:,b*^0JL "!'" 'I IT, aia o Sr. sonLdor SouzaFranc, pro
Ilontom nao houve sessao na cmara dos depu-
tados por falta de nomero legal.
Dispensa do servico para estudar.'
torta de guaruicio de S. Paulo Elias Antonu
Jar, neui nui lero sufBciente para votar.
A cmara ios depnlados crupou-se hortem rom
a roiilinu..co da 2- discu-sao da proposta do po-
verno fivando as forcas de t^rra para o annolinan-
. de IH64 a 1865. Orartm os Srs. Rai.d, Paula
So< za e M01 eir, licando a discuvsao adiada pela
Uiram lidus e apoiados os sogumtes artigos aa-
di' vos fitcndas :
. O t 2 lio art. 1' da pronosta siihstitua-so polo
seguinte :-De 18.000 prafas de pret de hnha ein
o- uii-ianr as ordinarias e ue 24,000 om eircuin--
tatina- evtr.mrdinarus.
e HKaj .d"S iiearao isentos do ra>tigo da espada e o coronel graduado Maiwel Ignacio Bntio, por mt- ^ ^ ^ g ^^ ^ Am Q r rapila dl( cr,, ^
princtu. reclnenlo; c.M.m p^^ engenheiros Carlos Frederico Lima. Decreto dt 1.
^. Bawadu additava ao art. 5-: -Depois das pa- Para tenente-coronol, o major Francisco
|.vras"guardo nacn.nal-o anhs da. palavras em More.ra do S. Pedro, por mererimcnto ;
ci-ciim-tanria> extraordinariasaccrescenlo : para
Relacao dos ofBciaes dos rorpos de engenheros
e dc estade-maior de 1* rlasse promovidos por de-
creto de 19 do corrente:
Corpo de rnqenheirot. Para coronel, o tenento-
coron.l Prentsoa Antonio Raposo, por mereci-
mento.
Para tenente coronel o major Juvenci Manoel
("abra' de Menozes, por merecimonto ;
Para major, o capitao Francisco Pereira da Silva,
par anti(ui'bde ;
Para capitao, o capitao aggregado Carlos Frede-
rico de Lima.
elatte.Para coronel.
Egydio
1 'I I I I' i \,\MI !(*'" "- .--------- I
Para major, o capitao Joaquim da Silva Maia, por
de Paula Marink, tres mezes com sold e etapa,
para tratar de sua saude ;
Alferes do 6" batalhao de infamara
pronunciou o seguinle
, dbcnrso:
Colalino! Senhor.- Divina Providencia, que vela so
familia
bre os destinos da trra ele Santa Cruz, tinha nos
seos arcanos que a nclita lilha e neta de rois,
nasciila em aples no dii faustoso, cojo anniver-
Para o Rio da Prata : brigue hespannol Laurea-
no a 3 rs. fortes |ior barrica de farinha.
Para Valparaso, carregando em Paranagu :
brigue hamburguez Sirhit a 45 sh.
- 23 -
Cambio.Inciuindo as pequeas operacoes fe-
chadas hoje sobre Londres a 27 1)4 e 27 3|8 d.
sommam os saques pelo paquete francez Na-
tarre:
Sobre Londres, 400,000 a 27 ii8, 27 *i4 e 27
3|8 d.
Incluimos nesta somma 140,000 tomadas pe
banco do Brasil a 27 \\\ d.
Sobre Franca e Antuerina 1.000,000 francos aos
extremos de 347 a 350 rs.
Sobre Hamburgo saccaram-se pequeas quantia
a 663 rs.
Sobre Lisboa e o Porto reguloo a tabella se-
guiute :
102 a 103 por cento. a vista
101 a 102 t a 3 das.
100 a 101 a 60 i
M a 100 a 90 <
Apolices.Negociaram-se boje 20 das geraes de
6 por cento ao par.
Descontos.Conservam-se nos bancos a 8 por
cnto. Na praca regulan de 8 a 9 1|2 por cent
eom facilidado.
Metaos.Venderam-se boje 200 oncas da patria
Teixeira,'de Azevedo trez ^^^ se^s'aVcaDo7qilO a incli ta 8 "noto do reis, mao 12,000 barricas.
para ir a provincia de Santa Camarina buscar sua
",".'.'" -. .c D.nin Rpr.1 sario hoje festeja o imperio lodo, vria, ligada a
Alferes do corpo de ^'2 JJ.' Y. M. Imperial pelos lacos de hymineu, asegurar
nando Martins Bomlha.tres mezes \am sold sim nrasi|Ha,n(.a,1.ll|avel vantagem .la perpetuacao
pies ;
2* cadete do 4 batalhao de intentara Livio Au-
gusto do Nascimeuto, tres mezes com sold e eta-
pa, para tratar de sua saude na provincia do Rio
Grande do Sul. E.n 17 lo crranteJ""*^ do' roso jubilo, em que acn. nham I
Silva Prado, para matricularse na escola militar,
no anno vindouro.
i- cadete 2 sargento de unidosV*3 ,|J julho de .846 e 13 de jull.o de 1847 sao ga-
nados na provmc.a do Rio 'ra^u^rSuIia% tsc^a atea aa porrtr.
da dyna-tia imperante, e a Vossa Magestade Impe-
rial a frlicidade domestica.
. Realzados os favores do Todo Poderoso, se-
ntempla enire transportes do mais forr-
os Bra-i-
leiros, a paz. a proopetMade e o renoine que tem
ganho o Emporio entre as asedes do velhn e do no-
vo mnn lo : paz, prosperidade e renoine de que. os
dhs 14 de mareo de I8, i da sel. mbro de 1843,
noGoncalves Meirelles, para
preparatoria da Barata provincia as materias que
Ihe faltam para poder matricular- no i* anno da
escola militar.
Condecoracio. Foi nomeado eavall*
oinpletar a forrea. .
. Ara**. Ki.m em Inteire laor, e considerada
ni-'dida per aanenle, a disposicio do art. 6 da le
n 1,113 de coareder transferencias d" oaspars
oh araus a. I ofBciaes subalternos,
graa te ret aais modern. t que os dos rorpos ou
arma icira que leaba lugar a transferencia.
Irtica F.a auioiisado o governo a alterar o
npadrodio wriwsdeoiigen'ieiros e do o-tado-maior
<) 1* e%Mi. Mii'priininilol ios o pos de 2* len-
te c a de a foros.
Os art jan I-aneaba e alferes passaraoa
- ivir na arma de artillara, onde (arfo rarreira,
i., fondo o reverti faior regressar as armas a que
p-.ien.i.tu ao easn de raga e de terem o curso
completo ca respe, liva auna. .
. Arlif. Os armaos 2- lente-, que por mol-
ros regata acodaros da escolas militares nao podo-
rom eaasbr nellis os ostudos rcpieridos para
HM arma, seo transferidos para as armas de in
faatara M ravalbria.
. Artg. O L'overno fira autorisado a organisar
., ,-iad..-iini..r .--porial de artilliaiia, segundo as
. \ noclas do servico. empreando nessa organisa
a arenante resultante da aaeracio mencionadi
Mtaaa n.is corpos de engenheros e de estado-maioi
. Para.sie elTeito o governo fara o devido re-
culamen an ,
. Pana la ramsra dos Srs. depnlados, em 20 d
.. e 1864.Boi-l de Porto Alegre.A. i.
Mureira.
s.i|'piima-so. oarligo additivo do prnjertn r.
i altcracao do nuadro dos corpos do
iiagunanniai t do e-ta.io aaior de rlasse, o qual
ila pa-sar para a am a de artilhana os T te-
nenii- de eofonheiros > c i alferes do estado-mai. r
|. i- .la--.-. F. Canter de Campos.
. A ni> psai a suppressai propo-ia aoartijn
n l.lilivo lelalivamente a passageiu dos 2"' tenenlrs
,i^ .-uj.n Biros < alteres da eslada-anter de i*
abaas pa a a arma da anlbaria, dia-se ou acrr>-
Salv. < .bren..- adquiridos pelos actuis
f aarartrf e alf-TOs.F. Carneiro de Campos.
. t-'i.-atn eilteMtea os conselhos administrati-os
.1.x arsernaa de inerra, reverlendo suas r.ineco's
par os dirortores d.w respertivos arsenaes, na
corte e < provincias rm OUC ex.stirem, e naca
,i.-i..'ncia- das provon-ia- ondeos nao houv.r;
o..lo -mpre em rofra para as provincias q ie
,.....honm tran-arra da< me estos faziam se repu-
tara deiimtivan..-nie mi aneada nsm a nw o Jo
;w,cti' proideuteda provincia F.Carneiroae
Campos. .
. .K.,fh>iaes das armas cientifiras de en!fi-
tii-nir-A M do astea water de rlasse, quainlo
em domino, llrarin, at que i tenhain, addidos ao
sorvTcO'loarchiv.i mihur OU da rommssao de me-
lh,,r....-nio- do material do oxerrito OU ao da
nacida a das obras miliiaros. F. Carneti* de
Cma/m.
BaWrp hontem do Rio da l'rata o paquole fran-
co SmaUmar, rom datas de ISiienos-Ayies at 13,
. M,.iii.-vidair 15 do enrrenle.
Ha Eado Ori-ntal a situacin anda ora
mi am sabida do aforar, Floros
,-o-.f.-iiaarehava p-la eampanlia effl qne se poi es-
,i,.r nada aoeertedoe seos piano-, nem n .s-
fo ponte oxarto en, qiH M !* o oxe.nlo
0rrn i-la. n.j......n.nian.lo. lirado 8 S-rvando .,.-
fl ...lira v.-T Coi,liado aop.-n.Tal l.neas Na-
reno peto novo ,.re larava o-n t !,- as oreai6es Mfomnes, in-
na rereprfo dowrpo dipNnaltco esir.in-
qn......-i .do -omeiile se podia salvar omim-
r..-..i.. srebolliao a torca de irmas, e pan imprimir
rnerra apurav lodos os reearsm no
rornrando levantar non f rmtwflimps.
' \a vi/ml.a rrnmbbca Araentina os nhirMo*,
;daa bita da- el.icos geraes, aaiWvs n^r
ra..d'.-o rara a da Heiejbi de sonad res e de-
1.-..I1. ,k pr,.vinci.ies, FVbz.mmtc tedas as prcrln-
, h-amroiltes, o com una esplendida
mereci ment ;
Para capilaes, os lenles Francisco Antonio Pi-
menta-Bueno e Francisco Cesar da Silva Amaral.
Para lenles, os alftres Jos Ferreira da Costa
e Henriqoe Tbeberge.
Por decretos Foi exoueradn do lugar de Io ajudanle da escola
central, |K>r assim o havor pedido, o tenente coro-
nel do corpo de engenheros Jacintho Yieira do
Cotilo Soares ;
Foi nomeado 1* ajutlante da escola central o ma-
jor do corpo de engen iciros Paulo Jos Pereira.
Por portara de 21 de corrente foi nomeado Mi-
guel Beni.i Dutra Rocha para agente do correio
da villa da Consliuiciio, na provincia de S. Paulo,
vago por exoneracio de Joao Francisco de Oliveira
Jnior.
Por portara de 21 do corrente foi nomeado di-
rector da colonia militar do Uruc, o tenente do 4*
batalhao de infatiUria Hoi lencio Mara da Gama
Souza e Mello.
Comerou hontem na praca do rommercio a as-
signatura de umarepresontacio dirigida i commis-
sao directora dos paquetes francotes, mostrando os
inconvenientes da demora que ha de ordinario n
entrega das malas vindas nos paquetes francezes.
Ji avullavam as (Irmas quando, temise dirigi-
do o Sr. Carrero, director do mez, ao Sr. Pelion.
agente da rompanbia, este ravallero assegurou-
llie que nao era nocessaria aquella repres. ntacau,
visto que da sua |>arie envidara lodo* os estoceos
para que as malas fossem de ora avante entregues
em ViloRaignon, romeraudo esta reforma com as
do prximo paquete.
- 24
Hontem nao houve sessao por falta de numero,
na cmara dos deputadus.
e diploma de 16 do corrente.
Consta-nos que em vrlude da declaracio fcila
. O senado, Senhor, sente-se orjulhnso de sob
auspicios bu faustos fel.itar a Vossa Magestade
Imperial e a Sua Magestade a lmperatriz do Brasil,
;.s votos, e os de sua mais acrysotoda ito-
fi sagrada pessoa de Yoesa Maresafe? Im-
perial, que temos a sub'da honra de trazor hoje
ante o excelso tlirono de Vossa M;.geslade Impe-
rial. .
Sua Magcstede dignon-sc rosponiler:
t Asradero cordealmente ao sonado as Ha*
Papel. Otiro. Prata.
2*7lO.WO0 2004000
7:7604000
2:667*000
7.24430
10:0004000
10:0004000 33:3034130 200400O
be a 10 0|0 ao auno.
O banco Mau da a 12 e recebe a 8 0|0 ao anno. | a ij^sixj
c Inglez 10 -5|0 Exportaram-se desde odia 1 i do corrente at
Na praga regulara de 3|4 a 7|8 0|0 ao mez. 0 va|ores seguinu.s.
Fretes.Inglaterra, 40 sh. rouros salgados, "Jti | Destinos.
sh. ditos seceos, e 30 sh. os fardos com 5 0|0 do ca-1 jjjdo.,
panominaes. Havre, 52 1|2 frs. couros salgadosj. |>ito e Porto
i de tapa nominaes. Estados-Unidos, 7|8 cts. couros j(ha jt>r(.ejra
e 8 pata, os fardos com 5 010 de capa cm navio peruaill|mc0
americano. Brasil,carne soca 3 rls. para a Baha
e5 para Pernainbuco, com 3 l|2 de capa. Toi&\
Uto de Janeiro, 9 22 de toaren.
Nenliuma alteracao importante houve em nosso
mercado de iuiportacao duianteo periodo que pas-
samos em revista ; os rouipra.loros coniiuuaram a
supprr-se em relacao a suas maiores necessidades,
e em tal situacao pouca mudanza apreseutou o va-
lor dos artigo de maior consumo.
Nota-se entretanto menos firmeza na postao do
azeile doce de Portugal as entradas que ltima-
mente tem-se succedido prejudicarama, o ja se
rlfortuaraiii vendas a 3554.
A banha de Liverpool c Baltimore deu de 280 a
300 res.
A farinha de trigo conservase firme. Ha am i
a cmara dos <**jj- $% ^ra.ulacoVs em festejo de um .la Uto gralo ao
ni
*
a m.-s-
marehav;. e
Por decreto de 22 do rerronte mez foram no-
meados : cavalloiros da ordem de S. Bento de
Aviz, os capilaes Domingos Eustaquio da Cunta e
Luiz Henrique do Oliveira ; professor substituto
das cadeiras de latm, francez o inglez das aulas
preparatorias da Faeul.lade de Direito de S. Paulo,
o bacharel Victorino Caetano de Brito ; couimis-a
i ni vacciua.lor da musma provincia, o crurgiao
Salvador Machado de Oliveira.
Foi jubilado o lente de hyirene e historia da me-
dicina da Faruldad de Medicina da corte, conse-
lheiro Dr. Tnomaz Gomes dos Sautos.
Por decretos de 21 a 22 do corrente foram no-
meados :
O juiz municipal bacharel Nicolao Alfonso de
Carvalho, para juiz de direito da c imarca do Ro
Corundo, de eutrancia, na provincia de Goyaz;
O bacharel Ulysses de Barros Mendosos, juis
inuni.ipal e de orpbaos da termo de Mana Perei-
ra, na provincia do Osera ;
O bacharel Maxim.ano Francisco Duarte, juiz
municipal e de orphaos do termo de Pao d'Alho,
na provincia de Peiiwiiibueo;
O bacharel Jos Maria de Monr.i Leifo, juiz mu-
nicipal o de jrphaos do termo da Cainpauha, na
provincia o bario de Ataiaia, pan o posto de coronel com-
mandanle superior da guarda nacional dos munici-
pio- de Ma.. Santa Luzia do Norte, na pr ca das ,\lai;.'ias :
Bernardina los do Souza, para o posto do lenen-
tc-coronrl con .mandante do batalhao de inl.inl.iria
li Ido do servido aciiv.. da guarda nacional da
Irocneiia de Barrnrio, na provincia da Babia ;
5 Dr. Luiz Yiannade Almeida Vallo, para o pos-
to de t.-nent.'.-iru/jao do |- batalhao de reserva
da gaarda naejoml do itounieipio da corte :
p.tram renri'tos :
O juir. d/dir... Adriano losa Leal, da 1* vara
rrlme da Tr para a vara especial do commerro
da capital da provincia da Baha, a seu pedido ;
crelaro de estado
Inglaterra, delborou o governo imperial aceitar a
mediacio ollerecda pelo de S. M. Fidelissimapara
o resUbelecinento das nossas relaoes diplomti-
cas com aquella potencia.
Nos dias 20 e do corrente houve grandes e
inesperados festejos na Parahyba rio Sul.
Tendo a estrada de ferro de I). Pedro 11 de aira-
vosear a villa por terrenos baldos do patrimonio
da cmara municipal, e convindo marcar desdo
j o espaco noeetsarie para a va, estacao e logra-
douro contiguo, para que se possa arruar e utili-
sar o restante ; fizeram os engenheros a marea-
cao no dia 21, em presenca da companhia, que all
chogira na ves|iera.
A populacao encherpando no faca urna solemne
confirmar.) do beneficio a que aspira, romp.-u
em notavel explosao de enthusasmo : illumina-
coes, gvrandolas, salvas, Te Deum, discursos, bai-
les, nada faltou do que permitam os recursos do
lugar.
Da mesma localdade ti vemos presente urna ma-
ia de algodio como amostra da exceHencia do
producto all cultivado na fazenda do Sr. Francisco
Borgcs dc Carvalho.
vote anda corroborar esta pro va quanto temos
dito sobre as propriedades do nosso solo para essa
rultura (acl e lucrativa. O algodio que lvemos a
Vista aprsenla como qualida.les superiores alvura
iwrfeta e libra forte de extensao regular.
Oxal, pois,que quando est.nder-se a lnha for-
rea pelas ierras onde actualmente figura romo ex-
penenea possa esse producto, ento favorecido
polas facilidades do transporto, vir representar om
nosso mercado central o valor que Ihe assogura n
grande e continuo consumo das fabricas europeas.
Aventou-se hontem em alguns circuios commer-
ciaes a qaestao soguinto :
Tendo o govern iransfordo do da 2.> para 2R
do corrente a solemnidade ofllcal em festejo do
anniversario do juramento da constituican, quando
se vencerao as leltras cujo prazo termina nesse
da T
Parece-nos fae.it a solugao desta pergunta. fcm
nosa oniniao, snjota a molhor jmzo, o arto do
poder executivo que por motivo extraordinario
transferio essa fostividade nada afecta o andamen-
to regular das transaccoes civis e commerciaes em
relacao a essa data.
Omiprehendendo assim o acto do governo, os
respeetvos esrrivaos, que foram con-ulta.los a tal
rospeto, declararam que seram encontrados nesse
dia para aponlarem os ttulos de divida nelle ven-
cidos e nao pagos.
Entretanto, tendo-se j suscitado opimoes am-
renles, parece-nos que sera til, para evitar futu-
ras contestacoes, que o poder competente explicas-
se .pida praxe por que em taes casos se de ve
guiar o commercio.
Esrrovom-nos de Pirahy om 21 do rorrete :
A torrivol mana do suicidio vai-se aaneraH-
saiulo. Nao foi smente na fazenda de Relia-Au-
rora que se deu o fado lameutav.-l ja aanuaeiado
petes jornaes. No municipio .lo l'ir.ihy wn nweo,
alias intellgento e dottdo de boos sentinieiitos.
tentn suicidarse loman lo a massa pnespnorioa
qm te vende para matar ratos, t beben i
aqoella massa envolvida em queijo gran-le qiliuli-
dade de cervi-ja.
. lona paixo violenta, que o impiossnnava, o
levoo, segando dizem a platicar aunaste noto de
desespero I
Prevenido o mal pelos antdotos com,
aeha-se salvo o infeli7. cujo noine. nao declinamos
por sin propria honra.
meu coracao.
Por portara do ministerio la marinha ro
concedido a Luiz Correado. Mello rommandante
do rapor Vasal da comjanhia lla-ileira de pa-
quetes, o uso do uniforme de 1" leante da arma
Ja nos termos do aviso icgulament ir do de mato
de 1861.
Pelo ministerio da marinha foi enrarregado
o Sr capto-tenente Henri |U Antonio Baptista,
em commissao na Europa, de fisc.ilisar e arompa-
nhar os trabalhos da oonstrnocao de urna corveta
de ferro enroura^ada, n i forma do art. 15 do con-
trate que o governo aparte) eclebrou om 5 de Ja-
neiro prximo passado com a comeanata t8ori*4
Nouvelle de Forros et CJiantiers de la Mcditerra-
n, por iiterined o do respectivo agente nesta
corlo Mr. Aioede Michel Piloin.
Nesta commissao sor i roadjuvado o Sr. raplao
teneuie Baptista pelo Sr. Io tenente Jayme Gome,
de Argollo Perrito, que timbera se acha na Europa
Oirriam os secuintes pedidos :
Do Dr. Theodoro Maciiado Freir Pereira di Sil-
va, deiiiissao de cliefe do policia do Rio de Janei-
ro; e .
Do rons'lheiro En Dio de Queiroz Coutinho
itati .so e Cmara, apos-ntadoria era membro do
supremo tribunal de juslica, por aiitiguidide.
Foram dispensados da n-dacao do Diario Of-
fiei i/, conselheiro Josino do NasciBWBto e Silva o
l)rs. Antonio Ach.lles de Miranda Varejao e Joa-
quim Bento de Souza Andrade.
Constara estarein nomeados :
Presidente do Rio-Grmde do Norte, o Dr. Anto-
nio de Arante Arago liulrao; e
Dito de Sergipe, o Di. Luiz Felippe de Sampaio
Vianna.
B\m\. -Chogira, pr vdente de Pajal, por San-
ta Cruz e Tee rife, o vapor americano de guerra
San-amento, o qual, depois de pe mena demora,
seguio a crusar.
O unco da Bahii proceden i eleicao de um
membro de sua directora, em sniistitiiicao do rom-
mendador Manoel Joaquim Alves, sahiudo eleilo o
Sr. Jos Lopes da Silva Lima.
Pela presidencia da proviicia foi marcado o
dia 1* de maio prximo para a el, irao de nm de-
putado i assembla giral om substitaico do con-
selheiro Zacharias, sendo aprese ita.fo como candi-
dato do governo o Dr. Pedro Antonio Falcad Bran-
do.
Achava-se interinamente no cargo do chefe
de polica, o juiz de d.rcilo de branles, Dr. Julio
de Bilhencourt B-riniruer ezar
A secca continiuva a causir damnos immon-
sos no serlao, havendo ji, em alguns lugares, ex-
trema penuria.
Falloceram os antigs negociantes Antonio de
Souza Gal vio e Carlos Seohino.
Seguir a eslacnar em Alagas o hate de
guerra diyni, em substtuicio do brigiie-e>cuna
t'iilchilade.
Na capital e em seus arrabal tes dosenaoton
ram-se fobres perniciosas, que ja haviam ceifads
croscidn numero de victimas.
Pelo vapor So-arre foram expedidas 126 oi-
tavase 46 ajaos de llamantes brutos.
I.-se uo lu n ti :
Na roa do Rosario, em Itapag^, existe nina
venda pertenrente b um fulano ifo ail Pigneiroib.
Bsle senhor, lando nina porcao do nulvnra um pon-
co linuiida. enleiideu que .. iivIImc meio de opro-
tej-ttl era aquec.-la ao fogo { e olfoclivain-Tle O
fe;, e sabio lugo tratar nao abemos de que. Has,
lendo nina esposa e tres SMunhos, astavam rssrs
poi acaso junto ao fogao, quando med.mha deao-
laeio fo-se ouvir. e os* tros tiilmiiii* o pobre espo-
sa eram victimas daqnolla explosao I O- meninos
fallecern! quasi m-iuitanoameiite, a a mu. que
esteva grvida e prestes a .lar lu, .leu lambeta
hontem pola manada a almaao Creador I
c Nodia 29 do passado polis 7 horas da noito,
A inanteiga mantem-se om boa poscao a ingle-
za ebtere al 860 rs., e pela fraoceza suprior ha
quem pera .ni priuieira mao 15-
De sal realizaraui se vendas no comeijo do pe-
riodo a que alludimos a 560 e 580 rs.; nao ha po-,
rm animaedo aeste mercado, e cromos que o arti-
go, conforme a procedencia, nao pode ser colado
alm dos extremos de 520 a 550 rs. ...
De vial de Lisboa tem harido venda; desde
2*255 at 2i:$. O tinto do Mediterrneo este tira
pouco mais firme em cooseqaencia da rodnoco do
deposite em primeira mao; no brauco pomii nao
lia melhoramento.
No mercado de exportaqao houve vendas regu-
lares de assucar para o consumo.
Antes da entrada do N narre, no da 19 houve
procura activa de al odio, fechndose alguuias
vendas aos procos abaixo mencionados; dostoaatt
em dunte, porem, afrouxou a posicio do producto
e os compradores baisaram as..llenas
O inverso deu-se com o caf ; a procura na qua-
si tolahdade para os Bstados-Daidos augmentou
depois da entrada do pa pete iagtex, o as vendas
felas at boje 22 apresentam os preyos das qnaii-
da.ies superiores em I des urna alta de cerca de WJ
a 100 rs. em relacao do da 8.
Ha em ser 60.000 saceos.
No dia 10 abno-se o cambio sobre Londres a 2/ Ferre|ra l(J||(jo
l/l d e a este algarlsma, que se tem conservado
firme, fecharara se as ojWaedes de mais vulto,
alm de algumas a 27 1/8 e 27 a/8 d.
Sobre Frauca e Antuerpia saccou-se a>s extre-
mos de :U7 a 350 rs.. sobre "amburgo a 6b. rs.,
e sobre Lisboa e o Porto, conforme a tabella se-
guinte :
102 i 101 ". a vista.
101 102 /. a 30 dias.
100 101 % a 60 dias.
99 100 /. a 90 dias.
As aponeos geraes de 6 / teera sido negociadas
Caf.Mercado Grme. Venderam-se hoje 2,000
saccas.
Achavam-se i carga : para Pernambuco : o-
brigue Beluario o o patacho Ceranvr; epara o Ma-
raanaa* a barca Mana Carolina e a galera Stto-
dr, ambas portuguozas.
Sainrau. para Pernambuco: i 17, a polaca
hospannola i'enturita; e i 19. o patacho Espa-
darte.
Chegaram, procedentes de Pernambuco; i
13, o patacho oirna, com 11 dias; e i li, o bri-
gue BHizario, com 10, e a barca americana Mettco,
rom 10.
Babia, 26 de marqo.
Cambio.Regulou : sobre Londres 27 1|2 i 27
5|8 por 13000, sobre Paris 353 rs. por fr.; sobre
Hamburgo 653 rs. por M. B.; e sobre Porto e Lis-
ba 08 a 101 por cento de premio.
Achava-se i carga para Pernambuco, o pata-
cho l>. Luiz.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
a 99, 99 1/1, 99 1/2 e ao par.
Nao houve mu lanra na laxa do doscouto con-
serva-so nos bancos'a 8 /; e na praca de 8 a 9
1/2 A tem difficuldado.
As acedes do banco do Brasil tem
dado 35o,
A assembla oceupou-se hontem com a discussao
de diversos projertos, na primeira parte da ordem
do da, orando sobre o que eleva as congruas dos
coadjutores os Srs. Buarque, Gervasio tampello e
Maralo.
Na segunda parte da ordem do dia (xafao de
forja policial) oocuparam a tribuna osSrs. Rochael
e Paula Baptista.
A discussio ficou adiada pela hora.
A or.iem do da para hoje, alm da materia adia-
da, compoe-se da segunda discussio dos projectos
ns. 37 o 48 desie anno.
O Sr. cnsul portuguez, Dr. Jos Henrique
convocado os seus rompatriotas
p .ra una reunio, hontem no Gabinete Portuguez
i de Isitura, all elfoetivameiite rompareceram para
rima de trozentos Portuguezes, o o Sr. ronsul agra-
decendocordialmenle o bom Infmente o ronsi-
deraeao rom que sempre merecidamente foi brin-
I dado, propoz de(iois a fundaeau de un monto-po,
' svndo para elle applicada a subseripcaoque alguns
senhores promoveram para dar um baile sump-
tuoso ao mesmo Sr. cnsul.
Sendo, |>ois, abracada unnimemente a idea
apreseutada, foi logo organisada urna commissao
provisoria, eomposte dos Srs. Joao Fernandes P-
rente Vianna. Jos da Silva Luyo oBornardino Go-
mes de Carvalho, afim de tratarom dos prelimina-
res indispensaveis para a installacio de lio til e
caridosa associacio.
Como haviamo-l'o dito, procedeu-se ante-
565,575 e 58* de premio ; as do bao !u bra^' i hontem, na cmara municipal, perante os Srs. juiz
e llyp itli.-cano 634, 65*300 e ob*;dediw, as.m |(J(i dlrtljl0 ,)fomolor put>li<-o e pro-presidente da
coinpanhia Brasil.-ira de Pa pieles a \ apor "* i cmara, ao sorteio dos 48 cdadaos qne devem
cada una ; e as da coinpanhia de seguros Fidel
dade 5* de doscouto.
Caf. -Venderam-se desde 9 do corrente at ho-
Para os Estados-Unidos......... M-430 saceos.
o Canal..................
> o norte da Euroiu.........
o Cabo da lloa-Espcranea..
coinpor a 2* sessao juditiaria, convocada para o
dia 11 de abril prximo vindouro.
Recahio o sortera nos sognintes Srs. :
Dr. Carolino Francisco de Lima Sanios.
Hereulano Deodalo dos Santos.
4.P50
4,120
1,500
Lavado ......
Superior.....
boa.,
ordinaria..
boa.......
ordinaria...
| Demetrio de Posmas Coelho.
Luiz do Rogo Barros.
Capitn de fragata Hermenegildo Antonio Barbosa
de Almeida.
5i,000 Coronel Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Dr. Joao Pedro Maduro da Fonseca.
Anac, to Antonio do Moraes.
Dr. Pedro Carneiro ('.ampollo.
22 de marco. Dr. Jorge Dornellas Pe-soa.
8*ftK) a 8&3X) Dr. Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque.
7*600 a 7*700 l)r- Jos Joaquim de Moraes Sarniento.
7*30.1 a 7*'iO0 Dr. Jos Lourenco Meira de Vasconceltos.
7-5000 a 7*100 Jos da Fonseca e Silva.
65*00 a 64900 Joaquim do Gusmo Coelho.
Para molhor rompnracao da difforenca que apre-
sentam os procos, publicamos cora as cotacoes
actuaos as que vignravam i sahida do Paran :
7 de marco.
8*200 a 8*500
7*300 a 7*700
7*300 a 7500
6*i'.00 a :4I00
65800 a 65900
6*700 a 65800
6*700 a 65800
Ha em ser 60,000 saccas.
Dr. Jos Rodrigues Pereira.
Dr. Jos Mana Carneiro do Albuquerque Lacerda.
Joaquim Jos de Miranda.
Dr. Jos Ladislu Pereira da Silva.
Dr. Jos Honorio Botana oV M-mezcs.
Dr. Manuel Pereira de Moraes Piuheiro.
Dr. Maxiuiiano Lopes Machado.
Despaoharam-se :
Algodio. Houve algnmaanimacao no mercado
ante> da entrada do Xirarre. o venderam-se parti-
dos regulares em pepo-ito a 23* o algumas dimi-
nutas a 22*o 22*300. A chegar venderam-se tara- Joao Piulo de Lomas Jnior,
bem cuta.> duas partidas : urna avultf.da a 244 o ; Coronel Domingos Affbnso Nery Ferroira.
outraa235. J"s ioaquim Antunes.
Depois da entrada do paquete esoas?eou a pro- Bento Jos da Costa,
cura refleotindo-sC om nosso morcado a frouxidao Henrique J'.s Alves Ferreira.
em que ultima data li -avam as prinoipaes centros toso Kiboiro Gaamaraas.
roiisiimidores da aropa, esperando importantes; Bento Jos da ,osta.
sopprimeatos i om vagom da India, China e ou- Dr. Joaquim Francisco de M.randa.
tras procottonroa. 1 B"io ^ Livi-ameuto.
Nao lia dei'isito, mas aotna'monte tambera nao Major bvilarmino do Rogo Barros.
apparoeom onVnas alm de 22*.
Assucar. N periodo a que nos referimos offec-
uiaram-ee venias reaulares para o consiim.. aos
procos seguimos, que tieam ftnnos : P.-rnamlmco,
branco, 2- orto, 4*800 ,. 5*. J dita, 4*500a;;..
4*70>> 'r orto, 44-300 45400, estmenos 3390.1
4-5HH); MaroiO, branen, 44100 a 45-30 ; Canu-.s,
braoen, 34900 a 14100, e maacavo 4*900 a 35500.
Fica.u em sor :
De Pernamhiiei 8.000 saceos, Mac t 2.600.tilos,
Gampos 2,000 los, 1,800 eaixas e 500 barri-
cas.
Carne orea.Ha em deposito 166.800 arrobas,
sendo 14.800 ditas do Rio Grande o 132.000 ditas
do Rio da Prata.
Winlc-se a primeira, nova, de 24**) a '.-i. a
mannda. velha, de 2-3300 a 2*50), a a nova de
2*500 1 34800
Pumo da Babia em tolha.Roalizaram-se algu-
mas vendas 1 224. I7. 115, 8 3. e 14800, roafur.
me a quabd ele. O .le;.o-ito din.nu.O, havendo
(aba de qualida les su|K>rioros.
Pretos Fecbaram-so 20 freteoMtttos, a saber :
Henrique de Miranda Heiiriqnes.
Jos francisco de Souza L.-a...
Dr Bstovic Cavalronli de Albuquerque.
Elias Francisco Muid. lio.
Francisco Gemido Moroira Toinjioral.
PrancisOH AccicJy do Gouveia Los.
Manuel Duarte Rodrigues.
Pelisberto Ignacio de Oliveira.
Caelano Cyriaco da Cosa Muir.
1 de Caldas BafrAto.
Dr. .Uano.-l Anbur de llollan.la Cavalcanti de At-
lMi(pier.|iie.
Jos Joaquim da Costa Mascarcnhas.
Thou.az Garr.-tt.
Tenente coronel Feliciano Joaquim dos Santos.
Dr. Miguel Juaquim d* Castro Hascareabas.
Fran-isco Seraplico de Asis arvalho.
lVd.-iii-ii..s esla pul.lic >ca 1
Sr. redactor da Rariato Diaria.Peco-lhe a pu-
bluacao do seguinle caso, digno por crte da mais
sei ia puntead.
Indo o Sr. Joao Snares da Ponseoa V.lloso om o
domingo 27 do crranlo, pouco antes de 8 huras


44
ttirltt de Fernambiaco ulula lelra 3 A de Mar^o ae t4.
da ooule, em cempanW de dous meninos, oela ] bem crioulo, escravo de Alvaro Augusto de Almci
ra d Aguas Verdes, quasi ao sahir no pateo do. da, a requerimento d este.
Terco, entre a esquina da travessa dos Martirios I A ordem do de Sao Jos
c o .litio do Tetco, eis que vem un carro dirigido va de Joaquim Manoel de Oliveira, sera declarado
por nm teteeiro, de cOr parda, mas Claro, que I (
aprcrimando-se das pes?oas referidas, grtou-lhe
o Sr. Seares que fizesse parar o carro, o que nao
allaidwido aquelle boleeiro, resultou ao mer rao
F.usiaquio. de 5 annos de idade, afilhado do Sr.
Soares tirar rom grandes contu>5es, e MM uso da
laMa, escapando felizmente de suceumbir imme-
diaumenie, sendo logo conduzido por urna pe;soa
do rovo para a botica do Sr. Ignacio Eurpides
Esleves da Silva, que promptamente e com o telo
que Ihe proprio ministrou ao referido menino-
remedio conveniente.
A esse acontec ment deu o Sr. Soares a vez de
Mirto ao boleeiro, que nao se importando com ella
deitou os cavados a correr segurado ao ofensor o
Sr. Soares com urna pessoa do povo, at perto das
cala rumbas de S. Pedro.
E n vista da eiposicao que fioa referida, de es-
perar do Illm. Sr. Dr. chele de polica, cuja or-
dem foi intimada a irisa* do boleeiro, dar as ne-
cess-irias providencias para sua punico, conside-
rada comoem flagrante prisao, e desobediente
autoridade comiwtenie, alm de ser a offensa gra-
ve, ; fim de que se nao reproduzam fados de seme-
Ihante natureza.
Ee malvado boleeiro frequenta o pavimento
tem do sobrado n. 64 da ra de guas-Verdes, c
ba (ifssoas que o conhecem.
Raerte 30 de marco de 1864. >
Acha-se interinamente encarregado do con-
sulado da Suissa o Sr. Emilio Wild. durante a
ausmeia do cnsul cffectivo.
Pela presidencia da provincia foram uo-
me: dos : #
Director da Sociedade Beneficente dos Alfaiates,
o Si. FeHx Venancio de Cantalice;
Para o baialho de reserva n. 5 do munic po
de Santa Anio :
Quartel-mestre Antonio Francisco Chaves: ci-
rurp.io Manoel Joaqun das Trvas Marrano; se-
crelario Jos Pedro da Cmara Pimentel ; perla-
estaadarte Francisco Jo^ da Cota Germano;
i.1 compaa* cacilo Geraldo de Barros Coe-
lho, lente Antonio Ludgero da Silva Costa, alie-
res anoel Theotonio da Cuaba e Elias Al ves do
Monte;
2.' dilacapito Manoel rorrea de Queiroz Mon-
leiro, lente Jos Patricio de MouraCas. alfe res
Joaruim Monteiro de Albuquerque Barros, eChris
tova o Dionizio de Queiroz Barros .
3.' ditacapio Manoel Severino de Albuqier-
18,000
5,00'
5.000
12.556
11,802
20,000
74,000
60,602
8,513
Grao-ducado de Badn .
Grecia.......
'AVrdem do'de'Sao Jos, Felicia, crioula, es era-' Estados de Mccklemburgo .
llesse Eleitoral.....
Hesse grao-ducal. .
jCordem do da Capunga, Bosalina Maria da Con- Outros ducados da Alleraanha
ceico, parda, por insulto. \ f,e'fica,
chete da2'seccao, Hollanda, so na Europa. .
/. G. de Mesquita. i Estados do papa ....
Passageiros do vapor nacional Oyapock, en-1 E' realmente para espantar, accrescenta o Stecle,
irado do Rio de Janeiro e portos intermedios : Dr. se ao numero destes soldados, ac.erescentarmos o
Lu! Carlos de Magalhaes Breves, Manoel Teixeira dos mannheiros que guarnecem todas as esquadras
de Jess, segundo cadete Germano Antonio Macha- (destas naces.
do, Venancio de Oliveira Ayres, Flausino J. Correa, _._-. ... A o ,
Hdanoel Carneiro de Albuquerque Larerda, Virissi- \ No da 22 de tevereirofundeou.no porto do Fun-
mo Mximo de Magalhaes, alferes Antonio Leopol- chai, a corveta americana federal & Luiz. iSo aja
do Pereira da Cunta, sua mulher e i Albo, Cae- 28 do mesmo mez fundeou tambera o vapor ae
tao Agripiano de F. Castro, Pompilio Maia, Fran-; guerra dos confederados Florida.
cisco M. O. Cerqueira c 1 criado, Manoel Goncalves Esperava-se ura combate dentro do porto, mas
Martin, Joo Antonio Soares. Antonio Borges da os dous Inimigos nao trataram de se bater, nem ae
Silveira Lobo, Francisco Fabio Al ves de Brito, An- desconsiderar a bandeira portugueza.
tonio IL de Viveiros Sabugo, Benlo Joaquim de Me-
deiros, Manoel Antonio Pereira Jnior, Eugenio
Jos das Neves Andrade, Antonio Martins de Mi-
randa, Jos Guedes Nogueira, Jos Antonio dos San-
tos Andrade e sua mulher, Manoel Joaquim Maia,
Carmo Jos de Castro, Miguel de Mallos Moreira,
Alexandre Leonel Marques Santiago, Manoel Go-
mes de Souza Bastos, Francisco de Araujo Lima
Caldas, Thomaz de Aquino Oliveira, Joanna Ger-
vasia das Dores, Jos Antonio de Almeida Guima-
ras, Firmino Teixeira de Moura, Francisco Perei-
ra de Lyra, Candido Francisco Soares, Manoel Ca-
simiro da Rocha Jnior, Jos Joaquim de Oliveira,
Antonio Ferreira Prado, Elias Jos de Almeida,
Bellarmmo Pinto de Araujo, Joaquim de Azevedo
Maia, Manoel Joaquim da Silva Leao, Bento Muniz
Mangueira, rerruta de marinha Francisco Gomes
Pessoa de Araujo, Galdino escravo a entregar, Jos
Mondes de Freitas, Luzia escrava a entaegar,
Francisco Moreira Pinto Barboza, Joanna escrava a
entregar, Domingos R. de Andrade, Clemente es-
crava a entregar, Ernesto Bolelho de Andrade, Joa
O vapor Florida, que vnha de Brest, precisava
de carvo, e o que quera nicamente.
O governador civil procurou impedir que Ih'o
vendessem, mas nos dias 28 e 29, vapor recebeu
carvo e sahio na noite do mesmo da.
A corveta federal sahio, tambem na manha do
dia segunte.

Urna muito interessante qaesto para o bello sexo
o direilo que teem as raulheres para votar as
elcie&es dos commissarios dacidade foi decidida
a seu favor.
Na ultima eleico daquelles empregados em
Kingstown, un dos candidatos leve maioria, e con-
gratula va-se pelas suas novas honras, quando todas
ellas desappareceram por se vollar a fortuna con-
tra elle, em consequencia dos votos que algumas
mulheres deram a favor do seu oppooenle.
A legalidade deste arto nao poda ser admittida
sem contesiacao, e, em consequencia, foi submetti-
da ao tribunal da rainha (queen's bench), no qual,
depois de ouvidos graudes argumentos de ambos
quien da Silva Torres, sua mulher, e sua escrava | os lados, o publico lcou admirado quando 0 tribu
ntonio da Cmara,
Bernardo Jos Gon
Joaquim Luiz Machado, Antonio da Cmara, Joao, nal deu urna senlenca unnime "favor das se-
Antnio Goncalves Carneiro, Bernardo Jos Gon- n horas. .......
calves, sua mulher e 2 lllhos, Antonio Gomes Bran- O presidente, lord cluef justice, declarou que o
do, Miguel Marques Nogueira, D. Anna Avellina tribunal traha examinado com toda a attencao as
N. Asturdillo, e I irma, Henry Broad, sua mulher: differentes disposicoes do acto (ou le) do parla-
e 2 filhas, e 2 criados, Amelia mulata e Roberto ment, que regulara este assumpto, e que ellas sao
crioulo, livres,'Pedro escravo a entregar a Francis- mteiramente a favor das mulheres.
co Pires de Souza Paraizo.
Seguem para o norte : Alferes Antonio dos
Santos, e sua familia, Demetrio de Giovanni, Dr.
I dete Lourenco de Sena Torres, Raimunda Joanna
Vieira, e 1 fiiha, Victorino de Figueiredo Vascon-
celos, Dr. Pedro Mauricio da Conceicao Emberu-
s, 1 praca do exercito, 1 desertor, 1 ex-praca.
Passageiros do vapor franrez Navarre, en-
trado do Rio de Janeiro e Baha: G. Augusto Ricar-
do, Agostinho Chappe, Joao da Costa Guimaraes,
Mansueto Prsico, Jamerie Bias de Gaetano, Biaggio
Prsico de Gaelano, Severio Prsico, Richard Lor-
field, Ignacio Amonio Fernandes.
Passageiros do vapor francez Navarre, salu-
do para Bordeaux e portos intermedios : Jos An-
tonio dos Santos Andrade e sua mulher, Balbina
Roza, C. Warhsinown, Julio Cesar Pinto de Oli-
veira, sua mulher e 2 fllhos, P. Bareoge.
Mov ment da casa de detenco no dia 29 de
marco de 1864.
A saber
Existiam .
Entraram. .
Sahiram .
Existem.. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres .
Estrangeira
Escravos .
Escravas ,
375 presos
13
14
374
270 presos.
33
2 >
1 >
64 >
4 >
374
Alimentados custa dos cofres pblicos 154.
Moviraento da enfermara do dia 30 de marco
de 1864.
Tiveram haixa:
Joao Martins Ferreira da Costa, hepatitc.
Pedro de Souza Lima, rheumatismo.
Joao escra-o de Gervasio Pires, feridas contusas.
Teve alia :
Antonio Joaquim de Santa Anna.
que tenente Maioel Jo;- Pereira Borges. alferes! ra de Mello, Antonio Joaquim Ramos Villares, ca
Rufino Jos da Cunara Pimentel e Jos Manoel de
Moli;
4.' ditacapito Bovino dos Santos Pontual. te-
neme Jos Rodrigues Pontual, alferes Manoel An-
tonio dos Santos Dias e Joao Joaquim de Lima.
Tendo provado isencao legal foi mandado
por em liberdade o recruta Joo Bezerra da Silva.
Mandou-se alistar no corpo de polica ao pai-
sano Manoel Ferreira Jnior.
Consta-nos que segunda-fera prxima 4 do
eorrmte, realisar-se-ha o concert que. algumas se-
ntaras desta cidade organisaram com o fim de
auxiliarem, com o respectivo producto, os estabe-
lecinientos de rardade, cujas despezas em todo;os
paiz*s excedem sempre s rendas ordinarias.
Nm pudendo a direceaodo C/no I'einambucano,
por Torca de seus estatutos, acceder ao pedido que
aque la- senhoras Ihe fizeram, das salas do estabe-
leein ento para o concert, e receiosas a effertuar-
se ese no Santa Isabel, de ficarem privadas do au-
xilio de algumas companheiras prendadas, ptdi-
ram e obtiveram do Exm. Sr. vce-presidente a
concesso las principaes salas do palacio, allegan-
do a notoria defliciencia nesta cidade de rasas id-
neas tara taes reunioes ; de son que ter effecti-
vame.ite lugar o referido concert ahi, s 7 horas
em ponto, daquelle dia.
A julgar pelo que nos disseram, deve a reuniao
ser tai agradavel quanto possivel com os recur-
sos artsticos das pessoas que se prestara a esta
obra pia e seg.indo nos affirmam, abrir-se-h;i o
conceito com urna symphonia exceutada no jiano
a quatro mos r^la Exma. Sra. D. Emilia Coelho e
o maestro Smoliz, segundo-se o duelo do Gui:;a-
ment pelas Exinas. Sras. D. Mara dos Anjos de
Souza l>"ao e D. Paulina Siqueira ; urna phanlasia
na rateca pelo Sr. Steuber, que laoadmiraveis sons
sabe tirar dcs>oinslrumenli'-,a polkainaswka Fir-
fadela, pela Exm. Sra. D. Therez l)u\v. phanlasia no piano pelo Sr. Jos Vctor ; s cavati-
na da ivnnmbula, pela Exma. Sra. D. Paulina de
Siqueira ; o coro de Rossrai, dedicad caridale,
umean i ule coniposto de sopranos e que passa por
uraa d s niais sublimes composicoes daquelle
grande maestro, por 14 senhoras que a isso se pr^s-
laram ; a ravativa de Joanna Grey, pela Exma. |
Sra. D. Maria dos Anjos deSouza Leao ; urna phan-1
lasla na flauta pelo Sr. Dr. Lobo Moscoso ; o duelo
de Mari i l'adilha, pelas Exmas. Sras. D. Ther. za
Dowslay e D. Paulina Siqueira ; o coro da Sonm-
bula por vanas senhoras, e mais algumas outras
pecas, com as quaes terminar o concert.
Dua-t* que havia de haver urna rifa, ou um
Idlio dos objeelos offertados para augmentar o
producto desta reuniao. Mas rifas sao prohibidas
porjei, e nao cabendo nos limites do lempo un
bilao, os objeelos estaro expostos com os precos,
que reali ente valem, e cada qual comprar ou nao
0 que Ihe agradar.
Muito estimaramos que esta primeir a tentativa
osse ben succedida Todos clamam contra os f?.c-
tos lamentaveis que se dao as pontes, as ruis,
nos adros das igrejas ; mas s aiwntam para a i a-
ridade adninistritiva, sempre por toda a parte n-
suflieieiiii, esquivando-si! por este ou aqnelle mo-
tivo de contri buitres espontaneas e conectivas qje
lornem pcssivel o allivio de maior numero de in-
felizes.
Terniinou-S'i hontem o concurso a que se
proceda na thesouraria de fazenda para lerceiros
escriptarariM da mesma repartiejio.
Os respetivos candidatos foram approvados as
diversas materias de que se compCe o exame em
differentes classilicacoes, segundo o mrito de suas
provas, e na conformidade do regulamento que re-
ge aquelle repartcao.
Sabb.ido prximo d a sociedade theatral Mtl-
pomene Pernatnbucana a representa^o correspon-
dente a est; mez de mareo, que hoje linda.
Sobe a seena o drama em tre^ actos Andrf, o lu-
bricante, do Sr. bias Guimaraes, e a comedia o'i-
ginal em um act, A Poesa em msica, eu os Humo-
rados si-m ventura, prodcelo do Sr. Firmino Can-
dido de Figueredo.
Tendo de proceder-se eleicao de um depu-
tado asst iiibl.i geral, pelo primeiro districio,
aprsenla o partido liberal como seu candidato o
Rvin. Sr. conego Dr. Joaquim Francisco de Fana.
A pedi lo do Sr. Manoel Teixeira Bastos de-
claramos, em reclicacao noticia que demos hon-
tem sobre o moribundo da ra do Trapiche, que
noiisaram-se, alm desse senhor, os Srs. Frami Joao de Hams, Joao Jos Rodrigues Mendes, Mar-
celino Jos Goncalves da Ponte. Joao Francisco ca
Silva Moraes. Manoel Ribeiro Ba rtabello Brag.i e Joaquim Gerardo de Bastos, prej
lando-se este ultimo a dar os passos necessarios
para a entrada no hospital.
O vapor francez, portador da mala de Bo--
leaux, nocorrenle mez, o Eslremadure, que de-
via partir a 24
A bordo do vapor francez Navarre seguera
284 passageiros dos quaes 22 tomados em nosi.o
porto.
Doxameque procedeuo Sr. capilao Domin-
ios Jos Rodrigues as columnas da ponte de Pu-
dro II. resultou reconheccr-se que nenhum daino
sofifreram ella:;.
Vi POLCO DE TL'DO.
No Slandart l-se a segunte nota dos recruta-
mentos eliectuados nos Estados-Unidos da Ameri-
ca, desde que prineipou a guerra contra os Es-
lados confederados do sul.
Em 16 de abril........ 1861
i 4 de maio........ >
Desde julho dezemhro
Em 1 de julho........ 1862
4 de agosto.......
No verao de.......... 1863
Em 1 ue fevereiro de.. 1864
75:600 homens.
64:748
500:1)00
300:1100
390:000
300:000
500:000
Total...... 2,079:748
a marrana foram recrulados
O juiz Fitzgeraldz foi da mesma opinio; mas
di-se que o seu voto nao deve ser tomado como fa-
voravel, ou concordando era que as senhoras te-
nhara direito a ser eleitas para os lugares do com-
missarios da cidade, embora possam votar para
elles (risadas).
O advogado annunciou que este caso ha de ir,
provavelmente, ao tribunal de revsao (court of
error.)

A segunte urna lista offical das sommas con-
cedidas pelo estado, desde 1852, para embellezar
Pars.
Francos.
Juncco dos palacios do Louvre e Tu-
Iheras, at 1858................ 62,500,000
Reparaco de monumentos histricos 2,170,000
Palacio do Elvseu................. 1,400,000
Boulevard de'Strasburgo........... 3,149,000
Boulevard de Sebastopol (lado di-
reito)........................ 23,500,000
Monumento do marechal Ney....... 50,000
Hyppodrome de Longchamp........ l,oC0,Ot>0
Tmulo de Napoleo 1............. 865,000
Palacio do ministerio dos negocios es-
trangeiros ..................... 4,500,000
Construccoes na ilha dos Cisnes.... 428,000
Palacio da Industria............... 14,880,000
Boulevard de Sebastopol (lado es-
querdo)........................ 12,500.000
Pontes dos invlidos, Jna e Arcle.. 4,250,000
Cathedral de Paris................ 3,500,000
Quarteis......................... 7,850.000
Grandes obras (le de 1358)........ 60.000,000
Opera nova....................... 28,000,000
Total...... 225,042,000
L-se na Gazetta de France :
O testamento feilu pela duqueza, em quanto
reinava, foi sellado e depositado nos archivos de
l'arma.
Siww iiiforinacoes que nos do das suas novas
disposices testamentarias sao exactas, como temos
motivos para acreditar, as nicas disposioes ver
dadeiras do testament da duqueza Maria lanza de
Bourbon, e de que o dttque de Chambord testa-
mntelo, sao as seguales, que oos foram comniu-
meadas por alguns dos nossos compatriotas amigos
da fallecida princeza.
O seu patrimonio, que se diz montar a cerca de
i 14milhoes de francos, dividido cm cinco partes,
sendo duas para o duipie Roberto, seu filho mais
wliio. e as outras tres para seus lilhos Henrique,
M.irganda e Alise.
Deixa um legado de 1,500 francos annuaes ao
conde Fernando Scolti de Placencia e outro de 1,000
francos condessa Caimi-Comond.
Urna extensa lista de donativos ou lembrancas, a
pessoas que Ihe eram dedicadas e caras, que se
diz eram consideraveis, ficaram de nenhum elleito
porque nenhuma destas pessoas era indicada pelo
seu norae.
COMMNICSOS.
Alera destes, para
500:000 homens.
L-e no Pays o seguinte :
Queris ganhar a somma redonda de 2 mil li-
bras 1 Me procurar o honrado M. Barin.
E' um amavel doutor que se dedica a expe-
riencias in anima lili, em caes, gatos e coe-
Ihos.
O hbil hornera leve, durante vinle e quatro
dias, um gato asphixiado debaixo da campana
pneumtica, restiiuindo-o depois vida.
Depois de ter feito a experieneia nos gatos, o
bom doutor qur faze-la nos homens, e offerece
50,000 francos para que Ih'a dcixem fazer.
Sustenta o exeellente doutor que um homem
pode, sem perigo, estar qunze dias no estado
em que esleve o gato durante vinte e quatro.
Mas entao, doutor, tito prodigo como amavel,
que vos diverts desbaratando as vossas
sterlinas, porque nao vos collecaes vos mesmo a decisao do governo cm urna questao astuciosa-
na innocente campana, economisando as vossas mente suscitada contra mim, prometteu desafron-
duas mil libras ? tar-se na primeira occasio opportuna.
Affectando urna imparcialidade catonica, e ex-
tremoso zelo, (.rnente as obras de minha empie-
za,) e prevalecendo-se de sua posicao oflkial, com
I a sagacidade que Ihe propra, soube aproveitar-
0 director tas obras publicas e a cm-
ppeza Ha Hiede.
O Sr. Francisco Raphael de Mello Reg, actual
director das obras pubUcas, dedicando cm seu re-
latorio do corrate aneo, um capitulo negro a mi-
nha empreza de estradas, nao me sorprendeu, por-
que outros j o liavam annuncado, e seu proce-
dimcnlo ultimo auiurisava a acreditar nessa ini-
quidade.
Levado talvez por motivos que nao convm inda-
gar, lem-se tornado de certa poca para c dispos-
to a contrariar e difBcultar ludo quanto diz respei-
bbras to a minha empreza, edespeitado ltimamente com
O Jornal do Havre publica :
O imposto do tabaco rende actualmente ao the-
souro 150 milhes de francos.
Em novembro de 1674, poca em que foi ar- se da opportuuidade de seu relatorio animal para
rendado por dez annos, com o direito sobre o es- ahi ferir-me quanto pode, persuadido talvez de fi-
tanho, por Joo Bretn, produzia 500:000 libras.
Nos ltimos quatro annos de arrendamento, a
renda elevouse a 700,000 libras.
iiei'aiith;ao ua polica.
(Extract das partes do da 30 de marco de
1864.)
Foratm recol idos casa de detenco no dia 29
lo corrente :
A ordem do Illrn. Sr. Dr. chefe de polica, os
jiardos Manoel Colombino dos Santos e Jos Jo-
.piin do Xascimeiito, vindos de Goianna, para re-
brotas.
ordern do Dr. delegado da capital, Antonio
l'ieto Carduzo da Gama, portuguez, para avengua-
^oes policiaes < Luiz Antonio do Nascimento, par-
do, sem declaradlo do motivo.
ordem do >ubdelegado do Recife, Jos Goncal-
ves daPaiva, pardo, por embriaguez.
j% ordetn do de Santo Antonio, Jos Tavares de
Oliveira, pardo, Manoel, crioulo, escravo de Manotl
aelanoBorges, ambos para correceo, Simao, tam-
A companhia das Indias tomn esta renda em
1720, por 1,500:000 libras. Em 1771 renda 27
nilhues ao thesouro.
E' intil acrescentar que nenhum impost tem
seguido esta enorme progressao.
Um jornal inglez diz que um gentlemao de
Kinrois. que hoje se acha na Terra Santa, foi
enearregado de trazer um frasco de agua do Jor-
dn, para o baplsmo do filho do principe de
Gales,
O Jornal do Commvcio,de Lisb3a, escreve :
Segundo una estatislira publicada no Siecle, os
exercitos que a Europa, tem actualmente em ar-
mas, pode calcular-se em cinco milhoes
dos, divididos da maueira segunte :
Franca...........500,000
Rsala.
Austria .
I'russia. .
Inglaterra.
Suecia.
Hespanha.
Italia ,
car sem resposta, e que o publico sempre disposto
a maledicencia com facilidade acreditara em suas
arteiras e iniquas censuras.
Pela simples leitura dessa parte do relatorio, e
mordaz estylo, em que se acha escripto, conhece-
se immediatamcnte as boas nlencoes de quera o
escreveu, e despeilo de que se achava possuido.
Baldo de fundamento para justas censuras, elle nao
vascillou em fantasiar omissos, que nunca se de-
rara, interpretaces a seu geito, e fingir ignorar
certos factos e circunstancias para melhor des-
crever ludo como Ihe convinha.
Nestas circumstancias pois, cumpre analysar
aquella parte do referido rolatore, e apreciar de-
vidainente os felos e argumentos all aprsenla-
dos, aflo de conheccr-se a verdade onde se achar.
Comcca o dire-ctor mencionando,quaes os laucos
de estrada j concluidos e entregues provisoria e
de sida-' definitivamente, e logo ahi diz, que alguns existem
para os quaes se lindou o prazo de responsabilida-
dc, mas que oo foram anda entregues definiiva-
Turqua.......... 216,893
Baviera........... 200,016
Wurteniberg......... 26,840
Saxonia.......... 25,000
Estado de Saxe........ 5,000
Brunswick......... 2,470
llannover. .......:. 27,000
Dinamarca......... 75,0u0
Portugal.......... 30,000
Suissa (uo papel).
Romana
. 900,000 mente por nao e;lar concluido o caleamcnto, que
. 420,000 o empreteiro se obriguu fazer ; concluindo logo
. 647,798 ser isso urna grave omisso, pela qual devia ser o
. 220,008 emprciteiro multado. Examinemos pois os funda-
. 124,807 ments, que lera o Sr. director para assiin pensar,
. 234,261 j que em seu relatorio nao se dignou demonstra-
373,310 lo como de va.
Pela lei, regulamentos e condicoes geraes para
contratos de execuco de obras, tro-se determina-
do, que depois de concluida urna obra, e entregue
provisoriamente, contina anda essa durante cer-
to lempo sob responsabilidade do mesmo emprci-
teiro, da qual somonte fica desouerado depois de
feil.a a entrega definitiva.
Epois evidente, que essa dsnosi^ao reglamen-
tar, ou a condicao do contrato, tendo por fim ga-
82,280 rantir a solidez e seguranca da obra, nao priva ao
27,879 emprciteiro de allongar o lempo de sua responsa
Servia 10,000 e em lempo de guerra 100,000 bilidade, para melhor provar a confianca, que tem
na boa construccao de suas obras. Da demora na
entrega definitiva nenhum pnveito resulta ao ar-
remtame, no enlamo que o publico e o governo
gozando plenamente da obra, nenhum cuidado ou
despeza tem com a conservado. E' essa a inler-
pretaco e decisao, que pelo 'overao tem sido da-
da em questus idnticas, co no o mesmo Sr. di-
rector confessa cm seu relati o.
Para desfigurar a bypothese em questao, diz o
director, que devendo o empreteiro calcar urna
parte desses leos, e sendo t calcamento obra no-
va, eslava sujeto a regra con mura. Examinemos
pois se essa circunstancia de calcamento pode in-
duzir ao fim que se pretende.
Por occasio de concluir--e o primeiro lanco,
que devia ter urna parte calcada, represenleu o
Sr. director por ofllcio de juulio de 1860 ao presi-
dente da provincia, para que o calcamento das ts-
tradas smente fosse feito depois de passado o in-
vern seguinte a concluso d; mesma estrada, isso
sob o fundamento de receiar ibatmento no terre-
no depois de feito o calcamen o ; e que para nao
prejudicar-se com essa demori ao empreteiro, fos-
se a estrada recebda provisoriamente, logo que
eslivesse concluida, dcscontando-se o valor do cal-
camento, que ciria era depwito na thesouraria
para ser paga smente depois de feito ; devendo
porm o empreteiro executa dita obra antes da
entrega definitiva do lanco. Conforroando-me com
essa proposta, assim proceden se, e como desejas-
se melhor tranquil I isar o espirito do referido di-
rector sobre o receio de aba tmenlos futuros no
calcamento, demorei a execucio dessa, nao um s
invern como se pretenda, porm dous, embora
d'ahi resultasse ter eu a coiservac.ao por mais
lempo. E nem se diga que o publico era privado
do gozo da obra do calcamento porque essa em na-
da o utilisava, tendo urna estrada sempre bem con-
servada ; pois como sabido > calamento smen-
te tem por fim solidificar o teireno. pora com faci-
lidade conservar-se a estrada e ti bom estado. Ora
nao havendo nial causado, e nem intencao de o
praticar, c anda menos falla de cumprimento de
deveres, como podera impr-e uraa pena 1 Por
ventura essa nao deve ser consequencia daquelle ?
Admittindo agora o facto d' ser o calcamento
urna obra nova, qual seria a regra commum ou
rondieo, que prescrevia o lempo, dentro do qual
devena ser acabado aquella e bra T Certamente a
condicao do contrato, que fixoi o prazo para con-
cluso de todas as obras ; mas nao estando esse
anda concluido, evidente, qie por ora nenhuma
censura pode sollrer o empreit ;iro; e portanto sem
fundamento algum, e toda caprichosa, a nter-
pretaco, que sobre a materia pretende o Sr. di-
rector.
Em outro trecho diz o mestio director com sua
mordacdade costumada, que a ponte de .Nazareih
sobre o rio Tracunhem. e que se acha no fim da-
quella estrada, anda nao fra principiada, embo-
ra sob raformajjs do empreteiro tivesse sido pre-
visia a sua execuco noTorrente vero, todava es-
lava persuadido, que o empieiteiro a executaria
antes de terminar o prazo do xtntrato. A que pro-
posito veio tratar desseebject com lana maledi-
cencia? E quando tivesse batido compromisso da
parte do empreteiro para executar essa obra no
verao corrente, podera o Sr. director recebe-la
sem estar acabada tda estrada ? Com que verba
se pagara essa obra, se a consignado votada no
orcamento vingente uo chega para pagar metade
das obras entregnes no exercic o corrate ? Essas
consderacoes oo importam o mesmo, que nao ter
querido o governo que se execitasse lo depressa
aquella obra ? Assim pois anda neste ponto nao
foi feliz o Sr. director.
Tratando da estrada do norte, diz aquelle func-
cionaro, que pela medico ltimamente feita, re-
conheceu-se ter havido engaes ou equvocos na
extenso dos quatro ltimos laucos, achando-se
urna differenca para menos (Je cenlo e cessenta
bracas, que foram immedatanicnte executadas, e
qfic com quanto por esse facto nao poe em duvida
a boa f com que procedeu o empreteiro, todava
lastima, que elle s tivesse dai o, porque d'ahi se-
guio-se um prejuizo, resultante do adiantamento da
importancia daquela extenso Acompanho ao Sr.
director lastimando semelhan e facto, tanto mais
por nao ter eu ainda procedido a medico alguma,
e conformarme sempre com a verificacao dosagen-
' les do governo : porm se d'al i pode provir algu-
ma responsabihdade nao cer ament a mim, que
deve ser attribuida.
Felizmente cxinfe-isou-se ejue aquelle engao de
mediejio foi immediatamente reparado, e nao se
poz em duvida a boa f do empreteiro, mas pres-
tndole esse facto a maledicerca.conveio nao oc-
culta-Io, e descreve-io com sagacidade para mcu-
tir nos nimos desprevenidos a guma desconfianza,
Assim pois se em um grupo de laucos de estrada
entregues achou-se urna pequena differenca para
menos, em todos os mais grupos eneontram-se ex-
teoso de mais, de nianeiraque compensam aquel-
la cutra, e por consegrante torrado esse facto em
relaco a totalidade da estrada feita, nao se pode
dizer, que houve differenca para menos. De mais
quando esse mesqumho prej lzo de juros fosse
real, nao estara bem retribuido e compensado,
comas despezas de conservacio, que por muito
lempo tenho feito cm hincos j entregues definiti-
vamente, para os nao ver aban lonados ?
Tratando da ponte sobre o rio Araripe, diz o di-
rector, que essa obra achando-se em andamento
desde Janeiro prximo pasado, ainda hoje nao es-
lava concluida, e talvez por ella nao se Iransitasse
no prximo invern : no enlanto que o mesmo di-
, rector sabe perfectamente, qm> desde Janeiro de
j 1863 eslava essa ponte encomn endada na Ingla-
: trra, que em setembro ultimo foi ella entregue
em Liverpool ao navio, que a devia conduzir, e
que por eventualidades do lempo smente aqui
chegoii em lim de Janeiro ultimo. Sabe mais o
mesmo director, que tenho I rab Ibado sempre com
todo o empenho, para assentar essa obra antes do
invern, e que ainda o espero conseguir; no en-
tonto elle mesmo qne-m finge ignorar lodas es-
sas circumstancias, com o fim nico de mostrar
que o empreiteiro lem sido mocoso na execuco
i aessa obra ; deixando por essa forma conhecer o
I insaciavel desejo que o domina de tudo censurar.
Ainda fallando dessa ponte, diz-o Sr. director,
que a necessidade dessa obra I nha dado lugar a
concrdala de 19 de setembro e 1861, querendo
deduzir esse facto de urnas pa avrinhas, que Ihe
pareceram apropradas. Convido pois aos que qui-
zerem entrar no apreciamento cesta verdade a l-
rem o dito contrato para conheerera se possi-
vel deduzir d'ahi jamis semelhinte consequencia.
Assim fallo por ver o nonhum fundamento para
semelhante compromisso, porque se elle existisse,
eu me defendera dizendo demorei, porque tmha o
direito de suspender os trabadlos, quando me
fossem demorados os pagamento! das obras fetas,
como se arha expresso no mesn o contrato.
J v pois o Sr. director, que por lado nenhum
i nosso receber as iniquas censu-as, que me quiz
anear, e que lodas ellas bem se asseineihara a es-
ses castellos de carias de jogar, c >m que briocam
os meninos, e que depois de longo trabalho para
os levantar, um simples spro Lasta para os des-
azer.
_ Reservou para o final de seu relatorio a ques-
tao nica, que leve lugar duranto o anno lindo, en-
tre o empreteiro eo Sr. director, por cuja decisao
; tanto se incommodou.
Em meado de setembro ultimo, communiquei
| verbahnenle o director arhar-si concluido o 14"
; lauco da estrada do norte, o indo nos ao lugar, dia-
se-me all aquelle senhor, que n.io obstante reco-
nbeeer a estrada de conformidad.; com o meu con-
1 trato, todava vacillava em recele-la pela conside-
rado apresenlada pelo seu ajtdanle, de que no
meio da subida, (que havia de extenso de 700
bracas.) devia fazer-se urna parto horisontal; mas
que ira refleclir, mandar fazer'novos examos na
| estrada, e consultar o conselho da directora.
l'assando-se dous meses sem que eu tivesse so-
' luco alguma, communiquei por escripia novamen-
i tea concluso daquella estrada, : insist pela de-
cisao. Enio desisti o director Je ouvir o conse-
lho da directora como Ihecumpiia, talvez por nao
poder conlar com o seu apoio naquella questao)
e dirigi em 25 de novembro ao presidente da pro-
vincia o ofllcio, que fez puslcar em seu relatorio,
cm rujo ofllcio dirigindo-me inshuacocs odiosas e
mesquinhas, acompanhadas de vagas e iniquas
censuras, procurou torneara sen geito a questao,
torna la mais grave do que ora, esjierando por es-
se meio levar aefleito seu plano sinislro.
Felizmente o Exm. Sr. Silveir de Souza, pers-
picaz e justiceiro como todos o onhecem, obser-
vando a sagacidade de estylo do oflicio, dignou-se
mandar-me ouvir; e em vista da' convenientes ra-
zes, que me assisliam, e futilidado de argumenta-
fo do director, resolveu a qujsto. mandando re-
ceber o lanco em questao, e remetiendo copia do
meu oflicio.
Contrariado por essa forma, ds?e o director que
nao Ihe faltariam recursos para deixar de cumprir
aquella ordem; c passando a propr novas duvi-
das, disse-me que em sea relatorio do corrente an-1
no s desafronlaria. Nestas circumstancias, pois,'
conyeucido de que a questao se prolongara por
muito lempo, recorr ao meio de fazer recahirem
um terceno todo o prejuizo, que d'ahi me resulta-
ra, e ento feliz idea... desappareceram lodas as
difliculdades, e o lanco fui logo recebidu.
Como respostj cabal a tudo quanto dsse o re-
ferido Sr. director acerca dessa questao, vai abai-
xo publicado o meu oflicio, onde se achara respon-
didos satisfactoriamenle todos os argumentos apre-
seotados, cujo oflicio bem devia ter sido publicado
como annexoao referido ; deixando de o ser cer-
tamente por assim convir a quem preiendeu insi-
nuar aquella decisao do governo, como dilada mais
pela indulgencia e patronato, do que pela justica.
Terminando aqu essas consideraces, que vo-
luntariamente, e por forca da materia foram mais
tongas do que desejava, devo declarar ao Sr. di-
rector, que terei grande prazer sernpre que sou-
ber, que S. S. est no firme proposito de ser cada I
vez mais exigente (como prometie) para com a mi-
nha empreza, que ahs ainda nao precisou de con-
cessoes dessa directora. Se osse possivel esten-
der essa mesma severidade e extremoso zelo a to-
dos os negocios, que correm por essa directora,
que sorpreza nao seria para os maldizentes, e
auanto nao lucrara a provincia ? Tenho respon-
dido.
. Recife, 26 de maio de 1864.
Jos Mamroe Alves FnnEiiu.
Illm. eExm. Sr. Cumnrndo o despacho de V.
Exc. no incluso ofllcio do director das obras publi- \
cas acerca do 14 lanco da estrada do norte, na
encosta do monte denominado Tabatinga, devo in-1
formar o seguinte :
Aotes de entrar na analyse das allegacoes apo-
sentadas em o inicio do referido director, e seu
ajudante, convm primeramente estabelecer a
questao de que se trata, em termos claros ; isto ,
0 14 lanco da estrada do norte construido na en-
costa do monte denominado Tabatinga, est feito
segundo as condicoes do respectivo contrat ? eis
a questao.
Diz o ajudante Galeno em seu offlcio ao direc-
tor, que o lanco da estrada de que se trata, nao
deve ser recebido em consequencia de achar-se
cm segnimenlo de outro j reeebido, formando urna
subida consiaute de 740 bracas com urna serie de
curvas, que com quanto elle nao as julgue desne-
cessarias, todava Ihe parece que algumas podiam
ser modificadas.
Tratemos primeramente da extenso ua subida
(740 br.) que o refer o ajudaate acha muito ton-
ga, e encarando essa questao por todos os lados
que se quizer, jamis euconlraremos razes ou mo-
tivos em que se possa basear.
Considerando essa subida em relacao as clau-
sulas do contrato, nao se encontra ah disposico
alguma que limite a extenso das subidas, porm
smenie os pendores, e por consegura le destitui-
da interamente de fuudamento essa objeceo-
Consideraudo debaixo da ponto de vista scient-
fico, ainda nos achaoios em iguaes circumstan-
cias. Porquanto bastara recorrerse ao curso de
construccao de estradas por Bom mar, professor da
escola de pontes e calcadas de Franca, e bem as-
sim ao tratado do tracado de estradas por Tavier,
e outros onde se encontrain excellentes tabe-
llas para regular os pendores e extenso das su-
bidas as estradas para ver-se que urna subida
constante de 2 3 kilmetros de extenso, que
corresponde 900 e 1,350 bracas, com pendor de
3 1|2 a 4 por cento, nunca se considera importan-
te na Europa, nos paizes mais civilisados, onde o
trafico das estradas talvez 30 40 vezes superior
ao das nossas, e por conseguinie menos.imporian-
te arada o ser em nosso paiz.
Nao sera mesmo difllcil a qualquer pessoa apre-
ciar a importancia d'uma subida dessa ordem, che-
gando em qualquer ponto della em um carro, e ah
calcando as rodas do mesmo carro, su smente tor-
cendo o jogo, e ao depois tirar o cavallo, para ver
que esse carro se conservar firme, e sem risco
algum de descer, o que claramente denota, que o
esforco a liragem era rampal dessa ordem pouco
fatiga aos aoiu.m-s. <|u o peman, por eonso-
guiute jamis se poer chamar defeiluosa urna
subida de semelhaule pendor com aquella ex-
tenso.
Considerando ainda essa subida em relacao s
que se encontram era outros paizes, vr-se-ha que
sao ioouraeras as estradas mais perfeitas da Eu-
ropa que tem subidas maiores, e mais fortes, que
essa de que se trata, e aqui mesmo em Pernambu-
co, temos as nossas estradas de Pao d'Alho e Es-
cada subidas mais importantes e fatigantes, do que
essa, no entanto que suas direcces foram espada-
das por agentes da repartcao, coosuminiraiu nao
pequea somma nos respectivos estudos. Na mesma
estrada do norte, de que agora se irala, no lugar da
iadeirade Ciga-Fogo existe um lanco por mim feito
na cooformidade do meu contrato, e ja reeebido
pela repartico, o qual, tendo o mesmo pendor des-
sa em questao, mais eomprida, por >so que lem
840 bracas, no entanto que foi reeebido pelo mes-
mo ajudante sem nenhuma objeceo; donde se
pode concluir, que se as obras j recebidas pela
repartico fossem agora novamente examinadas
1 pelo mesmo agente, appareceriam com defeitos des
I critos com tal sagacidade, que provavelmente fa-
riam crer aos incautos suas phanlasiadas mperfei-
< {oes, como ora se pretende.
Tratando agora da serie de curvas, de que falla
i o ajudante, devo dizer, que sorprendeu-me ver a
I contradceo em que se achou aquelle fuucciona-
| rio considerando defeito, o que elle mesmo reco-
nheceu necessario, pois que fallando dessas cur-
vas, elle confessa, que ellas nao sao desnecessa-
, ras; e o proprio director das obras publicas em
o principio de seu offieio tambem reconhece, que
i aquelle anco desliada nao poda deixar de ser
formado por urna serie de curvas provenientes, j
I da necessidade de nao augmentar o pendor na es-
j trada (que o mais imprtanle), j porque tendo
de costeiar-se aquelle monte, necesariamente ha-
via de seguir-se as sinuosidades da sua encosta, c
j por conseguinie nao se podia dispensar as curvas
de que se traa. Quanto, porm, a dizer-se vaga-
mente que algumas dessas curvas podiam ser mo-
dificadas, parece demonstrar os bons desejos de
tudo censurar mesmo aquillo que se nao podia
evitar.
Pela condicao 21 do meu contrato est fixado o
mnimo dos raios de curvatura que se podem adop-
tar, donde se deve concluir, que se essas curvas
nao fossem autrisadas pelas respectivas clausulas
seria inmediatamente apontada essa falla de com-
priinent ; mas nao acontecendo assim, e achando-
se aquellas curvas muito alm* (no sentido favora-
vel) da respectiva condicao, por isso recorreu-se ao
subterfugio de dizer-se vagamente, que algumas
das curvas ahi existentes, embora necessaras to-
dava podiam ser modificadas.
Parece-me ter evidentemente demonstrado, que
as objecces apresenladas pelo ajudante Galeno, e
que servem de base ao ofllcio do director das obras
publicas para vacillar sobre o recebmento do 14
lanco da estrada do norte, nenhum fundamento
tem, quer consideradas em relaco as condicoes do
meu contrato; quer consideradas scientificamente,
c ainda peior era vista dos exemplos que tenho ci-
tado.
At aqui tenho tratado da questao apresenlada,
sera procurar o menor subterfugio, e nem mesmo
querer prevalecc-me da circumstancia de factos
consummados. Assiin por exemploposso assegurar
V. Exc, que desde junho de 1862 aehava-se esse
lanco d'estrada em execuco, aborta completamen-
te a picada d'alinhamento ou direij), que era bem
visivel, e os proprios agentes fiscaes vendo cons-
tantemente essa drecco, observando-a, e algumas
vezes at apreciando-a em sentido favoravel, s-
menle agora descobrram os deleites que allegara.
Acerases a ludo isso ainda a circumstancia aggra-
vante, de que o ultimo lanco (sto o 13) reeebi-
do (tela repartico em lempos amgaveis, sem o
menor obstculo, comprehende melado da subida
de que se trata, c justamente a parte mais cur-
va, (como se podera verificar, medindo-o) endo
que no restante apenas existem duas suaves curvas
de immenso rao. Todas essss circumstancias, que
eu bem anisen furtar-roe a apresentar, nada me-
nos revelara, que uraa boa disposico acerca de tudo
quanlo hoje me possa dizer respeito.
O oflicio do director das obras publicas, que
nada mais contm, do que o do ajudante Galeno,
apenas narra com mais sagacidade as mesmas al-
legacoes, referindo circumstancias interamente
alneias a qaeslao, com o fim segundo parece de
tornar a questao mais seria e imprtente do que o
, como ja o tenho mostrado, e ainda contnuarei
pela analyse do referido ofllcio.
No 1* e 2* paragraphos, expoe o director o objec-
lo do offlcio, e reconhece a necessidade de dar
estrada a drecco costeiante de que se trata.
No 3, referindo-se ao ofllcio do ajudante Gale-
oo, vagamente diz, que o desvio nao foi convenien-
temente feito, porm nao ciu artigo algum do con-
trato, que por esse facto deixasse de ter sido cum-
prido; e limitndose a fazer consideraces odio-
sas, procura insinuar no espirito do governo, que
0 arrematante na execuco dos trabalhos, teve
mais em vistas o seu interesse pecuniario, do que
a boa direceo da estrada. Deixarei, portento, de
responder aquellas consdera$5es, nao s por in-
convenientes a este offlcio, corao ainda por nada
intercssar a questao.
No 4*, 5*, 6, 7* e 8o, paragraphos vagamente se
diz que o contrato tem defeitos em si, que nao au-
torisam a recusa, que se pretende, e que privam a
boa fiscalisaco das obras, daodj assim lugar a in-
nmeras faltas, que tem passado desapercebida-
mente. Admira corao o Sr. director das obras pu-
blicas queira hoje considerar um contrato to de-
feituoso, quando S. S. discutindo por diversas vezes
na assembla provincial sempre considerou bom e
preventivo, e como tal foi tido por tantos annos,
smente agora reconheceu taes defeitos I Admira
ainda como o Sr. director reconhecendo haver in-
nmeros defeitos as obras j recebidas, e at hoje
tenha guardado o maior silencio a respeito, como
chefe daquella repartico I
Nao achando argumento cm que sejam baseadas
essas vagas declamajoes, desnecessario se torna
demonstrar o contrario; pelo que me limitare! a
dizer, que se defeitos existem em minhas obras, sao
por elles responsaveis, os agentes do governo, que
conhecendo-os nada tenham communicado, nem ao
menos a mim como empreiteiro.
No 9 paragrapho, confessa o director das obras
publicas nao achar no contrato condicao alguma,
cm que se possa firmar para deixar do receber o
lanco da estrada em questao, o que coresponde a
dizer que o lanco da estrada est feito segundo as
condignos do contrato, mas que elle desejando
embaracar o seu recebmento, emende como diz no
10 e 11 paragraphos poder prevalecer-se da 23*
condicao, que o recurso a arbitros, quando hou-
ver duvidas sobre o cumprimento.
Admira como que reconhecendo o proprio di-
rector, estar a estrada em questao conforme as
condicoes do contrato, seja elle mesmo quem diga,
que se deve recusar o recebmento, para eu pedir
a nomeaco de artistas, afim de solver-se essa du-
vida, que nem elle nem eu a temos. >
Parece-me ter dito quanto baste, e demonstrado
evidentemente* que em vista da propria inormacao
do director das obras publicas o 14 lanco da es-
trada do norte est feito de cooformidade com as
condicoes do meu contrato, c por conseguinie deve
ser reeebido provisoriamente na conformidade da
1 14' condicao.
Deus guarde ,V. Exc.
Becife, 30 de novembro de 1863.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Joo Silveira de Souza,
digno presidente da provincia.
Jos Mamede Alves Ferreira, engenheiro civil, e
empreiteiro da estrada do norte.
PUBLICARES A PEDIDO.
Salsa de Brlstol.
A salsa parrilha de Bristol. Trinta annos de
trumphantes resultados, ho dado a este antisp-
tico vegetal urna repulaco ncommensuravel-
, mente superior lodas quantas se conhecem para
I a cura das escrofulas-e de todas as mais classes
de eofermidades ulcerosas e eruptiveis. Os me-
, dicos os mais eminentes, os periodistas e os es-
criptores de medicina sao outras tantas testemu-
! nhas de sua efflcacia quasi maravilhosa. Tem sal-
, vado e conliua a salvar as vidas e os membros
de milhares de pessoas. Nunca foi administrada
'era vo, ainda mesmo nos casos os mais terriveis
'e obstinados. E'o nico remedio para as esero-
lol#, rytpolae,, herpes, ehnjrft naa pernas,
abscessos, tumores, molestias syphititisa e raer-
curiaes; assim como toda a casta de molestias
de pello. Com quanto exislam tres imitaces e
falsificacoes desta medicina, por tanto preciso
evitar engauo, procurando o original e verdadei-
ro as tojas de Caors & Barboza, e de Joo da
Conceicao Bravo C.
COMMERGIO.
SUYO B.MM HE PEIWUIBIM.
O novo banco de Parnambuco paga o 12 divi-
dendo a razo de 95 por aeco.
novo'banco
DE
EM 29 DE MABQO DE 186*.
O banco desconta na presente semana aoito por
cento ao anno at o praso de quatro mezes, e a dez
por cenlo at o de seis mezes, e faz emprstanos
sobre ttulos commercaes, e toma saques sobre as
pracas do Bio de Janeiro e Baha.
Alfandega
Rendmento do da 1 a 29........
Idera do dia 30.................
554:6955256
47:1295580
601:8245836
noviiiirnfo da alfandega
Voluntes entrados com fazendas... 317
> c com gneros...
Volumessahidos com fazendas... 233
< t com gneros... 36
1,061
269
Descarregam no dia 31 de marco.
Barca francezaiean llaplilacemento.
Brigue inglez William fazendas.
Patacho inglezArtaxerxes mercaduras.
Importaco.
Brigue inglez Artarxerxes. entrado de Liverpool,
consignado a Jolraslon Pater & C> mauifestou o
seguinte:
7 fardos e 6 caixas tecido de algodo, 3 ditos
dito de luilio. 9 ditos saceos de lindo, 5 ditos ditos
de algodo, 150 barril manteiga, 14 caixas cha, 700
ditas sabo, 40 toneladas de podra ; aos inesmos.
50 barns manteca; a Palmcira & Bellro.
70 ditos dita, 2 caixas phosphoros; a Tasso
Irmos.
18 barris oleo de Imhaca; a B. F. de Souza.
25 barris soda caustica; a Ferreira & Martins.
100 barris manteiga, 35 barricas cerveja, 60
gigos e 22 cascos tonca: a Saunders Brothers
&C.
31 barris cerveja, 15 ditos manteiga, 2 ditos vi-
nho scherez, 2 caixas conservas; a Manoel Jos
Goncalves da Fonte.
4 caixas tecido de linha de algodo e camisas;
E. Ferston.
19 barricas cerveja; a Francisco G. de Araujo.
2 caixas atacadores: a Prente Vanos & C.
20 caixas tecidos de algodo; a A. C. de Abren.
23 fardos e 40 caixas tecidos de algodo, de la,
de lindoe mixto; a Ferreira & Araujo.
50 gigos tonca; a Thomaz B. & Itobert.
9 fardos e 5 caixas tecidos de algodo; a Adam-
son Howie & C.
50 carris cerveja ; a Wilson & Hette.
2 caixas eulelera; a Brender a Brandis.
30 barris ferro, 5 caixas agurdenle, 3 ditas
mostarda, 3 ditas molhos, 1 dita bolaxinha, 12 bar-
ricas cerveja, 1 fardo e 27 caixas tecido de algo-
do ; a orde d.
60 caixas machinas para algodo, 2 ditas ata-
cadores. 2 ditas fundos de cobre, 1 dita folhas de
dito, 15 ditas lio de algodo, 28 feixes folha de
ferro, 2 caixas e 1 barrica eulelera 12 ditas e 1
ca xa ferragens, 80 pecas de ferro, 6 bigornas. 2
barricas moinlios para caf, 1 feixe rodas para os
ditos, 50 barricas enxadas, 4 caixas phosphoros,


Diarto de renambaco Quinta fclra 31 de Marco de ti* 4.

10 ditas nuofre, 30 barra salitre, 70ditesbreu,
20 ditos cleo de linhaca, l:i9feixes e 859 burras
de ferro; a S. P. Johnston ik C.
Vapor \g\e*Hagdalena, .Irado de Southanplon
TcS^TI a. babas e ceufei- ffiSS^
28 dias fazendas de algodao, de la, mixtas, toqui .1 Ufe* de Souza Frot*.
Antonio de Paula e Mello.
D. Carlota Emilia Carneiro da Cuaba.
Firmo Felinto de Souza Braga.
Franklin de Ai.-vedo Maia.
Hermenegildo Fernandes de Souza Lobo.
coes,
chitas, faltado, mercaderas, 3 volumes amostras 5
a J0.10 Kelier 4 C. .
I caita peanas de ac, a ditas fazendas de algo-
dio, de la, de seda raiiUs, miudezas, lilas de. ai-
godio, i volumes amostras; Heorique 4 Aze-
vedo.
100 bairis manteiga, 14 caixas fazendas algodao,
2 volumen amostras 5 a Saunders HrotherscV C.
1 caixa bnm de linho 1 dita alpaca, II ditas
fazeuda de la, de laia, de Igodao e perfumaras;
a Ferrara Araujo.
120 ca xas queijos; a Brender a Brandis.
2 caixas e 19 fardos chitas, madapolao, fazenaa
de algodao, 2embrulhos amostras, 1 caixa queijos;
aSoulhall Mellors AC _
1 caixa cha, 1 diu prenoto 5 a Jos Fraocisco
Lima. _
1 caixa seda elstica-, Mauoel Ignacio deOlive-
ra <5 Pulios. _
20 barris manteiga, 57 caixas queijos; a Tasso
limaos. __ .
3 caixas tecido de laia, de la e algedao, chapeos
de sol d.> seda e ditos de a.paca, 3 volumes amos-
tras ; a Augusto C de Abreu. .
2 caixas queijos, 1 barril presuntos; aM. JoseU.
da Foote.
1 caixi camisas de algoc.ao; a Christiansen.
4 caixas chitas, fazeuda de algodao, de la de dita
e algodao. 2 volumes amostras; a Linden Wild
AG
28 caixas e 38 fardos caitas e fazendas de algo-
dao, 3 volumes amostras; a Phipps Brothers
1 volume chapeos de palha; a S. P. Johnston
4C
25 caixas chita, 1 voiurte amostras; a Ferreirs
& Malht us.
4 calas papel; a N. 0. Bieber & C
Recebedorla de rendas Internas
Comm mdador Joao Baptista de Castro e Silva.
Jos da Costa Brandao Cordeiro.
Joaquim da Rocha.
. Mananta Augusta da Rocha Bastos.
Mendes 4 Coelho. ,
Manoe: Ignacio de Oliveira & C.
Manoel Ignacio da Silva Braga.
Mauoel Mximo dos Santas Torres.
Manoel Jos Dantas & Filho.
Porflrb de Oliveira Machado.
Satyro Emiliano de Moura Vascooccllos.
Raj mundo Carlos Leite.
Crrelo.
Pela administracao do correio desto cidade se j
faz publico que boje (31) as 3 horas da tarde fe-
chars;-hao as malas que tem de conduzr o vapor
Quapo-k com deslino aos portos do norte : os jor-
naes at o meio dia, e os seguros ate 2 horas da
tarde.
geraes de Pernambuco.
meato do dial a 29........ 46;1?,.
dcd.a30................. 784*44*
Instituto Archeologico e Geo-
grapliico Pernambucano.
S5o convidados lodos os membros do Ins-
tituto que actualmente se aeltam nesta ci-
dade a reunir-se em assembla geral no dia
Io de abril prximo futuro s 11 boras da
manba, no sali do Instituto, afim de se
continuarem as eleicoes ejuc ficaram addia-
das na sessiio de 15 de feveroiio, dar-sepos-
se nova mesa, e discutir-se o orcamento
apresentado para o anno social de 180i-
1805.
Secretaria do Instituto, 29 de marco de
18(51.
J. Soares d'Azevedo,
____________Secretario perpetuo.
Jos Soares d'Azevedo, profesor de
A (Mmmissao de polica da assembla provin-'line itleratura nacional no Gymnasio
cial, aatorisada pela assembla, recebe proponas '
para c contrato da publicado dos debates e apa- Provincial de Pernambuco, tem aberto em
nhamenlos dellespor lachygraphos para as sessoes gua rm g^ n 3?> um ciirso de ..
dos ar nos de 18bo a 1800. .
As .'ondicoes para a celebracao do novo contra- losopliia e OUtl'O de lingua franecza. AS
to seriio as do esiyio ja adoptadas aosJ^A0*: pessoas que quizerem frequentar urna ou
anteriores, com excepr;io do praso, que sera o aci ,i ,,..,. ,. ,
ma referido e de forma de regular os pagamentos (oulra destas disciplinas podem dingir-SC a
que ser o que mais conveniente for aos inters- .^.^ rcsidcncja dc man,,5a al s 9 ho.
ses ds fazenda provincial.
As propostas deverao ser entregues na secreta- ras e de tarde a qualquer bora.
ria da assembla, at o dia 6 de abril prximo, ao
meio .lia, em caria fechada.-Por ordem da com-
miss) de polica, o olllcial-maor interino,
Francisco Xavier Carneiro Lias.
ESTKADA DE
DO
RECIPE AO SAO FRANCISCO
Tabella da partida dos trens de passageiros, que deve regular do I. de abril
de 1864 at outro aviso.
V3
<
O
o
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46:9835262
Consulado provincial.
Rendimeato do da 1 a 29......... 99:611*016
dem do dia 30................. 4:116*890
103:727*916
THEATRO
DE
9
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
uieiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
representacSo da conipantala' de o acharflO COU10 Sempre
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Continuara a Iiaver trem p*ra conduct;ao de mercadorias, o qual porm deixar de transportar passageiros.
R. Austin, superintendente interino.
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33
dP
curiosos
nasticos
uaclonaes a y ni
c acrbatas.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 30.
Rio de Janeiro28 dias, talacho nacional Beben-
be, de 299 toneladas, capitao Jos Manoel >ieira,
equip^em 12, carga 5,O0 alqueires de fannha
e oulros gneros; a Antonio Luiz de Oliveira
Axewio & C. e Ires esclavos a entregar.
Rio de Janeiro e Baha6 das, vapor francez Aa-
t arre, de 1,271 tooeladas, commandante H. de
Soraer, equipagem 117, carga differentes gene-
ros.
Rio de Janeiro e escalas6 dias e 17 horas, do
ultimo 12 horas, paquete, a vapor Oyapock, com-
mandante o l" lente Antonio M. da Ponte Ri-
beiro, de 1,080 toneladas, equipagem 59.
Navios sahidm no memo da.
Havrebarca franceza Rio Gramle, capitao Michel,
carga, algodao e assucar.
Bordeanx e portos intermedios-vapor francez Na
taire, commandante H. Somer.
Hoje, 31 do crvente.
Presos os j annunciados. |
Ce mecar s 8 horas.
A ompanhia espera a proteccao dos seus com-
provincianos.
Saques sobre Portugal.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo Si ('.., agentes
i do baoco Vuiao do Porto, corapeteotemente autori-
rOlliptO a fllialQUer IlOra pa-|sado,sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
Ir r i banco para o Porto e Lisboa, e para as seguintes
Kl 0 eXerClClO (le SUa prO- agencias as provincias: Amarantes, Av;iros, Bar-
n m ^ a i i cellos, Bastos, Beia, Braga, Bragan^a, Chares, Coim-
SStlO, CliamadO POr eSCripta. bra, CovilhSa. Evora, Fafe, Figueira, Guarda, Gui-
-------------------------------r------------------=r- maraes, Lamego, Leiria, Oliveira de Azemeis, Pe-
Na ra da Roua n. 6 continuase a mandar nafi,,| porI0.AIegre, Regoa, Setubal, Vianna de
comida para fra, e incumbe-se de tudo por preco ca&tella, Villa do Conde, Villa Real, Viz.u, Angra
razoavel.
EDIT1ES.
Olllm. Sr.inspector tathesouraria provincial,
em cun primelo da orden do Exm.Sr. presidente
da provincia de 17 do coi rente, manda fazer pu-
blico que o concurso para preenchimento da vaga
de 2o escripturano da misma thesouiana ter lu-
gar no da 18 de abril prximo vindouro, deveodo
os prelendentcs ser examinados na grammatica da
lingua nacional, cscripluracao por partidas do-
bradas arithmetica e HM applicacoes, com es-
pecialiuade redueco de moeda, pesos e medi-
das, ao calculo de desconios e juros simples e com-
postos, sendo preferidos os que tiverem boa lettra
e soul.erem linguas cstraogeiras.
(i-|, -i-tendentes deverao apresentar seus reque-
rimenl is Msla tliesuuraria, com documentos em
proveni que sao maiores ce 20 anuos, e teem bom
comportamento.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da ihesounna provincial de Pernam-
buco, 18 de marco de 1864.O secretario, A. F.
d'Anniinciacao.
Por determinacao do Illm. Sr. rTchefede
polica, faco consur, para conhecimento de.quem
possa interessar, que pelo delegado do policia do
termo Je Serinhaem, Ihe fe i parlicipado em oflicio
de 23 do corrente, que f-ira ali preso, e se acha
recolhido respectiva ca leia, um preto velho, de
nome Nicolao, que declarou ser escravo de D.
Maria de tal, moradora nm om sobrado de tres
andares na ra estreiU de Rosario da freguezia
de Santo Antonio, a qual e. comprara a Francisco
Dutra senhor do engenho Pracinha, no termo do
Rio Fi.rmoso, ou de Agua-I'reta.
Secietaria de polica de Pernambuco, 28 de
marco de 1864.
O secretario
Eduardo de Baros Falcao de l/uerda.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos |rlos do norte esperado
at o dia 3 do abril o vapor Pa-
ran, commandante o capltio
de fragata Santa Barbara, o qual
depois da demora do costurae se-
guir para os porlos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzr, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-J
das e dinheiro a frete at o da da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonic Luiz de Oliveira Azevedo & C.____________
~ COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
I>avegaco costelra a vapor.
Fernando de Noronha.
No dia 13 de abril prximo,
ao meio dia, seguir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Ma-
maugvape, comniandaiilc Mou-
ra.
~P;ira o Hi trnnile d l\orts e Assu.
Segu com brevidado a barcara oacieinal Gra-
ciosa, a qual tem parte de sen carregamento j usto:
para Iratar do restante, na fabrica da travessa do
Carioca n. 2, caes do Ramos. _______
ara o liio de Janeiro
irto
mar-
niaior parte de seu carregamento
prompto, e para o resto e esrravos a fele, se en-
teneiam com seus consigoatrios Amerim Irmos,
ra da Cruz n. 3. __________________________
~- Para a Babia sane uestes seis dias a escuna
Carlota por ter quasi seu carregamento completa:
para o resto que Ihe falla, tratase com os consig-
natarios Palmeira & Bcltro, largo do Corpo Sanio
n. i., primeiro andar.________________________
Rio de Janeiro.
O brgue nacional Almirante pretende seguir
com muita brevidade, t"m parte do seu carrega-
mento engajado : para o resto que Ihe falta, e es-
crafos a frele, para os quaes tem cxcellentes com-
moilos, tratase com os seus consignatarios Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escrip-
orio, ra da Cruz n. 1. ________^_________
DECLARARES.
m
extraordinaria.
Aos IO-.OOOJJOOO e 3:OOOJjOOO
Sexta-feira, 8 de abril prximo se ex-
trahir a in-imeha parte da primeira lotera
da igreja de N. S. do Amparo da cidade de
Goianna pelo plano ltimamente adoptado
para as loteras extraordinarias.
Os bilnetes, meios e quartos estarao
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15 e as casas commissionadas.
Os premios de 10:0004000 at 200000
sero pagos urna hora depois da extracto
ateas 4 horas da tarde, e osoutros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
lSA DA FOKTUU
AOS 10:000.000
Bllhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assgnado tendo vendido nos seus mui
afortunados mneles garantidos os de n. 1773 com
a sorte de5:000,5. n. 2486 com a de 1:2003, e ou-
tras minia* de 1005, 403 e 203 da lotera que
se acabou de exlrahir a beneficio do Gymnasio,
convida aos possuidores de ditos bilheles a virem
receber seus respectivos premios sem desenlo
algum em seu estabelecmento Casa da Fortuna
S'gne com mula brevidade p^ra o dito porto o : rua(j0 Crespo n. 21.
patacho nacional Dom Amigos, de primeira mar-1 0 ,smo tem ex|)slo venda em seu dito esta-
cha, tendo a maior parte de seu carregamento beierjmemo e nas 0Uiras casas do costume os no-
vse afortunados bilheles garantidos a beneficio
da igreja de N. S. do Amparo de Goianna, que se
dever exlrahir no dia 8 de abril pelo vantajoso
plano daslotcrias exiraardinarias.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 123000
Meios......... 63000
Quartos. ....... 33000
Para as pessoas que comprarem
de 1003 para cima.
Bilhetes........ 113000
Meios......... 53500
Quartos........ 23750
Manoel Martins Fiuza
Terceira,Faial, Madeira e S. Miguel, qua quer sora
ma a praso ou vista, podendo logo os saques
seren descontados no mesmo banco a razao de
4 0|0 ao anno : a tratar oa ra da Cruz o. 1.
Aluga-se o quarto andar do sobr;.do da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra da Cadeia o. 62, se-
gundo anelai\^^^^^^^^^^___________
Gelo, gelo, gelo.
Com a chegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
goes grandes ou encommendas para fra da pro-
vioca dever haver aviso com auteceele ncia : ra
da Aurora junto a fundicao onde lem a bandeira
Lembranca aos fregueses es-
quecidos.
O dono da antiga fabrica de charutos da ra de
Horlas n. 1, avisa aos seus freguezes que lem de-
bito na casa, hajam de ir salda-lo at ti dia 31 de
prximo mez, porque dessa data em e iante far
entrega das contas a um procurador para
judicialmente.
Joaquim Vieira Coelho d:. Silva.
no sitio do vi-
e gen-
pessoas
Manoel Luiz de Mello, seus filhos
ros, summamente gratos aquellas
que se dignaram assistir as exequias de sua
"sempre chorada mulber, mai e sogra, Anto-
nia Apolinara de Mello, de novo Ihes rogam
o obsequio de comparecerem no da 2 de
abril s o horas da manba, na igwja da
ordem terceira de S. Francisco afim de as-
sistiremo memento que pelo eterno descan-
so da inesma mandamcelebrar.
Compram-se
dous cavallos quartos para carga :
veiro do Muir_____________________________
Paga-se bem.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
caixoes grandes eovidracados, assim como se [ re-
cisa de um caixeiro bem pratica em taberna.
VENDAS.
cobrar
TUHVJTIUI'
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Silo Francisco.
ADI2IRA.
A componhia da estrada de ferro recebe
propostas para fornecimento de 10,000 ro-
los de madeira ou qoalqoer porco "dsta
] i|uanlidaiii' postos as estacos. Os rolos
devem ter as dimenses seguintes : 9 ps
inglezes de comprido c 1 j ingte? de di-
metro no milo e das qualidades seguintes:
oiticica, sicupira. sapucaia de pilao, maca-
ramluba preta, a tratar por carta ou pes-
C/\n Abarla Ivamafna \r ni i la. salmcnte com o engenheiro Ida companhia
Socieaade aramatica .aieipo- 0 Sr G 0 Munn> [iavi|la d0 Cabo onde
niAiiP PfpnfliYl'hnPillin quaesquer nutras informaces {se darao.
JS52?.iSStSiS^. s V"?ca";r0'" ":i0rs-"w......."os
que nos regem, manda o Sr. director onvi.br os no nm (le caila nii.'Z.
senhores socios a comparecerem ra doCabug^ R. Ausliii,
n. 8 casa do Sr. thesoureiro, para, ;.atisfazendo | Superintendente interino.
Quem precisar de una miillier para ama de
casa de pouca familia para eozinnar e engommar,
dirja-se rua das Cuco Ponas n. 111, que acha-
ra com quem tratar. ________^_____
Hez de Maria.
O afamado mez de Maria que so venda a 3-5,
23 a 13500, com estampas e ntidamente mpres-
so, acha-se venda por acabar a 13000 o velume,
approveitemse da occasifw, que^ mui poucos res-
tara : na ra do Imperador n. 15.
Cartas de abe.
Urna nova edicao de cartas de abe, consideravel-
mente augmentada; acha-se venda na ra do Im-
perador n. 15.
Cathffismos da doutrina christa.
Urna nova edicao mui correcta de eatbecismo d
doutrina christa ; acha-se venda na ra do Im-
perador n. 15.______________
Milho novo a 2jj{5i0
Vendem-se saceos com mlho muile novo a
23500 : na ra Direta, taberna n, 4, e na e-c l-
nha da alfaodega, armazem da esquina n. 7, mb>
fror.te ao guindaste.______________________ ..
lllspado de Pernambneo.
Tendo S. Exc. Bvm.* determinado fazer a sa-
gra.-ao dos santos leos no dia 3 de abril prximo
futuro na igreja matriz do Santissimo Sacramento
da Bo.-Vista, assim o faco constar aos Rvms. pa-
rochos e ao Rvd. clero era geral das freguezias
desia cidade, afim Jeque telas 9 horas do men-
cionado dia hajam de comparecer na referida
igreja para assistirem asa:toda sagracao
Palaeio da Soledade 29 de mirco de 1864.
O provisor Francisco Jos Tavares da Gama.
Os administra or Joaquim Jos Silveira convidam os credores
a apresentarem dentro de 8 dias, seus ttu-
los no Novo Banco de Pernambuco para se-
rem verificados. Reci'e, 21 de margo d
W6t.
Crrelo geral.
Pela administracao do orreio desta cidade se faz
Eublico que em virtude da convenco postal cele-
rada pelos governos brasileiro e francez sero
expedidas malas para a Europa no da 30 do cor-
rente mez.
As cartas sero recebidas at 2 horas antes da
que fu' marcada para a saluda do vapor, e os jor-
naes at 4 horas antes.
Administracao do corre: o de Pernambuco 21 de
marco de 1864.O administrador, '
Domingos dos Passos Miranda.
. Correio geral.
Pela administracao do correio desla cidade se
faz publico para fins convenientes, que em virtude
do dhposto no art. 138 do regulamerrto geral dos
correios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9 do
decreto n. 785 de 15 de maio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes nesta adminis-
tracao no mez demarco di 1803" no dia 3 de abril
prximo, s 11 horas da minhaa, na porta do mes-
mo correio ; e a respectiva lista se acha desde j
cxpos'a aos nteres=ade>s
Administracao do correio de Pernambuco 21 de
margo de 1864.O administrador,
Domingos los Passos Miranda.
OKi-thlO (iKHAL
Relacio das carias seguras .indas do snl pelos
vapores francez e brasileiro, para os senhores
abaixo declarados:
Padre Antonio da Cunha i'gueiredo.
Antoiio Luiz D. N'unes.
Eio de Janeiro.
Segu em poucos dias o brgue escuna Jovem
Arthur, tem parte do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falla e escravos a frete para
os juaestem excellentes commodos trala-sc com
os us consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Aze vedo 4 C, no seu escriptorio ra da Cruz a-
me o_L___^______________________________
Para Lisboa.
iiahlr com toda a brevidade o inuito veleiro
brgue pe)rtuguez Constante II, por ter quasi
prompto todo o seu carregamento, tem excelleutes
commodos para passageiros, e para estes e o res-
tante da car/a trata-se com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho no largo do Corpo Sanio 19n
suas mensalidades receberem os billetes para o;
espectculo do dia 2 do mez vindouro, sem o que
nao tero direito a distribuico como n anda o art.
13 S 7 dos mesmos estatutos.
Secretara da sociedade Melpomene Pernambu-
cana 30 du margo de 1864.
O 1 secretario,
Joo N. A. Mae iel.
Joo Jos da Silva
tratar de sua saude.
Guimai'es vai Lisboa
Domingo 3 de abril em diante vende-se leite
puro na ra dos Quartes n. 10, a doze vintens a
garrafa.________________ _______
Vende-se urna taberna propna para princi-
piante, na ra do Hospicio n. 24: a traiar na-
mesma.___________________________________,
Vendem-se: V. Hugo, Coniem|.l3lions 2 vols.;
Le Bretn, Pompea 1 vol.; Padre Ventura, Fe;n-
mes de l'Evangile I vol.; Mere de uien 1 vol.;
Ecole des mracles 3 vols. ; Guiso!, Revolutioi
d'Angleterre 1 vol. ; Chatelet, de la prostitu too i
vols.; Magalhies, Tamoyos 1 volme ; Mendes,
Eneida Brasileira I vol. ; Heitor Pinto. Imaeem da
Vida Christa 2 vols.; Le Sage, Diabo Goxo 2 voK;
V. de Abrantes, Missal Especial 1 vol. : na ra
estrella do Rosario n. 12._____________________
CAL IHILI8B04
Vendem-se barris coiu cal des-
ta procedencia, empedra. chega-
da hoje, e nica nova, que ha no
mercado, na ra do Trapiche n.
3, armazem de Hanoel Telxei-
ra Basto.
SALSAPARRILHA
Precisase da quanlade 6005 com hypothe-
ca em urna casa, sendo o premio de 1 0|0 ao mez,
pelo lempo que se convenconar : a pessoa que __ precisa-se de urna ama para o
quizer, dirjase travessa da ra da Imperatriz, | uma casa ,)e pouca faralia : a traiar
quina do becco dos Ferreiros n. 42, que dir quem cruzes n. y.
precisa. ______________________________
servios de
na ra das
fa/na
O palhabote Garibaldi sahe nestes oito das :
tratar com Tasso Irmos.
Precisa-se fallar na luja a ra do Cres-
po n. 17, com os senhores Firmino Mon-
teiro da Silva Carnciro, Pedro Barbosa
da Silva, Jos Antonio Lopes Jnior a
negocio de interesse.
Casa de campo.
- Claudio Dubeux, proprietano des mnibus, | A| uma casa com bons commodos para
faz se.ente a quem r.onvicr, que no diab 1.re- f ,. da Panel|a tenJl) 4 sala. 7
tira o mnibus da Varzea por nao le concurren-, ha espensa quarl0 para crados,
^J^STlS^^tIS^J^ -heir, estribria, cacimba? terraeo, jardim e
LEILOES.
DE
Carros, cavallos e mais uteacilios da
cocheira ra do Imperador n. 25.
O agente SimSes levar pela segunda vez lei-
lao a mandado do Illm. Sr. I)r. juiz de direito es-
pec al do commercio, os carros, cavallos o todos os
utf ncilios de dita cochera pertencentes a massa
fal ida de Jos Marques dos Santos Aguiar & C,
servindo de base a offerta obtida no leilo dc 29
do corrente mez.
Sexta-feira 1" de abril s 11 horas
da manba na cochera a ra do Imperador n. 23.
AVISOS DIVERSOS.
.issociacao'"" Typograpliica
Pernambucana.
Sabbado, 2 de abril, s 7 horas da tarde e
no lugar do costume, haver sessao ordinaria do
conselho director.
Secretaria da Associacao Typographica Pernam-
bucana, 30 de marco de 1864.
Carlos Dias, 1 secretario interino.
- Precisa-se de uma ama para casa de homem
solteiro : na ra da Imperatriz, taberna n. 34.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife Sao Francisco.
Trens especiaes
PARA a
FESTA DOS PRAZERES.
No domingo 3 e segunda-feira 4 do corrente
alm dos ordinarios, haver trens especiaes para
a estacao de Prazeres que circularlo pela forma
seguinte:
Partida de Cinco Pontas II horas da manhiia.
Volta dos Prazeres 11 horas da noite.
Os bilhetes sera > vendidos de conformidade com
as tabellas e com a lotaco dos (-arios, os compra-
das paraos trens especiaes daro direito a trans-
porte smenle nos nesmos trens. ,
R. Austin,
Superintendente interino.
mmm mmmmmmmmmmm
O Dr. Vilella Tavares tem o seu escrip- $M
rio do advocada ra do Crespo n. I,
onde ser encontrado todos os dias uleis
das 10 horas da manha s 3 da larde.
que ninguem faca negocio com a padara da cida-
de de Olinda, ra do Varadouro n. oo, sem que
primeiro falle com Joaquim Conejales Salgado,
pois a mesma Ihe est hypothecada pela quantia
de 1:0000 para a fundaco e utencilios da mesma.
Fazem-se bolos de todas as qualidades e por
muito commodo preco, com todo o aceio e perfei-
eau; assmcom preparam-se bandeja? para casa-
mentos : na ra Augusta n. 61._______________
OITerece-se uma mulber
para criar : quem precisar,
com bstanle leite
drija-se ao Campo
Gramle fallar com'Maria do Rosario._________
Anna Praneelina da Cunha avisa ao res-
peitavcl publico que autorisou para seu procurador
o Dr. Demosthenes da Silveira Lobo desde o dia 23
de fevereiro prximo passado, lieando desonerado
o Sr. Claudino do Reg Lima de procurador da
mesma.____________,_________
Na Jioite de sexta-feira da paixan, do pateo
do Terco'at a ra Dreita, perdeu-se uma pulsei-
ra de ouro nova com o peso de 4 otav; s : quem a
achou, querendo restitu-la, dirija-se a o pateo do
Terco n. 36, que ser r. compensado.___________
Quem precisar de nina excellente escrava
moca e de boa conducta, para fazer todo o servico
de casa de familia, dirija-se ra dos I'ires n. 54.
l'recisa-se alugar um preto, preferindo-se
que seja escravo. pagase bom orden;.do : na pa-
dara das Cinco Pontas n. 98, para nandados de
entregar pao e bolacha.______________________
Aos benvolos Srs. devedores dos be.rdeiros do
fallecido Manoel Antonio da Silva Antunes se nao
acham sufileiente o lempo decorrido da morte do
mesmo at o prsenle, para saldarem seus dbitos
pois os ditos herdeiros julgam terem lido dema-
siada contemplae.ao, visio o queprevincm aos mes-
mos senhores que, se nao se dignarem compare- .
oer ra dos Pires n. 33, no preso de 30 das, A
dar-se-hao as providencias necessarias.________Precsa-sedeuma escrava ou ama que sn.a eo-
Aluga-se uma prela ou um moleque que seja' zinhar e enaommar, pagando-se bem : para Iratar,
fiel : quem livor dirija-se a ra de Horias nume-1 na. ra da Florentina, lortao do Sr. padre Raphael,
Aenco
ro IOS.
! com o Ponte*.
T. E. de Moraes Carvallio autorisado pelo
governo tem aberto aula do instrueco primaria
na ra de Horlas n. 106, para o que convida co-
pis de. familia que quizerem conliar seus filhos
aoseu cuidado como tamben dar liccoes por ca-
sas particulares nao so das materias primarias
como de preparatorios.
Paga-se bom ordenado a uma senhora que
queira prestar-se a ensinar duas ou mais meninas
fra desta cidade no engenho denominado Pao
Amarello, pagando-se todas as despezas que fizer
at esse lugar : a tratar na ra do Rangel n. 61
com Benlo Jos- Ferrcira Lima.____________
O escravo que diz achar-se recolhido cadeia
de Serinhaem, e que a sua senliora chamase D.
Mara de tal, moradora na ra estreita do Rosario
em um sobrado de tres andares da freguezia de
Santo Antonio, tendo uma costura na perna dreita
log.) cima do tornozello da parle de fra, signa!
que nao pode mudar anda com a distaneia do
tempo, chama-se Floreneio, fgido a vinte e tantos
annos, captivo do escrvao Sanios, morador no
paleo do Carmo n. 2, primeiro andar, que bola a
frente para a ra de Hurtas, ahi se dar os mai
signaes e se pagaro todas as despezas, e se ficar
asss agradecido. _______________________
Contraria de S Jos d'Agonia
0 secretario convida a todos os seus irmos
comparecerem domingo 3 de abril pelas 10 horas
da manha, no respectivo consistorio, para em me-
sa geral clegerem a nova mesa que tem de func-
cionar no futuro anno de 1864 1863.
Manoel Francisco dos Santos e Silva.
Secretario interino.
Antonio Joaquim Teixeira
portuguez, vai ao Para.
Barbosa, subdito
Miguel Gomes da Silva retira-se para fra da
provincia.
COMPRAS.
Comprase effecivamente ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilheles.__________________^___
Comprase effecUva-
mmte
ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
na ra larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
Ciarrafoes.
Cnmpram-se garran>s ee lodos os tamanhos a
no armazem da Aurora Brilhante, largo
Perdeu-se na qunia-feira sania, por oceasiao
de visitar i santo sepulchro da igreja do Panizo
S. Francisco, uma pulseira de ouro com esmaltes | \ Js' r
azues e brancos: roga-se encarcridainenle a quem j oa Santa t.ruz n. m._________________________
a tiver adiado o favor de a levar ra do Torres Na ra das Cruzes n. 43, primeiro andar,
n. 38, segundo andar, que se Ihe gratificar gene-1 compra-se uma negra moca que saiba coznhar e
rosamente alem de se Bear bastante agradecido. I engommar.
DE BEISTOL.
As curas milagrosas de
i:scnorr.L.isi
(IIAUAS ANTIOA9,
ENFERMIDADES SYPHIiTICS.
Erysipelas, RVeumatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
etc., eie.j etc.,
c dado o alio re
que tem
iioinc :
grengeado
Salsaparrilha de Bristol
do universo, sio t
por todas partos
smente devidas
nica Legitima o Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
PREPARADA EXCLISIVAMKS l'E 1011
LiSHtM Sl KEHP DC 0 YORK,
Mrd'nintc a receaDr. (.'. C. B>
venda as boticas de Caors & Barboza*
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dos.__________________i
Vende-se um carro com vidracas3proprio ;
ra particular c com arreios de metal prioripe:
quem o comprar nao far a menor despea. Tai i
bem se vende a parellia de cavallos rucos, gor' s
e grandes e milito trotadores no carro c na Bella,
andam baixn at meio: a ver e tratar na ra do
Cotovello padara n. 31.______________________
Vende-se a arniaeo e todos es perlenees da
taberna da ra da Roda n. 18. Na mesnn i i
pram-se diarios e papis que sirvam para em-
brullio.__________________.
TaH(|Uf, para oleo.
Vende-se um na ra da Cadeia do Recie a. 12.


Diarlo de Peraaailmeo fninta felra Sf de Hiirfo de 1SJ.

VTTENCAO
AOS
Ammimmi
DO
PROGRESSISTA
RUI DAS i Hl 25ES Me 36
E
RA DO CRESPO X. 9
Me foalrro le Santo Antonio.
Joaquina Jos tomos de Sonza tem a honra de participar ao respei-
tav}', publia-, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 2<> por cenia do que outro qualquer annunciar, como se v do presente annoncio,
aseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frcquentarem estes
eitabeleciraentos. que nunca tero oeasiao de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adopta 'o tiestas casas o ptimo systema de s se negociar cora gneros especialmente es-
comidos.
CHA
hysson, uxim e pereda a 2.400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
niuit"> superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,'iOO a araoba e 300 rs. a libra.
V1NJI0
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada.
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.0O<) rs. a garrafa.
Bordeinx de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 10,5 a duzia.
CHAMPANHE
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia c 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIX.E
em latas emticamente lacradas a 1,000,
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 re.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melbores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPRRMACETE
DUARTE AMEIDA^
.S^^^B^S^
ATTENCAO
9 BHU.O DO IIHHO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
PARA A FESTA.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molbados todos primorosamente esculbidos, por isso apressa-se o propietario em
ollerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, aliancando todo e qualquer genero vendido ueste bem conhecido ar-
mazem.
Pede-se toda atten 0 proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em geral
CERVEJA
EMfto superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.a
duzii.
GENEBRA
de Holanda ena frasqaeiras a 5,500 e 500
rs. h frasco.
BOLACHINHA
a caixa.
a melhor que temos neste mercado a 20,000 muitojuperior a 560 rs. a libra, e cm caixa que n0 (jeixem passar desapercebida a seguinte tabella:
rs. o gigo. a ^rs- Neste armazcm e no largo do Carmo n. 9, annazem Progressi .o, recebem-se as
CHARUTOS ^^ | bras que vulgarmente correm no commercio por 8>8!)<) a 0-s, o proprietario em seus
da Rabia a 1,600, 2,200, 3,000 c 4,000 rs. armazens da-lheeeste valor, sendo em pagamento, eisto para evitar coufHSes em trucos.
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores ajos temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de I arreba' s e '/' a 7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caba, e 4oo rs. a libra
garante-se serem muitc novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem eorinthias proprias >ira podim a 8oo
cima a 2,7oo, rs. a libia,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
Manteiga ingleza perfeilamente flor, a 8oo rs,
TOUCINHO e em barril a 78o rs.
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a ^gm franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, c de 8 libras
para cima a 2,6oo.
libra.
ERVILHAS SECCAS
as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
de sida em latas grandes a 2.000 rs. cada .. ., ,
.., b muito bem fetos a 160 rs. o maco.
um
glezas
libra.
em
om
barricas a 4,000 e 240 rs. a', W.L VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 4.600
B1SCOUTOS rs- a emita,
das da todas as quadades, a 1,300 rs. AMENDOAS DE CASCA
cada lata.
ARROZ
-11 I i e do Maranbao a 2,600 e 8,000
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
i 2,500 a arroba
c 100 n;. a
mii nova
libra.
GOMMA.
mui!<> superior em saceos com qoatro arro-
bas a 2.U00 e idara. a libra.
CASTANHAS
pila la- muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a ca xa e
e 5IM rs a libra.
AMEIXAS
fra ir, aa em latas de 1 e 1|2 libra a 1 000
rs. a libra.
SARDINHAS
deNinb's muito novas a 300 rs. a lata
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero lia sempre um grande sorti-
desejar a 2,6oo e de 8 lillas para cima
a2,5oo rs.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras
para cima a 2,3oors.
dem propriu para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4. 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4.8oo rs. a lata.
'idempreto o melhor que se pode desojar
neste genero a 2,8oo rs.
Lisboa a 6oo rs. a libra
Ervilhas secas muito nova; a 16o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em lat;s a 6oo rs.
Potes com sal retinado a 'i8o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para hambre inglezes a7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito rovos a 6io a libra.
dem menos superior a esse que se vende Batatas muito novas em gigos de 34 libra a
por, 2 e 2,loo. a 4,8oo rs. a libra. l,ooo rs. e 6o rs. a iibra.
Idemjnais baixu bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarrao, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. I e8oors. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 2,5oo. garrafa,
dem mais seceos viudos i>or navio a l,7oo. Charutos em grande quan idade e de todos os
dem pralo es melhores e mais frescos do
mercado a 7o rs. a libra.
dem londrino a 6oo rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-sc por este preco
pela porcilo que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
ment variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
MAIS A TTKtf^AO !
Existe alm d'estes gneros, um esplendido sortimento de phusphoros, fumo, al-
piste, peras em calda e seccas. figos, copos tinos para agua, massas para sopa, azeite. ca-
li i. pim ila, velas de carnauba, banha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es- Il,em em ,atas R'*an,>es a -> rs- a lata-
ti .i, que lodos serao vendidos por mdicos precos. Balachinha de Craknel em latas de 5 libra
~^ ^_^ bruto a 4,ooo rs.
3f
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2,ooo. 2.5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ahi se ven
dema 2,ooo e2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
inda o proprietario dos aromens do progressista deliberado nao concorda
na, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mul-
tas a l,3oo e 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
s grandes a 2,ooo rs. a I;
libras
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2.Soo rs. a barrica e 24o rs. a
un i;i 11 Uniln Commercial, Ciarim, Allianca, et-.. etc., etc., dedara que s con Car toes com bolas francezas proprios para
r v i ii lid ir-se aos seus fregue/.es, fa/endo com estas urna liga de interesses recprocos' i mimos ou para anjos que vio as procis-
. i. > ( is alnados a faculdade de coinprarem por precos muito em conta o bom fiam-1 soes a Soo rs. cada um.
i)!" '''' '|Vtil 'iieijo e a saborosa bolachinha de so la, que fazem urna boa allianca Peras seccas asmis novas do mercado a 4oo
cu i < > i.r cha njunhe e o p irto fino, nicos que sabera imitar a unio destes ar- rs. a libra.
mi/. mi m seus concurrentes. Vi:ide, senhores, a >s armazens, aonde podis d'eo-!Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
i u i Quito etplendido so ti ment de saborosos alimentos, escolherdes os quemis lacradas hermticamente a i,4oo e 2.2 cer, .;ertos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gasUr o V09S0! rs. a lata.
dinb-vro uestes estabelecimentos.
COMPLETO SOISTIMEISTO.
NO
Alt.WAXKJI
CONSERVATIVO
23-Largo do Terco-23.
Jo-iqnim Sim?o dos Santos, dono dosn armauoi de rnolhados, srisiitifica ao respcitavel
co qan livm un completo soriimento dos mwmoe os quaes offerecem mais vantagum aos Srs.
or, a ii. em o Jira qualquer parte, garamindo-se a superior qualidade.
pubii-
compra-
li-
a libra, e
Mal! t* mthm flor Ja 800 rs. a libra.
i viii ii-..'i.wa muito nova a 560 a libra, em
br- .v. i
Caf n.> {' P sorte 320 c 280
mita '-5 o 85500.
Arr. tila do Maranhao de 90 rs. a tOO a l,hr.i.
M'.fa ..;,.,-.i i KM) r.-. a libra, e arroba 4*80) rs.
Ser/.jj i. n,illnires marcas a SOO a narraf.i.
< I i--ira (! laranja a 1*100 o frf.sco.
I h*m mi il a 100 rs. a hoiija de contra.
T .ii: Lwtia a 320 a libra, e arroba 8,'5--00
P>- .vas a 180 rs. a libra, e caix 95
A'.'" Lmbm o 2all.Hn 3* ea garrafa 640
I' hA'im i|.;.i.) a 280 a garrafa, e a caada 5
Alrtria M T, j .^0 rs. 1 libra.
I i mimar muilo ila .1 100 rs. a I bra.
gardin 11* le Nnnl.-s nova a 320 e 360 rs. a lata
c biii p ivi, e far abatimento.
T.in 1 qualquer comprador
1 n'o.
Vellas de carnauba a 360 e 100 rs. a libra,
dem de spermacete a 560 e 600 rs. a libra.
riiosphoros do gaz a 2*300 a grosa.
liiscoutos e bolacbiulias de soda a 1*400 e 2*000
a lata. /^^
Cbouriciis novas a 720 rs. a libra.
Batatas a 2* o gigo.
Bolachinha ingleza nova a 240 rs. a libra.
Charutos das melhores marcas de 1*200, 1*500,
2*000, 3*000 c 1*000 a caixa, em porco se
far abatimento.
Vinho Pitrneira de SAA a 500 a garrafa, e a cana-
da 3*500.
dem de Lisboa a 100 a garrafa, e a caada
3MJQD.
marcas : Osborne, Craknd, Mised, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Mai anio a loors. a libra, 3,000 rs.
a arroba.
dem da India muilo superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais haixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido .'. 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e3'o rs. a libra.
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 3to rs. a libra.
[den de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a f>2e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empreados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vi-ndeu por 7.000 rs.
dem amaco pautado e liso a 3.000 rs. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,000 rs. a
resma.
dem a zul de botica 011 fu ?ueleiroa 2.2oo rs.
a resma.
dem embrulho de 1 ,too t 1, 4oo rs. a resma.
que
dem de outras marcas a 2*700 a caada,
dem branco de Lisboa a 500 a gamita.
comprar de 50*000 para cima, lera o des-otilo
de
fi.\Z GAZ GAZ
|Mr (>i-en rcdnzldo.
da mellior qualid de pelo
IO por lata de 5 galoes : no ir*
BW de Hamos n. 18 e ra do
i ra| ii 'ovo n. 8.
AGENCIA
DA
FNDICAO DE L0W-M00B.
Ra da Seotalla nova d. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um comploto sortimento de moendas e meias
Cl chale e manteletes.
i.si.recs mais razMirela powivel tamanhos para ditos.
dem em caixinlias de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muilo novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeiladas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porlo e Lisboa das
seguintes marcas : duque, {genuino, vclho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. mvtur superior de
1833, duque do Portu de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeia secca. Por-
to superior I). Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a fioo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a canaca.
dem em pipa Porto, Lisboa c Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Soo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco condecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3.ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 V* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafo.
dem ci.m 4 */j ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafo.
Vinagre PHH ena ancoretas de ) caadas a
l.'i.ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro, sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e 1.400 rs. a caada.
Ganas com l duaada garrafas de vinho Bor-
deaos fa/enda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo re. a garrafa.
1 DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e complete sortimento de molbados,
)s quaes vendempor grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarera para negocio ou casa particular de 100 para
ama tero mais 5 a 10 por cunto de abatimento, os proprietarios scientifleam mars que
iodos s seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, raxo esta para poda
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra. | Vellas de carnauba e composico de 32o a
Castanhas muito novas a 2,000 rs. a caixa, e j 36o rs. a libra e de lo.ooo a 11,000 rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
r,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porcg refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,800 rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2.5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra,
dem mais baixo a 1,800 rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
Massas para sopa macarrao, talharim e aletria
a 48o rs. a Ubra e era caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,Soo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 600 a l.ooo rs. o caixo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, '/i e 8 libras
a 8,000 4,ooo e 2,ooo rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinno branco de nt marca B
vinho ve ho Nctar superior de 1833, Du- Fi|ho 60>000 rs_ 0 ban^,_
que do Porto de 1834, vinho do Porlo ve-
lho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz Io de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de i,00oa l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a i4,000 rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Marmelada imperial dos m lhores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a l.tinhade 1 libra,
ha latas de 1 '162 libras.
Massa de tomate em latas dooradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 '/ a 6 li-
bras de l,2oo a 4,Soo rs. a lata.
D- .; .. dem em frascos com lampa de rosca al,600
Biscoitos inglezes das melhores marcas em rs 0 frasco '
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
latinhas de 2 libras a l,3oo rs. a lata,
dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos de reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
suisso a l,2oo rs.a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a -75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamBA F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; 2.S00 a 4,000 rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
Porto fino em garrafa, e em onada a' a24,ooors. o gigo, ede l,2ooa2,ooors. a
3,ooo, 3,5oo, 4,080 e 6,5oo rs. o melhor garrafa.
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a
Papel greve pautado ou liso a 3,Soo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
Garrafoes com 5 garrafas de superior rinh' r 4,00 rs\? re!ma- .
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo. mma. mu,t0 fina e fva 8 a llbr,a-
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais M,1-ho alPlsta e Painso de 1Co a 2o rs- a h-
v 1
mencionados, tem romo um sor-
i'TI 1 '.....*"' d iiwivantii|ii.\ erosrienanlp TTZa--------------;---------------------r=-------------
.-i. 1 i 1 widoraz.-nda pre.ia i.ropna dau- "" A^d',l!, americanos e machinas pan
-i 1 iitimo vapor da Europa: na ra, 'avar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
W. Iruad.i Senzalla Novan. 42.
moendas para engenlio, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes manascreme de violetas, geroOes, ro-
sa, absinlo vespeiro. amor perfeito. aiurn-
dua amarga, percicot. dcTurin, Botefim,
morangos, limo, caf.laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimonta a l.ooo
Ameixas francezas em latas de 1 ',* libra a
l,2oo e 800 rs. a libra.
dem em fraseos de 3 libras a 2,Soo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 700 i*s. o frasco.
Mullios inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
200 rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a S,5oo
e 6.000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
rindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a 800 re. o molho e Soo
rs. o cento.
Chocolate porluguez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a loo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5.2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a gruza c 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs o mninhos a 12o rs. o masso.
Ci.minlios muito novos a 32o rs. a libra e
lo.noo a arroba.
Sag muilo novn a 24o rs. a libra.
Cevadmha de Franra n ihi rs. a libra.
Milho al|)ista a 14o re. a libra c 4,5oo rs. a
arroba.
1 i.iimiia a 80 re a libra e,2.'oo a arroba.
Peixes em latas 11,000 rs 1 lata j prompto
a comer-s.
r.uvilo de Lisboa marca N. eBiato saceos i
grandes a 4,000 rs. I
proprio para a nossa estacan por ser mais
fresco a 2.4oo rs. cora o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino a 64o re.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas epurtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toueinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de l.1, 2.* e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, do Cear de 7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
Vrroz da India, Java eMaranho de 2.800 a
3,ooo a arroba, ede 80 a loors. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo re.
a garrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a t'.Soo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
ComiBho a 4oo rs. a Ubra.
Erva doce a libra.
Canella a 1.000 rs. a libra.
Batatas a l.ooo rs. o gijro com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
ISnfeitfrs le cascarrilha e tranca
a 500 rs. rula 11111.
A afrtlta bronca est vendendn Imns enfettM de
ra-earrillia e tronga, pret'.s e de ores lodos ao
baratsimo preco de 5H0 rs., servindo elles tanto
para mnnoras com*) para meninas, a vista pois
da commo.lidade do preco niiifiiem deixar de 01
comprar na ra do Queimado lja da agola branca
n. 8.______________________________________
Os preesos tal Iteres pa-
ra enancas*
s
r.hi'garam e a.-ham-se venda ua ra do Quei-
mado, lojad'aguiabranca n. 8.
Hicos enfeiles pvra se-
nhara
Cheparam nicamente para o Vigilante os ricos
enfeiles ;i rainha de Esro.-sia, fazenda inteir.unen-
|e moderna e muito barata olhando a sua qualida-
de e po-to : s na loja do Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Rua da Senzalla Aova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a HO rs., dem de Lo*
Moor libra a 120 rs.




Diario de Pernumbnco Quinta ftira SI de Marco de 1SM4.
ARMAZEM ALLIANCA.
f 57-RUA DO IMPERADOR-57
DE
Pamlo Ferrelra da Silva.
0 proprictario (leste grande estabelecimonto de raolhados, recebe por todos os vapores e navios os melhores gneros (pie
ven ao mercado, os nuaes vende em seu armazem pelos mais resumidos presos.
Tend chegado nouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a escolha de seus gneros, tem a honra de annun-
siar ao respe.tavcl publico, que ninguem como elle pide vender tao barato e por tao resumidos precos; servindo como costuma aos
seus freguezes com os melhores gneros que se pode desejar.
ATTE^VAO. _.
Quercndo o proprietario deste tao ul estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por
manos do qu3 outro qualquer, garantindo aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
Vinhodo 'orto cm barril muito especial a Farintia de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
4o rs. a garrafa, e S.ooo rs. a caada, i Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza-
l,4oo rs. a caada. jBolachinha americana em barrica a 3,ooo
dem em garrafoes com 15 garrafas. rs., c em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. > Vassouras de piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li- ferro prendendo o cabo a 32e rs.
Ahnteiga ingl?za a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 8oo rs. a libra e de 8
libr.is para cima terabatimento.
dem fnaawi, a melhor e mais suj)erior do
nosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou iueio.
Ilanha de poico refinada e muito al va a 44o
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cli hysson, o melhor neste genero especial
''iiaumieiida do proprietario a 2.7oo all.
dem idem menos superior (i que em outras
cada
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo
rs. a fr; squeira e 56o rs. o fraseo.
urna.
L casas se vende a 2,6oo rs., custa nestc ar- dem emgarrafoes com 25 garrafas a 8,ooors.
mazem 2,2oo rs. a libra. i Cerveja os melhores marcas de 5,ooo a
dem uxim, o melhor que pode haver neste! 5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade. Cognac suprior a 8oo e i ,ooo rs. a garrafa.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-1 e em caixa ter abatimento.
Escovas de piassava proprias para esfregar
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savel,
corvina, pescada e outros a l.ooe rs. a
lata.
bra e mais baixe Dorem muito soffnvel a Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas ja prepa-
I _*_____-.--__~____-!____J, 1 .1------_- L4mJ ,..,.!... 4 AU n 7^,A V.? 1 lito
1,2oo a Ib vende-se por estes precos em
razo de nestes ltimos navios ter-se rece-
I bido grande porco deste genero, a diflfe-
rerna de preco de 6oo a 8oo rs. a libra
do 1 i m do Rio em lata de 1 at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., neste genero o melhor possiveL
afamados conserveiros de Lisboa em latas
de libra, libra emeiae 2 libras a 6oo rs.
Consenas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
legumes e fructas a 5oo rs.
Mostarda Iranceza em pote preparada a 4oo rs
Biscoutos inglezes em latas com differentes Palitos para denles 12ors. o maco.
qualidades como sejam craknel, victoria
pic-uic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
. Bntachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
'. Figos em ca \i tilias liermeticamente lacradas
e muito pioprias para mimo a I,6oo e
2,0oo rs. cada urna.
i dem em caixinhas de 8 Ib. a i& rs. cada urna
Passas novas a 8,ooo rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas ero latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 8oo rs. a libra.
r*Cxinhas com ricas estampas a i,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
"Champagne da marca mais superior que tem
-? vindo ao nosso mercado a I8.000 rs. o gi-
go, e ly8oo rs. a garrafa; garante-se a su-
perior qualidade.
dem lixados muito finos a 14o rs.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa
a 54o rs.
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.
a libra e 10,000 a arroba,
dem de composico emmacadas a 32o rs.
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a fioo rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas e8 libras a 3,oooe 5oors a libra,
dem talh.irim, macarrao e aletfia a 4oo rs.
dem macarrao maisbaixoa 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melborquepossivel a 24o rs. alb.
Vinholordeaux das melhores qualidades que Farinha de Maranho a melhor que prsen-
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai- i tomento tem vindo ao nosso mercado a
xa o 64o rs. a garrafa. 14o rs. a libra.
Caixas con Vaho do Porto superior de 9,ooo Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a Licores muito linos de Bordeaux e todas as
garrafo; neste genero ha grande porcaoe de marcas (pie ha neste genero a 8oo, 1,00o
dillcrentes marcas muito acreditadas que i e f,2oo rs. a garrafa.
js<3 venderam por 14,ooo e 15,000 a eai-| Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel alnado pautado o melhor que lia nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, CamiVs, Madeira sec-
J ca, Nctar, Genuino e Malvasia (inoe ou-
Ims iniiio Oliernr e Madeira para i2,ooo e
13.000 rs. a caixa.
Violto de pipa:Porto, Lisboa. Figueira a 4oo,
48o e 56.) rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e rs. cad;i um.
\ 3,5ort rs. ;i caada. .- i Mullios in;iezes em garrafinhas com rolha de
Jdem nra-cn o melhor neste genero vindo de! vidro a 64o rs. cada urna.
encommenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo Queijos fiamen 1 s. a canadi. por e niuit) frescos.
radas a 6io e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a fibra e
8,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
dem de Java a loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Chouiicas e paios a 7oo rs. a fibra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a fi-
bra e 4,600 a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
SabSo massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra.
dem mais baixoumpouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanbas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 0,000
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix o do Rio de Janeiro,
de l,5oo a .ooo a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cenlo.
Doce de goiaba a 6+0 rs. o caixo.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas ja descascadas a 2oo rs. a
lihra.
LOJA DO BEIJA FLOR.
Una do Quciina lo numero 63.
Crmtinhas para sen-ora.
Vendem-se gravatinhas de.diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
toja do beija-flor n. 63.
Filas para debrnm de Tetudas.
Vendem-se fitas para debrum de v com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, toja do beija-flor n. 63.
Pentes travessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
Trente de borracha a 500 rs.: na ra do Quci na-
jo, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira dourada.
Yende-sc papel beira dourada a 15200 e 14300,
dito de cor de beira dourada a i100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
AaNkpak,
Vendem-se anvelopes de diversas qualid;de
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., prete a 7o rs. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
\ ni las de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar cem cruzes de
pedra imitando a brilhante vende-se a 14 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de neias.
Vendem-se camisas de meias muito fius a
13200 b 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfrites de Uta.
Tendo recebido enfeites de lila preas e de ce-
res mais modernas que se esto usando a i A rada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de lia preta para debmm.
Vende-se lila de lia prela para delrum com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor roa
do' Queimado n 63.
Fitas de lindo para bordar vestido.
Vendem-se fitas de linlio para bordar fvestirto
ou roupinhe de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca t quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Boties de adreperola.
Vendem-se botes de madreperla mais moder-
nos que tem vino para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na I
roa do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestid*.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varis a
900 rs. a peca : s quem tem por este- preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se Ota de velludo prete bordada de *
I versos gostos e mais modernos prdprios para qna-
1 resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas lirguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja ra do Queimado n. 63.
Facas e garfea.
Venriem-se facas e parios de balando de I bo-
ta o a 5*300 a duzia, dita de 2 bolees a CS'iOO
na ra do Queimado, loja do beija flor n. t>3.
Domines.
Vendem-se dminos muito finos a 1200 e
I 400: na loja de beija-flor da roa do Queimade
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
(ticas saias de fustaoa 5, camisas inglezas para
senhora a 2, S500, 3 e 4, coberlas de fustao
brancas a !<&. chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, carabraia de
cores para vestido a 320 e covade, las para vesti-
do a 480, 660 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova leja des baralriros na roa do Qleimade.
Tarlatanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 730 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por-10, chales de laa por 3, 4, 5 e 8,
camisas inglezas para homem a 38, 50 e 60.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Bicoe prelos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodiro e de laa, manguitos e
camomilas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, botoes de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, leqnes ; cujos
trtigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
i.uvas de pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca, ra do
C'.ieimadn n. 8.
Venda de urna kyputktca.
Os liquidalarios da massa fallida de
Jos Antonio Basto vendem a hypolhe-
ca que tem nos engenhos 31; lio Grusso
e Cajabuss no termo de* Serinhem no
valor de 31:835$9i 1 rs.; tratar na
casas a na do Trapiche h. 34.
SAL
' Vende-se a bordo do Garibaldi bom sal, rinde do
Ass, preco razoavel : a tratar no escriptorio de
Ta?so Irmios. roa do Amorlm.
GRANULOS t XAROPE
D'HYOROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
Fariniaak$K <
^endem-se saceos pi andes rom farinha :e man-
dioca a melhor do mercado, por barato prec i : mi
ra da Madre de Dos u. 5 e !>.
Vende-se alpaca preta a 50U rs. o nvafa
Vende-se alpaca preta para vesiiil.isa DO, 600,
700 e 800 rs., fina de cwdao a 800 i s para Mte-
tot, princeza preta a 800 e 640 ocuvad". I mi ai-
n:i preta fina a tiOO o covado, laazmbas prela
para senhora que estao de luto a "20 o i vado:
na ruada Imperatriz n. 56. A loja est aba la at
as '.> horas da noite.
Algoito da Baha
para saceos de assucar e roupa (<- eaeratro; in
para vender Antonio Luiz de Oiiveira A .. Jo i
C-, no seu escriptorio ra da Cruz n. I.
Atientan.
Vendem-se cinco escravos seret > :
de 13 annos de idade, um mulatinh'i 12. unut
negnnha rccolhida de 14, com algumas hab li i
des, urna negrlnha de 7 annos c um ral i tS
carreiro, e proprio para todo o servico ; na 'i ua do
Imperador n. 4.
Vende-se urna casa terrea na rna J. Jai di m
com 2 salas, 2 quartos, cacimba e quintal r da:
a tratar na ra do imperador n. fl las 'J
heras da manhaa as i da tarde.___________
So para assenhora*.
fi ollinhas e panlios.
Chegaram as riquissimas gollinhas
de lindos bordados c linho Duro gn l i ou)
bonitos botozinhos tanto para senhora cumo para
menina, pois avista fazt : s no vigilante ruado
Crespo n. 7.
Sal retinado em lindos poles de vidro a 5ooPmenta do reino muito nova a 36ors.alibra.
Cominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Gravo da india a (ioo rs. a libra.
Canella muito nova a \ ,ooo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra e ti,ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e t,too rs.a duzia.
Mfi!J(GM)
Vende-se a propriedade denominada Maltez. ita
na freguezia de Tracunhaem da comarca de Xaza-
reth, com urna legoa de frente e meia de fondo, t
proporedes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:0005 qne pagam o* moradores
que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
Scora o Sr. Antonio Jos Leal Reis, na roa da
deia do Recife n. 47.______________________
Vende-se para mais de 180 milheiros de tu-
lla e tijolo de avenaria batida, ladrllho e tapamen-
to da malhor qualidade que pode apear ver : (iiem
quizer comprar, pode tratar com o sucio e admi-
nistrador Zacaras dos Santos Barros, no lecco
das Barraras, otaria n. 15, o com Jos Hara
Goncalves VieiraGuimares, na ra Nova n. 19.
Das experiencias feitas na India, e em
Franca, resulta que as affeccoes da pelle, e
toda* as que resultam d'um vicio orgnico
s8o promptamente curadas por este novo
medicamento. Segundo um relalorio feito
na academia imperial de medicina de Pars,
elle foi julgado til e eficaz nao smente
nat affecedes leprosas e em algumas outras
molestias da pelle rebeldes, mas tambem
as escrfulas e a syphilis. E enfim, ai-
ros praticos distincios, e especialmente os
Srs. Devergie, Cazenave e Hillairet, mdi-
cos fo hospital de San Luiz, de Paris, af-
feetados ao tratamento das molestias cu-
tneas, empregaram as preparacoes d'IIy-
drocotyle com um nolavel successo contra
os eciemas, o preriasis, o impetigo e as di-
versas variedades de dartros, contra as af-
Ctcpies syphilecticas recentes ou antigs,
a teta, as ulceras, escrofulosas e outras,
os rheumatismos ebronicos, etc.
i Deposito geral em Paris: E. Fownier
LtibeUnvif. pbarmaceuticos, ra Bourbon-
Virleneuve, 19.
Em Pernambuco deposito geral : na casa
de Caors & Barbosa, ra de Cruz n. 22.
ESCRAVOS TGIBOS.
Quarta-feira de trevas fogio do caa A -cu
senhor o escravo crioulo Jos, de 21 annos de Ti-
de. bem preto, cutis marcada de bexigas, ?\ tura
recular, Meadaode^ cabega redonJa,
lide no olho esquerdo, e falta de denles na
levou calca e camisa de riscado azul, foi ullinia-
mente comprado pelo bacharel Demoslheti i i Silr
veira Lobo ao senhor do engenlio Brocado |tk
ser levado roa do Queimado n. iro
anclar.________________________________________
Fugio no dia 1? de agosto do an pa^sao
urna cscrava velha de norae Mana, c ron os
signaes seguintes: baixa, feia de cara, com o* Viv-
tes lodos perfeitos, ten on lebinho do lamanho de
urna laranja na p e outre lobiaho no dedo gi an-
de do p do tamanho de umlima de ro-
ga-se as autoridades e capilaes d. campo f|08 a
captnrem e levem-a 4 roa das Cinco IV nlr.s r
5V, que ser recompeneado,
Auseniou-se no dia 16 do torrente, rasa
do abaixo assignado, a escrava Genoveva, : reta,
crioula, idade de 36 annos, pooeo mais, cortl os
sigoaes segnintes : alia, eltiar sombro, leudo na
face dlreila um golpe, eem orna das mos im (!os
dedos cortados : roga-se as aMavidadei policiae* o
capites de campo a apprehensao dada rsrrava,
levando-a roa Velha n. 40, onde sei gi ncrx s-
mente recompensado.
Manoel do Nascimento Silva Bnstoe.
IE KM O
Vende-se feijlo mulatinho muito novo a 175300
atiraeire, e a 360 a cuia. dito mais trigneiro a
14 o alqueire, e a 440 rs. a cuia : na ra Direita
numere 8.
ATTWCAO
FE MI A
Vendem-se saceos com 20 euias de feijao mnla-
linho muito novo a 11300, dito mais trigueiro a
9 : na ra Direita n. 8._________________^^__
Na ra do Imperador n. 28, vende-so urna
malatinha de 12 annos com algumas habilidades.
Acha-se fgido o escravo de m me Fanslino, de
idade 40 annos, poueo mais en menos, ror fula, at-
ura regular, grosso docorpe. bem e| ido, I ar-
bado, e j com alguns cabellos braww na I l ba,
brscos e pernas grossas e bastante cabelludas, lejfr-
do as pernas arqueadas, i>orm nao muito, d diu-
rna andar em sambas, e aa vezes eiNbriaga-se bas-
tante por gostar muito de beber : poriar.to roga-
se s autoridades poliriaes desta e ias
limilrophes, que o facam appTtnpnder e leva-to a
seu senhor o major Antonio da Silva Gosmio, na
ra Imperial, assim como roga-so aos capilaes Je
campo a apprehenso do dito escravo, que ^.lo
bem gralilicados._______________________________
~ Fugio no dia S4do eorrentemez um neceo
crioulo, de nome Flix, que repre nta ler 'iO .ni-
os, com a barba j pintando, foi escravo de Srs.
Augusto Coelho Leite, as depe.^oa da familia sua mulher, o qual tem o braco esquerdo i ni i l-
eo mais fino que o ontro, e dons on ttft di dos da
mao sao inloricados e sem movimcnio. py^M nr.ito
de fumar, sahio com calca azul, naletol preta a
chapeo do palha fina : quem o pegar, leve Irf-
vessa da matriz de Santo Antonio, sobrado n. li,
que ser recompensado.
LISTA GERAL.
84.a
2.'
4.',
DOS PREMIOS DA 2. PARTE DA *i. LOTERA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 492 PARA A EDIFICACO DA CASA DO GYMNAZIO PERNAMBUCANO (3.a CONCESSO), EXTRAIIIDA EM 30 DE MARQO DE 18G.
hS. PREMS Si.
4 H 130
3 60
6 63
7 64
10 67
13 73
14 77
19 80
: 40 88
11 5* 91
.4 201
B 2
:io :i
51 4
XI __ 5
:i8 __ 14
.i _ 23
48 __^ 21
30 ___. 28
' 2 __ 30
n __ 32
39 __ 33
00 ___. 35
74- __ 38
77 _ 53
83 mm 56
wm 62
90 __ 64
5 ___, 66
96 ___ 68
N 70
98 105 74
101 5* n
6 82
9 84

10 m 88
11 54 0
12 92
14 40* 93
13 5* 300
16 1
21 2
2:1 3
25 - 6
27 8
33 11
35 12
36 14
38 104 19
39 5* 23
40 25
41 28
43 33
VS. PHFMS.]NS. PKEMS.
H
W
3*
3004
m
54
334
35
38
43
47
48
53
58
60
65
73
75
76
77
M
83
86
93
94
98
400
i
2
4
5
6
12
14
23
25
27
29
34
38
39
43
50
53
58
59
60
61
62
a
69
70
77
78
80
85
91
92
95
10*
54
SS7 PREMS.
497 iO
20#
5*
33
39
44
45
O eacrivlo, Severiano Just? de Monra.
98
300
1
2
7
13
14
15
18
21
24
26
28
30
36
39
40
43
46
48
53
55
58
60
63
67
70
72
79
80
f-3
84
91
98
99
602
6
i
9
10
13
17
21
32
33
43
44
51
53
53
63
67
54
104
6004
54
NS. lREJIS.
668 5*
77
78
80
87
90
65
99
700
2
3
6
12
14
16
22
23
29
36
37
40
43
45
51
52
58
63
67
75
81
82
86
87
91
92
98
99
800
2
3
7
8
10
11
17
19
31
34
32
104
54
104
34
NS. PREMS.
846 34
47 -
48 -
33
57
58 -
39 -
60
65
69
76
78
83
85 -
89
91
93
94
95
99
901
3
4
6
9
10
11
15
18
22
23
25
29
31
33
35
39
42
44
48
50
52
56
57
9
73
74
75
76
77
80
83
85
204
54
.NS. PKEMS.
989 34
90
93
96
1001
_
3
5
8
10
11
13
16
17
20
32
23
34
39
41
48
54
55
56
37
58
59
63
65
68
70
73
76
79
85
87
88
91
93
96
1100
1
9
14
17
19
21
23
25
26
27
28
37
105
54
104
54
NS. PKEMS.
1138 Si
NS. PKEMS.
1288 33
39 92
43 95
46 98
47 1306
48 8
56 11
59 14
61 16
62 20
63 21
65 32
66 29
67 30
73 31
75 34
79 38
81 104 40
83 54 42
84 44
89 _ 48
95 49
% 50
97 56
99 59
100 __ 61
2 __ 63
9 __ 68
10 _- 69
11 __ 71
13 __ 73
23 76
25 77
27 _ 79
28 80
29 83
35 87
S8 88
39 92
42 93
45 94
46 104 97
47 54 98
48 99
50 1401
51 404 5
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Pfrfi.ryp. de M. F. de Farra 4 Filho.1864.
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Diarlo de Pernamboco Quinta felra 3i de Mar^o de I t.
LITTERATRA.
i sas maiorcs, de meios mais ellcazes do que a poli- mo, cresceram os associados de S. Vicente de Pau-
tica ousada, sinstra e ardilosa de que fallaes !0|oma seiva dos maus principios,
mundo, res e povos, serao crcaturas tao nescias, j .
lao estpidas que assim se deixassem avassallar! Ueixomoi ,allar "c"
t Frederieo Ozanan alma elevada e coraco ge-
neroso, fundador da sociedade, assim redigiu o art.
Io de seu regiment. A sociedade de S. Vicente
pela astucia o ardis dos padres de Jess ?
Estamos persuadido de que erram grosseira-
menie os que pensarn, poderem pequeas causas
prodoxir grandes efleilos; e por isso, na pretend-
O Sr. depiitado Pedro Luli e os
institutos religiosos.
linios com o mais profundo petar o discurso
d,> Br. depulado Pedro Luiz, proferido na sesso de
3 Je marco correute, poroccasiodedisciitir-se na da vassaltogcm prestada aos jesutas pelo mundo,
cmara t >rap iraria o projeelo, que aotoria o go homens c eonas, r,. e povos> na0 podemos ver
temo a conced r ao padre Jaurard o leireno ne- se(|.-, 0 rsu|,ado da forte e sabia constituicao quo
cosario para ediliraco de um templo cailiolico. lillhara os mesmos jesullaS) da efflcacia dos meios
Ai. tinhamosdo Ilustro deputado pelo por clles empregados e da sublimidade dos fins a
3" ttlrido do ltio do Janeiro, de seus :aentos o que se dirigiam.
luz s tai* MM esperar que S. Exc. aproveitaria o Dao com c|Tei|0 a (
Louroso mandato que lhe fra condado, censt.iu.n- obe()iencia como principio constitutivo ; armae-a
Cose o defensor da boa causa das l.berdides pu- de |0(J0S os conhcrimentos nas ^ nas |etras
Hieas tao gravemente compromettidasneaes nos-'cnasar,es. insprac.lne no 5o 0 amor de
s;s lempos i o seu discurso, porm, ve.u mais urna DeU;. e do proimo e ,ertis explicado a graude jn.
vu cnvcuccr-uos de que os bellos tlenos sem nui,m.ia que exerceram os jeam DQ mundo nos
,s bous principios religiosos, sao como o sol quo j res B n0J povog>
O desenvolvimento de rada urna destas proposi-
de Paulo recebo cm seu seio todos os mocos chris-
augmento da caridade entre os homens, e para
chamar abengo-de Deas sobre a obra de que
fazem parte.i
Estes differnwtes 5j da art. 57 do regulamcnto
da sociedade parecem-nes por si sos bastantes para
convencer de quanto o espirito e a ndole daquel-
la sociedade, sao avesss, desde sua origem,
ndole e espirito do piolesiantisnto.
E nem outra couso se poderia esperar de urna
associacao religiosa, funlada por mocos sincera-
trios que quitea unir-se em oracoes e participar niLnte calholicos que imliam a sua frente o pie-
das mesmas obras de caridade em qualquer paiz doso Ozanan. tao cedo roubado pela mortei as d-
em que se achem. Isto escrevia o fundador da so- ,ras francesas, e rju* era na Franca, como Do-
ciedade em 1833. i's," l>"'!''s na P6P*nl. lliai* neiJa flor dos ca
bisjtos nada disserem em contrario, havemos de
ir predica dos capuchinhos, porque se elles dizera
cousas que alerram nossa concupiscencia, orgulho
o valdade, dizein tambem outras que consolam nos-
sos coracoes, fazendo-nos esquecer a rajuslica dos
homens e as desordens da sociedade.
Nao concluiremos porm, sem recordar alguns
dos mui valiosos servicos prestados ao paiz pelos
excellentes padres de que ayo-a fllanos.
Oh! e quem havera ahi tao ceyo e ingrato quo
=
ponta do nariz. Era difflcultoso o laoce. Acudi
lhe aqu a presteza de movimenlos, que Duarle P
nheiro possuia. N'um relance equilibrou Matheu
com um dos Dragos robustos, e com o outro segu
rou-lhe ochapu, enterrando-lho at a bocea con
um soco monumental; depois tomou as redea?
voltou o focinho do aoinal na direccao da encosta,
e cravou-lhe os acicates nos ilhaes com todas as
torcas, i|ue possuia nos calcanhares. A gua, ae-
commettida com urna sem ceremonia, de que nao
nao venha reconhecer comnosco que esses vares ,h .
apostlicos, semelhanca de Jess Christo -seu "'? a n?-sua longa. ,r>ba,no}:a Vlda.so>-
divino modelo, nao passam sem fazer o bem! At- ", ,. ca fora "m sl'ro furibundo, c arre-
Passaram-se onze annos e Mr. Bailly director
(holleos leigos de Dossos dias.
Se nao temessemotj dar a esie escripto maior ex-
issa religiao quo deseiavam coo- *8H Pr el,e assignada, na qualidade de vice pre-
evanoelien receUer c.is auxilios Sld.';n,S da ^"""adi de S. Vicente de Paulo,
evanglico, reetber eus auxilios { Kn,r,0 M npara sat)en(,0 ^ se 0Mnan ,nha
abrasa sem o orvalho que vivifica.
Tao importantes c sagrados sao os hteresses
alaridos pelo Sr. Pedro Luiz, em seu disc urso, tao
publico e solemne o lugar do ataque, que vemo-nos
obri'3do a pedir-lhe permissao para fazer s suas
,vi redes ligeiros commentarios.
O Sr. deputado pelo Ro de Janeiro, tendo de vo-
varios sectarios des
perar no trahallio
foram brutalmente repellidos. I alma elevada e caracao generoso, Mr. Bailly era
. . So ism> ba.stava, diz anda S. Eu., para que os con5lderacr(es hlIminas lpve 0 pcna'm,nt0 de reu-
homens de saos principios a consioerassem desde >--
mr nara um fim de caridide esob o patrocinio de
entao estreita, mesquinha, ferrenha o incompativel S. Vicente de Paulo o pi queno numero de mocos
coes nos levara milito longe, e nem temos neces- com o seculo de luz em que vivemos. Nio havia ,h"f1al,la sidade de da-lo, porque a historia dos jesutas ja judeu nem grego peran.e a sociedade, porque sao xl^ ^^7^2?^* 'coa-
eguaes perantc Jess Christo; atheoria jesutica'solaeao dos fiis caholico;.
' siu cunho Na falta de razos e faeto?, que autorisem aecu-
saeoes serias contra a sociedade de S. Vicente de
Paulo, allega-se que essi sociedade e.crrce hoje
urna pndtvnsij infliunria na Frnnrn ; que tecm seus
est feita por hbil mesfre.
Quando, perm, se podesse recusar companhia! ,r,;um,,hu"' K,rm' e "'Priniiu-lhe o
de Jess, a importancia de seus servidos, as vanta- selva9m- '
Transcrevendo estas paladas, bem podamos de-
gen* de suas missjies, a admiravel abnegagao cora
ta. c.nlra o projeelo Jaurard-, da como motivo'que sei^. mombros se e\,mnliam a lodosos peri-
(!e seo vot>: t l visar o mesmo projeelo una gos^e a.o marlyrio muias vezes ; assim anda nao
cspoliacao de dinheiros pblicos; 2o encerrar urna' se loes poderia negar a grande gloria de torera si- pensamento do Sr. Pedro Luiz,
injuria ao governo e ao clero de nosso paiz; 3o fi- ] do os jesutas os maiores mostres, os melhores edu-
nalmeute denunciar tendencias ms, que, a predo- cadores que tem tido a mocidade.
Dinarea um d.a nesi ierra, hSo de amortecer-nos I Kesle I'0"10 es,5 da perfe.to accordo todos os
c i bo:is inaliflctM que nos dirigen) na estrada fran- "omens de bem; e para nao citar outros testemu-
nhos, invocaremos o de Chateaubriand quando di-
N
'
ca do prugresso, bao de manietar-uos, liac de ve-
xar-nos em toda e qualquer empieza grande e ge-
nerosa quo por ventura postamos tentar.
Do desenvolvimento ulteriormente dado pelo Sr
PeJro Luiz aos tres motivos de seu voto, cDllige-so
forn, que s o ultimo foi o motivo verdadeira-
mente impulsivo desse voto e a razao principal que
0 levou a tomar parte na discusso.
Sun, foram as chamadas tendencias n: do pro-
ji r:o, c o receio de que o carro do progresso fosse
imr em frente de mais um templo catholico,
q;i L'varam S. Exc. a lancar-se com tamunha fu-
ria contra os institutos religiosos, e principalmente
contra o mais celebre delles a sociedade de
Jc>us.
Ser tambem por isso, que faremos cabir nossas
dservacoes, principalmente sobre essa iarte do
scurso do ilustre deputado, fazendo apenas
i>: es reparos acerca dos outros dous pontos.
i Pelo uuc*ji7. respeito ao zelo que ostenta S. Exc.
cm favor do thesouro nacional, limiamo-nos a fa-
er sinceros votos, para que o Sr. Pedro Luiz nao
Mrefeca no louvavel empenho de zelar o cofres
pblicos, teodo a coragera de profligar essas vas-
las sangras que, nao raras vezes, lhe sao dadas
essas infelizes operacoes de crdito, que arrancara
de nossos cofres centenares de contos do ris, e
sobre as quaes anda nao livemos o prazer de ou-
vir a voz eloquente do Ilustre deputado.
8. Esc. considerando offendidos honra e bros
do no-so clero, apressou-sc em dar seu voto contra
o projecto em queslo, repellindo assim a injuria
atir.ida face do clero brasileiro, que uo s;u nivel
pnacipai, diz o Ilustre deputado, e roigamos em
rcproduzir suas palavras, tero bastante instrueco,
moralidade e habilitacSes precisas para pregar com
efflcacia a doutrina de Christo como Chrisio a en-
siuou.
Sainemos respeitar as iutencoes alheias; mas
j ir maior que >v& o nosso re*peito s do Sr. de-
putado Pedro Luiz, devenios confessar que illas nos
parecem susjieilas, quando o vemos tao acodado
lugar-te a tribuna, para defender o nssso clero de
urna injuria, que s existe na imaginario preveni-
da do illustre depulado pelo Rio de Janeir j.
Acreditamos at que o clero brasileiro ter o
tiom senso de desconfiar dessa offlciosidade, que
lao mal se casa com a irritarao e susto ftM sent o
tsnrto do Sr Pedro Luiz, diante da onda clerical
flM vae sulindo de da para dia, corao ell<; mesmo
$c encarregou de dzer.
Difficilmettle, com effeito, pode conciliai-se essa
boa vontade ao clero brasileiro com o rancor e
odio que distillam as palavras do Ilustre parla-
mentar contra institutos de homens e mulheres,
que, tendo prestado e continuando a prestar os
mais assignalados servicos causa da religiao e
da humanidade, sao por isso dignos nao s do maior
louvor, mais anida das heneaos de todos os ho-
mens.
E' certo qne os Francezes, como nos, professam
* religiao catholica em seus dogmas, em su moral,
em seu culto e disciplina geral; mas naj vemos
que seja Uso razao para que os Francezes, residen-
1 i no Rio de Janeiro, nao tenham o seu templo es-
pecial. Os Francezes, corao os Romanos, profes-
sam a mesma religiao; mas todo mundo sabe, que
entre os numerosos e vastos templos de Roma exis-
te um, que tem o nome de S. Luiz dos Francezes,
sendo que nem o clero romano, nem o chefe da
egreja universal veem nesse templo urna injuria.
Chegando s tendencias ms, descobertas por
ora esforco de maginacao no projecto Jaurard
o Sr. deputado Pedro Luiz, no intuito de produzir
em bom effeito oratorio, tomou como eterna os
jesutas e ojesuitlsmo, palavras de guerra na boc-
ea dos inimigos da egreja romana, e que lo mal
zia: t A Europa sofreu urna perda irreparave'
com a queda dos jesutas; a educacao publica nun-
ca mais loi o que era e se quizerora oulro mais
insuspeito que o do celebre autor do Genio do Chris-
tianismo, oucara o de um protestante inglez e phi-
losopho, o chanceller Bacon, que offerecia os padres
da couipanhia como modelos a todos os instituido-
res da mocidade, dizendo : Quando tratardes de
educacao, consultae os jesutas; nao ha nada me-
Ihor : Consule scholas jesuitarum ; nihil enim h.
mcliiis. (Bac. De aug. scieut.)
Assira pensavam Bacon e Chateaubriand, mas
hoje... outro valor mais alio se levanta.
Em tudo quanto disse o Sr. deputado pelo Rio de
Janeiro acerca da companhia de Jess, s oetaraos
urna verdade : os jesutas nao raorrem, disse S.
Exc, e assim cora effeito I Os jesutas nao mor-
rem, nao morreram e nem hao de morrer ; elies
representa urna idea sublime, e urna aspiradlo
grandiosa: aspiracao e idea do catholicismo, e o
catholicisrao eterno como o Homem-Deus que o
pregou.
Todos sabem da guerra de raorte, levantada no
seculo passado, contra a companhia de Jess, pela
pnpiedade de maos dadas com o philosophismo ;
lodos sabera da raiva e furor com que se atiraram
contra essa milicia sagrada, Pombal, Choisenl,
Aranda e Tanucci, ministros de Portugal, da Fran-
ca, da Ilespanha e de aples; todos sabem emflra
que o papa Clemente XIV pelo breve Dominus ac
Rcdrmptor de 21 de julho de 1773, levado pelo de-
ver it restabelecer a concordia no seio da egreja e
determinado por outros moticos de prudencia e sa-
bedoria governativa (palavras do breve) aboliu a
sociedade de Jess.
Mas, tambem sabido que a mesma sociedade
ou companhia de Jess, assim supprimida, foi res-
taurada pela bulla : Sollicitudo oinnium ecclesia-
rum, publicada por Po VU, de santa memoria, ora
7 de agosto de 181'*.
Os jesutas, portanto, nao morreram : urna ver'
dade I Elles existera, e existem era seu proprio no-
rae nas grandes cidades da culta Europa ; nao, si-
lenciosamente e em antros escaros para tancar em
a sorrelfa sementes de immoralidades, como disse
o Ilustre deputado; mas luz da publicidade e a
vista de todos, para ensinarera a palavra de Deus
douthnando os peos e admirando o mundo cora a
vastidao de seus conhecimentos, a solidez de seu
saber, o brilho de sua cloquencia e de suas lettras-
Se houver quem ponha em duvida esta no*sa as-
sercao, pedimoslhe que, sem prevencao e sera odio,
dirija-se egreja de Nossa Senhora de Paris para
ouvir a palavra Inspirada do jesuta padre Pelix,
que anda agora rene em torno da cadeira, outr'ora
Ilustrada pelos Dupanloup, Lacordaire e de Ravg-
nan, militares de pessoas de lodas as classes e je.
rarchias da sociedade franceza.
Nem ser preciso ir at l : aqui mesmo pode-
mos ler essas conferencias, pregadas pelo iltustre
lilho de Santo Ignacio de Loyola, desde 1856 at
hoje, e nas quaes seu eloquente autor por urna ins-
piraco que faz a sua maior gloria, procura arran-
car u seculo XIX ao culto degradante e fatal do
progresso pelo erro, para conduzi-lo, convencido e
regenerado aos camiuhos seguros e planos do pro-
gresa) pelo christianismo (H. de Riancey.)
Osjesuitas de hoje sao corao os jesutas de. ou-
tr'ora : serapre a mesma dedicacao ao chefe da
egreja -, a mesma mfatigavel coragem na defeza e
suslcntacao das ideas calholicas; o mesmo amor ao
estado, s scienclas e s lettras, que fez dos jesu-
tas grandes homens em todos os ramos do saber di-
vino e humano.
E' esse o juizo que fazemos da invicta compa-
nhia de Jess, a qual para sua maior gloria more-
ceu do philosophismo o mais bello elogio, que se
xa-las apreciacao dcsinteressada dos homens sin- lrnne*> "" editores, seus la-reiros, seus alma-
. ... .... *, seus manuai s ; e que, finalmente, inquieta
ceros, dos verdadeiros calholicos do nosso paiz : o ^ perturba o governo forte de Sapoleao III.
pensamento do Sr. Pedro Luiz, a sua m vontade Mas porque razar, em ve/, de vos inquieiardes
ao catholicismo csto nellas asss patentes e nao J?m P"de,ro?a influ'ncia oue 1XftrCft- f [""
. oes meios de accao de que dispoe a sociedade de
sabemos o que mais se de va admirar, se a triste, co-, s. Vicente de Paulo, nao vedes em ludo isso um
ragem com que foram proferidas taes palavras, ou triumpho da verdade catholica, a grandeza do po-
se a indifferenca e placidez com que foram ouvidas, der de Deus, sem cujo auxilio por certo unta so-
cedade lao fraca em sua origem, nao poderia che- \
gar a um (al gru de prosperidade ?
A sociedade de S. Vicente de Paulo inquieta e
sem dispertar a mnima reclamacao.
O art. Io do regulamento, relativo aos fins e s
pessoas que podem fazer parte da sociedade de S. {^j'"1"!?*
o governo forte de Napoleao IIII Mas,
. como os soldados francezes tiveram de
^ cente de Paulo, diz que ella adrante em seu seio comprimir sedicoes e revolias d'aquella sociedade ?
todos os mocos christaos que quizerem unir-st em Serao perturbadores, homens que, da e noule,
oracoes, etc.; o benemrito Baillv, ou antes o con- cm a ma's infatgavel deligencia alliviam do peso
seibo gera. instituido, pelo art 36 do raes rao regu- S^^gro^^a^^
lamento, interpreUndo aquella disposicao muito na- assim o pejo natural que deve ter todo o hornera
tural e rasoavelmente decidi que os protestantes obrigado a estender a mo para e-molar os meios
nao podiam fazer parte da sociedade. E' o faci. de subsistencia?
E ah tomos a theoria Jesutica predominando na' A sociedade de s. \ cente de Paulo lera, entre-
sociedade de S. Vicente de Paulo ; ah temosa ol?P^T^c^ncru!pP^a,'s,0lhl,s d,e J8"* d^""
1 tores e e>se amor profundo que votam seus mem-
mesma sociedade, d antes digna de applauso, agora bro ao pontifice romano, e esses mil e mil fran-
estreita, mesquinha, ferrenha e incompativel como ros que, dia por dia. vo engrossar o dinheiro de
seculo de luz em que vivemos; ahi temos os pro-, ?: JPedro e habilitar o chefe da egreja a satisfazer
testantes brutalmente repellidos ; ahi temos emlim
o cunho selvagem dos jesutas (para nao dizer do
catholicismo) impresso na fronte da sociedade de S-
Vicente de Paulo I
E" rauito, ousar e difflcilmente se acredita como
no seio de urna cmara cujos membros prestara ju-
ramento de raanter a religiao catholica apostlica
romana, em nome da qual sao eleitos, possa-lole-
rar-se que o catholicismo, que as crencas religio-
sas dos Brasileros sejam tratadas de um modo
tao descoiuraunal e desabrido I
todas as necessidades.
Tao generoso, nohre e santo proceder nao pode
certamente agradar aos que visara a queda e des-
truico do poder temporal do papa, como o mais
seguro meio de abolir-se o espiritual; e d'ahi toda
a guerra sociedade de S Vicente de Paulo.
Nem ao menos escapou ao Ilustre deputado, cu-
jo discurso analysamos, o artigo 33 do contrato
das Messageries imperiales celebrado com o gover-
no de Napoleao. E, entretanto, esse artigo 33,
mandando admitlir gratu:amenle bordo dos pa-
quetes francezes os membros das ordens religiosas,
Os proprios solvagens acatara suas religioes; e ^iLlc?, g' ao gov. rno francez e urna ver
nao acataremos nos a nossa I ? d,ade' f^ ao nosso' 1ue nem noer manda
Aquelles queousam atacar assim o catholicis-; f" lassagem gratis aos poucos missionanos que
mo, as crencas religiosas da nac-ao, sabem que os ;rp;*.ra se transportaren! de urnas para ou-
Brasileres sao naturalmente pacficos e condes- tra^J'7);inr,asdo''npeno!
cendentes.sendo por isso que tolerara muius vezes ,/fra- Zaristas francezes e irmaas de canda-
grandes iovases de suas lihcrdades civis, gran- e, re^nae-vos e esperae a vossa vez I O que de
des otfensas de seus direitos polticos. Mas talvez s ^J na.o senao 0 avant-propes do mu.to
ignorcm que nao ronvem explorar a coodescen-. I"*. nade w ""da capitules espec.aes
dencia dos Brasileiros no que diz respeito s suas p*- "ao esrajaram a razzia do Sr. deputado
crenchas religiosas; por que entao bem pode a- !? Lu" nem os virtuosos filhos da casa de S.
contener que se levanten todos como um s ho- SEi'fiE essas anglicas creaturas, que, como
mem, para decepar a mao atrevida que se avi- %^*>F* m excesso de amor e can-
sinhar da arca santa da religiao de seus paes, ^ad'> ". volunlar.amente a morte, af.ontan-
desse legado precioso que con>titue a raa.or glo- {* me, de norr,vels miasmas, de rafeccoes
tendel para as suas raissSes no interior de nossas
provincias, e vede os odios e intrigas como desap-
parecein;as unioes ilticltas, lio contrarias aos bons
costumes, como se acabara ; as restiluicoes da pro-
pnedade alheia como se elfectuam ; templos e ce-
mitei ios como se levantara !
Ideaos lugares acontados pelo terrivel flagello
da cholera-morbus, onde se acharan) alguns dos
poucos capuchinhos que temos ; pergunlae se al-
guem os viu tremer, se nao corrern) sempre para
onde a morte se enfureca mais, quaes as consola-
coes que deslribuiain com asviuvas e orphaos, que
excessos de abnegaco praticavam ; e entao Mea-
reis convencidos das razes que justifican) a gran-
de consideracao, profundo amor e sincero respeito
que vota o nosso povo esses virtuosos padres.
Queris servicos de outra orJem ? Pergunlae
provincia de Pernambuco a que mysteriosa influen-
cia ceden o levantamento occasionado aqui, em
18j'2, pelo regulamento para o censo do imperio f
Pergunlae, e vos diro todos que dessa vez a or-
dem publica restabeleceu-se, nao pela aeco das
baionetas, mas sim pelo effeito da palavra autorisa-
da e sympalhica do venerando Sr. Fr. Caetano de
Messiua, entao prefeilo do hospicio da Penha desla
cidade, e boje residente, na qualidade de commis-
sario da ordera dos eapachinnos, nesse ninho do
Morro do Casiello, onde sao aceusados de corrom-
per o povo! Injustica e ingralido dos homens I...
Atacara c insulUm os capuetiuhoi, e nito veem
esses pretensos amigos do povo, que desse modo
ferein urna das mais nobres affetces do povo bra-
sileiro que ama os capuchinhos, e que nao pode
sem injustica ser aecusado de estpido e fantico I
Nao queremos ir mais adiante, e concluiudo
aqu pedimos a Deus que arrece curaeo dos
Brasileros as consideraedes humanas e m vergo-
nha que muitas vezes emmudecem pessoas alta-
mente collocadas, cujos bons principios alias roi-
gamos de reconhecer.
Pela nossa parte quando vemos a religiao catho-
lica apostlica romana, atacada era urna das suas
mais bellas produceeso< inslitulos religiosos,
e a propria constituicao do imperio ameacada de
urna reforma no que ella tem de mais vitala reli-
giao do estado sustentculo principal da ordem
publica e da prosperidade dos Brasileros, nao nos
podemos esquecer do que outr'ora dizia Tertuliano:
n reos magestatis et pblicos hostes omnis homo
miles est.
Recile, 29 de margo de 1864.
Um catholico leigo.
0 SEGREDO DO ABBADE.
POR
como um foguete pela ingreme ladeira
Anuido Gama.
VIH
(ContinuaQao do n. 62.)
Em quanto porem nao chegam as aecnsajoes
ria do imperio da Santa" Cruz, a mais solida base
da sociedade brasileira, da honra das familias o "''IJ Prem nao cnegam as accosacoos
tranquilizado dos individuos. i Srii, ?" u m1 doJe5-u,u'mo- (",e/,e
Como I queriamque a atciedade religiosa de, L^^iLfilT* branra dfs'rmaas de candadf;
S. Vicente de Paulo, a qual tem por fim a srt> I g?*2j** lo P"rmiUido amparar o mu.to
caocomraum e a praiica de obras de caridade, K2T12! 1ue raze.no* desdas v.rtuosas mu-
recet*sse em seu seio membros das comraunhes '^J 1ue a res'-"P d,:,las D,ensava P"'
separadas da.grcja romana I Com toda razao i .|!S!**fiW, ? ^ nao pudendo ser sos-
cidiu-se o contrario, e, ei-los agora
Brasileros, que aquella sociedade recebeu o cu-
nho selvagem dathenria jesuta I
E nao liaver differenca profunda entre ca-
tholicos e protestantes ? A religiao pura de Jess
s peito de jezuitismo, por isso o raelhor testemu
nho que podemos invocar em favor das mulheres
de tonca branca.
Talvez, dizia Voltaire, nao exista nada maior
neste mundo do que o sacrificio que faz um sexo
delicado, da belleza, da mocidade. do nascimen-
Christo, erisnada pelos seus pontfices e doutores, ";'r" : "' "'ociuaue, uonasenen-
ser a mesma cousa que essa chamada religiao de 'ado>. P,ara ,r a!l,v,ar "os hospitaes esse
de de-
generosa.
dro Luiz, narrano-o em Mam eipiicidadel' ifJSfflt. l!?5.*^f2 a violenU dflrarc-
na circular por elle dirigida na qualidade de prc- ^J,ll, V"ta,vei Dil es(-aPe U" '' u?,re
deputado brasileiro, que pecca sem duvida talvez
por nao examinar bem as cousas e fiar-se em fal-
sas ioformaeoes.
Ao contrario do que acontecen com os lazarisias
e irmaas de caridade, que s tiveram o uvunt-
propos de seu martj rio; os capuchinhos italianos
receberam antecipadamente o epilogo de sua cru-
cifiecao.
E aqui nos preciso fazer um esforco supremo,
sidente geral da sociedade, em data do 1"
zembrodc 1841
t Nao terniinarei esta carta, escreve Bailly, sem
fallar-vos de alguns factos que pedem observacoes,
e de alguns pareceres dados pelo conselho g-ral.
Km algumas poucas localidades, protestantes,
animados do inlences caridosas, pediram para
fazer parte do nossas conferencias. Julgamos llo-
ver responder-lhes que nao nos pareca possivel "'"'" ""\cit'\n''>0i"" """ esioryo supremo,
ssa prova de af- P a lnd'Knaao 1u "os assoberba o pe-
essa prova
dar nossos irraos desviado
feicao e de desojo do unta
completa e muilo mais f<
de ceno, nao somente all
pobres ; mas consola-Ios, leva-Ios a pratiea das
to, vendo serem tao atrozmente tratados esses vir-
!L'gS!lMa.'g uros padres a qu.m votamos sincera'kffeico,
lmr raeriatente os %0g* d-aqu,.loque os eraos visto fazer era
solaces por conseguinle ao uso dos Sacramentos **%**& %$$%,*,&
e a tolos os actos de sal vacio presen ptos pela &ZETJR m lESlSSE^^
corea catholica. e me s elles memorara, coi- Z- .lL"eie_e.bUa."Hla ntell!:enc '
egreja catholica, e que s elles raelhorara, coi
verlein e consolam ellcazmente os coracoes. Ora,
ura protestante nao pode lealmeute e sera mentir,
prcencher um tal ministerio.
Estamos porem bem convencidos de que S. Exc.
nao quiz anda ter a paciencia do ver de perto-es
ses capuchinhos italianos de quem fallou com tan
assentam em labios calholicos, quando nao sao pro- lhe poda fazer, quando o blasphemo Voltaire, em
sua infernal linguagcm, dizia: t Nao se tirar van-
Ugera contra o infame ( a denominaeo que dava
lridas en seu verdadeiro e natural sentido.
Na ausencia de factos e argumentos solidos con-
tra a celebre companhia de Jess, recorren) sera-
pre os seus detractores a essas generalidades j to
sdicas, sem repararen) ao menos que ellas em vez
de prejudiearem a Ilustre companhia, podem bem
ser verdadeiros ttulos de sua glora.
t A companhia do Jess, dizem, depois de ter
avassalado o mundo com a sua politict oosada, si-
Bistra e ardilosa, prendendo na sua vasta rede de
contrarias e agentes, bracos econsclencias, homens
e cousas, povos e gevernos, pesou um da, e tao
altamente, nos destinos da humanidade, que foi
condemnada com horror erepellida de todo o mun-
do civilisado.
Frroa, voces, flalut pro:tereaqve nihil I
Munlesquieu foi mais parco, restringa mais a
gloria dos jesutas, dizendo simplesmente que elles
teriam sido senhoVes do mundo, se Urentes appa-
recido antes de Luihero e Calvino.
Entretanto, aceitemos a aecusa^ao nos termos
em que ella foi feita, para perguntarmes ao seu
autor: se a companhia de Jess ponde a-assallar
o mundo, homens e cousas, res e po"os, como
n5o descubrs nessa vassallagem o eUet) de cau-
rcuene. u,n ui rai...,ier o.. ,0 azcd,imt d cnIrari0i ,, qlla|idades que
Eis-ah, puto, narrado.pelo pro,., o ^ly o modo suppoins exislir,1|n Cl) do uslre d a_
por que o conselho geral, e nao elle somente en- d j^, de ^ f d f
lendeu e fo. de pare.er que os protestantes nao dres R() cilos si (|(J ^ nuanl0 hlll,la_
podiam fazer parle das conferencias de S. V.ceu- nainen|e ^ Stawsaw.,^ e s U.brados do
le ae i auio. ____M. servico de Deus e do bem da humanidade.
Digam agora os homens imparciaes, e que dao Y
importancia a materia do crencas religiosas, onda Sao aecusados os capuchinhos de, em suas pre-
sta essa repulsa t brutal feita aos protestantes, dicas, dizerem cousas que fazem corar a um tw-
a qual tanto incominodou ao Ilustre depulado, neta de butnlho : exprcs>.io bem grosseira na ver-
cujo disrurso temos a honra de examinar. dade e que devia enotmmodar os labios que a pro-
Firariam os protestantes inhibido de estabele- nuneiarain.. .Mas, (leixemo-la cahir ao cli.o, e
cer suas sociedades especiaos com lias caridosos ? paseteos a vante.
A tanto nao se estendia certamente o poder de _0s captuliinhos nao dautnnam, nao ensinam,
Bailly. nao moran-am o povo; dizera indecencias e bar-
Tcriain os protestantes o direito de fazer parte baridades que fazem arripiar os cabellos, levando
de unta so.iedade cijos meios e lins sao por el- o seu arrojo ao ponto de fallaren) nas caldeiras do
les aberiamente contrariados 1 inferan I I
O Sr. deputado Pedro Luiz, desejando produzir Queriam por tanto que es capuchinhos, subindo
no espirito da cmara ura effeito desfavoravel a ao pulpito, dissessem aos seus ouvntes: malae,
sociedade de S Vicente do Paulo, desceu das emi- ronbae, fazci quebras fraudulentas, violae a vir-
nencias em <|ue o tem constantemente sitas leilu- geni, quebrae os laces ronjuges, e em cima de tu-
ras de predileccao, para folhear o n-gulammio do s.-o, morrei impenitentes, certos de que dejKiis
d'aquella sociedade ; mas, Picando no art. Io que de vossa surte, ou tudo perecer em voseorpo e
citou peranle a cmara, nao se deu ao trahalho alma -, ou, so sao verdadeiras a immoriadade
de examinar as ouiras disposi^-oes coi.t.das no desta e a ressurreic) d'aquelle, iris desrancar
mencijiMlo regulamento : lamentamos que nao em leitos macos...Oj capuchinhos nao dizen s-
procedesse de modo contrario, por que entao o so; logo, amedrontam o poro, e a toilo transe tor-
Ilustre depulado teria ao menos, na queslo su- nam o homem cadver, machina, autmata, estu-
jeila, o mrito da coherencia, atacando em sua pido e fantico I
orign a sociedade de S. Vicente de Paulo, essa As caldeiras do infernol... essas sempre fize-
obra do Ilustrado e piedoso Frederico Ozanan, ram arripiar os cabeiios dos que transviando-se
que cora lana razao e chamado alma elevada e nesta vida, dao as corlas ao caminho do ru. Mas,
coraco generoso. nao sabemos, se os livres pensadores se insurgen
Daremo-nos por isso ao trabalho a que se nao contra as caldeiras, ou se contra o inferno : se
quiz dar o Ilustre deputado, e pedimos permissao contra este, nos Ihes diremos que a eternidade das
aquelle mpio a Nosso Senhor Jess Christo) sean
quando se houver destruido a ordem dos jesutas.
E sendo esse nosso juizo o resultado de urna con-
vieco sincera, longe de parlilharmos os terrores
iiifaniis do Ilustre Sr. Pedro Luiz, fazemos votos
para que os jesutas voltem ao Brasil; e estamos
certo de que, se assim acontecer, os Brasileros
augmentaro a/divida degratido, j ccolrahida
cora os Anctuea, Nobrega e Vieira. *
A /siaNioyque lomos dito parece-nos evidente,
que Qsjesuias, nao tendo morrido, nao tiveram
utcesside de ressuscilar, e portante que a socie-
dade de Sy Viceuto de Paulo e irraas de caridade
eoraisMeoa ellos, sendo outros lautos fructos da
aore inagestosae saciosauta, plantada, ha quasi para iranscrever aqui algumas dispoieSes do penas do inferno un dogma lia religiao catholi.-a,
dezeuove seculos, uo ckiio do Calvario, e que nao regulamento, na parte em que trata das restas da tao respeiiavel romo outro qualquer; se contra
pode anda nem ha de ser arrancada pelos venios *$* H ,. u ?s cald,'ira:- |,od,e",os S* ainda.1u,';.,"" Pa"
K No cap. 6*, art. o7, 1* l-se: A soriedade ce- lavra e realmente empreada, nao pode ter outro
a iiiipiedade, por mais que elles se tenham deseu- lebra a fesia da mmaeula.la Conceico da San- lira senao exprimir aquel ie fogo que se nao apaga
cadeiado em hornveis furaces. tissima Virgem, e a festa de S. Vicente de Paulo, nunca {ignts nom ext/mniitur,) do qual s o evan-
seu patrono. gelista S. Marcos, cap. 9, nos falla por cinco vezes,
Entretanto, na alsa persuasao de ser a socioda- O j| do mesmo art. diz : t As conferencias as- corao para mais chamar uossa aitenco sobre elle,
de de S. Vicente de Paulo urna ressurretcao dos sisteui a missa no dia 8 de dezembro e 19 de ju- Couv.n entretanto' oVitar este ponto : temos os
je.u.tas o Sr. deputado Pedro Luiz reimmtou-se a lno' H ,a,",,,!,n nuanniversario da transladaco das bisixm, juizes da f e dos coslitmes, a quem s m-
', reliquias de S. Vicente de Paulo. cuinl* saber so a do urina e a moral que ensinam
origen da mesma sociedade para dizer a cmara o 3- accrescenta : Os associados orara nes- os capuchinhos sao ou nao. conformes moral e
como, sendo adoptados em seu berco pelo jesuilis- ses das pela prosperidade da f catholica, pelo doutrina do Evangellw e por isso era quanto os
D. Leonor nao se moveu, mas fitou n'elle os
olhos como a asseverar o que dissera. Dos outros
nenhum respondeu palavra.
Mas... por Deus I to D. Goncalobradou
Duarte, batendo enfurecido com o p no chao.
Mas, por Deus I Leonor tem razio. Ferno de Al-
poim, a tua prudencia atraicoou-te... foi mais lon-
ge do que permiltido a ura cavalheiro...
Duarte, tu nao sabes o estado a qun chegou a
provinciadisse gravemente Ferno de Alpoim.
Mas que tu nao sabes que assim foi preciso
para conjurar o motira da plebe...balbuciou D.
Goncalo.
Por vida ntinlta Iexclamou Duarte Pinhei-
roLeonor diz bem. Valia mais morrer gloriosa
mente, affrontando as iras da canalha.^lo que tran-
sigir d'essa maneira cora ella. Voto honra dos
meus passados!accrescentou, impando de colera
juro pela alma de meus paes, que nao se ho de
passarvinte e quatro horas, sera que eu ensine o
respeito, com-jj&**a-*'rr* deM ;..p iratailo. I
Duarte Pinheiro, se estimas os leus parentes,
preciso ter prudencia -disse cora serenidade Fer-
no de Alpoim.
Primo Duarte, disse com o orgulho e com
a satisfago do verdadeiro amor a lilha do senhor
de Cerzedelloassim como um verdadeiro tidal-
go se porta. Prove que anda ha cavalheiros na
nossa familia.
Cuidado, Duarle Pinheiro ; olha que te nao
v cusiar cara a.fanfarronadadisse Vasco de Or-
nellas, sorrindo irnicamente, estimulado pelas pa-
lavras de D. Leonor, nas quaes vira provas inequ-
vocas do amor com que ella estremeca Duart>.
Duvidas ?exclamou este, medrado o primo
com olhar luzente.Oh Iexclamou de repente.
Olha para ali. Vaes ver-se sira ou nao cumpre o
que digo. Vou ensinar lidalgnia aos fidalgn*.
Assira dizendo, desceu a correr pela escadana
do lerraco ahaixo.
Todos se voltarara nara onde elle apontra que
era tambem para onde Vasco de Ornellas eslava
com as costas voltadas.
A trezenlos passosde distancia do solar, pela es-
trada que corria ao sop do outeiro, onde estava
edificado o paco, via-se, alravez de unta clareira
que fazia o espesso arvoredo que eercava a quinta,
um hornera caininhando a cavado e de grande cha
pu de bicos na caneca.
Aquelle homem era Matheus Simao.
Ao reeonhece-lo, Ferno de Alpoim correu para
a eseadara, exclamando :
Duarle, Duarte, que nos perdes I
D. Leonor ergueu-se, e airavessou-se dian c delle.
Deixe-o ir, primo Ferno, disse framente.
Duarte sabe o qne deve sua nobreza.
Ferno de Alpoim recuon tres passos atraz, e re-
plicou, medindo Leonor cora um olhar egualmenie
glacial e severo:
Pruna Leonor, desta imprudencia resultar
desgraca mortal.
E que 'importa replicou ella. Vale mais
morrer como lidalgos, do que viver com vil-
les.
Entretanto, Duarle Pinheiro chegara a porta da
quima, abrira-a de golpe, e espreitar? Matheus Si-
mao.
Este la a, ao fundo do outeiro, meditabundo e
grave, de enorme chapu do bicos na cabera, ra-
bona ile longas abas, espada a Uraeuita e pendente
da corda do esparto, e a cavado naquella gua
quasi liansparenle que possuia, modelo prodigioso
de um arcabouco de gua, a que servia de involu-
cro, ai cticamente aeonchegailo, unta pede dura e
escabrosa, robera aqui e sli de tufos de cerdas
liirsurtas e arrepiadas de fome. Deste animal, qnasi
fabuloso, j se v que nao podiam aaperar grande
esforeps de andadura. Matheus Siino, elie ea
gua, iam, pois, a passo de quera se despeda de?te
mundo.
Duarte Pinheiro seeuu, durante algum tempo,
pelo alto do outeiro, a par com Matheus Siman, que
caininhava ao fundo, por junto das abas delle. Por
fim Matheus eseondeu-se por trazde tuna volta, que
ali fazia o montculo. Entao Duarte apressou o
passo, desceu a encosta, e foi pr-se detrs de ura
corabro, que assignal.iva outra volta, em qun de no-
vo se dobrava o caininlto. Matheus arala ali nao
linha chepado; o que nao admirava, pois que, ea
minhando [toarte em linha direila, e elle tendo de
tornear os ilous ngulos que o outeiro la mu naquel-
la paragem, Duarte havia por foros de chegar pri-
meiro.
Por fim ouviu-se tr-pear a ravalgadiwa. Duarte
perlilou-se rom o coml.ru, e ao tempo ipte Matheus
perpassava |tor elle, deu nin salt.\ e foi-lhe i-ahir
liifurcado na anea do phty-.ico animal. Este .leu
um doloroso geranio de qnasi arreneniado, e tuda
aquella machina, sio a gua e Matheus mu o
contrapaso de Duarte em cima, omIIou um mo-
mento quasi desequilibrad* r a de-mianrlwr-^e.
Ne>to arto oseillalurlo, Matheus soltou as redeas
porque senliu quo desaprumava, e que n rlian^u,
desengastado das prolnberancas 'lo crneo, se lhe
escoava, ligetro como uina Kara, em linha recta da
metleu
cima.
Tal era a figura de Matheus Simo, de chapu
enterrado at a bocea, sem ousar nem poder fazer
um s movimento entre os duros bracos de Duarle Pi-
nheiro, e voando, nao correndo, sobre aquelle ani-
mal fabuloso, a quera nao .lavara descaneo as es-
poras do margado, sem cessar medidas na bar-
riga.
E agora que o Ieitor tem bem presente a figura-
de Maiheus pela parle de fra, vamos examma-lo
pela pane de dentro, e para isso ponhamo-nos nos
no caso delle. E' de saber.
Matheus ia raminhando na pacifica posse da sua
pesaos, pensamentos e accoes, alheio a toda a idea
de perigo e na plena confianca da sua nlluencia e
podero.
Caminhava, pois, nteiramenle soregado, ao pas-
so manso da sua gua, e embebido nos seus pensa-
mentos, que versavam nada menos que sobre a re-
Aluco do problema de se ver livre do (dalgo de
Nespereira.
N'isto, bumba Ieis que lhe cae de sopapo so-'
bre a anca da sua gua assim urna cousa a modo
de. montanha, de aerolito.), que produziu nelle peior_
effeito do que se fra saldada de agua chura, des-
pejada por gallego assalvajado do alto de urna ja-
nella.
Instantneamente pertorbou-se-lhe toda aquella
mansa situaco, desarranjou-se-lhe, indurado a sua
pessoa e chapu. N'isto, traz I unta pzada no
chapu ; e l se lhe vae a luz deste mundo, e em
seguida quasi que de todo o ardo mesmo. E logo
sente-se cingido por dous rijos arcos de ferro, a.
gua sola um silvo serpentino, e ella ahi vae de'
esfusada pela encosta cima, fazendo prodigios de
andadura, de que elle nunca a julgra humana-
mente capaz.
Ora, preciso confessar que Matheus Simo ti-
nba mais que sobejos motivos para desconfiar da
naiuralda.le da situacan, era que de repente se
achava.
No primeiro impeto, acreditnu que fra filado
por urna legio de diabos, da qual metade se apo-
derara da sua pessoa, e a outra metade da pessoa
da sua burra. Nesta conviccao tratou de se en-
commendar ao arijo da sua guarda e de berrar
mentalmente por todos os santos e santas da corte
do cu.
Em seguida, como lhe tinham dito desde rapaz,
que o diabo, ao ouvir o nome de Jess, dava ura es-
touro, e mergulhava nas profundas, poz-se a cha-
mar por este, alto e repelidas vezes. Mas a sita-,'
co roniinuiiu immutavel : logo, concluiu Ma
iheus Simo, nao o diabo. Depois de um momenj
to de meditaeo, occorreu-lhe, com horror, qu
poderia ser alguma alma penada, algum France?
dos que elle truridra; c logo comecou em ton'
corapassivo e lgubremente:
Alma penada, eu te requeire da parte de Deus
que me digas...
Mas nisto sentiu urna crudelissima ferradella no
cachaco. Matheus conheceu que os cabellos se
lhe ersuiam horrorisados dentro da copa do cha-
pu.
Ai que isto um bicho I exclamou mental-
mente.
Matheus nao tratou de indagar que qnalidade de
bicho poderia ser; mas, como se con vene, u de que
era um bicho e um bicho multo grande, ei-lo logo a .
berrar :
Aqui d'el-rei 1 Aqui d'el-rei, quem me ,
acode I
Mas aqui recebeu urna to rija punhada no quei- .
xo inferior, que quasi lhe colocou os denles de,
liaixo aos de cima.E' um homemconcluiu. Mas
se era um homem..... era de certo um jacobi-
no, um hereje. Estava bem aviado; eslava promplo.
Nao leve, porm, tempo de meditar esta nova
probabilidad.'. A gua parou de golpe, e Matheus
recebeu um empurro de tal ordem que o fes ir,
pela raheca delta fra, de focinhos ao chao.
O chapu cahiu, e M-ilovus leve luz. E olhou
4e nesga l do sitio, onde se estalelra derribado f
e viu...
Estava dentro dos muros da quinta do fidalgo de
Cerzedello. r
A gua estava estendida a um lado, resfolegan-'
do por taes modos que ameaeava despedir a vida |
com o spro, e de p, defronte delle, estava Duarte ,
Pinheiro, anda com um sorriso de escarnen nos
labios, mas j com o sobr'olho a carregar-se-lhe :
medonhamente.
Antes fra todo o inferno em peso, antes um
milho de almas penadas, antes um bicho.antes um
jacobino! murmurou mentalmente o desgranado
Matheus.
Levntate, villao, senao arrebenlo-te, disse-
Iho entao Duarte Pinheiro.
Matheus. julgou conveniente o fazer orelhas de
montador. Mas n'isto sentiu as costellas apalpadas
por tal ponta-p, quo ficou desde logo convencido
de que nao resistiriam a segundo. Poz-se, portanto,
de um salto em p.
Anda l adiante de mira, disse outra vez
Duarle.
Matheus hesitou, mas Duarle ergoeu o chicote,
que trazia na mo, e o capitn de Passos obe-
deceu.
Sobe, continuou Duarle, ao chegarem aobai-
xo de urna escadana.
Matheus snhiu, como quem subia para a forra,
e aehnu-se enillm no terrac, onde eslavam D. Gon-
calo, a Hlha e os sobnnhos
Os olhos arregalaram-se-lhe com o supremo es-
panto do terror.
Misericordia I bradou n'um grito pavoroso,
ao ir cahir de rojo aos ps de D. Leonor, arremes-
sado por um empurro com que Duarle o inipelliu '
para o meio de terrado. _
As feiroes do morgado de Nespereira eslavam
medonhamente transformadas, e os olhos srinlilla- '
vam-lhe com feroedade terrivel, e com o prazer
de qiiein capaz de realisar urna vinganea ranro-
rosamente calculada. Lembrava-lhe o que'o abbade
de Nespereira lhe dissera.
Vasco de Ornellas, disse entao em voz que
lhe sahia pelos labios fra como o spro resonante
le um orgao sbitamente abafadoaqui lens como
eu realiso as minhas fanfarronadas. To D. Gt.a-
ealo, aqui est o villao que o insulten. Resta me ,
agora ni-sirarllies. o como um cavalheiro transige
cora a vaha de um canalha.
Assim dizendo, poz-se a chamar rijamente pelos
criados, que arudirara deearreira, como quem s*-n-
tia no tom daquella voz que qualquer demora era '
perigosa.
Tragam-me de l urnas cordas bem rijas,
hradoii-lhes Duarte, e aqu, j, dous dos mais ro- '
bustos de vos outros.
Misericordia I regngou Matheus Simo, em
voz ab'ifada pelo supremo pavor.
Duarte f Duarte I... balbueiou Ferno, de
Alpoim em tom supphcanle.
Duarte I... sobrinho, que queres fazer ? disse
D. Goncalo vivamente apavora.lo.
A colora dementara totalmente o moco senhor
de Nespereira. Esleve ini) momento sem ikxI.t
res|tonder, e por fim diss em voi horrivelnieulo,
serena:
Quero fazer acontar este canalha at lhe sa-
bir a pede das costa*, e depois enforca-lo na rar-
valheir.i mais alia ali da beira do caminho, com um .
rotulo que diga : Instiga que o senhor .le O-rzo-
dedo manda fazer neste villao, que ousou fallar-lhe
ao resucito.
(CofflllKir-Jr-Aa.J
PKK.NAMHr.a rtP. og M. F. F. 4 KILHO
miitii Ann


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