Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10329


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ama*
AflMQ XL. BDHERO 73.
Por tres niezis .tdiantados SftOOO
Pr tres mezes vencidos 6XUUU *
Porle ao cori-eio por tres mezes. (57>U
OARTA FE1RA 30 DE MARCO DE 1864.
Por anno adjuntado.....19$00O
Porte ao correio por un anno 3800U
ENCABRIADOS DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Na'al, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv,
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, m Srs. Mauoel Pinheiro & ("..: A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRPCAO NO SUL.
Alagas, o Sr. Claudino Faleo Dias; ahia, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
lguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanliuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingaieira, Plores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ourirury e Exu as quartas feiras.
Sennhem, Rio Fornuiso, Tamandar, I na, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as veies que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vi da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAll.O.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., .'19 m. e 20 s. da m.
18 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da ni.
30 Quarto tniug. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJK.
Primeira as !> horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as 0 horas e 42 minutos da tarde.
partida dos vaporks costeiros.
Para o sul at Alapas a S e 2i; para o norte at
a Granja 7 e 22 de rada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes de ;an. mare., nain, jul, set. enov.
PARTIDA DOS (JMNIBUS.
Para o Reeife : do Api pucos .-. 6 '/,, 7, 7 1/2, 8 e
8 1/2 "la m.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde ; de
Jaboatio as 6 i/, da n.; do Cax;.tig e Varzea as 7
da ni.; de Bemlira s 8 da m.
Do Reeife: para o Apipueos s i '/2, 4, 4 "A, 4 Wh
5. 5'/,. 5 Vj e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 '/, da larde: para
Bemfica s 4 da tarde.
1 AUDIENCIA DOS 1RIIUNAES Da CAPTAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabLados as 10 horas.
Fazenda: quima s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIaS Da KMaSA.
28. Segunda. Ss. Prisco, Maleo e Paslor mm.
2!>. Terra. S. Ilerlhr.ldo c; S. Junas m.
30. Qaarta. S. Rud.zinho b.; S. Joio Climaco.
31. Quima. S. Verenmndo; S. Balliina v.
1. Sexta. S. Macario b.; S. Valerio ab.
2. Sabbado. S. Fianciscode Paula f. dos re.
3. Domingo. S. PaiKacrio b.; S.Benigno m.
ASSIGNA-SE
no Reeife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d
Faria t ruto.
t
PARTE OFFICIAL.
GOVERM DA PROVINCIA.
Expediento do dia 26 de marco de 1861.
1 inicio ao conselheiro presidente da re lacio.
Queira V. Exc mtorpor o sea parecer sobre a ma-
teria do incluso ollicio que em 16 de fevereiro di-
rigio-nie o juiz de direito interino da comarca de
Tai arai com referencia ao requerimento do cs-
erno interino do jury e execueoes enminaes An-
ti'i o Jos Braga.
Dito ao Dr chefe de polica.Remello V. S.
copia do offlcio que em 22 do correle dirigio-me
o I oinotor publico desta comarca alim de que to-
me em considerarn a sua materia e expeca as
pendencias nelle solicitadas s autoridades poli-
cial* respectivas.Comuiunicou-se ao predito pro-
motor.
Dito ao inspector da thesouraria de faienda.
Denolvo a V. S. coberlo com offlcio do brigadeiro
eotiiuiandante das armas datado de 13 do crrenle
e s ib n. 504, o n-querimcnt documentad..' do al-
fenis reformado Thom Gomes Vieira Lima sobre
que versa a sua litarmacio n. 155 de 22 desle
mez, alim de que, de. rnnformidade com a delibe-
racu da paajidencia comida em offlcio de 14 de
juliio do anno prximo passado, acerca do capito
tanibun reformado .los dos Sanios Nonos Unta,
mande pagar ao supnlicante o sold que Ihe com-
petir em vista da respectiva fe de offlcio al que
vci ha da curie a sua patente de reforma, tinto
mas quanto esta reforma j foi publicad* em or-
dem de dia do exercilo n. 387 como declara o
mencionado brigadeiro, comprimi porm que es-
se sold, a contar do crreme mez seja pago nesta
capital ao procurador o predito alfres i eaptSo
Fnuic.sco Borges de Lima por ter elle de flxar sua
re dencia na villa de Tacaral para o que lm-
belo pedio permisso.Communicou-se ao briga-
deiro commandanie das armas.
Dito ao mesmo A'vista do pret que ai|ui ajunto
com copia do offlcio do brigadeiro commandanie
das armas n. 5o9 de 23 do rorrenle mande V. S.
indminisar o7o batalhio de infamara da quanlia
de 115150 res em que importam as raedes de
etapa adiantadas 3 pracas do mesmo batalhio,
que destacaram para a villa do Ouricury.C0111-
inuiiieou-se ao brigadeiro commandaule das ar-
mas.
Dito ao inspector da Ihesnuraria provincial
Re -pondendo ao ffleio de 23 do crrente sob n.
68 em que V. s. me participo haver Joao Car-
los Augusto da Silva dando |>or Dador Jos Loi>es
Rosal arrematado por um trimestre e ruin o abale
de 3 por cenio nos pn-fos da respoetiva tabella o
forneeimento do sustento aos presos patinas da ca-
sa de detenco tenbo; a dizer que approvo essa ar-
rcriaiacao.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S. nos termos de
sua informarlo de 23 do crrente sob n. 107, dada
com referencia a da contadoria dessa thesouraria
obre o reourimeoto docameniado que devolvu,
do professor de instraeoio elementar da villa de
ing.izeira Marcolino Aulonio Xavier, a mandar
pagar ao mppliraiite o que se ihe eetiver a derer
de sea ordenado sinente e aluguel de casa a con-
tar do de noveinbro 7 de d.-zeinl n> do anno
prximo pastado e de7aoliinde janeiro ultimo
lempo em que por doenie deixoa de ex -rcer o sen
in.ini.>tirio. -Communirmi-se ao director geral in-
tci norda inslrurco publica.
Dito ao director as obras militares. -Maade V.
S. 1 apar como requisitou o brigadeiro coimnandan-
16 das arenas em offlcio o. 557 de 23 lo corr.-nle,
OS turacos que cxislem m iniiralhas do quartel
das Cinco Ponas dos lados de leste e oeste. Fize-
rant-M as Bebisarias commnmcaeoVfl.
Dito ao lente coronel Lon J Coi vui que V. S. siga para o presidio de Fernan-
do iio vapor JfaaMNftMHM que teui de partir para
all no da II de al.nl vindouro.
Dito ao director do arsenal de guerra.Allen-
fl.i lo ao que ponderou o caidtao emninandanle da
coinpaiihia de artfices em oflkio de 2'.l de feverei-
ro ultimo sobre que versa a sua informacao n. 271
de 23 do crrenle, rerommendo V. S. que man-
de .'orn.'cer inlegralmenle mesma companhia os
rticos de fardameato meoeionados eui a aota de
que se remellen copia esse arsenal em 17 de
agosto do anno pasado, visto que, segando decla-
ra o mesmo capitn, foram couipreliendidos no
mappa remedid 1 a rparticio do quariel meslre
gei eral os olijectos fornecidos por adiantomento a
eompanhia por coma do fardamento de
8(i.Cominuiiicouse ao brigadeiro cominanlan-
te 'las armas
Dito ao mesmo.Forneca V. S., mediante in-
deiunisacao o cartuxame de mosquelaria sem ba-
las que me for pedido por liarle da irinandade do
Sanii-sim 1 Sacramento da fregueiia do Reeife, pa-
ra as descargas d.i fesla da Ressurreicao no dia 27
do Brrente.
Hilo ao director geral interino da insiruccao pu-
Mii a. Declaro Vmc, em resposla ao seu of-
flcio de 15 do corrente sob n. 43, que de confor-
midade ei.m o parecer do couselho direclor anne-
xo so sen cila lo uffieio, pode ser adoptado em to-
das as aulas primarias da p ovincia o compendio
intituladolivro do Povopublicado no Maranho
pe Dr. Antonio Marques Ro Irigues.
Dilo ao mesmo.Picando inteirado duque Vine,
ate conununica em sen offlcio ile 21 do corrente
sol n. 44, lenho 9 declarar-lhe que na conformi-
dai dopamcer doransolbo director, pule ser
adoptado as aulas seeiindarias da provincia e as
de iiistruccfw elen e.ntar do 2' grao a obra que
couipoz o Dr. Joo Antonio Coqueiru sob o lilulo
de -Metrologa moderna.
Dito ao juiz. municipal da I" vara.Ponlia Vmc.
i di>po-icao do Dr. chele de polica os sentenciados
dejustica que estiverem as 'ircumslancU-. de ser
enviados para o presidio de Fernando, alim d le-
rem esse deslino no dia 13 de abril vindouro no
apar tfaavMMHtjv>, onriaadOHin com anteceden-
cia as respectivas guias, hem como a< dos i|ue ali
exislem sem ellas.Commtiiiieou-se ao Dr. chefe
de imlicia.
Dito ao juiz de paz mais volado do 1* dislricto
da Ireguezia de Garanliuns.Coartando de offlcio
do juiz de paz da Palmeira loa piiin Jos de Veras,
que ateo prsenle se nao reuuiu a junta revisora
le luatifeapbt dessa freguezia,cumprei|ue. Vmc,
se lr MB exacto me informe rom urgencia qual
a rizao por que deixou de reum-la no proas da Ir-i,
h liruvidencie Ingo para que um mez depois de
feia a Coiiviicaraii de pie trata o art. 4 da I-i de
19 de agi-to de 1846, e afflxados os ediiaes,
reno a referida junta e proceda a reviso da qua-
Jiliacaodos votantes danm pariMdAa, loado em
si; o disposii. uo decrrtn n. 2863 de 21 de de-
lemhro de 1861 e mais disp tefes em vigor.
Dito ao juiz de paz mais votado do 1 distrirlo
da ireguezia do Pao d'Alim.Aecusando recebida
com o seu offlcio de 15 do corrente a copia da ac-
ta dos trabamos da juma quaiiiicadra dessa (re-
guezia dorante os cinco dias de reclamaco, lenliu
a duer-lbe que a copla de que irala met Offlcio de
3 desle mez a que se refere Vmc. a da acta da
installaco da junta na sua primeira reuniao a
qual dever Vmc. remetter-me com a mxima bre-
vidade possivel.
Ditoao gerente da eompanhia Pemambueaaa.
Pode Vmc. fazer seguir para o presidio de Fernan-
do no dia indicado em seu ufflrio de 24 do corren-
te o vapor Mamanguape, fieatub) ceno de que ties-
ta ilala expeco ordem para seren embarcados com
antecedencia os offieiaes, pracas, Benteaciados e
volamos que liverem de r para o mesmo presidio.
Expcdin.se a ordem de que se trata e fez-se as
nece.-sarias communicaces.
Dilo ao conselbo administrativo. Communicoao
conselbo administrativo que segundo parlecipou-
me o brigadeiro commandanie das armas em offl-
cio n. 558 de 23 do crrenle, foram recolludos a
pharmaria do hospital militar as doze garrafas de
vinho de Moitier e igual numero de vidros de Bu-
degrey, que faltarain para o completo dos medi-
camentos comprados ultimaroenlc para a mesma
phaimacia.
Dito ao conselho de compras navaes.Pode o
conselhode compras navaes promover a comprados
ohjectos de que trata o sen offlcio de 23 do corren-
te, rielo ano sao aseescarios para provimenio do
tlmoxarifado do arsenal de marinha, como deca-
roa em dito offlcio.Communicou-se ao inspector
Ja Ihesuurana de fazenda.
Expediente de secretan do .overas.
Offlcio ao inspector da ihesouraria provincial.
Aecusando receido o seu ulttcio de 19 do corrente,
agradeco Ihe oexemplar que veio a elle annexo do
relator) por V. S. apreseniado no corrente anno
ao Exm Sr. presidente da provincia.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Santo AnioDe ordem de S. Exc. o Sr.
vice-presidenle da provincia, devolvo V. S. as pe-
licoes a que alludem os seus officios de 21 e 22 do
correnle, alim de seren selladas pelos peticio-
narios.
Despachos do dia 23 t marco de 186i
/lVt/KW>/T/W.
Antonio Monteiro de Lima Reg Val enea.Infor-
me o Sr. director da instruccao publica.
Joao Peretra Adriano.Informe o Sr. director da
colonia militar de Pnesnleiras.
Jos Izidoro dus Santos.Dirija-se thesouraria
provincial.
Mana Albertina Ferreira Lopes. Informe o Sr.
director da insiruccao publica.
Manoel Carneiro da Silva.Indeferido em vista
da informacao.
Manoel Lberalino Freir de Careadlo.Passe
portara concedendo a licenca que requereu o sup-
plicante.
26
Antonio Paes de Oliveira.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Anna Joaquina da Conceico. Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.'
Ijerlino Lopes de Araujo.Como requer.
Carlos Jos Dias da Silva.Compareca opportu-
lamente ao concurso.
Francisco Botellio-de Andrade.-Informe o Sr.
nspector da Ihesourailu de fazenda.
Francisco Manoel Baldara de Vasconcellos.Em
vista da informacao do director geral da insiruccao
mblica datado de 22 do corrente, cumpre que o
mpplicatite submetla-se ao exame do systoma de
|WOS e medidas o methodo to ensino.
Francisi-a de Assis.Aprsenle au Sr. inspector
lo arsenal de marinha os linos de que Irala.
Graciano. Enlregue-se, nao bavendo inconve-
lienle.
Jos Gomes Villar.Concedo a licenca que re-
quer o stipplicante, pagos o laudemio e direilos la-
saos.
Joao Lucio Marques.Dirija-se ao Sr. director
l<> arsoaal de guerra, quem nesta datase expede
as convenientes ordena.
Joo Barbosa Cordeiro Feitosa.^Jrnkferido.
M.ilaciiias, Africano livre.RioV tendoo suppli-
canle anda o lempo da le nao pode ser attendido
10 que requer.
Vicente Antonio Lopes da Silva.O supplicante
responder ao jury em sua prxima sesso de abril
vindouro. *
Viente de Barros Bello Jnior.Em vista da
informacao nao lem lugar o que requer.
Segundo a proposta essa queslao. inteira-
menle livre a lodos os cidados portugueses, e aos
estrangeiros residentes em Portugal a eommoni-
cacao de seus peusamentos pela palavra, pela im-
prensa, pelacrcagoes das arles liberaes, ou \xir ou-
tro qttalqiter meio de publicaco. comanlo que na-
jara de responder pelos abuzs que comniellerein
no exercicio desle diretlo.
Os chines de abuso da liberdade de communi-
eacao do pensamento sero punidos com as penas
establecidas no cdigo penal.
O processo applicavel a esies ertmee ser o que
lhes corresponder em vista do decreto com forea de
lei de 10 de dezembro de 1852 e mais legisuelo
em vigor.
o ministerio publico promover a aecusaciio em
lodos estes crimes, haja ou nao parle aecusadora ;
excepto nos de injuria contra qtiaesquer cidados,
porque neste caso o ministerio publico somonte 11-
lervir quando a parte offendida promover a aecu-
sacao.
Aspessoas responsaveis pelos referidos crimes
sao os autores do original publicado ou reprodu-
zdo.
Quando os autores do original n.ao forem conhe-
cidos ou nao forem encontrados no reino, e o eri-
me for c immeltido por meio de publicacao ou re-
produeco em jornal que tenba edilor, ser esto o
responsavel.
Quandi a publicacao ou reprodueco nao for (ri-
ta em jornal ou este nao tiver edilor. ou o editor
jornal fundamentando o acto ministerial seria mere-
cedor das iras que o gabinete pretenda por aquel-
lo mod sffastar de si
A posico do Sr. cnseibeiro Jit Bernardo da
Silva Cabral. depois d'aquella suspenso do jornal
pie o elogiara licou muio critica ta cmara a que
perteooe.
Chega at a afflrmar-se que S. Kxc. nao ser es-
Iranbo t publicacao annunciada de um novo orgo
oposicionista.
l cao servio de thema a grand;s commenlarios
de grgos e Iruyanos.
.Na cmara dos depntados, :.n!es de honlem
entrn em discusso a inlerpeilacio a respeilu do
bispo de Coimbra.
A que-lo a seguinle :
llavendu tnorrido o escrivo da cmara ecclesias-
lica, o reverendo bispo, conforme se costuras, con-
sultou ao governo propondo-lhe que se pomeatM
pessoa da sua eonttanea.
O Sr. ministro da jusiica esleve um anno sem
Ihe dar resposla, e nomeoii alinal oulro individuo.
O prelado represcnlou enlao ao governo, queixan-
do-se da desconsideraco liavida com elle, sendo
consuliado, segundo a pralira, sobre as nomeaces
dos seus subordinados de lodas as jerarcliias at
aos sachristes, e fazendo-se excepgo a respeilo
de um encargo lio inqiortante, e que necessita de
individuo da sua coiilianca.
Ex|ioz latnbem o dign prelado os motivos por-
que nao a pode ter no agraciado pelo governo,
os feas inmunos nao trataram de se balar, nem do multo fallada, sobre ludo pelas follias que se
d desconsiderar a bandera porlugue;.... julgaram desconceituadas. H
v-, ,'.',"; 'lu;nvl"na d'; Bre*! ',n,,;!siva ''', l-r- Sao norrorosas as alttmas noticias do fiagello
vao, e e o que nnic.imenlt quena. O governador de Cabo-Verde.
civil procuroii impedir que Ih'o ven.lesseni, mas
nos dias 28 e 29, o vapor recebeu carvao e sabio
na noile do mesmo dia.
A crvela federal sabio tambem na manhaa do
dia seguale.
As folhas da capital transcrevem d'uma cor-
respondencia particular d'Angola o que se segu :
Os Ingleses lizeram das suas ; eis o caso :
A guarnico da crvela Ascker, fundeada ins-
te porto, foi no dia 25 de Janeiro fazer exercicio
de fusilarla Pona da liba, levando tambem urna
peca, que a
xa
arr^Ti ; 1'"""" "" *' de uturo. que
^^iii^,Wl,^^,?"0Bl*l,torlh*i* *,cm** cmtoda a provincia!!! Os mantimentos
l L im 2!? ""' ""V"1 ?f"5 aT S0"? que a "**> J corros mandou, esgoiaram-
a odas as cbalas dMsmmtemHbu da Pona da se, 011 muito poueo rosto; mas imito valiosos fo-
llha ; e. como nao achassem a plvora, t.raram lo- ram I Quantas vidas salvas! Oala que a caridade
do o dmheiro em prata que acharam, a cnacao e publica naoesfrie, para que a terrivel fome nao
Eis o que se l n'uma correspondencia recentis
sima :
A fome lem frito e contina a fazer umitas
victimas. Esla cidade (a da Praia) est cheia de
/vacos que o povo do inferior foragido, tem ama-
jado. Cada um destes feos serve de abrigo a 6
e mais creaturas quasi nuas; grande parle tem
succumbido, por causa da chuva que ltimamente
cahio; a fraqueza em que estiio, a humidade do
slo e o deficiente abrigo que um fu neo construido
de pao de purga e eoberlo com a planta babosa p-
, 1. queall de.xaram l.car, bem como urna ca- de dar-lhes, sao a or.gem de tanta desgraca. Se o
em que elles disseram que imham plvora. In- governo da Metropole nao mandar coni prompt.do
dtpois busca-las, d.zem que acharam a ca xa manlimenlos, e nao os continuar de futuro, que de
EXTERIOR.
MIIIIIISPOM.tMIVS IM 1IA
RIO ItE l'KK\inKM'0.
UMaKM.
13 marro de 1861.
N'uma das ultimas sesses do parlamento foi apre-
fWnttdo pelo ministro da jusiica um projeelo de lei
lendente a reformar o processo appl.cavel aos di-
mes coinmettidos pelo imprensa.
Nao |K>ssivel, diz o nobre jurisconsulto em seu
luminoso relatorio, confundir a liberdade da im-
prensa eotn a liberdade da injuria ; ese a primeira
0 digna de toda a proteceo e favor, a segunda me-
rece urna represso severa, sobre tudo no nosso
paiz, onde infelizmente ueste objecto to pronun-
ciada a tendencia para o abuso.
O governo propondo esto projeelo, |ir urna jus-
ta compensacao entendeu que devia exceptuar de
loda a incriminaco a publicacao de doutriius se-
jam qnaes forem, lodas as atea que esse facto de
per si nao constitua algum critne de outra ordem,
expressainenle previsto na lei penal.
E' na garanta da liberdade de opinioes que est
ii verdadera liberdade de imprensa.
Parece tambem ao governo que se poda facilitar
H creaeo de jornaes polticos, sem inconveniente,
:upprimindo algumas das formalidades que boje
exige, a nossa legislacao, a qual, partindo de um
principio de suspeico contra o jornal que anda
nao esta creado, exige desde lugo urna serie de a-
lanlias contra abusos possiveis, como se na inlen-
1 o de publicar um jornal viesse incavuado sem-
pre n proposito de delinquir.
Ampia liberdade de apreciarn de doutnnas e
los arlos dos poderes pblicos ; a maior facilidade
para a publicacao das opinioes ; fcil e prompta
npressao para os crimes commeltidos ; laes sao os
principios que serviram de guia ao governo an ela-
I >rar esla propoeta. E' cuiifonne nos principios
'Miclameiitaes com outra que j exista na cmara
Jos pares por eff-'itu de iniciativa particular de um
digno membro d'aquella casa.
Kesumirei alguina das suas principies disposi-
eoes :
nao fr encontrado no reino, o responsavel sera o alm de outros motivos de consciencia, e neste uso
dono da imprensa, liihogropho ou oulro eslab.de- pedio licenca ao governo para impetrar do sunimo
cimento em que a publicacao ou reprodueco for pontfice a resgnacao do seu bispado.
fel1-'- Tinha por lim a intcrpellacao saber do estado
Quando o estabelecmento de que traa a dispo- oeste negocio,
sico anterior nao fr cunliecdo. ou nao fr o dono A historia que lica arima contada, a oficial,
delle, ou nao forem encontrados no reino soro Diz-se que existe porm ama historia seca-la, que
responsaveis as pessoas que venderem 011 liverem a opposico refere di modo segototo :
expostos venda os objeclos publicados ou rearo- Qaundu o revecen.lo btspo de Cmmbra fez a pro-
duzidos, os os afflxarem ou di.-tribuirem, ou de posta para individuo de sua confianca, o ministro
qualquer modo concorrerem sciente c voluntaria- eslava disposto a annuir a essa proposta. Os
mente para a sua publicidade. easpanhos, porm, erara a favor do ootro que ti-
A responsabilidade imposta as differentes pessoas ana prestado serviros em cleices Gomeonu o mi-
mencionadas as disposices antecedentes nao sera nisiro, segundo se diz, a resistir s influencias, mas
semultanea, porem successiva na ordem da enume- foi aggredido na cmara sobre ouirjs assuinptos
racao d'ellas. Cada urna das ditas pessoas poderia por Harto de algun.- membros da maioria, que ti-
isentar-se da sua res|ionsabilidade se, fazendo re- nham motivos de queixa pela su pouca condes-
conhecer qualquer das outras a quem essa respon- (tendencia.
sabilidade primeiramente pertence contra ella so Obsgou mesmo a dizer-se que largaria a pasta,
poder tornar rifcetiva. I por causa das hostilidades de certo grupo. O mi-
li edilor do jornal em que algum individuo, Iri- nisiro nesta conjuncin mudou de procedunenlo,
bunal uu corporaaio lenha sido argido obrigado e passou ser mais condeseendente. Por certo
a publicar gratuitamente a defeza que pelo argido ; motivo adiou a aornaaetU do escrivo da cmara
Ihe for remellida na primeiro numero que for pu- ecclesia-lica de Coimbra; mas, por (im, cedemlo
blicado depois de a ler receido; contante que a imporlunaroes e aos empeaos, nomeoit para
exttmsau d'ella impressa em typo e f.nnaio igual aquelle euiprego, u recummendado eleiloral, nao
ao da arguicao, nao exceda odobro deextenco consuliando o bispo para estanoui'acao. apezar de
desta e que nao conienha expresses iajonosas. nunca dr deixado de o consultar acerca da nomea-
Todas as vezes que algum jornal publicar ou re- cao de sachristes, e de nomear o alilhado do bis-
produzir alguma noticia, que seja aflcialmente des- po para oulro cargo, anda mais pingue perstiadin-
menlida na folha oficial do governo, O editor do i do-se que o bispo de Coimbra o que desejava era
jornal em que a publicacao ou reprodueco liver s-' a collocaco do seu recommendado, fosse ella qual
do feila. obrigado a Iratiscrever na primeira pa-1 fosse, o que aerial nao era.
guia do mesmo jornal o desmentido, ou rectifica- O Sr. Gaspar Pereira da Silva (ministro das jus-
cao em typo igual quelle em liver sido publicada ticas) res|iondendo a inlerpellacio, entre outros
fados, dase que nada sabia oficia luiente de Roma
quanio renuncia do prelado, m, s que, por una
cominuuicacio verbal do nuncio de sua sanlidade
ao ministro dos negocios estrangeiros, lite conslava
que o summo pontfice nao linha acceitado a re-
nuncia do reverendo bispo de Coimbra.
O debate lomou un aspecto inli ressanle.
Gomenoa na casa electiva a d scusso do pro-
jeelo de lei para a abolico Jo ii.oiiuiniIo do ta-
baco.
Veio LislMia e lomou assento na cmara
dos paras, de que membro, o Sr. viseonde de Pai-
ra, ministro de Portugal na corle de Franca. Al-
gUBS querem ver na ebegada de S Exc. a esta ca-
pial alguma relaeu com urna phantasiada viagem
de SS. MM. Pars, di> ijue os jornaes eatfaagmros
leen ltimamente fallado, e que parece nao ter o
menor fundamento.
Fallou-se tambem aqui ha pouco lempo napossi-
bilidade de una prxima viagem de sua magnntinVi
el-rei, o Sr. D Peraando, ao Brasil. Como nao te-
nbo dados para julgar da vencida de do fado, jul-
go mais prudente comuitinicar Ih'o com a devida
reserva.
De lempos lempos apparecein nos jornaes es-
trangeiros noticias desta ordem, pura o que pre-
ciso serapre estar prevenido.
Gorro a noticia que o Sr. Jos Isidoro Guedes
la ser nomeado governador civil le Lisboa. Nao
parere m esculla. O Sr. Guedes poema, alm de
reconhecida inlelligencia, a necessaria aclividade
e outros requisitos tiara bem se desempenhar des-
te elevado cargo ; entretanto contina a afflrmar-
M que ser este lugar confiado ao Sr. conde de Rio
Maior.
^ia,!V!0 ,,r"'1 qf .ixar" a .n,0VU c/pi,'i0 d? P>verno tenciona mandar la o frica rece-
porto, o 2 lente Jos Joa.pi.m d Almeida o qual, ber os desgranados que quizerem passar para S.
conhecunenio do occorndo ao governador ge- Tbom.
Nada mais se sabe, nem mesn talvez o go-1 Emfim, no dizer de todos os amigos a manr
ilus fomes,j\\xe tem assolado esla provincia, porque
ao povo nao resta o menor recurso.
deu
ra
venador mecha mais n'isto.
Ha Mtico mais de um anno, diz o Jornal do
ftaMwrma de Lisboa que as forcas navaes bi itan- A commisso de soccorrs prosegue em seus tra-
nicas arronianm a bandeira porlugueza, no pro- balhos, e de crer que a philantropia publica nao
pno pono de Luanda, obr.gando a fondear e abor- neja sorda a esles novos clamores dos que as tor-
turado o navio Paquete de Mossamedes. O governo -turas da fome, esiM'ram a misericordia de um soc-
mgle deu salisfacao por esse insulto. corro que os livre da morle
Agora o governo poriuguez ser solcilo em re- E' de crer lambem que o's generosos corac5es de
clamar igual salisfacao pelo caso referido, e de cer- tantos Porluguezes e de tantos Brasileiros que j-
too Bovernobnta.inico nao o negara, assim romo mais deixam de valer s verdadeiras calamidades
a in.leninisaeao devida aos imxoluandas que foram se commovero com o triste quadro de lautas vic-
! es|>oiiados pelas forcas brilannicas, que praticaram timas.
''V"-"ra-"^---........>*-*- -.-.- L.AMri(1:!,]e ni tem patria; as suas azas benefi-
ou reproduzida a nolicia, no primeiro numero que
publicar depois que a dita folln offlcial tenha sido
recebida na trra em que o jornal existe.
Pela falta de cumprimento das duas ultimas dis-
posices, incorre o editor do jornal em urna mulla
de 105 por cada dia que demorar as publicacoes
Bellas* ordenadas alm de perdas e dainos. A
sentenca que eondemnar no pagamento desta ou de
outras quaesqner multas, |>oder ordenar a suspen-
so do jornal at que dito pagamento se verifi-
que.
Para a publicacao de jornaes polticos nao ne-
1 asearla babitteoao previa, nem outra formadade
mais do que a deelaracn do editor, a qual ser fei-
la tres dias anles do cmeco da publicacao, peran-
te o administrador do con briba ou bairro, e o dele-
gadfl do procurador regio da comatca em que a di-
ta publicacao bouver de ser feila.
O editor deve ter mais de 25 annos ; cidado
no goso de tmlos os direilos civis e |Kililcos ; do-
miciliado na comarca em que a publicacao bouver
do ser feila.
A falla da declaraco do editor ou a declaraco
de pessoa incapaz de o ser. importar a suppres.-o
do jornal ea condemnaco de alguma das pessoas
responsaveis pela publicacao delle em urna multa
de 1005000.
Pora d'esle caso e do da suspenso dt garantas
constitucionaes. nos termos dos paragraphos 32" e
33" do artigo 145 da caria constitucional, nao pe-
der ser suspensa a publicacao de qualquer jornal
ou oulro objecto, seno por elfeilo de despacho ou
sentenca do poder judicial.
A inlrodurco e venda de jornaes, livros ou
quaesqner outros objeclos publicados ou reprodu-
zidos em paiz estrangeiro, continuar a ser appli-
cavel o que se acha esUbrieeido na legislacao ac-
tual.
Parece que esto projeelo ser anda discutida na
.No Diarto le LisMa de 11 do corrente, l-sc exacerba. Os horrores da fome fazem agora sen-
a seciunte portara : | lir com mais vehemencia os seus lerriveis eff.itos
tintsimo dos negocios do reino.Dircccao ge-; em algumas ilhas e apezar dos soccorrs que a ini-
ral da admmisiracao civil. 2" repariicao. cialiva philantropica dos particulares para all tem
| (.onsia da correspondencia oficial do vce-con- enviado, a crise dolorosa.
{sul de Portugal, no Rio de Janeiro, que, no dia 23 As ultimas noticias sao aterradoras. All j nao
de outul.ro do anno passado, entrou no porto d'a-: se morre de febre. Agora morre-se de fome.
quella cid.ule. procedente da barra do Dourn, a No mez de Janeiro suecumbiram 56 infelizes I e
barca porlugueza Monteiro II. levando i seu Imnlo al 13 do passado fevereiro acabaram seus das
VI passageiros um>grados. entre os qttaes se con- trnta e seto !
i lam 14 menores de 14 anuos, indo a maior parle Na cidade da Praia acham-se completamente des-
lestes sob a proteceo oficiosa de aiguns dos de- amparados quatro mil e tamos radios (designacao
, mais passageiros, e sem recommendaoSo alguma indgena) dos que abandonaram as suas casas, no
para os Porluguezes establecidos n'aquella ci-1 interior para escaparem do lerrivel lagello da fo-
I dade. me, nas (|ue nem por isso melhoraram a sua sorte,
! Consta tambem que aiguns individuos, que do porque ella all se faz sentir na mesma escala,
lirasil teem vindo as trras de sua naturalidad.', 1 Celebrou-se no dia 29 do passado o sexnges-
1 quando voltam para aquello imperio, levam com-1 simo oitavo anniversario da ftindacao da bil.liothe-
sigo um certo numero de rapazes, a quem pagan-; ca nacional de Lisboa por alvar da rainha D. Ha-
do passagem, para havereni dos fazendeiros do in- ria I, sendo ali aberta urna nova sala de l.itura,
tenor, a quem os entiegam, o dobro ou triplo des- na qual foi enllocada a magnifica estatua da mesma
ses abonos ou adianiamenios; esle trauco clandes- rainha fundadora daquelle estabelecmento, feita
O conde de Sabogom acaba de ser nomeado
nadar de sua mageatode a rainha. S. Exc. pedi-
r a sua exoneracio de goveraadoi civil de Lisboa
actual sesso, |H>r ipianio se afirma que ser esla !e lomou assento na cmara dos pares.
prorogada, attendendo a que falla anida a discus-
so dos oreamentos e do projecto sobre a abolico
do mono|M)bo do tabaco.
A proposta que o novo ministro da guerra, o ge-
neral Paseos fizera para suspender o regulamento
para a reforma do exercilo do seu Ilustre anteces-
sor, o viseonde (boje marones) de S da Bandeira,
deu lugar na casa elecliva a porfiadas escaramu-
cas, veiicendo-se alinal por maioria de viole e tres
Votos que o referido regulamento licasse suspenso,
sendo reportadas varias moees aprosentodaa no
decurso da discusso por aiguns membros da es-
querda.
S.guio-sc a discusso de um projeelo de lei que
regula s licencas dadas aos membros da magis-
tratura.
Como era de esperar, fallou-se muito, por-
que abtiudam serapre no parlamento os interessa-
dos.
Como Ihe noticiei em tempo opportuno um
dos cavalheiros ultimamenie elevados rathegoria
de pares do reino, foi o conselheiro Jos Bernardo
da Silva Cabral, irmo do Sr. conde de Thomar.
O Progresista, folha stmii-olllcial, em um artigo
frisante, elogiou a nomeaco e chegou mesmo a
exclamar que nunca a munificencia do soberano
liaba sido mais bem empregada do que referen-
dando a carta regia que elevuu ao paralo o referi-
do consefieiro.
A's retobeles choveram de lodos os lados; a
aiinosphera polilica fez-se carrancuda ; a allianca
que ha anuos linha frito um ministerio regenera-
dor c.nn o Sr. conde de Thomar, foi absolvida pe-
los que increparam esta nova de um gabinete pro-
gresista com um dos homens mais salientes de
1846.
O cerlo que o governo entendeu que lava una
salisfacao publica matando o seu jornal I Peior foi
a emenda que o sonetol Cahiram-lbe todos, e-
perguntou-se aos ministros, de todos os lados Jn.
imprensa, se pagava o justo pelo percador?, se-o.
I Diario pul.lie m os estatutos approvados
do novo banco estaltclecido em Londres, denomi-
nado Brasilina and Portaijurzc Bank, tnnited.
Falleceu a viseomlessa de Villa-Nova deGaia.
Foi, n'um destes dias, enconirado sem senti-
dos, no seu quartel de Valle do f-'ereiro, sentado
em ama eadeira, o brigadeiro Joan Jos Pereira e
liona.
O Sr. Hurla recolbera-se na aoito anterior, pelas
IH horas, e, a|>enas entrara 110 seu quarto, mostra-
ra achar-se encommodado, e senlta-se na eadeira.
o comanda observen ludo isto, e rotiroo se sem
perguntar eousa alguma ao brigad. iro, porque es-
te, aria sua severidade, jamis eoasentia que o ca-
marada Ihe Izesse pergnntas, que nao fossem in-
dispensaveh para o servfoo sen cargo, nem que
Ihe enlrasse no quarto sem ser chamado.
Honlem de manhaa estranhava-se que o briga-
deiro ainda eslvesse recolhido s dez horas, elle,
que costumava levantarse ainda antes do loque da
alvorada.
Alguem procurott o Sr. Harta, e entao foi neces-
sario entrar-lhe no quarto, e achou se o brigadeiro,
como se disse, sentado sem sentidas, o com indi-
cios de haver vomitado. Tinha sido accommettido
le tuna apnplexia cerebral, e evidente que pas-
sou lo.la a noite sem ser soeeorrido
Presbm-lhe os primeiros soccorros o Dr. Alfon-
sees, pelo systoma homa-opathico, o Sr. Hurla re-
cobrou algum movuneni., mas sari fallar. Depois
foi levado para o hospital militar.
Quando se reconheceu o estado ra que se acha-
a o brigadeiro. 0 cantarada adv. rlio que pooeos
dias anles S. Exc. receben urna certa quanlia, ju-
ros de nseriiices, e essa quanli; achou-se, cum
elfeilo.
Funttona no dia 22 de fevereiro,. no imrto do
l-ujii'li il. a crvela americana federar-. I.ttiz. No
ifla 28do mesmo mez Tundeo -auibem o vapor
de guerra dos confederados Ftain/li.
muMi s um combate deulro do porto'; mas
I tino, simulado com apj.arencias de legaldade. nao
toleravel, nmn deve proseguir, a carece de re-
medio prompto e radical, alm daquelle que em
parte o preveno. establecido pela circular de 28
; de Janeiro de.-te anno.
I No entonto, nao possivel imaginar que um
: tao avultado numero de menores de 14 annos se
ausentasen legafmeoto; e por >so S. M. el-rei man-
da .pie o governador civil do dislricto do Porto re-
mella, sem perda de lempo, os procesaos dos pas-
saporles expedidos a todos os menores transporta-
dos na referida barca Monteiro II; bem como os
: termos ou escripturas de coiisenlimenlo de seus
pas ou tutores, e as fiancas que devorara dar todos
os que livessem 14 anuos annos compl.dos de ida-
de. em conformidade da Iri de 4 de junho de 185!
e do regulamento de 7 de abril de I8iil.
PagO, em 9 de marco de 1864.Duque de
UmU.t
OSr. S. J. Cohn promove aorgtnisacode
urna eompanhia, cajo lim construir casas pan o
povo e |>ara a classe media, em Lisboa e seus su-
burbios.
Ha poneos dias j se reuniram, em casa do baro
de Barceilinhus, alfana capitalistas, como proposi-
to de dareni andamento a orgamsaco da eompa-
nhia.
Esliveram presentes a essa reuniao os Srs. Jos
Mana Eugenio de Almeida, baro de Magalhes,
Foiiseca Sanios A Vianna, Ferreira A limaos. Alm
destes, outros oapitali.-tas |Kiderosos prometieran!
J sua cooperaoo na eompanhia.
Ja |ior mais de tima vez se tem fallado em eom-
panhia para cdilicaco em Lisboa ; mas todas as
tentativas se leera malogrado. Veremos se esta ai
avante.
0 negocio deve allrairoscapitaes, iiorque se affl-
gura que dar bons lucros.
Para a cidade 'uma empreza do maior alcance.
S assim podera haver casas para hbil ir por pre-
ces mdicos e em melhores condices hygencas
do que as que exisiem ou se construem
Poucas ci.lades haver, onde as casas sejam me-
nos conforta veis. Mal construidas, em regra, mal
distribuidas, a agua da chuva entra pelas janellas ;
e casas ha, que em dias de ventanelrn, sao mais
des.onforlaveis que a cmara de um navio, porque
o vento etilra indas {tortas e pelas janellas, mal fa-
bricadas.
S urna eompanhia pede remediar estos inconve-
nientes e construir casas, sobreludo para a classe
media, que a que mais soresente da falta que ha
de commoda habitacoes, considerando q ie j paga
avulladas rendas, e s enconlra, em geral, casas
em |ie-simas condices.
Deseja-se que a eompanhia, cuja organisaco
promove o Sr. ohen.chegue a organlsaise defini-
tivamente, e que o governo a auxilie tanto quanto
poder no seu emprimo.
Por um decreto de recente data foi determi-
nado que as redacoes dos jornaes polticos e lute-
ranos se desee lugar em duas frizas notheatro de D.
Mana II em vez das entradas que linhaui na platea
superior.
Sem previo accordo succedeu que todas as re-
daccoes di- todas as cores iiollicas imaginaveis, a
excepcao da Gauta de Portugal e Diario le Asboa
roaattanm caihegoricamenle a offerta do governo.
(Jim elT.'ilo os jornabslas encordoaram de veras
com a tctnhranca de collocarem 60111 cala fma,
por turno fazendo parto do espectculo, e sendo an-
mmcia.los na rospen pelo cartaz.
O Archivo Pittorcsco, ou antes o seu redactor
principal apparcceu unta noile deslas na compe-
tente friza.
Esla medida (de economa para o theatro) tem si-
em marmoto le Carrara pelo mmorlal Joaquim
Machado de Castro, o primeiro escultor purtuguez
e autor da estatua equestre.
Suas mageslades nao assisliram a esta solemni-
dade.
N'uma sesso da cmara municipal de Lisboa
foi apresenlada urna expeaJgio do Sr. Joo Mana
Fej, na pial ollerece ao municipio una escada
de sua inveuco para acudir aos incendios.
0 Sr. Peij, para si s pede a despeta feita com
a consirueco e experiencias, que se calcula em
1005000; mas quer mais 500000 para serem
dados ao eslabelecimenlo de caridade.
Levam.'im-se os alicerces de tuna grande fa-
brica de tecidos na quinta do Arieiro, em Orina,
lelos Srs. Martins 4 C, que ltimamente compra-
ram aquella quinta. Muilos operarios se oceupam
nesla iui|>oriante obra; as machinas serao movidas
va|ior.
E' excellenie a posico da nova fabrica. Pica na
fz do no, que alravessando as riquissmas her.la-
des de Pombal, e banhando a pitioresca quinta da
Arriaga, junta a quinta do Arieiro, desemboca 110
mar; pelo que fcil ser para a fabrica a commu-
nicaco pelo mar.
Assim se dcsenvolve e accrescenla a industria
nacional, eem nina importante villa, que em oulra
poca foi o centro da lidalguia, e sera ainda boje
pomo de grande commercio, se o marquez de Poin-
bal lvesse concluido a grandiosa obra de turnar
accessivel s embarcacoes a uavegaco daquelle
no.
lina portara do ministerio das obras publi-
cas, recomnienda ao conde de Farrobo, presidente
da commisso e encarregada de levar a elfeilo o
monumento do imperador D. Pedro IV na praca do
seu lime nesla cidade, do fazer arrasar o pedestal
que ali se coustruio, e csrolher um novo risco para
se elevar a efleito o monumento.
0 ministre das obras publicas, segundo di-
ziam, se achare dispo.-to a por lermc celebre
queslao do Douro, declarando livre a barra do
Porto, segundo melhores infurmacocs as ideas do
governo ueste assumpto sao conciliadoras de lirios
os iuteresses, e que veremos finalmente os pro-
prietarios do paiz vinhateiro collocados em ptimas
condices ao passo que os genuinos principios da
liberdade liearo desafrontados.
As bases da proposta do minst.'o sao as se-
gumos:
1.* Bslabelecitnento de urna caixa de banco hy-
pothecaro na Ittgoa, principiando desde logo as
suas oneneoes.
2.a Conservaco da actual demarcaco, acrescen-
lando-Ibes as quintas, hoje planudas, que csto si-
tuadas enlre o acho e o Sibio as margens do
Douro propriamente dilo.
3. Armazenagem separada em Villa-Nova de
Gaia para os vinhos produzidos dentro da demar-
caco.
4. Conservaco do imposto de 500 ris, por cada
pipa de vinho que der entrada no deposito da Villa
Nova de Gaia, o qual Imposto ser exclusivamente
empregado em estradas dentro da mesma demar-
caco.
0 arromhamenlo, Jisca I sacio do deposito, guias
de transito, etc., sero regulados pelo governo, 011-
vidas previamente a assoeiaeao cominercial d.
Porto.
A' vista anatas bases, devora eeasar muitos es-
crpulos de ama e outra parto.
A accao intentada pela fazenda nacional con-
tra a eompanhia Luztania, contra J.aquim Jos
Rodrigues Contente, para haver a autora a indem-
nisaco dos prejuizos causados corveta Sagres
pelo vapor Lusitania prosegue em seus termos.


Diario de Percambaco %mh < felra :io de liaren de isei.
f
A senicnca da prmeira Instancia, fundando k|
cm que o jurj liavia decidido que a abalroas i
acontecer por simples acaso, j iI^-ju inproce len*
a aeco Intentada pela falencia, assim como .
ieeooveneao proposta pila compenhiacentra afa-
inada, mandando que cada un dos navios suppor-
tame os damnos que soffreu.
Ambas as partea appeJJaram, c o niltun.il di
guada instancia commereml annullou o proei s
niaiidando-o reverter a primeira instancia, am d
que ambas as partes nomem arbitradores exper-
ios f ara determinaren), rom audiencia do capua i
lo navio abalroado, as circunstancias dos lacles
allegado*, aervinde esta Majencia de mlbrmaeao e
I mva aos julgadorcs.
i on,-ia que o governo consultara o eonsem i
do commercio sobre a conveniencia e opporttiuida-
de de abrir os portea aos eereaea estrangeiros.
O conselbo M de npinio que nao era urgente,
r.em |.orlanlo de .ouvenieaeia abrir actualmente
os portee, c raaer mais urna vez excepclo le vi-
gente. Entendern!, porm, que era de man r ,
urgencia aproientar ao parlamento um projecto de |
lu (terina nenie, |
rene*. O mim-im aceina estanpinio,e oeoaso-
Iho encaona os Sis. Casal Ribeiro, marquet t*
Nia, e Aorada Corv.>, de redegir o orejelo.
A cheia <]ue no da 8 rotMOMl a innundar os
campos do Tejo, esleve muitos das crescendo, e
lem sido urna das matares qne se tein visto nestes
ltimos ItO anuos.
Ecn Santarciii j rhegava no dia lia cubrir o
podcetal do nionuintnto de Santa Iria, que I
lies declararan* que a
efTeitos pira qad sd
pa quo eslava cutre maes, i
elira nao poJia proJiuir o
dostiuawa.
Esta uos melliores termos para ser altendida a
prelenro que linha 9 banco Allianca no Porte
mu terreno, onde qtier levantar um
eidadedu Koldiny urna
I thalera, e oecupam-se de
es
laboleeiniento, na cerca de S.
Ds adiados impozeram
routribuicao diana de mi
a fortiucar.
No parlamento Ingle deelarou lord Palmerston
quo Mr. Bismark assegurara, que o general Wrau-
edilieio pro- gel seria reprehendido por auloriaar a marcha so-
bro Koldiny.
E-tas declaraces produziram grande irritacao
no ejercite prossiaao, e os teas celes eaigem de
pno para o seu
Domingos.
E' esta urna acertada lenibranca dos directores
I quem pelo palacete de Hellomonte, que andava Mr. de Bismark que desminla officia mente as de-
alagado por OOJ annuaes, se pedio 1.200* I elar.iees de lord l'alinerston iu parlamento bri-
O baneo Mercantil parece que se dispe a se- taiinico.
Agora que as hostilidades progridem na Jullan-
dia ifiera que a Austria nao auiorisa sementante
movimento e ameacou retirar as suas tropas se os
Prussiauos nsistissem ; o faci de ser o gabinete
prusiano solidario com o Ingle na proposta da
E' sabida a iradieco de que as aguas do Tejo,
Ja mata chegaram aos pea da iinagem da Santa. Al
lK>je assim lem sido, nem pile deixar de ser.
O baxo da llibeira est lodo nnundado.
Tem aborto lioccas as (lenizas dos campos das
Leairiaa, lapada de Valla e dique das (luius o q.io
lem produzule a completa niiuudaco lomea cam-
po*.
No dia !1 noule foram fragatas falas, alim
de salvar us gados e gente, as Ierras de \i la
Franca.
Km sumiu:i ai |iovoafoes boira do Tejo e os
campos esl.io lodos nnundadns.
As perdas saoavuliadissimas.
Os gados bao de sotuer muito, porque demais ja
andavam magros com a falla de patdagen*
Na buba lenca, entre a estacan do Minlioto e a
do Mallo de Miranda, a cheia arrumben o atei iw,
imptd.ndo a cireulaco dos cotnlinsos.
esde logo um numeroso partido de irabalhario-
res foi mstabeiecer o aterro.
(>s passage n>- d.-euibaicaram de* romboyo c
prcorrem a pe a distancia de tres tatomotroa, q le
lauta a do Ierro prejudicado pela ebeia, e depoi>
entrando no outro cotnlwye seguem o seu ca-
lillulll).
Na linha do norle ha algiins prejuizos.
Ds campos da Galleya, Salvalerra. Iteuavenl
SanUrm acham-se iutnndado.
A ebeia j invadi lambein os campos da Azain-
buja; e os de Villa Nova e do Carregado, j igual-
mente a esta hora devora estar eobertoa d'agua.
Os prejuizos sao grandes, porque j liavia muila
sement na ierra.
Chegaram Lisboa dous dislinctos engen Mi-
ro* do cono de engenharia hespaubola D. Floieu-
tino, e U. Vicente Snela.
Veein dirigir os trabamos da lavra das minas da
couij>anbia Trauslmjana, no conselbo de Portel.
A companliia fez una boa acquisieo e o paiz
vai prosperando na insdustria mineira que pro-
gres-i vamen te vai temando ineaameato, e de que
se han de com seguranea colher ptimos reul-
ladns.
. Florentino tabal o engenlieiro em clie'e e
seu irmao o imimdiala I). Florentino lem cuna
grande repulacao, e lem -ido pelo governo betaja-
iili.il incumbido das mais iinporlantes coininis:oes
de inleres-e publico.
Foi concedida patente de ovenc/io por quin-
ze anuos a Luiz Augusto Guerreirn Corte leal,
para urna machina de fazer pho-phoios decora,
movida |ior motor natural, e que. auxiliada |x>r
dnas pessoas, faz a ren-llia, corla-a, cinta-a, e I oal-
meuie conilue com toda a perfeico 120,000 eaizas
de pbospliuiiis un orpacn de dez bor.is.
Para oinslitulo induslrial de IJsbi"wi,sercm.tteu
a descripeo e deacnbndente machina para ser
cxposla ao publico, e ser examinada |telos indus-
Inaet.
Ao subdito francez Miguel Angelo Boho, ;esi-
denie em Lisboa, foi concedido privilegio por cinco
anuos, etiiiin inventor de um ain-rfeicoaineiib fi-
tu nos movimentoa de rcktyoaria, earaetorii adn,
pela coillblliae.iii dd tllll llinviliiellto de e'.ape, OO
ineebaiiiMiii regnlador ser reda de escape com
forca coii.-laiite e directa, que pode appih'al'-.- iu-
dMuactaaBeote a emn vaatagera a tedo* e mov-1
ineiitcis da reliijoaria quaesquer que viles se-,
jain.i # |
l'arao instituto industrial de Lisboa foi remelli-,
da a ilei pal a -el exposto a< pu-1
tilico, e examinado pelos Indu-tnaes.
As cmaras Je Villa-Real e da ltegoa, Dma-1
ram a louvavel re-olncao de couiprarein um gran-
de viveiru ilamiireiras brancas, que vao ser jlan- j
mea* as estrada*, (naca- e ras que eompurtem
aiborisaco e nos baldos.
A s.( cultura em Portugal pode fcilmente lor-
nar-se r> lo sea valor a.pruueira inJuslna (abril ou
agrenla dn paiz.
O baen Uniio do Porto, cuja zelosa ireccao
salx' lo beui cnuipreliender o seu alcance, e aliar
os nteressvs do* lena aceionkta* rom o* de paiz,
vai auxiliar- a eouipanhia Vni&o Mercamt, en uni-
do M V..'IO(l aecoes, que Hw fallavam para comple-
tar o seu capital.
Ilouve reuniaio da assembla geral dos accia-
n-tas do lliimn Mercantil l'mtwitse; foi-Uw apre-
s.nladn o ri laioi'in da gerencia e ve-se nelle que o
dividendo do segundo semestre de i-. 13*000 por
aojan, oo ( por cento. Este dividendo ewwo/m
a |>agar-sc no da i do corrente, continuand i al
ao lim do i iez.
Ha sitio denominad I da Fiad, los (Porto que
fica na baixa entre asmas de Santa Camarinae
Hom-Jardu i apparecen nina chipi para notas fal-
sas de llra-l. ni eam da antiga fabrica dn fiileei-
do Chaves Lameiiv Fillio. que trat arrendad: a fa-
bricante de algadtea laminl faed da Silva, n qual
parece Bjue bjnarnwa o noe -' fazia em MU casa.
Oadminisirailnr do 2" biirm entrara cun o re-
gedorKM* nao estando o dito Silva Bill ca-.i, ein-
ajmmte a aameJer fui orneara-mi o administrador
mandou dar a priinera busca, a nada se encon-
trn.
Vindo, porm, o repedor com o rhefe da casa,
peiguiitouselhe fe linha Bella algiwm em a jum
mister, elle logo deelarou que eslava all noqiarlo
prximo um artista fazer nina obra, para que pe-
Ara ImWtei, dizcndo que a nao quera fazer em
rasa vi- i nVm aprenib/.os; sem hesitaran lateo
porta e cbammi por Policiano (que era o artista),
dizend i :> est aqu Sr. administrador.
Iminedi itaniente Feliciano atiri a porta, ronde
e-tava uuifii'.'areiio acceso, urna mesa, e em cima
deba nina chapa de cobre aberta para um," nota
de 5-JS00O brasileira, quasi proinpta, urna nota ver-
dadeira para modelo e ferro-; de trabalho.
Feliciano J laquini deOtiverra.qoe as-im s; cha-
ma o reo encontrado em flagrante, iiomom de S8 a
fazia
Victoria em delTendi.-r a eau-a germnica, e as pre- nio de Porlland, salvando-se porm com grandes
lileccoes do principe herdeiro pelo roi da Dina- avarias, tendo-se perdido porem o carreg.uncnto.
marca tornam-secada dia mais II igrantes. O prin- Foram approhendidas as carroagen* de um
cipe acaba de enviar Copenhague urna somata Irem do caminho de ferro 8 milhas de Ilarperi
consideravel para os feridos dinamarquezes. f) Ferry. Ignorase se a captura fra feita pelos sepa-
rabinete inglet parece ter desojo deoovirodeeano rati.-tas ou por algum bando de desertores fe-
11- soberanos da Europa, sobre a qaestao dos du- deraes.
cade*, a conferencia e as complicaces provaveis O governo de Portugal acabava de submet-
na Polonia e na Italia. tr ao parlamento mu projecto de le i para regular
A rainlia Victoria nao pensaccm se dizia em ab- o processo contra os abusos da iiiprensa.
dicar, pelo contrario cada vez se ingerc mais na Parece que a corte de Roma nao aceitara a re-
iwiilica procurando evitar urna allianca mais u- nuncia do revorendo corpo deCoiinbra. Tinhase
tima da Inglaterra com a Franc.. verificado na cmara dos depulados urna interpel-
A triplire allianca da Austria, Prussia e Russia lacio respeilo dos motivos que linham delermi-
esta ueste momento na ordem das cousas possi- nado o digno prelado solliciu-la do Summo Pon-
veis, tdice.
ti Constitutionnel dedica-se a assignalar as me- Chegra S. Exc. o visconde de Pal va, antigo
ores dissencoes da Allenunlw, pre vendo alguma ministro de Portugal em Paris ; corriam boatos
colisa a recetr da allianca aostru prnssiana; e an- de que algumas rombina(oei diplomticas tinham
nuira sbitamente as suas expmssoes em relacao relarao com a chegada daquelle embaludor.
Gra Ilretanha prevendo lalsez evenlualidades Algumas folhas francezas tinham fallado de um
em que ser precisa a corpora-o da Inglaterra, projecto de viagem do rei de Portugal e de sua
Esta linguagem do Consliluian tel coincide com augusla esposa a corte do imperio francez, bein
0 ficto de ser poste em estado le sitio a Galitzia; como da viuda do Sr. D. Fernando, pai d'el-rei D.
o que demonstra evidentemente jue a situaoo nao Luiz I ao Brasil.
milito iranquiisadora ; mas situac.au, como o L'm navio inglez, o Archer, linha desconsidera-
querem inculcar os jornaes francezes, est muito do o territorio portuguez perto de Loinda na pro-
longo da guerra declarada e aberta de que o Mor- fineta d"Angola. O governo de Poi uigal, depois
nM Post lanto se lem ltimamente preoecupado. de averiguado o fado, pedira satisfacoes.
Entretanto corre o boato da dein-so do ministro (i Diario de Utoda publicou uin.i portara que o
da fazenda franreza Mr. Fould, o que fortifica os governo dirigi ao chefe administrativo do dis-
boatos do partido da guerra. I iz-se que este m- trido do Porto, sobre o embarque Ilegal de nieno-
nistro perguntara ao imperador se as tendencias res para o Brasil. Esta portara fura motivada
da sua poltica deveriam produ'.ir um conflicto, e pelo numero consideravel que veio para o Rio de
que Napoleo Ihe res|>ondeu que nao quera a Janeiro na barca portugueza Monteiro 11, sob as
guerra, mas que nao poda respmder pelos acn- parlieipacoes do vicecnsul portugmz.
teeimentos. Acrescenta-se que esta respeta foi Algum capitalistas tratavam de formar urna
ste jornal diz que a Austria o a Prussia zom- interpretada em sentido npimstc as vistas financei- rompanhia constructora de habUcoes para fami-
bain da Inglaterra ; que a allianca da* tre* pelen- ras de Mr. Fould. Entretanto, 0 seu secretario lias de mediana fortuna e para operarios.
lodosa ter- da* acieroi)trion*&, contra a Hhordada cooatitucio- particular foi promovido oificial da tegiaVt de Coaaccara no parlamento a dscussao do projecto
nal existe de facto anda que nao esleja consigna- honra, e o secretario geral Mr. Pelletier passou de aboli('o do inoimpidio do tabaco. O pensamen-
da n'algum tratado pie a Inglaterra se ver leva- rhefe de repartirn no tribun! de conlas, o que to do governo a liberdade da cultuia, fabrico e
da guerra para defenderos verdadeirosiiderefses cm Franca indicio claro de mudanra ministe- cominercio deste genero,
.i criado da casa real se fosse nlor- /1 ferenm rial. A devastaro produzida pela fome as ilhas de
madoestado do enfermo e taba '80 era pobre. Accren-enia o mesmo jornal, orgao da poltica l)iz-se que Mr. Thouvenel parte para Londres Cabo Verde prosegua por um modo espantoso. As
Lo"oqiie leve noticia que era indigente man lou- de lord Palmerston que a Inglaterra commetteu incumbido de urna missao do aba importancia, ipie noticias que ltimamente se tinham recebido em
o soecorrer com avuliada esumla urna falta nao auxiliando a Polonia. Reconhece-o segundo seassevera a combinaco definitiva da Lisboa eram de horrorisar.
Mr H de Laren apresentou um projecto relati- hoje, mas nao esta no caso de avahar as coose- allianca entre a Franca e a Inglaterra. A queslo dos vinhos do I
guir o exemplo. Pdin naqnelle local ewellente
fazer edificios proprios, sem demasiado luxo, mas
com seguranea e com todas as commodidades ne-
cessanas, mi Iti a 18 contos de res cada um ; e
por muito menos se o lizessein no pavimento ter-
reo, o que feto com elegancia, produzira bello ef- conferencia dar certos ares verosimeis a esta no
f,.;l0 ticia; mas actualmente concliie-se que a missao de
Sera assim chegada a occaso de por o remate Mr. de Manteuffel a Vienna era segurar a adliesao
a magnifica vista que olTerece a ra Eerrelra do gabinete austraco ao progreaso da* operacoes;
|(1I,,S as causas que levarain OS gabinetes alnados a SO*
Ninguem duvida que a esposa do rei de Portu- tentar na oceupaco do territorio dnatnarqueze
i i're'-uiar VcT-minerci de ce-1 gal um anjo de pu e de virtude, que a Providen- a progredirem as operacoes contra Fredencia, sao
eia collocou a- lado do throno porluguez. a pertinacia com que a ll.uaniarca recusa bulas as
Para confirmar esta nconleslavel verdade, es a conceasee* s denionstraeoes n;
narrac.io de um facto que mmensamente enno-
broce o carcter virtuoso da Sr. O. Marta Pa de
Saboya
Estando ha das & M. a janella do paco, vio esta
pastar o Sagrado Viatico, que ia a um enfermo.
A retaba, assim que vio o Re dos res e o Grande
dos exerctos, a que indas as nacoes calholicas
Fehmarn, que denuncian! o projecto de inromme>
dar constantemente os alliados nio s no Schleswg
como no Holstein.
A esquerda austraca do Mediterrneo receben
ordem para parlir com toda a brevidade para o Ral-
tico.
A Austria c a Prussia responden!, segundo af-
lirnia o Monuny Post de 8 de marco, que acceita-
miw"~linri" nnTran n^ariiln as chei.is de une rendeiii o mais profundo preito, ajoelhou com re-
a a ,lc a verencia a Magesiade das magestades, e em segu- riam 0 armisticio se os linamarquezes abandoiuis-
da sua devota oracao, levania-se e chamando por sem Alsen, e saluriam da Jutlandia se fossem en-
una dama do paco, disse-lhedai-me o chapeo,
porque quero r acoinpanhar o eos Grande que
vai all.
A dama do paco assim que vio a ,
minante resolueo da raiuha, disse-lheseuhora
isso contra a etiqueta da cute I S. M., em vista
desla reflexao nao insislin, e ordenou iinmediata-
Iregues os navios capturados.
vamenle
pai les :
1*. Entrada do ouro.
2*. Melborainenlos no interior do rio.
a baria
ao rio Douro, o riual se divide em duas qnencias de um erro poltico
O Murning-Post diz que se acha imminente a
ruina da Dinamarca qual se seguir mais larde
e a da Italia se a Franca e a Inglaterra nfio dercm
Para memorar a barra do Douro, pretende o as mos para destruirem e-les planos. ...
autor de projetn, a exemplo do nosso antigo elige- O Da.li/ .\.ws, que representa a |K>liliea ne lora
nheiro Luiz Gomes, mudar a drercao das aguas John Russell, considera abandonada a idea da con-
na sua entrada no mar para evitar o choque das ferencia dano-germanica, exhorta o governo a ap-
atas lluvaes com as vagas do ocano; para este proximar-se da Franca paca sustentar a B*L
.Ifeito propoe a construeco de um molhe em linha | O Times e o Glube sao mais explcitos. Anude as
curva desde a pona do abedeBo na direrin NO fronbiras du Rheno, e em lugar de reconnecerem
at encoutrar o prolongamenlo da linha recta da que qualquei annexacao ao imperio francez seria
inargem N. do rio, e de outro molhe partindo de o signal de urna guerra geral, c o meio de tornar
S. Joo da Foz Figuera do Sul; quer dizer pro- a Franca ommBOtonte, adinitlem bencvolamenie
pe mudar do S. ao N. a drecco .lo rio na foz, que em fronteiras sao mais francezas do que ai-
que boje de E. O. le,!,riaV. i. mn
De*M inellioramenlo. diz Mr. II. de Laren que Lord Palmerston, respondendo a Mr. D Isra. Ni
resnllam as segnmtes ranlagen* : deelarou que o gabinete quer mauter a paz |hi
1" A livre sabida das agu..s, porque anda com meio de conriliacao em quanlo o partido loryquer
as maiores cheas e maores tempestades o choque a guerra a todo o iranse a favor da Polonia e da
nn se restira lo forte como boje se produz. Dinamarca.
i'. Tendo as aguas do rio livre curso levarao O governo dmamarquez aperlado por loidKus-
comsigo as areas que (irinam hoje a barra, c o sel para aceitar a conferencia a que se prestaram
limpar constante- os gabinetes austraco e prussiano, i
Dz-se tambem que o general Flenry substituir caminho de obter urna solnco conciliadora, por
Mr. Randon no ministerio da guerra; a ame as iniciativa do novo ministro das obras publicas,
idea- de Mr. Fleury sao favorecis ao partido da commercio e agricultura.
guerra.
Puhlicaram-se quatro dei retos a respeito da
Polonu; em que o imperador da Russia torna pro-
pietarios os campenezes, que usufruem certos
ten cnos, mediante o pagamen o de um imposto
predial; extingue a jurisdiceao dos proprietarios
sobe os camponezes, formando nuncipios mraes e
assemblas de eleitores e marca a ndemnsaeo
devida aos proprietarios, crean lo ttulos de S por
cento com amorlisarao destinando a esse lim o no-
vo imposto predial ; finalmente confia a execuc/io
destas medidas urna com isso residente em
Varsova sob a presidencia do logar-lenente.
A nsurreco polaca a qual leralmente se snp- i
punha que o invern fosse mu fatal, nao s se
sustentou durante a estacao in'ernosa, mas fez os
maiores progressos, principalmente em fevereiro
ultimo.
Kossuth fez circular no exercito austraco
que se acha em campanlia nos ducados das gemia-
nas urna proclam;iro insligaiido os hngaros que ggggjg ORDINARIA EM 17 DE MARCO DE 1864.
O conseibo de coinmercio sob C3nsulta do go-
verno. nformou que era urgente apresentar s
cortes um projecto de le permanente para regular
o commercio dos cercaes.
As inuitas chuvas tinham j prodt.zido grandes
nnundacoes nos campos do Tejo. Eram impor-
tantes as perdas.
A polica no Porto apoderou-sc deiim artista que
fabricava chapas para notas falsas do Rrasil.
Rromeltedoras propostas foram feas por um ca-
pitalista hespanhol am de melhonr a barra do
Douro.
ASSEMBLA PROVINCIAL
simples movimento da vasanti .,
mente o fundo do rio augmentando-lite a profundi- negativa apezar da dissidencia entre Mr. (juad e servem no mesmo exercito a a landonarem
dade e permiilindo a enfrada da larra navios de os putros ministros. deira austraca e passarem-se i Italia,
maior lote E esperado em Dinamarca o conde de Rjaerust- _. km sessao do l' de mar na cmara alta
Nao existindo o choque das aguas, aconse- jema para servir de representante da Suecia em ngleza lord Westmeath alia lio ao processo d<>s
immedata ser a livre entrada c sabida lugar do conde de Hainilton, o qual se retirados- quatro italianos, reos do atten;ado contra a vida
gTlloan |H)la falta de apoio dado a causa da Dina- do imperador dos Francezes, wrguntando ao go-
marca pelo seu governo. A Suecia nao se tnove verno se pelo processo eslava convencido da com
altura lornando-s por consequencia mais raros e cmquanlo nao for a ss* obrigala pelas grandes plcidade de Mazzini e eslava lisposto a lomar
de mais curta durarn. potencias. O re Carlos XV dexando annexar a suas providencias acerca dest i individuo.
A despeza afeada pete autor do projecto na cons-
3
quem ia inmediata ser a livre
dos navios em toda* as eslaces e em lodo o lampe
trueco dos dous mamen, na qual emprega o sys-
lema abreviado de Mr. Priichard Bate, aiuoge a
cifra de oOO.OOO libras ou de 2,2oO:000*.
O tempo empregado na construeco desta obra,
estima o autor em dous anuos.
Os melboramentos internos do ro consistem as
seguintes constrnecoes :
l'ma docka d'abrino;
lina docka de Radoub ;
L'm estaleiro para construcroes
Armazens para mercadoi ias ;
L'ma ponte ligando e>tas obras com a cdade.
Alm disto, propoe Mr. de l.aren, a coiislruccae
de um caes na margein N. do rio c um caminho
de ferro americano ligando mdas as obras com o
|.orio S. Jola da Foz, e outro do lado S. ligando-as o governo au
com a estenio do caminho de ferro em Villa-Nova estado de siti
de Gaia.
Todas estas obras ai* indicadas em um plano
encentado pelo autor do prejecto, que esta patente
na secretaria da A-siiciacn Coinmercial. e estima-
da a Ma despe/a
A despeza de toda
pois, em 7.boO:(IOO,5.
Na sala da Aaeoeiacio de Agricultura Portugue-
za, liouve urna reunan de diversos individuos com
o lim de formar um liga para tralar de levar re-
presentantes ao parlamento das diversas c!as>os de
que ella se coinpoe.
Depois de eieosto o funda reunio, e de algumas
Allemanlia o llolslein e o Schleswg, tera lalvez
em vista reunir sob seu seeplro as |>opulacoes
scandnavas.
A Guzeln ik Bresiuu annunca que o exercito
russo fra posto em pe de guerra e que a guarda
imperial fra mandada para a frontdra da Prussia.
Falla-se em que os Dinamarquezes tenconam
fazer una ncurso no llolslein contra os Saionios
e Hanoverianos ; a Austria e a Prussia reagm
junto diela contra qualquer deciso da queslo
da successo dos ducados em favor do principe de
Auguslemburgo ; alm da guarda militar que Ihe
tiraram em Kiel as duas potencias as*enhorearam-
se de cinco mil uniformes enconimcndadH |kIo
principe para os seus vuluniarios.
A agitaeo que se desenvnlve na Galilzia levou
suas providen
Lord Russell dis-e que nao havia molivo para
suppor que Mazzini seja com lice no altentado e
por isso nenhuma medida tomiria a esse respeito.
Na cmara dos communs Mr Coi perguntou a
Mr. Stauspeld se eslava comp-omettido na conspi-
raco ou havia della lido con iccimeiito.
Mr. Stauspeld rcpellio com energa a aecusacao,
defendeu calorosamente o carador de Mazzini ;
protesto pela que Ihe diz respeito, contra ait-nta-
| dos semelhanies, ao que foi julgado ; fica por fiador
de Mazzini, e diz que incapaz de se haver invol-
vido no trama.
Corriam numerosos boatos sobre a renuncia
de archiduque Maximiliano ao throno do Mlica
PRESIDENCIA IK) SU. CONSELHEIIIO TIUOO DE
UMUBUU.
(Concluso.)
O Sn. Aqci.no :(Nao devolveu seo discurso.)
O Sn. Souto Lima : (Nao devolveu seu dis-
curso.)
O Sr. Bcarque (pela ordem) : Em resposta a
s' reclamacao que fez o nobre deputado pelo priinei-
ro districto, que fallou em segundo lugar, devi
dizer, que existe urna |iortaiia da cominissao de
polica, j antiga, que prohibe a entrada de pes-
soas estranhas as anti-salas e secretaria da as-
sembla ; eu mesmo observei ao porteiro da oasa,
que nao devia consentir na entrada dessas pes-
soas ; sucede, porm, que, que, quando alguns
dos Srs. depulados teem de fallar com algumas
pessoas, mandam-n'as entrar para as anti-salas, e
eu emendo que nao devo fallar a deferencia para
com os Srs. depulados, que quercm tallar a seus
amigos e os mandan) entrar, determinando que se
I prohiba expressamente o ittSjMSSO a pess tas estra-
nhas. E' corto que isso urna infraccao da |xir-
tarla, mas infraccao que nao vejo meio bastante
A sua chegada a Paris no dia o veio desvanecer 0^uo para evj*la.|;,; Os nobres de|iutados ouvi
estes boatos e o da insanavel desintelbgencia entre ra|)| a r<>-(rnacao que acabou de ser fela pelo no-
elle e o governo francez. Par:re que o novo sobe- ,)(.(> .j,..,^.,.],, ,lt.|(, |,rmero districto, eu creio que
lio para essa provincia ; foram creados rano desoja que os trepas francezas de oceupaco > e,|(, |eV(, Ill(lhVlli |,m pneedente* para faze-la, e
li piem s ordens do 3eu gov.xno, ao passo que o | (,a(|a um (|tJ n()S a CVl.ra toinar na devida consi-
austriaco a decretar a 21 de fevereiro o
armas, ou derem guarida marechal Randon emende qu> s devein obedecer ^er via. ao seu commandante em che e, como acontece em ; g|la te ((fi ll)in;l.|:l ,.
uisurgirein, escoiiderem
ao< insurgentes de Varsov
(i imperador d'Austria lez publicar urna procla- Roma. Acredita-se que brevemente se sana rio cs-
iii hiir.i- L30Qf ou ;i,WI0:00i)5. maco motivando o estado de sitio na Galitzia e tas e outras porpienas diiTicul lades. O archiduque
das as obras da baria importar, Cracovia, em que diz que f para uaeojttfar o paiz j deviachegar a Londres no da 12 ou 13, partindo
contra os revoltosos que ameacaiu a intigridade do com brevidade para o Mxico,
imperio austraco. O general Bazaine, commandante em chefeda?
Dz-se que Mr.Drouyn deLhuys teveexplicacoes
com o principe de Melternich, e que o represen-
tante austraco inotivou a necessidade daquella
medula nos manejos oecoltOS tendentes a sublevar
a provincia ; manejos que recelieraui impulso e
coiiMderaees de vario- individuos, foram appro-, proteccao do comit jiolaco existente em l arts. tH
radas anantmemente em principio as bases apre-
seniadas, lieando para urna entra reumao a discus-
-io da i >|iecialid;.de, que deve ter lugar de|K)s da
SOS publicaeo pela iiiipiensa.
K-ias bases teem por titulo Liga portugueza ou
colligacau da- ela--e- agrenla, coinmercial, lablV
manufctiireira o pmpiieiaria
o seu lim
gou todava liaver tratado OU cnuiprnmisso enm a
Bussifl -olire o assumpto.ilecl.il ando que o gabine-
te de Vienna s Uvera em vista mauter a ordem no
seu territorio.
A Austria continua a preparar os seus meios de
resistencia no Vneto. Antes do dia 10 de marco
deviarn ser chamados M scrvico os soldados aos
principal tratar de fazer representar estas classes terceims e quartos baialhes pertencci.les aosqua-
paia asta lim e mesmo para qualquer oulro as- rema e ilous regiinenlos de guarnicao naquell;
sumpto parece de importancia c grande alcance.
A panto do caminho de ferro sobre Veaga inter-
rompen a viacSo acelerada, porque os dous pegSes
de cantara os extremos da ponte abateram um
decmetro.
Todavia nao M pode considerar arruinada esla
obra, visto que os pegoes nio se desgaram entre
si. apenas abateram por igual, o que a torna' por
sso muito mais solida.
Parece que a empreza, mandara fazer em urna
das fabricas de fundieao no Porto plataformas para
parte da Italia.
No dia 15 deveriam entrar em pede guerra cen-
to e -e--euia mil bomcns.
A Italia, porm, segundo Unas as appareinis
approveara a priinera oecasiad opportuna para
um golpe de man sobre Veneza ; a eneasiio parece
approxiinar se ou se torne geral a guerra que se
acha localisada nos ducados e em Var-ovia ; M I
Austria com a ronelosSo da questio dos ducados e
influencia sobre a Confederaco Germnica le I >'
ncommnda ao governo de Napoleo III, e a es-
no
as mandar collocar sobre os pegos, alim de nivelar te convenha auxiliar a Italia, e ajuda-la a adquirir
a ponte. a sua unidad
Os tubos e os tramos metlicos nada abateram,
nem a sciencia duvida da solidez daquella obra,
que a reputa na mxima perfeico.
torean francezas no Mxico deve regressar mu
prximamente Franca.
Aeipiiilae.'io de o'mpexe assevera-se que foi o
ultimo golpe'ao partido de Jurez, porque all es-
tavam todos os recursos de que o partido republi-
cano pedia dspdr.
Diz-se qne foi derrotado pelas torea* de Nepe-
mnita coaeideracle.
ORDEM DO OA.
Enlrain em primeira discussn e sao approvados
sem debate os seguintes projectos :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resol ve :
Art. i." Ser concedido ao Instituto Agrcola
desia provincia, no caso de nella fundar urna fa-
zenda normal ou engento modello, destinado a
cultura da canna e tonrtco do assncar da inesma,
a subvengan annua de 25:000$.
Art. 2. Revogadas as disposires em contrario,
la assembla legislativa provincial de Per-
te, Ortega e Doblado o general Mizia (imperialista) naBWoeo"1|j4,marende 18B1 Saorm aVwmlBo.
que oceupava S. Luiz do Patois, lieando prisionei- A assem|,|ea legislativa provincial de Peruam-
bueo, resolVB :
Art. 1. Fica desmembrada a povoacao de Pa-
I nellas, da freguezia de Quipap. pelos limites do
respectivo districto, e (incorporada a do Altinho.
Art. 2.' Fica sendo a sede da frjguezia de Qui-
Aitribiieiu o a'iatiniento daqnelles pegues, ao
grande volume d'agua que tem engrossado as cor-
' rentes daipielle rio.
Asseveram que o complemento daquella obra, se
reali.-ar em poneos dias.
Na opera italiana, em Lisboa, temos agora o
Propkel't, com exnlendido scenario e vozs magni-
ficas. D.'|.ois do Builhtnme Tttt, o publico lisbo-
nense nao podia ambicionar mais deliciosa pattitura
no repertorio classico.
O nosso eximio |>oeia o Sr. Castilho projecta urna
prxima viagem a Paris, onde ira reimprimir to-
das as suas obras.
DIARIO DE PERNAIYI3UC0
ra quasi toda a sua divisao.
Acha-se constituido o novo ministerio hespa-
nhol da maneira seguinte :
Presidente sem pasta, D. .ilexandre Mon.
Ministro dos estrangeiros, D. Joaqum Francis-
co Pa.
Graca e jusiiea, D. Luiz C icco Mayan*.
Guerra, D. Jos Machesei.
Fazenda, I). Pedro Sallav;rria.
Mirinha, D. Jos Pareja.
Governaco, D. Antonio Canova del Castillo.
Fomento, D. Augusto Ulloa.
Ultramar, D. Diogo Lopes Ballesterro.
O presidente do conselbo comparecen no sena-
do e leu o projecto de le derrocando a reforma
constitucional de 1887,6 iv.-iibeiceende_em teda a
sua for^'a e vigor a constiluic.io de IS-j.
Ha noticias de Cuba le 1S de fevereiro e de S.
Domingues de 16. Nola-se grande desalent, se-
discute um I gundudizem, entre os revoltosos; mas nao foram
recambiados para Itavana per desneeessarios, co-
mo se dizia, os reforcos da gente enviados ao ca-
pito general Varges. A escuadrilla dos vapores
pap que era antes da lei n. MU de 2 de maio
de 1801, a qual tica revocada. .
Art.."!. Ficam revogadas as le e alBpmteiU
em Cuntrario.
Paco da assembla legislativa provincial
legas o nao fallarem, o que nao ol.jecto de or-
dem. ( Apoiados.)
OSn. Saih.w Oleo uno : Perdoe-me V. Exc.,
atindanme tambem.
Eu nao quero que minlias palavrasoffendam nom
de leve a neiihum dos meas rollegas; e, n'este sen-
tido, espero que tomem essas palavras como lilhas
smenle do desejo de esclarecer meu espirito acer-
ca da queslo.
_ Vejo que a hora est adiantada, tratase de ques-
lo muito importante ; o nobre deputado que me
precedeu emitlio proposicoes com algumas das
quaes, concordo, mas com nutras nao posso por ora
de maneira alguma concordar, e ento peco o adia-
menlo da discussn at amanha...
O Sr. Aracjo Barros : -Ora esta !
O Sn. Ci'Nha Teixeira :Ora esta I U nobre
deputado julya-se habilitado para escarnecer !
O Sn. Araujo Barros :Escarnecer quem I
Pude dizer o que quizer, est em seu pleno di-
reilo.
( Trncam-se muitos apaes. )
O Sr. Sabino Olegario :Sr. presidente, nao
posso fallar |>ela ordem com a desordem d.aquello
lado. ( Risadas as galeras. )
O Sr. Pnsmmraa :Os senhores expectadores
nao podem dar signaesde approvaco.
Uma Voz :Rr, podem.
O Sr. Sabino Olegario :Mas, n'este caso, en
peco o adiamento da dscussao at amanha...
I'm Sr. Deputado :A hora nao est dada.
O Sn. Sarino Olegario : Pois entao, proponho
o adiamento, depois pedirci apalavra.
Vai a mesa c apoia-se o seguinte requermento :
Requeroo adiamento da dscussao por 24 horas.
Sabino Oleijarin.
OSa Ci-.mia Teixeira :( Nao devolven seu
discurso.)
O Sr. Silva R\mos :( Pela ordem. ) Sr. pre-
sidente, vou entrar nesta discussn de ordem, por
que foi grande a admraco que me rausou o pro-
cedimentn dos nobres depulados jue nterpellaram
este lado da casa por nao ter tomado a defeza da
administrarn do Sr. Silveira de Souza.
Quem autorisou aos nobres membros, que nos
interpellaram a suppor que nos deixariamos ficar
sem defeza, deixariamos sem resposta as aecusa-
ces feitas ao Sr. Silveira de Souza i
L'm Sr. Depatado :Por que razo quando o Sr.
presidente disse que ia encerrar a dscussao o Sr.
nao pedio a palavra para defende-lo !
O Sr. Silva Rute* :Perdi; a dscussao ainda
nao eslava encerrada.
O Sr. Sabi.no Olegario : J a encerrar-se.
O Sil Silva Ramos :At ao ultimo momento
nos nao podemos pedir a palavra ; e quantas vezes
se nao lem procedido assim j no momento de en-
cerrar-se a discusso ?
Nao pense o nobre deputado que o Sr. Si Iveira
de Souza ficar sem defeza. Eu, que me julgo o
menos habilitado, hei de tomar a palavra, espero
desfazer completamente as aecusacoes que aqu fo-
ram feilas.
( Sussurro as galeras. )
Sr. presidente, eu peco V. Exc. se digne impor
silencio s galeras -. eu nao as excito, nao quero
manifr-taces, nem quero seus applausos.
0 Sn. cVmia Teixeira :Parece que ninguem
as excita.
O Sr. Presidente : Reclamo dos senhores es-
pectadores o maior silencio, como j pouco re-
clame!, quando nao recorrerei ao remedio pie 1110
faculta o regiment.
OSn.Sn.vA Ramos-.-Disseram os membros da
minoria ( chamo minora, por que d'ahi nos cha-
mam maioria. )
OSn. CiNiia Teixeira :E o nobre deputado
sabe perfc'tamentc que ha minora e maioria na
casa.
Outro Sr. Deputado :-Est bem patento.
O Sr. Silva Ramos : Dizia eu, Sr. presidente,
que nao tinha tomado immediatamente a palavra
em defeza do Sr. Silveira de Souza, por que ouvi da
parte do Ilustre minoria ameacas de um maior nu-
mero de fados.
Um Sn. Deputaoo :De que lado t
O Sn. Silva Ramos :Dahi ; ouvi dizer que
eram fados a nao acabar.
O Sr. Sabino Olegario :-E acha que pouco o
que disse o Sr. Drummond ?
O Su. Aminthas :Aquillo nao foi nada.
(Troram-se mais apartes.)
O Sn. Silva Ramos :Desse modo os senhores
me confunden), desejo guardar calma, desejo dis-
cutir os actos do Sr. Silveira de Souza.
O Sr. Cumia Tamaa :Dou-lhe minha pala-
vra que deste lado nao niivira mais apartes.
O Sr. Silva Ramos :Eu julguei de nenhuma
importancia os fados que se apresen taram centra
a admmisiraro do Sr. Silveira de Souza, e baven-
do os Ilustres membros da minoria dito que esta-
rn) dispostos a apresentar outros factos dessa ad-
ministraco, esperava que viessem aecusacoes
mais serias, mais precisas. ( Apoiados.)
L'mSr. Deputado :Mas se a discusso ja ia en-
cerrar-se?
O Sr. Silaa Ramos :Mas nao eslava anda en-
cerrada.
Um Sr. Deputado: Achou pouco o que se di--.e?
O Sil Silva Ramos :Nao > achei pouco, como
al achei de alguma aorta levano, permita que o
diga... Peco perdo se a expresso inconve-
niente.
Por lanto quem autorisou aos nobres deputado*
a nos interpellarem dizendo que as aecusacoes ao
Sr. Silveira de Souza Baria sem defeza f
Com que direite sumos censurados pelo nosso si-
lencio quando se nao sabe se nos guardaremos s.
lenco ?
Pois nao vio o nobre deputado que diversos
membros d'este lado tinham tomado apontamentos,
que o nobre primern secretario se havia ja com-
promettido a responder a alguns dos fados argi-
dos I
Descance o nobre deputado que antes de eneer-
ar-se a dscussao S. Exc. ha de ver mais de um de-
Pernambco, W d marco de iWi.-Joaqitim do I potado deste lado tomar a palavra. Portado, pa-
/iVi/n lim rus.Joo Braulio Corr* SUvil-B$- lrece-me que a provoeagao do nobre deputado, fot
Vgaro Moni/uto mal cabida, e sculo-me convencido de ter dito DU-
MaranUo.- Jori lj- tanle em nsposia a intempestiva inlerpellaco do
10
A cmara dos depulados italiana
projeclode le para a MipiTesso de todos H **n-
ventos, e corporaede* rebgio-as, a excepeo dos
autorisadns por decreto especial. Os liens das or-
dens monsticas avaliam-se em algumas centenas
de militares de contos de res.
A venda dos hens das ordens religtesu si 1 ia como se dizia, tendo a seu fivor o china que va
se
; inostheni'S da Si/01 ra Lobo.
' Jo$ Paclirro ile dftwetWl'fM
nocl di AiHlnvIe Limn. endoi o Vtpiam.
Segunda discus.-o do arL 1." d j projedo n.
deste annn, qne lxa a torca policial.
0 Sit. (aspar de DiiiMMONi" : (Nao devolveu
seu discurso.)
Vai a im-sa e apoia-se a seguini emen la :
Art. 1. O olliciaes de polie.a qur da sercao
urbana, qur da vnlaule, serio Horneados e demil-
nobre deputado da minora.
Sn. Costa Rireiro :E sobre o adiamento nao
diz nada '
O Sr. Silva Ramos : Que quer o meu nobre
collega? Quer o adiamento Se quer que a dis-
cussn prosiga desde ja, cu. posto que, o menos
habilitado, (nao apoiados) pedirei a palavra, sC
quer o adiamento, nao terei duvida em vutar por
contina a bloquear rigores; mente a costa. 0> re-. commuwndante de poica
( dos su.!lev,dos\o sao to insigmficantes ^. A,.^.M, pre^
Damos
boje em seguida o que colhemos da leitu-
autt-honteni da
60 anno, morador vizinho, lavrante, e qm
militas obra- da sua arle para cnrommei da de ra dos diversos jornaes, receidos
Braga, mas que parece viver pobremente, otoe- Europa, pelo vapor Magdalena.
gou, pnrqoe nao poda negar o crime,e de< larou
qm- a sna extrema necessidade 0 nnrtgara a 1 uar
conta da encnminenda, tendu-se ha um anuo recu-
sado a faz-la, masque nqieiida a emomii enda,
agsra a aceitara ; que nao contiena o individuo
que a litera, que era um huinem de jaqui la de
prlles, o qual s Ihe disseni flzesse de conta nue
ra um rarueiro. mas qne debati das suas peues
eslava mnita imp irtanria I
Foi r.inibu'ido |iri-n, a ict.i foi rubricada pelo
adminislradnr e regedor, fez se
gue-se.
um salvaterio para o governo no estallo eritieo em
que se se acliaui as linaucas italianas ; e a abol-
cao das ordens religiosas 6 um ataque centre o
predominio que o (toro romano anda lem na
Italia.
No dia \ de marco houve no Forum em Ro-
ma um serio conflicto "entre os BOMados fianczes
e as tmpas pnntilcjas de que resuliaram alguns
fermeiitos. O general Montea lio mandou cen ar
o quartcl dos soldados pontificios. Mr. Merode
nao deve lardar em fazer serias reclainaees con-
tra sennlbanle arbitrio.
0 suiuinn poniiiice e-ta decama, masa doenca
nn apre.-enla gravidade.
(i imperador da Russia pedio ao papa para re-
prever a lanurreieie indaca. mas o sanio padre re-
cusou-se enrgicamente a annuir ao pedido do im-
As iuiporiantes qiiestes |h)llicas que na Euro- perador .-.lexandre.
pa se dehatem aclualmente conservam-se no mes-1 Morreu o re da Raviera.
me estado em que estavam data do ultimo pa-1 Diz a gazela da Colonia que o ministro saxonio
(jiiote. Mr. de lleu-t pedir a sua deinis- 1 por ler o re
A questodn.-ducados, e as probabilidades inaio- Juo modificado as suas ideas pollticu depois da
res ou menores do urna guerra geral conservan) visita do enviado prussiano baro de Manteuffel.
suspensos todos os animas. Alm da Saxonia, o llanover e o Hesse eleitmal
A necupaco de Knldiny na Jotlandia, quo tanta eslo pois dispostos a apoiar as vistas austro prus-
estranheta causn em toda a Europa, e que se siaaa*.
soppnnha ser os limites da Austria e Prussia ron- No parlamento belga discuto-so o projecto do
auto e prose- ira o territorio dinamarqus propriameote dilopa- anneacau du bosque e avenida de Cambre cda-
rece ser o preludio de Opera{bVs em maior e-cala, de de llruxellas.
O preso foi a pergnntas, mas nenhum esclarec- Dezoito mil Austracos avaneam para a Jutlandia, O ininstro do interior dizque oqiensamento d-
menlo mais e pode rolher. tendo tambem all entrado consideraveis reforcos minante aproveitar o terreno para construcroes,
Nao consta que Feliciano Joaqum do O'ivera de tropas prussianas. para passen, augmentando coiisideravelmente o
lenha revelado alloma cou quem M o especulador, que Ihe cncnmmendnu a Fredcricia, e o resto da provincia oceupada. Os O ministro de fazenda apresentou vario* pro-
chapa que eslava fazendo quando foi procurado e alliados reconhecram as difflculilades qu exisiiam toctos para obter crditos supplemenlares para dif-
presn. para a oceupaco dos cnlrincheiramenlns de Dup- ferentcs repartices.
Parece qne Manuel Jos da Silva, em casa de pcl 0 da liba de Alsen, e por isso voltaram todos os 0 rei da Blgica chegou Landre* com o lim
quem elle esteva naqnelle mistar, houve |x>r me- seus recursos militares para Fredcricia. Nos en- ostensivo de as.-islr ao baplismodn prncipe de Gal-
mor hoinisuir-se. trincheirarnentos de Dtippel apenas lem liavido al- les; mas parece que S. M. chamado pela gravidade
Dizem. (pie faiendo-se oxame por peritos cha- guns reetnherimentos. dos negocios polticos. A obstinac 10 da rainba
oissiuando oexeicit > hespanliol. Nao eiplicavel
a obslinagj do governo hespanhol em alTrontar
successivns revezes sem es teranca
lado definitivo.
Ardeu o palacio de T> :ouni em Yeddo e gran-
de parte da cidade : as ul mas indicias do Japo
sao de 7 de Janeiro.
As ultimas noticias dt Nova-York sao de 2V
de fevereiro. A cmara dos representantes appio-
vou por maioria a reforma iiaconslitnicaotendente nobre maioria cou-erva-se silenciosa, quando era
a abolir a escravidao. de esperar que algum dos nobres denotados lo-
Jellcrson Davis fez uma proclamarlo agradecen- masse a palavra e disse-se alguma cou>a em res-
lidos pelo presidente da provincia sob proposta do elle.
o Sn. Abacio Babros :(Nio devolveu seu dis-
curso.)
Tendo dado a hora, ficou a discusso adiada,
O Su. Paasinurre designa a ordem do dia e le-
vanta a sessao.
noiuear os officatea d
del' gado e subdelegado.
Art, 3. Oodlcial que aceitar qualquer numea-
n re-ul- ;"'u l,'aia bm* cargos, eonsiderar-se-ba pao facto
demittido.
Art. i." Fie* extnc.lo o lugar de majar do cor-
po de polica, e a liscah.-aco do corpo ser exer-
cida peto capiUm mais auligo. G. t Drummond.
O Sr. Saiii.no (Ii.uuviuo (pela ordem) :Sr. pre- achandose prsenle numero legal
sdeiite, a hora anda nao esla dada, entretanto a depulados.
Abre-se a sessao.
E lida a acta da anterior approvada.
O Su. Pi'.imkiiio Secretaiiio d conta
do os serviros das tropas se aratsls, e *e-pciando pasta a es.-as aecusacoes, alias muito graves, que
grandes vaulagens na campsnha da primavera. acabam de sor feitas admini.stracao. Parece ipie
combale ao p; de Mobile era que os ha proposito da parle dos nobres depulados de ver
SESSAO ORDINARIA KM lis DE MARCO DE I81.
I-RESIDENCIA O sn. CONSELHEIIIO T1IIO DE
LOUREIRO.
s 11 c H' horas da anela, feita a chamada c
dos seuhoree
um
do se-
guinle
EXPEDIENTE.
Um ofcio do secretario do governo remetiendo
gra
IIOUV6 UMl wniiroiv MU |^ *-u ...v.w..%- Hi
federaes foram batidos. se e-gntamos de ca M MSMa arg.imenUis para ao as informacoes exigidas por esta as.-einblea em -eu
"jpoisnos coubalereiii com a piuca plvora que olhVio do 7 do crrenle.A quem fez a requi.-i-
Recea-se que o general I.ee lente avancar con- de|
tra Washington. O general Mead foi conservado teem para a defeza.
testa das tropas de Potomac. Dn Su. Di:ih rv o .Ha de ser isso. Outro do mesmo remetiendo o niappa dos alum-
Os separatistas atacaran. Nataler, sendo repel- O Su Sabino Oleuaiiio :'Ju soja, ou nao seja, na* que tem frequenlado o Gyinnasio desde sua
|ldog- o lacio dado nato uioineiito resella nn sei que creacao al o presente.-A quem fez a requisi-
0 general Glmone conseipno vanlagens na sua proposito... So. ... ._. .
expedico Florida. Avaicou at ao interior da O Sn. Presidente : O nobre deputado pedio a Outro do mesmo remetiendo anota das despe-
proviucia, ossenhoreando-st de 8 pecas, 100 pristo- palavra pela ordem, pela ordem cnredi-llie a pala- za que actualmente se. faz com os entregados, pro-
neiros e consideravel porcao de algodo. vra ; mas o nobre deputado nao esta fallando pela fessores e cosleio do Gymnasio I rovmcial. a
Jefferson Davis dlrigir-seha segundo se diz para ordem, est discuiiuio a materia. quem fez a requisicao.
a Carolina do norte alfugen'ando dalh os federaes. I O Sr. Sabino Olegario :-Esiou reprovando o Ouire do inesuio remetiendo as informacoes so-
A opinio porm da maioria dos habitantes da- silencio dos nobres deputadas. Se alguma acensa- licuadas |>or esta assembla em otlicia de i do cor-
quelle estado e favorav. I uniao, e nao devera c/10 se lizesse an nosso lado, don minha palavra rente acerca de creacao das cadeiras de iiisiruc-
dar grande aiwio aos confederados. os nobres de.iulados que a opimsico havia de le- cao primaria.A' quem lez
A expcdeao federal qu sabio das immediacoes vaniar-se e nmponder, nao cuardario se.melhante
de Charleston lomou a cii.ade de Jackionvle" na silencio, que exprime um proposito improprio...
Florida. Dirigo-se depois Tallabasse. Os sepa- O Su. Piiksiiientk :('.Hamo a ordem o Sr. de-
ntistas reforraram a guarnvo do Savanah. I pinado. O nobre depulado pedio a patovn pela
Tomn a comecar o liouiliardeamenio d Char- ordem, mas e-ta foi a da ordem.
leslowu quasi reduzda ruinas. A defeza del (Troram-se muitos apartes.)
Beauregard tem sido lirilhanle e lem mostrado os | O Sn. Sabino Oi.euahio :Eu quizera que V.
grandes recursos deste ceneral, e a sua grande Exc. me eVlimsa a razan |wrque me cliama a or-
forca de vonlade. deui ? Eum-iu que nne-tuii fra daordem
O vapor Bohemiam tocou em um recife proxi-1 0 Su. Pmwinairre :Esta increpaiidoa seus col-
a requiMcan.
Oulro do mesiim cocetteadi) os balao orca-
ineiitns das cmaras municipaes de Nazarelh e Ta-
carat. A' co......isso de orcamento municipal.
Outro do inesuio reinellendo a copia do ronlrac-
to celebrado com o Dr. Jos Bernardo Galvo Aleo-
forado e ouiros |ara a construeco de una buba
frrea ou mino urbanos da cidade do Recife a
Apipucos.A' Cininissode obras publicas.
Urna petico de Joaqum Jos de Carvalho S-
queira Varejo, offerecendo a esla assembla ui


Diarlo de Pernambueo Quitrn felra :iO de Mareo de 1884.
1
i
Movimento i!.i casi de detencao i
marco d 1864.
Existiam . 370 presos
Eutrarain. . 8 >
Sahiram . G
Fallecen. . 1
Existen). . . :t7l
A saber :
Xarionaes. . 2ii7 presos.
Estrangeiros 32
Mulheres . 3
Estrangeira 1 i
Escravos . a
Escravas . 8 >
quadro rom o retrato de S M. o Imperador e-
porteBatural pela iitderontM(ao de liO^OlO. -
A' commi*.-/in tit polica.
Ootra Je Gudhermna Baselissa de Oliveira e Sil-
va prufnora publica Ja ciJaJe Ja Victoria pedin-
do quota para pagaaMOts Jo alugud Ja casa em-
etn iju-r funcciona iia ratio de 16.S monsaev-A'
commissao Je instrucc/io publica.
Oulra Je Joann.i Justina Je Siqnein Van-jan iro-
fessora publica da freguezi i de 8. Jos Jo Ib rife
pediiiilii a gratiQcacao ona peloan 6 Jalei n. 261
Je 2s de jiiiilio j'e 1850 se manJou Jar^ a al-
gtins professores.A* commissao Je instruccao pu-
blica.
Oulra Je Claudio Dubeux peJindo a isempc i d
lodos os impostas pan a emprexa que sustenta de
ama liaba Je mnibus desta eidade para os arra-
Jialiles. A' commissao de.orcamento provincial
Lose e approvado o seguinte parecer.
A commissao Je ornamento municipal para Jar
sea parecer como entender ser de ju.-tiea no que
rejuer Francisco Correia de Amorim, pede que Nemesio Ja Encarnaca Vilella, sarnas,
por iatersaedio do Eun. presidente Ja provine! i se Manoel Joaquim do Monte, tumor glanduloso.
mande ouvir a cmara municipal da Victoria afim Joaquim (africana livre), colite,
dessa informar eomo julgar ser mais rasoavel Tiveram alta :
Sala das romuiisses, 18 de margo de 1864.Re- Antonio Pinheiro Arco-Verde.
go Barros.Carrallio Moruro.
L-eee approvado o seguinte requerimenU
liequeiro que se peca com urgencia presides-
dencia da provincia mu ma|ipa Je todas as despe-
lat faer internas quer externas, doGymoasio Per-
uambucano Jurante o anno pasudo e o corrente,
com declararn Jo approveitamenio em relacn Je
Se por Hdire assa podra velada
Derramares lea branda fulgor,
Pulario Je prasor os naens ossos
Folgarei Jo sepulcro no horror.
371
AliOMOUdOl i rust Jos cofres pblicos 159.
Movimento da enfermara Jo dia 28 de marco
de 1861.
Tiveram baixa :
Antonio Sergas dos Santos.
Manod Thomaz da Roana.
Joaquim Jos Pereira.
Falleceu :
Joaquim Benedicto da Silva.
Movimento Ja casa Je Jetenco, no dia 28 de
marco Je 1861.
caJa u:na Jas aulas.
S. 1!.Aya no.
(Continuar-sena.)
REVISTA DIARIA.
A assembla provincial, na sessao de hontem.
oeeupeu-sc na primeira parte Ja orJem do dia com
a primeira discussao Jo projecto n. 18 Jeste auno,
que transiere para a freguezia da Varzea alg ins
dos terrenos ora perteneentes de S. Lourenco Ja
Malla, orando os Srs. Druinmond e Afros Gama,
o qual foi approvado, mandando-se ouvir o prelado
diocesano : approvou em segunda discussao o pro-
jecto que creia urna cadeira de lalim e francei na
villa de Ouricury ; em terceira o que approva di-'
venas crditos supplemenlares, bem como o ]ue
regula a arrecadaeao Ja tasa Jas barrearas ; em !
segunda o que transiere para Nazareth a freguezia
de Cruangy, ora pertencenle comarca de G*ian-
na. orando o Sr. Andrade Lima.
.\a segunda parte da ordem do dia, continuou a
discussao do projecto de fixacao Je forca policial.
oran Jo os Srs. da Silva e Nabor.
Picoa B discussao adiada.
K-i-.wniniMid ui-se ai capilih do porto que
maule nao s-j desobstruir o terreno prximo ao
caes do Forte do Mallos, mis lambera aterrar a js-
t-avaco que all existe, e pode causar d mino ao
publico.
Tambem recommeodou-se ao gerente da com-1
panhia Pernamhurana que faca remorar quanio
antes para lugar mais appropriado e deposito de
corvan de pe Ira que naquella localiJade possuu a
mencionada companhia. visto assim convir ao bem
publico, atiento o ini iiv.-niiMitr que tal deposito j
causa no* predios que Me lieam prximos e o ris-
co e facilidade que lia em ineendiar-se esse cur-
van.
Pelo delegado de Serinhem foi preso Mano I
Bernardo Haftins, BOBO) acida por Manoel Fumae.i,
como cmplice no roubo de que hontem demos
noticia.
A' estarnos do subdelegad-i Ja S de Oler da
foi preso Estanislao Joaquim de Moura, como 10-
lor do niassinato do preto forro Joaqun, na lava-
geni de roupa do engenho Paulisia, com o lim de
rouna-lo.
Na qninta-feirade|ondoencasassistimos a ;x-
posico do Senhor Sacra mentado, na igreja da San-
ta Casa de Misericordia desta eidade.
Foi esse um acto por cerlo mui edificante, cono
de ordinario soeni ser taes solemnidades em latios
s templos do orbe catholico apostlico romaro;
e a pompa e a venerabilidade que Je ludo transi>i-
rava all, elevavam a alma a topeaos, que faziam
esouecer os laeos da trra s para lembrar a aOl- '
niJade da mesma alma em a causa producl va
delta
Sim, all abysraava-se o homem, em sua peq-ie-
nliez, na imniensidade do Creador, que se apre- \
jniara na mogniludo de sua misericordia para
com os |lhos de Adiio i
presea soisnwidade ti vemos oteas Je apre-
ciar todos os ornamentos, que paranieniavam os
A saber:
Existiam...... Entraran..... Sahiram...... 371 presos U > 11 >
Existem....... 373 .
Nacionaes..... Estrangeiros... Mulheres...... 273 32 3
Estrangeiras... Esvaras...... Escrava...... i > 62 4 i
so e libro-o.taes como:
Cotia, rheumatismo, paralys a.
O Commercio do Porto conla os seguintes facb: Dores, impotencia, esterilidade,
Rossin, diz o Jornal do Havre, que na algnns Marasmo, bypochondria, emniagrecimento.
airaos nao mbalha tenao para o restricto ndito- O xarope alrhoolico de rakime c, soUretudo, da
rio de amigos, frequentadores ordiuarios das suas maior uiilidade para curar r.u icalmente, e em jiou-
so'fi intimas, vai reapparecer diante do verdav co lempo o rlieuinatismo.
-as se podem curar com remedios externosj Tam- Acabam de partir pan Pernanibuco os navios
Dem se preecreve o xarope tueboolico de veame AHiaiue e Adonis.
para o tratami-nto Jas afleeoBes do systema ervo- Cambios.
dOira publico como urna obra considerase! que no
rano passaJo, compoz na sua villa de Passy.
E' urna missa com orchestra, soli e coros, que
ser eteculada na primeira quiuzeia Jo mez de
marco
Nao podemos hoje dar mais informacoes Ja no-
va composieao do aulor do Slabat Mler. poroi
pe-se afoulamente dizer que sera um aconteci-
meiilo Je grande vulto no mando artstico.
Adverte-se que o rardadei o xarope s se vende
nesta eidade na botica aciini indicada do abaixo' Descont 3 3|i Vlii Oi
assignado e em oulra qualr,uer parte que se tem ^^ ____
annnnciado nao da mesma fniiiposico, c nem o ^"""**1'"
abaixo assignado se respofisahiUsa.
Jos da lUcha Paranhos.
Sobre Londres, 3 mezes data, 13 marcos ^ schil-
ling banco por 9f
praso curio 13 .'I.
Sobre Paris, 3 meses data, 1*13 l|i francos por
100 marcos banco.
prazo curto 1!K) 3|'i.
Sobre Lisboa, 3 mezes dala, U 3|l sebillings ban-
co por 1 mil reis.
O dia 13 de fmereiro um grande da para as
nanioradas em Inglaterra.
Aquelle dia o dia das cartas
romance de Walter Scolt Linda douzella de IVrih
tornou populares em todo o pais.
D islo em resultado umaccrescimo extraordina-
rio Je Irabalho nocorreio.
Este anno, na raspen JeS. Valeiitim, foram lan-
Cadas no correio de landres mais de 'i-TI.OOO car
Pillas VegetiCf assocaradas do
Kemp.
Entre as numerosasdasses Je pilulas que conti-
noadamente se anounciam, a- pilulasragetaes as-
amorosas, que o Barandas de Kemp s 6 que se podem considerar
MOVIMENTO DO PORTO.
como o protoiypo dos apentivis caseiros, comple-
tamente efflcaus e absolutammte inoffensivas. Na
sin comnosic^a nao entra um nico tomo Je ne-
nliuiiia substancia mineral. Constitue, pois, o ni-
co remedio neoessario para o- Jesarranjos Jo es-
tomago, irregularidades Jo vi nire, constipacSo ha-
Navio enfrailo no dia 26.
Rk) de Janeiro 1!) da-, patacho nacional Alire",
de 260 toneladas, capito Jos Antonio de Souza.
equipagem 12, carga 8,100 alqneires de farinha
de mandioca ; a l)av."d Kerreira Hallar.
Ntttiot takidot no mesmo iha.
Ri
Appellaole, o jaira ; appallados, os erdeiros de
Manoel Rodrigues de Oliveira. e uniros.
AO SU. DK.-K.MH.\lllAOOIt I.OL'lllMJO SANTI.M.o.
(.i i mes.
Appellacao crime do jury da Imperatriz, Cear ;
AppellanU'. Francisco Xavier de Araujo Mnrga-
do ; appellaJo, Juliao Coelbo da Silva Nelte.
Appellacao crime do jury da Imperatriz :
Appellantes, ejaixo e Pnarisce Rangnesda
Silva ; appellados, a juslica e Francisco Lucas de
salles Bomem.
Appellaciio crime Jo jurv de i.aranhuns :
Appcllante, Manoel Cabral de Mello appellada,
a justica.
Cireis.
Appellacao civel do juizo municipal de Pao to
Albo:
TpeJIante, Jo.lo Cleophas de Lomos Vasconcel-
os ; aupelUdo Simplicio Jos de Andrade.
Appellacao fivel dojuiz municipal de Gara-
iibuns :
Appellantes, Flix Soarcs da Costa esua mullicr ;
mullier.
las, o que importen um augmento Je 140,000 ao bitual, affecces boliwiM. djnioponil, lodlD II en
termo medra ordinaria fermidades dos intestinos predominantes nos cli-
Na segunda-feira lo, o correio conduzio das pro- mas calidos.
vieta para Londres, tanto para aquella eidade Tomadas a lempo evitam infallivelmente os mor-
como Je passagem, S0V,000 cartas, ou 110,00 mais llferos flafeOos epidmicos e indemicos das re-
que o meio termo ordinario. gides Inlertropkaes. Sao as i nicas pilulas que se
Rio de JaneiroBrigne naeional Trovador, capitao aw'^dos, Manoel Aires BanMo e sua mu
Manoel Candido Kerreira. carga assocar. ao Su. imstamAiaAnoa asas bsm*a.
Rio de Janeiro e Babia Vapor" injlez Maivlulena,\ Criines.
commandante Wuolward. Appellacao crime Jo jury de Penedo :
EDITAES.
. 31 do corrente
Honra, portanto, a troca de urnas 2-o,(KH) valen- vendem em fraeqiiinnos de ciystal, e a capa assu- matriculas do 1" anno.
Facoidaile *lc BireHt.
!) ordem do Exm. Sr. director se faz publico.
que quuita-feira 31 do corrente se encerrarao
linas S pelo correio de Londres.
Cada carteiro recebeu da aduimistraelo
i scheling de gratificaciio.
learada que as cobre censervi. as sas virtudes e
central a tiiraa mui agradaveis ao piladar.
: Aeham-se em toda- as lulipas do mundo, e em
Pernamhuco as lujas Je Bia'o & C e de Laors s
1865, arbusa.
'i-_________________________________
lam em
37o
Alimentados a custa dos cofres pblicos----- i58
Movimento da enfermara no dia 29 de marco
de 1864.
Teve alta :
Manoel do Nascimento.
Passageros do patacho nacional Altee, entra-
do do Rio de Janeiro : Joaquim Estanislao de Me-
detrae*
Passageiros Jo brigne nacional Trovador,
sahido para o Rio de Janeiro :Antonio Casemiro
Je Gouva, capitao do 2 balalhao de infamara L.
P. de F. C. N. Je Araujo, sua senhora, 7 filhos, 1
criado e um africano livre que o acompanha.
, Passageiros do vapor inglez A/u'fu/cn do para o Rio de Janeiro e Babia:Luiz Jos da
Rocha, Dr. Pedro Affonso de Mello, Joao Rodrigues
Freir de Carvalho.
UM POLCO DE TODO.
O Jornal de Genova, conla o seguinte :
O imperador pas-eava ltimamente no bosque
de II ilonli.i. e ia pelo eaminho que borda o lago,
aconipauliado nicamente. Je um SCO ajudante Je
campo.
Dma pella laucada por um menino, rolou para
dianle de S. M. e se o imperad ir a nao relivesse
com a sua bengala, iriarahir na agua. O impera-
dor apaubou a pella c entregou-a ao menino, abra-
cndolo, disse-lhe :
Conheces-me meu amigo ?
Nao, senhor.
Pois bem, dirs a teu pai que foi o impera-
dor que te apauhuu a pella, e que t'a entregou
abracando-le. ..
O menino pareceu embaracado.
Bati, meu amigo, repelirs o que acabo de
te dizer ?
O menino, depois de um movimento de hesita-
cao, respoodeu :
Nao, senhor.
E porque nao 1
E' porque o pap est lodoo dia a gritar con-
tra o imperador, sem que a mama o possa fazer
calar.
E que faz leu pap, meu menino ?
Senhor, respondeu o menino cem altivez,
meu pap nao faz nada, senador I
- Vamos, Jisse S. M., pegando no braco do seu
C0MMEI.CI0.
Em Franca, no orcanienlo do Estado para
as pensos concedidas eos theairos importai
(rs. 1,942,001) 1349:5605000.)
Este subsidio assim repartido :
Para a opera 820,000 francos (32,800 libras.)
Para o theatro francez 250,000 francos (10,000
libras.)
Para a opera cmica 24.000 francos.
Para o theatro lyrico 100.000 francos.
Para e odeon 100,000 francos.
I'ara o conservatorio 295,000 francos.
Para auxilios a autores e artistas 90,000 e para
premios 47,000 francos.

Falleceu ltimamente em Roma o duque D. Pi
Braschi-Onesti, general do pequeo exercito ponti-
ficio, e sobnnho em segundo grao do papa Pi VI.

Os elephantes sao empregados pelos iuglezes nos' w" "
seus exercitos da India. Estos enormes an.inaes Volumes entrados com fazendas...
sao to facis de conduzir como osea valles. Apren- com generjs...
dem voluntariamente os exercicios, e quasi que po-'_ ... ,
:K i Volumes sahidos com fazendas...
Secretaria da Faculdade de Direito 29 de marco
de 1864.
Jos llmi 11 h Bezerra ile Mtnet (S.
Secretario,
O lllm. Sr. inspector dathesouraria provincial,
em cumpriinento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 17 do corrente, manda fazer pu-
blico que o concurso para preeiiebimenlo da raga
de 2" escriplurario da mesma Ihesouiaria Itra lu-
! gar no dia 18 de abril prximo vindouro, JevenJo
\li\t\ II l Mil liV I TI! \ Ul lilil os pretenJentes ser examinados na gramniatica da
II" IW D1'iU l'fj I fjIllll.HIU L. imgiia nacional, escripluradto p..r partidas do-
) novo banco de Parnamb ico paga o 12" divi- bradas. arithmetica e suas afJBJicaces, com es-
reduccao de inoeda, "pesos
deudo a razfio de 9fi por aojan.
Alfande.sa
Rendimcnto do dia l a 28........
dem do dia 29.................
546:349*308
8:365J948
554:6955256
ilovimcufo la alfandesa
573
542
915
com geni'DS..
Descarregam no dia 30 de marco.
189
Quando o commandante se apresentou diante da "> higler-B/i/mw faz, ndas
pa dos elephantcs, nrmaram estes urna s li"-' g* iodez-.Dr.rrer.res:-,nercado ia>
1, conionma espeja mnrallia de carne negra. >rca f'anceza-Jnm Baptrfil-mercadoril
deriam passar por animaos sabio
rilimamenle em Dinopore, leve lugar a revi-la
das tropas de elephanles que se achavam ne dis-
triclo.
Q
i.ha. como una espessa mnralha de carne negra. Barca franceza-Jr-m Bosta! i-merc
Os conductores estavam ao lado, ainda paroeiam lilipiirtiicao
mais pequeos pela vizinhanca das suas enormes Consinuaoao do nianiesto Jo patacho portuguez
caralgadans. I So"" i
Estes conductores eram indios todos vestido* de 3 eaixotes agua azeda em garrafas, 1 dito dore
branco. |*)e mannello. i dito nraeqoeiros, 1 capoeira galh-
Ochefe conimandou a manobra, nao de pernas ibas a Antonio Joao Parlado.
porque os depilantes estavam travados, mas de I capoeira gallinhas, 4 caixas agua azeda. a
trombas. os Pedro da Costa.
A' voz de salaamkumh todos os elephantes (he- I ralxa objectos de porco, 1 dito um quadro ; a
ram a continencia levantando, ao mesmo lempo, a I Roberto Jos Pereira.
pecialidade a reduccao de inoeda, pesos e medi-
das, ao calculo de drsconlos e juros simples c com-
postos. sendo preferidos os qu.- livereni boa letlra
e soiibereni lingnas estrangeiras.
Os pretendentes enerlo aafosentar seos reqao-
riuientos nesta thesouraria, com documentos em
comrtainenfo! '^^ *" ** ^'^ "^ ^ '' d5;
E para constar se mandou publicar o presente reros
[taSSrta da thesouraria provincial de Pernam-1 ffgSltSS A"l0n
buco, 18 de marco de 1864.-0 secretario, A. f.
Appellante, o juizo ; appellados, Marcelino Jos
dos Sanios e Francisco Antonio Leandro.
Appellagu crime do jury de Pao d'Albo :
Appellanle, o promoior publico ; apiellados, os
escravos Leandro e Alberto.
Appellacao crime do jury do Pilar, Parabyba :
Appellantes, o juizo e Antonio da Conceieo ; ap-
peilado, Flix Jos Ramos.
CiOft.
Appellacao civel do juizo municipal de S. Her-
nando :
Appellantes, Antonio Torquato Felippe Maia e
sua mullier ; appdlado, Manrx-I Rodrigues de
Souza :
Appellacao civel do juizo municipal do Recife :
Appellante, Francisco Marinhode Albuquerque ;
appellado, Francisco Jos Viamia.
AO Sil. DESi:.MI)AR(A0Oll ALMKIA E ALBCO< KliQtE.
CrtBMt.
Appellacao crime do jury Je S. Joao do Prin-
cipe :
Appellante, Joao Ferreira de Sonza ; appellada,
a juslica.
Appellacao crime do jury do Pilar :
Appellantes. o juizo e AuloniodaConceicao ; ap-
pellaJo, Flix Jora Ramos.
Civeii.
Appellacao civel Jo juizo municipal do Ico :
Appellanttf, o hachare! Demonio Duarle Brau-
appel
Appellacao civel do juizo municipal de Bar-
appcllado, Fran-
tromba para o ar, emquanlo que, pelo contrario, es'
cornaes se proslravam.
O eatnra, que com Brrenles de ferro, para
o elephante mais nina indicanao da ranlade do se-
nhor que um obstculo sua liberdade. Poderia
ser retido por um barbante se este podesse ser
sentido pelo animal, e nao quebrasse ao menor dos
seus movimentos.
COMMUNICABOS.
ministros Jo altar. Eram lardados ouro, e fo^ & \ re-peitemos a leii franceza que prohibe a
rau. f*N pelasoxpostas, que sao alli educadas e avenguacao da paternidad.'.
ensinaai pe as amo* de S. Vicente de Paulo.
Esses orna nentos siio em ludo semelhantes aos L-se no Jornal do Havre
que foram offerladosao Hospicio de Nossa Senhora; o boato da abd.cacao da'rainha de Inglaterra
Ja Penha por S. M. i.imperador dos Francezes, ou do e.-l.,belecimento de urna regenci a, que tinba
com exepcao da fazenda, visto ser bordado este j circulado, loma anora certa consistencia, seguu-
om Ihama Je ouro e aquelle em chamalote Je (1(, dlI 0 yteint)rM Diplomtico.
L'ma caria que emana Je pesoa bem nformv
A|.rcc.amos semelhantemente o reghoen, que a da_ e q(le nos ',-, roin,minil.a(1:l> Ievela que r(.IVM.
Santa Can mantem nesse estalielec.mento, lt,ine|t om um ronS(,,0 priv;ldo em que se agi-
qne csiao tara a (.|.st;0 dinamarqueza, a rainba declarou
sua gerencia, folga.nos de em todos ter enn.n- QUe nSo fdria na,|a ,emHCU:,u|Uir
Tratando a assembla provincial Je devidir a
freguezia de S. Lonreneo. ou de resiituir-lhe a par-
te que a mesma assembla llie annexou em 1854,
{nsto que ella consulte os documentos que tem
em seu archivo, antes de tomar alguma delibera-
ajudante de campo, nao invenios mais longeas per-1 <.,;"- l,;"';> que TOO recordar-lhe o seguinte :
Traiava-se de crear ou roslabelocer a freguezia
da Luz, dando-se para a nova freguezia urna gran-
: de parte da de S. Lourenco. O Exm. hispo Jioce-
: sano ouviilo sobre a creacao projectada, declaron
I capoetn aves ; a Luiz Jos da Silva Guima-
noa,
1 caixoteobjectos de poicos, 2 capoeiras kve*, 2
barricas plantas ; a Alvaro load da Cosa.
1 caixote locas de dalias; a loao Maria Cordeire
Lima.
Accrescimo ao mesmo.
2 caixas niosqueiros; a Jos Maria de Siqoeira,
1 eaixole ferros de engomm.x ;a Antonio Perei-
ra de Faria.
I eakote llores de |>ennas: Frcderico Antonio
de Mello.
4 vanas iras, 8 aarris vinbo, 8 barricas no-
xes, i harneas batatas, 2 ditas ceblas; a Joo do
Reg Lima.
lembrulboobjectos de oso, 4 saceos roupa, l
dito com 40 libras e 157 pataes ; a Antonio Joo
Follado.
I saceo sementes e mindeza-; ao balisa.
3 saceos com 2.696 pataees ; a Amorim lrmos.
1 saceo com 334 patacoes e .00 pecas em ouro;
a los Pedro da Costa.
Patacho nacional Alire entrado do Rio de Janei-
d'Aniuinciardo.
De ordem do lllm. Sr. inspector desta repar-
tieo se faz publico que no dia 30 do corrente.
ao meto dia, na pona da mesma. sero arremata-
dos em hasta publica os sepaioles objeclos. que
foram abandonados sos direito-, por Mello Lobo
ti C., cuja arrematae i sera livre de direito ao
arrematante : 40 temos de bandeijas de musa
invernisadas a imitacao de charo com enfeiles 4g
madreparola. pesando liqnido 136 libras, valor
da libra 8-5009 3:6485000 ; 12 tinteiros, sendo
as caixas de massa e em visteo, cada um, valor de
um linteiro 25000 245000 ; 6 vollas de massa
para pescoeo, posando todas tres libras, valor da
libra 25000 65000.
Alfandega de Pernamhuco, 26 de marco de
1864.
0 4" escriturario
J'ho dos Santos Porta.
Por determinacao do lllm. Sr. Dr chele de
polica, laeo constar, para coiiheciiiiento de quem
poseainteiessar. que pelo delegado de poiieado
termo de Serinhem. Ilie foi participado em olllcio
de 23 do corrente. que fra ali preso, e se acha
recolhido respectiva cadeia, um preto velho, de
nome Nicolao, que declarou ser sranra de I).
Maria de tal. moradora em um Mondo de tres
andares na ra estreita do Rosario da freguezia
de Santo Antonio, a qual o comprara a PranciSCQ
Dutra. senhor do engenho Pracinha, no termo do
Rio Formoso, ou de Agua-Preta.
Secretaria de polica de Pernamhuco, 28 Je
mareo Je 1864.
O secretario
Eduardo de tarros Falcdo de Lacerda.
que nao Juvidava dar-llie a sua aquiescencia com ro consignado a David Ferreira Bailar, manifestou
a condieo de ser a freguezia de S. Lourenco in- o seguinte
6 buido em nutras vezes visitado outros que esio
so i raa gerencia, (oigamos de em todos ter encon-
trado igual aceio, grande regularidad- e todas as
condces necessarias prosperidade de to uteis
in-iiiuices.
H-ije seextrahir 2.* parte da 4.' lotera do
Gymoaeo.
O Sr. Dr. Jos Henriques Ferreira,que to J g-
mente tem exercdo n'esta provincia o cargo Je
mi de S. M. F., convoca os seus compatriotas
aqu esiilentes para urna reunio boje, s 6 lio-as
da larde, no Gabinete Portmjiir; de Isitnra, lim
de Ibes apresi-ntar as suas saudosas despedidas
visto que. no primeiro paquete a seguir para o Rio
de Janeiro, elle para alli se dirige a tomar pense
do eminente emprego para que foi to acertada-
meirte nomeado.
deinnisda. O olllcio de S. Exc. reverendissiina
deve existir na secretaria. Esta indemnisaco na0
podia realisar-se seno a BOSta Je alguma Jas fre-
goezias limitrophes da de S. Lourenco.
8,465 alqueires de farinha d; mandioca ; a or-
dem.
K\|ortac:io.
Patacho inglez PropmUU, ca rsgOO para o Ca-
Urna vista d'olhos sobre a posico topographica nal 5,040 saceos com 25,200 rrubas de assucar
dOSta freguezia demonstra, que s de lguarassii mascavado
que
Consulado provincial.
Kendimento do Jia 1 a 28......... 98:549580.1
dem do dia 29................. 10615213
O Sr. cnsul portuguez deix nesta provin-ia Jos estatismos
O numero Jos earJeaes Je 70 ; o mais velho |
o carJeal Tosti, que tem 98 anona,e o mais novo o
carJeal Jos Ferreii, que tem 47.
O decano dos cardeaes do sacro collegio, Mario !
Matlei, cardeal In 32 annos.
Ha tres pairiarchadus do rilo grego oriental, cu-
ja jurisdieco palriarchal ; Anliochia (para os
melchitas, marnmtas e syrios)Babilonia (para os >
verdadeiros amigos e sinceras affeieOes, qur en-
tre os OSOS, qui-r entre os seus'eoncidadaos;
e eremos que a feliz estrella que sempre aqui p-e-
sidio aos seus actos pblicos e particulares, o ha
tima admiuislraco digna da merecida reputar.)
devada que aqu constantemente teve.
O subdito belga que alli agnnisava dolorosa-
mente deitado p.rta do predio do C7m6 Commer rhalior)' ~~ri f.ihcia (para osArinenio<.)
fin, que se inrendiou, nao enconlrando a randado ]l sele do nto latino : Constaniinopla, Alexan-
que era para desojar, leve r-pmtiido a felicidad de dria, Aiiiioclua, Jerusalm. Vc-neza, as Indias
deparar com urna alma bemfazeja que ddle se Orienlaes e Lisboa.
ompadeceu, que foi o Sr. Manoel Teixeira Bastos, o palriarchado romano tem 96 ss espalhadas
om armazem de assucar ra di Trapiche, o as difTerenb-s parles do globo (12 metropolitanas
qual o mandou recolher ao Hospital Portuyun, e 84 catheJraes), que directamente dependem da
para alli ser tratado a sua custa. Santa S.
Loii vamos o proeeler d'este senhor, que tao bem
poilia vir a compensacio recommendada. A fre-
o principe Al- guezia de S Lourenco sj limita, pelo nascenle com
berto, seu fallecido esposo, e que effectivainenU!, |as freguezias da Varzea e do Puco, ambas neque-
depois de se retirar para o seu gabinete, onde se as e de populaco concentrada m roda das res-
conservou alguin lempo, voltou, -dizendo que o pectivas mal ize's -. pelo snl com a nova freguezia
principe se pronunriava contra a guerra. da Luz. ipie selraiava de crear ; pelo pocote com
Este farto e uniros semelhantes Ja origem ao a do Pao d'Albo. chegando al ao engenho Mussii-
pensamento de que opiwrtuno esiabeleccr urna rene, qoe dista urna legua aquella villa ; e pelo
regencia at que S M. recobre a serenidade de norte que encomia a grande freguezia de Igua-
espirito que Ihe indispens.ivel para retomar a rass; tao grande que anda boje depois da sepa-
direeeo dos negocios do paiz. | raco do distrieto que se reuni S. Loureocn, d
A popularidade crescente do Juque de Galles le- aquella freguezia cincoenia e mt olettoras, quan-
va a opinio publica ao ponto de desejar umaab- do esta s da trinta o cinco. E' pois evidente que S**
Jicacao em seu favor. dorando a a-sembb-a conformar-so com o parecer I Caf.Desde o nosso ultimo o mercado tornou-
------ do Sr. bispo ; creando a freguezia da Luz, deven is,v m:"s animado, sobretodo en lins de fevereiro,
' tirar um pedaco de lguarassii para compensar S.: quando chegaram as noticia* do Rio pelo pa-
Lourenco. jquele francez: realisarani-se vendas notarais a
Qual o'ganho poltico que poderia vir paraos pr.-cos subidos de i |8 l|4 sch. o deposito hoje nao
rom esta nova divisan, eu ainda nao : excede de > l|2 nulboes de libras, e os possuido-
99:6115016
Hambiirgu. ;> de marro dr 1861.
Uolctim (iiiiiinaci'il.
Na quinzena passada o tmicido mostrou maior
aniuiaco : mas o estado critico dos negocios pol-
ticos inpcde lodo o desenvolv nenio das transac-
0 Directorio pontificio, conlm os seguintes ia
DORSOS amigos
pude eomprahender. Oengrandeeimento da fregu
j lia de S. LourenQo |ior causa da deic/io da rama-
I ra municipal ? Certamente nao, porque esta fre-
! guezia fieou menor do que era antes da i rea cao da
da Luz, que passou iniegraliiienie a pertencer ao
municipio do Pao d'Albo.
Em 1854 nao havia ainda deicoes de dislrietos
100 circuios, e nem se fallara nesta reforma : que
interesse poderia haver em augmentar eleitores
amigos em S. Lourenco c diminuir o numero dos
1 amigos de lguarassii ? Podor-so-ba dizer com fun-
damento que precisa vamos em S. Lourenco de al-
gnm amigo poderoso, que de Iguarass 'nos veio
ajodar a vencer difficuldades ?
E verdade que os nevos limites entre s duas
abe roinprehender as sublimes mximas da nossa
aagmra rdigilo.
o infeliz doente ao lim de tres das de estada no
Hospital mol eu.
Continuando o concurso da thesouraria de
fazenda, foram produzidas na >egunda-feira as pro-
vas de geographia e historia e hontem as de alge-
bra e arithmetica na parte escripia, devendo hoje
terminar lodo o processo.
i: vainillara n o Sr. Dr. M. da CosU Honorato, na
primeira materia, e o Sr. tenentc Antonio Egidioda
Silva, na segunda.
A barca Inglesa Vision foi encontrada no ca
8 dente mez nas mmediaem-s das Canarias.
Viada a referid. barca de Liverpool para este
porto.
nEPARTICAO DA POLICA.
(Extracto da parte do da 29 de marco le
1864.)
Foram recolhidos a casa de detencao no dia 28
do corrente :
ordem do Dr. delegado da ea| tal, Francisco
Al ves Nones Pires Jnior, branco, sem declarado
Jo motivo.
A ordem do subdelegado do Recife, os pardos
Jone PeroSOiles da Cruz, Antonio Jos Slmes, Fran-
i-co Flix de Souza, por disturbios, Manoel Fran-
iiH-dienci.i e Joseplima BomualJa de Oliveira, par
briga.
ordem do da Boa-Vista, ou prelos Jeo, africa-
no livre, por desoliediencia, Manuel Fabririu dos
Santos. Tilo Rodrigues da Silva, ambos semdech-
ii 11 do sautivo.
A ordem do d i Capunga, Luiz RicarJo Cava lan-
le, pardo por crime de estupro.
O che fe Ja 2' seceo,
J. G. de Mesquita.
O numero total Jas J.oceses e Je 96o, das quaes frtl!u,.zias ncavam mal tracados, por falla dees-
clareeimentos na occaso ; e o projecto, que de
annos anteriores existe na assembla, prora que
se pensava em estahelecer linha divisoria mais re-
gular. A assembla actual far o que enu-nder.
Imparochiano de S. Jjurenco,
222 sao in partibus.
A Santa S est representada no estrangeiro por
7 nuncios (Bruxellas, i.i-boa, Madrid, Munich, a-
ples, Pars e Vienna) ; 4 internuncios (Haya,
Florenca, Modena e Rio de Janeiro), I encarregado
de negocios (Lucerna) e 3 ronsules.
A MINHA ESTRELLA.
(Trad. livre de Krmtr.)
J nao tenho quem d-me no mundo
Um olhar, um sorriso de amor ;
Mas aquella estretlinha me ama
Oh I que sim I e com terno fervor.
Ei-la ah I como me olha tao meiga,
Como para a calada rarreira ;
Como escuta meus cantos singelos
Esta miiiiia gentil companheira I
Qnantas vezes contemplo e meu astro,
Alta noite scismando enlevado,
Embebidos os olhos rhorosos
Ao ampio fundo do cu azulado I
Mas em breve, ol meu aslro fiel,
Em sombra mudez rodar-,
Que no umu quartosuho deserto
E vasM me nao acharas.
S esta harpa do pobre cantor
La ver esquecida no chao :
Pobre harpa robera de p.
Cujas cordas jamis vibrarao.
E' que eatio sobre a rampa do triste
J de pe Ira urna cruz se erguer,
E sobre ella lea Inme funreo
Vago e triste no coo brilhar.
ATTENgAO.
Xa. ope alrhoolico de veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos, e.-tabde-
cido com botica na rua Dircita n. 88 em Pernam-
huco.
Este xarope incontestavelmente superior a to-
dos os xaropes depurativos, de cuja composieao
o seu maior elemento a salsa parritlia, pois que se
tem conhecido ser o veame mais enrgico para
a prompta cura das molestias, cuja base essencial
depende da purfieacao do sangue : assim pois se | Rio Grande
tem veiilicadopor muitas pessoas que se achavam Algodio
desengaadas, as quaes acham-se hoje restaltdeci
das com o referido xarope alchoolico de veame ;
entretanto qoe alguna, tendo usado do xarope de
Curinier, de Larrey, de salsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de ligado de bacalho, e outros agentes
desta ordem nada conseguiram. E elle de fcil d-
gesto, agndavel ao paladar e ao olfato. Alguns
mdicos desta eidade e da de Macei o teem re-
commendado para a cura das
Impigens, tinba, escrophulas.
Tumores, ulceras, escorbuto.
Cancros, samadegenerada, fluxoalvo.
Todas estas affecces provm de una causa in-
terna ; nao ha pois razao alguma em crer que el-
res inostram-se iiiuilo reserva los c penca vonta-
de para vender aos preeos existentes, como tao ce-
do nao temos de es|ierar novov sup|irimentos.
Venderm-se 17.000 sacias Je caf do Rio e de
Santos 6 3|4, 7 7|8 schiliogs, e 2,1100 Bateas do
Cear* 7 2|I6, 7 1|2.
Colamos o caf regular ordiiario do Rio de Ja-
neiro : 7 1|4, 7 1|2 sch.
Importaco gcral de caf de Janeiro at fins Je fe-
vereiro.
1860 7,:00.000 libras.
1862 9,000,000
1863 14,100,000
1864 8,100,000
Em ser em lins de feveren :
1861 5(KK).IXt libras.
1862 18,000.000
1863 13.0il0.0O0
1864 8,1100.000 .
rtrnnear MotS procurado ni semana passada,
e os preeos subiram cena de 8 sch.; a falta de
deposito |K>rm nao admitir iransacces maiores.
liii|Mirtacao al o fins de fevereiro.
1861 6,000,0(10 libras.
1862 3.300,000
1863 6,500,000
1864 1.200,000 >
Em ser em tins de fcv.-reiro :
1861 9.;>00,(i00 libras.
1862 8,500,000
1863 8,500000
1864 500,000 >
Tabaco.A |>osicao do lbaro brasileiro ba,
mas o mercado tem estado tranquillo ; em feve-
reiro vendeu-st ain-nas 418 baila da ralba colhei-
ta. Em leilo, 209 bailas de inhaco da Babia ava-
llado obiiveram o preo de 2, 7 3|4 Broa. O de-
posita actual de 2,500 bailas da Haba c 970 do
do Sul.
Em consequenciji das rircumstancas
DECLARACOES.
no interior, o algojo acha-se |ouco procurado, os
preeos entretanto conservan--e firmes. Vendo-
ram-se nos uliinios das 350 billas do Ccar en-
tregar a 26 1|2 sch. O depolo geral de 800
hallas. %
Couros.Por causa do Militado deposito nao
houveram transacedos notarais j das ultimas che-
gadas j loi vi-iidiila a niaior p: re. As vendas fo-
ram de r. 6,000|do Rm Gande 5 sch. termo me-
dio, e Je 96o do l'.eaia 6 l|i sch
Cacao. Realisaram-se. algumas vendas, e os pro-
cos de todas as quahJades subiram.
Jacaranda.Pequeas venias somonte, restaui
em ser i,7(M).(HMi libras.
Os administra lores da massa fallida de
Joaquim Jusc Silveira convidam os credores
a ajifeseiitarem dentro de 8 dias, seus ttu-
los no Novo Banco le Prn^mbuco para se-
ren verificados. Recife, 21 de man-o de
1864.
Correio geral.
Pela adminlstrac&i do correio desta eidade se faz
publico que em virlude da convenci postal cele-
brada poras governos brasileiro e francez sero
expedidas malas para a Europa no dia 30 do cor-
rente mez.
As cartas serie recebidas at 2 horas antes da
que for marcada para a sabida do vapor, e os jor-
naes al i lloras antes.
Admiuislraco do correio de Peruambuco 21 de
margo de 1864.O administrador,
Domingos dos Passcs Miranda.
Correio gcral.
Pela administracao do correio desta eidade se
faz publico para lins convenientes, que em virlude
do disposto no art. 138 do regulamento geral dos
correios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9 do
decreto n. 785 de 15 de maio de 1851, se procedo
r o consumo das cartas existentes nesta adminis-
tracao no mez de marco de 1863 no dia 3 de abril
prximo, s H horas da manha, na porta do mes-
mo correio ; e a reeoeeb'ra lisia se acha desde j
ex posta aos interessados
Administracao do correio de Pernamhuco 21 de
marco de 1864. O administrador,
Oomingi-sdos Passos Miranda.
CoBsrlho adminstrame.
Oconselho administrativo, para fornerimentu do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para fornecimento do laboratorio pyro-
tcehnico.
Peneira de cabello 1, dita de seda 2, facas finas
6, encerados com 8 palmos de conipi ido e 5 de lar-
gura 6, lesoura grande para cortar papel I. dila
pequea 3, gral de pedra com mo I, pedra mar-
inte pulida 1, esptula Je marfun 1, copograJua-
do de vidro que abranja de 1 16 oncas 1, jarra
de barro 1.
Para a companhia de cavallaria.
I.i!vas de algodo pares 10, cordas de linho bran-
cas 150 bracas.
Quem quizer vender taes objectos apresentem as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da manha do dia 30 do cr-
reme.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 23 de marco
de 1864.
Antonio Pedro de .vi Brrelo,
Coronel, presidente.
Srbastio Antonio do Hego Barros,
Vogal secretario.
Til lili MI. .% lili % AO.
Distributrts civei.s e rrimes feitas no corrente
mez.
AO Sil. DKSKMBAItCADOR filTI 1ANA.
Appellacao crime do jury da Palmeira :
Apellante, o juizo; appellado, Miguel Trigosode
Bullioes.
Appellagao crime do jury do Crato :
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Jcrony-
mo da Silva.
Appellacao crime do jury de Pesqueira :
Appellante, o promotor ; appellados, Jos Feito-
za dos Santos e outros. "*
Civeis.
Appellacao civel dojuiz municipal do Ipn* :
A|ipellante, Francisco Silvino de Torres VaflCOB-
cellos e sua muther ; ap|x-llados, Jacintho Pereira
de Mallos, e sua miilher.
Appellaeo civd do juizo de orpliaos da eidade
dr. Parahvba :
AO SU. DESEMIIAIlGAUOn MOTTA.
dimes.
Appellacao crime do jury de Penedo :
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Francisco
Jo Nascimenlo.
Appellacao crime do jury da Fortaleza :
Appellanle, ojuizo ; appellado. Angelo Pi.
Appellacao crime do jury do N'alal:
Appellante, Antonio Jusliniano Barbeta Je Li-
ma ; appellada, a juslica.
tiris.
Appellacao civel do juizo municipal de S. Ber-
nardo :
Appellantes, Antonio Torquato Felippe Maia e
Ma mullier ; in|itillados. Vicente Rodrigues de
Souza c sua mullier.
Appellacao civel do juizo Ja fazenda desta ei-
dade :
Appellante, a fazenda ; appellado, Jos Maximia-
no Lopes d'Avellar.
AO SU. l>l.SEMIIAUUAD01l 1-K1IETTI.
Criines.
Appellacao crime do juizo de direito de Porlo
Calvo :
Appellanle. Luiz Gonzaga dos Santos ; appella-
do, Joo Je Siqueira Ferro.
Appellacao crime do jury de Nazarcth :
Appellante, o Juizo ; api>ellado, Joo da Gama.
Oris.
Appellacao civel do juizo de capcllas do Recife :
Appellanle, a mesa regedora da Ordem 3" de S.
Francisco ; appellado, o juizo.
Appellacao civel do juizo niunic|ial de Sobral :
Aipellanto, B. Francisca das Chapas Randeira
de Mello; appellados, Francisco Rodrigues dos
Santos e sua uuilher.
AO SU. 1IESKMIIAIIC. VUOIt flGBMI.
Criines.
Appellacao crime do jury de Granja :
Appellanle, o juizo ; ai-pellados. Joaquim Maria-
no de Araujo, a Manoel Pedro de Snota.
Appellacao crime do jury da Fortaleza :
Appellante, o juizo ; apvejlado, Francisco Jos
de Souza.
Ci'ceu.
Appellacao civel do juizo municipal de Seri-
nhem :
Appellante, o Dr. Antonio de Vasconcellos He-
DOtOB de Druinmond ; appellados, Francisco Anto-
nio Randeira de Mello e sua mullier.
Appellacao civel do juizo de ausentes do Pe-
nlo :
Apellante, o juizo ; appellado, Jos Tenorio de
Albuquerque.
AO SR. UF.SF.MRAROAUOR ASSIS.
dimes.
Appellacao crime do jury de S. Joo do Prin-
cipe :
Appellante, Francisco AI ves Bezerra ; appella-
do, o juizo.
Ap|M-llacao crime do jury do Cabo :
Appellanle, o juizo ; appellado, Vicente Ferrei-
ra da Cunta.
Citis.
Appellacao civel do juizo municipal de Ara :
Appellanle, I). Maria da Penha de Franca ; ap-
pellado, Urbano por seu curador.
Appellacao civel do juizo municipal do Recife :
Appellanle, Antonio Connives Ferreira Casco ;
appellado, Joaquim de Souza Leao.
AO SR. DESEMRARGAOOR DORIA.
Crimes.
Appellacao crime do jury de Macei :
Appellanle, o prwiMrfor-; appellados, Quirno,
Antonio e outros escravos.
Appellacao crime do jury da Fortaleza :
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Fran-
cisco Gomes.
CiiWs.
Appellacao civel do juizo municipal desla ei-
dade :
Appellantes, Antonio Francisco Anastacio e sua
mulhi-r ; appellados, Joa Frailesco da Costa e sua
mullier.
Appellacao civel do juizo municipal desta ei-
dade :
Appellante, D. Isabel Francisca da ('.bagas Gui-
mares ; appellada, D. Rila Je C.assa Pereira
Vi amia.
AO SR. DKSEMRl"ARCADOR SANTIAGO.
Orsnwa.
Appellacao crime do jury da Boa-Vista :
Apellantes, o juizo e Jos Dias dos Santos ; ap-
pellados, o juizo e Auna Magdalena.
Appellacao crime Jo jury de Olinda :
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos Antonio
Lins de Andrade.
CirW.
Appellacao civd do jury da Imperatriz :
Appellante, Jos Antonio Rrauna e sua mullier ;
ap|"dlados, Luiz Antonio Pires e outros.
Appellacao civd do juizo municipal de Seri-
nhem :
Appellante, Gaspar Cavalcanti de Albuquerque
Cchoa ; appdlado, Antonio |>or seu curador.
O secrelano da Maco,
Domingos Affonso Ferreira.
itlspulo de Pernamhuco.
Tendo S. Exc Rvm.* determinado fazer a sa-
praco dos santos teos no dia 3 de abril prximo
futuro na igreja matriz do Santissimo Sacramento
da Boa-Visla, assim o face constar ant Rvms. pa-
rodies e ao Rvd. clero em geral das freguezias
desta ciHade, afim le que pelas 9 horas do men-
cionado dia hajam de comparecer na referida
igreja para assistirem ao acto da sagr.ic.in
Palacio Ja Sotedade 29 0> marco de 1864.
O provisor Francisco Jos Tavares da Gama.


mi" !,.
Diarlo de FernjuMbueo (tiarta felra 30 de Har^i de istil.
AVISOS MARTIMOS.
COMPAfHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos porlos do norte esperado
al o dia 3 de abril o vapor Pa
rana, commandanie o capitac
de fragata Santa Barbara, o qua!
depois da demora do costume se
guir para os portos do tai.
Desde j rect beni-se passageiros e engaja-sc a
carga que o va|>or poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua ehegada, encommen-
das e dinheiro
ras: agencia
to.iio Luiz de Oliveira Azevedo C.
se nova mes;, e discutir-se o
-iro n frete al o dia da sahida as i no- apresenlado para o anno social
ia, r ja da Cruz n. 1, esenptono de An- "
COJIP4MHIA
DAS
MESSAGKRIES IMPERIALES
Bctdeaux,
No dia 30 de
correte espira
se dos portos de
sul o vapor fran-
rez Navarre, rom-
mandante De So-
mer, o qual de-
pois da deiuura
do tostume re-
tocando em S. Vicente e
gura para
Lisboa.
Para as condicoesfretcs e passagens, tratase na
agencia, ra do Trapiche n. ')._________________
"COMFAiNHIA PERiNAMRUCANA
DE
IVavegaco costelra a vapor.
Fernando de Noronha.
No dia 13 de abril prximo,
ao meio dia, seguir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Ma
manguape, commandanie Hon-
ra.__________
Para o m Grande d* Aorls e Assu.
Segu com t revidade a harcaca nacional Gra-
ciosa, a qual tem parte de seu carregamento justo:
para tratar do restante, na fabrica da travessa d(
Carioca n. 2, caes do Ramos.__________________
Vara.
O palhabote Garibaldi: a tratar com Tasso Ir-
maos.
^arao Hio de Janeiro
Segu com rruita brevidade para o dito porto c
p;itacho nacional Duus Amigos, de primeira mar-
cha, tendo a n:aior parte de seu carregamento
prometo, e para o resto e escravos a frete, se en-
tendarn com seus consignatarios Amerim Irmaos,
ra da Cruz n. 3. ____________________
"IT'Para a Babia sane uestes seis dias a escuna
Carlota por ter qotM seu carregamento completo :
ps.rao resto que llie falla, trata-se com os consig-
natanos Palmeira & B,ltro, largo do Corpo Santo
n. 4, primeiro andar.
Rio de Janeiro.
O brigue nacional Almirante pretende seguir
coa muita hreridade, tem liarte do sen carrega-
mento engajado : para o resto que Ihe falta, e es-
cravos afrete, para os quaes tem excellentes com-
modos, tratase com os seus consignatarios Anto-
nio Luiz de Olivoira Azevedo & C, no seu escrip-
torio, ra da Cruz n. 1.____________________
Rio de Janeiro.
Segu em ihmicos dias o brigue escuna Jovrm
Arthnr, tem pa-le do seu carregamento engajado,
para o resto qu-; Ihe falta e escravos a frete para
os quaes tem excellentes commodos trata-se com
o- seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nn
mero 1.___________________________________
Para Lisboa.
Sahlr com tuda a brevidade o milito velein
brigue portuguez Constante II, por ter quas
prompto todo o seu rarr.-ganii-nto, tem excelente;
commodos para passageiros, e para estes e o res
tante da car/a trata-se com Manoel Ignacio t
Oliveira & Pana no largo do Corpo Santo 19.n
Instituto Archeologico e Geo-
graphico Pernambncano.
Sao convidados lodos os inembros do Ins-
tituto que actualmente se achata nesta ci-
dade a reunir-se em asseinbla geral no dia
in de abril prximo futuro as 11 boras da
manlia, no salan do Instituto, alim de se
continuaren, as eleicoes que ficaram addia-
das na sessfto de 13 de fevereiro, dar-sepos-
orcamento
de i 80 4-
18G5.
Secretaria do Instituto, 29 de marco de
1864.
J. Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
Jos Soares d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Gymnasio
Provincial de Pernambuco, tem aberto em
sua casa, ra Bella n. 37, um curso de phi-
losopbia e outro de lingua francesa. As
pessoas que quizerem frequentar urna ou
oulra destas disciplinas podem dirigir-se
indicada residencia, de mauba at s 9 ho-
ras c de tarde a qualquer hora.
0 cnsul de Portugal aos seus compatriotas.
O abaixo assignado solicitado por alguns de seus
compatriotas para Ibes declarar o dia de sua par-
tida para o Rio de Janeiro, alim de por essa occa-
sifio Ihe darem urna demonstrado de sua affeico
e estima,convida osmesmos seuhores, assim romo
todos os demais Portuguezes que quizerem compa-
recer a urna reunio no Gabinete Portuguez de
la mira no da quarta-feira 30, pelas 6 horas da
tarde, com o fim, nao s de pessoalmente Ihes
agradecer tantas provas de benevolencia, como
para tratar negocio de interesse de toda a familia
purtugueza.
lente. 27 de margo de 186i.
________J. Henriiiues Ferreira.
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer Lora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripta.
Aos 5:OO0#000.
Corre boje.
Quarta-feira, :K) do corrente mez, se ex-
trahir a segunda parte da quarta lotera do
Gymnasio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas.
Os premios de 5:000)5000 at 10,5000
serao pagos urna hora depeis da extraccSo
at s 4 horas da Lude, e os outros no dia
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
fTHAA DE FE
FRANC
Tabella da partida dos trena de passageiros, que deve regular do 1. de abril
de 1864 at outro aviso.
i
<
O
O
_
.
ii!
I*
4
lii
61|4
71|2
81|2
" l 2
i*
14l|i
15 3i.
17
183ii
201,2
ESTACOES
Cinco Puntas (partida)
A fugados .
Boa Viagem
Prazeres .
liba .
Cabo .
I|iojuea. .
Olinda. .
Timb Ass
Escada .
Frexeiras .
Aripib. .
Ribciro .
Gamelleira
Cuyambuca
Agua Preta
l'na (ehegada
llt-..\* l-AHA O IMlHIllll
DI ti ,ra-
halho
I-a.*-'Reros
ila 1.1.
3 ca* v.
MAMIIAA
7
7
7
7
8
8
X
t
9
9
lo
10
10
u
n
u
12
\l
30
49
;>:;
23
43
57
12
27
i i
12
30
49
12
32
53
2(1
Pui imirot
.. I. *.
3 clace.
TAHHB
II.
VI.
50
56
9
17
U
I"ii'ii^'.s e
ili.-i* miiiIon
Passageirosde I.",
e i' classe.
7
7
7
7
8
8
8
I
9
'.i
10
10
10
n
u
l
12
M.
30
36
49
55
23
43
37
12
27
4.
12
30
49
12
39
53
20
56
9
17
43
r.
<
O
O
-

13|4
:l|2
43|4
6I|4
71|2
9
11
12
13
14I|4
15i|4
16l|2
181|2
19
20
201|2
ESTACOES
Una (partida)..
Agua Preta.....
Cuyambuca.....
Gameleira.. ..
Ribeirao.......
Aripib..........
Frexeiras........
Escada..........
Timb Ass......
Olinda..........
Ipojuca.........
Cabo..........
Ilha..........
Prazeres........
Boa Viagem.....
Afogados.......
Cinco Pontas (cheg.).
I ttvV III l.% I (MltlOla
lliiis I- irn-
balho.
--.,^.-1 r.s
.1- |.,_
3 tlmttt.
II.
Continuar a haver trem p-ra iondin\ao de mcrcadonas, o quil
M.
a I., i. .
3 claue.
TARDE
II.
16
42
50!
11
1
1
1
2
2
2
3
3
3
4
4
4
5
5
5
5
45
10
32
53
13
32
50
21
34
49
4
22
38
5
13
26
35
I..iiiii,_. s >
lliilN HHIllOM
Passageiros de 1*
e 3.* classe-
i.
ll.
9
6
9
ti
19
42
50
3
15
11
1
1
1
9

2
I
3
3
4
i
4
5
5
5
45
10
32
53
13
32
50
21
34
49
4
22
38
5
13
26
35
CASA DA FOKTUNA.
AOS 51000,000
Bilhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui
afortunados bilhetes garantidos os de n. 42 con
a sorte de 5:000,5, n. 1011 com a de l:200i, n. 130
rom a de 6005 e outras muita* de 100MJ, 40$ e
20 da lotera que se acabou de extrahir a be-
nelicio da matriz deS. Lourenco da Mata, convida
aos possuideres de ditos bilhetes a virem receber
seus respectivos premios sem descont algum em
seu estabelecimento Casa da Fortuna ruado Cris-
po n. 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
belecimento e as outras casas do costume os no-
vse afortunados bilhetes garantidos da segunda
parte da quarta lotera do Gymnasio, que se ex-
trahir quinla-feira 30 do corrente e os premios
nellcs obtidos serao pagos como de costume.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 64000
Meios bilhetes...... :000
Para as pessoas que comprarem
de 1004 para cima.
Bilhetes........ 54500
Meios......... 24750
Manoel Martins Fiuza
portn deixar de transportar passageiros.
R. Austin, superintendente interino.
LEILOES.
* I II vo
DF.
Una casa ile talpa coberta de te-
na sita na esteo de l'na a
margein do rio do mesmo
none.
A re nerimei to dos curadores flseaes la massa
failida de Furtuiato J<>s Fernandos, e por despa-
clio do Illm. Sr l)r. juiz especial do coinmcrcio, o
agente Siinoes vender em leilao a casa cima
mencionada.
1IOJK
Quarta-feirs 30 do crtente as 10 boras,
eniseu escriptorio ruada Cadeia n, 28, primei-
ro andar.____________________________
"IiEII-Ao
De dividas.
iio.ii;
O agente Pinto far leilao. requerimento do in-
ventariante dos bens do Uado Miguel Joaqulm
Dias de Castro, e por autori>acao do llhn. Sr. Dr.
ju z de orphaos, nao s das dividas activas da toja
le ferragens d'aquelle finado, como das dividas ac-
tivas da massa fallida de Castro Amorim, com-
prados pelo mes no tinado, conforme a nota e\is-
IHIM em poder do mesmo agente ; o leilao ser
.ll.ctuado s 11 horas do da cima dito, no es-
criptorio da ra da Cruz n. 38.
"^^^^
DE
Movis e outros artigos.
9J#B
Qarta-feira 30 do corrente, neio dia.
O agente Olimpio em seu armazem ra do Im-
perador n. 16, vender em leilao diversos movis
ncivos e usados, os quaes estaro expostos no re-
ferido da cima.
(HAMIK (Al Lllh A.Mil A
DE
Aislas modernas nunca vistas neste
imperio.
lina da Emperatriz n. 53.
Grande gatera de visias extraordinarias
ao publico nos dias tercas, quarlas, quin-
tas, sabbados e dominaos. O salao estar
boje aberto das 7 horas da noite em diante.
Entrada 50" rs.
Saques sobre j orlu-al.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C, agentes
do banco Unido do Porto, competentemente autori-
sado, sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
banco para o Porto e Lisboa, e para as seguintes
agencias as provincias: Amarantes, Aveiros, Bar-
I cellos. Bastos, Beja, Braga, Braganca, Chares, Coim-
bra, Covlhaa. Evora, Fafe, Figueira, Guarda, Gui-
mares, Lamego, Leiria, Oliveira de Azemeis, Pe;
naflel, Porto-Alegre, Regoa, Setubal, Vianna de
Castella, Villa do Conde, Villa Beal, Vizeu, Angra
Terceira, Faal, Madeira e S. Miguel, qualquer som-
ma a praso ou vista, podendo logo os saques
sercm descontados no mesmo banco a razao de
4 0|0 ao anno : a tratar na ra da Cruz n. 1.
O abaixo assignado pede as pessoas que tem
penhores em sua mo o obsequio de os Ir tirar no
esparo de 15 das, lindos os quaes serao vendidos
para seu pagamento.
Joaquim Martinho da Cruz Correia.
M danca de estabelecimento.
Magalhaes d*a Silva Irmaos, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci-
mento de fazendas da ra das Cruzos para a ra
.Nova n. 40, defronte da igreja de N'ossa Senhora
da Conceicao._______________________________
Aluga-se o quarto andar do sobrado da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra da Cadeia n. 62, se-
gundo andar.
Gelo,gelo, gelo.
Com a ehegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falla de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
coes grandes ou encommendas para fra da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : ra
da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira
Lembranca aos freguezes es-
quecidos.
O dono da antiga fabrica do charutos da ra de
llortas n. 1, avisa aos seus freguezes que tem de-
bito na casa, hajam de ir salda-lo at o dia 31 de
prximo mez, porque dessa data em diante far
entrega das contas a um procurador para cobrar
judicialmente.
Joaquim Vieira Coelho da Silva.
Flix Parcor, subdito francez, retirase para
o Maranho.________________________________
Cozlnhetrfl.
Precisa-se de urna pessoa que cozinhe bem para
casa de rapaz solteiro : a tratar na ra da Cadeia
n. 34, ou na do Imperador n. 22, primeiro andar.
Aluga-se a etM terrea da ra do Mondego
n. 75, na freguezia da Boa-Visla, eaiada e concer-
tada de novo : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife n. 49, sobrado.__________________________
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro par;, tomar conta de
urna taberna em ponto grande, e por bataneo, nao
seoiha ao bom ordenado inerecmdo : quem pre-
tender annuncie por este jornal.______________
Nora ein Rlo-l'-ormoso.
i'ergnnta-se ao Portuguez commerciante, que
! conhecido em Rio Formoso poro liberal cuca,
se verdade de o ter este feito hypolheca de todos
I os seus bens a |>essoa a quem leglmente nada de-
ve: se vesdade, como dizem, caminha esse senhor
estrada da virtude para com os seus verdadeiros
j credores, a quem deve letras vencidas um, dous
i e tres annos.
Pergunta-se mais, quando, e ern que especie de
moeda pretende parar a seus credores, se contina
i a pagar dizendo : Laucado Deus I tenho muito
com que pagar a meus credores ; esta moeda olTe-
recida, ha mais de dous annos, nao corre nesta
praca.
Um credor.
Julio Cesar de Oliveira faz saber a quem
convier, que, tendo aberto com_ lutorisacao legal
um estabelecimento de instruecao primaria e se-
cundaria na cidade da Victoria, ra do Imperador,
recebe nao s alumnos externos, romo tamb"m in-
ternos,e meios pensionistas.conforme o regulamen-
to que organisou, e foi approvado pelo director ge-
ral : as pessoas que de seus servidos quizerem uti-
lisar-se, entendam-se com elle ; certos de que o
annunciante far muito por cumprir satisfactoria
mente os deveres do encargo que tomou a si.
- Alugam-se o onmeiro e ereeiro an ares do
sobrado da ra do Amorim n. 37 : a tratar na ra
da Cadeia n. 62, segundo andar.
i't/#wo novo
Vndese o ultimo piano mandado fabricar em
Paris, especialmente para este clima, ccom todo o
cuidado possivel, pelo bem conhecido Joao Lau-
monnierque leve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultima, vende-se muito em
conta,s para salvar o dinheiro que se tinha adian-
tado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar.
Manoel Luiz de Mello, seus filhos e gen-
ros, Mnimamente gratos aquellas pessoas
que se dignaram assistir as exequias de sua
sempre chorada mulher, mai o sogra, Anto-
nia Apolinaria de Mello, de novo Ihes rogam
o obsequio de comparecerein no da 2 de
abril as 5 horas da manilla, na igreja da
ordem terceira de S. Francisco alim de as-
sistiremo memento que pelo eterno descan-
co da rnesuia inandamcelebrar.
Socledade de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
Unio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem neeessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para to til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisonceiro aos associado,
Na travessa de S. Pedro, esquina da ra do
Fogo n. 10, preparam-se com perfeicao bandeijas
de bolinhos de diversas armacoes e gosto vista
da incomtnenda, para bailes, casamento?, festas de
igrejas, semana santa, ou procissoes, e tambem
bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
s em libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como outras incommendas de podins, toda a qua-
lidade de pastis, bolos finos, e pao-de- com toda
a perfeicao do nosso mercado. Na mesma casa se
precisa lugar una prela ou moleque r>or mez, que
jaiba vender bolinhos na ra, ou mesmo de ven-
dagem, paga-se bem.________________________
Precisa-se fallar ao Sr. Joo Gasemi-
ro da Silva Machado, que leve negocio na
ra do Queimado : na livraria i-. 6 e 8 da
praca da Independencia._______________
O abaixo assiguado, vista do seu mo esta-
do de saude, e sem esperanzas de flear bom tao
cedo, resolve-se a vender os seus dous engenhos
Limeirinha e Pindohal para pagar aos s-eus genero-
sos credores, porque nao quer passar por ingrato,
Dinheiro vista.
Algodlozinbo com pequen
toque de avaria a 4$500
e 5$000 a peca,
Vende-se na ra do Queimado n. 14, superior
algodaozinho com pequeo toque de avaria sSje
6 a peca, a elle que est se acabando._______
Quem achou no domingo de paschoa dentro
da igreja do Corpo Santo, urna pulseira de ouro,
a qual tem um taco no meio, e esmaltada de azul
nos lados, querendo-a restituir, pde-se dirigir
ra da Senzalla Velha, no segundo andar do sobra-
do n. 100, que ser gratificado.________________
Perdeu-se urna perola grande na quinta oa
sexta-feira santa, da ra do Imperador para a igre-
ja de S. Francisco : a pessoa que achou leve ra
do Imperador, armazem de louca n. 41, que ser
gratificado._____________________^^^^
Na noite de quinla-feira santa perdeu-se urna
pulseira de ouro, supp6e-se que ao sahir do con-
vento de S. Francisco : quem a tiver adiado e
queira restituir, dirija-se ra do Nogucira, sobra-
do n. 26, segundo andar.
Nova hospedarla
A TRAV1ATA.
V rita do Rosario Larga d. 37.
Francisco Garrido tendo negociado o seu amigo
hotel denominado Trovador, abri urna nova hos-
pedara em a casa n. 37 da ra larga do Rosario,
cujos commodos o habilitan) a annunciar ao publi-
co que nella ter sempre todas as iguarias prepa-
radas por um hbil culinario. Outro sim, na mes-
ma casa haver todo o genero de bebidas necessa-
"" "="""~. ^X5T~J__ _r___i_r_"2_^; rio, noite sorvete muito bem feito, e dous bilha-
e mesmo porque pode morrer de repente e deixar de competentemente preparados. Esta-
mcommodos etrabalhos para sua muher e nihos ^ :iberla^es(le as"6 horas da mannaa at as ,2
os prndenles podem "nformar-se o que o os da _0 ludo m ^T fe||0 t5o .
engenhos, e dejwis dinjam-se ao engenho Pindohal, i zoavpjs Qs f zes neCessariamente ficarao
,,ue ah acharao rom quem rafr- satisfeitos. Para melhor conhecimento do publico o
Joa'l"" Lavalcant. de Albuquerque Mello. proprie[ario declara que a ^^ e a em qHut func.
cionou a muiloconhecidasociedadeCorybantina.
Francisco Garrido, tendo de se retirar para
a Europa, deixa como seus procuradores nesta pro-
vincia : em primeiro lugar ao Illm. Sr. Antonio Va-
lentn) da Silva Barroca, e em segundo ao Sr. Se-
verino Lyra Malvar, todos elles com poderes ne-
eessarios.
- D-se 100 rs. sobro
gem de bulse sequilhos
Carino.
cada pataca de venda-
na botica do pateo do
A dentista brasileira, Rosa Jame, avisa ao res-
peilavel publico, e especialmente a seus freguezes,
que mudou a sua residencia para a ra da Penha
n. 17, segundo andar, onde poder ser procurada
para qualquer servico de sua prolisso._________
Casa.
Aluga-se a casa n. 8, da ra do Principe, fregue-
zia da Boa-Visla, com 3 quartos, 2 salas, cosinha
fra, cacimba c quintal grande, a tratar na na No-
va n. 3.
LlILiO
TJ
"',
DE
jmescravo.
O agente Almeida far leilao requerimento dos
administradores que foram da massa fallida do
fa.lecido Joao Jos.; de Gouveia, e por despacho do
Illm Sr. Dr. jmx especial do commercio, de um
escravo de meia idade
MOJE
Quarta-feira 30 do corrente, em seu escrip-
torio na ra da Cadeia do Recife n. 48, s
11 horas._________________________________
LEILAO
DE
cscrava.
1I04E.
Quarta-feira 30 do correte, s i I horas.
O agente Olimpio, em seu armazem, ra do Im-
p>radorn. 16, vender em leilao una cscrava com
diversas hahiiidades.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
n tii:nt\
A componhia da estrada de ferro recebe
propostas para fornecimento de 10,000 ro-
los de madeira ou qualquer porco desta
quantidade postos as eslaces. Os rolos
devem ter as dimenses seguintes : 9 ps
inglczes de comprido e t p ingle/, de (lia-
metro no milo e das qualidades seguintes:
oiticica, sicupira. sapucaia de pilo, maca-
amluba preta, a tratar por carta ou pes-
soalmente com o engenheiro |da cjmpanhia
o Sr. G. O. Mann, na villa do Cabo onde
quaesquer outras informaces |sc daro.
Preeo de cada rolo 10300 rs. e pagamentos
no lim de cada mez.
R. Austin,
Superintendente interino.
Urna
Rabe Schrnettau & C. participa a seu3 fre-
guezes que mudou o seu armazem de fazendas da
ra da Cadeia n. 37 para a mesma ra n. 18.
Julio Cesar Pinto de Oliveira, nego-
ciante matriculado, retira-se para fra do
imperio, a tratar de sua saude, levando em
sua companhia sua senhora e duas filhas
menores, e deixa como seus procuradores:
em primeiro lugar o Sr. Antonio Jos dos
Reis, morador na ra do Imperador, en-
carregado de todos os seus negocios: em
segn-1 o lugar o Sr. Dr. Jorge Dornellas Ri-
beiro Pessoa, morador na ra larga do
Rosario ; e em terceiro lugar o Sr. Francisco
Jos Fernandes Pires, morador no pateo da
Santa Cruz, freguezia da Roa-Vista. Decla-
ra pela segunda vez que at esta data, nada
deve em Pernambuco. ______^^^^^^
Alugam-se duas casas novas muito frescas, no
lugar da Capunga, quintaes murados, tratar na
travessa da matriz de Santo Antonio n. 8._______
tiii; ITltO
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de urna ama que compre o cosi-
iihe para casa de notjca familia: a ra da Guia
PO.
Jos Jeronyino da Silva vai fazer urna via-
gem Europa levando em sita companhia sua se-
nhora, e deixa como seus procuradores em pri-
meiro lugar a seu cunludo o Sr. Joaquim Lopes
Machado, seu irmao e socio Joaquim Theodoro da
Silva e os Srs. Alberto Forster Damomo e Joo
Qdlrino de Aguilar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado na ra
Diretta n. 9, com fundos para a ra da Penha, e a
loja, e a casa n. 36 na ra da matriz da Boa-Vista,
pintada e eaiada, com 4 quartos, 2 salas, cozinha
fra, cacimba prppria e quintal murado ; a tratar
na mesma casa.
Sociedade dramtica Melpo-
meue Pernambucaua.
Em virtude do disposto no art. 36 dos estatutos
que nos regem, manda o Sr. director convidar os
senhores socios a comparecerein ra do tobug
n. 8 casa do Sr. thesoureiro, para, satsfazendo
suas mensalidades receberem os bilhetes para o
espectculo do dia 2 do mez vindouro, sem o que
nao tero direito a distribuicao como manda o art.
13 S 7 dos mesmos estatutos. -
Secretaria da sociedade Melpomene Pernambu-
cana 30 du marco de 1864.
O secretario,
Joo N. A. Maciel.
ENGENHO UNA.
O engenho Una, sito na comarca da Victoria, an-
nunciado neste Diario para ser parliculamonte ar-
rendado pela pessoa moradora na estrada do Rosa-
rinho, junto a ponlezinha, pertence tambem a D.
Francisca da Cunha Bandeira de Mello, que mora
na ra Imperial, sobrado n. 64, a qual pretende
seu re-)uerimento por o dito engenho em praca por
arrendamento : em consecuencia do ijue ella pelo
presente poe em sobre aviso aos pretendentes, que
certos devem llcarde que em lempo se publicar o
dia que tiver lugar a praca._________________
O abaixo assignado, tendo em seu poder o
producto dos objectO' vendidos em leilao por con-
ta do Sr. Luiz Ribeiro Trovao, pede a quem se jul-
gar credor do dito senhor para apresentar suas
contas no praso de oito dias para se proceder ao
competente rat.-io. Recife 26 de marco de 1864.
Franciseo Alves Monteiro Juuior.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro para a reflnaco da
Passagem da Magdalena, de 14 a 18 arnos : a tra-
tar na mesma. _______.
Precisa-se de urna ama para o
urna casa de pouca familia a tratar
Cruzes n. 5.
servico de
na ra das
D-se de 2 6:0005 a premio sobre hypolhe-
ca de predios livre e desemharacados._________
Precisase para rasa de um moco solteiro de
urna ama forra ou captiva, que saiba cozinhar e
engommar: para tratar, na ra da Cadeia n. 55,
primeiro andar.
AirifiE
Attenco
Precisase alugar urna ama que seja boa e fiel,
faca lodo o servico de casa de pequea familia e
compre na ra : a tratar na ra larga do Rosario
n. 38, loja da Aurora._______________________
0 administrador da massa fallida de
Rostron Rooker C. roga aos credores ha-
jam de a presentaren, dentro de 8 dias seus
ttulos a ra do Trapiche n, 46, para serena
verificados.
Credores.
Aluga-se o segundo andar e soto do sohra-
do da ra da Senzala Velha n. 22 : quem o pre-
tender entenda-se com Jos Antunes Guimaraes e
as chaves est na mesma ra no deposito n. 48.
A pessoa que ano unca precisar de quem to-
me conta de urna taberna era grande escala, por
balance, pode vir ontender-se com alguem, na ra
do Amorim n. 52, armazem. _________
MTTMGM
Na ra Nova de Santa Rita n. 43, serrara de
Jos Ignacio Avila, tem grande quantidade de tra-
vclas e enxams de louro de diversos comprimen-
tos e grossuras, e que se vendem muito barato
vista da quali lade.
A lugu-sc
urna ama para casa de hornein solteiro, de bom
comportamento, e capaz de encarregar-se de todo
servico : na ra do Hospicio n. 58.
O abaixo assignado, como credor da taberna
sita na estrada de Belem, pertencenle a Hermene-
gildo Henriques Teixeira, faz ver ao publico, ou a
quem interessar, que nao facara negocio algum
com a mesma sem se entender com o annuncian-
te, pelo contrario o comprador tem de se sujeitar
a pairar o que a mesma deve. -?cife 28 de marco
de 186..Jos Antonio dos Santos Vieira._______
O abaixo assignado tem justo e contratado os
objectos da f.ibrica de cigarros do amigo boceo dos
Portos, perlencente ao Sr. los Antonio de Carva-
Iho Maciel : por isso quem tiver alguma cousa a
reclamar, apresente-se no praso de tres dias, a con-
tar de boje em diante.
Jos do Coulo Guimaraes & C.
Declara-se a quem quer que pretenda arren-
dar a engenhoca Maracuj, sita na aldeia que foi
dos Indios do termo da Escada, que os |>ontos di-
visorios das posses desla engenhoca para com o en-
genho Cassu, sao pelas posturas que se acham
postas do nascente poente, sendo que de urna a
oulra corra cerca quasi recta, que, segundo cons-
ta, e notorio, fra deslocada pelo actual posseiro
de Maracuj do seu lugar primilivo, para assenta-
la ovalmente as trras que semore perlenceram
ao engenho assu ; e como se pretenda demons-
trar com toda a evidencia, a sem razao do preten-
cioso posseiro que tem querido arrogar-se a direito
que nao tem, faz-se a presente declaracao alim de
poupar desavencas com quem por ventura, sem o
saber, venha para dita engenhoen, suppondo-a tal
como a pintam, sendo pelo contrario to pe-meni-
na, lao acanhados os partidos trae tem. e j can-
sados, que pouco ou nenhum inieresse resultar
ao trabalhador.
O Sr. Antonio Goncalves que foi ou ainda e o
posseiro daquella engenlwca, melhor dir o que
ella e se o emprasa a declarar se os limites ci-
ma indicados sao ou nao verdadeiros.__________
Precisa se do urna ama para casa de
solteiro : na ra do Queimado n. 47.
rapaz
Antonio Joaquim Teixeira Barbosa, subdito
portuguez, vai ao Para. _____________
Na ra estreita do Rosario n. 31, segundo
andar, precisase de tima ama de leite que seja
livre e nao tenha tiln.
i'.ua resposta ao Illm. Mr. Jos
Rodrigues Ferreira.
O annuncio que o Illm. Sr. Jos Rodrigues Fer-
reira por sua livre e cxnontanea vontade fez inse-
rir no Diario de Pernambuco, com d&ia de 23 do
corrente mez, a respeito do ineu constituinte o Sr.
Francisco Jos da Silva Ralis, o abaixo assignado
deixaria de cumprir o seu dever.como procurador
geral e bastante desse senhor, se em silencio dei-
xasse passar esse annuncio, que para quem nao
conhece a reputagao do Sr. Ralis delle llzesseo
conceito mais indigno de todo o homem que uao
preza a sua honra e dignidade.
Aguardo em silencio para ainda responder, e
espero pormeu constituinte para poder provar que
o Illm. Sr. Jos Rodrigues Ferreira nao pode des-
moralisa-lo, tanto mais que appello para a jusiiea
do men-tissimo tribunal do commercio que tem
toda a forca moral para fazer justica quelles que
merecem.
O Illm. Sr. Jos Rodrigues Ferreira com_ esse
seu annuncio declarando que o Sr. Ralis nao fez
inventario dos bens que existan) por fallecimento
de sua mulher, e protestando sobre esses bens com
direito de have-los para o pagamente de seu debi-
to, como annuneia ; esse debito ainda nao pode,
pela toniade do Illm. Sr. Jos Rodrigues Ferreira,
ser julgadocomo real quando est pendente de um
pleito.
Pessoas ha nesta praca que tem tido transaccao
e outros negocios com o meu constituinte, e al
hoje nao ha nenhum delles que possa abocanha-lo
porque como disse incontestavel o seu proced-
monto.
Responderei ao Illm. Sr. Jos Rodrigues Ferrei-
ra no caso que me provoque.
Recite 28 de marco de 186.
______Jos Mara Nunes.
Urna pessoa que se retira do imperio quer
transferir urna hvpohVeaque tem em um predio
nos arralialdes do Recife no valor de 7:000, va-
lendo o predio mais que essa quantia : a fallar
rom Joaquim Antonio Pereira, ra larga do Rosa-
rio, loja de louca n. 26.
Os credores do Sr. Francisco Virissimo do Reg-
Marros queiam enlender-se com Tasso Irmaos, ra
do Amorim n. 35, segundo andar.______________
Quem annunciou neste Diario que precisava
de um caixeiro para tomar conta de urna taberna
em ponto grande por balanco, nao se olhando o or-
denado merecendo a pessoa : pode procurar na
ra da Viracao n. 3, que a pessoa dar conheci-
menlo de sua conducta._________________ .
Precisase de um preto ou pardo para ajudan-
te de cozinha : no Hotel Trovador, ra larga do
Rosario n. \\.
Attenco
Na ra estreita do Rosario n. 16, precisa-se de
um menino de 10 12 annos destes vindos ha pou-
co. para caixeiro.
Quarw-leira de irev- fugio Ue oua Ue ,>ea
senhor o escravo crioulo Jos, ue 21 annos de ida-
de, bem preto, cutis marcada de bexigas, estatura
regular, espadado, cabeca redonda, tem urna be-
bde no olho esquerdo, e falta de dentes na frente,
levou calca c camisa de riscado azul, foi ultima-
mente comprado pelo hachare! emosthencs da Sil -
veira Lobo ao senhor do engenho Brocado : pode
ser levado ra do Queimado n. 50, primeiro
andar._____________________________________
Miguel Gomes da Silva retira-se para fra da
provincia.
\o Dr. Juiz un ule i pal do Cabo.
Rogamos ao Illm. Sr. Dr. distinctissimo juiz mu-
nicipal e orphos da villa do Cabo, se digne por
suas vistas sobre o inventare da casa do fallecido
Pedro Velho Brrelo, onde existem orphos quasi
desvalidos; o carcter justiceiro e a dignidade de
S. S. nos leva a crer que jamis to digno magis-
trado possa olvidar o adiantamenlo do referido in-
ventario.
lu dos herdeiros.
Precisase de urna ama que compre e cost-
nhe para casa de pouca familia : na ra de Hor-
tas n. 30, sobrado.
Allcncao.
Precisa-se de una ama ou escrava para casa de
pouca familia : a tratar na na da Ruda n. 28.
Fcitor.
Ainda se precisa que eotenda muilo de planta-
cao e de capim c hortalce, preferindo-se casado:
em Parnameirim sitio do Pombal.______________
Fugio no dia 17 de agosto lo anno passado
urna escrava velha de nome Mara, conga, com os
signaes seguintes: baixa, fea de cara, com os den-
tes todos perfeitos, tem um lobinho do tamanho de
urna laranja na pa e outro lobinho no dedo gran-
de do p do tamanho de um limao de molho : ro-
ga-se as autoridades e capites de campo que a
caplurem e levem-a ra das Cinco Pontas a
54, que ser recompensada___________________
O abaixo assrnado propoe-se a vender escra-
vos de coinniisso mediante a paga que se con-
vencionar, como tambem despacha escravos, tira
passaporte para dentro e fra do imperio mais em
conta do que outra qualquer pessoa, podendo ser
procurado na ra Nova n. 56, fabrica de charutos,
e na Boa-Vista, ra Velha n. 58, das 6 s 10 horas; pretender dirija-se a padaria do Sr. Joaquim Jorge
da maiilia, e Santo Antonio, ra Nova, das 10 s no largo da Solodade n. 14, que all encontrara
Aluga-se urna grande casa terrea com bom
quintal lodo murado, cacimba e alguns arvoredos
de fructo, sita na ra da Soledade n. 32 : quem a
3 horas da tarde.
Caetano Mendes da Cunha Azevedo.
- O Sr. Fernando Aboso Coelhc deixou de
ser empregado da casa commercial de Antonio Luiz
do Oliveira Azevedo & C. desdo o dia 28 dD cor
rente.
as chaves o pode ajustar ou na ra do Crespo loja
do Sr. Ramos n. 25.
Precisa-se alugar urna escrava para o s--rvi-
co interno e externo de urna casa de pouca fami-
lia : na ra do Caldeireiro n. 60, se dir quera
precua.
'


Diario de l'ernaiubnco litarla (clra SO de llardo de 1834.
I*
NOVO SYSTEM&
DE
ESGRIP1
MERCWTIL
fOll
V Partidas dobradas.
^ Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para o
prelo un novosy>tema de cscriptunu.-ao mercantil
por partidas dobradas, de confermidade com a de-
eisio do tribunal do comniercio da capital do im-
perio, em ses.-o de 17 de Janeiro de 1851, em vis-
ta da qual pode o iarto ser esmpturado por ex-
tracto, dos litros auxiliares, sendo as contal ge-
raes (du amigo systema) letras a pagar, e l<
Aluga-se a luja do sobrado n. SI da ra do
Rangel : a tralar na ra do Se I n. 13._________
Preesa-sa alugar una sala de um sobrado
no bairro de Santo Anloiiio : quem livor annuncie.
~~bs senhores abaixo declarados qoeirara fazer
o fa\or de virem ou mandares* seus correspon-
dentes ra da l'raia n. U a negocio que llie diz
respeilo.
Juviniano Irineu Paea Brrelo (engenho narra).
Manoel Ignacio de Luna (engenho Irmandade).
Igna.-io Jos da Peoha (engenlio Firmeza).
Francisco Rodrigues da Silva (Gamella A narra
Grande)._______________________________
Na noile de 24 do corrente peideu-se desde
tas comas cor- a ra da Imperatriz at a matriz de Santo Antonio
ent lemoi ir ndo'^s as por urna simples som- urna pulsera de ouro rom esmalte azul: qoema
maem qualquer momento que o com.nemante | achott, queira leva-la a ...esma ra n. W, que sera
queira saber o eslado de sua casa, quaes as contas graimcaoo.________________----------_
devedoras, e quaes as credoras, as respectivas | oiTerece-se para ama de leite urna parda sa-
columnas. da na ra da Gloria n. 1 2.____________
O bataneo geral, formulado segundo este novo, llujZ(.r arrendar algum engenlio na fre-
systema, nada dena a desejar, como se obsen a ira < ^*dg Agua.1,rt.ta f0lll M_n frada ou sen
diferentes modelos. e[|a enU>nda-se com o proprietaiio do engenlio Ca-
Ainda conten esU obra: 1 urna Iaboa com nu- freguezia, que far qualquer nego-
meros liios, pelos quaes conherido o pregoJe urna irantia sumi.i(,nllJ__________
arroba i se a elle qual lor de qualquer genero, por g-------*-----
urna si!-pies mulliplicaco se conhece o importe I Perdeu se na noile de qu ina ;^ "
de qualquer numero de arroba, libra e oncas ; 2 igma do Corpo Santo, urna pulir de aro es
o decreto n. 3139 de 13 de agosto de 1863, que inalada de azul : quem a acliou e quizer restitu-
declara e modifica o regulamento do sello n. 2713 la. o podera fazer nesta typograplna.--------------.
de 26 de dezembro de 1860 ; 3o o decreto n. 3217 ; _. prePlsa.sc ,|e uma ama para todo o servido
de 31 de dezembro de 1863 que altera as disposi-.j,, ,.asa de ,WUfa Emilia : na travessa da matriz
(UL HE LISB01
Veudeui-sc barrls com cal des-
ta procedencia, em pedra, cliega-
da boje, e snica nova, que ha uo
mercado, na na do Trapichen.
3, armazem de Manoel Teiiel-
ra Basto.
Farinha a k&%M
Vendem-se saceos grandes com farinlia de man-
dioca a mellior do mercado, por barato preco : na
ra da Madre de Dos ns. 5 o *J.___________
A bordo da barca brasileira Iris existe supe-
rior farinlia de mandioca, que se vende em por
<*5es ou a retallio : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriplorio de Amorini limaos, ra da Cruz nu-
mero 3. _______ _______m
~~~ A GMNDE CURA
PARA TOIUS AS MOLESTIAS 110
eOes do regulamento das alfandegas.
A edicaodestaobra vai ser feita em beneficio do
Hospial Portnguez, por offereciinenio do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel,
espera-se que o publico concorra com a respectiva
asignatura, nao s em attenciio a utilidade da dita
obra, mas tambem ao Un a que applicado o pro-
ducto.
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriplorio
do illm.Sr, Dr. Fonser, e loja de livros dos Illms.
Srs. Guimares & Olivelra ; ra da Imperatriz
/aterro da Roa-Vista) loja da bandeira n. 28, c em
lasa do autor, ra do i'eslino n. i, das 4 as 6 ho-
ras da tarde; a 25 cada volume, brochura, pagos
na occ&si. da entrega.
de Santo Antonion. 8.
Jos Gonealves Frrera Costa, tcm ca-
ga sas larreas para alosar na travessa do
g_ Costa junto a fundieso ao prego de 95 c
10, com porlo para a oiar : a fallar
_ na mesma travessa na taberna do fim da
91 mesma. ,., ,,,,
Precisa-se de um caixeiro para taberna
ra do Rangel n. 17.____________
Para cozer costuras de alfaiate offereeem-se
duas costureiras, que trabalham com perfeicao e
andares da aceio : quem de seus prestimos se quizer utilisar
Aluga-se o primeiro e segundo ..
casa n. 193 da ra Imperial : ni ra I l Aurora di. ja-se a ra da Concordia n. 18.
numero 36.
AS
RCA DA CADEIA IIO REC IFE _. 53.
* ^ NOVO E
UUA DA CADEIA DO RKC.IFK tf. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Reciten. 53, i m grande e sortido armazem de molhados de-
nominado Uniao Mercantil. Nesle grande armazem encontrar sempre o respeilavel i ublico um ampielo sortimer.lo des mellores
gneros que vem ao mercado, lano esirangeiros, como nacionaes, os quaes serao venddos em porcoes ou a relalLo por prei.es asfl
Man!e!ca0S'inff1eza especialmente escoihida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinbas deNantesa 340 rs. oquartoeSCO
1 de primeira quadade a 800 rs. a libra, i00 a caada. I rs. meia lata.
em barril se faz abatnenlo. Azeite doce reliuado em garrafas brancas a,Latas com peixe em posta : save, corvina.
Manleiga franceza a mais superior domer-' 800 rs.
cado a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa i fa e
ou meio.
Prezuntos inglezespara fiambre, de superior
quadade, chegados ueste ujtimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos cliegadosfjneste ultimo
, vapor a 2,5800. *
Queijoprato muito fresco e novo a 640 rs. e 20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
Waque sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuente nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos porladores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
mmmm shm$ mmm -
Gasa de commisso de esoavos na iua
do Imperador n. 45, tercero andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando torcos para que os mesmos se-
jam vendidos com proriiptidao aflin de seus senho-
res nao soffrerem empiite com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e sega-
naga, assim como afianca-se o bom tratamenlo
Ha sempre para vender escravos de ambos os se
xos, velhos e novos
DENTISTA DE PARS
19Ra Nava-19
Frederico Gauticr, cirurgio dentista,
8f iz todas as opera^Ses de sua arte, e rol-
loca denles arlificiiies, ludo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
8 idas lhe reconhecem.
Tem agua pos dentificio.
Preci>a-se de uma ama que compre o c.ozinhe
paia cinco pessoas : na ra do Queiraado n. 17,
loja.________________________________
Ama de leitc.
Precisa-se de uma, sendo forra, em S. Jos do
Manguinho, sitio do Jorge Tasso._____________
- Precisa-se de um menino de 12 14 annos
de idade para caixeiro de taberna : no pateo do
Carmo n 39. preferindo-se portnguez._____^^
Veio a esta cidade o distincto Sergipano o
Sr capilao Jo.; Corrcia Dantas Serra v'-r o scu
. querido filho, o esludante Camillo Correia Dantas
Serra, e foi acompanhadoat o embarque por seus
I pa-entes e muitos amigos que soubc conquistar i>or
| suis bellas quahdades.
~_ precisa-se alugar urna ama forra ou eseran
que saiba cozinhare engommar : a tralar na ra
do Crespo n. 18, no segundo andar. ^^^^^ |
Pilulas VogetaesAssuf aradas
De Kemp
Compoptas los dois novos resinoides eliama-
doa lVooi'iiii.is.v e I.eptandrina, c inteira-
mente livres de Mercurio ou outros venenos
niincracs ou inotallicos, s:o de grande utili-
dade nos pailM calilles em eazos de
DISPEPSIA, ENCHAQECA,
Coiistipaciio ou Priz do Ventre,
PADECIMENTOS DO HGADO,
Affei'Qfles Biliosas,
HEMORRHOIDAS, COUCA,
Iclcriciii.
FEBRE GASTRO-HEPATICA,
X. oulras riifi-rmiilud s anlogas.
a 120 rs. a libra e
vezugo, cherre, linguado, lagostinha, a
1*931*0 rs. K*
45800 a cariada. Salmo em latas, preparado pela nova arte
Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e! de coz'mha, a 800 rs.
5$800 a frasqueira. Haca de tomates em latas de i libra a 60o
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas i ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Cbouricase paiosem latas de 8 emea libra
muitopropriasparamimo.a If520",'JiSoOO' por 16.
Toucinho de
~_ nigo eu Antonio Viclra de Mello, morador
em Ribeira d'Agua Branca de Morojo, que sendo
devedorao Sr. Jos Teixeira Leite, morador no Ile-
cile na ra do Queimado, a quantia de 2905, ten-
, do j participado a elle que venha ou mande para "d M Jj
ser pago, em razao de que meus bens tcm de irem ua '"""'c uo "w
iraca para pagar aos meus rredores, e nfio
possivel vir resposla porque elle ahi nao mora
m.iis.
Eli;..- v;io rpidamente substituiulo os ant'gos
purgantes drsticos.
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo 4C, ra
Quem precisar de uma criada pan uso in-
terno de uma casa, dirija-se travessa dos Marty-
rios n. I.
__________ ____ ________-*
COMPRAS.
Venda uma boa quinta em
Portugal
Vende-se em Sobrado de Paira, as margens do
Rio Douro, seis legoas cima da cidade do Porlo,
urna boa quinta com umitas trras, e um grande
campo com casa nobre. dita para c icheiros, pomar,
vinlias, SOOte, trras de mallo, limeiras, fructeiras,
olival, tendo um engeiibo completo de fabricar
azeito ; juntamente se venderao muitos bons foros
pertencentes mesma quinta, e uas mesmas trras,
- Compra-se uma taberna, as segninlesruas^ rj^ r i pra(?a Da(.i(]ade do Porlopara ser
Compendio ile direito civil.
Na ra da Saudade n. 9, vende-se o
compendio de direilo civil, approvado pelas
congregacoes dos lentes das [acuidades de i
direito desta ciilade do Recifc e da do S.
Paulo para as respectivas aulas de direito
civil patrio._______________________.
Villio c fardi
a 25500 o sarco : s no pateo do J*araizo n. 16,
oitao para a ruada Flirenlina.
ra larga do Rosario ou eslreiia, Ra Nova, ra
Iniperairis ou no largo de Santa Cuz, quem a li-
vor dirija-se a i ua da Paz n. 2, ahi achara com
quem tralar. _____________^_____
rendido a quem mais der.
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas: na prac,a da Independencia n. 22
ka de bilhetes.
Comprase effectiva-
mente
ojro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na ra larga do Rosario n. i, loja de ourives.
Liarrafes.
Compram-se garraf**s ee todos os tamaitos a
GRAGEAS
deGELISe CONT
a libra.
Castanbas muito novas
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 2800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 205cO rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
l:>.'i00 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoulos ingiezes em latas com differentes
qualidades, como sejam crakntl, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
oulras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para minio a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de 6gcs de coma-
dre a 10 e 20 cada uma.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50" rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abalimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixascom vinho do Porlo superior de 90
a lWaduzia, e 900 a 10 a garrafa; desle
genero ha grande porcao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Lote,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 5(50 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 040 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Lisboa a 320 rs. a libra e
80000 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranh5o a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 20 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 3C0 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranhoa 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2f 400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 5G0 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talharim e alelria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abalimento.
Esirellinharpevide earroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caisa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a i'00 rs.
omasso, ditos lixadossem flor a ICO rs;
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
em caixas inteiras ou em mpias, de
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qual dades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca mulle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
i libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, oque ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhola 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que hanomeicado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de oulras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs. 10600, 20 e 30.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos_ de conta prppru
nx,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o
potef
de ca*a particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abalimento.
de ferro
aerial de medicina
Ao laetatc
Auroradas da academia
de Paris.
Segundo o relatorio feilo na academia em
4 de fevereiro de 1840 pelos Srs. profes-
! sores Bouillaud, Fouquicr c Hally, este fer-'
ruginoso reconbecido superior a todos os
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
outros para curar : a chlorosis (pales cou-
leurs), e leucorrha (perlesblanches), a
i mmm
Na praca da Independencia, loja de ouriv,-
n. X\, compram-se otras de ouro, prata e podras
preciosa?, as-im como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio. ___
Alugam-se tres pequeas casas na ra do
Propresso, preeode 9 cada uma : a tratar na
ra do Sebo n. .Vi.
O bacharel Jos Bento da Canta Fi-
gueiredo Jnior advoga na ra eslreita do
Rosario n. 28.
Dase urna quantia de dinheiro que se con-
wncionar com seguranca em uma casa que o alu-
guel seja os juros do dinheiro que se der por mez,
ou t#mpra-se urna casa sendo as ras de Santa
Rita, S. Jos, Santa tieria, Assumpco, padre Flo-
iano : a tratar na Iwticado Sr. Chagas.___
Aluga-se o sobrado de um andar na ra Di-
reila n. 81 : a fallar na ra la Penha n. .'i.
Ildefonso de Souza Reis deixou de ser cai^
xeiro da casa de Schapheitlin & C. -esde o dia o
do corrente mez.
:io rs. : no armazem da Aurora BrUhaole, largo
da Santa Cruz n. 84.
_____________________________________^__________ leiilbj, C ICUl/UI I lltU V |'tl lio uiuiiviiw,, "' jf.
Paga-se bem. anemia (flaqueza de temperamento nos.iom-m in(,taf{ ,w/m u (m resmn
No largo da Santa Cruz n. 18, compram-se dous sexos), diilicilUlade de menslruacao sobre M ^Superiore" moureantiques pretos lar-
eaix5es grandes envidraeados, assim como se pre
cisa deum caixeiro bem pratica em taberna.
Compra-se uma casa terrea que tenha eom-
modos e seja nova, em qualquer das ras princi-
p.ies do bairro da Boa-Vista, como sejam, Concei-
gin, Rosario, <\ragao, Domingos Pires: quem ti-
ver dirija-se ra do Jasmfm n. 7.
tudo as mocas, incontinencia
as, ele.
1 E' o mais agradavel de tomar por sua
forma de pilulas assucaradas, e essencial-
menle mais elficaz do que as oulras prepa-
laroes ele, por ser muito soluvel no sueco
gstrico, como consta do relatorio ido re-
centemenle na academia de medicina de
Paris pelo Sr. Flix Boudet, em nome de
urna commissao composla dos Srs. Velpeau,
Depeau. Bouchardat, Troussean, etc., to-
cando as experiencias feilas sobre os princi-
Vende-se feijao muiatinlio muito novo a 17-3300 paes seres ferruginosos com um sueco gas-
alqoeire, ea360 acuia. dito mais trigueiro a t,.co fresco m laboratorio do Sr. Boudaut,
pelos Srs. Drs. Corvi/.art e Oarrcswil, que
o lactato de ferro o mais soluvel e por
consequencia o mais elficaz.
Deposito geral: em Paris, ra Bourbon-
Villenetive, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors & Bar-
bosa, ra da Cruz n. 22.
YENDAS.
FEIJ 0
145 o alqueire, e a
numero 8.
440 rs. a cuia : na ra Direila
Fauo
Vendcm-se saceos com 20 cuias de feijao mula-
tinho muilo novo a 11 500, dito mais trigueiro a
'.'i : na ra Direita n. 8.
m
gos a 2200, 25300, :ii, :i5-"00 e 4-3 o
covado, bous grosdenaiiles pretos lar-
tos a 15."i00. 15(100, 13800, 20O0,
25300, 35 e 33300 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
ditos de gorguro preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo a Pernambuco, e outras
mollas fazendas de bom gosto, pretas
proprias para vestido, superiores capas
de seda preta a 1C3, 205, 235, 305,
335, 40 e 505, mantts pelas de Ido,
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode haver de mais gosto Canotier :
na loja das columnas na ra do Cres-
po n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concellos & C.
8~
Cal de Lisboa e polassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novse
legtimos, e se vendem a pre^o mais barato do que
ulra qualquer parte.__________
ski "VnvASl niltl1Tlh:irflllfiS $ du'se as l)0l,a# abertts a concurrencia do R
P 1NOV O? feUUUtlUUdl l[U^. ^ peitavel publico, para assim apreciar o novo galla
' que se acha DO espacoso e alegre campo, guarne-
i Inl Pcrnambii'-aiio.
A reunan familiar do corrente mez ter
ugar na noile de dia 31.______________
O abaixo assignado perdeu do enge-
nho Genipapo ao engenho Santa Bosa, da
freguezia de Ipojuca.umembrulho contendo
42-iiOOO em libras esterlinas em ouro, em-
bnliiadas em papel pardo, e atado com li-
nda branca, por isso roga a quem o achou
se digne levar ao mesmo engenho Genipapo,
a Exma. Sia. D. Marianna Francisca de
Paula Cavalcanti, proprielaria do mesmo
engenho, que gratificar. Os males que
acarreta ao abaixo assignado, que pobre e
arrogado de familia, esla perda, pode cal-
cular quem o achou para que se mova res-
tiluico.
litnto (oncalees.____
~ Aluga-se um noleque de 17 annos para qual-
qner sorvico : a tratar na ra do Queimado n. 6
Na ra do Crespo n. 15, se aluga uma boa
casa c sitio no Monteiro, com frente para o oito
da igreja.______________________________
~_ o Sr. Joo Fernandes Baptista, tem
uma carta na livraria n. 0 e 8 da praca da
Independencia._______
~ Precisa-se de uma nessoa que tenha muita
pratica de organisar escripias em partidas dobra-
das : irata-se na ru.i do Queimado n. 40, loja de
Guimares A Bastos.
K0U$II00
Di-se S003 sobre hypotheca em dous escravos :
0ra de Santa Rita n. 27, segundo andar.
de
Vende-se bom carvo em barricas : no porlo
las Canoas, defronte ra do Cano.__________
AUriico.
Vendem-se cinco escravos sendo um molequc
de 13 annos de idade, um mulalinho de 12, una
negrinha recolhida de 14, com algumas habilida-
des, urna negrinha de 7 annos e um cabra de 23,
arreiro, e proprio para lodo o servico : na ra do
Imperador n. 4.__________________________
Vende-se uma casa terrea na ra do Jardim
com 2 salas, 2 quartos, cacimba e quintal murado:
i tratar na ra do Imperador n. 29, loja, das 9
horas da manhaa s 4 da larde.
SO para assenhoras.
G ulliiilias e punbos.
Chegaram as riquissimas gollinhas com punbos
de lindo bordados e linho puro guarnecidos com
bonitos botaozinhos tanto para senhora como para
menina, pois a vista faz f : s no vigilante ra do
Crespo n. 7._____________________________
Vendem-se: V. Hugo, Conlemplalions 2 vols;
Le Bretn, Pompea 1 vol; Padre Ventura, Fem- Salsa parrilha de Sands.
mes de l'Evangile 1 vol.; Mere de uien 1 vol.; Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
Ecole des mirarles 3 vols. Gufcot, Revolution \arope alcoolico de vellame.
d'Angleterre I vol.; Chatelet, de la prostitution 2 Alm destas drogas ha constantemente um com-
vols.; Magalhiies, Tamoyos 1 volume ; Mendes, p|ct0 sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
Eneida Brasileira 1 vol. ; lleitor Pinto, linagem da raf) preparados rliunicos e pharmaceuticos que se
Vida Chrislaa 2 \ols.; Le Sage, Diabo Coxo 2 vols.; vendem por commodos presos.
V. de brante. Missal Especial 1 vol. : na ra
estrella do Rosario n. 12.
Botica e armazem
drogas
it na do Cabug n. II.
DE
Joaquim Maitino da Cruz Correia.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Brislol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lactato de ferro do Dr. Thermcs.
Rob do Lafecteur.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas pcitoracs balsmicas de Guy.
Pilulas ila vida.
Burel franciscano (mesclado) para imagens.
Injec^ao Brow.
Xarope de citrato de ferro de Chable.
Pilulas contra sesees.
Sao chegados os
ques e basquinas de seda pretas, rica-
mente enfeitadas, as mais modernas
que teem vindo Pernambuco, fiadas
no ultimo vapor francez, por preces
mais commodos do que em ottra qual-
quer parle: loja das colamnas na
ra do Crespo n. 13, de Amonio Cor-
reia de Vasconcellos & C.
m
i
i
hWmm
Ra da Sen/alia n. 42.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita a marca
Fontana rcsembarcaila hoje, vende-se
por preco mais commodo do qne em
qualquer outra paite : na ra da Cruz
| n. 4 casa de N. 0. Bieber & C. succes
sores.___________________________
Ycudeiu-se eaixes vas ios
nesta lypographla.__________
Vendcm-se as seguintes obras de direito :
Ventura-poder publico ; 11. Constantcurso de
poltica cons:iiucional; Heliorgimen conslituco-
nal; Montesquieu-espirito das leis, e Coloud.tl
iisiiiuieoe da Franca. A pessoa que quizer com-
pra-las, dirija-se ra do Socego n. 24._______
Vndese uma barcaca nova de 4 flageas,
cido das lindas llores "e muitos outros objectos de hem construida, de 4o caixas, boa velcira. a i'i-
bom goslo, que tanto saslisfeito se acha, aprsenla nheiro ou mesmo a prazo assim offereca boas fir-
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que mas: a entender-se na ra Direita com o Sr.
venham fr para crr, que s assim noderaoapre- Rento de Barros Feij.
ciar, e acharao um grande sortimento di^ fazendas
toda atte;v(;ao ao vigilan fe.
Custodio Jos Alvos Gniniaiies avisa ao rospei-
tavel publico e aos seus freguezes. que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e aehan
tendentes miudezas, tanto para grossocomo para
retalho, que todos serao sonidos a vontade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
1 praca e queiram dirigir-se a este estabelecimenio
i fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
! rao fazer que ser tudocomprido tielmenle, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compra fitas nesta praca, como dos que
Vendem-se os tres tomos das biographias de
alguns poetas e outros homens lllustres da provin-
cia de Pernambuco, obra rica de novidades c mili-
to interesse : na ra do Imperador n. 14.
------------------------------ noas cumplas icihb ucoui |iry., luiau uu.t .(u.,
Vende-SC, em casa de S. P. Jonnston de C,! recebe de sua propria conta, como dos que recebe
sellins e silhoes ingiezes, cani'ieiros e casti- de consignacoes.
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montarte., arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de drinhas de muito lindo gosto assim como tilas pa-
ouro Dtente inglez. r.i sintos pretas e de cores para as mesmas live-
las que se vende pelo barato preeode I'i00 e 25:
sno vigilante ra do Crespo n. /.
GRAVATI.NIIAS.
Tambem chegou um grande sortimenio degra-
Vendem-se saceos com tres quarlas de feijao vatinhas tanto para homem como para senhora.
mulatinho novo a 145000 o sacco ; a elles, antes de todas as qualidades e bordadinbas. viudo entre
que se acabem : na ra do Vigario n. 20.______ eS|as uma pe |neoa amostra de Iseinhos com alli-
i neto de pregar em camisinha r-ousa muilo linda
! inteiramente novo goslo, ver para querer : so
na ra no vigilante ra do Crespo n. 7.
I.l VAS PBETAS DE JOIVIX.
i.uvas de Pontin.
Recebeu-se luvas de Jouvin brancas e pretas
proprias para a quaresma : na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Trancinhas de lia lisa para enfeiles de camisinha
ClIEGADO PELO VAPOR. e senhora.
S para o vigilante. Recebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
Grande sortimento de fivelas pretas e com pe- ca de 30 varas a 640 rs, e de 120 rs. pequeas;
na ra do Queimado loja do heija flor n. 63.
Enfeiles de redinhas cora Uro na frente.
Recebeu-se, variado sortimento ("e enfeiles de
diversas cores a 15400 e 25: na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63.
ptima
farinha de milho a oito patacas a arroba
do Brum n. 32. fabrica de costura vapor.
Vende-se para mais de 180 milheiros de te-
Iha e lijlo de alvenaria batida, ladrilho c (apamen-
lo da malhor qualidade que pode apparec.er : quem
quizer comprar, pode tratar com o socio e admi-
nistrador Zacaras dos Santos Barros, no becco
das Bar reiras, otaria n. lo, ou com Jos Mara
Gonealves Vieira Guimares, na ra Nova n. 49.
Tanque para oleo.
Vende-se um na ra da Cadeia do Recite n. 12.
Vende-se alpaca prela i oOO rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., tina de cordao a 800 rs para pale-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, hombazi-
na preta fina a 15400 o covado, laaznhas preta
para senhora que estao de luto a 720 o covado :
na ruada Imperatriz n. 36. A loja est aborta at
s 9 horas da noite.
Altoilao da Itahia
para saceos de assucar e ronpa de escravo; tem
Na ra do Imperador n. 28, vende-se. uma para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
mulatinha de 12 annos com algumas habilidades. C, no scu escriptorio ra da Cruz n. 1.
do Brum n. 32. fabrica de costura a vapor. UVAS PBETAS DE JOIVIX.
" Na ra da Boda n. 6 continua-se a mandar Os freguezes achar.io grande sortimento de lu-
comida para fra, c incumbe-so de tudo por preco vas pretas e de cores, de Jouvin, assim como de
nzoavel seda de l',roz tanl l,ara senhora como para
-' .. ,-----------------r.........,.. enancas e para homem que se podero sortir a
_ Vende-se um carro ^"^.P^^UonuS : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
ra particular e com arreios de netat pnm ipe \o\'OS ENFE1TES.
qnem o comprar nao far a menor despeza. Tam-
bem se vende a parelha de cavalhs rucos, gordos
e grandes e muito trotadores no ^ arro e na sella,;
andam hallo at meio: a ver e I-atar na ra do,
Cotovello padaria n. 31. ____________
NOVOS ENFEITES.
Novo sortimento de enfeiles pretos c de cores
com lacnhoe de outras muitas qualidades: so
no vigilante rna do Crespo n. 7.
TBINA E VOLANTES.
__________________Grande sortimento de trina, volantes, galoes.
Vende-se a armaoio e todo; os pertences da grades e muitas obras de palheta para ornamen-
taberna da ra da Roda n. 18. Na mesma com- to de grejas : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
pram-se diarios c papis que sil vam para em-
hrnllio. ^__^___
Vende se o de|ositfl do beco i Largo no Reci- com ac'nhos d" filas para senhora pelo barato pre-
fe n. I, com poucos fundos, ou s a armacao, e o co de 1JJ500.
motivo so dir ao comprador: a lralarrnomesmo. S no V igilante,
Enfeltes para as senhoras.
At que chegaram os minios desojados enfeites
, ra do Crespo n. 7.
Farinha.
No armazem de Joaquim Francisco de Alm
Forte do Mattos, vende-se farinha de mandioca do
superior qualidade a 45500 o sarco : perianto
quem livor precisao aprovelle a pechincha.______
GASA.
Vende-se urna p quena casa de pedra e cal sita
na cidade de Olinda, ra da Bica dos Qualro Cun-
tes n. 17 : a tratar no Varadouro com o Sr. Jos
Nones de Paula, ou aqu na ra da Seulla Vi Iha
n. 98, padaria.__________________________
Bolas para buhar.
Francisco Garrido tem para vender no seu es-
belecimento, ra largado Rosario n. 37, encellen-
tes bolas para bilhar; sendo um jopo de l bolas |H>r
505, panno para o mesmo 605, giz, a groza 12-3,
urna duzia 15200, solas para os tacos 25 o cent..
Asas para aojos de proelsso.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguja
branva n. 8.


\
Diarlo de Pernamhitco ... Qn.iH i fclra :io ife Marco de tgfi.
1
VTTENCAO
AOS
DO
PEOGRESSISTA
11 IIlfi Kl/KS V. 30
E
RA DO CRESPO N. 9
Re balrro de Santo Antonio.
Joaqn im los Gomes de Mouza tcm a honra de participar ao respei-'
tovt-1 publico, que tem resolvido vender o: seos gneros de primeira qualidade por menos
10 a 2o por cenlo do que outro qualquer annunciar, como se v do presente annuncio, I
aseverando o propietario d'estes arm.zens a aquellas pessoas que frequentarem estes
estabeleeimento, que nunca tero oivasiao de reclamar qualquer genero, visto ter-sc[
*tontidn n'eslas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
tribados.
CHA CONSERVAS
bjsson, uxim e perola a 2 400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
nito superior do Rio e do Cear a 8,000
e 8,4uo a araoba e 300 rs. a libra.
V1NII0
Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordea ux de diversas qualidades a 7,030,
8,000, 9,000 elOfladuzia.
CHAMPANIIE
a melhor que teaos neste mercado a 20,000 m,llt0 superior a 560 rs. a libra, e em caixa
inglezas a 8,500 a dola e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas emticamente lanadas a 1,000
rs. cada urna.
POMOS
do Porto muilo bem conservados a 500 rs.
a libra.
MSTARDA
preparada muilo nova a 400 rs. o frasco.
MARMrXADA
dos melhores consrvenos a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
rs. o gigo.
CERVEJA
ailo superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.a
duzia.
GENEBRA
de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. frasco.
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cida
urna.
a 550 rs.
CHARUTOS
da Rabia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOkCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILIIAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
Dgle/.as em barricas a 4,000 e 240 rs. a VINAGRE
tita*. de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
BISCOUTOS rs. a caada,
o latas de toda.' as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranho a 2.6Q0 e 8,000 a
arroba e 100 re. a libra.
CEVADA
mito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
Buito superior em saceos com quatro ai ro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
filadas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a cai.'.a e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas do 1 e 1(2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINIIA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
K.ltVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZKS
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2*0rs. a libia.
MASSA DE TOMATE
em latinlias de 1 libra por 600 rs. a lata.
SARAO MASSA
neste genero lia sempre tm grande sorti-
mento variando o prego de 120 a 240 rs.
por libra.
OTARTE LMEIlS?
fr^>=g ATTENCAO
9 liAiioo no < limo 9
GRANDE SORTIMENTO
PARA A FESTA.
Acaba de recetor de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molliados todos primorosamente eseolbidos, por isso apressa-se o proprietario em
offereccr aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella eos stms generas e
resumidos preces, aliaiicando todo e qualquer genero vendido neste bem conbecido ar-
ma zem.
Pede-se toda attencao.
0 proprietario pede a todos os senbores chefes de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desaperrebida a seguinte tabella :
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressi\o, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 8#890 a 9$, o proprietario em seus
armazens da-lheeeste valor, sendo em pagamento, eistopara evitar eoiifusocs em trucos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, rs. a duzia 1 ,ooo rs. a garrafa, garante-se
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas emcaixasde 1 arroba'/i e s a 7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixj. e 4oors. a libra
garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a2,8oors. e de 8 libras para dem corntbias proprias jiara podini a 8oo
cuna a 2.7oo, rs. a libra.
dem hysson ornis superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras [tara cima Lisboa a 6oo rs. a libra
a ,ooo rs. .Emilias secas muito novas a 16o rs. a libra.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras Grao de lico muito novo a 16o rs. a libra.
MAIS ATTK*O !
Existe alm d'estes gneros, um cxplendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
f*aa. peras em calda e seccas. flgos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite. ca-
nella, pimenta, velas de carnauba, banha le [.orco, papel, e outros mullos gneros, de es-
tova, que todos serao vendidos por modi^s precos.
KMD 1
\>IC*s>I>^^ Oil
Til) o proprietario dos arrrmens do progresista deliberad.) nao concorda
litada Uniao Commercial, Ciarim, Allianra, etc., etc., etc., declara que s con
para cima a 2.3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo. de 8 li-
bras para cima a 2.2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4. (i e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3.3oo e 4.8oo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,loo, a 4,8oo rs. a libra.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
receber de sua propria encoramenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os qnaes venden por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que compraren para negocio ou casa particular de 1000 para
cima tero mais 5 a 10 por cento de aoatimento, os proprietarios scienticam ma'rs que
todos es seas gneros site recebidos de $aja propria encommenda, razao esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs a /ibra. | Vellas de carnauba e composico de 32o a
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a ll.ooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a'Genebra de Hollanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. j Massas para sepa macarro, talharim e aletria
dem de porca refinada muito alva 46o rs. a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
Ervilhas francezas em lata- a 6oo rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Cbouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
Batatas muito novas em g gos de 34 libra a
l,ooo rs. e 6o rs. a iibra.
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro ingleza 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. e 8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados ueste ultimo va- Mein francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
por a 2,5oo. garrafa.
dem mas seceos viudos por navio a l,7oo. Charutos em grande quantidadee de todos os
dem prato ks melhores e mais frseos do fabricantes mais a creditados a l,5oo,
mercado a 76o rs. a libra. 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
dem londrino aGoors., e sendo inteiro a os mais bailas sao dos que por alai se wn
Boo rs. a libra, vende-se por este prego dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
pela porcao que temos em ser. Caf de premeira qualidade a 8.5oo rs. a ar-
Iisi oitos em latas de 2 libras das seguinte* roba e 28o rs. a libra,
marcas : Osborne. Crakntl, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machine contras mu- roba e26o rs. a iibra.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de oonta propria,
o melhor do mercado a 2.8oo rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
meoto.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixo
Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
i dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras mudas qualidades
preparada de escabeche 2." a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
nl tffh^'1 GS maiCaS :. ,DuqUe' G/" Fi8s em de 1 arroba, /4 e 8 libras
v!nhn vSn \- i f Sf'"' { S? n"' Barris de vinho bran^ de quinto, marca B
Stlffirr h 1f3.* DH" Filh0 a ^o rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m Ihores conservei-
x-di em ilhar-se aos seus fregueses, faztndoconi estes ama liga eiateresses
Jre um muito esplendido so timento de 5abo"ros"os'y.mentos~")lherd^ Ss (j
w>, apetecer, certos de que nunca lerei< occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
dmbeiro nestes estabelecimentos.
COMPLETO SORTIM i\O.
NO
AKJIAXK.U
CONSERVATIVO
23-Largo do Terco-23.
,... ,Joa<'uim S,ma? ,os San"'^ A,mn d,'<,(' Tinaz.-m de molhados, scionliCica ao resiMJavet mihti-
2X *fmm TSL Snrll","',"" ''"S mesnK,s os nua-solTerecem mais va.Hag.m aos S?s. compra-
*ort>, do que em oulra jualquer parle, garamindo-se a superior qaalMade. -"pra
Manteiga ingleza flor de 720 e 00 a libra,
dem franreza muito nova a 360 a libra, em li-
l>ra< 540.
Gaf do Itio, de e 2- (-orle 320 e 280 a libra, e
arr.>ba 93 e 8*500.
Arroz pilado do Maranho de 90 rs. 100 a libra
B'ino alpista a 160 rs. a libra, e arroba 44800 rs.
W/ija das melhores mareas a 500 a garrafa.
C. -u.-bra verdadeira de laranja a 1^100 o fraseo.
I! 'ni do Hollanda a 400 rs. a botija de eontra.
Tneinho de. Lisboa a 320 a libra, e arroba S^iOO
VamM muilo novas a 480 rs. a libra, e caixa !)5
Awte doee de Lisboa o galla 34 ea garrafa 6>0
*im de earraiiato a 280 a garrafa, e a caada i3
Agira M, T, a 480 rs. a libra,
tomma de engnmmar muito alva a 100 rs. a libra.
*rdinbas de Nantes novas a 320 e 360 rs. a I; la
eem preio se f;ir abatimento.
Vellas de rarnauba a 360 o 400 rs. a libra,
dem de spurmar-ele a UO e 600 rs. a libra.
Phosphoros do par. a 2*100 a grosa.
Biseoutos e bulachinhas de soda a 14400 e 24000
a lata. -ir
Chouricas novas a 640 rs. a libra.
Queijos do vapor a 24000 c 2*500.
Bolarhinlia ingleza nova a 240 rs. a libra.
Charutos das melhores marcas de 14200, 14500
24000, 34000 e 43000 a caixa, em porco W
f.-ira abatimento.
Vinho FiL'ii.ira de SAA a 500a garrafa, e a cana-
,d1~ve Li",l0a l i0 a garrafa, e a caada
34O00.
pw cento.
dem de outras marcas a 24700 a caada.
, dem liranro de Lisboa a 500 a carrafa.
Todo e qualquer comprador que couprar de 504000 para cima, lera o descont de
GAZ GAZ GAZ
por pre?o reduzido.
Vende-se gsz da mellior qualid de peto
pre o de lf).-5 por lata de 5 gales : no ar-
azem do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
Capas, chales e manteletes.
Vende-se pelos precos mais raznaveis pos-ivl
9* onjoctox cima mencionados, bem como um sor-
Cntroto completo de moreantiipie, grosdenaple:,
*-.las lavrada> ludo fazenda preta eropria da esl.-
i'i, viudas pelo ultimo vapor da Europa: na ra
L> Queimado n. 40.
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE L0W-M00B.
Ra da Senxalla non n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas pan
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C.
ra da Senzalla Nova n. 42.
tas a I ,:ioo e I 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,000 rs. a lala.
lalacbinba de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,.r>oo rs, a barrica e 24o rs. a
libra.
Ca toes com bolas francesas proprios para
mimos ou para aojos ipte \3o as procis-
ses a (too rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de enmadre em latas de 4 e 8 libras
laeradta hermetieamenle a l,too e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
Nozea mnito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a !)oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
segundes marcas : duque, genuino, velho
secco especiaL lagrimas doces, vinho es-
peciai I). Pedro v, nctar superior de
1833, du.pie do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to .superior I). Luiz I, e outras militas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa c Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3.ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
coinposico a i60 a garrafa e 4.000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, aovada muito no-
va a 80 rs. a libra, e aXSoo a arroba.
Garrames com 4 '/ garrafas de vinbo supe-
rior a 2, Boo rs. como garrafao.
dem com 4 dilas de venagre a 1,00o rs. o
garrafn.
Vinagre PHH em ancorelas de 9 caadas a
15,000 rs. com a ancoreta
dem empipa puro sem o bafisme a 2oo rs.
a garrafa e 1.4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 0,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. agarrad.
Licores franceses e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, geroles. ro-
sa, abanto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Hotelim,
morangOS, lilio, caf, laranja. cidra, gin-
ja, canella, travo, rlela pimenta a 1,00o
Arroz do Maranho a loors. a ultra, 3,000 rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Arai afy a 9,500 rs. ar-
roba, e3rto rs. a libra.
dem de sebo muito dura lli gindo esparmace-
te 3tto rs. a libra,
dem de esp:irmaeele a 54o rs. a libra, e em
caixa a 5ze rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j.i se venden por 7.000 rs.
dem amaco pautado e liso a 3.000 rs. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,000 rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiro a 2,2oo rs.
a resma,
dem embrulho de 1,2oo a t, 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 'i libra a
|,200 e 800 rs. a libra. \
dem em frascos de 3 libras a 2.5oo re., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem tenms^im
frascos para l.too rs.
Conservas inglezas a Too rs. o frasco.
Molhos ingleses a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muilo nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a 1.800 e 2,8oo
rs. a lala.
Serveja Bon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia iuteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas mnito novas a 800 rs. o molho e 5oo
re, o cento.
Chocolate porlnguez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a loo rs.
dem em garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes usados em macos grandes
com 2o rs o mudnos a i So rs. o masso.
Cominhos mnito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag mnito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinba de Franca a 18o rs. a libra.
Milbo alpista a 14o rs. a li >ra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 8o rs a libra e 2,4oo a arroba.
Peixcs em latas a 1,000 rs. a lata j prompto
a couier-se.
Farelto de Liahea marca ^. eBiato saceos
grandes a 4,ooo rs.
Iho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D Lu-
iz 1 "de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de t,oooa l,2oo rs
a garrafa e de 10,000 a 14,000 rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitoi ingleses das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mero inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oors. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lisboa e FigHeira ;
V a 6 li-
mpena
ros de Lisboa a 64o rs. a 1 .tinhade 1 libra,
ha latas de 1 ','* e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de 1,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1
brasde l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com lampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o r#. a garra f
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,ooo rs. a caixa.
de 48o, 500, 56e, 64o e 8oc, rs., e o do Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
Porto fino em garrafa, e em uada a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a arrafa, e a 8,ooo rs. a caixa.
Garrames com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o irarrafSo.
dem com 5 garrafa de vinho da figueira mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56e rs. a garrafa, e a
4,3x>o rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, eem cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porco.
Azeite doce em barril muito fino a 6io rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez retinado a 8oo rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de l.1, 2.e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, do Cear de7,8oo, 8,6oo,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Irroz da India, Java eMaranho de 2.8oo a
3,ooo a arroba, e de 8o a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra. I
i:nleitcvs Ir ascarrllha r Iraiiv: A',',.,... ortfoltoa lilil qu
a 500 rs. cada um. "ILU LHftUL* JWI U L
n hora
a 2i.ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma,
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,ooo rs. a resma.
Gomma muilo fina e alva a 8o rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualqoer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1 ,ooo rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chourif as as mais frescas do mercado a 8oo
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos graDdes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5.."oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 8oo o molho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para I impar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1 ,ooo rs. o gifo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs a caixa de duas arrobas.
A aguia branca est vendendo lions enfeites de
ca baratissimo preco de 300 rs., servindo elles tanto
para senhoras como para meninas, a vista pois
da commodidade do pri"Co ninsnem rioixar de os
comprar na ra do Queimado luja da aguia branca
n. 8.______________________________________
Os precisos tal Iteres pa-
ra enancas.
Cheparam e acham-se venda na ra do Quei-
! mado, loja d'aguiabranca n. 8.
Cheparam nicamente para o Vigilante os ricos
enfeiles rainba de Escnssi, fazenda intetramen-
te moderna e muito barata odiando a sua qualida-
de e .'o-tn : s na loja do Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Rua da Senzalla IXova i. 41
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
'
/


nlarfo de Vtrunmhuco Quarla felra 30 de Mareo de 184.
t

ARMAZEM ALLIANCA
57-RUA DO IMPERADOR-57
D"
Paulo Ferr
0 proprictario leste grande esUibeleeimeuto de mol hados,
Paulo Fcrrelra da Silva.
recebe por todos os vapores e navms os melhores gneros que
honrado atiiimi-
conio eostiiniaaos
CL
COMMERCI

manos do
Manteiga ngleza a mais nova e fina chegadl
Desbi ultimo vapor a 800 rs. a libra e de S
libras para cima lera abatimento.
I.loin fiancoza. a BteUtor e mais superior do
n..ss. iner.ado a 56o rs. a libra e 52o em
barril 011 meto.
Itauha de (.orco refinada e muito alva a Uo
rs. I l'ra. eem barril a ioo rs.
Cha hvsson, o melhor neste genero especial
euronunenda do proprietario a 2,7oo a II -
dem idem menos superior eque em nutras;
Vil ho do Porto em barril muito especial
dio rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada.
dem em garrafes com 5 garrafas.
Azeite doce de Lisboa superior ipialidade a
C io rs.% garrafa e 4,8oo rs. a caada.
Ratitas em i^'os detrinta a trinta e tantas li-
bra a 2,5 Geriebra de Hollanda a mais superior a 6,000
rs. a rasqueira e 50o rs. o frasco.
! vende ; ,600 rs., cukVnes'te ar- Man em garrafTics comSS garrafasaS 000 rs
Ceneja das melhores marca* de 0,000 a
,'.,500 a duzia e 5oo rs. a garrafa.
mazem 2,2oo rs. a libra.
dem u\itn. o melbor que pode haver nesle
"enero S 3.600 aII). garante-seaqnalidade.
11.Mii pelo muito espMRj a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baiso, porem muito soffrivel a
l,2oo a Ib., vende-se por estes precus em
raza > de uestes ltimos navios ter-se rece-
ido grande porofin (leste enero, a diffe-
renea de preco de 600 a 800 rs. a libra
do ne se vende em outra qualquer parte.
dem da Rio em lata de 1 at O Ib. a i ,4oo rs.
a Ib., ueste genero o melbor possivel.
Riseoutos inglezes em latas com diflerentes
qualidades como sejam eraknel, victoria
pie- ne, soda, captain. seed, oslwrne e ou-
tras militas marcas a 4,35o rs. a lata.
Bolacbmbadesdaem latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e inulto proprias para mimo a 1,600 e
2,Goo rs. cada nina.
dem .m catuanas de 8 Ib. a 25 rs. cada urna
Pmam novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
:j .rasa 1,800, 2,ooo e 800 rs. a libra.
Caixinhas com ricas estampas a I,ioo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
ga, e 1,80o rs. a garrafa: garante-se a su-
perior qualidade.
Yinho Bordeaux das melhores qualidades que
se |MHle desejar a 7,000 e 7,000 rs. a cai-
xa e fi4o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e i 0,000 rs. a iluzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; ueste genero ha grande porcoede
differentes mans muito acreditadas que
ji se venderam por 14,ooo e 45,ooo a eai-
xa .01110 sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, I). Luiz, Cames, Madeira sec-
oa, Nctar, Genuino e Malvasia linoe nu-
tres como Chcrry e Madeira para 12,ooo e
43,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa: Podo, Lisboa, Figueiraa 4oo,
Hi e riti rs. a garrafa, 3/mio, 3,2oo e
.'i.'ioo rs. a caada.
tt 111 brinco 0 melhor neste genero viudo de
en.oininenda a 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs. a caada. ^^^
LOJADtTBEIJA FLOR.
;ua do Quemaiio uuiucio 63.
Crevalinbas para CHbora.
Veidem-se gravalinlias de di mi gostos mais
modernos a 720 e 8il0 rs. : na ra du Queimado,
luja co beija-flor n. 63.
tilas para deliran de vestidos.
Vendem-se lilas para dehrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a pera : na ra do Quei-
mado, luja do beija-flor n. 63.
Peales Iravessos.
Y freniede borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, 1 >ja do beija-flor 11. 63.
Capel beira dourada.
Vende-se papel l.eira dourada a 200 e 13300,
dito de cor de beira dourada a 1*100 : na ra do
Queimado, teja do lieija-tlor n. 63.
Anvclopcs.
Wn.lem-se anveiopes de diversas qualidades
bre eo a 800 rs. e de cor a G40 rs., para cartas d.
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do hc.ja-
flor na ra do Queimado n. 63.
Voltas de aljfar.
Tcndo rerebido voltas de aljfar com cruzes de
pedia imitando a briilianle vende-se a 15 cada
uuis : uarua doQueimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de ninas.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
142D0 e 1*3(10 : na ra do Queimado, loja do bei-
j^-llor n. 63.
Ln[Viles de lita.
Tendo recebido enfeites de lita prelas e de co-
res mais modernas que se estilo usando a lacada
um : na ra do Queimado, loja do beija-fljr n. 83.
tila de la preta par debrum.
Vende-se fila de laa preta para debrnm com 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido.
Vendem-se fitas de linlio para bordar vestido
ou roiipinlio de meninas com 40 varas a 640 e
01 rs. a m so qaeffi tem loja do beija-flor
rus do Queimado numero 63.
Boloes de madreperola.
Vendem-se lioles de madreperola mais moder-
nos que lem vind para punhos de senhora a 320
rs. i par : s quem vende por este prego na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fita de velludo para bordar vestid*.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
90) rs. a peca quem tem por este preco a
loja do beija-tlor da ra do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se fila de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63. 1
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar rapas ou manteletes os mais lindos t-ns-
os que se piule encontrar : na oja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfas.
Vendem-se facas e parios de bataneo de I bo-
llo a 0*300 a tata, ditas de i boloes a 6*400 :
na ra do Queimado, loja do beija flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a 1*200 e
IJ400: na loja du lieija-flor da ra do Queimado
n. 63.
Visporas.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Phosphoros .lo gaz a 2oo rs. a duzta e
2,2oors. a roza-
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Tijolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Vassouras de piassava com dous arcos de
ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
urna.
Escovas de piassava proprias para esfregar
casa a 32o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em Lila muito bem preparado: savel,
RA DO QUEOIADO IV. 45.
Passando o becco da Congregaelo segunda casa,
jP(|rji !nfP fil
IIIMJ
NOV1DADE.
Co^:sup.:.or a 800 e 1 ,.00 rs. a garrafa. corvina, pescada e outros a l.noe rs. a
MarSatm::;i!;rS,ores e mais Ervas porh.^ezas e I. J. prepa-
afamadosconserveirosde Lisboa em latas radas a dio 7fe >. a Uto.
de libra, l.b.aen.eiae2librasaC.oors. Ca e lavado de pr.me.ra M.He a 32o rs. a
Conservas in-lezas em frascos grandes a bbra. e 9,000 a
Voo rs. cada um. ,,k'm..
dem franceza de todas as qualidades de
lagumes e fiructosa noors.
Motarda franceza em pote preparada a loe rs dem de Java a loo re. a hbr.L
Palitos para denles iors. o maco. memloas de casca mole a too re.
dem hiados muito linos a 14o rs. Jvettas multo novas a 2oo r> bbra.
Velas st.rinas a SCors. a libra eem caixa Noaesmuite novas Q0_^J>,g"-
; .., Chouricas e patos a 7oo rs. a libra.
Ide'mle carnauba pura e refinada a 360 rs. Joucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
-, lihn e 10 000 a arroba. ^o0 rs- a ;"roba.
dem de m^sSo adas a 32o rs. Presuntos de Lamego ,le ^ISt
o mago e ,00o rs. a arroba. I /legados neste ult.movaporao6o rs.alb-
Ma:a de tomates em latas a Hoo rs. a libra.' Alp.sta mu.to novo e hmpo a 10o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
do io muito bom a 28o a libra e
.,_oo rs. a ariob;
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da i
Europh a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas a
1,000 rs.
assa para sopa estrellinha muito novaem
caixas de 8 libras a 3,oooe Soors. a libra,
dem talharim, macarro e aletria a 4oo rs.
Men macarro maisbaixoa 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranlio a melhor que presen-
temente tem vimlo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
GommadoAracaty muito alva a 80rs.alb.
Licores muito Qnosde Bordeaux e todas as
Barcas que ha neste genero a 800, l.ooo
l.^oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.200 rs. cada um.
Tmaras do Kgypto a 800 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
4,5oo rs. a resma.
!Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarello
24o rs. a libra.
e castanho a 22o e
Pereira Rocha & C. acalam de abrir na ra do Queimado n. 43 um armazem de molhados denominado Clarim CommercM,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melbores gneros que vera ao nosso mercado, osqoaei
sero vendidos porpregos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garanle-se o bom pea
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e Cbourigasepaios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 2200 rs. a grosa.
100 rs. a libra e 2*400 a 2&HW rs. a ar- libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra,
roba. Cevadinha de Franga muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a hbra.
Ameixas francezas em latas e em frascos a rs. a libra. Paingo a 200 rs. a libra.
1200 e l600 i r. frascos grandes a Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novla 400 rs. a liLra.
2,5500. Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de aze.tee
Idom em caixinhas elegantementi enfeitadas dem seccas muito novas a 200 rs. a libra. muito novo a 640 rs. .
com ricas estampas no interior das caixas Figos de comadre e do Douro em caiunhas Qua-ijos llumengos do ultimo vapor a 2;>0
a 120O0, i400,16600 e 2. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
\mendoas com casca muito novas a 280 rs. 15800, ,.500 e 280 rs- a libra. dem pratoa 640 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra. Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
Farinha de trigo a 120 rs. a bbra. cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 32< rs.
a 560 rs. o frasco e 6200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra,
dem em garrafes de 3 e 5 gales a ;L>uOO lijlos de limpar facas a 140 rs.
e 75500 cada um com o garrafo. Vellas de carnauba pura a 360 rs. a S-
Gomma do Ar.caiv a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata e IfjlOO rs.a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. | libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garra a. Vinho do Porto engarrafado o melhor que
dem, qualidade especial e garrafas muito ha neste genero e e varias marcas, come
grandes, a 1 5800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 re.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 1^000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
dem mais baixoumpouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castaas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate (ranees de primes qualidade a
l,2oo rs. a libra,
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua ao.ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4#C00 rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 6i0 rs. a garmfa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas :, 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
1 r>300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3$000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
I Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
eem barril a 4iO rs.
Cha hysson, huchin e perola a 15600, ,
25500, 25800 e 35000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melbores marcas
quevem ao mercado, a 500 BS. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac mglez lino a 900 rs. a garrafa.
I Conservas a 720 rs. o frasco.
Charutos dos melbores e mais afamados fa- 1 jenlj S de pepino, a 720 rs.
bacantes de S. Flix e do Bio de Janeiro, jjemj s de azeitonas, a 750 rs.
de l,5oo a 0,000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lcntilhas, exeellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
te genero a 4,5oo rs. a resma. "<"' ><.., ];.,
Sal retinado em lindos potes de vidro a 5,* Pimentadore.no muito nova a 36o calibra
rs. cada um. Cominhos eerva doce a.2o e *oo is. a Ib.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 15800,
25000, 252OO, 25500, 25800, 35000 e
35500 a caixa.
Caf do Bio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a
arroba.
sejam : Velho de 1815, Duque do Potta.
Madeira, .Pedro, D. Luiz I, Alaria fia,
Bocage, Chamisso e outros a 800. DOOe
15000 a garrafa, e em caixa cum urna du-
zia a 95000 e105000.
Manteiga inglezlf perfeitamente flor, cesem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueua*
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
hbras para cima sefar urna differenga.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril'a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60t rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 35, 35^08
e 45 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 708
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 ra.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminidc 1854, a tf
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa c
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros qite deixaao*
de mencionar, e que ludo ser vendido pot
pegas e carnadas, tanto em porcoes como i
retalho.
Quem comprar de 1005000 para cima te-
' r o abate de 5 por cento.
Molhos inglezes cnigarrafinhascom rolha de
vidro a 64o rs. cada unta.
Queijos limamos abofados no ultimo va-
por e muito frescos.
Gravo da India a 600 rs. a lihra.
Caaba muito nova a 1,000 rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra e 6*008 a arroba,
(raixa a loo rs. a lata e l.loo rs.a
i Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pe lo barato
de faiendas na loja do l'avo, na .da Imperalrii b. prego de 25, 2*500,3* e 35500, dilus muito tinosa
Grande liquidacfto
llalles da Arara a 35-
*,^* e 6*, cortes de casemira prea entestada a
1,0, de Urna i. MU. .iT 4*500 e 6*. lase.nira preta fina de urna so
,a< ArOa-se este e?tabeleeimenio completamente sor- ,. .8(X) 2550O e !*, cor-
* lidodefazendas inglezas, ranceza>. alk.naes e ^gu"^ csemi-
suissas. proprias tanto para a praga como para o l>nfl.staaas de uma f(-, (.r proprias pan raiga,
malo, prometiendo venderse mais bar.uo ilo o,ue
Imperatriz loj:i
Veude-sf fa/.rndas linipas I aralissimas.
Vende-se chitas linas ron's B0C
rs. o covado. ditas francezas linas
3'!0, 360 e 400 rs. o covario. frorpu
ra vestidos de senhora a S8 o 1
fianrez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara ruada Imperatriz n. 56.
t'azendas tironrias para srnhoras e niruiuas.
V de-se pollmbas com botaozinho para senhora 00 rs. o covado : na ra da mpera.m M.. ._
e meninas a 200 e:t0 rs., maimuitos He fil .- Arara vende camhram de cararnaM 26..00.
cimbraia enfeitados a 500 r,.. nc.npnitus e pollas | Vend.-se cambadas de carocnilios par;
nara senhora a 1* e 1*280, euniMtihas bordadas j a
para senhora a 2*, ditas bordadas no colarinbo e bert
punhos e grvalas muito linas 'i*500 e 5* : s i peralriz n. 50.
O Pavo vende lazinhas pretas.
Vendem-se lazinhas pretas a 200 rs. o o ovad-,
na loja do Pavo ra da imperatriz 11. 60, de Ga-
ma ( Silva.
A Maria Pia.
0 Pavo vendf a H$
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos &
Maria Pia com lindas barras de seda, tcndo rhe
gados pelo ultimo vapor Iranrez pelo barato \ra
. do Pavo roa da lui-
Silva.
do Pavo.
balScs de 30 areos'laa-
sendo americanos nie
nao quebrarcni a "*?'(ti
musselma com tal a'<*
2* e I* : na lija de
. 60, de Gama & Silva.
. ** ... covado, linissiiiio or^andy malisado 1
Arara vende sedinhasdehrtrmnas para wstiuos mjuj|lus, 320 rs. 0 covado, oassas garibaldinas
a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., laa a Ma- rn(|iU) |inas a 2q r? isl0 na |oja j,, pavao ra da
a Arara roa da Imperalnz n. SO.
Principia a Arara vender as colchas. j
Vende-se eotelMI avelludadas para cama a 8*,
citas de linho alrochuadas a 5*. ditas de fustao a
:* ditas de damasco a 4*, ditas de chita a 2* : Vende-se a propriedde denominada Mallez, sita
ua'loja da Arara ra da Imperatriz n. 56. na freguezia de Tracunliacm da comarca de Km-
Arara vende cassas a 240 rs.
ra Pia com 4 palmos de largo e palmas de seda a imfl(.ralr,, n. f,o, de Gama t Silva.
As lazinhas da ciposico de Pavo.
Yendem-^e as mais modernas lfia;inhas mossan-
Vende-se eambraias de cprocnnos para v,suos gttfSSSm vapor franc.z sendo
II5O0 a peca, cortes de *" J ffSSRS o'u de listas miudinh is com 4 pal-
Tlores de pellos a 1* e 1*600 na ra da Im- ^ ^ ^^ yriiyri:is |1ira v,.Mi(lo lle saAux,
' ronpa para meninos e capas, e pelo baralissimo
ufMO de 500 rs. o covado, ditas ei.festadas Uta*-
pareles de quadruthoe a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas maiisadas muito tinas a >00 e 400 rs.,
ditas mais baratas do quechua tambero matteadM
a 320 rs. o covado, ditas a Maria P a com palma
de seda e 4palmos de largura a 80J rs. o covado,
ACT&flCM
Vendu-.~c cassas francezas finas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240. 280 e 220 o covado:
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Ai ai a.
ratide sortiiueuto de fazcudas prelas para a qiia-
resuia.
Sodas, grosdenaple, pannos finos c rasemiras.
Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
azenda a 1*400, 1*600, 2*, 2*400, 2*600 e 3* o
reth, com urna legoa de frente c meia de fundo, e jj^ j,, uma so C6r parda, azul, cor de lyrio e
proporeBes para nella se levantar on% bom enge- |.r|a proprias para vestidos, sauiembarqaes e
nlio de'fazer assuear, sendo que actualmente ren- ,.ar|,aii!cs a 720 rs. o covado, dil; s escoc.-zas a
de ella mais de 1:000* que pagam os moradores j,()0,, 4,w rs ;;,0 Su na |0ja do Pavao, ra da lm-
que lera : quem a pretender entenda-se tiesta pra-: ()l,rairjz n. 60, de Gama & Silva.
c'a com o Sr. Antonio Jos Leal Res, na ra da 1
adeia do Recifun. 47._______________________
Venda de urna hypotheoa.
Os liqiidalarios da massa fallida dt
;ovado,sarja hespanhoU de seda, panno lino preto; ,..,. |liS(n vOHdriD a llVIlOllie-
1 1*600, 2*, 2*500, 3* e 4* o covado, muito su-jJ^C ABIOILO IMMO vurutiu 11 inptiuir
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs.
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Vende-se madapolo francez entestado a 4* e
4*500, bretanha de linho, hnmburgo de linho para
lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 2* a
vara, hrim pardo de linho a 800 e 1*, dito branco
a I*. 1*280 c 1*400 a vara : na ra da Impera-
triz n. 56.
Arara vende lazinhas para vestido a 210 rs.
covado.
Vende, se lazinhas para vestidos de senhora a
240, 2H0, 320, 400 e 500 rs. o covado, rasemiras
lisas proprias para capas de senhora a 1*800 o
covado : na Arara roa da Imperatriz n. 56.
Arara vende fusto a iiOO rs.
Vende-se fustao de cores para ronpa de meninos
calcas e paletols a 500 rs. o covado, gan;a france-
za escura e clara para calcas e pal-tots a 440 rs.
o covado: na ra da Imperatriz n. 56,lojada Arara.
Ronpa frita da Arara.
Vende-se palelols de brim de cor a 2*500 e 3*,
ditos de meia casemira a 3*500. ditos melhores a
4*500 e 6*, ditos pretos de panno a 5?, 6* e 8*,
ditos de casemira fina e debrnnhados a 8* e 10*.
ditos pretos de alpaca a 3*500 e 4*, calcas pretas
de casemira a 4*500, 5*, 6* e8*. dito- de meia
casemira. ganga e brim a 2* o 2*500, ditos finos
a 3*500. ditos de brim branco a 3* e 3*500, ca-
mii-as francezas a 2*, 2*500 e 3*, seroulas a
na 1*600. dita< de linho a 2* e 2*500, rolletes a 2*
, e 2*500 : na ra da Imperatriz n. lio.
casas a roa do Trapiche n. 34.
a 1. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Ricas saias de fustn a 5*, camisas Inglezas para
senhora a 2*, 2*500, 3* e 4*, cobertas de fusto
brancas a 5*, chitas com lustro para coberta rom
6 palmos de largura a 640 o covado, camtirata de
cores para vestido a 320 e covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Tarlalanas
a 720
varas, r.
camisas inglezas para homem a 38*, 50* e 60*.
4 u. 2U.
Nova loja dos barateiros na rua ds Queimado.
Bicos prcios, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodao e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, liotoes de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, leques ; cojos
ertigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar. _________________
. chales do Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo baralo preco de 6*, 7*. 8*. diios de pona re-
donda a 7* c 8*, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 12*. ditos pretos lisos a
6*, ditos de cores a 4*500 e 5*f drtos de merino
estampados a 2* c 3*, ditos de fa a *280 e 2*,
ditos de retroz preto para loto a 6 i, islona loja
do Pavo rua da Jmperatriz n. 6), de Gama a
Silva,
t'azendas prelas para a quaresnia (ende o Pavo.
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
1*600, dito a 1*800, 2*. 2*500, 2,180 e 3*, mo-
reantique preto muito >uncnor a 3* e 2*800, sar-
ja pela hespanhola muito cncorpatla a 2*, tsto na
loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama
A Silva.
0 Pavo vende para lato.
Vende-se superior selim da Chi ia fazenda toda
de laa sem lustro tendo 6 palmos de largura prc-
nno para vestidos, paletols. rapas etc., |>elo .bara-
to prego de 2*. 2*200, 2*500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e .';;OviUis,_cha;ej>
de merino
Escossia a 3*, ditos de brim pardo a 2*50*, ditos
de cor a 2* e 2*500, ditos hrancos muito finos, I
sto na loja do Pavao, rua da Imperatriz 11. 60, de j
Gama A: Silva.
Os cortinados do pavao.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo baram preco de 9* o par, sendo o
melhor que ha no mercado : na rua da Imperatriz |
u. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcoehoadas pro-
prias para cama pelo barato prego de 5* cada urna
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As calcitibas do Pavao.
Vendem-se ealcintias de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo barato preco de 500 e 64C> rs.,
mlanguitos para senhora e meninas a 50n,o40e
800 rs., camisinhas com manguitos a 1*280 : na
oja do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinhae de cambraia 11 arto finas
com manguitos e golas muito bem bordadas pelo
barato puco de 1*280, ditas de fil a I*, ricas
pelerinas o'u romeiras bordadas a 1*600 e 2*, su-
I eiioies manguitos com polla e a balao ;i .l*e 4*.
sendo muito bem bordados e os mais modernos
que ha no mercado, manguitos e camisinhas a 3*
e 3*500, gollinhas finissimas de cambnia a oOO,
ditas de fil a 240 e 32o rs., pegas de ntremelos
com 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a I*, e ou-
tras muitos artigos neste genero que se vendem
mais barato do que em oulra qualquer parte : so
na loja do Pavo, rua da Imperatriz 11. 61), de ina-
nia & Silva.
As capas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
enfeitadas. sendo as mais modernas palo barato
prego de 20*, 25*, 30* e 40*. sautemlarques de
seda preta sendo 1 icamenle entenados a 20*, n
e 30 : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As eambraias do Pavo.
Vendem-se pega de eambraia muito fina com
salmeos tendo 8 1|2 varas cada pega a 3
SAL
Vende-se a bordo do Garibaldt bom sal, vindod*
Ass, prego razoavel : a Iratar no eso .pleno Tasso Irmos, rua de Amonm.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 14 do eorrente marco o aera-
ra Joaqu.m, de estatura regular, rosto redom *
varios cabellos hrancos na cabega, um Mato des-
cerado, com pannos pelo rosto, mis gras da na-
tura para cima, parecendo por isso meto corcova-
do, pomas finas, ps grandes e com us dedos g.ov
sos, tem as juntas dos joelhos duras o que o priva
de dobrar as pernas rom rapidez, quando anda
ajunta alguma consa os joelhos. poora sarta
no queixo inferior, toma tabaco e fuma cachimba,
sabio com camisa de estopa e mais ranas que se
ignora a qualidade, oecupava-fe em tn-hallui de
enxada : roga-se a captura do dito esrrara as au-
toridades de polica e capites de campo, podendo
ser conduzido ao lugar da Venda Grande freH>
zia de Murihera, a entregar a Miguel Archanio Li-
pes da Fondera, seu senhor, o qual satisfar as
oespezas feilas com a captura e entrega do escravg.
Auseniou-se no dia 26 do enrreiile, d cas
do abaixo assignado, a escrava Generan, preta,
eriouia, idade de 36 annos pouco mais ...nos
signaes seguintes : alta, olhar sombro, ten do na
face direita um golpe, eem uma da> maos un. ..
dedos cortados : roga-se as autprid: ,l. s l>ohjiaes
capites de campo a apprehensao da dita csTrava,
levando-a a rua Velha n. 40, onde ser P nerosr
mente recompensado. ___
Manoel do Nascimento Silva I
ATTrWAO
Acha-se fgido o escravo de neme Faustino, d*
idade 40 annos, pouco mais onmenos, "h**
ura recular,grosso docorpo,bem espsdado, lar-
hado, e j com alguns cabellos bramo- n harai
lisos e bordados a vidrilho,
manguitos
se vo-
ua
.riadas de todasas cores, fazenda muitofina mMf^^mmmm Ml Jgj-f
.'v:->l'_____K..,..m', iur 'im o O Os roriiinlios do Pauo
i.uvas de pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca,
Queimado n. 8.
Os corpinhos
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfe lados a 7 e 8* ;
na loja do Pavao, rua da Imperan n n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavio
Vende-e ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente iKirdados a Ye ludo pelo barato precoc
40*. sendo fazenda que sempre \e vendeu a 100*
e 1.0* ; ditos de cambraia branejs ricamente bor-
______ ; dados a croch, sendo nroprios pura baile e casa-
; ment a 10. 15, 20 e 30*; ditos do laa com lindas
rua de barras a 18 o 15* ; isto na Im do Pavao rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Mlva.
a 3* e 3*500 ditas adamascadas muito linas pro-, hado ; j -.--^ -^^ (.aLi.1|u(JaSj ,_
StSSSffS: tfsAWj So L pernas arqueadas, Por^-um.jo.^o^
1|2 varas a 3*500, 4*, 4*500, 5*,
dros nronrias tiara forro e bailados
ma andar em sambas, e as vezes embraga -se I es-
tante por gostar muito de beber : portante rapa-
se s autoridades polieiaes desta e das provimiao
limitropl.es. que o fagam apprehender e leva-lo
de lar- seu senhoromajor Antonio da Silva t.nsmao, .
Vende-se panno de linho eom 4 palmos de lar ,m.ierja| asim romo roga se aos cap.iacs te
,ra W^^P^*S*Z&I& c~a apprehens.. i
ditas de qua
.i. p..r preeos mui-
to razoaveis: na loja do Pavao rua da Imperalnz.
Panno de hubo.
eras s ^SanSe sswffiar
com 10 palmos de largura a 2*W0, algodaozmno "-----f------------
do dito escravo, que ser*
Hainburgo 1
madapol.
algodi
fazendas
mtt+&5^V+ '" I rnSoointerigados e sem rnovimente
1 v fortes de cassa a3AS00. de fumar, sahio com caiga azul, P1" -


Diarlo de Pernamhnco <>.<. felra SO de Marro de 1 4.
LTTERATORA.
0 QUE VAE PELO MUNDO.
O prndenlo doi Bstados-1 nidos, Abraham Ln-
c iin, toal i da, publicar a seguinte proelamaeo :
Palacio do cxeculivo, Washington, 1 de eve-
n o de 1881.Fiea ordenado margo prximo w proceda a nina liragcm serte,
para s< obl i,6H0taomoas, que devem ser-
vil dorante tres annos no exercito dos Estados-
i.. loa,ou out<]uanto durar a guerra. Desle nu-
anero devem deduiir-se todos os quo se aHsti ren)
v >1 untaran) me, ou que se obtivercm antes ilo Io
de mareo, por meioda conserfpcao. ede que anda ."J"So < soberano. (Attcndam.) Parece que
>uas explieaciies verbaes. A ordem nao foi expe-
I dida por emquanto, por quo, segundo noticias que
acabamos de reeeber, ouvit-so o ranhao ao oeste
de Apenrade.
Parece pois preferivel esperar, para no esla-
belecer eonfusio : mas logo que o general chegue
a S uulerburgo, ha do eneonlrar a ordein que o
ehamoo Em todo a caso, havia um motivo para
se chamar o general, que a resolocie foi toma-
da por ello, sera que se aonvesse dirigido ao mi-
nJsterio da guerra, ou a el-rei. (Alinelo.)
Nao quero com isso di'.er que estas nao sejam
dota autoridades dilTerenlcs mas creio que o mi-
nistro nio loria lomado semellianle resotacio sem
nao lia cola.Abraliuni Lincoln.
O Oltirao raerntamento ordenado pelo presi-
dente fji de 3dt),000 horneas mas pouces Esltdos
lena bramido o tea contgente completo. qurse-l
ji reeorreodo >. surte, qur por meio do alistarara-
to. Agora, Mr l.incoln pede que o numero de
31J.000 homens esteja completo a 10 de marco, e (
que, alera disso, se proceda a un novo recnla-,
nao faltava lempo para proceder desle modo, e
inexplicavcl que isto se nao tenha dado. Mas nao
queiramos jiilgar antes de ler esclarecido o nego-
cio. (Altendam.) Quando vi aquellos soldados, ad-
mirei-os ; estarn cheios de tugue fri e tran-
quillos ; estavam persuadidos de que era necessa-
rio oppOr a niais viva resistencia.
Nao os condemnemos >ois ligeramente. (Gran-
inralo de 200.030 homens. As autoridades desen- de susorro nas *") Se o queris bar, isso
volvem, ha algunas semanas, maior arttvidade l,e"e,lcevos 5 P^ miuha parte nao o faro,
para conseguirem os seus respectivos contingentes O meio mais seguro de conduzir o paiz sua
de voluntarios. ruina soltar a palavra traicao (altendam) e qua-
t O jornal Era, de Nova Orleans, publicou urna lillcar de lraiJurcs homens que arriscara o scu
ordein importante para regular o trabalho nas pangue e a sua vida Pela Pa,ria- Paiz esla **
pUiingBes, e tomando varias disposices acuca ,ame,lle muiI P^no da sua ruina, logo que queira
das proprieda* es abandonadas e das commur,ica-,exei'Ctr u:na l"'es-sao sobre Soverno por meio de
{oes entre os o|>erarios das diversas habitacoes. I moI,ns na riia- **'(|uanto que o inimigo se consor-
Depois de ler convidado os plantadores a apre
sentaran a eoimiisso dos alistamentos as mas
ideas sobre a questo do trabalho nas plantaces
o major general previne os propietarios de que no
1 de fevereiro ha de estar terminado o resula-
mento, que deve estabelecer as relaces entre os *" l,dM pelS nosOS ,n,inigos' M q,,e assum0
va no campo. (Esculem.) Traballieinos com umo
para salvadlo da patria ; nao permittl que se se-
meie a desconfianza no coraco dos diuainarquezes,
ou que ella all germine ; nem que palavras desia
nalureza, reproduzcas pelas folhas dinamarquezas,
operarios agrcolas e as pessoas que os empregam,
afim de assegurir um systema certo, economizo e
justo do trabalh). com a compensacao.
Todas as pl.iotaces que nao eslverem explo-
radas naquella (-poca sero consideradas como pro-
piedades abandonadas, e podero ser alugadas
pelo governo pessoas cncarregadas de as cultivar
urna grande responsabilidade; nunca recuei dian-
te della.
Se tivesse urna parte na responsabilidade do
que leve lugar, havia de me apresenlar corajoso e
defender-me.
Considerae que sao soldados corajosos e expe-
rimentados aquellos que tomaran) a resoluco.
convenientemente, salvo s"os seus immoveis esli- A(Iui ,em "lo os eleitos do novo, devem exami-
verem sontos da apphcaco desla ordem por al-'. na'*. discutir e decidir. Eu nao posso recuar dian-
guir.as razSes especiaes. te das manifestaeoes da ra. Mas estou prompto a
n ..... ___.. ... ,.,. ecuar, se a representaco do paiz o exigir.
t Por motivos de satide publica, ficam prohib- I "
das as transferencias dos operarios agrcolas, de j Por proposta de Mr. Tscherning. a cmara em
urna para outra habitacao, excepto para as pessoas seguida, fez ouvir nove vezes o grito de rirojo
que eslverem munidas de passes. '" *
c Dissemos, ha alguns dias, que o bspo catlioli
co de Ptiiladelphia tinha denunciado a sociedad.; \ pendencia e seguinle :
secreta, conhecila pelo nome de Feuian Rrotier-
feojd, cujo flm libertar a Irlanda.
Mr. Duggan, hispo de Chicago, sendo informa-
do de que os irlaodezes daquella cidade estavam
para abrir um bizar, sob os auspicios daquella so-
ciedade, lancou Ddosos analhemas que dependan)
delle sobre os (eienus, e ameacou mesmo cora es-
commuuho todas as pessoas que. depois de lerem
l.do a sua carta pastoral, nao tratassera de se sepa-
rar daquella mjvenosa fraternidad''.
Da fiante ia Cruz extrahimos os segundes
tr>chos do disco, so do ministro dinamarquez Mr.
Honrad, na sesso do liigsraad de 7 de feverciro :
O Ost-DentschePosI publica n'uma corres-
A conferencia de Wurzburgo tratou, alm da
guerra do Schleswie, das propostas austro-prus-
sianas sobre as coudicoes que se devem impr
Dinamarca. Os despachos circulares, que ha al-
guns dias a Austria e a Prussia dirigirn) aos seus
agentes nas corles da Allemauha, propoem por dif-
ferento modo a uniao pessoal dos ducados com a
Dinamarca. O despacho prussiano emprega a ver
dadera palavra; a nota austraca recorre a para-
phrases.
t Ambos desenvolvem o pensamento de que urna
separacao do Schleswig cora a cora de Dinamar-
ca produziria urna guerra europea; nao se pode
epnrar o Holstein do Schleswig, sem contrariar
Senhores.Pela impressao que em mim pro- os votos do povo, que era primeiro lugar quer a
duziu a noticia da evacuaco do Danewirk, cora- umo dos dous ducados.
prebendo a (pie udos vos ha veris sentido. Como
oestes ultimo* dias tenho estado mais prximo do
theatro dos acuntocimentos, julgo que o Itgsraad
saber de mim ce m inleresse o que se passou.
t Ha oilo dia- recebeu-se a noticia de que o ge-
neral commanda te tinha sido intimada para enire-
gar o Sclil.swig, o general transmitliu para Cope-
nhague a sua re-jwsta a essa intimaco. El-rei
oanife-iou polio o desojo de se dirigir ao exerciio,
mas urna viagem como esta tinha difflculdades.
vJj) rei pode dirigir-se no meio das suas tropas
para tomar o conimando ; mas isso urna eo na
delicada n'un) esiado constitucional, onde o com-
Naturalmente os estados partidarios dos direi-
tos do duque de Augustemburgo nao podem adhe-
rir a urna proposta que tenha por lim passar or-
dem do dia a resucito desses direilos. U <|ue aug-
menu a sua perplexidade. que a diplomacia da
Prussia e da Austria tem urna attitude dfferenle.
A primeira deixa antever que o reconheciinento
do principe Fredenco, como duque de Holstein,
nao desagradara Prussia, mas que esta potencia
nao quer ouvir fallar d'elle, como duque do Sch-
leswig.
A segunda nao considera separaveis os duca-
los; una dynaslia particular para o Holstein pa-
MMJtato era chafe, alad gao km o soberana, :ece-lhe uma i.npossib.bdade Na sua opinao o
devia estar subordinado ao ministerio. Pode ti.m-
liL'in fazer essa vigem para visitar os soldados as
p.ic5es e feridos. e foi effectivamenlc para esse
tura que elle parta para Schleswig.
Pelo que me diz respeito, a minha larefa ;ra
ficil. El-rei nao se envolveu de modo algum loa
actos do coinman lo em chufe. Quando eu che-
guei ao exercito, leve lugar o primeiro ataque do
inimigo ; foi repellido cora hora xito.
Verificou-se nitro ataque mesmo nas irameda-
es do Schleswig; do eastello de Gollorp viam-se
os projeciis; viaii-seosobusesrecocheteandosebre
o gelo ; enlaj fui ineu dever examinar se el-rei de-
via cooservar-se uaquelle poni. O che fe do esta-
do maior, Mr. KiutTraann, declarou, a pergunla
que Ihe flz.que julgava mais conveniente que el rei
partisse. E com u ineu consenlimento el-rei pailiu
para Fleusburgo e Sooderburgo.
N*uma entrevista que, na nolte que precedeu
a nossa partida, uve com o chefe do estado-ma or,
derlarou-me este offleial que se devia defender a
posicao. (Ait-iiQa).) Perguntei-lhe se havia alguma
coun menos atan nas suas insiruceoi-s. resjon-
deu-me negativa nenie, accrescentando queeiam
limito claras.
c Disse-lhe ento:
Que Deus vos proleja ; se as eventualidades
da guerra se offerecerem contra vos, nao sebre
vos que ha de enhir a responsabilidade.
t Decorreram dous dias; na noite de quhta-
feira para sexta, ehegou o despacho annuncando
que o c.immand.' nte em chefe (pieria evacuar Da-
ncwrke. e que o exercito se retirava. Esta rot-
Cia nao nos sorp-ehendeu menos em Alsen, do iue
vos o haveis sid ) em Copenhague. Trata-se de sa-
ber, qual foi o 'aolivrt de uina mndanca tac ion-
siderav.d n'um lao curio espago de lempo. Iife-
lizmeutc al agera lem fallado a explicaco.
O general < xpediu a acta da sessao do conse-
llio de guerra, em que, por dez'votos contra jm,
se resolveu exa-uar o Danne.irk.
t Esla acia a nda nao ehegou s depois d i se
Ir lomado conhecimenio della, que se pdem a ire-
ciar os motivo! que levaram o conselho de guerra
a abandonar a joscao, nao sem fogo, mas sem a
deixar conquis ar ao inimigo viva forca. Os mo-
tivos que se pe dem allegar sao de duas especies :
por um lado era necessario urna defesa seria e dig-
na do 1 taime virk ; por oulro, carecia-e quo o
exercito nao losse enfraquecido de um momento.
Qual destas raides prevaleceu ? Anda o ignorj.
Todava ipprovo completamente a resolucao
que o ministro da guerra tomou de chamar o ge-
neral e o chefi do estado-maior, afim de ouvir as
primeiro desejo da Allemauha assegurar a indi-
visao dos dous paues ; qomto d> naslica de
um inleresse muilo inferior. Mais valeria deixar
reunir os ducados sob a dynaslia dos (Jlucksbur-
(.o, do que separa-los para deixar um sob o dorai
nio dos Augustemburgo.
Mas de todos os enviados das cortes allemaas
em Herhn chegam noticias, das qoaes se v ijue a
Prussia prosegue em planos secretos, taes como a
iicorporaeao dos dous ducados na mouarchia prus-
siana. E' grande por toda a parte a desconfianza
a respeito destas loleneSea secretas, principalmen-
te no Uanover, e no Wurteniburgo.
Da obra escripia por um ofllcial allemao so-
bre as forcas de Dinamarca, extrahimos as segra-
les informaces, acerca dos entrincheiramentos de
Duppel:
t Entre a enseada u'Apenrade, ao norle e a ba-
ha de Flrasburgo, ao sul, esleude-se a pennsula
de Sundwitt, que, em 1848 e 1849 foi theatro do
sanguinolentos combates. Militas enseadas peque-
as, a de Nubelnoer, e a de Wenningliond pene-
trara na pennsula, separando della uina parte, a
pennsula de Broacker. A E., separada pelo Sun-
da d'Alsen, liea a ilha desle nome. A parle X. do
Estrato, o Alsfjord, lem o coinpriinento de 12 ki-
lmetros, e em geral urna largura de i kilmetros,
c urna prefundidade media de 10 30 metro. A
parte media do Estrato forma o pequeo canal de
Alsund, do comprimento de 10 kilmetros, com
urna profundidade de 10 16 metros. A exlremi-
dade S. do Estreilo dilala-se e forma o Wennng-
bond, de urna profundidade de 20 :tfi metros.
t Este canal tao profundo, que admitte navios
de todas as lotacoes, e toca em certos pontos a
costa. A parte, onde mais estrello, prximo de
Sonderburgo, o Alsund, tem a largura de 330 pas-
sos eu o alcance de espingarda, e em parte algu-
ma toca a largura de 600 passos.
c A extremidade oriental da pennsula compre-
hende a parte que descreve Alsund para o NO. e
Wenningbond est cercado, do lado do continente,
por urna serie de colnas continuas, e forma a po-
sicao de Duppel. O terreno que se eslende alm
destas alturas para O., accidentado, como o Sch-
leswig em geral; tica dominado pelas colinas do
Duppel. Oulr'ora esla posifo nao tinha entrin-
cheiramentos. Hoje aquellas alturas esto guar-
necidas com sete reductos fechados, que formara
urna liuha de defesa para o interior, apoiando o
seu flanco direiio no Alsund, prximo de Surluk-
ke, onde protegido pelas bateras d'Alsen; o
flanco esquerdo da linha apoia-se no golpho de
Wenningbond.
As obras esto construidas de maneira que
podem bater o terreno at Stenderap. Ao norte
' da estrada que conduz ao moinho de Duppel, fi-
cam quatro reductos *dfl que vou fallar; ao sul da
estrada eneonlram-se mais tres. Os seus reparos
sao de argamasw, e tem 20 pea d'aliura os fossos
(eem 20 pea de largura e 12 de profundidade. Os
' reducios eslo ligados entre si por baleras arma-
das de pecas de grosso calibre, esp almente as
que se encontrara entro o moinho de Duppel, e o
Wenmngoond. de maneira que os flancos podem
ser defendidos do mar, o o centro das aburas de
Duppel. O Alsand e o Nubcluoer oOorecem s ca-
nhciras o meio de tomar parle na defesa.
t Alm disso, as numerosas enseadas o pontos
de desembarque permitiera era caso de defesa lau-
car as suas tropas sbitamente, e sem ser aperce-
bidas, em lodos os pontos onde possivel cortar o
inimigo pela rectaguarda. A passagem do Banda
em Souderbourg. est coberta por duas excelentes
obras de defesa.
A costa da ilha elevada, o est guarnecida
de muitas bateras.
A ditancia entre os reductos do Duppel e es-
tas obras, de 1,500 2,000 passos. tem urna ex-
celente praca d'armas para um exercito. Duas
puntes de barcos asseguram as communica
entre esla praca c a ilha d'Alsen.
O Jornal de S. Pctersburgo publicou o texto
do ukase imperial, acerca da nova organisaeao
provincial. Este documento concebido nos se-
guimos termos :
No Io desle mez, S. M. o imperador Jirigiu o
seguinle ukase ao senado :
t Tendo julgado conveniente chamar os povos
lcaos administracao dos negocios, que dizem
respeito aos interesses e s necessdades provin-
ciaes de cada um dos governos, e cada um dos
distrielos, por intermedio de delegados da sua es-
colna, temos ordenado ao ministro do interior que
elaborasse, segundo as bases por nos indicadas,
prejeclos de regulamenlos sobre a organisaeao de
insliluices provinciaes especiaes para a gerencia
dos ditos negocios.
< Julganios que estavam na conformidade dos
nossos desejos os projecios de um regulamento so-
bre as instituicoes provinciaes do governo e do
districto, e as regras transitorias, destinadas a
guiar essas instituicoes para os negocios relativos
aos censos lerritoriaes, aos provimentos pblicos
e assistencia publica, projectos redigidos segundo
as bases mencionadas, e examinados em conselho
do imperio, e por consequencia nos os temos sanc-
ionado, e inclusos os transmittimos ao senado di-
rector, ordenando o seguinte:
t i" O regulamento sobre as instituicoes pro-
vinciaes do governo e do districto, e as regras
transitorias para essas instituyeles scro immedia-
tamente postas em vigor nos governos de Vladi-
mir, Vologda, Voronege, Vialka, Calherinoslaw,
Kazan, Kalonga, Kostroma, Koursk, Mo*cow, Xij-
ni-Novgorod, Novgorod, Olonets, Orenltourg, Orel,
Penza, Perm," Poltava, Pskow, Razan, Samara.
S. Petersburgo, Saratow. Simbirsk. Smolensk,
Taurida, Tambow, Tver, Toula, Kharkow, Kher-
son, Tchernigow e Yaroslaw.
2" O ministro do interior expedir immediata-
mente os regulamentos iudispensaveis para a aber-
tura das instituicoes provinciaes nos mencionados
governos, e para os seus primeiros trabalhos, e os
submetter nossa approvaco, por intermedio do
conselho do imperio.
O senado director nao deixar de tomar as
disposicoes necessarias para a execucao do pre-
sente.
De urna correspondencia extrahimos o se-
guinlo,.sobre o boato de auxilio offerecido pela
Italia Dinamarca:
Os jornaes estrangeiros fallam de propostas
de auxilio armado, feitas Dinamarca pelo gover-
no italiano, e nao deixain de exagerar em sentido
irnico a preleudida dedicaco que a Italia moslra
em se offerecer para oceupar inmediatamente
uina poseo que nem a Franca nem a Inglaterra,
nem a Suecia acceitaram anda.
t Os homens polticos lio de ter de certo com-
prehendido quanto ha de inverosmil na allitude
que se attrbue Italia a respeito do governo di
namarquez. D'uma adheso moral dada causa
d'um estado f/aeo, cujo territorio est invadido
pelos exerctos de duas poderosas nacoes, ao offe-
recimento de auxilios, ha uraa grande distancia
e a Italia nestas circunstancias, nao offereceu na-
da mais do que um testemunho de generosa sym-
pathia.
As circunstancias polticas sao de lal nature-
sa que o gabinete de Turin, que todos os dias con-
ta novas no reino, e que. trabalha para as augmen-
tar, nao pode pensar senao era reserva-las todas
para a causa italiana, Esie o sen primeiro de-
ver. Nao est por isso dsposlo a assoriar-se ao
movimento da opinio publica pela sua npnosicSo
poltica au-tro-prussiana, c o governo dinamar-
quez nao devo ler at agora procurado nesta posi-
cao, mais do que uraa forca moral, a nica que
actualmente tem a esperar da Italia, i
Do jornal Iai Frunce traduzimos o seguinte :
t A questo dinaraarqueza entrou nestes ltimos
dias n'uma nova phasc, e tomou um carcter par-
ticular, que permittia modificar os pontos de vista,
porque ate agora tem sido encarada, e a attitudedas
grandes potencias.
t A poltica da Prussia, mal comprehendida pe-
las promessas ambiguas que fez ao governo ingle?,
no momento em que, de accordo com a Austria,
entrou no Schleswig, revela-se todos os das cnais
claramente.
t Se oceupando-se o Schleswig, se tratasse s de
adquirir uina garanta para conslranger a Dina-
marca a satisfazer aos seus compromissos, o xito
dos Austracos seria muilo sufficienle, e deveriam
suspender para encelar novas negnciacSes e regu-
lar as questes em letgio do urna maneira diversa
das armas. Em vez disto, proseguem na guerra,
sitiara Dappel e Fredericia, e declarara que nao
consenliro em armisticio algum, em quanto um
nico soldado dinamarquez existir, nao s no ter-
ritorio continental do Schleswig, mas tambem na
ilha d'Alsen.
Ao mesmo lempo a Prussia toma posse, apear
dos protestos da Ailemanha, dos pomos martimos
mais imiwrtantes do ducado do Holstein : Riel,
Aliona e Neumenster esto oecupados pelas tropas
prussanas, e todos os despachos concordara em
prever que se trata de una causa mais seria do que
urna oceupaco teni|>oraria.
i E' diflkil considerar semelhantes actos como
conformes rom as promessa; feitas pelo gover-
no prussiano s potencias signatarias do tratado
de 1832.
Deixam antever projectos de conquista c de
amhicao pessoal, que san mi to das tradieoes po-
lticas de Berln, e que explicara claramente a Mi-
lodo de Mr. Bismaik para cim as cmaras pru-
sianas, e a respeito da Ailemanha, para que possam
deixar de ailrahir seriamente a Ulencao das poten-
cias europeas.
t Estarn a Prussia e a Austria eompletamente
de accordo nestas circumstanclas I Se se arredilar
urna expressio que se attrbue Mr. Bfsmark os
Austracos fariam a guerra pelo re da Prussia.
Comludo nao deixa de ser provavel admillir que a
facera tambem um poneo no seu inleresse, e que,
sem sustentar, como a Prussia. ideas de engrande-
cimento rusta da Dinamarca, a corle de Vienna
(rata de obter, n'uma aeco eommum com a corte
de Berln, garanlias. e um apota contra as eventua-
lidades que podem surgir do lado da Dalia, de Hun-
gra e mesmo da Galizia.
Seja como for, hoje que a urna simples execu-
cao fi'deral, como de principio se tratava no Hols.
lein. ou a una simples occuiiaco a titulo de ga
rantia, e para facilitar negociaces pacificas, como
se trata no Schleswig, se subsiituem svmptomas
nao equvocos de amhicao e ele conquista, a questo
muda ae face, e de alloman que era de principio
tornase europea.
A Europa nao pode assistir impassivel a pro-
jectos de annexacoes lerritoriaes, que modifican)
consideravi-lmente o seu equilibrio ; nao pode dei-
xar de verificar um movimento hbilmente combi-
nado, que aliaste o lim principal sob um desinle-
resse apparente, e que dopoii darla a urna invaso
Injusta a autordade de fado consumraado.
Julgamos. pois, que para a Austria e Prussia
ehegou o momento de explicaren) claramente o que
pretenden! fazer. e at onde ?ntendem levar a sua
eampanha contra a Dinamarca.
c A Franca guardou nesta grave questo a mais
reservada e prudente anmele ; observou os acon-
teciraenlos sem tratar de os complicar, envolvendo-
se n'uma ntervencao inopporluna; mas est longe
de deixar de se interessar.
A carta do imperador ao duque d'Augustem-
burgo Iraenva a poltica fraueeza nos termos mais
explcitos. Benvola para a Ailemanha, e sympa-
ihica para a Dinamarca, reconneceu ludo quanto
lera de serio e consideravel movimento nacional
que agita os [tovos germar.ieos; mas nao pode
querer que um paiz to importante como a Dina-
marca desappareca da caria da Europa, o que urna
raca to valento como a dinaraarqueza, sejaabsor-
vida e enfraquecida ; nao pode querer principal-
mente que urna to profunda modfieaeao nas con-
dices do equilibrio europeu, se verifique em pro-
veito da Prussia, contra os principios dodireito das
gentes, contra os estados secundarios da Ailemanha.
e contra os mais legtimos interesses das outras po-
tencias.
t Tcmo-lo dito muitas vezes, todas as nossas
sympathias sao pela Dinamarca o herosmo com
que se defende, e a coragem que o seu pequeo
exercito se desenvolve contra forcas cinco vezes su-
periores, nao pode deixar de fortalecer o inleresse
que inspira; combate pela sua nacioualidade,
pela sua patria, e pelos seus lares ; nunca bou-
ve cousa que tune mais justa, nem mais respei-
tavel, como disse o imperador, nao pode deixar
de excitar entre nos as sympathias da opinio pu-
blica.
t A Dinamarca est resolvda a urna defeza des
esperada eooheee bem que ha na Europa difflcul-
dades e questes graves, que se bgam mais ou me
nos directamente ao sen proprio futuro, e das quaes,
nao sera razo. espera poder tirar partido se pro-
longar a resistencia.
t Em lodo o caso, perante a manifestaco, todos
os dias mais decisiva, das anuices de que sao oh-
jecto o territorio dinamarquez e os portos do Blti-
co, o horisonte politice das potencias europeas aiar-
ga-se c desenvolve-se. A Franca nao lem as mes-
mas nades de guardar a atlitude reservada que de
principio se impoz logo que U questes suscitadas,
nteressem n'ura grau to elevado situado e
tranquillidade da Europa.
Julgamos que se explicaeoes satisfactorias nao
definrem raais claramente, n'um sentido muito des
intressado, a poltica da Prussia, nao hawria que
se oppozesse de futuro a que o governo francez, en-
tiendo aos votos tamas vosea manifestados pida In-
glaterra, unisse as suas reclamaces s do gabine-
te briannico para garantir a Dinamarca contra
urna expoliaco injusta, e o equilibrio europeu con-
tra annexacoes de territorio,! exlensoes de influen-
cia, que nada pedera legitimar >
O Momleur d TArmft publica as seguintes
informaees, escripias de Fteratburgo :
A ilha d'Alsen, que nesie momento oceupa
um.t poseo iinporlante na c neslo entre a Dina-
marca e Ailemanha, est Minada no pequeo Bell,
e a urna pequea distancia do mar Bltico, entre
os golfos de Apenrade e de F.eusburgo. Est se-
parada do Schleswig por um pequeo braco de mar,
Alsen Sund, que. n'alguus pontos, nao lera mais de
500 metros - t A popataeio da ilha, si'gnndo o recenseameulo
de 1862. de 21,000 almas. Alsen tem nove kil-
metros de ronquido sobre q latro de largo, e em
geral bem culiivada.
Divide-se em tres distrirtos, que sao : ao n ir-
te, o de Nordhurgo ; ao sul, O de Sonderburgo; e
no centro, e de Augusteiiibur^o Cada um destas
districlos lem |>or capital urna cidade que tem o seu
nome, e em cujo centro se eleva um grande eas-
tello de construecj muilo autiga. Os dous pri-
meiros daquelles tres easlelli s esto abandonados,
e serven) Ue arm izens para a inarinha. O lerre-
ro, o de Augustemburgo, construido em 1697 por
um membro'da familia daquelle norae, bello e
bem guarnecido. Possue um magnifico parque, vi-
sitado por todos os viajantes.
A casa de Aogustemborg, cujo chefe reclama
hoje os ducados, joasuia oulr'ora a maior parte da
ilha. Anda ali se v a egreja sepulchral, onde
descancain os restos niorlae- de seu fundador, o
duque Ernesto Gunther, naseido em 160'J, e que
moiTeu em 1689.
O ultimo rei de Dinamarca, prevendo a luta
que um dia poda rebeniar entre o seu paiz e a
Alieinanba, fez fortificar a liba d'Alsen, a guarne-
cen loOo o eslreito de bateras de costa, bem cons-
truidas e bem armadas.
< a cidade de Sonderburgo fizeram-se ultima-
nicnie trabamos importantes est hoje protegida
por uina trplice buha de defeza.
t Do laiio oppeeto do eslrrito, e no imdio mais
angular, elevase, en) frente de Sonderburgo, no
httoral de Schleswig, a fortaleza de Duppel. E'
c.nstruida na extremidade de uina lingua le trra,
e est apoiada pelos tres lados pelo mar. Esta for-
taleza em forma de feria lura ; hga-se a una
serie de obras exteriores ujoe a completara Entre
essas obras, di-tiugue-se um pequeo forte, levan-
tado sobre uina coima de u is 40 metros de altura,
que bale toda a planicie; est em coiiiiiiuuica^o
com a fortaleza por um camiulio robera Todas
estas obras leen) duas ordena de baleras.
Todas mitn obras de defeza formara o que se
chama linhas de Dnppcl. Conten ujoartois biioda-
dos, e um campo iiiiriiicheirailo, oque permute a
um exercito reiirar-se para ali, apuiandu-W na es-
qu'da duamarqueza, que, uitslas circiiuisiaucias,
piule dcseiupcuhar nina pos i rao importante. Aquel-
la esqnadra pode fornceer o exercito, p-io era
ci ininunicaco com a ilha d'.VI>en. onde esto os
seus armazeiis, deposilos n pavimentos, uianleudo
as suas retefcVt com Compenhague.
c Durante a guerra de I84H, os Dinamaripiezes,
que se retiraran) para Duppel, lizeram urna s< lida
olf-n-iva, e ganliaiam a cideore batalha d'ldsteol,
que poz teruiii a guerra. Se ioje fos>em forcados
naquella posy)), podertum pas-ar para a ilha
d'Alsen, onde, protegidos pela sua niarintu, muito
sii|ienor da Ailemanha, liaviaiu de encontrar uiu
refugio certo. A ilha d'Alsen pode estar, pe
lado do mar, em com mu ni cacao continua com a ca-
pital.
Alsen est cercada de um grupo de pequeas
libas, que tem desde 608 melros at 3 kilmetros
de exienso. As prihripaes, pela ordem de impor-
lancia, sao : Tborseng, Aeroe, Drejo, Birkholra c
llorljioe. Estas ilhas sao habitadas por martimos
e pescadores.
Escrevem de Varsovia o seguinlo Qazettt
detAcademie, jornal russo :
t Julga-se que Bogoslawiki, de que fallei na
nimba anterior carta. 6 um dos prim-ipaes cnefes
revolucionarios ou chefe da cidade, como tam-
bem ihe chama o correspondente da AoeiuV du
ora, ou secretario geral do governo nacional. E'
mu mancebo de2) 8 anuo. Tinha chegado ulti-
raamente a Varsofia, viudo da naiversidade de
Heidelherg.
Urna pasta que se encontrn continha, entre
oulros pape-, os seguintes : a organisaeao dajus-
uca, e da polica do governo oceulto, e os oren-
mentos que Ihe sao relativos ; notas de diversas
pessoas que f.izem parle di organisaeao nacional
sobre o que se pasma na ddade mutos reqne*
rmenlos e peledes dirigidas ao Rzond para pedir
soeoorros pecuniarios, diiferentes sgneles, no alto
dos quaes estavam inpressas em leltras maiuscu-
las : Hzon I miroilowy. IVydziu polio/i (governo
nacional, sessao de polica), e pela parte inferior
eslava o sello correspondente.
Outros siuetes liiiham a inseripeo : Sckrela-
riat starm (secretario de estado), temi, pela parte
debaixo um sello particular.
Toda a corres|K)ndencia encontrada na pasta
eslava sellada, assim como outros documentos mui-
to iuteressante..
Mas como ja disse o documento mais impr-
tame descoberlo na pasta de Boguslawski, a lista
das pes>e>as que se acbavaui no servico da organi-
sacao revolucionaria.
O exame previo dos papis apprehendidos, es-
lava terininado s duas horas da mulle, e o gro-
mestre de polica fez chamar todos os ollieiaes de
polcia, que morara nas iinmodiacdes, e raandou
prender as pessoas indicadas na li?ta do chefe da
cidade.
A's oito horas todas as prisoos se tinham veri-
lieado com o melhor exilo.e tinhara-se foikt as raais
rigorosas pesquizas no- domicilios de cada uina
das pessoas presas, pesquizas que produziram des-
eobertas muito Importantas.
Esta tarde, no oilavo districto, um sargento
de polieia prendeu um horaein chama lo Alexandre
K.....estudante da academia de Varsovia, o qual
se reconneceu ser reetbedor de imposlos para o
Uzond.
Apalpndose, enconlrou-se-lhe, cozido na
manga esquerda do seu casaco, os nomes da com-
nssao do governo oceulto.
Confessou ludo, e denunciou dous dos seus
eumplices, que tambem foram presos boje mes-
mo. >
O governo inglez communicou ao parlamen-
to os documentos diplomticos acerca da questo
polaca.
Entre ellos encoutram-se don*, que anda nao
sao conbecidos, e que parece terein encerrado a
correspondencia e posto termos negociaco.
Ei-los:
De lord Bussell lord Napier.
Ministerio dos negocios estrangeiros, em 20
de outubro de 1863.
Mylord. O baro de Brunnuw commnnicou-
me um despacho do principe de (ortschakoff, com
data de 26 de agosto (7 de setembro), era resposta
ao mon, de II do mesmo mez, de que liaveis sido
encarregado de entregar urna copia a S. Exe.
O governo de S. M. nao desoja prolongar a
correspondencia a respeito da Polonia, com o nico
lim de controversia.
t O governo de S. M. recebe com satsfacao a
seguranza de que o imperador da Russia contina
a estar animado de intencoes benvolas para com a
Polonia, e de conciliaco para com todas as polen-
cas esirangeiras.
O governo de S. M. reconhece que as retacos
da Bussia a re>p.-iio das potencias europeas, eslo
reguladas pelo direito pulihco, mas o imperador da
Rumia lem ubrigaees especiaes relativamente a
Polonia.
O governo di! S. M. mistrou, no despacho de
II de agosto e nos precedentes que, relativamente
I esu que-io particular, os direilos da Polonia es-
to inscriptos no mesmo instrumento que constitue
o imperador da Bussia rei da Polonia.
Sou. ote.Riusell.
P.-S.V. Exc. fica encarregado de entregar
urna copia deste despacho ao principe de Uorls-
chakoff.
De lord Napier ao conde Rossell.
S. Petersburgo, 27 de outubro de 1863.
Mylord.Na conformidade das nstrucees le-
legraphicas de V. E\c, eneonlrei-ine com o prin-
cipe de (ortschakolf esta larde, e entregue S.
Exc. o despacho de V. Exc de 20 desle mez, que
tinha relaco com os negocios da Polonia.
O vice-chaneelter leu em voz alta, de princi-
pio at ao lira, o despacho de V. Exc. sera fazer a
menor observaco. Quando coneluio, S. Exc. ob-
servou que, na'communicaco de que eu fr en-
carregado, va elle una prova das disposiijes am-
iMvcis do governo do S. M., e um acto conforme
com os verdaderos interesses da Polonia, porque a
moderaco do governo de S. M. eleve reprimir
as esperawcaa exageradas do partido revolucio-
nario, e abreviar o momento em que o imperador
ha de estar nas circunstancias de executar as suas
benvolas intencoes para com os seus subditos po-
lacos.
t Tenho a honra, eleNapier.
0 SEGREDO DU ABBADE.
non
Anuido Gama.
MU
(Conlinuaco do n. 63.)
Travoa-W desde lo.,'o a couversaeo, na qual,
apz ditfereiites incidentes, por que saltilaran ale
de lodo lixarem o assumpto u'ella, assim disse
Vasco de Ornellas :
To D. Gouqalo, sabe a primeira cousa com
que depara, ao chegar hontem a Guarde/ lia i
Foi com o nosso Ferno general em chefe de um
exercito aguerrido, que Uerrotou em menos de
raen hora um forte destacamento Arancel que ti-
nha das Caldas.
Dcves acrescentar, Vasco, replicou Ferno
de Alpoim que ao leu esforco e a tua valen-
la foi devido em parle o bom resultado, que Uve-
moa.
Mas verdade exclamou aqu rijainente
Duarle Pinheiro tu m'o disseste, Vasco d Or-
nellas. .. devoras. Masdiz-nie ca, Ferno de Al-
poim, como que conseguiste fazer-le o Achules
dataos mirundes de tamancos ? Tu, homem pre-
viente e de conselho, lu que calculas as even-
tualidades anda as menos provaves dos aelos
mais insignificantes da vida, tu... tu, frente de
homens de chucos, de paisanada imbelle e indis-
ciplinada, a arroslar coi os soldados aguerridos
do corso !...
Mas olha que essa paisanada imbelle e n-
discipluiida ja lem feto rugir por mais de una
VOS os lacs soldados aguerridos do corso inter-
ronipeu, sorrindo, Feruo de Alpoim.
K balem-se com coragem e com pertinacia,
de que nunca |iense: que fossem capasesacres-
rentou Vasco de Ornellas.
Diz mais, sobrnbo Vasco, continuou D
Gonealo que se nao losse o bom juizo e a pru-
dencia do nosso Feruo, essa paisanada revol-
tosa, que eile arregunentou contra os Francotes e
que lo denodadamente se bate com el es, seria
una horda de assas-inos e de incendiarios, au
furores dos quaes nao escapara de certo una s
das casas notares da provincia.
D, Leonor encolheu aqu os hombros com ar-
rgame soberna ; e Duarte Pinheiro replicou, sor-
rin.io :
At a de Nesperra. to D. Gonealo f
Nao te vangloiies da cga dedicaco com
que a gente da honra de Nesperra venera a tua
familia, Duarte respoudeu D. Guncalo,E'de-
dcaco exceiK-ional ; e ai.ela assim, na la au-
sencia, nao sei oque seria.
It.isiava ii ineu nome replicou, torrado,
Duarte Pinheiro.
Tu nao salh-s orno est a provincia. Duar-
te disse Ferno de Alpoim.
E Deas queira que os fados le nao desmin-
lam, sobrinh acrescentou D. Gonealo.Che-
gaste anda ha pouco...
comludo, como se nunca livetw parti-
do disse rom orgulho Duarte Pinheiro.Asse-
vero-llie fpie na honra de Nesperra nio ha um
s b miem, que se atreva a olhar sem respeito
par o si n donalai io.
Vasco de Ornellas, q0e eslava de p, Bneottado
m> parapeitodo terrado, deima ver um ligeirowr-
n-1 de irona, com > quem tinha era cont de fan-
farronada a asseveraeaa de Duarte.
Podo milito bem ser isso que dizes-obser-
vnu-lhe entao pausadamente.Quanto a mim. sei
di/erie que, ape cia oo eouto de Guardizella, que o donatario nao
e muit i para gracas, anda assim, Duarle. nao
tenho nelle a mesma conlianca que lu tens no
leu.
Duarte anda est com os oihot muilo fe-
chados acre.eentou D. Gonealo. Pensa qna as
rousas eslo no mesmo pe, era' que elle asdeixou
quando parliu para Franca. Hoje preciso fallar
de chapeo na mao aos villes...
Parare inerivel interrompeo aqu D Leo-
nor parece inerivel que hmiiens ndalgos di-
gara taes rousas Duarle diz a verdade ; quando
as pessoas de bem saliera oceupar o seu lugar, a
cansina nao se atreve a levantar os olhos para
ella.
O olhar de Vasco de Ornellas eseureceuse mo-
mentneamente ao passar n'um relance de cima
do rosto de D. Leonor pira o de Duarte Pinheiro.
Ferno sorriu com affahilidade, e responden in-
vectiva arrogante da prima :
A prima Leonor urna senhora, por isso
nao conhece to di! nerto o estado em que est o
povo. Se andasM M meio delle. como nos anda-
mos, provavel que pensasse de outra maneira.
E a experiencia, tilha, j te mostrou......
^-ial). Gonealo a dizer.
O pae illii'le-se acudiu arrogantemente D.
Leonor Se eu fosse homem. a casa de Cerze-
dello nao lena, com toda a certeza Ih'o afrnio.
no ii-ria pastad i pelas affrontas, por que lti-
mamente lera passado.
Pareee-ine, prima Leonor. replicn Fer-
no de Alpoim ailignra-se-me que o transigir
com o impossvel nao deshonra atacaran. A
consecuencias da imprudencia de luclar contra
elle que sao sempre desagradaveis. Vea o que
aronteeeu ao primo Vasco MendeS de Encoura-
dos. Quiz resistir, nao pode e ento o matarara,
e queiniaram-lhe o solar.
E elle morreu, como deve morrer um ver-
dadero lidalgo exclamau D. Leonor. Vale
mais acaliar assim do que viver deshonrado e
alvo de affrontas de vil loes.
Mas nao ser melhor, prima, esperar que
esles furores revolucionarios acalmen), e depais
castigar...
Oh I sin). Basgar as entranhas do javalr.
denota de os caes o ha verem derepado. e Ihe te-
rein inutilisado os colmilhos Honrosa monte-
ra, de certo I Nao lavajo as honras do feito.
Pelo amor de Deus. primo Ferno. nao diga
isso I
Peco perdo, prima Leonor disse ento
Vasco de Ornellas.Parece-me que V. Exc exa-
gera a apreeiaeio dos aconteeimento. Pela mi-
nha parte preferira es(>erar por melhor lempo,
a sujeiiar-me a ser esmagado pela canalha e a ser
causa do solar de miw paes ser deshonrado pe-
los ps de villes, como aconteceu ao primo Vas-
co Mendes.
D. Leonor filoei em Vasco de Ornellas os o-
Ihos com expresso de pasmo insolente e so-
berbo.
Parece inerivel que gente Hidalga pense des-
ii maneira I exclamou ento Primo Vasco
de Ornellas, lembre-se que um cavalheiro deve
preferir ser feto pedacos a dobrar um momento
a cabeca (liante da canalha. Demais a gente ties-
ta parte da provincia nada lem da braveza e da
1 ferocidade dos habitantes das trras d'entre o C-
I vado e o Danto,
Vasco de Ornellas saendu os hombros, sorriu
com irona, e logo replicou :
Seno ver que aconteceu em Santo
Thyrso ao D JOio de S eao Sarment. A gente
desla parte da provincia assas>inou-os com tanta
ferocidade. como a coi que a d'entre Cavado e
Desle atsaminoo oprimo Vasco Mendes, o primo
Bernardm Freir, o engenbeiro Vllasboas e ou-
tros.
E assim dzendo, Vasco de Ornellas olhava
com arrogancia para I). Leonor; mas aquella ar-
rogancia condeca se ir enfraquecendo cada vei
mais, enfreada pelo violento amor qne linha
prima, e peda justa admiraco que Ihe era inspi-
rada pela extraordinaria formosura della, agora
realeada pela exallaco da soberba, que Ihe pur-
purea va as faces, e da va movimento soberano
impassiliildade glacial, que de continuo Ihe en-
regelava o aspecto. Naquelle momento D. Leo-
nor era devoras um Satanaz adiniravelinente for-
inoso e adoravel.
Ao ouvir as ultimas palavras de Vasco de Or-
nellas, D. Leonor cravou nelle os seus grandes
olhos i,'. tongas pestaas assetinadas. com um
olhjtr de fra solierba, e ao mesmo lempo de des-
preso mal dsfarcado. Esteva assim um mo-
mento, que foi o tempo bastante para a sua for-
mo rara, como o escudo de Atlante, esmagar Vas-
co de Ornellas, declarando-lhe totalmente lelas
as facilidades da alma ; e em seguida respondeu-
Ihe em tom sereno e sem Irahir a menor comuin-
co :
D'esses fados conclue o primo, que um ver-
dadeiro lida godeve deixar-se insultar impunemen-
te pela ranalna Pois eu, do que acabo de ouvir,
courluo jue os Hidalgos de hoje o-u'o s pelo nas-
cimento, mas nao pelo saugue que Ihes corre nas
veias. Ah I que se anida houvesse u'esta provin-
cia um s verdadeiro cavalheiro 1
Mas, lilha, tu bem sabes o que esteve para
nos custar essa loa maneira de ver as cousasbal-
buciou 1). Gonzalo.
E Vasco de Ornellas presencou hontemac-
cresceutou, sorrndo. Feruo de Ajpoim -o quaulo
me cusa a dominar Malbetis Simo.
A este nome D. Leonor dnd um salto e a impas-
sibilidade glacial do rosto illuminou-se-lhe um mo-
mento com resplandor verdaderamente saUmeo.
Matheus Simo acudiu ellaprimo Fer-
no, nao falle n'esse hornera, nao pronuncie OssO
nome, i|ue a coudeinna^o de toos iMBens da
nossa familia. Quera diz MaiheusSuiio, iz a uo>-
sa deshonra, a uos.-a vnleza, a nossa eovaidia. Ao
ouvi-lo, receio morrer de vergoulia. Ou I so eu
foss homem 1 Batan baveria um fidalgo de Cer-
zedello que nao base eovarde.
Apezar do rosto Ihe nao Untar emoco alguma,
D. Leonor paro, abalada pela raiva diablica que
a domiuava. Os olhos de Duarle Pinheiro liuvain-
se no rosto della cora fulgor que sigiulieava appry
vafo do que ella izia. Ao uouie U Maliicii- Si-
mo despertara nelle o raucur, >pie syupaluisava
com o seiitimenlo que incendia va a forinosa Udia do
senlior de Cerzeudlo. Ao ve-lo asaras, o ro.>to de
Vasco de Ornellas lornou se negro de chime. E'
que o inoeti que bjaorava os uolivus, que dewoviam
Duarte Coiitia o capikio de Passos, acivditou que
aquelle fulgor do rosto do pumo era a eipresso
do ai:ior, que aili.iirava aquella qae o inspiruva.
Alguns instantes depou, o. Leonor couiinuou :
Primo Fernn, nao torne mais a pronunciar
diante du mim esse nome. Eu nao Uve culpa du
villanas que, ha pouco.se praiicaram dentro des-
la casa. Oh I se eu tora homem, nunca ellas le-
ara acontecido I Se me nao quer ver murta de
vergoiilri. nao torne a fallar d'esse hornera (llanto
de mim. Deixe ver se me posto esquecei do que
um da esse viilo entrou de chapeo na cabeca no
solar dos Baies de Cerzedelio, i|ue o senhor do
Hitar o sentn consigo mesa, e .ubre tuno... u
sobre ludo que, ao de.-peJir-se, o cauallia pul faun
liar un nle a nato no liouiiiro do ldaigu, e tan dis-
se. .. baibuciou ella suloca i;e lia isse tutor-
haiiienle :Sr. D. Gonealo, nao te una medu ; lca
ilebaixo da pruteceao elocapiiao de Pas.-o.-.
D. Leonor parou de repente, e licuu birla, direila
e Com o ro.-lo fro e iiupas-ivel como u de uiuu cs-
latua de inariuore.
Por vida miuha I balbucieu Duarle Pinhei-
ro cora os olhos lineales cuino os de urna fra.
Aquillo... foi as ?
(CoMlinMur-c-Ai.)
'KMNaMUIX). I'YP. iE M. F. F. 4 FILHO
i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVG6EFDG1_FDEP1P INGEST_TIME 2013-08-27T22:38:45Z PACKAGE AA00011611_10329
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES