Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10328


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Full Text

V
AMO XL HOMERO 72.
Por (res mezas idiaiitdos 5$O00
Par Ires mezes vencidos 6J0U
Porte ao correio por Ires mezes. 0750
TERCA FE1RA 29 DE MARCO DE 1864.
Por anno adatado.....19$00O
Porte ao correio por ura auno 3$00<)

-
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i

~
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Par&hyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, O Sr. Antonio Marques da Silva; Ararat y,
Sr. A. le Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
iiveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Mnrqaes Ro-
drigues; Har, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCAIIREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Rahia, o
Sr. Jos Martins Alvt s; llio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparrao.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
extas-feiras.
SaatoAuto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruarn',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
P) d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
3oa Vista, Ourirury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Fonnoso, Tamandar, Una, Barrei-
os, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
liba de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, da.
EPHEMBRIDES DO MEZ DE MARI.'.O.
1 Qnarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
15 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 3 s. da m.
23 La cheia as 8 b., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. c 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da manha.
Segunda as 8 horas o ."i minutos da Urde.
PARTIDA DOS VAPORES COTEIR03.
Para o sul at Alagas a 8 e 26; pira o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Api pucos s 6 ", 7, 7 8 >/i da rn.; de Olinda s 8 da m. e (i da tarde ; de
Jaboato s 6/, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Remlica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/j. V 4 /,, 4 'A.
8, 6 Vt. 5 Vj e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 '/, da tarde; para Jabala > s i da tar-
de ; para Cach&ng e Varzea s 4'/da tarde; para
Henifica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUN'AES DA CAPITAL.
Tribunal docoinmercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta* s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1
da tarde.
hora
DIAS DA SEMANA.
28. Segunda. Ss. Prisco, Maleo e Pastor mm.
2!. Terca. S. Berlholdo c; S. Joas m.
30. Quaila. S. Rudezinho b.; S. Joao Climaco.
31. Quinta. S. Vercmundo; S. Balbina v.
1. Sexta. S. Macario b.; S. Valerio al>.
2. Sabbado. S. Francisco de Paula f. dos rol.
3. Domingo. S. Panamo b.; S. Benigno a.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livrara da praca da Independencia
ni. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d
Fara & Fimo.
PARTE OFFIGIAL
GOYERM DA PROVINCIA.
Eipcdicnle do dia 23 ir marro de 1861.
Ofllcio aoExm.Sr. Dr. Roberto Calheiros de Mel-
lo, vi- -presuma da provincia de Alagoas.Ac-
cusando a recepeo do ofllcio de 16 do correte,
em que V. Exc. me rommuniea haver assnmdo a
admnistratro desea provincia naquahdadedeseu
1 vir. -presidente, tenho a salisfacao de assegurar
V. Etc. que suas rleos e preceifos qur leudan)
o servci) publico, qur ao particular de V. Exc.
sent li'el mente executados.
Dilo ao brigadeiro coinmandante das armas.
Qorira V. Exc. expedir suas ordens para que sejam
atregua ao chefe da estacan das Cinco-Puntas em
os devidos lempos os vencimentos das praeas des-
tacadas no termo d'Agua-Preta, aflm de seren por
elle enviados ao capito commandante do mesmo
destacamento.Communirou-sc ao delegado da-
quelle termo.
Dib ao Dr. chefe de poliria.Devolvo V. S. as
coritas das despezas feitas com o sustento dos pre-
sos pobres da cadeia do Buiquc, nos mezes de no-
vembro fevereiro ultimo, que vierao juntas ao
ofllcio de V. S. n. 268 de 4 deste mez, alim de ser
pareca que cnto mesmo o governo inglez bouves-! quez proprianienle dilo ; e o gabinete, de landres ra em que se acha a Dinamarca eon a Austria e
se de dar-nos urna salisfacao ampia pelo insulto reclamou sem demora contra semelhaote situarn, i Prussia, Sua Magostada leve de desistir desse seu
feito. Nao est nos precedentes do gabinete de alias contraria ao tratado de 1832, de que a Aus-1 projeclo.
Londres reprovar cabalmente os actos dos seus tria e a Prussia sao, lanibcm signatarias. Masessas Armunciam as folhas desta capital que carchi-
agentes. i potencias allegara irrimeiro que a Dinamarca tem duque Maximiliano d'Austria ehegara i l'ans no
Consia-me que Mr. Christie se acha em disponi- dado a guerra proporcoes geraes, capturando os j dia 5 do crrante, em companhia da arrhiduqueza
bilidade, comquanto a gazela offlcial nao lenha navios prussianos e austracos, e em segundo -lu-! sua esposa e do Sr. Guttierez d'Eslrada, que se
por emquanto publicado essa nova. Ha todava um gar que aquella oceupacao temporaria ecom ins acha ao servico de suas altezas reaes por ordein do
facto assas significativo, e vem a ser que depois da meramente estratgicos. A cada instante aqu governo mexicano. O lim desla viagem parece ser
aos exames de verifleacao de capacidade para o retirada da legacao britannica do Brasil aquella esperada a noticia do ataque de Frcieriria pelos urna entrevista poltica entre aquelle principe e o
nianisterio primario. diplmala nao pode alcancar mais urna pstalo ef- Austriaeos, que provavelinente se assenhorearo imperador Napoleo para concertarem os meios
Lito ao juiz de direito da segunda vara desta ti- fecliva ; isso quer dizer que lord Russell nao ou- desse ponto, attendendo s foreas muir, > superiores ; de prein em aceo a regeneraco do Mxico con -
1 cebida pelo monarca francez. "l'm dos eXpedien-
omaisaeao ile urna leao esirangeira
acempanhar o novo imperador para o Mxi-
me utos, e com relerencia um processo que corre Lord Palmerston contina a debater-se na ca-'. cumstancias ser modelada, pelo que i esse respei-
perante o juizo municipal da segunda vara. mar dos communs contra a opposico que prepa- to bouver de fazer o imperador Napoleio ; e quan
pia incluso, exigi a assembla legislativa provin-
cial por intermedio do respectivo primeiro secre-
tario.
Dilo ao director geral interino da instruccao pu-
blica. Respondetido ao seu ofllcio de 17 do cor-
ren le sob n. 40, tenho a diter que approvo a deli-
bencao que tomou o conselho director de marcar
tres epuca< em cado auno a saber, os mezes de e-
veri-iro, junho e outubro para nelles se proceder
Lito ao jutz de dueilo da segunda vara esta ti- lectiva ; isso quer oizer que mru nusseu nao ou- oesse ponto, aiieiiueiido as torcas muir,) superiores ; ue potem e
dade.Remello Vmc. para tomar na considera- tarta affrontar a opinio publica atjni em nosso fa- de que disnoem ; e o que faro nesse caso a Ingla-; cabida pelo
cao que merecer o requeriinento incluso de Ma- vor, dando um oulro lugar a Mr. hristie rojos ac- trra e Franca 1 A opino mais seguida que a lt'^ ser a t
noel Jos da Fonseca acompanbado de dous docu- tos no Brasil baviam cahido na reprovacao geral. acee futura do governo brilannico" em taes cir-' I"'1' acemps
Dilo ao juiz de direito interino da comarca da ra-se para btelo na questo dinamarqueza. Lord
Tacaratu.Com a copia da informacao ministra- Roben Cecil-o Mr. Disraeli annunciaram urna in-
da em 14 do crrente pelo inspector da lliesoura- terpellacao ao governo a esse respeito para o dia
ria de fazenda, respondo aos scus otTleios de 27 de 11 do frrente, e se suppoe que nessa occasio o
fev;reiro el do correte, daclarando-lhe que nao partido tory tentar derrotar o ministerio. Este
cor ipelia esse juizo nomear quem interinamente gabinete, que ltimamente propozera aos bellige-
sul'.-tituisse o coilecior de.-se municipio. ranles no norte da Europa urna conferencia para re-
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro. guiar a questao dano-allema, nada conseguio nes
Avista do projecto n. 7 deste auno, constante do
incluso cxemplar, informe Vmc. com urgencia se
a estrada de ferro tem de passar no lugar denomi-
nado Ca|eiras, e se nesse lugar haver estacao.
se sentido: e este Infeliz resultado parece haver
peiorado a sorte do ministerio l'altnerslon. Entre-
tanto este estadista parece disposto a alo ceder,
mesmo em caso de derrota, tencionando enlo re-
alim de salvar-se
L'ito abjuiz municipal do termo do (luricury. correr dissoluco da cmara,
satisfeita a exigencia constante da informacao do1 Coi) a copia da infonnagao ministrada em l'J do por urna nova el eico.
inspector da the-ouraria provincial de 18 do cor-'conente pelo inspector da thesouraria dt.' fazenda
renle. sob n. 100, e da respetiva contadoria juntas con referencia ao parecer do respectivo procura
dor fiscal juntos por copia, respondo ao seu ofllcio
de 12 de fevereiro prximo lindo, dizendo-llie que
o e;crivo da civel da villa de Cabrob Joao Far-
por copia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Coi as informaces juntas por copia, ministradas
pelo brigadeiro commandante das armas e theaon- | reir da Rocha Frota nao est autorisado a sellar
raria provincial em 17 e 21 do correte, satisfaco papis.Remetieu-se |wr copia ao juiz de direito e
a requ sieao dessa inspectora comida em eflicio de nnnicipal de Cabrob.
10 desla mez, e sol n, 126, a que veio annexo o| i'ito ao delegado do Limoeiro.Remeti ac-
requei intento que devolvo, do guanlio dos reli- piada informai;ao ministrada em 9 do corrento
(riosos franciscanos do convento de Sanio Antonio sob n. 8'i pelo taapaMor da thesouraria provincial
nesta cidade, relativamente a parle daquelle con- a queallude o meu ofllcio de 14 e o de Vmc. de
vento que serve de quartel a companhia fixa de (21 deste mez.
cavallaria. loriara.O vicepresidente da provincia, atlen-
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. as inclusas dendo ao que requereu o leante da terceira com-
contas cm duplcala na importancia de 1: l'.i'.'.Joi'J. panhia da secc.io da reserva da guarda nacional
A cmara electiva actual foi escolhida no miuis
terio de lord Derby, e isso ser motivo para que a
rainha acceda a dissolve-la.
So mercado de Londres os consolidados ingie-
res ficam a 91 -i/S, preco que ltimamente se tem
mantido na esperanza de que o governo britannico
nantenlia a neulralidade da Inglaterra no meio
das complicaces que ameacam a paz geral da Eu-
ropa. O partido conservador tem declarado ser
essa tamben i a sua poltica, salvo certos casos que
seria deshonroso para a Graa-Breianha seguir esse
plano.
Os fundos brasileros de 5 n esto a 99 e 100 ;
e os de 4 1/2 % a 86 3/4 e 87. O nosso ultimo em-
presumo contina a descont da S 1 1/4. Os fun-
dos portuguezes 3 % a 47 3/8 e 48. Os gregos
provenientes, de fretes, passagens e comedorias
dadas por conta do ministerio da guerra, passa-
gelros do governo nos vapores da companhia Par-
nambiicana, aflm de que nao havendo inconveni-
ente e estando taes conias em termos, mande pagar
essa qnantia ao encarregado da gerencia daquella
companhia, que assim solicitou em oflicio de
boje.
da as?embla legislativa provincial constante do
oflicio do respeclivo 1 secretario datado de 21 do
crrente, envie-mc V. S. rom brevidade urna nota
de todos os terrenos de marinha concedidos ao en-
genheiro Jos Mamede Alves Ferreira, desde o
anno de 1850 al dezembro prximo passado com
designacao das respectivas htcalidades; una dita
dos terrenos tambem de marinha que pelo referido
engenheiro tem sido transferidos nutras pessoas
com declaracao do valor pelo qual fai feila a trans-
ferencia de cada um.
Dito aoinspector da thesouraria provincial.Em
vista de sua informacao de hontem sob n. 106, da-
da com referencia a da contadoria dessa thesoura-
ria auioriso V. S. a mandar liquidar para ser paga
quando a assembla legislativa provincial volar
crdito visio perieneer ao exercico j encerrado
de 1861 1863 a quanlia de 64A33.", que se est
ilever ao professor da radeira de primeras latirs
da cidadfl de Cmaro, Jos Isidoro dos Santos,
proveniente da gralificacao por mais de 15 annos
de servico, que deixou de' rereber desde 24 de fe-
vereiro ate o ultimo de junho do anno prximo
passado.
Dilo ao mesmo.Restitundo V. S. as duas
tontas, que vierao annexas ao seu ofllcio de hon-
tem, sob n. 10o, relativas, as despezas feilas com o
sustento dos presos pobres da cadeia do termo de
Flore- a contar do 1 de dezembro do anno prxi-
mo passado al 12 de fevereiro ultimo, tenho a
dizrr em respnsta que de conformdade con) o pa-
recer da contadoria dessa thesouraria mande credi-
tar o delegado daquelle termo pela quantia de
2004000, como j se ordenou em oflicio de 15 do
crreme, e entregar a Manoel Ribeiro de Carralho,
smente a de 275400, visto ter de descontarse em
taes c 'pas I4A000, dependidos com o sustento do
escravo Lourenco, recolhdo predita cadeia.
Communireo-se ao Dr. chefe de polica.
pilo ao desembargador provedor da Santa Casa
da Mbcrirordia.Tendo a assembla legislativa
provincial novamente exigido os eselarecimentos
!! que trata o meu oflicio datado de 8 do correle,
conven que V. S. m'os remella com a brevidade
que Iba fr pnssvvl.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do .Iie.-pondo ao offkio que. V. S. me dirigi em
10 de fevtTero ultimo sob n. 15 declarandolhe
que nao pode ser approvada a deliheraco que V.
S. tomou de mandar dar transporte para esta cap-
til no vapor Mumanguape. a vuva do sentenciado
Jos de Barros e Silva e 6 filhos menores, |x>r se
oppor o inspector da thesouraria de fazenda ao
pagamento de despezas de senielhanle natureZa.
Dito ao mesmo. D V. S. as suas ordens para
que vi nham a esla capital na primeira opportnni-
dade, como requisltou o Dr. chefe de polica em
ofllcio de 18 do correte, as testemunhas que tem
de depr no processo que o juiz municipal da 1"
vara va instaurar ronlra o preso Jos Francisco
Qoirino e ouiros complicados na morte do senten-
ciodo ManoelLeandioFetosaCommuncou-se ao
juiz municipal da 1' vara.
Dilo ao capito do porto Faco apresentar V.
S. o remita Ignacio orra de Mello, aflm de lhe
dar o ronvemeiile deslino de|n)is de inspecciona-
do Coinmunicou-se ao Dr. chefe de poluia.
Dito ao director das obras militares.Nao exis-
tindo na secretara do governo, por ter sido re-
mullido em original para a corte d'onde nao vol-
tou.o oreamcnloda obra do paiol da plvora que
de conformdade com as ordens impenaes tem de
ser construido no lugar denominadoTorrenao
pode por i-so ser salsfeila a requisicao feita por
V S. em ofllcio de 21 do correte sob n. 21, ca
bendv-me declarar-llie que lendo dito ornamento
sido confeccionado |>or essa reparticao, onda deve
ter Picado copia do mesmo, peder V. S. servir-se
deste para o lim que alinde o citado oflicio, que
lea adffl respondido
Dito ao director das obras publicas.Informe
Vmc, com urgencia alim de ser salsfeila a exi-
gencia da assembla legislativa provincial, cons-
tante do oflicio do respectivo primeiro secretario
datada de 21 do Brrenle ; 1- qnaes as dimensoes
do tarreno oceupado pelo quartel do corno de (hi-
lela e soas dependencias; 2. se consta ter sido
autorisado a venda de parte desse terreno, e o-
deimii-ada a fazenda da respectiva importancia.
Dito aoine-n)oEnveme Vmc. com urgencia
os eselarecimentos, que segundo o offlcio por co-
do innnicipio de laruar Manoel Libera I i no Freir 5 % ti 1/2. Os mexicanos 3 % 42 1/2. Italianos
5 "/. 66; e turcos 4 /. garantidos 100 e 101.
O nosso algodo contina em Liverpool pelos se-
guintes procos : o de Pernamhuco 26 d. 3/4 e 27 d.
por libra ; Maranhao 27 d. 1/4; e o da Baha 25
i/2 e 26 d. Cacao do Brasil de 45 s. 50 per cwt.
; Po-Brasil 75 s. por tonelada. E couros seceos do
i Rio de 7 d. a 9 d. por libra.
Do Brasil chegaram ltimamente Inglaterra os
; seguntes navios : do Maranhao Jamno Syste (24)
i Liverpool; da Baha Irinculo e The C'ifi/ of the
Saltan (i) Liveriwol ; do Maranhao Cuide (2)
| Liverpool ; de Pernamhuco The Annie Scotl (5)
de Carvalho, e ten lo em vista a informacao do
respectivo commandante superior datada de 14 do
correte, resolve conceder-lhe seis mezes de born-
ea para tratar de sua sade onde lhe conv ier.
Lita.O vicepresidente da provincia, attendan-
do o que requereu o juiz municipal e de orphaos
do termo do Rio Fonnoso bacliarel Rufino Colho
Dilo ao mesmo.Para ser salsfeila a exigencia da Silva, resolve conceder-lhe um mez da lcanca
to a este se snppSe que esse incidente ) obrigar a
manifesiar a poltica que definitivamente lera de
adoptar com relaco queslo do ScDleswig, na
qual esse soberano nao lem lomado parte.
A Vige de Cherbourg annunria entretanto que
o ministerio da marinha expedir or lens para o
pono militar desse nome. alim de que os navios
encouracados ali ancorados se achem promptos pa-
ra partir at 15 do mez correnle ; e de Toulon in
formam as follias de Paris de que a esquadra ap-
parelha, dispondo do numero de transportes sufli-
cente para embarcar cem mil homens. Esles in-
dicios na se acham todava confirmados por or-
dem algumi da autoridade, mas naodeixam de ter
urna certa sigruncaco, porque em orcasao de cri-
ses semelhantes presente teem provado serem o
preludio de siicressos bellicosos.
A manuiencao das tropas russiana.'. em Kolding
( na Jutland ), bem como o ataque de Prederci pe-
lOS Austriaeos, ha de provavelmente determinar o
imperador Napoleo a a adoptar urna iwlitca qual-
quer na questo dao allema ; e esta successo, se
vier a produzr-se, que servir de ihcrmometro
poltico no meio das innmeras difliculdades em
que se acha a Europa. Se a Franca houver de
romper com a Austria e a Prussia, cnlo teremos
talvez de ver em breve a questao da oceupacao do
Rheno por essa potencia, a da Hungra e a da Ve-
neza, eneaminhar-se repentinamente para urna so-
lucao.
Para aggravar a situaco, succede que o gabina-
te de Vienna acaba de declarar a Gallica e Cra-
covia em estado de sitio, por haver descoberto que
o partido revolucionario se acha em relacdes inti-
mas com o governo nacional de Varsovia. Espe-
ra-se tpie o re da Prussia declarar tambem em
estado de sitio o ducado de Posen, onde o partido
revolucionario se acha igualmente sob a autorida
co, com o que o governo francez vira a estar ha
bilitado no lim deste auno a retirar d'alli as suas
tropas. Tajonea se suppoe que Sua Alteza Impe-
rial entrar em negociaeoes quanlo as Imancas
PERBAMBOCO
ASSEMBLA PROVINCIAL'
SESSAO ORDINARIA EM 16 DE MARCO DE 1864
ramomoa no sr. conselheido trigo de
LOUREIRO.
As II e ,'j horas da manha, feila a chamada e
ac hando-se presente numero legal dos senhoree
de potados.
Abre-se a sessao.
E lida a acta da anterior approvada.
O Sn. PniMEino Secretabio d conta do se-
gunte
EXPEDIENTE.
Um ofllcio do secretario do governo, remetiendo
daquelle novo imperio, sendo que para tal (ira ca- felaioriu apresentado pelo director das obras pu-
rece de contrahir einpreslimos no valor de vinte blicas relativamente sua reparticao. Intei-
rnlbes esierlinos : este rumor causou grande ra'^'-
baixa neslc mercado nos fundos mexicanos, que 0u,r1 lo mesmo, remeltendo as infrmales
havendo chegado ja a 44 1|2 se acham a 42 i[2 e presladaj pela repariifao das obras publicas acer-
com tendencia para matar baixa. j* U;w 0r;is e nwleriaes do terceiro raio da casa
De Pars viro aqu suas altezas imperiaes, afim d! detenco, e bem assim o orcamento para con-
de se despcdirem da rainha e de S. M. el-rei Leo- elusao dessa obra.A quem fez a requisicao.
poleo; e filialmente regressaro a Miramar, junto Outro do mesmo, remetiendo as informaces
de TrM
que Ihes
pelo qual o Mxico proel.....
principe imperador constilueional. Assumindo en-1 0u,ro mesmo. remetiendo o relatorio da cmara
tao esse novo titulo, S. M. imperial seguir no fim municipal de Olinda acompanhado do balanco de
do prsenle mez com a iasneratrii nara a sua nova s"a receila e despeza do exercicio findo. A com-
patria a bordo
aquella mestna qne levou esse principe ao Brasil 0u, do mesmo, remetiendo copia do ofDcio
ha agora dous ou tres annos I dirigido pela cmara municipal da villa de S. Ben-
O governo provisorio do Mxico aguarda com ,0 ,TA commjsso de orcamento municipal,
anxiedade a ehegada de S. M. imperial, porque de- Lnw P61"^0 d Juvemano Fernandes da Silva
seja consolidar a nova ordera de cousas: unto Manta opposilor das cadeiras do Curso Commercia.l
mais que com a chegdado imperador dever ees- Pedindo que se lhe marque o seu ordenado.A
sar o governo militar francez, que por emquanto cemmissao da pelieocs.
lem ali regida. Outra de diversos moradores da povoacao do
Sua Magestade assumir todos os poderes, fican-'Arcu de Una, pediodo urna quota. para os reparos
do apenas ao commandante era chefe francez os di- da capell daquella povoacao. -A commtssao de
reitos de regular o que possa concernir aos milita-. orcamento ,., ,
res perleneentes sua expedico e que por isso Outra de Manoel Francisco Colho, professor de
devem car sob sua jurisdieco. latim da freguezia de S. Jos desta cidade, pedrado
As noticias dos Estados-Unidos chegam at 24 de 1ue e marque quota para o pagameolo da casa em
vereirn nliimn I tl11^ funcciona.A coinuiissao de instruccao pu-
;elinal.nente regressaro a Miramar. junto yutro uo mesmo, remeiten.to as iniormacoes
i-taifa, aonde recebero a deputaco mexicana ministradas acerca dos impostos cobrados as cr-
ibes annuncar a realisaeao do voto nacional, de (>aruar, Nazareth, e povoacao de Pedras
qual o Mxico proclamou' unnimemente esse d-- rogo. -A quem fez a requisicao.
dor constitucional. Assumindo en-1 0u,r mesmo. remetiendo o relatorio d?
ulo, S. M. imperial seguir no fim municipal de Olinda acompanhado do ba
con) a imperatriz para a sua nova su? receita e despeza do exercicio findo.
da fragata austraca Elisabrth, missao de orcamento municipal.
fevereiro ultimo.
A cmara electiva da Washiugton passra um
vol tendente a reformar a constituico na parle
relativa propriedade dos escravos,, declarando
por esse expediente extineta para sempre a escra-
vido na Galio. Este acto desesperado servir
con; ordenado,
sua sade.
na forma da le. para tratar da
de desse governo secreto. Em taes circumstancias apenas para aggravar as paixoes e prolongar a lu-
Expedieate do secretario de gsrerno.
.N.58.-OlIleioao primeiro secretario da assom- 8U221!!; do Ul Grande ^-V/''(5) a
o Brasil : de Li-
Pernaraburo : de Li-
ver|KX>l Unnish l'rincess (24) para o Maranhao :
de CardifT Linila (23) para Pernarabuco ; e de
Liverpool The Queen of lhe Ptym (3) para Per-
namhuco.
A gazela ofllcial desle governo pubhcou ha dias
a coinmunicacao de Mr. Bille, ministro dinamar-
ta por parta do sul, que recelando urna insurreico
servil hade combater at ultima extremidade.
O general Gillmore havia cessado o bombardea
*. w- ----"im to *^^ p* HIIKIIU Jl/VI V.-lrtl IVIitl UJJt-lll *-V
ble;, legislativa provincial.De ordem de S. Exc. Vueenstown.
o Sr. vice-presidenle da provincia, transmiti a Do InRlaierra seguiram para
V. 8. para serem presentes assembla legislativa 2S S??hln"..(ii) par*^r
provincial 40 exemplares do relatorio cora que o
me;mo Exm. senhor abri a presdnte sessao da
me; mo assembla.
K. 59.Dilo ao mesmo.O Exm. Sr. vire-pre-
sidente da provincia, satisfazendo a deliberacao da
assi mhla legislativa provincial constante do ofll-
cio de V. S. n. 27 de 10 do crrente, manda trans-
mit ir-lhe, por copia, para ser presente mesma
assembla, a informacao ministrada pelo inspector
da thesouraria provincial, com referencia aos que-
silo i 1 6 do citado oflicio. e declarar quanto
esle ultimo quesilo que, tendo sido a venda da
propriedade em questo realisada |ior 7:50OJ> em
pagamentos annuaes de 2:5005 e a ultima propos-
t e 10:0005 em prestaees do i:500, claro
que sendo esla reronhecidainenle menos vanlajo-
sa, nao poda ser aceita de preferencia.
A lm disto accresce que j eslava effectuada a
venda, quando foi apresentada aqjiolla proposta e
nao so tratava de urna arremataco que se podes-
se rescindir, se porventura foss ella superior em
urna 3a pane ao valor da compra, o que sa nao
dava na hypothese vertente.
(,'uanto, porm, ao stimo quesito, aguardam-se
os tselareiimentos que se axigiram do juiz dos fei-
to s da fazenda nesta data.
ponto urna expedir
O general Beauregard annunca porm qne a
EXTERIOR.
CCUlKKNFVUKVnAN I Il \
mo oe Fi:n.\4nHi'i'o.
i.n\nRt:x.
8 de marro de IS6i.
0 paquete Oneida entrou no porto de Southamp-
ton com a mala do Brasil, nao nos trazendo toda-
va noticias polticas de importancia. Entretanto
o Mornmg llsritltl, jornal desla capital, pubhcou
uiim correspondencia do Ro acerca do estado da
mediaco portugueza entre o Brasil c a Gra-Bre-
tan'ia. na qual se asssevera que os ttohs ofllcios de
S. M. Fidelissiina nao tem produzido o desejado ef-
leilo, porque o Brasil nao confia na influencia do
mediador, que demais nao popular no Brasii por
ser um principe |iortuguez I
O Informante foi anda mais longo, dizendo que
a Inglaterra declinara a mediaco que antes de
Portugal offerecera a este governo o baro Gros
em nome do imperador Napoleo. A este respei-
to nao me consta que jamis oembaixador fraucez
bOUTOSse projiosio formalmente a mediaco do im-
perador na questao anglo-brasileira; creoque ape-
nas signifieou um desejo, que nao foi aqui fervo-
rosamente acolhido, p..rque nessa poca nao era
conhecida anda a deciso do re dos Belgas, a
qual se houvesse sido em favor da Inglaterra te-
ra enllocado esta potencia mais urna vez em posi-
eao activa a respeito do Brasil.
A mediaco de el-rc de Portugal foi aqu aco-
Ibida. e segundo disse ha ponen tempo Mr. Layard
na cmara dos communs o governo inglez aco-
Iheu-a formalmente, porque depois daquella deci-
so o ministerio Palmerston-Russell nao teria mais
a coragem moral de aggredir o Rrasil, achando
se inleiramente desacreditado perante o paiz por
motivo de conflicto que levantara no Rio de Janei-
ro. Anda hoje o governo britannico se acha des-
cor eeluado por tal motivo, e me parece que dona-
ta progredir nos termos de urna concihacao qual-
quer com o gabinete do Rio : espera entretanto
que o governo imperial declara haver aceito a me-
diaco, alim de que o mediador prosiga no seu fim.
O respeito com que depois da retirada da legaco
imierial desta corle, o governo inglez falla sem-
pre do Rrasil at ceno ponto um indicio do dese-
jo que aqui existe as regidas ofllciaes, da urna
reconcilaco cora o governo imperial ; e se o par-
ldc conservador subisse ao poder, mais depressa
ser .a obtido esse resultado, se bem que nao me
receia-se unta sublevaco geral era loca a Polonia,
c que por motivo disse os imperadores d'Austria e
Russia se achem de accordo cora o rei de Prussia
para obrarem conectivamente n'aquella emergen-
cia e em qiiaesqoer oulras, que pos-am surgir do
estado poltico melindroso era que si acha a Eu-
ropa ; este supposto accordo seria urna nova sania guarda avancada do exercilo federal fora repellida
allianea, destinada sohroiudo a actuar contra a na Florida junto do Lake City.
Franca, caso esta venha a tomar si a causa das Urna parle telegraphica da Alabama annuncar
nacionalidades. Para Nova York que o general Sherman derrotara
Na ataba penltima missva annunrei que na
Italia o partido da accao mquinava demonstra-
rles em favor de Roma e Veueza ; esse estado de
blira.
Outra de Francisco Correa de Amonra, fiador
de Joo de Barros Cavalcante arrematante dos
impostos municipaes da cidade da Victoria, pedin-
do um abate de 400,5000. coramsso de orca-
mento municipal.
Outra de Antonio Jos Pinto, proprietaro de um
terreno silo na ra de S. Miguel di freguozia dos
Afogados, pedindo a ndemnsacao desse terreno
memo de Chai lesin, havendo despachado desse que Ihefoi desapropriado pela presidencia para o
ponto urna expedico contra a Florida. cemiterip daquella freguezia.-A commissao de
cousas actualmente o mesmo, mas nem por isso
tpiez neslacorle, participando que ei-rei Chrstiano 0 governo italiano deixa de tomar providencias pa
declarara bloqueados os partos do Holstein e do ra impedir um mnvimento extemporneo.
Sclileswig oriental, dependentes do territorio que se Entretanto o gabinete de Turm lem mandado
acha era rebelliao contra a coroa dinamarqueza : refere os para i linha do Minceio, e se acha prepa-
esse bloqueio leve comeco em 25 de fevereiro pro- rado para as eventualidades que se recea. A
ximo passado. Austria lem 150 mil homens na alta Lombardia e
Nada .-mencionado nesse documento acerca do Veneza. e tambera se julga habilitada para aceitar
bloqueio dos portos allemes pela esquadra da Di- 0 combale que a Italia possa ouerecer-lhe.
Quanto porm a Roma, que solucio vira a ter
essa questao, quando cerlo que as tropas fran-
cezas permanecen) na cidade ? As arrias Italianas
namarca, apezardo que a imprensa tem espalnado
no senlido alllrmalivo ; entre tanto o gabinete de
Copenhague cmbargouj nos portos dinamarqueses
varios navios allemes, bem romo captaron por n.o oasartam atacar a guarnico frr.nceza, que pa-
meio da sua esquadra alguns navios mercantes da rec dever all permanecer sera prazo limitado;
Austria e Prussia. Em Hamhurgo o pnico que exis- e d'ahi a conlinuacao dessa dilficuldade que tra-
te pelo recelo do bloqueio desse porto pelas torcas bem impede a unificado da Italia. Entretanto a
navaes dinamarquezas, inmenso attendendo ao
grande commercio que a Allemanha faz por esse solano prompia da q
lado. Como disse na mnha ultima missva. a Aus- para'mais larde a que-io romana que como diz
ira destaeou j para o ocano germnico urna di- respeito a Italianos entre si peder mais fcilmente
visao naval com o lira de proteger o commercio da g^r ajustada, sendo talvez occasio opporluna para
eonfederacao, e a Prussia arha-se cora toda a sua marinha em servido activo.
E' duvidoso se as potencias neutras reconhece-
rao o bloqueio dos portos alleires pela Dinamar-
ca, cm quanto esta potencia nao houver declarado
a guerra a Confederacao Germnica ; por que al
boje a Allemanha, na sua qualidada de federacn,
lera apenas intervindo no Holstein e no Eldeinburg
para executar urna orden) federal, a cuja autorida-
de o gabinete de Copenhague se submetleu reti-
rando desses dous ducados suas tareas. Nessas
circumstancias, pois, toda a aggresso por parle
da Dinamarca seria reputada rebelde e por conse-
grante indigna do reconhccimenio dos governosque
Dos assim aprouver.
O partido do papa resiste porm a quaesquer
projeclos, e nao creio que venha jamis a prestar-
se a una reconcilaco com os patriotas italianos.
Na Allemanha contina a lula entre as potencias
secundarias e as duas de primeira ordem. A Aus-
tria e Prussia, rereiosas dos perigos exteriores que
ameacam essa patria conimum, tomaram a van-
guarda do movimento allemo para nipedrem
compheaces exteriores de grande alcance; mas
as potencias secundarias, que nao acreditara na
sinceridade desses gabinetes quem alias attri
l'olk prximo de Bandon, fazendo-lhe doze mil pri-
sioneros.
Corria
gan atravessara o no le
bloqueiavam esse ponto abaixo de Challa, A commissao de commercio, agricultura e obras
legi-lacao.
Outra de Hermno Deifiuo do Nascimento Lima,
escrivo privativo do jury, pedindo para ser igua-
lado o seu ofllcio ao de outras comarcas sendo-lhe
concedido oflicio de 1* tabellio. commissao de
justica civil e criminal.
L-se e approvado depois de algumas consde-
dos Srs. Sabino
irla o boato qne o famoso guerrilheiro Mor- \ rat's dos Srs. Sabino e Reg Barros, o seguinte
alravessra o ro Tenessc, e que os confedera- Pa j1'^^;^. .-
dos
nooga.
Mr. Chase, ministro das (mancas do presidente
Lincoln, insista pela sua demissao. e parece que
Mr. Robert I. Walker seria seu successor.
O premio de ouro ficava a 57 >:.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ra levado a declarar a guerra confederacao, nao Schleswig ao niareehal Wrangel.ao que todava tem
___* ______________,.i... ... .... ___i _... ^ .....,._,. -** n j.i* Ar>..^ n i\li car alt-
relo que esse receiado bloqueio venha a ser legi
timamente pelas potencias neutras que delle bajara
de tomar conheciraento. A Inglaterra solTreria
minio com o bloqueio dos portos da Allemanha, e
seria provavelmente a primeira a combater a exe-
cuc'i d''s-a hoslilidade, em quanto a Dinamarca se
adiar em presenca da Confederacao Germnica as
circumstancias presentes.
Pelo que respeita Austria e Prussia, a Dina-
marca nao estobrigada a semelhante doutrina, por
que prelendendo haver j cumprido seus compro-
mssos para com cssas potencias, declarou-lhes a
guerra logo que ellas invadirn) o Schleswig.
por emquanto resistido a dieta apezar de ser ex
pressainenle declarado que os cominissarios civis
da dieta continuaran! a administrar o Holstein e
Lauenbourg.
Todo o receio dessa corporace est em que
Prussia venha a aproprar-se os ducados, com o
que exerceria na confederacao urna influencia
absoluta; e por isso deseja reconhecer quanto an-
tes os diretos do principe Frederco d'Anguslen-
Imurg, o qual urna vez soberano e memoro da die-
ta havia de fazer nella cansa commum com os pe-
queos Estados aflm de contrabalancear a influen-
cia da Austria e da Prussia.
Hontem j s 5 e meia horas da tarde appareceu
o vapor inglez M'igilnlen'i, procedente da Europa,
s fundeando s 7, sera embargo do que veta a
mala para a ierra e ohlivemos nossas cartas, das
parta sensata do povolatano sa oomeotrnta em a !#*** uamos a do nosso corresimndente de Lon-
pla da tptesto de Venera, dexando dres, no lugar competente, a que temos apenas
que acrescenlar o que segu :
Nao frueiillcou a idea da reunio de urna confe-
rencia diplomtica, para resoluco da queslo di-
namarqueza, a qual contina no mesmo p.
O rei Christiano contina em sua idea de resis-
tencia, como anda ha ponco expendeu na resposia
urna mensagem da cmara.
Na Polonia a insurreico decresce dia
da.
O imperador da Russia acaba de ordenar a eman-
cipacao dos servos desse paiz, tornando-os proprie-
tarios das trras que cultivara, e fleando isentos
de pagar os direilos que eram sujeitos.
Igualmente determinou o iraperador que seja
obrigaloria para os Polacos lingua russa.
A preponderancia da Austria e Prussia con-
tina a triumphar contra os pequeos estados;
se acham en paz com a dieta federak "bestemodo fniem vistas mteresseiras, resisten! aflm de estabe- perdendo. em consequenca disso, terreno cada vez
a menos que essa assembla reconheca a successao lecer o equilibrio as relaces polilicas dos dver- j mais a causa do principe de Auguslemburgo.
do principe d'Augustembourg ao Holstein e Schles- sos Estados. Reappareceu a crise ministerial belga, de-
wig atucando assim a integridade dos dominios di- ltimamente a Austria propozera passar o com-1 pois da reaberlura das cmaras, rallndose ja em
nainarque7.es, e pelo que el-rei Christano serala!- mando era chefe de lorias as foreas no Holsteine que o novo ministerio seria organisado pelos brs.:
- Deschamps e de Tneux, ambos chefes da d-
reita.
Sua magestade o re seguir para a Inglaterra,
aflm de oceupar-se da complicacao dos negocios
polticos na Europa, segundo se diza.
Na Italia continuavam os armamentos, qur
no reino italiano propramenta dilo, qur no Vneto
por parte da Austria.
O ministerio hespanhol pedio e obteve sua de-
mi-so, sendo substituido pelos Srs. Mon, presi-
dente do conselho sem pasta ; Pacheco, ministro
dos cstrangeiros; Cnovas del Castillo, reino;
Chavans,justica; Salaverria, fazenda; Marrhess,
guerra ; Pareja, marinha ; Ulloa, obras publicas ;
e Lo|>es Banasteros, ultramar.
O imperador dos Franceses anda contina ?
manter-se no stafa quo, quanto s qtiesiocs aetnaas
europeas, mostrndose cada vez mais reservado.
Ficava em Pars o archiduque Maximiliano, de-
vendo parlir dentro em pouco para o Mxico.
As noticias do Mxico sao sempre favoraveis
aos Francezes. que anda ha pouco conseguirn! a
submsju de alguns pontos oceupados por parti-
darios de Jurez.
No Japo foram completamente incendiados
o palacio ti Tuieoum e nina parte da cklade.
Em Portugal foi apresentado s cmaras pelo
governo um projecto para a regnlarisaeo do pro-
cesso sobre liberdade de imprensa.
J hava eomecado no parlamento a discussao
do projecto. sobra a abolico do. monopolio do ta-
baco.
A frae em Cabo-Verde toma proporcoes tero-
veis.
Bram importantes as peritas produzidas petas
lorntoda^a-s nos ramp. das margens do Tejo.
A polica do Porto capturo! um artista qne fa-
bsieava chapas para, notas falsas do Brasil.
Assim,'pois, o bloqueio de Dantzig, Trieste e ou-! O governo britannico parece desconhecer a
tros pontos prussianos ou austracos, ser reconhe- competencia da dieta de Francfort na queslo da
cdo sem contestacao, porque el-rei Christano tem successao, mas se essa assembla viassa a dar
perfeito direilo de faze-lo; ese por agora o governo esse paso com o assenti ment da Austria e da
dinamarquez se limita ao bloqueio j annunciado, Prussia, e se a Franca nao assuraisse enlo vistas
que o seu principal fim consiste em exercer to- hosiis esse expediente, estou cerlo que a Graa-
das as hostilidades na localidade onde o inimigo, Bretanha havia de aceitar ali nal o vot federal;
oceupacao eslrangeira e rebeldes, est causando
maiores males aos Interseos que el-rei Christano
est defendendo rom toda a energa.
O exercilo dinamarquez continua a manler-se em
Duppel, que um ponto bem fortificado. Em com-
porque a poltica deste gabinete evitar a guerra
lodo rusto, como disso prova tudo quanto
lord Russell tem feito na questo polaca e na da-
no-allema 1
No dia 10 do correte ter lugar em Burkin-
municaco immediala com a ilha de Alsen, essas gham P.ilaco nesta capital o bapilsatlo do duque d
foreas retobeas d'al'i toda a especie de auxilios, o Cornwall, filho do princifte e da princesa de Gal-
por meta da marinha de guerra sao fcilmente les. Sua magestade a rainha assistir a esta ce-
iransportadas para os diversos pontos onde a sua remonta, bem como o rei dos Belgas que aqui
concurrencia possa ser requerida. Os Prussianos chegou para esse lim no dia 3 do correle. O
que se acham defronte daquella praca, preparam-se duque e a duqueza de Cambridge, a princesa Ma-
para o assallo; e os Austracos levara em vista ra de Cambridge, e a gra-duqueza de Meeklem-
igual fim contra Fredericia, situada na Jutland, e burgo Strelilz, foram igualmente oonviaM >s para
que ellas lom ltimamente cercado. I essa ceremonia que ter lugar por esse modo
A occopa?ao da Jutland pelo exercilo allado com grande, pompa. A rainha da Dinamarca era
tara causado neste paiz viva oxcilafo, porque esse aqu esperada para assstir ao bainisadtt do seu
facto nvolve urna violacSo d territorio dinamar-; real neto, mas em consequenca dotstvode guot>
publicas, quem foi presente a pelicao de Francis-
co Pereira de arvalho, pedindo que lhe seja resti-
tuida urna qnantia nao determinada proveniente do
deposito feito por elle na thesouraria provincial
carao arrematante do 12" laneo da estrada do sul,
de parecer que pelos caoaes competentes seja
ou vida a thesouraria provincial e a reparticao de
obras publicas.
Sala das coinmsses, 16 de marco de 1864.Sil-
teira Libo.llego Barros.Campetlo.
E' ldo e approvado o seguiute parecer :
A commissao de agricultura, commercio e obras
publicas tendo examinado o requeriinento de Ma-
noel Peres Campello de Almeida arrematante da
conservacao de Pao d'Alho em que pede o paga-
mento de 12:333333, de parecer que seja inde-
ferido, visto ter esta assembla approvado os moti-
vos de nao saneco dadas pelo Exm. Sr. presidente'
da provincia lei de 30 de abril que mandou pagar
ao supplicante parte dessa quantia por elle pedida
assembla provincial na sessao do anno pas-
sado.
Sala das commssoes, 16de marco de 1864.-Sil-
reir LiboCampelloReg Barros.
Sao litios e voa imprimir os projeclos ns. 30, 31,
32, 33, 34, 35 a 36:
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co, resolve:
Artigo nico. Fica creada urna cadeira de ensino
primario para o sexo mascohno na povoacao de S.
Jos da Cora-Crande do termo da Barreiros.
Revogadas as disposees em contrario.
Paco da assembla legislativa provincial de Per-
narabuco, 15 de marco de 1864. -Jos Joaquim do
llego Barros.Jos Bonifacio de S Pereira.-Joao
Francisco Teixeira. Carvalho Honra.Agres
Gama.
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co, resolve :
ArL 1." O presidente da provincia fica autorisa-
do a mandar correr, de preferencia outra qual-
quer lotera, a que pela lei n. 393 do 1 de julho
de 1856, foi concedida para a concluso das obras
da greja de Nossa Seohora do Livramento da villa
da Pao d'Alho.
Art. 2. Fica o presidente igualmente autorisado
a, logo aps esta, mandar correr urna parte das
loteras concedidas s obras da matriz do SS. Sa-
cramento da freguezia da Boa-Vista desta cidade,
assim como urna beneficio das malrlzes de Jaboa-
tao, Muribera c Nossa Senhora do Livramento
tiesta cidade.
Arl. 3. Revogadas as dsposices em contrario.
Paco da as-erabla legislativa provmciil de Per-
nanitiuco, 16 de marco de 1864. Soares Bramido.
S Pereira.
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
c, resolve :
An. 1." Os funeconarios provinciaes nao pode-
ro accumular empregos que sejam retribuidos
lelos cofres pblicos, nem mesmo como gratift-
eaaia.
Art. 2.* Os funeconarias provinciaes aposenta-
dos nao podero oceupar empregos provinciaes
retribuidos, depois que honvorem obtido suas apo-
sentadoras ; e os jubilados s poderao faz-lo per-
ivbendo apenas urna gratificado que ser marcada
|ieta presidencia da provincia o approvada por esta
assembla.
Arl. 3.* Os funeconarios geraes, em commissoes
provinciaes, nao podero contar anlgudade para
serem aposentados ou jubilados, nos empregos em
(pie se acharem em commissao.
Arl. 4.* Os funeconarios que actualmente oceu-
l i.i m mais de um emprego retribuido pelos cofre*
pblicos tem direito opeo.


ni* rio de Ptrcambvtco Terca felra Te Wart-o de i*i.
i:;,- i idas m disposieoes
i assembla legislativa provincial de. Puf-
imbaco, 16 d.< marco do 186*. -JWto Fratuta
Arl. '." Firam |
ciu contrario.
I
naml
l\ i .iva.
\ assembla legislativa provincial de Peroamtiu-
co. resolve: .. ,
\n. <" rica croada no-da rulado dd ifc nina
tregiiezia, cora a denominla de i aponga, eoia-
prebndenlo o segunde distrteto policial da fregu-
lia (1..SS Sacramento da Baa-Vista.
Ai i. l A nova (rogneala limitar-so-ha peto lado
do poeale cora o rio t'.apifcaribc, desde a po*ie da
Magdalena at os limites actuaos da (reajnesia do
SS. Sacramento da ion-Vista con Poco da Panella,
pelo todo do sut, segurado da referida ponte at o
Chora Menino, e ifahi pela Estrada-Nova at
ponte da MaugninH*, a segnir peto boceo do lira e
hem que a legtslaco do nosso precesso tenha pro- paito desse direito primitivo o ante social, que se
curado providenciar a este respeto decretando excree nes casos exrepctonacs ora em qnestao.
que (|itamld o offendido [urnosoa mi* ravol oque I Mas, Sr. presidente, isla urna doutrina toba,
pelas dreumstancias eoi quo so acha nao possa una doutrina insustentavel. Eu nao entrarei anui
perseguir sea offensor, deve o promotor publico o em grandes deeoOvdviinentos, porque uto estou
pode qualquer pessoa do povo produiir aquelxa e toteado urna prdeccan de direito criminal para es-
a aecusacao por elle, lambem verdade que innu- tudantes, e sim fallando perante um aadltnrio mal- j
mentis VCiei o frustrada essa salutar providon-' lo Ilustrado; entretanto sempre din-i, Sr. presi-;
ca ; primeramente porque a aotoriaaan aroces- dente, que o fundamento dodireka de punir a]
sanie nem sempre podo eonaeenr quando a pessoa utilidado si cial combinada rom o destino do lio-'
inisaraveM meso porque, por urna lactina de mera, do que resolta que a pena refere-se ao futo-
bosm logisueao, nao se pode bem couhecer os ca- j ro e nao ao Minado, quo se pune nao porque se
i actores .me eonstiiuiMii a pessoa miseravel, sen.io delinqui, mas para que se nao delinqua, e que
quando een pessoa extremamente mtoaraval, nao portanto a nrigeni do direilo de punir nao pode ser
so poda eonheoer a linlia divisoria que separa as
pestaa attoenavoll daquellas que o nao sao ; e
anda que a autoridade possa informar-so a este
respoito de ouiras pantana, tambera tardada que
querer enga
beccodoPombalemdrecloaoontodeSanto Amaro as pessan podem engaarse, on querer enga
c ra da Aurora, a confinar polo Inda do uorto < om nar a autoridade, por qnalquer motivo, intere-s..
um pretendido direilo de vinganca privada.
Dmala. Sr. presdeme, esta absurda doutrina c
hoje a naeh roica. Pelan k-gislacoes amigas e mea-
rao da idade media se periuillia ao ollondido punir
umaoflbnsa imr mnJoua vinganca, evia-se msso
uma parte do direito complexo de defeca propria ;
. pair que teh para Jze-lo. j noja semethaata doutrina repeilida por iodos
Alom disto, Sr. presidente, multas veres a auto- os panes caito*.
ridade recontaena que a efundida poseen misera- Anda que so diga, que segundo a nossa legisla.
vei eiodavia por motivos immoraes, como por am co o individuo nao pune, mas apenas provoca a
Pa,Vda oWnfaa legislativa provincial do IVr- poMo de pessoa a quem nao pode faltar, por am ci da jnstica mr-smo assim a doutrina nao
mimco d uno de liNabor.Aun horno, e as nana, nesniacndanwose, ate por urna dwxa de ser anactironiea. Seohores, pelas togisla-
,.,, peita, recusa-so a reconhecer a pessoa como mise- cues da trenla e de Roma, o mesmo patas logisia-
ilo> lempos barbaros e da idade media, o pro-
a de S. Podro Hartyr de (alinda.
Ari. 3. Ser sede da frogaeala a capclla de s.
Jos do Manguinho.
Arl. 4." Revogadas disposIfSes om conlrarK.
olcmenlar
de Naiarelh. |
Arl. 2." Ilovogadas as sposicSes om contri rio.
Paco da aseronte legislativa provincial, t< de
mareo de i8Gi. Andrade Lima. GenfinVrl da SU-
tu. Out'tllio Stoura.Silva Barros.
A assembta legislativa provincial de Pernambu-
co, resol ve :
Arl. 1." Pica croada uma cadeira de ip.stru'-cao
primaria, na povoacae de oianninlia dadregu-ia,
ile Goianna.
Arl. 2. Itevopadas as dispo Paco da assembla provincial". l<> de marco de
t8fii.' Gonralrrs da Silva.AndraMe lima. Na-
6o/".Carvalho Moina.
A assembla legislativa provincial de Pernar mu-
co, resolve :
Art. !. Fica decretada a abertera de urna cura-
da de 60 palmos de largura o om linha mais lecta
ponsiveJ, a rootecar do lugar denominado Bomba
da estrada de Joao de Barros, freguexia da Boa-
Vista, e a terminar om qualquer ponto intermiHlto-
rio dos lugares Bomba a beoco do Fundf.o da es-
trada de Beberibe, approximando-e o mais p>i-
vel da povoacio deste nome.
Art. 2 l'ica igualmente decretado o emharrea-
nioulo da actual estrada de BAeribe, a comer, do
ponto denominado Jacar, ato o referido boceo d>
fundan, bem como uma ponte, que d pass; gem
dos terrenos d'aipiem para sirrenos d'alm do
alagado denominado Agua Pria, por onde tein de
passar a referida estrada, nao devendo o poni es-
colhido para a mcsina ponte apartar-se mais do HOtl
bracas do ponto de reuniao do referido alagado eoin
o pantano de < (linda.
Arl. 3.* O presidenta da provincia fica aute risa-
do a contratar as referidas obras com quem por
menos lizer, e melhores vaniagens e condicc s of
fererer, licando para iste consignada a quanti t de
qoaraala nonios da ris e a de mais de IO;tKl400u
se for necessario proceder-se mais de iros desap-
propniaeoes para o complemento da obra.
Ari. v" Ser creada urna barroira col ocada no
ponto da referida ostrada, que mais convenienle
parecer para a eobranca do competente pecagio,
devendo este ser regulado pelas leisja existentes
cm referencia este imposto ; e podendo sor con-
cedido por corto praao ao empreiteiro das referidas
obras, segundo as enndicocs do contrato.
Arl. S. derogadas as disposieoes em contrario.
Paco da a.-sembla provincial, iO de maro) de
186&. -Sabor Carneir nerra Cavalcnnti.
Rntra em dtscossflto o segninie parecer :
A eoniini'sao de eoistilni(;ao a poderes, endo
examinado com leda attencao a indicac.io quo. Iho
foi presentada para-emlUir jnizo sobre ella, i de
parecer que a referida indicao.io, com cuanto pro-
ponh.i urna reforma na legislaco do processo cri-
minal patrio poisqne trm por justo e convenienle
que a accao ofltolatea popular leona lugar contra
todos os ci inirs, em quanto o nosso derrito excep-
ta dilles determinados crimesque ti Ihes s?0 so-
jeitos em certas hypotheses excepelonaes, todava
nada tem de Inconstitucional, e at parece a com-
missio til o justa, por (pie garante mais elncaz-
mente os diroitos individuaos contra os paos Uteo-
t.iiu esses (lolictos assegurandi mais a puniciodel-
los ; visto como una lei no sentido da indicao.io
tornando monis ineerta a acolo e o atrente cri-
minal consignadas na lei, mas tantas ve/e- e nittl-
das pela rennneia on desistencia volontari.is de
pariiculan s aniorisadna para inicia-las e c.....ma-
los, igoalmentctornara menos ineerta lapplicaeo
da penalid.ide romniinada : o lia a ess facuIdade
de ab-ier-so da accao de desistir dallas e do per-
doar, concedida pela nenia legislacSo (rimlu I que
a cmara aitiibne em grande parto a fiequencia
deseomoinnal notaos dellctos. JOlga |or tanto jus-
to a conveniente o. pro jacto de lei indicado.
Sala das rommissC -. IS de marco de 1861..F.
Borlmrl.Cnrcatlto Maura Silta llu.ros.
(i Si: PnAKCA : Sr. presideate, para sustentar
a indicaco quo nnVreci casa, partirei de um
principio qne tenbo por infnesltonavet
Eu pens i pie o lim legitimo nu obrigato'io do
poder social proaaove o aperfeieoaniento dos j-
sociades ou o preeneMmento do sen veidideiro
destino, eiiipregando os moi m morae- e matoriaes
a sen alcance para i|ue os direitos de lodos s.j.iin
resocitadns e exercidos e oaaeos dnreres eanipri-
do-. a e.-i..do anti social en vez de reinar a tor-
ca do direito, reinava o diroile da forca, em lugar
de imperar a vooMda da lei, imperava a lei da
vonlade, de sorte que os mais fortes erara que
mais desenrolviam ai suas facilidades e s ui-f.i-
ziam M sena desojo* o aspirantes, do que remlia-
va nao ser a lei moral execatada; o istoumi- ra-
lea por n.io ;i: n nli, cor bem a !oi, o uulras vezes
por nao se querer oltedeco-la ; tornara-se, pois,
iiico-s.nia urna accSo sobr,e a intellijencia, que a
lizesse ronheeer a lei, o otrtra accao sobro a von-
lade, i|ue liz fse oliedece-la : eis a dupla missan
do poder social, cuja obrigaciio por lano, decla-
rar a lei e obrigar a cumpi-la.
Mas |ra isto nao baslam a instruci-ao, a eluca-
eao, a reliejao. una boa ropirlico da rii|Uez i. um
bom sysiema de polica preventiva, e oulras insii-
tui^es e meios sucia es necessaria. anda i inli-
nniiicao por meio da |Mtualidade, a qiml, peala que
nao impede coiiipleaineiiie a rietiaili da le, nui
ou menos corrige os que delinquiran,.fela inidi-
racao da |.....a. e com es*, exelnplo T< prime aipiel-
lea (iue qert-riam muu-iu. Eis, pea, um dvdr
magno pa"a o poder social. K anda qiuuulr fosse
verdade quo nem legajagi dtonlOS edevor-s (abem
deaaiiu da accao aupeBraMiai, (oque, alias, nim-
piignav.l) tana senil re cerlo que a ros|ieit*i de fu-
.dos os ipie eahem deb.iijo do >ua acc.i i, dote o po-
der publico wsfoifar-se quwito poder paira qu ellos
sejam rwi|iritnina e cumpridus, emp ''gand, para
isso lodos os Hielos que eslo sen .,| -anee ; e |wr
conaequenria legislandoeaiifivanda es meio-i nnr-
reciivos v rapreaatooa, o anare eltoa totenaV a le
.criminal de modo quo todas as violagoes di-s:es di-
nitos o develes &eiam por ella con proben lidas,
o ponidas, aiini de o serern reproduvdas.
Mas, Si pre.idenle, jsio se nao oblein con pleta-
mente se acaso ie deixa ao ai hii.io do- admito**,
ao arbitrio do oendio persegaieaoileictj do seu
olTensor, cnibo acout- ce a raspeito 4e eentos deiie-
!'i-,i ni virltide do nosso processo cruioual viente.
Sr. presidente, as Ut praiicai ejnajegjuun a
nodo da ap|iiic;h-aij da lei penal lia ous giiwdes
niales .a eviiar-so, a Ultii de correlaiiviiade.dude-
Jido com a pena, e a falta e correlativiiWe t-utre
a pena a a debcWve bav.r genasom criim-.eo ua-
ver criiiH .-<;in pena, em urna palavri, a pcnica
de umiojjmi ule, e. a imtmuidadeda um ciinuiiu-o
Cesta uliiuia a la^qwn.ii- vezea soffreinos, j- a
que estamos ruutiimaueiiie riairt'". em vi lude
da actual legi.-laei do meo prwe**o criinii al ; o
<:i au aVoMMravto.
fcV, pn .iilenU!, |iar3 que umoirendido naatli |er-
argir legalmenle o s.-u offem-or, duas coiidii.r-
san noies-arias elle poder, o elle querer fle-to.
Fume nc-upirei do cada um desses dous jonlos
em partn ol. r
E' inconlcslavel, Sr. pre-id.-n-, que iniiuii.-i.i-
vcis sao as veta quo um offi-ndulo na i pi'ide \r-
aanoar ligaian ata a .-eu unaanar, por fa ta de rnetot
Mear impune um delicio porque o offiadido nao
poito perseguir e aflensor, nem por ai, nem por
meto da accao popular nu publica.
Sr. presidente, mu offendido podo ter mnitos
molinos para nao querer perseguir legalmente o
seu onensor, e eu apontarei algnns. Primeira-
mente, sabe-M muilo bom pie a vinganca uma
aceito irainoral, c que tem contra si diversas san-
eme ; a sancoae intima, que faz o agente repugnar
em -na ennscteneia com uma roNcao roprovada
a sanceo panalar, que fa-to temer o descrdito e
O detpraaa publico, que O apona como lioinem mi-
nisterio publico dala apenas do reculo XIV, ha-
vendo sement esta differenca, que pelas legisla-
pdes antigs, seo individuo deixava depersegniro
sen nfleosor, o poder social nao era o nnico cwm-
petente para o fazer, pois ipie navia logar tainbem
a accao popular, eniretanio que na idade media
nao se admiiiia a necio |>opular, se o offendido
nao acciona va o malfeitor. s a autoridade publica
poda cx-oflieio faz-to. Temos, ihms, semprc urna
doutrina auacbronica.
I'orianio. Sr. presidente, sob a oonsideraeao de
ser o procedimeato particular acto de vingnneado
ativo o au como generoso ; a snnread religiosa, proprto^oflendHto eonira seu oOeuser, entendo qoe
i|ue o faz temer as ponas da oulra vida, em conso-
quencia da novar violado a lei etaaganea ajon Ibe
uiilena o perdao das injurias.
Outros motivos anda podem dissuadlr o olTendi-
do de querer perseguir seu ofiensor. Primeira-
niente.senhores, o pojo (pie militas v.zes determi-
nao pode ser adniiitido, por sor anli-jiindico, por
sor anlireligioso, e por ser anai bromeo.
Sr. presidente, tom-se dilo ipie lodas as vezes
que um individuo offendido nao se quer vingar
persngoindo legalmente seu offensor, o poder so-
cial, deixando de punir esse olTensor, nao offende
na as vctimas ile cortos crimes a nao querer pu- direito algum do individuo, tmr isso qoe, se elle se
blica-los por uma aecusacao ; oreceio de pagar as I nao vinguo, foi |>or.pie nao qniz.
cnataade om processo deeaWdo, e mesmo das pe-j Primeirameote, Sr. presMeata, far.- observar
na amala cnoanetaratt de orna calumnia; depola gao uma pessoa date militas vezes da peraa-
0 pedido de uma pessoa a quem so nao podo fal-'guir seu offensor por motivos bem ditteranaai de
lar ; um soborna........
UN Su. Depctaoo : Qu* as vezes o peior de
um deseje de assiin proceder, islo nao porque
elle renuncie o direito que a lei Ihe da, mas sien
por outros motivos differentes, e ato contrarios
e_superiores sua livre voutade, porque delles
nao pode iriumpliar completamente, romo eu ha
pouco liz ver a casa.
Alin disio, se em hypothese tal nao se faz in-
jostiea ao proprio offendido, se nao se oltondc um
direilo seu, uffonde-se um direito da socieda-
de, porque pelo faci da impunidade desse
delicio, a sociedaue lica lo exposta sua re-
produecao, como o proprio offendido, e com-
pre ter sempre em considerado, seutiores, que
a punicao nao exercida no mteresse smenie
de oiremlido; mas tambem e principalmente no in-
terasse da sociedade. Sr. presidente, se a socieda-
de recebo bem que a duracao do delicio termine
pela moi lo do delnqueme, |>ela sua absolvicao, ou
pela sua condemnacao ; so ja recebe mal que ella
termine lambem pela procripoao, e por um per-
dad do poder moderador, como |>oder receber
tem ipte a duraco do delicio termine lambem
pelo proprio capricho do perdao do offendido, como
que vera ella militas vezes a soffrer em conse-
queacM da impunidade f
Tem-se dito minias retes que, quando a autori-
dade publica deixa de perseguir um individuo,
porque a victima nao quiz persegui-lo, nao so nao
viola direito algum do offendid. com isso, mas at
perseguanjou-O, em cortos casos, fere um direito
do mesmo offendido.
Tenlio ouvido, Sr. presidente, muilas vezes re-
petir-se esta idea, e apreseuta-la como fundamento
do exeluir-se da accao popular e da accao publica
cortos dbelos ; mas at boje anda nao vi apre-
sontar-se uma razo, um argumento convincente
desse principio E anida suppo>to. mena senhores,
(pie a punicao iniciada pela sociedade nesses casos
einqueoolfeinliiloioin perdoado prejudiipie um di-
reito individual, oque abas insusientavel, sempre
thca liquido que com ella so sorte a um direito da
sociedade, que lucra sempre com a punicao do de-
licio, porque a puniela iminudando, reprimindo
as mas londonc.ias, que afaslam o mal feitor da
arbila dos sena devores, garante a sociedade de-
fciidendo-a da reprodcelo do debato ; e me pa-
rece que seria una aiH-rracao inqualificave que-
rer alguem por cima do direilo da sociedade, ci-
ma do seu inleresee legitimo o direito, o iniercsse
de um parlicular. seria isso por a parle acuna do
todo, o o (po menos importante cima do que o
mais.
Mas, senhores, examinemos alguns casos em
que se procura ver na punicao do delicio urna
olTousa a direitos do offendido : tomemos alguns
exemplos. i', seja o prinieiro o cnm.; d(! furto.
Tom-se dito : O offendido sondo sonlior de sua
propriedado, pode renunciar o direito que tem de
perseguir aquella quelh'a usurpuii, e por eonso-
quencia, se o pudor social dop us do perdfio do
offendido anida persagoir O sen offensor, invali-
dando o pordiio.de corlo modo viulou o direilo para
ludo.
(ISr. PBABCA :.. e desgracadamente, senho-
res, al uma peita. o eu proprio lenlio visto na pra-
lica do foro, qoe ja tenho offendido-., venderem a
sua honra |or dinheiro, tenho visto reproduzirem-
>e enana exemplos das oompensaoes ou composi-
coes pecuniarias, lao usadas nos tenipos do feuda-
lismo !
I'm Sn. Df.i-utado : Ha at, quem queira levar
pancadas tiara ganhar dinheiro.
O Sn. Franca :Tenho observadoainda.Sr. pre-
sidente, que um outro motivo coatnraa actuar moi-
lo no animo dos uffemiidos para nao perseguirem
legalmente seus offensoros, c temerem a vin-
ganca da vinganca. isto o temor de qne a vin-
ganca que o individuo offendido exerce, tenha de
ter em represalia urna outra vinganca ainda peior,
e mais temivel ; e .fue, senhores. acontece princi-
palmente as regio,-* monos civillsada* do nosso
paz, onde ainda oxistem csses poteniados altanei-
ros que conservam a caliera elevada cima da le,
a qual om taes circumstacias nao pode garantir
o o Pendido que procura a vindicta no seio da le-
galidade contra as reacoes que porventura tenha
ello de soffrer. em ronsequeneia desse seu des-
torco-
Portante, Sr. presidente, muitos motivos pode
vir a ter um individuo para nao querer accionar
no juizo criminal om seu onanaar: da que resulta
lambem ficarem moitas vezes os crimes impunidos
por esse seu arbitrio.
Eu resumo, Sr. presidente, a argumentacao al
aqu pioduzida, n-iluzndo-a a um sillogisino : o
poder social tem ilever de punir lodos os crimes,
B0 menos lodos aqnclles quo cabom debaixo da sua
ac Carlos crimes ao arbitrio do eroprio olleiulido, umi-
ta > \>/,- esses crimes doixam de ser punidos; logo
tal arbitrio nao pode, nao deve ter lugar.
Agora, Sr. presidente, passarei a am argumento
de coherencia
Se o nosso legislador reconheec os delicias de
que se trata como viotnoes de deveres, reeonhece
que se deve na pralica-los, o se enlende que se
deve ouultilos. o obriga-lo a proliibi-los, porque o
poder serial nao s rnestre, mas lambem defensor
da lilnial. e ell os incrimina ; mas prohibi-lns querer qoe ellas
nao lenliam lugar, i de faci ello a>Min quer, pois
que mes inflinge penas ; por consequenoia di ve o
poder social empregar lodos os meios para que taes
delicUM nao lenham lugar ; mas umdesses muios
a punicao desses dellctOS, porque a impunidade.
romo se sabe, icorocoa o malfeitor para a n-pro-
lii c o do debelo ; pnanlo, O poder social, para
ser cwheranlc, deve assegurar a punicao de UhIos
esses decios. tomando a si o encargo dessa puni-
cao, Um laclo qualquor ou criminoso ou nao
o ; do primeiro raso necessaiiameule deve mi
punido, a no ultimo nunca devo ser qoaliflcado i j^j 'v
como crune. Senhores, eu nao entrarei aqu em um exame
Anida, Sr. pres.denio, um oulro argumento de de Mtar^ |( duvil ^ ^..^,, ms II:;S
oliel'......I'l J J .
dirtM i|in\ segundo a escola e doutrina correnv, o
coherencia.
. .-i i- -. uiiui l'ix ^i ^tni'iu no que tonto pode vir a un. particular o direito 0 u,roll de |,l01l,(j,ldt, ,, lr,s ,,;il.l,,res a ex.
de perseguir togalmente um criminoso ? So podo r|uslfkb vir de urna del4*acao do poder som.uniw que pode ,.;s||. ll|(jl.......i|.a(,li,r t.;| ,,,,,_ Eu ,,,,,,,
ler esse direilo. Mas o poder social n.io lem direi
de punir os delirios,
que o direilo de proiun dado a faculdade de usar d
pu
pie ellos adquram |n>r essa dalegacao, dever que
i- irrenunciav l, como qualquer ouiro, e por con-
sequeun i que so o legislador quera iransniltir
uma garle da aiiribuicio que lem para perseguir
us criun s, Como Ihe incumbe, dovia dar ao parti-
cular nao o direilo, mas o dever de perseguir le-
galuiento seu olTen>ui", excepto nos casos em ipie
nao o (_MKii-i.se fazor, porque o dever anta sempre
na catan diroata do poder; mas nao ieto o que
aronicee coin a tonistoQSo quo nos rege, : Li-e di-
leiloao particular offendido para perseguir sen o
tensor, o 'ousoguinteuicuie lambem
mi-"' arbitrio; o direilo de propriedado a facul-
dade do usar das cousas como se deve, o nao como
se quer: o parece que s muralistas Idelogos as-
siin enlenderain quando doliniram o furtoa lira-
da da causa alhaja contra a voutade rasoavel do
seu dono : o arbitrio insoluto em contrario, se-
nhores, importarla a fm wtemU H mtvkii, e nin-
guem tem diieiio ne anotar.
Pulanlo, senhores, ou poderia dizer que aquello
contra ipiem se coinmolteu um crime de birlo, nao
podo perdoar bnseandxhte na fandantontu deque,
sendo seuhor do sua propriedado, pode renunciar
e eunsogunilom, ule tambem para nao o ,.v.r,.ino desse direito;deixando "de perseguir o
per.-eguir. pois to.lo o dirollo se pode renunciar. v_0i.ldor d,.||.,_ B
Mi-, .-.eiihores, eu quero conceder que o direito
Agora, Sr. presidente, passarei anida a urna uu-
tra urdein de cuusidoracr.es.
1 Perseguir um Hendido a seu offensor um acto "' pi'qo ieda le soja amsrno cssa faculdade juridica
de vinganca, aiuda i|ue o toca legalmente, |*rquc s,,,n reslricefles, com que se tem ipiei ido id-ntill-
a vinganca conaiali mais pcoprunenle na idea do 4o\ que resultarla disto r e-uiiana que opro-
nna na forma, mais ta accao intima, na volieae, do pnclano poderia renunciar o dir.ito que lem a re-
quena accao externa, e um acto de vinganca parapao material, a mUsfacao, (o qu aHA* rigoro-
um acto iiuucyi.il. smente, nao e materia de direilo criminal, e sim
de direilo civil); mas nao perdoar a pena, porque
Eu. Sr. presidente, tenho a osle respeito uma^lle nao seidmr da pena; etalv.-z que al sepos-
Opinilo (pie imilla tiente yualilicar de paradoval, ^a su-lentar que a priqirw so<:iedao isiu, a legitimidaito da viuganca considerada ra- peio exercioin do poder moderador, perdoar a pe-
ctonaimanta. Mas em face da lei evanglica, do- na. Nao entrar, i insta questao do direito publico,
pois que Jess Cliristo di^seamai os vossos mj. j^M-qui^ a nccasio impropria, e inesino nao ne-
,'nigo- romo a vos meamos, e fazei tem aos que cessario faz-lo.
vos olfenderamdeiwi-que elle dis.se se nao O Su. Sabino :Parece isso um absolutismo,
uerdoardos nao seris |-rdoado6sem duvida al-, O Sh. PnAHCA :Perdoenie V. Exc ; a doutri-
jhiia, Sr. presidente, a vinganca pasaua a ser um na contraria que pode importar o absolutismo,
facu inunorai Ora, eu i-nleudo, que um legisiadnr O 8b. Sabino :Nao duvnlo; mas, que o poder
nao pode aulorisar, e menos consagrar e.n sua le- moderador nao tonlu ao mouus o direito de per-
glslagi um acto immoral, porque o legislador doar em nome da sociedade.......
deve str o primeiro a defender a moral, e nao O Su. Kkskca : Seeu podesse entrar em cxpli-
aquelle que autorisa a sua iafraccau ; portauo, ra\-oes. lalvczcinisoguisse convem-er onobre depu-
enlendo oue mal cabida a atlribuieao que di u lado, do contrario,
poder suciai a um particular para vingar n-. Nao insisto a efle respeito, mas continuo a pen-
Alm disto, Sr presidento, de que principio de nar ipie esse direito nao lao liquido ou ao menos
direilo criuiui ou de direilo publico pude emanar o ampio quanlo parece a muita gente,
um artigo da Jegj-lao.ao que da ao offendido a fa- O Sn. Saiiino :Admiti enlo ijue a sociedade
cuidado do ving.ifso, ainda que legalmente f Me tem a direno de perdoar ?
parece, senhores, >|Zje do principio de direilo cri-1 O 8h. Fiun<;a : Nao tem, em geral.
iiimal ipiea-.signa conjo base do direito de punir O Sr. Sabino :Oh aenlwrl islo elevar a um
a vindicta privada. Segundo alguns criminalistas, extremo extraordinario o desejo de punir o crime I
no estdu natural os pailirulares exerciam o |ioder O Sr. Phani;a :A sociedade nao tem o direilo
judic.iriii, eram os proprios que puniam e puniam de punir, tem o nevar; o direito ella o pode re-
vlugandorse; estanetoridn, |u>rui, o poder social, nunciar, mas o dover nao : logo, a iniciedade nao
elles (lelegaraiu e--c dir--ilo ao poder social, o iju.il podo eximir-se de punir; excepto quando acta
os vinga piiiiiudo os delicio-; mas eniendeni al- um outro dever maior.
pnnwlarios para [>agar as cusas judiciaes, para gunir que, por nao sai que conveniencia ou direi- O Sn. Sahi.vo :Nem quando o individuo se ar-
.odu#f" e exhibir suas provas em juiai, etc. e se tos. aeVe wu linda na mina dos (articulares uma repende de seus pecrados ? E' da uussa religiio.
O Su. PdaAMCA :Essa doutrina nos levara a es-
Inbetocer qne s se devia punir depoii de exami-
nar so o individuo se arrependra, ou nao, do cri-,
me, fundar-se-hia na falsa ou incompleta opiniao
de certos criminalistas, que tem pensado que o fim,
nico da pena a corroco do culpado, e lavara
a outras eoosequencias qoe u.io vem ao caso men '
cionar.
O Sr. Sabino:Peco detonjpa de interrom-
p-lo.
O Sn, Fuam \: V. Exc. me faz um favor
fazendo-mo anvir sua opinio em aparte, e tal vea
isso nao me perturbe, rom quanto seja a primeira
vez qoe fallo perante esta a-M nbla.
Tom-se dito a respeito dos crimes que offendem
a honra domestica que alacam a segranos do lar,
o adulterio, o estupro, etc., que os paes de familia
devem ser o nico juiz nessas questoes, (|ue o po-
der social nenhuma interven -ao deve ter nislo,
nomos particulares, a ttcepcSe do proprio offen-
dido, porque o contrario importarla desvendar o>
lans, devassar os sagrados domsticos, publicar
os mvsterios e miserias da familia, o que moitas
vezes iraria como resultado a losgraea, a infelici-
dade de um pai de familia, e lambem da propria
familia.
Sr. presidente, eu quero conceder que effeotiva-
mente nossam ter lug r essas scenas desgracadas
em eonsequeneta da aecusage ofiicial de um" cri-
me des-c genero. Mas, mnnoras, este mal mui-
lo menor do que o mal da impunidade desses cri-
mes; porque a divulgacao do segredo da familia,
e a eonseqoeate desgraca que cm alguns casos po-
de, seguir-se-lhe, altela un individuo, e as vezes
podo affectar uma familia; emquanio a reproduc-
cao desses crimes, resultado infalivel de sua impu-
nidade, poe em |>erigo todas ta fainilias, arrisca a
sociedade inteira. E em tal hypothese, Sr. presi-
dente, eu entendo que nao se deve por cima do
legitimo interesse, dos direitos da ^iedade, o le-
gitimo interesse, os direitos do um individuo, ou ,
memo de uma familia ; que nao se deve sacrillcar
a seguranca de aniares de familias, a seguranza
da sociedade inteira, que corre eminente perigo
pela impunidade que gera a reproducc/io des-
ses dolidos, embora sotfra um individuo, soffra
uma familia, soffra esta ou aquella cnlidade parli-
cular.
L'm Sn. Depitaii : Ea sociedade inteira re-
presentada n'esta ou naquella familia ?
O Sr. I-'hanoa :Nao sei o qne a sociedade in-
teira representada om um individuo, cm uma fa-
milia, nem mesmo em uma irib.
I'm Sr. Dii'L'tiiiiii : A sociedade a reuniao
das familias.
O Su. Pnajnja : Logo a sociedade represen-
tada por todas as familias, n.:.o uma familia que
representa a sociedade.
O Sr, Cavan Itaattnu : Logo permit ir que
os segredos ntimos de uma familia venham pla-
ca publica, offender a sociedade toda.
O Su. PnatnoA : Parece-me que esse argu-
mento um pouco Ilgico.
((Su. C.unha Tbixeira : Creio que o argumen-
to do nobre deputado cifra-sc nessas palavras :
garantir a reputaco de uma familia cootrario
ao interesse da sociedade.
O Sr. Franca : Expor ai ludibrio nm indivi-
duo, ou uma familia, importa menos do que ex por
a sociedade inteira a novos crimes.
E' necessario distinguir a parte do todo, ne-
cessario distinguir os elementos que conslituem
qualquor c.ousa". da tolalidade dessa mesma cousa ;
o. applicado islo ao caso vertente, entendo que os
interesses da sociedade nao soffrem s porque sof-
frem os interesses de uma familia; e dizer-se que
um individuo representa a sociedade quanto a
mim um paradoxo. Urna familia nao representa
aqu a sociedade, nem a sociedade niste solida-
ria com uma familia ; pelo contrario, se uma fa-
milia soffre com a divulgacao de um segredo pas-
sado as cntranhas do lar domestico, por meio da
aecusacao offtcial de um dolido ahi occorrido, a
sociedade inteira soffre quando esse delicto deixa
de ser punido, porque a impunidade do delicto
anima os malfeilores a commetterem iguaes delic-
io*, e assim poe cm perigo imminente toda a so-
ciedade.
Senhores, eu quero a repeneracao da familia,
porque a familia faz a cducaeo, aeducacao faz o
hornera, e n hnmem faz a sociedade. o que fez dizer
a LeilmilzEu mudara a fac>)do mundo, se me fos-
se dado mudar a educante da geracao nascenle ;
mas. por isso mesmo que necessaria a regeneracao
da familia, eu quero a punicao desses crimes que
mais atacam a seguranca da familia, porque, se pu-
nicao desses dbelos preferir i btm oslar,00 o inte-
resse mal entendido danta o i daqnella familia, se
enlenderuios que pop esta cinsideracao nao aTbve
um anime deste genero ser punido, enlio, senho-
res, qual a seguranca de odas as familias, que
sao espectadoras, que sao leMomunhas da impuni-
dade de mu allomado que as ainoaja lao de por-
to i Que da garanta para essas familias f Esta-
r somente na relgiao, na opiniao, na educaeio 1
O meu nobre collega, que me dou o ultimo aparte,
ha de reconhecer que, com quanto esses meios pro-
duzam heneados resallados, lolavia elles sao por
si sos insullicienies.
A impunidade, senhores. ': una das causas da
freqoencla dos dolidos; isto um axioma, nao
demanda demonstracao alguna ; e isto vigora ain-
da mais a respeito dos dolidos a ojoa a nntoreca
humana naturalmanie mais inclinada, mais im-
pedida, mais arrastrada ; e vos sabis, senhores,
que esses dolilos, qoe consisten) no abuso das re.
Inedes sexuaes sd dolidos umio frnojnnntas, e a
que. o humera milito impedido em consequoncia
da vehemencia desse nstincto, e da forca desse
affecto : p >r consequoncia, por isso me.-ui > que es-
te delicto mais frequeatn, ior isso mesmo que
para esses dolidos a .-ocieJade lem urna propene
sao violenta, entendo que se Ibe devem oppr
barreras muilo vigorosa-, fr ios muilo tortea, aiiffl
do eonter a torrele dessa ii nooralidade, aliin de
domar a perversidade dos malfeilores. que ar->i:ii
assaltam a sociedade domesti a.
o Su. Avuks : nevemos augmentar as pona*.
O Su. Franca : Perde-ine, meu nobre colle-
ga, n.io basta ; > augmento das penas pode ter em
resoltado que aqueiles que lio punidos corrijan)-
se, etc.; mas sempre rea! que a impunidade Haz
em resultado a repeticao do crime.
L'm Sh. Depctad : E o exemplo que d'ahi
ros ola 1
') Su. Fham;a : fctto ixemplo o que so da
com a npalitacao da legblaoao que actualmente
temos.
Um Sr. Debitado : Mas o exemplo da puni-
cao grave ?
, O Sr. Fram;a : Se a punicao cresce, o que
uma vez punido e o que v punir-so podem re-
cuar um pasao dame da perspectiva desse crime;
mas ao mesmo lempo que a sociedade folga com a
punicao desses hoiuens de iniole depravada o p i -
versa, ao mesmo lempo que um desses punido
com penas multo graves, (podendo multas vezes
ser punido um innocente) o scelerato nutre sem-
pre a esperanza do escapar a pean, porque v quo o
criminoso innmeras veaeaeeoaaa a e>sa punicao
em consequenoia da nossa I -gislacao; e perianto,
se nao coala com a brandum, com a moderacao da
pena, para ser impedido ao delicio,contacom a possi-
bilidade de evitar o castigo, em eonsequencia de
nao caber ao poder social ou a um parlicular inier-
vir noses crimes, e sement ao clu-fe de familia,
que pode deixar de proceder [>or motivos muilo
diversos da abdicacao do direito que tem de vin-
gar-se legalmente.
Senhores, tem-se ainda exreptuado cerlos cri-
mes de injuria, tem-se dito que nao devem os cri-
mes de injuria ser punidos por meio da aeeao po-
i pular ou da accao ofiicial. Eu n.io oonheeo, senho-
res, um fundamento solido, uma razio mlaViiinni
que determine a ver no procedlmenlo ollicial
ou iMpular uestes crimes, ofleoaa de direiP) do
individuo que t injuriado, porquanto, quo
soffre o individuo que foi injuriado, quando o
sen offensor punido, pelo (acto de ser punido ex-
olTicio, ou por meio de uma d-muncia? quo injusii-
ca 'he faz essa publicidade f urna offensa a sua
reputaco? nao, a roputacio que sulfre offensa
a do offensor, e nao da sua victima.
Nao lograr o conceito de hnmem orgulhoso e
val--ido, porque nao repello iiiunediataiiiento, nao
reagio contra a injuria que sofreu 1 senhores, o
crdito de altivo e corajoso nao aqu'lle de que
mais nocessita o hornera na tociedade, pelo contra-
rio um daquellos de que menos frucies bons co-
Ihem. elle e a sociedade.
Picar a pessoa injuriada havida como pessoa
vil, porque o seu offensor as: im a considerou ultra-
jando-a. afrontando-a T nao. senhores, porque n
juizo da -ocie.lado nfio pode sor o juizo do seu mal-
feitor. Que resta, |mis ? o nejo ? mas o pjo nao
offensa de um direito, O pjo ajenas um modo
dessa emoco moral chamada modo ;o ini.iii-
vezes atoa modo filho de prejuizos sociaes, sobre
us quaos n.io se pju fundar uma togislacaOj que
deve antea procurar eslirparessea prejuizos; o pojo.
Sr. presidente, por mais doloroso que seja t um
sentimento moral passageiru, e o seu valor nao |-
de destruir os grandes principios e deveres que de-
terminam o poder social punir lodos os crimes.
A'vista destas consideracoes, Sr. presidente, na
creio que nenhuma objeccao valiosa, nenhuma
obji-coao invencivel itode ser produzida contra a
indicac.io que eu offereci a casa e pens ter de-
monstrado bem que essa indicaco deve ser acciita,
e produzirseuseffeitos.
Poderia ainda continuar, Sr. presidente, mas
acho-me ja fatigado, em eonsequencia do mo ca-
lado de miaba saude; portante pan aqu; e pero
a cana qoe me releve ler abusado do sua benvola
allen9.ii). (Nao apoiados.)
(Vosea, muilo bem, muito bem.)
Va a mesa e apoia-se o seguinle requerimento :
Requeremos o adiamento da disensso do pare-
cer por oito dias, sendo este previamente impresso.
Gaspar de Drummond. Sabino.Dcinosthenes.
Defnloro.
Posto a votos o requerimento approvado.
Entra em maeoesao e approvado depois de al-
gumas considoracoss dos Srs. liego Barros, S Pe-
retrae Silva Hamos o segninta parecer :
A commissao de oroamenlo municipal, lendo exa-
minado o requerimento que a esta assembla apre-
senlou Evaristo da Costa l^ilo, pediodo providen-
cias para ser pago dos alngueres da casa em que
funeciona a cmara municipal de llarreirose mais
autoridades do lermo desde 19 de julho de i8o3 at
fevoreiro de 1861.
Allega o peticionario j ter esta assembla desig-
nado a verba de .178^000 ris. para ser pago; mas
que a cunara municipal de llarreiros nao o fe/, por
falta de fundos : e como ao snpplicante naornnve-
I nba estar no desembolso naosdesla quantia como
de toda que se Ihe deve, pede a esta assembla que
Ihe consigne na lei do oroamenlo provincial uma
quoia para Iho serem pagos iodos os alugueres a ra-
zio de ISojllOflreis annuaes.
A commissao nao desattendendo a joslica do snp-
plicante enlende que nao este o meio regular
para haver o seu crdito, pois que tendo elle rea-
lisado osen contrato com a cmara municipal de
Barreiros s cora ella se deve entender para o fim
de ser pago mas nao como pede em sua peticao
pelo ornamento provincial.
A commissao entendo que nao est autorisada
para dispensar de snasattriboicoes aquella cmara
municipal e mr lano de parecer que seja indefe-
rida a pretenc.io do supplicante.
Sala das eommisses 8 de marca) de 1861.Reg
Burros.Curra/lm Ifooro.
Procede-se a totaco sobre o requerimento, im-
paiado na sessao anterior, para ser dispensado o
intersticio do orejelo de fixaeao de forca policial o
qual approvado.
ORDEM DO DA.
Terceira discussao do projeclo n. 30 de 1862 que
regula a forma de alierlura de crditos supple-
menlares e extraordinarios.
E' approvado.
Primeira discussao do projeclo n. 15 deste anno.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buce, resolve :
Art. !. A gratificado de 3003000 ris, marca-
da por lei para o escrivao do juizo dos feitos da to-
teada provincial seja igualmente dividida pelos
dous escrives, cujo cargo se acham os respecti-
vos cartorios.
Art 1 FiCam re vagadas as disposieoes em con-
trario.
Paco da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, aos 8 de marco'de 1861.Silva Ramos.
Joao Francisco Tcuriru.
E' approvado.
Primeira discussao do projeclo n. 10 deste anno.
A assembla legislativa provincial de Poniam-
' buco, resolve :
Art. 1." Ficam isentos do pagamento de decima
; urbana os predios occopados pelos proprios pro-
prietarios.
Arl. 2. Ficam revogadas as disposieoes em con-
trario.
Paco da assembla legislativa provincial de Per-
Bambuco, o de margo de 186V.-CuiT(i//io atoara.
- Urudoro.
O Sn. Buaiique: ( No dntolvoo seu discurso.)
Vai a mesa e aix>ia-se o seguinle requerimento:
Reqoeiro que seja addiadaa discussao do projec-
lo al qoe venha a esta assembla um mappa de-
rooostrativodos proprioiariosque residom em suas
casase quanto pagam de decima.Aqnino Fonceca.
Posto a votos o requerimento, approvado.
Primeira discussao do projeclo 11. 10 desle anno.
O Sr. Dkmostiii:\i:< : Sr. presidente, sempre
i|ue devem ser votados projedne desta ordem, pro-
jecios que importan) ou devem importar grandes
despeas, ou desojo ouvlr informaco-s dos nobres
depuiados quo sao engonheiros, e que, como o no-
bre primeiro secretario podem prestar-nos uons es-
i lareeiinenlos.
Vendo ipi-so i a votar silenciosamente, entendi
dever levautar-me e pedir esclarecimentoa quo fa-
cam com que o voto que tenho de dar seja dado
1 com pleno conhecimento do causa.
E' de suppor que esses aselarecimenlos me pos-
san ser dados p lo nobre primeiro secretario, que
naturalmente est muito a par das conveniencias...
O Sr. Barqub :Nao sou signatario do pro-
jecto.
O Su Demos ruiNiis :Mas como o nobre depu-
tado so levanta sempre para unpngnar qualquer
medida de cuja conveniencia nao esteja porfeiaiiK-u-
te convencido, presumo que o nobre doputad 1 guar-
dn silencio por so achar pereilamonte inleirado
das conveoieocias dessa estrada, dasdesuezas rela-
tivas a elln, da aoeessldade de sua construcc/10 etc.
ele
(i Su. Buarquk :Esfeg naamesmaa coadfccies
do nobre deputado, tenl as nesmas Snvtdas.
O Sn. Demostiieees :Desde que o nobre do-
pillado, zoloso como dos dinheiros pblicos....
O Sn. lti:\noi k :l're.-ouio disto.
O Su. Demostiienes .... nao impugnOU o projec-
lo, como lem feito a rnaaeHl da outros, en preso-
mi, e creio quo muito bom, quo as raides que le-
varan) o nobre denotado a este silencio forera ra-
zos muilo valiosas, c dolas quizera-me apoderar.
O Su. Doarquk :0 nobre deputado nao labe
se 111 me conservara silencio sobro a materia.
O Su. Dnanerannns .0 nobre deputado njne em
laes occasloes aprsente aqu e desonvulre as suas
tln 11.as .sobre estradas de rodagens llcou siloncio.-o
a respail do prsenle projeeto.
O Sr. Buaroi'e : Dii ija-se a casa o ao Sr. pre-
sidente, e nao a mim.
O Sn. Dkmostiiknks : -Nao o nobre deputado
o competente para me toier adverte idas
<> Sn. BoanojVl:Has ponan dar apartes que o
nobre denotado aceitara so Ihe parecer.
O Su. Demostiiknks :Eu tomarei se me pare-
cer o apaa do nobre deputado.
0 Su. BrjAltOOO :So ou nao s ni sjL>natario do
projeclo e j disse que linha as mo-mas llovida-,
para qoe lia de estar o nobre deputado dirigindo-se
a mim.
t) Su. Demostiienes :Eu doi apenas as rnjQes
por que julgava o nobre deputado habilitado a
pre>iar-me informando*, e creio que o nobre depn-
tado deve aceitar a minha expltoanjln por qne se
aceitara sempre pxplicadtoa desta ordem.
O Sr. Buaiique :.\;io recuso, mas que esteja
se dingindo a mun constantemente....
O Sr. Demostiienes : -Dirigi-me ao nobre de-
putado, lambem por que o nobre deputado nao po-
de estar as minhas condiccoes, visio como lem
aatudoa especiaos sobre a maleri 1 e dos p le orien-
tar muilo bem sobre a uiilidade e conveniencia do
projeclo.
I Su. Buarquk :D que serven) os mous estu-
dos para sabor que a estrada conveniente, quan-
do 111 nunca fui a o--e lugar
O Sn. Dkmostuenes :E i desejav.i que o nobre
deputado ou algum habilitado me desse Informa-
des, e foi para islo (pie pedi a palavia.
O Su. Bdtnra faniA :Ha de sor satisfeito.
0 Sr. GaanjJLliiaa na Silva : ( No devolveu seu
discurso.)
O Sr. Kuarquk ( Nao devolveu seu discurso. )
O Sr.Gonc.ai.ves oa Silva :) Nao devolveu seu
discurso.)
O Sr. Soito [,im.\ ;( N.io devolveu seu dis-
curso. )
Encerrada a discantad, o projedo posto a vo-
to- e approvado.
I'i la a hora o.Sr. presidente designa a ordem do
da e levanta a sessao.
seguinle
SBbSO ORDINARIA KM 17 DE MAR(.:o DE 1861.
ronaaoBNCM 00 sn. aMnmLanajajp nuco de
l.ol REII10.
A a i i horas da manlia, feila a chamada e acban-
do-ae presente numero sullicier.te dos Srs. dpu-
lados, abre-so a inoran.
Lida a acta da anterior approvada.
0 Sn. 1 Secretario d conta do seguir
EXPEDENTE.
1 ma peligao de Jos Maria Ramonda, pedindo
um privilegio exclusivo por 20 annos para estabe-
leceroma nbricade massasem Dos como talbarira,
macarrao, eleA commissao de commercio.
Ouiro da confraria do Senhor Bom Jess da Via-
sacra, erecta na igreja da Santa trm desta cilia-
do, pedindo preferencia para exlraecao de quairo
pantea dan toleriaa que Ihe foram concedidas.
commissao de antic/Sa,
E" lido a val a imprimir o seguinle parecer:
A' commissao de ordenados|foi presente o reque-
rimento em que Guilhermina Basilisca de Oliveira
e Silva, professora publica de primeiras letras da
cidade da Victoria, pede a esta assembla que se
equipare o seu ordenado ao que percebem as de-
uiais profeasoraa a quem 0 art. da lei n. 967 do
I800 augmeniou os vencimentos, mas lornou a ex-
ceptad dos vencimentos assim augmentados depen-
dente de nova habiliacao
A commis-ao n.io desconheoc que aquilln qne a
peticionaria requer imporla uma graga, una dis-
pensa, ou revogagao da lei citada ; mas conside-
rando que os vencimentos que actualmente perce-
bem a peticionaria e ou.ras as mesmas circums-
tacias que ella, sao realmente exiguos e insufD-
cienios para a subsistencia e satisbefo das n,-'\---
sidadea impreteriveis da vida -,
Considerando que durante o longo tempo decor-
rido depois da promulgacao da lei citada muita tem
encarecido os meios de subsistencia ;
(Considerando que a peticionaria e oulras que se
acham as mesmas cireumsianeias que ella, |>osto
que nao habilitadas nos termos do nipneitado ar-
tigo, sao todava obrigadas pela dita lei a ensillar
lulas as materias que conslituem oensint do 1
grao;
Considerando que a mesma lei muilo augmentou
as ohrigaeoes dos professores nao s ampliando as
malcras do ensino, se n.io lambem rapprimindo os
feriados dasqumtas-feiras e reslringindo as ferias
do natal ;
Considerando que estes justos motivos que mili-
tan) em favor da peticionaria militan) igualmente
em favor de oulras que se acham as mesmas cir-
eumsianeias ;
Considerando pelo esludo que fez no quadro dos
professores que em pouco mirlar o augmenlo-
da despeza que resultara da deliberacao deste as-
sembla que equipare os vcncimenios da peticio-
naria e dos outros professores em idnticas cir-
cumstacias aos dos professores habilitados na for-
ma do |supracitadu ai ligo, ou nomeados posterior-
mente a promulgacao da lei.
E' de parecer que seja deferida a peticao da su-
pra mencionada professora e que igual cnacessad
se faca aqueiles que se acharem em idnticas cir-
cumstancias, para o que offerece a casa o seguinle
projeflo :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. 1." Fica revogada a 2* parte do art. 20 da
lei n... de I800, para o effeiiu de terem iguaes
vencimentos aos dos professores nomeados dejiois
da promulgacao t'a referida le aqueiles quo ja o-
eram ao tem_io dessa promulgacao, ficando quanto
ao mais subsistmd o dilo artigo.
Arl. 2. Hevogain-se mais todas as di.posicoe-
em contrario.
Sala das commissoes, 18 de marco de I80I.
Cotia Ribeiro. Braulio.
L-se e approvado o seguinte parecer :
A couimissio de orcamento municipal requer que
pelos canaes coinpelenles se peja a seguinle infor-
mac,in :
Quanlo se lem gasto com a obra do maladouro
publico desla cidade, em que estado se acha. com
todas as dimensoes da casa, e o que falta para con-
cluir.
Sala das commis-oes, 17 de marco de 18Ci.
Reg Barros.Carvalho Honro.
E' lambem approvado o seguinle parecer :
Foram prsenles commissao de policia varias
petieoes de individuos que solicitan) os logaros de
oflicial-maior e 2 ollicial da secretaria desta as-
! semidea.
Ai hando-se prvidos os referidos lugares e nao
'tendo cbogado at agora ao conhecimento da com-
1 missio que os seus -ervcniuarios lenliam solicitado
dispensa do servieo da secretaria ; a commb>sd
de parecer que nada ha que deferir nas referidas
peti'coes.
Sala das commissoes, 17 de marco de 1864.
Dr. Lourtiro, presidente.-finarnw4t Mando, Io
secretario.Costa Ribeiro, servmdo de 2o secre-
tario.
L-se c Oca adiado por pedir a palavra o Sr.
Souto l.ima. o segrate parecer :
A commissao de policia a quem foi presente a
indicaco do Sr. deputado Souto Lima para quo se
reformo o arl. 80 do relmenlo oom o fim de quo
neulium projeclo possa ser submeltido a discussao
navendo ouiro projeeto da niosuia especie com dala
anterior.
onsiderando que o espirito do rilado art. con-
fer ndo ao presidente da casa a faculdade d(- pro-
ce ler a c-oulhados projeclos para sujeila-los a dis-
cuti, est em perfeilo arcrdo com as aitribui-
ooes que tem o mesmo presidente para regular os
iralialhos da assembla ;
Considerando que podeudo existir novos projec-
los de utilidades diversas, deven sempre ser pre-
feridos os que forera de utilidado (eral embora do
ama data recente, e que o presidente da assembla
o mais compeleule que outros em aprecales
dcsia ordem;
E' de parecer que a indicaco do referido Sr. de-
putadu Sonto Lima, nao esta no caso de ser alten-
diila.
Sala das enmmissoes, 17 de marco de 18f>i.
Dr. )Ui',iro.Bnaiqnede Muerdo.Cosa Janeiro.
l-y lulo o approvado o seguinte parecer :
A eomtuissao de agricultura, commercio e obras
publicas, leudo examinado a pelii;io de diversos
proprielarios moradores na fregueza de Sanio An-
i.lo em qn pedem a &>nstrueeaa de uma estrada
entre oengenno Xelzaim o a estacad de PreUeiras
na va terrea, de parecer noe polos canaes com-
petentes soja oiivid a repariieao do obras publicas
sobre o cusi provavd da dita estrada o sua ne-
ces-idade.
Sala das commissoes, 17 do marco de !8 Campello. Rajo Barros,
San lidos e v;io a Imprimir os seguimos pro-
jneioa:
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co, resolve :
Arl. 1. Os cava los nascidos nesta provincia, e
que istivorein no fim do periodo da nmamentecad,
serio ferrados o matriculados no lugar principal
da fregueaiaem que mnraram seus don os.
Arl. 2. Os cavados negociadoi em oulras pro-
vincias por moradores desla, serao sm 'Ote m.iiri-
ciilailos.do|>ois de e-crupulosameiite examinados se
partencem iqooltos como dnnoa.
Arl. 3. Essa matricula ser feita pelo escrivao
do juiz de paz em taioe< de conhecimenios impres-
-os, assignados pelo inspector e procurador fiscal
fornecidos pela Ihosourarii provincial por interme-
dio do colloetor Nsportlvo, e devora eonter as mar-
eas de que falto o ari. 13, deseripeao da ida loe
signaos circuuistanciados do cavallo, o nomo do
dono, sua assignatura ou do alguem por elle e do
duas lo-ioinuuhas das principaos petacas do lugar,
as quaos assislrao aos autos da matricula.
Arl. i lina parle do conhecimento, estreida
do Uad, sera iladaao dono do cavallo matriculado,
que Ihe servir do tiiulo hbil para provar o seu
dominio, a outra parte idntica lloara no miad.
Art. 5. Alin desses talos, si-rao pela thesoura-
ria e com os masnios reqaisitn fornecidos outros .1
todos os escrives dos disirelos de paz da provin-
cia, (guardada a exenpono do art lt)os aunes ser-
vicio para as compras e trocas dos cavados.
Arl. 6. Na occasio da compra e antes do pas-
sar >e oconliecimenlo pagara o comprador o im-
posto de 25 por cada cavallo que comprar; deven-
do oslo imposto ser exclusivamente applicado
conse vacilo o factura de estradas do municipio,


1

a
->


Diario de Pernambuco Terca Mr* de Mar^o de i sh i.
a
<
-Ma iimiA e oulro Tavares de Mello, por ler dado urna faeada no ins-
indn-so K 0.0 para, o /^wurSo 0 peetor de rjuarleiro Manoel Uodriguesd'Amonm,
para o collecior e ajudante do procurador i ^ ^ q arm ^
dedoxi
cal n-pji idamente.
Art. 7. .Na- trocas, porem
guando BSle o procnrava pre
o da 9 do crrente foi
roubada a rasa de
.".I aWSlS?'" neKoriu"le'Mnoel'SoarerdeUl.veira, sita em C-
ndores pagara i> e cada qual obtera o stU conn ^ ^ ^ ^ SerjnhScm> por ul|1 arrombainen-
to platicado na parede do fundo da tnesuia. Foi
preso como autor Jos Coto.
Conformando-sc com o parecer do conselho
director da nstruccao publica, inandou a presiden-
cia da provincia adoptar, as escolas primarias da
ci m-nto.
Art. 8. O conhecimento de admuncao miera o
nonie do comprador e do vendedor, sous signa.*
caractersticos, suas residencias e ass.gnat.ua .u
de akuem porcada um deHaei assin m-
nalura de d.ias te.-ieinuiihas idneas (art. J), '
descree io rircui.isiaueiada ^atonaese aww- I RodrVaes,"e ni ala de instruccao elementar do
dei do omito adquirido, com des.gnavao ua pro a ,ww,-o/()i/( moderna do l)r. Joao Antonio
ce Juncia commercial delle. _,. I foMiieiin
Art. U. Esses eonhecimenlos serao ,^^;rTtpublicando a seguate carta, que nos dirigi
veis, e -rnente a vola .do respectivo. _po* raser i ^^ ^^.^ tjj^^ ^kamog 0 enga-
I no rommettiilo pelo nosso informante :
vendido o .-avallo, devendo enlao o escrivao iiotai
sobre aparte escripia a transferencia do oavallo,
que Ihe diz respeilo a conserva-la para sua re
salva.
krt, JO Eni cada exemplar dos eonhecimenlos
de que falla o art. 3, dever o juiz municipal res-
pe-ir> -o designar smenlo pelo titulo o eserivao do
jui/ de pa/. a que sao elles remllelos.
Arl. It. Nos distnclos de paz, cajos esenvacs
dj Inspiraren) plena conflaaoa, podera ocollector
co n o aja lano do procurador fiscal designar ou-
tro in.ti viJuo para enca regar-se do trabalho do es-
cr vao, na parte que pela presento lei llie dina res-
A saber:
Entraram.....
Sahiram......
Fallleceu......
Existcm.......
Racionaos.....
Bstrangciros...
Mulhercs......
Estrangeiras...
Escravos......
Escrava:......
10
II
i
370
S6S
:(.'i
3
1
62
4
370
Sis. redactores da Retata Diana. Lendo no
seu Diarto do hoje o que a Vmcs. communiraram
(com pouca cxaclido) respeilo do triste aconte-
cimento que se deu na madrugada de 26 do cr-
reme, all vi o meunome como o do inspector que
nesse dia rondan, e, como essa honra nao me
caiba na aclualidade, espero que Vmcs. se dignem
fazer as declaracoes que devem respeilo.
Sou, de Vmcs. amigo e obrigadissimo criado,
lunado Antonio Borqes.'
Acaba de recoliier-se ao hospicio da Penha o
Rvmd. missionario capuchinho fre Seraphim de
reo) cavallos Ctaaia> de volia da povoaeo de Pedra* de Fogo,
de (Ultras provincias |iara
p 11 ira) fatar mostrando documentos que provea)
o dominio ime lea en toas cavado.
Art 13. () presidente d.i provincia designara
uma marca indicativa da provincia, eoutra da co-
marca e fresneda, para comellas serent terrados,
os cavallos, conforme o art. 1 assim como regula-
risar o moJo da escrioluraeao e impressao dos
conhecineatos dos arl- 35. .
Arl. 14. O inesmo presidente devera dirigirse
aosdas provincia biabas, aiim deque as respec-
tivas assombUas adefina urna le no sentido de
fai ilitar o rominercio reciproco dos cavallos desta
provincia prevenalo a infraccaoda presente lee
a illusao do fin a que e^ta se propoe.
Paco da assemblea legislativa provincial de ler-
na nbuco, 17 de mareo de 1864.Jos Joaquim U
Susto Uma.Manori Sello C. de Souza Ban-
dar.
A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco, resclve:
Art Flca creada uma cadeirado ensmo pri-
mario para o sexo mascollDo na povoaeo de S.
Castao da Raposa.
Art. 2. Fieam revogadas as dspesieoes em con-
Paeo da assemblea provincial de l'ernanbuco,
17 le marco de lt*0i Joaquim lo Stop fanos.
A assemblea legislativa provincial de l'ernambu-
co, resol ve : .
Arl. 1." Flca creada uma cadeira do ensmo pri-
mario para o sexo feminino na villa de S. liento.
Art. 2." Ficam revogadas as disposicSes em con-
trario.
Paco da assemblea provincial de Pernambuco,
17 de marco de 186'*. Joaquim do Reg Barros.
A assemblea legislativa provincial de Pernambu-
co, resolve :
Art. 1* Fica creada uma cadeira do ensmo pn-
m?rio para o sexo masco-lino na povoaeo de Pal-
metra, comarca de Garaiiluir.s.
Arl. 2. Ficam revogadas as dispo-ieoes em con-
Paco da assemblea legislativa de Pernambuco,
17 de marco de 186i. Joiim do Bsgo Horros.
A assemblea legislativa provincial de Pernambu-
K, depois, milito triste ve-la, p issados dou me | parle do dia a receber e abencoar os cslrangeiros
peito.
Ar' *1S?ZF o^d7se'ae,ava promovendo'a continuacio da obra
da igreja que all consire; denois de ter deixao
a obra oaavenientemente prepara lar geb vistas
protectoras, para que se nao damniQ.jue com o
prximo invern.
Caosaram verdadeiro prazer naquella povoaeo
as alfaias, sinos, ornamentos e demaisobjeetosque
o referido missionario conduzio para esse templo,
e animaran) a populaeao a motler maos obra para
a prosperidade do trabalho, nao so na parte mate-
rial, como na pecuniaria, pelo que'se conta sera
elle concluido no prximo vero.
RBPMtTIC.VO DA POLICA.
(Extracto das parles dos das 27 e 28 de marro
'te <*) .. ,r
Koram recolhldos casa de delencao no da 2
docorrente :
A'ordem do Dr. delegado da capital, Jos I e
aro de Santa Auna, pardo, para rorree.; m.
A' ordem do subdelegado do Reclfe, H-duaro
Bdwirdsoo, inglez, Jache Verbest, belga, e Albino
berreira, porluguez, todos por briga.
A' ordem do de S. Jos, Manuel do Nasciment,
nrdo, para rorreccao ; Joanna, africana, escrava.
(UTnerezade Jess, por mispeita de estar fu-
da- .,
A' ordem do da isa-vista, JoioCorrela de Itn-
k', branco, por ferimento-, c Joao Pacheco de Lj-
ra. pardo, por sospoito em crine de furto.
A' ordem do d i MagJalena. Germano Jos de
3niza, pardo, por fernnentos.
A'ordem do Dr. delegado da capital. Maiwel
Matheus dos Anjos, pardo, para avenguaeoes po-
li :iaes. .
A- ordem do subdelegado do Recie, Luiz V|-
ct nte Pinto ou do llego, branco, por desobedi-
encia ; Simao, crioulo, escrava do barae do Li-
vi amento, requcriinento deste.
A" ordem do de Santo Antonio, \irgiaio relip-
Vrv, pardo. Mara, criooU, escrava de Mat
Je Souza Baceliar, ambos para correera.
A- ordem do de S. Jos, Valerio Francisc
leg
-"ve : a. ,
Arl I." Fica revogada a 2/ parte do art. 20 da
lei aaro... de 18j.'>,paraeffeito deterem igaaes
VHjicimentos aos do* prfessores Borneados denois
da proiniilgagao (Ja referida le aquelles que ja o
eran no tempe dessa promulgaco, Picando quanto
O mais -ub-tiluido o dito artigo.
Art. 2 Revogam-se mais todas as dispOStCOes
etii.oiitiarin.
Sala .las commfesSes, 18 de marco de 18b*.
Coda Riori'i-oAiuo Braulio Correa da Silva.
Lean se o approvam-se os roqueninenios se-
cuintcs :
riequeiro qne s peca rom Urgencia ao governo.
um qaadro da ex mu taran do assuear petas anal di-
ve sas qoalidades e eo n os seas respectivos piceos
medios do mercado desde que foi estabelecido o
ni posta de 90 rs. por arroba.Uwirque.
Ki-queiro que |or intermedio do Exm. presiden-
te da provincia, se obtonhuin as seguiutes mfor-
ni'roes: .
I> guantas vezes, quantas e rjuacs os engenliei-
ros pie o anuo passado foram mandado? pela pre-
si.lemia da provincia a povoaca i de Podras de ro-
yo para fazeretn os estulos giaphi.os da estrada
de Goiaaaa para aquella povoaeo.
1- Qnal o rotatorio ou relatnos desses en^e-
Dlleiro. e, pareceres delles acerca de sua com-
missao. SotUe Lima.
Requaira que se peca com urgencia ao governo
d:i provincia o seguidle.:
I." L'ni uiappa dos doentes que em rada anuo
i). ;[. sua eraatio, ten sido tratados no Gymnasio
Pernaml.uci.no pelo respectivo facultativo, cora m-
liracao das molestia-, suas durac/Vs e lermina-
<:,', nao sendo niuiin!ao numeru de visitas que
t>i o dito facultalivo ou pelo menos aquello e?tabe-
li'i mente;
-.' lu inappa dos discipulos que em cada anno
a -Je a creac,ao lea lulo o Oymnasio Pernambu-
< a io em sua aulas de alkmao e grego com derla-
rarao doapruveilamento dos respectivos .discpu-
los. A'/Hl/lll.
E! lida a redaccao do projecto que regula a
ali rtura de crnliiussiipiileineiiiares e extraordi-
U ros, a qual appmvada depuis de algumas re
IWles dos Srs. Sabino Olegario, Avr.s Cama,
Arante Barros, e Ramos.
O Su. Costa Ribbiho : ( Pela ordem) Tenho
tle f .zer nina peijuena reclamagio.
Meas afazeres nem sempre me deixam tempj
para le artes de vir para asta rasa o jornal em
que se publicam os no-sos trabalhos; por esse mo-
tivo faeo boje uma reclamacao, .pie devera ter fe-
10 liolllelll.
O Diario de hontem dando conta dos trabamos
ila sessao do dia 7 tal mensaode um projecto maii-
<\ indo construir um acude na povoaeo de Granito;
esse projecto ti remettido commissao de corn-
ni reio, indu-lria C obras publicas para dar sobre
el e -en parecer; por essa occasiao tenho lamban-
i-a de que eu e mais doti-collcgas pelo 1. distrirto,
tVcmos um requerimento para que a mesma com-
inissao tive.-se de considerar tanibeiu a eoavemen-
.- i da construrciio de um atade na |>ovoaeo da
Lia e de oulro na |>ovoacao da Gloria, requei nn.n-
M nue f'i approvado, enlielanlo que o jemal o da
cd.ihj regeitado. Eu uve occasiao de verificar na
respectiva acia e vi que cobi eff'ito o raqn ri-
iiu-iito foraappiovado. Por .nn-eipiencia entend
I ver fazer esta leclamac'io para que se consigne
n > jornal da ea*a, e se corrija o engao dado na
seo Re
g s, pardo, por linimentos.
ordem de da Magdalena, os crionlos Manoel
hnacio de Santa Auna, e PeIro Barboza Cordeiro
dj Gusniao, ambos para correc^ao.
O chee da 2' seecao,
/. G. df Maquila.
Passageiros do patacho portuguez Souza,
viudo du lili., de S. Miguel pela llha da Madei-
n: Mara dos Anjos, Carolina Augusta, Ha-
thilde de S. Jos. Jacintha Victorina, Mana da
(ouceico, Maria do Co, Mariana de Jesas, An-
mia de Jess, Maria Jos, Maria da toocejcao,
Fraacisco Soire Maced.. Antonio da Ponte. Mar-
ral Jos, Jos dos Res, Pranriseo de Souza, Anto-
f io da Conc:i?o Oliveira Lin*. Praacisco de Mat-
os Pacheco, Jos Narciso do Reg, Jos P. Duarte,
Antonio'Tavares. Joao Pereira, Manoel da Losta,
Jos Pereira da Silva, Jos dos Santos Simaos,
Mathilde de Jess, e seos ilhos. Ocilia e Joao,
Praaeisco Pereira Rajioso, Maria Rila do Carmo e
seo libo Manoel.
Passageiros do vapor inglez Magdalena, vin-
do de Southampton e portos intermedios: Ge-
>rge Lainh, sua senlwra e 1 filho, H. Xans, Ar-
nold llernh Tcmmermann, John Parry, Alfred
Thomaz Cooke, John I. Fostor, Jos Joaquim da
Costa Ferreira, sua senhora e sua mai, Juliao Ter-
tuliano Monteiro. ^___^__^_
Alimenlados a custa dos cofres pblicos.... lt2
Movimenio da enfermara no dia 17 de uian-o
de 1864.
Teve alta :
Joaquim Jos de Santa Anna..
Falleceu':
Manuel Thomaz de Oliveira ; depulmonite aguda.
ollituahio do dia 2') de m.aiico, no cemitkrio
im iii.ico.
Ignacia Maria, Pernambuco, 25 annos, solteira,
Santo Antonio; phtysica.
Joao Amant Carge, Blgica, 39 annos. solleiro.
Boa-vista; metite.
Goncalo, escravo, frica, 70 annos. soileiro, Ito-
cife; colila chronica,
Joao, Pernambuco, 1 anno, S. Jos gastro
hepatite.
Flix Marqocs Francisco das Chagas, Pernam-
buco, .33 annos, solteiro, Boa-vista ; phtysica pul-
monar. I
Saturnina, Pernambuco. 12 annos, solteira. Se
deOlmda ; tubrculo pulmonar.
Jon) Manoel Martias Cardoso, Pernambuco, 2i
annos, casado, Santo Antonio ; inflammacao.
Vicencia Maria da Couceieao; Pernambuco,
19 annos ; selleira, Boa-vista ; anemia.
Andr, escravo, frica, 80 annos; soileiro, >
Boa-vista ; velhice. '
Miiruel. oeravo, Pernambuco, 50 annos, soilei-
ro, Boa*data i erysilla.
ItilaCaelana de Abn-u Lima, Pernambuco. 80
annos, viua, Santo Antonio; cougestao eere-
bral.
Manoi'l Thomaz de Oliveira, Pernambuco, 46
annos, casado. Sanio Antonio ; absorpefw puru-
lento.
Jos Antonio de Barros Wanderley, Pernambu-
co, 28 anno, casado, S. Jos ; menemonia.
Geralda Maria do Bomlim. Pernambuco, 22 an-
nos, viuva.S. Jos ; tubrculo pulmonar.
Adolpho, Pernambuco. f> annos, Recite; gastro
interit.
Manoel, Pernambuco, 7 mezes, Bea-vista; gas-
tro intente.
Verissima Maximiana Julia, Pernambuco, o2
annos, casada, S. Jos ; cancro no ulero.
Maria Joaquina da Luz, Pernambuco. 13 anuos,
vtuva, Boa-vista ; phtysica.
Antonia Apolinaria' de Mello, Pernambuco, .'ii
annos, casada, Santo Antonio ; cancro ao ulero.
Joo, Pernambuco. I mezes. S. Jos ; espasmo.
Chrispiano, Pernambuco, 5 mezes, Santo An-
tonio : convulses.
- 28
Joanna Maria Thomazia, Pernambuco, 20 an-
nos, solteira. Recite ; varilas.
Maria. Pernambuco, 13 mezes, Boa-vista; tu-
brculo.
Paulo, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos ; convul-
ses.
Militara. Pernambuco. escrava, 30 annos, sol-
teira, Boa-vista : tubrculo pulmonar.
Maria, Pernambuco, 1 hora, ltecife ; espasmo.
Joaquim Dativo da Silva, Parahyba, 40 annos,
viuvo. Santo Antonio; phlysica tuberculosa.
Agostinho, escravo. Pernambuco, 40 auno-, sol-
teiio. Recite ; a|plexia.
Furtunato Ferreira *la Sdva, Portugal. 33 au-
ilteiro, Boa-visla ; anoplexia fulminaui .
Geraldo, Pernambuco, 7 mezes, Bja-visla ; den-
ti,';io-
Maria Thereza Vieira Cavalcanle, Parnambuco,
83 annos, solteira, S. Jos ; ga-tro inlerite.
Maria Francisca Mondes, Pernambuco, 28 an-
nos, solteira, Sanio Antonio; ioteriie.j
zes, a fazer um rol de rou|a suja, acertar agrva-
la do maejdoque vai ver o caiiibi., ou, obessencia
do materialismo I pregar um liotao as cairas
conjugaes !
Na Estrella io Sul l-se o seguate :
UONK1AE NA l'HOVIOEM:iA.
(Imitarao,)
Pro'vidcbo Ul benc sit libi.
(Ruth.)
Confiae na Providenria,
Que e benigna e bemfaseja;
Rao tenais a insolenria
Do pod'roao que iroveja :
Esparae que a Omnipotencia
Em socorro rasad seja :
Que do ero auxilio aleone*
Quem toe n'rlla sua np'rtmpz.
em audiencias publicas e particulares. A mais so-
berana hondada esl sempre pintada em ;eu sem-
blante.. .
L. -i
a
3
K o -i s? 3" 3 7."
0)
2 y S |
3 3 1
: :
1 I
I 1* t-e i 31 i Masculino., i 3
*! t H ai 0) 'emit i no.
S - . i m Masculino. N i S5
a i * Fminino. f y. m 2
CJ < CO Masculino. M
Feminino.

l'X POICO OK TUDO.
Em 1843, falla Gamillo Casiello Branco, era eu
rapaz de IX annos o extranho como boje a polti-
ca eleitoral. Achava-me, us suburbios de \illa-
real, em urna aldeia ; e sendo-me foreoso a meia
noito passarpara oulra, encontrei-me na estrad rom mo.-lrar-lhe o bicho que eslava
um grupo de horneas, tocia 'os quaw sobresala oculos veraes .
unucreatura de casaca, uisa ou o quer que .i Que e isto, (rguntou o S
nue tinlia abas, em dsnuta de maioria com os res- otee da mu t
Se da foiii.' algunia vez
Hi sadris crueis horrores ;
Se o recelo da nudez
Vos augura seus terrores ;
Espaa quem ludo fez,
Vos acuda em voseas dores :
(Jar a avetttMi o l'ai Ce/tStt
L na tena nutre e veste.
N'essa poca da vida,
Km que ros falto a honanca,
Ou n.-ssa hora, lao tmida,
Bn que morra toda esp'ranea ;
Do penar n'amarga lida
Tunda anda ronti.inea :
(Jue ( Imnina moribunda
Desee ucealho, que a fecunda.
Que importa que a tempestad..
Deite ao cliaoojtronro anuoso,
Que a rosa parca a belda. e
D'niil matiz tan precioso t
Se um rasgo, aliim, de piedade
Da mo do Todo-pod'r..so
Do tufao preserva e Hora.
Dakentnlia a tenra fibra t
("on-piri-se loda a trra
Bubosa contra o mortal ;
Contra o homeni croa gje-ra
Despregue o genio do mal ;
No co mora quem desterra
C'um s q'rer o temporal :
Q'ie do mundo senliml n.
tloitru um Iris, que o revla,
l'm bello dia de v'ro
De manhaa perturbado.
Pelos ehos do trovio,
Pelo veulo e raio alado ;
Mi.-- de tarde a negridao
Se torna em co azulado :
yir alto mora quem gorerna
Com bondade sempitern-i,
Nunca ao Justo paciente
Se negou consolo e ajuda,
Se a constancia nao de.-mente
Entre a dor a mais ajuda,
Porque a vuz do Omnipotente
Nunca ao nonn-ni frainuda ;
Se oulro Jolt, depois dos dores
Tem esp'ranea em seu favores.
Da Revolueao de. Setembro trans:revemos o se-
gunte :
Eui caso de ter dividas, pouea-i mas boa*.
Comer anude comem, dormir aonde obrera.
Pe le e n.io pagua, que somoi mortaes.
Onde quer que fores. s tu o que deves.
Anda quelite, liase a gente.
Bolso tanto nao lein dono.
!)z-me o que deves, dirte-hei qu -ni 96.
Nunca tenhas eontas com quem ao lem rendas.
Amigos amigos, negociosa parle.
O que nao tem, arranha e mord.
Morra Martlia, morra farta.
Preso por um, preso por een.
Come betn e nao Oths a quem.
Cria fama c deila-te a dormir

l'm sovrna nosso ronhecido pssue um cavallo a
quem sustenta apenas de paiba todo o anno por
ser mais barato.
Ha lempo foi visila-lo um amigo, e elle levou-o a
com un grande?
PUBLICARES A PEDIDO.
Paslillias vermirugas dekemp.
i'.ieaiieis atormentadas por vermes po>lem ser
aliviadas com urna s dse de paslilhas vi-rmifugas
de K.inp, que sao imitantes em apparencia e deli-
ciosas dais ao seu gusto para serem regeitadas.
Estas paslilhas su > muilo procuradas por qualro
motivos ; ellas nao conten nrttnraas, nao preci-
san! depois de purgante, e elTcrtuain o que se de-
seja sem causar dr; as creancas eslao prometas a
turnar mais do que marca a receita.
Ni -ahuma mai qne j as lenha experimentado
uma vez qur nutro vermfugo na sua casa. A'
venda por todos os primei'os droguistas do imperio,
e em Pernambuco por Caors & Barbosa e J. da C.
Bravo A; C.
0 cnsul dr Portugal aos seus cumpa trilas.
(i abaixo assigaado selieiado por alguna de seos
compatriotas para Ibes declarar o dia de sua par-
tida para o Rio de Janeiro, alim de por essa Boca-
siiolhe darn uma detnoastraaJto de sua aflei^ao
e estima,convida osnestnos senhores, assim coma
todos os denals Portoguezes que quizaren conpa-
recer a una reuniao no Gabinete Portuguez di
l.i itura no dia quarta-feira 30, pelas i horas da
tarde, com o fnn, nao s de pcssoalmene Ihes
agradecer tantas provas de benevolencia, conn
para tratar negocio de nteresse de toda a famllix
portugketa.
Recite, 27 de marco de 1864.
J. llenriques Jnior
Ro Grande do Sul 38 dias, barca prlugueza ft-
mete do Rio Grande, de 143 toneladas, rpitas
Antonio Jos Lucas do Sobral, equipagein II,
carga liOU arrob;is de carne Mica ; a Amor i n
Irmaos.
Liverpool36 das, brigue inglez William, de 200
toneladas, capitao eorge Foule, equipagem 9,
carga fazendas e oulros generes; a Senpsou
& C.
Soiithainpton o portos intermedios 18 das, va-
por inglez .tffii/i/utrnn, comiuaiidaiile Woolward,
equijiayem 131, caiga fazendas e oulros gene-
ros.
JWii>t0 sahido no mcsoiu da.
Babiaescuna nacional Carlota, capitao Joao An-
tonio de Deus e Silva, carga azeite e oulros ge-
neras.
EDITIS.
COMMERCIO.
O novo lauco de Parnambuco paga o 12" divi-
dendo a raaao de '.* por accao.
Alf;iulega
Hendimento do dia 1 a 26........
(tenido da 2S.................
534:6944401
ll:634yoti
546:32!:"i-<
MoTlmenlo da alfaadega
Volum.-s entrados com fazendas..
c com gneros.
Voluntes sabidos com
c c om
fazendas...
geueros...
217
.24
78
201
Rio
amigo, o cavallo pa-
que tinba abas, em disputa de maioria
peclivos collarinhos. A' tres passos 3rredados de
iniui, gritaran todos. |,;ira uielhor se fazerem ouvir.
Quem vuin l ?
Sou eu,
E quem voss ?
Sou... eu.
Faca alto ou... morro !
Fiz alto para viver.
Sao ladres con disciplina militar, diftM eu co- ,
migo mesnio. Se pelos seus regulameatos o corpa
for inviolavel, nao me poden prejudicar mu.to na
fazenda.
Aproximante
Entao que faz rassd por aqu ? >.
O que taca?... Sigo esla estrada qpr ve...
O ominandante da torga poz o gatilho'no des-
canso. O meu espirito socegou.
Est preso !
Hrad.iv.im lodos.
Preso ?.. por que ?
9
14.
publicar ao.
(Conttntuir-sc-ha.)
5 A m 9> Masculino. MENDICIDADES. V o.
- .!. Feminino. 3 V 9
i i i Masculino SI 1 1 1 31 O m O.
S * 1 Feminino. -i 1 5 1 2
1 l oo i 1 1 TOTAL.
Vine, algum agiota (quena dizer agente) dos
- Nao, responden o usurario. Ponho-llie orn-
1 los desiaer, inirquc elle julga as'imquea palha
verde, e gasto menos com o seu susleulo.
I.i-se na Estrella do Norte :
FESTAS KM bou v.
De n >ssa corres|K>ndencia de Rama extraamos
o seguale :
A impia obra do apostata Roan e a do autor da
Mario de Jess tem aqu maguado profundmeato o
coraoo de to eesslvanente s diversas grejas onde Triduos s..-
leinnes so revesan) en desaggrav. ao Senlior, of-
femlido na pessoa de seu llivu.o "ilho, BOSeo Re-
ileuiptor, por a.|iie|las biasphenas lingnas. Nesses
Triduos ou Lausperennes, tem ha\ ido pratieas en
diversas lingual recomiiieada iiM aos liis que re-
parara por ana vivadov.n.o ar tente amor a Je-
ss as injurias que loe tom assacado a impiedade
' de Renn e do Irmao Estenio.
ritunamrnie en Santo Anlunio dos porluguez-'s
uita poriu-
septembris'tas, que van aos votos da freguez.a de ; o Triduo tem sido 9npj^mBMkimW-
S Gonhedo guez, dotado de grandes OdeOtos oratorios e que
' Eu !.'.. aos votos !... Ora deixe disso... tem admiravelmoutc refutado as impudentes blas-
phemias desses piquenos VoUuire, desses Julianos
j pleiteas, que em faro da Europ e io ineio da Krau-
e.i ratliolua quizeram sula|^r o dogma da divinda-
I i^ de Jess Chri.-to, base sobre q le assenla to edificio do chrislianismo ; mas enganaram-se cun-
era : dei um nonie i.ielamenle, porque milhes e milbcs de-%ozes se
i par* mira. Em- tem erguido, annlhemaiisando e-ses renegados e
iin-me as vazas vim nmulos deiiaram-me, inilharea de pennas se tem eaipe hado en pulven-
depolsdelavradoalapis,(/Mda,Vdar,uma.s|i.:- sarseusem-s, acornados com nin fabo i n z
ci de auto de inquer.lo, n'um sobrescripto de d.- erudicao, i-ennas nao so ratholicaN senao. .iin-
bem di-.-identes ale israelitas, |*is Como sabis,
um israelita pubhcm iiltiiiiameiie em besoanhol
eu comeo por nao saber que baria um Saulo cha
niado GonJiedo. Deixem-me pensar. -.
EsU preso, j se Ihe disse... e nao se bula.
Nao me buli.
Quem e o senlior T
Nao me convinha dizer quem
lao descomiendo para elles como
vinte miuuti
carta.
It \IST* DIARIA.
A assemblea provincial, na sessao de hontem oc-
cupou-se com adiscusso do parecer da roinmi-ii
<1 polica sobreapr.qKi.-ladeJosde Vasconcellos,
tura u apanharaenU) dos debates sua publicaeao.
Oraran osSr>. Loureiro e Jacobina,decidalo que
o>-e rescindido o actual contrato com o nosso
Diario, e que se abrisse oncurrencia para um
co .tralo |Hr lie* anuos as ses.-oes futuras.
A ordem do dia a mesma.
Hoje tem lugar o sorteio para a 2" sessao ju
i o da 11 de a'biil prximo futuro.
A sociedade recreativa Coribantina deu ne
eabbado ultimo a sua partida mensal. !
A fuicra-. corren rom ordem e concornda de (
utta senhoras alm de algonas iinminas, no-
I ni lo se .'in lulo aiiiniac.io 0 rordialidniie.
No dia f de atiril lera lugar a sesma do im
id uta irchtotfgko Geagreiphka Ptnamueim, |
i., |ua) aeve r.ali-ar-se a posse da mesa admims-j
f.iliva novameiite eleiU, seguindoSea esse acto a
-,i do nieaiiienio e a ciitinuacao da eleicao
rommissOes, qne fora adiada.
_ Amanbaa se exuahir a 2' parle da if lote
ria do Gynnasio. '
__pelo suMelegado de Guianninba foi preso, no
da 13 docorreote, Bernab, escravo de Simjdiciu
ADVERTENUA.
Na totalidade dos doentes existen 181, sendo
alienados 9 homens e 26 mulhercs.
Foram visitadas as enferraarias estes dias :
Pelo Dr. Hamos s 6 l|2, 6 t|2, 6 1|2, 6 3(4,
ti 35, 6 1)2,6 t|2 horas da manhaa.
Pelo Dr. Sarment s 7 3[4. 8 23, 8 1|2, 8 3|4
9 1|2, 9I|2.
Falleceram :
Joanna Maria da Coneeicao, 22 de maro, igno-
rando-se o diagnostico.
Maria Joaquina da Coneeicao, 23 ; phtysica pul-
monar.
Euflavio Galvo da Silva, 23: phtysica pul-
monar.
Febx Marques Francisco das Chagas, 23 ; phty-
sica pulmonar.
Vicencia Mana da Coneeicao, 26 ; anemia.
Carlos Mullir, 26 ; pnenmonia.
Maria Joaquina da Luz 26 ; phtysica pulmonar.
Movimento da casa de delcngao no dia 23 de
marco de 1864.
No da seguinte o governo venceu aseleicoes em dad;.. -. Houve calila papal, c. ino de or.lin
lionhnh no Vaticano, com grande cnciirso de romai
'( regedor tove habito de Christo-mereceu-o. e-lraogeirus. A missa solemne fu ponlibeada
inga rio hispo de Porto e Rutina, e o du
proimnciado pelo Bvd. padre Borell, pro-' capoeiras
geral dos servilas de Mana. hvaa, t pacte
i assistia a ceremonia do alto do seu thro- de ha na. _
grande^ pixes'," lro'paaiMfan-ll'as pelo filtro de no, rodeado dusacro colle^.o do ardeaes dos bis- la
casmento, que de todos os laboratorios sociaes pos assisteaiea aotbrooo, dos prelados da cflrte, do soaxa.
o mnis i.rAi-jrfn annarpihn nara se maniularem es- senado e da magiMiatura romana.
Descarregam no dia 29 de marco.
Patacho inglezArtujrerxesuiercadorias.
Patacho portuguezSouzti diversos gneros.
Bafea fraaraaaJoan Baptitta -nercadortas.
Brigue inglez Williom mercadorias.
importado.
Brigue nacional Esperanca. entrado do
Grande do Sul. consignado a Amorim Irmaos. tn i-
nifeslou seguinte :
7,982 arrobas de carne sesea de charque, 298 di-
tas de graxa em bexigas. a** ditas de sebe 8 0
pfies e 40 couros vaceuns seceos ; a ordem.
Barca portugueza Paquete da Rio Grande, entra-
da do Rio Grande do Sul, consignada a Amorim
Irmaos. manifestou 0 seguate :
14,000 arrobas de carne secca de charque e CO
couros vaerons seceos ; a ordem.
Patacho portuguez Somiu. entrado da ilha de S.
Miguel, consignado a Joao do llego Lima, manifes-
tou o seguinte :
2 meias barricas favas ; a Ignacio Jo-e Cabr I.
ilwrrs touciiilio de noura, 12 latas carue de
porro : a Andr Manoel de Arruda.
70 pedrasde lageamento. 1 eaixote com um qua-
dro, 4 barris objeclos de porro, 2 talboes peice
d'agna, 12 saceos feijo, 2 ditas linhaca ; a Joao
Sinioes de Alineida.
2 barris objeclos de porro, 12 saceos eijao a
Antonio dos Santo. Oliveira.
1 vultime um registro ; a Francisco do Livra-
mento Gomes.
1 lata objeclos de porco ; a Manoel Joaquim oo-
llies.
2 barris objeclos de porco, 1 eaixote doce e re-
tratos ; a Manoel Jos da Silva Oliveira.
1 barril objeclos de 'orco ; a Manoel Pereira la-
bra I. ________
6 saceos feijao e favas ; i Antonio S
chado.
leanastra tocas rom flotes. 2 latas objectes de
porco, 1 barril plaa ; a Antonio da Cost Be r-
Res.
t caotas ehooricas; aLacaao Martius cu |
Vl''l I
2 barris objeclos de porco ; a Manoel da Costa
Cordeiro Lima.
1 saeca fava, 2 latas carne de porco ; a Manoel
Jos da Silva Guimaies.
1 lata carne de poico ; a Francisco Pereira de
Meitnros.
2 ditas idem; a Jos do Reg Borges.
3 otoes com 12 queijos ; a Sebastiao Jos de
Oliveira. ......
1 parole panno de liuno e meias; a Jos de Mel-
lo Costa Oliveira.
1 eaixote panno de linho e estopa : a Joao ue
Medeiros Rapozo.
1 sacro fava e feijao, 1 lata chouncas
Coroeiio do llego Puntes.
1 sacro favas ; a Manoel Tavares Cordeiro.
1 volume uiercadorias; a Joao Joaquim Alvos.
1 caixo objeclos de porco; a Joao do Mego
Lima. .
1 barril carne de porco, 1 sacro favas, 1 barrica
imagens a Antonio Jos da Costa Cabral.
1 barril chouriros; a Antonio Aives de U'va-
Iho Veras.
1 eaixote queijos, 1 dito com II latas de doce,
caiweiras com 13 aves ; a Jos do llego Melle.
1 eaixote objeclos de porco, 1 dito semeuiew ge
ores e reliquias, 1 catira, 6 galliuhas, 1 cao
perdigueiro ; a Antonio de Souza llego. ,
2 caixoies obj-clos de poico ; a Jos Soares do
i iji'j i"i I
1 caixole ceslinhas, 1 dito polmo das fumas ; a
Antonio Pereira de Faria
1 eaixote objectos ne
O lllm. Sr. inspector dathesourara provincial,
en cump imento da ordem do Exm.Sr. presidente
da provincia de 17 do corrente, manda fazer pu-
blico que o concurso para precnclnmenlo da vaga
de 2" esciipiurario da mesma Ihesouiana tora lu-
gar no dia 1H de abril prximo vindouro, devendo
os |irelendentes ser examinados na grammalica da
hngua nacional, escriptiiiacfKj por partidas do-
brailas, aritbmelica e suas applicacoes, com es-
pecialidade redoccao de moeda, pesos e medi-
da-, ao ralelo de descintos e jiiro*implse com-
postos, senda preferidos os que tiverem boa leltra
e souberetn hnguas estrangeiras.
Os preteudentes deverao apre.-.-nt.ir seus reque-
riinentos nesta thesouraria, rom documentos em
proven) que sao maiores de 20 annos, e teem bom
conpartamepto.
E para constar se mandou inblicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da ibesouraria provincial de Pernam-
boco, 18 de marco de 1864.O secretario, A. F.
d'Aiiniiiiriuiiiti.
De ordem do lllm. Sr. inspector desta repar-
tieao se faz publico qne no dia 30 do crreme,
ao meio dia, na porta da mesma, serao arremata-
dos em hasta publica os seguimos objeetos, que
Coran abandonados aos direilos, por Mello Lobo
& C, cuja arrematarlo ser livre de direito ao
arrematante : 40 lernos de han leijas de massa
invernisadas a imitarao de charaocomenfeil.s de
madreperola. pesando' liquido 436 libras, valor
da hbra 8-5009 3:6485000 ; 12 tnleiros, sendo
as raixas de mas-a e em vidro. cada um, valor de
um tiateiio 2^000 245000 ; 6 voltas de massa
para pe>c>co, pesando todas tres libras, valor da
libra 25000 65000.
Alfandega de Pernambuco. 26 de marco de
1864.
O 4 escripluraro
Joao dos Savias Porto.
I Por determinacao do lllm. Sr. Dr ebefe de
2"9 polica, faco constar, para conheriinenlo de quem
possainteiessar, que pe') delegado de polica do
termo de Serinhaein, Ihe foi participado em oficio
de 23 do corrente. que fra ali preso, e se acha
recomida respectiva cadeia, un pret -i velho. de
nonie Nicolao, que declama ter e-cravo de I).
Maria de tal. moradora cm um sobrado de tres
andares ni ra estrella do Rosario da freguezia
de Santo Antonio, a qual o comprara a Francisco
Putra, senlior do engeoho Pracinha, no termo do
llio Formoso, ou de Agua-Pret i.
Secretaria de polica de Pernambuco, 28 de
marco de 1864.
O secretario
Eduardo de Barros FatcCm de Lcenla.
741
DECLABACOES.
a Jos
2
c. to de ordinario, 1 eaixote papel e peonas
romanos porco, doces e favas; a tranc.sco de Olise.ra
pelo Franco.
* cardea"! vigario bispode Porto e Ruliua; e o discur-
Tavora era o que sao os requemados muitos de so latino
Os administra -lores da massa fallida de
Joaquina. Jos Silvcira f.uixiilan) os creilores
ti apreseotarem dentro de 8 dias, seus ttu-
los no Novo Ikmco de Prn imbuco para se-
rrn veriados. Recife, 21 de maivo de
1801.
Crrelo geral.
Pela administrat.'o do correio desta cidade se faz
publico que em virlude da conveiiro postal cele-
brada ptlos governos brasil.iro e franrez serio
expedidas malas para a Europa no dia 30 do cor-
rente mez.
As carias serao recbalas al 2 horas anles da
que for marcada para a sabida do vapor, e os jor-
naes at 4 horas anles
Adrainistrac.'io do correio de Pernambuco 21 de
marco de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Correio yeral.
Pela adnioistraall do correio desta cidade se
tai publico para Ims convenientes, que em virlude
do disposto no art. 138 do regulaiiirnlo geral dos
crrelos da 21 de dezembro de 1844. e art. H do
decreto n. 783 de 15 de maio de 18.M. se procede-
r o consumo das cartas cxistenies nesta admims-
traeao no mez de marco de 1803 no da 3 de abril
prximo, s 11 horas da manhaa, na parta do nes-
mo correio ; e a respectiva lista se acha desde ja
exposta aos interessados
Admiuislraco do cumio de, Pernambuco 21 de
marco de 1804.-O admini-trador.
Doming. silos Paseas Miranda.
Gonsflb* adraiuisliaTe.
O conselho administrativo, para fomecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos se-
guinles:
Para fornecimento do laboratorio pyro-
technico.
Penetra de cabello 1, dita de seda f. facas finas
6, encerados com 8 palmos de conipnd" e 5 de lar-
gura 6, leseara grande para cortar papel I, dita
pequea 3, gral Ue pedra com m.io 1, pedra mar-
mol e polida 1, esptula de marun t, co|h) gradua-
do de vidro que abranja de 1 a 16 oncas 1. jarra
de barro 1. .
Para a rompanhia de ravallana.
Lavas de algodo pares 10. cordas de linho bran-
cas l.*>0 bracas.
Quem quzer vender laes objeclos apreseniem as
suas proposias em caria feotona na secretaria do
conselho s 10 horas d;i manhaa do .lia 30 do cor-
rente. ...
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arseual de guerra 21 de narco
Antonia Pedro de Si Rarrcto,
Coronel, presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
Veaal secretorio.
Conselho aAministraiivn.
I eaixote licor ; a Jos Maria Sodr da Mola. ,
(capoeiras cora 21 gallnhas c gallos, Isirro
toras de llores ; a Antouio Pereira o conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra* ten de comprar os objetos
a Jos Pinto Lote de seguales:
Para provmento do armasen do almoxa-
Existiam .
Entraram.
Sahiram .
Existem.
A saber :
.Vacionaes. .
Esiiansreiros
Mulhercs. .
Estrangeira
Escravos .
Escravas .
368 presos
9
5
372
267 presos.
31
o mais provado apparetho para se manipularen) es
tas muito enrgicas reacefies do espirito no estado
de fusao.
De mais a mais convem distinguir o stimo man-
damendo da Madre Igreja entre fidalgos e peoes.
' Os primeiros anda inoculados na substancia pa-
terna, j sao esposos proinettidos no caso de virem
ao mundo.
Os segundos c no mundo qne engendrara e
elegem, e deixam e tornain a elegere tornara a dei-
xafas suas sympatbias at que Boalinenie Ihe che-
gou asna hora, e casam, cora todas as alternativas
e preparatorios dignos de um to solemne acoiitecf-
mento.

O autor nao mentio, qnaudo annunciou ao publi-
co que esta menina eslava romntica.
Se estava I
Que lindas nao devem ser estas creaeo-s elhereas
da vaporosa maginacio de nina virgein !
Como ser aquelle auriar indefinido que
1 eaixote um quadro;
lo fazendas, 1 dito ohjectos de porco :
aMa-
Duranle lodaaoitava f.z-se na' igreja de Santo noel^Jos Nones de Medeiros. p !
Andre-della-Valte urna sene de c. remouias mu to- *JgjJ[,J*lelM dl imt m0C"C Kere |
"tasas manhaas canlam-se duas missas, uma *""W*^^^&?lTS&
no rilo latino e oui.a en. um dos ritos do Oriente, dito mosqueiros, 1 capoelra 8 gall.nha*,
Um sermao d.-|Kis pronunciado cada .lia en Josf
rinde do mesmo arsenal.
SOO vassonras depiassalia, 50J ditas de jumo.
Para o 4* aatatho de artimaa.
Papel almacn 6 resmas, pennas de acoftcaixas.
ditas de ave 200. caivetes 2, tinta pr.ta 6 garra-
fas, lipis de pao Sduzias. areia pret para escrip-
ia 6 libras, carias para principiantes 38, tobnulas
de M.Mite-verde 12.
1
64
4
372
Alimenlados eusl i dos cotres pblicos. 169
Hovmenlo da easadedetoncio, no dia 2'i de
marro de 1864.
K\i-liam...... 372 presos
lingua dilterente. A diia em armenio-antonrao, e o sermao em alleuiao sei'CA de lernaillHP-
|wir moti-enlior C.assiier, protmotano
Quiuta-feira. mis-a segundo o |.mti..u..............., |deul ao ia................. --------- suas propos
Sermao em frunce pelo Rvd. padre Maur. I, da conH.|n s K) horas da manhaa du da :W do r.. -
companhia de Je-us. 44:0W)*JW ^^
Seala-feira, toiaaa segundo o : to melclntansla,
-------- ....... l.s 4.k COI (K lidio; o.. .*. .,.....< ... ,*v. .-------- --, K*......
,o em aliemao ajerae de oaiailaaieo. { Mnii t8_
i apostlico. Rendimenio do dia 1 a 26........ ,:2iTSp Quem qoin r vender laes objeclos apreseniem as
ilieal armenio, |deul 0 da 28................. i.-ji/> s(i|s j,,.,,.^,^ ,,m Part, f,.diada na secretaria do
sermao era ingle por M. Preuerico Nev, rntor de
rollegio ingles.
Sabbado, missa em grego melchila. sermao em
pola.,. (K>r D. Pedro SemeiuiiKo. emisultor do In-
dex. ,
Domingo, mssa em chaldi u, sermao era sraacei
r;l dos dominicos.
.linda felra, missa era marmita, sermao era
alterna., por D. Nowacb, cajtollo da igreja nano-
uti! Dill'anma.
IxTCa-feiea, missa en ramean, sermao era hes-
lanlio por n. Igoarie Honl.-s de Oca.
Ou.iria-feira, missa em svriaeo, sermao em in-
gle jironunciado por monsetibot Manuing. protooo-
lario apnsUttoa.
As predicas cm italiano Dm lugar muitas vezes
Conttlado proTlaclal.
RendimentododialaiK......... "
Idera do dia 28.......
3.25W.380,
98:55(434)

ella tem' pelo Rvd padre Janile
pela reahdado de seu sonbos dlapbanos, era que
me sorriam leudos nuocebos de rabettu* louros,
em palacios de mi^sangas, e mivens Canibiaiiles de
todos os rellexos da innoenria !...
Porque nao lia de ser romntica, se ella v e
compara tildo isto. que o homeiii, o mais poeta e o
mais phanlaslic uiaoi' capaz, de ver nem comparar .
E assim (tomeeam todas os amares.
Assim val al ao altar a menina quo se cas ;
uwmMntitm.n'i 14 elliineriras |e"io-s de e-te.rito- no Oa...
S ,s', ,i:,, pira ti embalaren O s,.mmo pontfice contina sempre a g.ar de
tfSnSi ideal de aspiraco,- K* *"+* Ulna bU M*le' e e0nS*8ra U"" ^ '"""""" ***
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 21 de mate-.
de 1804.
iatoaio Pedro de Su Bmreto,
i or.niel pTiisidoato-
S. A. R. Barros,
Major vogal secretarle.
Coaselho de eoaupi'aKaavae.'i.
Contrata o conselho no da o de abril proxima-
tuen'.e vindouro, sol as eondi(9as ilo eslylo, o era
visto de propo>tas rocebldas nesse dia at as II
Montevideo dias, brigue |xirtuguez La Ul. horas da manhaa. ;i lavagem de milpa I o.- e-talu-
de. 222 toneladas, r ipilau Jam Januario da Qae- loetoaertos de anoMB no trimestre de at.rii a ju-
ta eauipagem 12, carga sft eossos; a crdem. abo do corrente anno, e o (crBertineMo duranio
VVio recebw orden*. este mesmo lempo dossoguintes objeetos de farda-
llha de S. Miguel pela dha da Madeira.' dias, meato.
patorho portagaez SMisa; de !00 toneladas, ea- Para os apraadtoes artiflees.
pitSnJos Maria *> Siqneira, equipasen 10,'em Blusas de algodao azul. Iioncts para a servipo,
3VIMENT0 BO POBTQ.
Nurias entrados n dia 28.
lastro; a Joaodu RegO Lima.
' cobertores de Ua i saceos de guarda roapa.


Ufarlo de Pernanibuco Terca felra O de Marco de ihi.
:
Para os imperaes marinlieiros e apren- tradito agente levar leilo em sen armazem
dizcs ditos. da ra da Cruz n. 57, os objeclos arima mencio-
lionets de panno azul e saceos de lona de mari- nados. Tudo ser vendido sem limite-, ao correr
nhagem. do martelo._________________________________
Tamfoem o conselho no referido dia epor igual w*-- a m*
forma proinove a compra dos segrales objectosdo lil'jlli%tr
material da armada : 40 arrobas de pregos de fer- DE
ro de 4 pollegadas, 10 arrobas de estanto em ver- a ) .,f.n.ia ,ln notmuui lorova
ga, 40 arrobas de pregos de ferro de 5 pollegadas, 44> pet^lS (10 eSTOlipa lftlgil.
imo.ii:
10 armbas de cstanho em barra, 100 galos toa sa-
palilbos, 10 arrobas de chumbo em barra, t>00 sa
patilhos diversos, 10 arrobas de zinco em bi rra. 12 Tera-retra 29 do correle ao meto da, no aruia-
duzias de taboas de pinho da Sueeia de 1 |2 pol- zent da ra da Cadeia do llerife n. 18.
legada, I,00 ps de chumbo em lencol do mais O agente Olimpio vender em leilo por conta e
Uno, 1,700 lijlos de marmore de 10 pollegalas em risco de quem pertencer, 42 pecas de esloupa em
quadro para ladrilho, 10 duzias de tabeas dt pinho 1 ou mais lotes a vontade dos compradores.
da Sueciade 1 pollegada, e 'MI palmos de varan-
da de ferro.
Alein destes objeclos promove mais o conselho
qur no mencionado dia como em todos os outros
de suas sesses, vista igualmente de protestas
condi^es do estylo, a compra de madciras cur-
vas para eonslruc^o de um transporte de f uerra.
Sala do conselho de compras navaes 2S di mar-
o de 1864.
Alejandre Rodrigues dos Anjos,
Secretario.
ESTHADA DE FEKKO
ECIF]
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOU
Dos portes do norte esperado
at o dia 3 de abril o vapor Pa-
ran, commandante o rapito
de fragata Sania Barbara, o qual
depois da demora do costuine se-
guir para os portos do .-til.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual clcver
ser embarcada no dia de sua chegada, enconmen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
"COMPMHIA
MESSAGERIES IMPERIALES
No dia 38 do
corrente espera-
se dos poi los do
sul o vai*r fran-
rez.Yan r>,cem-
mandante I e So-
tuer, o qu ti de
pois da d :mora
do costume se-
guir para Bordean*, tocando em S. Via nte e
Lisboa.
liPara as condi^oes fretes e passagens, trata se na
agencia, ra do Trapiche n. 9.
COMPANHIA PERNA.MBUCANA
DE
Navegaco costclra a vapor.
Fernando de Noronha.
No dia 13 de abril pnximo,
ao m'eio dia, seguir para ) pre-
sidio de Fernando, o vapor Sla-
inamjuape. commandante Mou-
ra.
Para o Hi Grande d< iNorts e \s> n.
Segu com brevidade a barcaca nacional Gra-
dla, a qual tem parte de seu carregamento. usto:
para tratar do restante, na fabrica da travesado
Carioca n. 2, caes do Ramos.
Vara.
O palhabote Garibaldi': a tratar com TassD Ir-
nios.
rara o liio de Janeiro
Segu eom milita brevidade pira o dito pjrto o
patacho nacional Dous Amigos, de primeira mar-
cha, tundo a maior parte de seu carregaitiento
promptn, c para o resto e escravos a frete, e en-
tendam eom sctis consignatarios Ainurim Irnos,
ra da Cruz n. 3.__________________________
Para a Babia salte oestes seis dias a e cuna
Carlota por ter quasi seu carregamento completo :
para o resto que lite falta, trala-se rom os consig-
natarios Palmeira & Bcltro, largo do Corpo Sanio
n. 4, primeiro andar._____________________
Rio de Janeiro.
O brigue nacional Almirante pretende seguir
com umita brevidade, tem parte do seu rairega-
mento engajado : para o resto que Ibe falta, e es-
cravos a fele, para os quaes tem excellentes rom-
meta, tratase com os seus consignatarios Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escrip-
torio, ra da Cruz n. I.
Rio de Janeiro.
Segu em poneos dias o brigue escuna ,'vcem
Artktir, tem parle do seu Carregamento engajado,
para o resio que Ibe falla e escravos a frete para
os quaes tem excellentes commodos trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo 4 C, no seu escriptorio ra da Crus nn-
niero 1.
Vara Lisboa.
Sahir com toda a brevidade o milito rehiro
brigue portugus Constante II, por ter quasi
prompto todo o sea carregamento, tem excelf ni' -
commodos para passageiros, e para estes e o res-
tante da car.>a tratase com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho no largo do Corito Santo l'l.n
LEILOES.
DE
Kscravos, carros e cavallou.
O agente Simoes far leilo requerimento dos
curadores llscaes da massa fallida de Jos Mai que-
dos Santos Aguiar & C, e mandado do Illm Sr.
r. juiz de direito especial do cummercio dos I ns
seguintes: I e.-cravo de nomo Miguel, de nica,
idade 45 anuos ; I dilo de nonte Benedicto, cnou-
lo, idade, 25 annos ; 1 escrava de nomo L-ahil, de
iiacao, idade 43 annos ; 1 berlinda com fardas pa-
ra dous criados; 1 culeca, 1 carro com vidraa n.
:>i, 2 diios de ns. SI e 53, todos rom seus compe-
tentes arralo*, parelhas de cavallos de diversas
<*res, 1 cavallo russo pequeo, 1 dito rastanho e
1 dito russo, I carroca com seus arreios, 1 arreio
de sota, tinas, cabides, Jeposito e encanamento
d'agua, registro de gaz, mangedoras, estivas e ou-
tros objecto* (Ou seria enfadonho menciona-los.
iioji:
s 10 112 horas da raauhaem cocheira da ra
do 'Imperador n. 25.
t-------------------
LEIO
DE
ESCIMVOS
O agente Simoes por conta e risco de quem per-
tencer, vender em leiliio as escravas seguintes :
Romana, crioula, idade, 10 annos, com algumas
habilidades. Nympba, crioula, idade, 9 annos e An-
tonio de Naro, idade 30 annos.
no.* i:.
Tcrca-feira 29 do coi rcnlc s 10 emeia
horas da maulla.
Em cocheira ra do Imperador n. 25, aonde
haver um outro leilo.
>..
DAS
Dividas activas.
DE
Francisco Comes Castellao.
Por ordem dos administradores da massa fallida
de Francisco Gomes Castellao, rom despacho do
Illm. Sr. Dr. juiz do commereio, e por intervenco
do agente Pe-tana, iro leilo as dividas activas
do mesuto Castellao, que importan), conforme a
relaeo, em 6:2085446 : terca-feira, 29 do corren-
te pelas 12 horas da manha, na [torta da associa-
co commercial.
Tabella da partida dos trena de passageiros, que deve regular do 1.
de 1864 at outro aviso.
CO
de abril
<
o
w
ESTACOES
Cinco Pontas (partida)
A fugados .
Boa Viagem .
Prazeres .
Ilha ....
Cabo ....
6I|4 I|iojuca. .
7I|2 Olinda. .
Timb Ass .
Kscada ....
Frexeiras .
Aripibii. .
Ribeiro .
Gamelleira
Cityantbuca .
Agua Preta .
I'na (chegada). .
*
4
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Ums (ra- D'imin^iis e
Imllio IIiin NantoM
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3 Us-c.
r*BDE
II.
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Passmjtirusde l.; 2
e i.' classit.
NAMIAA lu
II. M. 11.
7 30 5
7 36 0
7 49 6
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8 43 7
8 57 _
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9 27 _
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ESTACOES
l"ii.'. (partida).....
Agua Preta......
Cinambtiea......
Gameleira.......
Ribeiro........
Aripibii.........
Frexeiras.......
Estada .........
Ti ni li ASS.....
Olinda.........
Ipojuea.........
Cabo..........
liba..........
Prazeres........
Boa Viagem.....
Afogados.......
Cinco Pontas (rheg.).
TiitvV* lio l\ I I Itllllt
O'iis d ir
balbo.
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'! I-, -e
3 i l.i-..-.
MANHAA
M.
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I.Illll^. s .
Passageiros de !, 2.
e '.' classe.
MANHiA
II.
M.
10
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3
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II
II
I
1
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13
32
50
21
34
49
4
22
38
5
13
26
33
Continuar a baver Irem pna conducvSo do inoaailorias, o qual porcm deixar de transportar passageiros.
____________^_______^_____________ AiMf/n, superintendente interino.
Saqoes sobre ''orlual.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A; C, agentes
do banco Unido do Porto, com|tetentemente auton-
_.__ ."" sa do, sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
i in;i casa de talpa eoberta de te- banco para 0 Porln c Ub^ e I)ara M segunles
Iba hita na CStcao de l'na a agencias as provincias: Amarantes, Aveiros, Bar-
niarseui lo rio do nicsnio r,,,,os-l,;,slos "-'Ja, Braga, Braganca, Citares, Coim-
no|11 bra, Covilhaa. Evora, Fafe, Figueira, Guarda. Gui-
, m maraes, Lamego, Leiria, Oliveira de Azemeis, Pe-
A requerimento dos curadores hscaestla massa na|iel 'Port fa.bda de ForUinato Jos Pernanta, e por despa- c xm drtpConde *VH
i'liji iln Illm Vi* IIk mi ... IL..HHI ,\,\ CAiimlarAiO f\ __ '__
cho do Illm. Sr. r. juiz especial do commereio, o
agente Simoes vender em leilo a casa cima
mencionada.
Quarta-feira 30 do cormite as 10 horas,
emseu escriptorio ra da Cadeia n, 28, primei-
ro andar.
IiEILr
De dividas.
Qttarta (eir 36 de marco.
O agente Pinto far leilo. requerimento do in-
ventarame dos bens do tinado Miguel Joaquina
Dias de Castro, e por autorisacao do Illm. Sr. Dr.
juiz de orphos. nao s das dividas activas da loja
de ferragens d'aquelle finado, como das dividas ac-
tivas da massa fallida de Castro A; Amorim, com-
prados pelo mesmo tinado, conforme a nota exis-
tente em poder do mesmo agente ; o leilo ser
effectuado s 11 horas do dia cima dito, no es-
criptorio da ra da Croa n. :(8.
DE
Movis e outros artigos.
(Jnai ln-lVira 30 do torrente, ao nieio dia.
o agente Olimpio em seu armazem ra do Im-
perador n. 16, vender em leilo diversos movis
novos e usados, os quaes e.-taro expostos no re-
ferido da cima.
i,tino
DE
Fm escravo.
DK
30 saceas caf escolha para
os Srs. refinadores.
IIOJ
O agente Pestaa vender por conta e riso de
qu#m |tertencnr cerca de 20 a 30 saceos com caf
eseotia, em lotes, vontade: terea-feira, 2) do e nas casas commissionadas.
correr.!e, p, las 10 horas |da manha, no tra| iebe Os premios (le 5:0005000 at 10\$000
.ivramento.no Forte do Matins.______ser5o pagos urna hora depois da extracto
O agente Almeida far leilo requerimento dos
administradores que f iran da massa fallida do
fallecido Joo Jos de Gotiveia, e por despacho do
Illm. Sr. r. juiz especial do commereio, de um
e-eiavo de meia idade
Quarta-feira 30 do correte, emseu escrip-
torio na rita da Cadeia do Recite n. 48, s
11 iioras.
LEILO
DE
Fma escrava.
tjuaita-leira 30 do frrente, s II horas.
O agente Olimpio, em seu armazem, ra do Im-
perador n. 16, vender em leilo unta escrava com
diversas habilidades.
Dr. Cosme de S Pereira conti-
residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercici 3 de sua profis-
so medica, e cem especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o tos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas te dos os dias d s|
6 as 10 da manha, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e imalquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Alugam-se o primeiro e erceiro an ares do
sobrado da ra do Amorim n. 37 : a tratar na ra
da Cadeia n. 62, segundo andar.
a Beal, Vizeti. Angra ,
Terceira, Faial, Madeira e S. Miguel, qualquer som-
ma a praso ou vista, podendo logo os saques I
serem descontados no mesmo banco a razan ue |
4 0[0 ao anuo : a tratar na ra da Cruz n. 1.
O abaixo assignado pede as pessoas que tem
penhores em sua mao o obsequi* de os Ir tirar no
espaco de 15 dias, lindos os quaes serao vendidos
parasen pagamento.
_________Joaquim Mariinho da Cruz Correia.
N llanca de eslabelcciniento.
Magalhaes da Silva Irmos, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci-
mento de fazendas da ra das Cruzes para a ra
Nova n. 40, defronte da igreja de Nossa Senlfttra,
da Conceico.____________
Aluga-se o quarto andar do sobrado da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra da Cadeia n. 62, se-
giindo amlar.
Gelo,gelo, gelo.
Com a chegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falla de gelo fabricado com agua do
Prata, lodos os dias a qualquer hora, para por-
coes grandes ou encommendas para fra da pro- ta cidade, faz publico que "rancisco Jos da Silva
vi oda dever baver aviso com antecedencia : ra Ralis, empregado no vapor Persinunga da compa-
da Aurora junto a ftmdico onde tem a bandeira nhia Pemambucana, outr'oia meslre do hiato So-
-f :t,----------' brtense, morador na villa do Acarac, provincia
LeillOranCa aOS rCirUeZeS eS- d<> Cear, devedor ao aaaanclante de urna quan-
. *-* tia su|tenora 1:0005, doque |.ropoz a acores-
QUeCUlOS. pertiva perante o Dr. juiz de direito especial do
0 dono da antiga fabrica de charutos da ra de 2"2"2i2!!? Paers ft Andrad- obtfndo
Monas n. I, avisa aos seus freguezes que tem de- ?! "C'anle em ^ 1 annu, |,asSado se"-
bito na casa, hajam de ir salda lo at o dia 31 de tena conlra,0 anunciado da qual appellou este
prximo mez, porque dessa data em diante far para "Wi8ino tribunal do commereio; e por
entrega tas contas a um procurador para cobrar '|U.|
judicialmente.
ttenco
Na travessa de S. Pedro, esquina da ra do
Fogo n. 10, preparam-se com perfeicao bandeijas
de bolinhos de diversas armacoes e gosto vista
da incomntenda, para bailes, casamentes, festas de
igrejas, semana santa, ou procissoes, e tamben)
bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
s era libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como oulras incommendas de podas, toda a qua-
lidade de pastis, bolos linos, e pao de-l, com toda
a perfetcao do nosso mercado. Na mesma casa se
precisa lugar una preta ou moleque por mez, que
saiba vender bolinhos na ra, ou mesmo de ven-
dag'm, paga-se bem._____________
Precisa-se fallar ao Sr. Joao Casemi-
ro da Silva Machado, que teve negocio na
rita do Queimado : na livraria r-. e 8 da
praca da Independencia.
4 LIRKIAOE MI BIUSIL
SEU NASCIMKNTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Pttr AITonso de Albuqurrqite Mello.
Ett a imprimu-se e (ara um totume de 400
paginas.
CASA DA FORTlA.
AOS 5:000,000
IBilhetes garantido
A' roa dv Crespo n. 23 e casas do cosiente
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui
afortunados bilheles garantidos os de n. 42 com
ason de 5:0005, n. 1011 com a de 1:2003, n 130
com a de 600,3 e outras muitas de 100,5, 405 a
2( da lotera que se acabou de extrahir a l>e-
neticio da matriz deS. Lourenco da Mata, convida
aos possuideres de ditos bilhetes a virem receber
seus respectivos premios sem descont algum em
seu estabelecimento Casa da Fortuna ra do Cres-
po n. 23.
0 mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
beiecimenlo e nas outras casas do costume os no-
vos e afortunados bilhetes garantidos da segunda
parte da quarta lotera do Gymnasio, que se ex-
trabir quinta-feira 30 do corrente e os premios
nelles obtidos sero pagos como de costume.
Pre^oat.
Bilhetes inteiros..... 6*000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55300
Meios......... 275o
____ Manoel Martins Fiuza
Dinlieiro a vista.
Algodaozinho com pequeo
toque de avaria a 4^500
e 5#000 a peca.
Vende-fe na ra do Queimado n. 14, superior
algodaozinho com pequeo toque de avaria a 55 e
65 a peca, a elle que est se acabando.
Fugio no dia 14 do corrente marco o escra-
vo Joaquim, de estatura regular, rosto redondo,
vanos cabellos brancos na cabeca, um tanto des-
corado, com pannos pelo rosto, mais grosso da cin-
tura para rima, parecendo por isso meio corcova-
do, pernas fina, ps grandes c com os dedos gros-
sos, tem as juntas dos joelhos duras, o que o priva
de dobrar as pernas com rapidez, quando anda
ajunta alguma cousa os joelhos, pouca barba e s
no queixo inferior, toma tabaco e fuma cachimbo,
sahio com camisa de estopa e mais roupa que se
ignora a qualidade, oceupavase em trabalhar de
enxada : roga-se a captura do dito escravo s au-
toridades de polica e capitaes de campo, podendo
ser conduzido ao lugar da Venda Grande, fregue-
zia de Muribeea, a entregar a Miguel Archanjo Lo-
pes da Fonseca, seu senhor, o qual satisfar as
despezas fetas com a captura e entrega do escravo.
Quem achou no domingo de pasehoa dentro
da igreja do Corpo Santo, urna pulsera de otiro,
a qual tem um laco no ineo, e esmaltada de azul
nos lados, querendo-a restituir, pde-se dirigir
ra da Senzalla Velha, no segundo andar do sobra-
do jj:JOLqueser?ratincado^^^
-1 luga-se
tima ama para casa de homem solteiro, de bom
eomportamento, e capaz do encarregar-se de todo
servico : na ra do Hospicio n. 58.
Joaquim Vieira Coelho da Silva.
,, .___. .. quencia da abundancia de materia que tem este
O abaixo assignado, estabelecido e morador nes- jornal.
Por aquello principio o publico ter podido ver
se a materia dever ser ou nao inieressanle.
Para imprimir um volume o autor pede assigna-
turas e smente quanto bastem para as despezas
da impresso e brochura.
E* a sarama da obra mostrar como a liberdade
no Brasil tem sido sempre sophysmada pelas tran-
saccoes que tem feito o partido liberal com os cor-
cundas, governando quasi sempre os corcundas
ainda mesmo com os liheraes no poder; mostrar
[e"os poneos benf"que sue o referido VaTis CT. p'"'a,0!;,e lim' **,***> s orcundas apoio
stao sujeitos a esse debito .-m consequencia de ser' SSta?.1!" corromP,do W P vencer as
n.,^, e mesmo porque a a vo foi pVoposla an^ ^ ^^
Perdeu-se urna perola grande na quinta oa
soxta-feira santa, da roa do Imperador para a igre-
Ja foi pubcado no SS A Hmmtm* prin- do^So a^az\^Tlou^''4'! '^sert
ripio em tres artigos conimunicados, e nao pode gratificado ^i, quesera
ser continuada a sua publicarao assim, em conse-
AVISOS DIVERSOS.
Jos Soaro-: d'Azevedo, prolessor de
lingua e litteratura nacional no Gymnasio [
Provincial de Purnambuco, tem aberto em
sua casa, ra Bella n. 37, um curso de phi-
losophia e outro de lingua franceza. As |
pessoas que quizerem (requintar urna ou
outra destas dcipDas podem dirigir-se
indicada residencia, de manha at s 9 ho-
ras e de tarde a qualquer hora.
e
antigo, e mesmo parque a a je*
do fallccimento da mulher do
isto devia esse debito ser descripto no inventario
(o que nao foi); por tanto t fra de qualquer du-
vida que nem Ralis nem se is filhos podessem dis-
pr de semelhantes bens s-m que primeramente
seja decedido o pleito, prot -slando o annunciante
ir nave-Ios em qualquer paite que estejam se por
ventura for confirmada a se ttenea appellada. Re-
cie 23 de marco de 1864.
, __________________Jos Rodrigues Ferreira.
Flix Parcor, subdito francez, retira-se para
o Maranho.
3-RIA ESTREITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
nulas como |tela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
liqnein a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparares as mais acreditadas
para conservadlo da bocea.
0 drurgiilo Leal mudou
a sua residencia da ra do
i
tana novo
V.nde-se o ultimo piano mandado fabricar em
Pars, especialmente para este clima, ecom lodo o
cuidado possivei, pelo bem conhecido Joo l,au-
! monnior que teve armazem de pianos na ra da
Queimado para a ra dasjConSriz
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
e or i as ca,naras Para destruir todos os actos legislativos
rl do partido liberal, todas as garantas coustitucio-
naes.
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
zido e paiz ao pauperismo e miseria, fallando
cada um toda a garanta do direito, e prtanlo to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan-
ta s ha extarso, qur dos governantes, qur dos
mais fortes, e nao ha industria licita que d para
vi ver.
E' como urna historia, desde a independencia ate
boje, fazendo-se apanhado smente dos fados im-
portantes, donde comeeon a nacer a liberdade no
Brasil, e como ella tem sido espancad;. usasstnada
e enterrada, analysando-se todos esses fados, e de-
monstradose todas as consequencias das artima-
Coziuhtrfro.
Precisase de urna pessoa que cozinhe bem para
SftrMttWlit:^!-*B-ar -ufe
Aluga-se a casa terrea da ra do Mondego
n. 75. na freguezia da Boa-Vista, caiada e concer-
tada de novo : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife n. 49, sobrado.
Caixeiro
Precisase de unt caixeiro para tomar conta de
urna taberna em ponto gran le, e por bataneo, nao
seolha ao bom ordenado nterecendo : quem pre-
tender annuncte por este jornal.
Mora em Hlo-Foriuoso.
pergnnta-se ae Portuguer commcrciante, que
conhecido em Rio Fe rioso poro liberal cuca,
se verdade de o ter este feito hypotheca de todos
queza e corrupeo do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco al a ratoeira da revoluco
de 48, em que o lizeram cahr.
Analysa-se todos s ramos da adniinistrafo, e
mostrase como tudo feito em defraudado da
causa publica, dos inleresses da comiminbo, e em
beneficio smente dos protegidos ; como todas as
emprezas e melhorameutos s tem de bem publi-
co o pretexto, c de real a locupletajo dos ati-
ldados.
Concluc-se pela analyse da sitnarao, e mostra-se
como Pernambuco com as quatro provincias suas
i inas do norte, as primeiras na manifestaco dos
sentimentos livres, tem chegado maior abjeccao.
A assignatura de 25 por volume, pagos adian-
tado, obrigando-se o autor a restituidos se asassig-
os seus bens a tiessoa a quera legalmente nada de- naaoras nochegarem para a publicaco. Depois
ve se e vesdadecomo dizeir, cam.nha esse senhor i d(! i,n|)russ0 custara o volume 35. Assigna-se na
estrada da v.rtude para com os seus verdaderos livraria ns. 6 e8 da praca da lnde|tendencia.
s para salvar o dinheiro quesetinha adan-
lado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar.
Moclctlade de seguros mutuo*
de vida lustallada pelo Banco
i 'nlo na cidade do Porto.
(le O aCliaraO COmO Sempre Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
^_^_____x_ ^_____1_ __, ___ Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando ura futuro lisongeiro aos assoriado,
Dase 100 rs. sobre cada pataca de veida-
gem de bolos e sequilhos : na botica do pateo do
Carino.
Julio Cezar Pinto de Oliveira, nego"
ciante matriculado, retira-se para lora do
prompto a qualquer ora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripia.
Aos 5:000^000.
Corre amanha.
Quarla-feira, 30 do corrente mez, se ex- imperio, a Halar de sua saude, levando em
trahir a segunda parte da quarta lotera do sua companltia sua senhora e duas ftlhas
Gymnasio. menores, e deixa como seus procuradores :
Os bilhetes e meios acham-sc a venda na'em primeiro lugar o Sr. Antonio Jos dos
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 13
credores, a quem deve letras vencidas um, dous
c tres annos.
Pergunta-se mais, quando e em que especie de
moeda pretende parara seus credores, se contina
a pagar dizendo : Mvad.i Deus I tenho muito
com que pagar a meas credires; esla moeda olio
O abaixo assignado, vista do seo mo esta-
do de saude, e sera esperanzas de (car bom to
cedo, resolve-se a vender os seus dous engenhos
I.iineirinha e Piudobal uara pagar aos seus genero-
sos credores, porque nao quer passar por ingrato,
recula, ha mais de dous anuos, nao corre nesta e mesmo porque pode morrer de repente e deixar
O abaixo assisnado, como credor da taberna
sita na estrada de Belem, pertencente a Hermene-
gildo Henriques Texeira, faz ver ao publico, ou a
quera interessar, que nao facam negocio algum
com a mesma sem se entender com o annuncian-
te, pelo contrario o comprador tem de se sujeitar
a pairar o que a mesma deve. Recife 28 de marco
de 1864.Jos Amonio dos Santos Vieira.
- O abaixo assignado tem justo o contratado os
objeclos da Mrica de ciearros do amigo becco dos
Portos. pertencente ao Sr. los Antonio de Cam-
ino Macicl : por isso quem tiver alsuma cousa a
reclamar, apresente-se no praso de tres dias. a con-
tar de boje em dia ule.
______________Jos do Couto Guimares A C.
Na noite de q litita-feira santa perdeu-se urna
ptilseira de onro, suppc-se que ao sabir do con-
vento de S. Francisco : quera a tiver adiado e
queira restituir, dirija-se ra do Nogueira, sobra-
do n. 26, segundo andar.
praca.
t";/i credor.
Julio Cesar de Oliveira faz saber a quem
convier, que, tendo aberto c^m autorisacao legal
um estabelecimento de instruccao primaria e se-
cundariana cidade da Vicloiia, ra do Imperador,
recebe nao s alumnos externos, como tambem in-
ternos.e meios pensionistas.onforme o reglamen-
to que organisou, e foi approvado pelo director ue-
ral : as pessoas que de seus servidos quizerem uti-
lisar-se, entendarase com elle ; certos de que o
annunciante far muito por t umprir satisfactoria-
mente os deveres do encargo que tomou a si.
ncommodos etrabalhos para sua inull er e lilbos:
os pr^tendentes podem informar-se o que sao os
engenhos, e depois dirijara-se ao engenhoPindobal,
i,ue ahi acharo rom quem tratar.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Mello.
JLttlLAO
Pelo agente Miranda
De diversas ohra de marcinpria, algumas ifa-
mas de ferro, um completo sortimento de raoddla-
broa, i.-lauiias para quadros. e de diferente,- o-
bras de medicina, litteratura ele.
iio.ii:
Terca feira 29 do
Reis, morador na ra do Imperador, en-
carregado de todos os seus negoci'-s; em
scfiin lo lugar o Sr. Dr. Jorge Dornellas Ri-
beiro Pessoa, morador na ra larga do
ateas 4 horas da tarde, e os outros no dia Rosario ; eem leroeiro lugar o Sr. Francisco
seguinte depois da distribuico das listas.
O thesoureiro,
Jos Fernaudes Pires, morador no (talco da
Santa Cruz, freguezia da Roa-Vista. Deca-
Antonio Jos Rodrigues de Souza. ra pela segunda vez que at esla data, nada
- Preei-a-se para casa de um raneo solteiro de ,l,'v,! ('m ^niainhuco.______________________
unt ama forra ou cajuva, que saiba ciizinhar e' Alagam*se duas casas novas mallo fraseas, no
anjpHnmar: p.?ra tratar, m ra da Cadeia 53, lugar da Capunga, quintaes murados, tratar na
correms as ll horas, < su> primurt andar. trave*a da matriz de Santo Antonio n. 8.
ENGENHO UNA.
O engenho tina, sito na comarca da Victoria, an-
nunciado ueste Diario para ser particulimente ar-
rendado pela pessoa moradora na estrada do Hosa-
rinho, junto a pontezinha, pertence tambera a 1).
I'i ain isca da Cunha Randeira de Mello, que mora
na ra Imperial, sobrado n. 64, a qual pretende a
seu requerimento por o dito engenho em praca por
arrendamenlo : era consequencia do ime ella pelo
presente poe em sobre aviso aos pretenc'enies, que
certos devem (carde que era lempo se publicara o
dia que tiver lugar a praca._______
O abaixo assignado, tendo era seu poder o
producto dos objecto* vendidos em leilo por con-
ta do Sr. Luiz Hibeiro Trovu, pede a quem se jul-
gar credor do dito senhor para apresenlar suas
contas no praso de oilo dias para se proceder ao
competente rateio. Recife 26 de marco de 1864.
Francisco Alves Monteiro Jnior.
Calxelro.
Precisa-se de um caixeiro para a relinaco da
Passagein da Magdalena, de 14 a 18 annos : a tra-
tar na mesma.
A dentista brasileira, Ros; Jame, avisa ao res-
peiiavel publico, e especialmt nte a seus freguezes,
que mudou a sua residencia ara a ra da Penha
ii. 17, segundo aodar, onde putera ser procurada
para qualquej servico de sua irolisso.
Gasa.
Aluga-se a casa n. 8. d i ra do Principe, fregu-
zia da Boa-Vista, eom 3 quilos, 2 salas, cosinha
fra, cacimba c quintal grande, a tratar na ra No- j > Na ra de Sania fhereza'n. 11 preeisa-o
Precisa-se de tima ama para o servico de
urna casa de pouca familia a tratar na ra das
Cruzes n. 5.
D-se de 2 6:000.3 a premio sobre hvpothe-
ca de predios livre e des.-mbarac.nlos.
de u
na ama.
Xova hospedarla
A TfiAVIATA.
Y na do Itnsario Larga n. 1(7.
Francisco Garrido tendo negociado o seu amigo
hotel denominado Trocador, abri unta nova hos-
pedara em a casa n. 37 da ra larga do Rosario,
cojos commodos o habilitara a annunciar ao publi-
co que nella lera -empre todas as iguarias prepa-
radas por um hbil culinario. Outro sitn, na mes-
ma casa llavera todo o genero de bebidas necessa-
rio, noile sorvete muito bem feito, e dous buha-
res de mogno competentemente preparados. Esia-
r abena desde ai 6 horas da manha at as 12
da noite; e tudo isto ser feito por precos to ra-
toaveis que os freguezes necessariamente liear.v
satisfeitos. Para nielltor ronhecimento do publico o
propnetario declara que a casa a em que func-
cionou a muito conliecidasociedadeCorybaiitiiia.
Francisco Garrido, tendo de se retirar para
a Kuropa, deixa como seus procuradores nesta pro-
vincia : em primeiro lugar ao Illm. Sr. Antonio Va-
lentira da Silva Barroca, e era segundo ao Sr. Se-
veiino Lyra Malvar, todos elles com poderes ne-
cessarios.
AUencao.
Os abaixo assignados agradecem rordealmentc
as autoridades, .ios seus amigos, assim como a to-
das as pessoas que ajuJaram a salvaco do algo-
do recolhido ao armazem contiguo ao predio que,
solTreu o incendio na noile de sexta-feira para sab-
bado 26 do crreme, e roga-lhes que aecclem esso
publico tisteraunho de seu eterno reconheciment
por to assignalado favor, visto que a nao seren
esses senhores seriara os abaixo assignados victi-
mas desse infeliz e inexplicavel acontecimento,
Recife, 28 de mareo de 1864.
Imob A C.
A Heneao

Precisase alugar urna ama que seja boa e fiel,
faca lodo o servico de casa de pequea familia e
compre na ra : a tratar na ra larga do Rosario
n. 38, loja da Aurora.
O administrador da massa fallida de
Rostron Rookcr A- C. roga aos credores ha-
jam de apresentarem dentro de 8 dias seus
ttulos a ra lo Trapiche n, 46, para serem
verificados.
Credores.
Os credores do Sr. Francisco Virissimo do llego
Barros queiram entender-se com Tasso Irmos. ra
do Amorim n. 33. segundo andar.
Quem annunciou neste Diario que precisara
de um caixeiro para tomar conta de urna taberna
em ponto grande por balanco, nao se olhando o or-
denado merecendo a pessoa : pode procurar na
ra da Viraco n. 3, que a pessoa dar conheci-
tnento de sua conduda._________"
Precisa-se de um preto ou pardo para ajudan-
tc de coziolia : no Hotel Trovador, ra larga do
Rosario n. 44.__________________________________
(gal)
Na ra Nova de Santa Rita n. 43, serrara de
Jos lunario Avila, tem grande quantidade de tra-
xetat e enxatns de loara de diversos comprimen-
tos e grossuras, e que se vendem muito barato
vista da quali lade.
t

(
r


Diario de i*ernaiabuco Terca felra e de Mar^o de 184.
s
/
>
.. <

NOVO SYSTEMa
DE
ESGRIPIUR4 MtllCWTII
pon
Partidas dobradas.
Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para o
prelo un nova systema de escripturaco mercantil
por partidas dobradas, de confermidade com a de-
eisao do tribunal do commercio da capital do im-
perio, etn sesso de 7 de Janeiro de 1831, em vis-
ta da qnal pode o Diario ser escnpUirado por ex-
tracto, dos livros auxiliares, sendo as cuntas ge-
raes (do anligo systema) letras a pagar, e letras a
receber, substituidas por columnas as contas ccr-
rentes, demonstrando estas por urna simples sotu-
rna, em qualquer momento que o commerciarte
Jueira saber o estado de sua casa, quaes as contas
evedoras, e quaes as credoras, as respectivas
columnas.
O balanco geral, formulado segundo este no'o
systema, nada dena a desejar, como se observa em
differentes modelos.
Anula conten esta obra: i* urna taboa com nu-
meros Paos, pelos quaes conhecido o prego de una
arroba (seja elle qual for) de qoalquer genero, par
urna simples multiplicarao se conhece o impute
de qualquer numero de arroba, libra e oncas; i*
o decreto n. 31.19 de 13 de agosto de 1863, que
declara e mod Oca o regulamento do sello n. 27 3
de i6 de. dezembro de 1860 ; 3o o decreto n. 3217
de 31 de dezembro de 186;) que altera as disposi-
ces do regulamento das alfandegas.
Aedieaodestaobra vai ser feita em beneficio do
Hospital Portuguez, por offerecimento do uiesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivcl,
espera-se que o publico concorra com a respectiva
assignatura, nao so em attencao a ulilidade da dita
obra, mas tambem ao fin a que c appKcado o pro-
ducto.
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriptoiio
do Illm.Sr, Dr. Fonseca, e luja de livros dos Illas.
Srs. Guimares & Oliveira ; ra da Imperaniz
(aterro da Boa-Vista) loja da bandeira n. 28. eem
casa do autor, ra do festino n. 3. das 4 s 6 ho-
ras da tarde; a t& cada volume, brocbnra, pag)s
a occasiu da entrega.
ii
Aluga-se o primeiro c segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Auro a
numero 36.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
ectivamente por todos os paquetes sebre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por ~.
qualquer somma, vista e a prazo, po- |
dendo logo os saques a praio serem des- jgg
contados no mesmo banco, na razao de 4 *
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Precisa-so de una pessoa que tenha nimia
pratica de organisar escripias em partidas dobra-
das : tratase na ra do Queimado n. 46, loja de
Guimaraes & lastos.________________________
Alagase o 2 andar da casa da ra do Crespo
n. 16, com comando* para urna familia, ou so a
frente para un esrriptorio : a tratar na luja.
Na ra do Crespo n. lo, se aluga urna boa
rasa e sitio no Monteiro, com frente para o oitao
da .L.'11'jn. ___________________________(
O Sr. JolO Fernandos Raptista, tcm
tima carta na livraria n. (5 c 8 da praca da
Independencia._______________
Sr. Thom Leao de Castro tem ama
carta de Maurica: na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Aluga-se a loja do sobrado n. "52 da ra do
Ilangel : a tratar na ra doStl n. 13.__________
Precisa-sa alojar urna sala de unr sobrado
no bairro de Santo Antonio: quem ti ver annuncie.
Os senbores abaixo declarados queiram fazer
o favor de virem ou mandaron seus correspon-
dentes ra da Praia n. 44 a negocio que Ihe diz
respeilo.
Juviniano Irineu Paes Brrelo (engeuho Barra).
Manuel Ignacio de Luna (engenho Irmandade).
Ignacio Jos da Penha (engenho Firmeza).
Francisco Rodrigues da Silva (Gamella de Barra
Na noite do 24 do correte perdeu-se desde
a ra da Imperalnz al a matriz lo Santo Antonio
urna pulseira de ouro com esmalte azul: quem a
acboa, queira leva-la mesma ra n. 45, que ser
gratificado.
Onereeo-se para ama de leite urna parda sa-
dia : na ra da Gloria n. 12.__________________
8001800
D-se 8003 sobre hypoiheca em dons escravos :
na rua de Santa Hita n. 27. segundo andar._____
Quem quizer arrendar algmn engenho na fre-
guezia de Agua-Preta com salTra criada ou (em
ella enlenda-se com o proprietario do engenho li-
dia na mesma freguezia, que tara qoalquer nego-
cio prazo sob garanlia sufllciente.
Pardea se na noite de quinta feira santa, na
igreja do Corpo Santo, urna pulseira de ouro es-
maltada de azul : quem a achou e quizer restitu-
la, o poder fazer nesta lypograplna.___________
Precisa-se de urna ama para lodo o servio/)
de casa de pouca familia : na travessa da matriz
de Sanio Antonion. 8.
Vendem-se harris coiu eal des-
ta procedencia, eiu pedra, claega-
da hoje, e uuica nova, que lia no
mercado, na rua do Trapichen.
13, annazein de Slanoel Tel.ei-
ra Basto.
FarinJta a 4$800
Vendem-se saceos grandes com farinha de man-
dioca a melhor do mercado, por barato proco : na
rua da Madre de Dos us. 9 e 'J.___________^^
A bordo da barca brasilea Iris existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
coes ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriplorio de Ainorim Irmos, rua da Cruz nu-
mero 3.
m
confeito e especifico para
expellir os Vermes.
h
Casa de commisso de escravos ua ra
do Imperador n. 45, tereciro indar
Nesta casa recebem-se escravos por commissih
para serem vendidos por conta de seus senhores,
i ao se poupaudo exforros para que os mesmos Be-
Jan vendidos com proiplido afim de seus senhc-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como afianca-se o bom tratamentc.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
i DENTISTA DE PARS
19Rua Nova-19
Frederico Gantier, cirurgiao dentista,
hl todas as operac/ies de sua arte, e col- fl
loca denles artiliciaes, tudo com su|>erio- 5
ridade e perfeicao, que as pessoas enten- fl
didas Ihe reconhecem.
Tera agua e pos dentificio.
Compendio de direito civil.
Na rua la Saudade n. 9, vende-se o
compendio de direito civil, approvado pelas
eoogregaedes dos lentes das (acuidades de
direito desta ridade do Recife e da do S
Paulo para as respectivas aulas de direito
(vil patrio.
Casas para tdugar.
Aluga-seorna casa na rua dos Pires n. 48, a
chave est junic, na padaria ; e a casa na rua do
M .jndego n. 69, ambas com quintal, cacimba, sot.o
e com commodos para grande familia : trala-.-e na
rua da Cadeia n. 57.
Mho c [ardi
a U9Q0 o sacco : so no pateo do Paraizo n. 16.
oiio para a rua da Florentina.
Jos Goncalves Kcrreira Costa, tem ca- j
sas terreas para alugar na tra-essa do j
Costa junio a fundiroao preco de 95 c j
105, com portao para a mar : a fallar j
na mesma travessa na taberna do lim da J
mesma.
si MiilSiMl ialla SaflBflBflR
Precisa-se de nm caixeiro para taberna : na
rta do Rangel n. 17.
Para cozer costuras de alfaiatc olferecem-se
duas coslureiras, que trabalham com perfeicao e
aceio : quem de seus prestimos se quizer utilisar
dirija-se rua da Concordia n. 18.
Precisa-se de urna ama que compre e eozinhe
para cinco pessoas : na rua do Queimado n. 17,
l________________________________________
Ama de leite.
Precisa-sede urna, sendo forra, em S. Jos do
Manguinho, sitio do Jorge Tasso.
Aluga-se urna preta moca e fiel, sahemio
comprar, engommar, lavar, cezinhar e todo o ser-
vico de urna casa : a tratar-so na rua Nova n. 48.
de 12 14 annos
no pateo do
l'astilhsis Ycriuifups
DE KEMP.
Os; meninos fia pedein : .'iit"s. ponpie
ella po do eheiro, mbor a cor agrada-
veis. A clcgancin, aegnridade do ac-
eao, u inuliciiMvo das
Pastilhas Vermfugas de Kemp
A I'AH Di B0A
("oinpoMf ,io exclusivamente Vegetal,
eo eetaa poia ae suas melliorcs e ma
coni]>lcras lio todu as reeommendafea
que Be poaM fazer o com justa rasSo :i-
OoHocSo na categora d'Am favorito uni-
veraal.
A BDperiorrdade ilas
Pastilhas de Kemp
Eobre todas as preparaeea desrioadas
para o mesmo fm i; devido sua sim-
ples cotiiposieo io sen aroma urrada-
vel e rapidez o infallibilidade com
qne alcoea i destrnieao total das
LOMBRIGAS.
venda as boticas de Caors 4 Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo 4 C, roa
da Madre de Dos.
Aos Srs. logisfas de ferragens.
Vndese urna armario para ferro : na rua da
Cadeia n. '9.
RUA HA CADEIA 1IO ItECIFE IX. 3.
NOVO E
GEA1TIDB ABMZmi DE 1COLHADOS
RUA DA CADEIA DO RECIFK S3.
Francisco Fernande:. Duarte acaba de abrir na rua da Cadeia do Recifen. 53, i m grande e sordo armazem c'e n.oll sao de.
nominado Unmo Mercantil. Neste grande armazem encomiar sempre o respeilavel i ublico um completo sorlimenlo d(s miitet
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes serio vendaos em porcoes ou a retalho por precos mis
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidadea 300 rs. a libra, 15200 a caada.
1 em barril se faz abalimenlo. : Azeite doce refinado em garrafas brancas a
j Manteiga franceza a mais superior do mer-1 800 rs.
cado a 50 rs. a libra, e .120 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. | 4(5800 a caada.
Prezuntosinglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollaoda a oOO rs. o frasco e
qualidade, chegados neslt ultimo vapor, a j 5^800 a frasqueira.
rs. a libra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
O
Francisco
KlA
bacilar i-1
Augusto da
mi royado
uo Impkrador n. 69.
Costa
Precisa-so de um menino
de idade para caixeiro do taberna :
Garata n. :t;>, preferfndc-se portuguez.
Ausentou-se no dia 26 do corrente, da casa
do abaixo assignado, a escrava Genoveva, prela,
ci cuna, idade de 'M\ anuos, pouco mais, com os
sipnaes seguintes: alt.i, olhar sombro, lendo na
! face direila um golpe, e em urna das mitos um dos
! dedos cortados : roga-se as autoridades policiacs e
oapilies de campo a appreheasio da dita escrava,
levando-a a rua Veiba n. 40, onde sera generosa-
mente recompensado.
Manoel do Nascimento Silva Ba.-los.
--- Veio e>la cidade o dMioctO SerglpaDO o*
Sr. capitao Jos Crrela Dantas Sorra ver o scu
c|ii ido tildo, o esludante Gamillo Correia Dantas
Serra, e foi acompanhadoal o emlwniue por seus
parantes e muilos amigos que soube comportar por
soas ludias quahdades.
Precisase alugar urna ama forra ou escrava
noe salba cozinhare engommar : a tratar na rua
do Crespo n. 18, no seguudo andar.
Digo eu Antonio Vieira do Mello, morador
em Ribeira d'Agua Branca de Morojo, que sendo
devedorao Sr.Jo> Teixeira Leile, morador no Re-
cife na rua do Queimado, a qnantia de 2903, ten-
do j participado a elle que venda ou mande para ai "imrasda'note.'
ser pago, em razao de que meus bens lem de irem
a praca para pagar aos meus credores, e nao
possWel
mais.
Venda d urna boa quinta em
Portugal
Vende-se em Sobrado de Paira, as margens do
Rio Douro, seis legoas cima da cidade do Porto,
una boa quinta com muitas trras, e um grande
campo com casa nohre, dita para ocheiros, pomar,
vinhas, soute, trras de mallo, limciras, fruci-iras,
(dival. leudo um engenho completo de fabricar
azeile ; juntamente se vendero muitos bous foros !
pertencenb s mesma quinta, e as mesmas ierras,,
que tem de ir praca na cidade do Porto para ser i
vendido a quem mais der.____________________j
WO para assenhoras.
Ii ollinltas e pininos.
Chegaram as riquissimasgollinhas com punhos !
de lindos bordados e liado puro guarnecidos com
bonitos botlozinhos lano para seuhora como paraj
menina, pois a vista faz fe : s no vigilante rua do
Crespo n. 7.
Qucijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,5800.
Queijo prato muito fresco 3 novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que hi neste genero,
mandado vir de conta {ropria a 2>80O
rs. a libra.
Cha hyson muito superior : 2dof>0 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1 (5500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 23 a libra.
Biscoutos inglezes em latas :om differentes
quahdades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
oulras muilas marcas a ciS350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 23.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 13500.
Caixinhas de 4 e 8 libras d( figos de coma-
dre a 13 e 23 cada urna.
Passas muito novas, chegad as neste ultimo
vapor a 50" rs. a libra e 33 um quarlo ;
e em caixa se faz abatimmto.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca ma s Superior que
tem vindo ao nosso mere do a 183 o gigo,
garante-se a superior quaidade.
Vinho Bordeaus das mell ores quahdades
que se pode desejar de 7 >500 a 83000 a
caixa e 720 a 800 rs. a g;,rrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 93
a lOaduzia, e 90OaIa garrafa; deste
genero ha grande porc3o e de differentes
marcas acreditadas que se venderam
por 149e 153 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Canutes, Madeira secco, Ctrcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figusira e Lisboa, a
400,480 e 5(50 rs. a garrafa, e 33, 33200
e 33500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
cores a
com ricas estampas na caixa exterior,
muitoproptiasparamimo,a 1620o, 13500
e2 Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
13200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores quahdades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 040 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeilas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cela um.
Ervilhas francezas e portoguezas em latas de
i libra a G40 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 13200 a libra.
Chocolate hespanhol a 1-3200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
qne ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 13200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes quahdades:
Anisete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muilas marcas a 13 a garrafa
e 103 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
93 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 13 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
^
Sardinhas deNantesa 340 rs. oquroe 5C0
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : save!, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagostinha. a
13300 rs. me .
Salmoem latas, preparado pela i ova arte
de cozinha, a bOO rs.
Maga de tomates em latas de 1 libra a COO
ris.
Chourigase paiosem latas de 8 e aeia i.Lra
por 73.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
83C00 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 43 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e H a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 438(0 a arroba-
Batatas rnuito novas em gigos com 40 libras
por 13500.
Ceboiras a 13 o molbo com mais de ICO ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a COO rs.
a libra e 93 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 8-5'tOO a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a S.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 2SC0
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e -?400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 660 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 93 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o eaizao.
Macarro, talharim e alelria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abalimenlo.
Estreltinha, pevide e arroz demassa para opa
a MOO rs. a libra e 33 a caixa cf.m 6 II ras.
Palitos de denle lixados com (16r a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a JtO rs;
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito tina a SOrs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 2e33.
Presuntos do reino, vindos de conta pn pria
de caa particular,a 400rs. a libia; itilei-
ro se faz abalimento.
Ossenhores que compraren! de 1003000 para cima, teo o descont de 5 por cento, pelo promplo pagamento.

01
:*:
3W;
mm
>?;-.**
Vende-se alpaca prela a oOO rs. o cevado.
Vende-se alpaca pela para vestidos a 300, 600,
700 e 800 rs., lina de eord.io a 800 rs para pal-
tot, princeza prela a 800 a 010 o covado, bombazi- ,
na preta lina a 15100 o covado, laaxinhas prela ^ prctS para (UarCSIUa
para senhora que esto de luto a 720 o covado :
na ruada Imperatriz n. 56. A loja est alerta at
vir resposta porque elle ahi nao mora
COMPRAS.
Bolas para buhar.
Francisco Garrido lem para vender no scu csta-
lielecimentc). rua larga do llosa rio n. 37, excelen-
tes bolas para bilhar; sendo nmjogo de 4 bolas por
ot&, panno para o mesmo 605, fiiz, a groza 125,
una duzia 15200, solas para os tacos 25 o cento.
Precisa-so para casa de pouca familia de um
eteravo ou escra/a para cozinhar, e de outra para
ei i.oinmar : na rua da Cadma do Recife n. 32, ter-
eeiro andar.
- Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
comraenda, e todo a qualquer concerlo, e igual-
ment se dir quem da dinheiro a premio.
Alufam-se tres pequeas casas na rua do
Progrctso, a preco de 95 cada urna : a tratar na
rua do Sebo n. ."i.
O bacharel Jos BMo da Cunha Fi-
gueired^Junior advoga na rua estreita do
Rosario n. 28.
Compra-se urna taberna, as seguintesruas :
rua larga do Rosario ou estreita, Rua Nova, rua da
lmperatns ou no largo de Sania Coz, quem a ti- branca n. 8.
ver dirija-se a rua da l'az n. ahi achara com__________
que m tratar.
Compra-se elfectivamente ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes. i
Azas para atajos de procisso.
Vendom-_se na rua do Queimado loja da agola
Comprase effecttr-
menle
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na rua larga do Rosario n. ii, loja de ourives.
XAROPE
deLABELONYE
Superiores moureantiques prelos lar-
gos a 25200, 2500, 35, 35 XK) e 15 o
covado, bous grosdenaples prelos lar-
gos a 15^'iOO, 15600, IfiSOO, 25000,
25500, 35 e 35300 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
ditos de gorgurao preto horcados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo l'ernambuco, e outras
muilas fazendas de Lom gosto, pretas
proprias para vestido, superiores capas
de seda preta a 165, -05 235, 305,
335, 40 e 305, maulas pr las de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode haver do mais gosto Canotier :
na loja das columnas na n a do Cres-
po n. 13, de Antonio Com ia de Vas-
concellos 4 C.
TOBA ATTE.\(A A VCHAME.
Custodio los Alves Guimaraes avisa ao respei-
";i\ Novos soutambarques. C-f
Cal de Lisboa e potas* da
Rnssla.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
I mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
| legtimos, e se vendem a prego moL; barato do que
Iutra qualquer parte.
FARINHA FONTANA.
i Familia ta muito acredita ;\ marca
I Fontana 'cscmba carta hoje, vende-se
'por preco mais commoJo do que cr.i
!qualquer outra paite : na r;i da Cruz
n. 4 rasa de X. 0. Bieber & t'. sucecs-
sores.
| Veadeiu-sc calios vasios
; nesta typographla.
Vendem-se as seguintes obras de direito :
Ventarapoder panuro ;B. Constanteur>
poltica constitucional; Bellorgimen consliti
nal; Montesqueu-espirito das leis, e Culoa !il-
D-se urna quanla de dinheiro que se con-
vi ncionarcom seguranca em urna casa que o alu-
gi.el seja os juros do dinheiro que se der por mez,
ou comprase urna casa sendo as ras de Santa
Rila, S. Jos, Santa Cecilia, Assum|>cao, padre Flo-
iano : a tratar na botica do Sr. Chagas.
Aluga-se o sobrado de um andar na rua Di-
reila n. 8l : a fallar na roa da Penha n. .*>.
Ildefonso de Souza Rea delxon de ser cai
xeiroda rasa de Sehaphetlin & C. -esde odia 5
do frrente mez.
I'liarmaceutico da pt imeira elasse
1:111 l'arls.
Este medicamento empregado ha mais de
20 annos, com successos constante
melhores mdicos em lodos os pai/.es
ta as molestias Jo coracao, as hy
tavel publico e aos seus freguezes, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, c aehan-,
do-se as portas abertas a concurrencia do res- instituicoes da Franca. A pessoa quo quizer cem-
Sao chegados os lindos outambar- i i P'^avel publico, para assim apreciar o novo gallo pra-las, dirija-se rua do Socego n. 81.
ques e basquinas de seda pelas, rica- vf que s* acha no espacoso e alegre campo, guarne- Vende-se urna barraca nova de 1 viagens,
mente enfeiladas, as mais modernas fif 'ido das lindas flores e muitos outros objeclos de bem construida, de lo caixas, boa ve le ra. a di-
que leem vindo l'ernambt ro, vindas S*5 bo'" 80st0> 'l"c tanto sasUsfeito se aclia, aprsenla nheiro ou mesmo a prazo assim onereca boas llr-
vapor francez, |*r precos t? o n D-se morada de graca a qnem Imlo sentido
a U'n sitio na apunga margem do rio : a tratar
na rua da Imperatriz n. 61.
< luli PernamlMirano.
V reunJo familiar do corrente ijjez tora
upar na noite do dia 31.____________
O abaixo assignado perdeu do enge-
nho Genipapo ao engenho Santa Rosa, da
frci:uezia de Ipojuca.umcmbrulho contendo
i-" OOO em libras esterlinas ein ouro, em-
brujadas em papel pardo, e atado com li-
nda branca, por isso roga a qnem o achou
se digne levar ao mesmo engenho (empapo,
a Bxma. Sra. I). Marianna Francisca de,
Paula Cavalcanti, proprietaria do mesmo,
engenho, que gratificara. Os males que
ac' rata ao abaixo assignado, que 6 pobre e
carregado de familia, esta perda, pode cal-
cular quem o achou para que se mova res-
lilu ciln.
Bunio lioncalces.
da Santa Cruz n. 81.
Paga-se bem.
No largo da Sania Cruz n. 12, compram-se dous
caiNoes grandes envidragados, assim como se pre-
"isa de um caixeiro bem pratica em taberna.
Compra-se urna casa terrea que tenha com-
modos e seja nova, em qualquer das ras princi-
pies do bairro da Uoa-Vista, como sejam, Concei-
_o, Rosario, -Arago, Domingos Pires : quem ti-
ver dirija-se rua do Jasmim n. 7.
,
Aluga-se um moleque de 17 annos para qual" carreiro, e proprio para lo lo o servieo ; ua rua do
quer servico : a tratar na rua do Queimado n. 'i-1 Imperador n, 1.
Garrafes.
Compram-se garrafoes ee todos os tamanhos a
320 rs. : no armazem da Aurora Brhante, largo e affeccoes do mo, acaba de receber -
. um.novo sulTragio por nao ter por ora ap- ^8R8R^^JRlJf*KS5ilA^
parecido outro igual para curar infallivel-: n a eHIiu n iq
mente todas as doenra< do coraco organi-1 nna aa senfa'ia 4-
cas ou inorgnicas, palpitamos, hydropisias! Jende-8r m casa,de S- P-' ohnston A C,
geraes ou parciaes. hydrolhorax, asihmas 8eHm? e stlhQes inglezes, cancieirose cas-
chronicas, bronchites nervosas, e fluxos C*es bronzeados, lonas inglezas, fio devela,
chronicos, aphonia (extinecao da voz), etc. chicotes para carros e montana, arreios para
As gazelas medicas fallam calorosamente t* deume dous cavallos. e relogios de
sobre os elTeitos preciosos do Xarope Labelonye, quetem hoje adquirido um dos
pi imeiros lugares no quadro dos medica-
| metilos os mais afamados e da therapeulica \
universal, como o declaram os celebres me-
dicos francezes: Andral pai e filho, Bouil-'
aud, Coltereau, Desruelles, Foti(|uier, Le-'
maire, Marjolin. l'asquier. Rostan, Rous-j
seau, Delaberge, Parmantier, Puche, Ther-'
rim, Vidal (de Poiliers), etc., e outros fa-
' cultaticos dos mais celebres.
Vende-se etn garralinhas de vidro verde,
: trazendo um rotulo, fundo cor de violeta
Vendem-se saceos com 20 cuias do feijao mua- clara, jaspeado, no qual sobresahe o nome
iinho muito novo a il&'iOO, dito mais trigueirc a Labelonye, o gargalo da garrafa traz nina
W : na rua Direita n. 8.________________ tira azul jaspeada, com a lirma de Labe-
Vende-se b.jm carvao em barricas : no porto lonye, C a rolha 6 Coberta Com uma capsula
das Canoas, defronte a rua do Cano.________ (|0 ,,,,.,, braBeo <,, ? nscrpfn0 Sirop
ttlfiieao. |/e Digilitale de Labelonye, pharmacien,
Vendem-se cinco escravos sendo um moleque Pars,
de 13 anm.s de idade. un muiaiinhode 12, uma! Deposito oral: era Pars, rua Dourbon-
' Villeneove, 19.
Km Pernambnco.nacasa de Caors Bar-
qualquer rreguez de tora qu
prafa e queiram dirigir-se a este eslabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de carias, e pede-
rao fazer que ser tudo comprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feitas nesta prai;a. como dos que
recebe de sua propria conta, como dos i|ue recebe
de consignacoes.
CREGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortiinenlo de (veas pretas o com
lo interesse : na rua do Imperador n. I i.
YESPAS.
FKI.I II
Vende-se feijiio mulatinho mnito novo a 17.5'0O
o abpieire, e a 360 a euia. dito mais trigueiro a
115 o alqueire.e a 140 rs. a cuia : na rua Direila
numero 8.
FEUW)
ii'giinlia recolliida de 11,
(des,urna nrgrinha de 7 annos
c lim cabra do 2-",
boaus a rua da Cruz n. -II-
o o te-es o-o 03 i O P- 03 o P 03 P O PT M
td p- P9 O PO
o o SS P- Cf B S
i bd B ct> as P
0? PD
0 S P- -t 03 t3
es CD c5 O
o 0 B o p p-oa ?5
0 03 Cf y P 03 r-+- P>l O
M- <-K
i' i O a>
Para fejuada.
Toucinho para fejuada a 240 rs., sendo de 8 li
bras para cima d-se a 200 rs.: na rua da Palma
n. 11, taberna.
l.iivas de Jotivin.
Recebcu-se lavas de Jonvin brancas e pretas
pe- proprias para a quaresma : na rua do Quetma lo
di micas de muito lindo gosto assim como fitas pa- loja do beija flor n. 63.
ra sintos pretas e de cores para as mesmas Uve Tranrinlias de la lisa para enfeiles de cair.isiTi.i
las que se vende pelo barato preco de 1$300 e -* : Je senhora
sno vigilante rua do Crespn 7. Rcceben-se, trancinhas de diversas cores M-
ea de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
Vendem-se sarcos rom tres quilas de
mulatinho novo a 1.:-V>00 o sacco : a elles,
que se acaben : na rua do Vigario n. 26.
feijao
antes
Tambem rhegou um grande sorlimenlo de gra-
vatinhas tanlo para homem como para senhora,
de (odas as quahdades e hordadinhas. vindo enlre
estas urna pe piena amostra de lacinbos com aili-
nete de pregar em camisinha cousa muito linda e
inleiramenle novo gosto, ver para querer : s
no vigilanie rua do Crespo n. 7.
LUVAS PRETAS DE JOUVIN.
Os freguezes acharao grande sorlimenlo de lu-
vas pretas e do cores, de Joavin, assim como de
seda de relroz tanto para senliora romo para
erianeas e para lioinem que se poderao sorlir a
vontade : s no vigilante na di) Crespo n. 7.
NOVOS ENFEITBS.
Novo smiiincio de enfeiles pretos c de cores
com laeinho e de oulras muilas quahdades : s
uo vigilante roa do Crespo n. 7.
TRINA K VOLANTES.
Grande sorlimenlo de trina, volantes, galoes,
grades e muilas obras de palhela para ornamen-
to de igrrjas : s no vigilante rua do Crespo n. 7.
Hnfcitf s para as senhoras.
At que chegaram os minios desojados enfiles
com lacinbos de Utas para senhora pelo btalo pre-
co de IJUfOO.
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
na rua do Queimado loja do beija flor n. 63.
Enfeiles de rcilinlias cotn laro Da frenlr.
Recebeu-se, variado sorlimenlo de enfeiles rie
diversas edres a I 100 c 2: na rua do Qoeimafio
loja do beija flor n. 63.
Vende-se pecas de oleado pintado, Hngindo
madeira, oleado'para carros,tapetes de lia edil s
de rala de esparto : na rua da Cadeia, arma em
n. *i3 do agente Kuzebio.
Farinha.
No armazem de Joaquim francisco oeAlm,
Porte do Hartos, vende-se farinha de mandioca de
superior qualidade a IgSOO o saceo : portante
quem tiver precisao aproveltc a pechincba.
C4S4.
Vende-se uma pequea casa de pi Sra ral sita
na cidade de Diinda, roa da Bica dos Qualro r u-
tos n. 17 : a tratar no Varadooro rom o Sr..' -
Nones de Paula, uii aqu na rua da Senlla Vlica
n. M, padaria.



Diarlo de Fernaubueo Terea elra t de Maree de 1MI.

VTTENCAO
AOS
DO
OGRESSISTA
RITA IAS CRUKES M. 30
B
CRESPO
RA DO CRESPO N. 9
N fealrro de Manto Antonio.
oaatilm Jos Gomes de onza tem a honra de participar ao rcspri-
tave! DubOMnM tem resolvido vender os seas gneros de primara qualidade por menos
\ '-m por cmto do que mitro qualquer annuneiar, como se ve do presente annuncio.
IIS indo o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
c.: decimons. que nunca tero occasi) de reclamar qualquer genero, visto ter-se,
11 i*te n'estn casas o opmo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
Colhidos.
a 2.400, 2,600 o
CHA
lysson, uxim e perola
2,800 rs. a libra.
CAFE
imv' superior, do Rio e do Cear a 8,000
c 8, 400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada.
fio Puto engarrafado de diversas marcas a
l.Ou rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7.00C,
i 00, 9,000 e Ktaduzia.
CHAMPANHE
a mhor que temos ueste mercado a 20,000
rs. o gigo.
CERVEJA
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 700 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas emticamente lacradas a 4,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
/
ATTENCAO
9 I-A Hl.O DO i A ItHO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
MARMELADA
dos melbores consrvenos a 640 rs. a libra.
ESPERMACBTE
muito superior a 500 rs. a libra, e em caixa
a 550 rs.
CHARUTOS
.da Baha a 1,600.2,200,
multo snp ;ri )r a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a
i
GENEBRA
de Hollandl em frasqueiras a 5,500 e
rs. o fr.is o.
BOLACHLNHA
d s.">da em latas grandes a 2.000 rs.
t la.
Ingle is 'ii barricas a 4,000 e 240 rs. a
i: ira.
B1SC0UT0S
em itaa de todas as qualidades, a 1,300 rs.
c la lata.
ARROZ
da Iad i e lo MaranhJo a 2,600 e 8,000 a
arroba .. 100 rs. a libra.
CEVADA
uroRo nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
maitfl saperior em saceos com quatro arro-
bas* 2,088 e 100 rs. a libra.
CASTAM1AS
p111 is :.i tito novas a 320 rs. a libra.
I'ASSAS
as mata novas do mercado a 8,000 a caixa e
c 500 rs. a libra.
AMEIXAS
fran is niaras de 1 e lr2 libra a 1,000
i a lihra.
SARD1NHAS
do Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
a caixa.
TOUCINHO
' muito novo a 9,000 rs. a arroba c 300 rs. a
V libra.
,K'U ERV1LHAS SECCAS
as mais novas do mercado a 120 rs. a libra.
! PALITOS PARA MESA
cada
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a O rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 210 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra c
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais noves e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a IGO a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABO MASSA
neste genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
Acaba e receber de sua prupria encommenda um grande e miada sortimento
de molhados todos primorosamente escolbidos, por isso apressa-se o proprietario em
offrecer aos seus fregnezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos sous gneros e
resumidos precos, aliancando todo equalquer genero vendido nest.; bem rontieeido ar-
mazem.
Pede-se toda attencao.
O proprietario pede a todos os senliores ebefes de familia e ao mblico em geral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella:
Neste armazem c no largo do Carmo n. 9, armazera Progressivo recebem-se as
libras que vulgarmente correm no coniniercio por 8>J890 a 9;>, o proprielario em scus
3,000 e 4,000 rs. | armazens da-lliee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confisoes em trucos.
Manleiga ingleza perfeitamente tlr, a 8oo rs, rs. a duzia 1 ,ooo rs. a garrafa, garante-se
e em barril a 78o rs. q<'e os melhores que temos tido no mer-
Idem (ranceza a olors. a libra, eSOOrs.' cado. "-
sendo em barril. | Passas em caixas de 1 arroba i e i a / ,>oo,
Cha uxim a 2,700 W. a libra, e de 8 libras 3,6oo el,!)oo rs. a caria e 4oors. a libra
para cima a 2 6oo. garante-se serein muito novas, o graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias pira podim a 8oo
c.man2,7oo, rs. a libia
dem hvsson o mais superior que se pode Mermeladas dos mais afamados labra
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libre
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos spus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabara d3
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retallio por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
aos propietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVINO.
Todos os senhores que compraren! para negocio ou casa particular de 1005 para
cima terao mais 5 a 10 por cento de batimento, os propietarios scientificam mars que
todos es seus gneros sao recebidos de sua propria eBCommenda, razao esta para pode
vender por muito menos do qu outro qualquer estabelecimento.
Manleiga ingleza flor a 8oo rs. a libra. | Vedas de carnauba e composicao de 32o a
Castanbas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo,ooo a il.ooo rs. a
a 16o rs. a libra. | arroba.
Botinho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Holtanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franceza a mais nos-a do mercado a 56o ter abatimento.
/
a 2,5oo rs.
libras
dem menos saperior a 2,loo ede 8
para cima a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2. 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2.8oo rs.
MAIS ATTKl^AO
Ervillias secas muito novas i 16o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a titira.
Ervillias francezas em latas a 6oo rs.
Potes com sal retinado a 4c o rs.
Fumo de chapa americano a I,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para Hambre ingbzes a7oo e 8oo
rs. a libra.
Chourieas e paios muito ih vos a 64o a libra,
menos nperior a esse que se vende Batatas muito nova* emgigoe.de 34 libra a
por, 2 e 2.100, a 4,8oo rs. a bina. i l.ooo rs. e 6o rs. a libra.
dem mais baixo bom para negocio a 1,50o1 Massas para sopa macarrao, talhanm aletna
rs a libra. a *00 r- ;1 'M"';l-
dem miudiuho proprio para negocio a 1,500 Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
rs. a libra. I eSoors. a garrafa.
Queijos do reino chegados neste ultime v- dem francez a 7,ooo rs. a duzia e /oo rs. a
v por a 2,5oo. garrafa.
dem ma s seceos viudos por navio a l,7oo. Charutos em grande quanlidade e de todos os
dem prato es melhores c mais frescos do fabricantes mais a (red tados a l,5oo,
mercado a 7o rs. a libra. j 2,ooo. 2.5oo, 3,ooo e .ooo rs. a caixa,
dem londrino a 6oo rs., e sendo inteiro a o? mais baixos sao dos que por ah se ven
5oo rs. a libra, vende-se por este preco (lema 2,ooo e 2,5(Ki rs
pela porcio pie temos em ser. Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
Biscoitos em latas de 2 libias das seguintes roba e 28ors. a libra,
marcas: Osborne, Crakml, Mixed, Victo- dem de segunda .pialidacea8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic. Fance, Machine eoutras mui- roba 26o rs. a tibra.
Arroz do Maranbao a loor?, a libra, 3,ooo rs.
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miuJinho vindo de conta propria,
o meldor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade (leste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial 1). Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-
las a 1,3oo e 1 4oo rs.
E ste almdess gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-:*Wdos ^mmente ^Porto a 32o
peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca- ..r3, ,.. a nnn r. ., ilt,
I em -it,, velas de carnauba? banha de poreo, papel, outros mudos gener|s, de es- Mem.em latas grandes a 2,ooo rs. a Uta.
ti ,;, que iodos sero vendidos por mdicos precos.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concorda
Coa a 'i h Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con
i i i .' i:-se aos seus fregue/.es, fazendo com estes urna liga de interesses recprocos'
t' '' i% adiados a faculdade de conjirarem por precoe muito em conta o bom fiam-
tatas de
Balachiiiba de Craknl em
bruto a 4,ooo rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Ca toes (umi lilas francezas proprios para
mimos ou para aojos que vao as procis-
soes a 6oo rs. cada um.
u 1 ivl'.I queijo e a s iborosa t>olachinha de so la, que fazem urna boa allianca Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
(iRttiviji -i ir champanbe e o pirto fino, nicos que sabem imitar a unio destes a.r-; rs. a libra.
i -ni os seus concurrentes. Viude, senhores, ais armazens, aonde podis d'en- Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
tre i i mi iit'> explcndi lo so-timento de saborosos alimentos, escolherdes os que mais lacradas hermticamente a l,ico eS
v letrt er, certos de que nunca tereis occasi.o de arrepender-vos de gastar o vosso
diob ro ne>tes eshihelecimentos.
NO
rlR'flAXEII
CONSERVATIVO
23-Largo do Ter .to iipiim Simio dos Sanios, dono deste arman>m de molhados, seicntiic.i ao rcspeilavel pulili-
" ; ii um completo sortimento dos mestnos os ouaos offereccm mai< vantagem aos Srs. compra-
i ,. em mira tjualqucr parte, g.iramindo-sc a superior qualidade.
II-
ISanti 7.a flor de 720 e 800 a libra.
I i muito nova a 560 a libia, ern
I
C i. Ia e l- sorte :t20 e 280 a libra, e
I c 8.1K00.
A in Maranbao di* 90 rs. 100 a libra.
H a 160 rs. libra, e arroba 4400 rs.
fl.-r.vj : i lunes marras a SOO a p.irraf..
ti i ,:ia 400 rs. a botija de ronlr;.
T: i-Loa a 320 a libra, e arroba lJ."iOO
f' ih.v.is a 480 rs. a libra e caixa M
m Lisboa o callao 3 e a garrafa G'jO
1: 'to a 280 a garrafa, e a canaJa 2|
A' f, a 80 rs. a libra.
('. i .inmar inuilo alva a 100 rs. a libra.
S taalM novas a 320 e 300 rs. a lata
c fie far abatimento.
e qualquer comprador que

C,
Vellas de carnauba a .160 e 400 rs. a libra,
dem de spermacete 500 e 600 rs. a tibra.
Phos; linrns do gax a 2300 a prosa.
Iliscoutos e bulachinhas de soda a i-3i00e 2*000
a lata.
Cbouri^as novas a 6i0 rs. a libra.
Queijos do vapor a 2000 e 2o00.
lolachiulia ingleza nova a 240 rs. a libra.
Charutos das meiboris marcas de 15200, 15"i00,
25000,35000 e 45000 a caixa, em torci se
far abatimento.
Vinho l-'itiueira de SAA a oOOa garrafa, e a cana
da 35-'i00.
dem de Lisboa a 400 a garrafa, e a caada
35000.
dem de oulras marras a 25700 a caada.
| bli m banca de Lisboa a 500 a garrafa,
comprar de 305000 para cima, ter o descont de
\% GAZ GAZ
l>i*e$o rcdnzldo.
V 'a/, da melhor qoalid de
{'>' n lata de 5 galoes : nt
uia im de humos n. 18
n n. 8.
pelo
ar-
e ra do
C' 'mies e manteletes.
v. jin-p is mais razoaveis possivel
i i,i meiii'ioiiii'i:, bem e no um sor-
Mu d>' moreantiqui-, proslenaples,
: i to furnda preta propria d.i i sta-
i .liimo vapor da Kuropa : ni ra
joQ 40.
Boa occa sillo!]
\ pi-;i.M ou a diuheco.
Nan pode haver mellior negocio para quem
prini'i|iia! !
Vende-sc a loja de miudeias da ni i da Impera-
Iriz n. .')'i A, e eatt vi-mli se elTeetua com bastante
vanlagem pan a. comprador, por is>o que dase
abatinirnlo solire a* facturas e mais ainda por ha-
ver bom sortimento e nao se encontrar alCaJ to :
as nessas que nirikeTein negociar appnrocartl na
mesma loja, nu a rua da oneeieao n. 2'i, yv lodo
negocio se fara.
Vende sen deposita dn tierra Largo no Reci-
ta n. 1, com pitucos filelos, ou s a annae>>, 6 o
motivo se dir u comprador: a tratar no mesino.
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
21o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a )oo rs. a libra.
dem de rasca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1831, vinho do
Porto, velho superior, madeirasecca. Por-
to superior 1>. Ltiiz I, e nutras militas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 c
9oo rs. a garrafa.
dem hranco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e i.ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oor.s.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3.080 rs. a canaila.
' Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composiem) a 5C0 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Punala a 200 rs. a duzia, sevada muitono-
va a 80 rs. a libra, e 2.5oo a arroba.
Garrafoes com 4 '/ garrafas de vinho supe-
rior a 2,fro rs. com o garraao.
dem cm 4 '/j ditas de venagre a 1,000 rs.o
I garrafao.
j Vinagre PHR em ancorlas de !> caadas a
l-'i.ooo rs. com aancoreta
dem empipa pute sem o batisme a 2oo rs.
I a garrafa e 1. loo rs. a caada.
Caixas com 1 diuiada garrafas de vinho Bor-
(b-iiiix fa/.iMida muito especial a (i.800 rs.
a caixa e 2no rs. a garrafa.
Licores traneves c pnrtugneies das seguin-
tes minas civme de violetas, geroftes. ro
s.i. ahsinto vespero, amor perfeiln, amen-
dua amarga, percicot. deTiinn. Bntefim,
monrftgns, liman. ca%. laranja, cid'a. gin-
ja, cabella, eiavii. rlela pimenta a I.ooo
Massas para sopa macjrro, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 600 a l,ooo rs. o caixo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2." a arte de cosi-
nha de I,2oo a 1,800 rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, V* e 8 libras
a 8,000 4,000 e 2,000 rs. a caixinha.
Barris de vinho braaco de quinto, marca B
A Filho a 00,ooo rs. o barril.
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m lhores conservei-
a arrnlia.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a tibra.
dem mais baixo redondo.1 2.600 rs. a libra.
dem da India comprlo a 2.4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Ara:aty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 3'"'0 rs. a libra,
dem de sebo muito dura liogindo esparmace-
te 3tio rs. a libra,
dem de esparmaecte a 55 o rs. a libra, e em
caixa a Sers.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. inipregados pihl( os a 5,ooo rs. a res-
ma, j se venden per 7.000 rs.
dem almaco pautadoe lis( a 3.ooers. a resmas
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs.
a resma,
dem einbt ulho de 1,2oo; I, loo rs. a resma.
Amebas francezas em latas de 1 \i libra a
I,2oo e8oors. a libra
dem em fiascos de 3 librs a 2.5oo rs., so o
frasco valle l.ooo rs. ambem temos em
frascos para I,ion rs.
Conservas inglezas a Too rs. o frasco.
lohos inglc/.es a 800 e 1.000 rs. o frasco.
Moslarda preparada em 'totes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a i libras ie caj secco o mais
bem arroyado possi\el a f,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bou. Tenente vedadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marca > pi eta e branca a >,5oo
e .ooo rs. a duzia intuirs.
Vassouras de piassava cem 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800rs. o molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portugus hespanhol e francez de
800 a 1,000 rs. a libra.
Genebra de llullondaem frasqueiras a G,ooo
e 50o rs. o frasco
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Mitos do gaz a 2,2oo rs. a groza o 2o rs. a
caixa.
dem di; tientes lixados em macos grandes
rom 2o rs o nwciiiho'i a lo rs. o masso.
Cominlios muito invos a 32o rs. a libra o
lo.000 a arroba.
Sag muito novo a 24fl rs. a libra.
Cevadinlw de Franca:I 18o rs. a libra.
Milbo alpista a lio rs.
arroba.
Colunia a 80 rs a libra
Peixcs em tatas a l.ooo 's
a comer-sc.
Farello de Lisboa marca
grandes a l.ooo i.s.
lho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
izI."de 1817, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de 1,000a I,2oo rs
a garrafa e de Io,ooo a I4,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitoi inglezes das melhores marcas em
latinhas de 2 libras a l,3oo rs. a lita.
Mero inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBcc F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto uno em garrafa, e em cnada a
3,000, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaco por str mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56e rs. a garrafa, e a
4,3v>o rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa.
Ervlhas francezas e purtuguejas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra. <
9,ooo js. a arroba.
Nozes maito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de i.1, 2.a e 3.* qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, do Cear de 7,8oa, 8,600,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,800 a
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 2io rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
ros de Lisboa a 64o rs. a 1 tintiade I libra,
ha latas de 1 '/ e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de I libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de 1,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de l V* a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a 1,600
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a I,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das segoinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a So.ooo rs., e
a 72o rs. a garra /
Sardinhas de .Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2.5oo a 4,ooo rs. a caixa.
Champagnhe a mellior do mercado de 12.000
a 2 4,000 rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,000 rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 200 rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualq"cr liquido de l.ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l.ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a dnzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preja da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a C,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranbao a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooors. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,000 rs. a caixa de duas arrobas.
aijiiv
libra e *,Soo rs. a
c* A affuia branca est vendendo bons er.feites de 'il'lDl'l
ca-carrillia e tranca, nretns e de c>rcs todos ao
barati-simo preco le 500 rs., servindo Hlcs tanto Chogaram unioamr-Htc para o > pilante os rk-os
para setihoras 'como para meninas, a vista pois e.nfeito i ramba de Kscossia, fazenda inteiraoum-
da commodidade do preco ninguem deixu de os ,,. moderna e muito barata olbandn a sua quafida-
rua do
e 2,400 a arroba,
s. a lata j prompto
comprar na rua do Quemadu loja da aguia branca de e go^to f('> na loja do Gallo Vigilanie,
11. 8.____________________, Crespo n. 7.
Os precisos tal Iteres pa-
ra enancas.
N. eBatO saceos I c.heparam e acham-se v.muI i na rua do Quei-
tmado, loja d'aguiabranca n. 8.
Ba da Stnzalla Aova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lov
Moor libra a 120 rs.
y

S


I Ir.rio ilc PenaaibBCff Tcr^a felra 99 de Marco de 184.
ARMAZEM ALLIANCA.
57-RUA DO IMPERADOR-57
M
Paulo Ferreira da Silva.
0 proprietario dcste grande cstabelec mentu de molhados, recebe por todos os vapores e navios os melliores gneros que
vem ao mercado, os quaes vende em seu armazem pelos niais resumidos precos.
Tend cliegado pouco da Europa, acode deixou pessoas encarregadas para a eseolha de seus gneros, tem a honra de annun-
ciar ao respeitavel publico, que ninguem como elle pode vender tao barato e por tao resumidos piceos; servindo como costuma aos
seus fregiiezes coni os melhores gneros que se pode desejar.
ATTEXf.lO.
Querendo o proprietario dcste tao til estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por
monos do que nutro ipialquer, garantindo aos seus freguezes todo e qualquer genero sabido de sen acreditado armazem,
Manteiga ingleza a mais nova e fina objetada
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza, a melbor e mais superior do
ii' isse Aereado a 56o rs. a libra e 59o em
li irril ou meio.
Ban 1a de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eeni barril a 4oo rs.
Cha hysson,o miliior Male genero especial
e iciwnmenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras J
Vinho do Porto em barril muito especial a
84o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a oo rs. a garrafa e
l.ioo rs. a caada.
dem em garrames com 5 garrafas.
Farinba de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
PhosphOfOs do gaz a 2oo rs. a doria e
2,2oo rs. a groza-
Bolacbinfia americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a, Tjolo para limpar facas a 12o rs. cada um.
(i4o rs. a garrafe e 4,80o rs. a caada. Vassouras de piassava com dous arcos de
llatatas em gignsdetrinta a trinta e tantas li-! ferro prendeado o cabo a 32** rs. cada
bra a 2,5ours. o gigo e 80 rs. a libra. una. 1
(encina de Ilollauda a mais superior a 6,0001 Escoras de piassava proprias para estregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o frasco.
GOAUHEBG
RUA DO OS i:i^1AIIO J. 45,
Passando o becco da Congregarlo segunda casa.
casas te vende a 2,6oo rs., costa ateste ar- dem cmgarrafes com 23 garrafas a 8,000 rs.
mazem 2,2oo rs. a libra.
dem uxim, o melbor que pode haver ueste
genero a 2,6oo a Ib. garante-se a qualidade.
Idei:i preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, porom muito soffrivel a
i ,2oo a Ib.. rendo-so por estes precos em
razio de oestes ltimos navios ter-se rec-
balo grande porcao deste genero, a diffe-
ivnca de preco de 600 a 800 rs. a libra
i!" me n vende em entra qualquer parte.
dem do Rio emlata de I at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., ueste genero o melbor MsaveL
Disolutos inglozes em latas com dilfereiites
qi alidades como sejam craknel, victoria
pionic, soda, captain. seed, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de sodaem latas grandes a i,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas bermeticamente lacradas
e muito proprias para mimo a I,6oo e
2,60o rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 Ib. a 2$ rs. cada urna
Paesas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 800 rs. a libra.
Ciixinbas rom ricas estampas a l.ioo rs.
ca 1 urna, fiascos de vidro com rolba < o
m'smo, contendolibraemeia de ameixas.
Chaaapagae da Marea mais superior que tem
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go. e l,8oo rs. a garrafa: garante-se a su-
perior qualidade.
Yinlio Bordeaux das melhores cualidades que
se pode desejar a 7,000 e 7,5oo rs. a cai-
xa e filo rs. a garrafa.
Cai.xas com Vinho do Porte superior de 9,ooo
e 10,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa; neste genero ha grande porraoe de
differentes marcas muito acreditadas que
j -:e venderam por 1 1,000 e 15,ooo a eai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Camoes, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a cai.xa.
Vinho de pipa:Porto, Lisboa, Figueiraa 4oo,
48". e 56o rs. a garrafa, 3,000, 3,2oo e
3,'oo rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero vindo de
eiuommenda a Ooo rs. a garrafa, e 4,5oo
rs. a caada.
Ceneja das melhores marcas de 3,ooo a
5,600 a duzia e 5oo rs. a garrafa,
(ognac superior a 800 e l.ooo rs. agarrafa,
e em caixa ter abatimento.
casa a 32o rs.
San lindas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savel,
corvina, pescada e outros a 1,000 rs. a
lata.
Marmellada imperial dos melhores e nlais Ervilbas portuguezas c francezas j prepa-
afamados cooserveiros de Lisboa em latas i radas a 6io e 72o rs. a lata.
delibra, libra e meia e 2 libras a 600 rs. Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
Conservas ingtezas em frascos grandes al libra, e 9,ooo a arroba.
75o rs. cada um. dem do Rio muito bom a 28o a libra e
dem frauceza de todas as qualidades de! 8,5oo rs. a arroba.
legme* e fructas a Soors. Arroz do Maranbao a loo e 120 rs. a libra.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oors dem de Java a loo rs. a libra.
Patitos para (lentes 12ors. o maco. i Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem loados muito finos a 14o rs. AvelOas muito novas a Joo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Noies muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. i Chouricas e paios a 7oo rs. a libra.
Icem de carnauba pura e renada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e 10,000 a arroba. 8,5oo rs. a arroba,
tem de composico emmaeadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9,ooo rs. a arroba. cliegados neste ultimo vapor a56o rs.alb.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra, j Alpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadas
l,ooo rs.
Massa para sopa eslrellinha muito nova em
NOF1DADE.
nndP n JS!!!.1^ A C- H*m.i* abrir na raa *>Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim O n al
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que ^em ao nosso mercado o s
se rao vendidos por pveeoe muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mendonaSa? gLntc^e o
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem. b-"-""- wp u uiwi 1 ese
Arroz do Maranbao da India e. Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a UM) rs. aoio-n.
100 rs. a libra e 2*500 a 2800 rs. a ar- libra. passas muft0 novas a m rs. ga ^
i',:,* fMn Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a CCO rs. li] ra.
Ameixas francezas em latas e em frascos a rs. a libra. pajnco a 200 rs a libra
1*200 e lG0O i, frascos grandes a Cevada a 80 rs. a libra. Polvo sea muito novo a 400 rs. a Ufara.
n.f 1. 1 Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda dt > azete G
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas dem seccas muito novas a 200 rs. a libra. muito novo a 640 rs.
-
C07!.E e/Mas. SSJS^IS das caixas Figos dc comadre c do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo ki 1 r
a 12,J00, !400, I .tOO e 2j. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
Amendoas com casca mudo novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4J0OO rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
caixas de8 libras a 3,oooe Soors. a libra.
dem talharim, macarrao e aletria a 4oo rs.
dem macarrao mais baixo a 24o rs. a libra.
Ovadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que pnssivel a 24o rs. alb.
Farinba de Maranlifio a melbor que presen-
temente tem nado ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
I.i mes muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 800, l.ooo
e l,2oo rs. a garra*.
Genchra de laranja em frascos grandes a
i .2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel alinaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4..'Joo rs. a resma.
Sal refinado em lindos poles de vidro a 5oo
rs. cada um.
Mlhos inglezes emgarrafinhascom rolhade
vidro a 64o rs. cada una.
Queijos flamengos cliegados no ultimo va-
lr e muito frescos.
dem de Lisboa a 6i0 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de mataraoa a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 re.
Bscoutos inglezes de diversas marcas a
15300 ris.
Bolachinhas de soda. Jalas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3.5000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
15800, 55500 e 280 rs. a libra. dem pratoa 640 rs. a libra.
Farinba do Maranhao a 120 rs. a libra. Sal refinado em frascas de vidro ;. 6< O rs.
Farinba de trigo a 120 rs. a libra. cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinbas de Nantes a 32n rs.
a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a Ira.
ra* Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em garrafoes de 3 e 5 galbos a 55500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 75500 cada um com o garrafao. Yellas de carnauba pura a CO -. a li-
Gomma do Aracaiy a 80 rs. a libra. bra.
GraLxa a 100 rs. a lata e 15100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a COO rs. a
bra e 4,600 a arroba.
Painco novo a 18o alb. e 5,ooors. a arroba.
Sabao massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra. uanha de porco refinada a 440 rs. a libra e
dem mais baixo umpouco a 160, 180e2oo
rs. a libra.
Castlidas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oors. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a .',000 a caixa.
Ceblas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o rento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixao.
Lentilhas, excellente legume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra.
Krvilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. alibra.
Cominhos eerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canda muito nova a l.ooo rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra e 6,000 a arroba.
Grai a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
eembarrila 4iO rs.
Cha hvsson, huchin e perola a 15600,
25500, 25800 e 35000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 n. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac mglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, so de pepino, a 720 rs.
dem, so de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Cos a, a 15800,
25000, 25200, 25500, 25800, 35000 e
355OO a caixa.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 75500, 85 e S5500 rs. a
arroba.
Grao de bco a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 15800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolba de vi
dro, a 15000 rs., so a garrafa vale o di-
nhero.
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhcr (ue
ha neste genero e de varias marcas ..j
sejam: Velho de 1815, Duque d 1' to,
Madeira, Pedro, D. Luiz I, Maria Pa,
Bocage, Chamisso e outros a 00 e
15000 a garrafa, eem caixa cum una du-
zia a 95000 e 105000.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisba e Figutira a
barcada de ponco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima sefar urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores cooservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 re. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
LOJA DO BEIJA FLOR.
Grande peeliiiiolia
com (oque de ararla na lola c
llua do Queimado numero li. arnarai da Arara na da iiu-
CmaURlas para sruhora. peratrlz n. 56 de l.om enco p.
Ven lem-se gravatinhas de diversos costos mais > :
modernos a 7iO e 800 rs. : na ra do Queimado,
luja do beija-flor n. 6:t.
lilas para deliruio de tcsChIm.
Vendera-se lilas para deforum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a |ieca : na ra do Quei-
mado, luja do beija-flor n. 63.
I'culcs travessos.
Vendem-se peales travessos de caracol na
Yerie-se em toque it auna.
"i ende-sc madapolo inirlez rom pequeo to-
que de avaria por 6S00 li e 84, aljtodozinhu a
4#iOO e :<. cambraias lisas finas a 3 e 3o00 :
na ra da imperatriz loja da Arara n. '66.
Vcade-M faieudag linpas baralissimas.
Vende-se chitas Anas mres escuras a 2i0 e 280
a
dito de cor de beiradourada a 1A100 : na ra do
Queiu ado, loja do beija-flor n. 63.
Amelones.
Vendem-se anvelopes de diversss qualidades
brancu a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
vi>iu a 400 rs., prety a 720 r?. : na loja do beija-
lloi na ra do Queimado n. 63.
Ynltas de aljfar.
Tem o recebi.lo voltas de aljfar rom cruzes de
pedra miando a brnante vende-se a U cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de mrias.
Ventlem-se camisas de metas muilo finas a
l*(K) e WOO : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Knfi iles dc Gla.
Temi recebido enfeites de lila prelas e de co-
res mais modernas que se eslo usando a (cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 3.
FiU de la pela para debrum.
Vende-se fita de laa preta para debrum com 10
varas a !KK) rs. a pe^a : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido.
VencJem-se litas de linlio para bordar veslido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs a peca s quem lera loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
lililes de madreperola.
Vendem-se boioes de madreperola mais moder-
nos que tem yindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este prefo na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se lita de velludo preto com 10 varas a
0 loja du beija-flor da ra do Queimado n. 63.
FiU de velludo bordada.
Vend-sc fita de velludo preto bordada de di-
versos gosios e mais modernos propnos para qua-
resuia s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queiin;,do n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas larpnras para
enhilar capas ou manteletes os mais lindos (tos-
tos que se pode encontrar : na ioja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfa.
Vendem-se facas e irarfos de bataneo de 1 bo-
tao a "i-ViOO a duz.i, ditas de t botdes a 6ji00:
na ra do Queimado, loja do beija flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a IJ200 e ,i.
UJOO: na .oja d. beija-flor da ra do Quemado! S!S& Si&at^ Z
.. a Mi0, ditos de brim branco a 3 e 3*500, ca-
,r esporas. |m,sas franreus a 24, 24500 34, emulas a
Vendem-se visporas muito (inas a 800 rs. : na 14600. ditas de linho a 24 e 24500, colletes a 24
ra do ,ueimado, loja do be.|a-flor n. 63. e 24.'00 : na ra da Imperatriz n 5,
l'aieudas proprias para senhoras e meninas.
Vende-se gnllinb.iscom botaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos do fil e
eambraia enfeilados a ."00 rs., manguito! e gollas
pan senhora a 14 e 14280, eamismhas bordadas
pan senhora a 24, ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muito linas a 44500 e 54 : s
a Arara ra da Imperatnz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 85,
ditac de linho alcochoadas a 53, ditas de fusto a
54 ditas de damasco a 44, dilas de chit a 2* :
na loja da Arara ra da lmperauiz a. 36. ,
Arara vende rassas a 240 rs.
Vende-se cassas francezas finas a 840 e 280 o
cov.ido, organdys linos a 240, 280 e 220 o cavado:
na ra da Imperan iz n. 56 loja da Arara.
Grande sorliiucuto de lateadas prelas para a qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos Anos e casemiras.
Vende-se grosdenaple prelo para vestidos boa
fazenda a 15400, 14600, 25, 24400. 25600 e 35 o
covado, sarja hespanhola de teda, panno fino prelo
a 15600, 25, 25500, 35 e 45 o covado, muito su-
perior casemiras prelas finasa 25 e 25400o rova-
I", i icnn fino a 25500 e 35, dito de conliio a
25500 o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolo francez (>.
Vende-se madapolo francez entestado a 44 e
445U0, bretanha de linho, hamburgo de linho para
lences e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 24 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 14*80 o 15400 a vara : na ra d* Impera-
tm a. 86. ^
Arara vende laazinhas para vestido a 210 rs. o
covado.
Vnde-se laazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisa* proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende fnsiao a 500 rs.
Vende-se fuslao de cores para roupa de meninos
caifas e paletn a 500 rs. o covado, gan^a france-
za escura e clara para raleas e palelots a 449 rs.
o covado: na rua da Imperatriz n.56,lojada Arara.
Roupa feila da Arara.
Baloes da Arara a 35.
Vende-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35,34300, 45 e 44500, ditos de madapolo a
35500, ditos de musseliua a 45 : s na Arara rua
da Imperatriz n. 56.
Arara veade os cortes de riscados frauceies a 35.
Vende-se cortes de ri >cados francezes rom 14
covados a 34 o corte : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende corles de rasetnira preta a 35.
Vende-se cortes de casemira prela para calcas a
35, 35500, 45e 54 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende 08 soulembarqnes.
Vende-se soulembarques pretos muilo ricos, ca-
pas eompriilas e manteletes de superior qualidade
a 224 e 234 : s a Arara rua da lmperauiz nu-
mero 56.
Sedinbas a 500 rs.
Arara vende sedinhasde lislrrahas para vestido-
a 500 rs. o covado, dilas finas a 800 rs., laa lia
ra Pia rom 4 palmos de largue palmas de seda .
ROO rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara veade cambraias de caroeinbos a 26500
Vende-se cambraias de carocinhos para vestido
a 25500 a peca, cortes de cassa franceza a 25, co
bertores de pellos a 15 e 15600 : na rua da Im-
peratriz n. 56.
480, 300 e 560 re. a garrafa c: 0
e 45 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julen a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
Idem.MorgauxeChateauluminit'e 1664, ;. 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 re, a garrafe a
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a I
Alm dos gneros aeima mei ci< uaid< s te-
mos grande porcao de outros que deiaivoa
de mencionar, e qua ludo ser.i | ar
pecase carnadas, tanto em poraee oome
retalho.
Quem comprar de 1005000 ara cima le-
ra o abate de 5 por ceuto.
km
Vende-se palelots de brim de cor a 24500 e 34,
dito-- de meia casemira a 34500, ditos melhores a
44500 e 64, dilos pretos de panno a 59, 65 e 85,
ditos de casemira fina e dcbriinhados a 84 e 104.
ditos pretos de alpaca a 34500 e 44, calcas prelas
Vende-se a propriedade denominada Maltez, .'il;
na freguezia de Tracnnhaem da comarca de Naia
relh, coa urna legoa de frente e meia de fundo,.
proporcoes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assurar, sendo que actualmente rn
de ella mais de 1:0004 que pagam os moradores
que tem : quera a pretender entenda-se nesta Dra-
ga com o Sr. Antonio Jos Leal Res, na rua dii
Cadeia do Recite n. 47.
yciida de urna hypothtca.
Os liquidalarios da massa fallida di
Jos Antonio Basto vendem a hvpotlie
ca que lein nos eogcnlios Mallo (russo
e Cajabnss no ei-mo de Seriohen m
valor de 31:835(911 rs.; Iralar na.^
casas a rua do Trapiche i. 34.
Ai d. 29.
Nova loja dos karateiros na raa do Queimado.
Ricas saias de fuslao a 54, camisas Inglezas para
senhora a 24, 24800, 34 e 44, cobertas de fustio
brancas a 54, chitas com lustro para cocerla com
6 palmos de largura a 640 o covado, eambraia de
cores para vestido a 320 e covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dos haraleiras aa ru do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, eambraia para cortinado, peca de 22
varas, por I 4, chales de 15a por 34, 45, 54 e 84,
camisas inglezas para homem a 384,504 e 604.
4 n. 29.
Nova loja dos baraleiros na rua do Queimado.
Ble/ preos, franjas de todas as qualidade*,
trancas de seda, de alpodao e de la, manguitos e
camisifibas bordadas, eollarinhos e punhos, folhos
bordados, botoes de velludo, de seda e de fustio,
bandos de cabello, meias de seda, leques ; cujos
Krlipos se vendeni por metde do seu valor por ser
liara acabar.
Lavas d"pellica.
Chejsaram para a loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
Grande liquidaco
de fazendas na luja do Pavao, na [da Imperatriz b.
CO, de Gama i 80.
AcOa-se este estabelecimento completamente or-:
lido de fazendas inglezas, francezas, alltmaes e|
suissas, proprias tanto para a praea como para o i
malo, prometiendo venderse mais barato do <|ue
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porcao e de todas as fazendas dao-se as amostras
deixando ficar penhor ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavao.
As chitas do Pavao.
Vendem-se superiores chitas claras i escuras pe-
lo barato preco de 240 c 280 rs. sendt tintas s res, ditas francezas finas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs.. o covado. dilas prelas largas e estreitas,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, islo na
loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
As eassas do Pavio a 210, 280, 300 e 320 n.
Vendem-se Iinis>imas cassas persianas cores li-
xas a 320 rs. o covado,ditas francezas muilo finas
a 240 e 280 rs.. ditas inezezas a 240 e 280 rs. o
covado, finissimo organdy matisado com desenhos
nindinhos a 320 rs. o covado, cassas jraribaldinas
nuil" linas a 320 rs., isto na loja do Pavao rua da
mperatriz n. 60, de Gama A Silva.
As laazinhas da exposico do Pava?.
Vendem-se as mais modernas laazinhas roossan-
'.ii|iii' chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
le urna so cr ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratsimo
preco de 500 rs. o covado, ditas enfesiadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o ro-
bado, ditas maiisadas muilo linas a 500 e 400 rs.,
dilas mais baratas do que chita tamben) mauladas
i 320 rs. o aovado, ditas a Mara l'ia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna so cr parda, azul, cor de lyrio e
perola propt ias para vestidos, saulrmnarques e
aribaldes a 720 rs. o covado, dilas eseoeezas a
800 e 400 rs,. isto s na loja do Pavao, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos ehales de crepon estampados
pelo barato preco de 64. 75, 84. ditos de ponta n -
donda a 75 e 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
55, dilos de cores a 45500 e 55, ditos de merino
estampados a 25 e 35, ditos de laa a 15280 e 24
ditos de reiroz preto para luto a 65, isto na loja
do Pavio rua da .Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Fazendas prelas para a qHarcsma vende o Pavao.
Vande-se grosdenaple preto muilo superior a
15600, dito a 15800, 25, 25500, 2580 e 35, rao-
reaniique prelo muilo superior a 35 c 25800, sar
Os pannos do Pavao.
Vende-se panno prelo muilo superior pelo barato
preco de 2,5, 25500,35 e3500, ditos muito finos a
45, 55 e 55, cortes de casemira prela enfestada a
44, 45500 e 5, casemira preta fina de urna s
largura muilo lina a 15800. 25. 25500 e 34, cor-
tes de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi-
ras enfestadas de urna s cor proprias para calca,
palelots, colletes, capas para senhora, roupas para
0 Pavo vende liaznbas piolas.
Vendem-se laazinhas prelas a 200 rs. o fi\r.Jo :
na loja do Pavao rua da Imperatriz n. CO. Ga-
ma & Silva.
A Maria Pia.
O Pavo vendfa S$
Vendem-se os mais lindos coi les i los a
Maria Pia com lindas barras de seda, I 8-
meninos a 35 e 3*500 o covado, isto na loja do padns pelo ultimo vapor Iranccz i. lo
Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama c< Silva, i de 85 cada um : s na loja do Pavo na da 'ra-
ja prfia hespanhola moiio encorpada a 25, kM na
loja do l'avao rua da Imperatriz n. 60, de Gama
i Silva.
0 Pavo vende para lulo.
Vende-se superier setim da China Calenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pri-
pno para vestidos, pah-mis. capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 24200, 25500 o covado, cassas
prelas lisas, chitas prelas largas e estreitas, chales
de iii'Tin lisos c bordados a vidrilho, manguitos
comgolhnhas e outros muitos artigos q te se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os eorpinnos do Pavo
Vende-se os mais modernos corpinhos de eam-
braia ricamente bordados e enfeilados a 7 e 85 ;
na loja do Pavao, rua da Imperatriz n.60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-sc ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
404, sendo fazenda que sempre se ven leu a 1004
e 1.05 ; ditos de eambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e cala-
mento a 10, 15, 20 e 304; dilos de la -om lindas
barras a 18 o 454 ; isto na lija do Pavo rua
da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
A roupa do Pavao.
Vendem-se palelots de panno preto sobrerasa-
cos fazenda muilo boa a 125, ditos muito finos a
165, 20?, 235 e 305, cateas de casemira preta boa
fazenda a 44500,55,65, 75 e 85, palelots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
prero, ditos de brim de cores, caifas de casemira
de cor a 45, 55.65,75, ditos de caxemira da
Escossia a 35, dilos de brim pardo a 2550o, ditos
de car a 25 e 25500, dilos brancos muito finos,
sto na toja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco dc 95 o par, sendo o
melhor que bao mercado: na rua da Imperatriz
n. 60,de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho aleochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de (lama A Silva
As ralcinhas do Pavo.
Vendem-se calcinitas dc eambraia bordadas pa-
ra maniato pelo barato pre^o de 500 e 640 rs..
mlanguilos para senhora e meninas a 500, 640 t
800 rs., raniisinhas cora manguitos a 15280 : na
oja do Pavao rua da hnperatni n. CO.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se ramisinhae de eambraia muito finas
cora manguitos e golas muito bem bordadas pelo
barato preco de 15280. ditas de fil a 15- ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e25, su-
periores manguitos com golla e a bal.io a 35 e 45,
sendo muito bem bordados e os mais modernos
i|ue ha no mercado, manguitos e caraisinhas a 35
e 35500, gollinhas linissimas de eambraia a 500,
ditas de fil a 240 e 320 rs., pecas de entruneios
cora 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a 15, e ou-
tros muilos artigos neste genero que se vendem
mais barato do que era oulra qualquer pane : s
na lua do Pavo, rua da Iuiperalriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
enleitailas. sendo as mais modernas pelo barato
preco de 205, 255, 305 e 405, sautembarques de
seda preta sendo ricamente enfeilados a 205, 255
peratriz n. 60, de Gama A Silva.
Os baloes do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou baloes dc I 'ri-
lo brancos como de cores sendo an un
sao os melhores porsenaoqcetr.il''i. i'.;
de 35 arcos a 45. ditos de musselira com bal i s
a 45, dilos para menina a 24 e 35 : na da
Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gan a \ Iva.
S A L
Vende-se a bordo do Caribaldi I c m gal, v ii dc do
Ass, prefo razoavel : a tratar DO ';
Tasso Irmo's, rua do Amonm. ______
AGENCIA
FUNDICiO DE 10W-KGCH.
Rua da SenzaUa nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de noefidas e n > ai
moendas para engenho, marinas de wq r
e tachas de ferro batido e coado. de I dos 01
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas ; ara
lavar roupa: em casa deS. P. Jobnsti: i C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
e 3oa : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As cambraias do Pavo.
Vendem-se pecas de eambraia muito fina com
salpica* tendo 81|2 varas cada peca a 3 500, ditas
a 34 e 34500, ditas adamascadas muito linas pro-
prias para cortinados a 34, ditas a 44, pecas de
eambraia brancas lisas fa;enda muito fina com 8
l|2 varas a 35500, 45,45500, 55, ditas de qua-
dros proprias para forro e hadados por precos mui-
lo razoaveis: na loja do Pavo rua da Imperatriz.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura propTio para lences, loalhas e cernnlas pelo
barato preyo de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodozinho
monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas de
llamhurgo com 20 varas a 95, 105 e 114, pecas de
ESCBAYQS FGIDOS.
No da 24 do correte desapparecm o escla-
vo Jos, prelo, de 24 26 annos, ponco mais on
menos, estatura naixa, carera pequea. Ix m pa-
recido, nouca barba, algomas espichas ao p da
barba, ps e raaos nguiares, tem um nudo dc
responder um tanto apresssdn, e um tanto gago ;
este preto fui dc Santo Anlo, e consta que 1111
casado e deixon filhos, levou vesttfo ralea i r.v
misa de riscadinho escuro, snppd-se le i i
fgido : quem o pegar lew-e a roa da Sel li 'a
Velha Joscpha Maria da Concejero, ou la
Cadeia do Recife, armazem n. 16. que r vi-
damente recompensado. ______________
VTrMMI
Acha-se fgido o escravo de m mi t":. de
idade 40 annos, pouco mais ou m m S, i. i li at-
ura regular, grosso do corpa,bem c-pad.nido, bar-
bado, e j com alguns cabellos braceos na bar a,
bracos e pernas prossas e batante cabelludas, n-
do as peruas arqueadas, perlm n" minio, (MU>
ma andar em sambas, e as vezes embriaga- I s-
tanle por gestar muito de brber : portan)
se s autoridades policiaes desta e das provine! s
limilrophes, que o facam apprehendn e leva-I i ;i
seu senhoro major Antonio da Silva Gu- i
rua Imperial, assim como rogase aos capita. '_'a
campo a apprehenso do dito escravo, que sei lo
bem gratificados. _______________ j
Fugio no dia 24 do eorrenle mea Qtn tu gro
crioulo, de nome Flix, que representa ler 40 aB- ,
madapolo fino a 75500. 85, 95 e 105, ditas de no.t cnm a |,arr,a j pintando, foi escravo do Sr*.
algodoiinhoa 64, 64500 e 74, e outras muitas Augusto Coelho Le te, on de pessoa da familia iTb
fazendas brancas que se vendem muito baratas s0a mnlher, o qnal tem o braco esquenln um ; i-
afim dc apurardinheiro : na loja do Pavao rua da co mas nnn que o outro, e dous na tres dedfts 'i
imperatriz n. 60, de Gama & Silva, mao sao meneados e sem nrovimenlo. gosia muifo *
Cortes de cassa a 35*00. de fumar, sahio com calca azul, paleiot prelo o ,
Veadem-se cortes de eambraia com babados a chapeo do palha fina : quem o pegar, leve ti a-
35500 : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60. vessa da matriz de Santo Antonio, sobrado n. 1, ,
de Gama Silva. que ser recompensado.

w.

~
Mario de Peroamhui'-o Terca lelra 29 e liareo t i4f>4.
L1TTEMT1U.
i
En'outro lugar anda :
l i da as praias desertas da vida
Apoz o naufragio, tremendo aeordei..
Tu es, meu filtio, da arca perdida
Rovelaefles, pontea de Augusto Emito Zaluar:
vat.;' Iti) de Janeiro.N'outro lempo.O poeta, A urna que apenas das ondas salvei !
uia tristeza e destinos.Novaes.Una gravara
Eis pois o meu mundo
d i;, i. Ira antlgo.-O sentamiento de familia. N vasl0 UIliVt,r# ,JU
- U, jI ,, -A poeeta uo nosso tompo,-0s Ros. () ^ n-o fm rajos
ro.. Ii Coelho, estillo- bi pete Sr.
frlguciras Sobrinbo: Ivol.; Peroambaco. -Un
iiuarl i na hospedarla dos Irmaos Unido.AI-
. d.) Sr. Lalleannt.Theatro de i>
,1 Grammont, uin acto.A Sdr dos
legantes, tres actos.
Ku lempo iii i)ae Lisboa lia anda versos e as-
! Sem ti nada existe
cu possa inda amar I
a noute lao triste !
Os cns sao abysnos e nbysmos o mar I
Mu ti duas almas n'um corno resumes ;
Na Ierra urna dolas prsSes inda tcm...
A outra mais pura de luz e perfumes
Herdaste-a de um anjo qae linlias por mi.
para se chamavam irmaos pregadore; ; Fazia-se a fes- liberdade do commercio e faxiam pagar por preco
ta de S. Domingos, e o convento enrequecido pelos exorbitante as outras necessidadee da vida. Isto
ltimos confiscos, tratava dignamente scu primeiro vale um binado mais que as victorias de Xelson e
pastor. de VVellington, que todos os triumplios da santa
O bispolinha acabado de sentar-se a mesa, quan- allianca. os quaes custaram Inglaterra um mi-
do um espio I he annunciou que urna velha mullicr Ihar de milhoes sterlinos. Em duas horas os Srs.
hereje norria naquelle momento na ra Lomeih, em Cobden e Itright disseram mais cousas sensatas e
casa de um livreiro, e pedia com instancia um interesantes que se tem dito durante o curso da
Impermanente hymno de elogios canea quent oonfessor para lhe administrar o? oltamos sacra- sessao. no palacio de Westrainster, nos bancos da
: haveria sido util entremear de ancdotas, his- mentos. Raimundo Polgar se letana da mesa, pde canina dos lords eda cmara dos enmmuns.
do ho- atta ('a-ai'a sobre aena vestidos, e corre assim mu- E verdade que jamis haverj legislatura menos
.___ dado a casa do livreiro. brilhanle, menos til do que esta, cojos poderes
nem, a vida do actor; coUecckmar n um \olume ,,:n,ra sem ,)a|i.r p^ ,0,JC com passos sllb. v-() Mprar. f()i eMa nipoU,nte ,,ara fiizer 0 bem
(odas as noticias diversas dos jornaes a rcspeito de |g a Mente, aproximare do leito, dei>ruca-se ao e nao saliera mesmo preparar aquella reforma elei-
toral que pode dar vida ao parlamento, leve com-
tudo, um mrito, o de elleetnar o registramento
das leis do free traite que levantaram qoasi tantas
objeccoes como as leis-do pao barato citan bread.
que se sent o amigo c o enthusiasta. Seria
desojar n'um trabalbo deste genero a descripeo du
algumas eventualidades mais ou menos originaes
da existencia do biographado, cousas que nteres-
sam ao leilor e que do a verdadeira fecao do ar-
tista.
l
lorelas galantes, ditos e excentricidades
um artista, e tolas as poesas que no theatro sedui. ouvido da enferma, e d/.-lhe era voz baila :
taram em sua honra, pode servir para formar um ~ u *mfl80r> *JH'- ,.,
y Sedo b.-in viudo, disse a vellia mullier, ce
lbum, que elle conserve em cuna da mesa, mas e do WUr a um irn).-|0 (|e (.rt;11(,a
eren-
?
.... _- ________i .!. -,,i de mu gosto n'um livro destinado ao publico romo Ento s tambera uina llia do Antechristo
N outras compos.c.oes,em que nao resp.ra o cul- de exrlamou o bispo levantando a cabeea.
.-, nava t tpmUneanantt para os jornaes Iliterarios e ternura da familia, mas cm que a sua musa
quan 11 A ilonlo de Serpa seocenpava em apresen-
corno que surrl de amor por um momento, encon-1
laj-DOi ...n pagem tocando bandolim dehaixo das **** toda a frescura elegante o original do seuta-
|.it -lia- de sua ama, Palmcirim invorava S. Goo- lento.
galo de Amnate para que alm das velhas casas- o melhor meio de fazer conbecer um poeta ci- nrumbia alguma cousa :
te as mocas tamben, e Augusto Lima canta va as tar versos seus. llavera apenas o embaraco da gfe/
E chamou pela janella o juiz do crime que o se-
guir al porta da casa; este mandn ver o car-
0 Sr. Cobden censura aos seus compatriotas a
grande tendencia que tem para se oceuparem com
reunir incens : nao escapou urna pbrase de noli
telarlo, nem urna estrophc cabida de una torrinha; *""''."'," einaseo Toinou mulllr'ao^iombros e os "'80('1"- :'11"'1"5- professamto ao mnmo tempo
Furtado Combodeveria ter pedido aocol.eccionador fn^mnn. Ssete Sneuos em *" ** mt" *
o que Talleyrand pedia sempre as pessoas a quera Juntou-
fogneiras de S. Joo romo poeta sem pensar que escolba, embaraco que podo ser serio quando se
tu b Urde devia prohibi-las como administrador, trata de poesas que todas foram cuidadas com o
outra j i .o talento cstava em moda e consegua mesmo extremo c dao urnas mereeimentos s
que os sem renal andassem decorados pelas don- outras; vejamos todava os Anufos, em que se
lema deet i Ierra, bastante boas para haverem al- ,enContra grande simplicidade e rc-ncisao graciosa .
caneado de seus paes o screm assignantes do Jar-'
Surtout, pas trop de 'enna'
Em
O que, porm, parece seguro, e o seu talento a u-
lav
dim du D.im s : chamava-se Augusto Emilio Za-
luar.
Por poueo certo que o leilor esteja hoje desse
nomc, nem elle pode ser-lhe de todo o ponto estra-'
nlio nem dixar de recordar-se vagamente do ho-
nim oae o liaba. Eu proprio, e era bem novo
ni isa poca, lembro-me de ver no passeio publico
aosdsmng.K, passear as ras laterae?, envolvido
n'um ampio albornoz de capuz, dos que tanto se
u.-.ivain eiiiaj, um moco alto c esbelto, physionomia
rabe, cabello crespo, olhos grandes e negros, tez
br.mzeada, o o ar melanclico c distrado, que faz
co n que os Burguezes digam comsigo ao ver um
poeta Anda bem que eu nao sou feito assim I
Nada posso dizer do scu carcter, nem das mil
particularidades de ndole que mesmo no trato do
ni. n l dao quas sempre a verdadeira idea de urna ;
| >soa. Nunca Ihe fallei, e nunca o ou vi fallar.
M.'.o era, ao que supponho, muito amante da socie-
dad e em vez de borbolutear as uoules de Ihea-
tro lyi ico de camarote era camarote em visitas de
pura etiquen elegante, permaneca obscuro no seu
Ingar do platea, escutando alternamente a msica
e eatrogaado-M todo ao extase sonliador da sua ai-
ro'. Era um lumem verdadeira e sinceramente
triite; diziam-o era prteos seus versos, em parte
a eipreseSa de seu semblante;a sua vida disse o
NtO. Elle nao foi ao Brasil danzar nos bailes, de
travo ao peilo, caca de um casamento : foi devo-
ra 1 j de magoas, aproveitar o ultimo lampejo da es-
pc ranea, trabalbar e lutar.
Infelizmente, porm, a desgraca tem os seus pre-
dilectos, e at se converle u'uma especie de pro-
tector mysterioso que os defeude de certos males.
A dr, santifica, como outr'ora o raio. Em ella
naneada abjaem, chega a impr aos inmigos e
alize-los reejar. O soffrimento da alma intimida
o; purigos, vaidoso de destruir ssinho o edificio
da vida. Xio consenle sequr que urna docnca,
u.ua milita mi docnca, ou urna ferida qualquer,
Ini levan a victima. Tem ciumes de seu direitode
destru.;aj, e diz ao perigo :Sao toques ne;te ho-
d; .ni, ana c meu 1 E' o que explica o lento decor-
rer de angustias, nao s deste poeta, mas do outro
qie ha muitos annos tambera existe no Brasil, es-
pirito ooa conhecemos alegre e motejador, e a quem
a lorie tem oppnmido de iovensiveis' reveze?, Faus
tln Xavier de Novaes.
Separado da sua trra e saudoso da familia, Za.
luir nao encontrou no scu animo nem a torca de
xo nbar da infortunio, nem a do esconder ao mun-
di o* seus desgostos. E' disto que nasce o sent
nenio individual, que predomina a sua musa, sen
se; todava um orgulhosode mu gosto que s pen
si em si, mas um infeliz que nao sabe esquecer-se.
Ainda um destes dias, folheando um volume de
Mittm de fimili'is vi ura gravura do niio sei que
va'hj quadro que exprime perfeitamente a met
ver o que deve ser a poesa. Est Apollo do p.
|oala de u:u altar de onde pega na lyra : o deus
ODCosta brandamente o instrumento ao peito, como
? as pulsacjs do corago divino bastassem para
dar voz s mudas cordas. O fundo da poesa, e
si: pode dizer-se assim, o pedestal da lyra, sao as
grandes ideas religiosas, eternas, de que o altar
indicio ali. Mas, para se tornarem canucos teem
de passar pelo coracao do poeta. Us demonios da
poeab estao cm toda a parle na natureza o na hu
ii -. Jade. mas o seu berco est no coracao do ho-
mera-, abi selbeformam azas, como aveno ni-
libo, para Toar atravez do mundo. Zaluar, como
clh proprio recinhoce, raramente entra nos domi-
nios da meditacao philosophica encontrando anda
ni echo da poesa que illustrou o nosso seculo, !
: que estamos assistindo triste decadencia como
se a macate fecunda que abundava era ideas, em
sonliimnlos, em imagens as obras de Garret, Cas-
tilho, Percira da Cunha, I). Joao de Azevedo, haja
s'cido de subilo, ficando em lugar dellauns ar-
ranjos meramente artificiaos de syllabas sonoras o
6;eas com que alguns trovistas se esforcam po.*
i'l~irrar a fraqueza e a insignificancia da sua ins-
piracSo.
O- piedosos airelos do lar, assim como todos os
sontmentos generosos, e nobres inspram este poi
ti, mas nao conseguem hbertar-se dotom incessar-
lamente angustioso, que s sympathia de urna a -
una dedicada n lo parecer montono.
Triste de quem perdeu e doce e santo abrigo
De seu ditoso lar I O ninho quente e amigo,
Onde a familia em torno o circulo seu prefaz;
Hl i mais ledas ver as relvas do canteiro
As enanca-, brincando I Eao sol posto do outeiro
Todos a d-sfilar volvendo casa em paz I
E n'outru lugar :
Pirgunias minba irmaa se de ti longe,
i aw nao lerabra acaso o nome teu t
jerguillas se a distancia- o maros annos
i Quanlo mais a existencia se avisinha
t)e seu termo fatal,mais a saudade
INos punge, minha irmaa. nos traz mente
a,s letnbrancas da nossa mocidade I
E tu perguntas inda se niio pens
Ka loa doce imagera ? Santa e pura
li o.aa do meu alfecto Alma nascida
Como os anjiis, d'amor e de ternura I
fu.iiso em ti como o triste prisioneiro
Quando desee da noute a cscuridao <*
aVi.-nsa no lar saudoso, e curva os bracos
Encostado no muro da prisao.
Olha, Elisa Escuta, vida,
NSo estejas lao sentida
X'esse choro a solucar ;
Tem pena de mim coitado I
Arrufos de namorado
Sao doces de perdoar I
Dizes que sou inconstante
Que tenho j outra amanto,
Que lhe dei a la flor. -
Ah louca como s zelosa !
Nao dei, nao I Pcrdeu-se a rosa...
Mas como t... nao sei, amor I
r Sata Dinheiros cezas aDalara,n um Pouco e 'lue os Parpiofa re-
fraternalra.nte l)tldes Iralam de demolir ; depois a federagao do
norte, a confederacao do sul.
matica, foi no Brasil o .augurador da escola rao-1 Emli.n quando o sacrificio ticav* consumado e o 2,^^^^9ZST^SX
derna.eproiuziu urna verdadeira revolucao na ^M^J,^^!^ Jnl^^tiWK
scena_______.- u___i_____tM.i..km......' anda quemes da vietnna, e lancava-a ao vent pa- .....___-., J...,,-----!.,. ,..p;.'.
cm conhecimento
sentajo e de bom porte, de todo o ponto verosi-'
mil e justo o acolhimento festivo que lhe bajara
feito. D'aqui lhe damos com alegra os parabens
de amigo I
Noticiemos urna lindssima publcacao de Mr.
Lat
desses
tentara justificar, era que o leitor se v a peitos com
tonsa-nos a crlo, que Furlado Coelho indo de ,,0. df f '"esperado do campo do- S
,..,., i anda fumecava quando elle beba I
encontr a vana rotina da declamaco melodra- Cl)m os frajes ;i sailde &A cxlinC(:,io daheresia
Emfira quando o sacrificio licava consumado
ultimo UeJJO extincto, o carrasco reuna as ci
e o gosto! MoO, bem educado, abundante! t^^$%ffiW *&
nhecunentos luteranos, homem de boa apre- sa
Tal era a inquisiciio, tal a veracs no livro do Sr.
Leonardo Gallis, tal a aehamos no estudo profun-
do que tizemos da historia, tal a loriamos de ver se
por aceaso ella podesse apparecei de novo ao sol
do XIX seculo.
nt>'rvencao diplomtica, nem por intervencao ar-
mada ; que a injusiica nos negocios humanos acha
sempre em si a propria punicao, dcr.ois de mo-
mentneo triumpho.
A Inglaterra anda errada em fallar pedanl.sca-
inenie dos rigores dos procnsules na Polonia,
Os igaos dos velhos partidos, do lorysmo e do
wliighiano, nada aprenderam. nada esqueceram ;
licaram estacionarios, visto que ao cabo de 20 an-
nos aeham anda no fundo dos tinteros. o epithelo
de utopistas para appliear aos dous homens prali-
cos do seculo, os Srs. Cobden e Bright.
Noticiemos urna nna.ssima panucaran- oe mr. Mas nao basta maldizer, como o Sr. Leonardo quando ama dasisoas esquadras acaba de taceo-
i ,.. Gallois anda nreciso cxulcar urna insiituicao diar as cestas do Japao, urna cidade de t.Mi.OOU
llemant, o seu alraanak para I86i nao ura "^ ^.Jora o enima sinistro da bu- hab.Untes, posto que 'o almirante j avena tomado
sses voluminhos hojudos e anoes, que a moda milida(|e, como hynotheca material de indemnidade os tres
Como explicar com effeito, humanamente fallan- vapoies de Daimo-Satonma ; quando os seus sida-
Tinlia-a no peito guardada,
Procure a malfadada,
Cahiu-tne... tal vez murchou...
E por isso tens ciume ?
Que val a flor, se o perfume
Oh I nao se perdeu, ficou ? I
Levanta os olhos, minh'alma (
Acalma teu choro-.. acalma...
Mal comigo ? Ficarmal...
Por urna desconfianza ?
Nao tenhas zelos, creauca !
Que nao tens outra rival I
Nao te escondas, sensitiva I
Abre o seio, flor esquiva
vida que o sol produz I
O lempo curto I -e a ventura
como o claro que dura
Era quanto o acho da luz !
Vem, que a tua face linda
Ficou mais bonita ainda,
Depois que empalidecen !
Levanta os olhos pisados,
Astros d'amor ominados
Pelas lagrimas do cu 1
Oh vem I que esperas ? rendido
Nao roe vs ? Nao vs perdido,
Perdido de tanto amar ?
Eu a quem a idea mata
De leus despresos, ingrata...
Havia a rosa oertar ? I
Vem, no meu peito anhelante
Reclinar-te. Do semblante
Affasla os cabellos -, vem,
Que este coracao altivo,
Morto para todosvivo
s leu I Teu s, meu bem I
Tingiu-te o rubor do pejo
A face... Amor, desejo
Tudo sinto n'alma arder I
Agora sim, doce enleio,
Perdoasle ? Ou no teu seio
Vou criminoso morrer ?
O volume termina por urna notavel composicao
Os Ros, dedicada ao imperador do Brasil; sente-
se ahi em toda ella o vito (te urna imaginacao r-
deme, e os dotes de um espirito contemplativo e
profundo. Quantas vezes pergunta a gente a si
propria que lugar pode ter a poesa as preoecu-
pae,5es dos homens do nosso tempo, e a resposta
que d a si mesma nao muito paraanimar aquel-
es, que a sua estrella dotou no berco de sagrado
raio.
A hora do triumpho dos poetas, passou ; nao so-
ben! j ao capitolio com a. fronte cingida de lol-
ros ; mas cm redor do altar abandonado da musa,
ha ainda lusrar para alguns fleis que escutam as
vozes inspiradas. O culto da poesa est se parc-
cendo com aquellas religioes proscriptas cojo pas-
sado foi grande e Ilustre, e que esperam, na soli-
dao em que celebrara seus mysterios, a occasio
de apparecerem de novo luz do da e reconquis-
taren! o seu poder sobre os espiritos; e por com-
poslgoes como a dos Utos que isto pode esperar-se
e que poder conseguir-se.
Nesta mesma semana me chegou de Pernambuco
um livro acorapanhado de retrato, e tendo por ti-
tulo Furtado Coelho. E' outro nome que a leitora
conhece, c ha ainda hoje de certo sobre o seu pia-
no urna ou outra walsa delle. Faz-me saudades
recordar este moco. Acode-me ao espirito a lem-
branra de um tempo em que convivemos muito,
que foi justamente o dos primeiros passos da car-
re ira de ambos. Cuido estar ainda n'um celebre
quarto dos Irmaos Unidos, onde nos reunamos uns
dez ou doze jantar quasi todos os dias; polkas
por cima da cama, e nos por cima dellas: um pia
no de que elle nao prescinda, e que era as longas
e serenas noutes daquella patriarchal hospedara o
confidente incessantedas suas inspiracoes: um ba-
hu em que se guardava a roupa e a guitarra : um
cofre para as cartas de amores e para os cigarros :
urna pequea mesa, cuja gaveta arrecadava as es-
covas, os livros, as cartas de examo, os retratos de
mulheres, e a navalha de barba : e desenhos pelas
paredes, e cognac polo chao, e mocidade em todo t
Tambera esse fugiu. Ma nao foi a desgraca que
o levou, foi o capricho, o deus das maginaefies
de vnte annos. Ouvia dizer que no Brasil sempre
faz calor ; leve um da fro, e foi para la. Nem
elle saba o que era, nem o que quera ser : toca-
va cm tudo, tentava todos os ramos da habilidade
humana, compunha msica, desenhava, tocava pia-
no, escrevia para o tbeatro, poctava em albuns, e,
no dia em que eslava para se lembrar de fazer um
relogo, lembrou-lhe fazer-se actor. Comproa um
chapen de palha, tomou um bilhete no paquete, e
fui liara o Bio de Janeiro.
y O livro que hoje recebemos, e a que o seu aome
serve de titulo, sao estudos biographicos sobre a
sua carrelra de artista, escriplos peloSr. Filgueiras
Sobrnho. Sao paginas muitas vezes fluentes em
pies folhiuha de porta, bem que nao seja de al- por urna denuncia mvsteriosa, prende por um tes- procnsules, os seus generaes de rosto paludo, fi-
beira, porque vae impressa em magnifico cartao temunho aovnymo, interroga em segredo, procede zeram arrancar lanhos de carne aos cipayos re-
i i >. .-. r.,,., h .Th,,, ,,i; as trevas, falsifica a verdade pata engaar o reu, beldes atados a bocea dos canhoes pan ensmar a
que os dedos nao ter.am torca de dobrar, reali- Ie(,e|je C(jf;|ra e||)j (oda a P i|e (ljS|K)Slca0i re. submisSao e o respailo da raea conquistadora a
sando dest'arte a resurreicao da folhinha de nossos ^^ admiltir em sua jusliticacao alguma testemu- trezentos milhoes de indios de rosto encuberto,
paes, a folhinha nacional, a folhinha que o advoga- nha de defeza, contra elle da f ao perjuro, como Nao ha exemplo, escreveu um dos mais sabios
do e o om tfl*m nnn rtn Merininrm o se o perjuro provasse alguma cousa, nos proco! professores da universidade de (
litterato
gado
guez porta da casa
faces, que nao d
no fim de seis mezas, sera haver que tolhear a cada Bw^a^nBnTveim quaniaTquer","ted'o" cuida-
instante, nem estar exposto um homem a procurar do de protestar antes que a morto, se a morte so-
o dia do seu sanio e encontrar, acompanhando-o> brevier no meio do interrogatorio pelo garrote, fi-
um artigo sobre o orang-otango I I a c.ar?,do fecsado; condeaina a urna pena
e I arbitraria, illimitada, a prisao pea
O Sr. Lallemant mereceu ao nosso grande poota cenvm, por um, dez, vinte annos, e mesmo para
Castilbo uraa carta honrosissima, de que me por-! sempre, e quando solt o preso aps seu longo
millo traducir um periodo: Se a crenca dos es-! martyrio. lhe impjie um silencie perpetuo so pe-
- i iu it j- 'n na de ser queimado.
pintistas nao falha, lhe diz o autor do Outcmno,; Nio te, jUv,jca ou an|es |a, prevarcacSo de to-
Guttemberg deve ter assislido ao vosso bello traba- da idea de laatiea, nao natural, nao natural-
mente sabida do cerebro humano. Tem sua razio
de ser profunda, lgica, em alguma cousa secreta,
desapercibida da historia. Busquemos essa causa
entre nos, ahi, philosophicamente, sera colera, s-
mente para insirucco da prxima geracao.
Essa causa ei-la
sa de jantar, a folhiiiha de duas castigo ;tortura para arrancar a carne, vencida comprometter os seus propros destinos. J tWe-
mais trabalhn me o d.. a vnltar pe' dr, urna confisso poueo imporUndo qual, mosprova, diz o Sr. Cobden, destamstica provi-
mais iraoamo que o ao a voiiar confisso. Tortura cono dencial, conquisUmos as Indias, Iteus sabe por-
que meios, e mantemos a nossa dommaco, Deus
sabe a custa de que sacrificios, bom queo paiz,
confiera a enormidade. Ainda se nao fez essa con-
ta. Pois bem o exereito inglez perde t"dos os
arbitrara.'iilimitiia, a prisao peo tempo que lhe|annos as possessoes das Indias, pela influencia
"climatrica, pela nostalgia, |>elo delirium tremen*,
pela devassidao, pelas fehres, o duplo dos solda-
dos que custou a batalha de Waterloo; cousa
provada pelo relatorio effical da coramissao sani-
taria do exereito. As nossas proezas na China la-
tan tanta vergonha bum inidade como a de Pi-
zarra e Gortez, no desgracado Per.
Duras e severas verdades sao estas que ordina-
riamente ninguem diz a si mesmo, mas que farao
provavelmente urna profunda sensacao por cahi-
rem da bocea de um homem como o Sr. Cobden
que adquirlu o dimito de dizelas sem rebuco por
vinte e um anuos de scrvlcos incontastiveis. Hora
preeiso ter os ouvidos fechados para nao ouvi-las,
as intelligencias obtusas para nao comprehende-las,
os coraedes gastos para nao sent-las.
lho, orgulhoso e arrebatado de alegra por ver to-
dos os seus sonhos de legitimaarabi^ao to brlhan-
temente excedidos I E' urna bella arte 1 Poetas e
em geral escrptores, todos de vemos um hymno
perpetuo a esse grande homem, cujo digno descen-
dente sois. > Bem empregada fadiga, a que alcan-
cou este applauso 1
Pastando aos theatros, encontramos duas pecas
O homem er em certas pocas que ha no mun-
do duas racas de almas, urna depravada, outra in-
fallivel, urna incapaz por naturez:., outra exclusi-
vamente capaz de comprchender a verdade. A al-
le D. Mara, ambas representadas ZS^tStlSSSSUSi
hontem pela primeira vez : a Mocidade de Gram- jenho s o previlegio de pensar |>or ti era leu pen-
monf c a Flor dos elegantes. smenlo; teu pensamento uraa natureza passiva
. e inerte que devo sem cessar reanimar e purificar
A Mocidade ie Grammont, que, diga-se j, est
com meu espirito. Entregue a si mesma, cahria
traducida com muila propriedade e chiste, um por si mesma cm sua corrupeo natural, isto no
daquelles brinquedos cmicos de que os Francezes erro. Sou a verdade, er ou narre. Eis meu sym-
teem o segredo, era que a accao escapa a todo o' lwJ0' e,s u,n "ao' esC,,'!,r,c --*-.- essas
" ^ v.. K ,i Mas, por que signaes certos, reconhecer essas
lastante sob as gragas do dialogo e a viveza das duas naturezas de almas, uraa in'.orruptivel, outra
scenas, Grammont foi, como so sabe, um D. Juan depravada, una que persegue o outra que per-
subalterno, que suppriu era audacia o que lhe fal- seguida ? ... .. .-. _
tava de poesa; esta comedia ligeiro capitulo da A g^,***' ncssa desef'rmii^'
... mas entre si, quando procurava justificar era tneo-
sua vida de aventuras: os mando sao um pouco ria a escravidao do homem na BOcfedade, e essa
maltratados pelas theorias deste salteador dos co- outra escravidao di mulher no linceo.
A tradiro roaslilnrional cm Franca dr 17811
i 1863.
II
(Continutirao.i
Quando Xapoleao perdeu a cora de Luiz XIV
conendo a pos da de Carlos Magno, a Franca ten-
do ficado exiranha a esses sonbos, a nao ser pelo
sangue, com que os pagna, tornou a tomar o cur-
so natural dos seus pensamenios, como um Ierra,
que reverdece depois da queda da nev.
Ella continuou em busca das esperanca tibe-
rae?, que o gigante tenha feito curvar em seu cur-
so sem conseguir arrancadas. O programla es-
querido de 1804, depois de dez annos, serviu de
texto sentenca de |>erda, redigda por homens,
que assignavam sua propria condemnacao. Entre-
tanto a restaurarlo elevava-se acclamada pela
Frasea apesar da presenea d'um milbao de estran-
geros, porque seu govrno representava com a
paz, esta primeira necessidade do paiz, to olisti-
nadamente desconhecida, urna volta certa para a
liberdade, sem a qual a anliza dynaslia nao pedia
apparecer no seio da nova Franca. A declaracao
de Saint-Ouen e a carta de 18li'deram satsfaco
aos principios geraes proclamados em 89 moldu-
rando-os em um mecanismo mais feliz do que
qualquer d'aquelles, que tiuham sido t.V> triste-
mente pratcados. Hoje que i Europa mteira lem
assemelhado essas insliluiedes e que ellas funecio-
nam tanto em Madrid como era Vienna, super-
fluo defende las na occasiao de urna pretendida
origem britannira, porque as obras da experien-
cia, e do bom senso nao sao o patrimonio de ne-
nhum povo. Ellas vo alm disto melhor, que le-
das as constituicSes precedentes ao genio francez
pelo campo, que ellas abriam todas as grandes
ambicSes do pensamento e do tlenlo, e nunca a
revolucao recobeu urna sanecao mais brilhante pa-
ra suas conquistas e aspiracOes polticas. Todava
s proprias tontos do poder urna difliculdade con-
sideravel se deixava j pressentir. A caru real
tinlia sido outorgada por um poder, que se suppu
nha constituinte, e que nao admittia, que a naci
podesse intervir entre ella e sua obra. Esta pre-
lencao implicava o direite de modificar o pacto
fundamental, direito perigoso, que se havia tirio o
cuidado de dissimular sob urna redaeco ambigua,
tan o se sabia, que ella era capaz de ferir profun-
damente a consciencia publica. O artigo I i era o
nico destroco da sociedade histrica, que sobre-
viveu ao cataclisma de 89.
A luta sempre surdina, aberta entre as liber-
dades ronstitucionaes, e urna doutrina incompali-
vel com ellas_ foi pela restauraco, apesar do ta-
lento e rectidao dos seus homens de estado, urna
causa permanente de fraqueza, porque de um lado
esta luta pareca dar a consciencia real o direiio
de tudo emprehenderde outro lado apresenlava
s panoes nimigas o meio de tudo ousar. A theo
ria do poder constituinte cegou pois os amigos da
realesa legitima ao mesmo lempo que ella trazia
a seus adversarios urna torga immensa, de tal sor-
te, que se a casa de Bourbun tivesse lido a pres-
ciencia dus seus verdadeiros pnrtaaa, ella teria
trabalhado em remove-los, transformando seu pro-
prio principio, em vez de proclmalo cora es-
trondo.
Gaba-se a Inglaterra com urna satisfacao orgu-
Ihosa em demasa, de estar na frente de todos os
Fa
racoes, mas perdoam-lh'o de certo pelo espirito
com que suavisa as maganices, e pela graca cora
que todos os artistas o secundam.
/7or doj elegantes ura original em tres actos
do Sr. Luiz de Araujo. O Sr. Luiz de Araujo nu-
tria ha muito tempo em seu seio o desejo de todo
o autor dramtico, ser representado no theatro
normal.
Todas as noutes se tomava a si proprio por con-
fidente de seus pensamentos ntimos, e chegou urna
occasiao a sotihar com o caso. Escrevia tres actos
Esse principio admittido que lia duas racas sob
o sol, a primeira nicamente chamada a pensar, e
a segunda nicamente chamada .i crr o que a ou-
tra pensou, tem s desencadeado no mundo a per-
seguirlo contra a liberdade da consciencia. A ra-
fa perfeita tem sempre querido dominar, suflocar
a raca imperfeita, tirar-lhe o diieilo de reflectar,
de fallar; por que esse direito pervertido em sua
origem. em sua essencia, devia necesariamente
derramar em torno de si o mal e a mentira.
Mas como impedir ao pensamealo de outra for-
ma, e ao sopro de toprar ? O pensanunto incom-
prehensivel, intomavel mo do homem. Desala,
engaa, todas as punas, todos os ferrolhos. Gonce-
dei-lhe urna garanlia s, c est sa vo. Abrigado por
nnocencia. Eis
i essa garanta, provara sempre si a i
para e theatro de I). Mana, dehneava papis para, a e^"^..,^ do processo iniquo e monstruoso da
um e outro actor, entregava a peca censura, da- inquisiciio. O laiongo oanapiT Itift a cada instante,
va-a depois ao commissario, e urna occasiao en-
procurava rel-lo por todos os
meios. Seu pnuci-
jma secreta logi
trava-lhe em casa o porteiro avisador do theatro Pio d.e relenfao arraslou-a, p.>r j
h,.i...h Mrt- H.w...- o ...w, ...r.m a consequenem que nao previra. lara inter-
ceptar o erro em sua passageni, i nienaeu que oon-
vioha reduzir a maior silencio a wVspanha. Matou
dando-llie parte de que a
ensaios.
sua peca ia entrar era
O Sr. Araujo queria offerecer-lhe um copo de
tendo ali a mao nenhum vinlio generoso, toraava
outra resoluco e perguntava ao hornera se linha
tilhos.
a Ilespanha inielleetualmenio para salva-la, lan-
ceua de novo na barbaria, mesmo muilo alera da
Madeira pelas alvicaras de lao boa nova, mas, nao barbaria.
Esse assassnio da indiligencia cabla primeiro
sobre religio. Tornou-se ignorante de toda a igno-
rancia que cercava em torno de si pela mo do
carrasco. Emquanto a liberdade da controversia
elevava era Franca o genio do c ero, o clero bes-
.. } ranea
panb.ii baixa va vergonhosameute a ultima fileira
na Europa. Cessava de ser contado por suas luzes
o virtudes. Morreu cora o mesmo golpe que desfe-
chava na heresia. Eis toda a moral que a historia
deve tirar da inquisiciio. (1)
Ainda nao senhor I responda o porteiro.
Pois, so est por isto, serei padrinho do pri-
meiro que tiver!
O porteiro sabia penhorado. Depois seguia-se
o coro laudativo dos artistas, cootentissimos de
seus papis, e Isidoro chega va a declarar-lhe que,
se lhe lirasse o delle, rompera excepcao em seus
hbitos jocosos, assassinando-o. Erara va a peca
em ensaios, alea jacta est, a alegra surria desde
as bambolinas, e o poni dizia estreitando-o ao pei-
to : Abrcalo, e depois morrer! do |n8ire para 0UVJr a\ozde djus homens qu<
Acordou neste cmenos. A peca eslava effec- sem ter minea preenchido tone ces publicas sem
..... ter tomado parle nos rondhos reaes, tem presta-
livainenlo a ensaios, destinada as recitas de car- do maiortS servicos Graltreanha que todos os
naval; a quaresraa porm surprehendeu-a, e o pu- estadistas, todos os guerreiros, t idos os diplmalas,
O QUE VAE PELO MUNDO.
Da Presse traduzimos o seguinte artigo, ali pu-
blicado sob o ttulo Cobden e triaht :
Reuniram-se ltimamente em Bochdale, burgo
de Lancaster, tres mil pessoas sob a presidencia
homens
blico estrauhou que urna composicao da ndole das
do Gymnasio lhe apparecesse em D. Maria na sema-
na de cinza.
O primeiro acto tem graca e viveza, roas os ou-
ros dous peccam pela contextura o nao conseguem
sustentar se O autor, que tem sido feliz em mui
todos os oradores, desde ooomeyo do seculo, inclu-
sive Pilt, Castidresh, Wdlingloi, Xelson, Ganing.
Rohert Peel, lord Melwurne, o conde Russell, lord
Derby, lord Palmerston.
Fizeram oles dous homens una revolucao que
nao fez verter urna lagrima ou urna gota de san-
gue, e tinbam contra s una opwsico tormidavel.
compona de aristocracia, dos propietarios, dos
outras paizes na prosperidade e na (ivlsafo. Fa-
zera-se ali sem duvida, prodigios de ledicaco e de
caridade ; a aristocracia nobilcara e linanceira d
provas de generosdade, rivalisando cora as dos
principes e dos soberanos ; o espirito de associacao
eleva iodos os dias o nivel da instruccao, da mora-
lidade as classes operaras ; mas ao par disso
quantos signaes hediondos de miseria, de ignoran-
cia e de degradarn! Nao ha semana em que a
imprensa nao registre mortos de inanicao no meio
do luxo e da abundancia da Rabyloiiia moderna ;
em um dos suburbios, em Belthnal-Green, as fe-
bres perniciosas ; produzidas pelas cloacas em que
esto immuodas casas, infectadas ta malaria ur-
bana, roubam todas as semanas cinco seis tilhos
das familias condemnadas a viver naquelles tocos
de peste. No campo, a ignorancia e a miseria sao
talvez ainda maiores que as cidades e nos distric-
tos manufacturemos; nao esta uraa aocusaco
banal ditada pelo ciume estrangeiro; o Sr. Cob-
den quem.(alia : PercoiTi manos paizes, poneos
vi onde a condico dos lavradores sr ja tao afllictiva
como na rica Inglaterra Em Franca, a Ierra
repartida entre os trabajadores: conheceis nos
nossos condados agrcolas um homem que maneje
a charra e que possa dizer que lavra um pedaeo
de trra sua ?
A sorte dos nossos camponezes mais desgrana-
da que a condico dos camponezes nos outros esta-
dos europeos. Nao temos, por tanto, o direito de
nos paliar da no-sa superiordade. em quanto nao
ousarmos confiar o direito de sulTrago a todos os
nossos operarios, como existe em Franca, como
existe na America.
Quanto ao projecto de congresso. eis como falla
o Sr. Cobden : Nada tenho a dizer contra a pro-
posta do imperador Napoleao, guardo me bem de
fazer-lhe opposiciio, nem de trato-la com indifferen-
t;a ; mas se a primeira base do pregramma nao
por um termo a estes armamentos exagerados que
sao a chaga e o perigo da Europa, recelo muito
que nao tenha outro resultado que nao seja em-
peiorar o mal. >
O Sr. Bright nao fez mais lisongeho quadro das
instiluicoes polticas e soriaes da Inglaterra, que
sao taes" que um publicista eminente pode dizer
com razao que os ricos gozara e que os pobres
soiffrera como elles.
A Inglaterra um paiz que giza de urna
prosperidade excessiva, em que se achara talvez
accumuladas as maiores riquezas; mas nao ha paiz
onde as riquezas eslejam mais desegualmonte dis-
tribuidas, onde o pauperismo aprese He um quadro
mais assiislador, onde a prosperidade territorial
estoja repartida era to pequeo numero de fa-
milias.
A Inglaterra o paiz que se gaba de ter a cons-
tituiejio mais liberal; entretanto nao ha outro paiz
onde o povo tome menos parte na eleico dos seus
representantes, e a prava que existe nos tres rei-
nos unidos sote milnoea de individuos varos de
maiores de viole e um annos, dos quaes um mi-
lbao goza dos direitos e seis milhoes sao privados
delle.
E' assim, que chega-se atravez das peripecia
sem numero, que nao modificam sensivelmente o
pen=amento publico sempre persistente at a revo-
lucao de julho, termo fatal do longo conflicto dos
interesses e das ideas. A carta de 1830 veio dar
s theorias polticas consignadas na declaracao
dos direitos uraa satsfaco completa, ajuntando,
verdade, essa victoria as difflculdades de toda
grande crse.
las composicSes para theatros secundarios, devia rendeiros e de urna parle das rasses medias, que
os qnalilicavam de utopistas, epithelo banal que os
ignorantes, os imbeces e os sstisfeitos de s, nao
calcular melhor o salto e nao passar ao theatro
normal por urna peca que est tora da ndole des-
ta scena. O desempenho foi regular; e o Sr. Isi-
doro, a flor dos elegantes, poz ao servido da come-
dia a sua melhor graca... eo seu maior ru-
chc-nez.
deixam de prodigrisar como argumento supre-
mo quelles cuja ideas nao cemprehendem.
Apezar disso, obliveram elles a abolcodas leis
contra os cercaes, que impediam o povo de comer
Os Srs. Cobden e Brgth s achara um remedio
para levantar as elasses inferiores do ilotismo, a
que esto comiemnados ; conquistar a franqueza
eleitoral, como conquisiaram a do trigo e a do
commeroio. Ento, era vez de pagar eateata ni>
Ihes de laxas annuaes para seren mal adminis-
tradas e retiradas sem um verdadeira feudalismo,
teria o governo como tem o pao barato. S en-
r... "----A C ll^i.il.t i.v lim Hn ilicplirti
Jilio CaSAB Machado.
( tetolurao de Setembro.)
ESTUDO SOBRE LEONARDO GALLOIS.
Por Pellctan.
CCinc/uo.>
lio disse o Sr. Bright no lim do discurso, a Ingla-
li. ._ .-__________ ____^ -J...,.2.. i.l, .,-.!..A.,
ti) Com elfeimlinda hontem um padre Kurro, Ihor dos governos que a e-lucacao e a liberdade
-l-ecreiava qu.'m lia suas raiilinarias-alrunban-1 sao as nicas tonlej da verdadeira grandeza e da
do A. Herculanode b.-reje-,-.r negar o mtefre de ver.iad.-ira tolicidade para lodos os imvos.
Our.|UH-que o sabio padre sustenta com todas as Os escrptores do rimes, do .o, nmgPostd*
torcas dos pulmes... O que val sua illustraco UaduXews, do Morntng-Herald, concordara era cri-
.veia-M no seus feiti*. Infelizmente tambera nosso var agora com as suas sellas mais agudas os di*.
' clero se tem ainado as torniul .s e exterioridades cursos extra -parlamentares dos d.im illustres re-
s.'in que pe. esp.riio le eleve ao esludo das ver- tormadores. a que n qual.licam pela milenio vez
ilades do ebristianismo I S imiicos, como o vene- de utopistas mcrregiveis.
Utopistas, homens que so com a arma do hora
rara e esmigalharam a anuir legislaco
. e prohibiesesi que se diziaitii|Wj*W
gueiras. I zo que nunca foram inimgo, como nunca o to- da agricultura e do commemo, .te quaes so te. iv
Um dia o hispo de Tolosa, Raimundo de Holgar, rara a liberdade e a cruz I I rain maior desenvolv.menio. depois da abolle*
jantava no convento dos Dominicanos, que tambera I O irn No governo do ramo mais novo, a luta nao foi
menos viva, do que no reinado precedente, c va-
mos depois de 18 annos de debates, coja vehe-
mencia contrastava singularmente com a calma da
raso publica, a realesa vendida desapnarecer em
urna eatastrophe semelhante, que lnha vencido
a realesa hereditaria.
Entretanto a analoga entre as duas situaeSes
nao seno apparente. Em contrario ao que se
tuilia visto desde 181o 1830, poca das grandes
lulas entre pailSM e ideas inconcliaveis, os parti-
dos parlamentares differem muito mais de 18.10
18V8 sobre a conducta do que sobre as doutrinas,
as pessoas, do que as cousas, qualquer que fos-
se a accentuaco, que cada um dentro si julgasse
conveniente dar a suas palavras.
Nestas questoes, em que o espirito ficava bas-
tante livre para que a arte se desenvolvesse em
seu brlho o mais estudado, os interesses devero
tomar o lugar das paixoes arrefecidas, e houve
tanto maior imitaco, quanto mais isso se compre-
hendia. Nenhum partido letralmenie constituido,
aspirando ento derribar o poder, e este nao es-
tando ameacado, seno pela impaciencia, que so
experimenlava de serv-lo, a mnnarrhia de 1830,
que poderia sustentar urna longa luta contra in-
migos declarados, perece, em algumas horas pela
confianca mesmo, que inspirava sua torca : con-
fianga exiranha, que nao cegava menos os agentes
do poder sobre o alcance dos seus actos, cora a
opposco sobre o alcance dos seus golpes I
O dia i de fevereiro foi para Franca urna gran-
de surpresa, antes de I be apparecer como urna
grande desgraca, porque esta revolucao rao se
completara, somonte, porque ninguem a lnlia jul-
gado possivel.
Da svncope, em que se abaterara de repente to-
das as torcas sociaes, Babia um expediente, que
se chamou repblica. Atacado de urna estril ida-
de orgnica, mal dissimulada sob pomposas formu-
las, o governo republicano, que contrariava por
sua essencia lodos os instinctos do paiz, e s por
seu nome espantava todos os interesses, nunca te-
ve aos olhos dos Francezes, seno o carcter de
um poder d transicao. Tambem nao era muito
ditllcil pressenlir a serie de reaccSes, enjo termo
trazia emllra a opinio para o lim, do qual ella se
hava desviado, nao pelo curso de ms ideas, mas.
pelo dos accouteci montos.
O nico pesar serio da Franca contra o poder
di i- iludo sem defenderse a 24 de fevereiro de
1848, foi ter tornado possivel urna senielhanle ea-
tastrophe, ou |Milo vicio das instiluicoes, ou pelos
erros dos homens, que as tinham manejado com
pouca attencao e previdencia. Donde resulta que
depoi.- da qadi! da repblica de itfoi, urna dispo-
siro para erar, que um novo arraaja judicio-o,
operado as nsiilu<;oes, poderia aiMnarar o paiz
contra a sorte de rev.docoes novas, ainda que es-
sas instituicSes, ja envelhecidas por mais de trin
anno>, livessem adquirido para elle a auloricVMte
do habito. Levantar o paviUuo da liberdade ron-s
titu.ional, prolegen.lo-o por um conjunclo de no-
vas medidas contra o perigo das snrpresas, o con-
tra o das rivalidades anean*, tal tem sido, pois,
o pensamenlo da Franca, nao precisamente no
da seguiute ao gol|e d'eslado de i de dezembro,
mas logo que ella eomocou a sabir de sua longa
prostraoao sob o abrigo de um poder d'aqui por
dianle incontesthdo.
Por nao sei que triste analoga com os primeiros ravel bisin do Para, mostra de vez em quando que I l topistas
sacrificios humanos, a inquisico misturau assim a egreja nao adversa a sciencia e verdade, e que sonso baten
ao principia o cheiro das comidas fuinaca das to- como este conta tilhos que Babea alhar atoa ra- cerrada de
(Continuar-seha)
i
I
5

I


PERNAMHUU).- I'YP. uE M. H. F. KILUO
-v


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