Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10327


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Full Text
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ATO XL. HOMERO 71
Por tres mezes diautados 5JO00
Por (res aezes vencidos 6$0UU
Porte ao corre i o por tres mezes. 475U
SEGUNDA FE1RA 28 DE MARCO DE 1864.
Por anno ad'antado.....49$00O
Porte ao corrcio por om auno 3$Q0O
ENCAIIREGADOS DA SUBSCR1PCO NO NORTE
Parj.ayba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. ele Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazon.is, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCAIIREGADOS DA SITJSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o
Sr. Jo:. 3 Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira .llartins A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
01 inda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
(ngazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ourioury e Exu' as quartas feiras.
Serrahem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei -
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Illu de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao V da.
EPHEMERDDES DO MEZ DE MAR^O.
i Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
15 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 horas e 42 minutos da manha.
Segunda as 8 horas e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES LOSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio jul, set. enov.
PARTIDA DOS OMNIBIS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/,7, 7 '/,, 8 e
8 /i da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatio s 6 Vi da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/}.*., 4/i, 4 V
5, 5 /, 8 '/i e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 /j da tarde; para Jaboatao s 4 da Ur-
de ; para Caehang e Varzea s 4'/da larde; para
Bemflca as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS 1RIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SLMAKA.
28. Segunda. Ss. Prisco, Maleo e Pastor mm.
2'J. Torga. S. Bertholdo c; S. Joas m.
30. Quarla. S. Rudczinho b.; S. Joao Climaco.
31. Quinta. S. Veremundo; S. Balbina v.
1. Sexta. S. Macario b.; S. Valerio ab.
2. Saldado. S. Francisco de Paula f. dos re.
3. Domingo. S. Paneacrio b.; S.Benigno m.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livrara da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa dt
Faria & Fimo.
PARTE QFF1CIAL.
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I.OVKKXJ DA PROVINCIA.
Coeti mugi do eiptditite do dia Si de narco
de 1861.
Offleio ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ciunrr .inido V. S. que o bacharel Emygdio Mar-
ques Santiago reassumio em 8 do corrente o exer-
cicio do cargo de juiz municipal e de orphos do [
termo do Pao d'Alho.
Dito ao mesmo.Participando o bacharel Jos '
Antn.3 Corris da Silva, que renunciou o resto da
licenga de que goza va, e reassumio em 14 do cor-
rente o exercicio do cargo de promotor publico da
comarca de Goianna : assiiu o communico V. S.
para eu conhecimeuto.
22
Offleio ao brigadeiro commandante das armas
Queira V. Exm. mandar prestar guardas de honra
para ncompanharem as procissoes do Senhor Morto
e da Resurreico, que lem de sahir da igreja de
N. S. do Rosario da Boa-Vista, nos dias 25 tarde
e 27 do corrente de manha.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de_ dar suas
orden i para que o servigo de guarnicao da praca
no dia 27 do corrente seja feito pela tropa de 1"
linha, visto que a guarda nacional est detalhada
para acompanhar as procissoes da Resurreigo que
teein de sahir das matrizes e conventos do Carino
e Santo Antonio desta cidade.
Dito ao mesmo.De conformidade com o que
V. Exc informa em seu offleio de hontem datado,
sob n. 550, convenho em que se d baixa do ser-
vico M cabo da esquadra do 2* batalho de infan-
taria Francisco Pedro de Farias, aceitndose para
por elle servir o tempo complementar de sua pra-!
a o paisano Maurino Francisco de Souza Maga-
ties, que foi considerado apto para isso, e acha-
se na i condignos do regulamento de 28 de setem-
bro de 1859, conforme declara V. Exc. na citada
inforniaco.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda
Annii mo ao que solieitou o brigadeiro comman-
dante das armas em ollicio de hontem, sob n. 549,
rcconimendo V. S., que, em vista dos inclusos
documentos, e nao lia vendo inconveniente mande
pagar ao alferes do 7 batalho de infantaria Felis-
berto da Costa Corroa, a quantia de o por elle
despendida na viag-in que fez da villa da Boa-Vista
para esta capital, sendo 40 proveniente do frete
de una canoa que o transportou de Piranhas at
Pene, o, bem como a sua bagagem, um soldado e
dous vcrulas ; e 254 do aluguid do cavallo que
condizio a mesma bagagem, daquella villa at Pi-
ranhj.s.Coramuuicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dilo ao mesmo.Ficando inteirado pelo offleio
que V. S. me dirigi era 19 do corrente, sob n.
154, de haverem sido arrematados por 664 os di-'
verso* objectos restantes do apparelho, etc., da es-
cuna Ltndoya e que nao poderam ser aproveitados
para as barcas de viga e escalares da alfandega
desta capital; lenho a dizer em resposta que ap-
provo essa arremataco.
Dilo ao me>mo.Lonvm que V. S. faga apres-
sar a. venda das 19 arrobas do algodo de que trata
o iiion offleio de 15 do corrente, atim de ser a res-
pecti >a importancia recolhida ao cofre dessa the-
soura ria, tirando V. S. prevenido de que o refe-
rido ilgoao exi>te no arsenal de guerra sua dis-
posigo Ofllciou-e neste sentido ao director do
arterial de guerra.
Dilo ao mesmo.Em vista do que V. S. expoz
em si u offleio de hoje, sob n. 156, tica dispensado
o baciarel Cicero O Ion Peregrino da Silva de exa-
minar em inglez no concurso a que se est proce-
dendi) nessa thesouraria para preenchimento das
vagas de 3o escriturario para que foi designado;
visto ter sido aquelle preparatorio comprehendido
as materias do referido concurso, como se t do
ofllei i dessa inspectora de 16 do corrente sob n,
133. immunirou-se ao predito bacharel.
Dn > ao inspector da thesouraria provincial.
Para satisfazer a requisico da assembla legisla-
tiva i rovincial, preste V. S. informages acerca do
quantum do dizimo sobre o gado vaceum cobrado
as comarcas do serlo nos ltimos tres annos em
que l'oi elle arrecada-to.
Dilo ao mesmoEm vista dos inclusos docu-
menl >s cobertos com mformagao do administrador
da i-.isa de detengan e (|ue me foram remeltidos
rudo .'hefe de polica cum oflicio de hontem, sol n.
3Ht mande V. S., nao havendo inconveniente, pa-
gar ; "S emprezarios da illuniinago desta capital a
quantia de 263700 proveniente do gar. consumi-
do cjin a illuniinago da |uelle estabelecimeiilo,
dura ite os meze> de Janeiro e fevereiro deste au-
no.Coinmuncoti-se ao l>r. cliefe de polica.
Dilo ao mesmo.Se nao houver inconveniente,
man.le M. pagaran chefe da I' companliia da sec-
go urbana, Joo Eduardo Pereira Borges, como
pede mi incluso reqnerimento que acompanhou ao
offleio do commandante do corpo de polica, datado
de hoje e sob. n. 137 a quantia de 65320 por elle
despendida com o expediente da 2* couipanhia da-
quella secgo, que commandou interinamente a
contar de 31 de julho al o 1* de Miembro, ludo
d<> auno passado.C>miuuiicou-se ao cominandan-
te do ror|K> de polica.
Di i ao me>iiio.Tomando em considerago o
que expoz o director das obras publicas no ofhVio
" iinii por i-pia, datado de 19 do corrente, sob n.
'5. recoinineiido a V. S. que em vista do compe-
tente rertifiado, mande pagar ao arrematante dos
conferios da ponto do Santo Amaro de Jalioatao,
nao :- a quantia a que liver direito por se ach-
relo concluidos de couformidade com o respectivo
orcaineut, as obras do seu contrato, mas tainbem
a ile I5i de que trata o rilado offleio, por haver
sub'iitiiido mais una pega que nao eslava cumpre-
hendi'la naquille orgainento, considerando assim
V. S. o predito arremtame dispensado da multa,
em que possa ter wcorrido em consecuencia de
nao luver concluiddT;ies obras dentro do prazo qHe
Ihe 'ni marcado.Communicou-se ao director das
obras publicas.
Dito ao |)r. juiz dos fritos da fazenda.Ministre
V. 51. com brevidade esclarecimentos acerca do que
exitiio a assembla leg.-laliva provincial por inter-
medio do secretario no 7* quisito do offleio de
10 t!o correle, enlistante da copia inclusa a que
vai annexo iau.be o (mr copia um trecho da infor-
ma* ao dada pelo ius| cial rom referencia quelle offleio.
Dito ao capito do porto.Mande V. S. |ior em
lilieid.ide o recruta de uiaiiuha Aniceto Jos de
Araojo, que provou isengao do reorutamenlo. dan-
di, iiestioo ao de inme Joao de Araujo, tlrto ja e>-
lar llnalisado o prazo que. ubtova para o mesino
l'nn, como V. S. declarou em seu offleio n. 39 de 19
do corrente.
I) to ao director geral da instruego publica.
Pan satisfacer a deliberagao da assembla legis-
la) va provincial, constante dos offlcios do respec-
tivo secretario, datado de 21 do correte, sob
39 e 10, informe Vmc. acerca dos inclusos reque-
rimentos de Jos Faustino Marinno Falcao e Joan-
na Jii-ima de Siqueira Varej.io, esta profMSOra da
frcguezia de S. Jos desta cidade e aquelle profos-
sor avulso de latim, addido secretaria dessa re-
partigo.
Dito ao mesmo.Remello Vmc. para ser in-
formado pelo delegado Iliterario da cidade da Vic-
toria como exige a assembla legislativa provin-
cial o incluso requerimenlo da professora Guilher-
mina Basilisla de Oliveira e Silva
Ditoao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro.Respondendo ao seu offleio de 19 do cor-
rente, sob n. 117, tenho a dizer-lhe que approvo o
procedimento que Vmc. teve declarando com-
misso consultiva da estrada de ferro, que nao
concordava no augmento de ordenado dos empre-
gados da mesma estrada e de que traa o seu ci-
tado offleio.
Dito ao administrador do correio.Communico
Ymc. para seu conhecimenlo, que segundo cons-
to de parlicipago da secretaria de estado dos ne-
gocios da agricultura, commercio e obras publicas,
datado de 8 do corrente, sob n. 85, foram nessa
dala Horneados Joao Francisco de Moura Cunta,
Vii.vnte Ferreira da Cruz e Manoel Bezerra dos
Sa Kos, o Io para o lugar de ajudanle do correio
do Hio Formoso, vago por exonerago de Francisco
Es:eves Paes Brrelo, o 2* para o lugar de ajudan-
le da agencia do Bom Conselho, e o 3* para o lu-
S arde agente do correio de Bezerros, vago por
emisso dada a Joaquim de Frenas Leao do Ama-
ra marcando-se aos ajudanles o vencimento dos
agentes quando fizerem as suas vezes e ao agente
de Bezerros 50 % do rendimento da agencia.
Igaal communicago se fez thesouraria de fa-
zo ida.
Dilo cmara municipal do Recife.Em vista
do que expde a cmara municipal do Recife em
sua informago de 16 do corrente sob n. 11, Jada
com referencia ao requeriinento de Clementino
Soares de Carvalho, convm que contiuue suspen-
sa a postura addicional de 21 de fevereiro de 1862
ato que a assembla legislativa provincial resol va
a semelhante respeito.
Dito Decio de Aquino Fonseca.A bem do ser-
vico convm que Vmc. entre quanto antes no exer-
cicio do lugar de secretario da capitana do porto
para que foi ltimamente nomeado independente-
mente de apresentago de titulo, para o que Ibe
Oca marcado o prazo de Ires mezes.Fzeram-se
as necessaras communicagdes.
Dito ao capila de engenheiros Domingos Jos
Rodrigues.Constando-me que se acham aruinadas
duas das columnas da ponte de ferro de Santa Isa-
bel, recommendo Vmc. que examine as colum-
nas daquella ponte e me informe- o estado dellas.
Dito ao 2* juiz de paz do 1" districto da Alaga
dt Baixo.Inteirado de nao ter sido iustailada na
3" dominga de Janeiro deste anno a junta revUora
da qualilicagao dessa freguezia pelas razoes expos-
ta i em seu offleio de 13 de fevereiro ultimo, recom-
mendo Vine, que faga a convocagao na forma da
le dos novo cleitores que segundo conslou de
aviso da repartigo do imperio de 13 de Janeiro ul-
timo, j foram approvados pela cmara dos depo-
tados e rena a referida junta no dia 1* de maio
vndouro que para isso designo, e prosiga nos rte-
mais trahalhos, lendo em vista o decreto n. 2865
de 21 de dezembro de 1861 e mais disposigSes em
vi,zor.oilleiou-se cmara municipal de Cimbres
que informe qual o motivo por que nao juramenlou
como devia o suplente dos juizes de paz do 1* dis-
tricto daquella freguezia.
Portara.O vice-presiden te da provincia, tendo
em vista a infonnaeae do brigadeiro commandante
das armas n. 530 de 17 do correnle e o parecer da
junta militar de sade de 9 deste mez resolve con-
ceder, na forma do artigo 106 do regulamento de
27 de outubro de 1860,3 mezes de licenga que so-
Ikitou o majir do 7" batalho de infantaria Jos
Francisco da Silva para tratar de sua sade.
Dita.O vicepresidente da provincia alten.leudo
ai. que requeren Manoel Cardoso Riheiro, rosolva
ccnooder-llie licenga para ir ao presidio de Fer-
nando no biate Strgipano, Iralar de negocios de
seu particular interesse.
Dita.0 vicepresidente da provincia estando
informado de que o vapor Cmnmagibe, da com-
p. nina Vi.nl.inie por ter sido embregado diversas
vtzes em servico da coinpanhia Perrvtmhucana de
nsvegagao cosleira ao sul da provincia, resullou
serein nao s interrompidos durante aquelle tempo
os que devia prestar no porto desla cidade. mais
ta nbem arruinadas as respectivas caldeiras de mo
di. que actualmente nao pode navegar, estando por
is;n imposibilitada aquella companhia de poder
ctunprir as coiidiges annexas ao decreto n. 1511
do 30 do dezembro de 185i com delrimento e |ire-
juizoao commercio: resolve, de conformidade com
a 7" das referidas condicoes, impr companhia
Vigilante por semelhante falla a multa de 5003
que ella far recolher thesouraria de fazenda, e
ordena que ueste sentido se ex|>egam as convenien-
tes ordens.Fizeram-se as necessaras communi-
e.igocs
Expediente do secretario do governo.
N. 56.Offleio ao Io secretario da assembla le-
g saliva provincial.S. Exc. o Sr. vicepresidente
d provincia manda devolver V. S., para ser pre-
sente a as-einula legislativa provincial o compro-
misso da innandade do Senhor Bom Jess dos Po-
b es AHictos da cidade de Nazareth, o qual para
ser ouviduo Exm. prelailodi.x'esano acerca de sua
ai-provaco acompanhou ao offleio de V, S. de 7 do
corrente sob n. 21.
N. 57. Dito ao mesmo. Em addi lamento aos
ineus offlcios de 12 e 19 do corrente sob ns. 39 e
51, passo as maos de V. S.,de ordem de S. Exc. o
Sr. vice-presidenle da provincia para ser presente
a aswmbia legislativa provincial a nota do exce-
djnte das barrara* que seria necessario estabele-
ejr as estradas provmciaes a que se refere o 5o
quisito do seu oflicio de 2 de margo n. 6.
Despachos do dia 21 de marra de 1864.
Rfquermentn*.
Anselmo Jos Pereira.Pas.e portara conceden-
(ii a licenga pedida.
Chnspmi Henriqne de Ilollanda Chacn.Expe-
dio-se ordem no sentido que reipier.
Christovo de Ilollanda Cavalcanli de Mello.
Declare o suppliante a natureza dos reparos que
rretende contratar.
Bacharel Keli-I.ino de Mondonga e Vasconcel-
los. Passe portara prorogando o prazo por mais
em mez.
Fidicidade de Sania Anna Conceigo. Mii lem
lugar.
Francolina Mara Borges.Mandou-se inscrever
a filha da supplicanle para ser opportuuamente ad-
i iilli la.
J..o Paulino Marques. Volte ao Sr. comman-
dante superior do Recito para expor o mais que
Ihe occorrer.
Jos Antonio Rodrigues. Informe o Sr. coronel
recrulador.
Jos Elias Machado Freir. -Requeira ao gover-
no imperial.
Jos Fernandos da Silva Daltro. Em vista do
que ufortnou o director das obras publicas, oppor-
lunamente se tratar dos reparos a que alludeo
supplicanle.
D.Joaquina Libania Monteiro.- Em vista da in-
formago, nao lem lugar o que requer a suppli-
canle.
Alferes Julio Augusto Carlos e Silva. Satisfaga
! a exigencia do inspector da thesouraria de fazenda
constante do offleio por copia incluso.
Manoel Cardoso Ribeiro.-Notem lugar oque
requer o supplicanle.
Maria Manoela rio Espirilo Santo.Informe no
vaineiile o Sr. Dr. chefe de polica.
Manoel Pedro Alexandrioo. Nao lem lugar o
; que requer o supplicanle.
Viceucia Mara de Jess.Nao tem lugar.
-22-
Abaixo assignados propietarios no lugar deno-
; minado Engenho da Torre.Informo o Sr. direc-
tor das obras militares.
Major Alexandre de Barros e Albuquerque
Passe portara concedendo a licenga que requer o
supplicanle.
Clemente Soares de Carvalho. Fica expedida a
ordem no sentido que requer o supplicanle.
Francisca Mara das Mercs.-Informe o Sr. co-
ronel recrulador.
Jos da Silva Loyo & C. Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do munici-
pio do Recife.
Julio Cesar da Silva. Requeira opportuna-
mente.
Manoel Cardoso Ribeiro.Passe portara no sen-
tido que requer.
PERIAMBUCO
ASSEMBLA PROVI\CIAL-
SEdSO ORDINARIA EM 14 DE MAyCO DE 1864.
PBKSIDENCU DO SR. COXSBLHEIR0 TKIGO DE
LOUREIR0.
(Conclusao.)
0 Sr. Netto :(Nao devolveu seu discurso.)
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
< as estradas provmciaes as laxas das barra-
ra- devero ser estabelecidas em distancias susses-
sivas de 9 mil bragas a comecar das extremas da
cidade do Recife.S. R.Nabor.
O Sr. Bu arle :(Nao devolveu seu discurso.)
O Sr. Naboh :(Nao devolveu seu discurso.)
O Sr. Nbtto :(Nao devolveu seu discurso.)
O Sr. Gervasio lampello justifica a emenda
que offereceu.
O Sr. Jacobina :(Nao devolveu seu discusro.)
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
Em vez de 8000 diga-se 9000. Soares B. e
Camprllo.
Os Srs. Ramos e Nabor pedem a retirada de
suas emendas, o que Ihes concedido.
Encerrada a discussao approvada a emenda
dos Srs. Gervasio Campello e Soares Brandan, com
a subemenda por estes mesmos senhores olTereci-
da, Picando prejudicado o artigo e as demais emen-
das.
Entra em discusso o artigo 3.'
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
t Accrescente-se ao artigo 3."Conservndose
as barraras j estabelecidas no permetro de qua-
tro mil bragas a partir da cidade do Recife.Ger-
vuiio C'imprlh e Soares Brandiio.
E" approvado o artigo com a emenda.
Entra em discusso o artigo 4
Vo mesa e apoiam-se .as segu ntes emendas :
Em vez do linal do artigo, diga-se :o exce-
dente, se existir, ser applicado ao estudo e cons-
truego do prtlongamento da estrada ou de seus
ramaes.Gervasio Compeli e Soares Bramido.
A receita da laxa de qualquer barrena ser ex
elusivamente applicada a conservago da estrada
em que ella se achar. O mais como na emenda
do Sr. Campello.Hamos.
O Sr. Ramos :Leudo o artigo 4 parece que II-
ca a faculdade de se empregar o produelo do peda-
gio em outras despezas quando a receita da laxa,
nao r suffleiente para a conservacao da estrada.
Eu enlendo que o artigo por esta fbrma nao deve
passar sem a correcgo que offereci na emenda
que acaba de serlida.de conformidade com a
idea por miin manifestada quando tive oecasio de
fallar pela primeira vez, porque me parece que
dessa forma que chegaremos ao resultado que
se tem em vista.
O Sr. Buarqur :(Nao devolveu sea discurso.)
OSr. Ramos :Sr. presidente, ainda persisto em
defender a emenda que mandei mesa porque me
parece que este o meio de se obter que todas as
estradas lenham reparos annualmente, o que nao
[ acontece presentemente, succedendo o que j hoje
se disse aqu, que por nao se reparar no pequeo
buraco da estrada, o estrago vai adiante, e depois
se despendem grandes verbas. Eu quero que se
apphque sempre na conservacao das estradas o
producto de suas barreiras.
Pela maneira porque se acha redgido o art. 4,
pode dar-.se que apezar de estar consignada no or-
gamenlo urna verba para reparos e conservago de
estradas, o presidente nao mande proceder os re-
liaros em urna cena estrada, embora ella concor-
ra com maior contingente para a receita. K isto
o que eu quero prevenir, fazendo com que todas as
estradas scjain reparadas annualmente.
A difflculdade que se apresenta em relago a le
do orgamenio, eu confesso o francamente, a pri-
meira vez que tenho assento nesla casa, e nao me
julgo muilo habilitado para resolver essas ques-
loes; mas enlendo que leudo de se fixar na le do
orgainonto urna certa quanlia para reparos e con-
servago das estradas, se deve ter em vista o pro-
ducto do pedag', para (pie se faga nessa verba a
reduegao conveliente. Por outra se se tem de vo-
tar ciucoenta ohmios de ris para reparos e conser-
vago, e o podpgio produz vinte cotilos, nao con-
signaremos (o somonte trinta contos, alini de
preenehcr o dficit daquella verba, visto que os
vinte contos j osle tem applicago especial.
l'orianto, Sr. presidente, eu ainda insisto pela
adopgo da iniulia emenda ; todavia eslou sempre
crompto a ceder de qualquer opiuio minha quan-
do me conveugam do contrario.
O Sn. Gervasio Campello ainda faz dilforontos
observages em susteutagao da sua emenda.
Encerrada a discusso >o approvadas as emen-
das, licando o artigo prejudicado.
Dada a hora o Sr. presidente designa a ordem
do dia, e levanta a sesso.
SESSAO ORDINARIA EM 13 DE MARCO DE 1864.
PR^SIDK.VCIA DO SR. C0.NSELHEIR0 TRICO DE
LOL'REIRO.
As 11 horas da manha. feita a chamada o
achando-se prsenle numero legal ilos senhoree
deputados.
Abre-se a sessao.
E lida a acia da anterior approvada.
Q. Sr. Piiimkiho Secretario d conta do se-
grate
EXPEDIENTE.
Imapctcao de Francisco Pereira de Carvalho
ex-ai rema la nte do 12 lango da eslrida do sol pe-
dindo que se Ihe mande entregar a quantia dedu-
zida das preslagSes visto ter gosado do indulto
concedido pela le n. 445. commissao de obras
publicas.
Oulra do offlcial-maior da secretaria desta
assembla, pedindo que se Ihe augmente seu orde-
nado na razao de 200000, cuja quantia jiercebe
como gralilicago.A commissao de ordenades.
Outra da innandade de Nossa Senhora do Rosa-
rio da freguezia de Santo Amonio pedindo para se
Ihe conceda a exlracgao de duas partes de suas
loteras.A commissao de petiges.
Outra de diversos moradores da povoagao de S.
Jos da Curda-Grande da freguezia de Barreiros
pedindo a creago de duas cadeiras de inslrucgo
primaria para o sexo masculino e teminio.
commissao de inslrucgo publica.
Oulra do padre Florencio Xavier Dias de Albu-
querque pedindo preferencia para a extraegao das
loteras concedidas ao recolhimento do SS. Cora-
gao de Jess da villa de Iguarassu. commissao
de pelicoes.
Outrde Jos Faustino Marinho Fabo professor
publico de Nazareth e hoje addido secretaria de
instruego publica pedindo urna grat licago igual
a que percebein os professores avulsos que sao
chamados unecionar no Gymnasio A commis-
sao de instruego publica.
Sao lidos e approvados os segrales pareceres;
A corainisso de constituigo e poderes, apreci-
ando devidamente as valiosas razes expendidas
pelo Exm. presidente da provincia, em vrtude das
quaes deixou de saoccionar a presente le: de
parecer que obrando assim, o Exm. presidente da
provincia, s teve em vista zelar os dinheiros p-
blicos, e os verdadeiros ioteresses da provincia,
pelo que ainda de parecer a inesmi commissao,
que esta illuslrada assembla, tomando em consi-
derago laes razes e analisando-as com aquelle
espirilo de justiga qe a caracterisa com ellas se
conforme.
Sala das comraisses, 11 de marg* de 1864. -Ro-
cliael.Carvalho Moura. -Silva Barros.
A commissao de posturas e negocios de cania-
ras, tendo examinado attenciosaraento as posturas
addicionaes de 14 de abril, 23 de selembro, 21 de
outubro de 1862; 9 e 12 de fevereiro e 9 de no-
vembro de 1863 e de 14 de Janeiro de 1864, formu-
ladas pela cmara municipal desta cidade; de
parecer que sejam as mesraas approvidas devendo
anles ser impressas para enlrarem na ordem dos
trabalhos; quanto porm as posturas addionaes de
6 e 8 de outubro de 1862 em relago a primeira
a commissao de parecer que esta no caso de nao.
ser approvada, por considera-la a commissao ve-
xaloria paracomapopulago, equau.o a segunda,.
a commissao de parecer que seja ou vida a com-
misso de sade publica.
Sala das commisses, 15 de margo de 1864.Dio-
doro l'lpiano.Silva Barros.
E" iido e fica adiado por pedir a palavra o Sr.
Franga, o seguinte parecer :
A ooininissao de constituigo e poi eres, lendo e
examinando com toda a attengo a indicaran que
Ihe foi apresemada para emiltir juizo sobre ella,
de parecer que a referida iodicagio, com quanto
proponha urna reforma na legislac i do processo
cruninal patrio, pois que lem por julo ou conve-
niente que a acgo offlcial e a popular tenham lu-
gar runtra todos os crimos, em quanto o nosso
direifo exeptua dellas hypotheses excepcionaes,
todavia nada tem de inconstitucional; e al parece
commissao til e justa, porque garaile mais elli-
casmente os dircilos individuaos contra os quaes
attentatesees dolidos assegurando mais apunicao
delles; visto como urna lei no sentido da indica-
go, lomando menos racerlo a acgo e o processo
criminal consignados na lei, mas lanas vezes
omiiiidos pela renuncia voluntara dos particulares
aulorisadas para inicia-las a continui-las igual-
mente tornar menos incerta a applicago da ne-
nalidade coraminada e a sua faculdade de absler-se
da acgo de desistir dellas e de perdoar, cencedida
pela nossa legi>lago criminal que a* commissao
atlribuo em grande parle a frequencia descommu-
nal de laes deudos. Julgn por lanogusto e conve-
niente o projecto de lei indicado.
Sala das commisses 15 de margo do 1864. F.
Rocliael.Cnrvalho Moura.Silva Barros.
E' remetlida commissao de polica a segrale
iiidicago.
Indicago. Sendo de Ilimitado anlrio a dispo-
sie'io do art. 80 do regulainenlo interno desta
as'soinlila; pelo qual smente ao presidente da-
do designar os projectos que Ihe panceras mais
inleressautes para a ordem do da da sesso se-
guinte; e podendo de tal amplitule resultar 'abu-
sos, como j se lem observado; indio : que o pre-
sidente da assembla quando liver de designar a
ordem do da da sessao segrate, o faca de modo
que nenlium projeclo possa ser submettido dis-
cusso havendo na casa outros projectos da mesma
especie com data anterior.
Pago da asseraula legislativa provincial de flor-
nambuco. 15 de margo de 1864.-Jos. Joaquim de
Sonto Urna.
Julgam-se objectos de deliberago e mandam-se
imprimir os segrales projectos :
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co, resolve:
Artigo nico. Ficam creadas duas cadeiras da
lingua latina, urna na Villa-Bella, na comarca de
Paje, e oulra na villa de Garanhuns, tendo cada
urna dellas o ordenado de um cont de ris. E li-
cam revogadas as ttaposigoV em ontrario.
Pago da assembla legislativa provincial de Per-
ii.iuii.uro, 16 de margo de 1864. Estevo Henedic-
to FrancaJoaquim do Rege Barroa.Joo Braulio
Correa e Silva.
A assembla legislativa provincial de Per na mim-
en, reentra:
Artigo nico. O presidente da provincia manda-
r correr de preferencia, a qualquer oulra, a lotera
concedida por esla assembla era b melleio da ma-
triz de Scrra-Talhada, da comarca E tir.iui revogadas as disposigdes em contrario.
Pago da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 15 de margo de 1864.Eslevao Benedic-
to Franca.Silva Burros.
ORDEM DO DIA.
Con I i miagan da discusso do proj cto n. t deste
anno que regula a arrecadagio do imposto de bar-
reiras.
Entra em discusso o art. 3*.
Vai mesa c apoia-se a seguinte emenda.
Supprimam-se as palavrase por administra-
gao. Gervasio Lamjiello.
O Sa. Jacobina :(Nao devolveu seu discurso.)
O Sn. Gervasio Campello, justifica a emenda que
oflereoeti.
O Sr. Baptista :(Nao devolveu sea discurso.)
O Sr. Bcaroie :(Nao devolveu seu discurso;
O Sr. S Pereira :(Nao devolveu seu dis-
curse.)
Encerrada a discusso approvado o artigo com
a emenda ; passando-se em seguida ao art. 6.
Vai mesa e apoia-se a segrale emenda :
Accrescente-se e pelos interesses dos habitantes
das propnedades annde forera establecidas as bar-
reiras. Gervasio Campello.Soares Brandao.
O Sr. Sarixo :Sr. presdeme eu desejava bas-
tante ouvir os nobres autores desla emenda para
cago dos nobres membros, para que me deem a
eu poder dar o ineu voto com consciencia.
.Nao pude bem comprehender o alcance da emen-
dare por isso ped a palavra para provocar expli-
razo justificativa de sua emenda.
O Sr. SoAnEs Bpandao :(Nao devolveu se dis-
curso.)
Encerra a discusso o artigo approvado, bem
como a emenda.
1" discusso do projeclo n. 14 deste anno, que
eleva villa a povoagao do Salgadmho, da comar-
ca de Cabrob.
O Su. Silva Barros :(Nao devolveu seu dis-
curso. D
Encerrada a discusso e posto a votos o projeclo,
approvado, sendeem seguida dispensado a inters-
ticio requeriraento de seu autor.
1* discusso do projeclo n. 20, que diz :
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co, resolve :
Art. Io. A forga policial para anno o anno finan-
ceiro do 1864 1863, conservara o mesmo numero
depragas e organisago estabolecidospela lei n. 507
de 29 de maio de 1861.
$ i" A secgo urbana tirara iuteiramente dis-
posigo do chefe de polica.
$J 2. Os chefes da secgo urbana sero nomeados
e demittidos pela presidencia, sobre proposta do
chefe de polica,eos demais offlciaesdo corpo como
o eram anteriormente lei n. 9 de 9 de abril de
1863.
S 3. Os offlciaes do corpo, tanto de urna como
de outra secgo tero os veneraienlos e gralificagos
marcadas ua lei n. 9 de 9 de abril de 1863, ja ci-
tada.
Art. 2o. Fmm revogadas as disposiges era con-
trario.
Pago da assembla provincial de Pernamhco, 12
de margo de 1864. Francisco de Araujo Barros. -
Ayres Gama.
O Araujo Barros (pela ordem) diz que, por oe-
casio de tratar-se do projeto de ffxago de forga
policial, coslumam algumas assemblas instituir de-
bale poltico, o com quanto esteja persuadido que
tal se nao dar na prsenle oecasio, em vista da
harmona que reina entre os membros da casa (nao
apoiados) podendo acontecer que suas previses se-
no realisem, por isso consulta ao Exm. presidente
da casa para que se digne declarar, se dado o caso
de tal debate ter de instituirse, ter isso lugar por
oecasio da 1* discusso ou por oecasio da 2", vis-
to como os procedentes sao varios a esse respeito.
O Sr. Cinha Teixeira (pela ordem) diz que, em
contrario ao nobre orador que o precedeu, tem al-
guem a dizer sobre assumptos polticos por oeca-
sio da discusso do projeclo de fixago de forga
policial ; quanlo ao 2 ponto de que se oceupa o
nobre deputado que encetou a presente qnesto de
ordem. leuibra que, j foi decidido pela mesa, que
tal debate teria lugar por orcasio da 2' discu;sn,
sendo que, na prsenle apenas se deve tratar da
convenienciaou nao conveniencia do projecto.
O Sr. Presidente declara ler sido essa a resolu-
gao lomada pola mesa, que o Rebate poltico s po-
llera ler lugar por oecasio da 2' discusso do pro-
jecto .
O Sn. Dhummdn (pela ordem) faz consideragoos
abundando na opino do honrado Sr. Cunha Teixei-
ra, e declara que, nao s os estylos da casa auto-
risam a que a discusso poltica tenha lugar por
oecasio da 2' discusso do projeclo de fixaco de
forga policial, como S. Exc. o Sr. presidente da as-
sembla a quera eonsultou sobre tal assumpto ao
encerrar-se a ultima sesso, declarou, que assim se
procedera presentemente.
PuetO a votos o projecto approvado.
O Sr. Araujo Barros pede a dispensa do inters-
ticio, para ser o projecto consignado na ordem do
da da sesso seguinte.
O Sr. Sabino manifesta-se contra o reqneri-
mento.
O Sn. Paulr Baptista : -(Nao devolveu se dis-
curso.
Posto a votos o requerimenlo flea empalado na
votago e conseguiutemonte adiado na forma do
regiment.
1* discusso do projecto n. 17 que crea a inpec-
go do algodo.
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co resolve :
Art. 1." Fica o presdeme da provincia autorisa-
do a crear a iuspecgo do algodo.
Art. 2. Esta repartigo se compor de um ins-
pector, dous escripturarios e de um serveule ou
porteiro.
Art. 3." O inspector vencer o ordenads de-----
2:4003, os escripturarios de t:000J cada ura e o
servente de 0005 annualmente.
Ai I. 4.- Ficam revogadas as disposiges em con-
trario.
Pago da assembla provincial de Pernambuco, 5
da margo de 1864. -Jos Bonifacio de S Pereira.
O Sr. G. Campello mauifesta-se contra o pro-
jecto.
O Sn. S Peiieira : (Nao devolveu seu d s-
curso.
O Su. Nabor : (Nao devolveu seu discurso.)
O Sr. Pereira de Bruto :Sr. presidente, nao
sabia que eslava contemplado na ordem do da o
presente projeclo, que eu julgo de summa ulili-
dade.
Circumstancia imperiosa fez com que eu hontem
nao podesse comparecer casa, por is>o ignorava
que hoje se livesse de tratar do seguinte projeclo ;
porem, como na primeira discusso s* deve nica-
mente tratar da utilidade de qualquer projecto, eu
direi duas palavras acerca dessa utilidade.
Persuadi-uie que o nohre deputado que falln
em primeiro lugar apreseniasse razes ponderosas
que destrusse a utilii.ide do pr..jecio, |Kjrm sup-
pouho que o nobre deputado apenas limitou-se a
inierpellar o autor do projeclo, para que dsse al-
gumas explicages sobre semelhante otijecto.
Me parece que o projecto traz vant .gens ao agri-
cultor, ao coi mirador, ao negociante exportador e
garante a liberdade de coinmercie.
Declaro casa que tenho bastantes relages por
i lodo o centro, como bem sabido, eslou em rela-
! ges com quasi lodos os agricultores de algodo, e
: por eonsegainte devo saber das necessidades dessa
| classe importante de produrtores, que concorre
para as rendas publicas com avalladas sommas.
Sr; presidente, conveniente a creago da ns-
pecgo do algodo para a agricultura, por isso que
tendo elle de mandar o seu producto para esta ca-
pital, remetteo ao prensario, pessoa que lira as
vezes inteiramente desconhecida. Quem ha de
qualificar o genero remeltido pelo agricultor t Ac-
tualmente o comprador que o corrector que
nao pode deixar de considerar-se suspeilo.
Pois eu, que vou comprar um genero, sou quem
pono qnalilica-lo de primeira, segunda ou terceira
sorte ? Deve o vendedor sujeiiar-se a esta qualifi-
eaeo 1 Me parece que nao conveniente nem ra-
toavet. O que succede que o prensario recebe
30 ou 40 cargas de Lia, remelle ao agricultor o
producto ; o agricultor tora conviego de que o seu
genero era de primeira qualidade, porm qualifica-
do pelo comprador de terceira, como pode o agri-
cultor ter certeza de que nao foi engaado pelo pren-
sario combinado com o comprador ? Pelo menos
subsiste a duvida.
Agora vejamos em que lucra o prensario.
O prensario naturalmente perde os seos clientes,
por que se alguem mandar algodo de primeira
sorte, e o comprador o qualificar de segunda, o
prensario v-se na rigorosa oecessidade de vender
o genero segundo foi qualitlcado pelo comprador
pelo carcter do commercio, nao tendo para quem
recorrer dessa qualilicagao.
O Sr. S Pereira :E a differenga da qualifica-
co pelo menos de 15 em arroba.
O Sr. Pereira de Britto : Tendo o prensario
de se sujeitar a qualilicagao do comprador, acon-
tece sor prejudicado, por que os seus clientes nao
ficam salisfeilos com as cuntas de venda.
Mesmo a fazenda publica vem a ser prejudirada
com esse arbitrio que existe hoje, por que o im-
posto ereio que nao o mesmo sobre todas as sor-
tes de algodo.
Conseguintemente se o comprador qualifica como
de segunda ou terceira sorte o algodo de primeira,
a fazenda vem a licar prejudicada, e prejudicada
em nao pequea quantia, visto como a difTerenca
de urna para oulra qualidade pelo menos de O
tusles em arroba.
Ja prove que a falla da nspecgo prejudica ao
agricultor, prejudica ao consignatario e prejudica
a fazenda publica.
Vejamos agora se o negociante lambem soffre
com a falla da nspoeco:
Senhores, a nspecgo do algodo antiguissima
em Pernambuco, e eu nunca ouvi as queixas, as
lamenlages, os pedidos mesmos que actualmente
vem do centro da provincia a este respeito.
O nobre deputado que agora se senla defmnte
de mim, e que habita no serto, poder dizer se
essas queixas exislem ou nao, se os plantadores do
algodo nao instara pela creago da inspeceo.
O Sr. Francisco Pedro :E' exacto.
O Sr. Pereira de Britto :Senhores, o algodo
ura dos productos que deve hoje merecer loda a
allengo dos poderes pblicos At hoje todo o ze-
lo, toda o cuidado do governo se tem dirigido para
a culturado assucar, ficando a do algodo era com-
pleto olvido.
Um Sr Deputado : Nao obstante acabar-se com
a nspecgo do assucar.
O Sr. Pereira de Britto :Para sso houve ou-
tra raza o.
Hoje, porm, que o algodo um ramo da nossa
receita de grande importancia, urna de nossas
primeiras tontos de riqueza, convmque olhemos
para esse pro lucio com seria allengo, que livre-
mos o agricultor dos entraves que porventura cn-
conlram.
Como dula ha pouco. Qual o prejuizo que vem
para o negociante da creago da nspecgo do al-
godo ? O agricultor remello o seu genero para o
mercado, vai este genero a inspecgo e ahi o em-
pregado do governo inteiramente imparcial e des-
nterassado, d a sua opinio sobre a qualidade do
algo lo, volta o genero para o poder do prensario,
e quando o negociante lera de o comprar, j se sa-
be qual a sua qualidade,
O i.us que provm dadespeza da nspecgo, nao
recabe sobre o negociante, e neste ponto me pare-
ce que o nobre impugnador do projecto labora em
engao, a despeza da inspecgo corre inteiramente
por conta do agricultor.
Ora se nao se pode contestar que o negociante
lem interesse em saber qual a qual'dade do ge-
nero que compra, me parece que tainbem fra
de dnvi.la que o negociante lucre com o eslabele-
cimento da inspeceo. Alm disto, quando o expor-
tador liver de comprar, duas ou tres mil saccas
de algodo, ha de andar pelas prensas verificando
qual o algodo de primeira, de segunda ou de
terceira sorte ? Nao ser mais conveniente para
elle que o algodo esteja ja qualitlcado pelo agente
do governo? Creo que sira.
O nobre deputado disse-nos que presentemente
existe um monopolio entre os prensarlos. Mas me
persuado que o uobre deputado qualifica de mono-
polio isso que se d em toda a especie de comnier-
c.io, isto cada ura quer adquirir para si maior
clientella, e por isto emprega os meios que a mia-
ginago Ihe suggere. Era que pude a iinaginago
favorecer esse monopolio ? Se monopolio ha, o
mesmo que se d a respeito do assucar, que tam-
bera tem succedido abrirem-se saccas e em lugar
de assucar achar-se Ierra.
Demonstrado que a creago da nspecgo do al-
godo de conveniencia para o agricultor, para o
prensario, para a fazenda publica e tambera para
o negociante, me parece que isto sao razes in.is
que ponderosas, que devera actuar no espirito da
casa, e pesar no seu espirilo a reconhecer a utili-
dade do projecto.
Sao estas os razoes que tenho a apresentar fa-
vor da ulihdade do projeclo.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimenlo :
Requeiro que o projecto v commissao de com-
mercio para sobre elle dnr o seu parecer, e que
seja ouvido o presidente da provincia.Silva Ra-
mos.
O Sn. Pereira de Brito -.Voto contra o re-
queriinento, porque me parece que a casa j esta
mais ou menos esclarecida da conveniencia da
materia, e os nobres deputados sabem que o ad-
ministrador do consulado insta pela creago desla
repartigo. o inspector da th-soiiraria prope a
mesma cousa, e o presidente da provincia faz lam-
bem esse pedido em seu rotatoria Para que, pote,
prolelar-.se a discusso do projecto, cuja utilidade
nao pode ser contestada 1 O nobre deputado vio
que eu invoguei o lestemunho dos honrados mem-
bros pelo quinto circulo, e ellos declararain que
elfectvaraente a creago dessa re|rtgo era una
necessidade reclamada pelos plantadores do algo-
do. Para que, portante-, protelar a deciso desse
negocio 1
9




Diario de Pcroaaoboc Segunda felra ZH fe narco de f t.
I! Sn. Dkpdtam ;Portan nio se di mesan criado do correspondente de sea senhor so demo-
neeessidadu na commorete assuear I rasse alie algures. al que ello Jo.io tosso rer na
o Su Pemura dr Unta:Oromincrctodoas- ana uns dlnhcsros seus.
sucar ik cinos .lo genera, os ag -cultures noeslo A demora de Jo k> (leu lugarque
lo que percebe i Oslad > nao o mais parado, e se de oulros lempos, cntr-tanio o Brasil ja era robos*
se ijoisesse abolir aquelles qac se pagara pira ou- tendo pela foros, de sen- Hilaos.
iros iiis e malloeapontoneamenle, Boder-ee-nu ser O que faliou para que as provincias do norte, fi-
o criado o muilo rico. cassem independentes, foi um centro, por que
na^sUnd^eoTae se aenaoYo'ptaMOioresdo chamasse, ao que" quizI M oppor urna mulhcr que Vejamos um pouco. (permilta-se-nos a express.) aquella rebellio, jul-
aleodao os(5o a tk 16 ou 20 leguas -r nto doelarou nao eslava Joao fgido e sim linha oblido I) imposto da preguiea, por exemplo, quando nao gamos o mesmo que um corpa sem cabeea !
uuo os WfcuMores do aluodo inoran na distancia pormUsso de sen senlior para vir a ridade. pesa elle sobre esses grandes trangolas que em vez A este lempo reatabelecu-M a paz na Europa, e
do ntente i nuv.iita a cen leguas, Depoisda troca de taes palavras Joto dirige so de trabalhar para sustentar a familia, andan a fu- vanas nacoes tentavara or;anisar os seus gover-
O Sa GosTA HWKIRO -O numero dos qoese para o quintal da casa e airaz de uns ps de urum- mar e a vadiar por essas ras e a pedir a Deus nos sob a forma eonstitucicnal. Portugal, como
enireeain este commercio muito maior, essa beba fet o ferimento no peseoco com urna faca que que Ibes nao d o menor irabalbo 1 exemplo de suas irmias, tai ibera manifesiou-seera
!iue a rajio. estava om dita casa. E o imposto do jogo! favor de urna constituirn, no que e acompauhado
OSr Suv IUmus -E aunica razo. Consta que o medico que eslava de dia no nos-, Como elle despeja as algibeiras, como^ achata a pelo Berau-l'nido.
O Sa Pesliiu m Burro --Nio sei poli. Sr. niul militar se nao quiz prestar a soecorrer o fe- bolsa, quo de jejuns e de abstinencias nao obnga Por essu motivo mueras; as cortes de Lisboa,
presidente, porque razio, Hado o nobre di puta- rido, allegando oppur-selhc o sen regulamento. elle a fazer, alm daqnelles que manda a igreja! mesmo na ausencia da maic r parte dos depntados
do v. prenuucamento desta casa em favor da Na madruga de 26 do cnenle o inspector
idea da projeeto, quer protellar a discusso do pro- de quarleirao Ignacio Amonio Borges, que rondava duzdas a miseria I
jerto lug'- do Forte do Mallos, e que poucos momen-, E todava osle imposto e rolurtario !
K.i voto contra o roquerimerto. ""'es alli havia passado. informou ao subdo-, E o imposto do tabaco I
Encerrada a disenssio 6 o projeeto apprcvado, delegado respectivo que se havia deseoherto forte Qoe dinheiro se nao gasta cm fumar!
sendo receitadoo reoeerimento incendio no predio n. 22 de proprtedade nacional, | Anligamenie so fumavam os ricos, e n
' ftSaSi Pmima nede disnea do intersticio ende lera prensa de algodao o Si. Manuel Anlunio nenliuraa langa cm frica, hoje fumara os pera- tos, abocanbando as regala; concedidas, exlingum-
" ordem i.o dia Hiheito para onde seguindo dila autoridad.- vei ifi- rios.fumam al os fedelhos de 11 ou 15 annos, fu- do reparlces creadas, e exigindo a volta de D.
cou a exactido na noticia dando as providencias mam lodos. Pedro, com o flm de viajar pela Europa para ins
Quanias familias nao ficaiii por causa delle re- hrasileiros, e exigem que a iiulia real se retire do
Brasil I
D. JoSo, forjado a annuir s ordens das cortes,
rclrou-sc para a antiga metropole.deixando o prin-
cipe D. Pedro como regente.
Conlinuou a oppretsao da- corles ; varios deere-
para ser o projOfM consignado para
da sessao seguirte.
Posto votos o requerimento, regeitado.
Segunda discusso do prefecto n. :i deste anno,
que crea urna cadeira de lalim na villa do Ouri-
Ufy.
Vai mesa e apoia-sc a seguirte emenda :
Diga se urna cadeira das linguas latina e france-
za exercida por um s profanar. Carialho
Mom a.
O Su. Jr..va Tbixkiiia :(NSo devolveu seu dis-
curso.)
O Sr. jAoeni.NA manifestase favor do projecto.
Os Sm. Fh.vncisco Peiio e Silva It.uiuus ce-
deni da palana, sendo era seguida o projecto sub-
metlido a votacio e approvado, bem como a
emenda.
Sao approvdos em panmeira discusso sen de-
baleo seguidles projeclos .
A assembliia legislativa provincial de Pernara-
buco. resol ve
Art. I." O governo fica autmlsado a despender a
quautia n-cessana a prxmpl ideario da casa ja c-
mara do llonilo, em ordem atawtwin servir aquel-
le edili.io paia cada, casa de jury e de MEMO
cas.
Art. 2.* Hevogadas as disposicoes em con-
traria
Paco da assembla legislativa provincial de Per-
aambuco, 5 de marco de 1864. i. to liego Bar-
roi.Demotthrues tln Stlrea Lobo.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
uco, resol ve :
Art. I.* Fica pertenecado freguezia da V'arzea
todo o terreno quera do riacho Timbi, desde sua
embocadura no Capibaribe at sua nasceute, e
d'ahi pelo rumo do norte at encontrar o rio Ca-
maragilte. pelo qual seguir at sua fuz no mesmo
rio Capituirilie.
Art. 2. Kevogadas as disposicoes era contrario.
Sala das sessoes da assembla provincial de
Peroambuco, 8 de marco de 1864 Ayres Ganui.
A comunsso de fazeuda e orea atento, leudo
examinado os crditos supplementares sberlos
pela presidencia da provincia |Hr porlaris de 8
27 c 3l de junho, 3, 7, 21 e 30 de julho, 17 o 21
de ag-sio :i. 18, ID, 25, 26, 28 e 29 de sele ibro e
lo de oulubro, ludo do anno prximo lindo ; e
considerando que semelliantes crditos foram re-
queridos pela satisfago de necessidades publi-
cas ; considerando inais que, vigorando a d s|is-
cao permanente do art. 30 da le n. 473 de 5 de
maio de 18o9, l>em procedeu a presiileucia na de-
creacao de taes crditos :
E' de parecer ijue se adopte a seguirte reso-
lufao :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
Art. i. Ficain approvados, e como taes fizendo
parte da le de orcjinenlo do exereicio prximo
prximo lindo de 1862 1863, os crditos lappte-
mentaree aberkis por portaras do presid nte da
proviocia de 8, 27 e 30 de junho, 3, 7, 21 e 30 de
julho, 17 e 21 de agosto, 3,18, 19, 2o, 26, S8 e 29
de setembro, ludo do anno passado, destinados a
occorrer s despezas com as verbas espeei cadas
nos segujntes paragraplios
que Ihe suggeriram a occasiao, mandando fazer avi-
sos verba.s, visto como nao era possivelquebrar o
silencio que a igreja manda guardar desde o dia
dcquinla-feira sania at o romper da alleluia.
I'oucos momentos depon de descoberto o incen-
dio abaleu a eoberta e lelhado do edilieio, sendo
que se suppde ter havido proposito no ateamen-
to do incendio, que lavrou com urna presteza ex-
traordinaria.
Do edificio existen) apenas as paredes, tendo si-
do pasto das chammas ludo o algodao existente,
quo consta ser de cerca 900 saccas, pertencentes
ao dono da prensa cento e tartas c a diversos nego-
ciantes as (temis.
Todos os ppela e escripturacjio foram consumi-
dos pelo fogo.
tonstanos que a polica diligencia ver se_ des-
cobre se. foi resultado do acaso ou da resolucao de
algucm o incendio de que se trata.
Avaliam-se em 200:0004 as parda*.
S. Kxc. o Sr. vicepresidente, o Sr. Ur. chefe de
polica e ondas autoridades esliveram no local do
incendio ; sendo que o servico fui f.iio por gente
dos arsenaos de. guerra c mannha. da alfandega e
forca policial, alm de diversos cidados, entre os
de Carvlho Dantas, avisado para convidar os me- \r f.lcj
dado.
Oilo foram os mdicos convidados,jio pelo nte-
Se eu livesse procedido de oulra sorle nao sei
qual seria o resultado desia operaco : e anda
res?e da operaco em si, nem lio pouco para hon- mesino ,|Ue u .
rarem pobrissimoobrador, mas ^eom^pron isso 5^?*15^ESf?nZ
de atiencao o respeto para o mano de um dos nos- j0 mtU doeo|e> d.miJo.||le ov bases M seu
Ora nao causa isto d truir-se, foram fructos dessi celebre parlamento
Quantos arralis de pao c de carne nao sao de- A junta govrrnativa de S. Paulo, as cmaras mu-
vorados pelo tabaco ? I nicipaes de Ilarbaceua e do Rio de Janeiro, repre-
Nao urna lioa verba em o nosso orcamento, sentam ao principe regente, a quem moslram a n-
ni.iis lions amigos ? conveniencia de sua par.ida para a Europa, e elle
E o imposto da devasidaol annuindo aos desejos dos Basleiros, resolveu-se a
Esse demasiadamente conhecido para me occu- Bear.
par delle. Eslava dado o primeiro tassol
E o imposto da taberna Mais tarde, susritam-se di vidas, em S. PauIo,que
Oh I sobre esse temos muito que dizer. exaltaran! os nimos poli icos; e D. Pedro, para
Esse imposto dos peiores..... aclmalos, parle para l.
Queris saber, meus bons amigos, qnanto elle Em sua volta, urna legua quem da ci.lade de S.
cusa ? Paulo, as campias do Pir itininga, rocelie ordens
Eis aqu o calculo que araba de ser feito em In- mais terminantes das corle-, e entao ah, junto
glaterra, onde a embriaguez levada a um alio s margens do Ypiranga, que proclama a indepen-
grao, mas emliin nos nao Ihe ficamos muito atraz, deacia do lirasil I
e bastante curioso para que se raneta nette, Esse hrado heroico, inspiado pela Providencia,
prlmipalinenle quando se souber que nao se inclue eleva-se eminencia das n>)rtanhas. retumba por
neste algansmo, o que se bebe em familia : todos os ngulos da trra de Santa Cruz, e por fim,
Agurdente, genebra e rhum.. 710:3834190 frs. na elfuso do contenlamento, aninhou-se no cora-
Cerveja de todas as qualdades. 604:3794125 frs. ciio dos lilhos desia trra p'otegida pelo Omnlpo-
----------------------- tente, faxendo com que elLs se erguessera fortes
1,324:8344413 frs. pela forca do seu palriotismj, e forra assera a mais
211,973:3964400 vasta e poderosa naco da \merica meridional
S.iinina total-----
ou
Havcis de eaoJkont que um algansmo espan- j E nesse momento"abenc ado, resume-se a histo-
quaessedesinguiramos Srs.guarda-mrda alian- tosol ra, toda gloriosa, da mais assignalada victoria
dega, Joio Carlea Bastos de Oliveira, William llal-1 Parece impossivel que aos quartilbos, mcia ca- Nelle liberlou-se urna regia3 inteira, da cruel vida
May e Joao Manoel Puntual Jnior, que na occa- nadas e caadas se chegue a um tal algarismo em | do captiveiro porque jass a em mais de ires se-
siao se prestaram com dedicaco e esforcado em- um pan de 18 milhoes de habitantes, como a In- culos!
jicntio. glaterra I E de entaopara r o pngresso dopaiz tem aog-
Pela presidencia da provincia foi approvada: Portanto o mais caro dos impostos nao aquelle inentado de dia para dia, e mocidade es|>erancosa
a delibera.ao lomada pelo conselho director da que se paga ao govemo; os mais pesados sao os a mais segura garanta do seu grandioso fu-
nstrurc.io "publica de marcar ires pocas em cada que se pagam preguca, ao jogo, devassidao e a
anno, nos metes de fevereiro, junho e oulubro, embriaguez I
para se proceder aos exames de veriflcacao de ca-1 Abaxo estes impostos, e todos ganharao com
pacidade para o magisterio primario. isso.
5 l. Ue.-pezas jodenos.......
1:00040000
3:2i54O00
2- Pnrccniag-'iii aos emp .'ga-
dos do juizo dos feitos da raleada
| .I. Keparos e eoiiservagio de
estradas a paaan...............
$ 4." Aposentados............
S 3.' Kuqiregados do con-ulado
S ti." Porcentageui dos promoto-
res liscaes, colleclores, escrn.ies
^ 7.- Aluguel dj can para Dar-
reiras.........................
J 8. Aluguel do casa (ara pri-
sao e quartel da foroa policial loia
da capital......................
| 9." Illoiaiaacio da casa de de-
tenc.io........................
10."lnstluicoes............
11. Expediente e aceio do
Gvoina.-i i Proviaeial...........
i i. 2." Fica igualmente appro-
vado, e fazeudo parle do orcamento vigente, o cr-
dito su| plemrnlar aborto |ir |rlaria d) presi-
dente ta provincia de 10 de oulubro do anno pas
sodo, na irn|K)rtaiicia de 3:8404 e doMioadi ver-
barestiluic/ies.
Ait. 'I." liiam revogadasas disposicoes em con-
trario.
Sala das commissoes, 8 de inaieo de 1864.
iiim Tendo dado a hora, o Sr. presinate designa a
ordem do dia c levanta a sessao.
M):3i3JM6
1:250450':
1:9:74M4
9:7,y.i(.
:'24ooo
1 i 84646
8 '54600
2164760
1194301
Concedeu-se ao tenerte d 3.* companha, da
seceao de reserva da guarda nacional do munici-
pio de Caruar, Manoel l.iberalino Freir de Car-
vlho, seis mezes de licenea, para tratar de sua
saude. onde Ihe eonvier.
Esliveram animados e concorridos os dous
bailes de mascaras, dados no Sarta Isabel, reinan-
do boa ordem e a conveniente decencia.
hepauticao na rouQtt.
(Extracto das partes dos das 25 e 26 de marco
de 1864.)
Foram recolhidos casa de detencao no dia 24
do correrte :
ordem do subdelegado de Santo Antonio, os
crioulos Miguel, escravo de Josepha Ferreira de
Araujo, por fgido, e Benedicta Mara dos Praze-
res, para correccao.
ordem do do Poco, Sewrino, crioulo, escravo
de Sebastiao Correa de Albuquerqiw, |>or uso de
armas defezas e resistencia.
25 -
Anlo Bezerra Lele, Antonio Joaquim da Hora,
Manoel Gomes Nepomueeno, e Antonio Francisco
de Sooza, pardos, vindos do termo do cabo, por cri-
ine de furlo.
ordera do subdelegado do Recife, Faustino,
pardo, escravo do Dr. Ignacio Nery da Fonceca,
sem declarado do motivo.
ordem do de Santo Antonio, Jos Pedro Mo-
reira, branco, Malbas Romualdo da Silva, sem de-
claracao do molvo.
A ordera do de Sao Jos, Alexandrina Maria da
Conceieio, parda, por disturbios, Luiz, crioulo, es-
cravo de urna tal D. Maria, para correcao.
O chefe da z> seceao,
J. G. ie Mesquita.
Passagero do brigue nacional Amelia, sahido
para o Para :Francisco Miguel de Bosta.
Passageiros da barra uackinal Bessie, sahido
para Liverpool :( contra almirante peruano l).
Iimaclo Mai'iaicgni u sen criado.
Passageiros do vapor Mnmanguape. sabida
para os portos do norte :Alfeivs Albino Jos Fa-
ria e sua senhora, Antonio Jos Barbosa Uabiano.
Frederiro A. CaTtaiao, Manoel A. Pires, Manoel do
Reg Barros, Joaquim A. de Araujo, Antonio dos
Sanios Neves, sua senhora e 3tilh..s menores, Jos
A.
K'do
bula :
Sr. A. L. do Bom-Succcsso a seguirte fa-
turo.
epois dos factos qne vinos de registrar, chega-
mos ao porto em que ma s ou menos divergem
aquelles que tratara dos netocios patrios.
Cus querein que a I). Pedro se deva a nossa jgila como capazes de dar raaos resultados quando
emaneipacao; outrosdizem que, estando essa idea 'nao soatlendidos em terapo.
peilosos discipul
Repito : ueste convite eu nao tive a menor inler-
venco, nem emquanto ao numero dos convidados,
era emquanto sua escolha. Na occasiao era que
oSr. major Dantas fazia pessoalmeote estes convi-
tes, esqueceu-se de dizer algn* collegas que a
operaco estava marcada para s 10 horas do dia ;
a outros, porm, as indicou : lambem aconteceu
que nao nodendo convidar a todos de rospera, uns
|Kr n.o eslarem era casa, e oulros por morarem
distantes: no dia aprazado, artes da hora marca-
da completava o seu convite.
Oesla confusao resultou que no dia 3 de Janeiro
s 10 horas da raanhaa em porto, hora marcada
para a operaco, s se achassem presentes os Srs.
Dr*. GoneaUes de Moraes, Villas Boas e Bocha
Basios. Enlretemo-nos |>or urna hora espera dos
collegas, linda a qual, nao comparecendo elles, al-
guns dos que estavam presentes quizeram retirar-
se ; eu, porm, os retive, e ped-Ibes -pie esperas-
sein iwr mais meia hora, afirmando-Ins que, se
passada esta, nao viessem os outros collegas, pro-
cederamos ao nosso trabalho.
Aproveitando-me entao desta meia hora, expuz
aos collegas o que havia observado era nosso doon-
le o que fica exposto, e como ia proceder respeito
do seu mal; terminei dizendo-lhes que senta pro-
fundamente nao poder adiar esta operario, por
mais um dia ao menos : ella havia sido marca-
da para hoje, e boje mesmo conviuha qne fosse
executada.
O leilor deviaj ter reparado que em attoncao
urna causa piquia (pequea ulccracao da pello)
observada nesle doente, demorei a execuco desta
operaco por 13 dias, agora vai ver que era atten-
cao a ma causa moral, nao a quiz demorar |>or
maisuin dia : que o medico prudente deve ter sein-
pre em vista ludo que pode benfica ou malfica-
mente influirnos seusdoentes,para poder'scollier
a occasiao mais opportuna em que deve preslar-
Ihe urna invervencao favoravel : deve tambem es-
tar certo de que nao se demoror um curativo
quando se previnem complcameles que pjderiam
provavelmente vir perturbado ; e bem assim que
se nao apresa quando se despresam circumstan-
jrias que a historia medica e a observacao as indi
A ARANHA F. O TAMANDU.
Entre os galbos d'om arbusto
Daqui para alli corra
Fiando urna aranha a tea
Que lucro Ihe promettia.
E vio, embaixo, esprelando
Benlezinho com a poeira.
Grande cauda sacudndo
O tamandu bandeira.
E Ihe diz : E' um infame,
Que lens na lingoa atracao,
En gol indo por tal modo
ecessaria refeifao.
Trabalha, v 0 que eu faro
Noiie e da, sempre urdndo,
fra alcanzar parca messe.
Com a qual me vou aulnndo.
Olhou-a o tamandu,
E respondeu-lhe zoraban.lo :
Vai pregar em oulra porla
Aranha, Jo* le espiando l
Mais iraicoeira qne eu,
S lludindo as formigas,
Tu, nesia rede infernal
Prendes as proprias amigas.
Buscamos por igual modo
O sustento, a nntricao,
A ainlios guia o iusiincto
Da propria conservacao.
Como esta aranha ha sujetos
Que nos oulros chamara vicio,
Aqnillo que raesnio nelles
E' muitodecente ojfu:io.
Transcrevemos da fevista-Mensal da Sociedade
Ensaws Littri uiios o que segu :
ALCUMAS LI.NHAS 1001 A HISTOIUA l'ATRIA.
Desde 0 deseol.rimenlo do Brasil, que no ihrono
da v. Iba Lusit.inia suenedam-se res, sem que me-
REVISTA D1AI1A.
A assembla provincial deixou de fuiceionar
nnaadA, por bita de numero.
C.'lelirarani-.-e os aeliK da semana santa em
diiTi-renies lomploB essa eidada rom brilntntismo,
mas s.im exelusao do decoro proprio da v-neralii-
lidade do que i'.'iii.inoi'ailo por laes actos
As pro i-oes da resuneico e do Senhor morto
tiverain loda a decencia conveniente.
Tendo-se amentado a parte principal do pri-
meiro pilar da ponte de ferro do Bicife, os empre-
gados iL'i mesma em regozijo da boa execueao desse
trabalho deram no sabbado 26 do rorrete um lan-
che aos einpreileiros e rafeobeirot dona obra, rei-
nando a inelhor harmona e ordem.
Fizeram-se diverso! brindes aoscmpreibiiros, ao
engenheiro Bseal.aos emprogadoa, lodos os ira-
balbadores, e depoit de oulros o Sr. Martueau f.z
um brinde a [irosperidade do Brasil, e o engenhei-
ro botl os eneerrnu, propando a saude de S. M.
O I., qoe foi calon^aiiirnle applanilido.
Sooto> informados de que os Irabalbos da dila
ponte marebam cun seguranea e iierfec.lo, sendo
para desojar que assra sejam ultimados.
Couirauucain-iios aaoguiat*, aos i Igao de
reparo da parte das autoridades, para qou se nao
reprodua :
Hornera por volla de 10 horas e meia da ma-
nbaa. um soldado urbano pegando um preto na ra
Direiia para carrejar nina padiola, a r.cnsando o
snssato preto; nasr seto semeo,porque ia man-
d.ulo do seu senhor, o urbano deu-lhe lana bofeta-
da que resanas aJgnatas pessoas que se acha-
vam presente.
ra-se cauda de um cavado, e ste acatado pela
dono, trouxe de rasas o prelo desdo a travesea da
Penha al o beccode S. Pedro, nao sendo respeta-
do o da de sexta-feira da paixao.
Depuis d'amaobaa se extrahir a 2" parte da
4*lo|.iii doGymnasio.
Jo* Goncalves, prelo, maior de 40 antas, es-
cravo do padre l.niz Jos de Figueiredo, noraor
aa ridade de Aefaaoa, na larde do 24 do (orreute,
tont'iu suiii|^r-se. dando urn golpe na gargan-
ta, sendo que nenbum motivo consta dra lugar
ssa resolut;o desetoetoa de Joao, que lu.via li.lo
peruiissode seu senhor para vender cur is san
eidade, onde eslava havia dous mezes, pouco mais
ou men<.
Coota que a demora de dito preto BSoUvara 10-
oassaMBoaeJn de seu senhor asen eeire*eoejaMB,
o qual inandando-o |irocurar ordenra-lhe se pre-
parasse para BSfafr, ao que nao tendo di.o preto
i llUTUARIO
nouoo.
Florencia Joaquina da Conccii.'o, Pernamhuco,
34 annos, solieira, Santo Amonio ; ulceras cancro-
Sft8 no ulero.
Joanna Mana da Conceico, Pernamhuco, 40
aaaos, solleira, Boa-Visn; ignora-se a mole-lia.
Maria joasjttiaa da Ceojcenao, Pornoaooo, 26
annos, solulra, Boa-VisU ; potysiea pulmonar.
Martiniano, Peruambuco, 6 mezes, Becfe ; con-
vulso, o,
Mara Francisca da Gmcei.o, Peroambuco.8
Mees, Sanio Antonio; inllammaeao.
Joaquim. frica, 80 anuos, solteiro, escravo,
Boa-Viste i megelile.
24 -
Maria Xavier de Santa Auna, PernambPco, 39
anuos, solleira. Boa-Vsla liepalite.
IJill.uio Galvao da Silva, Parahyba, 18 annos,
solteiro, Boa-Vista ; pbtysica.
Manoel, Pernamhuco. 8 mezes, Boa-Vista ; hy-
drocophal.
Manoel, Peruambuco, 5 mezes, Santo Antonio;
inflamniace.
de ha muito como que infilli ada no coracao de cada
um dos Brasileiros, a indep'ndeneia se'fara infal-
livelmente, com maior ou menor sacrificio.
Se eu nao nter vi em cousa alguma pars. os con-
vites dos meus collegas ; se senta tarto que elles
nao podessem comparecer a este trabalho, para
Nos, oiban.lo por um pn ;ma diverso, pensamos, que todos juntos honrasssemos o recoinmendado,
ie, se o facto nao de todo devido D.Pedro, amigo e mano de nosso charo pro'essor, porque nao
que
era grande parto Ihe pertence o resultado panuco
e ante-sanguinario com que o Brasil ohleve o im-
perioso brado do dia 7 de Miembro de 1822
E tanto parece mais certo a opiniao que avanza-
mos, que a estatua equestre, erigida em a praca da
Constimcao, o atiesta de s ibejo.
Honra, pois, aquelles qu", no secnlo actual, sou-
berain ser gratos memor a do libertador o fun-
dador do imperio I
COMMNCADOS.
Francisco, escravo. Pernamhuco, 48 annos,
ro, Santo Antonio; puhnonile-chrouica.
solle-
UH POLCO BE TLIIO.
Do/oeraol anisoal traduzmos o seguirte :
UM MK.NI.NO I.Aiail-.AO.
Nao sei agora o que os mestres rae poderao
en-inai mais.
l'MA M.\l BXTMMOSX
Nao para me gabar ; mas meus lilhos se
parecem muilo roiniyo. Sao mu bonitos para ra-|
pazes
o SABATEWO E o BAKBABOB Dfl MU.
Entao, collega, como vai slo.. o negocio?
Que! Collega 11 Procura um 00000 vera
distancia, que le separa de um homem eslabcle-
cido.
0 SOLDADO K O CITICO.
Snpponhamos que eu livesse commeUido al-
gumas fallas de oriographia, anda v la!... Po-
rm falla de francs !... eu que liz as rampaabas
da frica, da Crimea, da Haba, da China, 11 1 Um
suballerno com t medalha de Malakoff, condecora-
do era Solferino, le falla de francez I I I... Nao
rae diga islo, que sou capaz de quehrar-lhe a cara.
as trituras Populares l-se o seguirte :
os IMPOSTOS MAIS liflNosos.
E' de uso iuiuieinorial gritar coaita os impostos,
comquaniu cada mu deva dizer :
Alguma cousa lueraivi com elles: esle dinheiro
serve para pagar aoexerciio, que defendeas nossas
fiouieiras,a policia que me garaata s bolsa contsa
os ladres e a vida contra os asssjaioos ; se
para fazer as .-.-liada- por onde eu panno.anda raje
nao seja senao a p, para os monumentos publio
que fazem a gloria do nosso paiz, etc., ele.
Pomas pessoas ten a cordura e hora senso ne-
cessario para fazerem esle raciocinio, quantu o
ca, e que na Europa se fazia muilo mais querido,
acreditaodo-se na existencia de um El-Dorado I
Assin corran os annos, quando, em 1380, veio
o dominio hespaohol, que mal cuidara em expul-
sar os lloilandezes, que teiilavam assenborear-se
do Brasil.
Cora a acclainaco do duque de Braganca, em
KiiO, reslaurou-se o dominio porlugu.z ; fu Besas
poca que se lornou nolavel a lidelidade de Ama-
dor Bueno da Biboira.
Prosegua a colunia da mesma maneira, sob a
oppressu da mil patria, quando, pelo fallerimento
de D. Joao V, sucied.u Ihe no throno I). Jos I.
Em todas as nacoes, ha hoiuens que se tornara no-
ta veis em sua poca, e que largara para terna-
reiu-se o arrimo da patria, quando esta coineca a
caniinhar para a decadencia.
Um donaos borneas foi o Doarqeei de rombal, a
quem D. Jos entregoii os destinos do reino, e que
ilejiois tornou-se celebie cun a eanakao dos je-
sutas I
S euUio a colonia coraecxiu a prosperar com as
salulares providencias de l'ombal, entre as quaes
fazemos inenco do decrete qoe conceden a ignal-
dade enlre os naxidos na melropole e os que live-
ram o beroo na colonia.
Mas nao durou muito o esperancoso futuro que
apparecia no borlsoote da lena descoherta por Ca-
bra I I
Com 0 fall.cimenio de I), fos, seguio-se a ele-
ac0 de I). Maria I, e a retirada de l'oinbal do go-
verno; e por isso conlinuou a colonia na anliga
rutina 00 ainda pesor. Prohibise a existencia de
fabricas raanotactoreirM e de mdostria, i eaeep-
eio das mee.-arias para o fabrico do assiicar, e
para a cullura do algodao.
No meio de lana uppresso, e por occasiao de
se querer cobrar o diziino do miro em Minas, ap-
parece Tiradenles, o chele da conjuracao mineira I
Essa conjuracao nao foi, e nem poda ser em tal
poca cornada ile gloria, ainda mesmo que nao
bonves-e a Iraieao do coronel Sdverio, poique li-
lao o omero dos natoraes do pan ainda era in-
gignlflcante ; e Portugal, se bem que ja bstente
decabido, ainda era o Portugal nunca vencido !
Assim, pois, abalada a conspiraban mineira, con-
tinuava a colonia na mesma, at que, em 1808, U.
Joao VI, o re afeminado, amoscado pela invasao
Iranc. n, abandona a antiga corle, e corre espavo-
rido para enronlrar na colonia um ledo em que
chases' guarida !
Sele annos, de|iois de sua chegada ao Brasil, elle
elevou-o cathegoria de Reino-Unido. Esiavam
.iberios os seus porlos s nacoes oirangeiras ;
rreavam-se diversos Iribnnaes ; a mprensa foi es-
labelecida, e mitras medidas se tomaran! que fize-
r.un apparecer o progresso no paiz.
Foi nina n..va era que apreseuiou-se aos filhos
do Brasil.
Mas a rcenle emaneipacao das repblicas bes-
panhnlas, e. como hera diz um historiador, o c-
racter independen!* que ctirartertsn a todos os Ame-
ricanos, nao poda rieixar de produzir grande Sen-
sacao nos Brasileiros.
Assira, iwis, os Pernambucanos mais Ilustrados
preparavam-se para levar a eeilo a sua emanei-
pacao, quando de repente um aconlecimento, alie-
nas individual, loma o carcter de urna rebellio.
collector Ihes bate porla cora o recibo na nao.
obedecido, fra encontrado por um criado lo cor-1 irapacientainse, zangam-se e gritara que esto ar-
satiindente da padre Figueredo, que o acompa- ruinados.
nhra ao lugar (Umi>o-Verde, onde chegado flzera i Nesle ponto, todos, por assim dizer, pensara e se e em penca* horas obriga o governador a refugiar-
o preto Joao sentir a vergonha que paseara se na queixam do mesmo modo. so no forte do Brum !
casa que pretenda entrar podesse ser percehida a I Na verdade, ha um meio mais divertido, mais E era 1817, ja era lempo de estar o Brasil inde-
sua ausencia; para o que nio soeceder |>edio ao agradavol de gastar o dinheiro comludo o impos- pendente I Portugal ja nao era a n.ieao poderosa
dioica medicit clriirgiea do Dr.
Coejme de U l 'reir, na capi-
tal da provincia de Peroam-
buco.
Cataratas lenticulares duras e maduras em ambos
os olhos : operaco por cjctracco praticada pelo
Dr. S Pereira ; feliz resultado.
observa<;au x. 226 >o anno passado.
(.'iiHiiiuiicdo do Diario n. 59.
O Sr. Joao Al.-xandre Aianha Damas, de 47 an-
nos de idade, natural de Sorgqie, residente em Cu-
tet, centro da provincia (a Babia, casado, profes-
sor jubilado de priineras letras, v. oexpressaraen-
le a Peruambuco consultar-ine sobre seus ineuin-
uiodos de olhos, que dalav. m de 11 annos em um, e
4 era outro.
Informou elle queem 18>3,comccara asentir fal-
ta de vista no olho esquerdo; assim como quc|K>r
vezes senta passar-lhe na vista ora urna mosca,
ora urna ro.lella de luz ca'a e viva, que immedia-
taraeule desapparecia ; qie quando olhava para
una velaaccesa se Ihefigurava ver tres, dispoetlg
en semi-circulo | e assim, sua falta de vi-la nesle
o.lio fra augmentando, ato que de todo desappa-
recera a 11 aunos pouco n ais ou menos.
Era 1839, comeeou a sentir o mesmo no olho di-
mito, e ah o mal caminhou com mais rapidez, de
modo que era uin anuo pardea toda a vista que nel-
le linea.
Informou tambera que por esse motivo fora a
capital da Babia consultar varios mdicos, os quaes
Ihe disseram que seu na i era devido a cataratas,
madura no olho esquerdo, e verde no dimito.
Informou tambera que lo era achacado de do-
res de cabeea, nem de muinaihismo ; que nunca
so!rrcran(l.iinniaeo grav.r nos olhos, que coma e
dormia bem, que pas.-eiava sem eansaoo ; nao lera
loase, .: faz todas as de mais func^oes rom regula-
ndade.
Ubsenaeao presencial.
O Sr. Dantas de estatua alia e magro, de ros-
to descarnado e eonarido, olhos peejaenes, cebar-
los por um sobr'olho bem carregado, o qne faz. di-
minuir a abortara inter-p; lpebral,e a dar aos olhos
urna forma pequea ; js arcadas superciliares
sao bem cobertas de cabellos.
Nenliuraa injeceo se observa na corijuneliva
oceular, ou palpebral ; ro "neas bem transparentes,
cmaras anterior e poster or, bem formadas ; iris
di cor verde acinzenla.la, que projeciain bein visi-
vel sombra sobren crisialino ; a cor clara desns
duas ullunas parles permiile ver ensoante BSlS
sombra; pupillas bem novis e bem seasieis a
luz, e ao sulpbato neutro de llropiat ; cristalinos
coinpleainenle opacos, si a capsula isla Trede
adherencias iris. A luz concentrada por urna
tente de 2 l/2polegadasdi foco, e dirigida obliqua-
neate para o iul.rior do ollio, permstte ver, no es-
querdo una calarala de ncleo amarellado, e no
amito catarata de ncleo branco. Urna vela acce-
sa, sendo posla era frente do doente, e procuran-
do->e .'lilao ver as tres inagoni normaes que se
deve notar no interior di olho, una s, direila,
e anterior, isla em c.ul i olho. Faltam-llies, per-
ianto, as duas posteriores, atio anorta e coito-
cada ntreos olhos do douite, e a vela accesa, taz
urna sombra que percetida pelo doente, o mesmo
acontece quando se faz esta observa ciio em frente
de urna porta aberta, anda mesmo o olho oslando
fechado. Indagadas as pliospbenas, estas se mos-
tram facilineiite nos qua:ro pontos cardeaes dos
olhos. (J globo do olho ten dureza anormal, move-
se cora faci.idade e sem Jr em lodos os sentidos.
No pulmao, no coracao e nos intestinos oada se
encontra de anormal nada no sistema glandular,
enosvstema osseo. t'ma pequea ulccracao se
en.'.mira na pelle, de car. CteT MBpetto.
O moral triste e mu irapressoiiavel.
Era face do exposto diagnostique!, que oSr. Dan-
tas Miifi ia de cataratas jenUcolares duras e madu-
ras era arabos os olhos, sera complicaco alguma :
em consequencia do que, Ihe propuz urna opeiae.i..
para livra-lo desee mal, oino nico meio de res-
tah-dect-r sua vista. Esle meu conselho f"i aceito
|ielo doente, e Iralariamos logo de p-lo em pratl
ca, se a peanena olwracao eneontrada na pee
mais por sua localidade do que pelo seu asparte, 8
historia do seu apparecimento, me nao obrigasse a
e demora-la, recelando qm sua eaosa supposn nao
rcese perturbar a marcha da operaco proposta,
destrn1 sen resultado ; e por este motivo antes de
p-la en platica sujeite o doente ao uso dos depu-
rativos.
Passados 15 dias, venco que a ricatrisacao da
ulcera marchara cora rapidet, e eoncioindu disto
que a causa que a enlreliuha eslava ou destruida,
ou profundamente modificada, resolv purera pra-
lca a operaco da calarala no dia 3 de junho s
10 horas era" ponto ; e mste sentido o doente foi
preparado, c o seu mano 3 Sr. major Jos Antonio
demorei por mais um da o meu trabalho f Tal
a arguico que alguem me far, lendo este facto
clnico : a isto que vou agora responder ; julgo
mesmo necessaro dar urna explicacao cathegorica
respeito.
Estudando o estado moral do Sr. Dantas, ache-o
como j disse, mui apprehensivo e triste, tanto pela
sua molestia que Ihe causava grande tristeza,
como por certas circuinstancias que respeito da
mesma se haviam dado, e que Ihe zeratu profun-
da impmsso : vou referi-las :
O Sr. Dantas, ha annos fra de Catt Baha,
com o fim de ser operador de suas cataratas ; nes-
la nienco fra examinado, e por tres vezes se pre-
parara para este lira, e por outrts unas, por cau-
sas alheias sua rontade, deixra de ser operado ;
sempre um obstculo se oppunha a esta operaco,
sendo um delles urna grande chuva que c.ihira na
lercera e ultima tentativa a que se suhinettera ;
elle concluio disto que j nao era vontade humana
que se oppunha a um lal trabalho, mas sim a sua
m sorte, pensara que os mdicos se negavam
operaco pelo nao estado dos ollws, ou que a Pro
videncia o livrava de um trabalho intil e lal vez
perigoso. Voltou, pois, para sua casa ac.brunha-
do de profundo [tezar, ceg como d'autes e com
grandes incommodos e despezas.
A vda que levava de da em da se tornava cada
vez mais pesada e iusiqiortavel; fallava-lbe o gos-
to para tudo. Foi entao aconselliado de vir a Por-
nanibuco consultar-me ; fra sem mano, meu res-
peitavel mesire, o conselheiro Dantas, quem Ihe
dra este parecer ousado : f bastante linha elle
em suas etlavras, mas desconliiva de sua sorle, e
sobre tudo tema arriscar-se infruclferamente a
urna longa e dispendiosa viagem, mas eudim ten-
tou-a cora a totenco de, se em Pernainbaco nao
achasse recurso, ir at a Europa desengauar-se por
urna vez.
De caminho para Pernamhuco derara-se as se-
guimos occurrencias que ainda mais o inpressio-
narani. Durarte urna parte de sua viagem leve
por conductora um homem defciluosode un olho ;
o Sr. Dantas recebe esla nfurmaco eon ino
presagio.
Chogaado Baha mandou comprar urna benga-
la para dirigir seus passos, e coraprarani-lhe una
cujo casto representava a cabeea de um animal, e
isto Ihe suggere a idea de saber o eslado dos olhos
desta figura, e por fatalidad.;, percebe elle pelo tac-
to que falta-lhe um olho : mais aterrado anda fi-
cou o nosso doente, e a todos os instantes repela :
s acharara para mira urna figura cega... Seu des-
animo crescia.
Emliin ebega a Peruambuco e tao triste e desa-
nimado se aena que nem animo ten de sabir de
casa para dar um passeio, e entao como se achava
elle ? eis o seu eslado ordinario :
Senlado constantemente em urna rede, coberlo
de um espesso capote, sentindo intenso fro, raaos
cruzadas enlre as p-rnas, pouco falla,sera se inle-
re-sar pela eonvorsafo. nada o fazia rir, duvidava
de ludo principalmente da probablidade de sua
cura : lemia ludo, oar 0incommodara, acomida
um pouco mais larga e adobada Ihe fazia mal, o
passeio Ihe fazia mal etc. ele enilim. ludo Ihe pa-
reca fazer mal, tudo lemia, e em ludo des Ta.
Com o lira de agitar seu corpo e dislrahi-lo,
obriguei-o a passeiar ; un so passeio den, nao
por voiilade e sira por obediencia e aoasi foiea.la-
uienie : este passeio Ihe causn grande amargura
pela circunstancia seguirte :
De volla do passeio quasi ao oscurecer, anegan-
do i casa senii.i ijiio alguma cousa Iba pas-eiava
sobre o corpo, ainda resudo pedio a seu ramo que
visseo que era, e este diz-lbe :
E' una pequea lagarta pela.
Como.... una lagarta pivta Meu Deus I
mais este agouro nas esperas de ininha operaco,
fra de minha casa, longo dos in.-us, ceg... ceg...
ceg..., que desgraca para mira e para niiuha fami-
lia..... que mais devo esperar....
Informado deludas estas oocnrreucias procura va
por lodos os modos a aiirar o ridculo subre estas
puerilidades do non doente, porm, de balde o fa-
zia : nada rospondia-nM rom graen, era se npre ta-
cilurno ;a cabeea inclinada, a- mos cruzadas, e
do vez em quando e-fr.gava a leste o dizia :
Oh sim, no nada..... meu curasao o ado-
vinha ; ja nao urna s cousa, sao miiilas...
Taes impresses, laes receios nao lera forca al-
guma naquelles queou nao estn soffrendo phy-iea-
menle, ou gozara da nalureza o don, o predicado
de ser impassiveis ; porm. naquellrs que podan
e sabem devidainente apreciar todas as i irciims-
lancias de sua vida e de sua posicio social, ellas
actuara no fortenente que podem levar as vetes o
imhre deente aodesatino, ou a irabecildade, ao sui-
cidio, ou a loucura.
Na qnalidade de medico Incumbido de inlervir
no curativo deste doente, nao perda iienliinna s
desias informaces. Mas me parecern bastantes
poderosas, para exigirem de mim prudencia e
energa e no golpe rpido,
ia empregar paia cralo.
va, e sobreveriam motivos mais que suficientes
para nutrir seu terror pnico ja lo elevado.
A observacao me ensinado que o desanimo em
um doenle forlissirao erabaraco para o curativo
do seu mal; e por isso eu sigo hoje caminho di-
verso do que geraimenle aconselhado em laes
casos, e assim era vez da dieta rigorosa, de encer-
ramenio, e do repouso toreado dos sentidos, ao
meu doeale operando, prescrevo, comida a rontade,
psaniso e dislrages.c o Sr. Dantas que tres vezes
se preparara na Baha para ser operado da catarata,
por um outro collega, sentio, e reparou na grande
differenca de sua torga moral, e em um e outro
caso, nao foi elle prevenido de que devia ser em
breve operado, nem pela dieta, nem pelo repou-o,
nem pelos purgantes repelidos ele., todo o regi-
mem proscripto foi passar bem, distrahir-se, e nao
cuidar era sua molestia, e quando me inlerrogava
a respeito do dia da operaco, rcspondia-lhe, quan-
do o lempo fr proprio; a nalureza apanhada as-
sim de improviso reage com forca e vence o mal
com muiia maior facilidade do que se eslivesse
fraca e acabrunhada:
Dada esla explicacao do meo procedmerto, an-
tes que delle lirein urna oulra, continuemos a ex-
posifo do nosso trabalha
Desengaado de que os oulros collegas nao com-
pareceran!, depois de hora e meia de espera dei
principio ao im-u trabalho s 11 e 20 minutos da
manlia do dia 3 de junho, e o conclu com facli-
da le era 10 mininos.
O doente prestou-se bem, e nao Ihe faltando co-
ragem cuinpnra durante a operaco os movimentos
que Ibes erara exigidos para a execueao d'esla.
0 processo empregado foi o da keMotouiia su-
perior ; o doenle nao aecusou dr alguma por nao
a ler sentido ; a calarala do olho direito que foi o
primeiro operado, sabio com toda a facilidade ; o
inusino nao acoutoceu cum a de olho esquerdo ;
nesle, o trabalho foi mais custuso, e exigi maior
cuidado : eis o que se don.
iberio o caminho para a extraccaoda calarala.. -la
nao sabia, uao obstante as prudentes pressoes para
este fim erapregadas: e era vez de procurar a
abertura feila, foi ao contrario coltocar-se na tarto
superior da cmara posterior, entre a iris, e os
processos cuitares.
Nao tenho adiado nos autores, descripto unta tal
complicaco.
Emface deste erabaraco lome a seguirte deli-
beracao o olho foi fechado por espaco de dous
minutos, pouco mais ou meaos, fiado os quaes,
estando as cmaras cheias de humor aquoso mos-
irei aos collegas os embaraoos que se nos apresen-
tava. c lenlei com pressdes atravez das palpebras
e mesmo sobre o globo do olho com urna pequen.
colher obrigar a catarata a descer; porm foi isto
debalde: enio dopois de novo repouso torae urna
pequea erigna simples e introduzi-a no olho e a
dirig a pupilla, tendo a pona dirigida para baxo
ea coiivexidade para cima- nesta (toscao a passei
para a cmara posterior, e a levei para cima tanto
quanlo pude : cnt.o dirig a porta para traz, pro-
curando galgar a catarata, e consegrando isto, esta
foi ligeraraerte abaixada, e a porta da erigna que
nao a abandonara, foi vollada para diante, e ficoa
a catarata de encontr a cornea, oeste momento urna
pequea porcao de humor vitrio correu, e a cata-
rata foi exlrahda fcilmente.
Os meus collegas quzeram ver neste accidente
a perda do olho, mas, eu aconselhado por bons
piaticos Ihe assegurei que tal nao sucedera; por-
que estava em estado normal o humor vitrio, pe-
quena fra a quantidade derramada, e isto devido
urna manobra prudentemente feita, nao havendo
desaso, nem falta comtnettida pelo doente : e ter-
minei assegurando-lhes que nenhuma consequen-
cia triste viria d'este accidente. Todas as indaga-
ces felas sobre potencia visual depuis de extra-
hidas as cataratas, foram boas: o doente destn-
guio por arabos os olhos miulia mao, e os meus
dedos.
Nao devo dexar em silencio urna clrcumstan-
ria que ento se dera, e que anda vem mostrar o
estado moral deste doente. Depos de extrahida a
primera catarata (olho dimito,) e passados alguns
instantes em repouso, foi dito olho aberto; e o doen-
te possuido de urna grande emofaoe compmhenden-
do queoseu primeiro dever era agradecer aeos
juntou suas mos, eslendeu os hragos, e exclamou
louvoms a Dos j estou vendo o puro eo em
que elle esl; mil gracas ao Senhorelle chorava,
e cm sua cxpresso, em seus movimentos se ro-
nnecia o immenso contentamente e mconheciraento
de que se achava possuido nesle momento solemne.
Esta aeco locou-nos tambera, porm nao permilti-
raos que lomasse expanso por parecer-nos que na
occasiao corra risco, ped-1 he pois toda a modera-
gao no seu mconheciraento, fechelhe o olho, e
continu! como j disse no meu trabalho.
s 11 1/2 estava o doente em seu lelo, e a sea
respeito tonaram-setodas as cartelas para que na-
da viesse rompromelter o resultado desla operaco,
que alm de suagravidade intrnseca linha de mais
contra si ojesudo moral do doenle, e nina inmensa
responsabilidade de minha parte visto que repre-
sentava elle o meu mui digno amigo e professor o
conselheiro Dantas, de quera mano, e qne me ha-
via sem insinuacao alguma escolhido para execo-
tar esle servio medico. Nao podia pois o meu es-
timado professor dar-mc maior gloria do que in-
cumbir-ra.! de trabalhus desta ordera, podesse eu
ter sahsfeilo sua conlianea era tudo, para comple-
tar sua, e miaba salisfacao.
Nao devo oreultar ao leitor nina fraqneza minha
por oceaso desta ooenelo, desvanec-me com o
seu resultado, protejeu-me nesta occasiao a minha
estrella pois que nella havia eu euipenhado ludo
quanlo me era mais caro e sagrado, o dever de
amigo, o respeito de disonte, a grandao ao mes-
ire, a cujas sabias hces e prudentes consellms le-
mia nao dar prova viva de as ler perdido para
cansar-lhe nesta solemne occasiao, o profondo des-
goslo, e a perda irreparavel da vi-la en nosso doen-
te, o nosso amigo sen caro mano e Sr. Mo Dantas.
Era pois para mim urna qu.slo de gloria. Dos
perinillioquea vencesse ; desvanec -me cora a vic-
toria.
No dia :t as 3 horas da larde nada ha vi occorri-
do que mi. i e. esse altenco. As 8 horas da noite
o mesmo esttdo se aaaasrwro.
No dia 4 pela manlia o doenle pajean bem a
noite, os olhos Ihe chora vara quando se movare-
coiiini.iida-se repOBSa.
No dia o informa o doente que nada serte nos
olhos salvo algumas iscas, e lig.ira dr de cabe-
Sa, a noite houve pequea rerelo febril, dr de ca-
eiras e dr de caliera. O .lente allribue estes c-
licas a falla da alimenta^o pela manha cedo, e tido
as dores de cadeiras a falla de colxo, pede repa-
racoa estas fallas, no que foi de.-;.tteudido; porque
a abinentaeo era su fluiente para conservar suas
forras era hora eslado ( 3 sopas por dia sendo,
urna do hora caldo de carne e pao, e duas de pao e
cha ) em quanlo ao colxo se Ihe nega por temer-
se movimentos intempestivos no caso era que elle
estava) era a nosi^'o foi jada qOjecessara que mui-
lo eneommodava ao doenteeomo a todos em i.len-
licos casos: o Sr. Dantas servio-se durarte o resto
do seu curativo, e cunvalescencia da mesma cama
en queixar-se mais e crcio que della anda hoje
tem saudades.
No dia ludo vai bem. Accrescc porm referir
o seguirte :
Durante a noite de 6 para 7, se dera o terrirel
seguro e decisivo que fugo que destruir o sobrado em que trabalbava o
Club bommercial, duas pequeas ras travos-a-1
Tal fra o meu plano anteriormente marcado,' cavara eulre o sobrado incendiado e aquelle era
lal fra a execueao que fielmente Ihe dei. I qne estava o doenle, o claro do incendio illuinina-
Certo pois do desanimo cm que se achara esle ra todo o bairro do sinistro. al mesmo o interior
doente deternunei nao dizer-lhe quando faria sua das casas, o fumo as invadir em quanlo o harulho
operaco, seno no dia para ella determinado; do povo, das bombas, dos sinos etc. ele. erain con-
e esle dia sendo marcado, a operaco devii, a meu turnados e Intensos, o doente senta ludo sso, pois
ver, ser executada, se una forja maior a isto nao que estava acordado. Teniendo eu que elle se nao
se oppozesse o que felizmente seno deu. assustasse com isto, a meia noile visiiei-o, e asse-
De ludo slo erara Retentes o Sr. major Dantas, gurei-lhe que Ihe faria as vezes de Eneas, se
seu mano e o Sr. Sebaslio Fialho, seu genro que acaso o incendio invadisse mais casas, Iranquilsei-
o acompanhava nesta vaaera. o, e relirci rae para um porto de observacao. Fe-

*


Harlo de Peroambiieo ttegunila feira 9H le Marco de i *l.
vlovlmcutt I i
Volumes entrados coin fazendas...
coin gneros
alfaudega
lmente a incendio limitou-se ao sobrado em qic
c imeera.
0 doente nao leve alteracjio algiima em sua ope-
rario con esta cu-correncia; eu tem nimio o COI.-
rairio. Volumes sahidos
No dia 7 tudo vai bem, o doenle amanheceu doi-
iiiindo mmmm solt Levanteioapparelho conten-
a vo, e ahaerrai (|ue as corneas, e as cmaras esta- rtesearregam no dia 28 de marco,
vam lran#Mreate*. j Barca francezaJm Buplittuinercadorias.
No dia 8 naila de novo. Patacho tatfezArttu-ercesmercaduras.
No da 9 o mesmo estado hsonjeiro, o appare'
Arras.
__ Aceita doce.....
com
com
fazendas..
gneros..
1
48 I
____ 49 Bacalho.......
no crrelo e i respectiva liati. se acha desdeja
exporta aos Interesrados
Adminislracao do cumio de Vrnamhuco 21 de
marco de 1861.O administrad) r.
Domingos dos Pasaos Miranda.
Consrlliu ailiiiinislr ilivo.
Oconsellio administraiivo, para fornecimento do
arsenal de guerra, lem de comp.'ar os objectos se-
to
e de novo levantado c os olhos sao examinados i)
encontrados cm boin estado. A conjunctiviie irn-
lll'ilii-.i loma dea nvolvimentn ; c por issO nao se p-
plicou novo spparemo ; os olbos lio omitidos fe-
eluds por una simples banda.
Ito dia 10 toda vai bem ; o doente sentase em
sen leito a iaacamea o dorso.
No dia 10 o mesmo estado.
No dia ti o mesmo estado, o doenle v turki
qtianlo existe no seu quarlo; distingue bem a mo.
os dedo-, as antearas, as colheres, o guaidanapo
ele. se llie concede dar alguns passosno seu iiiarto.
No da 12 tildo inanlia bem.
No da 13 o mesmo estado.
No dia 11 parmittido o doente passear de seu
quailo a sala oslando as portas de fora fechadas.
No da lo o doente pawaawa de urna sala a nu-
tra estando as portas de fora entre abertal as ho-
ras de intensa luz, e a tarde estando ludas aberlas.
Nos das 16 e 17 o mesmo estado, a los nao sen-
di latean nao o encoinmoda ; come e dorine bem;
est satisfeiiissimo.
No dia 18 o mesmo estado, a tarde o doente pas-
sea as roas deata cidade, ndo os nmeros das ca-
sas para descobrir o numero 53 de minha residen-
cia, e o deseobre gem precisar de conductor.
No dia 20 cauterisei urna pequea hernia que
havia no olho ou melhor to piei rom o arrio de
nitrato de prata sobra a cicairiz do olho direiloque
ni. mfestava tendeacia a dilalar-se.
Kq dial*de julho repet o mesmo proaono. A 6
es iva ella baixa, e o doenle ainda niais salisfeito
por ver que de dia em dia mais limpa ou clara, se \
tomata sua vista.
Mercadorias.
U.4-,1 vn Titira I il
No dia II, observe! a torea da convergencia dos "J,,,",.^,
ollios sobre a luz e vi que com urna lente de 3 y%
polepadas da foco, o doente poda lr bem o Piarte
dr l'nnambuco, e o cdigo do processo.
Estando, pois, o doente, sem encommodo algum,
llll|H>l lu.io.
Patacho nacional Carolina, entrado de Santa Ca-
marina, consignado a Antonio Luis de Oliveira Ase-
vedo A C, manifesiouo seguidle :
7,300 alqueires de farinha de mandioca, iOOcai-
xas velas de sebo, 37 pranxdcs de pod'olho de 20
palmos, 30 meios de sola e 16 saceos com 32 al-
queires de gomma de mandioca ; a ordem.
Kxportaeo.
Marra ingleza Bretish Monvcli, carregou para
Liverpool 3,939 saceos com 19,936 arrobas e 4 li-
bras de algodao.
Patacho ixirlugiiet Furto, Carregou para o Rio
da Prata 1,793 barricas com 13,717 arrollas e 21
libras de assucar braacoe 210 ditas com 1,873 ar-
rotas e 13 libras de dilo masca vado.
Barca brasileira aVajfe, carregou para Liverpool
1.611 saceos com 8,1*3 arrobas e 11 libras de al-
godao, 4,200 saceos com 21,000 arrobas de assucar
maseavado, 188 couros salgados com 4,362 libras e
10 barricas com 47 arrobas e 2 libras de cera de
carnauba.
Brigue dinamarquez Colimar, carregou para
Valparaso 3,7 sucar brauco.
IriffOe escuna austraco Cirila, carregou para
New-York 3,700 saceos com 18,300 arrobas de
a ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS PBRCO DOS GNEROS SBITOS A DUIEITO DE
EXPOIIT.VC.AO. SEMANA DE 28 DO MKZ DE MARCO
A 2 Di: ABIIIL DE 1861.
Batatas.........
Carne scera.....
I) ni lado da India vendeii-se
de |4600 a 14700 por arroba, e
do Maranliao de 24800 a 34200.
O de Lisboa vendeu-se de 25630
a ,5700 |Kir galle, e o do Es-
ireilo a 25600.
Era atacado obleve 125000 por
barrica, e a relalhode 105(100 a
134500; Picando cni deposito guintes.
7,000 ibarricas. Para fornecimento do labor ilorio pvro-
\ enderani-se a 14*00 por gigo. I teclmico '
Ado Rio-Grande do Sul vclha, Peneira de cabello 1, dita de soda 2, facas finas
r 6, encerados com 8 palmos de couprdo e 3 de lar- j
(jera (i. tesoiira grande para corlar papel 1. dila
pequea 3, gral de pedra com mao l, podra mar-
inore polida I, esptula de marfii 1, copo gradua-
do que abranja de 1 16 oncas |, jarra p6Q8S UO eStOUJ) Unidades. Valores.
pn sseaniki a qualquer hora do dia, e lendodes-
linciainenle- dado como defDmlivamente cu-
rado.
Em nina gazela medica eu li que um idiota fora
of erado da catarata, e recobrando a teta recobrou
ta nbem a rasao : o Sr. Dantas, nao esta va idiota,
eatOO porin. ceno deque chegaria a este estado J;"'''''
Mao conseguiste a sua vista. Ja disrrevi oesla-
BTMonaaMoa que nutria a respeiio do resultado de
H i operaco; agora vou diier duas patearas sobre
o seu e-lado depjis de operado e obtido o resulta-
do que aspirava.
U Sr. Dadlas, obtesato su;, vista ja naoomesmo
boniem taciturno e vi iionario, seu moral e seu
phvsico, se muda vara de dia em dia.
E conversavel.echistoso; cun um companheiro
do centro com quemscenconlrava porvezes no dia
trucara surpraaas e jocosas pilherias. Aborrece o
recuso, e desejav passear todo odia; osoldomeio
diaincommodava seus olhos, eainda assun naaseara ):'".'
a esta hora procurando os lugares sombrios. Perdeu ;'jl '
o astio, e adquei io grande apcliie; lembra-me que '
Agurdente de cana. .
dem resillada ou do reino .
dem eaxaca........
dem nanni.......
Idea aJeeal u espirito de agua-
! ardenle....., .
Algodo em caroco.....
dem em rama o em laa. .
| Arroz com casca......
dem descascado ou pilado .
Assucar maseavado.....
rento
caada
arroba
Mea relinado.......
AseMS de aiiieiidoHii ou mendo-
bim......... ranada
dem de coco........
dem de mamona..... >
Btalas alimenticias..... arrola
Bolacha oidinaria, propria para
embarque.......
dem lina.........
Caf Itom........
Idea eaeoiha ou restolhe ...
dem torrado....... libra
Caibros......... um
......... arroba
branca
em nm da o'vi sJawear beme jamar ainda melhor,! aneso e lepois do janlar ain'la loinou cha com bolinhos,
e logo depois comeo milhos assados; e aa se
arotn ainda farto; neeta oeca>.iao llie sobreveio nm
desarranjo intestinal que otirigou-me a prescre-
vir-lhe dieta rigjrosa por tres dias. e repouso.
Kmlim, em 30 dias eslava gordo, gil e conten-
-imo, s doaajawn sahir pelas ras, gritando, j
ti
estou cura lo. Deiis leinbrou-se deiniui: lamanho
era o prazer de que eslava possuido.
Dr. S Perrira.
(Conliauar-se-ha.)
P.S. A historia medica, que acabo de refferir
coa mais amplilude. foi enviada ao Exm. Sr. con-
selhero Dantas, acompanhada da seguinte ca la,
cdiiduzidas |mIo proprio operado:
lllm. e Exm. Sr. conselheiro Dr. Manoel Ladislao
Aranha Dantas.-Meu resp^iiavel meslre o ann-
11' .Agora que V. Exc. tein em sua presenca, seu
mano, nosso amigo, e mou, onerado roao-lhe que
iiiinuciosameiile se informe de ludo alim de pod<-r
fazt-r juizo seguro a respeilo desle trabalhn, do
qual mais larde darei conhecimenlo ao publico.
Tambain llie pe^o, que do alto de sua cadeira
4i agisiral, e rom sua voz poderosa c eloquente
aprsenle o meu operado, e as toas tataratas, (que
as remello) aos seus discpulos, muilos dos quaes
talvez que anda s nao leuham visia apresen-
t. cao dos doenles operados em casas importantes
ais clnicas e licfles oraes de pratica na Euro-
p.i-, um exemplo que disperta curioidade, imi-
tacao, e emulacao, e sobro tudo que falla a vente-
* nua e crua. Corno medico sou Albo da Facul-
<1 ide medica banana para cuja prosperidade, e re-
n iiii", iiesejo irabalhar, devendo neste intuito ser
p iderosamenle ajudado.
Grande pane de que sou em medicina devo
n esma Facublade, e em particular a disciplina
paternal de V. Exc. Se o trabalho completo que
s ibmetlo eunsideracao de V. Exc e cujo juizu
ritteo peco, nao for digno de V. Exc. e da Facul-
<1 ide que" me deu um titulo tito honroso, e que
nicamente ha leito minha fortuna e minha gloria.
dipo se este trabalho nao digno della, ereio tam-
1 'ni que nao a desdourara.
Digne-se V. Exc. apresentar lambem esla histo-
ria, o operaste e as mas cataratas aos anaans colle
tas d'ahi, e com parlicularidade aos Srs. Drs. Aii
t mea, Soulo, Carlos Fredericx, e Damasio, nac
ame padrao de gloria, mas sim como humildt
|.i ova do respeilo, e da eslima que aos mesmos
<-jiisagro, e do qoanto Ihes sou agradecido pela.-
iiinuineras provas que ellesme leeiu dado de =u;
(siima e considerarlo.
Preso muilo a sade de V. Exc, e de loda su.
iimilia.
Eu sou com lodo o respeilo, e sincera estima
: migo.
I'ernamhuco, 19 de julho de 1863.
Coime de S Pereira.
Esla caria leve urna ruspqutl tonraia.lo e putili-
a na Baha, que nao ouso diz-la, mas nao dev >
publicamente gralo. e mui reconhecido ao Exm. Sr.
< onsellieiro Dantas, pelas provas e que me ha dad
Carneiros........ um
Carvao vegetal...... arroba
Cavernas de sicupira .... urna
Cera da carnauba em rote, libra
dem dem em velas ....
Cha.......... >
Charutos........ cento
15100
720
800
400
m
900
54250
215000
15500
25500
24600
35700
45160
25000
14600
800
15200.
34000
75000
84000
75000
440
360
280
500
25800
:i,5(hh)
retalbou-se de 800 a
arroba, s a nova de 25 a 34600;
e iioltio da Praia de24000
34200 ; brando em deposito
21.730 arrobas da prhneira e
40,6X5 da segunda.
Caie........... Yciideu-se a 85000 a arroba.
Cna............ Mem de 15600 a 34300 a libra.
Cerraja......... a ingleza randea-se de 5800 a
55600 a duzia de garrafas.
Paliaba de trigo. Retaneu-se de 214000 a 235
a barrica da de Philadelpbte, a
de New-York ao mesmo preco,
sm de Trieste de 234 141000
brando era ser 1,800 bai ricas da
primeira. 1,300 da segunda 8
2,S0fl da teneira.
('<'bra........ A de Hollanda regulou de 360 a
380 rs. por botija.
Lo"?3.......... A inglezaordnaria negocte0-se
com 305 por cento de premio
sobre a factura.
Manleiga....... A franceza veiideu-se de 1*0 a
500 rs. por libra, e a ingleza de
700 a 740 re. a dita; icando em
deposito :i,soo banis, nelnsive
os do navio francez chegado
boje.
' Massas.........Venderam-se a 74200 a caixa.
Oleo de linhaca.. V.-ndeuse a 14900 o gala.
rasgas.......... Venderam-se a 75000 a caita.
Queijos........ Os llauengos venderain-se de
25 a 25100, conforme a quali-
! dade.
Sabao..........O amarclio vendeu-se a 150 a
libra, e o do Medilerranco a
240 rs.
Toucinho.......O de. Lisboa vndense a 85200
por arroba.
Vinagre........0 de Portugal vendeu-se de 1104
a 1204 a pipa.
-Vinhos......... Os de Lisboa obliverain de 2205
a 2505 a pipa, o os de oulros
paizes de 2035 a 2065.
1 elas.......... As de composicao veiuleram-se
a 500 rs. o parole de seis velas.
Desconlos....... Conlinuou de 7 a 8 por cenlo
ao auno o relale de leltras.
IETIAO
Pelo agente H i rauda
De diversas obras de inarciiieria, algumas ca-
mas de ferro, um completo soriimento de candela-
bros, estampas para qnadroe, e de dilferentes o
bras de inediciiia, litteraturaelc.
Terca feira 29 do crranlo s ti horas, o su-1 vrmn a aaguDa Prte da (juana lotera d
pradilo agente levar leilo em seu armasen: j Gyinnasiu.
da raa da Cruz n. 57. os objectos acuna mencio-
nados. Tudo ser vendido sem limite-, ao correr
do martelo.
^7 s sm&i8L
Aos 5:000^000.
Corre depois d'aiiiaaha.
Quarla-feir.i, 'M do COrrente mez, se e
liEIJLAO
DE
do o
de barro 1.
Para a companhia de cavallaria.
Lavas de algodao pares 10, corc'as de lnho bran-
ca- 130 bracas.
Terra-fcira 2!) do trrenle au lucio dia, uo amu-
stia da na O agente Olimpio vender em leilao por conla e
(Juem quizer vender laes ohjeclos apresentem as risco de quein perlencer, 42 peras de esloupa em
Nas propostas em carta fechada na secretaria do 1 ou mais lotes a volitado dos compradores
coiiselho as 10 horas da manhaa do dia 30 do cor- ----------------------------------
rente. |^
Sala das -es-'.es doronselhoadministrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 23 de marco
de 1861.
antate Pedro de S Brrelo,
Coronel, presidente.
Sebaslio Aulonio a Reg Barros,
Yugal secretario.
Conselho administrativo.
(i conselho administrativo para fornecimento do
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionad i>.
Os premios de :i:000^000 at 105000
serao pagos urna hora depois da extracto
at s i horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
DE
B-;M MtAVOtt
0 agente Simoes por conla e risco de quem per-
lencer. vender em leilo as esclavas scguinles :
Remana, Croula, idade, 16 anuos, com algumas
habilidades, Nympna, crioula, idade, annose An
tomo de Naci, idade ''><> anuos.
se^nn!esde gucrra '** de t*m** os obJec,os lerca-feiVa 29 do coneiitc s IU euieia
Para provimenlo do armazem do almoxa-
rfad^ do mesmo arsenal.
Ilotas da mauha.
Em cocheira ra do Imperador n. 25, aonde
500 vassouras dei-iassaba, 800 ilitas de junco. haver um oulro leilo.
Para o 4" bataiho de artunarte.
Papel almaco 6 resmas, primal de a^-o 6 caixas,
ililis ile ave 200. caivetes 2. tinta prt'la 6 garra-
fas, lapis de pao 6 duzias, arete prela para e-crip-
ta 6 libras, carias ^ara principiantes 36, labradas
36. grammaticas |iorluguezas de Monte-verde 12,
compendios de ariihmelica por A.illa 12, paulas
12, lapis para pedras 18. de
Quein quizer vender laes objertos apresentem as Friincivrn fntnpv #/iefo///7/i
suas prosistas em caria fechada na secretaria do i 1 '"'V' /0,'l6;S t-WfCMtt).
conselho, as 10 horas da manhaa do dia 30 do cor- F',r em ^ administradores da inassa fallida
rente. oe rranci.-co Domes Castellao, com despacho do
Sala das sessoes do conselho administrativo para 1.ll,n- Sr- D!;; J,liz *' eotnoerete, e por ntervencao
fornecimento do arsenal de guerra, 21 de marco **" "^"te ,r;";l Wlao as dividas activas
DAS
Dividas activas.
de 1864.
intente Pedro ds ."vi Brrelo,
Coronel presidenta.
S. A. do It. Barros,
Major rogal secretario.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 24.
Liverpool17 das, patacho ingles drfoMraMf, de
187 toneladas, capitn e. E. Harria, equipogera
8, carga fazendas e outros gneros ; a Jolinston
Pater (i C.
Macei4 dias, brigue nacional Fclindade, de 275
toneladas, capilo Vicente J. Paula, equipagem
12, em lastro ; Maia & Espirito Santo.
Navios saludos no mesmo da.
AVISOS MARTIMOS.
do mesmo Castellao, que importam, conforme a
relaco, em 6:2083446 : lerca-feira, 29 do corren-
te pelas 12 horas da manhaa, na porta da associa-
co commercial.
GASA A FOkTlJIU.
AOS 5.000,000
Bilhetes gai-am idos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do cusime
O aballo assignado tendo vendido nos seus mui
afortunados bilhetes garantidos os de n. 42 com
asoriede5:0003, n. 1011 com a de 1:2005, n. 130
com a de 6005 e entras muitas de I00J, 405 e
205 da lotera que se acalmo de extrabir a be-
neficio da matriz de S. l.onreiico da Mala, convida
aos possuidores de ditos bilhetes a viraarecebar
seus respectivos preotea tea deseosa algum em
seu estabelecimenlo Casa da Fortuna ruado Cres-
po n. 23.
O mesmo tem exposto a venda em seu dito esta-
belecimeuto e as outras casas do eostume os no-
: vos e afortunados bilhetes garantidos da segunda
parte daquarta loieria do l'.vmna-io, qw se ex-
trahira quinta-feira .10 do corredte e os premios
nelles oblidos sero pagos como de eostume.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que compraren!
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55500
Meios......... 25750
Manoel Martina Fiuza
i 1 n to
DE
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A ViPOH
Dos portos do nortee esperado
ate o dia 3 de abril <: vapor P ran, commandante o capilo
de fragata Santa Barbara, o
l 111 i casa de taipa coberta de te-
na sita na csteo de t'na
niai-gein do rio do mesmo
noiue.
A requeruuento dos curadores lisr.aes da massa
fallida de Fortunato Jos Fernandos, e por desea-
cbo do lllm. Sr. Dr. juiz especial do coiiimcrcio, o
agente Simies vender em leilo a casa cima
mencionada.
Qiiarla-frira 30 do cerrante as 10 horas.
Diiilieiio visla.
j; Algodftoziiihu com pequeo
toque de avada a 4|500
e 5^000 a peca.
Vndese na ra do Queimado n. 14. superior
algodozinho rom pequeo loque de ararte a 55 e
65 a peca, a elle que est se acabando.
gira para os portos do sul.
Ovados (poro 1-1
Cocos (seceos).......
Colla..........
I Couros de boi, salgados .
dem idem seceos espichados. .
dem idem verdes.....
dem dem cabra corlidos. .
Idem idem de ouca .
DOCOO seceos .....
Idem en gotea ou massa. .
Idem em calda......
Epanadores grandes ....
1.1..111 fstfasmtm
Esleirs para forro de settraa
de navio........cento
um
cenlo
libra
um
cento
libra
um
qual
depois da demor do eostume se- emseu escriptorio a ruada Cadete n, 28, pri'mei
I ro andar.
25500
155000
3550
500
carga
secca.
Liverpoolbarca nacional Bessie, capilo Pedro
Augusto Curse!, caraa assucar e algodo.
j Marseillebarca franceza Notre Dame de Fourvic-
2jg res, capilo Gavi, carga assucar.
j,)Q Bella teteMi era franceza Ma'ie Amelie, capilo
35q i Bulo!, carga assucar.
105000 Navio entrado no dia 2"i.
I5OOO Bio de Janeiro26 das, patacho nacional Caruli-
a nidia
alqueir
arroba
um
arroba
Estopa nacional.....
Parinba de de mandioca. .
Idem de araruta.....
Feijau de qualquer qudlidade.
Frechaes .......
Fumo em tolha, bom .
Idem ordinario ou restolho >
Idem em rolo bom.......
Idem ordinario ou restolho
Uallinhas........urna
(iomma.........arroba
lpeeaciianha (raz)......
b-nha em achas......cento
Toros..........
Linhas c esleios.......
Me I OU UielaCO.......
Milho..........
Papagaios........
PO Brasil........
Idem de jangada......
Podras de amolar.....
Idem de librar......
Mea de rebolo......
I'iassava.........
Postas, ou churas de vaccas ou
novillnis........
Pranrhocs de amarclio de dous
eostades........um
dem de louro.....
um
caada
arroba
um
quinlal
um
uina
mol lio
cento
320
500
45000
ASOUO
155000
15600
25500
55WK
15800
55000
145000
8550*1
850W
55IKI0
600
15K
55000
15500
115000
851KX)
200
15200
SIMO
55000
55000
840
45000
15200
120
55OOO
PUBLICARES A PEDIDO.
flalsa de Brlstol.
AT TESTADO DO BKAS1L.
CUBA DK aiSBIWIIISII
Esta enfermidade horrenda tem que iueenmbir
Salsa parrilha de Bristol.
l.-i.t -- I Leia-se I I
Um prelo, escravu do lllm. Sr. cummendador D.
IdefoiisoSiino Lopes, proprietario de varias fa
rendas na cidade da Barra Mansa, provincia do
Bio de Janeiro, fot atacado de clephanliaes, e j
M achava n'um estado bastante avanzado da en-
erinidade, com os ligamentos dos dedos n'um ra-
lada de dissolucao, e linalmenie foi abandonado
ipelos facultativos.
Seu senhor, ipiir. como um ultimo recurso expe-
rimentar a la narannift dk Bhistol. E com vec-
dadeiro assao^liro e pasmo todos presenciarain e
ii'Miinaiiharaiii o projtresso de urna cura conide-
1 a, elf.c.iuada to smente por ires frascos de dita
Sm.saprriliii, na |>e*soa desto escravo, o qu.il
pode ser todo o lempo visto na casa do seu se-
nhor 110 Rio de Janeiro.
COMMERCIO.
O novo ban<-o de Parnambaco paga o 12* divi-
dendo a razu de 95 por accao.
Uap.......
Sabo. .......
Sal.......
Salsa parrilha. .
Sebo em rama. .
Idem em velas. .
Sola em vaqueta. .
Taimas de amaladlo. .
Idem diversas. .
Tapiocas......
Tatajuba......
Travs......
Cubas de boi .
Vassouras de piassava.
Ditas de timb .
Ditas de carnauba .
Vinagre.
205000
105000
15000
120
abIuei re 400
arroba 255000
,fi5000
7501X1
25-00
1105000
7:15000
libra
una
dusia
na. de 216 toneladas,"capilo Bellarmino nos
Santos Pinheiro. equipagem 10, carga 7,300 al-1
queires de larnlia de mandioca ; jAntonio Luiz '
de Oliveira Azevedo A C.
nao tiouveram samon.-^1*0
NactB entrado no (lia 26.
Havre34 dias, barca franceza Jvan Bapthte, de
358 toneladas, capitn Bejean, eqnqiagem 14,
carga dilfereiiles gneros ; a Tisset Freies & C.
Navios sahidos no mesmo da.
Aracatylliale nacional lurensivel, capilo, Jos
Joaqiiim Airas da Silva, carga varios gneros.
Portos do norte Vapor nacional Momuiiijaiine,
commandante Manoel Rodrigan tos Saulos
Honra.
New-York Patacho austraco Carito, capitao
Francisco Cranolich, carga assucar.
Observad-So.
Suspendeu do lamaro o brigue brasileii o Feli-
cidade, capilo Vicente Jos de Paula, com o
nietiiu lastro que irouve de Macei.
Navio entrado no da 27.
Bio rande do Sul 53 dias, brigue nacional Es-
perunra, de 164 toneladas, capilo Jo- Fernan-
dos Teiseira, equipagem 12, carga 8000 arrobas
de carne ; a Amorini liman.
Nucios sahidos no mesmo da.
Canal-Paiacho ingles Propon/es, capilu Thomaz
Barmes, carga assucar.
ValparaizoBrigue dinamarquez Colmar, capilo
L. Kruse, carga assucar.
e engaja-se a
qual devera
encomineu-
liida as 2 ho-
sscriptorio de An-
CO.MPANHIA FEHNA.MBCANA
DE
.'Vavega^So costeira a vapor.
Fernando de Moronda.
No dia 13 de abril prximo,
ao meio dia, sei uir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Afu-
inunyiiupe, com uandante Mou-
ra.
r\ir.
O palhabole Garibaldi: a tratar com Tasso Ir-
rara o liio de Janeiro
Segu com muila brevidade pan o dilo porto o
1 patacho nacional Dow Amigos, di primeira mar-
cha, lendo a maiur parle de stu campamento
arompto, e para o resto e escravos a frete, se_en-
tendain com seus consignatarios Am*rim Irmos,
ra da Cruz n. 3.
Para a Babia sabe norteaseis dias a escuna
Carlota por lor quasi seu carrega nenio complete :
i para o reato que m falla, Halase rom os consig-
natarios Palmeira t BJlro. largo do Corpo Sanio
n. 4, prmeiro andar.
IiEIIAO
l>e di*iIin.
Quarta feira 30 de marra.
O agente Pinto fara leilo. requerimento do in-
ventarame dos bens do linado Miguel Joaquim
:Dias de Castro, e por aulorisaco do lllm. Sr. Dr.
juiz de orphi's. nao s das dividas activas da loja
de femgens d'aqnelto finado, eooo das dividas ac-
tivas da massa fallida de Castro & Amorim, com-
prados pelo mesmo finado, conforme a nota exis-
tente em poder do mesmo agente ; o leilo ser
effectuado s 11 horas do da cima dilo, no es-
criptorio da ra da Cruz n. 38.
k\
-\
*i
DE
Qi'iarla-fcira 30 do rorrentt, ao neio dia.
O agente Olimpio em seu armazem ra do Im-
perador n. 16, vender em leilo diversos movis
novos e usados, os quaes estaro exposlos no re
brido da cima.
' O capitao Hvtarte do Alhayde Vasconcellos
havendo chegado a esta capital para tratar de seus
negocios, e como nao posa vi-it.ir todos os seus
amigos em rirtnde de sua pequea demora, por
teto Ibes pede descojoa, oflbrarando-lnra os seos
servicos na provincia da Parahiba. onde se acha re-
sidindo. Tambero aproveia ao orcasiao para agra-
decer ao lllm. Sr. Jos Haximiano Pereira Vianna
as boase atienciosas mineiras com que se dignou
I trata-lo, qnando pela vez primeira o foi procurar
em sua casa ; pelo que protesta e afianca ao illus-
I Ira Sr. Jos Haximiano Pereira Vianna o seu re-
conhecmento e gratido ; assm como tambem of-
hraee-lbe o seu presumo e serreos, bem que se-.
jam de nulla validado.
Julio Cesar de Oliveira faz saber a quem
couvier, que, tendo aberto com aulorisaco legal
um estabelecimenlo de instruccao primaria e se-
cundaria na cidade da Victoria, ra do Imperador,
recebe nao so a I um nos externos, como lamb-m in-
ternos, e mais pensionistas, conforme o regulamen-
to que organisou, e foi approvado pelo director ge-
ral : as pessoas que de seus servicos iiuiterem uri-
annuncianle lara muiib por cumprir ..,..-.......
mente os doraras do encarsro que lomou a si.
AVISOS DIVERSOS.
Jos Soarer d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Uyinnasio
Provincial de Purnambuc-'), tena aberto em
sua casa, rua Bella n. 37, um curso de phi-
losopliia e oulro de lingua franceza. As
O l.rieuo nacional Almirante, pretende, seguir pessoas que quizerem frequentar urna ou
outra destas disciplinas podem dirigir-se
indicada residencia, de manla at s 9 ho-
ras e de tarde a qualquer hora.
llio de Janeiro.
EDITAES.
arroba
quintal
urna
Cento
caada
2800
4886
04000
100
104000
84000
64000
500
Alfandega de Pernambuco, 6 de marco de 1864.
(Assignados):
0 1." conferente, Manoel Caldas Bairelo.
O conferente, Francisco Affonso Ferreira.
Approvo. Alfandega de Paernmbuco, 86 de
atareo de 1864. Carvalho Res.
Conforme. O 4." escripturario, Joo dos San-
tos Porto.
Recebedorta de renda* Interna
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia i a 13........ 43:.')I23I07
Idem do da 16................. 36:13110
43:3124107
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 13......... 91:881*618
Idem do dia 16................. l:40334
rom inuita brevidade, tem parte do seu carrega-
uento engajado : para o resto que Ihe falla, e es-
cravos a fele, para os quaes trm exc.ellenles com-
oodoa, trata -ai coin os seus con-ignatarios Anto-
nio Lu/, de Oliveira Aievedo e< l-, no seu escrip-
torio. rua da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro.
Segu em poneos oas o brigue escuna te era
Aithur, tem |iarte do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falta e escr; vos a frete para
os quaes tem excellentes commodos tratase rom
os seus consignatarios Antonio Lus de Oliveira
Asevedo 4 C., no seu escriptorio rua da Crus nu-
mero 1.
O lllm. Sr. inspector dalhesouraria provincial,
em cumpriinento da ordem do Exm.Sr. presidente
da provincia de 17 do trrenle, manda tener pu-
blico que o concurso para preenclnmenlo da vaga
de 1" e-ciiptiirano da mesina Ihesouiana lera lu-1' gar no dia 18 de abril prximo vindouro, deyendo Sal|(r rom |(H,., |ir(.vi,|a(i,. 0 ,IUII0 veleiro
os pretendentes ser examinados na grammatica da ^ .rtugues fttMUOM //, por ler quasi
ragua nacional, e.-cnpiuracao imr partidas do- pratn,torto 0 sen earr.-ganve*o. lea excellentes
brotes, arithuietica e suas applicacoes, coin es- lnlmiMlos ,,ara nassag.-iros, e (iara estes e res-
liecialidade a reduccao de moeda, pesos e med- |an|i, da ra lraU,.s,. cm Manoel Ignacio de
das, ao calculo de desconlos e juri* simples e coin- ()|iV(.jra & Kl|ll0 n |ar0 do c,^ Santo lO.n
lioslos, sendo preferidos os que iivcrein boa lellra ^^__^^_^___^^________^___^____
e souberein lingiias i;>lrangeiras. j BB^-""'"^"^^^SSSsa"
Os pretendentes deverao apresentar seus reque-
rimentos nesla lliesouraria, i-oui documenlos em
proveni que sao uiaiores de lOannos, e teein liom
eomportaim 11(0.
K para constar se mandou publicar o prsenle
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 18 de marco de 1864.O secretario, A. F.
d'Anminnac.
LEILOES.
mm
DECLARACOES.
95:1904%!
Alfandega
Hei dunento do dia I a 13........
I lem do dia 21.................
517 640*6 6
7:0534776
53i:6'J44'.01
PRAQA DO RECITE
IttlIE HAB^O lK IN4.
AS THKS HORAS DA TARDE.
Revista sesnanal.
Cambios........Sa>-ou-si- sobre Londres a 27 J/<
d. 1 or I4OOO, a 90 dias visto
sobre Paris a 343 rs. |mr fr., ao
me.-ino praso: < sobre Lislma de
93 a 95 por rento de premio.
Abjodao........O desu provincia escolhido ven-
deu-se a 214500 por arroba, o
regular ou si-gMnda surte a r.-
194500, o da l'arahvba, poslo
Itor o, a 2340OO.
. Smente se venden algum mas
cavado purgado a 2485" por ar-
roba, e o bruto de 24500 a
14330.
Assucar...
Kscravos. carros e eavallos.
O agente Sunes fai leilo a requerimento dos
curaikires atee da na. fallida de Jos Marques
:dos Sanios Aguiar o C, e mandado do lllm. Sr.
' r. juiz de diruito especial do n mmercio dos bens
seguidles: 1 c.cravo de nome Miguel, de naca*,
idade 45 anuos ; 1 dito de nome Benedicto, erran-
lo, idade, 15 annos ; 1 escrava ce nome Isaliel. de
nacao, idade 45 annos ; i berlinda com fardas pa-
ra dous priado*; 1 calera, 1 car no com vidra^a n.
0 cirurgito Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado para a rua das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer Lora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissfto, chamado por escripia.
t lili IVrnn m lu'-lito.
A reunio familiar do torrente mez
lugar na noile do dia 31.
tara
A dentista brasileira, Rosa Jame, avisa ao res-
peiiavel publico, e especialmente a seus fregueses,
que mudou a sua residencia para a rua da l'enha
n. 17, segundvi andar, onde poner ser procurada
para qualqu/r servic, de sua profissao.____________
EMiK.MIO UNA.
O engenbo Una, sito na comarca da Victoria, an-
nunciado neste Uiurio para ser parliculamonle ar-
rendado (tela pessoa moradora na e-tra.ta do Rosa-
ruilio. junio a pontesioha, |iertence tamliem a D.
Francisca da Cunha Bandeira de Mello, que mora
na rua Imperial, schrado n. 64, a qual pretende a
seu requerimento por o ditoengeiiho em enea por
arrendamento : em consequencia do que ella pelo
presente pe em sobre aviso aos preteudenles, que
asrtq devem tirar de que ein lempo se publicar o
dia que ti ver lugar a praca.______________________
O abaitu assignado, tendo em seu poder o
producto dos ohjeclo- vendidos em leilo por con-
la doSr. Luis Ribeiro Trovao, pede a quem ,-ejul-
gr credor do dilo senhor para apresentar suas
contas no praso de oilo dias para se proceder ao
competente ralo. Recife 26 de marco de 1864.
Francisco Alves Monteiro Jnior.
Perded se na aile de quinta feira sania, na
igreja do Corpo Santo, urna pulseira de oora ea-
maltada de asul : quem a achou e quiser resltui-
la, o poder fater nesta tyiiographia._____________
l'recisa-se de nina ama para todo o servieo
de casa de pouca familia : na travessa da matriz
de Santo Amonio n. 8.
O administradores da massa fallida de
Joaquim Jos Silveira convidam os credores
a apresentarem dentro de 8 dias, seus litu-
|h8 no Novo Banco le Prn tmliuco para se- 52,1 ditee de a*. 511 53. toda com seus coiiqe-
rem verilkados. Recife, 21 de marco de lentes arreos, 9 par. ibas de ca/alios
i 804.
lentes arreos, t parellias de cavados de diversas
(res, I cavallo russo |iequeno, I dilo easianho e
1 dito russo, l carraa ouw seas arrafcis, l rpete
de sola, linas, cabides, Je|ws o e eiicanamenlo
Pela adminislracao do correiedesta cidade se fas 'd'agua, registro de gas, naaendiffas, estivas e ou-
Crrelo geral.
publico que em virtude da ron venci postal cele-
brada pelos governos brasileiro e francs serie
ex|H-didas malas para a Europa no dia 30 do cr-
rente mes.
As carias serao recebidas at 2 horas antes da
que for marcada para a salten do vapor, e os jor-
naes at 4 horas antes.
Adminislracao do frrete de Pernambuco 21 de
mar^o de 1864.O administrador,
Domingo-, don Passos Miranda.
Carrete geral.
Pela adminislracao do anvraie desia cidade se
fas publico para liiis convenientes, qoo em virtude
do dis|Kislo no art. 1:18 do n-gulamenio geral dos
correios de 21 de desernhro 'le 1844, e art. 9 do
decreto n. 785 de 15 de malo de 1851, se procede-
r o consumo das cartas esislenles nesla adminis-
lracao no mer.de mareo de 1863 no da 3 de abril
prximo, as 11 horas da manhaa, na purla do mes-
tro objectos que seria eufadoiili > meuciona-los.
Terca-feira 29 do correte
s 10 112 horas da manhaa em o cocheira da rua
do -Imperador n. 25.
LEILIO
DK
30 saccas cate escolha para
os Srs. refinadores.
Terra-fcira 21 de nrrrnlf.
O agente Pestaa vender |m r conta e risco de
quem |ierlencer cerca de 20 a :0 saceos cnni caf
esculla, em lides, vonlade : trata-teten, M do
ament, pidas 10 horas |da manhaa, no trapiche
do bario do I.ivramento, noFoi :o do Natos.
COMPLETO SORTIMENTO.
NO
uuiA/i]n
CONSERVATIVO
23-Largo do Terco-23.
Joaquim Simao dos Santos, dono desle arma.-.ein de molhados, scienifica ao reraeitavd publi-
co que leen um completo soriimento dos oesuios os quaes offereeem mais v.inlagein aos Srs. compra-
dores, do que em oulra qualquer parte, garanlindo-se a superior qualidade.
Vellas de carnauba a 360 e 400 rs. a lil.ra.
Manleiga inglesa flor de 720 e 800 a libra.
dem francesa muilo nova a 560 a libra, em li-
bras 540.
Caf dn Rio. de e 2- sorte 320 e 280 a libra, e
arroba 9 a 8500.
Arros pilado do Maranhao de 90 rs. 100 a libra.
M'ino alpista a 160 rs. a libra, e arroba 44800 rs.
Ser/eja das melhores marcas a 500 a (arraa.
Genehra verdadeira de taraste a 14100 o frasco.
Idem do Hollaii'la a 400 rs. a botija de contra.
Toucinho de l.isha a 320 a lihra, e arrolla 84-'>00
Passas muilo novas a 480 rs. a libra, e caixa 94
AxeHe 'toce ib- Lisboa e gallin 34 e a garrafa (140
Idem de carrapato a 280 a garrafa, e a ranada 24
Aletria M. T, a 180 rs. a libra.
(omina de cugnmmar inulto aira a 100 rs. a lihra.
Sardinbas de Nanles novas a 320 e 360 rs. a lata
e em |>rcao se far abatimento.
Todo
6 por cenlo.
Idem de spermacete a 560 e 600 rs. a lihra.
Phosphoros do gas a 24300 a grosa
Biseoulos e bolachinhas de soda a 14400 e 24000
a lata.
Chouricas novas a 640 rs. a libra.
Queijos do vapor a 24000 e 24500.
Ilolachinha inglesa nova a 240 rs. a libra.
Charutos das melhores marcas de 14200, 14500,
24'HH), 340110 e 44000 a caixa, em porfi se
- far abatimento.
Viulio Fn'iieira de SAA a 500 a garrafa, e a cana-
da 34500
dem de Lisboa a 400 a garrafa, e a caada
.-14000.
dem de outras marras a 24700 a caada.
Idim hranco de Lisboa a 500 a carrafa.
e qualquer comprador que comprar de 504000 para cima, tari o descont de




Ufarlo de i'ernambnce Segunda elra ** de Mareo de t84.
NOVO SYSTEMa
DE
ISClUI'lLUVil IERCmiL
puit
Partidas dobradas.
Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para o
prelo um novosyslema de escripluraco mercantil
por partidas dubradas, de conferinidade com a de-
ciso do tribunal do commercio da capital do im-
perio, em sesso de 47 de Janeiro de 1851, em vis- (
ta da qual pode o Diario ser escripturado por ex-
DE
PARTIDAS DOBRADAS
ormuiciDAS
A ASSOCIAClO COIMERO AL BENEFICENTE
DE
ii:iiv\miii (O
POR
Terceiro escriturario da iliesouraria
le faicuda de Pernambuco e competentemente au-
torisado pra exereer o pro-
fessorato particular ir arillimelica namesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da typographia'.columnas. ____ .... _,
Commercial, donde em breve sahir lu da pu-! O balanco geral, formulado segundo este novo
Micidade em nilida impressao e sob o formato de s>^ema; nada deixa a desejar, como se observa em
8* portuguez.
Compoe-se esta obra de um volume, dividido em
urna parte theorica e outra pratica, de fcil alcan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
cscrituraco.
A respectiva assignatura acha-se aberta em to-
das as livrarias desta cidade, ao preco de 5.50C0
por volume.
D-se morada de graca a quem lite sentido
i um sitio na i apungaa margein dorio : a tratar
1a ra da Imporatrtz n. 01.
Alugam-.se dous escravos proprios para toco
(i servico : na ra da Aurora n. 18.
ESTBAA DE FERRO
DO
RECIFE AO SAO* FRANCISCO
^q^0S7hSnX^^S:;Tabella da partida dos trens de passageiros, que deve regular do 1. de abril
raes Uto antigo systema, .etras a pagar, e le.ras a ^ 1864 ^ ^^ ^j^
(lio antigo systema) letras a pagar
receber, substituidas por columnas as conlas cor
rentes, demonstrando estas por urna simples som-
ma, em qualqner momento que o commerciantc
queira saber o estado de sua casa, quaes as contas
devodoras, e quaes as credoras, as respectivas
c 9 2. i 2. S 1 # i1 -1 S o A o > 1 3 Ba B 5 a -) 2 9 < 3 - O p* u n 3"
8. 8 3 9 ;s o O a w "S- 8 B i y. H 3 > 2 T

Noticias!
noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
dillerentes modelos.
Ainda contm esta obra: 1 urna taboa com n-
meros flxos, pelos quaes conhecido o proco de urna
arroba (seia elle qual for) de qualquer genero, por
urna simples uiultiplieaco se conhecc o importe
de qualquer numero de arroba, libra e oncas ; 2
o decreto n. 3139 de 13 de agosto de 1863, que
declara e modifica o reculamente do sello n. 271!
de 26 de deiembro de 1860 ; 3o o decreto n. 3217
de 31 de dezembro de 1863 que altera as disposi-
ces do regulamcnto das alfandegas.
A edico desta obra vai ser feila em beneficio do
Hospital Portuguez, por offerecimento do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel,
esperase que o publico cencerra com a respectiva
assignatura, nao s em atteoco a utilidade da dita
obra, mas tambem ao Om a que applicado o pro-
ducto.
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriplono
do lllui..Sr. Dr. Fonseca, eloja de livros dos Jllms.
Srs. Guimaraes & Olivelra ; ra da Imperatriz
(aterro da Boa-Vista) loja da bandeira n. 28, e em
casa do autor, na do Pestio n. 5, das 4 s 6 ho-
ras da tarde ; a 2J> cada volume, brochura, pagos
na occasio da entrega.________________
Aluga-se o primeiro o segundo andares da
casa n. 103 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.
O conselheiro Francisco de Paula liaplista e
seu fllho o bacharel Graciliano de Paula Baptista,
advogam no seu escriptorio na ra das Trinchei-
rai, primeiro andar do sobrado n. 19, aonde se
acham presentes todos os das uteis, desde s 10
horas da manha at s 3 horas da Urde.
Maques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Retratos de 3 por 2.
Retratos de 3 por i&.
Retratos de 3 por o.
Retratos de 34 por i.
Retratos de 3 por i.
Retratos de 34 por 24.
Retratos de 34 por 24-
Retratos de 34 por 24.
Retratos de 34 por 24.
Retratos de 34 por 24-
200 retratos tirados por dia.
2<>0 retratos tira-'---; y\"1 dia_________ ,________.
mu muios iijailtis por da.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de 54 por -5.
Retratos de 54 por 44.
Retratos de 54 por 44.
Retratos de 54 por 4*5.
Retratos de 54 por i4-
Retratos de 54 por >4-
Retralos de 54 por 14.
Retratos de 54 por i4-
Retratos de 54 por l4.
Retratos de 54 por '.-5.
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 39.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Destes precos s nos dias uteis.
Destes presos s nos dias uteis.
Flix l'arcor, subdito francez, retra-se pira
o Maranhfto.
(lasa de commisso de escravos na ra
do Imperador n. 45, terceiro andar
Nesta casa receliem-se escravos por rommissao
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promptidiio alim de seus senho-
res nao sofTrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranca, assim como afianca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, velhos e novos
mmm-mmmm-mmmm-mmm
1 DENTISTA DE PARS
19Km Nm-i9
Frederico Gautter, cirurgio dentista,
faz todas as opera^Ses de sua arte, e col-
loca denles artiliciaes, tudo com superio-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos dentificio.

0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
sobre e seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o dos org3os geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
r3o examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
mwm q
O abaixo assignado avisa ao publico que nin-
guem negocie urna letra pelo mesmo passada em
favor de Francisco da Costa Maia, morador cm Rio
Formoso, visto como ledo sido esta passadi e
aceita por compra feita ao predto Maia, de i na
i-crava de nome Rosa, escrava esta que tendo mi -
lestias que eram desconheridas pelo abaixo asig-
nado na occasio do contrato, deo lugar a que so
effi-ctuasse esa transaccao sem reclamacoes. Boje
norm, que o abaixo assignado reconhece ter sido
lesado em o mesmo contrato, vem pela imprensa
declarar o que tem dito, protestando propr a ae-
ran competente ao raferido Maia no foro do termo
-mli- este domiciliario. A letra da quantia de
1:1004000 sacada e aceita no dia 16 do cornnte
mn, a vencer-se em 16 de dezembro do correrte
atiRo, e nao obstante declarar a predicta letra ser
Compendio de direlto elvil
Na ra da Saudade n. 9, vende-se o
compendio de direilo civil, approvado pelas
congregafes dos lentes das faculdades de
dirato desta cidade do Recife e da de S.
Paulo para as respectivas aulas de direito
civil patrio._________________________
Casas para alugar.
Aluga-sc urna casa na ra dos Pires n. 48, a
chave est junto, na padaria ; e a casa na ra do
Mondego n. 69, ambas com quintal, cacimba, soto
e com commodos para grande familia : tratase na
ra da Cadeia n. 57.
Mho e f'ardi
a 24500 o sacco : s no pateo do Paraizo n. 16,
oito para a ra da Florentina.
O hachard
Francisco Augusto da
advogado
Ra no Imperador n. 69.
HM
Costa
Precisa-so para casa de pouca familia de um
escravo ou escrava para cozinhar, e de outra para
engommar : na ra da Cadeia do Recife n. 52, ter-
ceiro andar.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-sc obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Alugam-se tres pequeas casas na ra do
Progresso, preco de 94 cada urna : a tratar na
ra do Sebo n. 54.
Joao da Silva Ramos, medico pela 1 ni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
cji suas rasas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero socrorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procuraren! no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
as 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacu cirurgica.
Para a casa de sade.
Pr..Heira classe.14000diarios.
Segunda dita.... 24500 >
Terceira dita.... 24000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a cenGanca de que sem-
pre tem gozado.
0 bacharel Jos Bento da Cunda Fi-
oiigmadaaobrigacao contrahida em generas ii- gueredo Jnior advoga na ra estreita do
nentieos. todava o abaixo assignado declara jue o____:___ao
o contrario de ludo isto se v em um recibo na
iii.sina data passado pelo referido Maia, e que o
abaixo asignado conserva em seu poder, as^irn
como provoca ao referido Maia que declare o con-
traro do qua dito lira. Engenho Jasslr 21 de
marco de 1864.
Francisco Manonl de Souxa Ohveira.
Rosario n. 28.
D-se urna quantia de dinheiro que se con-
vencionar com seguranca em urna casa que o alu-
guel seja os juros do dinheiro que se der por mez,
ou comprase urna casa sendo as roas de Santa
Rila, S. Jos, Santa Cecilia, Assumpcao, padre Flo-
riano : a tratar na botica do Sr. Chagas.
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Cinco Pontas (partida)
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Escada ....
Frexeiras .
Aripib. .
Ribeiro .
Gamelleira .
Cuyambuca .
Agua Preta .
Una (chegada). .
lltr\N IMMA U l\ll Hlllll
Dias < ini- I"iiiinjj<"> e
balho din* MiintoN
ta l.fl. <
3 bIum.
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Ribeiro........
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Frexeiras.......
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Timb Ass .. .. .
Olinda .. .....
Ipojuca........
Cal.........
Ilha..........
Prazeres.......
Boa Viagem .. ..
Afogados......
Cinco Ponas (chegO
ortas, o qual
mas i.- tra-
balho.
(icol PiMiMim i
ir 1., 1. e le 1., 4.
3 1 MM, 3 c *.<*..

MANHA TARDB
II. M. H. M.
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1 53
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2 31
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3 21
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3 49
_ __ 4 4
6 __ 4 22
6 16 4 38
6 42 5 5
6 50 5 13
7 a 5 26
7 13 S 1 35
IIi-iiiiii.s e
li:l. siiiilds
l'assageiro de l'
e 3.' classe.
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MAMIA
II.
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22
38
5
13
26
35
Casa.
Aluga-sc acasa n. 8, da ra do Principe, fregue-
zia da Boa-Vista, com 3 quarto?, 2 salas, cosinba
fra, cacimba e quinta! grande, a tratar na ra No-
va ii. 3.________________________________________
Quem quizar arrendar algum engenho na fre-
guezia de Agua-Prcta com salTra criada ou sem
ella enlcnda-se com o proprietario do engenho t^a-
diz na niesma freguezia, que far qualqucr nego-
cio prazo sob garanta sulTiciente.
Precisa-se do urna pessoa que tenha muita
pratica de organisar escripias em partidas dobra-
das : trata se na ra do Queimado n. 46. loja do
Guimaraes & Bastos.
Aluga-se o 2o andar da casa da ra do Crespo
n. 16, com commodos para urna familia, ou s a
frente para um escriptorio : a tratar na loja.
porm deixar de transportar pusageiros.
R. Auslin, superintendente interino.

INTERNATO
DE
Cl
Estabclecido na cidade
Sob a Protecco do ummo
Director0 bacharel em malheioaticas
do Recife
PondOce Pi IX.
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, nao tendoevitado esforgos mm sacnc.os
para proporcionar aos seus alumnos urna perfeita educacao physica, moral, intellertual e
religiosa, offerecendo-lhes urna habitaco com bastantes cond.coes de salubr dade,, abis
professores que sao solcitos em prepara-los convementemente ao fim a.que> se destmam,
medico praticoque Ihes faca comprehender os preceitos da hyg.ene e f**"
cas, e finalmente um sacerdote Ilustrado e honesto que. Ihes explique <* .principios da re-
figio thristaa, espera que assim constituido nao deixara o seu eslabelec'menl0h^omne.
cer dos Srs. pes de familias o auxilio e confianca com que ja alguns.o ten. honrados e
Ihes roga, bem como todas as pessoas Interessadas, que se d.gnem de visitar o mesmo
seu estabelecimento, onde sempre encontrarlo franco ingresso.
Cadeiras de ensino :-Primeiras lettras dividida em duas classes, tendo cada urna o
seu professor, latim, francez, inglez, arithmelica, algebra e geometra, geographia, piiiio
^^'o'coC'tem-ursde'nfeW- edificio n. 32 ra d'Aurora contiguo ao do
COllegNods0eSsUtuto5sSdo collegio, aHil dupod f 01 V&**>jfi
consignadas
ment.
as condices de entrada e matricula as diversas aulas ao
.4encao
O abaixo assignado, estabelecido e morador nes-
ta cidade, faz publico que Francisco Jos da Silva
Ralis, empregado no vapor Pnsinunga da compa-
nha Pernambucana, outr'ora mestre do hiate So-
brtense, morador na villa do Acarac, provincia
do Cear, devedor ao annunciante de urna quan-
tia superior a 1:000,5, do que propz a aeco res-
pectiva peranle o Dr. juiz de direito especial do
commercio, escrivo Paes de Andrad, oblendo o
mesmo denunciante em fins do anno passado sen-
tenca contra o annunciado, da qual appellou este
para o meretssimo tribunal do commercio; e por-
que os poucos ben? que possue o referido Ralis
eslao sujeilos a esse debito em consequencia de ser
antigo, e mesmo porque a accao foi proposla antes' casa de homem solteiro :
do fallecimentoda mulher do annunciado, epor'perador n. 13
isto devia esse debito ser descriplo no inventario i
(o que nao foi); por tanto fra de qualquer du-
vida que nem Ralis nem seus ilhos nodessem dis-
pr de semelhantes bens sem que primeiramenle
seja decedido o pleito, protestando o annunciante
Ir nave-Ios em qualquer parle que estejam se por
ventura for confirmada a sentenca appellada. Re-
cife 23 de marco de 1861.
Jos Rodrigues Ferrera.
Madauca de estabelecimento.
Magalhes da Silva Irmao.-, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaran o seu estabeleci-
mento de fazendas da ra das Cruzes para a ra
Nova n. 40, defronte da igrej de Nossa Senhora
da Conceicao._________________________
Aluga-se o quarto andar do sobrado da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra Ja Cadeia n. 62, se-
gundo andar._________________________
Gelo, gelo, gelo.
Com a chegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
coes grandes ou encommendas para fra da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : ra
da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira
Precisa-se de urna
ama de meia idade para
a tn.tar na ra do Im-
ATTEtfC40.
Precisa-se de una casa, sendo as seguintes
ras: Rangel, Penha, Direila, estreita do Rosario,
Carmo : quem tiver para alugar, falle na ra es-
treita do Rosario em casa do relojoeiro confronte a
greja do Rosario.____________________^^
Jos dePaiva Ferreira Jnior declara ao res-1
peitavel publico, rom especialidade ao corpo do
commercio, que desde o dia 16 do corrente mez
deixou de ser curador de Antonio Casemiro Gou-
veia ; julga tambem nada dever nesta praca, mas
se alguem se julgar seu credor aprsente seu titu-
lo ou conta no praso de tres dias a seu procurador
o Sr. Joaquim Francisco da Cruz, aa ra do Livra-
ment n. 1 A, que depois de conferida ser paga.
Precsa-se de um menino para caixero de
laberna : na Capunga, ra das Crioulas n. 27.
Precisase de urna ama para casa de |uca
familia : quem se achar ueste caso, falle na ra
estreita do Rosario confronte a igreja, cm casa do
relojoeiro.
Precisase de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna pequea familia : na ra
da Cadeia do Recife n. 45,$egundo andar.
Saques sobre 'ortujtal.
Antonio Luiz de Olivera Azevedo & C, agentes
do banco Uniao do Porto, competentemente autori-
sado, sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
banco para o Porto e Lisboa, e para as seguintes
agencias as provincias: Amarantes, Aveiros, Bar-
cellos. Bastos, lieja, Braga, Ilraganca, Chares, Coim-
bra, Covilha. Evora, Fafe, Figueira, Guarda, Gui-
maraes, Lamego, Lciria, Oliveira de Azemes, Pe-
nafiel, Porto-Alegre, Regoa, Setubal, Vianna de
Castella, Villa do Conde, Villa Real, Vizeu, Angra
Terceira, Faial, Madeira e S. Miguel, qualquer som-
ma a praso ou vista, podendo logo os saques
serem descontados no mesmo banco a razo de
4 0|0 ao anno : a tratar na ra da Cruz n. I.
Lembranca aos freguezes es-
quecidos.
O dono da antiga fabrica de charutos da ra de
Hortas n. I, avisa aos seus freguezes que tem de-
bito na casa, hajam de ir salda-lo at o dia 31 de
prximo mez, porque dessa data cm diante far
entrega das contas a um procurador para cobrar
judicialmente.
Joaquim Vieira Coelho da Silva.
mam
Companliia OdelIdade de
seguro martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de lanelro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Alugam-se o primeiro e erceirn aares do
sobrado da ra do Amorim n. 37 : a tratar na ra
da Cadeia n. 62, segundo andar. _______
oo
No becco da Boia n. 2, primeiro andar, pre-
cisa-se de urna ama para comprar e cozinhar, c
paga-se bem.
O abaixo assignado pede as pessoas que tem
penhores em sua mo o obsequio de os Ir tirar no
espaco de 15 dias, (indos os quaes serao vendidos
para seu pagamento.
________Joaquim Martinho da Cruz Crrela.
Aloguei.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Velha n. 20: a tratar na ra do Sebo
n. 24,
^
OS
ni
r
1--RTA ESTREITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozono contina a col-
locar dentes artiliciaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
llquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
i'iano novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Paris, especialmente para este clima, ecom lodo o
cuidado possivel, pelo bem conhecido Joao Lau-
monnier que teve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultini.. vende-se muito em
conta, s para salvar o dinheiro quesetinha adian-
tado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar.
ttocledade de seguros mutuos
de vida Installadn pelo Banco
UnISo na eldade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, escriptorio na ra
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lsongeiro aos associado,
Na iravessa de S. Pedro, esquina da ra do
Fogo n. 10, preparam-se com perfeicao bandeijas
de bolinhos de diversas armacoes e gosto vista
da incommenda, para bailes, casamento?, feslas de
igrejas, semana santa, ou procisses, e tambem
bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
s em libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como outras ineoinmendas de podins, toda a qua-
lidade de pastis, bolos finos, e po-de-l, com toda
a perfeiciio do nosso mercado. Na ine^ma casa se
precisa alugar urna preta ou moleque por mez, que
saiba vender bolinhos na ra, ou mesmo de ven-
dagera, paga-se bem.___________________________
Precisa-se fallar ao Sr. Joo Casemi-
ro da Silva Machado, que teve negocio na
ra do Queimado : na livraria r-. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Precisase de urna preta ou um moleque pa-
ra andar Ka ra, que seja fiel : na ra de Hortas
numero 106. _.;
A UBFJ.UDE M RIUSIL
SEU NAGCIMENTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Por Alfonso de Albuquerqiie Mello.
Est a imprimirse e far um colunu de 400
paginas.
J foi publicado no Diario de Pernambucoo prin-
cipio em tres artigos commumeados, e nao pode
ser continuada a sua publicacao assim, em conse-
quencia da abundancia de materia que tem este
jornal.
Por aquelle principio o publico ter podido ver
se a materia dever ser ou nao interessante.
Para imprimir um volume o autor pede assigna-
turas e smenle quanto baslem para as despezas
da impressao e brochura.
E' a summa da obra mostrar como a liberdade
no Brasil tem sido sempre sophysmada pelas tran-
saccoes que tem feito o partido liberal com os cor-
cundas, governando quasi sempre os coreundas
ainda mesmo com os liberaes no poder; mostrar
como para este lim, nao tendo os coreundas apoio
no povo, tem corrompido o paiz para vencer as
elecoes, e ter as cmaras suas; tem corrompido
as cmaras para destruir todos os actos legislativos
do partido liberal, todas as garantas constilucio-
BMS.
Como, por estes meos, os coreundas tem redu-
zido o paiz ao pauperismo e miseria, faltando
cada um toda a garanta do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan-
ta s ha exlerso, qur dos governantes, qur dos
mais fortes, e nao ha industria licita que d para
viver.
E' como urna historia, desde a independencia ate
hoje, fazendo-se apanhado somonte dos fados im-
portantes, donde comecou a nacer a liberdade no
Brasil, e como ella lem sido espancada, assassnada
e enterrada, analysando-se todos esses fados, e de-
monstrado-se todas as consequencias das arlima-
nhas do partido corcunda, e da imbecilidade, fra-
queza e corrupeo do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco at a rafoeira da revoluco
de 48, em que o fizeram cahir.
Analysa-sc todos es ramos da administraejio, e
mostrase como ludo feilo em defraudaco da
causa publica, dos interesses da communho, e em
beneficio smente dos protegidos ; como todas as
emprezas e melhoramentos s tem de bem publi-
co o pretexto, e de real a locupletacao dos ali-
gados.
Conclue-se pela analyse da stuacao, e mostra-se
como Pernambuco com as quatro provincias suas
innas do norte, as primeiras na manfestacao dos
sentimentos livres, tem chegado maior abjeccao.
A assignatura de 2,5 por volume, pagos adian
lado, obrigando-se o autor a restituidos se as assig-
naturas nao chegarem para a publicacao. Depois
de impresso distar o volume 33. Assigna-se na
livraria ns. 6 e8da praca da Independencia.
O abaixo assignado, vista do seu mo esta-
do de saude, e sem esperanzas de tirar bom tao
cedo, resolve-se a vender os seus dous engenhos
Limeirinha e Piudobal para pagar aos seus genero-
sos credores, porque nao quer passar por ingrato,
e mesmo porque pode morrer de repente e deixar
incommodos e trabalhos para sua mulher e filhos :
os pretendentes podem nformar-se o que sao os
engenhos, e depois drijam-se ao engenho Pindobal,
que ahi acharo com quem tratar.
Joaquim Cavalcanti de AHuiquerque Mello.
Alugam-se o segundo e terceiro andares da
casa da ra do Pilar n. 143 : a tratar na mesma.
O padre Flix Brrelo de Vasconcdlos
contina a receber alumnos de latim em
sua casa, no largo do Paraizo n. 29, segun-
do andar. O mesmo precisa ou de urna ca-
sa terrea ou de um primeiro andar no cen-
tro do bairro de Santo Antonio, que tenha
boas accoinnindai.es : e assim tambem pre-
cisa de urna ama escrava que saiba cosinhar
e engommar, e que seja liel.
A pessoa que deseja fallar com a Sra. D. Eu-
genia Teixeira de Moura, dirija-se ra da Croz
n. 42, segundo andar.
Precisa-se alugar um moleque ou preto para
o servico externo de urna casa : no Passeio, loja
numero 3.
Na ra do Crespo n. 15, se aluga urna boa
casa e sitio no Montero, com frente para o oito
da igreja.
O Sr. Joo Fernandes Baptista, tem
urna carta na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
O Sr. Thom Leo de Castro tem uina
carta de Maurica : na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Aluga-se a loja do sobrado n. 52 da ra do
Ranjwl : a tratar na ra do Sel n. 13._______
Comprase urna taberna, as seguintes roas
ra larga do Rosario ou estreita, Ra Nova, ra da
Imperatris ou no largo de Santa Cuz, quem a ti-
ver dirjase a ra da Paz n. 2, atii achara com
quem tratar.
Precisa-sa alugar urna sala de um sobrado
no bairro de Santo Antonio: quem tiver annuncle.
Os senhores abaixo declarados queiram fazer
o favor de virem ou mandaren, seus correspon-
dentes ra da Praia n. 44 a negocio que lhe diz
respeito.
Juviniano Irineu Paes Bar reto (engenho Barra).
Manoel Ignacio de Luna (engenho Irmandade).
Ignacio Jos da Penha (engenho Firmeza).
Francisco Rodrigues da Silva (Gamella de Barra
Grande).
- Na noite de 24 do corrente perdeu-se desd
a ra da Imperatriz at a matriz de Santo Antonio
urna pulseira de ouro com esmalte azul: quem a
achou, queira leva-la mesma ra n. 45, que ser
gratificado.
Offerece-se para ama de leite urna parda sa-
dia : na ra da Gloria n. 12.____________________
80OS000
D-se 8003 sobre hypoiheca em dous escravos :
na ra de Santa Bita n. 27, segundo andar.
Aluga-sc o sobrade de um andar na ra Di-
reita n. 81 : a fallar na ra da Penha n. 5.
Fugio no dia 24 do corrente mez um negro
crioulo, de nome Flix, que representa ter 40 an-
nos, com a barba j pintando, foi escravo do Srs.
Augusto Coelho Leite, ou de pessoa da familia do
sua mulher, o qual tem o braco esquerdo um pou-
co mais fino que o outro. e dous ou tres dedos da
mao sao intercados e sem movmento, gosta muito
de fumar, sahio com calca azul, paletot preto e
chapeo do palha fina : quem o pegar, leve tra-
vessa da matriz de Santo Antonio, sobrado n. 14,
que ser recompensado.
Ildefonso de Souza Reis deixou de ser ca-
xeiro da casa de Schapheitln & C. -esde o dia S
do corrente mez.
D-se 100 rs. sobre
gem debolo&e sequlhos
Carmo.
cada pataca do vend.v
na botica do pateo do
Cozlnhelro.
Precisa-se de urna pessoa que cozinhe bem para
casa de rapaz solteiro : a tratar na ra da Cadeia
n. 34, ou na do Imperador n. 22. primeiro andar.
Aluga-se a casa terrea da ra do Mo> dego
n. 7.*i. na freguezia da Boa-Vista, caiada e conf-
iada de novo : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife n. 19. sobrado.______________________________
Caixeiro
Precisase de um caixeiro para tomar conta de
urna taberna em ponto grande, e por balanco, nao
seolha ao bom ordenado merecendo : quem pre-
tender annuncie por este jornal.
Mora em Rio-Formoso.
i'ergnnta-se ao Portuguez commerciante, que
conhecido em Rio Formoso poro /torra/ cuca,
se verdade de o ter este feito hypotheca de todos
os seus bens a pessoa a quem leglmente nada de-
ve: se vesdade, como dizem, caminha esse senhor
estrada da virtude para com os seus verdadeiros
credores, a quem deve letras vencidas um, dous
e tres annos.
Pergunta-se mais, quando, e em que especie de
moeda pretende parara seus credores, se contina
a pagar dizendo : Laucado Deus tenho muito
com que pagar a meus credores ; esta moeda offe-
recida, ha mais de dous annos, pelo Sr. Oliveira,
nao corre nesta praca.
Um credor.
Julio Gozar Pinto de Oliveira, nego-
ciante matriculado, retira-se para fra do
imperio, a tratar de sua saude, levando em
sua companhia sua senhora e duas lilhas
menores, e deixa como seus procuradores :
em primeiro lugar o Sr. Antonio Jos dos
Reis, morador na ra do Imperador, en-
carregado de todos os seus negocios : em
segundo lugar o Sr. Dr. Jorge Dornellas Ri-
beiro Pessoa, morador na ra larga do
Rosario ; eem terceiro lugar o Sr. Francisco
Jos Fernandes Pires, morador no pateo da
Santa Cruz, freguezia da Boa-Vista. Decla-
ra pela segunda vez que at esta data, nada
deve em Pernambuco.
Alugam-se duascasas novas muito frescas, no
lugar da Capunga, quintaos murados, tratar na
travessa da matriz de Santo Antonio n. 8.
COMPRAS.
Comprase effectivamenle ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Comprase e/fec tica-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na ra larga do Rosario n. loja de ourives.
Ciarraffies.
Compram-se garrafes ee todos os tamanhos a
320 rs. : nosrmazem da Aurora Brilhante, largo
da Santa Cru n. 84. j
Paga-se bem.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
caixes grandes envidracados, assim como se pre-
cisa de um caixeiro bem pratica em taberna.
Comprase urna escrava da Costa ou nutra
qualquer nacao, que saiba vender na ra e sem
vicio algum: quem a tiver dirija-se Passagem,
casa n. 15.
_________________ i
VENDAS.
Vendem-se as seguintes obras de direito :
Ventura-poder publico; B. Constantcurso de
poltica constitucional; Heliorgimen constitucio-
nal ; Montesquieuespirito das leis, e Colombel -
instituiees da Franca. A pessoa que quizer com-
pra-las, dirija-se ra do Socego n. 24.
t. .


Ufarlo de l'ernambaco Segunda fe Ira 98 de Marco de 18 4.
I
(M DE LISBOA
Vendem-se barris eom eal des-
ta procedencia, eiu pedra, chega-
da hoje. e nnlca nova, que ba no
mercado, na ra do Trapiche a.
13, armazem de Manoel Teixel-
ra Basto.
Farinha a 4,0800
Vendem-se saceos grandes com farinha ae man-
dioca a melhor do mercado, por barato prec,o : na
ra da Madre do Dos ns. 5 e 9.____________
A bordo da barca brasileira Iris existe su|ie-
rior farinha de mandioca, que se vende ein por-
(des ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, ot
no escriptorio de Aniorim limaos, ra da Cruz nu-
mero :._______________________________
Os (!asos
OS MAIS AGGRAVANTES

D'Hitia pertinaz uuracao
DE
ESCRFULAS,
O ERUPGOES ESCROFULOSAS,
ulceras de Imla a especio.
SYPHILIS, OU MAL VENREO,
TUMORES,
Ebtilllcoc,
BERTOEJAS,
0PBXH_LM&
Hydrupi>ia,
HERPES,
)artr HHMLI1
KSIOBCI 10,
TiMll.l.
CrUGAS ANTIGS,
BheumatTsmo Chrortcxi,
iDEJBLIDADE 6B1AL,
Nertwii__o, Neraigw,
mn di mmi fjsbo,
STPRESSAO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
QRMDE REVOLUCAO
NO T
ARMAZEM
DO
0 hornero, do novimento nao estaciona.
AVANTE E SEHPIE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admitte a unio comiuercial.
Nao sequer a diaha da alliaoca.
Nao se teme a furia dos corsarios.
Este auno ha de ser blssexto.
Os canhes esto preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abaixoa liga d'a^aa no vinagre
Viva a liga do genuino Cheres com o fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivara os liberaos fregaezes do BALIZA !!!
Vivam todos que lerem este annancio.
UNIAO
CANTIL
IUI II V i A l)l_IA DO IU.C TFE I. 53.
NOVO E
GRA1TDB ASMAZmi DE MOLEADOS
RIJA DA CA1IEIA DO 1IECIFE _. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do liedle n. 53, nm grande e sortido armazem de molliados de-
nominado Unio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel rublico Mm complelo soriimenlo dos melhores
gneros que vem ao mercado, lauto esirangeiros, como nacionaes, os quaes serio vendidos em porcoes ou a relalLo por preces a^as
comraodos.
Manleiga ingleza especialmente escolhida ViDagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 10200 a caada.
Mrass
_i0
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,5800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 3(5000 a arroba.
Cha uxin o melhor que lia neste genero,
mandado vir de conta propria a 20800
rs. a libra.
O proprielario do grande Annazan do Baliza establecido ra do Livramenlo ns. ^^^"^1)" STnSodo a
8 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os ?Sno __ 1P P P 8
gneros do seu magnifico deposito. I pm-,, r
A tarifa abaixo publicada atiesta bem esta verdade. ?ha pret0 mo,to suPer,or 1 U a llbra-
A guerra aos inimigos, esl portanio, assira declarada.
As pessoas, anda as mais exigentes, que se dignarem vir 4 este estabelecimento,
ficarao por oerla muito satisfeitas, nao s quanto s qualidades des gneros,
em barril se faz abalimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer- 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 r.=. a garrafa e
ou meio. I 4(5800 a caada.
Prezuntosinglezespara fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados nest3 ultimo vapor, a 50800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francesas,
Sardinhas deNantes a 340 rs. oquartoe 560
rs. meia lata.
SENHOHES E SEN HORAS.
leiicao as Ij-j__s,
KMA<.1A,
/cutedoestado .-.',,.,,/,, nwi(u
fflFLAMMACES -CHBOSICAS,
AGeoges Chroicas do Figado,
j*w* como todas .\s rtnttrftntnamno mo>
I.K-SII.lt, lUINCIi^AUll.-H;: 1 \-NDO BAO
'alkadas,oo naummtmkmo
urna l*m do Mkbouhio >oc
QCIKIHO,
Uriivi.cnius luiiibrm |i< I bafMfHa >-. 4o Alt.
-MlNKO.- .mi i i, |ii,,mr_ r- lliin-ranii
toiias _ta3.Eufermidades prouxpta e efica-
mente ctem a benfica, poderoza e
putifioante qualidades da mui
justamente afamada
tsmumsi m mimi.
A veada as blicas de Caor Barboza,
na da Cruz, ^ Jeo da C. Braw A M ra
di Madre de Dos.
Aos Srs* legistas de ferragens.
Vende-so u_u armaco para ferro : aa ra da
Cadeia o. M.
como com o
tratamento ledo atteucioso que se lites dar.
Al documprimeiitodos deveres da boa educacSo, haver d'oraem diante ainda
waior capricho em salisfazer ;i todos que horurarem esta casa.
Os gneros petas qualidades e precos annunciados, serao offerecidos ao exaroe
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pralique o contrario, como em ostras
casas, que al annauciam o que nao tena------0 Baliza nao illude____
Ameixas francezas era caixinhas eemfrascos Licores iirglezes e franoezesemvasos d di-
de diversos tamaitos a l,2oo, t,6oo,; versos tamaitos a l.ooo, t,5ooei,8oo
2,ooo, 2,5ooe2,8oo rs. e a libra a 800 rs. i rs. a dona.
Amondoas novas a 32o rs. a libra. Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra c de a
Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa. libras para cima ser aberto umbarril na
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo presenta do comprador.
rs. a caada. dem de 2.a e 3.a qnaiidade a 7oo, 600 e 4oo
Alpiste a i60 rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba,! rs. a libra.
Arroz do Maraatiao, da India, e Java a 8c c dem franceza a 560 rs. a libra, eem barril
loo rs. a libra. por menos.
Aletria branca o amarclla a 4oe rs. a libra. le T latas ? 2*? e.? a '*'*
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. I ?I_fa_e1t?maf" barn a 486rs- a libra-
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por fm '*? Iata a "^ a lala-
i,00o rs, e a 4o vi. a libra. ? i _osU_},a. m>'loza .*f 60 r o Pote.
Biscoitos ingleses Lunch a 48oo rs. a lata de Ma^ada .mperiai dos melhores fabrican-
5 lbras 1 tes de Lisboa a 600 rs. a Irbra.
dem de diversas marcas m latas menores MaWi{>0 de zara a 800 rs. o frasco e a
a 1 3oo rs | e# a auza.
dem de Lisboa de qnaiidade especial em la- tMsSfrp,ararfopa' ta4harim e macaTo a
tas grandese pequeas a 3,000 e 1,5oo rs.', ,Bfil a ___.. .
com 8 libras a 1^600.
Nozesa 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melber
quadade que lera vindo ae mercada, a'
l-Sa lala. i
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 rbk a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Papel almaco a 3,5000 a resma,
dem de peso a 2# a resma.
Palitos para denles a 160 rs. o ataco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaza 2-5200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra e a 1,5600 a
caixa.
Chapeos para seiihoras mirto
barato.
A 8, !'-3,105, ii& e 12 sendo de pa-
ia de Italia da ultima moda e muito
I bem enfeitados : na ra do Crespo o. 1 I
LOJA DO
XI BARATEIRO. i
mwmmvmmmmmmmum
\enda d unta boa quinta em
Portugal
Wnde-se 01 Sobrado de Paiva, as margens do
Rio Ddum, sek iepuas cima da cidade do Porto,
una boa quinta eom multas trras, e um grande
campo com casa oobre, dita para CKheiros, pomar,
vi ihas, soute, trra* de mallo, limeiras, fruncirs,
ol val, tendo nm eagenho completo de fbricar
ii'ile ; juntamente se vendero rauitos bons foros
pertencentes mesma quinta, e as mesmas trras,
uu'tt'iu de ir praea na cidade do Porto para ser
vendido a quem mais der. _____
Bolachinhn? auKi'ICauSs, a 3,060 rs. abanica i
e 2oo rs. a libra.
Baaha de poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a 1,00o rs.
Cb huxym, byseon e perola a 3,ooa, 2,8oo,
2^5oo, 2,000 e l,6oo T6.
dem pretoa2,000, l,6oo l,ooors.ailibra.
Chaiipagne a melhor do mercado a l_yooo o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a l,loo
rs. a libra,
demhespanhol a l,2oo rs. a libra,
dem suisso a i,000 rs. a libra.
Ceneja branca marea Allsopps a 4,5oors, a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes em lata; com differenles
qualidades, como sejam ;raknel, victoria,
piquelez, soda, captain seed, bornez e
oulras muitas marcas a 16350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2<5.
Figos era caixinhas herm itirament lacra-
das, muito proprias para mimo a 1(5500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a Id e 25 cada urna.
Passas muito novas, cttegadas neste ultimo
vapor a 50i rs. a libra ( 3(5 umquarto ;
eem caixa se faz abalimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs,
Cfcampagne da marca m;iis superior que
tem vindo aonosso mercadoa 18)5ogigo,
garante-se a superior quilidade.
Vinho Borde8ux das mehores qualidades
que se pode desejar de "1 (5500 a 8(5000 a
caixa e 720 a 800 rs, a garrafa.
Caixascom vinho do Porto superior de 9(5
a 10* a duzia, e 500 a 1 a garrafa; deste
genero ha grande porgo e de differenles
marcas acreditadas que j se venderana
por 1459 e 15^ a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cambes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400 480 e 560 rs. a carrafa. U. a*o
e 3^500 a caada.
Vinho branco deuperior madade, vindo
j engarrafado a 40 rs. 1 garrafa e a 500
rs. de barril.
ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1020o, 1(5500
e2,5.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
1(5200.
Marmelada imperial, dos melbores coDser-
veiros de Lisboa, em latas de. 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 1,5200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1*.
Cerveja branca epreta dasmellores marcas
que ha no met cado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 1)5200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de oulras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Moatarrts npl: m potes j* preparado a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta: savel, corvina,
vezugo, eberne, linguado, lagostinha, a
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maga de tomates em latas de 1 libra a COO
ris.
Cbouricase paiosem latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranbao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e :; a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o mollio com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranbao a 100 rs. a libra e 208CO
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarr5o, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abalimento.
Eslrellinha,pevide earroz demassa para sepa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa rom 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs;
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Vw, tin caixas lnleiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abalimento.
Os senhores que comprare* de 1000090 para cima, teo o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
Cognac inglez a 64o rs. agarrafa a 8oo ea:Queijos flamongosdo ultimo vapora 20OO.
l.ooo rs. |Dito londrino a 900 rs. a libra.
Concervasinglezas em frascos grandes a 75o Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. ; Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata,
dem francesas de muitas qualidades a 5oojDitade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal refinado, era potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Bahiacomodo Bio de Ja-' o pole.
neiro a l,6oo, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo Sabo massa a 120, 160, 200 e 240 rs. a
rs. a caixa. libra.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra' ^h2.t>LJ?5ff ?? m ^
e a 8 ooo rs a arroba ; dantos e 300 rs. a libra.
dem do Itio a 3oo e 28o rs. a libra. K!?u_? "mpar facaS Vt40 rS' ^da um-
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
dem do Porto a 400 rs, cada urna.
Adas de carnauba e compos<:5o a 320 rs. a
libra e a 100 a arroba,
dem 6tearinas superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
Ihor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 10 a garrafa e
a 10/ e 12 a duzia.
FAZENDAS
prctas para a quaresma
Superiwes moureantiquf s pretos lar-
gos a 2,5800, 25300, 3#, 3,1500 e 45 o
covado, bons grosdenaples pretos lar-
gos a 1*500, 15600, J5-0O, 25000,
25500, 35 e 35500 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
ditos de porgurao preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo Pernambi,o, e outras
militas fazendas de bom posto, prctas
proprias para votido, superiores capas
de seda preta a 165, 20,5, 255, 305,
355, 40 e 505, mantas pretas de lil,
liados chapeos de paiha de Italia, o que
pode haver de mais gosto Canotier :
na toja das columnas na i ua do Cres-
po d. 13, de Antonio Correia de Vas-
roncalos & C.
A AGUA BRAMA
recebeu as verdadeiras
l.uv.-'s de Jonvin
pretas e de outras cores.
Papel de cores.
Folhas grandes para enfeites de bandeijas : ?e_-
dem-se na ra do Queimado, leja d'aguia branca
numero 8.
AFEITES
Ceblas a Ooo rs. o raolho cora mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 8o rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,ooors. a du/.ia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra, j
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o f
rs. a lata.
com taco e outras qiialhlatles.
A aguia branca acaba de receber um bello c
completo sortmiento de enfeites com lacos, ditos
sem lacos, etc.; tambera recebeu outros mui bo-
nito>, e segundo suas recommendacoes vieran) dos
que ha de mais moderno e apurado' gosto : assfm
os pretenduntes munidos de dinhWn* serio brm
servidos : na ra do Queimado, loja d'aguia bran
ca n. 8.
Frascos
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
que tera vindo I'ernaml uco, vindae
no ultimo vapor francez, por precos
mais commodos do que em oulra qual-
quer parte; loja das rolumnas na
ra do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
reia de Vasconcells C.
S para assenhoras.
6 iilliiihas e pubes.
Chegaram as riquissimas gollinbas com punhos
de lindo bordados e linho puro guarnecidos com
bonitos botSozinhos tanto para senhora como para
mi nina, pois a vista faz f : s no vigilante ruado
Crespo n. 7.
l>inle-sf alpaca preta a 00 rs. o covado.
Vende-se alpaqa preta para vestidos a 500, 600,
703 e 800 rs., lina de cordo a 800 rs para pale-
tot, princeza prelaa 800 e 640 o covado. bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, laazinhas preta
para senhora que esto de luto a 720 o covado :
na ra da Imperatriz n. 56. A loja est aberta at
s 9 horas da noite.
Mas para buhar. .
l'rancisco Garrido tem para vender no seu esta-
belecimento, ra larga do Rosario n. 37, excellcn-
tes bolas para bilhar; sendo um jogo de 4 bolas por
50,1, panno para o mesmo 605, giz, a groza 125,
una duzia 15200, solas para os tacos 25 o cento
A zas para anjos de proclsso.
Vendera-sc na ra do Queimado loja da agui
branga n. 8.____________________________
Vende seo deposite do becco Largo no Reci-
fe n. 1, com poucos fundos, ou s a arraacao, e o
motivo se dir ao comprador: a tratar no mesmo.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranhiio a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a l.ooo rs. a gar-
rafa.
Ra da Sen/alia i
Vende-se, em casa de S. P
42.
Johnston A C,
3 5,51
nada
dem do Porto, denomiuado Baliza,
caada,
dem idem em garrafoes a 20500,
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito ideS'de Bordeaux, das melhores marcas
dem Cherry, e da Madeira em barris e eu
caixa, a 120 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 28i5000. elns e silhes inglezes, caidieiros e casti-
Dito em pipa a 30000, 30500 e40ooo a ca- f266 bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
, chicotes para carros e montana, arreios para
a carros de um e dous cavallos, e relogios de
; ouro patente inglez.
o
com
grandes a 1,2oo rs. o frasco,
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 8o rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l.ooo cada urna.
que
o
o
P-
o
vem ao mercado, a 60 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 10600,108oo e 20000 a _f
caada. I 2
dem idem.em garrafoes com 5 garrafas, por M
10 com o garrafo.
Vinho de caj a 10 a garrafa. Este vinho
tem dez annos.
TODA ATTEKfAO AO VlILA.WE.
CdModfo Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
lavel publico e aos mu fregaezes, que acliando-se
\t __ __ i *- as obras da loja do Vigilante concluidas, e acban-
JNovos soutambarones. M d:se f8 po,,as aber,as a <-oocomncadores-
Sao chegados os lindos soutambar- M Kr_f_*T_!' para f" apreciar D0VO Kal'9
" C e to' que ,ant0 sasr:f<,"o M acha, aprsenla' !
M o novo canto, chamando pelos seus freguezes que | V() SOT'tHfiPWto
\d venham ver para crer, que s assim (Jeroapre- \ VUllClll".
^ ciar, e acharao um grande soriimenlo de fazendas aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
W. tendentes miudezas, tanto para grostj como para um XI0V? e lj0"0 sortimento das procuradas Ih, as
itt retalho, que todos sero sonidos a voniade, mesmo Sm pedras' Prendo assim salisfazer a todos pe
*- qaalquer freguez de fra que nao possa vir a esta de,las Prcc'sarem, urna vez que appareca diuhei-
prata e queiram dirigir-se a este estabelecimento ro : "f rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
, faxendo seus pedidos por meio de carias, e pode- mero
rao fazer que ser tudocomprido fielmente, poden-
do-se azer precos muito razoaveis. rao s pelas
boas compras feilas nesta praca, como dos que :
recebe de sua propria conta, como dos que recebe almaco e de peso.
de consignares. Alem do grande sortimento de papel prev e ou-
CHEGADO PELO VAPOR. tras muitas qualidades, que constantemente S para o vigilante. acham na loja d'aguia branca, faz-se notavel pela
brande sortimento ue (velas pretas e com pe-, superioridade de qualidade o papel inglez aln>aso
drinhas de muito lindo gosto assim con o fitas pa- e de peso, que acaba de checar para a dita loja
ra sintos pretas e de cores para as mesmas (ve- um e outro sao mui encornados e de um aetin_-
las que se vende pelo barato preco de 15500 e 25: do lustroso e macio, que na verdade a; odos acra-
so no vigilante rua do Crespo n. 7. dam. As resmas daquelle lem 480 foiha e as
GRAVATIXHAS. deste 500, e rusta cada urna 85. Tambem v'eio da
Tambem ebegou um grande sortimento de gra- mesma qualidade e de tamanho pequeo, em cai-
yaimhas tanto para homem como para senhora, I xinhas de 100 folhas, tanto liso romo beira doura-
PAPEL INGLEZ
Cal de Lisboa e pofassa da
Rasa la.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novse
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer.'parte.
Algudo da Baha
para saceos de assucar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu escriptorio rua da Crui n. I.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita a marca
Pontana cesemuarcarfa hoje, vende-se
por preco mais commodo do que em
qualque'r outra paite : na rua da Cruz
n. 4 casa de V. Biclier k C. succes-
sores.
Ve_dem-se calxoes vasios
nesta typographla.
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^-----_. ..v r^,,, iiuiMiiii i miimi |mi.i m;iiiiuiu, "....."" ^ 'v iviiin.-, i.iiiu iiau rnliu llena UOlira-
de lodasas qualidades e bordadinhas. vindo entre ?. custando este 25, e aqnelle 15200 a raixiuha
eslas urna pe piena amostra de lacmhos com all-! J vem pois os apreciadores do bom pap.-l que
nete de pregar em camisinha consa muito linda e dirigindo-se munidos de dinheiro serao bem servi-
inteiramente novo gosto, 6 ver para querer : s Jos : na rua do Queimado, loja d'aguia branca
Vende-se urna armacao de;~arello enver-
nisada e envidrarada, e duas pratt leiras de lonro,
tudo proprio para loja a retalho e armazem de
grosso, assim como urna emparada mechanica
completa e nova, tudo por preco commodo : na
rua do Crespo n. .
nteiramente novo gosto, e ver para querer : s
no vigilante rua do Crespo n. 7.
LITAS PRETAS DE JOUYI.V _-<______n _i__-..- -._ _
Os freguezes acharao grande sortimento de lu- V/fF I "f J^ \ AwjUJi II \"
vas pretas e de cores, de Jouvin, assim como de mi _w _
seda de retroz lano para senhora como para ,
mancas e para homem que se poderao sorlir a I A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
vontade : so no v.g, ante ruaJo Crespo n. 7. cidos e apreciados copos com banha, os quaes es-
v .vi\i>!> h.M-hllt. tao sendo diminuidos -com aquelles pretendenits
Novo sortimento de enfe.tes prelos e de cores que contribuirem com 25o00a vista isso na r a
com lacinho e de oulras muitas qualidades: s do Queimado, loja d'aguia branca n 8
no vigilante rna do Crespo n. 7. UlIirrA IkA
Grande sortimento de trina, volantes, galoes, i illljl \\f llUrlO t|jlrll^
grades e muitas obras de palheta para ornamen- |,ara gcuhoras C iii.m .
lo de igrejas : so no vigilante rua do Crespo n. 7.1 a L,.!,!,,,., menina*.
EofclCH nari i _<>nh_~- a*. bra"? recebeu mu boas meias france-
\(Tn i P sennoras. zas, de uno tecido c (io redoudo, o que as tornara
enm H?n ,f o'," S mwto? desej.artrs enfe,,es de immensa duraSs. P'riue minio onvm Soda
_T_MjSin P ,cnhora pel lja,a, pro- mesmo cus,and0 ? e W. "> ^ eslo vendendo a
' tgftm, rua do Crespo 7. S__5a _J* ^ d'agUa *"* *


Diario de Pernambiic rgnn {
ATTENCAO
AS
DO
PROGRESISTA
RA DAS CRUCES IV. 3 E
KUA DO CRESPO N. 9
X fealrro de Sanio Antonio,
.loaniilm Jos ornes de onza tem a honra de participar ao respri-
lavel publico que lemresolvido venderos seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a lunar cento do que outro qualquer annunriar. como se ve do presente annuncio,
asseverando o proprietario d'estes armazens a aquellas pessoas que frecuentaran estes
eslabelecinMloa,qae nunca terao occasio de reclamar qualquer genero, visto er-sc
a lantadn nestas casas o ptimo systema de s se iiegoc.ar com gneros especialmente es-
colliido:.
CHA.
bjsson, uxim e perola a 2.400, 2,000 o
2,800 rs. a libra.
CAF
milito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8.HO a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada.
do Porto engarrafado de diversas marcas a
(.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 104 a duzia.
CHAMPANHE
a melhor que temos neste mercado a 20,000
rs. o gigo.
CERVEJA
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.a
duzia.
GENEBRA
de H illanda em frasqueiras a 5,500 e 500
rs. e frasco.
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada
BU.
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra.
BISCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.:
cada lata.
ARROZ
da India a do Maranho a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CE VA DA
muilo nova a 2,508 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMIA.
muito superior em saceos com quatro arro-
/ bu a 2,000 e 100 rs. a libra.
I CASTANHAS
^^jpOatias muilo iiuva a 'iiX> i o. a. Ul>ra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
c 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 c lr2 libra a 1,000
r^. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em Irascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melhores eonserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACETE
muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
j 550 rs.
CHARUTOS
da Babia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
caixa.
TOUCINIIO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
as nais novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem feitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE Alt A RUT A
v.rdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
o; mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 100 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba .
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2>0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinbas de 1 libra por 600 rs. a lata.
VTTENCAO
O IiARCiO IMI CARUIO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escomidos, por sso apressa-so o propietario em
offerecer 30S seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos sous gneros e
resumidos precos, aiancando todo e qualquer genero vendido neste bem conliecido ar-
mazem.
Pede-se toda attentfio.
0 proprietario pede a todos os saibores cheles de familia e ao publico em gcral
que nao deixem passar desapercebida a seguinte tabella :
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, arinazem Progressivo, rece )em-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 8,5890 a %, o propnetar o em seus
armazens da-lbeeeste valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes ?m trucos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 rs, rs. a duzia 1,00o rs. a garrafa, garante-se
c em barril a 78o rs. que os melhores que temos t lo no mer-
Idem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs. cado.
sendo em barril Passa emcaixasde 1 arroba e L i a /..>oo,
Cha uxim a 2,7oo' rs. a libra, e de 8 libras 3,6oo e 1,9oo rs. a caixa, e 4oc rs. a libra
para cima a 2 600 garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a",8oo rs. e de 8 libras para dem corii.thias pruprias para pedan a 800
cima a 2,700, I rs. a libra,
dem hvsson ornis superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricante de
SABO MASSA
ueste genero ha sempre tm grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cuna
a2,5oo rs.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras
para cima a 2.3oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2.800 rs.
Lisboa a 600 rs. a libra
Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francesas em latas a 600 rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a 1,4o) rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para Hambre inglezes a "00 e 800
rs. a libra.
Cinturicas e paios mnito novos a 64o a libra.
a
PARA A FESTA.
DARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retal lio ))or menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
nos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1000 para
cima tero mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
todos es seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingieza flor a 800 rs. a ibra. | Vellas de carnauba e cemposico de 32o *
Castanhas muito novas a 2,000 rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a 11,000 rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. Massas para sopa macarro, talharim e aletria
menos superior a esse que se vende: Batatas muito novas em gigos do 34 libra
por, 2 e 2.*, a 4,800 rs. a libra. l.uoo rs. e6o rs. a obra,
dem mais baixo hom para negocio a l,5oo Massas para sopa macarro, talharim aletria
rs a libra a ^00 r#* a '''"''
dem miud.nho proprio para negocio a l,5oo Cognac verdadeiro inglez a 8,5o> rs. a caixa
rs. a libra. \ etBort.a garrafa.
Quoijoa do ronn eh*c*A*< neiU ultimo va- dem francez a /,00o rs. a uza e_7oo rs. a
por a 2 Koo garraia.
dem DM seceos viudos por navio a 1,7(0. Charutos em grande quantidade e de todos os
dem prato *s melhores e mais frescos do
MAIS ATTJHN^AO
Existe alm d*estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pisla. peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
li I a, pimenta, velas de carnauba, banha de perco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos sero vendidos por mdicos p*ecos.
Tendo o proprietario dos armizens do progressista deliberado nao concorda
cora a Ium da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., tutelara que s con
c i 11 em alliar-se aos seus fregue/.es, fazendo com estes urna liga de interesses recprocos'
t m lo os seus alliados a faculilade de comprarem por precns muito cm conta o bom fiam-
bro, o fonmdivel queijo e a siborosa bolachinha de sota, que fazem urna boa allianca
c mq 1 i merior c'iampanhe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
mi.'.Mis cono os seus concurrentes. Viude, senhores, a >s armazens, aonde podis d'en-
!: u-n muito esplendido so ti ment desaberosos alimentos, escollierdes os quemis
vos apetecer, certos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vos-so
di ibeiro nestes estabelecimentos.
GRANGEIASantiblennrhagicasdeDUNAND
mercado a 76o rs. a libra,
dem londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porco que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
fabricantes mais a creditado.- a 1,500,
2,000, 2.500, 3,000 e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos s'io dos que per ahi se ven
dema 2,000 e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caixo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar- preparada de escabeche 2 a arte de cosi-
rafado garante-se a superioridade deste vi- n(ia e |>00 a 4^0 rs. a uta.
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- pg0S em caixas de 1 arroba, 4,'i e 8 libras
nuino, velho secco, especial lagrimas do- a 8,000 4,000 e 2,000 rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V.,' Barris de vinho branco de quinto, marca B
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du- 4 piho a 60,ooo rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m Inores conservei-
Ino superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
izl dp tK'i". lajirinws do Douro espe-
cial, vinho do Porto de 1,000a i,2oo rs
dem de porca retinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha uxim miudinao vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2.800 rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
?. libra,
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2.5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
marcas : Osborne, Crakiul, Mixed, Victo-, dem de seunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e26o rs. aiibra.
Ai TOS do Maranho a loors. a libra, 3,000 rs.
a arroba.
dem ila India muito superior :i 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4od rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9.5oo rs. ar-
roba, e 3'o rs. a libra.
dem de sebo muito dura (ingim o esparmace-
te 3t>o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode djsejar para os
Sis. empreados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
dem almaco pautado e liso a 3.o xtrs. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueU iro a 2,2oo rs.
HOSP/dos VENREO
Superior** 11 lodui m pr>-|i Tr:.<"if. 1 rthsjridl :ii* huj cunir*
^-(urn e pnHRpl). *'-m nanit, natn roHcfts, ero ir-m<
H? PREMI01854
I Gonorrh 1 Si a ->norrha(lai U irais inteiiMS* reb*l4u.
i faiiivei. tura com r*fi
Injeccao curativa e proservativa

rtrnnirnt..' n.tii..'i'"n. .1- -.nil..
.......I it*.t. lia un* lili
ri < Iir OH
- i'inis. /-
A4iriaMMa
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
Boaoccasiilo
A pr:iHo on a dluheiro.
io p.lt- harer nirihor negocio para quem
priuripiii I!
Vndese a toja do miudezas Ja ra da Impera-
i !/. ii. ;'1 A. e WM vianda se fUecnia rom bastante
viniai..... para > comprador, por isso que il-se
a'>.iliiii''n%i obre t* facmras, e inaisaiuJa por ba-
\ r Uno rtimt-iito e nao se encontrar alcaide :
>h petM0 que anhuKuai negociar apparecam na
r sua loja, ou a ra da Conceico n. 2t, que todo
4b ocii' -e laia.
i i.ii'i:is de Jouvla.
Heeebeu-se li vas de Jouvin branras e pretas
pruprias para a ipiaresma : na ra de Queiimdo
' toja do beija flor n. 63.
Traurinhas de lia lisa para enhiles de tamisinta
de xrnhora.
Rocebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
ca d" 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na ra do Qneiniilo loja do beija flor n. 63.
Eiifritrs de rediuhas rom la(0 na frente.
Rerebeu-se, variado sortimento deenfeilesde
diversas cores a (tOOe 15: na ra do Queiuiado
luja do beija flor n. 63.
Vende-c pecas de oleado pintado, linuindo
madeira. oleado para carros, tarwtes de laa e ditos
de rai7. de esparlo : na ra da Cadcia, armazem
n. 53 do apetite Kiizebio.
P.m o de >-tfMi>o -ecido de H'-
t,f /.tinla itrW.t fncrp d, apro-
I ala pata o s-rvico < lavoHr, quer
l'ar >acos, quer para rMn lerscra- (j^P^S, ClGS 6 lliint6l6t6S.
os: tnnti'f sil( na prac '( C-r-
|>o n lili, cscriploriode Au^uslo Freoe-
i'o i'Oij eir.
Vmde-se nina barraca nova de 4 viapens,
I ni .-.u,siida, d-- 45 raixas, boa vHeira. a di-
litieiro oo menino a prazo as-iin otT'-r^ca boas (Ir
Inas: a cub-uder-se na ra Direila com o Sr
I uto le Barros Feij.
V.tinleoi-se os ires tomos das lii.firaphias de
sl-'un--' |MVU* e O'iiros homen< lilu (ii de l'troainiioeo, nbra rica d>' novidadese inui-
II Inleresse : iia na do Imperador n. ti.
Para fejiiada,
T .iiinlio par b-juada a iW rs., sendo de 8 li-
? i. p o., i itna da-so a 800 rs.: na ra da Paln a
r. i I, uMMUa.
Vende-se pelos presos mais raiiveis ptssivel
os objeclos cima mencionados, bemeumo um sor-
timento completo de moreanlique, erosdenaples.
sedas lavradas tulo fazenda preta propria da esta-
ca, viudas pelo ultimo vapor da Europa: na ra
do Queimado n. 40._________________________
Os precisos tul he res pa-
ra can cas.
Cliegaram e arham-se venda na ra do Quei-
mado, loja d'apiiiahraora n. 8. ____________
MJ
Vendem-se saeco com tres quarlas de feijao
mulatinho novo a 15,1500 o sarco ; a elles, antes
. que se acabem : na ra do Vigario n. 26.
ria, Pec-nic, Kance, Machine eoutras mul-
tas a l,3ooe 1 4oo rs.
Polvos ebegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balacbinba de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
dem inglesas em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica c 24o rs. a
libra.
Ca toes com bolas francezas proprios para
mims ou para anjos que vo as procis-
soes a 6oo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l, rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
2io rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca moln a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial 1). Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834. vinho do
Porto, velho superior, madeira secca, Por-
to superior D. Luiz I, e nutras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs. a garrafa c 3,2oors.
a caada.
dem em pipi Porto. Lisboa c Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3.000 rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
coii.posico a 5(30 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomaila a 200 rs. a duzia, aovada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 '/* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 '/* ditas de venagre a l.ooo rs.o
garrafao.
Vinagre PRU cm ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem m pipa puro sem o btame a 2oo rs.
a garrafa e l.lOO rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7no rs. agarrafo.
Licores francezes e portu-ruezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles. ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Boteim,
morangos, linio, caf, laranja. cidra, hi-
ja, cauella, cravo, rlela pimenta a 1,00o
a resma,
dem embrulho de 1,2oo a 1.4( o rs. a resma.
Amenos francezas em latas de 1 {;% libra a
l,2oo e 800 rs. a libra.
dem em frascos de 3 libras a 4,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Melbos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Moslarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a 1,80o e 2,8oo
rs. a lata.
Srvela Boa. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia iuteiras.
Vassnuras de piassava c viadas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e 000
rs. o cento.
Chocolate portuguez bespanlnl e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollondaem frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 1 i garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes litados em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Comanos muito n-us a32ors. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinba de Franca a 18o is. a libra.
Milito alpista a 14o rs. a libra
arroba.
Uomma a 80 rs a libra e 2.ino a arroba.
Peixes em latas a 1,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N
grandes a 4,ooo rs.
a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a 1.3oo rs. a lata.
dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos de reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejaraBA F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 5oo, 56o. 64o e 800, rs., e o do
Pnrto fino em garrafa, e em caada a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrames com 5 garrafas de superior vinhe
do Porto a 2,2oo rs. com o narradlo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estacan por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garraf3o.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso' mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino a 6 lo rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de l.1, 2.1 e 3.* qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, do Cear de 7,800, 8,600,
e 9.2no rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java e Maranho de 2.800 a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e qnanos.
Sevadinha de Franca a 2io rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
ros de Lisboa a 64o rs. a 1 tinhade 1 libra,
ha latas de 1 '/ e 2 libras.
Masa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 */t a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintfs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs.a garra f
Sardinhas de Mants a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2.5oo a 4,ooo rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
a 2 4,000 rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,000 rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 8e rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo r. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de A a 16 libras vasios, milito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualqer liquido de l,ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chourifas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l,oors.a libra.
Batatas a 1.000 rs. o gio com 32 libras liqui-
das e 3,000 rs a caixa de duas arrobas.
nicas enfeifes pvru se-
pfiora
Cbegaram nicamente para o Vigilante os ricos
enfeites rainba de Escsia, hli'MI nleirnineu-
le moderna e muito barata odiando a sua qualida-
3 rs a c,,mPrar na rtla (1" Queimado toja da aguia branca oe e go*to : s na loja do Gallo Vigilante, r
i:nfolte*dr cascarrllha tranca
a 500 r.*. rada um.
A asuia branca est vendendo bnns enfeites de
ea*4*arrilha e tranca, pretos e de c>res todos M
baratsimo preco de (OOW., servindo elles tanto
para senhoras como para meninas, a vista pois
da eominodidade do preco ninjruem deixar de os
n.8.
Vcndcm-sc
Crespo n. 7.
Imns ensarnis de louro de SO a 30 palmos de
comprido e 5 8 polb-padas de emssnra por pre- .
O IHatO saCCOS P0 cmmodo : na serrara de Jos F. Coelho ra
1 nova de Santa Rita n. !7.
t na da Senialla *ova n. 4?
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
coado libra a 140 rs., dem de Low
i Moor libra a 120 rs.
1
_t
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Diarlo de Feraamhuro Negiimda felra VS de Marto de 1 84.
f
N
*l
r
ARMAZEM ALLIANCA.
57-RA DO IMPERADOR-57
DE
Paulo Ferrelra da Silva.
0 proprietario deste grande estabelecimento de molhados, recebe por todos os vapores e navios os melhores gneros que
vem ao mercado, os quaes vende em seu armazem pelos mais resumidos preces.
Tendw chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a escolha de seus gneros, tem a honra de anmm-
ciar ao respeitavel publico, que ninguem como elle pode vendwr to barato e por to resumidos precos; servindo como costumaaos
seas freguezes com os melhores gneros que se pwde desejar.
Querendo o proprietario deste to til estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por
raenoa do que eutro qualquer, garantindo aos seus fregueses todo e qualquer genero saludo de seu acreditado armazem
Manteiga ingleza a mais nova e fina cbegada
nesla ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima lera abatimento.
dem franceza, a melhor e mais superior do
dosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em
barril ou meto.
Itanha de porco refinada e muito alva a 44o
rs. a libra, eem barril a loo rs.
tilia hysson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a II.
dem dem menos superior e que em nutras
Vinho do Porte em barril muito especial a
filo rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. araada.
dem em garrafoes com 5 garrafas.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,2oors. a greca*
Bolacbinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
filo rs. a garrafa e l,8oo rs. a caada. Vassoras ile piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trintae tantas li- ferro prendendo o cabo a 32* rs. cada
bra a 2,5oo rs. O gigo e 80 rs. a libra. urna.
CL.'IRII
fea
COMMERCIAL
RA DO QUEIMADO \. 15.
Passando o becco da Congregicfio segunda casa.
NO VID ABE.
Pereira Rocha A 0. acabam de abrir na ra do Queimado n. 43 um armazem de molhados denominado Clarhn &mmen faL
onde o rcspeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
seraoxcndidos por presos muito resumidos como o rcspeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000 Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqueira e 56o rs. o fraseo.
casas se vende a 2,6oo rs., custa neste ar-: dem em garrames com 25 garrafas a 8,000 rs.
mazem 2,2oo rs. a libra.
dem uxim, o melhor que pode haver ueste
genero a 2,6on alh. garante-se a qualidadi .
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, porem muito soffnvel a
4,2oo a Ib., vende-se por estes procos em
razio de nestes ltimos navios ter-se rece-
lado grande porrao deste genero, adiffe-
renca de preco de 600 a 800 rs. a libia
do que se pende em mitra qualquer parte.
dem do Kioemlatade 1 at 6 Ib. a l,4oors.
a Ib., ueste genero melhor possivel.
Biscoutos inglezes era latas com differentts
qualidades como sojam crakni'l. victoria
pic-nic, soda, captain. seed, osborne e 011-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolacbinha de soda era latas grandes a 2,ooo
rs. rada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l,Coo i
2,6oo rs. cada urna.
Mam em manas -le 8 Ib. a2d rs. cada urna
Passas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Animas francezas em latas de libra e meia c
3 libras a l,2oo, 2,000 e 800 rs. a libra.
(,ai\iulias com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha di
mesmOj r< -ntendo libra e meia de ameixa?.
Champagne da mama mais superior que tero
viudo ao nosso mercado a 18.000 rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa: garante-se a su-
perior qualidade.
Vinho BoraaaM das melhores qualidades que
se pode desojar a 7,000 e 7,5oo rs. a cai-
xa c 64o rs. a garrafa.
Caas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo,000 rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa: ueste genero ha grande porcSoede
difidentes marcas muito acreditadas que
j se vendaran por I4,ooo o 15,ooo a cai-
xa come sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D.Luiz, Cantos, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia finoe oc-
lus como("licnv e Madeira para 12,oooe
13,ooo rs. a caixa.
Yinlio de pipi:Porto, Lisboa, Figueiraa 4oo,
48o e 36o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. 1 caada.
dem bramo o mettnr neme genero vindo de
encommendaa 600 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs. a canaila.
grandes a
casa a 38o rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Pono 0111 lata muito bem preparado: savel,
corvina, pescada o outros a l.ooe rs. a
lata.
Entibas portuguesas c francesas j prepa-
radas a 6io e 72o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
libra, e 9,ooo a arroba,
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8.500 rs. a arroba.
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas de 5,ooo a
5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa.
Cognac superior a 800 e 1,00o rs. a garrafa,
e em caixa tora abatimento.
Marmellada imperial dos melhores e mais
afamados conserveiros de Lisboa em latas
delibra, libraemeiae2librasa6oo rs.
Conservas inglozas em frascos
75o rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades de
legamos o fructasa 5oors.
Mostarda franceza em pote preparada a loo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para dentes 12ors. o maco. Amendoaa de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a 14o rs. Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra e em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e I0,ooo a arroba. 8,5oo rs. a arroba.
dem de composico emmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade
o maco e 9.000 rs. a arroba. | ebegados neste ultimo vapor a 56o rs.alb.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra. t Alpista muito novo e limpo a 16o rs. 1 li-
Doce em calda das mais especiaos fructas da' bra e 4,6oo a arroba.
Europa a 600 rs. a lata. Painco novo a 18o a Ib. e 5,ooors. a arroba.
Ostras em latas muito bem preparadas a Sabao massa, amarello e castanho a 22o e
l.ooo rs. 24o rs. a libra.
Massa para sopa estrellinha muito novaem dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
caixas de 8 libras a 3,ooo e 5oo rs. a libra.
dem talharim, macarro e aletria a 4oo rs.
dem macarr3o mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor pie possivel a 24o rs. alh.
Farinha de .Maranho a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. a Ib.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 800, 1,00o
e l,2oo re. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Bgypto a 80 rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
1,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 re.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a .",000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e8oo rs. o canto.
Doce do goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, oxcollente logume para sopa e gui-
sado, a 24o rs. a libra. -*
Krvilhas seccas j descascadas a"2oo rs. a
libra.
Sal refinado em lindos potes de vidro a Soo Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra e 2*100 a 26800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em lata; e em frascos a
ld200 e 10600 111 frascos grandes a
21800.
blom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 125000,i,HOO, 1*600 e 2*.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4ICOO rs. a ar-
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de mata rana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e notas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
I-S300 res.
Boiachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3)5000 a barri-
quinlia e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 110 rs. a libra e
eem barril a 4i0 rs.
Cha hvsson, huchin e perola a 1 #600, ,
2*500, 25800 e 35000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas |
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. agarrafa.
Conservas a 720 rs. o frasee.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 19800,
25000, 25200, 25500, 25800, 35000 e
35500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a
arroba.
rs. cada um.
Momos inglezes em garrafinhas com rolha de
vidro a 64o rs. cada una.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
(.niiiiiilios eerva doce a32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canelta muito nova a l,ooo rs. a libra.
AJfazema a2oo rs. a libra e ti,ooo a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e I,leo re.a duzia.
LOJA DO BEIJA FLOR.
|a do Ojiuiiiii.iu numero G3.
Cravatinhas para senlinra.
Vendem-se j:ravalinlias de diversos gostos ma s
moderos a 7O e 800 rs. : na ra do Queimado,
toja do beija-fljr n. 63.
lilas para tlolii 11111 de veslidos.
Vendem-se Ba para iebrum de vestido de linlio
com li varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
mado, luja do beija-flor n. 63.
ilutes innatas.
Vendem-se pontos Irave-sos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel lieira dourada.
Vende-se papel heira dourada a 15200 e 1A300,
diio de cor de beira dourada a 15100 : na ra to
Queimado, loja do beija-flor n. 03.
Auvrlopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
bramo a 800 rs. e de cor a 610 rs., para cartasre
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beiji-
flor ua ra do Queimado n. 63.
Voltas de aljfar.
Toada recebido rottas de aljufar com cruzes de
pedia imitando a briibante vende-se a l-S cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camilas de ninas.
Vendem-se camisas de meias muito linas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Manea de flia.
Tendo recebido entalles de lita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 15rada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 3.
Fita dr la prela para diliruin.
Vende-se lila de liia prela paca debrum com 10
varas a 900 rs, a pera ; ua loja do beija-flor r aa
do Queimado n 03.'
Filas de linlio para liordar vestido
Vendem-se lilas de linlio para bordar vest lo
ou roupinlio de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s i|uem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
Ilolii's de Diadreperula.
Vendem-se botes de madreperola mais modir-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : so quem vende por este preco aa
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a |K-ea : s quem tem por esle puco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
I la de velludo bordada.
Vende-se lita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para <|i a-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra lo
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeiiar capas ou manteletes os mais lindos gus-
tos que se pode encontrar : na loja do beijafor
ra do Queimado n. 63.
Facas e, garfus.
Vendem-se facas e garlos de bataneo de 1 ho-
to a 50300 i duzia. ditas de 2 boldes a 6510):
na ra do Queimado, loja do beija flor n. 63
Humillos.
Vendcm-se dminos muito finos a 15200 e
15100 : na loja du beija-flor da ra do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito linas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Grande pecliinclia
sai toque de avaria ua loja e
armazem da Arara ra da lu
pcratrlz u. 56 de Lourenco P.
II. (uimaraes.
Vcude-.se nuil loqne de avaria.
Vende-se madapolao inglez com pequeo lo-
que de avaria por 6o00 75 e 85, algodaoziuho a
45500 e o. cambraias lisas linas a 35 e 35500 :
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 06.
\tnde-se fazendas limpas liaralissimas.
Vende-se chitas linas cores escuras a 240 c 280
rs. o eovado. ditas francezas linas cores fixas a
320, 360 e 400 rs. o eovado. BorgorSo de linno pa-
ra vestidos de senhora a 280 o eovado, riscado
francez para rostido l 280 o eovado : na loja da
Arara ruada Imperatriz n. 56.
Fazendas proprias para srnlioras e nieniuas.
\Ymle-se gollinbas com botiiozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
eainlii.aia enfeitadcis a BOO r>.. manguitos e gotlas
para senhora a 15 e 15280, cammnhas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no colariubo e
punhos e grvalas muito linas a 15500 e 55 : s
a Arara ra da Imperatriz n. 56.
Principia a Arara vender as culchas.
Vende-se culclias avelludadas para cama a 85.
ditas de linho alcochoadas a 55, ditas de fusto a
55, ditas de damasco a 45, dilas de chita a 25 :
ua luja da Arara ra da Imperatriz n. 06.
Arara vende eassas a 210 rs.
Vende-se eassas francezas linas 1 240 e 280 o
cavado, oreandxs linos a 210. 280 e 220 o eovado:
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
brande sorlimenlo de fazendas prelas para a qua-
resina.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemuas.
Vende-Mi grosdenaple preto para vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25400, 25600 e 35 o
eovado, sarja hespanhola de seda, panno fino preto
a 15600, 25,25.*>oo, 35 e 45 o eovado, muito sh-
perior casemiras prelas linas a 25 e 25400 o (ova-
do, merino lino a 25500 e 35, dito de eordio a
25500 o eovado : na ra da Imperatriz n. 06.
Arara vende madapoln francez a i#.
Vende-se madapolao francez enfeslado a 45 e
I45OO, I' re.ni ha de linho. h.imburvo de linho para
lenees c seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, hrim pardo de linho a 800 e 15, dito braneo
a 15, 15280 e 15400 a vara : na ra da Impera-
triz n. 56.
Arara vende lazinhas para vestid* a 240 rs. o
eovado.
Vndese liuinhaa para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o eovado. casentiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
eovado : na Arara roa da Imperatriz n. 56.
Arara vende fusfao a 300 rs.
Vende-se fuMaodc cores para roupa de meninos
cateas e pnlcMs a 500 rs. o eovado. ganga franre-
za escura e clara para rabas e pal.iots a 440 rs.
o eovado: na ma da Imperatriz n. 56,loja da Arara.
Itoupa frita da Arara.
Vende-se paietots de brim de cor a 25500 e 35,
ditos de meia easemira a 35500, ditos melhores a
45500 e 65, ditos prelos de panno a 5J, 65 e 85,
ditos de easemira Dna e debrnnbados a 85 e 105,
MlOi amos de alpaca a 35500 e 45, calcas pretas
de easemira a 45000, 55, 65e85. dito- de meia
easemia, ganga e brim a 25 e 25500, dMos Bnos
a 35500, ditos de brim bramo a 35 e 35500, ca-
misai francezas a 25, 25500 e 35, seroulas a
15600. ditas de linho a 25 e 25500, eolletes a 25
e 255C0 : na ra da Imperatriz n. 50.
llalles da Arara 3$.
1 Vende-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
, a 35.35500, 45 e 45500, ditos de madapolao a
35500, ditos de miisselina a 45 : s na Arara ra
1 da Imperatriz n. 56.
Arara vende os rurles de riscados fraurezes a 3->.
Vende-se cortes de riscados hraneeaes com 14
covados a 35 o corte : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende corles de easemira prela a 3->.
Vende-se cortes de easemira preta para caigas a
35. 35500,4-5 e 55 : na loja da Arara n. 56.
Arara vende os soulenibarques.
Vende-se soulembarques pretos muito ricos, ca-
pas eompriilas e manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara ra da Imperatriz nu-
mero 56.
Sedinhas a :>00 rs.
Arara vende sedinhas de listrinhas para vestidos
a 500 rs. o eovado. ditas finas a 800 rs.. laa Ma-
ra Pa com 4 palmos de largue palmas de seda ;.
800 rs. o eovado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende camliraia.s de carorinhns a 2 >.'0(i
Vende-se cambraias de earocinhos para vestido?
a 25500 a peca, cortes de casta franceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na ra da Im-
peratriz n. 50.
Vende-se a propriedade denominada HaMez, .-it;.
na freguezia de Tracunhem da comarca de Naza-
reth, com urna legua de frente e meia de fuudo, t
pid|ioreoes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores
que tem : quem a pretender entenda-se nesla ira-
ca com o Sr. Antonio Jom Leal liis, na ra &
Cadeia do Uecifc n. 47. _______________
Vetada de urna kyputktca.
Os liquidatarios da massa fallida di
Jos Antonio Rusto tendero a hvuothe
ea que tem nos cugenhos Mallo(iiissn
eCajuliuss no icinio le Serinliaem m
valor de 3I:83$|911 rs.; tralar as
casas u iua do Trapiche 11. 34.
Ao n. 29.
Nova loja dos baraleiros na ra do Queimado.
Ricas saias de fusto a 55, camisas inglezas para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, colierlas de fusto
brancas u 55, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o eovado, cambraia de
cures para vestido a 320 e eovado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o eovado.
Ao n. 2.
Nova loja dos baraleiros na ra do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muilo tii*i
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca 22
varas, por 105, chales de la por 35, 45, 55 e 85,
camisas inglezas para lnnnein a 385, 505 e 605-
Ao n. 29.
Nova luja dos baraleiros na ra do Queimado.
Bieos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodo e de la, manguitos e
cainisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, botoes de velludo, de seda e de fusto,
bandos de cabello, meias de seda, loques ; cojos
erligos se vendem pormetade do seu valor por ser
para acabar.
Linas de pellica.
Cbegarain para a loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a
libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
M. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuRiiozas a 640 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro tm caixinhas
de oito libras e canastrinhas de i arroba a
II800, 5*9500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 6200 rs. a frasquei-
ra.
dem em garrafoes de 3 e 5 galiies a ooOO
e 75500 cada um com o garralao.
Gomma do Aricaty a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 16100 rs. a duzia.
Grao de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 1,-5.800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 13000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente llr, desem-
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmetada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinlia a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Grande liquidaco
de fazendas na loja do l'avui, rua [da Imperatriz n.
lio, de uaiua i Siria.
AcOa-se este estabelecimento completamente sor-
lidode fazendas inglezas, fat rezas, allenies e
suissas, proprias lano para a praca corno para o
mato, prometiendo vender-se n ais barato do que
em outra qualquer parte priuei almeute sendo em
poroo e de todas as fazendas ilo-se as amostras
deivando Mear penlior ou mand im-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As cuitas do Pa< .
Vendem-se superiores cliias dars e escuras pe-
lo barato preco de 210 e 280 rs. sendo tintas sigu-
es, dilas francezas linas a 320 340, 360, 400 e
500 rs., o eovado. ditas pretas largas e estrellas,
riscados escomes liuos a 210 rs. o eovado, Mo na
loja do Pavo rua da lmperatr n. 60 de Gama &
Silva.
As eassas do Pavo a 210, 280 300 e 320 rs.
Vendem-se flnissimas eassas persianas cores fi-
UU a 320 rs. u eovado, ditas francezas muilo linas
a 140 e 280 rs., dilas ingzezas a 2i0 e 280 rs. o
eovado. linissimo organdy malisado com desenhos
mindinhosa 320 rs. o eovado, eassas gariualdinas
muilo linas a .120 rs,, islo na lo.a do Pavo rua da
luiperaliiz n. 60, de Gama & S Iva.
As la/inlias da e\posiro do Pavo.
Vondein-M' ;is mais modernas lazinhas mossan-
liiquo ehegada pelo ultimo vapor francez sendo
de urna so cor ou de listas mitnlinhas com 4 pal-
mus de largura, proprias para .eslido de senhora,
roupa para meninos e capas. ( pelo baratissimo
proco de 500 rs. o corado, ditt. enfesladas trans-
parentes de quadrmlms a 900, tOO e 360 rs. o eo-
vado. dilas matisadas muito linas a 500 e 400 rs.,
iliias mais baratas do quechua lainbem matisadas
a 320 rs. o eovado, ditas a Mar a Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o eovado,
e ilnas de nina s cor panla, azul, cor de hrioe
perula proprias para vestidos, sautembarques e
aribaldes a 720 rs. o eovado, dilas escoceas I
800 e 400 rs islo s na loja do Pavo, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pivio.
Vendem-se finos chales de erepon estampados
pelo barato proco de 6, 7, 8. ditos de |>onta re-
donda a 75 e 8, ditos pretos i icainenle bordados
a retros com vidrHho a 125, ditos (netos lisos a
-',. ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merino
estampados a 25 o 3J>, ditos de la a 1580 e 25,
ditos de retroz preto para lulo a 65, islo na loja
do Pavao rua da ^Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Fazendas prelas para a quaresina vende o Pavo.
Vanile-se grosdenaple prelo muilo superior a
15600. dito a 15800, 25, *550(, 2580 e 35, mo-
nanliipie preto muito superior a 35 B 25800, sar-
ja prela hespanhola muilo encorpada a 25, isto na
loja do Pavao i rua da Imperan iz n. 60, de Gama
A Silva.
0 Pavo vende para lulo.
Vende-se superior selim da '.bina fazenda toda
de la sem lustro lendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, pah-tois. capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 255011 o eovado, eassas
ptetas lisas, chitas prelas largas o estrellas, chales
de merino lisos e bordados a "idrilho, manguitos
comgolhnhas eoutrns muitosprtigos que se ven-
dem |>or procos razoavois : na P>ja do Pavao rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpiihos do Pavo
Vende-se os mais modernos coi pinlios de cam-
braia ricamente bordados e eafeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, rua da Iinjieralriz n. 60, de Ga-
ma \ Silva.
Os vestidos de 'avo
Vende-se ricos vestidos de g osdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato proco de
405, sendo fazenda que semprs se ondea a 1005
e 1.05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 305; ditos de la com lindas
barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavo rua
da Impera riz n. 60, de Gama di Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno prelo muilo superior pelo barato
proco de 25, 25500.35 e3500, ditos muilo finos a
! 45,'55 e ^5. corles de easemira prela enfestada a
' 45, 45500 e 65, easemira preta fina de urna s
largura muito lina a 15800, 25, 255(0 e 35, cor-
| les de easemira de cor a 55, 55300 e 65, casemi-
: ras enfesladas de urna s cor proprias para calca,
palelots, colleles, capas para senhora, roupas para
meninos a 35 e 3-5500 o eovado, islo na loja do
Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa do l'avo.
Vendem-se palelots de panno prelo sobrecasa-
cos fazenda muilo boa a 125. ditos muito finos a
165, 20?. 255 e 305, calcas de easemira preta boa
fazenda a 45500,55, 65, 75 e 85, palelots saceos
tle panno preto a 75, ditos de easemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta. ditos de merino
preto, ditos de liiim de cores, caigas de easemira
de cor a 45- 55,65, 75, ditos de easemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 2550o, ditos
do cor a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de
Sama & Silva.
Os cortinados do |uiviio.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
melhor que ha no increado: na rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Asculclias do Pavo.
Vendem-se colchas do linho alcorhoadas pro-
prias para cama pelo barato prego de 55 cada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As calcinhas do Pavo.
Venden-so calcinitas de cambraia bordadas pa-
ra lucilinas pelo barato preco de 50J e 640 rs.,
mlanguitos para senborae meninas a 50o, 640 e
8i 0 rs., eamisinhas com manguitos a 15-80: na
oja do l'avo rua da Imperan i/, n. 60.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinhae de cambraia muito finas
com manguitos e golas mnito bem bordadas pelo
barato proco de I-52MO. dilas de fil a 1-5. ricas
pelerinas ou ronieiras bordadas a 151)00 e25, su-
periores manguitos com polla e a balo a 35 o 45,
sondo milito ieni bordados e os mais modernos
que ba no mercado, manguitos e eauisinhas a 35
c 35500, pollinhns finissiiuas de cambraia a 900,
dilas de lil a 240 e 32u rs.. pecas de ntremelos
rom 3 varas i 640 rs., tiras bordadas a 15, e ou-
tros amitos artigas ueste genero que se vendem
mais barato do que em outra qualquer parte : s
na loja do l'avo, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavao.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
enfeitadas. sendo as mais modernas pelo barato
proco de 205, 255. 305 e 405, sautembarques de
seda prela sendo ricamente enfeitados a 205, *&5
e 30 : na loja do Pavo rua da Imieralriz n. 60,
de Gama & silva.
As cambraias do Pavo.
Vendem-se petas de cambraia muito lina com
salpicos toiido 8 l|2 varas cada poca a 35500, ditas
a 3,5 e 35500, dilas adamascadas muito lina- pro-
l>rias para cortinados a 35, ditas a 45, pecas de
cambraia brancas lisas (aaenda muito iiua com 8
l|2 varas a 35500, 4.5.45500, 55, dilas de qua-
dros proprias para forro o babados por precos min-
io razoavois : ua loja do Pavo rua da lmperalriz.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 p?linos de lar-
gura proprio para lenees. loalhas c ceroulas pelu
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodozinho
monstro com 8 palmos de largura a 15. pecas de
Hamhurpo com 20 varas a 95. 105 e 115, pecas de
madaiiolo lino a 75500, 85, lJ5 e 105, dilas de
algodozinho a 65, 65500 e 75, e oulras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
alim de apurar dinheiro : na loja do Pavo rua da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
Corles de eassa a 36500.
Vendem-se corles de cambraia com babados a
35500 : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
de Gama & Silva.
Palitos do gaz a 2200 rs. a grasa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a Obra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640 rs.
Queijos flamengos do ultimo \ apor a 2406
ris.
Idempratoa 610 rs. a libra.
Sal relinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 32'> rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
lijlos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 3C0 rs. a li-
bra.
dem stearinas muilo superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado omel!r que
ha neste genero e de varias martas, i ir.o
sejam: Velho de 1815, Duque do Poito,
Madeira, L). Pedro, D. Luiz I, Mai ia Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 000 e
1)5000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 96000 e 10,5000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figneira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 3, 3-K 00
e 46 a caada.
dem braneo de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. folien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 76000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgauxeChateauluminiJe 1835, i 16
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
16200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muite grandes a I-5800 i?.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que i'eixanos
de mencionar, e que tudo ser tendido | ^r
pecas e carnadas, tanto em porcoes como
retal ho.
Quem comprar de 1006000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
O Pavo vende lazinhas prelas.
Vendem-se lazinhas prelas a 200 rs. o covad
na loja do Pavo rua da Imperatriz n. CO, de Ga-
ilva.
A Mara Pia.
0 Pavo venda n 8$
Vendem-se os mais lindos cortos de vesti tos a
! Mara Pia com lindas barras de seda, sendo i be-
' gados pelo ultimo vapor Irancez pelo bar;,! i prejo
de 85 cada um : s na loja do Pavo rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os baloes do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou balos de 30 ate > ton-
to brancos como de cores sendo american s qae
sao os melhores por se nao quebrarom a V' 0 e
de 35 arcos a 45. ditos de mnsselina com babados
a 45, ditos para menina a 25 e 35 : na luja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60, do Gama \ Silva.
ma
SAL
Vende-se a bordo do Gartbaldi bom sal, vinde do
Ass, prego razoavel: a tralar no eseriplorio de
Tasso Irmos, rua de A mor ni.
AGENCIA
FNDICAO BE L0W-M00R.
Rua da Scuzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a hayer
um completo sortimento de muemlas e meia
moendas para engenho, machinas de v^i-jr
e tachas de ferr batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos._________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Juhnston C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
GAZ GAZ GAZ
por prc?o reduildo.
Vende-se gaz da mnlhor qualid. de pelo
pre.o de 10$ por lata de S gales : no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 e rua do
Trapiche Novo n. 8.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 24 do correnle desapparon u o i sera-
vo Jos, prelo, de 24 26 anuos, poncomaison
menos, estatura baixa, cabeca pequea, I em ; a-
recido, pouoa barba, algumas espinhas ao |> da
barba, ps e mos regulares, lem um mulo de
respouder um tanto apressado, e um tanto p
este preto foi de Santo Anto, e emstt que l i affi
casado e deixou filhos, levou vestido calca e ca-
misa de riscadmho escuro, nppfe-ae ler para a li
fgido : quem o pegar leve-o a rua da & i za la
Velha Josepha Mara da Concoieo. ou i ri a \\
Cadeia do Kecife, armazem n. 16, que .-:.. d vi-
damente recompensado.______________________
ATTNCA
Acha-se fgido o escravo de mme Panslmo, do
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor ttala.Jjj-
ura regular, grosso do corpo, bem espadando, 1 ar-
bado, e j eom alguns cabellos brancos na I arb,
bracos e pernas grossas e bastante cabelludas. I :i-
do as pernas arqueadas, porm nao minio, ei lla-
ma andar em sambas, e as entes embriaga-so 11 s-
tante por gostar muito de beber : portanto
se s autoridades policiaes desta e das provii i s
limilrophes, que o faeam apprehender e leva-lo a
sen senhoro major Antonio da Silva Gusmi o, na
rua Imperial, assim como roga-se aos capitaes je
campo a apprehensao do dito escravo, que serao
bem giatilicados.


H
Diarlo de Prrnaiubiico tttgiinda felra 9H e Marco de I ftl.
LITTERATRA.
. de sua grande e poderosa vsnha, seas pequeos
merrados continnai iam, como al entilo, sujeitos a
rpidas e continuas alteraos; qoaato aos Bata-
n nne uic pci o MiiNnn dos-Unidos direi que, alera de seu troco conter 88
o yut vat rtLu munuu. fc cobre e a ^ bJm| ^ ^ 7 d>JMiae||a e 23
Damos em seguida dous artigos, transcriptos d> (i,K,t, difireme que muilo modifica acor da liga,
nao relo que, tratando se de Organisacao moaeta-
ria, queiram dar-me esse paiz por modelo.
Com hati-a anda por ser 0 valor do nikel mul-
to variavcl, do qne lodos se convencerao sabendo
que a Suissa em 1850 pagou 25 francos por kilo-
gramnia; que em 1800 a Blgica dava 15 francos
j irnoJ do Commerco do llio, soten os pareceres
re das piopostas apreaeotadas para i
fabricacio da moda substitutiva da actuai deft,-
i pi-inifiro.TenJo. como j declarei. obtidj
do Exm Sr. raarqQei de Abramos oetnisso &
res, que sobre as proposu.s fe.- ^ mesmo pp?n d(,,Sl metal, e que na casada
tas para a fabmacao da moeda de troco do Bras., moJa do Brasi| exj>|em amostras de dVersospre-
submetll a eoasuleracao deS. Ese, aprove.to boj. ^ inc.|usivt Ullia (|UOi coron,, US de cobro e
essa licenga para ao juizo do publico sajeitar este i a0 uesS|J ,nc|a|) juslava m mi e mei0 frincos
pareceres precedidos do resumo das respectivas p0r m| grammas#
propostas. Ora, sciencia exige que a materia da moeda
Cinco foram as propostas sobre que o prove-, vari o menos possivel de prego,
clor da casa da moeda teve por dever in.erpr .> t ^^ ^^ ^ |jg% ^^ ^^ ^
..'u juizo. gumas experiencias para reconhecer o meio de
A 1'destas propostas luformada era apresen- conirafazc.|a, vim no COnhecimenlo de que alm
t.ula por pessoa que em resumo fazia valer os al- dS auonIadus pe|0 Sr. Albert Barre, Io gravador
us cargos que oeeopra na administraco de sen da casada moeda de Paris, lia outros para fabricar
pala, e o achar-sc em relnroes com banqueiros ojB a mot.da resultante de tal liga, com pequeos ca-
lilo forneciam os fundos para estabelecer olTicinas, pjUes e sein (1(ros cmplices mais do que o gra-
comprar e assentar os apparelhos precisos. j vador. me0s que devo calar, apezar de j ter ex-
Parecer.-. Exm. Sr...Os ttulos do pro- hibido as provas.
panento dariam grande peso ofierla, se toasen a j Cmbali.a rmaimentc, porque nao estando o
rcompensa do industrial que, pela fabricado de osso povo |a ,ra,,uejado como o da Blgica, nem i Em primeiro lugar, o exacto curoprimenlo de
lgas.se bouvtsse elevado a grande capiUlisla. geralineolo tu moralisado eomoo da Saisn, gran- i ,103 0s contratos celebrados com diversos go-
sendo porem ganhos na poltica ou na administra | des seriam os abusos pralicos com ,al moeda p^ '
Cao nenhum valor tem no caso verlente. causa de sua cor.
provas.Felizmente estas sao tantas e tilo convenien- Sao ellesos seguintes :Gmcalces Martins e
tes que me obligara a pedir ao leitor permisso de ^'eria Siento, cada um da forca nominal de
s lomar em considerado as seguintes : '* "v?"os, de 298 toneladas, .m 30 pessoas de
tripolaco. O Cotmguibu e Simia Cruz, cada um
t De 1804 a 1808 cunliaram os Srs. James Watt de 103 cavallos, 195 toneladas e 2-' pessuas de
& C. o penny para Inglaterra com o peso de 21 tripolaco. O Dous de Julho, 60 cavallos, 10 to-
grammas e 3i centigrammas, e em 1810 a raesma *,".J*"?; O Jequta.a, 65 cavallos 90
" ~ toneladas, 12 pessoas. o Pronr^so, 40 cavallos,
moeda com o peso de 18 grammas e 89 centigram- 40 toneladas, 10 pessoas.
'"aS .oin .a- a deCrel ,,:IH uu :l ''" Sns, de ,8j-- J,!
t De 1810 a 1853 fabricaram a moeda dos pal- conformidade com a le 11. 633 .11 18 de setembro
zes que vou referir ; Estados-Unidos, Canad, Me- de 1851, conceden privilegio a Antonio Pedroso de
xico, Estados da America Central, Hussia, Hollan-
da, Grecia, Franca, Turqua, llhas Jnicas, Egypto,
Gucrnscy e Gersey, India, Bismark, Austria, etc.
etc. (
De 1855 a 1860 cunharam mais 800 toneladas
de moeda para a India.
De 1861 a 1863 flzcram para o novo reino da
Italia 1,200 toneladas de chapinlia de bronze, e fa-
bricaran! de liga ternaria differente da franceza a
moeda subsidiaria que na Inglaterra substituiu a
de cobre ;
Albuquerque para a navegaco por vapor entre o
porto da cidade da Baha ate Macen., na linha do
norte, e na do sul at 1 aravellas.
A lei n. 861 de 26 de julho ti 1 1856 art. V x,\-
torisou o governo a innovar o c intrato celebrado
como referido emprezario ; eo decreto n 1,928
de 25 de abril de 1857 cffectiv; mente alterou as
eondledes relativas a esta companhia.
t A navegaco faz-se da cidade da Bahia at
Caravellas, ao sul, com escala p -los porlos de Ca-
mama', lbeos, Canavieiras eP01 to Seguro; e at
Macei, ao norte, tocando em Villa Real, Vaza-
barris, Colinguiba e Bio de S. Francisco.
* Companbia Pernambucana.-Os seus vapores
Actualmente cunham moeda de bronze para o l*0.:, ., ,.....
imperio o.tomano, e con.ra.am hoje com o governo S0Ja9Ua"be' l cavalles' "9 ,onelada5' U P68"
austraco a cunhagein da moeda subsidiaria deste .' b Persiminga, 60 cavallos, i22 toneladas, 25
paiz. pessoas.
....... O Mamanguape, 80 cavallos, 337 toneladas, 24
c Ficam, pois, demonstradas as habilitarles dos pessoas.
O decreto n. 1,113 de 31 de Janeiro de 1833
conceden Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
Srs. James Watt S C.
t Que garantas offerecem estes senlwres de ex
acto cumprimento de seu contrato ? As seguintes
t Anda mais, lenlio a triste cunvkro de que coin|,ato |lje a concluso do proponente j
sa o autor da proposta fosse encarregado da fabri- faudado nos argumentos anteriores, j porque op-
Cfo da moda de troco do Brasil, este pagana | pe.se e||a ao parecer da commisso que condem-
no s a bmeagam desta, mas tambem as despe-1 nou a moeda de 40 rs.
vernos
buquerque e outros, privilegio exclusivo para a na
vegacao vapor entre o porto d cidade do Recite
at o de Macei ao sul, e at ao da cidade da For-
taleza, ao norte.
O decreto n. 1,478 de 22 de lovembro de 1854
alterou as condic5es desee decreto -, e o decreto 11.
761 de 26 de julho de 1856 auguientou a snbven-
Ein segundo, ser socio capitalista desta casa cao concedida a esta companbia, e approvou o seu
zas do primeiro estabelecimento necessario para
tai operario. >
t O 2* concurrente encarregava-se de fazer a li-
ga de cobre e nikel ou qualquer outra que o go-
verno preferisse, e juntamente da cunhagem di
moda; accrescentando que para a execucao des-
ta ultima parte j tnha mandado abrir na casa di
moda de Paris as matrizes dos cunhos que de-
viam ser empregados, cujas mutras remedia em
lacre, por Ihe ser vedado enviar os proprios cu-
nhos, visto ter-se o Sr. Marques LUboa, ministro
do Brasil em Franca, opposto propaga^io de taes
uiatrizes.
t Parecer.Exm. Sr.Permittindo-se o propo-
aente avancar que as mutras enviadas proceden!
de matrizes gravadas na casa da moda de Pari;,
crreme o dever de oppor-me tal proposta, poi-
que, sendo seu autor anda pretndeme, j n(*
sappoe, ou inc.pazes de conhecer que o retrato do
inverso o da nossa moda de IOJiOO ; que esta
nutra, leodo dez linhas de dimetro, a do revei-
:>o tem u.ize: que de ridiculo e pessimo gosto \
colloca^o do valor em cima da coroa, que nao
imperial, como devia ser; que os ramos aocesse-
rios das armas lo imperio sao de louro e nao un
da fumo e outro de caf, como cumpria que ta-
sen ; que as estrellas collocadas no escudo cir-
cundando as amigas armas do Brasil represenlan
ns provincias, e por isso sao vute e nao doze ; qu)
a es pbera ptir l.tl mane ira fechada que oceulti
os bracos da cruz, e o matiz do escudo; que 1
velludo que forra a cora, devendo ser verde, pe 1
'Jireccjio dos traeos vermelho; ou entao que bas-
tava dizer que tal gravura (Ara execulada na casa
da moda de Paris para os Brasileiros tornaran es-
:;es erros por progressos d'arte e arroubos do ge-
nio.
Visto nao saber apreciar este primor Sari;
passo terceira proposta apresentada, que lanc-
hero tem por fin fabricar fura do Brasil com liga
de cobre e nikel a moda que deve substituir a ac-
ual de cobre.
Em meu pensar a nica informadlo a dar so-
bre tal proposta seria a seguinte :
1 Tendo, Exm. Sr., a commisso nomeada em
1861, combatido a liga de cobre e nikel, c seu pa-
recer, apoiado pelo Exm. ministro da fazenda sito
tcitamente approvado pelo corpo legisla'ivo em
1862, de meu dever regettar toda a proposiclo
que o contrari ; mas este proceder, que en qual-
quer outro paiz seria considerado como piova (le
respeito dcvldo aos poderes do estado, nc Braiil
passaria para muita gente, por urna confisco dos
erros na proposta imputados aquella commisso,
por isso respond succintamente e procurei con-
bater as conclusoes como se vae lr:
t Divdiu, Exm. Sr., o concurrente a saa pro-
posta em tres partes : na 1* procurou demonstr ir
a necessidade da substituicao da moda de troco,
Fica, pois, ouso crer, para sempre anniquilla-
da a aceusaco talvez desinleressada de que, se o
Brasil nao possue j nova moeda de troco porque
o provedor insiste em que ella seja de nikel.
< No seguinte artigo exporei, seguida de meu
parecer, a quarla proposta, e entrarei em algunas
cousideracoes a respeito da quinta.
t Segundo. >'o artigo antecedente publiquei,
seguidas dos respectivos pareceres, tres das pro-
po.-tas apresentadas para a fabricado da moeda
que no Imperio substituir a de cobre actual, ues-
te vou oceupar-me com a quarta e com alguns pre-
liminares relativos a quinta.
t A penltima das propostas que informei tinha
por fin obter do governo, nao s a fabricacao da
liga ternaria de cobre, estanto o zinco para ser
empregada na moeda de troco que no Brasil subsi-
dasse a de prata, mas tambem a cunhagem das
chapinhas resultantes dessa liga.
Esta proposta tornava-se recommendavel, por
nella entrar seu autor em desenvolvimentos que.
se algum tanto se affastavam do m principal, cha-
mavam a attenco do governo para a operacao que
segu a emisso da nova moeda de troco, isto ,
para a retirada da actual; e, como tal operario
muito me tenha oceupado, de a essa proposta a
importancia que se ver na informadlo seguate:
t Parecer.Exm. Sr.Depoisde ter tao franca-
0 Sr. Blake, um dos governadores do banco de In-
glaterra.
t Em terceiro, finalmente, a ordera enviada pe-
lo Sr. John Moore sua casa do Bio de Janeiro,
para sobre elle saccar por qualquer quanlia que o
governo exigsse como llanca da opiracao.
privilegio para o eslabelecmenti de um ou mais
vapores de reboque para o servil o do portode Per-
nambuco.
t A lei n. 1,044 de 20 de setembro de 1859 art.
3o autorisou o governo a conceder a esta compa-
nhia um emprestiruo de 300 ci ntos; a prorogar
por mais umanno o prazo determinado para o Bo-
rneen das duas viapens por mez da cidade do Re-
Que sollicitam do governo os Srs. James Walt cife Fortaleza, eliminada 3 clausula do privilegio
j (; f l exclusivo da navegcao, e a aujmenlar a respec-
tiva subvencao. E o decreto n. 2,511 de 14 de de-
t Korneccr da liga determinada pelo governo zembro de 1859 approvou o contrato celebrado com
chapinhas era estado de serem inmediatamente esta compaohia, era virtude e para eseendn do
cunhadas art. 3'daeilada lei de 20 de seti mbro, e altera as
condicoes annexas ao decreto de .11 de janeire de
t Por que razio nao se fabrica Matean a liga W3a- .
na casa da moeda adecre, n- 2.977 27 de setembro de 1*2
na tasa ua mueua. approvou o contrato feito com tsta companbia, fa-
t E' esta urna das questoes para cuio desenvol- Ien^ extensiva a linha d sul at Aracaju", e au-
viroento aguardo occasio cpportuna; eatreunto oraseis viagens annuaes a I 1a oV Fernando de
vou sem esse desenvolviraeato satisfazer o leitor. r Es.a companhia faz a navegacaodo Recifea
. Se a liga da moeda que ao futuro subsidia- Aracaju/, em St-rpipe, tocando no Penedo, as Abv
goas, e com escala pelos portw de Tamandare.
ra o troco era prata se flzesseao Brasil, empregar- Barra Grande, Porto de Pairas, e quaesquer o
se-hia, ao menos por algum tempo, o cobre com- tros que se prestem mesma navegaco ; e at a
prado nos mercados da Europa, e eustaria mais cidade da Fortaleza, ao norte, locando nos porlos
caro pela mo de obra nao com tudo essa a !la, PJj7ba, Asso', Aracaty, e quaesquer outros
. intermedios que offereiram propercues e agua sufn>-
causa pnncipal por que me opponno a fabneaao cente para entrada dos vapores. Deve tambem
del la no paiz, e sim a de ser o (ornecedor dos me-. fazer seis viagensannuaes ilba de Fernando,
laes o governo, que os obleria por mais do seu Companhia para B navesatao de Jequitinho-
"______.___.. .____ ,i nhaO decreto a. 2,242 do I* de setembro de
e provavelmente de pureza ta' 1838 approvou o eentrah> celebrado com o conse-
tins e S. Paulo e chegava at Maula quando linha,
liara i^o contrato com o governo do Per.
Este Contrato, celebrado com o goverio do
Per era 1852, exptrou em julho de 1858 por ter o
governo da repblica intimado que desista do di-
mita de proroga-Jo ; mas em 1859 novo contrato
foi celebrado em Lima, pelo governo e o agente da
companbia, para a navegaco entre Tahatinga e
um poni do Amazonas, na saa afluencia uon o
Huallaga, polo praio de dousaonos, sendo o pri-
meiro rorebso e o segundo voluntario para aqueile
governo, que poderla d-lo por terminado no flm
do primeiro anuo, previnindo a companhia com
seis inezes de antecedencia. Approvado esse con-
trato por decreto de 27 do mesmo mez, eomeqou a
ter eieeuQao no mez de Janeiro de 1860, em virtu-
de de ajustes anteriores com o governo imperial,
ratificados pelo citado decreto n. 2,5'JI de 9 de
maio de 1860. Os dous anuos do contrato peruano
de julho de 1859 findaram em dezembro de
1861.
verdadeiro valor,
que a liga resultante nao satisfara a lei.
< Ora, em qualquer dos casos, ou de caresta ou
de impureza, ou, finalmente, em ambos, o prove.
dor se tornara aborrecido por suas repelidas re-
clamacoes, em quanto que algum feliz...
f Vamos adiante I
Finalmente, que razio tem o provedor para
mente exposto a minha opinio a respeito do con- preferir esla proposta s outras ?
curso para a fabricacao da moeda de troco do Bra-
sil, pens nao dever delta affaslar-me ; entretanto
a proposta junta de certo ponto de vista, digna
de ser estudada. >
As seguintes :
t Em primeiro lugar, ser ella a nica cujos au-
tores teera fundicoes suas, e que pelos contratos
celebrados com diversas nacoes comprovam essas
. I habihtaces ; entretanto nao consta que os outros
Para continuar a ordem seguida na exposicao .... .
proponentcs tenham e dinjam fundic.oes suas, cuja
dos factos de que me oceupo, publicara j, acom-
panhada dos respectivos pareceres, a proposta dos
Srs. James Watt 4 C, mas sendo esta a nica por
mim recomraendada, permtla-me o leitor que, an-
tes de submetl-Ia a seu juzo, esforce-me por ex-
citar-lhe o desejo de examinar esta e aquelles, e
forneca-lhes os precisos esclarecimentos para bera
julgar de urna e de outros.
Conseguire, ouso crer, excitar no leitor aquei-
le desejo, lembrando-lhe que a moeda de troco in-
flue no bem-estar dos particulares, na fortuna des-
tes e do eslado, mais do que lalvez Ihe esteja pre-
sente.
t Para provar a proposicio eraitlida no paragra-
pho antecedente, nao necessito delalhar os doloro-
sos transes por que passavam a Bussia, a Hespa-
bondade de productos oblidos e apreciados os re
commendem ;
t Em segundo, serem os proponentes della os
nicos que se contam com frabricar nicamente a
liga ;
Em terceiro, suggerircm tres differentes espe-
cies de contrato, como se vae ler.
< Fazer a casa dos Srs. James Watt 4 C a liga
com metacs tornenlos pelo governo brasileiro;
celebrar-se e contrato com a condicio de reno-
vado de tres era tres mezes, tomando-se por base
dessa renovacao o preco dos metaes, que na prafa
de Londres fixo durante urna semana; finalmen.
te, contratar definitivamente o governo a fabrica-
cao da liga com essa casa, obrigando-se os contra-
tantes a fornec-las sempre dos melhores metaes
nha, a Inglaterra o outras nacOes, que com to ne-1
gras cores sombrearam o quadro de suas (nangas, d mercado europeu.
e as habilitacoes de seus financeiros, pois a todos | < Se, pois, a liga nao deve ser por ora aqui fei-
esiaro presentes os males por que passou oBra-'ia, pela analy se dos fados exarados segue-se que
sil de 1831 a 1835, e que anda hoje sobre elle ac-
tuara.
< Despertada assm a altenc/10 do leitor, natu-
ralmente elle querer apreciar os esclarecimentos
apoiando-se no mu eslado della, e na circula.-o pro.11etl.dos, isto saber quein sao estes Srs. Ja-
de bilbetes de companhias, emitlidos, segundo elle
diz, em consequeneia da falla dessa modi, e lo
nojo que ella causava; na segunda tentou comba-
te r o parecer da commisso, servndo-se para esse
fim do augmento do 80 cntimas na bracagem le
cada libra da liga aceita pela maiora da commis-
so, augmento que, como fcil de verificar, t a-
sa-se na mudanca da palavra koyramma pela de
fibra; na 3' prope a liga de 75 de cobre e 25 de
nikel, e a fabricacao de modas de 10, 20 e 40
ris.
1 Rcspondendo estes argumentos, digo qu: a
necessidade da substitui;o da moda de troco foi
ha muilo reconhecida pelo governo, que estuda os
meios de a satisfazer da maneira mais til ao pu-
blico e menos dispendiosa para o thesouro que, se
para a introduccao dos bilbetes concorreu o pjso
da moda de cobre, em nada nfima o desappareci-
mento della, visto como por tal maneira supera-
bunda nos esrriptorios das companhias emissras
de taes bilbetes que, pelo menos, urna a passa
cora rebate; que a causa principal de acceita;ao
delles foi, em meu entender, a falta de pequea
moeda de prata; por isso, na ocrasiao em que
propuz a cunhagem de quatro mil contos em m te-
das de vmtem e dez ris, pedi tambem a de mil
em moda de 200 ris em prata, e finalmente que
a elovacao do prego era libra de bracagem da no-
da de troco desapparece logo que, com alguma at-
tenco, se lea o parecer da commisso.
Passando terceira parte, declaro nao poder
concordar rom tal concluso, por ter comba ido
s a adopcao da liga de cobre e nikel, em tempo
que a favor della desenvolvra-se enihusiasmo (al,
que com essa liga pretendra-se fabricar modas
de 200 ris.
Combat essa liga n'aquella poca, porque de
oito nacoes que de 1850 para c effectuaram a
substituicao de sua moda de troco, e a portugue-
sa que a isso vae proceder, s a Suissa (em pai te),
a Belaica e os Estados-Unidos empregaram para
csse fim o nikel; as duas primeiras, obrgadas pe-
la experiencia adquirida que Ihes mosirava pie,
se a moda que adoptassera se confundiste com a
mes Walt & C.; que babbuices tem elles ; que
garantas offerecein para oblerem a empreza que
solicitara do governo ; se elles se propera a cu-
nhar moeda, ou s a fabricar a liga ; porque nao
se faz esta ua casa da moeda do imperio ; final-
mente, que razes teve o :provedor para a favor
delles informar f
c Passo, pois, a satisfazer a esta mais do que
justa curiosidade do leitor.
c O Sr. James Watt um dos successores des-
se Escossez que, nascido em 1736, e reeebendo a
s a proposta dos Srs. James Watt A C. deve ser
acceila.
Temos felo conhecer os Srs. James Walt & C-
como fabricantes de ligas e modas legaes; se de-
Iheiro Francisco Goncalves Marlins para a navega-
Cao vapor no rio Jeiiuitinhonha, e entre a bar-
ra deste e Canavieiras, a ligar a esta a que vae de
Caravellas cidade da Baha. A lei n. 1,044 de
20 de setembro de 1859 appro'ou as cnilieoes
desse contrato. Mas esta ctmi|wnha desorgani-
sou-se.
t Companhia Brasilcira de paquetes.Faz a na-
vegaco nos segrales vapores:
Cruzeiro do Sul e Ogapoek, cala um de 1,104 to-
neladas, 390 cavallos, e 66 pos* jas de tripolaco.
Apa o Princeza de Joimille. cada um de 917
toneladas, 250 cavallos, e 55 pessoas.
Paran, 856 toneladas, 220 cavallos, e 53 pes-
soas.
Tocanlins, 680 toneladas, 220 cavallos, e 55 pes-
soas.
Brasil, 492 toneladas, 120 cavallos, e 55 pes-
soas.
Protecc&o, 100 toneladas, 240 cavallos, e 24
pessoas.
Perseveranca, 200 toneladas, 90 cavallos e 14
pessoas.
O decreto n. 2,045 de 9 de dezembro de 1857
approvou o contrato celebrado, innovando o de 2
de Janeiro de 1855.
O decreto 11. 2,091 de 30 d Janeiro de 1835
alterou alguns dos ?rtigos dos sus estatutos. E o
de n. 2,513 de 17 de dezembro de 1859 alterou as
condces annexas ao decreto n. 1,515 de 3 de Ja-
neiro de 1835, e ao de n. 2,045 de 9 de dezembro
de 1857.
Esta companhia deve fazer duas vezes por mez
viagens para o norte, parlindo os paquetes desta
corte at capital da provincia do Para, com es-
cala pelos portos da Bahia, Ma -ei, Pernambuco,
Parahyba, Rio Grande do Norte, Cear e Mara-
nbo.
As viagens para o sul tero tambem lugar
duas vezes |*r mez, parlndoospaquetes desta cor-
te at o Ro Grande do Sul, e tocando em S. Jos
do Norte, com escala por Santa Catbarina, equan-
do haja necessidade do servico lambem por Santos
eS. Francisco ; devendo na !' viagem de cada mz
seguir o vapor at Montevideo.
O servico de transporte de passageiros e cor-
1 pondencia entre a cidade do Bio Grande e Porto
Alegre deve ser feito por vapores menores desta
A terceira linha faz duas viagens mensaea, de
Belm Cain.i. Durante o auno lindo de 1862 a
uavegaeao vapor da provincia do Para rece bou
um grande e importante desenvolvimento. Em
virtude da autorsacao conferida pelas leis piovin-
ciaes ns. 359 de 6 de outubro de 1860 e 332 de 5
de outubro de 1861, celebrou a respectiva presiden-
cia em 12 de abril um contrato com esta compa-
nhia para a navegaco por vapor entre Belm e a
cidade de Macap, e diversos porlos da ilha de
Maraj.
Por esse contrato ficaram creadas mais tres
linhas de navegaco dentroda provincia ; a saber :
a para Chavas, a 2' para Itacuam e a 3* para
Soure; obrigando-se mais a companhia a fazer to-
car o vapor da linha de Gameta, em todas as suas
viagens, na povoacao de Ahaef. Posteriormente,
para satisfazer s' solicilaces dos habitantes do
district de Anap, cstabeleceu-se nessa mesma li-
nha mais urna escala para o porto de S. Do-
mingos.
Associacao Sergipense para o estabelecimento
de rebocagem vapor as barras da provincia de
Sergipe.Emprega neste servie/ o vapor Aracaju,
de 60 cavallos, 136 toneladas e 14 pessoas de tri-
l>olacao.O decreto n. 1,457 de 14 de outubro de
1854, conceden privilegio a esta associacao para
estabelecer vapores de roboque as barras do Ser-
gipe. E a lei n. 825 de 18 de julh de 1855, ap-
provou a concesso deste privlegi.
Companhia de navegaco do Marauhio.Os
seu* vapores sao :
Cuajar e Camossim. cada um de tW caval-
los, 400 tonelada 30 pessoas.
S. Luiz, 70 cavallos, 98 toneladas,, e 24 pes-
soas.
t Pmdurc, 50 cavallos, 76 toneladas, e 22 pes-
soas.
t Coxitis e Hapkitr, cada um de 30' cavallos,
50 toneladas, e 19 pessoas.
Tem alm deste vapores 9 barcas de relioque,
e algn* lannhfies e bateles para carga.O de-
creto n. 2,197 da 26 de junho de 1858, approvou o
contrato celebrado cora esta companhia para a na-
vegaco eosteira entre e* |>ortos de S. Luiz do Ma-
ranhao, e a cidade da Fortaleza no Cear,.e entre
o mesmo porto do Maraaho, e o de Belm no Para.
E C'o regular por vapor entre o porto de S. Luia do
Maranhac e oda cidade da Fortaleza no Cear rom
escala pelos portos da Parnahyba, Aracaty e- Gran-
ja, ou iruaesquer oulros que se prestem nawega-
eo, e bein assim entre e- mesmo porto do- Maia-
nho e o de Belm, no Para, com escalas pelos de
Guimaresy Turyass, Braganca e Viga.
< Companbia de navegaco as aguas do- rio
Parnahyba, no Piatihy. Emprega nesta nave-
O Dmrte 1, de 90 toneladas e 11 pessoas, de
Pereira Dnarte.
O Pedro H, de 167 toneladas e 22 pessoas, de
Francisco Jos ardoso Filho.
O Innovador, de 81 toneladas e 17 pessoas, do
barao de Mau.
E-tes vapores particulares sao principalmente
empreados 110 transporte do caf.
Existe mais :
A companhia Nictheroby e Inhomirim, forma-
da pela fuso das companhias Nictlierohv e Inho-
niirim. Ella faz a navegaco dentro da baha des-
ta capital, entre os portos seguintes :
Da praia de D. Manad a Botafngo.
Da mesma praia S. Domingos.
Da mesma praia Nictheroby.
Da praia do Peixe ao portode Meyer.e da Ma-
daine em S. Goncalo.
Da praia dos Mineiros Estrella.
Da miaba S. Chrislovo e Ponta do Caj.
Do Sacco de Alferes S. Christovo.
Os seus vapores sao : Carioca, S. Sebastiilo,
S. Clemente, Sania Cruz, S. Domingos, Niclherohy.
Ponta da Aren, Flor da Estrella, Ponta do Caj ,
S. Chrislovo, Unido, Veloz, Activo, cora urna tri-
polaco Mal de 81 individuos.
Companlua Mau.Fu viagem diaria entre o*
caes da Prainha, na corte, c o porto de Mau. Em-
prega nella 3 vapores aTaitii. Bonga e Petropotir.
* Unido Nicllieroyense.VM a navegaco regu-
lar, e eindias alternados, entre esla corte eo porto
de Sampaio, no rio Macac, e diaria entre esla cor-
te e a cidade de Mag, rom escala po Paquet.
t Rio de Janeiro, em 14 de dezembro de 1863.
Jos Mauricio Fermndes Pereira de Burros.
Da Presar iradozimos o seguinte artigo, ali
publicado sobre o tituloA pena de merte va In-
glaterra :
Ser a pena de morle a pedra angular da so-
ciedade humana ? .Vum estado bem organisado
ser o carrasco o complemento ndispensael do
poder execulivo, o allerergo do soberano T Dever
a justica exigir dente por dente, olho por oMtor ca-
ber por eahaaa ?
Dever ella, para conservar a seguranza- so-
cial, arrancar a vida, framente, de caso pensado,
coi todas as solemnidades- de suas corles e ttifeu-
naes, de suas forcas e cadaftilsos, ao humen* que
matou um de seus semeUiaiiles premed lamente
ou pela expioso sbita de ms paixes ?
E ene um assurapto de controversia que-oc-
cupou o legistas, os phefoptios, os rhetorieo,
desde a invenco da palavra e da escripia : Tal
questo porm nao lera probabilidades de solufo,
e a pena de morte nao poder nunca desappareeer
de nossas leis, de nossos rastumes emquanto
nteresse polticos dos povo,. emquanto as suai
das e pendencias nao tiverenv outra suprema
reSolucao seno a forca das arma.
E' bastante singular a manifestado enrgica
de sentimentos de reprovaco como o fer ha dias-
a populacao de Sonihevark, uavdos quarleires de
Londres, pon occasio de exeeatar-se urna sentec-
Ca capital contra uin homem convencido de assas-
snato, emifianlo os soberanos, es fos, os chefes
das nafoes reclamaren) como un de seus privile-
gios mais preciosos o direito db declarar sos a>
guerra, de maridar milhares de soldados a carni-
ficina das batalhas, de organisar era grande os
meiosde desttuico humana pelos-raeios maister-
riveis, mais eaiieililos, com carabinas que attin-
gem o alvo a morte a 4 e 5JJ00 metros, coi a. navios encoura-
cados e armados de lancas que n.um encontr ar-
reineearu urados dous ao abysmo-das-ondas.
< E' preciso' entretanto dar valor a essa man-
festaeio de urna capital como Londres, a qual tem
maior numerante habitantes do que todas as cap-
O vapor Urussuhy, xa 18 pessoas de tripola-1,aes ?> f5**
o.-A lei n. 761 de 24 de julho de 1854, auori- ra *.Q" a aPI>'cacuo
Cao
baixo de outro ponto de vista alguem os quizer companhia.
apreciar como fundidores e machinislas, informe"' Companhia de navegaco ecommercio do Ama-
se do que a fragata em ac, que ltimamente es- sao .
senhores construirn!
-Os vapores que emprega nesta navegaco,
ses
ou veja
senhores
pital.
t Nao desojando alongar mais este artigo, deixo
a pubhcaco da proposta dos Srs. James Watt & C.
para o seguinte. Dr. Candido SAzeredo Couti-
nho.
Do relatorio do ministerio da fazenda extra-
himos o seguinte quadro da navegaco vapor de
nstruccao elementar em urna escola gratuita, ob- \ grade e pequea cabotagem da corte para o sul
leve em 1769, pelos melhoramentos que fizera as' e norte do impeTMt ,, ndicac^n das companhias
machinas de vapor, seu primeiro previlegio exclu-1 e vapor( sivo para as fabricar com taes melhoramentos :' e decretos que as rgelam :
quedepois de 1775, associado a Boulton, cobriu al Empreza de navegaco -Espirito Santo.-
inculU e estril collina de Solio de bellos jardins, I Ella tPm '-5? servi0 v?nr Jarana, de 237
sumpluosos edificios, e de olfieiuas ipie em breve
se lornaram as primeiras da Europa-, que por suas
descoberlas na sciencia chegou a ser socio das so-
ciedades reaes de Edemburgo e de Londres, e
membro da academia de sciencias do Instituto de
Franca; que 1800 retirou-se com o non e de James
Watt, gozando do respeito e estima do mundo in-
letro; que morreu em 1819, obtendo da Inglaterra
estiituas ; que i bem conhecido dos operarios ma-
chinistas; que, finalmente, insereveu seu nome na
Historia e Retratos dos horneas uieis humanida-
de, ao lado dos de Montyon e Franklin, o que nao
dado a todos os grandes homens.
Que habilitacoes tem estes Srs. James Watt
&C?
J em 1779 Boulton. ento socio da casa hoje
pertenecnte aos Srs. James Watt & C. cunhra pa-
ra Inglaterra 166,666 em cobre, moeda por tal
maneira bella que nao recolhendo o governo in-
glez a que corra falsificada, os falsificadores lize-
ram desappareeer do mercado a fabricada por esse
engenheiro, afim de privar o pivo inglez dos meios
de verificacao.
Comtudo, este facto, praticado ha 65 annos,
pouco ou nada provaria, tanto mais que Boulton
j nao existe ; precisas se tornara, pois, outras
para o governo inglez, 1 < O Belm, de 200 cavallos, 142 toneladas, com
a machina a vapor feita na casa desses 52 pessoas de Iripolaco.
para a companhia de esgotos nesta ca- *'"'<. de eguaes dimenses e egual tr.pola-
0 C*0 do antecedente.
Tapnjoz, dem.
Inca, 100 cavallos 142 toneladas e 46 pes
soas.
Ycamiaba, idem.
Tabatinqa, 60 cavallos, 71 toneladas o 32 pes-
soas.
Monarcha, 30 cavallos, 35 toneladas e 24 pes-
soas.
Alm destes vapores anda possue a rompa-
nhia 7 saveiros e officinas onde emprega para mais
de 100 peone*.A lei n. 586 de 6 de setembro de
1850 art. 2o autorisou o governo a estabelecer ne
Amazonas e aguas do Para a navegaco |mr vapor,
que servase |*ra correios, transportes e rebocagem
at provincias vizinhas e territorios eslrangei-
toneladas, 120 cavallos de forca, enm 28 pessoas | ros confinantes, consignando prestad-oes a quera se
de tripolaco :P*"lo decretan. 2,063 de 27 de propozesse a manler a dita navegaco,
dezembro d> 1857 foi approvado n contrato para gando embarcacoes do estado.
esta navpgaco, e pelo do n. 2,249 de 15 de selem- de 30 de agoslo de 1852, nessa conformidade n
tiro de 1858'f<>ram approados seus psiatntos. O ceden Irineu Evangelista de S uza privilegio
decreto n. 2,436 de 6 de julho de 1859 innovou o elusivo por 30 annos para a navegaco por va|
ou empre-
0 decreto 11.1.027
con-
ex
apor
contrato. l no sobredilo rio.
Esta companhia ohrigada a fazer a navega-1 O derrelo n. 1,055 de 20 de outubro de 1852
lo urna 011 mais vezes por mez entre o |Kirto do approvou os e ,io de Janeiro e o de S. Matheus, na provincia do A lei n. 726 de 3 de oulujro de 1853 appro-
Espirito Santo, com escala pelo de Itapemirim e vou o contrato celebrado rom esla companhia em
i'a cidade da Victoria, tocando tambem foz do virtude da lei citada de 1850, e autorisou o governo
Itaba|ir>ana, Pinina e Guarapary, quando convier i a e-tipular com ella, media He ndemnis.co, o
e pra sso houver trato e signl combinado de an- lempo e a forma do resgaie do respectivo privilegio
temao. do modo i|ue julgasse mais convenienie. O decre-
Companhia Macah e Campos. Emprega | to n. 1,445 de 2 de outubro de 1854 innovou o con-
nesta navegaco o vapor Diligente, de forca de 140 trato.
cavallos, 199 toneladas, com 23 pe-soas de tripo-
laco.
Alm disso possue 5 hiates e 8 barcas. O de-
creto n. 2,584 de 30 de abril de 1860 approvou os
estatutos desta companhia.
O decreto n. 3,030 de 12 de dezembro de 1862
approvou o seu contrato para fazer mentalmente
urna viagem do Rio de Janeiro e Caravellas, na
provincia da Babia, rom escala pelos portos inter-
mediarios da Victoria e S. Jos de Porto Alegre,
e deste ao de Santa Clara, no Mucury.
CompanhiaSanta Cruz.Tem vapores, dos
quaes 4 sao empregados na navegaco subsidiada
pelo governo geral, e os outros 4 emque simiente
subsidiada pelo governo provincial, isto a nave
gacao da Cachoeira, Santo Amaro,
lenca.
c Pelo decreto n. 1,988 de 10 de outubro de
1857 teve o contrato outra no> aco, a qual fi al-
terada lelos decretos ns. 2,107 de 20 de fevereiro
de 1858 e 2,591 de 9 de maio de 1860
1 Por decreto n. 2.87 de 14 de setembro de 1861
foram approvados os novos estatuios que actual-
mente regem, e que elevaram o sen capital.
t E>ta navegaco est dividida em 3 linhas :
Al* faz duas viagens |n r mez, i.rinejpiaiido
em Belm, rapilal da provincia do Nra, >' termi-
nando em Manos, na capital la provinea do Ama.
zonas, com escala por Breve-, Gurupa, Prainha|
Sanlarem, Obidos, Villa-Real e Serpa ;
< A 2* fz una viagem manual, principian lo na
cidade de Manos, capital da provincia do Amazo-
Nazarolh e Va- i as, e acabando em ntwtmg*, na frmtxira do Pe-
I ni, com escala por Coary, Telf, Fonte-Boa, Tocan-
sou o governo a conceder privilegio a particulares
ou a com|>anhtas, que ewprehendessem a navega-
co por vapor as aguas do- ro ParnahyfJk. E
elf. divamente a coinpahi se incorporou e on-
tratou cora a provincia a referida navegaco : este
contrato foi reformado em 22 de setemlwnde
1859 ; mas a subvencao provincial marcad* nao
foi paga, e um terceiro contrato ainda se ce-
lebrou.
Por aviso de 24 de fevereiro de 1?60, mandou
o governo geral auxiliar a esta empreza com urna
subvencao.
O decreto n. 2,974 do 16 de setembro de 4862,
permittni a esla companhia a navegaco vapor
no rio Parnahyba, e approvou seus estatutos.
Companhia Ferreira, entre esta corte e a cida-
de do Desterro, em Santa Calharina.Os seas va-
pores >o :
Imperador, de 580 toneladas e 31 pessoas.
Imperatriz, de 580 toneladas e 31 pessoas.
Jiqui, de 30 toneladas e 8 pessoas.
t Progresso.O decreto n. 1,066 de 15 de no-
vembro de 1852, approvou o contrato feitc.com Jos
Rodrigues Ferreira, para a navegaco por vapor
entre o porto do Rio de Janeiro e o da eidade do
Desterro.
t O decreto n. 1,762 de 14 de maio de 1856, in-
novou o subsidio addiconal que fura concedido a
esta companhia. O decreto n. 2,450, de 18 le agos-
to de 1859, approvou os seus estatuios e detetrai-
nou que se denominasecompanhia de navega-
Co intermediaria a vapor al Santa Calharina.
Obrigou-sea realsar a navegaco era duas viagens
redondas por mez, entre o Rio de Janeiro e Santa
Calharina, tocando em Uhatoba. S, Sebastio, San-
tos, Iguap, Paranagu e S. Francisco.
Comnanbia de navegaco entre Montevi leo e
Cuyab, denominadado Alto Paraguay.
c Ella emprega os seguintes vapores :
Mrquez de Oiinda, de 80 cavallos, 198 tonela-
das e 41 paseoaa.
Cnnselheiro Prannos, de 30 cavallos, 70 tone-
ladas e 31 paiaoas.
Visrnmlc de Ipanema, de 40 cavallos, 100 tonela-
das e 31 i>essoas.
^Cuyab, 10cavallos, 30 toneladas, duas pesoas.
Este vaiwr serve na viagem de Matto-Gross} at
Sanio Antonio, era occasio de secca ; e quando
isso acontece, augmeiit ase a sua tripolaco rom
marinheiros de alguns dos outros vapores. Possue,
alm disso, 2 lanc.hes de ferro que se emnregan,
rebocados (lelos vapores, no condnrcao de cargas
de Corumb a Cuyab. Urna lancha, que lerte
para descarga dos vapores, um bote, una garito
do servico dos mesinas, 7 canoas e 2 bateles, que
se empregam no service do corte de lenha.O de-
creto n. 2,196 de 23 de junho de 1858, approvou o
contrato celebrado com Jos Antonio Soaies para a
navegaco por vapor entre Montevideo e a cidade
de Cuyab.
t O decreto 11. 2,216 de 7 de agosto de 1859, ap-
provou os estatutos desta companhia.
Obrigou-se a estabelecer duas linhas de nave-
gaco a vapor, sendo a I* do porto de Montevideo
para Bueiios-Ayres, Bailada, Corrientes e Assump-
eao at cima de Coimbra na provincia de Matto-
Grosso, onde stiver a alfandega; e a 2' deste |Kin-
lo al cidade de Cuyab.
< tinao Campista e Fidelista.
Os seus va|iores sao :
GeVe, de 182 toneladas, 22 pessoas e 120 ca-
vallos.
Galgo, de 13 cavallos, 72 toneladas e 15 s-
soas, o qual faz a navegaco intermediaria de Cam-
pos S. Joo da Barra e vice-versa. O decreto 11.
t.624 de 21 de julho de 1855, autorisou a ineorno-
r.ico. e approvou os estatutos desta companhia.
E n decreto n. 2,t93 de 30 de Janeiro de 1858, au-
torison-a a augmentar o sen fundo social. Faz a
navegaco entre esta corle e a cidade de Caiii|Hs.
Alm das barcas de vapor, deve ler a compa-
nhia mais um trapicho na barra da cidade de S.
Joo da Barra com a capacidade precisa, e. mais 4
barras de caixo proprias para a navegaco do rio
Parahyba.
Alm destas companhias existe :
O vapor tamb, de Araujo, de 86 toneladas e
17 pe moa de tniedaco.
O vapor Paruhyba, de J. Cornelio dos Santos,
de 104 tonelada** 16 pessoas de tripolafao,
O paquete Jeviimirim. de 84 toneladas, o 14
peeeaaa, de L. T. Guerra.
t O D. Affonso, de 124 toneladas e 18 pessoas,
do mewno.
O Pariiht/, de 107 toneladas e 20 pessoas de
Ivaby A B.aga.
O Sonta Mara, de 304 toneladas a 24 pessoas,
do misino.
O M'iriimbaia, de 66 toneladas e 14 pessoas,
de J. J de Souza Breves.
da pena-
de morte provoca sentimentos t* enrgicos de re*^
pulso, sem qne entretanto tenha havido a menor
tentativa de violencia para oppor-se a exacucao da
lei. Nao a primeira vez que o carrasco apu-
nado pela rnoJndo ; mas a primeira vez que se
da sentenca lo-solemne contra merte imposta por
uma senlt'nea jurdica ; senlenca que se mani/os-
tou menos pdus- clamores dos asedenles do ipio
pela obslenco- systeinatica, pelo silencio glacial da
parte sensata, da parte mais esclarecida das eas-
ses operaras.
< As circuoistancias eram taes que o pefda>ou
comnitiiaro da pena concedida a Samuel Wrght
e,|uivalia a aeolico da pena capital na loglalsrra.
Foi iniciativa que o ministro e secretario-de estado
do interior nao ousou tomar, depois de- ter ordena-
do a suspensao da execucao de Jorge Townley,
condemnade, pelo assassinato preraaditado de- Miss
Goodwin.
t Sir Jorge Grey excitou contra si o deseonten-
tameoto porum acto de clemencia e por uai acto
de severidade, pr.itirados sem ^scerniaento.^
t Os dous culpados achavam se em sitnaco so-
cial bem diversa : um pertent classe rica e o
outro classe pobre; um rere bera os beneficios
da educaro e o outru apenas contiena o trabalho
manual. Ambos havjam justamente incurrido no
rigor das leis ; ambos havam assassinado uma
mulher, Jorge Townley conunettera o rriine com
premeditacao em pleno da, Samuel Wnght em
um momento de colera, em seguida a uma disputa
nocturna.
O primeiro s f julgado seis mezes depois
do i-rime, com o concurso aos mais habis defen-
sores.
0 segundo, no praio de seis dias eslava julga-
do e condemuado com a simples conlisso da sua
culpa.
A petico de graea apresentada em favor dos.
dous condeinnados eslava assignada por magistra-
dos, mdicos e oulros cidados recommendaveis.
A nica excusa do ministro, por ter perdoado> a
Townley, era um attestado de lourura ; a | CJki de Londres, porm. nao poda aceitar disnc-
cao lo subtil, sobreludo peranle a presuwpcfio
existente de que o atte.-tado de loucura nao passa-
va de um acto de complacencia.
Foi por sso que esta populacao fez fechar as
janellas que davam para a praca da exeeucSo, o
que signal de luto na Inglaterra : foi por isso
que fez fechar todas as tabernas, todas as. paAWc-
Itouses das visinhancas da cadeia : foi por isso que
deputados das curporaces operaras inipuzeram
aos seus companheros que se afastassem do lugar
da execucao ; foi por sso que vinte mil assislentes
que se agglomeravam na praca de ursoi(/er-
fuae proiestarain contra essa iniquidad** judiciaria
com applausos ao condt-mnado, com invectivas ao
carrasco.
0 assassino cammhava calmo, qua no enlamo que Calcraft trema durante os seus l-
gubres preparativos.
Havam quinhentos polkeme ou constables
para proteger o cadafalso ; havam dez mil bra-
cos robustos que em dous segundos pediam disper-
sar os representantes da lei, apoderar-se do eoa~
demnado, maltratar o exeeutor e seus ajudantes...
mas, nao se commetleu um s acto de violencia,
t Methoditas, presbyterianos, baptistas, mera-
tero* das differentes sociedades religiosas prvhWtV
ram com cnticos sagrados, contra o dreilo que
arroga a si a justica dos homens applicando a
pena do lalio : o povo proclamava em ala gritos
a sua senlenca soberana contra a pena capifcil :
Shame I Se more >aa)ffai Juslice for Ibe noor an-
de fur Ihe rich I Ferasaaa! Nao mais en'orcamen-
tos! Justica egual no pobre e ao rico !
t Votava-se as.-im a exerraeo publica Calcraft
que lera o monopolio da- execuces na Inglaterra
e que goza da naor celebridade do que o proprio
Shak-i>eare, de quein ainda ltimamente pergnn-
lava um camponez a proposito do anniversaro tri-
centenario do mnmrlal autor dtMacbctt e Othello :
t Qiieem este Shakspeare de que lodo o mundo
falla no condado ? >
Na ha seguramente uma aldeia da Inglater-
ra 011 do paiz de Galles onde seja possivel fazer
egual |ierguiiia proposito de Calcraft.
O i-fteito produzido pelo protesto popular de
quarla-feira Un miiieiisa significaco; maior,
porm, seria ella se o cadafalso livesse sido lauca-
do por trra, e a revolla obtendo sangrenta victo-
ria, livesse abaixado pela forca a mao da hi>tica.
A pena de morte acaba, pois, de er julgada
em piiuieira in-i.mcia : poder ella appellar e de-
morar a sua definitiva condemnaco, mas lodos os
aungos do progresso devem fazer votos para que
desapi>areca como oulros lerriveis flagellos, como
a escravidao e a guerra I
".
^
/
;
PEKNAMBliCO fYP. vK M. P. F. A K1LH0


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