Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10326


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Full Text
A
AUNO XL. DMERO 70.
Por tres mezes ada na dos 5$O00
Por tres niezes vencidos 6j>UU0
Porte ao correio por tres mozos. 750
SABBADO 26 DE MARCO DE 1864.
Por anno adiantado.....i9$00O
Porte ao correio por nm anno 3J000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Manraes da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemoa 3raga Ce.ir, o Sr. J. Jos \*
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o
?r. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Ps-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Rezerros, Bonito, Caruaru",
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, f.imoeiro, Rrejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Taearatu", Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua PreU e Pimenteiras as quintas feiras.
llha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/2 dia.
EPHEMERJDES DO MEZ DE MARCO
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a i h., 39 m. e 20 s. da m.
M Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da ra.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJR.
Primeira as 6 horas e 6 minntos da manhaa.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
PARTDA DOS VAPOR S COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 28; para o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada uiez para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc, maio, ful, seL enov.
PARTIDA DOS OilNIBL'S.
Para o Recife : do Api pucos s 6 '/*. 7, 7 >/,, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as6'/, dam.; do Ca canga e Varzea s 7
da m.; de Bemlica s 8 da ra.
Do Rerife : para o Apipuros s 3 /,, 4, 4 /, 4'/,,
, o'Ai, S /, e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e.4 '/i da Urde; para Ji.boalao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s i'/da tarde; para
Bwnlca s 4 da Urde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAKS JA CAPITAL.
Tribunal docomraercio: segundas e quinUs.
Relagio: lergas e sabbados s 10 horas.
Fazeuda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphios: torgas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e ;iexUs ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da Urde.
DIAS DA SEMANA.
21. Segunda. S. Bento ab.; S. Birillo b.
22. Terca. Ss. Ilasilissa e Calerina mm.
23. Quarta. de tovas. S. Victorino m.
24. Quinta-eira rnaior.
2.". Sexta da paiiie. S. Inneo b. m.
Mi Sabbado d'aileluia. S. Ludgero ab.
27. Domingo. Paschoa da resurreigo.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ins. 6 e 8v dos proprieurios Manoel Figneiroa dt
Faria 4 Fimo.
PARTE OFFICIAL.
i>EcniTO n. 3,204 de 24 de dezembro dk 1863.
i'romulgao tratado celebrado pelo Brasil e varita
potencias da Europa e da America com o reina
da Blgica para a aboliciio definitia, por meto di
resgate, dos direitos do Escalda.
Havendo-se concluido e assignado no dia 16 di
julho do crreme anno, uin tratado entre o Brasil
e varias potencias da Europa e da America por
lima parte, e a Blgica pela outra, para a aboiigi)
for meio de resgate, dos direitos do Escalda; j
ti mo sido este acto mutuamente retilicado e troca-
das as ratilicages no dia 11 de novembro prximo
(indo, hei por bem mandar que o dito traUdo scj
cjservado e cumplido inteiramente como nelle sj
cortean.
O marquezde branles, do meuconselho, minis-
tro e secreUrio de estado dos negocios estrangeiros
c tenha assim entendido e expega os despachos que
jrem necessarios.
Palacio do Rio de Janeiro aos 24 dias do inez do
d zembro de 1863, 42* da independencia e do Im-
perio. Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Mrquez de branles.
Nos D. Pedro II, Imperador constitucional e de-
fensor perpetuo do Brasil, ele. Kazemos saber a
todos os que a presente carta de conlirmag.o, ap-
provagio e ratificagio virem, que aos 17 dias do
n til de julho do corrente anno concluio se e assig-
muse, na cidade de Bruxellas. entre nos, SS. MM
o imperador da Austria, o re dos Belgas, S. Exc. c
Sr. presidente da repblica do Chile, SS. MM. c
ri i da Dinamarca, a rainha de Hespanha, o impe-
rador dos Francezes, a rainha da Gra-Breunha e
Irlanda, o rei de Hanover, o rei da Italia, S. A. R
o gre-duque de Oldemburgo, S. Exc. o Sr. presi-
dente da repblica do Per, SS. MM. o rei de Por
trgal e dos Algarves, o rei da Suecia e Noruega, e
imperador dos Ottomanos e os senados das Cidade*
Livres e Hanseatiras de Luberk, Bremenn e Ham-
burgo, pelos respectivos plenipotenciarios que se
aehavam munidos dos competentes plenos poderes,
nm tratado relativo a abolicao dos direitos do Es-
calda, cojo theor o segrale :
Ir atado para a abolicao por meto de resgate dos
direitos do Escalda, a que se refere o decreto su-
jira.
b. M. o Imperador do Brasil, S. M. o imperador
d'Austria, rei de Hungra e de Bohemia, S. M. o rei
d >s Belgas, S. Exc. o Sr. presidente da repblica
do Chile, S. M. o rei da Dinamarca, S. M. a rainha
de Hespanha, S. M. o imperador dos Francezes, S.
M. a rainha do Reino-Unido da Gra-Bretanha e
Ir. anda, S. M. o rei de Hanover, S. M. o rei da lu-
lia, S. A. R. o grao-duque de Oldemburgo, S. Exc.
o Sr. presidente da repblica do Per, S. M. o rei
de Portugal e dos Algarves, S. M. o rei da Prussia,
S. M. o imperador de todas as Russias. S. M. o rei
da Suecia e Noruega, S. M. o imperador dos Otto-
minos e os senados das Cidades Livres e [{anse-
ticas de Lubeck, Brcmen e Hamburgo, igualmente
animados do desejo de sentar para sempre a na-
vegagao do Escalda da peage, que sobre ella pesa,
dt; assegurar a reforma das laxas martimas cobra-
das na Blgica e de facilitar assim o desenvolvi-
nn-no do commercio e da navegagao de seus res-
pectivos estados, resolvern! celebrar para este flm
um tratado e nomearara para seus plenipotencia-
rios, a saber :
5. M o Imperador do Brasil :
0 Sr. Joaquim Thomaz do Amaral, commendador
da sua imperial ordem da Rosa, commendador da
onlem de Francisco I de aples, seu ministro re-
sidente junto de S. M. o rei dos Belgas.
S. M. o imperador da Austria, rei da Hungra e
de Bohemia :
O Sr. (virios, bario de Hugel, cavalleiro da or-
de o imperial e real da Cora de Ferro de 1* clas-
se cavalleiro da ordem imperial e real de Leopol-
do da Austria, graa-crui da ordem de S. Jos de
Toscana, graa-cruz da ordem de S. Gregorio o Gran-
de, senador gra-cruz da ordem ronstantiniana de
S. Jorge de Panna, cavalleiro da ordem papal de
CrnMo, commendador da ordem real do anebrog
de Dinamarca e da ordem reai da Wasa de Suecia,
oflieial da ordem real de Leopoldo da Blgica, ca-
va leiro da ordem real da Aguia Vermelha da Prus-
sia, etc., etc., etc., doutor em direito pela Univer-
sidade de Oxford, membro effectivo das academias
imperiaes das sciencias de Vienna e de Leopoldina
Carolina, presidente dasoeiedade imperial de nor-
tie iltura de Vienna, membro honorario e effectivo
de umitas sociedades scientifleas, seu conselheiro
intimo actual, seu enviado extraordinario e minis-
tre plenipotenciario junto do S. M. o rei dos Belgas.
:> M. o rei dos Belgas :
O Sr. (darlos Rogier, grande official da sua or-
dem de Leopoldo, condecorado com a Cruz de Fer-
ro, graa-cruz da Legio de Honra, graa-cruz da or-
dem de S. Mauricio c S. Lzaro, gra-cruz da or-
dem da Estrella Polar, gra-cruz da ordem do Ra-
mo Bramtino da casa de Saxe, tria-eras da ordem
de Nona Senbora da Cooceiclo da Villa Vinosa,
gra-cruz da ordem da Agola Branca, graa-cruz
da ordem de Carlos IU, graa-cruz da ordem da
Aguia Vermelha, seu ministro dos negocios es-
trangeiros e o Sr. Augusto bario de Lamber-
ment, official da sua ordem de Leopoldo, graa-cruz
da'.rdem de S. Estanislao, grande official da Le-
fia de Honra, cavalleiro de 1* classe da ordem de
>. -Vrrnando de Hespanha, etc., secretario geral do
ministerio dos negocios estrenemos.
S. Exc. o presidente da repblica do Chile :
I. Manoel Carvalho, seu enviado extraordinario
e ministro plenipotenciario junto de S. M. o rei dos
Belgas.
& M. o rei de Dinamarca :
( Sr. l'raneisco Preben, bario de Bel-Brehe,
cavalleiro da sua ordem do Danebrog, official da
ordem de Leopoldo da Blgica, cavalleiro das or-
dens da Estrella Podar da Suecia e da Aguia Ver-
melha da Prussia, camarista e mootoiro da sua
corto, seu ministro e residente junto de S. M. o rei
dos Belgas.
S. M. a rainha da Hespanha :
r. Dio,'o Coello de Purtuxal y Quesada, graa-
cruz da sua ordem de Isabel a Catholica, commen-
dad ir da sua ordem de Carlos III, graa-cruz da or-
dei de S. Mauricio e S. Lzaro, graa-cruz da or-
dem de S. Jorge de Parma, offleial da LesAo de
II inr, cavalleiro da ordem de S. JoSo de Jerosa-
leiii, deputado as edrtes, sen enviado extraordina-
rio e ministro plenipotenciario junto de S. M. o rei
dos Btdgas e da eoofederacio Suissa.
.. M. o imperador d'is Pranceies :
(1 Sr. leal Altara P.uilo, bario de Malaret, ofli-
cia da Legio de Honra, grea-erai da ordem dos
Gil Ipbos do Hanover, gria-rruz da ordem de Heo*
riq le o Leao de Brunswick, commendador de nu-
me o extraordinario da ordem de Carlos lll da
Henpanba, etc., seu enviado extraordinario e mi-
nis ro plenipotenciario junto de S. M. o rei dos
Belgas.
S. M. a rainha do Reino-l'n ido da Gria-Brela-
ii ti a e Irlanda.
I) Sr. Carlos Augusto, lord Hiward de Waldene
Seaford, par ilu reino unido, cavalleiro graa-crOC
da milito honrada ord mu lo Banho. seu enviado ex-
tra >r linario e ministro plenipotenciario junto de S,
M. o n i dos Belgas
S. M. 0 re do Hanniiver :
O Sr. Rodo, bario de Hodemberg, condecorado
eoin a \' rlasse da ordem dos Guelphos de llanno-
ve-, commendador da ordem do Leao Neerlands,
mimstro residente deS. M. o r.i du Ihnnover jun-
t.i le S> MM. o rei dos Belgas e o rei dos Paizes-
Bai ro.
S. M. o rei da Italia :
i.1 Ar. Luiz Lopi, conde de Montalto. grSa-cnuda
sua ordem de S. Mauricio e S. Laiaro, graa-cruz da
ordem de Leao Neerlands, >eu enviado extraordi-
nario o ministro plenipotenciario junto de S. M. o
rei dos Belgas.
S. A. real o grao-duque de Oldemburgo :
O Sr. (elTckeii, odleial da imperial ordem da
Rosa, do Brasil, cavalleiro de 2* classe com venera
da ordem da cora da Prussia, cavalleiro da Legio
de Honra, doutor em direito, seu enviado extraor-
dinario o ministro plenipotenciario Junto de S. M.
o rei dos Belgas.
S. Exc. o presidente da repblica do Peni:
D. Manoel Yrigoyen, seu encarregdo de nego-
cios junto do governo de S. M. o rei dos Belgas.
S. M. o rei de Portugal e dos Algarves :
O Sr. Jos Mauricio Correa Henriques, visconde
de Seixal, membro do seu conselho, graa-cruz da
sua ordem de Christo, commendador da sua ordem
de Nossa Senhora da Concegao da Villa-Vicosa,
graa-cruz da ordem do Leao Neerlandez dos Paizes-
Baixos, gria cruz da ordem de S. Mauricio e S. L-
zaro, de Italia, graa-cruz das ordens de Sant'Anna
e de S._ EsUnlslo, da Russia, graa-cruz da ordem
da cora de ferro, da Austria, graa-cruz da ordem
de Alberlo o valeroso, de Saxe, commendador da
ordem do Danebrog, de Dinamarca, condecorado
com a imperial ordem ottomana do Nichan lftihar,
de 1* classe, seu enviado extraordinario c ministro
plenipotenciario junio de S. M. o rei dos Belgas e
de S. M. o rei dos Paizes-Baixos.
S. M. o rei da Prussia :
O Sr. Carlos Frederico de Savigny, cavalleiro de
sua ordem da Aguia-Vermelha, de 2' classe com a
venera, graa-cruz da ordem do Leao de Zaehzin-
gen, de Badn, graa-cruz da ordem de Alberto de
Saxe-Heal, gra-cruz das ordens do Ramo Ernesti-
no da casa de Saxe, de Anhalt, etc., etc., etc., seu
camarisu e conselheiro privado actual, seu envia-
do extraordinario e ministro plenipotenciario junto
de S. M. o re dos Belgas.
S. M. o imperador de todas as Russias :
O Sr. principe Nicolao Orlobb, cavalleiro de sua
ordem de S. Wladimir, de 3* classe com espadas,
cavalleiro da sua ordem de Sant'Anna, de 2' classe,
cavalleiro da sua ordem de S. Jorge, de 4" classe,
cavalleiro da ordem de S. Joao de Jerusalm, ca-
valleiro da ordem da Aguia-Vermelha, da Prussia,
de 3* classe, cavalleiro da ordem da cora de Wur-
temberg, da 3* classe, cavalleiro da ordem da casa
Saxe-Ernestina, de 3* classe, cavalleiro da ordem
de Leopoldo da Austria, de 2" classe, cavalleiro da
ordem da cora de ferro da Austria, de 2* classe,
commendador da ordem do Falco Branco de Saxe
Weimar, seu ajudante de campo geral, sea enviado
extraordinario e ministro plenipotenciario junto de
S. M. o rei dos Belgas.
S. M. o rei da Suecia e Noruega :
O Sr. Adalberto de Mansbach, cavalleiro da sua
ordem do S. Olavo de Noruega, cavalleiro da or-
dem do Danebrog, de Dinamarca, cavalleiro da or-
dem de S. Joao de Jerusalm, cavalleiro da ordem
da Aguia-Vermelha, da Prussia, de 3* classe, ca-
valleiro da ordem do mrito civil do reino de Saxe,
seu camarina, ministro residente junto de S. M. o
re dos Belgas.
Sua mageslade o imperador dos ottomanos :
Musurus Bey, funecionario da ordem de Bala
do seu imperial governo, condecorado com a im-
perial ordem do Osmani, de 2" classe, condeco-
rado com a ordem impenal do Medjidi, de I
classe, grao-cruz da ordem do Leopoldo da Bel-
gica, gra-cruz da ordem do cruzeiro do Brasil,
graa-cruz da ordem de S. Manricio e S. Lzaro, |
gra-cruz da ordem de Leao ;N eerlandez, grande
commendador da ordem do Salvador da Grecia,
seu embaixador extraordinario e plenipotenciario
junto de sua mageslade o rei dos belgas.
E os senados das cidades livres e hanseaticas
de Lubeck, Bremen e Hamburgo :
O Sr. Geffecken, cavalleiro de 2* classe, coma
venera da ordem da cora da Prussia, official da
ordem imperial da Rosa, do Brasil, cavalleiro da
Legio de Honra, doutor em direito, enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario das ditas
cidades, junto de sua magestade o rei dos Bel-:
gas.
Os quaes, depois de terem trocado seus respec- I
tivos plenos poderes, que foram achados em ba
e devida forma, concordaram nos seguinjes ar- i
tigos.
Art. 1. As altas partes contratantes tomao em I
considereco :
1. O tratado concluido em 12 de maio de 1863,1
entre a Blgica e os Paizes Baixos. que ficar
annexo ao presente tratado, e pelo qual sua ma-!
gestade o rei dos Paizes Baixos renuncia para i
sempre a peage estabelerida sobre a navegagao do
Escalda e suas embocaduras pelo j 3 do rt. 9
do tratado de 19 de abril de 1839, e sua mages- i
tade o rei dos Belgas se comprometi a pagar o
capital de resgate dessa peage, lixado em 17 mi-
Ihes cento e quarenta e um mil seiscentos e -
quarenta florins.
2." A declaragao feita em nome de sua mages-
tade o rei dos Paizes Baixos, em 15 de julho de
1863, aos p!ciii|x>tenciari>)$ das altas partes Con-
tratarte, do que a suppresso da peage do Es-
calda, a que annuio sua dita magestade." applica-
se a todas as bandeiras, de que essa peage nio
poder ser restabelecida sb qualquer forma que
seja, e de que a suppresso nao prejudicar as
deraais disposices do tratado de 19 de abril de
1839, declarag.io essa que ser considerada como
inserta no presente tratado, a quo ficar igual-
mente annexa.
Art. 2. Sua mageslade o rei dos Belgas faz por
sua parto a mesma declaragao, mencionada no
S 2 do artigo precedente.
Art. 3. Sua magestado o rei dos Belgas loma
ainda para com as oiras partes contratantes os
seguintes compromssos, que tero efleilo a partir
do dia em que a peage do Escalda deixar de ser
percebida.
1.* O direito de tonelagem, cobrado nos portes
belgas, ser supprimido.
2. Os direitos de pilolagom nos portes belgas
e no Escalda serio diminuidos :
De 20 0|0 para os navios vela.
De 2o 0|0 para os navios rebocados,
De 30 0|0 para os navios a vapor.
3.* Serio reduzidas na sna totalidade as taxas
locaes impostas pela cidade de Antuerpia.
Fica entendido qne o direito de tonelagem, por
esta forma supprimido, nio |ioder mais ser res-
labelecido, e que os direitos de pilotagera e das
laxas locaes, assim rcduzidos, nij poderio mais
ser arrecadados.
As tarifas dos direitos de pilotagem e das ta- \
xas locaes em Antuerpia, reduzidas como tica
cima declarado, serio inscriptas nos protocollos
da conferencia em que se concordou o presen-
te tratado.
Art. 4. Em consideracao das disposieiVs que
preceden!, S. M. o Imperador do Brasil, sua mages-
ade o imperador d'Austria, rei da Hungra e de
lohetina, S. Exc. o presidente da repblica do Chi-
le, sua magestade o rei de Dinamarca, sua mages-
lade a rainha da Hespanha, sua mageslade o impe-
rador do* Francezes, sua magestade a rainha do
reino unido da GcaVBretanba e Irlanda, sua ma-
gest ule o rei de Hanover, sua mageslade o rei da
Italia, sua alteza real o gra-duque de Oldemburgo,
S. Exc. o presidente da repblica do Per, SM
magestode o rei de Portugal e dos Algarves, sua
magesUde o rei da Prussia, sua magestade o im-
perador de todas as Russias, sua magestade o rei
da Suecia e Norwega sua magesUde o imperador
Jo Ottomanos e os senados das cidades livres e
liari-eaticas de Lubeck, Bremen e Hamliurgo, se
coinpromettem a pagar a sua magestade o rei dos
Belgas, pelas suas quola-partes do capital para o
resgate da peage do Escalda, que sua dita magos-
Z.L. L -J?? p L! o resolveram convidar o ministro dos em ordem a esiabelecer esses detalhes, eu serei o
i un nanos a tomar lugar paca esse lim, na con- primero a aceita-la.
. n ia,i ; I M?? e 'iue se trata na presente disenssao, Sr.
u plenipotenciario dos Paiz;s Baixos servio-se presidente ? Simplesmente da utiliade geral da
r-se a es.se convite e fe; a seguinte deca- estrada. E' til a estrada ou nao I Me parece
cadas, a saber
Pelo que toca ao Brasil..
a Austria.
a Bremen.......
ao Chile.........
a Dinamarca...
a Hespanha.....
a Franca..
1.680 francos
549.360
190.320
13.920
1.096.800
431.320
1.542.720
raeao
a Gr-BretanhaL K781320
inconiestavel a utilidade.
Entretanto, Sr presidente, o nobre deputado
que impugnoii o-prqjecto disse, que convinha sa-
a Hamburgo... 667.680
ao Hanover...... 948.720
altada......... 487.200
a Lubeck....... 25.680
a Norwega..... 1.560.720
> a Oldemburgo.. 121.200
a Per......... 4.320
> a Portugal...... 23280
a Prussia....... 1.670640
a Russia....... 428.400
a Suecia........ 543.600
a Turqua..... 4.800
Fica ajustado que as altas partes contratantes s
serao eventualmenle responsaves pela parte da
contribmgio, a cargo de cada urna dellas.
I Art. 5. Pelo que respeiu ao modo, lugar e poca
do pagamento das differentes quou-partes as altas
partes contratantes reportam-se aos ajustes pecu-
liares que esto ou forem concluidos entre cada
urna dellas e o governo belga.
Art. 6.' A execuco dos compromissos recprocos
comidos no presente tratado est subordinada, Un-
to quanto seja necessano ao preenchimento das
formalidades e regras esUbelecidas pelas leis cons-
titucionaes das alus partes contratantes que te-
nham de provocar a sua applicagao, o que ellas se
obriga.ni a fazer no praso o mais curto pcssivel.
L 7- *'''caJ)en entendido que as disposigdes do
; art. 3* nio serio obrlgatorias senio para aquellas
potencias que lomaram parte ou adherirem ao tra-
Udo desta date, reservando-se sua magesUde o
rei dos Belgas expressamente o direito de regular
o traUmento fiscal e duaneiro para com os navios
O abaixo assignado, enviade. extraordinario e
ministro plenipotenciario de S M. o rei dos Paizes ,
Balsos, declara, em virlude da poderes especiaes ber se a necessidade da estrada de que se trata
1^eJ:"./ram conferidos, que a uppressao da pea- devia preferir outras neesuidades. Mas, Sr.
reclama-
que nos nio
o que se recla-
atijuma, ser resubelecida e quj essa suppresso ma, e que alias de utilidado publica geral.
nao prejudicara de algum modo as demais dispo- Eu vejo, Sr. presidente, que ha um grande es-
sigoes do tratado de 19 de abril le 1839. crupulo sempre que se trata de projectos desta or-
Bruzellas, 15 de julho de 1863.Barao Ge- dem,(no apoiados) quo tem por lim abastecer o
mi d-Hervynen. nossomercado de gneros do serto: que tem por I rmlaQ^'^J^Tt^'ZZ7i
Lavrou-se termo desta declar.-.go para ser ins- fimrocheiar os cofres pblicos, porque do serto, 10 ,nn"' """" especialmente da agricultura, que veem todas as'
rendas do nosso paiz.
Sr. presidente, eu recorr a svnopse dos projec- \
los que existem na casa, e creia' V. Exc. que flquei
rif lie d"Hertcijnen.
Lavrou-se term
cripU ou annexa ao tratado ger.d".
Ib
ynen
Hoje, Sr. presidente, que nos pedimos urna res-
tituieao, que nos pedimosNjue esta assembla Ilus-
trada como e dominada de sentimentos deju9ti-
ga desmanche esse acto odioso e impoltico, nao
podemos deixar de pedir que passe para Nazareth
toda a freguezia, porquo s assim elle poder ser
desmanchado.
Compreliende-se que sendo a sede da freguezia
pertencente a Goianna, limiando-se com terrenos
de Nazareth em distancia menos tal vez de um quar-
to de legua, mandando restituir a Nazareth o ter-
reno que Ihe foi tirado, ficar sempre a sede da
freguezia pertencendo a Goianna.
(Trocam-se muitos apartes.)
O Sn. Andiude Lima : Est por conseguirte
demonstrado, Sr. presidente, que eu apresenUndo
o projecto que manda pertencer a Nazareth o ter-
I ritorio de Cruangy nao leve em vista usurpar ter-
Feito em Bruxellas, a 15 de julho de 1863.
(L. S.) Bario Gericke d'Herwy
(L. S.) Bario de Hugel.
(L S.) Joaquim Thomaz do Amaral.
(L. S.) M. Carvalho.
(L S.) P. Brille Brahe.
(L. S.) D. Coelho de Portugal.
(L S.) H. I. Saoford.
L. S.) Malaret.
(L. S.) Lord Howard de Waldt n e Seaford.
(L. S.) Van Hodenberg.
(L S.) Conde de Montalto.
(L. S.) Mad. Yrigoyen.
(L. S.) Visconde de Seixal.
(L S.) Savigny.
(L. S.) Ortoff.'
(L S.) Adalbert de Masbach.
(L. S) C. Musurus.
(L. S.) Geffeken.
(L S.) Carlos Rogier.
(L. S.) Bario Lambermort.
E sendonos presente o mesno traUdo, cujo
theor fica cima inserido ; e bem visto, considera
A comarca de Goianna urna comarca rica, ex-
tensa e populosa, a mais rica comarca da pro-
A comarca de Nazareth tem quasi roetade
ss^^^&sssssssss^ms^
!a?i _s Pvos de Goianna i|ue pertenceram a Naza-
uella comarca, tem
Nesta casa se tem apresentado projectos conceden-1 f, p^T n^ioV e,, seTa'q
I SJl*?* ',ara ^'Prestimos indefinidos,! de ,aPzer uin ^,de?ro semi-circu.o pela comarca
de Nazareth, tem de atravessar territorios de Naza-
reth para ir exercer funegoes em Goianna.
perlencentes s potencias que nio tomaram ou' do e examinado por nos ludo quinto nelle se con-
deixarem de tomar parte neste tratado.
Art. 8. O presente tratado ser ratificado e as
ratiheagoes sero trocadas em Bruxellas antes
i* de agosto de 1863, ou logo que fr po
depois daquelle praso.
para se azerem caes u'aqui at Olinda, calgamen-
tos, passeios e outras cousas semelhanies, que tai-
vez passassem sem reparo de pessa alguma II
Um Sn Depitado :Mas tudo isto baqueava lo-
go que nao houvesse dinheiro.
O Sn. Demostiienes :Mas os embestimos se
iam rontrahindo.
Um Sn. Depitado :A assembla tevebom sen-
so de nao annuir a isso.
Oitho Sn. Deputado :E os projectos nao pas-
saram.
O Sn. Demosthknks : Nio passaram, mas nao
foram regeitados. E o que eu vejo que existe um
dficit de trezentos contos.
O Sk. Sabino :De sessenta, diz o inspector da
thesouraria.
> Sn. Demosthkmes :O que cu vejo, senhores,
tm, o approvamos, ratificamos e confirmamos as- que o zlo dosnobres deputados se estimula quan-
o e as im no todo como em cada um < os seus artigos e do se trata de urna medida dess, quando se trata
tes do tripolages, e pela presente o da nos por firme e de dar, por assim dizer, c oo aos serU'nejos.
ssivel valioso para produzir o seu devido elleito, promet-1 Um Sr. Deputado :Nao diga isso que urna
tendo em f e palavra imperial cumpri-lo inviola-! olfensa milito directa a cada um de nos.
tm re do que os plenipotenciarios respectivos o, velmente e faz-kt cumprir eobsetvar por qualquer O Sn. Demosthbhes :Cada um aceite a cara
a-signaram e sellaram com o sello de suas ar- modo que possa ser.
que possa ser. | puga que Ihe couber.
Em testemunho c firmeza do q e flzemos passar O Sh. Sabino :Eu reverto-a, visto que nio me
reto em Bruxellas, no dcimo sexto dia do mez a presente carta por nos assignad i, sellada com o. serve.
sello grande das armas do impero, e referendada j O Sr. Demostiienes :Eu tambera nio preciso
pelo nosso ministro e secreUrio de estado abaixo; della, mando-a a quera cabe,
assignado. i O Sn. Jacobina :Eu nao me oppuz, apenas pe-
Dada no palacio do Rio de Jan iro, aos 16 dias di informagoes.
, do mez de setembro do anno do Nascimente de' O Sr. Demostiienes : Pois bem, urna vez que a
de julho do anno de 1863.
(L. S.) Joaquim Thomaz do Amaral.
(L S.) Barao Ch. Hgel.
(L. S.) Ch. Rogier.
(L. S.) Bario Lambermont.
(L. S.) M. Carvalho.
(L. S.) Bario de Bille Brahe.
(L. S.) I). Colho de Portugal.
(L. S.) Bario de Mallart.
(L. S.) Howard de Walden Seaford.
(L. S.) Baro de Hodemberg.
(L. S.) Conde de Monuito.
(L. S.) M. Yrigoyen.
(L. S.) Visconde de Seixa!.
(L. S.) Savigny.
(L. S.J Orlo.'
(L. S.) Adalbert de Mansbach.
(L. S.) C. Musurus.
(L. S.) Geffeken.
Tratado deMde maio de 1863, entre o Blgica e
os Paizes-Baixos, annexo ao tratado geral de 16
de julho de 1862.
Sua magesUde o re dos Belgas e sua magestade
o rei dos Paizes-Baixos, gro-duque de Luxembur-
go, lendo concordado as condicoes do resgate,
por via de capitalisago, da peage esiahelecida so-
bre a navegagao do Escalda e de suas embocadu-
ras pelo s, 3- do art. 9 do traUdo de 19 de abril de
1839, resolveram celebrar para este fim um tratado
especial e uomearam para seus plenipotenciarios
a saber :
Sua magesUde o rei dos Belgas ao Sr. Aldephon-
so Alexandre Flix, bario du Jardin, commenda-
dor da ordem de Leopoldo, condecorado com a
cruz de ferro, commendador de Leo Neerlandez,
cavalleiro gricruz da cora de Carvalho, gr-cruz
e commendador de muitas outras ordens, seu en-
viado extraordinario e ministro plenipotenciario
junto de sua magesUde o rei dos Paizes-Baixos.
Sua magesUde o re dos Paizes-Baixos, ao Sr.
Paulo Van der Maesen de Sombreff, cavalleiro
gra-cruz da ordem do Nichan lftihar de Tunis, seu
ministro dos negecios esirangeiros.
O Sr. Joio Hodolpho Tliorbecke, cavalleiro gri-
cruz da ordem de Lefio neerlandez gr-cruz da
ordem de Leopoldo da Blgica, c de diversas outras
ordens, seu ministro do reino.
E o Sr. Gerard'Henri Betz, seu
fin ancas.
Nosso Senhor Jess Christo de 1863.
PEDRO, Imperador (com guard i).
Mrquez d i branles.
ninguem servo carapuga ficar nos ares.
O facto este, que temos urna capi .al doptada
de luxo.
Um Sr. DeputadoQual o luxo?
O Sr. Demosthenes:Illurainago a gaz, thea-
tro, poutes, encaaamentos d'aguas, caes, ele.
O Su. So a res Branda o :1 tambera lein vendas
para isso tudo. '
O Sn. Sabino :Para isso que se nio quer at-
tender.
O Sr. Demosthenes : Mas a nossa nica fonle
Sr. dcpulade Demos! lenes na sessio
de 10 d correrte.
Demosthenes :Sr. pr isidenle, nao foi I,, / ...
debaWe que as ideas liberaes rom xmdo e fazendo rU 6"- Df*osTHENEs :-0 commerc.o e estrangei
brecha sempre contra as pretengoes do carcundis- ro'.e eslrangeiros levara os capitaes para seus
PERHAMB1IC0
ASSEMBLA PROVINCIAL'
Discurso do
O Sr.
v ^i. jya.ii;oinb.ll3 ..as A I
de riqueza, que a agricultura....
Um Sn. Deputado : E o con
commercio nao vale
rao, chegaram a conseguir a realisago da lei dos, F c v- .
circuios, cuja vantagera j entre ifs hoje coo-| n^^SlSro. $ r' Comraerc'Ja
O Sn. Ramos :E nio mais, porque os Brasi-
leros nio querem ; parte da culpa d'elles, hei
de ter eccasiao de tratar disso, e hei de demons
testada.
Cerumente V. Exc. e a casa sabem perfeila-
mente que a lei dos circuios leve muito em vista!
nio deixar que os inleresses de una capital po-
dessem abafar os inleresses das Dutras localida-i
des; V. Exc. e a casa sabem pe feita mente que I
tambera essa lei leve em vista nsutralisar essas .
grandes tendencias para a centrad agio, que ulti-1
mmenle se tem mauifestado no p.iiz.
Agora, porin, Sr. presidente, te ho a felicldde
de vfir que os inleresses locaes ipresentados no
projecto queseaeha submuttido ;. apreciacio da
casa, se casara perfeitaineiito cera o* inleresses
geraes da provincia, e digo mas, c.isam-se at di
tra-lo.
O Sr. Demosthenes :Creio, que teremos occa-
sio de tratar dbso.
Eu o que quero que a gente do alto serto nio
seja considerada como engeitada, (nao apoiados),
quero que tambem sejam lillios.
Um Sn. Deputado :Para que diz isso quando
estamos as melbores disposigoes de volar pelo
projecto.
O Sr. DemostiienesEstimo niuito. Sr. presi
cem as arterias iio corpo humano
aos diversos orgios do mesmo corpt.
Pois bem, Sr. presidente, se una estrada com
parada urna arteria ; se as funegoes que ella
exerce uo paiz, su assemelliain ai que a arteria
ministro das exerce no corpo humano, bem clarn, benunauifes-
ta e a ulilidade que prestara as estiadas.
Os quaes depois de terera trocado seus plenos | UmSr. Deputado :Mas as vexes corta-se urna
poderes que foram achados em hoaedevida forma, arteria e o corpo contina a viver.
imeute cora os inleresses zeraes do paiz. *?! dt primeira inlu.go que, sendo Trorabe-
- rade imsor- s |)on, ,lnal ua es,rada de ferro' P0010 Para
iiiiiicacao e ondu ,em rte convergir todos os productos do cen-
tro, aliin de aproveitarem esse meio de transporte,
una estrada que v de Trombetas ao Bonito, deve
necessanainente aproveilar muito, porque sendo
Todos sabem,
Unca que se tem dado'as vias
bastante dizer que sao ellas ch: inadas arterias
do corpo social; e qual sao as funegoes que exer-
' Levara a vida
concordaram nos artigos seguintes :
Art. i. Sua mageslade o rei dos Paizes-Baixos
renuncia para sempre, mediante urna quantia de
dezasele mhocs cento e quarenta e um mil seis-
centos e quarenU florins dos Paizes-Baixos, ao di-
reito cobrado sobre a navegagao do Escalda e suas
embocaduras, em virlude do j .> do art. 9" do tra-
tado de 19 de abril de 1839.
Art. 2. Essa soinina ser paga ao governo neer-
landez |k>Io governo belga em Antuerpia ou em
Amslerdam, escolha desle ultimo, calculado o
franco a 47 H' cntimos dos Paizes-Baixos; a
saber:
Um terco logo depois da troca das ratficagoes e
os outros dous lergos era tres prazos iguana que se
venecrio era o de maio de 18o l, | de maio de
1865 ti de maio de 1866.
Ser permiltido ao governo belga aniecipar as
sobroditas pocas de pagamento.
Art. 3.u A contar do pagamento do primeiro ter-1
go, deixar a peage de ser percebida pelo governo
dos Paizes Baixos.
As quaiitas que nio forem saldadas iinmediata-1
mente vencerio o juro de 4 %ao auno, em provei-
to do thesouro neerlandez.
Art. 4;u Pica entendido que a capitalisago da
peage n.io prejudicar os compromissos que resul-
tan!, para ambos os estados, dos tratados em vigor
pelo que respeiu ao E>ealda.
Art. o." Os direilos de pilotagem actualmente
cobrados sobro o Escalda licam reduziilos :
De 20 % para os navios a vela ;
De 2."i % para os navios rebocados ;
De 30 % para os navios vapor.
Fica alm di-to entendido que os direitos de pilo-
tagem sobre o Escalda nunca imderio ser mais ele-
vados do que os direitos de pilotagem nercebidos
as embocaduras do Musa.
Art. 6." O presente tratado ser ratificado cas
ratificagdes serio trocadas em Haya, no prazo de
quairo mezes, ou mies se fr possivel.
Em f do que us plenipotenciarios cima referi-
dos o assignaram e sellaram com o sello de suas
armas.
Feto em Haya aos 12 de maio de 1803.
(L. S.) Bario du Jardin.
(L. S.) Van der Maesen Sombreff.
(L. S.) Tborber.
(L. S.) G. S. Betz.
PROTOCOLLO.
ANNEXO AO TRATADO DE 16 DE JL'LIIO DE 1863.
Os plenipotenciarios abaixo assignados, lendo-se
reunido em conferencia para ajumaren! o tratado
geral relativo ao resgate da peage do Escalda e
havendo julgadoutil, antes de formular esse ajas-
te, BSClarecerem-se sobre o alcance do tratado con-
Outro Sr. Depitado : E' preciso saber qual
a importancia dessa arteria.
(Trocam-se outros apartes.)
O Sr. Demosthenes :Sr. presidente, a utilida
que nao pude doixar de ser reonhecido como
urna verdade por todos quantos tem assento nesta
casa.
Todos sabem das grandes dflie ildades que ha
as communeacoes entre esta capital e o centro
da provincia ; lodns sabem que srado a cultura
do algodao una grande fonte de riqueza, ama
grande fonle de renda para esta provincia, nio ha
Bonito por sua vez urna especie de centro com re-
* lagio ao quarto circulo, deve tambem ser um dos
lugares mais apropriados para se pr em commu-
nicacao cora Trombetas; porquanto a esse centro,
e a essa estrada rio ter outras liuhas que se po-
derio construir, e que serio, j nio digo arterias,
mas ?eias que levarao o sangue para ess.i arteria.
Peco desculpa aos nobres deputados se eslou di-
zendo alguma herisia era anatoma.
O Sr. Sabino :Est fallando perfeitaraente em
medicina.
O Sr. Demostiienes :Mas, Sr. presidente, creio
utilidade
e de pri-
ido inde-
pendente desses esc
Entretanto, fe'ias estas considerages, eu entra-
rei em maiores desenvolvmentos, tanto quanto per-
mitiirem as minhas debis forgas, caso os nobres
deputados iniendam ser isso neeessario.
Por ora, arbo que o projecto pode ser approva-
do em primeira discussao, e na segunda os nobres
deputados Ihe offereceao as emendas que julga-
rem convenientes.
todava urna estrada regular, para i ue o algodo e
os outros gneros do alto serto, venham esta' ,.__ _. ,.s.
capital; anda mais, todos reconi cera que no Hiscurso do Sr. depulado Andradc Lima, na srssao
sertio os seus habitantes andam como auimaes de 12 do torrente.
bravios, galgando sorras, transpondo rios, e e para | O Su. Andrade Lima :Sr. presidente, ainda me
sanar sementantes faltas, para remediar taes raa- j vejo na neeessidad* de tomar a palavra, sobre o
les que eu apresentei o projecto em discusso. presente projecto, nao s para defede-lo, como pa-
Actualmente, Sr. presidente, hi urna estrada ra combater o reqnerimerto apresentado pelo no-
que vai dar ao Bonito, c que serve muito, inconi- bre deputado roen digno collega de circulo.
pintamente para a satisfagio dessa swcenMdade | Sr. presidente, sabido qoe somonte raines po-
i -irada que passa por diversos rios, creio que por liticas lizeram com que se restaurasse a freguezia
mais de quairo, alguns dos quaes e n lempo de in- de Cruangy.
vento so tornara caudalosos, pelo i ue, nao pode a | De>do 1846 foi reconhecida por esU assombta
estrada preenclier o lim que destinada. a necessidade de urna freguezia em Cruangy, e ef-
Priineu.luiente, Sr. presidente, para que se po- fectivainenle ella foi creada, mas o Sr. bispo op-
desse fazer o transporto por .essa estrada durante poz-se a essa creacio, houve um largo debate nftta
a c.-tagao invernosa, seria necessano eslabeleci- casa a esse re.-qteito,maso acto legislativo licouseni
Um Sr. Depitado :Conforme o ponto de par-
tida.
OSn. Andrade Lima :A annexaco da povoa-
gao de Cruangy, a Nazareth justamente o meio
mais fcil de reparar a injustiga qoe foi feita, para
3ue se possa col locar as cousas no seu antigo esta-
o. Picando Nazareth com o territorio que Ihe foi
tirado, Sr. presidente, eu me satisfara cora isso,
mas da maneira porque foi creada a freguezia de
Cruangy, nio possivel resubelecer-se o equilibrio
sanio fazendo passar Cruangy para Nazareth. E'
neste sentido, Sr. presidente, que eu apresentei o
projecto que se acha em discusso, que pode, nao
obsunte, sofTrer modificagao em > discusso com
Unto que se restitua o territorio que foi tirado
de Nazareth, uraco fim que tive em visU (apoia-
dos) apezar de me parecer que s se poder man-
ter o equilibrio passando para Nazareth o terreno
de Cruangy.
O Sr. Gonqalves da Silva :Pode muito bem.
O Sr. Andrade Lima :Mudando-se a sede da
freguezia; mas eu sou obrigado a considerar as
cousas como ellas se achara, e pertencendo quasi
todo o territorio da freguezia de Cruangy a comar-
ca de Nazareth, parece de toda conveniencia que
passe a freguezia integralmente para Nazareth.
(Trocam-se apartes.)
0 Sn. Andrade Lima : Nio tenho inlcresse cm
oceultar o que pretendo fazer : digo que a injustiga
praticada fot com fins polticos e hoje o nico meio,
legitimo de reparar essa injustiga, fazer com que
toda a freguezia de Cruangy passe para Nazareth,
nao havendo ahi injustiga, quando a comarca de
Goianna se compe de cinco freguezias extensas, e
a de Nazareth de duas pobres freguezias.
(Ha um aparte.)
0 Sr. Andrade Lima :Portanto, Sr. presidente,
podendo esta questio ser bem esclarecida aqu, en-
tendo que desoecessario o adiamento podendo o
projecto passar em 1* discusso.
REVISTA DIARIA.
Hoje a sociedade recreiativa Corybantina da
a sua partida mensa!.
Amanhaa ha fandangos em frente da igreja
de S. Francisco de Paula, no Cachang.
Os bailes de mascara que hoje e amanhaa
deverao ter lugar no Santa Isabel sao mais um en-
treteramente da presente festa da paschoa.
O respectivo emprezario ha envidado todos os
esforgos j-ara que os mesmos nio desmeregam do
esplendor e da ordem dc-ejaven em taes fesun-
gas; e de esperar da sua direegio que sejam
guardadas ainda desta vez todas as regras de
decencia e moralidade, para que elles possam coa-
correr familias, como o vimos pelo carnaval, quan-
do all notemos as do Exm. Sr. vice-presidente,
Dr. chefe de polica e de outras pessoas gradas de
nossa sociedade.
REPARTigO DA POLICA.
(Extracto da parte do da 24 de margo de
1864.)
Foram recolhidos casa de detengan no dia 23
do corrente :
A' ordem do subdelegado do Recife, os pardos
Deodato Gomes da Silva, Pedro Antonio Manoel de
Barros, por desobediencia.
A' ordem dode Santo Antonio, Antonio Joaquim
da Silva, para correegio.
A'ordem do da Boa-Vista, os crioulos Joaquim
Anselmo de Santa Anna, e Thomazia Theodora da
Conceigio, ambos por briga.
A' ordem do do Pogo, Jacob, erioulo, escravo de
Jos Bernardo Galvio Alcoforado, a disposigio
deste.
O chefe da 2 secgio,
J. G. de Mesquita.
ment de pontos que custariam avultadas sommas,
e depois, essa nwsma estrada incompleta e mper-
feita tal qual se acha, encerra um i vulto de duas
leguas de Trombetas para o Bonito, entretanto que
urna outra estrada era outra direrg io chega ao Ro
nilo COm a distancia d
duas.
Im Sr. Dkfutado :- Qualquer das estradas tem
oilo leguas.
0 Su. Dbmosthenes : Seguindo-se um outro
raminho ou rumo a estrada negara ao Bonito com
a diininoico de duas leguas, evitando ao mesmo
UM POICO DE TUDO.
Traduzimos do Charivari o seguinte :
Depressa, varaos para a Siberia. O preto
prohibido!
Mas isto carvo...
Ir para a Siberia tambera.
Os seguintes trechos sio de urnas cartas do ar-
cebispo de Varsovia com relagao ao luto as
igrejas:
Se a questio de luto fosse urna simples qties-
lio de disciplina ecclesiastica, nao se referindo
absolutamente senio a nos-, se.este luto nio-fos-
se senio um signal de tristeza na ausencia do.
pastor, como o anuas luctus depois da sua morte,
eolio sera nenhuma difficuldade, sem menor
escrpulo, nio s autorisaria, porm at coor
vidaria com todas as muidas torgas a autori-
dade ecclesiastica local para restabelecer o mais
depressa as missas cantadas; por que nao quere-
rla que o meu desterro privasse um |>ovo que rao
caro das granas que Dos concede aos fiis duran-
te as feslasda igreja; mas segundo a iniuha opi-
niao sao bem differentes as cousas na questio que
nos oceupa.
O meu desterro nao tem. nicamente privado.
efleilo.
Em 1862 mandou-se vigorar o acto de 1846, mas
preciso notar que os restauradores daquella fre- os liis do seu pastor, tem sido alera disto urna
guezia foram alm, e disserama freguezia res- i violagao das leis cannicas, contra a qual a auto^
taurada licara pertencendo a comarca de Goianna. :iidade ecclesiastica nopodia protestar senao er-
seis leguas, econoraisando Foi por esta segunda parte do projecto, Sr. presiden-1 denando-e luto as igrejas.
te,que se desmascarou as vistas que linliain os au-' POSSO eu, pois, devo eu,
lores da resUurago. Como sabe a casa, a fregue-
zia de Cruangy comprehende um territorio de oito
a ilez leguas, mas nesse territorioestaoci>mprehen-
didas seguramente tres quartas partes perlencentes
a Nazareth, em que se cootm per lo de 6X) engenhos
tem|K) a pa-sagem de lodos esses rios e riachos, de fabricar assucar, de proprietarfos muito distinc-
com excepcao nicamente de um, do surte que
com urna s ponte se fara urna estrada com um
atallto de daas liguas ; donde r V. Kxc. e a casa
a conveniencia que ha em aliandonar-se essa es-
trada velha e fazer-se una nova.
Accresca que essa estrada de qne trata o pro-
jecto poder servir perfeiatnente ao lim quo
deve ser destinada, com metade da largura das
tos: e por eonsegninle se pode allirmar qne a fre-
guezia de Cruangy foi eomnosta quasi exclusiva-
mente com o terreno de Nazareth; verdade ojqb
a sede da freguezia esta em territorio de Goiaatna,
mas no extrema da comarca de Goianna e Naza-
reth.
A comarca de Goianna que se liinilava enlio
nesse ponto COTO a de Nazareth. pelo faet i de ser a
estradas actuaes, no que se far urna grande eeo-Lsde na povoago de Onangy, perteneertea Goian-
nomia. O projecto nao cura des-as rainuden-. na. Qr.eram que Qcasse a freguezia creada fazendo
cias que serio deludas ao bom sean da presi-' parte da comarca de GoUtnna.
antes que se i.Miha
obtiiio ama satisfagio qualquer, ou mesmo antes,
de U-r sido reconbecidn culpado, posto cu dizer-
ros, a v-, que tendes consl lrado o luto como
umncousa necessaria : E* sera razan que vos ea-
trL tuar vos as violencias, e asesino fazer cara da
nao ver t
A minha conscieiuia. nonfesso-O, longo de rae
incitar a un tal passo, m'o representa como nocivo
e imprudente, e a sua voz me diz quo me devo
oppr a semelbantes designios, em lugar do con-
tribuir para a sua r%-alisagao.
Nio ludo.
Se me livesse aconselhado do tomar urna tal
medida, quando o luto ecclesiastica era striclameu-
le observado em todas as nossas dioceses, e quan-
do o governo pelo seu lado a isto nao pucha no-


Diario de Pernaaibneo toahbado i de fiarlo de f S4.
Tiuini obactarulo, terminnndo-o de minia propn
autoriJade loria lido ao menos a consolagao de na'
si poder luspeitar i|uo cedia a seohuroa pii
se tivesse obrado menos avisada, ao menus nao
" seria cobardemente.
Mas hoje, guando de urna parlo o governo, po"
tima nova constituirlo extraordinaria, c lalyei po-
medidas, que ignoro aqui, se Mforca em exerco
tima prsso sobre a conseiencia do clero, enl-
lanto que por oulro lado, alguns pastores nao
lazcttde, assim como vos mesmo o eonfessaes, unu
iipplrcago exacta das regras cannicas, abolem
sa propria autoridad o luto as suas docese.-,
por isto pareceni querer fazer aos oulros Mases
nina violencia moral, un ordem emanada de min
vindo em soccorro das tendencias de que falle,
nao vibrara independencia 4a groja um golp;
fes vezes mortal!
deinnados a grilbaU ou ao cadafalso, veramos Chflgado o da das eleieflos primarias, nolei que pode pniporcioMr qualqner um moo do allivto
que, n laliiam en espantosos ruines que team da < meu n>nie era Incluido em ambas as ehapu de tcmsolador do mitgago suave para nossos ro-
espiar, aporque iiiuguem quiz ou pode corrigir eleilores. O partido progressista ussim como o con- fritnenlos como um grande bemfeitor. s Srs.
seu> defetos. servador me dava essa honra. Lanmau & Kemp residentes em Water Street, n.
Meninos, que lerdos estas linhas, crdc que se Os conservadores vcrmclhos, porm, vendo que 69, fabricantes da agua florida, tornam-se pois
vos castigan para melhcr vos corriRir, para im- perdiatn a eleigo, e que, portanlo, era eu eleilor com justa razo, em summo grao dignos deste
primir em vossa alma urna tmpresso salular e com os progressislas entraram a desconfiar de louvor, e o seu annuncio pode ser visto em urna
para vos fazer detestar o vicio por meio de sauda- mim e a faierem-mo a maiores injusticas. eutra columna desta edicao de boje. Esta excel-
veis correigoes. Amaiportantoas pessoas que vos Promoveram-me a guerra, e inlrigaram-me ain-, lento agua ou admiravel liquido usado para os
corrigem ; porquanto se teem esse cuidado por- damaiscom oSr. Dr. AraujoLima;mas eu.ronscio usos ordinarios de banhos, e
que vos amam e se interessam por vos; s o inte- de ineus deveres, e bem com a minha conseiencia, dos cosmticos o niais agrada
Em e afleco c que inspiran) o desejo e o cu- zombava delles com a minha indifferenga. maisdelicado e delicioso perfi
dado de tornar ncltiorcs aquclles que tecnt de
feitos.
E vos, pas de familia, nao sejais demasiadamen
te fracos. Sabei, quando for necessario ter ener
S. Etc. sem tino poltico, sem experiencia, o
sem vonlade propria, dcixava-se Iludir por uns
enanclas que o dirigiam, e portanlo cada vez
acreduava mais as intrigas que ellos contra nim
la, ser severos afim de vireservades vossos lllhos constantemente urdiam.
e de feitos, de vicios He arim amar-vos a des-1 O pasquim do Jornal da Parahyba, sendo infe-
e por sem duvida um
mais agradavel, ssim como o
"ume que jamis te-
mos usado.
A' veada as boticas e tojas de perfumaras.
EDITAES.
ireriam legalment
Finalmente nao Torneceria urna arma nov
ignoBm qne se atircvcm a pretender que o nossj
clero uao se deixa gevernar seno pelo terror, e
que est prompto a sacriliear todos os principies
desde quelite nao c mais oosavel conservados sen
rerigos ?
poesix :
0 arrependido.
Se vires passar ao longe um pobre velho,
le fronte incliuadae j pendida
Tara o chao;
l.ameniai!.. .E" o homem criminoso
Qoc passa arrepcndido de seos criines.
Pedindo compaxao!
Os recursos que o pungee atormenta.
Nao o deixam parar; vagueia errante
Por este mundo a solfier !...
Se procura descansar impedido
Pela uio imperiosa do destino
Que Ih'aponla um ikver !
Dover que a Providencia impde quelle
Que abandooou para sempre as leis da honra
E se fez desgranado'
indicio do miseravel que se Ilude,
Julgaudo adiar no crime e ua infamia
Razio para ser honrado 1
Outr'ora, na opulencia teve amigos
l'araztas Canes que a circulavam
Pedindo-lhe dinheiro!...
D'eMes proprios recebe otares de odio;
De stigma vefdadeiro 11..
'tanhou dinheiro ; qae elle foi mal ganho
Atiestan lacios que o orando observa
Recebendo urna licao '
E" sempre mal adquirida urna fortuna
Se breve, inuitu breve e passageira
Fui a sua duracao ?
Foi elix nesse tempo ; nao pensava
as agruras (Turna sorte adversa
E lio cree! 1...
Boje.. .humilde pobre, consternado
Vive para nrovardos desengaos
O amarcoso fl 1...
O mundo c assun : boje o fastigio
A pampa, o regasijo, a efervescencia
No calar dama festa 1
Amanhaa.. .Sordos gemidos que denofam
Lagrimas, soffrimenlos c desgostos
Tristeza manifestal
Ai d'aquelle qoe um da fascinado
Pelo ouro que gira em maos estranluis
Se lizor um ladro 1
Se for feliz no calculo de sicario
Espere l de cima a reeompeasa
Em triste eipiacao !
Se vires passar ao longe um pobre velbo
De fronte inclinada e j pendida
Para o chao I
VAdc nelleimageni pura da remorso,
O homem que vos peda arrepentido
I ni humilde perdaa!
A Estrella do S'orte publica:
ol KM HEM AMA MELBOn CASTIliA.
Aqu c te algum inemno, quamlo Cresta tulla t um ex-
travagante modo de amar !
Por nimba parte declaro que prero oulro, e
bem se v, Si s. redactores, que j nao eslais senta-
do no banco das escolas, nem estis j em Made
de serdes castigados.
Nurvos eniadeis, meu joven leitor; sustentamos
o domo proverbio.
(is proverbios >o a scienoia das naeoes, c este
< o mais sabio de todos.
Dai-nos toda a aiteneao.
Se tivesseis um dente que vos doesse mu o ;
urna deaeai terrveis raizes, que nao deixam dor-
mir de noile nam de dia. aeharieis mo que nm
dentista armado de um grande gancho de ferro,
vo-U arrancasae, anda que ves lizesse gritar al-
guns minutos antes como depets ?
Era natural que vas custasse, e que chorotnin-
gas>eis; mas no lim de ludo n.o linbeis oulra re-
Medio sania passar por sso.
Quando leudes unta docnca qiievos obriga a es-
tar oilo das na cama, que vos nao deixa coner,
em comer, nem beber, algunas vezes MOawa-
rio fazei abjnm medicamento, lomar um remedio
nimio de>agradavel, anda que vas faga dese.-pe :ir
no lim deconta-, antes cinco minutos de m von-
tade, qne licar um mez doenle ou ir para o outro
mundo.
Ora, meas bons amigos, os nossos defetos :ao
para nos>a alma oque as doencas kio para o nis-
so oorpo, cu mure cura-Ios, alias estes defetos se
augmentarao e se desenvolvero eacessivametite,
a acaiiaro por obstruir todas as nossas boas qaa-
lidades.
Se somos inclinados a preguica em enanca;, e
se os nossos pas, e os nossos meslres nos nao cas-
tigarem, tornar-nos-hemos muilo mais preguicosos
anda depois de grande;.
Do mesmo modo ns escola se nao quizentos
aprender a ler.a oscrever, a coutar, perqu laso
nos enfada; na offieina, no csriiptorio, nao quere-
mos aplamar a mad.ira, ou raspar o papel, porque
nao estamos de booi liuinor.
Ora, como o dinheiro se nao cava, cerno nao
trabalhamos, solfierenus ; sendo prcgiiicoses nin-
.guein (jiieirr nada runmosro ; ninguem ter ae-
eessuiade desses {rnodesaradioa, que batem^eono
.um relogio urna pancada de meia em meiahoca, e
.por falta de irabaiho, apartaremos a barriga, ou
taiv.-z obngados pela Dvoesaimde, faremos o \ve
uai. querenamos fazer, roiiarmos.
EU-aqtli meus liont amigos, o resultado de ubi
de uossos defeit ?, a pn-guica.', e nada seria mais
fcil do que mostrar evidentemente que o me6a
acontece com todos os oulros.
E' pois nosso maior icteresse sermos corregidos
4c no>osdeieilos, do mesmo modo que somos na-'.
jados de aassi enfermidadet.
Ora, queui quor os line applica os meios.
Por cuosequeneia se os vossos pas, vossos mes-
PUBLICARES A PEDIDO.
Um nosso amico enviol-sos o secciste :
21 rfe wkbyo ./ INti!
Ha hoje dous annos que a mao da morte arre-
mee.ou ae fundo negro do sepulehro o cadver de
urna formosa mulher, onde, pouco antes, palpilava
cheio de vida um nobre corafo.
Noiles de amargas reminiscencias ser sempre
essa, que precedeu ao falal alborecer do dia de
hoje 1...
So meio do sorrir juvenil que instantes en-
treabra seus rosees labios ; tao rica de seve, ele-
gante e genlil como a palmera indiana, salteou-a
a morle em crueis agonias; e oito horas depois des-
botavam suas faces alvas e asselinadas, emoldun-
das em louras madeixas, extinguia-se o luzir bri-
Ihaute de seus olhos que gyravam meigos como
ora como urna harmona de Meyerlir desferra
sua ultima nota balbuciaudo tnstemeute :meu
pae, perdol...
Quem o predissera oito horas antes 1 ..
Quem vira aquello esmerado rollo arfando doce-
mente nos seus anhelos de porvir de orearas e de
esperanzas, nao imaginara por cario que aquella
tranquillo e perfuiuoso respirar era o annuncio de
urna negra sina que se tinha de cumpir em breve!
E a sua triste sina se cump io, e coma a rosa
que pende do sua bastea, e se desfolha acoutada
pelas ventanas do deselro, assim ella penden e
tombou para sumir-se sob a lage fria do sepulehro
e para sempre !...
Descanga em paz, anjo de minh'alma, descanca...
nao mais perturbe o leu dormir do cu o solurar
donico, que nesta trra ingrata te pranteia!
Descanca.. orvalhem smente as minhas tristes
lagrimas a capella de sensitivas que vou depor
em nolecaustro sobre tua campa sepulchral como
um sculo de gralido a de saudade.
lenle, 26 de marco de 1804.
M. L. M.
pecior da thesouraria provincial,
da ordem do Exm. Sr. presidente
do corrente, manda fazer pu-
sullo o mais solemne desprezo. : blico que o concurso para preenchimenlo da vaga
E ludo isso sucredeu porque o Sr. Dr. Araujo de 2* escripturano da mesma thesouraria lera lu-
Lima era um homem fraco, leviano e incapaz de gar no dia 18 de abril prximo vindouro, devendo
governar urna povoacao, quanlo mais urna provin- os prelendentes ser examinados na grammatica da
ra, que certameuie demanda predicados que elle, lingua nacional, cscripturacrio por partidas do-
nao teni e jamis os ter. bradas, arilhmetica e suas applicacoes, com es-
Faltando, pois, S. Exc a energa e apfrdao pa- pecialidade redueco de moeda, pesos e medi-
r impor provincia os aeus candidatos verme- das, ao calculo de descontos e juros simples e com-
Ihos em urna quadra toda de moderaco e pro- posios, sendo preferidos os que tiverem boa letlra
gresso, procurou o auxilio da forca armada para c souberem linguas estrangeiras.
vencer o pleito, comprimindo o vol livre, o
gindo contra a situaco t
rea-
Os pretendentes devero apresentar seus reque-
rimentos nesta thesouraria, com documentos em
estrellas perdidas em cu de aail, e a voz tao so- les officiaes do meu commando, que s.gundoaBir-
Mas esses meios illegaes, que s vezes aprove-; provem que sao maiores de 20 annos, e teem bom
tain a um presidente forte e de vonlade, foram comportamento.
inutais S. Exc, nao s por se achar forte o par-i E para constar se mandou publicar o presente
tido progressista em iodos os pontos da provincia, pelo jornal.
como tainliem pelo desaso e inepcia corn que se | Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
houve S. Exc. no einprego de taes meios. buco, 18 de margo de 1864.O secretario, A. F.
0 Sr. Dr. Araujo Lima, mal aconselhado, enlen- d'^unMnciorfle.
den que devia, sem previamente ouvir-me, noweari______ ____
para diversos pontos eleitoraes da provincia aquel-''--------
Ao publico.
Entend nao dar palavra aos libellos famosos que
contra mim e os licias do corpo de meu com-
mando flzeram publicar oshomens chamados aqu
virinellioa oiu o seu Jornal da Parahyba, (folhaof-
fticial sustentada pela presidencia do Sr. Dr. Fran-
cisco de Araujo Lima) em quanlo nao fosse decidi-
da pelo poder competente a legalidade ou illegali-
dade da eleigo dos deputados geracs pelo primei-
ro circulo desta provincia.
Hoje, porcm, que se acha reconhecida pela Ilus-
trada cmara dos Srs. deputados geraes, como le-
gal e verdtdeira a eleigo dos tres deputados pro-
gressislas deste primeiro circulo, entendo que de-
vo dirigir-me ao respoitavel publico, nao para des-
cer ao lodagal immuudo em que me procuraram
atirar os rodadoresdaquelle jorual, mas paia mos-
trar qoe lano eu como os meus officiaes porocca-
siao do pleito cleitoral nao nos arredamos um
pice do crculo dos aossus deveres, mantendo-nos
todos na altura de nossas posiges, e respeitando a
opiniao publica, que nessa lula eleiloral mostrou-
se sempre adversa aos tres candidatos vermelhos
iinjiosios pela presidencia.
Sendo eu natural desta provincia, della me reti-
re! em 1833 no poste de alfares do exerciio, e mi-
litando sempre pela gloria e engrandenmento du
meu paiz jamis me deisei arrastar pelas paixdes
psiiticas polticas. Na hora suprema dos perigos e
das provagOes, assim como ua hora do ngosijo
nunca arredei-me da cuiuprimento de meus deve-
res, porque como militar o meu programma foi
sempre aquelle de bem servir ao estado.
Mas, este principio de dedicago ao governo,
quanlo ao interior, e da dedieaeo patria quan-
lo, nao pndia prohibir-me que eu como Brasi-
leiro livesse mais ou menos sunpalhia por alguns
dos partidos polticos, que tem pugnado pelos inte-
resaos do Brasil.
Eu, portanlo, fui seraproMim sectario moderado
ilas ideas do partido conservador, mas nem por is-
so lotiiei em provucia alguma, por onde andei,
parte activa nos negocios polticos, nao s porque,
couio ja disse, eu tinha por norma tumprir as or-
detis do governo, como lamben) porque nunca tive
aspiragVs polticas de quahdade alguma.
Voltaudn pela primeira vez a esta provincia no
anuo de 183o, no posto dv leneute-coionel do entao
meio J'.iiaih.ni de eaeadores, eu se nao achei alfei-
ges, tainliem BO encuiitiei iiiimigos.
U^ meus eollegas e amigos da infancia eram
poneos, mas anda encontrei-os sinceros, e quasi
todos pe lenceudo ao parldo liberal. E brea
cunlessar que nesta capital adhera a causa deste
partido a mellior gente, o que tem sido reconlieci-
d'i ale por pir-nlentes conservadores.
Como era de esperar, foi com essa gente que
mauve r laces de amisade e particular estima.
sem c.oiuiiido abandonar as inuhas ideas eou.-erva-
doras e o meu pensamento pul tico.
Pela experiencia dos negocios pblicos conheci
que nesta provincia .- havi.im vencedores e venci-
do-, oppros.-rese oppriiuidiis E comigo mesmo
muitas vezes lameiltei e-Sti estado poltico a que
luil a cliegado esta minha provincia, c desejava
ineMim que appaivccs.-e una quadra que acaljas-
se ruin esse estado de coasas a que cliamavaui po-
ltica, mas que eu chamara antes modas liceoi
de alguns iotoresseiros, protegidos da fortuna.
Appareceu felizmente a dea da liga entre os
conservadores moderados e os liberaes : essa idea
vigorou noseio dos honiens honestos e amantes do
paiz, danda lugar a asceugao do grande partido
progressista, cuja bandeira abracei, por haver a
iiiiuba ratao esposado-se previamente coui easas
novas deas Je moderagau.
Sua Magestade dissofveu a cmara dos Srs. de-
pulad'is, e appellou para as urnas, mandando pro-
ceder a novas chaces. Ora, leudo eu esposado
SMai novas ideas do partido progressista, claro es-
lava que eu desejava que os novos cleitos por es-
ta minha provioea fossein antes lillios das mesmas
ideas progressislas, do que os anligos dominado-
res, cujas ideas polticas iienhum beneficio trazam
a minha Ierra.
Eram estas as ininhas deas a respeilo da nova
stuagao que se manifeslava a um s lempo por
quasi todo imperio; mas na qualidado de ebefe de
mavam os iuti igaues S. Exc, esiavaui no corpo
indispostos cominigo.
Como fot Iludido o Sr. Dr. Araujo Lima t t
Eu contiena todas estas estrategias e paizana-
das de S. Exc, e commigo ria-me de seus pobres
mentores, assim como dos sous esforcos.
DECLAIAOES.
Os administradoros da massa fallida de
Joa(|uim Jos Silveiraconvidam os-ctedores
a ani-esentarem dentro de 8 das, seos liui-
Esses oiiiciaa assim nomeados por S. Exc se- los no Novo Banco de Pernambuoo para se-
guiram a seus destinos, levando quasi lodos ins- rem verificados. Recife, 2i de iii.iivh de
truegues verbaes, e pouco levando-as escripias;'jggj
estas nada diziam, mas aquellas officiaes que as Consrlho administrativo
levavam, aulas da partirem, ouviam particular- oou.miuo aamoisiraun.
mente ler-se um ou oulro trecho da carta original, O conselho administrativo, para fornec.mento do
que S. Exc. dizia ser de um Sr. ministro de esado nal erra, tem de comprar os objeclos se-
em favor do Dr Anizio, ele guintes :
A esses dignos officiaes, quauda vinham despe-
dir-se de mim. e pedir as minhas ordens, eu nada
mais dzia se nao que cumprissem as ordees, que
levasseni |>or escriplo de S. Exc.; quanlo s or-
dens verbaes, porm, fossem cautelosos e pruden-
tes ; pois deviam se lembrar, que nessas crises
eleitoraes as ordens verbaes nao Ibes davam a me
Parafornecimento do laboratorio pyro-
tec tnico.
Peneira de cabello 1, dita de seda 2, facas finas
6, encerados com 8 palmos de comprido e o de lar-
gura 6, tesoura grande para arlar papal 1, dita
pequea 3, gral de pedra com mo I, podra mar-
more polida 1, esptula de marfim i, copo grada
or garana, caso basen) mal eucced.das, e talvez i <| *> vidro que abranja de 1 16 ongas 1, jarra
mesmo responsabilisados.
Aconsclnava-os anda para que nao cotometles-
sem violencias e arbitrariedades, erabora tiveisem
sido insinuados para commetle-las airocodepro-
messas vans e mentidas, pois deviam lembrarse
que um official do exercilo, lendo um honroso fu-
turo a zelar, nao devia baratea-lo como um eossa-
co, e nem como um espoleta.
Aconselhava-os finalmente que fossem manter a
ordem publica no sentido em que Ibes recomroen-
dava S. M. o Imperador, segando os avisos e cir-
culares, ipie acabavam de ser publicados pelo mi-
nisterio sobre as elcicoes, tanto mais quando a s-
tuagao poltica du paiz lites impunba esse dever.
O dever para o soldado urna religio, e por-
tento compenetrados desse dever estes officiaes
commissionados por S. Exc. partirn) a seus des-
l'ara a compashia de cavallaria.
Luvas de algodo pares 10, cordas de linbo bran-
cas 150 bracas.
Quem quizer vender taes obje:tos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 30 do cor-
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 23 de margo
de 1864.
.1 iion/a Pedro de S Brrelo,
Coronel, presidente.
Sebastian Anlouw do ffgo Barros,
Vogal secretario,
f.nrrrio ocral
Pela administragao docorreio se faz publico que
das grandes despezas que Uvera com os bailes pelo
carnaval, e temi sido es lucros muito diminutos,
requereu de novo o theatro, e tendo obtido per-
missao de S. Exc. o Sr. presidente, da provincia,
para dar mais dous bailes, avisa aos amadores des-
te_ bello divertimenlo, que se aprompiem, pois que
naa poupar despeza alguma, para que o theatro
esteja mais bem preparado do que pelo carnaval.
As 8 horas da noite o theatro estar abarlo, e
s 9 horas em ponto principiar o baile com a exe-
cugao da ana do Miserere do Trovador, pela ban-
da de musir do stimo balalho de infantera, eb
a dirergao do Sr. Antonio Ignacio Jordn.
Seguir-se-ha alm de outras quadrilhas, scho-
tiscks, walsas e polkas s seguintes:
QUADRILHASNostro Damos. La Barcarollo.
Jeannolo et Colin. La Senti-
nella Marco Visonti.Marco
Espada.Lanceiros.
SCHOTISCK.-Eliza.
WALSAS.Beijo.Estrada de Ferro.
POLKA.A Caca.
Prega dos camarotes e entrada geral.
A primeira e a quarta ordem serao considera-
das galeras para as senhoras que nao dansarcm,
sendo o prego IC por cada entrada.
Segunda ordem 8,5, sendo quatro entradas para
senhoras, e duas para cavalleiros.
Terceira ordem 64, sendo quairo entradas para
senhoras eum cavalleiro.
Entradas para cavalleiro i e as damas masca-
radas gratis. Sero fielmente observados os regu-
lamentos da polica e thealro.
O director dos bailes no theatro, julga desneces-
sario lembrar ao publico, a ordem, e a moralidade
com que se houveram pelos bailes do carnaval a evi-
darein todos os exforgos a seu alcance, para que
contine u'estes com o mesmo procedi ente; appel-
lando para o testemunho das familias que dos ca-
marotes assisliram ditos bailes.
Terminar s 2 horas em poeto.
GRANDE BAILE
DE
MASCARAS.
Sabbado e domingo, nos sales do caes de Apol-
lo, nos das 26 e 27. Os saloes achari-se brilhan-
temente adornados, tal qual como pelo carnaval.
O proprietario dos mencionados sales tendo um
avultado sortimento de roupas, offerece ao respet-
tbvel publico por metade do seu valor, e as pessoas
que alugarem roupas terao um carto gratis para
o mencionado baile. A banda de msica militar I
tacar pela primeira vez riquissimis quadrilhas,I
walsas, schotz e cavatinas, operas e estrada de fer-1
ro, c umitas outras que se deixa de mencionar por
se tornar enfadonho o annuncio. O administrador
dos mismos saloes pede ao respeitavel publico que,
tenha em alta considerago as van igens que os
sales offerece por ler urna vista pitoresea e o
grande fresco de que gozam os concorrentes, e
que o nico baile semanal que temos todo o an-
uo. Sera eumprido oregulamento do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica. Entradas para homem 2100*,
para senhora gratis, tanto com mascara como sem
mascara.
corrente, pelas 10 horas |da manha, no trapiche
do barao do Livramento.no forte do Maltes.
DE
Duas escravas.
O agente Simoes por rontae risco de quem per-
lencer, vender em leilo as escravas seguintes :
Romana, crioula, idade, 16 annos, com algumas
habilidades. Nympha, crioula, idade, 9 annos.
Terca-feira 29 da eorreite s i0 cmeia
huras da maullan.
Em cocheira ra do Imperador n. 23, aonde
ha ver um outro leilo.
DAS
Dividas activas.
M
Francisco Comes Castellao.
Por ordem dos administradores da massa fallida
de Francisco Gomes Castellao, com despacho do
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio, e por intervengo
do agente Pestana.jrao leilo as dividas activas
do mesmo Castellao, que importen), conforme a
relagao, em 6:208M46 : terga-feira, 28 do corren-
te_ pelas 12 horas da manha, na porte da associa-
go commercial.
LEILO
DE
Urna casa de talpa eoberca de ce-
Iba sita nn estadio de la a
margena do rio do mesMo
noiue.
A requerimento dos curadores flseaes da massa
fallida de Portunato Jos Fernandos, e por despa-
cho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, o
agente Simoes vender em leilo a casa cima
mencionada.
Quarta-feira 30 do corrate as 10 horas,
emseu escriptorio ruada Cadea n, 28, primei-
ro andar.
tinos, e nos varios pontos, em que se acharam, de-1 hoje (26) as 3 horas da larde em ponto echar-se-
sempenharam com tanto tino a inparcialidade a: bao as malas que deve conduzir o vapor costelro
mi.-sao, de que foram encarregados, que o Sr. Dr. | Mamanguape com iestino s provincias da Para-
Araujol.ma no|>ode proceder contra nenhum hiba, Rio Grande do Nortee Cear. Os jornaes se-
delles, embora uao Ileasse salisfeito. rao recebidos al 1 hora, e as cartas admetlidas
Logo que os vermelhos souberam que esses offl- seguro s 2 horas.
ciaes do corpo de guarnigo, que tenho a honra
de com mandar, nao se pre>teram a comprimir o
voto livre do povo, commeltendo desatinos e vio-
lencias em beneficio dos seus candidatos, que nem
linham elementos, e nem opiniao publica para
pleitearen a eleigo, langarain-se contra mim e
esses proprios otliciaes de sua confianga, com a sa-
lina de replis venenosos.
Pomos para logo lodos atassalhados, e vilmente
calumniados pelo pasquim que Ihes serve de or-
go para vergonha da irapreiisa.
Os typos comprados pelo propfo governo da
provincia cnbriram-nos de baldos c injurias, cfia-
CodscIIio administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objeclos
seguintes:
Para provimento do annazcm do almoxa-
rifado do mesmo arsenal.
300 vassouras depiassaba, 500 ditas de junco.
Para o 1 balalho de artilharia.
Papel almago t resinas, primas de ago 6 caixss,
ditas de ave 200, caivetes 2, tinta prt-ta 6 garra-
fas, lapis de pao 6 duzias, areia preta para escrip-
ta t libras, carias para principiantes 36, tatuadas
36, grammalicas portuguezas de Monte-verde 12,
mando o corpo de insubordinado, eaccusartdo sem comdiosde arlthme(CJ1 ,. Av|ia 12 pau[as
reserva os seus officiaes e soldados de traigoeiros j, \ t a pejraj jg
paces de Que,n quizer vender taes objeclos apresentem as
e criminosos, ao passo que nao eram ca
apresentar o nome da um s soldado, e minio me-
nos de umollicial que do anno passado at esta
dala houvesse sido processado por crime civil I
De onde se conclue.que ou a polica nao cumprio
com os seus deveres, ou c falsa e sem fundamen-
to tao vil aecusagao.
A' vista do expendido, pois, vc-se o quanto sSo
perversos e infames esses meus inimigos. quando
dizem que cu Irahi ao presidente, e que os offici-
aes coininissionados nao cumprirmseus deveres !
Se. o Sr. Dr. Araujo Lima pardeo a eleigo do
! districto, foi porque a opiniao publica se pro-
nunciou imponente contra os seus candidatos ver-
melhos, e em favor dos liberaes progressislas, que
quizer
suas propostas em carta fecha'da na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 30 do cor-
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 21 de margo
de 1864.
.liiouio Pedro de S Brrelo,
< oronelpresidente-
S. A. do H. Barros,
Major vogal secretario.
Companhia de cavallaria de Per-
nambneo.
A companhia de cavallaria precisa contratar o
fazem na provincia una honrosa e digna maioria, I fornecimento de capim durante o 2* trimestre des-
mas nao se diga para acobertar a derrote presl-, te anno; recebem-se propostas no da 30 do cor-
dencial que S. Exc. foi trahido por mim, e por rente at o meio dia.
meus di-tinctos officiaes, s porque nao rommet- Qnartel no Campo das Princezas 22 de margo
temos desatinos, coste dos quaes cstavam osean'
d datos vermelhos fiados.
E a pro va do que acabo de dizer tao verdadei-
ra, que o Sr. Dr. Araujo Lima, por mais insinua-
do que foi, jamis pode proceder contra nenhum
de 1861.
Manoel Porfirio de Castro Araujo
Capito commandante.
Corr io gera!.
Pela administragao do correo desta cidade se
de nos, salvo se o fez tragoeiramentc, como pro-, faz publico para luis convenientes, que em vrlude
prio das almas mesquinhis. j do disposto no arL 138 do regulamento geral dos
Cnmpre-me dizer, finalmente, que se a impar-' correios de 21 de dezembro de I8M, e art. 9 do
cialidade com que me portei na elegao concorrea decrete n. 78o de 15 de niaio de 1851, se procede-
de alguma sorle para dar o Iriuropno causa do' r o consumo das cartas existentes nesta admnis-
hiartido liberal progressista no primeiro districto' iragao no mez de margo de I8f>3 no dia 3 de abril
eleitoral desta provincia, como dizein os vermelhos prximo, s II horas da manlin, na porta do mes-
derroiados, eu tenho nisso a maior gloria, por ser t mo correio ; e a respectiva lista se acha desde j
esse um acto da minha vidapublica que mais bou- exposta aos interessados
ra me f;fz. Administragao do correio de Pernambuco 21 de
Parahyba, S_de margo de 1861. margo de 1864.-0 administra! or,
Domingos dos Pasaos Miranda.
Crrelo geral.
Pela adminislraco do corris desta cidade se faz
publico que em virlude dacon'engo postal cele-
brada pelos governos brasileir) e francez sero
expedidas malas para a Europi. no dia 30 do cor-
rente mez.
Xarope alchoolico de veame, preparado pelo ] As cartas sero recebidas at i 2 horas antes da
pharmaceutico Jos da Rocha Prannos, sbele- que for marcada para a saluda lo va|K>r, e os jor-
cido com botica na ra Direita n. 88 em Pernam- naes al 4 horas antes.
buco. I Administragao do correio de Pernambuco 21 de
Este xarope inconteslavelmente superior a to- margo de 1864.O admini.-tralor,
dos os xaropes depurativos, de cuja coinposigo Domingos dos 'asaos Miranda.
o seu maior elemento a salsa parrilha, pois que se
ii'in conhecido ser o veame mais enrgico para
a prompla cura das molestias, cuja base essencial
depende da purilicago do sanguc : assim pois se
tem verificado por muitas pessoas que >e acnavam!
desengaadas, as quaes acham-se boje reslaiieleci-1
das coui o referido xarope alchooheo d veame
5 de margo de 1864.
EuTESTO Emiliano dk Mkkriros.
(Do Publicado):)
AlTEx\gA0.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASLXEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte estrado
at o dia 3 de abril o vapor Pa-
ran, commandante o capito
de fragata Santa Barbara, o qnal
depois da demora do costume se
puir para os portos do snl.
Desde j recebem-se passageiros o engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encotnmen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Til i:t TICO
COMPANIIIA PERNAMBCAXA
DE
XavegaeSo costelra a vapor.
Parahyba, Natal, Maro, Aracatj, e Cear
0 vapor Mamunguipe, comman-
dante Moura, seguir no dia 26
do corrente as 5 horas da tarde
para os portos cima indicados.
Recebe carga at o dia 24 ao
meio dia. En-commcndas, passageirts e dinheiro
a Irete at o dia da sabida as 3 horas da tarde :
escriptorio no Forte do Maltes n. 1.____________
""COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xaregaco costelra a vapor.
Fernando de Moronh.
No dia 13 de abril prximo,
ao meio dia, seguir para o pre-
sidio de Fernando, o vapor Ma-
manguape. commandante Mou-
ra._________________________
Para.
0 palhaboto Garibaldi : a tratar com Tasso Ir-
mos.__________________________
^ara o Hio de Janeiro
Segu com mnila brevidade para o dito porto o
patacho nacional Dous Amigos, de primeira mar-
cha, lendo a maior parte de seu carregamento
prompto, e para o resto e estraves a frete, se en-
tendam com seus consignatarios Amerim Irmaos,
ra da Cruz n. 3.___________________________
Para a Babia sabe uestes seis dias a escuna
Carlota por ter quasi seu carregamento completo :
para o re.-to que llie falla, trata-se rom os consig-
natarios Palmera & Bcltro, largo do Corpo Santo
n. 1. primeiro andar.________________________
Rio de Janeiro.
Segu em poneos dias o brigue escuna Jorem
Arllini-, tem parte do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falta e escravos a frete para
os quaes tem excellentes conmiodos tiata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz le Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nn-
mero 1.
Para Usboa.
Bablracom toda a brevidade o inulo veleiro
brigue portuguez Constante //, por ter quasi
prompto todo o seu carregamento, tem excellentes
cominodos para passageiros, e para estes e o res-
tante da car/a traase com Manoel Ignacio de
Oliveira St Ftlho no largo do Corpo Santo l'J.n
um corpo do exercilo, aliafava os meus desejos pa
raeumprir as orden* da presidencia com quem entretanto que alguns, leudo usado do xarope de Pnivr\Qnt)n (\a nii-rnrvonc! vn
at entao viva em harmona. Curinier, do I^irrey. de salsa parrha, do sapona- vUlipailllltl U.U LillIlUSUa Iltl-
Muitas vejes euteadime com o presidente Sr.' ria, oleo de ligado de bacallao, e oulros agentes
Dr. Araujo Lima, a respeito do programma que el-' deste ordem nada conseguiram. elle de fcil di-
le pretenda seguir no pleito eleiloral, e S. Exc. gesteo, agradavel ao paladar e ao olfato. Alguns
s me dizia que desejava urna eleigo livre, sendo mdicos desta cidade e da de Macei o teem re-:
que o seu nico c.uiditato de estima era oSr. com- coinmendado para a cura das
inendador Lindulpho Jos Correa das Heves Impigens, tinha, escrophulas,
Achara muito acertado o procedimento de S. Tumores, ulceras, escorbuto,
cionaes gjTMiastica e acr-
bata.
rlres, ilepois de tos haverem admoestado e repre- Exc,e regosijava-me pela candidatura do meu Cancros,'.-arnadi-gem rada, fluxoalvo.
hendido vos ralharem, vos punirein, nao vos ir- amigo o Sr. commendador Lindolpho, cuia illus- Tudas estas affeccdt:s provm de urna causa iu-
nii is. Em vec de vos exasperardes, como faz.-m tracao e iotelligencja em toda a provincia reco- terna ; nao ha pois razio alguma em crer que el-
s maos meninas, acreditai .pie para vosso bfin nhecida. se podem curar com remedios externos. Tam-
assun eoniii para bvm do doente que Ihedoi Mas em breve se dosvaneccram as minhas espe- bem se prescreve o xarope alchoolico de veame se acham venda no escriptorio do theatro no da
miia-u.hida amarga : .se pois estes ilrf, itus con- raneas, quanlo a eleigo livro de que me fallara S. para o Iralamenlo das alfecges do svslema ervo- do espectculo das 8 horas em diante, cadeiras
linuaw, Carta a vossa desgraga e a de vossos p; is, Exc. viste como ao approxmar-*e o dia das elei- M e fibroso.tees como: a %S, entrada para platea a 1*. e os camarotes !
Previne-se ao respeitavel puliico que chegada
de volta de sua viagem e va.' dar dous espectcu-
los no thealro de Apollo, sendo um no sabbado
noite 26e 27 do corrente ; espeta a protego de
seus comprovincianos como o t> m feilo, para pode-
rea continuar na ardua prolissao e seren uteis
suas familias de quem sao o arrimo. Os bilbeles
eo vosso maior interesse hvrar-vos delles
PermHti-oos, para vos convencer, que vos elle-
mo Un templo que. militas vezes temos uivido
citar; Ue bem para impressionar.
Ha musios anuos que fra condeinnado a mtrte
um homem, ia ser excutado. E-te homem \ dio urna gra<;a : era ver sua m ; foi-ihe raoeali-
da. Quiz ve-la s para Ihe fazer a mais cruel
censura.
Vou morrer, minha m5i, Ihe diz elle
ansa da minha morte
primeira un
ges para eJellores nolei alguma mudanga na lin- (jotta, rheumatismo, paralysia,
guagem do Sr. Dr. Araujo Lima. Dores, impotencia, esterilid'ade,
Elle bavia mudado de resolugo, e chegou mes- Marasmo, hvpochondria, emmagrecmenlo.
i mo a dar a entender que tinha recommendaces O xarope" alchoolico de veame sobretudo, da
do governo em favor dos Drs. Anizio, Diogo Velho, maior utilidade para curar radicalmente, e em peu-
e baria de Mamanguape I Co lempo o rheumatismo.
I Mas S. Etc. ou fosse porque livera para comigo Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
urna hnguagem difireme sobre eleigoes, e euten- nesta cidade na botica cima indicada do abaixo
desse portante que nao Ihe eslava bem essa mudan- assignado ; e era outra qualquer parle que se tem
_ ga rpida de opuao ; ou fosse porque alguem o aununciado nu da mesma composicao, e nem o
mis morte e a v mira qm-vos disse, nao houvesses si- que S. Exc. tratou de oceultar-me os seus pa-] Jos da Rocha I
mas a
do lio Indulgente para contigo, nao estara agua nos, observando urna estudada reserva a ponto do
aqu. Mas vos passaste-me por Judo. De una guardar para comigo profundo silencio a respailo
primeira mentira passe oulras, at uueadqtiri de eleiges.
erruei habito. De mentiroso terhei-me la- Chegando eu ao conhecimento dessa triste ver-
drao e de ladro as>assino. Vou morrer, minha dado, entend que devia tainliem nao ser importu-
Paranhos.
O perfume do lienilspherlo
cidental.
oe-
e 2* ordem a 6 e 3" ordem a ?&.
Os espectculos coinegaro a> 8 horas da noite e
findaro s 10 l|2 horas.
Por ordem do director geral
Amaro di) Oliveira,
Io secretario.
THEATKO
DE
S. ISABEL
LEILOES.
l40
tas.-otno a vida intima do maior numero dos con- nos.
menos soffreinos, consideramos aquello que nos Miguel Candido do Medeiro; Pinto, quo vista
l-Ncravos, carros e cavnllos.
O agente Simoes far leilo requerimento dos
curadores flseaes da inas.-a fallida de Jos Marques
dos Santos Aguar iSi C, e mandado do Illm. Sr.
Dr. juiz de direito especial do commercio dos bens
seguintes: 1 eaeravo de nome Miguel, de afia,
idade lo anuos ; 1 dito de nome Bem dicto, moti-
lo, idade, 2o anuos ; 1 escrava de mu k l-abel, de
nago, idade 45 annos ; I herlinda com fardas pa-
ra dous criados; 1 calega, 1 carro com vidraga n.
52, 2 ditos de ns. 51 e 53, todos com seus compe-
tentes arreios, 9 parelhas de cavallos de diversas
i ores. 1 cavallo rosso pequeo, 1 di'O castanlm e
1 dito russo, 1 carroga com seus arrems, 1 arreio
de sota, tinas, cabides, Jepesito e encanamenlo
d"agua, registro de gaz, manguiteras, estivas e ou-
lros objeclos qne seria enfadonho menciona-los.
Terga-feira 29 do corrente
s 10 112 horas da manha em cocheira da ra
do -Imperador n. 25.
LLAO
DK
30 sacoas cate escolhapara
os Srs. refinadores.
Terca-frira 29 de torrente.
O agente Pestaa vender por conla e risco de
quem pertenrer cerca de 20 a 30 sarco; com caf
escolha, em lotes, vonlade : terga-feira, 29 do
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgirio Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a mialquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissfio, chamado por escripia.
AM 5:000000.
Quarta-feira, 30 do corrente mez, se ex-
trahir a segunda parte da quarta lotera do
Gymnnsio.
Os bilbetes e meios acham-se veoda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas.
Os premios de 5:1300*000 at 10*000
sero pagos urna hora depois da extraerlo
at s 4 horas da tarde, e os utros no dia
seguinte depois da distribuicao das listas.
0 thesoareiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
C4SA U FORTUNA.
AOS 51000,000
Bilbetes garantidos
A' ra de Crespo n. 23 e casas do costante
O abaixo assignado tendo vendido nos sens mui
afortunados bilbeles garantidos os de n. 42 com
a sorle de 5:0004, n. 4011 com a de 1:2004, n. 130
rom a de 6004 e outras militas de 1004, 404 e
204 da lotera que se acabou de extrahir a be-
neficio da matriz deS. Lourenro da Mata, convida
aos possuideres de ditos bilhetes a virem receber
seas respectivos premios sem descont algom em
seu estabelecimento Casa da Fortuna ra do Cres-
po n. 23.
O mesmo tem exposto venda em seu dito esta-
belecimento e as unirs casas do costume os no-
vos e afortunados bilhetes garantidos da segunda
parte daqnarta lotera do fymaasio, que se ex-
trahra quinla-feira JO do corrente e os premios
nelles obtidos sero pagos como de costume.
Precos.
Bilhetes iuteiros..... 64000
Meios bilhetes...... 34000
Para as pessoas que comprarem
de 1004 para cima.
Bilhetes........ 34500
Meios......... 24750
Manoel Martins Fiuza
i liiii Pe iiiiuiuu' auo.
A reuniiio familiar do corrente mez ter
lugar na noile do dia 31.
Jos Soares d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Gymnasio-
Provincial do Pernambuco, tem aberto em
sita casa, ra BMla n. 37, um curso de phi-
losophia e oulro de lingua franceza. As
pessoas que quizerem frecuentar urna ou
outra destas disciplinas podem dirigir-se
indicada residencia, de manhSa at s 9 ho-
ras e de tarde a qualquer hora.
IMiiheit-o vista.
Algodiiozinlii) com pequeno
toque de avaria a 4$>00
e 5$000 a peca.
Vr-nde-se na ra do Queimado n. 14, superior
alpodaozinho rom pequeo toque de avaria a 54 e
65 a pega, a elle que este se acabando.
t*jBBry^a
baxco i: lio
ESTABELEC1DO .NA CIDADE DO PORTO
Ayentes eiu Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, (abst-
raes, Barcellos, Lamego, Cevilhaa, Braga,
Penafiel, Ilraganca. Amarante, Angra,
llha da Terceira, Ilha de l'aias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valeaca, Bastes,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias viste ou ao prazo que se conven-
cionar.no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Precisase do urna pessoa que tenha muita
pralica de organisar escripias em partidas delira-
das : tratase na ra do Queimado n. 46, loja de
Guimares & Bastos.


Diario de PernitnahuAO SnM>:ilo 94 de fiar? de 1S1.
J
\
)

Commercio e lar-
Duarte & C, vendem em sea? armazens Unio
eo do Carmo n. 9, armazcm progressivo, os seguintes gneros desembarca- gg commerciM, lanru e apn
.ios ltimamente. ^& o to,,s s empreo, engenta
Queijos londrinos muito frescos a 800
rs. a libra e sendo inteiro a 650 rs.
Sebollas mi caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o inolbo, e a 640 rs. o cenlo.
Batatas em caixas de 2 arrobas muilo jg
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
Verdadeiro vinbo collares em ancore-
ra is de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou Biato
ligo a 4 a sacca.
Vinagre I R K, em ancoretas de 9 ca
nadas a 18,000 e 2,000 rs. a ca
nada. Sextinhas com figos proprias para mi- p^
Passas em caixas, meias e quartas a mos de enancas a 60 rs. cada urna |g|3
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.I e comprando em duzia ter grande %s '
Peras secaos em caixas de quatro li-' abatimento.
bras o melhor que se pode desejar Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
a 2,500, e 640 rs. a libra. bra, e comprando em arroba a
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas 10,000 rs.
Gominhos muito novos a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
dades sao as seguintes : creme de
violetas, geroflez, rosa, absintbo, ves-
peiro, amor perfeilo, amendoa amar-
ga, percicot deturin, botefin, moran-
gos. lim3o, caf, laranja, cidra, gin-
ga, eanella. cravo, ortela, pimenta
e outros muitos de qualidades menos
superior que sero vendidos por pre-
sos em relaco as suas qualida-
des.
Os proprietarios afiancam que estes gneros sao muito novos e ludo
de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unio e
Commercio na ra do Qneimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro- |f
gres&ivo.
Queijos
do absntejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, nicamen-
te no armazem Uni3o e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
mo armazem progressivo.
j*Bsa ^^^ fflG&% S
Acaba de, sabir don prelos de no-sa
efliciiM nalmaiik civil, ecclesia>tico,I
commercil. fabril eaercola, conten-
e
negociantes, inclusive as moditicacoes
havidas al I de dezemiiru uUimo
vende-se a 1
vraria n. 6 e
dencia.
IMPERIAL
4 Sk !
i\ .....
INSTITUTO
000 uuicamenle na li-' NOSSA SENIIORA DO BOM GONSELHO.
8 da praca da Indepen- *g KlA BA ai-RObi m. so.

a 1.500 e 2,500 rs. a caixinba.
Cbocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propriamente dito de mar-
mello, a 640 rs. a lata e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
Maca de tomates a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilha portuguesa a 700 rs. a lata,
c em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
2S
m
DE
DE
J. VIGNES.
m. &&. UA IMPERADOR W. *
Os km desu amiga fabrica to boje assaz ronhecidos para que seja necessario insistir sobre a
aaa superioridade, vantagens e garantas que offerurem aes compradores, qualidades estas incontesta-
,eis w e elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparendo nesta orara pos-
-snindo uro teclado e macbiaino que obedcela todas as vonudes e caprichos das pianistas, sem
nunca falliar, por seren fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
t sainos para o clima deste paiz ; quantu as vozes sao melodiosas e flauladas, e por isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores. D .
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta.fabnca como nado i>r. Blonoei, ae Karis, socio
.uinuponsnlti de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposigoes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e vanado sortimento de msicas dos
cjelhores compositores da Europa, assim como b armnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por preces muito razt-aveis.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de tintas.
Este armazem conten tudo quanto
pnefeo liara que a industria de pintura.de
qualuer genero que seja, desempenhe
seu Ora, ksto enibellezar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
directamente or grandes fabricas de Pa-
rla, Londres e llamburgo, pode offere< productos de conlianca. e satisfazer nal- 7M
quer encommenda grosso trato e a re- |
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras pode rao escolher vontade, pois
que tudo estar vista, as difTerentes co-
ros de que riverem aecessiade.
Ha tintas em massa e em p mpalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
devo empregar tintas muidas, e nao me-
recendo conlianca as que vem de tora para
coinniercio, por velhas, e talvez (aladica-
das, neste armazem se as moer a vis-
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde .-tu
p eemfolha, prata em folba, p debrun-
aear de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella o verde, tintas vege-
taes, azul, roxa, verde e amarella, inoffen-
sivas, nicas que se devem empregar as
confeitarias, colleccoes de pinceis para
fingir madeira, compropriedade, e outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro jiara o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas finas em tubas, em crayoes ou pastel,
tellas para quadros, caixas de tintas tinas
e pa|iel para desrabo.
Kssencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
nianhos, e muitos outros objectos, cuja
ntilidade e einprego s com a vista pode-
rao ser mostrados.
Joao Pedro das Nevcs,
Gerente.
Sob a direce.odo abai ;o assignad acha-se funecionando este Instituto desde o (lia 7
de Janeiro prximo passade, e nellc se ensinam indas as oneiplinas preparatorias pira a
matricula do curse jurdico, desde pruneiras leras.
Todas as cadeiras acham-se providas pelos melhores professores, cuja lista j foi
publicada late Uiorio.
Recebem-se pensionistas, meio-pcnsionislas e externes, pagaado na seguinte pro-
porcao:
PENSIONISTAS.
Quartel de casa, mesa e luz....................... 100.5000
MEI0-PENSI0NI3TAS.
dem de mesa.............................. 45J5000
EXTERNOS.
dem de cada preparatorio..... .................... 20^000
Os pensionistas e meio pensionistas pagarao os preparatorios que estudarem razao
de35000 mensaes, bem como os externos d'aula primaria.
Para mais esclarecimentosdirijam-se ao director, a qualquer hora, no Instituto, que
e franqueado visita dos pa s e correspondentes, bem como a todas as pessoas que iiisso
verem interesse.
Recife, 1" de fevereiro de 186%.
Antonio Augusto Ferbeiba Lima.
CONSULTORIO MEDICO-CIRIRGICO
DO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSGOSO,
MEDICO. P.1RTE1RO : OPERADOR.
3 Kiia di Glorii, casa do Fundao 3
0 Dr. Lobo Moscoso d cousuths gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s 1
horas da maulia, e das 6 e meia s 8 boras da noite, exceptad dos dias santificados
Pharmacia especial homeopotilica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortintento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dvmnamisaces e pelos precas seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. lAOOO
de 24 tubos grandes. 48*000
L de 36 tubos grandes. 245000
de 48 tubos grandes. 30-5000
> de 60 tubos grandes. 3000
Prepara-se qnalquercarteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avu>so ou frasco de tfutura de meia onca i 5 00.
Sende para cima de 12. custarao os precos eslabelecidos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
3--RK1 KSTRSITA M ROSARIO--}
Franciset Pinto Ozorio r*n tin a a col-
locar dente artillciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga algiima sem que as obras nao
fiquein a vontade de seus dono-*, tem pos
e outras preparafoes as mais arrediladas
para conservac.a-da bocea.
SH
Alfonso de Albaquci'quc Mello
ha 19 annos advogadoj aite os auditorios e tribe-
naes desta eidade, j na ccle e em outros lagares
do imperio, em consequenela de terem-se augmen-
tado ai|Ui seus afazeres, tem transferido soa resi-
dencia da villa do Cabo par:, esta eidade na e>-
treita do Rosario n. 34, onde tem estabelecido seu-
eaeriptorto, e onde foi o do Sr. Godoy, de cojos-
trabalbus lieou encarregado o annunciante. Ah'
oBerece os misteres de sua proftssao s pessoas do
qnem mereca conflanca, tanto deste termo como
dos demais de*ta e de outras provincias para os-
negocios e trabalhos a serem desempenhados aqni,
garantindo o zello, lealdade e aeltvidade que Ihe
sio reconhecidos pelas pessoas qae o conhecem.
Incumbe-se tambem de trabalhos para os termos
prximos, onde tem solicitadores d inteira ron-
flanea. D consullas verbaes e por escripto, e-
presta-se a ouvir seus constituintes a todas as ho
ras, as sextas-feiras das 9 as 'i na villa-do Caboe
Em a noite do dia 18 do corrate mez, pelas
8 horas fugiram da eidade de OHnda da casa da |
abaixo assign.vla dous mualos escravos de nomes;
Guilherme e Moyss, o primeiro escuro, pouca j
barba, traz pera e bigode, esUtura ordinaria, com
idade de 25 30 anuos e ceceo do corpo, e padece.
de erysipella tendo por isso a perna esquerda en-,
ehada ; o segundo Haro estatura ordinaria, labios,
corados, nariz um peuco chato, grosso do corpo,!
sem barba e representa ter de 18 a 20 annos, tendo
B 1% HO*.
A mellior obra da homeopatliia, o Manual de Medicina}Homeopathco do Dr. Jahr,
dons grandes volumes c*im d ccionario............" 205000
Medicina domestica do Dr. Hering,............ 105000
Repertorio do Dr. Mel o Moraes............. 65000
Diccionario de termos de medicina........... 35000
Os remedios deste esUibelecimento sao por demais condecidos e dispensam portan-
AURORA RRILHAN1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprietario do grande armazem de mclhados denominado [Aurora Brilhante, acaba de
- que muito bao de agradar aos senhores com-
en
reduzir o preco dos seus gneros, precos este:
" pradores.
Manteiga ingleza flor i 720 e
Dita hamburgueza muito nova
Dita franceza a 540 e 560 rs.
barris a
. Queijos do reino novos a 2J300 e .
i\ Pre-untos novos de Lamego, libra a .
SS Chouricas do reino novas, libra a
3'R Espermacete muito tino a 720, 640 e .
l ^e,as <** carnauba arroba 10$ e libra
72 3G0e.......
5*f Cha hysson muito superior a 2(500 e
i|S Dito peroia a
80f>
80C
52t
3(000
480
640
m
Dito miudinh^ a 28^00 e .
Dito preto muito superior a 1(800,
Lilas com bolachinha de soda de 5
libras a.....>
DUas com biscoitos do varias qualida-
des.....t
Dock de goiaba e banana fino a 400,
560 (caalo) e -
Marmelada nova das melhores auto-
rea, libra a 640 e
Latas com peiie savel, eapuxo, fango,
congro, salmonte e outros muilo
bem preparados a ...
Sardinhas de Mants, lata? a .
Fraseos com genebra de Hollanda da
verdadeira, a 500 e fras-jueiras a
Garrafoeseomgenebrade25garrafasa
Frascos com genebra de laranja a .
Vinhos da Figueira e Lisboa, a 400,
500 e......
i Dito da Porto Bao a 640, 720 e .
1 Dito branco proprio para m*sa a .
! Serveja de boas marcas a 500 rs. a
garrafa e a duzia a.....
Cognac verdadeiro, a garrafa por. .
Vinhos Onos engarrafados no Porto, a
garrafa por 1(, 1(200 e
a L. uiLiii niiifiiv n
34X
2(70t
2(501
3(001
2(25t
1(500
15280
Dito muscatel e Setubal a 800 e .
Licores finos a 800, 1(000 e .
Caixinhas com ameixas muito enfei-
tadas a 1(600 e.....-. 2(08
Latinhas com ditas a 1(500, 2( e 3(800
Ditas com figos de comadre novos a
MSOOe.......2(000
Ditas com ervilhas francezas e partu-
guezas a.......640
Ditas com ostras a.....720
Ditas rom massa de tomates 600
Ditas com fruetas de Portugal a 560 e 640
Azeitonas de El vas em frascos a 800
Frascos com conservas a 750 e 800
Ditos com mostarda franceza a 500
Macos com 20 macinhos de pautas de
dentes a........
Tijolos de limpar a.....
Aramia verdadeira vinda de encom-
menda, a libra a.....
Gemma de engommar a 2(400 a ar-
roba e a libra a 100 e
Tapioca muito nova, a libra a 140 e
lirvilhas seccas egro de bico, a libra
Mas-as para sopa, niacarrao, talharim
e letria, a libra.....
Ditos brancas, viadas de Lisboa, a .
Pevide, estrellinhas e rodinhas a .
l(iHO Cafe- de primeira surte, a libra a 280 e
Sabao verdadeiro hespanhol, a libra .
Dito massa a 160, 200, 240 e .
Alpista a 4(800 a arroba e a libra
Painco a 5( a arroba e a libra
Amedoas de casca mole a 360 e dura
Azeite doce retinado, a garrafa a 800 e
Molhos com mais de lOO ceblas a. .
Caslanhas novas, a libra ....
Vozes, a libra
na cabeca urna'marca de cicatriz sem cabello; am* to de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios ver-
bos foram vestidos e calcados com palitos escuros dadeiros, enrgicos e duradores : ha tudo do mellior que se pode desejar, globos de ver-
e calcas de brim brancas, ou pardas: levaram com jajjer0 a$sUCar je leile, nota'eis pela sua boa conservado, tintura dos mais acreditados
SrJSS^^S0'SSS& Zm* estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparado, e portanto a maior ener-
nlio com cerca de um cont de res em pecas de
ouro novas e velhas, tres doblas porhigoezas, um
dobrao e una morda americana grande e urna |>e-
quena porco de moedas de ouro de cinco mil reis
e dollars; muitos papis de importancia, aIgumases-
cripturas publicas de acquisicao, papis de com-
pras de escravos, entre os quaes est o do mulato |
gia e certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lbe qualqoer
operaciio, para o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado.
O tratamenlo o mellur possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
Moyss, certiddes de baptismo dos filhos da abaixo funecionando a casa a mais d>; quatro annos, ha militas pessoas de cujo conceito se n5o
assignado,conhecinienti.s de dcima, nmr^bodo podc duvidar, que pdem stT consulUdos por aouelles que desejaiem mandar seus
banco inglezde 7:100(000, urna letra de 5 000(000 (l, 'ir
ni endossada, e duas letras saccadas por Fran- OOtnits. _... .. eA .. ,. ..- .. ,
cisco Gomes de Oliveira como testamenteiro do l~ Paga-se 2^000 por da durante 60 das e daht em diante 15oGO.
nado Henry Gvbson, e aceitas una por Marceiiino As operaces sero previamente ajustadas, se n5o se quizerem sujeitar aos prefos
? a *??'* de l:858*180"a ou.,ra,da qywnt}a I razoaveis que costuma pedir o annunciante.
de 2.015(660 res aceita por Antonio Correa de ^ *
. |>or
Vasconcellos, com endosso em branco, ambas ven-
civeis em 30 do marcado correnteanno.cujosacei-
tantes j se acham prevenidos para as nao paga-
rem se nao abaixo assignada : urna corrente de
ouro ingleza para relogio cam sinte, a Igumas joias
de ouro e pedras c um pequeo caixo de madeira
de fora, de um palmo em quadra, ponco mais ou
menos, com oitocentos ;'i nove ceios mil nis.em na-
taedes: suppde-se que estes escravos seguiram pela
estrada do Peixinho, ou do norte em direccaonara
Pedras de Fogo ; a abaixo assignada roga encare-
cidamente s autoridades policiaca de os capturar,
empregando os meios para serem elles descober-
los ; e aos capitaes de campo adverte que serlo ge-
nen miente recompensados. Alm dos objectos e |
SEGUROS Dl VIDA EM MTUALIDADE.
cer
A direcgo do BANCO UNIAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisacao para
o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscripces annuaes
s vez, debaixo das seguintes coniieoes : ,
Cm perda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Bito lucros smente
estabete
por urna
dinheiro cima mencionados, levaram ditos escra- devendo a prmeira liquidaco ter lugar no Ia de Janeiro de 1859.
vos (que talvez digam que sao livres) urna ben- As van,ag,,n8 ,i0 emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, ponnie nao smente se eo-
galla de estoque de cana da India vermelba com (hc 0 uro de qUantiHs diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenbum resultado; mas alm
gomos com o cabo preto de bfalo. ; dsso, este rend ment augmentido |>elo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme M condicoes
Ubaldioa Amalia de Mello. j da su|>SCI.,n(.ao a\)S que fallecem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
. .__________ _....! ... -V.____________*___ 1_^: Jn hhmho l. u..i anmn itmlt ,' i il .l.i J (lili*
35000
1(400
640
72)
1500)
32)
5(50)
8(000
560
800
6*0
5(830
1(1X0
1JO0O
200
140
500
80
160
160
O Dr. Carolino Francisca de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2.* andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exerccio de sua profisso de me-
dico ; sendo que os chamados, de|>ois do
meio dia at 4 boras da tarde, devem ser
deixados per escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias de inleriw, prosegue, com o
maior afflnco, no das mais dimeeis e deli-
cadas operaces, como sejam dos orges
ourinarios, do* olhos, partos, etc.
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
eecorrerem pela falta de cumpri ment do compremisso social.
As liquidacoes sao pelo systoma das companbias liespanholas, Tutelar e outras; e parase poder
fazer urna idea do que pode prodizir urna entrada annual de 10(, publica-se a seguinte U.bella basea-
da sobre a experiencia de muitos annos decompanhias desta natureza :
Em 5 annos Km 10 anuos Em 15 annos Em 20 anuos EmXi anuo
Por um menino de 1 dia i 1 anno HO( 400( 9005 2:000( 4:7005
de 1 amio a 2 > !H)( ;ioo( 750( 1:700( 3:7005
> de 2 > a 3 > 86( 200( 720( 1:600( 3:500(
de 3 > a 4 > 86( 280( 710( 1:560( 3:4005
> de 4 i 15 8R5 270( 700( 1:550( 3:350(
Por urna pessoa de de 15 i 20 . 8t( 270J 700( 1:540( 3:3305
20 > a 30 > 86( 270( 710( 1.560( 3:400(
i de 30 > a 40 > 8f>5 2705 720( 1:6000 3:700(
i > de 40 > a 50 > 90( 300( 750( 1:3005 S.OOOf
uiins outros gneros que deixam de se mencionar, tudo da melhor qualidade
por precos muitoconimodos.
/'X
Kl.i DO 01KHIMM N. li.
Uja de fazendas de Augusto Frederico dos Santos Porto.
Fazendas pretai para a quaresma.
Ricas capas de seda preta bordadas e enfeitadas para senhora.
S-iutembarques e manteletes de seda pretos milito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitadas a 17(.
Luvas de pellica de. Jouvin para homem e senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade. .....
Sortimeoto de gros.lenaple preto, panr.os finos, casemiras pretas, merino, seUstna e bom-
tasina preta tudo por commodos precos.
Camisinhas de cambraia a Garibaldi e camisinhas e manguitos brancos e de cor.
Vende-se para acabar organdvs da India ;i 320 rs. o covado, laasinhas a 360 rs. o covado e
camhraias de cor a 240 < 320 o covado e muita. outras fazendas por commodos precos.
Cbegaram as muilo superiores
ESTEIRAS PARA SAIAS.
n niHr,i I.>liv Itiri-otn rte V.wonrellos I A ,,V!sa regedora da irmandade das almas,
-Opadr. leliMlinitoin WWmn ere(.,a a ...an^do SS. Sacramento da Boa-Vista
eonthrtaa recaer alumnos de latimnn convida a ,os os aeoa eharlasinws Irnioa par..
8 11 (I i andar. O mesmo precisa ou de urna ca- as 6 boras da urania, para acompanharem a pro-
sa terrea ou deum pfieiro andar no cen- +*&**! &*&&&
da tarro de Santo Antonio, queienhairej.......I|V;1 lnn:innade. consigno da irmandade
arci)tninodar5es; e assim tatnliem. pre-
i-isa de mm na Hcrava que saiba co.-in vu
e engommar, e que seja lh'1.
Da-e 10" rs. sobre ca pm"debob>e sequilhos : na botica do pateo do
no. _____________^___________ .
Roga-se a quem livor adiado 305, e queren-
.11 nrtftttar, ilinja-se arua Velln, casa n. 7;'i, iMM
n om|M nsaio generoMmente, aeado lito di-
Dheiro em quatro nota- Je 5( e Ullia de 10(.
I"
das almas da Boa-Vista 24 de marco do 1864.
M.uioel Zi ferino Das Brrelo,
K-irivo.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra do Queimado, loja do Beija-Flor
numero 61.
AtafniD-M asegundo e terceiro andares da
rasa da ra do Pilar n. 143 : a tratar na mesma.
Jo Sersvva, subdito diuamarquez, vai para | n
o Para,
ico,
FOLHINHAS PARA 1864,
Na praca da Independencia linaria ns. 6
e 8, acliam-s venda as seguintes folhi-
rrbaspara 1804 impressas tiesta lypograpbia
em escolente typo ebom papel,
Folhinba de porta contende as mate-
rias do costme, rs.........
Dita de algibeira, sob a epigraphe
religiosa, contendo alm das materias
do costme os sete passos da I'aixSo
de Nosso Senhor Jess Cbristo ; cnti-
cos do mez Mariano; hymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicaroes de diversas oraches; cora
Seraphica; exercicio ao sagrado cora-
c3o de Mara; oraco para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oraejo
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceif5o ; e meditares
sobre a reforma da consciencia, rs. ..
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, cotendo alm das materias do
costume : receitas uleis e necessarias
aos diversos mysterios da Vida ; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase ratices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso. ..........
Ditas eccli'siasticas oh de padre para
rosar o olficio divino, redigida pelo re-
verendo conego penitenciario da S de
(Huida...........
smiii w mmmw,
O barbaiel Jet Roberto da C.iuiha Sal-
les continua com osen eaariptoriodo ad-
vogado a ra estreita do Rosario n. 41,
l. ailar, onde poda ser procuradodas 0
horas da manlia s 3 da tarde : reside
na mesma casa.
320
As entradas par urna so v dao resultados muito superiores as annuaes
Porto, 10 de agoste de 18f&-0s directores do Banco Umao, Jos d* Stlva Machau-F. M. van
'Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C., ra da Cruz n. L
Muita attencao ao que interessa
nmm protejam
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
[Vf, :\c. coatiiiuem a proteger ao Importante e*tafcele-|
rinii'ulo ra do Crespo n. 13
JOS GOMES VILLAR.
Grande novidade. Baldes!!!
Baldes de 40 arcos I 5(, de .10 a 45 e de 20 a 3(.
Fazeoida* proprias para a quaresaa.
Moreanliqne preto em cortes, ditos de muito gosto para covados. grosdenaptes prelos
de superior qualidade.
Para hombros ue sennoras.
Canas uretas ca-aedes, casaveques compridos, sotcinbarques, manteletes de jiros di
tos de fui.d, chales pretos de guip etc., etc., capas de casemira com eapui, manteletes
de casemira ricamente enfe.ud.s. chanellas de palba con vio, chitas, cambra.as vesti-
Joao da Silva Ramos, medico pela L'r
versidadede Coimbra, da consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 s % da tarde. Visita os doentes-
en suas casas regularmente as boras
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sern soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro H;
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualqoer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operaca cimrgica.
Para a casa de saille.
Primeira classe :i(ooodiarios.
Segunda dte.... 2(o00
Terceira ditx... 2#IX)0
Este estabelecimenlo ja bem acredi-
tado pelos Iwns servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a cenflanca de que sem-
pre tem gozado.
TLNTRARIA.
Tinge-se com perfeic3o para qualqoer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel o. 38, segundo andar.
LIVROS RELIGIOSOS.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se as seguintes obras, a 1)5000
cada urna.
0 Novo Mez de Maria on mez de maio, con-
sagrado Gloriosa Miii de Deus, por um
sacerdote da diocese de Belm, traduzido
do italiano e adoptado pelos reverendissi-
mos padres capuchinhos de N. S. da Pe-
nha da eidade do Recife.
Relicario Anglico de Jess Cbristo e de Ma-
ria Santissima, offerecido a Nosso Senhor
Jess Cbristo, preso columna.Novis-
sima edifao com a orafo mental, novas
devocoes ;i N. S. da ConceifSo da Rocha
e enriquecida com estampas.
Visita ao SS. SS. e Maria Santissima, para
todos os dias do mez, Actos de prepa-
racao e acc5o de gregal para a sagrada
communhao, Modo de resar a cora
das Dores de Nossa Senhora, e Actos
que o christo de ve fazer todos os dias.
Novissima ediccSo adornadas com diver-
sas estampas, e augmentada de novas de-
vocSes N. S. da Conceifito da Rocha e
Via Sacra.
0 Devoto CbristSo, instiitido no compen
dio da doutrina, as regias da vida de-
vota, no exame de consciencia e prepa-
rado para a confissao e communh5o, no
modo de ouvir missa e meditar o rosa-
rio, e no coiihecmento das indulgencias
concedidas aos seus coufrades.Novenas-
da Assenc3o do Senhor, da onceicio e
do Natal, das Almas, a novena e trezma
de Santo Antonio, a Va-Sacra breve, o
outras mutas devofoes, com indulgencias
parochiacs e plenarias.______^^^
ATTENCAO.
Nos dias 27 e 28 do corrente mor de marco ba
corridas ravallo, ou como vulgarmente chamam
cavalhadas, -no povoado dos Moutes, ponto ter-
minal da via-ferrea, cujo divertimento c de presu-
mir que satisfar a perspectiva publica j pela
pompa com que tem do ser fcita, j |ela habili-
dade e destreza de& muitos dtsiinctos cavalleiros
que se estao preparando para correr as cavalha-
das ; j, finalmente, porque a attencao dos espec-
tadoras ser praoceupada nos iutervallo do res-
pectivos brinqusdos polos sons barmoniosos de
urna msica marcial, que- no dia 27 embarcar no
trera da eidade do Recife para o referido povoado,
afim de locar na oecasia da foTganoa : por isso
convidarse aos apreciadores coiicocrer ao luyar
do brinquedn, para mais o abrilbantar eom suas
presencas, apreciarem a belleza e aiaenblado do
povoado, que tem a um lado o pilonara rio l'na,
que mansamente se oVslisa por illi, olJcreceiidu aos
olhos do observador um bello paineL
Ulix Prrra A* Muvjo._____
30
640
dos uaYa noivas ditos do seda, vestidos de blonde rom rapetta e manta a 18(, de ros
" ll(v 125, camliraias bsas muito tinas
fazendas de linho de todas
branco etcetc, madafwMes de 74, H(, 9(, 105,1
transparentes e lapadas a :>5. '.*, "i5. dj, 7(, 8( e
as qualidades e outras i mitas fazendas.
,a peca,
Prnleccn. Proieeco
?aass-2.
Aliia-se o 2o andar da casa da ra do Cres|K>
1(1, com commodos para urna familia, ou s a
I frente para un escriptorio : a tratar na loja,
A pessoa que deseja fallar com a Sra. D. Eu-
genia Teixeira de Muir, dirija-se ra da Cruz
n. 42, legando andar.
Precisa-se alugar um moleque ou preto para
o servico externo de ua ci'.>a : no Passcia, laja
numero 3.
- 0 9r. Joao Fernaiu es Baptista, tem
urna carta na livraiii n. 0 e S da praga da
Independencia.
O Sr. Tlmm Leo de Castro leitruina
carta de Maurica : na livraria n. t) e 8 da
pmca da Independencia. _____________ Nj rua ih> rr^(u) n 15> se a|uga uma boa
- Aluga-sea loja do ^.hiado n. 52 da mu do ca^a e sitio no Mouleiro, com frente para o oila
Rangel a tratar na rua do? I n. 13. da igreja.
A^rusu
O abaixo assignado avisa ao publico que n-
guem ne;ocio urna letra pelo mesmo passada em
avor de Francisco da Costa Maia, morador em Rio
Pormoso, visto como tendo sido esta pas>ada e
aceita por compra -feita ao predi to Maia, de uma
escrava de nome Rosa, esrrava esia que tendo m-
lestias que erain dcsconhecidas pelo abano assig-
nado na occasio do contrato, deo lugar a que so
ch\cii.as porm, qae o analta assignado ^n.nhe.e ter sido
lesado em o mesmo eontrato, vera pela imprensa
declarar o que tem dito, protestando propor a ac-
0So competente ao raferidu Hala no fOro do termo
onde este domiciliario. A Mra c da quania de
1:1005000 sacada eafeiU no da 10 do c.rivnie
me/., a vencerse em I de dezembro do cnente
anno. e nao obstante declarar a predteta letra ser
originada aobrigacio eontrthida am|iM menticios, todavia o abaixo a-signado declara que
o contrario de tildo Isto se v elo lllll recibo pa
mesma data pausado pelo rrferida Maia, o que o
abaixo wisisnada conserva mn scu poder, a-sim
rumo provaca ao referido Mala <|ue derla'o o cuj-
traiio do qne dito lira, Cngenlio Jassiru 21 U0
marco de 18fi4.
' Francisco Manuel do Azevedo Oliveira.
?t,-j- *m '!!


Mario de l'ernaanbuo ... N_l>hado t de Haro de i HhA.
\oioi:s
DE
PARTIDAS DOBRADA!;
CIKKKIIKC.IDAS
A ASSOCIAC-AO C0MMERC1AL iltM.l K.LME
DE
i-i iiwmu reo
PH
<.dt> K^rondeca e/e ^vveaetrod
Terceire escriturario da luesouraria
de fazenda de l'ernaubueo e competentemente aii-
torisado para eiereer o pro-
fessoralo particular de ariiliiuetiea na mesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da typographia
Commercial, d'onde era breve sahir luz da pit-
blicidade em ntida impresso e sob o formato ce
B portuguez.
Compoe-se esta obra de um volume, dividido en
ama parte theorica e outra pratica, de fcil alear-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao estudo ca
escrituracao.
A respectiva assignatura acha-se aberta em to-
cias as livrarias desta cidade, ao prende 5JWC0
por volume.
D-se morada de graca a quem Iwte sentic o
a um sitio na na ra da Imperatriz n. til.
Alugam-se dous escravos proprios para toe"o
<: servico : na ra da Aurora n. 48.
- ? 11 i
- a. o > 5
3 sf
B3
2. B
r i i i- 5
o c o g. 2
ES-lls-S-3 S 3
3 S 8 ? & ? ? ? f
NOVO SYSTEM*
DE
BSGlIPfUiAClO mercaxtil
POR
Partidas dobladas.
lote Antonio Gomes Jnior vai mandar para o
prelo um novosystema de eseripturacao mercantil
por partidas dobradas, de conformidad^ com a de-
ciso do tribunal do coininercio da capital do im-
perio, em sesso de 27 de Janeiro de 1831, em vis-
ta da qual pode o Diario ser escriturado por ex-
tracto, dos livros auxiliares, sendo as cuntas ge-
raes (do anligo sistema) letras a pagar, e letras a
receber, substituidas por columnas as conlas cor-
rentes, demonstrando estas por urna simples som-
ina, em i|ual(juer momento que o commerciante
queira saber o estado do sua casa, quaes as cpntas
devedoras, e quaes as credoras, as respectivas
columnas.
O balance geral, formulado segundo este novo
systema, nada deixa a desejar, como se observa em
diferentes modelos.
Anda contm esta obra: Io urna taboa com n-
meros fixos, pelos quaes condecido o prego de urna
arroba (seja elle qual for) de qualquer genero, por
urna simples multiplicado se condece o importe
de qualquer numero de arroba, libra e ongas ; *
o decreto n. 3139 de 13 de agosto de 1863, que
declarae modifica o regulamento do sello n. 2713
de 26 de dezembro de 1860 ; 3o o decreto n. 3217
de 31 de dezembro de 1863 que altera as dsposi-
goes do regulamento das alfandegas.
A edicao desta obra vai ser felfa em beneficio do
Hospital Portuguez, por offerecimenlo do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel,
espera-se que o publico concorra com a respectiva
assignatura, nao s em attengao a utilidadc da dita
obra, mas tambem ao fin a que applicado o pro-
ducto.
Subscreve-sc na praca de Pedro II, cscriptorio
do Illm.Sr, l)r. Konsec, e loja de livros dos Illms.
Srs. Guimaraes i Olivelra ; ra da Imperatriz
(aterro da Boa-Vista) loja da bandeira n. 28, e em
casa do autor, ra do destino n. 3, das 4 s 6 ho-
ras da tarde; a 25 cada volume, broedura, pagos
na occasio da entrega.______________^^
ESTRADA
DO
CIFE AO SAO FRANCISCO
Tabella da partida dos trens de passageiros, que deve regular do 1. de abril
de 1864 at outro aviso.
i
Noticias!
IVoticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Retratos de 3 por %Y
Retratos de 3,5 por 2,1.
Retratos de 3& por 2.J.
Retratos de 3 por 2,5.
Retratos de 3 por 2,i.
Retratos de i por 2,>.
Retratos de 3 por 2,1.
Retratos de 'M por %i.
Retratos de 3 por 2,S.
Retratos du 35 por %>.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de ."5 por 4 5.
Retratos de S& por 4J.
Retratos de 5 por 45
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 4 5-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 4 Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperador n.
Ra do Imperador n.
Ra do Imperador n.
Ra do Imperador n.
Ra do Imperador n.
Uestes precos s nos das uteis.
Uestes preces s nos das uteis.
34.
33.
38
3a
Flix Pareau, subdito francez, retira-so para
o Maranhfio.
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2* de peito :
3 dos orges geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se- 5
r5o examinados na ordem de suas |j
entradas comecando o trabalho pelos II
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d sf
6 as 10 da manha, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cjio que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Consultares cirurgicas.
60, Ra Nova, 66.
O Sr. Jos Francisco Pinto Guimaraes, cirurgiiio
pela escola real de cirurgia de Lisboa, asss co-
ndecido nesta cidade, onde a tao numerosas qu.o
brldantes curas, como a bom numero de opera-
d-oes at entilo desconhecidas na pratiYa da cirur-
gia Pernambucana (talha, ec'oinia, enterotomia, re-
seceao de todo o maxillar superior, (Tametade do
mnxillar inferior, enuclearo de um corpo fibro uterino com o peso de 20 oncas, etc.), une len:o
sxercicio de trinta e tantos annos, (|ue tecem o re-
ondecimento de tao relevantes servicos prestados
a dumanidade soffredora, e exprmem o gloriofo
impulso por elle dado a arte de curar, em nosso
paiz ; sendo tambem o primeiro que nelle tem eni-
pregado os anestdesieos tetkrr, chloroformio,am\t-
iena> para facilitar a exeeurodeila, nem um fal-
Jeccndo n'uma serie de 40 operados da segunda
iiperac"o, e, d'entre as outras, algumas s por elle
tem sido (iraticadas nesta provincia, e talvez fo.-
sem as primeiras que tiveram lugar mesmo no
Imperio, segundo se deprehende das estatistcas da
obra de Si:au'1| Uu Climat et Des Malades Tu
Itrsilimpressa em Pars em 1844: transferio )
seu eousultorio para a r^a Nova n. 60, primero
andar em que pode ser consultado todos os dias
uteis das 7 s iu doras da manda, rerea d.-.s
loencas denomtfl'daR cirurgicas ou externas con
-leialidade aquellas, em cujo tratamento m;is
j equentemente iaterreai a medicina operatoria.
n ELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnston Pater &
C ra do Vigario, n. 3. um bello sorti-
nento de relogios de ouro patente in-
l?!e/., de um dos maia afamados fabricant de Liverpool, e tambem urna variedade de
l'onitu* trancellins para os raesmos.
Aluga-se o primero e segundo andares d*
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.
O conscldeiro Francisco de Paula Raptista e
seu Gllio o bacharel Gracidano de Paula Raptista,
advogam no seu escriptorio na ra das Trinchei-
ra, primeiro andar do sobrado n. 19, aonde se
achara presentes todos os das uteis, desde s 10
horas da manha at s 3 doras da tarde.
MillllilISSii!
S Naques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
ectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ide convier: as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
TMKNfei l'AHl O I.VIEUIUU
Oas de 1ra- Dmniofros
LEGOAS. ESTAgOES hallio l.lN N.lIltOM od 1
l' MANHA TARDE HANHAA TAHDB
H 7 M. 30 II. M. 50 It. 7 M. 30 H. 5 M. H
Cinco Puntas (partida)
1|2 Afogados . 7 36 5 56 7 36 5 56 i:;il
' 11|2 Boa Viagem . 7 49 6 9 7 49 6 9 311
2 Prazeres . 71 55 6 17 7 55 6 17 43,4
4 liba..... 8 23 6 43 8 23 6 43 6i|4
51|4 Cabo..... 8 43 7 8 43 7 - 7 Ii2
61|4 Ipomea. 71|2 Olinda..... 8 57 8 57 9
9 l- - 9 12 11
81|2 Timb Ass 9 27 9 27 12
91|2 Escada..... 9 44 _ 9 44 13
llljS Frexeiras . 10 12 10 12 14|4
13 Arinib..... 10 30 10 30 15 4|4
141i4 Ribeiro . 10 49 10 49 16 |2
153i4 Gamellera 11 12 11 12 18 1(2
17 Cuvambuca . 11 32 11 32 19
183|4 Agua Preta . 11 53 -- 11 53 20
20l|2 Una (chegada). . 12 20 12 20 20l|2
Continuar a haver trem pa ra c< ndiu \HO Je merca oria ;, o qoal
ESTACUF.S
l'na (partida).....
Agua Preta......
Cuvambuca......
Gamelcira.......
Ribeiro........
Aripb.........
Frexeiras.......
Escada.........
Timb Ass.....
Olinda.........
l|>ojura.........
Cabo..........
Ilha...........
Prazeres........
Roa Viagem.....
Afogados.......
Cinco Pontas (cheg.)
IiiK.VS no i M i iiioh
Oias !* tra-
balho.
.1- l,i..-
3 oUtte.
el- I., i.
3 !*.-.
MANIIAA
TAIIDK
II.
M. H.
-! 12
-I 1
1
I
I
I
2
3
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5
5
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5
M.
16
42
50
3
15
45
10
32
53
13
32
50
21
.-)'.
49
4
22
38
5
13
26
35
Di>iiiii;<.h -
illas s;i llIfkN
Pastagetnt de 1*
e 3" classe.
2.
II.
16
42
50
3
15
II
COMPRAS.
M.
i-> 45
1 10
1 32
1 53
I 13
i 32
i 50
3 21
3 34
a 49
'. 4
i 22
'. 38
B 5
> 13
5 26
5 35
CORTES DE CABELLO E FR1SAMEM0 4 500 RS.
Madama Lecomte, tem a donra de avisar ao respeitavel publico desta cidade e a todos seus fre-
guezes que acaba de edegar de Pars para sua loja sita na ra da Imperatriz n. 7 um perito offlcial
de cabelleirero para cortar e frisar cabellos, lavar cabec.as, fazer barbas, ungir catellos e ludo que
fr tendente a sua profisso sendo os cortes de cabellos e fnsamentos a 500 rs., prometiendo todo
aceio e promptido possivel.
Compram-se depsitos que tendam servido a
olu : na Ixitiea da ra do Cabug n. 11.
Compra-sc urna preta de meia dade que se-
ja robusta e que saba cosinhar, lavar e engom-
mar: no largo do Parazo n. 14.
i iu carro.
Compra-se um cabriolet americano de quatro
rodas para quatro pessoas : na ra da Cadeia nu-
mero 57.___________________
Compram-se perolas e aljofares : na ra do
Cabuga n. 1 U, loja de Xieolo Tolentin de Car-
valdo.
Comprase elTectivamente ouro e prata em
ibras velhas : na praca da Independencia n. 22
oa de bildetes.
Comprase efectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pajando-se bem
na ra larga do Rosario n. 4, loja de ourives.
Ciarrafes.
Compram-se garrafoes ee todos os tamannos a
320 rs. : no armazem da Aurora Brilhante, largo
da Sant Cruz n. 84.
Paga-se beoa.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
caixes grandes envidrafados, assim como se pre-
cisa de um caixeiro bem pratica em taberna.
Compra-se urna escrava da Costa ou outra
qualquer na^ao, que saiba vender na ra e sem
vicio algum : quem a tiver dirjase Passagem,
casa n. 15.
VENDAS.
Casa de commisso de estratos na raa
do Imperador n. 45, terceir o andar
Nesta casa-recebem-se escravos por commisso
para serem vendidos por conta de sens senhores,
nao se poupando exforc.os para que os mesraos se-
jam vendidos com promptido afim de seus sendo-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranza, assim como afianea-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, veldos e novos
mmm-mmmm-mmmm-mm
DENTISTA DE PARS
19Roa Not-19
Frederco Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaeSes de sua arte, e col-
loca denles aililiiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicio, que as pessoas enten-
didas lhc reconnecem.
Tera agua e pos dentiflcio.
Compendio de direito civil.
Na ra da Saudade n. ), vende-se o
compendio-de direito civil, approvado pelas
congregar/tes dos lentes das acuidades de
direito desta cidade do Recife e da de S.
Paulo para as respectivas aulas de direito
civil patrio.
Preeisa-se do urna ama que saba cozlnhar
e engoramar : a tratar na ra do Crespo n. 18.
2" andar.__________________________________
Casas para alagar.
Aloga-sc urna casa na ra dos Pires n. 48, a
edave est junio, na padara ; e a rasa na ra do
Mondego n. 69. ambas com quintal, cacimba, solao
e com commodos para grande familia : trata-so na
ra da Cadeia n. 57.
INTERNATO
UE
* tuno novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Pars, especialmente para este clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo bem condecido Joo I.au-
monnier que leve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultimo, vende-se muito em
conta,s para salvar o dnheiro que se tnha adan-
tado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar.______________________________
Nocledade de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
Unlao na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de liveira Azcvede & C escriptorio na roa
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forera necessarios, as pessoas que de-
sojaren-, concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisongeiro aos associade,
Establecido n cidade do Recife
Hob a Protecco do Mnimo Pontfice Pi IX.
Director0 bacharel era mathematicas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, nao tendo evitado esforgos nem sacrificios
para proporcionar aos seus alumnos urna perfeita educacao pdvsca, moral, intellectual e
C'ompanhla fldelidade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
llio de Janeiro.
AGENTES EM l'Kl'SAMIll O>
Antonio Luiz de Olivrira Azevedo k f...
competentemente autorisados pela direc-
tora da compandia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
ce
s
Cas, e finalmente um sacerdote Ilustrado e honesto que Ihes explique os prrcipios da re-
lgio thrisla, espera que assim constituido nao deixar o seu estabelecimento de mere-
cer dos Srs. paes de familias o auxilio e confianca com que j alguns o tem honrado; e
lhes roga, bem como todas as pessoas Interessadas, que se dignem de visiar o mesmo
seu estabelecimento, onde sempre encontraro franco inpresso.
Cadeiras de ensino :Primeiras letlras dividida era duas classes, tendo cada urna o
seu professor, latm, francez, inglez, aritlraietiea, algebra e geometra, gcograplna, plulo-
sopdia, rdetorca, desenlio e msica.
O collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 ra d'Aurora eontiguo ao do
collegio dos orpdos.
Nos estatutos do collegio, que esto a disposico de quem os quizer lor, se acnam
consignadas as condices de entrada e matricula as diversas aulas o cstabelcci-
Alugam-se o primeiro e erceiro aares do
sobrado da ra do Amorim n. 37 : a tratar na ra
da Cadeia n. 62, segundo andar.
ment.
^M<
5^><
O bacharel Jos Bento da Cunha Fi-
gueiredo Jnior advoga na ra estreita do
Rosario n. 28._____________________
U-se urna quanta e dnheiro que se con-
vencionar com seguranza em urna casa que o alu-
guel seja os juros do dindeiro que se der por mez,
ou compra-se urna casa sendo as ras de Santa
Rita, S. Jos, Santa Cecilia, Assumpcao, padre Flo-
riano : a tratar na botica do Sr. Cdagas.
A Itencao
Aluga-se o quarto andar do sobrado da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra da Cadeia n. 62, se-
gundo andar.______________________________
Gelo, gelo, gelo.
Com a edegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prata, lodos os dias a qualquer dora, para por-
$des grandes ou encommendas para fra da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : ra
da Aurora junto a fundidlo on 3e tem a bandeira
Na iravessa de S. Pedro, esquina da ra do
Fogo n. 10, preparam-se com perfeieSo bandeijas
de bolinhos de diversas armaces e goslo vista
da incommenda, para bailes, casair.entos, (estas de
igrejas, semana santa, ou procisses, e tambem
bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
s em libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como ouiras inrommendas de podns, toda a qua-
lidade de pastis, bolos linos, e po-de-l, cjm toda-
a perfeicao do nosso mercado. Na inesma casa se
precisa alugar urna preta ou moleque por mez, que
saiba vender bolinhos na ra, ou mesmo de ven-
dagem, paga-se bem.
Precisa-se fallar ao Sr. Joo Oasemi-
ro da Silva Machado, que teve negocio na
ra do Queimado : na livraria i>. 6 c 8 da
praca da Independencia.
Precisase do una preta ou um moleque pa-
ra andar na ra, que seja fiel
numero 106.
na ra do Hortas
AVISO
AVISO
Precisa-se de un amassador e um for-
neiro que saibam desempenliar bem os
seus lugares: a tratar na ra larga do
Rosario n. 16, padaria.
Uho e farello
a 2-J.'00 o sacro : s no pateo do Paraizo n.
oito para a ra da Florentina.
O hachard
Francisco Augusto da Costa
adeogado
Rija do Imperador n. 69.
16,
O abaixo assignado, establecido e morador nes-
ta cidade, faz publico que Francisco Jos da Silva
Ralis, empregado no vapor Persinunga da compa-
! nina Pernanibucana, outr'ora mestre do hiato So-
bralciise, morador na villa do Acarac, provincia
I do Cear, devedor ao annunciante de urna quan-
ta superior a 1:0004, do que propoz a acc/io res-
| pectiva perante o Ur. juiz de direito especial do
rommercio, escrivo Paes de Andrad-, obtendo o
mesmo denunciante em (ios do anno passado sen-
tenca contra o annunciado, da qual appellou este
para o meretissimo tribunal do commercio; e por-
que os poucos bens que possue o referido Ratis' Na quarta, quint e sexta-feira da semana santa
A pessoa a nuera o Sr. Justino da Silva Cardoso
e3ta llover 1205 ha OU-Si i u nos, pede ao mes-
mo sendor que trate de paga-lo do contrario lan-
zar mo dos meios judiciaes. _______________
"PEIIE
E
VIVEIRO
l'escaria eiu vvenos.
Nos dias de quarta, quinta e sexta-feira da se-
na santa, pesca-se nos viveiros da otaria dos Reme-
dios, onde tem a capella : quem se quizer aprovei-
tar de bora peixe, apparera nesses dias munido dos
competentes cobres, quo ser servido contento.
A Lili".-IUIIK lM! BKVSIL
SEU NASCIMENTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Por AITonso de Alhuquerque .ello.
Est a imffbmt-U I fu um roame de 400
paginas.
J foi publicado no Diario d Pernambucoo prin-
cipio em tres artigos communieados, e nao pode
estao sujeitos a esse debito em consequencia de ser e tambem no abbado de aleiuia, pesca-se no vi- St continuada a sua publicaeo assim, em COOtfr
anligo, o mesmo porque a ac^o foi proposta antes veiro do Muniz, no principio do aterro dos Afo- quencia da abundancia de materia que tera este
gados. ____
Precisa-so para casa de pouca familia do um
escravo ou escrava para cozindar, e de outra para
engoramar : na ra da Cadeia do Recife n. 52, ter-
ceiro andar.
Na prac,a da Independencia, loja de ourives
o. 3.1. compram-so odras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dindeiro a premio.
Miguel Pereira Leal, subdito portuguez, val
Europa.
Pedro BorgeSj subdito brasileiro, rotira-se
para fra d3 imptrio.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava
(preferindo-se escrava): na botica da ra do Ca-
bug n. 11.
O juiz e tbesooreirc- da irmandade acadmi-
ca de N. S. do Bom Conse!ho, erecta na igreja de
S. Francisco desta cidade, pede aos senhores me-
saric:'. e irmaos c'a mesma irmandade, que so dig-
nem de comparecer a todos os actas da semana
santa que se do de all celebrar na dila igreja,
para os quaes acaba de convidar-lhes o Rvm. Sr.
padre guardio do res|>ec.tivo convenio.
0 Sr. Francisco Sancho Ilibeiro do Amaral,
passageiro do vapor Cruzeiro do Sut, queira ter a
bondade do mandar entregar Candido do Souza
Miranda Cont, na ra de S. Goncalo n. 24, as en-
commendas que trouxe para o mesmo senhor.
Alugam-se tres pequeas casas na ra do
Progresso, prego de 95 cada urna : a tratar na
ra do Sebo n. Si.
do fallecimentoda mulher do annunciado, e por
isto devia esse debito ser descripto no inventario
(oque nao foi); por tanto fra de qualquer da-
vida que nem Ralis nem seus lilhos pdessem dis-
pr de semelhantes bens sem que primeramente
seja decedido o pleito, protestando o annunciante
ir ha\v-los em qualquer parle que estejam se por
ventura for confirmada a sentenca appellada. Re-
cife 23 de margo de 1864.
Jos Rodrigues Ferreira.
Manoel
Cear.
Agostindo Pires retirase para o
Precisase de urna
casa de doraem solteiro
perador n. 13.
ama de meia idade para
a tratar na ra do Im-
ATTjENCO.
Precisa-se do urna casa, sendo as seguintes
ras: Rangel, Penda, Uireita, estreita do Rosario,
Carmo : quem tiver para alugar, falle na ra es-
treita d i Rosario em casa do relojoeiro confronte a
igreja do Rosario.
Deo gratias.
Por ordem da mesa regedora da irmandade de
N. S. da Conceico dos Militares convidase a todos
os irmaos para, na sexta-feira santa, as 5 1|2 ho-
ras da tarde, e domingo de paschoa as 7 horas da
manha se reunirem no consistorio da respectiva
igreja alim do encornorados irora acompanliar as
procisses de enterro e a da ressurreico que tem
de sadlr da matriz de Santo Antonio, para aojos
actos foi previa e donrosamente convidada a ir-
mandade do N\ S. da ConcelcSo dos Mililares.
Aluga-s;: urna casa torrea pintada e reedifi-
cada de novo, com soto c commodos para grande
familia, quartos para criados, estribara, quintal
bastante grande cora fructeiras, sita nos Afogados,
no pateo di Paz : a tratar no pateo do Terco n.
44, das 2 s 4 da tarde, ou nos Afogados com o Sr.
ioi Lucio Lns.
Jos dePaiva Ferreira Jnior declara ao res-
peitavel publico, rom especialidade ao corpo do
commercio, que desde o dia 16 do corrente mez
deixou de ser curador de Antonio Casemro Gou-
vea ; julga tambem nada dever nesta praea, ma,s
so alguem se julgar seu credor aprsente seu titu-
lo ou conta no praso de tres dias a seu procurador
o Sr. Joaquim Francisco da Cruz, na ra do Lvra-
mento n. 1 A, que depois de conferida ser paga.
Hrecisa-se de um menino para caixeiro de
tal-crna : na Capunga, ra das Crioalas n. 27.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : quem se aedar ueste caso, falle na ra
estreita do Rosario confronte a igreja, em casa do
reiojoeiro._________________________________
Precisase de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna pequea familia : na ra
da Cadeia do Recife n. 4o,segundo andar.
Saques sobre 'Orlugal.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, agentes
do banco Uniaodo Porto, competentemente autori-
sado, sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
banco para o Porto e Lisboa, e para as seguimos
agencias as provincias: Amarantos. Aveiros, Rar-
cellos. Bastos, Reja. Braga,Braganca, Chares, Coim-
bra, Covilhaa. Evora, Fafe, Figueira, Guarda, Gui-
maraes, Lamegc), Lciria, Oliveira de Azemeis, Pe-
naliel, Porto-Alegre, Regoa, Setubal, Vianna de
Caslella, Villa do Conde, Villa Real, Vizeu, Angra
Terceira, Faial, Madeira e S. ML'uel, qualquer som-
ma a prasn ou vista, podendo logo os saques
serem descontados no mesmo banco a ra zo de
4 0|0 ao anno : a tratar na ra da Cruz n. 1.
No becco da lioia n. 2, primeiro andar, pre-
cisa-se de urna ama para comprar e cozindar, e
paga-so tMMn._______________________________
(i abaixo assignado pede as pessoas que tera
pendores em sua mo o obsequio de os Ir tirar no
esparo do 15 das, lindos os quaes serao vendidos
para seu pagamento.
Joaquim Martindo da Cruz Correia.
Bernardo Goncalves de Mallos vai Europa
tratar de sua saade, e deixa por seus bastantes
procuradores na cidade do Rio Formoso aos Srs.
Francisco Goncalves da Silva c Antonio Lourenco
de Almeida Ma'rlins._________________________
Joaquim Uuarte dos Santos declara que dei-
xou de fazer parle na casa da Sr.* Luiza Aona
Maria da Conceicjio, desde o dia 21 do corrente, e
nada tem com algumas conlas .|ue possam appa-
reeer. Recife, 22 de marco de 1864.___________
Rento Alvos relira-se
de sua saude.
para a Europa tratar
jornal.
Por aquelle principio o publico lera podido ver
se a materia devora ser ou nao intoressante.
Para imprimir um volume o autor pede assigna-
turas e smente qua;:o bastera para as despezas
da impressao e brochura.
E' a surama da obra mostrar romo a liberdade
no Brasil tora sido sempre sopdjsmada pelas tran-
saeces que lom feito o partido liberal com os cor-
cundas, governando quasi sempre os eoreundas
anda mesmo com os liberaes no poder; mostrar
como para esto tira, nao tendo os eoreundas apoio
no povo, tera corrompido o paiz para vencer as
eleifes, e ter as cmaras suas ; tem corrompido
as cmaras para destruir todos os actos legislativos
do partido liberal, todas as garantas constilucio-
naes.
Como, por estes meios, os eoreundas tem redu-
zido o paiz ao pauperismo c miseria, faltando
cada um toda a garanda do direito, e portanto to-
dos os meios de vida, porque onde nao da garan-
ta s da extorso, qur dos governantes, qur dos
mais fortes, e nao da industria licita que d para
vi ver.
E' como urna distoria, desdo a independencia ate
hoje, fazendo-se apanhado smente dos factos im-
portantes, donde eomeeoa a nascer a liberdade no
Brasil, e como ella tem sido estancada, tgsasstoada
e enterrada, analysando-se todos esses factos, c de-
monsirado-se todas as ronsequeneias das artima-
nhas do partido corcunda, e da imbecilidade, fra-
queza c corrupcu do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernam'buco at a raloeira da revolucao
de 48, em que o lizeram caliir.
Analysa-sc todos os ramos da administraco, e
mostra-se como tudo feito em defraudacao da
causa publica, dos interesses da communho, e em
beneficio smente dos protegidos: como tudas ai
emprezas e melhoranientos s tem de bem publi-
co o pretexto, e de real a locupletacao dos art-
illados.
Couclue-se pela analyse da situacao, e mostra-se
como Pernambuco com as quatro provincias suas
irmas do norte, as primeiras na manifesla^o dos
sentimentos livros, tera edegado maior abjecoo.
prximo mez, porque dessa dala em diaute far A assignatura de 25 por volume. pagos adian-
entrega das conlas a um procurador para cobrar ', tado, obligndose o autor a restitui-los se as assig-
mm
Ainda existera alguns terreno; de marraba ppr
detraz da ra da Concordia no 2o e 3o quarteirao
do terreno n. 182, perlenrente ao abaixo assignado,
tem aterrado e beneficiado, e por beneficiar, cde-
se por preco mais commodo possivel, atiendendo-
se a sua looalidade e facilidade de sua edificarlo,
corlado de tros camboas para meldor facilitar a
conducrao dos materiaes, cujos :errenos cedem-se
de Si 85 o palmo de frente, com 150 de fundo :
os prelendenles podem dirigir-se ra larga do
Rosario n. 16, que aeharo com quom tratar.
Manoel Antonio de Jess.
Lembranca aos fregueze es-
quecidoN
O dono da antiga fabrica de charutos da ra de
Borlas n. 1, avisa aos seus freguezes que tem de-
bito na rasa, bajara de ir salda-lo at o dia 31 de
judicialmente.
Joaquim Vieira Cocino da Silva.
II 'llanca de estabelttcimcnto.
Magalhaos da Silva Irmaos, fazem scienle aos
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci-
mento de fazendas da ra das Cruzes para a ra
Nova n. 40, defronte da igreja de Nossa Senhora
da Conceijao. __________
Aluguel.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Vellia n. 20: a tratar na ra do Sebo
n. 24, ^
naturas nao edegarem para a publicarn. Uepois
de impresso costar o volume 3<5. Assigna-se na
livraria ns. 6 e8 da praca da Independenc a.
O abaixo assignado, vista do seu mo esta-
do de saude, e sem esperanzas de (car bom tao
cedo, resolve-se a vender os seus dous ongendos
Limeirinda e Pindodal para pagar aos seus genero-
sos credores, porque nao quer passar por ingrato,
e mesmo porque pode morrer de repente e deixar
incommodos e trabadlos para sua mulher e filhos :
os pretendemos podem informar-se o que sao os
engenhos, e depois dirijam-se ao cngenhoPindobal,
que ahi aeharo com quem tratar.
Joaquim Cavalcanli de Albuquerque Mlloe.
Na livraria da praca da Independencia ns. 6
e 8, vendem-so as seguintes obras 1*000.
O Relicario Anglico, contendo: Acto de con-
triceo, que se deve fazer antes de principiar o
exercicio do Santissimo Rosario; Jaculatoria
Mana Santissima para rezar o meditar o seu
Santissimo Rosario; Myslerios gozosos; Mysterios
dolorosos; Mysterios gloriosos; Ladainha de Nossa
Senhora em portuguez, para se recitar quando se
rezar e meditar o Santissimo Rosario; Cora de
Maria Santissima para os seus sete gozos; Via-Sa-
cra; Ladainha de Nossa Senhora; Jaculatorias, e
rolloquios Jess Christo Salvador nosso, pelos
seus sete Passos; Orac;o preparatoria para todos
os dias; Oracao da cea que o Senhor deu seus
discpulos; Orarlo que o Senhor fez no Horto; A
venda, c entrega, que Judas fez do Senhor aos Ju-
deus; A priso, e acoutes; Jess Christo coroado
de espinhos; Quando appareceu ao povo na varan-
da de Pilatos, e este disse : ecce homo ; Christo
Senhor nosso com a cruz aos hombros; Quando
crucificaran! Christo Senhor nosso na Calvario;
Oracao Nossa Senhora das Dores; Saudaraa
Vrgem Santissima; Hymuo do pranto da Mai de
Deus, e Senhora nossa com cem dias de Indulgen-
cia, concedidos pelo papa Iunocenrio XI; Oracao
Jesus Christo glorioso na sua admiravel resurrei-
?o; Oracao 4 Jess Christo triumphante na sua
gloriosa ascensao; Memoria das esiaces que Nosso
Senhor Jess Christo andou noute de sua sagra-
da paixao, para se rezar com os bracos em cruz;
Preces, e deprecae.oes devotas para cada um fazer
Jess Christo Salvador nosso, no decurso de trin-
ta e tres das; Colloquio Jess Christo e a Maria
Santissima ao p da cruz; Oraciio S. Joo Apos-
tlo, e Evangelista; Peticcs quotidianas para as
almas catholicas rogarem a Deus por tudo, confor-
me a ordem da caridade e justica; Colloquio ao
eterno Pai. para render cada um de nos as gracas
por tantos beneficios; Noticia breve dos mysterios
que o celebrante representa na Missa; Oracao para
visitar a igreja em da de Jubileu, em que se ga-
nhara indulgencias; Oracao para antes da conns-
sao; Oracao para depois da confissao, e antes da
communho; Oracao Nossa Senhora para depois
da_ confissao; Oracao para depois da commu-
nho : Oracao a Maria Santissima para depois da
Sagrada communho; Oracao para depois da
communho com trezentos dias de indulgencia,
concedidos pelo papa Joo XXII; A qualquer pesosa
que por una utih'ssima devoco quizer assistir por
espado do meia hora ao Santissimo Sacramento da
"Eucdarisiia, etc.; Adoracao ao Santissimo Sacra-
mento para todas as vezes que estiver exposto;
Jaculatoria Jess Sacramentado; Novena das
almas do porgatorio, em que se ganham muilas
indulgencias; Uevocao das almas do purgatorio,
utilissima, tanto s bemditas almas, como aos seus
devotos que a recitaren); Modo cora que se deve
visitar a escada santa; Orarao, o rogativa Nossa
Senhora da Conceicao para todas as necessidades
geraes, o particulares, e mui propria para implorar
os poderes de seu patrocinio diante da sua mila-
grosa Imagem apparecida; Cinco oracoes em lou-
vur do santissimo ame de Maria, iniciadas pelas
rus cinco letras; Salvu Rainha, em maior exten-
so do metro; Uirectorio para a oracao mental;
Heditacao da gravidade do neceado; Medilaeao da
marte; Modiiago do juizo universal; Meditaco
do inferno; Meditaeao da Gloria; A Nossa Senho-
ra da Conceifo para que conceda o Dom da Pure-
za; Versculos para quando se toca s Ave Ma-
ras; Responso Santo Antonio; Orac.io Jess
Christo.
Visita ao Santissimo Sacramento e a Miria San-
tissima, contendo: Advertencia ao leitor; Acto
que se deve fazer no principio de todas as visitas
ao Santissimo Sacramento; Visita 1.a at 31.*;
Oracao para antes da confissao; Oracao para depois
da confissao; Actos que se deve fzer antes da
roinmunlio;- Oracao para antes da commundo ;
Oracao para depois da eom nuithao; Aceito degra-
eas para depois da commundo; Actos para depois
da commundo; Modo de rezar a cora de Nossa
Sendora; Devocao ao Santissimo Sacramento pan
a dora, e dia era quo foi instituido; Adoracao de
S. Tliomaz ao Santissimo Sacramento; Modo de
assistir ao sagrado Lausperenue; Jaculatorias para
adorar ao Santissimo Sacramento, pelos attributos
do sen amor, e grandeza; Jaculatoria para se dize-
rem dianto do Santissimo Sacramento; Motdodo de
ouvir Missa perfoitamente; Psalmos que se reci-
tan) aeompanhando o Santissimo para casa do en-
fermo, e quando volta de casa do enfermo; Novena
das almas do purgatorio; Devoco das almas;
Oracao, c rogativa a Nossa Senhora da ConceieSo
rara' tudas as necessidades geraes, e particulares,
e mui propria para implorar os poderes de seu
patrocinio diante da sua milagrosa Imagem appa-
recida; Cinco oraces em louvor do Santissimo
nomo de Maria, iniciadas pelas suas cinco letras;
Salve Rainha, em maior extenso de metro; Va-
Sacra abreviada-, Responso de Santo Antonio.
Boaoccasilo
A praso on a dnheiro.
Nao pode haver mellior negocio para quem
principia!!
Vende-se a loja de miudezas da ra da Impera-
triz n. 54 A, e essa ven la se effectua com bastante
vantagem para o comprador, por isso que d-se
abamento sobre as facturas, e mais anda por ha-
ver bom sortimento e nao se encontrar alcaide :
as possoas que qi izerem negociar apparecam na
mesma loja, ou a ra da Coucoicao n. 26, que todo
negocio so far._____________________________
Para fejnada,
Toueuho para fejuada a 240 rs., sendo do 8 li-
bras para cima d-se a 200 rs.: na ra da Palma
n. 41, taberna.
MH
iiiturai'ias.
Na ra do Imperador n. 22, no grande SjK
armazem de tintas se vende todas as co- i_g
rea precisas para tingir pannos. JB
rx-)amm mmmm
Panno de algodo tecido de M-
nas, fazenda forte c encor|> priada para o servico i* lavonra, quer
para saceos, quer para roupa de escra-
vos: grande deposito na praca de Cor-
po Santo, escriptorio de Augusto Frcue-
rico ifOli cira.__________________
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica (raoceza, ra da Cruz n. 22, pre-
co U.
/


litarlo de rernanabuco Sabbado 94 de .llardo de 1864.
i
GRANDE RIVOIiUO
NO
ARMAZEM
DO
0 homem do movimento nao estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admiltc a unio rommerrial.
Nao sequer a diaba da alliaoca.
nao se teme a fui-i i dos corsarios.
Este anuo ha de ser blisseito.
Os can lides estSo preparado.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abaixo a liga u'aiua no vinagre
Viva a liga do genuino Chores com o fiambre!
Viva o conservador das consonas i i "lozas!!
Yivam os liberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivam todos qo* lerem este aniiuii io.
KM
SENHOHES E SENIIORAS.
O proprietario do grande Armazem do Bciiza estabelecido rna do Livramento ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesta bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est portante assim declarada.
As pessoas, ainda asmis exigentes, que sj dignarem vir este estabelecimento,
ficaro por certa muito satisfeitas, nao s quanlo s qualidades dos gneros, como com o
tratamento todo attencioso que se Ibes dar.
Alm do cumprimento dos deveres da bo;i educacao. haver d'oraem diante ainda
maior capricho em satisfazer todos que honraren esta casa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, sero offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pralique o contrario, como em oulras
casas, que at annanciam o que n5o lem.... O Baliza nao illude....
Ameij.as francezas em caixinhas e em frascos Litares inglezes e francezes em vasos de di-
de diversos tamanhos a l,2oo, l,6oo, versos tamaitos a i.ooo, l,5oo e 4,8oo
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs. I rs. a duzia.
Amen loas novas a 32o rs. a libra. Maateiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de g
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa,
dem Je Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
AlpistJ a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
libras para cima ser aberto um barril na
presenca do comprador,
dem de 2.a e 3.* qnalidade a Too, 6oo e 4oo
rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e dem franceza a 560 rs. a libra, eembarril
loo rs. a libra. I ?or menos.
., ... Idcmem latas a 20000 e a 10500 a lala.
Aletr.a branca e amarella a 4oo rs. a libra. Massa de tomateem barrila 480rs a libra
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. Id(,m em ,ata a 640 rs a ,ata
Batatas novas em g.gos de 36 a 4o libras por Mcslarda ing)eza 400 e 600 rs 0 pote
I.ooo rs. e a 4o rs. a libra. I Marmelada imperial dos melhores fabrican-
liscoilos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de m de Lisba a eoo rs> a libra.
Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
$& a duzia.
5 I.bras.
dem de diversas marcas em latas menores
_,a 1j3<0. F8- ,., .__. Massas para sopa, taJharim e macarrao a
dem le Lisboa de qnalidade especial em la-. igO rs a libra
tas?randesepequenasa 3,ooo e l.ooo rs.'Idfm finas cslrelinha e pevid ,
Bolaclnnhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica ,Wm 8 libras a idGOO
e 2oo rs. a libra. Nozes a 16o rs a libra
Ba?hta.e Pre a 4i0 rS- a Ubra,e embarri.l Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que tem vindo ao mercado, a
I ja lata.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra,
dem para fiambre (inglez) a 640 ris a
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Paiel almaco a 30000 a resma.
Idt m de peso a 20 a resma.
Paitos paradentes a 160rs. o maco.
Di o dito de flor a 200 rs.
Di los do gaz a 20200 a groza
Paisas novas a 480 rs. a libra e a 10800 a
caixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20500.
Dito londrino a OO rs. a libra.
Dito prato a 610 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata.
a 4oo rs.
Balden americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha lmxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e 1,6oo rs.
dem preto a 2,ooo, l,6oo e i.ooo rs. alibra.
Chanragne a melhor do mercado a 12,oooo
gig) e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate francez primeira qualidade a I,loo
rs. a libra,
dem hespanhol a 1,2oo rs. a libra.
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Cerve. a branca marca Allsopps a 4,5oors. a
dui:ia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 8oo e a
l.ooo rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o
rs. o frasco.
dem francezas de muitas qualidades a 5oo|Diiade Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. > Sa muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti-Sal refinado,em potes de vidro, a 600 rs.
ment tanto da Baha como do Rio de Ja-. o pote.
neiroa 1,6oo,2,2oo, 2,5oo,3,ooo 6 4,000^3^10 massa a 120, 160, 200 c240rs. a
rs. a caixa. libra.
,.,, aa ... iToucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Cafe lo Ceara mu.to superior a 28o rs. a libra mQ f Sant(JS e m ^ a ,bra>
e a 8,ooo rs. a arroba,
dem lo Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 1.40 rs. cada um.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
Ceblas aOoo rs. o molho com mais de loo I(J|jm d por[Q a 4Q0 ^ ca(Ja uma
ceblas.
Choui icas e paios a 72o rs. a libra.
Cevacinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevaa muito nova a 8o rs. a libra.
Copo* lapidados a 5 e 6,ooo rs. a duzia.
Doce ie goiaba em Utas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a Ubra.
Ervillias francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farnlia do Maranho a 12o rs. a libra.
Farin'ia de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Adas de carnauba e composico a 320 rs. a
libra e a 100 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. c
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 10 a garrafa e
a 10/ e 12 a duzia.
IdomCherry, eda Madeira em barris e em
caixa, a 12:> a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 280000.
Dito em pipa a 30000, 30500 e40ooo a ca-
ada
ld'm do Porto, denomiuado Baliza, a 50
caada.
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita .a marca
Fontana oosoinliaroa la boje, vende-se
por proco mais coiuniodo do que em
qiialquiT oiilra parte : na roa da Cruz
u. 4 casa de R. Bieber k C. sneces-
sores.
O Perfume da Moda.
AGrUA FLORIDA
De Munav Esto raro qujio delicado perfumo
quasi que inexHgnivel c tao cheio de
minoea fragrancia u frescura como o
delicado chebo das proprias verdecen-
tes flores. Durante os inezea caloren-
toa do vero o seu nzo torna-so imineii-
teracate iprasirel e desejavel em con-
Beqoeocia da iufluencia refrigirante o
suave que ella produx sobre a pelle:
em quanto que uzada no bauho ella
imparte o oorpo lnguido e caneado
urna certa elasticidad^ de vigor e torca.
Ella importe tnuupmmeia as feiges,
c remove pannos, sanias c Itrioejas di
sobre (i pelle.
O TOXim ORIENTAL DE KEMP
PARA OS CABELLOS,
urna preparacio admiravel para lim-
par, alormosear, conservar e restabele-
cer os cabellos.
venda as boticas de Caors 4 Barboza,
ra da Cruz, e Jo5o da C. Bravo A C, ra
da Madre de Dos.
RIO
MERCANTIL
RA IIV CADEIA DO RE2CIFE 31'. 53.
v-
NOVO E
OSA1TDS 'B.UAZBU DE MOLHDO
S
RIJA DA A1EIA DO KECIFE \. 5.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do becifen. 53, um grande e sortido armazem de molbado! de-
nominado Unio Mercantil. Neste grande armazem enconlrar sempre o respeitavel publico um completo sortimenlo d(s ruelbore
gneros que vem ao mercado, tarto esirangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porces ou a relall.o por preces buii
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida
de primeira qualidade a 800 rs. a bbra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezuntos inglezes para Qambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs.
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a | 50800 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
10200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
800 rs.
Azeite doce de Lisboa a 610 rs. a garrafa e
40800 a caada.
o frasco e
Genebra ingleza marca gato a 1 ,ooo rs. a gar- ^^ ^ ^^ ^
rafa.
garrafo.
com o
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito MlMn de Bordeaux, das melhores marcas que
grandes a l,2oo rs. o frasco,
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco,
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Goini.'.a do Aracaty a 8o rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata e l.loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
l,oo cada uma.
vem ao mercado, a 60 a caixa e a 640 rs.
i garrafa.
Vinagre de Lisboa a 10600,108oo e 20000 a
<;anada.
Id< m idem.em garrames com 5 garrafas, por
10 com o garrafo.
Vinho de caj a 10 a garrafa. Este vinho
em dez annos.
I.uvas de loiivin.
Recbeu-se luvas de Jouviu brancas c prelas
iropri is para a quarusma : na ra do Qucimado
aja do beija flor n. 63.
Tranca lias de lia lisa para cnfeiles de eamlsinha
de senhora.
Reoibeo-se, trancinhas de diversas cores pe-
ca de )0 varas a 6iO rs., e de 120 rs. pequeas :
na ra do Queimado loja do beija flor n. 63.
Eofeites de redhibas con lato na freote.
Reci.'beu-se, vanado sortimenlo de enfeiles de
diversas cores a 1WK) e 2fi: na roa do Queimado
loja de beija flor n. 63.
i:ul>ite* de cascarrilha e (ranea
a 500 rs. cada um.
A aguia branca est vendendo bons enfeites de
casearnlha e tranca, pretos e de cores todos ao
baratsimo preco de 500 rs., servindo elles tanto
para senhoras como para meninas, a vista pois
da coinmodidade do preco ninguem deixar de os
comprar na ra do Queimado loja da aguia branca
D_S.__________________________________
^^'llll(:-^.' pecas de oleado pintado, lingindo
madeira, oleado para carros, tapetes de 13a e ditos
de raz de esparlo : na ra da Cadeia, armazem
n. 53 do agente Euzebio.
FEIJA0
Vendcm-se saceos com tres quartas de feijo
mu atinho novo a 130500 o sacco; a elles, antes
que se acabem : na na do Vigaro n. 26.
Vendem-se os tres tomos das biographias de
algins poeus e oulros homens lllustres da provin-
cia de Pernambuco, obra rica de novidades e mui-
to i iteresse : na ra do Imperador n. 11.
Vende-se una barraca nova de 4 viagens,
berr construida, de 4; caixas, boa veleira. a di-
Bheiro ou mesmo a prazo assim offereca boas fir-
mas : a entender-se na ra Direita com o Sr
Beuto de Barros Feij.
Os precisos talheres pa-
ra enancas.
thegaram e acham-se venda na ra do Quei-
mac'o, loja d'aguiabranca n. 8.
Vcndem-sc
bon cnxameisde louro de 20 30 palmos de
comprido e 5 8 pol legadas de grossura por pre-
co (ommodo : na serrara de Jos F. Coelho ra
nova de Santa Rita n. 17.
720 rs. a libra.
Queijos flarnengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novD a 640rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba. *
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 20800
rs. a libra.
Cb hyson muito superior a 205SO rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinbas de 4 e 8 libras de Ogos de coma-
dre a 10 e 20 cada uma.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 109 a duzia, e 900 a 15 a gairafa;deste
genero ha grande porfi e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cambes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
Sardinhas de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta: savel, ecnina,
vezugo, ebeme, linguado, lagcsiinLa, a
10300 rs. p.--,,
Salmo em latas, preparado pela teva arte
de cozinha, a 800 rs.
Maga de tomates em latas de 1 libra a GOO
ris.
com ricas estampas na caixa exterior, 'Chouricase paios em latas de 8 e meia libra
muitopropriasparamimo,a 10200,10500
e20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas. a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molie a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas c&res a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Enrilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1*.
Cerveja branca epreta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
53800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
1 Sal refinado a 500 rs. o pote.
por 70.
Toncinho de Lisboa a 320 rs. a bbra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 4(5 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40COa arroba
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, propriepara negocio, ae^.
Arroz do Maranbloa 100rs. a librae ?K(-
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra c 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 3-20 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarrao, talliarim e aletria a 480 i s. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellinha,peviJe earroz demassa para sepa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa tiiO libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a ICO rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a SOrs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
15600, 25 e 30.
Presuntos do reino, vindos de con I a propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; iulei-
ro se faz abatimento.
TODA ATTEX(J*0 AO VCHAME.
Custodio Jos Alves Guimaracs avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes. (jiie achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as portas abenas a concorrencia do res-
peitavel publico, para assim apreciar o novo pallo
que se aclia no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas llores e muitos oulros objectos de
bom gosto, que tanto sastsfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crr, que s assim podero apre-
ciar, e acharao um grande sortimenlo de fazendas
tendentes miudezas, lano para gros?o como para
retalho, que todos serao sonidos a vontade, mesmo
qualquer freguez de fura que nao possa vir a esta '
praca e queiram diiir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e,pode-!
rao fazer que ser ludo cumplido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras (citas nesia praca, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignaeVs.
CIEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento dq livelas pretas e com pe-
drinhas de muito lindo gosto assim como litas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas five-
las que se vende pelo barato preco de 10500 e 20:
s no vigilante ra do Crespo n. 7.
GRAVATIM1AS.
Tambem chegou nm grande sortimento de gra-
vatinhas tanto para homem como para senhora,
de todas as qualidades c bordadinhas, vindo entre
estas uma pe mena amostra de lacinhos com alfl-
nete de pregar em camisinha cousa muito linda e
inteiramente novo gosto, ver para querer : s
no vigilanle ra do Crespo n. 7.
LEVAS PRETAS DE JOUVIN.
Os freguezes acharao grande sortimento de lu-
vas pretas e de cores, de Jouvin, assim como de
seda de retroz tanto para senhora como para
mancas c para homem qne se podero sorlir a
vontade : s no vigilanle ra do Crespo n. 7.
NOVOS ENFEITES.
Novo sortimento de enfeites pretos e de cores
com lacinho e de oulras muitas qualidades : s
no vigilanle rna do Crespo n. 7.
TRINA E VOLANTES.
Grande sortimento de trina, volantes, galoes,
grades e muitas obras de palheta para ornamen-
to de igrejas : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
Knfeltes para as senhoras.
At que chegaram os mullos desejados enfeites
com lacinhos de filas para senhora pelo barato pre-
co de 1500.
S no Vigilanle, ra do Crespo n. 7.
Queijos novos.
No armazem da Aurora Brilhante ha queijos no-
vos do reino a 300, ditos de prato a 10, doce de
goiaba fino a G40 e 800 rs., latas com peixe em
posta em calda de varias qualidades a 15, polvo
secco a 400 rs. a libra, tainhas do alagoa, cavalli-
nha e sardinhas novas, em pequeas e grandes
porcoes.
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de S por cento, pelo prompto pagamento.
CLARN
COM ME
RA DO 111 KlHA 1IO \. 45,
Passando o becco da Congregacilo segunda casa.
mmm mmim
wmm%%
NOFIDADE.
Pereira Rocha & C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 4o um armazem de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
libra. ; Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franga muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. i Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de L3mego em calda de azeite e
Botica e
de
armazem
drogas
Ra do Cabug n. II.
N
Joaquiui Mai linli da Cruz Correia.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Bristol.
Pasiilhas assucaradas de Kcmp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de cilio lclalo de ferro do Dr. Thermes.
Rob do Lafecleui'.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Cuy.
Xaropc peitoral sedativo de Cuy.
Pastilhas peitoracs balsmicas de Guy.
Pilulas da vida.
Duivl franciscano (mesclado) para imagens.
Injivcio lliuw.
Xarope de citralo de ferro de Chable.
Pilulas contra sesees.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
Xarope alcoolieo de relame.
Alm destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de li nas, verniz, ouro para dou-
rar, preparados chimicos e pharmaceuticos que se
vendem por commodos prerns.
Vendem-se calxes vastos
nos la typograpliia.
100 rs. a libra e 20400 a 20800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10600 t n frascos grandes a
20500.
Idom em caixinhas elegantementeenfeitadas dem seccas muito novas a 200 rs. a libra. I muito novo a 640 rs.
com ricas estampas no interioi das caixas Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
a 120000,10400, 10600 e 20. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.' 10800, 80300 e 280 rs. a libra. dem prato a 640 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranho a 120 rs. a libra. Sal retinado em frascas de vidro a GOO rs.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra. cada um.
roba. Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 320 rs.
Azeite doce francez muito fino em garrafas' a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
grandes a 960 rs. a garrafa. ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa. dem emgarrafcs de 3 e 5 gales a 50500 lijlos de limpar facas a 140 rs.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a e 70500 cada um com o garrafo. Vellas de carnauba pura a 360 rs. a h-
libra. Gomma do Aracatva 80 rs. a libra. bra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a Graixa a 100 rs. a lata e 1100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra. Grao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. Vinho do Porlo engarrafado o melhor que
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 1?5800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-'
nheiro.
marcas a
Ratatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs a libra e
eem barril a 4iO rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 re a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, sude pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e especialmente da fabrica inperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 200, 280 e
300 rs. a libra e 70500, 80 e 80300 rs. a
arroba.
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Poi lo,
Madeira, O. Pedro, D. Luiz I, Mara Fia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 c
10000 a garrafa, e em caixa com uma du-
zia a 90000 e 100000.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-lldem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8 480, 500 e"500 rs. a garrafa e 30, 30500
pouco
libras para cima sefar uma differenca-
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril ter abatimento.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talliarim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
e 40 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 50 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc c S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgauxeChateaolumirjide 185 5, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
I $200 re. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos gratule porrao de outros que deixaODOS
de mencionar, e que ludo ser vendido por
pegas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por ceuto.


Diario df Bernaia>uo ttabhado 21 de Marco de lol.
ATTENCAO
AOS
4&&&l'
DO
PROGRESSISTA
RA HAS CUITZES *. 3<*
E
RA DO CRESPO N. 9
No baln o de Mani Antonio.
Joaquina los Gomes de Soiiza tcm a honra de participar ao respei-
ttvel publico, que tem resolvido vender os seus gneros de primeira qualidade por menos
10 a 20 por cenlo do que outro qu: lquer annunciar, como se v do presente annuncio.
a>~ veranda o proprietario (Testes .trmazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
est il un iktos, que nunca teo eccasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
al<>.](> n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
Cftluidos.
CHA
bysson, usim e perola a 2.400, 2,600 o
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa e da Figueka a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 re. a garrafa.
Bo:deaux de diversas quadades a 7,000,
8,000, 9,000 e 100 a duzia.
CHAMPANITE
a melhor que temos neste mercado a 20,000 mu.to superior a 560 rs. a libra, e en caixa
a 550 rs.
CONSERVAS
inglezas a 8,500 a duzia e 760 rs. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXE
em latas emticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muilo bem conservados a 50 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELADA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPKKMACETE
DATITE ALMEIBA?
f
ATTENCAO
O IAHCO DO l \ KUO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE


PARA A FESTA.
rs. o gigo.
CERVEJA
amito superior a 5,000, 5.500 e 6,)00 rs. a
duzia.
GENEBRA
de Hollanda em frasqueiras a 5,5(0 e 500
rs. e frasco.
BOLACHINHA
ejoda em Utas grandes a 2.000 rs. cada:mujto bem jy
ingWas em barricas a 4,000 e AO rs. a ,. .. L ___ VN-\GRE
ll.a# de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.000
CHARUTOS
da Babia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,00o rs.
a caixa.
TOUCLNHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs..a libra.
PALITOS PARA MESA
a 160 rs. o maco.
BISCOUTOS
em 1 aas de todas as quadades. a i ,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranho a 2.600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
2,500 a arroba
e 100 rs. a
muito nova
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com qu.tro arro-
ba i a 2,000 e 100rs. a libra.
CASTANHAS
jaladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as miis novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 300 rs. a libra.
AMEIXAS
francezas em latas de 1 e 1|2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. i lata.
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 r$) a fibra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira i muito nova
10.000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos c mais superiores a 400" rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,006 rs. a-ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2*0 rs. a libra.
. MASSA DE TOMATE
em btmbas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SARAO MASSA
neste genero ha sempre tm grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
Acaba de receber de sua pruftria encommenda un grande e variado sortimento,
de molledos todos primorosamente escomidos, por isso apres.-a-se o proprietario em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a segninte tal Ha dos satis gneros e
resumido* precos, aancando todo e qualquer genero vendido uasle bem cotilleado ar-
mazem.
Pede-se toda attenciio.
O proprietario pede a todos os senhores chafes de familia e ao publico em geral
que nao dcixem passar desapercebida a segninte tabella:
AVISO.
Nesto armazem e no largo do Carmo n. 9, annazem Progressive, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 85890 a 95, o proprietario em seas
armazens da-lhee este valor, sendo cm pagamento, e isto para evitar confusoes em trocos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, rs. a duzia 1 ,ooo rs. a garrafa, garante-se
e em barril a 78o rs. i que os melhores que temos tido no mer-
fdem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs. cado.
sendo em barril. Passas em caixas de 1 arroba '/ c '/i a 7,5oo,
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,6oo e l,9oo rs.; caixa, e 4oors. a libra
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e (raudas.
dem perola a 2.8oo rs. e de 8 libras para' dem corinthias proprias para podim a 8oo
cima a 2,7oo, r | rs. a libra,
dem bysson o mais snperior que se pode, Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a (feo rs. a libra
Emilias secas muito novas a 16o rs. a libra.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam do
receber de sua propria encommenda, o ma'is lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendera por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abano notamos, garantindo os mes-
aos proprietarios n5o s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO,
Todos os senhores que compraren para negocio ou casa particular de 1000 para
cima torio mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam ma'rs que
todos #s seas gneros s< recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra. | Vellas de carnauba e composicao de 32o a,
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a ll,ooo rs. a
MAIS- ATTEI^lO !
Existe almd'estes gneros, um explendido sortimento de pbosphoros, fumo, al-
piste, peras em calda e seccas. flgos, copos Anos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
iiel a, pimenta, velas de carnauba, janha de porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que lodos sero-vendidos por mdicos precos.
Tendo o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concorda
com a liga da nio Commercial, Ctarim, Alkanca, etc., etc., etc., de lara que s con
torda era alliar-seaos seus freguezus, fwencbcom estes nma liga de interesses recprocos'
ten lo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
bre, o formidavel queijo e a s tboi osa bolachinha de so la, que fazem urna boa allianca
com a superior champanhe e o po -to fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
mazn* com os seus concurrentes. Vinde, senhores, ais armazens, aonde podis d'en-
Ire um muito esplendido so-timeto desaborosos alimentos, escolherdes os quemis
tos apetecer, certos de que nunca tereis oceasiao de arrepender-vos de gastar o vosso
dinbeiro nestes estabelecimentos.
ROUPA FEITA
NO
ARHAXKn
DE
& db-31'.JA IDi) VSJMAb-b
& J.ETREIltO VEROS.
f$ Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
?* rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
>** grande e variado sortimento de fazendas de todas as quadades, para senhoras,
V bomens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 e......100000
Ditos de casemira, 200, 150,
I2-5, ii)0e......
Ditos de alpaca, 50, 40 e .
Moa ditos pretos, 90, 70,
55, 40 e......
Ditos de brim e ganga de co-
res. 45500, 40, 30500 e. .
Ditos brinco de linho, 6$, 5*0 e
Ditos de merino preto de cor-
d&o, 105, 70 e.....
Catean de casemira preta, 120,
100, 80 e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de c-
res, 50001 e.....
Ditan de princezae merino pre-
di de confio, 45500 e. .
i1 brim branco e de co-
re.-, 50, 40500, 40 e .
Ditas le ganga de cores. 30 c
3'Golletes de velludo preto e de
Je......
Ditos de casemira preta, 50 e
de ditas de cores 5
0 e........
50000
300000 Ditos de setim preto. .
250000 rjjtos de ditos e seda branco,
60 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e 40OOC
Cohetes de fustn e brim bran-
co, 30500, 30 e 20500
Seroulas de brim de linho,
2*400 e......20000
Ditas de algodao, 10600 e. 10400
Camisas de peitos de linho,
40, 30 e......20500
Ditas de madapol5o, 20500,
25 e........ 10600
Chapeos de raassa, pretos fran-
cezes, 105, 90 e. 80500
75000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......60000
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640
Sortimento completo de grva-
la,. 0
25500 Toalbas para rosto, duzia, 110,
e........70000
70000 Chapeos deso, dealpaca, pre-
40000 tos e de cores.....
LencAes .le linho.....
30500 Cobertas de chita chineza.. .
70000
30500
30500
30000
40000
55000
70000
40000
45000
20500
a 2,5oo rs.
dem menos superior a 2.4oo ede 8 libras
pan cima a 2,3oors.
a 400 rs. a libra e! uem proprio para negocio a 2.3oo. de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2. 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3. :\J'>u e i,8oo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste .genero a 2.Roo rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,loo. a l.SftO rs. a libra.
dem mais baixo bom para negocio a 1,5oo
rs. a libra.
dem miudinhn proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,5oo.
dem mais seceos viudos por navio a l,7oo.
dem prato s melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra.
dem londrino a oo rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porcao que temos em ser.
Riscoitos em latas de 2 libras das seguintes
marcas : Osborne, Craknt-I, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machine contras mili-
tas a l,3ooe 1 4oo rs.
Polvos ebegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
idem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
I'abchinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e io rs. a
libra.
Carines com bolas franeczas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-
ses a (feo rs. cada um.
Peras seccas asmis novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a I,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
Han de casca mole a 32o rs.
Viuhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marea*: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinbo es-
pecial I). Pedro V, nctar snperior de
1833, duque do Porto de 183'. vinho do
Porto, velho superior, madeirasecca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 500 rs, a garrafa c 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo caada
e oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a -loo rs.
a garrafa e 3,000 rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 500 a garrafa e 4,ooo rs. a
canada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muilo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 ', t garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
-
40000 0.
35000 W.
20000 y%
dem citm 4 l,'i ditas de venagre a I.ooo rs.o
garrafao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batismft a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a canada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Ror-
deaux fa/.enda muito especial a 6.800 rs.
a caixa c 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas crome de violetas, gerofles. ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeitn, nmen-
dua amarga, percicot. deTiiiin, Botefim,
morangos, limao, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a I.ooo
Grao de~bico muito rovo a 16o rs. a libra.
Ervilbas francezas em latas a 600 rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para iarmVe inglezes a 7oo c 800
rs. a libra.
Chooricas e paios muito novos a 64o a libra.
Batis muito novas em gigos de 34 libra a
1,00o rs. e 60 rs. a iibra.
Massas para sopa micarrao, talharim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdaJeiro iuglez a 8,5oo rs. a caixa
e Soo rs. a garraf.
Mein francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2,ooo, 2.3oo, 3,030 e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e26o rs. a iibra.
Aiidz do Maranho a loors. a libra,3,ooors.
a arroba,
dem da India muib superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e3ik) rs. a libra,
dem de sebo muito dura lingindo esparmace-
tc 3(>o rs. a libra,
dem de esparmacele a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Sis. apagados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, ja se venden por 7.ooo rs.
demalmaco pautadoelisoa3.ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 3,000 rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs.
a resina.
dem embrulho de 1,2oo a 1, 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 libra a
1.2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2.5oo rs., s o
frasco valle 1,00o rs. tambem temos era
frascos para l,4o> rs.
Conservas inglezas u 7oo rs. o frasco.
Momos inglezes a 800 e I.ooo rs. o frasco.
Mostard preparad:; em potes muilo nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Sei veja Ron. Tencnle verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
Idem de outras marcas preta e brancaa5,5oo
Q 6,000 rs. a duza inteiras.
Vassouras de piaaanva com 2 arcos de ferro
vindas du Porto 1 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molho e Soo
rs. o cento.
Chocolate portiiguez hespanhol e francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Gencbra de HoUonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco.
Idem em botijas a 4oo rs.
Idem ein garrafoes de i 4 garrafas a 5.2oo rs.
Pablos do gaz a loo rs. a groa e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixados em macos grandes
com 2o rs o maciuhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo,ooo a arroba.
Sag milito novo a 24o rs. a libra.
Cevadmha de Franca a 18o rs. a lihra.
M1II10 alpista a lio rs. a libra e 4.5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 re a ibra e2,4oo a arroba.
Peixes em !a!as a 1 ,ooo rs. a lata j prompto
a ci.mcr-se.
FarellO de Lisboa marca R. e Riato saceos
graddes a l.ooo rs.
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de
1,500 rs. cada urna,
dem franceza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porca refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha uxim miudinbo vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,800 rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
Idem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
arroba.
7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrio, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caixo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada.

A

o cov.'iiln.
Contina a \vniler-s nm vntnde So>iiin<>iii<> d
ramhraias francezas a 2iO r. o mulo : na ra
lo Qneimado n. 43, esquina que volta 'ara a Ojii-
rgcgago.
ftlgni*
da Rali i
para sacros de asnear e roupa de esrravo; tem
pan venili-r Anloiiio Luiz (if (Hivi'ira Azi'.v.'do i.\
C, no si-u esiii|ilurio ra da Cruz n. 1.
l.iiv:is de pellicn.
Ci\.>2ir.-i Qneimado n. 8,
corvina, salm3o e outras muitas quadades
Vinho do Alto Douro vindo do Porte engar- preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
rafado garante-se a supenoridade d&ste vi-, nha de 2oo a t >8oo re_ a iata.
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-;Fg0S em caixas de 1 arroba, V e 8 libras
nuino, velho secco, especial lagrimas do-. a 8oo0 4>000 e 2ooo rs a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vnho braBC0 de quint0) n^rca B
vinho velho, Nctar superior de 1*33, Du-, pj,ho a 60ooo rs 0 DarriI.
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m-lhores conservei-
Iho superior, madeira secca de superior | ros de Lsboa a 64o re a, ,tinhade 1 libra,
ha latas de 1 */t e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz 1 de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a i i.ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a i,3oo rs. a lata.
Idem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5.000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2.5oo rs. cada um.
Idem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRB, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figaeira ;
de 48o, Soo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em canada a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. e mdhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a canada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o mago, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcao.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,800 a caada,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,3oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e
9,ooo as. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de 1., 2.a e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, do Cear de7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,8oo a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e Soo
a libra, ha caixas me i is e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 \'i a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a 1,60o
rs. o frasco.
Chocolate portugus, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2.Soo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.ooo
a 24,000 rs. o gigo, e de l,2oo a 2,eoo rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou Uso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou iizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muilo fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,Soo rs. a caixa.
Chouflcas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
i,ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a Soo rs.
1 garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para I impar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l,ooo rs. a libra.
Batatas a l,ooo rs. o giflo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
Bolas para Miliar.
Francisco Garrido tem para vender no seu esta-
belecimento, ra largado Uosario.n. 37, encllen-
les bolas para hilhar; sendo nm jo|jo de 4 bolas por
50J, panno para o mesmo 60,6, giz, a groza 124,
una dtizia 1,5200, solas para os taeos & o cenlo.
Setola a 300 rs.
o rento : na ra da Madre de Oeos n. 18.______
AGENCIA
DA
FNBICO BE LOW-MOOR.
Roa da Semilla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para ongenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tainanhos para ditos.__________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C.
r i la da Senzalta Nova n. 42._____________
Wii'le-se um poreo bastante grande, muito
gordo : nara ver e traiar. na taberna (tefroote da
tapella de 8. Jos do Mingninho,
Hicos enfeites pvra se-
nhora
Chegaram nicamente para o Vigilante os riro*
enfeites rainha deEscossia. fazenda inlciranwn-
te moderna e muilo barata olbando a sua i|ii.-.lida-
de e go-to : s na loja do Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7._____________________________
Capas, chales e manteletes.
Vende-se pelas precos mais razoaveis possivel
os objeclos cima mencionados, bem rumo um sor-
timento completo de moivanli|ur, grosrienaples.
Mita lavradas tuilo faaoada preta propria da esta-
cao, vindas pelo ultimo vapor da Europa : na roa
do Quriinado n. 40._______________________
Hna da Sfnzalla IXova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado fibra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.__________________
Vende-M- urna armaran deamarelti enver-
nisada e envidraenda, c duas praieleiras de lonro,
tudo proprio para luja a retalliu e amaten de
grosso, assim como urna empanada merlianiea
rompida e nova, tudo por preco commoijo ; na,
ra do Crespo n. 4,

'


miarlo ile Fcrnarabnco ftabbado -i de Marco de i 8*4.
i
>
*
H.
i

ARMAZEM ALLIANCA
57-RUA DO IMPERADOR-57
l'.
Paulo Ferrelra da Uva.
0 proprictario deste grande estabelecimcnto de molbados, recebe por todos os vapores e navios osmelliores gneros que
vem a3 mercado, os quaes vende em seu armazem pelos mais resumidos precos.
Tendo chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarregadas para a eseolha de seus gneros, tem a honra de annun-
ciar ao respcitavel publico, que ninguem como elle pode vender tao barato e por tao resumidos precos; servindo como costuma aos
seus freguezes com os melhores gneros que se pede desejar.
Qoerendo o proprietario deste tao til estabelecimento a concorrencia da boa freguezia, tem deliberado vender sempre por
menos do que outro qualquer, garantindo aos seus freguezes todo e qualquer genero saludo de sen acreditado armazem.
Manteiga ingleza a mais nova e tina chegnda
neste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ter abatimento.
dem franceza, a melhor a ruis superior do
nos.io mercado a 56o rs. a libra e io em
barril ou nteio.
Banha de porco refinada e muito alva a 4io
rs. a bra, eem barril a 4oo rs.
Cha hjsson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem iJem menos superior e que em outras
Viiho do Porto em barril muito especial a
Gio rs. a garrafa, c 5,ooo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
1 ,ioo rs. a caada.
dem em garrafes com S garrafas.
Farinhade araruta verdadeira a32ors. a Ib.
Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
2,oo rs. a gro/a*
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidado a Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
(lio rs. a garrafa e 4,8oo rs. a ainada.
Batatas em gigos de trinta a trinta c tantas li-
bra a 2,500 rs. o gigo e 80 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,000
rs. a frasqueira e 5Go rs. o frasco.
casis se vende a 2,6oo rs., custa neste ar-! Ideinem garrafes com 25 garrafas a 8,000 rs.
maiidra 2,2oo rs. a libra.
dem uxim, o melhor que pode haver neste
genTO a 2.6oo a Ib. garante-sea qualidade.
dem preto muito especial a 2,000 rs. a li-
bra, e mais baixo, porem muito soffnvel a
i ,2to a Ib., vende-se por estes precos em
raza) de nestes ltimos navios ter-se rece-
bido grande porc3o deste genero, a difi-
rele a de preco de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte.
dem do Rio em lata de 1 at 6 Ib. a 1,4oo rs.
a Ib., neste genero o melhor possivel.
Biscoui.us inglezcs em latas com difierentes
qualidades como sejan craknel, victoria
pie-nic, soda, tras umitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,000
rs. Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e milito proprias para mimo a 1,600 e
2,6od rs. cada urna.
dem em CMtau de 8 Ib. a id rs. cada urna
Passas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas franeczas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,ooo e 800 rs. a libra.
Caixinlas com ricas estampas a l,4oo rs.
cada urna, frascos de vidro com rolha do
Cerveja das melhores marcas de 5,ooo a
5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
Cognac superior a 800 e l.ooo rs. a garrafa,
e em caixa ter abatimeoto.
Vassouras de piassava com dous arcos de
fono prendendo o cabo a 32 rs. cada
urna.
Escovas de piassava proprias para esfregar
casa a 32o r*.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Peixe em lala muito bem preparado: savel,
corvina, pescada e outros a l.ooo rs. a
I lala.
Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas ja prepa-
a'amadoscuiiserveirosde Lisboa em latas radas a 6io e 72o rs. a lata.
delibra, libra e meia calibras a 600 rs. Caf lavado de primeira surte a 32o rs. a
Conservas inglezas em frascos grandes a libra, e 9,ooo a arroba.
75o rs. cada um. dem do Rio omito bom a 28o a libra e
dem franceza de todas as qualidades de | 8,5oo rs. a arroba.
lrgumcs e fructas a 5oo rs. Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oors dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para dentes 12o rs. o maco. j Araendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a 14o rs. Avelas muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o rs. a libra c em caixa Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
Grande liquidadlo
de fazrndas na toja do I'avo, rua ,da Imperatriz 11.
60, de (iama \ Silva.
AcOa-se este esiaheleriniento completamente sor-
tiduUc fazendas inglezas, francezas, alleiuacs o
suissas, proprias tanto para a praga como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porcao e de todas as fazendas do-se as amostras
deixaado Bear penhor ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caiieiros da loja do Pava.
As rliitas do Pavo.
Vendem-sc superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas stgu-
res, ditas francezas linas a 320, 340, 360, 400 e
600 rs., o covado, ditas pretas largas e eslreitas,
riscados escocezes linos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavo rua da Impcratriz n. O de Gama &
Silva.
As cassas do Patio a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-sc linissimas cassas persi.11 as cores li-
nas a 320 rs. o covado, ditas francezas muito linas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, lioissimo organdy matisado cun desenhos
miudinhosa 320 rs. o covado, cassas zaribaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavao rua da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laazinhas da exposirao de Pto.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna so cor ou de listas miudinhas mos de largura, proprias para vestido le senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissime
preco de 500 rs. o covado, ditas enfestadas trans-
parentes de quadrmhos a 500, 400 e 360 rs. oro*
vado, ditas matisadas muito linas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o cqvado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna so cor parda, azul, cor de lyrio
perola proprias para vestidos, sautembarqes e
garjbaldes a 720 rs. o covado, ditas escomas a
800 e 4(10 rs., isto s na loja do Pavao, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se fiaos chales de crepon estampado!
pelo barato preco de 65, 75, R. ditos le ponta re-
donda a ~ e 8,3, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com viOnlho a 125, ditos prelos lisos a
55, ditos de cores a 45300e 54, ditos de merino
eslampados a 25 e 35. ditos de lia a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 65, isto na loja
do Pavao rua da Jmpcralriz n. 60, do Gama &
POR MENOS l)E DEZ POK MNT0.
NO
411
CONSERVATIVO
DE
JOlOlliU M3IAO ]>OI* SAWTOK
23-Largo do Tergo-23.
O proprietario deste armazcm de molhados vende os seus ja bem conhecidos gneros e f i i-
meira qnalidade por menos de dez por cento do que em outra qualquer parte, garantindo-se a j| e>
rior qualidade.
Nao se diz o preco para nao espantar.
Vinho das melhores marcas.
Manteiga ingleza flor.
dem franceza.
Banha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Caf bom Jo Rio.
Idero superior doCear.
Toucinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Mtto alpista limpo.
Gomma de engommar alva.
Sabio de diveisas qualidades.
Chouricas mullo novas.
Arroz de diversos precos.
Ser/eja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do gaz.
Bolachinha ingleza era barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qualidade.
Biscoutos e bolarhinhas de soda.
Charntos de diversas qualidades.
Alm dos gneros annunciados exislem outros muitos que errfadonho mencinalos, a dinltet-
ro contado.
m
Silva.
a 54o rs. Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs.' Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a y^ pretas nesmt Httit Pi,i#
a libra e lO.ooo a arroba. I 8,5oo rs a arroba. v.mde-se grosdenapie preto moito superior 4
dem de composigo cmmacadas a 32o rs. Presuntos de Lamego de superior qualidade u&n, dito a 15800, u, 25500,2*80 e 3*. mo
o maco c 9,ooo rs. a arroba. I chegados neste ultimo vapor a 56o rs. a Ib. | reantique preto muito .-nperior a 3J> e 258OO, sar
Massa de tomates em latas a 600 rs. a bra.' Alpista mudo novo e limpo a 16o rs. a 1-
Docem calda das maisespeciaes fructas da- bra e 4,6oo a arroba.
Europa a 600 rs. a lata. Pain;o novo a 18o a Ib. e S.ooors. a arroba.
Ostras em latas muito bem preparadas a
l.ooo rs.
Massa para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra.
mesmo, contendo libra e meia de ameixas. dem talharim, macarrSo e aletria a 4oo rs.
Champagne da marca mais superior que tem
viudo ao nosso mercado a 18,o go, e l,8oo rs. a garrafe; garante-se a su-
perior qualidade.
Viuho Ilortleaux das melliores qualidades que
se pode desejar a 7,oeo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 640 rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garra a: nesle genero ha grande porc3oede
difTc-eiites marcas muito acreditadas que
j se venderam por 14,ooo c 15,000 a ai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Etoaro, D. Luiz, Camoes, Madeira sec-
ca, Nctar, Genuino e Malvasia fino e ou-
tros como Cherry e Madeira para 12,ooo e
13,oi>ors. a caixa.
Vintio de pipa: Porto, Lisboa, Figaeira a 4oo,
48o i! 5to rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,5oo rs. a caada.
dem branco o melhor neste genero vindo de
encommeiMia a 600 rs. a garrafa, e 4^oo
rs. a .aada.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
lihra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Sabo massa, amarello e castanho a 22o e
24o rs. a libra,
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra,
dem de Sant muito superior e medicinal a
l,3oo rs.
Fariha de Maranho a melhor que presen- Copos lapidados .jroprios para agna a5,ooo
temente tem vindo ao nosso mercado a
1 lo rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neslegenero a 800, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Geiiilira de laranja em frascos grandes a
1.200 rs. cada um.
Tam.iras do Egypto a 8oe rs. a libra e em
caixinhas de 5 libras a 3,5oo rs.
Papel almaco paulado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro,
de l,5oo a f>,ooo a caixa.
Cehollas novas a l.ooo rs. os mollios gran-
des c 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, excellente legtime para sopa e gui-
sado, a 2io rs. a libra.
Fivillias seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Sal refinado em lindos poles de vidro a 5oo Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a lib ra.
rs. cada um.
Mullios inglezes em garrafinhas coin rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
Cominhos cerva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a 1,00o rs. a libra.
Alfazema a2oo rs. a libra c 6,000 a arroba.
Graixa a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
LOJA DO BEIJA FLOR.
i;u; do QtiL'iiiiii'lo noaero 63.
Cravatishas para seiutra.
Venden-se graratinhas de diversos gostos mais
modernc^ a 720 e 800 rs. : na rua do Qncimado,
lija do t cija-flor n. 63.
Filas para debrnm de vestidos.
Vendem-se filas para debrum de vestido de linho
ruin 12 varas a 400 rs. a peca : na rua do Quei-
mado, leja do beija-flor n. 63.
Peales traveseos.
Vende,o-se peales travessos do caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na rua do Queiraa-
d .1, luja t o beija-flor n. 63.
Papel lieira dnurada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 14300,
d de c.ir de beira dourada a 1*100 : na rua do
(Jueimad ', loja do beija-Our n. 63.
Anvelnpes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a -(00 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na rua do Queimado n. 63.
Voltas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brilbantc vende-se a 15 cada
u.na : na rua do Queimudo loja do beija-flor n. 63.
Camisas de ueias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na rua do Queimado, loja do bei-
ja-lkii u. Ii3.
Enfritrs de Ola.
Tendo recebido enfeites de tita pretas e de co-
res mais modernas qoe se esiao usando, a lacada
um : na rua do Queimado, loja do beija-fljr n. 63.
lita de la prela para debrum.
Vende-se fita de 15a preta para debrnm com 10
varas a 'UO rs. a peca : na loja do beija-flor rua
do Queimado n 63.
Filas de linlio para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s quem tem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Botoes de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que um vindo para punbos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por esle preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
KK) rs. a BCf : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vcnde-se fita de velludo preto Iwrdada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qna-
resma : si quem tem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-fe franja preta de diversas larguras para
ei Miar capas ou manteletes os mais lindos gos-
lot que se. pode encontrar : na Soja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garfos.
Venderi-se facas e garfos de halanco de 1 bo-
ta, i a '>5'00 a dada, ditas de 2 botoes a 6t00:
na rua i o Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Venden-se dminos muito finos a 15200 e
1*100 : t a loja d beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a* 800 rs. : na
roa do Qtieimado, loja do beija-flor n. 63.
Vend -se alpaca preta a 500 rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs para pale-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
DJ i'ivta f na a 15100 o covado, laazinhas preta
para senh >ra que esiao de luto a 720 o covado :
na rua da Imperatriz n. 56. A loja est aberta at
s 9 hora? da noite. _____________^
Venda tic predio.
Vi n um grande predio de tres andares e
mo, sito na rua do ^morirn, no bairro do Rente,
por precisar de um concert, que teu dono ausen-
te, o nao 'iie fazer : trata-se na rua do Vigario
n. 19, pritoeiro andar.
Grande pechincha
com toqtte de avarfa na loja e
aa-mazem da Arara rua da im-
p;ra(riz o. 56 de Lourenco i*.
M. Oiilmares.
Vende-se con toqne de avaria.
Vndese madapolao inglez rom pequeo to-
2ue de avaria por 65o00 75 e 85, algodaozinho a
5500 e 55, cambraias lisas linas a 35 e 35909 :
na ru;. da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se fazendas limpas baratsimas.
Vende-se chitas finas cores escuras a 240 e 280
rs. o covado, ditas francezas linas cores fhas a
320, 3<>0 e 400 rs. o covado, gorgurao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez para vestido a 280 o covado : na
Bales da \rara a 3$.
Vende-se baldes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35,35300, 45 e 15300, ditos de madapolao a
353O0, ditos de muselina a 45 s na Arara rua
da Imperatriz n. 56.
Arara vende os cortes de riscados fraaeezes a 3.
Vende-se cortes derivados francezes com 14
covados a 35 o corte : na rua da Impera!riz n. 56.
Arara vende cortes de rasemira preta a 35.
Vende-se cortes de casemira preta para calcas a
35. 35500, 45 e 55 : na loja da Arara n. 56.
Vende-se a propriedade denominada Maltez, tita
:a ua i na freguezia de Tracunliaem da comarca de Naza-
i reth, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
Fazrodas proprias para sclioras e oieuiu,, BR&'^iSSyaSMC
Vende-se goll.nl.as cora botaoz.nho para senhora de ,,., ,luis de 1:000 gam os moradores
e meninas a 200 e .120 rs., manguitos do filo e '
cambraia enfeilados a 500 rs., manguitos e gollas
para senhora a 15 e 15280, camisinbas bordadas
liara senhora a 25, ditas bordadas no colarinbo e
puntios e grvalas muito linas a 45300 e 35 : s
a Arara rua da imperatriz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 85,
ditas de linho alcochoadas a 55, ditas de fusto a
55, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25:
na loj. da Arara rua da Imperatriz n. 36.
Arara vende cassas a 210 rs.
Vende-se cassas francezas linas a 240 e 280 o
covade, organdys finos a 240. 280 e 220 o covado:
na rua da Imperatriz n. 5t loja da Arara.
Grande sorliuiento de fazendas pretas para a qua-
resma.
Sedfs, grosdenaple, pannos finos e rasemiras.
Ven le-se prosdenapie preto para vestidos boa
fazendi a 15400. 15600, 25, 25400, 25600 e 35 0
covade, sarja hespanholade seda, panno fino preto
a 156(0, 25, 25500, 35 e 45 o covado, muito su-
perior rasemiras pretas linas a 25 e 25400 o cova-
do, merino fino a 25500 e 35, dito de cordao a
25500 o covado : na rua da Imperatriz n. 56^
Arara veude madapoln franceza 1 J.
V. d le-se madapolao francez enfestado a 45 e
45800 hretanba de linho, hamburgo de linho para
lencoe e seroulas a 440, 300 e 040 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, hrim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15280 e 15400 a vara : na rua da Impera-
triz n. 56.
Arara vende laazinhas para vestido a 2-iO rs. o
covado.
Vende-se laazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara rua da Imperairiz n. 56.
Arara vende fusto a 500 rs.
Vende-se fusto de cores para roupa de meninos
calcas e paletots a 500 rs. o covado, ganga france-
za escura e clara para calcas e paletots a 440 rs.
o covado: na rua da Imperatriz n.56,lojada Arara.
Roupa frita da Arara.
Vende-se palelots de brim de cor a 25500 e 35,
ditos ce meia casemira a 35500, ditos melhores a
45500 e 65, diios prelos de panno a 5f, 65 e 85.
ditos dj rasemira una e debrunhados a 85 e 105,
ditos prelos de alpaca a 35300 e 45, calcas pretas
de casemira a 45500, 55, 65 e85, dito.- de meia
casemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos linos
a 35501). (11 los de brim branco a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25, 25500 e 35, seroulas a
15600. ditas de linho a i e 25500, colletes a 25
e 255O1) : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende os soutembarqnes.
Vemle-se soulembarques pretos muito ricos, ca-
pas conpriilase manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara rua da Imperatriz nu-
mero 6.
Sediahasa 500 rs.
Araia vende sedinhas de listrinhas para vestidos
a 500 rs, o covado, ditas linas a 800 rs., laa a Ma-
ra Pia com 4 palmos de largoe palmas de seda a
800 rs. o invado : na rua da Imperatriz n. 36.
Arara < ende cambraias de earorinbos a 20500.
Vende-.-e cambraias de caroeinhos para vestidos
a 2550') a peca, corles de cassa franceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na rua da Im-
perairi;: u. 56.
que tem : quem a pretender entenda-se nesla pra-
ca com o Sr. Anlouio Jos Leal liis, na rua da
fc'deia do Recife n. 47. _____________________
Venda de urna hypothtca.
Os Iiquidalarios da massa fallida de
Jos Antonio Basto vendem a hvpollie
ra que tem nos enjtenhos Matto fetnaa
e Cajnhuss no lermo de Serinhcm no
valor le 3l:83oS9M rs.; tratar as
casas a roa do Trapiche n. 34.
Cal de Lisboa e potassa da
Knssla.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a pre^o mais barato do que
utra qualquer^parte.
ia prela he.-panhola muito encornada a 25, isto na
loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavio vende para lata.
Vcnde-se superior setim da China lazenda toda
de laa sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletots, capas cte., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
comgollinbas e outros muitos artgos qaese ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Favao i rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pauuos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior polo barato
preco de 25, 25500,35 o 3a500, ditos muito finos a
45, 55 e 65. corles de casemira prela enlistada a
45, 45500 e 65, casemira preta fina de urna s
largura muito lina a 15800, 25. 25500 c 35, cor-
tes de casemira de cor a 55, 55500 65, cosemi-
ras enfesiadas de urna s cor proprias para calca,
paletots, colletes, capas para senhora, roupas para
meninos a 35 e :l$500 o covado, isto na loja do
Pavio, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A ronpa do Pavo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
cos fazenda muito boa a 125, ditos muito fiaos a
165, 20?, 235 e 305, caigas de casemira prela boa
fazenda a 45500,55,65, 75 e 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brim de coi es, calcas de casemira
de cor a 45- 55,65,75, ditos de ra\emira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 2550o, ditos
de er a 25 e 25500, ditos brancos muto tinos,
sto na loja do Pavo, rua la Imperatriz 60, de
Gama 4 Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios tara janel-
la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
melhor que ha no mercado : na rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada tima
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As ealcinlias do Pavo.
Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo barato prego de 500 e 640 rs.,
inlanguitos para senhora e meninas a 500, 640 e
8<0 rs., camisinhas com manguitos a 15280 i na
ojado I'avo rua da Imperatriz n. 60.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisnhae de cambraia muito finas
com manguitos e golas muito bem bordadas pelo
barato preeo de 15280. ditas de fil a 15, ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e 25, su-
periores manguitos com golla e a balao a 35 e 45,
sendo muito bem bordados e os mais modernos
qne ha no mercado, manguitos e camisinhas a 35
e 35500, pollinhas linissimas de cambraia a 500,
ditas de tilo a 210 a 32o rs., pecas de ntremelos
com 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a 15, o ou-
tros muitos arligos neste genero que se vendem
mais barato do que em outra qualquer parte : s
na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma 4 Silva.
As capas do Pa>o.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
enfeitadas, sendo as mate modernas pelo barato
preeo de 205, 255. "05 e 405, sautembarqes de
seda preta sendo ricamente enfeilados a 205, 255
e 30 : na loja do Pavao rua da imperatriz n. 60,
de Gama A Silva.
As cambraias do Pa>.
Vendem-se pegas de cambraia muito Una com
salpicostemlo 8 l|2 varas cada pega a 3*M)0, ditas
a 35 e 35500, dilas adamascadas muilo linas pro-
prias para cortinados a 35, ditas a 45, pegas do
cambraia brancas lisas fazenda moito tina com *
1|2 varas a 35300, 45,45500, 55, dilas de pu-
dra proprias para forro e babados por pregos mui-
to razoaveis : ua loja do Pavao roa da Iinperalrz.
Pauno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lenge*, loa Ibas e ceroulas pelo
pretas para a quaresma
Superiores monreantiques prelos lar-
gos a 25200, 25500, 35, 35500 e 45 o
covado, bons grosdenaples pretos lar-
eos a 15500. 15600, 15800, 25000.
25500, 35 e 35500 o covado, ricos ves-
tidos de moureatin.que preto com barra.
ditos de gorgurao preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
<|ue lem vindo a Peroambucu, e outras
BMHlas fazendas de bom gosto, pretas
proprias para vestido, superiores capas
de seda preta a 165, 205, 255, 305,
355, 40 e 505, mantas pretas de fil,
lindos chapeos de paiha de Italia, o que
pode haver de mais gosto Canotier :
na loja das columnas na rua do Cres-
po n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concellos 4 C
Novos sontambarques.
Sao chegados os lindos soutambar-
wes e basquinas de seda pretas, rica-
mente enfeitadas, as mais modernas
que teein vindo Pernambuco, vindas
no ultimo vapor francez, por precos
mais commodos do que em oulra qual-
quer parle : loja das columnas na
rua do Crespo n. 13, de Antonio Cr-
rela de Vasconcellos C.
Azas para aojos de procisso.
VendeeVse na rua do Queimado loja da agui
branxa n. 8.
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receben as verdadeiras
Lrn.'S tic Joinin
pretas c de outras cores.
Papel de cores.
Folbas grandes para enfeites de bandeijas : ven-
dem-se na rua do Queimado, leja d'aguia branca
numero 8.
FMEIfES
com laco e outras qualidades.
A aguia branca acaba de receber um bello e
completo sorlimenlo do eufeites com lagos, ditos
sem iacos, etc. ; tambem recebeu outros niui bo-
uilos, segundo suas rerommendaedes vieramdos
que ha de mais moderno c apurado goslo j assim
os prelendenles munidos de dinheiro sarao bem
servidos : na rua do Queimado, loja d'aguia brau
ca n. 8.
Farinha a4<|8 Vendem-se saceos grandes com farinha de D i-
dfocaa melhor do mercado, por barato preco : na
rua da Madre de Dos ns. 5 e 9.
A bordo da barca brasiteira Iris existe i; e-
rior farinha de mandioca, qne se vende em por-
goes ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriptorio de Amorim Irmos, rua da Luz i.li-
mero 3.
IMilKI
Chapeos far seuhoras mu io ijg
baratos.
A 85, 95,105, H* e 125 sendo de pa-
iha de Italia da ultima moda e muito
bem enfeilados : na rua do Crespo n. 1
LOJA DO
BABAJEIRO
s8Bffi"SiBfllW'HSHB*9s^3R
Venda d urna boa quinta em
Portugal
Vende-se em Sobrado de Paiva, as margens do
Rio Douro, seis legoas cima da cidade do Poi to,
urna boa quinta cora militas ierras, e um grande
campo com casa nobre, dita para c heiros. pomar,
vinhas, soute. trras de mjutn, limeiras, frnei-'irM,
oliva!, tendo um engenho completo de fabricar
azeite ; juntamente se veuderao nimios bous foros
pertencentes mesma quinta, e as mesmas u rras,
que tem de ir praca na cidade do Porto para ser
vendido a quem mais der.________________^
$ para assenhoras.
G iilliulus e ponaos.
Chegaram as riquissimas gollinhas com punbos
de lindos bordados e linho puro guarnecidos ci-m
bonitos botaozinhos tanto para senhora como para
menina, pois a vista faz f : s no vigilante rua do
Crespo n. 7.
GRANULOS t XAROP
D'HYOROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
Uas experiencias lenas na luuia, e em
Franga, resulta que as affeccoes da pelle, e
todas as que resultam d'um vicio orgnico
sao promptamente curadas por este novo
medicamento. Segundo um relalorio feito
na academia imperial de medicina de Paria,
elle fui julgado mil e eficaz nao smaite
fas afeci'des leprosas e em algitmas ounqs
molestias da pelle rebeldes, mas la mitin
' as escrfulas e a syphilis. E eiilini. nl-
'guns orticos dislinctos, e especialmente os
Srs. Devergie, Cazenave e Ilillaint, mi
j eos do hospital de San Luiz, de Parte, af-
fectados ao tratamento das molestias cu-
tneas, empregaram as prepararles d'IIy-
drocoiyle com um notare! succesm contra
os ecremas, o pteriasis, o mneltgo e as di-
versas variedades de dartros, contra ns af-
feccoes sypliilecticas recentes ou antigs,
a lepra, as ulceras, escrofulosas e oulios,
os rheumalismos chronicos, ele.
Deposito geral em Paris: E. Fournicr
& Labelonye, pharmaceuticos, rua Bourbon-
Villeneuve. 19.
Em Pernambuco deposito geral : na ca?a
de Caors A- Barbosa, roa de Cruz n. i.
nn o 23th5
FRASCOS
el I1K LLNBOt
Vendem-se barris com cal des-
i :i procedencia, em pedra, chega-
da boje, e iiuica nova, qne ha no
mercado, na rua do Trapiche n.
13, armazem de Manoel Tei&el-
ra Basto.
"GAZ GAZ GAZ
por pre^o reduzido.
Vende-se gaz da melhor qualid.de pelo
pre.o de 105 por lata de 5 gales : no ar
ma/em do Caes do Ramos n. 18 e rua do
Trapiche Novo n. 8.
SAL
Vende-se a bordo do Garibaldt bom sal. vindo do
Ass, prego razoavel: a tratar no esc piorio de
Tasso Irraaos, rua do Amorim.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Hieas saias de fusiaoa o, camisas Inglezas para
senhora a i&, &M), .15 e 4, coberias de fusto barato preeo de 640 rs. a vara, bramante de linho
brancas a ."i5. chitas com lustro para cubera com com 10 palmos de largara a 2500, algodaozinho
6 palmos de largura a 646 o covado. cambraia dej monstro com 8 palmos de latguraa 15. pegas d
cores para vestido a 'Mi) o covado, laas para vesti-
do a 480, M) e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito tiaa
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca K
varas, por 165, chales de laa por 35, 45, Si 8 85,
camisas inglezas para homem a 385,505 e 605-
4a u. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
lucos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodao e de laa, mangtiiins e
camisinhas bordadas, eollarinhos e punhos, folhos
bordados, botoes de velludo, de seda e de fusto,
bandos de cabello, meias de seda, leques ; cujos
ertigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
fazendas brancas que se vendem muito baratas
aiim do apurar dinheiro : na loja do Pavao rua da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
** Corles de cassa a 35500.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35300 : na loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
de Uama & Silva.
O Pavo vende laazinhas pretas.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
A Mara Pa.
O Pavao vende a 8$
Vemlrin-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pia rom lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor Irancez pelo barato prego
de 85 cada um : s na loja do Pavao rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os bales do Pav|o.
Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tan-
to brancos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao qtiebrarem a 35300 e
de 35 arcos a 45. ditos de musselina coin babados
a 45, ditos para menina a 25 e :t5 : na loja do
Pavao rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpinhos do Pavao
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeilados a 7 e 85 ;
na loja do I'avo, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato prego de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e 1;05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10. 13, 20 e 305; ditos de la rom lindas
barras a 18 e I Si; isto na loja do Pavo rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
com gomma arbica dissohida : vendem-se
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Vvelas com pedrasno
vo sortimento.
A agnia branca recebeu por esse ultimo vapor
um novo e bello sortimento das procuradas flvelas
com pedras, podendo assim satisfazer a todos que
dellas precisaii in. urna vez que apparega dinhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
-ii uiJ IHIbjo.
almaco e de peso.
Alem do grande sortimento de papel greve e ou-
tras muitas qualidades, que constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-se notavel pela
supenoridade de qualidade o papel inglez almasso
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e outro sao mu cncorpados e de um ass.'tina-
do lustroso e macio, que na verdade ai odos agra-
dara. As resmas daquelle tem 480 fwlhas, e as
deste 800, e custa cada urna 8i. Tambem veio da
mesma qualidade e de tamanho pequeo, em cai-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
da, distando este 25, e aquello 15200 a caixinha.
J vem pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro serao bem servi-
dos : na rua do Queimado, luja d'aguia branca
numero 8.
Vende-se a taberna da rua da Concordia n.
62 : a tratar na mesma.
COPOS COM BA-
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
responder um tanto apressado, e um lauto gago ;
este preto foi de Santo Anlo, e consta qoe foi al
casado e deixou filhos, levou vestido caiga e ca-
misa de riscadinho escuro, snppo.- ter para aili
fgido : quem o pegar leve-o a rua da Senzalla
Velha Josepha Maria da Conceicao, ou roa da
Cadeia do Recife. armazem n. 16, que sera il.vi-
damente recompensado.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 24 do corrente desappareeeu o escra-
vo Jos, preto, de 24 26 annos, pouco mais oa
menos, estatura baixa. cabeca pequea, bem pa-
apreciados copos rom banha, os quaes es- reculo, pouca barba, algumas espinb.s a.. p da
o semlo distribuidos com amelles'prendentes! barba, ,ie< c .naos regulares, tem um mo
que contribuirem com 25300 a vista : isso na rua r
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
111:111 mus veas
para seuhoras e meninas.
A agoia branca recebeu mui boas meias france-
zas, de fino lecido e fio redolido, o que as tornam
de immensa durago, porque muito convm, ainda
mesmo tustando 7 e 85, como se esto vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8. ___________^^^^
Koa da Senzalla n. 42.
Vende-se, em asa de S. P. Jobnston 4 C.,
sellins e silbes inglezes, wndieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavados, e relogios de
ouro patente inglez. _________^^_
Aos Srs. logistas le ferragens.
Vende-se urna armago para ferro : na rua da
Cadeia n. U'i.
MTMC40
Acha-se fgido o escravo de neme Faustino, do
idade 40 annos, pouco mais ou menos, col fula, al-
tura regular, grosso do corno, bem espadaOdo, bar-
hado, e j com alguns cabellos branco- ni bal I \
bragos e pernas grasas e bastante cabelladas, U a-
do as pernas arqueadas, porm nio milito, coslu-
ma andar em sambas, e as vezes embriaga
ttale por gostar muito de beber : portan roga-
se |s autoridades poliriaes desta e da provincias
limitrophes, que o fagam apprehend. i > leva lo a
seu senhoro major Antonio da Silva Gusmao, na
rua Imperial, assim como rogase aos capil es da
i-tmun a annrplipn&n dn dito escravo. que 6eraO
campo a apprehenso do dito escravo, que
bem gratificados.


1
Diarlo de Pernambueo ttabbado 94 de Mareo de IMI.
LITTERATORA.
A RKSl'RREIiAO.
I,a nature a frmi, son dieu s'est rveill.
(lUuini1
i iiiin'lo quebrara se as pedrs,
i Jess resusctou !
lardas rabera med
Porque u .Mariyr triumphou '...
una alleluia! hosanna !
Gloria sera lma Jerai '
Loaremos, ehristos, o da.
Que brotou divina luz I...
Ei lo, pois, resuseilado
O Filho amado de Deus,
Que as sanias mulheres virara,
Que viram os discp'los scus!...
roiga loteira a natureza,
K ostenta todo o primor
No fausto da solemne
Da victoria do Senhor I...
Agora alegres os templos,
Cm gloriosa ovacao,
Resoam os liymnos festivos
Da santa Resurreieo !...
Prateos, christandajo.
Que tanto exultas assim
No momento em que, firmada,
Tua fe j nao tem flm !...
Para semprej perdido
Todo o povo de Jud,
Teimoso espera que um da
O seu Messias vira I...
Dura cegueira d'am povo.
Que ao justo martyrlsou I
era agora, confundido,
O seu erro abandonou !...
Deixeiiios, irmos, o fado
Do que ceg quiz car;
Vamos no s a nossos templos
A Jess glorificar I...
Hosanna alleluia I hosanna !
Eterna gloria a Jess !
Louvores ao Padre e ao Filho.
Louvores santa cruz ...
J. da C. Estrella.
fPublicador Uaraitense.)
Alongam-se os titancos, grossos bracos;
As mos se espalmara, tetidem-se as phalanges,
E as penas so prolongan), sustentadas
Por dous enormes pos, de cujas ponas
Brotara os dedos como altivos picos I
E ainda :
E nos arbreos vasos borbulliando
llonca o sangue era medouhas catadupas.
.....................Ah nesse dia,
Pororocas de sangue aos cus erguidas,
Hu de os aionstros sumir......
Fallando das prodcenos do paiz, diz o illuslro
poeta:
E em tanates cylindros apresentam
A vital carnauba, cujo tronco
Ao homcm presta no labor da vida
Tecto, lume, colxo, armas e cibo.
Doserevendo a provincia de Sergipe, srvese
destes versos :
Revista blbllographlca.
i;us:lmnas Poesas de Manoel de AraujO Porto-
Alegre.
Serapre grato, para o coragao patriota, lr um
|ivr), publicado longe, bem longe, por um brasi-
leiro disncto, a quom j so apertou a mo.
Esso livro um fk) elctrico, que repele as ins-
pirages, colhidas a duas mil leguas de distancia;
o clarira do progresso, que repercute as melo-
das, qu3 a iraaginacao do virtuoso crea na solidan
do gabinete.
Ninguera ouve o litterato, ninguera. o v; mas
tod a o ouvom, todos o veem, porque as suas ideas
at esto gravadas nessas folhas, para dizer qaem
, c como falla.
Deus do pensamento, deia as suas obras o
signa! de sua existencia; luz, accendida na com-
kuslSo das concepcoes, esparge raios, que illumi-
na.ii o mundo das letras.
Cada palavri um symbolo de vida, cada verso
urna phrase alirada aos seculos; e todo esse livro
lira monumento, que commemora as tras, que
*0 passando pela linha do zodiaco.
O estatuario arranca do centro do nnrmore o
attestado de sua grandeza, e documenta com elle
os leas foros de iramortalidade ; o poeta rene os
typjs Je Guttemberg e arranca do prlo i senten-
ca histrica, que ha de ser confirmada pelos julga-
dores futuros.
Cada qual deseja encher o vacuo com um pro-
dujo de suas inspiraces; cada qual sent o dever
de duer as geraces, que bao de vir, que o genio
n> urna mentira, que a intelligencia una
centena divina. D'ahi, a estatua; d'ahi, o livro.
Manoel de Araujo Porto-Alegre, que, por tantos
Molos, merece urna lembranea d'aquelles que o
conhecerain Manoel de Araujo Porto-Alegre, que,
com justica, oceupa um dos primeiros lugares no
cenculo dos iliteratos brasileiros, acaba de publi-
car, era Vienna, um volume de poesas.
Quera leve occasio de estudar essa iniaginacao
vulauci, despejando lavas de eloquencia nos seus
escriplos; quem soube apreciar esse anjo da pala-
bra, desdobrando gigantescas azas para esroacar
as regies da idea: ha de applaudir inais esse
livro, que ven adornar as nossas, quase despidas,
bibbolhecas.
Infelizmente poucos escrevem, poucos M interes-
sam pelo progresso intellectual do paiz que se le-
vanta. Dir-se-ia que a fatalidade esterilisa as in-
teligencias, que borbulham, e atrophia-lhes os or-
gias" de producto.
Hars vezes, um brasileiro atira um volume
roracidade dos hibliophilos ou mesmo dos crticos
de viseira cahida.-Ser temor? Ser egosmo?
Nem urna cousa, nem outra.
Nao se publican livros entre nos, porque ordi
nanamente aquelles, que noderiam escrever, sen-
ten) difieuldades na venda das edicSes. Os livros
amarellecem no fundo das livrarias, e os que se
entregara s letras sao pobres e escravisara-se ao
dia de amanla.
Anda nao ha anmacao, que chame escriptores,
o quatro ou cinco phrases benvolas nao sao bs-
tanles para supprir os cuitosos gaslos typographi-
ros.
Ha desejos de protec{o, ha palavras que valem
muito ; mas todos que.rera lr gratuitamente.
Os lempos, porra, eorrero, e o Brasil ha de
hombrear com os poros mais lidos da Europa. Es-
peremos, porque nao tarde, e oucam os leitores,
no unanlo, o juizo que formo das Drtis, lianas do
S.". Porto-Alegre.
A maior parte das poesas, publicadas no livro,
que tenho em mo, j sao conhecidas no Brasil.
Como diz o autor, d'entre as romposicoes 'j publi-
cadas separadamente, em tempos diversos, fez
urna esculla que lhe pareceu melhor, desprezando
o resto. Nem por isso merecem ellas menos at-
tenc/io
C iii'cam pelo Canto Genethliaco, once ha ver-
sos do um vigor e de urna forra, digno: do poeta
que o metricou. Sirvara para exemplo os se-
gnintis :
.................As virgens matas.
Que occullavam profundas cavidades,
Em laudas mad< izas se mudaram.
Os ros, que fin bulhes serpenteavam,
Olmo veas nos membros se esgalharam,
E a relva, e os arbustos na epiderme
Gomo vellos diversas simularain.
Ai redundase a fronte, abrem-se os olho.:,
Curvain-M: a> bees, o nariz resalla,
Rasga-se a bocea, os labios se modelam,
Abase o manto, o cllo se torneia,
Alargam-se n eapadoas, desee o peito
Ondeado, velloso e palpitante;
Oscllanrfo ao respiro o ventre empola,
E os msenlos em rombros se descrevem I
Cumo fexes de troncos enroscados
..................e no chao cstende
De um redro o tronco collossal, que encerra,
No bojo enorme urna inteirica nave I
Quando traa da provincia de Minas :
Gemmas do Abaet atalham-lhe o manto
Que um reino vale, tanto seu prego I
Nao gesto destes dous versos.
O segrate verso tambera nao tem a gradac,ao
necessaria, e por isso, na minlia opiniao, cae extra-
ordinariamente :
Vales mais que o brilhante, a prata e o ouro I
Eis outro verso menos digno de acompanhar a
tantos outros raagestosos :
O ureo pomo, a oliveira atheniense.
Segue-se a DestruicCio das florestas, onde ha ver-
sos deste vigor:
Treme o chao, treme o ar, geme e se esfolha
A cup'la verdigal do ampio madeiro,
E convulso largando os verdes fructos,
Granisa o bosque com medonho estrondo
Que as aves manda ao cu, e toca as (eras t
Ainda sao dignos de mencSo :
Como insecto em seara subraergido,
O homem se affigura, comparado
Coa ingente ossada da floresta annosa
Que a seus ps mutilada fana e murena,
Al i troncados mirram sobre a arena
Fuliginosos toros, tapecados
De avelludado musgo, onde resaltara,
Em forma de ramaes, e de coreas,
Raisdas parasytas, que debrucam
Em cheirosas bacas brandos fexes
De multmnodas llores.....
Sobre ludo primara os versos:
E a planta esguia de estrellados bracos,
Que ufana rctratava na ramagem
Hebraico candelabro era synagoga...
Doserevendo o fogo, que devora a floresta na
queimada, diz :
Tudo destre calcina, extingue e arrasa.
Citem-sc os seguintes versos, como um primor,
que sao :
Por cem partes da trra nuvens se erguem
De brancos flos, que sinuilam plumas,
Como os penachos do crinitotyrso,
Que a palma extreman) dos ubs farpados.
Tambera :
E aqui e ali em ramalhetes igneus
As seccas folhas pelo ar volteara.
Das ventas espirra coqueiros de espuma,
Que o Mil abrilhanta de facha irisante.
Ao choque na ara, os dorsos Imraensos
Surgirn) ao lume, s nuvens subirn),
Quaes conhos rol iros, alpestres lanzados,
Que as vene eternas coas ondas puliraiu.
Pintando os tormentos da balea, depois de har-
poada, Porto-Alegre escreveu estas sexlilhas:
Busca o filho, c regressando
A' baha do Carioca
Como horrenda pororoca
Pela barra foi entrando,
E a onda que levaulava
Sobre os picos se qnebrava.
O que mais era espantoso
Em scena tal qne atorda,
Era ver firme, na pi a
O harpeador animoso,
De braco armado, estendido
Como de bronze fundido !
E esta quadra lindissima :
Era renque as lanchas marcham, rebocando,
Pelos fortes proizes espiadas,
O colosso do mar : desenlia o vulto
Um cometa de sangue sobre as ondas.
A respeito do Guaxar, o harpeador, sao dignos
de toda a poesa, os seguintes versos :
Como a serpe damnada que atalha
A foguera que v no terreiro,
Ou no mato co incendio batalha,
T mirrar-se no proprio brasero ;
Assim calle sobre o mar,
Fronlciro o mortal perigo,
Quando atara o nimigo,
Investe, sem recuar I
Ninguem o vu trepidar;
Tamandu impassivel,
O tigre cruel, flexivel,
No posto espera e o abraca,
E c'as unhas o traspassa
Morte tenaz e terrivel.
E' raio na tampestade,
E' tufao sendo aggressor,
E' pae, irmao, na amizade,
E pomba no seu amor.
Depois desta, merece as honras da primazia, o
Voador, na qual o poeta exalta o valor de Bartho-
lomeu Lourenco de Gusmo, que, em Lisboa, su-
biu em um balo aereostatico.
Entre muitos versos, ha estes :
O talo, o Franco, e o Brtano
Conquistaran) o orbe inteiro I
Mas a conquista dos ares
Deu-a Deus a um Brasileiro !
Mas feliz que Phaetonte,
Aos cus ovante subiu,
Sobre as azas de nova aguia,
Que o seu genio construio.
Nem as roqueiras que os hambs ribombam.
Acho fraco este verso :
Da guela expellindo airo veneno.
E ainda mais este outro da meditara* :
O pranto mitigar eo'o I initivo
Do augusto podero da amizade I
Ha esta bonita hyperbole nessa poesa:
as tuas florestas virgens
Tens.mil esquadras, mil pontes,
E as entranhas dos montes
Tudo p'ra um mundo comprar t
Depois da Distribuirao das florestas, encentra o
leitor a soberba poesa intitulada : O Corcovado.
Tudo ah immenso, grandiloquo e sublime. Cita-
re, de passagem, alguns dos mais eloquentes
versos:
...........e 1er n'uin dia
Sobre a convexa pagina da trra
O grande panorama....
...........Oh I na tu reza I
Eu te sado, exttico de gozo,
De cima do teu throno, sobre o tope
Desta escada eternal de asp'ro granito,
Esmaltada de bosques e de flores.
Descrevendo o panorama do Rio de Janeiro, diz
o poeta cheio de assombro :
Sessenta milhas minha vista mede I
Se a mo espalmn, urna montanha encubro I
Se os olhos filo, descortino um reino.
Nao merece o mesmo enthusiasmo este verso :
.....Oh Providencia I
Inexhaurivel fonte de belleza I...
Esta quadra distncta :
Seu aspecto gracioso,
Sua nohre soledade,
Parecen) ninhos de astros
No centro da iramensidade.
Nao rauto harmonioso aoouvldo, por causa das
repetifdes da sj liaba za o seguinte verso :
Marmreas azas abre ante meus olhos.
E cahe um pouco em phrase prosaica este
outro :
...:-----Vejo um secuto.
Um seculo de crenca e de futuro.
Encontrei ainda estes tres magestosos versos :
Nos empapados brejos lampejando
Erram mil pyrlampos ; e nos ares
O verde cirio o vagalurae eslende.
Erafim, esta poesa toda ella digna dessa ima-
ginacao artstica.
Segu o Harpoador. que a meu ver, a mais gi-
gantesca das poesas de que se compe o livro do
Sr. Porto-Alegre. Sinto nao poder transcreve-la
por inteiro, para que os leitores conhecessem o fer-
vor dessa inspiracao. Alguns pedacos, porm, bas-
tarao para mostrar a tempera desse bello trabalho.
V ao acaso :
Voeja o lenho, qual um pato-arminho,
Fremenlo as azas pela Qor das aguas.
Seguem lhe a esleir da reserva as lanchas,
Que nervosa phalange activa a um lempo,
E o mar couverte em chamalole argnteo.
Na sala do Armador, em vitreo copo.
Que o vinho purpurisa, colhe o premio
O diloso viga, cojos olhos
Os longes raedera, que o cndor devassa.
Na lide affeito desde a infancia, o Indio
Suspende o esquife, observa, e qual golphinbo
Se emerge n'onda, de farpao armado ;
Busca o fundo do pego, e n'um arrojo
Fere co'a langa o terno balete,
Que apenso madre nao espera a morte.
fungido pela dr, convulso foge,
E a mu, que o v em convulsivas vascas
Verter a vida, rouxeando as aguas,
fc,m torno volta, desee ao fundo abysmo,
Busca o tredo inimigo que a offendera
Na prole amada, e remontando aos ares,
Eqnoreos borbotos ao cu eleva,
i omo irado tufao no mar da China !
Mas odeslro Tamoyo a salvo eslava.
E logo :
Montanha ambulante, colosso dos mares,
As ondas retalha c'o a cauda brilhante ;
Que scena singular I A trra e os mares
Cresciam, e as montanhas se achanavam,
Em discos gigantescos, progressivos.
Como aquellos que a podra nagua forma,
O horisonte crescia. O rio ameno,
Qual poiida, guerreira colubrna
A flexuosa poma mcrgulhava
Nos castelk da Iberia anuviados.
.................... No recesso ethereo
Abysmado. no espaco immaculado.
Onde o raio nao cruza, onde so gyram
Os favonios do cu em plena esphera,
Ninguera o via I O atalaia agudo
Da supina Albaran, que vela o reino,
O sineiro da S, e os que vigiam,
Nos sete montes, o perderem todos;
Nem ogageiro das altivas gaveas,
Affeito aos longes, lhe descobre a sombra I
Se alargo dous dedos, ura reino compasso ;
Se fallo, parece que os povos me esculam,
A' cima dos homens, nao sei se no espaco
Agora por odios, ou ouro disputara.
Planeta humanado no claro recinto,
Eu quero entre os astros meu canto entoar
A' gloria do Eterno; que o hornera faminio
Aqui, juncto aos astros, nao vm profanar.
aqu serapre o dia tem lume perenne;
Nao tem triste occaso, nao tem fea aurora;
E' um hymno sidreo, constante, solemne,
E' o dia celeste, que tem s um'hora.
D'aqui se confunden) a infamia co'a gloria;
O amor co'o despreso; o re co'o vassallo ;
O tempo co'a morte; o olvido co'a historia;
E echo terreneo nao sa, se fallo.
E tantas ouiras poesas, que, com aperto de co-
radlo, nao posso transcrever neste folhetim I
Oxal todos os nossos poetas fossem to harmo-
n i osos e ao mesmo tempo gigantescos como Porto-
Alegre I
Embora distante do Brasil, nao se esquece elle
de nos.
Os carvalhos da velha Allemanha, a cuja som-
bra escuta elle os rouxines as sstas de es-
to, ainda nao poderam annuvar cora a sua
copada sombra aquelle enthusiasmo pelo que
nosw.
Sejamos gratos, e ergamos seu nome ao lucar
que todos lhe apontam. '
Porto-Alegre um dos maiores vultos do gran-
dioso Imperio brasileiro. Entre muitas provas.
ah estao as Brasilanas.
(Diario Oficial)
Curta pastoral do Eun. t Revm. Sr.
D. Joo Antonio d >s Santos, hispo
coi firmado da niamanlioa, saudau-
do aos seus diocesanos.
D. Joao Antonio dos Santos, por mbrce de Dei;s
k da santa sk apostlica, hispo confirmado da
Diamantina, do conselho de Sua Magkstade o
Imperador.
(Conclusao.)
E' smente sob estas condigoes, carissimos ir-
mos e amados filhos, a eorreecao dos costumes no
que elles teem de censuravel, e a educaco religo
sa da mocidade, que vos promettemos e afllanca-
mos o resplendor da religio, a felcidade nesta e
na outra vida, o engrandec ment de prosperidade
que esperaes com a installacao do bispado. Da
nossa parte nos esforzamos por cumprir, com a
graja de Deus, os deveres de nosso ministerio, e
sendo um delles a creaco de um semid&rio eccle-
siastico, ser este ura dos nossos primeiros cuida-
dos como urna instituico to importante que o con-
cilio iridenliuo cullocou entre os objectos mais ne-
cessarios da disciplina ecclesiastica para a educa-
cao do cloro, debaixo da inmediata nspecgo do
hispo. E certamente a existencia e organisaco dos
seminarios ceelesiaslicos nao podiam estar sujetas
outra jurisdieco que nao seja a episcopal, por-
que ao bispo que incumbe o dever de expor os
dogmas, explicar, interpretar as leis eeclesiastieas,
approvar ou reprovar a doutrina quando a sear.
couluruie ou contraria aquella que receben de Jess
Cbri.to.
Logo que recebemos as ledras apostlicas de
nossa conQiiacao fomos instados para que iinme-
diauuwnte fomassemos posse do governo da dioee-
se : cedemos aluda a esta nova instancia, pareceu-
do-uos ser do servico de Deus e bem de nossos dio-
cesanos. Pelo que tomamos a referida posse, como
nos concedido pelo direilo, a 2 de fevoreiro cor-
rente, na egrrja matriz de Santo Antonio da Dia-
mantina, que nos servir de calhedral, e seu glo-
rioso padroeiro lomamos por protector de toda nossa
] diocese, licando demorada a nossa sagrac/io para
! lin- de abril prximo futuro que ser feita nesta
mesma cdade polo Exm. e ltun. Sr. D. Antonio
i Ferreira Viroso, bispo de Mariana.
! Vssabis, carissimos irmos e amados filhos, que
' desde muitos annos se costana dispensar a carne
neste bispado, na parte em que pertencia ao de
Mariana, por justas e legitimas razSes, em todos os
das da quaresma c de ;odo o anno, excepto as
sextas-feras, a quinta, sexta e sabbado da semana
santa, as vigilias do Natal, do Espirito Santo, da
Santissraa Trindade e da Assumpeao la B. Virgcm
Mara.
Nos julgando que todo; nossos diocesanos devem
gozar dcsle mesmo indulto, pelas [acuidades que
nos foram concedidas no breve aposiotieo de i de
oulubro de 18G:t, ronfirmamos, concedemos e es-
lendemos esta m v-ma dispensa a todo nosso bispa-
do, pois que em lodo elle se dao as mesmas razos
por que se dspensou a carne no bispado de Ma-
riana, o de cuja dispensa parte do nosso bispado
j eslava de posse. Xa sexla-feira cm que cahir o
Natal por direilo commum se pode comer carne.
As pessoas que jejuam s podera comer carne urna
vez no jantar, e as oulra;^ mais de urna vez ; po-,
rm tanto urnas como outras, nao devera misturar
na mesma comida carne com peixe. Nos sabbados \
pdese fazer a dita mistura.
Se comecamos a nossa adminstraco por um
acto de indulgencia seguindo o espirito de brandu-
ra com que a egreja nos recoramenda de tratar
scus filhos, condescendendo cora suas fraquezas
quanto pode ser e conveniente para a salvaoo
de suas almas,. muto vo< recomrnendamos e ex-
hortamos o curaprimento do preceito da abstinen-
cia nos poucos dias que ficara reservados em com-
meraoragao da sagrada paxao e morle de Nosso
Divino Redemptor, e dos augustos mysterios da re-
ligio.
Esta abstinencia um dos meios que a egreja
nos recomraenda para dispormo-nos celebrae.o:
de seus augustos mysterios, e para que em espirito '
de penitencia e mortificacao de nossos rebeldes ap- i
petites cheguemos a sama mesa da comraunho,!
principalmente pela paschoa da resurreigo. E'
nesta nlencao, carismos irmos e amados filhos,
que vos temos concedido como concedemos a dis-
pensa da carne nos dias referidos nesta nossa caria
pastoral.
Concluindo esta nossa prmera carta pastoral
rallaramos a um dever se de lodo nosso affecto
nao vos agradecessemos, carissimos rmaos e ama-
dos filhos, as demonstrares de satsfa$5o, e prazer
com que a nossa nomcacao para este bispado oi
por vos geralmente recebida.
Nos vos saudaraos, pois, Rvms. parochos e mais
sacerdotes, nossos cooperadores na cultura da vi-
nha do Senhor e corporacoes religiosas, com aquel-
la veneraoo que vos de vida. Nos saudamos
egualmente as autoridades constituidas pelos po-
deres do estado, e as respeitaves cmaras munic-
paes de nossa diocese, tribuUndo-llies profundo
atacamento, e a todos nossos diocesanos como fi-
lhos muito amados.
Ei,ormlI"ni3 vos Pe1'"*, carissimos irmos e
amados lllhos, de dirigir vossos eorac;es a Deus sup-
licando pelo santissmo padre Po IX, para que
Deus o illumine no gowrno de sua egreja, lhe d
graja e forca para supporlar as tribulaees iwrque
tem passado nestes ltimos annos ; por S. M. o Sr
D. Pedro II, e sua augusia familia ; por todo o im-
perio de Santa Cruz para que Deus d a todos os
rasileiros candade, paz e prosperidade, e nelle
sempre Ooresca e produ;.a fructos de boas obras a
religue cathohea apostlica romana, e por n
vosso indigno pastor e sirvo, para que Deus de mi-
sericordia nos d luzes, sabedona e forca para di-
ngir-vos nos caminhos da verdade, e a salvaco
de vossas almas seja o premio e cora de nossos
trabalhos.
j 9raca de Nosso Senlior JesusC/irsto. a cari-
dad* de Deus, a commuhicaro do Espirito Santo
seja com totlos nos. Amen.
Esta sena lida pelos Rvds. parochos na prmera
missa conventual que so seguir sua recepeo, e
registrada no livro para isso destinado.
Dada na cdade Diamantina, aos 3 de fevereiro
de 186i. (L. S).Joo, bispo confirmado da Dia-
mantina.
(Correio Mercantil, do Rio).
vam as cordas, tiravam o panno, embebido de
sangue como urna esponja, carregavaro o pacien-
te e o levavara para sua cellula, desmatado, inani-
mado, cora a caneca cabida e a vista extincta (t)
Eslava vivo ou mono I Pouca importava. A
tragedia se representara ; a tocha s apagara ; a
porta da masmorra fechara-se ; a trra beber o
sangue derramado ; e o grito da tortura suffocada
di baixo da podra, nao vinna luz do sol !
Se o prisioneiro eslava morto, a inquisico o
arraslava ao monturo, e conlinuava o processo so-
bre o tmulo ; se eslava vivo renovava a tortura
ataque confettisse o seu crime, verdadeiro ou
falso da heresa. Porque era a conflssio por todo o
|on;o, a conflssio fosse qual fosse que a inquisico
buscava minuciosa, infaigavelmete, atravez do
inexaurivel relinamento da dor. Para que ? Para
escrever na senlenca : cowUmnado por san pro
gelados, e srveles volteavam de conviva era con-
viva A morle de ura homem morto por urna
crenca era urna /esta publica era Hespanha e Ita-
ha I (Continuar-se-ha.)
VARIEDADES.
Pro is Sahiu a procisso dos Passos da egreja de S. Ro-
que para a da Graca, indo na forma coslumada.
Os irmos levavam velas de cera amarolla.
Foi muito grande o concurso de povo as ras
o nas janellas.
.Nao occorren, que nos conste, nenhura inciden-
te digno de especial menean.
priacoHfisso. E,u simples palavra justificava sua "j ^ ,Z k^ ""-'aS CCf da
severidade e descarregava-lhe a consciencia !... S2SSi ^J**^*"** devocao ; os le.lores
Esse homem era verdadeiramemeculpado e cul- ffi^" Je^v">os agora dar-lhescom res-
pado por sua eonfissao proprla. Podu depois dis- ,e,'s a,f' 'a 15** ? a ,,nafem aclual-,
so, puni-lo, arrunalo com toda soguranca ; tnha .,"*""**Jt* ou,vimos [rterir um.factn- jw
posto de seu lado a apparencia da justica, haslava- "'? *T mera lrad,;,- -Nuaca ouviramos fal-
Ihe isto. Inda urna vez provava sua infallibilida- r,, .' .
de. Tinha como Deus o dora da presciencia. Quan- l7SSn,?-s?' f''Jl a'^da antf ? ,erremo, do
do lancava a rao sobre um hornera, a ganava urna "M ,r -,,0s aSS0S da GrKl *
heresa I fabricar urna nova imagem, e que a antiga a con-
Tam'bem por sso provocava a eonfissao do preso "i"? a?/^vAt"' das Moni^as- dan,d a ndade
por todos os meios possiveis, confessados ou occul- ?"e -1'' rf",sara ,ce"a 1,uanua. annual> i
tos, directos ou indirectos, a principio pela torta-, ternaccef uma alamPad> diante da imagem.
ra, depois o successivamente pelo ejum forcado, I J?"', Sn,b?r, dos Pa?S( das Momeas urna
pela insomnia, solido, importunaco de u.n cora- naf d? ^fan rau.to tosca, revelando bas-
panheiro de capiveiro de tramen e escolhido para am """dade. e com este argumento se pre-
tende robustecer a tradicao.
J pelo terremoto a imagem da Graca
is ligeiramente damnificada, e que pou-
(Mimi-iiu ue canilveiro, ue.-iranienie escoiniao para ,_, ;------,
insinuar ao desgranado preso extenuado de fome,. 'ende robuslecer
fadiga.soffriinenw e concentraco, o caridoso con- fi.^, ,*'",- **:.
selho da eonfissao. Confessa-dizia o cmplice da ^ aptnaS gei^'
inquisico, e teu juiz te contara no ultimo instante, M"00 dePls Ja achava P08* a veneracao
este acto de complascencia : ell le perdoar a fo-: %lf '," ... ..__
gnein *' cer' (lue tl>do leva a crer que a actual una-
E cora effeito logo que o preso confessava seu fe J M* ?a.ndou '"*>-^serro t ^
delicio, escapava emo a foguera. A inquisifio ^t A'*"ss de A,me,,la- era lo87 quando com-
inflingla-lhe smente a priso, por um terapo lmi-' Pup erts,ranSe,ro aro* ""C d ^nhor por
tado ou illimitado, a sua vontade, e como lhe apra-1ire.
sia; o condemnado era sua propriedade, o soltava I mil 'a,agera e ,df ,bella culplara, a cabeta esta
quando quera ou o guardava perpetuamente, sem m-u l; mode,aJ%i2,n ,na8nica pressao.
que nunca t vesse, ou podesse ter, sob pretexto al-, S qU T-Ia87 M escu'')lusse T ton,a
gum, de dar conta dessa vida humana que tinha sob i J?f'*? nllinI1,madeira' aPezar de haver boM es"
seus ps, lanCada como em um tmulo. (3; I ca^?S mi'* e m.e?T e"a ^^^ -.
Como a peia de priso por pouco que fosse I- n ffL'* um fat>r'da com muito enge-
limitada, arrastava forcadarente a pena de confls- **"> a'tm de cellcnte escuIptura. E de engon-
co, e como, no preco Jo confisco a santa ( l.nha e< tod^. as articulacoes sao movis, de
Esludo sobre Leonardo Galloir por Pellelaa
(CoN/intMC(7o.>
l'ra prisioneiro da inriuisico era condemnado a
tortura. Dous homens m.tscarados cobertos por um
capuz tendo apenas tres buracos correspornlenles
aos olhos enaris vinha bscalo para lvalo por
numerosos labirinthos a sala dos tormentos.
Transpoe o poial da dor. O p escorrega-lhe
n'um solo lamacento ; entra n'uma casa abobada-
da ; lan^a em torno de si uma prmera vista, v,
por entre a fumaca das tachas, moverera-se espec-
tros humanos. Sao os crraseos que tamben) esto
mascarados. Dardejo sobro elle do fundo dos
buracos dos capuses, o sinistro lusr de suas pu-
pilas I
A pedra da casa est por toda parte nodoada de
larga manchas de ferrtigem. l'm enjoativo ftido
de sebo flucta na athmosphera. A vaneo tremendo
por o meio deste matadouro humano, era que os
mudos carniciosos nos matam seno depois que tem
acabado em outra parte sua victima. Urna causa
est ante elle, estranha, fenebre, avermelhado em
parte, e atravessando por um paiz, Ao lado, ha
urna corda cheia de pedacos de carnes, um vaso
cheio d'agoa, e sobre esse vaso um pao molhado.
No meio dessa muda tragedia, e desses actores
mascarados, um homem anda para ura e outro la-
do, com o rosto deseoberto, e alegre. Falla, or-
demna. sauda e sorri Representa no drama o
papel da Bondade Interroga o acusado com docu-
ra. Esse homcm amavel e risonho o Inquisi-
dor \ l ...
Dois algozes agarram 9 paciente o despem, sus-
pendem-no sobre o cavallele, os rins sobre o pau, a
cabera pendente. I'o logo em torno de cada mem-
bro, militas voltas de corda com o arroto.
Quando o desgranado fica deilado na cruz, de
modo que todo corno pousa sobre o pao, e pesa
sobre uma nica vertebra, o inquisidor lhe man-
da recitar o symbolo Quicumque vult. e recom-
mendar .ua aima a Virgem Mara I (8)
No fira da orarn o executor d as cordas uma
volta do garrote emqnanto que outro executor es-
tende sobre a bocea do paciente o panno molhado,
e lhe infiltra lentamente a agua do vaso, na respi-
raco !...
A primeira volta do garrote, a corda entra na
carne viva e aperta os ervos lomados desuidos, e
a primeira gotta d'agna destellada na garganta, o
peito treme e arqueja por aspirar um pouco de
ar vital ; esse sonro porm lhe falla sempre A
cada nova aspiraco o p: nno penetra na garganta
do paciento, e obstrue si us piilmde?; os Mima l-
cain enjutados, as veas uicham, o sangue espirra-
Ihe dos labios e narinas |
De minuto em minuto, o inquisidor inclina com
bondade sua cabera sobn este homem lvido, pre-
sa da agona, e lhe acon.-elha" queconfesse sua he-
resia !
Mas a victima continua a negar. A agua conti-
nua a correr gotia a gotta, com a regularidade do
clepsydro, e de vez em i uando o algoz d um no-
vo arrocho as cordas. Nao ha fibra que nesse mo-
l ment nao trema e soflra. O corpo todo tomado
| de una s dor, palpita e cahe com todo peso so-
| bre a Iravessa do cavallele, a columna vertebral
range e estala raeia quebrada pela pressao I
Ora, emqnanto a carra sangrava sol a tortura,
| um familiar da inquisico com a inao sobre o pei-
to do suppeiado, estudava attentamnte cada pul-
sarlo do loraeo, como um thermometro vivo dos-
Uado a mostrar o grao da dor que o homem po-
' da soffrer sem morrer I
Mas quando o rosto ecmeeava a Impallldecef e
banhar-se de um suor g. lado, que a fibra palpitan-
te deixava do vibrar a > ibraco do garrote, que o
ultimo sopro dos pnlmfv; espirava em nsen*ivel
suspiro, que a agona ia nostrar-se ou que j ti-
nha principiado, entan u inquisidor levantava a
mo para arrancar lempo sua victima ao t-
mulo.
0< algozes inlerromniam son tratialho, alTronxa-
(I) Ah I Roma I quantos burrores nos ten au-
lorisado/ Que de sangOi derramado por ti Pre-
gas as cruzada*, elogias 5. Bartheleiny, louvas as
in.iLino.is das Cevemia-i, funds a inquisico, e in-
da buje afeiT.is le ao po It toui|ioral, esquecendo a
doutrina do l'.ruxific.ido I Dous Atorren pelos ho-
mens e nao leve na Ierra Outro poder que o da
raridade e amor 1
( traductor).
ment ou palavra, quando o convenca de impieda-
de, como dizia, por sua mesma eonfissao, lancava
para fora dejsua casa a seus filhos, e condemnava-
os mendicdade. Matava-os politicamente at a
terceira geraco. Fazia pelo crime de ura pagar
um seculo de innocencia I
E para que a lembranca de inaldigo ficasse fixa
para todo sempre nos espiritas, ai rancava ao corpo
do culpado depois de morto, a raortalha com que o
revestir no dia do auto de f : suspendia-o no pi-
lar de uma egreja, com o nome gravado era um
rotulo. Punha sua memoria no pelourinho. Mais
implacavel que a mesma morte, a inquisico puna
inda no tmulo aquelle qu j nao poda sentir a
punico ?
Inda mais; persegua os hereges qjarenta annos
depois de moras. Desenterrava-lhes os ossos, para
submetle-los a um fingido processo, e depois de ha-
X& ncVnde^0 'SE?. in^Slo I XT.
apenas so.iava ura innocente sobre dous rail accu-1 fS^S^tSSl t^CteZrt
Quando tinha brido na sombra algum chefe de: f^3 an"Sa ,m?*,;'n a nutra rmandade, que po-
familia, culpado por uma palavra, um pensamento, PT nSSe fac,0H' fa.Mr",he "> de"
ou menos ainda, por urna interpretado, dada por > gg*!.'* e desv,ar esmolas P*ra nova
um terceiro desconhecido e invisivel, a ura pensa- ,r I. f ... .,
>os damos conta da tradieao, c como tal a mi-
gamos. Entenda-se bem que por nenhum modo
pretendemos fazer acreditar que a imagem das M-
nicas a antiga da Gra;a.
Acerca da origem da irmandade de Santa Cruz
e Passos da Graca, encontramos n'um manuscrip-
to, no qual se descrevem os conventos de Lisboa,
a seguinte noticia :
Hdvia no claustro de S. Roque uma capella cora
invoraeo da Cruz, e n'ella se ajuniavam alguns
mancebos devotos, na maior parle officiaes, que
frequentavam muito os sacramentos da eonfissao o
da comraunho. Entre elles disiinguia-se pelo seu
fervor o pintor Luiz Alvares de Almeida, o qual
moveu os mais a que fuadassem uma confraria
com a invocacao de Sanu Cruz. Mas, fallando
aos padres n'esse projecto, elles Ihes disseram que
na egreja nao havia capella disponivel, nem casa
?!,..* ^S=aSMVJSK.S
cisao a fogueira
Se julgava assim pela segunda vez homens que
Deus tinha julgado (5), nao erasen) duvida para
esclarecer no cu a justica do Senhor, a inquisi-
co, facamos-lhe justica, nao levara at ahi sua
impiedade : era nicamente para confiscar os bens
desses hereges posthumos, com poder de seus her-
deiros.
E com effeito, dada a sentenra contra um resto
de p humano, que ella chamava culpado, privava
os descendentes desse culpado de sua heranca.
Se o prisioneiro interrogado por junto sobre toda
sua vida, recusava confiscar um crime que menos
que ninguem sabia, ficava perdido, e Impiedosa-
mente entregue ao algoz. Era negativo, culpado
de denegacao I Negar um crime, confessa-lo,
dizia expressamente o cdigo da inquisico, e como
esse genero de eonfissao implicava um lgeiro en-
durecidamente de espirito, a inquisico Ibe impu-
nha o ultimo supplcio I
Se pelo contrario, o prisioneiro apenas confessa-
va o crime em parte, sera querer confessa-lo todo,
nao estava menos perdido e era votado a fogueira.
Era diminuto culpado de reticencia. Era ohrigado
por conseguinte a ser seu proprio algoz, de s-lo
inteiramente, sera reslriccio, sob pena de morrer
da morte mais dolorosa que o homem tnha j mais
inventado em suas melhores invencocs de cruesas.
Infeliz daquelle que se esquecia ento. O esque-
ciraento era sempre espiado pelo ultimo castigo.
A inquisico tinha condemnado morle um ho-
mem culpado de ura crime, at ento desconhecido
na bistoria de denegacao e relicencia. Um trom-
beta a cavallo ia annuncar a todos os cantos da
cdade o da da execuco.
A inquisico levantava na prara publica uma fo-
gueira, eem torno da praca publica, um estrado como
para um espectculo. Cbegado o dia, uma procis-
so de frades levava o condemnado ao supplcio,
cantando o I Vio Oeator (fi)
O paciente segua o sinistro cortejo, e uma to-
cha na mo, uma corda ao pescoco, vestido de sac-
co, e com a caneca robera com uma mitra de pa-
pelo. Nao era tanto um homem como um ser
grotesco ; pintado da cabeca aos ps de figuras de
diabos, e engenhosamente desfigurado, para affas
lar d'alma do espectador o sentimento da compai-
xo. A inquisico sullocava a pie lade sob amas-
carada. Para chamar o ridiculo sobre a victima,
seniava-o em sentido inverso sobre um burro, e o
levava assim de carocha e sambenito por entre as
apupadas da raullido I
O infeliz chegava a final junto a fogueira, o in-
quisidor lhe communicava sua sentenca de morte,
e o eniregava ao braco secular, lede o carrasco, e
recommendava ao eiecutor tratasse ao culpado
com a maior bondade, traduzquio misse-o.
Por que a hvpocresia era a virlude por excelen-
cia da inquisico. Chamava a sua obra santo ofi-
cio ; a sua prisosanta casa ;ao livro em que se
regstrava a sentenca de mortelivro de vida; -
serapre que condemnava um homem ao supplcio
era com esta formula mais doce los penas, e essa
pena era a foguera.
Prohiba expressamente ao carrasco derramar o
sangue do culpado, aborreca a efTuso de sangue
pelo espirito de raridade.
Quando muto permmittia que fosse derramado
nas torturas. Erafim para coroar essa perpetua
antitbese entre a expresso e a cousa expressada,
cscrevia sobre a bandeara que preceda a victima
cunduzida a morteesta divina Misericordia.
Interrogava sorrindo, matava inentindo I
Quando o braco secular para nao dzer o carras-
co, recebia das mos da inquisico o hertico con-
demnado a mais dor iat penas, uunha-lhe sobre o
corpo uma camisola enxofrada e o lancava, com as
mos amarradas nas co.-tas, no meio da fogueira.
Temara a locha, e levando-a lentamente ao rjsio
da paciente, qneimava-lhe a narbae o cabello, para
dar-lhe a prora do supplcio 1 Acceda logo um
feicbe e a victima desapparccia no meio de um tur-
bilhao de eliaimnas e fumo.
Ora, em quanto o holocausio arda, co chero de
gordura e carne humana subia ao cu. a inquisico
tratara magnficamente a dous passos dali, sobre
um estrado, por Irat de uma cortina, a numerosa
companhia de damas e cavalleiros, que convidara
para a cerimonia.
(9) Que agradare! espectculo paraos mioistros
de um Deus de Misericordia e Pai !....
(O traductor).
(3) E por isso Roma chaina aos res de Portu-
gal Fidellssmosratholicos aos de Hespanha ;
podera nao A cada operario sua paga I
O Untador.
(4) A inquisico obrando enlocomo harpas que
se cevara de cadveres mixtrava claramente que
s com ellos labulava. Tanto faz liaver-se com os-
raca. Acceitaram os mancebos o con-
selho, e os padres da Graca Ihes deram a capella
do cruzeiro da parle da epstola, e ahi ticou esta-
belecda a humilde confraria, que veiu a ser to
luzda e importante irmandade.
Os padres foram ajudando os progressos da ir-
mandade, por tal arte, que veiu a ser moda ser ir-
mao dos Passos da Graca.
Foi j depois de eslabelecida a confraria na Gra-
ca, que Luiz Alvares coraprou a um estrangeiro
uma cabeca de Chrsto por tres cruzados, e anda
antes desta acquisico j havia estabelecido a de-
vocao dos Passos.
Ein 171X3, segundo o manuscripto citado, conta-
va a irmandade mais de 2:000 irmos. Nenhura
entrava sem provar limpeza de sangue, e pagavam
45800 de joia e 800 rs. por anno.
A irmandade tinha muitas pratas e ricos para-
mentos.
Era 1690 se reformaran) e construirn) novos
passos cusa da irmandade, em forma de capel-
las ; antes erain decorados custa d certos ir-
mos. Tinham lodos seis caslicaes de prata e jar-
ras tambem de prata.
Na proeJssie, atraz do pallio, iam os irmos que
nao tinham acabado o noviciado.
A irmandade possuia, alm das casas para o seu
expediente, urna destinada aos penitentes, que, de-
pois de recolhida a procisso,carecan) decorar as
chagas e contusoes que faziam no corpo com as
maceraces, disciplinas, acoites, ou por caminha-
rein descalcos ou de joelhos desde S. Roque al a
Graca.
Diz o mesmo manuscripto, que na procisso nao
ia objeclo algum de prata, por se considerar im-
proprio de um acto fnebre. Os cyrios e as lan-
teruas tinham varas de pu do Brasil pintadas de
rxo com dourados, e a.-sim erara tambera as va-
ras do pallio.
A imagem dos Passos da Graca de madera do
Brasil, de tamanho natural. E' de engoncos, como
j dissemos, e bem encarnada.
Procuramos haver noticia do artista que a fabri-
cou, mas iDformaram-nos que nada exista a esse
respeito no cartorio da irmandade, que alias pos-
terior ao terremoto.
E, elleciivamente, imagem qne impoe respeito,
porque tem muia expresso
Na quarla-eira, anterior ao da da procisso,
faz-se a ceremonia de lavar e vestir a imagen). E'
o Exm. patriarcha quem pratica esse acto, acom-
panhado pelo provodor da irmandade e pelo pa-
rodio.
Depois de despida a imagem, primeiro se lhe la-
vam os olhos, para o que ha uma pequea salva,
era forma de olheiro, na qual se deila a agua, e
com um pincelzinho se faz a lavagem dos olhos.
Depois, a agua deitada n'uma bilha ; e vera ou-
tra salva ii'.iicn'. e se lava o rosto; a agua vae para
a bilha ; e, afinal, vem outra salva maior, e se lava
o corpo, e a agua do mesmo modo deitada na
bilha.
Esta agua destinada aos devotos, que no correr
do anno a pedera, como remedio para as suas en-
fermidades.
Concluida a lavagem, o Exm. patriarcha passa a
vestir a imagem. Veste-se-lhe rana finsima cami-
sa de Bretanha, com rendas no pe bordados no peito, aboloada com boloes de ouro
com pedras preciosasurnas ccrmilas tan bem de
bretanha, uns calcos de damasco rxo, bordado a
ouro e um jaleco tambera de damasco rxo, bor-
dado a ouro. Depois veslem-se-lhe as tnicas. Cum-
pre advertir que a imagem tem sempre duas tni-
cas ; tira-se-lhe todos os annos a que e-ta por bai-
xo, e lica era seu lugar a outra, e sobre esla se
veste a nova. A corda egualmente nova ; a ami-
ga corta-se era |>edaros, que se do aos devotos.
Depois de vestida,"colloca-^e a cabellera, haven-
do para >to um cabellereiro privativo, que a traz
muito bem penteada, e a ajusta cabeca.
Concluidas estas ceremonias, a aia do Senhor
vem romper o vestuario, e examinar que lude es-
teja eonvenentemente disposto.
A aia a Sra. comlessa da Torre ; e esta prero-
gativa anda na casa dos Srs. marquezos de Fron-
leira. D a tnica nova, e pertencelbe a tnica
velha, que dada sempre a alguma irmandade dos
Passos pobre.
O resplandor que o Senhor leva na procisso ,'
Os vinho* linos, os sornsos, os dc 0ro iris0 |avrado E- pt.fa muj, rit-n>,, ,,a.
rece que vale mais de um cont de ris. Consta
que foi dadiva de el-rei D Jao V.
Os botos da camisa, e outras joias. que mencio-
naremos, sao tudo dadivas de pessoas devolas, e
toilas se guardara n'um rofre de prata.
Tem una alraofada e uraa bolsa para alfinetes
bordada a ouro com o emblema da paixSo.
Tambora tem um estojo de costara, com todos
os objectos a elle perlencentes, de prata.
Em 1837, anno de febre amarolla, a baria ren-
deu, era duibeiro, perlo de quatro coutos de ris'
sos.ionio cora pon;o de carne e ossos reduzidos
pela tortura a insensMlldade 1
0 Traductor.
(5) E' que seguramente a inquisico recelara
que Deus se engan.isse no juizo I... Ah I Roma I
O IVvNNfCfer.
(ti) E o soberano por fraqa de Deas o o surces-
sor de S. Pedro consentan) essa saturnal de can-
nibaes I
O Traductor.
alm da cera e do azeite.
A irmandade faz um grande dispendio com o
culto, nao s da obrigaco do seu compromlsso,
mas para a grandeza dalle no templo onde lea a
sua capella, e d bastantes esmolas aos irmos
pediros.
Os seus rendmontos permanentes sao pequeos,
o que avalla sao as esmolas.
(Jornal do Commercio, de Lisboa.)
PERN'AMHUCO lYI\ iK M. K. F KILHO


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