Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10325


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Full Text
\
AflHO XL. HOMERO 69.
Por tres mezes idiaotatlos 5&000
Por Ires mezes vencidos 6JJUU
Porle ao correio par Ires mezes. 4750
-"**.
DIARIO

QUINTA FEIRA 24 DE MARCO DE 1864.
Por anno ad'aiitad.....19$00O
Porle ao correio por nm anuo 3J00U
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPQO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araraty,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear.i, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Bo-
driguis; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
maxonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCAIREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Ala^Sas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. iM Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
01 inda, Cabo e Encada todos os dias.
Igiiarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antlo, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
PD d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
'ngazeira, Flores, Villa Bella, Tacara tu", Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serrahaem, Rio Formoso, Tamandar, Un.-*., Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Hha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAItgO.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m.-e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da ra.
lo Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da ra.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PBEAMAR DE HOJE.
Primeira as 4 horas e 30 minutos da tarde.
I Segunda as i horas e 34 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 2S; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marj., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS OMNiBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 8 V da m.; de Olinda s 8 da ra. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 "/2 da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bcmtica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/,, 4, 4/, 4 '/i,
5, 5Vj. 8 Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manha e 4 /, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachaug e Vanea s 4 '/, da tarde; para
Bemfica s 4 da tarde.
i AUDIENCIA DOS TRIBl'NAES DA CAPITAL.
I Tribunal docommefcio: segundas e quintas.
Relajo: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel : tarcas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da urde.
Di AS DA SEMANA.
21. Segunda. S. Bento ab.; S. Birillob.
M. T.rca. ss. Basiliasa e Calecina mm.
23. Quaita de trevas. S. Victorino m.
21. QuiMa-feira maior.
25. Sexta da paixn. S. Irinco b. m.
(. Sabhadodalleluia. S. Ludgero ab.
27. Domingo. Paschoa da resnrreijo.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d*
Faria & Fimo.
O ADTF flDPT1! i I 'l0 <'0^^pn,<^ >b n. 99, com que V. S. participou
IT AII llj \'l I I I !l 1 A 1 n:iwr Prancisc-o Alves de Miranda Varejo dando
* ******* V* *U*a*AJ. ,,.,,. K-llinr o Pnm.n.in.li.i.t,. U.,....l l...V .1 f....i
K0VER.M) DA PROVINCIA.
Eipedicnte do dia 21 dr marro de 1S6I.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Mande V. Exc. alistar para o servico do exercito
depois le julgado para isso apto o soldado do corpo
de polieia Antonio Gomes de Moli Franja, e bem
assmi a Chrispim Henrique de Hollanda Chacn
que se offerece para servir voluntariamente no 2o
batalhao de infantaria, os quaes llie sero apresen-
lados jr parte do commandante d aquelle corpo.
Offlciou-se ao commandante do corpo de polica
para mindar aprcsentar no quarlel general os in-
dividuos de que se trata.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar por em
liberdade, dando-Ibes baixa se j estiverem com
praca os recrutas Galdino Pedro da Cunha e Jos
Luiz que provaram isenjo do rerrulamento.Com-
municou-se ao coronel recrutaJor.
Dito ao mesmo. -Tendo-se j apresentado os
segundos cirorgioes do corpo de satide Drs.
Gustavo Balduino de Moura Cmara, e Cicero Al-
vares dos Santos, que se achavara servindo no tri-
bunal ilo jury, pode V. Exc. conforme propde em
seu oicio de 19 do crrante, sob n. 546, dispensar
os serv jos do Dr. Estevio Caralcanti e. do cirur-
gio re 'orinado da armada Francisco Marciano de
Araujo Lima, que foram contratados. Comrount-
cou-se ao inspector da thesouraria de fuenda.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. mandar por
eiii liberdade, dando-lhe baixa se ja es ti ver cora
praca o recruta Manoel Jos Flix da Silva, visto
ler provado isencao do recrutamento.Communi-
cou-se :io coronel recrutador.
Dito ao mesmo. Expeca V. Exc. suas ordens
para q le a escolta de 8 prajas que veio do Piauliy
sobo ominando do tenente Leonardo Luciano de
Campos conduzinJo sentenciados para esta pro-
vincia se aprsente ao Dr. chefu de polica s 11
horas do dia 26 do r.orrenle, afim de conduzr no
vapor .lluwani/iiipo expediente e pessoas que tem
de seg.iir para as provincias da Parahiba e Cear
demorndose nesta ultima at a passagem do vapor
que a transporte at o Maranhao, tirando assim dis-
pensadas as 4 pracas de que tratci em offlcio de 12
deste mez para o mesmo flm.'^mmunicou-se ao
Dr. cbi.fe de polica.
Dito ao mesmo.Srvase V. Exc. de mandar
alistar nos corpos em guarnijao nesta provincia
nao s o recruta Angosto Riheiro de Aquino, de
que trilla o seu offlcio n. 542 de 19 do crreme,
mas tanbemos de noraes Manoel do Nasc ment,
Jos Se ares de Mendonca, Rogcrio da Vera Cruz e
Manoel Jos do Nasrnn-nto, se forem considerados
aptos para isso em inspecjo de saude.Coinmuni-
cou-se .10 coronel recrutador.
Dito ao Dr. chefe de polica'Com a nformacao
ministrada em 18 do correte, sob n. 146, pelo ins-
pector da thesouraria de fazenda com referencia a
outra 1 a contadura, junta por copia, respondo ao
offlcio Je V. S. de 8 deste mez relativamente a
quantia de 254500 res, fornecida ao soldado de ca-
vallari.i. Angelo Luiz Vieira, e reclamada pelo de-
legado do Bonito.
Dito aodesembargador provedor da Santa Casa
de Misericordia.Km vista de sua informajo de
18 do rorrente, concedo a brenca que pede no in-
cluso reqoenoiento Miguel Arehanjo da Paixao,
para casar-se com a exposta Joaquina Mara da
ConceieSo educanda do collegio das orphas o que
communico V. S. para seu conheciinenio e atim
de i|ue mando entregar o enxoval que compete a
referida exposta.
Dito ao mesmo. -Em vista de sua nformacao de
18 do ronvnte, dada com referencia ao requeri-
mento de Francolina Mara Borges, autoriso V. S.
a mam ar iuscrever no respectivo quadro aflm de
ser opiiorlunamente adinittida no collegio das or-
ph.ias a lilha da supplieante de nome Emilitina.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregar de con-
formidade com a sua informaran de 18 do ren-
te Mina Jo>da Conceic.o," urna sua lilha que
sem sua sciencia fui deilada na casa dos expostos
segumomil do requerimentoque devolvo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Devulvcndo V. S. as duas contas, que vieram an-
nexas ao seu ofuYiode 19 do crreme, sob n. 148
na iiii|iortancia de 30720rs. despendida durante
os me; es de jullio dezembro do anno prximo
pausado com o fornecimento de luz para a guarda
da cacleiada villa de Barreiros, lenho a dizer em
resposta que mande pagar essa quantia Joaquim
Elviro Alves da Silva, como se recommendou em
ollicio de 18 de fevereiro ultimo, visto que na all
urna forca de linlia, a que devida ^a luz para o
seu qn.irtel, muito embora seja e>te no mesmo edi-
lirio di cmara.
Di te ao mesmo. Autoriso V. S de conformida-
de cora a sua informaban de 19 do correle, sob
n. 150, dada com referencia a da contadura dessa
hesouraria; a pagar Joao do- Santos Ferreira
Barros a quantia de 258I6 rs. a que tem direi-
lo pelo concert e obras novas que fez no quartcl
do Hi-^pico, e para esse tim devolvo, roberas com
offlcio do director das obras militares n. 259 i*e 3
de deismbro do anno prximo passado a coma em
duplcala, que acompanhou a sua rilada informa-
cao. Communicou-se ao director das obras mili-
iares.
Dito ao mesmo. Em vista do que solictou-me o
brigadeiro commandante das armas em offlcio de
18 do corren lo, sob n. 538, recommendo V. S. a
exped cao de suas ordens a collectora de Gara-
nhuns no sentido de ser por ella satsfeila a des-
poza cinn a illiiininacaoda casa que serve de quar-
tel ao ilesiacamento all existente, inclusive o que
j se arta vencido.Communcou-se ao brigadei-
ro commandante das armas.
Dito ao inpectr da Ihesourana provincial.
Tomando em consideraco o que exi>oz Manoel
Joaqui 11 Fernandos de Atevedo, no incluso reque-
rimento sobre que versa a sua informacao de 18
do corenle, sob n, 102, recmnincndo V. S. que
manilo pagar ao suppliranle o que se Ihu estiver a
dever do aluguel de maU nina rasiuha, que cedeu
jiara accoinoio lacio la gn ir.la l.i ribeira d.i fre-
guezia de S Jos nesta capital a contar do 1 de
dezembro do anno de I8ii2 e a razao do 143 men-
saes, lazendo processar a quantia que, pertence ao
xercicioj encerrado, alhn de ser opporlunamen-
te Mfislaha.^Reeomirtendou-sc ao commandante
do corpo de pidii'ia que infrmese a casinha de
que tu irata anda se faz preciso para accoinmoda-
^ao d; guarda.
DiKi ao mesmo.Autoriso V. S. em vista de sua
inforu acao de 17 do corrente, sob n. 98 a mandar
pagar ao pharmarentiro Leocadio Jo? de Figuei-
redo a quantia de 188700 rs. despendida durante
osmejes de julho a dezembro do anno prximo
paseado com o curativo dos presos pobres da ea-
dcia de Goianna como se v das recoltas 8 mais do-
emiie itos (pie devolvo e me foram remedidos rom
Ario do eliefe do |xiliria do Io de fevereiro nlti-
1110 n. 168.Communcou-se ao Dr. chele de po-
lica.
Dito ao mesmo. Restituo V. S. competente-
mente auth-nii'-ada a mota que acompanhou ao
seu oficio de 17 ue fevereiro ultimo, sob n. 58, e
as desieiis fmM ni iinimrtairiri de 333800, com
o susunti dos presos pobres da cadeia de Barrei-
ro< n >~ mu de ontubro a dezembro do anno pro-
ximo itassado, alim ile. ipie minio alisfazor essa
piaiiiia a Olympio Theodoro da Silva, conforme
recoiiunendoii-so em offlcio dirigido essa thesou-
raria 'in II do citado mez de fevereiro.Commu-
niroiise ao Dr. chefe de polci.i.
Dili ao mesmo. Accuso recebdo o offlcio de 17
por fiador o commendador Manoel Jos da Costa,
arrematado com 19 -/. de abate no valor do res-
lectivo orcamenlo os reparos da conservago da
ponte do Anjo sobre o ro Serinliaem, e em res-
posu lenho a dizer que approvu essa arremalaco.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que solicilou o
provedor da Santa Casa de Misericordia em offlcio
de 18 do corrente, recommendo V. S. que manilo
entregar ao thesoureiro daquella repartico os___
2:01)03 volados pelo g 5* do art. 13 da le do ora-
me 1(0 vigente, para as obras do hospital de Mise-
ricordia de Olinda.Communcou-se ao referido
provedor.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de Nazareth.Na proposta a que se refere
o offlcio do V. S. de 7 do corrente, e que incluso
dev jlvo, est contemplado o cirurgo lente Joo
de Vranjo Cesar, para capilao da 4' companha do
batalhao n. 19 de infantaria em substituicao ao ca-
pilio Candido Claudino de Oliveira, fallecido em
18.'. 6, e constando da portara de 4 de julho de 1855,
que este foi nomeado para a 5" companhia do mes-
mo batalhao, e nao para aquella, convin que V.
S. explique semelluntc equivoco sem o que nao
pode ser tomada em consideracao a referida pro-
posa.
Fito ao commandante do corpo de polica.Pelos
offliios de V. S. ns. 120 e 12t lique inteiradode
me os soldados do corpo sob seu comraando Joo
Thomaz Vieira do Nascimeoto, Manoel Felppe do
Nascimento e Joaquim Ignacio da Silva concluirn!
sen engajamentos e contradirn! novos, e aulori-
so-o a mandar alistar para o servico do mesmo
con o paisano Manoel Caelano Vieira da Paz,
apresentado com o seu offlcio n. 129 de 18 deste
mez.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S. a mandar enga-
jar ,iara o servico do corpo sob seu commaodo os
paisanos Antonio Pedro da Silva e Candido Alva-
rem?a da Rosa, apresentados com o seu offlcio n.
135 desta data.
Lito ao capito do porto.Respondo ao seu offl-
cio n. 38 de 18 do corrente, declarando que pode
V. i>. mandar assignar o expediente dessa repart-
cao pelo escrevonie que ah foi admttido pelo ex-
secrelario Joaquim Pedro Barreto de Mello Reg,
visu que anda se nao apresentou o secretario no-
meado Decio de Aquino Fonseca.
Cito ao director do arsenal de guerra. Mande
V. 51. satisfazer do modo que for mais econmico
fazenda publica, o Incluso pedido de objectos de
mot ilia para a secretaria do cirurgiaomr do exer-
cito conforme solicitou o brigadeiro commandan-
te das armas em offlcio de 19 do crreme, sob
n. 40. Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dito ao director geral da rastruccao publica.
Em vista de suas informacoes de 18 do corrente,
sob ns. 42 e 43 dadas com referencia aos requer-
mritos que devolvo, mande Vine, admittir no Gyra-
as o Provincial como alumnos externos gratuitos
os menores de nomes Estaoislo Gomes e Jos Af-
foii:o de Lima e 8 este ttlho de Jos Antonio da
Cosa e S eaquelle de Silveria Mara de Abreu e
Mello.
lito ao conselho administrativo.Transmiti ao
concilio administrativo para os llns convenientes a
inclusa copia do termo do exame feito nos medica-
mentos e mais objecios conjurados por esst conse-
lho para a pharmacia do ho>piial militar.
L'ilo ao mesmo. Recommendo ao conselho ad-
mir.Jstrativo que compre para o laboratorio pyro-
tecl uico os objectos mencionados no pedido inclu-
so. ommuncou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao conselho de compras navaes. Approvu
os (ontratos que o con.-elho de compras navaes, se-1
gundo declarou em seu offlcio de 15 do corrente, j
ene-'iuuu com diversas pesadas para o fornecimen-
to 10 trimestre de abril a junho deste anno, de vi-1
veros e mais objectos de consumo aos navios da
armada e eslabelecimentos de marraba, ludo de
con urimdade com o termo que veio annexo ao ci-1
tado offlcio, devendo o mesmo conselho remel-
ler i thesouraria de fazenda copia dos referidos
con ratos. Commuucou-se a thesouraria de fa-,
zenJa.
Bit* a ramara municipal do Brejo. Declare a
cmara municipal do Brejo em resposta ao seu of-
licc de 29 de fevereiro ultimo, que devem ser co-
brados os impostos do gado varano consumido as
cid.dos e villas, embora seja morto em matadou-
ros pblicos ou pariicularo, dentro ou foradaquel-
las jdades ou villa., sondo de outra sorte Iludida
a disposicao da lei n. 566 de 10 de rnaio do anno
pas.ado.
Pjrtaria.O vice-presidente da provincia, con-
forrnando-se com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca n. 350 de 18 deste mez, resotve conceder a Jo-
s (^andido da Silva Braga a dems>o que pedio
do -argo de segundo supplente do delegado do ter-
mo de Serinhaem, e para o substituir nomca o te-
nente Jo. Venceslao Alfonso Pereira de Basios, e
par o de terceiro supplente do mesmo delegad >
que se acha vago voma O capilao Francisco Ma-
nuel de Souza Oliveira. Communicou-se ao Dr.
chefe de polica.
Dita. O vice-presidente da provincia resolve
con odor ao desembargador Caetano Jos da Silva
Santiago 3 mezes de licenra com vencimentos na
forma da le para tratar de sua sade.
Cita.O vice-presidente da provincia altenden-
do ao que requereu Anselmo Jos Ferreira, conti-
nuo da ecrelaiia dogoverno, resolve prorogar por
um mez com vencimentos alieenca quo Ihe foi con-
cedida por portara de 17 de fevereiro ultimo, pa-
ra muir de sua sade.
Expediente de secretario do yoverno.
Hieio ao brigadeiro commandante das armas.
De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da pro-
vincia, declaro a V. Exc. em resposta ao seu offl-
cio de 19 do crreme sol n. 545, que nesta data se
maudou fornecer pelo arsenal ds guerra os i c.11-
xois de iii.kI. ira que devem servir para conduccao
do l'arilamonio dest'nado as pracas do 9o batalnao
de iiifanlaria destacadas na villa de Cimbres.
^ 52.Ditoao primero secretario daassembla
legislativa provincial.S. Exc. o Sr. vice-presi-
dente da provincia, a quera dei sciencia do offlcio
de /. S. do 10 do correnle sob 11. 28, ao qual veio
annexo o projecto n. 7 dele anno, manda remoller
a V. S. para o lim roaventtmte a mformaco inclu-
sa por copia ministrada pelo director da repartiere
das obras publicas, a qual tem de acrescenlar 'so-
mente que a deficiencia de meta parece leonse-
lliar que desdo j senao realise a construccao de
urna Iwa estrada de Trombelas, ou de oulro qual-
qiii-.r ponto al Bonito; mas que sendo conveniente
facilitar o transito ja bastante frequentado entre a-
quelios dous puotoe, eiiU-iiilo. que se dever fazer
alg ios reparo* na estrada existente.
.''. 53.Dito ao mesmo.Do urdem doExm. Sr.
viee-pre>nleiite da provine ia |>a-s 11 maos do V.
S. para ser presente a assembla legislativa pro-
vim-ial copia do relatono dat ulo de 29 de feverei-
ro ultimo, que apresentou a cmara municipal da
villa do Brejo ezpondo o estado doe negocios a seu
cargo, e propondo inedidas e providenHas que mais
adeipiadas julga para a sua boa administraran.
N. 5i. Ditoao inesino.O Bint, Sr. vico presi-
denle da provincia manila nio s Iransmittir a V.
S. para ser prsenlo a assooilila legislativa pro-
vn Dial o in<-luso requermnntu em que o continuo
de-11 secretaria Luiz Francisco Vieira de Lina,
pode a inesma assciibla que se digne de consig-
na quota na lei do orcamoiuo vigenie para conti-
nun;o do pagami'iito da grallficacln de 2003000
au maos que ilie foi arbitrada pola coadjivae.ao que
pr'.'sta aos irabalhos do archivo da predta secreta-
ra a contar do dia era que deixou de percebe-la,
mas tambera declarar que verdade ludo quanlo
allega o supplieante, e por isso o considera no ca-
so de merecer a graca que pede, lanto mais quan
to os scus servicos sao imlspensaveis n'aquelle
archivo como j fez ver na falla rom que S. Exc.
atiri a presente sesso dessa assembla.
N. 53.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. vice-presidente da provincia transmillo a V.
S. para seren presentes a assembla legislativa
provincial copia do orcamento e informacoes exi-
gidas em seu offlcio de 5 do corrente sob n. 15, re-
lativamente a despeza que preciso fazer-se na
casa da ramara do Bonito, de modo a servir tam-
bera de cadeia, casa do jury e de audiencias.
Dito ao commandanle do vapor Paraense.S.
Exc. o Sr. vice-presidente da provincia manda ac-
cusar a recepcao do offlcio de 18 do correte, em
que V. S. declarou ter providenciado de conform-
dade com s ordens do chefe da di vi sao naval do
segundo districto no sentido de seguir hoje para a
Baha a canhonheira Uajahij.
DIARIO DE PERNAMBUCO
O vapor Mamnnjuape, entrado honiem das Ala-
gas, foi portador de alguns nnmeros do Mercanttl,
de um dos quaes extrahimos oque segu :
No da 12 do corrente o Exm. Sr. Souza
Gonzaga, autorisado pelo art. 5. da lei n. 393 de
16 de novembro do anno passado, celebrou con-
trato com o Sr. engenheiro civil Joaquim Pires
Carneiro Monteiro para oencanamento do riacho
Bebedouro para esta cidade.
O emprezario obrigado a concluir a obra
dentro do prazo de dous annos, contados da data
da approvacao pelo governo da provincia dos pla-
nos e desenhos, apresentados pelo mesmo enge-
nheiro dentro de 6 mezes da data do contrato.
t Esta importante obra foi contratada por 250
contos de ris era prestacoes, sendo 100 contos
dentro do prazo dos dous annos estipulados para
a conclusao da obra, devendo ser 50 contos seis
mezes depois que as obras tiverem principiado, e
os ouiros 50 contos em prestacoes iguaes de mez
em mez durante os 18 mezes para Andar o prazo
marcarlo para a conclusao da obra, que vem a ser
2:777777 rs. por mez ; e os 150 conlos pagos no
prazo de dez annos, contados da conclusao da
obra, vencendo o juro de 8 por cento ao anno.
O emprezario para receber qualquer quantia
prestar Manca idnea.
A planta das obras ser approvada pelo go-
verno da provincia, obrigado o emprezario a apre-
senta-la dentro de seis mezes da data do contrato,
com o diOerenca porm, que a construccao do acu-
de ser leja as condicoes prescriplas na memo-
ria que fez o engenheiro Conrado Jacob Neimyer.
O emprezario deve construir tres chafarizes,
dous dentro da cidade e um em Jaragu.
t Os da cidade sao no largo da cadeia e na pra-
ca de Pedro II, e o de Jaragu no largo da igreja
de Nossa Senhora Mi do Povo. ,
Atm dos chafarizes construir mais duas pi-1
lastras, sendo urna com duas torneiras na praca
do mercado e outra com urna torneira em Jaragu,
assim como duas bicas na caixa d'agua no largo
dos Martvrios.
O contrato feito com todas as garantas de ,
seguranza para a fazenda provincial.
E' mais um relevante servico que nos ltimos!
dias de sua adminislracao, quiz o Sr. Souza Gon
zaga prestar esta provincia.
Honiem (18) foi nossa cidade nreza de urna
scena calamitosa e desastrada. As 7 horas e nina
do dia as igrejas tocavam rebate, o a populaeao
alvorocava-se ao signal de fogo.
Dentro em pouco corria-se para o lado do
vasto edificio dainspece.io do algodaoonde I
ateou-e um pavoroso incendio das mais tristes
consequencias.
Com effeito era a inspecco que em lula cora
as chammas origina va o alarma dado ao povo des-
ta capial que pouco depois presenciou o deplora- j
vel espectculo do incendio do algodao inmenso
que all se achava depositado.
Conslou-nos que indo um preto empregado
da casa abri-la, nuiou o fugo e correu a participar
ao porteiro que communicando oulros conse-
5uio chamar a attencao dos habitantes desta cida- j
o para a catastrophe, que nos appareceu de re-
pente.
Eram oito horas do dia quando inteira confu- ,
sao reinava na praca do edificio o alguns empre-
gados dirigiam-se para um e outro lado quasi
abandonados merc do elemento devsrador.
Observou-se que o fogo era muito intenso em
urna consideravel puta de algodao, que suba at
alera da metade do alto edificio communicando o
Incendio ao tecio e madeiramento.
O Sr. inspector do algodao foi urna das pri-
ineiras pessoas presentes, e a parle que tomou na
catastrophe nao se pode descrever. O trabalho
todo, a drercao do servico ao principio era s feta
por S. S., que se via sem recursos, sera bragos,
sem meios.
A casa eslava atopetada do saccas de algodao,
lendo anda no dia antecedente entrado um consi-
deravel carregamenlo vindo do Pilar. O povo
corra logo ao campo da calainidade, assim como
quasi todas as autoridades. O servico dos parti-
culares, que invadiram, apezar do perigo, o gran-
de edificio foi remover todo cusi a grande por-
co de saccas que anda permaneciam iutactas ;
lid servico heroico e cima dos matares elogios.
Nao tardan que a desordem, a eonftisao, amaro-
sesse no meio de um lidar to insano e afadigoso.
Vimos miiilos homens distinguir-se na cora-
geni, no valor e trabalho da occaso.
O fogo medrava e os recursos proprios dessas!
tristes oecasioes lardavam de modo lameiilavel I
Observou-se quo miseravel o servico de in-
cendios nesta capital. Ai se nao fosse a coragem ,
do publico e de homens verdaderamente desti-
nidos !
Muito tempo consumio-se sem que chegas-
sem os machados, as escadas, agua, pracas o
bombas.
Acharam-se presentes numerosos empregados
pblicos e foi a classe que traballiou rom denodo
e coragem, distinguindo-se a capitana, alfandog,
consulado provincial e tliosourana, atora da ins-
peceo enjos servicos foram admiraveis.
O Sr. inspector dos algodes merece um lu-
gar muito elevado pela bravura que patMleofl,
polo, esforcos que fatia para alliviaro edifi.'iio da
iiiimensa materia predisposla que havia para o in-
cendio, pelo trabalho manual que emprogava para
a diininuico do fogo e salvamento dos objectos
preciosos da repartico seu cargo.
Um ilos pri niel ros cuidados dos salvadores do
edificio foi retirar toda a escripluraco, mesas, es-
tantes, archivos, movis etc.; e eremos que feliz-
mente nada se perdeu : o largo eampo 40 edificio
aprosonlava ura espectculo de pavor e tristeza.
As uumerosas saccas de l.ia que o braco humano
conseguio salvar eram aliradas a granel na praca
e nao tardou que estas a oceupassem toda, assim
como a mobilia da repartico.
t Com grandes e insanos trahalhos do valente
Sr. ajudaute le ordens, leante Joo Manuel da
Cunha, muito ganhou o servico publico na trate
conjunctura que desnevemos com a rapidez do
lempo o impressao bem viva do espectculo que
presenciamos.
Os soldados mando daquelle valeroso l-
ente pulavain, s'iltavam,obedecan! luio. S. S.
foi quem, arraiijaudo una prande osea la rabio
com seis oito [iracas pela parlo anterior do edi-
ficio ao lelhado afira de descobri-lo e dar lugar s agricultura, e nao augmentar o imposto de pedagio
bombas que esperavam-se cada momento de Ja- que me parece mteiramente contrario aos nteres-
ragua. ses dola.
O cidadao Marques Cardoso precipitou-se O projecto estabelece barreiras de ires em tres
para o lecto e comecou o trabalho do deslelha- mil bracas, a comecar de um ponto determinado
ment rom Seus companbeiros : ahi vimos o refe- da cidade do Recife.
rulo tenent
O Su. Ramos :(Nao devolveu seo discurso.)
O Sn. Jacobina :(Nao devolveu seu discurso.)
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda:
as estradas provineiaes, a laxa das barreiras
dever ser estabelecida em distancia successivas
Em um impresso que circu- de 12,000 bragas a comecar de um ponto deterini-
ente Cunha, por entre ura chuveiro de te- lu oestes dias i>or esia r;:sa, a respnto da despeza : nado na cidade do Recife.__Diodnro.
lhas que aliravam para baixo os valtmtes empre- oreada para 1864 1865, haviam de ver es meus I <> Sn. Diooono :Sr. presdeme, ped a palavra
g|dos nauelle perigoso servico, subir rompendo obres coilegas, assim como eu vi o arrecadador para fazer ligciras consideraces 'sobre o proj
a niivem de estilhacos e telhas que cahiara-lhe dos impostos, que quasi nunca quera pugr a pelos era diseusso porque o acho um pouco vexali
na caneca, hombros, hombros, farda- etc., eolio- mteresses dos contribuinles, dizer que o imposto em suas disposices, e para justificar urna eme
candse deiitie era pouco na cumiada onde Ira- de barreiras estabelecido pela lei n. 261, enllocan- <|ue ha pouco aeabou de ser lida.
ba hou a nao poder mais. As chammas sahiam do-as em distancia de duas em duas leguas, era : Sr. presidente, nao neg o direito que tem o es-
petas rendas abenas e p servico contiiuava. por demais oneroso, e pedir que seja o imposto tado de exigir urna pequea parte dos rendimentos
Uiegando os imperiaes marinheiros e bomba cobrado de tres em tres leguas. Me parece que a de seus memoras, nao neg mesmo o dever que
do tingue de guerra FuMidadt estacionado em o reclamacao feila pelo arrecadador dos impostos tem cada membro da sociedade de roncorrer com
nosso porto, assim romo a bomba da capitana c contra o onus do proprio imposto, o argumento una pequea parte de seus rendimentos para oc-
al fandega, o servico mudou deforma, o trabalho mais forte que se pode trazer contra o mesmo im- correr as despezas cas necessidades publicas; mas
redobrou e a coragem renovou-se. posto. enlendo que essa exigencia do estado nao deve ser
Os disiinrtos empregados d'entre os quaes a Lm Sn. Depltado : Quem o arrecadador dos feila de modo que se torne um onus odioso e vexa-
o projecto
torio
nda
juslica exige raencao honrosa do Sr. leuente Brto, mpostos ?
inspector da alfandega, conferenie da nesma,guar- O Sn. Antis Gama : E' o inspector da ihe-
da mor Dr. Odorico, secretario da capitana e toda souraria, segundo me parece.
a sua gente, alm de oulros das repartieres cima O Sn. Bi'arqur : Nao sabia disso.
mencionadas, tornaram-se incansaveis. os offlciaes' Oi-tro Sr. Depltado : Ha de vir no relatorio
de polica qiieleslavam presiaram-se heroicamen- do inspector da thesouraria.
le. O artista Procopio Galvao eoutros companhei- O Sr. Ayres Gama :Ao qual vm annexD tam-
ros disiinguiram-se. bem o relatorio do inspector do consulado.
l'ma das bombas foi para cmae oulraentrou O Sn. Bcarie:O administrador do consula-
no edificio, d'onde sacuda agua para o teclo que
ja arda em muitos pontos, e para a pilha que era
o foco do incendio e a sede do fogo inextinguivel.
Depois de um trabalho que nao se pode ima-
ginar reiirou-se a grande porcao de laa salva, e
tralou-se de remediar o mal que progredia.
Os interessados na la que sem lhante des-
grana estava ronsuniindo estiveram juasi lodos
do falla do imposto do barreiras ? Nao de sua
competencia, poso-lhe afflancar.
O Sr. Aires Gama : Nao sei qual o compe-
tente, sei apenas que li isto no relatorio do inspec-
tor da ihesourana.
Dizia eu, que quando o proprio inspector da the-
souraria o primeira a reclamar contra o grava-
a do um imposto, nao pode haver argumento
presentes e avaha se da afflicgao que nao atormen-1 rnaior para provar qne elle oneroso e at vexa-
tou esses infelizes que viam suas for unas serem torio.
devoradas pido fogo destruidor. | Effectivamente a lei do orcamento de 1850
nos ser um socio ou corrector doprenstrio Maneel
j Januario, de nome Vicente Felippe, homem de
muita coragem e presumo sem igual. Esse cida-
dao roubava saccas s chammas e vioha rolando
as, ou conduzindo-as qur por si s, qur com ou-
tros, at o exterior do edificio. Palla -a pouco e
trabalhava muito : ao contrario de ouiros que fa-
ziainoin verso.
Nao menos incansavel esteve o joven Sr. Fer-
reira de Mendonca que oceupava-se de servicos
perigusos e arriscados, como trepar, puchar saccas
queimadas, deitar a la para baixo, etc. Muitos
senhores licaram extenuados e sahiram rotos e
queimados.
A bomba do brigue-escuna, e os imperiaes ma-
rinheiros estiveram superiores a todo o elogio e
contribuiram poderosamente para a moliliracao do
fogo e estado de esperancis a que chegaramos es-
pectadores s 9 horas e meia do dia em que s res-
lava a pilha, que nao pode deixar de arder, tal vez
at se extinguir.
A agua que a principio foi escassa e inacces-
sivel abundou depois : pena que s a salgada
fosse a de que se podsse laacr mo I
At aqu gnoram-se os prejuizo? e o valor
preciso do daino : calcula-so que cerca de 300
saccas foram consumidas e entao o daino pecu-
niario deve subir de 30:0003.
< O edificio que opiimamente construido, mas
que a experiencia honiem demonslrou ler sido
urna calamidade o conter somente portas na frente,
precisa de muitos reparos, mas felizmente nao des-
abou. O fogo contina (mas sem grande cuidado)
e o trabalho prognde, tendo chegado ltimamente
urna companhia de negros forros e criollos, que a
polica mandou ver em Jaragu. a qual tem-se dis-
tinguido valorosamente, sobrepujando o carpinteiro
crioulo Manoel Pires cojo denodo espantava.
t Tal vez se salvasscm cerra de duas mil saccas
e por ahi avalie-se o lidar, o servico que foi pres-
tado I
PERNAMBUCO
lorio para a mesma sociedade.
O projecto, designando a distancia de 3,000 bra-
cas para o estabelecimenio das barreiras ou esla-
ges tiara a cobranca do imposto do pedagio, so-
bre modojrexaloro porque, nem se pode pdr em
duvidaque o eslado da provincia em geral nao
lisongeiro e especialmente o estado da nossa agn-
cultura o mais miseravel, o mais precario pos-
sivel j e seria nesse estado, a rreaco de barreiras
em lio pequeo espaco, ir sobreearregar o pobre
agricultor, o pobre morador do centro com um pe-
sado onus.
Sr. presidente, se as barreiras fossem mandadas
esiabelecer em distancia mais razoaveis, eu ne-
nhuma duvida leria em volar pelo projecto, mas
desde que vejo que temos estradas feilas com a ex-
tenso de mais de 14 legoas, visto que o hornera
do centro, o almocrove, o viandante qualquer que
ti ver de parar em 14 ou 15 estacoes, pagando em
cada urna, a conlribuico do pedagio, sem duvida
* esperar e clamar contra esta casa, que em
ar de melhorar
a sua sorte, trata ao conlrario
sobrecarrega-lo de mais onus.
ir. presidente, eu enlendo que a nossa agricul-
Sahemos perfeitamenle que o nosso paz tem urna tura se acha era mo eslado, definha. que o nosso
extenso inmensa, e que os producios agrcolas centro est era grande atraso falta de vias de
do interior transportados para a capital com gran- communicacao; reconheco a necessidade das es-
de dispendio, nao compensara as fadigas do pobre tradas, mas tambera nao quero que se fa-
lavrador ; e. com a creacao de novos impostes, fl- cam estradas sobrecarregando de onus pesados os
cara elle anda em peiores circurastancias, lendo, pobres agricultores.
alm das despezas do transporte, mais o imposto j A laxa estabelecida, era urna laxa que o vian-
de barreiras de legua em legua, imposto por de-1 dame tolerava, porque via que era necessario sa-
ASSEMBLA PROVINCIAL*
SEaSO ORDINARIA EM 14 DE MARp DE 1864.
PRESIOENCIA DO SR. C0.NSEL.HEIR0 TRIGO DE
LOL'REIIIO.
(Continuarn.)
O Sr. Biarque : (Pela'ordem.)
Sr. presidente, entre os numerosos rros typo- I f.^ trata"
graphicos que eu encontr as consid racoea que '
apresenlei nesta casa na sesso de 4 dt marco, ha
um contra o qual nao posso deixar do reclamar,
porque altera completamente o espirito das minhas
patarras, e anda mais, torna oque eu disse offen-
sivo a um mcu amigo.
Na sesso de 4 tratndose das irregularidades
da secretaria, diz o jornal: t o senhor ex-pnmei-
ro secretario j se apresentou aqui dando conta de
sua commisso, e remetindome algans papis
que tinlia em seu poder; mas as censuras que eu
lia pouco fi>, lera relajo cora o ex-rrmeiro se-
cretario etc. Sr. presidente eu nao di se isto, es-
capou na impressao a palavra nao-, eu disse
que as censuras por miin feilas nao t nham rela-
cao cora o Sr. ex-primeiro secretario.
J v a casa que cu nao poda deixt.r de recla-
mar por esta falla que altera completan ente o meu
pensanieiiio, e espero que esta rocLmacao seja
mencionada na arta, e igualmente no jornal da
casa.
ORDEM DO DIA.
Contina a 2." discusso sobre e art 2. do pro-
jecto n. 1 deste anno que regula a arn cadacao da
laxa de barreiras.
Vo mesa e apoiam-se as seguintes emendas :
Rm vez de tres mil brajas, diga-se seis mil
brajas. Ramos.
Em vez de tres mil bracas diga-se o to mil bra-
cas, a contar da que estiver estabelecid mais per-
to da cidade do Recife.
As barreiras podero ser estabelccidss al a dis-
tancia de quinhenlas brajas, alm ou quem do
lugar designado pela medicao, segundo for de con-
veniencia publica. Soares tramlaoGervasio
Ciimprllo.
0 Sn. Aires Gama : Sr. presidente, nao pude
deixar de Bear snrprehendido quando tive de ir o
arl. 2 do projecto que agora se acha em discus-
so. Todos nos, sabemos que os impostes, j bas-
tante onerosos, devem ser decretados com toda a
circumspeojo e cuidado; sabemos tambora que os
impostos indirectos quasi sempre sao i. esproporcio-
naos, dizem os meslres da sciencia ei onomica por
que quasi sempre rerahein mais sobr i o pobre do
que sobre o rico, visto corno, sendi a taxa fixa
para todos, o pobre vm a pagar mais do que o
rico em relaro as suas fortunas.
Porlanto, em um paz como o nosso em que a
agricultura esta atrasada, e mesmo detlnliada,
quando por toda a parle se v levantarin-sn Votes
pedindo proteste agricultura, e lavoura, me
parece que o meio menos proprio te concorrer
pira o seu desenvolviinento diti rallar-Ihe os
transportes, ou tornar mais dilllceis as vias de
communicacao.
Quando se diz que a agricultura delinha. quando
o ilistincto presidente desta provincia reclama de
nos, em seu relatorio, lodo O cuidado, disvolo wn
favor deste ramo iiniHirlanlissimo da a luiiiiisir.vco
devenios esforjarnos quanto poetamos p.tra apre-
. sentar algumas medidas ora beneficio i jNSa mesma
mais vexalorio, nao s por ser excessivo, como pe
la demora e atrazo da conduccao, alias j to dif-
fleil.
Um Sr. Depltado :Seria mellwr talvez acabar
com as estraaas.
O Sr. Aires Gama : Essa consequencia nao
lgica, meu collega, porque podein haver estradas
sera imposto de barreiras como ha em toda a Eu-
ropa quando as estradas nao sao feitas por particu-
lares.
O Sn. Ri-.mioi-e :Na Europa nao ha imposto de
barreiras 7
O Sr. Ayres Gama : Nao; o que ha, se me
nao engao, o imposto de port igem sobre os g-
neros de consumo, na entrada das cidades.
O Sr. Gervaso Ca.mpel.lo : Pos eu tive occa-
siao de pagar.
O Sr. Sabino : E eu tambem.
O Sr. Barql'e :Em todas as barreiras de Pa-
rs ha, e em outros paizes.
O Sr. Ayres Gama : Isto rousa difirante,
como j disse, o imposto que se paga as estra-
das das cidades.
O Sn. Buarqie :as estradas.
O Sr. Ayres Gama :Perdo ; em Franja a pa-
lavra barrera ndica mesmo entrada da cidade. O
que ha na Europa o imposto de portagem que
nao se confunde com o pedagio, um imposto que
se cobra especialmente as entradas das cidades, e
que imposto municipal.
O Sr. Buarqi-e : Isto cousa muilo dstincta
do que se est discutindo.
O Sr. Ayres Gama :E* justamente o que eu es-
tou dizendo.
O Sr. Buarqi-e :O imposto de barreiras es-
tabelecido as estradas e lem applicajo especial
s raesmas estradas, esse imposto de que b nobre
deputado falla o imposto de actroi, um imposto
municipal.
O Su. Ayres Gama : E nao isso exacta-
mente que eu estou dizendo ?
Nao estava eu dizendo que o imposto que mais
geralmenle encontrei na Europa o imposto de
oYo, muito dilleroiite do pedagio f
O Sn. Bl'aruie : Mas o projecio nao trata
disto.
O Sr. Ayres Gama : E quera est dizendo
Assim, pois, linha eu dito o imposto de legua
em legua c por domis oneroso, mesmo para qual-
quer paiz era oulnas circumstancias, quanlo mais
para o nosso em que os meios de transarle sao
lo poneos, e to caros "para os productos do cen-
tra. V-se por exemploque o cultivador do algodao
do alio scrlao. qne muas vezes man la o seu pro-
ducto da distancia de dtenlas leguas, lendo de
pagar barreiras de legua era legua, pagana du-
zontas barreiras. E ser ou nao um tal imposto
vexalorio, sera ou nao dilneultaro transporte.obri-
gar o agricultor pagar barreiras de legua era le-
gua, por menor que seja o imposto em cada urna?
I'm Sr. Depctado : O que acho caro o que
se d actualmente, isto pagarse a barreirao lo-
go depois cahir-se no atoleiro.
O Sr. Ayres Gama : Isso o abuso dos con-
servadoras, e com os abusos nao se deve argu-
mentar.
O Sn. S Pereira : Nao dos conservadores,
e da rcparlioo eucarregaJa de liscalisar esse ser-
vico.
O Sr. Ayres Gama : Establecidas, pois, bar-
reiras de Ires em tres mil brajas em urna estrada
do dtenlas leguas, por quanto chegaria o produc-
to nesta capital f
0 s. Buarqle : Sendo boa a estrada.
1 m Su. Deputado : Quera dera que nos tives-
semos estradas dessas I
O Su. Atoes G\ma : Eu eslabelejo a hypo-
these de que a estrada v at o Exn que o ex-
tremo da provincia, e cnto, dizia eu, que alm
do prejo de transporte, que j muilo alto, teria
o agricultor de pagar mais duzentas barreiras, e
dado mesmo que em cada una pagasse pela nfi-
ma mudado de nossa moeda, que o vinlem, pa-
gara una carga de algodao 8J. s de pedagio,
alm do salario do al mor re ve.
O Sn. BvaRjQOI : B o que lucrara os agricul-
tores com a economa de lempo tendo boas estra-
das ?
OSn. S Pereiiu : E por quanto chegaria
urna carga de algodao nesta capital ?
0 Se. Jacobina : Entre nos o tempo anda
nao vale muilo.
ii Su. Smii.no : Entretanto vale mais do que o
dinli-ro.
OSn. Soares Brandao : As emendas nao es-
tn Ja em discusso ?
0 Sn. Atoes Gama : Tendo eu de fallar so-
bre o artigo, pareca que todo o tempo era lem-
po para referir-mo as emendas.
Portanto, lendo emiido o pensamento de que
as barreiras nao podiam ser estabelecidas do legua
em legua, son do opimao que sejara ellas toleradlas
de tres era tres leguas, como aeonselha o proprio
inspector da thesouraria, mas existlodo t mesa
ama emenda que estabelere essas wroiras na
distancia deolo emoilo mil bracas como a diffe-
renea pequea, nio ponto dusidj em vota/ por
e-i emenda.
tisfazer a essa exigencia ou necessidade publica;
era ura imposto a que a populajao jase havia acos-
tumado; mas desde o momento em que era lugar
dessa taxa, tver de pagar muito mais, liver de pa-
gar o duplo, triplo ou quadruplo da taxa actual,
elle desesperar da sua sorte, < bem longe de, por
essa forma, ammarmos a agricultura, Ihe Doremos
novos embirajos e difflculdades taes, que dentro
em pouco, melhor ser abandonar esse meio de
vida.
Assim, pois, Sr. presidente, entend quedevia
apresentar urna emenda mandando esiabelecer as
barreiras de 12 em 12 mil bracas, porque nao s
desla forma o imposto nao ser to oneroso, romo
o viandante que tiver de percorrer urna estrada de
quuize ou desasis leguas, parando tres ou quairo
vezes, nao sera to embarajado era sua vagem,
nao perder o temiio que |ierderia, se por acaso ti-
vesse de parar quinzc ou dezeseis vezes, o que Ihe
traria demora muissima prejudicial, monnente
em lempo de invern.
Nos sabemos o que sao as nossas estradas em
lempo de invern, e o pobre almoereve que conduz
urna carga de assucar ou de outro qualquer gene-
ro, sendo obrigado a parar em seu transito quator-
ze ou quraze vetes para pagar o imposto, perde e
perde consideravclmente com essa demora.
Deixo, pois, de entrar em maor desenvolvimen-
to sobre a materia, porque alguns d'is nobres de-
putados que me precederam, prevenirara os argu-
mentos que eu poderia apresentar. Apenas ped
a palavra para fazer essas ligeras considerajes
em apoio emenda que apresenlei, e declarar que
neg o meu voto ao projecto tal qual esta, e mes-
mo as outras emendas lelas razos ja expendidas.
Se. a casa, porm, adoptar a emenda que offereci,
nao duvidarel dar o meu apoio ao projecto com a
emenda, porque me parece que a nica que po-
der conciliar melhor os inleresses pblicos cora
os dos particulares, e o inais que se pode exigir,
ltenlo o estado em que est a populajao, vista
das graves e multiplicadas contribu jes que sobre
ella j pesam.
Nao por falta de contrbuijoes que a provincia
se acba as condijoos pouco favoraveis era que
n> a vemos, o defoito est na m fisoalisajo das
rendas, e na distribuijo dos diuheiros pblicos
que quasi sempre sao esbanjidos em prove to de
certos entes predilectos da fortuna, que enleudem
dever viver rusia do suor do povo.
Quando os dinheiros pblicos tiverem urna boa
fisoalisajo, quando o producto dos impostos for
convenientemente applicado, eu me persuado que
as rendas publicas chegaro para satisfazer s jus-
tas necessidades da provincia.
Um Sr. Deputado :Antes de ludo preciso aca-
bar cora o patronato
O Sr. Diodoro : Eu vejo que em geral essas
obras que por ahi se eraprehendem, e com que se
consom os suores do povo, cuslain souimas fabu-
losas |iela sua raa adrainistrajo, (apojada) pelos
desperdicios que nolias se do. E' para isso que
detenaos atiender ; economisando os dinheiros
pblicos que conseguiremos doptar a provincia das
obras de que ella carece, e satisfazer as suas mais
urgentes necessidades.
Assim, pois, voto pelo projecto, caso seja appro-
vada a emenda que offereci.
(Continuar-se-ha.)
Discurso to Sr. depnlatlu Reg Barros, na sesso
de 10 do correnle.
O Sr. Rho Barros : Sr. presidente, pedindo
a palavra nessa qoesio, nao lenho oulro Ira se-
nao dar alguns esclarec montos casa. Nascido
na pi-lla comarca (Cabo), all habitando, agitndo-
se a questo da transferencia da sede do termo
de Ipojoca, nao poda prescindir de dizer algumas
palavras sobre materia.
Sou o primeira a reconheeer que o districto de
Ipojuca nao est no caso, nao tem as condijoes
precisas para ser termo separado, e esta foi a mi-
aba opinio quan lo nesta casa se apresentou ura
projecto, creando-se a villa de Nossa Senhora do
O'; eu fui o primeira a levanlar-uio pedindo para
que fossem ouvidasas diversas autoridades da lo-
ealidade, mas o meu requenroento foi aqui forte-
mente combatido, e finalmente a casa o ap.irovou
sem prejuizo da primeira discusso. Na 2* discus-
so desse projecto, ae.it m-se novo debate, chegan-
do nessa occasio as iuformaji-s. que a meu ver
foram imparriaes; porque as autoridades ikm> dis-
sorain quesim nem que nao.
Um Sr. Depltado : Enlo nao dKseram
nada.
i) Sr. Reco Barros : A casa witao. rosnlveu
elevar villa a>povoijo de Nossa Senhora do O'.
II"je apparece umi nova questo, isto pede-se a
transferencia di sede da villa do O' para Ipojuca.
Sr. presidente, no meu entender, de luda a
conveniencia que a povoajSo. do Ipojuca deve ser
preferida para a sede do tormo, e pas*arei a apre-
sentar as razdes em qim me funda
A povoajo do Xiasa Senhora do O' est situada
na extremidad :\\ h'rmo ao livlo do nasoenle, nao
lera engoiilio-; nehons por osse lado, lendo \n'~
nas nm engenbs ao norUv e> um ou poQeoa mais


Itlarlo le I*errabneo Quinta reir 'i* Je Mareo de I 64.
ao ni, tnJo mats ea para o lado do v '"'"1 ''"
ln.....i) i i| i .,,. i i i i (I ioj i a muito mais
ceatral, cercada de engnoli a por todas o* '
efetaodo hoja muito proxina da estadio da va
ferra, aeta-seem pestcio muito nait vantajosa
Qoelxa-se o morador do sobrado n. 2 da pra-
;. de Pedro ll de torera os viunhos do sobrado
prximo da roa do Imperador convertido osea ie-
Ihado em lugar do despeje, de sorte que Ihe estra-
gan ludo quanto tem, mesmo no rento) do sua ha-
juiz de direito dar-marca, se nao astea em eir, e portan importa ye semejhante "Mowsse,
Sr. presiS, .piando se traa de nm asse rapto eaojtama do parto o Sr. Docto de Aqoinobonseea
desta ordorn, me parece toe o nos.*, dever sa- a aa.em so marera tres necea para a apresenurao
lennos un nm' "rao de uperioridade est a po- do titulo. ... i.i_
v, o d se- n'at.1 para^r preferida. E' o que ayendo provado iseneao tegalWpodado
Wvr se POSM conseguir pura esclarecer i casa por em libertado o recrutaA^M**^
tost'i .i,',v-.si,i,,i.. Achando-se arrumadas duas colomaas oa
A prim-.ra condico de urna sede onde devem ponte de Pedro II, foi designado o capi.ao Domingos
residir xs autoridades, lleve ser a localidad.! onde Jos llodr.gues para exara.na-las
mether possa ser distribuida ronrenientemeiite a Ao najor do / baulhao di
paiz. O novo arcebispo da Babia 1*. Manoel loa-
qumi da Siiveira, fez o sen dever publicando urna
pastoral adequada a occasiao. A imprema con-
servadora oumprio sua missio. e um encllente
peridico religioso, <> Brasil, alli publicado e ex
elusivamente consagrado
justica por man de seus ergio* administr ilivos nha foram concedidos g MM dattMkga.
ele de modo me era loda a extenso do ermo A companhia Vtailante, de reboques, RMinv
^ha^Xe?**^"1^^l0 posta a mulla de 5003. por nao imprmenlo do
^t3SLm%T2L se contesta que "'-Sabhado e domingo, nothea.ro de: Santa Isa-
un, villaralbad.' se" mais robusta tE bel,tawti bailes de macara soba direccao do
roca menos vantagens do que urna na exirenu- Sr. Miguel Candido de Mcdeiios 1.uto. _
dade ? "
t Um ladeo allcmao foi ltimamente baptisado
na Haba, e eu sci que mallos suissos protestantes
tcm renunciado a seus erros no bispado de S.
l'edro.
t Muitos padres napolitanos tem ehegado neste
paiz, fugindo da Intentada i/oribalilina. Todos MU
sido empregados como curas ou vigarios, pas que
no paiz ha falta delles para os deveres paroehiaes.
t A devocao do mez de Maria foi soteOBltekda
este anuo em algumas partes do Brasil, e nao em
poucas pela primeira vez. E' urna grande salva-
guarda contra a heresia este feliz carcter dos Bra-
sileiros, cuja devoco rdeme e enthusiastica pa-
ra a Mai de Dos.
Durante os dous primeiros das nanteve-to o
lempo sempre limpi lo e serono mas lio Um ceuo, espsso aevoeiro obscjreceu a alhnospbe-
ra; grossas nnvens negras tvaneavam rpidamen-
te ao sopro do oeste o nao lararam senao as cho-
a rebater a propaganda que dos relmpagos, cujis ribombos pareoun
abalar o pronrio ocano ; ; s vagas se cobriain de
L-se na Revista IMensul da Sociedade Ensato
Luterano! o seguinic :
O SONHO UE AMKRIC.O ELYSIO.
o proprio ocano
espuma, donde broUvara lardes pho-phorcscenlcs,
phenomeno tao raronesta esiaco quanto os trovfies,
que. roncavam no espaco, e >s' rana i|ue vinbam se
engolir as ondas em grande numero.
O mar, revolto at as enlranhas, vinba rebenlar
em flor nos rochodos, com i umor borrivel e engol-
phar-se mugindo as cave as que gastou seculos
a cavar. O surto ranger d)S seixos augmentava
esta sclvagcm harmona c )s velhos pinheiros do
valle lancavam. eahindO, lgubres gemidos. Os
mesmos aVMnuM, (*) qoeduraste dous mil annos
tinbam desaliado as revolucSos da ierra, pareciam
preatei a enlrar noseio dol a!......
Veto limite rom sua obsmridade perlida e em
vez de ifilmaa ao, augmenou de violencia a tem-
pestade.
As endas furiosas vinham como engolir as praias,
e o reino ocano pareca qi erer engrandecer seu
COMMNICAIiOS,
c
primea e falsean no lempo deeleicSea, arrancando
votos por dinheiro, promessa e ameaca, e linalinen-
te servindo at por :-ua legitima e benfica Influen-
cia para amainar tumultos provocados |ior actos
Impopulares e inconsiderados do governo ; como
possvel que estes padres receban em paga do
obras tao meritorias insultos e doeslos improprios
aceio com que se acha ornado o salo, e. a or-
tem
seus
porcionaL
Sr. presdeme,a st>dc de nm termo o (entro O comecodo baile ...
da vida, da ordem e da ace.io admimstralivr, par \&o da aria do Mueren, pela msica do 7 bata
issomcsmooae all onde todos procuram suas Ino de linha.
ser annuneado pela execu-
garautias-, onde, pois, sor mais fcil enconfar-s.'
esse auxilio, ser em lugar mais longiquo t nao
por ceno ; portanto, senhores, fra de toda duvi-
da que Ipojuea est muito mais as condicoi s de
ser a sede do termo do que Nossa Senhora do '.
Senhores, as observaees apresentadas pe>o no-
bre deputado. mea eoUaga de diatricto, em nada
pdem contrariar a idea do projecio, sendo que
entre as suas razoes aqui expendidas, foi urna
dellas o recelo do desabameato da ladeira coque
era edificada a povoa^ao de l|x>juca : ach) tao
fraco esto argumento, que nao sei como naja qoera
se receie de tal surcesso Inda quando isto possa
influir, deve lembrar-se o nobre deputad) que
grandes cidades edilicadas em bellas planicies,
tem sido submergidas, como a magnifica Pcmpea
pelo Vcsuvio!
(Ha muitos apartes.)
< i Sn. Soi to Lima : Mas Ipojuea nao tem \ e-
suvio.
(i Su. Reg Barros : Felizmente nao ha, assim
o.....o anles da deraolicao de Pompea e llerc )lana,
ruda havia que recelar de Vetarte.
Sr. presidente, a elevacao do terreno em < ue se
acha a povoaeao, nao razio para que o depilado
lenh.i tanto receto de que venha a desabar a futu-
ra villa de S. Miguel de Ipojuea ; pois ness: caso
muito mais ha que recetar aqui pela cresc da da
agua.
A villa de Nossa Senhora do O' como todos
sabem, cercada de pantanos.
O Su. Costa Kibbiuo :Eu fui l o nao vi esses
pantanos.
O Sr. Reg Barros :O nobre deputado nao vio
os pantanos, mas eu afflanco-lhe que existeiti, que
lempo de invern as circumvisinhaneas da villa li
ain completamente innundadas, entretanto que
lempo de vero, quasi qne nao ha agua para beber
Ao patas que a villa do O' se acha nessas pessi-
mas circumslancias, Ipojuea est rolloeada i mar-
gena do no, promette grande desenvolvimento para
o futuro em razio de sua ptima posicao, a v lia de
Nossa Senhora do O' creada ha cinco ou seis an-
uos, acha-se estacionaria, nem mesmo ha es fran-
ja de oue possa ler o menor desenvolvimento.
Inojuca, ipie nao leve a vaotagem de ser tete
4o termo, entretanto lio relativamente muito me-
Ihor ediGcacao, muito mais importancia .'.dual-
mente, e se ebegar a gozar essa vantagem, ver-se
ha que o seu desenvolvimento ha de ser ra iido, e
cm breves lempos lera grande importancia.
Todas essas razos me parece que devem pesar
no animo da casa, e leva-la a votar pelo protesto ;
nao obstante isso, en desejo ]ue seja ouvide o Jim
de direito da comarca, sem prejuizo da primeira
tliM'iissao.
EPAR'ri(;\0 DA POLIi:i\.
(Extracto das parles dos das 3 de marco de
1864.) ,,
Poram reeolhidos casa de delensao no da 22
do correte : _
A ordem do Dr. delegado da capital, Domingos,
pardo, Francisco, crioulo, escravo esle de Antonio
de Souza Res, e aquelle de Antonio de biqueira j
Cavalcanti, o primeiro sem deelaragao de motivo,
e o ultimo para avenguaeoes polieiaes. |
A- ordem do subdelegado do Recife, Antonio
1 Vivir Real, branro, |>or desolwdiencia, e llosa
Maria, parda, sem declaracao de motivo.
A' ordem do de Santo Antonio, Antonio Joaquim
de Saut'Anna, pardo, para correcto.
A' ordem do S. Jos, Manoel Jos de Freitas, se-1
mi-branco. os pardos Manoel Rodrigues da Cosa,
Apolonio Alvos, todos por disturbios.
O chele da 2* seegao,
/. t. i Mes'iiiita.
Movimento da casa de deteneio, no dia 22 de
marco de 1864.
Exisliam...... 391 presos
Entraram..... 8
Sahiram...... 10
O Senhor Deus apresenlou-se ao meu espirito vasto dominio.
q lando elle tranquillo dorma ; A populaeao ficada cm lera desceu loda para o
E baixando seus olhos em que se accendiam fo- littoral mulheres, creancas, velhos testemunha-
gos eternos ; vain de mil inaneiras sua dor. Uns procuravam
E levantando as naos, dondo choviam bencaos com olhos arrazados de lag mas os cadveres que
aos justos; atondas deviain arremec.ir pfaia; os oulros,
sollarem estas pala- ajot'lhadosnaareia, conlemplavamemmornostupor
aquelle sombro e magnifico quadro.
< propriocura.em | sol re urna rocha elevada,
embebendo o olhr na im nensidade do abysmo,
Bbapiava as duzenlas ovellns que faltavam ao seu
rehanho.
li ixoii seus puros labios
vras;
l'ois que tu quizeste perscrutar os mysterios sa-
grados de toa le;
E empregastes as potencias de la alma no cstu-
do do meu ser ,
E procuraste na grandeza da creacio a grandeza Sobre suas faces, empalidecidas pela angustia,
do creador ;
Ouve o que vai-te dizer o Senhor Deus do
mundo:
Amanilla ha de o sol Iluminar a trra de luz
mais brilliante ;
E pela nianhaa lia de o orvalho caliir em arco-
iris;
E o cantor de tua trra trinar de sua garganta
um bvinno liherdado
rolavam duas lagrimas .'ilenciosas; suas maos
juntas se levanlavam para o cu. Nao era urna
mai, um irrao, um nai que elle tinha perdido, era
urna familia inteira de duzonlos filhos que elle ti-
nha visto naseer, que linlia baptisado, unido cm
consorcio e abcneoado muic.s vezes.
I'assou-sea noute sem trazer esperanzas t Inte-
lizes familias dos peseadores, e, liem (ue o vento
livesse molto diminuido, o mar agastado |ior tres
A saber
Existem....... 389
Nacienaes..... 280
IrfllTMtgnlrtf
Mulheie-.....
Estrangejias..
Escravos.....
Escrava;.....
POtque eu quero festejar o dia de amanhia, re- das de tempestade, lancava -se ameacador soDre as
aleando sgalas da nalureza ; margma
E o cantor da floresta ha de cantar mais terno ; Ao romper do dia, dous Inmens que tinham pas-
E o ribeiro ha de descer do monte mais fresco ; sado a noute a entreler urna fogueira sobre um
E o cabritinho nos alcanlis pillar alegre ao re- rochado para indicar, se possivel fosse, o porto aos
dor de sua mai : nufragos, se approximaran do cura.
Porque amanhia o dia da gloria, o dia da Quando os dous homens entraram no grupo que
luz ; rodeava o pasibr um senilmente de desgosto pare-
E no dia da luz, o povo-escravo ha de ser o po- ceu apoderar-se da multidao que se afaslou preci-
a minha voz e acrediten na
para
ses-
Discnrsii do Sr. deputado Amlrade Lima, na
sao dr 10 do correulf.
O Sr. A.ndraue Lima i Sr. presidente como
deputado do segundo distrielo, tendo rolar.,-
Beata distrielo e tratando-se de urna desmembr.i-
?o de terrenos sobre oque posso dar alguns es-
clareciinentos cas, eu me julgo na obrigacao
de fallar tabre esta materia.
Sr. presidente, e-ta assembla sabe e :. nossa
provincia tambem aboque, em pleno secuto de-
senove, se commetleu um ailentadj na no>a pro-
vincia ; um |>ote*itado procuren cstabelecer o
feucaslello feudal nafreguezia de S. Lourenco da
Malla.
Sr. presidente, para combater os elT-ilos per-
nicioso*, as preteacSes desarraaoadat deaat poder
que eu agora me levanto, e que me achare sem-
pre prompto |iara combale-lo em qualquer lugar,
em qualquer nrcu instancia.
Sr. pre-identr. fu com vistas inicuamente polti-
cas, foi para crear (Afluencia, e predominio, que
o senhor de Camartgibe, o dominador da fregue-
zia de S. Lourenco da Malta, exigi que um ter-
co da freguezia de Ignarass, pattasse i bier
parle da freauezia de S. Lourenco, foi por isso,
Sr. presidente, que o art. 2o da "le n. 33f'> de 12
de maio de 1854, determinou que mais de 1U
engenhosda freguezia de Iguaia-sii, compreendi-
dat em urna ara de 7 leguas passam a pe lamer
freguezia de S. Lourenco.
Alguns desses engenhos, Sr. presidente, na
distancia de tresc qualro leguas de Iguarass fp-
ram arrancados contra a vonlade d seus babJ-
tantes para a freguezia de S. Lourenco, licando
della distante 8 e, mais leguas: rompeos: rio-
lelitaiuenle coui as relaces que prendiain 1.....-
proprielarios e moradores, tem attenco ai s seus
BMeaset, semattencio as suas rontadea, sem at-
tencaoaos direilos que elles tinbam de pertencer
a Iguarass, ou quando muito a Traetinliein para
um-los ao feudo de S. Lourenco da Malla.
Um Sa. Dbputabo : Era desta maneira que
elle-euravam do bem publico.
Outro Sr. Deputado : = Deus queira que nao
faeamos 0 mesmo.
O Sr. Andrade Lima : Dispondo o projocto
n. loe 1860, de restituir freguezia de Ignara-
s alguns dos terrenos usurpados para a de S.
Lourenco, foi o meu primeiro cuidado examinar
o que queriam os autores desse projeoli, che-
gando ao conhecimenlo de que aponas se tralava
de restituir lanarass tres dos engenhos dat-
meinlirados, ficaudo anda perlenrendo a S. lou-
renco oulros engenhos encravados na frtguezia
de Iguarass, de forma tal, que o prpelo de S.
Leurenco para administrar o aaaM espiritual nes-
ses logares, tinfia neeessdade de passar para
terrenos de Iguarass.
O Sn. Jacobina : Que boa divisao.
O Sr. Andrade Lima : Nease aatado de cou-
sas, Sr. presidente, eu tenho de offerecer con-
iiderai;ao da casa urna emenda, aguardando que
ella leja impugnada, para entao dizer nais al-
guma cousa.
REVISTA DIARIA.
34
6
1
63
5
389
Alimentados a cusa dos cofres pblicos----- 16o
Movimento da enfermara no da 23 de marco
de 1864.
Tiveram baixa :
Ananias Borges dos Santos, vmitos.
Francisco (escravo) de Antonio de Sqoeira Caval-
canti, bronchite.
Passageiros do vapor nacional Mamanguape,
entrado de Macelo e portas inlermedios :
Antonio Jos de Figueiredo. Anglica .Mana de
Barros Leite, Ernesto Tires Cocino, Pedro de Albu-
querque Maranhao, Joaquina R. de Alexandna,
Antonio Jos D. Silva Braga, Dr. Olimpio Arroxel-
las Garfio, Estanislu Lopes de Carvalho.
Passageiros do byate nacional Sergipano, sa-
bido para a illia de Fernando :
Alferes Antonio L.Ferraz Jnior, um 2* sargento,
Joao Jos da Silva, Manoel Caldoso Ribeiro, Seve-
rina Rita de Sena e 3 feos menores, Antonia Ma-
na do Espirito Santo e 2 lilhos menores e Maria
Antonia do Espirito Santo.
Obituario do da 21 de .\ungo, ko cemiteiuo
vo-re ;
Porque elle ouvio
minha f;
Eu tinha feito o homem minha imagem,
que elle fosse o re da nalureza ;
E elle cabio na impiedade e blasphcraou ; e eu
me eiieolerisoi por tanta ingratido;
E Jiz do homem o escravo da nalureza;
piladamente.
Senhor cura, dizem e les, vimos fogo na Ilha
Molne........... Todos os olhares se voltaram
para o lugar indicado, quo pareca um ponto no
horsonte e vio-se urna ligeira fumaca branca ele-
var-sc em spiral no espaco e diminuir medida
que se alfosia va da trra.
- Nossa gente, encalha ia nos rochedos, nao
Sr. deputado l'edro Luiz, ea
sua cruzada antl-Jesuklca.
Tem sido urna lctica constantemente seguida
pelos inimigot da religOo, embucarem-se como da sahir da Iwcca da um homem "que"te respeSa?t
mani da civilitacao, do progretso e do bem publico, Quercm que os capuchindos fallera e orem comc-
para melbor podereui ferir a greja, fon le t ver- Vieira, ou como Bardulone, Larue, Criffet, Neu-
dadeira civilisaoio, detodoprogressoedetodo bem, villes grandes pregadores jesutas ; mas para que
a que nao ousam aiirar-se de frente e de>coberla- isto 1
mente. Sao lobos quereveslem a pelle de cordei .Nao a linguagem dos rapuchinhosque encom-
ro, para seu salvo poderem dilacerar o reba- moda esses senhores zeladores da pureza da lin-
"h"- gua porlugueza, o ijue os infurece, sao as doutri-
0 Sr. deputado Pedro Lnz, lilho da escola volte- as de ordem e de paz que el les pregara ao poro,
riana, nao poda ler asqueado ti ljoea dos seus sao os principios de religio que se odeara. tjue
mestres e assim que, tendo ha muito premedi- mal pode fazer que os capuchinhos pregue* em
lado hostilizar o calbolicisino, e as suas benelicas nina lingua ineio italiana e meia portuguez qnan-
mstituicoes, \-ale-so da occasiao qne M olTerece pela jo tantos Brasileiros e al representantes da naci
discussao do projecto de edlicaco de um templo, escrevem e fallara em liugua meio iwrluguez e
para a legitima satisfazlo das necotsidadet religo- meio franceza ?
sas da populaeao franceza do Uto, e principia o seu Como possivel que as santas filhas de S. Vi-
discurso na sesso de 3 de marco, aprogoando-se cenia de Paula, que teem sido admiradas dos inu-
aniaute da bberdade e do progretso, defensor dos sulmanos e dos arabesdo deserto, quem cbamam
lirios do nosso clero, da honra do governo, e sobre aj, dejados do co, que fazem inveja aos protes-
tudo grande zelador dos dnheiros publ(-os ; mas tHn|t.s qUe as nf10 pdem produzir, e sao as delicias
ludo isto para mais commodamente insultar a rel- dos catliolicos; como possivel que estas mulheres
encontrem na |>essoa do Sr. deputado Pedro Luiz
ura iniraigo tao grosseiro e violento f !
Porventura o hbil d.'puiado pelo Rio de Janeiro
nao saber o que estas candosas mulheres tem fei-
to alu era beuefleio de nossos patricios ?
Desconhecer accaso o que era o hospital da San-
ia Casa da Misericordia antes das irmas da cari-
dade, e o que hoje depois que ellas tomaram con-
t de seu trrico interno I Nunca visitara o Sr.
deputado o hospicio de Pedro II ? Muito bem co-
nhece o Sr. Pedro Luiz ludo sto, est perfeitamen-
te compenetrado da verdade dos fados, mas como
jurou bottUteato jjawtfittae, qur appareca com o
burel do rapuchinho, ou cora a batma do lazarisia,.
ou com a touca branca da irmaa da raridade, fin-
ge iguorar tudo, inverle os factos, calumuia e ren-
le, para poder chegar aos seus lins.
O Sr. deputado quer o catholicismo para poder
ser deputado, mas o quer como soldado do exerci-
to ganbaldino, sera poder temporal e sem nitiitos
religiosos. Mas os instituios religiosos sao proJuc-
coes naturaes e expontaneas do catholicismo, sao
copados ramos e cheirosas flores da immensa arve-
re do Calvario ; pretende-se pois corlar estes ra-
mos, destruir eslas flores, para que a arvore des-
seque, lorne-se estril e morra.
Ha perto de rail e novecentos annos que nesta
lula se tem empenhado muitos. E a arvore vive,
estende-se e cada vez se loma mais florescente. A
palavra de Deus se cumprir. Eu estarei comligor
disse Jess Cliristo sua greja, at a consumando
dos seculos, e as furias do inferno nao trrao poder
contra ti. Assim esperam todos os catholicos.
Recife, 20 de mareo de IS64.
Um catholico.
Mas a alma se regenerou e eu quiz recompensar pode lanc.tr as barcas ao mar com este lempo, e
o espirito; : accenderam aquelle fogo jara pedir soccorro, diz
De debaixo das aguas ergueu-se urna trra ma- o cura; ponbaraos n'agua esta barca de Corfd'hir,
gica; e varuos-lhes em auxilie. Quem vem comi-
E por cima reverdece um paraso de delicias; go ?......
E vivem almas puras; Ningucm respondeu ao generoso appello do pa-
Entao, disse eu, focamos daquella trra o edn dre, e Corfd'hir que clior iva seu filho Ivon, se
encantado que deleitar a vida do justo ; calou......
E nos prados soe o bor ao lado doclarim, par-; Como! exelamou o tom pastor com voz tro-
ta a flecha junto baila ; fajante de censura e indi ;naeao, nenhura de vos
E alli ha de ser a vivenda dos juslos, a saphyra me seguir para ir ter com seus irmos em pe-
engasfada uo barro, o bem rodeado do mal; rigo ?
E o estranh cubicar a ierra do Brasil porque nos iremos, disseram os dous hemens a quem
ella o paraizo do inundo, o centra da luz; todo o mundo fugia, nos iremos.
Ento ba de vir a guerra devastar as campias Corfd'hir correu para a paia e disse ao cura que
de meu povo ; mas elle ha de veucer os barbaros, tambem o seguira,
porque eu son o Seuhor Deus dos exercitos; Cuidaes que o vossd velho marnheiro seja
E, pois que tu tens sido meu servo fiel, e as cans menos bravo que astea dous gales?
le eoram o crneo, como a nev cora o pin- o qne nao tinha podido laxar o amor paterno e
caro; o da humanidade, fe-lo o o gnlbo.
Eu te escolhi para seres emissario da minha von- O batel foi a costo lae ido sobre as ondas e
tade; quando nossos quatro lien es nelle entraram, seus
B, enrollo cm um manto de nuvens, o Senhor compatriotas j sem esperanca os deram por intei-
Deus suraio-se no espaco. ramete perdidos. Os gal s manobravam com as
E eu olhei para o levante, e vi o sol lucir com luz vellas, era quanto o cura, excellente marinheiro,
mais brilhante ; te apoderava do leme e i irigia o rumo para Mo-
E fui ler cora o povo e Ihe disse : lene.
Ouvi estas palavras quo o Senhor Deus me foi- o vento que soprava oe t-nordeste, impedia por
lou
urna polegada de valla, e a.iu di?lo o mar embar-
ca va cora tamanha violencia que fora impossivel
JoaiVna'Maria do Can, Pernambuco, 76 annos, E todo o povo prosternou-se encestando a face no cava com tamanha violencia qu
's.iiteira Sanio \11I01110 hvuetrophia. chao; dirigir-se direito para o termo da derrota. Depois
Emilia (ero eiion Franca annos, casada, Boa-! E ento Ihe disse : Uoje o dia da gloria, e da de urna travesta de algunas horas, chegou-so cm
Vista ewrena' 'luz lira ilha Uto suspirada.
Hara 'da ('oneeicto' Pernambuco 60 annoi, viuva, '< E no dia da luz, ha de o povo-escravo ser o povo-. Ahi houve urna scena difflcil de descrever-sc.
Beclte ervsioella rei i e o Senhor Ueus assim o quer. Meio morios de fri e de fome, duzentos pobres
Qnirino Imrauim de Barros, IVrnamboea, S5 annos,' E ento comecou de murmurar o povo, e ditia pescadores disputavam ao elementos um reato de
Santo Antonio ; asede. assim; Nos queremos nos reconbecer, que signo vida. L'ns asseutados em
solteiro,
iraa da nev olbavam
Claudiua Maria da Conceieo. Pernambuco. 49 an- teremos em roda do Mai nos reunamos
nos, viuva, S. Jos -'sim henatito. E eu Ihe disse : < Senl
gas tro hepatile.
estpidamente o mar vir etpirar na praia; oulros,
conservndose estrllame He abracados, lancavam
_ 22 __ i dar. magoadot solucos e cha navam a morle a altos
Bal, Pernambuco, :t mezs, Boa-Vista ; congestao.! E mal acabava de dizer isto que do co vete des- brados, alguns em fin que de solTriinenlo o deses-
Manoel do Rosario'. Pernambuco, 80 annos, viuvo,'
pao.
Felizmente, porm, nao soube bem disfarc.tr os
seus plano? impos, e por isto todo o seu discurso,
desde a primeira palavra al a ultima, nao transpi-
ra senao rancor e odio ao catholicismo, que o hon-
rado deputado liberal appellida constantemente do
jesuitismo, palavra protestante e inventada por
protestantes para signiliearem o catholicismo em
urna de suas bellas e grandiosas instituices a
Sociedade de Jess. De sorte que conhecero
todos, que a justa e caridosa pretencao do virtuo-
so padre lantad, pedindo o terreno para a edifica-
Cao de orna greja c.itholica, nao foi mais que um
pretexto para o referido deputado poder vomitar
tods o seu odio e sua bilis coutra as praticas dos
institutos religiosos, e contra os seus inembros,
quer jesutas, lazarists, capuchinhos ou irmas de
eardade.
T. 1 descommunal procedimenlo nao poda deixar
de causar mu justa indignacao em todos os ver-
dadeiros catholicos, que assim vem a sua santa
reiigiao cynicameule injuriada na pessoa de seus
ministros, e por aquelle mesmo que devera ser o
primeiro a defende-la, como representante de urna
naco catholica, cuja constilucao, proclama a reli-
gio calholica apostlica romana, religio do esta-
do, e em cuja guarda lodo o deputado obrigado a
reliar.
, pois, como umafraca manifestaco contra se-
melhante procedimento que escrevo eslas llanas
emquanto se nao levanta voz mais autorisada e
enrgica em favor dos interesses catholicos na ac-
tual emergencia.
Nao tendo, o nem podendo ter o honrado depu-
tado nada de positivo e real era que fundar urna
.iccusaco seria contra o clero catholico, phantasiou
em seu excitado cerebro urna iiwasao jesutica no
paiz; o esle pensainenlo, a que melhor se chaina
ria um sonho, segundo diz o mesmo deputado,
muito se arraigou em seu espirito, e para conjurar
um mal ficticio, que elle imaginou ameacar-nos,
repele cora calma e sangue fri todas aquellas in-
jurias e calumnias que os protestantes teem lauca-
do contra os heroicos e valerosos lilhos de Sauto
Ignacio do Loyola, injurias e calumnias mil e urna
vezes victoriosamente refutadas pelos escriptores
catholicos. ,
0 odio de morte qne o phjtosophismo vota com-
panhia de Jess tem a sua origem em ura aconte-
cimento bem conhecido, e que era ser repetido
nada se perde, pois que pode servir de lico .to-
que o ignoram ou de lembranea aos que o es-
quecem.
Sabe-se que por urna disposiciio da economa di-
vina, quando o protestantismo principiava a asso-
lar a christandade, Deus que vella constantemente
sobre a sua obra, permitlio que se fundasse a So-
ciedade de Jess, destinada a oppor um poderoso
dique torrente da devastacao lulherana, a qual
tomando urna posigo diamelralmente opposta
falsa reforma, fe-la moderar os seus furores e di-
minuir os seus triumphos.
E com effeito, emquanto os protestantes tiravam
o freio licenca das paladea, e alimentavam a re-
volta contra lda auioridade ecclesiastica, e espe-
cialmente contra a soberana romana, o santo ins-
tituto de Jess ensinava e praticava as regras de
urna vida austera o santa, a ahnegaelio da vonlade
propra, e urna dedicac.ao sem lmites igreja e ao
-ubi rano pontfice, sen chefe vitivel ; emquanto
aquelles rapice grilavam coutra urna suplosla es-
cravido da razio buiuana, e a descnbaracavam
da dependencia de toda autoridade os prudentes e
sainos jesutas isseotavan a scieneia, a phloso-
pbia e a razo em toa verdadeira base a tra-
diejto e a f catholica.
S. Jos ; pneumona ebronua.
Geoeroaa Mara Bandeira, Pernambuco, 18 annos,
- .1 eir. Boa-Vista ; gaslro iuterite.
Francisco do Nascmento, Rio Grande do Norte, 38
annos. solteiro, Bol-Vista ; piubysira larngea.
Floriana, Pernambuco, fi mezes, Santo Antonio ;
gastro laterita.
Josepha, Pernambuco, o mezes, Sanio Antonio:
curso.
Ituliua. escrava, Pernambuco, 34 tainos, solteira,
Recife ; pbthjsica.
Januaro da Assumpcao, Pernambuco, 30 annos,
solleiro, S. Jos ; telano.
UM POLCO DE TLDO.
Da Cnir transcrevemos o seguinte, sobre odia
de boje e o de amanha :
o-inta-keira svma.
A denudacao dos aliares tymbolitt a denudaclo
das vestiduras, que os judciis fizerain Quisto no
Calvario, antes de o prega rem na cruz.
OMca-pi's symbobsa os maravilliosos efli'tos de
toda a nossa redempcao ; o leyantar-se o Senhor da
meta significa o sabir do seto do Eterno Pai; despr
as vestiduras denota o namilfilr-ee; cingr-se. com
a toalhn, significa a forma humana que lomou,.
lanzar agua na baca, denota o sangue que derr.t-
mo do seu saiitissimo corpo ; lavar e limpar os ps
aos discipnloa significa o perdo e purijica(o dos |
A assembla provincial nao funeconou honlem,
por falta de numero.
Pela polica acha-se prohibido o transito de
vehculos e cavallos, as ras da cdade, durante
Oa das de quinta e sexlafeira sania (boje e ama-
nha)
Tendo dado em subsliluico o paisano Mau- ldo humano c mundano.
rinoFi.inrJM-o de Souza Magalhaes, foi Mandado nimiamente foi publicado
dar baixa ao cabo do 2* batalho de infamara
Fran(-co Pedro de Faras.
Por ter a guarda nacional de forneeer guar-
poit do lavatorio, significa a vinda do Espirito San
to; que Ibes mandou para de todo os aperfeieoar e
fortalecer.
skxta-ikiiia HAMIXAO.
Em quanto se adora a cruz se cantam os impro-
peri as duas lnguas, latina e grega, e nao se faz
menco da beliraica, porque os judeus negaram
Chtelo, e foram reprovados. Nao se diz Agnus-
ei porque nao se deve exteriornienfe invocar o
que na presentacao est morlo.
O sacerdote comunga em silencio c com o mesmo
silencioso relira do altar, para mostrar o luto e dor
de que estcoberla a igrejane.-te da.
Do lablet, folba que se publica na Irlanda, tra-
ducimos o segralo do seu correspondente, no Rio
de Janeiro :
t Com muito empenho recommendo a greja do
Brasil s communidades e irmandades religiosas
da Kuropa, como um objeclo proprio para suas
supplcas.
t A contenda desigual entre o resgalismoe a le
de Dos, ainda contina : eu digo desigual no sen-
cendo um carro de luz ; ... POTO liaviaui enluuquecido, estavam de jolhos nos
E trazia una esphera do ouro que nao arda, cavados rochedos, pensando que os queriam matar
esobre ella urna bandeira de esmeralda e topa- c Lo respondan) a seus companheiros; todos se
zias; julgavam na ultima hora.
E ficou sus|ienso nos ares; e naquella bandeira ^ vista do bom cura, lar^aram gritos de alegra;
reeonheceu o povo signal de sua redempcao, e cho- arrasiavam-se para elle, jeijavam-lhe a sotana,
rava de cunlentameiito ; I dancav.tm de alegra. 0 mais louco tripudio sur-
ja enio, de dentro de urna nuvem negra, sabio cedeu ao maior desespero, e esses homens que se
una voz atroadora ; davam por perdidos e (1 emiain de terror, torna-
E a voz dzia : Seja o braco do justo o braco de rara.se de novo (almos e c irajosos vista do soc-
Dnis, e vibre golpes no mal e na niqnidade ; corro (|ue Ihes enviava o c;u. Depois dos primei-
E o povo vio que o Senhor Deus quera castigar ros momentos consagrados alegria, pensou-se na
as outras gentes, e elle era o bemdito de Deus; vqHj.
E olbou para a nalureza grandiosa que o cerra- jyeu5 amigos, diz o cura, procuremos por ao
va, e ouvio o estridor da catadopa e o gorgeio do mar as barcas que esiverem era bom ettido, e
passaro e o ciciar do lephyro; apresseno-nos ir con.olar os que la ebo-
E sentio que o fogo do co Iluminara seu espi- ,.UI1.......
rilo ; Cera bracos se puzeram logo ao trabalho e urna
E ento cantou no hymno da independencia, o das barcas encalbadas na acia, foi, por assim dizer,
hymno do reo e da patria. earregada al as ondas. E-te trabalho que a pobre
--------- gente tinha crido impossivel, tornou-se fcil (|uan-
Transcrevcmo6 da Revista Mensal da Sociedade 0 dirigido por um domen de sangue fri, e o que
Ensiiio l.ilterario o que segu : sos nao podaran] fazer em una semana, acabaram
dksksiki\am;\ era duas horas.
Era no alvorecer da existencia qtt'ando as flores Quatro 011 cinco viagens consecutivas trouxeram
perfumam os campos ridentesda phanlasia, e a al- Trebeorden os naufrago-, e depois deste dia. em
ma se abre s suaves viracSes do pensamento e re- qUe tinlia dado a vida a duzentos ebristos, o dig-
celie alegre as doces Impressdes que nasceui dos n0 cura Soube, encerr; ndo-se no pre.-bylero,
sentidos, que eu vi beira de um regato ameno, furtar-se aos a|iplausos d: seus parochianos o co-
que amoroso se deslisava sombra de frondosa rar por uma rara m(,d, stia ura dos mais bellos
mangueira, um de:-sos anjos sabidos do divino pin- ra$gos de dedica^o de q e possa honrar-se a liu-
cel do Murillo, ou phantasiados nos amibos liibn- manidade.
de amores. a
INVOCAgAO A SANUSSIMA VIROEM.
O' Mai Bemdita, que nos Ouvindo os coros divinan dos anjos;
los fluctuando ao praier"da brisa"! Vuksmto estrella, neste mar da vida
Como era seductora assim reclinada sobre as trbido sempre !
aguas I Os olhos volve para nos piedosa.
Quanta docura impressa nesse anglico sem- Que (i1,sv.lir.lq> de iiiuso. s nfradas
blante Nem ja sentimos da venale augusta,
Quantos attractivos, quanta flexibilidade n esse Fulgido r.tio!
cor|io de fada I
E aquelle olhar tao lnguido e doce, ora a fixar- q vc0 c|eva triumphante o cllo;
as aguas, c ora a arompanhar-lhe o curso al p0iga a mpedade sem te ncr casti
um decreto, que
usurpa ao btopo o direito de livre nomeaeao para
eaderas professionaes nos seminarios episcopaes ;
decido que, te for levado a effeito, privar os
das de lionra para as procis>oes, 110 domingo de mesmos serainarios jlos eruditos frades que nelles
ser o tervico da guarn\;o feito por tro-
paschoa,
pa de buha.
Moje hav.-r exposicao do Sanlissm) Sacra
ment (tenUckroJ, as segrales igrejas :
Cor|o Santo ;
< ouvenio de S. Francisco;
Duo do Carino;
Ordem 3' do dito.
Dita de S. Frauisco ;
Pa raizo;
Livramento ;
Conceieo dos Militares;
Matriz de Santo Antonio ;
Terco ;
S. Jos ;
Gloria.
No concurso a que se procede na thesourara
de fazenda para '" escripturarios nao 'endo ap-
recidu eoarurente (pie fosse examinado en lin-
gua mgleza, foi dispensado o Sr. Dr. Cicero Odn
Peregnno da Silva dessa coinmissao.
-- No referido concurso, uliimou-se hontem a
prova de verso franceza ; e seguo-se a de pral-
ca de reparticao.
Exammou o Sr. IJerntrdino de Sena da Silva
Cuimares nessa materia.
se
perder-se as sinuosidades do regato.
Ah I porque me nao deu a sorte esse pincel di-
vino com que dolara outr'ora Miguel Angelo, Mu-
rillo, Raphael, e tantos outros, para pini.tr as for-
mas seductoras desse archanjo terrestre !
E eu vio, e como uina visao, passou sem que ae
menos podesse beijar as fimbrias de seu alvo rou-
pae l
E eu vio, e nem um olhar de roinpaixao pude
merecer-lbe.
Como o naufrago sem esperanca e sem apoio no
meto do ocano cncapellado, eu sinto a esperanza
abandenar-me, e o anjo negro do desespero rogar-
me pela fronte escandecida.
Em vo invoco a pbilosophia em meu auxilio,
uuieo santelmo dotinfellzes e segua guarida con-
tra as lempestades do corajo humano.
Baldado appello I
silgos,
E contra os gritos que a verdade sola
Hrrida brame!
Voraz incendio de paixoes insufla
No peito lodos, com fatal presagio;
Ri-se o demonio dos que infame forja
Rgidos ferros!
Senhor do mundo se proe ama o ouro,
Cora falso brilho seduzind > os tomens;
Empunha o sceptro com que a todos doma,
Desposta insano
Da Cruz sombra a hypo mata vive,
Trajando as roanas da vir lude pura;
Louca vaidade t de galla; veste
Tmulos tristes I
entinan, visto que nao quererlo submetler-se ao
concurso agora ordenado. Os bispos segundo es-
le decreto, nomearo aquelles que forem apppro-
vados pelos juizes do concurso.
O neto imperial at prohibe que entrem no-
vos inembros para as ordens religiosas no Brasil.
E' tremendo vr-se urna tal fyrannia em um
estado constitucional.
Esperamos qne o santo padre nao permittir a
projectada exiinrcodas ordens Beuediclina, Fran-
cisca ta e Carmelita.
O virtuoso bisno do Rio de Janeiro- I). Ma-
noel dd Monte Rodrigues de Araujo, conde de Ira-
jprelado erudito, orlhodoxo e piacaba de
morrer; depois de ler sido inulilisado pela moles-
tia alguns airaos.
Os protestantes, inspirados pelo demonio, ou-
saram assaltar a lidelidade do povo brasilciro de
rujo imperio 6 padroeira Nossa Senhora, no seu
glorioso mvslcrio da Immaculada Conceifio.
Na Bahia um cerlo Ricardo Molden, escossez,
com um apostla despanhol, Thoraaz Gallan, abri
S tu, Senhora, romo Mai clemente,
Podes allivio nos prestar ios males,
Para as dores do coraco nefllcaz o balsamo Ouvir os nossos, que para li se elevara
da pbilosophia : e como a planta solada dos de- Frvidos votos I
sertos arenosos, eu sinto fugir-rae poucoa pouco a __
seivada existencia, sem que o orvalho benfico da Por nos, V.rgera, la nos ceus implora,
esperanca venha dar novo alent ao coraco res
quido pelos ardores da febre que me devora.
Junio do Throno de leu Filho Amado;
Applaca a sua, contra n:, acceza
Colera santa i
PUBLICACQES A PEDIDO.
CEAR.
No da 28 do mez prximo paspado embarcou
para Pernambuco no vapor Princesa de Joincillc
o Eim. Sr. Dr. Jos Bento da Cunta Figueiredo
Jnior, ex-presidente desta provincia.
Em o nosso numero passado j emittimos fran-
camente a nossa opinio sobre a administracao que
passou, e cujos beneficios nao podem deixar de
mover a. gratidao do povo cearense.
Digam o que quizerem os apaixonadosaquelles
que nao encontraram no distincio administrador
nm prompto instrumento para reacc,o do voto li-
vre : quanto a nos pensamos que nao houve ad-
ministracao mais honesta, mais creadora, mais ze-
losa dos cofres pblicos, e mais garantidora da li-
berJade do voto que a administracao do Sr. Cunha
Figueiredo Jnior.
Somos liberal, e sempre o fomos de eoracHo;
mas nao podemos deixar de dar a cada um o que
seu : 0 sum cuique tribuere para nos um evan-
gelho.
A urna hora da tarde parti S. Exc. acompanha-
do de alguns amigos para o trapiche, onde se acba-
va grande numero de pessoas, que o esperavam
para dar a ultima demonstracao de estima e grati-
dao pelo muito que fez a provincia confiada a seus
cuidados, por espaco de quasi dous annos.
Folgamos de registrar em nossas columnas, que
faziara parte desse a compan harneo to pesseas dis-
tinctas de ambos os credos polticos.
Urna guarda com msica e ban ieira, postada ao
lado do trapiche, fez as honras do eslylo, salvando
a fortaleza logo que S. Exc. approximou-se ao va-
por, qne devia conduzi-lo.
S. Etc. despedio-se de todas as pessoas, a quem
abracou com afabilidade e saudade, offerecendo a
cada'um de per si os seus serviros onde qur que
se achasse.
Desejamos S. Exc. feliz viagem e prospera
sade no seie de sua Exm.' familia.
(Da Guzeta Oficial)
As
vezes
Sal sapa mili de Bristol.
enfermidades externas produzetn muitas
resuilados lerriveis e se a massa viciosa do
sangue o qual causa das mesmas nao se purifica
do seu veneno mediante o uso da salsaparrilba de
Bristol, (o abstersivo mais poderoso de quantos se
conhecem) os doenles nao s buscariara allivio em
vo, mais sin tambera transmitiiriam suas enfer-
midades, seus lilhos como urna heranca mal-
dita.
As pessoas de ambos os sexos acharo em lodos
os periodos da vida, que esleadmiravel e incompa-
ravel remedio vegetal aura de urna maneira rpi-
da e radicalmente as chagas, erupces, ulceras,
infiainmaces, glndulas, rheumatismo e todas as
mais molestias anlogas, inclnindo as affeccoes
mei curiaes que desfigurara ou conlrahem asfei-
edes.
Achar-se-ha venda era todos os estabeleci-
tos pharmaceuticos do Brasil e era Pernambuco por
Bravo ti C. e Caors & Barbosa.
H. de Santa Helena Magno.
O padre Faber morn-u ltimamente era Lon-
dres.
De protestante tornou-se catholico fervoroso e
e morreu em
L-se na Estrella do Norte:
um temporal as costas da rretanha.
A poca de urna grande pesca eslava marcada
para fevereiro.
Toda a populaeao valida do distrielo de Tre-
beurden devia nella lomar parte, e, nao obstante a miente apostlo de Jess Quisto,
ma eslaco, mmensos preparativos tinham sido odor de sanlidade.
feilos parapara nado todas as-barcas. Suas numerosas obra-, todas inspiradas pela
Chegou o da aprazado, e leudo sido determina- pjedade mais viva, o rollecam entre os primeiros
da a partida para as duas horas da madrugada, escriptores da Inglaterm contempornea. Sobre
vio-se correr para a praia urna mullido de homens, tudo a que se intitulaMI for Jess, lalvez o
de mulheres e de meninos, munidos de quanioera Vro asctico mais notav I deste secuto,
mister para urna viagem de tres dias. Todas as folhas inglezas deploraran) unnimes a
Partise........ Um tempo magnifico, apesar peeda de um homem lo eminente.
de fro, cu azul, mar apenas encrespado |ior una ^_______^____^____^^^___
ligeira brisa de Ierra, promediara aos viajantes
feliz navegaco. (') Monumentos druidicos, que consisten! em
sta imprudente lourura talvez um estrata-1 Os que "erara retidos no lar ou pela dade, ou por unas grandes pedras limadas no chai) e pie se
gema da foccao Palmerston, projectado com a enfermidades suspiravam vendo perder-se no lio- elevam a granJe altura veem-se anda mullos
esperanca de provocar um novo conflicto cora osle risonto as brancas vedas dos balis de pesca. na Bretanha.
Por aqui se ve, pois, com que furia deviam os
reformadores laucarse contra a Sociedade de Je-
ss, que considerara como o seu pesadelo. E de
faci, nunca houve na igreja una ordem, contra a
qual as paixoes c a impiedade urrassem com mais
furor, ordem que fosse mais insultada e injuriada,
porque tambera nunca houve nenhuma qne mos-
tratse mais ardor nadefeza da causa de Deus e da
humanidade contra os rapios e falsos apostlos da
mesma humanidade.
Guerra aos jesutas, foi entao o grito que solta-
ra m o protestantismo e o philosophismo seu legiti-
mo filho, e este grito encontrou eco em lodos os
coraedes corrompidos pelas vis paixoes, e este gri-
to ainda hoje co.t lgubremente, sendo alimenta-
do pelas votes dos inimigos do papa c da igreja.
Bit 1 verdadeira origem do odio ao que se tem
convencionado chamar jesuitismo, para infamar
urna das mais bellas obras do catholicismo. Eis
dondenasce essa explosao de colera, esle desejo
de acabar do una vez para sempre cora a famosa
milicia de Jess.
Sim. uina verdade que os espirilos verdadei-
rainente religiosos nao devem esqnecer : boje,
como sempre, o odio aos jesutas o odio ao ca-
tholicismo, de que foram o sao denodados defen-
sores esses virtuosos padres.
E bavera mortal tao innocente que nao conbeca a
lctica dos impostora e dos falsos apostlos das li-
berdades publicas, que se dizem catholicos para po-
derem gozar dos direilos da sociedade catholica, e
que exploran) a ignorancia do povo, procurando
formar urna populandade maculada pelo crime da
ingratido e da trtelo 1
Fallando-Ibes a coragera para atacar de frente e
directamente a igreja, procuram ferir primeiro as
cor|>oi ac,oes religiosas. E' a mesma Iheoria que
boje seguem os cynicos inimigos da paz e da ver-
dadeira civilitacao na qnettio do poder temporal.
Nao ousando nveslir contra o poder espiritual da
greja, elles procurara primeiro ver se pdem des-
truir osen poder temporal, que como urna mura-
dla providencialmente destinada por Deus a guar-
dar a greja contra os golpes dos barbaros do lodos
os lampos, contra os vndalos, os hunos e os gari-
baldinos.
Clamara contra os jesutas, capuchinhos c lazaris-
tas, aecusam-nos de terem lins occultOf e simstros,
de alimentaren planos polticos e governamentaes,
de baverem em autro lempo assassinado rea e der-
ribado governos, e deste modo esperam indispor a
opinio publica contra os ministro! da igreja, con-
tra esset obrara da verdadeira civilitacao, pois
conservara intacto o deposito da verdado ebrista e
a pureza dos costuraos sera o que a civilis.tco
inpoasivel.
E quem os acensara 1
Lou vado seja Deus I
Homens debochados e cynicos aecusam a puros
padres de corromperem a moral e os costo mes
riles, que sao incapates de uina hora de abnega-
cao e de devolamenio, deseorapd os padres que
deixara sua patria e sua familia, e vo morrer em
paint eslrangeiros nos semeos dos povos chris-
los; elles, impos e blaspbeinos arguein os padres
de minarem os fundamentos da religio; elles, fal-
sos hberaes o especuladores polticos, ousam ac-
cusar os jesutas, capuchinhos e lazarists que
cora ardor e dedicaco irabalham para a obra em (muras porcoes, para evitar que oexcessodo
mais eminentemente civilisadora, a de dar ao ca- chylo fresco opprima os bofes, e accelere muilo a
iholicisrao o seu vigor o influencia, elles, obsce-1 circuladlo do sangue.
nos e impdicos, atrevem-se aflirmar que os pa- i Muitos doentes desia molestia se teem entregue
dres dizem indecencias, que fazem envergonhar ae uso do oleo de ligado de bacalho, e outras pro-
cometas e arrepiar caliellos I paracoes de resinas e blsamos, sem que dellas
Que atrevimento I Que odio devora estes pobres toaban lirado proveito; e alguns expositores do
horneas f nodeetoa cembatem cora muia razo esse traia-
B cun effeito como possivel que fallando se ment,
sera odio, recebendo sera prevenco as dces da E' eostume carregar o estomago do doenle com
historia, se negu em publico os serviros que os medicamentos oleosos e balsmicos ; itoriu estes
padres da companhia de Jess, durante perlo de em vez de tirar a causa augmeolam-na, esquen-
tres seculos tem pre>atdo a greja e a humanidade lando o sangue, ao mesmo tempo que tirara o
por suasmissoes, pela predica, pela direcrao das apetite, relaxara os solidos, e sao de toda sorte per-
almas, pela educaco da mocidade, pelas Imane- nietosos.
ras e excedentes obras que tem publicado sobre Tudo que se fizer para extinguir a tosse, alm
lodas as setenlas 1 do exercicio o rgimen apropriado devera ser re-
Conlo possivel que depois de mmensos servi- medios de uatureza acida, detergente e calmante,
jos pesiados pelos capuchinhos ao Brasil nao s Os accjdos possuem a virtude de produzirera
edificando igrejas e. levantando cruzes as pracas bons effeilos nesta enfermidade, 000004, nao s
publicas, mas tambera ensillando e moralisando a contribuem a apagar a sede quando aeomeltom a
populaeao com as suas palavras e os seus exem- febre ethica, mas tambem a refrescar o sangue.
pos, educando-a na obediencia do poder publico, Aos doentes desta onfermidade, quando o seu
formando-lbe urna consciencia recta e aco>tuman- estado de gravidade tal que a febre ethii
do-a a seguir os diiaraes della, que os polticos op- acometi, prescrevo-lhes o sueco de um linio
Phtyslca.
O xarope amarte de veame por ram preparado,
muito tem aproveitado aos que teflrem desla nio-
leslia. e de lainentar-se, que, no obluario desta
eidade a maioria dos que sucumliem de tubrcu-
los pulmonares, sem procuraren! o recurso do or-
tico e do expeliente, que Ihes podem encamraharo
meio de sua salvaco.
O Sr. Braga cin loja de ferragens na ra
Direila, foi desengaado por dous habis m-
dicos, acha-se bom com o traiameoto por mim
proscripto.
A Sr.J Jeronyma Maria da Conceijao, moradora
na travessa do Monteiro n. 10, achando-se desen-
gaada, tambem mim recorreu e acha-se Msta-
belecida.
Im sobrinbj do senhor professor de Nazerethdo
Cabo, aona-ae bom, como se v de sua carta abaixo
transcripta,alm de outros factos, que poderia aqui
mencionar.
A phtysica a deslruico e a magreza de todo
corpo, em consecuencia de chagas, tubrculos, e
eoneiccSo dos bofes e de empyema, atrophia ner-
vosa, e outras molestias que viciara os humores,
como escorbuto, alporcas, gallico, aslbma, bexigas,
sarampo, etc.
Na phlysica, chegando .10 estado de gravidade, o
que rauiio pode concorrer para a salvaco do
doenle o ajudar os medicamento.se, o ar do campo,
exercicio conveniente e dieta, a qual nao deve ser
de nenhuma cousa quente, ou de difflcil dlgesto ;
e a bebida cumprc que seja de nalureza branda e
fresca.
Todo o seu alimento se lia de dirigir a moderar
a acrimonia dos dumores, e a nutrir, e suster o
doenle. tiara o que preciso reduzi-lo ao uso de
vegetos e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ha de ser
I


l
a.


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l>l:irio le Virifl ral tico flulnfa rlrd 3* de Marco fie l*i4.
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di>lvjil eai urna chicara d'agua com "-:
;n mu grande copo para misturar i m
un pehnho dos pos relrigoraotes para lomar,
cotn que alivian no aeeraeUimento da tabre, e pela
manhaa e uropc etherio de veame. Tanto acn-
seloado, i|iie tacara me de vegettes da natureza
acidi. eomo laranjaa, Modas, piengas, uvas etc.,
e a.plirjrVs d plaa- amargosas, que forlilicatn
o e- oraago, e servis ao mesmo lempo para destruir,
e ni ligar a sede.
A Si.' I). Joaquina l S
Observacaa.
1 mlssio presidente da nrovfrtCl,
sua escrava fallecida desla mole.-lia Milancilida ao
traliinenio de seu medico, reviven procurarme
. naiar de un ouiio oseravo, que aoflria da
mesRia enfermidade, presen vi-lhe o tarop de ve-
ala', lem melliorado consideravclmente.
A seuhora do Sr. Antonio Francisco Honorato
foi desengaada por habis mediros desta eidade,
Suspendsu do la nario para a Paraliyba o bri- para dar mais dona bailes, avisa aos amadores des-
(oe inglex SorcJUUoV, capitao W. Maiheus, com o i te bello divertimento, que se aprnmplem, pois que
laesma lastro que trouxe de Coriseo ( em frica), nao poupar despeca alguna, para que o thcatro
esleja mais bein preparado do que pelo carnaval.
As 8 horas da noile o thenlro estar alieno, c
a O horas era ponto principiar o baile com a exe-
cucan da arla do Miserere, do Trovador, pela ban-
dado msica do stimo balalhode infantaria, eob
a direecao do Sr. Antonio Ignacio Joi
Seguir-se-ha alera de mitras quadrilbas, scho-
| liscks, walsas e polkas as seguintes :
La llarcarollo.
SDITAES.
i dito msso, i oarroca c >m se is ridos, I arreio
de sea, tina-, cabidos, oposito i encadamento
dagua. ic-i-iro d- imz, min-el ,r.i --!!>, e ou-
iros objectos (pie seriaenfadonho m mciona-tos.
Terca-feira'2!) do crreme
as 10 113 horas da manhaa em coi huir da ra
do Imperador n. 25.
n lilni Sr.inspector dathesouraria provincial,
Harreto, lendo urna m cumplimento da ordem do Bxm.Sr. presidente
AVISOS DIVERSOS.
da provincia de 17 do correnie, manda fazer pu
ico que o concurso para preenchimento da yaga : QADIULHASNostro Damos.
Jeannoto el Cblin La Sent-
neia.-Mano Viscooti.Marco
Espada.Lanceiros.
SCIIOTISGK.-Elisia.
W'Al.SAS.lieijo.Estrada de Ferro.
POLKA.A Caca.
Prero dos camarotes t cnlraila grral.
A primeira e a quarla ordem serao considera-
lie -' cscriplurario da mesma thesouiana lera lu
i;ar no da 18 de abril prximo vindouro, devendo
os preteadentes ser examinados na grammatica da
lingua nacional, esctlptnracSo por partidas do-
I radas, arilhmetica e snas applicacdes, com es-
i prostaxia, ernos ltimos paroxismos da morte, pecialhJade reduccSo de moeda, pesos emcdl-
foi i'oni o xarope de v.i.hiil- salva, como se v da das, ao calculo de descontos e juros simple- e com-
eara npressa no Jornal du lecife do 9 de feve- | osles, sendo preferidos os que liverem boa lollra
d 1863. sooberem hoguas estrangeiras.
ii escravo Emilio do Sr. tcnente-coronel Rodol-| Os pretendentes deverlo apresentar seos roque- das galeras para s senhoras que nao dansarem,
pho Joo Barata de Almeida, foi tambem deseo- rimeatos nesta ibesouraria, com documentos em senda o proco IS por cada entrada,
gaido por habis mdicos, o eom o xarepo de. provena que sao matares de 20annos, e teem bom Segunda orde/n 8\ sondo quatro entradas para
lomplelamente reslahelerido, como comportaraenlo. senliiiras, e duas para- cavalleiros.
lambom da carta impressa do meso Sr. le- B para constar se mandn publicar o presento Terceira ordem 05, sendo juatro entradas para
nel no mesmo Jornal do lecife. [lo jornal. senhoras cum cavalleiro.
O Sr. AalouioClirLstianoFoRt.filho do Sr. Cbrls- Secretaria da Ihesooraria provincial de Pernam-j Entradas para cavalleiro 25 e as damas masca-
1, proprietario e estabelecido nacidade loro. is d.....arco de 18l. O secretarlo, A. F. radas gratis. Serio fielmente observados os regu-
o primeiro bem conheerdo nesta cida-, <*i.MtMRtcia{de. lamentes da noticia e theatro.
de, pois que fui easpregado na casa do Sr. Len Por ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, O director dos bailes no theatro. julga desneces-
allin retratista, estabelecido na ra da Impe- fico publico, para que ningoem se dame ;i gao- Pr.iio lembrar ao publico, a ordem. e moralidade
ratiiz, acomettido desta molestia tal aqui desonga- rancia, que continan) em sen Inteiro vigoras or- eom que se houveram pelos baile- do carnaval a evi-
na 11, mdicos: rctlrou-se pira a Baua, i ns expedidas por esta reparticao, no sentido de darem todos os exforcos a seu alcance, para que
e all continen em tratameoto, at que foi se- nao poderem transitar nos dias e noites de quinta contine n'esles eom o mesmo procediinento; appel-
guoda vez desengaado pelos mdicos d'alli, che- c sexta-feira Santa, pelas ras desta eidade, pos- lando para o testemunho das familias que dos ca-
ganl>i en i Macelo, um amigo pedio-me, que o goas em carros ou a cavailo, e bom assim v*icu-
nbasse at a rasa do Sr. Christiano para ver los de conduccio de quaesqoer objectos, sxcep-
uni doenie e prescrever-lbe algum remedio, encon- biando-su as carrocas empregadas na condcelo
trei o Hllio em urna cama desanmalo c em estado de carnes para os acongU
de i rostracao, pois que escarrava sangue, e tinba Secretaria de polica de Pernambueo, em i'\ de
completa In pieza, a ponto de nao mareodelBU.
IMPERIAL
INSTITUTO
oG, pri-
eimn do
niarote- assisliram a ditos halles.
Terminar as i oras em punto.
CRAWD BAILE
se i oder por em no liur de nina garrafa do
xafupe etliei io de veame ja se ttchava elle no es-
r em casa, dosapbarocida a inape-
tencia, o os escarros de sapgqe; e a tosse mi-
a. I
.V lim da segunda ja achei em estado de f.^
m sitio toilas as manillas. Acabada'
ni, que continiiasse no uso do m..--
i elberio alternado eom o chai'
liC Vi lame. 6 que DSasSe dos I
na pancada do mar. Seniio elle nos priraeiros
bao choques, mas em o acuoselbei que
cont se tem dalo muilo bem,
lenho recebido cartas de M icei, em que
se ni.: eominuniea o seu bom estado.
Se.'la molestia os expositores de medicina nao
o l.anhos salgados, apenas quandodeltas
tratara, diaem ser applicados conti 'fulasi
bvp. el;,indria. estberismo, am......rrhea, raeihi>-
nio lano vi esle bom re-ullelo no ti lio
do Sr. Cbi ''|1'"1 vis"
- molestias siphylicas, e entras muitas que
(i secretario,
Eduardo de Burros Falcan de Laitria.
DECLAR4C0ES.
administra-lores da massa fallida de
Joaquim los Silveira ixmvidun os credores
a apreseataremdentro ile 8 dias. seos tiin-
UE
MASCARAS,
Sabbado e domingo, nos salees do caes di a
lo, i os dias ii e 27. Os taloes acham-se brilhan
lemenle ad rnados, tilqoal com neta carnaval.
O eirorgifi Leal mudou
a sua residencia da ra do
(Jueimado para a na das
Cruzes sobrado n.
ineiro andar, por
armazem Progressifita, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer iora pa- Y ^
ra o exercicio de sua pro- i } ,,,, ,, m
fisso, chamado por 3scnpta,

DE
m NOSSA SENHOKA 1)0 BOM CONSELHO.
BU DI Al Rt Ol A X. SO.
Sob a direcraodo abaixo assignado acba-se funecionando este Instituto desde o dia 7
de Janeiro prximo passado, e nelle se ensinam todas as disciplinas preparatorias para a
matricula do curso jurdico, de-de pnmeiras l< liras.
Todas a-caileiras aebain-se providas pelos melliores professores, cuja lista i foi
publicada aeste Diario.
__lb-cebem-.se pensionistas, meio-nensionistas e externos, pagando na seguiute pro-
PK.NSIOMSTAS.
casa, mesa e lux .. .. ............ 1005000
MEIO-PENSIONISTAS.
...........'.......... 43*000
EXTERIfO.
dem de mesa.
dem de cada prean
Mioao
mm&
Os pensionistas e meio-pensioni^tas pagaran os preparatorios que estudarem-nrazao
lus do Novo Banco de Pernambueo para se- o proprietario dos mencionadas saines temi um
rom veriflcwtos. Recite, l de marco de av..iia,Msoriiraento dejoupas, 0rr.;r.r,. ao r.-p-.-
1864.
Cnsela* adminislralivo.
Oeonselbo a Iminiatralivo, para forneeimenio do
arsenal de guerra, lera de comprar os objeclos se-
guinti
Para forneciment do laboratorio pyro-
terbliieo.
Peneira de cabello 1, dita de se la i. facas tinas
; idos com 8 pannos de coinprid > e 3 de lar-
lavel publico por melada do sen valor, e as |
que alugarem roupas lerio un carto gratis para
o mencionado baile. A banda de msica militar
locar pela primeira vez rq'uissimas quadrilbas.
walsas, scholi ecavatinaa_ operas e estrada e fer-
ro, e mullas oulras que se deixa de mencionar por
se tornar enfadonho o annuncio. 0 administrador
dos mesmos saldes pede ao respeilavel publico qae
tenlia em alta ronsideraciio as vantagens qu
salos oiferecc por tarima vista pilorescaeo
1, dita grande fresco de que gotam os eoncomntes, e
mar- que. o umeo baile semanal que temos todo o an-
radua- po. Ser cumprido oreguhtmentodo Ilrm. Sr. Dr.
arra I ehefe de polica. Entradas para hornera -
lado de largar as moletas, em que an-
bou que c e com
o uso do in ll'1' .''"m s fl. o bracas
anb rom que se lem dado milito I)....., (,U(,|l| ^ vfndor tae, ^j^tos apivsentewi as
T"' >Hi em Maeeio tem rom- _.,,,,_. ., 0.,^ em ,... |,r!,:i,i;i na secretaria do
conltanca as prepa de elamepo ,un.,.,,,,, as ,,, ,ras (la mailllaa do dia 30 do cor-
uiim eits, pelos bous resultados, que tem
para senuora gratis, tanto com mascara como sein
Para a companhia de ca\all.iria. mascara.
Lavas de algodao pares 10, coras de linho bran-
-,. -
em -ii.i comea.
Quaodo algnem se vi vai ao medico,
este o examiua < declara o senhor est afl ctado
puimoeso doenie desanima, eom esl i senten-
i mais cura, quando os
i ti-.-ni demonsli ido que muitos, len-
i lugar apropri i m salva-
do: '"''-
dicin
aesla provincia (em is farilidad hoje e
Sal, -,-llio administrativo para
tamecimcnto do arsenal de gaerra 23 do m
de 1864.
Anteme Pedro de $a Harreto,
Coronel, presidente.
SebtixtUlo .i ,' Barros,
Yugal secretario.
Coascilio adniiuisiiaiivo.
O conselho administrativo para (brnecimonto do
: | |uea via frrea nos i arsenal de guerra lem de comprar os objectos
- que em pouro lempo urna pessoa que exis- .-,.: tintes:
se transporta para a- Para fornecimento lo armazem do almoxa-
leira e Una, lug ires per- rifad,, do nesmo arsenal,
lo do B-mito e do oulros pantos que sao considera- JO as de piassaba, 500 ditas de junco.
. (|uaiiio mais que is m Para o V- batnthao de artllharla.
ja na isaomos.sea indo, pens, principalmente n i Papel alm.....i reamas, pennas de -.< i 6 eaixas,
|dllasde es :!. tinta prctt 6 %
dir-stt-ba -ema n issoa pobre n3 > lem mais ju lapis de pao i duiias, areia preta para escrip-
s, Mas para principiantes 36, taboadas
Monte-verd i I.
io muitos compendios de arilhmetica por Avilla l, pautas
le, ;.!l se vendem li, lapis para pedras 18.
inesiuos i.....'os que aqui. Quem quixei ven |r laes objeclos apresenlem as
stlverem nestas circu em carta fechada na secrrtaria do
tanrias, en uVs facilito explicar os meios pelos eotselho, s lu horas da manhla do dia 30 da
sedevem reger, e Ihcs fornecerci os med- rene.
ji atuilaiu 'oto.
de advertir ao publico, que as mi-
jo reunidas com
es, e i i.....es lenho obti I
ngane o n blico com
. iuoc un, euj.i- prepara-
, ,,m o aproveilaim n
i quem por v mura lenham si I
p r si, e cu afflrmol
I CUJOS me-
Sala Ihoadininislrai.
i'o'iii'i-inieiito doarscual degnerra, 21 de margo
de 1801.
Antviti" i\ iro de S Brrelo,
CoronH presidente
S. A. do /.'. Sorras,
Major vngal secretarlo.
Coaipziuhia de avallarla tic l*cr-
uaisibiico.
mpanhla de cavallaria precisa contratar o
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEI&A
DE
PAQUETES A VAPOK-
Dos porlos do norte esperado
at o dia 3 .1 abril o vapor Pa-
ran*, comman lauta o capitao
de fragata S ira, o qual
depois da demora '! i tos i.
gira para us polios do sul.
Desde ja recebem-se passageiros e
carga que o vapor poder cnnduiir, a qoal devora
imhareada no dia de sua ebe ada, en
das e dinheiro a frete at o dia da saluda as 2 bo-
icia, ru i da Crui n. I, e riptorio de An-
tonio Lutado Ollveira Asevedo & C_____________
CgMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^'avcgaviJo eoseSra a vapor.
Parahvba, Natal, ilarm. Ararat, e Ceara
i) vapor Mam inguaj
dante I gnlr no dia M
as 3 hora
paia ns portos cima in li
Recebe carga at o dia 11 i
, Eu-roinraendas, passageiros e dinheiro
a treie at o dia da sanida as '' hora- da
lorio n Porte do Manes a. I.
AS :OOOJI|000.
Quaria-feira, 30 do correte inez, m ex-
trabira a segunda parte da (juana lotera do
Gymnasio.
Os bilbetee e meios acham-se venda na
respectiva Ibesouraria ruado Crespo n. l.'i
is eommissiooadas.
Os premtos de 5:000iJO00 ate 10^000,
ser5o pagos urna hora depois di extracto
ateas 4 ilutas da larde, e os ou tros no (lia
seguiute depois da distribuido las lisias.
O thesoureiro,
_______Antuni.) jns- '.inlritfuis de Sooza.
G4S4 A "FOrtlIiT
AOS 5KMMMKH)
lillhecs jsaraulitlos
A' ra du Crespa n. m e lasai dt rstame
ii abaLxn assignado leudo vendido ios seus mtii
afortunados bi I beles garantidos os de n. t rom
a Mirle de ; 000,3. ii. 101 i com a de 1 004, n
! e nutras umitas de 1004, 403 e
da loieria que se acab >u de extrabir a
iio da matrii deS. Lourenco da .\ ata, convida
aos possuidores de ditas bilbetesa iremreceber
-,-is respectivos premios sem descont abrum em
seu estabeleciment Casa da Fortuna ruado Cn-s-
13.
< i mesmo lem exp ,-to venda em fot dito esta-
enenlo e iris nadas casas do eotonte ns no-
afortunados bil intidoe da segunda
liarte daquarla lotera do lymnasio que seaz-
iralnr.i qumla-feira -0 do correnie e os premios
aatles obtidos serao pagos como de i oslara*
re^os.
Bilhetes inteiros..... iMVK)
Meios bilhetes...... 350IX)
Par; iprn ein
de iod-5 para cima.
Bilhetes........ 500
-......... 2*730
o.-' hfartin* Iluta
rnoso'..na primaria.
f9\ Para mais escrarecimentos dirijam-se a i director, a qualqm
i \\ -; franqueado i visita dos pas e correspondentes, bem como a to>
liverem interesse.
Recife, 1 de feverciro de 1864.
i-r hora, ao InsUtotO, que
i,i as pessoas que niate
Augusto Panaanu Lua.
<> -GO Jxyn <-a__
C0\'SULT0RI0 HEUIC0-G1RIIRGIC0
DO
DR. PEDRO DE ATTAIIYDE LORO MUSGOSO,
11IBI< O PARTKIItO 12 OPl^IlVIfOR.
o lina da Gloria, casa do FuikImo 3
O Dr. Lobo Moscoso horas da uianlia, c das G e iib-ia as 8 horas na noite, excepc3 i dos dias sanliQcados
Pkarmacia especia I homeopa linca
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado soriimiiiilo da carteiras
tubos avolsos, assim como tintaras de varias dymnamlsaf? segrales
Carteiras do 12 tubosgrandas. \-2:
de 24 tubos grandes. ls,->ooo
de 36 tubos gandes. 244090
de 18 tubos grandes. 30000
de tubos grandes. noo
Propara-se qualquer carteira conforme o pedido que sezer, e com os remedios
que se pedir.
Um tobq avolso ou frasco de tintara de mela opea 1.-5 00.
Senda pata rima de 1:2. custacao os precos esiabelecidos para as carteiras.
Ha lobos mais pagenos cada um a 5(X) t-is.
ter
\ .- ;i nuil idiiuiu wr id .iiiaiirt 'iuim mmuhuui w
l.icinininia bo- jQ .... j. ,rmesfre ,|,.
m Pranlos. .jcl(li.L
COMMEBCIO.
, d Parnambuco pag i o 12 div
Alk'aadega
la da l a ti........
................
.ir, .7 "1,5927
10:911
527:640*626
Uovisueno' da Alfandera
Vclu
com
es sabidos
com
(aseadas...
17
83
------70
i:
------- 344
le marco,
i; ir i IngleaOlind'tbaratho.
i ngleta I aealho.
./ itti-carvao de pedra.
fannba.
aaporlaeo.
|, inanif si a de Haceid o seguinte :
imarello.
ing<>iros'di i consumo.
dxas vinbos, I i pecas do estopa, 3 c
: a ordl'01.
i:^los' i no eza '
M i -, ..i Lu- >., .lias de i

i para IfirStfilta '' )IJ ar"
; i do.
,, tafle {OU paia Pniladrl-
4n i ;i\ i i i couros salgados seceos com
li.,/ 23 libran.
recefoeiloria de rcadus inlcraav
geraes de Peraiamlmeo.
lmenlo do da 1 a 22........ 11:096133*'
io du 13................. 318
13:3114107
Cu uto da dia la 22......... 90 iV,
Man lo di, H................. :46i
'J2:88l0:!8
Qnartel no Campo das princesas M de marco
.
Mano'-l l-orlin aojo
ptlo eommandante.
Curri o iji-ral.
Pela administra irroio desla cidade se
fa'. publico i mvenienles, qnc em virlude
d< disposto no ;,ri. 138 do rgnlamento t-'i ral dos
cerreios de -Jl de deiembro le I8M, eart.9do
ib cielo n. 785de 15 de maio de 1851, se procede-
r o eonsnm > A-.i< cartas existentes nesta adminis-
mezde marco de 1863 no dia '' de abril
, pioximo.s 11 i oras da manhaa, na poria do raes-
mocorreio ; u a respectiva lista se achadesdej
ai posta sos Inl
Administracao do cu, i, de Pernambueo i de
iiKin de lsii. O adiiiiiii-lrailor,
Domingi-sdos Passos Miranda.
Crrelo gcral.
Pela adiiiini-trai-ei du rorreiodesla ci lado taz
ipieeiu virio,le da eoiiv,ie;ao po.-lal ec',--
aiada netos governos brastteiro e rancez serao
las malas para a EUiropa no dia ,,u do cor-
nuli- ni,'/..
A- carias sarao recabidas at 2 horas ante- da
ipie {.,; mareada pira a -anda do vapor, e osjor-
1 es al k h> antes.
Administracao d i correio de Pernambueo 11 de
le 18*4 a la
Domingo: d > Passos Miranda.
Pitra.
o lalhabota G i a tratar eom Tasso Ir-
maof
Rio o brizne brasiieiro Trocador seg ie con brevi-
dade, recebe rarga e escravos i frete: irata-si
cornos ponsipiatarios Marques, narros ,\ i'... largo
do Corpo Sanio n. 6. _________________
ara o Hio de Janeiro
com mulla brevidade p u i o dito ;
i Dous Amigos, de primeira mar-
cha, londo a matar parte de seu <. n
prompl i, e para e resl i e i scrav is a frete, se en-
lendara com seus consignal
na da Cr'oz p. 3.______________________________
Para a Babia sabe oestes
ii ler n lasi -lo :
para o resto |ue Ih isig-
natanos Palmeira & lirio, largo
: imeiro andar.
A melbor obra da homeopalhia, o Manual de MedicinajHomeopathico do Dr. Jahr,
dona grandes volumeacom diccionario............ 20,-siki)
Medicina domestica d Dr. Hering............ mxi
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 60600
Diccionario de termos de metUcina ........... 000
Os rean sU estabelecimenio s5o [wr demais conliecidos e dispensara portan-
to de serum iiovaiiieute lecommendados as pessoas que qoizerem usar de remedios ver-
il, ib'iros, enrgicos e duradores: ha ludo do melbor qae se pode desejar, globos de tar-
dadeiro saucar de leite, notaveis pela sua boa conservacSo, tinturados mais acreditados
estabelecunenio europeos, a mais exacta e aecurada preparacao, e portanlo a maiorener-
ga e certeza em .-eos effeitos.
Ca a de mude pura, excravos.
Reo scravos para tratar de qualquer enfermidade ou raaer-se-lbe qualquer
Bua r;lsl' rua :H" '" l|,!l c*40 '' I''"- operacio, para .. que o annunciante jula :ii ntemente habilitado.
losophia e outro de lingua fraiceza. A- Otratamento o melbor pos ito na paite alimentar, como fia medica,, e
lasque quizerem frepieniar umi ou funecionando a casa a mais de quatroannos, ha muitas pessoas de cujo to se nao
outrardestas disciplinas po.lent liri-ic-se a pode duvidar, qit-j pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar saos
doentes.
Paghse25000 por dia duraoie 60 dias etFabi emlante li>80.
As ope r5o previamente ajustadas, se aSose quizerem sujeitaraos precos
razoavi-is que costuma pedir o aununciante.
* luli i'ciiiamliii'ant)
A reunio familiar d > correal! m
lugar na noile do da 31.
Jos Soare: d'Azevedo, professor de
lingua e literatura naci mal do Gymnasio
Provincial de Pernambueo, tem aberto em
i i. do ma ih5a a s o ho-
ras e de lardo a qualquer hora.
J. I.. M. da Franca ".. I ama (ir-
, -li-rala lia villa da Escada.
lo existe nm pip -I do trato
. lo i!,i in,t, ;,--!0;,, ti com i ircio,
no i|ii il ,a,;i-ii. esl ex
pouro mal* i u iiipo"*.
A llrma nao l'ara conipras a eradito B sim a
dinheiro que o i'-tabelecimento fornecer para as
iie-inas etc., etc.
y is p ,r ai dizem,
rjue o n meniu i ouvio uhcr, cente
i
- i
,le Franca i\ C.
CONCEITO.
ro4> I I L..
,'ios mi,- loaIII..
sr
Eto de Janeiro,
i poueo dias o brigue escuna i
Arlluir, lem parte do -, u earreganx ni > i n
para o i frete para
o- ,pi,-, lenles commodos ii
eonsignalarios Amonio Lniz de Oliveira
i ,\ i',., n i seu escriptorio roa da Qrui nn-
mer 1.____________________________________
Vara !,*l<;.
ra com i da a brevi la le o i
brigne portnguez Constante II. por ler (piasi
i can i ment, le n
commodos para passagfi ros, e nara esli ;e o res-
tante da car a trata- iiia .\l inoel Ign
Ollveira & Fdho no larp : '' I9.n
EST-
MOYIMENfO O PORTO.
23.
,oitos iuiei s'apir nacional Mi-
i:i niiniii n
Stmim, i i
i i in 12,
,, ,, | ,.-ii -\- Rnbfrts.
i ilii.
Plnla-
io Palacbo li dlaudcz Tirh Gnusters Pul,
|. !l vi M n o, a : cIII la Iro.
Ira da Silva, carga dilTe-
),D,
Til K VIRO
Companliin de eiposoa na-
cionaes gymnastica -'i aero-
bata.
. Prevlne-sa ao repeilavel publico que ehegada
de volti de ana viaircne va-' dar dous especiaeu-
los no theatro , e J." do i I pi'Ote cao de
>, u; compro vi ocia o lera feit>, para p ide-
rein continuar na ardua proflssao u irera uleis
saas aanlias de ,pieui sai o arrimo Os bilhetes
Kli ac'n ou a ven la no ascriplorio d lli -airo ni da
d i ,,-p" i ic ,i i las 6 hura: em diaule, cadeiras
a i&. entrada para platea l& os' camarotes i
e 2* urde li '', i- .; ii ,1 MI a :;}.
(i. espectculo! com icarao as 8 horas da noile e
li 1,1,'irao as 10 1)2 llOI
Por ordem d i director fei al.
A n i i i i Oti
Io secretario.
T11EATHO
DE
S. ISABEL.
lifandes bailes llamase ras, sabbado
ti'it cliiia, c 27 >!ti r Mipai I i (Welr i? Pinto, que vista
- liii" (vera cora os bailes pelo
ival, e i n I, i lo os lucro; muito diminutos,
reu de novo o theatro, e lendo oblidu per-
lio do Janeiro.
O brien* nacional Almirante pretende
rom nenia bfevidade, tem
montoenmjado : para orelo que llie falta
Bravos a frete, para os ipiaes p-m excedentes n :
o idos, trata -' eom os seus ron-ignatarli
nio Lu/ de O^ivc n Azeveda \ C n i seu
III n. 1.
LEILOES.
.WI1..40
BADA DE FERRO
DO
Recite a Sao Francisco.
AVI
ir i i] i
liav ra trem co-
luaie.
I. Ausitn
Superiiilenden e interino.
D-sc una quantia ,! dinlieirAque se cun-
V.-n, ioi, i nina ea -a que o alu-
Uiiel sej i O ni"- do d
moa pasa sen lo na> ru is de
, l> illa. Asn 1 -
r na botica ,1 i Sr. l'.iaj i-.
SEGUIOS DE VIDA EM 3IUTI AHDADE.
Adiaac^ri'i do BANjGO l'MAO lendo sbtide do governo de S. M. F. a auton
c r ii ..ero de vi las em muti faz publico que desde j loma subscripcoes auuuaes por una
, ,i\u das seguintes condices :
c.oiii perda de ca ilal e lucros;
uno capital somonte.
Bito lucros smente;
lo a primeira liquidacao ter lugar no 1 de Janeiro de 1839.
As vanu npregs de eapitaes em mutualidade, sio obvia
Un- o juro de quaulus diminutas, de que avul.-a- se nao po leria tirar ni nhum resulta
igmenta Icpelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicSes
em. Tambem 6 partido pelos sociossobreviventes tu lo aquillpque os so-
amentos, sao por este motivo abrigados a payar, bem como caducidades que
,,', ri,-rein pela falla de cumplimento do COmprouiisSO social.
Asi mpanbias hespanholas. Tutelar e outi
faier urna idea do que pode produzii urna entrada animal de 104, publira-se a seguinl asea-
a de muitos.....i"s de i ompanbiaa desta d
Km -i anuas tm 10 anaas Lu :> annas Ea 20 annos Eai 2o anuo.
Por um
menio 1 dia a 1 auno IHl-. :70r>5
de 1 anuo a i . , 300J 1:70 . 3:7005
i de * i a .1 7205 3:8005
:i , a i 7105 1:8
. 4 > a 18 7005 1:8
pessoa de 18 a M 8i3 2705 7005 i:5J
de 20 i a 30 . 863 I70J 7I0| i.:,
de 30 i a ,0 . 8b 2705 kOOQO 3:7005
de 10 * a BO 905 :too-3 7305 1:8005
*I

D8
l'nia casa lf al;>a cobera le dc-
llia sita na eslt-fio <3<* la a
nargeaa do rio do mcsaiu
nonio.
_\ repienmenta los curadores dscaesda massa
fa'li 11 de Poi les, o p ir de-pa-
oh i d i lllm. Sr Dr. uii esp 1 il lo c imm
agente SiinVs vender em tai iu i casa acuna
mencionada.
iioii:
emseo esc iptori i i i u i da Cadei n, 28, primei-
lar.
a
HK
BsenrrsM, carros i) agente Sim, far leilio i
carad,o, llscaif di massa fallida de i
ir (\ ll., e ii! i -111 i.d i Pon. 8rs
Dr. pu/. de ,lh ,'ilo ,,-., po d
: i oseravo de nome M
l dil de i rinii-
- ; l eserav i de no n I-1
Id i le ';'i a-aios ; 1 I, t;;i I i rom lar
ra do e c ao vi,Iraca n.
Uf, 1 ditos de n-. ,'il rom seus couipe-
tentes arrotas,.9 parrlhas di* cav le diversas
;, iqu 10, I diiO ca-lanlio B
O a': o\ i rador Res-
ide, faz publico que Frai I da Silva
o nina :' ii ma, ouir' ira n e ai ,1 1 i ile S, -
n ua villa do Acarari, provincia
do i> ra. devcitaf ao aniuineiante ,, nina ,prm-
i.i superior a 1.0005, do que pro;,',/ a aceao res-
pectiva peante o Dr. jtiiz de diretto especial do
eommercio, icrivo Paes de An'ia, -. obleudoo
inosmo di'ttuaciante em Bns doannn passado sen-
leliea contra 0 ami'.lil,'iad,i. Ua i| I al appetlou 6
para o nieretis-inia tribunal do coum ureio; e por-
- poucos bens que possue o referido Ralis
,,-iao si jeitos i esse debito em conseq i -ncia de s-r
, e mesmo u irque a aceao f" | ntes
do falleclmento da muitaer do annuuciado, e por
-,- d bil i ser dVscripto i o invenl u io
n i i foij: por tanto e tora de qualquer du-
vida qnfe iii-in llalis nem seos lilli i- i "i's-e n di-
p6r 'i eill l 10 |h imeir.ilU-ole
seja deeedido o pleltn, protestando n annunciante
o nave-tas em i| ial |uer parta que e letam se por
ventura (orconunnada asentenca al>pehada. Re-
tid ,:i ,rei de 1861.
.11- ll i krigues Ferreira.
oa 2i du -en o esrra-!
vo Jo-, preio, de 2i a 36 annos, hmkso mais mi
. i pe | i na, i
reci ,. i,, ir i bai ba, .......11
. lem noi un, I
ll 1 li-il tanto api, a lano j
lo foi di> S mo Aula ,- cnii-la que tai alii
i fillins, leVoU Vr-i,, o ralea e ea-
, all
1 : ipiem o pegar li \ a >
a a Jn-e,ha Mae, da onceiija i, ou a rui da
ia do IteCll',,. ai II IZI II II ll'. I
.lmenle recompensa .
Por una
A; miradas poruma s vez dao residladof muilo-:,p, i a,-as annuaes.
to, io de agosta de 1863.- -Os directoral o Banco Dniao, Jo* da Suva Maeka4o.F. u. ian
drr y w__ ,
n Pernambueo : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, rua da Cruz n. 1
a .
Miita attengao ao que interesm
PKOTEJVM PROTEJA
EXCEELENTISSIMAS SENHORAS,
i%v. lixes. conlianeai a profesor ao liuporlante
clmrnfo Srna do Crespo a. i 3
csfabcJe-
DK
JOS GOMES VILLAR.
Grande novi lade. Baldes I' '
Balfi is de W arcos a :-,. d 30 a ii e de 20 i
Fazrud.tN proprlas para a <|iiare. Mowantlque urcto em d i les,d de muito guato para eovajas. groa ienaeles pretal
de saperi ,r iiualidade.
Para lio:u!rosde senhoras.
Capas prel is ca>a o -, eaav< ios rompridos, sdtembanjues, ma di
tos ,.011111. elides pi-i.-de-a,; a r. nc, capas do casemira cun capuz, man
. nroMie leliuasd' palha 'n ve Culis. eamSr.M-, v, -I,-
,., u.uvas dil-'S de -, I i s de 1,1 ,ll "'!W B manta a 184
bi meo ,;,-., re m i ipolo 's de TV 84, 95, 104, 115 e 124, camhraias lisas rouite Unas
,, i,- :--,. I i. S >. 64, 74, 84 e '.'5 a p las de Itabo de todas
'as.
Iraiisp nenie
as .pialidade
rnteeeao. Protecco

lio
ATTBQ
Preci-a-s,, ,|,, mu i sfguinli'S
ra i-: Rangel, Peeha, Dir do I
Carreo: quem tiwr para almiar, llena
nvii i ,11 ii i. nao era pasa
igreja do Ro
''43avf--
Pr, ,-i-a--,- de um nieiiiii'i para calj
na Ca i das Cri i das n. 27.
r uma am i (ISia ea-
familia : quem 9 adiar n-1 i io na rua
e-'iviia do r, a itreja,
em ca-a do
Precisa-se de u na am i : irra o i
piena fi nitia : na
da Cad egundo a '
__ .!,. ioPabra Ferreira Iitni ir declara ao rrs-
Pi'l publico, eom eape i ilidade ao eorc
,. imnierri i W '' crrente mes
Mirador de Antonio I
la praei. mis
-o .,!_ wde sen lilu-
i r ,i;, ., |ir.,-, de Ires dias a seu pi
i iqnbn Fran l f.ruz, na rua d
I > i,, i A. que depois de conferida sera pana.
v>ai Europa.


liarlo de Frna__buc*J --- <|uiuia felra 91 de Mareo de 18*84.
NOvdS
PARTIDAS SOBRADAS
OPFBMCnU
A AsSCIAC..lO COMERCIAL BEXEFICENTll
M
Pi:il\AMIU ico
pon
Terceiro escrilurario da thcsouraria
de fazenda de Pernambuco e eompetentemeaU a-
lorisado para exercer o pro-
essorato particular de arilhmelifa uamesina
provincia.
Aeha-se esta obra nos prelo da typograpbia
Commercial, d'onde em breve sahir luz da pu-
blieidade era ntida impressao e sob o formato de
8 portuguez.
Compoe-se esta obra de um volume, dividido era
urna parte theorica e outra pratica, de fcil a can-
ce s pessoas que se queirara dedicar ao cstudo da
escrituraco.
NOVO SYSTEMA
DE
ESCRUMLRAtiO MERCMTIL
l'UK
Partidas doliiadas.
Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para o
prelo un novosystema de escriptoracio mercantil
por partidas dubradas, de eonfermidade com a de-
ci-ao do tribunal do cominercio da capital do im-
perio, era sesso de 17 de Janeiro de 1851, em vis-
ta da qual pode o Diario ser escnpturado por ex-
ESTRADA DE FGK
DO
mmmmmmmm m mmam
SEL O bacharel Jos Roberto da Cunlia Sal- fi
B les continua ciii o seu escriptorio de ad-
gS "ogado a ra estrella do Rosario n. il,
fifi 1 andar, onde pode ser procuradodas !l
2 horas da manba s 3 da larde : reside
ES! na nii'siua casa.
2
ta da uual pude o Diario ser escnpturaoo poi "-mini j i i i i 11
iraco, dos vros auxiliares, sendo as con.as ge- labolla da partida dos trens de passageu os, que deve regular do
raes (doantigo sNstema) letras a pagar, e letras a, r J io/"i i" i
de 1864 ate outro aviso.
1. de abril
receber. substituidas por columnas as conlas cor- j
rentes, demonstrando estas por urna simples som-
ma, em i|uali|uer momento que o comraerciante
queira saber o estado de sua casa, quacs as conlas
devedoras, e quacs as credoras, as respectivas
columnas.
O balaneo geral, formulado segundo este novo
s\ -tima, nada deixa a desejar, como se observa em
dilfci entes modelos.
Anda conten esta obra: Io urna taboa com nu-!
raeros Oos, pelos quacs condecido o prego de urna
arroba (seja elle qual for) de qualquer genero, por ,
urna simples multiplicacao se conhece o importe
libra e oncas 2
-
ESTACES
respectiva asignatura acha-sa berta era to-! de qualquer numero de arroba, libra e oncas; 2,
iv^riK _i_rJAde. aonrecodeSJOOO o decreto n. 3139 de 13 de agosto de 863, que
das as livrarias
por volume.
declara e modifica o regulamento do sello n. 2713
TT do 26 de dezembro de 1860 ; 3 o decreto n. 3217
D-se morada de graca a quera bote sentido d(J 3, de deZt>mro d(. 18o3 que altera as disposi-
a um sitio na 1 apunga a margem dorio : a tratar d repu|anienl0 aas alfandegas.
na ra da Irapcratnz n. 64._____________________, A eui(.uu drSla 0Dra va sor rt.la em beneficio do
---------a r li-in F>rnanrlp< Rtnti^Ll ti'm Hospital Portuguez, por offereciraento do mesmo
- O Sr. Joao Ftrwndc. Bapt ,U itrn ^ c ^ ^^ H |al fundo A^m^\t
urna carta na livrana n. o e 8 ua praca aa espi Independencia. asignatura, nao so em attencio a ulilidade da dita
' Aluga-se o sobrado de um andar e lo|7da obra, mas tambera ao fin, a que applicado o pro-
UadS.!fa^:,,S.lsr van'rit0 lmpe,a,l0r sbscreve-sena praCa de Pedro II, escritorio
p. 2, entrada pela rua deS. Francisco.--------------- do Dr fa^ e |oja dt ,ivr05 dos mms.
Sr. Thom Leo de Castro tem jma Srs. Guimares & Oliveira ra da Imperatriz
carta de Maurica : na livraria n. 6 C 8 da (aterro da Boa-Vista) loja da bandeira n. 28, e em
r, r_>Ji casa do autor, ra do Pestio n. 3, das 4 as 6 ho-
praca da Independan u.__________________ ras da |arde. a lda vo|umei brochura, pagos
Aluga-se a loja do sobrado n. 52 da rui do Da oceasiao da entrega,____________________
Rangel : a tratar na ra do Sel n. 13.____________| Aluga-se o primeiro e segundo andares da
Digna de Santa llosa, professora publica da casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
segunda cadeira de S. Jos do Recite, participa a numero 36.____________________
todos os nacs de familia que tem aberto sua escola
na ra Imperial n. 63. primeiro ao lar._________
A pessoa que deseja fallar com a Sra. D. Eu-
genia Teixeira de Moura, dlrija-se ra da Cruz
n. 42, segundo andar._____________________________
Precisa-se alujar um molcque ou prelo para
o servicp externo de urna casa : no Passeio, loja
numero 3.
}*
4
51|4
6li4
71,2
81|2
91|2
lili*
13
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Cinco Ponas (partida)
A logados .
Boa Viagem .
Prazeres .
llda ....
Cabo ....
I|>ojuca. .
Olinda. .
Timb Assii .
Esrada ....
Frexeiras .
A n 1111111. .
illibciro ,
Gamelleira .
Cuyambuca .
Agua Preta .
I Una (ebegadn). .
I UKiVS I-AMA O .Yl KlllUH
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Passagrirosde I.;
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30
49
12
32
53
20
TARDK
n
-
II.
-r O consellieiro Francisco de Paula Baptista e
seu fildo o bacharel Graciliano de Paula Baplista,
advogam no seu escriptorio na ra das Trinchei-
ra<, primeiro andar do sobrado n. 19, aonde se
acham presentes todos os dias Otis, desde s 10
horas da inanhaa at s 3 horas da tarde.
O padre Flix Baneto de VMCOncelloa
contina a receber alumnos de latina em
sua casa, no largo do Parai/o n. 29, segun-
do andar. O mesmo precisa ou de urna ca-
sa terrea ou de um primeiro andar no cen-
tro do bairro de Santo Antonio, que tenlia
boas accommodacoes; e assim tambera pre-
cisa de urna ama escrava que saiba cosinhar
e engommar, e que seja lid. ^_____ _
n.
Precisa-se de
13.
urna
ama na ra Direila
Maques sobre Portugal.
Oabaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
feclivainente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Portoe Lisboa, por
Sualquer somma, vista e a prazo, po-
endo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
SC
bt
9
17
43
13.4
31|2
43|4
6i|4
71|2
9
11
12
13
14i|4
15l|4
16t|2
181i2
19
20
201)2
ESTACOES
Una (partida).....
Agua Preta......
Cuyambuca......
Gameleira.......
Ribcirao........
Aripib.........
Frexeiras.......
Escada.........
Timb Ass.....
Olinda.........
Ipojuca.........
Cabo..........
lina..........
Prazeres........
Boa Viagem.....
Afogados.......
Cinco Ponas (rticg.)
I "KAN UO IMIIIIIIM
Ulan ballio.
I- I-..C
3 etaM.
NAMIAA
>".i-i-ir.i,
I- I., i. ,
3 elMi*
TARDE
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32
50
21
34
49
4
22
38
5
13
26
35
D I1IM MlllloH
l'assiigeiros de i*
e classe
2.
Deo gratias.
Por ordem da mesa regedora da irmandade de
N. S. da Conccicao dos Militares convida-se a todos
os irmos para, ua sexU-feira santa, as o 1|2 ho-
ras da tarde, e domingo de paschoa as 7 horas da
manha se reunirem no consistorio da respectiva
igreja afim de encornorados irem acompanhar as
procissoes de enterro e a da ressurreicao que tem
de sahir da matriz di! Santo Antonio, para cujos
actos foi previa e honrosamente convidada a r-
mandade de X. S. da Conceicao dos Militares.
AMIA*
II.
16
42
50
3
15
TARDE
12
1
1
1
I
2
3
3
3
4
4
4
5
5
5
5
M.
45'
10
32
53
13
32
50
21
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4
22
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26
35
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3-.:s s
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S
n
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P S
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s I ?
i;
TINTUILVUA.
Tinge-se com perfeicao para qualquer
cor, e o raais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.
COMPRAS.
Continuar a Baver trein pira conduccSo de mcrca orias, o qual porm deixar de transportar passageiros.
J. Austin, superintendente interino.
^^
LIQUIDACO
9-Rua da Iinperatriz-9
t tao novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Paris, especialmente para este clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo bera conhecido Joao Lau-
mounier que leve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultima, vende-se muitoem
conta.s para salvar o dinheiro quesetinha adian-
lado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar.
Compram-se depsitos que tendain servido a
oleo : na botica da ra do Cabug n. 11.
Compra-se urna prea de meia idade que se-
ja robusta e que saiba cosinhar, lavar e engom-
I mar : no largo do Paraizo n. 14.
Urna carro.
Compra-se um cabriole! americano de quatro
rodas para quatro pessoas : na ra da Cadeia nu-
racro 57.________________________________________
Compram-se perolas e aljofares : na ra do
Cabug n. 1 1), loja de Xieolo Tolenline de Car-
va I do._____________________________________________
Compra-se edectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22
loa de bilbetes.
Luiz Ribeiro Trono retirase para fradesta A llUfCl'SG
provincia.________________________________________0 ^rado de dons andares com bastantes comme-
para dos, sito no caes de Apollo n. 17, e nem assim o
terceiro andar do sobrado da ra do Brum n. 70 :
: Socledade de seguros muinos
de vida iuslallada pelo naneo
1 nio na cidade do Porto.
Em primeiro lugar convidase s pessoas que tiverem vontade de comprar um bem acreditado 0s agentes nest cidade e provincia Antonio
estabelecimnto de ter a bondade de o visitar. Muito bem mouda como esta esta teja, coma excel- Luil de oliveira Azevede C,, escriptorio na ra
lente morada junto, c as condiedes muito razoaveis, da de por certo animar os pretenaemes a ^ Cruz do Recife ^ esta0 autorisados desde ja
compra-la. j tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
IClialmente convida-se mentos que foremneeessarios, as pessoas que de-
aosSrs locistas mdicos dentistas e nroprieUrios de esubelccimenlos arlisticos jara virem comprar, sejarcm concorrer para tao til e benfica empre- na ra larga do Rosario n. .4, loja de ourives.
por menos do seu valor, as meldores e raais acreditadas ferramenus que da no ir ercado. | zas, egurando um futuro dsonge.ro aos associado,
(Comprase effectiva-
mmte
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
Quem tiver alguma armagao propria
taberna, annuncie por este jornal.___________
D-se 100 rs. sobre cada pataca de renda-
gem de bolos e sequildos : na botica do pab o do
Carmo. _______________
Rogase a quem tiver achado 305, e queren-
itregar, dirija-se ra Velha, casa n. 7.">.
do entregar, dirija-se ra Velda, casa n. 73, que
ser recompensado generosamente, sendo dito di- P?ra serem
a tratar na ra larga do Rosario n. 34, botica.__
Casa de i-ommisso de cscravos na i ua
do Imperador n. 45, terceiro andar
Nesta casa recebem-se escravos por commissao
vendidos por conta de seos sendores,
ndeiro era quatro notas de i& e urna de 10.
Aluga-se urna casa terrea pintada e re difi-
cada de novo, com soto e commodos para grande
familia, quartos para criados, estribara, quintal
bastante grande com rueteiras, sita nos Afogsdos,
no paleo da Paz : a tratar no pateo do Tereo n.
44, das 2 s 4 da tarde, ou nos Afogados com o Sr.
Jos Lucio Lins.____________________________
Alugam-se tres pequeas casas na rm do
Progresso, preco de 9 cada urna : a tratar na
ra do Sebo n. 34.________________________________
Precisa-se de urna ama para casa de piuca
familia: na ra do Queimado, loja do Beija Flor
numero 63.____________________________
~~^ Xo becco do Marisco n. 1, lavase e en|rom-;
mase camisas por 140 rs., calcas por 200 is., e
paletots por 500 rs.. tudo com rauila perfeicao.___
Na ra do Crespo n. 15, se aluga urna boa
casa e sitio no Monteiro, com frente para o oitao
da igreja!_________^________________
nao se poupando exforcos para que os mesmos se-
jam vendidos com promptid.o atim de seus senho-
res nao soffrerem empate com a venda del les. A
casa tem todas as cominodidades precisas, e segu-
ranea, assim como afianca-se o bom tratamento.
Ha empre para vender escravos de ambos o se-
xos, velhos e novos
O rcspeltavel publico em geral
encontrar um variado e muito rico sorlimento de brinqucdos, cutilerias, arma; para caca comi seus
pertences, appareldos para cha, estojos de barba e de inathemalica, ferros para cortar c impnmii To-
lhos e para cortar babados, seringas, chicotes, etc., etc._________________________________________
CORTES DE CABELLO E FUISAMENTO A 500 RS.
Madama Lecomte, tem a donra de avisar ao respeitavel publico desta cidade e a todos seus fre-
s que acaba de edegar de Paris para sua loja sita na ra da Imperatriz n. 7, um perito olliciai
belleireiro para cortar e irisar cabellos, lavar rahecas, fazer barbas, Ungir eabellos e ludo que
promettendo todo
gueze
de cal
for tendente a sua profisso sendo os cortes de cabellos e risamentos
aceio e proraptido possivel.
INTERNATO
DENTISTA DE PARS
19-Ra Nova-49
Frcderico Gautier, rirurgio dentista,
faz todas as operares de sua arte, e col-
loca denles artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lde reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
Compendio de dlrelto civil.
Na ra da Saudade n. 9, vende-se o
compendio de direilo civil, approwdo pelas
DE
mm
Alugam-se dous escravo
o servir : na ra da Aurora n
Jos Serwya. subdito dinaraarquez, vai Dar
o Para. ______________
proprios para todo I eongregacSes dos lentes das acuidades de
*"___________direito desta cidade do Recife e da do S.
O abaixo assignado pede as pessoas que tem, pau|0 para as respectivas aulas de direito
penhores em sua mao o obsequio de os Ir tir: r no i ,nirn
esparo de 15 das, lindos os quaes serao vencidos
para seu pagamento.
Joaquim Martindo da Cruz Concia.
<;ii-M>i: u i\ti;hi;*^a\tk
CYCLORAMMA
CHEGIDO lV EUROPA.
\. o3.--Hua da Imper tr_.-N. o,\.
Ter lugar nos dias 20, 21, 22 e 23 do corrente
a primeira exposicao de grandes vistas, dos I iza-
res mais nolaveis do universo, desendadas pelos
meldores (otbicos da Europa.
Al vjsias sao adiniriveis por serem de graides
comprinientos, sendo de 20 a 40 palmos, e leve
causar alguma admirado aos espectadores, por
parecer original e nao pintura, de supiwr que o
nobre publico desta capital nao perca um to ins-
tructivo recrcio, visto ter sido na Europa muito
apreciado ; o proprietario deste abinete ten-se
esforcado para o aceio do dito estabelecimnto,
alim de que islo coopere para a concurrencia das
familias, e espera proteccao em geral.
Primeira exposicao.
i.* Panorama da cidade de Lisboa por oc-
casiao do desembarque de D. Maria Fia,
vista por oilo vultos.
2.a Dita da cidade de aples por occasiao
dos festejos chegada de Gartbaldi, \isto
por cinco vidros.
3.1 Tomada da cidade de Tetuo, na Afri- IMhO C farlo
ca, pelos hespanhes em 1860, vista por a 25500 osacco : s no pateo do Paraizo n
tres vidros. 0'^ Para a rua da Florentina.
4.a Diti da fortaleza de Cumba na Crimea,'
vista por dous vidros.
S.1 Monte Calvario, visto por dous vidros.
6.* Illuminacao da cidade de Palermo por
occasio dos festejos chegada de Ga-
ribaldi.
O cstal)elecimenta aedar-se-da aberto das 7 do-
ras da noote em diante. O preco das entradas
14000.
- Precisase de urna ama que saiba cozinhar
c engommar : a tratar na rua do Crespo n. 18.
2 andar.____________________
Casas para alugar.
Aluga-se urna casa na rua dos Pires n. 48, a
edave est junio, na padaria : e a casa na rua do
Mondego n. 69, ambas com quintal, cacimba, sotao
e com commodos para grande familia : tratase na
rua da Cadeia 11. 57.
Precisa-se alagar um primeiro ou segundo
andar que tenba commodos para familia as se-
guintes ras : Imperador, Queiinado, Livramcnto,
Direita, larga e estreita do Rosario, Cruzes, rua
do Vicario, Cadeia, Cruz : quem tiver e quizer
alugar dirija-se rua do Trapiche n. 9.___________
Guilhenne Purcell, cidado Ingles, vai In-
glaterra, e leva em sua companbia suas lilbas Ma
ria JosepbJna Purcell, Auna Maria Purcell e Isa-
bel Purcell de menor iJade.
_BfBS_ISH___l___
... flwJWWR^RSRjl
AVISO
Precisa-se de un amassador c um for-
neiro que saibam desempentar bem os
seus lugares: a tratar na rua larga do
Rosario n. 16, padaria.
ri
Eslabelecid na cidade do Recife
Sol a Proteccao do Mu.....o Pontfice Po IX.
Director0 bacharel era malhcmaticas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, nao tendo evitado esforcos lem sacrificios 'Js
--------------------------f.:... J.._^ __>alaa mnril j|,.| |rr | U,'l le >
para proporcionar aos seos alumnos urna perfeita educacao pdysica, moral,
religiosa, olferecendo-ldes urna tabatao com basUntes condicc-s de salul ridade, habis
professores que sao solcitos em preparados convenientemente ao fim qu; se destinan), .*
medico praticoque Ibes faca compredender os preceitos da dygiene e Ides cure das doen- >J
Cas, e finalmente um sacerdote Ilustrado e donesto i)ue Ides explique es principios da re- '^
ligio tdrlstaa,espera que assim constituido nao deixar o seu estabelecineuto de mere- ^
cer dos Srs. paea de familias o auxilio e confianca com que j alguns o ti m donrado; e oi
Ides roga, bem como todas as pessoas Interessadas, que se dignem de visitar o mesmo v^,
seu estabelecimnto, onde sempre encontrarao franco ingresso.
Cadeiras de ensino :Primeiras ledras dividida em duas classes, tendo cada urna o ..;
seu professor, latina, francez, inglez, aritdmetica, algedra e geometra, geograplua, pdilo- C
sopdia, rtetorca, desento e msica.
O collegio tem a sua sede no espa^so edificio n. 32 rua d'Aurora contiguo ao do
collegio dos orpdaos. m}J
Nos estatutos do collegio, que esto a disposicao de quem os quizer ler, se icuam
consignadas as condcoes de entrada e matricula as diversas aulas do estabeleci-
mnto.
Companhla fldelidade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de !ancii'o.
Al.ENTES EM PEPNAMBCCO
Antonio Luiz de Olheira Azevedo C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companbia de seguros Fidelda-
de, tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n 1.
Alugam-se o primeiro e jerceiro aares do
sobrado da rua do Amorlm n. 37 : a tratar na rua
da Cadeia n. 62, segundo andar._______________
Na travessa de S. Pedro, esquina da rua do
Fogo n. 10, preparam-se com perfeicao bandeijas
de bolintos de diversas armacOcs e gosto vista
da incommenda, para bailes, casamentos, feslas de
igrejas, semana santa, ou procissoes, e tambem
bolindos de todas as qualidades os mais escolhidos,
s em ldras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como oulras incommendas de podns, toda a qua-
lidade de pastis, bolos finos, e pao-de-l, om toda
a perfeicao do nosso mercado. Na mesma casa se
precisa alupar urna preta ou moleqne por mez, que
aiba vender bolinhos na rua, ou mesmo de vea-
dagera, paga-se bem.
Precisa-se fallar ao Sr. Joao Casemi-
ro da Silva Machado, que teve negocio na
rua do Queimado : na livraria i-. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Garrafdes.
Compram-se garrafoes ee todos os tamanhos a
320 rs. : no armazem da Aurora Brildante, largo
da Santa Cruz n. 84.
Paga-se bem.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
eaixoes grandes envidracados, assim como se pre-
[ cisa de un caixeiro bem pratica em taberna.______
Compra-se urna escrava que saiba cosinhar e
! engommar bem : na rua do Vigario n. 19, tercei-
; ro andar.
Compra-se urna escrava da Costa ou eutra
qualquer naco, que saiba vender na rua e sem
vicioalgum : quem a tiver dirjase Passagem,
casa n. 15.
VENDAS.
Na livraria da praca da Independencia ns. 6
e 8, vendem-se as seguintes obras 15000.
O Relicario Anglico, contendo: -Acto de con-
triceao, que se deve fazer antes de principiar o
exercicio do Santissimo Rosario; Jaculatoria
Mara Santissima para rezar e medit.tr o seu
Santissimo Rosario; Mysterios gozosos; Mysterios
dolorosos; Mysterios gloriosos; Ladainha de Nossa
Senhora em portuguez, para se recitar quando se
rezar e meditar o Santissimo Rosario; Corda de
1 Maria Santissima para os seus sete gozos; Va-Sa-
cra; Ladainha de Nossa Senhora; Jaculatorias, e
colloipiios Jess Christo Salvador nosso, pelos
seus sete Passos; (fraguo preparatoria para todos
os dias; Oracao da cea que o Senhor deu seus
; discpulos; Oraco que o Sendor fez no Horto; A
venda, e entrega, uii" Judas fez do Sendor aos Ju-
e entrega, qu
Precsase de urna preta ou um moleque pa- deus; A prisao, eacoutes; Jess Christo coroado
ra andar na rua, que seja fiel
numero 106.
na rua de lionas
I
16,
0 bacilar l
Francisco Augusto da Costa
advogado
Rua do Impehador n. 69.
_ttiMftSSttSS$tt
Precisa-so para casa de pouca familia de um
Aluga-se 0 quarto andar do sobrado da rua
Nova n. 19 : a tratar na rua da Cadeia n. 62, se-
gundo andar.
Gelo, gelo, gelo.
Com a edegada da nova maedina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
c5es grandes ou encommendas para fora da pro-
vincia dever baver aviso com antecedencia : rua
da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira
As 5 horas da tarde do da 19 do corrente
mez desappareceu da casa de seu sendor o bacha-
rel Deodoro Ulpano Coelho catando, o escravo Ze-
i ferino, pardo, de cor alaranjada, cabellos carapi-
ndos e cercltado por detraz, ventas edatas, de es-
' tatura baixa e cdeio do corno, levando comsigo to-
: da a roupa e indo vestido de camisa de edita com
1 pintas encarnadas e calcas de algodo azul : roga-
se s autoridades a apprehenso de dito escravo,
sendo entregue a seu dito senhor na rua do Impe-
rador, sobrado n. 81, primeiro andar.___________
H (lauca de estabeleciment.
Magalhes da Silva Irmaos, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci-
mnto de fazendas da rua das Cruzes para a rua
Nova n. 40, defronte da igreja de Nossa Sendora
da Conceicao._______________________________
O bacharel Jos Bento da Cunha Fi-
gueiredo Jnior advoga na rua estreita do
Rosario n. 28.
pescara em vvenos.
Nos dias de quarta, quinta e sexta-feira da se-
na santa, pescase nos vveiros da ciara dos Reme-
! dios, onde tem a capella : quem se quizer aprovei-
tar de dotn peiM.appareca nesses dias munido dos
competentes cobres, que ser servido contento.
\\\mn\) mi Bit\ML
NASCIMENTO, VIDA MOKTE
E SEPULTURA
Por AIToiim) de llbuqnerque Vello.
Est a imprimii -se e fura um volume de 400
paginas.
J foi publicado no Diario de Pernambuco o prin-
cipio em tres artigas coinmanicados, e nao pode
ser continuada a sua publicacao assim, em conse-
quencia da abundancia de materia que tem este
jornal.
Por aqnelle principio o publico ter podido ver
se a materia dever ser ou uo interessanle.
Para imprimir um volume o autor pede assigna-
turas e smente quanto baslem para as desperas
da impresso e brochura.
E' a sunima da obra mostrar como a liberdade
de espindos; Quando appareceu ao povo na varan-
da de Plalos, e este disse : eccehomo; Christo
Sendor nosso com a cruz aos hombros; Quando
crucificaran Christo Senhor nosso na Calvario;
Oracao Nossa Senhora das Dores; Saudade
Virgem Santissima; Hymuo do pranto da Mai de
Deus, e Senhora nossa com cem dias de Indulgen-
cia, concedidos pelo papa Innocencio XI1 Oracao
Jess .hrslo glorioso na sua admiravel resurrei-
Cao; Oracao Jess Christo triumpdante na sua
gloriosa ascensao; Memoria das esta^oes que Nosso
Sendor Jess Cdrislo andou noute de sua sagra-
da paixfio, para se rezar com os dracos em cruz;
Preces, e deprecaedes devotas para cada um fazer
Jess Christo Salvador nosso, no decurso de trin-
ta e tres das; Colloqoio Jess Christo e a Maria
Santissima ao p da cruz; Oracao S. Joao Apos-
tolo, e Evangelista; PeticSes quotidianas para as
almas calholicas rogaren! a Deus or tudo, confor-
me a ordem da caridade e jusiica; Colloquio ao
cierno Pai, para render cada um de nos as gr;e; is
por lanos beneficios ; Noticia breve dos mysterios
que o celebrante representa na Missa; Oracao para
visitar a igreja em da de Jubileu, em que se ga-
nham indulgencias; Oracao para antes da conlis-
sao; Oracao para depos da conlissao, e antes da
couimunhau; Oracao a Nossa Sendora para depois
da conlissao; Oracao para depois di couimu-
nhao: Oracao a Maria Santissima para depois da
Sagrada commundao; Oracao para de|K)is da
commundo com trezemos dias de indulgencia.
4VIS0.
A pessoa a quem o Sr. Justino da Silva Cardoso
est a dever 1204 da quasi 2 annos, pede ao mes-
mo senhor que trate de paga-lo, do contrario lan-
Saques sobre ortunal.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, agentes
do banco Uniodo Porto, competentemente autori-
sado, sacam por todos os paquetes sobre o mismo
banco para o Porto e Lisboa, e para as segu ntes
escravo ou escrava para cozndar, c de outra para cara mo dos meios judiciaes.
eneommar : na rua da Cadeia do Recife n. 32, ter-
ceiro andxr. _____________
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e podras
preciosas, assim como se faz qualquer odra de en-
agencias as provincias: Amarantes, Averos, Bar- commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
cellos. Bastos, Beja, Uraga, Rraganca, Cdares, C >im- mente se dir quem d dinheiro a premio.
bra, Covilda. Evora, Fafe, Figueira, Guarda, Gui-
mares, Lamego, Leiria, Oliveira de Azemeis Pe-
naliel, Porto-Alegre, llegoa, Setudal, Vianna de
Castella, Villa do Conde, Villa Real, Vizeu, Angra
Tercera, Faial, Madeira eS. Miguel, qualquer ;um-
ma a praso ou vista, podendo logo os sajes
serem descontados no mesmo banco a razau ue
\ o0 ao anno : a tratar na rua da Cruz n. 1.
O oscrivao de appellacOes Antonio Ignaci 1 de
Torres Bandeira mudou-se com o seu cartoro para
a rua do Rangel, cana n. 23, segundo andar.
D-se a guarna de 8004 a juros: na rua Di-
reita n 6 se dir quem d.
ivi:
DE
Mna de leite.
Precisa-se de urna ama de leite sem fildo, dan-
do-se preferencia sendo de fra da cidade : na rua
da Concordia, sobrado do armazem do Sol n. Mi.
Miguel Pereira Leal,
Europa.
subdito portuguez, val
ama me h;iti;
Na rua estreita do Rosario n. 31, seguido an- Ceara.
VIVEIRO
Na quarta, quinta e sexta-feira da semana santa
e tambem no sabbado de allelua, pesca-se no v-
veiro do Muniz, no principio do aterro dos Afo-
gados.____________________________________
Manoel Agostindo Pires retira-se para o
dar, precisase de urna ama de leite que nao tenda
fildo e que seja livre.
Pedro Borges, subdito
para fra d3 imperio.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava
(preferindo-se escrava): na botica da rua do i.a-
bug n. II.
- No lcco da Boia n. 2. primeiro andar, ,ire-
eisa-se de urna ama para comprar e cozindar, e
paga-se bem. _____________
O Sr. Francisco Sancho Ribeiro do Ainrral,
passageiro do vapor Cruzeiro do S11I, queira ter a
iinndade de mandar entregar Candida de Siuza
Miranda Couto, na rua de S. Goncalo n. 24, ai eu-
commendai que trouxe para o mesmo sendor.
Claudio Dubeux, proprietario das lindan de
omnihu<, faz sekmte a quem convier, que no fim
deste mez de auflgo o mnibus da Varzea sasin-
de sua carreira, eootinoando as oulras lindas at
posterior delil>eracao.__________________________
Aluam-se o segundo c terceiro andares da
casa da rua do Pilar n. 143 : a tratar na rausina. padre guardiao do respectivo convento.
brasileiro, retirase
Ojala e theaonreiro da innandade acadmi-
ca de N. 8. do Bom Conseibo, erecta na igreja de
S. Francisco desta cidade, pele aos sonhore-. me-
sarlos e Irmaos da mesma innandade, que se dig-
nem de comparecer a todos os actos da semana
santa que se bao de all celebrar na dita igreja,
para os quaes acaba de convidar-llies o llvm. Sr.
Precisa-sc de urna ama de meia idade para
casa de domem solteiro : a tratar na rua do Im-
perador n. 13.____________________________________
Bernardo Gonealves de Mattos vai Europa
tratar de sua saude, e deixa por seus bastantes
procuradores na cidade do Rio-Formoso aos Srs.
Francisco Gonealves da Silva c Antonio Lourenco
de Alraeida Ma'rtins._____________________
Joaquim Duarle dss Sanios declara que tlei-
xou de fazer parte na casa da Sr.1 Lata Auna
Maria da Conceicao, desde odia 21 do corrente, e
nada tem com alguin.is conlas que possam appa-
reeer. Recife. 22 de marco do 1864.______________
Beato Altes retira-se para a Europa tratar
de sua saude.
...------------------------- no Brasil lem sido sempre sopdysmada pelas tran-; concedidos pelo papa Joao XXII; A qualquer pesosa
AlUgULi. sacroes que lem feto o partido liberal com os cor-1 qilt> (10r unia nlissima devoco quizer assistir por
Alu"a-sc o segundo anclar do sobrado da cundas, governando qoasi sempre os rorcundas es|,af0 ue meia nora a0 santissimo Sacramento da
ra e
Rccifi
e urna engommadera : na rua da Cadeia do as cmaras para destruir lodos os actos legislativos, ju|geutias; Devoco das almas do purgatorio,
!ife n. 52, terceiro andar. do partido liberal, todas as garantas constitucio- U|j|ssj,na) mui0 as beradius almas, como aos seus
j---------r-----------------------------t?-----------------------------nacs. devotos que a recitarem; Modo cora que se deve
Lembranca aos freguezes es-
quecidos.
naos.
Como, por estes meios, os coreundas tem redu-
zido o paiz ao pauperismo o miseria, faltando
cada um toda a garanta do direito, e portanto lo-
dos os meios de vida, porque onde nao da garan-
0 dono da antipa fabrica de edarutos da rua de a s na exterso, qur dos governanles, qur dos
Dorias n. 1, avisa aos seus freguezes que tem de-
bito na casa, dajam de ir salca-lo at o dia 31 de
prximo mez, porque dessa data em diante far
entrega das contas a um piocurador para cobrar
judicialmente.
Joaquim Vieira Coelho da Silva.
mais fortes, e nao ha industria licita que d para
viver.
E' como urna historia,desde a independencia ate
doje, fazendo-se apandado smente dos factos im-
portantes, donde eomecou a nascer a liberdade no
Brasil, e romo ella tem sido espancada, ;.ssassinada
- Precisa-se alugar urna sala de um sobrado e enterrada, analysando-se lodos esees fartos, e de-
no bairro de Sanio Antonio: quem tiver annuncie.
Precisa-se de urna ama [ara comprar e co-
sindar : na rua Nova n. 38, lija._________________
Preeisa-sef.tllar ao Sr. Antonio Peregrino
Cavalcanti de Albuqucrque d) engenho Timboas-
s ; na rua estreita do Rosario, taberna n. i.
MW
monstradose todas as consecuencias das artma-
ndas do partido corcuwla, e da imbecilidade. fra
queza c corrupcao do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco at a raioeira da revolucio
de 48, em que o fizeram radir.
Analysa-sc todos es ramos da administraco, e
mostra-sc como tudo feto em defraudarlo da
-------------------causa publica, dos interesses da commundo, e em
beneficio smente dos protegidos ; come todas as
emprezas e meldoramentos s tem de bem publi-
co o pretexto, e do real a locupletaco dos, afi-
liados.
Ainda existem alguns terrenos de marrada por Conclue-se pela analyse da stuaco, e mostrase
detraz da rua da Concordia no 2o e 3" quarteiro como Pernambuco rom as quatro provincias suas
do terreno n. 182, pertenrente ao abaixo assignado, irmaas do nada, as primeiras na manifeslaeao dos
lem aterrado e beneficiado, e por beneficiar, cede- sentimentos livres, tem edegado maior abjeccao.
se por preco mais commodo possivel, altendendo- A assignatura de 24 por volume, pagos adian-
se a sua localidade c facilidade de sua edificacao, lado, obrgandose o autor a restilui-los se as assg-
cortado de tres rambnas para meldor facilitar a naturas nao edegarem para a puddcacao. Depois-
contluccao dos materiaes, cujos terrenos cedem-se de impresso custar o volume 34. Assgna-se na
de 54 4 o palmo de frente, com 150 de fundo :, livraria ns. 6 e8 da praca da Independencia.
os pretendentes podem dirigir-se rua larga do q aDaixo assignado, vista do seu mao esia-
Rosario n. 16, que ardaro com quem tratar. do ne sa(1()0i e Sl,m esperabas de (icar bom tao
___________________Manoel Antonio de Je-us. ___1 K^ resolve-sn a vender os seus dous eugentos
Arrenda-se o engento Una, moente e cor- Liraeirinda e Pi-dobal para pagar aos seus genero
rente, sito na comarca da Victoria, oito legoas dis- sos e.rcdores, porque nao quer passar por ingrato,
tanle desta capital, o qual me com agua, e co- e mesmo porque pode morrer de repente e deixar
peiro, tem boas maltas e capociras, e o seu terreno incommodos etrabaldos para sua mulder e fildos:
de muito doa produccao, podendo safrejar do 2 os pr tendentes podem informar-se o que sao os
3,000 paes : quem o pretender, dirija-se estrada engendos, e depois dinjam-se ao engendo Pindobal,
do Rosarinto junto a pontezinba, sitio do patrimo- que adi acdaro com quem tratar,
nio dos orpdaos. Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Mello.
visitar a escada santa; Oracao, e rogativa Nossa
Sendora da Conceicao para" todas as neeessdades
geraes, e particulares, e mni propria para implorar
os poderes de seu patrocinio diante da sua mila-
grosa Imagem apparecida; Cinco oracoes em lou-
vor do santissimo neme de Maria, iniciadas pelas
suas cinco letras; Salve Rainna, em maior exten-
sao de metro; Directorio para a oracao mental;
Meditaran da grvida Je do percado; Mediacao da
marte; Meditaco do juzo universal; Meditacao
do inferno; Meditac'10 da Gloria; A Nossa Senho-
ra da (kinceico para que conceda o Dora da Pure-
za; Versculos para quando se toca s Ave Ma-
ras; Responso Santo Antonio; Oracao Jess
Christo.
Visita ao Santissimo Sacramento e a Miria San-
tissima, contendo: Advertencia ao leitor; Acto
que se deve fazer no principio de todas as visitas
ao Santissimo Sacramento; Visita i." at 31.*;
Oracao para antes da conlissao; Oracao para depois
da coO-KSo; Actos ijue se deve fazer antes jla
commundo; Oracao para antes da comjnunli.o;
Oracao para depois da com nundo; Accao degra-
cas para depois da commundo; Actos para depois
da commiinbo; Modo de rezar a cora de Nossa
Sendora; Devoco ao Santissimo Sacramento para
a dora, e dia em que foi instituido; Adoracode
S. Tin 1:11.1.'. ao Santissimo Sacramento; Mudo de
assistir ao sagrado Lausperenne; Jaculatorias para
adorar ao Santissimo Sanamente, pelos attributos
do seu amor, e grandeza; Jaculaiona para se dize-
rem diante doSantis>imo Sacramento; Methodo de
ouvir Missa peTeitamenle; Psalmos que se reci-
tam aconipanhando o Santissimo para casa do en-
fermo, e quando volta de casa do en formo; Novena
das almas do purgatorio; Devoco das almas;
Oracao, e rogativa a Nossa Sendora da Conceicao
rara todas as neeessdades geraes, e particulares,
e mu propria para implorar os poderes de seu
patrocinio diante da sua milagro>a Imagem appa-
recida; Cinco oracoes em louvor do Santissimo
nomo de Maria, iniciadas pelas suas cinco letras ;
Salve Rainda, era maior exlenso de metro; Via-
Sacra abreviada; Responso de Santo Antonio.


litarlo de reraaubueo Quinta letra t 4 de Marco de 184.
Vendeni-se calques vastos
tuesta lypograplila.____________
Farinha a 4 jg Vendem-se saceos grandes com farinlia de man-
dioca a melhor do mercado, por barato preco : na
raa da Madre de Dos ns. 5 c 9.
bordo da barca brasileira Iris existe supe-
rior burlaba de mandioca, que se vende em por-
(oes ou a retalbo : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriptorio de Amorini Irmaos, ra da Cruz nu-
mero 3.
Vendem-se saceos com tr.'s quartas de feijfto
mua inho novo a 154500 o sacco; a clles, antes
que se acabem : na ra do Vigario n. CG.______
- Vendem-seos tres tomos das biographias de
algor* poetas o outros homens llluslres da provin-
cia (M Pernambuco, obra rica de novidades e limi-
to interesse : na ra do Imperador n. 14._______
Vende-se a taberna da ra da Concordia n.
62 : a tratar na mesma.______________________
- Vende se urna barraca nova de 4 viagens,
bem construida, de 45 caiias, boa veleira. a di-
nheiro ou mesnio a prazo assim offerec boas fir-
mas : a entender-se na ra Direita com o Sr.
Beo o de Barros Feij. _________________
Luvas de louviu.
Rocebeu se luvas de Jouviu brancas e pretas
Iiroprias para a quaresma : na ra do Queimado
oja do beija flor n. 63.
Tranrinhas de lia lisa para rnfeiles de ratnisiuka c BA^fllC.lnO
de senhora.
Beeebeu-se, trancinhas de diversas cores pe-
ca d: 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na na do Queimado loja do heija flor n. 63.
nfeiles de redichas com laro na frente.
Recebeu-se, variado sortimento de enfeiles de
diversas cores a 15400 e i&: na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63._______________________
FARINHA FONTANA.
Familia da limito acre-lita a marca
Fontana "cscmliarca la hoje, vende-se
por proco niais commoiio do que em
iiiali|iiii- mi Ira parle : na na da Cruz
n. 4 tasa de H. U. Uiclier & C. succes-
sores.
Chapeos para scnlioras mu lo
baratos.
A 85, '.i5. 103, 1l I-'i Beodo de na-
Ma de Italia da ultima moda e muito
j8 bem enfeitados : na ra do Crespo n. 1
fifi LUJA DO
SALSAPARRILHA
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Sf
03
Ss
Os precisos fallieres pa-
ra enancas.
Chegaram e acham-se venda na ra do Quei-
mado, loja d'agaiabranca n. 8.
I %ltl*H4
a .-3000 o sacco : no armazem de Joaquim Fran-
ci-rii de Alem, no Forte do Mattos.
Pars, 36,RaVivienne, D'
CHABLE MDECIN
D iSENFERMIIiADAS UESSKXUAKS, AS AFFEO
5<_F.S CUTNEA^. F. AI-TERAgOESDO SANGUE.
~| 10 000 curas das inifiiiigru
tmslii/oj, herpes, sarna
romixoes. acrimonia, eaU
erc.ocs, viciosas do san-
__jut; virus, e alleracnes
de 3-ijy( iXarn|>i' vegetal nem mercurio).>epa-
nilii. irirlr BANHOi MINERAES
looao-se Di "raliva : tm- regado nas mesmas molestias.
Este Xarope Cilracto de
ferro de CHABLE. cura
immedialamentequalquer
purqacao, relaxacao,
e debilidade, e igual-
mi ote os fluxos e /lores brancas das mulheres.
*U injeccao benigna emprega-seeom o Xarope de
Ci racio d Ferro.
H. Pomada que as cura em tres das.
POMADA ANTIHERPETICA
Contri: nas affeccoes cutnea e comtxoes-
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do D' chaMc, cada (rasco vai accompahado de
nm fnlhelo.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cura caarrhos, tostes
coqueluches, irrilace*
nervosas sos dos bron-
1 chios e toda* as dotn-
! cas do peito; basta ao
donle ama eolhe rehelea desle xarope D' Foaorr.
Dr. CHtlir.. em Pars, nut TWieaae, .
>'ende-se na ra do Impead^r botica
frac.ceza n. 38.
DEPURATIF
-in SANG
PLUS DE
:ophu
Sirop du
rFORGET
Dinheiro vista.
Algodfiozinho com pequeo
toque de avaria a 5^000
GRAGEAS
PeGELISe cont
Ao lclale de Ierro
Apprntadas da academia imperial de medicina
de Paris.
Segundo o relatoiio feito na academia em
4 d fevereiro de 1840 pelos Srs. profes-
sores Bouillaud, Fouquier e Bally/ esle fer-
ruginoso reconhecido superior a todos os
outros para curar : a chlorosis (pales cou-
leur&), e leucori ha (peries blanches), a
anemia (fraqueza de temperamento nos dous
sexos), difQcu'dade de menstruaco sobre
tudo nas mo^as, incontinencia de uri-
nas, etc.
E o mais agradavel de tomar por sua
forma de pilulas assucaradas, e essencial-
menie mais eficaz do que as oulras prepa-
racs etc., por ser muito soluvel no sueco
gstrico, como consta do relalorio lido re-'
centemente na academia de medicina de
Paris pelo Sr. Flix Boudct, em nome de
urna commisso composla dos Sis. Velpeau,
Depeau, Bouchardat, Trousseau, etc., to-
cand) as experiencias feitas sobre os princi-
paes seres ferruginosos com um stteco gas-
trico fresco no laboratorio do Sr. Botidaut,
pelos Srs. Drs. Corvizart e Barreswil, que
o lactato de ferro o mais soluvel e por
consoquencia o mais eficaz..
Deposito geral: em Paris, ra Bourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors & Bar-
bosa, ra da Cruz n. 22.
Venda d una boa quinta em
Portugal
Vondo-sc em Sobrado de Paiva, nas margeos do
Fio Douro, seis legoas cima da cidade do Porlo,
orna boa quinta com mu i tas torras, e um grande
cimpo com casa nobre, dita para c icheiros, pomar,
v nhas, souto, trras de malto, limeiras, fructeiras,
o ival, tendo um engenho completo de fabricar
aieiio ; juntamente se venderao muitos bons foros
psrtencentcs mesma quinta, e nas mesmas trras,
qietem de ir a praca na ridade do Porto para ser
vnndido a qncm mais der.____________________
V Allli [\W\MA
ncebeu as vera^ iras
Luvas de Jouvin
pretas c de outras cores.
Papel de cores.
Folbas grandes para enfeiles de bandeijas : ven-
d m-sc na ra do Queimado, leja d'aguia branca
numero 8.
J\ 11 IJI Ail
coni laco e oulras qualidades.
A aguia branca acalia de receber um bello c
completo sortimento de enfeiles com lacos, ditos
sem lagos, etc.; tambem receben outros mui bo-
nito, e segundo suas recommendacoes vieramdos
qcc ha de mais moderno e apurado gosto : assim
os pretendentes munidos de dinlieim scrao bem
servidos : na ra do Queimado, loja d'aguia bran
ca n. 8.
FRASCOS
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
roa do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fcelas com pedrasno*
vo sortimento.
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
nci novo e bello sortimento das procuradas Dvetas
com pedras, podendo assim satisfazer a todos qne
deltas precisaren), urna vez que appareca dinhei-
ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
PAI'EL mu
almaeo e de peso.
Alem do grande sortimento de papel greve c ou-
tn.s mnitas qualidades, que constantemente se
ac.iam na loja d'aguia branca, faz-se notavvl pela
supenoridade de qualidade o papel inglez almasso
e de peso, que acaba de chepar para a dita loja ;
um e outro sao mui encorpados e de um assetina-
dc lustroso e macio, que na verdade ai odos agra-
dara. As resmas daquelle tem 480 tainas, e as
deste 300, e cusa cada urna 8. Tambem veio da
miisn qualidade edetamanho pequeo, emeai-
xinhas de 100 folbas, tanto liso como beira doura-
ds, custando este i$, e aquelle 1200 a raixinha.
Jj vem pois os apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro scrao bem servi-
M : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numere 8.
COPOS COM HA-
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cilos e apreciados copos com banha, os quaes es-
ta) sendo distribuidos rom aquelles pretendentes
qt'.e contribuirem com SioOO vista : isso na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MIJITO IIOVS EIAS
para seuhoras c meninas.
A aguia branca receben mui boas meias franee-
zss, de fino tecido e lio redolido, o que as tornam
do immensa duragao, (Hiique muito convm, ainda
n esmo custando 7 e 85, como se estao vendendo a
d nheiro vista, na loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8.
wmmmM i mixi
DE BRISTOL.
As curas mflagroaaa de
E9CBOFUM***%
CUAGJkS A.\TIAS,
E1FERMIDADES SYPHILITICAS,
Erysipelas, Rheumatismo,
Nevralgias, Esorbuto,
etc., eje., etc.,
que tem grangeado o dado o alto re
nome
Salsaparrilha de Bristol
por todas partos lo universo, sao to
BnWBte devidas
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PREPARADA EXCtrsIVAStKXTE l'OK
UmWU Sl KE.VP N XOVA YORK,
Mal (inte a receta do Dr, C. C. Bristol.
A venda nas boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e JoSo da C. Bravo d C, ra
da Madre de Dos.
RA HA CAHEIA HO REOFE 53.
NOVO E
GRAITDB SMAZmU DE MOLEADOS
RA HA CAIIEIA HO RECIFE A. 53.
Francisco Fcrnandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Becifen. 53, t^m graDde e sortido armazem de molbados de-
ido Unido Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel iublico um completo sorlimento d(s melbores
nominado
gneros que vem ao mercado, la ito esirangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porces* ou a retalbo por preces asas
commodos.
Manleiga ingleza especialmentt escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, IfiiOO a caada.
em barril se faz abatimento. i Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-1 800 rs.
cado a 5G0 rs. a libra, e 520 r>. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou nido. i 40800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, le superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e I
e b#0UU a peca.
Vende-se na ra do Queimado n. 14, superior
ala1 dozinlio com pequeo toque de avaria a 5 e
6 a peca, a elle que esi se acabando._________
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnston Pater A
C-, ra do Vigario, n. 3. ua bello sorti-
mento de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
INJECCAO BROW.
Remedio infalivel contra as gnorrheas
antigs c recentes, nico deposito na bo-
tiii franceza, ra da Cruz n. 22, pre-
co3,J.
i.
pretas para a quaresma
Superiores monreantiques pretos lar-
gos a 24200, 2*500, Si, 3*500 e 4* o
covado, bons grosdenaples pretos lar-
gos a 1.'00, 1*600, 1*800, 2*000,
2*500, 3* e 3*500 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
ditos de L'orgurao preto bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo i Pernambuco, e outras
multas fazendas de bom gosto, pretas
proprias para vestido, superiores capas
de seda preta a 16*, 20*. 25*, 30*,
35*, 40 e 50*, mantas pretas de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode haver de mais gosto Canotier :
na loja das columnas na ra do Cres-
po n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concellos 4 C.
Novos soutambarques.
Sao enejados os lindos soutambar-
ques e basquina- de seda pretas, rica-
mente enfulladas, a- mais modernas
que leem vindo Pernambuco, viudas
no ultimo vapor francez, por precos
mais commodos do que em outra qual-
quer parte : loja das columnas na
ra do Crespo n. 1-3, de Antonio Cor-
reia de Vasconcellos & C.
.izas para anjos de proelsKo.
Vendem-se na ra do Queimado loja da agui
t ranea o. 8.


Bt
CD


S8
I
o eo
p-
CE>
B
O
e
p-
Queijos novos.
No armazem da Aurora Brilhante ha queijos no-
vos do reino a 3*200, ditos de prato a 1*. doce de
zoiaba fiuo a 640 e 800 rs, latas com peixe em
posta em calda de varias qualidades a 1*, polvo
seceo a 400 rs. a libra, tambas de alagoa, cavalli-
nha a sanliiibas novas, em pequeas c grandes
poreSes. ____
AoTrsT logistas de ferragens.
Vende-se una armacao para ferro : na ra da
Cadeia n. 59.
T0D1 ATTE\(\0 A> VIGILANfB.
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
lavel publico e aos seus freguezes, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e achan-
do-se as portas abortas a concorrencia do res-
peilavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que se acha no espacoso e alegra campo, guarne-
cido das lindas flores e muitos outros objectos de
bom gosto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para rrr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sorlimento de fazendas
tendentes miudezas, tanto para grosso como para
retalbo, que todos serao sonidos a vontade, mesmo
qnalquer frepuez de fra que nao possa vir a esta
prafa e queiram dirigir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
rao fazer que ser tudocomprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas!
boas compras feitaa Beata praca, como dos que'
recebe de sua propina conia, como dos que recebe j
de consignacoes.
CflEGADO PELO VAPOB.
S para o vigilante.
Grande sortimento de livelas pelas e com pe-
drinhas de muilo lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas live-
las que se vende pelo barato preco de 1*500 e 2*:
sno vigilante ra do Crespo n. 1.
GRAVATIXHAS.
Tambem chegou um grande sortimento de gra-
vatinhas tanto para homem como para senhora,
de todas as qualidades e hordadinhas, vindo entre
estas una pe piena amostra de lacinhos com alfi-
nete de pregar em camisinha cousa muito linda e
inteiramenle novo gosto ver para querer : s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
UVAS PKETAS DE JOUVIN.
Os freguezes acharao grande sortimento de lu-
vas pretas e de cores, de Jouvin, assim como de
seda de retroz tanto para senhora romo para
enancas e para homem que se poderao sortir a
vontade : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
N< 'VOS EXFEITES.
Novo sortimento de enfeiles pretos e de cores
com lacinho e de outras muitas qualidades : s
no vigilante rna do Crespo n. 7.
TRINA E VOLANTES.
Grande sortimento de trina, volantes, gales,
grades c mullas obras de palheta para ornamen-
to de igrejas : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
Enfeiles para as senhoras.
At que chegaram os muitos desejados enfeites
com lacinhos de lilas para senhora pelo barato pre-
co de 1*500.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
< Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Gastanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 3(5000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ba nefte genero,
mandado vir de coala propria a 2800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 20 a libra.
Biscoulos inglezes em latas com difieren tes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
oulras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a i0500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50-' rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinbo Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a IWaduzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porcSo e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14 e 150 a caixa, como se.iam: Duque
do Porto, Lagrimas do Doun, D. Luiz,
Camoes, ladeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. agarrafa e a 500
rs. de barril.
Sardinhas de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvioa,
vezugo, cherne, linguado, lagosiiiiba, a
10300 rs. t*
Salm3o em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
50800 a frasqueira. I Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas' ris.
com ricas estampas na caixa exterior, jChourigase paiosem latas de 8 e meia libra
por 70.
muil proprias para mimo, a 102O<>, 10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, do melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca moile a 400 rs. a libra.
AvelSas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confe'rtadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada nm.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a i.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Aiat uta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e '-'6 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muilo superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, propriepara negocio, a 80.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2&400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caix3o.
Macarr5o, talliarim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha,pevide earroz demassa para sepa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa ci>m 6 libras.
Palitos de dente lixados com f r a OO rs.
omasso, ditos lixados sem flor a ICO rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de caa particular, a 400 rs. a libra; iulei-
ro se faz abatimento.
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por ceoto, pelo prompto pagamento.
C'abrlolel americano.
Vende se um cabriolet americano com assentos
para quatro pessoas, com arreios para um cavallo,
ludo usado, e juntamente um cavallo novo, gran-
de e manso para o mesmo, com quanto nao esteja
gordo bom : na ra Nova de Santa Hita arma-
zem n. 19.
Vendem-se
bons enxameis de louro de 20 !0 palmos de
comprido e 5 a 8 pol legadas de grossura por pre-
co commodo : na serrara de Jos F. Coelho ra
nova de Santa Rita n. 17.
COMMERC
mm
RA HO til EDI %1>0 \. 45,
Passando o becco da Congregacao segunda casa.
fifi I
lili

NOF1DADE.
Pereira Rocha & C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial.
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra e 20400 a 20800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10600 en frascos grandes a
20500.
Idom em caixinha.s elegantemente enfeitadas
com ricas eslampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10COOe 23.
libra.
Chouricasepaios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muilo novas a 600 rs. a
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muilo novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de azete e
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.! muito novo a 040 rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a ris.
ClhS IIK MOA
prelas parasenhora.
Na ra do Queimado n. 18 A, esquina que volta
para a ra eslreila do llosario, tem para vender
superiores capas de seda pretas para senhora, sou-
tembarques de seda pretos enfeitados, ricos cortes
de seda e mourcantique preto, ditos de seda de cor
muilo superiores, e sorlimento de laas para vest-
dos, cortes de dito Mara l'ia : neste estabeleri-
menlo cncontrarao os compradores um completo
sorlimento de fazendas c por precos muito com-
modos.
l'lnl'eiicvs a 500 rs. cada um.
A aguia branca esla vendendo bons enfeiles de
cascarrilba e tranca, pretos e de Cures todos ao
btrallssimo preco de 300 r*., servindo riles tanto
pan senhoras 00010 para meninas, a vista pois
da commodiilade do proco ninffuem dcixar de os
comprar na ra do Queimado loja da aguia branca
n.8. ___________________________
Vende-se urna mulata de 38 annos de Idade,
sadia e propria pan todo o servico, tanto para ca-
sa como para ra, por preoo commodo : a tratar
na roa Imperial n. 2i: das 'i horas em diante.
- Vende-se pecas de oleado pintado, flngindo
madeira, oleado para carros, tapetes de 13a e ditos
de raiz de esparlo : na ra da Cadeia, armazem
n. 53 do agente Euzebio.
Amendoas com casca muilo novas a 280 rs. 10800, 50500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40(100 rs. a ar- Farinha de trigo a J20 rs. a libra.
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de mataran; a 320 rs. a
libra.
dem prato a 640 rs. a libra.
' Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 32'* rs.
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasqoei- Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
ra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinba e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
e em barril a 4< 0 rs.
Cha hvsson, huchin e perola a 10600,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 2>000 rs a li-
bra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeilonas, a 750 rs.
Charutos los melhores fabricantes da Bahia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Cf sta, a 10800,
20000,20200, 20500, 20600, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Bio muito superior 260, 280 e
300 rs. a libra e 70500, 80 5 80500 rs. a
arroba.
dem em garrafes de 3 e 5 galoes a 50500 Tijolos de liuipar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafao.
Gomma do Arcaly a 80 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Gr5o de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa,
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-;
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a li-
bra.
dem stearinas muilo superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias manas, con o
sejam: Velho de 1815, Duque do Porlo,
Madeira, .Pedro, D. Luiz I, Maria l'ia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
nheiro.
Manteiga ingleza perfeilamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
barrada de pouco a 800 rs a libra, e de 8 480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 3*500
pouco
libras para tima se far urna differenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento
Massa de lmales em barril a 480 rs. a li-
bra.
Idemem lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 60i rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, talliarim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a ICO rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
I viOO rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alem dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que de'rxaaos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porces como
retalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.


II
Diarlo de I*ernamhco <|uln ATTENCAO
DO
PROGRESSISTA
RA A CliUZEW 3. 3
E
RA DO CRESPO N. 9
Xo bairro de Manto Antonio.
Joaquina Jos Comes de Sonza ten a honra do participar ao respei-
i iv ,n ilico, que tem res lvida vender os seus gneros do primeira qualidade por menos
19 a 20 por cento do que nutro qualquer anaunciar, como se v do presente annuncio,
propriefario d'estes armazens a aquellas pessoas que frequentarem estes
estioelecimentos, o ptimo systema de so se negociar com gneros especialmente es-
aotaidos.
CHA |
ii\ ii. axin\ e peroia a 2.400, 2,000 o
' :!.800 rs. a libra.
CAF
mni! i superior, do Rio edo Cear a 8,000
e 8,400 a araoba c 300 rs. a libra,
YINHO
de Lisboa o .la Figueira a 3,500 e 4,000 a
m;ila.
do Porto engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. i garrafa.
Bordean de diversas quatidadesa 7,000,
H.OOft <).000 e 10$ a duzia.
CHAMPANHE
CONSERVAS
nglezas a 8,?>00 a duzia e 700 rs. o frasco.
SAI. REFINADO
mu frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
PEIXE
latas emticamente lanadas a 1,000
ida orna.
em
PORVOS
b>'m conservados a 500 rs.
do Porto muilo
a libra.
MUSTARDA
preparada muilo nova a 400 rs. o frasco.
MAMKLADA
los melhores conserveiros a 040 rs. a libra.
ESPERMACETE
a melhor que temos oeste'morcado a 20,000 muito superior a 500rs. a libra, eem caixa
a 550 rs.
D17ARTE AIMEIDAv
ATTENCAO
O IiAlU0 llO CAHMO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
5<35 PARA A FESTfl.
DARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de suapropria encommenda, o m.s lindo e completo sortimento de molha
os quaes vendem por grosso o a retalho por menos 10 por ceqto do que outro qualquer
Acaba ie receber de sua propria eneoimaenda un grande o variado sortimento annunciante, como vero pelaseguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
de moldados lodos primorosamente esoflhidos, porisso apressa-sc o pnprietario em mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
fferecer aos seus freguezes e ao publico era geral asegninte tabella dosstus generse
resumid'is piceos, aiiancando todo e qualquer genero vendido ueste bem :onUectdoar-
o gigo.
CERVF.JA
m ito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs.a
luzia.
GENEBRA
de Hallan la em feasqueiras a ."iOO e
o frasco.
500
em latas grandes a 2.000 rs. cada
BOLACHINHA
de a
tuna,
malezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
BISOTOS
as qualidades, a 1,300 rs.
1.1.
ARROZ
irarihao a 2.000 e 8,000 a
arroba e.lOO rs. a libra.
CEVADA
ni lito nova a -2.500 a arroba e 100 rs
ra.
GOMMA.
wr em saceos com qualro arro-
.1 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
p adas muilo novas a 340 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
AMEIXAS
i latas de 1 e 1|2 libra a 1,000
SARDINUAS
mies muilo novas a 300 rs. a lata.
CHARUTOS
la Babia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOUCINHO
amito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
, asmis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
muito bem Caitos a 160 rs. o maco.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a ranada.
AMEN0OAS DE CASCA
as mais novas do mercado a2'i0 rs. a libra.
FARfNHA DE ARAliUTA
mazem.
Pedo-so toda atteiicao.
O prourietario pede a iodo os senhores ebefes de familia c ao pao ico em geral
que nao deixem passar desapereebida a seguinte tabella: |
Neste armazea e no largo do Carino 11. ). annazem Progressivo, r<:cebem-se as
fibras que vulgarmente correm no commercio por 8;>890 a \ o proprie ario em seos
armazens da-lbee este valor, sendo emplmenlo, eisto para evitar confusdos em trecos.
rs. a duzia l.ooo rs. a garra "a, garante-sc '
que os melhores que temo tidonomer-j
Maneiga ingle/a perfeitamentc D6r, a 800 rs,
c em barril a 780 rs.
dem franceza a SfOrs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha u\im a _'.7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
cado.
dem pcrola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podan a 800
Cima a 2,7oo, rs. a libra.
dem hysson o mais superior que se pode Marraeladas dos.mais afamados fabricantes de
desojar a ,6oo de 8 libras para cima Lisboa a 6 o rs. a libra
a -.'..'no rs. Ervilhas secas muito novas a Dio rs. a libra,
bb'm menos superior a 2,4oo ede 8 libias Grao de luco muito novo a 18o rs. a libra.
para cima a 2,3ors. vilbas francezas em latas a Ojo rs.
I'assas emcaixasde 1 arroba e 1 ;i 7..*oo, I a libra.
3,0oo e l/9oo rs. a car, e 00 rs. a libra Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
. irante*se serem muito nov 5, e graudas. Cha uxim miu.lin'w vindo de conta propria,
o melbor do mercado a 2.800 rs. a libra,
dem byson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
lilem peroia o raelhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra.
AVISO.
Todos os scnliorcs que comprarem para negocio ou casa particular de 1005 para
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
todos s sefts gneros s9 recebidos de suapropria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 800 rs. a /ibra. Vellas de carnauba e cemposico de 32o M
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e 36o rs. a libra e de lo.ooo a 11,000 rs. a
a Kio rs. a libra. arroba.
Botiubo Crancez e em cabnhas de "00 a Genebra de Moltanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 4iOrs. a botija, eem duzia ouembarrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. Massas para sopa macarro, talharim e aletria
dem de porca refinada muito alva 46o rs. a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
10,000 rs.a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a fibra e 9,000 rs. a
arroba.
COM INDOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NftZES
muito novas a 160 a libia e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melbor que pode ha ver neste genero a
2*0rs. a libra.
MASS DE TOMATE
em latiuhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABAOMASSA
Mate gei ero h 1 sembr um grande
ment variando o preco de 1-20 a 240 rs.
por libra.
MAIS A TVKJf^O !
te almd'i eros, uin explendidosortimento de phosphoros, fumo, al-
\y emcalda e s ceas, flgo unos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
rnauba, banha aporco, paj Uros mu i tos gneros, de es-
que lodos sero vendidos por mdicos 1
verdadeira e muito nova a 'iOO rs a libia e' j,|,.m proprio para negocio a 2,3oo. de8l- Potes com sal refina lo a 48 1 rs.
lo o proprietario des armazens do progressista deliberado nao concorda
1 Uniao C 1 al, Ciarim, Ailianca, etc., el:., el .. d tara que s con
n (s re pn
- ai1.: 11 is a tac ilda le '! lito em conta o bom liam-
lueijo'e asiborosa bolachiaha de sola, que fazem urna boa ailianca
inrto fino, itoicos que sahem untar a uniSo destes ar- Peras seccas as mais novas do mercado a loo
incurrente. Vi ida, sent res, a s armazens, aon le po lea d
-) Limunto < jlberdes os que mais
I de, que nunca tereis o casio de ai .-vos de gastar o 1
tps estabetecimenl
bias para <->\m a 2,2oo. no de chapa americano a 1, too rs.a.
i do Rio em latas de -2. i, (3 e 8libras fazenda especial.
rada una a 2. 3, 3.5oo e '1.800 rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a Too c 800
Idempreto omelhor que se i>de d-'sejar, rs.a libra.
n te gnero a 2,8oe is. paios mnito novos ado a libra.
dem menos superior aesse que se vende Batatas muito novas emgigos de 34 libra a
por. -2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. 1,00o rs. e6o rs. a libra,
dem mais baixobom para negocio a I,Sao Massas para sopa macarro, talharim aletria
rs. a libra. a loo rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a 1,8 ;nac verdadeiro inglez a 8,r 00 rs. a caixa
rs, a libra. e8oo rs. a garrafa.
Qoeijos do reino chegados neste ultimo va- dem francez a 7,ooors. a .1 ia e Too rs. a
por 1 2,800. garrafa,
dem mais se coa vindospornavioa I,loa. Charutos emgrai te todos os
cado a 78ors. a libra. 2,ooo, 2,3oo, 3,ooo e 4,oo rs. caixa,
dem londrino aOqors., e senda inteiro a ror ah se ven
000 rs. a libra, vendarse por 2,5oo rs.
pe 1 [ue temos em ser. Caf de premara qualidade a i,5oo rs. a ar-
itos em lal 1- de-2 libras das seguiates roba e 28o rs. a libra.
marras: Osborn '., Crakn l. Mtxed, Virio- dem dv segunda qualidade a 8,2oo rs. aar-
Idem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a I.800 rs. a libra.
ment.
dem estrellinha, rodinba epevideem caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Doce de goiaba em caixas de diversos tama-
itos de 600 a l,ooo rs. o caixao
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem bespanbol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel. pescada,
envina, salmao e outraa militas qualidades
v indo do Alto Douro viudo do Porto engar- preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
rafado garntele a supenondade deste vi- |lh:1 ,,(1 >oo a ,<8,)0 r? a hu
nbo, das seguales marcas : Duque, Ge- Fg0s -eneiixasdel arroba, > e 8 libras
numo, ve ha secco. especial lagrimas do- a 8>000 ii00 e 2>no0 rs c:iixri!lii.
18, vinho especial D. Pedro V., Barris (ie viriho bran,0 llc i|Uo man.:1 B
viiilio veluo. Ne; iarsupenor.de 1833, Du- ^ Fho r, r.n nn r* a hn,-,-i
que do Pnrto de 1834, viubo do Porto ve-
ra. PeP-nic, Fancc, Machineeoutras*mui-
las a l.ooo o 1 '100 rs.
Polvos chegados ltimamente do.Porto a 32o
ra. a libra.
I 111 e;n : a J6000 rs. a I
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
brulo a '1.0 mi rs.
I lu isgle irrit is a m lis nova do
mercado a ,5oo rs. a barrica e 2tu rs. a
libra.
Cartfe ruin b i'as france; as proprios [>ara
mimos ou para anjos que vo as procis-
soes a 600 rs, rada mu.
.-X r V-, 79i >i. ,W\Sfi
ROUPA FEITA
^o
abhaIeji
r i
'ii^
TI V '" v
>&b
lETRSmi) VERDE.
iielecimento ha sempre un sortimento completo de roupa feita de $*
' 1 manda fazer por medida, vontade dos concor-^
1 que tem un dos melhores professores, assimeomo taiubem tem mu
le e variado surtimento de fazeudas de todas as qualidades, para senboras,
oi> nios.
74066
33O0
3^500
panno preto, 35)5 e
is dem, 3t e .
Paletos dem e de cores, 250,
OJ, 156 e......
i)iios de lasemira, 20^, 15/51,
l 109 o ......
Ditos dealpaca, 5r5, 4le .
Hitos de".- pretos, 9, Id,
.......
Dit' de brim e ganga de c-
: J5O0, U, 3*500 e. .
de Imlio, 60, 50 e
merino preto de cor-
K 100, 70 e..... 50000
mira preta, 12$,
Ifl .....
a, 5, 85 e. .
meia casemira
't'llle.....
13 e merino pre-
on e. .
..." 1 de cd-
500, \
i .
;iiido preto
......
mira pi
.luas de coras M
........
1)0 Ditos de setim piulo. 50OOO(
250000 ilos do dil0S e ,e ]a jranc0)
6:3 e ...... smo\
10000 Ditos de gorgurao de seda
pretos e de cores. 60, 50 e 40OOOr
Colleles de instan e brim liran-
co, 30500, 30 e 20500
Seroulas de brim de linho,
20iOO e......2:5000
10400'
20500 -,
10600 %
U
8-s-oo zr
20000
II
'^V
,: -i
luun Dltas de a'godaQj 10600 e. .
,vv '-;l"|isas de pRos de linho,
4*KX> 40, 30 e. :
Ditas de madapoln, 20500,
B....... .
Chapeos de D i&3, preti fran-
B eezes, 100, 3#e. .
O Ditosdefltro,:,'. 10,30500e
Ditos de sol, de seda. 120,
.....
' le linho lino, ulti-
ma moda.......
Sottimonto completo de grava-
) Toalbas parroslo, duzia. t 10,
c........
- de o!, dealpaca, prc-
..... 40000 **.
Lenees de indio..... :.mkk) )K,
30500 Cuberas de chita chineza.. 20000^?
40000
I
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de i e 8 ble-as
h irmetic imente a \ ,' \ c 2,2 o
rs. a lata.
dem eiacaixinbas da 8 1 :.
24o rs. 1 libra.
Moa is muilo novas a 110 rs. a libra, e I
rs. a ai 1
ifeitadas a 9oo rs. a libra,
I I 1 de casca mole a 32> rs.
Violtos Cisb
1 ule- marcas : duque, genuino, velho
secco espe ial, lagrimas doces, vinl
pecial l). Pedro v. nctar sopen
183:'.. duque do P i-:":. \ uno do
Porto, velho superior, madeira ,P
tu superior l>. Luiz I, e uutras umitas
marcas, em caixa de urna duzia a l
Oou rs. a garrafa.
dem branco -Je uva pura a 64o rs. a garra-
fa e '1.000 araada.
dem superior a 5oo rs. a garrafa 6 3,2
a caada.
dem era pupa Porto, 1.i-boa eFiguelradas
marcas mais acreditadas a 3,8oo a ranada
e 5o 1 rs. a garrafa.
dem d marcas pouco confiecidas a I
a gai rafa e 3,oeo rs. a caada.
Especial wnlto La\radio sem a mais;
composicoa 560 a garnfTa e 4,oob rs. a
ranada.
Puma la a 200 rs. a du/'.a. sevada muilo no-
va a SU rs. a libra, e 2.5oo a arroba.
Barrafes c >m i 1 garrafas de vinho supe-
rior a 2,8oo re. cora o garrafao.
dem cun 1 1 ditas de venagre a l,ooo rs.o
garrafn.
Vinagre PHIt em ancoretas de (J ranadas ,1
15,000 rs. rom a ancoreta
dem em pipa pur sem o balism.t a 200 rs.
a garrafa e l,4oo re. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho B 11
deaux fezenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a :~ .nafa.
' francezes e p rliiRuezes das seguin-
les marcascreme de violetas, g< rolles, r -
ilisinto vespeiro, amor perfetto, amen-
gua am n a.percic :. de Tui in, I! I
mora larana, cid a, gin-
ja, rauella, rravo. rlela pini-nla a I.OO0
libra, 3.i 100 rs.
a 2,!>io rs. a
roba 646o rs. a iilira.
Arroz, do Maranbo a 100 rs. a
a an
dem da India amito superior
ib I, e loo re. 1 libra.
maisbaix 1 rs. a libra.
; lalnd ridoa 2,S*>o re. 1 arro-
ba, e 80 rs. a libra.
iraauba do Aracat} a 9,3oors. ar-
rola, e 3 e rs. a libra.
dem desello muito dora linginlo espannac-
;. a libra,
dem d : 4o rs a lera, c em
13.
Papel o me 'iar para OS
idos pblicos a 1,000 rs. a res-
ma, j se 7.000 s.
.. pal idi resma.
; pautada e liso a 3,0 o rs. a
resma.
ia2,2oors.
a resi
Idem 1 l.ioor. a resma.
izas em latas de I libra a
|,2oo e 800 re. a libra.
I di m em frascos de 3 libras a ::.ooo rs.
IV.e-e' val i 1,000 rs. tamban temos em
fras os p 1 ,ioo rs.
. 7o 1 rs.'
Mullios a 800 e l.ooo o fraseo.
Moslafda prepaiida 1 m potes muilo nova a
re.
I libra- de c mais
bem arranjado possivel a ^oo e 2.800
ra. a lata.
i verdad 8 10 rs.
a du
leoutras marcas preta e uancaa5,5oo
e 6,000 1 -. a duzia intuirs.
Tas de piassava ci na ir s de ferro
viadas do P to a ''2-> re.
- muito novas a Soore. 1 molh
rs. 1
Chocolate 1 hespanhi I e francez de
800 a l.......rs. a libra.
Genel le livJIondaem fraso, leiras a 6,000
e 56fl fSi o frasco.
dem em i "' rs.
dem em garralbesde l \ garra '1-1 5,2i
Palitos 'i 2,2oo rs. a y 'ota e 2o re. a
caixa.
dem de denl is em n acos grandes
rom 2o 1 s omaeinhosa 12. rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arr
Sag muilo novo a24ors. a libra.
1 ha de Franca 18o re. a libra.
Milito alpi-ia a l'i" re. a librs e l.oo rs. a
1 oba.
i a s.. rs a libra e -.': o a an
Peixes em latas af.ooo rs. a lata j pr
a i'i .. 1 -
de Lish man a \. h Biato
rs.
Iho superior, madeira secca de superior
qualidade, vmba do Porto superior 1). Lu-
iz 1 Me 1847. lagrimas do Douro espa-
cial, vinho do Porto de l.oona I,ano rs
1 ,'arrafa e d 10,000 a I i,000 rs. a caixa
1 urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
ni iis nova que ha no mareado a 2.2oo rs. a
lata.
tos inglezes das melhores marcas em
Iatinhasde2 libras a l,3oo rs. a lata.
Idea; inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a
Soo rs.
Qoeijos d" reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,500 rs. cada um.
dem prato a Too rs. a libra.
dr'Filho a (iO.000 rs. o barril
Marmeladi imperial dos m Inores conservei-
ros de Lisboa a 6io rs. a 1 tinhade 1 libra,
ha latas de 1 > e libra-.
Massa de tomate em latas domadas de i libra
a 6io rs. a lata.
Ameixas franceza.-, em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l.ooo a 3.000 rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 '/* a 6 li-
bras de l,2oo a '1.000 rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a 1,600
rs. o fra
Chocolate portuguez, liespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs.a libra.
Conservas inglezas das seguintcs marc e
Kxde-Picles e cebollas simples a 73o rs
o frasco*
Ancoretas de vinho col
a 72o re. a garra f
a 5o,ooo rs., e
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
como sejamBd- F., PRR, JAA. nutras|Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas. Porto, LisbSa e Figaeira
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
3 I'. 64o e Soo, rs e o do Champagnhe a melbor do mercado de I2.ooo
Porto uno em garrafa, e em c nada aj a2l,ooors.oi 1,2ooa2,ooors. a
3,ooo, 3,5oo, 4,ooo e 6,600 rs. o melhor garrafa.
dO Pello.
dem !'. irdoauxdas mais acreditadas marcas
a Too rs. a, e a 8,000 rs. a 1
Garrafoes com a jrralas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
garrafa de vinho da Figuaira mais
proprio para a nossaestaeo por ser mus
co a i. loo re. com e garrafto.
dem com 5 gai a i,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosao mercado a 58ors. agarrafa, ea
l,3oo rs a cana 11.
Volas .1 ate as melhores neste ge-
nero ,ie 56 1 a 6io rs. o maco, eem cai-
xa tari grande abatimento por ha\er
grande porco.
\/eiie dore em barril muito fino a (Ho'rs.
a garrafa e .Soo a rana.11.
i&nado a 800 re. a carrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bacetas com d os de Lisboa de 3oo
a '..'loo rs. rada urna.
Toucin'10 deLisboa aSoors. a libra, e a
arroba.
\o'e< mei' ,1 lfii) rs. a libra e 4,8oo
rs. a arr
l l>, 2.*e 3/ qualidade de -_>lio. :{0o
e 36o rs. a libra, do Oir d 1 7,8 i, 8,600}
e ).-Joo rs. a arroba do melbor.
Vrio:da buba, .lava eMiranbao de 2,800 ajTiiolo para limiar facas a 16a rs
3.000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Oeiiinho a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo;Erva doce a libra.
a libra, ha raixas meias e quanos.
Sevadinha de Franca a 2io rs. a libra.
acr muito novo a 28o rs. a libra.
Papel gi evo pautado ou liso a 3,5oo rs. a I
ma.
dem de peso pautado ou lizo do
4,000 rs. a res,na.
(loiimia muilo lina e alva a 80 re. a libra.
.Milito alpista e pajoso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e ioo 1 s. a
duzia.
Vasos inglezes de i a Ifi libras vastos, muito
proprio 1
ou outro qualquer liquido de 1,000 'a
3.000 rs. cada ata.
Licores das mentores marcas e mais fines
a 1.000 rs. a garrafa e em caixa te; a abati-
mento.
oac verdadeiro inglez a Ooors. agarrafa
e 4o.5oo rs. a eaixa.
Chouricas as n :as do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos* grandes a
l.ooo rs. o fraseo.
Serveja da> mais acredil de
5,000 a ii,5oo adu.ia e de mais a Soo rs.
a garrafa,
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito craditada marca T de 6,*oe 1
rs a du/ia.
aoftlos grandes a 800 o nn
640 e a I',000 re. X e
ota do remo a 34e rs. a libra.
Farinha do Maranbo a 14o rs. a lilira.
cada um.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a l.ooors. ogjfocora32Ubrasli
das e 3.000 rs. a caixa deduas arrobas.
o covndo.
Contina a wnder-se nm grande Portmenlo ie
eambraias Iranrezas a IM rs. o aovado : na ra
do Qnetmado 11. t, esquina que volta para a Con-
rgegaj


da Halii.i
eos de ue 11 e rou|a le escra 1; lem
\11i1n1in Luiz ile niiv -ira A
G. ni b ra da Cruz 1. I.
Linas de prlliea.
i'.'vr-o-i'n no-i .1 \ 1 ranea, r ia do
Queta I :
Bolas para billiar.
Francisco Garrido lem para vender n 1 seo esta-
belecimenlu, na larga do Rosario 11. '17. excellen-
Ips bulas para buhar; srndonmjogode i botas por
BOf, panno |iar o mesmo 60, giz, a puoia l"-5.
nina.I'i caa o- tuv>< -o o cenia
o rento : na roa da Madre de Dos n. 1S.
AGENCIA
11A
FUNBICiO BE LOW-MOOB.
Una ila Srnzalla nova n. 12.
e estabelecimento contina a ha ver
um completo sortimento de moendas e meias
iiioeinl s p inho, machinas de vapor
18 de Ierro balido e COado, de todos OS
laiiianbos jiara dilos.
Arados americanos e machinas par*
lavar roupa: em casa de 6. P. Johnston de C,
ra da Senzalla Nova n. i'2.
V n' -e um n ti-o Bastante grando, muilo
: m'm' r iral ir, na mberua il Ii
capella de S. Ju.- do Uangulnho.
fiieos enfeite$ pvra se-
nhora
Ctietrnram anieaflMwte para o Vigilante os neos
pnfeii's -raioha deEscn,sia, azenda inleiramra-
ti' otoderna e muito barata olhando a sua quatida-
dea ?"-ie : 60 na loja do Gallo Vigilante, r:
11 7.
Capas, chales e manteletes.
Se pelos 1 i
os (ilijeciiK cima metirkmadas, heme me nm snr-
liniciiiu coiii|iii .uiiii|iie, grosdenai -.
lavra la* tu lo fi tenda arela propria da b
niiiino ?apor da Europa: na rea
dn 11 'in.
Bua da Senzalla \o*a 11. 41
Neste estabelecimento veiidem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de l.on-
Moor libra a 120 rs.
Vende-si' 11111:1 arniii1 i 1 envi r-
nisada e 1 nvidra^ada, e doas prattlei ero.
liiiln proprio para loja 1 do
tshn ('"in > orna empanada meehanlca
completa t 11 va. tirio por preco eonunodo : naj
ra d a, i.
4
<
t
>
maummmaaiit


) ?
Diario de Pernainhnco Quinta felra 94 de arco de 1894.
ftrnili liniiidiriin <*s bordados do Pavao.
UlttllUC mUilUl^lU Vendem-se camisinhae de cambraia muito finas
i! hiendas na leja do Pavio, ra ;da Imperatrii a. com manguitos e golas milito bem bordadas pelo
60, de Gama k Silva. barato prego de 15280, di las de fl a 1.5. ricas
AcOa-se este estabelecimento completamente sor- pelerinasjm romeirasjwrdadas aJjS600 e25, su-
liilode faiendas ingieras, francezas, allemaes e
siussas, proprias tanto para a praga como para c
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
ern outra qualqucr parte principalmente sendo em
porgao e de todas as faiendas dao-se as amostras
deixando llcar penhor ou mandam-se levar em ca-
si, pelos caixeiros da loja do Pavao.
As chitas do Pata.
Vendem-se superiores cintas claras e escuras pe-
lo barato prego de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
r.s, ditas francezas finas a 320, :I40, 300, 400 e
5>0 rs., o covado, ditas
periores manguitos com golla e a balao a 35 e 45.
sendo muito bem bordados e os mais modernos
que lia no mercado, manguitos e camisinhas a 35
e 35300, gollinhas finissimas de cambraia a 500,
ditas de tilo a 240 e 32o rs., pegas de ntremelos
com 3 varas a 040 rs., tiras bordadas a 15, e Oti-
lios amitos arligos neste genero que se vendem
mais barato do que em outra qualqucr parte : s
na loja do Pavo, ra da Impcratriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda preta ricamente
enfeitadas, sendo as mais modernas pelo baralo
pretas largas e estreitas,
n seados escocwes finos a 240 rs. o covado, isto na
leja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama & P^ de 205, 2o5. 305 e 405, sau embarquesde
S Iva sed* preU sendo ricamente entenados a 205, 255
S Iva.
A casias do Pavo a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se Onissimas cassas persianas cores fl-
us a 320 rs. o covado, ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
o vado, flnissimo organdy matisado com desenos
miudinhsa 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
nmito linas a 320 rs., isto na toja do Pavo ra da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As lazinbas da eiposiro de Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinbas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senbora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
pieco de500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
p rentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
e 30a : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As cambraias do Pavo.
Vendem-se pegas de cambraia muito fina com
salpicos tendo 8 1|2 varas cada pega a 3*500. ditas
a 35 e 35500, ditas adamascadas muito finas pro-
prias para cortinados a 35, ditas a 45, pegas de
cambraia brancas lisas fazenda muito fina com 8
l|2 varas a 35500, 45.45500. 55. ditas de qua-
dros proprias para forro e babados por pregos mui-
to razoaveis : na loja do Pavao ra da Imperalriz.
Panno de linho.
Vende-sc panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lenges, toalhas e ceronlas pelo
barato prego de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
vsdo, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs., monstro com8 palmos de largura a \& pegas de
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas Hamburgo com 20 varas ai 95. 105 clU, pegas de
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palma
de seda 41 almos de largura a 800 rs. o covado, |
e lilas de una s cor parda, azul, cor de I y rio e
penda proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
8(10 e 400 rs.. isto s na loja do Pavao, ra da lm-
piratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales d Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon eslampados
pelo barato prego de 65, 75, 85, ditos de ponta re-
donda a 75 e 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
Sil, ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merino
es ampados a 5 e 35. ditos de la a 15280 e 25,
di.os de retroz preto para luto a 65, isto na loja
do Pavo ra da ..Imperatriz n. 60, de Gama &
Si va.
Faiendas pretas para a qaaresma vende o Pavie.
Y.mde-se grosdenaple preto muito superior a
1,5600, dito a 15800, 25, 25500, 2580 e 35, mo-
reautiijue pulo muito superior a 35 o 25800, sar-
'a pp'ia hespanhola muilo encorpada a 25, isto na
aja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
4 Silva.
0 Pavo veude para Uto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
madapolao fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodaozinho a 65, 65500 e 75. e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
imperatriz n. 60. de Gama & Silva,
Cortes de cassa a3&>00.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35500: na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
de Gama & Silva.
O Pavo vende laaiinhas pretas.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60. de Ga-
ma & Silva.
A Mara Pa.
O Pavo venda a 8$.
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pa com lindas barras de seda, sendo ene-
gados pelo ultimo vapor francez pelo barato prego
de 85 cada um : s na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os baloes do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tan-
to brancos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebrarem a 35500 e
de 35 arcos a 45, ditos de musselina com babados
de la sera lustro leudo 6 palmos de largura pro- a 45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do
pi io para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara- P*0 rua da Imperatriz n. 60, de Gama & b
to pi eco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
putas lisas, chitas pretas largas e estrellas, chales
di merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
Os corpinhos do Paria
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e85:
coin gollinhas eoutros muitos arligos que se ven- na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
dem por pregos razoaveis : na loja do Pavo rua ma & Silva.
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Os vestidos do Pavo
Os pannos do Pavo. Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
Vende-se pannoprelo muilo superior pelo barato cntente bordados a veludo pelo barato prego de
prego de 25, 25500.35 e33300. ditos muito tinosa 405, sendo fazenda que sempre se venden a 1005
45, 55 e 65, corles de casemira preta entestada a e 1205 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
45, 45500 e 65, casemira preta tina de urna s dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
largura muito fina a 15800, 25. 25500 e 35, cor- mentcf a 10, 15, 20 e 305; ditos de la com lindas
te; de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi-
ras enfesiadas de urna s cor proprias para raiga,
pa eiots, colletes, capas para senhora, roupas para
mi nios a 35 e 39500 o covado, isto na loja do
Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa do Pavo.
Vendem-se paletots de panno preto sobreeasa
fazenda muito boa a 125. ditos muito finos
barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavo rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vende-se a propriedade denominada Maltez, fita
eos fazenda muito boa a 125, ditos muito linos a na fregueza de Tracunhaem da comarca de Naia-
165, 20j(, 255 e 305, caigas de casemira preta boa relh, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
faienda a 45500,55,65,"75 e 85, paletots saceos proporgoes para nella se levantar um bom enge-
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brim de cores, calcas de casemira
de cor a 45, 55,65, 75, dilos de caxemra da
Esoossia a 35, ditos de brim pardo a 2550, ditos
de cer a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
si na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
Oa coriioados do pavo.
Vendem-sc ricos cortinados proprios para janel-
la o camas pelo barato prego de 95 o par, sendo o
mellior que ha no mercado: na rua da Imperatriz
n. JO, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato prego de 55 cada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As calrinhas do Pavo.
Yendera-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
ra iieninas pelo barato prego de 500 e 640 rs.,
mi; nguitos para senhora e meninas a 500, 640 e
8< r<., camisinhas com manguitos a 15280: na
oja do Pavo rua da Imperatriz n. 60.
de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores
que tem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
ea com o Sr. Antonio Jos Leal Res, na rua da
Cadeia do Recife n. 47.___________________
Venda de urna hypothtca.
Os liqudatenos da niassa fallida de
Jos Antonio Basto veadem a livpolhe-
ra que teui nos ongenhos Matto Grtsso
e Gajabass no termo de Serinkem no
valor de 31:835$911 rs.; tratar as
casas a na do Trapichen. 34._______
Cal de Lisl>oa e potassa da
Hassia.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
rinde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
itra qnalqueriparte.
Grande pechinclia
com toque de ararla na loja e
armazem da Arara rua da Im-
peratriz n. 5G de Loureneo P.
H. Ciuimares.
Vende-sc com toqne de avaria.
Vende-se madapolao inglez com pequeo to-
que de avaria por 65500 75 e 85, algodaozinho a
45500 e 55, cambraias lisas finas a 35 e 35500 :
na rua da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-se fazendas limpas baralissimas.
Vende-se chitas linas cores escoras a 240 C 280
1 rs. o covado, ditas francezas linas cores fixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, riscado
francez. para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara rua da Imperatriz n. 56.
Fazendas proprias para sruhoras e meninas.
Vende-se gollinhas com botozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfeitados a 500 rs., manguitos e Rollas
para senhora a 15 e 15280, camisinhas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muilo linas a 45500 o 55 : s
a Arara rua da Imperatriz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas para cama a 85,
ditas de linho alcochoadas a 55, ditas de fustn a
55, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25 :
na loja da Arara rua da Imperatriz n. 36.
Arara vende cassas a 210 rs.
Vende-se cassas francezas linas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240. 280 e 220 o covado:
na rua da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Arara vende cortes de casemira preta a 3.
Vende-se cortes de casemira preta para caigas a
35, 35500, 45 c 55 : na loja da Arara n. 56.
Grande sortimeuto de fazendas pretas para qua-
resma.
Sedas, grosdenaple, pannos finos c casemiras.
Vende-se grosdenaple preto para vestidos boa
I fazenda a 15400, 15600, 25, 25400, 25600 e 35 o
covado, sarja hespanhola de seda, panno fino prelo
a 15600, 25. 25500, 35 e 45 o covado, muito su-
; perior casemiras pretas finas a 25 e 25400 o cova-
! do, merino fino a 25500 e 35, dito de cordo a
255OO o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolao francez a 4A1.
Vende-se madapolao francez enfestado a 45 e
45500, bretanha de linho, hamburgo de linho para
lenges e seroulas a 440, 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15280 e 15400 a vara : na rua da Impera-
triz n. 56.
Arara vende laazinhas para vestido a 210 rs. o
royado.
Vende-se lazinbas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende fusio a 500 rs.
Vende-se fusio de cores para roupa de meninos
1 caigas e paletots a 500 rs. o covado, gan^a france-
! za escura e clara para calcas e paletots a 440 rs.
o covado: na rua dalmperatriz n. "6.loja da Arara.
Roupa frita da Arara.
Vende-se paletots de brim de cor a 25500 e 35,
ditos de meia casemira a 35500, ditos melhores a
455OO e 65, ditos pretos de panno a 5J, 65 e 85,
ditos de casemira fina e debrunhados a 8J> e 105,
ditos prelos de alpaca a 35500 e 45, caigas pretas
de casemira a 45500, 55, 65 e 85, ditos de meia
casemira, ganga e brim a 25 c 25500, ditos finos
a 35500, ditos de brim branco a 35 e 35500, ca-
misas francezas a 25. 25500 e 35, seroulas a
15600. ditas de linho a 25 e 25500. rolletes a 25
e 255OO : na rua da Imperatriz n. 56.
Baldes da Arara a 36.
Vende-se baloes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 35,35500, 45 e 455OO, ditos do madapolao a
35500, ditos de musselina a 45 : s na Arara rua
da Imperatriz n. 56.
Sediahas a 500 rs.
Arara vende sedinhasdelslrinhas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditos finas a 800 rs,, laa Ma-
ra Pa com 4 palmos de largo e palmas de seda a
800 rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56.
Arara vende cambraias de carocinios a 2-5300.
Vende-se cambraias de carocinhos para vestidos
a 255OO a peca, cortes de cassa franceza a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na rua da Im-
peratriz n. 56.
Arara vende os cortes de riscados fraacezes a 3$.
. Vende-se cortes de riscados francezes com 14
covados a 35 o corte : na rua da Imperatriz n. 06. j
Arara vende os souleabarques.
Vende-se soutembarques pretos muito ricos, ca-
pas eomprdase manteletes de superior qualidade
a 225 e 255 : s a Arara rua da Imperatriz nu-
mero 56.
LOJA DO BEIJA FLOR.
|u;t doQneimailo nuncro (3.
Cravatiulias para senhora.
Vendem-se gravalinlias de.dive sos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na na do Queimado,
loja do beija-tlor n. 63.
Fitas para dehrum de vi slidos.
Vendem-se litas para debrum do vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a pega : aa rua do Quei-
mado, loja do beija-llor n. 63.
Pentes travessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: ns rua do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira donrala.
Vende-se papel beira dourada i 15200 e 15300,
dito de cor de beira dourada a 1100 : na rua do
Queimado, loja do beija-flor n. 6;.
Anvelopes.
Vendem-se anvclopes de div branco a 800 rs. e de cor a 640 r., para tartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
llor na rua do Queimado n. 63.
i ollas de aljofat.
Tendo recebido voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a briibante vendi-se a 15 cada
urna : na rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meia; muito finas a
15200 e 15300 : na rua do Queirrado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfcites de fita.
Tendo recebido enfeites de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto i sando a 15 cada
um : na rua do Queimado, loja di beija-flcr n. 63.
Fita de la preta para < dirim.
Vende-se lita de lia preta para debrum com 10
varas a 900 rs. a pega : na loja lo beija-flor rua
do Queimi'do n 63.
Fitas de linho para borda vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vesiido
ou ronpinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pega s quem tem a l< ja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
llotes de madrepenli.
Vendem-se boles de madrepenla mais moder-
nos que tem vndo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este prego na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de relinda para borda vestido.
Vende-se fita de velludo preto .om 10 varas a
900 rs. a pega : s quem tem por este prego a
loja do beija-flor da rua do Queim tdo n. 63.
Fito de ve I Indo bordad.
Vende-se fita de velludo prelo jordada de di-
versos gostos e mais modernos pr iprios para qna-
resma : s quem tem a loja do 1 eija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja arela.
Vende-se franja preta de divers: s larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos pos-
tos que se pode encontrar : na leja do beija-flor
rna do Queimado n. 63.
Facas e garlos.
Vendem-se facas e garlos de balango de i bo-
tao a 55500 a duzia, ditas de 2 botes a 65400 :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Domines.
Vendem-se dminos muito fins a 15200 e
15400 : na loja de beija-flor da rua do Queimado
n.63.
Vsperas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Vende-se alpaca preto a 300 rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestilos a 500, 600,
700 e 800 rs., lina de cordo a 80C rs para pal-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, laazinhas preta
para senhora que estao de luto a '20 o covado :
na ruada Imperatriz n. 56. A loj.i est abertaat
as 9 horas da noite.
POR JIKMIS DE DEZ POR OTO.
NO
/i\ li
CONSERVATIVO
DE
joioiin MiJMAO nos sahtt#
23Largo do Terco-23.
O propietario deste armazem de raolhados vende os seus ja bem conhecidos genera V [ i-
\ meira qualidade por menos de dez por cento do que em outra qualquer parte, garantindo-
rior qualidade.
Vnho das melhores marcas.
Manteiga ingleza flor.
dem franceza.
Banha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Caf bom do Itio.
dem superior doCear.
Toncinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Suejos novos do vapor.
ido alpista liuipo.
(omma de engommar alva.
Nao se di;t o preco para na espantar.
Sabo de diveiSH qualidades.
Cbourigas muilo novas.
Arroz de diversos pregos.
Ser veja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja superior,
dem do Hollanda marra Gallo.
Phosphoros ds gaz.
Bolachmlia ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qualidade.
Riscoulos c bolachinhas.de soda.
Charutos de diversas qualidades.
Alm dos gneros annunciados existem outros muitos que enfadonho menciona-los, a
ro coudo.
CUSTODIO, CARVALHO & C.
27 Rua do Queimado 27
Para meninas.
Lencinhos de cassa pelo btrato p-eco de 100 rs. cada um.
Cambraias
organdys finissimas a 240 rs. o covado.
Al a peca
de ntremelos finos bordado a 15 a peca.
Cortes de
cambraia branca com flores a 35 a pegi.
Ricas cassas predas
Wrdadas de muito gosto.
Madapolao
entestado francez muilo fino a 500 rs. a vara.
Lencos
de cassa brancos e de cores a 15200 e 25 a duzia.
Cobertas
de chita chineza a prego de 25 cada urna.
Tiras bordadas pega 25-
Cambraia de linho a 35, 45 e 55 a vara.
Iliros cortes de la dos mais modpmos a prego de 205 o corte.
GAZ GAZ GAZ
por preco reduzldo.
Vende-se gaz da melhor qualid. de pelo
pre.o de 10 por lata de 5 galoes: no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 18 o rua do
Trapiche Novo n. 8.
SAL
Vende-se a bordo ido Garibalth bom sal. vnde do
Ass, prego razoavel : a tratar no escriptorio de
Tasso Irmos, rua do Amonm.
yenda de predio.
Vende-se um grande predio i e tres andares e
sato, sito na rua do morirn, no lairro do Kecite,
por precisar de um concert, que seu dono ausen-
te, o nao pode fazer : trala-se n; rua do Vigario
n. 19, primeiro andar.
rua da Senzalla n 42.
Vende-se, em casa de S. P. lohnston & C,
selfius e silhes inglezes, candieiros e casti-
gues bronzeados, lonas inglecis, fio de vela,
chicotes para carros e montana, arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.__________
SO para assenh-:>ras.
G ollinhas e punhos.
Ghegaram as riquissimas gollinhas rom punhos
de lindos bordados e linho puro g arnecidos com
bonitos botitozinhos tanto para senhora como para
menina, pois a vista faz f : s no vigilante rua do
Crespo n. 7.
C4LDEUSB0\
Tendem-se barris com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da hoje.-e nnlca nova, que ha no
mercado, na rna do Trapiche n.
13, armazem de Hanoel TeKcl-
ra Basto.
Ao n. 29.
Nova loja dos baraleiros na rna do Qi.eimado.
Ricas saias de fusto a 55, camisas inglezas para'
senhora a 15, 25500, 35 e 45, cobertas de fusio
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vesiido a 320 e covado, las para vesti-1
do a 100, 860 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dos baraleiros na rua do Queimado.
Tarlatanas de todas as cores, fazenda muilo laa '
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca >!2
varas, por 165, chales de la por 35, 45, 55 e 85,
camisas inglezas para liomem a 385, 50> e 605-
Ao b. 29.
Nava loja dos baraleiros na rna da Qveinado.
Bices pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodao e de la, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, botes de velludo, de seda e de fusto,
bandos de (bello, meias de seda, leques; cujos
rtigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
ESCRAVQS FDGIDQS.
Negro fgido
No dia 13 do correte fugio de casa de seu se-
nhor o escravo de nago, cor preta, de nome Jos
Maranho, velho. barba rapada, cabello portado ha
pouco, altura regular, cbeio do corpo, tem os [es
muito grossos, venda agua do chafariz rio (armo
para onde tnha suas freguezias, costuma embria-
garse bastantes vezes, anteriormente btMONVO
de Jos Francisco Ribeiro de Souza, por aleunho
Jos de Trapiche : pede-se a appreh dito
escrave, que se gratificar, na rua da Cadeia do
Recife n. 3.
Fugio no dia 13 de marco crreme, o eseravo
crioulo de nome Manoel, de idade 40 annos, esta-
tura regular e gordo, pouca barba, pesetee curto
e diflicil de mover-se, falla fanhoso e .inda de al-
pergatas ganhando na rua : roga-se as autorida-
des policiaes e eapites de campo a captura dalle
e enlrega-lo rua da matriz da Boa-Vista sol rado
n. 26, por cima da padaria on a rna do Imperador
n. 45, terceiro andar, que se gratificar.
ATTENCAO
Acha-se fgido o escravo de nome Faustino,*de
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor (bm, al-
tura regular, grosso do corpo, bem espadado, Lac-
hado, e j com alguns cabellos brancos na barba,
bragos e peinas grossas e bastante cabelludas, leu-
do as pernas arqueadas, porm nao muilo, costa-
na andar cm sambas, e as vezes embnaga-se bas-
tante por gostar muito de beber : porunto roga-
se s autoridades policiaes desta e das provincias
limitrophes, que o fagam apprehender e lvalo a
seu senhor o major Antonio da Silva Gusmo, na
rua Imperial, assim como roga-se aos capities*to
campo a apprehensao do dito escravo, que serie-
bem gratificados.
4.
i'
LISTA GERAL.
83.a
DOS PREMIOS DA ^l. PARTE DA I. LOTERA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 402 DE t DE ABRIL DE 1857, PARA AS OBRAS pA MATRIZ DE S. LORENCO DA MATTA, EXTRAHIDA EM 23 DE MARCO DE 1864.
* ,NS. 1 1 NEMS. RS. PRFMS. NS. PREMS. NS. PR MS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. XS. 1 PREMS NS. PREMS. NS. 1 PREMS. NS. PREMS NS. PREMS- NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.iNS. PREMS. NS. PREMS. XS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. ns. pp.i-;\is.
55 140 55 324 55 47C 55 609 55 764 55 961 55 1119 54 1287 Si 1459 55 1626 V 1759 5| 1923 55 2060 35 2214 55 2380 55 2562 35 2738 55 2884 55 3064 55 32U 55
i} 43 26 --- 82 10 69 66 __ 22 88 20j 70 27 66 24 62 18 82 63 39 86 --- 67 46
7 44 mm 30 --- 83 12 73 ^_ 67 _ 27 90 8J 76 29 67 27 66 11 84 64 42 88 73 47
9 46 31 mm 85 _ 14 73 71 _ 28 96 79 30 70 29 69 24 89 65 10)5 49 91 76 50
11 _ 54 36 _ 88 _ 19 77 72 _ 29 1303 82 38 75 __ 32 70 26 92 00 55 50 94 - 78 51
11 56 ^_ 38 _ 89 ^. 23 __ 78 80 __ 30 6 85 40 76 __ 33 79 28 93 70 205 55 97 ~" 79 --- 55
11 14 25 63 _ 41 _ 90 __ 25 80 105 84 32 9 _ 89 44 78 34 82 33 - 99 72 8f 59 2901 "" 84 01
65 _ 51 91 405 29 __ 83 55 85 33 10 93 _ 45 89 36 205 85 42 205 2400 . 74 64 11 23 26 27 32 33 40 41 45 46 49 50 52 58 * 85 65
69 105 63 _ 95 55 tt _ 90 86 36 12 __ 96 46 _ 90 37 55 86 45 Bf 4 84 ~- 65 ^~ 87 mm 72 -i
27 71 55 65 __ 97 30 .^ 99 89 _ 43 14 mm 97 48 .^ 91 _ 38 88 .46 8 86 67 M 97 mB 73
1 ti 3 79 71 _ 99 ^_ 37 _ 804 90 __ 44 15 _ 99 49 .__ 96 40 89 47 10 87 "~~ 68 3104 ** 77
90 77 __ 501 _ 40 w 5 91 45 16 105 1500 50 1802 31 93 59 11 94 '^m 76 "~ 11 ""* 79
91 __ 78 _ 2 __ 46 __ 14 98 47 18 55 1 105 52 . 7 53 105 96 61 12 2603 "^~ 82 11 ^ 81
41 4! 97 . 79 . 3 47 _ 16 1000 _ 48 20 2 55 57 12 54 55 2100 105 13 13 - 4 mm 83 13 ^~* 84
50005 98 _ 81 mm 5 _ 50 205 17 2 50 25 __ 4 60 __ 13 61 1 55 68 - 15 * 11 12 16 'mm' 84 ~ 17 21 27 34 35 43 44 47 58 60 66 67 69 74 ^m* 88 "
4/ 4* 51 55 89 55 200 --- 85 mm 18 _ 52 205 21 7 57 105 26 ^_ 8 61 __ 14 63 9 205 70 105 16 "" 88 00
3 86 mm 21 56 55 n 8 __ 59 55 30 __ 10 62 .. 17 64 11 55 IX 55 17 ^ 91 92
m 8 ... 87 _ 25 _ 58 28 8 60 36 mm 15 . _ 63 ... 18 72 13 17 18 "-~ 17 18 21 23 25 27 29 "" 96 "- 93
i- 11 12 89 90 26 28 61 63 29 32 10 11 1:2005 63 64 I 37 41 ~ 18 19 68 71 - 19 20 _ 75 78 _ 15 16 ^ Vi 81 z 19 37 38 39 42 44 97 1800 97 3300
\ \ la 6 67 71) 71 7 Ti 7 8) 87 n 8;i 91 P4 M 9(> lOi t 105 55 13 17 20 22 94 98 99 400 29 32 33 35 67 70 72 73 36 38 41 45 22 26 29 31 55 72 79 81 86 45 51 52 54 23 33 36 37 105 55 72 76 77 80 21 12 23 26 80 84 85 87 17 18 22 35 84 89 91 93 1(5 1 6 13 15 105 71 73 76 83 84 85 88 90 92 93 95 3000 1 3 4 5 11 405 1 2 6 7 1-
28 , 3 _ 44 75 47 33 88 60 ^_ 42 _ 81 105 34 1005 92 36 M 96 48 mm 32 33 35 37 * 17 55 55 11
37 38 42 7 8 13 45 47 50 81 82 83 49 50 51 34 36 38 92 1200 1 63 65 66 ~~ 43 44 45 82 85 86 55 47 49 50 55 93 94 98 37 38 40 97 98 99 105 50 51 54 ^^ 19 23 14 a 13 14 16
1 p 405 55 44 51 52 56 61 63 64 67 68 69 105 55 205 55 14 16 17 19 23 24 2o 26 30 33 10* 5* 51 52 53 54 56 57 58 59 64 66 84 86 89 90 96 98 708 9 10 12 105 55 105 55 52 55 58 61 63 64 70 82 86 92 41 49 50 51 54 55 58 60 63 64 ^^ 3 5 7 12 20 21 21 17 18 29 405 55 79 81 90 92 96 98 99 1401 5 8 46 50 53 54 66 67 72 73 75 76 88 89 90 92 93 94 1702 5 6 9 53 60 64 68 70 72 74 75 76 78 99 2000 3 11 19 23 25 26 28 30 45 46 47 48 49 51 52 55 56 61 105 55 205 2300 4 8 14 18 11 25 17 35 55 105 55 205 55 56 58 61 62 64 68 69 75 80 87 39 40 46 47 50 54 63 70 72 73 75 76 90 96 98 27 33 34 35 37 39 42 49 50 58 105 55 405 55 75 76 83 85 86 89 91 3200 7 12 17 18 19 27 34 36 36 39 44 45 3005 55 L
I ** 1 !, 70 35 _ 67 ^h 20 93 _ 71 33 ,, i 10 77 _- 10 79 32 64 55 38 - 88 60 11 ^~ 17 "** 48 *-
71 36 68 _ 11 99 75 34 13 205 78 _ 11 _ 80 __ 39 ' 67 30 89 " 61 17 m^m 18 "i4
II N n 13 21 78 _ 42 _ 70 ._ 26 906 405 77 37 ^^ 14 55 80 _ 21 __ 81 40 73 _ 41 93 105 65 21 * 19 56
83 44 __ 72 105 31 7 55 79 - 38 ._ _ 25 81 _ 22 87 44 74 _ 41 95 55 -"- 67 SO "~ 94 57
86 45 _ 75 55 31 _ 10 81 42 ^_ 26 93 _ 26 90 46 80 _ 47 2503 69 1005 32 ^~ 27 59
* 13 47 205 77 37 17 ^_ 82 46 __ 28 _ 96 _ 27 -- 93 105 47 82 __ 56 4 2706 71 55 34 ~ 28 64 .
97 (^ 49 55 84 _ 38 . . 18 __ 87 50 205 38 1600 28 94 55 50 87 57 20 10 72 40 ^~ 31 ^" 66
24 105 55 300 51 87 _^ 39 _ 22 mm 89 52 55 39 _ 1 _ 32 98 51 88 _ 58 n 13 73 49 ^~ 32 " 68 |m
K ti ia m 30 4 53 90 _ 42 33 _ 91 K4 45 _ 3 33 1903 105 52 92 _ 65 24 14 74 405 50 33 m^m 69 ^*
6 61 91 43 36 _ 98 58 ^^ 47 __ 4 mm 34 7 55 53 2200 _ 68 23 19 75 o5. 52 * 34 mm 71 -
Le. 7 63 96 48 38 _ 1101 __ fi2 MM 51 5 _ 40 8 54 i _ 69 41 20 79 57 1005 36 "^ 79 mi
I 11 68 98 51 41 wum 6 _ 63 mm 54 8 _ 45 13 55 6 ^a 77 46 24 80 58 55 39 mm~ 84 ~-
6005 55 13 _ 70 _ 602 ^^ 52 _ 46 _ 8 _ 73 105 56 11 51 19 57 7 78 48 105 25 81 405 61 ~~ 40 ~~ 89 92 ^
ft 20 _ 74 _ 5 54 55 9 74 55 57 105 15 58 205 12 59 10 79 53 55 34 82 55 62 ^ 42 ^"* ^~
M 21 75 . 8 55 60 10 80
0 escrivJo, Severiano Jos' de Moura.
Pern.Typ. de M. F. de Faria & Filho.1864.
R.


jm
~. ; -


Diarlo de Pernambuco Quinta felra *4 de Mareo de 14A4.
LITTERATRA.
10 rnoNUNcuDO pelo Bul Sr. Dit. Jom-i bi-
RA, DKPITAD0 GEIIA1., NA CMARA TKMI'oUUU \.
rOBOGCAHXO DADISCrSSO DO FROJECTO COMOI-
a JABRAID TEllllKNo PAR* OMA
i I ,
(Conclusao.)
0 gov, i ,i i .1 : Luil Napoleo um govcroe iroer-
i; se de alguma maneira perca por isso. Ma-
> clero! Eu neg redondamente o lacte.
Era Fraug i, ci no em lodoa es ; atas rata*) k is,
co no cid geral em Iodos os paizes, os saceriotes
di religia > ix*reera alia influencia, e muito princi-
pal ante era Franca assim deve ser. porque d seu
clero un modelo, romo o nobre deputado nao
j.e contestar, admiravel pela sua illustrago, no-
1 ivel pelos nata distinctos predicados, symbolo
emlia das virtudes catholicas. Nessas cireumstan-
cta fea dd ar sempre urna certa influencia sobre
os destinos do seu paiz.
O pebre deputado sabe perfeitamente que (mu-
do em Frang em I8i8 se tratou da clego de pre-
sidente Ja repblica, apresentando-se a cand datu-
ra de Luiz Napuleo, o clero francez. que dcejava
por termo a descrenga e anarchia que lavrava e
>n oava novos horrores, empregoa todos os es-
treos para o bom xito aessa candidatura.
Foi assim que os pastures c os parochos nis c-
dades e aldeas aconselharam a populago, e prin-
cipalmeate populago rural, que se aprosentasse
na clego, atim de votar a favor de Luiz Napjleao,
que proiuellia a eslabilidade e a ordem.
Portanto, o clero francez, cuja inoralidaJc se
nao pode negar, urna classe Ilustradsima que
goza da influencia que merece.
O Su. Jacobina :E1 om clero poltico, pirque
az imperadores.
O Sr. Prdro Luz :Altamente poltico.
OSr. JusqckiRA :Altamente poltico, porque
altamente religioso. (Apoiados.)
O clero francez aconselhava a eleigo de Luiz
Najioleao, porque va nello um symbolo de 0"dcm.
do respeito a le, e ao altar. Apresentando-se a
pleitear a eleicao os nome de Luiz Napoleo e do
genera! Cavaignac a questo realmente de nomes
Iba era indifferente. Para elle o que importa u era
sabir qual delta era o symbolo que offericeria
niais garantas felicidade do paiz, a manutenco
da ordem, ao respeito da le, ao acatamento la re-
ligiao.
Portanto, a influencia do clero francez a que
naturalmente cabe a urna corporago d'aquel la or-
dem em que a iliustragao se eguaia moral dade
Mas essa influencia nao da instituicac do S.
Vicente de Paulo, como disse o nobre deputado.
E' certa que Napoleo algumas vezes su tem
visto em rireumstancias difllceis em sua poltica
jorque os nobres deputados abem que elle, enllo-
cado na cpula do edificio poltico do mundo, se
tem visto na necessidade de se mover con urna
certa ib 'dade. Em seus movmentos muias ve-
ces a de se ter visto obrigado a ferir um ou ou-
ti nteress cu i Utico ou industrial ou religioso-
Q indo or v n ura alvura desses movmentos vae
1 ejulicar : le. .iita como um s homem e rcage coro toda a
ule ,iade de arro.
Qic.ni ignora os nomes Ilustres desses caideaes
c bispos da Franca que lao nobremente procede-
ram em taes emergencias ? Quera nao sabe que o
clero francez eminentemente calholico, na sua
expres.-o mais genuna e mais pura? Quem nao
tem noticia dos escriptos, por exemplo, do cirdeal
recer desses altos funcionarios, que deven cons- ^
tituir e cnnstituem a opiniao da egreja em meu
paiz.
O Sn. Pedro Luz :Se me permute un aparto
eu dirci que nao s essas autoridades pensam as-
sim a respeito dos lamiste*, como tambera lia urna
oloridade ainda mala alta e a do cantal Anto-
Delli, e do proprio Pi IX.
O Sn. .li NQUB1RA :Sr. presidente, o nobre de-
putado querencaminhar a discusso para um ter-
reno em qne nao desojo entrar...
O Su. PaiAagc (ciii forra) :Em urna as-
seinbla de catlmlicos essas autoridades nao po-
dem deixar de ser de grande peso. (Muitos apoia-
dos, muito bem.) Nos nao estaraos era urna as-
senbta de impos. (Muitos apoiados.;
U Sr. Pedbo Luz (com forca) :Mas tambera
estamos em urna assembla em que ha toda a 1-
berdade de discusso e pensamenlO.
(Ha outros apartes.)
O Sn. Jl.mlera :Eu quero toda a liberdade
de discusso ; mas peco ao nobre doputado licen-
cia |iara nfio acompanha-lo seno at certo ponto.
Poderei estar ao seu hdo, quando o lizer sem in-
conveniencia como calholico e como deputado.
Mas eu nao ultrapasso cortos limites.
OSn. Pedro Luz:-Nemeu. Qnero apenas
ver se faro surgir a luz no meio do ludo sso.
O Sr. JrjNQUidu :Eu estou cerlo, senhores,
de que estou fallando perante urna cmara de ca-
tholicos. (Apoiados.)
Nesie sentido pens que ha assumptos em que
certas autoridades nao podem ser razoavelmente
repelldas. Nao iwsse persuadir-me de que pe-
rante esta cmara, alguem devesse usar da lin-
guagem de que se servia um certo oflicial de que
nos falla Walter Scotl em um dos seus romances
e que sendo interrogado acerca do modo como tra-
tava da salvagao da sua alma respondeu : Nao me
importara essas cousas, porque para tratar das fe-
ridas do meu corpo tenho o medico ; para tratar
da minha alma existe no regiment um capello
que esta pago para isso. (Hilaridades
Portanto, se nao fazemos o papel do major de
Sr. presidente, da ordem grandiosa, julgada por
uns de una maneira, e por outros de outra, dos
jesutas, o honrado deputado dcsceu a combater
meaduza de homens qne existen neste imperio
coberlos com o burel mais simples, dedicados a
vida a mais modesta, hsmens que nao espralo na-
da desle mundo, que do governo mesino nao tem
recebido favores seno insignificantes, e que no
entretanto tem prestado servgos relevantsimos
(apoiados); quero fallar dos Capuchinhos homens m;,ram l"'l;l Europa as bocal de mil
lF '' ... repurculir.ini, tmidamente agachado
que so embrenhain pelos nossos sertoes IDTIOS, e
eanhoes, e
nos seus
thronos frageis e agitados, os bumlhados rejire-
que ah pregara a palavra de Deu<. prestando ser- sentantes das histricas dynartias,
vicos i|ue sao reconliecidos por todo. (Apoiados). O imperio vingara aristosa. A coroa real,
Na minha provincia, principalmente no su., C ^SCcTnSsl^
les tem chamado a civfllsacio e ao chrstanismo raldica fizera apenas um progresso. l)o reino
centenares de Indios. vegelal suliiu ao animal. Das llores de lizao gal-
Os nobres deputados de Pernambuco sabem mu- ^t^WU^do rS^ScuS;
lo bem que o collego do Papacara devido a esses jepois liarao.
missionarios. (Apoiados.) Depota de tentar o tee ite Buonaparte, o de-
. r, ., ., monio, semprc insaciavel, bileu a poria da de-
0 nobre deputado pelo Rio-Grande do Norte, mucraca e da [ini|;;n|inia. A philosopha, pro-
que se acha neste momento perto de mira, sabe nunciando o emito vani/iliim, e sorrndo de
muito bem, que em varios pontos da sua provincia desdem, eobrio os hombros com os annnhos do
elles teem prestado serviros,teem construido egre- Mittdo, e col.riu a caneca com as cmas esmal-
tadas dos ttulos e digoidade-i do primein
rio. Nao admira, a phlosopliia, que come
Ao cabo de poucos pas;os, o republcanosi-
nho travesso tinha mandado concerl;
Carlos-Magno, que estava robera
oxydo de ferro, e adorando cora ell
diosa de glora e de magosta) c, varreu com a es- j poucos animaos, e to
pada o lixo democrtico do toda a Franca, ees- como acudir a tantas
. i. 11 I.. i I > .i .l..l^~!^.. I >..>t!-~ ^..^.... m a I n>. I.t naJaJn t. _
Que |Kdcremos nos
nao dirigirmos ta-
itas para que nos d''-
.. erara, para que todos nos santifique-
re pas e.-trondosas ca- miI^s foram havidos na conta de plebeus e degra- mos na |,r.itira ,lis virtudes, no amor de osso
"" IH i 1 >J Lf lili I 'l'P Jl IUI
poncas pocas inanimadas, sociedade, a pureza dos costumes, e a-alvarao de
amiiias, ojue unos e ana Vossas almas pelo curaprimento da lei que rerebe-
condndo-o debaixo do solio, coinerou a imperar e>t.o pedindo lugar no livro de ouro do patn- mo< ,ie"noo Dcus'c si'nhor *
aos philosonhos, aos i^ubli.anos e aos oquallu- ciado f eooseguir, se pastor e ovelhas
nos, transformados improvisamente u urna (roup; I lia de alargar-so a escala dos aninttes heral- eessantemente a Deus suonlic
garrida e variegada, rompa saria illustre de umldicos e dar entrada franra aos que por muitos si!-'asua jvna i-ra,.a ,,ara ,,11(J t
heroico vaudeville, cujas
jas, lera feto aqueduclos.
O Sr. Bkzerra Cavalcxnti :Apoado.
OSr. Martim Francisco :Neste caso sejara ac-
ceitoscorao engeoheiros. (Bisadas.)
O Sr. Jcnqceira :Eu me honro rnuito era que
ro mpe-
omecara por
fazer baixar a roda de si a temperatura do sent-
nieiito e da cenla, senta f o lamben, e enrou-
pou a sua nudez com os fartapos aristocrticos da
vestiaria feudal.
A democracia, que na i acreditara no demo-
em una questao desta ordem, na qual se agitara nio, emquanto andar c p ir este inundo com as
interesses destes, o nobre deputado por S. Paulo maos a abanar, dihrou-se s. tonlacao, e desespe-
que,a considerar os apuchinhos como engenhei- ^^J^ Ji '%**
ros' inanidade das distinecoes, forrando de veneras e
O Sr. Martim Francisco :Nao vejo razao para de fitas nobiliarias, a toga dos tribunos, que (aqu
essa honra. V. Exc. acaba de mencionar servicos entre nos) j do tempo dos (Iracchos estava puida
de engenheiros fe.tos por esses padres. *J % *,**&* ,M^ dU
O Sil JtNOiEuiA :Portanto, >r. presidente, ata- Toda a genIe nmneaa convertida era barao,
da neste ponto eu levanto o meu humilde protesto conde, marquez, dui|ue e p-inope tambera,
contra o que disse o honrado deputado pelo Rio de A liumanidade teve o eu carnaval. O secu-
Janeiro. Entendo que des.es padres nao vera ma. %^ ^Po ^c Jg^^
algum ao paiz. I no sentniento, s reratou d j seu sceptlrismo uni-
0 Sr. Bezerra Cavalcakti.:Apoado, antes i versal as distincres, ja m significado e sen
bem.
O Sr. Jcnoleiiia :Se esses individuos nao sao
versados na lngua portugueza, se elles nao podem
por sso ser grandes oradores, lambem veja o hon-
ispo de Orleans ?
Portanto nao bouve intervenrao jesoitca lo su-
perior das rmas de cardade, nem dessa ;orpo-
rarao celebre que foi extincta na Europa. O que
hoave foi a intervengo de milhares de homens
que teem sob ua vigilancia a guarda da roligiao
catliilira, que teem a seu cargo pugnar pelo bem
estar dos seus paroclnanos, das suas ovelhas.
Portanto es tia. (Muitos apoiados.)
E* a intervencao de todos os paizes livres, e os
|i ilires deputados que sao nneracs, que querem a
governacao do paiz peio paiz, nao podem coatestar
ao clt-ro is>a intervencao em (jue nao ha nais do
quo o exenicio de um direto.
Se o que estou dizendo nao verdade, se os no-
bles deputados querem o conlraiio do que acabo
de dizer, ento querem que baja no paiz un a clas-
se de Ilotas e Parias. (Apoiados, muito bem.)
Uha Voz O ijue se quer o estado no estado.
Outra Voz :E' cousa que nao existe.
(Ha outros apartes.)
O Sr. Phrsiokntk : Attenco Lembro ao no-
bre deputado que est a Dndar a hora da 1' parte
da ordem do da.
O Sr. Jiinqif.iha :V. Exc. bem v, Sr. presr
6 'ii e, que estou usando do dreilo da trio m i. que
Waller Scott, se somos ca.holicos, nao podemos ^ de[iutad que 0||es nao se dirgem a urna as-
dospresar cortos argumentos, nem certas autori- ^^ de sabos (Avoi9^)
Eu sou amigo da liberdade c do progresso, mas
vou at certo ponto. Nesta In pul bese, apezar de
n3o gustar de ctaces, vou soccorrer-me a algu-,rismo# J '"guagem, nao duvi lo, mas antes quero
mas palavras do ultimo discurso proferido pelo Sr. Thiers no corpo legislativo francez.
Disse elle quo quando alguem conhecer que o
seu paiz est muito atrazado. esta aquem da civi-
lisacaode outros <)ue Ihe tenham tomado opasso,
achase naobrigaco de ser progresssta e liberal,
marchando at chegar ao nivel dos outros paizes;
mas se vir que o seu paiz lem progredido de mais,
tem-se dirigido para certos declives perigosos, nes-
te caso deve parar, deve ser conservador.
Estou nesta conviccao, senhores; em casos co-
mo aquello de que tratamos devemos ser conser-
vadores, nao devemos querer o rpido progresso.
Eu acbo discreta a opiniao do illustre estadista c
historiador francez ; tem todo o cabimento na si-
tuaco era que actualmente se acha a nossa socie-
dade.
Eu aites quero, Sr. presidente, que por ventura
se d caridade estes desenvolvmentos, antes
quero que se levantem hospicios, asylos, estabele-
cimentos desta ordem, anda dirigidos por rmaas
da caridade, do que apparecam outras deas, que
nada lm de commum cora a ordem. a eslabilidade
e a felicidade do povo. Eu antes quero neste ca-
so errar com o chele do calholicismo, do que acer-
tar, por cxemplo, cora o Sr. Fourier que quer cs-
tabelecer um fkakouterio em beneficio da huma-
mdade.
O Sr. Prdro Luz .Os lazaristas foram os mais
ardentes propugnadores das utopas socialistas.
ft. ,,, ... _, ; ser chamassem o povo a rebelhao contra os arro-
O &a. JiaooHBA .-Tenho mais conflanca na ca- sacS| c ,.ue de|)0s dt aninhados na pulirona mnis-
ridade christaa, estabelecida como est, do que as terial, nssem s bandeiras depregadas da simplri-
exageradas pretenedes dos socialistas, e nao pens dade dos hurguezes e julgassem este pobre mundo
com Louis Blanc, quando condemna a caridade sub""iar omelhor dos mundos |Hs..iveis.
,. mi. Em Alhenas nao havu emprestimos, oque
particular por insuflicientc, dizcndu-que se as ,ornava impossWb os Youles e os Siern.
o menor fundamento para fazer-lhes scmelhante
ncreparao ? Acho que isto summa injuslica.
O nobre deputado, atacando os jesutas em todas
raaores comraerciantes de palavras, que arada
boato no mundo, nao derara tratos rhetorica e
principalmente conscienca para receberem do
inaredonio o titulo pedante de conde de Thermo-
iibylas, mi do liaran do Piren. Quando se deixa-
as suas formas e tendencias, foi injusto certamen-' vai'n corromper era sempre a serio. Vendiam o ta-
aii la nao tenho dito to lo o meu pensam* nto, e te ; mas em algum ponto poder S. Exc. ler mais lento, que Deas Ibes den de praca.pelos talentos
quo nao devo concluir sem ter enunciado .manto ou meuos razio, porque a cmara sabe que qua|. | boa soinma de dinheiro da(|u.lles temp-.s-.-om que
IIU. i^iu.^. ,.,>....( i lo re victorioso sadava as coulas da eloquenciamer-
quer instituir ao como qualquer imperio, quando' cenara.
chega a ser mu poderoso, naturalmente leude a | E Aristophancs ra e ria Menandro, e zomlie-
abusar; e a companliia de Jess, que cortamente b*a Plierecrates e motejava Eupolis o Posidivpo,
presiou alguns servicos, porque o honrado deputa- Tlioinmipo e Apollodoro, e quanlos humoristas il-
..... r lustres nunierou entre os seus cultores a velha e a
do nao lia de desconliecer que ate mesmo era prol noVa comedia attica.
da liberdade os graudes apostlos daquelle torapo j t Oh I como elles haveriam de retocar e apr-
foram os Viera, Anchieta, e outros, que arcaram morar os fruclos do seu engenho, se boje, resur-
comosgovernadoresparaquese dsse liberdade 2 de suas/O'l'las podessem estender a tela
esie paiz e den elar
julgo de meu dever dizer. (Apoiados.)
O Sr. Presidente Mas o nobre deputad) sabe
que ha urna hora marcada para a 2' parle da or-
dem do da.
O Sn. JuKOjnmu :Obedecere V. Exc.; mas
peco-lhe perntssio |iara continuar [>or alguns mo-
mentos.
Vozbs :Falle, falle.
O Sn. fbuQcma :Eu nao digo que o nol re de-
putado atacasse o clero em geral. Estou nica-
mente coinbaten>lo a sua opiniao era rela;ao ao
qoe se passa em Franga.
O nobre deputado que sentase na extrema d"a-
qaelle banco, sabe (ue nos debates no hi nma
tola para os argumentos ; cada um deduz s suas
Ideas romo mais convm a conclusao a qu chegar, sem que alguem Ih'o possa notar, com tan-
to que essa coi.cluso seja razoavel e justa.
Mas o nobre deputado, querendo atacar essas
n-tituirors, que deu como filiaes dojesutsmo,
disse que assim vinbam prejudicar os drp tes do
nosso clero. Appellou entao para o clero biasile-
ro, para os prelados do paiz.
Sr. presidente, se nao me engao, nao ha no
paiz um hispo que se tenba pronunciado contra
estas iostiluiedea que o nobre deputado coribateu
t".o injusta como virulentamente. O muito t rudito
c venerando fallecido arcebispo da Baha, o Sr. D.
Romualdo, de saudosa memoria, acolheu as ir-
r.iaasde caiidado e os padres lazaristas n'aquella
fiioene. Egual proceder tem lido o digno e Ilus-
tra I art.ial meiripolitanoo Sr. I). Manuel. Neste
rroeeder leein sido acoinpanhados pelos bispos do
Para, Rio-Grande do Sul, Ceara, Mananta, etc.
Portanto, Sr. presidente, se eu neste pmto fi-
r-se (toura Sanea na minha razao, certiunente
me guiara, e me guiara muito bem, por essa es-
perie de concilio do paiz. A autoridade di tantos
I ISfM, de tantos homens illustrados que ,m tn-
cauccido noservco da egreja, e que hao de ler os
MMBM seniimentos de patriotismo que nos te-
mos nos deve induzir a crer que esses vanies ds-
t'iirtos, arolliendo aquellas inslilui^oes, nio tra
sido dominados pelo proposito de fazer reviver as
scciias do despoiis' o e o reinado das trev la
valor, que Ihe lepara a mei i edade.
A pbilosopbia disse rao ha Dcus mas ac-
crescentou logo : Creio na existencia providencial
e perpetua dobaro, e fez-so barao.
t O materialismo disse nao bem certo que
existe trade. Mas nao Ihe esqueceu ducr :
Creio firmemente que exstiin vscondes como al-
tamente necessarios civ lisa^o. e fez-se vst
Nao fallam perante o instituto de Franca : fal- j conde,
lam a lingoagem da verdade commeltem barba- A democracia disse nao deve haver res,
1 nem paco mas accrescent ra : l.onvera que haja
mocos fldalgos com exercici > no pago para man-
ter o equilibrio social, e fez um requerimeolo do-
rnmentado, pedindo o seu ti1 llmenlo no livro das
raoradias.
Portugal, que tirabrou sempre em r na van-
;uarda dos grandes progressos, enlouqueceu da
ebre aristocrtica, depois di ter posto fabrica de
revolucoes.
C nnecou por fazer a revoluco de 18iO. E
a poucos das depois do sea iriutnpho, decidiam
gravemente os seus representantes no congres-
so de Necessidades, ijue o labito de Cliristo nao
devia conferirse senao a c.uem tivesse o foro de
lidalgo, islo a quem fosse criado de sua mages-
tade, que os honrados buruezes do Porto e de
Lisboa haviam estado a ponto de deslhronar.
t De|K)is da restaurarao de I8^i, turvaram-se
osares aristorraticos, e cjmecarain achoveras
gracas e mercs.
Veiu a revolugo de etembro, mas liberal
do que a primeira. Razao de mais para ser mais
fecunda em distinecoes a istocralicas. E" desia
poca que data exactamente a introduegao em
grande escala do barao moderno, cultura que
anda nao chegara apossuir o carcter de urna
verdadeira accmatacao.
t O amigo rgimen Uve 'a apenas baroes spo-
radicos, que appareciam ai) ti e acola, sem anec-
iaren) niimamente a seiv^ pleba da nacao. E-
rara pela raaior parte ba 'oes contratadores, a
quemo estado pagava o strviro que Ihe haviam
feto, accumulando fazenda millionaria e col-
lossal.
Maso barao epidemia, ou para melhor di-
zdro barao endmico, o ba o-praga, o barao-ins-
ltuico publica, naseeu no nesino auna, em que
a.velba guarda nacional comecou a engali
nhar.
'-A cultura do barao ontintiou sempre fl-
rescentee pn-gressiva. Mas uestes ltimos annos
a fecundidad!! da eliancell.r tem tomado por-
porges verdaderamente a.-sustadoras. Conta Joo
de Barros em una das su.s dcadas, que levan-
do ura dos priineiros povoailoros do archipelago da
Madcira um nasal de roellu s para a Deserta, vie-
ra a multiplicar de tal man'ira aquelles na appa-
rencia, inohV'iisvos proajerilures, i|ue da praga
de roelhos se turnara nliaaitavel a illia recente-
mente descoberta, cora o (,ue desgostosos os pri-
meiros colonisadores, penlerara o animo de fun-
daren) ali duradouro estab.-lecinirnto.
Os bares hao de fazer tambein inhabitayel e
inhspito este, outr'ora feroz e risonho torrao de
Portugal.
t A trra j nao chega pira dar o nome de ca-
da um dos seus retalhus a i ala personagem cmi-
co disfargado em titular pela musa carnavalesca do
poder.
t Amigamente um barao era senhor de urna tr-
ra e de vassallos. A barmia era um feudo, um
governo, urna pequea nonarchia. .Vom ion
chang tout cela.
a civhsago constitucional simplflcou a orga-
nisacao feudal, e corrigiu o. ei rus capitaes da eda-
de media I
Os bares antigos eran bares da trra. Os
de hoje sao bares de si ra sinos, bares tambein
de trra, porque a trra foi segundo o divino texto,
a materia primada humanl lade. Os de outras eras
foram bares de vassallos e deservos. Os de boje,
mais modestos, s ao mesmo tem o feudatario e
o feudo, o senhor e o vassal o.
t Leml>ra-se oSr. Jos Antonio de Patameira,
ou o Sr. Francisro Jos Patacho, ou algum oulro
cidadao. em cuja arvore ge lealogira apparece cn-
mo tronco mus illustre mu av que foi porta-ma-
chado no regiment de Lipp-3, ou alferes de orde-
nangas no lempo da guerra peninsular, leiiilna se
o b-im do hornera de ser bario. Do que ha de ser ?
De si mesmo o mais expedito. lca barao da
Patameira e toma posse di sua propria pessoa,
por um decreto que Ihe custa um bom mimar de
cruzados.
Os bares modernos. di;.em os reverentes ado-
radores da monarrliia velha, sao essenciaes aocx-
danli'
_ Demos entrada a tu lo e esquai telemos no bra-
5.0 da nova idalgna o jumento e o gado saino, a
pescadinha e o rarapu. E a Iba armara raberas de mouros, pintemos eesco-
amos tamben caberas de negros, como gloriosa
fi nova rerurdarao d qne militas das novas es-
trnes afeudam as suas raizes no trafico da escra-
vara.
Garla pasl.r.il do Evm. e Rcvni. Sr.
II Joo Anliiiiio d S Sanios, hispo
< o lirin 'lo da liHinanliua, saudau-
do fiMseu d ocosanos.
D. Joao Antonio dos Santos, ron merce de Deis
e da santa s apostlica, hispo confirmado da
Diamantina, do conskliio de S a Mauestade o
Imperador.
Aosjlies, clero e povo da diocese daraantinense
a graga e paz de nosso Divino Salvador Jess
Christo.
E" justo, carissimos irmaos e amados ilhos,_o
prazer jue tendes manifestado com a insltalo
deste novo bispado, entre vossas exultages e gra-
gas Divina Providencia que se dignou de prover-
vos de um pastor que no raeio de vos, conhecendo
vossas necessidades do mais perto, possa soccor-
rer-vos de prompto as vossas fallas espirituaes.
Esta medida ha muito lempo era reclamada, e vos
suspiraveis pela sua realsacao, como que devia
por termo s privares que' solfrieis, e como um
melhoramento que muito devia contribuir para o
augmento da religiao e cultura dos costuraa, prin-
cipalmente pelos sertoes, em que a falta de quem
administre o pao espiritual mais sensivel.
E' justo, pois, o vosso contentainento, c que vos
alegris vendo que Deus, fiel em rumprir as suas
promessas de era Pido o lempo enviar sua egre-
ja pastores, apostlos, evangelistas e doutores, em
ordem obra do ministerio evanglico, para a edi-
Ocacao do corpo de Corista, vos deu boje aro pas-
tor para dirigir-vos no caminho da salvagao : gra-
que seja um povo mmoral. (Apoiados.)
Sr. presidiente, a hora est adiantada e eu mes-
mo snto-mc um pouco fatigado ; e por sso vou
sentar-me.
f ego a cmara desculpa por ter oceupado a sua
attengao...
I'ma Voz : Fallou muito bem. (Apoiados.)
O Sn. Jlnqueira :... e rogo ao nobre deputa-
do que tambem me desculpe eslas ligeiras consi-
derages que procure! oppr aquellas que, em vo
de aguia, elle apresentou hontem a cmara.
(Muito bem ; muito bem. O orador cumpri-
roentado por muitos Srs. deputados.)
A discusso lira adiada pela hora.
QUE VIE PELO MUNDO.
Do Jornal do Commercio de Lisboa extrahimos o
segunte artigo, abi publicado sobre o tituloFo-
asnas.
Por onde havemos de principiar ?
t Ha lauto de que rir neste paiz, que nao sabe-
mos a que ridiculo consagrar a preferencia.
t E' o caso de dizer como o velho personagem
na comedia de Ari>tophanes: Upo geltos eis ge-
Ion apluzomai. Acabei de rir, e j se me depara
novo assumpto de hilaridade.
E mais era em Alhenas, onde a vida publi-
ca nao ministrava tantas scenas cmicas, como
era Portugal, vea humorstica dos .Democri-
tos. _
Era primeiro lugar nao bava em Alhenas mi-
nistros de crrelo atraz, ministros, que anles-de o
gas sejara dadas nosso Seuhor Jess Christo o mente ; elle, que e o lliesouro de toda
supremo pastor de nossas almas, por esta raerc sabedona, os interroga como d.scipul
que vos enche de alegra o aknU a espeanga de elle desta cadeira de discpulo, nos da
111 hiiik i- t|t- .i llllllldlllUdUt; >t; ilJUUHId ( ri^ou, ii.ti.i i:iiiu; uiiuii rui i"iii |fC| (,'imi'""" .....
una cruz, adorando naquelle que ah dico presunto de Lamego, que d'antes envolvan)
*r o Salvador do mundo mas Re modestamente em papel pardo.
,r, o saiv. oor do mundo mas o Ke- Em AlhenH So havja demcratas, qne depois
nsufficiente
dores fossem excepconaes e solitarias, essa cari-! Em Alhenas nao havia nercieiroa anafados.
dade poderia bastar, mas que, ao contrario, se 1ue de|>os de darem doze drachmas para espalmar
contara por milhares aquellos que nao lera pao u"'a 'r,n\ino "I repblica ou para arrnarera um
. ^ cataphracte contra os exercitos de Xerxes, pedis-
nem abrigo Chega a dizer esse escriplor que Sem a caria de conselho ou a commenda da Ora-
ba dous mil annos que a liumanidade se ajoelha ceigao, para embrulharem em pergaminho heral-
diant'e de
quiz inorrer
deraptor veiu, e a redempgo quando vira ? de pregaren nina egualdade, que enve'rgonharia
Mas por isso raesmo que nao podemos obler o SSlltSSSSS Sf SS noXT.
all vio geral de todos os males da sociedade, por- fronte, j aborrecida de se abrigar no felpudo bonet
que nao podemos ter esses estabelerimentos publi- i de algodao.
eos e inmensos, nao devemos acorogoar quanto El" Alhenas nao havia estadistas, que sonbas-
podermes esses oulros es.abe.ccimen.os que ex,, ^ IJVS5U|SK o mSn
lem actualmente, e havemos de emprestar Tras si-10 nome honrado mas plebeu na peguice euphonica
nislros a msttuiges que de nenhuma maneira por i de um condado do seu proprio ai*llido.
seus estatutos, seus hbitos, seu carcter nos dao! *. ** e Eschines, que foram os dous
- palavras, que
Eternos templos eu ergui soziuho
Eternos como a durago da ierra.
que vos enche de alegra o abata a espeanga
que urna nova era de felicidade desponta no hori-
sonte desta parle da egreja caiholca. Parece-vi s
ter chegado o termo de vossas anriedades, e que o
reino dos cus mais se apruximou de vos. Assim
seja.
Nao quizeramos boje perturbar e diminuir, por
pouco que seja, urna to santa e justa alegra ;
forgoso, porm, dizer-vos que era digna do melhor
pastor esta parle do rebanbo catliolico do que o
pastor que vos dado na nossa pessoa, que nein
por sua setnela era por suas virtudes digno de
presidir e reger a egreja, que Nosso Senhor Jess
Christo estabtdeceu, fuudou cora seu precioso e sa-
crosanto singue, santific >u cora o> dons d>) Espiri-
to Santo, e tem enriquecido com admiraveis exem-
plos de virtudes e santidade, egreja gloriosa sem
macula, sera defeito era toda a sua doutrina, que
nao transige cora o virio nem com o erro, e que
exige de todos os seus membro a sant dade de
seu fundador. A nossa nsufflriencia para esta lio
sublime e grandiosa misso lano raas sensivel
e lamentare!, quantos sao os einharagos e dilBcul-
dades com que se lula era insiituigo desta nalu-
reza, mrmeiite em um paiz coma esle em que os
meios humanos nos faltara.
Com conscienca de nossa propria inaptidao pa-
ra to alta dgnidade e difftcilirao encargo, nao nos
podia passar pela idea de que o governo imperial
se lembrasso de nos, apresentaiidonos para um
cargo formidavel aos mesmos anji s : um anjo com
toda sua sabedoria e intelligencia, cora toda pure-
za e santidade tremeria dianle dos deveres anne-
xos ao episcopado.
Foi, poia, extraordinaria nossa sorpresa, quan-
do !) de margo do anno paasado soou aos nos-
sos ouvdos a voz, que por decreto de li daquelle
mez eramos apresentados para admiuisirai e reger
a nova diocese da Diamantina.
Permilli, carissimos irmaos e amados lilhos, re-
gistrar aqu una coinciocncia, nao que queira
mos fazer applicago della vos, cujos seniimentos
religiosos conhecemos, e estamo< certos que, com
a divina graga, sempre nos conservareis a mesnia
dedicago e amor que por tantos modos lindes de-
monstrado.
No da em que recbenos aquella nolcia, aca-
bavaraos de celebrar a entrada triumphaute do Di-
vino Salvador em Jerusalem, acompanhado de gran-
de multidao de povo cantando lusanas ao fillio de
David, e que poucos dias depois pedia a sua cruci-
licae.i j. Assim sao as rousas deste mundo. Esta
coincidencia nao nos faz nenhu na iinpresso ; e,
pelo nosso espirito nao passou idea al^uraa com
deferencia vos Reata circumstaiicia.
De vos s esperamos cordial cuadjuvagao, qne
nos aligeire o peso qne pelo amor, que Deus nos
manda ler-vos, tomamos sobre nossos fracos hom-
bros, e porque contamos cora a fossa benevolen-
cia, de queja estamos de posse, e que nos da dire-
to de esperarnos a sua eoatinoacao.
Quando, carissimos irmaos e amados filhos, com
urgentes instancias pedes nosso assentimeoto,
que cedessemos aos votos de tolos, acceilando a
nomeaco que Sua Hagestade o Imperador linha
feilo escolliendo-nos para inslallar esse bispado,
cada vez mais nos confundamos, e de balde pro-
curavamos dissuadir-vos do erro ou engao, que
fazia divisar em nos qaaldades e noreelneolos
que em nossa conscienca nao descubranlo*. Sira :
s a um piedoso engao que devenios attribuir
a nossa nomeaco. Un falso prisma exagerou nos-
sos talentos e dotou-nos de ttulos honra do epis-
copado.
Deus queira que nossos acto; e proeedimento.
no rgimen do bispado, nao vos tragan a decepcao
e dcsniintam o conceto de que at boje gozamos
iliante do vos. Deus, que sabe liiar do mal o bem.
e serve-se dos erros dos bomeiis para os lins de
sua providencia, faga quenossa v,cacao seja certa,
e nos d |Kr sua misericordia aquellas qualidades
que devlamos ter ao entrar para o episcopado, os
dons de seue-pirito, alim ile que vos guiemos com
setnela e sabedoria no caminho da salvagao, rnsi-
nando-vos a pelejar as pelejas do Senhor, e que,
apezar de nossa nuUidade, lejanos nos myslenos
de sua |irovideiicia o insirtimenio de suas miseri-
cordias para eonvoseo, runfuudimlo sabedoria
da i'arne.
I'ma consideragao nos consola, carrssmos ir-
maos e amados Hitos, que nao livemos parte em
nossa nomeago nem por nossas aspirages nem
pela ostentaro e brllho que sein attrahir as vistas
dos homens ; vivamos na obscuridad mal cum-
prindo os deveres de ura sacerdote de Jess Christo
com a i-onsciencia de qoe esla era a (Msigo que
nos ronvinba. Nao sahemos por que, nem por
quanin nosso nome foi levado at ao tlirono iin|>e-
rial, donde desceu a nossa apr sentaro. Julgainos
que era um dever nosso declinar de iijssa pessoa
a honra do episcopado, e que cumpria desf.izer o
enganu i|ue nos elevara a to elevada divnidade,
apresentando-nos a Sua Magestade o Imperador.
Sua Magestade nao accedeu a nossos ardentes vo-
tos, pelo contrario ordenou-nos que quanio antes
Iralassemos de enviar a boma nossos papi is para
blennos do Sanio Padre a confirmar > da noniea-
Deas e salvador a no amor do prximo ?
_A prosperidad, o bem qne esperaos da astalla-
co de-ie liispad i, nSo depende so do hispo : grn-
demente depende de qaetodoa eoncorranoa pura a
reforma dos costuraes na gerago presente o .para
a cdur.agao nos principios rhris'tos, da gerago quo
tem de succeder. Sao estes dous pontos essencia-
lissimu- de nosso ministerio as bases e fundamen-
to da grande obra da misso do christianismo. ES-
tas duas questo-s de vida ou morte para a socieda-
de deven) prender nossas attenges, nossos cuida-
dos. O grande negocio, em coraparago do qual as
maiores e mais admiraveis emprezas'do seculo sao
linn piedos de criangas, a salvagao de nossas al-
ma-, depende do modo por que consideramos a
edurago religiosa daquelles por quera temos de
dar cuntas ao supremo juz. Deus nos far respon-
der por todos aquelles que se perderera por nossa
culpa, cada ura de us segundo a parle que tver-
mos na parda de nosso prximo e iimo.
A falla de meditarn das verdades do christia-
nismo a principal causa de todos os males, da
desinoralisaro, da cegueira em que vive a maior
parte dos tio'mens, do indifferentismo religioso e
esquecimento do lira para o qual Deus nos creou.
O estudo da le evanglica urna condigo de que
depende a nossa felicidade ne>ta e na outra vida :
ella nos ensina a sermos bons chrsios e bons ci-
dados. Queris ser felizes, pensac na le de Deus
seriamente. A Ierra est theia de desolacao e mi-
seria por que nao se pensa as verdades eternas.
Sim, carissimos irmaoseamados filhos, penetrae-
vos destas verdades e fazc da lei de Deus vossa
mais continua oceupagao, ajudae-nos desta sorte a
trabalhar as obras de Deus, que a salvagao de
vossas almas ; sera vossa cooperago nossos esfor-
gos nao conseguroa medida de nossos votos, nos-
so ministerio nao vos aproveitar, nao nos adanta-
remos no caminho que nos conduz felicidade. Es-
tudae a lei divina segundo oexemploque n~s d
nosso divino mestre. Jess Christo um piedoso
incitamento de nos nslruirmos na sua divina lei,
(piando elle, para nos dar o exemplo, escapando
aos temos cuidados de seus paes, vae se assentar no
templo entre os doutores da lei, ouvindo-os attenta-
scen-ia e
o submisso ;
urna subli-
me ligao, nos mostra o dever que leos de apren-
der a sua lei. Esta lei eterna invariavcl a regra
di todas nossas arges, o nosso cdigo moral, por
elle seremos julgados, devemos t-lo sempre no es-
pirito, medita-lo continuamente: violar seus pre-
reitos fazermo-nos mais culpados do que o infiel
qoe nao possue essa luz divina, e que anda as
trovas do peccado, na cegueira do espirito, no ca-
minho do erro, na depravaglo moral, na rorrupgo
dos coslumes. A observancia Bel das santas mxi-
mas que encerrara a lei do Divino Salvador re-
compensada cora nina felicidade que o hornera nao
pode comprehender. excedeudo tudo que podem
imaginar de grande: o mesmo Deus o premio dos
que cumprem a sua lei; mas tambem infelizes para
sempre sero aquelles que a desprezam, e se fazem
rus de sua violagao, a sua sorte ser to mala-
venturada romo feliz e dilosa a condigo dos que
neste mundo souberam dirigir-se pelo caminho da
vida da graga.
Um carcter desta divina le, e que devemos ter
para ronsolago nossa, que a lei de nosso Divino
Jess destinada a reunir todos os povos debaixo
de.ara jugo suave, lodo de amor: no amor de Deus
e do prximo, ou antes em um s preceilo a ca-
ridade se encerra leda a lei. Grandes e peque-
nos, ricos e pobres, soberanos e vassallos, lodos sem
distinego de rlasses eslosujeitos seus preceilos.
Ura s espirito nos deve dirigir, urna s fe nos de-
ve animar, urna mesma caridade nos aperfeigoar,
urna mesma esperanga proposta a lodos. Filhos
do raesmo pae que est no cu temos egual dreito
beranca que nos foi preparada pido Salvador e
Kedemplor em seu reino; lilhos de Dens, regene-
rados pelas aguas do baplismo, somos chamados
para a posse da bem( vento.ranga, se como aqnelle
uoj!o mu c un ica que era sua proenca to- plendor e luziraento do Himno. Sero. Mas se o
aos ludios, nao pode ser acoiinada desta sorte, e niassem altitude, os que por ahi passan Manilas ihrono gaoba, prrde certan ente a eaphonia. Ha
sem giavissiina injusliga nao pode a historia im- refractarios de Moliere e fugidigos desertores de mulos em Portugal, que, se nao fossem j de si o
parcial confundir sempre a compauhia de Jess e tlavariri I __ eptgramma na nobrrza, ser ara um sacrilegio con-
o nomecrune (Anoiados 1 I Us homens mais mais graves e mais serios nao ira oimdos delicados.
"... '. '. escapara ao demonio, que os anda tentando do-1 Urna das insiituiges que fallam Portugal
Se naquelta poca elles se esforgaram sempre baixo da forma especiosa de tuna roramenda, de sera duvida ura ruilt-gio herldico. A sua princi-
em prol da liberdade, se prestaran) grandes ser- urna caria deconselho,de un gra-cruz, de um ba- pal aliriburo deveria sor a de zelarcm a poesa
vicos a humandaile e ao estado nrejando echa- mnatc, ou de um coronel aristocrtico de conde ou nobiliaria, unpedindo a inr irreceo a carophonia
..,.. .. -,.,., de marquez. i dos litlos, que decoran) lai la Rente,
maudo os ludios a rmlisacao (apoiados), levantan- 0 velll0 TCfimca morreu> e nil0 pode r voltar. j Deveria exercer-se coi ira os ttulos, que por
do templos, ipie, como disse o poeta descreyendo os Spiitus memoraves fetos do jesuta : morrea vociferando e hlasphuinando, e de fe que que as ridades cultas se encamiuha evitar os
foi direitinhoparao inferno, onde O vieran rwwber j erros burlescos de orthogr; pitia as tablelas das
em deputago, cora o agasalho e hoinenagem devi- lajas e tasadas.
da sua preeminencia herarcliia, os aras mais af-1 t Com os progressos pub iros e cora asurressi-
feciuosos cultores. Veiu Luiz XI, veiu Machiavolli, va multiplicarn dos bares ha de vira adoptarse
Eternos, sira, porque, por cxemplo, na capital da Kichelieu, Frederico II, e Pedro o Grande. O anti- alinal o systema de os nume ar, como os soldados.
Dabia existen) templos soberbos feitos por aquelles go rgimen quiz vingar-se dos seos aljiozes. Deque O bario o. I, o barao n. 71S3 I Que objeegao se f o. Por um dever de conscienca reirasavainos aintJa cora mais frecuencia noadveui.....piaresma,
huracos une namiella nnra erim os annilo ria maneira? Cun urna nova sorte de peua de labo. pode levantar contra esta p alica ? | aceitar os encargos do episcopado, agora por ou-1 accoinniodau.lo-se a capacidade dos meninos e ig-
,i sciencia (aiioiado), e que se uverain grandes er- marquez ou duque, no exilio, se bem que desde lo- Iratassem rom aiiiicipago (lestes e de outros ra-; ria do Santisssiinu Padre o juizo de nossa conflr- i rudimentos da f e da lei divina. Este dever tan-
ros, porque a companhia de Jess quaudo chegou go se levantava una grave objecgo de chancella- vea problemas, que a culti.ra intensiva ilo baro niag.io ^ to niais urgente boje qnanio o ensino domeslico na
ra, porque o ininiigo ronnum nem lemapnetlido, suscita naturalmente em Portugal. O barioencer- As raides que pessnas ruprttateia nos fizeram | j,artL. religiosa lera raudo em eolpavel abandono,
nem, depois de desbordado da bemaveiitiiranra, ra em germen o futuro deste paiz. Ai de quera allender, a con^hleraco da que nao era esta a e beui longo esta de saiisfazcr OS deveres que a
tem eir era beira nein ramo de figneira: mas. desronlierer a misso
apezar destas serias dilliculdades. ao demonio, ipie confiada no enradeaini
a vaidade, nao Ihe valeu o ser aiguln e sublil, sociaes I
para nao se deixar car no lago, e jurou que havia Outro grave problema, que deveria obrigar dowspado, e por Ora a reqiosi:'. peivmpiona de ,|Ul. >(. prepare a moeidade por una boa educaco
de converter os demagogos e os ptebeus ao mais profunda ri-lb-xo, os ministros do reino, mais re- Sua Magestade o Imperador, decidiram-ims a re- s,.ui ijuc se dVm aos meninos, desde a mais tenia
desaforado plirenesi nobiliario, e (pie os havia de frartarios i medilaco. j nunciar as dueuras de urna vida privada, aceitan- edade hg.'s e exeuqdos de virtude, que a no-sa re-
Nio lia bardo sera a -mas. Entenda-se lera.' do o gravtaimo enraizo de governar almas, rasen- ligo seja ainada e resfjeitada, a egreja tenba mi-
Nao se falla de armas ib guerra. Os bares de do seguir o bem e fugir o mal. que a arte das ar- Distros que sirvara Utilmente, fllhO que ubedegam
hija nao BXigem aforra a magna carta ao re tes, como se exprc-si un Santo i'alie. a Indos os seus pri-Ceitus e deienuinaces ; e nein
Joo.
Os bares de boje nao vo i Palestina, posto
ue no-la mereceu soffreinos por amor de sua jus-
tira : cora Jess seremos glorificados se como elle
lizermos nesta vida lio passageira a vonl.ide de seu
eterno Pae : elle o caminho, a verdade, a vida ;
s por elle seremos felizes. Nao ha outra |rla por
onde possamos entrar na vida feliz, nao ha outro
nome no qual nos possenos salvar seno no nome
de Jess, ciimprindo a sus lei.
A ineditagao da le evanglica que reforma os
costumes, e o principio de urna solida e verdadei-
ra educagao; o germen das virtudes, essa pe-
quena sement, que langada em urna boa Ierra tor-
na-se urna frondosa arvore. A natureza humana,
corrupta do primeiro homem, e de si inclinada para
o nal, sera a educagao religiosa ella nao se indi-
reila, e cada vez mais se deprava e se vicia pelos
exemplos dados por homens sera religio c sem te-
mor de Deus. Os costuraos sao a etpressio das
doutrinas : verdadeiras ou falsas nfluem sobreo
rorago. A virtude ou o voo domina no coraran,
segundo os principios em que educada a moeida-
de desde os seus primeiros anuos.
Desde que o homem e a mulher se unem polo
laco conjugal que a egreja os adverte que os lilhos
3ue esperan ter como fructo de sua unio, elles os
uvera educar na verdadeira f e religiao de Nosso
Senhor Jess Christo. A mesma advertencia era
oceaso t-gualmcute solemne Ibes feila no bap-
lsmo de seus lilhos. Aqui Ihes ensina a f que
devem guardar, Ibes ensraa a renunciar a satans
e a lodas suas pompas c obras que abjurara era
sua regeneracao, e pronetten guardar a lei da so-
ciedade chnsia era que se alistara, e sftef confor-
me essa lei. Esta obi igago tanto mais urgente
e essencial, quanto um grande numero de mocos
pela sua fortuna e condigo na sociedade nio po-
den ter outra educagao, seno a religiosa, que ao
mesmo lempo social,"pois que a lei de Deus encer-
ra os principios do culto divino e os da sociedade.
Leinbrein-se os paes de suas promessas, e ronhe-
cero se nao da mxima importancia o dever em
que eslo para com seus lilhos, de os instruir na
fe a religiao de Nosso Senhor Jess Christo.
Indicando os deveres da edurago doinestira,
nao pretendemos de nenhuma sorte eximirnio-nos
de restricta obligarn que temos nos todos que so-
mos os ministros da religiao, os dispensadores de
seus mystcrios, de ensinar a todas as nages e fa-
zer praicar a doutruia que Jess Christo conflou
sua egreja, nica deportara de toda a verdade,
pois que a ella foi feila a solemne pronessa de que
o erro nao prevalecera contra ella, e lid no cuin-
priuiento dos deveres que Ihe foram inqiostos nao
cessa de recoromendar a seus ministros de prepa-
rar pelo ensino religioso os honii-ns para a fehrida-
de eterna, e a sua celestial misso principia desde
o bergo para nao arabar seno s bordas do tmu-
lo, onde pela uliina vez os abencoa desejamlo-lhes
a paz no Senhor.
Como sero os niysierios da roHgUO eri los e
adulado-, a sua moral contienda e observad .. -e
seus ministros nio a enditaren e pregaran? O
Evangelho se estabeleceu pela palavra, e por este
meto que se ha de conservar e p<-r|ietuar. Esta
piegicio tuca de ora modo particular a lodos
aquellos que lera cura de almas, e Ins ordenada
por innmeros caones desde os apostlicos at os
do ultimo concibo ecumeuco, e este sustento espi-
ritual da palavra devrm dar ao povo que 'bes est
confiado por si mesmos se nao tiverem algum im-
pedimento uu lenJo-o por oulros que sejam idneos,
ao climax da sua grandeza entondeu que devia
meiter-sc em poltica, tiveram tambem grandes
virtudes. Se eu condeinno esses excessos, uo pos-
so como historiador imparcial deixar taiubcm de
reconhecer as suas qualidades respeilaveis. (Ajioia-
dos.)
Neste sentido, pois, devo levantar um protesto esporear de sorte, qne os avechasse perpetuamente
contra a injuslica do honrado deputado. Devo di- a
zer que, se os jesutas tiveram erros deploraveis,
l ruturo desle paiz. Al de quem auenuer, a con-ioeracao oe que nmi era rsw c lien) louge esla de sansiazcr os neveros que a
lisso provideneial, que Ihe est primeira immeaeiodebipO|>ara a DiaraanUna qoe rrlgiio inpde aos paes e aos profes.-ores as es-
Jeamento harmnico dos destinos se nullilicava, que nina segunda renuncia ira' euias primarias.
suramamente dilllcultar e cmiiaracar a iusialiagi Nao pos-ivel, ainda outra vez diremos, sem
Toiiiou o seu liordu e poC-W a cainiuho, en-
cobrindo os |is de cabra e cavalgando no nariz
urna luneta esfumada, para qne nao Ihe vis.-em as
duas brasas vivas, qoe Ihe rotara perpetuamente as que muitos dVHea sao manigua Iroplaeaveis dos ja-
rbitas. deus, p.-la natural ninitaile em offlciaes do mes-
i Comecou por dirigirse Franga. Era na tem- mo omero.
|K> do terrnr. Foi ler com um teneuiesinho iniber- Os baroes de boje j alo sao ossignaladoa cu-
be, que srismava nu futuro, e que entrevia os es- mo os de Caraes por seus feitos galhardos e fa-
plendores indefinidos de una grandeza vaga, era- inosos.
quanto no inundo real nao acliava na algiheira Os bares de hoje nio entran en justas, mas
tradrgo popular nao esquere aquelle principe da eon que pagar o concert de uraa veste a ura re- ajustes. As suas armas sio inotf.-nslvas, mas DO-
nilavra semnre insuirada c elnunente em favor mendo de aldea. Tentou-o, e levando-o pela o cessarias.
paiavra, aenpn inspirada coto pente em tavor ^ f imln m caminho spero e tortuoso, E' neressario fabricar bes un escudo ben re-
da patria, da religiao e da liberdade. Sem ingrati- em rilj.is (.ncruzilhadas se liara, entre aur-olasso- levado de pegas herldicas, com que elles i.....em
lambem tiveram rauitas virtudes.
Quando na minha provincia se entra na inagcs-
losa cathedral, parece que ainda se ouvera os chos
das palavras do grande Viera, (apoiados): naquel-
le mbito sagrado como que ba alguma cousa ain-
da que traz memoria o eminento pregadorja
Assim, se eu preeisasse de autoridades em urna do notavel nao se pode langar o anatbema que o brenaturaes, os nomes dasPyramidesKivuli enMtsr algu eonvento v dlio e venerando,
queslo destas, eu havia de conduzir-me icio pa- honrado deputado lancou. ArcleMarengo. prado a lango para seu sotar.
Se nos temos oeeunado em ju-liiii-ar a nofsa
aceitagao, raris-imos irmaos ainados til'ios, por
ijui* dsejamos merecer vn.-a h ncvolenria. perdi
e desriilpa de nos-os erros e filias ; finalmente
para emponliar as nrages de todos os li. is cora-
manidos box nosso* enid utas, para que ibi alio dos
aus iios-o Divino Salvador me envi o sen i-spin-
lo di sabedoria O foca que nos as-ista e nos faga
ronheivr e seguir n i].....i agradi vel aus seu.s inhoa
e qoe nio nos desviemos i mais do- camnnoa da
cu i lade e da justiea.
Agora Caiissimns irmios e amados filhos que es-
tn cum|irindo vossos votos crdenles deseio-,que
rom- aieir de nos-a retuetaneia somo* o vo letra do Santissimo Padre Pm IX de 28
pastor por
de seteut-
o e-!ado sen o inesnio raeo po.ira jamis ler ci-
dados que preenciiam os oflirios surtas. Sen
que se n forme a educagao da nnn id.ulr nn pus-
sve reformar u gi-neio humano. Naipudia re-
pousam os iiislines da Sociedade que b in de ser
feliz oo ile-gr.igada conforme a dirergo boa ou
ma que uouver dado por meio da educagao as fa-
cuida.l'-s de 'OS futuros uieiubros. Veidadrs sao
estas que nao bao materia de prova e nem de des-
envolvimeiilo ; eslo ao alcance de todos e lem por
si u voto e sanego de lodos os lempos de todos
os povoS.
(Continvar-se-li aj
I' KKNAMIlir.tl i VI' iE H. f. F. lli.iio


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