Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10324


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Full Text

*
)
i
5
i-
AKP XL HOMERO 68.
Por tres neze?. adiauhtdos 5$O00
Por tres neze* vencidos 6$UUU
Porle ao eorreie or tres uiezes. 750
DIARIO
QUARTA FEIRA 23 DE MARCO DE 1864.
Por anno ad Porte ao correio por na anno 3$000
*<.-!
RNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Paxahyba, o Sr. Antonio Alexandrroo de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araraty,
Sr. A. de Lemos Draga Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.: A-
maii as, o Sr. Jerouymo da Costa.
ENCaRREGADOS DA SUBSCRPCAO NO BUL,
Alagas, o Sr. Claudirio Falcao Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reirs. Martins (V Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazera, Flores, Villa Bella, Tacara tu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' nis quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrea-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao V di*.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAHCO.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a i h., 39 m. e 20 s. da m.
13 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 horas e 42 minutos'da tarde.
Segunda as i horas e 6 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES C
Para o sul at AlagSas a 5 e 28;
a Granja 7 e 22 de cada mez; pai
dias 14 dos mezes dejan, mare.. ma
PARTIDA DOS OMNI I
Para o Recife : do Apipucns as ti
8 /i la m.; de Olinda s 8 da m. <
Jaboatao as 6 ", da m.; do Caan}
da m.; de Bemtica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3'
5, 5 /. 5 */2 e 6 da tarde; para
manha e 4 '/2 da tarde; para Jaboa
de; para Cachang e Vanea s 4 '/i
Bemfiea s 4 da tarde.
)STEIROS.
para o norte at
a Fernando nos
o, jal, set. enov.
US.
'A, 7, 7 /,, 8 e
6 da tarde; de
e Varzea s 7
'i,4,4'/,,4'A.
Olinda s 7 da
ao s 4 da tar-
da tarde; para
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaeao: tercas e sabbados s 10 hora*.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do coramercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
di a.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DtAS DA SEMANA.
21. Segunda. S. Bentoab.;S. Birilii b.
22. Terra. Ss. Basllitta e Calecina me.
23. Quarta de trevas. S. Victorino m.
24. Quinia-feira maior.
25. Sexta da paixao. S. Inneo b. m.
26. Saldado d'alleloia. S. Ludgoro ab.
[27. Domingo. Pascboa da resurreico.
ASSIGNA-SE
'no Recife, em a livraria de praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa' *
Faria 4 Fitho.
PARTE QFFKM.
(iOVElM) DA PROVINCIA.
Continitaro do pipedicBlt do dia 17 de marro
de 1861.
Ofllcio a cmara municipal do Rondo.Repre-
sentandn-me a junta revtsora de qualilicaco da
fregante do Bonito em offlcio de 10 do cerrente,
nao ler a cmara municipal da villa do Ronito,
ioncenlo o livro da matricula geral dos volantes
daquella freguezia, e sim outro que se aehava
quasi todo escripto com a conlinuaeo de urn re-
curso da qualilicaco anterior, nao podendo por is-
so a referida junta proceder por elle a reviso de
conformidad com as disnosicSes da lei; recom-
menri o a niesma cmara que remeta com toda a
urgencia a predita junta o livro de que ella neces-
ella o qual j foi requsitado pelo 1 juiz de paz
como se v da certido que acompanhu o citado
offlcio.Reinelleu-se por copia a junta revisora.
19
Ofllcio ao brigadeiro commandante das armas.
Sirva-se V. Exc. de mandar por em liberdade.dan-
do-lhr haixa se j estiver rom praca. ao remita
Francisco Ferreira da Silva, que provou isenco
do recrutamento.
Dito ao mesmo.Expeca V. Exc. suas ordena
alim re que continu a disposico do juiz munici-
pal da 2a vara at que se ultimem as deligencias
necesarias a prxima sessodo tribunal do jury
disia capital, a praca montada que paja iguacs
dehgi ncias da sessao ltimamente linda foi apre-
sentada aquelle juiz.(Vmmunicou-so ao predito
juiz.
Dito ao Dr. chefe de polica. Respondo ao
offlcio de v\ S. de 14 docorrente. dizendo-lhe que,
nao t ivendo quem tornera as respectivas diarias
aos presos pobres da cadoia do (tiuque, incumba-
se di^so o delegado desse termo, remetiendo as con-
tas para serem pagas.Coramunicou-se a thesou-
raria provincial.
Dit ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Transmiti V. S. para o Om conveniente o inclu-
so aviso d letras n importancia de I:0185i5,
sapeadas pela Ihesouraria de rendas da provincia
do Rii -Grande do Norte sobre essa e a favor dos
negociantes Jos Joaquim Barbosa da Silva, Vian-
na & Guimares e Joaquim Jos Gomes de Souza.
Pariecipou-se ao Exm. presidente daquella pro-
ninria
Dito ao mesmo.Com copia do ofllcio do briga-
.deiro commandante das armas de 17 do corren te,
transmiti V. S. para os convenientes exames
as contas documentarlas da recita e despeza da
enfermara militar do presidio de Fernando nos
mezes de outubro e novembro do anuo prximo
passailo.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S. os papis sobre
que versa a sua informacao de 16 do corrente son
n. 141 afim de que, de conformidade com ella
mande pagar ao pharmaeeutico Manoel Joaquim
das Tievas Marinho a quantia le 90JOOO que se
julga rom direitc pelo tratamento de 3pracas do 7
hatalhio de infamara Manoel Vicira de Oliveira,
Manoel Fernando da Costa e Joo Rodrigues Luiz
do Reg, que, pertencendo ao destacamento do
termo de Santo Antao, foram accommetlidos da va-
rila, devendo V. S., como indica em sua citada
informacao com referencia a da contadoria dessa
thesoe raria mandar proceder a descont nos ven-
cimentas de taes pracas para indemnisacao da
qtiantii qne indevidamente rereberam durante o
tempo de sua molestia.Fizeram-se as neeessaras
comiirinicacoes.
Dito ao mesmo Tendo nesta data approvado a
deliberacao que tomou o rapilao Antonio Luiz
Duarte Nunes, como me pariecipou em offlcio de
lioniein, de alugar urna casa por Iti-SOOO mensaes
para ijuartel das pracas de 1* Imha com que se
acha lestaeado no termo de Agua Preta; assim o
commiinico V. S. para scu conliecimenle.
Dito ao mesmo. -Transmiti V. S. as duas in-
clusas comas em duplcala, afun de que, nao ha-
vendo inconveniente mande pagar a* empmario
da illuninaco desta capital a quantia de 10W760,
proveniente do gaz consumido durante o mez de
fevere.ro ultimo com a illuminaco da casa da ins-
peccat do arsenal de marinha, como se v das
mencionadas contas que me foram remettidas pelo
inspector daquelle arsenal com offlcio de hontem
sob n. 652.Communicou-se ao predito inspector.
Dito ao mesmo.Remeti V. S. para os lins
convenientes, o incluso mappa em duplcala do mo-
vimen o liavido com osempreeados as enferma-
ras do hospital militar na primeira quiuena do
mez corrente.
Dilo ao mesmo.Se nao houver inconveniente,
mande V. S. pagar Henrique Jos Vicira da Silva,
como |iede no incluso reqnerimento documentado,
a quantia do 536&I60, proveniente de fretes c pas-
sagens dadas por conla do gowrno, no hiale na-
cional Srryipano, desla capital para o presidio de
Fernando, e d'ali para aipii.
Dito ao mesmo.Restilno V. S. coberto com o
offirio ilo brigadeiro commandante das armas, de
29 de evereiro ultimo, sob n. 991, o reqnerimento
sobre rjue versa a informacao dessa ins|>ec[oria, n.
140, de 15 do eorrente, aflu do que, de conform-
dade rom ella, mande pagar ao ajudanle do portei-
ro do hospital militar, Manoel Pereira ('-amello Pes-
soa, a importancia que tiver sido descontada de
seus vencimenios, relativa aos dias em que |*r
doente, segundo allega, deixofl de exercer o seu
empreo nos mezes de ouiubio e dexembro do au-
no prximo passado e Janeiro ultimo, considerando
assim abonadas as faltas que deu osupplicante du-
rante aquelles mezes.
Diio m inspector da tnesourariaprovinci.il.Em
vista d i incluso pret, que me foi remetilo pelo
chele du polica, com offlcio de 18 do corrente, sob
n. 330, c nao havendo inconveniente, mande V. S.
pagar Manoel Ribeiro de Carvalho a quantia de
383400, proveniente das diarias abonadas aos pre-
sos da eada do termo de KUres, que foram re-
nieilides para esta capital.Communnicou-se ao
referido chele de polica.
Dito ao mesmo.Para ser satisfeita a exigencia
da asamblea legislativa provincial, constante do
offlcio do respectivo i* secretario, datado de 17 do
crreme, haja V. S. de envir-me com urgencia
om quadro da exporlacSo do assucar pelas suas
diverstis qualidadVs e com os preen medios do
mercado, desde que foi estabelecido o imposto de
*)0 rs. :>or arroba.
Dilo ao mesmo.Pode V. S.. de conformidade
com a sua informacao de hontem, sob n. 101, c
meoiarte lianca idnea, mande entregar irinan-
dade do Santissimo Sacramento da fregue/ia de S.
Jos do Rio-Formoso, romo pede no requerlmento
que de"olvo, a quantia de 1:5003000, votado pelo
S5 5 e 8 do art. 12 da lei do ornamento vigente,
sendo i :000 para os reparos da igreja matriz da-
quella reguesa e 5004 para conrluso das obras
lo l"es eclivo cemtlcrio.
Dilo ao mesmo.Annuindo ao que solicitan o
ehefc i'e |iolicia em oftieio de 17 docorrente, sob n.
.114. recommendo V. S. que, au havendo incon-
veniente, mande pagar Jos Antonio Ferreira Vi-
ribas o aliiRuel, na razan de 114 mensaes, da casa
que sei vio de'quartel ao destacamento da Capunga,
a conl; r do Io de novembro do anno prximo |ias-
sado a' i 18 de fevereiro ultimo, dia em que fura n
entregue* aachaves da predita casa. -Couimuni-
cou-se io Dr. abofe de poUria.
Dito io commandante superior da guarda nacio-
nal do Recife.Expega V. S. as suas ordena para
que um dos corpos da guarda nacional desla cida-
de, nao s preste guardas de honra para assisdr
ais actos da semana santa na igreja do Corpo-San-
lo nos dias 20, 24, 25,26 e 27, mas tambem acom-
p.inhe as procisses do Senhor Morlo e da Ressur-
reigao, que teem de sahir da mesma igreja.
Dito ao Dr. juiz de direilo de Cabrob.Pelo
seu offlcio de 16 de fevereiro prximo lindo, fiquei
inteirado de ter Vine, nomeado oridadfio Rellarmi-
o Sr. coronel recruta- rigndo-se a- todos aquelle?, que deffendiara a
cleicao de Guianna.
Graciano. Informe
dor.
Hypolito QCassiano de Vasconcellos Albuquer
que Maranbao. Fica expedida a conveniente or-
dem para ser remedido o bunpiio de qu >e-
trata.
Alferes Joiio Claudino de Inojoca Varejo"In
O Su. Sabho Olbcamo:E* isso justamente o
que eu quero dizer. Nao tragamos mas semelhante
. a ,, TEIXEinA : Bt agora me im- discussao para aqu que de nada mais serve; vamos
' H is que nao commetti. tratar dos inieresses' pblicos, do bem cnmmiim, do
beui da provincia, ( apoiados ) e nao nos importe
va
thesouraria de fazenda.
Dito ao director geral interino da instrucQao pu-
blica. Para satisf.izer a deliberacao da assembla
legislativa provincial, preste Vmc. com urgencia
um mappa de todos os discpulos, quer internos
no Ferreira Padilna, para exercer interinamente o forme o Sr. commandante superior da guarda na-
c;.rgo de promotor publico dessa comarca, durante cional dos municipios de Santo Antao e Ba-
t impedimento do efleclivo, bacharel Antonio Lopes cada.
da Silva Barros.Communicou-se ao inspector da Manoel Firmno de Oliveira Regi?.Drja-se ao
Sr. thesoureiro das loteras.
Joanna Mara do Rosario,Nao tem lugar.
Joo Fernandes Jacques. Informe o Sr. com-
mandante da canboneira lajahy.
Jernimo Theotonio da Silva Loureiro.Indo-
quer externos do Gymnaso Pernambucano, duran- firido.
te o anno passado e" o corrente, com declaraco do, Tenente Joaquim Jorge de Mello. Remettido
aproveitamento em relaeao a cada urna' das : ao Sr. inspector do arsenal do marinha para mam-
au las. dar admittiro filho do supplicante s estiver as
Dito ao mesmo.Alim de ser satisfeita a exigen- condicSes da lei.
ca da assembla legislativa provincial, constante Major Jos Francisco da Silva. Passc portara
de offlcio do respectivo 1 secretario datado de 17 concedendo, mas com sold simples, a licenca
do corrente, envie-me Vmc. com urgencia : Io um que pede o supplicante.
m ippa dos doenles que em cada anno teem sido tra- Tenenle coronel Manoel Jacome Bezerra de Car-
lados no Gymnaso Provincial pelo respectivo fa- valbo.Informe o Sr. inspector da thesouraria de
cultativo, com indicagiio das molestias, sua dura- fazenda.
cao c terminaejio, nao se omiuindo o numero de! Manoel Servino Marques. Informe o Sr. Dr.
visitas que fez o respectivo facultativo a cada um chefe de polica.
dos doeules ou pelo menos aquelle. estabeleci- Manoel Nunes Correa.A vaga existente na
ment ; 2, um mappa dos discpulos que em cada thesouraria provincial, tem de ser preenchida
anno desdo a creaco do mesmo Gymnaso tem ti- por concurso a que o supplicante poder apre-
do as suas aulas de allemo e grego com declara- senlar-se.
gao do aproveilamento dos mesmos discpulos. Malaquias, Africano lvre.-Informe de novo o
Dito cmara municipal desla cidade.Informe Sr. inspector do arsenal de marinha.
a cmara municipal desta cidade com urgencia, Manoel dos Anjos Torres. Indeferido em vista
quanto se tem gasto na obra do matadouro publi- da fnformagao.
co, em que estado se acha essa obra, com todas as Servino de Barros Araujo. A vista das infor-
dirnenses da casa, e o que falta ainda para sua maces competentemente ministradas, nao tem
eonetasao. lugar o que requer o supplicante.
pito cmara municipal de Santo Antao.Para _________________^__^____
salisfazer a deliberacao da assembla legislativa
prpvincfal informe cmara municipal da cidade'
da Victoria sobre o que pede no incluso requer- [
ment Franrisco Correa de Amorm.
Dilo ao engenbero liscal da estrada de ferro. i
Para cumprimento do disposto no aviso da reparti-
cao da agricultura, commeicio e obras publicas da-
lado de S do cerrente, por copia incluso organise SES:>A0 ORDINARIA EM 12 DE MARCO DE 1864.
Vine, um oreamento da despoja a fazer-se com os puesioencia o sn. conseliieiro trigo de
novos guarda-gadi que segundo representou ca- loureiro.
mar municipal do Recife, convm construir no ( Conclusao.)
ponto em que a va forrea atravessa a estrada que ." *"- Araujo Barros : (Pela ordem) Sr. pre-
vai ler ao matadouro da Cabanga. sidente, desejo ramio pouco licar devendo finezas
Dito ao mesmo.Informe Vmc. com brevidade ao nobre deputado pelo primeiro districlo. que
acerca do incluso requerimenlo, que me ser de- em u,na d;,s sessoes passadas levantou-.se para
volvido. |fazeruma pequea reclamacao sobre um aparte
O Su. Arabio Barbos : Nao esiou imputando
faltas ao nobre deputado ; estou oxercendo um
direto, qne me nao pode ser eonti stado estou
tirando a limpo aquillo sobre ijue n;.o desejo que
appareca ditvjda alguma.
O Su. Ci:siia TKixRinA : Esta no seu direto.
O Su. Araujo Barros : Parece t -me, repilo,
que o nobre deputado fallava cmgeal; mas do
seu discurso, infere-se que o nobre deputado fa-
zia sobre esse ponto aggressao pes ;oal a mim,
parecemlo que o seu desejo intimo era declarar
que eu fallava em favor da eleieao de Goianna
j tendo consciencia, de que essa eleicio era nulla.
Creie que esse modo de fallar nao est nos es-
tylos da rasa.
O Sr. Sabho : Esse erro na qu jstao verten-
le passou de um outro lado.
O Su. An u'j.i Barros : Eu niio ouvi o nobre
deputado pronunciar-se por esse moco ;
que assim se tivesse enunc;
nos agora com poltica, (apoiados ) nao nos imnor- as disrus'soes desta casa a
tamos com essa poJ.lcj mesquinha ,(ue nos tem di- cermo-nos, mas assevero
Mdidu e dilacerado, ( apenados ) tratemos do bem as minhas iniencoes c uu
lHlhU'il i fiirinnnn tiwormnc fnifrx rnrt Pensando assim, Sr. presidente, eu lnba direilo
que nobre deputado pensasse do mesmo modo
meu respeito, fosse mas generoso para comigo :
posso estar em erro, pedindo este ou aquelle escla-
recimento, querendo esta ou aquella tarmaldade
afim, de mellior esclare-
V. Exc. que sao puras
blco,equandoo.ivermos feito, res.ar-nos-ha a eaVr^^o^^lo?U 'SJSi!mSt
intima sat.stacao de havermos cumprido os nossos qut;r juiZ() em contrario e urna aJwi revoliante
^nfo^e en ndrmo "** SSl'TS** ,an, <VW*
Eu p^^lanm aos nobres *- ~ ^f!" <">s requerinieotas por des presentados
corram
acerca
iitputauos que nesta rasa, convencido de que o fazem de um mo-
EJ2SF ",1(^,|aan,0 T' SS^ d0 ,odo <-onvenie..te,equeso teemem mira o maior
da tal ele.cao de Goianna. A eleieao de esclarecimento da quesUio, o bem publieo, c era
| j < puspo boje o facto consummado, e nos assim que o nobre deputado devia pensar meu
Goianna
devenios respailar o que a assembla approvou.
Corramos, pois, um ve sobre isso, cada qual de
nos trate de respeiiar-se, de resneitar esta casa, de
respeitar o publico que nos ouve e a provincia que
deputado devia pens
respeito.
Sr. presidente, todas as vezes que um membro
desta assembla offerece um projecto sua consi-
S ^X KSte -"W d bCm "ub,C0 "* 6 ^tM&Al^^t
joSTc nn;bre"depuTdo 7SS muito bem, muito bem. ) ^V^^S^^S^0^-0^
"r mfC ha,r"SH mf"1 '.a0 direc, T,inha. Pessoa' S"-Al,N0 PoNSE" : ~ Sr P*^ J;i I" mas 1abHiurmo-nos paraSaYiK oZ o voto fe
ter-lheh.a dado .mmed.atamente devida r vao apparecendo aqu reclamacoes, n.io pono approvac^^re^vaS^TsodouK?|0go
eleicoesdoscollegios de Nazare.h; Limoeiro; O- tenha>ddo' apa nhaV;" madejo consignada ^'f^^tf^ff ^^^?
linda, elguarassu, as quaes entretanto foramar- guns de menos importancia, e isto me leva a crer jecto fosse mais urofu i.nentee' dado nara nue
guidas de nullidade pelo nobre deputa do. le meus apartes tem sido supprimdos. V^tZSS^SXo'^> t-
PERWAMBCO
ASSEMBLA PR0VI\CIU
Entretanto os factos, que aqu se deam, nao an-
torisam este juizo
se apparecessem factos contra essa eleifo, eu vo- i Estranhei, portanto, que o nobre deputado i-
que
quer-se tirar lam-
Dto ao engenheiro fiscal da illuminaco gaz. seu ,em u,n discurso que profer nesta casa,
=-Em vista de sua informacao de 17 do corrente ^P3"6 ue elle entendeu nao se arhar fielmente
dada com referencia ao requerimenlo de Hyppolite Iranscnpla no_ mesmo discurso. No dia segunlea
Cutiano de Vasconcellos Albuquerque Maranho, esa reclamayao para aqu trouxe a parte do dis-
autoriso Vmc. a mandar rmovar o lampeo de que curso e.m t**e eslava 'aneado esse aparte ; acha-
traia a citada informacao. visto estar causando rui- va".!9 elle ul 1ual con, vera publicado no jornal;
as no cunhal da casa em que se acha elle eolio-: 1>a 'luuro Cm lss0 dlcr que o nobre deputado
caita. i ,IVtSie dito o que se aehava no aparte ; estou pelo
Dita ao thesoureiro das loteras.- Aitendendo ao' contrario convencido que elle enunciou-se no
que requereu Jos Firmo de Oliveira Reg, procu-1 seatil10 Ja reclamacao, que fez, e que so por en-
rador-geral de Nossa Senhora da Eseada na igreja Ba. 'uilo natural as discussoes desta casa,
da Conceicao dos Militares, autoriso Vmc. a man- aPPa/'eeu o aparte como foi publicado,
dar entregar-llie sob banca do tenentc-coronel Se-! >ao ," porem, sobre o discurso de enUo que
buto Lopes Guimares o beneficio da lotera que I venh. fazf noJt .a reclamacao, para a qual faco
foi extrahida no dia 16 do corrente om favor das uso aa Pa'avra ; isso ja passou, e nao tena hoje a
obras da capella em que tem de ser collocada "enor 'nportancia; pelo que feita esta declara-
aquella imagem e do qual o mencionado procura- 5aot ou reparo, passare a oceupar-me com a ma-
dor prestar oportunamente contas na Ihesoura- ler,,a> '|ue tenho em visU.
ria provincial.-Commuuicou-se ao inspector da *>r. presidenta, no discurso com que o nobre
thesouraria provincial. depurado incetou a ardentc discusso de Goianna,
luto ao subdelegado da colonia militar de Pmen- "parece que ha urna ou outra cousa que nao
teiras.-De conformidade com o disposto no aviso esta narrada, com todas as occorrencias que se
da reparlicao da agricultura, commercio e obras deram na casa. Tambem nao digo que esse facto
publicas d9 dejaneiro ultimo, declaro Vmc. possaser attnbuido a vontade do nobre deputado;
que o indio Manoel Valentim dos Santos deve per- Pdo contrario devo estar persuadido que esau
sist r no nacho do Mallo onde lem inorada e plan- [allas M deram, ou por que aquella discusso foi
laofiea toado ah garantido, em seus direitos at "*ole animada o interrompida, sendo por isso
ulterior deliberacao. tittn "a'ural que o tacbigraplio, apesar de toda a
Portara. 0 Sr. gerente da companha Pernam- s."a habilidade, nao podesse apanhar fielmente o
bucana, mande dar transporte at o Aracalv no discurso do nobre deputado, ou por qualquer
vapor que seguir para o norte em lugar de r des- outro incidente que pode apparecer em occasioes
tinado a passageiro de estado Antonio Jos Bar- semelhanles.
bota Bahano. A Parie do discurso do nobre deputado que me
Dila.-O.vice-prcsidente da provincia conforman- mereceu reparo foi a seguinte: dando conta das
do-e com o que expoz o Dr. chefe de polica em Puol'cacoes felas as folhas dianas desla capital
offlcio desta data, sob n..., resolve declarar que o C,n relaeao a votacao do collegio de Goianna,
curso.
O Sr. Araujo Barros :Li-o com jrande atten
cao ; hei de lr ludo quanto disser o nobre depu-
tado, que directa ou indirectamente possa referir-
se a mm, porque nao quero dever Ihe fineza al-
guma ; e quando asdevo, quero retrhui-la incon-
tinente do modo, que me parecer aceitado.
0 Sr. r.i nha Teixf.ira :Faz muilo bem ; nu-
tro os mesmos desejos.
O Su. AitAi io Barros :E' por eu saber quo o
nobre deputado nutre esses desejos. que propor-
cionei-lhe essa occasiao de os manifes ar.
Do discurso do nobre deputado pare re que todas
bfn <^"VnCJa d paiZ- ,- \, Sr" ?,??* 'T P,ava d,5posl na0 ia e na'J omento isso
O M. Cu.vha Teixeira :-Leiao Cn do meu dis- faz.r reclamacoes ; mas, desde que appareeeui re-; bem o que ella sempre possuio, sm a menor con-
'A8?; ...... r,...... ,=_________.. clamares devoproce^dLT do mesmo modo. testa-Jo : ha em ludo isso urna revoltaute in-
UKUC.M uu uia. justifa, qual hei de me oppor com todas as for-
Pnmeira discusso do projecto n. U dcste anno, ^as de que sou capaz
que annexa comarca de Nazarelli todo o ternto-1 A asssembla do anno de 18C2, entendeu de
rio da freguezia de Nossa Senhora do Rocano de restaurar a freguezia de Cruangv, cesta restaura-
Lruangy. Cao trouxe para Goianna o grande iiovoado de S.
Vai a mesa e apoia-se o segmnte requerimenlo : ; Vicente, e por consequencia um crescido numero
l.equeiro que o projecto n. II va a commissao de engenhos. Feto isto, eu nao posso crer que o
de estatistica e divisao civil e erclesiastica, para ; motivo queactuou no espirito daquella assembla
sobre elle dar o seu parecer, visto ser de muita fosse mesquinho, menos conveniente, (nao apoia-
transcendencia o sea objecto c ferir a direitos ja dos) porque estou convencido que as assemblas
adqueridns.Goncalves da Silva.
O Sn. Anoiude Lima :Sr. presidente.
como
as vozerias, e incidentes mais ou menos desagra- autor do projecto que se discute, e tratando-sc da
daveis daquella discusso, partiram d > lado direi- | conveniencia desse projecto, eu me julgo na obri-
to : Isto, porm, nao foi oque se deu ; as palavras gacao de dizer algumas palavras.
do nobre deputado, qualilicando com demasiado '
ardor a eleieao de Goianna de fraude inaudita, es-
cndalo sem nome, patota vergonno :a, e outras
expressoes equivalentes, que suscitiram as re-
clamacoes que appareceu no discuno do nobre
deputado. (Apoiados).
nuando assignei o projecto em discussa, Sr.
presidente, nao foi por mera vadade, nao foi para
engrandecer o territorio da muilia comarca; foi,
atiendendo ao reclamo geral de una populaco,
que foi injustamente separada da comarca de Na-
zareth para ser annexada a de Goianna. Apoia-
l'iipie portanto bem patente que o que houve dos.)
naquella discusso foi justamente o que arabo de l Mas, Sr. presidente, com profundo pesar que
referir (apoiados), e como ao lr o discurso do no
bre deputado um observador aliento pode dizer
que toda a vozeria e confusao que hoi vo naquella
occaso parti do lado dreito, eu, qu i pertenco
esse lado, levanto-me para fazer constar que tal
cousa se nao deu. (Apoiados.)
(Ha um aliarte.)
OSr. Araujo Barros E' porque es nobros de-
putados dizem que o lado direilo representa a
maioria ; e como a maioria reprsenla a provin-
cia, bom que se saiba de que lad) parlem as
provocacoes nesta casa.
Um Su. Deputado : E ha maioria e minora '
0 Sn. Araujo Barros : Estou us.wdo da lin-
guagein do nobre deputado que diz constantemente
5* e t" supplentes do delegado nomeados para o
diz o nobre deputado (le)
termo de Flores, sao Manoel Pereira dos "Res o Progrmtsla, folha que mas adantada an-
Joai|uim Antonio Leile e nao Miguel Pereira dos dava na pubbcac.ao dos resultados da lucia eleito-
Reis e Joaquim Augusto Leile e oue o 5 supplen- ral- a publicarlo da eleieao de Goianna por
casa que o
que ha maioria nesta casa
fazer isto e aquillo etc.
vejo quando se pe esse projecto em discusso,
apparecer da parte de um de meus nobres colle-
gas de circulo um requerimenlo de adiamento, re-
querimenlo em que se falla em direitos adquiri-
dos 1 Eu quera que o nobre deputado me respon-
desse quaes sao esses direitos adquiridos.
Sr. presidente, alguma fez foram direitos adqui-
ridos una extorcao, nina violencia, como a que
solfreu a comarca de Nazareth f
O Sr. Nabor : Nao apoia.l >.
Ealao hoje tambem se pode dizer que urna
extorcao.
O Su. Anohade Lima .-Quaes sao esses direitos
adquiridos f
Sr. presidente, n'uma poca bastante lamenta-
i vel para a nossa provincia, esta assembla consli-
que ea m nona na ue, ,ujda em ins,rument da Vont;U|e de um potentado,
transactas, sempre que legslaram, o fizeram com
acert, (nao apoiados, reclamacoes) tiveram moti-
vos muito plausiveis (nao apoiados.)
(Trocam-se apartes.)
O Sn. Goncalves da Silva : Pelo menos a
presumpcao que se deve ter, a presumpeao legal.
Deve-se suppor, que urna assembla obrando, o
faca sempre com a melhonntencao, tendo por flm
nicamente oliem publico. Podera errar, pode-se
depois considerar assim, entrando-sc cm um exa-
me aecurado e rigoroso; porm, desde que um de-
putado apresenta um projecto, desde que a assem-
bla o approva, e tido como le, a presumpcao deve
ser em favor dos deputadosque o confeccionaram :
pelo menos essa a presumpcao legtima at que
se prove o contrario.
Por isso, Sr. presidente, estou convencido que a
assembla do anno de 1862 legislando respeito
da restauraeao da freguezia de Cruangv, leve em
vista o bem-estar da populaco daquella ocaldade,
quiz o bem publico.
Um Sr. Deputado: E' consciencia do nobre
deputado.
O Sr. Goncalves da Silva :-E' segundo a mi-
nha consciencia que estou fallando, e nao me
dado ir de encontr ella, c julgar de outro mo-
j do; assim como, se esta assembla revogar essa
. lei, ccllorando as ceusas no seu antigo estado, eu
devo suppor que o faz com muito boas razoes, com
muito bons fundamentos.
piim Augusto Leite e que o 5o suppl...
le do subdelegado do districlo da colonia do mes- e.isa forma, e posso asseverar
a li-
mo termo Jos Goncalves da Silva Jnior, e nao ; Ihographo, pelo qual se compoz esse resultado,
lu Goncalves de Soasa Jnior, como se escreveu era e lelIra uo nobre candidato, o Sr. 2" secre-
em portaras de 9 do correnta, e manda que nesle : ,an.u* _
sentido se passe novos ttulos.Cammunicou-se i UM-t-OWHA Tkixeuia : Km que columna ?
ao Dr. chefe de polica | u *R- Araujo Barros : Na terceira columna
Dita.-O vice-p.osutanle da provincia conforman-' lSPU discurso e na quarta do jornal,
do-sc com a proposta do Dr. chefe de polica n.! Uua,ido o nobre depurado se enunciou sobre
287, de !l do corrent-, resolve demitlr Manoel essa materia nao afflrniou positivamente que o
Pereira da Silva Jnior, do cargo de 5 su .pente jumographo fosse meu; se o afflrmasse, tanto me-
do delegad da termo de Villa-Bella, por assim con-'' lh?r (ura Para mim, por que eu tenho summo de-
vir ao servico publico, e para o substituir nomea seJ '"lue JH patenta na rasa, que o nobre de-
Jus de Souza Magalhaes. Communicou-se ao Pu,ado andava em da sobre todos os factos que
Dr. chefe de polica.
Dita.O vicepresidente da provincia tendo em '
vista o resultado do concurso a que se procedeu
no dia 11 do corrente, resolve nomear professores
de iQStrucdk) elementar da radeira de Aguas-Bel-
.las, Galdino Eleutario Teixeira de Barrse da
de Ouricury Martinho Jos le Jess.Communi-
cou se ao director-geral da instruc^o publica.
Eipedieute do secretario ilo gevrrno.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
havia na typographia do Progressista.
O Sr. Ci'nIia Teixeira : Peco a palavra.
O Sn. Araujo Barros : Sr. presidenta, quan-
do o nobre deputado deu a entender eme a noti-
cia, dada no l'iogressistii, sobre a eleieao de Goi-
anna, havia sido ministrada por leltra minha, res-
pondi-lhe eu que assim era, por que naquella
quadra mandavaeu para aquelle peridico as no-
ticas eleitoraes, que chegavam ao meu conheci-
mento.
Essa deciarac/io, porm, nao se acha no dis-
a f.i-
juero as-
ludo quanto tenho ouvdo.
O Sr. Araujo Barros :Nao ha dv;rgenci
principios entre nos, e se o ha, ainda nao sei
que ella consista
tomo diste: a maioria da casa i epresenta a
provincia ; e como esta deve estar bem alienta
para o que nos fazemos e dizemos, sai lase que as
cousas se nao passaram na casa co no se le no
jornal ; o tumulto que reinou na discusso, que
me tenho referido, nao parti do lado i ireito.
Um Sr. Deputado : Por quem foi ?
O Sr. Deodoho :De ambos os lado;.
O Sn. Araojo Barros : -Tenho com udo.
O Sr. Cuniia Teixeira : (Nao devol.eu seu ds
curso.)
OSr.Saui.no Olegario :( Pela orlem. ) Sr.
presidente, nao tenho remedio se nao lizer algu
h de se"lam nes,a ('asu caracteres muito nobres, dopla- nao s esse terreno desmembrado, como povoados
em dS d" semmentos patriticos,ea nao posso eeixar | je muita importancia, que de tonga data sempre
de reparar, Sr. presidente, que mocos dolados de pertenceram a Goianna? A graude povoaco de
senlimentos lberaes como cu, queiram ser os her
deiros dos espolios do despotismo, queiram recta-
, mar por direitos adquiridos, direitos que foram
dados por nina potencia que nos devenios traba-
lhar para desmoronar nesta casa. Por isto, Sr.
I presidente, eu voto contra o requerimento, o voto
contra o reqnerimento, porque nao vejo conve-
I niencia nenhuma em que acommsso de esiatisti-
! oa emita seu parecer quando nao su trata de divi-
! sao de freguezia, quando nao se trata de divisao
ecclesiastiea, tratase simplesmente da convemeu-
' ca do projecto. Quando o projecto passar em sc-
1 gunda discusso, quando a materia se achar suffl-
cienteinenle esclarecida, todos os representantes
guerra a mandar n-rofher aos respectivos ^^ ^Sado^ra o Jo Jo E^
armazens os otqeetos mencu.nados no pedido que, ,)iano dePern,tl^ niil) ,.0I1/S!0
acoinpanhou o offlcio de V. Exc. n. 528 de 17 do dizer ,, fn|e dnde ^ ^^ ^ ^
iam as non-
para o Din-
rio de Pernambttco.
C"'ve",e' mi i __. _____" Progressista, era a mesma donde parta
> SErST.^ resIdeJta- ^.!^J^1^ ^ *
gisiativa provincial.O Exm. Sr. vce-presd
da provincia, manda transiniltir V. S., para ser
presente assembla legislativa provincial, o qua-
dro do actual pessoal technico e administrativo da
reparlicao das obras publicas, com designaeao de
seus venciiiienlos c lempo de servico, acompa-
nhnlo de informacao do respectivo director.
Fica assim satisfeita a dcliberacJio da mesma
assembla constante do 4" periodo do offlcio que
V, S. me dirigi em 2 do correle, sob n. t.
Dilo ao director geral interino da instrucejio
publicaS. ExC, o Sr. vire-presidente da provin-
cia, Bcando inteirado pelo offlcio de V. S., de It
do torrente, sob n. :it de ter sido approvado sim-
plesmente Carlos Jos Das da Silva no exame de
verilieacao de capaeidai.'e para o magisterio pu-
blico a que se submetten, manda devolver-lho as '
provas escripias quo arompanharam o citado of-
licio.
Despachos do dia 1!) it marro de 186 i.
Kequei'imrnlos.
de Me
Ligo muita importancia a cssas minhas pala-
vras, e, por isso, nao achando-se ellas no dis-
curso do honrado membro, a quem me retiro,
repito que mandei a noticia da eleieao de Goianna
para o Progressista, para o Jornal do Recife, e para
o Diario de Pernnmbur.o ; nao sei se o t com lel-
tra minha, para todos os jornaes ; pode ser que
assim nao tenha acontecido ; esse facto era lo
indfferente para mim, que nao conservo memoria
delle; entretanto, fique registrado, que fui eu s-
mente quem para as folhas diarias mandou as
noticias, de que se trata.
Em seguida o nobre deputado enunciou-se pela
| seguinte maneira (lendo) :
Os nobros depurados nao tem estudado esta
qnesto convenientemente. Se essa circunstancia
est exarada mesmo na acta da eleieao, como pro-
: tendem atribuir esse augmento de seis votos a erro
, de imprensa ?
A' vista desse acrescimo todos que bem com-
Anna Thomazia de Mello. Exhiba certido de prebendam a razao de ser desse facto, attribui-
bapiismo. I ranino ao desaso com que se praticou a farca I
Antonio Jos Pereira.Concedo. O Sn. Araujo Barros : Escndalo notavel I
Balthazar dos Santos.Informe o Sr. Dr. chefe' O Su. Cumia Teixeira : Escndalo notavel
de polica. foi com efleilo esseque ah se deu, e se eu podes-
R-rnardo Falcao de Souza.Atieste, querendo. se palentear o intimo da consciencia de quem nao
Bicharel Celso Tertuliano Fernandos. ^ O lugar considera islo como escndalo notavel, tal vez con-
maca,,a!.aran.!r!" .".MuTinTN? A^on taf d >*S **> |H>dero em.tir sobre ella seu
OSa Pmtmmnrw -_Isn i est expirado so- verdade asseverar a esta casa, e que nao taco re-
Vii-ente que nulrem os mais ardentes desejos de
continuar pertancer comarca de Nazaretli.
Aguardo, |>orlanto, Sr. presidente, para ouvir o
nobre autor do requerimenlo, apresentar as razos
com que o fundamente.
O Sr. Gonqalves da Silva : Sr. presidenta,
autor do requerimenlo em discusso, tenho rigoro-
sa necessidade de dar as razoes em que me fun-
dei, para apresenta-lo apreciado da casa, devo
fallar.
O Sn. Sari.no OLEc.Anio :Perdoe-mo V. Exc;
eu quera apenas dizer duas palavra; a esse res-
peito.
O Sn. Presidente :Sobre isso nao posso dar-
Ihe palavra.
O Su. Sarino Olegario :Pois cnlao peco V.
Exc. que me d a palavra para fazer o papel de
juiz de paz. ( Risadas. )
O S. Prksidkntk : Nem para isso.
o supplicante foi posto em con- seguiste apresentar |a confissao mas esplendida
de que estou duendo puras verdades.
o Sr. I Quando o nobre depurado fallou sonre esle pon-
i to, pareceu-me que fallava de um modo geral, di-
que pretende
cono,
Prederice Miguel de Souza.Informe
inspector da thesouraria de fazenda.
n"4H*sriXrnvc4m'"^Fir,sT'fiiera dizer I JustiHoa-lo, e jamis me persuad, que elle fosse
duas puivru pLrm.lra-me >. Kxc. pjr sua pon Jg^ no|)r(. dl.lllllado qU me ,,recedeu.
OSr. Sari.no Olegario :-No se importe V. Exc. ""nen. de Intell.aenc.a, dotado de moderaca,. e ti-
com o que os outros possam dizer; oasiota que t porconseguinte nao ^fl^'W
desse assim ; tanto mais quanto o nobre deputadj
Exc. por que foi assim tumultuosa essa sessao t
A razao foi muito simples ; foi por quo houve ses-
>o no domingo. Se a cmara nao tivesse resolv-
do fazer urna sessao em um dia santificado, nao ha-
vera acontecido o que aconteceu. E a este res-
peito eu coHtarei o que se deu em um engenho de
uin padre que mandando Irabalhar seus escravos
nos domingos e dias santos como os outros senho-
res ro-tuuiaui fazer, aconteceu que um cahisse na
caldeira. Chamado o propretaro para ver o es-
cravo, perguntou-lheo que isso falano?-res-
pondeu o escravo;nao nada nao senhor, ser-
vico de dVmingo e dia santo. ( Risadas. ) Comnos-
co aconteceu o mesmo, tamos trabalhar no domin-
go, appareceu urna tempestade borrivel,
na caldeira. ( Risadas. )
Um Sn. Deputado ".Mas emita* j e-Ai passado piulado.
por motivos menos dig
lmenlos mesquinhos, ponpie sei que lude isso
improprio do iiomem que se presa : eu tive vistas
muito altas, muito importantes (piando redgi o
meu requerimento, e o mandei mesa, e por essa
razo o nobre deputado devia ser mais justo para
comigo, nao me emprestando inteiicoes sinistras,
nao se devendo persuadir que euo tivesse por vai-
dosoqmmdo coiifeccouonoseu projecto, porque em
tempo alguin me persnadi do que algtiem apresen-
tasse um projecto por vadade, por luxo.
Senhores, estou intimamente convencido de que
os nobres diputados teem lins muito lcitos e justan
(piando apresentain qualquer projecto de lei :. que
catiimos aesejjsjtn de eoracilo quo elle traga o bem puiinfio, e
I por isso jamis quiz fazer increpaces ao bre <
graude povoaca
Cruangv. a de Moros e Timbauba, que de lempos
iminemoriaes pertencem a Goianna?........
Um Sn. Deputado:Timbauba?
O Sr. Goncalves da Silva :Menos Timbau-
ba. O nobre deputado com o seu projecto qur que
esses importantes povoados passem a penencer a
Nazareen, nao se satisfaz com o revendicar o qne
de Nazareth se tirou, qur mais; qur nao s a
transferencia dos mencionados povoados, como a
ile todo o seu extenso territorio, licando deste mo-
do muito diminuida a comarca de Goianna, e eu
nao posso em tempo algum me convencer, que haja
justifa nesse seu proced ment, pelo contrario en-
contr a mais flagrante njustca : logo com todo o
fundamento e com a maior snceridade requer,
que esse projecto fosse commissao de cstalistica
e divisao civil e ecelesiaslica.
A materia transcendente repito, offende di-
reitos adquiridos, porque Goianna hoje, e j de
corto lempo paraca te,in direilo indispulavel aquel-
les terrenos, e esse o motivo que me tem levado
querer ornis rigoroso estudo sobre o negocio.
Senhores, nao nos percpilemos, sejamos calmos
e cautelosos; vista quo o projecto em discusso
nada menos qur, que reparar urna injuslica, com-
mellendo outra ainda maior.
A commissao de estatislica pos a mais rompe-
lente para resolver sobre esse assumpto, para dar
a sua opinio.e depois de seu parecer, enlao entra-
remos na discusso, e sem dunda que o faremos
mas bem preparados.
Em vista das eonsideracoes que tenho feito, julgo
que o meu requerimento nao devia ser combatido
pelo nobre deputado, atienta a sua importancia, e
por isso espero que esta assembla o approve.
O nobre deputado deseonhecendo as minhas vistas,
as minhas puras intencoes, quando aprsente! o re-
querimento em discusso, dexando a moderacao
(ue tanto o distingua nesta casa, foi mais adian-
to : dsse que se adnilriva que deputados lberaes,
que homens que sempre tiveram ideas as mais
livres, etc., etc., quizessem se tornar herdeiros do
des|Kitismo, do corcundismo e do regresso.
O nobre depurado permitta que Ihe Jipa, que
nao se devia pronunciar assim, jior eu tenho dado
provas em contraro.
O Sn. Andrvde Lima : -Nao foi assim.
Q Su. Goncalves da Silva:O nobre deputado
arrscou esle peosainento.
(Ha um aparte.)
OSr
Sr. Goncalves da. Su.va :Pois bem, fique do
unja vez por todas bem assentado, que eu quando
apreseniei o met requerimento nao tive |ior lira
tomir-me herdiiro dessas ideas: tive senlimentos
muito mais elevados, e sinto profundamente que o
nobre deputado nao me tivesse comprehendido,
porque sem duvida nao so precipitarla tanto a meu
respeito. Fique ainda convencido o nobre deputa-
doiHe ea tirJ indispulavel dreito & que o nobro


Diario de Prrnabnro Qtiarta feira 13 de tlarfo de l *|.

Oonutao Ikesse iim Juif.o mais favonwl em rcli -
c- > utas ideas e convicr Pareee-mc, Si-, presidente, que lenta do un
inodo lucido u itrespondivel provado a importancia
Jo mea req arrmenlo, e por teso espero que a casa
i apprOra, aun de que a commissao respectiva
O Su. l'iiKsniKNTi: designa a ordem do dia c le-
vanla a sessao.
arrancado de Naiareih.resittulejo'qao nao pode dei-
xar ,lo sur ti nsidera 11 por mu acto de justicia por
; o .iqudles que leu lal ou qual coulwciinento -------------
,1X^i,Toiste'nrcsid,nto ainda que frac* e SEaSAO ORDINARIA EM 14 DE MARCO DE 1864
,..hn m neste rerintO PBKSIDEHCIA DO SU. COIC8BLHBIB0 TUIGO DK
dbil dever fazer ouvir iniulia voz neste recinto
poasa dar o seu parecer, o qual s'in duvida trar para deffender os asidlos, os foros daquclla co-
inutaluzsobreaqucsin,esera um sala seguro que marca. Concluo, porlanto, dizendo que oprojecto
tercn.os.para debtarar.depets de lima mais larga < ] digno da i
anuda discusso, chegande lodos bs ao lii
lvenoschegar,e que en tao ardenieinent>
ist.t U bem publico da provincia
buco.
o Sk. Sa Pehkira : (Nao devolveu o scudii- curse, i
carea.) i O Sr. Ani.iiauf. Lima. :(Nao devolveu seu dis-
Su. Sol 10 Lima :Sr. presiden!", tendo de vo- turso.)
ur a favor de roquei miento, devo dizer algumas; O Sr. Aiutjo Bahros nianifesla-sc a favor do
atalavras eui jostifleaco do meu veto, reaperimente.
Duas matas inilneni en meu espirite para cu Encerrada a iisrossao o projeclo approvadoe
eqneseer a idea aproeeondi pelo meu nobre ce i- repeitado o requerimenio.
doga, requerendo que o projecto en discussSo fosse Entra cm 2* discusso o projecto n
submellido a consideraeao da commissao de esu- anuo.
UtUca. O Sr. Atres Gama: Sr. presidente, se
BM casa ilevcr lemhrar-se que as pnmeiras que alheio materia sobre que versa o projecto,
- BU liz um requoi amento a mesa, pedindo I que ora se discute entemlo que compro o meu de-
iju.- por intermedio do presidente da provincia fe ver anuunciando algumas ideas que teubo forma-
pedis.se thesouraria proviueiai cortos esclarec- do a respeito do mesmo projecto.
mentas, que deviam servir de tase para um pro- Sr. presidente, piando se trata de estabelecer im-
1 (leste
bem
l.ol UKIlio.
A's II l| Iwras da manha, feita a chamada e
B0*ando-6e presente numero suflcier.te dos Sis.
ronda.
do seguate
Um oicio do secretario do govemo, remetiendo
a copia do contrato que a cmara municipal da
villa de S. Beato celebran com Joaquim Jos Pa-
checo do Amaral, acerca da ronslrurco de urna
casi de mercado.A commissao u orcamento
municipal.
Outro do mesmo, satisfazendo a exigencia desta
asamblea, constante do oflieo de $ do correle.
A' quein fez a requisico.
Outro do Sr. depatada Arminio Cariolano lava-
res dos Santos, participando que deixa de compa-
recer por se ailiar .mojado.Mandou-se desanojar.
Leem-se e van a imprimiros seguiotea projectos:
A commissao de orcamento municipal, tendo
Qoes .
I.* O contratante obriga-se
obre depu- a conservar as estradas e abrir aquellas que taren f* com cem palmos de fenle e reato e emeoen-
neces.-arias ao transito publica, e se cada di- rom,.no logar para sao designada, e mais
is is razoes reito .vi responde on direito claro est que os con- "> ,)S qoisilos e accoinmodacoes necessaruu pa-
pode ser fundado pelos esclarecitncnles >|ue solei- vel e milito til.
tei a thesouraria, e? a razao porque adbiro de mui- Sabemos Sr. presidente que o estado obrigado |
to boa vontade ao rcquerimenlo do nobf
lado.
Noarho, Sr, presidente, justificareis as raides reito correspondo nn direito claro estt qu* _
apreseniadas pelo Mostr deputado que me prora-1 tribuimos tein o direito de gosar das mesmas es-1 "J^^J* uc morcado, seiu a
deu, jorque imo d de siippor que as commissSes iradas. D'onde, paran, tirara o govemo meios
desta casa Matan em vista prtelar os irabalhos para a eonstruccao e esaaervaeio das estradas?
que aqui lefitaoi de se ai resentar. |I|V|' ser como se faz pan todas as despena pa-
O aaan reginniio de acord con oacta addicio-1 Micas, dos proprios oaatnbnintas; mas. se como
lenlio diiii, deven ser tomadas em umita conside-
raeio todas as medidas tendentes a establecer
iinpostos ou a augmenta-los, claro lica que o art.
!. de ve ser redigido em outro termas, un vez
que se trata da ereacto de um novo imposto; e
por isso imitando a redaccao das leis i|ue conheeo
a construir a dita
nal, d.iermiuando que houvessem commissoos i a-
ra emitr o su joiio acerca de lodos os projcrlos
aqui apreseatados, nao poda ter eiu visia o amoj-
teeimento di-stes projectos; por conseguinte n.o
acho razao pUtsivel para que se diga que, a i la
do projecto a commissao urna norte lenta qoe *
elle se prepara, ao contrario, leuho muita fe q te
os Miembros da eominisso tero le dar seu pare-
cer cun brevidade sobre semelhante materia, que
inleres>a a provincia.
Voto, Mis, pelo adianenlo.
O Sh. MaramiaoSr. presdeme, nao O possili-
do do vil espritu do proprio nteresse, tambom
nao e para prevenir o futuro, nem lio pouco c jor
vaa gtoi ia qae cu pedia a palavra para sustentar o
projecto e combater-o leanernento que foi renet*
tida mesa.
Nao sou
prio, porque
ineiior despeza
da cmara.
2.* O contratante, para compensacao das daspa-
zas feitas com o edilicio, percebera ou seus legili-
tuos herdeiros, os rendineolos que o sapraciado
edificio fr rendendo, por espai de vinte annos.
1." O contratante, lindos os v'inte annos ou -eus
herdeiros, obrigam-se pelo contrato celebrado a
ceder gratuitamente para patrimonio da cmara a
dita casa de mercado, com a clausula da mesma
comprar por preco razoavel o terruo do dito edi-
sobre pedagio aprsenlo un artigo substitutivo nos '"'o ao supphcante, obngando-se o mesmo contra-
termos seguimos :(le".) | lante a passar a respectiva escriptura quando a
Pican creadas nessa provincia i linhas de bar- 'amara o exigir,
reiras as 4 estradas que da capital se dirigem ', A commissao entende <|ue a proposta nao satis-
para o interior da provincia, e a tarefa da laxa do f completamente o nteresse da cmara mun.ci-
pedagio ser annualmente decretada na lei do or-! P34 : *" PJ nao especificar a quahdade da cons-
caincnto A'/rrs Gama. truccao ; 2..pclo longo espaeo de vinte annos;;
l'i.-scindo de consultar os cdigos estrangeiros a, ?". por nao achar eslabilidade na compra do ter-
respaMa do imposto do padagio, basta consultar a rno, por quanto entende a commissao que apezar
legislacao patria que cslabeleceu este imposto as de suppor bpns desejos no supphcante, romtudo |
| estradas do Rio de ianeiro e que esta regulada
levado do espirito vil do nteresse po- [pelo decreto de :i de novembro de 18:12 para oes-
e sabe V. Exc. que a quc.-tao que pie- lalieleciinento de barroiras, para ver-se que o pre-
sentemente se agita nada tem com o culto, toia | neira artigo da lei de 25 de outubro de 1831, est
contenciosa, e eu nao sou advogado, eu nao temi de accordo com a ininha emenda, que alias nao
imeresse que urna comarca seja maior ou menor. allera o artigo do projeclo em sua esseencia.
\) tamben, Sr. presidente, para prevenir o! Assim pois, Sr. presi lente, eu vou mandar
futuro que sustento o projeclo, iiorqm pouco me mesa a minha emenda que espero merecer o as-
imp irta com o engrandecimento que se quein dar senlinienlo da casa.
a oianna, que se faca mesmo delta o leao do cir- Val a mesa e apoia-se a seguinte emenda :
culo lo norte, sempre disposto a devorar Io*1l o | Ficam estaM-leeidas nesta provincia quatro li-
mis districto; eu nada tenho a receiar de Goiaiuia,' atas de barreiras as estradas que desta capital
porque eu alli sempre enconlrei amigos prestio- pariirein para o interior, e sua taxa ser annuai-
sosque por niiin se interessassem. Niolambun mente decretada na lei do orcamento. Ayres
possnido do rao orguino que venho indigiwuieule Gnum.
tribuna, (nao aaoiados) porque Sr. presidente,
o que poderei produzir digno desta casa, digno de
meiis Ilustres collegas, depois de me haverein pre-
cedido tao Ilustrados couipanheiros?
O Sn. Bcarqi:e : Muita luz.
0 Sr. Mabamiao Eu, porlanto, Sr. presidente,
representando,po>to que indignamente, (uao apoia-
dosj o 2.districto..
1 m Su. IH:ei hdo : Muito dignamente.
O Sn. Maramiao :... nao me incumbe menos o
levi-r de pugnar pelos direitos de (joianna, do que
pebi.s de Nazareth.
Sr. presidente, eu desde j prometi V. Exc.
e a esta casa .rnente dizer a verdad*.
Manifest me contra o requerimeiito que *foi
sfMvsaniado iielo atea sobre collega de disiricto,
e lamento de coracio ter ouvido o nobre deputado
daquelle mesmo em quem supiouba encontrar o
espirito disposto a Easer ju.-tica si-ja o prime ro
que se aprsenla Basta casa combatendo o pio-
jecto.
Sr. presidente, quem mais ronhecedor dasterre-
nos de Goianna e Nanroia do que o meu illuslre
cottega t Tara qoe olIVrecer um requerimento
para ouvir-se a commis-ao de estati.-tica, qu. n-
do elle condece perfcitameule das nacessidailes
daquellas comarcas ? Perinilta-me o nobre eoUega
qae Un diga que eu nao enronlrei no seu proceJi-
neulo genio o espirito de protelar a adopeao desse
projeclo.
' Sr. Gum;ai.ves da Silva : Reput a id/a.
Doiniiou-me s e nicamente o espirito de jis-
tica-
O Sn. Maramiao : N'ao posso encontrar ou ,ra
explieacao, poique sendo o nobre deputado o nuis
ciuiheci'dor d.iijui-lhis localidades, seu renoeriimiD-
lo nada iiuis indica do que O desejo d matar o
pii jeeto, no que cortamente nao ser acoiupanhado
por e.-ta casa.
Senil ores, en enlendo que daten passar pe H
comnii-MJe- os projectos sobre que a casa nao Um
conheciiiiento, mas o presente projeclo nao e-l
nes-as condie i
Sr. presdeme, nao deixei de uprebenVr-me,
vendo que o nobre depuiado proteniwu beatifica u
acto dessa assembla em 1802, acto pelo qual se
removeii, tirn, usurpou mesmo da auinarca Oe
Nazareth una parte consideran! para entrega-la
de Goianna. O ronhecedor d terrenos, i -
propor(Oes qoe qtistetn entre as comarcas de
Goianna e Nazareth, jamis misara sustentar que
Razaren nada perdea com esses terrenas que Ihe
forani tirados, que fui 'un acto de ju-liea dassein-
Me.i |i.-i~-a nbecessi-mos o motivo que aetuou no espirito los
O Su. Gkraasio Campello faz algumas observa-
eoe. contra a emenda.
O Sn. ItiAiiyiK :Sr.presidente,quando tiveoc-
caaiao de pedir a atteoeaode ineus Ilustrados col
legas, parao projeeto, eu estabelec^de una manei-
ra bem clara, pnmeiro que eu tinha em vista que
o imposto do pedagio fosse vota que o quantum desse imposto fosse lixado na lei do
orcamento.
Na primeara discusso disse que o imposto do
pedagio j eslava decretado por lei, que o que nos
resiava era apenas regular o seu quantum ; liz ver
a can que nao era bastante que o poder legislati-
vo eertasM o imposto, mas que era preciso fixa-
lo, e creio que os ineus nobres collegas estaro
bem lembrados das consideracoes que aprsente!
sobre este ponto.
Dina mais, Sr. presidente, que no caso vertentc,
era coudieao essencial que a lei etifSMn Un-
bem a medida que doria regular o pedagio.
Feita a recapitulaeo, do que mostrare! casa,
elle nao pode prever o futuro : mas para que nao :
fique a cmara municipal privada de unta idea
3ue julga tao vantajosa, (cando por agora privada
e um meio, que para o futuro possa dar-lhe gran-'
de nteresse, e sendo de sua faculdade propor os
meios que, conforme suas circamstancias lcaos,
sejam os mais adequados para occorrer as suas
despezas, a commissao de parecer que se adopte ,
a rusolucao seguinte :
A assembla legislativa provincial de Per-'
nanbuco, resolve :
Art. 1." Fica a cmara municipal do villa de |
S. liento autorisada para contratar com Joaquim
Jos Pacheco do Amaral Reg, urna casa de mer-
cado com cem palmos de frente e cento e cincoen-
ta de fundo, na ra nova que se est edificando
por detraz da matriz ao lado esquerdo, no lugar
onde ,-e rene a feira.
Art. 2. A casa de mercado lera as accommo-1
dacoes que forem necessarias para esse fim, sem !
dispendio de dinheiro algum da cmara muni-
cipal.
Art. 3." O contratante ser obrigado a fazer o i
edificio de pedra ou lijlo e alguma cal, com boas
madi'iras e o mais que nec.essario fr, sendo co- \
berta de telha e altura regular, conforme abitla
na cmara-, em falta desta sera de dezoito palmos
para mais.
Art. 4.' O contratante percebera, por espaeo
de doze annos,ou seus legtimos herdeiros.os venci-
menlos que o supracitado edificio for rendendo co-
mo casa de mercado.
i Arl. o." Findos os doze annos passar a ser
patrimonio da cmara municipal o dito predio;
sendo 0 contratante ou seus herdeiros obrigadoa a
fazer entrega, na conformidade do contrato,
eHaaonarehendu que uio pona, apezar de toda a sendo mais obrigado a rectificado, aso estoja ar-
coiisiderae*m que me meree,: o meu honrado colle-1 ruinado.
ga autor da emenda, apean das patevras eloqnen- Art. 6. O contratante ou seus herdeiros fi-
les que acaba de proferir, nao posso, digo, aceitar can obligados a vender o terreno do edificio, fa-
a sua emenda, porquanio o que ella faz crear o
imposto, queja se aona creado.
O 3a.AybBS(AMA :Nao, senluir.
( Su l!i -.vuiji IB :' none deputado parece-me
ter dito que o imposto era novo, eu tomei osea no-
ta, que se arta le aceordo con a idea do seu ar-
tigo substitutivo que diz : (le).
Este artigo crea um imposto do barreiras nas
quatro linhas de estradas boje existentes.
ti Su. Aran Gama :Apenas regula.
< Su. IJi.AiiQiE : Nao regula, crea o imposto'
Mas o lim do projecto foi outro; a projeclo reco-
nheceo como existente o imposto, e elTcetivameote
o esta, poripie os nobres lepulados vecm que esse
imposto figura em todas as leis de oreaineiitos.
ti Sn. S Pereiha : Isso i en relaeo s
pon les.
( Su. Ili aiioi k : Em relacao s ponles c es-
iradaa.
Estando, portanlo, creado o imposto, o que se
trata, o que eu tive em vista com o projeclo, foi
regular esse imposto, entretanto que o nobre depu-
tado com a sua emenda ptopuuha crear o imposto.
on indo elle ja existe.
Noto alin dis.su, que coni a emenda do nobre de-
putado dar-se hia um inconveniente, isto que o
govemo nao puderia estabelecer o pedagio en ou-
ii.i- estradas aln das existentes, >^n\ a aotorisa*
;'io desta casa.
Kniendo. portante, Sr. presidente, que tendo o
panados legisladores, en nas cousciencia- pan artigo do projeclo por lim, nao crear o pedagio,
prored'-iem cono procedern.
I m Se,. Dkittaoo; O me-mo motivo que in-
flue agora no espirito do nobre deputado.
sendo todas as despezas a sua custa e por prego
razoavel a contento de ambas as parles contraan-
les, e SOSO nao possain chegar a um aceordo licara
o terreno (orno aforado a cmara, ipie pagar de
foro annu.lmente tK) rs. por cada palmo, ou por
preco logo estipulado na occasio da conlirmaeao
do contrato.
Art. 7." Ficam revogadas as disposices em
contrario.
i Paco da assembla provincial, li de margo
de 18SVarvalho Jfcuro.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
Art. I." Fica desmembrada a povaacao de
Panellas, da freguezia de Quipap, pelos limites
dos respectivo districto, e incorporada do Al-
tiuho.
Art. 2." Fica sendo a sede ia freguezia de
Quipap a que era antes da lei n. U8 de 2'J de
inaio de 18ttl, a qual lica revogada.
Arl. 3.- Ficam ruvogadas as leis e disposices
em contrario.
Paco da assembla provincial de Pernambn
co, 12 de man;.i de 186t. -Jaqwm io ItMO ""'-
ros.Joo Braulio Corrria e Silva.Dfmostkenrt
ila MMtra Lobo. Vigark Jrronumo Jos Paekreo
il' Albiiqueniue MarnnliaoJs lijwtao de An de l.inui.Uiodoro L'lpiano.
{Cunlinuar-sehi/
mas regular esta materia, o substitutivo do nobre .
deputado nao pod,.- ser aceito ck-ba.io deste puni l,ucurso du Sr- Reputado Sabino, na sessao de 10
de vista, cun relaefio ao numero de liiihas de es- O Su. Majumio Eu piov.uei ao nobre le- iradas, ou nao poderei fazer mais do que abundar I f) Sn. Saiuno :Sr. presidente, em 1857, .qaan-
puudo o coBtrario, eu provara ao nobre deputi do nas m*$mas consideragtes que acatan de ser apre-' do tive a honra de ter um asseot nesta rasa, aprc-
pie foi Mmenle o despeilo que influio mi- nimas
dos nus>os antecessores, que foi a inju-tiea mais
revoianie .pie s,. poda pralicar.
(> Su. Diummo.n : Eu posso responde-Io da
neania friua.
O Su. Mauamiao :Sr. presidente eu poda es-
prnai mais um pouco ueste ponto, se |>or ventura
nao qmze.sse anuardar-me para fallar anda sobre
e.sla materia em 2-' ou 3* discusso ; por ora Inm-
tar-ine-hei a dizer que, nao fui oe-pinio dejustl-
; i. nao foi o espirito de eqoiilade que iulluio no
animo los passados legisladores para loinareni a
meoida que tomaiMn, desinemlirandi. nina cmside-
ravel parle de Nazareth para da-la a Goianna; ni
lempo mutrarei que isto aie foi mais do que act
naseido do despeito, urna medida poltica.
o Sa. D.tuM4ovi>. -Da inesma sorte que agora.
) Su Maiiaiiui : Nao se qiiiz mais do que fa
xer di e-iiiMrea.de Goianna uiu ca-tello impenelia-
vei do 2o ludrtelo.
O Sr. Diummjkii :Esta arguuienlaco est fe-
rio ij au ni o u i|re eolleg i, nao apioveite para a
defi za'do projeeto.
O Su. Maiiakhao ; O nobre deputado que me
csi mamando para esse terreno
O Su. Dbummobd :Mostr a ulihdade do pro.ee-
U>, dei\.- e*M I i-nena pie nao e bom.
O Sr. Muiamio :Nazareth nina comarca pe-
quen, ao Je exi-bon ho/neus que sahein conpe-
irar-se dos yasnasalo de honra e durnidade, ho-
nieos que nunca se ciirvaraiu aojogo de f rru, Com
a pridoiiinio eielusivo que iuleli/inente se tem
visto no-la provinei.i, esse fado mais i|ue sulllei-
rata in que s- pnde-se toar toda a iufluencia de
Na'.a reta, aliui deque iie>la casa llo bouve^e i ma
V..Z que fallasse a prol duS se|j> ih le I tos ; este ai--
tti i-r.i mais que sufflciunte para procurar engran-
de r Goianna, fazer iieila romo djsse, mu leo
de liui-ea ab>-rta Sempre proiupto devorar todo .
2* di-tricto. K si-ra c-invi-uieute couiinaarem as
ron-i- por e-l.i orma 1 Creio que nao.
iju! direito de Justina que assista G'dam.a T
Em tem, i |.iovar. i qje a i'unnrra de Nazan-tli
<0 i'lacoa G .launa, nina miwna, nao o.eiore
me..no o noi.'ie .le co .ar.a. Goianna teiu 20 i :I0
tnnta leguas le exteiio. ao ra-so qae Nazareth
lem sele i.j ,!,/. ; a e niucea de Guiaiiua di-poe de
ionio mais recursos, uian ferio, o seu |iOWila|
Jii iior, IIUIIIO OalS riea Mlfl lelae.V' a No/.areth.
a-llle n.'iO eStUlfl piedlo, um edificio, lim teiu-
j.....teejnte.
A eomana de Goianna compu-la de i-ineo fre-
g.-/.a- Sazarelli 3().-na- l.-m loas ; all exi.-leiu en-
geidios, que na., w lio.-am por dez .la piopiieda-
qiiH em Natai'-fll Ht da u Hume ii/. eiigeullo.
E i iw.ii livor pleno euUlwcioi-uto desta* i'ousas,
jainis I..Mtiieir., n.iet.. ila ,is-imi .'.i pas-a-tfl. .|U
ja nn- liii (lie f.i um acto dejii-.ii.'i -una
litante exi...
i < Mifitir a pullo que injustamente fui f
npaladas pelo distincl deputado pelo segundo dia- sentei um projecto creando o termo de N. S. do O",
ti icio.
O Su. Avnss Gama :Que aceilei religiosa-
III. lile.
ii Su. liiAR.jun :Se, toflM disse esse nobro de-
putado, que nos nao legislamos so para o prsen-
le, mas Untan para o futuro, nao possivel limi-
tar desdi'ja o numero do linhas de barreiras que
se trata de e.-talielecer.
Tenho mostrado as raidos em que me fundo para
a pedido de alguns amigos habitantes dessa fre-
guezia. Esse projecto, soffreu a mesma -orle pie
liveram nntros que tive a honra de apresentar a
cuiisidei aeo da casa, nao foi posto em discusso,
porque realmente eu tive urna infelicidad): quando
fui depuiado, tuna grande nfelicidade, e loi que a
maior parte dos mena projectos pasnram por esta
decepcao : ou ani dormir o somno da lodifferenca
nas pastas de eonmlnOes, quando eran posto- em
nao prestar o meu voto ao artigo substitutivo que discusso, e algum deputado se lembrava de dar
foi offerecido a consideraeao la casa. Ibes esse destino ; ou eram absolutamente esque-
OSn. Avrks Gama : Sr. presidente, nao posso cidos na distribui^o dos Irabalhos para ordem
deixar de notar que. nao fui comprehendido no que do dia.
a iNiui-u quiz dizer. Pouco acostumado a expender I Em Su. Dei-itado : Nao havia razo para isso.
miabas ideas n'uui recinto tao Ilustrado, faltam-! O Sr. Sabino : Nao sei a razo que oecorrou
me termos para exprimir meu pensamento por para que esse projeclo nao fosse posto en discus-
mais peif.-iio que seja. sao, mas u que certo, que mais larde, a assein-
Eu disse que o arl. 1 do modo por que eu que-' bla que se seguio enteudcu que o meu pensa-
ra que fosse redimido, exprima apenas em termos ment nao era mo, que. devera submette-lo dis-
mais positivos o mesmo pensamento do artigo que cassao, e o meu projeclo fot reduzido lei.
j.i asistia, e nao era una lei nova. He parece que I No projecto eu designava a povoaco de N. S.
luando se diz que a laxa de barreiras sera decre- : do O", para a sedo do municipio; a assembla que
ia i.i annualmente, d a entender que ella era de- confeccionou a lei creando o municipio do O' (por
erelada de nutro mudo que nao pela lei de orea- certo muito conhecedora das localidades desse tor-
mento : fui isto <|iie -oile.gi do artigo. Disse porm, mo), nao julgou conveniente a transferencia da
Sr. presidente, que tendo visto algumas leis sobre s le para Ipojuca e conservuu-a em N. S. do O',
p. dagios, ja dos paizes eslrangeiros, J mesmo do como eu havia proposlo. Agora, porm, vejo que
nosso proprio pan, vi que todas ellas estabeleciam se reclama a transferencia da sede para a povoa-
iiniias de harreira para ser cobrado o inpoeto. cao de Ipojuca, mas vejo que esse pedido nao
Q Sr. Mi auoli :Nao tenho conhecimenlo da acoiupanhado, (como eu entenda que devera de
legi.stacan brasileira a este respeito, mas quanto ser), de una representaeo da caara municipal, e
fraiieeza, ingleza, belga eoulras, eu posso allianear, muito menos de representaeo dos lialiitantes do
ao iiubii: deputado i|ue tisam das cxpresses que I municipio,
eu us.i. Um Su. Uepltaik) :Os deputados do circulo re-
0 Sr. Aran Gama : Redigindo o artigo tabsti-! presentan o circulo,
inlivo iiMaes termos : (lj Ficam creadas (aulas O Su. Sabino :E' urna verdade, mas posto que
linhas de. barreras quantas as estradas que da ca- o lenha em muita consideraeao os deputados do
pital parten para o tolerior ou litloral da provin- circulo, todava quando se trata de intresses po-
ma, e -ser a respectiva tarifa da laxa decretada siiivamente lcaos, eu tributo mais respeito ca-
aiinualniente aa lei do orcamento, me parecen que niara municipal, assim comeaos habitantes da lo-
licava mais claro o pensamento que buhamos em caudado.
visia O Su. BoaBQUI :Nem ao menos tanto?
tjuanto observarn do nobro deputado pelo 2" (Trocain-se outros apartes).
.Ihvli n-i.i, eu a aebei"razoavel, e acceito a sua eor- I O Su. Saiii.no :Declaro que ainda nao ouvi ra-
11 van, por isso que pide muito bem acontecer me tes poderosas que me demovessom do proposito
MtnM linhas de estrada se eslabeleeam para o fu- em que eslou de votar para que a sede continu a
iai. ,- i ser em N. S. do O*. Nc se tendo seguido os trans-
Iwsiczo, pois, na minha emenda com a alteraco miles que eu julgo que se deveriam seguir, isto ,
tndiead' pido nobre debutado. nao se lendo apresentado urna representaeo da
V'ai a luesa e apni.t-se a seguinte emenda : | cmara inunicipjtl ou dos habitantes da localidado,
Kieam estabelecidas ii-ta provincia tantas linhas nao reconhego a necessidade de semelhante trans-
de. tiarieira. ijiianlas forem as estradas que desta ferencia-, os argumentos produzidos pelos nobres
-aiiital parrem para o interior, e sua laxa ser deputados, nao tem para num tanto peso que me
animalmente decretada na lei do orcaniento.-
Ayri' (lu/ni,
Kueerrada a disea-so a etaecd wgeilada
approvmloo artigo.
Entra .i artigo 2*.
Dada a hora lica a discusso adiada.
levem a votar por essa transferencia ; mas, se por
ventura eu ouvir algumas raides cunveuienies que
me fajain acreditar que o bem publico qoe re-
clama essa transferencia, nao tenho duvula ne-
nliuuia em aiviupaobu* os nobres deputados no
sou empenta.
O Sn. Costa Riukiro :E eu tamhcm.
ii Su. S\m.\o : -1-; 11 tinha pe i>lo a palavra para
remetler mesa um requerimento no sentido do
que apresentou o Sr. Dr. Costa Ribeiro, nao obs-
tante eu entendo que nessas quostoes, a commissao
de estatistica nao deve ser esquecida.
I"m Su. Drim tado :Isso conforme o entender
de cada um.
') Sr. Sabino :Est bem vi-to. Nos aqui nao
estamos adslrictos ao pensamento alheio, salvo o
sermos convencidos, porque nesta rasa devenios
guiarrno-nos pela razao c nao pelo capricho.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Sabino :O re|uerimento do Sr. Dr. Cos-
ta Itilieiro pede informai.es ao governo acerca da
utilidade da transferencia ; e eu entendo que mes-
mo no caso de approvar-se esse requerimento, no
caso do virem essas informaos, que eu julgo n-
ilispensaveis, ser neressario que o projecto v a
cuniinissao de estatistica, porque ella nos pode dar
infonnafoes muito exactas, para que o nosso viito
seja consciencioso.
Sr. presidento, eu fico uleiramente prevenido
toda a vez que vejo pedir-se aqui transferencias
de freguezlas, mudanzas de sedes, mudanzas de'
engenhos de urnas para outras freguezia>. etc.,
etc., etc., porque vejo que ludo isto quasi sem-,
pre patota, e eu declaro que nao estou disposto a,
votar para patotas, partam ellas d'onde parlirem. i
(Trocam-se apartes, reclamaoes).
o Sr. Sabino.:Ora, os nobres deputados para
que ho de por sobre suas canecas urna carapuca
que Ihes nao compele? Eu tralei sinente de mim
e creio que os nobres deputados ho de pensar do
mesmo modo, porque acredito piamente que nenhum
de nos hoje est adstricto a volar por patotas.
O Sr. Jacobina : evemos reformar as que;
existes.
n Sn. Sabino :Os nobres deputados rden que |
en nao quero de manelra alguma olTender o me-
lindre da casa, e muito menos o de qualquer dos!
Sis. deputados, por isso que a todos tributo muita :
ronsideraeao ; o que eu declaro que nao sou so-
bdario com as patotas que te ti nham MtO, assim
comonao quero concorrer para outras que se quei-
ram fazer.
O Su. A.myntiias :Logo aqui ha quem queira
fazer patotas ?
O Sn. Sabino :Que se queira ou que se quizer
fazer.
I'm Su. Dkpi tado :Se ha es=a preveni;o...
O Su. Sabino :Nao ha prevencao meu caro col-
lega, nao tenho prevencao com nenhum dos nobres
deputados que aqui se acham, considreos muito
dignos, e acredito que s o bem publico os deve
dirigir em seus votos.
Porlanto, peco que nao me deem apartes desta
ordem. porque parece que se quer suppor de mi-
nha parte unta intencio malvola, e eu nao a
tenho.
Voto pelo requerimento apresentado pelo Sr.
Costa Ribeiro, e espero |ue a cmara o adoptar,
porque dahi nos deve resultar muita luz. e nos nao
devenios votar de afogadilho em urna queslao lo
momeulosa.
Tenho dito.
Discurso do Sr. deputado Costa Ribeiro, na sessao
de 10 do corrate.
O Sr. Costa Ribeiro :TendD eu hontem feito
sobre a utilidade do projecto em discusso algumas
consideran-s que boje merecern! da parle do il-
luslre deputado signatario do projecto as honras
da refutaco, era de meu dever levanlar-me para
insistir nessas obse vages, para mostrar que ain-
da existem razos muito valiosas pela* quaes eu
nao posso acreditar na conveniencia d'aquillo que
0 projeclo propoe. Entro tanto, como requer <|ue
fosse ouvido sobre a conveniencia do projecto o
Exm. presidente da provincia, e por intermedio des-
te viessem casa informacoes do juiz municipal de
Ipojuca, da cmara desse municipio e do juiz de
direito da comarca, requerimento contra o qual na-
da disse o nobre deputado que me precedeu na pa-
lavra,(o orador refere-se ao Sr. Araujo|Barros) antes
declarou que votava por elle, jnlgo-me dispensado
de continuar na discusso por ora ; aguardarei as
mformaces, para que em outra occasio possa en-
to responder s consideracoes de que se prevale-
ccram o nobre signatario do projecto, tambem o
nobre deputado que me precedeu na palavra. no
intuito de demonsttarema conveniencia da mudan-
fa da sede do termo de Ipojuca, da villa do O' pan
a |K)voacao daquelle nome.
Espero que esta illuslre assembla nao rega-
tara o meu requerimento, tanto mais quanto. Sr.
presidente, na casa se nao apresentou razo legiti-
ma para isso, muitos ineuibros desta assembla
declaran qu nao duvidarao prestar seu voto ao
projecto nina vez que sejam devidamenle esclare-
cidos sobre a conveniencia delle, urna vez que se
onovenean de sua utilidade ; tiestas circunstan-
cias n me parece justo, nao me parece rasoavel
nem condigno com o criterio que deve caracterisar
as decises desta assembla que o requerimento
seja rejeitado ; e nisto confiando, eu deixo de con-
tinuar deixo de dar a rcsposla aos nobres depu-
tados.
O Sa. Costa Ribbiuo :Sr. presidente, eu certa-
mente nao esperan que o nobre deputado pelo se-
gundo districto (o orador refere-se ao Sr. Araujo
narros ) desos de haver declarado que prestava a
sua acquiescencia ao niPii requerimento pedindo
informacoes, mandasse urna emenda mesa limi-
tando essas informacoes que eu peco.
De duas urna, on "o nobre deputado quer ser jus-
to para comnosco, isto ou o nobre deputado quer
que venham para aqui as informacoes que pedi-
mos ou nao, se o nobre deputado nao quer que no-
e-elaiveainos, vote contra o rei|uerimento, mas se
0 utir denotado quer, como disse que nejamos es-
clarecidos, ento deve volar pelo meu requerimen-
t*. por que nos que nos julgamos pouco habilita-
dos para votar na materia, somos os uniros com-
petentes para del rminar quaes as informacoes de
que carecemos.
O Su. Araujo Barros :Eu nao preciso donen-
humas.
(I Sn. Costa HiBKiito : Preciso en ; e se o no-
bre deputado nao precisa, nem por i-so .leve ne-
gar as informacoes aquellos de seus rullegas que
declaran precisar dolas, por que nao estamos aqu
para snhmetler as sonsas consciencias, o BOSSO vo-
to ao voto de consciencia dos outros.
O Sn. Abacio Barbos :Isso o reciproco.
O Sa. Costa Ruhuro:Sr. presidente, eu acre-
dito que poderia dispens ir-me de faor Oais consi-
deracoes, por que eslou certo que os nobres de-
putados votarao pelo meu requerimento ; mas ama
vez que existe sobre a mesa urna emenda limitan-
do muito as informacoes que peco, devo di/.er al-
guma eran em relajan me-mo a essa emenda.
Sr. presidente, essa emenda nao satisfaz, por
quanto nos sabemos qae o presidente di provincia
ocrupado con diversos negocios de nteresse muito
geral, nao est lio habilitado para dar informacoes
a respeito de ama quesian toda especial, quanto se
actam as autoridades lcaos jo presidente da pro-
vincia nao tem, po*so diz.r. tao perfeito Conheci-
ment sobre as neeossidartes peculiares das diver-
sas localidades, como as autoridades que aellas re-
siden.
Por conseguinte, j v o nobre deputado que eu
lenta razao para insistir que venham a casa as in-
formacoes propriamente das autoridades da locali-
dad
Repara o nobre denotado que eu pey Informa-
c5es do juiz de direito la enmarca, do juiz inuui.i-
1 pal e da cmara municipal : nao peco infrmame-
desta ou daquella autoridade de i.....o que se po-
desse dizer que eu (pieria informacoes parriaes,
neste ou naquelle sentido : quero inf.iruiaeoes ,|,.
todas, quero informacoes n'iini o n'oulio sentido,
qnen apreciadas para bem determinar o meu vo-
I to. Sr. presidente, eu deseonheco mesmo a razao
1 do proeeriimentn dos uniros deputados.
O projeclo pode ser til, pode ser muito conve-
niente, pode ser una pura verdade ludo aqnilo
quinto ha pouco f..i aqui expendido pelos nobres
deputados que sustenlaraiii o projecto ; mas per-
guuto, ser a medida lo urgente, too neeessaria a
ponto de dever presrcndire das infornmcAes que
inembrosdesla casa exigem.membros que nao inos-
train fazer op|iOsic3o sjstemaiii'a ao projecto, mas
que declaraui e-tar disposto* R dar o seu voto una
( vez que se conveneamda necessidade? Sr. presiden-
te, declaro (pie tenho ra/.es i mito fortes para de-
ntar da utili lade e conveniencia do projecto. Ve-
jo que se trata de inverter, de alterar o qoe exis-
te ; de tomar lima deliberairo em contrario (taquil-
lo SjOe ainda a poiieo esta casa deliberou, depois de
una disciis-o Instante larga ; vejo mais, Sr. pre-
sidente, nu quero fazer apii in-inu.ico'> contra
aigueni, mas tutos nos sabemos que pnsjerlos des-
ta ordem sao militas vezes aipii apreseutados n-
mo urna arma poltica, para urar a Influencia de
Pedro e da-la Paulo ; nao digo que os nobres
deputados leuliain essa mienco, mis noto, eos no-
bres deputados s.iiiein as ciieiimstancias que se
tem dado, as ilesiniehgciicias pobiieas que b-m ba-
vido naqiii'lla lo.-aldade. Se a-sim e facto
pilblii'o pie na fr.eu 'Zia de ipie se trata lem SC da-
do iiiiini.i.....nte faetos muito desagrada-s-, que
nada ma<<; sigiiilieam dn q':<: rivalidad< de in-
fluencia, quesi/jes que nao devem arh ir eho nesta
casa porque esta casadeve estar muitosaperior a
essas pequeas cousas, julgo que cstru em meu di-
reito, qae procedo com lodo o criterio quando exi-
jo que venham essas informacoes das autoridades
mais habilitadas para da-las.
Eu, portanlo, nao espero que os nobres deputa-
dos votem contra o meu requerimento, nao obstan-
te, se julgam que a pati ia i Mi en pongo emquan-
to se nao mudar a sede de Ipojuca, que o facam,
esli en sen direito.
I'mSu. Dkcitaiio : E o nobre deputado quer
salvar a patria.
O Su. Costa Ridkiro :Eu nao quero salvar a
patria, sao os senhores ; eu aceito o |ue existe.
UBViSTA DIARIA.
A assembla, na sessao de hontem oceupou-se,
na primeira parto da ordem do dia, om o parecer
da commissao de obras publicas, que faz altoracSes
no contrato celebrado pelo governo provincial com
diversos para o oslabelecimenlo de trilhos urba-
nos desta cidade para a |Hjvoacao de Apipucos, o
qual foi approvado, depois de fallarem os Sis.
Buarque, G. Campello e Jacobina ; com a da com-
missao de ordenados que indelire a jieli^o en que
o olllcial-maicr da secretaria da assembla pede
que seja considerado como ordenado a gralilicaco
que percebe, o qual foi igualmente approvado de
pois de orarem os Srs. jacobina, Co-ta Ribeiro e
Teixcira ; rom o da commissao do polica, que in-
delire a pretenco de Jos de Vasconcellos. pan a
pubbca;o dos debates da assembla, o qual licou
adiado, depois de orar o Sr. Rnarque.
Na segunda parte da ordem do lia (lixacao de
foroa |K)iicat) Miaran os Srs. Reares Brandan e
Silva llamos, brando a discusso adiada.
A ordem do dia para boje a mesma.
Hontem leve lugar nesta l'reguezi,- de Santo An- i
Ionio a prorisso do Senhor Sacramentado en; vi-
sita aos enfermos, sendo esse acto de religio cer- j
cado de toda a conveniente decencia.
Prosegu!.do hontem O concurse, da thosoura-
ra de (atonda, deu-se a prova escripia de verso
da lingua franceza.
Examinen o Sr. Dr. Candido Jos Casado Lima.
Hoje se exlrahir a 4 parte d;i 1' lotera da
matriz de S. I.ourenco da Malta.
Como promettemos em nossa Revista de hon-
tem, actaro hoje os uossos tasares, na oitava pa-
gina, o discurso proferido pelo Exrr. Sr. Dr. Jun-
queira na cmara temporaria, em resposta ao do
Sr. deputado Dr. Pedro Luis contra os capuchi-
nnos, padres lazaristas e rinas do candade.
Dando publicidade a tao importan le oraco par-
lamentar, felicitamos ao Ilustre deputado bahiano,
pelo modo vigoroso e brilhantc porque pulverisou
os sophismas do gratuito aecusador das innocentes
e prestimosas irmas de raridado, Iwm como dos
resueitaveis capuchinhos, cujos serv os ser im-
morredourus na memoria de todos es Brasileiros,
e.speciabu.iiie dos l'ernambueanos.
Um nosso assignante indignado pela manei-
ra porque se narrou o tacto da estada d'um mori-
bundo no arco da Concedo, querando tancar
culpa ao actual digno medico do Ho$iital Pnlro II,
envia-nos o seguinte, que pao em relevo tudo
quinto se paaseo e o como procedeu o referido
med.'o :
Un jornal desta cidade, de 13 de passado, sob
o titulo Gazttilha dase
Na terca feira desta semana a polica fez
conduzir para o hospital de caridade tuna desgra-
nada preta mendiga, que agonisava debaixo do ar-
co da Coaeoicio, e j anle-hontem a.li eslava e se
conservava anida outro mendigo, quasi na mesma
situaco.
Com esle d-se a circumstincia de ter sabido
do hospital para ir collocar-so acola.
Isto custa a crer, mas exacto, poi o ouvi-
mos da bocea do proprio desgranado, que nos dis-
se haver pedido ao medu-o do taspita! por lodos os
santos do con, que o deixasse sahir, pois prefera
morrer no meio da ra do que ali deliro !
Nos, porm. que conhecemos de perlo todos
os membros da junta administrativa da Santa Ca-
sa da Misericordia, e com alguns dos <|uaes entre-
temos relaQe de amizade, procuremos informa-
coes acerca desse faci, nao porque nos parecesse
verdico, siai para orientar ao publio, como o ca-
so se deu.
Pelos nossos afazeres s agora nos foi'possivel
obter o documento, que se segu, com ruja Icitu
ra convencerse-ha o publico do que acabamos de
expender, ta, qae o lente a q ie se refere o
Jornal do Hecife, sahira do hospital sen pedido,
e com o fim de continuar com o stu Iratamento
en can de seos parales; e n por ventura eiie
fallecen n le.ir. ,on qae se diz, devenios suppor
|Ue 0 medico foi illudido pelo doente. ou eolio es-
so infeliz era do numero d'aquelles, que nada Ihes
agrada neste mundo.
Illm. e Exm. Sr. provedor da Santa Casa de
Misericordia.Anula hontem que stagOU meu
conhecimeiito a noticia dada pelo Joiml do Rtafi
de i;i do corrale, acerca de um enfermo que sa-
na do hospital Pedro II, pedindo ao medico, que
pelo amor de Deus o deixasse ir para morrer fora
do estabeleciinento. A iioti.ia exacta, porm
seu autor, nao dando disto una explicaco, deixa
o direito de se formar o jui/.o, que cada um qui-
zer : a-siin pois julgo do meu dever, como med
co, a quem estove confiado o tralameiito deste en-
fermo, dar ai) faci a venladeira causal.
t Nanee! Joaquim Gonealves, entrn a o de de-
zembro prximo lindo com um canoro em urna
puivao do esfnfM itlfodo, molestia, que resistin-
ilo a qualquer tratiinento. s peiinitle ao medico
usar de una tiierapeuli.a palliativ.i. Mil vezes
me pedio ote doente para que Ihe fltesse a opera-
co, para Ihe arrancar o Nao que Ihe roa us cn-
trattktu, ao que ja mais poderia en prestar-moj
sendo islO aeumpanliadn de repelidas etigencias
para alterar a aliinenlacSo tora doces, fructas, vi-
nho e o mais que ihe lembrava, e que o estelo-
cimento nao pode fornecer segn In a vontade do
.lenle. Betas negativas de minha parte o leva-
ran a peilir alta, o que ivcuse dar Ihe por muito
lempo; mas finalmente tive de a perinitlir, pelo
estado de impaciencia do doente. e por elle me di-
zer que se ia recolher a sua casa para mnnvr DO
meio de seus parentes. [testas circunstancias
poderia eu pioee.ier de outra man.'ira t
O hospital de caudado sera por venira un to-
tal pira Mrisfaier i iodos os appetiles dos doentes,
ou um careere. aonde s.j.un eoavidos a permane!
cer al secuiaiein ou inorrereni ?Deixarei de
permitlir a sabida do doente que me disser, que
nao lem aonde se tratar; porm aos que RM disse-
rem que tem algum amigo ou prenle disposto a
recolhe-los, leuciono condescender con sua exi-
gencia1
Entendo que ninguem obrigado a receber
COOVra sua vontade os benelieins da candad,' |iu-
lica, ou particular, esta seofferece e se empenta
mesmo para minorar o sollriiiienlo do pobre, mas
nao se itnpiio.
Preeedendo leste nodo, folgo marchar na re-
gra da boa razo ; porm. V. BtC. t a lllma. junl.i
me Ou o o que peiisam a tal respei o para mar-
cuariiios de ao ordo na resposta que livor de dar
eill casos idnticos.
Deus guarde a V. Exc Recife 2:t de leverei-
ro de lStii.illm. e Exm. Sr. provedor Anselmo
l-'iaucisco IVretti. Jo'io ia Silca Raatot, medico
do hospital Pedro II.
Ten.lo cessado o impedimento dos I" tirar-
gies do eor|Hj de san.le os Srs. Drs Gustavo Ital-
duiuo de Muura Cmara e Cicero AlvaresOUS San-
to-, ipie se achav.iin s. o viudo no lnliiiii.il do jury.
foram dispensados o Dr. Estevo Cavaicanti de Al- ]
buqiierqiie e o cirurgio reformado da armada
PranetnCU Marciano de Araujo l.ima, que baviaui
sidu contratados para prestaron seus servicue me-'
dicos ikj.s Corpus eui yuaruieo nesla capital e no
respectivo hospital militar.
Ordeiiouse a soliura dos recrutas Galdino
Pedro da Cuiilia, Jos l.uiz e Mauoel Jos I-'elix da
Silva, pur terem prova.lo iseiico legal.
Poi auloiisado o prov.-dor da Sania Casa da
Misericordia mandar entregar Mana Jos da
Coiiceieo nina sua lilha, .pie sem sua sen una foi
licitada na casa dos exposlos; bem Colllo a in-cre-
ver no res, eeiivu qu.uiro alim de ser oi'porluna-1
mente admitidla no collegio das orpbaas a menor
Enilitma, tihadc Francolina Mana Borges.
Deu orden a pre-iileueia a que fossera ad-
imttidos no G\uina-io Provincial Cuno alumnos j
internos gratuitos us menores Estanislao Gomes e
Jos Alfonso de Lima e S, e-te Bita de .los Anlo-
uio .la i.o.-ia e Sao aquello de Silvena Mana de
Abren e Mello.
A' Miguel Arch.injo da Paixo foi concedida
Itceuea i'.ra ra>ar-se rwn a e\po-ia Joaquina Ma-
na da Coueeieo, ediieamla d;.qilid|e col egio.
Os soldados do corno ile polieia Joo Thom
Vieira d i Na~eioieiito, \lanoel Ke:ppe do Nasci-
ineolo e Ju.iq mu Ignacio da Silv.i, tendo concluido
o U-llipO d seus eiiiM|aiiiouto-, Conl,-aturain liovos,
e ao i e-|ieeIivo eoiiima oluite permiltio-se contra-
la r p ra servirem naquelle corpo oS|iaisanos Mi-
lloel l'.aelano Vieua da Paz, Antonio Pedro da Sil-
va e Candido Alvaroiiea da Rosa.
Deciarou-s.' a i amara municipal do Hrejo que
devem ser c .orado- os iuipueUM do gado vaceuin
consumido na cidades e villas, quer seja mortoem
matadouros pblicos, quer em parlicouret dentro
ou fra de laes cidades ou villas, sendo de outra
sorte illudida a disposi\-o da lei o. 566 de 10 de
maio do anno prximo passado.
Foram concedidos ao Sr. desembargador Cae-
tano Jos da Silva Santiago :i mozos de hcencacom
veiicimcnto na forma da lei, para tratar de sua
sade ; assim como prorogou-se |or um mez, tam-
bem com vencimentos, a que obteve para o mes-
mo bm o continuo da secretaria do governo Ansel-
mo Jos Ferreira.
Sobre propo.ta do Dr. chefo de polica con-
cedeu-se a Jos Candido da Silva Braga a demis-
sao que pedio do cargo de 2* supplente do delegado
de Sermhaem ; o para o substituir nomeou-se o te-
neiite Jos Wenceslao Alfonso Rigueira Pereira de
Bastos, bem como o capito Francisco Manuel do
Souza Oliveira para o do 3 supplente do mesmo
delegado, que se ada vago,
No termo de Tacaral foi ferdo levemente
Jos Nunes por Jos Roque.
No lugar Cutrim, a meia legua de distancia
do Cabo, foi encontrado morto l.uiz Capillo, por
fenmentos dos wagons da estrada de ferro, sobre
cojos trilhos elle se lancra, quando passava o
trem por esse lugar, nao'sendo presentido pelo
machiuista.
Em o dia 10 do rorrente Manoel Lourenco,
morador do engenho Tolerancia, foi casa de Jos
Antonio, no engenho Riqueza, ambos do termo da
Escada, o deu-lhe um tiro, apenas sahindo esle fe-
rdo em una mo; em resposta semelhante ata-
que disparou Jos Antonio em Manad Lourenco
dous tiros, que o feriram gravemente, indo em se-
guida eniregar-se a priso.
Constando |Kjlira da Escada acharcm-se
hoinisiados no sitio Vermdho do engenho Lage,
dous criminosos de morle, no termo de Santo An-
lao, fez seguir um inspector de quarteiro e 40
pnces da guarda nacional para o lugar, nao con-
seguindoa priso de um delles, nicamente encon-
trado, por haver elle disparado dous tiros, <|ue ne-
iiium danno nunram a tropa.
_ Remellen-nos as seguinles linhas com rela-
cao a<) que hontem noticiamos sobre a eonstruccao
do paiol da plvora ; e dando cabida as mesmas
linhas, nada accrescenlaremos aoque j enutiimos
a respeito da materia, cuja aprectaco submette-
mos a compleme auloridade.
Srs. redactores.Acabamos de ver pela leilura
da Revista Diaria de hoje que alguns dos propie-
tarios da Torre vo fazer chegar ao conhecimenlo
do Exm. Sr. vicepresidente, urna representaeo
coolra a eonstruccao do paiol da plvora n'aquel-
le lugar. Dissemos que alguns dos prophetaros
etc., porque nem lodos assim pensam; e segundo
eremos nenhum d'aquelles propietarios tem all
mais prophedades do que o Sr. Francisco Jos
Arantes, que alm de tudo tambem all tPin um
imprtame estabeleciinento commercial. Entre-
tanto o Sr. Arantes nao v n'aquella eonstruccao,
mesmo para o lim <|ue o menor inconveniente
e [ior esse motivo foi que ajuslou a venda do ter-
reno necessario quelle fim.
Para que os propietarios que pretenden) levar
semelhante representaeo ao Exm. Sr. vice-presi-
dente. menor a possam fundamentar, bom sera
que mostrem um qualquer lugar, que incitar sa-
tisfaga a_ todas as condiccoes indspensaveis a
eonstruccao de tal natureza ; e com o fim de aju-
da-los, nesse intento, aqui Ihes damos o summario
dessas condiccoes.
En primeiio lugar nao devendo o paiol Tirar
exposto ao bombardeamenlo de um navio inmigo
nao pode servir para lugar de sua construc;o um
ponto qualquer do litoral o ainda menos urna de
suas 11 has.
Em segundo lugar a communicaco do centro
commercial da provincia e das forcs do exercito
em guarnico devem ser as mais tacis, promptas
e seguras. D'ahi resulta para o transporte da
plvora a necessidade de ser o paiol em porto do
embarque em toda e qualquer circunstancia, nem
devendo licar a distancia tal que dada urna altera-
cao na ordem publica seja difficil guarnece-los
com as torcas necessarias a sua defeza. Cumpre
aqui observar que devendo o paiol licar distante
desta cidade. se nao for construido em porto de
embarque, as despezas de sua consiruc^o elevar-
se-ho censideraveliuenie por causa do transporte
do material.
Em terceiro lugar. O ponto escolhido nao deve
ser por forma alguma sugeito a innundacoes.
Em qtiarto lugar. Anda o poni escolhido deve
ser o menos pevoado. A respeito tenham pacien-
cia os propietarios da Torre para que Ihes diga-
mos nao existir nas proximidades desta cidade um
Ingar que satistazendo as mais condic$oes seja
tao pouco [tovoado como a Torre.
Em quinto lugar. Ainda o ponto escolhido deve
olferecer commoda communicaco com o interior
da provincia alim de que fcilmente por alli so
transporte a plvora que fr vendida com esse
deslino.
K' intuitivo que comprada a plvora nesta cida-
de o comprador parlindo d'aqui para a Torre, e
ah recetando-a pode fcilmente seguir pela es-
trada deste nome para Cachang, onde comer a
estrada para o centro da provincia.
Aqui leruiiiiamos para nao nos tornarmos de-
masiadamente extensa
ii de mareo de 1864.
Hoje (z*.l) ir a leilo porta da Associac.o
Commercial, pela segunda vez, a grande machina
perpendirdlar de serrar madeira, com o vapor de
breada 14eavallos,e urna caldeira forca de t)
caniles, tena periencenles a massa fallida de Ros-
tron Roocker (\ C.
Hoje faz leilo o agente Olympio, na ra da
Cadoia do Recife, n. 48, de movis, crysiaes, de
urna escravae de 43 pecas de estopa larga.
nKPAiiTigvo o* rocana.
(Extracto das partes dos das ii de marco do
I86i.)
Foram reeolhidos casa de delencao no dia l
do crlente
A" ordem do Dr. delegado da capital, Francisco
Lopes de Souza, branco, como suspeito em crinie do
furto de. asenso.
A' ordem lo subdelegado do Recife, Jos Fran-
cisco do Espirito Santo, pardo, como suspeito, os
crioulos Jos e Joo, pasmas, este de l.uiz Anto-
nio Vieua, e aquelle de Manoel Ferreira, o BVinei-
ro cono suspeito de estar fgido e o segundo por
fgido.
A' ordem do de S. Jos, Luiz Antonio Machado
Freir, branco, para averigoaefiea polienaa.
A' ordem do da lloa-Vista, Frederico Carlos de
Araujo, branco, por desordelro, Antonio, crioulo,
enerara da baroeza da Victoria, sera deelaracao
do motivo, Joaquim Jos Pereira e Francisco Ro-
drigucs, brancos, os pardos Pedro Pereira da Sil-
va, Manoel, e.-eravo lo visconde de Suassuna, a
disposieo do Dr. delegado da capital, Alexandre.
escravo do l.uiz Antonio de Siqueira, por fnajdo
.V ordem do da Capunga, os pardos Miguel (io-
mes da Cunta Ferreira o Manoel Jos do Nasci-
nienio. |Kir briga.
A' ordem do do Poco, Francisco Augusto do Ama.
ral, branco, e Maraliereza. parda, por desoldeos.
i* chefe da 2a seceao,
J. G.deMesquita.
M 3 : 3 5? 3 ra 9 "1 a 3 ra r' V 3 > o be
i i SI -I SI 5 >1 Masculino. n >
( i i i 1 Feminino. O 1 1 ^1 1 o 1 co 1 o 1 en
1 1 5 1 1 1 Masculino. i i ul 1 1 *l al H 12. A. O
i . i i 1 Feminino. 1 1 1
1 i al 1 - ! wasaUmo. 1 i-5 1 B en > < o 1
?* 1^ t* Feminino.
a 1 1 -* Masculino. 1 -I \ H O
as 1 i Feminino. 3
J si.i. I - **- Masculino- o > BU
^^ i to 1 9 Feminino. lu
00 . . . TOTAL.
/
f
<
-
ADVERTENCIA.
Na lolalidade dos doentes existem 181, sendo
alienados '.I homens e i'< mulheres.
Foram visitadas as enfermaras osles das :


ttlario de Peruniut>n
Polo Di. Ramas as ti l(i, ti 10, G 1[2. ti Ij2, t.
i 83|M i|2 hora da mantea.
Pelo Dr. Sarniento s 7 55. 8 10, 7 1[4, 7 3|1
- ht, i|l, 7 3|V
Fallecen :
1 aasco Antoniodo .Nascimento, de phtysica la
ryngea.
Movimento da casa de deteucao, no dia 21 do
mareo do I86i.
Existan)...... 380 presos
Entraran..... 17
Sahiram...... 6
iliio eettos da imprcnsa, estamos convencidos,
como borneas polticos o do experiencia, que a li-
berdade de imprensa Docenaria...............
A nabar :
Existen).'...... 391
perpetua
A Franca nao deve Bear cm urna infancia
... Demos, ineus senhores, una forma seria a
na ba.e milito seria ; a irresponsabilidade di SO-
Nacienaes.....
Estrangoiros...
Mulheres......
Esirangoiras...
Escravos......
Escrava.......
282
34
5
1
6i
5
391
urna __.
berano a liberdade do paiz...
... Mas o que necesario antes de tudo, eu
O repito, a irresponsabilidade do soberano......
ran-
00-
A imenlados a rusta dos cofres pblicos----- 16.
Movimento da enfermara no dia 22 de mareo
de la&t
Tivoiain baixa :
inoel Thomaz dos Santos; syphiles.
Amonio Jos de Sanl'Anna ; qefluxo.
Candido Jos de Abreu ; unlrite.
llalthasar do- Sanios ; omeplise.
Joaquim Jos de Sanl'Anna ; clica.
Teve alta :
Scbastio Baptista.
UM POICO HE II 1)0.
Da Cruz cxlrahimos o seguinte sobro o dia de
hoje :
OlAHrA-FEIIlV N MBVA&
Chamase assnu a este da por que elle nos re-
e. rda as irevas univorsaes em que lieou a lona.
nrnnroinidii no o sol na marte de Consto por cojo
motivo tambera se inandou no inesuio lempo apa-
gar as luzes em toda a igreja.
O estrepito que se faz no lim de laudes, significa
a desorden) e perturbarlo das creaturas, pie acn-
teceu na i norte do Rodemptor.
Das 13 velas que se accendem no candieiro trian-
fular, significa a suprema, que esta no meio, Ma-
ra Santissima, e as li restantes denotam as tres
Maras e os orne apostlos, por que o duodcimo,
que era Judas, enforcou-se antes da morle de Jess
(Visto.
Apagam-se depois todas as velas, urna por urna,
excelsa do meio, que representa Maria Sanlissi-
mi, por*que nella sempre se eonserva a. t viva.-
tando os ouiros todos com ella ijuasi extincta, e se
apagara urna a una, signilicaodo os apostlos, que
IK ac a (lonco furam abandonando ao Salvador.
Os seguales trechos sao do discurso de Mr.
T UM :
t Ncste largo espaco de lempo (de 1830 1848)
vi sueceJereinse cousas. bomens, opimoos e ale
altelos, e da torrente que doria arrasur ludo, es-
caparan! s os principios, os principios sooiaes e
peUliooa sobre os quaes asseiita a socieJado mo-
derna.............................-.........
a E-les principios sao comoosouiros destinados
a allumiar-nos. Ceroain-se as vezes de nuveus,
mu para surgirn de novo mais radiosas.
Sera duvida tereis notado uina circumstancia. e
vea a ser, que os proprios hoinens, lio pequeos
n< meio da grandeza dos aconlecimenlos, s lera
algum valor pelo coohecimento Uestes priucipios,
. :>ola (idelidade gue Ibes guardara.
t Baca anu lia tres principios que sempre con-
siderei comoregra de urna vida bourada e bem di-
rigida : sao o principio da soberana nacional, o
pineipio de oidem e o principio de liberdade-----
t (Juando a Franca resolve, para miin nessa re-
soluco est o direito. Mas, quandu nos submct-
teiHOS ao goveruo legal do paiz temos sempre direi-
tc de pedir duas cousas ordein e liberdade -----
___Sem ordem (a sociedade) prepende para o
di spotismo. Sem liberdade prepende para as re-
v,luees.....................................
(Jiiando se pioelamou em Franca a republiea.
MibnwUi-me, apesar de que me nao bgava a essa
f ana de governo os ineus procodeules, e reuni-rae
aos bomens valorosos que nesie matine sitio, no
entro de urna assembla numerosa e apaixonada,
mas honrada, corajosa e sabendo escuur as venia-
d que llie desagradav.ua.
c A rdea fot salva, meas senhores, e a Franca
vollou ae principio monarchico.
Submetli-me igualmente, guiado polo mesmo
sontiiuenlo de respeito a voniade nacional ; mas,
sri.ao recollu-me a vida particular |>or um motivo
li m Meantes, e foi, que nada tuina a fazer a favor
,1.. principio de ordem que eslava salvo, nem o be-
Delicio do principio de liberdade, que eslava adiado.
Todos sabem o que liz no meo retiro. Escre-
v com suicoiidade a historia do meu paiz........
Meus senbores, nunca me acharis faccioso, e
mili lisongeiro. .Nao direi quo eslos decretos (os
que ampliara) as liberdades publicas) coiitenham
ti las as liberdades desejaveis, mas conloen) uina
parte consideravel, e sao um penhor do resto,
guamo i naba, agradeco-os ao imperador, por qae
i ingraltdio um mo sentimeuto e um mo cal-
culo.......................................
.....Dalrbmt do conselhi. (aos amigos polilicos),
qoe prestassem juramento ao imiierador, e se apre-
si-nt.issom aos rollegios eloitoraes, qur como elei-
lores, qur como elegiveis.
Confossar-vos-hei, senhores, que de|is de ler
dado este conselho, quizera ser dispensado de o se-
guir.........................................
.............. mas bav.ria de certo enconse-
qaeneia em dar conselhos e nao os seguir........
............Na minlia cidade, depois dos cargos
que tenho excrcido no estado, nao posso ter se nao
u naambicao : lraxendo-vos o modesto trbulo de
u na experiencia adquirida bem caro, e discutindo
iimvosco os negocios do oslado, considerados como
l estado enao dos partidos, poder alguma vez dar
un pequeo auxilio s vossas dehberacdes, e nao
consentir que tejan inteiramente matis ao meu
paiz os ltimos annos da minha vida.............
Estaquesto fatal (a questo de liberdade) tem
sido para mim, permitti-ine a romparacao, a quo
era para os navegadores de XV seculo o famoso
cabo das Tormentas. CnegavAin vista Uello os
navegantes, lomiam passar avante, e au ousavam
<|jbra-lo.
< Bem sabis o que acontecen. Um principe fe-
lizmente inspirado, D. Joao de Portugal, quiz dissi-
nir esse vo terror. Mudou o uome de Cabo das
'frmenlas em Cabo de Boa Esperanca c al-
uns annos depois desappareceu a ditlieuldado, e
u-Mi aborta a |wrta do Oriente.
< Pois bem. senhores, nao teremos nos tambem
u na feliz inspiraeo de conlianca ? Nao nos livra-
renios de terrores vaos? .Nao veremos anda muda-
do o uome a os.-e cabo aonde lanas vrzes havemos
naufragado ? Nao o dobraremos, emlim, aforluna-
Agora pergunio a todos os homens sensatos, a
11 los os bomens exi>erientes. so una necessidade
n vezesdesiitondidi, e sofrenada, desde o pnn-
d i o deste seculo. Iros vezes apparece de novo com
fo.";a Irroaillirol. unu necessidade falsa e ficticia,
li que soja licito nao fazer caAi !
Na a, senhores, una necessidade da razan ha-
1IUU, que deve ser profundamente sentida em na-
cau como a nossa, que uina da mais iniellgentes
*: briosas do mundo...........................
' l ti n se i que aoouvira palavra liberdade
ningiiein lira a sangue frnt. Una ireinom Mffl mo-
tivo, (luiros pcliin sem limite.................
. l'asso a legimdt das Kberdadea, i|uo tenho
-ifieado de Decessaria. a liberdade de iraprensa,
M.0 dize-lo a>siin, a parte mais espinhosa da h-
lae< dado.
. Moas senhores, se ha em Fiama un) hornera
nui tonda expcrtmeaudi os inconveoientea da li-
Ihm* lado de iiiipiuu>a, este lioinein seguramente
aq lelle quo voi f.iila. Ura bomom illustre com
j i i por leng i te Upo Iral )i os allos negocios do
|Mz, B Com qaeni os disouli por muito lempo, o
ili.t'lre Mr. Gaixot, nao os tem experimentado mo-
r i> de que BU. I'ois bem I Eisaipii urna declara-
..iu que ello o.inlirinaria, estoudisso seguro, se elle
a i ai eslivesse. Depois de havermos expenmenta-
< Ha na hisioria da Koropa moderna lies gr
des epoeas ; a poca feudal, a poca real, e a o,.-
ca actual, que eu appelhdaiei poca liberal.......
... Sabis vos em que consiste a dilTerenca '
entre a Franca e a Inglaterra ? Consiste em que
nos somos urna na^.io militar e a Inglaterra nao ,:
Em Franca o typo do governo um estado maior,
em Inglaterra um municipio...............
Quanto a mim, estou convencido que o paiz
tem um tai desojo de sSa liberdade, da verdadeira ;
liberdade, que o governo que a der ser franca-
mente, sinceramente aceito por todos.
Pelo que me pertence, permllti'qui' rasgue an-
da um dos derradeiros veos. Eu serv uina familia
augusta, boje infeliz ; devo-lhe o respeito que se-
no pode negar aos grandes infortunios, nobremen-
te padecidos ; devo-lhe a affeicao que ninguem dei-
xa de ler aquellos com quom passou a melhor par-
te de sua vida ; mas ha una cousa que eu Ihe nao
devo. quo ella me nao pede, oque o brinde minha .
ajma Ihe d volunlariamenle vitar retirado, e
nao Ihe mostrar os seusanirgos par!id;irosbuscan-1
do o esplendor do poder, qnando ella vivo as tris-
lozas do exilio. Ha lambein ouira eooaa, e eu chi-
mo o co por testemunha de que ellam'a nao pede,
que nunca m'a hade pedir, eque eu nunca Ihe con-
cedera ; sacrificar-lhe os interessesdo paiz.
Declaro, pois, aqu como bomom honrado, que
se nos dio a liberdade necessaria, eu hei do accei-
ta-la, e podem contar-me no numero dos cidados
sobmissos e gratos do imperio.
A Nacao publica :
Acaba-so de publicar pela imprensa camararia
o ultimo receuseamento da populacho romana.
Este documento''olcial intilula-se -Stato de/fe
animo nctt'ulim cilla di Roma per funno 1863.
(Estado das almas na augusta cidade de Boma no
auno de 1863.) Deste documento extrahimos os se-
gu nles dados :
Roma est dividida desde o pontificado de Lefio
XII em 54 freguezias.
A populaco loial de 201161 habitantes repar-
tidos da inanoira seguinte :
Cardeas mspos 36, padres clrigos 1457, se-
minaristas 3(57, religiosos 2369, religiosas 2031.
alumnos de collegio (sexo mase.) 660, mos de pen-
sinalos e conservatorio (sexo fem ) 1674. nessoal
dos institutos de caridade (sexo mase.) 947, dito
(sexo Tora) 1180, familias 40827, bomens 91024,
mulheres 87819, casados 30213. casadas 28201,
viuvos 4301, viuvas 9447, cehbatarios de todas as
idades (exo mase.) 59015, ditos (sexo fem.) 50171,
militares 5173, presos 387, heterodoxos 311, ju-
deus 4490.
O recen-eamento de 1862 aecusava urna popula-
(jo de 197078 habitantes, o de 1863 aecusava com
augmento de 4083.
Nos chamamos a attenco sobre as cifras se-
guimos que a ignorancia ou a m f se aprazem
exagerar : clero secular 18'.'4 individuos, clero re-
guiar 2369. religiosas 2031 total 6494 individuos.
liorna encofra (> seminarios-Romano 91 alum-
nos, Po 76, do Vaticano 41, Franccz58, da Amo-
rica do Sul 45, da Amrica do Norte 53.
E' preciso accrescontar 19 collegios o da Pro
paganda com 128 alumnos, Germnico-Hngaro
59, Inglez 34, Pi inglez 15, Escossez 12, Grego-
rutheiiio 22, Irlandez 50, Belga 6, Capraniea 54,
Pnampilb 10, dos nobres 48. Lombardo 11, Naza-
reno 49, Clementino 2, Ghislieri 42, da academia
ecclesiastica 13, dos towugos de Lairo 10. dos Be-
nedictiuos 13, dos irmaos das escolas christas 40.
Ha 16 institutos de caridade, 8 para os bomens
e 8_ para as mulheres, a saber : Hospicio dos or-
phiios 52 individuos, da Asumpcao para orphos
da colera 113, de Santa Maria dos Aojos para os
pobres 396, de Santa Maria dos Anjos para os sur-
dos e mudos 45, de S Miguel para os velhos 176,
de La Vigna Pi para as maneas pobres 97, esta-
bel .'cunemos de Santa Agatha 66, de Refugio 10,
dos quatro Sabios Cornados para as orphaas 17.
de Sania Maria dos Anjos para os pobres 443. de
Santa Maria dos Aojos para as sordas a raudas 5V.
de S. Miguel paca as mulheres idosas 144, do Es-
pirito Sanio 289, de Nossa Sonhora do Loreto para
as arrependidas 50. do Bom Pastor para as arre-
pendidas 107.
Nao mencionamos 15 conservatorios e 43 pen-
sinalos para meninas dirigidas pelas religiosas.
Extrahimos do Dozr de Agosto o seguinte :
Rki.iciao k patriotismo.
.....Rsolu de vivre el de
mourir pour l'eglise, je suis
done galement determin
vivre et a mourir |iour la
Fr.uice, pour cette Ierre
ehrie qui m'a donn le
jour, laquelle.aprs Dieu,
je J .i- lout, et laquelle
j'appartiens par mes plus
tenares,, crame par mes
plus profondes affections.
(Ocardeal Bonnechose dis-
curso a S. M. I. as Tuliie-
rlas)
O bom padre nao separa a causa da religio da
causa da patria.
Disposto a vi ver c inorrer pela crenca religiosa
que professra, pela crenca religiosa gravada em
sea roracao, pela crenca religiosa de que sacer-
dote, nao est menos disposto a vi ver o inorrer pela
pairia que Ihe dra o ser, pela patria que mudas
rema o honrara e engrandecer
O mo padre nao tora croncas, e nem patria.
Falla em religio, e serve-sc d'ella, como ins-
trumento para favorecer os seus interesaos pri-
vativos, c muitas vezes s suas mais ignobeis pai-
\iies.
0 bom padre ere na religio como principio de
felicidade para a humanidad..
O mo, usa d'ella, calcando aos ps os direilos
da humanidade, para a fazer valer no sentido dos
seus interesses privativos, do seu orgulho, da sua
ambicio, da sua devassido.
O bom padre ooxemplo vivo da virlude. da ca-
ridade e do patriotismo; o nvangelisador das boas
doutrinas, c o melhor medre do povo, da familia e
do homem.
O mo, o exemplo vivo do materialismo em re-
ligio, como era poltica, o peior tropoco a morige-
rado dos povos, o mais perlgoso iniuiigo das ver-
dade.iras doutrinas religiosas, planta peior do qu
parsita no estado I

Damos aos nossos leitores os seguintes versos
do nosso amigo E. Garrido, festejado autor de mui-
tas produocoes cmicas que o publico tem applau-
dido no theatro.
o sen genero nao este, ainda que nao deixe de
o tratar com esmero; mas nao tintia o autor obra
mais recente com que attender ao nosso podido, e
com esta nos brindou.
Pela delicadeza da forma e da idea, se v porm,
que o moco poeta arostumaJo sproduc^oes cmi-
cas, nao d'eixa desmerecer o seu talento em versos
de differente genero ao que se dedicou.
N'um dos prximos nmeros daremos aos assig-
nanles da Rtsta urna boa amostra das espirituo-
sas poesas de E. Garrido.
Se eu acaso te sou indifTrente
Porque sania indifT renca dos ceus,
Fitas sempre nos moas os leus olhos
ijuaudu eu lito os meus olhos nos leus ?...
So o meu timido amor nao eneontra
Nenhuin eco no leu Horacio,
Porque treme tua mo entro as minhas,
(liando as minhas te apertam a ma*?
Se eu nao devo nutrir urna esp'ranea,
Porque dando-me esp'rancas de amor,
Traaos t essa flor ha ireedias,
Se lia iros das lo d.-i essa Hor?
se eo somonte indlfTrenea ['inspiro,
Porquo cslranbos caprichos, emum,
Foigas smpre que estou a toa lado,
E entristeces ao vr-to sem mim ?...
Ai, meu anjo, so a voz do dever
Te condemna io justa afljelo,
Pensas bem que me roabas a vida
Procurando roubar-nie a illuso!
E. Garrido.
ClinO.MCA JID1C14IUI
TIIIUl \ II, |ft.V IIKL.I^'IO.
SESSO EM 22 DE MARgO.
riiK.MuKMa.v no UM. su. co.nskliikiro
SILVKIIIA.
As 10 horas da m uilia, presentes os senhores
desiinuargadores Gitirana, Lourenco Santiago,
Heis c Silva, Almeida e Albuquerqiio, Molla, l'e-
relti, Accioli, Assis, e Doria, faltando com causa
participada o Sr. desembargador Caelano Santiago,
abrio-se a sesso.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
ro, i. nao eotipareeeo.
Passados os foitos c entregues os distribuidos
derain-se os seguintes
JL'LGAMENTOS.
Itirursos crines.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Reconvine, o juizo; recorrido, Iguacio Fernan-
dos Taboca o outro.
Sorteados os Srs. de Perelti e Almeida c Albuquerque.
Improcedenie o recuaso.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Ra\ mundo Fran-
cisco da Costa lavares.
Sorteados os Srs. desombargadores Lourenco
Santiago e Almeida e Albuquerque,
Improcedente.
Relator o Sr. desembargador Reis c Silva.
Recorrente, o juizo; recorrido, Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento.
Sorteados os senhores de-Hrabargadores Motta.
Almeida o Albuquerque c Gitirana.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Miguel Severo
de Soma Percira.
Sorteados os senhores desombargadores Assis,
Almeida e Albuquerque e Gitirana.
Improcedente. I
Recorrente, o juizo ; recorrido, Joao Florencio
de i Hiveira Reboticas.
Sorteados os senhoresdeseoriiargadores Gitirana,
Motta e Almeida c Albuquerque.
Improcedente.
Relator o Sr. desemDargador Almeida e Albu-
querque.
Recorrente, o juizo; recorrido, Joao Malinas.
Sorteados os senhores desombargadores Assi-,
Lourenco Santiago e Motta.
Improcedente.
Recorrente. o juizo; recorrido, Antonio Luiz de
Vivnos Jnior.
Sorteados os Srs. daserabargadores Lourenco
Santiago, Reis e Silva e Accioli.
Improcedenie.
Recorronte, o juizo; recorrido, Antonio Avelino
dos Sanios.
Sorteados os senhores desembargadores Accioli,
Molla e Lourenco Santiago.
Improcedente.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Joaquina Baptis-
ta dos Sanios.
Sorteados os Srs. desembargadores Reis e Silva,
Molla o Assis.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorridos, Montenegro &
Brasil.
toteados es Srs. desembargadores Reis eSilva,
Almeida e Albuquerque c Doria.
Fiera adiado.
Relator o Sr. desembargador Assis.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Ignacio Paz de
Souza.
Sorteados os senhores desembargadores Gitirana.
Almeida e Albuquerque e Perelti.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Francis-
co Calado.
Sorteados os senhores desembargadores Gitirana,
Reis e Silva e Perelti.
Improcedente.
Relator o Sr. desembargador Doria. |
Recorrente, o juizo ; recorridos, Theotonio Joao
deOliveira e outro.
Sorteados os Srs. desembargadores L. Santiago,
Perelti o Almeida e Albuquerque.
Improcedente. |
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento.
Sorteados os senhores desembargadores Motta,:
Almeida e Albuquerque c Assis.
Improcedente.
Aoraros de swftoie.
Aggravante, o Exm. visconde de Suassuna; ag-
gravado, o juizo.
Relator o Sr desembargador Doria.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago e Reis e Silva.
Dorara provimenio.
Aggravante, Manoel Firmino Ferreira ; aggra-
vado, o juizo.
Sorteados os senhores desembargadores Lourenco
Santiago e Reis e Silva.
Nogou-se provimento.
Habras-corpus.
Negaran) ordem de babeas-corpus a Paulino Jo-
s Bezerra.
Appellacao crime.
Appcllaale, o juizo ; appellado, Juvenal Gomes
de Novaos.
A' novo jury.
DFSIGNAIJAO DR DIA.
Assignou-sc dia para julgamento dos seguimos
feitos :
Appetlacoes etMf.
Appellante, Chnstova Jos do Reg Mello; ap-
pellado, Firmino Francisco Flores.
l'ASSACKNS.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr.
desembargador lourenco Santiago
A appelacA) curt.
Appellante, bacharel Fe'lippe Carneiro de Olinda
Campelli. appellados, Jos Duarte Rangel e ou-
tros.
O Sr. desembargador Reis e Silva passou ao Sr.
desembargador Almeida e Albuquerque
As apprllacoes civeis.
Appellante, o cnsul pbrluguez; appellados, os
credores do espolio do finado Jos Ribeirc de Pa-
rias.
Appellante, AntonioTorquato Felippe Mata; ap-
pellado. Vicente Rodrigues de Souza.
Appellante, o cnsul portuguez; appellado, Ma-
noel Jos Leite.
Ao Sr. desembargador Motta
A appi'llaco cirri.
Appellantes, Pedro Jos da Cosa e outros; ap-
pellado, Antonio Joao Ferreira Damaseeno.
O Sr. desembargador Almeida e Albuquerque ao
Sr. desembargador Dona
A appellacao civel.
Appellante, Rento Antonio Estoves; appellado,
Manoel Dutra de Souza.
O Sr. desembargador Assis passou aoSr. desem-
bargador Doria
At appellacoes ciceis.
Appellantes, Joaquira Francisco de Albuquerque
Santiago e (Unos ; appellada. Francisca Thomazia
da Concoico Cunha.
A Sr. desembargador Gitirana
A appellaipo civel.
Appellante, Jos Jaeome Tasso ; appellada, a
fazenda.
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga-
dor Caetano Santiago
A* appellacoes civeis.
Appellante, Joao Hyppolito de Meira Lima ; ap-
pellado, Manoel Joaquina Ferreira Estoves.
Appellanie, padre Antonio Jos Pinto ; appella-
do, o baro de Jaragu.
Appellante, Joan Venancio Machado Paz ; ap-
pellado. Joaqnim Ignacio da Costa.
A iy horas encorrou-se a sesse.
publicaado o secretario os nfn:s dos que obtive-
ram rojo desde o mximo at c mnimo, deu-se a
apuragio por feita, mandando-si faser a acta*e a
lista triplico para seren assignidas, bem como o
oflico para o Exm. ministro do imperio, e levan-
tando o Sr. presidente a sessio, ciirou-se.
Apparoeeuil>, porm, reclam icoes para que a
sos.-ao contiouasse; porananto ilguns assstontes
queriara apresenlar um proteste, o Sr. pro-presi-
dente liego o Albuquerque, que anda, se achara
presente, bem como os Srs. ver madores, tomou a
cadeira da presidencia, o continuau a sosso.
Apresentado o protesto, foi pesio ora discusso
SO devia 00 nao ser aceito, e dc|M>is do fallaren!
Bisaos Srs. vereadores, pro e corlra, posto vota-
can passou que fosse recebido, .'otando contra o '
vencido os Srs. vereadores Rogo o Albuquerque.
Gustavo do Reg o Honriques da Silva.
Despacliaram-si; as peticoes de Antonio Carneiro
da Cimba, Domingos Jos do Sanl'Anna, Francisco
Ac i Mi de Gouveia Lias, Fortunato Joao Piros. Jos
Rodrigues Ferreira, Joaquiu] I'eieira Franco, Jos
Joaquini de Piiho Meudonca (2,. Joao Francisco
I'alilha 12). Jos Izidoro Perira ios Reis, Joaquim
Dallro Telles de Souza, Manoel J >s Carneiro. Pe-
dro Dias dos Sanios, Romo do Rogo Barros. Cvria-
ro Jos Coelho, Vieira ox Netio, e levanlou-se a;
sessao.
Eu Francisco Camito-tla Boa-vi ujem, secretario a
subscrevi.Barros Rogo, presk ente.Ilenriques
da Silva.Raala do AlmeidaLe ti. Seve.Rogo.
Mello. Reg Mata.Gameiro.
COMMUNICAIIOS.
0 chefe de polica de Pirnambuco e
o Sr. Dr. Irbaiin Salii i o Pessou de
Mello.
Lendo o discurso do depuia.lo ror esta provincia
Dr. Ucbano Satrfno Pessa de Me! o, profundo 4
do crreme na cmara temporar a, nelle deparei
com o seguinte :
Sr. prosidenle, na propria caiital da provincia
como so fez a eleieo secundaria : Quera nao vio o
propria chefe de pilicia dentro dt igreja fazendo e
distribuindo chapas?
(i Sr. Godoy:Apolado.
O Sr. Urbano : Esie faci pos) eu tostemunha-
lo |Kirqiie o presenciei, e ninguen poder contes-
lar-in'o. E nao s ello dauso na oloico de depu-
lados goraes, como na de deputados provinciaes,
como tambem na de senador
A bem da verdade, c por amor de minha repu-
taran de funockinario publico, venho dizer aos que
me nao conhecem ainda de perto. (em cujo nume-
ro entra o Sr. Dr. Urbano, pssoa eom quem nunca
troquel urna s palavra) que o mismo Sr. Dr. Ur-
bano enganou-so qnando disse ler presenciado fa-
zer eu chapas e cabalar na igreja matriz deslafre-
guezia, onde comparec no da 6 de dezembro ul-
timo |ra dar o meu vol, como eleitor, ou enlao
julgou conveniente, para os seus lins, fallar ver-
dade com bastante denodo, aprov itando-se da mi-
nha ausencia.
Se lomei parte na eleieo a qu i se refere o Sr.
Dr. Urbano, na matriz de Santo Antonio desta ci-
tii le, foi ainamente indo ao collcgio dar o meu
voto, voltandn logo depois disio para minha casa, e
so tornando igreja a tarde, para assignar i res-
poclva acta.
E se nao foi assim, provoco o Sr. Dr. Urbano a
que aprsente urna s peSMM qi em me frise dis-
tribuir listas feilas por mira, ou por outrem, ou o
noine de ora eleitor se ojaer, quem |>edisse eu ura
voto para pe.ssoa alguma, ou recommendasse a ex-
clusao de quem quer que fosse; sp|>ello para todo
o corno eleiloral do 1" districto, reunido nesla ci-
dade uas ires eteioSes successivas de deputados,
memhros da assembla provincial, c senador.
Fique convencido o Sr. Dr. Urbano, que nao ser
por esse modo, menos cavalleiroso, que ajustara
eomige mal contas.
Iteeife, 19 de marco de 18B4.
MNo Jos Tnrores da Silva.
POBLIACOES A PEDIDO.
CMARA 111 MCII'AL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 6 DE FEVE-
REIRO DE 1864.
Presidencia do Sr. Barros Hego.
Presentes os Srs. Rgo e Alfenquerqu*. Henriipies
da Silva, Gustavo do Reg, Maia, Seve, Mello a (a
mero, abre-se a sesso, o lida e approvada a acia
da antecedente.
O Sr. presidente declarou ser boje o dia da apu-
rarlo geral dos vui >s para um senador por osla
provincia, e achando-se recomidas as acias dos
collegios eloitoraes do Kocife. Pao d'Alho, Sorl-
nliem, Xazareth, Goianna, Olinda, lguarassii. I.i-
moeiro, Caba, Victoria, duas do Rio rormoao, Bar-
reiros, Cainar, Bonito, Garanhans, Bonj-Conselho,
S. Beato, Bui pie, Villa-Bella, Ingazeira, Tacarat.
Brejo, Cimbres, Boa-Vista, Cabrob, (luriciuy o
duas do Ex ou Granito, faltando as dos collegios
da Escada e Flores, quo forain roqnisiiadas ao
Exm. presidente da provincia por ofllcio a ello ili-^
rgido pelo Sr. presidente da cmara, passou a
mosiiia a fazer a apuraco de contbrraidade com o
arl. K.'i do oapiiulo :t' da lei de 10 do agosto de
Hili.
Comparece o Sr. Baral.a do Almeida, j no meio
da apuraco 6 rotira-so antes de ser ella con-
idio.la.
Feila a apurado geral di? que cima se trata, e.
ELfilCAO
dos devotos, que lio' le fslfjar o slo-
riost S. FiMinriseu de Paula, no fulu-
io inno de 18(>i>
Juiz
0 Exm. Sr. visconde de Camaragibe.
Juizes iior devocj o.
Oslilms. Srs. -.
Luiz Antonio Vieira.
J.i- Mara Palmeira.
Protector perpetuo.
Antonio Ricardo do Reg.
Juia.
A Illma. e Exma. Sra. D. Julia Amelia Carneiro
de Miranda, mulher do lllm Sr. Francisco Xa-
vier Carneiro da Cunha Mirara a.
Juizas por devoco.
As Illmas. e Samas. Sras. :
I). Brasilina de Campos Quaresma, mulher do
lllm. ,Sr. Jacomo Gcraldo Mina Lumachi do
M-dlo.
D. Maria Quiteria Rodrigues Pimentel, mulher do
lllm. Sr. inajor Jos Rodrigues Ferreira.
Protectora.
A Illma. c Exma. Sra. D. Francisca Rosalina
Vieira Lavra. mulber do lllm. Sr. Jos Francis-
co Lavra Pehna.
Escrvas.
A Illma. e Exma. Sra. D Luiza OJocia Baptista, li-
Iha do Exm. Sr. conselheiro Francisco de Paula
Baptista.
A Illma. e Exma. Sra. D. Carolina Candida Lu
machi.
Escrtvaes.
Os Ulitis. Srs. :
Alteres Caetano da Silva Azevedo.
Virgilio Jos da Motta.
Pootectoras.
As Illmas. e Exmas. Sras :
D.Thereta Carneiro de Miranda Lins,
I). Angela Rosa de Miranda.
I). Thereza Goncalves de Jess Aievedo.
D. Anna Ferreira dos Santos Burgard.
D. Flora Umbelin.a Xavier de Almeida.
I). Porcia Constancia de Mello.
I). Candida JosepMna de Miranda.
D. Adelaiile domes de Carvalho.
II. Clotilde Violante de (Hiveira Almeida.
I), iluiculina de Campos Quaresma.
I). Manada Peiiha Lumachi.
I). Maria Leopoldina de Miranda oilveira.
D. Leopoldina do Oliveira Miranda.
D. Angela Maria de Luna
I). Maria Egypsiaea de Locio.
O. Maria deQunpos Oliveira.
0. .Mana Baptista Bacellar.
I). Francisca Leopoldina Baplista Bacellar.
D. Jo ephina Candida de Paula Ramos.
D. Maria Teonilia Molla.
I). Rosa Maria da Conceicao Padillta.
D. Ambrosioa Amelia Duarte Sea ara Lcmos.
D. Leocadia de Souza Gomes Dubots.
Protectores.
Oslilms. Srs. :
Jos Carneiro Rodrigues Campello
Maior Francisco Xavier Carneiro -ns.
Major Alexandre Augusto le Pri; s Villar.
Dr. Graciano de Paula Baptista.
Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunha Miranda.
Major Claudiio Benicio Machado.
Joaquim Vital M.vhado.
Florencio Domingires da Silva.
Joao Hermano Canino.
Amonio Carneiro Leo.
D.idro Carneiro Leao.
Arscnio Antonio Carneiro da Cunha Miranda.
Commemlador Manota I.uiz Vires.
Tehano Pinto do Vasconcellos.
Jaeome Gemido Maria Lumachi de Mello.
Francisco Paula Toixeira Bacellar.
MijruH J.- di Multa.
Joao Antonio da Silva Poreira.
Joao Carneiro Lilis Soriano.
Joaquim Qaudio Monteiro.
Joaquim Ensebio de Souza.
Jos Podro do RegO.
Jos Podro das Neves.
Joao Xavier lia Foiisoea CapiUirib'.
Ovidio Farioira da Silva.
Procurador geral e perpetuo prolector
m. Sr. coiieg Diogo Tnom Estoves Via
,s' nas, nao poso deixar do responder sua
correspondencia, publicada no Liberalde 4 do
correte, e principalmente no seguinte tpico :
jante mais porque a seren ciadas as informa-
coes que uliimamenio se me bao dado de sua con-
duela publica, o que alinal serio verificadas para
se saber al sao ou nao verdicas, nao sci como se
defender.
Admira que o Sr. coronel Carvalho, morando no
mesmo termo em quo fui autoridade perto do oite
annos, s agora tivesse noticia do* meus mos fia-
tos, o ainda mais admira i|ue |or simples deferen-
cia e para se fazer comprehender, puMieaaae una
correspondencia que nada abona a seu filho, aquel-
lo Lourenco do Carvalho I
Anula rae cumplo dizer : que, gracas Provi-
dencia, nao me Mvergonbe do meu paseado, nem
do mea presente; que nao temo confrontar a mi-
nha vida publica com a do Sr. coronel Carvalho.
ou com a de quom quer que seja ; que nao ped,
nem mandei pedir S. S. satisfacao alguma ; que
nao tenho a distincla honra de ronhecer o Exm.
Sr. baro de Atalaia, cujo nomo respeilavel nao in-
voquei na minha queslo com o lilho do Sr. coro-
nel Ca yalbo, e que portento nao me pode caber
a alluso que alira na mencionada correspon-
dencia,
(Juanto i justiea, e nao injustica, que toen feito
os integerrinios juizes que fiincciouai'ain no pro-
cesso, quo promov em abono da minha reputaco,
demonstra-la-ei exuberantemente em lempo com-
petente, visto ainda nao ler chegado a seu lim essa
triste emergencia que ninguem mais do que cu,
lamenta jiorque alm de ser o offerdido, nunca
pense que me vera na necessidale de contrariar
o Sr. coronel Carvalho.
Villa de Garanhuns, 16 de marco de 1861.
Antonio Baplista de MelL) Peixoto.
Pilulas vegelaes assucaradas de
Kenip.
A sadde dependo principalmente do estado do
estomago, do ligado c dos intestinos. Vigorse-se
os orgaos digestivos, regularise-se a aceto do
figado, restabeleca-se a aclividade natural dos or-
gaos secretivos mediante o uso das pilulas vege-
laes de Kemp, e a dyspepsia, a t onstipaco, a fla-
lulencia o as calmaras do ventre desap'parecer.ao
como por um encanto.
Nao podem existir estas enfermdades sem que
este, saudavel aperitivo conserve o vigor e a regu-
Iaridadu das funecoes intestinas.
rvs pilulas de Kemp sao suinmamente agrada-
ves, absolutamente exemplas de toda a especie de
sntelancias mincraes e adequadamenlo reguladas
especialmente para as molestias pecul aros do bel-
lo sexo.
Achar-se-ho venda em todas as principaes
boticas, e em Pernimbiico as lojas de Caors &
Barbosa e Joo da C. Bravo & C.
COMMEBCIO.
O novo banco de Parnanibuco paga o 12" divi-
dendo a razo de 9 por afiela
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 21........ {00:5181903
dem do dia 22................. 16.210J034
BI6:719gW7
Movimento da alfandega
Volumes entrados com fazendas... -
c com gneros...
Volumes sahidos com fazendas... 70
t < com gneros... 102
172
Descarregam no dia 23 de marco.
Barca inglezaOlinda bacalho.
Recebedorla de rendas Internas
eraos de Pernamnnico.
Rendimento do dia 1 a 21........ 41:7445439
dem do da 22................. 1:251*893
42:9965332
Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 21......... 87:54*M
dem do dia 22................. 1:8811189
90:4165446
MOVIMENTO DO PORTO.
Xavio entrad no dia ti.
Coriseo (cm frica)-21 dias, brigue inglez Bark-
hillde, de l'J toneladas, capito W. Matheus,
equipagem II, em lastro ; a Johnston Pater & l..
Afano s-iliido no mesmo da.
Philadelphia p.ilacho inglez Lapuinij, capito B.
Crmor, carga couros e assucar.
EDITAES.
o lllm. Sr. concejo Diog
launa"
Autonio Baptista de Helio iol-
xoto o o Hr. eorourl Jos de
Carvalho de \rauJo Caval-
cante.
Nao proposito meu entrar em discussoos des-
agradaveis com o Sr. coronel Carvalho, porque a
minha quostao rom sou lilho Lourenco do Carva-
lho de Araujo Cavalcanle, que aloivi.samente uf-
feudeume, sem que eu livesse dado nilivos para
O lllm. Sr. inspector dathesouraria provincial,
em cuniprinenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 17 do correle, manda fazer pu-
blico que o concurso para preenchimento da vaga
de 2" escripiurario da mesma thesouiana lera lu-
gar no dia 18 de abril prximo vindou'o, devendo
os pretendemos ser examinados na grammatica da
luigua nacional, escripturac/io |Kir partidas do-
bladas, arithmetica e suas applicacocs, com es-
pecialidado reduecn de moeda, pesos e medi-
das, ao calculo de desconloe e juros simples e com-
IMjstos, sendo preferidos os que tiverem boa lettra
o souborera linguas estrangeiras.
((s pretendemos devero apresentar seus requo-
rmenlos nesla thesouraria, com documentos em
provom que sao maiores de 20 annos, e leem bom
comportamento.
K para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 18 de marco de 1864.O secretario, A. F.
d'Annunriario.
O lenente-coroncl Jos Antonio Pinto, juiz da paz
do 3 anno desta freguezia de S. Jos do Recife
em \irtude da lei. etc..
Paco saber que devendo proeeder-sc i eleigo do
um d'opulado assembla geral para preenehimen-
to da vaga deixada pelo Exm. Sr. conselheiro Fran-
cisco Xavier Paes Brrelo, no dia 17 de abril pr-
ximo futuro, conforme me foi comniucicado, con-
voco os eleitores abaixo designados para que na-
quelle dia, pelas 9 horas da manha, comparecan)
na matriz de Santo Antonio desta cidade para o
tira cima declarado. Eleitores os Srs. :
Juvino Epipbanio da Cunha.
Jeronymo Emiliano de Miranda Castro.
Braz Antonio da Cunha e Albuquerque.
Julio da Silveira Lobo.
Juvenci Aureliano da Cunha Cesar.
Pedro Rodrigues de Souza.
Padre Albino do Carvalho Lessa.
Aprigio Jos da Silva.
Emilio Americano do Rogo Cazuaba.
Francisco Antonio das Chagas.
Francisco Ferreira dos Santos.
Francisco de Paula Silva Lins.
Dr. Ualdino Ferreira Comes.
Joo Jos de Albuquerque.
Lcopuldtno Ferreira da Silva.
Joo Cancio (lomos da Silva.
Manoel Antonio Itibeiro.
Maxlmiano llenriquo da Silva Santiago
Jos Francisco do Muniz Amoriin.
Manoel Joaquim de Souza Viegas,
Augustn Gorno Leite.
Joo Pacheco Alves.
Cielo da Cosa ('.ampollo.
Custodio Manoel Theodoro.
Joo Antonio de Mell i.
Jos Francisco de Souza Lima.
los Antonio Serapluco de Assis (larval M
Joo Tavares da Cuu Fotiseca.
Jo.o Joaquim de f igoeired..
Joao das Virgens Molla.
Modesto Francisco das Chagas Canabarro.
Prxedes da Suva (usmo.
E para que chegue ao eonhecimenio de todos,
inand-i pasear o presente para ser atusado no lu-
gar do cosame e ponbeade pela imprensa.
i Freguezia de S. Jo- do Reeifo 17 do marco do
|R64. Eu Jos Gonoalves de S, escrivo o es-
crovi.
Jos Antonio Piala.
DEGLARACES.
iVrmimbuco se faz poblk*o, que ftesli *M V-a re-
ido n contrato de sociedade de Ifanoel /oa-
q lim (le Para e Jos Targino Goncalves- Pialho.
estebeleeidoe na cidade do Pern-do, sob .i firma
deste e cwnpanbia. da qnal s o uliimo poVr
usar, devendo dita sociedad.- durar por lenqio da
seis annos, contados do 30 de novembre do anno
prximo paseado, com o capital de 4:2005800, for-
necldo pelo socio Faria, na qualidade do comman-
dilario.
Secretaria do iribunal do coramercio de Per-
nainbuco 18 de marco de 1861.
Julio Guimares,
Ollicial-inaior.
Coinpanhia de ca val lar la de Per-
nam I) neo.
A companhi.i de cavallaria precisa contratar o
rornecimento de eapim durante o 2" trimestre des-
te anim recebem-se propostas no dia 30 do cor-
rente ate o matedla.
Qnartel no Campo das Princczas 22 de marco
de 1864. v
Manoel Porfirio de Castro Araujo
Capito rominandanle.
Correio geral.
Pela adminislracao do correio desta cidade se
faz publico para lins convenientes, quo em virlude
do disposnj no art. 138 do regulamenlo geral dos
crrelos de 21 do dezendiro de 1H44. e arl. 9 do
decreto n. 785 de 18 de raaio de 1851, se procede-
r o consumo das carias existentes nesta adminis-
lracao no mez de marco de 1863 no dia 3 de abril
prximo, s II horas da manlia, na porta do mes-
mo correio ; e a respectiva lista se acha desde j
cxposia aos intornssados
Adminislracao do correio de Pernambuco 21 de
marco de 1864.-U administrador.
Bomingisilu- Passos Miranda.
Crrelo geral.
Pela administrarn do correio desta cidade so faz
publico que em virlude da convencao postal cele-
brada pilos governos brasileiro e fnmttt sorio
expedidas malas para a Europa no dia 30 do cor-
rento mez.
As cartas sero rerebidas al 2 horas antes da
que for marcada para a sabida do vajior, e os jor-
naes al 4 horas antas.
Adminislracao do correio de Pernambuco 21 de
marco de 1864.O administrador,
H.mongos dos Passos Miranda.
GRANDE BAILE
DE
Sabhado e domingo, nos saloes do caes de Apol-
lo, pos dias 26 e 27. Os salfies acham-se brilhan-
lementc adornados, tal qnal como pelo carnaval.
O proprietario dos mencionados saloes tendo um
a\ ulia.lo sortimento de roupas, olTerece ao resi>ei-
tavel publico por metade do sen valor, e as pessoas
que alunaren, roupas torito um rarto gratis para
o mencionado baile. A banda do msica militar
locar pela primeira vez riquissimas quadrilhas,
valsas, scholz e cavatinas, operas e estrada de fer-
ro, e moitasoutras que se dexa de mencionar por
se tornar enfadonho o annuncio. O administrador
dos mesmos saloes pede ao respeilavel publico que
tenha era alta considerado as vantagens que os-
salos olTerece por ler uina vista pitoreseaeo
grande fresco de que gozam os concorrentes, e
que o nico baile semanal que temos todo o an-
no. Ser cumprido o regulamenlo do lllm. Sr. Dr.
chefe de polica. Entradas para homem 250U,
para senhora gratis, tanto com mascara como sen
mascara.
AVISOS MARTIMOS.
companhia pernambucana
he
IVavcgaco costeira a vapor.
Parahvba, Natal. Mario. Ararat), e Oar
(t vapor Mamangunpe, comman-
danle Moura, seguir no dia 26
do corrente as o horas da larde
para os portea acuna indicados.
Recebe carga at o dia 2 i ao
meio dia. En-commendas, passageiros e dinheiro
a trete at odia da sabida as 3 horas da larde :
escriptorio no Forte do Mattos n. I.
Par.
O palhabote Garibaldi: a tratar com Tasso Ir-
inaos
llio de Janeiro.
O brigue brasileiro Trovador segu com brovi-
dade, recebe carga e escravos a frete: trata-se
com os consignatarios Marques, Rarros & C, largo
do Cor|M) Santo n. 6._________________^^__^
tura o Mo de Janeiro
Segu com muita brevidade para o dito porto o
patacho nacional )ous Amigos, de primeira mar-
cha, tendo a maior parte do seu rarregamento
prate, e para e resto e escravos a frete. se en-
tendam com seus consignatarios Amarina basaos,
ra da Cruz n. 3.___________________________
Para a Rabia sahe oestes seis dias a escuna
Carlota por ler quasi seu rarregamento completo :
para o resto que Ihe falta, tratase com os consig-
natarios Palmeira & Ikltro, largo do Corpo Santo
n. 4, primeiro andar.________________________
Rio de Janeiro.
Segu em pouros dias o brigue escuna Jornn
Arthur, lem parle do seu carregamento engajado,
para o resto que Ihe falta e escravos a frete |>ara
os quaes lem excellentes commodos irata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C. no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.___________
Para Lisboa.
Saldr com toda a brevidade o muito veleiro
brigue portuguez Constante II, por ler quasi
prompto lodo o seu carregamento, lem excellentes
commodos para passageiros, o para estes e o res-
tante da carza tratase com Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho no largo do Corpo Sanio I9.n
LEILOES.
LEILO
Lina machina perpend cular de serrar
ni; tlcira cun vapor, caldeira e
pcrlenccs.
1IO JE.
O agente Pinto levar a leilao s 11 horas do
da cima dito a porta da asso iaeao commercial.
a machi na de serrar com o vapor e caldeira, bens
perlencentes a massa fallida de Rostron Rooker ck
C, e servindo de base o maior proco obtido cm
leilao do dia l do corrente. Os pretendenles |>c
derao examinar a referida machina no gazomeuo
e compareeerem no m'a, hora e lugra supra decla-
rado para o leilao.
DE
Umo, escrava
iioji:
Quarta-feira 23 ti.corrente s \\
li-ras.
No arinazein da na da Cadria do Recife n. 48.
O agente Olimpio acha-se aulorisado a vender
m leilao una escrava de 30 annos pouco BMb
ou menos com diversas habilidades.
LEliO
Tribunal dn rommcrcio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Movis e outros inultos artigos.
ihmi:
(iiiarla-feirt 23. dn ron ante as 1 i horas,
no msete da rna da (lailria do Recir n, 18.
O agente Olimpia vender em leilao o seguinte :
urna mobilia a l.mz XV, pianos do anuario o me-
sa, uina mesa elstica de mogno palele hila pe-
los fabricantes do I.oudoii, Margan & Sandors.
uina grande estante, guarda vestido, guarda rou-


Blhrto ir Peruauhucu <|narU lelra tS de Marco de m4.
pa. marquezas, annaraderas, camas fraocezas, re-
I ogios de parede e algibetra e oalros mullos ob-
celos que estarao palomos no dia referido.______
A. V. da Silva Barraca faz leilo por interven-
Jo agente Peslana do fazendas de algodo
averiadas
HOJE 23 A MEIO DA
em seu armazem na ra da Cadeia n. 4._______
D8
Iii;i casa de taipa coberta de le-
lil a sita na esteo de Una a
Nnargeui do rio do uiesiuo
uome.
A ro luorimonto dos curadores fiscaes da massa
fallida de Fortunato Jos Fernandos, o por despa-
cho do lllin. Sr. l)r. juiz especial do couimercio, o
agente Simdes vender em leilo a casa cima
mencionada.
Quarta-feira 30 do corrente s 10 horas,
emseu escriplorio a ruada Cadeia n, 28, primei-
ro indar.
AVISOS DIVERSOS.
NOVO SYSTEMA
i'E
ESCRIP UR4C0 MIKIAVIU
por
Partidas doliradas.
Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para O'
pelo um novosystema de escripluraro mercantil
por partidas dobradas, de confcrmidade com a de-1
eisio do tribunal do commercio da capital do im-
perio, em sesso de 47 de Janeiro de 1851, em vis-
la da anal pode o Diario ser escripturado por ex-
tracto, dos livros auxiliares, sendo as
raes (do antigo svslema) letras a |wgar
receber, substituidas por columnas as comas cor-
rentes, emoastranda estas por urna simples som-
ina, em qualquer momento que o commerciante
que ira saber o estado de sua casa, quaes as contas
devedoras, e quaes as credoras, as respectivas
columnas.
O bataneo geral, formulado segundo esle novo
s\ tema, nada deixa a desejar, como se observa em !
dilerentes modelos.
Anda conten esta obra: Io urna laboa com nu-
mera Osos, pelos quaes conliecido o proco de urna j
arroba (seia elle qual lor) de qualquer genero, por
una simples raulliplicaeao se conhece o importe
de qualquer numero de arroba, libra e oncas ; 2*
o decreto n. 3130 de 13 de agosto de 18G3, que
declara c modifica o p'gulamcnlo do sello n. 4713
de 26 de dezembro de 1860 ; 3" o decreto n. 3417
le 31 de dezembro de 18(13 que altera as disposi-
roes do regulamento das alfandegas.
A edicao desta obra vai ser feita em beneficio do
Hospital Portuguez, por offerecimento do mesmo ,
autor, c nao tendo dito Hospital fundo disponivel,;
..spera-se que o publico concorra com a respectiva \
ESTRADA DE
DO
RECFE AO SAO FEANC
alTiirai'a Tiibellii da partida dos trens de passageiros, que deve regular do 1. de abril
de 1804 at outro aviso.
0 olrurglfto Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Pir'll'7 nHrfllA TI \(\ nt*- ssigatur, nao's em attencao a ulilidado da dita
VlU^ca ouuiauy u, uv, pn jbra, mas tambera ao m a que applicado o pro-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, unr'i^S/fSS!t'
de o acharao como sempre
pronipto a qualquer hora pa-r
praca de Pedro II, escriplorio :
"ivros dos Illms. i
ua da Imperatriz
aterro da Boa-VisTa) loja da bandeira n. 48, e em
casa do autor, ra do Destino n. 3, das 4 s 6 ho-
co
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i I |'.
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17
18 3.4
_20l|2
ESTAQUES
Cinco Ponas (partida)
Afogados .
Boa Viagem .
Prazeres .
Hita. ....
Cabo ....
Ipojura. .
01 inda. .
Timb Assd
Escada ....
Frexeiras .
Arpib. .
Ribeirao .
Gamelleira .
Cuyamhtica .
Agua Pela .
l'na (chegada). .
I HU.Vi l'AUA O I.VIEltUMt
Dominaros e
llOS Sllllos
l.s .! irii-
alho
eHS.lgi'ir,t!4
la 1.2. c
3 elutt.
MAMIAA
II
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Pussageirosde I.
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11 :;2
H 53
14 40
na ocoasiao da entrega.
ESTACoES
L'na (partida).....
Agua Preta......
C.uyambuca......
Gameleira.......
Ribeirao........
Aripibu.........
Frexeiras.......
Escada........
Timb Ass .. ..
Olinda .. .. .. ..
Ipojuca........
Cabo.........
liba..........
Prazeres.......
Boa Viagem .. ..
Afogados ......
Cinco Ponas (che".!
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liins rt tra-
ba I lio.
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l'assageiros de 1*
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4
22
38
5
13
46
38
ra o exercicio ue sua
r casa n. io
ssilo, chamado por escripia, aumero m.
PPQ- Aluga-se o primeiro c segundo andares da
;asa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
Continuar a naver liem p.ra oooacpiQ de mercal Orias, o qual porm deixar de Iransporlar pa&sageuos.
/?. Amtn, superintemlenie interino.
Faiteada de Francisco Go-
mes Castellao.
AOS 5:000|00. 0s gr;. credores fa massa fallida de Francisco
Corre boje. Gomes Castellao, sao convidados a mandar seus
Quarta-feira, i'.i do corrente mez, se ex- ttulos ao escriplorio dos administradores da mas-
intair a quarta parte da primeira lotera *>" da Cadeia n.57 para cifirnde Maro
.' r, ., ,, nue diSDoe o art. 8o9 do codipo commercial.
da matriz de S. Loureneo da Matla, no lu- i y :^-----------,.,,.. .--;
,1,, ,.Actm. O conselheiro Francisco de Paula Baptista e
" .... 5cu lilho o bacharel Graciliauo de Paula Baptisia.
Os bilhetes e meios acham-se a venda na adVgam n0 seu escriplorio na ra das Tnnchci-
respctiva thesouraria ra do Crespo n. 15 ra*, primeiro andar do sobrado n. 19, aonde se
e ras casas commissionadas. aeham presentes todos os dias uteis, desde
Os premios de 5:0005000 at i0^000
serio pagos urna hora depois da extraeco
att s 4 lioras da tarde, e os outros no dia
se;uinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
-se morada de graca a (juem bote sentido
a um sitio na i'apunga margem dorio : a tratar
na ra da Imperatr-z n. 64.
O Sr. Joo Fernandes Baptista, tem
urna carta na livraria a. (i e 8 da praca da
Independencia.
Precisa-se de urna ama para o servicp de casa
de pouca familia : na ra de Hurlas n. 30.
Aluga-se o sobrado de um andar e loja da
ra dos copiares : a tratar na ra do Imperador
n. 2. entrada pela ra de S. Francisco._________
O Sr. Thum Leo de Castro tem unta
carta de Maurica: na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independiada._______________
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : ua ra da Cruz n. 24. primeiro andar.
Precisase de una ama para casa de pouca
familia : a tratar na rnada Koda u. 51.
horas d'a manha at as 3 horas da urde.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco oa
1 mercantil Portuense nesta cidade, saca ef- 1
I lectivamente por todos os paquetes sobre g|
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por M
qualquer simima, vista e a prazo, po- |
dendo logo os saques a prazo serem des- |
contados no mesmo banco, na razao de 4 3
por cenfo ao anno aos portadores que as- 31
sim I be convier : as ras do Crespo n. j
8ou do Imperador n. 51.
K Joaquim da Silva Castro. J|
H9UHR 9URHH HSm Xflw
a luga-se
o sobrado de dons andares com bastantes commo-
dos, silo no cae de Apollo n. 17, e bem assim o
terceiro andar do sobrado da ra do Brum n. 70 :
a tralar na rna larga do Rosario n. 34, botica.
LIQIDACO
9-Rua da Imperatriz-9
vontade de comprar um bem acreditado
' i uno novo
Vndese o ultimo piano mandado fabricar em
Paris, especialmente para esle clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo bem cpnbecido Joao Lau-
monnerque teve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultima, vende-S( muito em
conta.s para salvar o dinheiro que se tinha adan-
tdo ao fallecido : na ra .Nova n. 19, primeiro
andar.____________________________________
Mocledade de seguros unidlos
de vida lustallada pelo Banco
Inlo na cidade do Porto.
Em primeiro lugar convidase s pessoas que tiverem vontade de comprar um bem acreauauo Os agentes nesU cidade e provincii Antonio
e*ubelecimento de ter a bondade de o visitar. Muito bem montada como esta esta loja, com a excci- Luiz de oiiveira Azevede & C,, escriplorio na ra
lente morada junto, o as condicoes muito razoaveis, ha de por certo animar os pretenentes a ^ Cruz do Hecife n { esl5o jutonsadts desde j
compra-la. a tomar assipnaturas e prestar todos os esclareci-
ll>alnicntc coovlda-se mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
aos Sr< locistas, mdicos, dentistas e propietarios de estabelecimentos artsticos para virem comprar, sejarera concorrer para tao til e benfica empre-
por menos do seu valor, as melhores e mais acreditadas ferramentas que ha no mercado.
O respeltavel publico em geral
encontrar um variado e muito rico sortimento de bnnqucdos, cutilerias, armas pan caca com seus
pertences, apparelhos para cha, estojos de barba e de mathematica, ferros para corlar e imprimir Tu-
llios c para cortar babados, seringas, chicotes, etc., etc.__________________________________
CORTES DE CABELLO E FKISAMENTO \ liOOUS.
Madama Lecomte, tem a honra de avisar ao respeilavel publico desta cidade e a todos seus fre-
guezes quo acaba de chegar de Paris para sua loja sila na ra da Imperatriz n. 7, um perito ouiciai
de cabelleirciro para cortare frisar cabellos, lavar rabecas, fazer barbas, Ungir cabe los e
fr tendente a sua profissao sendo os cortes de cabellos e
aceio e promptido possivel.
frisamenlos a 500 rs.,
ludo
prometiendo tdo
Compauliia Odelldade de
seguros martimos c ter-
restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAUBUCO
Antonio Luiz de Olivcira Azevedo i C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tornara seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriplorio ra da
z n .1.
4-iia\i>i: i; im iiiissvm i
CYCLORAMMA
I.IIEtADO IIA ElltOP.t.
N. 53.-Hua da Imperatriz.-1. o3.
Ter lugar nos dias 40, 21, 44 e 23 do corrente
a primeira exposieo de Brandes vistas, dos luga*
res mais notaveis do universo, desenliadas pelos
melhores golhicos da Europa.
As vistas sao admiraveis por serem de grandes
coiiiprimentos, sendo de 20 a 40 palmos, e deve
causar algama admracao aos espectadores, por
parecer original e nao pintura, de suppor que o
nobre publico desta capital nao perca um lo ins-
tructivo recreio, vi>io ter sido na Europa muito
apreciado ; o proprielario deste gabinele lem-se
esforcado para o aceio do dito eslaljelecimento,
alim de que isio coopere para a concurrencia das
familias, e espera prolecco em geral.
Primeira exposieo.
I .a Panorama da cidade de Lisboa por oc-
casiSo do desembarque de D. Mara Pa,
vista por oito vidros.
2.'1 Dita da cidade de aples por occasio
dos festejos cliegada de (ai baldi, visto
por cinco vidros.
3.a Tomada da cidade de Tetuo, na fri-
ca, pelos liespanlies em 18(i0, vista por
tres vidros.
4.a Dita da fortaleza de Curaba na Crimea,
vista por dous vidros.
'.' Monte Calvario, visto por dous vidros.
6.a Illuininacao da cidade de Palermo por
occttto dos festejos chegada de Ga^
ribaldi.
O eslabelerimenlo achar-se-ha aberto das 7 ho-
ras da noute cm diante. O preco das enlradas
I 000.
A vuva e lilhos do Dr. Fernando Alfonso
de Mello rogam encarecidamente aos seus
amigos o caridoso obsequio de assist'rem a
missa que pelo repouso eterno do finado pre-
tendem mandar dizer quarta-feira 23 do cor-
rente s6 horas da manha na capel la do
cemiterio, e desde j Ihes sgnlica o seu
sincero agradecimento.
Xa praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
M0r Allencao. jse5
Precisase de urna ama para o servco interno
e externo de urna casa : na ra Velha 50.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite sem filho, dan-
do-se preferencia sendo de fra da cidade : na ra
da Concordia, sobrado do armazem do Sol n. 34.
Casa de commisso de escravos na rna
do imperador n. Y,\, terceiro andar
Nesta casa recebeni-se escravos por commisso
para serem vendidos por conla do seus senhores,
nao se poupando exforeps para que os mesmos se-
jam vendidos com promplido afim de seus senho-
Aluga-se a loja do sobrado n. 32 da ra do'res nao soffrerem empate com a venda delles. A
Raugcl : a tralar na ra doSd n. 13.
Digna do Sania Nosa, professo a publica da
sefuiula eadeira de S. Jos do Recife, participa a
le familia que tem aberlo sua escola i
na ra Imperial n. C3, primeiro an lar.
a pessoa me deseja fallar com a Sra. D. Eu-
geiia Teixeira de Moura, dirija-te a ra da Cruz
n. 42, segundo andar.____________________|
Preisa-se d um caiteiro com pralca de a-
beina para urna padaria : na ra Direita dos Afo-
gados n. G. _________________________
Precisa-sealugar um molcque ou prelo pira
o -emeo externo de urna casa : no Passeio, loja
numero 3.
O padre Flix Barrete de Vasconcellus
contina a receber alumnos de latim em
sua casa, no largo do Paiazo n. 29, segan-
do andar. O mesmo precisa ou de urna ca-
sa terrea ou de um primeiro andar no cen-
ti i (I i liaiir > de Sanio Antonio, que tenlia
boas acruiuiiiodaroes; e assim Limbem pre-
casa tem lodas as eommodidades precisas, e sega
ranea, assim como afianca-se o bom iratamenlo.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, reinos e nnvos
Algama pessoa que so encarregue de cobrar
dividas em Mamanguape, e queira se encarregar
de mais uina, procure na ra Uireila n. 84, pa-
daria.
asa..
rVQgr-Xi.-*
INTERNATO
DE
?

m
Alugam-se o primeiro e jerceiro aares do
sobrado da ra do Amorlm n. 37 : a trilar na ra
da Cadeia n. 62, segundo andar.
DENTISTA DE PARS j
49Rna i\ova i 9
Frederico Caulier, cirurgiao dentista,
faz todas as op<'rai;oes do sua arte, c col-
loca denles artificiaos, tudo com superio-
ridade e perfeco, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos dentificio.
I
Compendio de direito civil.
Na ra da Saudade n. 9, vende-se o
ca de urna ama escrava que saiba eosinhar compendio de direito civil, approvado pelas
i- .[i()miiiar, e que seja lid.____________' congregares dos lentes das facilidades de
- Precisa-se de urna ama na ra Direita direito desta cidade do Hecife e da de S.
n-t:}-______________________________, Paulo para as respectivas aulas de direito
Luiz Ribeiro Trovo relira-se para fra desta civil patrio,
prjvincia. ________________I
Quem liver alguma ancaco propria para
taberna, annuncie por esle jorial.____________
Meyer Samuel, Franc-z, vai Europa.______
Prerisa-se de nma ama para comprar e
sinhar : na ra Nova n. 38, loja.
Eslalieleddo na cidade do Recife
Sol a Protecco do Knmmo Pontfice Pi l'K.
DirectorO tachare! cm malhematicas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnate de S. Bernardo, nao tendo evitado esforcos nem sacrificios
para proporcionar aos seus alumnos urna perfeita edueacao physca, moral, iniellectual e
religiosa, offerecendo-lhes urna habitaco com bastantes condicoes de salubridaJe, habis
professores que sao solicites em prepara-los convenientemente ao lim que si destinan),
medico pratico que lhes faca comprehender os ureceitos da hygiene e Ihes curt das doen-
cas, e finalmente um sacerdote Ilustrado e honeste que Ibes explique os prnci ios da re-
ligiao thrlstaa, espera que assim constituido nao deixar o seu eslabelecimenlo de mere-
cer dos Srs. paes de familias o auxilio e conlianca com que j alguns o tem I onrado; e
Ibes roga, bem como todas as pessoas inleressadas, que se dgnem de visitar o mesmo
seu eslabelecimento, onde sempre cncontrariio franco incresso. .y. -^
Cadeiras de cnsno :Primeras letiras dlvididajdi duas classes, tendo cada urna o M| | precis
cez, inglez, arithmelica, algebra e geometra, geographia, philo- C^p ; ra an(jar n
Na iravessa de S. Pedro, esquina da ra do
Fogo n. 10, preparam-sc com perfeicao bandejjM
de bolinbos de diversas armacoes c goslo visia
da incommenda, para bailes, casamentes, (estas de
igrejas, semana sania, ou procissoes, e tambem
bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
so em libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como oulras incommeudas de. podios, toda a qna-
lidade de pastis, bolos linos, e pao-de-lo, cjm toda
i a perfeicao do nosso mercado. Na inesma casa se
precisa alugar urna preta ou moleque por mez, que
! saiba vender bolinhos na ra, ou mesmo de ven-
dagem, paga-se bem.________________________
Precisa-se de um feitor que emenda muito de
plantacao de capim e hortalce, e de lom caar-
lamento, preferndo-se casado, assim como d^ dons
moleques ou negros de mcia idade, (,ue saibam
andar com cavallos : em Parnamerim, estrada de
Sanl'Anna, sitio que tem un pombal.
Precisa-se fallar ao Sr. Joc Casemi-
; ro da Silva Machado, que teve negocio na
; ra do Queimado : na livraria D. li e 8 da
prafa da Independencia.
co-
Precisa-se de uina ama que saiba cozlnbar
c engommar : a tratar na ra do Crespo n. 18.
2' andar.__________________________________
Casas para alugar.
Aluga-se una 'asa na ra dos Pires n. 48, a
chave esi junio, na padaria : e a casa na ra do
Hondego n. )'>'.>. ambas com quintal, cacimba, soto
e com commodos para grande familia : trata-se na'
ra da Cadeia n. 67.
seu professor, latim, franco
saphia, rhetorica, desenlio e msica.
0 collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 ra d'Aurora conl guo ao do
collegio dos orphaos.
Nos estatutos do collegio, quo cstao a disposicao de quem os quizer ler, seacham
consignadas as condicoes de entrada e matricula as diversas aulas do eslabeleci-
mento.
('.Mili ommcriial,
A reunio familiar do concille mei de marco
! ter lugar na noite do dia 2(i do mesmo.________
sa-se de una preta ou um moleque pa-
na ra. que seja fiel : na ra de lionas
numero 106.
Alexandre Pedro Bar rog, france;;, vai Eu-
ropa.
Miguel Pereira Leal, subdito portuguer, val
Europa.
AMA DE LllTE
Na ra eslreita do Itosario n. 31, seguido an-
dar, precisase de una ama de leite que nao tenha
lilho c que seja livre._________________.
Pedro Borges, subdito brasileiro, retira-se
para fra dj imperio.
Jos Serwya, subdito dinamarquez, vai para
o Para.
Alugam-se dous escravos proprios para todo
o srvico : na ra da Aurora n. 4.
Manuel Agostinho Pires retira-se para o
Cear.
Precisa-se de uina ama de meia idade para
casa de homem solteiro : a tratar na ra do Im-
perador n. 13.
Bernardo Goncalves de Mallos vai Europa
tratar de sua saude, e deixa por seus bstanles
procuradores na cidade do Bio-Formoso aos Srs.
Francisco Goncalves da Silva e Antonio Loureuc,o
de Almeida Mrlins._________________________
Pede-se ao Sr. thesoureiro das loierias que
nao pague o Mnete n. 233o da lotera que corre
no dia .'.') de marco corrente.
O abaixo assignado pede ao respeilavel pu-
blico que suspenda seu juizo a respeito da cor-
respondencia publicada no Diario de Pernambuco
de linje assguada por Jos Buarque Lisboa, pois
q'.ie lica-se documentando para entao dar a esse
seahor urna completa resposta. Recite, 22 do
marco de 1864.
___"_______Benjamn F. da Cunlia Torreo.
Joaquim Duarie des Sanios declara que dei-
xou de facer parle na casa da Sr.J Luisa Auna
Mara da Concecao, desde odia 21 do corrente, e
nada tem com algunus cootas que possam appa-
recer. Hecife, 22 de mareo de 1861
Aviso.
<"omo agora adiase nesta cidade o Sr.

Aluga-se o quarto andar do sobrado da ra
Nova n. lil : a Iratar na ra da Cadeia n. 62, se-
gundo andar.
O abaixo assignado, vi-la do seu ino esta-
do de saude, e sem esperaocas de ficar bom tao
cedo, resol ve- Limeirinha e Pindobal para pagar aos seus genero-
so* credores, porque nao quer passar por ingrato, j Precisa-se alugar um primeiro ou segundo
e in^smo porque pode raorrer de repente e d.dxar: andar que tenha commodos para familia as se-
incoininodos etrabalhos para sua mulber e lilhos :! guales ras : Imperador, Queimado, Livramento,
os pritendentos polem informar-se o que sao os Uireila, larga e eslreita do Rosario, Cruzes, ra
engeuhos, e depois dirijam-se ao engenho Pindobal,; ilo Vigario, Cadeia, Cruz : quem tirer e quizer
que abi acharao com quem Iratar. 'alugar dirjase ra do Trapiche n. 9.
Joaquim Cavalcanu.do Albuquerque Mello., (jul|herme Purcell, cidadao inglez, vai In-
glaterra, e leva em sua companhia suas IIIbas Ma
ria Josephina Purcell, Anna Mara Purcell e Isa-
. bel Purcell de menor idade.
Jos Goncalves Ferreira Costa, tem ca-
sas terreas para alugar na tra-essa do
Cosa junio a fundcao ao preco de 9& e
10.5. com porlao para a mar : a fallar
na mesuia Iravessa na taberna do lim da
mesma.
a 319
Os administradores da massa fallida de
Anda ciistem alguns terrenos de marrana por Joaquim Jos Silveira convidam os credores
detraz da ra da Concordia no 2" e 3' quarteiro a apresentart m dentro de 8 dias, SOOS titu-
os no Novo lianco de Pernambuco para se-
d< i terreno n. 182, perienrenle ao abaixo assignado,
leu aterrado o beneficiado, o por beneficiar, cde-
se por prec i mais eommod i possivel, aliendendo-
S' asna localidad o facilidade de sua edifieacao,
cortado de trts camboas para melhor facilitar a
ondiiccao do- materiaes, enjos terrenos cedem-se
de "i0 x-i o palmo de frente, com 150 de fundo :
pretende ni '. podem dingir-se ra larga do
jsario n. 16, que acharao com-quem tratar.
Manoel Antonio d6 Je-us.
rem veriQcadw.
1864.
Recife, 21 de mar^o de
Gelo,gelo,-gelo.
}\ llanca de cstabclctimenlo.
Magalhaes seus freguezes que mudaran) ) seu eslabeleci-
mento de fazendas da ra das Cruzes para a ra
Nova n. 40, defronte da igreja ce Nossa Senhora
da Conceico.______________________________
O baclwrel Jos Bento da Cunha Fi-
gueiredo Jnior advoga na ra estrella do
Kosario n. 28.____________________________
Precisa-se de urna ama que enba bom e bs-
tanle leite para acabar de fazer una criacao, e pa-
ga-se bem : a Halar na ra do Caldeireiro n. 66.
Pescara em menos.
Nos dias de quarla, quinta c sexta-feira da se-
na sania, pesca-se nos viveiros da olaris. dos Reme-
dios, onde len a capella : quem se quizer aprovei-
tar de bom peixe, appareca nesses dias munido dos
competentes cobres, que ser servido contento.
A
SEU
Aluguei.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da
Com a chegada da nova machina nao se expe-
rimenta mais falta de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
coesgVandesouencommendas para fra da pro-ra Velha n. 20: a tratar na ra do Sebo
vncia devora haver aviso com antecedencia : ra i n. 24,
da Aurora junto a fundcao onde lera a bandeira | Fre,.1!ar 0I11 Csin| t.iro oa rosinhei-
ra e urna engommadera : na rui da Cadeia do
Kecife n. .*i2. terceiro andar.
O bacharel Jos Koberto da Cunha Sal-
les continua com o seu escriplorio de ad-
vogado a ra eslreita do Rosario n. 41,
1." andar, onde pode ser procuradodas 9
horas da manha s 3 da tarde : reside
na mesma casa.
Arrer.da-se o engenlio Cna, moente c cor
rerte, sito na comarca da Victoria, oito legoas dis-
tme d^sta capital, t qual me com agua, e eco-
p-:irti, tem boas taitas e capeeiras, e o sen terreno
d milito boa produceao, idendo safrejar de 2
3,000 paes : quem o pretender,
de Rosarinho junto a puntezinha, sitio do patrimo-
nio dos arjrtiios._____________________________
D-c 100 rs, sobre cada pataca de venda-
gem debolo>e stHjuilhos : na Iwtica do paleo do
Carme. ___________________
Roga-se a quem liver adiado 303, c queren-
di entregar, dnrija- sif reroiupcnsa'lo generosaraentef sendo dito d-
n leiro em quatrt nulas de .'5 e urna de 10-5.
Aluga-se nina casa terrea pintada e reedifi-
cada 4c novo, com sotSo e commodos para grand.
familia, quartos paca criados, estribara, quintal
bastante grande eem fructiras, stanos Afogados,
n palco ila Paz : a iratar no pateo do Terco n.
ft i, das 2 as 't la larde, ou nos Afogados com o Sr.
Jos Lucio Cin--.
AVISO
Precisa-se de un amassador e um for-
neiro que saibam deseinpenbar bem os
seus lugares : a tralar na ra larga do
B Rosario n. 16, padaria.
mmmr
Hilho c fardi
dirija-s estrada a 2&00 o sarco : so no pateo do Parazo
oilao para a ra da Florentina._________
O dono
llortas n.
luto na casa, bajam de ir salda-li at o dia 31 de
As 5 horas da tarde do dia 19 do corrente prximo mez, porque dessa data em dianie far
mez desappareceu da casa de seu senhor o hacha- entrega das contas a um procura Jor para cobrar
re Deodoro Clpiano Coelho Catanho, o escravo Ze-1 judicialmente.
n. 16,
ferino, pardo, de cor alaranjada, cabellos carap
i nhos e cercilhado |wr detraz, ventas chatas, de es-
! tatura baixa e cheio do cor|io, levando coinsigo to-
da a roupa e indo vestido de cami-a de chita com
' pintas encamadas e caifas de algodo azul : roga-
se as autoridades a apprehenso de dito escravo,
j sendo entregue a seu dito senhor na ra do Impe-
rador, sobrado n. 81, primeiro andar.
O hachar' l
Francisco Augusto ila
adeogado
Ra do btTCBADOB N.
A pessoa que annuneiou
armirio para taberna dirija-se
Visia n. 20.
(iosla
69.
AVISO.
precisar
a praca
de
da
urna
Iloa-
- Alagamse tres pequeas casas na rna do
Piojrresso, proco de 95 cada urna : a Iratar na
rna "i.
U-oto Alvos relira-se
i\. sua MnVt.
Jos Soares d'Azevedo professor de lingua
e lilteratura nacional no Gymnasio Provincial de
Pernambuco, iem aberlo em sua ca-a, ra Bella
n. 37, um curso de pbilosopha o outro do liagna
fraoceza. A- pessoas que desejarem frequentar
una ou nutra destas disciplinas, podem dirigirle
indicada residencia, de manha al as 9 horas
para a Bunga tratar e de tarde a qualquer hora.
Precsa-so para casa do pouca familia de um
- l'rcT-j->e de urna .una para casa de pouca escravo ou eserava para cozinhar, o de oulra para
familia : na ra do Queimado, loja do Reija-Plor emrommar: na ra da Cadeia do Recife u. 52, ler-
iiiiniero 63. i celro andar.
A pessoa a quem o Sr. Justino da Silva Caldoso
est a dever 120,5 ha quasi 2 annos, peda ao rnes-
mo senhor que lale de paga-lo, do contrario lau-
car rao dos meios judiciaes.
D-se a quanlia de 8005 a juros: na ra Ui-
reila 11 6 se dir quem da.
UltoUivIlK NH BKVSIL
NASCIMENTO, VIDA MORTK
E SEPULTURA
Por AQ'unso de Vlhuqucrque Mello.
Esl a imprim!-se e (or Km volume de 400
inijinas.
J foi publicado no Diario de Pernambuco o prin-
cipio em tres artgos comnuinicados, o nao podo
ser continuada a sua publicacao assim, cm conse-
quencia da abundancia de materia que lem este
jornal.
Por aquello principio o publico ter podido ver
se a materia dever ser ou nao inters: ante.
Para imprimir um volume o autor pede assgna-
turas e smeme quanto baslem para as despeas
da irapresso e brochura.
E' a summa da obra mostrar como a liberdade
no Brasil tem sido sempre sophysmada pelas iran-
saccSes que lem felo o partido liberal com os cor-
uasi sempre os corcundas
liberaos no poder; mostrar
como para esle lim, nao iendo os curcundas apoo
no povo, lem corrompido o paiz para vencer as
da antiga fabrica de el arutos da ra de e|ej(.ut,s t ,,.,. a, Tiaaru joag tem corrompido
i-zes que lem de- ^ cmaras para desunir todos osados legislativos
do partido liberal, lodas as garantas constitucio-
naes.
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
zdo e paiz .ao pauperismo e miseria, faltando a
cada um toda a garanta do direito, e porlauo to-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan-
padre
FranciscoVirissuno Bandeira, roga-se que de eum-
primento ao que mandou dizer em sua carta diri-
gida a olaria n. 13 ra do Mondcgo da freguezia
da Boa-Vista, atienda as vetas que se tem feito
esle pedido.________________________________
No becco do Marisco n. I, lava-se e engom-
ma-sc camisas por 140 rs., calcas por 200 rs., e
paletots por 900 rs.. nido com muila perl'eicao.
- Precisase de urna ama forra ou eserava
(preferindo-se eserava): na botica da ra do La-
bugn. 11.
O abaixo assignado pede as pessoas que tem
penhores em sua nio o obsequio de os ir lirar no
espaeo de 15 das, lindos os quaes serao vendidos
para seu pagamento.
Joaquim Martinho da Cruz Crrela.
COMPRAS.
Lembranca nos fre;5mezea es- sftjg~5Jy[
quecidos.
Joaquim Vieira Cotlho da Silva.
DE
M Curso de preparatorios
Fraucez,
Inglez,
Geometra,
Geographia,
Rhetorica
ra do Queimado n. 30, pr ineiro andar,
das 10 as 2 da tarde.
\a quarta, quinta e sexta-feira da semana sania m,Vstft&s&*'&s&&W'r<'^&&**
c tambem no sabbado de alleluia, pesca-se no vi- Na ra do Crespo n. lo, se aluga urna boa
veiro do Muniz, no principio do aterro dos Afo- casa e sitio no Monleiro, com frente para o oilao
gados. ''a igreja.
VIVEIRO
Luiz Jos da Rocha vai pan a Rabia.
------Pr-risi aluoar nina sal de um sobrado ,,a so ha ". (l"r dos govcrnanles, qur dos
no hairroCdtsan11Z.'q?e'. Uve" anrond? "^ e ":l "ldUtr'a ,icila ^ d *
Manoel Barbosa da Silva te ido de fazer urna p;- romo urna historia, desde a independencia ate
viagem ao interior da provincia por incommodos \tofo ft7.endo-se apanhado smente dos fados lin-
de saude, e nopodendo despedii-se pessoalmenie portantes, donde eomecou a nascer a liberdade no
de todos os seus amigos, o faz po.- mcio de>ie. Brasil, e como ella lem sido espanc.ada, assassinada
Quem precisar de urna ama para o servico e enterrada, analysando-se todos esses lacios, e de-
monslrado-se lodas as eottsetraencias das arlima-
nhas do partido corcunda, o da imbecl idade, fla-
queza e corrupeo do partido liberal nc Brasil, me-
nos em Pernambuco at a ralueira da revolucao
de 48, em que o fizeram raliir.
Analysa-se lodos es ramos da adniinistracao. e
niostra-se como ludo feilo em defraudacao da
causa publica, dos inleresses da coinuninhao. e em
benclicio smente dos protegidos ; romo todas as
empresas e meluoramentos ta um de hom publi-
co o pretexto, e de real a loouplotaco dos ali-
gados.
Conchie-se pela analyse da sllna^So, e mostra-se
como Pernambuco com as qualro provincias suas
iimas do norte, as primeiras na manifesta^ao dos
senlimentos livres, lem chegado i maior abjeceo.
A assignatura c de 2 por volume, pagos adan-
tado, obrigandose o autor a resiitui-los se asassig-
' naturas nao chegareni para a publicacao. Depois
de impresso custar o volume :\&. Assigna-se na
' livraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
de portas para dentro de urna casa, dirija-se ra
de Ag.as-Verdes n. 100. loja do .'obrado._______
Precisa-sefallar ao Sr. Ai. ton o Peregrino
Cavalcanti de Albuquerque do engenho Timboas-
s ; na ra eslreita do Rosario, taberna n. 1.
%
Compram-se depsitos que lenham servido a
oleo : na botica da ra do Calinga n. 11.
Compra-so urna prela de meia idade que se-
ja robusta c quo saiba co>inhar, lavar e engom-
mar : no largo do Paraizo n. 14.
Comprase una salva de prata que sirva para
cinco copos d'agua, de goslo moderno e preco com-
modo : na rna larga do Rosario n. 34. botica.
l'in carro.
Compra-se um cabriole! americano de qualro
rodas para qualro pessoas : na ra da Cadeia nu-
mero 57^__________________________________
Compram-se perolas c aljofares : na ra do
Cabug n. 1 D, loja de Nicolao Toleutino de Car-
valho._____________________________________
Comprase effeciivamente ouro e prata em
obras velis : na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
(. ompra-se e/fectua-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagando-se bem
na ra larga do Rosario n. I, luja de ourives.
Garrafes.
Compram-se garrafas ee lodos os lamanbos a
320 rs. : no armazem da Aurora Biilliante, largo
da Santa Cruz n. 84.___________________'
Paga-sc bcui.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
calzos grandes envidracados, assim como se pre-
ciaa de um caixeiro bem pralica em taberna.
Compra-se una eserava que saiba eosinhar o
engommar bem : na ra do Vigario n. 19, tercei-
ro andar.
VENDAS.
Vende-se una armaco de amar-dl i enver-
uisada e envidracada. e duas praleleiras de louro,
tudo proprio para loja a retalho e irmaiem da
grosso, assim como una empanada meehanica
cmplela e nova, ludo por preco commodo : na
ra do Crespo n. i.


Diarlo de l'crnambuco luaia felra 93 <(e Mareo de 1S84.
t
\
\
nm
Yeadciu-sc eaUcs vastos
uesta typograiihia. __________
juo se acaucm : na ruad(y8ario' n. m. I y,.,,,,,,,,.,,. .voos niJes com fariull, uo
- Vendem-se os ires toan.. j.ls biographias de dioca a
iiguns poeus c outros horneas u.usires da provin- ra da Madr
:& de Pernaimmo, obra rica de-,,jVilhdes e mu- ------, i
* intoresse : ni ;ija do Imperado, n,Y
Vende-so a tab>
>rna
oz : a tratar na mesm..
da ra da<'.oncorilia n.
- Vende se urna burea... nova d 4 .
Mal construida, do 4o ra.xas, ,l0a .
iiheiro ou mesmo a prazo assim .,.. .r.
mas: a entend.T-se na ra Dir.,'' cr
lenlo de Barro.- I-cijo. com W'
GlPAS'UE NEIIA
man-
melhor do mercado, por barato piejo ; na
e de Dos ns. o e ''.______________
A bordo da barca brasileira Iris existe supe-
rior familia de mandioca, que se vende cin por-
fes ou a retallio : a tratar a Iwrdo da mesma, ou
no escripturio do Aniorim limaos, ra da Cruz nu-
mero 3.
gg (,lii|icos par senhoras muito
baratos.
A 8-5, 94, ld-3, 11 e 125 sendo de pa-
Ihade Italia da ultima moda e muito
bem enfeitados : na ra do Crespo n. 1
LOJA DO
mmm
BARATEIRQ. m
pelas para senhora.
Na ruado'Queimado n. 18 A, esquina que volia
para a ra estreita do Rosario, iein para Tendel
superiores capas de seda prelas para senhora, sou
tembarqus de seda pretos enfeitados, ricos corten KC?U1. t\ u mu luin 11 11 mili em
de seda e moureantique preto, ditos de seda de coi Wnw* M' *>oa < Ulllia tm
muito superiores, e sortimento de lias para vesii- Povt'KJill
dos, cortes de dito Mara Pa : neste estabeleri Vende-se em Sou.i0 de Paiva as mareens do
ment encontraran os compradores umcomplete Rio Duro tBkt^JS^^STSvm
sortimento de lateadas e por procos muito com- uma boa quinla com mogJ ^Vas'eum grande
_____________________ campo com casa nobre, dita para <, ^'huiros, pomar,
vinhas, soute, trras de mallo, limeiras, trueteiras,
olival, tendo um engenho completo de fabricar
azeite ; juntamente se vndenlo muitos bons foros
perienceiiles a mesma quinta, e as mesmas ierras.
modos.
d 8.
Vende-sc uma mulata de 35 annos de idade,
sadia e propria para todo o servico, tanto para ca-I
sa como para ra, por prego commodo a tratar
na ra Imperial n. 213 das 4 horas em diantc.
ttnfeltes de casearriiha e tranca
a 500 rs. eada mu.
A aguia branca est vendendo bons enfeites de
casearriiha e tranca, pretos e de cores todos ao quetem de ir a praca naridde do 'oii para "ser
baratissimo preco de 500 rs., servindo lies tanto vendido a quem mais der.
p.'.ra senhoras como para meninas, a vista pois --------------------------------------------^
da commodidade do proco ninguem deixar de os ; 4 L y 1 I I 11 t 1 % i I
comprar na ra do Queimado lujada aguia branca | \\!^|\ || || \ 11 \J \
recebeu as verdadeiras
Luvas ile .1011 \ i 11
pristas p. de cmiras cores.
Papel de eores,
------T~TZ nm t:j j u: Folhas grandes para enfeites de bandeijas : ven-
-- TaiiriO dC >lg<>00 ICCldO de M>- dem-se na ra do Queimado, leja d'aguia branca
as, fazenda forte e ecurp da, a pro- numero 8.
pinada para o servico da lavoura, quer FIVFFITFS
para ^ateos, quer para rouua decscra- 1>IH IJI *;i^. _
vm- orimlP dVn.ila na nriet iln fnr- com ,a^ c olltrls nulidades.
\os. graade aep^uo na piaca no uir- A aguia branca acaba de recel)cr um Mi0 e
pi) Santo, CSCriplOriO dC .YUgUSlO Frede- completo sortimento de enfeites com lacos, ditos
r'Pft ,i'Aii,pirj| scm lagos, etc.; tambem recebeu outros mui bo-
1 rw u *_________________________ I nito>, e segundo suas recommendaces vieram dos
- Vende-se pecas de oleado pintado, tlngindo que de inais moderno e apurado" gosto j assim
m-deira, oleado para carros, tapetes de 15a e ditos pretendentcs munidos de dinheir serao bem
de rai7. de esparto : na ra da Cadeia, armaiem rv|* : "a rua do Queimado, loja d aguia bran
n. 53 do agenie Bniohto._____________
Cabi'iolet americano.
Vende-se um cabriole! americano com assento 'Hilv
para 4 pessoas, com seus arreios para um cavallo, com gomma arbica dissolvida :
tuilo usado, e juntamente um cavallo novo, gran-
de e manso, para homcm, que com quanto nao es-
teja gordo bom : na rua nova de Santa Hita, ar-
m;:.zem n. 19.
ca n. 8.
I.uvas de Joiivin.
Itecebeuse luvas de Jouvin brancas e prelas
proprias para a quaresDUt : na rua do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Traucinkas de lia lisa para enfeites de camisinlia
. de senhon.
Rccebeu-sa, trancinhas de diversas cores pe-
ga de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do beija flor n. 63.
Enfriles de redinlias com lago na frente.
Heccbeu-se, variado sortimento de enfeiles de
diversas cores a 13400;'; 2: na rua do Queimado
joja do beija flor n. 63.
XAROPE
deLABELONYE
classe
ventjem-se na
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fcelas com pedrasno-
vo sortimento.
A aguia branca recebeu por esse ultimo vapor
um novo e bello sortimento das procuradas flvelu
com pedias podtndo assim satisfazer a todos que
dellas precisaran, uma vez que apparega dmhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
mu IMiLEZ
almaco e de peso.
Alem do grande sorlimeato de papel greve e ou-
tras muitas qualldades, que constantemente se
aiham na loja d'aguia branca, faz-se nolavel pela
su#erioridade de qoalidade o papel inglez almasso
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e outro sao mui encorpados o de um asselma-
do lustroso e macio, que na verdade a; odos agra-
dara. *s resmas aaquelle lem 480 folhas, e as
deste 500, c cusa cada uma 8>. Tambem veio da
mesma qualidade o de lamaifho pequeo, em cai-
; xinhas de 100 folhas, lano liso como beira doura-
j da, custando este 23, e aquello 13200 a caixinha.
; Ja vem pois os apreciadores do bom papel que
I dirigindo-se munidos de dinheiro serao bem servi-
' dos : na rua do Queimado, loja d'aguia branca
numere 8.
COPOS COM BA-
A aguia branca acaba de receber os bem eonhe-
cidos e apreciados copos rom banha, os quaes es-
tlio sendo distribuidos com aquellos pretendentcs
que eontribuiren) com SJ900 a vista : isso na rua
1 haruiaceulico da primeira
Km Pars.
Este medicamento empregado ha mais de
20 anDos, com successos consiantes, pelos
mclliores mdicos em lodos os paizes, con-
tra ns molestias do coracao, as htfdropisiai
e as affecres do peilo, acaba de receber
um.novo suffragio por nao ter por ora ap-
parecido outro igual para curar infallivel-
mente todas as doencas do coracao organi- .
ca.j ou inorgnicas, palpila.es, hjdropisias Qneimado, loja d'aguia branca a. &
geraea ou parciaes. liydiolborax, asihmasl IJIIIT IIl \ Q 't* I?I 4^1
chronicas, broncliitcs nervosas, e fluxosl lili; lili' llv Ai ''LlrlCj
cbreoicoSj apbonu (extinceo da voz), etc. para scuhoras e ineniuas.
As cuelas medicas fallam calorosamente A agnia branca reoeben otnl bou eia fraace-
sol.re os efTeitos preciosos do Xarope de ^ de flno tecido c lio redoudo, o que Mtorparn
, ,. i. de immeiisa duracao, porque muito convem, anda
Labelonye, quetem boje adquirido um dos me5mo tustendo j e ^ como se esl5o vendendo a
primeiros lugares no quadro dos medica- dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua de
montos os mais afamados e da tlierapeulica Queimado n. 8.
universal, como o declarara os celebres rae- M*$1<'WW*Wj
ditus francezes: Andral [iai e I1II10, Bouil- m
ain.1, Cotlereau, Desruelles, Fouquier, Le- .'_,_-' w\
jlan, llous- *
maire, larjotin. l'asquier, (tosan,
sean, Delaberge, Pannanlier, Puche, Ther-
rira, Vidal (de Poiliers). etc., e outros a-
cullalicos dos mais celebres.
Vende-se em garralinhas de vid 10 verde,
tnizendo um rolulo, fundo cor de vilela
clara, jaspeado, no qual sobresali o nome
F
fi*i prcuN para a quaresma
Superiores moureantiques pretos lar-
: gos a 20200, 23o00, 33, 33o00 e 43 o
covado, Iwns grosdenaples pretos lar-
gos a 13500, 13600, 13800, 23000,
23o00, 33 e 33o00 o covado, ricos ves-
tidos d moureatinque preto com barra,
diios de (rorgurao arelo bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
*
Labelonye, o gargalo da garrafa az urna
tira azul jaspeada, com a lirma de /t'-il^
lonye, e a rollia coberla com uma capsula \g] uTtemvido'T'erambuci e oalras
' muilas fazendas de bom gosto, pretas
proprias para vestido, superiores rapas
- lg de seda prela a 163, 203, 233, 303,
leposito geral: em Paris, rua Bouibon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco.na casa de Caors A- Bar-
boiius a rua da Cruz n. 22-
1 o < cj 9 > >& S 9 31 rf X
sfi 5*8.8.3 reasgi
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353, 40 e 503, manl;.s pretas de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode li.iver de mais gosto a Canotier :
na loja das columnas na rua do Cres-
po n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concellos 4 C.
Novos soutambarques.
Sao chegados os lindos soutambar-
ques e basquinas de seda prelas, rica-
mente enlejiadas, as mais modernas
que leem vindo l'ernambueo, vindas
no ulluno vapor franeez, por precos
mais commodos do que em mitra qual-
quer parle : loja das columnas na
rua do Crespo n. 13, de Amonio Cor-
reia de Vasconcellos A C
mmwMmmmmm
%zas para anjos de proclsso.
Veiulcm-se na rua do Queimado loja da aguia
branea n. 8.
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Na rua do Imperador n. 22,110 grande
armazpin de Untas se vende todas asco- <,
m i'tvii-as para Ungir pannos.
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Fog-os do artificio.
No pande armazem de limas rua do
Imperador n. 22, se endem todos os
producto-; chimiros empregados na com-
liiisieao dos fogos do artificio.
tyueijos novos.
No armazem da Aurora Brilbante ha qneijos 00-
* vos do reino a 33200, ditos de pralo a 13, doce de
guiaba fino a 640 e 800 rs.. latas com peixe era
posta em calda de varias qnalidades a l-j, polvo
secco a 400 rs. a libra, lambas de alago, ravafli-
nha a sanlinhas novas, om pequeas e grandes
porches. ____
Xas %vn. locistas de ferrageus.
Vende-se uma armacao para ferro na rua da
I Cadeia n. 59.
45
Rua Direit 45
Oicam ouam !! /
CALCADO
Bom c novo, a primeira necesaldade para a sau-
dc e aformoseaiiiento do individuo 1
Meu Dos !... que pos lo pavo se lobrigam por
essas ras I que agora horrenda e nauseante 6 a
de um paletol bem tatuado sobranceiro a um
guetlrs roido em duas solas! um balao bem tor-
neado e bambaleante dc bolina safara e carcomida!!
Sania Barbara!! Corram a rua Direjta, bellas e
rapazes! sacudam na piaia csse malditos gaeJif,
e comprara :
Boneguins do Nantes 83000.
Hilos francezes de bezerro 75-
Ditos francezes de lustre para hornera 53.
Ditos para senhora, de lustre, enfeitados, 53500.
Ditos para senhora, gaspia alia, 43800.
Botinas de menina 23500.
Dilas de cores para menina 23000.
Sapates de Nantes de duas solas 53-
Ditos de sola e vira 43500.
Sapalos de borracha para senhoras 13500
Ditos para meninosl3000.
Sapalos de lustre para senhora 13.
Ditos de tapete para homeni e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
E um sortimento comple.o um sola, vaquetas,
couros, bi zorro franeez como nenhum, couro de
lustre muito grande, e ludo quanto pertence arto
de S. Chrispim._________________
TARINHA FONTANA.
Fariiiha da muito acredita a marca
Fontana 'cscmbarcada Itojc, vende-se
por jircco mais commodo do que em
qualqucr otitra parte : na rua da Cruz
n. 4 casa de N. 0. Bieber k C. succes-
sores.
RUA IIA CADEIA 1IO RKCIFK TST*
NOVO E
RUA DA CADEIA DO REC1FE I. 53.
Francisco Fernandes IJuat te acaba de abrir na rua da Cadeia do Uecifen. o3, um grande esortido armazem de roolliados de-
nominado l'nio Mercantil. Neste grande armazem encontrarsempre o respeilavel milico um completo sortimento des meliiores
gneros que vem ao mercado, tanto esirangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porcoes ou a relalbo por pier.es asiis
commodos.
Manleiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 10200 a caada,
em barril se faz abatimenlo. j Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais supsrior do mer-! 800 rs.
cade a 5(30 rs. a libra, e 520 rs. erabarril Azeile doce de Lisboa a G40 rs. a garrafae
ou neio. 4)5800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
i qualidade, chegados neste iltimo vapor, a 5)5800 a frasqueira.
720 rs. a libra. Caixinbas com ameixas francezas, ornadas reis.
com ricas estampas na caixa exterior, Xhouricase paiosem latas de 8 emeia lilra
muito proprias para mimo, a l520o,155OO por 75.
e 2(5- Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con- 8(5000 a arroba,
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinlia ingleza a 320 rs
1(5200.
Sardinlias de Nantes a 340 rs. o quarto e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta: savel, corvina,
vezugo, eberne, linguado, lagostibba, a
1)5300 rs. *>
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em latas de 1 libia a CCO
ORKDE GURA
PARA TODAS AS MOLESl IAS DO
ESTOMAGO, i RUI E AS ElflJlS.
AS
Pifadas Vegetas Assucaradas
De Kemp
Couipostas dos ilois novos rosinoides elmm.i-
doa Fodophiusa e LKPT.vNintixv, e inteira-
mente livrcs de Mercurio ou outros venenos
niineraea ou uctallicoB, 5o dade nos paia clidos em cazos de
DYSPEPSIA, ENCHAQOECA,
Con>ii|Mt;rto ou Prizao do Vi-ntre,
PADECIMEHTOS DO FIGADO,
Affccqoes Biliosas,
HEMORRHOIDAS, CLICA,
Ictericia,
FEBRE GASTFtO-EEPAriCA,
E onlras nifcrniiiladrs imtiloeni.
Eli;..- vio rpidamente Bubstituiudo os aetjgoi
purgantes dratieos.
A venda as boticas de Caors < Barboza,
rua da Cruz, e Jo3o da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos.
Queijos Ilamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,5800.
Queijoprato muito fresco e novo a 640rs.
a libra.
Caslanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 3(91000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conla propria a 26800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a J5G0 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1^500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 2 5 a libra.
Biscoutos inglezes em latas cem differenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piqoelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 1350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2.
Figos em caixinhas hermetit ament lacra-
das, muito proprias para riimo a l'iOO.
Caixinhas de 4 e 8 libras de 'igos de coma-
dre a 16 c 25 cada uma.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50 > rs. a libra e 35 um quarto ;
e em caixa se faz abatimerlo.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercad ja 185 o gigo,
garante-sea superior qualicade.
Vinho Bordeaux das melhoies qualidades
que se pode desejar de 7)5cOO a 8)5000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 9i5
a 105 a duzia, e 900 a 1$ a garrafa; deste
genero ha grande porcao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 148 e 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do De uro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figuei -a e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garraf;, e 3#, 3,5200
e 3^500 a caada.
Vinho bfanco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 040 rs. agirrafa e a 500
rs. de barril.
Marmelada imperial, dos melhor?s conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 000 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a G40 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas eflres a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, so vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
ErviIbas francezas e portugoezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate franeez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a i9.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5J800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 15 a garrafa
e 105 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
95 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 15 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
45 a
a iicra e
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 35 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 458r>Oa arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 15500.
Cebollas a 15 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, prnprie para negocio, a 85-
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 6800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 25100 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimenlo.
Estrellinha.pevide earroz demassn para sopa
a 600 rs. a libra e 35 a caixa c< ni 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a 100 rs.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito lina a 80rs. a.
libra.
Banha deporco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
I6000, 25 c 35.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular,a 400 rs. a libra; iutei-
ro se faz abatimento.
Os senhores que comp.'arem de 1005000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo promplo pagamento.
TODA ATTDCAO A VIGILASTE.
Custodio Jo Alves Guimaraes avisa ao respei-
lavel publieo e aos seus freguezes, que achando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, e aclian-
do-se as portas a heras a concurrencia do res-
peilavel publico, para assim apreciar o novo gallo
que se acta no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas Dore* e muitos outros objeclos de
bom gosto, que tanlo saslisfeiio se aclia, aprsenla
o novo canlo, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
tendentes iniudezas, lano para grosso como para
relalho, que lodos serao sonidos a vonlade, mesmo
qualquer freguez de fra que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a esle eslabeleeimento
fazendo seus pedidos por meio de carias, o pode-
rao fazer que ser ludo comprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao so pelas
boas compras feilas nesla praca, como dos que
recebe de sua propria conla, como dos que recebe
de consignacoes.
CIIEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de Qvebs pitias e com pe-
drinhas de muito lindo goslo assim como fitas pa-
ra sintos prelas e de cores para as mesmas five-
las que se vende pelo barato preco de 15500 e 23 '
suo vigilante rua do Crespo n. 7.
GRAVATINHAS.
Tambem cliegou um grande soi tmenlo de gra-
vatinhas tanlo para homem como para senhora.
de todas as qualidades e liordadiiflias, vindo entre
estas uma pe plena amostra de lacinhos com alli-
neto de pregar em camisinlia cousa multo linda e
inieiranicnte novo goslo, ver para querer : s !
no vigilante rua do Crespo n. 7.
LUVAS PRETAS DE JOUVIN.
Os freguezes acharan grande sorlimento de lu-
vas pretas c de cores, de Jouvin, assim como de
seda de retroz tanlo para senhora como para
criain/as c para homem que se poderao sorlir a
vonlade : s no vigilante rua do Crespo n. 7.
NOVOS EXFEITKS.
Novo sortimento de enfeites pretos e de cores
com lacinho c de outras muirs qualidades : s
no vigilante rna do Crejpo n. 7.
TRINA E VOLANTES.
Grande sortimento de trina, volantes, galoes.
grades e muitas obras de palhela para ornamen-
to de igrejas ; *. no vigilante rua do Crespo n. 7.
Enfeites para as .sriilioras.
Al que chegaram os muitos desojados enfeites
rom lacinhos du litas para senhora pelo barato pc-
eo de 15300.
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
C-abriolct americano.
Vende-se um cabriole! americano com assentn-
para noatro pessoas, com inicios para mu cavallo.
todo usado, e junta mete um cavallo novo, gran-
de e manso para o mesmo. com rnianlo nao estoja
gordo bom : na rua Nova de Santa Rita arma-
zem n. 19.
Vciideiii-sc
bons eazameis de lonro de 20 :I0 palmos de
comprido e 5 8 pollegadas de grossura por pre-
co commodo : na serrara de lose P. Coelho rua
nova de Sania Rita n. 17.
COMMERCI
RUA DO QUE1JIA1HO X. 45*
Passando o becco da Congregarlo segunda casa,
NO V1DADE.
Pereira Rocha & C. cabam de abrir na rua do Queimado n. 45 um armazem de momados denominado Clarim Commerciul,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos mehores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados ueste armazem.
Arroz do Maranhao, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra c 25400 a 2,5800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas o em frascos a
15200 e 15000 i n frascos grandes a
25500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 40O rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 040 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de aiede e
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.' muito novo a 640 rs. ,
com ricas estampas no interior das caixas Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 2$ 100
ra.
dem emgarraoes de 3 e 5 galoes a 5$500 lijlos de limpar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafa o.
Gomma do Aricalv a 80 rs. a libra.
Gr3o de bico a 150 rs. a libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a l800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dio, a 1,5-000 rs., s a garrafa vale o di-]
nheiro.
a 125000, iiHOO, i^eOO c 25. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
Amendoas com casca muito novas a 280 rs. 15800, 55500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4|600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba. Genebra de Hollanda verdadeira mirra VD
Azeite doce franeez muito fino em garrafas a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei-
grandes a 960 rs. a garrafa
dem de Lisboa a 640 rs. a grrafa.
Araruta verdadeira de matarata a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novia a 180 rs. a
libra. *
Batatas muito novas -a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
15300 reis.
Bolacbinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 35000 a barri-
quiuha e a 200 rs. a libra.
Banha de poico refinada a 440rs. a libra e
e em barril a 4t 0 rs.
Cha hvsson, huchin e perola f 15600, ,
25500, 25800 e 35000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Cerveja prela e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 'HH rs. a garrafa
c o800 a duzia.
Cognac ingle/, lino a 900 rs. i garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 780. rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e especialmenle da fabrica imperial de
Gandido Frreira Jorge da Costa, a 15800,
25000, 25200, 25500, 25b,00, 35000 c
3 o00 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 200, 280 e
300 rs. a libra e 75500, 85 e 85500 rs. a
arroba.
res.
Idempratoa 640 rs. a libra.
Sai refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sanlinhas de Nantes a 320 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 ES. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Vellas
bra.
de carnauba pura a 360 rs. a li-
(iraixa a 100 rs. a lata e 1510O rs a duzia. dem steaiinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias mateas, como
sejam : Vellio de 1815, Duque do Poito,
Madeira, l>. Pedro, D. Luiz I, Mara Pa,
Bocage, Cbamisso e outros a 800, 9C0 o
15000 a garrafa, e em caifa cum uma du-
zia a 95000 e 105000.
Manteiga ingleza perfi lamente flor, desem-, dem em pipa, Porto, Lisboa e Fignejra a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, c de 8
libras para cima se far uma differenra.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimenlo.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
Idemem lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consorvei-
ros de Lisboa a 60o rs. a lat.
Marrasquintio de Zara, frascos glandes a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, talharim e ale-
tria a 180 rs.
Nozes muito novas a ICO rs. a Libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de denles a 160 rs. o masso.
Palitos di' (lentes a 120rs.
dem de flor a 200 rs.
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 35, 35500
c i5 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 c 70500 rs.
a dotia.
demMoriiuuxeChatcauuminiJe 1855, a I5
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 re, a garrafa o
1 $200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados ie-
mos grande poroSo de outros que rteixai
de mencionar, e que ludo ser vendido | or
pegase carnadas, tanto emporfSes como
retamo.
Quem comprar de. 1005000] na cima le-
ra o alate e : por cento.


lalarlo de Pernaubnco --- tnarta elra 33 ile Uitteo re 1SS4.
i
VTTENCAO
DO
PBOGRESSISTA
RA DAS CRCZES M. 30
E
RA DO CRESPO N. 9
Ufo balrro de tanto Antonio.
Joaqun Jos Ciernes de Soiiza tem a honra de participar ao respei-
livet publico, que tem resolvido vender os seos gneros de primeira qualidade por menos
10 a i por cento do que outro qualquer annunciar. como se v do presente annuncio.
aeSAveratito o proprietario d'estes armaz (Stabetecimaotos, qiM nunca tero occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
a' i u'estas casas o ptimo systema d3 s se negociar com gneros especialmente es-
GdUdos.
CHA 1 CONSERVAS
liysson, uxim e perola a 2.400, 2,600 o inglezas a 8,500 a duzia e 700 rs. o frasco.
2,800 re. a libra.
CAFE
milito superior, do Rio edo Cear a 8,000
c 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
V1NH0
le Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a cariada.
fio Put. engarrafado de diversas marcas a
1.000 rs. a garrafa.
Bordeaos de diversas qualidades a 7,000,
8,000, 9,000 e 100 a duzia..
CHAMPANHE
a molhor que temos neste mercado a 20,000
rs. o gigo.
CERVEJA
ratritn superior a 5,000, 5,500 e G,000 rs.a
duzia.
GENEBRA
de Hollanda em frasijueiras a 5,500 e 50)!
W. o frasco.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 600 rs.
peixi:
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
POHVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELAOA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a libra.
ESPERMACFJE
muito superior a 560 rs. a libra, e em caixa
a550rs.
CHARUTOS
da Babia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERYILHAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
ATTENCO
9 IjAIM.O ]><> CAH9IO 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
PARA A FESTA.
Acata de recetar de sua paapria encommenda um grande e variado smtimento
de molliados todos primorosamente esoolhidos, poi foso presa* o proPi-;,.i .,;.......
offerecer nos seus freguezes c ao publico em eral a seguate tabella dos saos eneros e
resumidos presos, aiancando todo e qualquer enero vendido ueste bi m coubecido ar-
mazem.
Pede-se toda atteiicao.
0 proprietario pede a lodos os sentares cheles de familia e ao i ublico em geral
(pie n3o deixem pasar desapercebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carino n. 9. armazem Progrcssivo, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 80890 a 9>, o propietario em seus
armazens da-lliee este valor, sendo em pagamento, eistopara evitar confi sk-s em trocos.
BOLACHINHA
dojoda em latas grandes a 2.000 rs. cada ^ ^ ^n. o mago.
as cm barricas a 4,000 e 240 rs. a: VINAGRE
lio, u de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
que e os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passasemcaixasde I arroba'c'ia7,5oo,
3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e Inore, a libra
garante-se seren muito novas, o gratulas.
8oo
BISCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranho a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
ta a 2,(X0 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
C 500 rs. a libra.
AMEIXAS
francesas em latas de 1 e 1)2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 re. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 re. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2*0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinhas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SABO MASSA
neste genero lia sempre tm grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem frauceza a 54o rs. a libra, c 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2.6oo.
dem perola a 2.8oo rs. c de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a
cima a 2."no, rs. a libra,
dem bysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo c de 8 libras para cima Lisboa a OO rs. a libra
a2,5oo rs. I'.rvilliasseens muito novas n 16o rs. a libra.
] dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras (rao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oors. Emilias francezas em latas a 6oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal reliuado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para hambre ingle tes a 7oo e 8oo
bras para cima a 2.2oo.
dem do Rio em latas de 2. 4.6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3.5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o melhor que se pode desejar
neste enero a 2.8oo rs.
dem menos superior a esse que se vende
por. 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra.
rs. a libra.
Ciiouricas e paios mnito no,ros a 64o a libra.
Batatas muito novas em gios de 34 libra a
l.ooo rs. e6o rs. a idna
dem mais baixo bom para negocio a |,5oo Massas para sopa macarrao, lalharim aletria
IH AIS ATTKtf^AO !
Existe alm d'estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pista. peras em calda^e seccas. flgos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
nelia, pimenta, velas de carnauba, banha do porco, papel, e outros muitos gneros, de es-
ti a, que todos ser vendidos por mdicos pregos.
Tenda o proprietario dos armazens do progressista deliberado nao concorda
cota a liga da Uniao Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., He., declara que s con
<. la em alliar-ae aos seus freguezes, fazendo com estes urna liga de interesses recprocos'
tendo os seus alliadosa faculdade de comprarem por procos muito em conta o bom fiam-
bre, o for.niilavel queijo e a saborosa bolachinha de soa, que fazcm urna boa allianca
Com a superior champanhe e o porto lino, nicos que sabem imitar a uniao destes ar-
nazens com os seus concurrentes. Vindo, senhores, ais armazens, aonde podis d'cn-
Ire um muito explendido sortimento de saborosos alimentos, escolherdes os que mais
v > ipeteoer, certos de que nunca terois occasiao de arrepender-vos de gastar o voaso
Ciiiheiro uestes estabelecimentos.
AURORA RRILHAN1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprietario do grande armazem de moihados denominado fAurora Brilhanle, acaba de
redozir u preco dos seus gneros, precos estes que muilo nao de agradar aos senhores con>-
pradont.
em
Manteiga ingleza flor a 720 e
Hila iiiiiliurgueza muito nova
l'iu franca 510 e 560 rs.
barris a......
Qiuijos iln reino novos a 2500 e .
Pie-untos novos de Lamogo, libra a .
Coiiiicas di) reino novas, libra a
INiii i- ii. r.i.-muilo fino a 720, CVO e .
Vela* de carnauba arroba 105 e libra
aao.......
Qh 'ty-s-.n muito superior a 2300 e
Dito pe Ja a
l'u.. ..eu.liiil.o a tJSOO e
Diio ;in-u limito superior a 14800, e
Latas i u'ii bolachinha de soda de 5
Ultra* a 0.....
Hilas ciii biscoilos de varias qualida-
des.......
Dere .Ir trinaba c banana fino a 400,
HH (i-iixan) e -
Mmela la nova dos melhores auto-
n-. libra a 640 e .
Latas emii p*txe savel, capuxo, fango,
ronir.i, .-alime e outros minios
ni ,'ii-|iirados a ...
Su.'i! ii;.|,Nanles, latas a .
- un genehra de llullandada
a S0O e trasi|ueiraa a
(ifmfes 'iiagenotM'adaSSgarrafasa
- rom genehra de laranja a .
Vi-j't >- .)a l'igueirac Lisboa, a 400,
Fin i |'.,no Uno a 640, 720 e '.
H .MaiKo iiropriopara niissa a .
:a .le Ihi.is marcas a 500 rs. a
a.in ,f i a di)7.iaa.
" verdadeira, a garrafa por.
ViuIiii un i- engarmlados no Porto,
if. |ir l&, 15200 c.
81 NI
800
520
35000
4S0
SU
600
P20
25700
25-iOi
3*000
2*250
3 50 M
154 X)
640
720
Dito moscatel e Setnbal a 800 e 1*50
Licores linos a 800, 15000 e 15280
Caiilnbas com aracixas muito enfei-
tadas a 1*600 e...... 25081
Latinhas com ditas a 1*500, 25 3*800
Ditas com figos de comadre novos a
15500e.......2*000
Utas com ervilhas francesas e portu-
guezas a.......640
Ditas com ostras a.....720
Hitas com massa de tomates, 600
Ditas com fructas de Portugal aSROe 640
Azeitonas de Elvas em frascos a 800
Frascos com conservas a 750 e 800
Ditos com mosUinla franceza a 500
Majos com 20 macinhos de palitos de
denles a......, 200
Tijolos de (impar a.....140
Aramia verdadeira viuda de encom-
menda, a libra a.....500
omma de engommar a 2*400 a ar-
roba c a libra a 100 o 80
Tapioca muito nova, a libra a 140 e 160
15010 Ervilhas seccas egrao de bico, a Mira 160
120 Massas para sopa, macaran, talliarim
e li-lria, a libra.....480
1 < Dit is branca-, viudas de Lisboa, a .
8*0 hi Pevide, eslrellinls o rodinbaa a .
1*000 Caf de primeira aorta, a libran 280e
Sal/fu verdadeiro hespanbol, a libra .
800 Dito massa a 160. 200, 240 c .
800 Alpisia a -4*800 a arroba e a libra .
GtO l'aiiico a 5* a arroba e a libra
Amcndoas de casca mole a 360 e dm a
10 Azeile doce reliaado, a garrafa a 800 e
1*1 00 Mullios com mais de 100 ceblas a. .
ICastauhas novas, a libra ....
IfOOO'Jonw, a libra......
A-im muitos outros gneros que deixam de se mcucioaar, ludo da melhor qualida
i iiiuilocoinmodos.
w^.^^K/^jf.^i^R}5ijf\S
rs. a libra.
dem miiidinbo proprio para negocio a I.5o<>
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,;ioo.
: dem mais seceos viudos por navio a l,7oo.
dem prato s melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra.
dem londrino aGoors., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-si' por este preco
pela porco que temos em ser.
Biscoilos em latas de ~i libras das seguintes
marcas : Osborne. Crakncl, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoutrasmui-
tas a I,3oo e I 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porlo a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs, a barrica e alo rs. a
libra.
Cartescom bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vito as procis-
ses a floo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a ioo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a I,ioo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de S libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Necea muilo novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a )oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
teguintas marcas: duque, genuino, veiho
Secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial I). Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, voltio superior, madeini seca, Por-
to superior 1). Luiz I, e outras militas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
Ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oor>.
a caada.
dem em pipa Porto. Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Son rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,oeo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composirao a 5G0 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia. sevada muilo no-
va a 80 rs. a libra, e 2,Soo a arroba.
Garrafoes com 4 '/i garrafas de vinho supe-
rior a 2,."ioo rs. com o garrafao.
dem cm 4 / dilas de venagre a I,ooo rs.o
garrafao.
Vinagre PHR cm aucoretas de 9 caadas a
15,000 rs. rom aancoreta
dem cm pipa pun sem o batismn a 2oo rs.
a garrafa c I.ioo rs. a caada.
Cacas com l duziada garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a <>,8oo rs.
a caixa e 700 rs. a garrafa.
I.iioies trancezeseportugueses das seguin-
tes marcas ennne de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Tarn, Botefim,
morangos, limio, caf, laranja, cidra, gin-
ja. canclla, cravo, orlel pimenta a I,ooo
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a i,Soo rs. a caixa
e 8oo rs. a garrafa.
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e Too rs. a
garrafa.
i harntos em grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a credittdos a l,5oO,
2.000, 2,Soo, 3,ooo e 4,300 rs. a caixa,
o? mais baixos sao dos que por alii se ven
dem a 2,ooo e 2,500 rs.
Caf de premeira qualidade a8,Soo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranho a loors. a libra, 3.ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,500 rs. ar-
roba, e 3rio rs. a libra.
dem de sebo muito dura lin<. indo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. einpreirados pblicos a S.ooo re. a res-
ma, j se venden por 7.000 rs.
dem alunen pautado e lisoa 3.000 rs. a resma.
dem de peso pautada e so a 3,ooo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugtieteiroa 2.2oo rs.
a resma.
dem embrulho de 1,2oo a 1, 4oo rs. a resma.
Amenas francezas em latas de 1 'i libra a
l,2oo e8oors. a libra.
dem em frascos de 3 libras a 2,6oO rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tambem temos em
frascos para l.4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs o frasco.
Mullios inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Moslarda preparada em potes muilo nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de :aji secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Ron. Tenente veril; deira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas pretil e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteir ts.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muilo novas a80018. o molhoe Soo
rs. ocenlo.
Chocolate portuguez hespanbol e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genehra de llollonda em frasqueiras a 6,ooo
e S60 rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de l i garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixados em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
CominhOS mnito novos a32ors. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a lio rs. a libra.
Cevadinhade Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a I io rs. a libra 6 l,5oo rs. a
arroba.
Gemina a 80 rs a libra e S,4oo a arroba.
Peixes em latas a 1,000 rs. 1 lata ja jirompto
;i comer-se.
Farello de Lisboa marca K. Biato saceos
grandes a i,000 rs.
DARTE & C.
Partioipam aos seus numerosos freguezes e ao pubtco em geral que acaham da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de moihados,
os quaes venden por grosso e a retamo por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantiado os mea-
mos Droorietarina wsa e o pcc como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que compraren! para negocio ou casa particular de lOOj-para
cima toro mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mars que
todos es seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 800 rs. a Abra. | Vellas de carnauba e cemposicSo de 32o *
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e j 36o rs. a bra e de 10,000 a li,ooo rs. a
a 16o rs. a libra. arroba.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
i,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o ter abatimento.
rs. a libra, e 5io rs. em barril. | Massas para sopa macarro, talharim e aletria
dem de pores refinada muito .lva 46o rs.
a libra. .
Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,800 rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
3 libra,
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,Soo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra,
dem mais baixo a 1,800 rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas: Duque, Ge- F lmaidet mt* '/fe 8 libras
nu.no, ve lio secco, especial ligrimas do- a 8j000 Moo e 2,000 rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D Pedro V., Barris de vinho branco de quint0 raarca B
vinho ve ho, Nctar superior de 1833, -Du- & FUho a 60j000 n 0 ban\.
a kbo rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,Soo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
itos de 600 a l.ooo rs. o caixo
Sabao massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras multas qualidades
preparada de escabeche 2." a'arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve-
Ibo superior, madeira secca .le superior
qualidade, vinho do Porto superior-I). Lu-
iz 1." de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de i.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a 14,000 rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova qite ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoilos inglezes das melhores marcas em
latinhas de 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Wem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de S,ooo a 6.000 rs. a lata, 1 em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,Soo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRR, JAA, outras
rauitas marcas. Porto, LisbfJa e Figueira ;
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em caada a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o girrafao.
dem com S garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maro, eem cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porco.
Azeite doce em barril muito fino a 6io r
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez refinado a 800 re. a garrafa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,Soo rs. cada urna.
Toueinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
re. a arroba.
Caf de I.*, 2. e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, do Cear de7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melh.ir.
.\rroz da India, Java e Maranho de 2,8oo a
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,Soo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quinos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
5ag muito novo a 28o rs. a libra.
Marmelada imperial dos m;Inores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a Ltinbade 1 libra,
ha latas de 1 7* '' libras.
Massa de tomate em latas douradas de i libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de 1,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de i '/i a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oe rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a l ,60o
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs.a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
a 24,ooo rs. o gigo, e de I,2oo a 2,000 rs. a
garrafa.
Papel greve paulado ou liso a 3,Soo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muilo fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo re. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualqncr liquido de 1,000 a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs.a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,Soo a 6,Soo a duzia e de mais a Soo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada raarca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
640 o cento, e a C.Soo rs. a caixa
l'imenla do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a l.ooo rs. o gigo cora 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de ditas arrobas.
a"
r
s
^
a
o covado.
Contina a vender-se um grande sortimento de
c.imbraias francezas a 2V0 rs. o covado : na ra
do Qiieiinado n. 43, esquina que rolla para a Con-
rgeyaeo.
Alfdit da Pnli';t
para sarcos ile assuear e roupa de osrrnvo; tem
para vender Antonio l.mz de Oliveira Atovedo &
C, no seu escriptorio ra da Croa n. I.
Lnvas le pellica.
Ghegaran para a luja d'aguii branca, ra de. j
Queimado n. 8. I
Bolas para bilhar.
Francisco Garrido tem para vender no sen esta-
belecimento, roa larga do Rosario n. 37, exceden-
tes bolas para bilbar ; sendonm jopo de 4 bolas por
50(5, panno para o mesmo 605, 1M'. proza 1S.V
una duzia 15200, solas para os lan s "i& o cento.
Mebola a JO r*.
o cento : na ra da Madre de Ueos i. 18.______
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE L0W-1W00B.
Una da Senzalla nota n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meia>
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de forra batido e coado, de todos ot
tamaitos para ditos.
Arados americanos e machinas pan
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C.
ra ila Senzalla Nova n. 42. ^^^^^^
Vndese nm porco bastante grande, muilo ,
gordo : para vdr e tratar, na taberna defronle da
capella de S. Jos do M.inguinlio.
Kicos enfeites pvra se-
ti hora
Cliegararo nicamente para o Vigilante os ricos
enfeites i rainlia de Kscossia, blenda inicuamen-
te moderna e muito barata olbando a sua qualida-
de e Rosto : s na loja do Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Camas prclas com palmas b>ancas e
cuvado 211(1 rs
Fil de seda preto o covailo i& e los de
linho a 8#, 7:S e 65 ; na loja da bandeira
roa da Imperatriz n. 28.
Capas, chales o manteletes.
Vende-se pelos precos mais razoaveis possivel
os objectos anima mencionados, bem como um sor-
timento completo de moreanliqne, prosilcnaples.
sedas lavradas tudo fazenda preta propria da esov-
efi.i. viudas pelo ultimo vapor da Kwropa : na ra
do Queimado n. io.
Vriidem-se quatro sacadas pan sobrado, sen-
do de podra do Porlo; assim como se compra urna
soleirn : a iratar na ra dos Frazeres cora Jssti
Carnelro da Cunta.

:mm:*r


Diarlo le Pcrnamhnco Qiiarta felra 93 de Uareo de I84.
fiffl-s
Milita attengo ao que interessa
PROTEJA! PROTEJAN
EXCELLENTISSUIAS SENHORAS,
[vv. Exea, continuem a proteger ao Importante estabele-
cimento ra do Crespo n. 17
I'E
JOS GOMES VILLAR.
Grande novidade. Baldes 11!
Balos de 40 arcos a 35. de 30 a 45 >: >lo 90 a 35.
Fazendas proprias para a quaresma.
Moreantique preto em cortes, ditos de radio goslo para covados. grosdenaples prelos
de superior qualidade.
Para hombro de senhoras.
l Capas pretas, casacos, casaveques compridos, sote raba rques, manteletes de gros, di
I tos de guip, chales prelos de guip etc., ele. capas de easemira i-om capuz, manteletes
9 de easemira ricamente enfeitados, chapelinas de palha cora veo, chitas, cambraias, vesti-
f dos para noivas, ditos de seda, vestidos de blonde com rapella e manta a 185, de gros
* braneoetc,,etc., madapoles de 75, 85, >5, 1)5,115 c 125, cambraias 'isas muite linas
transparentes e tapadas a 35, 45, 35, 65, 75, 85 e 95 a peca, fazendas de linho de lodas
as qualidades e outras muitas fazendas.
Prolecco. Protecco.
i '< /-V /'< v'v '/''
Duarle t C, vendem em sea:; arma/.ens Unio e Cemmercio e lar-
go do Carmo n. 9, armazem progressivo, os seguintes gneros desembarca-
dos ltimamente.
65^1
Yerdadeiro vinlio collares em ancore-
retas de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou Biato
tigo alea sacca.
Vinagre P R. R, em ancoretas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, meias e quartas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propriamente dito de mar-
mello, a 640 rs. a lata e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
Maca de tomates a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilha portuguesa a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Queijos londrinos muito frescos a 800
rs. a libra e sendo inteiro a 650 rs.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molbo, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muito
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
Sextinhas com tigos proprias para mi-
mos de criancas a 60 rs. cada urna
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
F.rva doce muito novas a 500 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
dades sao as seguintes : creme de
violetas, geroflez, rosa, absintho, ves-
peiro, amor perfeito, amendoa amar-
ga, percicot detona, botefin, moran-
gos. limo, caf, laranja, cidra, gin-
ga, canella, cravo, ortelaa. pimenta
c outros muilos de qualidades menos
superior que sero vendidos por pre-
sos em relacao as suas qualida-
des.
Grande pecliincha
com toque de varia na I o ja e
armazem da Arara ra da Im-
peratrlz n. 56 de Lourenco P.
II. Ciiuimares.
Vende-se com loqnc tic arara.
) C' i ii' i >' ii'n' ihiui,!-.-!, Mima ni mv vav ijuu I \r 1 j IV 1 I
i outra qualquer liarle principalmente sendo em i v ende-se .madapolao mglez com pequeo to-
rcao c de todas as fazendas do-so as amostras nue de a vana por 5o00 7*6 8,1, algodaozmhoa
ixando (icar penhor uu mandam-se levar em ca-, 4*300 camhraias lisas Unas a .15 e 35500 :
: na ra da Imperalnz luja da Arara n. .")().
Vende-se fazendas limpas baratsimas.
\>nde-se chitas linas cores escuras a 240 e 280
rs. o covado, ditas fraurezas linas cures ixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorgurao de linho pa-
ra vestidos de scuhora a 280 o covado, riscado
franrez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara na da Imperatriz n. 56.
fazendas proprias para senhoras e meninas.
Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos do fil e
cambraia enfeitados a 300 rs., manguitos e opilas
para senhora a 15 e 15280, camamilas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
pannos e grvalas muito linas a 45500 e 55 : s
a Arara ra da Imperalnz n. 56.
Principia a Arara vender as colchas.
Vende-se colchas avelludadas (ara cama a 85,
ditas de linho aleochoadas a 55, ditas de fustao a
."5, ditas de damasco a 45, ditas de chita a 25 :
na loja da Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende rassas a 210 rs.
Vende-se cassas rancezas Unas a 240 e 280 o
covado, organdys linos a 240. 280 e 220 o covado:
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Arara vende cortes de easemira prela a 3$.
Vende-se cortes de easemira prela para calcas a
35, 35500, 45e 55 ; na loja da Arara n. 5(i.
(irande sortimciilo de fazendas prelas para a qua-
resraa.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se grosdenaple preto paia vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25400, 25600 e 35 o
covado. sarja hespanhola de seda, panno lino prelo
a 15600, 25, 25500, 35 e 45 o covado, muito sn-
periorraserairaspretas finas i 25 e 25400 o cova-
do. mrriiid fino a 25500 e 35- dito de cordao a
255OO o covado : na ra da Imperalriz n. 5ii.
Arar vcude madapolao frauceza |$.
Vende-se madapolao francez rnfestado a 45 e
45500, bretanha de linho. hambuigo de linho para
lences e aerelas a 440, 300 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15280 e 15400 a vara : na ra da Iuipera-
triz n. 56.

Os propietarios afiancam que estes gneros sSo muito novos e ludo
de primeira qualidade, tndo isto se vende nicamente no armazem Unio e
Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
gressivo.
Qujos
, do alemtejo, das ilhas e .flamencos, t mIos chegados neste ultimo vapor, a
i -i,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, unicamen- *^
te no armazem Unio e Commercio, rita do Queimodo n. 7 e largo do Car- ^$5
I mo armazem progressivo. ii
Grande litiidda^ao
de fazendas na loja do Pavo, ra ada Imperalriz 11.
60. de dama k Silva.
AcOa-se este esUbelecinienlO completamente sor-
tidodc fazendas inglezas, francesas, alintaos e
Balseas, proprias tanto para apraca como para o
mato, prometiendo vonder-se mais barato do que
em
porc
deixando ficar penhor
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As chitas do Pavao.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe
le barato preco de 240 e 280 rs.sendo tintas segu-
res, ditas fraiicezas linas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas prelas largas e estrellas,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Paria ra da Imperatriz n. 60 de Gama <\
Silva.
As cassas do Pavana 210, 2.S0, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissiraas cassas persianas cores li-
xas a 320 rs. o covado, diias franeezas muilo finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzczas a 240 c 280 rs. o
covado. liiiissiino organily raatisado cora desenhos
miudinhosa 320 rs. o covado, cassas garibaldnas
muito linas a 320 rs.. isto na loja do Pavo ruada
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As lazinhas da nposicao do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas inossan-
bique ehegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miuilinhas cora 4 pal-
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baralissimo
preco de 500 rs. o covado, ditas enfestadas trans-
parentes de quadriabos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas murto linas a 300 e 400 rs.,
dilas mais baratas do que chita tambera matisadas
a 320 rs. o aovado, ditas a Mara l'ia con palma
de seda e 4 palmos de largura a 80O rs. o covado,
c dilas de urna s cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, >uulcmbarquus e
garibaldes a 720 rs. o covado. dilas escoeezas a
j 800 e 400 rs.. isto s na loja do Pavao, ra da Im-
jieratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cbales do Pavae.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 65. 75, 85, ditos de |ionta re-
donda a 75 e H, dilos pelos ricamente bordados
a retrox cora vidrilho a 125, ditos prelos lisos a
55, ditos de cores a 45500 c 55, ditos de merino
estampados a 25 e 35, ditos de lia a 15280 e 25,
ditos de retroz prelo pan luto a 6-3. isiu na loja
, do Pavao ra da Jmperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Fazendas arelas para a quaresma vende Pavo.
V.inde-se grosdenaple preto muilo superior a
15600, dito a 15800, 25, 25500. 2580 e 35, mo- ,
I reantiqne preto muito uneTior 35 e 25800, sar- A"r "* **** P veet.de a M n. e
I ja preta hespanhola muito encorpada a 25, isto na cavada.
1 loja do Pavao ra da Imperalriz n. 60, de Gama Vende-se lazinhas para vestidos de senhora a
& Silva. 240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, casemiras
0 Pavo vende para lute. lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
Vende-se superior selim da China fazenda toda covado : na Arara ra da Imperalriz n. 56.
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro- r Arara vende fnsle a 500 rs.
prio para vestidos, palctois, capas etc., pelo bara-1 Vende-se fustao de cores para roupa de meninos
lo preco de 25, 25200, 2500 o covado, cassas calcas c paletots a 500 rs. o covado, ganga france-
pretas lisas, chitas prelas largas e estreitas, chales za escura e clara para calcas e paletots a 440 rs.
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos o covado: na ra da Imperatriz n. 56,loja da Arara.
roingollinhas eoulros muitos artigos que se ven- Koupa frita da Arara.
dem por precos razoaveis: na loja do Pavao ra Vende-se paletots de brim de cor a 25500 e 35,
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. I ditos de meia easemira a 35500, ditos melhores a
Os paauos do Pavo. 45500 e 65, dilos pretos de panno aaf, 65 e 85,
Vende-se panno preto muito superior pelo barato ditos de easemira fina e dehrunhados a 85 e 105,
preco de 25, 25500,35 e 3^500, ditos muito linos a dilos prelos de alpaca a 35500 e 45, calcas pretas
45 55 e 65, cortes de easemira prela enfeslada a de easemira a 45500, bt, 65 e85. ditos de meia
45, 45500 e 65, easemira prela fina de urna s easemira, ganga e brim a 25 e 25500, ditos finos
largura muito lina a 15800, 25. 25500 e 35, cor- a 35500, dilos de brim braneo a 35 e 35500, ca-
les de easemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi- misas franeezas a 25, 25500 e 35, seroulas a
ras cnfcsiadasde urna s cor proprias-para caifa, 15600, ditas de linho a 25 e 25300, eolletes a 25
paletots, eolletes, capas para senhora, roupas para e 25500 : na ra da Imperatriz n. 51'.
meninos a 35 e 3500 o covado, isto na loja do llales da Arara a 3L
Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva. Vende-se baldes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
A roupa do Pavao. a 35.35500, 45 e 45500, ditos de madapolao a
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa- 35500, ditos de musselina a 45 : s na Arara ra
eos fazenda muito boa a 125, dilos muilo finos a da Imperatriz n. 56.
165, 20?, 255 e 305, calcas de easemira prela boa Sedinlias a 500 rs.
fazenda a 45500,55. 65, "5 e 85, paletots saceos Arara V(.D(]e sednhas de listrinhas para vestidos
de panno preto a 75- ditos de easemira de cor a a 500 rs. o covado, ditas finas a 800 rs., laa Ma-
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de mermo ra pj, con, 4 palmos de largo c palmas de seda a
preto, ditos de brim de cores, raleas de easemira 800 r>. o covado : na ra da Imp rairiz n. 56.
de cor a 45 55.65, 75, ditos de raxem.ra da Arara vende camliraias de earorinhos I 2,5300.
I, ditos de brm. pardo a IfW, ditos V(.mli..M. ,,.im|,r;iias de (.aim.n|IS para wmMat
por mm DE HEZ P0 CEMO.
NO
fliltEI
CONSERVATIVO
DE
JOAOUIM SIJUAO IIOS SAH'T
23Largo do Terco-23.
O propietario deste armazem de molhados vende os seus ja bem conhecidos pineros
meira qualidade por menos de dez por cento do que em outra qualquer parle, garanta.
rior qualidade.
Nao se diz o preco pa*a na espantar.
>' 1 ri
.. ri pe-
de cer a 25 o 20500, ditos bramos muito finos,
sto na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60. de
llama & Silva.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisinhae de cambraia muito finas
cora manguitos e golas mnito bem bordadas pelo
barato preco de 15280, dilas de tilo a 15. ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a I56O0 e, su-
poriores manguitos com olla c a balao a 35 e 4-3.
a 25500 a peca, corles de earna (raneen a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15000 : na ra da Im-
peralnz n. N.
Arara vende os cortes de riscados francezes a 3:3.
Vende -se cortes de riscados francezes com 14
covados a 35 o corte : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende os soiitemliariiiies.
Vende-sosoulembarqu>'s prelos muito ricos, ca
Vinho das melhores marcas.
Manteiga ingleza flor,
dem franceza.
Banha de porco refinada.
Vellas de spermarete?
dem de carnauba.
Caf bom do Rio.
Idemsuperier doCear.
Toueinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos rovos do vapor.
Milho alpista limpo.
Sabio de diveisas qualidades.
Chourifas muilo novas.
Arroz de diversos presos.
Ser/eja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Ginebra de laranja superior.
dem do Hollanda marea Gallo.
I'hosphoros do gaz.
Betaoninha ingleza em barricas.
Passas muilo novas.
Figos de primeira qualidade.
Biscoutos e bolaehinhas de soda.
Charutos de diversas qualidades.
Gomma deengonimar alva.
Alera dos gneros aununciados eiislem outros muitos que enfadonho mencinalos,.-. fflnhrl-
ro contado.
\W\ 110 OIEIMAIIO \. II.
Loja de fazendas de Augusto Fredehco dos Santos Porlo.
Fazendas pretas para a quaresma.
Ricas capas de seda preta bordadas e enfeitadas para senhora.
Soutembarques e manteletes de seda pretos muito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitados a 175.
Luvas de pellica de Jouvin para honiem e senhora.
Chapeos pretos para hornera e chapeos de sol de superior qualidade.
Sortimento de grosdenaple prelo, pannos finos, casemiras prelas, merino, sehslria e I 11
basina preta ludo por commodos precos.
Camisinhas de cambraia aGaribaldi e camisinhas e manguitos braneos e de cor.
Vende-se para acabar organdys da India a 320 rs. o covado, laasinhas a 360 rs. o c ido o
cambraias de cor a 240 e 320 o covado e muitas outras fazendas por comino Jos prejos.
Chegaram as muito superiores
ESTEIRAS PARA SALAS.
CUSTODIO, CARVALHO & C.
27 Ra do Queimado 27
Para meninas.
Lencmhos de cassapelo birato preco de 100 rs. cada utn.
' Cambraias
organdys flnissimas a 240 rs. o covado.
A Ig a peca
de entremetas finos bordado a 15 a peca.
Cortes de
cambraia branca cora llores a 35 a peca.
Ricas cassas pretas
bordadas de muito goslo.
Madapolao
enfestado francez muito fino a 500 rs. a vara.
Lencos
de cassa braneos e de cores a 15200 e 25 a duzia.
Cobertas
de chita chineza a preco de 25 cada urna.
Tiras bordadas pega 25-
Cambraia de linho a 35, 45 e 55 a vara.
Ricos cortes de la dos mais modernos a preco de 205 o corle.
sendo muito bem bordados e os mais modernos pasconwridaa e manteletes de superior qualidade
que ha no mercado, manguitos e camisinhas a 35, *..e. 25* : so a Arara rua dil In>Pralrrz nu-
llinhas flnissimas de cambraia a 500, nmro jQ.___________________________________
DE
DE
J. VIGNES.
N. 55. M A DO IMPERADOR X. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assai 'oiiliecidos para que seja necessario insistir sobre a
sia superioridad'', vantagens e garantas que offeraee) aos compradores, ipialiilades oslas incontesta-
teis que.ellos tem definitivameiite conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
saindo lim teclado e machinisma que oliedifcem toilas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste. paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como raido Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas a.s exposie^doa.
No meanO c-iabelecimenlo se acha sempre un expleildido e variado sortimento de msicas dos
uielhores cimi|Kisitores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo ludo vendido
1 ir oreos muito razoaveis.
ROUPA FEITA
NO
ARIilBI
e 35500, golli
dilas de fil a 240 e 32o rs.. pegas de entreraeios
com 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a 15, e ou-
tros muilos artigos neste genero que se vendem
mais barato do que em outra qualquer parte : s
na luja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60. de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavo.
Vendem-sc ricas capas de seda prela ricamente
enfeitadas. sendo as mais modernas pelo barato
preco de 20-3, 255. 305 e 405, sautembarques de
seda neta sendo ricamente enfeitados a 205, 255 ^ edem-se litas para debrum de vestido de linho
b 301 : a i..ia .lo Pavo rua da Inmeratriz n. 60. >"" vs *O0 rs. a peca : na rua do Quei-
LOJA DO BEIJA FLOR.
[;h;i do Queimailo numero 03.
Cravatiulias para senlmra.
Vendem-se gravaiinhas de diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Fitas para debruiu de vestidos.
e 30a : na loja do I'avo rua da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As cambraias do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia muito .fina com
slticos tendo 8 l|2 varas cada peca a 3*500, dilas
a 35 e 35800, dilas adamascadas muilo linas pro-.
prias para cortinados a 35, dilas a 4-3. pecas do \
cambraia brancas lisas fazenda muilo lina com 8
raado, loja do beija-flor n. 63.
Pentcs travessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, luja do beija-flor n. 63.
Papel beira dourada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
112 varas a 35500, 45.45500. 55, dilas de nua- dito de cor de beira dourada a 15100: na rua do
GAZ GAZ GAZ
por preco reduzido.
Vende-se paz da mcllior qualidr.de pelo
pre ,o de 1 O) por lata de 5 galfjes : no ar-
mazem do Caes do Ramos n. i8 e rua do
Trapiche Novo n. 8.______________________
H para assenhoras.
G ollinhas e punbes.
Chegaram as riquissimas gollinhas com punhos
de lindos bordados c linho puro guarnecidos- cora
bonitos bolozinhos tanto para senhora cono para
menina, pois a vista faz f : s no vigilante rua do
Crespo n. 7.
dios proprias para turro e bahados por precos mni
lo razoaveis: na loja do Pavo rua da Imperalriz.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos colimados proprim nsnjaaei-
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendcm-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. c de cor a 640 i s., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 790rs.y na loja do beija-
l.i c camas polo barato preco de U o par, sonoo 1Io|. na rua (|0 Queimado n. 03.
DE
%Wm %i ^^V
^
-
LETREIRO VERDE.
Neste estabeleciniento ha sempre um sortimento completo de rotipa feita de jaj
< todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor- S
^ rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um ^
'01 grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, J
^ homens e meninos.
Pg Casacas de panno preto, 355 e 30(5000 Ditos de setim preto. .
jg Sobrecasacas idem, 305 e 255000 Ditns l1e ditos e seda branco,
\ Paleto idem e de cores, 255, 05 e.......
jj 205, 155 e.. 105000 Ditos de gorgurao
Ditos de gorgurao de seda
Ditos de easemira, 205, 155, pretos e de cAres, (>5, 55 e
125, 105 e...... 75000 Colletes de fustao e brini bran-
7&
55000 )j
B
5000g
;^ Ditos de alpaca. 55, 45 e
j Ditos ditos pretos, 95, 75,
'i 55. 45 e......
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. .
Ditos branco de litibo, 05, 55 e
'< Ditos de merino preto de cor-
Wa dao, 105, 75 e.....
<( Caigas de easemira preta, 125,
4500oS
35500 co, 35500, 35 e .
,. Seroulas de brim de linho,
35-'00 i^^O e......
Ditas de algodo, 15000 e. .
fff Camisas de peitos de linho,
45O0O 45) ;,5 e......2drj00
Ditas de madapolao, 25500,
55000 25e........
Chapeos de massa, pretos fran-
25500^
1
25000^
15400 W
15G0O wk
105, 85 e......750(10 cezes, 105, 05 e .
55 Ditas de cores, 95, 85 e.
;|s Ditas de meia easemira de c-
g res, 55(K)0 e.....
g* Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 45500 e. ,
'0 Ditas de brim branco e de co-
g res, 55, 45500, i5 e .
w Ditas de ganga de cores. 35 e
*5 Colletes de velludo preto e de
cores, 95 e......
!5 Ditos de easemira preta, 55 e
'?' Ditos de ditas de cores 55
m ........
85500
sfOOOS
750CO DiUis defltro, 55. 45.35500 e
Ditos de sol, de seda, 125,
115, 75 e......65000
Collarinhos de linho Gno, ulti-
ma muda....... 640
Sortimento completo de grava- &
la- 5 ^
25500 Toalhas parroslo, duzia, 115, >
e ........ 75000
75IK-0 Chapeos deso, de alpaca, pre-
45000 tos e de cres..... 45000 M
Lentes de linho..... 35000 *M
35500 Oihertas de chita chineza.. 25000 v^
45009
MOCO
25500
melhor que lia no mercado: na rua da Imperalriz
n. 60.de (.ama i\ Silva.
Paiiiui tic linho.
Vende-se panno de linho rom 4 palmos do lar-
gura proprio para lences. toalhas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
monslro com 8 palmos de largura a 15. pecas de
llamburgn com M varas a 05. 105 o 115, nefas de
madapolao lino a 7-Voo. 85, '.'-?> e 105, ditas de
algoilaozinho a 65. 65-'>00 e 7-5, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
alim de apurar dinheiro : na loja do l'avao rua da
Imperatriz n. 60, de Gama iV Silva,
As colchas dn Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
pnas para cama jtclo barato proco de 9J1 cada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
Corles de cassa a 35500.
Vendem-se cortes de cambraia com babados a
35'">00 : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60.
de Gama & Silva.
O Pavo vende lazinhas pretas.
Vendem-se lazinhas pretas a OO rs. o covado :
na loja do l'avao rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma ii Silva.
A Mar a Pia.
O Pavo vend', a 8$
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor Iraneez pelo barato preco
de 85 cada um : s na loja do Pavo rua da Im
peratriz n. 60, de Gama 4e Silva.
As calciiihas do Pavo.
Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo baralo preco de 500 e 640 rs.,
mlanguitos para senhora e "meninas a 500. 640 e
8 0 rs., camisinhas com manguitos a 1580 : na
oja do l'avao rua da Imperalriz n. 60.
Os balos do I'avo.
Vendem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
to braneos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebraren) a 35500 e
de 35 arcos a 45. ditos de musselina com babados
a 45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do
Pavao rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpiihos do Pavo
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma Jj Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
405. sendo fazenda que sempre so vendeu a 1005
e 1*05 ; ditos de cambraia braneos ricamente bor-
dados a croe
\ollas, de aljfar.
Tefldo recebitlo voltas de aljfar com cruzes de
pedra imitando a brilhanto vende-se a 15 cada
urna : na rua do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na rua do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
KHfeiles de ta.
Tendo recebido enfeites de fita pretas e de co-
res mais modernas que se esto usando a 15 cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de la prela para delirum.
Vende-se Tita de la prela para debrum cora 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor rua
do Queimado n 63.'
Filas de Hubo para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pega s qnem tem e loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Ilotes de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-llor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fila de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a peca : s qnem tem por este preco a
loja do beija-llor da rua do Queimado n. 63.
Fila de velludo bordada.
Vende-se lita de velludo prelo bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem lera a loja do beija-llor rua do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos pos-
tes que se pode encontrar : na oja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garfo*.
Vendem-se facas c garios dt balanco de.' 1 bo-
to a 55500 a duzia, dilas de 2 botos a 65400 :
na rua do Queimado, loja do beija-llor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito linos a 15200 e
15'i00: na loja du beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muilo finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-llor n. 63.
Vende-se a propriedade denominada Maltez, fita
na freguezia de Tracunbem da comarca de Naza-
relh, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
proporcoes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assocar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores
que tem : quera a pretender enlenda-se nesta pra-
acom o Sr. Antonio Jos Leal Heis, na rua da
deiado Recifen. 47.
Venda de urna hypotktca.
Os liquidalarios da massa fallida di
Jos Antonio Basto \edcin a hvpolhe
ca que tem nos enjillios RttturSM
e tajabuss n lerino de Scrinhera no
valor de 31:835$91 rs.; halar as
casas a rua do Trapiche n. 34.
Venda >te predio.
Vende-se um grande predio de tres andares e
sotao, sito na rua do ^morirn, no bairro do Recite,
C4L HE LISU
Tendem-se barriscom cal !rs-
tn proccdcuca, em pedra. nlwgsv
da hoje. e malea nova, que h; no
ulereado, na rua do Trapichen.
13, armazem de Manoel Tel&ei-
ra Basto.
Os precisos tal lie res pa-
ra criancas.
Chegaram e acham-se venda na n;,.
niado, loja d'aguiahranra n. 8.
I %ltfl\IH
a 55000 o sacco : no armazem de Joaqum Pran-
ci-co de Aletn, no forte do Mallos.
Kua da Senzalla Aova n. 2.
Nesteestabelecimentovendem-se: lacl sde
ferro coado libra a 110 rs., idem de Luw
Moor libra a 120 rs.
AU D. 2U.
Nova loja des barateiros na rua do Qnrimada.
Ricas saias de fustao a 55, camisa- li | zas | v
senhora a 25, 25300, 35 e 45, eoliertaf !< fl 1
brancas a 55, chitas com lustro para coberl i
6 palmos de largura a 640 o covado. can braia c'
cores para venido a 320 e covado, lias para ves i-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 2.
Nova loja dos barateiros na rua dn I i
Tarlalanas de todas as cores, hienda n fl
a 720 a vara, cambraia para cortinado, i-eea di -i
varas, por 165, chales de la por 3-5, 45, 5 1,
camisas inglezas para homem a 385, <&& e ll,,5.
* n. 29.
Nova loja dos baraleiros na rua do Queimado.
por precisar de um concert, que seu dono auseu-j ^tees prelos, franjas de todas as qnahdj s.
te, o nao pode fazer : traia-se na rua do Vigario |ranas de seda, de algodo e de la. rnang. a fl
mWt&BM&MMMMiiffi^^ Vende-se alpaca prela a liOO rs. o covado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs pan pale-
to!, prittren preta a 800 640 o covado. Iiomhazi-
iche, sendo proprios para baile e casa-1 na preta lina a 15400 o covado, lazinhas preta
, 15, 20 e 305; ditos de la com lindas para senhora que esto de lulo i 720 o covado :
loja e.-t aborta al
n. 19, primeiro andar.
Kua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez. ____________
S A L
ment a 10.
Pairas a 18 e 155 ; isto na loja do I'avo ruaJ ha ruada Imperatriz n. 56.
s 'J horas da noite.
Vende-se a bordo do Garibaldi bom sal, vindo do
Asstf, preco razoavel : a tratar no cscnpiorio de
Tasso Irmo's, rua do Amonra.________________
Botica e armazem dt
drogas
Rua do C'abng n. II.
DE
Joaquim .Uailinbo da Cruz Corroa.
Vende-se o seguinie :
Salsa parrilha de Hristol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastilbas vennifugas de Kemp.
Elixir de citro lclalo de ferro do Dr. Thermes.
Rob da Lafcrteur.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Cuy.
Pastilhas peiloraes balsmicas de Guy.
['ilutas da vida.
Burcl franciscano (mesclado) para imagens.
Injereio Brow.
Xaro|>e de c i trato de ferro de Chable.
Pilulas contra sesoes.
Salsa parrilla de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
Xarope aleoolico de vcllame.
Alm destas drogas ha constantemente nm com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou
rar, preparailos clumicos e pharmaceuticos que se
vendem |M>r commodos presos.__________
Cal de Lisboa e potasas da
Rnssla.
Vende-se na rua daGadeia do Recife n. 26, park
onde se mudou o antigo e acreditado diqiosito d>
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preyo mais barato do qm
utra qualquer.parte.
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos. I I s
bordados, botoes de velludo, de seda e de fusmoj
bandos de cabello, meias de seda, leques cujea
ertigos se vendem por metade do sen ra or por l r
para acabar.
ESCBAYOS FGIDOS.
Fugio no dia 13 de marco corrente. o eseravo
crioulo de nomo Manoel, de idade 40 annos,
tura regular e gordo, pouca barba, pex-- co curto
e diffleil de moverse, falla fanhos,. e anda
pergalas ganhando na rua: ri*a-se as suteridaj
des pnliciaes e capites de campo a captura
e enirega-lo rua da matriz da Bt*-\>i.-. >
n. 26, |>or cima da paitara ou a roa do lu i
n. 45. terceiroandar, que s gratifcala.
,\ ey ro fgido
No da 13 do corrente fugio de rasa di te -c-
nhor o escravo de nac,o, cor preta, de n nie J
Maranho, velho, barba rapada, raw-llo corlado b%
puco, altura regular.chew do rorp muito grossos, venda agua do chafan/, do Ci j
para onde tinhasuas freguezias, costuma eml I t-
gar-se bastantes vezes, anterionnenic ful e de Jos Franciso Riheiro de Sooia, por a V j
Jo. de Trapiche: pede-se a appieheiiso do dita
escravo, qoe se gratificar, na rua da Cadeta dQ
Hecife n. 3.
ATT1-.NCA
t
II-
!|-
Acha-se fngido o eseravo de n- me Pau^tiro da
idade 40 annos, noueo maison meims. cor foto al-
tan regular, grusso do corpo. bem e^padauc'. bar-
bado, ejcom alguns cabellos hranros na i. i.
bracos e penas gros-as e bastante cabilinda-, Wl
do as pernas anpn'adas. porm mi imnl, m
ma andar em sambas, e as veze eabrira-e l a
tante por go-lar muito de beber : porianto i i-
se s autoridades pidieiaes desta e das pn vim-ia|
limitroplies. que o faeam apprelH-nsVl e I) n 1
seo senhoro mJor Antonio da Silva t'.oMiiao, r,a
rua Imperial, assim como rogase ana rapil 'o
campo a apprehenso do dito escravo, que
be id gratificados.


Diario de Pernambnco Qnnrta felr :* de Mureo de I ,!.
LITTERATURA.
A palxo do Salvador.
I i cllegada a hora aehava-se preparada a vic
im jar o sacrificio dn etoi.
A lae ia ser ivdemida.
l .: h .. daquelloi que chamar* para discipa-
ah a purpura ; e veslem-lhe
pada.
No seeansava, porm, a paciencia do Cordeiro
de Deus; nem um gesto de colera, nem um grito
de impaciencia, nem urna imprecado de desespero-
Sereno c Maquillo em meto daquella tempestado di'
improperios, era o symbolo da resignarlo e da hu.
de.
urna tnica esfarra- E no entanto a turba attonita em taes prodigios,. o honrado deputado sabe que se tem concedido
nurmurava em voz baxa : j terrenos em diterentes pontos gratuitamente para
Ser por acaso o Filho de Daos I Seremos' M kvantarcm templos protestante.. Como, pon,
I achava-se o Filho Uo Homein.
Rraa noutu da qttinla-Mra.
, os de .--i!! elles haver celebrado a cerea
i i vendo que se approximava a hora uVpos entra.
MM-lM, por um milagro sublime de amor.
' UittU Ie8t C.liristo o Sacramento da Kiicharistia.
c Vou ausentar-me d'entrc vos no sitio da vid;,
ir a dcrradera hora; subo para 0
s:j de met Pae, mas lirarei comvosco al a con
aammacao dos serillos.
Tomar BsfD <; o mea corpo.
K-u 6 o nnu sangue
Alta ia j.i a uoute.
Em ionio da casa do pontifica vagava Pedro
OueA linda urna vez ver o mostr que amavalan-
o. Cauto approxiina-se, escala, avisiulia-se mais e
por
rus de crime tao nefando 1
t Tenho sede, balbuciou o Marlyr.
E um dos descrdos que mais prximo se acha-
va, corren a embeber una esponja em fel e vina-
gre, o, em meio de estrendosas gargalhadas, le-
vou-a aos labios do Salvador.
Era lempo de consummar-se o sacrificio; nada
faltava do que fra predilo, trasbordava o caiix
do soRrimcnto ; estavam caneados os algozes, e a
humanidade triumphava pelo sacriQcio do Cordeiro
Falta-llie porm neslo momento a f, denunciado Immaculado.
por tres vezes, como companheiro do Christo, outras j < CoHummatum ,, ,urmurou-lhe a voz. .
lanas o nega. Ao proferir a ultima blasphemia, em g d(jpois |Je)as riuei,r;ul..l> aM nionlanha?, pela
que de ceno nao tivera parte o corarao, seus olhos : exlensio dos vaes? c man,.jra do rugido Ingente
a voz do gal-, do ,rovao qUl ecnoa no espaco, erguendo a voz vi-
brante c eslridente, como se n elle predominara a
Ah I entao cortbeceu a enormidade do crlme;' sade, a robustez e o vigor.
I rntenle o Divino Mestre cora cssa prov* entilo eomprehendeu a extensio de sua ingratidn. Eterno :
leo Pae, entrego em tuas mips o meu espi-
so cruzara com os olhos do mostr,
lo echoou ao longe.
urna asscmblca de homens catholicos ha de enten-
der que urna grande questo de economa nao se
conceder urna nesga de terreno para se edificar
um lemplo calliolico *
1 m\ Voz: Responde-se a isio at com a opl-
niao dos bispos.
O Sn. Junqukiiu :En hci de trazer a opiniio
dos bispoi ; taima o nobre deputado um ponco de
paciencia.
Anda o honrado deputado, denota desta arr-
menlo, allegou ipie seria isio una irona lanada
ao nosso clero e ao nosso governo.
Sr. presdeme, eu vou dizer a V. Exc. como en-
caro o obji'cti) desta ronressio,
Y. Bxe. a a cas. nbera perfeitamonte que nesla
cdade existe urna popularlo franeeza de l I i
mil almas.
()Su. Pedro I.nz : -Acrescenle-se : calholica,
apostlica romana.
mas o que quero levantar nesta tribuna um pro
ni.i-> u ijiii- ineto i- ii.-\ am.ir nesia u irtiua um pro- ,>-,.:.,_._,. j .
testo conira as asseveraces speras demasiada- enlpi^n w a* "" 6 m Cm qUe prC
ment' que o nobre deputado lancou sobre institu-
(del que sao dignas de todo o respeito e de todo o
acalamento, principalmente da parte de urna cor-
poracio calholica romo esla.
Sr. presidente, eu devo dizer desde ja, e a ra-
senlemcnte se arha aquelle.
O Sn. Dantas e omos Sns. Dentados da. Ba-
ha :E exaelo.
O Su. Junqueira : Nesta ponto nao s devo di-
zer que as irmaas de rardade teem-se desvelado
em tratar perfeitamente dos meninos expostos.
zao porque declare em principio que eslava um nm/, _s
.............i i nao |H)sso deixarde ronderuma homenagem,
" um loiiv
da Babia.
poui'o aranhado, que eu nada tenho com a roupeta .,
do jesuta; entendo que presentemente no nosso J.e^r "" w a digna mesa da Lasa de Mise-
paz, no nosso seculo. sto sera urna consa absur- ,, <' .'.' .:
da, uin objecto, por a-sim dizer antidiluviano ; eu | Y l llm^urte- .
nao tenho recelo de que por ventura boje nesle se-' ...,, '.AVl"R' :-fmi "obrc ,le>?,ad
culo, nesle paiz em que todo se discute luz do 222r?^r%JTMT***,^M.*u,lPOT
im.ias de candado ; em primeiro lugar
na histo-
levan-
ameaea
culos Tulliros....
O Sn. KmiKiiiEDO : Oque se deve temer
jesutas polticos ; os jesutas de casaca.
O Sn. Jlnoi eiiiv :Eu nao temo boje 0 fOMltis-
i mo as oulras ordens da sociedade ; eu temo boje
,! s os jesutas que se apresenlam de casara na po
aconlpcimento,
porque tem poora importancia, devo nolar um s
os faci ao nobre depuiado, para que elle contiena que
valor moral poda ter a ac?ao dos individuos que
aggrediram as irmaas de candade. Para que o
nobre deputado possa avahar al que ponto chega
a ri-igiiacoevanglica nessas mulhere?,direi que
, ns i de i amor, quer deixar-lhes como der e louco, e arrependido, e rom a alma pungida de |
gado, o cmplo da mais profunda bu remorsos, desabafa em solucos e lagrimas a in-
. le...
O Sr. Ji'kqueolv :Estt populaelo. que
Iholira, apostlica romana, comtudo cntende que e |,,., ,. ,.nnr|,I,(.m 0 naz a um u ll05 '""nens do Povo H"e "ais aggrediu as ir-
exclama o Filho do! mais do scu agrado confessar se com um *! **** *32- -
1 que falle a sua lingiia. que llie mais
ouvir predica- na sua lingua patria.
tensidade de sua dr.
Feliz delle ; em vez de entregar-se ao desespero,
que mala, abriu o corarao ao arrependimento, que
purifica, e as lagrimas lavaram-lhe a mancha ne-
gra, que a ingralidao lizera.
E Judas I O misero tambem conheceu a profun-
comraove-lhe o corafao aquelle espectculo didade de seu crime, queimava-lhe as maos o ouro
t ponecte e santo; referve-lhe a ambirao, aperta-
Cingindo-se de urna toalha curva-se aos pes do;,
discpulos attonltos, e elle o Mostr, e elle o Mes-
si;;, lavaos, limpa-os e oscula-os.
fi em meio dos outros tambem o traidor se
.-."IMV.1.
0 .t avareza, excita-o a cubica do ouro, e o miscrc
aceita a tentacao que Ihe offerece o inferno.
1. olUou-o o Filho do Uomem; olhou-o com
oella 'Xpressao indeffinivcl de melancola e cx-
1 : ieO, e lendo-lhe n'ahna a infamia da perfidia,
labios murmuraram compassivos:
c Mais feliz fras se teus olhos nao chegassem
a ver a luz do da...
E o misero sahiu ; esperavao anciosa a synago-
fi : nao quera faze-la morrer de impaciencia.
Depois de haver por largo lempo conversado
em os discpulos, na suprema expansao do seu
e.irajo, e recoinmendando a todos ijue se amas
s::n uns aos outros; depois de haver declarado a
f i.dro que n'aquella mesma noute e antes que can-
tineo gallo, ello nega-loia tres voes, retirou-se
0 Fi'.o do Homein para o Horto de Getsemani, e
cvn os joeHos no chao, e com a fronte cabida.
I1 lia a seu Eterno Pac alentos para o sacrificio
que la ronsummar.
K emquanto assim se achava, pela mente lhe
1 -iram todos os neceados, todos os crinos do
i.....i !o E vio, e vio tudo como em um mmeo-
o qnadro que so lhe ia desenrolando aos olhos.
C iraoo os hombros ao peso de tantas atrocidades
c conheceu quao affrontosa era a cruz que ia car-
t gf, quo amargo o calix que seus labios iam
I var.
Ch I e a naluresa humana pareceu recuar; era
nrrvel o sacrilicio; pendeu-llie a fronte, dos p-
t lhe. gotlejava sangue, que ensopava a trra,
;rvaram-se-lhes os olhos...
t Nao, nao posso; superior s mnhas forcas
omeHiaate sacrificio, nao posso !
Mas o homein que prometl salvar, mas a hu-
r aiidade que prometti remir, mas a justja de
%;?u Pao que deve ser satisfeila !...
Ah lerrvel este ralix. meu Pae, arrancas-
0 de mira se possivel, levae-o para bem longe de
r. 'ns bdrios.. .mas nao, salve-se a humanidade
ClstO do meu sangue, fa^a-se sobretudo a vossa
v vitado. *
E all vinlia o descrido guiando a turba, que a
S/nagoga enviara.
^bem em confnso, atravessam o jardim das
Clivelras e com Judas frente, dirigem-se ao lu-
gar em que se achava o Christo.
D'elle se approxima o perf'do, e em sgnal de
< te era o Mostr, oscula-o na face.
Ergue-se o Filho do Homem. e olhando-o, nem
ma nalavra de exptobar,ao lhe proferiram os la-
tios.
Olhou-o c balburiou apenas :
Amigo, a que vieste ? entregar com um scu-
lo o Filho do Homem ?
E dirigindo-se turba :
e A quem procuraes t a Jess de N'azareth f
f-lo, sou eu. i
Eao som de.-la voz ingente c como impellido:
1 r um choque elctrico, recuaram os descridos c
Cabina por trra.
C Filho do Eterno porm, quera que se cum-
|>rissem as prophecias, que. se salvassu a Ierra.
i Eis-me aqu, exclama elle, sou eu aquelle a
{Tjrm procuraes.
E preci|ila-se a mullidlo, e atira-sc enraveci
fa contra elle; ccrca-o, insulla-o arrocha-lhc os
I ;os, e como se fora um salteador, um faccino
in, tem os pulsos atados e ve-se rodeado de urna
lauta floresta de ameacadoras langas.
E l'edro que correr a defender o Mestre, de-
s.rml;ainha a espada; louco de desespero, vend
que o arrastam e o ferem, ergue tambem a mar,
tarabea vibm un golpe que decepa urna das ore-
I has de Maleo fmulo do summo pontfice.
Ah I nao convm que nenhum sangue corra *
nao ser o da victima ; o nico que exige a justi-
;\ inexoravel do Eterno.
i Embainha a tua espada, Pedro; quem con
I ro fere, com elle ferido; ah I pensas que se
(:U quizesse, nao pediria a meu Pae urna legao da
MIJM ; pensas que muito me custara a arrancar-
as das maos que me prendem; nao, misler que
imu sangue se derrame, que as prophecias se res-
I i o, que a humanidade salve-se.
II levam-o, o arrastam-o pelas quebradas da
malo, rasgam-lhe os vestidos e ferem-lhe as maos
O n rosto a* urzes e os espinhos do valle, o en
tneio da mulndao que vociferava, ei-loque cam -
nha para a casa de Annaz, que remette-o para o
tribunal de Caiphaz, o summo sarerdole.
Ah novo insulto lhe eslava reservado. Kepor-
d'ndo s quesioes do ponlifice, dsse o Filho d
lio nem, que nao lizera rnystero de sua doutrina,
(jiio :odos lhe ouviam as vozes, que ensinava as
pracas, no templo, no cimo da mootanha, em pre-
jenca de todos.
E a mo de un fmulo cahe-lhe pesada no div-
l rosto : o maldito bavia ferido a face de Jests
Christo.
< E' assim que respondes ao pontfice, brada-
l!ic irado
Nos olhos do Christo nao translur.u o mais leve
lignal de resentimento ou de ira. Voltando a face
i; "as assim falla ao desdido :
c Se offensa ha em mnhas palavras, dizei-m'i,
4ndicae-m'a ; se porm nao ha, porque enlao me
leis?
Ao declarar quo era o Filho do Deus, rasga o
;p utilice as vestes, vociferando furioso :
t Blasphemou; ru de morte.
R a turba vocifera tambem :
< Blasphemou ; blasphemou ; ru de morte, >
Arrancamo da sala em que se achava ; levam-o
(jira o tro, e ah lbe nao poupam improperios,
Man lhedispen-am insultos. Cospem-lhena faee e
reiidam-lhe os olhos, rolloram-n'o sobre urna pe'
dra, como se fra um tlirono, e gritam desen-
fi-ados :
rilo. >
E inclinando a fronte, sahe-lhe o alent no ulti-
mo suspiro, abandonando-o a vida.
Tudo eslava acabado.
O Homem-Deus havia morrido e a humanidade
achava-se resgatada.
Padre Francisco Bernardino m Soi t.\.
(Da Cruz.)
que lhe deram; era o preco do sangue, era a re-
ompensa da perfidia.
Tomae-o, tomae-o, grita ello aos membros da
Sinagoga, nao quero o vosso ouro; nao ouro,
"anguo ; tomae-o que me queima.
E louco tambem de desespero, o sem appcllar
para o recurso das lagrimas, e sera se lembrar de | ') S. Jinqueira :Sr. presidente, hontem quan-
lavar-se na piscina do arrependimento, o misero do honrado deputado pela provincia do Rio de Ja-
perde a cabera, sent que espessa nuvem lhe oc- neiro come{ou a impugnar o projecto que se acha
Por conseguinte, se entendemos que para
so paz llevemos procurar todos os meios
mar a colonisarao. se devenios empronr
nossos rerursos legilimos, afini de ligar ao solo
aquella populac,ao que vem ao Brasil, eu enlendo
3ue um dos maiores deveres dos pnd-res do csla-
0 ser procurar os meios honestos e legilimos de
fazer com que a retirada ou emigraeao de estrn-
geiros uleis, e que j tem adquirido um capital,
nao se v reahsando na escala em que temos vis-
to que ella se tem realisado oestes ltimos lempos.
V. Kxc. sabe perfeilamenle que o Francez. que
denoln de alguns annos de rabalho, de industria e ,.1S8e da ,nan7|ra z ~ apresentou,
de commerco, ttmadquiridou.ua certa fortuna,, nem marchasse. se por ventura nao se aco-
e que nao rnrontra no paiz nenluim atlrart.vo e i ,)0r|a>>u com d '. ](J chrW5jl_le,.
putado tem MU apprehenso que nao tem funda-' }"a"''":i Presl'IU:
ment eu louvo a S. Kxc, liberal como por que-! f.snor Para ento ,n,0- .Ha ,v' P015' nobre de1a-
rer zelar a conservaco do progresso c das lber-1lado "e valor moral pode ter esse caso, que valor
dados publicas; mas cu enlendo que S. Exc. est ^ Pod,a ,er essa arpio pralicada o lo das
em erro, esla debaixo de nina impressao m que
lhe faz ver as cousas de modo diverso do que ellas
MNo entretanto, Sr. presidente, o nobre deputado J>1PpJ^!dim.e" desejan tornar o roen
foioprimeiro que reconheceu que no secuto ac-1 d'L,cu^ aron,; mas os nobres depulados ass
tual nio era possive que o iesui ismo se apresen- 'amme ," P"r todos os lados; ja lijes d.
1, ,A, ,m se anresentou. 1ue a 'lues ao ""'"o melindrosa, que tivess
pon occasiao da msccssao do phuecto ookcb* os seus usos
pendo ao padre Janrahd terheno PARA OA | os nobres deptados sabem que, romquanto sejara
OREJA.
calla a luz dos olhos, corre pelos campos, atravessa
os rios, e impellido pelo espirito do mal, seraerguer
emdiscussao, eu, que entendo que nenhum incon-
veniente existe na concessao pedida rogue, V.
mtissem.
Mas, Sr. presidente, d'ahi a pouco conheci a dif-
ficuldadc da minha posico, por quanto me pareca
que o debate em que ia entrar seria smente res-
tricto aos termos da concessao solicitada; e depois
me sent possuido de um reno acanhamente, que
necessariamente deve assaltar a todo aquelle que
se v obrigado a atacar, nao j de frente, porm
mesmo indirectamente, certas ideas que tem por
si urna aureola mais ou menos brilhante, e que se
costumam derramar na sociedade da maneira a
mais fcil.
os olhos para'o cu, enforca-se em urna arvore, e | Exc. que me inscrevesse afim de sustentar o pro-
os ltimos ssns do sua voz foram urna imprecacao' jeeto do modo que as minhas fracas forjas o per-
e urna blasphemia, respondida ao longe por urna
gargalhada de demonios.
Chega a mauha ik sexla-feira.
Ao romper do sol, conduzem a victima para o
pretorio de Plalos.
Ao governador romano que competa ordenar
a pena capital,
t De que oaccusam, perguntou Platos; nao lhe
acho crimes ; este homem ionocentc.
E mandou-o Herodes, que f-lo: voltarde novo
Plalos.
Xio acho crimes neste homem, diz a turba o
governardor romano ; elle innocente; nao pode-
rei condemna lo. Cosame perdoar no lempo em
que nos adiamos um grande criminoso ; tonhoo di-
reito e o poder de faze-lo pois bem ; queris que
seja perdoado Barabs, o facnora, Barabs, o sal-
teador e o assassino, ou o Christo contra o qual ne-
nliuma aecusaro ha que seja valiosa f
E a turba vocifera va :
Seja perdoado Barabs.
Seja crucificado o Christo.
E maneira da tempestade que freme,amcacan-
do o cu c a trra, ia o ajunlamenlo lomando pro-
porroes assustadoras ; vociferava a turba, voraita-
va imprccacocs e blasphcmias, e entre aquella tu-
multuaria gente sobresahia o grito :
Seja crucificado o christo,
Entre o temor da turba e a infamia de condem-
nar o innocente luda va Pilatos. Alma fraca e pu.
silanime vagava aere das oscillacoes do espi-
rito.
Julgou poder tudo conciliar, inflingindo pacien-
te victima ouiro castigo que nao o da morte.
E por ordem sua Josus alado urna columna ;
e as carnes lhe dilaceram as maos possanles de al-
gozes que lhe descarregam golpes.
Jorra-I be o sangue das fecidas, saltam ao arfrag
memos de carnes, e os ossos se descobrem ao con-
tacto dos acotes.
Discurso pronunciado pelo Exm. Sr. Du. Ji niiiei-
iia. pepitado cerai., na CMARA TEMPORARIA,; nem um padre que lito falle na sua lingna, nem j 'ra"]r
por assim dizer. peculiares, porque is onde est o engao do nobre depulado; por
nit" --"---------' ......* -----:-:-----
os.Franeezes ratboliros. apostlicos romanos, com-
tudo ha ceilasdiiferencas na celebrarao de culto...
O Sn. Correa das Navas :Em que ? A disci-
plina a mesma.
O Sr Junoi eir :Ha certos usos.
O Sr. Corhea das N'eves :Desejva ouvir al-
gum desses usos.
< Su. Pinto de Mendonqa :Ha alguma diffe-
renca.
O Sr. Ji noi kika :E' evidente que existo urna
certa diflerenra ; por exemplo : ltimamente
que na capital da Baha o Mez da Mara tem sido
festejado, e tambem aqu na corle ; mas em Fran-
ja sempre se feslejou. E assim como ha esla pe-
quena differenca, como seja ser tambera sempre a
missa cantada os domingos, bavero outras. Po-
de ser uso ou desuso, pode ser abuso.
Eu nao sou ecclesiastico, nao posso apontar es-
tas minudeucias; mas eslou ci ando um farto que
est na ronsrienria de todos, e nao queiram con-
trariar-me nicamente pelo dest jo de ronirarar-
me nesta materia.
Dizia eu, e fra de questao iue o Franccz que
nao encontra estes usos, que nar enconira alguma
cousa quo o possa prender ao paiz, necessaria-
mente lem de emigrar, e esta emigrarlo ha de le-
Fquei, portanto, possuido de um cerlo acanha- var para fra do imperio nao se a sua industria,
ment, e dehaiao desta influencia ainda me acho : como os seus capitaes.
.... Agora, Sr. presidente, eu devo desdeja declarar
mas estando inscripto com a palavra, e mesmo ro- g ^ ^ JJJ do -ojeclo ^ conrebido em
conhecendo que o honrado depulado pelo Rio de termos ,al0Si nernodoqueo go vrno pode conce- desabr'imeT.oT.iao^^^^^
Janc.ro, cujo nouvel ulenio eu aprecio, deu a | der o terreno onde julgar mais eonwaeatr, sem vrassubiu de poulo quaudo se referiuasirmaas da
questo um desenvolvimiento grande, um desenvol-11" Pr isso seja obrigado a cnnccde-lo em um
_. poni em nue nor ventura se lenha de abrir uina
vimento que entende cortamente com graves as- JJ ou JJ ^a com ,udo ;im(,a pre(endo man.
sumptos sociaes, moraes e religiosos, nao poda eu dar a mesa uma emen(ia para que este terreno se-
declinar de semclhante debate sem que faliasse, > ja concedido por aforamento. porque entendo que
por assim dizer, ao meu dever, uma vez que esta- uma concessao inttirainenie gratuita nao ser tal-
1 vez a mais conveniente
Devo tambem declarar ao honrado deputado.
que o padre Jaman!, de quem se trata, nao um
lazarista.
O Sn. Pedro Luiz :E se nao o diz.
O Sn. Ju.NuuEinA :O honrado deputadosabe que
o padre lazarista nao pode orrullar a sua qualida-
de, por seu insiiluto e por todas as snas regras. O
padre Janrard simplesmente clrigo : rapello
da armada franceza e est aqu empregado no asy-'
lo de orphos, onde lem prestado muito bons ser-
viros.
que razo o nobre deputado nao ha de attribuir a
sentimenios nobres do coracao humano, a objectos
mais dignos da humanidade, a creacs de insli-
tuiri5es que se dedicam principalmente a exercer a
caridade f Porque razo o honrado deputado ha
de descouhecer as evanglicas irmaas de carida-
de, nos pacficos padres lazaristas, outro fim que
n.io seja o que est patente, tao nobre, lo sublime,
capaz de preencher a vida de qualquer individuo
ou de qualquer instltuico? Porque razaonoha
de concordar na verdade e sinceridade das insti-
luges oVS. Vicente de Paulo, empregado nica-
mente em exercer a candade, andando pelas ras
apanhando cranlas abandonadas, que delle se
conta que vendo um individuo com um menino en-
tre as maos pensando que era um desvalido que
elle tinha reeolhido, mas vendo depois que elle ira-
tava de deslocar os membros dessa creanca para o
ageitar ao olUeio de saltimbanco, grita lhe indigna-
do : i Suspende, birbtiro. de longe le tomei por um
homein! Ora, o individua que esl possuido des-
ta paixo, que se p te considerar como qualquer
outra, porque razo nao se deve suppr que elle a
legou seus discpulos pu adeptos, assim como
Santo Ignacio de Luyla legou a sciencia e'o poder
a seus nios ?
So Santo Ignacio de Loyola pode passar intacto
seus successores o principio da sciencia do po-
der, tambem S. Vicente de Paulo poda legar aos
seus o principio da caridade.
Sr. presidente, a injustica do nobre deputado, o
va comprometido mais ou menos a sustentar o
projecto.
Sr. presidente, acompanhando o modo por que o
nobre depulado pelo Rio de Janeiro nstituu o
dbale, comecarci por dar as razos que no meu
animo pesaram para entender que o projecto quo
concede ao padre Janrard um certo terreno para
edificar um templo catholico, nao lem contra s
nao s as razos que a coramisso de fazenda da
legislatura passada ponderou no seu voto em se-
pata-Jo, nao s as razes que eu chainarei de or-
dem restricta, a que tambem alludiu o nobre de-
putado porm cortamente nao tem aquellas ou-
tras razes de ordem superior que o mesmo honra-
do membro adduziu com tanto talento, mas tal vez
com tanta impertinencia para a questrj.
Era primeiro lugar, Sr. presidente, o projecto re-
digdo pela nobre commssao de negocios eccle-
E depois, raultido que vociferava, Pilatos o
aprsenla. I siasticos de 18G2 nao reza que se conceda ao pa-
a Es aqui o homom !... Acha-se satisfeila a dre Janrard uma porrao de terreno no morro de
vinganea do pjvo 1 Para o crime de que o accu-' Sanio Antonio.
sam, nao ser sufllciente ?
Nao, nao 1... brada-lhe a mullidlo, soja cru-
cificado. >
Mas innocente este homem I...
t Seja crucificado. So innocente, se justo,
recaa o sangue do innocente c do justo sobre as
nossas e as caberas de nossos Olhos; se onlo con-
demnacs sois inimigo de Cezar.
t Pois bem, levac-o vos; quanto mim, lavo as
mos; nao sou responsavel pelo sangue do justo. >
E a turba se apodera de Jess; frabrica-se in-
continente uma cruz pesada, e a elle, desfallecido
pelos soffrimentos e vigilias.obrgam.a carrega-la, e
a subir o cimo ingreme do Golgotha.
E l vae o Filho do Eterno com a cruz s costas''
cahe por diversas vezes, mas arrastam-o os barba-
ros com as cordas que o prendera : rasga os vesti-1 deu.
O Sn. Ferreira da Veioa : Apoiado.
OSr. Ji'.NQi-Einx :Por conseguinte a argumen-
taran principal com que iniciou o seu discurso o
Ilustrado deputado nao pode ter a procedencia que
lhe attribuiu.
0 Sr. Martinho Campos : Nao apoiado, tem to-
da a procedencia.
OSr. Junqukia :0 nobre deputado pode pen-
sar como quzer; e entao nesta materia, que
complexa e melindrosa, deve rada qual votar com
a sua consciencia ; mas eu pero a lberdade de di-
zer tudo quanto entender, porque ao honrado de-
putado pelo Bio de Janeiro apenas hontem fiz uma
pergunta no comeeo do seu discurso, e fiz essa
pergunla porque naojulguei que o honrado depu-
lado dsse ao seu discurso o desenvolvimento que
dos, bate com os joelhos as pedras do caminho,!
fere a faco divina, e cahe exange, como se fra a
dar o derradero suspiro.
Nao por compaxo, mas receiosos de que Ihes
escape o preso, de que nao morra cm caminho
a victima, chamam os barbaros a Simio de Cyrene
para ajuda-lo a carregar a cruz.
Chegaram emfira ao Calvario; fincam-em trra a
cruz, e entre dous criminosos, que a le havia pu-
nido, collocam o Filho do Homem.
Pregam-lhe as mos e os ps, e depois o deixam
irriso da turba.
t Salva-te, se o podes; se s a Filho de Deus,
desee da cruz em que ests pregado.
Se s o Christo, disse-lhe um dos criminosos
crucificados, por que, salvando-nos, te nlo salvas
tambem T
Nao, nao o escarneras tambem tu, lbe dsse o
outro ; se somos condemnados, 6 que merecemos;
mas que crime o delle ? Lembrae-vos de mim,
Senhcr, quando estverdes em vosso reino.
E os labios do Divino Mestre lhe murmuraram ;
Hoje sers comigo no Paraizo.
Abencoado seja aquelle que, nos transes de sua
agona, pode dirigir ao Martyr divino palavras de
consolarn e de piedade !
Era a sexta hora do da, e es que de sbito tr-
Por conseguinte, desdo que o projeclo que so
discute, a formula legislativa que tem de sabir des-
ta casa nao designa o terreno que tem de ser conce-
dido ao padre Janrard, nao temos o direlo de que-
rer instituir um evamo sobro a localidade cm que
por ventura lenha elle de ser marcado.
Mas, anda admllindo que o terreno solicitado
seja exactamente aquelle a que se referiu o hon-
rado deputado, e a que se referiu a commssao,
anda assim me parece que nao se d a explicarlo
a que alludiu S. Exc.
Sr. presidente, certo que o morro de Santo
Antonio nesla cidade cuslou ao estado a avultada
quaniia de 400:0005 ; mas tambem certo, e da
planta que sua petico juntou o padre Janrard
se v que o terreno pedido nao ser talvez a quin-
quagesima parte dessa rea.
OSr. Pedro Luiz :Elles sempre procedem as-
sim.
Sr. Junqueira : Por conseguinte, anda as-
sim vfi-se que a concessao pecuniaria, se a cma-
ra eslivesse disposta a faz-la, seria quasi que in-
significante.
Os nobres depulados sabem perfelamente que
em questo de dinheiro nao se vem com argumen-
tos de di reito, a questao do quantum.
Assim, o argumento em materia finauceir tan-
vas espessas envolvem a trra, como se o sol ti-'t0 ,nais torW' ou menos k^0' ,|Uanl maior ou m-
nor fr o dinheiro a dar. Portanto, esla questao de
dinheiro, reduzida a seus verdaderos termos, pe-
quena.
A questao ser oulra, porque a cmara v que
a de dinheiro tica reduzida a milito pouco, e o hon-
rado deputado deve saber que expoliares dos di-
vesse desviado os olhos de tao estupendo crime, co-
mo se a natureza trajasse luto pela morte de seu
Creador.
E o medo se apodera da Synagoga, que senliu
coalliarse-lhc o sangue as veas, e com violencia
lhe palpitar o corarao.
ma
Erguendo os olhos para o cu, como se seu nheiros pblicos nunca sao essas pequeas conces-
Eterno Pae pedsse auxilio, como se n'aquelle sot* I06 no fil" de cun,as n0 excedem de i
olhar mandasse uma censura ao cu, Elle excla- 6:000000.
0 honrado deputado sabe perfeilamenle que no
nosso paz se fazein concesses muito avuliadas,
que sao aquellas que pesam cxcessvaraenie sobre
o thesouro publico.
O Sn. Macano d um aparte.
O Sn. Junqueira :Eslou dizendo que esta ques-
ras ?
Eli, Eli, lamma sabactam!
Meu Pae, meu Pae, por que me desampa-
E os impos que em derredor se achavaa, pro-
curando disfarrar na irona e nos motejos o pavor
; que Ihes assa'ltava o peito, gritavara era meio de o nao deve levantar a celeuma que' se tem tato,
t Ah I s o Rei dos Judeus; eis ahi o sceptro. E gargalhadas e improperios : por,|Ue os poderes do estado leem entendido que
flao-lhe um can ico asegurar; eisahi a cora ; enaj Ei-lo que chama Elias para que lhe venlia em podera fazer concesses de muilo maiores quan-
augusia lhe enterram espinhos agudos ; os auxilio, i lias.
pr
e.-
amo
para al i corre.
Devo tambem dizer que o
pode ter esses projertos a (pie
deputado. Elle al pretenden relirar-se para a
Europa no paquete passado ; nao o fez porque o
ministro da Franca ordenou-lhe que nao se ret-
rasse, porquanto a populaelo franceza, essa popu-
larlo que no Bio de Janeiro nao pode primar pelo
jesuitismo, reclamou a presenra aqu dopadre Jan-
rard ; pois que lhe mais agradavel ouvir a pra-
tica de um padre que lhe falle n franrez. Da par-
le do ministro de Franca ha tambem o reconheci-
menlo da neressidade do serviro daquelle clrigo.
Eu supponho quo todos que te ni observado os cos-
luines, ndole e carcter dos Francezes que se de-
dicara ao commercio e a industria ios poderlo la-
xar de qualquer cousa, mas nunca de fanaffros ou
jesutas...
I'm Sr. Deputado :Isso prova a desnecessida-
de da conre>slo do terreno.
O Sn. Junoi eir :Admira, Sr. presidente, que
se levante por parte de alguns honrados membros
uma opposieo tao forte a urna r mresso deotai..
O Sr. Martim Francisco :Nao ha opposieo, o
estado romprou o terreno, os particulares .com-
pran.
O Sn. Junoi eir :E' uma mesqunha ques-
to ; eu admiti que se apresentem era relaco a
esta questlo consideracoes de nutra ordem, mas
nao a da concessao, que pode importar em 4:0(X)
ou 6:0005.
I'mSii. Deputado : V. Exc. trouxe essa ques-
tlo no principio de seu discurso.
O Sn. Junqueira : En trouxe para responder
ao nobre deputado, mas entendo que tendo-se con-
cedido terrenos gratuitos para tudo, e al para tem-
poulo quaudo
caridade.
Pois, senhores, porque razio havemos nos atacar
uma institiiic.io. cujos lins, cujos estatutos sao p-
blicos, e se dirigem principalmente a allviaros sof-
fimenlos dos enfermos ? Quem dirige os passos
dessa mulheres pelos hospitaes, pelos campos de
batallia, por toda a parte onde ha um soffrimento
da hiimauiiade a alliviar ?
Se os nobres depulados reconhecem que a iosti-
tucao boa, que essas mulheres so sublimes
cabecera dos doentes ; se ellas nao duvidam Irans-
pr os mares para irem Crimea morrer de balas
e de peste ; se nao duvidam ir aos campos de ba-
talha de Magenta e de Solferino ; se na Bahia no
lempo do cholera ellas na deixam de apparecer e
l morrem qualro ou cinco, porque nao duvidam
apresentar-se em toda a parte onde a humanidade
uma
de
uma
uma
mpleta'inente favoravel. porque
- de haver nenhum senlinenlo mundano, nenhum
paurc janraru nao semj,,,,.,,^ je ieresse q,le possa levar uma pobre
1 mulher a transportarse paizes estrangeiros e
morrer descoohecidamenle, no meio de uma peste
oh de uma guerra, ao p da cabecera de um doen-
te tambera desconhecdo ? (Sensaclo.)
Nao interesse nenhum mundano : preciso,
por consequencia, procurar nisto o interesse de
alem-tumulo, e este interesse de alm-tumulo nun-
ca pode ser contrario era sociedade, nem ver-
dadeira lberdade, que nasce do Evangelho. (Apoia-
dos.)
Um Sil Deputado :Masisto permttir os abu-
sos que o governo tem consentido.
Outro Sr. Deputado : Profligese esses
abusos.
U Su. Junqueira : Eu dsse ha pouco que acha-
va injustica flagrante atacar-se de um modo tao
acre a ins'iiluicao ; mas dsse que podia-se censurar
as irmaas de caridade, a essas mulheres modestas
e de modesta educarlo, por se desviarem algumas
vezes do seu mister' para outros, para os qnaes
nem a sua voear/io as chama, nem o seu esta-
tuto.
O Sn. Pedro Luiz : Anda bem.
O Sr. Junqueira :Sim...
O Sr. Pedro Luiz :Anda bem que j me faz
esta ronressio.
O Sn. Ji.noueira :O principal fundador dessa
insiiltiico determinou que as irmaas de caridade
se dedicassem principalmente a morar nos hosp-
taes, a percorrer as casas dos doentes, a fazer o pa-
pel, por assim dizer, de anjos na trra. Por isso
nao Ibes impoz obrigai oes de certa ordem, nem
Ihes deu por clausura (-ao suas proprias e textuaes
palavras) seno as ras da cidade; nao sao ellas,
pos protestantes, nlo devenios lazer uma que.-tlo! como ooWmoJIloroa noe laaoa votos, obrigadas
10 m:", .0,sa..eJ{?".K"^'a i a **>** encerradas dentro do qualro
desta ordem, porque lodo o mundo sane que nesta a (1lar n,1(.erra(|as de,,tro ,|0 qualro paredes em
capital a populacho tem erescidj lalvez duplicada-, U[m lm.t|j|a,.;-lu lllvS|ira. As rmas de caridade
uestes ltimos rinte aunes, o os templos nao | |eein [)or (-|ausura'as mas ta cidade, perrorrem as
casas dos pobres B desvalidos enfermos, levam-lbes
se lm edilirado na mesma razio, o il alguns se
tem demolido...
(Su. Mackdo : E alguns astio rahndo, e o
governo em lugar de os mandar reedificar concede
terrenos.
I"m Su. Deputado :S so demolu a capt-lla de
S. Jorge.
O Su. Junqueira : Agora, s por isso, una
grande questao agita os nobres depulados ; pare-
ce que Annibal esla as portas de Boina ; isio por-
que se quer conceder um lioratlo de terreno para
edificar-s<9 um templo calhohco it'um paiz de ca-
tholicos ; mas esta grande que.-tlo j foi decidida
pelo governo; o governo j conceden de arrenda-
ment esse terreno ao padre Janrard ; elle nao se
quiz aproveilar disto, porque quando o governo no
os remedios. Tirar essas inullieres das ras, dos
hospaes, dos campos de baialha para faie-las di-
rectoras ou mestras de coll.gios .um abuso.
O Su. Pedro Luiz : Agradec) muilo esla con-
cessao.
O Sr. lOHQURHU :Mas ahi esl a injustica dos
nobres depulados, qual de concluir militas vezes de
um erro, de um desvio do nosso governo contra a
instituicao...
o Su. Pedro Loiz :E" erro do nosso governo, e
sobreludo ambicio da seila.
O Sn. Junquhra : l!omn concluir-se desse des-
vio contra a insliliiico? Nlo o podein fazer sem
grave injusuca.
Sr. presidente, nesla casa devem existir certa-
futuro quizesse demuhr a egrea, nada tena elle nu.nle mullas pessoas que conliei;am os servirlos
queop|Hr, e nao quera snjeitar o templo a essas prestados pelas irmaas de rardade. Afflrniatva's).
contingencias de futuro. Mas o nobre depulado o Sn. D*nt\s-Eu sou desse numero.
sabe pe fetamente que um homem que nao fosse uM Sl( Deputado :Mas como irmaas de cari-
de boa l linba-se aproveilado da concessao, tinha! ja(je
r, mas os nobres depulados assal-
disse
tivessem
um pouco de |)aciencia, porque ia expor minhas
ideas mais ou menos desenvolvidamente, e se me
interromperem a cada momento, hei de ser mais
longo, mais prolixo. Alguns nobres depulados qne
me eslo honrando pon seus apartes teem opinies
diametra|menle opposlas as minhas; nio podemos
vir a um accordo, e se continuara a inlerromper-
me a lodo o instante, nao sei quando poderei con-
cluir.
Mas, Sr. presidente, o honrado deputado pelo
Rio de Janeiro, remontando-se a todas as altas
questes, veioanalysaroquese passava em Franca,
e declarou que tinham os jesutas sido ali derrota-
dos, mas que finalmente voltaram a carga e procu-
ravam nlluenciar at ao governo daquelle paiz,
que por assim dizer, o cerebro do mundo.
Eu nao sei que fundamento tem o nobre depu-
tado para ronsiderar os padres lazaristas como fi-
liados a anliga e cxtincla companhia de Jess; no
entretanto me parece que qualquer pode explicar
legtimamente a presenca desses padre; onde qur
que vao as irmaas de caridade. Sabe o honrado
membro, sabe a cmara que muitas vezes as ir-
maas de caridade teem de dirigir-so paizes Ion-
ginquos; necessario que ellas muilas'vezes entre
barbaros assistam ao sacrificio da missa; neces-
sario por consequencia um padre que diga essa
missa
O Sa. Pedro Luiz :Nio vou contra isso,
O Sr. Junqueira :E'___ necessario um sa-
cerdote que as 0115a de confissio, e muitas vezes na
companhia ddlas necessaria a voz eloquente de
um homem para chamar ao seio do christanismo
as hordas selvagens, ou aquellos individuos que
por ventura estejam desgarrados do seio do Se-
nhor.
O Sr. Pedro Luiz :E' muito lgico.
O Sr. Junqueira :Sm, muito lgico que em
companhia das irmaas de caridade, que saliera da
casa capitular de Franca, tenham de ir alguns pa-
dres que ptrtencem a certa ordem, em que ogeral
seja o mesmo, ou era que o governo seja -commum,
porque os nobres depulados sabem que, niohaven-
do essa unidade no governo essa mesma accio ad-
ministrativa da crdem, irapossivel que se deter-
mine que taes e taes irmaas de candade e taes
e taes clrigos se dirijam para esta ou aquella
mistan.
O Sn. Pedro Luiz : Peco a palavra para res-
ponder.
O Sn. Junqueira : Portanto, para mira liqui-
do que estes sacerdotes nada leem de comnium
cora os amigos jesutas, e muito menos que hoje
possamos ternera invasodessa ordem, que venha-
nios a ter aqui no Brasil novos llodins. que por
ventura queiram desenvolver aquelle poder de as-
tucia e de combnacoes, de forma que possain por
em perigo as nossas liberdades, que possain fazer
parar o carro magestoso do progresso.
Anda rae parece, Sr. presidente, que o nobre
deputado, querendo argumentar com urna disposi-
ro de estatutos da companhia denomaada Messa-
gertes Imperiales, nio foi feliz Da sua argumen-
laco.
Ninguem pode ignorar que o governo francez,
sob |iena de commeller a maior das ingratides,
nao poda oeixar de tratar a essa instituicao com
uma cena benevolenria; por consequencia a clau-
sula do art. 33 do conlralo com as Messageries im-
periales, nao mais que o reronhecimento que fez
o governo Ilustrado daquella naro de que ne-
cessario ajudar al cerlo nonto esta instituicao po-
bre ; fazer pagar as pa.-sagens as irmaas de carida-
de era um objecto por assim dizer imquo.
Mas, Sr. presidente, anda assim, o nohre depu-
tado nao pode encontrar no argumento a proceden-
cia que elle, considerado debaixo de certo aspecto
nao |>odia ler, porque esse contrato com as Messa-
geries Imperiales esl naturalmente repetido por
toda a parle.
J v, pois, o honrado membro que nio s a
proposito de despejar no Brasil un riadas de irmlas
de caridade e padres lazaristas, quando o governo
francez inantm para todos os paizes, principalmen-
te no Mediterrneo, p-is que onde as linhas
franrezas eslo mais desenvolvidas, maniera para
todos os paizes do Levante essa mesma disposico
de passagera gratuita...
O Sn. Pedro Luiz :E' a colonisario que nos te-
mos.
O Sn. Junqueira :Nio quero que para o nosso
paz venham membros dessa nstiluicao em quan-
ldade maior que aquella que necessaria ; nao
quero que a nossa emigrarn ou colonisaco,
principalmente consista em irmaas de caridade e
padres lazaristas, assim romo nao quero que ella
se componha desses individuos que andain pelas
ras locando instrumentos. Mas porque eu quero
que a emigrarn para o Brasil seja principalmente
composta de borneas laboriosos, nao se pode d aqui
concluir que nio devamos ter tambera alguera quo
cuide da parte moral.
Sr. presidente, eu nio tenho o menor receio de
que presentemente, a luz desle seculo, se possam
renovar iniquidades.
Devo dizer ao nobre dentado que, se eu vivesse
na poca em que se f.i/tam os autos de t, s) eu
vivesse na poca em que floresciam os Torqnema-
das e outros inquisidores, eu cerlamenle havia de
me oppor com todas as forcas, ou havia de ser vic-
tima dessa instituirlo; mas presentemente nenhum
receio tenho, sio recordarles histricas e mais
nada.
O Sr. Pedro Luiz :E* exartaraenle o passa-
porte para todas as inmoralidades.
O Sn. Presidente : Alinelo! Peco aos nobres
tomado o terreno de arrendante uto, e o templo li
rana existndoat que os serillos e a vetusto do
lempo ofizi'ssem cahir.
Sabem os nobres depulados quo parte desta
terreno e-t concedido a uma companhia de exer-' depulados <\.....'onsiiiiam que o orador contine.
cicios equestres, e que ali se esta fazendo laubem, I i) Sn. Junqueira : Nesla rasa devem existir
me parece, uma fabrica de rerv.ja ; |tos bem ; eu militas pessoas que coabeeam os serviros prestados
aposto rom o nobre depulado (e o futuro mostrara pelas irmaas de rardade. Pela minha parte dou
qual de nos tem razo) que aqu> lies estabcleci.....11- icsieiiuinho que na minha provincia ellas dirigem
tos nunca sero demolidos por ulilnlade publica, varios estabelecimentos com grande utilidade pu-
l'ortanlo, se o padre Janrard se quizesse aprovei* bliea ; podena citar a V. Exc. a casa da Providen-
tar de sem-Ihanle autorsaeio 0 templo estara edi- ca, que um eslahelecimeiito em que se recehem
licado e nlo seria demolido. orphaos rreauras pobres, a onde existen) sessen-
Agora, Sr. presidente, vou entrar na segunda ta rreauras internas erenlo e lautas externas;
parta da questao. um estabetecimento modelo, dirigido rouforme os
O nobre deputado enxergou no projeclo que se saos principios do Evangelho.
discute um ceno fim occulto, a inauanracau de OSr. Dantas:Da moral o da ref iio.
uma doutrina m que ameacava fazer parar no! Dfel Su. Deputado : E era Poruaubuco tambem
nosso paz o carro do progresso. O nobre depula- pre-iam aose servico.
do remontando-se desta humilde projecto al s Outro Su. Deputado : E em S. Paulo na cida-
grandes quesioes, direi mesmo religiosas, que lera de do lu, onde ha um eslabelecimeiilo que, alm
agitado a humanidade, aUroo do frente, alaron vi- de pen-i.mi-las. reo-he grande numero de meninas
rulenlamenle, atamu nos termos os mais speros pobres que ah obiem e.iurarlo gratuita,
instituirnos respeitaveis, alaron nlo s a ordem O Sn. Junqueira : Meus senhores, esta questlo
que j existi, que
um grande luitar,
COQ egualmente as
lazaristas e at os
Eu peco lieenca
humildes observarles em opposieo s propn-iciVs leein de vir iriimna urna k mais vezes, peco li-
que o nobre depulado apres-niu, demonstrando cenca para ciniiiim.tr:sem iiiteiruproi s.
que tinha meditado profunda nenie sobre estts Exist; mais na capital da Babia, Sr. presidente,:
quesioes; mas eu ato db>eontar do honrado de- ama can denominada de expostos, dirigida ielasj
pillado, nao era tudo quanto S Sxe. dbW. porou" nula* de caridade. Ai-pello |ara alguns dos OAW
era impossivel que, Iraiantln-se de iiMiiuieoes bu- bres devuladus daipiella provincia que digain so -----------------------------------------_-------------------
manas, nao podosseinser apostados alguns erros ; nunca ali um asyl seinelhanle chegou aogru de PERNAMBUOO. I'YP. iE M. F. F. 4 FILHft
Digo, senhores que se estivessemos naquelle
lempo, loria as un amas ideas que o atoro deputa-
do ; mas presentemente nio devemos temer que se
d na pratica da religiio certo desenvol vimento.
O que devemos senhores, sobreludo temer que
o espirito da populaelo seja depravado pela liber-
tinagem (miiiios apoiados); que nos nimos la-
vre a petjoutia da indilferenca religiosa. (Muilos
apoiados, muilo bem.)
O Sn Pedro Luiz :Nio apoiado.
O Sn. Junqueira :Por roii.-eguinte, se nos es-
tamos mais longe do fanatismo de que estaraos
pello da liberlinagem (muilos apoiados) a attencao
dos (KRieres do estado deve favorecer a quanto ten-
der ao desenvolviineiito da religiio.
Uau Voz:J urna nar.au calholica expellu essa
gente do >eu seio.
O Sn. Junqueira : O nobre depulado rila o
exemplo de Portugal : eu lbe opjtouho o exemplo
da Franca.
O Sr. Pedro Luiz :A Franca est manietada.
O Sn. Junqueira :luz o nobre depulado que a
(Conlinuar-sehaJ
t
4

. a


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