Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10323


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Full Text
ARWO XL. NUMERO 67.
Por tres nezes adiantados 5$O00
Pr Ires mezes vencidas 6&OUO
Porte ao correio por tres mezes. #751)
TERCA FEIRA 22 DE MARCO DE
Por anno adjuntado.....i9j|000
Porte ao correio por um anuo 3^000
ENCARREGADOS DA SUB3CRPQO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio AleAndrino de Lima'
{fatal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Ararat v,
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Marauno, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
tnazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Alagdas, o Sr. Clandiuo Falco Dias; Babia, o
Sr. Jo;; Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins d Gaspariiio.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextos-feiras.
Santo Amito, Gravat, Bezerros, Bonito, Carnarn',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu1, Cabrob,
Boa Vista, Ourirury e Exu as quartas feiras.
Sonnliem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Uha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Tcdos os estafetas partem ao V dia.
EPHEMERIDES LO MEZ DE MARCO.
i Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
15 Quarto cresc. as 3 h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h, e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas a 54 minutos da Urde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEMOS.
Para o sul^ at Alagas a 8 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; par* Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, iul, set. enov.'
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipncos s 6 >/,, 7, 7 /,, 8 e
8 >/, da m. de Oiinda s 8 da m. e da tarde; de
Jalmatao s 6 V? da m.; do Caxang, e Vanea s 7
da m.; de Bemtica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/, 4, 4 >/4, 4 >/,.
", 5 'A. Vi e 6 da tarde; para Oiinda s 7 da
manhaa e 4 >/i da tarde; para Jaboatio s 4 da tar-1
de; para Cachang e Vanea s 4 Vi da tarde; para
Bemflca s 4 da tarde.
ADIENCiA DOS 1RIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas
Fazenda : 'quinta* s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do eivel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SLMANA.
21. Segunda. S. Rento ab.; S. Birillob.
21 Tere*. Ss. !t;isilissa c Calccina mm.
23. Quarla. de trevas. S. Victorino m.
21. Quiitafeira mnior.
25. Sexta da paixo. S. Irineo b. m.
26. Sabbado d'alleluia. S. Ludgero ab.
27. Domingo. Paschoa da resurreieio.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livrara da praca da Independe
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d*
Faria k Fimo.
PARTE QFFiGIAL.
overeo ha provincia.
Kvpedieate da dia 18 de mareo de 1S6I.
Offlirio ao Exm. presidente da provincia do l'iau-
hy.Acenso recebide, rom o offlcio de 26 de frve-
reiro ultimo, os dous exetnplares do relatorio com
que o Exm. presidente Dr. Pedro Leo Velloso pas-
ou V. Exc a administrarn ilessa provincia.
Dito ao brigadero commandante das armas.
Defer ndo o incluso requerimento do soldado do
segundo batalhao de intantaria Dionizio Jos de
Lira, sobre que versa a sua informacao n. 532 de
16 do crreme, auloriso V. Exc. mandar dar-lhe
baixa do servico, aceitando em seu lugar o paisa-
no Jos Francisco do Nascimento, que est as con-
dicoes do regulamento de 28 de selenidro de 1859,
segn jo V. Exc. decl..rou na citada informaco.
DiU> ao momo.Mande V. Exc. alistar ein um
dos corpos em guarnicao oeste provincia, se fr
considerado apio para isso em inspecco de sade,
o recula Francisco Jos da Costa, que se acha de-
udo no quartel do segundo batalhao de infamara.
Cominunicoa-se ao coronel recrulador.
Dito ao mesmo. Pode V. Exc. mandar alistar
tos corpos em guarnicao nesta provincia os recru-
zas Manoel Joaquim do Nascimento, Pedro Alves,
Jos Joo, Agostinho Pereira da Silva e Antonio Jo-
s l'ereira, que foram considerados aptos para M90
em iospeccao de sade, como V. Exc. declarou em
seu offlcio n. 523 de 16 do crreme. Communi-
cou-se ao coronel recrulador.
Dito ao mesmo.Respondo ao offlcio que V. Ex.
me dirigi, sob n. 420 e dala de 4 do eorrenle, re-
meltendo-lhe por copia a informaco que minis-
trou a agencia da cvmpanhia Brasileira de pa-
quetes.
Dito ao inspector do arsenal de marraba.Habi-
lite-me V. S. com a sua iniormaco, de modo a po-
der saiisfazer o que exige o Exm. Sr. ministro da
mariniia. no aviso de 7 do correte, por copia in-
cluso, com referencia a proposla e papis que aqu
ajunto.
Dito ao director do arsenal de guerraFaca V.
S. aprumptar com urgencia o resto do fardamenlo
que por aviso de6dejulho do anno passado >e
maruki i fornecerao eerpo de guarnicao da provin-
cia da Parahyba, alim de ser para all enviado, co-
mo soicilou o respectivo Exm presidente em offl-
cio de 'i do correte
Dito ao conselho de compra; navaes. Kicam
approvados os contratos que celebrou o conselho
de compras navaes com diversas pessoas, como me
partiri|)ou em seu offlcio de 11 do correte a que
respondo, para fornecerem ao arsenal de marinha
os objeeios mencionados em dito offlcio.Commu-
nicou-sj ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ditc ao gerente da companhi.i Penambucana.
Pode Vme. fazer seguir para os portos de seu des-
tino o vapor Mamanguapr, nos dias e horas indi-
cados em seu offlcio de 16 do corrente.
Portara. Os senhore agentes da companhia
Brasileira de paquetes a vapor manden! dar trans-
porte at o Rio ae Janeiro no vapor Cruzeiro do
Sul, cin lugar de proa destinado a passageiro de
estado, a Malinas Gregorio daAssumpco.
Di. O rice-presidente da provincia, confor-
manda-ae com a proposta apresentada pelo lemnte-
coronel commandante do batalhao n. 47 de inf.in-
tariadn guarda nacional do municipio da Boa-Vis-
la, sol re queinformnu o respectivo commandante
superior em offlcio datado de l de fevereiro ulti-
mo, resol ve nomear o i idado Antonio de Araujo
Rocha para o posto de alferes porta-bandeira do
mesmo batalhao.
Dita.O vicepresidente da provincia, atienden-
do ao <;ue requereu Hennque Jos Vieira da Silva,
mostr e dono do hiale nacional Sergipano, resolve
conred r-lhe brenca para embarcar no referido
hiato, rom destino ao presidio de Fernando, os g-
neros constantes da relacio junta, asignada pelo
secretario do governo, nao priendo eflectoar o
desembarque de taes gneros sem que por parte do
commandante do mesmo presidio se proceda aexa-
me para se verificar se ha agurdente ou oulra
qualqu or bebida espirituosa, sendo alm disto obri-
gado a apresenlar aopredito commandante a fac-
tura das referidos gneros, attestada quanlo aos
precos pelo presidente da junta de correctores.
'-spachos do dia 17 de marro de 1861.
Requerimentos.
A musa regedora da irmandade de Nossa Senho-
ra do Rosario da frepuezia da Ikm-Vi.-la desia ci-
dade. Dirija-se ao Sr. commandante superior da
guarda nacional do Recife, a quem se ex|edio a
conveniente ordem.
Antonio dos Santos de Snuza Leo.--Entregue-se
a parte com copia do offlcio do commandante do
presid > de Fernando, de 8 do correte.
Antonio Francisco de Oliveira Roselles. Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Carlos Jos Das da Silva.Informe o Sr. direc-
tor da nstrueco publica.
Joo Jos da Silva.Pode seguir.
Man iel Antonio Xavier. O documento a que
allude o supplicante tem de Picar archivado na se-
cretaria do governo ; pode, porm, dar-sc-llie cer-
tido so qnizer.
Manuel Pereira Lemos. Informe o Sr.desem-
Jjarcador provedor da Santa Casa da Misericordia.
Manuel Joaquim Bandeira de Mello.Informe o
Sr. juiz de direito da comarca de Nazareth.
Marta das Dores.Indeferido.
Manuel do Nascimento.Prove o que allega.
Encerrada a discussao approvado o requeri-
mento do Sr. Costa Bibeiro, menos na parle em que
manda ouvir a cmara municipal da villa do O', Pi-
cando prejudicadas as deinais inoces.
Primeira discussao do projecto n. 9 deste anno :
A assembla legislativa provincial de Paralen*
buco, resolve :
Arligo 1. Fica restaurada a villa da Floresta
na povoaco da Fazenda-Grande na comarca de Ta-
caratu, leudo ]K>r limites a freguezia deste nome,
bem conK) o riacho d'Enlre-Serra, que limita com
a freguezia e termo de Villa-Bella, e as faiendas
Riacho dos Mandantes, 1-oco da Pedra e Mandaca-
r, que limilam com a freguezia e termo de Taca-
ratu.
Arl. 2. Fica perlen rendo freguezia e termo
de Tacaratu a Serra-Ncgra, desmembrada da fre-
guezia de Fazenda-Grande.
Art. 3.- Revogadas as disposicoes em con-
traro.
Paco da assembla provincial de Pernambuco,
5 de marco de 1861.Francisco Pedro.Silva Bur-
ros.-Vigrio Silva Burgos.Biiarqne.Benedicto
Franca.l'ereira de Brito.
0 Sn. Silva Ramios :(Nao devolveu seu dis-
curso.;
Encerrada a discussao e posto a votos o projec-
to approvado.
Segunda discussao do projecto u. 1 de 1860.
que manda annexar freguezia de Iguarassd os
engenhos de Agoa, Mussupe, e Papir, hoje per-
tencentes a freguezia de S. Lourenro da Matta.
OSn. A.NonAOK Lima : (Nao devolveu seu dis-
curso*)
Va i a mesa c apoia-se a seguinte emenda :
*iecrescente-se as propriedades Pindobinha, |
: A> uiar. Mussiipinho. Carap, Pitanga, Arregalado,
Culinga e Canica.AndratU Lima.
Sacarda a discussao o projecto approvado
com a emenda.
Primeira discussao do projecto n. 7 deste anno.
A assembla legislativa provincial de Per- i
na nbuco, resolve :
Art. !. O governo fica aulorisado a despen-
der a quantia noces.aria a constrncco de ama
estrada que v do Trombtas ao Bonito, despre-
sando-se a que ora existe.
trario.
i Paco da assembla provincial de Pernambu- i
co, 5 de marco de 1864.Demosllienes 4a Silceoca
Lobo.J R. Barros.'
O Su. Jacobina : (Nao devolveu seu discurso.)
O Sn. Dkmosti k.nks : (Nao devolveu seu dis-
curso.
O Sh. Buarqpr : (Nao devolveu seu discurso.)
ai mesa e approva-sc o seguinte requer-
ment :
Mequeiro que sobre o projecto em discnsso se
peiam informaces ao Exm. presidente da provin-
cia e se ouca lambein commisso de obras pu-
blicas, sem' pretericao da primeira discussao.-
hurque.
Encerrada a discussao o projecto approvado,
bem como o requerimento.
Tendo dado a hora o Sr. presidente designa a
ordem do da e levanta a sesso.
| 3.- Os offlciaes do corno, tanto os de urna, co-1 conhecida ter sido a morte resultado de asphixia
mo os de outra scelo, terao os vencimentos e gra-! (>or immessao.
I,'9?,5?C3 .marcadas na lei n. 9 do 9 de abril de Pela delegacia, e afim de previnir os incoo-
. .JaC"da- ,. venientes quo se lem observado, foi recommonda-
Art. 2. Ficam revegadas as disposicoes em con- do aos subdelegados do Recife o Santo Amonio,
lr uri.' a qne d&* tar,le de 2i rt0 eorrenle al parte da
Paco da assembla provincial, em 12 de marfo noiie dnjjio dia, nao consintam na passagem de
64. Francisco de Araujo Barros. Agres. peleas que yierem* do Recife para Santo Antonio,
que vilo pela ponte provisoria, edas que forem de
Gama.
(Conlinuar-se-ha.j
REVISTA DIARIA.
A assembla na sesso de hontem oceupeu-sc
com a discussao do parecer da commisso de poli-
ca, que conclue contra a indicaco do Sr. Souto
Santo Antonio para o Recife, que vao pelo passa-
dico.
Amanha se exirahir a quarla parle da pri-
meira lotera da matriz de S. Lourenco da Matta.
Nos das 16, 18 e 19 do eorrenle fizeram exa-
me 40 estudantes, sahindo : 4 approvados plena-
mente, e 2 simplesmente em geographia; 4 plena-
12 simplesmente em francez; 3 simples-
na, que coiiciue contra a moicacao ao r. souio mpnto > r.nrn,^. ~ "- -i*
Limaf no sentido a ser reformado o arligo 81 do re- 2!"^ 12 Lem l,l,,losP.ma \ &**-
gimento interno, que commette ao presidente da 2T,,"6 em geometra; i plena-
assembla a faculJlade de designar a projecto que mm",e em m&a' l d" e simplesmente em la-
deve ter preferencia na discussao, orando o Sr. Cu
nha Teixeira, Araujo Barros. Costa Ribeiro e Souto
Lima.
Ficou a discussao adiada pela hora.
marco
Escrevem-nos de Garanhuns a 15 de
coi rente, dando-senos a seguinte noticia :
A octogenaria Anna Felicia dos Santos mora-
va no sitio Sambaiba deste termo, lendo em sua
xaJSe^SS TZi:trlVl!l V^^^^^^ eac^a^JT^
Cerca va m a sua habilaco, em pou
s de lilhos e netos
que a sea prole numerosa. Com quanto
pebre,eso possuisse essa escrava velha e urna
parte de trras, suppunha-se que ella tinha algum
dinheiro. Se era bem ou mal fundada esta suppo-
sieo, ignora-se; mas o que nao se pide por em
dunda que acabou ella as raaos di um assassi-
no e ladrao ; por que hontem, pelas ilcz horas da
manhaa, o seu cadver toi encontrad) dentro de
casa pela escrava que vinha do rocad. i, achando-se
P
ASSEMBLA PROVINCIAL*
SESSAO OBDINARIA EM 10 DE MARCO DE I86i
MKSIOENCIA no Sil. C..NSELHEIRO TMGO PE
LODIIRinO.
( C'iucliiso. )
O Sn Netto :(Nao devolveu sen discurso.)
Vai a mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
t Requeiro que sobre a conveniencia do projecto
seja oiividn o Esa. Sr. presidente da provincia,
aireado este remettor ente assembla as iofor-
macees dn juiz municipal de Ipojuca, da cmara do
municipio de l|Hijuca e juiz de direito do Cabo,
t 10 de marco dei 18Gi. Cosa fiheiro. >
O Su. Sabino :(Nao devoheu seu discurso)
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
Jiiiile-se emenda o seguinte :Sem prejuizo
da i'iiiocira discussao.Carvalho Uoura.
O Sr. Aino Barros manifusta-se a favor do
projecto e contra o requerimento de adiameiito.
O Si.. Costa Ribciro : (Nao deraheu seu dis-
cur-
Vai a mesa e apia-se o seguinte' requerimento :
i R 'queiro que seja ouvido somente o presiden-
te da provincia./tn/u;o Barros.
O Su. Costa Ribkiiio :(Nao devolveu seu dis-
curso.
O Su. Aracjo Barcos ( z con>ideracdea em res-
posta ixi Ilustre meinbro que o preceden, d" !a
rando que nao faz questo pela nao adopcao do
reqoei unento.
O Su. Reg Baiiros :(Nao devolveu seu dis-
curso)
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
> S ii lo igualmente ouvulo o juiz de direito da
comarca do Galio, sem prejuizo da primeira di-
cussao.Reg Barros.
SEJ.SAO ORDINARIA EM 12 DE MARCO DE 186V
riIKSIOENCIA 00 sn. CONSBLHEIRO TlilliO 0E
LOUIIF.IRO.
A's 11 1|2 horas da manhaa, feitaa chamada e
achando-sc presente numero sutDciente dos Srs.
deputados,
Abre-so a sessao.
Lida a acta da anterior approvada.
0 Sr. 1" kiuietamo da cunta do seguinte
EXCEDENTE.
1 m offlcio do secretario do governo, remetiendo
as informacoes ministradas peto inspector da Mm>
soiiraiia acerca do contrato do arrematante da es-
.traca de Pao d'Alho e nota de rendimenlo do algo-
do arrecadado no semestre que lerminou em feve-
iciro prximo linio.A' quem fez a requisieo.
Outro do mesmo remetiendo as informacoes mi-
nistradas pela thesouraria acerca dos pontos em
que reclama agencias para arrecadacao do impos-
to i e ex|ioriaco do gneros nacionaes.A' quem
fez .i roquisicao.
Outro do mesmo, remetiendo as infirmarnos
areca do estado das obras do Gimnasio, e orca-
meiito feito para a sua concluso A' quem fez a
reqjisicao.
(lutro do mesmo remettendo o balancete do pri-
meiro semesire do exercicio eorrenle.A' dis-
tnl uir.
Lina petico do Dr. Augusto Carneiro Monteiro
da Silva Santos, pedindo ser consiilerado e entrar
', para o exercicio de lente de geometra do collegio
! dos orphaos.A' roinini C'utra do Jeronymo Jos Ferreira, pedindo o lu-
gar de offlcial da secretaria desta.assembla ou de
por viro.A" commisso de pulira.
Oulra do paroeho da fregoexla de S. Pedro Mar-
lyr da cidade de Oiinda, pedindo a extraeco das
loteras que restam em favor das obras da referida
mairiz.A' commisso de peticoes.
C'utra de Verjato Sergio do lloara Mattos oppo-
sitor do Curso Commercial, pedindo esta assem-
II que Un- marque na lei do orcamenlo um
quantum como ordenado pelo lugar que oceupa.
A' commisso de pelices.
L-se e approvado o seguinte parecer :
A commisso de constituirn e poderes, exami-
nando cuidadosamente a presente indicaco e nao
encontrando disposic.ioalguinada constituicjio que
a ella :-e opponlia, de parecer que a mesina seja
subinellida a comuiissao de sade publica para
que esta emita seu parecer acerca do sua uli-
lldade.
Sala das eommssoes, 10 de marco de 1864.
Ca valh* Maura-.Rochad.Siloa Barros.
Indico que esl.i assembla solicite dos poderes
genes a creauo de um conselho de hygiem: pu-
blica insta provincia, c do cargo de. mdicos do
polica para esta cidade do Recife.Silva Ramos.
Lein-se e approvaat-se osseguintes pareceres :
A. coniinissao de postaras e negocios de cma-
ras, examinando alternamente as pasturas formu-
lad; s pela cmara municipal da villa de Agua-Pre-
la em 27 de Janeiro de 1863, de parecer que se-
jam as mestnas approvadas, devendo antes seren
impressaa para enirarem na ordem dos trabalhos.
S ila das eommssoes, 11 de marco de 1864.
Silva Ramos ewloro Utpiano.
A commisso de posturas e negocios de cama-
ras, examinando alternamente o< amigos auditivos
das posturas da cmara municipal de Cimbres,
fon volados pela mes.na cmara em 20 de Janeiro
do |iresente anno, de parecer que sejam as mes-
inai approvadas, devemlo antes ser iinpressas para
entrarein na ordem dos trabalhos.
Sala das eommssoes, il de marco de 1864.
Sitia Barros.Drodoro Vlpiano.
Sao lidos e julgados objecto de deliberaro, e
mandados imprimir os segrales projectos:
Cniram om discussao o- projectos ns. 21,22, 23,
24 h 2.'i.
E' lulo e vai a imprimir o seguinte projecto :
A assemblia legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
p Arl. Io A torea policial para o anno financeiro
de 1864 i86-> lera o mesmo numero de pracas,
e i ruaiiisHcao estabelecida pela lei n. 507 de 9 de
maio de 1861 :
\ I A serco urbana fiear nleramente dis-
posico do chefe do polica.
^ 2. ()< ehetes da scelo urbana sero nomea-
dus e dominlos pela presidencia sob proposta do
chefe de polici.i, o os demais offlciaes do corpo co-
mo o eram auteri de 1863.
rdiscu?sloeadXee.aBhor "Cand ^^ *JC-
A ordem do dia a mesraa.
Damos hoje em nossa oilava pagina urna
carta dirigida pelo Exm. Sr conselheiro Pedro Au-
tran da Malla e Albuquorque ao Sr. deputado Pe-
dro Luiz, que ltimamente na cmara temporaria.
olvidando os principios de nossa sania religio, e
os serviros importantes que ao Brasil tem presta-
do os misionarios capuchinhos e irraas de can-
dado, pronuncioo um discurso em nada digno do
elevado cargo que oceupa e dos sentimentos reli-
giosos do secuto em que vivemos.
Emquanto nao podemos dar estampa (o que
farcinos em um desles dias) o bello discurso do
Sr Junqueira Filho, quopulverisouas proposicde.s
emittidas por aquello senhor. chamamos a atlenco
dos leitores para essa carta.
Cemecou hontem o concurso para provimeu-
to das vagas de terceiros escripturarios da thesou-
raria de fazenda desta provincia, tendo lugar a
prova da theoria de cscripturaco mercantil por
partidas simples e dobradas, e suas applicacdes
ao commercio e ao thesouro.
Sao candidatos os Srs. Joaquim Jos de Oiinda
Tavares, Francisco Lauro da Silva Costa e Antonio
Leonardo de Menezes Amoro).
Examinou na materia o Sr. Dr. Antonio Witru-
vio Pinto Baudeira e Acciole de Vasconeellos.
Domingo percorreu algumas ras das fre-
guezias de Santo Antonio e S. Jos a procissao do
Senhor Bom Jess das Chagas, a qual esteva bella
e solemne, como arada nao o estove nenhuma.
Os andores estavam preparados com esplendor,
principalmente o de Nossa Senhora das Angus-
tias. Esta imagem irazia um riquissimo manto de
velludo azul bordado ouro, trabalho de gusto e
delicado, anda ha pouco sabido da casa das ex-
postas, onde foi executado por criancas all reco-
Ihidas sob a vista das irmas de earidade.
Hontem pela manhaa seguio para a Bahia a
canhonheira de guerra Ilajaky, a rennir-se aos
demais navios da estacao, sendo substituida, em
nosso porto pela crvela Pararnse.
Informam-nos que os proprietarios da Torre
vo farer chegar ao connecimento do Exm. Sr.
vlce-presidente, urna representarn no sentido da
inconveniencia de collocar-se all o deposito da
plvora, solicitando portinto urna reconsideraco
no projecto que ha a respeito.
(.oin elfeito nao sem fundamento o que reque-1
rem aquclles proprietarios; pois para notar que j
se v buscar para um deposito desta ordem urna
localidade mui habitada, sem que ao menos a isto
se possa conlrapor a grande vaotagem da sita- i
rao. 0 lugar escolhido lira mesmo no coraco da |
edilicacao da Torre, e a distancia delle cora rea- i
cao a esta quasi nenhuma ; e a isto accresce que
pelo invern, apezar de nao chegarem l as cheias,
d ta o forte a corrente, que nao podem passar botes
nem canoas na iionie, em cujas proximidades se
quer fazer o porto de embarque e deseinb irqne.
E' de esperar, avista deslas observaroes, e do
que apresenlam os peticionarios, que tenha xito
a sua representac.o, mesmo porque aquella loca-
lidade menos jropra para semelhante flm ; visto
haver all um ncleo de povoaco bem desenvol-
vido.
S. Exc. araba de declarar, em observancia
do disposto no aviso do ministerio da agricultura,
commercio e obras publicas de
arrumbada urna caixa em que guardavu as suas pou-
cas alfaas.
A victima de tanta crneldade tinha urna gran-
de cantusan na parte superior do cari ico entre a
primeira e segunda vertebra doespint ac, causada
por urna mo de pilao que estava a sea lado, alem
de varias manchas rouxas nos bracos. Admira que
este infeliz velha, rodeada dos seus, fosse por tal
modo assassinaila !
O inspector do lugar, bem compn hendendo os
seus deveres, prendeu todos aquelles q je moravam
mais prximos delta, e a polica vai ertrar em ave-
riguafoea, para ver se pode descobrir quera seja o
autor de lo atroz crime.
---- RBPARTIOAO DA MILICIA.
(Extracto das par tes dos dias 20 e 21 demarcode
1864.) *
Foram recolhdos casa de detenco, no dia 19
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ma-
noel Rodrigues da Silva, semi-branco para re-
crula.
A' ordem do subdelegado do Recito, Sebastio
RaptistaTeixeira, branco, para averigu;.?es em cri-
me de furto.
A' ordem do de Santo Antonio, Feli c Pedro Sa-
bino de Santiago, semi-branco, Hay mu ido Antonio
do Espirito Santo, pardo, ambos "para correccao.
. 20
A' ordem do subdelegado do Recil?, Clorindo
Francisco de Souaa Magalhes, branco, para aver-
guaedes em crime de furto, Francisco Daniel Se-
cundino, crioulo, sem declaraco do mulivo.
A' ordem do de Santo Antouo, Florentino Theo-
philo de Mello, pardo, e Joaquim Sevoriano Nery
de Vasconeellos, en nulo, ambos por furto.
A' ordem do do S. Jos, Luiz de Franca Montei-
ro, semi-branco, por uso do armas de defeza, Joa
Gualberlo Ramos Chaves, pardo, sem doclaraco do
motivo.
A' ordem do da Boa-Vista, Cesario Avelino dos
Santos, pardo, por insultos.
O chefe da 2* sercao,
J. G. de iktmata.
Movimento da casa de deleneo d i dia 19 de
: marco do 1864.
Os desgranados tnpolantes deste navio >olTreiam
peripecias que podem figurar as paginas mais l-
gubres da historia dos naufragios.
Dezenover depois que o navio foi abandonado, an-
daram quatre dias no mar, n'uma laucha, sem ne-
nhum alimento.
Quandu chegaram coste oeste de Shetland, dous
estavam inortos do fouie e tediga e tres tinliam per-
dido a razo.
Urna outra lancha em que cntraram o capito e
treze marinheiros, s abordou a Shetland com dous
homens vivos, tendo os outros suecumbid) tome
durante os seis dolorosos dias em que no mar an-
daram merc das vagas.

As mascaras e os disfarces existein desde o prin-
cipio do mundo, c sao invencoes do demonio, que
foi o primeiro que se disfarcou em serpente para
tentar Eva.
Caim, errante e fugitivo depoii de lar assas-
sinado seu irmo Abel, cliega trra de Edn
disfarcado em pastor para conquistar o amor de
Elvia.
Um neto de Jafet, as trras desertas, disfarcou-
se em peregrino para fallar ao rei em faver da tri-
bu, que o rei aborreca.
sa, disfarcou-se, cobrindo um braco c3m pelle
pois | de lebre, para que seu pai, que era ceg, o aben-
fosse goasse como primognito.
Semrams. antes de seu casamento com Nno,
deu no seu palacio bailes de mascaras.
No Egypto bou ve grandes mascaradas no reinado
de Mercurio I.
Felipre, pai de Alexandrc Magno, mandra cons-
truir em Macodonia um palacio, nicamente desti-
nado rcunies de jovens mascaradas e clisfarca-
das, e onde nenhum outro homem poda entrar se-
Exisliam .
Entraram.
Sahiram .
A saber :
Existeni.
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres. .
Estrangeira
Escravos .
Escravas .
393 presos
4 i
19
378
273 presos.
32 a
7
i
60 >
5
378
Alimentados costa dos cofres pblicos. 163
- Movimento da enfermara do dia Ode marco
Balih.i7.ar do-* Santos.
Agrepino Leandro de Souto.
Manoel Gomes da Silva Jnior.
Movimento da casa de delencao, n) dia 20 de
marco de 1864.
Exisliam...... 378 presos
Entraram
Sahiram .
A saber
Exstem....... 380
Nacionaes..... 278
9 de Janeiro ulti
mo, ao subdelegado do districto da colonia militar
de Pimenteiras, que o indio Manoel Vaientim dos .
Sanios deve persistir no Riacho do Mato, onde tem T baixa
morada e plantacoes, sendo all garantido em seus <> h, .,: ,'d,',,,";.,. -^____..___
direilos ato ulterior deliheraco. llSifi* rheuma"bmo
lendo apresentado isenco legal, mandou-se
por em liberdade o recruta Francisco Ferreira da
Silva.
Teve autorisacao o Sr. Dr. chefe de polica
para incumbir o delegado do termo do Buiquc de
fornecer as diarias aos presos pobres da respecti-
va cadeia, visto nao haver all quem queira eucar-
regar-se desse fornecimento. j
Foram nomeados professores de instruecao
elementar, os Srs. Galdrao Eleuterio Teixeira de
Barros e Maninho Jos de Jess, sendo este para
a cadeira do Ouncury e aquelle para a de Aguas
Bellas.
Sob proposta do Dr. chefe de policia, foi de-
nii 11 ido o Sr. Manuel Pereira da Silva Jnior do
cargo de o' supplunte do delegado do termo de
Villa-Bella, por assim eonvir ao servico publico.
Os o* e 6 supplentes de delegado, nomeados
(iara o termo de Flores, sao os Srs. Manoel Pereira
dos Res e Joaquim Antonio Lei te, e nao os Srs.
Miguel Pereira dos Res e Joaquim Augusto Lei-
te, como por equivoco se escreveu. Igualmente o
5- supplente do subdelegado de Colonia naquelle
o Sr. Jos Goncalves de Souza Jnior. ,, ,1 iir,,r.. .., ,,...-..
Foi nomeado o Sr. Jos de Souza Magalhes !' e'lr 'eru da Mn> contusoCs-
para : supplente do delegado de Villa-Bella. Passageiro do vapor nacin! Mimanoniipe,
No domingo 20 do corrente fez o Sr. Dr. -hido para Maceio e portos inlermedi )s :
Claudino do Araujo Guimaraes, cnsul de Portugal Dr. Balbmo < esar de Mello.
nomeado para esta provincia, sua visita ao Hospi-' Passageiro do hiate nacional Exa'acao entra-
tal l'ortwiurz de Beneficencia. do Aracaty :
Pelas 8 horas da manhaa dirigio-sc all S. S. em | Antonio Virissimo de Souzo.
companhia do Sr. Euzebio Raphael Rabello, e de-
pois de assistir missa percorreu todas as enfer-
maras e mais comparlmentos do edificio, no que
fui acoinpauhado pelo provoder e socios que so
achavain presentes ; infonnou-se do estado finan-
ceiro e administrativo do estaueleciinonlo, no que
foi satisfeito; mostron-se milito interessado pela
Estrangeiros...
Mulheres......
Esirangeiras...
Escravos......
Escravai......
32
4
1
60
o
380
Alimentados a cusa dos cofres publi ees----- 162
Movimento da enfermara no dia 21 de marco
de 1864.
Tveram baixa
Transcrevemos
gue
UM POUCO DI TODO.
da Semana Ilustrada o que S-
prosperidade de to til iosiuicao -, revel m sum-1 caras.
mo prazer pela boa ordena, aceio, zelo o cuidado Perdo,
que observen no tratameutu dos enfermos, e que- vam.
rendo dar urna prova de sua dedicaco para com
estabelecimenlos desta ordem, pedio licenca para
depositar, como depositen as mosdo provedor, o
seuob'do de earidade, cuja accaodignadosmaiores
encomios, n.io s Ihe grangeou o tributo de grati-
dao, mas anda fez que o nomo de seu autor fosse
desde logo oceupar lugar entre os demais bemfei-
tores do Hospital.
Ni podemos deixar pa-sar actos semelhante
sem especial monco. porque ellos demonsiram
quanto duvetn esperar os subditos dessa naco
anii.'a, de um tal agente do son governo, que se
aprsente ajudando a soccorrer seus innos no-
cessilados de tratamento nos males que solfrem
Em om dos das da ultima semana foi en-
contrado, no tugar do Toque, o cadver de urna
Acabouse o carnaval, nao ha mais mar-
ha muitos que anda as conser-
no Felippe.
Seu filho Alexnadre seguu o exemplo do pai, po-
rm dava entrada as ditas rcunies aos seus mag-
nates.
Artaxerxes, quando sitiara Elesponto, saiu dis-
farcado do seu campo para roubar Aniomea.
Na Grecia, em lempo de Licurgo, estabeleceram-
se tres dias, que se chamaram alfalfa kicko, em
que todos os cidados usavam disfarces de mais ou
menos valor e gosto.
Cleopatra deu a Marco Antonio urna mignifira
mascarada, em que Oguraram 3,000 donzellas de
Abissinia. >
O mesmo Jpiter, segundo a mythologia, se dis-
farcou ein boi, aguia, cysne, chava de ouro e hypo-
piaroo para fazer varias conquistes.
J se v que os disfarces sao lao a'ntigos como a
humanidade.
A humanidade necessitava um desafogG-----e
creou a mascara t-
A Nacao publica o que segu :
Na igreja de Santo stevo, em Genova um pa-
triota disparou urna pistola sobre um padre qu in-
do suba ao altar para celebrar a missa.
Na igreja da Annnnciata, na note de na:al, du-
rante a celebraco do offlcio divino, dous patriotas
sentado um no conlissiunano e outro ajoolhado,
lingindo penitente, escandalisaram os Qeis osiabe-
lecendo um infame dialogo.
Na cathedral foi desacatado o Santissimo Sacra-
mento pelo modo mais brutal. No momento da*
consagraco e elevaran alguns patriotas soltaram
horriveis blasphemias acompanhadas de assobios 1
E' na realidaile para encantar a liberdade da
Italia, nem pode haver catholico que nao sinta o
matar respeito o gratido por aquelle que u-urpon
estados eslranhos para nesles e no seu estabelecer
a belleza que alli se admira !

l'm inglez, Sir Tell, fez na lmhado Gronsfordes
High Peax, perlo de Manchester.um certo numero
de experiencias, quo lem por fim demonstrar que
a ascencao dos declives os mais rpidos e a circu-
larao nos terrenos mais arcidentaes podia facil-
nieiite obter-se.
Mr. Tell mandou paraesse fim construir urna lo-
comotiva, que adhire foi teniente ao solo, comquan-
lo o peso do apparelho seja o ordinario.
Para isso, Mr. Tell colloca entre dous carris ordi-
narios um carril central, em rojos enlalhos late-
raes se prendera e gyram as rodas horisontaes, com
una forte presso quando o terreoo aprsenla ra-
cimarn.
Urna disposico especial impede as rodas cen
CINARA H.MC.PAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 27 DE .JANEI-
RO DE 1864.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Seve, Henriques da Silva, Gus-
tavo do Reg, Maia e Mello, faltando sem causa os
mais senhores, abre-se a sesso, e lida e appro-
vada a acia da antecedente.
Lou-se o seguinte
EXPEDIENTE:
Um offlcio do Exm. presidente da provincia, de-
clarando a cmara, em resposta ao que Ihe dirigi
em 14 do corrente sob n. 2, que vai ser transmit-
idla assembla legislativa provincial na sua pr-
xima reunio o arligo de posturas que se refere
o mesmo oflicio.Inteirada.
Outro do mesmo, transmittindo, de conformida-
de com o disnosto no aviso da reparticao da agri-
cultura, commercio e obras publicas,'dous exem-
plares irapressos do novo methodo da plantario do
cate, escripto pelo Dr. Luiz Torquaio Marques de
Oliveira, recommenda cmara d toda a publici-
dade a essa obra.Que se mandasse imprimir 500
exemplare, c se annunciasse pelos jornaes para
os distribuir pelas pessoas que as procurassem.
Oulro do aelegado do distrcto deste termo,
Dr. Luiz de Albuquerque Martins Pereira, remet-
tendo duas copias da lotacao dos mnibus existen-
tes nesta capital, a qual fura ltimamente proce-
dida era datas de 2 e 21 do corrente perante a
mesma delegacia, afim de que a cmara Ibes dsse
o destino que Ihe parecesse conveniente. Mandou-
se responder agradecendo a remessa, e offlciar aos
fiscaes dando-se tambem copias da mesma lotacao,
e recommendandose-lhes o cumprimento na parte
que Ihcs locar.
Oulro do subdelegado supplente em exercicio
da freguezia da Boa Viste, Decio do Aquino Fon-
seca, communicando achar-se no mesmo exercicio
em consequencia do ter adoecido o respectivo sub-
delegado ; declara que do desempenho desse car-
go sempre o achara a cmara prompto tudo
quanto disser respeito ao publico servico.Que se
respondesie ficar a cmara sciente.
Oulro do engenheiro, informando sobre o reque-
rimento, no qual Jos Joaquim de Pinho Mendon-
ca pede para que Ihe seja concedido fazer orna so-
tea em sua casa da ra da Concordia n. 63, visto
achar-se ella de conformidade cora as posturas;
declara que nada tem que oppr pretencao do
supplicante.Cooredeu-se.
Outro do mesmo, informando o requerimento,
no qual Bento Joaquim Gomes, arremtame da
obra dos concertos da pontezinha do Lacea pede
para que Ihe seja paga a importancia dos mesmos
concertos; diz ser verdade ter o peticionario con-
cluido a obra arrematada de conformidade com o
respectivo orcamenlo.-Por esta occasio traz o
engenheiro ao connecimento da cmara, que indo
examinar a obra feite na pontezinha, de que se
trata, achou que alguns reparos sao precisos nos
muros dos lados e as rampas de tijollo*, feitas aa
entrada e sabida deltas, reparas que nao podero
importar em mais de 304000.-Quanto 1* parte,
mandou-se pagar ao arrematante, e quanto 2J
erdenuu-se ao procurador para mandar proceder
aos reparos indicados pelo engenheiro.
Outro do mesmo, informando o requerimento,
no qual Thoroazia Maria da Conceico, proprieta-
ria da casa n. 141 da ra Imperial, pede para que
Ihe seja concedido fazer urna meia agua com fren-
te para a estrada de ferro, declara que nao sendo
esla estrada publica, e sim de pmpriedade parti-
cular, nao Ihe parece que a cmara conceda o que
a jielicionaria pretende, mas como esta suaopi-
niao pode nao ser fundada, seria prudente que se
ouvisse a respeito ao advogado.Reselveu-se no
sentido da informaco.
Outro do liscal dos Affogados, remetiendo dous
termos, um de exame que com peritos proceder
no dia 7 de novembro ultimo em urna rasa no Bar-
ro Vermelho d aquella freguezia, pertencente aos
berdeiros de Aleixo do Prado, e oulra de mulla
por nao haverem os mesmos herdeiros executado
o que fura determinado pelos peritos que assisti-
ram ao exarae, conforme recommenda o artigo 1
do titulo 8- das po-luras municipaes de 30 de ju-
nho de 1849.Que se remeitesse ao procurador
para dar o conveniente destino,
Oulro do liscal supplente era exercicio da fre-
guezia de Jaboalo, informando a pelicio de Clau-
dino l'elino Ferreira da Cruz, declara que a razo
traes de funcionar quando a locomotiva percorre de ler SJdo e)|e mu|,ad0 foi pi)r u>ar de uma ba-
uin terreno plano. ... .... lanca falsificada havendo uma diflerenca em um
Estas pnineiras experiencias foram feitas em peS0 de cariw |t))l no avougllt d re^rl0 Ptlino
rana extensao de 123 metros nuin declive de 8-, de meia ,bra menos.-Indederiu-se a peli-
08 por metro e n urna curva de 40 metros de -j^
ra'0,...... Outro do administrador do cemiterio publico da
A experiencia foi satisfactoria, porm curapre, freguezia de S. Lourenca da Mana, remettendo o
observar, que mil experiencias semelhantes teem m,1|1|)a dos enterramenlos que se fizeram n'aquelle
estebelecimento desde o dia 11 20 do corrente.
preta, cujr norac s.,> ignora, a qual vistoriada foi! de carvow
Minha bella senhora, tao szinlia? V. Exc.
est certameiiie esperando alguem ?
Diz bem, senhor; eslou esperan lo meu ma-
rido, seu mestre; olhe, la vem elle j.

A metereologia lem registrado nos seus annaes
chuva de pedra, chuva de sangue, chi vade salios,
de gafanhotos, e at de codornizes I n a< chuva de
felicitaciies, e de tal modo.s amim eslava reserva-
do apanha-la ti...
No Comercio do Porto, l-se o que s >gue :
Foram recolhdos as costas de Shetland os nu-
fragos restante de um navio inglez o Yktoria, que
ia de Calcuta para Livejmool, com c irregameoto
lido menor xito.
Para se chegar a um verdadeiro resultado mis-
ler repetir a experiencia em grande escala.
E' quo Mr. Tell comprehendeu e conla recome-
car brevemente as suas experiencia*, que, quando
mesmo nao sejam definitivamente coreadas de
completo xito, podem determinar um graudo pro-
gresso na locomocao sobre as vas frreas.

Um cmela descoborto em 29 de dezembro pas-
sado por Respighi, se aproxima rpidamente da
ierra o so tornar provavelmente visivel vista
desarmada.
Este cometa altingir no presente mez, segundo
os clculos dos astrnomos, a sua nimia distancia
de no*, sera de 24 inilhd-is de kilomstros, de cer-
to o mesura que se ohservou era 1811, e Be*te caso
o seu periodo ser um pouco menos de 53 annos.

Pedem-nos que declaremos, queoofflcial de nome
Trislany quena patente de coronel lomou o servico
de Mxico, o irmo do general Trislany, o nao
este, que est prisionciro na cidade que Ihe foi
marcada em Franca, ha perlo de um anno, em
consequencia de ter sido capturado em Roma pelos
Francezes, pur ter commandado os defensores da
independencia napolitana

A ultima lilha de S. M. a ralada de Hespanha
foi baplisada no dia 13, recebendo o segrate
nome :
Maria, Eulalia, Francisca de Assis, Margarita,
Robera, Isabel, Francisca de Paula, Christin; Ma-
ra de la Piedad, Eugenia, Alfoiisa, Maria del Pilar,
de la Paz, Fernanda, Luisa Carlota, Maria de la
Conception, Josrfa l'ia, Maria delOvido, Maria del
Triunfo, Maria de las Misericordias, Maria de la
Alraudena, Maria de la Atocha, Maria del Milagro,
Maria del Carmen, Maria del Buon Parlo, Mana de
la Poloma, Mara de Guadalupe, Maria de Bueu
Suceso, todas las advocaciones de la Saot.ssima
Virgem, Jesusa, Catalina de Hizzis, Benigna, Anto-
nia de Padua, Pascuala, Bailn, Sebastiana, There-
za, Constancia, Liboria, Melchiora, Gaspara, Balla-
isara, Joaquina, Ana, Enriqueta, Cirila, Elena, Bi-
biana, Caralampia, Dominga de Silos, Barbara, Ro-
saba, Bernardina de Sena, Juana Evangelista,
Genoveva, Antonia, Ramona, Itayinund.i, Felippa
eri, Thoraa-a de Aquino, Polonia, Blasa, Lcanrira,
Nieoiasa deTolemiao, Juana Nepomaeeao, Micae-
la v Todos los Sanios Apostlos, Tomasa de Villa-
nueva, Lutgard. Filomena, Lucia, Rita de Ca~ia,
Josefa Oriol, Isidra, Francisi-a de Posada*. Olaib
Juliana, Dimiaua y Modeste Gaudencia, Pulquaria,
Casilda, Rosa de Lima, Felisa de Volois, Valentina
Angeles Petra y Todos los Santos, Roque, Diogo V
Alcal, Franrisca de Sales, los Sanios, irlire- d-l
Japn, Benita y Maria del Lureto.de todps lo Sao-
Ios.
Ao procurador.
Foi apresentada a seguinte proposta :
Propunho que sejam divididas rala uma das
quatro freguezias da cidade em dous districtos
fiscaes, e que seja nomeado um fiscal para cada
um desses novos districtos com o mesmo ordenado
que percebem os actuaos. Barros Reg, Leal Se-
ve, Reg Maia e Mello.
Posta era discussao, o Sr. Henriques da Silva
pede a palavra que sendo-lbe concedida, declara
que nao presta va o seu apoio a proposta por estar
iiiteiranieuie convencido que em vista do que dis-
pOe o arligo 84 da lei do 1* de outubro de 1828,
nao podia a cmara fazer semelhante diviso por
quanto o caso de quo se trata differente d'aquel-
le de que trata o cilado arligo 84 o por isso op-
pde-se medida que se quer tomar.
O Sr. Gustavo do Reg pede tambem a palavra
a qual Ihe sendo dada, diz, depois de ter lido a
lei, que cntendia poder a cmara proceder da raa-
neira por que estova declarado na proposta, mas
devia declarar mesma cmara que em visto do
estado de seus cofres nao po lia ler lugar a divi-
so, e nomcacao de novos empregados, e quando
liypothelicamente fosse isso posaivel, votava antes
para que se autiraentesse o numero de guardas, e
nao o de fiscaes, qne neeessariameute nao seria
simiente a despeza do que. deviam perceher esses
empregados, sanio tambera a dos guardas que
deviam sem duvida seretn creados para coadjuva-
co do servico nos districtos.
Nao hateado mais quem tollasse sobre a mate-
ria, foi posta a votas a prosista, e approvada, e
no-io sentido determinou a cmara offlciar ao
Exm. presidente da provincia pedindo autorisa-
cao.
Tendo o cidado Francisco Accioli de Gouvia
Lms requerido licenca para substituir com muro
a cerca de l i mo de seu sitio da estrada do Man-
guinho na parle que fica do lado da travessa de
Joo l'eruan.tes Vioira, independente de Ihe ser
dada para isso corduc, pou que elle se obriga-
va a deitar abaixo o muro higo que a cmara o
exija para abrir a rita projeclada por aquelle lu-
gar conforme a planta di cidade.Concedeu-se,
assignamlo u supplicante um termo pelo qual se
responsabelisa se inderanisaco alguraa do muro que tivesse de
itoit.tr abaixo.
Havendo Jos Luiz Innocencio Poggn, proprieta-
rio de carros e cariocas de conduzir assncar, e
outros rece hedores deste genero, requerido c-
mara una providencia que faca cessar o mal que
tanto os prejudica, sendo esto o ler a mesma c-
mara iiw*iid" per em exercicio a postura de 9 de
julho de 4858, que trata do peso que devera con-
duzir toes carros e cariocas, coneiuem pedindo
que mande a cmara por em exernco a ultima
postura de 5 de dezembro de 1839, revegando
[aqaella de 9 de julho, isto por lempo de um anno.


Mario de Pemas-b-c Torca felra 29 de Mar pin nuanlo nao fr decidid* tteh asscmbla pro-, los pulmonara*,sem praenraremo recurso dopra-
^ortii. "'' e do ev pnente, que Ibes podem cncaountiai o
Sendo posto em di-cusso, o Sr. Gustavo do
Reg, pedo apalavra. que Ibo sendo concedida.
diz que estando a no tura de que se trata si jet-
la a decisio da assembta, e por con*eguwo a
de 9 de julho de 1838 suspensa, nao deviam os
Bseaea lomar rmneeinwnM do peso, somonte fil-
lo a respeito dio castigo brbaro que dSo os non-
ductores dos carros e carracas aos animaos, romo
recommenda o art. '.)' da posiura addieional te
18 de julho de 18-io, e Beato caso, sendo opera
maior do que as forcas do animal, e por S*o I nil-
tralados asas pilos conductores, deviam os fis-
caes impor-llies as penas do citado artigo.
O Sr. Moli pedio tanbem a palavra, e apenas
declara que entrnde ipie a mellior manoin. de
remediar os trapeen anoaatradoa na eaecticio
damstura, era propor iderropacSo della.
Na o havendo mais quom i
foi posto a votos o qi.e oxpoi
Reg, e approvado.
este semillo pois, mandou-se ofliciar aos ns-
caes, e deflerio-se as petieOes dos sopplicantes.
Presin juramento o cidado Ctorindo Ferrc-
ra Cato, 1 snpptalM do jatees de paz do 1- dis-
trito da freguezki da lloa-vista.
linio ilo SUA salvaco.
O Sr. Braga cm toja do erragens na ra
Diroila, foi desengaado por dous habis m-
dicos, acha-se bora eom o tratamento por mim
preserip'o.
A Sr. Jeronvma Mara da Conreieo, moradora
na travessa do'Monteiro n. 10, acliando-se desen-
gaada, tambera mim recorren e acha-se re-ia-
belecida.
Un obriuhodo senhor protessor do Nazerethdo
Cabo, adiase bom, como se v de sua caria ahaixo
transcripta,alffl de outros fados, que poderia aqu
ineDcioiiar.
A phlysica 6 a deslruicao e a magreza de todo
corpo, en conso.pieiicia de chagas, tubrculos, e
concreccao dos bufes e do empyema, atropina ner-
vosa, e nutras molestias que viciam os humores,
tomasse a palwra, como escoibuto, alporcas, gallico, asthma, bexigas,
sr. Gnstave do aararapo, cu-.
Na phtysica, cliegando aO eslado de gravid.ide, o
que muflo pode concorrer para a salvaco do
doente c ajudar os medicamentoso, o ar do campo,
exercicio conveniente e dieta, a qual nao deve ser
de nenhuma cousa quente, ou de dilflcil digestan
e a bebida cumpre que seja de natureza branda c
ATTENgAO.
i gistrado o contrato de sociedade feilo eni ti de de- As 8 horas da noite o theatro estar aberto, as
sembr do anuo prximo passado entre Manoel Pe- l horas em ponto principiar o baile.
, i eir de Azevedo e (uillierm i l'ereira de Azevudo, Tocara as quadrilhas urna banda de msica mar-
jZJSSSr$S&&EbgtlC?a,?^igS^ WfcwwWw na ridade do Aracaly, provincia do cial das melhores que temos,
pharmaceutieo Jos da Rocha Paranhos, estabele-1 Cear wb a firma d p^ A ^ & ,rm|o
culo com botica na ra Direita n. 88 em Pernam- _,.vendo di|a ^,tdaJt, durar por lenipu de g ail.
DU; ... nos, contados da dala do refei ido contrato, com o
Esto xarope incontestavelraente superior a to- ca te, de M:058|06^ form.(. dos vM&m pelo
dos os sarapes depurativos, de cuja compos.cao e socio Gttilherme, e 44:641*531 pelo socio Manoel,
o aeu maior elemento a salsa parnlha, pois que se em lcrcadorias e dividas existente! no eslabeleci
tem connecido ser o veame mais enrgico para
l>ospaeharam-se as pelicSes de Alejandre Ito- f";;('a n..Hjrir
drigues de Almeida, Antonio Fernandestda I osla rodo o seu alimento se ha de dirigir a moderar
Lima, Dernardino Jos afonleiro, Benjamn l)u- a acrimonia dos humores e a nutrir, e /usier o
Candido os doenie, para o que preciso reduzi-lo ao Uso oe
arle Cecilio, liento Joaquim"Gomes, .
dos Passos, r.laodino Pelino Freir da Cruz, Jo-e veg-ta-s e leile.
Luiz Innocencio Pogge e outros, Manoel Mala- loda comida e bebida, que se tomar ha des
quias Litis de Almei la, Miguel Jos Itodiuues
Vieira, Shrino Correa do Nascimenlo
COMMNICAEOS.
O Julz municipal da segunda
vara.
em poucas porgues, para evitar que o exresso do
chylo fresco opprma os boles, e accelere muito
circulacao do sangue.
Minios dounles desia molestia se teem entregue
U uso do oleo de figado de bacalhao, e outras pre-
! paracoes de resinas e blsamos, sein que dcllas
lenham tirado proveito; e alguns exiiosilores de
I medeeina eembatem com muita razao esse trata-
' ment.
t rosiume carregar o estomago do doente com
Km ura communicado publicado no unnai ae :mcdl,.amen,0S0|,. ,. balsmicos: pertm aates
48 do crreme, que so hojo. me chegou as uia-s. em rn ,|(, |jMr a causa augmeniam-na, esquen-
aparece um Sr. amuio mputira queixanito-se Uj,^,, 0 gang,,^ ;)0 mesmo lempo que tiram o
de haver eu demorado a eaecucao de t. Ciag Ma- .^u*, relaiam os solidos, e sao de toda aorte pe -
riada Assumpcao Sampaio contra Aristidoa fiarte ,,,.0^^
a proinpta cura das molestias, cuja base essencial
depende da purificacao do sangue : asan pois se
tem verificado por nanitas pessoas que se achavam
desengauadas, as quaes acham-se hojo reslabeleci-
das com o referido xarope alchoolico de veame ;
entretanto que alguns, lendo usado do xarope de
Curinier, de Larrey, de salsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de ligado de baealho, e outros agentes
destaordem nada conseguiram. K elle de fcil di-
gestao, agradavel ao paladar e ao olfato. Alguns
mdicos desta cidade e da de Macei o teem re-
commendado para a cura das
Impigens, tinha, cscrophnlas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancros, sarnadegenerada, fluxoalvo.
Todas estas affeccoes provm de urna causa in-
terna ; nao Ta pois 'razao alguma em crer que el-
-as se podem curar com remedios externos. Tam-
bem se prescreve o xarope alchoolico de veame
pan o iraiamenlo das affecedes do systema nervo-
so e libroso.laes como:
Cotia, rheumatismo, paralysia.
Dores, impotencia, esterilid'ade,
Marasmo, hypoohondria, emmagrecimento.
O xarope alchoolico de veame sobretudo, da
maior utilidnde para curar radicalmente, e era peu-
co tempo o rheumatismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesta cidade na botica cima indicada do ahaixo
assigaado ; e em ootra tjualquer parte que se tem
annnnciado nao da mesma coraposicao, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Roclia Prannos.
ment social.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco l'i de margo de 18C4.
Julio Guimarcs,
OflLial-niaior.
I'rrro dos camarolcs f cidrada gcral.
A primeira e a quarla ordem serao considera-
das galeras para as senhoras que nao dansarem,
sendo o prego i |ior cada entrada.
Segunda ordem 8, sendo quatro entradas para
senhoras, e duas para cavalleiros.
Terceira ordem G, sendo quatro entradas para
senhoras eum ravalleiro.
Entradas para ravalleiro 25 e as damas mama-
radas gratis. Scro fielmente observados os regu-
lamentos da polica e theatro.
O director dos bailes no theatro, julga desneces-
Pela mesma secretaria se faz publico que nesta Sario lembrar ao publico, a ordem, e amoralidade
Ifl f ii iii.'nriiil.i rt. v 1.*<. ilr iniilri.iiil'l lij\^! l*/illt^.
grosso, e de coma propria.
SecreUna do tribunal do commercio de Pernam-
buco 18 de margo de 1864.
Julio Guimarcs,
Offlcial-maior.
Pela mesma secretaria se faz iguaimenlc publi-
para
marotes assistiram ditos bailes.
Terminar as 2 horas em ponto com a execu-
gao da rea do miserere do trovador, pela banda
marcial do stimo balalhao de infamara, sob a di-
rergao do maestro Antonio Ignacio Jordao. 'enlre
outras quadrilhas, polka, walsas e schotisck. tocar-
se-hao as seguintes Nastro Dannes, La liarca-
los &:OO0j$00O.
Corre :i man fifia.
Quarta-feira, :i do crrente mez, se ex-
trahir a quatta parte da primeira lotera
da matriz de S. Lourenro da Matla, no lu-
gar do eostume.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas.
Os premios de 5:0005000 at 10,5000
sero pagos urna hora depois da extracto
at s 4 Iwras da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuicao das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
.co que nesta datafica registrado o contrato do so- ro||0 jeannoto etColio, U Sintinella, Marco Vi,
ciedade de Joao Silverio de Souza Joaquim Silve- com Marco E ada Lanc-iros K|izia neij0, Es-
riai de; Souza Jnior e Fernando Jos Corre.a, es a- ,rada de p J A<.. .
belecidos nesta cidade sob a firmajde (.orrea & ti, '________________________
da qual s podero usar os socios Silverio Jnior ^^w^mtm
Carneiro da tiama por lempo de seis metes.
O Sr. amigo rfu juttqa declara que a demora,
quesup|><5e le havnlo nessaexecucao, lempo:mo-
tilo ser aquelle AristiJes, elcitor e dedicado liga.
Veulio dizer ao pub'ico que os autos, a que se re-
fere amigo d no dia 13 de novemltro ultimo, como se poden ver
do respectivo termo ; que daquelia data a t J de
dezembro vao |enas um mez e s is dias ; que todo
o mez de fevereiro contera apenas fl dias, |el> que
os autos ja mencionados esiivoram em meu ."odar
em entonga delimtira, sem contar o tempo das fe-
ria, dous metes, a poucos dias.
Durante case lempo, porm, despacliei com sen-
tenca detiuiliva muito; oulros autos aoteriores, e
despachara ainda os poucos, que me reslivam
para isso, se nao comeassein logo os traballios d as-
sembla provincial, d que sou membro.
Sobre o motivo, que me empresta o meu coile-
ga,nmijo da >tti<;iiapenas Ihe direi qn
ha mnitos dias coniivriei preteneo mnilo realnda
e calorosamente dispuudnde eleiior inffuente ede-
Tudo que se lizer para extinguir a losse, alm
do exercicio e rgimen apropriado devem ser re-
medios de natureza acida, detergente e calmante.
Os accidos possuem a virtude de produanm
bens effcilos nesta enfermidade, porque, nao so
eontfibiicm a apagar a sede quaudo acomettem a
febre etlica, mas lamben a refrescar o sangue.
Aos doenies desta enfermidade, quando o seu
estado de gravdade lal que a febre elhica os
acometi, prescrevo-lhes o sueco de um limao
dissolvklo em urna chicara d'agua eom bastante
assocar -m um grande copo para misturar com
um papelinho dos pos refrigerantes para lomar,
com que aliviam no acoinetlimento da febre,e pela
mauhaa e xarope etherio de veame. Tenho acn-
selhado, que fagam u acida, como laranjas, limos, pitangas, uvas etc.,
e applieieoes d-> planta- amargosas, que fortlicam
o estomago, eservem ao mesmo lempo paradeslruir,
c mitigar a sede.
A Sr.' D. Joaquina de S Brrelo, tendo urna
sua escrava fallecida desta molestia siibmettida ao
. .. *U<* OOVI1|l KIIR1 lllil '1
dicado a liga residente na freguezia dos Aromados, ,ralame.B,0 dt seu medeo, resolveu proenrar-me
|K)is que nao teuho poltica em materia de_ji tica. para IraUr de m ootro escravo, que sofTria da
E' virdade que os ditos autos esto ahila em mesma enfermidade, prescrevi-lhe o xarope de ve-
roeu poder, o iu(s outros ; mas ja offlciei duas hme um me|horado eonsideravelmente.
?eses ao jtiiz supplenle para os mandar bnsc.ir pe-, A j,ent>ora do Sr Antonio Francis.-o Honorato
los esenvaes ou por seus protocollistas, eetando f0 descDatanada inr habis mdicos desta cidade,
oceupado ha assomblea, designen as horas em que ejleT0 pros,adi, e nos u|,mos paroxismos da morte,
devia ser procurado para aquelle bin.
Kecife, 21 de margo de l$64-
Frtncitrode Araujo Barro-
CORRESPONDENCIAS.
Se*4w redactores.Pego-vos, que mindes
publicar em rosno conceituado Otario, o sei;uinle
communicado:
Tendo eu sido atacado por alguem, que procuran i dt. Macei, o primeira bem coi
nr minha reputaga) hz vir a juizo o seu ador, e : ^ |(0s que fol enqiregado n
la exbibicao do antographo vim a conhec. r que (:i,a,ie||in retratista, estalicleci-.
erir
pela
era Henrique daCun'iaTorrio. irmao deltenjamim
Frankliin da Ciiulia Torriao, de qnem qucix ;i-me
perantc o Dr. juiz Bu_nipal dal* vara.
Quando esperava que o processo corress; seus
devKjos tennis, liipiei urprehendido ao ver que o
autor do roiiimunicailo. sein repugnancia, em um
tribunal bastante concorrido, e diante do repecti-
vo jtiiz declara que nao livera n vi-Ma attri-
buii me a morte do mulatiiiho Claiidino, victima
infeliz de urna queda, eedeodo ao mal. apisardo
serio tratamento hito pelo Sr. Dr. Uornelias
Da pergunta contra mim feita bem eonlieeeu o
publico, que houve i-itunco de ferir-me; en Mtan-
lo a minha Macean contra o cninmunirado. e seu
autor troineem rebultado a declarable, que aceitei
por enlenderem o digno juiz, e meu advogado, que
assiin eu licara lacado, e mais que obtem'o nma
condeinnago.
Reqaeri que fo-se reduzidaitermo a derliragao,
para constar, a qual|offerego apreriagin eu_
Um.
entretanto em minha peticao de qneixa proiestei
pela injuria reeebida,emais tarde la irei.
Agora pvrguulo ao Sr. Tornan, porque foi tai
injusto para comigo, nao contando a historia, que
Vme. quera saber, e da qual tem pleno OMheci-
ment f para que servio de Mtromento a sed ma-
no, i|ue, pretendendo criar em meu sitio eos ani-
maos, resseiilio-se pelo meu b-gal procedimento,
para liaver odamno, que recebi em minhas lavou-
ras ? nao vio Vine, que elle esqueceu-se do dever
de bora irmae, para comprometie-lo. fa;'.endo-o
assignar o communieailo, que pnUiena '
Com ludo. (Ij!.'i-iih', porque n;io publicou o facto
praticado por eu umno, em pino da. no a fuga-
dos, exuetliiido de sua rasa una escrava septua-
genaria, transida de frioi tome, a qual foi encon-
trada murta, junio n igreja do Paraso f
Bsle pioce.iimriiio 6 lieHo. e louvavel I
Quem se iiaocoudoer de urna mieravel sscrava
para dar-lbe nmaesmola, e agasalboll sdiimeuie
desalmado, que nao v, alm desta, ouira ida.
Com esta |iublicaeao, creio, que trabo sntisfeito
O compromisso, (|ue conlrahi eom 0 publico, decla-
rando MIS me juslilirai ia anle os Iribunaes.
llecile. 21 de margo de 1864.
Jos Bwnnf i I. llim. Sr. Dr. juiz municipal da l* vara.O len-
la Jos Buaniue Lisbia, a bem sen, proeiu que V.
S. queira mandar que o escrivao Saraivaltn d por
ceiinlao o theor da ileclaragao feila por IIenrque
da l'iinha Torria'i, aa qneixa, que contra es-e den
o sup|ilii ante pnale o jaiao de V. S., ludo verbo
ad cr>hM e em t'-rn os, que fagam fe.
ivde i V. s. dffiri nenio. E roeeber mera.
_L liecife, |8 .le margo de 1864. Tarares
ie Vasroncelios.
Mo Saraiva de Araujo Calvao, escrivao do juizo
municipal da i* vara da cidade de Recito de
l'ei'iiambuco, por S. M. o Imperador, que Dcu
guarde eic.
Cerlilleo que o termo de declaraciio de q ic Irata
o supplicanie em sua pctico sunpra. da forma,
modo, iiiui-ia e iheor seguale: .
Teiin.ide ileclaracao. Aos 11 de margo Je 4864.
ne-ta cjil.-ele do Kecife de Pi-rnamliuco, na sala
4las audiencia- nudo se aciava o Dr. jnit municipal
la 1" vara Hrmog oncello<. alu presente ll.-nri.|ic- da l'.imlia Torriao,
flwr elle foi dito e declarado que o eu comnuniea-
o impre <|ueixar-se delle ileelarante por enme de calum-
nia; elle ileclaianie na.kitribuioao referido tmen-
le Li-boa a morte do pardo Ctatldinn, como decla-
rado tinha ern sua dila petieao, que lira fazendo
par deste lermo, por pie elle declarante aenlmiil
coiih rmenlo tem do tacto em quesiao; ohre o
<|ual ii^ila mais sabe do fado isolado da morte do
releriilo panlinho, s.-iri que alinl.ua o ao 00 0
aeto amatado pelo queixosu, e mais nao deelaroo,
e lido,.ariiando-u coofonne, a-signa com o juiz.
Eu Joao Saraiva de Araujo GaJvao, escrivao o
iMsiilli is veralfagas le Keinp.
Chamamos a atten^ao ne todas as mais para o
remedio mais agradavel e til, que se conhoce, pa-
ra fazer expedir as lombrigas : is castilhas vkh-
miki;gas dk Ksmc. Em vet de todos esses immundos
e pergosos remedios vermfugos, composlosde toda
a casta de mineraes, apresentamos um delicioso
confeilo vegetal prompto o infallivel na sua opora-
fao, nao causando nauseas nem eneommodo de
Iuahdade alguma, produzindo sempre o seu elTeito
'urna maneira suave e completa, n3o rarecendo
de|Kiis a assistencia de qualquer um oulro pur-
gante : til como um excedente meio de faier re-
mover as obsti uegoes do ventre, mesmo no caso
le nao existirem vermes alguns, e finalmente lor-
e Correia, visto ser o oulro sucio commanditario ;
devendo dita sociedade durar por tempo de tres
annos, contados de 25 de fevereiro ultimo, com o
capital de 2:0005, fornecido .:O0OJ pelo comman-
ditario, e 500-S por cada um Jos ltimos.
Secretara do tribunal do commercio de Per-
namburo 15 de margo de de 1864.
Julio Gnimaraes,
Official-moior.
Pela mesma secrelara se faz tambem publico,
que nesta data Oca registrad) o controto de socie-
dade de Caetano Cvriaco da Costa Moreira e Jos
AVISOS MARTIMOS.

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COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\;ivcga^ costeira a vapor.
Parahvba, Natal, Maco, Aracatj, e Ccari
0 vapor Mamanguape, comman-
dante Moura, seguir no dia 26
do crreme as 5 horas da tarde em_excellente lypo e bom papel,
Sira os portos cima indicados,
ecebe carga at o dia 21 ao
FOLHINHAS PARA 1864,
Na praca da Independencia hvraria ns. G
e 8, acham-se venda as seguimos folhi-
nhaspara 1864 mpressas nesta typographia
Adri.o da Costa.Moreira, cst ibelecidos nesta cida- meio dia. En-commendas, passageiros e dinheiro
de sob a firma de C. C. da Gusta Morena & lrmo, a Irete at o dia da sabida as :i horas da tarde :
da qual s o primeiro poder. usar como nico ge- escriptorio no Forte do Maltos n. 1.__________
ronte; devendo dila sociedade durar por espgo de
quatro annos, coudos do 1" de setembro do anno
prximo passado, com o capital de 54:"584.>W1 rs.
em gneros, bens, dividas ( dinheiro, fornecidos
i 1:0684942 |ielo socio Cela io, e 13:6895647 pelo
socio Jos Adriao.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 15 de margo de 1364.
Jallo Guimaraes,
OIBcial-maior-
Rio de Janeiro.
O brigue brasileiro Trovador segu com brevi-
dade, recebe carga e escravos a rete: trata-se
com os consignatarios Marques, Barros & C, largo
do Corpo Santo n. 6._________________________
t^ara o lUo de Janeiro
Segu com muita brevidade para o dito porto o
patacho nacional Dmu Amigos, de primeira mar-
Pela mesma secretaria se faz igualmente publi- cha, lendo a maior parte de seu carregamento
co que nesta data est registrado o contrato de so- prompto, e para o resto e escravos a frete, se en-
nam-se ellas dignas por todos os respeitos oa con- (.ej^e jg Manoel Joaquim Dias e Jos Bernardo tendam com seus consignatarios Aroarim Irmaos,
lianea e approvacao de todos os pas de familia, os da Motta ^,31^1^^^ nesu cidade sob a firma de ra da Cruz n. X ___________________
quaes acharas estas pastilhas elegantemente acn- Manoe, Joat|UJm Di^& ^ ,_ qua, spaderausai para a Baha salte nesles seis dias a escuna
o socio Das; devendo dita ociedade durar por es- Qnrotn p((r ter qUas seu carregamento completo :
pago de tres annos, coudos de 25 de fevereiro ul- ,.., 0 resl0 ,.Ufi ihe fa|la y-au-se com os consig-
timo, com o capiul de 1:0005 fornecido pelo so- nalanos [>a|moira 4 Bvltrao, largo do
dicionadas dentro de frasquinhos de crystal, i
venda as boticas de Caors & Barbosa c de Joao
da C. Bravo & C
wibscrevjTavares de Vasroncelios.Jlenrique
da Cunta Torriao.
E man Mnoconlinha em dito termo de declara
<5o, que en ewcrivio no principio desta declarado,
e ahaixo aasyaado, bem e fielmente extrahj por
c*tii lio do proprio original a que me reporto, e
esta vai swnesa que duvidafaga,escri|iij e *-\r-
nada ne-u xtibradita riaadn doRecifedePi/nanihu-
co, ao 18 das du mez. de margo do anuo do nasci-
nienio ii^ \o--o S-iihoi Jesos Christo de 1^64.
Ecr-vi e assigoei.
Em f da verdade.Joo Saraiva de Aravjo
Gatro
foi com o xarope de veame salva, como se v da
carta impressa no Jornal do llerife do 9 de feve-
reiro de 1863.
O escravo Emilio do Sr. tcnente-coronel Rodol-
pho Joao Barata de Almeida, foi umbem desen-
gaado por habis mdicos, c com o iarope de
veame arha se completamente re-talielecido, como
se v tambem da carta impressa do mesmo Sr. te-
nenie-coronel no mesmo Jornal do ecife.
O Sr. Amonio Christiano Pogt, filho do Sr. Chris-
tiano Fjgt, proprietari) e estabeleCido na cidade
conhecido nesta cida-
M casa do Sr. Len
Cha'pellin retratista. estabeteeMo na ra da Impe-
ran iz, acomettido desta molestia foi aqui desenga-
ado por habis mdicos : retirou-so para a Baha,
e all continuoii em tratamento, at que fot se-
gunda vez desengaado pelos mdicos d'alb, che-
gando eu a Macei, um amigo pedio-me, que o
acompanhasse at a casa (lo Sr. Christiano para ver
um doente e prescrever-lhe algnm remedio, encon-
ir.-i o f Iho em urna cama desanimado e em estado
de pro-iracao. pois que e-carrava sangue, e tinha
completa inapetencia, e fraqueza, a iwnlo de nao
se poder por em p, no fim de una garrafa do
xarope 1 iliero de veame j se achava elle no es-
tado do passear em casa, desapparecida a inape-
tencia, e os esearros de sangue; e a losse mi-
ligada.
No llm da segunda ja achci em estado de fazlo
ai pelo seu sitio todas as maohaas. Acabada
esU o aconselhei. que conlinuasse no uso do mes-
mo xarope etherio alternado com o eharopo alcoo-
lico de veame, e que usasse dos banhos salgados
na |iancada do mar. Senlio elle nos primeiros
banhos alguns choques, mas em o aconselhei que
rontinuase, eom o que se lera dado muito bem,
pois qi.e. leuho receliiilo earlas de Macei, em que
se me comuiunica o seu bom csUdo.
Nesu molestia os expositores de medicina nao
aconselliam banhos salgados, apenas quando d'elles
tratam, ibzem ger applicados contra as escrfulas,
h>pocboiidria, estherismo, amenorrhea, raclhis-
1110 ele. ; enlrelaulo vi c.-ic lxiin le-iiltado no fiho
do Sr. 1 Cristiano, e outros fados igSMM tenho vis-
lo as molestias siphjlicas, e outras umitas que
com o uso do xarope' alcoolico de veame tem se
ohiido cara radical.
ti Sr. Dr. Silva medico hbil de Macei, depois
de ler appticado a um seu doenie de rheumatismo
o xarope alcinilico de veame, logo OQu elle se
poz em estado de largar as moletas, em que an-
dava arrimado, o aconselhou que coatmaesse com
o uso do me-mo xarape conjunctaineute com os
banhos salgados, com que se tem dado muiio bom,
e um dos mdicos, que all em Macei lein com-
pela cniliauga tas preparaefiM de veame por
mim feitas, pelos bons resaltado*, que tem ubtido
em na clnica.
Quando alguem se v com tosse vai ao medico,
esle o examina e declara o senhor est affeeUdo
dos puhneso doente desanima, coinesu eoten-
ea euleiiije e-tar em mais cura, quando os tactos
e a experiencia teem demonstrado que muitos, len-
do procurado o lugar apropriado, se teem salva-
do: e assim explicaui muilos expositores de me-
dicina.
Ora, nesta provincia lames Eacilidade boje e re-
curso do ar ; por que a va frrea nos proporcio-
na, pois que em poucu lempo nina pessoa que exis-
le ue-ia cidade fcilmente se transporta para as
ultimas e-tagesde Gameleira e l'na, lugares per-
io 1I0 Bonito e do outros pontos que sao considera
Uos ,-ertan, quanlo mais que os niesmos lagaa
ja nao sao inos, segundo, peu-o, principalmente no
v.'lao.
Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem mais
de se transportar e d'alli estara iso se respon-
de, que, naquelles lugares exisiem casas vasias B
allugaiu-se |>or prego eommodo, c mesmo muilos
gneros de primeira necessidade, all se vcudein
pelos m.'sinos piecosque aqui.
Aquelles, pois, que estiraren] nesUs cireums-
lancas, eu Ihes facilito explicar os meios pelos
quaes se devem reger, e Ihes fornecerei os medi-
caineiiii). gratuitamente.
Nao deixarei de advertir ao publico, que as mi-
nhas pre.i.'irages de veame sao reunidas com ou-
tros ingredientes, e com ellos tenho obtido ptimos
resultado* ; uo se engae o mesmo publico com
outros, que por ah se annunciam, cujas prepra-
qwf ignoro, assim com o aproveiUmenlo delles
nos 1 nfermos, a quem por ventura lenham sido ap-
plicados ; cada um responde por si, e en afilrmo
com verdade o que aqui teuho relatado, cujos me-
dicamentos nesu provincia s vendo em minha bu-
tica na ra Uireila n. 88.
Jos da Hoclui Paranhos.
COMMERCIO.
NOVO [UNCO m PEKWMRNX
O novo banco de Parnambuco paga o 12" divi-
dendo a razio de 95 por aegao.
Alfandcsa
Hendimento do da 1 a 19........ 482:917.i:i0
(dera do dia 21................. 17:601566:1
500:5185993
Movimiento la alfandega
Volumes entrados com fazendas... -
com generas...
Volumes saludos com fazendas... 31
t com gneros... 142
776
Oescarregam no dia 22 de margo.
Barca ingiera/?Mojen=bacalho.
Barca inglezalindadem.
Brigue inglez Jessie ScoU -carvao de pedra.
Barca ingleza Imperadorreste de farinha.
Impurtaco.
Hiate nacional Exhalarte, entrado do Aracaly,
consignado a Gurgel c' lrmo, mnifestou o se-
guinte .
2 saceos com 100 arrobas de cera de carnau-
ba, c 68 saccas com 461 arrobas de algodo em
pluma ; Prenle Vianna 4 C.
128 meios de sola ; L. A. Siqucira.
31 roolbos com 775 esleirs de carnauba, 20
saceos com 80 arrobas de cera de dita e 7 couros
salgados; ardeni.
9 saceos feijao, 18 saccas cem 90 arrobas c 29
libras de algodo, e 20 moltios com 500 pelles de
cal'ia ; a Jos de S Leito Jnior.
Brigue nacional Tigre, entrado do Rio Grande
do Sul, consignado a BaHar (Si Oliveira, manifes-
lou o seguinte :
6,185 arrobas de carne de charque; aos mes-
inos.
Hiatu nacional Xicolu 1, entrado do Aracaly,
c insignado a Tasso Irmaos, manfeslou o se-
guinte :
15 caixas com 15 arrobas de vallas de carnau-
ba ; Jos de S Leitao Jnior.
i caixas com 2 arrobas e 24 libras de dita;
los da Silva ('.apella.
100 saccas com 526 arrobase 28 libras da al-
gedao, 88 ditos com 392 arrobas de cera de car-
naha, 102 raolhos com 2,120 pelles de cabra, 1
calxa com 1 arrobae 30 libras de cera amarella,
i pecte com 12 libras de pennas; Prente Vi-
anna v C
Recebedorla de re_d;ii Internas
geracs de Pernanilmco.
Rendimento do dia 1 a 19........ 37:7174755
dem do da 21................. 39965681
ci Dias.
SecreUria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 15 de margo de 1864.
Jul o Guimaraes,
Ofilcial-maior.
n. 4, primeiro andar.
Corpo Santo
lio de Janeiro.
LEILOES.
Segu em poucos dias o brigue escuna Jovem
rlliur, tem parte do seu carreganienlo engajado,
Pela mesma-secreUria se faz igualmente publi- para o resto que Ihe falta e escravos a frete para
co que nesta dau Oca regs rado o contrato de so- os quaes tem expelientes commodos irata-se com
ciedade de Andr Blanco e Jos Silla Fernandas, os seus cons.gnaUr.os Antonio Luiz de Oliveira
domiciliados nesU cidade u b a firma de Andr Azevedo 4 C. no seu escriptorio ra da Cruz nn-
Blanco &C; devendo dila sociedade durar por mero *____________________________________
tempo indeterminado, com o capital de 3:3485870, Para Lisboa.
fornecidos 3:0485870 pelo socio Blanco, e 3005 Sahir com toda a brevidade o muito veleiro
pelo oulro. brigue portuguez Constante II, por ter quasi
SecreUria do tribunal do ommerciode Pernam- |,rompto todo o seu carregamento, tem excellcntes
buco 15 de margo de 1864. commodos para passageiros, e para esles e o res-
Juli) Guimaraes, lahle a carza Irau-se com Manoel Ignacio de
Offlcal-maior. Oliveira & Filho no largo do Corpo Santo 19.il
Canselho admit jslralivo. _
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Fara fornecimento do armazem do almoxa-
rifade do mesmo arsenal.
500 vassouras depiassaba, 500 dius de junco.
Para o 4" bataiho de artilharia.
Papel almago 6 resmas, p?nnas de ago 6 caixas,
ditas de ave 200, caivetes t, tinta preta 6 garra- DCDOSlto de frUCtaS, U0CC8 C DiaiS gC-
fas, lapis de pao 6 duzias, reia preta para escrip- npi-us
ta 6 libras, cartas para prn'ipiantes 36, taboadas uciva.
36, grammaticas portuguez: is de Monte-verde 12, Jtio aterro da Boa-1 ista u. .
compendios de anthmetca por Avilla 12, pautas O agente Pesua autH isado |ior seu dono ven-
12, lapis para pedras 18. der em lellao a armago, bataneas, gneros e
Quem quizer vender laes objectos apresentem as tudo o mais que se adiar dentro de-te estabeleci-
suas propostas em carta fechada na secretaria do ment, em um ou mais lotes a vontade, esU mnito
conseltio, s 10 horas da manhaa do da 30 do cor- proprio para principio de negocio pois que tem
rente. poucos fundos : terga-feira 22 do correte pelas
Sala das sessoes do conselho administrativo para 10 horas da manhaa no mesmo deposito.
fornecimento do arsenal i.e guerra, 21 de margo
de 1864.
Folhinha de porta contende as mate-
rias do eostume, rs.........ICO
Dita de algibeira, sob a epigraplie
religiosa, contendo alm das materias
do eostume os sete passos da Paixu
de Nosso Senuor Jess Christo ; cati-
cos do mez Mariano; liymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicaces de diversas oraces-, cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
(3o de Maria; oracSo para visitar as
igrejas no dia da Porctuncula ; oracSo-
para escolha dos estados da vida ; dita
a Senhora da Conceigao ; e meditaces
sobre a reforma da consciencia, rs. 3_0
Dita de dila, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
eostume : receilas uteis e necessarias
aos diversos myslerios da vida ; pbysi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase ratices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
utn curioso..............3_0
Ditas eclesisticas 1 de padre para
resar o officio divino, redigida pelo re-
verendo conego penitenciario da S de
Olinda...........64D
Aiifonio Pedro de ."vi Brrelo,
Coronel presidente
S. A. do II Barros,
Maj >r vogal secretario.
OVKFIU i.huA
^t^^^
41:7415439
onsnlado provincial.
Rendimento do dia 1 a 19......... 77:8115820
dem do dia 21................. 9:7055536
a concurrencia de seus amigos e freguezes.
LEIL&O
UE
de serrar
ileira c
Urna machina perp- nd etl-ff
madeira com vapor, ca1
perteiicrs.
Qnarta-feira Ti do correntc.
O agente Pinto levar a leilao as I horas
,1-.
7:3305376
PUBLICACZS A PEDIDO.
PlityKlca,
O xarope etherio de veame |iormim preparado, lempo dar nina prova do meu reconheiimento.
multo tem aproveitado aos que soffrem desu mo-1 Desejo j V. S. todas as venturas, por ser de V.
leslia, e .ie I amentar se, que. no obfc_.ro desta S. muito retpeitador /jhrigadssimo criado,
cidade a maioria dos que socumbem de lubercu-' Frmiee Bermjuer Cezar de Mentzet.
Nazarelh do CjiIio, 7 de setembro de 1863. Illiu.
Sr. Jos da Bocha Paranhos.Com (i maior prazer
levo ao c 'iilieeimenlo de V. S. que o doente, que
V. S. achava-se administrando-lhe remedios, acha-
se no lodo reslahelecido, por quanto nada sent,
tendo desappaiecido no lodo a tosse, tem muita dis-
posieo a comida, e acha-se nutrido.
Fnidoii de tomar os nltimos remedios que V. S.
raeritnu no da 30 do passado, resta agora V. S.
MOVIMENTO DO PORTO.
Sarios entrados no dia 21.
Aracaty10 das, hiate nacional Nicolao I, de 43
toneladas, capitn Trajaao Thaodomiro de Mou-
ra, equ|iagem 7, carga algodo e oulros gene-
ros.
.-.racaiy8 dias, hiate nacional Exalacao, de 37
toneladas, capilao Trajano Antonio da (.osla, equi-
pageni 7, carga algodo c outros generas; a Gur-
gel Je lrmo.
Baha-canhoneira nacional Itajahy, commandante
primeiro lente Joaquim Jos Pinto.
Sario saludo no mesmo da.
Lisboalogra portuguez Julio, capito Francisco
Antonio Metralles, carga assucar.
da acuna dito a porta da assuciacao omnlerc.al. | a machina de serrar con. o vapor e caldeit.1 bens v,,,,,,,,.,.,,,,, mm enn(ls,0
()(! nertcncenles a asea laii.da de Boctroa ftool 1 \ (.jvi,u -M dft m di) ror|.(>nIi, anno acei.
os C.,sserviudo de base o maior PWg^" untes j* se achara prevenidos para as nao paga-
d leilao do da 18 ,lo crranle. Os luetende. te. po- J ^ h* Mrtnwta^ Uma corrente de
EDITAES.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cumprmento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 17 do corrente, manda fazer pu-
blico que o concurso |iara preenchuienlo da vaga
de 2o escrplurario da mesma Ihcsouiana ter lu-
gar no dia'18 de abril prximo vindouro, devendo
os pretendnnles ser examinados na gramraatica da
lingua nacional, escripiura^o por partidas do-
bradas, ariihmetica e suas applicacoes, com es-
l'ecialidade redueyo de moeda, pesos e medi-
d;i- 10 calculo de descontos e juros simples e com-
postos, sendo preferidos os que tiverem boa lettra
e sooberam hnguas estrangeiras.
Os pretendentes devero apresentar seus reqne-
rmentos nesta thesouraria, com documentos em
provem que sao maiores de 20 annos, e teem hora
coniportamento.
K para constar se mandou publicar o presente
niaular-me dizer qual a dieta que o doente deve P45'0 Jor,lal: __
conservar, e por quanios lempos mencionando as i, Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
eomidas que dever usar d'aqui em diante. I &"*, 18 demarco de 1804.-0 secreuno, A. F.
Kesta-nie agora agradecer V. S. o cuidado que '' -'"""'"'iccao.
tomn no traUmento do meu snliriuho. abaixo de
Dos, devido o seu re>uhelec.imenlo a pericia de
V. S., e |ior /sso pode V. S. sempre contar com os
meus diminutas prestimos, e desejare em todo
THEATHO
DE
DECLARACOES.
Tribunal do eommercio.
Pela Mii. tai a do tribunal do commercio de
Pernarabuco se faz publico, que nesta data fiea re- esteja mais bem prepara lo do que pelo carnaval.
S. ISABEL
li ra 11 do bailes de maso ras, sabbado
d'alcluia,cdemiugo de pascha2<> *
27 cn enl*.
Miguel Candido de Medeiros Pinto, que vista
das grandes despezas qu tvera com os bailes pelo
carnaval, e tendo sido o: lucros muito diminutos,
requeren de novo o thi airo, e lendo obtido per-
misso de S. Exc. o Si. presidente da provincia,
para dar mais dous bail avisa aos amadores des-
te bello dverlimento, q ie se aiironipb'in, pois que
nao poupar dsepeu. al rama, [iara que o theatro
derau examinara referida machina no gazomeiro
e romparecerem no dia, hora e logra supra decla-
rado para o leilao.
IIOJE.
Ter^a-feira *8 do crrcnc.
Contiiiiiarao do leilao *c fena^ens,
fazeu tes, eiiiilerias e Bldeur
lieuita m caitas segins eMsiemes Mell) Lboc ooouao-rao seu i.iio de fa-
lia atlUllUISlracil d COl'ITin de^ta undas, ferragens, culileriis e iniudezas: torca-
cid I ii-ii-. en-de para es seiniurts aiiauo ae- ^arill_tfin da ru;kdaCn./. onde esperamumn
clarados
Antonio Cesar de Azevedo.
CandidoVhomai l'ereira Duira.
Krnesto ias Monteiro.
Keheiano E. do Horisonte Urasileiro.
Krancisco Moreira da Ceao .
Jos Juaquira Alves de Anurim (2)
Manoel Jos do Nascuneuli.
Dr. Manoel ltodrigues de \rruda Cmara.
Manoel da Silva Mendonea Vianna.
Pedro de Alcntara dos Guimaraes Peixoto.
Dr. ltayraundo Ferrera de Araujo Lima.
Crralo jcral.
Pela administraco do correio desU cidade se
faz publico para lins convt ncntes, que em virtude
do disposto no art. 138 do regulamento geral d
correios de 21 de dezembro'de 1841, e art. 9 do
decreto 11. 783 de 15 de m lio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes nesta adminis-
traco no mez de marco de 1863 no dia 3 de abril
prximo, as 11 horas da minha, na porta do mes-
mo correio e a respectiva lisia se acha desde ja
exposia aos interessados \
Administraco do correio de Pernambuco 21 de
marco de 1864.-0 administrador,
Domingas los Ptssos Miranda.
Crrelo geral.
Pela adminislracio do correio desta cidade se faz
publico que em virtude di conveneo postal cele-
brada pelos governos brasileiro e l'rancez sero
expedidas malas para a t.uropa no dia 30 do cor-
rente mez.
As cartas sero recebidas at 2 horas antes da
que for marcada para a sabida do vapor, e os jor-
naes at 4 horas ante-.
Administraco do correio de Pernambuco 21 de
marco de 1864.O administrador, .
Domingos dos Passos Miranda.
Conselho de eomprasnavacs.
I'aeo publico, de ordem do Sr. presidente do con-
selho! que por impedimento de um dos senhoras
membro, acha-se transferida para 22 do corrente
mez a sesso que esuva designada para hoje, e ira-
Uva-se dos contrato.- com ementes ao fornecimen-
to de faldamentosuos navies da armada e eslabe
lecunentos de marinha, e a lavagem do roupa des-
tes, ludo no trimestre de abril juuho prxima-
mente vindouro.
Sala do conselho de compras navaes 19 de mar-
co de 1864.
Alexandre Rodrigues des Anjos,
Secretario.
It % \C O (\IAO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Aijenlcs era Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo i C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
eaixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Lamego, Cevilhaa, Braga,
Penafiei, Braganca, Amarante, Angra,
lltia da Terceira, Ilha de Faias, Una da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Anmea, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
eionar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Em a nolte do dia 18 do corrente mez, pelas
8 horas fugiram da cidade de Olinda da casa da
abaixo asstgnada dous mulatos escravos de nomes
Guilherme e Moyss, o primeiro escuro, pouca-
barba, traz pera e bigodc, estatura ordinaria, com
idade de 25 30 annos e secco do corpo, e padece
de erysipella tendo por isso a perna esqnerda en-
chada ; o segundo claro estatura ordinaria, labios
corados, nariz um penco chato, grosso do corpo,
sem barba e representa ter de 18 20 annos, tendo
na cabera urna marca de cicatriz sem cabello: am-
bos forain vestidos e calcados com palitos escuras
e calcas de brim brancas, ou pardas: levaran) com
sige que roubaram abaixn assignada, um hahusi-
nho de amarello envernisado contendo um saqui-
nho com cerca de um come de reis em pecas de-
011ro novas e velhas, tres doblas portuguezas, um
dohro e uma moeda americana grande e una pe-
quea porcao de moedas de ouro de cinco mil reis
e doilars: muilos papis de importancia, algunias es-
cripturas publicas de aequisie/io, papis de com-
pras de escravos, entre os quaes est o do mulato
Moyss, certidoes de baptfsmodos filhos da abaixo
as-lunado, conhecimenlos de dcima, um recibo do
banco ingHv.de 7:100*000. uma letra de StfMfOOO
n en ln-saila. e duas letras saccadas por Fran-
cisco (lomes de Oliveira como lestamenteiro do li-
nado llenry Gybsoo. e aceius urna por Maraellino
\ ('.. da qiantiade l:858)180ea ontra da quamia
por Antonio Correa de
em hranco, ambas ven-
Limo
DE
Hoveis e outros mnitos artigos.
Qiiarla-feira 23 do concille as 11 horas,
no armazem da rua da C uleia do Herifc n, 48.
11 agente Olimpio ven Jera em leilao o seguinte :
uma liiobilia a Luiz XV. pianos de armario e me-
sa, nina mesa elstica de mogno patente (cita pe-
los fabricantes de London, Margan k Sanders.
ama grande estante, guarda vestido, guarda rou-
pa, marquezas, apparaderas, camas rraneezas, re-
li giis de parede e algibeira e oulros muitos ob-
jctisque estarlo palales no da referido.
LEILAO
DK
Um'i es erar a
Quarta-feira 23 diconentc is i i
lio ras.
No armazem da rua da Cadeia do Itecifc n. 4S.
O agente Olimpio acha-se autorisado a vender
em leilao urna escrava de 30 annos pouco mais
011 menos com diversas habilidades.
ignada
aura ingleza para relogio com sinete, algumas joias
de ouro e pedras e um pequeo caixo de madeira
de fura, de mu palmo em quadro, pouco mais ou
menos, comoitocenlos nove eentosmtl reis,em pa-
lacdes: sonpoe-se que esleseseravos seguiram pela
estrada 1I0 Peixinho, ou do norle em direccaopara
Pedras de Fugo ; a ahaixo assignada roga encare-
cidamente s autoridades policiaes de os capturar,
emprendoos meios para serem ellos descober-
tos ; e aos oapiles de eam|io adverte que serao ge-
nerosamente recompensados. Alm dos objectos e
dinheiro cima mencionadle, levaram ditos escra-
vo- ( me talvez digam que sao livres ) urna ben-
galla de estoque de rana da India vermelha com
gomos cora o cabo preto de bfalo.
l'baldina Amalia de Mello.
Joao da Silva Ramos, medico pela l'ni
versiilade de Coimbra, d consullas em
sua casa das 9 as 11 horas da manhaa, e
das 4 as 6 da Urde. Visita os doentes
en suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorridos em qual-
qnereccao. Da consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
'IVni sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem eoinmodos apropriados e nella pla-
tica qualquer operaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3_OOdiarios.
Segunda dita.... 24500 *
Terceira diu.... 2*000
Este olabelecimenlo j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O propietario espera que elle conti-
nu a merecer a cenfianca de que sem-
pre tem gozado.
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiito Leal mudouj
a sua residencia da rua do
Qucimado para a rua das!
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por Cima dO O padre Flix Brrelo de Vasconcellos
armazem Progressista, aou-con,imia; [0 . i sua C3sa-no 'ai'kr" do Parai/.o n. _9, si'^uit-
de 0 aCliaraO COmO Sempre do andar. O mesmo pm-isa ou de urna ea-
nrninntn i nirilniPi i.ai-i na- sa ictrcn ou de om primeiro andar no cn-
piOUipiO d (llldiquei llUId pil- ll(, ,j, |i;lill0 d.Sanlo Antonio, que ton lia
ra 0 exercicio de SUa pro- 1,0;,s cconunodaOes e assim tambem pre-
_ ^ I i^ isa ile nuil ama escrava iiue saiba (XWBhar
fassilo, chamado por escripta. ,., mfr,mmnr, e que seja U
Preeisa-se de urna ama para comprar e co- Precisa-sede urna ama. na rua ireita
sinliar : na rua Nova n. 38, luja. 'n. 13.




lliarlo de l*er;talbur Ter?a felra 9S df Hai-< de Iglt-l.
s
/
1


hI

MPERIVL INSTITUTO

DE
NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO.
RA DI \l KOlt V X. 50.
Son a direccaodo ahaixo assignado ada-;e funceionando esta Instituto desde o da 7
de Janeiro prximo panada, e nelle se ensinam todas as disciplinas preparatorias para a
matricula do curso jurdico, desde pnmeiras leltras.
Tudas as cadeiras aeham-se providas pelos melhores professores, cuja lista ja foi
publicada ueste Diario.
Recebera-se pensionistas, meio-pcnsionistis e externos, pagando aa seguate pro-
norciio:
PENSIONISTAS.
Quartcl do casa, mesa e luz .. ........ ............ 100,5000
MEIO-PEN'SIOMSTAS.
dem de mesa........................... .. 45000
externos.
dem de cada preparatorio....................... 20#000
Os pensionistas e meio-pensionistas pagaro os preparatorios que estudarem razio
deoiixHi iiem como os externosd'aula primaria.
Para mais esclarecimentos dirijam-se ao director, a qualquer liora. no Instituto, que
franqueado visita dos pas e correspondentes, bem como a todas as pessoas que nisso
liverem interesse.
Recife, 1 de fevereiro de 1864.
An'Onio AiT.rsTM FEnRRinA Lima.
, 'S QSp.%, fi&l Q&h, 2S&, GfZi*
Duarte A C, vendem em seus armazens Unio c Cemmemo e lar- \f/h
go do Carmo n. 9, armazem progressivo, os seguintes gneros desembarca-
dos ltimamente.
TORIO MEIHCMIKIRUUIO
do
DR PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTKIRO i: OPERADOR.
3 Kua da Gloria, casa do lundao 3
O Dr. Lobo Mosco*> da consultas gratuitas aos pobres lodos os das das 7 s i
horas da manlia, edas 6 e meias 8 horas da noite, excepo dos dias santificados
Pharmacia especial komeopa tilica
No meslo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como Unturas de varias dymnamisaces e pelos precos seguintes
Carteiras de i2 tubos grandes. 12.J000
de 24 tubos gran es. 180000
de 36 tubos gran les. 214000
de 48 tubos gran Jes. 305000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca Id 00.
Sendo para cima de 12 custaro os precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LIVflOS.
A melhor obra da homoopathia, o Manual de MedicinaJHomeopathicodo Dr. Jahr,
ons grandes roluinescotn diccionario............ 203000
Medicina domestica do Dr. Hering............ 105000
ReperUwiodo Dr. Mello Moraes............. (5t5000
Diccionario de termos do medicina........... 30000
Os remedios deste estabelecimento s3o i)or demais conhecidos e dispensam portan-
to de serem novamente recommendados as pe.ssoas que quizerem usar do remedios ver-
daderos, enrgicos e duradores: ha ludo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservado, tintura dos mais acreditados
estabelecimenios europeos, a mais exacia e acontada preparacao, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus efftitos.
Casa de sade para escraros.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operaco, para o que o annuiuiaute julga-se sulDcientemente habilitado.
O tratami'nto o melhor-p funceionando a can a mais de quatro annos, hi umitas pessoas de cojo conceito se nao
pode duvidar, que poden ser cousultados pjr aquellos que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se JOOO por dia durante GO dias e dahi em diante 10500.
As operacoes serio previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
na
Muita altencao ao que interessa
PROTEJAN PROTEJA
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
Vv. Kxcs. continen a proc.jer ao Importante estabele-
elmento ra dio Crespo n. 19
di:
JOS GOMES VILLAR.
Grande novidade. Raloes!!!
Ralf.es de 40 arcos a 5S, de -t a 45 e de 20 a 3*.
Fazead.-tM proprlas para a quaresma.
Moreantii|ue preto em cortes, ditos de muito gosto paracovados. grosdenaples pretos
de superior qualidade.
Para hombros de senhoras.
Capas prelas, casaces, casaveques compr do?, sotembarques, manteletes de gros, di
tos de gu p. chales pretos deguip etc., etc >:apa$ de casemira com capuz, manteletes
de casemira ricamente cnfeitad s. chaiielinas de palha com veo, chitas, cambraias, vesti-
dos para noivas. ditos de seda, vestidos de Monde com capella e manta a 180, de gros
branco eleete., madapoles de 74, 84, 00, IOS, t!0e 120, cambraias lisas muite Anas
transparentes e lapadas a 34, 44, '3, 64, 74, 84 e 94 a pega, faiendas de linho de todas
as qualidades c oulras muitas fazendas.
Protecco. Proleccao
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direceao do BANCO I'.NIAO tendo btid do governo de S. M. F. a autorisarao para estabele
cer o seguro de vidas en mutualidades, faz publico que desde ja toma subscripcSes nnuaes por urna
vez, debaixo das seguintes condicoes :
Com perda de cap tal e lucros;
_,__ Dito capital smente;
Hilo lucros smente;
1 ivendo a primeira liquidaeo ter lugar no Io de Janeiro de 1839.
As vantagens do eraprego de capitaes em inulualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
i juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alm
liss.i, este rendimiento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
la i ubseripcao, dos que fallecen). Tambero partido pidos socios sobreviventes tudo aquillo que.os so-
ios morosos nos seus pagamentos, sao por este moti'-o obrigados a pagar, bem como caducidades que
rrerem |iela falta de cumprimento do compremisso social.
As liqndaees sao pelo systema daseompMilnas hespanholas. Tutelar e oulras; e parase poder
fazer urna idea da que pode produzir urna entrada ar nnal de 104, publica-se a seguinte tabella basea-
Km :> anuos En 10 anuos Em 15 aunas Ero 20 anuos Em 25 anno
4:70:
3:7O0S
3:5O0
3:400*
:i::t.sn|
|or nina pessoa de K 20 8T>4 2704 7004 1:8401 3:33iJ
3:M0
3:700;
5:000
A- i'iuralas por nina i vei iau multados nuiilora|ieriores as annuaes.
Porto, 10 de ago.sio di 1863.Os directores do Manco UtaSo, Jos da Silva Machado.F. M. mu
diT tfetoort.
Agentes em Poniaroh ico : Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo & ('.., ra da Cruz n. 1.
un menino de 1 dia a 1 anno 1104 4004 !MK)4 2:O04
|a 1 auno a 2 i 900 :oo4 7of)4 1:7004
de 2 i a 3 > 8i>4 2W4 7204 1:6004
e : a 4 > 864 2S04 7104 1:S80|
de 4 a l'i 864 2704 7004 1:5500
una pessoa de 14 i 20 . 864 2704 7005 1:5401
de 20 a 30 . 864 2704 7104 1.8600
de 30 i a 40 . 864 2705 7205 1:6000
1 de 40 i a i>0 . W0 3000 7504 1:8000
Preciaa-se de urna ama qi' saiba eozlohar
..-i limar: ti tratar na rui do Crespo n. 18.
.dar.
Casas para iIiumi*.
Ahtga-se tima cav na ron l > l'ira n. 4S, a
ciiavn esta Junli. n i nadara ; e a ei na ra lo
! v'' 'i'1, amh i go o ii ii.ii il, iciinba,
> ni n eommoliH \< ar. i gran lo faaulia : tratase na
ra da Cadoia n. 87.
Precisa-Hi altigar um primoiro ou segundo
nadar que tenhacommnd<)s pam familia as ste-
ituigles ruis : Imperador, Queimad-, l.ivramento,
! Ilrei, larga o estreiw do Rosarlo, Cruzes, ra
I (o Vigrio, Cadoia, Gnu : qaem Hvor c qoizer
1 alujar dirija so rila do Trapiche n. i.
tiuilhenne raircoll, cidadao iaglez, vai ln-
lilaterra, a lew ana sna e imiMiihia soas Binas Ha
tia Jo..'piijna l'urcoll. Anua Mara l'urcell e bar-
bel l'urcell de menor i iade.
Verdadeiro vinlio collares em ancore-
ras de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Farello de Lisboa marca N ou fiiaU
tigo alja sacca.
Vinagre PII H, em ancoretas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, meins e quarlas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom nesle genero a
1,000 rs. a libra.
Marmelada propriamente dito de mar-
mello, a 640 rs. a lala e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
ac do toantes a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilha portogueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para podim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Queijos londrinos muito frescos a 800
rs a libra e sendo inteiro a 650 rs.
Sebollas em caixas as mais no\as do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muilo kg&
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
Sextinliascom figos proprias para mi-
mos de criancas a 60 rs. cad i urna
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
Erva doce muito novas a 500 r:. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 n, a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores pottuguezes das mana; mais Sj
arrediladas de Lisboa a 1,000 a gar- *gS j
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali- |p
dades sao as seguintes : crtme de ^
violetas, geroflez, rosa, absintho, ves- WM
peiro, amor perfeito, amendoa amar- 0^
ga, percicot deturin. botelin, :noran- ^g,
gos. lim.io, caf, laraoja, cidn, gin- ;^J
ga, canella, cravo, ortelaa. pimenta -;%C
e outros muitos de qualida.les menas
superior q\ie serao vendidos por pre- "^/";-
ci)s em relaco as suas qialida-^
des.
DO IMPERADOR
22.
<23
Os propietarios afiaucam que estes gneros s5o muito novos e tudo
de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unio e ,
Commerciona ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n- 9 armazeu pro- |
gressivo.
Qwijos
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos (legados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, nni :amen- |*5jj
'^^ ,e nn armazem Uniao e Commercio, rita do Qtieimodo n. 7 e largo (o Car- "
3 mo armazem progressivo.
^IP^ISi
DE
quencia da abundancia de niateria que lem este
jornal.
Por aquelle principio o publico ter podido ver
a materia devrr ser ou nao inleressante.
DE
J. VIGNES.
N. A5. RA DO IHPERAIIOK \. 5...
Os pianos desta anliga fabrica sao hoje assai conhecidos [tara que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que offen'cem aos compradores, qualidades estas nent"sta
veis querelles tem detinitivameute conquistado sobre todos os que tem apparecido neta praca ; pos-
siudo um teclado e macbinismo que obedecem todas as ventados e caprichos da; pianistas, sem
nunca 'alliar, por serem fabricados de proposito, e jer-se feito ltimamente melliorammios importan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por ist< muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expeiices.
No amano cstabelecimento se acha sempre um explendido c variado sortimento de msicas dof
uielbores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sene o lude vendido
por precos muito razoaveis.
'>T\ a*\''w\PTK
ROUPA FEITA
no
arma zi:n
DE
Grande aniia/.i'iii ilc linfas.
Esle armazem ronlm tudo quanto
nveiso para que a industria de pintura, de
qnaluer genero que soja, desempenhe
seu iim, isto embellezar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
diraeiaointe por grandes fabrica-, de Ta-
ris, Londres e llamburgo, |iode offerecer
troductos de ronfinnea, c satisfazer qual-
qoer encommenda frosso trato e a rc-
talliu.
Os Srs. artista! pintores, e os donos de
obras podero escolhor vontade, pois
que tudo oslara a vista, as differentes co-
ra de que tiverem necessidade.
Ha timas .'in massa e ero p impalpa-
vel. e ci.....i as obras a eavernizar s se
deve emjregar tintas muidas, e nao me- ,.
reeeado eooiancaasquevem de fura para SS
i'ommercio, por velhas, e talvcz falsilira- ^
das, neste armazem se as moer.i vis- K
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e verdadeira*.
Ha tambem miro verdadeiro, verde em
p eemfollia, prata em folha, p de bron-
cear de varias cores, diamantes para cor-
tar vid ros, Iwrnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas i
tata, aaau,roa,verde e amarella, inoffcn-
sivas. nicas que se devora empregar as
ron/eitarias, colleccoes de pinceis para
fingir inadeira, com piopiiedade, e oiiiros
da vaiaas qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, fin-
ias linas em tubas, em crayes ou iwst,
tallas para ipiadros, caixas'de tintas flota
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vklros |ra vidraca de todos os ta-
nianhos. e muitos outros ohjectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista [>ode-
rao ser mostrados.
Joao Pedro das Nevos,
__ Gerente,
A UHhD\!>f m Misil
E NASCIMENTO, VIDA MORTE
E SEPULTURA
Par Alfonso de AlaiM|iierie Millo.
Est a imprim)-se e f pomuit.
M
PARTIDAS DOBRADAS
otmnooM
A ASSOCIAf.iO COHMEIICIAL lKMIFICK.VTE
H
i*i:it\%Mtti to
pon
Tn cciro escrilumriii da thesouraria
de fazrnda de Pernaiulwe e compclcnlenirale aa-
lorisado para naravr o pro-
fessoralo parlmlar dcariihiuetiea namesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da tvpographia
Commercial, d'oane en breve saldr luz da pu-
iilicidade em niiida iaipresso e *ob o formato de
8 portuguez.
Compoe-M esta obra de um volme, dividido em
urna parte theorica e outra pralica, de fcil alcan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao esludo da
escrituraco.
A res|M-ctiva assignatnra acha-sc alerta em to-
das as livrarias desta cidade, ao preeo de 5000
por voluine.
O Sr. Joo Fernainles BapSH, tem
una carta tn livraria n. (i e S da |>ra<:a da
Indepenii.'iici.i.
Acata de sabir dos |nlos tle nossa
efliciii. nalmaiiak ci>il, ec,.Itsia>te,
coBHBerci>l, fabril eajtricb, coolen-
4o toilos s einuregados, cu^eiibos e
negocia otes, inclusive as modiliccoes
havidasatHi tic dezenibi-u oltimo;
ventle-sea 1 $000 uniamenle na li-
vraria ii. 6 e 8 da praca da lidf pea-
tlencia.
D-se morada de graea a i|uem Iwte sentido
a um sitio na Capungaa margeui dorio : a tratar
na ra dk Impuratriz n. 6i.
.Na praca da
Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se oliras de ouro, prata e pertras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
clpio em tres artigos communicados, e nao pode "^"Jlg6 dira 'I1"'1" (l:t ll"lt"-|r" :> l,Tm0-
ser continuada a sua publicacao assim, em cou.-e- CiRAXDI'] K IXT'HRISStAXTK
CYCLORAVIMA
HEliAOIMEIKOHA.
I\. >3.--Hna da Imper lriz.-N.55.
so
Para imprimir um volunte o autor pede .-asigna-
turas e lmente quanto bastan para as despeas
da impressao o lirochure.
E' a summa da obra mostrar como a liberdade
no Brasil tem sido sempre soplivsmada pelas tran-
saccoes que tem feito o partido "liberal com os cor-
cundas, govemando quasi sempre os corrundas
anda mesnio com os liberaes no fioder ; mostrar
como para este lim, nao tendo os eorcundas apoio
no ppvo, tero corrompido o paiz para vencer as
eleices, e ter as cmaras sius tem corrompido
%%b%^% %i ^\^\,
1:
4D=
^D
Oi'F DD P'iilji'J)L-
LSTREISO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade des concor-
"i rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tamben tem um
R grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
S5 homens'e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 30^000 Ditos de setim preto. .
Sobrccasacas idem, 300 e 250000 Djtos de ditos e seda branco
Paletos idem e de cores, 250, 60 e......
200, 150 e......100000 Ditos de gorguro de seda
S Ditos de casemira, 200, 150, pretos e de cores, (>0, 50 n
SS 420, 100 e...... 70000 Collutes de fustao e brim liran-
R Ditos de alpaca, 50, 40 e 30500 co, 30500, 30 e .
M Ditos ditos pretos, 90, 70, Seroulas de brim de linho,
50. 40 e......30500 2jieo e......
A' Ditos de brim e ganga de c- I oilas Q a|godo, 10600 e. .
res, 40500, 40, 30500 e. 30000 camisas de peitos de linho,
Ditos branco de linho, 60,50 e 40000 40, 30 e......
Ditos de merino preto de cor- i Ditas de madapolo, 20500,
do, 100, 70 e..... 50000 20 e........
Calcas de casemira preta, 120, Chapeos de massa, pretosfran-
100, 80 e......70000 cezes, 100, 90 e .
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000 Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditas de meia casemira de c- Ditos de sol, de seda, 120,
res, 50000 e.....40000 110, 70 e......
Ditas de princeza e merinopre-
40000
500001
50OOO|
40000
20500
20000
10400
20500
10600
80500
20000
to de cordSo, 40500 e.
Ditas de brim branco e de c-
m res, 50, 40500, 40 e .
*s Ditas de ganga de cores, 30 e
B Cohetes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
20500 tas.
20500 Toalhas pararosto, duzia, 110,
I e........
70000 Chapeos deso, dealpaca, pre-
40000 tos e de cores..... 40000
Lences de linho..... 30000 y0
40 e........ 30500 Cobertas de chita chineza.. 20000 ^
mmmmmmmmmmwmmmwMmmwmmwm*
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exericio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias
2o
3o
de olhos ;
de peito :
dos orgas geniti fcj
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se- a
rao examinados na ordem de suas 25
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s^)
6 as 10 da manlia, menos nos do-SB
mingos^
Platicar toda e qualquer opera- S
cao que julgar CHiivcniente para o |gj
8 prompto reslali.'l'N'imento dos seus 1
(lenles. J^
Os administradores da massa fallida de Joa-
quun Jos Silveira convidiui os credores a|>re-
sentareni dentro do oiln dias. seus litlos no Novo
Itani'o de Periiaiiiliiico para serem verificados.
Reeife l de marco de 1804.
O barharel Jos Itoberto da i'unha Sal
les continua com o seu escriptirio de ad-
vocado a ra estreita do Rosirio n. 41,
1." andar, onde pode ser procuradodas 9
horas da roanha s 3 da tarde : reside
na inesnia casa.
As 5 horas da tarde do dia 1!> do corrente
mez desapparecen da casa de seu srubor o hacha-
re I Deodoro Ulpiano Coelho < atanhc o cscravo !.
ferino, pardo, de cor alarahjaila, cabellos earapi-
nhos e i milMmlii por detrs, venta- chatas, do es-
tatura baila e cheio do corito, levando conisigo to-
lla a roupa o indo vestido de c.uni-1 de cRita com
pintas encarnadas e calcas de algo ao azul : roga-
se as aut o idades a apprehenso Ce dito nscravo,
sendo entreirue a seu dito senhoc tarua do Impe-
rador, sobrado n. SI, priineiro and ir.
0 Sr. Francisco Ribeiro San no do Amaral,
passageiro do vapor Cnizi-iro do tul queira ter a
Itondade de mandar entregar a Ca dido de Son/a
Miranda Coalo, na ra de S. Qoafsto n. 2'*, a-; en-
ci mmendas que trouxe para o mes no senhor.
4 VISO.
A pessoa a anem o Sr. lostino di silva Cardse
e.itaa dever 1204 ha qaasi -i annos, ped' ao naas-
nio senhor que trate de i>aga-lo, d i eootrarta ln
cara mi dos meios judiciaes.
D-se a quaotia de koo.J a {dios : na ra Ui
rcita n 6 se dir quein da.
Ter bigamos dias 2, ii, 22 e 2:1 do corrente
a primeira exposieio de grandes vistas, dos Inga-
res mais notaveis do universo, desenliadas pelos
melhores gothieos da Europa.
As vistas sao admiraveis por serem de grandes
comprimentos, sendo de 20 a 40 palmos, e deve
causar aL-uma admiracao aos espectadores, por
parecer original e nao piniura. oe suppor que o
nobre pdico desta capital nao perca um tao ins-
truetivo recreio, visto ter sido na Europa muito
as cmaras para destruir todos os actos legislativos 22E? ; ''ro->rie,a"0 *? ***** ***??
do partido l,b,-ral, todas as garaniias eeistitucio- Sfi3u*L?EL e' d" ela,,elec,""'m"-
naes e ahm de que isto coopere para a concurrencia das
Como, por estes meios, os eorcundas tem reda- ,amHia?^^' P"*^ e''' V&U
ndo o paiz ao pauperismo e miseria, fallando srriiaieira cvposivae.
cada um toda a garanta do direito, e porunto to- i- Panorama da cidade de Lisboa por oc-
dos os meios de vida, porque onde nao ha garan- casio do desemharque di D. Mara Pa,
ta jso ha ex tersan quer dos governantes, qur dos vjqa or ;,n v,l..,)s
mais fortes, e nao ha industria licita .pie d para Q },?., P!, ,', ,
viver. 2/ Dita da cidade de ISapoles por occastao
E' como uma historia, desde a inde|u>ndenria ate dos festejos chegada de Caribaldi, visto
boje, nueodo-se apaohdo smente dos fados im- por cinc vidros.
penantes, donde comecon a nasrer a liberdade no 3 r.invnb rli cMada >le TatnSt n MM
Brasil, e como ella tem sido espaneada, assassiMda t lon,Ial(,a ,(|n,!e de "-'. na Afl '"
e enterrada. anaUsando-se todos esses tactos, e de- ca> ^'i}os nespanlioes em 1800, vista por
monsirado-se todas as ronsequencias das anima- '?s v id ros
nbas do partidocorcnnia, e da imbecilklade, fra- 4. Dita da fortaleza de Cumba na Crimea,
queza e corro pea,, do partido liberal no Brasil, me- vs,, n()r rtoi|s vi(1rn<
nos em Pernambuco ai a ratoeira da revolueao aTS%VT*^^ 1 1
de 48, em que o lizeram cahir. 5- Monte ClhariO, visto pir dous vidros.
Analysa-si- todos os ramos da administrafo, e 6.a Illuminaraii da cidade (le Palermo
mostra-se como tudo feito em defraudacao da
causa publica, dos inleresses da communhao, e em
benelicio .-rnente dos prole.'idos : como todas as
emprezas e melhorainentos s tem de bem publi-
co o pretexto, e de real a locupletaco dos an-
iados.
Conclue-se pela analyse da situacao, e mostra-se
como Pernambuco com as quatro provincias suas
por
occasiSo dos festejos chegada de Ga-
ribakli.
O estabelecimento achar-se-ba aberto das 7 ho-
ras da muite em (liante. O preco das entradas
15000.
Pescara em vif*irt#.
Nos dias de quarta, quinta e sexta-feira da sc-
;l',\' 1 .a\l",m:'iras,na.-anifcstacao dos na sanUi pesce nos viVeiros da olaria dos Heme-
aT "?m i'-''l"'gi",rt, a l"alr al'Jt',!'''", ""le tem a capella : quera sequizer aprovei-
A assignatura c de U por ratone, pagos adan- tar de boin peX(,appareca nesses das munido dos
L.t'r ~1! f'"M i res,HJ*M aV'SM^ competente' cobres que sera servido a conten...
naturas nao chegarem para a publicacao. Depots ---------
de impresso costara o ratone :t. Assigna-se na
livraria ns. G c8da praca da Independencia.
Aluga-se a loja do sobrado n." 52 da ra do
Rangel : a tratar na ra do Sol 11. 13.
Uigua de Santa liosa, professora publica da
segunda cadeira de S. Jos do Recife, partecipa a
todos os paos do familia que tem abena sua es-;
cola na ra Imperial n. C;t, primeiro andar.
Qjeni precisar de uma ama de portas para
dentro para o servico interno de uma casa, diri-
ja-so ra das Aguas-Verdes n. 100, loja.
Precisa-se de uma ama para o servieo de casa
do pouca familia : na ra de Hortas n. 30.
Aluga-se o sobrado de um andar e loja da
ra dos Copiares : a tratar na ra do Imperador
n. 2, entrada pela ra de S. Francisco.___________;
Desappareceu no dia 13 do corrente da ira-
vessa da ra das Cruel n. 4, a escrava Ambrosia,
DE
Na quarta. quinta e sexta-feira da semana santa
e tambem no sibbado de alleluia, pescase no vi-
, veiro do Muniz, no principio do aterro dos Afo-
gados.________________________________________
Coiisultacoes eirurgicas.
60, Ra IVova, lili.
O Sr. Jos Francisco Pinto (iuimara's, cirnrgiao
pela escola real de cirurgia de Lisboa, asss co-
ntiendo cesta cidade, onde a tao numerosas quo
curas, como a
crioula, cor fula, estatura baixa, representa ter 16 brilhantes curas, como a bom numero de opera-
18 annos. levou vestido de cambraia cor de rosa,! ?5t!S al entao desconhecidas na pratira da cirur-
bastante regrista, sospeita-se e-lar oceultada em P* Pernamburana (tulha, ectomia, nterotamia, re-
casa de uma mulher, consta andar mesmo aqu el'T"0 *" '"''" """'""'" superior, ametadt do
no Pcvqo da Panella, d'onde j veio presa de outra miixillnr inferior, enueleiieao de tim corpo fbtmo
occasiao : quero apprehende-la, dirjase casa uterino com o peso de 20 oncas, etc.), une longo
cima, que sera gratificado.
Rona-se ao Sr. Laurentino Jos de Miranda
mande recebar uma letra da l:460das firmas dos
Srs. Drs. Ignacio de Raeros Rarreto c Francisco
do Rogo Rarros de Lacerda : na ra do Apollo n.
34, primeiro andar.
O Sr. Thnm Leao de Castro tem uma
caria de Mam ica: na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
cor Altencao. _aT5
Precisase de uma ama para o servieo interno
e externo de uma casa : na ra Velha u. 50.
A viuva o ilhos do Dr. Fernando Affonso
de Mello rogaui encarecidamente aos seus
amigos o caridoso obsequio de tssistlren
iiu tendem mandar dizerquartafi-ira i'ldoror-
rente s ft horas da manhia na repella do
Ccmiterto, e desde j Ibes significa o seu
sincero agradeeimentft
Oabaito as E. dos Santos do 2 batalho de infantaria que o
aniiuni'io a ofRciadade publicado no Diari 1 i*
Pernambuco n 65, nao se entend.....mi elle e dei-
xi-se detttetararo nn doeffieial porque randa
esle negiicio puramente particular nao est 110 seu
carcter dar-lho publieidade. Recife, l de ur-
eo de 1864,
Albino I.eilao ile Paria.
Ror'a-se ao Sr. l,aiii.eo|mo .lose ite Miranda
que mande reeeher uma letra de rs l:460&das|
lirinas dos Si s. Dr. luuaeio de (tirios Rarreto e ;
Francisco do Rrao Barras de Laeerda : na ra de
Apollo n. 34, primeiro andar.
A Sra. Ii. Mara, que morn ou mora na roa|
estrella do Rosario, e que se su|u>V ser senhora
de um esrraraqiie sednchamar fieacio, queren-
di) ter noticias do dita eseravo, dir|]a-se .i roa do
Padre Ploriano n ?, onde se aeba uma pessoa do
mallo que a informar.
exerricio de trinta e tantos annos, que terem o re-
conhecimento de tao relevantes sarnosa prestados
huroanidade soflredora, e exprimem o glorioso
impulso por elle dado a arle de curar, em nosso
paiz; sendo tambem o primeiro que nele tem em-
pregado os anesthesicos tether, chUiroformio,amij-
lena para facilitar a execnco dola, nem um fal-
lecendo n'uma serie de 40 operados da segunda
operaciio, e, d'enlre as oulras, alguroas sopor elle
tem sido praticadas nesta provincia, c tal vez Pal-
sera as primeiras que ti vern lugar mesmo no
imperio, segundo se deprehende das eslatisticas da
obra de Sigaud| I)u Climat ct Des Maladies Du
Rrsilimpressa emParis em 1844: trans'eno o
seu consultorio para a r"a Nova n. 60, primeiro
andar em que pode ser consultado todos ns dias
ateta das 7 s 10 horas da nianba, acerca das
doeiiea." ileiioimnailas eirurgicas ou exiemas com
especialidade daqnellas, ero rujo infmenlo mais
requenteinenie iniervem a medleins operatoria.
Precisase de uma ama para ca-a de pouca
familia : na ra da Cruz n. 24. primeiro andar.
Preci-a-se de uma ama para casa de pouca
familia : a tratar na rna da Roda n. 54.
1 _^____
.\cijro fgido
No da 13 do corrente fugio de casa de seu se-
nhor o cscravo de nacao, cor preta, de nome Jos
Maranho, ralbo, barba rapada, cabello corlado lia
pouco, ahora regular,cheio do corpo, tem os ps
muito grosMis, venda agua d> ehafaril do Carino
para onde tinlia suas fieguezias, rOSlUOta ein!>na-
gar-se bailantes vezes, anteriormente foi atanvo
i de Jos Francisco Ribeiro de Soma, porataiMlio
los de Trapiche : pede-se a apprehenso do dito
escravo, que se t:raplicar, na ra da Cadoia do
; Recife n. 3.
Alnga-se a loja do sobrado n. -*2 da roa
Rangel : a Halar na rna d 1 S. I n. I .
do
Digna de Sania llosa, professora pndlici da
seguirla cadeira de s. Jos do Reeife, participa a
lodos os paga de familia que lera aberto sua escota
na rna Imperial 11. 63, primeiro amar.
a pessoa que desoja fallar com 1 Sra. l). Eu-
genia Toixeira do Mena, dirija-so ra da Crus
n \t. segando an lar.
Prcisa-sc d- um caix-iro con iirailri lie ta-
berna para nina padara : na roa lliieila dos Afo-
ga ios o. titi.
Pvecisa-se alugar um nwtaqne 011 preta para
o -cvico esteno, do una ca-a; no Pajtaio, loja
numero 3.


litarlo de E'ernaiuliuco Terca felra ** de H; ireo de I8A-I.
NOVO SYSTEWA
DE
ESCRintiuiio MKiiavrn
POR
Partidas dobradas.
Jos Antonio Gomes Jnior al mandar para 0
prelo un novosystema de cscripturaco mercantil
por partidas dobradas, de confrrmidade eoni a de-
ciso do tribunal do coniniereio da capital do im-
perio, era sosso de 27 de Janeiro de 1851, un vis-
ta da qual pode o Diario ser escriturado por ex-
tracto, dos hvros auxiliares, sendo as BMtt |e-
raes (do antigo systema) letras a pagar, e letras a
receber, sutistituidas por columnas as conlas cor-
rentes, demostrando estas por una simples som-
ma, em qualquer uioineiito que o conime ciante
queira saber o estado de Ma caa, quaes as eontas
devedoras, e quaes as credoras, as respectivas
columnas.
O balanco geral, formulauo segundo es o novo
systema, nadadeixaa desejar, como se obstrvaem
diferentes modelos.
Ainda contm esta obra: Io urna taboa ci m n-
meros flxos, pelos quaes contiendo o proco (lo urna
arroba (seja elle qual or) de qualquer genero, por
urna simples multiplicacao se conhece o importe
de qualquer numero de arroba, libra e oneas ; 2*
o decreto n. 313! de 13 de agosto de 1863, que
declarae modifica o ngulamento do sello n. 1713
de 26 de dezembro de 1860 ; 3" o decreto li. 3217
de 31 de dezembro de 1863 que altera as iJisposi-
coes do regiilanient.) das alfandegas.
A edicao desla obra vai ser feita em beneficio do
Hospital l'ortuguez, por offerecimento do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel,
esperase que" o publico concorra com a res lectiva
assignatura, nao s vm alinelo a utilidade da dita
obra, mas tambem ao tim a que applieado o pro-
ducto.
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriptorio
do lllm. Sr, Dr. Fonseca, e loja de livros dos films.
Srs. Guimariies Olivelra ; ra da Imieratriz
(aterro da Boa-Vista) loja da bandeira n. 2*', e em
casa do autor, rna do destino n. 3, das 4 ;'.s 6 ho-
ras da tarde; a 2* cada volunte, brochur;, pagos
na occasiao da entrega. _^________^_
Aluga-se o primeiro c segundo aneares da
casa n. 193 da rna Imperial : na ra da Aurora
numero 36. _____
Aluga-se o sobrado de um andar e st*io na
ra Direita n. 81 : a fallar na rna da Penha n. 5.
Fallencia de Francisco Go-
mes Castellao.
Os Srs. credores Ha massa fallida de Francisco
Gomes Castellao, sao convidados a mandar mus
ttulos ao escriptorio dos administradores da mas-
sa, ra da Cadeia n. ;7, para o lim de satislazer o
que dispoe o art. 869 do cdigo commercial.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rija, do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da ncite
para o exercicio de sua profissao de tie-
dieo; sendo que os chamados, depois de
meio dia al i horas da larde, devem >er
deixados per escripto. O referido Hr.
? nao abandonando nunca o estudo das
molestias de interior, prosegue, com o
maior afllnco, no das mais difflceis e dcH- j
cadas operacoes. como sejam dos orgaos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
Flix de Cantalice da Silva Lobo de-
liara a quem inlcressar possa que pedio a
sua demissao do escriptorio do trafago da
estrada de ferro desla provincia. liedle,
18 de marco de 1864.________^_____
AMA w um
Aluga-se, urna preta muito moga, com bastante
leite e bom, sem cria : na ra Bella n. 4o.
\ lionso ilc (lliu(]ucr ha 19 annos advogado.j ante os auditorios e tribu-
naes desta cidade, ja na corte e em outros lugares
do imperio, emeonsequencia de terem-se augmen-
tado aqui seusafazeres, tem transferido sua resi-
dencia da villa do Cabo para esta cidade roa es-
trella do Bosario n. 34, onde tem estabelecido sen
escriptorio, c onde foi o do Dr. Godoy, de cujos
trabalhos flcou encarregado o annuncanle. Ahi
offerece os misleres de sua profesan la pessoas de
quem mereja eonfianea, tamo deste termo como
dos domis desla e de ouiras provincias para os
negocios e trabalhos a serem desempenhados aqui,
garantindo o zello, Icaldade e actividade que lhe
sio reconheeiilos pe as pessoas que o conhrcem.
Incumbe-se tambem de Irabalbos para os termos
prximos, onde tem solicitadores de inteira con-
fianza. Da consultas verbaes e por escripto, e
presia-se a onvir sais eonstituintes a todas as ho
ras, as sextas-feiras das 9 as 4 na villa de Caboe
fecriptorio de advocada
V i-wa indio andar.
O advogado Cicero Peregrino continua W
no exercicio de sua profissao na ra do SSk
ra do Queimado n. 30, primeiro andar, ~
onde pode ser i rocurado das 11 s 3 li i- |
ras da laido.
ESTRADA DE FE
DO
Luiz Ribeiro Trovao retirase para fra desta
proviacn.__________________________________I
Quem tiver alguma armaco propria para
taberna, annuncie por este jornal.____________
Meyer Samuel, Francs, vai Europa.
Nutneriano Francisco Coimbra, com taberna
no pateo do Carino n. 39, participa a seus fregue-
zes que enlregou a taberna por balanco Jos de
AzevedoCampos, desde odia 22 de marco de 1864.
Tabella da partida dos trens de passageiros, que de ve regular do 1. de abril
de 1864 at outro aviso.
O
"J
u

ESTACES
Cinco Pontas (partida) 7
Afogados .... 7
Boa Viagem ... 7
Prazcres .... 7
Ilha..... 8
Cabo..... 8
614 Ipejuca. ... 8
7I|2 Olinda..... 9
Timb Ass ... 9
Escada..... 9
Frexeiras .1 10
Arpibd.....I 10
Ribciro .1 10
Gamelleira .1 11
C.uyambuca .1 11
Agua Preta I 11
l ii.i (chegada). I 12
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Domingos e
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ESTACES
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Cuyambuca......
Gameleira.......
Itilieiro........
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Frexeiras.......
Escada .........
Timb Ass.....
Olinda .. .,.....
bajaca........
Cabo.........
Ilha..........
Prazeres.......
Boa Viagem ..
Afogados......
Cinco Pontas (cheg.)
lil-.!** 114 I.YIKMIOH
COMPRAS.
I IMS ll- l Tu
hiillio
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Hasta geixu
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32
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21
34
49
4
22
38
5
13
26
:is
Compra-so urna salva de pi ata que sirva para
cinco copos d'agua, de gusto moderno e precocoin-
modo : na ru larga do Bosario n, 34, botica.
l ni carro.
Compra-se um cabriole! americano de quatro
) rodas para quatro pessoas : na ra da Cadeia nu-
mero 57.___________________________________
Compra-se urna escrava crioula, de idade de
16 20 annos, que saiba cozinhar, e bem assim
um moleque de 12 14 annos : na ra do Crespo
n. 19, loja de fazendas.
Compra-se um carro americano de 4 rodas,
com nouco uso : na ra do Crespo n. 19, loja de
fazendas.
Compram-se perolas e aljofares : na ra do
Calinga n. 1 loja de Nicolao Tolenline- de Car-
valho.
To7taiuTrT^nTertreii|nTcon(lui\rio de merendonas, o qual porm deixar de transportar pittag 'iros.
11. Auslin, superintendente interino.
LIQUIDACO
9-Rua da Imperatriz-9
Em primeiro lugar ronvida-se s pessoas qoe tiverern voatade de comprar om bem acreditado
estabelecimento de ter a bondade de o visitar. Muito bem montada romo esta esta loja, com a exced-
iente morada junto, e as condicoes muito raioaveis, ha de por certo animar os pretendentes a da Cruz doBecife n. 1, esto autorisados desde j
compra-la. \ a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec-;
Igualmente convidase i mentos que orcm necessai ios, as pessoas que de-
aos Srs. logisias, mdicos, dentistas e propietarios de estabelecimentos artsticos para virem comprar, sejarem concorrer para tao til e benfica empre-!
por menos do sea valor, as melhnres e mais acreditadas ferramenUs i iano novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Paris, especialmente para ;ste clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo beri conhecido Joao I>au-
monnier que leve armazen de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ul imo, vende-se muito em
conta.s para salvar o dinlieiro quesetinha adian-
tado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar____________________________________
ttocledade de seguros nmlnos
de vida Instal Inda pelo Banco
l ulo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo C escriptorio na ra
Compra-se effeciivamente ouro e prata em
obras velhas: na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
C omprase effecUva~
mente
ouro e prata em obras velhas. pagando-se bem
na ra larga do Bosario n. 4, toja de ourives.
Ciarrafdes.
Compram se garrafes ee todos os tamanhos a
320 rs. : no armazem da Aurora Brilhantc, largo
da Santa Cruz n. 84._________________________
Paga-se bein.
No largo da Santa Cruz n. 12, compram-se dous
caixles grandes envdracados, assim como se pre-
cisa deum raixeiro bem pratica em taberna.
Compra-se una mulatinha para mucamba,
de 16 18 annos de idade, com habilidades ou
sem ellas, com tanto que seja honesta, e de muito
bonita figura : na ra do Queimado, escriptorio
n. 13. primeiro andar.
Compra-se
Caixoes com caixilhos de vidro para amostra de
taberna, pesos de l|2 quarto l|2 arroba, e os
temos de medida, tanto de folha romo de pao :
quem tiver taes objectos em bom estado, dinja-se
ra das Cruzes n. 41.
Comprase urna escrava que saiba cosinhar e
engommar bem : ua ra do Vigario n. 19, tercei-
ro andar.
O respeltavel publico em geral
encontrar um variado e muito rico sortimento de brinquedos, cutilerias, armas para caca com seus
pertences, apparelhos para cha, estojos de barba e de mathematica, ferros para cortar c imprimir fo-
hos e para cortar babados, seringas, chicotes, etc., etc. _______^
CORTES DE CABELLO EFRISAMENTO A 300 RS.
Madama Lccomte, tem a honra de avisar ao respeitavel publico desta cidade e a todos seus fre-
guezes que acaba de chegar de Paris para sua loja sita na ra da Imperatriz n. 7, um perito official
de cabelleireiro para cortar e irisar cabellos, lavar caberas, fazer barbas, fingir cabellos e ludo que
fr tendente a sua profissao sendo os cortes de cabellos e frisaraentos
aceio e promptidao possivel.
VENDAS.
LIVROS RELIGIOSOS.
Na livraria n. G e 8 da praca da Indepen-
dencia, vende-se as segutntes obras, a 10000
cada una.
0 Novo Mez de Maria ou mez de maio, con-
sagrado a Gloriosa Mai de eus, por um
sacerdote da (linese de Relm, traduzido
do italiano e adoptado pelos reverendissi-
mos padres capucliinlios de N. S. da Pe-
nha da cidade do Recite.
Relicario Anglico de Jess Cliristo e de Ma-
ria Santissima, offerecido a Nosso Senhor
Jess Gbristo, preso columna. Novis-
sima edicao com a oracTig mental, novas
devoedes a N. S. da Conceico da Rocha
e enriquecida com eslampas.
I Visita ao SS. SS. e Maria Santissima, para
todos os das do mez, Actos de prepa-
racao e ac<;3o de gracas para a sagrada
communhao, Modo de resar a cora
das Dores de Nossa Senh.or.-i, e Actos
que o christao deve fazer todos os dias.
Novissima edieco adornadas com diver-
sas eslampas, e augmentada de novas de-
vocoes N. S. da Couceic3o da Rocha e
Via Sacra.
0 Devoto Christao, instruido no compen
dio da doutrina, as regras da vida de-
vota, no exame de consciencia e prepa-
rac3o para a confissao e communhao, no
modo de ouvir missa e meditar o rosa-
rio, e no conhecimento das indulgencias
concedidas aos sus confrades.Novenas
da Assencao do Senhor, da 'onceicao e
do Natal, das Almas, a novena e Irezena
de Santo Antonio, a Via-Sacra breve, e
outras muitas devoges, com indulgencias
parochiaes e plenarias.______________
Vende ui-nc calies vas ios
nesta typographla.__________
Rna da Madre de Dos ns. 5 t 9.
Vendem-se ceblas solas a 500 rs. o cente.
Vende-se o terreno da ra da Esperanza n.
43, com nove pequeas casas terreas : a tratar na
roa da Soledade n 71_______________________
Farinhaabg&w
Vcndem-se saceos grandes com farinha de man-
dioca a melhor do mercado, por barato prego : na
ra da Madre de Dos ns. 6 e 9.
A bordo da barca brasileira Iris existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
, coes ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, oa
no escriptorio de Amorim Irmos, ra da Cruz nu-
mero 3.
INTERNATO
DE
M
Companhla flielldade de
segnros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM rEPNAMBl'CO
Antonio Luiz de Olivi ira Azevedo & C,
competentemente aut irisados pela direc-
tora da companhia < e seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Vende-se a casa terrea da ra de Aguas Ver-
, des n. 24, com quintal e porto para a ra de Hor-
j tas: a tratar na ra Imperial n. 139.
SAL
Alugam-se o primeiro e lercei ro aares do
sobrado da ra do Amorim n. 37 : a tratar na ra
da Cadeia n. 62, segundo ;indar.
O ronselheiro Francisco de Paula Baptsta e
seu tllho o bacbarel Uraciliano de Paula Baptisia,
advogam no seu escriptorio na ra das Tr.nchei-
ra, primeiro audar do sobrado n. 19, aonde se
acham presentes lodos os dias tileis, desde s 10
horas da manbia at as 3 horas da tarde.
Estabelecido na cidade do Reeife
Hoh a Proterva do Kiiniino Pontfice Po IX.
Director0 barharel era niathcmaticas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, nao tendo evitado esforjos nem sacrificios
para projiorcionar aos seus alumnos una perfeita educacao physica, moral, iutcllectnal e Qt
religiosa, offerecendo-lbes urna habitacao com bastantes condicoes de salubridade, habis Cgi
professores que sao solcitos em prepara-los convenientemente ao flm que se destinam, wp.
medico praticoque Ihes faga comprehender os preceitos da hygiene e Ihes cure das doen- M|
cas, e tinalmente um sacerdote Ilustrado e honesto que Ihes explique es principios da re- C$
ligiao i hrisla, espera que assim consumido nao deixar o seu estabelecmento de mere- J
cer dos Srs. paes de familias a auxilio e ronfianga com que j alguns o tem honrado; e OH
Ihes roga, bem como todas as pessoas Interessadas, que se dignem de visitar o mesmo S9j
seu estabelecmento, onde sempre encontraro franco ingresso. j
Cadeiras de ensino :Primeras letlras dividida em duas classcs, tendo cada urna o vl
seu professor, latim, francez, inglez, arilhmetica, algebra e geometra, geographia, phlo- Cfl
ssphia, rhetorica, desenlio e msica. a
O collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 ra d'Aurora contiguo ao do jf.
collegio dos orphos. :'i\
Nos estatutos do collegio, que estao a disposicao de quem os quizer ler, se acham **
consignadas as condicoes de entrada e matricula as diversas aulas do estabeleci- t<{
ment. csi
Na travessa de S. Pedro, esquina da ra do
Fogo n. 10, preparam-se com perfeijao bandeijas
de bolinhos de diversas armajocs e gosto vista
da incomtnenda, para bailes, casamentes, festas de
igrejas, semana santa, or. procssoes, e tambem
bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
s em libras a 800 rs., de >eis para cima. Assim
como outras incoinmendas de podins, toda a qua-
ldade de pastis, bolos finos, e pao-de-l, com toda
a perfeicao do nosso mere; do. Xa mesma casa se
precisa alugar una preta cu moleque por mez, que
saiba vender bolinhos ua ra, ou mesmo de ven-
dagem, paga-se bem.
I-Ib i II o |) 'I -lii 11 lar.
Vende-se a bordo do Garibald bom sal, vindo do
Ass, pre^o razoavel : a tratar no escriptorio de
Tasso Irmos, ra da Amorim.

Botica e armazem de
drogas
Ra do Calinga n. II.
DE
Joaqiiim Martiuho da Crui Corma.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Bristol.
Paslilhas assuearadas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lclalo de ferro do Dr. Thermos.
Robdo Lafect.iir.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas petoracs balsmicas de Guy.
Pilulas da vida.
Chapeos par sen lunas mu o
baratos.
A 83, 93,103,113 e 123 sendo de pa-
ma de Italia da ultima moda e muito
bem enfeilados : na ra do Crespo n. i
LOJA DO
BABATEIRO.
Burel franciscano (mesclado) para imagens.
O proW de matheir ath.cas elementares no So^deTtoto de ferro de Chable.
Gvmnasio Provincial pretende abrir um curso des- p,|u||s contra sesfcs
las sciencias no dia 28 do .-oriente : os pretenden- ^^ parrj|ha d(J ^^
tes dinjam-se a casa de sua residencia na ra Di- Exlract0 fluido de ^haL mTm de Bailvs.
reita n. 74, para se inatric ilarem. Xarope alcoo|co de vellame.
Alm destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de Untas, verniz, ouro liara dou-
rar, preparados chinacos e phaimaceuticos que se
' vendeni por commodos procos.
HKHU
Keii/o d uma boa quinta em
Portugal
Vende-se em Sobrado de Paiva, as margens do
Ro Donro, seis legoas cima da cidade do Porto,
nma boa quinta com muitas trras, e um grande
campo com casa nobre, dita para cicheiros, pomar,
vinhas, soute, trras de mallo, limeiras, frucieiras,
oliva!, tendo um engenho completo de fabricar
azeile ; juntamente se venderao rauitos bons foros
perlencenles mesma quinta, e as mesmas trras,
que tem de ir prac> na cidade do Porto para ser
vendido a quem mais der.____________________
lillV M\\(A
recebeu as verdadeiras
Luvks de Jouvin
pretas c de outras cores.
Papel de cores.
Folhas grandes para enfetes de bandeijas : ven-
dem-se na ra do Queimado, laja d'aguia branca
numero 8.
Ico


^^
o
o
o
i
COi
]
Saques sobre Portugal..
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca -
fectvamente por todos os paquetes sotre
o mesmo banco para o Porto e. Lisboa, |-or
Sualquer somma, vista e a prazo, po-
endo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razio de 4
por cento ao anno aos portadores que !*
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
S ou de Imperador n. SI.
Joaquim da Silva Castro.
GR ANGEI AS antiblennorrhagS^Be DUNAND
ex-INT do HQSR oos VENREOS DtiPARl&-1? PREMI01854
Superiores i iimIt* u propamcfies conhecidasal hoji contra -i.- onorrhoas $ Bti;norrhaglas m mnis intcn.sase ruMldM.
Bfttiio seguro e urompio, lein nauseas, nein clicas, oum tremor. K;i Ma i lomar en Mfn&Q sem tisana.
Injecgo curativa e preservativa
KM, riors brancas Astringente *
a len tmutliciadt, brtttta os h-yumenLo* t os preserva d qual(uer illcracAo. l'AKIS. 5, ra Au Murckt-Sl-Bonori.
Infailival, cura com iipnlrz MU dora os escorrimentos contagioso! t
WUam
3 -Kl'A ESTUEITA DO R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozo io contina a col-
locar denles artificiaos tanto por meio de
molas como pela press io do ar, nao re-
cebe paga alguma sem une as obras nao
fiquem a vonlade de si us donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conserva^o da b >cca.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & BarbozaJ
a luyase
o sobrado de dous andares com bastantes comme-
dos, silo nn caes de Apollo n. 17, e bom ; terceiro andar do sobrado da rna do Brum n. 70 :
a tratar na ra larga do Rosario n. 34. botica.
Gasa (Feromniisso de estratos n rita
do Imperador 11. 45, terceiro ardar
Nesta casa recebem-se escravos por commissiio
para serem vendidos por conla de seus seuhores,
nao se poupando ex (orcos para que os mesmos sc-
jam vendidos com promptidao alim de s>-iis senho-
res nao sohYerem empate com a venda dells. A
casa lem todas as c munodidades precisas, t MgB-
ranea, assim como alianza-s o bom traa nenio.
Ha sempre para vender escravos de ambos o se-
xos, vt-llios e novos_____________________
Alguma pessoa que se encarregue de sobrar
dividas em Mamanguape, o queira so encarregar
de mais urna, procure na ra Direita n. 4, pa-
daria.
mmm-wmm mmmmm
Cnrso de preparatorios W
Francez,
Inglez,
Geometra,
Geographia,
Hhetorica
ra do Queimado n. 30, primeiro andar,
das 10 s 2 da tarde.
s
DENTISTA DE PARS
19~Kua Nova -9
Frederico (antier, rirurgio dentista,
faz iinas as operaeocs de sua arte, e enl-
loca denles arliliciaes, tudo com superio-
ridad!' e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe roconhecem.
Tem agua e pos dentiflcio.
Compendio de dlreito civill.
Na ra da Saudade n. !, vendiese o
conip-Midiu de iJiviio civil, approcao pelas
conKregac5es los lentes 'las racoldades de
diioitodanta ddade do Herir c da de S.
Paulo para u respactiva nulas de Ututo
civil patrio.
Na ra do Crespo n. lo, se aluga uma boa
casa e sitio no Monleiro, com frente para o oitao
da igreja^_________________________________
Aluga-se o quarto andar do sobrado da ra
Nova n. 19 : a tratar na ra da Cadeia n. 62, se-
gundo andar. ___________________________
Nos abaixo assjgnados, vendo um annuncio
de venda de urna taberna nos Apiparos, e suppon-
do que a taberna de que socio Manoel Jas
Rodrigues, prevenimos ao comprador que nao faca
negocio sem que venha fallar com os abaixo as-
itgnados, pms os vendedores sao devedores da
quantia de 2923610. Recito 17 de marco de 1864.
Honteiro & Soares.
D-se uma quantia de dtheiro que se con-
vencional-, com seguranca em uma casa que o
alnguel seja o juro dodinleiro que se der por mez,
ou compra-se uma casa, sendo as ras de Sania
Rita, S. Jos, Santa Cecilia, Assnmpcio, Padre Flo-
riano : a tratar na botica do Sr. Ciiagas.
M llama deestabelecimenlo.
Magalbaes da Silva Irmos, fazem sciente aos andar com cavalcis
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci- Sant'Anna, silio que tem um pombai.
ment J
Precisa-se de um feitor que entenda muito de
plantacao de capim e horialice, e de bom corpor-1
lamento, preferindo-sc cas;ido, assim como de dous
moleques ou negros de ineia idade, que saibam
em farnameirim, estrada de
de fazendas da ra das Cruzes para a ra! -------r .
... 40, defronte da igreja de Nos a Seora! ~Jf^f?,' '" '0 prensar de 2:000o
da (^nceico. i s ra n> Plheca em bens de raz, dinja-se a
pretas pura a q un resma m
Superiores moureantiques pretos lar-
gos a 2*200, 2*o00, 3*, 3*00 e 4* o
covado, bons grosdenaples pretos lar-
gos a 1*300, 1*600, 1*800, 2*000,
2*300, 3* e 3*300 o covado, ricos ves-
tidos de moureatinque preto com barra,
ditos de gorguro prelo bordados e ada-
mascados com barra, o mais moderno
que tem vindo Pernambuco, e outras
limitas fazendas de bom gosto, pretas
proprias para vestido, superiores rapas
de seda preta a 16*, 20*, 235, 30*,
33*, 40 e 50*, manas pr. tas de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode haver de mais gosto (Canotier :
na loja das columnas na ra do Cres-
po n. 13, de Antonio Correia de Vas-
concellos & C
Novos soiitambarques. *<
Sao chejrados os lindos soutambar- ^$
ques e basquinas de seda pretas, rica- ^
mente enfeitadas, as mais modernas s
que leem vindo a l'ernamliuco, vindas A
no ultimo vapor francez, por preces (8
mais commodos do que em oulra qual-
quer parle: loja das columnas na fr
ra do Crespo n. 13, de Antonio Cor- j
reia de Vasconccllos e\ C.
com laco e outras qualidades.
A agnia branca araba de receber um bello .:
completo sortimento de enfeites com lacos, ditos
sem lacos, etc. ; tambem recebeu outros mui bo-
niios, e segundo snas recommendacSes vieram dos
que ha de mais moderno e apurado' gosto : assim
os pretendentes munidos de dinheire scro bem
servidos: na ra do Queimado, loja d'aguia bran
ca n. 8.
I FRASCOS
.
I
*
I
do Rosario n. 10, loja, que se dir
alugue).
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Velha n. 20: a tratar na ra do Sebo i ~VL"."":
n. 24,
Jos Goncalves Ferreira Costa, tem ca-
sas terreas para alugar na travessa do
Cosa junio a undieao ao preco de 9* e
10*. com portan para a man : a fallar
na mesma travessa na taberna do (Ira da
mesma.
Gelo,gelo, gelo.
Com a chegada da nova machina nao se expe-
rimenta oais falla de gelo fabricado com agita do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
iois grande* ou eocomroendas para fra da pro-
vincia de ver haver aviso com antecedencia : ra
da Aurora jume a fundicao oude tem a bandeira
O bacliarel Jos liento da Cunlia Fi- quem da.
gueiredo Jnior advoga na ra estreita do' Precisa-se de urna ama para casa de pouca
Rosario n. 28. familia : na ra do Cjueim ido, loja do Reija-flor
------;--------1------------------------------------' n. 63.
frocisa-se de uma ama que tenha bom e bas--------;------------rx----------------------------
tanto leite para acabar do fazer uma criacao, e pa- j Precisa-se fallar ;io Sr. Joiio Gasemi-
ga-s3 bem : a tratar na ra do Caldeireiro n. 66. ro da Silva Machado, qieteve negocio na
Precisa-se fallar ao Sr. Dr. Guilherme Cor- rna do Queimado : na livraria r>. G e 8 da
deiro Cintra; na ra estreita do Rosario, taberna'praca da Independencia.
Club omuierrial,
A reunio familiar do rorreule mez de marco
ter.i lugar na noite do dia "6 do mesmo.
sede urna mullier para fazer rompa-)
| nhia dona da casa, d-se "asa, sustento e roupa :
Precisase alugar um cosinheiro ou cosinbei- na llia (la Florentina n. 14, casa do Rvm. padre
ra e nina engommadeira : na ra da Cadeia do Raphael,se dir quem precisa.
----------enturara.----------
Tinge-se com perfeig5o para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rna do
Rangel n. 38, segundo andar. _________
O dono da antlg fabrica de charutos da ra do' ~ a|'"o assignado, i Iferes do 2" batalho de
lionas n. I, avisa aos seus freguezes que tem de- i infamara, deparando no Diario de Pernambuco n
hito na casa, hajam de ir salda-lo at o dia 31 de BS^deJP de marco correnu, com tim annuncio
1 prximo mez, porque dessa data em dianlc far
entrega das conlas a um procurador para cobrar
3 sis 25 B.ga ns i ? ^
oS-o Bg-S
y.
O.CJ
O. *
Lembraiica aos freguezes es-!
. queridos.
judicialmente.
Joaquim Vieira Coelho da Silva.
Luiz Jos da Rocha vai para a Baha.
oflicialidadepedin lo que un dos seuhores alferes
do dito batalho queira vi laberna da ra do
Hospicio n. 24, tralar de negocio em particular,
senao ver seu nome por t xtenso no dito Diario ;
em consequencia, pois, o abaixo assignado pede ao
dito senhor laberneiro qi cira declarar se se en-
- Precisa-se alugar uma sala de um sobrado 'tende este aviso com elle,; e para que mellior es-
no bairro de Santo Antonio: quem tiver annuncie. clareca este negocio, declare o nome e o negocio
. -Manoel Barbosa da Silva tendo de fazer urna 1ue dil ,er "^S-Jg ffitSS" im
vngem ao interior da provincia por incommodosl ____________Joagnim K%. risto dos Sanios.
de saude, o nao podendo despedir-se pessoalmente
de todos os seus amigos, o faz |ior meio deste.
Quem precisar de urna ama para o servico
4a portas para dentro de nma casa, dirija-so ra
de Aguas-Verdes n. 100. loja do sobrado.
; --------------------- iviniv.ni lint i i -.i i .' i ii o iiif \>*iii .i.i ..i'/
Precisa-se de ama pr a ou um moleque pa- pan 4 snas (.om 9m ;lrrcos 1)m caTa||
andar na ra. que soja I el : na rna de llortas ,U(1o (ls.ldl, ,. jantoIlieBto m C^-M B0TO> fnn.
ra
numero 106.
Alexandre l'odro Barroge, francez, vai Eu-
ropa.
com gomma arbica dissolvida : vendem-se na
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
fice las com pedrasno-
vo sortimento.
A aguia branca receben por esse ultimo vapor
um novo e bello sortimento das procuradas livelas
com pedras, podendo as>im saiisfazer a todos que
dellas precisarem, uma vez que appare^'a dinhei-
ro : na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
PAHEL INGLEZ
.i I maco e de peso.
Alem do grande sortimento de papel greve e ou-
tras maltas qualidades, que constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-se notavel |>ela
supenoridade de qualidade o papel inglez almasso
e de peso, que acaba de chegar para a dita loja ;
um e outro sao mui encornados e de um asselina-
do lustroso e macio, que na verdade a: odos agra-
dam. As resmas daquee tem 480 folhas, e as
deste 300, e costa cada uma 8*. Tambem veio da
mesma qualidade e de tamanno pequeo, em cai-
555! ^B xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
:4-WWWW&WiWWWM''*'^>M da, costando este 2*, e aquelle 1*200 a caixinha.
< J ve-en. pois os apreciadores do bom papel quo
dirigiiido-se munidos de dinheiro serao bem servi-
dos : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numera 8.
COI'OS COM Bl-
A aguia branca acaba de receber os bem conhe-
cidos e apreciados copos com banba, os quaes es-
tao sendo distribuidos com aquellos pretendentes
qne enntribuirem com 2*300 a vista : isso na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
IUIO IIIKS 4-EIAS
para senhoras e nieuiuas.
A aguia branca recebeu mui boas mcias france-
zas, de lino lecido e fio redolido, o que as tornam
de immensa dtiracao, porque muito convm, ainda
mesmo instando 7 e 8*, como se estao vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 8._____________________________
l.uvits de loiiviii.
Recebeu se lavas do Jouvin brancas c pretas
proprias para a quaresma : na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Tranriubas de la lisa para enfeites de raiiiisinlia
de scnbora.
Recebeu-so, trancinlias de diversas cores pe-
ca de 30 varas a 6M) rs., e de 120 rs. pequeas :
na ra do Queimado loja do beija llor n. 63.
Enfciles de redhibas com laco ua frente.
Ilecelieu-se. variado sortimento de enfeites de
diversas coros a lolflO.e 2*: na ra do Queimado
loja do beija flor n. 63.
Boa escrava
Uma escrava de elegante figura, de idade 20 an-
nos, cozinha e engomma muito bem : na travessa
do Carmo n. 1.
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C'abriolet americano.
Vende-se um cabriolet americano com assonto
dee manso, para liomem, qne com quantn nao es
teja gordo Inirn : na ra nova de Santa Rila, ar-
mazem n. 19.
/
\


/
%
-V
Ufarlo de Pernambuco Tcrea felra '49 t'e Mareo de 1884.
GRAIDE RGVOIitJ{A
no
ARMAZ
DO
0 homem do bioy ineiito no estaciona.
AVANTE E SEMPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admiti a nnio com inercia I.
Nao seaucr a (liaba f. allianea.
Nao se teme a furia dos corsarios.
Este anuo ha de ser bis sexto.
Os caunes esto preparados.
FOGO! BOM FOGO!! MELHOR FOGO!!!
Abaixo a lina d'agoa no vinagre
Viva a liga do genuino Cheres com fiambre!
Viva o conservador das conservas inglczas!!
Vivara os liberaes freguezes do BALIZA !!!
Vivara todos que lerem este annuncio.
&WHKSA
SENHORES E SKNHORAS.
O proprietario do grande Armazem do Baliza estabelecido ra do Livramento ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acaba de reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada attesla bem esta verdade.
A guerra aos inimigos, est nortanlo, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignaran vir este estabelecimento,
ficarao por certa muito satisfeilas, nao s qaanto as qualidades des gneros, como com o
tratamento todo attencioso que se Ibes dar.
Alm do cumprimentodos deveres da boa educado, haver dora em diante ainda
maior capricho em satisfazer todos que honrarem esta tasa.
Os gneros pelas qualidades e precos annunciados, sero offerecidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pratique o contrario, como em oulras
casas, que at annunciam o que nao tem-----O Baliza nao Ilude-----
Ameixas francezas emeaixinhas eemfrascos Licores inglezes e francezes em vasos de di-
de diversos tamanhos a i,2oo, l,6oo,
2,ooo, 2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
versos tamanhos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra e de 8
libras para cima ser aberto um barril na
presenca do comprador.
dem de 2.a e 3.a qnalidade a 7oo, 6oo e 4oo
rs. a libra.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c c dem franceza a 560 rs. a libra, e em barril
loo rs. a libra. Pr menos.
.. ... ... Idemem latas a 25000 e a 1,5500 a lala.
Aletna branca e amarella a oo rs. a libra. Massa de tomate em barrn a 480 rs a ,bra
Ararula verdadeira a 32o rs. a libra. Wem em ,ala a 640 rs a |ata
Batatas novas em gigos de 36 a 4o hbras por Mostarda ingleza 400 e 600 ris o pote.
l.ooo rs. e a 4o rs. a libra. Marmeiada imperial dos melhores fabrican-
Biscoitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de ^ de Lisboa a 600 rs. a libra..
5 libras. Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
dem de diversas marcas em latas menores g^ a duzia.
a l,3oo rs. ... .Massas para sopa, taJharim e macarro a
dem de Lisboa de qnalidade especial em la- 4gQ rs ., ||)ra
tas grandesepequeas a 3,000 el,5oo rs.'Idem fina8 eslre|jri|ia e pevde, caixinlia
Bolacninhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica com g |nras a i(00.
e 2oo rs. a libra.
Banhade poreo a 44o rs. a libra, e em barril
a 4oo rs.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l,6oo rs.
Nozes a 16o rs. a libra.
Peixe preparado de escabeche, da melhor
qualiiladc que lem vindo ao mercado, a
15 a lala.
Presunto de lamego muito superior a 480
rs. a libra.
dem para fiambre (inglez)" a 640 ris a
libra.
dem preto a 2,ooo, 1,6oo e 1 ,ooo rs. alibra.
Chanpagne a melhor do mercado a 12,ooo o ide"m americano a 400 rs. a libra,
gigo e a l,2oo rs. a garrafa. Papei a|maco a 3^) a resma
Chocolate francez primeira qualidade a 1 ,ioo Wem de peso a 20 a resma
rs. a libra.
dem hespanhol a 1,2oo rs. a libra.
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Palitos para denles a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 20200 a groza
Cuveja branca marca Allsopps a 4,5oors. a Passas novas a 480 rs. alibra e a 10800 a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa. caixa.
Cognac inglez a 64o rs. agarrafa a 800 c a Queijos flamengos do ultimo vapor a 20500.
l,ooo rs. Oito londrino a 900 rs. a libra.
Coaceras inglezas em frascos grandes a 75o: Dito prato a 640 rs. a libra.
rs. o frasco. Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata,
demfrancezas de muitas qualidades a 000, Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia. Sag muito superior a 240 rs. a libra.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sal refinado, em potes de vidro, a 000 rs.
ment tanto da Babia como do Rio de Ja- o pote.
neiroa 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,ooo Sabo massa a 120, 160, 200 e240 rs. a
rs. a caixa. 1 M')ra-
H. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Caf do Ceara muito superior a 28o rs. a libra Dit0 de Santos e 300 re a 1bra
e a 8,00a rs. a arroba. Tijolo para limpar facas a 140 rs. cada um.
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra. Vassouras americanas a 64o rs, cada urna.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo I(,em do Forlo a 400 rs cada uma
ceblas.
Cliouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Duce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra.
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por lOoo rs.
Farinha do Maranho a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Gonebra ingleza marca gato a I ,00o rs. a gar- ,^7^ ^ garrafiies a 2,5500, com 0
ra'a- garrafo.
dem verdadeira de Hollandaem frascos muito idem de Bordeaux, das melhores marcas que
grandes a 1,2oo rs. o frasco. vem ao mercado, a 65 a caixa e a 640 rs.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo' a garrafa.
rs. o frasco. i Vinagre de Lisboa a 10600,108oo e 20000 a
dem de laranja a l.ooo o frasco. caada.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra. dem idem.em garraoes com 5 garrafas, por
Graxa a loo rs. a lata e I,loo a duzia. 10 com o garrafo.
Linguas americanas de grande tamanho a Vinho de caj a 1$ a garrafa. Este vinho
1,000 cada uma. 1 tem dez annos.
^elas de carnauba e composic5o a 320 rs. a
libra e a 100 a arroba,
dem stearinas superiores a 560 rs. o
maro, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por precos muito haixos a 10 a garrafa e
a 10/ e 125 a duzia.
IdemCherry, eda Madeira em barris e ein
caixa, a 120 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 28MMX).
Dito em pipa a 30000, 35500 e 40ooo a ca-
ada
' dem do Porto, denomiuado Baliza, a 50 a
caada.
ClPlS DE SEDA
retas para sonhora.
Na ruado Queimado 11. 18 A, esquina que volta
para a ra eslreita do Rosario, iem para vender
superiores rapas de seda pretts para senhora, sou-
li oibarqoM de seda pretos enfeitados, ricos corles
4: seda e moureantiquo pelo, ditos de ceda de cor
muito superiores, e sortimento de laas para vesti-
dos crfts de dito Maria Pia : neste eslabeleci-
ment'encontrarlo os compradores un completo
sortimento de faiendas e por precos muito cora-
modos.
Hnfeltes de cascarr11 ha o (rauca
a .sCMi rs. cada um.
Aaguia branca est rendendo bous enfeites di
ciiscarrilha e tranca, prelis e de cores todos au
b.iratissimo preco de 300 rs., servindo ellos tanlc
para senhoras como para meninas, a vista pois
da commodidade do prego ninguem deixar de os
comprar na ra do Queimado loja da aguia branca
n. 8.
" Vende-sc uma mulata de 3a anuos de idade,
s;idia e propr'a para todo o servico, tanto para ca-
sa como para ra, por prego commodo : a tratar
na ra Imperial n. 313 das 4 horas em diante.
Panno de algodo lecido de Mi-
nas, fazenila forte e eiicrpda, apro-
priada para o servico d lavoura, quer
liara sarcos, quer para rouua deescra-
vos: grande drpsilo na praca do Cr-
1 po Santo, escriptorio de Angosto Frec-
| i-ico'O'i eirt.
Aos Wi'K. locistas de erragens.
Vende-se urna ai magao para ferro : na ra da
Cadeia 11. .'i'.)._________________
Vendeai-se
bons enxamois de louro de 20 30 palmos de
comprido eoi8 pollvRailas de (rrossura por pre-
go commodo : na serrara de Jos F. Coelho ra
cova de Sania Hita n. 17. ________________
Vende se urna haicaca nova de Viagens,
bem construida, de i" caiUS, boa veleira. a di-
nheiro ou mesmo a praio as-im olTerega boas flr-
mas : a entonder-se na ra Uireita com o Sr
Bento de Barros Feij.___________________
\r;\H |iar.i aajos de pi'ocisso.
Ven lan-ae ni na do Queimado I >ja da aguia
b ranva n. 8.
45 Ra Direitii 45
Oicam! okam !!!
CALCADO
Bom e novo, a primeini neeessidade para a sau-
de e aformoseanienlo do individuo!
Meu Dos !... que pea de pavo se lobrigam por
cssas ras I que ligura horrenda e nauseante a
de um paletol bem talhado solirancciro a um
guetles ruido em duas solas I um balao bem tor-
neado e bambaleante dcscubriudo uma pouta de
botina safara e carcotnida I I
Santa Barbara!! Comn ra Direita, bellas e
rapaxesl sacudan! na praia esses malditos guedrs,
o comprcm :
Borzeguins de Nantes 8,J000.
Ditos francezes de bezerro "5-
Ditos francezes de lustre para hornera iii.
Ditos |iara senhora, de lustre, enfeitados, 30500.
Ditos para senhora, Rispia alta, 45800.
Botinas de menina45300.
Ditas de cores para menina 000.
Sapatoes de .Nantes de duas solas 5.
Ditos de sola e vira 430.
Sapatos de borracha para senhoras 1300
Ditos para meninosl$000.
Sapatos de lustre para senhora 1.5.
Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 300 rs.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
couros, btzerro francez como nenhum, couro de
lustre muito grande, e tudo quanto pertence arta
de S. Chrispim.__________________________
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito acredita a marca
Fontana <>cscmbarca por preco mais commodo do que em
qualquer outra parte : na ra da Cruz
d. 4 casa de \. 0. Bieber k G. succes-
sores.
*__ff-fr_Mr-.


IIIV 1>A C1DEIAEHI R1.CTFE V 53.
NOVO E
G511TD23 ^UZm DB MCLHADOS
RA III CADEIA IIO ltEClFE 53.
Francisco Fernandos Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Kecifen. 53, um grande e sortido arroazem de moiliados de-
nominado Uniao Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel i>ublco um completo sortimento des memores
gneros que vem ao mercado, tatito estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porces ou a retalo cor precos a$*s
com modos.
Manteiga ingleza especialmente escomida, Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa el Sardinhas de Nantes a 3'0 rs. oquartce 5C0
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,! 1(5200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-1 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 4)5800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e'
Um confeito e especifico para
expellir os Vermes.
til uMm m
i- w.
Psistilias Vermifiigas
DB KEMP,
Os meninos .- podein gritos, porqne
(lias sao veis. A elegauciii, a scfinridude do ac-
ySo, o notfonsivo das
Pastilhas Vermfugas de Kemp
a i".i m sia
Composicao oxclit.sivaiiioute Vegetal,
eo estas pois as sura tueUwres < mais
completas do todas as recommendaooes
que se poesa farer e onni jnata razio as
collocu na categora d'um tavoiito uni-
versal.
A suporiuiiilaK' das
Pastilhas de Kemp
sobre todas as prcparacoB destinadas
para o niesnn lini devdo sua sim-
ples compoeico p tea aroma agrada-
vel O rapidez e infallibilidadi; coiu
que alcanca a destfmcfio total das
LOMBRIGAS.
A venda as boticas de Caors 4 Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo 4 C, rna
da Madre de Dos.
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2800.
Queijo prato muito fresco t novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 1:0 rs. a libra e
e 3(5000 a arroba.
Cha axin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 2)5800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 2i5560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
\ 500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Bisco los inglezes em latas com difieren les
qualidades, como sejam crakneL victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
oulras muitas marcas a 13350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2i5.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a i5500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a \-5 e 25 cada orna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50<> rs. a libra e 3i5 um quarto ;
eem caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 18$ o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 7(5500 a 8(5000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 9(5
a 109 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porcoe de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 155 a caixa, come sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200
e 35500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta: eavel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagoslinlia, a
15300 rs.
SalmSo em latas, preparado pela nova srta
de cozinha, a 800 rs.
55800 a frasqueira. Maca de tomates era latas de 1 libra a CCO
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas i ris.
com ricas estampas na caixa exterior,'Chouiicase paios em latas de 8 e meia l:ra
muito proprias para mirao.a 1520o, 15500
e 25- "
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
15200.
Marmeiada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermetica-
' mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
AvelSas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas ingle/as em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca epreta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de oulras muilas marcas a 15 a garrafa
e 105 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
95 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
a 320 rs. a libra e
a libra e
45
por 75.
Toucinho de Lisboa
85600 a arroba.
Bolaxinlia ingleza a 320 rs
barrica.
Sag muito novo a 210 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Ararula verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e ?5 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 4S(0a ?rrrl-.-
Balatas muito novas em gigos cera 40 libres
por 15500.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a ii-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, propriepara negocio, nM.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 2C0.
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 2400 a
arroba.
Yellas de spermaceti a 560 rs. a 1 Ira e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. omss-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, lalliarim e alelria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha.pevide e arroz demassa para ;r pa
a t>00 rs. a libra e 35 a caixa erm 6 Ubi s.
Palitos de denle lixados com flor a 00 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 100 rs;
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a SO s. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inleiras ou
15600, 25 e 35.
em rr.e;r?, de
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conta propria
a 15 cada um. I de caa particular, a 400 rs. a libra; ititei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. \ ro se faz abatimento.
kV
i_ v v \-: t*^ %:\a
Ossenhores que comprarem de 1005000 para cima, lero o descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamento.
COIIME
RA IIO QUEJOimO V. 45*
Passando o becco da Congregado segunda casa.
TODA ATTEHUl Ao VIGILANTE.
Custodio Jos Alves Guimaiaes avisa ao respei-
tavel publico e aos seus ficgiioies, que achando-se
as obias da loja do Vigilante concluidas, e aclian-
du-se as ponas abenas a concorrencia do rea-
peitavel publico, para assim apreciar o novo galla
quo se acha no espacoso e alegre campo, guarne-
cido das lindas flores 'e nimios outros objectos de
bom gusto, que tanto sasiisf.ilo se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
ventiam rr para crr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
tendentes miudezas, lanto para grosso como para
retalho, que todos serio sonidos a vontade, mesmo
qualquer frej;uez de ton que nao possa vir a esta
praca e queiram dirigir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de cartas, e pode-
rao fazer que ser tudo comprido fielmente, poden-
do-se fazer precos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feilas nesla praca, como dos que
recebe de sua propria coma, como dos que recebe
de consignaciHs.
CHEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande sortimento de (velas pretas e com pe-
drinhas de muito lindo gosto assim como fitas pa-
ra sinlos pretas e de cores para as mesmas five-
las que se vende pelo barato preco de 14500 e 25:
sno vigilante ra do Crespo n. 7.
GRAVAT1NHAS.
Tambem ebegou um grande sortimento de gra-
vatinhas tanto para hofhem como para senhora,
de todas as qualidades e bordadinhas, vindo entre
estas urna pe |uena amostra de lacinhos com alu-
nte do pregar em camisinha cousa muito linda e
inleiramenle novo gosto, ver para querer : s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
LUVAS PRETAS DE JOL'VIN.
Os freguezes acharao grande sortimento de lu-
vas prelas e de cores, de Jouvin, assim como de
seda de relroz tanto para senhora como para
enancas e para homem que se poderao sortir a
vontade : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
XOVOS ENFEITES.
Xovo sortimento te enfeites prclos e de cores
com lacinho e de oulras muitas qualidades : s
no vigilante rna do Crespo n. 7.
TUINA E VOLANTES.
Grande sortimento de trina, volantes, galoes,
grades e muilas obras do palheta para ornamen-
to de igrejas : s no vigilante ra do Crespo n. 7.
Ilufcltes pura as senhoras.
At que rbegaran os mu tos desojados enfeites
com lacinhos de filas para senliora pelo barato pre-
co de. ISoOO.
S no Vigilante, ra do Crespa n. 7.
.\. 9-Iliia lo ItaugclX. 9
Vende-se o verdad* iro papel de liuho hespanhol
em poreo e a retalho.
Cabriole! americano.
Vendo M um cabriole! americano com assentos
para quatro pessoas, com arelos para um cavado,
todo usado, e jontamenta um>avallo novo, gran-
de e manso para o mesmo. com quanto nao esteja
gordo bom : na ra S iva d Santa Rita arma-
i zem n. 19.
SBMran mmm
NOF1DADE.
Pereira Rocha A C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarm Commenial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Falitos do gaz a 25*00 rs. a prosa.
libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a lil.ra.
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de aze.le e
dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra, muito novo a '"> io rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinh Queijos flamengos do ultimo vapor a 2i00
de oilo libras e canastrinhas de l arroba a ris.
dem prato a OiO rs.
Arroz do Maranho, da India e Java a 80 e
100 rs. a libra e 2400 a 2800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
1(J200 e 1(5600 t n frascos grandes a
2^500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 125000,1 #400, iflcOOeS*.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
15800, 55500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 45COO rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Ararula verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
I ->300 ris.
Bolacliinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a .'15000 a barri-
quinlia e a 200 rs. a libra.
Banba de porco refinada a 440 n. a libra e
e em barril a 4t 0 rs.
Cha hysson, linchin e perola a 15600, ,
255O, 25800 e 35000 a libra.
dem prelo muito superior a 2)000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta c branca, das nelhores marcas
que vem ao mercado, a 3)0 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez lino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de ozeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 15800,
25000,25200, 25500, 2 5800, 35000 e
34500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 260, 280 e
300 rs. a libra e 75500, 85 e 8 5500 rs. a
arroba.
a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a600rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 32^ rs.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 65200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
ra. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em garrafes de 3 e 5 galoes a 55500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 75500 cada um com o garrafo. Vellas de carnauba pura a 360 r?. a li-
Gomma do Aricaty a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. libra.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. I Vinho do Porto engarrafado o melhor que
dem, qualidade especial e garrafas muito ha neste genero e de varias marcas, corro
grandes, a 15800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-;
nheiro.
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, l>. Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa cun uma du-
zia a 95000 e 105000.
Manteiga ingleza perfeilamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
barcada de pouco a 800 rs. a libra, e de 8
libras para cima se far urna diflerenra.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento
Massa de tomates em barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmeiada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60<> rs. a lata,
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarro, lalliarim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a ICO rs. a lihra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
480, 500 e 560 rs. a garrafa e35, 35C
e 45 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux. Medoe e S. Juliena 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateaulnminide 1854, a 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa o
1.5200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a Ii5800 rs.
Alm dos gneros icima mencionados te-
mos grande por" tres que r!< ixai os
de mencionar. que tudo ser vendido por
pecase carnadas, lanto em porcOea como
retalho.
Qu.in compt de 1005000 pira cima le-
ra o abate de ;> por cont.
*---:,


^immmmtBmm^*
Miarlo de Peruanibuco 'rervn lelra 22 de Marca de \nui.

i
OTFENCAO

A OS.
&^i>
DO
OGRESSISTA
RA DA CRIJZES M. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
No bairro v, Santo Antonio.
Joaquina los ones e onza tem a honra de participar ao respei-
tavol publico, que tem resolvido vender os seus gneros de pnmeira quahdade por menos
10 a 20 por cuito do que outro qualquer annunciar, como se v do presente annonno,
aseverando o proprietaro d'estes armazBns a aquellas pessoas que frequentarem estes
estabelecineatM, que nunca tero occasio de reclamar qualquer genero, visto ter-se
adornado n'estas casas o ptimo systema de s se negociar com gneros especialmente es-
**. CHA I conservas
hyssoo, uxim e perola a 2 400, 2,600 o inglezas a 8,500 a duzia e /OOrs. o frasco.
' 2,800 rs. a libra. 8AL REFINADO
CAFK
H03 o superior, do Rio c do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINIIO
de Lisboa e da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marcas a
i .000 rs. a garrafa.
Bordeaux d< diversas qualidades a 7,00),
6,000, 9,000 efOj a duzia.
em Irascos de vidro com tres libras a 600 rs.
PEIXL
em latas ermeticamente lacradas a 1,000
rs. cada urna.
PORVOS
do Porto muito bem conservados a 500 rs.
a libra.
MUSTAROA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMELAOA
dos melhores conserveiros a 640 rs. a Bbra.
ESPERMACETE
e em ca xa
VTTENCAO
fi
O L1UGO 1IO lKMO 9
GRANDE SORTMENTO
DE
Wk9
CHAMPANHE ..
a melhor que temos neste mercado a 20,0(0 muito superior a 60 rs. a libra,
rs.ogigo. a5-rs- CIIARUTOs
da Baha a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs.
a caixa.
TOUCINHO
muito novo a 9,000 rs. a arroba e 300 rs. a
libra.
ERVILHAS SECCAS
asmis novas do mercado a 120 rs. a libra.
PALITOS PARA MESA
CERVEJA
muito superior a 5,000, 5,500 e 6,000 rs. a
duzia.
GENEBRA
de Hollanda em frasqueiras a 3,500 e 5C0
rs. q frasco.
BOLACHINHA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada ^ f a m fS
urna.
Acaba de receber de sua prupria encommenda um grande e v; riado sortmento
de molhados todos primorosauente escolhidos, por isso apressa-se r> propretaro em
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a segunde tabella dos seus gneros e
resumidas precos, aliaurando tudo e qualquer genero vendido neste boa cotilleado ar-
mazem.
Pede-se toda attenco.
O proprielario pede a todos os senliores cheles de familia e ao publico em geni
que nao deixem passar desapercebida a segunde tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem l'rogressivo. reeebem-se as
libras que vulgarmente corren no commercio por 8,5890 a 9>, o propretaro em seus
armazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes em treos.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oors, rs. a duzia l,ooo rs. a g; rrafa, garanto-se
e em barril a 78o rs. que os melhores que temos tido no mer-
Idem franceza a 5iors. a libra, e 300 rs. cado.
sendo em barril. Passas em caixasde 1 arroba "i e \\ a 7,5oo,
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
para cima a 2,6oo. garante-s*c seren muito novas, o graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 8oo
cima a2,7oo, rs. a libra.
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra*
B1SCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1,300 rs.
cada lata.
ARROZ
da Lidia e do Maranho a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
ba* a 2.000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
o 509 rs. a libra.
AMEIXAS
11 nuezas em latas de 1 e lr2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
de Nantes muito novas a 300 rs. a lata.
VINAGRE
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra e 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode ha ver neste genero a
2>Ors. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinbas de 1 libra por 600 rs. a lata.
SARAO MASSA
neste genero ha sempre tm grande sorti-
mento variando o prego de 120 a 240 rs.
por libra.
dem bysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamai os fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra
a2,5oo rs. Ervilhas seras muito novas; 16o rs. a libra.
PARA A FESTA.
DARTE & C.
Particpam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabara da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortmento de molbados,
os quaes vendem por grosso e a retalbo por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que compraren, para negocio ou casa particular de 1005 para
cima tero mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientiOcam mais que
todos es seus gneros s9 recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Vedas de carnauba e composicao de 32o *
36o rs. a libra e de lo.eoo a 1 l.ooo rs. a
arroba.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a Genebra de Hollanda em botijas de conta a
l,5oo rs. cada urna. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
dem franceza a mais nova do mercado a 56o tera abatimento.
rs. a libra, e 54o rs. em barril. | Massas para sopa macarro, talharim e aiotria
dem de porce refinada muito alva 46o rs. i a 48o rs. a libra e em caixa tera abati-
Mem menos superior a 2 loo ede 8 libras
para cima a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em lats de 2. 4. 6 e 8 libras
cada urna a-2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2.8oo rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra.
, dem mais baixo bom para negocio a l,5oo
rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Grao debico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em latas i 6oo rs.
Potes com sal refinado a 48) rs.
Fumo de chapa americano a 1,4oo rs. a libra
foseada especial.
Presunto para fiambre ingle?es a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Cliouricas e paios mnito no\os a 64o a libra.
Batatas muito novas em gig)S de 34 libra a
l,ooo rs. e6o rs. a libra.
Massas para sopa macarro, talharim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 8,3oo rs. a caixa
e8oors. a garrafa.
a libra.
Prezuoto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
ment.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 6oo a l.ooo rs. o caixo
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
MAIS ATTES^AO !
Existe ilmd'estes gneros, um explendido sortmento de phosphoros, fumo, al-
1 i, peras em calda e seccas. figos, copos finos pan agua, massas para sopa, azeite, ca-
i i, pimenta, velas de carnauba, banha de pono, papel, e outros mu i tos gneros, de es-
tiva, que lodos sera vendidos por mdico precos.
Temi o pronrielario dos armazens do progressista deliberado nao concorda
c >m a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianra, etc., etc., etc., de lara que s con
corda em alliar-se aos sena freguezes, fazendocom estes urna liga de iuteresses recprocos'
teiido os seus alliados a faculdade de comprarem por presos muito em conta o bom fiam-
bre, o formidavel queijo e a saborosa bolachinha de so la, que fazem urna boa allianca
< a superior champanbe e o porto fino, nicos que sabem imitar a unio destes ar-
roazeos com os seus concurrentes. Vinde senhores, a >s armazens, aonde podis d*en-
tro um muito explcndido sortmento desa>orosos alimentos, escolherdes os quemis
os apetecer, certos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
diiibeiro nestes estabelecimentos.
AURORA RRILHAN1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprielario do grande armazem de mo hados denominado ^Aurora Brilhante, acaba de
rediuir o proco dos seus gneros, precos estos que muito liode agradar aos senhores com-
pradora
jjjS Manteii; ingleza flor a 70 e .
< Dita haniburguoM muito nova a
Oila franceza a 5i0 e 560 rs. e em
f^J barra a......
W Qu^ijos do reino novos a 25300 e .
t(g Prountos uovos de Lainego, libra a .
>j$) Chourieas do reino novas, libra a
5 Bspermcete muito lino a 720, 6i0 e .
"Wi VeU do carnauba arroba IOS e libra
380 e.......
'j Cha nfM n muito superior a 25>00 e
Di lo perola a .
Dito iniuiliultJ a 2JSD e
"> Diio preto muito superior a 15800,
l.aias com bolachinha do soda d 8
tilma i......
'- Ditas com biscoilOido varias qualida-
des.......
0C guiaba c bin ina fino a 100,
560 fcaitoj e -
fyf.> farmelada nova dos melhores auto-
f> res. libra a 6M) c .
> .j Latas com peiieaval, capazo, fango.
$$>; rongro, lalmtmle e outros muitos
w bem preparados a ...
W S;rdinhas do Nantes, latas a .
fj^ Frascos n m tsuebra de Hollanda da
^ i, 1 300 e frasiueiras a
S Garrafoi !>onigenflbrad>'25 garrafas a
Prasi a de laranja a .
da l'i-'ueirac Lislma, a 400.
BOU e...........
Dilo do Porlo fino a 6 MI. 720 c .
im branco proprio para misa a .
s-rvija do boas Barcas a 000rs. a
garrafa c i dnKaa.....
I, lelro, a arrafa por.
>arrafadi no l'urlo, a
garrafa i* r '5, 1*200
800
800
520
:50tio
48<>
610
600
320
25700
2530)1
115000
252-iO

35000
15100
6i0
720
I5OOO
no
55)01
1-3 100
M6
800
co
55831)
(5000
Dito muscatel e Setubal a 800 e 15508
Licores Anos a 800, I5000e 15280
Caixinbas com amcixas muito enfei-
tada*. a 15600 c...... 25081
l-atiunas com ditas a 15500, 25 35O0
l)ita< com figos de comadre novos a
MUnOe....... 250OO
Ditas asm ervilhas francezas e portu-
guesas a....... 640
Ditas rom ostras a..... 720
litas com massa do tmales, 600
Ditas com frtictas de Portugal a 560 e 640
Azeitonas de Elvas em fraseos a 800 1
Frascos com conservas a 750 e 800
)itos tota mostaida franceza a 500
Hacos com 20 macinbos de palitos de
denles a........200
Tijolos de limpar a.....140
Aramia verdalcira viuda de encom-
raeoda, a libra a.....500
li iiiinia do engommar a 25MJ0 a ar-
roba c a libra a 100 o 80
Tapioca muito nova, a libra a 140 e 160
I )rvi I has seccasegr.ii d>' loco, a I lira 160
llassaa para sopa, macarro, talharim
e li'tria, a libra.....
I.il'S brancas, viudas de Lbboa, a .
I'ivide, estrellinhas e rolinhas a .
l/if de primeira s rte, a libra a 280 o
Sijiao verdadeiro hespanhol, a libra .
" it.i massa a 160, 200, 240 o .
.ilpisia a 45X00 a arroba e a libra
'..ioni a 55 B arrulia o 1 bbra
lUncndnas de rasca mole 1 360 e dura
/ tclte doce refinado, a garrafa a 8(X)e
l'.'liiiis com mnisde 100 ceblas a. .
Queijos do reino ebegades ueste ultimo va- dem francez a 7,ooo rs. a taa e 7oo rs. a
por 1 2,:oe. garrafa,
dem mais seceos viudos por navio a I,Too. Cbarutosem grande quantid.-ide ede todos os
dem pralo 63 melhores e mais (rseos do fabricantes mais a creditidos a l,5oo,
mercado a 7o rs. a libra. 2,ooo, 2.0O, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
dem londrino a Goo rs., e sendo inteiro a o* mais haixos sao dos que por alii se ven
5oo rs. a libra, vende-se por este preco ilem a 2,000 e 2,500 rs.
pela porcSo que temos em ser. Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
Biscoitos eindalas de 2 libras das segundes | roba e 28o rs. a libra.
manas : Osborae, Crakntl, Mixed, Victo-; dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
Ir.astanbas novas, a libra .
IfOOO'.\'ozes, a libra.....
A-i'ii mtiii is outr 1 gneros que deixam do se mencionar, ludo da melhor qualidade
por precos maito commodos.
48,1 -0
MOms
480 m
400 y
280 R
160
210 ;*
15000 >;
15000 va
160 m
oo3H
01
m, wMmmm*m*
ra, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mul-
tas a i ,:ioo e i loo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porlo a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinlia de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 1,000 rs.
dem inglezas em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Ca toes com bolas francezas proprios para
mimos ou para arijos que vio as procis-
S5es a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a loo
rs. a libra.
Figos de comadre em latas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a I,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinbas de 8 libras a l,8oo, e
2lo rs. a bbra.
Nozes mnito no\as a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas eonfeit idas a )oo rs. a bbra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinbos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial I). Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1*34, vinhu do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior 1). Luiz 1, e oulras militas
marcas, em caixa de urna duzia a-10,000 c
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 61o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 3oo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
bkm de manas pouco conbeciilas a loo rs.
a garrafa e 3.000 rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composic5o a 500 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, o 2.000 a arroba.
Garrafes com 4 garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com l ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PUK em ancorelas de l) cariadas a
15,ooo rs. com aancorela
dem em pipa poro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e l.loors. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fa/eola muito especial a 0,8oo rs.
a caixa e Too rs. a gariafa.
Licores francezes e portllguezes das seguin-
tes marcas crome de vilelas, geroOes, ro-
sa, absinio vespeiro, amor perfeito, amen-
dita amarga, pereicot. de lurin, Botelim,
morangOS, limao. caf, laranja. cidra, giii-
ja. caneila, eravo, rlela pimenta a l.ooo
Capas pretas.
A' loja ib) Porto, na esquina da ra da Madre do
Den, acalia de chegar um eompleto sertiinente de
Meas capas prctas, e soutamb CMMS enteiados
com o ni 'lii'o gesto, e por proco eemmodo lam-
ban tem um completo snrlimenio de Napas (ritas
e calcados, l-i-m romo boneguins de cores para os
meninos podercnur s proclssdes.
roba e 20o rs. a iibra.
\110z do Maranho a loors. 1 libra, 3.000 rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a .Ooows. a libra,
dem da India comprido a 2,loo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba. e3)o rs. a libra,
dem de sebo muito dura liogindo esparmace-
tc 36o rs. a libra.
dem de esparmacetea 5lo rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos t 5,ooo rs. a res-
ma, j se venden por 7.oot rs.
dem almaeopautadoe lis >a3.ioors. a resma.
dem de peso piulada c lis) a 3,000 rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueieiroa 2,2oo rs.
a resma.
Idemembrulho de l,2oo a I.loo rs. a resma.
Ameixas francesas em latas del '.i libra a
i,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
Irascos para l.loo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Holhos ingle/es a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Musanla preparada em potes muilo nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a 1,800 e 2,800
rs. a lata.
Serveja Bon. Tenente verdade ra aC,8oo rs.
a duzia.
dem de outras marcas prela e branca a 5,5oo
c G.ooo rs. a duzia nteiras.
Vassouras de piassava com 2 ireos de ferro
\ indas do Porlo a 32o rs.
Cebollas mnito novas a 800rs. ) molho e 5oo
rs. o cento.
Chocolate portoguez hespanhol o francez de
800 a l,ooo rs. a libra.
Genebra de Mollonda em frasqueiras a G,ooo
e Uto rs. o frasco,
dem em botijas a loo rs.
dem em gai cafos de 11 garrafis a B,2oo rs.
Palitos do gal a 2,2oo rs. a gnza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles tinados em macos grandes
com 2o rs o mchanos a 12o rs. o masso.
Gominhos muito nevos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 2 lo rs. a libra.
Ccvadinhade Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpiste a lio rs. a libra e l,5oo rs. a
arroba.
(omina a 8o rs a libra e 2,loo a arroba.
Penes am latas ai.ooe rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. o Biato saceos
corvina, salmSo e outras muitas qualidades
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar- prepara(ia de escabeche 2.a arte de cosi-
rafado garantc-se a supenondade deste vi-. nha de 12oo a 18oo ^ a jata
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos em aias de 4 arroba) t% e 8 ]bras
numo, velho secco, especial lagrimas do-1 a 8ooo 4j000 e 2,0oo rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinho Dranco de quint0) marca B
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du- a Filho a 60,ooo rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve- Marmelada imperial dos m lhores consenei-
Iho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz l.'de 1817, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs
a garrafa e de lo,ooo a 44,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezCs das melhores marcas em
latinbas de 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mero inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos de reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,5oors. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lishfa e Figaeira ;
de 48o, 5oo, 50o, 04o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em tonada a
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estacan por str mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de viaagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmaeatc as melhores neste ge-
nero de 50o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcJto.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,800 a caada,
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Touciuho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nozes muito novas a 10o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de 1.*, 2.a e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e36ors. alibra, doCearde7,8oo, 8,600,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,8oo a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra, j Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 2 lo rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
ros de Lisboa a 64o rs. a L.tinhade 1 libra,
ha latas de 1 */* e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinbas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,000 rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 V* a 0 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a l.Ooo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintts marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.ooo
a 24,>oo rs. o gigo, e de l,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
(omina muilo fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e panso de 10o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a gresa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada un.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l.ooo rs. a garrafae em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Cliouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l,ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 800 o molho
040 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 1 lo rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs cada um.
Caneila a l.ooo rs. a libra.
Batatas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,000 rs. a caixa de duas arrobas.
Bolas para buhar.
Francisco Garrido tem para vender no seu osla-
belecimento, roa larjja do Rosario n. :J7, excelen-
tes bolas para bilhar; sendo nmiogo de 4 bolas por
505. panno para o mesan 605, |z, a (troza 125.
una duzia 15200, solas para os tacos 25 o cento.
o rento
ttehola n 7OOrs.
na ra da Madre de Dos n. 18.
AGENCIA
DA
grandes a l.ooo rs.
A Imilla o
da Itali i
para saceos de assucar e roupa di estrave; tem
pira vender Antonio Luiz de Otivoi> Aievedo&
C, no sen escriptorlo ra >!a Cruz n. i.
i,nv.is le prllici.
(',',>,' n-rim para a loja daguia br.mea, ra de
Qnclmad n. 8.
FUNMCAQ DE LOW-IflOOR.
lina da Scnialla moa n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
nm completo sortmento de moendas e meia&
modulas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e toado, de todos o.<
lmannos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa da S. P. Johnston A C.
ra da Senzalla Nova n. 12.
Vende-so um porro bastante Brande, muilo
poni : para ver B tratar, na taberna defronte da
eapella de S. Jo.- do Manguinbo.
lucos enfeites pvra se-
'hhora
C.bcgaram nicamente para o Vigilante os ricos
piifeilcs ranilla de Kscossia, fazenda inleiranieii-
tc moderna e muilo barata olhamlo a sua qualida-
de o (tost : s na loja do Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Cassas pidas rom palmas Ianease
corado 20(1 rs
Fil de seda preto o eovado 15 c los de
linho a 8, 7.S e 05 ; na loja da bandeira
roa da linneratriz n. 28._______________
Capas, chales o manteletes.
Vi ii'le se pelos procos mais razuaveis possivel
o< objeetos cima mencionados, bem como um sor-
tiinenlo complejo ds nioreantii)ue, prosdraaple*.
sedas lavrada" tudo fazenda preta propria da esta-
can, viudas pelo ultimo vapor da Europa: na ra
do Qoeimado n. 40.
Vendem-se quatro sacadas para sobrado, sen-
do de pedra do Porto; assim como se compra tuna
soleira : a tratar na roa dos l'raieres com Jss
i Carmiro da Cutiba.

i\mm


Diario de Perexmhiico --- Terca letra 8 i
-A
m i
>
< -
I
i

ALLIANCA
CiRAIDE 4RMAZE9I
EE
MOLHADOS
0 nico que mais vanfagens offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Ferrcira da MIa.
O proprietario (leste grande estabeleoiraento de molhados, recebe por todos os
vapores e navios os melhores gneros que vem ao mercado, os quaes vende em scu ar-
mazem pelos mais resumidos precos.
lindo chegado pouco da Europa, ronde deixou pessoas encarregadn para a es-
colia de rus goajiros, tcni a honra de annunciar ao respeitavd publico, (pie ninguem co-
mo elle pode vender Uto barato e por to resumidos precos; servindo como costuma aos
seus freguezes com os melhores gneros que se pode desejar.
ATTENCO.
Qerendo o proprietario deste to til estabelecimento a concurrencia da boa
freguezia, tem deliberado vender sempre per monos do que outro (pialqucr, garantindo
aos seus freguezes todo e qualquer genero sahido de sen acreditado armazem.
Maoteiga Logleza a mais nova e fina besada { Velas estearinas a 5Co rs. a libra e em caixa
ueste ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 8; a io rs.
libra para cima ter abatimento. dem de carnauba pura c refinada a 360 rs.
dem franeeza a melhor e mais superior do' a libra e I0,ooo a arroba,
uosso mercado a 56o rs. a libra e 52o em dem de composico emmacadas a 32o rs.
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes frutas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas milito bem preparadas a
1,000 rs.
Peras seccas muito novas a 000 rs. a libra.
Massas para sopa estrellinha muito nova em
caixas de 8 libras a 3,oooe 000 rs. a libra.
a4io
harril ou meios.
liauha de poico refinada e muito alva
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson o melhor neste genero especial
1 iicoinmeuda do proprietario a 2,7oo rs. a
lira.
dem idem monos superior e que em outras
casas se vende a 2,6oo rs., custa ueste ar-
mazem 2,2oo rs. a libra.
dem uxim o melhor (pie pode liaver neste dem talharini, nincarro e aletria a 4oo rs.
genero a2,6oo rs. a libra, garante- se a qua- dem macan o um pouco mais baixo a 24o
1 idade. I rs. a libra.
Id. n preto muito especial a 2,000 rs. a li- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais loixo, porem muito sufrivel a libra.
i,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em iazo de nestes ltimos navios ter-! libra.
se recebido grande porco deste genero, Farinha do Maranho a melhor que presen-
a (leferenca de preco he de 600 a 800 rs- temente tem vindo ao nosso mercado a
a libra do que se vende en outra qualquer i4o rs. a libra.
liarte. Gomma do Aracaty muitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de i al 6 libra a l,4oo: a libra.
rs. a libra, neste genero o uielhur pos- Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
sivel. libra.
Biscoitos in^lezes em latas com differentes Licores muito finos de Bordeaux e toda as
qualidades como sejfio craknel, victoria marcas que ha neste genero a 800, i,000
I 'ic ni-, soda, captaim. seed, osborne e ou-' el ,2oo rs. a garrafa.
tras militas marcas a 1,35o rs. a lata. Phosforos do gaz a 2oo rs. a duzia e 2,2oo
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.ooo rs. a groza*
rs. cada una. Bolaxinha americana em barrica a 3,000 rs.,
figos m ciivinhas hermiticamente lacradas e em libra a oo rs.
e muito proprios para mimo a l,6oo e Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
2,600 rs. cada urna. Vassouras de piassaba com dous arcos de
Idea em caixinhas de 8 libras a 2,ooo rs. ca-: ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
da urna. urna.
Passas muito novas a 8,000 rs. a caixa e 48o Escoras de piassaba proprias para esfregar
rs. a lilira. casa a 32o rs.
Ameixa francesas em latas de libra e mcia e Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
I libra a l,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra. a la.ta.
Caixinhas com ricas estampas a I,4oo rs. Peixe em lata muito bem preparado savcl,
rada tima, frascos de vidro com rolha do curvina pescada e outros a 1,000 rs. a
iiii'siuii, rontendo libra emeia de ameixas.
Champagne da marca mais superior que tem
rindo ao nosso increado a I8.000 rs. o gi-
gO, e l,8o perior qualidade.
Vinlio Bordeara das melhores qualidades que
se pode desejar a 7,ooo e 7,5oo rs. a cai-
xa e 6lo rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porto superior de 9,ooo
0 lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa, neste genero lia grande porcSoede
diOerentes marcas muito acreditadas que
j se vendern por 14,ooo IS.ooo rs. a cai-
xa como seia, Duque do Porto, lagrimas
do Douro, D.Luiz, Cames, Bfadeira scc-
co Nctar ; Genuino e marvasio linoe ou-
tras como Ch.'iry e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vihlio de pina Porto, Lisboa, Figueira, a loo,
'Si. 56o rs. a garrafa, 3,ooo 3,2oo e
::..'iuo rs. a caada,
dem Inanco o melhor ueste genero vindo de
ciicoumienda a 600 rs. a garrafa, c 4,5oo
rs, a caada.
Idea do Porto em barril muito especial a
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a ranada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada.
dem em garrames com 5 garrafa.
Azi te doce de Lisboa superior qualidade a
Glo rs. a garrafa e l,8oo rs. a caada.
BiHUIinm gigos de trinta a trinta e tantas li-
bra a 800 rs. o gigo e 4o rs. a libra.
Geieliia di' Ilolianda a mais superior a 6,000
rs. a frasqueira e Sffi rs. O Irasco.
Idnn em garraloi s com 23 garrafas a 8,000
rs.
Se veja das melhores marcas de 5,000 a
;>.."oo a duzia 6 5oo rs. a garrafa.
Cognac sii|).'iior a Hoo e l.ooors. agarrafa,
'ii caixa lera abatimento.
Marmellada imperial dos melhores e mais
afamados concerveiros de Lisboa em latas
de libra e de libra e meia e duas libras a
600 rs.
CoiH'Tvas inglezas em frascos grandes a
75o rs. cada um.
Mein franeeza de todas as qualidades de
1 ajumes e fruto a 5oo rs.
Mi larda francezas em potes preparada a
loo 1 s.
Palitos para denles lio rs. o mago,
dem lixados muito fino 14o rs.
_ lata.
Emilias portuguezas e francezas j prepa-
radas a 84o c 23o rs. a lata.
Caf lavado de primeira sorte a 3oo rs. a
libra, e 8,5oo a arroba.
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
lili 111 de Java a loo rs. a libra.
Vmendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
\ velaos muito novas a 2oo rs. a libra.
Mozos milito no\as a 00 rs. a libra.
sliouricas e paios a 7oo rs. a libra.
l'oucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
'resunlos de I a mego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 48o rs. a
libra.
Vlpista muito novo e limpo a 16o rs. a li-
bia e 4,6oo a arroba.
l'ainco muito novo a 18o a libra e S.ooors.
a arroha.
Sabao maga, amarello e castanlio a 22o e
2io rs. a libra.
Fdem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanbas pelladas a 2,4o rs. a libra.
Chocolate francs de primeira qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Sant muito superior e medicinal a
I,3oo rs.
Copos lapidados proprios para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que em outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charatas dos melhores e mais afamados fa-
bricantes de S. Flix e do Rio de Janeiro
de l,5oo a ;>,ooo a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os molhos grandes
e 7oo rs. o canto.
Doce de fotaba a 61o rs. o caixo.
LentBbasexcedente legume para sopaegui-
zado a He rs. a libra.
Ervilhas seccas j descascadas a 2eo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Cominhos c erva doce a 32o e 4oo rs. a li-
lua.
Cravo da ludia a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a 1,000 rs. a libra.
Vlfazema a 2oo rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
roba.
(rain a loo rs. a lata e I,loo rs.a duzia.
W
P-O e
fcd &
c 0
i fcd
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B
SS
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GD
_s
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Contina a vender-se um grande sortimento de
ram'iraias francezas a 240 rs. o cevado : na ra
do (.inclinado d. 43, esquina que volta para a Con-
rgeacao.
Ao n. 29.
Nova loja dos haraleiros na ra do Queimado.
Riras saias ie fustaoa Sfi, camisas loglezas para
lenhora a 1&, 2S00, 3& e V5, enhenas de fusio
trancas a 5, chitas com lustro para coherta com
1 palmos de largura a tilo o covado, camhraia de
cores para vestido a 320 covado, laas para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
\ D. 29.
Nova loja dosbarateiros na ra do Qurimado.
Tarlatanas de toda as cores, tazenda muito lina
a 720 a vara, camhraia para cortinado, peca de 22
.'aras, por 105. chales de la por -15, 45, 65 e 85,
camisas inglezas para homein a 385, 305 o (05.
k n. 29.
Nova loja dos harateirss na ra do Qurimado.
Ricos pretos, franjas de todas as qualidades,
1 anea- de seda, de algodo e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
Iwrdados, ImjIocs de velludo, de seda e de fu>iao,
landos de cahello, meias de seda, leques : cojos
urtigos se vendem por metade do seu valor por ser
{ara acahar.
Kua da S^nzalla fctfi n. 42
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
farro coado libra a 110 rs., idemde Lo*
Moor libra a 120 rs.
Grande liquidacfio
it faieudas na loja do l'avo, ra ,da Imprratrii n.
fiO, de Gama ,\ Silva.
AcOa-sc este estabeleeimento completamente sor-
tidode fazendas inglezas, francezas, allemes e
suissas, proprias tanto para a praga como para o :
mato, prometiendo vender-sc mais haralo do que
em outra qualquer parte principalmeute sendo em |
porco e de tollas as fazendas do-se as amostras
deixando licar penlior ou mandam-se levar em ca-!
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As cuitas do Pao.
Vendem-se superiores chitas claras c escuras pe-1
le barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas stgu-
res, ditas rrucezas Qaai a 310, 340, 360, 400 c.
500 rs., o covado, ditas prelas largas e estreitas,
riscados eseocezes linos a 240 rs. o covado, islo na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Ascassas do Pavita 210, 280, 300 e 320 rs.'
Vendem-se linissimas cassas persianas cores li-
xas a 320 rs. o covado,ditas francezas inuio linas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
invado, liuissiuio organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a 320 rs., islo na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laa/inlias da nposiro do Pa\.io.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal-
mos do largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de qiiadrinhus a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito linas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tamhem matisailas
a 320 rs. o covado. ditas a Mara Pa com palma
ile seda e Lpalmos de largura 1 BOU rs. o covado,
c ditas de una s ei'ir parda, azul, cor de hrioe
penda proprias para vestidos, saulembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs., sto s na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz 11. 60, de Gama Silva.
Os ebalcs do Pava*.
Vendem-se finos chales de crepon eslampados
pelo barato preco de 65, 75, 85. tilos de pona re-
donda a 75 e #5, ditos pretos ricamente bordados
a retroz oomvidrilho a 125, ditos pretos lisos a
55, ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merino
; estampados a 25 e 35. ditos de la a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 65, isla na loja
i do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4
' Silva.
r'azendas prelas para a quarrsnu vende o Pavao.
Vande-se grosdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, 25, 25500. 2580 e 35, mo- i
. reantque pelo muito t-aperior a 35 e 25800, sar-
ja preta hespanhola muito encorpada a 25, isto na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama
c\ Silva.
0 Pavo vende para luto.
Vende-se superior setm da China fazenda toda
de laa sera lustro tendu 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletois, capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 2500 o covado, cassas
prelas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
comgollinhas e outros muitos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis: na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os (laiimis do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato!
preco de 25, 25500,35 e 39500. ditos muito finos a |
4-3. 55 e 65, cortes de casemira preta entestada a
45, 455OO e 65, casemira preta lina de urna s
largura muito fina a 15800, 25, 25500 e 35, cor-.
tes de casemira de cor a 55. 55300 e 65, casemi-
ras entestadas de urna s cor proprias para calca,
paletots, colletcs, capas para senbora, roupas m*a
meninos a 35 e 3;5O0 o covado, isto na loja do ]
Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama i\ Silva.
I roupa do Pavo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
i'n- fazenda muito boa a 125, ditos muito tinos a
165, 20j, 255 e 305. calcas de casemira preta boa |
fazenda a 45500,55,65, 75 c 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino;
preto, ditos de brim de cores, caifas de casemira \
de cor a 45, 55.65,75, ditos de caxemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 2550o, ditos
de car a 25 e 2-3300, ditos brancas muito Daos,
sto na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
i Gama & Silva.
Os bordados do Pavo.
Vendem-se camisiniae de cambraia muito linas
com manguitos e golas muito bem bordadas pelo
barato preco de 15280. ditas de fil a 13. ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e 2-3. su-
periores manguitos rom getla e a bal.io a 35-e 45,
sendo muito ieiu bordados e os mais modernos
que lia no mercado, manguitos e camisinhas a 35
e 35500, gollinhas linissimas de camhraia a 500,
ililas ile fil a 2'i() e Mil rs., pecas de ntremelos
rom 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a 15, e ou-
iros nimios artigos neste genero que se vendem
mais barato do que em outra qualquer parte : s
na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60. de Ga-
ma c Silva.
As rapas do Pavo.
Vendem-se ricas capas de seda pela ricamente
enfeiladas, sendo as mais modernas pelo barato;
preco de 205, 255, 305 e 405, Mutemharqaea de j
seda preta sendo ricamente enfeitados a 203. 255
e3(>a : na loja do Patio 111a da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As cambraias do Pavo.
Vendem-se pecas de eambraia minio lina com
salniros tendo 8 l|2 varas cada peca a 3 .00, ditas
a .13 8 35500, ditas adamascadas milito finas pro-
prias para cortinados a 35, ditas a 45, pecas de
iMiiibraia brancas li-.is faieada muito lina com 8
l|2 varas a 35500, 45,45500, 55, (Titas de qua-
dros proprias para forro e bahados por precos mui-
to razuaveis : na loja do Pavio ra da Imperalriz.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios pan jmi-
la e ramas pelo barato preco de 93 o par, sendo o
melhor que bao mercado": na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama A Silva.
Pauuo de 1 i 11 tu.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para leuees. toalhas e ceroulas pelo
barato proco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25300, algodaozniho
monsiro eom8 palmos de largura a 15, pecas de
Hamhurgo com 20 varas a 95,105 e 115, |>ecasde
madapolao lino a 75500, 85, 95 e 105. ditas de
lgodaozinho a 65,65500 e 75, o outras umitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. (id. de Cama & Silva,
As michas do Pavo.
Vendem-so colchas de linho aleochoadas pro-
pnas para cama pelo baraioonco de 55 cada nma
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
Corles de rassa a 35500.
Vendem-se corles de camhraia com babados a
355OO : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
de Gama & Silva.
0 Pavao vende lazinhas pretas.
Vendem-se lazinhas pretn a 200 rs. o covado:
na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
A Mara Pa.
) Pavo vend* a 8$
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
sfaria !'ia com Minias barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor Irancez pelo barato preco
de 85 cada um : s na luja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As calcinitas do Pavo.
Vendem-se calcinhas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo barato preco de 500 e 640 rs.,
mlanguitos para senhora e meninas a 500, 640 e
8 0 rs., camisinhas com manguitos a 15280 : na
oja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Os hales do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou halos de 30 arcos tan-
to bra neos como de cores sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebraren) a 35500 e
de 33 arcos a 45. ditos de. mussellna com babados
a 4-3, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os rorpinhos do Pavo
Vende-se os mais modernos rorpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, ra da Imjieratriz o. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os Teslidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a vellido pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e 105 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a CfoelM, sendo proprios para baile e ca-a-
ment a 10, 15, 20 e 305; ditos do laa com lindas
barras a 18 e 155; isto na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grande pecliinclu
coiti (oque de avarla na loja e
armazem da Arara na da Im-
peratriz ii. 50 de i. iirenco P.
H. Ciuimares.
Vende-se com loiinr de avaria.
Vende-se madapolao inglez rom pequeo to-,
que de avaria por 65500 75 e 85 algodaozinho a
45500 e 55, cambraias lisas finas i 35 e 35500 : |
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56. '
Vende-se fazmdas limpas bralisshiias.
Vende-se chitas linas cores escaras a 240 e 280
rs. o covado. ditas francezas finas cores lixas a
320, 360 e 400 rs. o covado, gorg rao de linho pa-
ra vestidos de senhora a 280 o covado, ripeado
francez para vestido a 280 o covado : na loja da
Arara ra da Imperatriz n. 56.
Fazendas proprias para seuhoris e meninas.
Vende-se gollinhas com botozii ho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., manguitos de fil e
cambraia enfeitados a 500 rs., ma iguitoa e gollas
para senhora a 15 e 15280, camisinhas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no colarinho e
punhos e grvalas muito Unas a 4^500 e 55 : s
a Arara ra da Imperatriz n. 56.
Principia a Arara vender is 1 nidias.
Vende-se colchas avelludadas pira cama a 85,
ditas de linho aleochoadas a 55, duas de fustn a
:>5. ditas de damasco a 45, ditas do chita a 25 :
na loja da Arara ra da Imperatriz n. 36.
Arara vende cassas a 2 i 1 rs.
Vende-se cassas francezas finas a 240 e 280 o
covado, orpandys linos a 240. 280 i 220 o covado:
na ra da Imperatriz n. 56 loja da Arara.
Arara vende cortes de casemira preta a 3$.
Vende-se cortes de casemira prca para calcas a
35, 35300, 45e 55 : na loja da Arira n. 36.
Grande sorliuiruto de fazendas prelas para a qua-
resaia.
Sedas, grosdenaple, pannos finos e rasemiras.
Vende-se grosdenaple prelo pan vestidos boa
fazenda a 15400. 15600, 25, 25400. 25600 e 35 o
covado,sarja hespanliolade seda, pimo lino prelo
a 15600, 25, 25500, 35 e 45 o covado, muito su-
perior rasemiras pretas finas a 25 o 25400 o cova-
do, merino fino a 25500 e 35, dito de rnrdo a
255OO o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende madapolao franeeza4.
Vende-se madaiiolo francez entestado a 45 e
4550O, bretanha de linho, h.tmburpo de linho para
lences e sern las a 440, 500 e 640 a vara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15280 e 15400 a vara : na ra da Impera-
triz n. 56.
Arara vende lazinhas para vestido a 210 rs. o
cavada.
Vende-se lazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o covado, rasemiras
lisas proprias para capas de senhora a 15800 o
covado : na Arara roa da Impera ir z n. 56.
Arara vende fusto a 500 rs.
Vende-se fustao de cores para roupa de meninos
calcas e paletots a 500 rs. o covado, ganya franee-
za cura e clara para calcas e pa etots a 440 rs.
o covado: na ra da Imperatriz n. 5 3.leja da Arara.
Roupa frita da Aran.
Vende-se paletots de brim de cor a 25500 e 35,
ditos de meia casemira a 35500, ditos melhores a
45500 e 65, ditos pretos de panno .15$, 65 e 85,
ditos de casemira lina e debruohadis a 85 e 105,
ditos pretos de alpaca a 35500 e 45, caifas pretas
de casemira a 45500, 55, 65 e85. ditos de meia
casemira, ganga e brim a 25 c 25300, ditos finos
a 353OO, ditos de brim brauco a 3,i e 35500, ca-
misas francezas a 25. 25500 e 35- seroulas a
15600. ditas de linho a 25 e 253CK rolletes a 25
e 253O : na ra da Imperatriz n. 0.
Ilales da Arara a 3.
Vende-se bales crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
a 33,35500, 45 e 45500, ditos do madapolao a
35500, ditos de musselina a 45 : so na Arara roa
da Imperatriz n. 56.
Sediabas a 500 rs.
Arara vende sedinhasdelistrinharpara vestidos
a 500 rs. o covado, ditas finas a 803 rs., la Ma-
ra Pia com 4 palmos de largoe palmas de seda a
800 rs. o covado : na ra da Impentriz n. 56.
Arara vende cambraias de carociiihos a 2&>00.
Vende-se cambraias de rarocinbos para vestidos
a 2500O a peca, corles de eassa (ranean a 25, co-
bertores de pellos a 15 e 15600 : na ra da Im-
peratriz n. 36.
Arara vende os cortes de riscados Irancezcs a 3$.
Vende -se cortes de ri -cados frarcez(S com 14
covados a 35 o corte : na ra da li iperatriz n. 56.
Arara vende os soutcnilia'quts.
Vende-se soulembarques pelos nuito ricos, ca-
pas compridas e manteletes de supi rior qualidade
a 225 e 235 : s a Arara ra da Imperatriz nu-
mero 56.
I'OI, Mm DE l)EZ POR C8NT0.
LOJA DO BEIJA FLOR.
Ra do Queimtnlu numero 63.
Cravalinlias para scnbira.
Vendem se gravalinhas de.diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Filas para drkrum de vestidos.
Vendem-se litas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : n ra do Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
Pentes Iravessos.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na ra do Queima-
do, loja do beija-flor n. 63. fl
Papel beira donrada. ^
Vende-se papel beira domada a 15200 e 15300, 'j
dito de cor de beiradourada a 15100 : na ra do,
CONSERVATIVO
m
JO AOL IH SIJMAO DOS A3TOW
23Largo do Terco23.
O proprietario deste armazem de molhados vende os seus ja bem conhecidos guien.
meira qualidade por menos de dez por rento do que em outra qualquer parte, farantindo-se
rior qualidade.
\ao se diz o preco pa< ;i nm espantar.
Vraho das melhores marcas.
Manteiga ingleza flor.
dem franeeza.
Banha de porro refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Caf bom do Rio.
dem superior doCear.
Tooeinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
Queijos novos do vapor.
Milbo alpista limpo.
Uomma de engommar alva.
Salan de diveisas qualidades.
Chouriras muito novas.
Arroz de diversos precos.
Ser veja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo.
Phospboros do gaz.
Bolachinha ingleza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qoalidade.
fiiscoutos e bolachinhas de foda.
Charutos de diversas qualidades.
Alm dos gneros annnnciados ezistem ontros rauitos que enfadonbo mencinalo-, i lint i
ro contado.
RA DO QUEMADO \. 11.
Leja de fazeudas de Auguslo Fiederico dos Santos Porto.
Fazendas pretas para aquaresma.
Miras capas de seda preta bordadas e enfeiladas para senhora.
Soutembarques e manteletes de seda pretos muito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitados a 175-
I.uvas de pellica de Jouvin para homem e senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Sortimento de grosdenaple pretj, pannos finos, casemiras pretas, merino, aetietria e I ni-
basina preta tudo por com modos precos.
Camisinhas de cambraia aGanbaldi e camisinhas e manguitos brancos e de cor.
Vende-se para acabar organdys da India a 320 rs. o covado, laasinhas a 360 rs. o cov;.Jo c
cambraias de cor a 240 e 320 o covado e muilas outras fazendas por commodos precos.
Chegaram as muito superiores
EKTKJ IMS PARA SAIAS.
CUSTODIO, CARVALHO C.
27 Ra do Queimado 27
Para meninas.
Lencinhos de cassa pelo barato proco de 100 rs. cada um.
Cambraias
organdys linissimas a 240 rs. o covado.
Al a pe^a
de ntremelos finos bordado a 15 a peca.
Cortes de
cambraia branca com flores a 35 a peca.
Ricas eassas pretas
bordadas de muito gosto.
Madapolao
entestado francez muito fino a 500 rs. a vara.
Lencos
de eassa brancos e de cores a 15200 e 25 a duzia.
Cobertas
de chita ehineza a preco de 25 cada urna.
Tiras bordadas peca 25-
Cambraia de linho a 35, 45 e 55 a vara.
IUcos cortes de laa dos mais modernos a preco de 205 o corte.
GAZ GAZ GAZ
por preco reduzido.
Vende-se gaz da melhor qualid de pelo
pre,o de 10^ por lata de 5 galoes : no ar-
mazem do Caes do Ramos n. 48 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
[Loja do barateiro
Xa ra do Crespo n. 4.
Fazendas baratas.
Para acahar.
Chitas fiancezas de cores seguras de 280
a 400 rs. o covado.
Organdys de cores a 240 rs. o covado.
Camisinhas e manguitos ranito enfeita-
tados a 45 tudo.
Camisas a mosqueteiros (ou eorpinhos)
a 55. M
Laas para vestidos boa fazenda de 360 a ^
800 rs. o covado. |
Mimosos vestidos japonezes de organdys %|
differentes precos. 9
Ricos cortes de vestidos brancos bordados ||
de 125 a It
Grosdenaple preto l*m de 15800 a 25200. >i
Musselina de coi es fazenda que tem toda M
appl icario a 460 rs. o covado.
Escocezes'para vestidos com 5 palmos de S
ClMELlSIKU
Vendem-se barrls com cal des-
ta procedencia, em pedra. rliega-
da boje, e nnica nova, que h:i ne>
mercado, na ra do Trapiche n.
13, armazem de Ulanoel Teisel-
ra Basto.______________________
Os precisos tal Iteres pa-
ra crian cas.
i
Chegaram e acham-se venda na ra do Quei-
mado, loja d'aguiabranca n. 8.
I *ltl\HV
a 55000 o sacco : no armazem de Joaquim
cisco de Alern, no Forte do Mallos. ____
Fr.iii-
Queimado, loja do lieija-flor n. 63. K .,.,?rf ,a 0 rs. o covado.
Anvelopes. dp linho
bordado a 640 a 800
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades :f
branco a 800 rs. e de cor a 040 rs.. para cartas de, }
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija- 1
flor na ra do Queimado n. 63. I
\nltas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com ernzes de i
pedra imitando a briihante vende-se a 15 cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeites de lila.
Tendo recebido enfeites de fila pretas e de co-
res mais modernas que se esto usindo a 15cada
um : na ra do Queimado, loja do ueija-fljr n. 63.
I ila de laa preta para drlirun.
Vende-se fita de laa preta para debrum com 16
varas a 900 rs. a pega : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.'
lilas de linlio para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pega s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
BolSes de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos qne tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este prego na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fila de velludo preto com 10 varas a
900 rs. apera : s quem tem por e loja do beija'-flor da ra do QueimaJo n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja treta.
Vende-se franja preta de diversa; larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garfas.
Vendem-se facas e garlos de bal:meo de 1 bo-
tao a 55500 a duzia. ditas de 2 bot Ses a 65400 :
na ra do Queimado, loja do be ja-flor n. 63.
Ooniins.
Vendem-se dminos muito fino; a 15200 e
15400: na loja n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-floi n. 63.
de cores perfeitos de Jg
liso e
rs. a vara.
Lencos de seda
!5<>00 a 25.
Bramante de linho com 20 palmos de lar-
go a 25200.
Cambraia branca cora salpico a 640 rs.
Chales de merino fino liso estampados de
45,55. 65, 75, 85.
Mimosas cassinhas de cores finas para
vestidos a 400 rs. o covado.
Bales de arcos inglezes de 25500, 35
e 35500.
Chales muito finos e lindos padroes a 800
rs. o covado.
E outras muilas fazendas.
Muito baratas nara acabar.
Cal de Lisboa c potas da
Rnssla.
Vende-se na ra daCadeia do Reeife n. 26, para
onde se mudou o amigo c acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os genero* b2o novoj e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
utra qualquer, parte._______________________
Mantas pretas.
Vende-se superiores mantas pretas fle fil^B
seda, italianas, as melhores que ha oeste genero :
na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica.
Veude-sc alpaca prela a OU rs o covado.
Vende-se alpaca preta para vestid >s a 500, 600,
700 e 800 rs., lina de eordo a 800 s para pale-
to!, primeza prela a 800 o 640 o co ado, bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, lazinbas preta
para senhora que estao de luto a 7".!0 o covado :
na ruada Imperatriz n. 56. A loja est aborta at
s 9 horas da noite.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 13 de marco torrente, o esciave
\ rrioulo de nome Manoel, de idade 40 annos, e-ta-
tura regular e gordo, pouca barba, pescogo ci.i ta
; e difficit de moverse, falla fanhoso e anda de at-
i pergatas ganhando na ra : roga-se as autorida-
des poliriaes e capitaes de campo a captura d-He
e entrega-lo ra da matriz da Boa-Vista sobrada
n. 26, por cima da padaiia ou a ra do lm;>eiader
n. 45, terceiroandar,que se gratinVaia.
________________----------------1
1 S (le yra /caalo
Ainda se acha fgido desde o dia 18 do jam iro
deste annoo escravo Miguel, crioulo. alio. dU idade
bonitos botaozinhos tanto para senhora como para de 45 50 annos, j tem cabello.- bran o, e usa de
menina, pois a vista faz f : s no vigilante ra do meias suissas, lem um principio de gomma no pei-
to de um dos oes, osa de alpercatas, muito r
grista e intitula-se forro. Este preto natura
Ico, d'onde veio para o poder do fallecido S>. XN;o
Vieira Coelho, que o vendeu ao Si I bei>
me Guiuiaraes.aquem por algura lempo perte*
cen. Consta que levara em sua companbia sua
amasia de nome Maria, parda acabildada, alta e
com falta de denles na frente; esta parda eostdma
i embriagarse. Poucos das depois da fuga forana
encontrados perto do engenho Camaragrbe : ped-
ge, por tanto, s autoridades competentes cu a quem
delle tivernoticia de anprehende-io e kfva-11 ri-
sa de seu senhor Miguel Pereira Leal, na na da
Cadeia do Becife n. 19, qne receber 1005 de gi*
tifieagao.________________________________
H para assenhoras.
( ollinhas e pirabas.
Chegaram as riquissimas gollinhas com punhos
de lindos bordados e linho puro guarnecidos com
Crespo n. 7.
4Wl)(&D
Vende-se a propriedade denominada Maltez, fita
na freguezia de Tracunhaem da comarca de Naza-
retta, com urna legoa de frente e meia de fundo, e
proporges para nella se levantar um l>om enge-
nho de fazer assucar, sendo que actualmente ren-
de ella mais de 1:0005 que pagam os moradores
que lera : quem a pretender entenda-se nesta pra-
caeom o Sr. Antonio Jos Leal Beis, na ra da
Cadeia de Becife n. 47.
Venda deuma hypothtca.
Os liquidatarios da massa fallida de
Jos Antonio Basto veHdem a hypolhe
Acha-se fgida a eserava Maria do Bosarif,
crioula, idade de 50 annos, pouco mais Q0 menof,
baixa e gorda, tem o dedo grande da n
da de menos por causa de um panarieio. fd escr-
i va do senhor de engenho Sant'Anna, tem imaq
casas a na do lia piche b. 34.
Venda 'c predio.
Vende-se um grande predio de tres andares e
ATTENIjA
Acha-se fgido o escravo de nome Faustino, de
sota, sito na ra do morirn, no bairro do Becite, dade 40 annos, pouco mais ou menos, eor fula, at-
por precisar de um concert, que seu dono ausen- lura regular, groan do corpo, bem espadando. 1ar-
te, o nao pode fazer : trata-se na ra do Vigario hado, e j com alguns cabellos bramos na barba,
n. W, primeiro andar._______________________bragos e pernas grossas e bastante cabelludas, Mi-
do as peinas arqueadas, porm nao minio. coala-
Mi andar em sambas, e as vezes embriaga-se b*Q
talle por gostar muito de beber : portanto roga-
se s autoridades poliriaes desta e das provineia
limiirophes, que o fagam apprehender e lvalo a
seu senhoro major Anlonio da Silva Gusuiao, m
Hua da Seitzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston d C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
r;aes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montana, arreios para ;u" trft^i'^Sim'ama roga-ae aos capiti
carros de um e dous cavallos, e relogios de campo a apprehensao do dito escravo, que sera
ouro patente inglez. bera gratificados.


Diarlo de Pernambnco Terca felra 1 de Narco de i !.
LTTERATRA.
C.A..A DIBIOIDA AO SKNHOn DI. l'EDHO U 17.. I'IXO
enm nono rumo ALT11AN DA MATTA
k. roa ooca8iSo da untura do nis-
, ... 1 HOR HA CMARA
D
/' s / dro /.<:.O discoreo de V. 8.; |W-
1 Comnmrcio da 7 de mareodo
. acerca io pr 1 d
urd uraterreno para a edifle
nplo cathnfico, excitou-me a indign
I ido iloavasso d catbolieisi io, dja-
l>or Dlbos deg< 1 -
radas.
8 V. S. se limiUMe a mostrar a inconvi nieneia
w iiaiiii'.aJe daeoucessao,sem oflensa aos ni-
ni*!: e as irmaas da caridade, lira
is. I 1 ray I. Mas aprovear V. S. a oecasiao pa-
ra tancar sarcasmo a lucilos o a estas; atira-tos
i!'- iilam.'iito ao e-carneo da cmara, eco
i|,. 1 1 alardear de ani-catholico, o jue nao
admits justiBcacio alguma, antes merece plena
1 r, i \ a ).
pensa V. S. que chancas do mao gDsto
possam risrar da memoria dos borneas sensato) os
ni : ricos prestados ouir'ora pelas ordena
rets '* c destruir no animo da gerago presen*
1 nci de lacs serviros, quandu fila 5SW
reo I ando( a cada passo? Acaso pen.-a V. S. ter
lustrado como seu discurso a eompanliia de
Jess, tao di-tincta na cultura das ledras e socn-
< 1 na eduracao da n.ocidade, e na civilisa-
ca 1 dos poros ? Revolva V. S. os aonaes literarios
c scientiOcos de todas as nacoes cultas,que encon-
mi 1 a cada passo Jesutas eminentes as leitras e
as ciencias. Revolva a historia, que os encon-
trar dedirando-se a civilisar povos, a propagar a
f, nao colhendo niuilas vetes neste muudo nutro
premio senio a palma do mam rio. Inforiuc-sc l>em
do q n ainda hoje sao os Jesutas no tocante s
ui das ecelesiaslicas, philosophicas e jurdicas, e
eontiecer quanto sao elles rredores de twlo o en-
ci lio.
8e os CapnchinbOB nao egualam as letras aos
Jesutas, nem por isso sao menos apreciaveis que
I si i: e Capuchino um varao apostlico, que en-
fronta lo do grosso bnrel, descalco, esfaimadoe ex-
posto as intemperies do lempo, percorre as aldcias,
as villas e os sondes, pregando o Evangelho. ilou-
irinande os meninos e os adultos, confessando os
Esalientes, concilando os nimos desaviados, ica-
ando com as uuies illicilas; em summa 6 um
vario apostlico, queseesforga por manier a ft no
espirito da populago, e mov-la a pralica da vir-
10 le.
Se falla mal, porque estrangeiro. possue saber
bstente para confundir a impiedade, aeonselhar
os fiis, e dirigir as consciencias.
Se usa de phrase tosca e incorrecta, di/, verdades
fju> tod 1- comprehendem, e que dissipam os erro
do entondmenlo c as paixdes d'alma. Alm di-so,
nao para aprender a lingua verncula, mas a ser
christo pralico. que o fiel ouve a predica do Ca-
puchlnho, da qual mnguom sabe pervertido, mas
convertido ; porque a doutrina e o bom exer.iplo
rallara na medulla do animo dos ouvintes, que
ruis fcilmente se rendem pelas obras que pelos
sons. D'aqui se ve que nao razio sulliciente pa
ra no* privarmos do sorvlco que presta o Capuchi-
nlio, nao saber ello com perfego o idioma por-
tuguez.
V. S., fallando dos" Lazaristas, os reduziu ;i Je
suitas desfargados ; e como no seu entender o. Je
suilas sao nocivos ao estado, aquelles lambtm o
devem ser. Mas noto bem V. S; que nao stndo
j'iuv.iil.'is as premissas, a coneluso infundada.
Aflirmou que os Lazaristas sao misionarios di er-
ro, da intriga e do fanatismo ; mas absteve-se de
Eiova-lo, nem o pode provar. Se Ibes nao tivesse
oa vontail'', procurara liata-los, c entiio coihe-
ceria que sao dignos ilhos de S Vicente de Paulo,
que possuem instruccao e virtudes.
V-los hia constantemente oceupados no encino
dadoutrina chri.-la, no conlissionai io, e cbe-
ccira dos moribundos. VO-los-hia a porla do pobre
para sojeorre-lo. Ve-los-hia consolando o afflicto;
ap^.-ailia.-ido a infancia desvalida ; afervorando a
II Ja le de dos, reanimando a esperanza e a cari
dade de uniros. Se V S. se prostrasse aosps de
M.i delles (para llie aVscobrir as cliagas de :*uas
culpas, ouvina os mais salutaresconscllios dictados
por urna rehgiio esclarecida e Milicia, e nao os
laxara de misionarios do fanatismo. Kmlii 1, se
com elles pralicasse em materias Iliterarias, pas-
ma na de ouvi-los.
corlo, nao o neg, que temos padres insiru idos
C futimos : mas que mal nos vem de po.->uii inos
esses bODS padres fraueezes, para que os no-so-
peis-veiein na f, na disciplina e na obediencia ao
ameno pontfice, mormentc n'uina desgratada
foca, cjuio a nossa, MU que se apregia esc na-
dameote que o pa|>ado um obstculo a libenade
e ao pr.ijivsso, e se procura por lodosos modos
Suebrar o laco que prende os liis ao cabeea vi-ivil
I ec'nja, ao vigrio de Chrislo na ierra, ao >uc-
ce.-sor d'! S. Pedro? Quo se admita entre nos o
Intlierano, o calvinista, o methodista, o judcu, o
riuis:iliuaiio e o idolatra, e se qneira expellir d.- en-
tre iis o padre francez e o Italiano, o cousa que
nao se explica >euao pelo odio que so vota ao cal loli-
ci-iuo. Toiera-se que se espaldero escandalosai len-
te pela nossa populacao biblias proteslantes, mas
nao so quer o padre francez nem o italiano, sjb o
pie'.exto de strem os uiissionarios do erro, do fa-
nal-mo e ua iutriga.
Guerreia-se agora o padre estrangeiro, para li-
soi|i/ar os Dostos; mas que estes se acaulelein,
porque a guerra feila nao ao estrangeiro, e sim
ao sacerdocio. poiS para o verdadeiro ealhol.ee um
sacerdote, seja de que nacjio fr, semine um pac
espiritual, um ministro de Je.-us Chrislo. Ocslmn-
gdihtiio refere-se ao nascimento; o sacerdocio, po-
rem, universal, porque cstende-e a lodos os liis
elil dislinccao de paiz.
Se o que V. S. ilisse dos Jesutas, Capuchinhos e
Lazaristas nao passa deuma repclc.odo que dis-
u mii os impos do seculo passado, o que aflirmou
das iimas da caridade so de sua lavra, po'que
nem naquelles acba V. S. apoio. Se quizesse ser
jasto paia com ellas, as tena antes por anjot que
|>or nuiliiercs. Porque em abono da vei dade mis-
ler um osptlito anglico para deixar os gozes da
uvida eso cuidar do engeilado, do orphao, do demen-
te e do euformo. Essa coifa branca, esse saao de
panno azul que cobrom a irmaa da caridade, nao
enceua, pois, a mullier commvm, mas a henina,
que arrostra o rigor dos climas e os perigos para
levar a ra idade aonde quer que baja mftlizes
a s cciji 1 ei, Mqaiii elles meninos, adultos 011 ve-
Ihos. Pois u'um seculo o u'uma sociedade onie se
acaiam gei aluu-iiie as mulheres. at as impdicas,
naopuderao escapar sanlia de V. S. as pe bres
trmaas da caridade, essas virgens lo ebeias de ter-
nura para coma infancia desamparada, para com a
pobreza desvalida, |ra com os afilelos enfermos ?
Eiscs lostos assoinbrados de palidez pelo ar me-
plniico que se aspira nos hospitaes nao mereceraiu
de V. S. mnliuiii resuelto 1 Ah senhor, sbe-me
o rubor a face, quando pens que no meu paiz, em
plena cmara, houve quem ouzasse erguer < voz
contra Dinas virgens, que sao a apologa mais esni-
plea do catholicTsuM, e que essa voz foi geralmen-
te a|iplaudida. Sbe-ue o rubor face, quando
pcoxi que os padres que teem assento na cmara
jiem sequer deram um aparte em favor dessas vir-
gens, em cujee pellos arde a mais abrazada coram-
ina da caridade. Nao se lenilnaraiii elles de que
disse o prophela :Ai (aquelles que se culam 1
S.-. verdade, senliores, que so o amor de )eus
capaz de gerar o amor do prximo, claro que
os maioros bemfeitoros da humauidade devem ter
do os santos : releva, por-n, noler que s a
egreja os tem. Ora, S. Vicente de Paulo, esse h-
roe da caridade, esse pae de todos os desgranados,
nao s f.-z milito bem em sua vida, como ainda
luje o faz pur toda a Ierra, medanle os instilutos
de beneficencia que fundara, entre os quaes conta-
se o das iriiia i> da caridade. I-Mas tanto herdi rain
o espirito do seu fundador, que pelo- seus aelos de
I). 11. licencia tem grangeado por toda a pa te o
amor e a wneaco dos povos. Ellas se bao espa-
Ihado pelo mundo inieiro, o que bem proya a toda
luz quanto sao ellas prestimosas e queridas. Al
Ivj" au houve quem se receiasse dolas, excepto
V. S., porqut os servicos que prestam s.io os mais
santos e innocentes. Se se encarregam de pen-ar
OS enfermos, s 10 adiniraveis por seu zelo e crida-
de ; se da elncacj) dos meninos d um e d'outro
sexo ; iustruem-iios no que Ibes conveniente sa-
berem, intruem-nis na verdadeita religuio ; affei-
coam-uos a virtude, infundindo-lhos a mais fervo-
rosa devoro Santissima Virgem, que posst io to-
das as virtudes em gru eminente, e porque nao
te pode ser verdadeiro christo, sem se ter devo-
jao Mae do Itodemptor.
Eis aqu, senhor, o que sao, e o que fazem as
ermaa> da caridade, que ainda nao desmereceram
do bom conceilo, que geralmente se faz della>, por
qualquer modo que se considerem. Mas ellas sao fl-
Ihas de Je.-us Chrislo, O como taes devem ter sua
crucilixao neste mundo, para .serem atmelbaiilea a
seu Pae e Kedemptor. E por corlo nao leriam ellas
mais esse merecimento, se nao houvesse alguns,
que as abocauhassem e perseguisseir.- Ma-, que
Ihes importa isso, se ellas oulra cousa nao a seaao a reinar na gloria com Aquello, a quem
amam ardenlemente. Regosigem-se, pois, as irmaas
da caridade com essa perseguieao, que de vez em
quando apparece contra ollas, com essa ingratidlo
de alguns. quo ate' neste mundo as torna mais es-
timadas, e mais dignas das henchios dosverdadeiros
chrislaos
Se um padre sempre para mim um objecln de
respoito. tambem alo posso deizar do estranhar
iue V. S. fallasse ironicameute das reootfbcdes
ue 111-;, cmara deixara o monsenlior Joaquim
l'into de Campos. A irona mal cabida, porque
como padre sempre foi ah o defensor da religia
do clero, e como deputado mostrou sempre mui-
1 independencia. Mas eniliui elle que llie reS|ion-
l orque ja vao longo este artigo.
Itecife. 17 de marco de ISBi.
Consclheiro Pedro Autran da Mulla Albuquerqut'
grandes potencias, acha-se era flagrante discordan-
cia com altas nersonagens.
O re Guilherme, at agora intimamente ligado
com o seu prnueiro ministro no complexo de me-
didas arbitrarias e repelientes para compresso in-
terna, separou-se do seu modo de ver relativamen-
te aos ducados. Fez causa commum com o princi-
pe hereditario, d'alma e coracae volado ao partido
germnico. Ou o conde lli>marck, para manter-se
no governo, ha do modificar as suas ideas ou ser
substituido por quem marche de Record com as
tendencias da corle, do exercilo, e diga-se sem re-
buQo, da qoasi lotalidado do povo allemo vido de
gloria, ds engrandecimeato, de supremaca.
Em Inglaterra ha justa apprehensao de burla
por parte da Prussia e da Austria. A llngoagem
do Moniinj Post e do Uaily W WS, cada da mais
bellicosa. Heina inslita actividade em todos os
arsenaes e pollos de mar. lepetemso os despa-
chos do Londres para Pars e de Pars para Lon-
dres. Lord J. Hussellavista-so airando com o prin-
cipe Lalour d'Auvergne ; o lord Cowlcy assiduo
junio a Mr. Drouyn de L'huys. Nada se poupa
para induzir a Franca a assumir attltude mais pro-
nunciada, para attrahir o seu apoio a Gria Hrela-
nlia, na hvpothese de que depois da revogacao da
constituco de novembro pela Dinamarca, as duas
potencias germnicas so obstinem em oceupar os
ducados, em desaltendor os compromisos do tra-
tado a que se ligaram.
Acaliou. pois, a Franca o isolamcnto a que pa-
reca condeinnada pela rejeicao da proposta do con-
gresso.
t governo inglsz est ancioso por estreitar os
vnculos de allianea cora o monarcha, anda ha
pouco tratado quasi de resto n'um despacho, que
se tornou celebre. Sera duvida Napoleo nao
hornera capaz de de i xa r -se dominar de resenlimen-
tos pessoaes, ncra assaz inexperiente para deixar
de conheeer, que era inexequivel o lira ostensivo
do seu convite aos mouarchas e aos ministros das
potencias europeas.
A allianea da Russia, tao preconisada. nao se
realisa, ao menos pelo em quanto, em virtude de es-
crpulos, de divergencias de incompatibilidades j
persistentes.
Nao impossivel que o gabinete das Tulheras
torne a congra^ar-se com o de S. James. Etodava
indubitavel que a Inglaterra ha de inderanisar lar-
gamente a Franca dos embarazos em_ que a eolio-!
cou, assegurando-llie o melhor qurahao nos lucros!
eventiiaes, que possam realisar-se. Diz-se que as
tropas do acampamento de Chalons vo ser aug-
mentadas. E" indicio do que as negociares com I
a potencia do outro lado do canal marchara plausi-
velinente. Se terminara a contentadas alias partes
contractaRtes, o imperador Napoloao sera prompto
em laucar a sua espada na concha da balanca.
O OUEVIE PELO MUNDO.
Do Jornal do Commerro de Lisboa Iranscrove-
1 c s oseguinte artigo, ali publicado sob o titulo
Aqueslu do SchleswigrHoutein '.
O Schleswig e o Hoistcm parecem perdidos
para a Dinamarca. O principe de Angustemhurgo
8rali, a no segundo ducado o que fez no primeiro.
s -eos partidistas proclamam-n'o ; os habitantes
da- ciJades e das aldeias adherem ; eos soldados
invasores as-i-tem complacentes s domostra-
coes.
t Quarenta milhSes de A i lema es applaudema
espohacao feila a um pequeo povo de um milhao
e quinht utus mil habilanti's. A Gazela do Norte,
que passa por orgao semi-ofllcial do ministerio dos
negocios estrangeiros da Prussia, nao hesita era
declarar, estribada nos principios do diroito publi-
co, que a guerra annulla os tratados; e que por
consegrante as duas potencias germnicas nao po-
dem considerar como subsistentes as declrameos
anteriores ao rompimento das hostilidades.
Lord Palmerston responden a essa allegaco,
em gossao de 9 do correte, na cmara dos com
mona. Comeen por sxpor, que o gabinete de S.
James rcprese'ntou contra a proclainacao do prin-
cipe de Auguslemburgo, como duque soberano do
Sehleswig-Holstein, sob a proteci^rio das armas
austro-prussianas.
Julgou-se esse aclo inconsistente com a boa
f que devia haver na observancia do tratado de
I8'2, que obriga as duas potencias a reeonhecer o
re da Dinamarca como soberano de todas as pro-
vincias sujeitas Frederico Vil: e contrario so
guranca dada de manier a inlegridade da mencio-
nada monarrhia.
Annuncia que o governo prussiano asseverou
que desapprova o que lem occorrido no Schleswig ;
que se expodram ordens de Berln para rectificar
as irregularidades.
Quanto s oceurrencias do Holstein record
que tiveram lugar em presenca de tropas saxonias
c haunoverianas, expedidas por accordo da dieta,
iodependente da accao dos governos de Vienna e
de Berln.
O conde d Bismarck nao nega ter dito que
respeilaria o tratado de 185, e que manteria a in-
tegridado da Dinamarca ; perem, envolve neste
enunciado termos ambiguos, e muito pouca clare-
za. Conclue, todava, que para a solu^ao de quaes
quer quesides que se apresentem, Prussia e a
Austria nao duvidarao consultar as potencias que
assignaram o tratado de Londres.
E' doutrina correte em Berlin (prose-
gue o ministro inglez) reproduzda nos jornaes.
que se houvesse resistencia entrada das tropas
allemaas no Schleswig, o a resistencia originasse
um conflicto, esse conflicto estabeleceria a guerra;
c que a guerra annulla os tratados. Contestamos,
que a doutrina era inadmissivel, porque, se se ad-
mittisse, qualquer grande |>otencia ligada por tra-
tado a oulra de menor importancia, procuran li-
bertar-se das estipulacoes, tomando a iniciativa de
um ataque injusto e nao provocado. Allegariade-
pois, que leudo rebenlado a guerra, e pondo a
guerra tormo aos tratados, a iniqua aggresso a
loria libertado dos compromissos a que se sujcil-
ra. Nao ha governo que se rospeite, que atienda
OS preeelos da lealdade, capaz de sustentar seme-
Ibante opmiao.1
Alm do que expoz o chefe do gabinete bri-
tanmeo, deve attendor-se que ainda conredendo a
ruptura do tratado entre os belligerantes, pelo farlo
de guerra no Schleswig. essa circumsiancia de
modo algum annulla as obrigacoes contrahidas
pela Austria e Prussia com Gra-Breanha, a
Franca, a ltussia e a Suecia, signataria do pacto de
1851
< Poderia sustentar-so, so a luta se prolongasse,
so oncareeessein os saorilicios da Austria e da
Prussia, que havia jus a dar as suas exigencias e
reclamacoes um candar mais oneroso para a
potencia recalcitrante; porm, a monarchia dina-
marqueza na sua intogridade acha-so superior a
DH conseqtiencias do conflicto, |torqne a exis-
tencia della internase europea. O tratado de
Londres nao p le ser modificado scuo com ex-
presso concurso do todas as potencias que nelle fi-
gurara.
Emquanto a Austria e a Prussia assim proco-
deu,agiiain-se os estados secundarios da Allemanha
impor a sua vonlade aos gabinetes de Vienna, e
Berlin, allegando que representara os inleresses e
as aspracoes da patria eoinmura. Mr. Von-den-
Pfordten abi iu a marcha era nomo da Bavira, e
cliainou os ministros da Saxonia, llannovcr e Wur-
leniberg a urna conferencia sobre o assumpto. Os
polticos de Francfort, de Munich e de Drosden
nao poupara eslorco para tornar irre.vogavel a re-
volucao, (po so seguiu entrada das tropas fede-
raos no Holstein. Intima-se a Europa a obrigaco
de conformar-so com o voto solemne da opimo
publica, que proscreveu nos ducados o dominio di-
namarquez.
1 Os tudescos, que espesinharam a Italia, que
usaram do todos os rigores para comprimir os seus
direitos, o quo s abandonaram em i8o9 a porgan
do territorio de onde forara expellidos a tiro deca-
uho, lembram-se agora de argumentar cora o
exemplo dos prncipes italianos. Progressisias o
retrgrados de alm do Rheno allegam que o suf-
fragio popular anniquilloucm Parma, Modena,Tos-
cana e aplos os direitos d\msticos o as iradicedes
polticas.
Ponderam, que ainda admidindo, que a exe-
cocao federal no Holstein e a oceupaco do Sch-
leswig como peuhor fossem actos pelos quaes a reutes : de um lado sao socios, que enlram para
dieta o as cortes de Berlin e Vienna reconhecem' ella com o seu capital, e |or consegrante vo crear-
implcitamente O rei do Dinamarca como duque, se obrigagdes de urna natureza especial, de outro
impossivel na actualidade fazer voltar as cousas ao lado sao socios, que empregam apenas o seu tra-
amigo estado. Quaesquer que fossem os intuitos ballio, a suaaclividade, e que por isso se obrigam
e os fundamentos, que deterrainaram a marchada- mu diversaraenie do que o fazem os primeiros :
tropas fedoraes para os ducados, a autondade fugiu uns chamam sobre si as obrigagoes pecuniarias,
das suas mos para concenlrar-so as do eleilo do o.- outros as obrigag5i!S que resultara do empenho
povo. Nao reparara que foram elles que prepara- de sua industria para augmento e lucro da socie-
rain a peripecia ; e que origlnaram o mal de que-dade.
agora ingem queixar-so. j Para que o socio de industria, 011 o socio perso-
t A inferencia, ainda modelada pelas occorren- nalista, na phrase do projecto do cdigo italiano,
cias de Italia, e quo assim como o imperador dos podesse ser obrigado a eraponhar tambera contra
Franceses nao pode levar a execucao o tratado de sua vonlade seu patrimonio particular, sera pre-
Villafranca, porque as prerogaliva's dos Mo lene- ciso a bem da reciproeidade e da egualdade so-
zes, Parmesos e Toscanos nao deviam ser desat- cial, que os socios capitalistas entrassera jenta-
tendidas, do mesmo modo a Austria e a Prussia, meute com seu capital o sua industria, com sua for-
asslm como a eoofederaein, devem render preito tuna e seu trabalho; mas desde que estes obrigan-
nuidanga, que os liabitaot.es dos ducados introdu- do seu caintal conservara em libordade sua indus-
ziram no seu rgimen. tria, aquellos pela mesma razo empenhando s-
Que dirao porra os doutores, se os venezia- mente ua industria devem llear com o seu patri-
aos e os tyroiezes, prevalecendo-se do culto tributa- momo desoinbaragado, livro de toda responsabili-
zo causa das nacionalidades insurgirera contra o de, devem liear adstnctos ao circulo ou obriga-
jugo allemao ? Que motivo baera para exaltar cues, que contrahiram : pedir mais seria illaquear
as margena dos Eider e do Srhlet o que se con- sua boa f, transtornar suas i monges,
demna as do P e do Mincio 1 Ousaro os cusu- Entretanto se ulirapassando as raas das obriga-
istas de Vienna e Munich sustentar, que as frontei- cues, que o cdigo Ihe impo o socio de industria
ras de Allemanha comecam no quadrilatxr ; e no instrumento da sociedade oon&Mte em concor-
que sao criminosos os que pugnara pela annexa- rercoin alguma sorama em dinhero, bens ou ef-
co monarchia de. Vctor Eininanuel.que symboli- foitos, ou mesmo Se elle se pncarrega da gerencia
sa liberdade e independencia para a raga laliua da da firma social, entao nao exi-tndo mais as mes-
pennsula 1 nas razes, quejustilicavam sua isengo, jusio
< Nao se sabe bem se existe um tratado secreto que elle acarrle com as consequencas do contra-
de aliianga entre a Austria ea Prussia para garan- lo, que formou, e polo qual tornou-se solidario com
tir em eomponsagao auxilio prestado aos interesses os domis socios.
prussianos no Hol-iein e Schleswig, o apoio das Euiquanto elle empenha somonle sua industria,
bayonetas de Guilherme I no caso de grave compli- suas obrigacoes sao opeeiaes, sao de urna naiure-
cago nos negocios da llalla. xa toda egual a tonto d'onde nasrera ; desde porm
E' lodavia natural, que existe algum com- que elle contralle urna nova ordem -de obrigago-s,
promisso no sentido indicado ; r que a cora- desde que elle coineca a girar era urna nova es-
mogo sentida na Allemanha, quando os soldados pbera, seus deveres so rovo-tem de um novo ca-
francezos peneirarain na Lombardia, torne a mani- raclor, participara cgualmente da causa era que se
festar-so era maior escala, so a parle da pennsula fundara.
ainda vergada sob o jugo tudesco, procurar lber- Neste caso a sociedade de industria segu a loi
lar-so do opprobio. geral das sociedades e a solidiredade, que nasce
i Consta que a Inglaterra torna a emprasar os de seu contrato segundo a exprsalo de Mass,
gabinetes de Berlin e Vienna para deelararem, activa e passiva : passiva porque cada um dos as
que nao proseguiro nasoporacoos contra a Dina- sonados pode ser con-irangido pagar as dividas
marca ; que se contentarn com a oceupaco do tomaos, activa porque cada um delles pode exigir
Schleswig a titulo dopculior; e que manieran a do dovedor a intogridade das .ominas dividas so-
ralegridade dos dominios do ro Christlerno seeste ciodade. Achando-se o socio de industria na mes-
revogar a obnoxia constituco de novembro, Af- ma classe dos socios capitahsias esta solidarioda-
Hrina-se que da a entender o easo de sor desalten- de vnm ser como se expriineni Troplong e He-
dida a roclaraacfio, que seria conslrangida a sus- langle, a consoquencia do poder que na falta de
tentar por meio das aunas a causa da Dinamarca, estipularn em contrario so presume haverein os
Mas, ora Berlin, d'onde podia dimanar a sogu- as-ociados reciprocamente se dado de administrar
ranga mais cfflcaz para satisaxer o gabinete de S. ura para o outro.
James o cende de Bismarck, propenso a admittir Entrando para a sociedade com um corto capital
urna poli tica de conciliaco e do harmona com as o socio de industria loni manifestado bem sua in-
i> i rcito 4-oni inercia I brasllelro.
Quaes san os raciotiaes fun-
damentos do art. 321 do cdigo
commercial brasetro f
O art. 321 do cdigo commercial brasileiro
concebido nos seguintes termos : O socio de
industria nao responsabilisa seu patrimonio parti-
cular para com os credores da sociedade. Se po-
rm, alm da industria, contribuir para o capital
com alguma quota em dinheiro, bens ou effeitos,
ou fr gerente da firma social, lloara constituido
socio solidario em toda a responsabilidade.
V-se claramente do enunciado deste artigo, que
o legislador como brasileiro, atiendendo a nature-
za especial da sociedade de capital e industria, es-
tabelece urna regra geral sobre as obrigagoes, que
desla socioade devem decorrer para o socio de in- j
duslria, regra que nao outra cousa mais do que j
a consoquencia lgica dos principios ja por elle
assentados no art. 317.
Se na priraeira parte do art. 317 o legislador de-
fine a sociedade de capital e industriaaquella, I
que se contrahe entre pessoas, que entrara por
urna parle com os fundos nocessaros para urna
negociago commercial em geral, ou para alguma
operag mercantil em particular, e por outra par-
te com a sua industria smente ; se na segunda
parte do mesmo artigo elle determina que o socio
de industria nao pode empregar-se em operag
alguma commercial eslranha sociedade ; sem
que lodavia doixe de respeitar o sagrado das con-
venges, porque accresoenta logo salva conven-
cao em conlrario; eia impossivel que, depi is de as-
sentados estos principios, chegasse elle outra
concluso, que nao loase a que firmou no art. 321
E, cora effeito, da natureza da sociedade de ca-
pital e industria,que o socio de industria, no caso de
nao haver expressa mengao no instrumento do con-
trato, s fica obrigado a entrar para ella com o seu
trabalho, com sua industria smente ; ora. se as-
sim como seria admissivel trnalo solidario as
dividas sociaes, responsabilisando por ellas o seu
patrimonio particular 1 Sera ir de encontr s
leis, que regem as sociedades, e conculcar todos
os principios de justiga e de equidade.
A sociedade, diz Pardessus, a sociedade, qual-
quer que seja o objecto que se propem os con-
tratantes, sempre o resultado da convengo des-
les. Por consecuencia, se a le s exige delle a
sua industria, o se elle expressamente nao se obr-
gou mais na formago do contrato, a presump-
go que elle s quix tornar-se responsavel por
aqnillo que realmente a lei Ihe impunha. E, se a
presuman esta ( e outra nao pode ser, porque,
se outra fosse a sua inlenco, elle t-la-hia mani-1
festado na oc.casiao de formar a sociedade) segu-
se que o seu patrimonio particular deve necossa-1
mente licar fra da responsabilidade social, vis-
to que osla foi a sua vonlade, e a vontade das par-
tes a loi das sociedades.
E seria por demais duro que o socio de industria
que obrigado a fazer convergir todos os seus 68-
forgos para a sociedade de que faz parte, que nao
pode empregar-se era qualquer outra operag
coraraereial, segundo a lotlra do art. 317, vsse,
alera da sua industria, seu patrimonio particular
sujeito dividas para as quaes ello nao concorreu,
e pelas quaes nao seobrigou.... Onde estara ah
a equidade ? quem quereria fazer parle de una !
sociedade, na qual nada influira a vontade dos '
contraanles, e cujas consequencias iriam alm de :
suas nlenges Y legislador seria illogico, se nao !
iegi.-iasse como legislou na prmeira parto do art.
321.
a sociedade de capital e industria offerece dous
lados bem distinctos, duas perspectivas bem diffe-
tengo de nao querer concn er somente com seu
trabalho, e como seria imp.ssivel aos lorcoiros
chogarera ao couliociment di qttantam a quo elle
so obrigou, por isso o cdigo coraraereial brasileiro
era considerago a boa f desses torceiros e era at-
leneo necMsMade, que ha oe soguranga e con-
fianga as transaeges coramerciae-, estatura no
art. 321 que neste Baso elle se tornasso tambora so-
lidario com 03 domis socio, capitalistas; Salvos
porra os direitos, quo Ihe remltam do art. 'I1H
combinado com a teivcir.i pulo do art. 310.
E, com effeito, como pdferil m os torceiros sabor
que O son de industria s se obrigou por ura tan-
to e nao so tornou solidario co 11 os seus consocios?
mas concedamos por um nlemento quo ellos o sal-
bain. sera justo que levanl i-sora duas demandas
urna contra o socio do industiia e ontra contra os
socios capitalistas, quando o socio de industria tam-
bera o era capitalista, por qw havia entrado com
osou capital? Dinguem o dir.i.
Nao s nesta nypothese, porra, que o cdigo
Commercial brasileiro o torna responsavel. Quan-
do mesmo nao havendo concerrido cora capital al-
gum ello aeeila o encargo de gerr os negocios da
sociedade nao podo tambera eximirse da respon-
sabilidade solidaria, que o acompanha.
Erabora o socio do industria tenha entrado so-
monte cora o seu trabalho, se ello se conslilue ge-
rente, sendo por consequencii ainda Da phrase de
Hass, o nico, quo so acba de posse dos fundos
sociaes e aqurlle que figura v s--vis dos torceiros
nao pode snhtrahir-se da responsabilidade, que
contrahe com essos terceiros, jue cora a sociedade
contrata ram.
Sao eslas pouco mais ou nonos as razos em
que se basea o legislador ci inraercial brasileiro
para legislar como legislou no art. 321.
Itecife, 20 de outubro de II03.
Joaquim Guen es da Silva Mello.
i:-tmo sobre Leonardo <.:illois.
por lVlli l;lil.
Ha alguns dias apenas, ura modesto acompanha-
mento de amigos, conduzia para o cemiterio ura
homem de bem que durante trinla annos, havia
manejado a penna da histor a. Este homem foi
Leonardo Gallois. Morreu pe bre, basta isso para
seu elogio. Lutou at o ultin o suspiro pela liber-
dade do pensaroento. A mor e surprehendeu-o no
instante em que revia a ultima pagioa da Historia
da luquisico.
Promettemos a Leonardo G illois dar um publico
testemunho sobre seu traball o. Vamos hoje cum-
prir a palavra junto a seu trralo.
A populago de Hespanha a um da sahir da
trra um desconhecido edific o, nao era precisa-
mente um palacio, nem tao piuco urna priso, mas
que ao mesmo lempo era amias essas causas com-
binadas e fundidas em ura s monumento.
A fachada, como ordinariamente, situada em
urna praga publica, ostentava .> ua severa inagestade
entrestecida pelas varandas e janellas do escural-
Era o palacio. O resto do edificio, envolto no inys-
terio, desapparecia as volias de una muralha te-
nebrosa e silenciosa como urna fortaleza. Era a
priso.
A priso, constituida em forma de claustro, tinha
dous andares de cellulas. 0 iriraeiro andar con-
traba apenas belinchesnhos mal esclarecidos por
nma traoeira posta na altura do tectoe fechada
pon urna triplicada ordem di barras de ferro. O
segundo andar continua calabougos que nao rece-
biam a luz, se nao urna vez :.o dia, por urna janel-
linha, na hora em que o ch; veiro trazia ao preso
sua comida.
Sob esses calabougos, um sublerraueo sinstro,
coberto por urna triplicada a robada, serpeava, de
ddalo era ddalo, por impe elraveis trevas. Ali
estavam as cavas sabiaineute dispostas para o se-
gredo, que mandavam ao imo da trra ou suffoca-
vara os suspiros. L estavam ;.3 pols, os cavalletes,
cordas, tenazes, esquentadores, carvoes apagados e
ampolelas decorridas, como oraras tantas existen-
cias. O p escorregava. no fundo dessas catacum-
bas, por urna espessa lama que nao tinha tempo de
seccar.
Esta construegao inagnifici no exterior e lgu-
bre no interior, tinha modestimente um nome de
bondade sobre sua fachada era lettras de ouro,
chamava-se a Santa Casa. Pela mesma razo; o
tribunal de sangue, que prepirava mysteriosaraen-
te a morte atraz de seus muro, se ocniUava sob
um pseudnimo e chamava-so o Santo O/ficio I !
Urna athmosphera de med envolva essa podra
enigmtica, inpenctravel a t( dos os olhos. Quando
o passeador demorado passa va ante sua porta de
forro que a mais das vezes s; fechava para nao lor-
nar-se a abrir, abaixava a rabera e apressava o
passo : cria ouvir urna voz lo inferno fallar de-
baixo do slo.
O inquisidor habitava esse palacio ambiguo ter-
minado em priso. Era em g;ral um dominico, di-
rectamente comrmssionado iior um breve de Ro-
ma, para doscobnr a herosia, Era o vigario ar-
mado de S. Pedro, S. Pedro | or delegago I
Tinha todos os direitos da Ihiara. Podia fulmi-
nar excommunhes, proclam: r indulgencias, tancar
monitorias, interdizer sermes na egrejas nos dias
em que deviam haver, agarrar os bispos em suas
sedes, c os principes frente de seus exordios.
Tinha, em urna palavra, j irsdiegao sobre todo
homem nascido-da mulhpr, christo, judou, arabo,
orlhodoxo, doscrenle, indgena, eoclesiastico. ple-
beu, nobre, ministro ou soberano I
Nao reconheeia poder algnra superior ao seo.
Trazia a espada do Senhor, e lrcava tolas as fron-
tes, humildes ou altivas, cora-las ou nao, a dobra-
rem-se sob essa espada. Queria passar aos olhos
das poptilaeoes pelo papado debaixo de outra mas-
cara, pola infallibilidade em egundo gru.
Poda ou-ai ludo, empreheader ludo, contra po-
vos e estallos. Pairava por sobre a humanidade,
por sobre a justiga. O hoHM m, dizia o Manual do
Inquisidor, nao deve ulgaro Deas da trra, a quera
outro Deus deu a chave de sjus reinos. O inquisi-
dor era pois neste mundo o lei dos res em cor-
reccao !
Tinha qurtos ricamente mobiliados, creados,
pagens, quintas para respirar, entre dous actos de
f, os perfumea das larangoir.is. Quando sala, rana
escolta de gentishomens a cavallo acompanhava seu
carro. Ostentava sempre o uxo o ceremonial de
um soberano. Era o soberano dos espiritos, reina-
va sobre es pensamentos.
A inquisigo era pois, para fallar com precisan,
um estado no estado. Como elle, possuia um exer-
cito, mas ura exercito annimo, occulio, invi-ivel,
implacavel, chamado a Sant 1 Cruzada. Tudo ou
todos quo de pertoou de lonco pertencam a inqui-
sigo (razia urna libr de saitidade.
Esto exercito era simplesnienlc una polica se-
creta, urna contraria do espides honestanienie des-
fargados sob o nomo de familiares o encarregados
de andarora a pista e doseiicivarein qualquer erro
de crenca. Os voluntarios la delago erara quasi
lodos uobres. Suas funegs, puramente honorfi-
cas, Ihes dava multas vantag ma. Pnoham ao prin-
cipio sua vida e fortuna ao abrigo das denuncias e
pesquizas. A inquisigo lu 1a nalnralineulo inex-
hauriveis misericordias par:, seus rumplices. As-
segurava-lhes em todos os tutus a impuuidade.
E depois, com auxilio dc-la impuuidade, os fa-
miliares podiam a cada ini. nte prendar lena un-
mgos, c precipila-los nos sezredos da inqnisicao.
Quanilo queriam alfastar ura marido que obstara
suas empresas, areasavam fi rival de hernia, e
o hertico desapparena da 'ida luz do s-d, sem
quo urna s voz na miillido ousasse protestar con-
tra esta suppres-o de urna existencia. A prots-
tenlo seria por sua v*l urna heresia.
A santa cruzada, mysteriosamente derramada
por lod a parte, tinha urna pupilla e um ouvido
aberto em todos os cantos, pelos quaes a inquisi-
go, presente e atienta a cada instante, em cada
poni do espago, podia ver e ouvr tudo ao mesmo
lempo. Eslava ali, aqu, acola, no ar, na sombra,
invisivel, deseonheeida, vos apenando a mo e vos
traliiiido com um beijo I
Nao podieis andar, vi ver, fallar, dormir, sem ler
a inquisico a vosso lado. Eslava vossa porta,
rossa mesa, ora vosso lar, em vossa rama, para es-
pionar vossa vida, vosso somno, vossa comida o
respiraco : para islotomara a figura de vosso pao,
lilho, irino, mullier, vizinho, amigo; lia o livro
com vosco, por iraz do vossas costas; folheava a
vossa mesa, ao mesmo lempo que vos, a pagina
mais intima de vosso pensaraenlo. Recolhia no
vento, sobre vosso trago, a mais innoceute e ligelra
palavra.
Nao podieis por entre ella e vos, nenhum mar,
nenhuma distancia; seguia-vos, companheira invi-
sivel de vaga em vaga, do sol em sol. Quando urna
esquadra apparelhava para frica ou para Asia l
ia a seu bordo a iuquisigo. Quando urna fragata
desorabarcava ura regiment n'uina colonia, des-
erabarcava com elle um inquisidor !
L'm homem era suspeto de heresia; queria evi-
tar a foguoira, passava a frouteira. A justiga rau-
da da egreja marchara aps elle, passo passo, e
onde eucontrava ura dominio autonsado pelo papa
para queimar christos, dizia rana palavra, e o fu-
gitivo era agarrado, preso, garroteado e langado
vivo em ura abysmo de esqueciraenlo, d'onde s
sabia muios annos depois, para marchar ao sup-
plicio I
A inquisigo, emfira, va, sabia cada instante
tudo quanto o mais humilde espirito perdido na
muliido podia dizer ou pensar. Tinha a cabega
encostada ao confessionario, para interceptar na
passagem, a coolissao do peccador. Forrara o
mesrao caofessor a revolar o segredo da eonflsso.
Tomava o lugar de Deus para sorprender una
confisso que s Deus devia ouvir I
Nao fazia somente da delago urna industria 1-
vreinonte exercida pela flor de voluntarios, fazia
della urna obrigaco. Forcava o filho a denunciar
o pae, a niulher ao marido. Assemelhava a dis-
cripgo complioidado e feria nao s quelle que
tinha doixado oscapar urna palavra de heresia, mas
ainda aquello que tinha ouvido esta palavra sem
denuncia-la a sua vinganga. Puna um porque
falla va, e a outro porque nao falla va Ao lado do
crime do pensaraenlo inscrevia o crime do si-
lencio I
Assim por toda aparte punha una guarnigode-
latora. Punha de porta em porta ura fornecedor
de supplicios. Tinha urna pelicia occulta em cada
casa, urna traigo preparada em cada familia. Era
fira para levar a ultima consequencia esta moral s
avessas de toda moral, para animar a denuncia
esta cousa enrlescida em todas as linguas, ropro-
vada era todas as nagoes, promedia a impunidade
ao denunciante convencido de calumnia I...
Um homem estava sentado mesa no meio de
amigos e parontes; o vinho corra e com elle o
coraco em expansiva intimidado ; urna palavra
equivoca foi dita, ao acaso, por um conviva, e essa
palavra cahida ao ruido dos copos, as distraeges
de urna comida, iravessava furto a sala para ir
brilhar no dia seguinte em tragos de fogo so-
bre um muro da inquisico !
Urna mulher repousava junto ao bergo de seu
filho, em doce familiaridade com sen marido, e en-
tre dous sonhos, ouve vagamente nao sei que mur-
murio que Iho parece um desafio religo. Na
inquietago do sua conscioncla, procura seu con-
fessor.e no dia seguinte quando depois da missa,
vollava casa, cora a conscieuc.ia descarregada do
peso de um escrpulo, acha sua casa muda e a
porta sellada. A inquisigo levara seu marido I..
E a iwpulago hespanhola porlurbada, era vo
buscava coniprehender porque lernvel adevnha-
gao o inquisidor podra conheeer ura pensaraenlo
que nao havia .-anido do estrello recinto de urna
alcova ou coacieucia I...
Pareca em certas occasies quo toda trra hes-
panhola era, da priraeira ultima molcula, urna
iininensa palavra delatora; que saina urna voz do
cada fenda de muro, de cada brisa, do cada marco,
de cada vaga; quo a podra fallava, quo a noute
fallava, que o mesmo travesseiro fallava, para con-
tar os sonhos do somno, o que ali, na sombra, por
iraz de suas grades fechadas, a inquisigo, na pon-
ta dos pos, com o ouvido a escuta, longa o volup-
tuosamente escuta va o perpetuo ciciar da athmos-
phera I (1).
Nao vos espantis depois disto da figura triste e
sombra do hespanhol (2) esse mudo do proposito
deliberado, que marchava sempre do chapu abal-
ando sobre os olhos, c o corpo embrulhado era seu
manto. Senta sempre a seu lado a inquisi-
co!...
A inquisigo persegua,j o disseuius, a indepen-
dencia do pensaraenlo, que iolilulava heresia. Mas
que heresia ora essa ? Escapara a toda definigo.
Nao se era somente herego por se haver negado,
repellido a autoridade, ou doutrina da egreja, alta,
explcitamente, por ter abjurado suas pratca, f-
gido do coiifessionano, recusado a corainunbo.
zoinbado dos inyslenos, esonplo, pregado contra a
presenca real na hostia, ou qualquer oulra verda-
de do clirisliatiis.no, por ler subtrahido seus libios
ao tapti.-iiio, por ter ropeilido a intervengo do sa-
cerdote na agona, por ter commeitido, era uraa
palavra, ura acto publico e palpa ve!, que revela va,
ou dizia por si inesino nata Opposiyao ao Evan-
gelho.
Nao I A inquisigo levara o relinamento muito
mais longe em materia de orthodoxia. Tinha mi-
niares de huresias occultas na sombra do suas ro-
gangas I
Era se herego, por exemplo, por so haver nega-
do que os sinos erara troinbetas do Senhor por
se ter dado dinheiro a juros, quo a egreja charaou
sempre peccado da usura; por ler engarrafado o
dialio, por algum s.-gredo de alchimia; por se ha-
ver recitada os ptalmos sera ajaotor-ae Oferta pa-
trii; por so haver feto contrabando de cavallos ;
por se haver ldo nina traduego do Evangelho ;
por so haver discutido ura artigo do catheesmo ;
por se haver rostido una camisa lavada 110 sabba-
do ; |>or so haver dado a um lilho um nomo he-
breo; por ter rollado um individuo o rosto para
parede (piando mormo ; por haver matado em da
do paschoa um carueiro; por le lavado o brago
ale o roiovollo, pola manha ; por ter lavado a boc-
ea depois do almoco ou do janlar ; por ler banido
o vinho de sua mesa ; |>or ler separado o toueinho
da pello cea ; |>or tor passad ) sobre a india o
guie da faca ; por ler emliin dito mal da tonta e
veneiarel inqui-igo (3).
Por lodos o-es motivo* so era eivado de judais-
mo, inalioraeli-mo, relapso, h-'rege, o conseguinte-
(1) S o pesado espirito das povos peninsulares
poderla supporiar es socando o sangue o einbruteoendo, os tornou cada-
ver.- para lodo sempre I
(O traductor.)
(2) E ilo seus sentimentns san-.-uinaios? Que
poiiiam ser. dandollies os frades utos exenndos I
(0 tiwhrtoi.)
(3) Cora tal sy-loma, quera escapara fogueira?
Ah E' grande a miseria Iraniana I
(t traductor.)
mente justiflcavel para a inquisigo, e incurso em
todas as suas penas e rigores. V-se que nao ha-
via urna aeco na vida, urna palavra, ainda menos
do que isso, um vislumbre de acgo e de palavra
que nao podesse levar fogueira o mais honesto
e melhor christo.
Quando a inquisigo docedia em sua mpenelra-
vel jostiea, que ura homem era suspeto des-e cri-
me uiystco o indolinivel que conseniia em fazer
"ii nao fazer, em dizer ou nao, nao sei bem o que,
mandara prender o culpado. Um familiar fazia
um signal, e a osse gesto o acensado segua o qua-
dullieiro sem murmurar. Nem mesmo ousava bal-
buciar rana reelamago. A resistencia, seria para
seus jui/.es, nina pmva de heresia. A inquisigo
linlia levantado a man sohieelle.e elle fica va mal-
dito : a muliido se affastava de sua sombra cora
horror ; sua casa era fechada.
Entrara para a priso com a cabega baixa, e
devotada antecpadainente urna doloro go. A inquisigo o despojava, sua entrada, de
sua bolea e joias : o conservava ento no segredo
durante um moz em urna estreta rellula. Depois
de le-lo assira en regu a agona preparatoria da
solidan, o chamava sua audiencia. O aecusado
se ajoolhava ; o juiz comegava o interrogatorio,
um .--envo oscrevia a resposta.
O juiz fazia ao aecusado una nica questo :
Es culpado do heresia. Confessa e a juslica
aqu presento te levar era conta essa coolissao.
Mas nao dizia nunca ao aecusado qual a here-
sia conimoliida, em que poca, era que lugar, em
que occasio; de sorle que o prisioneiro, detido as
vozes por urna palavra amiga e esquecida, devia
adiar em sua memoria urna imprudencia expres-
sa por alguma palavra ; se nao deparava, advi-
nha-la ; e se nao a advnhasse, morrer.
Sim, morrer, porque a negaco era, para essa
juslica ma-carada, a impenitencia final, a heresia
das heresias. Tambera o hertico que persista
em negar o crime, verdadeiro ou falso, da aecusa-
go, era sem piedado entregue ao carrasco.
A inqusigo agarrou um da um (dalgo portu-
guoz chamado Alfonso Nobre, e langou-o n'uma
priso em Coimbra. Acrusava-o por nina denuncia
vaga, do haver judaisado, isto haver abjurado o
chrislianismo pelo judaismo.
Affonso Nobre fra sempre christo. Queria
morrer christo. Repellio a aecusago. A inqui-
sigo nao podia convence-lo de apostasia. Tomou
o partido de agarrar tambera o lilho e p-lo em
tratos.
A' horrivel solictago da dr, o mogo deelarou
que seu pae tinha trablo e havia-o obrigado a
trabir o Deus do Calvario, pelo Deus de Jud.
A inquisico condomnou ambos, o pae a fo-
gueira, e o filho priso.
Appareceram ambos na procsso do auto de f
seguinte : no momento em que o pae caminhava
ao suppliclo, seu lilho lancnu-se-lhe aos ps cho-
rando, e pedindo-lhe seu perdo e bengo.
Mancebo, disse o martyr, levanlae-vos. J
vos perdoei, como desejo que meu pae l do cu
me perdoe. Mas vos eris christo e para salvar-
des vos-a vida, renegastes vossa f no passado.
Nao sois meu filho, relirae-vos, nao tenoo que
abengoar-vos.
E marchou com fronte calma para a foguei-
ra. (4)
Lina formula vaga, geral de interrogatorio, que
nao precisa va de facto algum particular, servia ad-
miravelmento a aecusago.
Succedia por vezes que o preso, nao saliendo,
nao podendo saber porque infraccao de orthodoxa
havia sido denunciado, encarcerado, confrssava
um oulro delicio anterior ou posterior de que nao
era aecusado. Tornava-se assim, por rana hbil
sorpreza, seu proprio denunciante. Podia ser in-
nocente do primeiro crime, era culpado pelo se-
gundo, convencido o conderanado por sua mesma
confisso !
Nao s o preso ignorava at o ultimo instante o
crime porque era acensado, mas ainda o nomo do
aecusador. Langado n'uma masmorra, pelo teste-
munho umita- vezes de um inimigo, nao linha di-
reilo de exigir uraa confronlago com essa leste-
munha e confundir por urna oulra testemunha, se
podesse, a calumnia. A inquisigo, alm disso,
admittio em sen processo as testemunhas de ae-
cusago, mas nao de defeza. Aulorisava a prova
de culpahilidade, nunca as de innocencia.
Fazia ainda mais : chamava falsarios e perjuros
a do|>r contra o aecusado. Ruscava socios e cm-
plices complacentes at as ^rals e carceres.
Assim, nessa jurisprudencia, os perjuros diziain
necessariamente a verdade quando podiam crimi-
nar o ru, e por forga urna mentira quaudo po-
diam slvalo.
Depois de haver oceulto ao prisioneiro seu cri-
me e o nome das testemunhas, a inquisigo Ihe oc-
cultava ainda, pela mesma razo os autos. Em ne-
nhum momento do processo o infeliz aecusado po-
da conheeer a natureza da culpa que sobre elle
pesava na intru<*go I
Ainda que, dizia o cdigo inquisitorial, segun-
do a doutrina commum dos theologos, jurisconsul-
tos, e criminalistas, tanto segundo o direilo natu-
ral como civil, os juizes devam dar copia ouexem-
plar das denuncias as pessoas aecusadas, para Ihes
dar meios de provar sua innocencia ; nao obstan-
te, era materia de heresia, quando tralar-so de
communicar as aecusaefies aos aecusados, neees-
sano proceder com tanta circumspecgo que to-
das as circumslancias sejam engenhosamente pal-
liadas. >
Ora, eis como a inquisigo pallieaca engmkosa-
mente as circumslancias. Communcava ao aecusa-
do um processo aporripho, fabricado a vonlade, em
quo punha dr mistura culpas leves, com mons-
truosas aconsaces. Succedia ento que na forga
da ndignago, preso renellia com horror as ac-
cusages ufamos, e guardara silencio sobre os ou-
tro- dbelos. Desde o instante que elle os nao
refutara, a inquisigo conclua que lnha-os impl-
citamente confessado. O esqueciraenlo era para
ella urna confisso I
O aecusado tinha pois que lutar sempre, com os
olhos taiiados, as trevas, contra inimigos invisi-
veis eaearoicadosde todas as partes era fen-jo; co-
megava a nionninavel serio de se seus sufTrimen-
tos n'uma cdula rauda como o tmulo, onde tira-
va horas e horas, semanas e semanas, s em seus
pensamentos e angustias. Passava desta cellula
urna audiencia secreta como sua priso : o juiz o
interrogara, portas frenadas, sobro ura enigma.
e depois de bave-lo interrogado, manda vao para a
solidan, o tomava a chamar depois, engaara-o
com mentiras, e o fazia fluctuar indefinitamente de
inysterio em imsterio.
Entretanto, apezar da piedosahabilidade de sua
fraude, a inquisigo nem sempre consegua cora-
promeder o aecusado por sua mesma confisso. A
inquisio recorra ento a seu ultimo recurso a de-
posigoda carne atormentada pela dr I Emprega-
va a tortura!...
t Como a heresia occulla-se principalmente, di-
zia o Manual, e fogo para as dobras da conscien-
cia. como ella sobro tudo um pensainenlo, a in-
quisigo devera muilas vozes impregar a tortora
por conheeer o pensamento intimo do acensado (5).
Has. a tortura era urna pena e por certo a mais
cruel depois da fogueira. A inquisigo tinha por
momelos era seu Manual ura escrpulo do cari-
dade. Exiga ura niolvo, polo menos um pretexto
para appliear a tortura. Qual ? Ei-Io : o embarago
do acensado durante seu iutei rogatorio ; sua per-
tarbaeo; sua hesimgo; sua pallidez ; urna con-
tradieco em su ts paturras; urna suspeita confir-
mada por oulra WSpeita ; um indicio urna niela-
do de indicio ; ura quirto multiplicado por um
quarto de indicio ; que equivale ueste caso a rana
meia probabilidado; urna appareucia de probabili-
dade duplicada por apparencias ; que aliinge por
e-la adiego, a semina total de nina probabilidado!
Assim. com essa algebra judiciana, por qu;inli-
liados infiralissmas e |nr fraccoes, o proprio juiz
hura o Maneo de prova que podia levar a prora
Mais completa da tortura. Torlurava tambera
quanlas vozes quena, o pelo teni|o .pie Ihe apre-
sta : fomente antes de despedagpr, em nonio do
Chrislo (0), os mu-cnlos do um oulro christo ceg
011 calumniado, punha precedentemente sua coas-
ciencia salvo |ir e-sa declaragao :
t Mandamos que dita tortura -oja empregaila do
modo e pelo lempo que julgarmo- conveniente,, de-
pois do ler protestado, como protestamos anda,
que em easo de losan, morte 00 fractura, o facto s
poder ser imputado ao aecusado |. (7j
________________________I'Continuar-sr-ha.)
(i) E o povo deixou-o subir, em vvt do nrlla
laucar os inquisidores Pobre Portugal I Quo pe-
so!... Salve, Franga I
( 0 traductor.)
("i) O liabo devia pular de comente b-ndo esta
hypocrita legMaeio, e rendo os ungidos do Senhor
abastados do caminho do Evangetbo, nmiisamlo os
tormentos do inferno como verdadeirosoVniomos!...
t traductor.
(6) Tartufos I On-avam iftfOfaro nome d-. Cor-
d.-iro de Deus I lina mais chegnram, sacril.-gos, a
tater que taes horrores fos.-o prsense a sua,
iniagem !
0 traductor,
(7) Os loucos. sopuuoham engaar a De<# I
0 tr-iductor.
PKIt.VAM.RUrn.- |-YP. uK M. F. t *YIUH\
P
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*N

1
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