Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10322


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Full Text
i
i-
]
.
ANilO XL HOMERO 66.
Por tres uezes adiaulados 58000
Por tres mezes vencidos 6$UUU
Porte ao correio por tres mezcs. (5750
SEGUNDA FEIRA 21 DE MARCO DE 1864.
Por anno adiautado.....19$00O
Porte ao correio por anuo 3$000
BNCARBEGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv, O
Sr: A. de Lemos Braga; Gear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KiNCABBEGADOS DA SUBSCB1PCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparno.
PABTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Estada todos os das,
iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Allinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ourieury e Exu' as i|uartas feiras.
Serinliaem, Rio Formoso, Taniandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pmenteir.is as quintas feiras.
!lha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/? dia.
EPHEMEBIDES DO MEZ DE MABi;0.
1 Quarto ming. as 10 h., 51 m. e 44 s. da m.
8 La nova a 1 h., 39 m. e 20 s. da m.
lo Qnarto cresc. as 3,h., 47 m. e 32 s. da m.
23 La cheia as 8 h., 27 m. e 3 s. da m.
30 Quarto ming. as 8 h. e 2 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da Urde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES OSTE1R03.
Para o snl_ at Alagoas a 5 e 25 para o norte at
a Granja 7 e 22 de rada mez; tu ra Fernando nos
dias 1* dos mezes de jan. marc, m lio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Rer i fe do Apipucos as J "/2, 7, 7 Vi, 8 e
8 >/2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6'/: da m.; do Caxat g e Varzea s 7
da m.; de Bemlica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3% 4, 4/,, 4 A,
, 5'A. S '/: e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/i da tarde; para Jaboitao s 4 da tar-
de ; para Cae nanga e Varzea s 4 '/i da tarde: para
iierotica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comraerrio: segundas e quintas.
Rslac,o: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta* s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orpho3: tere,as e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DAS DA SLMANA.
31. Segunda. S. Benio ab.;S. Birillo b.
22. Tarca. Ss. BasiUssa e Calerina mm.
23. Quarla de trovas. S. Vittorino m.
i\. Quinla-feira maior.
25. Sexta da paixio. S. Innco b. m.
20. Safcbado d'alleluia. S. Lodgero ab.
27. Dominga Paschoa da reitirreieao.
ASSIGNA-5E
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d*
Faria 4 Fitfeo.
PARTE QFFIC1AL.
G0YERM DA PROVINCIA.
expediente do dia 17 de mar.; de 1861.
Ollicio ao Exm. presidente da provincia do Cea-
r.Recebi coni o officio de V. En. de 11 do cor-
rente, dous exemplares das colleccdcs das leis pro-
mulgadas nessa provincia no anuo de 1862.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Sirva-se V. Exc. de mandar por em liberdade,
dando-lhe baixa se j esliver alistado, o recruta
Francisco de Sales dos Prazeres, visto ter provado
isencio legal.Communicou-se ao coronel rerru-
tador.
Di lo ao mesmo.Queira V. Exc. mandar por em
liberdade, dando-lhe baixa se j estiver eom praca,
o recruta Anselmo Dias Coelho, que provou isen-
cao o recrutamento.Communicou-se ao coronel
recruiador.
Dito ao mesmo.Com as inclusas copias das in-
formacoes ministradas pelo Dr. chefe de polica o
o subdelegado da Boa-Vista, respondo ao officio n.
470 de 10 do corrente em que V. Exc. representen
acerca da ida do mesmo subdelegada ao quartel
de Santo Amaro na madrugada de 8 deste mez.
Dijo ao Dr. chefe de polica.Mande V. S. rece-
Ler a bordo do vapor Cruzeiro do Sul, alim de se-
ren enviados para o presidio de Fernando ua pri-
meira opporiumdaJe, os presos da provincia do
Piauliy, mencionados na relaco junta. Comiuu-
nicou-se ao juiz municipal da primeira vara, cuja
disposicao devero ser postes laes presos.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Bespondendo ao officio que V. S. me dirigi hoje
sob n. 142, tenho a dizer, que para examinarem
no concurso a que se tem de proceder nessa the-
souraria para preenchimento das; vagas de 3" os-
cripturarios nella existentes, acabo de designar o
bacharel Antonio Witruvio Pinte Bandeira Accioli
de Vasconcellos, em substituirn ao escripturario
Jos Francisco de Sales Bavera, que se achadoen-
te, segundo consta do seu citado officio, e o bacha-
rel Cicero Odn Peregrino da Silva em lugar de
Jos de Vasconcellos, que recusou-se, deixando de
dar substituto ao 1* escripturario Bernardino de
Sena da Silva Guimaraes, porque encerrando-se
hoje os trabalhos da sesso do jury, pode elle exa-
minar no mencionado concurso, visto terassim ces-
sado o impedimento por V. S. allegado.Fizeiara-
se as neeessarias cominutiicacoes.
Dito ao mesmo.Nos termos de sua iuforraacao
de 15 do corrente, sob n. 139, dada com referen-
cia a da contadoria desta ihe.-ouraria, mande V. S.
pagar a quantia de 175 proveniente do aluguel da
casa, que servio de quartel ao destacamento de
primeira linha da villa de Flores, a coatar do 1*
de agosto at 15 de outubro do anno prximo pas-
eado, como se v do incluso requeriinento docu-
mentado, sobre que versa a sua citada infor-
maco.
Dito ao mesmo.evolvo V. S. competente-
mente aulhenticados pelo alteres Manoel Germano
Guedes Alcoforado, na qualidade do commandante
do destacamento da povoaco de Gravat, os docu-
mentos que vieram annexos ao eu olDcio de 8 do
corrente sob n. 118, relativos s despezas na im-
portancia de 274480, feitas com o aluguel da casa
que servio de quartel ao mesmo destacamento e
com o fornecimento de luz, a contar de 19 de ju-
llio 19 de dozembro do aano prximo passado,
alim de que mande pagar essa quantia a Antonio
de Lima Vasconcellos, como se recoinmendou em
ofilrio de 27 de fevereiro ultimo.
Dito ao mesmo.Hecommendo V. S., que nao
havendo inconveniente, mande pagar a Manoel Iti-
beiro de Carvalho. conformo solicitou o chefe de
polica em officio de 12 do correte sob n. 311, a
quantia de 105800. em que, srgundo o pret junto
em duplcala, impoi lam as dianas abonadas aos
recruta Jos Rodrigues de Soma o Saturnino de
Oliveira Corte, que vieram da comarca de Flores e
asseniaram praca este no 2 natallio de infamara
e aquelle no 9* batallio da mesma arma, segundo
infiri ou o brigadeiro commandanie das armas
em oraVio n. 519 datado de hontem.Commuucnu-
se ao predito commandante das armas.
Dito ao mesmo.A Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello, procurador do capitn do 2 batalho de
infamara Luiz Paulo de Firuoira '".ontreiras Na-
buco de Araujo, mande V. S. abonar em os devi-
dos temos a consignacao mensal de 305000, que
o mesmo capitao pretende deixar-lhe de seu sold
a contar do 1" de abril prximo vindouro.Com-
municou-se ao brigadeiro commandante da^ armas.
Dito .ao mesmo. Coinmunico V. S., que o
major do corpo de engenheiros, Sebastian Jos
Bazilio Pyrrho, assumio hontem o exerciciode di-
rector do arsenal de guerra, do qual fui exonera-
do o lente coronel do mesmo corpo, Luiz Jos
Monteiro.
Dito ao mesmo. De couforniidado com o da-
noslo no avivo da ropartico da guerra, de 7 do
corrente, constante da copia junta, reeominend i
a V. S., que ajuste contas ao coronel Luiz Jos
Ferreira, e mande abonar-lbe a difierenca di) ven-
cimento de command) de guaruico ao de corpo,
relativamente ao lempo em que elle estove n'a-
ouelle exercco Communicou-se ao brigadeiro
commandante das armas,
hilo ao mosmo.i.om copia do aviso do minis-
terio da guerra, de 7 do corrente, envi V. S. o
procesM de divida de exercicios lindos em que
redoro segundo cadete sargento quartel mesti i
do corpo de raarnieao AJexandro acedo Passos,
m de quefaea cumprr as disposieoes da circu-
lar de 8 de marco de 1859, de cootormidade com
o rilado aviso.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Inleirailo pelo officio que V. S. me dirigi em 14
do corrente, sl> n. 5'5, de haver fallecido o se-
gundo escripturario dessa thesouraria, Al-xandro
Primo Camello Pessoa, tenho a dizer em resposta
que mande pOr a concurso esse lugar nos termos
do ari. 42 de regulamaato de 3 do agosto de
852.
Dito ao mesmo.Tomando em c>nsider.iQao o
interina de in*truci;o elementar da villa de Igua-
rassu, Francelina Cezarina, recommendo V. S.,
que mande pagar-lhe. integralmente a gratifica-
cao, relativa ao mez de fevereiro ultimo, visto te-
rein sillo abonadas pelo director gcral da instruc-
cn putlica as faltas que deu a supplicante n'a-
uuelle mez.
Dio ao mesmo. Para salUfazer adeliberaijao
da assimbla legislativa provincial, ministre V.
S. um mappa demonslralive dos propietarios que
residem em suas casas, e quanto pagam de de-
cima.
Dito ao director das obras militares. Remello
inHnsti por copia, um trecho di tormo da confe-
rencia a que se proccJeu no hospital militar em
29 do mez prximo passado, afim de que V. S.
trate de orear com hruvidade os reparos de (pie
necess tam'alguns dos compartimentes terreos do
respectivo edificio, tem como a armacao da bo-
tica.
Dl i ao director do arsenal de guerra.Recom-
m-mdn a V. S., qu contrate con 0 dono ou mes-
tre dblale Sergipnno, a conduccao do alteres do
9" balalhao de infamara, Luiz Antonio Ferraz
pura o presidio de Fernando, bem como das pra-
<-is de pret que pelo brigdeiro commandante das
armas (orea mandadas para o mesmo presidio.
Ctii niinicou-se ao brigadeiro commandante das
arma-.
Dito ao capitao do porto. Tendo sido demit-
do, por decrete de 7 de Janeiro passadoeomo
onstou de aviso de 7 do coi rente, Joaquim Pe-
dro Barreto de Mello Reg, do lugar de secreta-
rio dessa capitana, e por outro decreto de 5 dea-
te mes, nonieado para o substituir. Dock) de A-
duino Fonceca ; assim o cominunico V. S. para
seu conhecmento e oxecucao. Comuinnicou-se
ao inspector da Ihesooraria da Faseada.
I'iin ao coinmandanle superior da guarda na-
(lonal do
de honra
do banco em projecto a vir mprensa declarar que
o Banco Del-Crcdere nao ser um estabelecimenlo
de dessonlo e emissao, mas sim urna compa-
nhiana vigorosa accepeo do termodel credert
que usado entre os commerciantes para signifi-
car o premio que se percebe por garantir e segu-
rar a solidariedade de qualquer operacjio mercan-
til ; poruue tem sido
porque leni sido e e costume no commercio,
Recife. Mande V. S. prestar guardas que todo aquelle que garanlir a seguranca de um
para acoinpaiiharein as procissoes do contracto, como o de um seguro cambio, lellra,
Senbor morto, no dia 25 a tarde, e da Ressurrei- venda ou outro, tem direit a una preeMs ou
Va o no dia 27 de manhaa, tudo do mez corrente, commistSo, que se chama Del-Credere, e que nao
is quaes lem de sahir da igreja de Nossa Senbo- < mais que o prego do risco de solvabilidade que
i a do Rosario da Boa-vista. al guem toma sobre si. Esla cotnmitsao quanto
Dito ao juiz municipal da primeira vara desta laxa de preco ou premio, varia na razo da dilferc-
capital.Juntas achara Vrac. para terem o con- renca e diversidade de operacoes.
"'cniente destino as guias dos presos da provincia' Assim definidos os limites do novo banco, ou
(lo Piauhy, a que allude o raeu officio desta melhor diremos companhia de seguros decredilo,
nao podesse tirar do lludido contrato iniresses no valor da crea de SO conloa de res.
justos e rasoaveis, mas que nao eslava as suas No dito disinti abundante este anno a pro-
attribnifoes, como mera administi adora do muni- ducc/io da laranja. Tem j ido algumas carrega-
rphos, I
rado.......regado provincial, em virtud* de un ac-
to do .poder execulivo ; tendo os annos necessaros
para obler a sua aposentadoria requereu ao presi-
cipio, apreciar as causas dos prejuizqs allegados, Cues para Inglaterra, e continuam a preparar-se dente da provinciaTque o inandou'aposentar'sb-
mais nos armazens para o mesmo deslino. a.....
nem alterar um contrato appreva lo pelas instan
cias superiores.
Esla res|K>sta foi geralmente m;.l recebida. E'
cerlo qne
contrato, mas
mettendo-se este acto ao conhecmento desta as-
Mr. Hermn tem dado no tlieatro Baquet, do sembla, aflm'd que a lei do> orcamenti> se lite
orlo alguns espectculos de prestidigitos, dos marcasse a respectiva quota.
urie li.n lirt.l.t i i Ir .1. .- '*--------- .. .,,,.. ma ni-.!. *.
dala.
Dito aos agentes da companhia brasileira de
paquetes vapor.Podem Vmcs. fazer seguir
para o sul o vapor Cruzeiro do Sul amanhaa a
I ora indicada em seu officio de hoje.
porque aquelle titulo, alienta a especialidade a que
este estabelecimenlo se destina, mal cabido, a
companhia Del-Credere ter um fundo de 2:000
contos, divididos em acedes de cem mil ris cada
urna, entrando logo para fundo 20 p. c. por acceo.
a cmara n.io podia de per si alterar o mjaes tem lirado avultados interesses, oque nao Sobre isto Sr presidente que se agileu a
tas verificadas por ell; as alfegacoes nao admira, porquo alm de trabalbar com deslre- questo, sobre os annos de se'rvico in:
feitas pela companhia, era possivtl obler das ins- e perfeico tem offurecido aos concurrentes lote- contar esse funecionario fot que su-a
risaco par;, modificar esse nas de premios, que tem constado de relojos e ca- te, e sobro as suas condi'ees de empregado pu-
Diio ao conselho administrativo. Autoriso o para garanta e fundo da associacao. Esla quantia
conselho administrativo a mandar comprar para (ris 400:0005) ser depositada n'um ou mais ban-
provmenio do almoxarifado do arsenal de guer- eos invertida em acroes de bancos ou inscripees
ni os objeclos mencionados no incluso pedido. do governo para rom preduzindo metal a quanti-
Communicouse ao inspector da thesouraria de dado do acedes oancarias ou inscrip?oes que forem
fazenda. neeessarias, para o pagamento de algum sinisiro
Dito cmara municipal do Bo Formoso. que o estabelecimenlo lenha. Este estabelecimenlo
Hecommendo cmara municipal da cidade do ser composto de dous directores, dous supplenies,
Ro Formoso, que mando extrahir do livro com- e dos empregados necessarios, podendo, talvez,pres-(
puente e remetter secrelana do governo com cindr-se de lliesoureiro. Os premios Del-Credere re-
toda a urgencia e son responsabilidade, copia gularo de um tres por cento sobre a quantia ga-1
d ts acias de lodo o processo da eleigao de eleito-; rantida, variando o premio conforme as circumstan-
cias em que for apresentada a operario. Estes
premios serSo depositados peridicamente de tres
em tres mezes, no banco ou bancos onde se adiar
em deposito o fundo da companhia para irem igu-
almente produzindo juros e augmentando os lucros
r:s a que se procedeu no de novmbro ultimo,
ni freguezia de Una, sob a presidencia do pri
nieiro juiz de paz, Manoel Xavier Paes Barreto.
Dito cmara municipal do Exu'.Recommen-
do cmara municipal do Exu' que mande extra
hir do livro compleme, c remeta secretaria do dos associados. A" companhia assistir o direito
governo com toda a urgencia, e sob respoosabil- i de registar ou nao aceitar toda e qualquer transa-
dade. copia das actas de todo o processo da elelco! 5o que Ihe nao convenha.
de eleitores, que se procedeu no dia de no-; Estas bases desagradaram a muitos dos subs-
vembro ultimo na freguezia do seu municipio, criptores, porque assignaram persuadidos de que o
sob a presideocia do 3" juiz de paz do 2 districto, eslabelecimento em questo seria propramenle um
a lem assim da organisacao do collegio eleitora banco ddescont e emissao e nao urna companhia
dtssa villa para a eleieao de um senador. ou sociedade de seguros de crdito, e por isso nao
Portarla.Oa Srs. agentes da companhia brasi- admira que a somraa subscripta se aproximasse a
le ra de paquete vapor mandem dar passagem dez rail cootes.
at a Babia no vapor Cruzeiro do Sul em lugar de I Trata-se daconfeccao dos estatutos, e mal agou-
r destinado a passageiro de estado Antonio de ramos do novo estabelecimenlo se se limitar s ope-
M randa Costa, empregado na typographia na- raedes propramenle ditas del-credcre. Os capila-
cional. lisias era Portugal sao muito tmidos. Nao se ar-
ita. O vico-presidente da provincia resolve riscam a emprezas que, no seu modo de ver, jui-
co icedcr ao bacharel Antonio Aunes Jacomc Pires gara de proventos duvidosos, sendo certo que os ca-
a i'xoneraco que pedio do cargo de 3* supplente pitaes que se empregassem convenientemente em
do juiz municipal da 1" vara desta cidade. Fize- auxiliar a industria, nao seriam dos menos lucra-
qnestie, sobre os annos do servico- que se deviam
contar a esse funecionario, fot queso abri o deba-
tancias superiores aulonsagao pan. modificar esse r,as de premios, que lem constado de relojos
contraa deas de ouro, servicos completos de cha, ele. blico.
Em taes circumstancias v-se a companhia for- Mr. Hermn pariiopara Coimbra. O ultimo es- j cada, ouaabandonar-sc aocontrato, oua optar [ior pectacub que deu foi em beneficio do Asylo de t ; a a*-;embla nio quiz fizer um- le. para apo-
algum dos expedientes lembrados e discutidos na Mendic.dade. Stlllar um cerl0 e delcrminado individuo; porquan-
assemblea geral de que tratamos. l. O prestidigitador porluguez M. Fonceca tambera t0 elle j eslava aposentado pelo presidente da
a casa que nao ha do mea
comparado com- o de entio,
, essa cnutradicro que o nobre
25rSOOO por accao; a oulra do Sr. Joao Eduardo ma-dona Maria L'afond, e o tenor Limbertt cose- Vultando questo Sr. presidente eu julgo que*
Ahrends para arrendar por lempo de oito annos a guio vencer a borrasca que a ameacava destruir, o parecer deveser approvado urna vez queafraedi-
fabrica, obngando-se a f:izer algn as obras, e re- A nova dama fez a sua estra na opera Norma, de das por elle proposias sao as'unicas de que se do-
ceber da companhia tres contos de ris, como aju- Bellini, sendo muito applaudida no recitativo da Vem lancar mao na presente emergencia v a casa,
da de misto para essas obras, e obriando-se a dar .cavatina Costa d/pn.e no allegro que precede o ter- .orm, decidir como em sua sabedoria tulgar
companhia doze contos de ris anr uaes. j celo do segundo acto. Na Lucrecia Borgiu, que esl mais acertado.
Nada, porm, firou resolvido. >omeou-se urna agora em scena, foi madama Laten julgada excel- O Sn. Si Pkreiiu :__(Nao devoiveu seu dis-
commissao para examinar as duas referidas pro- lente cantora e boa artista. O novo tenor Limber- corso.)
postas ou oulras qnaeeqaer que por ventura sejam ti tem tambera agradado.
apresentadas. Esla commissao com e-se dos Srs. i A companhia dedeclama^ao de Emilia das Ne-
barao de Nova Cintra, Justino Fern ira Pinto Bas-' ves "foi dissolvida. Nao fez interesses. Eslaraos,
to, Red, e Francisco de Paula Silva Pereira. I Ps, sem companhia porlugueza.
Por portara de 19 do corrente, fe, o engenheiro A companhia hespanhola de Zarzuella, deixou o
O Sb. Aquuo Fonceca : Sr. presidente, ten-
do dito o Sr. 1* secretario que na secretaria da as-
sembla .avia encontrado desordem no archivo, e
parecendo-me que se quera attnbuir essa desor-
dem aos pmpregados existentes, 'eu procurei, para
o sr. Manoel Alfonso de Esperguer.i, encarregado Porto, mas em seu lugar temos no tlieatro Baquet |Vra-los de qualquer impuiacao, ver se a desor-
de elaborar o projecto de um posto artificial em \ companhia dos menteos Florentinos, dando es- pectaculos de zarzuellas e bailes. pedi que se examinasse o que se tinha dado por
Os assucares velhos regulam pelos preces se- occasio da denussao que soffrra o officialmaior
*a (xicu\ era **' Pofiu31"0 me parecia que tead sido
252O a 11MW nomeado ura novo offical-maor, este tena apre-
rrfSf sentado um relatoro do estado da secretaria. Foi
15650 a 15700
Leichoes ou em outro qualquer ponto nas proximi
dades da Fz do Douro; e bem assim do projecto
melhoramentos de que achar susceplivel a
dos
ram-se as uecessarias communicacoes.
Etpedienle do seerrtario do governo.
N. 49.Officio ao 1* secretario da assembla le-
gislativa provincial.S. Exc.o Sr. vicc-presidenteda
pr ivincia, saliafaiendo a deliberneio da assembla
legislativa provincial contida na V parle do seu of-
ficio de 8 de crreme, sob n. 23, manda transmit
ti vos.
A companhia porluense de illuminacao gaz
est em crise. Houve no dia 18 assembla geral
extraordinaria para se tomar conheciinento da res-
jiosia, que a cmara municipal deu representa-
Sao que Ihe dirigir urna coramisso encarregada
e fazer conhecer cmara os prejuizos e incon-
venientes para a companhia, e que o podem ser,
tir V. S. para ser presente mesma assembla o c101"0 consequencia, para o municipio, resultantes
incluso mappa dos alumnos que tem 'requemado d0 contrato celebrado com Hardy llislop, e que
as aulas do Gymnaso Pernambucano desde a sua a companhia se v obrigada como cessionaria'
creaoad al o presente. ae\l\
f. 50.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. N.essa representacao, que a histeria da com-
o S.r. vice-presidenie da provincia, remeti por c- Pai>ia, expunha-se que a cmara municipal abri
pa. V. S., para serem presente* assembla le- concurso no anno de 1853 para o estabelecimenlo
gislativa provincial as informacoes solicitadas em da Oluminaeao gaz e eslabeleceu condicoes e li-
seu ollicio de i do corrente, sob n. 10, relativa- *ou niaximo preco de 165600 annuaes por cada
menle necessdade de creaejiode cadeiras de ins- lafP'-'ao publico. Deu-se toda a publicidade, no
barra desta ridade para pbderem st r comparadas
as vantagens e despezas dos dous planos. Ao refe-
rido engenheiro foi recommendada 11 maior brevi-
dade possivel na apresentacao dos referidos projec-
los para se resolver quanto antes c que se julgar
conveniente.
Os estudes mandados fazer pelo gjverno para a
construccio do caminbo de ferro do I orto Regoa,
devem mni prximamente ser concluidos. Diz-se
que o Sr. ministro das obras publicas aprovar,
depois de pequeas alteraces, a pr iposta que ha
mezes Ihe fra feifa para a censtrcelo da dita via
frrea, proposla de que em lempo cimpetente de-
mos noticia. Nao exige subvenc.io era garanta
de juro, mas pretende que o governo pague as ex-
propriaces, as quaes nao podem t xceder a 300
coutos de ris.
Tareco que o governo vai tambera tratar do
fallado caminbo de ferro da Beira entrar na
fronleira com o de Hespanha.
Esla linha, se seeffectuar, ser muio mais curte
que a do Alentejo.
A planlacao de arvoredos no ceir i dos povoa-
dos segundo a sciencia medica, um meio de me-
Ihoramento nas condicoes da salubri lade publica,
de que as municipalidades porlueses se nao teem
guintes
Pernambuco, branco.......
somenos.. ...
masca vo.....
Babia, branco.............
masravo............
Maranhao, masca vo........
Os novos :
Pernambuco, branco.......
< somenos.....
mascavo.....
Cambios:
Londres..
25300 a
descuidado.
a 90 d. d. e 90 d. v 83 M a 83 7(8
60 dias 53 3|4.
Amsterdam. 3 mezes 42 1(2
Madrid... 8 dias 930
Lisboa 8 dias 1|2 por cenlo.
Paris..... 529
Hamburgo 48 a 48 1(2.
No dia 24 arribou a Vgo a barca Syrnpatltia,
procedente de Pernambuco.
Abri termo de carga :em 13 a barca brasilei-
ra A'oea Carolina, para o Rio Grande.
Enlraram : era 20 a barca S. Manoel II, de Per-
nambuco ; e em 25 a galera Maria, do Maraohao
em 29 dias.
Sahio em 17 a barca Flor da Maia, para o Bio
! de Janeiro.
truecao primaria nos lugares que por suaimporlan
ca o merecessera.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de Santo Anio. De ordem de S. Exc. o
Sr. vice-presidente da provincia, devolvo V.
S. para lerem o conveniente destino as palentes
dos capiles do balalhao n. 2J de
gurda nacnal sob seu commando
tao Correia de Queiroz Monteiro c Joaquim de
Barros Correia de Queiroz, que vieram cora o seu
oflkio de 3 do corrente, para serem apostiladas.
EXTERIOR.
paiz e no estrangeiro. pelo espaco de quarenta'
das, e apresentaram-se apenas ires concurrentes,
00 antes dous, porque urna das propostas nao foi
olfererida em termos de ser avahada. Urna das I
propostas offerecia a luz publica por 185000 por
cada lampead, com a adjudicaciio por vinle annos. I
intentara da ou'ra aceeitava o mximo prego que a Exma. ca- \
superior Cae- mara eslabelecia, e moditicava em dous anuos o
prazo para o contrate. Foi esla que se reduzio!
a escriplura.
O emprezario Hardy llislop procurou desde logo
organ.sar urna companhia, qual cedesse o seu
contrato o eniregasse a illuminacao montada. A;
cmara conveio nisso, e d'alii seguio-se a concor-'
rencia do capital, sem a experiencia, sem o estu-
do, sem as vistas que o emprezario leve a auxiliar,
em boa f e com sincere desejo, um melhoramen-
to para esta cidade altamente civiiisador.
Tendo a companhia de salisfazer 370:0005000
pelo privilegio e pela illuminacao montada, calcu-!
lou-se que 30:0005 seria o sufflciente para a ge-
rencia, para a canalisago da illuminacao particu-
lar e. para o augmento que se exigisse na illurai-
rOHBiKNI<).\ll<:\<-|.l* io IIIA
hio ir. PKin'.mBU'o.
PORTO.
26 de fevereiro.
A nova companhia Ulilidade Publica vai effecti- nacaorpublica.
vamenie alargar as suas operacoes. Em assem- j Formou-se por consequencia um capital de....
ble;, geral do da 19, em que a direccao deu conta 400:0005, e suppoz-se, sob probabilidades, que os
da sua gerencia no anno lindo, te. lambem presen- interesses resultantes desla innevaro Ihe assegu-
te o projecto de reforma dos estatutos, que foram rriara ura juro annual de 6 por cento. Mas, in-
app -ovados, aulonsando-se a direccao para resol- felizmente, pouco tempo foi preciso para conhecer-
ver todas as duvidas sobre qualquer alleracao que Se que a companhia se achava sacrificada a um
pos a ser exigida pelo governo. contrato ruinoso.
Alm das operacoes de emprestimos para o obras
publicas, especialidade a que a companhia se dedi- | A companhia confiava na solidez e boas condi-'
cava, paraos emprestimos liypothecarios ou de ere- es das obras, porque a Exma. cmara havia re-
dUo predial e as operacoes bancarias de circula- servado paro si o direito de as inspeccionar, como
cao e deposito. elfeciivamente inspecciooou e approvou, mas, pas-
A importancia e extenso das operacoes da cora- sados os primeiros tres annos, veio a urgente ne-
panhia noannode 1863 vem assim demonstradas cessidade de reformar os gazometros, e de acudir
no 1 elaterio : inconveniente collocaco, mal calculada gra-
o moviinento da cala, por entrada e sabida, foi duaco, e prejudicial e defeituosa ligagao na ca-
de .},688:6605782 ris. nalisacio. A estes sacrificios, que nao deviam es-
Auran-accoes com os Bancos subiram a ris perar-se, succederam outros, e a companhia leve
2,19'>:7185805. Descontarem-se ttulos uo valor de resignar-so desde o auno de 1857 a nao receber
de 081:1714073 ris. mais o juro do seu capital. E vem d'aqui o pouco
As soiiiuias mutiladas aos emprezarios das estra- valor das suas acedes.
das de Guimaraes Fafe, e de Guimaraes a Braga, A companhia deve a este sacrificio dos seus ac-1
foi de 62.7845536 ris, recebendo-se por encontr cionisias, e a urna administraco zelosa, o vr-se
42:2095837 ris. livre de um alcance que a ia arrastando para a :
A importancia das ohrigacoes a praso passadas sua mais prxima ou mais completa ruina, e ago-1
pela direeeio foi de 845:8705228, sendo o saldo ra exige a lealdade que se diga toda a verdade.
desla conta no dia 31 de dexembro de 1863 (com- A companhia s se acha em precarias e embaraco-
preliendido o juro) 487:13^5965 ris. 1 sas condicoes, porque tem a cumprir um contrato
Os valores receidos em conta corrente foram ruinoso, e porque nesse mesmo contrato encorara
735:8015038, dos quaes por saldo no da 31 de de- a difiieuldade de o cumprir; para com o publi-
zembro (comprehendido o juro) 122:6375669 res, co podem consderar-sc bas as suas circumstan-
0 lucro liquido annual deduzilo o divideudo or- cias, porque nem esl indivdada para com elle,
dinario para os Srs. ac ionisias (6 e meio por ceu- nem tem dexado de salisfazer pontual e religio-
quaes se caniou o ^JWB. examinar o que conslava do archivo acerca da de-
go, o Exm. e Rvm fer D. Antn o offlcia|.maior da ecretoria desta assembla ; o
lo) ilcou ainda sendo de 17:1585019 ris, o que
proporcionoa, depois de deduzida a porcentagem da
direeeio na paria respectiva daquclle lucro, o dis-
tribiir aos Srs. accionistas ura dividendo supple-
niei tar ou extraordinaaio de ura por cenlo, lieaudo
ainca 1:5975298 ris para o fundo de reserva, ele-
vandO-M a-siui este em 31 de dezembro de 1863 a
12:5455868 ris.
sanente o^ seus contratos.
O fundo social completou-se, e por isso nao
possivel exigir-se dos associados entrada de novo
capital ou novos sacrificios. E comludo, para que
o contrato com a Exma. cmara posea cumprir-se,
sao precisos novos recursos.
No uliimo anno decorrido leve a companhia de
fazer um omprego superior 12:0005 em um novo
limo pre vamos na nossa antecedenle|carta aten- gazometro, o agora apparece a urgencia de novas
tativa do formar um novo estabelecimenlo banca- despezas, que eslao oreadas n'uma somma appro-
rio "om a denominadlo de Banco Del-Credere, le- xiraada 14:0005. E se se Atender, como con-
vanlon graves apprehensoei nesta praca a ponto de vem, que preciso levantar e reformar toda a
que no escriptorio dos Sis. Ferreira & Bailar se ex- canalisacao da cidade, e levar a fabrica ao coinple-
poz assignatura publica, no dia seguinte ao em to estado de perfeico, com novos apparelhos e
que se abri a subcripcio para o dte oauco, urna machinas que purifiquen! e deni urna luz peifeila,
repiesenta^o do governo contra a creacao de no- nao havera exageracao em assegurar-se que a cora-
vos .ancos de emissao e descont,como fundanien- panhia, |ecisa, nos prximos tres annos, fazer
lo d; que taes creacoes nao tem ouiro lira seno o urna despezn de enlre 40 50contos de ris.
abuso da especuladlo sobre o premio de seus titu- E' evidente que o rau estado da companhia pro-
\ los, c que longo de promoverein os interesses com- cede principalmente do baixo preco por.pie se
merciaes e rndustriaes, pido contrario concorrem obrigou a fornecer as luzes de gaz para a illumina-
poi misamente para compromeiter os bancos j eo publica.
eldanles, hvoreceudo as erises eommerciaes pelo Os fieles decarvao, que foram calculados era 15
abuso do crdito, e que o delirio de formar bancos libras por keel, e teem regulado, termo medio,
s terminara quando as acedes d'elles nao derem 21 libras; a menos extraccao e menor preco do
1 premio algum ou lenham desenlo, arrastando as- coke; a inlroduc^o do leo de petroliue para o
i sim decadencia, destruicao talvez, a mais im- uso particular, sao fados que teem alleclado gran-
por'ante riipieza da praca do Porto. demente os interesses da companhia. E com justes
E stas Ipprehenses 'eram lugar aos influentes, fundamentos pedia-se municinatidade que no-
No corafao da cidade acham-se j a -borsadas as!
praeas de Pedro, da Batalha, Cordcana, calcada 1
dos Clrigos, e principiou ha dias a planlacao de
arvnres na ra dos Inglezes da Alfamega.
O reconhecimenlo do f rncipe real foi aqu fes-
tejado com as demonstracoes ofiiciaes da etique-
ta. Nada houve que mereca particnlarsar-se.
Ne domingo passado houve um incendio no largo
de S. Sebastian, na casa habitada pelo Sr. Jos de
Alraeida Trapa, em cujos baixos linha a sua teja
de sirgueiro. Ardeu toda a loja e parla do primei-
ro andar.
Devem decomecar brevemente os trabalhos para
o monumento que os conterrneos d > Sr. Manoel
da Silva Passos, projectam erigir-lhe 0111 Mailiosi-
nhos, ierra da sua naturalidade. Ha dias chegou
de Lisboa o marmore para a estatua.
Na segunda sexta-feira da quaresma sahio da
igreja da s para a de S. Joao Novo a irocisso de
Pastos, que ha dozoito annos se nao Casia.
Na quinta-feira linha ido, desla ulma igreja a
iinagem do Senhor dos Passos, em andor coberlo,
para a eathedral.
E' de presumir que de futuro que seja suprimi-
do o homem do fmjote, que preceda a procissd,
pelas irreverencias a que d lugar. E um derrico
do rapazio que o apupa com indecente gritara e
assobios.
Da igreja de Nossa Senhora do Terco sahio na
noute da dita sexla-feira a via-sacra a visitar os
passos, junio dos quaes se cantou o miserere.
No dia 11 lomou
Manado de Laraeg
da Trindade e Vasconcellos Pereira de Mello, que
era bisix) de Beja e que ha lempos fia nomeado
hispo daquella diocese.
A novidade vincola do Douro de 1863 nao sof-
reu corte..
O governo por decrete de 19 do corrente deela-
rouliabilidadaspnraexportaco universal s 58:846
e meias pipas, approvadas para este Gm pelo res-
pectivo jury qualilicador.
Era Coimbra suicidou-se, tomando urna dse de
arsenio, o estudanle de preparatorios Julio da (la-
ma, natural do Rio de Janeiro. Nao :e sabe com
eerteta as causas que o levaram a lao desesperada
resolu^o, mas suppoe-se que fura o fallecimenla
de urna prima com a qual eslavam traladoj os des-
posorios. O pobre mancebo, segundo diz a Liberda-
de, j ha dias dava ares de preoecupado, visto que
n.io havia muito que tinha passado um dia fora de
casa, sem ter coudo cousa que Deus (reasse.
A companhia geral Bracarense, cuja sede na
cidade de Braga, vai reformar os seus estatuios a-
brindo mais vasto campo s suas operacoes. A ca-
pital do Minbo deve-lhe a sua illuminieao a gaz,
cujo contrato tomou.
edicar-se-lia a tudo quanto diz respeito a ope-
racoes bancarias, induslriaes, fanris, a mnierciaes.
agrcolas, de mineraco ou de abaste ;imento de
aguas. O fundo ser, por emquanto, de 200 con-
tos de ris, divididos em oito rail acc,oe: de 255000
cada urna.
A companhia vai fazer o dividendo di 3 por cen-
lo que monta a 2:9405000 rs., ficando ainda para
fundo de reserva 2:5005000.
Km Vianna do Minti trata-se de organisar urna
caixa econmica. N'uma reuniao das passoas mais
consideradas d'aquella cidade, e a que presidio o
Sr. Jpcome Borges Pacheco Pereira, gobernador ci-
vil do distrielo, nomeou-se urna co.m.iisso para
promover subscrpcdes, cuja cifra inonli j a alguns
con los de ris.
Urna oulra coramisso foi tambera firmada para
promover olfertas para o leilo de pre idas que no
dia 28 de selembro, natalicio do princ pe D. Car-
los, deve ter lugar no hospital da sociedade porlu-
gueza de beneficencia no Bio de Janeiro. Esta
comraisso compoe-se dos Srs.: Joao Celtio de Cas-
tro Villas-Boas e Sa, Joao Pereira da Rocha Pars,
Joao Alfonso de Espcrgueira, Delfino \. Marlins e
Luiz Barbosa e Silva.
O asylo de Sania Eslephania, de Guimaraes foi
beneficiado com a quantia de cento lanos mil
ris, subscripco promovida nesse imierio peloSr.
Antonio Joaquim Rabello.
Em villa do Conde foram hincadas ao rio duas
novas baveas mandadas conslrulr no esiale.ro da-
quella villa pelos comramerciantcs da praga do
PERNAMBUCO
ASSEMLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 10 DE MaRCODE1S64
PI1ESIUKNCU 1)0 Sil. CONSELHEIHO ThIUO BK
I.Ol KKIIIO.
(Conlinuarao.)
O Sn. Geiivasio Campkllo (pela ordem): Las-
limo que alguns dos honrados membros, depois
de haverem tomado assento na casa, deixem de
comparecer s scsses ; que oulros se retirem an-
tes do encerramente dolas, e pede que na acta se
faca menead desses senhores.
O Su. Ahaujo Barros manifesta-se contra o re-
queriinento do honrado membro.
O Sn. Jacobina d a razo por que na acta de-
xam de ser mencionados os motivos porque alguns
ssnhores deixam de comparecer.
Posto votos o requerimento, rejeilado.
Entra era discussao o parecer da coramisso do
policia, propondo algumas medidas para regulari-
saeo dos trabalhos da secretaria da assembla.
O Sn. Ri-vn ..11 k :Sr. presidente, de accordo
com a indicai;ii do honrado deputado pelo 1* dis-
trielo o Sr. Dr. Aquino, a coramisso de polica foi
que a commisso, porm, encontrou, n.io satisfaz,
nao serve de remedio ao mal que o nobre deputa-
do descohrio no parecer da commisso, e que en-
tenda que devia ser remediado quanto antes.
Tratava-se ento da demissao de um empregado
que nao havia enmprido seus deveros, trala-se
agora de remover rerlas irregularidades encontra-
das na secretaria, para o que a commisso propoz
algumas medidas. No parecer de 1846, com re-
laco a demissao desse empregado da secretaria, a
commisso nao encontrou dado algum que pdense
esclarece-la ; portento, vem ainda submetter con-
sideracao da casa o parecer tal qual foi lido.
Alguns senhores deputados lerabraram que, at-
lendendo-se ao estado de impossibilidade pl.ysica
em que se acha o official-maior, era de summa con-
veniencia que a coramisso propozesse medidas
mais prompias e efBcazes, como fosse a aposenla-
doria desse empregado; mas a commisso nao se
julgou habilitada a propor semelhante medida, tan-
to mais quanlo rao parere que esla assembla nao
compleme para sancciona-la ; inconstitucional
o acto em virlude do qual o poder legislativo apo-
senta nomnalmenle a ura empregado.
Um Sr. Dkpitado : Enio a iniciativa nao pode
ser apresentada por esla assembla T
O Sn. Biaroi'k :Enfeudo quo a assembla nao
pude aposentar nominalmcntc a um empregado,
quer a aposentadoria seja pedida, quer nao, urna
vez .pie temos urna lei que regula os casos em que
devora ser aposentados os empregados provinelaes,
eque commelie a presidencia seinelhanle attri-
buico.
Um Sn. Dkputado : Ento a assembla nao
pode revogar essa lei ?
OSr. Buarqiif. : Nao llie digo que nao possa,
mas emquanlo ella vigorar foreoso que a rospei-
temos.
para se consultar esse relatoro, e saber se co et-
1 fnn eil J e*'s,'a a desordem nessa poca, que eu pe-
1 v\ a' 1ue a no'jre commisso examinasse o archivo.
15600! Recorr eu mesmo a esse offlcial-maior, que toi
! enlo nomeado, e elle rae disse que nao apreseola-
nJJ j ra relalorio ; mas que com efleilo achara desor-
'' vara incompletas; que haviam (alias de papis,
accrescentando que um empregado, que ento
exista, e anda existe, Ihe havia dito que muitos
desses papis se achavam fra da secretaria. Nao
foi, pois, para que se revolvesse esse passado, e se
voltass a essa discussao havida a respeito do em-
pregado demillido, que eu ped o adiamenlo ; foi
somente para saber se a desordem datava dessa
poca, ou se era de dala mais recente, para que
nao licaseem comprometlidos os acluaes emprega-
dos, como ficariam, se a desordem nao fosse de
dala anterior.
Encerra-se a discussao.
O Sn. Araijo Barros pede a retirada de sua
emenda, o que Ihe concedido.
Posto votos o parecer, approvado, ficando
prejudicada a emenda do Sr. Gervasio Campello.
OBDEM DO DA.
Contina a 1* discussao adiada da sessao ante-
rior, sobre o projecto n 6, que transiere para a
povoaco de S. Miguel de Ipojuca a sede do termo
da mesma denominacao.
O Sn. Aran Gama : Sr. presidente, nao 6
sera grande esfarco, que veneo o acanliamento que
me natural, e que acoinpanbando em todos os
actos da minha vida, sobe de poni vista da il-
lustraco de lo dislincto auditorio. Mas, tendo
assignado o projecto n. 6 que esl em d iscusso, e
que prope a mudanca da sede de termo de Ipo-
juca, da villa de Noss Senhora do O', onde esl,
para a povoaco de Ipojuca, entendo que minha
obngaco dizer alguma cousa em abono desse mes-
mo projecto.
r. presidente, as necessidades dos habitantes
do termo de I|juca, dire mesmo, as reclamaces,
que conliuuameute dirigiam a este ou aquelle que
por l passava, fizeram cora que, reunido-me
outros membros desta casa, tambera representantes
do 3 distrcto, apresentassemos o projecto que hoje
se discute.
Me parece que, se podessemos, nadivisaados
termos das reguezias, esiabefecer como sede de
todos elles o ponto maihematicanienie central, te-
ranios conseguido o aperfeicoamenlo da divisad,
civil e ecclesiaslica da provincia.
O Sr. Costa Ribkiro : Nao basta isso, ba ou-
tras cousidemeoes a altender.
O Sr. Avrks Gama : Eu estou fallando em
hypothese, e digo se podessemos conseguir isto ;
mas. nao o podendo, parece que todas as vezes
que se propozer um iwnlo cjue se aproxime mais
do centre matbeaaalico, ter-se-ha conseguido um
grande resultado.
Todas as vezes, (mis, que os defensores do pro-
jecto conseguirem demonstrar, que o ponto de Ipo.
juca mais cenlral do que aquelle em que esl he
je a sede do termo.....
O Sr. Ohl'mmond :Um centro equidistante
O Sn Avhes Gama : Centro equidistante
pleonasmo, meu collega ; tolo o centro equidis-
tante sem o que nao seria centro.
A collocaco da sede de um lermo no ponto mais
cenlral, concordo com os ineus nobres collegas que
nem sempre seja a nica razo para a elevaco do
mesmo ponto a cathegoria de villa ou sede do ter-
mo; mas lambem concordareis queiutlue mais po-
derosamente, do que qualquer outra consideracc,
para que, reunida oulras vantagens incoutesla-
veis e palpavcis, motive a collocaco da sede em
semelhante (ionio.
O Sr. Netto :Por ah vai mal.
OSr. Ann Gama :Parece me ser a crcums-
tancia de ser mais cenlral urna razo principal, e
que vou bem ; o nobre depulado enlende para si
que secundaria, e que vou mal, paciencia ; e por
que nao entendo as cousas como couvm lalvez ao
collega.
Mas, se bem que nao seja essa a nnica razo, e
que nem lalvez a primordial, inegavelmente urna
razo muito forte, porque quando se eleva urna
povoaco cathegoria te villa, o ftm nao smen-
le dar-lhe imporlancia essa localidade, porque o
hin do legislador nao nem pode sor tirar a im-
portancia da localidade a par* da-la localidade
B ; outro deve ser o molivo, e justamente o que
vou expender, e que me levou a apresentar o pro-
jecto.
Quando se deslina um ponto para sede de urna
froguezia ou termo, deve ser o intuito do legisla-
dor que a accao civil ou ecclesiasiiea chegue mais
De mais, nao querondo entrar na anreciaedo da
questo das aposentadoras toreadas, devo eom tu- fcilmente a iodos os habitantes do termo ou da
do declarar que, com relaciio ao empregado que se
.a. a .. ..... ..I.'... .. ...... -------** .1.. ...i.. .....i
trata, a assemlda nao lem sciencia de que esse
empregado se queira aposentar, elle anula nao re-
quereu a sua aposentadoria ; possivel .pie o faca,
tenho mesmo ouvido dizer que elle tem esse pro-
posito, mas por emquanto nada sabemos de positi-
vo o a commisso nao deva lomar urna semelhan-
te res|ionsabilidade.
Um Su. Dkputado :No procedimento do nobre
deputado tido em outra occasio, lalvez se podessi
achar resposla a isso.
0 Sn. Ul'arqi:k : Sei ao que o nobre deputado
quer alludir; mas devo dcclarar-lhe que os nasos
sao nimio diversos, que nao ha a menor analoga
entre urna e outra cuusa.
Sr. prosidenle. se ha BOQsa ?m, quo en rapiichc, e
freguezia.
Quando a lei eslaheleeesse que no centro de
termos exista una autoridade policial e civil, por
que quer que a accao leseas autoridades possa.
mais fcilmente aproveitar aos individuos que iuo^
rara no mesmo termo.
Sendo o ferino de Ipojuca extenso como, qnasj
lodos os da nossa provincia, e tendo-se- creado o
juizo especial para elle, sera multo mais betl, mui-
to mais raatajoso aos habitanics deste termo recor-
rer a um ponto central, e vir ah (ser valer teas
direitos, do que ter de ir exl^omidade ilelle >,>-
mente porque mais bonito ou povoado.
O Sr. Netto :Haum protesto universal contra
isso.
OSr. AviusGvm.v Os meus \iohres coli


Diario de Pernamhne Segunda felra l^ slar.?o de f ii.
mesmo o mal? intensos ao proferto, nao oosail"
negar qoe a povoacao de Ipojuca, debaixo do 11 !-
H em que acabo de eonaidera-la, est c >l-
locada en posioo a villa de Nossa Senhora do (F (atar ehegar a c-
cao di |osUca a lodos os seus habitamos.
t ra dos arfamenlos que posso traier em apoto
ollocada mitos anuos nossa po>
0 Su. Antea Gama : Senhuma. V. commis-
sao ma competente a casa em peso; tondu em
vista smente as raides de convenienria oo incoa-
veuioucia que apresenlarem os sustentadores do
l'rojeoio e os seus impugnador1?, a casa pois c a
uuica competente para tratar da materia- Ascon-
mlssoes cutre nos tem por ,:
especial de papis, officios i
Tiin-uem ^'''""ou contra a administrarlo
lo espirita*1 i'r toda a frogueiia ; o pe
-mine ene r"o ha para nao se collocar a
....,M i ede .i., iiirnw no mesmo lngi
(adose dar sobre elles um parecer para a nasa de-
cidir, mas sobre o caso em questao o que vai fazer
a commissao deestalistica I
Era preciso ento adniit(ir-sc que os dous menv
bros que firma a commissao de estatislioa podes-
sem menor apreciar o projecto do que a cmara
toda, e que nao me parece admissivcl.
Um S;t. Itr.eiTAiio : laso ento prova que nao
se devia remelter trabatae nenhum s coniuiis-
soes.
( Su. Amas Gama : Nao i illaeo do que cu
disse a proneatajao doobre deputado; eu j disso,
e repito que as oenntssdes sao fritas para emiir
sea Juno sobre quaesquer requerinoiiios, e reprc-
sentaoes que forem dirigidas casa, mas nao so-
quando dv- bre un projecto que so aclia em dscusso, sobre o
nao o qual nao existe documentos nenbuin. nao ha nada
oSS SSa^wSSA H-AI a, on- .,..,., ja den, s.rada e sob,
di i <->. iuhik s hw y possivel total.dade podora decidir n
dennos pr.n.-ipaJ.i M ^ I > '" ,m. b|oi 8meu
igual para tde* a facilidale ue".-1*1 J"\ ... .. .......
de estfrer a nRoridado iupandohes w*8'"
cxlwbitaiitestl'conduccoe cau.inho MCMpre
tffipSnm. *** sari
termo de Ipomea, toado de ir procura. Mata^o
<', embota fosse, o -,u- neg, muilo ma.s NnW
to do que lpojuca, desiwnderiam mais do que se
livessem de dirigirse a MU p.ivnaeao.
Em segunde lugar a pov.vacao de >o>-*a si.ni o a
de 29 de fe-
e m da
de pas-
por conso-
l Me ""ao na para iuui m *~. e me? n0
le uno a s**1 do termo no mesmo loan am i ue
st* a Sede da fregueza ? O individu que me. ra
no entreno norte do termo de ipojuca, e que Htei
qaakner questao no furo Cara muite ntawrw es;
pesas se livor de procurar a justic.* na villa do O
cando pode lM*-ia iiiiilacameBite em Ipojma ,
i preciso que qoaodo trataBawnqui da erea-^o
4c um tenmv tenhamos s>e cm aiuitt a"eocao.
O Su. Nrn Taiubem Ipojuca nao Daa no
centro.
iTrocain-se outros nfarteaJ
O Su. AvRts &mba :Boato, que
dimos..... termo 4 preciso *tmmim+ .^ ^^ a ^ m ^ CoIlveui,;lu,jai uanl0 a
demonstrada e sobre a qual a casa em sua
melhor do que tres mem-
bottve nmaelei^o eshn mn cseannalo 11 Sega- antes das respectiva* assionatnrea se possa faxe
ram o direito que tcm o eleiloi de disnor di sen a devida coirecao. Esta e a praxe geralinenle
voto liisseram-me ojne > eleiyau seria falta a bi-
co de penna, que Goianna era una rascavel de bo-
te armado para se faier respeitar dos outros col-
legios.
taita a chamada recolheiam-sc as cdulas, as
documentos apresen- quaes nao foram apuradas.
Ocollegio tere urna grande dimmaioao de O 8n- Cnha Teizeira :; ('cita ess.i dacJaracJaa meu troto em favor da approvagao dessa eleicao,
ir tiiu later um exame
50-
gaids de aroordocom a lei. Apoiadoa), No entre-
tanto na acta do col legm de Goianna. Coi essa re-
salva pralicada depuis que os eleilores liubam as-
signado a arla.
OSn. Samxo:Li^c argu nento para mim
bem valioso.
rera linda defaxer ase da palavra, b en.;,, en- Sl, ,., osi,i.-,to, idraira-me rammamente de quo
-are. _e.ii ij..-..> aigum: .o.ishlerac.ies a respoHa quanJo se trata m SJS^ qa
a e eieao doste e ou.ros e,lleg,o5 d, segundo d,s- j 2 alt0 serlo se ESw^?!%Sl
Vou Sen.ar-ne, Sr, presidente, com a eonvleeio T^.Vf^^ |!n.opp,,sic5o^o menos fallan-
a elel^ao do segundo
firme e ioabalada de .|ue
dstrfeto (li.-u.i de nullidade ; tidavia estarei
iio.npto. comodeclarei unae umitas vezes, a dar
eleitores. asseverando-se-me so terctn comparecido issigoaral-na alguns eleitore, mas a casa ha de
lio eleilores. dos quaes houve qiiem se retirass
sem votar ; desgosto se divisava n<>s semblantes
c muitos grupos de eleitores vi blasphemando e
nteirameote desatontados !
Em iilacao 'a essa circunstancia de nao ha-
ver comparecido todo o collegio eh itoral t sim
i 15 eleitores, devo aeci escen'.ar que isso eombina
notar que quasi iodos eleitor. s da fregue/.ia de
Goianna.
O Su. Costa Rianmo : Eleilores da nidada.
O Su. C.imu Tk.xkiha : i; porque nao eleito-
res (las dentis freguezias que fazem parle da col i
legio T Pois urna declaradlo tii3 importante como
essa, e que alguns Robres deputados querem con-
com o que eonsU da propria acta da instaUaeo do siderar como parle iutegrauUi da acta, e para cujo casa. (Apoiados, muilo bem. uiuitj bem.)
collegio e organisacao de sua mesn, pois dessa acta
se ve que apenas comparecern 103 ou lio eleito-
res, se bem que os dictadores desse ootlegk) des-
sem como tomando parle na VOtacSo 181 eleilores !
EtaaM |ionto, nao lemos, pois, smente a palavra
honrada do cidadao considerado, que esrreveu o
que estou referindo.
Contina o Sr. Jos Luiz :
valor os interesados na eleicao de Goianna de-
riam empregar todos os esfor.o, sement se acha
assignada por l'i on pooco maior nomerp de elei-
tores, e esses da cid.nie de Goinna 1 Porque raalo
deixaram doassinar
do as rmaneas. as difflculdades que exislem de
satisfater-se esu ou aquella uecessidade por falta
de fundos, ao passo que se querem concentrar todas
as yaatagens, todas as regalas para a capital, (nao
apoiados,) licando o sertiio completamente esqoeci-
do. E' necessario Sr. presidente que esta ca
compenetre de urna verdade, e quo o centro da
provincia nao est em relaijao com a capital. O
viajor que, tendo visto a cidade do Recifc, percorrer
o interior, dir que nao pertence a provincia de
Pernambaco.
Ao passo que temos urna capital aonde se encon-
tram todos os recursos, todas as eommodidades,
todos os elementos de progresso moral, intellectual
_________ e material o nonio interior est nteiramente es-
qnecido nteiramente despresado, vive-so all n'uma
Discurso do Sr. depurado Deiuoslbenes, na BOaafS '>-'n'ranna completa, pio ha um esubelecimenlo
de i do crreme. publico, um edificio importante ; se se trata de hu-
so |Mirventura os nobres defensores dola, pela
torea de sua lgica, |h'Ios documentos que apre-
senlarem, lizerem callar em meu espirito a eon-
vicco de que eftsctivamenio cm Goi inna nao hou-
ve uni farca, e sim u.na eleieo djgna deste no-
mo, mas que at e>le momento, pot que se tein
dito e escriplo, pelasprovaa add.indas.julgo que
essa eleicao dore ser annullada para honra deila
[tamb, Noasa Senhora do o' e Tejueupapo ; aasim
BMsmo del |K>r falta dos viganos de Itamb e Nos-
isegnir aa^jWeU^I O S, DEMosT"^T-S!^dente, eu enten- ttSEgUSfittg
numero de eleitores, en. um cllegio ao qual com- do que desde que qualquer einpregado esta i.npos- ^Jein que? dueTr ss lllts v/se em emba'
S8.!^:?..!?.': c "'** ?*.% *?. KM '?: feo phisica ou inoralmente de e.ercer as r,. e % de ^' m..res a su^'csTa sTudo
fnnecoes que ibe sao marcadas por le., deve recor-, que irwil e mui^ raro enConlra-los.
Conlieco muilo poucos eleitores de Goianna, fluencias lcaos, pode obter l."0 votos f Nao seria
isso melhor meio de nos fazer callar boje f
(lia diversos apartes).
Sr. Dresid
paito
sobre a utidadc do projecto, qur sobre o reque-
rimento de nobre collega.
(Cotttnuai-se-ha.)
Kiii^ogundo lugar a pov.*\-o de Nossa "'""
o (I1., anda quando foeae kio ''lra'c^''''''',,,,.; |)iXimn proferido pelo Sr. drpulado
quedara contestar basta ler algim conlioi i LiBtsSS d
o das Validados, ainda asshn nao ten asNaita- \etra, na stssao prrpaiataiia a
S quem nunca foi ao O' ignoraanitleien...ido
maior eena preciso urna balsa para aiiMaw o
villa, e que no lem d*
templados os Srs. deputados eitos abico de penna. ahi honvossam obtido 150 voto-, neulium d.'lles te-
E nestas circumstancias que os Srs. N'abor e S ra escrpulo em Ornar a acti. e essa doclaraeao,
Pereira obtiveram ao collegio de Goianna, compos- principalmente tendo ella sidt. feita em acto conti-
to de loi eleitores, 130 votos! M miado'como dizem os nobres defensores dessa
E por que nao protestamos, nos diro ; mas eleicao. Mas, |iorque nao aecnteceu as-im T (Jui-
I retebeiiam nosso protesto, e a quem recomimos zera que os nobres deputado-:, que tanto se estar-
para esse Ora como malulos e iguorautes que so- can para mostrar a legalidade dessa eleieo, me
! mos, quando o proprio Sr. vigario, presidenls do-dissessem que jnolivos aetuaram no animo dos
collegio, e cujo sermao, por occasio da eleicao de eleilores para nao sellarem e^sas pecas com a sua
creare. I deputados geraes, tanto nos enthusiasmou, de ac- Urina. Quanto mim, Sr. presidente, assiin aeon-
U Mi. 1 iiKsiK.NTE : Tcm a patarra o ar. w- co|.jo ^ ou(ro de m n-o t.s|H;ravainosseme- lacen, porque falso terem c. mparecido 181 elei-
nha leixeira, v.sto ler sido.inlerrompida liontem a ,|iaiil(, j,,^.^,,,,,,,,^ \ ludu M pre>laram 1 E de lores ao collegio de Goianna, H Mse lambem que
, lo nuis, nao esto ah os eleilores qne l nao foram e entre elles houvesse reinado Unto aeerds) que re-
*;~, JSSrSS"'*' aS-1*Be "iw v>taram naquelles senhores, para os des- solvessemdar alguns eandiditos 130rolos; que
nientirein; ou vingara a patota ? Nao se podera nao se pode obter suas assigialuras, porque elles
proceder um exame as acias 1 Tafia ellas o des- se nao achavam presentes ao acto de tal declara-
rer aos meios que a mesina lei Ihe faculta para |
eximir-se do trabalho ojnerafl imposto ; de vedar
parte de doente, e nao apresentar-se como bom,
estando phisicamente impossibililado de exornar as
tuneases de seu emprego. l'or tanto, una de duas:
ou o ampregado se considera como doente e parti- i
cipa isto a quem for de direito, ou cnlao se sujeita
as penas que devem ser impostas ao einpregado
O Sn. Costa Ribiho : Estou prompto para
dar o meu voto para a satisfaco de todas as ue-
aesiidafas do sertio, a questao se a materia do
prujecto de absoluta necessidade.
OSr. Soi.to Lima : Nao deixa de ser.
O Sr. Silva Uariios : Sr. presidente o nobre
orador que me precedeu, deputado pelo Io disiric-
.- penas ,ue uevem ser impostas ao empregauo l0 (|ue formado d h perfeilame.ue,
remisso devendo por isso ser suspenso, se por ven- com llldos I|QS iaI nao ifl eil nar
de que fojnos lestemunhas, fai.1|IK,n,0 (le furtareui as lii nas dos que faltaramf cao. e o que se v hoje nesla .cu (mostrando) nao
"-.< r........ ;-a -,PreciaJ0 A' CrtM que. acam elles oque quizerem as actas,
verno. ainda mais intrans.tavel a_ntra_uiti aoa w8t|Bar algunapaiavrasen rclacioa nm Httn,, Utu fraua-greja>|,as,l.v'elu annUnciar mu.ta
ftanuoo que, cerca a >
em virtude do incidente
devo antes de entrar na
H cenados je
^la villa pois que a menor chuva alaga
^o engento Salgado, alias de srande oxtensao. t
elles o que quizerem as acias, pansa de urna farca, e farca b-m triste !
5,cja, tilas devem annunciar muiU E esUr essa declarado ie forma tal que nao
que iat\ez se preie.iaa iirar arfcuiiiemu w C0U<;1 Jy com lanU ou (|(jan|a n,jnUciosi- moslre, logo primeira inspeccao, nao haver sido
tra um dos fundamentos da nullidade, de qui ar-, da(|(, ^ que*se faxprecisa para melhor esclarecer o lavrada na mesma occasiiio em ue o foi a
guida a eleieo do collegio de Goianna.
ao acciescimo
de Pao d'Al lio.
Itefiro-me
modo que nao se |^de distinguir <"ai'Vnh0I^
Um Sr. Bcntabo :-0 mesan se da em ipojuca, ao acciescimo de 10 votos no resultado da eleicao ^ (irolI;ej4as de reg;ntracao' ^ ^ e TOio livre, diversa, e oulras muias circumstancias que nao
jutzo do publico e daquelles que ainda acreditan) acta 1 Lni exame nao poder mostrar que a tinta 0
aonde ha urna grande ladeira. ae i-ao a aiiio. roino Uinbem acred7tei ate que o'que se dan en
( Su. Aviies Gama :Ha essa ladeira era tpo- Monten, Uve occasiaode observar que tal aceres--1 (JoJan
taca verdade, mas essa circumslaiicia uao pode C,1M) sc .-, navja ,ja(|0 e (|Ue essa eleicao correr
servir de argumento de paridade, poique essa la- mui regularmente. Ped ento que se adiasse o
deira aecessivel em qualquer das asuenes, de conheriniento do resultado desse collegio, e assnn
-t -<.......... -.. .^ir rhnva nu<:r faca U 0 \lt |>orque pretenda mostrar casa que tal ac-
Dissc mesmo que li-
um declive muito suave, qur chova qur la^a
#e se a editteacan velha foita na ladeira, a iwva
construccao pelo contrario Uda no plano e a
quem da'mesma ladeira. ,...,-,
OSr Gom K.immo:-E ha mu.ta ed.ht.(.Jo
"o'sb? Atkbs Gama :-Eu nao tallei em inuita\
-disse apenas que as casas novas iam sendo eflinen-
-das em baixo da ladeira.
Por Unto insisto ainda no principio de que,
di^ lp'juca
deixaro duvjda a respeito da falsidade desse ac-
na, e de que fui testeinunha ocular, me veio crescimo acia? E' isso possivel, Sr. presidente, e
tirar da illuso. nuis ainda. possivel; pelo ru tenho de requerer
0 que levo dito a pura verdade, etc.Josc \ que se mande proceder a um exame unto no livro
aus Pereira Palma. \ das acias, como no de notas, cm que se acha lavra-
L'm Su. Hki'ui-aim : O Sr. Jos Luiz pessoa da a mesma acta,
muilo de bem, e acredito na verdade do que elle Anda, Sr. presidente, tenido offerecer ronsi-
diz. I deracao desla casa, outros decumentos. que seria
L'tbo Sr. Deputado :Sao documentos gracio- sem duvida considerados seu valor algum pelos
sos, nao destroem um dooumeulo authentico. defensores da eleicao de Goiaina, como graciosos;
O Sr. Gurua Tkixbira : Sr. presidente, bem mas que para mim nao podeni deixar de ter muito
sci que os nobres depuUdos diro que este docu- peso, nao s por si mesme s, mas tambem pelas
por mim, nada val. circumstaueias que eercam es.e negocio, e s quaes
mesmo quando nao fosse a povoacao
equidistante da extremidade do termo como 3. vil-
la do O', ainda assim possue aquella povicao van-
Ugons que nao tein a villa de N*ssa senhora 0 gr. Soares llrandao, a quem a acU apreseutada
d0 O'. pela commissao d como havendo obtido 63 votos,
Eis aqu por tanto, a razo por qne assiguei o quando na copia que me foi dada pelo respectivo
'"' Ubelhao est elle com 5.1, estando ahi a razao do
crescimo seuao havia dado,
nha cm meu poder urna copia, que da respectiva
acta lizera extrahir logo depois de lavradaesta no
livro de notas, e da qual sc verilicava nao haver
esse accrescimo, e me comprometti a apresenU-la.
E" o que hoje faco Eis aqu a copia da acta la- ^
vrada no litro de notas (u'oslrando) convido a ^^ ^^ i(
casa a exam.na-la pois aue della vera nao se ler, (JUJ |em Q cUKWr ^ uin'dCUIUt.mo gracioso. elles do realce.
dado accrescimo algum de votos. Uem <(ij Sr u,.^^,,, QUe se preiendera fazer' (O orador l em varios nmeros do peridico
verfinn-i olio i senlir 4ue u,n documento authentico, eomo a acta, Mtrnf, deelaraooes feUs por eleitores do collegio
! someuie por um oulro instrument de Unta ou de Goianna de nao lerein eomparecide uns a essa
e
pela honrada commissao de poderes,
a diff.reiica eslata no nome do nobre deputado ^"forc^Vrbanle'pxle'a ser destruido I eleicao, e outros de nao hareren |.resudo tolos
Eu pensoiSr. presdeme, que esse argumento aoscandidatos que se apresenUm com toO votos.)
nao pode ser considerado em sentido lito absoluto Eis, senhores depuUdos, mais outros mentro-o-,
e restricto como prelendem os defeusores dessa
nbaassignituri, nao leudo Ri.ro tatajoj ,a. accrescimo de 10 votos, de Wg | pt^dT^Stox.^^
apresen.ei este projecto se nao urna ^^f0? a commissao ; portanto, Sr. Presidente possu, de- miltelevSo>desde qUH mil Clrcuinslancias demons-
urgente, palpiunte e altamente redamada per to- ciuu ll0JC soiennemenie e comjrova ewi punho d vj ^ ^ hU.
A)s os habitantes do termo. que na eleicao de Pao d Alho senao deu accrcci-
projeeto e porque levantei-me jwra iastiticar mi
3>t*! S ^^rT^!S^t'S^
nobre e disltarto collega que taintom o havia as-
signado, justilicou-o, edisse as razoes que. Iinha
para pedir a esu assembla a sua approvaeao
mais foi impugnado pelo distinelo depuudo pelo
! dislricto, ruj.* argumentos segundo meu peque-
nao deve ser considerada sem valor abran como
document gracioso, por que ento a prova nao
est somente na caru que vem corroborar as nu-
tras circumstancias, ja por si valiosas para iiulhu-
car urna eleieo como a de Goianna; mas nao con-
teutar-ine-hei com essas e oulras carias, que tenlio
de chamar em apoio do que digo. Aguardo-me
para, em occasio que julgar conveniente, apre
sentar Umbem um documento, a que nao podero
uegar o carcter de instrument publico.
Parece-me, Sr. presidente, que esta assembla,
que se consiitue em um verdadeiro jury eleitoral,
nao esla adslriett exigencia de proyas e mais
votacao do nobre deputado o Sr. Dr. Soares bran
do deu lugar s observagoes da nobre co.n-
inissao.
O Su. Soares Brandad : Eu vi na apurayo
que tiuha lido ti.'l votos.
no e fraeo entender nao podem prevalecer. O Su. Ci.niia Teixeira : Da acta que apre-
Paarei a refutar esst-s argumentos do robre yenio consta o contraro, pois d V. Exc. apeuas ,
depoudo no^de que tomei nou moi peruncitria- g;j votos, e segundo ella o nsuludo de toda a vo-
mente, mas p'co-lhe que se me esqueeer algum tayo nao aprsenla esse accrescimo de 10 votos,
ponto, ou me engaar n reprodueco me adviria a que allude a commissao. i
em lomi para poder rorrig.r e meu engao, visto |M Su. Deputado: que esta vencido nao I
que. nao quero adulterar o pensamento do nobre p0je |ajS euirar em dscusso.
deputado e apenas responder-lhe romo poder.A (r-tho Su. Deputado :Isso j est vencido;
exiH-rienca, disse elle, acomeda .me procedanios ,,,,,, ,,,. .,,,. w^ es,;l quesiio? aestl^Y?frmenlO publico. Quan-
com cuidado e m.-ditaco acerca do prsenle po- | Sr.. t.i m.a Teixkiha Coroecam ja os apar- tf ^ "l-" d' 1 eVeo arraida
jecto, porque-a mudanoa parece ser urna urna pu- ,,, | o Sr. presidente ten conl.ecmenio do regu- $ ^u^^^S^^^^^T^
itira. lamento que nos rege c sabe quando deve cha-'
O Sr. Costa Ribeiro .Nao disse que me pare- mar-me ordem.
cia cousa poiitica, disse que monas tetes ora ,. os- s,. PnBsnBim : A eleicao de Pao d'Albo ffiSTn^rJaZna
sas mudabas causas H,oas : mas em lodo caso lnaloria cld!lf eu ,l0C0 ao ubre depU,ado que S^^tni^aa1S
devenios sabor os motivos,
(i Su. Amas Gama :Que a mudanca pot!enro
ser urna arma potiea, e sonde a ereacao da villa
do O' multo moderna, a assembla devia ler c cui- de Goianna, e j porqu hontem
dado de pensar muito maduramente antes .lelo- pulalo, em un. aparte, disse que poda eu mandar T d e.(,la_
buscar a copia que dizia ler, e tendo entao promet- reC|> 6 H
lido apresenu-la boje, satisfaco minha promessa. paM0 a apresenUr Ullla dec|aracao feu por al-
assare amante. ,.,. a!guns eleilores de Cruangi, dedaraeo publicada
0 Sr Soarfs IIram.ao.-Ku Uto63 totas. O ^ ^ o co.ite-tad'a ale boje,
nobre depuudo qne se achara presente deve re-
cordarle disso.
mais outros calumniadores, na opimo dos nobres
candidatos e deputados, que defendem essa elei-
eo ; mas, em meu pensar, hmeos honestos, inca-
pazes de UlUr verdade, o que nao prestaram
documentos destinados apena- a justificar hoje urna
allegaoo, e sim patenieados pea imprensa, e nao
contestados at agora I
Vemos, pois, Sr. presidente, nao urna nem duas
cartas graciosas e occulUs at hoje; mas sim um
grande numero de declarai oes publicadas e nao
con.osudas.
Vamos agora entrar na apreciacao de um docu-
mento extrahido de autos, e ao qual nao fiodero
os nobres deputados cunte? lar o valor de instru-
mento publico. K orna ceno passada pelo es-
envo dos feitos da fazonda geral.da qual consta
que o eleitor Virginio Velloso Freir, seachou nos
das lo e 16 no lugar do vinculo de Itamb, onde
assisliu a urna avabaco de una comprehenso.
assignando o respectivo temo, por parte de um
dos comprehensionanos, ni entretanto que esse
eieilor dado como presente eleieo no da lo'
noila lomando parto. (|>j. i
sciencia de seus membrosestiver convenientemente Hontem aprsente, urna caru do Sr. Dr. Francis-
co Uouagos da ivi, naqi al este seuhor deca-
ron quo uos das i o e lij o e eit.r Virginio Velloso
tura nao quizer eseolher o alvilre que a le l)ie
d.
Eolende, Sr. presidenle, (|ue nao devenios sor
toreados por una circunistancia destas a praticar
um acto que eu julgo irregular (apoiados) ; que
en talgo improprio desta casa, e que fana tal vez
suppor que se procede ue.-ie negocio por compa-
dreseo.
OSr. Riaiiouk :Protest contra isso.
OSr. Demostiienes :Eu nao quero ollender ao
nobre deputado, nem lem razo de 80 ollender. O
que digo que, se esse empregado se acha doente,
nao deve exigir de nos um acto que poderia ser
considerado como acto de compadresco.
Supponho tambem, Sr. presidente, que a medida
proposu pelo nobre e Ilustrado Sr. Io secreUrio,
nao preenche perfeitamente o lim a que destina
da ; porque atinal o pesaoal tica sendo o mesmo.
Tirarse um einpregado de um lugar para ser
collocauo em outro, licando vago o lugar effectivo
desse empregado, sempre o mesmo, nao ha ac-
crescimo algum de pessai Por eonsegninte, no
caso de sc de-ver substituir, como supponho que se
dora, o empre
que se numee
tua, mas alguem de fra.alguem qne o faca fal
la ao servico da secreuria.
nos, como a lingua latina c diflicl para
I se aprender ; sabe que o menino antes de qualro
annos de esiudo nao pode saber latim, a menos
que nao estude preparatorios somonte para passar
i por meio de empenhos, passando su|)erfunrtoria-
mente por todas as materias ; e sendo a lingua la-
tina muito cssencial para os que se dedicam ao
, estudo de direiio...
i (i Su. Huaiiouk .As lettrasem geral.
, OSr. Silva Barros : ... preciso que as
[ enancas comecem a estudar de mu tenra idade,
alim de terem tempo de estudar bem os prepara-
torios, e poderem-se formar anda mocos. E sendo
a lingua latina, como sabem os nobres deputados,
a mais difflril, e nao podendo o menino levar me-
nos de qualro annos para aprende-la bem, c sendo
penoso aos sertanejos mandarem para esta capital
seu lilho ainda muito moco, nao s porqne as nos-
sas fortunas por all sao inuito pouras e nao esto
i ua razo dos gastos que um pobre pai tem de fazer
poraqui 8 10 annos e s vezes mais, com a edu-
cacao de seus fllhos, como mesmo porque muito
de recetar que elles
se percam no eaminho do ri-
"^^^^^^v^^^^\ewu(mrmimuvimm inesperentes e na
egado impossib. itado, acto nteLf jdade da vjda J E ,uM" que
interinamenle alguem que n substi- ] de alguma sor(e pnear"ZeZ? esses nX,
facibundo aos pobres serUnejos algum meio de
poderem mais fcilmente educar seus fllhos.
Isto assim deve ser em qualquer hypothese : no ; p ,.
caso de dar parte de doente o olli.ia-maor, deve JS&yJ*.* ^ .1ue. desumma
ser substituido ; no caso, porm, de que esse em-. ft ^^"Ij Pr'nf,ra > a aje-
pregado nao d parte de doente, ento pens mais i Ceo s Swto "
que deve ser suspenso, devendo nesse caso haver
tambem urna nomea^o interina.
Peco V. Exc. e aos nobres dep Unios membros
da commissao de polica, que attendam e pesem
Lima : E em outras partes do-
centro.
O Sn. Silva Barros: Limiuo-me por ora. Sr.
presidente a esUs ligeiras consderacoes que acabo-
bem estas minhas humildes consderacoes, certos Jc lf^:'" ^^toI^"TtoLid^"'"diuf^-
de que nenhu.na intencao.nalevo.a, nenhum noli- fl^ 1 BShat5,"hr,Be" **
vo menos digno me induzio a faze-las.
eos recursos de minha intelligeecia.
so cuija i dscusso. ca ao iiislrumento publico, estando a casa couven-
0 Sn, Cumia Teixeh.a : -Trago este tacto a d d instrument publico nao e ma.s
ui^ tonradode? do que o resultado de u.na fraude, de um eseau-
mar tal re*uluco Julfio que segundo os princi-
pios da Ingna, esse nm dos argnnnntos que se
diz que pecam por que provam de mais a prevale-
cer o pensamento de que nao se ande retoar
una lei; porque a assembla devia ter lido razos
muilo fortes para promulga-la ; le .ilguma sera
reformavol entre nos. Oque inteirainenta ia-
missiwl.
O jiro argumento do nohre depuUdo foi o nao
haver na (asa represenUcao alguna dos ha otan-
tes do tormo a respeto da mudanca, mas eu vou
demonstrar como Umbem nao procede esse argu-
ment.
Todas as vezes que os representantes de um dis-
trelo merecen, votos, eobtem aconlianca daquelles
que os nomearam, me parece que a voz de qual-
quer um delles em favor de um projecto, date ter
mais valor do que urna representarlo do- proprios
habitantes.
O Sr. Costa Ribeiio .Isso tambem prova de
mais
o Sn. Ans Gama :O projecto apresentodopor
dous representantes dodistricto, por dousidadaos
mandados expressamenie para velar por seus in-
tere-M's, urna represenUro viva e mui.o viva
dos inte.esses dessa popnUto, (apoiados) urna
repiuniaco viva e at me parece que ma< com-
petente do que um ahaixo assignado, tanto mais
quanlo esses representantes, acerca do projecto nao
se satisfazem en. apresenu-lo, srstenUtn e provam
toda luz a utilidade e conveniencia da approra-
^o do projecto.
Prtenlo, a falta de represeniaco nao i""le ja-
mis ser iratida como argument contra o pro-
jecto.
Ha mais um outro argumfcnlo e que Ipojuca
nao tem lido incremento algn.
Sr. presidente, se Ipojuca for elevada cathe-
goria de tilla, se gozar das vasrtagens de ser-sede
do termo,es-e incremento iueviuviq e estarla em
melhores ciicumslancias do que o 0\ se acaso nao
dnan nutra a actual sede do termo, e vou pro-
valo.
O Sr. Costa Ribe.ro :Nao comprehend liem a
res|.os.a.
O Sr. Atres Gama :Eu tambem ne o compre-
endn.
O Sr. Costa P.ibf.iro :Perdi; eu jto qniz
-Offellde-lo.
ti Sr. NlTTO :Sn disse que Ipojuca um po-
teado muito antige, e nunca ninguem seJembrou
de elvalo villa.
O Sn. Aykks Gami :I'.--e argumento oulro ;
. se o nobre deputado se lembrasse das dsi-u-ses
liona casa, vena que^esde 18o5 se pugnou muito
a que pa ,termo om Nossa Seniora do O' e s pasado em
800.
o Se Netto :Mas talo passou.
0 Sn. Arncti Gama :ti que eu disse f que m-
OS,,.:-Pero ao nobre depuudo J^^c^S^t^^T^
que na.) mierrompa o orador. ra, que nao volamos e nem jamis pretendamos
O s,n. (..NHA Te.xe.ra : -Estou impossib.llta- Vi|J. nof. rs Xabor ^^ ,{c/i:rra (viValcantl
do de entrar nessa discussao, desde que desojo. Josi. lfc|lifacio de ^ perejra ,iara .i,,,^...
para
I provinciaes, o se o contraro se evidencia do resul-
tado da apuraco do respectivo collegio, nao soiikj-
nos os respu.isaveis, e sim aquellos que, Raquean-
do a nossa boa f, eoncorreram para o falseainentu
do processo eleitoral.
desde
obedecer ao Sr. presidente.
{lia diversos apartes.)
(i Sr. Presidente : Apartes lo suocessivos
in.eiroinpem o orador; nao admiti mais apartes.
O Sr. Cumia Teixeira :-Continuando a justi-
ficar .neo votoen relaco a eleieo do 2- districlo, A||t|ljo y P(,reira Q^^
..presentare, anda alguuia observares que de- Jo?l; ipii;u.io CanieMu lto;0a.
vem convencer a lodo o espirito rr.to de que em ,rl..llli) |iarljii?a da SUva
Goianna nao houve ma.s que orna fraude osean- .v m p Ma
dalosa para cuja palenleacao tere, de rnquorer A|llunj Ma|od fc Sj)va
urna diligencia importante, da qual resultaia sem
duvida que o accressmo existente na acia resal-
vando o i-nsano de seis votos, nao foi feilo na
o ingano de seis votos, nao
neana occasio, e sim muito ampo de|iois, quan-
-oonheceu tal accrescimo.
Diro, talvez, Sr. presidenta, os sustentadores
dessa rlnijio qne se assim foi, como nao aprsen-
lo u.na realidad provaado que a acia licou lavra-
da sem essa declararn? Para dar a razo asna,
devo declarar solemnemente a V. Exc. e casa
que no collegio de Goianna se negou todos os meios
de provas. E de eito, muito lempo depois de.-sa
eleieo, em dezembro, o livro das actas nao so aeha-
va fecolhido ao lugar compleme de modo que se
nao poda obter eertido de ualureza alguma.
OSr. Diooiio .Isso exacto.
0 Sr. Cumia Teixeiua : Portanto, j t esla ca-
sa que se nao posso apresentar boje una eertido,
para provar com ella que quando se latrou a ac-
ia se nao fez tal declaraeo, nao Sr. presidente,
porque o faci por mim allegado, de ter sido a de-
elaraco feu posteriormente, nao soja verdadeiro,
mas sim porque no colloj;io de Goianna se nefata
lodos os meios de prova para que mais Urde com
easen meios h nao viesse pedir a nullidade dessa
I lo.ningos Lo|n-s Rarbulho.
Francisco Xavier de Andrade.
Jos Gomes da Cunha.
Manoei Xavier de Andrade.
i oanbnando-se essa declaraeo com tuda quanlo
tenho referido a res|n-ito da eleieo de Goianna,
sera fcil de acreditar que esses honens, rei-onhe-
eidameiile dignos de coneeilo. lenliain mentido,
essn que nenhum nteresse leen no resollado da
eleieo de Goianna ? Ou antes sercrvel qne ritas
die.un ,-ipena- a verdade, corrobxraiido muilos ou-
tros fados que servem de prota da nullidade da
eleieo do Goianna ?
Cumpie attender que em favor de suas asser-
roes leen esse- eleilores a cireuuis.anc.a de que
o instrumento, ruja for^a Unto se tein precon.-
aado, a acta da eleieo de Goianna, nao se
se aprsenla firmada por elles I E eu disse ha
pouco. Sr. presidenta, qne nm trecho lido por
mim da caru do Sr. Pereira Palma, combmava o
que se va da acia da installaeo do referido col
legio, mencionando-se ahi a falta de compareci-
ni'iiio de inultos eleitores. Eu vou ler a casa essa
acta. (L).
eleicao. Na acta da apuraco se declara terem compare-
Tfatava eu hontem, Sr. presidente, de apreciar cido eleicao lodos os eleitoros, que nao estiverain
convenientemente u.na carta publicada pela m- "o da aulecedenP' presentes a insuliacao do col-
pre.isa. Essa carta do Sr. Jos Luiz Pereira legio. com excepcao apenas de 3. Mas quer saber
Palma, pessoa muito digna, cidadao de prestigio na V. Exc, Sr. presidente, quer saber a casa qual a
comarca de Goianna,e que indignado com essa es- razio porque esses mesaros :t eleilores nao foram
caudalosa farca representad* no collegio deGoian- dados como presentes? Eu odirei. Dona delles se
na. assratnn essas bubas, anda nao contestadas, achavam nestacidade habilitando-so para entraren.
quando fw levantada a sessae. Peru.illa, pois, V. concurso de freguezias, e sena por demais alfron-
Exc. e a casa que eu faca a Jeitura dessa peca. (L) toso e arriscado dar romo presentes eleicao em
Illm. Sr.Respondrndo ao que me pergunta, Goianna dous sacerdotes que eram vistos coni-
isto se totei para depuUdos provinciaes nos nuanente nesla capital. O tercereo, segundo cons-
Drs. Naba.- e Sa Pereira, tenue a dizer que nao ta de declaraeo por elle feita, se achava enfirmo I
me recorda terouvido fallar algum dia desses se-! No da da reun.o do collegio comparecern. ap.v
nliores. O primeiro v-o pela primeira voz em ":s 105 eleitores, e lavrou-se disso a ronpetente
SJttKiiuu-.>e o projeelo que ollocou a sede eai" Nossa: Goianna, om rasa de urna das influenctas eleito- acu; mas como esse numero de 105 oleitores rao
uiihi.ra do O". naaad'abi, e pergunlando-me se havia recebido poda salvar os candidatos que se acharam perd
u meu argumento foi .te que se Ipojtiea na- na sna carta, e ae nelle volava, e respondendo- dos can as atarees dos outros eolletooa, foi mis-
la^e das vaniagens de ser de de. termo, se all na eu que ut, retorquio-me elle : ha de haver lar que se deesa como presentes no dia da eleieo
B residencia. aotoridans como suerede no' quem voie. IM alestoresl fhano para este ponto a attenjo
W, Ipojuca le ia tornado muiuimaior neaannatai O 6a. S.\ Iihura :O nobre deputado permit- da casa, |rque tudo isso consu das propalas ae-
nenin, per isso qne-conlm em elementos, o que le .um aparte 1 tas remettidas pelo collegio do Goianna.
se nao a no O', que apezar de rozar dosa van-
O Sr. Sabino :Tem risco muilo graude, nao
as simples, porm as venenosa:.
0 8a. Demostiienes :No art. 1 do tit. 3* eu
noto um.-i disposiee muito vexatoria, e exgir-se
que os fazendeiros tiren brenca da cmara muni-
cipal, sempre que houverem de matar u.naou mais
rezes.
0 art. 2 da maneira porque esta redigido tor-
na-so mesmo redieulo. Diz elle (l)
O Sr. Sabino : A commissao da assembla an-
terior pedio a regeicjn deste artigo.
0 Sn. De.mostiii:m> : Mas quando tenha de ser
ronservado, nelHor ser dar-ihe urna outra re-
daccao.
O Sn. Sabino :Nao por demais.
o Su. Demosnirxu.s:Todos saben, que as fa- i
Ugern. apezar de ler sido passada para alli
a villa, nem por isto tem dado um passo para
adianto, pelo contrario vai em decadencia, ao pa-so
que liMjuca auginenia, pauco sim. mas augmenta,
e o nicreiiknio que alle mauifesu embonen
pequea escala, em relacSo ao 0'. equival) a um
graude neremeoto.
Requereu o nobre depuudo que o prajecto de-
vc/ido ser niailiiranu-iite reflectdo, fosse refiietlido
a ..Jiumis-ao de asta Usina, ate.
(rVrmftta-me o nc^bre diputado que. anda esse
respeito >.vrja do mu peasameuto, porque me pa-
rece .pie o seu requerimenio iuteiramenle uisut-
lenuv.t.
O que ya fazer o projecto commi*so de csla-
tistica, divjio riv| e ecclosiawica ; tjuando elle
nao ion.le a alterar a actual divido? O irotaote
nao divide o termo, nem a fregueza nao aliara Q
que est rom retaeo ao terriiorio, consegninle"-
te a commissao de etUlistiea nao a mais ronijt-
teuie para ioterpor seu taiao sobre elle.
Um Si. Dki'UTaoo : E qual enlo?
iO S. Cunha Teixeira Isto eom oSr. presi- Na acuse fez a declaraeo de que na apuraco
.dente. se havia dado 8 votos ao Sr. Dr. Paria, em lugar
0 8a S Pereira Quem solicitou essa caru de ?. por simples engao. Ainda direi alguma cou-
OSr. (a.nha Teixemia :Posso asseverar iV. Sr. presidente, V. Exc. e a casa observan que
Exc que o Sr. Pereira Palma prestando esse docu- nao o engao de urna cura, o accrescimo de
noto nao o fez par inlmencao, nem solieitaco u.na unidade ou dezena, o etigauo de dous para
de algum4ot pretenden!* eleieo pelo 2*dis- oito. V. Exc encasa sabem que na apuraco le
tricto. volas em qualquer eleieo o algartamu que reiire-
Peco I cenca caja para coniuuar na leiiura sema o numero de votos se escrete proporco
encelada: .quena leiiura das cdulas se profero o nome do
t Nos, eleitores de Cruangy. rendo na lalla da! volado, e depois, quando te trata de lavrar a acia
liberdaile de vol, de (|ue agora Goianna deu o se declara quaes os nones dos votaoai o son uu-
cxeui|ilo. nos reunimos das antes A* eleicoe com- mero de votos, i onvm notar que se lim simple-
binamos na segninte chapa : Dr. Jos Ignacio de engao desse lugar a considerar-so
Fmirs se oonsertira no engenho Salgado, ou I
estivra o juizo dos feitos A., fazenda, e (pie sTafli
se uo havia elle retirado um s monea to, de modo
a poder ir ao collegio de Goi inna tomar parle na
eleicao, mas o digno collega do Sr. juiz dos feitos
da fazenda poz em duvida s ia palavra........
O Sn. Araljo Banana :Nio ha lal.
0 Sn. G mu Tkixkiua :Deu-o a entender, em
apartes, perguuiando se o Sr. Dr. Francisco Do-
mingues, ja mereca eonluuea para ser invocado
seu teslemunho.
O Sn. Gaspar Drummono : Sempre me merecen
conuaoea.
o Sn. i \-..\ TtaxniM : (>mo poltico ditirjo
do Sr. Dr. Praaeiseu Dominguits; j houve mesmo
oceasioes de ler eu que.xas do S. S., como magis-
trado; porm, em quanto o nobre deputado me
nao der provas om contrario nao deixarei de pres-
tar ere lito suas paiavras.
Hoje, porm, nao se trata mais da palavra do Sr.
Dr. Domingues. Sao os proprios autos da atabacan
do vnculo de Itamb. quo nos dzem que Virginio
Velloso de Freir, nao poda ler lomado parte na
eleieo de Goianna. E nao lera este documento
(mostrando) valor de un instrumento publi-
co ? Nao merecer f ? Eutendo que sim.
OSr. Araujo Barros : Eutendo que acei-
tatel.
O Sn. Nabor : Moslrarci em tempe que o
nao .
0 Sr. Cumn Teixeira :V a casa que nao
podan mais dizer os nobres deputados (ue so-
mente apreseuunos documentos graciosos.
Se, Sr. presidenle, que alguns eleitores d e
Cruanoy. indignados com o procedimento dos pre-
tensos dominadores do collegio de Goianna, pre-
tendiam fazer chegar ao conhecimento desta Ilus-
tro assembla urna representaeo, pe linio a nulli-
dade do collegio de Goianna. Ignoro por que cau-
ng nao leve isso lugar, mas posso asseverar que
ellos o pretendan fazer, asim como tambem que
alguns estovan dispostos a jurar o que houve no
COitagiO de Goianna.
Um Sr. Deputado : -E nio tivoran despacho ?
OSr. Cunha Teixeirv: No Sei porque al
hoje isso nao foi trazido ao conhecimento desta
easa.
(Ha um aparte.)
0 Sn. duba Twxbyra : Posso-o asssverar
cmara que quem minisirou me estes esclarecimen-
tos e alguma eonaa lem neripto no Liberal a res
peito da eleieo de Goianna, nao algum dos can-
didatos que learam prejudieados pela fraude desse
eoitegio. Nao de forma alguma interessado no
resultado dessa eleieo, a nao ser como simples
cidadao. que se indigna contra o procedimento
havdo no collegio de Goianna-
O nobre deputado, o Sr. Dr. Nabor, interpellou-
me sobre este assnnpto : e como lhe nao tlvesse
dado resposla ento, devo dizer-lhe que esse cida-'dades para cllivarem a sua'intelligencia e cursa
do o Sr. Luiz Carlos de Araujo Pereira, que me rem osestudos secundarios,
merece conlianoa e a seu respeito, e nao invoco o] Portanto, Sr. presidente, tendo passado isto por
lestennnho do nosso collepa o Sr. Dr. Andrade mim, vendo que doloroso para um sertanejo, cu-
l.tm.i, porque, sendo seu cunhado, nao quero que ja fortuna nao est en. relaco com as despeas
o avernem de sospeito. que se fazem nesta capital, mandar seus filhos des-
Depois. Sr. presidente, de ludo quanto he dito, de a infancia para esta cidade, aonde ha meios de
da apresentacao que liz de documeutos, que pode- desentolter-lhes a intelligencia por meio do estudo
riam s-loon maior copia se nao oocorresse a cir- das sciencias, eu nao poda deixar de applaudir e
cunisi.inci.i j mencionada, nao posso declarar so- apotar a idea do projecto apreseniado peto meu
nao que estou firme na crenca de que a eleieo honrado collega de circulo.
de Goianna nao pode deixar de ser considerada 0 nobre autor do projecto, Sr. presidente, talvez
como una farca bem triste I desempenhe melhor a tarefa de mostrar a ufilida-
Mas. nao me limito pedir nullidade para o de de ter o Ouricnry essa cadeira, eu nao digo que
eoitegio de Goianna; pe^o a nullidade de todo o seja o Ouricnrv, nao digo ]ue soja Cabrob ou Pa-
Begondo distrieto. je, digo que urna necessidade palpitante do ai-
Desde o momeujp em que se me nao pode con- to serto a existencia de una cadeira de lalm,
testar qne o collegio de Goianna um collegio ira- sendo talvez conveniente que o mesmo professor
portaatissimo, cujo numpro de eleitores pouco nao s ensine a lingua latina mas tambem a fran-
superior um terco do Ir tal de todos os eleitores ceza.
de todo o districlo ; desdi o momento em que se OSn. Soiito Lima: Nao tenho conhecimento
observa que, retirada a votacio do collegio de do lugar, mas dou-lbfl um aiwiado.
Goianna, os candidatos, excepcao do Sr. Dr. O Su. Silva Barros :Para mim pois, consa
ineonlesUvel a necessidade da creaco de u.na
cadeira de lalm no alio serto, nao fazendo ques-
llisnirsi. do Sr. deputado BeraosHenes, na sessas
de a do correle.
0 Sn. Demostiienes :Ped a palavra para di-
zer alguma cousa a nobre commissao, alim de tur-
tar-lhe algum trabalho. Vou apoi.ur-lhe as pos-
turas em queso alguns defeites que detem ser
corrigidos, e que por este modo j i iran previstos :
sobre esses punios licar lixada a alleneo da no-
bre commissao.
Eu soube, Sr. presidente, que estas posturas fo-
ram feitaa muilo apressadamente, e d'ahi nasce,
sem duvida, a unperfeicio que se nota em quasi
todos os seus arligos.
Eu chamo a atlenco da nobre commissao sobre
o arl. 2o do til. i-que trata da prohibirs dos en-
legmenlos em capellas.
V. Exc. e a amara bem comprehendem que
em lugares de malo certas disposiedes sao inteira-
inenie inexequveis. (itsos ha em que, na astaco
invernosa, a distancia de meia h'gua transpr
torna inipossivel a condueco de un cadver para
os cemitenos da villa ou p'ovoaco, e isto to co-
nhecido de lodos que eu nada mais direi sobre tal
artigo.
Quanto ao ttulo 2 tinha fazer as mesmas con-
sderacoes que fez o honrado niembro que me pre-
cedeu ; mas tenho a notar ainda u.na cousa. e
mo a esse respeito lambem a alteiifo da allu
da Cinraiaslo : nesta capital nao 'sao prohibidas sobre proposu do tenente-coronel comman-
a- casas de drogas aberUs por aquelles que nao ,iale d0 balalho de infamarla da guarda naci-
esto habilitados com carUs de pharinacia. Me! a| ja comarca da Boa-vista, nomeou-se o cidadao
liarece (|ue urna cousa e o avUmento de receitas, .\nlonio d.^ Araujo Rocha para o posto de alferes
no qual se pode compromeiier muito mais fcil- porta-bandeira do mesmo batalho.
mente os intcresses da humanidade, do que a sim-! Depois d'amanha se estrahr a 4' parle da
pies venda de drogas que nao lem quasi perigo i |0|fria da matriz de S. Lonieno da Mana.
algum. o Sr. Alexandre Jos Mara de Hollanda Caval-
REVISTA DIARIA.
A assembla na sesso de sabbado oceupou-se
na primeira parte da ordem do dia com a aprecia-
cao de duas indicacoes do Sr. Jacobina, a primeira
para se solicur dos poderes geraes do eslado
isencao do trrico activo da guarda nacional para
os caixeires brasileiros, sobre a qual orou o mes-
mo senhor. e a segunda para qne se Impetre do-
mesmo poder privilegio para os alumnos do gym-
nasio pernambucano, igual aos que teem os do'im-
perial collegio de Pedro II, orando os Srs. Jacobi-
na, Aquino, Ramos e G. Campello.
Ambas as indicacoes foram approvadas.
Passando a segunda parte da ordem do dia (II-
xaco de torea policial) oceuparara a tribuna os
Srs. Cosa Ribeiro e Sabino Olegario, licando o de-
bate adiado.
Terminou a dscusso s 4 1|5 horas da tarde.
A ordem do dia para hoje comprebende, atan
da materia anteriormente designada, 9 segunda
dscusso do projecto n. 19, e a prineira dos de
n. 32 e 8.'! desle auno.
O Sr. brigadeiro commandante das armas foi
autorisado a dar baixa do servigo ao soldado do
segundo batalho de infamara, Dionizio Jos do
l're- Lira, aceitando em seu lugar o paisano Joo Fran-
c|u- cisco do Nasci ment, ue qacha-se as condicoes do
sua- regulamento de 28 de setembro de 18o9.
canii escreve-nos em dau de 15 do crreme, certi-
licando-nos de que efectivamente nao fallecer o
Revd. Sr. Dr.Ibiapina; porquanlolheafTirmaraoSr.
major Claudino Jos d Almeida Lisboa que em dau
de i o deixara vivo na povuaco de Gravat, onde
reside o mesmo Revd. Dr.
Illm; c Exm. Sr. -A cmara municipal desla
capital nao pode ser indiferente aos benelicus que
dorante a sua Ilustrada administracao fez V. Exc.
a seu municipio, concliiindo uns e encelando ou-
tros que deven, levar esta capital a um grao de
piosperidade e Hevaco Ul que apressar o seu
nivelamento rom oulrasmaiores do imperio, e far
sempre lembrado o nome de V. Exc. na memoria
No art. .V ha lambem nina disposicao que julgo je seus municipes; e nao menos pode ser desco-
intitil, que a prohibiejio de esfolar os bois que -
morrerem.
nhecida a muiu condescendencia e consideraco
con que V. Exc. sempre a tralou em todas as suas
reiacoes com ella: por isso vem hoje, quando
que as ra-1 nual<|uer manifestocjkl de sua parte nao pode ser
zendas coinnium iimirorein bois de manipue.ira, dictada por se.iliinenlosmenos dignos dola e de V.
mordedura de cobras, etc., e nenhum Incontenieo
te ha em se aproveilar os couros desses aumaes.
O Sr. Saii.no :lia um inconveniente, porque
morrem bois de carbnculo, que mandando-se es-
folar produzem a morte. como lia ponan se den.
O Sr. Demostiienes :lia um meio fcil para se
eonhrar ; nao faco porm questao disso.
Ha muilos outros pontos dignos de reparo, mas
que cu deixarei ao cuidado da connissa >. licando
porm condecido que necessario um grande cui-
dado no exame que a commissao deve fazer, e as
minhas obsertac.des s lem por fim despertar-lhe a
attengo.
Iiiscursii do Sr. depatado Silva Barrea, ua sessao
de 'J do eorrentf.
O Sr. Silva Barros :Sr. presidente, nao sendo
eu autor do projecto que se discute, mas perlencen-
do ao alt serto, deputado por ali, quero fazer li-
geiras consderagoos acerca da conveniencia e uti-
lidade do mesmo projecto.
Sr. presidente, nnguem mais habilitado para
eonhecr da necessidade do alto serto do que
aquelles que la nasceram, que l crearam-se, e que
l morain ; (apoiados) senao aquelles que, nascen-
do distante desta capital cenlo e einooento du-
zentas leguas, se tem a bracos com mil dicul-
Araujo Barcos, nao lem seno um terco e menos
de um lerr;o da votacao de todo o districlo, me pa-
rece muilo justo nao doixarmoi que o segundo
dislricto seja aqu representado |>or candidatos que
receberam um iurio e menos da votacao. pir-
que, senhor presidente, eutendo que em lal
Francisco Antonio Cesario de Azevedo, Dr. Gema-
ato Rodrigues Campello. Dr. Luiz Gon^alves da
Silva. Dr. Arminio Cortonno Tavares dos Sanios e
Dr. Jo-e Ji aqium de Soulo Lima, da qual a maio-
na se nao arredou -, mas que em Goianna nao
to quanto a localidade, por isso que estou corto
que o nobre autor do projecto, tendo designado o
Ouricnry, tete para isso muito boas raides Bu
creio, Sr. presidente, que o nobre deputado dotara
ter em consideraco oseguinle Ouricnry esta no
centro de differentes pomadas aonde hahitam bas-
tones pessoas que desejam dar insirucco a seos
o Sr Dr. Fa-,,
Andrade Luna, tlgario Jerony.no Jiko Pacheco de j ra eom em tez de dous totos, essa circuoislau- caso m nobres candidatos nao exprmiriam a ter-
Albiiquerque Maranho, advogado Jos Antonio da cia nao escapara a quem lavrou a acta no aclo idadeira representaeo desse di-lriclo, tanto mais
Sil*. Mello, Dfc Francisi-o de Araujo Barros, Dr. de faze-lo, desd que combinaste o resultado da I sendo certo que em diversos collegios desse dis
votacao com o Irabalbo dos apwadarea. I tricto jogou-secom o conhi cimento da eleicao em filhos ; o Ouricury di-la'da Bna-visia Irta leguas,
Anda mais. Sempre que se tem de assignar um 'outros. o que nao pode di ixir d concorrer para de Cabrobd Irinta, do Ex dezesejs e do Salgueiro
instrumento, antes que iB8otenhalnfar.se terifl- tirar a falcan, principalmente con a coexlslencla irinta, estando, portanto, o Ouricury no centro de
ea h sata alia eonfartaa 10 que se qnit escreter de oulras eirenmstonejas, a ragoJariaade que lano todos estes povoados, parece que efleotitanNate a
para resoirer-Sfi qualquer engao, alim de qu/j a djjve lyracterisar. localidade preferida dar ser o OuricuTy.
Exc dar-llie um solemne leste.n.inho detudoi>lo,
depositando as mos de V. Exc. a expressio.sin-
cera de sna gratido, com que se despede de V.
Exc. desojando nina feliz viagem e um brilbanle
futuro como merece.
Digne-se V. Exc. aceitar este voto de gratido e
despedida da cmara municipal desU capital, como
a pura verdade de seus seniimentos.
Paco da cmara municipal da cidade da Fortale-
za, em 27 de fevereiro de 1864.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Jos Bento da Cunha F-
gueiredo Jnior.Manoel Soares da Silva Bezerra,
presidente.Antonio dos Santos Noves.Manuel
los de Oliveira Fgueiredo Antonio Goncalves
da Justa.Jos da Rocha Moreira.Antonio Nunes
Teixeira de Mello.Setenario Ribeiro daCunlia.
Zeferino Dulervl Ferreira e Silva.
lllms. Srs.No momento de embarcar recebi
por mi do diguo presidenle dessa cmara o offi-
co que Va. Ss. se dignaran) dirigirme em dala de
hontem agradeeendo os servicos por mim presta-
dos ao municipio da capital no periodo em que ad-
ministra aproviocia.
Esta manifestaco benvola, as circumslancias
em que foi feita por urna corporaco lie importan-
te, lem o grande valor de um vol desiuleressado o
espontaneo.
Aos pequeos beneficios que pude delineare rea-
lisar em parto, durante una adiniuistraco que le-
ve de lotar com lanas e to graves diUiculdades,
liga-so, como iradijao muilo honrosa, a leinbranca
da constante e valiosa coadjuvai,o que Vs Ss. me
prestaram para a realisacao de semelhantes beue-
licios.
(i auxilio de hontem, e as expressdes benvolas
com que me vejo agora premiado na occasio de
deixar esla provincia, duplicara o meu reoonheci-
meuio mu sincero para com os membros dessa ra-
nura. Restar-me-hia o pesar de nao ler feilo mais
do que tu, se ueste ponto me aiojustifleasse a x-
guidade dos recursos que pude aproveitar.
Ptevaleco-nie da opportunidade para renovar
Vs. Ss. os protestos de minha particular estima e
dislincta consideraco.
Heos guarde a Vs. Ss.
Bordo do paquete Princeza de Joinrille, 28 de fe-
tereiro de 1864.
lllms. Srs. |iresidenlo e vereadores da cmara
municipal da cidade da Fortaleza. Jos Rento da
Cimba o Figueicedo Jnior.
ORvd. cooego Annanias no da 22 do correte
celebrar na igreja da Congregaco e nao na do
Panizo, como se tiuha annunciado. No domingo
de paseboa celebrar na igreja matriz do Cabo.--
No da 28 na de Ipojuca.Nos das seguiote* at 2
de abril inclusive as freguezias do Cabo e Ipojuca
as igrejas para que fr convidadoNo dia Sna
greja matriz da fregueza da Escada.
No dia 16 assanio o exercico de director do
arsenal de guerra o Sr. major Sebast.o Jos Basi-
lio Pyrrho.
Por decret de 27 de Janeiro foi exonerado
de secretario da capitana do porto o Sr. fuaquim
Pedro Brrelo de Mello Rogo, sendo nomeado para
subslitui-lo o Sr. Decio d'Aquiuo Fonseca.



litarlo ile Pernnmbnca *rgnm<1a felra i de Nar v -
,)

l'i-I.i presidencia da provincia foi concedida!
aexon -i ,.-~w pedida imjIu Dr. Autonin Annes Jaco-
me l"iros;'Je terceira supplente do juiz municipal
da priuieira vara de>la cidade.
Nla quinta-tora ultima dorara-se sepultura
os reslos moraos do Sr. Dr. Peni ralo Alfonso de
Melle procurador Bacal da ili isouraria de a-
zenda, victima dura aneurisma.
Apezardeter oceupado. desde ha 20 annos di-
verso caraos pblicos, legouo Sr. Dr. Alfonso
sua familia a pobreza, nico thesouro que deixam
o* que trilliam era vida ocaminho da honra e pro-
nidade.
A' sua Etra.' familia damos nossos sonliroentos
pelo prematuro passamenlo de seu chelo.
Era seguida damos o oukip de feleitago
dirigido, pela cmara municipal Ja cidade da For-
taleza, ao Exm. Sr. Dr. Jos Bunio d;i i uuha e Fi-
gueiredo Jnior, ao deixar elle a presidencia da
provincia, e a i esposta que enJercs?ou a mesma
cmara :
unABncXo da polica.
(ExTacto das partes do dia 19 de margo de
1864.)
Foram recolhidos casa de detengan, no dia 18
do crreme :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos
Francisco de Souza, branco, orno criminoso de
mul, o.~ pardo?, Joaquim Jos de Sant'Auna. como
auspeito de ser criminoso, Justino Jos de
Sanl'Anna, para remita, rios de Goianna.
A ordem do juiz. especial do commercio, Jos
Joaquim de Oliveira branco, por nao ter cumprido
Os devores de U>l depositario.
A dem do subdelegado do Recife, Jos da Sil-
va, blanco, para iveriguagoes poltciaes,
A' orden do de Santo Antonio, Jacintho, pardo,
oscravo de Christovio Xavier Lo,. disposigao
desle.
A' ordem do de S. Jos, Francisco Alves Ferrei-
ra, brinco, as pardas, Isabel Mana Francisca do
Espirito-Santo, Rosalioa Gaudencia da Silva, Ca-
iharina Maria da l'onceigo, e Antonio Foutes dos
Santos, por disturbios.
A' ordem do da Boa-Vista, os pardos Manoel da
Assumpgiio Boa-Morle, Albino Jos Ferreira, Fran-
cisco de Souza Ferraz, e Rosa Maria Joaquina,
todos |K>r disturbios.
A' ordem do da Capuoga. Ignez Mana da Cou-
ceico. parda, para correnlo.
A- ordem do da Magdalena. Antonio Servlo
Francisco, Jos Tararea Muniz Frazo, brancos,
para a.enguagoes policiaes.
A" ordem do da ranea, Manoel Sondes dos San-
to.-, pardo, como suspeito de ser escravo.
O chefe da 2* seccao,
J. G. de Mesqnita.
Movimento da casa de detengao, no dia 18 de
margo de 1804.
Existiam...... 380 presos
Entrarain..... 19
Salram...... 6
Forini necessari is l-< mezes pira laxer esta un-
china, que a taatai rantagens rene a da economa,
pois s exige o pulo da mi ris por semaua.
No Jornal do Commercio de Lisboa l-se o se-
guinte :
Os baritas fio tomando tal incremento, que se nao
a ahogar lempo ora que. ueste paz, todos
deixaio os seos no nes patronmicos para usarem
de alcunhas, a manira dos populares da intima
classe.
Diz-se, Joao Antonio, o Gochiio ; e Joao Antonio \
dnia d. o ser, para ser 0 Cochixo, e toda a nenie
assim Iba chama. O mesino acontece ao P Leve,
ao Torio, etc.; a alimona oooulta o noine. O litulo;
de bario alcunba. Um hoinem eaquece-se de'
Este reductos sao armados rom 100 pecas de
muito gromo calibre; e asilo urna distancia de
I.I.im a 1,000 passos deAlsund.
A coinmunicacao com a ilha de Alsen, que 0
verdadeiro reduelo da posigfo, feita por duas
ponas, defendidas com calieras de ponte.
CllltOMGA JDD1CMRU
TllIllUVtli l BEIiAV**
SESSAO EM 19 DE MAItO).
I'IiKsidkncix DO KXM. su. Co.NSiailKllio
SII.VKIH.V
As ID horas da ni.inha, presentes os senhores
nio, o Cochixo.
Ora, o re. amigamente, conferia ttulos, e logo
davaaos agraciados urna ou mais coinmendas reu-
do:as; boje o re confere o titulo, c o estado etlM-
de logo a inao ao agraciado para que Ihe pague os
dii eitos de merc.
&' urna mercanca ollieial.
O peior que esta mercanca justsima quando Souza.
obre o fofo orgulho, sobre a mais ridicula
vaidade, ignobil rom os einpregados do estado.
U-se uin emprego de 100 ou 200 a um pobre
hornera, que deve ser fogosamente pobre, e o es-
tado ohriga-o a servir de graga seis mezes._
l.anca-lhe o niesnio imposto, que ao barao.
S airoz.
iji atase contra o barao, mas o barao um ele-
mento de receita para o estado.
Jue importa que um honrado burguez troque o
seu nomc por urna alcunba ?
Nisso nao vai mal a sociedade, sendo at til ao
orgamento.
Desde que a nobreza perdeu a sua importancia,
todos quzeram ser notares.
Vamos dar urna incompleta esiatisiiea da pro-
greasao dos baronalns.
Nelles se verifica o preceito do Gnesis : Cres-
eerac multiplicam-se.
Os bardes sao como o ouropel do manto da mo-
derna monarchia.
.Nao preslam para nada.
Rarissimos representam servigos reaes e effecli-
vos ao estado.
Repetimos, sao alcunhas legaes o ofllciaes.
Em 1733 havaduques,3 marquezes, 13 -con-
de-, 15viscondes, 3baroes, 2.
Em 1782 haviaduques, 4marquezes, 13
condes, 33viscondes, 6bardes, 1.
Em 1800 baria -duques, 2 marquezes 16
condes, 29 -viscondes, 6 bares, 2.
Bm 1820 haviaduques, 3 marquezes, 21
condes, 35viscondes, 24 baroes, 18.
29-
O Sr. deseinbargador Guerra, procurador da co-
ra, nao compareceu.
Passados os fetos e entregues os distribuidos
deram-se os seguintes
JW.iiAM KNTpS.
Itecttrsos criines.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Joao Antonio de
A saber
Existem....... 393
Relator o Sr. desembargador Lourenco Santiago.
Sorteados os senhores deserabargadores Assls,
Accioli e l'eretti.
Improcedente o recurso.
Recrreme, o iuizo; recorrido, Walfredo de
Mello Arncena.
KeatoV o Sr. desembargado! Lourenco Santiago.
Sorteados os senhores deserabargadores Accioli.
Molla e Assis.
Improcedente.
Rccorrenle, o juizo; recorrido, Simplicio Jos
Dezerra.
Relator o Sr. desi^mbargador Ixiurenco Santiago.
Sorteados os senhores di-si-rabargadores Assis,
l'eretti e Molla.
Improcedente.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Francisco Fer-
nandes de Moura.
Relator o Sr desemhargador Motta,
Sorteados os senhores desemlwrgadores Assis,
Pereiii e Lonrengo Santiago.
Deram provimenti>.
Recorrentf, lenente-coronel Francisco Fidelis
Rarroso ; recorrido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Mota.
Sorteados os senhores desembargadores Accioli,
Dona e Lourenro Santiago.
Despronunciarain o recurrente.
Recrreme, o juizo ; recorrido. Jos Domingues
Chaves.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os senhores desembargadores Assis.
Perelii e l.ourengo Santiago.
Improcedente.
Recrreme, o juizo : recorrido, bacharel Jos
Nacionaes.....
Estrangeiros...
Mulheres......
Eslrangeiras...
Eseravos......
Escrava;......
282
31
9
1
62
5
330
AUmenUdos a cusa dos cofres pblicos---- 165
Movimento da eufermaria no da 19 de marco
de t8C4.
Tevt: baixa :
Ignacio (scravoj de Jos Antao de Souza Maga-
lhaes; feridas conluzas.
Teve alta :
Vicente (escravo) de padre Pi.
Obituario do uu 16 de maiujo, xo cbmiterio
prm.ifi.
Joao Bapiista de Freitas, Pernambuco. 26 annos,
solteiro, S. Jos : luDerculos pulmonares.
Marciansa. Pernambuco, 14 annos. sollcira, S. Jo-
s ; escrophulas.
Manoel, Pernambuco. 4 das, S. Antonio; espasmo.
17
Rita Cruda, Pernambuco. 102 annos, solleira, S.
Jos.-:velhice.
iloiningo?, escravo. frica, 60 annos, solteiro, Boa-'
Vista; bydropesia.
Jos de Souza Garca, Pernambuco, 28 annos, ]
solteiro. S. Antonio ; tympanite.
Rita, Pernambuco, II mates, Boa-Vista; dentigao
18 -
J i-, Pernambuco, 2i horas, Boa-Vista ; hemorrha-
ga umbelical.
loanna Joa/uina do Sacramento, Pernambuco, 50
annos, viuva, Boa-Vista ; phlliysica.
Joao Jorge Pereira, 4o annos, casado, S. Antonio ;
COORestiu cerebral.
Manoel, Pernambuco, 5 minutos, Boa-Vista; con-
TlltM '-
Manoel, Pernambuco, 10 mezes, S. Antonio ; con-
vulxies.
las, Pernambuco, 13 mezes, Recie ; dentigao.
Dr. Fernando Alfonso de Mello. Pernambuco, 50
anuo;, casado, Boa-Viatl; hepatile.
Clan-lino Aiiluues de Oliveira, Pernambuco, 26
anius, casado, Boa-Vista; pblbvsica pulmonar.
- 19 -
juim. liberto, frica, 55 annos, solteiro, Boa-
V isla; eongestao cerebral.
Rosa Maria de Jess, frica, 36 annos, solleira,
Pogo da P.inella ; phthysica.
-Silusiia. l'eruainiiuco. 5 mezes, S. Jos, congeslao.
Bm 182ii haviailuipies, 3 marquezes,
cor des, (- viscoud.'s. 3 -baroes, 37.
Em 18.!W haviatiuques, 7 marquezes, 21 Bonifacio de S Pereira.
cordes, 79TiSfOOdes, 102; 33 com grandeza e 69 Relator o Sr. desembargador Peretti.
sera grandezabaroes, 106 ; 13 com grandeza e 93 j Sorteados os senhores desembargadores Assis,
sem grandeza. | Lourehgo Santiago e Molla.
O que ser um visconde ou um barao sem gran-: Improcedente.
dcia 1 Reeorrentes, Manoel Ferreira Nubre Jnior e ou-
le o titulo nao d grandeza, o que d tros; recorridos, os mesmos.
Se nao alcunha, um nome como qualquer Relator o Sr. desembargador Perelli.
outro, sem a rainima significacao. Sorteados os senhores desembargadores Dona.
A monarchia constitucional nao precisa desta Motta e Lourenco Santiago,
detoracao nobiliariae at nao a dovia autorisar. Improcedente.
------ DKSir.NAC,AO DF.DIA.
Assignou-se dia para julgamento dos wguintcs
| feilos :
A appellnrn ciret.
Jo.iqu
UM POICO DR TI'IM).
Sobre o Evangelho de S. Joao$egue-me escre-
ve a Gnu :
Segue-me !
Assim fallou o raesire, irmaqs raeus, ao chefe do
apostolado; o elle o seguio, por que o poder das
chave- ia-lhe ser conliado para abrir os coragdes!
endurecidos.
E voltandose vio o discpulo, que o RedemptorI
o amava, o qual liaba reclinado sua cabera sobre
4> peitii do Sennor no grande banquete da Eucha-
risiia.
E Pedro o seguio, por que a voz de seu Deus
ebegou ao seu coragao.
Esta prompia obediencia o enebeu de animo c
acompanhamlo ao Fnho do Homem preparou-se para
entrar no grande combate do mundo.
Nesteexemplo revelase o quaolo devemos ser
doceis e atteotos em escutar ao* chamados do Sal-
vador, por que em todos os lempos empregou seus
cuidados a bem dos povos ; o quanto somos obri-
gados a cmnprir os seus mndamenos possuidos
de una f viva, que nao po.-sa inorrer, mas sira
animados na dogura de seus fruolos, que sao as
Jwas obras, como falla e recommenda o apostlo S.
Tioago.
Nao nos liemos, irmaos meus, nesses cultores do
erro, que seineam por loda a parle a sizania para
adulterar as mximas do Evangelho, e que a cada
passo se contradiz.em, como o reo que lendo o "seu
crirae provado, busca razos para illudir ao juiz ;
nao acompanhemos os seus passos, por que deixam
signaes visiveis de sua cegueira, e se elles dzein
que creem em o Senhor, tambera sabis que os de-
monios o creem e o leinein.
Assim imitando o exemplo de Pedro, que oi
prompi era ouvu oug-araus os coiiselhos da igre-
j i, iju a esposa eterna e inmaculada de Jess
Chrislo, que nos.deixou como del interprete, aquel-
lo que nao duvidou abandonar ludo para o seguir.
Deitai que elles clamem, que elles ueguera, que
o poder de Pedro nao passou a seus successores ;
mas li ai certos e cenles, que assim como o pee-
cado des nossos priuieiros pas |ia.->sou a loda a *ua
descendencia, assim lambeta a graga, o poder se
estuadert a todas as sentinellas da igreja at a con-
-uiuaeao dos seculos.
A \ Tdade Uiaa e nao adiiiille era seu seio a
<:onu-ao; bem como as trovas que nao pdein
suppcriar os reflcxos da luz.
Convicios deste principio de santidade, apresse-
i era seguii o quoest escripia, para que em
looipi, o balsamo da f iuiiilrauloyfe em uossa al-
jna, i i-a;nos ver au SuiOor que ni remo cun o
kuu singue da culpa original, e deixou-uos uutrj
.meioa Ue pureza para s.miilicar as nossas culpas
. atidas pelo abosi d n issa htterdade.
Por tanto, irmaos ra.-.us, d-vemos seguir a Jess
Chns o, po' que em sua Cruz que osla a nossa
salv :.
Diz. o Cum rw lar :
lira operario ie (aocnesler acaba de inventar,
. eu uso particular, um despertador inuilo cu-
i eso.
Coinrauui;audo com a pndula dacosinha, quan-
I, ehega hora aprasada, principia um sino a la-
iii barulbo, que at acordaos vuhIio ; acceu-
i i UWSHM lempo u.u pnjspioro: o qual ac-
-.nd em ^.lolaoiu caodieiro, e-letlese por um
j.ni) inclinado, e vai collocar-se debaixo de urna
i-ialeira que esta no meio tu purto, em cuan de
lima Ireiiljie de ferro, fizendo a-nn f.-rve a aglM
fin :iu minlo-, de suris que quando o operario
araba da se vestir, te n prorapto y ';h, o vai dar
principio ao seu trabalbo.
I'ede-nos a publicaeao seguinte :
S..K
I
Eu vi-a mu bella, pela vez primeir.i.
Altiva, faceira, elegante e gentil,
En. urna varanda ; na qual. debrugada,
Eu cri ver a fada do vasto Brasil!
A mira os seus oaos volveu-os brilhanles,
Tin temos, amantes, que ao mea coragio
Fallaram d'amures petos labios d'alina,
Fkirindn-in'a palma da rainha paixao...
Htm Ihe olTerlei um culto d'aranres,
Souhados primores da iinnlia esperanga...
E ella cora va... sorria... e pensava...
A uar s'inclinava, sonhando a allianga I
Mas, prestes, fugio, nteu Dos I suspirando...
Talvez aspirando voar aos espagos,
Em nuvens douradas, n'aurora d'amor,
Para com fervor apellar doces lagos 1
Bono nos seus olhos reli raen destino,
Pobre peregrino dos encantos seus I
E ella, fugindo, jurando constancia.
Anula em distancia me disse um adeus.
II
Mulher, ou deidade, virgem, meu-anjo,
A vida en esbanjo aos males sugeito 1...
Que agr saudade a pretende ceifar,
E a ausencia calar o meu nome em ten peito.
E la onde habitas nao irei eu debalde,
Pois nesse arrabalde a calmo asaudade.
Quj importa de mim estejas esquecida,
Se tens minha vida... e eu lealdade ? 1...
O Commercio do Porto narra :
As cartas da Russia fallam de urna terrivel ca-
taslrophe em Nijni-Novogorod.
Segundo o antigo cosluine todos os invern*, du-'
rante o gelo. levantam-se barracas, e albergues
ambulantes sobre o rio Volga.
1,'ra destes albergues que era grande e constru-'.
do de madeira, submergio-se sbitamente com loda 1
a gente que continha.
Minias pessoas que acudiram em soccorro pere-1
ceram igualmente.
Calcula-se em 200 o numero das victimas.
Appellaote. a prct'a Caetana ; appellada, Maria
Joaquina da Silva Manta.
A appMaeto crime.
Appellante, o juizo ; ppellado, Juvenal Comes
de Novaes.
1>II.1C,ENCI\S CIVF.IS.
Com vista ao Sr. desembargador procurador da
cora
A appellarao cicel.
Appellante, o juizo; ppellado, Jos Thenorio de
Albuquerque.
PASSAOKNS.
O Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Assis
A appellitnin cirel.
Appellante, Jos Jaeome Tassa ; appellada, a
fazenda.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
A ai>i>ellari~i0 er'tme.
Ap|M'llante, ojuizo ppellado, Manoel Rodri-
gues Giquiri.
As iippelluroes cmU.
Appellante, Joao llyppoito de Meira Lima ; p-
pellado, Manoel Joaquim Ferreira EsU'v. -
Appellante, padre Antonio Jos Pinto ; ppella-
do, o liarao de Jaragu.
AppellanU", Joaquim Jos de Mello ; ppellado,
Flix Pereira de Souza.
Appellante, Joao Venancio Machado Paz ; p-
pellado, Joaquim Ignacio da Costa.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago
A appellarao c'wel.
Appellante, Manoel Frederico Carlos de Saboia ;
ppellado, Trajano Antones de Alencar.
A' l.' horas encerrou-se a sesse.
PUBLICARES A PEDIDO.
alsa de Brlstol.
MORTUS CAUSADAS l'O TERABS
Fazem-se uso de todos os venenos activos na me-
dicina, e todos linalmenle encurtan) a vida.
I A salsa parrilha de Bristol um dos poucos re-
A sorle do inmenso navio GreatEastern conti- medios, puro e verdaderamente vegetal. Ella nao
na problemtica. Sendo (Kisto em praga leve s contera um so grao de mercurio, arsnico, slrych-
um licitante que olfereceu 50,000 ', quantia esta nna, bromine indine oo outro qualquer veneno,
que por muito insufflciente nao foi aceita. Alm disso um anlidolo contra os mesmos e
Tralava-so de o rifar, organisando em Francfort cura as molesjjas que estes causara,
urna lotera, que talvez dsse bom resultado, po- pt|;i maior parte das vezes estes venenos curara
rin as autoridades nao pennitlram esta especu- Uma molestia substtuindo-a por outra : porm, a
lagao. sal .a parrilha de Bristol opera cora a nalureza i^
Agora trata-se de formar uma companhia para no contra ; removendo para sempre pelo seu po-
comprar o Greal Eatlern al ao prego mximo de der neutrallsador as causas de molestias ulcerosas,
120,000 ; islo a 8* parle do que elle custon. cancerosas e eruptiveis, regulando o ligado, dando
Esta companhia empregar novamenla o navio vigor ao estomago e inlesiinos, alliviando o systema
monstro em viagens. | de substancias epidmicas e dando forga aos or-
.No eatanto a companhia ainda nao esta forma- gaos enfraquecidos.
da, e o Great-Ewstern desala hoje tao pouco inte- .\s criancas eas senhoras delicadas podem to-
resse, que no ha certeza de obter em toda a In-1
glaterra as 120,000 St para o comprar.
raa-la sem susto.
E' a salvagao dos donntes. Cautela para evitar
as imitaces e falsificacoes, das quaes existem tres
s'i cmara dos lords de Inglaterra agitou-se a no Brasil.
qiHsilao do saber, se, em virlude do tratado de a legitima vende-se por Caors 4 Barbosa e Joao
1720, a Inglaterra era obrigada a sustentar a inte- da q_ Bravo & C.
gratado da monarchia dinamarquesa. j ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
Para ex^licago do facto nao intil a seguinle "^^???^?- ^!T"mmmm^^mmmm
(tratado de 28 de julho de 1720 foi concluido COMMERCIO.
em Neustat entre o ret da Dinamarca Frederico ------------------------------------------------------------------
IV c o rei da Suecia, pela mediagao da Inglaterra ...,.. gi.vpa ivf IIL'iiVnilll l'o
e da Franga, para por termo a quadrupla allianga, fl \\ \{) H\\\t[) \)l \V.\\\nm[A>,
aoe nao tinha outro flm senao desapossar a Sue- o novo banco de Parnambuco paga o 12 divi-
cia das suas provincias do Bltico em proveito da ende a razao de 9 |ior aego.
Russia e da Prussia. i ____
Por este tratado a Franga e a Inglaterra garant-
dem de coco.......
dem de mamona.....
Btalas alimenticias.....
Bolacha ordinaria, propria para
embarque.......
dem (na........
Cal l>om........
dem eseoiba ou restolbo .
dem loriado.......
Caibros .
Cal.....,,....
blem branca.......
Carne Mica (xarquej ....
Carneiros........
Carvo vegetal......
Cavernas de sicii|iira ....
llera de carnauba era bruto. .
dem dem em velas ....
Cha..........
Charutos........
Befados (fono)......
i^oco.- (seceos).......
Colla. .........
Gouros de boi, salgados .
dem ideo secos espichados. .
dem dem verdes.....
dem idem cabra eortidoa. .
dem idem de onca.....
Doces seceos .......
dem em gela ou massa. .
Idem era calda......
Bspanadures grandes ....
blem penenos.......
Bstoiras para fono de estivas
de navio........
Estoja nacional......
Kariiiha de de oandioca. .
blem de araruta.....
Feijao de iiuali|iier qudlidade. .
Frechaes ........
Fumo em lollia, bom ....
Idem ordinario ou restolho .
blem Ora rolo Ikiiii......
Idem ordinario ou reslolho .
GaUinbas........
Coinma.........
Ipecacnanha raiz)......
Lcnha era achas ......
Toros..........
Li olas e esteios........
Mel ou melago.......
Millio..........
Papagaios........
Pao Brasil

>
arroba
libra
um
arroba
um
arroba
dibi
libia
cento
um
canto
libra
mu
cento
libra


um
cento
arraba
1,5600
800
1,5*00
35000'
7,5000
8ooo;
75000!
410
3C0
280
500
25800
35000
I50tio!
S-JOOII
50'
:iiio
15500
24500
155000
um
500
170
H6
100
350.
105000
15000
3101
500
45000
25OOO
181000
15600
Toucinl___
Vinagre.....
Viraos.

Velas........
. Os de paizes esirangoiir-s ven-
derara-se de 2025 a 20>5 a pi-
pa, aexcengao dos de Lisboa
nuc nao tiveram venda.
As de romposigao vcnderain-sa
de 500 a 520rs."o pacole de sei
velas.
Alexandre Rodrigues dos Anjos,
Secretario.
THEATliO
DE
MOVIMENTO DO POETO.
urna
moldo
reino
\lianles*
Rendimento do dia 1 a 18........
Idem do dia 191............
159:4751*65
23.4425065
482:9175330
rain Dinamarca, em rompensagao do abandono
da ilha de Rugen, de Stralsund e outras cidades
da Pomerania real, a posse indecisivo! do ducado
de Schleswig, separado das possessoes do duque
de Btatela, Carlos Frederico.
A Franga e a Inglaterra linham tanto interesse
na conclusao desle tratado que se offereccram a
anejar ao duque de Holsteln uma forte indemnisa-
go que aquella recusou.
Muito fraco para continuar a lula, abandonado
dos seos alliados, o duque Frederico Caros, lirai- Volumes sabidos com fazendas...
toi-se a protestar contra a disposigao que Ihe tira-' com gneros...
va o Schleswig.
3 seu casamento com a cria dnqueza Anna Pe-' nescarregam no da 21 de mareo
tronna da Russia, em 1725, elevou a sua posieri- Rarra \trieu-tmperigrtarinha, bolacbinha pa-
ale ao throno do raais vasto irapeiio do mundo. pelefarelo.
')eii-se aessa poca uma coincidencia, nica na Bngue ingtez Jmk Scoft-carvao de pedra.
hi-toria, de se aeliarera oceupados to los os thronos Barca ingleza -/;nojfn<-=bacalhao.
Mnviuienfo da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
com gneros...
48
201
249
do norte, por descendentes do rei da Dinamarca
Chriatiano I. da casa de Oldenbourg.
3 mesmo tratado de 1720 foi em 1848 opposio
|m a Inglaterra Franga as preteitedes da Prussia
coiura a iin- irporago do Schleswig, na confedera-
cao germnica.

A postgo de Duppel compde-se de reductos que
foiain muito fortificados depois de 1848 e da ilha
d'Alsen.
Entre o golpho de Apenradi ao norte, e o Fleus-
burgo ao sul, est situada a pennsula de Sun-
ile.vii!. que asta separada da ilha de Alsen a|ienas
p tarje.
Uma cadeia de pollinas, nao jnterrompida bor-
da aquella pennsula, na ierra Orrae, o forma a po-
^icao de I).ippnl.
reductos muito fortes sobre, a crista destas
al ura~ formas uma rrente solida para o 1
.i|ioiam se do< otaos lados sobre u mar, com bastan*
1 fundo naquelle sitio para que os navios de g_uer<
ra possain contribolr para a defeza.
Cuidados. Valores.
cento
canalla
Barca inglez.TOlinda idem.
AI.FANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS PllRi;o DOS OKNBROS SOJIITOS A IIIHF.IT0 PE
KXl'OUTACUI. SEMANA DE 21 A 26 UO MEZ HK
MAiigo in: 1864.
Hereadorias.
Abanos.........
Agurdenle d cana.....
Idem restilada ou do reino .
dem caxaca........
Idem geueora.......
Idemalcool ou espirito de agtta-
ardente.........
Atgodlo em caroco ._ .
Ideo em rama ou em laa. .
Arroz com casca...... i
Idem ilesi aseado ou pilado ,
Assuear mascavado......
dem branco........
Idem refinado. ......
Avito de amcndohri ou mendo-
bim.........eaada
Idem de jangada......um
l'edras de amolar.....
blem de lllrar......
dem de rebolo......
Piaasan.........
Ponas, ou rhifres de vaccas ou
novUtos........
Pranehdaa de amarello de dous
costados........
Idem de louro.......
Rap..........
Sarao.....".....
Sal..........
Sal-a parrilha.......
Sebo era rama.......
Idem em velas.......
Sola em vaquela......
faboas de amarello.....
dem diversas.......
Tapim-as.........
Tatajnba. ........
Travs.........
Untas de boi.......
Vassouras de passava. .
Hilas de timb......
Ditas de carnauba.....
Vi nafre.
alquoire 21500
550UC !
15800
5,5000
145000
85500
85090
65000
G00
15900
2.55O00
11500
115000
85000
200!
1.5200
21500
51000
5500"
BU
45000
15200
120
arroba

nm
arrolia
urna
arroba
ceno
1
um
can ida
arroba
mu
quintal
.Y'/nos sakiiot no dia 19.
MontevideoBrigue nacional Paltas, capitn Proli-
ro Primo da Costa, carga agurdente e assu-
ear.
Ro-Grande do SulPatacho nacional Leopoldina,
capitn Matbeus Ferreira Braga, caiga carvao
de |x-dra.
Canal Escuna dinamnrqueza I). .1. .V, captao N.
L. Norby, carga assuear.
HavreBrigue inglez. Faifa, cajiiio Frederick
Giblxt, carga assuear.
Barcelona Polaca bespaohola Paula, caplao
Francisco Bertrn, carga algodo.
Barcelonasumaca hespanbola fteretitM, captao
Manoel Cabruca, carga algodao.
Nao houverara entradas.
Navio entrado no dia 20.
Rio Grande do Sul4o dias, brigue nacional IV-
ijre, de 140 toneladas, capitao Manoel de olivei-
ra Magano, equipagem 10, carga 7.800 arrobas
de carne ; a Bailar & Oliveira.
.Ve ios sakidos no mismo da.
Rio Grande do Sul Barca nacional Pombu.ha, ca-
pitao Joaquim Bernardo de Souza, carga assuear.
Porto Barca portugueza Filie, captao Luiz An-
nio Peixolo Res, carga assuear e oulros gneros.
EDITAES.
55000
205000
105000
15000
120
400
arroba 255000
51000
75000
21*00
1105000
735000
um

libra
1
alquoire
BM
1 lll/. a
caada
arroba 25*00
quintal 25000
uma 65000
Cento 25000
105000
> K.5000
65000
500
Alfandegade Pernambuco, 19 de marco de 1804.
(Assignados):
O I." conferenie, Manoel Peregrino da Silva.
O 2. conferente, Jos Mujael de Lira.
Approvo. Allandega de Paernmbuco, 19 de
margo de 1864. Carvallio luis.
Conforme. 0 4. escripturario, Joao dos San-
ios Porto.
Importado.
Brigue nacional uperaor, entrado do RoGran-
de do Sul, consignado a Amorun Irmaos, manifes-
tou o segrale :
6,358 arrobas ile carne de charque, 118 ditas de
grasa em besigas, e 50 couros vaceuns seceos ; a
orden.
i:\por<;vo.
Sumaca hespanbola Hurtsita, carregou para
Barcelona 674 saceos com 3.391 arrobas de algo-
lao e 40 couros seceos salgados com 1.2:10 libras.
Barca |iortugtieza Feliz carregou para o Porto
2,8.i saceos e9 barricas com 14,289 jrrobas e 17
libras de assuear branco, I.OMSililos com -".Oi:) ar-
robas de dito mascavado, 50 ditos com 2'S arrobas
e 5 libras de algodao, 166 couros seceos salgados
com 3,698 libras, 4 cascos com 85 caadas de
agurdenle e 500 saceos com 1,000 alquviresde
farnha de mandioca.
Lugre portuguez Jalio, carregou para Lisboa
1230 saceos e 9 barricas com 6,205 arrobas e 271
libras de assuear branco, 1,802 saceos com 9,010!
arrobas de dit) mascavado, 60 saceos lom 295 ar- I
robas c 30 libras de algodo, 208 cascos cora 8,840
medidas de mel, 42 volumes com 177 arrobas de |
gomina de mandioca, 120 saceos com 240 alqueires
de farnha de maudioca.
Reccbedorla de rendas internas
geraes le Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 18........ 36:4145575!
dem do da 19................. 1 .335180'
O Illm. Sr. inspector dathesourara provincial,
em enmprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 17 do crreme, manda fazer pu-
blico que o concurso para preenrhunento da vaga
de 2* escripturario da mesraa tbcsooiaria lera lu-
gar no dia 18 de abril prximo vindouro, d vendo
os preteudentes ser examinados na grarainalca da
lingua nacional, escripturagao por partidas do-
bradas, arlhmetca e suas applicagoes, com es-
pecialidade reduccao de moeda, pesos e medi-
das, ao calculo de desconlos e juros simples e com-
postos. sendo preferidos os que tiverem boa lettra
e souierem linguas estrangeiras.
Os prelendentes deverao apresentar seus reque-
riraentos nesta ihesouraria, com documectos em
provem que sao niaiorcs de 20 annos, e leem bom
comportamenlo.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesourara provincial de Pernam-
buco. 18 de margo de 1864.O secretario, .4. F.
it'Aniiiiiiciacao.
PRACA.
Por ordem de Illm. Sr. inspector interino desta
repartigao faz-se publico, que en vista do disposto
no artigo :02 do regulainento das alfandegas, serio
arrematadas no dia 21 do carrete ao ineio dia i
porta da mesma, as mercaduras abaixo declaradas,
romprehendidas na disposigao do | 4." do artigo
299 do rilado regulamento.
Marca M L Clina raxa n. 321, rinda de Ham-
burgo pelo navio dinamarquez Elmira, a ordem,
era 31 de agosto de 1861, contend) :
3 1/2 libras botoes de osso, valor da libra
600 reis........................... 25100
2 1/4 libras de botoes de massa, valor da
libra 600 reis...................... 15350
I 1/4 libra de l>otf>es de niadreperola, va-
lor da libra 65666 reis.............. 85"2
1 caixa de madeira ordinaria valor...... 15000
1 carlao amostras de boloes de seda valor. 400
I doria lancetas pequeas com cabo de
cbifre, valor da duzia................ 25000
Grandes bailes de masaras, sabbado
d'aleltiia, c domingo de pnschfa >(> e
27 do on cn>.
Miguel Candido de Medeiros Piulo, que vista
dss grandes despean que Uvera com os bailps pelo
carnaval, utenrio sido os lucro> nrailo diminutos,
requereu de novo o tliealro, a leudo obtido per-
ims-ao de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
para dar mais dous bailes, avisa aos amadores des-
tebello diverlmento. que so apromptem, pois que
nao poupar dspota alguma, para que o Ibealro
esieja raais bem preparado do que pato carnaval.
As 8 lioras da noile o thealro estar aberto, as
9 horas era ponto principiar o baile.
Tocar as quadrillias uma banda ele musir mar-
cial das melhores que temos.
Prego dos camarines r nitrada jrral.
A primera e a quarta ordem sarao considera-
das caleras para as senhoras que nao dansarem,
sendo o (ireco 15 |>r cada entrada.
Segunda rdem 85, sendo qnatro entradas para
senhoras, e duas para cavalleros.
Terceira ordem 65, sendo qualro entradas para
senhoras eum cavaUeiro.
Entradas para cavalleiro 25 6 at damas masca-
radas gratis. Serao Oetmente observados os regu-
lame.nios da polica e ibealro.
O director das bailes no thealro, julga desneces-
sario lembrar ao publico, a ordem. e a moralidad
com que se houveram pelos bailes do carnaval a evi-
darem lodos os exforgos a seu alcance, para que
contine n'estes com o mesmo procedraento; appel-
lando para o testemunho das familias que dos ca-
marotes assisliran ditos bailes.
Terminar s 2 horas era ponto com a execu-
giio da rea do miserere do trovador, pela banda
marcial do stimo batalbao de infaniaria, sob a di-
recciio do maestro Antonio Ignacio Jordao. D'entre-
outras quadrilhas, polka, walsas e schotisck, ti>car-
se-hao as seguintes Nastro Dannes, La Barca-
rollo, Jeannoto ct Coln, La Sntinella, Mareo Vis-
conli, Marco Espada. Lanceiros, Elizia, Beijo, Es-
trada de Ferro, e Acag.
151121
Marca M SL'nia caixa n.7, viuda do II: W, na
galera francesa Berlhe, a ordem, em 27 de seten-
bro de 1861. contendo :
12 botoes de seda entelados, valor...... 15()00
Marca B FUma caixa n. 4270, vinda de llara-
bugo p> lo navio haniburguez Ruma, a ordem, em
1 de noveinbro de 1861. contendo .
6 libras de phrosphoros em palitos, valor
da libra 300 res.................... 15800
i 1|2 libra de phosphoros com maxas de
cera, valor da libra 600 reis.......... 900
21700
Marca S PDuas caixas ns. 111 e 112, viadas
do Havre pelo navio fxancez Adele, a ordem em 5
de dezembro de 1861, contendo :
2o frascos cora tintas de cores para es-
crever, pesando 32 libras, valor da li-
bra 200 reis........................ 1400
Marca A & C-I'm enibrulhon. 4776, rindo de
llainburgo, no navio hamburgus Emma, a ordem,
em 5 de dezembro de 1801, contendo :
1 lvida para arreos de carro, valor..... 300
37:7475755
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 18......... 71:8365928
dem do dia 19................. 6:0001856
Assuear......
Agurdenle. .
Couros......
Marca triangulo E IIUrna caixa n. 3, viada no
brigue inglez Uma, (arribado) em 14 de agosto de
1861, contendo :
25 libras de velas brancas stearinas, va-
iorda libra 600 reis.................. 151000
I14O0
720
800
400
suo
900
arroba .*> -"> 378
211500
11500
21500
. 25600
c .15600
1 45I60
MO00
77:8435784
PRAQA DO RECIFE
19 1>K VIAKCO DE1H4U.
AS TBES MOKAS DA TARDE.
Hevista semanal.
Cambios........Saccou-se sobre Londres a 27 Vi
d. por 15000 sobre Pars a 345
rs. por fr., sobre Lisboa a 96
por cento de premie.
Algodao........ O desta provincia eseolhido ven-
deu-se de 215500 a 225000 por
arroba, o regular de 19.3">00 a
205, o de Macei, posto a bordo,
2:t5500, e o da l'arahyba, a
235500.
Vendeu-se de 31-500 a 41400
por arroba do branco, J a 35200 do somenos, de 25700
a 25850 do naacav ido purgado.
Vendeu-se de 78500O a 801000
a pipa.
Os seceos salgados venderam-se
a 173 rs. por libra.
Arras.......... 8 pilado da India vendeu-se
a 25800 por arrobo.
Axete doce.....O de Lisboa vendeu-se de 25600
a 25700 por aalSo.
Bacallao.......Relalhou-se de 12,4500 a 145 a
barrica, e era atacado a 125000,
brando en 1 deposito 8,500 bar-
ricas.
Batatas......... Venderam-se a 15800 por (igo.
Bolachnha...... A ultima venda fei a 25 a bar 1-
quiuha.
Carne secca..... A do Ro-Grande do Sul, rcta-
lhou-se de 25500 a 35600 rs.
por arroba, e a do Rio da Praia
de 25600 a :5400 ; Arando em
deposito 47,500 arrobas da pri-
mera e :i9,00 da segunda.
Vendeu-se a 85000 a arroba,
dem de 25000 a 21300 a libra.
A Ingleza venden-** a 55200 a
duzia de garrafas.
Farnha de trigo. Retalbou-se de 205000 a 221
a barrica da de Phipdelphia, de
195000 a 215000 da de lialti-
mor,', e de 22501 a 215 00 a
de Trieste; Rcando em ser, 2,400
barricas da pnmeira, 2,400 da
segunda e 3,260 da terceira, en-
trando "as priiiiiira< parle de
um c.irr,-amento de 1*1 i 1.1 I I-
phia, que locan neslo porto, e
seguh) para o sul
Dita de mandioca Vendeu-se a 55000 a sacca.
Vcnflni-so a 380 rs por botija,
A fraaeeta venden-sede 480a
510 rs. por libra, o a ingleaa a
740 rs. a dita; licnndo em ser
3,000 barris do ambas.
Venderam-se a '-^^ a caixa.
Vendeu-se de U5"'H) a 75000 .a
caixa.
Sabao..,.......O amarello venden-r 1 145
fibra do inglez.
Caf..-......
Cha......'...
Carreja......
Krabbe Whatoly A Cl'm embiulho, 829, de
Southampton |M)r Magdalena, a Krabbe Whately &
C., era 29 de Janeiro de 1864.
Marca S S=Uma caixa, 17, do Bavre por Solfe-
rino, a ordem, em 29 de julho de 4861.
Marca \V ti-Um embrulho, 5843, de Hamburgo
por /miru, a Schafheiilin & C., em 28 de agosto
de 1861.
Marca A Gl'm embrulho, 250, de Hamburgo
por Elmira. erdem, em 28 de agosto do 1861.
Marca ll-l/m embrulho, 46, de Hamburgo por
Gascllr. a orden, en 6 de setembro de 1861.
Marca K E & C Ura embrulho, 6.19. 6.170,
de Hamburgo por Capibarihe, ordem, era 12 de
noveinbro de 1861.
Parale Vianna i C-Um embrulho, s. n., de
Hamburgo por Elisabeth, ordem, em 27 de de-
zemloo de 1860.
F. Kaikmann & C.-L'm embrulho, S. n. de Bor-
deoux por Hearn, a Kalknan, em 12 de fevereiro
de 1861.
TotalOito volumes contendo : dous livros com
desenho de cutileria, um rarlo vasio e amostras
de fazendas. ludo sem valor.
A ai reun laco ser livre de direitos ao arre-
mtame.
4." seccao da alfaadega de Pernambuco, la de
margo de 1864.O terceiro escripturario, Basilio
B. Furlado.
O Dr. Trislao deAp>acar Araripe, ofllcial da impe-
rial ordem da Rosa e juiz especial do commercio
desta cidade do Recib de Pernambuco. e seu
termo por S. M. imperial e constitucional o Sr.
I). Pedro II que Deus guarde ele.
Fago salier pe presente, que no dia 21 do mez
v margo do crrenle anno, se ha de arrematar
por venda a quera mais, em praga deste juiz> de-
aois da audiencia respectiva, una rasa terrea n.
27, sita na ra da Roda da freguezia de Santo An-
tonio, a qual tem 20 palmos de frente e 33 du fun-
do, com porta e janella na frente, duas salas, don
(pianos, eesjnha fra, quintal murado* cacimba
propria a portan que iluta liara a ra dos Palo-,
avahad em a:0005000; cuja casa t- perlcneente .1
Francisco Jos da Cos e Silva, e vai a praga por
exec-ucao quecontra o nesaw eneanlnha Jobo Ce-
sarda 8tWa Amaral. E na faltada licitanies.ser a
awanangobita ie> prego d^adjudicaiyi com o
abatllenlo resperiivo da |>i
K para que ih'guo ao eonhwsnenlo de todos
mandei passar o presente-editalquesera pobrado
pela impren Dado e passado iH-sla cidado ihi Recife de Per-
nambuco, aos 29 de pwewira da 1864.
Eu Manoel de Carvalho Pees de Aidrale. escri-
vao o subscrevi.
Tristdo dr Alencar Araripe.
Genebr.......
Manteiga.......
Massas.........
Passas..........
AVISOS martimos.
COMPANHIA PERNAMIMJCANA
DE
Xavegaeo eostelra n vapor.
I'aralnha, Natal, Mario. Araralj.c Crari
O vapor Miiiinniiiiiape, comman-
dante Moura, seguir no dia 26
do crrente as 5 horas da larde
para os pullos acuna indicados.
Recebe carga ate o dia 2 ao
meto dia. a^eomuteodas, passageiroee dnheiro
a Irele at o da da sabida as 3 horas da tarde :
c-criplorio no Forte do Mallos n. 1.
llio (le Janeiro.
O brigue brasileiro Trovador segu com brev-
dade, recebe carga a eseravos a frete: trata-se
com os consignatarios Marques, Barros & C, largo
do Corno Santo n. 6.
Para o Rio Grande do Sul segu com niuila
brevidadea barca nacional i'ombmlia, que recebe
um resto doearga a frete : a tratar no escriptorio
Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3.
tara o tito flte Janeiro
Segu com mula brevidade para o dito porto o
patacho nacional Dons Amigo, de primeira mar-
cha, lendo a maior parle de sen carregamento
promplo, e para o resto e eseravos a frele, secn-
tendarn com seus consignatai ios Amorim Irmaos,
ra da Cruz n. 3.
Para a Babia sane nestes seis dias a escuna
Carlota por ler quasi seu carregamento completo :
para o resto que Ihe falla, traase com os consig-
natarios Palmeira & B-.ltrao, largo do Corpo Santo
n. 4, primeiro andar.__________ _________
Eio de Janeiro.
Pretende seguir com milita brevidade o brigue
Almirante, teiii parte do sen carregamento promp-
lo, para o resto que Ihe falla irata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no seo escriptorio ruada Cruz n. 1.______
Rio de Janeiro.
Segu em pouens dias o brigue escuna Jorem
Arthur, tem parte do seu carregamento engajado,
para n resto que Ihe falla e eseravos a frete i>ara
os quaes lem encllenles conunodos tratase com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo di C, no seu escriptorio ra da Cruz nn-
raero 1-________________________________
Porto.
Segu mprelerivelmente para o Porto no dia 20
do corrente a barca portugueza Feliz, tem dous
tergos de seucarregamento a bordo : para o resto
que Ihe falta, e passageiros, para os quaes tem en-
cllenles eomm-Mlos, trata-se com o seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.___________
"Para Lisboa.
Saldr com toda a brevidade o muito veleiro
briuue portuguez Constante. II, por ler quasi
prompto lodo o seu carregamento, tem encllenles
conunodos para p.issageiros, e para estes e o reb-
lante da earza irala-se cora Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho no largo do CoriKi Sanio 19.n
LEILOES.
Coniiaitaeao do leilau 'r fcr-'geiis
fazeds, cuiilciias e. miutlezas
HOJE
Mello Lobo & C continuarn o seu lelao de fa-.
zendas .errasens, cutilt-rias e miudezas : segn-,
da-ffira 21 do corrente pelas 10>horas di manliaa,
no seu armazem da ra ta Cnuz onde asnaram
:umlaa concurrencia de seus amigos e fregueze.-
lcpo>lodcfructis,, occs e as,ge-
ncros.
No aterro dt Boa-Visa n.
O agente Pestaa aueisado por seu dono ven-,
dora era lelao a artnagao, bataneas, gneros e
ludo o mais que -e arhar dentro daiile estabneci-
iiH-nio. era um ou mais loies a voniade, est minio
proprio para prinr^tio de negocio |>ois que tem,
(mucos fundos terea-fera 2 do correan pelas,
10 horas da manhiVi no mesmo depo^ilo._______
LEIO
DECLARACOES.
DE
lima 111 ;tfhina perp-Mil ('iilar #ft sctrai
madeira com vapor, cattftea c
|KM ll'IICI'S.
Qaarta-feUfl 23 do correle
O asente Pinto levar a lelao 4< 11 nafas Jo-
dia cima dito a nor|a da associacSo comraercial,
a michina de serrar co 11 o vapor o calileira, bous
pertoncenles a massa rajlidade IVoslron ^o<*er v
C., a servindj de basa o maior pn>oo obiido om
loilao do dia 1H do pormnle. "; orelen lenhm po-
derao .\1n11nar a ro(erida machina no gazomeiro
e comparaeerera na dia, hora e lugra supra decla-
rado para o leitan.
Cojssfio de comprasuavaes.
Fago publico, de ordem doSr, presidente do con-
selho, que |Mir imjiodiinenm >l" um dos senhores
.. i ha-sa transferida para -21 mez a sess qneestava d-signada para boje, o Ira-
tava-se ;',os coniratu cuncernentes ao firueoiinen-
;., de hrdamoulos i'W navios da armada e estalio-
leeini'Ulos ta inarinlia, e a javagOU) de |. upa des-
AVISOS DiVEBSDS.
Roga-se ao Sr. LauranQnn Jo de Miranda
mande mreher am 1 letra da 1:400* las linea.-- dos
Srs Mis. lunario de Barro- Barrlo e Francisco
do lleco Barros d Lcenla : na ra do Apollo n,
34. primeiro andar.


Bfor'C de lerujin-hiifo fcegundft !!f.i M de Marco de I H4.
/
0 eiritrgiio Leal mudou.
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripia.
Aos 5:OOO04H>O.
Corre lepis d*amanlia.
Qaarla-feira, 23 do crtente mez, se ex-
trabir a quarta parto da primeira lotera
da matriz de S. Lourenco da Matta, no lu-
gar do costume.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas.
Os premios de 5:0005000 at 100000;
sero pagos urna hora depois da extracto;
at s 4 horas da tarde, e os outros no (lia
seguinte depois da distribuido das listas.
O thesoureiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
A UBKitliAK NO iSL
SEU NASCIMENTO, VIDA MORTE
E NASCIMENTO
Pur llTouNa de Allmquerqne Vello.
Est a imprim!-se e (ar um totume de... em
J foi publicado no Diario de Pernambucao prin-
cipio em Irm artigos communieadiis, c nao pode
ser continuada a sua publicaran assim, em conse-
cuencia da abundancia de materia que leo aqiu-lle
jornal.
Por aquel le principio o publico tari podido ver
se a materia devora ser ou nao interessante.
Para imprimir um volume o autor pede asigna-
turas o smente quanto bastein para as despezas
da impressao o brochura.
E' a summa da obra mostrar como a liberddc
no Brasil tom sido sempre sophysmada pelas tren-
sacudes que tem feito o partido 'liberal com os cor-
.cundas, governando quasi serapro os corrundas
anda mesmo com os liberaos no poder ; mostrar
como para este tim, nao tendo os corcundas apoio
no povo, tom corrompido o paiz para vencer as
eleicoes, e ter as cmaras suas; tem corrompido
as cmaras para destruir lodos os actos legislal\os
do partido liberal, todas as garantas constilucio-
naes.
Como, por estes meios, os corcundas tem redu-
zido o paiz ao pauperismo e miseria, faltando
cada um toda a garanta do direito, e portanto lo-
dos os meios de vida, porque onde no ha gar; n-
lia s ha exlorso, qur dos governantes, qur dos
mais fortes, e nao ha industria licita que d para
vi ver.
E' como urna historia, desde a independencia rt
hoje, fazeudo-se apanhado smente dos Tartos im-
portantes, donde comecou a nascer a lilierdade no
Brasil, e romo ella tem sido espancada, assassinada
e enterrada, analysando-sc todos esses factos, e de-
monstrado-se todas as consequencias das artima-
nhas do partido corcunda, e da mbecilidade, fra-
queza c corrupeo do partido liberal no Brasil, me-
nos em Pernambuco at a raioeira da revolucio
de 48, em que o lizeram cahir
Analysase todos os ramos da administracao e
mostra-se como tudo feito em defraudacao da
causa publica, dos inleresses da communhao, e em
beneficio .'rnente dos proteg los; como todas as
empiezas e melhoramenlos s leni de bem publi-
co o pretexto, e de real a locupletacao dos aj-
inados.
Conclue-se pela anal y seda siluacao, e mostrase
como Pernambuco com as quatro provincias suas
irmas do norte, as primeiras na manifestado dos
senlimentos Irma, tem chegado maior sujtelo.
Aassignatura de 2.5 por raame, pagos adian-
tado, obrivandose o autor a resttui-los se as asig-
naturas nao chogarem para a publicacao. Depois
de impresso costara o volume 3$.______________
Aluga-s: a luja do sobrado n. 52 da ra do i
Bangel : a tratar na ra do Sol n. 13.__________ |
Digna de Santa llosa, professora publica da
segunda cadeirade S. Jos do lenle, parteeip;.
todos os pae da familia que tem aberta sua es-
cola na ra Imperial n. t, primeiro andar.
Qaern precisar de urna ama de portas para
dentro para o servico interno de urna casa., d.ri-
ja-se ra das Apao-Verdes n. 100, loja.
NOVO SYSTEMr
DE
ESCRIPlLIUClO HERCttTIL
POR
Partidas dobradas.
Jos Antonio Gomes Jnior vai mandar para o
prelo um novosystema de escripturaeSo mercantil
|K)r partidas dobradas, de confermidade com a de-
cisiio do tribunal do eommcrcio da capital do im-
perio, em sessao de 27 de Janeiro de 1851, em vis-
ta da qual pode o Diario ser escriturado por ex-
tracto, dos livros auxiliares, sendo as contas ge-
raes (do amigo systema) letras a pagar, c letras a j
receber. substituidas por columnas as contas cor-
rentes, demonstrando estas por urna simples som-:
ma, em qualquer momento que o commercianto ,
qaeira saber o estado de sua casa, quaes as contas
devedoras, c quaes as credoras, as respectivas
columnas.
O bataneo geral, formulado segundo este novo
systema, nadadeixaa desejar, como se observa em
dfferentes modelos.
Ainda conlm esta obra: Io urna taboa com n-
meros flxos, pelos quaes conbecido o prec,o de urna
arroba (seja elle qual foi) de qualquer genero, por
urna simples mulliplcacao se conhece o importe
de qualquer numero de arroba, libra e oncas ; 2*
o decreto n. :139 de 13 de agosto de 1863, que
declara e modifica 0 regulamento do sello n. 2713
de 26 de dezembro de 1860 ; 3- o decreto n. 3217
de 31 de dezembro de 1863 que altera as disposi-
coes do regulamento das alfandegas.
A edicaodesla obra vai ser feita em beneficio do
Hospital Portuguez, por offerecimento do mesmo
autor, e nao tendo dito Hospital fundo disponivel,
esperase que o publico concorra com a respectiva
assignatura, nao s em attencao a utilidade da dita
obra, mas tambem ao tim a que applicado o pro-
ducto. (
Subscreve-se na praca de Pedro II, escriptorio
do llliu. Sr. Dr. Fonseca, e loja de livros dos 11 luis.
Srs. Guimaraes & Olvcira ; ra da Imperatriz
(aterro da Boa-Vista) loja di bandeira n. 28. e. em
casa do autor, ra do Destino n. 3, das,4 s 6 ho-
ras da tarde; a 2 cada volume, brochura,-pagos
na occasiao da entrega. ______________
ADA DE
DO
AO SAO F
Tabella da partida dos trens de passageiros, que deve regular do 1. de abril
de 1864 at outro aviso.
U abaixo assignado, como procurador bastan-
te de seu pai o tenente-coronel Eustaquio Jos Vel-
loso da Silveira, faz sciente a quem convier, que
est pelo mesmo autorisado a dar de aforamento
perpetuo os terrenos do extincto ingenuo Duas
Barras, com as vantagens de s pagar o foreiro
100 rs. por palmo de trra, com 200 de fundo, de-
pois de 10 annos, contados da dato da escriptura
de aforamento, leudo os ditos 10 annos assim con-
tados para gozar gratis do terreno aforado : a
quem pois, convier fazer taes aforamentos, pode
entender-se com o abaixo assignado, no engenho
Bom Despacho, ou em Duas Barras, casa do enge-
nheiro Frederico de Mornay.
Antnio Fcmandes Velloso da Silveira.
Aluga-se una casa muilo boa no Cachang,
por prego muito commodo : a tratar na padana
do Chora-menino.___________________________
Precisa-se saber qual o negociante que tem
cartas de ordem de Bodngues & Filhos, da Baha,
no sentido defazer supprimenio nesta cidade An-
tonio Das Ferrera da Cruz e Jos Ignacio Ferrei-
ra da Cruz Jonior : na ra da Imperatriz n. 34,
terceiro andar._____________________________
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da ra Imperial : na ra da Aurora
numero 36.
Guiomar Luisa subdita portugueza retira-se
para Portugal._____________________________
Aluga-se o sobrado de um andar e sotao na
ra Direta n. 81 : a fallar na ra da Penha n. o.
Fallencia de Francisco Go-
mes Castellao.
Os Srs. credores da massa fallida de Francisco
Gomos Castellao, sao convidados a mandar seus
ttulos ao escriptorio dos administradores da mas-
sa, ra da Cadeia n. 57, para o fim de salisfazer o
que dispoe o art. 859 do cdigo commercia!.
n-se inleresse
em urna das melbores talernas nesta cidade, exi-
ge-se que seja moco solteiro de bons costumes e
que esteja pratico do negocio, tanto para a trra
como para o mato : a fallar na ra larga do Ro-
sario n. 20.
l)eseja-se fallar com a Sr.a I). Euge-
n ia Teixeira de Moura, Dllia do fallecido
Jos da Cunha Teixeira, a negocio que diz
r eapeito a mesma senhora, e por isso roga-
se-lhe que annuncie a sua residencia.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17, 2 o andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at i horas da tarde, devera ser
deixados per escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior atrinco, no das mais difliceis e deli-
cadas o i u'rae oes. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
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201|2
ESTACES
Cinco Ponas (partida)
Afogados .
Boa Viagem .
Prazeres .
liba .
Cabo .
I pe-juca. .
Olinda. .
Timb Ass .
Escada .
Frexeiras .
Aripib. .
iltibeirao .
Gamelleira
Cuyambuca
| Agua Preta .
l'na (chegada).
THttlVS I'AUA
Dms de tru-
lialho
PMHfrim l'asn.p-'tro*
il 1. i. t il.- 1. i.
3 riai c. 3 ......

M AMIA A 1 III i K
II M. II. M.
-
7 30 5 50
7 36 5 56
7 49 6 9
7 55 6 17
8 23 6 43
8 43 7
8 57
9, 12
9 27
9 44
10 12
10 30
10 49
11 12
11 32
11 53
12 o
Domingos e
4l!IN NttlllON
Passageiro&de ^.', 2
e i.' clasy.
i
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ESTACOES
Una (partida)
Agua Preta.
Cuyambuca.
Gameleira..
R i be rao. ..
Aripib.. ..
Frexeiras ..
Escada ....
Timb Ass
Olinda ....
Ipojuca.. ..
Cabo.....
liba......
Prazeres. ..
Boa Viagem
lAfogados ..
Cinco Ponas (chop.)
l'MKNai DO IMIIUIIII
Das .1.- irn-
hitlho.
3 Cl*MC
ANNAA
II. ] M.
'b I., i. i
3 cl.c.
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Passageiros de l', i.
e'<.' classe.
1 \MI'
II.
M,
Continuar a baver treiu rra
conaa^ao de mercadorias, o qual porm deixar de transportar passageiros
A. Austin, superintendente interino.
16
42
50
3
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12
1
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1
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2
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38
5
13
26
.35
NOYES
DE
PARTIDAS DOBRADAS
OFFERECIDAS
A ASS0CIAQ.40 COMMERCIAL BEXEFICENTE
os
1'IllVVllltl ( o
POR
Terceiro escriturario da thesouraria
de fazeuda de Prruambueo e competentemente au-
torisado para exereer o pro-
fessorato particular de arilbmf lica uauesma
provincia.
Acha-se esta obra nos prelo da tvpographia
Commercial, d'onde em breve sahir luz da pu-
blicidade em ntida impressao e sob o formato de
8 portuguez.
Compe-se esta obra de um volume, dividido em
urna parte theorica e oulra pratica, de fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao esludo da
escrituracio.
A respectiva assignatura acha-se aberta em to-
das as livrarias desta cidade, ao preco de 54000
por volume.
O Sr. Joao Fernandes Baptista, tem
urna carta na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
LIQUIDACO
9-Rua da Imperatriz-9
Em primeiro lugar convida-se s pessoas que tiverem vontade de comprar um bem acreditado
estabelecimento de ter a bondade de o visitar. Muilo bem mouda como esta esta loja, com a encl-
lente morada junto, e as coodices muito razoaveis, ha de por ceno animar os pretendentes a
compra-la.
Igualmente convidase
aos Srs. locistas, mdicos, dentistas e propietarios de estabelecmentos artsticos p;ra virem comprar,
por menos do seu valor, as melhores e mais acreditadas ferramentas que lia no mercado.
O respeltavel publico em geral
encontrar um variado e muilo rico .sortimento de brinquedos, cutilenas, armas para caca com seus
pertences, apparelhos para cha, estojos de barba e de mathematica, ferros para orlar c imprimir re-
inos e para cortar babados, seringas, chicotes, etc., etc. ^____________________________
CORTES DE CABELLO EFRISAMEMO A 500 RS.
Madama Lecomte, tem a honra de avisar ao respeitavel publico desta cidade e a todos seus fre-
guezes que acaba de chegar de Paris para sua loja sita na ra da Im peratnz n. 7 um perito otnca
de cabelleireiro para cortare frisar cabellos, lavar cahecas, fazer barbas, tingir cabellos e luuo que
fr tendente a sua profissao sendo os cortes de cabellos e frisamentos a oOO rs... promeitenao loao
aceio e promptido possivel.
i iano novo
Vende-se o ultimo piano mandado fabricar em
Paris, especialmente para este clima, ecom todo o
cuidado possivel, pelo bem conbecido Joo l.au-
monnier que leve armazem de pianos na ra da
Imperatriz; e por ser o ultima, vende-se muito em
conta.s para salvar o dinheiro que se tinha adan-
tado ao fallecido : na ra Nova n. 19, primeiro
andar. ___________
Hocledade de seguros mutuos
de vida Installada pelo Banco
i 'ulo na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Olvcira Azevedo & C escriptorio na ra
da Cruz do Becife n. 1, estao autorisados desde ja
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejarem concorrer para tao til e benfica empre-
zas, egurando um futuro lisongeiro aos associado,
cfompanhla fldelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabcleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBLCO
Antonio Luiz de Olivrira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companbia de seguros Fidelida-
de, toniam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio roa da
Cruz n .1.
INTERNATO
Alugam-se o primeiro c terceiro aares d o
i! sobrado da ra do Amorlm n. 37 : a tratar na ra
'< da Cadeia n. 62, segundo andar.
I
Quiteria Maria de Jess Garca, Dr. Ma-
noel de Souza Garcia, Anna Bosa Garca
Marques, Leocadia I.-opol luu dos Santos,
DcIHna Mina don Rotee Silva, Luiza Maria
de leras Garcia, Jos Antonio da Silva Mar-
ques, Ant-nio Francisco dos Santos, agra-
deccm a todas as pessoas que acomiianharam
o corpo de seu presado lilho, Iranio e cu-
nhado ao eemiterio, assim como |iedem s
mesmas pessoas e mais amigos, se dignem
assisiir a raissa do stimo dia que ter la-
gar terga-feira 22 do corrente s 6 horas da
manha na igreja do Espirito Santo.
ATTENCAO
Acha-se fagldo o escravo de nome Faustino, de
dade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fula, al-
tura regular, grosso do corpo. bem espadado, iar-
hado, e j com alguns cabellos brancos na barba,
bracos e pernas grossas e bastante cabelludas, len-
t as pernas arqueadas, porm nao muito, costu-
ma andar em sambas, e as vozes embriaga-se bas-
tante por go se s autoridades policiaes desta e das provincias
lintitrophes, que o facam apprehender e leva-b a
seu senhoro major Antonio da Silva Gusmo, na
ra Imperial, assim como ro?a-se aos eapitaes de
campo a apprehensao do dito escravo. que sero
bem gratificados.
Lembranca aos freguezes e5
quecidos.
O dono di antiga fabrica de charutos da ra de
H irlas n. I, avisa aos seus fregueses que tem de-
bito na casa, hijam de ir salda-lo .tl o dia 31 de
prximo met, porque dessa data em diante ara
estrena das cuntas a um pcocurador para colrar
judicialmente.
ioaquim Vieira Coellio da Silva.
Luiz Jos da llocha vai para a Baha.
Pretina se alagar urna sala de um sobrado ]
no bairru de Santo Amonio: quen ti ver annuncie.
Sanol Ilarbosa da Silva leuda de fazer urna
viagem ao interior da provincia por incoinmndos
de saude, e nao podedo despedir-se pessoalmante
de todos os seus amico, o faz por meio deste.
Praetsa-fo de urna ama para servico de eatt
^lc ponca fami'ia : ua ra deortH; n. 30.
Alnga-se o sobrado de um andar e loj da
ra dos Copiares a tratar na rua do Imperador
n. {, antraiU l"'la rua de S. Francisco. I t
Uesapnarereu no lia 13 do urreate da tra-
vosca da rua das Cruce* u. 4, a c-erava Ambrosia,
ituuU, cor fula. eataMra baixa, representa ter 16
;i 18 aanos. levou vestido de cambraia cor de rosa,
k bastante, regruta, ansperta-se e-tir ocenltada em
easa de ama muiher, consta andar mesmo a ui c
no Poca da Panella, d'onde j reo presa d oulrt
oocaaua : qu*m apprehende-l, dirija-se easa
cima, que --er. trraliiicado.___________________'
Alguma pessoa que se eaearregne de cobrar
dividas era Maniangiiajjo, e queira se cncarr.jgar
de mais ama, fcar*! rua Direian. 84,pa-
daria.
Flix de Cantalice da Silva Lobo de-
clara a <|uem inleressar possa que pedio a
sua dernissao do escriptorio do trafego da
estrada de ferro desta provincia. Recite,
18 de marco de 1864._______________
\M\ HE LKITE
Aluga-se urna preta muito moca, com bastante
leite e born, sem cria : na rua Bella n. 43.
AlTousode Alliutjucruue Mello
ha 19 annosadvogalo.j ante os auditorios e tribu-
naes desta cidade, j na corte c em outros lugares
do imperio, emeonsequencia de terem-se augmen-
tado aqui seus afazeres, tem transferido sua resi-
dencia da villa do Cabo para esta cidade rua es-
treila do Rosario n. 34, onde tem estabelecido seu
escriptorio, e onde loi o do Dr. Godoy, de cujos
trabalhos ficou encarregado o annunciante. Ah
offerece os misteres de sua profissao s pessoas de
quem mereca confianca, tanto deste termo como
dos demais desta e de outras provincias para os
negocios c trabalhos a serem desempenhados aqui,
garantindo o zcllo, lealdade e actividade que Ihe
sao recouhecidos pelas pessoas que o conhecem.
Incumbe-se tambem de trabalhos para os termos
prximos, onde tero solicitadores de inteira con-
fianca. D consultas verbaes e por escripto, e
presta-se a ouvir seus consttuintes a todas as ho
ras, as sextas-feiras das 9 as 4 na villa do Caboe
A pessoa que precisn de 2:0003 sobre bypo"
theca dirija-se a rua das Cruzes n. 12.
Estalielecido na cidade do Recite
" sol a Protecco do Summo Pontfice Po IX.
Director0 bacharel em malhewaticas
1 BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR. |
O director do internato de S. Bernardo, nao tendo evitado esforcos nem sacrificios
nara proporcionar aos seus alumnos urna perfeita educacao physica, moral, intellectual e
relieiosa offerecendo-lhes una habitagao com bastantes condicoes de salubndade, habis
nrofessores aue sao solcitos em preparados convenientemente ao fim a que se destinam,
medico pratico que Ihes faca comprehender os preceitos da hygene e Ihes cure das doen-
eu e finalmente um sacerdote Ilustrado e honesto que Ibes explique os pr nclpios da re-
lisiao thrlsta espera que assim constituido nao deixar o seu estabelecimento de mere-
ccr'dosSrs. paes de familias o auxilio e confianca com que ja alguns o tem honrado; e
Ihes roga bem como todas as pessoas Interessadas, que se dignem de visitar o mesmo
seu estabelecimento, onde sempre encontrarao franco mgresso.
seu li-ir du (_n seu professor, lalim, francez, inglez, arithmetica, algebra e geometra, geograplna, philo-
soohia rhetorica, desenlio e msica. ,
O collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 a rua d Aurora eontiguo ao do
collegio dos o^rpbaos^ ^ que estao a disposicao de quem os quizer ler, se acham
consignadas as condicSes de entrada e matricula as diversas aulas do estabeleci-
mento.
Natravcssa de S. Pedro, esquina da rua do
' Fogo n. 10, preparam-se com perfei^ao bandeijas
! de bolnhos de diversas armacoes e gosto vista
da incommenda, para bailes, casamentos. festas de
1 igrejas, semana santa, ou prociss5js, e tambem
bolinhos de todas as qualidades os mais escolhidos,
i s em libras a 800 rs., de seis para cima. Assim
como outras mcommendas de podins, toda a qua-
lidade de pastis, bolos finos, e pao-de-l, com toda
; a perfeicao do nosso mercado. Na mesma casa M
precisa lugar urna preta ou moleque por mez, que
saiba vender bolinhos na rua, ou nesmo de ven-
dagem, paga-se bem.____________
Aluga-se urna ama de leite : a tratar na rua
Imperial n. 267._______________________j_
A pessoa que precisar de urna crioula para
ama de casa de pouca familia, ou hornera solleiro,
preferndo-se estrangeiro, pois tem bastante prati-
ca, de muito boa conduca, e capaz, dirija-se a rua
da Moeda n. 23, sobrado de um andar, a qualquer
hora, que achara com quem tratar. Adverte-se que
' a crioula lava, cozinha e engomma bem._______
Antonio Jos Goocalves, subdito portuguez,-
I retira-se para o Rio de Janeiro. ________^^^
bnsino p*iiit alar.
O pro'essor de matliemathicas elementares no
Gymnasio Provincial pretende abrir um curso des-
tas sciencias no dia 28 do corrente os pretenden-
tes dirijam-se casa de sua residencia na rua Di-
reta n. 74, para se matricularen!.
Antonio Jos Lopes retira-se para o rio de
Janeiro.
- Joaqum Alves da Cruz Brando segu para
o Ilio de Janeiro.
Acaba de sahir des prelus de no ollicina o almanak civil, ecclesiaco,
cotumcrcicI, fabril e agrcola, conten-
do todos es empreados, engenhos e
negociantes, inclusive as nedifieaeees
liavidas at si de dezemnro nltimo;
vende-se a i $000 u Hitamente ni li-
vraria i. 6 c 8 da praca da Indepen-
dencia.
D-se morada de graca a quem Iwte sentido
a um sitio na Capunga a margem do rio : a tratar
na rua da Imperatriz n. 64.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-sc obras de ouro, praia e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
Aluga-se a corheira da rua Imperial n. 144
com commodos para morada e rancho para caval-
los, pelo preco de 145 mensacs: quem a preten-
der, dirijas.: rua Direta n. 6, a tratar no arma-
zera do capitao Antonio Joaquim de Mello.
<.lA\li; K l\TEKE*t\Ti:
CYCLORAMMA
i:ni:i.Mioii\i:rmii\.
N. a3.--Rua da lmper4riz.N. 53.
Ter lugar nos dias 20, 21, 22 e 23 do corrente
a primeira exposicao de grandes vistas, dos luga-
res mais notaveis do universo, desenhadas pelos
melhores gothicos da Europa;
As vistas sao admiraveis por serem de grandes
comprimentos, sendo de 20 a 40 palmos, e deve
causar alguma admiraeao aos espectadores, por
parecer original e nao pintura, d suppor que o
nobre publico desta capital nao perca um tao ins-
tructivo recreio, visto ter sido na Europa muito
apreciado ; o proprietario deste gabinete tem-se
esforzado para o aceio do dito estabelecimento,
afim de que isto coopere para a concurrencia das
familias, e espera protecco em geral.
Primeira exposicao.
I .* Panorama da cidade de Lisboa por oc-
casio do desembarque de D. Mara Pia,
\ista por oito vidros.
2.a Dita da cidade de aples por occasifto
dos festejos cliegada de Garibaldi, visto-
por cinco vidros.
3.* Tomada da cidade de Tetttao, na fri-
ca, pelos hespauhes em 18(10, vista por
tres vidros.
4.a Dita da fortaleza vista por dous vidros.
5.a Monte Calvario, visto por dous vidros.
6.a llliiminaco da cidade de Palermo por
occasio dos festejos chegada de a-
ribld.
O estabelecimento achar-se-ha aberto das 7 ho-
ras da noule em diantc. O preco das entradas
I 0(K).____________________________________
Pescara era vi ve i ros.
Nos dias de quarta, quinta e sexta-feira da se-
na sania, pescase nos viveiros da olaria dos Reme-
dios, onde tem a capella : quera se quizer aprovei-
tar de bom peixe.appareea nesses dias munido dos
competentes cobres, que ser servido comento.
Precisa-se de urna ama secca : na rua Velha
numero 46.
Escriptorio de advocada!
* A' rna do Queimado n. 30, pri-
meiro andar.
0 advogado Cicero Peregrino continua f
ano exercicio de sua profissao na rua do |
rua do Queimado n. 30, primeiro andar, !
onde pode ser procurado das 11 s 3 ho- |
na ras da tarde. j
O baclurel Jos Bento da Cunlia Fi-:
gueiredo Jnior advoga na rua estrella do
Rosario n. 28.___________________
Compendio de direito civil.
Na rua da Saudade n. 9, vende-se o
compendio de direito civil, approvado pelas
congregarles dos lentes das faculdades de
direito desta cidade do Recifc e da de S.
Paulo para as respectivas aulas de direito
civil patrio.______________________
Gelo, gelo, gelo.
Com a chegada da nova machina nao se ex pe-
rimenta mais falla de gelo fabricado com agua do
Prata, todos os dias a qualquer hora, para por-
c5es grandes ou encommendas para fra da pro-
vincia dever haver aviso com antecedencia : rua
da Aurora junto a fundico onde tem a bandeira
l lanca de estabelecimento.
Magalhaes ia Silva Irmaos, fazem sciente aos
seus freguezes que mudaram o seu estabeleci-
mento de fazendas da rua das Cruzes para aroa
Nova n. 40, defronte
da Conceicao. _____
Curso de preparatorios ig|
Francez, 2|
Inglez,
Geometra, ff
Geographki,
Rhetorica R
rua do Queimado n. 30, primeiro andar, fm
g* das 10 s 2 da tarde. ^
11IWI-MI
Na rna do Crespo n. 15, se aluga urna boa
casa e sitio no Monteiro, cora frente para o oitao
da igreja._________________________________
Aluga-se o quarto andar do sobrado da rua
Nova n. 19 : a tratar na rua da Cadeia n. 62, se-:
gundo andar._______________________________
Antonio Augusto de Moi ra Novaes avisa ao
respeitavel corpo do commercio que bontem se!
despecho da casa do Sr. Sebastio Jos da Silva, e
agradece ao mesmo senhor as maneiras obsequio-1
sas com que sedignou trala-lc |ior espado de cinco
annos que foi seu caixeiro.
ir
Nos abaixo assignados, vendo um annuncio
di i-reia de Nossa Senhora de venda de urna taberna nos Apipucos, e suppon-
6 do que a taberna de que e socio Manoel Jos
Rodrigues, prevenimos ao comprador que nao faca
negocio sem que venha fallar com os abaixo as-
signados, pois os vendedores sao devedores da
quantia de 29*5640. Recife 17 de marco de 1864.
_________ Monteiro & Soares.______
D-se 11.5 pelo aluguel de urna escrava de
14 16 annos para o servico interno de urna casa
de tres pessoas : a tratar na rua do Livramento
: numero 29.
3--KUA ESTRE1TA DO R0SARI0-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artillciaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conserva^o da bocea.
A pessoa que annunciou querer 2:0005 a
premio com seguranca em um predio e escravos,
annuncie sua morada, ou v rua da Conceicao
; numero 22.
A pessoa que desoja fallar com a Sr" D. Eu-
genia Teixeira de Moura, dirija-se rua da Cruz
n. 42, segundo andar.
E DENTISTA DE PARS
19Rua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artliciaes, tudo com supero-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
"Naques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
' mercantil Portucnse nesta cidade, saca ef-
[ fectivamente por todos os paquetes sobre
i o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer sorama, vista e a prazo, po-
dendo logos saques a prazo serem des-
! contados no mesmo banco, na razo de
par cento ao auno aos portadores que as-
sim Iho convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 81.
Joaquim da Silva Castro.

O couselheiro Francisco do Paula Baptista e
seu (illio o baclurel Gracihano de Paula Baptista,
advogam no seu escriptorio na rua das Tiinchei-
ra-, primeiro ailar do sobrado n. 19, aondt se
acham presentes todos o* dias uleis, desde 10
ora* da manhaa al s 3 horas da tarde.
luga-se
o sobrado de dous andares com bastantes commo-
dos, sito no caes de Apollo n. 17, e bem assim o
terceiro andar do sobrado da rua do llrum n. 70 :
a tratar na rua larca do Rosario n. 34, botica.
(lasa de commisso de escravos na rua
do Imperador n. 45, tcrceiio andar
Nesta casa recebem-se escravos por commisso
para serem vendidos por conta de seus senhores,
nao se poupando extorcas para que os mesmos se-
jam vendidos com prompldo afim de seus seuho-
res nao soffrerem empate com a venda delles. A
casa tem todas as commodidades precisas, e segu-
ranca, assim eomo afianca-se o bom tratamento.
Ha sempre para vender escravos de ambos os se-
xos, vejaos e novos
D-se urna quanlia de dinheiro que se con-
venrionar, com seguranca im urna casa que o
aluguel seja o jurododinheir que se der por mez,
ou compra-se urna casa, sendo as ras de Santa
Rita, S. Jos, Sania Cecilia, Assumpco, Padre Flo-
riano: a tratar na botica do Sr. Chagas-
Jos Goncalves Ferrera Costa, tem ca- Sgl
_. sas terreas para alugar na Ira' essa do S
B Costa junto a fundico ao preco de 95 e j3
105, com porto para a inar : a fallar ffi
__ na mesma travessa na taberna do fim da g
fia mesma.
llaclilna de lescarocar
algodo.
Saunders Brothers & C, nicos agentes de
Plalt Brothers d C tem para vender estas machi-
nas, ipie sao as mais afn adas do mundo, e
disto prova que na Europa o algodao descaroga-
do por estas machinas obteni toda a preferencia
sobre outro qualquer, accresceodo tambera a cir-
cumstancia de nao haver m chinas que procedam
com mais promptido. e ao mesmo lempo mais
perfeicao era seus effeitos : io Corpo Santo n. 11.
isa
Precisa-se de um feitor que emenda muito de
planiacao de capim e hortalice, e de bom corpor-
tamento, preferiudo-se casado, assim como de dous
moleques ou negros de meia idade, que saibam
andar com cavallos : em Parnarneirini, estrada de
Sant'Anna, sitio que tem um pombal.
A pessoa que annunciou precisar do 2:0005
a juros com hypotheca em bens de raiz, dirjase
rua estreila do Rosario n. 10, lija, que se dir
quem d.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na rua do Queimado, loja do Beija-flor
n. 63.
Precisase de um criado para copeiro e tra-
tar de cavallos : na rua do Trapiche Novo n. 44.
Precisa-se fallar ao Sr. Joao Casemi-
ro da Silva Machado, que leve negocio na
rua do Queimado : na livraria v. G e 8 da
piaca da Independencia.
l'ii i oiumercial,
A reuniao familiar do correule mez de marco
lera lugar na n lile do dia 26 do mcsino.
Precsase de urna muiher para fazer compa-
nbia dona da casa, dase casa, sustento c roupa :
na rua da Florentina n. 14, easa do Rvm. padre
Uaphael. se dir quem precisa.________________
TINTURAKIA.
Tinge-se com perfeicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rua do
Rangel n. 38, segundo andar.
PEIXE
DE
VIVEIRO
Na quarta, quinta e sexia-feira da semana santa
e tambem no sabbado de alleluia, pescase no v-
veiro do Muniz, no principio do aterro dos Afo-
gados.
O padre Flix Brrelo de VasconceUos con-
tina a receber alumnos de lalim em sua casa, no
largo do Paraizo n. 29, segundo audar. O mesmo
precisa ou de urna casa terrea ou de um primeiro
andar no centro do bairro de Santo Antonio, que
tenha boas accommodacocs; c assim tambem pre-
cisa de urna ama escrava que saiba eozinhar e cn-
gommar, e que seja fiel.
Alexandre Pedro Barroge, francez, vai Eu-
ropa.___________________________________
O anuuncio que .^ahlo nos dias 17, 18 e 19,
chamando o Sr. Jos Pinto para que viesse desem-
penhar a sua roupa na rua da Cruz n. 11, nao se
entende com ninguera de ierra que tenha igual
nome, e sim com o cozinheiro do 'brigue escuna
Jaren Arlhur.
O abaixo assignado, alteras do 2u batalho de
infantaria, deparando no Diario de Pernambuco n.
63 de 19 de marco corrente, com um annuncie
ofllcialidadepedin lo que um dos senhores alferes
do dito batalho queira vir taberna da roa do
Hospicio n. 24, tratar do negocio em particular,
seno ver seu nome por extenso no dito Diario ;
era consequencia, pois, o abaixo assignado pede ao
dito senhor taberneiro queira declarar se se en-
tende este aviso com elle,; e para que melhor es-
clareca este negocio, declare o nome e o negocio
que diz ter como elle. Recife 20 de marco de 1864.
Joaquim Evaristo dos Santos.
Precisa-se de umi preta ou um moleque. p,i-
ra andar na rua, que seja fiel : na rua de lionas
numero 106.____________________________
Precisase de una ama que teuha bom o bas-
tante leite para acabar de fazer urna criacao, e pa-
ga-se bem : a tratar na rua di Caldeireiro n. 66.
Precisa-se fallar ao Sr. Autonio Peregrino
Cavalcanti de Albuquerquo do engenho Timboas-
sii ; na rua estreila do Rosario, taberna n. I.
Precisa-se fallar ao Sr. Dr. Guilhenne Cor-
deiro Cintra; na rua estreila do Rosario, taberna
numero 1.
Aluguel.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rua Velha n. 20: a halar na rua do Sebo
n. n.
Preei-a-.-e alugar mu cosinheiro ou eosinhei-
ra e una engmnmadeira : na rua da Cadeia do
Itecife n. 52. terceiro andar.
COMPRAS.
Compra-se una salva de prata que sirva para
cinco copos d'igua. de gosto moderno c preco rom-
modo : na ru larga do Bosario n. 34, botica.
/
*
i
*
s
i


litarlo de Peruambuco eguuda felra '4 l de MANCO de 184.
.
la carro.
Compra-se um cabriole! americano do quatro
rodas para quatro pessoas : na ra da Cadeia nu- .
mero .'i7.___________________
Comprase urna eserava, crioula, de idade de
i6 JO anoos, que saiba eoiinhaf, e bem assim
um raoleque de li 14 anuos: na ra do Crespo
n. I'J, loja de fiueudas.__________________. i
Compra-.-e uro carro americano de rodas,'
com pouco uso : na ra do Crespo n. 19, loja do
fazendas.
Compram-se perolas e aljofares : na ra do i
Cabug n. 1 D, loja de Nicolao Tolentino de Car- ',
val no. I
Comprare effectivamente ouro e praia m
obras velhas : na praca da Independencia n. -J
loa de bilheles.
Comprase effeeUva-
mtnte
ouro e prata em obras velhas, papndose bem
na ra larga do Rosario n. .., loja de onrives.
Garrafes.
Compram-se garrafoes eetodos os lmannos a
3)0 rs. : no armazem da Aurora Krilhante, largo
da Sania Cruz n. 84.___________
Paga-sc bem.
No largo da Sania Crol n. 12, compram-se dous
caixoes grandes envidracados, assim como se pre-
cisa de um caixeiro bem pratica em taberna.____
Compra-so urna mulalinlia para mucamba,
de 16 18 anuos de idade, com habilidades ou
sem ellas, com tanto que seja honesta, e de muito
bonita figura : na ra do Queimado, escriptorio
n. 13, primeiro andar. ________________
Compra-se
Caixdes com caixilhos de vidro para amostra de
taberna, pesos de l|. quario 1|4 arroba, c os
temos de medida, tanto de folha como de pao :
quem tiver taes objectos em bom estado, dinja-sc
a ra das Cruz.es n. 41.
YENDAS.
Cabriolet americano.
Vende se um cabriolet americano enm assentos
para quatro pessoas, com arreios para um cavallo,
todo osado, e juntamente nm cavallo novo, gran-
de e manso para o mesmo, com quanto nao esteja
gordo bom : na ra Nova de Santa Hita arma-
icm n. I'J.
Hicos enfeies pvra sc-
nhora
Chegaram nicamente para o Vigilante os ricos
enfeies rainha deEscossia, fazenda nlciramen-
te moderna e muito barata ollando a sua qualida-
de e gosto : s na loja do Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vendem-se quatro sacadas para sobrado, sen-
do de pedra do Porto; assim como se compra urna
soleira : a tratar na ra dos l'razeres com Jss
Carneiro da Cimba.
Cassas prelas com palmas lnancas*
cavado 200 rs
Fil de serla preto o covado 10 e los de
linlioa 80, 75 e 60 ; na loja da bandeira
ra da Imperatriz n. 28.
Capas, chales e manteletes.
Vende-se pelos precos mais razoaveis possivel
os objectos cima mencionados, bem como um sor-
timento completo de moreantique, grosdenaplcs,
sedas lavradas tudo fazenda preta propria da asta-
v io, vindas pelo ultimo vapor da Europa: na ra
do Queimado n. 40._______________________
Vende-se um porco bastante grande, muito
gordo : oara ver e tratar, na taberna defronte da
cap lia de S. Jos do Manguinho.
LIVROS RELIGIOSOS.
Na livraria n. 6 c 8 da piara da Indepen-
dencia, vende-se as segrales obras, a 10000
cada urna.
0 Novo Mez de Mara ou mez de maio, con-
sagrado Gloriosa Mfii deDeus, por um
sacerdote da Alcese de Beln), traduzido
do italiano e adoptado polos reverendissi-
mos padres capuebinhos de N. S. da Pe-
nlia da eidade do Becife.
Relicario Anglico de Jess Consto e de Ma-
ra Santissima, olTerccido a Nosso Senhor
Jess GhristOj preso columna. Novis-
sima edicSo com a oracio, mental, novas
devofoes a N. S. da ConceicSo da Rocha
e enriquecida com eslampas.
Visita ao SS. SS. e Mara Santissima, para
todos os das do mez, Actos de prepa-
rado e aecao de grafas para a sagrada
commimho, Modo de tesar a cora
das Dores de Nossa Senhora, e Actos
que o clirisio deve fazer todos os dias.
Novissima edieco adornadas com diver-
sas estampas, e augmentada de novas de-
voces N. S. da ConceicSQ da Rocha e
Via Sacra.
0 Devoto Christao, instruido no compon
dio da doutrina, as regras da vida de-
vota, no oxamo de conscienda e prepa-
radlo para a conlisso e communho, no
modo de ouvir missa e meditar o rosa-
rio, e no eonbecimento das indulgencias
comedidas aus seus contralles.Novenas
da AssencSo do Senhor, da Coneeico o
do Natal, das Almas, a novena e trezena
de Santo Antonio, a Va-Sacra breve, e
Miras militas devoros, com indulgencias
parochiaes e plenarias.
Veadeni-se cal-des vastos
nesta typographla.__________
Una da Madre de Dos ns. li e 9.
Vendem-se ceblas soltas a 500 rs. o cento.
Vende-se o terreno da ra da Esperanza n.
43, com nove pequeas casas terreas : a tratar na
ra da Soledade n 71_____________________
Farinha a $$w
Vendem-se saceos grandes com farinha de man-
dioca a melhor do mercado, por barato prego : na
ra da Madre de Dos ns. 5 e 9.________'
A bordo da barca brasileia Iris existe supe-
rior farinha de mandioca, que se vende em por-
(des ou a retalho : a tratar a bordo da mesma, ou
no escriptorio de Amorim Irmos, ra da Cruz nu-
mero 3.
.i mm wm mmmwm
Chapos para senhoras muito gg
baratos.
A 8, 9i, 104, it e m sendo de pa- jgj
llia de Italia da ultima moda e muito 25
bem enfeitados : na ra do Crespo n. 1 JgJ
LOJA DO TS
BARATEIRO.
SAL
Vende-se a bordo da Garibaldi bom sal, vindo do
Ass, preco razoavol : a tratar no escriptorio de
Tasso Irmaos, ra do Amorim.
BURRA
Vende-se urna nonita burra muito propria para
carro por j ter sido trabalhada ern engenho de
animaes : para ve"r, na ra do Imperador n. 13; a
Uatarna rua de Apollo n. 35, primeiro andar.
IMlililIlIil
ZZLm_____
I *
zM pretas pa m a quarexma
Superiores moureantiques pretos lar-
M gos a 24200, 25500, 35, 35500 e 45 o
?<*y covado, hons grosdenaplcs pretos lar-
^S gos a 15500, 15600, 15800, 25000,
?R 25500, 35 e 35500 o covado, ricos ve*-
(<& lidos de moureatinque preto com barra,
ditos de eorguro preto bordados e ada-
SR mascados com barra, o mais moderno
fi|& que tem vindo Fernambuco, e muras
: multas fazendas de bom gosto, pretas
*K proprias para vestido, superiores capas
M de seda preta a 165. 205, 255, 305.
355, 40 e 505, mantas pretas de fil,
lindos chapeos de palha de Italia, o que
pode ha ver de mais ;osto a Canotier :
na loja das columnas na rua do Cres-
po n. 13, de Antonio Corroa de Vas-
concellos & C
N^vos soutambarques.
Sao che^ados os lindos soutamhar-
ques e basquinas de seda pretas, rica-
mente enfeitadas, as mais modernas
que teem vindo l'ernambuco, vindas
no ultimo vapor francez, por precos
mais commodos do que em nutra qual-
qner parle: loja das columnas na
rua do Crespo n. 13, de, Antonio Cor-
reia de Vasconcellos C.
Venda d una boa quinta cm
Portugal
Vende-se em Sobrado de Paiva, as margens do
Rio Douro, seis legoas cima da eidade do Porto,
urna boa quinta com muitas trras, c um grande
:ampo com casa nobre, dita para ocheiros. pomar,
vinhas, soiite, ierras de matto, limeiras, fructeiras,
ulival, leudo um eugtnlio completo de fabricar
azeile ; juntamente se venderao niuitos bons foros
pertencentes mesma quinta, e as mesmas trras,
que tem de ir praca na eidade do Porto para ser
vendido a quem mais dci\__________________
A AliUli BA\CA
recebcu as verdadeiras
Luvas de Jonvin
pretas e de outras cores.
Papel de cores.
Folhas grandes para enfeiles de bandeijas : ven-
Jem-se na rua do Queiniado, leja d'aguia branca
numero 8.
com laeo e outras A afilia branca acaba do receher um bello e
oni|ilrto sortimento de enfeiles eom lacos, ditos
>em la<;os, etc. ; tamtem receben outius mui bo-
nito.-, e segundo suas reeommendaees vieram dos
jue ha de mais moderno e apurado gosto : assim
os pretendentcs munidos de dinheiro serio bem
servidos : na rua do Queiniado, loja d'aguia bran
?a n. 8.
C
FRANCOS
>:om gomma arbica dissolvida : vendem-se na
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Fivelas am pedrasno-
vo sortimento.
A aguia branca reeebeu por esse ultimo vapor
un novo e bello sortimento das procuradas fivelas
om pedras, pudendo assim satisfazer a todos que
deltas precisarem, urna vez que appareca dinhei-
ro : na rua do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 8.
PAPEL INGLEZ
Vende-se a rasa terrea da rua de Aguas Ver-
des n. 24, com quintal o portao para a rua de Ilor-
tas: a tratar na rua Imperial n. 139.
Boa escr l'ma esrrava de elegante figura, de idade 20 an-
uos, cozinha e engomma muito bem : na travessa
do Carino n. 1
GRANULOS e XAROPE
D'HYDROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
almaco e de peso.
Alemdo grande sortimento de papel greve e ou-
tras muitas qualldndes, que constantemente se
acham na loja d'aguia branca, faz-se notavel pela
-upri londade de qualidade o papel inglez almasso
MSMMWfW > *4.*rtS2_KWV^** <*' P^0. 'I1"' acali;i uc rnepr l'ara a lllla loJa -
'lomo outro sao mui eneorpados e de um assetma-
do lustroso e macio, que na verdade a', odos agra-
dara. As resmas daquee tem 480 folhas, e as
deste 500, e rusta cada urna 85. Tambem veio da
mesma qnalidade o de lamanho pequeo, cincai-
xinhas de 100 folhas, tanto liso como beira doura-
da, custando este !5, e aquelle 152(X) a caixinha.
J vtem pois es apreciadores do bom papel que
dirigindo-se munidos de dinheiro serao bem servi-
dos : na rua do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
COPOS OIfI Bl-
A agula branca acaba de receber os bem conhe-
ridos e apreriado copos com banha, os quaes es
tao sendo distribuidos com aquelles pretendentcs
que contritmirem com 25500 a vista : isso na rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
MUITO ROAS EI.4S
para senhoras e meninas.
A aguia branca reeebeu mui boas nieias france-
zas, de fino tecido c fio redoudo, o que as lurnain
de immensa duracio, porque muito convm, anda
mesmo distando 7 c 85, como se eslao vendendo a
dinheiro vista, na loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
-uvas de fouvin.
Recbense luvas de Jouvin brancas c [tretas
proprias para a quaresma : na rua do Queimado
loja do belfa Mor n. 63.
ramiiilias de la lisa para ciilVilrs de rauisiulia
de mu lima.
Receben-, irancinhas de diversas cores po-
ja de 30 varas a 640 rs., e de 120 rs. pequeas :
na rua do Queimado loja do heija flor n. 63.
Enfeiles de redhibas com laro na frente.
Rerebeu-se, variado sortimento de enfeiles de
diversas eres a IMOO.e 25: na rua do Qoefinado
loja do heija flor n. 63.
Uas experiencias feitas ta India, e em
Franca, resulta qne as affeccles da pelle, e
todas as que resnltam d'um vicio orgnico
slo promplamente curaJas por este novo
medicamento. Segundo um relatorio feilo
na academia imperial de medicina de Pars,
elle foi julgado til e eficaz nao smente
nas a/feerdes leprosas e em algumas outras
molestias ta pelle rebeldes, mas tambem
nas escrfulas e a sypltilts. E enfim, al-
gtins praticos dislincios, e especialmente os
Srs. Devergie, Cazenave e llillairet, mdi-
cos do hospital de San Luiz, de Pars, af-
feetados ao tratamento das molestias cu-
tneas, empregaram as preparaces d'lly-
drocolyle com um notavel successo contra
os eczemas, o prcriasis, 6 impetigo e as di-
versas variedades de darnos, contra as af-
fecces sypliileclicas recentes ou antigs,
a iepra, as ulceras, escrofulosas e outras,
os rheumatismos coronices, etc.
Deposito geral em Pars: E. Fournier
d- Labelonye, pliarmaceuticos, rua Bourhon-
Vi leneuve, 19.
Em Pernambuco deposito geral: na casa
de Caors A Barbosa, rua de Cruz n. 22.
FARINHA FONTANA.
Farinha da mulo acredita a marca
Fontana rcscmliarcada hoje, vende-se
por preco mais commodo do que em
qualquei- outra parte : na rua da Cruz
n. 4 casa de i\. 0. Bieber k C. succes-
sores.
OS MAIS AGGRAVANTES
R
O'tiitia pcHiuax diiracao
ESCRFULAS,
OU ERPCOES ESCROFULOSAS,
riccias de toda a especie,
SYPUILIS, OU MAL \ E.NEREO,
TUMORES,
(BbnlIJtejM*)
BERTOEJAS,
OPHTHALMIA,
Ilyurojiivia,
Empigens,
HERPES,
Itarh'os.
ERYSIPKL1S
KSlORItl'IO,
Tililia,
CHGAS ANTIGS,
Rheumasmo Chronco,
DEBILIDAD! GEEAL,
Nerrosidade, Nerralgias,
fjlt de imam, fisto,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
LKK i ME EfflS,
Ueucao das riiias,
EMACIAgO,
Ou (M'ilO'/iX'Uiif HtO ',,' ''' '<" "/"'. [; !(.-
..,;,..,-, ./,.,., ,'./,.,-.'. oto o tnfftte,
1NFLMMC0ES CKRONICAS,
Affec9oes Chronicas do Figado,
Assim i ijio ro ta mais bisiiloaxtks mo-
LR8TIAS, PRINCIPAUIKXTK QCANDO SAO
l'AtSADAfl, OU PnODOlDAg l'KI.O SKI
UVRC CSO DO Mkrcbio OU
IJl'IMV",
A-li.i romn fniiilxMi pelo li. mi ,,- no Un AII-
si:\ICO ouiiiio pi-.-|mir; r- lliii.iiir i
Todas estas Enfcrmidadcs prompta e efficaa.
mente cedem A bc:iefica, poderosa e
purificantes qualidades da mui
justamente afamada
HiMnmtMM m mimi
venda nas boticas de Caors & Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos.
fe *"S^^^;
V
%

RUA II V t A lli:i % 1KI KE( IFE ? 53.
NOVO E

GEAWDS A'EK.Z'BU DB MOLHADOS
RUA DA CA1IBIAHO ltECIFE A. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na rua da Cadeia do Recifen. 53, i,m grande esortido armazemde mollc'rs de-
nado l'nio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico uto completo sormento dis rr.t 1 eres
rs. a garrafa e
no mi
gneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porces" ou a retamo rerr reces Vsss
commodos.
Manteiga ingleza especialmerte escolhida Vinagre de Lisboa a 200
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,' liJ200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeile doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais supe ior do mer-1 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeile doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. I 4|8O0 a caada.
Prezuntos'mgleiesparafiambn, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frascoe
qualidade, ebegados neste ultimo vapor, a 50800 a frasqueira.
rs. a libra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijoprato muito fresco e osvo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha reste genero,
mandado vir de conta propria a 20800
rs. a libra.
Cb hyson muito superior a 2 J560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cb preto muito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com diferenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain,'S(ed, bornez e
outras muitas marcas a 10:i5O.
Bolacbinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermeticimente lacra-
das, muito proprias para rr imo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada orna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 3 um quarlo ;
e em caixa se faz abalimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior qne
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualid.ide.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas cora vinho do Porto superior de 90
a 109 a du/.ia, e 900 a 10a garrafa; deste
genero ha grande porcao e je differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Do aro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figneira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho braoco de superior quslidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Sardinhas deNantes a 3'0 rs. o quarlo e 560
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagcsticha, a
10300 rs.
Salmaoem latas, preparado pela co^a arle
de cozinha, a 800 rs.
.Maga de tomates em latas de 1 libra a 600
ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Chourcase paiosem latas de 8 e meia libra
muitopropriasparammo,a 1020o, 105001 por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra o
. 80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
e20.
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de I e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fruclas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 60 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca melle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macaas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que h3 de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a du/ia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a du/ia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Kn
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do MaranhSo a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpislaa 160 rs. a libra e 408PO a arrcEs-
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molLo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 3C0rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprie para negocio, a 80.
Arroz do Maranlioa 100 rs. a libra e 20SOO
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarr5o, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellinlia,pevide earroz demasa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com Afir a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
' o masso com 20 massinhos.
Gomma de engomraar muito fina a 80rs. a.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inleiras ou em meias, de
10600, 20 e U.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; iutei-
rose faz abatimento.
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
CLARI1I
irttz a 400 rs.
a garrafa, azeite do carrapato a 2G0 rs.. em cana-
da a 13920 : no armazem da Estrella, largo do
Panizo n. 11.
TODA ATTEKC*0 AO VIGILANTE.
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
lavel publico c aos seus reguezes, (ue acliando-se
as obras da loja do Vigilante concluidas, c achan-
do-se as portas aberlas a concorrencia do res-
peilavel publico, para assim apreciar o novo galla
que se acba no espacio e alegre campo, guarne-
cido das lindas flores e muilos oulros objectos de
bom gosto, que tanto sastisfeito se acha, aprsenla
o novo canto, chamando pelos seus freguezes que
venham ver para crr, que s assim poderao apre-
ciar, e acharao um grande sortimento de fazendas
tendentes i miudpzas, tanto para grossocomo para
relalbo, que todos serao sortidos a vontade, mesmo
qtialquer fregoei de fura qoe nao possa vir a esta
prafa e queiram diiigir-se a este estabelecimento
fazendo seus pedidos por meio de carias, e pode-
rao fazer que ser tudu comprido fielmente, poden-
do-se fazer presos muito razoaveis, nao s pelas
boas compras feitas nesta praca, como dos que
recebe de sua propria conta, como dos que recebe
de consignae^es.
C1IEGADO PELO VAPOR.
S para o vigilante.
Grande .sortimento de livelas prelas e om pe-
drinbas de muito lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cores para as mesmas live-
las que-se vende pelo barato preco de l,JoOO e :
sno vigilante rua do Crespo n. 7.
GUAVATIMIAS.
Tambem cliegou um grande sortimento de gra-
vatinhas tanto para bomem como para senhora,
de todas as qualidades e bordadinhas. vindo entre
estas urna pe mena amostra de lacinhos com aifi-
nete de pregar em camisinlia cousa muito linda e
inteiramente novo gosto, ver para querer : s
no vigilante rua do Crespo n. 7.
LITAS PRETAS DE JOUVIN.
Os freguezes acharao grande sortimento de lu-
vas pretas e de cores, de Jouvin, assim como de
seda do retroz tanto para senhora como para
crianzas e para homem que se poderao sortir a
volitado : s no vigilante roa do Crespo n. 7.
NOVOS ENPE1TES.
.Novo Mrtimento e enfeiles pretos e de cores
com lacinho e de entras umitas qualidades : su
no vigilante rna do Crespo n. 7.
TRINA E VOLANTES.
Grande soi tmenlo do trina, volantes, galoes.
grades e iDuiMS ulnas de pallieta para ornamen-
to de igreias : s no vigilante rna do Crespo n. 7.
PEIXE DE VIVCIUO.
Na qnarta, quinta e sexta-felra da semana santa
e tambem no sabalo do alleluia pesea-se o viv.i-
ro do Muniz, no principio do aterro dos Afogados.
Hnfcftcs para as seuhoras.
Al que chegaram os mnilos desojados enfeiles
com lacinhos de litas para senhora pelo barato pc-
eo de \fcm.
S no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
COMMERC
RUA 1IO QUaEIJJJLilftO M. 45,
Passando o becco da Congregacao segunda casa.
rp fTTi inp fifi,
NO TIDABE.
Pereira Rocha 4 C. acabam de abrir na rua do Queimado n. 45 um armazem de molhatlos denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
sero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella'abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India 3 Java a 80 e Chouricas e patos muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. agrosa.
libra. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra. Polvo seccomoito novo a 400 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata. Presuntos de Lamego em calda de azeite o
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.! muito novo a 640 rs.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas Queijos flamengos do ultimo vapor a 20400
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a' ris.
100 rs. a libra e 200 a 2800 rs. a ar-
roba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10600 cm frascos grandes a
20500.
Idom em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10eOOe 20.
libra
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
V Z II na do Han el \.
Vende-se o verdadeira papel do lindo bospanb'O
em pon-ao e a retr.lho.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.' 10800, 5-5500 e 280 rs. a libra.
a libra. Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4600 rs. a ar- Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
roba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a gsrrafa.
Araruta verdadeira de matarara a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e nows a 180 rs. a
libra.
Batatas muito novas a 40 rs.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
I :^300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3/iOOO a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra c
cembarrila 4t0 rs.
Cb hvsson, huchin e perola i 10600, ,
25500, 20800 e 30000 a libra.
dem preto muito superior a 25000 rs. a li-
bra.
Cerveja preta c branca'das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez lino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s deazeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Rabia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Fcrreira Jorge da Costa, a 10800,
25000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Bio milito superior a 200. 280 e
300 rs. a libra e 70500, 80 e 85500 rs. a
arroba.
Idempratoa (40 rs. a libra.
, Sal retinado em frascas de vidro a600rs.
I cada um.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD Sardinhas de Nantes a 320 rs.
a 560 rs. o frasco e 60200 rs. a frasquei- Sag muito alvo e novo a 260 rs. a iibra.
ra. i Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
dem em parrafoes de 3 e 5 galocs a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafo. Vellas de carnauba pura a 360 rs. a !i-
i omina do Artcaly a 80 rs. a libra. bra.
Graixa a 100 rs. lata e 10100 rs. a duzia. dem slearinas muito superiores a 600 rs. a
Grao de bico a 150 rs. a libra. i libra.
Licores minio finos a 700 rs. a garrafa. i Vinho do Porto engarrafado o melhor que
dem, qualidade especial e garrafas muito ha neste genero e de varias mareas, como
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
sejam : Vellio de 1815, Duque do Poito,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pa,
Bocage, Cbamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem- dem em pipa, Porto, Lisboa e Figneira a
barrada de pouco a 800 rs. a libra, e ele 8
libras para cima se far urna difTerenca.
dem franceza muito nova a 560 rs. a libra,
e em barril lera abatimento
Massa de tomates cm barril a 480 rs. a li-
bra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinlio de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas para sopa : macarrao, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de denles a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
480, 500 e 580 rs. a garrafa e 30, 30OO
c 40 a caada,
dem manco de Lisboa muito fino a 500 t s.
a garrafa.
dem de Buril iux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 7^000 e 70500 rs.
a du/.ia.
dem Morgtnx eChaleauluminide 1854, a 10
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a catada.
Kirsk garrafas milito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcSo de outros que deixanu
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porces como
retalho.
Quem comprar de 101 I ['ira cima te-
r o abite de 5 por cenlo.


Diario de Pernaiabiie Segunda fclrn 91 de Mareo de 1H4.
ATTENCAO
DO
PROGRBSSISTA
RA RAS CRUZES W. 36
E
BA DO CEESFO N. 9
Uto balero de Santo Antonio.
Joaquina Jos ornes de Soma tem a honra de participar ao respei-
RflAnMo n'cstas casas o ptimo systeraa de s se neg.x-iar com gneros especialmente 68-
CC*bldM" CHA. 1 CONSERVAS
2 400, 2,600 o inglezas a 8,500 a duzia e 700 rs. o frasco.
hysson, usim e perola
2,800 rs. a libra.
CAF
muito superior, do Rio e do Cear a 8,000
e 8,400 a araoba e 300 rs. a libra.
VINHO
de Lisboa o, da Figueira a 3,500 e 4,000 a
a caada,
do Porto engarrafado de diversas marca; a
i.000 rs. a garrafa.
Bordeaux de diversas qualidades a 7,0CO,
8.000, 9,000 e 100 a duzia. .
ATTENCAO
9 fiARUO RO GRANDE SORTIMENTO
DE
II rf
PARA A FESTA.
SAL REFINADO
em frascos de vidre com tres libras a 000 rs.
PE1XE
em latas emticamente lacradas a 1.000, -^ de ^^ ()e sua propra t>nc,)mmtn(la um granJe e VitI,iado ll.tlinent
rs. cada urna. ft~ ^ molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em
do Porto muito bem conservados a 500 rs.' Merecer a os fregue.es e ao public em geral a seg
a libra..
MUSTARDA
preparada muito nova a 400 rs. o frasco.
MARMFXADA
dos melhores consorveiros a 640 rs. a libra.
riUMPANHF ESPERMACETE
melhor que temos neste mercado a 20,000\ MOti^fOr 5C rS" a ,,bra' "'"
rs. o gigo. CHARUTOS
resuudos precos, afianzando ledo e qualquer genero vendido neste 1 em conliecido ar-
mazera.
Pede-se toda attenc&o.
0 proprietario pede a todos os senhores chefes de familia e ao publico em gend
que nao deixem passar desapercebida a seguintc tabella:
AVISO.
Neste arma/.em e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressnn, recebem-se as
libras que vulgarmente correm no commercio por 80890 a 9$, o pn prietario em seas
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes venden por grosso e a retamo por menos 10 por cento do que outro qualquer
annuncianto, como veriio pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietarios nao s o peso como a qualidaije de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100$ para
cima terao mais 5 a 10 por corito de abatimento, os proprietarios scientilicam mais que
todos s seus gneros s recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra. | Vellas de carnauba e cemposic5o de 32o a
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e: 36o rs. a libra e de 10,000 a 11,000 rs. a
CEP. VEJA
da Rabia a 1,600. 2,200, 3,000 e 4,000 rs. armazens da-lliee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar con usoes em trocos.
a caixa.
miitosuperior a 5,080, 5,500 e 6,000rs.a
duzia. TOUCINHO
,.,.,. muito novo a 9,000 rs. a arroba c 300 rs. a
lilVNrJKA. | jjjjpj
de Hollanda em frasqueiras a 5,500 e 300; ERVILHAS SECCAS
rs. e frasco. j as mais novas 0 mercado a 120 rs. a libra.
BOLACHINHA | PALITOS PARA MESA
de soda em latas grandes a 2.000 rs. cada muit0 ^ felos a 1G0 rs 0 mac0>
VINAGRE
urna,
inglezas em barricas a 4,000 e 240 rs. a
libra.
RISCOUTOS
em latas de todas as qualidades, a 1.300 rs.
cada lata.
ARROZ
da India e do Maranhao a 2,600 e 8,000 a
arroba e 100 rs. a libra.
CEVADA
muito nova a 2,500 a arroba e 100 rs. a
libra.
GOMMA.
muito superior em saceos com quatro arro-
bas a 2,000 e 100 rs. a libra.
CASTANHAS
piladas muito novas a 320 rs. a libra.
PASSAS
as mais novas do mercado a 8,000 a caixa e
e 500 rs. a libra.
AMEIXAS
fraselas em latas de 1 e 1|2 libra a 1,000
rs. a libra.
SARDINHAS
deNantes muito novas a 300 rs. a lata.
rs. a duzia I.ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que t:mos tido no mer-
cado.
Passas emcaixasde 1 arrotaV e'ia 7,5oo,
de Lisboa PRR a 240 rs. a garrafa e 1.600
rs. a caada.
AMENDOAS DE CASCA
as mais novas do mercado a 240 rs. a libra.
FARINHA DE ARARUTA
verdadeira e muito nova a 400 rs. a libra e
10,000 rs. a arroba.
ERVA DOCE
muito nova a 300 rs. a libra e 9,000 rs. a
arroba.
COMINHOS
os mais novos e mais superiores a 400 rs. a
libra.
NOZES
muito novas a 160 a libra c 5,000 rs. a ar-
roba.
SAG
o melhor que pode haver neste genero a
2>0 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE
em latinbas de I libra por COO rs. a lata.
SABAO MASSA
neste genero ha sempre um grande sorti-
mento variando o preco de 120 a 240 rs.
por libra.
Manteiga ingleza perfectamente flor, a 8oo rs,
e em barril a 78o rs.
dem franceza a 54o rs. a libra, e 500 rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,000 e l,!)oo rs. a eaix, e 4oors. a libra
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. c de 8 libras para dem conminas proprisa para podim a 8oo
cimaa2,7oo, | rs. a libia,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afam; dos fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra
a2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2.4oo ede 8 libras
MAIS ATTKff^AO
Existe alm d'estes gneros, um explendido sortimento de phosphoros, fumo, al-
pina, peras em calda e seccas. figos, copos finos para agua, massas para sopa, azeite, ca-
uella, pimenta, velas de carnauba, banha de poreo, papel, e outros muitos gneros, de es-
tiva, que todos sero vendidos por modis precos.
Tendo o proprietario dos armazras do progressista deliberado nao concorda
com a liga da Unio Commercial, Clarim, Allianca, etc., etc., etc., declara que s con
corda em alliar-se aos seus freguezes, fa&jndo com estes urna liga de interesses recprocos'
tendo os seus alliados a faculdade de comprarem por precos muito em conta o bom fiam-
bre, o formidavel queijo e a saborosa bolachinha de so la, que fazem urna boa allianca
com a superior champanhe e o porto fino, aicos que sabem imitar a unio destes ar-
mazens com os seus concurrentes. Vimle, senhores, a >s armazens, aonde podis d'en-
tre um muito explendido sortimento desaborosos alimentos, escolherdes os quemis
1 vis apetecer, cortos de que nunca tereis occasio de arrepender-vos de gastar o vosso
din! ici id nestes estabelecimentos.
\mmmmmmmmmmmmmmm mmmwamm

AURORA BRILHAN1E
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
O proprietario do grande armazem de molhados denominado [Aurora Brilbante, araba de
reduzir o prego dos seus gneros, precos astea que muito bao de agradar aos senhores com-
pradores.
Manteiga ingle flor a 720 e 00
Dita hamburguesa muito nova a H00
Dita franceza a 540 e 560 ri. e em
barris a...... ,f20
Queijos do reino novos a 2$500 e 3.5000
l're-untos novos de Lamego, libra a 480
Choiiricas do reino novas, libra a 040
Espe niacete muito fino a 720, 640 e COO
Velas de carnauba arroba 105 e libra
360 e....... 320
Cha livsson muito superior a 25500 e 25700
Dito perola a..... *j>M);>
Dito miudiob) a 8S0O e 3fi(O0
Dito preto muito superior a 15800, e 25'>0
Latas rom bolachinha de sola de 5
libras a...... 35000
Ditas cun biscoilosde varias qualida-
des....... 15100
Doce d trotaba e bauana fino a 400,
580 (caixJk) e GiO
Harmelada nova dos melhores auto-
n-. libra a 640 t .... 720
Latas con peine savel, cipuxo, fango,
Magro, salinonte e outros muitos
bem pn'parailos a ... I50)0
, Sanlmliasde.Nanles, latas a 320
Pfe Fiasei.s i-.mi ficnebra de Hollanda da
verdadeira, a SoO e fras pieiras a .*>5">00
ifdosc >mgenitbrade 25garrafas a 850X)
Kr.i-i'i- com genebra de larauja a 15* H)
VinhiM da Figueira e Usbot, a 400,
Me.......... 560
<3 Dito do Porto fino a 6M), 720 e son
^ Dito hranco pruprib para mi * s-rv.-ja da Inris insrcns a 500 rs.
garrafa admita a..... 55S'>0
C"gnar vcidadeire, a garrafa por. Ir5000
Vmhii- iii is engarrafados do Porto, a
g.inaf. por l, 15200 e lffO.10
Dito mtiscatel e Setobal a 800 e 15*W
Licores finos a 800, 15000 e 15280
Caininha* com ameixas muito enfei-
tadas a 15600 e...... 25001
Latinbas com ditas a 15-500, 25 35800
Ditas eom figos de comadre novos a
15500e....... 25000
Ditas com ervilhas franrms e portu-
gueas a....... 640
Ditas com ostras a..... 720
Oitas com massa de tomates ... 600
Ditas com frustas de Portugal a 560 o 640
Azeitonas de Klvas em frascos a 800
frascos com conservas a 750 e 800
Ditos com mostarda franceza a 500
Macos com 20 macinhos de palitos de
denles a......, 200 ;
Tijolos de limpar a..... 140 '
Aramia verdadeira vinda de encom-
menda, a libra a..... 500 i
(omina de engomraar a 25100 a ar-
roba e a libra a 100 o 80 .
Tapioca muito nova, a libra a l'ni c 160 ,
Ervilhas seccas grao de Meo, a libra 160
Massas para sopa, macarrao, talharim
e luira, a libra..... 480 (
Dil 9 brancas, vmdas de Liboa, a 320
Pevide, estreliiabaa e rodinhas a 480 \
Rale de primeira s.irte, a libra a 280 o 320 a
Salifioverdadciro lip-panhol, a libra 400 j
Dito ma Alpista a 45800 a arroba e a libra 160 t
l'.iineo a 55 a arroba e a libra 200 I
Amcndoas de casca itinle a 360edura 240 j
Atrte doce refinado, a garrafa a 800e 15000 ;
Molhus eom misdo 100 ceblas a. 150(10 \
Castanhas nova-, a libra .... 160 ;
foies, a libra
A*sfm muitos outros gneros ijon deix-Hii de se mencionar, ludo da melhor ijualidade
i precos uiiiit'- commodos.
para cima a ,:ioors.
dem proprio para negocio a 2,-loo, de 8 li-
bras para cima a 2.2oo.
dem do Kio em latas de 1, 4. d e 8 libras
cada urna a 2. 9, 3.5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o melhnr que se pode desejar
neste peero a 2,800 rs.
dem menos superior a esse que se vende
por. 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra.
dem mais haixo bom para negocio a 1,000
rs. a libra.
dem miiidinho proprio para negocio a 1,000
rs. a libra.
Queijos do reino enejados neste ultimo va-
por 3 2,006.
dem mais seceos vindos por navio a !,7oo.
dem pratu es melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra.
dem londrino a 600 rs., e sendo inteim a
000 rs. a libra, vende-se por este preco
pela poican que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das segintes
marcas : Osborne, Crakhti, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machineenutras mol-
las a l,3ooe 1 4oo rs.
Polvos ebegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,000 rs. a lata.
Halacliinha de Graknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs, a barrica e io rs. a
libra.
Cartoes com bolas francezas proprios para
mimos ou para aojos que vio as procis-
BOes a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a I,ion e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a 1,80o, e
24o rs. a libra.
Nona muito novas a 140 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a Ooo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rS.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
serr especial, lagrimas doces, vinlio es-
pecial I). Pedro V. nctar superior de
1833. duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, Yerno superior, madeirasecca. Por-
to superior 1). Luiz 1, e outras inuilas
marcas, em caixa de urna duzia a lo,ooo e
Ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa c 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa c 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco coubecidas a 4oo rs.
a garrafa c 3,000 rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicao a liO a garrafa e i.ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,500 a arroba.
Garrafes com 4 garrafas de vinho supe-
rior a 2,-r>oo rs. com o garrafo.
dem com 4
garrafo.
Vinagre PHR em ancorlas de 9
I5,ooo rs. com aancoreta
dem um pipa puro sem o baSUM a 2oo rs.
a garrafa e 1.4oo rs. a caada.
Caixas com I duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial i fl,8oo rs-.
a caixa e 7oo rs. acanala.
Licores francezes o portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerolles, ro-
sa, absiiito vespeiro, amor perfeito, amen-
dna amarga. |iercicol. de Turin, Botefim,
raorangos, limao, cal, larauja, cidra, gui-
ja, caoeila, cravo, orteli pimenta a l.ooo
t
i ditas de venagre a I,ooo rs. o
caadas a
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Krvilbas francezas em lata? a 6oo rs.
Potes com sal refinaJo a i io rs.
Fumo de chapa americano a t,4oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre ingleses a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
Batatas muito novas era gigos de 34 libra a
l,ooo rs. e6o rs. a libra.
Massas para sopa macarrao. talharim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 8,3oo rs. a caixa
e8oo rs. a garrafa,
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quaut dade e de todos os
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2,ooo, 2."ioo, 3,ooo e -,ooo rs. a caixa,
os mais luixos sao dos i ue por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,900 rs
Caf de premeira qualidace a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra,
dem de segunda qualidadea 8,2oo rs. a ar-
roba e26o rs. aiibra.
Arroz do Maranhao a loor;, a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,400 rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Ara -aty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 36o rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingindo esparmacc-
tc 36o rs. I libra,
dem de esparmacete a 54) rs. a libra, e em
caixa a ?o rs.
Papel o melhor que se pole desejar para os
Srs. empreados publicc s a 5,ooo rs. a fes-
ma. j.i se venden |X>r 7.ooo rs.
Idemalmaco pautadoeliso:3.ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 3,ooo rs. a
resma,
dem a rol de botica ou fug.ieteiroa 2,2oo rs.
a resma,
dem emhrulho de 1,2oo a l,4oors. a resina.
Ameixas francezas em latas de 1 'i libra a
l,2oo e Soors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2.5oo rs., s o
frasco valle I,ooo rs. tambera temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo e 1,000 i s. o frasco.
Mostarda preparada em pites muito nova a
2oo rs.
Calas com 2 a 4 libras de cajseeco o mais
bem amajado possive) a 1.8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Hon. Tenente verdadeira a 6,800 rs.
a duzia.
dem de outras marcas pnta c branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800 rs. o molhoe 5oo
rs. o cento.
Chocolate portugoez hespanhol e francez de
800 a I.ooo rs. a libra.
Genebra de I Indomia em fr; squeiras a 6,000
e 50o rs. o frasco.
dem em botijas a 100 rs.
dem em ganafT.es de 11 ga 'rafas a 5.2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. 8 grn/.a c 2o rs. a
caixa.
dem de (lentes usados em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Pranej a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e l,SoO rs. a
arroba.
(".omina a 80 rs a libra c2,4oo a arroba.
Peixes em latas a 1,000 rs. i lata j prompto
a cotner-se.
Farello de Lisboa marca N. e Hiato sarros
grandes a 4.001 > rs.
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a
l,5oo rs. cada urna,
dem franceza a mais nova do mercado a 56o:
rs. a libra, e 54o rs. em barril,
dem de porco re tinada muito al va 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
Cha uxim miiiilinho viudo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,800 rs. a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito lino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a 1,800 rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a snperioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial 1). Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834, vinho do Pono ve-
lho superior, raadeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz 1. de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs
a garrafa e de 4o,ooo a 14.o >o rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Meno inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lat, e em libra a
800 rs.
Queijos de reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,5oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lisbcfa e'Figueira ;
de 48o, 5oo, 060, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em cenada a
3,000, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estacan por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem cora 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56ors. agarrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcSo.
Azeite doce em barril muito fino a 6io rs.
a garrafa e 4,8oo a caada,
dem francez retinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
Vi a 6 li-
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia oa em barrica
ter abatimento.
.Massas para sopa macarrao, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caix5o
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, '/* e 8 libras
a 8,000 4,000 e 2,ooo rs. a caixinha.
Barris de vinho branco de quinto, marca B
Filho a 60,ooo rs. o barril-
Marmelada imperial dos m^hores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a Minhade 1 libra,
ha latas de i V* e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de 1,5oo a 3,ooo rs. a
. caixinha, tarabem ha latas de 1
brasde l,2oo a 4,5oors. a lata.
dem em frasco com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
a 24,ooo rs. o gigo, ede l,2ooa2,ooors. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualqer liquido de l,ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l,ooo rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
.Vino a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas em molhos grandes a 8ooomolho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Capas pretas.
1
A!giio
da Pihiu
A' toja do Porto, na esquina da ra da Madre de
Deas, araba de ohgar um rompleto sortimento de
ricas capas pretas, a soulamli-npies enfeados
com O niellior gusto, e por preco eoninindo ; lam-
bem tem um completo soriimento de roapas feilas
e calcados, bem como hnrzeguins de cores para os
meninos poderem ir as proeissdes.
para saceos de assnear e roupa de eseravo; tem
para vend r Antonio LuiZ de O iveira Azevedo &
C 110 .-eu ese iplorio ra da Griz n. 1.
i.Hv.is le pellica.
Cnegaram para a toja daguit brama, ra de
Qneiraado n. 8.
Caf de 1., 2.1 e 3.1 qualidade de 26o, 3oo
6 36o rs. aiibra, do Cear de 7,800, 8,600,} Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.200 rs. a arroba do melhor. i Farinha do MaranhSo a 14o rs. a libra.
Arroz da India, Java eMaranh5o de 2,8oo a; Tajlo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Cominho a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
5oo Erva doce a libra.
Canella a l.ooors.a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo cora 32 libras liqui-
das e 3,000 rs. a caixa de duas arrobas.
Bolas para buhar.
Francisco Garrido tem para vender no seu esta-
belecimento, roa larga do Rosario n. 117, expelien-
tes bolas para bilhar; sendo um ogo de 4 bolas por
SOS, panno para o mesmo 60,5. giz, a groa 125.
urna duzia IfliOO. solas para os tacos 23 o cento.
o cento
* ib ol .1 1OO ra-
na rita da Madre de Dos n. 18.
AGENCIA
DA
FUMCAO DE LOW-MOOfi.
lina da Senzalla nova o. M.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
iiniendas para engenho, machinas de vapor
e tacitas de ferr batido e coado. de todos os
tamanhos para ditos. ^_________
Arados americanos e machinas pan-
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C
ra da Senzalta Nova n. 42^_______________
- Vi-ndem-se pes de craveiros ,-m vasos, i
com Pravos e Iwtij.i visia : miem precisar, pode
dirigir-se Passagem, casa n. 15.
Chapeos de castor preto de superior qualidade a
6 e 7,5. na ra do Queunado n. I: quem precisar
de enfeilar a cabeca appareca. antes (pie se acabe,
na ra do Queimado 11. 43, esquina que volta para
a CoDgragafio.
Economa
para os pas de familias.
Tendo-se recebido na loja do Vigilante urna
grande porfo de nirotez ou conservadores para
cabello, laido para meninas romo para senhoras,
pronriamente para assisiirem os actos rehgto*c
da semana santa, por procos de 500 rs. rada un;
a vista faz fe : s no Vigilante, ra do Crespo u. 7.
lana le Jnin in.
Tambem chegaram as verdadeiras luvas de Jon-
vin, sortimento seguinte, pretas; brancas e de ca-
res, sortidas ; s no Vigilante, ra Ao Crespo n. 7





Diarlo de Pernanahnco --- Nrgnnda letra 91 de Mareo .le i4.
?

V-
ALLIANCA
GRAIDE iRHiXKn
di:
MOLHADOS
0 nico que mais vaiita^ens offerece ao publico.
57 RA DO IMPERADOR 57
Di.
Paulo Ferrelira da ftllva.
0 proprietario deste grande estabelec monto de mol hados, recebe por todos os
vapores e navios os memores gneros qu vem ao mercado, os quaes vende em seu ar-
maera pelos mais resumidos preeos.
Vendo chegado pouco da Europa, aonde deixou pessoas encarroadas para a es-
collia de seus gemiros, tem a honra de annurciar ao respeitavel publico, que ninguem C0-
nid elle pie vender tao barato e por tao resumidos preeos; servindo como costumaaos
seus fieguezcs com os melhores gneros que se pode desojar.
Grande liquidacao Grande pechinclia |
de fazendas ua luja do Pava, ra ,da lin|ierairiz n. coui toque de atarla na loja c
trara rua da lui-
)( de i.oiiircn\-o i'.
CU, de Gama \ Silva.
AcOa-se esto estabelecirnento completamente sor-
tido de fazendas inglezas, fraiicezas, alleniaes 81
sulssas, proprias tanto para a praca eomo para-o'
mato, prometiendo vender-se mais barato do que I
em outra qualquer parte principalmente sendo em |
porc.o e de todas as fazendas dao-se as amostras me de ayaria por 05-HM) 75 e 85, algodaoznih a
defraudo licar penhor ou mandam-se levar em ca- 4*ou e/** cambraias lisas linas a 35 e 35500 :
ai'uiazeui da
peratrlz n. .'
H. Ciuiuiares.
Vende-se rom loque de a1 aria.
Vndese madapolao inglez con pequeo te
ATTENQaO.
Querendo o proprietario deste tao til estabelecirnento a concurrencia da boa
freguezia, tom deliberado vender sempre por manos do que outro qualquer, garanlindo
aoM seus freguezes todo o qualquer genero sahido de seu acreditado armazem.
Manteiga inglesa a mais nova c lina cbogada ( Velas estearinas a oto rs. a libra c em caixa
este ultimo vapor a 800 rs. a libra e de 81 a 54o rs.
ibra para cima lera abatimento. I dem de carnauba pura o refinada a 360 rs.
Idtm franceza a melhor e mais superior do 1 a libra e 10,000 a arroba.
.osso mercado a 56o rs. a libra e 52o em dem de composicao emmaeadas a 32o rs.
barril ou meios. i o mago e 9,ooo rs. a arroba.
Bauha de poreo refinada e muito alva a 44o Massa de tomate em latas a 600 rs. a libra.
rs. a libra, eem barril a 4oo rs. Doce em calda das mais especiaos frutas da
Cha bysson o melhor neste genero especial Europa a 600 rs. a lata.
encoiumenda do proprietario a 2,7oo rs. a Ostras em latas muito bem preparadas a
lilira. i.ooo rs.
dem dem menos superior e que em outras Peras seccas muito novas a 5oo rs. a libra.
casas se vende a 2,too rs., cusa neste ar- Massas para sopa estrellinha muito novaem
mazem 2,2oo rs. a libra. caixas de 8 libras a 3,oooe Soors. a libra.
Mein uxim o melhor que pode haver neste dem talharim. macarrao e aletria a loo rs.
genero a 2,6oo rs. a libra, garante-sea qua- dem macarrao um pouco mais baixo a24o
lidade. rs. a libra.
Id m preto muito especial a 2,000 rs. a li- Sevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
bra, e mais liaixo, porem muito sufrivel a libra.
l,2oo rs. a libra, vende-se por estes pre- Sag o melhor que possivel a 24o rs. a
eos em razo de nestes ltimos navios ter- libra.
se recebido grande porfi deste genero, Farinha do Maranbo a melhor que presen-
a Aefaraaca do preco lie de 600 a 800 rs* I tmente tem vindo ao nosso mercado a
a libra do que se vende en outra qualquer 14o rs. a libra.
par|e. Gomma do Aracaty moitissimo alva a 80 rs.
dem do rio em latas de 1 at 6 libra a 1,4o a libra.
rs. a libra, neste genero o melhor pos- Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
sivel. libra.
Bscuitos inglezes em latas com differontes Licores muito finos de Bordeaux e toda as
qualidades como sejao craknel, victoria marcas que ha ueste genero a 800, l.ooo
pie nic, soda, captaim. scod, osborne e ou-! e 1,2oo rs. a garrafa.
tras muitas marcas a i,35o rs. a lata. Pbosforos do gaa a oo rs. a duzia e 2,2oo
Bolaxinha de soda em latas grandes a 2.000! rs. a groza-
rs. cada urna. Bolaxinha americana em barrica a 3,000 rs.,
Figos em caivinhas hermiticamente lacradas e em libra a 2oo rs.
e muito propdns para mimo a 1,600 o Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
2,6oo rs. cada urna. Vassouras do piassaba com dous arcos de
sa pelos cafreiros da loja do Pavao.
As rhitas do Pavao.
Vendem-se superiores chitas claras e esruras pe-
na rua da luiperalriz loja da Arara n. 56.
\eudc-se faiendas limsas lirilinilHH
Vende-se chitas linas cores escoras a 240 e 280
lo barato preco de O e 280 rs. sendo tintas s< gu- rs. o covado, ditas franeezas linas cores lixas a
res, ditas franeezas linas a 320, 340, 360. 400 e >20' i01" 40 r* o covado. gorgurao de linho pa-
500 rs., o covado. ditos pretas largas e estreitos, ra osudos de senhora a 280 o (vado, riscado
riscados escoceses linos 240 rs. o "i-ovado, sto n francez para vestido a 280 o rovad >
loja do Pavo rua da lmperatriz n. 60 de Gama & Ar?,ra ruada l"peralri| n. 56
na loja da
Silva.
As eassas du Pavo a 210, 280, 300 c 320 rs.
Vendem-sc fmissiinas eassas persianas cores fi-
las a 320 rs. o covado,ditas franeezas muito linas
a 240 e 280 rs., ditos ingzezas a 240 c 280 rs. o
covado, finissimo organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, eassas garibaldinas
muito linas a 320 rs., isto na loja do Pavao rua da
Iraperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laazinhas da exposiro do Pavo.
Vendem-sc as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 ((al-
mos de largura, proprias para vestido de senhora.
roana para meninos e capas, e pelo baratsimo
proco de 500 rs. o covado, ditos enfesiadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado. ditas matisadas muito linas a 500 e 400 rs..
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Maria Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditos de urna s cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escoeczas a
800 e 400 rs., isto s na loja do Pavao. rua da Ira-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos chales do crepen estampados
pelo barato preco de 65. 75, 85. ditos de ponto re-
' donda a 75 e 85, ditos pelos ricamente bordados
a relroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
i 55, ditos de cores a 45500 e 55. ditos de merino
I estampados a 25 e 35. ditos de la a 15280 e 25,
| ditos de relroz preto para luto a 65. isto na loja
do Pavao rua da .lmperatriz n. 60, de Gana &
Silva.
Fazendas pretas para a quaresma vende o Pavo.
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, 25, 25500. 2580 e 35, mo-
reantique preto muilo superior a 35 e 25800, sar-
ja pela hespanhola muilo encorpada a 25, isto na
loja do Pavo rua da lmperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavo vende para luto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio fiara vestidos, paletots, capas etc., felo bara
klem em caixiulus do 8 libras a 2,ooo rs. ca-
da urna.
ferro prendoudo o cabo a 32o rs. cada
nina.
Passas muito novas a 8,000 rs. a caixa c 48o Escoras de piassaba proprias para estregar
rs. a libra. casa a 32o rs.
Ameixa franeezas era latas de libra e meia e Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
3 lilH'a a I,2oo 2,ooo e 800 rs. a libra. a lata.
Clixinhas com ricas estampas a I,4oo rs. Peixe em lata muito bem preparado savel,
cada 11111;., frascos de vidro com rolba de corvina pescada o i nitros a 1,000 rs. a
inesuio, iiniteudu libraemeia de aineixas.
C'iampagne da marea mata superior que tem
\imlo ao nosso morcado a 18.000 rs. o gi-
go, o l,Suo rs. a garrafa, garante-se a su-
pector qtialidade.
Vinho Bordeaux das melbores (|iialidades que
se pode desojar a 7,000 c 7,5oo rs. a cai-
xa e 64o rs. a garrafa.
Caixas com Vinho do Porte superior do 9,ooo
e lo.ooo rs. a duzia, e 9oo e l.ooo rs. a
garrafa, neste genero ha grande porcaoe do
difforeiites marcas muito acreditadas que
j;i se vendenio por I i.ooo 15,000 rs. a cai-
xa oeme s.j;i, Duque do Porto, lagrimas
do Douro, D. Luiz, Cambes, Madeira sir-
co Nctar : Genuino e malvasio finoe ou-
tras eomu Cberry e Madeira para 12,ooo e
13,000 rs. i caixa.
Vinho de pipa Porto, Lisboa, Figuoira, a 4oo.
48o, e 56o rs. a garrafa, 3,000 3,2oo o
'."too rs. a caada.
Mein lun. 11 o iiielhor ueste genero viudo de
eneomenda a 800 rs. a garrafa, e 4,5oo
rs, a caada,
dem do Porto em barril muito especial a
uto rs. a garrafa, e 5,000 rs. a cenada.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l.'ioo rs. a ranada.
dem em garrafoes com 5 garrafa.
U"ile doce de Lisboa superior qualidade 1
61o rs. a garrafa o i,8oo rs. a caada.
Batt il.sem gigosderm a trintae tantas li-
bia a Beora. o gigo e 4o rs. a libra.
Genelna de Holfanda a mais superior a 6,000
rs. a frasqueira e olio rs. o frasco.
dem em garra/bes COOI25 garrafas a 8,000
rs.
Servan das melnores marcas de 5,000 a
.'i.ooo a dnzia e 5oo rs. a garrafa.
Cognac superior a 800 e l.ooors. agarrafa,
e em caixa lera abatimento.
Marmolladi imperial dos melbores e mais
afamados conceiveiros de Lisboa em lat.is
de librae delibra e meia e ditas libras a
lioo rs.
Coacervas ingieras em frascos grandes a
T.'in rs. cada um.
dem franceza de todas as qualidades <>
ligantes e fruto a 5oo rs.
Moatarda franeezas em potes preparada a
4oo rs.
Palitos para denles 12o rs. o maco.
idetn lixados muito lino 14o rs.
Kazemlas proprias para senlion s e meninas.
Vende-se gollinhas com botaozinho para senhora
e meninas a 200 e 320 rs., mang itos de fil e
cambraia enfeitados a 300 rs., manguitos e pollas
para senhora a 15 e 15280, camninhas bordadas
para senhora a 25, ditas bordadas no rolarinho e
punhos e grvalas muilo finas a 4500 e 55 : s
a Arara rua da lmperatriz n. 36.
Principia a Arara vender i s colchas.
Vende-se colchas avclludadas p.ira cama a
ditas de linho alcochoadas a 35, di i is de fustao a
35, ditas de damasco a 45. ditos d( chito a 25 :
na loja da Arara rua da lmperatriz n. 36.
Arara vende eassas a 2 id rs.
Vende-se eassas franeezas finas a 240 e 280 o
covado, organdys finos a 240, 280 j 220 o covado:
na rua da lmperatriz n. 36 loja da Arara.
Arara vende corles de rasemira preta a 30.
Vende ae corles decasemira pre a para calcas a
35,35300, 45 e ."5 : na loja da Arara n. 36.
tirande sortimente de fazendas pre las para a qtta-
ronaa.
Sodas, grosdenaple, pannos finos e casemiras.
Vende-se grosdenaplo preto paia vestidos boa
fazenda a 15400, 15600, 25, 25403, 25600 e 35 o
covado. sarja hespanhola de seda, panno fino preto
a 15600, 25. 25300, 35 e 4-5 o covado, muito su-
perior casemiras pretas finas a 25 e 25400 o cova-
do. merino lino a 25500 c 35- dito de cordo a
25300 o covado : na rua da lmpc. alriz n. 56.
Arara vende madapolao franceza-1.
Vende-se madapolao francez entestado a 45 e
4530O, bretanha de linho, hamburgo de linho para
lencoes c seroulas a 440, 500 e 640 a Tara, bra-
mante de linho de 10 palmos de largura a 25 a
vara, brim pardo de linho a 800 e 15, dito branco
a 15, 15280 e 15400 a vara : na iua da lmpera-
triz n. 56.
Arara vende laazinhas para vestido a 210 rs.
covado.
Vndese laazinhas para vestidos de senhora a
240, 280, 320, 400 e 500 rs. o corado, casemiras
lisas proprias para capas de sen tora a 15800 o
covado : na Arara rua dalmperairiz n. 56.
Arara vende fusta* a ; 10 rs.
Vende-se fustao de cores para roupa de meninos
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, eassas calcas e paletots a 300 rs. o covaco, ganga france
pretas lisas, chitas pres largas e estrellas, ehales, za escura e clara para calcas e piletets a 440 rs.
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos o covado: na rua da lmperatriz a. 36,luja da Arara.
com gollinhas eoutros muitos artigos que se ven- Koupa feila da Arara.
dem por preeos razoaveis : na loja do Pavao rua' Vende-se paletots de brim de cir a 2*500 e 35,
da Imperalriz n. 60, de Gama & t>ilva. ditos de meia casemira a 35500, iitos melhores a
Os pannos 9 Pavie. 45500 e 65, ditos pretos de panno a 5f, 65 e 85,
Vende-se panno preto muito superior pelo barato ditos de casemira lina e d brunhf dos a 85 e 105,
preco de 25, 25300,35 e 3a500. ditos muito linos a' ditos pretos de alpaca a .15500 45, calcas pretas
45, 35 e 65, corles de casemira prela enfestoda a de casemira a 45300, 35, 65 e 8,S. dito.' de meia
45, 45300 e 65, casemira prela lina de urna s [ casemira, ganga e brim a 25 e .'ivOO, ditos finos
largura muito lina a I58OO, 25. 253O0 c 35, cor- a 35300, ditos de brim branco a 35 e 35500,-ca-
tes de casemira de cor a 35, 55500 e 65, casemi- misas franeezas a 25, 2551)0 1 35, seroulas a
ras entestadas de urna s cor proprias para calca. 15600, ditos de linho a 25 e 253 ki. colleles a 25
paletots, colleles, capas para senhora, roupas para c 25500 : na rua da lmperatriz n 50.
meninos a 35 e 3jf50O o covado, isto na loja do Balees da Arara a $.
Pavao, rua da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva. Vende-se baldes crinolinas de 20, 30 e 40 arcos
A roupa do l'avo. a 35.35500, 45 e 45500, ditos de madapolao a
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa- 35500, ditos de musselina a 45 : s na Arara rua
eos fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a da lmperatriz n. 56.
165, 20-5, 255 e 305, caifas de casemira prela boa
^fazenda a 45300,55. 65, 75 e 85, paletots saceos
de panno preto a "5. ditos de casemira de cor a
Scdinhas a 300 rs.
Arara vende sedinhas de listrin vas para vestidos
a 500 rs. o covado, ditos finas a lOO rs., laa Ma-
bita.
Krvilhas portuguesas e franeezas j prepa-
radas a (i 11 o 78o rs. a lata.
Caf lavado de priiueira smte a 3oo rs. a
libra, e 8,5oo a arrpba.
dem do Rio muito bom a 28o a libra e
8,000 rs. a arroba.
Arroz do .Maranbo a loo e 120 rs. a libra.
dem do Java a loo rs. a libra.
Aineiidoas do casca mole a 4oo rs. a libra.
Uelfies muito novas a 2oo rs. a libra.
Nozos muito novas a 2oo rs. a libra.
Cbouricas e paios a 7oo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
8,5oo rs. a arroba
Presuntos de lamego de superior qualidade
cliogados neste ultimo vapor a 48o rs. a
libra.
Alpisla muilo novo e limpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
I'aineo muito novo a 18o a libra e S.ooors.
a arroba.
Sabo maca. amareHo o castanbo a 22o e
24o rs. a libia.
dem mais baixo um pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pella las I 2*0 rs. a libra.
Chocolate liancez de pnnieia qualidade a
l,2oo rs. a libra.
dem de Santo muilo superior o medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados proprios l';,ra agua a5,ooo
rs. a duzia, queem outra qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melbores e mais afamados fa-
bricantes de S. Felfa e do Rio de Janeiro
de 1,500 a ;>.ooo a caixa.
Cebollas novas a 800 rs. os molbos grandes
e 7oo rs. o oento.
Doce de goiaba a 61o rs. o enixao.
Lenlilhasexcellente legumo para sopa egui-
lado a 24o rs. a libra.
Bi vilhas seccas j descascadas a 2oo rs. a
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. a
libra.
Cominbos e crva doce a 32o e 4oo rs. a li-
bra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella muito nova a l.ooo rs. a libra.
Alfazoma a 800 rs. a libra e 6,000 rs. a ar-
rolla.
Gmixa a loo rs. a lata e l.loo rs.a duzia.
J^teS***'1* ****** C-de bert^de"cL
Gama & Silva.
s bordailos do Pavita.
Vendem-se camisinhae de cambraia muito finas
com manguitos e golas muilo bem bordadas pelo
barato preco de 15280. ditas de fil a 15, ricas
pelerinas ou romeiras bordadas a 15600 e i$, su-
periores manguitos com polla e a balao a 35 e 45,
a 15 e 15600 : na rua da Ini-
; |>era(rtz 11. 56.
Arara vende os cortes de riscados francezes a 3$.
Vende-se cortes de rhcados fiancezes com 14
covadus a 35 o corte : na rua da lmperatriz n. 56.
Arara vende os soulemiarqnes.
Vende-se soulembarques pretos muito ricos, ca-
scudo muito jciii bordados e os mais modernos P*1 eompridas e manteletes de si perior qualidade
que ha no mercado, manguitos e camisinhas a 35 a 225 e 255: s a Arara ruada lmperatriz nu-
0 0 O Cu C fe- 0 0 P p- 2 M es xn s Cu Bfl p p
bd Cu ^ O bgi
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2i ct> r-t- -K p 5o o-p Ui. Cu O
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k 141
o coradlo.
Contina a venderse um grande sortiinento de
ambraias franeezas a 240 rs. o covado : na raa
do ijneiinado u. 43, esquina que voita para a Gun-
rgejjacio.
Ao b. 29.
.Nova leja dos barateiros na rua do Qneimado.
Ricas saias de fustao a 55, camisas inglezas para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, cobertas de fustao
brancas a 55,'chitas com lustro para coberla com '
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
coras para vestido a 320 e covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
o n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Tarlalanas de todas as cores, fazenda muito lina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, pira de 22
varas, por li%5. chales de la por 35, 45, 55 85,
camisas inglezas para homem a 385,505 e 605-
Aa n. 29.
Nova leja dos barateiros na rua do Qneimado.
Bieas pretos, franjas de todas as qualidades,'
trancas de seda, de algodao e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos
bordados, bol6es de velludo, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, loques ; cujes ;
ertigos se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar.
una da son/alia i\ova D. 42.
Neste estabelecirnento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
Moor libra a!20rs. ,
e 3,5500, gollinhas linissimas de cambraia a 500.
ditas de lil a 240 e 320 rs.. pecas de enliemeins
com 3 varas a 640 rs., tiras bordadas a 15, e ou-
iros imiiios artigos nesle genero que se vendem
mais barato do que em outra qualquer parle : s
na loja do Pavao, rua da lmperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As capas do Pavo.
Wiidem-se ricas capas de seda preta ricamente
enfeitadas. sendo as mais modernas pelo barato
prego de 20, 255, 305 e 405, sautembarques de
seda prela sendo ricamente enfeitados a 05. -'ifi
e 309 : ua loja do Pavao rua da lmperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
As cambraias du Pava*.
Vendem-se pecas de cambraia muito fina com
salpicos tendo 8 j|2 varas cada peca a 3*500, ditas
a 35 e 35500, ditas adamascadas muilo linas pro-
prias para cortinados a 35, dilas a 45. pecas de
cambraia bramas lisas fazenda muilo liua com 8
l|2 varas a 35500, 45,45500. 55, ditas de qua-
dros proprias para forroe babados por piceos mui-
lo razoaveis : ua loja do Pavao rua da IinpeiaJriz.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de '<3 o par, sendo o
nu Un ir que ha no increado': na rua da luiperairi/
n. 60, de Gama e\ Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com i palmos de lar-
gura propriopaia lences, toalhas e eeroulas pelo
barato pceo de 640 ca. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
ministro com 8 palmos de largura a 15. pecas de
llainhurgo com 20 varas a '.15, 105 e 115, Decado
madapolao fino a 75500, 85, )5 c 105. dilas de
algiKiaozinbo a 65. 65500 e 75, e outias muitas
fazendas brancas que se vendem muilo baratas
afim de apurar dtnneiro : na loja do Pavo rua da
lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
' pnas para cama pelo barato preco de 55 cada una
na rua da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva
Corles de cassa a 3$>00.
Vendem-se corles de cambraia rom babados a
35500: na loja do Pavao rua da lmperatriz n. 60.
de Gama & Silva.
0 Pavao vende laazinbas pretas.
Vendem-se laazinhas pretas a 200 rs. o covado :
na loja do Pavao rua da lmperatriz n. 60, de Ga-
ma i Silva.
A Mara Pia.
O Pavo vend>'- a 8$
Vendem-se os mais lindos corles de vestidos a
Maria Pia com lindas barras de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor Iranrez pelo barato preco
de 85 cada um : s na loja do Pavao rua da lm-
peratriz n. 60. de Gama & Silva.
As calcinbas do Pavao.
Vendem-se calcinitas de cambraia bordadas pa-
ra meninas pelo barato preco de 500 e 610 rs.,
mlanguilos para senhora e meninas a 500, 640 e
x o rs., camisinhas com manguitos a 15280: na
oja de Pavo rua da lmperatriz n. 60.
Os hales do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tan-
to brancos como de cores sendo americanos me
sao os melhores por se naaqoebrarem a 35500 e
de 35 arcos a 45. ditos de mussehna com babados
a 45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do
Pavo rua da lmperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Os corpinbos do Pavo
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados c enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, rua da lmperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a vcludo pelo barato preco de
mero 56.
POR ME\0S DE HEZ POR CENTO.
.NO
ni ^y
CONSERVATIVO
DE .
JTOAQUOI SIJtJAO IIOS SAJITOft
23Largo do Terco23.
0 proprietario deste armazem de raolhados vende os seus ja bem conhecidos gneros da 111-
meira qualidade por menos de dez por ci;nlo do que em outra qualquer parte, garantindo-sc a .-ui e-
rior qualidade.
Vinho das melhores marcas.
Manteiga inglesa flor,
dem franceza.
Banha de porco refinada.
Vellas de spermacete.
dem de carnauba.
Caf bom do ltio.
Idemsuperier doCear.
Toncinho de Lisboa.
Cha de diversas qualidades.
(Jueijos uovos do vapor.
Milho alpista limpo.
Gomma de engommar alva.
Nao se diz o preco para nao espantar.
Sabo de diversas qualidades.
Cbouricas muito novas.
Arroz de diversos preeos.
Ser.'eja das melhores marcas.
Sardinhas de Nantes novas.
Genebra de laranja superior,
dem do Hollanda marca Gallo.
Phosphoros do paz.
Rolachinha inglcza em barricas.
Passas muito novas.
Figos de primeira qualidade.
Biscoutos e bolachinhas de soda.
Charutos de diversas qualidades.
Alm dos gneros annunciados eiistem outros muitos que enfadonho meneiona-los, a diuhei-
ro contado.
IIIA DO QUEMADO \. 11.
Laja de fazendas de Augusto Frcderico dos Santos Porto.
Fazendas pretas para a quaresma.
Ricas capas de seda preta bordidas e enfeitadas para senhora.
Soulembarques e manteletes de seda pretos muito superiores.
Zuavos de seda pretos ricamente enfeitados a 175-
Lavas de pellica de Jouvin para homem e senhora.
Chapeos pretos para homem e chapeos de sol de superior qualidade.
Sortimento de grosdenaple preto, pannos finos, casemiras pretas, merino, sclislria c l nv
basiaa preta tado por commodos preeos.
Camisinhas de cambraia aGaribaidi e camisinhas e manguitos brancos e de cor.
Vende-se para acabar organdys ca ludia a 320 rs. o covado, lasinhas a 360 rs. o covado e
cambraias de cor a 240 e 320 o covado i muitas outras fazendas por commodos preeos.
Chegaram as muito superiores
EISTEIRAIS PARA SAIdAS.
CUSTODIO, CARVALHO i C.
27 Ru, do Queimado 27
Para mrninas.
Lencinhos de cassa pelo barato preco de 100 rs. cada um.
' Cambraias
organdys Eissimas a 240 rs. o covado.
A 10 a |eo;i
de entremeios finos bordado a 15 a peca.
Cortes de
cambraia branca com flores a 35 a pea.
Ricas eassas pretas
bordadas de muito gosto.
Madapolao
entestado francez muito fino a 500 rs. s vara.
Lencos
de cassa brancos e de cores a 15200 e :i$ a duzia.
Cobertas
de chita chineza a preco de 25 cada urna.
Tiras bordadas pega 25.
Cambraia de linho a 35, 45 e o5 a vara.
Ricos cortes de la dos mais molernos a preco de 205 o corte.
m
LOJA DO BEIJA FLOR.
Rua do (lacinia lo numero (3.
Cravalinbas para setuora.
Vendem-se gravaiinhas de diversos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do beija-llor n. 63.
Filas para debriim de' cstidos.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na rua de Quei-
mado, loja do beija-flor n. 63.
Peutcs Iravessos.
Vendem-sc pentes travesso: de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: i a rua do Queima-
do, toja du beija-llor n. 63.
Papel lieira dour.ida.
Vende-se papel boira dourada a 15200 e 15:00,
dito de cor de beira dourada a 18100 : na rua do
Queimado, loja do lioija-flor n. 63.
Auvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para carias de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na rua do Queimado n. 63.
I ollas de aljofir.
Tendo recebido volias de aljfar com cruzes de
podra imitando a brilhante vende-se a 15 cada
urna : na rua do Queimado loja lo beija-flor n. 63.
Camisas de mciis.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na rua do Que inado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfciles de li);
Tendo recebido enfeiles de lila pretas e de co-
res mais modernas que se esti usando a 15 cada
um : na rua do Queimado, loja do beija-fbr n. S3.
Fila de la prela para debrum.
Vende-se fita de la preta paia del.rum rom 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-flor rua )j
do Queimado n 83.
Filas de linho para bordar vestido
Vendem-se fitas de linho para bordar vestido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a peca s quem lem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Untos de maili e|i Tula.
Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preto com 10 varas a
!K)0 rs. a peca : s quem tem per este prego a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qua-
resma : s quem lem a loja do beija-flor rua do
Queimado n. 63.
Franja prela.
Vende-se franja preta de diversas larguras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
rua do Queimado n. 63.
Facas e garios.
Vendem-se facas e garios de balaneo de 1 bo-
to a 55300 a duzia. dilas de 2 botes a 65'tOO :
na rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
15*00: na loja di* beija-flor da rua do Queimado
n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito Bitas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
GAZ GAZ GAZ
por preco rcdnzido.
Vende-se gaz da melhor qnaliifcde pelo
pre.o de 105 por lata de 5 galoes: no ar
mazem do Caos do Ramos n. 18 e rua do
Trapiche Novo n. 8.
wwmmm iii
rLoja do barateiro
Na rua do Crespo n. 1.
Fazendas baratas.
Tara acabar. |jf
2 Chitas franeezas de cores seguras de 280 Zt
g a. 400 rs. o covado. -.*>
|| Organdys de cores a 240 rs. o covado.
Camisinhas e manguitos muito enfeita-
tados a 45 ludo.
Camisas a mosqueteiros (ou coipinhos)
J5 a 55-
*t| Laas para vestidos boa fazenda da 360 a ^
jj| 800 rs. o covado.
&> *nniosos vestidos japonezes de organdys jM
differenles preces. ;
Ricos corles de vestidos brancos tordados 2
de 125 a 155. W
Grosdenaple prelo bom de 15800 a 25200. !!
Jliisselinailo cores fazenda que lem loda jjjt
applicaco a 460 rs. o covado.
Esccetes para vestidos com 5 palmos de 5R
largo a 700 rs. o covado. '*.'
Fil de linho liso e bordado a 640 e 800 S
Vendeiu-se barris coiu cal des-
.*
m
B rs. a vara. K
_5 Lencos de soda de cores perftitos de SjBjg
5 15*00 a 25-
j8 Bramante de linho com 20 palmos de lar- P!
i Cambraia branca com salpico a 640 rs. fc
K Chales de merino fino liso estampados de 8R
m 13, 55, 65, 75, 85- 2p
CS Mimosas cassinhas de cores finas para !S}
W vestidos-a 400 rs. o covado.
>4 Bal5es de arcos inglezes de 25500, 35 W
5 e 35500. S
W* Chales muito linos e lindos padrs a 800 ^
rs. o covado. * ^ E outras muitas fazendas.
W Muilo baratas para acabar. ^
S para assenhoras.
G ollinhas e punhos.
Chegaram as riqusimas gollinhas com punhos
de lindoi Imrdados e linho puro guarnecidos com
bonitos boiozinhos tanio para senhoia como para
menina, pois a vista faz f : s no vigilante rua do
Crespo n. 7. ______
. la procedencia, em pedra. chega-
da boje, e nica ora, que ha no
mercado, na rna do Trapichen.
13, armazem de Manoel Teixel*
ra Basto.______________________
Os precisos talheres pa-
ra crian cas.
Chegaram e acham-se venda na rua do Quei-
mado, loja d'aguiabranra n. 8.
% lil\ II %
a 55000 o saeeo : no armazem de Joaquim Fran-
cisco de Alem, no Forte do Mallos.
Vende-se una grande casa de taipa, em
chaos proprios, com muilos commodos, toda ladri-
llada de lijlos, coberla de telha, grande quintal
com alguns ps de coqueiros, e material para ca
cimba, tclheiro para eslribaria, um curial da a| a-
nhar peixc tm frente da mesma rasa, e parle fin
dous ditos, silos em frente da Venda Grande, acu-
da lambem se poder examinar a referida casa :
os pretendentes dirijara-se ao mesmo lugar da Ven-
da Grande, a fallar com o proprietaiio Virginio Fi-
delles Ramos.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na rua daCadeia do Reeife n. 26, (. ra
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novse
legtimos, e se vendem a preco mais barato do sjne
utra qualquer^parte.______________________
Preciso
l'm escravo crioulo para todo o servico, de ida-
de 28 anuos, por 6005, i dito de idade 24 vmos,
por 7505, 1 moleque de idado 7 annos por 5005,
1 negrinha de idade 12 annos : na trav.ssa o
Carmo n. 1.____________________^_^___
llantas pretas.
Vende-se superiores mantas pretas de fil de
seda, italianas, as melhores que ha nesle genero :
na rua do Queimado n. 2, loja do l'reguica.
Vende-se alpaca prela a 500 rs. eovads.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
405, sendo fazenda que sempre se venden a"l005 700 e 800 rs., lina de cordo a 300 rs para pale-
e IM$ ; ditos de cambraia brancos ricamente bor- tot, princesa prela a 800 e 640 j covado, hombazi-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-' na preta fina a 15400 o covado, laazinhas preta
ment a 10, 15, 20 e 305 i ditos de laa com lindas i para senhora que esiao de lulo a 720 o covado :
barras a 18 e 155 ; isto na loja do l'avo rua | na ruada lmperatriz n. 56. A loja est aborta at
da lmperatriz n. 60, de Gama 4 Silva. s 9 horas da noite.
Vende-se a propriedade denominada Maltcz, tita
na freguezia de Tracuilhaem da comarca de Nasa-
retli, com urna legoa de frento e meia de fundo, e
proporcoes para nella se levantar um bom enge-
nho de fazer assucar, sendo que actuilmente ren-
de llamis de 1:0005 que pagam os moradores
que lem : quem a pretender entenda-se nesta pra-
Scora o Sr. Antonio Jos Leal Reis, na rua da
deia do Reeife n. 47.
Venda de urna hypolhtca.
Os liquidalarios da massa fallida de
Jos .1 n ton o Basto UBdcni ;i hvnothe
ca que tem nos engenhos Mallo Grss
e Cajabuss no i crino de Serinhem n
valor de 31:835$911 rs.; tratar as
casas a rna do Trapiche n. 34.
I crida de predio.
Vende-se um grande predio de tres andares e
sotao, silo na rua do .\morim, no bairro do Rente.
por precisar de um concert, que seu dono ausen-
te, o nao pode fazer : tratase na rua do Vigario
n. 19, primeiro andar. _______k
riua da Seuzalla o. 42.
Vende-se, em casa de S. F. Johnston A C,
sellius e siliies inglezes, candieires e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chirotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patate iuglez.
ESCBAVQS FGIDOS.
Fugio no din 13 de marco corrente, o escravo
crioulo de nomo Manoel, d idade 40 annos, esta-
tura regular e gordo, pouca barba, pastoeo curio
e difficil de moverse, falla fanhoso e anda de al-
pergalas ganhando na rua : roga-se as autorida-
des policiaes e capitaes de campo a capiura dnWe
8 onirega-lo rua da matriz da Boa-Visla sobrado
n. 26, por cima da padaria ou a rua do Imperador
n. 45. terceiroandar, que se gritificara._______
luO^ (le y ra /cacao*
Ainda se acha fgido desde o dia 18 do Janeiro
tdesie auno o escravo Miguel, crioulo, alto, de idafle
de 45 50 annos, j tem cabellos blancos, a usa de
meias suissas, lem um principio de gomma no | si-
to de um dos us, usa de percalas, fi muito re-
alista e intitula-se forro. Este preto natnrardo
lr, d'onde veio para o poder do fall. cido Sr. Xisto
Vieira Coelho, que o veodeu ao Sr. Jos Guillw-!
me Guuuaraes, a quem por algum lempo periqu-
een. Consta que levara em sua companhia soa
amasia de nome Maria, parda arahoclada, alta c
com falta de dentes ua frente; esia parda rosimna
einbriagar-se. Poucos das depois da tugt foraas
encontrados perlo do engenho Camaragibe : peda
se. porlanto, s auloridades competentes oua ni m
delle livor noticia de anprehcndelo a leva lo i i i
sa de seu senhor Miguel Pereira Leal, na rua !a
Cadeia do Reeife n. 19, que receber 1005 de gra-
tificacao. _____________________
Acha-se fipida a escrava Mana do Rosario.
crioula, idade de 0 annos, ponco mais oo awiMM
baixa e gorda, lem o dedo grande da mao e-qm r-
dade menos por causa de um panaricio. f i escra*
va do senhor de engenho Sant'Anna, tem maos
em Santo Amaro de Jaboatao para onde se descon-
fa que fosse : rocomuieoda-se as auioiidades po-
liciaes e eapitaes de campo; e quem a pegar leve a
rua da Senzalla Velha n. 94.


Diario de Pernambueo Segunda felra ti de Marro de l **!.
LITTERATURA.
0 QUEV1E PELO MUNDO.
Osjoraaes ingleses publicaran! a sejuiote cor- [nleaeSes.
scll apreciar, coni exactido, o nosso procedimentn,
devendo assim espralo do seu bem couhecido es-
pirito de equidade. Basta, ellectivamente, ter in-
tengos rectas para reconhecer qoe o governo
de el-rei nunca pensou em partilliar semelhantes
la entre o governo britaunico a
.. dos negocios do Schles-
:' ;
. i.' A ta para Mr. Shrray, wpr
S toma Ministerio dos negocios cstran-
dezembro daJ863.O governo da
ihectneato, eom sjpprezae ma|
t Diguae-vos, Sr. conde, ler este despacho ao mi"
nislro dos negocios strangeiros 'le S. M. II., dei-
xando-lhe una copia.Assgnado, Beust. >
3." Nota do conde de Witzthun ao conde Rus-
J.I.Hobart place, 4 de Janeiro.Escrevi V. Exc.
esta manliaa, para Ihe pedir unta entrevista ; mas
amo vos ha de ser difflcl receber-me amanha
da linguagem que so empregou acerca do protocolo aotM do conse10 do gabinete> no ,iua, me consta
Londres, de man de 1861 |)(ie ha de sor uiscu|ida a (|ueglao uu Holstein, lo-
As potencias que assiguaram o tratado, ou qua mo a liberdado de vos enviar inclusa, copia de um
elle se ligiram cventualmente. Jevein lembrar-so despacho que recebi esta manhaa. E' a rosposta
q 1 elle teve por fim ligar nao so a Dinamarca, do barao de Beust ao despacho de V. Exc. do 17 de
mas bnbem a Gra-Brciaulia, Kranga, Hussia e dezembro.
, que lomaran) parte n'esso tratado, bem
Como sen duvida vos lembrareis, nunca fize-
mos uso dos argumentos que haveis combatido no
documento a que alludo, e sustentamos sempreque
os dueilos dos ducados allemaes estilo estabeleci-
dos n'um fundamento solido e seguro. Um dos
principaes motivos para nao votar com a maioria,
na sessu da dieta do 17 de dezembro, apoia-se
talve?. na circumstancia de nao termos podido en-
contrar connexao alguma formal entre as obriga-
{9ea dinamarquesas de 1831 e os tratados de 1855,
comquanto nao quizessemos negar a existencia de
urna connexao moral.
Nao dissenos nem dizeinos que t o tratado de
185 esta nullo esemefteito desde que a Dinamar-
ca deisou de cttmprir os seus compromissos de
1831. Mas dissemos que se concluir nos trata-
dos, em que se propozeram determinados compro-
missos para o futuro. Porm nao se o acontec -
ment para o qual aquelle trabado produziu ajus-
tes. O rei Frederico Vil morreu certamente sem
descendencia ; morreu tambem sem ter podido in-
troduzir legal e equitativamente, na parte allema
das suas possesses, a nova successao hereditaria
que os signatarios do tratado de 1832 tioham era
vista, e que seriara obrigados a manter, se os ajus-
tes cima mencionados tivessera tido realmente
plena execugo. Como nao aconteceu assim, o
tratado nao pode tornar-se perfeito, em consequen'
cia do nao cumprimento das tres condicoes mate-
riaes preliminares :
c 1.* O censentimento dos agentes conecti-
vos ;
, ii'0 consen'Jmento dos estados do Schleswig
e do Holstein;
1 3.* O consentimento da confederadlo germ-
nica ;
< A historia da Allemanha fornece um etemplo
de notavel semelhanga. Quero fallar da pragmati
ca sancro como se Ihe chamava. Carlos Vi"
faltando-lhe descendencia masculina, desejou mu-'
dar a ordem existente de successao a favor de sua
filha. Concluiu tratados com todas as principaes
potencias. Cumpriram-se esses tratados? Nao.
Jnlgou-se justo e sabio submetter a pragmtica sane-
cao aos estados- e s assemblas provinciaes dos
seus diversos t ;rnlorios, que a acceiUram. A con-
sequencia disto foi que, quando n'uma poca pos-
terior as potencias estrangeiras procuraran! despo-
jar alaria Thereza de alguraas partes da sua heran-
ga, o povo levantou-se para defender os direito; da
iraperatriz.
t Se Frederico Vil tivesse obrado no caso actual
com a mesraa sabedoria que Carlos VI, o se o po-
vo do Schleswig e do Holstein se tivesse declarado
francamente a favor de Chrisliano IX, como na-
quella poca fizeram os Austracos e os Huogaros
acreditaes vos que a Allemanha se loria levantado
e contestado a legalidadeda successao, que o trata-
do de Londres tinha procurado consagrar T
t Espero com confianga que V. Exc. rae descul-
par com benevolencia estas observacoes, e que,
quando houverdes tomado conhecimento da respos-
ta de Mr. Beust, me poreis na posicao de declarar
ao meu governo que nao podis dcixar de reconhe
cer que o proedimento do governo saxonio foi in.
teiramente inspirado por Monges horrorosas.
Acceilac, etc. Witzthun.
Acerca das relaces entre a Inglaterra e o
Japao, publica o Times o seguinle artigo, que nos
parece digno de ser conhecido dos leitores :
t As nossas relagoes com o imperio do Japao
(diz a folha citada) vao passando pelas successivas
gradages, necessarias para estabelecer livre pra-
tica entre os povos do occidente c do extremo
oriente.
1 Os Japonezes possuem hbitos industriaos e
instinitos inercantis ; porm vegelam sob a virga
frrea do mandes despticos e ciumentos. Cum-
pre-nos ronseguinteraente desenvolver o ingnito
amor da ganancia entre as turbas ; e reprimir a
violencia dos principes ou daiinios. Devemos aug-
mentar as nossas transaeges ; e proteger os nos-
sos compatriotas. Importa tornar-nos indispensa-
veis grande mas-a dos consumidores; e iuevi-
taveis aos suspeitosos dominadores. 1" o que va-
raos realisando com o successo usual nestas em-
prezas; mas com os inconvenientes, sempre anue-
xos ao systcma que adoptamos.
c A correspondencia ha pouco impressa, e de
que j temos aproveitado ampios extractos, offere-
ce urn completo panorama das vicissitudes da re-
volugo, que em breve laucar o Japo oa grande
communho dos povos coramerciaes. V-se, que
j extrahimos annualmcnte daquelle paz doos mi-
Ihes e meio slerlinos de seda em rama, represen-
tados por vinte e seis mil saccas, oito ou n ive mil
saccas de algodao, e cinco ou seis milhes de ar-
ralis de cha.
t As nossas importacoes desenvolvem-se pelo
mesmo satisfactorio theor; e os Japonezes come-
cam a comprehender o proveito, que d'ahi aufe-
rem. Muitos indgenas dos portos de mar, que
outr'ora gauhavam etcassamente a vida carregan-
do ou cavando a trra, agora sao senhores do na-
vios, de barcos, de suraptuosas habtages.
Nao sao sementemos plebeus, que enriquecem
com o trauco. Muitos daiinios nao se dedignam
de comprar e vender ; e cada dia se lisongeiam
maisda resolucao, pelos Incros que accumulam. O
exemplo nao tardara em tornar-sc contagioso en-
tre a aristocracia, por isso que Oward Sama, um
dos mais distinctos fldalgos do paiz, confessa que
entre os daimios ha abundancia de gente pobre.
t E' impossivel (escreve o coronel Neale a lord
J. Russell, ministro dos negocios strangeiros) ex-
plicar satisfactoriamente os resultados anmalos
das nossas transaccoes com este paiz Por um la-
do, interrupgo de communieages diplomticas;
um edito ordenando a expulso dos strangeiros,
anda nao revogado ; pressao da nossa parle, atan
de obter salisfagao pelos ultrages ; exigencia de
considcravcl imlemmsaco; difluso de pnico, e
imniinenle risco de violencias. Por nutro, e si-
multneamente, multiplicacao constante do com-
verno iuglez), j n'outra occasiSo declarou franra-; raercio e da navegado, alargamento incalculav.-i
nenie que nao enlrava as suas ideas anteripar as] de consumo, procura correspondente de productos
resoluges que podesse tomar a confederaco pelo europeus. Ocommercio com o Japao dobra cm
orgo da dieta federal. O caso previsto naquella valor animalmente.
poca aprrsenta-se hoje, e o governo de el-rei usa t Desde entao o governo do Yeddo pagou lib.
cono todos os estados e potencias que posteriormen-
te I \} deram o seu assentiraento ou adhesfio. Sa-
b< 111 que o seu fim, o seu verdadeiro proposito, era,
na > regular as relacoes mutuas entre a Dinamarca I
e a Allemanha, mas levar a elTeito um accordo es-
scncial, no iateresse gcral da Europa.
1 lima vioteoio do comprornisso contrahido pela
Dinamarca para com a Allemanha em 1851 e 183,
o nn negocio, de que permittido pedir repar.-
co. Todava esta reparacik nao pd^ ir at ao
ponto do invalidar para com as outras parles eon-
iraUntes,um tratado solemnemente contrahido pela
loropa. As promessas feUs pela Dinamaica em
1S3J relativamente ao ScblcswigHolstein podem
ser para a Austria e a Prnssia o motivo determi-
nante que as ligou ao protocolo de maio de 1831
Mas se aquellas potencias nao permaoecerein neis
aos seus compromissos, nao pode haver para com
ellas a menor sombra de justiea, dando como dos
culpa que foram engaadas na sua espectativa, re-
lativamente execuco das obrigacoes contrata-
das pela Dinamarca n'uma poca anterior e em ac-
to; differentes.
Haveria quebra da base de todos os ajustes
concluidos por tratados na Europa, se se podessj
admittir semclhante dcsculpa para o rompimenlo
de um tratado tao claro como simples. l;m sobe-
rano qualquer, obrigado a satisfazer os seus com-
piomissos, poderia dlzer: A razo por que me
ubtrahio a execuco de tal tratado, e porque con-
trado outro comprornisso com amadas partos con-
tratantes. Este outro ajuste foi violado ; por conse.
i; jencia o meu tratado cora vosco aullo e de non-
luim valor.
O governo da rainha est convencido de que a
csrta de Dresde ha de comprehender que. se urna
sementante maneira de regular as cousas podesse
ser tomada a serio, nao havia um nico tratado
existente que nao fosse reduzido ao estado de frag-
mento de papel. Abstenho-mc de citar os casos
em que esta interpretacao ligeira e irreflectida do?
tratados, se mudara seriamente era prejuizo do;.
proprios governos allemaes.
1 Por agora, parece sufflciente ao governo da.
rainha declarar pe ha de considerar qualquer der
rogacao do protocolo de successao de 183. por
pj.rte das potencias que o assignaram ou que ad-
berrara a elle, como absolutamente incompative
com a boa f.
Convdo-vos a deixar copia d'este despacho ao
btro von Beust.Assignadc.-JbMscM.
2.' Sota para Mr. Witzthun, ministro da Sa-
loma em Londres.Sr. conde.Mr. Murray corn-
il unicou-me um despacho cerca dos negocios do
d irado de Schleswig-Holstein. Envi incluso urna
copia d'ello.
t Ser-vos-ha fcil notar que o conde Russell na-
quetie despacho se esforca para estabelecer, a res-
pailo da validade do protocolo de Londres de maio
dr 1832, urna opinio que nunca foi a do bu vento
d'el-rei. Presumo que o ministro dos negocios s-
trangeiros de S. M. B. ha de considerar como in-
til entrar em discusso sobre semclhante base.
0 governo d'el-rei encontrase em presenra da
urna questao, que a raorte do rei Frederico VII de
Dinamarca suscitou, e que foi trazida perante a
dieta federal, orgo da confederaco germnica
O embaixador do fallecido rei junto da dieta apre-
senlou as suas cartas credenciaes, afim de ser re-
conhecido como representante do rei Christiano IX
na sua qualidade de duque de Holstein e de Lauen
burgo. Ao mesmo lempo foram os dlreitos do du-
que de Augustemburgo, na quaiidade d'agnat, sub
Dieltidos a julgaraento da dieta federal pelo erabai
xador de lloviera, autorisado ad hoc.
O governo d'el-rei, no que Ihe diz respeta)
e>l resolvido a lomar s a justiea para regra do
sen procedimento. Depois de ter votado na dieta
federal a favor das medidas lomadas para assegu-
rar a completa execuco das suas decisSes, tratou
de examinar de perlo a questao de successao, e
ha de votar na conforroidade do resultado d'esse
xanie.
c Tendo o conde Russell julgado a proposito
chamar a nossa attencao para o protocolo de 8 de
maio de 1852, nao ser intil fazer a este respeito
algumas observacoes.
0 acto diplomtico de qne se trata, destinado
a estabelecer unta nova linha de successao na Di-
namarca, tinha sido apprjvado e sanecionado pela
representadlo nacional d'aquelle paz. Mas para
o tomar va ido e appiicavel aos ducados allemaes.
era necessario obter o consentimento do represen-
te da linha dos agnats, depois a dos estados locaes
o finalmente a da dieta federal germnica.
Ora, nenhuma d'est.s condicoes se comprio.
Por consequencia, nao necessario para a dieta,
na quizesse discutir a validade do tratado de 8 de
maio de 1852, ter em attencao as queixas contra a
Dinamarca que resulla da violacao, durante mul-
los annos, das obrigacoes d'aquelle paiz para a Al-
liemanha.
Convidado a ligar-se a este acto pelas poten-
cias signatarias do protocolo de Londres, o governo
d'el-rei nao recusou o seu consentimento nem se
ngou a tomar parte n'nma combinaco que teria
jdoo devido xito, so a Dinamarca houvesse cum-
prido fielmente os seus compromissos para com a
AHemanha, por que n'aquella poca existia a a-
parencia de que se obteria o consentimento de to-
das as partes interessadas, rondicao indispensavel
para dar ao tratado todo o seu elTeito.
< Nao se fez mesmo tentativa alguma para que
lomassemos parte, porque era evidente que era pie-
sonca da violacao das obrigacoes do governo dint-
marquez, tornavase impossivel esperar seinelhan-
te resultado. Foi deste modo que o tratado per-
onaneceu em estado d'obra incompleta e inapplica-
vel na sua parle essencial. As potencias signata-
rias do tratado nao teem, pois, o direito de fazer
urna censura nem dieta nem a qualquer dos seus
siembros.
O governo de el-rei (queira recordar-se o go-
da liberdade que sabiamente se reservou.
100,000 de indemmsaeao, e revogou o edito para
Ouso esperar que esta explicaco da verdadei- a expulsfio dos strangeiros.
ra situacjic dos negocios, permiltir ao conde Rus- t O prncipe de Nagato deisou de entreter-seem
mandar fazer fogo sobre os navios europeus ; e o
principe de Katsuma, cujo orgulho nao conhecia
lmites, que se propunha nada menos do que ex-
terminar os barbaros do occidente, foi entregando
a multa de lib. 23,000 que Ihe havia sido imposta,
c obrigou-se a punir os assassinos, que se nao fo-
ram por elle instigados, polo menos attrahiram a
sua proteegao e os seus bons officios.
Tudo isto foi acompanhado de peripecias, que
deviam forzosamente pesar na consciencia nacio-
nal, e dar lugar a debates no parlamento. Quan-
do o principe de Nagato levantou bateras, e expe-
dioos seus vapores armados para obstar apassagent
dos navios meu antes no estreilo de SiraonasaKi, e
mar interno, os dominios daquelle potentado fo-
ram successivamente visitados pelos Hollandezes,
pelos Americanos, pelos Francezes para ajustarem
coutas cora otse immigo da civilisaco europea.
Nao consegrando a reparaco a que tinham jus
deixarara-se de couleinplacoes ; e comecaram a
mandar balas para trra.
Ora, as quo nao davara as bateras, necessa-
ria.muie penetravam na cidade ; e os habitantes
' de Simonasaki tiveram motivos para se arrepen-
derera do apoio dado aos actos de piratera do seu
! chefe. Todava, os commandantes dos navios de
! guerra dessas nacoes, tiveram o bom senso de ser
mui comedidos as suas participac,5es offlcaes
acerca dos estragos, que eausaram. Insisliram
muito alias na bravura cora que os Japonezes ma-
; nobravam as suas pecas; nos aturados esforcos que
deraandavam a destruic^o dos seus fortes, e a ex-
plusao dos seus armazens e depsitos.
c Apesar das cautelas e reservas, o comman-
danto hollandez reconhece, que por espaco de ho-
! ra e meia arremecou bombas sobre a costa, muitas
das quaes devem ter cabido na cidade. O ameri-
| cano tambem admilte, que as suas bombas reben-
taram sobre as bateras e eausaram serio prejuizo
iKtvoaoao. Deduz, pois claramente, que se Si-
raonasaKi nao ardeu loda, nao foi de certo pela
deferencia dos vasos de guerra strangeiros, que
al ira vara sobre as baleras.
1 O commettimento brilannico foi mais impor-
tante nos resultados, e mais desafortunado. Era
indispensavel desempenhar um arduo dever, cas-
tigando a daimio Satsuma pelo assassinato de Mr.
Kichardsou.
< O referido Satsuma, imitaco do amigo prin-
cipe Nagato, havia retirado para a sua provincia,
onde augmeutou e preparou as fortificaedes e os
vapores de guerra. Assim como Nagato collocara
as embarcaedes em frente de Simooasaki, e as ba-
teras era tornojda povoacao, do mtsiuo modo Sat-
suma poslou a sua pequeua esquadra diante de
Kagosima, ariiltundo todos os pontos culminantes
em volta da cidade.
c Quando o almirante Kupper surgiu no porto
de Kagosima, so pretenda apoderar-se dos vasos
de guerra, o conserva-Ios em penhor da reparacae
devida. Era quanto proceda nesse empenbo, rom-
peram fogo sobre elle todas as bateras da trra,
arrojando bombas e balas rasas sobre a esquadrilha
brilannica. t Em presenca de semelhante provo-
caco (diz o almirante) foraos obrigados a respon-
der aos Uros das forilicagdes, e os navios avanca-
ram, com o Euryalo na vanguarda, canhoncando
todos os reductos enQleirados de norte sul. >
c E' de suppor ninguem negu, que se de urna
batera se faz fogo contra um vaso de guerra bri-
tnico, este lera obrigago de atirar sobre a bate-
ra. Nao pode adraitlir-se, que o almirante Kup-
per fosse mandado Kagosima para apresentar
os seus navios, como outros tantos alvos- ao exer-
cicio dos artilheiros do principe de Satsuma. O
que se seguiu sem duvida deploravel; porm,
nao havia meio de o evitar. Como era natural,
muitas das bombas (aneadas sobre as bateras ja-
ponezas foram cair na cidade. Sabem os leitores
o que urna cidade japoneza ? E' um aggregado
de catanas do um andar, construidas de bamb,
e de papel oleado. As bombas deviam incendiar
muitas dessas habitacoes. Depois agitou-se o mar,
e appareceu um desses tufes, de impulso cir-
cular, to teraives naquellas latitudes. A ponta-
na das pe^as britanncas tornou-se menos segu-
ra. A medida que cresciam as vagas, augmenta-
ra o numero das bombas quo caiam na cidade ;
e progredia o fogo as cabanas. Ao cair da lar-
de a forea do vento deu as maiores propor;oes ao
desastre. A coullagracao (observa o almirante)
multiplicndose em proporgo da tempestade,
em breve illuraiuou toda a baha. A ventana es-
tendeu as labaredas a toda "a cidade, que se as-
semelhava a um braseiro nessa noule, no dia, e
na noule seguinle.
< Causou-sc immenso prejuizo a pessoas in-
nocentes ; prejuizo que nao teria lugar em cidade
euro|)a, e que s oceorre nessas construccoes de
juncos do oriente, fcilmente levantadas. Nao
pequeo desastre deixar por algum espaco sem
asylo. urna consideravel populacho. Nao satisfaz
a consciencia brilannica conhecer que os sacrifi-
cios dessa gente foram causados pelos orines de
seu proprio chefe. Nao todava crivel que a
mortandade fosse immensa. Os povos do extremo
oriente esto habituados a livrar-se de frequentes
incendios ; e a conflagracao de Kagosima, apesar
de coraecada polo estoiro das bombas, tornou-se
evidentemente geral por causa do vento. Com-
tudo, a morte de qualqner individuo nao comb-
teme sempre origem de pesar; e se fdra volun-
tariamente determinada, o acto tornar-se-hia dig-
no de severa reprovaco. O almirante Kupper,
fallando na morte e ferimentode 1:300 homeus,
refere-se s gnarnicoes das bateras e vasos do
guerra japonezes.
Assim, nao vemos motivo para chamar res-
ponsabilidade qualquer praca da forca naval,
que operou cintra o principe Satsuma. Diga
quera alisar, que cssa destruicao de casas de
bamb resultado do nosso orgulho nacional ou
de avidez de ganho. Reflicta-se, que se ficasse-
mos no nosso paiz, se apertessemos a populacao
nos limites dos trabalhos agricolas,seramos exemp-
tos de todas as accusacSes de maleficios externos;
e nao teriamos precsao de levar as mercadorias
remotas regios aflm do ter raeios para comprar
aos strangeiros os cereaes, de que carecemos,
para alimentar a nossa populacao fabricante.
c Emquaoto procuramos avautajar-nos em In-
glaterra, fundaudo entrepostos e feitoras fra do
paiz, tendamos a franquesa de acecitar a respon-
sabilidad! das consecuencias ; nao disemos ene-
grecer pela calumnia os valentes defensores dos
nossos iotere.--.--es. Se o almirante Kupper fosse
por mero praser ou capricho fazer fogo contra
una populosa cidade, o a queimasse, nao seria
possis'el deixar de o punir com toda a sevondade
Nao ha porm a menor sombra de fundamento
para acreditar que se dsse semelhante caso. Fez
o que todo o ofTlcial de marinba faria, e deve fa-
zer ; respondeu aos tiros das bateras que baviam
aggredido os seus navios. Nao atleudeu a coa-
templaces. autes de fazer calar o fogo do inimigo.
Era ea a sua misso ; c so ha crime nao Ihe
deve ser imputado. O ru sena o governo inglez.
Se houvesso procedido diversamente; se fugisse
das bateras japonezas depois do soffrer as des-
cargas se voltasse com serias pedas de lugle-
zes morios ou feridos ; e com a noticia do geral
levantamiento dos Japonezes, ebrios pela victoria,
contra todos os residentes europeus, o que diran
de semelhante cobarda ?
O segredo de una familia, pagi-
nas solfas de 11111 romance his-
trico.
1
(Anuo do 1862 a 1864.)
Una bandeira no mastro da egn-ja de Nossa Se-
nhora de Monserrate na cidade de Santos, na ma-
nhaa de H de noverabro de 1862 annunciava
barra o vapor Imperador procedente do II10 de Ja-
neiro com escala por Sanios o directo Santa
Catharina.
Apz urna viagem de 63 horas elle entrava na
baha de Santos e acaba va de .Mracar ponte aa
allandega. A seu bordo (entre mais passageiros)
viiiha unta corporaco de artistas dramticos os
quaes constituiam a companhia Iramatica de Sal-
les Cuimares c Manoel De-( mvanni que, com
destino provincia do Paran vinham estacionar
em Sanios algum lempo, e depois seguirera o ca-
niinlio da sua jornada. Entre os diversos fllhos
que Thalla enviava aquella cidade de S. Paulo al-
guns vinham de basunle espirito e intclligencia.
L'm distnguia-sc no meio de seus coinpanhoiros
pela sua modestia ou pela sympathia que aquellos
Ihe dedcavam. E' intil o retrato; desnecessa-
rio consultar a phreneologa, basta imaginar um
rapaz contando 18 annos de vida, lendo e relendo
Dumas, Sue, Milton, Byron, Cames, Alfredo de
Mussel, Tasso, Petrarca e Bcrnardim Ribero para
se conhecorem todos os seus traeos phvsicos e mo-
raes.
Necessariamente era sectario do Parnazo.
E como nao devia s-lo se o iheairo atra la-
ma do seu poro ou s sombras do sou foyer, ni-
camente os antimaterialistas, os renegados da so-
ciedade estupida e iuteresseira ? I
Quantos e quito esperancados mancebos se vo
d'alma e vida contra os escotaos dessa tao chela de
glorias e lourosassim julgada pelos que de fra
a observammas que por aquelles que interior-
mente a analysam julgada como um inferno, um
continuo trilhar de decepcoes e amarguras!
O rapaz, homem, ou mulher que transpde os
bastidores de um theatro, morreno conceito de
muitospara a sociedade.
E' victoriado, applaudido frenticamente no pal-
co, e sahindo delle s veent o homem do theatro!
j\ cada canto um sorriso de desdem se despren-
de dos labios de um estupido e mais tarde o des-
denhoso epygramma : ali um cmico...
Cmico I.. .Escolhem d'entre os muitos nomes
que se podiam dar ao artista este, por que elle re-
sume em si tudo quanto ha de mais injurioso e
despresivel na bocea do scvarulija I
Porm...dexemos-nos de comentarios sobre a
vida dramtica, vamos ao romance ou antes his-
toria que o que destinamos escrever.
Dias passados da sua estada no hotel Recreio, o
nosso Petrarca foi habitar na ra do,,#
II
Alguns das se passaram lindos os quaes foram
scena os dramas Poder do (Juro, Pae actriz, 1
O Pobre Mota.
Nesie ultimo espectculo, os camarotes estavam
apinhados de restos femeninos iiual delles o mais
bello.
N'um dos da primeira ordem viam se qualro me-
ninas as quaes se filavam os o bares de todas as
pessoas que se achavam na platea.
Alfredo (seja este o nome d'aquelle a qnem atraz
chamamos nosso Petrarca) olhava a enchente pelos
olhaes do panno de bocea quando, repentinamente
da com a vista n'uma das quatro Silphdes.
Que espauto!
Que pensara elle ?
Acabava de descobrir um modelo da Laura de*
Petrarca, da Julieta de Romeu, da Arminda can-
uda por Tasso ou da Helloise de Abeillard I
Elle tinha preten^oes poeta, e os poetas, affei-
tos a pintar as bellezas cora cores vivas e exage-
radas, quando se admiram olhando unta mulher,
e exclamam : E' bella I K por que ella o na
realdade.
Alfredo sera querer exclamo 1: Ah o homem
mais inscnsivel, exigente e difllcil de contentar,
dizendo que s bella nao diz cousa alguma.
A orchestra tocou urna ouvertura dos Puritanos,
o panno subiu e representou-sa O Pobre Idiota ou
os Subterrneos do Castelto dHelibergue.
Era todos os finaes dos quadros o nosso apolo-
gista dos perfis, ia extasiar-se na conlemplaco
d'aquelle archanjo que Deus collocara entro*as
muitas roulberes no mundo.
No decurso da representaco os olhares della
nao se afastavam dos adores, e se vissem como
era linda a sorrir-.e nos diclos espirituosos da pe-
ca, a candu ra e ingenuidade de suas feicdes tao
rubras.. .0 entreabrir de seus alvos denles, quaes
dous los de perolas hermticamente dispostos...
Como se commov ia ao ouvir e ver as scenas de
paixes e dores? I
Como laslimava ella cora seus otaos hmidos a
desventura, as torturas d'um Edgard t.. .E l no
intimo da sua alma commover-se-ia d'um carcter
positivo e nao ideal como aquel.e?...
Quem sabe ?
Arcanos do coraco!
Alfredo, vendo aquella mulbe -, para logo sentu
nacer-lhe n'alma um amor ve.iemenle, urna pai-
xao que o endoudecia a ponto de esquecer-se das
linhas de Guarini, poeta italiano :
Como s plantas o glo, a scea s flores,
Sarava s espigas, sement o bicho,
Redes aos corvos, visgo aos passarinhos
Assim amor foi sempre adverso ao hornera.
L as lates do gaz, o fumo das mil fabricas em-
palUdecem a lua, e pracas soberbas arrojara aos
ares palaciosestraavganiM que disputnmasnuvensl
Aqui tudo modesto, o por loda a parte a mi
de Deus se revella aos otaos do atheu I
O panno desceu, o espectculo findou-se e Alfre-
do apenas teve lempo de enliar o paleto!, lomar o
chapu, accender o charuto e sahir.
Beatriz (supponha-se ser este o nome da don-
I relia por ser o nome da deusa inspiradora de Dan-
I te e com tanta magostada cantada na sua Protasi
del Paradiso), tinha sabido o segua o seu caminho
I com mais alguem que a acompanhava.
Alfredo seguiu-a do vista at que ella transpoz
o limiar d'uma casinha... morava na mesma ra
1 delle e quasi vis--ris.
Este, en rando era casa, assenta-se a urna mesa
e passando a asi repetidas vezes pelos cabellos ;
empunha a penna e dispe-se a fazer o retrato da
I mulher que acabava de inspirar...
Deusa que tens um throno entre as mais bel-
las odaliscas do sulto t
Belleza peregrina que fazes pulsar una Ivra
j quebrada I
Odor celeste I Mago diluvio dos jardins do
Senhor I
Ariadne, Venus e Psyche I
Susana, Rebeca, a mais bella d'entre as filbas
da antiga Siol
t Armida, Herminia e Clornda do Tasso I
E tu, sol ou lua que brilhas no firmamento,
suspendei o vosso curso ao apparecer na ierra a
formosa das formosas I
A sua passagem, silenciosa tornae-vos, natu-
reza !
Conlinuava no seu delirio potico, porm nao re-
sisiiu.
Morpheu acercando-so delle, fez-lhe deixar ca-
tar a peana e o transportou em seus bracos ao rei-
no das Fadas.
III
Eram seis horas da manhaa.
O sol ia ja alto e doirava com explendor os te-
lhados de Santos.
Sanios o foco de todas as chavas e um calor
intenso sulfura constantemente os seus habitantes.
Situada n'uma planicie e cercada pelas serras de
Mugy, Monserrate e Cubato ; longc de ser ven-
tejada ; as uuvens prenbes de vapores pairara as-
siduauente sobro ella.
Mas quando o cu est azul e entrelacado de
purpurinas uuvens um contraste maravilhoso,
um. quadro desenliado pela mo da Omnipotencia I
B um ceud'Itala couijas saasnoutesveoezianasl
O crepsculo d'Alliaiubra e Granada I
Ao clair de la lunt, as suas c isinlias alvissimas
ideam palacios goihicos e aleacares noasneos, e
o modesto violo do cainpomo terna-se 110 orgu-
Inoso badolim das serenatas andaluzas.
onde mais brillia a naiureza <|ue o poeta de-
vaneia pelas regies da poe-ia !
E abi, nao BflSSU eidades opulentas e ostentosas
como urna Londres eooi as mas mas de leguas c
atupetadas do sedas as mais dellas impuras t
Alfredo tinha acordado, e olhando em lomo de
se nao acreditava que estivessa no seu quarto.
Porguotava repetidas veces a sua imaginagao,
se com elTeito seriara realidades porque passou,
mas a sua alma resp mlia-lbe que lulo fra so-
nliar. e vagar de sua alma no prisma las paixes !
Anda sindicara qual seria a erige n das suas
jensages, quando repentinamente imaginou ver
passarjante seusolbosama mgica viso,to ligeira
como o ligeiro Maspanas sombras da noute !
Era Beatriz que assomando janel a, dera com
os otaos en Alfredo e os abaixra ao mesmo tera-
pocom temidez, como se aquelle encontr condu-
zisse aps de si um resultado inoxpliravel I
Alfredo, desde longo lempo, affeito a vida mono-
lona e inslita dos bastidores de um theatro Ja
corte, apenas tinha lempo de inquirir 1 sua alma
se na realdade adiara urna mulher I na e vir-
tuosa, que dsse o vigo a mrenos das e fogo ao
corago que desde longo lempo nao [ulsava para
cantar na poesa o amor das virgens.
Senla-se gro, e o mundo a seus ps pareca-lbe
um grao de ara I
E qual o ente que desconhece o amor ?! O quo
ha de mais embrigame na adolescencia alm
delle I?
Nao fallamos do amor do ouro, do amor do goso,
das glorias ; mas sim o amor das virgens, o mais
nobre, mais sanio e o mais melindroso dos senti-
mentos que Deus doou aos homeus!
noule, ao claro da lua, quando as estrellas
scintillam no cu como militares de mtriades n'um
manto de puro azul quando a propria natureza
parece at repousar e admirar-se a si mesma
como bella una scena de amor s oceultas dos
austeros paes. Como e lindo !l
O soberlio astro da noute que pratcado se reflec-
te com explendor as serenas aguas da bahia, a
gndola de dous amantes que pacifica as sulca dei-
xando aps de si urna longa esleir de perolas...
E alm sobre o alcantilado rochedo o campanario
de urna capeta nha cora a sua cruz ad arcada pelo
toque alvissiino da lua
A janella e a calhandra de Romeu! ... E a es-
cada de seda levemente baloigada pe o zephiro da
noute ?!!
Saudosas trovas de Bernardint Rb.'iro cantadas
ao violo!... Scenas bem mysteriosas e romnti-
cas.... romances em msicas e canto italiano:
Sent col sanguc mo
Amour che possa in t!
Non ti socordar di me!
Adi Leonor Adi!
Oh! o homem sente-se grande, e ai ida mais se
j leu Magalhacs, Goncalves Das, Casemiro de
Abren, Bonifacio de Andrade, Alvares de Azevedo
e outros que pintara as bellezas do amor na solj-
dao ; a sua imaginarn va as azas la immensi-
dade, foge-lhe a trra dos ps e em roda de si tu-
do repete em um coro mavioso aquella palavra
mysteriosa, alvo de todas as suas sensacoes I
As folhagens agitadas pela brisa murmuram:
Amor! A cscala no descambar das aguas, o
ocano se quebrando alm na cosa, os trinados
des passarinhos, o bramir das leras, mesmo o
triste esvoagar das aves nocturnas, a ebuva, o
vento, o relmpago, o trovo tudo e nfim parece
murmurar com mgica entonago : Amor.
O homem nestes momentos esquece se que m
nada na trra para, embriagado por mil sonhos,
se transportar a um mundo desconhecdo I
E' esta a verdadeira poesa E' este o momeo
lo em que Deus concede ao homem os pensamen-
tos e linguagem dos anjos da corte celestial!
Alfredo, no arrebol da manhaa da vida, quando
o coracao s suspira pelas louganias, longe da pa-
tria e sequioso das paixes tinha encontrado
alfim urna mulher a quera d'alma e vida se vo-
tara.
Seria ella d'ali em dianto o seu pensamenlo, a
virgent dos seus cantos, a medula dos seus ossos, a
sombra de sua sombra, a vida da sua vida e a alma
da sua alma I
I-ouco! Como se lancava atravez dos abys-
raos I
Como tao descuidado elle trilhava o solo desco-
nhecdo !
IV
Temos se passavam e Alfredo conlinuava a ver
todos os dias a encantadora Beatriz.
Longe de Ihe enderessar as suas phrases de amor
bem fez comprehender a sua paixo porque nao
smente os labios que flllam...
Assim pois nao consegrando da bella joven mais
que os cumprimenlos, resolveu declarar-lhe o seu
amor por meio de urna caria.
Que carta que era I!
Um poema escripto em papel do friso dourado,
sem subscripto era assignalura I
A carta foi entregue e nao houve resposta.
Helias t mnlhevreux I! I
Alfredo nao vendo o fructo de seus assiduos es-
forgos; empaldeceu-se-lhe n'alma urna estrella
que vira hrilbar com tanto fulgor !
Beatriz conlinuava a v-lo. porm isto nao era
bastante para aplacar a febre do pobre mancebo
que dava mi! tratos ao juizo a fim do saber qual a
melhor maneira de conquisla-la.
Mrabeau, poeta francez, caplivava as mulheres
suas comtemporaneas com a belleza dos seus versos
porm os de Alfredo nao tinham lalvez o mesmo
specimen do lillio das Aguias e da Flor de Lis !
Depois de muito pensar, teve un pensamenlo
amargoso:
Quem sabe se amar outro ? I
Oh falle, Sr. eu tremo de ouvi-lo !
Arthur vendo que Alfredo se acalmara, senlou-
se a seu lado e proseguiu :
En, acredite-me. nao tenho propenses para
o casamento, nem tao pouco sou seu rival, frequen-
lo a casa daquella menina por um passaiempo, nao
que en me sacrifique ao amor, porque grande vic-
tima ja fui delle. E depois... aquella familia nao
Ihe convm.
Como !
Se quer vou contar-lhe a vida della.
Ouvi-lo-hei com minuciosa altenco.
O senhor fuma ?...
Cigarros.
Sao charutos...
Aceito...
Ento, tome este trabuco... ura refinadissi-
mo quebra qiuixot cuja propriedade me concede-
ram por quatro vintens.
Ambos acenderam os charutos e Arthur come-
gou a sua historia :
Mysterios do casamento.
(anno de 1833 pouco mais ou menos.)
Bem diz Fr. Francisco Manoel na sua Epanapho-
ra Amorosa : Quem viu jamis vida amorosa, que
a nao risas bandada as lagrimas do arrependi-
mento ou do desasir ?...
b tem razo. O amor de certas mulderes asseme-
llia-se ao cu armado de negro e prende de pesa-
das nuvens; o casamento a borrasca e a luta
encarnigada dos elementos I
(Alfredo escutava ludo com attencao e Arthur
conlinuava) :
Mauricio Seabra era um mancebo que
aos 22 annos, ardendo-lhe no peito o fogo das pai-
xes daquella edade, se enamorou de nina linda
mina na cidade de Campias, era S. Paulo.
Pediu-a em casamento e o pae recusou-lh'a.
Mauricio, amando aquella mulher como um lou-
co, sublrahiu-a sua familia e veiu depois casar-
se clandestinamente em Sanios, imaginando assim
um porvir de felicidades e gozos sera tira.
Casaram-se e a sua sorte era invejada por todes
os horneas e raparigas que os viam.
Decorreram-se alguns annos e Mauricio recebeu
um dia urna caria de seu sogro em qoe Ihe com-
municava estar s portas da morte, e que desejava
entregar-l he o dol, ou por outra; a heranga de
sua filha. ^
Mauricio depois de abragar sua mulher repeti-
das vezes, e sua filhinha, monlou a cavadoe parliu
para Campias.
Chegou a casa de seu sogro e encootrou-o j mo-
ribundo.
Este tirou de baxo do travesseiro urna cruz de
brilhantese disse-lde :
Receba isto, senhor, esta a heranga da
desgrasada que o senhor rae roubou : entregue-
lb'a e queira o cu perdoar-lhe que seu pae no le-
lo da morte lega-lhe a sua raaldigao I
E morreu I...
Mauricio recebeu o legado de seu sogro e voltou
caminho de Santos.
Na segunda noute de viagem o cu toldou-se, as
nuvens rebentaram e pouco depois a chuva cahia
com violencia juntando o seu murmurio ao ri-
bombardo trovo e ao fusilar dos relmpagos e co-
riseos !
O corago pulsava-lhe com violencia, sinistros e
negros agouros Ihe esvoagam oa mete.
Tinha elle enlo ido parar nopousodo Rio das
Pedras, chamou o seu camarada caipira e mandou
sellar o cavado.
O pagem tornou-se de espanto e exclaraou :
Pois que talonees, patrn, merc qu mesmo
dese gra serra de Cubato ? A noute est
mesmo dadiva, mesmo est ruim esses tinhozo dos
ma'-feitor esto agora esperando algura cometa
desgarrado !
De nada me importa, executa as miadas or-
dens e se tens medo Oca ani!
Medo eu? Ah I patrn a minha garrucha t
mesmo tiba! de plvora I as minha xilena d
ferro e meu maso est que mesmo um logete,
mesmo qoaxi um coriseo.
Arabos montaram a cavado e seguiram para
Santos.
Mauricio e seu pagem tinham chegado ci-
dade.
Aquelle aneou-se a urna porta e como por um
instincto magntico, empurrou-a sacudindo a sua
capa alagada pela chuva.
Ella cedeu e tfeixou ver aos otaos do marido um
quadro horrorosoII!..........................
Houveram enlo Ires gritos; dous de medo e um
de dr e de indignago.
Mauricio corre a buscar duas pistolas e precipi-
ta-se sobre o par, porm o seu espirito detera-lhe o
brago... Elle abaixa enlo as armas e diz com pla-
cidez amarga:
A seu goslo, sans facn, mes enfant's 11
Senhor, quero sahir...
E o que faz que nao sae ?...
A mulher pareca petrificada comoLoth, a curio-
sa de Sodoma e Goraorra I
Saa se Ihe apraz, ou enlo fique, est no pleno
goso dos seus direitos...
Senhor, eu quero sahir...
E porque nao sae, meu caro amigo ?... Aqui
est o seu chapu. (E o marido deu a outro ho-
mem um chapu amarrotado que existia sobre ura
divn.)
Simeu jsao...
Mas perdo (bradou cora voz forte o marido)
resta ainda urna formalidade a cumprir.
Qual?...
E' que antes de Iranspor aquella porta, pague
aquella mulher!
Senhor! perdoI
Pague, ou os milos Ihe voaro aos ares !...
J nao era mais o amor que o embriagava,
era o ciurae e o desespero que Ihe dilaceravam
a alma I
S quera nunca amou, que nao sabe o que o
ciume!
Beatriz conlinuava a ver Alfredo com um sorriso
que o pobre rapaz iraduzia por sarcasmo.
Todava, elle tinha desejos de esqucce-Ia e nao
poda.
Dias se passavam em que a nao va, mais ao de-
cahir da larde o amor vencia-o.
Perjura ou constante, quena rxlasiar-se em ad-
mirar a mulher que elle amara desdiioso I
A' casa de Beatriz ia frequentes vesos um rapaz
o qual a imaginago ciosa de .aIfred > para logo o
considerou como rival I
Euto choroa lagrimas de sanguc, descrcu da
vida, da felicidale, do mundo, e at (sacrilego I)
de I leus Arthur era o nomo do .upposto ri-
val ao pastar junto de Alfredo olhava-o lisa-
mente e sorria-se com d das torturas do pobre
rapaz.
Este porm arranca va os cabellos scppondo sem-
pre que Beatriz ainasse aquelle rapaz que nada li-
nha de simpathico I
Pobre louco sorria-se com esearneo e desejava
ver o mundo regenerado !
Quera que a mulher deixasse as antigs affei-
ges, exiga que ella seno dViaass vencer como
urna Esmeralda de Vctor Hugo, por um enle feio
como o Sineii') de Nrot Dame de Pars I Como
se o amor e o orago uvessem guias e nao fosse
aquelle um sentimento caprichoso e extravagante
como a eleclricidade do raiol
S havia um nico meio a por em pratica : era
esquerer It.atriz... E forcejou faz lo! .
Tal vez fosse j tarde ......................
VI
Um tarde, Alfredo dirigiu-se fonre do It*ror,
e sentndose sombra das ramagens admirava o
sol quasi no seu occaso, ouvia com melancola as
ultimas despedidas do rouxnol floresta, quando
alguem, tocando Ihe no hombro, Ihe diz :
Vae poetisar, aposto I..
Ah! o Sr.! Vera eolio desfracter-no ? Aca-
ba de passar horas deliciosas ao lado do corago
que rae rouba e ven agora escarnecer-lite ?. Oh I
va, dexe-iiie a sua presenca incoinuinda-me !
Oh i'iicoiitro-o mais delirante do que julga-
va I Peuse que e.-livesse, cnordenando censuantes
para una puesta feta ao sol que j nos d
as boas noules t Vamos, seja meu amigo, eu as-
saz o hei otudado e talvez posea dar huitivo as
suas penas.
O senhor ? I
E enlo ?...
E que felicidade existe neste mundo alen de
Beatriz ?
Ora... o seu corago livre para poder amar
eutra mulher.
Alguem deilou sobre urna mesa urna pega de ou-
ro e sabio.
Perdo, Mauricio! exclamou a mulher, lan-
gando-se aos ps do hornera que empundar as pis-
tolas ...
Receba o legado de seu pae, senhora, core
de pedir perdo Deus nessa cruz porque o syni-
bolo da religio cega os olhos das mulheres per-
didas !
Perdo! Perda-me, Mauricio, perdoa-rae
por tua lilha!
Basta, senhora. O demonio que Ihe nspirou
o nome daquella innocente salvou-a da morle, mas
anda Ihe resta a vida do castigo e da expiago.
Seu marido morreu para si!...................
Desde euto a vida que to alegre era naquella
casa, lomea-So no pavor dos remtenos.
J a menina Beatriz contava enlo 3 annos, e era
ali a virgem da tristeza.
Mauricio definhava dia para dia e comprehen-
dendo que a indehdade de sua mulher fra um
castigo de Deus e nao podendo mais curvar-se ao
peso dos... desgostos suciilou-se amaldigoando a
mulher que outrora amara lao nicamente.
E' urna dstoria seria essa que acaba de me
contar, disse \lfredo estupefacto, jurara ser urna
tragedia de Sdakspcare. um alto drama de Alfonso
Karr, ou um contodo Holfman I
Nao. E' nina scena real no mundo dos rasa-
mentos romanti'-os. O que eu Ihe digo que aquel-
la menina nao Ihe rouvra por todos os mo-
l vos.
Como?!
Veja; urna esposa que atraiga seu marido
que ligos poder dar de honestidade e virtude a
una filha? Morlo ornando, a mulher repudiada da
sociedade escrupulosa que caminho apontara a des-
gragada ?
O poslibulo, o lupanar, a miseria, a per-
diga 1
Enlo, Deatriz? dsse Alfredo horrori-
sado.
Sua me era urna mulher perdida, e a po-
bresinha...
Oque?!...
Alguem intentou negociar com a sua mise-
ria, |h em prego .1 sua rastidade, e a sua honra a
meo de algumas moedas de ouro servio para ma-
tar a fome de sua me!
Mas...
Pense maduramente e veja que Ihe urgente
esquecer aquella menina----- Adeus, a chuva est
quasi a cahir e eu temo apanba-la.
Arthur cumprimentou Alfredo e retrou-se, esle
esteve anda absorto era seus pensamentos, e depois
imirmiiroii ssinho:
Emboca me ame preciso esquec-la, son
fraca cruz cara que urna Magdalena arrependida
me possa abragar !
A chuva ja coinegava a cahir com forga e a cida-
de de Sanios dorma sepultada n'um somno pro-
fundo como Argos an som da flauta de Mercu-
rio 1
Agora dir alguem :
Quem seriara os personagens desta histo-
ria ?
O vulgo curioso viva por ora engaoado I.......
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Santos Caiivalho.
(Mercantil, de Santa Catharina.)
PEUNAMUUCO IYP. i'K M. F. f. 4 FILHO


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